Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11159


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Full Text
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Jmno xfta. NUMERO 2.
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Per ira Uf tdiutados.;
Per sefllras Mea.. .
Per wd arme* dem.. .
Cada numere miso .
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L CAUR ONDE SE T%JLO PAA PORTE,
........, .. 60OOO
............ 424000
............. 24*000
............. 320
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DE
QUINTA FEIRA 3 DE JANEIRO DE 1867.
PARA DENTRO E PORA DA PROVINCIA.
Par tres metes adiutados......_........ ..
Par aria ditas dem................................
Par ure ditas idea................................
Por na asas idem.......................Jt ....
k\m kW JN aVBaV tmWmM Wmm ^amlMha. .**-. -
AMBUGO.
6^750
13,j500
20#o0
VUiV.n
-&8VmJa*8B DI MMAWLWiD W B81tt3gmttD 11 ffliWl& rf TO$& fl)H ffjUiMA & TOlttlM, 81113 IPl I.ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO.
Karahyba, o Sr. Amonio Alexandnao deLinii
NMal, o Sr. Amonie Marque- da Silva; Aracaiy,
o"8r. A. de Iteraos Oraga; Cear, o Sr. Joaquim
Jos de Oliveira; Para, os Srs. Gerardo Amonio
Alvos- 4 Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da
Gosta; Alagoas,o Sr. Frauciuo lavares da Cusa;
Bahia, o Sr. Jos Martina Al ves: Ri de Janeiro,
o Sr. Jos .Ifbefro Gasparfnho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Ojiada, Cabo, Escada e estaees da via terrea at
Agua Preta, Iodos os das.
Iguarass e Goyanna nas segoi*das. e sexl&s feiras.
San Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuu', Buique, S. Rento, Bom Con-
selho, Aguas Bellas" e Tacarat. as lergas-feiras.
Pao d'Alho, tazaretb, Limoeiro, Brejo, Psquftira,
Ingazein, Flores, VIla Bella, Cabrob, Boa-Vis-
ta, Ourieury.Salgueiro e Exudas quarlaa feiras
Sernbero, Rio Formoso, Taraandar, Una, Bar-
rcirc, Agua Pret e Pimenteiras, as quintas
fera-
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal d commercio : segundas e quintas.
Relagio : tercas e sanados as 10 horas.
Fatenda : quintas s 10 horas.
Julto do commercio : segundas as tt horas.
Dito de orphaos : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel:
da.
Segunda rara do civel
1 hora da tarde.
tercas e sextas ao malo
: quarus e sabbadr.s

EPHBMERIDES DO MEZ DE JANEIRO,
o Loa nova as 9 h., e 38 m. da t.
13 Quarto cresc. a 1 h., e 42 m.da t.
20 La eeia as 4 h., e 44 m. da m.
27 Qoarlo ming. as 11 h. e 55 m. da m.
PREAMAI! DE HOJE.
DAS DA SEMANA. Prmeira as hom g4 ^ d> tard6
31. Segunda. S. Silvestre p. m.; S. Nominando n>. I SeBu"da as 3 hora* e 18 minutos da manhaa.
1. Terca, cga Cireumciso do Senhor.
2. Qnarta. s. Isidorio b. m.; S alarianno.
4- Quinta. S. Apngio b. de Beja ; S. Aotero p. m.
-' o IIa',S' Prisco pre5b-; S- Aquilino m.
o. babbado. S. Siraeao Esleilia ; S. Eduardo re.
6. -Domingo. Epipbaoia. Da dos res magos.
PARTIDA DOS VAPPRES CO^TEIROS.
Pira o sol at Alagoas a 14 30- para o norte
at a Graoja a 7 a 2i de cada mei; para Fernan-
do nos dias 14 dos meses Janeiro, marco, mafo.
j lbo, setembro e novembro.
PARTE OFFICIAL
GOYERNO WaVrOVINCIA
Expediente do dia 24 de ujvi'iubro des1866.
N. 70o.OCBcio ao provedor da SanU Gasa de
Misericordia.A' vista da sua ioformacao n. 421
de 23 do correute, proferido acerca do requeii-
oenlode Mana Joaquina daC^nceico, autonso V.
Exc. a mandar eotregarlhe a educanda do coile^
gio das orpbas Mara Theodora, sobrinha da sop-
pilcante. .
A. 70G.Dito ao general cornmaudante das ar-
mas.DcVlvo incluso" o requeruneuto do cabo de
esquadra do 51 cor'oo 6% voluntarios da patria
Lourenco Becerra Cavalcante, a que allude o seu,
ofllcio de 23 do corrente, para que V. Exc. se sir-
va de deferir-lhe como julgar de justiga.
N. 707.Dito ao mesmo.Por parte do com-
mandante superior da guarda oamooal ser apre-
sentado a V.fikc. aflm de ter o conveaieule desti-
no, o guarda do 3 baialho de infamara Bernar-
do Jos de Seana, que est designado para o servi-
CO di cuerra.
N. 708.Dito ao Dr. chefe de polica.Commu-
bico a V. S, que nesta data expe destaquem na villa do Bom Conselho, a disposicao
do respectivo delegado de polica, um inferior e 5
pracas da guarda nacional : o que V. S. far cons-
tar quelle delegado.
N. 709Dito ao mesmo.-Fico sclenle de ter V..
S. como me communicou em offlcio n. 1685, assu-
mido hont^ra o exercico do seu cargo de chefe de
polica desta provincia.
N. 710.Dito ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.-Se nao houver inconveniente e era vista
das duas cootas juntas em duplcala, mande V. S.
pagar a Manoel Figneira de Faria & i-ilho, con-
forme solicitoo o presidente do conselho deTom-
pras do arsenal de guerra em offlcio de 22 do cor-
rete, sob n.3, a qoantia de 18330 provenieote
de annuncios mandados publicar no Diario de Per-
Kambuco pelo mesmo conseibo, a contar de 25 de
abril at 26 de setembro deste anno.
N. 711.Uilo ao mesmo.Em cfflcio de 23 do
corrate participou-me o joiz municipal do termo
do Cabo bacharel Joao Gonzaga Bacellar que por
achir-se doente, passou oaquella data o exercicio
de juiz de direito interino da comarca do mesmo
nome ao juiz municipal do termo de Ipojuca ba-
charel Francisco Braodo Cavalcante deAlbuqusr-
<]ue. 0 quecommunico a V. S. para seu conheci-
ment.
N. 612.Dito ao mesmo.Communico a V. S.
para seu conhecimento que honiem assumio o Dr.
juiz de direito Fellntho Henrique de Almeida, o
exercicio do cargo de chefe de polica d'-ta pro-
vincia, Bcando dispensado do mesmo caigo o Dr.
Joao Antonio de Araujo Preitas Henriques, que en-
trou na mesma dala no exercicio de juiz de direito
da 1* vara desta capital
N. 713.Dito ao mesmo. -Autorisando nesta da-
ta o eugenheiro chefe da reparuc,o das obras pu-
blicas a mandar fazer acressimo de obra,*de que
necescita a capella da fortaleza de. Iiamaraea nao
excedeodo a-respectiva despezadaquantia de SOp
om que foi oreada ; assim o communico a V. S.
para seu conhecimento.
N. 714.Dito ao mesmo.Traosmittindo a V. S.
a inclusa conta em duplican, recomraeudo-lhe que
se nao houver inconveniente, mande pajar a Ma-
noel Figueira de Firia & Filhos, conforme solici-
to o capito do porto em offlcio de hontem, >b n.
134, a quanlia de 60W0J proveniente de Impres-
so e incardenacao de 2 Ijvros para' registro das
listas de equipagem das embarcacoes de co-
beria.
N. 716.-Dito ao inspector dr thesouraria pro-
vincial. Amoriso V. S. no termos, de ana iofor-
macao de 19 do corrente, sob n: 603, i mandar
pagar a professora Leonor Carulina de VascouceS-
los B.>rges Leal, o se ordenado c-rrespoudente aus
7 nas em que uo mez de agosto ultimo deixou de
funecionar por estar < ffectuan lo a sua rand-nga da
cidade de Olioda para a Passagem da Magdalena
para onde f i removida.
N. 717.Dito ao me-mo.Communico a V. S.
que nesn data expeco ordem para que destaqueui
na villa do Bom Conselrp 1 inferior e-5 pracas da
guarda iianuii.il.
N. 718__Dito ao mesmo.Em vista dos inclu-
sos documentos e nao ha vendo inconveniente, mau-
de, V. S- pagar ao capito Samuel de S Montene-
gro, procurador do capito Jos Matheus Pereira
da Silva a quanlia de 6386fl proveniente do alu-
guel, a contar de 23 de fevereiro al 30 de setem-
bro deste anno, da casa que serve d quartel ao
destacamento de Villa Bella, cerno se -v dos men-
cionados documentos, que para csse Bm me remet-
teu o chele de polica com o offlcio de houlem, Sub
n. 1680.
N. 719.Dito ao chefe da repartQo das obras
publicas.Tendo, de conformidade com o disposto
n 1 arl. 9 do regulament de 31 de fulho ulti-
mo e em vi-ta de sua ioformacao de hontem, sub
n. 463, resolvido nom-ar a Feliciano Rodrigues da
.Siiva para ura dos lugares vagos de conductor des-
sa -epanico, assiro o commaoico a V.S. para seu
couheciinealo e lir.s convenientes.
N. 720.Dito ao mesmo.Declaro a V. S. pira
sou couhecimeuto e os convenientes, que cpnfor-
mando-me com a sua proposta de 21 do corrente,
sob n. 459.-resolv, de conformidade com o dispos;
to no 1 art. 9 do regulament de 31 de jnlno des-
te auno, nomear o conductor dessa rpartigao Joa-
quinGalenoCoelho para o lugaf vago de engeohelro
do 4' diatricto.
N. 721.Dito ao mesmo.Mande V. S. fazer o
acrescimo da obra de (jue necessita a capella da
forUleza de Iiamaraca, nao exc-dendo a respectiva
despeza da quantia de 230000 em fue foi or-
eada. ,
N. 722.Dito ao edmmandaote snperior do Re-
cite. Ao seu offlcio n. 374 de 23 docorreotp, res-
pondo declarando-lbe que as pragas do l**batalho
de Infantana deste municipio mandadas prestar ao
chefe de polica por offlcio de 20 do corrente, de-
vem servir somente para escollar 6 criminosos des-
tinados a'jiTiui de Ipojuca.
N.723.-Dito ao mesmo.-Designe V. S. 3 offl-
ciaes superiores da guarda nacional deste munici-
pio pra omporem a Jonta de que mu-a portara
da presidencia de 19 de oolobro de 1838 e que tem
de julgar o processo feito ao soldado do corpo pro-
visorio de polica Raftaando Jos dos Saptos por
crime de iojuria, devendo' os referidos, offlciaes
comparecer neste palacio no da 29 do correne, as
11 horas da manhaa.
N. 724 Dito ao mesmo. Respondendo ao offl-
cio de V. S. datado de hoje, sd n. 376, declarando
ra para foraecer por emprestimo, como reqaisitou
V. S. 13 bornaes para a e-colt qne tem de condu-
zir 5 criminosos para o termo do Limoeiro.
N. 725.Dito ao mesmoMande V. S. apresen-
tar ao bngadelro commandaute das armas aflm de
ter o c inveniente destino o guarda do 3* b-talho
de mfanuria deste municipio Bernardo Jos de
Senoa, qne segundo o sen offlcio de 23 do corren-
te esta nas circumstancias de ser designado para o
semeo da gnerra.
N. 728.Dito ao commandanle superior de Ga-
ranhns.Expega V. S. as suas ordens aflm de que
destaquen) na villa do Bom Conselho I inferior e 3
pragas d*tuania nacional, sob seu commando su-
perior a disposigao do respectivo delegado de po-
lica.
N. 729.Dito ao director geral da instrucgSo pu-
blica.Em vista do que me requereram Rita de
Cassia de OMveira Lobo Isabel Francisco d)
Quintal, e attendendo a que foran appravadas pe-
los professores oo es a me de habilitago a que se
submetleram e ao parecer do conseibo director,
resolv deferir as peticionarlas, aflu de que se Ihes
passe o titulo de habilitagao. O que communico a
V. S. para os flns convenientes.
N. 730.Dito ao director do arsenal de guerra.
Mande V. S. fornecer por sqprestirao ao raajor
commandante Interino do fi^'balalhao da guarda-
nacional deste municipio, 13 bornaes, para- urna
escolia que tem de acompanhar 3 criminosos para
o termo do Limoeiro.
N. 731.Dito ao inspector do arsenal de mari-:
nha.Mande V. S. desembarcar com gnia, aflm de
ser entregue a Antonio Basilio de Mello, o menor
Joo Manoel de Faria, que se acha alistado na
compauhia de aprendices raartnheiros, segundo V.
S. afflrmoo em sua informago n. 1,205 de 19 do
corrente.
N. 732. -Dito ao cdmmndante do presidio de
Fernando.Remetto a V. S. para os devidos effei-
tos copia da guia quo enj 26 de setembro de 186i,
passou o juiz municipal do termo de Goiaoninha
na provincia do Rio Grande do Norte, do senten
ciado de Justiga Miguel Francisco, que existe sem
guia nesse presidio.
N. 733.Dito ao juit.de direiio da primeira va-
ra.Acensando a recepgo do offlcio de 23 do cor-
rente, em que Vmc. me commuoicou ter deixado
oaquella data o exercicio do cargo de chefe de po-
lica interino desta provincia, e reassumido o de
juiz de direitoda primeira vara, cabe-me dizer-lhe
em resposta'que agradego os servigos prestados por
Vmc. nos poneos dias qtw oecopon aquelle cargo,
e ao mesmo lempo o louvo pelo zelo, dedicago e
imparcialidadcom que se hoove no desempenho
de sua misso.
N. 734.Diio ao mesmo.Tendo designado a
Vmc. para fazer parle da junta, de que irata a por-
tara da presidencia de 19 de novembro de 1858, e
que tem de julgar o incluso processo feito ao sol-
dado do corpo provisorio de polica Raymuodo
Jos dos Santos, por crime de injuria ; assim o
communico a Vmc. para que comparega neste pa-
lacio no dia 29 do corrente, as H horas da ma-
nhaa.
N. 735.Dito ao juiz de direito de Flores__.Em
addtamento ao offlcio desta presidencia de 3 do
corrente, recommeodo a Vmc. que haja de activar
as autoridades dessa comarca atim de reaielterem
sera perda de lempo, por intermedio desse juizo
como foi determinado em circular de 19 de abril
prximo passado. os mappas que Ihes compre mi-
nistrar para forraagoda estalistica jad ciara, se-
gundo o dispo3to no deereto n. 3,572 de 30 de de-
zembro de 1863.
N. 737.Dito ao juiz municipal da primeira va-
ra do Recife.Remeti a Vmc. para os devidos ef-
feitos copa da guia que em 26 de setembro de
1861, passou o juiz municipal do termo de Goian-
mnba na provinea'do Rio Grande do Norte ao
sentenciado de jostiga, Miguel Francisco que exis-
te sem guia no presidio de Fernando.
N. 739.Portara.O presidente da provincia,
resolve, de conformidade com o disposto no J i.'
artigo 9 do regolamenlo de 31 de julbo al timo, e
em vista da informago do chef- da repartigo das
Robras publicas datada de hontem, sob n. 463, o-
mear a Feliciano Rodrigues da Silva, para um dos
lugares de conductor daqueUa repartigo.
N. 740.Dita. _O presidente da provincia, con-
formando-se com a proposia do chefe da repartigo
das obras publicas datada de 21 do correte, sob
n. 459, resolve, de conformidade com o disposto no
1." atiigo 9. do regulament de 31 de jolho ul-f-respeito do qne o toram em 1862, em Londres, as
timo, nomear o conductor d'aquelia repartigo Joa-
quim Gatino Coelho, para o lugar vago de enge-
uheiro do quarto districto.
expediente do secretario do quverno do dia 21 de
novembro de 1866.
N. 742.Offlcio ao general comnoandaote das
armas.O Exm. Sr. conselheiro presidente da pro-
viucia, mauda commnnicar a V. Etc. que_neste
data offlciou ao engenheiro chefe da repartigo ds^
|apbras pabiicas a mandar fa'er o accrescimo da
obra de que necessita a capella da fortaleza de lia-
marac.
N 743.Dito ao Dr. chefe de polica.-0*Exm.
Sr conselheiro presidente da provincia, acaba de
aulurisar a thesouraria provincial a pagar a quan-
tia de 8686 res, constante do offlcio de V. S,
datado de hontem e sob u. 1680, oqual Sea Mitin
respondido.
i\. 745.Dito ao iospecur da> thesouraria de fa-
Lzenda.S. Exc. o Sr. conselheiro presidente da
provincia manda convidar a V S. e os enipregado*
dossa reparligo para assistirem ao cortejo que se
lem de fazer no palacio do govnrno a efflgie de sua
njagesiade o Imperador, pelas 5 boras da larde de
2 de dezembro anniveisano natalicio do mesmo
augusto senh-r.Igualaos de roals chefes de re-
partigoes e autoridades da provincia.
. 746. -Dito ao presdeme do conselho de com-
pras do arsenal de guerra.De ord>-m do Exm.
Sr. conselheiro presidente da provincia, declaro a
v. S. em resposta an seu offl-io de 22 do corrente,
sob n. S.'que nesta data aotonsou-se a thesouraria
de fazeoda a pagar a Manoel Figueira de Faria &
Filtio, a quanlia de 185330 res, a que se refere
seu citado offlcio.
N. 748.Dito o capito do porto.Nesta data
aotorisou se a thesouraria de fazenda a pagar a
Manoel Figueira de Faria & Filho a qnaotia de
60&H00, constante do offlcio de V S. datado d?
Ha na verdade o.Cbmpanha Gonllre, mas es-
ta inofensiva e agradave! limonada apresentada
tal qual e vendida pelo sen justo valor. En-
tretanto, sebera que se nao. ostente em publico,
Imilago dos vinh,s nem por isso deixa de subsis-
tir. A raio a mesma Pois de admirar,-qian-
do ama quartnla (nordelalse) de viobo de Br-
deos paga 100 % de direitos, 30 por um valor de
80 francos, que os imitadores se obstinara, em fa-
lo mais fnteressante quinto tem elle um Um pralico posigo vinhos do Porto, nam derChampanha, nem
e immeiato, e Ihes garante ao mesmo-tempo gloria da Brdeos on de Lisboa.
e fortuna.
D-mais, bem provavel que o obstculo nao
seja insuperavel e de talordtm que a cnimica nas!
o possa vencer. Cbm effeito, aqu mesmo, no Rio
de Janeiro, ha destiladores (e para sentir que
elles.D3,o Bouvessem tomado parte na exposigo) que.
consegoem por o a'cool, se nao absolutamente to
puro como o melhor da Europa, pelo menos em
grande parte privado do prineipio estranho que o
vicia.
. Cila-se era primeiro lugar o Sr. Jos .Vialis, cuja
fabrica nao sabemos s anda exisie, e que foi
quem primeird desinfectou o alcool do paz por
mel de om processo qne se nao divnlgoa. Ci-
tara se tambera, em segundo Iqgar.os Srs. A. S. de
Castro jt Mendes, de Nitberoby, depois, em grao de
perfeigao menor, os Srs. Coutinho Viann & Bosi-
sio, e, em grao ainda mais inferior, os Srs. Maflsell
& Carr, que expozeram os seus productos.. Aps
estes, segue-se a turba dos distiladores. O jury
nos dir' qual seja o valor e a perfeigj. dos seus
productos. Q_uanto a nos, nao nos compete emittlr
juizn sobre gneros qne nao nos foi dado apreciar,
a nos limitamos a ser apenas echo da opmio
geral. .
Mas nao havera' toda a razao pera se estranhar
que um aDerfeigoamenio cuja possibllidade j foi
ha tanto tempo demonstrada anda nao se lenha
at hoje realizado.? Creroos que incumbira a
Instillo Pbaroiaceulico, cheio de jovahs instruidos
e telosos, o oceupar se com urna questo que de
mxima importancia, e dotar a industria assuca-
reir com um processo que nio poueo contribuira
para a sua fortuna. A produegao do alcool pro-
tegida contra a concurrencia exterior por direitos
de alfandega excessivos (40 a 50 /). direitos que
em qualqor omra parle teriam om effelto prhi
bitivo ebtoluto Enire o prego dos alcools do paiz
e o dos alcools estratlgelros ha urna differeoga con-
sideravel.
O a'cool do Brasil de 36*-a 40 vende-se no com-
mercio a 15600 e a 2 a medida, ao passo que o
alcool importado costa,mais de 25000 o litro, ou
cerca de 65000 a medida. Na verdade, nao se
pode levar mais longe a proteego. Mas nao ser
esta mesma differenga dos pregos o que manten o
productor na sna inercia, e a certeza de vender
nao o lomara' de todo odifferente ao aperfeigoa-
mento dos seus productos T Sera' anda neste caso
a questo dos gastos excessivos cora a produegao,
on alguma outra razao econmica, como a da im-
possibilidade, por causa de certas circomstancias
commerciaes, de se obter um prego reraunerador,
o que determina o pouco esforgo da parte dos nos-
sos productores para chegarem a competir, nao por
meio dos pregosinicamente,mas lamber pelaqua-
lidade, com os alcools estrangeiros T Limltamo-nos
a fazer a pergnnta ; nao nos dado responder.
To raras sao as amostras de alcool, quo abun-
dan! s as de agurdenle. Nao se espere, porm,
de nos ura juizo motivado sobre cada um dos spe-
cimens que enchem as pratelelras da exposigo.
Anda que para isso livessemos o direito, nunca
nos sentiramos cem animo de proyar o comeado
das cento e tantas garrafas que, s desta especiali-
dade, flguram nas salas da casa da moeda. Como
bem se pode emprehender, a agurdenle dTcannrt
domina, mas o lado delta se acbam, poslo qne em
moi diminuto numero, as aguardentes de cacao,
caja, laraoja, senipapo, caja, herva-doce, caf, lima,
etc., viudas de todas as provincias do litoral, desde
o Para at ao Ido Grande do Sul.
A nossa expo*lsao parece ser mais rica a este

occoptm na estima do commercio um lugar rouito
ni 'ori' '1Qe prova qae n* luaos""a, mesmo no
nio de Janeiro, ninnuem pode flear impunemente
estacionan Demais a liga est abena, e nadalm-
pede que os que boje sao os ultimes vanham a ser
os primeros.
Sem insistir aeHas
apreeiar
o ponto de vista da produegao nacional. Sal t aos
olhos
dem.
mesmo de caj, sendo este ultimo empregado para
conservas. O fabrico do viaagre figura em todas
as provincias e. em geral o aonexo dos disipado-
res : nao obstante vemos que a importago do vi-
nagre, no anno passado, elevouse, s no Rio de
Janeiro, a 957 pipas e 2,712 garrafes. Isto rnostra
h. a! i k C a basil.uea)0' que, por mais que se faga, o vinagre de vinho ha
I.ta.c!Ld0-f,br,C0 d w;eja,.sob de ser sempre preferido para as preparages cnli-
i nanas.
qQMMUsSoTXn L matBPrrera w"' 0olro eoero de Q^stria, que tem por base o
b. carpan o consu-nidor pobre urna bebida que empregadas 7 a cavada o lpulo.At anuidas i !*9 "r{,onico> acba-se representado na ex-
Ihe e neeeJsaria, mas que ella nao poderla pagar ? duas materias ho sido pedidas a^ ngel ra" SeS. IJSl I06?3,8605 Prodac os se-artm
Ainda uraa. vez o repelimos, pelo mais formal dos' evidente que a existencia de umV ndus ra' oT. ?P.i'MJrt necesilda,,e. > Por ls-s0 de.xam de
contraseos econmicos que se matneem os dlrei- i s. na edade, do Rio de Jantro unUsa 2 raUo mi/,1"-""" ,m*?l <1s1aeQas *"?**' c^'
tos de alfandega sobre os liquid s, e em particular \ ma annualmente 46OO0 arrobas de cavad am ,S ,mPr0Pr'*in'ente de-Seliz, e das limonadas
sobre os vinhos, em urna laxa to absurda. A theo- estimulo efflcaz para os agricultores do sai do lm-1 f'0?*^ anaSt deS,SS bebida,s ''P^pagando-se
na e a pra, se teem untas vezes ejo victono- perio, onde os cereaes Mera ir ,5 vanfajosa- Satf do ,e orV1"'8" eXtraordBarU mnl},C,
sanente pronunciado sobre as questoes dests ge- i mente cultivados. Ora, a produegao da cevada em
ero, que se torna intil insistir nellas. Iimquanto! grande escala reclama a adopgo de um systema
nao se adoptara as snas doolrioa, fra muito para i de cultura nao pouco complicado. Nio urna
desejar que a commissao encarregada da r'eviso plaaia-que possa ser exclusivamente cultivada como
das pautas^iropozess* e conseguisse que os direl
tos sejam cobrados, nao de urna maneira uniforme,
mas proporcional mente a quantidad9 de alcool con-
tida nas bebidas que teem de entrar para o cansa-
mos Deste modo naveria ja algura melboramento e
es interesses do pobre Seriam pelo menos prote-
gidos.
- A provincia do Rio-Grande do Sul parece deci-
didamente disposta a dar ura consideravel desen-
olvimento a cultura da vinha. Com effeito, acha-
raos no cathalogo a meogao segnints :
O fabrico de vjnbo de ova coraega a prosperar
nesta provincia, ds modo qoe, em pouco temoo,
ella prametto tornar-se palz vinhateiro. A liria dos
Marinbeiros, rontera a cidade do Rio-Grande,
produz annoalmente mais de 109'pipas. senlo-
nas da provincia, as immadiages de Porto Alegre
e ootros logares ja elo produegao avallada, que
pode estimar-se presentemente em mais de 1,000
pipas.
A vinha mais feralmente empregada no fabri-
co do vinho 6 a de folbi larga, importada do^ Es,
tedos-Uoidos, d duas a tres colheitas por anno
da Martinica e Guadalupe, tao aflamadas oeste ge-
nero de productos. E' um fado que consignamos
com prazer. Ha com effeiio nesta especialidade
urna industria importante a desenvolver. As fruc-
las das regies tropicaes teem. um aroma e um
gostj que sempre as farao ser procuradas pelos ha-
bitantes dos paites menos favorecidos a este res-
pei'o
A difflculdade de as obler torna-as aindamis
preciosas, e os licores a que ellas coromunicam, o
seu gosto e perfume ho enriquecido mais de urna
colonia. Por mais que digam os chimicos qoe se
| gloriara hoje de imitar tudo, de tudo reproduzir
| por meio de suas engenhosas syntbeses, o produc-
I to genuino ha de ser sempre cprefendo. Deseja-
I mos, pois, boa viagem a todas as aguardentes que
i acnii- mencionamos, e muito desejamos que delei-
jlem o paladar dos visitantes da exposigo de Pars,
i a ponto de se tornarem geralraente apreciadas e de
virem a constituir uuj ramo de commercio.
:- Sem ir lio I unge, evos grato esperar que mesmo
no Brasil adquinro ellas popularidade .-nllleienie
para expellirem do mercado todas essas bebidas
nauseabundas e ins lubres com que somos enve-
nenados. Pelo menos ha de reconhecer-se que as
; gurdenles brasileiras possuem ura sabor ge-
I auioo, e que a sua composigo pao fraudu-
!nnla.
Oulro tanto inconlestaveimente nao se poderia
dizer (a excepgao dos licores vindos do Para, da
Parahyba-do No-te e deSergipe, e cuja fabricaco
mui digna de acorogoamenlo), outro tamo nao se
poderia dizer, repetimos, a respelto das misturas e
das composiges cbimicas s quaes se da' o nome
01 de imilago dos licores francezes Nao ba neees-
! sidade de provar estes productos para se ter urna
idea do seu valor ; ell^s sao mjij'o Cjnhecldos no
mercado, donde mai breve logr'aro expellir os
| productos legtimos
Para enlrarm na exposigo, estas tnutaqSes s
o caf oa conservar se muitos annos no mesmo ter-
reno carao a Canoa. Sm cultora deve ser forgosa
mente combinada com a de oulras plautis, com o
tratamento do gado em curraos, etc. Em orna pa-
lavra, logo que a produegao da cevada veona a ser
lucrativa, toroar-se-ha ella o centro e o motor de
ama traosformago agrcola interessante. On, os
fabricantes de oerveja do Rio de Janeiro teem lodo
o interesse em favorecer a produegao da cevada, e
parece que nao diffloll obter-se no Brasil um
grao to rico de fcula, de materia sachariflcavel
como oda cevada da America do Norte oa da Eu-
ropa.
Demais, a callara deste cereal ji preoecupa mui
seriamente os coIobos allemes do Rio-Grande do
Sul trata-se mesmo de submetiero grao que lera
de ser empregado no fabrico da cerveja a Kaltago,
operagao ndispensavel de que os fabricantes nao
querem correr o risco de se encarregar, e qoe con-
siste em fazer a cevada germinar snfflcienteraente,
afim de, sob a influencia da germinago. transfor-
mar-se era assuoar o araido nella comido, e era ib-
terromper
a germinago torreado os graos, assim
sendo podada convenientemente, e nao exige nui- que esta transformago se ach operada,
to trato na sua cultura. I Tudo isto ja se faz em pequea escala no Rio
Mas, a julgarmcs por algumas amostras que fo- \ Grande do Sul, e os Srs. Krederico Christoffel e
ram provadas na nosia preseoga, bera longe anda Guiherme Haertel maodaram, este de S. Leopoldo
esta ella de prodozir vinhos qae\ possa apresentar e aqaelle de Porto-Alegre, cerveja verdadeiraraen-
oos mercados. Verdade seja qce as amoMras sof-' te nacional, por- qoanio fot feita de cevada e de
freram ; por exemplo, as garrafas que deviam es-1 lpulo cultivado na provincia. Infelizmente estal exYrahlr < fmet. nriorifnras
tar deitadas, estao em p, e nao se achara sufflcien- cerveja, eiposia ao calor e enllocada em mas con-" '
tmeme resguardadas jdo sol. Sena por esta rat \ digdes, ja nao era mais do que urna espuma acida
que o vioho branco n. 1,614, do Sr. F. G. Allgeyer. I quando foi provada e assim tornou-se impossivel
pareceu tao mediocre f Nao o perfume que Ihe
falla, o'fostc e a forga.
O n. 1,612, vinho da ilha dos Marioheiros, ere-
mos t), mandado pero 5r. Antonio Jos Soares
Vianna, nao era.mais agradavel. Beber-se-hia com
melbor vootade o vinho tinfo n. 1,631 (do mesmo-
expostior), o qual parece Indicar que se poderia
fazer fcilmente alguma cousa sofinvel. Para se
fazer bom vinho importa baver entre _outras tres
cousas : bons bacellos, cultura desvelada e intelli-
genle, o urna boa fabricagao. A qualidade do ter-
reno tambera urna garanta de bom xito. Os co-
lonos sllemes nao lograro transplantar para as
margeos do rio dos Sinos ou do Cahy os vinh'dos
do Rbeno ou do Mosella ; podar) obter nm pro-
ducto igualmente bom se tiverem, como nos gra-
to reconhece: que leem, vontade e paciencia ; mas
para isto importa que nao se cinjam de lodo le-
tra exige (a vioba) muito trato na sua cultura. Sirva-
loes re estimulo c exemplo dos Americanos dos
Estados-Unidos, de onde maodaram vir a sua vi-
nha. Achava-se Impossivel que se viessea fabricar
bom vinho naquelle paiz ; nao obstante j o fabri-
cara hoje, e em quaniidade sufflsi-nte para o con-
sumo de cerlos estados.
Nao sao smenle os vinhos de uva que merecem
a nossa attengo e o nosso interesse. Temo3 tam
bem vinhos de caj, de laraoja, de anana/., em
quaniidade bastante considecavel para que se pos
sa esperar que o fabrico e o consumo tendera a as-
sumir alguma importancia.
E' um bom symptoma, o o jd-ry nao exitar em
animar os productores. O vinho deananaz ja liau-
rou na exposigo no versal de Londres *e 1862;
foi en to notado como nm producto natural de
gosto saborosissimo. Haja boa vontad<>, que uo
ser difflcil generalisar na Europa, na mesa dos ri-
cos, o aso deste vinho e dos seas anlogos.
Emquanto uns tratara de aos dar vinho, outros
fazara cerveja, e, como aflnal conseguirn* faz-la
de soffrivel qualidade e por prego- mdico, o con-
sumo vai tomando proporg^s coosideravek. Nao
exageragao em galcular se era qaatro rallhojs de
garrafas a quantidade annualmente fabricada no
Ro de Janeiro; ora, desta enorme quaniidade, s
um quarto exportado para fra da cidade. Teria
diminuido a importago ? Os fabricantes nao hesi
tam em o afflrmar. Mas eis-aqut algarismos. En-
traran* no Rio de Janeiro:
Em 1859 27,617 caixas e barricas.
INTERIOR
hontem, e sob n. 134, o qual fica assim respondido! ,()maram nma meia mascan e'confessaram numil-
de ordem do Exm. i>r. conselheiro presidente da demente que o nome cora que se aposentara nao
provincia. Ifies pertencem. Apresentam-se apenas disfarga-
das cora rtulos de phaotasias; mas quanlas des-
las intrusas nao lero sido vistas por abi, ostentan-
do um rotulo todo dourado.com as armas de aluno*
fabricante aflamado, cobertascom capsulas em que
se v estaioi>,Tt>o o nome desse mesmo fabricante, e
tomando os deoses por testemunbas da sua nobre
orlgem I
Ainda urna vez pergeniamos, o que ganha o paiz
com esta fabncago.resoltado inevitavel dos enor-
mes direitos de aifandegas T Tal 'o excesso des-
tes direitos, que at mesmo as imitages feltas em
Franca por motivos anlogos (direitos excessivos
sobre os alcools, imposto, municipal, etc.), nem se-
quer podem ebegar aos nossos mercados. Acha-
loo-no- reduzidos imiiacoes de imitages. Ha
nisto urna qussto de morahdade, urna questo de
hygiene mu grave, urna quesio de Oseo, urna
questo de interesse nacional.
Considerando apenas estas duas ultimas, evi-
dente que o fisco perde justamente tudo-que~sup-
poz ganhar com a sua avidez e que urna diminuta
reduego nos direitos, facilitando a-entrada de pro
duelos menos cbimieos e. mais geuuipos, faria ees-1
sar um abuso de qoe victima a popalacao e po-
ria ao mesmo tempo cobro a urna concurrencia fa-
tal aos productos similares de origen* nacional.
Logo qoe deixasser de acbar lacro ao fabrico do
cognac, da genebra, do absmtb, do licor da Gran-
de-chartreuse.-do bitler, do vermoulh, do marras
quino, etc., os distilladores, que a exorbitancia dos
direitos de alfandega estimula a se empregarm
nesja proauego caprichosamente capciosa, fariam
convergir a sua aciividade para um ivo ramo de
Industria, e buscaran* nas plantas di-tiilatorias de
qne ha tamanha abundancia oo Brasil materia pa-
ra urna fabricagao que, cutio, sera devfdi e cor-
dealmenle applaudida.
E'it admirar que ao lado dos pseudo-licores
nao flurem as imitages de vinhos .francezes ou
portuguezes. Os imitadores desta especiada-ie ou
nSo foram to impvidos, ou sehoaveram cora mor
prudencia. O que certo que nao vimos na ex
Eiposico nacional.
VIH
ALCOOLS, VINHOS, CGAVEIA, ETC.
S se acham inscriptas uo catalogo (2* catheg.-
ria da 3' -ecco, classe 2') emeo amostras de al
cool, mas evidentemente*^ exposigo cootm mul-
tas mais. Estamos convencido de que o Jury espe-
cial deste grupo proceder a um exame e a "urna
compan'co acurada dos specimens.desia substan-
cia que Ihe estosubmettldos. O alcool representa
na industria, n^pbannacia, nas artes chlmicas, ura
papel de mxima importancia.
Ora, na prodaego desie genero, ainda temos de
fater om progreso consideravel. Todo o mundo
sabe que em geral o alcool do pait muitissimo
inferior aos producios similares estrangeiros, e que
em om grande numero de casos tarase de aban-
donar o seu emprego. E' no fabrico que esta' lodo
o vicio, nao porque os a pparelhos usados onlre
nos sejam eilremaoenle inferiores aos de que se
ser vera os prjdncftres dos outros'paites. Estes
apparelbos sao, na realidade, de coostruego sim
plicissiraa e o alambique nao cousa obre a qual
se possa exercer indefinidamente o genio dos in-
ventores. Toiavia o" ataool do pait possae e con
serva um ebeiro sui generis que, ao que parece,
muito difflcil lirar-lhe; tal a causa nica da sua
depreciago.
A que especie de comblnagao chimica ser*' de-
vido o cheiro de que fallamos ? En que oeeasiao
se desenvolve essa combioagao? De qoe-^provir
ella T Eis o que anda nao- sa sabe com er
4>elo menos, em vo interrogamos a este respelto
bomens competentes. Ae respostas foram vagas e
discordes. Eis sem da vid? um interessaBte~objec-
to de estudo para os ndssos joven? chimicos, e tan-
1860 . 24,3 16 s >
> 1861 . 37.439 >
1862 . 35242 i
> 1863 . 61,973 i . >
. 1864 . 96.327 > >
1865 - 31,591 B 1
Ha entre os dous ltimos nmeros urna differen-
ga enorme, quasi de 66 por cento. Devoremos at-
tnbuir este facto a concurrencia nacionalI.... Se
alguem o conlestasse, anda aslm Qcaria demons-
trado que o consumo da cerveja augmentou em
proporgo enorme, e qoe um mercado considera-
vel se acha aberto aos fabricantes. E, pois, em to-
do caso, a coaclu>ao Ihes favoravel.
Nao por conseguate de admirar qae todos os
dias se eslejam montando fabricas. Em 1859, s
havia duas ; hoje ha nenas dote, e avalia-se em
seiscenlps contos o capital empregado nesta n iva
industria. A guerra pois reunida, cora graode
proveilo do consumidor, porque a^ concurrencia faz
iue os fabricantes, zelosos da sua reputaco, oo
afrouxe nm s instante nos seus esforgos e os obri-
ga a conservar, a augmentar a superioridade dos
seus producios.
A mais amiga fabrica .de cerveja a dos Srs.
Leiden & C. Pode se diter qae foi esta casa que
creou o fabrico e propagou o gosto desta bebida ao
Rio de Janeiro. Posteriormente fundou-se a fabn
ca doSr. A. J. G. Pereira 'tastos; e bim.xito ob-
tido por estes dous estabeieciraeotos, pirmuuo
lempo rivaes, tornou-se* causa das trnsformages
e do progresso que esta industria manifesta.
Hoje podem ser vistos, na ra do Krachuelo,
dous estabelecinientos bera montados, com raaom-
nas a vapor, munidos ie todos os apparelhos e ins-
trumentos necessarios.oceupaudo locaes espagosos,
oode um numeroso pessoal desenvolve urna aciivi-
dade-verdadeira ; em ama palavra, sao fabricas
propriaraante ditas e ga ooolrastam pela sua or-
ganlsgaio e amplido do local cora os pequen js es-
tabeiecimentoss rivaes cujo aspecto, em geral pa-
rece entes o de uma cotinha ou lavandera, do que
orna fabrica de cerveja. Um dos dous estibelecl
memos de que fallamos pertence aos Srs. L. Lei-
den & C. ; sao proprietanos do outro os Srs. Lv
gos&G-, cuja marca de fabricaIndependencia
Nacionalja' popular. Fundada ba cerca de tres
afinos, com todo o iuxo dos aperfeicoameetos mo-
dernos, a casa Legos & C. conquistou unm ata-
mente o primeiro lugar, e, inquietando as suas ri-
vaes, provocou urna enulago do que o publico
tem colbid nao pouco proveilo. A lata esta hoje
travada entre estas duas fabricas a vapor e as syra-
patinas do publico se repartem igualmente entre os
productos de ambos. Tolos os demais fabricantes
compara-la com as ostras.
A produegao do lpulo tambera enmega a figurar
na provincia, e os Sr*. A. Fesswein e Gaspar Fris-
dsnks maodaram para a exposigo mui bellas
amostras desta planta. Pa-a a fabricagao de qua-
tro milhffes de garrafas de cerveja, em que ava-
hada a produegao no Rio de Janeiro, seriam segu-
ramente precisas urnas sessenta mil arrobas de
dupnlo. Estealgansmo, por si s, animador para
os cultivadores.
Accrescenteroos a tudo que acabamos de diter
re as fabricas de cerveja no Rio de Janeiro nao
ocenpam menos de duiemos trabajadores, livres
pela maipr parle, porqoanto os inconvenientes do
trabalho servil sao muito mais sensiveis na sua
profi~so do que em outra qualqner. Paga a eilas
salarios, alguns dos quaes sao multo elevados, e
cujo termo medio de c-jrca de 4005 aonuaes, nao
entrando neste algirismo a casa e a comida.
frete da cerveja, era fin, alimentaria uma
industria interessantissima, a d- fabricagao de
vasos de vidro, s certas con liges econmicas,
que. era outra oeeasiao explicamos aos nossos le
tores, nao oppuzessera a este genero de trabalho
ura obstculoijua'i insuperavel. A principal reoc-
cupagodo fabricinte de cerveja no R>o de Jineiro
consiste era adiar as garrafas de que carece,
O facto, a fragibiiidade do objecto, os direitos de
importago, tornara o summamente caro, e s em
ultimo caso que c fabricante se dicide a man-
dado vir da Europa. At aqu os fabricantes team
vivido a cusa do inimiao, e presoociamos, o singu-
lar espectculo de urna indu-tria que pode compe-
tir vantajosamente cora a coocurrencia eslraogei-
ra, que chega mesmo a fata-la diminuir, achar-se
em risco desaecurabir pelo proprio fado de ter
sahioo vencedora da luta ; porquanto com a diml-
nuigo observada na Importago da cerveja iogle-
za, dimioue tambem o numero das garrafas impor-
tadas.
Talvez d'aqui a nm anno lenhamos de ver o fa-
bricante offerecer, ocontedo em troca do cootiaea
te. bsta questo das garrafas to importante que
o governo oo deve tardar era loma la na devida
consideragao. Ja que nao podemositer fabricas de
vidros, trate-sede diminuir tanto' quanto fr possi-
vl os direitos de importago sobre este geoero de
productos, e nao se paralyse logo a nascenga uma
industria qua offerecjria a siogularidade de su-
cumbir justamente por ter sido bem succedlda. x
Anda mais, era quanto a agricultura brasilaira
uo produz em maior abundancia, nao se podenara
Igualar os direitos que pagam a cevada e o lpulo
aos* que sao pagos pelo trigo f As propriedaries
alimentares e hygienicas da cerveja autorisariam
esta assimilago. Demais importa reconhecer-se
que a pauta da alfandega, concebida sem plano
nem idea, nada ma obstculo consideravel opposto a creago de indus
trias novas, e que, se se naizer que o paiz chegae
a produzr pelo menos algas geaeros de primeira
oecessidade, sera indispensavel rever essas pautas
e adoptar ouiras bases para as aovas.
Era geral os fabricantes de cerveja formulara
outro voto, e to legitimo, to digno, qoe nao hesi-
tamos era coosigoa-to e applaudilo; vem. a ser
que as autoridades competentes procedam a raiudo
a ura severo e minucioso exame das fabricas, como
medida de polica e de bygiene, aflm d, c ui a
prompta panigo dos seus autores, e cohibirn* as
falsieages de todo o genero, qae sao o supremo
recurso da cencarrencia impotente. E' duro que
o fabrcame que se respeita e emprega con-tants
esforgos para que os seas producios sejam estima-
do se veja condemnado a competir cora rivaes me-
nos conscienciosos, que rebaixam os pregos e fai-i-
fleam os gneros. Demus seri. bom para a saude
publica que taes visitas fossem frequenteraente,
pois que s assim nos deixariam de dar, por
exemplo, como cerveja preta (bebida to recom-
raen la la pelos mdicos nos casos de erysipela),
uma mistara de melaco oa de assucar masca-
vado.
Os residuos da fabricagao da cerveja sao apro-
veilados; o residuo qae tica da cevada depois da
ferraentago e que c ratera anda bastante assucar
hoje coraurado pelos criadores de vaccas de
leite. E' um ptimo alimento para estes animaes
e contrihue"para augmentar a quaniidade e a qua-
lidade ro le te. Na Europa, ma tas das maiores
fabricas de cerveja teem por aonexo a ceva do
gado por meio desta mesma substancia. Nioguem
ignora que o sabio chiraico Liebig a di ni nutro em-
prego, e bera carioso, para a borra de cevada das
fabricas. Asseeiando esta materia assucarada ao
leite de vacca e a uma dimiouiisslfba quaniidade
de carbonato de potassa, c insegu > fazer uma be-
bida que tem todas as proprtedades e todas as
vantagens do leile de raulher, e resolveu assim o
difJV.it e delicado problema da amamentago artifi-
cial das criangas que -Bao podem ser criadas por
suas mis.
Das borras e da lovadeira faz-se barato um ex-
cellenn vinagre, de que o Sr Leiden expoz alga-
mas amostras. Ao lado do vioagre de cerveja,
achara-se na exposigo viaagres de canna, e at
As materias primas sao bara-
tsimas e as beilas machinas de Hermann Lacha-
pefle rednzera extremamente a mo de obra.
A Bahia o Rio de'Janelro so as provincias
qne expuzerara productos deste genero; ainda
assim o expositor da Baha s maodoo aguas
gazosas. Mas todo o interesse desta ladustria
consiste na tfii preparago dos alchoolatos e xaro-
pes, e na conservago do aroma e do saoor das
frctas do paiz para a-preparo das limonadas. A
este respito'o Sr. Ligarde. qae expoz uma grande
variedade de limonadas, lendo por base as fructas
do paiz, nos parece seguir o bom caminho e nao
duvidoso que elle consiga fazer excellenles bebi-
das de pitanga, caj, manga, ananaz, caf, etc.,
cuja uso deve se desejar se generallse, porque ellas
sao saudaveis e satisfazem todas as exigencias de
ama boa hygiene.
Todava, esta modesta industria Inta cora alga-
mas difflcaldades. Nada to fugaz como o que
Ihe importa retar nos seas productos, islo o
ebeiro e o sabor das fructas. Ha alguns annos,
um chlmico edebre, o Sr. Balard, exclamava pa-
rame audiltrio : Faga embora a natureza magass
e peras inspidas, a cnimica lera o poder de
dar-lhes perfume. Agora j cao nos imparta que
o ananaz amadurega nas regies dos trpico, por
quaolo sabemos fabricar a sua essencia.... obte-
reraos tambem as que do a canella, a amendoa
amarga, etc., o cheiro que as caractejisa.i
Cousa singular I ao passo que os chimicos se
gabo de fabricar compUsiamenle o que constitue
a bondade e o valor das fructas dos trpicos, os
noss s fabricantes achara extrema difflculdade em
em fixar no
assucar e no alchool, os aromas e o sabor que a
chiraica tem a pretengao de crear, por assim dizer,
a vontade. O ananaz, o caj, perdera a sua essen-
cia com prodigiosa rapidez; importa, por assim
dizer, prende-la por meio de processos violentos,
taes como o emprego da pedra-hume, que a chirai-
ca aconselha e a hygiene condemna. Nao seria
sem interesse o estado desta q esto e a p*sqoiza
dos meios de e aproveitarem estes dous espont-
neos da natureza, que sempre acharemos (per-
de nos o Sr. Balard) incoraparavelmeate preferi-
veis aos productos dos laboratorios.
A falta de vasllhas de vidro, que tanto preocu-
pa o fabricante de cerveja, traz tambem o fabri-
cante de aguas gazosas em continuo desespero.
E-tas aguas saturadas de gaz, com dez ou doze
atmospberas de presso, devem ser contlas, re-
presadas em vasos solidos e hermticamente fe-
chados. Iraagioou-se uma combinago, a da gar-
rafa chamada de siphao, que munida de um ap
parelhosinho composto de um siphao e de uma
bomoa. A garrafa fica assim hermticamente fe
chada e ao mesmo tempo na la to simples como
fazer sahir a agaa quando se qneira.
A invengo da garrafa sipluio nao pouco con-
t-ibuio para propagar o uso das aguas gazosas.
Infelizmente este aparlbo, cusa muito caro. Por
mai_ solido qoe seja, as vezes arrebenta sob a
presa-) do gaz; em sarama de vidro e qubra-
se, e alera disto o stphao esla' sujeilo a se dec >ns
cerlar. etc. Era uma palavra, cada urna deMa-
garrafas nao cusa menos de 25, e eis um pri-
meiro capital que o fabricante tm do arriscar
para vender por 120 rs. o seu producto. Ness*s
25 actum-se incluidos 360 res rs. de direitos de
alfandega, aos quaes se devem ajuolar 25 0(0 pelo
menos de prejuio causado pelas garraf is que se
quebrara.
V-se, pois, que nao ha indu-tria por peqnena
e modesta que seja qae nao viva pela muito alta
e poderosa dama chamada Atfanieha e que as
pautas nada lera de protectoras. Eraquauto nao
se cousegue fabricar no Rio de Janeiro a parte
vitrea dos siphes, nao se poderia tratar de fazer
a bomba e torneira, tornecendo assim as fornicas
naeiouaes ao menos a parte metalltca e mecnica
da garrafa? Ella s se compe de pega- de esta-
uho fundido.
Comprados uma vez os moldes, o fabrico prov3-
velmente nao seria mullo dispendioso.
nMSttOMHhB>)
PERNAMBUCO
REVISTA OHniA
Hoje renne-se o Instituto Archeologico e Geo-
graphico Peroambnco em sesso ordinaria.
A ordem do dl discassao dos preparativos
para o 5* aoniversario e dos partearos que forem
apresentados.
O vapor inglez Irousidet, da linba de Liver-
pool, enegsdo no dia do corrente de Li boa, na-
da adiantou em noticias, por ter d'alli sabido joma-
mente com o Onerla, que ebegou ba poucos dias
ao nosso porto.
Distribuimos hontem com os nossos*assignan-
tes nmi folhmha para o corrente anno.
Constando ao delegado de Sanio Anlo acha
rem-se residmdn, em trras do eogenho S. Jos, al-
guns criminosos, desertores e ladres de cavaos,
fez para all seguir ama forga da guarda" nacional,
que capturou apenas Marcolino de tal, que falle-
cea pouco depois de nm terimento feito na lula
travada entre elle e a patrulha ; da qual tambem
Acarara feridos Estevo Jos dos Santos e Joao Pe-
reira da Silva, sendo aquelle morlalmecte.
No dia Io do corrente, pea manhaa, fez-se
uma experiencia na linha frrea do Apipacos, c m
um dos wagons ltimamente chegados. Correa o
trem com reguhridade at o Caldelreiro, parando
por diversas vetes com facilidade, apezar de ir a'
toda a forga. Segundo nos informan), a abertura
sera' no da 5 do crreme, se assim o deliberar o
Sr. director das obras publicas, aps o exame a'
que deve proceder qualquer destes dias.
O artigo ediciui'idl qae hontem demos a es-
tampa, sabio com algoos erros notaveis, cuja recti-
ficaco aqu ap'resenlamos.
Na colamos 5*, liaba 34, em lugar de vive vida
independeate, lase viva vida independente.
Na mesma columna, nnha 58, em lugar de ex-
primiam pensamenlo,lase expriman) um pen-
samento.
Na mesma columna, linha 93, em lugar de liga-
ran), la-se ligarao.
Na mesma columna, linha 134, em lugar de sua
declinago, la-se uma dedinago.
Na mesma columna, Haba 138, em lugar de
quando sophisma, la se pelo sophi>ma.
Na mesma-columna, linba 161, em lugar de mo-
bilisa, Ida se nobillta.
Na mesma columna Analmente, linba 164, em
logar de com as feliciUCdes, ld>-se. com as ns-
sas felicitages.
A escola nocturna da fregnezia da Boa-vist
-


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Diarlo de Pcrna
principia o sea exercicio do correle auno-do dia'para este.Brasil o reinado Ja Salaron, realiuindo tal recruia melo. Depois ia as
i de joefroem diaole. jom grandioso faltoo ampliamente,qo gquspda dijioltalos esperar'as poto
As matarlas de eosioo sao as raesmasde iostruc- habeai corput;o grande pariidoprogresslsta^qne lqcia, para trtelos a palacio,
seo 4oal*le? e*^~ cofias,'erain baplisadososwr
?5o primsrla do Jr e rio, isto lellora,. es- .
cripta,' gramnaatica e oriDograpMa .pratica, ms se- t
Vuu, r^?, partas e sexUs-feiras ; 2 conta <
arltbmaiica, system mtrico, nocfres de geometra
" ''-'"nhn linear, oas seganjaj a guaras ; 3?4du.*
v w* -.*-Sin
Ulna, instrucco moral, leMora aa toiiv.i *.
graphia, as lergas e sexta.
Nos sabbados, da-se asvtterlM iodkadas de
vespera pelo professor.
Os adultos esto era chafes aparadas da dota
alumnos menores, para prefinir aciMrfcmeMO
de mullos.
Por portarla do honlem resolveu o Ex. Sr.
conselheiro presidente da provincia incumbir o Sr.
coronel Francisco Joaqoim Pereira Lobo do alista-
meato de voluntarlos com as vantagens concedidas
pelo decreto n. 3,371 de 7 te Janeiro de 1865, adra
de organisar sa uin corpo para a qual foi Interina-
mente nomeado commandante, e designoa o quar-
8 de Janeiro de 1867.
*
tel do Hospicio para elle serem aquarteladoa os volantarios que se forera alistando. e a S/afao. pretende apreciar a questao com
Heonirara se bontem os correctores de nossa
gravoa em ietiras de aague -o
coando as rendas paajicis, arruinando as tea ocas Cata asentir o palz nao poda
do estado,empenhando-o n'uma gowra de$aslro$. Dolido eoosc.eocioso. Por isto
precJpHadaj ograridepartioprgressislaoviGo-" renso a cansa h^ia-.h
,--......------- ] ..v.-v'*^r" V-*^"*ou*arOT. Pita-
do deespMta e raaui*aflko ao simples apelo de raax .dalla aanckt ^aj^ jm>o|S ainda o
una nova Jifa, ella a hjftw'aaf aaawato a?i|i^ pretede* qoS dloheiro dos
Quemo nal !**"**w*;ho*fam ero4deawe da soaaw.
B" tal o sosto, qae e atJaam cora o man deco-,,*>/, -
roao de libertar-te eile, e precipiuoa-ee no rasti-l Nao I Quado governo eacaraisaa convenien-
Iho Til da intriga. Mata liberaas qae tados os lesearte as censas, os eoaaefvadore* nao Ihe De-
libera Jo aaundo, a a ettes dew o poveaeguir e gato o seo> concurso. E ah est a commisso en-
adorar I aarrdgada da venda de apotiees, para provar que
A girla, porm, por demais sed:c,a..... 0s conservadores nao, |he,.reffua.m, o sea dinJieJro e
O que se Va* oualtDeDto, e PeTnToboeo, nao] a ata cosdio*a?io.
uin (acto aovo; ao contrario lomos deltas manea-
ros exemplos em oatros pases, onde o goveroo re-
presentativo melbor e mais lealmente eiecuudq
o pilulas produz na mais ro
a, o effeito purgativo sem
;t3?5o das entranhss e das ou-
sas quatro e seis para esse
o rrne as caixas contar -V
*o pi*
".' --ninnarUw. Pie- **-
jusilla a criterio, nao val bam no sea modo de
argumentar.
praca commerclal e elegeram pira o novo anuo avwiauar
Presiden!,ida junta o f-Silveir. secarlo o Sr. i ^ r- enmi(ai
Macado, tnesoareiro o Sr. Aqaiao Ponoeca, adjonc- acl(W| ardem d(J ^^ fl|a||Mmt ao pal^
S.* Se esli ou nao empeohados em derroca-la.
tos os Srs Seve e Paicbet.
Por aviso do ministerio da (atenda de 17 do
passado fot concedido o aifadegamento ao trapi-
che e rmaxem n. 17 do caes do Apollo, perten-
cente aes Srs. Reg & Irmaos.
Pondeou hoateei, ao aooitecer, no lamarao,
nna canhoneira fraoceza de guerra, sem ter tido
cemmnnicae.ao com a trra
A' quera competir recommendamos que dd
as necessarias providencias aflm de qae sejam en-
terrados doQS cavallos qae, acarretados sem duvi-
da pela enebente, deram fondo nos mangues pr-
ximos a crui do patro. E' urgente essa medida,
pois os referidos animaos exbalam miasmas qae
muito podem prejodieir a Mude jdos habitantes
das cercanas.
Baptisados fetos na matriz de Santo Antonia
do Recife no mez de dezemBro de 1866.
Haooel, pardo, albo de Maria, escrava da Jenoi-
no Jos Tavares.
Francisco, branco, Qlho natural de Marcolioa Xa-
vier de Oliveira.
Amelia, branca, Qlba natural de Manoel Caval
canti e Maria Raymanda.
Luiza, crioula, fllha de Esperanza, escrava de
Bernardo de Siqueira Castro Mooteiro.
Maria, branca, Alba legitima de Pranelsco Mar-
celino do Amaral. ,
Mara, branca, Qlha leeitimade Joaquim Jos da
Costa Fajoza Juutor.
Mariaona, branca, fllha legitima de Benlo da Sil-
va Rosa.
Raymaodo, crioulo, Qlho de Puleherla Mara da
Concei(o.
Maria, branca, fllha legitima de Innocencio Gar-
ca Chavas.
Mana, parda, lilha de Firmina, escrava de Ma-
ra Emilia de Carvalbo.
Lib.i .i i, branca, fllha legitima de Augusto Pa-
ter Cesar.
Joo,>branco, liltio legitimo de Manoel Joaquim
Candido Ribeiro.
Herminda, branca, fllha legitima de Lulz Fran-
cisco Vieira de Luna.
Benjamim, pardo, fimo natural'de Bibiana Car-
dosa da Couceii^o.
Lucilla. crioula, lilha d-, Paulina, escrava de
Gaspar Antonio Vieira Guiauraes.
' ulindioa, parda, fllha legitima de Joo Francisco
Reges.
Julio, pardo, fllha legitimo de Joo Francisco
Reges.
Olympio. braoco, Gibo leglHmo do Dr. Alvaro
Caminha Tavares da Silva.
Amelia, branca, tilda legitima de Jos Joaquim
da Cosa.
M, i.i, branca, lilha legitima de Joo Baptista
Fragozo.
M^ria, branca, fllha legitima do lente Manoel
Antonio Viegas Jnior.
Mana, crioula, fllha de Eageuia, escrava de Cus-
todio Antunes Guimares.
ngel ; pardo, fllho de Maria, escrava de Flix
Francisco de Souza Magalhes.
Francisco, pardo, fllho legitimo de Joo Porfirio
de Sani'Anna
Tiburcio, ardo, fllho de Silyeria, escrava de
Fortunata Alexandrina de Almeda.
Antonio, prelo, Africano liberto.
Joaquim, prelo, Africano liberto.
Ttum, crioulo, lilho de Rita, escrava de Maria
TVrjza de Jess.
Maria, parda, fllha de Nasciva, escrava de Jos
do Reg Pacheco.
Amelia, parda, lilha legtima de Joo Manoel dos
Santos.
Elvira, branca, fllha natural de Manoel Jacintho
dos Santos Barros.
Maria.branca, fllha legitima de Joao Baptista Ca
bral.
lm.iiua, parda, fllha legitima de Luiz Francis-
co Aotooio. (jjoi.aga.
St-raflm, branco, fllho de Jacintho do Reg Mei-
relies.
M ircionilla, parda, fllha legitima de Pedro Ho-
' norato dos Santos.
Ann, parda, Biha legitima de RoJopiano Jos
de S .['Anua.
Jos, branco, Qlho natural do Manoel Venancio
Alve< da Fooseca.
Libania, crioula forra, fllha da escrava de Jar
nym i Mara d Coaceic.o.
Amalia, branca, Qlba legitima d*5 ilvino Gomes
Porto.
Elias, branco, filno natural de Numa Pompilio e
Carolina Amelia.
Ju>, pardo, Qlho legitimo de Manoel Alves
Nones.
Casamentos.
Viviano da Silva Caldas, com Josefina Narciza do
Reg Braga.
Francisco de Paula Mindello, com Joanna Fran-
cisca do Souza Xavier.
Jo; Luiz Gongaga do Monte, com Maria Armi
linda da Conceico.
Marcelino Jos da Costa Valente, com Serafina
da Silva llego.
Thomaz Francisco de Salles Rosa, com Ignez Pe-
reira de Farras.
Jos Rodrigues de Souza, com Candida Nympha
Antran. '
Manoel Antonio Coelho,-com Aureliana Augusta
de \ ;i *ji -r |iu Pedrosa.
Fr-ancisco Elias Ferreira usmeu, com Archanja
Mara Francisca do Rosario.
A : i Jos Lopes uoutinho, com Mara do Re-
g B Brrelo.
Francisco Firmino Ferreira, com Francisca Ro-
sa das Santos.
Lui7 de Franga Salles Dutra, com Candida Olym-
pia Ferreira da Silva.
Joaquim Antero de Oveira Luzo, com Filomila
da Costa Magerico.
BacnareJ Joo Baptista Pinbeiro Corte Re&l, com
Porcia Angosta de Gusmo Lobo.
Repartiqao da polica.Extrato das parles
dos dias I e 2 de Janeiro de 1867.
Foram recolbtdos a casa de deteocao no dia 31
de dezerabro ultimo :
A' ordem do subdelegado do Recife, Alexandre,
saeco, i regaiscodo repectivo cnsul. A' ordem
Que tanto conservadores como liberaosreprovam
a direccao que tana dado os denominados pro-
greasistas aos negocios pblicos, sabe-o a Sifuacao;
que tacto uns como oatros trabaibam por destruir
semelhante s:ita, tambem nao ignora.
E' visto, pois, qa ambos os partidos visam o
meemo flm, embora por cmiohos oppostos.
Por Hoto sanio aa prximas elelcoes o campo
ntais apropriado para urna brlalha decisiva, for-
oso nao eogeita-l.
At aqu a &UuafSo ba de estar de acord com-
nosco. Agora ver-se-ba se ella tem razio quanto
ao mais.
Se cada um dos partidos em opposico entrar
em combate por soa proprra coola, o que aconte-
cera t Nada menos que a divlsao de ejforgos e
activtdade que reunidos aogmentarao as probabill
dades de xito.
Esta razio pesoa devidamento no animo de am-
bos essee partidos, ao ponto de entenierem-se
sobra a conveniencia da concentrarlo da esfor$os,
oa eoalisao, sem que al o presente ha ja delibe-
rar o definitiva.
Entretanto trata-so de ama jnocco limitada s
operaedes eleitoraes, Andas as ijuae-, cada partido
tomira o sen posto, e a sua bandeira.
V-se, pois, que todo o acord qae possi ha ver,
nao ter outro carcter que nao seja temporario,
e muito diverso do que houve-para a liga de 1863.
Nalle nio entra clcalo ambicioso, escorado no de-
sejo de sopplaotar um ao entro partido.
Banidos, cerno esto os conservadores 6' libe-
raos da direccao dos negocios do estado, certo
que qoatquer desses dous partidos que, no fin) de
cootas ficar fra do poder, nao ter trabalhado pa-
ra se collocar em posic&o peior do que aquella em
qae est.
Quando muito Acara na mesma.
Sejlos esforgos de ambos os partidos resaltar o
completo dominio do liberal; diremos ni os con-'
servadoresbem viodo. Nem nos julgaremos en-
tao em posieo mais Infeliz do qae actualmente ;
nem acreditaremos qae a causa publiea venha a
ser peior servida.
Palor do que a aclualidade ao esperamos que
possa vr outra situajio.
Nestas eircumstancia, a intriga qae jogam os
eseriptores progressistas, demasiadamente estal-
la. E tanto mais estulta, quanto certo que tra-
tara de revi ver odios velhos, chamando autora
os tristes acqnteclmeotos de 1848.
Nao ha liberal, dos compromettidosem taes con-
tecimentos, qna nao safba que, o actual chefa do
partido conservador Hest* proviocia, oao'tev- In-
tervenio nos negocios da revoluijo. Ao cintra-
rio sabe que o juiz presidente do iury, qna jnlgou
os ompromettidos, oin foi outro seoo o Sr. con-
selheiro Nabuco. um dos mais notaveis chefes do
partido progressisla ; sabe qae e promotor aceasou, nao fot outro sanio o itlustre voluntarlo e
noie riiiad.i conselheiro Paes Brrelo, o creidor da
Itga oesta provincia ; sabe flnalmeote que o com-
mandaute da companhia da batedores que dra in
sisteoies cagadas aos liheraes esparso pelas co-
marcas do Cabo, Santo Aoio o Rio Forraozo, nao
foi outro senoo Sr. conselheiro S e Albaqaerque,
actual ministro d'estado.
ra, cora estes bomens, no entender da Situago,
a liga foi natural e lgica ; mas com os outros urna
coaliso imposta e um escndalo poltico I
Com aquellas que desertaran) das suas fileiras,
ou para tenlarem maior fortuua era outras, a liga
permanente de 1862 foi legitima a decente ; mas
cora os ouiros que sao hoj-i corapaoheiros de infor-
tunio dos liberaos, que com alies sofTrem dura op-
pressao, urna juoccao temporaria destionesta, at
mesmo ante a cousideragao da communbo do niar-
tyno I
Como raciocinam os redactores da Siluagilo I
Quera nao os conhecer que os compre ; quem
qoizer se engaar qiw se engae I
Bntretauto daremos um conseltio Situadlo.
Aproveitar-lhe-bio mais os manejos ante a a mu
nistraco do que a intriga para com o povo.
Cominue a dizer que a opposigo em Goianna
quer fazer a eleicao a ccete ; continu a pre-
gar qae a nova Itga quer ensangueur a eleico
em esquecer o cnavao chamamos a alten-
cao do Sr. conselheiro presidente, chavo que S.
Exc. recebera como solemne pedido de soldados
para o assedio das urna*.
Quanto a nos esperamos que S. Exc. far o sea
dever.e tambera o povo, que conhece de mais os
garimyeiros polticos.
Toleiaaaa da situafo.
A Siluaco insiste oa intriga deliaverem os con-
servadores creado difflcuidades ao governo, na ac-
quistcao de voluntarios e recrutas 1
Pensramos qna este bordao jae tintia quebra-
do, mas anda ovemos manejado com esforc e
ufana.
Por mais que (enriamos desprezado essa intriga,
por mais que a achemos abaixo do aprego de um
partido, conscio do seu dever e da sua dignidade ;
n:o nos podemos furtar hoje a certas considera-
g5es.
Nao basta que se digaos conservadores op-
poem-se ao levantamento de soldados; compra
que venham os fados a autora; compre citar qual
o individuo que deixou de alislar-se voluulano a
cooselhos deste ou daquelle conservaiior; qual o
recruta que deixou de ser feto por opposico deste
ou daquelle conservador. Atirar a esmo proposi-
goes falsas, e declamar sobre ellas, nao decente,
nem proprio de caracteres slzodos.
Provem a aecusago de nio haverem os conser-
vadores feito sabir voluntarios de debaixo das pe-
dras, ou de como taes nao haverem seguido todos
para o theatro da guerra, deixando aos dominado-
res o gozo desta Polonia.
O que foi licito aos conservadores fazer, Hie-
ra m-Do.
Para elles a que-tao nacional nao foi nem urna
queslo de partido. No governo, porm, nao influio
este nobre seoiiraenio, outro tacaoho e mesquinho
o dirigi : quiz com a guerra exterminar, no ex-
terior, os Paraguayos, no interior os vermelhos.
t* Se "vern" desejasse ser efflcazmente auxilia-
do de, Santo Antonio, Gnilbermina, escrava de Joo Pur 0** s Partidos, tena sera davrda levanta-
Fernandos Lopes, por crime de offensas physicas do a rno de Ierro com que opprime os seos ad-
Mas o talar progressista qae se eucarrsRa do
andar de porta em porta a pedir o dinhelro alheio,
latendo jas a noro premio, nao subscrevea alada
a soa quota I
E se ainda na acquisigo de soldados, de qae se
trata agora, o governo convldasse todos os pro-
pietarios a aoxllia-lo, e nao recorresse de novo ao
systema do recrutadores, e ao prestimo de suas au-
toridades pollciaes, Incansavei* estas na persegui-
do dos adrersarlos e aquellas vidos do dioheiro
publico, muito melbor resaltado teria oblide, e
'nenhum partido se varia em cOndigSes de nada
poder fazer, Bolretaolo s vexagoes contlnuam.
Recrata-se a torio e a direito, o que seria um fla-
ello insopportavel, se o Sr. conselheiro Silveira
ebo, jasttga seja falta, nao se raostrasse como ha
feito compassivo em attender as iaeogoas legaes.
Distintos patrilas sao os dominadores t Nem
om s, dos qae esto na classa de privilegiados,
se ofTereeeu ainda para seguir para a guerra I To-
do o patriotismo citra-se em mandar amarrar o po-
bre laborioso, para da ro como voluntario, em quan-
to o rico peralvilho, ahi passa vida felgada. reco
Hiendo commeadas a titulas I
Um donativo valioso para a despera da guerra
nao f-z anda nenhum dos ricagus da dynastia rei-
nante, mas destes nio ira a SiMngio f
Tarabem nao trato do que teem os seos erige
nbos aplnhados da trabalhadores gratuitos, median-
te a garanta de nao serem recrutados nem (Irados
pela guarda nacional.
O patriotismo, pois, da ituac&o consista em pro-
clamagdes chamando voluntarios; o patriotismo
dos horneas do dia demonstrase pela oppresso do
pobre e pelo goso dos senliores da trra f
Nio nos Importa isto. Cont mamo-nos que o
novo alarma de volunta ros, da patria nao venha
ser origem do atteatado de continuar o reerota-
mento durante o prazo, em que a lei manda qae fi-
que sapenso,
E ee nrato eomeca a ser contado de boje por
dlante.
--------- !, ,i ai .
Termo de Villa-Bella.
Coosla-nos que o Sr. Jos Epamnondas Noguei-
ra fra ltimamente nomeado delegado de polica
de Villa-Bella, e este fado, que nos foi nma des-
agradavej sorprexa, nao pode passar desaperca
biilo sea algum reparo de nossa parte. Nao t*
remos delle um motivo de censara administra
gao do >r. conselbairo Silveira Lobo, de quem
continuamos a esperar Jastiga ; mas 'convem de-
clarar que a sua bpa f foi maqueada por pessoas
que, na i recaaodo diante de immoralidade algu-
ma para ohter-'m probabilidades onde nao as po-
dem t-r, nao curam em sea proprio ioieresse de
-importunar e comprometter a admiuistrago com
propostas Indiscretas, que nunca senara satisfeitas
se S Exc. tivesse inleiro cbnheciment do pessoal
das localidades.
Quer S. Exc saber quem esse Epamnondas
que lne mcuicaram para delegado de Villa-Bella 7
E' um mancebo sem instrueco e sem experiencia,
que .- se recomruenda por sua imbecillidade, e
escandalosa protcego aos assassinos do idfeliz Dr.
Estev&o Benedicto Franga, de quem era com tola
a sua familia ligada! inimigo. Sendo prlmeiro
supplente da deltgacia, e estando em affsetivo
exercicio, quando era-Janeiro do anuo Ando -e
deu aquello ass'assiaato, oem ao menos f. 1 ao lu-
gar do delicto, nem deu passo, oa providencia al-
liimajiue revelasse. inteogao ou desejo de punir
to alroz delicto.- Soa negligencia foi tao calpos,
seu coraporlamenio de empregado tao reprehen
sivei e o interesse que tomava pe os criminosos
to pronuociado, que o chafe da polica vo-se
obrigaao a propor sua dermsso, que Ihe foi dada
a' bem do servigo publico, como ludo deve cons-
tar das secretarias da presidencia e da polica,
mxime do reatorio de san chefe, que nunca foi
puolicado, porque convioba que o'publico igo>
rasse as mazelas da liga ao interior da provincia.
Recorra S. Exc. a' esse documeoto e as ioforma
goes do ex chefe de polica, que, demorndole
em Villa-Bella por espago de quatro mezas, conhe-
ceude muito perto os caracteres daquelle termo, a
Acara' ateirado do verdatlelrotestado das cousas
daquella localidade. Lonvamo-nos no jnizo do Sr.
Dr. Pindabyba, que nao suspeilo a' liga, a cuja
causa servio com lealdade ne?ta provincia, e de
quem recebeu demoostrativas provas de sympa
ihia al a sua retirada.
Se em vista do exposto deve ser nomeado o Sr.
Epamnondas, ou algum daquelles que com elle
goslaram e applaodiram a morte do Dr. Franga,
ento raelhor sera' que os amigos da victima, qu
se aeliam amarrados pelo interesse qae toraam
ua punigo legal dos seus assassinos, abandonem
o termo e vo abrgar-se onde possam encontrar
aramia para suas pessoas; porque a polica do
Sr. Epaminandas nunca foi, nem nma garan
ta -para seus inimigos, e hoje, a vi-ta do que ca
exposto, parece at um cartel de desafio re que
se nao pode esperar bora resultado.
Desda abril oa maio div auno pretrito qoe a
polica de Villa B-lia esta' a'--cargo do benem-
rito Sr. capito Sebaslio Jos de Magalhes Lo
pita, que a tem dirigido tito dignamente, que t
hoje ainda ninguem ousou revantar a voz contra
os seus actos; a o termo qoe havia sido o ttiea-
tro de um horroroso crim, onde o socego publico
esteve por algum lempo alterado, a onde o chefe
de polica foi obrigado a demorar-se por tantos
mezes, gosa Jioje de maior socego e tranqailidade.
Era de crer%quo ninguem podesse com plansivel
fundamento sustentar a conveniencia de ama al
terago no pessoal da polica de um termo que
se acha nestas condigde.s. Mas se os inieresses
eleitoraes de nlguem urgem qae se pega a saos,
tituigo do digno Sr. capitao Magalhes, procure.
se ao menos qacm possa deserapennar bem o
cargo, e nao se lance mo de quem ja' deu copia
de si, a foi demitlido por locapacidade.
Parece que depois que o ebefe de polica foi a
Villa-Bella, e all deinornu-se por alguns mezes,
o governo nao devia iospirar-se em outras fontes
em materia de infurmago das pessoas e das cou
sas daquelle termo, que Ihe flea to distante, e
onde os mos inslinctos ja' comegaram a revelar-
te per actos da maior selvageria.
prerer-se as con-
delle As A' -*aequncias. qae resultara
termip- .cores" da'beUedie n'em sernpre
t, ^dm m dm dfa; acabara ardinariamen-
* Q'uma iflamvac3o do peito, do figado, ou
dobac e'prduemfates'effits.'
-- L-w uo t|ecies aicoltcas quandro
se usam coa escesso, debilita as entraobas,
QtiaqleHdigo aciraa: benito a rnaistenra impede a digeatib, destroeaforga dosner-
infaiicia, iporque poderii ser applicadas aes Vos, e causa enfermidadesparalytieas, o coo-
meniooc de peito; a expco come: cortti vulsivas. Do roesrne modo esqueota e in-
uma pitah em duas partes, arredonda!, que flamrna o sango*, destroe su quaMade bal-
a massa a isto se presta, abr a bocea da samica, e o torna intil pira, a cireulaeao e
creaca, (se fdr de mezes e dias em 4 par- para nutrir o corpo. Date procedem as
tes) ebotai urna das duas partes perto da gar- instrucoes, magreirs, bydropestas eti-ics.
^anta, dai.em oima uma colher de-sopa de Estes sao -os caminos ordinarios, com que
agnajriraimptes ou assucarada ou mais se es bebados fazem sea carreira, e enfermida-
fr preciso, at que a pilula seja eogolida, des desta casta, quando se produzem em um
e dahi i algumas horas pplicai novas co- forte bebedor, rara vez admiten! cura,
lherinhas de agua, sem esforc porque se AlguDs,arruinam sua saude bebendo njui-
bouver se te, ser recebida pela cranla to, ainda que rara vez (pelo costume) se em-
com agrado; e continuai no espaco do dia bebedem, posto que nao produza effeitos t3o
a esperimentardes se ha sede, para satisfa- violentos, n3o sao menos perniciosos,
zerdes. Obsorvai avossa creanca, vdese Quandoos va'sos secnservam constante-
pilla produzio effeito purgativo, para ver mente cheios e dilatados nao se podem fazer
se a urde ou a noe preciso dar segunda, bem as digas*, nem preparar-se devida-
continaai com este tratamento, sede perse- mente gs humores Por jsso a maior parte
verantes at o completo restabelecimeoto; destas pessoas padecem, gota, podras, areias,
nio tenhaes recelo de que por ser purgati- chagas as pernas, abatimento de espirito,
vo abater as torcas de vossa creanca. 5i5o, desordens hypocorjdriaqas e outros sympto-
o veame tem qualidade tnica, que d vi-, mas de indigestio.
gr e deseovolveo appettite, anti-septico, A bebedice n5o s destruidora da sa-
que contra a putrefacto as molestias, e. de, mas das faculdades da alma, o costume
por esta raz5o, que preparado convenien- de embebedar-se faz idiota os genios,
temente, o applico era toda e qualquermo-' Assim, pois, aos ebefes das familias con-
lestta coma mioha conscienc'a bem tran- vm salvar aos seus fmulos, que arraigados
quilla. As pessoas adultas podero tomar 90 vicio da embriaguez nao os podem ivrac
duas quatro'pilulas, como purgante, e is- pelos meios suassorios, applicando-lhe o re-
to far de tres em tres dias, e depois de oi- medio, que faz inteiramente enjoar as bebi-
to dias tomar uma pilula todas as manbSas das que se vendem: na botica ou laborato-
e em cima uma chicara de agua simples ou rio pbarmaceutico, na ra Direita n. 88, de
assucarada, uma pilula nao produzir effeito Jos da Rocha Paranhos.
purgativo, apenas conservar o ventre cor-
rente, ou regular, assim j se v que os
seus effeitos nao s5o immediatos esensiveis,
pe a pequea quantidade, mas nem por is-
so deixa de modificar de uma maneira con-
veniente a natureza do sangue e dos humo-
res, visto que sua cura neutralizando o vi-
rus^introduzidO na economa.
-Um facto bem notavel de recente data me
tem convencido desia verdade. O meu amU
go o Sr. Jos Lopes Roxa, asss conhecido
nesta cidade foi bastantemente atacado do
nervoso,'apontoque o seu medico assisten-
te mandou-o sabir do Poco da Panella, lugar
d sa residencia, para esta cidade ver se
cornos baobos salgadospoderiaobter favora-
vel resultado a sua doenes, vendo queos ba-
nhoss por s nodavam resultado satisfato-
rio, visto que de momento momento soffria
freqiientes inquielaces, demodoa nao po-
der durmir, appliquei-lhe pela prjmeira vez
uma pilula purgativa de veame, e a noile
uma colher de xarope eihereo. de veame
dissolvido em uma chicara deinfuzo de al-
inea com o que se tem dado muito bem, e
todas as pessoas de sua familia, conhecem
grande melhora que senteed, pois dotesree
nho tem elle usado pela manha uma pobt
la, e a noite a colher do xaropo dissolvi d
na chicara de infuzo de altba com um
papelinbo de pos refrigerantes.
E' j bem conhecido que em todos os ca-
sos s3o as evacuaces um forte remedio con-
tra as interinidades; e em qualquer delles
uecessario faze-las diminuir gradualmente'
para que o seu affeito nao cesss de repente.
E' conveniente o exerciejo mode.ado e com-
pleta abstinencia no uso de habidas espiri-
tuosas, salvo os que estiverem acostumatos,
que poderau fazer uso de uma pequea quan-
tidade de vinuo simples ou com agua.
Assim ao se perca terapo em tomar es-
tas pilulas para qualquer das seguintes in-
formidades. Podendo as qu usarera del-
tas continuar emseus negocios, visto
nao preciso resguardo.
irxyUu4*fc sa: promover
iwtimt jmentar o ca-
O'UMA
que
Molestia Ulcerosa
Curada. -
Accidenta epilpticos.
Alporcas.
Areias (mal de)
As'.hma.
Coicas.
Convulses.
Debilidade ou exte-
nuaco,
Dysenteria.
Dor de garganta.
Dor de barriga.
Dor nos rins.
Dureza no ventre.
uita ongado.
Ditas veneraes.
Enxaqueca.
Erysipela.
Febre Biliosa.
Fehre intermitente.
Febre de qualquer
especie.
Lotia-
Hemorroidas.
Hyiropesia.
Ictericia. -
Indigestad.
Inflammages.
Irregularidades da
meusti'iiacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Manchas na cutis.
Obstruccao do ventre
Inflammaco do pul-
mo.
Retencao de ourinas.
Rheumatismo.
Symptoma secunda-
rio.
Tumores.
Tico doloroso ou ne-
vralgia.
Ulcera.
vial venreo.
Vendem-se as caixas a lOOO rs. na bo-
tica do abaixo assignado na ra Oireita n.
88, e de uma duzia para cima a 800 rs. ca-
da caixa ; contm uma inslruccao, para ex-
plicar o modo de usar-se destas pilulas. tra-
ctando. de cada uma das molestias de per si.
A instruyo est assignada por meu pu-
nho, para evitar Ss imitaces.
Jos da Rocha Paranhos.
Todos aquellas que se acbo sajitos 4 sof-
frer molestias scrofulosas, ulcerosas, ou syphl-
iiticas, ainda meemo as reputadas de peior
naturexa, apenas neeessitao de lr o segnlnta
easo maravilhoeo, para que se sinti Inteira-
mente convencidos que a sua propria eura.
nSo s meramente possivel mas sim abeolu-
tameate certa.
Joao Joat: Fbreika Bakboza, residente
na Cidade de Maranho, tinha todo o sen
corso coberto de chagas ulcerosas, darants
algunos annoe se achava debaixo do t r*tomento
de mdicos os mais afamados, tendo osado
durante todo este tempo quasi toda a especie
de medeeinas que em toes casos empregada
pela facaldnde medica, porm debalde sem
obter o menor beneficio on alivio: acbando-se
po!s em taes apuros elle finalmsnte resolveu-
se, depois de repetidos e baldados esforcos
fazer uso da]
Salsaparrilha
DE BRISTOL.
No todo elle apenas cliegou a tomar Ginec
Garrafas de Salsaparrilha -i qv.atro frascos das
Pilulas Vegeta** Assucarada, o o resultado
foi t-lle ob'cr una completa e perfeita cura.
Os Sers. Pehkkii:a & Tia., Droguistas do
luaranhSo, foro quera supi-riao os- uiedica-
mentoB, e achao-se pc-i-feitamc-ute ao facto
d'este caso, o os meamos Senliores, nao s- se
ai-iiio prom]>to8 confirmar o mesmo, como
lambt-m em fornecer o actual adresso do Ser.
BaKBOZA, toda o qualquer pe6S>a que por
ventura se desoj informar da verdade.
Reconimendasu mu prtic larmente aos
OogutL-s que tenhao o maior cuidado na escoiht
doste ezcellente remwlio, nao usando outro
nao ser a Genuina Salsaparrilha de Bristol,
a qual exclusivamente preparada poi
LAM AN & KEMP,
De XOVA YORK,
pois que todas as mais silo inefilcases da non
*um pristlmo
Os effeitos-dos i
as secreces, e absflr,L_
lor natural, e rm&m W#m Uva que
nascjenj da.falta deaivanmatosigritativos.-
Oa oArhonlA* oin mh. *......-
v.w i-vuiw uuv w^ooui aqueiies agentes*
os quaes augmtnUm os meQtos irrita-
tivos, que formam absorclo, e os s.- cernpn,
tes aquellos que augmentan os morBentos
rritalives qne constituflm as secreBes.
Aaaim, pois, y-se qoe sea a precisa combi-
naoioe mudiflcac3o nao i-ide ser elle appli-
cade indistincamente. Muitas vezes o pra-
o deixa de fater applicacaV) do ferro por
conhecer snspeitar que o gado. o bofe ou
pulmo, e orvo essencial da respiracSo, qn
outra entranlta est ofTedida; entretanto
que, se se tivesse applicado em tempo se
poderia ter evitado o desenvolvimenlo da
molestia. Assim" pois, o xarope prepara-
do como flea exposto se pode usar sem ris-
co por nao offender as entranhas. As mo-
lestias contra as quaes o xarope tnico, re-
frigerante pode ser applicado com proveito,
s3o: as amenorrheas, ou suspendo do flu-
xq menstrual das mplheres, anemia, ou d-
minuicio da ma.-sa do sangue e sua consis-
tencia alterada, dores de estomago, debili-
dade dos orgos digestivos, fastio, fluxos
mucosos, flores brancas, chlorose, molestias
do sexo femenino, caracterisada por lan-
guor geral, acclorisacjio pallida da c6r ou
esverdinhada, empobrecimiento do sangue,
enfartes-ehronicos das visceras abdominaes,
alporca^ ou escrophulas, escorbutos, opila-
Co, pallidez, e os estragos prodazidos pe-
las molestias sypbiliticas; asthenia ou falta
de forcas; fraqueza geral: e ha hydrope-
sia anazarca e ascites f tendo-se o cuidado
de observar nestas duas ultimas molestias
principalmente, e em todas s outras, qoe
um dos effeitos salutares deste xaropa c te-
ro-ventre correte, e as urinas desembara-
zadas.
O modo de-osar-se e regular-se vai des-
cripto no leireiro pregado no frasco.
Veude-se nicamente na botica da ra
Direita,n. 88 de
Jos da Rocka Paranhos.
O oleo de figado de bacalho desinfectado
de Cbevrier, conserva as qualidades e pro-
piedades reconhecidas ao oleo de figado de
bacalbo ordinario; o seu cheire gosto
s3o muito agradaveis, e a digeslo faz-se f-
cil trien te.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Mau-
rer d- C, roa Nova n. 18.
.
Publicares a pedido
leves
No da Io do correte mei:
A" ordem do subdelegado da Capnoga, Floreoti-
na JaciDltia SiroSes da Silva, para correcto.O
chefe da 2* seccab, /. G. de esquila.
casa db DBTEfigAO.Movimeolo do dia 1 de
Janeiro de 1867. Eiistiam 361 ; entrou l ;
sabio I ; azistem 361; a saber : nacionaes 260
molhpres 13 ; esiraogeirof 35, malber i ; cscra'
vos 44 ; eaeraaas 7.Total 361.,
Alimentados a casta dos cofres
209.
Movimeuto da eafermaria do dia 1 da Janeiro
de 1867.
Tiverara baiza:
Joo Soares Nepomaceno Columby, febre.
Jos, escravo de Francisco Xavier de Menezes.
proviociaes
CommuniGados
Partido (oosftpvadop.
A. Dora liga.
O escarceo qae tea feito tTsUwtc&o, o arado
siolstro qae ergaeram os sea redactores as eo-
lumoas do Jornal do Recife, todo a proposito do
pasadillo qae hoje os asombra, e a qae denorol-
namnova liga, qaasi qae oos fez crer qae o
rauado eslava a desabarl
versarlos; leria deizado iateira liberdade aos im-
pulsos patriticos de todos os Brasileiros.
Mas Do (01 i-to o qae fez o governo. Em vez de
fallar ao civismo nacional, fallou cubica da po-
polaco, aceoando-lhe com os premios e remuue-
racScs. ,
" astou isto para ezeitar a ambicio dos aventu-
reros, e sempre que um adversario do governq
procurava servir ao sea paz, o esforgo da autori-
dade ahi vioha desmaochar e annullar o esforco e
presidio do cidado.
Nada de deizar que os ttulos e comineadas ca-
hisseco nos arraiaesdos proscriptos I .
Coaira os allenladus de polica nao eacontrava o
cidadao dedicado a causa publiea, abrigo na jasti-
?a da primelra antnndade da provincia. E a prova
esia noque aconleceu aos leoentes-coroneis,Pedro
de Can)pos e Manoel Camello, qae lodos os emba-
races que acharara aos seus intentos patriticos
viaram das autoridades progressistas.
O i* anda poda comtudo organisar 'om corpo,
gracas a imparculidade do Sr. Dr. Adelioo, dale-
gado de Paieu, e apoto do caoito Vlres, conser-
vador commandante do destacamento.
O 2,entregue s aos seus recarsos, renanciou a
tarefa e recolhea-se a sua casa. Era saber a pnll
ca que este oa aquello individuo convinba em
ser voluntario com o Sr. tenenta-coronel Camello,
immediatamente recrotava-o I
Contra isto nao .avia esforco capaz de resultado.
A qaesto nacional, pora, foi rebaiaada a queslo
de eommeodas a mulos : justo era entresvlos aos
ganhadores..
Foi asutD que ama malta de recrutadores asso-
Pilnlas purgativas de velaiuc-
Este inestmavel especifico, composto in-
teiramente da planta do nosso paiz deoomi.
nadaveame e seus adjuva.ites, benigno
mais tenra infancia, e a complejcao mais de-
licada, igualmente prompto e seguro pa-
ra desarraigar o mal na^ coupleic o mais
robusta; inteiramente innocente em suas
operac5es e effeitos; pois busca e remove
as doencas.de qualquer especie e grao, por
mais antigs e tenazes que sejam.
Muitas pessoas curadas com estas pilulas,
conhecem s virtudes e eieitos dellas; algu-
mas, que estavam s portas da morte, pre-
servando seu uso, cosugufram recobrar a
saude e forcas, depois de haver tentado ou-
tros remedios
Os chefes das familias nao devem entre-
garse a desesperarlo ; fagam u mensaio
O oleo de ligado de bacalho ferruginoso
de Cbevrier, pharmaceutico em Paris, subs-
titue se 1 om muita vantagetn as pilulas e ao
xarope de iodureto de ferro ma; fcil de
tolerar-se para as pessoas delicadas ;isseme-
Iha-se muito mais bem e nao provoca a poas-
. paco. 1
Deposito em Pernambuco, casa de P. Maa-
rer Remeii cunta a embriaguez
Asade depende do estado dos solidos, e
dos fluidos, que os conserva idneos para e
mais perfeita execucao das funeces vitaes; a
emquanto estas se fazetn com -regualridade
oosachamossaoserobustos; porm de qual-|m todas as moiestias qoe slo caracterisa-
Xarope tnico refrigeran le de veame e de
ferro preparado pelo pharmaceutico Jos
da Rocha Paranhos,estabelecido nacidade
do Recife provincia de Pernambuco, ra
Direita n. 88.
Este xarope, que d tom ao movimento
muscular per sua qualidade frrea, ao
mesmo tempo purgativo pela parte do ve-
lame que encerra, e refrigerante pela par-
te acida, alm da precisa para perfeita so-
luc5o e combinaejo do ferro; este atacado
pelo acido fica em extrema diviso, e ast
sim o mais soluvel que possivel, de sore-
que j nao lao dependente de ser digerioe
pelos acido3 fracos, que se acham nosuedo
gstrico dorante a diges'to. Os expositore-
de medicina sao deopiniao que o ferro e
todas as suas preparacoes gozam das virtu-
des eminentemente fnicas, qae aproveita
das por fraqueza; e com effeito acho exac-
ta essa opinio; nao mas dado o ferro em
substancia pelo mo resultado que tenho ob-
servado, (e que j fiz publicar) em certas e
quer maneira que se perturben, inivitavel
o alterar-se a sade, e a inteperanca nunca
deixa de desordenar ada a economa animal,r
impedindo a digest3 tore laxando os ervos,
fazendo irregularo, ess secretes, viciandojdeterminadasmo'le lias; pur exemplo: ane-
es, humores e prodazindo infinitas enfermi-jmia, e febres intermitentes, terminam mui-
dades. (tas vezes por anazarca, que e accumolacc
O mais alto grao da prudencia humana!de serosidade no tescido celular^agua quau-
dos elhcazes feffeitos dstas pilulas e pres-! consiste em regrar os noss^ s appetites e do est entre a/pelie) e depois ascite ou hy-
tes recuperarlo o proveito da saude. Ra- paixSes, de maneira que se evitem os ex-! dropesia do ventre, que accumulagu de
Pois o grande partido progressista, maior hoje
lo que tjaando foi ereado em 1863; o grande par-
.' n1o progressisla, adorado pelo povo e predilecto do
re; o graade partido j>rogr,?ss!l*f
z5es bem ponderosas exislem, pelas quaes
devera ellas ser preferidas a outras mui-
tas que sao expostas a venda.
Primeira por ser d uma plantado lu-
ds que 'habitamos, e .nao ser inferior os
iremos.
Com quanta celeridade arruina a melbor
constituicSo o abuso dos licores, que embe-
bedam l Pelo que vemos com tanta frequen-
cia os devotados a embriaguez Carregados de
atus effeitos as que nos fem de-utros pai- males, correndo com passos largos para a
serocidade no peritoneo.
E' sahido que o ferro um dos agentes
mais importante para que o sangue se pre-
pare e aperfeice devidamenle, e por con-
seguinte o mais proprio para impedir o des-
eo volvimento destas molestias; mas sendo
zes; segunda, porque deste modo que sepultura, epor so commum proverbio,;elle um efficaz excitante, surbnte esecer-
se aeorocoa a nossa industria, e est isto ad: que todos os ebrios mof rem hydropicos. nente, claro ques' associado como se
alcance de todos. Ha nem poneos dias vi- j Tudo que embebeda pe a natureza em acha ueste xarope, pode dar o resultado
mos publicado neste Diaria um discurso do esta lo de excitar febre, para desembarac^ir-se que se espera, e a experiencia me tem de-
slustrado Sr. Dr, Sarment em que nos de-, da pessonha que tragara: p, quando se repe- monstrado sem risco de offender as entra-
monstrou esta vovdade; terceira, porque te quasi todos os dias este veneno, fcil nhas.
A jurubeba
(SOLANUM PAMCL'LATDM DE LINEO.)
As preparacoes pharmaceuticas da juru-
beba sao medicamentos reconhecidamente
excellentes, e devem ser considerados como
as substancias medicinaes, tnicas e desobs-
truentes mais enrgicas fqne se conhecem.
e por isto cumpre que sejam empregadas
todas as vezes que se tiver de combater fe
bres intermitttntes.engorgilamentos cu obs-
truccoes de figado e baco, anemias chloro-
zes, hydropesias, raenstruacoes deficeis e ir-
regulares, catbarro da bexiga.
Aquelles que desejair'm fazer uso dessas
prepaiacoes, mdicos e doentes. eno qui-
zerem expor-se a serem Iludidos, deverao
dirigir-se a pharmacia'do abaixo assigrado--
situada na ra larga do Rosario n. lo. pr-
ximo ao quartel de polica, nico deposito
que existe nesta provincia ; devendo se ler
em vista que foi o abaixo assignado o pri-
mevo que submetteu essa planta a prepa-
racoes pharmaceuticas, e fez guiado por
conselhos mdicos, e sob a approvacSo
destes.
Pharmacia em a ra larga do Rosario n.
10, junto ao quartel de polica.
Jeaquiui A. Pinto.
po# Krislpella.
O medicamento que com mais influencia
e energa lnu combalido essa terrivel en
fermidade, tem sido o xarope alcohlico de
veame.
Urna escrava da mai do Sr. Francisco Fir-
mino Montero, pessoa bem conhecida nesta
cidade, ai hando-se de j^ima, e com as per-
nas bastante indiadas, e cheia de tumores,
lomando o xarope de veame, atha-se boje
boa, prestando servicos.
A mana do Sr. Jos Francisco Pinto, mo-
rador na roa Direita n. 31, tendo sido
accommetlida do mesmo mal, acba-se lam-
ben! boa.
A Sra. D. Senhorinha Umbelioa dos
Santos, moradora na ra das Calcadas n.
38, achando-se atacada de erysipella as c-
xas, com quatro tumores bastante volumo-
sos, no estado indolente, que a privava de
pr-se de p ha muito tempo, cora o uso
do xarope alcohlico de veame e pilulas pur-
gativas do mesmo, cha-se restabelecida, e
no uso dos medicamentos os tumores ter-
minaran! pela suppuracao.
A Sra. D'. Rita, moradora na ra de Santa
Rila n. 13, pnmeiro andar, soffrendo ao
mesmo mal ha mu tos annos, pois que a ery-
sipella atacava amiudadamente, depois que
tem tomado esse remedio nunca mais Ibe
deu.
Outros mu i tos tactos desta ordem deixo
de mencionar aqu para no me tornar pro-
lixo e enfadonho.
Sendo a erysipella tima mol' stia que sem
duvda ^ffeito de materia gerada no corpo
como expoem alguns eseriptores de medici-
na, e em consequencia da febre bocada
ni pelle, onde produz inflamma?o, e que
muitas pessoas, por nao se terem conve-
nienlemetite tratado, suecumbem com o-
pet nicioso uso de que, nos tres dias nao de-
vem usar de remedio algum, o que faz-s
estender o nial pur nao se ler a principio
combatido; por isso, pois, conveniente
que, logo que alguem se sentir atacado de
tal mal, deve provocar a transpirado toman-
do ao principio uma colherinha de cha do
xarope alcohlico de veame dissolvido em
uma chicara de infusao de flor de sabu-
gueko quente, adpfaddo-a com mais assu-
car, continuando ros tres dias nesse trata-
tamento, no fim dos qaes usara* do xaro-
pe de veame na forma proscripta no recei-
tuano, tendo todo o cuidado de se abafr,.
aflm de soar convenientemente, alem de
conservar o entre corrente, que consegu a
tomando uma ou duas pilulaspurgajivas do
mesrno veame.
Todos quantos suecumbem desta moles-
tia se diz -:falleceu de erysipella recolhi-
da ; ao contrario, alguns expositores pre- '
sumem ser o desenvolvmeoto da putrefac-
co nosanne, tanto qu'e o lugar inffanwna-
do que, ento a sua cor era encarnada-, se
troca em lvida ou negra, e termina era gan-
grena, e por essa raz5o que conveniente
o xarope alcohlico de veame na infusao de
flor de sabugo, para se tonseguir resolver a

ILEGIVEL

\
I

1

1 rwiilattfiai

V


*" '^" p....."
*;
L






\ v
*r
nem
lata letr S ele Janeiro I8t>7.
iDflamma0o, u poto meaos terminar pela
mped opui, supcaoporaiassiro a gangrena.
Os effeitos do^tarope alcohlico de veame
appcado na flto de sabugo ao doente, n5o
s de sntagem por sua qualidade diafo-
rtica, como pela anti-sptica para imped
a patreraccSo Das molestias.
Na erywpeU naodeve o enfermo nos pri-
maros tres im ar de comidas e bebi-
das que poottoi emaeniar e ioftsmmar o
sango*
A cosida durante esse tempo deve ser do
reino vegetal, coeto sag, far'tnha do Mara-
nhao, pao torra*) bobeta, etc.
Anda nao vi expositor de medicina qne
acooselhasse que nos primeiro*tres dias de
accommettimeatoa do mal, nao re usasse de
medicamentos ; o que lies nepoltem sao os
ungiientos. unturas qoe obstrnem ais a
repeliem do que promovem a evacuacao da
parte; o que convro trazer o Idgar ata-
cado e bem agasalhado para ajudar a trans-
piraco e defender do ar.
O verdadeiro xarppe de veame' vende-se
oa botica da ra Direita n. 88, de Jos* da
Rocha Prannos.
Tenho recebido cartas de algumas pes<
soas de ooiras provincias qne me commu-
nicam ter desta cidade sido remettido o meu
xarope falsifiodo, que tem dalo resultado
^o descrdito de minha preparacSo, cajo co-
nheci ment se tem verificado depois dos ef-
eitos que taes remedios apresentava; as-
sim, pois, tenho a declarar ao publico que
no letreiro que vai pregado na garrafa do
xarope, sempre foi assignado por meu du-
flho, e daqui em (liante, alm desta assig-
natura o farei tambem no papel que cobre
a garrafa. Rogo ao mesmo publico que
quando forem assim engaados, tomem tes-
temunhas, meremettam os rotlos falsifica-
dos e me participem para fazer effectivo o
-artigo 167 do cdigo criminal do Brasil
Jos da Rocha Paranhos.
cnmooT
Consulado de Ptrlegal
Pelo consolado da Portugal em Permutboca se
faz saente sos ioieressados o aviso segotote :
Aviso aos navegantes.
Desde o da 1* da deiembro de-1866, irreinslve
em diante seaceniera om phiroito lenticular ao
forte do Ilho do porto do Punchal, ilha dja Ma-
deira, collocado, sobre nina columna de (erro. t
A loi vermelha est a 34a, 1 cima do nivel
medio do mar e vUivel a disuiicia de 8 .nilbas
boas clreumstancias atrooseNrtcas.
L atntode n. 33* 37* 42" tongrUide O.
wieh 16 85" SO".
Seereuria de estado dos neaoeiet da marinba e
ultramar 14 de novembro de 1866.
O director,
_ Antonio Raphael Rodrigues Sette. ^
r O eooselbo da compras do arsenal de gaer-
ra precisa comprar o aegoiote :
i arroba de eavilba de cobre. ./
600 netos de ola.
400 meios de vaqueta.
3 arrobas de taixas de salto.
X quinta es, de dita para encostar.
1 dito de pregos franeeze* de 3|i,ds polegada.
80 teibas de tinco oa (erro galvaalsado lendo
cada asa 12 palmas de cumpreneato e 3 de lar-
gara.
400 varas de brim trancado pardo.
1 peca de .oo da Runu primeira qoalidads.
Quem quier vender ditos artigos apresentem
anas propostas com as competentes- amostras aa
sala do eooselbo as ti aeras do da 3 de Janeiro
foturo.
Cooselho de ejmpras do arsenal de guerra, 97
de deiembro de 18d6.
Caeuno da Silva. .
Vogal. __
i fOUPlMIll BRA91LBIRA
m
I PIQUETES AVIROR
ai*
___i at e dh 7 db corrate em dos
vapores d ewnpaaiia, o qoal de
pois da demora do costme se-
guir' pura o porios do norte.
DW'ie ia recebera-se passagetrof. e engaja-se a
sega que o vapor poder cooduzr,* qnal deveri ser
Creen- "Doareada no dia da sua negada; encemmendase
dinbeiro a freie at e dia da sabida as, Z boras la
Urde. Previne se ao< Srs. passsjrefr'o* qm as
passageas s se recebara na agencia, rna da Crox
n. 1, escriptorlo de Antonio Luz de OHveira Axe-
vedo & C.
II
'ANA
Caita- filial d Banco do Brasil em
Pernambnco
Teado-se desenearaiohado o recibo a. J67 de
ciocoenta acedes do Banco oo Brasil, localisadas
nesta cana sob n. 4873" a 4924,, pertencentes ao
Sr. accionista Jos Segundino de Gomensoro, do
Rio de Janeiro, directora faz publico a quera In-
teressar possa, que por intermedie do mesmo Ban-
co, se vai proceder a substituicao das acedes cons-
tantes de dito recibo, pelas novas acg5.es que se es-
laolistrihuindo com os accionistas.
Recite, 11 de dezembro de 1866.
O guarda livros,
lunario Nunes Correia.
Novo Brnc) lie
O Novo Banco faz o 17*
-aego.
Perno m tinco.
dividendo de S
por
NOVO B4^0 M PER-
WSBLCO.
O novo banco paga o se-
gundo dividendo de 4,4 0{0
da massa fallida de Joaquira
Jos Silveira.
ALFANUEGA.
Rendimento do dia 2 do orreote 20:44o*>268
MOV MENT DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazeodas..
i t c gneros....
Volumes sahidos com fazendas...
t < gneros....
192
841
-----1033
76
309
388
Descarregam boje 3 do corrente.
Barca (raneeza Veriiiannamercadorias.
Barca franct-za Mauricien idem.
Barca franceza-Firj/e-ldem
Barca americanaHazardidem.
Escuna hollandeza Jacoba JokannaIdem.
8ri(ue ingles Chrisiitna Carmell idem.
Bngud ioslezH'lly Mary idem.
Patacho Inglez LapringIdem.
Escuna logleza Manca bacalhao.
Batea ingleaSap/iofarmba.
Patabo portu^uezGeorgente diversos genero*.
Birca portuguezaGrattdOoidem.
Vapor ioglez ironside dem.
Brigue nacional Mrquez de Santa Cruz dem.
Sumaca hespaohola[raviatidem. 8
Barca portugueza, -Ctaudtnaidem.
Brigue ioglez Peoneerc&rvo.
Brigue inglez Weilie idem.
Lugre inglezCaledoniadem.
Barca inglezaCharlie-Woodidem.
Barca iuglezaGlen Te/idem.
Barca ingleza -Isabtlladem.
Barca francezaD Brigue holiandez Perseceranceeharque.
Brigue russoPiulo -idem.
Brigue argentinoVolanteidem
Patacho hanovenaoo oncordtaidem.
Polaca prusslanaCathnrmadem.
Escuna hollandezaDe Vrediidem.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 2 do corrente 6:7584746
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
9CBAKH.
Slendimento do dia 2 do corrente 360*092
MOTIMENTO DO PORTO
temoso
mimo
112 JMO
960*000
762*000
168fOO0
n. i.

Navios entrados no dia i
Liververpool por Lisboa 24 dias do primeiro
porto e 16 do segundo, vapor ioglez lronsides,
de 514 toneladas, commaodante S. I. s L cky,
equipagem 25, carga fas-adas e outros gneros;
a Saaoders Brolbers & C .
Bahia 10 dias, brigue inglel Admiral, de 339
toneladas, capito T. Williams, equipagem 10,
em lastro ; a Rcbe Sciuneitau & C.
Liverpool 38 dias, brigue ioglez Uelly Mary
49 185 toneladas, capitao Heary Davies, equi-
pagem 9,carga (asendas e ontros gneros ; a
Joliustou Pater V C.
Obsereacao.
Suspendeu do lamaro para os portos do norte,
.barca ingleza Etua, cao no lastro que trouse aa Baha.
Naoio entrado no dta 2.
New-York 46 das, patacho inglez Lapmng,
de 160 toneladas, capitio Crmor, equipagem 6,
carga locomotivas para a estrada de (erro, e
-outros genros ; a Johuton Pater & C.
Navio taludo no memo Ha. \
Para' brigue nacional de guerra Uaranhao,
ommandantc o eapitao teoente Jos Lopes de
Sa\
Observacao.
Fuodeou no lamaro om vaper francez de guer-
ra, mas nao teve communicacao com a trra, apa-
rece ao norte o vapor Moleque.
Inspecco do arsenal de marnha.
Faz-se publico qne a commisso de peritos exa-
minando na forma determinada no ragolamento
aonexo ao decreto o. 1,34 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeiras, apparelbo, mas-
treace, veame, amarras e ancoras do vapor Mo-
leque, propriedade do baro do Livramento, achou
todos esses objeetos em estado de poder o vapor
navegar.
Inspeccio do arsenal de marinas de Pernam-
bnco 28 de dezembro de 186(3.
- O Inspector,
_____________H. A. Barbosa de Almeldr.
Santa Ctsa 4a M.iserieordia
d*> Recife,
A Illma. anta dmiaiflrarivada Saala Casa
Misericordia do Reciujfaaada facor paMico qoe
oo dia 3 de feverer* prximo futaro; peizs.4 boras
da tarde na sala dotuias sassoesj tan de Ir i fracs
a renda das casaabaia*tnaneinadasparaseraBi
arrematados por alufaei pai0 tam#o de am a tras
anuos.
Os pretendeMea aevaaoa otase atar carta de fian-
ca ou serem ittnnaaaliftdoa deseas fiadores ou
com cartas das aaasatoas.
EsiabeteeiamUi de ariie.
Ra Biralta.
Sobrado de nadaras a. 8. .1:067*080
Han tas Pescadores.
Casa terrea o. ti......
Raa da Gloria.
Casa terrea n. 55. .
Roa do Calabacee.
Casa terrea n. 20.....
Fati'iiiiAMit de trpAo.
* Raa-do Pflac.
Ra da Cadeia.
Sobrade de dous andares Dr57. ,
Madre de Deus.
Casa terrea n. 12......
Casa terrea 94........
Sitio do Perno da Cal n. 5. 150*080
. Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recite 28 de dezembro de 1856.
O escrivo interino,
__ Pedro Rodrigues de Souza.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia do Recite recebe propostas para
arrendaraento das casas abaixo declaradas, as
quaes achando-se arruinadas, sero arrendadas
pelos presos mdicos a quem se quizer incumbir
de concern las :
Estabelecimentos de caridade..
Ra Direita n. 33.
Cinco Pontas n. 110.
Ra do Azeite de Peixe
Ra da Moeda n. 37.
Kua dos Burgos n. 2.
I'.ua do Pharol n. 72.
Kua dos Ceelbos n. 94.
Becco do Abreu n. 2.
Patrimonio dos orphios.1
Rna do Burgos n. 19.
Ra da Cacimba n. 19.
Ra do A-oonm n. 2"5.
Os pretendentes para melhores esclarecimentos
poderlo dirigirse secretarla.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re-
cite, 20 de dezembro de 1866.
O escrivo interino
____________Pgdro Rodrigues de Souza.
g i'erante a ca.nara municipal desta cidade-
estara' em praija nos dias 5, 7 e 9 de Janeiro pro,
xioio foturo, para ser arrematada por quem por
menos fizer, a obra de ura aterro, que partiodo da
ra Imp-.nal va' ter na povoacaa da Cabanga, na
ext-n-o de 1,200 palmas, oreada na quantia de
2:592*000 ; aooelles qoe ir propozerem arrema
tar. compare^am nos indicado; dias no paco mu-
clpal, habilitados de flaoQa que garanta a arrema-
taco, sera o que oo sero admittidos a licitar,
deveodo as babilitacSes serem apreseotadas dous
dias antes na respectiva secretaria, onde esta' o
orcamento que pode ser consultado.
Paco da cmara municipal do Recite, 19 de de-
zembro de 1866.
Gustavo Jos do Reg,
Pro presidente.
Francisco Canuto da Boa-vi age m,
____________Secretario._______
Oorreio geral
Pela admioistracao do correio desta cidade, se
faz publico para fins convenientes, que em virtude
do disposto no art. 138 do regolameoto geral dos
eorreios de 21 de dezembro de 1844, e art. 9* do
dacreto o. 185 de 15 de maio de 1851, se procede-
r' o consummo das cartas existentes na adminis-
tracjio pertencentes ao mez de dezembro de 186o,
no da 4 de Janeiro prximo as 11 horas da manha
oa porta ao mesmo correio, e a respectiva lista se
acha desde ja' exposta aos Interessados.
AiiojiaiyracAo do crrelo de Pernambnco, 24 de
dezembro de 1866.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
De ordem do Illra. Sr. inspector da thesoara-
ria de fazenda de Pernambuco, sao citados pelo
presente os Srs. Simplicio de Souza Lios e Igoacio
Nery da Fooceca Jnior, fiadores do fallecido ex
coliector do Rio Formoso Florlano Jos de Carva-
Iho, para no praso de tnnta das que Ihes ficam
marcado a contar desta data, allegaren) por escriq-
lo o qoe fr a bem de sen direito, produzirem do-
cumentos etc. a respailo do alcance de sen afian-
cado da quantia de 965*035 rs, a que se tem de
addiciooar os jares vencidos.
Secretaria d thosouraria de fazenda de Pernam-
bnco 29 de dezembro de 186*). Servindo de offl-
cial maior.Manuel Jos Pinto.
Para o Rio de Jnocir
Pretende seguir om muita brevidade a velefra
e bem conheclda barca Rio de Janeiro, tem parte
de seo earregamento proroplo. para o resto qae
Ihe falla o escravns a frete para os quae lea ex-
cedentes coramodos trata-se com os seas eonsig-
naurios Antoni) Luitde OKveira Azevedo & C.
ao sen escriptorio ruada Cruz n. 1.
COMPANHIA PERNAilBU!
m "
Navegaco cosleira por vapar,
tana,
Parahyba, Natal, Maco,' Aracaty, Ceara e
Acaracft.
O Vapor pojuca, commaodante Martin, sagoe
no dia 7 de Janeiro prximo, as t boris da tarde
para os portos indicados. Recebe carga at o dia
5. Encomraendas, passagelros e dnheiro a frete
at 3 ri ras da tarde do da da sahida : escriptorio
no Forte do Matos o. 1.
Para
Segu com brevidade para o corte do Para o
brigue brasileiro Mrquez de Santa Cruz, recebe
carga a fretes commodos :\lralar com Tneodoro
tihristianseo, ruado Trapich' Novo n. 16.
Pai*a Lisboa
fretende seguir com muita brevidade o brigoe
portuguez Jato Vouga, tem parte n seo earrega-
mento prompto, para o resto que Ibe falla e passa-
geiros, para os qoaes tem expelientes commodos,
tratase com es seus consignatarios Antonio Luir
de Oliveira Azevedo 4 C, no sea escriptorio, raa
da Cruz o. 1, ou cota o aanifta, na praca.
Para Ijf'boa.
Segne em pqueos dias o brigue portoguez Con*-
-ante 11, por ter prompto qoasi todo seu carrega-
mentn, par* o restante, epassageiros; trata-se con
Oliveira ^Filos 4 C, largo do Corpo Sant? o. 19,
oa coa o capltao na praga.
P^tra Lfeboa
Val saalr*reve o brigae porfoguez Bella Fi-
guttrmse, capillo CarvaRio, recebe carga e passa-
geiros, trata-se com E. R. RabeUo, ra do Trapiche
a. 44 ou com o eapitao.
Para Lisboa
Vai sahir com brevidade a arigueportoguez So-
heramo, cupito Bufigaoga, recebe cirga a frete,
rrata-se cota E. R. Rabelki, roa do Trapiche n. 44,
ou com o eapitao._________________
Kie viraaire % Snl
Pasa o referido porto s.'iliira' com. muita brevi-
dade a barca portugaexa Armtnda, recebe alpo-
ma carga a frete, para o qoe jpode-se tratar cim
David Fe-reira Billar, a roa do Brum n. 66 nu .'a
pra;a com o capltao do citado navio.
Para
DECLARACOES.
Deposito especial de instruc^Jo de calado-
res a cavado.
Nao se teodo ainda eff uado a arrematado
dos gneros em seguida declarados, para a ali-
nieotacao da cavalbada do referido deposito, o ca-
itia com mandante abaix) assignado, em c^nse-
qoencia de ordem superior, convida novronte
os pretendentes a coaparecerem com suas pro-
ostas no referida qaartel do ampo das Princezat
ao dia 5 do correte as 10 boras da rasabas.
C* jira de planta em arrobas.
Mi'hoem alqueire^
Prelo em libras.
Mel de furo ere garrafas.
Qorlel 1 de Janeiro de 1867.
f. 1. de Medeiros R*go Motteiro.
Pretende seguir com brevidade para o indicado
porto o veleiro brigue cuna nacional Graciosa
capiiao Silva Ralis; para a pouca carga que Ibe
falta trata-se com o respesttvo consigoatario Anto-
nio de Almeida Gomes; a rus da Cruz n. 23, Ia
andar.______ ____________________
Rio de Janeiro.
Com a brevidade que fr possivel seguir* para
o Rio de Janeiro o brigue nacional IteUsario, re-
cebe carga, escravos a frete : atratar com os con-
signatarios Marques, Barros & C. largo do Corpo
Santo n. 62* andar.
LOTERA
aO$ oioomoo
Ctrre terca feira 8 de Janeiro,
Achara-se venda na respectiva thsou-
raria, k roa do Creso o. 15, e bfthates
meios e quartos da 5l parte da i" lotera a
beneficio da iijreja, do Espirito Saatt> do
Ci>ltefk> (f), anda extraccio ao lugar
e hora do costbme.
Os premios de6:00O)0O0 at i 00000 s-
ro pagos urna hora depois da fextraccSo at-
as 3 boras da tarde, e os outros depois da
distribuieio d hitas
Aseocommendas sero guardadas somon-
te at a noe da vesper da extraecfio."
O tbesoureipo,
Antonio Jos ftodrig** de Sow.
Piitioacao jurdica.
. Prelectfks de Dirito Internacional e de
Diplomacia com applicaco e referencia de
tem principios as lets patliulapeg, con-
venCOes, e ao tratados do Brasil at 1866
pelo Dr. Antonia de VasconeeJlos Mene-
zes de Drummood, lente substituto da Fa-
culdade de INfeHo do ecife etc toI- in
& braca, por IOjSOOO pagos entrega de
primeiro volnme, que constitu* a primei-
ra dessas obras.
A ultima deltas acompaobar um epilogo
das disposicoes.da !egs3$8o p'atrra, relati-
vas ao direitos e deveres do estrangeiro no
Brasil, bem como aos do Brasileiro tora do
Imperio;
Assigna-se as tojas de livros das ras do
Crespo n. t e 9; do Imperador n. 13 ; da
Cruzp. 52 na de encadernaco d caes de
21 de Novembro juDto a typographia do
Jornal do Recife-; nos escriptorios das ty-
pographias do tarto de Vernambueo a ra
das Cruzesn. 44, e do Correio do Recife
ra do Imperador n. 79 e na toja da ra
da Imperatriz esquina da ra da Aurora n.
n. 2, toja de loua.
Depois da publitaclo da primeira obra
noserao mais admittidas assignatm as, e
mbas ellas sero vendidas por maior preco.
AO GRANDE S MAURICIO
PBOCfiSSOS APEBI PARA W
Tlaglr,; llmpar e lastrar a Tapar.
F. A. SALN SRE & C.
29 Kua 7 e setembro 29
Defranle da raa nva da Olvidar (Ra de Janeiro)
_^ t Os proprietarios deste estabelecjmento, o primeiro no sen genero no Brasil, por
traMaar com as machinas mais aperfeicoadas para tiafir a lustrar, de qoe se faz uso na
Europa, eajudados por alguna dos melhores officiaes de Paris e Lyia, podem assegn-
rar seos freguezes orna perfeico no trabalho, a quai sanio pode caegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, timpam o demofam com a maior perfeic3o o brevidade qualqner
qualidada de fazendas, tiram nodoas e limpam a secco sem molhar as sedas e as vestimen-
tas desenboras edebomens.
Precisase de urna ania para o servico inter-
no de uma casa, paga.se bem : a tratar na ra da
Cadeia do Recife n. 8, armaiem.
tee
Auseatou-se a preta Joanna, a Angola, de ida-
de de 40 aenos poueo- mala ou rasaos, no dia 19
dedeaeroro de 1866, levou vesllfto euearoado e
um chales r6*o e-braoco com fl-ires encarnadas
com franjas, levou um citneeo de carregar agua
pequeo (raneo e nsta amassado uo rneio, |a fol
concertado, baixa e seca do corno, tem coveiras
dos *s ao p 1os dedos nao certifica se sao em
todos dous, quando faUa sarapantada as vezes,
julga-se estar nos arrabaldes desta etdade ou den-
tro, protesta se contra qualquer pessoa que a te-
nba jcoutado, quem a levar a esa de seu senbor
se ibe pagara' o sea trabalho generosamente.
FUfiW
LISBOA
Vai sabir com brevidade a
veleira barca
n,uito coohecida e
MARA
por ter parte do earregamento engajado, para o
resto trata-se com os consignatarios Cirvalh} &
N'gueira, na rna do Apollo o. 20
PORTO
Pretende sabir em poueos dias a muito veleira
e nova barca_________________
"IreT'e \ia6
por ter parle do carga prompta para a que Ihe fal-
ta trata-se com os consignatarios Carvalho & Ko-
guei a na ra do Apollo n. 20._______________
Para o Rio de Janeiro.
Val sabir com brevidade o brigue Jf fredo, recebe carga e escravos a frete, trata-se eom
E. R. Rabello rna Jo Trapiche o. 4>.
lina de S. Miguel.
Segu eom muita brevidade a barca portugueza
Parary, eapitao Augusto Borges Cabral: para o
resto da carga e passageiros tratase com o sen
consignatario Joao do Reg Lima a* rna do Apollo
n. 4.
. Um escravo com os signis seguintes : cor ca-
bra aUraojado, altura regular, uade poueo mais
ou menos 20 a 30 annos, cruio do corpo, pe apa-
nielados e curtos, nariz chalo, feiQoes grosseiras
cabellos comprimo* aparados, corpo limoo, a cor
euro pouoo denotada porque masca fumo, falla
grossa e baina, sahio com camisa de chita encar
nada e caiga de brim pardo, chapeo de bata pre-
la afunilado, levou camisas e caigas de differentes
fazendas, montsth n'um cavaho alazo cachito,
com cangalha attriada, com saceos no meio e
mais trein, cha,,ia-se Honorato, morador no Cal
deirao lugar de Gamelleira, perlenee a llabayana
distneio da Parahyba, sea senbor Aleandre Al-
ves Corra.
i\a traversa do Cirmo n. 1, vendem-se 3
boas escrava eom boas habilidades, um bonito
moleque do 18 annos para lodo servigo.
mmmm*mmm-<
M Collegio da Conceica'o
Sucia la Madre de Dos u 36!
jMk Em' aberla a matricula deste collegio ;
para as aulas seguintes : primeiras le- j
tras, lalini, rrancez, inglez, geometra, '
|jft, geograpbia, rhetorica e phllosophia, re- |
y- gidas por professores praticos e ja' bem
m coohecidos nesta cidade.
Cozinheiro.
LEILOIS.
Correio geral.
Relagao das cartas seguras existentes na adroi-
nistiaco do crrelo desta cidade, para os senbo-
re* abaixo declarados :
Antonio Alves Teixeira de Headonga Beim, ba-
rio de Villa Bella, Carvslbo V Nogueira, Pirmno
Tneotonio da Cmara Saotlago, Francisco Aot mo
de Alboquerque Mello, Francisco Antonio das Cba-
ga-, Jos Antonio, de Bitancourt, los Ferxeira
Ciimbra, Jos Nobre de Almejda. Mara Francisca
das Marcos, atiuoel Aolouio Santiago Lesaa, Ma-
nuel Jos Mouteiro Thenoris e Reg & Irmo.
AVISOS MARTIMOS
..... I I Para o K0 Grande do SuL
O veleiro e bem conheeldo brigae nacional Ame-
lia, pretende seguir com muita brevidade, tea
parte do eu earregamento engajado para o resto
pe Antonio Luiz de Oliveira Atcelo A C, oo seu
escriptorio roa da Cruz n. t.
LEILAO
De 300 barricas com lio'acliinas ame-
ricanaa.
HOaiE.
no armazem. dos Srs. Tasso & Irmiono lar-
go da ponte nova.
Tneodoro Christiausem fara' ieilo por interven-
gao do agente Pmto e por onta e risco de quem
perteocer de 300 barricas com bolachlnbas vindas
de New York no brigue brasileiro Mrquez de
Santa Cruz, e existentes no armazem de Tasso &
Irmos caes do Apollo, onde se effecluara' o leilao
as 10 horas em ponto do dia acitra dito.
aLEILAd
De uma taberna.
Sexta-feira 4 da corrente.
O agente Puntual competentemente auiorisado
fira' Ieilo em um ou mais lotes a vontade tos
compradores, da taberna sita no Campo Verde n.
49, com poucos fundos propra para qualquer
principiante ; sora' effectuao o Ieilo na mesma
taberna no da cima.
Precisa-se de um cozinheiro para casa de um
rapaz solleiro : a tratar na ra da Concordia n. 23,
taberna.
Continua se a retalhar trras oa estrada que
tem de passar a enfada do ferro em seguimenlo
da estrada que "vai para o Funlao, muito boas tr-
ras, eom agua-corrente qne serve para banbo, os
compradores vero, e algumas madeiras que serve
para casa de tena.
Precisa-se de uma ama de le.I te : a raa das
Trincheiras n. 17.
Quem precisar de ama senbora de porta pa-
ra dentro, para casa de homem solleiro, para eo-
gommar e cozinhar, dirlja-se a raa da Cruz n. 28,
segando ardar.
CUXMRO
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos de
idade e com alguma pratica de taberna para o Po-
50 da Pauella : a tratar na Liga, roa Nova n. 60.
No dia 27 prximo passado desappareceu da
casa do seu senhor o mohquinho le nome Leopol-
do, idade T a 8 aooos, com os sigoaes seguintes :
magro, bastante preto, denles moiios alvos, cosiu-
ma andar de bocea abarla; este moleque estove
servindo por alguin lempo em casa do Sr. teneme
Benjamim Vires Dutra, na ra da Glora, pede-se
a qualquer pessoa que delle souber, dar noticia ao
abaixo assignado, aa travessa de Joao Fernandos
Vleira n. 8 A, que 9era' recompensado.
Guilberme Joaquim da Silva Braga.
avisos DIVERSOS
Instituto Archeologico e Geogrfico
Peraanvbc:iua.
Haver sessao ordinaria .julota-feira, 3 de Ja-
neiro de 1*67, pelas 11 horas da manba.
OBDEM DO DIA.
Pareceres e mais trabaibos de commissoes.
Discusso sobre orep..rativos par* o 5* anni-
versarlo do ln.tiluto.
Recife 31 de deiembro de 1866.'
J. Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
- 50$ ie gratifiea No dta Ia do crrante roe;'., pelas 0 horas da
manha. perdeu-se desde a rus da Craz at a igre-
ja do Corpo Santo, orna pule-ira de ouro chata,
esmaltada, tendo um lago do mesmo ouro -e tres
podras sendo uma verde no ceniro e duas pero-
les grandes junto a mesma : rjuem a tiver aebado
e qmter restitair receber* a gratidcigo cima
dita levando-a a ruada Cruz 11. 21,orionlreandar.
Attene&o
Chegou no vapor americano South America, uma
porcao de carnarios verdadeiro? da Europa, muito
conbecidos ja' oeste imperio, os quaes se acham a
venda ao respeltavel publico na ra da Imperatriz
n. 39.
ORN TOS DE GIIE i
Na raa da Cadeia a. 55 ha para vender-se ornamentos de igreja por menos prego que era oa
tri qaalqaer parte : H
A SA^EB :
, UraameiMos ce. damasco branco de 2i* a 32400N
encarnado de 2* a 341000
rxo te 22 a 30,|000
preio d 204 a 30( 00
*- .. ^ verde de 201 a 29*000
- de velludo preto a 26*000
t A vista 4a boa procura qae tem bavido destes ob'ectos previnimos .ao publico que breire ehe-
gara de Paris uma nova remessa de ernameoto de toda as edres, Inclusive ornamentos sebastos, ca-
pas de asperges, umnellas etc.
Recebe-se toda eqalqueur encommenda relativa ao eolio.

jLLSZiaVRZRB
Tinta Inalterayel
Para escrever
de P. NAIRER k C.
PERNAMBUCO

Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posicad e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci- *
das. Nao ataca as peiinas de ac, d ar
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e prefervel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se careca longa conservacao.
Vende-ae na Livraria Franceza n i do Crespo n. 9 e na Botica Franceza ra Nova a. 10
P. MAURER i C.
PARA USBOA.
gegne oestes poucos Has o brigoe portngnez
Noto Progrnto, por ter prompto parte do sea ear-
regamento, para o restante da carga e passageio
ros trata-se com Oliveira Pilhos k C, largo d-
Corpo Santo 0. 19 oa cota o capltao ua araos.
^H.^
Precisa-se de nova molher Itvre aa escrava qne
seja de boas cosame para cmiohar e comprar :
aa casa nova di ras da Saudade largo do Hospi-
cio, com um portas oo maro db quinta!.
Antun Jos Rodrigues, faz scieate ao publi"
co qne em virtude de baver outro de igual nome>
de hora em diarte te assignara' Antonio Jos Ro-
drigues Cardlo.
Aluga-e
O segundo andar do sobrad? da ra Direita n.
79, ltimamente acabado, caiado e pintado, e com
borw commodos para familia, a tratar na padaria
-84^ ____:____________:______
O abaixo assignado tem justo e tratado eom
o Sr. Domingos Gomes da Silva, a sua venda sita
na roa da Santa Cruz do bairro da Boa-Vista n. 5,
e por Isso faz scente ao corpo do commercio qoe
no prazo de tres dias apres-nte cada um de per si
uma coota correte do qae se aehar devendo o
vendedor, cojo tempo vencido ao abaixo assignado
senio respotisabilisa por qualquer debito qae ap-
earr-ea.
Redfe, 3 de Janeiro de 1807.
Jos Cypriano de Arelar R.
livros em br nc
Jagos de livros diario e ratas, livros de caixa,
vlfros auxiliarlos de todos os lmannos e quali-
dades.
Urrarla franecza:
URa ^EVIAL.
Para o tratamento e cara rpida e completa das molestias syphiliticas, erisype-
lps, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacOes ebronicas do fgaao
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronieas, hydropesias, pleori-
sidS, gonorrheas ebronicas e em ge al todas as molestias em que se tero ha emj'ista a p-
rifica;ao do systema sanguneo.
Consideraces geraes
A saude um tem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao en-
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o bomem neste mundo constantemente, e por todos os lados
atacado por uma inflnidade de ageotes morbficos que todos tendem/dadas'certas e deter-
minadas circumstancias, a alterar o regular exercicio das funeces orgnicas, resultanio
pesse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia ni mais do que a desvirtuado das forcas vitaes, occasionada, se-
gundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mestres da sciencia, pela depra-
vadlo dos humores geraes, consequencia da acgo maligna desses mesmos agentes morb-
ficos introducidos no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacte
immediato etc. etc. etc.
A sypbilis infelizmente tem sido a partilba da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina uma molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as ida es, e debaixo de tod^s as suas formas tao variadas, enfraquecende
constituicoes'robustas, produzindo'mutilacoes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figurara em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo u>o deste satutar agen e tanto na Allemanha. como em
Franca e Italia, o tornam o compatrheiro inseparavel dequasi todos os doentes.
Seudo as mele-stias* como cima dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode serempregado vantajosamepte na sypbilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bebas, g6ta, debilidade do estomago, inflammacoes chronieas do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronieas, hydropesias,
pleunsias, gonorrheas chronieas etc. e em geral em todas as molestias em que te lenha
era vista a purificaco do systema sanguneo; pois que uma pratica constante tem feito
ver que elle in spensavel nos casos gravissimos para minorar os soflriment*s, e pre-
parar o dsente para medicaces superiores ; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, conveuieniemenie repetido.
As substancias que entrara na compoMClo do Elixir depurativo do Dr. Seviai
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e anuVypiiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, elmiuando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evacu-
acoas alvinas, neutral sa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virus j
tem feito erupc5o no exterior debaixe de suas multiplicadas formas; e previne tam-
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
estado de encubaco, isto sem se ter manifestado sob rmas exlernas: beneficio
immenso, tauto mais quanto neste estado os individuos ignnram completamente se es-
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradave d'este Elixir confem a todos os estmagos, a sua acc5o so-
bre o tubeintesiinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz-molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, qjie na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando d*ste es-
tado, mnitas vezes, hydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
. Assim pois esperamos que t> uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asaeveracos, porque sendo um medicamento tao simples na sua composicSo, a
pratica tem confirmado sua utilidade.
nico deposito em Pernambnco
Na botica e drogara
DE
Bartothomeo Companhia.
3-RUADO ROSARIO LARGA3*
PERFUMERA da casa oger
Boulevart Sebastopol, &, lE>artx.
Des medalhas, a condecoradlo da Legin
d'hoaoeur e t grande reputado que tem Ihe
dado o publico, taes sao as recompensas que oa
Snico prestados a industria merecero a
esta imprtente casa desde sua fnndacao em
t804.
N'um wrtimento de mais de 500 artigo,
as pessoas elegantes esceiherao os seguintes:
POSEE OU PARADi*. extracto luperflao
para lenco.
pommada CEPHALIQUE contra a cai-
ncia.
AGUA VERBENA para o toucador.
OXIMEL ISULTIFLOR.
VINAGRE DE PLANTAS hVqIENICAS.
TINTURA VIRQINALE de keijoim.
ROSEE OC tYS, verdadoiM agua de
Jouvencio.
CPEME LABIALE de sueco de Rosa.
pommada VELOURS para aBBaciar
palle.
ELIXIR OOONTOPHILE.
SABAO dedicada a damas ameneaam
SABAO de bou^uet de FrMKA.
i* de Oore de ajeea roaea.
d de Oore priataa*',*<.
d* de bouquet do oukmo.
i de perfuoie! exticos.
d> aurara, dedicado aos dedos car U
rasa.
d* de Aeres das montanha.
, s> de cheiro de rotas aouvaaax.
d* de bnete cheirosos.
d* de atthea baJasaaiea.
d dtapr, cairt rica, faatesia part-
sieoca.


*a"
X
/
.....eaB





i

~ Hrifcta I***** 4***&cAr* 4 i 7
Joaquim Jos Gongalyefc.
Belfra
(4 RU BO VlGlBOl, 174 INDAR)
Saeca por todos os paquetes sobre o Baoco
4o Mioho in Braga, "6 subre o) segoinies loga-
es, em Portugal.
A saber:
Lisboa. ^JMHH^I
ftirlo.
Valeuca.
Guimares. .twwh fti^aia
Coioibra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Gon-ie.
Arcos de Val de Vea.
^S ViaHOdoCasteU.
Poote do Lima.
Villa Real.
Villa-Nova de Fatnelicao.
Lamego.
Laxos.
_____CovUha._______. v___________
Precisa-se alugar um escravo preferindo-se
que saiba cosiohar e para o roais ser vico de rasa
de Tamilia : a tratar Da roa do Trapiche o. 44, te-
gando andar.
Na nova gileria americana, Ra Nova
n 52, tiram-se lindos retratos coloridos
em molduras douradas, de todos os lma-
nnos, e proprios para sala de visita, por
preco moderado. _________________
Preeisa-se de ama ama do tneia idade para
casa de poaea- familia : ua roa da Peana n. 53 !
aodei.
JA* -
Chegou a loja do pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 2 rend\ blqulnho, espigoilha de ouro.
Alaga se por -55 P t roer o segando andar
da casa da roa Velha o. 43, as chaves acbam-se
em poder do morador da loja do mesmo obrado
para qaem ajaizer ver os commodos qae lem e
para tratar na ra da Imperatriz n. 39, terceiro
aodar.
Alu)ra-se o sobrado da Ttavtosa'do Lfvramemo
n. 10 ; tratar na Praca da independencia o- 22.
Prrlsa-se de ana Hin:i par casa de pouca
familia, atratar na roa do Apollo n. 252; andar.
Na ra do Livr.imerto'D. 3 II, ta'm nm ra-
paz de 20 anuus ch-in !o a pouco'lempo doPoc
para se arrumar em venda ou outro qu-.-lquer ne-
gocio.
f a
I

'
J. FERREIRA VIILEU
PLotographo da Augusta Casa Imperial do Brasil
18,:ftwfc doCobug, ISf
obrad, entrada pelo Pateo da Matriz.
Em nenhuma das photographias desta cidade se faiem retratos mais perfeitos
do que os que se executam nesta oBctia photograptca.
Pede-se a confrontarlo e anaiyse entre os rosaos trabamos e os memores que
se fazem nesta cidade.
Nao ha photographia alguma desta cidade, que como este elafoetecimento
photographieO possua um tao vanado, escothido e abundante sormento de caixinhas,
quadros, molduras pretas e douradas e passe-par-touts.
Para serem col locados os retratos chamados car toes de visita ha doze d Eferen-
tes modelos de cartoes mimosamente lithographados e domados, em cartao bns'.ol e em
carta porcelana, os quaes sem alteracao d preGos, esto a escolha das pessus que se
retratarem.
Continuadamente se recebe ua Europa rmessas de ludo quaoto diz respeito a
photographia, e anda o mez passado pelo vapor Guienne, e este mez pelo b-igue Belm
receberam-se de Franca quatro grandes caixSes com urna bella variedade de artefactos
productos chimicos e material para phoographia.
s No mesmo estabelecimenlo vendem-se:
Todos os productos chimicos geraimente usados em photographia e garaote-se
o estado de pureza dos mesmi s;
Machinas pbolegraphicas, envelas de porcelana de diflerentes tamanbos e vi-
dros para rarem-se retratos;
Urna grande variedade de lindas e interessantes vistas transparentes para
stereofeopos, e stereoscopos de madeira envernisada com leales prismticas que se ven-
dem a 126000 cada um com urna duzia de vistas transparentes.
Tambem vende-se por SOFOCO um apparelho completo para fazerem-se peque-
as vistas 00 retratos. Ao mesmo acompanham as explicacoes precisas para eu uso.
Qualquer pessoa pode fazer vistas ou retratos com esse apparelho'.
A elflcina e galera sto abertas todos os. das e a todas as horas.
N. 2 D
JOIAS
N. 2 D.
Pl^ corado re ouro. ^fci
A loja n. 2 D intitulada Coracao de Ouro na ra do Cabog, acha-se d'cra em diante offerecen-
do aorespwuvel punido eotn eswcllldade as pessoas que honram a moda os objectos do ultimo gos-
to (a Faris) por meaos 20 por eeolo do qae em outra qualqoer parle, taranlindo-se a qualidade e a so-
lidez das obras. .7
O respeicavel poblico avahando o (tosejo que dee ler o propietario de um novo estabelecimen-
lo que qner progresso em seo negocio deve chegar imrr ediataoieiMe ao coraco de onro a comprar
aneis com perfeitos brtibaates, esmeraldas, rubios e perola; verdadeiras eoi agarras, modernas pelt
diminuto preco de i0, brincos modernos de ouro e coral para memna pelo preco de 3, maracas de
prata com casos dtt marBm e-madreperolaobra de moderno romo (o que o eucontraro no coracao de
ouro) voltas de ouroeom a competente oruMOua ricamente enditada pelo pequeo preco de I2J, brin-
cos de um trabalho pereilo por um mdico preco, eassoletas, trauealins, pulceiw, alfinetes para re-
tratos e outros modelos tudo de alio gost:, atiei* proprios para butar cabello e firma, dito para casa-
mento, no artiao roseta lem o Coracao de Ouro um completo e bem variado sortimente de diversos
goslos, butoes para puntos com diamante, rabius e esmeralda?, obra esta imporuta ja' pelo sen va-
lor ja por gusto ds desenho, brincos a forma da delicada roaoslnha de moca com piogeote conlendo es-
meraldas, rubins, brUhantes, perolas, o gosto sublime, alrinete para gravata no mesmo gos|o, relo-
gios pa.r* senhora era vados de podras preciosas, ditos^ara hornero, diversas obras de brilhanles de
lipno gusto, crusinnas de rubios, esmeraldas, perolas e brilhaotes, aneis com letras, Caculetas ae
trystal e ouro descobertaiara-retrato (a ingleza) brincos de franja, ditos a imperatrize 'toda e qual-
quer joia, para seco! car retratos o obras de cabello, e outros muilo> ebjectos que os pretendentes en-
contrarao do Coracao de (Juro que se conserva com toda a amabhkde aus concurrentes deixando-
se de aqui menciouar precos de certas objectos porque (desculpem a maneira de fallar) dizendo-se o
preco Wlvez alguem faca mo juizo da obra, por ser tao dtaiioota qnantia a vista do seo valor.
Na raesma U|a compra-se, troca-se ouro, prata e peBras preciosas, e tambem recebe se concer-
toSj por menos do que em outra qualquer-parte, e d3o-se oLras a amostra com penhor, conservando-se
Corafao de.Ouro aberte at as 8 oras da ooite.
Qualquer pessoa que se dirigir ao Cora.-ao nota se da soa frente um coracao (.endurado pintado de amarado, alem de outro qde se nota em um
rotulo psto seadverteem con.-equencia de teren. ja* algumas pessoas eDgauado com outra casa.

:.-.-
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia IndemniSadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias eraobilias:
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo
M
Prec'sa-se de ama ama que saiba engotnmar, na
raa do Trapiche n. 36 segundo andar.
. Acha-se justa e contratada a padaria da roa
d s Cinco Pontas n 40 e se alguem se juigar cre-
dor da mesma se aprsente m piazo de 3 das no
largo d> Forte n. 43, a Miar com D. Feliciana
alan Oiymria dona da mesma padarh.
A pessoa qua per.ifu sabbado um maco de
sed: las -a ra do Qu.-imado qoeira apparecer na
rresn a ronjuja n. 29. que dando os signae? cer
tos ser-lfie-ba entregue pagando a mesma pessoa
as despeas do tnnncio.
;a-se.
Urna casa com bastantes commodos, nova e
estacada, em fatlo Amro na estrada de Olinda ;
.atr.itar na P-?ga da Independencia o. 22.
k
mmms m igreja de
jt. BiiUitf
Vestimenteiro e bordador de Paris.
2B RA DO I91PGRAUOR 93.:
De fronte da igreja de S. FraHcisco.
. Concurrencia impossivel
justificada pela snpfiressao de intermedanos, pela compra directa das materias primas, pela exe-
cuco dos trabalhos as ufficinas da casa e pelo diminuto lucro c. m que se satisfaz. *
Animado pelos importantes negoelosque faz com grande parte do mando catholico da Europa
resolven o annnnclante estabeecer filiaes da rasa oe Paris em diversos paizes longinqnos que
cfferecem vantagens, e veio inaog'urar o priiueiro estabelecimenlo uesla cidade, sem duvida urna
das mais adiantadas e commercian'.e da America do Sul, e que por issa mesmo neces'sita d'um
estabelecimenlo que nada deixe a desejar, qner em relacao as preci.-ocs materiaes e quec intel-
lectuaes.
Os Srs. sacerdotes e dem&is pessoas, que se dignaren) visitar o estabelecimenlo, abi acharao
seropre urna grande variedade de lodos os objectos para Icreja e para o clero.
OURIVESARIA.PARA GREJA.
Novos modelos de custodias e de vasos sagrados.
ALFAIAS DA IDADE MEDIA, A' LUIZ 13.'
-
Os precos variam segundo o tamanho, o peso c a forma.
TAPECARIAS E ARMACdES PARA IGREJA.
#1^,
Fornece toda a qua;idade de armacSes, por preijos mdicos,, vontde do freguez ;
i sempre nina pessoa no estabelesimooto para ir tomar as medidas necessarias para completa
faci da encommenda.
NOVAS UMBELLAS PRIVILEGIADAS..
tendo
satis-
PW.U410
iHlUl)r,ilV
Este titere que segundo nos consta "
o mesmo que a bem pouco tempo tontou
chr-smar n5o s seus collegas mas al algu-
mas familias da ra em qae mora do ca-
chiado resultando-lhe soffrer o choque de
a!gumas granadas do encouracado fMi-
gueletoi continua a oceupar-se da vida
privada de alguns dos mesmos seus colle-
gas, principalmente d'aquelles que se nao
lembr.im nem para.... e o que amia mais
nos revolta que at algumas familias nao !
escapam da lingu* ferina de semelhante as- .
pide 11! tome cuidado Sr. tsetbrado ou po- dem cm7lvVr"so^s"bordado7"em
te herreiro; porque se continuar em sens : reltV0 na cru7-
desmandes, fa.lo-hea.os viajar no cociyto netn ,1de," ?Q,l0/icas-
ao encontr do chefe -torpedo- que gk Vafoto^MeT "UZ "
ctosamente o conduzir a lugar digno das De chamante de seda bordado.
Estas umhellas,de molas, adoptadas pr.r S. S. Pi IX, tem por sua perfeieao, novidade
e riqueza a dupla vantagem de cobrir inteiramente o Santissimo Sacramento e o padre, sem difi-
cultar o andar.
ESCULPTURAS EM MARFIM E EM OSSO.
Imacens de Christos, caldeirinhas, cruzes, quadros e todos os objectos devotos.
Objectos em argila, simples e prateados.
PARA
PREPARADOS SIMPLES,
Xarope de jtirubeba
Vinho de
Pilulas de
Tintura de >
Extracto hiydralcoolico dejurubeba.
PARA UZO EXTERNO
Oleo de jurubeba
Pomada de
Emplastro
UZO INTERNO:
PUEt'ABADOS C0MPOST0S.
Vinho jurubeba ferrogibnoso. -
Xarope
Pilulas >

Todas as informagoes serio ministradas gratis, acerca ios ornatos de igrej
Couceder-se-ha facilidade para os pagamentos.
Eis o calhalogo do que tem a venda :
ICASLAS.
Hiarias, de veludo, de crina e t
galo lustroso.
De damasco com cruz de ouro e
>da. '
De damasco dobrado, com diver
sos bordados em relevo n
cruz.
, De tecido de prata ou do ouro.
pessoas da jerarchia do acabralhado.-
Rolando.
13 Educa gao primaria e
l?4!
secundaria
*?,( Na insliluigo de Jercnyroo Pereira
?; Villar, na ra larga do Rosario n. 21,
Sfef nao s se ensnam as materias que con--
^ limera ocurso recolar de primeiras le-
jfei'i tra< como as disciplinas preparatorias
j|l| para a facuidade de direlto; cojas au
^ las estaro abertas do dia 7 do presente
fl mesmos professores.
m
Gethicase da idade media.
A cor da csala nao influe no
preco.
CAPAS.
De veludo estofado.
De damasco.
De tecido de prata e de curo,
dem com emblemas em relevo
e ricas franjas na murga.
De veludo de seda.
Du lecidode prata e de ouro fino.
DALMTICAS. .
O mesmo preco das casulas.
ESTOLAS PASrORAES.
De veludo estofado.
De dito de duas faces.
De damasco.
De dito de duas faces.
De tecido de prata ou de ouro.
dem dem, com emblemas em
relevo, franjas e bordados de
torcal.
dem dem em relevo mono ri-
cas.
De tecido-de ouro e de prata fino.
De cbamalote bordado de seda,
com dnas faces.
VE'OS DE HOMBROS. -
De tecido de Lyo.
De dito dobrado, de ouro fino.
De damasco, bordado em relevo.
dem dem, muito rico.
VE'OS PARA EXPOSiClO.
De tecido ds Lyo.
De chamalote ae prata com em-
blemas em relevo.
Da dito dito, muito Bnos. ,
VE'OS DE SAGRARIOS
De todos os pircos.
BANDEIRAS.
Da Santa Infancia.
De contrarias de Nossa Senhora.
Parochiaes, quaiquer que teja
invucacao.
Cuides com emblemas em Televo.
Corporaes de cambraia fina.
Toalhas para communbo e alta-
res
Guarnicoes de rendas para alvas.
Ditas para toalbas-de altar, aos
metros.
Toda a qualidade da roupa e ga-
rantida e perfeilamente execu-
tada.
Jistruccao publica primaria.
Do dia 7 de janeiio era diante acha-se aberta a
aula publica de instrueco primaria do povoado
de GameMeira.
-inla de Mngoa Franeeza
de Geographla e His-
toria.
de Pbllosophla.
de Rhi-torlea e Potica
Jos Soares d'Azevedo, professor de lio-
goa e lit-iemura nacional no Gymnasio Pro-
vincial doRecife, tem aborto.em soa casi,
ra Relian. 37, um corso especial de cada'
urna das disciplinas cima mencionadas. As
pessoas qiw se desejrem preparar em s-
milbames materias para os exames de Mar-r
Cu, ou as que qoizrem seguir o curso do
anno lect vo, pdem dirigirle residencia
indicada, de manbaa at as 9 horas, o de
tarde a qualquer bora.
Irmandade de ll, S. da Con-
ceicao dos Militares
O abaixo assignado compra toda e qualquer
.0 secrtttflo,
A coilecao varia de 35^000 a
3:000^000.
PALLIOS.
Em veludo estelado as quatro
pomas e no forro..
De tecido de Lyao, com ou'o
De diio de prala e de ouro lus-
troso.
De dito dito, com quatro emble-
mas bordados em relevo.
Muito ricos, iuteiramenie bor-
dados em relevo com ouro Gao.
P.A.NNOS MORTAR103. 379
De laa. 433
De veludo loglez preto verda-,487
deiroj 541
De damasco dobrado de brocado. toO
Estes pannos tem de os metros de 812
largura e tres de comprimento.
ROPAS DE IGREJA. *
Alvas de panno de linho fino.
de cambraia tioa.
da panno de linho, para
meninos do coro.
< guarnecidas de rendas finas.
a de ril, de ricos de-
. sentios.
Roquetes em panno de linho sem
. mangas.
. i com ditas.
Aroictos.
Toalhas e sangninhos.
DIVERSOS OBJECTOS.
Bolsas para tirar esraoUs.
Cordoes finos para, alvas.
c para meninos do coro.
Voltas, s duzas.
Cintos 6 cinturoes.
Sacras de altar, em cartSo.
Ditas era quadros.
Marcas para missaes, com seis
pernas, em chamalote.
Flores artihViaes, o ramo.
Estfos e todos os demais objec-
tos de igre]&.
BROMES DE IGREJA.
Casticaes para altares, prateados,
de novos modelos :
32o milmetros (12 poliegadas).
< (14
t (16
(18
(20
(24
(30
Crnzes de altar, correspondentes
aos castigues, o par.
Thuribuios e navetas prateadas.
Caldeirinhas com bysoppe idm.
Custodias ditas e douradas.
Lustres ditos e correles fortes
para os mesmos.
Cruzes para procisso, com ralos
di us.
Varas, alabardas para snissos e
cadas para porteiro.
Esies-efjjeeios todos sao em co-
bre e nao em materiaes de
composicio.
Esta planta hoje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um excel-
ente desobstruente, e como tal applicada nos engo gitamentos. do figado e bago, na*
hipantes propnamente ditas, ou anda complicadas com anazarchas. as inflammacoes
subsecuentes as febres mermitentes ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores es-
pecialmente do tero e abdomen, nos tumores glaoduiosns, na anazareba, as hydrope-
zias, erysipellas; e assoctada as preparacoe's ferruginosas anda de grandes vantagem
as anemias, colorases, faltas de raenslruacao, leucorrneias, desarranios atnicos do es-
tomago, debthdade orgnicas, e pobreza de sangue etc.
O que dizemos affirmam os mais"di*tioctos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve, Pereira
do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. etc. Todos elles reconh cem a excellen a d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hoje conhecidos para todos os casos citado"
tanto que todos os das fazem d'eile applicaco.
Apresenlando aos mdicos e ao publico em-geral diversos preparados da juru-
beba, tivems por fim generalisar mais o uso d'este, vegetal, fazendo desaopareeer a
repugnancia que at hoe senttam os doentesde usa; dos preparados empricos d'eile, o
mais das vezes repugnantes a tragarem-se, e qae tintiam anda a des va -ttgem de nao ser
calculada a dose conveninnte a applcar-se, o que torna nmias vezes improficuo um me-
dicamento, que. poderta produzir ptimos resultados.
Os nossos prepados s foram apresentados depois de liuvermos convenientemente
esludadoa jurubeba, fazendo as experiencias precisas para bem conbecer as propieda-
des medicamentosas d'esta planta em suas raizes, l'ollias frutas ou bagas, o adose con-
veniente a appicacio, tendo alm d'isto procurado levaros nossos preparados ao maior
grao ds perfeicao possivel, para o que nao ponpamos sfo:.cos, nao nos importando o
pouco lucro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem recoirer aos nossos preparados podem ter a certe/a
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a prompta einfallivel cura
de qualquer dos soffnmentos, que dti&aujos innumerados, se forem em lempo applicados,
tendu alm d'isso, medico ou doente a vant=tein do escolher nasnossas vaiiadas prepa-
goes, aquella que melhcrlbe pode convir, j pela fcil applicago, e p pela compliclo
das molestias, idade, sexo, ou anda nalureza de cada individuo.
As nossas preparagbes ferruginosas sao feitas de forma que se tornam comple-
mente soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os compostos de ferro que como
taes esiao hoje reconUfeidos.
Para aquelles que mais minuciosamente queiram conhecer as propriedades da
urubeba, esaberem a applicago de nossos prepirados, destribuimos gratuitamente em
nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente tl'esta pl.nta e dos mes-
mos preparados,
DeBosIto geral de lo4o* os preparados
Botica e drogara '
34 Ra largando Rozado34
PH0T0GR4IUA
ABTISTIU AMEICANA
RA 00 IMPERADOR N. 38.
O proprietario d'este eslabelecimenlu,
que fo obrigado a paaalisar os seus trabalhos
desde o primeiro de outubro rio correte,
com o fim de prepara-lo com gosto e aceio,
a poder apresentar em tudo reunido um me-
lhoramento digno da concurrencia do Ilus-
trado poblico desta capital tem a honra
scientificar-lbe que o dito estabelecimento
agha-se prompto e reformado em tudo que
concernente a taes mysteres, tendo. para
esse fim recebido ltimamente da Europa os
productos e mais objectos necessarios a po-
der dar execugSo aos seus trabalhos de urna
maneira digna de toda a attengo.
Nao queremos encher o nosso annoncio
com essa miscellaoea do costume, em que
entram tantos oomes metamorpheados, me-
taphasticos, empolads e at mesra i misti-
forios ; n3o; o publico desta capital, de ha
muito assumio ao elevado grao de civilisa-
Co e sabe perfeitamente conhecer essas
fanfarronadas dos pssados tempos qoe
nada nos do que um lago para apanhar
os incautos.
O noso estahelecimenio de ha mulo
conhecido come o primeiro em su s commo-
didades; como o primeiro em todos os seus
trabalhos e como o primeiro emfim, a offe-
recer todas as vantagens qoe se pode espe-
rar em Pernambuco da arte photographica ;
e quasi que estamos convencidos desta in-
contestavel verdade, pela grande concurren-
cia que sempre temos lido.
Por tanto annunciando a
Reabertura da photographia Artista
Amei'ic na
RA DO IMPERADOR N 38
ficar entendido que de hoje avante o esta-
belecimenlo estar aberto para o desenvolvi-
mento de todos os seus trabalhos.
Nao classificaremos, nem encommodare-
mos o publico, com essa vasta nomenclatura
de tanti s e variados systemas, emque figu-
ra urna enormidade de nomes esdrjulos
com que os inventores denominara urna su
oulra descoberta qne faz ein nos uDicaroen-
te limilamo-nts a dizer que trabajando em
todos os gneros de photographia. e pelos
precos convenientes a cada um de per si.
Certos como eslam s de que o publico,
n5o deixar de frequentar o nosso estabele-
cimento, podemos de.^de j afianzar que
ser servido com promptiq3o e que ficar
satisfeilo do nosso trabalho, encontrando ao
mesmo tempo em todos os seus empregados
a mesma delicadeza, afabilidade e todo o
respeito e considerago.
i______Ra do Imperador n. 38.
Xarope e pasta de Seiva~
DO
Piuhelro martimo
DE /
E. Lag^sse
Preparacos mui preconisada? pelos sabios mdi-
cos do Pars, com as melbores rt hoje diseobertas
para a cura cena de todas as molestias do pniv
brojcbiles agudos e chronicos, aslhma e aioda das
affecgoes das vias urinarias.
DEPOSITO ESPECIAt
31Ra larga do Rosario34
Pharmacia de Barthoioineu A .

Agua mineral
ferruginosa, acidulada, gazoza c carbnica
DK
' OHEXZA.
O uso d'agua de Orezza mni particularmewte-
recommeudado ppla escola de medicina de Paris,
para todas a? affecgoes do tubo-digestivo, ugorgila-'
ment das viceras abJominaes, e geralmente todas
ss molestias provenientes de raqueza orgnica, ou
pobreza de sangue.
DEPOSITO ESPECIA!.
3-iJtoa larga do Rosario34
Pharmacia le irtholgnien & C.
Josiino da Silva Boavi.-ta, fu saber a quero
posa iotere>sar, qu-i nesta data yendcH osen es-
tabelecimenlo sito na roa de Rauta Tberesa o. 60,
ao Sr. J'aquim Remandes da Silva Macieira, vr
e dezembaracado de dbitos n' praca *oulraliidos
pelo annnnciaote.- Recife 27 de dezembro de 1860
Alumim-se
Aviso essencial para evitar qualquer erro ou mf.
Os Srs. compradores nao devem ignorar que o ouro uo pode ser fiado
nem
duas casas terrea?, sita* na Capunga, ra da Ven-
tura, junto ao porto da viuva Lasserre, de ns. 32 e
3, tendo cada urna co/inha fora, cacimba estriba-
ra quintal murado : a tratar na roa do Trapiche
0. >.
Sociedae portigneza de seguros mutuos sobre vida,l'uniadae
ailiniuisti-ada pelo
BANCO ALLIANCA DO PORTO.
Todo o pai que desejar acautelar o futuro de seos filhos dev.e ouanto antes
tecido, e que por consegualo os galoes dos ornamentos chamados de ouao fino sao de i azer inscrever os seus nomes na lista dos socios da-Previdente-por que rom urna
prata dnurarfa, os de ouro mkio fino sao de metal dourado eos de ouro falso sao de
cobre dourado, e como tal confundir os ttulos que se ibes deu sempre, que sao mera-
mente commerciaes.
Os ornamentos que o aonunciante tem venda sao o de galoes de ouro meio
finos, falsos ou de seda, s mandando vir os de ouro mo por encommenda; e nenhum
objecto sahe de seu estabelecimenlo sem ser aoompaohado d'uma factura por elle firma-
da, especificando a qualidade do objecto, para poupar-se explicacoes sempre incon-
venientes ao depois de realisada a venda.
pequea quantia que todos os annos para all fr applondo, tirada do 'rucio das suas
economas, no fim de 25 anuos alcancar-lhes-ha urna fortuna, que por neahum outro
meio e com t5o pequeo desembolso poder obter.
. Os exemplas praticos de outras Sociedades anlogas tem mostrado que:
iOOgUOO pagos aouaalmente p< dem produzir.
CaeUno da Silva.
Jfliq Jim Jos Gomes da Soaa,ai a" Maman'
fuape, e deia por sea procurador durante a ua
ausencia ao Sr. Francisco Fernn les Duan.-.
MTBMlft
Albuquerque Silva.
Oompram-sc escravos
Silvino Guiiherme de Barros, compra, vende e
troca effectivamente escravos Se ambos os sexos
ede todas as idades : a' ra do Imperador o. 79,
erceiro odar. ,
sobre Lisboa,.
0lieira Fiifwa 4-C. atea ro robm Lisboa;
\tt\-a do Corpo SaulQ n. 19 eseriptorfe.
c
a praca da Indej*deBCw a.. 31, loja de
ourives,compra-e ouro, prata, pedrfcs'preciosas,
e tambera se fas qualquer obra do encommenda,
anno.
innos....
indo e aualqoer concert.
D se draheiro a.joroa:. a ra da Concor
'da u. 5.
Por um menino de i dia a i
de I a 2
> de 2 a 3 .
de 3 a 4 .
de 4 a 5 .
Por urna pessoa de 15 a 20 annos
de 20 a 30 ..
de 30 a 40 -
>
gm 5 an-Em 10
nos.
1:1004
9004
8604
8604
8604
8604
8604
8604
annos.
4:0004
3:0004
:900a
S:8004
2:7004
2:7004
2:7004
*:7004
Em 15
annos.
9:00
7:5uOJ
7:*00#
7:1005
7:0004
7:0004
7:1004
*:20O4
7:300tf
Em 20 an-
nos.
20:00(4
17:0004
16:0004
15:600,?
15:5004
18:4004
15:6004
16:0004
18:0004
Em 25 an-
nos.
*7:000
37:0004
35:OOQ4
34:0004
33:3004
33:3004
34:0004]
37:0004
50:0004
!@3&*aJ2
Novo traunienio preparado com as fothat de
Uu>o, arvor?. do P-eru, para a oir rpida o in-
fallivel da Goiorrlua sem reccio algum da coa-
traccio docenal ou da intlamma^ao dos iniesiinoe.
0 celebre doutor Ricobo, de Pari ler renonciade.
desde sua apparicSo, ao emprgo de qualquer
ontro tmiamento. F.mprega-se a njeccao no
comeco de fluxo; as capniiat cm todou os casos
chronicos e inveterados, que resisiiro s prepa-
racos do copahu, cubeba e s njecces com bs
metaDica.
A venda as pharmacias de P. Maurer *
C. e A. Caors, em l'ernambuc.
Samuel Power Johustoa A Companhia
Ruada SenzalaNovan. 42.
AfiBNCIA DA
curtir So de Low IBoor.
Wachinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
oendas e meias moendas para engenbu.
latxas de forro coado e batido para enge-
nho,
irreiosdi- carro para nm e dous cavallor.
Relogios de ouro patente inglez.'
.irados americanos.
fachinas para descarotar algode.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
de 40 a 50 .....I 900413:0004 ......
m. aa?** pretender subserever para a Providente e de.ge imaesaiter esclarecimen-
Uospde dir.gir-se._era Pernambuco aos Srs. Manoel Joaquim Ramos Silw, ra do Vi-
S o qoe darlo todos os esclarecimentos que se desejrem e prospectos gratis, a
Companhia tdelidade de seguros _'
martimos e terrestres
estabelecda no Rio de Jaueiro. S?
AGENTES BH FIRNAJUDCO MK
Aatoiio Lili de Olivelr* Azevede A C, J
competentemente autorlsados peladirec- *
toria da compaahia de seguros Fldeiida- W?
ie.tomam seguros de na?ios,' mercado- |M
ris e predios no seo escriptorio roa da
Crux b. I. j$'
MB
s


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^3

.MHB
au-a-ilh



1.;
,,



/

-

I
'


ario t*f*i t*.iM^ *i 4tata
y*
& C.
AMERICANAS
lo fabricante X. V. Canttongto
riBMM para meer miMio.
Na ra Nova n. 20 e 2-2, grande deposito
das verdaderas machinas americanas de todos
os f bricantes; se en;ontra oeste deposito
gran ie porciSo de machinas, e se veodem por
menos prego do que em outra qoalquer parte,
por se receber em direitura da America; se
fornece todas as explicacoes necessarias ao
comprador para eonservacao das mesmas;
neste grande estabelecimenlo se ftcontra raui-
tos artigos americanos, que muilo deve agra-
dar aos agricultores que usam de taes artigos, I
encontrarse iambem todas as colleccoes de de-
senbos sobre os quaes se aceita qua'quer urna
encommenda, que cora promptidao ser ejecu-
tada; ueste grande estabelechnento, encon-
trare em grosso e a retalbo, grande porclo
de -ferragens, e miudezas que se vendem por preco commodo, pedindo-se a altencSo
de todos para este estabelecimento que muitos lucrario em fazer suas compras: na
nm Nora n. 20 Caroein Vknua.
5 ** ______*_
Na ra do Trmioh u t6 r
ncham-se os seaujkfes depsitos [
DeR.tniniighaiswuftoits.
Bourgogue.
Vinh > Pommard tinto.
- curioniiow. /:SKnin
Santo Georgia liuto. a l**-''
C'umbertio -toU*
> Kicbehourgtint. ?;* y
Cios de Vouggbfti 4- .
Chablis branco.
le M. A. Weef cm Fraimfort;
Hheoo.
Geisenheimer.
Liubfraamch,
Marcobrdoner.
RK

NOVO DEPOSITO

CltJ
MACHINAS
PARA DESGAROCAR AtGODO
Manoel-Bento de Oliveira Braga.
53Ri4a TJtreltan.53
Neste estabelecimcnto se encontrarlo as
verdadeiras machinas americanas cbegadas ltima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por isso avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a este
estabelecimenlo que corapmao das mais perfeitas
neste genero, assitn como mais barato do que em
outra qualquer parte, por isso que se recebe por
conta propt'ia, bem como cannos de chumbo e moi-
|nhos para moer railho, e grande sortimento defei-
'agens e mmdezas em grosso e a retalho.
K.a casa de Taeed Chrstiansen, na d-j '.-'a
piche-novo n. 16, nico agente no oorte|difica|||
de Brandenburg frres, Bordean x, eicdmM-s? *a
ee-tivamenteJjposito dos artigos segaic'f :
St.Julien.
St. Pierre.
Larose.
Cnateau I.oTille.
Cbateau Margaux.
Grand vin Chateaa Lafltte 1858.
Chitean LaBtte.
Haut Sauternes.
Cbatean Sauternes. ''9
Chtean Lataur Blancbe.
Cbateau Yquem.
Cognac em tres qualtdaces.
Aieite doce. Presos BAiFORfNA.
. 6:*)0#000.
Ihete garantidos.
A' BA 1)0 CBESPO N. 23 ECASAS DO COSTUME
Qjibajxg.fsii^i^d venden n^s seo muito ft li-
tis bilhetes garantidos da lotera que se acauoo- .,
de extrahir a benellcio das familias dos volunta-
rios da patriados seguintes premios :
N. 2378 dotts quario.- ero a serte de 6:0"0#.
N. 46 um meto com a sorta de S00.
N. 472 um rneio com a sorle de 2003
' fiToalras mullas sortes de 100,5, 40 e 205.
Os possuidores podera vir receber seus res>ec-'
iivospratnios sernos descintos fias leis ua casa
fa Porrhna a" ra do Crespo u. 23. '
Acham-se a venda os da pirte dal* lotera
a beneficio da igieja do Divino E-idriio Sauto Uo
Collegio (<), tfae se sitrahira' a 8 de crreme.
fcsfisrjles aovas* fr. Ud. eosla ...a
TeM.
A Agoia Branca, a' rnA^}-> Queimado n. H. rife-
im u extraordynfa) fa.enlo de euleiu-s me-
^^e de Kosfl Ara v -< ndo ^iiiao oe
corea e d: -echo--, (
que dff ma s moBrttu o >yrdi!v 1 su poda aet.ur
fenla eucooirar.
Trancas.
T. nris Uranra* ^prel.i", hrgas e estreitas com
tidrilliOfi ^iogenlos e-'iii elle?. Dita- tranca.- <
1005000
Aloga-se o segundo andar do sobrado da ra
da Praia n.59, a tratar na ra do Crespo n. 8 B-
Faadi^iO' da Aurora
A mais amiga desta provincia e com todas as
perfegrjes em seos machinismos, oflerece a seos
numerosos fregoezes por raioaveis procos suas
manufacturas, bem como que tera um bom pessoat
para com rapider faxer qualquer concert ou ebra
nova.___________________________________
" a nova galera americana. Ra Nova
n. 52. dar-se-ho aos retratas, por cada
duzia, duas posigoes differentes, sem aug-
mento de preco. Experimenten! e vejan.

DE
J. T1GNES.
M. 55. RA O^ IMPERADOR M. 55.
Os piGBes desta antiga abrica sao hoje assas conheoidos para que seja uecassafn iBsisur sobra a
taa seperioridade
veis :;!-.e elles tem
aocsdo um rociado e msebintsmo que
dfllM falfear, por seren fabricados de proposito, e ter~se feito uUtmameote melhorameDtos importan
vssimos para o clima,4este para ; quanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por Isso muito aerada-
(-ts aas ouvidos dos apreciadores.
Farcm-se conforme as encommenda^. Unto nesta fabrica como na do Sr. Blondl, de Pars, socio
vorrespendente de V4gnes, em euja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sortimonto de mosians do;
aelbores autores da-Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sondo tndo vendido ce.
oreos cemtnodos e ratnaveis.
RU DO BRUM 38

O proprietario desla fabrica leibca. aos pTiiDrietarios de oe*nho <(< por accaso ttverem a
infelicidade de perier seus ammaes de roda, r>u de.Mtar agua para a m.oagero. qae esta' ^prompto- a
oollocar urtw fua-tea de vapor-em oitn rrabalhs da mostr. As pcqas -m-s^r ccnrtnlas em oito carros.
Na nasma fundisao aoham-se vapores ;de tod) o t^mho para al*45o" e ssttcar, rolas
d'agua, e teao o objecto de mar,hiQsir.o que se" M-tuma precisar ; tamiiem formas para porgar as-
sacar, araites, gradee, "te. et'% ,'*;-
A* obras-e i-niromme-da-e cowtertos se f.iiwin nota presteza e solidet; o grande teposito de
- pecas e materia*; -* esta (fcrica te:u habiliUa e(4>ecialmente para estes fias.
Dmid WiUiam-Hoaman,
Eogenharc
BANQUE1BOS Da COKPANHIA
Raaaco Oompanhia gerd hespanhola de seguros sobre
a vida
AUTGRISARA PELO SEAL DECRETO DE 21 BE DEZEMBRO DE 1859
. P1RECCAO GERAL
tadrEd r 5~ asa de M. Ago&lnko
m.IO
Sltua^o da cotupanifa etn 15 dejttlho de !S0'".
Apoiices t):700 feoital Rs. 1 7:144/5670 ou oioeda brasileira
' R; -12,714:4760000
A Nacienal abraca toaasas conbinaces do seguro de supervivencia e n'ella >ode
JajBr-ses.icrrp j efe un.lo q^. emnenbum casoee perca .-eapital imposto nemos lu-
fros'corrtwpondentes.
Urna afiaaca depositadajnos xofres do estado, garante aboa admtnictracSo da.com
panhia.
Os fQdos da coTipanhia fe nvertem em ttulos do estado e sedepesiam noban-
A companhia estranhaa toa a empreza ou espiculago perigosa.eas ttulos em
ifuese invertera o fundos impostos na mesma, nio correm o menor risco, pois estSo
garantidos pelo governo, pode-se dizer por toda a tiacu.
Prospectos e mais.inferfnac6esero prestados n'esta proviaeia ra daadeia loj
. 5*, *a da Imperatrizn.^erua do Imperador n. .32, jirimeiro andar,!.pio S- D-
nafci* francisco de Vidal. '
jdrande STnazem de tin-
tas medicamentos etc.
Rsa do Imperador d, 22.
^loo Pedro das Seves (ge-
^ rente) tena a venda o
Wt seguate:
}?& Productos chimicos e pharma-
ijg ceuticos os nuis empreados eat
,js medicra.
Tir^as para todo o geuero de pia-
* tura-e para tintara ha.
Productos industriaos e tinta*^
para dores, como botoes de eres
e liodelos em gesso para imitar
frectas e ps'aros cum o cempe-
teote deseofeo: ,
Productos chimicos eindustriaos
,f ara photograptiia, unltrraria, pio-
g Sur a, pyrotecnia etc.
^ ontade em grande escala e sup-
j prido d-ectamente de Paris, Lod-
5 dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
JR pode offerecer productos de plena
im confianea e satisfazer qnalqoer en-
|j|- commenda a grosso trato e a reta-
Wk lho e por prego commodo.
mmm mmm-mnz
Na nova galeria americana pode qon!
uer passoa obter retratos inalteraveis,
que hao de conservar o sea primitivo bri-
lho e primor, *le modo que os ilhos e os
netos d:aqui a muitos annos podero oerta-
mente ver nos retractos lirados hoje as fei-
^5es e o Vico actuaes de seus pais e avs.
Xa Ra Nova n. 52.
Preco.
Bilhetes........ 6S00O
Meios,........... 3000
Quartos.......... 1*500
Para"as pessoas que comprare de
para cima.
Bilhetes.......... 3*500
Meios............ 24730
Qcurtos.......... 1*375
_______________Manoel Martios Fiuia.
LE til TODOS LEAN TOOS"
Pava bem da humanidad*,
Gira especial dos olUos,
Acaba de chegar a esu capital D. i. Sanl'gata
o qoal cara cataratas sem operacao e qualquer
molestias de olbos em pouco leuir.o, quem quiei
! (Icar bom diri)a-se ao hotel iEoropa ra do Tra-
piche Wovo n 1?, a tratar com o mesraooo dei-
sara' carta [echada com as ioiciaes D. J. H. com o
numero e ra de sua residencia.
Aiogaseunu ;ma uara cosinbar e eosa
boar : na roa de Santa Rila d. 64_______
Sota do Banco do Brasil.
Trocam-se na ra do Corredor do Blspo oftlma
casa do qoarleiro nova com porto ^e grade de
ferro.
Brender a BranUs & C, partlcipam ao com
mercio desta praca que em coasequencu de aove
contrato desociedade modam a firma da ua cjsa
para de ton Sohsten 4 C, substituindo e?ta no
va firma a sntiga, a principiar do de j.oeiro de
(867 e ficando encarregada da sua liquiJa^o o
socio G. A. Brender a Braodls continua com
comm .nditarlo e o socio P. C. von Sohsten como
gereale da nova Arma. Pernambaco 31 de dezein
bro te 1866._______________
*Companhia indemnUariora
Tendo de ser vendidas em comprimento do art.
19 ilos esi tutos da companhia de segaros marti-
mos e terrestres Ioderanisadora dez de suas
acQoes ns. 4V1 a 450, sao convidados os preten-
dentes a dingirem as suas proposias por interme-
dio de corretores geraes, ao escriptorlo da compa-
nhia roa do Vigarln n. 4 at o dia 5 d Janeiro
prximo. Recite 26 dedezembro de 1866.
Os directores,
Joao da Silvt Regadas.
Francisco Joao de Barros.
Miguel Jos Aives..
_ Aluga-se urna casa em Beberlbe : a tratar
com J. de M. Reg, ra do Trapiche o. 34."
Perfumaras novas, t*
A antiga lof de miotleas a roa do Qneimfto
b. 16. receben novo sorlimento de pefumarias
sendo linos extractos e esswjei concentrada, cbei-
ros agradaveis par leac/s, i eoi stirn-, t r.iloto-
m?, e bnb sa para rabellof, banha e cw-m< tiques
JPera pan o- catnlt'is, poi decrate hygiemcos
i deote, opiU Inglea e frtncera par* lt,
jnetes em barnis quadradas, ontros em calxi-
nh.s, e ouros de bollas ti^Uipartoles para m\ <
outrus mui Qncs em calclas de lou?i par,i liar-
ha, agua da colonia de ?upt-rtur q-jali-iade emfras- e c u-s, Ui^as e estreiias ^-em vidrilhos.
es deUifersos tamr-nhos efreco-, t^ut ambread^.i p,,.,, f,-,a(fs-r1^ on -I,- <1>rnhos de c ref.erirt-.-
para bauhr e refrescar o rocio, aj;ua fio-ida ( d | l!lf, e lv^lf larga, repnas par reslidus de meni-
verdadelra; tnico de Kemp/ e mui as entras per- ( nas e sehor^s.
furasrias que a vi.-ia da ba qualidade ecorarao-| [),nf da velluda, cretas e de (.utras cores, com
djdade de prei\i, o comprador nao objectara'. orell--> de cores di(Trente. post-js noves, tambero
Meia< pretas de laa e de laia. | ^n^^ .argo,. ***,
tos, cora vidrilhos e sem elles.
Em dita loja os apreciadores tarribem encontra-
rlo bello suilmenlo de Drollas e fitas tara t-iutos,
pentes para coques, e muiP's outros objectus de
wo4a. : .....
Eldemelos < bobadinnos.
Boa fazenda e delicado* bordados, eMam cxros-
K)9 a venda ai ra do Queimado, loja de Aguia
Branca n. 8. ,
A Auia Branca a rna do Qneimado n. tam-
be m vende mol bons espartilhos.
Tintaras para cabellos.
A Agola Branra acaba de rereber novo sor Ir-
ment-i das b^n conhecidas tinturasChroinacotnc.
M'ripies e H'ilde, e com qoaolo os preces de dita.-
Para padres.
Vendero^e na leja de miudezas a' ra do'Quei-
mado n. 16,^-
tara kptisados.
Bunilos cbapeusinhos enfeitados, sapalinhos de
1 sella e merm, bordados e eofeitados, metas de
tseda, e Bo d'escocia para ditos. Vendem-se na lo-
ja de miudesas a' ra do Queimado n. 16.
Bicos e rendas das ilhas.
A loja de miudesas a' ra do Qnpimado n. 10,
receben novamente ontro ortiraento daqnelles bons
e bem conhecldos bicos e rendas das ilhas, cuja
forlidao, e seguranca do 'eeido, Ihes-da* inmensa
duragao e os differentes ss a que acertadamente
sao app|icados razem a grande procura, prompta :
extraejao como cotistantemente tem acontecido : I l-fT-renca que ha de lazer dos me qos vemos; ^m
assim pois concorrara os pretendonte?, que a vista oniioue'ii os pretendenles a di'igirem se a ra do
' nos prr-QOS nao objectara em Qqeimauo, lojia-rfe Aguia Branca n. 8.
nenie t-stej^m nin.iifluco mais elevados ( por causa c ;
mpta : leraco d.os ), roii ludo nao a pt quena
cido ; I diftVenca que ha de lazer dos mi eos velhos ;-%im
da commodidade
comprar
; Grax;- econmica.
Em camubas, lalas e barr?, a' loja de miudsas
a' roa do Queimado n. 16, recebeu oovo sorlimen-
lo de.-sa boa graxa econmica.
Lita para bordar
A loja de miudesas a* ro do Queimada n. 1G,
recebeu novo soriimenlo da lia Una de bonitas co-
res, e como sempre vende a baratamente, e o sor-
lmenlo a conteni da o mpr^dor.
Bonitas caixinMs.
Do madeira com eofeiles dourado?, e ootrts de
metal para guardar j das. Vendem-se na ra do
Queimado loja do miudesas o. 16.
jjofeites e j,nnaldas*
Na luja de miudesas a' rna do Queimado n. 16,
acbaro os apreciadores do boro, nm bello sorii-
menlo de bonitos eofeiles para baile, theatros e
casaueatos ; assim como delicadas gnnaldas para
noivas, eaixos de flores finas para enfeitar os ves-
tido9*de dilas, e muitos outros objectos, e todo se
vende por precos io rasoaveis qu>- o com;rador
experieote, nao se atrave a objectar respotflj
Babatlinlios fcofdsdos, enlremeios 'itos.
Todos de fina cambraia e delicad s bordados.
Vendem-se na loja de m.udesas a' roa do Quema-
do o. 16.
Pionas braceas e de r vp.s.
Maximino da Silva Gnsmao, compra, v,-n ie
e troca escravos, de ambos es sexos : na-.roa do
padr fftoriano o. TI.
Jo Pedro das Nev?, declara ao respeitavel
publico, qne por n3o ihe convir mais ser g#rento
do grande arma^em de tintas e drogaras, a raa do
Imperador o. 22, despedio-se da snbredita gerencia
ero 31 de deeerobro prximo passado.
Precisase alugar ama escrava para todo
servlco de casa de familia, para tratar pode qoem
tiver dirigir-se a roa do Trapiche n. 44, segundo
andar..
Calcado
j ranee z
Ana Mo-
ra El. -7,
IZi'aqticdos
aflemies
Sucia ."%'ova
n. 9.
Este estfcetecimenm rttcebe constantemeate pe-
iKeo. vaiioresifrance? butMttpara-bumeos, .'(horas
mHtiinas, tovas depelicie Jouvm brancas, pre-
4>s ede outrasriiffereniesrCres, brincos de(ouro
4; de Pars, earsinhas dircoMnra rom msica, vistas
oMas pa-qaadros. t>xtraab*.-, baohas, 4vn.galas,
ehteotes, espelhos, quadros. iolduras,es4eoscopu
com grande s-riiincnio da6iais piltosescas'-visias,
MiMos, a'Wd'ono, iadas bonecas, ctHTlohos,
:riolets para condozir -rriauess, cavaHirtHos de
antfar por nvilas para .meninos mentar e potros
Mirtos ob cclts fraocezes que cstio expj&tos a vis-
ita dos compradores; na It-ja da vapor ra ova-I
n.-7.
i
Retratos americanos em cartes para alBuns.
M. 9 Ra fota N- *-
' Aftai>8ndn o novo syslema de rectrnos amwieanos m laminas esmalta-
bas, e affirmanfloserem elles muito durareis, fo pretendeaios illadif os incautos ou
igoortotes, pois que reconhecemos na populado desta formosa cidade obomsesso pre-
ciso para se aeautelar contra os falsos annuncios e conhecimento snfficie-ite para apre-
ciar cimeato, e porque tamuem temos, e podemos offerecer provas ehimicas e razoes- seien-
tifieas (do qoe havcraosaflirmado.'
As lamina?, alen do seren leves, delgadas e flexiveis, sSo cobertas de um
esmalte jaacio que as toroam ioatacaveis pelo ar ou agua, e at pelos fortes dssolverrtes
chimicos. Os retractos sao estampad is, sobre -dma brilhanie superficie de ntiissuna
prata adbereute por raeio de uini jielhcula de eollolio, substancia perfeitamente prova,
d'agua. Por sobre essa superficie applica-se vernz de esmalte, o que t3o traaspa
rente e quasi lio duro como o vdro. Deste modo, o retracto, nao contendo em si
materia alguraa orgnica suieita d^composicio, e n3o sendo poroso nem absorvenle, est
inteiramente livre de humidade ou de qualquer outra influencia oflensiva da atmospbera.
Assim pois por e:ta theoria se v que os retractos offerecem provas de duraoio, o que
tem ido efficazrneote confirmado pela experiencia : elles duram effectifamene e nada
perdem do seu primor original.
N5o nos necessario repetir as suas qualidades artsticas, pois que muitas pes-
soas das principaesfamiliad.sta provincia, pessoas de fina educare gosto cultivado,
nos tem distinguido co'n a sua anproVaeao e noando al com o sen patroc nio ; oulras
provas seriam superfina*. E'itretanto lembrareraos de passagem que os pintores antigos
nunca se serviram de materia porosa para as saas mais bellas pinturas, porem sim de
substancias dnras de superficie m cia, como porcettana e omarfim ; e asnossa3 lami-
nas tem iqual qoalidade de superficie dura e maca. M
Fmalmente con-idamosqaeires, que por qoalqaer causa nao tenuam conse-
guido bons e exactos ratractos por outros systemas, a firem experimentar r nosso; em-
pregaremos enttoda a nossa pericia e conhecimento artstico aflm de Ins agradar,
quajqner qne seja o numero pedido de retractos.
oodrib 4L Ifougfa.
N. 52, Ra Nova S. 52, ,
SrSki
Saques,
loas do H"5;ii'ma saca sobre a praca *el,IS-
boa abrazo aas vista : a' r-ua do Apoilo o. L
^f"^iigB3BR s:? asi
Anuutteio
B> C 3r. Carolino Francisco de Lima San-
j~S ios. medau se para a ra do Imperador
n. 'a, segundo andar, ondeemtinua no ^
J^5 exercieio de sua profisso da medico. ,?!
mmmmmi wm mmmwmm
Trocam-se
as utas da<>-caixas filiaes do banco do Brasil ; na
praca da Independencia n. 22.
Na nwa aleria photograoliica a me-
xicana ti ram-se retratos emcaixas grandes
pelo diminuto prego de 2)5(000, o mais ba-
rato quejara** .-e vio em Pernambuco ; e
liadas caixas 4e ebai-o e d9 veludo para^
retractos, uiuiw baratas em propor?5o.*
Na fina Nova n. 32.
Ouro c prata.
Km obra6 velbas : couipra-se na praca da ln
dependencia n^i.loja de bilhetes. _____
Compram-se 'libras sterliuas : na praca da
udepemteneja n. !2.
Compra-se ouro, prata e pedras preciosa? em
obras velhas; na rna da Gidia do ilecife loja
de ourives no arco-da Concelco.
BSS
meem
Vendem-se na loja Je miudesas a' ra do Quei-; deEPnnof_
mado n. 16.
Franjas
Gom borlas e sem ellas, para cortinado--, inalhas
ele Vendem-se na loja de miudesas a jua do
Queimado n. 16.
Bas e benitas tilas.
Lizas e lavrada?, larga1 e estrenas; vendero se
na loja do miudesas a' ra do Queimado n. 16.
Bonitos cnleilr.s para vestidos.
A loja de miudesas a' ra do Queimado n. 16,
esta' receotemente prvida do luui.buuitos eufeiles
para vestidos sendo bieps de s-a lano branco
como pretos, de differentes larguras e com vidri-
lhos, ou sem elles.
Trancas e galdes de seda dos oU'mos ostes, di
Objectos de lonathas para luto.
A Aguia Branca a' ra do Qieimado o. 8, rtce-
ben esses uovos oblectos do borracha i.an lulc,
sendo alf-neites, brincos, po'ceiras, volias de r< r-
rentes, ci i rentes para rtlog'os, assim (orno entro
Igual sertimento de obras w vidro, Kndo d n ais
fivellas d mol bom godo e cintos,e ludo l-r.
vende- por precos rasouveis.
|entcs e flor .para eoqoes.
Obra de lu ni |ffsln, e initirsmenle nova, i Agnu
Bratraa1 ra do Qui-imadn n. 8K receben u-.is i e-
qoenos peales com nina flor de m.cial, otira de no-
vidade e rr u i lo go.-io, d prop ios park uoijui s.
Ojectos te g"Slo.
E novidade, expn-itas a venda na ra do Quei-
mado, loja da Aauia Branc-i o. 8.
Bonitos e modrrnos enfeiies para bailes e tfcea-
tros, rom fitas e'flros, com npqoes e sem i les
Delicadas capailas brancas de rozas e flor de laran-
ja pura noivas, eaixos de flor de larauja prr-j.i
para peilos, hombres e barras dos vrslido; de uoi-
vas.
Toques fiti^iinio caliello.
Lis^s e rfesnoi, singel.s e composloJ, dj n
anudo- redcodi f, c-.l-crtos com fliet simple.
de vi.ii inhs, ornados com Borese fitas, otra ntva
e de rusto.
Para seinoras e BeBinas,
Li|ties tinos de iraori-perla e.o.-- o, ti Ju di -
dalo e de sndalo cum .^da, com oos e bonita'
Oirs de-madreperola.
Bonitos peoles de madreperola mui lvo ; an
coque?, lindas Avelina de dita dita para cinto?.
licados alnetes e brinco?, bt-fSes para ponh .-. li-
bra iirima.
Aaerecon, pentes e Ovvllas Ignaes de diia,
briocus. Fivdlast lila* para cilos, cintos
sad(?,ohr noVissima c de ^Osto-
Liados cBlcites 8oaoio;j para
seuhora
A aguia branca t-rn a ;atisfacao de noticiar a
sua boa freguezia que acaba de receber lindo.-fn-
feles a Jouoiton obras delicadas, de'conia e ulti-
ma moda, o que ser devldamente apreciado p, ia:
ejcelientissimas enhoras de bom gosto. O- tu

VEND5S
tas com Tidrilbos, pelas e trancas e de differentts eos Jestes eofeiles Su commodos e isso veMicari
larguras e gostos. Fitas de v-lludo pret.is e de
cores, com lista nas relas. E aisim militas oulras
eous:ts de m'n3a'e novidade, o todo pir precos f5o
eommodts, qu? o comprador rica satifelto o nao
oDjecta a comprar.
Bollas de bo raelsa.
De diversos lamanhos para brinquedis. Vc-n-
dem-se na loja de miudesas a' ra do Queimado
n. 16. ___ _
ATovos brincos da ultima
moda.
Chegaram novos brineos de ouro de le com pe-
queos pinger.tes de crystal e ae coral, ditT-iertes
modelos e ultima moda franceza: na loja do vapor
ra Nova D. 7.
f4V
de port.
Vendem-se no escriptorio deste DIARIO
1(50 rs.: ra das Cruces n. 4i.
_ Vende so'um bii man o v. t ma crroga com
urna [lipa, junto ou separa-io : tratar na rna d
Imperatrit n. 39, tereciro ad.ir.
AvisomwRr'-NTi. I
Veode-se na ra do Paceio Publico n. 10, o esta-
belecimento de fazendas rorHendo pouco sortimen-
to, proprio para qaabiuer pess>a que queira prin-
cipiar a carrera co(r.srmrail, p r qne e.-te estabe-
ciinento um do? mais t-era ornado que tem p~r
alli assim c rn d s inais acre.lllvdos em retalho ;
(Uein pert^u.i.-r n .|ui/.rr b-ihar qualquer negocio',
dirija se a ra Direlta n. 55, loja.
Aluga-se a paita da cas n. da ra
Aftoas Verdes: a tratar na esoia.
das
Vende- e
-F- :Rnga se a qnem *wer noticias de nm peque-
no purluguez' d- \'i .iuols de-r*a4e, de nome J.is
Manoel -Bebalioh >, oihos cabellos eastanhos, ros-
to oval, queira dar informales a seu pal na ru dos Guarartpes n. 71, e*se miniao aehava-e de
caiceiro ama da Gloria era urna taberna e cons-
ta que saliio K>ra fora do lleeife, o mesmo seu pai
graiiSeara' a ijuem der essa noticia.
Prerisa-se de urna negra de Utade ou de urna
oegruiha, para ajudtr no servteade casa, na loja
da ra da Cadea n. 36.
Precisa se alugar nm sillo seBdo no bairro
da Sledade : a tratar na (ua dt Cadela do Hecif*
n. 40, loja de re- Joeiro.
I < ............ IIP-
' Casa uo Hootelro
Aiuga-se uma casa na povoaco do Monleirc
com bons commodos, aciada e hanhos nos run-
do; : a tratar-na roa duJCrespo n. 83.
Hethodo Cantllbo.,
Manoel Jos de Fana SimSes, p ofessir part-
calar de fnstrucelo elementar pelo meihod-j Cas-
tilho, avisa aos patt de seus alumnos a ao respei'
Uvel publico q-je m dia 7 de Janeiro do crreme
auno, estar sua aula aberta na roa da Praia n.
50, s"giiBdo andar, assim como recebe pendonis-
tas e meios pendonista, por preco razo^vel. Na
dita aula umbem se eosinim as materias aeguin-
les: francez, ltiro, geugraphia e mutica.______
Da-se comida, casa e ama pequea gratiea-
cao a nm homem de idad qoe queira servir de
porteiio : airaiar na loa de lauca da rna da Ca-
deia d. 95.
"3Motores americanos i ara doos cavarlos, dilo dito
para quatro cavado, machinas para descarogar
algodao de li, 16,18, 20, 30, 3o e 40 serras, pren-
das para enlardar alitudo fazeo>!o as saccas enm
seis palmes de comprimento, com o p so de 150 e
200 libras, vindas ltimamente da america; no
armazem de Henry Forster & C. no caz Pedro:
o. 3, junto ao gabinete portugoez.
Paprl pintado
O mais completo e variado sortimento de papel
para forro de sala e guarnicot-s, enconlra-se a
venda na
Botica 4eBartholomeu & C.
34--Rua larga do Bosaro--34
Haz a 8US7.>U
Em latas d 5 galdes, do inrlbor viudo ao mer-
na padana da ra Direila n. 84.
PASTi e XAROPEde HAF a 4luu
0K DEI^O.KCiRKlVlER t
Sao o-j unit-cs peltoraes approvados p.lot profeuor.i
j racahad de Medicina de Franca, e por M m*dlci J.i to,
pilaos d. Pariz, 01 quaea carliScarlo tuto a lila un.-.-
ridade sobre lodos os ouiros pelioraaa como sua poderosa
ei'flcacla eonlra os Dofluzoa, Jrlppa, IrrltaooVa u
ASjlooe. do pelto e da iirf anta.
RACAHOT DES RABES
nico alenlo appr.vado pela Academiad. Uedicliia da
Parlz. Elle reslubelec. as peasDu que sr-'lram do Bslo-
migo o dos Inte.tino.; fs rutee, aa criancas o as pessoas
dcVilitadas, alem aissoera Tlrlade de suaproprledade au-
Uptica he o melbor presarrall** das rokros amaratla
tjpolda.
Cada frasco < cada celilaha deslas preparacSes ir4<
impre a ctto a arma Dtlangrasalar, ra Richeliau, 26,
em Pariz. (Fazer sarizlo alinelo com aa falsilcacoaa.)
Deposilarloe no Ftntmmtttt: Oaara Bareora ; lar-
ewlssaea Va' 4* Soasa y ca.
I
. Il
, II
r.>'
cado
Precisase contratar orna pessoa habilitada
em pedagoga para adjunto em ama aula d pri-
meiras letras : quem esliver nestas clrcumstaucias
deixara' o sea norna. idade e residencia, oa ra da
Cadea do Retlts U.H-5, nal ?er procorado.
Rap Paulo Oordeiro.
Aloja de miudezas a'ra do Queimado n. 16,
reet-bet nova reinessa d rap Paulo Cordeiro, e
continua a recbelo por toda os vapores, para
que os apreciadores achero sempre boa pitada.
Palitos do gzz a l800a
grozn.
Veodem-sena rpa da Senzala Velha n. 144, ar
mazem.
Tniulias de iagoas.
Verde-se, tainhas de Aagoas em brris
por prepo commodo : na ra da Praia
n. 6.
Na praca da ladependencia
L.o|a de Arante & Cyra.
Veniem botin;v pretas c>m lac para sendera
a laf o par.
Dius para menino a 34.
livros eoi branco deHam-
bur^
Vende-se na livraria Euciclopedica de J. B. de
Mello : o ra da Cruz n. 51 romplet) sortimento
e por prfeos muilo commodo*
Vende se enxameis de louro por prego com-
modo : no caes do Ramos n. 4.
Vende-se uma porcio de~~calihos e rollas
de amarellaf tndo obra molerna : a iralar no
c^ei J. (.aj;it2ribe n 2; ,ni -jQa de turnen o.
A venda nas pharmacias de P. Maura
e G.A. Caors, em Pernambuco.
DENTIFRIOIOS LAROZE
CONSEaVADORiiS DOS DENTES E GEN-
GIVAS
elexir dentifbicio, para a alvura e conser-
vado dos dente, curando as dores cau-
sadas pela caria ou produzidas pelo c n-
tacto do calor ou do fri.
p DENTRiFicio, com base de magnezia para*
a alvura e conservagao dos dentes, pie-
venindo a descarnadura, provocando o
trtaro de que ernpede a reproduccao.
opiato fentifri io, para firtificar as gengi-
vas, e a? conservar sas, prevenir as ne-
vralgias dentarias e as aUecces escorb-
ticas.
curativo dentario HYGiENico, para ebum-
bar os dentes doeutes, parar a caria e pre-
venir os abeessos o as dores qne elles
firovocam.
Deposito em todas as pharmacias e casas
de drogaras no Brasil.
Expedicoes em casa <'e J. P. Larose, ru
des Lions-St-Pan, 2 Paris.
Deposito cm Perrambuco, pharmacia de
P. Maurer A C, rna Nova n. 18.
NJo existe medicamento lerrueii-.'* como o PLosphtto de ferro ie leras; as .mtnir;.-
dadea inedicacs He mundo inicuo aiiopur^in-ac
com solliciimlc sem ij-,-,ial nos im.-.rs da scicneia.
As com pal luas, dores de tuumaw, diottfrn
penosas, anemia., convalesr.enc.ias ditficis, idads
critica nas senhoras, irregularidaJe n* nens-
lrtt{*o, pobres* do sangve, ympn'.itmo. tkt
curados rapidtmentc ou modificados por tsst
excf.ltenie composto. E' o eonsen-ador por exccl-
lencia da saudo. e declarado superior no Wn:-
taes e pelas academias a iodos as ferrugiBvtM
coahecidos, a wdoreto e ao curato de liro.
poraue o nico que eumeno aos esloma^ms de-
licados, que ndo provoca constipado, o unieo
lambem que nfio ennegrece a bocea e os deD'.et
Deposito nas pharmacias de P. Maore
C. e A. Caors. em Pernambuco.
Fio de algodao da Baha
Vende-se no escriptirii de Aotonbi Luiz de Oli-
veira Ajevedo 4 C, do feoefcripi.jrio ra da Croz
lo, J.
quem se dirigir a ra do Queimado loja da ?ijula
branca n. 8.
Baos de flores Anas.
Como ege'ranVu'u: ':,-',on. a 'in a" sl;oi:i '''""
ca o jardim das Usas ll. res artiflciaes, e al<
boni sortimento que sempre se acha em dita I i
agoia acaba de receber novas llores nas qn-e. se
conhece s rigor i'i'arte imitando as 11, i ;.-.-:-
Na loja rta aruia branca a roa dn Quei n.; 8
soharSo os apreciadores do bom edeimado caixod.-
fl.res com cotnrridas rana, ie, et.,
mrlhor snst" e piineira qoalldaJ-'.
Meias pretas para pit! es.
A aguia branca a'im iln Queimac i
bf-n novo ,-ortii: ui .quellas boas mei
de Uia que coniiuiiain a ser vendidas a o'W
par.
Vsporas r demius
A cguia branr.-i a' roa d>> Qtiolmadn u. R
leu novo sor-lmenlo de vmpnras nm ca,tas :
dciia e (-apelan com 24 ,'/'i cni5e, lend,
-'""us com cbaj.a ii<'- metjl para iuI.i
elles --.in doinibs UU cainaa
mero ; assim i v .
hranc- e (nvprmsada.
Botoes grandes
e pequeii;), pret s ed outras crcj
A agoii hranca recibeu um bellj sortimeuiu J.1
botoes de diversa-, qualidades e fo.-t')-- Os maij
-reodernis, a elles boa freguezia da agula branca,
compare^am a ra dj) Queimado p. 8.
Col U res Rio jes
ou
Anodinos electro-magnticos con!ra asi
vulsocs, e para fac litar a denlic" d
criancas. A aguia-briica na ra de Q
mado n. 8 recehe-o por todos js vapt>
res fraocezes.
J esli lo eonbecldosj e tanto se um espai"
a lama desses prodigiosos collares Royor, que .
torna dcsnecepario dizer mais alguma cou-.i i
abono de seus bons e, e t-fficazes effeitos; L.-,
testemnnhn de milhares de pessoas, qne lm v-.i
e.aproveiado o feliz resoltado destes loo nl-.-i
qoo necessarios cellares Koyer. A qaolidiam
crescida etraegao, que vo tendo, mosti .no-
que : numero dos prodigios e eleva como ii-
os compradores. A aguia-branca, p--rm, dos--
ando concorrtr para um 6m do tanto aproveit*-
mento, n m feito os necessarkS pedidos, para qa
por lodos os vapores francezes Ihe seja rercettiri
certa quantidade do dia collares, para as.-im tc;-
nar-se infallivel o sortimento delles, na loja d'-.
gia-braDca, ra do Quenado n. 8.
XAAOPR
peitoral ednicificaiit
SAINT-GEOPGES
Prpara4 por
URIMAULT e C"
pbtmacaulicos de 8. k. I
a principe NapoUlo
Cura rpida de la.'
molestias segiientcs .
lwe, eaarrs, pleu-
resa, coqueluche, an-
ginas, fortes constipa-
(Oes, irritafOes do:
bronehos e de peito.
bronck.it e, pktis ica pui-
inonar, aslma, pneu-
monia,anginas,amyy-
dtiles, totsechronica,
rouquido. Os mdicos recommondao ao mesmo
lempo o uso das eaxellenies paalhas peito-
raes oom o moco d'alacaj o laureiro-
orJo, que se prepario no mesmo esubelo-
de Maurer e A
A venda nas pharmacias
Caors.
SflJ

Venderr-p 7 Barraros fendo Ucn* perfeita en-
Rooimade.'ra e coslnhpira, um casal' de Cmi-.v,-
proprios para sMio, um escrivo copeiro e cosinhe:-
ro, um moleiiui) de 13 auoos, u mualo possnui-
proprio para tolo ser vico, uma escrava ce 2; an-
uos perfeita engommadeira e costareira : na ra
do Alecrim casa aonde morn o Sr., Peixoto.
'auno de a'go para saceos fe assucsr e roiipa da
eso..av.,s.
Vende-se no escriptorio da Antonio Luiz de O '-
veira Azevedo A C. no .;,,u eser P'orio tu u
'-ra o. 1.
*
-.
t .
ILEGIVEL


6
rrr-i

Diario le rcra.Mtoae* ... taimt lelra a de Jaaielr de
1867.
O ARMEZAM
MERCANTIL
53 RA DA CAOEIA 53
'VSS^no O ARCO DA COftCEM tO.
Acaba de receber e tem por bartissiraos precos
m de se acostumado e muito completo sortimento
de geaeros os4seflruintes abaixo declarados.
Queijos de Mias.
^negados pelo ultimo vapor a 1,9600 rs.
Gfomma de milho branco
americano.
tmeltaorqoeha para papa, pao-do-l, bolo,
angica, creme etc., mailo substancial e
caudavel a 6*0 rs. cada pacote de 1 libra.
SALMAO e ugostin
negado ltimamente em latas de 2 libras
i600 rs. cada orna.
MSCATEL DE SETU1AL
o mu to oxcelle-.te vinlio muscatel per 20|
a caixa de duzia e 2$ a garrafa.
CHA
hysson de primeira qualidade a 2(5*00 rs.a
libra, uxim o que ba de mais fino a 3# rs.,
alm destas ha muitas outras qualidades
proprias para vender a retalho, que se vende
de 10000 rs. a U rs. a libra.
CHA PRETO
o mais especial que tem viudo a este mer-
cado a 20600 rs. a libra.
CHOCOLATE
rancez a 500 rs. o pacote. dito hespabol aairai\inhaa^%,___Bilv"li'. ..,
pecial, o me;bor que tem viudo ao merca- Sfi^flaR*2SK "2SU?
doi a \&80 rs. oiiDras por40000irs, palharim, macarrao,
HACAS
1<580
LATAS DE LINGigAS .
;om 6 libras emticamente fechada a
44500, e de barril a 640 rs. a libra.
VELAS PARA CARRO
m pacotes de 8 velas a 900 rs.
VINHO DO RHENO
) verdadeiro a 24000 a garrafa.
BOBDEAUX
las mais acreditadas marcas: S. Julien,
flaut Brion. St. Emilio a e St. Esteph a 800
. agarraa e 8i$00o a dazia.
lele, a640 rs. a libra.
PREZUNTOS
os verdadeiros de Lomgo a 640 ra. a libra 9
560 inteiro.
JALEIA DEMARMEELO
em latas a 800 rs.
O EXCELLENTE E AFAMADO
COLLARES
agarrafado da bem coub.ecida casa de De-
iant C.a a 104000 rs a duzia.
PORTO
diversas qualidades engarrafado, inclusive o
sais fino que ba n'este genero por 800,
<4000, 10200, 10100 e 145i/0 rs.a gar-
rafa.
OLD CHERRY
) mais supe ior do mercado a 10500 rs. a
garrafa e l?0OOOaduzia.
VINHO-BRANCO
k xcellente qu*lidade, de Lisboa, e proprio
para missa a 800 rs. a garrafa e 80000 rs: a
aixa de duzia.
VERMOUTH
superior qualidade em caixas de 12 meias
jarrafcs por 120000 rs. e cada meia garra-
fa 10200 rs.
MOLHO INGLEZ
diversas qualidades a 720 rs, o frasco.
MOSTvRDA 1NGLEZA
muito nova a 800 rs. o frasco. .
MOSTARDA FBANCEZA
a 640 res o frasco.
ARENQUES
em [atas a 600 rs. cada urna.
GARRAFAS
brancas para mesa superiores a 54 *
64 o par.
COPOS
diversas qualidadese lmannos a 30 rs., 44
54 e 64 a duzia.
CAPACHOS*
de cores e differentes tamaitos a 50 rs.
640 e 800 res.
BALA'OS
diversos feitios e para compraedsde 500< re.
at 20 rs; ditos grandes proprio para roupa
de 30 a 54.
GAZ
omais superior gaz liquido en latas grandes
com 5 galoes por preco de-100 re.
GRANDE ESTBELEf IMT8
de
* SOZA SGARES & IRMO.
Eua Nova n. 28.
O seguate :
n ltlaio costo.
Micas ovea* para ciatos, coques dd reitoi ttugiado caballo, especial sortimento de brincos paia
i? ,h a u, Bau part ponhos eo,etos. Ofelias, voiu, adewco, eu,o., amitos outros
objectos de gosio nlUnjameole oUegadci 4* JEuropa. ^^
_ .. Vertamnria
uos memores e mais alunados fabricantes, existe ueste genero, um variado sortimento d-
banlas, otos, extractos, agua de colonia, agua denuca, pos de arrot, etc., esc.; afflaaca-se ji qual-
_ Be poreelafia *
Miste ama grande variedade de vasos, com ricas figuras .obre a tampa, sendo de amitos l-
mannos e diversos precos, pon relentes, port charutos, conxas para jolas,"etc., etc. jarros grandes para
llores, com gravaras muito Boas, e modellos roatto elegantes.
Ditos de alabaster brancos, o que pode baver de mais delicado neste genero, sendo loara o
baraussimo preco de 4Jt a 125 o par. *
De vldro
.__ Copoteirn lapidadas pan dices, ditas moldadas, eopos, asearradairas de cores, garrafas lapi-
dadas, easiicaes, mameigtnfras, etc., etc., tuda por pregos baratos para acabar.
lililes e cafetearas
De metal principe, gostos imsiramente novos e modelloa.muito elegantes, sendo para oito chi-
caras.
Mgicas, a m-divert ment de mnlta cormsidade, sewo motto propito, para reum des de fa-
milias ; vende-se pelo cotnroodo pree? de 14500 a datia.
Dita en carl5,ha ama grande variedade de naos 'retratos para Albans, quadros, etc.;
vende-se por SJr'a dnila. *%
Borzegariaa
lia Dezerro frauce* nraito fresco, para hornera.
Ultos entortados par ssnhora, fwenda muito boa pregw mullos commoaV.
Machimas
~^.j h* WSf D!, swdo da grande presumo, > e tornase divertida peta forma de que sio
petadas e degradadas s pobres mosca ; v*de-e pelo commodo preco de 12*.
Caatatlelros a fu
. _ju *. 610 ulun" oav.10 viQd(, da Amer'e'r recebemos do- melhor fabricante, um rico sortimento,
sendo de formas mono elegantes e-gostos moitos boaitos, cores maito apropriadas, etc.. sewo para ci
ma de nesa e pendorar, lastros de i.2, 3' ei lotes. Em virlmle de termos ama grande porcao, ven-
demos por precos admirareis, e para que se encontrsinceridade, enst cada o marcado com oseo
diroiMlo preco ; a qualidade dos roesraos ayancamos o ser de macbinlsmo muito sollido e bem feto,
ano de dar urna brillante lu, e aso fajar exphiso como mohos succedera.
Cbamiaes
Para eaodieires gat, a S80J.3W e 408rs., era porc faz-se grande difrereoca.
^ Tasso rmeos
Venden no sea ar-mazen roa 4
Amoritt i. 15,
Licor 0do Caracao em botijas a meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas- com roll i
vldro a em lindos frascos
VlSbosChores.
.Saiera8s.
ObamtMrtin.
Hermitage. ,
Bofgoohe.
Champagne.
Moscatel.
Helio.
Rordeaux.
CoMe.
Old*Ton.
PAwei taariol.
ALE6ITIMA
SALSAiillMi
Vapores.
Vende-se em casa-de Sannders Brothers & C,
no largo do Corpo Santo a. II, vapores patentes
com todos os periences proprios para faier movar
tres ou quatro machinas para descarocar algodao.
P0T4SS4 DiRSSIi
Vende-se potassa da Russia mallo sapertor e de
qnalidade a mais apropriada para o fabrico de
assncar a proco rasoavel, no armaaem de Jos da
Silva Loyo C.
9 agriraltore
Sanoders Brotters & C acaba de reeeberda
i Liverpool vapsres de forfa de 3 a 4 caaaMos com
todos os prteseos, onU proprios para faxer mo-
ver machinas de descarocar algodao, pudendo eada
vapor trahalbar ate com 140 serras, tambem sr-
veos para eottrdar algodao on para ootro qnalqner
servico em que asam trabalhar com animaos. Os
mesmos tambera tem a venda machinas america-
nas de So a 10 serras : os pretendemos dirijam
seao largo do Corpo Santo o. 11.
Loja do Sallo Vigilante
tax
.__ melhor existon no mercado, recebemos directamente de Nova-Tork, nm> carregaaaento, e
vendemos por menos que emoutra pan, afflaoca-se a qualidade.
Grande* de ferro estaobado, proprfas para- oanhos, vende-se por 12J.
wntlooadameate existe um bomsertimeiMo de quadros-pan retratos,albucs-, oosmorama
com vistas, eofette, sapatiobosi gravatas^collerinhos, colberes, faea*, caixas preparadas-com ferros-pa-
[* n8a>ar. etr., etc., etc., etnde qaaeto seja tendente ao sortimeolo de miadeas, aaiaquilnarias,
entilaras e ferrageos. Ruaflbva n. 28.Garaniese-a eommodidade nos presos.
AKMAZEjII HE FAJEJBJlSrA^
JUI4 DA C4EI4-53
INJECTION BROU
Umlruio lul.lllvrl c rrniwllw, akMtuUBwai a y una quocun koi uwihuiu addiiitu. VcuyOM
a priDciaf bMlaw saad*. (Kxlgif a taavaofaa 4 ) (M aaaM i oiiaUDaM.) Sun, m Ma
4 amatar BBOC, a.l..iS U*.
Veude-se na pliarmacia de F. Maorer & C, ra Nova.
I&RMOE LIQCIO^AO
23 Largo do Terco 23.
JoaquimSimSo dos Santos, dono deste bem sonido estabeleci ment de seceos
i molhados, faz sciente, ao respeitavel publico, tanto desta pra'c* como de fora, qi ve-
am fazer suasde-pensas a e>te estabelectmento para verem a grande differenca qsefaz
jara menos preco, caso fossem comprados em outra quaiqaer pane. E todo o freguet
que comprar de l'!0#000 para ci >a ter o descont de lu*/0 peloprompto pagamento,
az-se esta gran ie tff^-enga por estar-se em liquidafo.
Ga americano a 4oo rs. a gararfa.. e 94 a lata.
Caf do *io d 1.* e 2.*sorte a ilo e 2oo rs. a libra, e a 6# e 74 a arroba.
Queijos de diversos vapores a.244oo, 248oo e 34oo cada ara.
Pho^phoros do gaz a 42oo agrosa, e em porclo se faz abalimento.
Cerveja de diversas nnreas, duzia 54, 545oo, 64 e 74.
Arroz da me nr qualidade a 12o e Ho rs. a libra e a 344oo e 34oo a arroba.
Pat)Hl de linho marca.viado a 4ooo a resma, em porc5o haabtimehto.
IdeJ fin> demarca marlello a 545oo e 64 a resma.
Vinho das melhorese mais acreditadas marcas, a 247oo, 34 343oo e 44 a caada e
i 36o, 4oo. Roo e 56o rs. a garrafa.
. dem nranco superior qualidade a 44 a caada e a 56o a garrafa.
Cha m'uMinho e graudo da melhor qualidade a 24, 242oo, 245oo e 248oq. a libra.
Manleiga ingleza fina, a l4Ioo, l4io e l42ooa libra, embarris ha abatimento.
dem mais baixa a 721, 800 e 9oo rs. a libra, em porcao ha grande abatimento.
Ternfranceza muito nova a 4o rs. a libra, e em barril ba grande differenca.
dem mais baixa a 48, 52o, 56o e fioo rs. a libra, em porcao ha abatimento.
Vinho d) Porto engarrafado e em barril a 64o, e a 14 a garrafa.
Alm destes gneros ha ontros maitos assim como bolachinbas de soda a 14loo e
i& a lata, cbouricas e genebra de todas as qualidades, massas para sopa, copos a 54 a
luzia, s no Conservativo largo do Terco n. 23.
OLYKPtO GOKptLVES ROSA
Eua do Livrameato il 14.

proprietario deste esiabelecimeoto faz seiente ao respeitavel publico e aos-seos amigos
freguetes, que tem aogmeota-do a sua offlcioa de atraate, e dirigida por um babil mestre, se enear-
rega de faier com promptido qualquer eBeommenda^das pessoas qnequizerem honrar seu eslabele-
cimento por precos mais baratos,
Assim como tem um completo sortimento de fazendas Boas- (as quaea-nSo sendo costme pro-
corar as lojas do Livraroento)- espera qoe seus amigos e fregnezoi o hoarem com saas preseacas,
oots vende mais barato que ootro qoalquer.
m$A
&h-B*4
.a
O
s
o?
S
*o
Continaa a ter grande deposito de Macbiuas, verdodeiras americanas, para des.
carogar algodao de 10 a 35 serpas, dos welhores e|mais coohecidos f-bricanies, as quaes
s ndo recibida* dos Estados-mdos de conta propria, s3o sempre vendidas por precos
mais razoaveis do que em qualquer onlra parte.
Timbem aqui, os fregu-zes ene ntrarSo na i s todas as ferragens avulsas para
as mesinas; como m^is, os melhores e muito acreditados cilindros para padaria.
Machinas paraparo de diversas qualidades.
Machinas para iiebulhar milho.
Machinas para bater ovos. s
Machinas para hater llhs.
Machinas para fazer parafdoa de ferro a madeira.
Machinas para apanhar moscas. -
Manhos para caf de precos de 14 a 604.
Muiohos para moer milho.
n,n .^a. !d?.8' car.riohos m0> c311133 d 'ero. despertadores, balancas de
novo systema, emaitos ontros arrosque pela especialidade se tornam recommenda'
veis. .
DE M PET\.
A* loja do fazondas de ugasto Porto & C.
11Ra do Queimadoll
A* loja de Augusto Porto & C. caegaram a melhores. basquinas de sada
prota que se veodem pot mdico precos.
Vestidos de moin do cores para bailes e partidas. \
Ricos vestidos de Blond com manta e espolia para noivas.
Costumes completos de casemira para homens.-fazenda especial, sendo
as-calcas e palitots da ultima moda.
Bonets dpalha da Italia parasenboras e chapos depbantasia para bo-
rneas.
Eoxovaeso vestidos bordados para baptizados de t04000 a 304000.
Camisas mglozas para hornera, peito, punhos ecolarinhos de linho supe-
rior.
Ricas sakas de lioho bordadas, baloes, espartilbos, meias finas, lences
bordados, camisas, camisinhas, manguitos bordados para senhoras.
Colxas de seda, e de laa e seda para camas de noivas.
Cortinados bordados, para camas e janellas.
Tapetes para sof, cama e piano e pannos para cobrir mesas.
Bramante, Brilhantina Miciennes ou cambraias de pafos, fazeoda muito
bella para vestidos, silesias, bretanhas, e cambraias transparentes tapada e
de linho.
Moireantique branco e preto, sedas brancas, de cores e pretas, e gres-
denaple de todas as qualidades.
Brins de linho branco e de cores dos melhores.
Neste estabelecimento ha sempre sortimentculas melhores e mais baratas.
Esteifas da India para for.ar salas
II Hua do auelinado11
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
0E
Monteiro & Guimaraes.
N. 5 Roa do Queimado
,5.
Palitos de fogo a 14400 a groza.
Este importante esiabelecimeoto prvido como so acha de ludo quanto objecto
de gostp, porqnanto seus propietarios recebem de conta proprio por todos os vapores-
om procedencia da Eur classes, e bem assim adornos proprios para casamentos.
A Fragata rece ie por todos os vapores lavas de Jonvin, e aeaba de receber no-
vo sortimento d objectos seguintes:
Cortes de blonde p^ra noivas.- Resposteiros para cadeira de balanco.
\ EsguiSo de linho fino. Bretaohas de lioho fino.
Bramante.
Chapos de sol de seda para Sr*. Tiras bordadas. ,
Chapelinhas de crpe e fil para dilta. Eatremeios dito*.
Venidos brancoa bordados.
Cambrai de linho fino.
Fronlias de dito.
Lencos dito maito finos.
Cambrai suissa com 10 palmos de largara.
C tes de seda de cores finas.
Cortes de faulard de seda.
Chapelinhas de pal "a da Italia.
Leques de madreperola fiaos.
Loques de sndalo tinos.
Botn as de seda. .
Rotondas de altrodSo.
Basquina de grs brod.
Mias de laya para podre.
Cintos de fantasa, gosto novo.
RA DO CRESPO N. 7.
Grande e variado sjrtimento dos nemoro-
sos objectos de apurado gosto que ltima-
mente aeaba de chegar' para este bem co-
ahecido eatabeieciinento, pois sea corres-
pondente em Paris o mais habilitado pa-
ra a escoma de taes objectos, pois os com-
pradores poderao apreciar, como sejam lin-
dssimos entortes dV eabeca eom cok de
cabello, e sem elle.
S no vigilante roa do Crespo n, 7.
Ententes
Koques com caixos e de novo penteia-
dos.
Trances pretas e de cores, e de todas as
largaras, com vidrilho e sem elle, para en-
feite de vestides.
Bkos de soda com vidrilho e sea elle.
Gravalinhas de velludo para senhoras.
Grvalas e mantinhas de seda para ho
mea.
Gravatas brancas maito- finas.
So no vigilante ra do-Crespo m 7.
Voltiubas para menlaa,
Voltinhas para meninas.
Pulseiras para as mesmas.
Correntes para relogios fingindo cabello.
Riquissimos sin tos, fiveHas e fita- para as
mesmas e de outras muitas- qualidades.
Riquissimos pentes de taataruga.
Fitas de velludo de todas as larguras.
Liados enfeites para vestidos, chamados
Cbrispianoe Margante.
Riquissimas flores para- vestidos e para
eabeca.
Capellas cora catxos flor de-laranjs, pro-
prias para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas para meninas.
Riquissimos chapeosinbos e touqainhas
para meninos e meninas, meinhas e sapati-
ahos de seda para os mesmos.
Lindas sextinhas e bolciohas para bracos
de meninas.
Metas pretas de laia.
Lindos aderecos e brincos.
Aderecos completos prepriospara luto.
Lindos port jotas o port relogios de fereates lmannos proprios para um deli-
cado mimo.
Riquissimos livrinhos com capa de tarta-
ruga para missa.
Aerecoi. de llores.
Riquissimos aderecos completos, sendo:
voltas, polseiras, brincos, alfinetes, gramp
para cabellos ; tudo ito feit de todas as
Ilutes de ultima moda em Paris.
Ciravatlabaa.
Tambem ebegaram bonitas gravatinhas
com flores, e com al Que tes proprias para
meninas e senhoras.
Ros-i is e brincos,
Riquissimos brincos e rosetas ioteiramente
novida le e tudo de milito gosto.
Touqulnhas.
Riquissimas touquinhas de linho e seda,
ponto de corx ricamente enfeitados e de
muito gosto.
Fita.
Riquissimas fitas de chamalote, sendo: ver-
de e amare I lo, tecido na mesma fiti.
Agalhas de luarflm
Tambem ebegaram as mui desejadas agu-
Ihas todas de marfim, para trabalhar em ISa
e sem corx.
Sextlnhas.
Tambem chegarafh bonitas sextinhas de
palha fina, proprias para meninas.
S no Vigilante ra do Crespo n. 7.
Eapelhes.
Riquissimos espelhos grandes e bonitas
molduras proprios para salas ou lojas assim
c mo outros de differentes tamauhos.
S no Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Para os pais. de fami'ia:
Verdadeiros
Callares Rayer
Electro Magnticos Anodinos
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
tico das criancas contra as convulsoes
das mesmas. a estes collares nos escazado
fazer qualquer recommendac3o, visto a
grande utilidade que tem produzido aquellos
paiS que os tem applicado em taes circum-
stancias pois nos parece que nao haver um
s pai ou mai que por esle meio nao quei-
ra por termo a taes sofinmeotos de seus
rilhinlios visto ser um mal que tanto os
tlagel a, pois a estes collares acompanha um
folbeto que ensina como se'dve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7, pelo preco de 44000, 54
64000.
N BRISTOL
PREPARADA uTHCAMERTE POR
LAMAN & KBI1>
NOVA YORK.
Composta de .substancias, gozando d?a
propriedades eminentemetite depurativas a
pprovada pelas juntase academias de me-
dicina; asadaoospfincipaes bospitaes,ci-
ris militarese da raarinha as Aotilhas t
00 continente americano ; reeeitada pelos
fecallativosos mais distinctos do imperio do
Brasil e da America bespanhol
CURA RADKJALMENLE
escrophulas, rheumatiemo, escorbuto, en-
ermidades venreas e mercuriaes, caagi
antigs, mor phea e todas as molestias pro*
ronientestfom estado vicioso do sangue.
Emqaanto existem varias imitaces e
(aJsificacos. preciso a aaior cautela para
ivilar os engaos,
A legitima salsa de Brirtol.vende-se por
CAORS A BABBOZA
JOO DA C. BRAVO 4 C.
Jo d?. Bravo *vt
Deposito geral em Peraanrraco rna d
^roi n.Mt esoH de Caroa_____________
JRUBEB\
- A jurabeba urna das substaaciae medi-
camentosas, que pertencem ar> reino vege-
tal, e pertence classe dos toaicos e des*
obstraeofes, sendo empregada eom vanta-
gem contra as febres intermitientes acom-
panfaadas de engorgilamento de ligado o
baco. Elb tem sido applicada om incon-
lestavel proveito contra a anemia oa chloro-
se e hydropesia, catarrho da bexifa, e ms-
alo para combater a menstruac3o difficil,
resultado da mesma anemia oa calorse.j
Extracto alcoolico de jurebeba^
Emplastro idem.
Oleo idem.
Tintura idem de idem.
Xarope idem.
Vinho idem de idem. "
Pilulas de extracto idem.
Deposito, pharmaci de Pinto, roa larga
doR'isarioa. 10.
JRUtfEBA MACHO E FE1EA.'
Debaixo da denominacao de>arubeba
nascem nos sitios arenosos do Brasil dous
arbustos de mesmo genero, mas n5o do
mesmo seto. Ambos srescem com lindas e
frondosas folhas, ambos prodnzem bagos
gramneos reunidos a'maneira de cachos de
ovas, pendentes de um pednculo curto. O
primeiro, isto o macho, pouco menor
do que a femea, apenas cresce at altura
de um bomem, tem folhas menores, nao
muito sinuosas, mas recortadas, com talos
guarnecidos de alguns espinbos.
as extremidades dos ramos produz peque-
as flores como que juntas em forma de um-
hella, de cor lctea misturada de azul celeste,
as quaes representam exactamente urna es-
trella de cinco ngulos eeonstam de urna
s corla, modelada e como dividida em
outros tantos tringulos, sahindo de centro
cinco estames, ou filamentos, de maneira
que ao longo tomar-se-hia por urna flor de
borragem.
0 segando, mais alto, mais espionse,
tem folhas maiores, cobertas de pello pela
parte inferior, elegantemente guarnecidas
de espmhos, recortadas de um verde vivo,
tendo a mesma flor que o macho, porm
mais ntida.
Ambos, em virtude'do uso quotidiano da
medicina, s5o bastante conhecidos as phar-
macias. Em verdade, saas folhas e sueco
s5o empregados para mitigar, como tempe-
rantes, e curar as feridas e ulceras, e mui-
to favorecem a cura dellas. Posto que as
folhas e raizes tenham um sabor amargo co-
mo a chicorea e a fumaria, todava difcil-
mente poderam ser clarificadas entre as
drogas quentes. Sobresae principalmente
em virtude e eficacia, e mais amarga a
raiz, com parlicularidade a do macho, que
consta de partes mui tenues. Por certo o
losimento deste faz despedir a ourina retida
e applica-se muita vez com feliz resultado
contra as obstruccoes do ligado e da prsta-
ta em lu*ar das raizes apperientes.Sua utili-
dade e exceilencia s5o taes, que n5o s pelo?
doutos, mas tambem pelo povo rustico
procurada e contemplada entre os remedios
maravilhosos.
Traduzido do lalim de Pisan e MarcQrave.t
OfcS
Grande sortiraeato de doces eccos, crystalisa-
dos e em calda, estraof iros e tuciooaei : ao ar-
ma zam da Liga ra Nova n. 60.
IOUtt]AUX
-
pSir 1867.
Agenced'AboDnemeois toas jomoaux d'Bu-
rope. Distributiua gralolle de spciraens el eata-
RE DE CRESPO M. 9
Llbralrle Francalae.
Francisco Jos ttermaim
RA NOVA N. 21,
acaba de reeeber om lindo e magnifico oor*
timen to de oculos, lnnetos, binculos, do t
timo e mais aparado gosto da Europa e oca
los de alcance -para observares e^arajo
martimos.
Doces
Grande .sortimento dn doces secos e crystalisa-
dos e etn calda e>trang*iros e naclonaes : no ar-
mazem da Liga roa Nova b. 60.
Vende-se um terreno com 70 latimos de tren-
te e 520 de fundo com moitos arvoredog novos, no
Coarco simado perto da passagem da va frrea,
por eommode prfco : a tratar na padaria da Ca-
paoga oo o? pretende otes aonuuclem para ser pro-
carados. .
VrMiie-se
Joaquim J s Goncalres Beltrao
Eicrlptorlo a roa do Vigario o. 17, primeiro an-
dir rende a precos rommodos potassa e vtoho do
Porto ero cai*as e barrls.
Veo'ie-se vinho de Bordeaos em qaartolas
barris e caixas: em casa de Tlssel frres, roa do
Trapiche n. 9.______
Vende-te a taberna da perra larga na roa da
Crw o. 8 a tratar na mesma.

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DlaHa 4t r erambnc< 4|ufnta felr S i ,
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tome dios do r. J. ayer, ei-leite
dtlfoivergMe e teusylvaaia, no
Eiia4s-Hid8%
B**T^S 5lpw *t aUa-par
r II Lia de Af ?.
Pe4i4r*l de eere|a.
Remedio par& scze.
Plalas cathartlcas.
0 deposito central para as provincia
Pernambncb, Aligos, Parahyba e Rio-
Giaode do Norte, date remedio Ufo fa-
voravelmente conhecido e acolnidr* en
todas as partes da Amrica do Sol e do
Norte, acha-seem casa deTbe hrla-
tlansert, 16 roa de Trapiche em
Peraambae.
Os precoe de
330 por duzia de estrado de salsa-parrllba.
27* por dnzia de peitoral decerej*.
270 por duzia de remedio para sezes.
70 por dozia de pulas catbarticis
se ntendem dlnelro vista, con
o descont de 5 por ceato em qoantidadet
de 6 a 42 duzias, e dff 40. por ceato em
quantidades superiores a 12 duzias,
RIYAt SKM SEGL^OT
Una do Quelmado n. 4, lo ja de
tnludezas
E
Jos Bigowmno,.
Continua a queiraar tudo qaaoto tem em sea es
tabeleci meato.
Sylabarlos eom estampas para meninos a 320 rs.
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Novas cartilhas para meoioos a 160 rs.
Duzias de metas multo Boas para senhora a 4J>500.
Ditas brancas e croas para borneo) a 3* e 41
Agulhas rancezas a balo (papel) a 60 rs.
Pedras de lonsa (pequeas) multo fluas a 160 rs.
Pares do sapauw detrauga e tapete a 11500.
Pecas de filas de la de tedasas edresa 600 rs.
Grozas de botoesde porcelana prateados a i60rs.
Ditas de ditos de madreperola rauito fios l 600
ris.
Gaitas cora alfloeiles trnceles a 80 rs;-
Caixas de 100 eovelopes rauito ftoos a 600 rs.
Pares Je sapatos de la para. meninos a 400ers.
Pregos francezes de todas os lamaohos (libra) 210
rls.
Resma de papel de peso branco liso a 21."
Prasco eom superior Hola a 100 re.
Grasas, de phospnoros de gaz a 21300
Pare* de botoes de ptfolio multo bonitos 120
Llallas em earto de 200 jardas a 100.
Caixa de superior liaba do gaz eom 60 novellos
700 rs.
Caixas de pos de arroz muito fioo a 800 rs.
Puleeiras de conta para meninas a 320 rs.
Talheres para meninos a 240 rs.
Gaixa eom soperiores iscas para charulosa 20 rs.
Hasso eom superiores grampos a 30 rs.
Grosas de peooas de ac muito finas a 320 rs.
Bonels para meniuas a 11.
Peotes eom costa de metal a 400 rs.
Capachos compridos e redondos a 500 rs.1
Ganas eom superior papel anisade a 600 rs.
Realejos para meninos a 10 rs._______
M GiZ I.4Z
Cbegou ao aotigo deposito de Henry Forster &
C., ra do Imperador, um carregamento de gaz de
primeira qualidade.o qoal se vende em partidas e
a retalho por meos creo do que ea> oalr' qual
Taer parte.______ "________.
Algodao da Baha
Vende se em porgo e a retalho : na roa do
Grespo loja da esquina o. 8._____________
LUVAS DE JOUVIN
_SF__IvYI>_S
X
NA LOJA E ARMAZEM
Gramte e
bem sortido aruazem
Kua Nova 60
de Riel batios
Baldes baratos
Vende PavSo.
Caegon um grande surtimento de baldes de ar
eos sendo americanos que sao os melhores e vea-
dem-se pelo baratissimo prego de 2*500, 31
31000: na loja do Pavio na ra da Imperatriz n.
60,1a Gama i &y va.
A 100 rs. parar luto, reade
Parte.
Veodera-se laazinhas retas proprias para loto
pato-fcaraWssiroo preco de tlO rs. o covado: oa
loja armaiem do Pavio roa da Imperatriz n: 60,
de Gama Silva.
Creeha
Para cadeiras
Para sofs ,
Para camas
Para presentes.
Cbegaram os mais ricos pannos bordados a cro-
ch proprios para encostos de cadeiras que su
veadera a HoGOte 31, ditos para enetsto de sof
a 61, ditos proprios r.ara cobrir alrooradas a
21800 e ditos para cobrir presentes a 21500e 31:
na loja do Pavao roa da Imperatriz o. 60, de Ga-
ma d Silva.
Novos vestidos Poil deOh-
vre 16#000.
Na laja do pavo.
Cbacaram pelo vapor do da'16 do correte, o*
mais liados cortes de poil de cbvre para vistios,
sendo fazenda ineiramente nova no mercado, tea-
do esta fazenda bastante lustre eom os mais deli-
cados gestos tanto em listras como em flores solas
e vendem-se pelo baratissimo preco de 161009,
tendo cada corte 18 aovados, isio na loja e arma-
zem do pavao na, roa da Imperatriz a. 60, de Gama
_ Silva.
Para senhoras
Casa titilabas a 205000
Vendem-se as mais modernas casaqnlnhas ou'
basquinas de seda treta, rmiiiu bem enfeiudas, as
mais modernas que tem vmdo ao mercado e pele
baratissimo prego de 201 rada oma na loja e ar-
mazem do Pavo ra da Imperatriz o. 60, de Ga-1
ma Silva.
lftaea Haas
Chegua o mais liado sortimento de alparas d>
orna s edr, proprias para vestidos, e veoden*se
por precoe em conta : na loja e armazem do Pa-
c.Jn?L V Wr"Dld0S- b',ad0SLVd"",WT vao, ruada Impera.nz n. 60, de Gama & Silva,
cados proprios para camas e janellas pelos baratos nt Lr.nrtti^r,. r. BlVji
pregos de 81, JOJIJOO, 16,i01000 e 26*000 ; su- us esparilinos ao ravao.
perior damasco fe fa enfeitado a imitaoeo de seda Vendem-se tima grande e variado sortimento de
propriu |ira coktias a 21300 o covado; ricas, coi- espartilbos dos mais bem feitos que tem 'vindo ao
ebas de croch pelo baratissimo preco de lOOO e mercado, sendo de ledos os tnmanhos, venrtendo-s?
181000 susto na lija e armazem do Pavao m roa por um prego muito raznavel : isto na loja do \'/-
da Imperatriz u. 60, de-Gama & Silva. .
As melpomenes do Pavo a 20500 .
Vende se superiores cortes de" melpomenes, sen-
do fazenda iraosjMkTeiKeieAinte benita,teod mal-
los padroes rxos eom 7 varas e meias cada corte
Ra 4a Imperatriz n.60
DE
GAMA & SUVA.
Por esurmos qoasi no flm do anuo resolveram
os donos.desteimportaa*t esUfcelecimenio Tender
suas hiendas por pregos multo mais baratos do
qiwoastWBAm,^ o fim deapurarem diahatro e
dimlnotrem o grande deposito que existe.ua sua
loja a arroazem, para o qae coavidam o respeiuvel
publico e os seus numerosos fregnezes t\ virom s
sortir de boas fazenda?, tanto proprias para lazo
como de priateira necessidade, e convidam as pes-
soas que. negociara, eoiipetajeoa escala qae n'este
grande estabelecimeoto encontrarse nm avullado
sortimento de fazendas de lei e pbantazla qae se
vender pelos mesmos preeos qae se compram nos
ar mazeos ingleses -gashaedo se apenas o descont
e de ledas as fazendas do-se amostras mediante
ura penhor, cu qaandam se levar em casa das ex-
cellentlssmas familias que n2a poderem vir a loja
da ftjwao.
caaibralas lla* do Pavio a 34500,
40OOQ e, 455QQ.
Vende-se um grande sortimenio das melhores
cambraias iraaspareates, tendo 8 varas e meia ca-
da peca, petos baratos pregos de 31300, 41000,
41oW,llQ00,. 61000 e 71000.a pega ; ditas de es-,
cossla eom 9 "varas cada *ega, tendo mais de vara
dftj*rg8r*a 61000,71000,181000 101000 ; ditas
Victoria a 6}000, 71000 e 1000 ; ditas laruas.com
8 palmos de largura a 1*600 e 11180 a vara, sen-
do preciso apenas 1 varas para vestidos, aUenden-
de largara ; ditas para forro muito eneorpadas
a 31*00 a peca : na loja e armazem do Pavao na
roa da Imperatriz n. 00, de Gama & Silva.
Para cama -de notvas vende o PavSo
Sahio ou nSo sahio, am abillissimo freguezes? sahio sita; e edem'jrmos tanto
i abrir a caixinha do segredo, foi porque gostamos'de sorpresa e dasooDjeciuras. Abl
\h f Ah como osahir dea no gto de muita gente de collarinfeo empinado ebigode re-
ttrcido ?1 Quana interpretaco i idteula ,e rsivel soffreu o dosso ,pobce sahir ?! Muita
vez tivemos, frouxo de riso no caBtinho do nosso armazem, quando vamos que alguemae
encomuiodava eom essas seis negras tetras, que por alguns dias dei-am umeertoar de
mysterio a urna 3s columnas deste venerando diario i Efoontaato nada de mysterio-
so bavia, como vedes, oo patusco sqktri sim; riamos a bm rir; mas. nuaca vimos rir
o cavalleiro da Liga porque
Serio e grave encara as coasas
ueste munJo como sSo ^
sVerd^deiro, fiel vive.
Do cemmercio a tradict}|to
Poisqueo skr se mostrou qual yinde admirar fregueses, como no armazem
da Liga seopera a mais.fina liga do boa e barato. Lede e veris verdade vinde pois ;
confiamos emquenio tereis occasiode dizerqae o vosso dinhefro foi mal empregado,
nem o vosso bom gbsto ofendido. Ets fcegueaes e-----'. la vai verso.
Farinha densilho
ougomma de mimo tranco preparadora a menea, veude-se 500 rs., a libra, e o cida-
Vestidinhos para meninas
Vende se legantes vestidiobos para menina,
oe l.-mha mnito bem enfeitadog prio baratisslizw
prego de 2 500, dllos de gorgor n de seda a 31000-
oa loja e armazem do Pavo na roa da ImperaaT
o 60. de Gama k Silva '
Cnres de meriD
Vendtm se finissimos chales de merino lisos d
diversas cores, lendo as iranias de seda a 41000.
tendo eom as franjas de IS 31500 rs, ditos es-
tampados mnito Anos a 5JID0, 64000 p 7000, di-
las de erpon rom listas de sed a 81000, ditoi
mais ordioarios para acabar a 1000 e lCOO : oa
loja e armazem do Pavio na ra da Imperatrix %
60, de Gama & Silva.
Sedmbas de lisias a 400 rs.
Vndese bonitas sedmbas ,.e lina p.vprias par
vestidos coro largura de chita i^leza j,elo barato
prego de 400 rs. o covado: na loja e armazem do
Pavio na roa. da Imperatrim o. 60 de Gama *
Silva.
Filos bordados a SOO rs. a vara na loja de
Pavao.
Vndese filos de linhobranco bordados proprio
para vestidos pelo baratissimo preco e 800 rs. a
vara : na loja e armazem do Pavao na ra da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Pannos de linho.
Vende-se superior pannos de linho proprio par
longes, toalhas e seroulas etc., petos baratissimo
pregos de 640,700 e 800 rs. a vata : bramante di
linho eom 10 palmos de largara a ?1 00. 21500
21800 a vara; om grande aorlimi:i>ti< Hamborgt
oo Cregoellas por baratos preeos : na Inja e arma-
zem do Pavo oa ra da Impeatriz n. 60, de Oa
ma & Suva.
Cambraias brancas de cordSo a 8^00.
Cnegaram as mais deliradas can.brains i-ranca
de cordno rom delicadas listas transigentes t
vendem se pelo.barattssirao unjo de 84300 a pa-
ga : na lojae armazem rio Pavao na na da Imo-
ratriz n. 60, Je Gama & Silva.
Admirem os pregos
Ka arma/cm de l-'?,cadas de Saetos
Cela.
Roa deQuelMado n. I
Vhae se :
Madapolb eofestsdo fin > a 91 a peca eom 20
varas.
vo fia ra da Imperatriz n. 60, de Gama & silva.
Ciraade pecbloeba em toa I ha*
para auno.
Vendem-se superiores toalhas de linho proprias
para mi pelo baratissimo prego de 560 rs.. ditas
peto baratissimo preco de 24500^ isto para acabar I a 610 rs Tas a imitacao das felpadas a 800 rs.,
na toja e-armazem do.Pcvao *jaua da Imperatriz
n. 60, de Gama A Silva.
i Crrande pechiucha em cbapos a 500 rs.
Vende-se chapeos de palha a imiuoia de roani-
Iha proprios para borneas pelo barat ssimo preco de
SOOfs. eada^im^ isto para acabar na loja e arma-
zem do Pavo naTua da Imperatriz n. ,ideama
& Silva.
dius Te pedas a 11: pechincha na foja e arma-
zem do Pavao na roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma Anadino a 8 a loja Cbegeram os mais lindos cortes desla nova fa-
^zenila, sendo transparKite, rom bonitas palmas, e
Pediincha em -madapoloes na loja do Pavo. ^''dejepeio baratissimo preco de 8ji: niiiojae
Vendem-se wperioreVpeoas de maospolo am>|7ma'T^fava' raa da imperatriz n. 60, de
'< fSS erabas a ,1^, '#80 e 1^600.
Gbegaram-os mais modernos ponhos -eom goli
has seado de es?uao de Imito ricamente borda-
dos tanto brancos con u de cores e vendwn-se peto.1
baratsimos precos de 14,1428u e 14600, por b
ver grande porcao, rande perhiocha : na lo;;
e armazem do Pavo ra da Imperatriz n. 60, dt
novarneute chegadas, reseas, e bem sortidasl:ina-jfl5fl"qne comprar dezibras Vode-se-lbe-ba450.
loja do Vapor, roa Novan. 7. niKimurn^ i
Rival sem segundo.
Roa do loeluiano o. 49.
Quer acabar eom as faiteadas abaii
nieK'itiiatlas.
Quetram vir ver que bom e baratisaimt.
Toalhas de labyriatho eom bico, fazeadaboa
3460.
Garretets de lloha eom 100 jardas a 30 rs.
Gi vt*s pretas e de coree muito Boas a 500 rs.
Barataos francezes mallo linos a 200 e 320 rs.
Gaitas de o^reias de raassa mnito novas a 40 rs.
Eoli.id--.res para espartilho de cordo e fita a 6t
ris.
Garreteisde lioha Alsxandre eom 400 jardas a 20<
ris.
Oesmas de papel almajo mnito bom a 24500.
Drascii de oleo babosa a 320 e 508 rs.
Ditos de dito hiRlemqae verde a 14000.
Ditos dito falso a 800 rs.
Gitos de macagar perela a 200 rs.
Sitos de baaba muito fioa a 200 rs.
Ranas eom 12 frascos de cheiro a 14 o 14500.
Fabooetes muito finos a 60,160, 280 e 320 rs.
Ditos de bolla rauito fiaos a 240 e 320 rs.
Frascos cem cheiros moito finos a 240 e 500 rs.
Caitas para rap eom bonitas eslampas a 100
La para bordar a melbor do mercado (libra)
75000.
Gaixas de palitos a balio a 40 rs.
Miadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
Varas lie cordao para espartilho a 20 rs.
Frascos eom tinta rdxa muito boa a 240 e 320 rs
Ditos de dita preta a melbor qne ha a 320 rs.
Duzia de faccas para sobre-mesa a 44.
Dita de dita de cabo preto cravado a 34.
Varas de franja branca larga a 2'.() rs.
Pacotes eom 3 sabonetes toglezes de superior go
lidade a "720 ti.
Lapes de ereio a raelnnr qualidade a 20 rs.
Peotes voltalos para regacar cabello do menina
a 320.
Beogallas de canoa eom v .Ita a 14.
Frascos de macaga' oleo muito bo, a 120 rs.
Abotoadoras mailo linas para coiletes a 500 rs.
Caixas de liona do gaz preta e decores a 800 rs.
Gandes de liona branca e de ci-es a 20 rs.
Llora de ara preta superior a 100 rs.
Cartas i- alceles francezes eom 14 peotes
120 rs.
Escovas psra fato, fazenda boa, a OO rs.
BotSes de edres para vestidos por todos os precoi,
Ditds pretosde casaca/duzia) 120 rs. -
Cylindros para padaria
Na padaria daroaDiereit
a. 84, ha sempre para vender
por cemmodo preco os co
nheeidos e acreditados
lindros americanos para
dara.
:L RE
Da mais nova que ha no mercado che-
gada pe'o ultimo Davio, vende-se- ra do
Brum n. 66, armazem de David Ferreira
Bailar, barris de 4 arrobas toda em pedra
por 53, latas de 2 ditas hermticamente fe-
chlas por M50Q._____________.
V^SIE-SE
Presuntos de fiambre ja' preparados.
Serveja gellada.
vinh-i gellado.
Manteipa gellada.
Latas eom 3 Horas de liognicas, e figados em
roolbo morcellos, viudas uliimamoote da liba.
Ggos de batat-.s a' 700 rs. eom 1 arroba.
Lti o mais (-ralo que possivel, no armazem
de Guimare? & C, ma da Imperatriz o. 6.
Cal de Lisboa,
Chegada no oltirao navio, mais barata que ero
outra qaalqaer parte ; no deposito da roa do Apol-
lo n. 8. -
Vende-se
machinas americanas de serrotes para descarocar
algodao : oa roa da Somalia Nova n. 42.
Veode-sa ama mollina nova de Jacaranda a
Lafz XV, completa : a tratar oa roa da Impera-
irii armazem de marcD?!ria n. 29 doSr, Remigio.
BISCGUT03 INGLEZES
Soda, Mized, Pic-nic, Francv Cruckenel, Qenn,OsborDe, Gala, Atrowrote ouiras muitas
qualidades a-10000a lata eom 2 e 3 libras.
Bolaiiabas percales
em latas de diversos taraantos 2,3, 5,8 .ibras-cada uma^e pelos segointes.preces: 10200,
20400 e 30000.
Bttllnhos eom amendoas
grande quantidade de carios, bocetas, .caixas forradas de-chumbo.com as mais ricas qua-
lidades de pao-derle, bolos, para champanha, bollinhos eom amendoas, e outros murtas
que se tornam enfadonho mencionar.
MANTEIGA
maDteiga ifigleza, primeira qualidade a 101UO a libra, idemnglea boa a 10000 a libra
800, 600 e 400. dem francesa a 640 rs. a hb!%.
Iftoees em calda
doces secos o em calda de todas as qualidades, em frascos, potes, caixas, etc ele: ;por pre-
cos os maie razoaveispOssiveis," amendoas coofeitadas libra a.
CAF
caff do Rie lsoFte 240 rs -a libra, 2* sorte a 280 rs a libra, 3* sorte a 160 rs a libra,
em arrobae.far grande abatimenio.
Vinho
viBbos engatrafados de todas as qualidades, rainba Estephania a 30OOO a garrafa. Porto,
maloa a 0500 rs. a garrafa, lagrimas do Douro a 10800 a garrafa,, Pedro V, B. Luiz,
Mara Pa, carcoveilos/bacanaes.b^eugi a 10OUO rs. a garraa, idemxheres.verdadeiro,
20500 a garrafa, idem cherny cordal a 10000 a garrafa, collares e figqira ambps oagar
rafadosa 500ts. a garrafa, idem de Lisboa em pipas, barris, aocotetase a retalho a 3
e 400 rs. a garrafa, ancweta eom vinho tintoa 20400aancorota.
Oordcaux.
vinho Bordean* de todas as qualidades de 605UO a 250OOQ rs. a dnzia, e en garrafa de
OO re. a 20000 rs. Wermooth a 10500" rs. a garrafa KenoCh de wasser a 20000 rs. Ab-
symih a 20000 rs. a garrafa.
GAZ
gaz verdadeiro americano a-90200 a lata grande, garantindo-se 27 garrafas, o a 400 fva
garrafa.
Cerveja Gelada
eerveja gelada em garrafas e */i garrafas inglezase fraoecza..
Paiuco e Alpila
painco 100 rs. a libra, alpisla 160 ; pmeo e alpista misturada 140 rs a libra: am
porcao se far abatimento. \'
Cha verde e preto.
10000, 10500, 20000, 25200. 20400, 20600, 208OQ. 30000, e 30200; cha verde de
todas as qualidades, luxim, perola, aljfar ete.,r
CHARUTOS d'HAYANA.
rega'ia britaniiea 100 a caixa, londres 120 a caixa, operas, caixa 100; eoutras mul-
tas marcas que se tornam enfadonhas-menciona-las.
CHARUTOS DA BAHA.
imperiaes, exposico, normas londrinos, guaaabaras, suspiros, delicias, parisieaces, ven-
cedores, guerreiros, lyricos, quem fumar saber, para os seguiotes precos: 10ooo, 105oo'
20ooo, 205io, 30ooo, 305oo, 308oo, 40060,402oo, 405oo, 408oo, 50000,505op, 60ooo,
605oo,'70ooo, e 80ooo.
Velas Stearioas.
spermacete 64o rs. o pacte, velas de carnauba de 6 por fibra; & 36o jrs. de 14 em
libra, 44o rs. em porcao se far abatimento.
GENEBRA in.5o ou victoria 72o rs. o frasco.
GENEBRA DE HOLLANDA 601 fl'aSCOS 560 TS. 0 fraSCO.
CEftVEJA-T-E BASS, -
cerveja bass e tenente e de todas as qualdiades, as quaes se vendem o mais razoavel, como
seja 5oo 600 e 7oo rs. e em duzia faz-se-ha grande abatimento.
Arroz da ludia,
lio rs. cada libra, emporio se far grande abatimento.
SABO E SABONETES. -.^
sab5o branco eom veas cor de roza, idem branco eom veias azues, sabonetas de urna libra
cada um, s5o os sabonetes mais econmicos que tem vindo ao mercado 800 rs. a libra.
Sag' e SevadlBha. '
sag' muito novo a 24o rs. a libra, cevadinha muito nova 16o rs,. a libra. .',
cevada muito nova 12o rs. a libra.
gomma pe encommar 12ois. a libra.
CEBLAS grandes e novas 10oo o ttolho."
Latas eom conservas.
latas eom ervilhas portugoezas e fraacezas, latas eom carees preparadas, passarinhos gui.
zados em latas, e salame em latas.
lce de golaba.
ba constantemente um grande deposito de doce de goiaba em caixoes de lodos os tamanhos.
Cobm, cotias. di
copos crystalisades, ditos lisos, ditos decores, a 40ooo e 405co Vdazia.
garrafas de crystal.
garrafas de crystal de formatos do ultimo gosto.
AME1XAS. '
ameixas em latas, em bocetas e frascos.
Queijos Queijng,
queijos flamengos do penltimo vapor 20ooo, ditos do ultimo ......
ditas de 8)000, ditas de 7J900, ditas UJoOO, garan-
tfBoe-se teHnviod*s 0 varas, sendo muito boa fa^
cao*a para osprecosi cima mencionados, qae se
eeeeem mals'barato que m outra qoelquer parte;
tbt. na: leja e armazem no Pavio a roa da Im-
peratriz o. 00. de (iaaia Silva.
Camisinhas?para seahora a 40000 e 50000.
Vendem-eefiolssimas camlsinhas coro manguitos, | ta,na*8t s,lva- .
sendo os.ro*s moderos qae neste ero teas vra-f rara Daptt-auos.
do ao mercado emcaen*r-aia pelo baratisimo preco vende-se elegantes vestuarios bordados para
de O : n leja e arroazem do Pavo na roa da Wf't'sadof, pelw barati>simos precos de 154000
Imperatriz n. OO.ida Garoa.j Silva. I500 e 25*000 : -na Ma earmazem do Pavao ns
Corpinacs para seohor 3 50,80 e 100. rDa di lmp7alz "; ^dP Ga^? V-.
Caram,osmais MUxaot corpiohos de cam- Babados bordados na roja do Pav3o
braia traosparente, sendo rfcametMe enfettados e Vendem-se babadiuhns bordados eom 2 varas
vendem-se pe e lOtOO; (Wos de afosdioaples preto, sendo fa-i transparentes, tendo3 varas rada pe$a a 10000: na
zeuda OHilto superior pelo barato pre? de W0^ Jj1!* armazem n Pava ua ra da Imperatriz v.
isto na loja-e armazem do Pavao na ra da lrope-*, de *ama A S.lva.
wiz n..o, de Gama Ai-.uva. Cambraias de cores '
. Grande pechiocha em-chitas. Vende se am bonito sortimeoto de camoraias de
Vende-se wn grande orttmento '-de chits esco- \ cres para vestidos pelos baratisimos preco de
ras e ateeres franceras peles baratos precos de 310, 300 e 360 rs. o.covado, ditas a voluntarios da p;i-
360 e 400 rs, sendo eom os padrees mais bornesHr'a a 8C0 rs. a vara, ditas lidiadas a 640 e 700 r
qae tem vindo ao mercado eom listas e Dores etc.
HC; gar*ot*ado-$e serem cores nenas : na loja e
armazem do Pavo na. lya da Imperatria o 60, de
Dit.s de U, 7500, i, 9*, tf e i 15 a pega co
20 varas. *
Cambraia de lista de duas cores para vestidos
800 rs. a vara.
Baloes de arcos para Seohora a 2*500, 31 e.'lfBCG
Ditos de arcos encarnados de 31-500 e 44.
Ditos de n urculina a 4,5800.
Ditos de arcos para veninas de iroii e iR.
Toalhas de linho alcorhuadas a 122 a duzia.
Ditas de Mu ,1 (pello) a 130 a dozia.
Atraillado adamascado de algedo a 20 a vara.
Dito dito de linhr a 39 a vara.
Bramante de linho eom 10 palmos de largara a
2*V>00a vara.
Dito de dito d- 9 1,2 dilo a 2J400.
Dito dito de 5 dito a 10200.
Dito dito de 3 I \i dito a 800.
Alaodio entestado eom T 1|2 ditos a 11100.
Retundes de 616 preto a 70.
Boorous db dio a I0.
Chales de dito a 81.
Cambraia adamascada para cortinado eom 0 va-
ras a 131 a peca.
Lencas branros do cambraia finos de 21, 31,
35R0O e 44 a duza.
Laazinha eom Hnres mnito fina a 400 o (ovado.
Dita lisa d.la a 480 o covado.
Cambraia de linho Hna de 63500 a 95 a vara.'
Cambraia lisa mnito flna de 51, 6*. 61500, 70 t
81 a peca.
Colxss de fusta o alcochoadas brancas e de cores &
61000.
Cuberas de chita da ludia de 25400 b ?1800.
Leoces fle h mburgo fioo de 21400 e 21600.
Ditos de bramauted" um s panrio a 30-00.
Tarlataoa de todas as cores a 800 a vara.
Mon-aniique preto superior a 21&00 o covado,
,Grosdenaple d- dito a 11800 o covado.
P-anella e cores a 800 o covado.
Cambraia desalpicos branca eom 8 it2 varas pe-
ca <100. V
Fil de linho lito Bno a 80 a vara.
Hito dito eom salpicos a 900 a dita.
Guardanapos de linho para mesa a 31503 a dnzta
Assiro eom*. lambem se eocootra um enstelo
sortimento de roupa feit e por medida.
Gama dr SHva.
SUeziafi-para seoboras na loja 4o Pavao.
Vende se esta nova fazenda, sendo silezia ondea-
da propria {tara satas pelo baratissimo preco de
440 rs. a vara, e comprando t- peca vende-se a
40U rs.; ietu.aa leja e armazem do-Pavao na roa,
da Imperairie a. 60,de Gama & Silva.
As'saias do PavaO
Vendem se rieas saias bordadas eom 4 panaos
petos baraiissiaius precos de 6100 e.75000, assim
como fazenda em pega eom pregas proprias para o
raeBBo lim a 48200 a vara : na loja e {.rms/em do
Pavo na ruada Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Lencos de seda
Vendem-se superiores le.ncos de seda pelo iara-
tsmo precn.o> l'yOOO cada um, dittis tTancf-, uaii3e rotudiobos fazenda muito fioa a
l^iOO ; ua loja-e armazem do Pavo na f;:,i da Im-
peratriz n. 60. de Gama 4 Silva.
A toa I hado
Vede-se sqpw^or. atontado de algodao.trancado
eom 8 palmos de largura a 11600 a vara, dito ada-
mascado moito superior a 11809, dito de linh mui-
to boa fazenda a 2|>800 a vara, ru,-.rianapos econ-
micos por serem de linho pardo a 31000 a duzia,
ditos alvos muito boa fa?eoda a 41000 a duzia : na
loja e arroazem do Pavo na ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Barages a 409 rs. na loja do PavJo
Vende-se bonitas bareges transparentes eom pal-
uunlias, ditas lustrosas, fazenda muito boma! peto
barato preco de 400 rs, bonitas lasiobas do qua-
dnanos e de flores a 400, 320 e 240 r., todo pe-
chiacha na loja e armazem do Pavo oa ra da
Imperatriz n.0, de Gama A- Silva.
Sedas novas
Na loja do Pavao.
Cbef aram as mais muderoas sedas eom listras
para vestidos, sendo eom as cores mais moderna:
(ufl tem vindo ao mercado, atsim como grosdena-
ples de djffereni.es cores como sejam cor de rosa.
atol,rdxa, cor de caf, cor de lirio etc, etc.
vendem-se por preco muito em conta na loja
armazem do Pavo na rea da Imperatriz n. 60, de
Gama (Suva.
Crinolinas a 305O, 40060 e 40500.
Cbegaram para a loja do Pavo as mais moder-
nas crinolinas ou. balrjes verdadeirameete ameri-
canos, qae sao os mais bem armados e mais leves
qne tem vindo, sendo din o formato mais moder-
no qne acluaimeBte se osa e vendem-se pelos se-
gointes precos: sendo eom 20 arcos por 31500,
ditos eom 25 arcos por 41000, ditos eom 35 arcos
a 41500 : isto s na loja e armazem do Pavo na
roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Sedas largas na loja do Pavo.
Cbegaram as mais bonitas sedas de cores cem 4
palmos de largara,' sendo eom as cores o desenhos
mais bhibaotes que tem vindo, facilitando fszer-se
um vestido eom poneos covados em aitenco'a lar-
pora, e vende se pelo barato prec ode 21000 o-co-
vado : na loja e armazem do Pavo na roa da Im-
per*lrii n. 60 de Gama & Silva.
scbales do pavo a 2ooo e 25oq t.
Vendem-se chales de merino estampados a 21
e 21500 cada am.
Ditos de merino liso a 31500.
Ditos estampados de crepon a 61, 71, e 81000.
Ditos pretos bordados eom franja de seda a 141.
Na loja e armazem do PavSo na roa da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Leocos brancos a 2# 00,30000 e 4#)00.
Vende se um bonito sortimento de lencos de cam-
braia branca lisos pelos baralissiraos precos de 21,
31000 e 41000 a dozia : na loja e armazem do
favo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Medina 40000
Chegaram os mais ricos cortes de vestidos trans-
parentes d'esta nova fazenda Intitulada medir eom
deliradas palmas e baes de seda, sendo fazenda
propria p ra vestidos de asststir a baile oa casa-
meotos, tendo cada am corte 18 covados e veodem-
se por 205000; nicamente na loja e armazem do
Pavio na roa da Jmporatrlz rj, 60 de Gama &
Silva.
a vara ; pecbioclia Ba loja e armazem do Paio
na ra da imperatriz o. G0.,de Gama & Silva.
Cassa de urna cor s
Vende-se bonitas rassas de urna cor s eom nm
pequeo toque-de molo pelo baratissimo preco de 240
rs. o covado ; para acabar na loja e armazem do
Pavo na-roa da Imperatriz n. 60, de Gama A-
Silva.
Chales de remia e retondas
Vende se um grande sortimento de chales de
renda e retendas, sendo as mais modernas qne tem
vindo ao mercado e vendem-se mais barato que
m outra qualqupr liarte : isto na loja e armazem
do Pavo na ra da Imperatriz o. 60, de Gama A
Sitva.
Retalhos baratos
Vende-se porcao de retalhos de chita, las, cas-
sas e chitas pretas por preco barato : na loja e ar-
mazem do Pavo na ra da Imperatriz n. HO, de
Gama & Silva.
Caifas brancas
Vende se am grande surtimento de calcas de
brim branco de lnh < trancado pelos baratissimo-
prego, de 31500, 41S00 e 55000, assiro cora um
grande sortimento de iialitots de panno p eto ino,
obrecasaecs e saceos forrados de seda, ditos de ca
simira, sobrecasacos, saceos e fraques, ditos dme
ri e calcas de casimira de cor e oe todas as qua-
lidades, assim como um cande sortimento decol-
leites de todas as fazendas veodendose tudo nr
pregos muito baratos : oa loja e armazem do Pa-
vo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas nrilhantes a 640 rs.
Cbegaram as mais lindas alpacas enf-stadas eom
3 e meto palmos de largura eom os mais de irados
desenhos tanto-de florslnha. como de Itstidhas as
sentadas as mais delicadas cores como sejam ly-
rio, siosento cor de carne, solferioo e vendem-se
pelo baratissimo prego de ti'0 rs. o covado ; ni-
camente na loja e armazem do Pavo na roa da
Imperatriz n HO. de Gama A Silva.
Pechincua para a fesla na loja do Pav3o.
Vestidos.
Vestidos.,'
Vestidos.
A 85000
Vendem-se om bonito sortimento dos mais lindos
vestidos eom barras de seda, trazendo os eompe
tentes enfeites para o corpn, sendo neste artigo o
mais moderno que tem, vindo ao mercado, e ven-
dem-se pelo baratissimo preco d" 8;000 cada um,
ditos de cambraia branca eom barras bordadas n
51000 e 61000 ; na |n|a e armazem do Pavo na
roa da Imperatriz o. 60, de Gama & Suva.
Cortes a 30nOO s o Pavo
Vendem se os n ais lindos cortes de cansas de
cores eom os defeDhos mai modernos vindo cada
um em sea papel e paraotmdo-se term 7 varas ca-
da am pelo baratissimo preco de 31000 ; na loja e
armazem do Pavo na roa da Imperatriz a. 60, de
Gama &'"Silva.
Casaqainhos ca vasqainas na loja do Pavao
a 2*0OuO, 3-0HO e 350000.
Chegaram os mais neos na moderaos cassqui-
nbos ca vasqoinas de grosdmaples preto ricamente
enfeitados, sendo dos fehios mais modernos e ele-
gantes que ltimamente chegaram e vendem-se pe-
los baratos pregos'de 59000, 301000 e 351060; na
loja e armazem do Pavu na roa da Imperatriz o. 60,
de Gama Silv.
Para bailes a 3S.S000.
Cbegaram os mais ricos cortes de vestidos de fil
tranco primorosamente bordados e enfeitados de
cor, endo tatnhem proprios para easameotos e
vendem-se pelo baratos pregos de 351000 nica-
mente ; na loja e armazem do Pavo oa roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Lencos bordados a 10000 e 40600 na loja do
Pav5o. ,
Vende-se bonitos lencinbos bordad, s para tnip
pelos baralissimos pregos de 11000 e 11600 cada
um ; loja e armazem do Pavo na roa da Impera-
triz o. 60, de Gama & Sil\a.
As vareges do Pavo.
Vende-9e as mais bonitas vareges eom listas de
seda a Imitacao de poil de chvre pelo baratissimo
prego de 800 rs. o covado: na loja armazem do
Pavao na roa da Imperatri? n. 60 de Gama *
Silva.
VEMfrSE
um cabriolet do qtutru rodas e quvro acentos, em
bom estado, urna meta calessa moito boa, forrada
a pintada de novo, ambos rom arreina,, por prego
muito barata : na ra da Ponte Veih* o. 8.
1EI0RML' PBBN iHBIMJANO"
MEMENTO 'DIARIO PaRA
1867
(kutendo
Urna pagira em franco para cada dia doanao.
Kalendarii).Sigoaes do telegrapho.Casa im-
perial. Corpo consular estrangeiro.Associago
Commercial Beneticente. Regtilamento desello.
Systema mtrico.Servigo do rorreio, etc.....
Kecorimenda-se o presente memorial por coater
noticias, exclusivamente relativas a Pernambuco,
e de summa utilidade para os ueguciaotes, advo-
gsdos, ele.
Vende-se pelo diminuto prego de
2#000
atn easa dos edictores, roa do Crespo n. 9
Velas de caranba
V'-ndem se na iravessa dos Guararapes n. 7s
oor d-traz do arsenal, as arrobas ou em grand s,
norgSes, sendo de 14 e 6 por libra e nos depositOe
-eguiotes: ra da Guia n..., ra do Hatgel n. 3,
ra do Amonm o. 48.
Vinho do Corto superior om caixa de
Dm Vende-se no escriptorio de Antonio Luiz de
Oliveita Azevedo & C, oo seu escriptorio ra da
Cruz n. 1._______________
Carro americano
Vende se om carro de 4 roda para 2 e 4 pes-
soas, para um e doos cavalios, eom arrelos para
ura ca vallo, tudo em bom estido, assim como um
bom cabriolet de 2 rodas con arreios : a tratar
ba .ffleina doSr. Poirier roa do Imperador junto
ao Gabinete Portuguez.
Na ra d) Vigirio n. 19, veode-se :
Vinho Mu-cate em aneoretas. '
Vio!.o> do Porto de diversas qualidades engarrafa-
do e em barris. -
Cera em velas e grome.
Lona em pegas e fardos.
Farello novo.
Vende se, na raa do Apollo o. 4 em saceos gran-
des ; a 41600, para acabar. *
Escravos fgidos
Do tngenho Varzea Grande da comarca di
Goyanna, tusentoa se desde 15 de agosto de 1866
o esetave Antonio da Caoba, alto, secco, pernas
raalto Ooaa, ps grandes, dedos abertos, cara ossq-
da, punca baiba e ama cicatriz em-ima das sobran-
celhas. Bogo as autoridades poltc.iaes a captara
delle, e aos espitaos de campo o levem ao dito en-
gento, on ao major Luiz Jos Pereira SiroSes, que
se rao recompensados.
Esse esetavo ja' esteve oculto no sitio Peixinho
da cldad d Oiinda.
Mnita attengo
Na noile de 53 de seterobro prximo pasudo,
fogio do engenho Bento Velho em Sanio Anlo
escravo Eduardo, crionlo, qae representa ter 44
annos, bom oficial de carpi, bem ladino e fal-
lante falla brando e insinuante, eor rola, Jiano a
espadando, peroas loas, ps limpos, dedos dos ps
cortos e qnasi e iguaes, tem falja de um dente na
frente sahio de palitot pardo defcroadod* Ata bran-
ca chapeo de baeta sinseoU, rede, baeta o Tardo de
nris roupa. Ha bem de suppor que como carploa
esteja passando porvforro em qualquT parte : ro-
ga se pols, as autoridades policlaes desta e das oa-
tras provincias toda vigilancia, e promette-se a
qaalqaer qae o capturar e coaduzlr ao referido en-
gento gneros recompensa.

>


-*m

/*


""*

. \
II,
LITTERATDBA.
OM POUCO DE TBDO.
louve, n\ uiro lempo, uia grs-duque
psnio e casqailho, qu mal jhe chegava o dinhelro
para depender em fastas e, vestidos novo?. Era
l-.ra oviutar novas-galas'c looeaifas, que pa.
ru revista o exercho, qae concoma ao iheairo, o
fi quemara os pas;>eios.
Mudava de fato a todas.as horas, e assitn cerno
'um rei se diz que t esta em conselho, dizia-
so dr|ie : o grio^dune '>ti-se vestinrto. A ca-
pital tioha dm certo i^m-odor, devido ao grande ,
numero de estraoge* -^que por la passavam '
Piarlo de ^riiapJ^ i^ftty iejc* ,ft <** *?elrf de 1867
__l
oma iraravllha. E em toda a cidade nao
de outra couia. '
Aflpai quu ogro^icfae ver, com
---------!------------------------------ .. ... ._. .
sefalled cil ; aprendepaeto^ola,mtnttosprimo^:'.Ior de qae o navio estava prompto^m Londres ibe fez o enterro e diriga todo
(TOS nidimontflft f Hoconhn '/ta'rini na. -____U._ ...... n nUr.* ._. J.f-J ._________i.:. j.
| ros rudimentos d desen
Prios olhos o panno emqVanto-'esta'va "" ^ cessida^ 1M,
no tear.

id o ele- Acora')*r],l3do de unas das iiiustraS5es d sen chaoico, e distraia-secom olapisdos arduos o
linheiro H 1'"re as quaes "^ os dls respeiuveis fine, tr*Mb J !' Cl JB"H dirigio-se a e.sa do. .n ladroes, _
OJ8, -para recebar a carga; o- plano para defraudar ;*jompanhia de
NodtaJh2Donatmandoutraospor^r*ara*gur^qu. Patersuu' *flni exislia- e
ladras
QU^leeiUi.senpF., mat em 8o deseda, neitv de
ooro, nem de especie alcona.
Nio vos parece esplendido, seubor T obser-
varara os dous probos funcionarios. Taulo-o ma-
tiz come o desenho sao digoos de vossa alteza.
K coin.garam a afrontar pora os tearts, corno se
la houvesse alguaza cuuza.
Que t,| esta" esta T ubservou.para ai o grao-
Aos 34 annos quo Gavarni sahio da obs- IoJ-ra de va
iatadi
arjqu
dad? era o do arlis
)U cont
|ua o
m nao
se
nomeda
ao redtt-
caes curco ca'xas de f adefra, que deca- que nao Ihe mandou as
desenlatado,e G*a. (acontes -t^i^^ ^^^1^^^
s#,. se fui eu mesmo que te mandet la o
meu porteiro ?
Billiart p'oz-se ertao a rir,' mas a licSo es-
fcndas, que elto T"^ ===^ ?* tornan-
B as facturas oue (S'***** ^sos e Jabono do ningu.'m
Ie o que todava nao obstou a que fto'toaasse
a fazendas, que
fretes-
um dia appareceraro dous iJW-- veJ" nada. E" horrive. Pois 6 possi-
"*_ vel qae eu seja um
Scccedea, poriu, qn
cavallelros d'industrl;., que se davam por tecelSes "" gUe ^ ^J* um pa,ela T Serei eu wcapai de
Snsiirnes, e capares de teeer o melhor e mais flno ; ^ve"nar" E' ea a malor desgraca que me poda
pmno. Afflrnavam elles que nao era so a rfir e', Passada la besitaco de alguas ins-
o desenho,qoe patenteavam a soperiorlfladedoai 1J?~"e,e,fB,UUC0,n v*6eBr :
s* iis trabalhos, dizlam tambera que os falos sahi ma8D'no I Doa yos o mals solemne teste-
dos dos seostearespossiarp urna propriedade rea-: mUnb da minba s*lisfafa0-
r.ivhosa: fleavam invisiveis em querp os vesta,"! Sorri-s com ar de eontentamento, e poz-se
pira todo aqoelle qoe nao sabia exercer as fonc-1 mait0 filamente a olbar para os teares, sera se atre-
Cfcs do sen cargo, on enja inteligencia era llml- ver O'16* a verdade. Todas as pesoas da corle
inda o mediocre. | e os boraens ilustre que o acompanbavam foram
Meditou largamente o grao dque neste assumpto Ver UDS aps oa,ros' sm ver a"a. ja' se sabe-;
r-.. vidos es poderes pufilicos, concluio que taes maS repeHr,in ,odos a Phrasdo grao-duqne : E'
pansos nio linham preco, porque naot* flearia magn,flco Chegaram a aconselhar-Ilieque man-
coiiiiecendo qnaes erara os homens incapazes de e d(luelle Pano fazer um facto, para vestir
as.omir o governo.mas lambem fcil ihe seria da.- du da mais froxi,Da festividad*. E' roagmfl-
"2guir os talentos docels e provades dos bomens, I l J. "Qdo_' adaiiravel ezclamavam todes ao
coji mediocndade os afastava do poder.
Contribio am emprc:.:~r, pedio depols nm btll
A primeira serie de. desenhos em'que se
revelou o grande talento de Gavarni, tinha
por titulo Gen du monde. .
vir de garanta pa'ffmento. Negou >pconseguinte ter si-
: do djpotqr dos crimes, qoe Ihe impatavam.
mou contra o erro do publico, e adoptou o, As cinco caiiw;tinham sido seguras no As testerounhas provarm todos os factr
nore de Gavarni, que depois tanto ilfus-h'a'or 220:00? francos (3^:609^).'allegados pela aecusacao.
M. Spilliaert pedio as hebras e Dot a>e- Oreo aptlescntou tambem algumas ^(te-
nas a presento u umas cpift feitas por elle, munhasdedefeza.
e assignadas cora uns nomes irofeinarios de O substiWo do procurador regio M-
suppostos negociantes de Pars -ede Gene- Bocquet susentou a aecusaelo.
bra. M. spilliaert insisti pela fa;tuas } M. Wiaters, advogado nomeab officio-
orginaese exigi a abertura das caixas para smente, defended o reo.
verificar o que coniindam antes de se m-1 O julz prppoz ao jury :
barcare )onat foi para BrerJa, e de l i" se o reo tinna posto fogo.
r* ,.'
Agora, desgostado talvez pela total degra-
dado da sociedade que desechara, Gavarni
deisara-se da arte e entregan-se ao estudo
das tbeorias da navegaco aerea.
Gavarni nascera em 4801 ; contava pois
65 annos.
de iudcmnidade aosea parlamento, e foi a somma
f-nircgne acs dons artista^, para comecarem, sem
lien ora, a tecer o afamado panno.
Gonsiruiram os tecelSes dous teares, e siranla-
ram um trabalbo atorado, posto que nao tivessem
uui nico fio para urdir. A todo o momento re-
quisiiavam seda da mais fina, ooro do mais puro :
nido isto, porra, era guardado a bom recado, ao
passo que, at alta noite, movlaro sem applicaco
nenhuma os teares.
- empre bom saber o que elles vao fazendo,
pensoo la comsigo o gro-doqae.
Mas a idia de qae os ineptos ou incapazes nao
l-o.um ver os tecido, deu-lbe ama certa amr-
Cura.
Nao era por desconfiar de si, mas sempre julgoa
prudente maular alguem pnmeiro examinar o
irabalh). jno havia nlnguom na cidade, que nao
soubesse da propriedade maravilbosa, que tinham
aquelles tecidos, e lodos andavam impacientes por
tecem a prova da ncapacidade on ineptidao do stu
visioho. c Vou l mandar o mals iotelligente dos
meoi ministros, disse o gro-dnqae; ningaem co-
mo ello pode avar o qoe por l val: bomem
euergico e activo renue a urna grande sciencia
militar e a grandes dotes parlamentares ama gran-
ie penetra^So de espirito.
O bom do mioislro entrou pela sala dentro onde
os dous estranaeiros trabalhavam era teares va-
zlos. a Meu Dos! disse elle l para si, abrindo
multo os olbos, nao vejo nada. > Mas calou se.
Convidaram n'o os tecelSes a que se aproximare,
8 pMrguntram-ihd que tal achava o desenho e as
Ores. Foiam Ihe mostrando tambem os teares, e
'_ ministro por mais que elhara nao vio nada, pela
razu m.'to simples de que nao havia la nada.
Ora esta I pensou la consigo o ministro, serei
ou tolo de todo ? E' preciso toe nlnguera o sai-
fia. Serei eu nm grande inepeto Custa-me a
coofessar qoe nao vejo nada.
:_ Entao, que diz V. Exc. T perguntou Ihe nm
Joc lee.elSes.
-. Digo que urna belleza, urna belleza com-
pleta, redarguio o ministro, aproximando-se dos
ieare*. Quanto ao desenho e a's cores, isso en-
to... sim, sim, eu direi a' sua alteza que flquei
maravilhado.
mesmo lempo; e o regoaijo era geral.
dua !!rm!nSler0S ?ra,D ,0g0 araclad(>s *"
duas coramendas, e noraeados membros de varias
commi^sies.
Na vespera da procisao trabalharam loda .
DoaM*m descancar. Todos adm.ravam o sen zelo
e a sua actividade iocansavel. Fiualmmts, fing.-
ram qae tiravam o estofo do tear, cortaram-n'o a
thesoora, cozeramn'o com aguioas sem linha, e
feto isto deram o lacio por acabado.
Foiogr5o-duq'ueprova-o, acomf.anhado polos
seus ajudantes; e os astutos embusteiros, levan-
tando o bra5o para o ar como se tivessem alguma
couza as maos, disseram Ihe Aqu lem vossa
alteza as caigas, a farda e o manto. Esle lecldo
leve como o mais flno gaze. Nao pesa nada e
esta urna das suas Dnneiras qoalidades. .
De ceno, afflrmaram os ajudantes de campo,
mas nao viram nada, porque aada bavia.
Se vossa alteza quizer dar-se ao incommodo d
se despir, disseram os dous cavalheiros de indus-
tria, provavamos-Ihe o fado diante do um. es-
pelho.
Despio.se o grao-duque, e os estrangeires- Sngi-
ram que Ihe iam vestindo o fato todo. Por vezes
apertavam-no pela cintura, como quem Ibe aporta
va, e affeicoava o fato ao corpo. Voliavaio-no, e
tornavam a volla lo diante do espelbo.
Como vossa alteza fica bem I que feitio to
elegante exciaraaram todos os ulicos. Que bel-
leza de dezenbo i que cres I que riqueza de
fato I
Enirou o camarista, e disse ao gro-rJo*ue, que
o esperava a' porta o pallio, que devia/eocduzir
sua alteza.
Muito bem estou promplo Itase. gra>
duque. Parece-me que cao vou mal.
as audiencias de 9. 10,12, 14 e 15 de
novembro, foi julgadono tribnnal de Antuer-
pia pelos rimes de fateificacSo de escriptose
de fogo posto, Vital Donat, de 57 annos de
idade, natural de Pamilac, e que foi nego-
ciante e armader de navios em Bordeus, e
ltimamente resida em Antuerpia, ioeulcan-
do-secorao hespaubol, usando do falso nome
de WillU Romev& Donatry.
J n'este jornal demos netieia das ardile-
zas, edo9 estratagemas empregados por
Vital Doaat para defradar as- Gomparmiaa- de
segures.
dirigi um telegramoja a si propm, assig-
n^do com o no-ne de Paterson, de qupm
2o Se havia falsificado a letra.
Os jurados, depois de tres ajoartos de
elle pretenda, ter recibido as fazeodas, o hora de deliberagSo, deram Io q'Mwlopor
dizia que astixasoo pudiam ser desarr'u- 'provado o 2^ por nao provado.
madas e que-as copias das facturas eram l.ft, ,' ,
suBcieutes. Donat instara parabas caU ; trM,nal CDdemnU re Ba po de
xas fossem embarcadas^ e M Spilft^ert, j
mujto desconfiado, ioslstia na verificacSoj
previa da carga, fazendo intimar Donat pelo
Vossa alteza val muito elegante-1exc I ama-
rara em coro todos os conezios.
O grao-duque aiada su mirou outra ver ao-espe-
Ibo para dar um ultime olbar a* sua magaifi-
cencia.
Os camaristas, qoe devlam Levar a canda, do
mantc, flngiram qap. a lenvanla.vam do chao, de-
pjis seguraram-n* com ambas as maos, para qoe
se nao dissesse .que a nao vla.
Ao passo qute o gro-doque se encaminbava ma-
gestosamente para a proetssao, debaixo de am vis-
toso pallij, pelas roas e pelas janellas todos admi-
ravan a magnificencia do fato do rei.
Olfiem como rico,"t que belleza de feitio 1 ve-
jam como a cauda, elegante Niaguem quera
pass?.r por nao verdar-Ihe-hiam loga diploma de
lf,',o, on de incapaz de exercer um eroprego.
i E u'urna trra de empregados pblicos que
desgraga qao seria para aquello a quem tolbessem
i, para ir repetir todas essas explicases ao
grao-duque.
Os cavaleiros de iodustria hiara sempre pedin-
do prata, seda e curo, e afflrm oouco para tao ricos pannos. E' claro que guarda-
vam muilo bem guardo o que iam requisitando.
E urna felicidade para ns-replicaram os te-
a mostrar-lhe os matizes,
dando-Ibes varios
cel5es, e puzeram-se
e os desenhos imaginarios
ume<.
O bom do ministro prestava lhes a malor 'atten
O lear canunuava a es'.ar vazio, e elles sempre a
nabalhar.
Das depois, mandou o grao-duque outro func-
ionario da sua privanca. para examinar o lecido,
9 ver se estava quasi prompto. Aconteceu a este
o que succedera ao ministro : oihou, e tomn a
olliar, mas nao vio nada.
Entao nSo acha admlravel Tpergaotaram-
Ihe os doos embusteiros ao mostrar-lhe a p;: feljlo
do desenho, a variedade dos malizes,e o brilbo das
eOre&j que nao exisliam.
Ora, eu qae nao me teuho por pateta I pen-
8ou o funecionario. Mas o certo 6 qae nao sirvo
para exercer lugar que oc^upo. E' exquisito.
Callo me, e fago com que me nao conhegam.
Peno o-ie raciocinio, irrompeu as mais ensu
fiadas e bombsticas pbrases de sdmirago pelo
iu dizia respbilo a' escolha das cores, e aode-
soho.
Repeli depois ao grao-duque, que o tecido era
se lo.
O fato do gro-duqae prodaiia nm elf-.io mara-
vlhoso.
Mas eu parece-me que o grao-duque vai n,
exclamou urna crianga.
Meu Deus 1 ouvi a voz da innocencia, disse
o pai._
Ejpdos comegaram a repetir baixinho as pala-
vfas da crianga :
Uissfl um pequeo, que o grao-duque vai n I
I Vai despido Iexclamou finalmente o povo
todo.
~fi grao-duque ia furioso, porque Ihe pareceu qa
todos tinham razSo. Apezar disso, tomn a delibe-
rago de sustentar o seu pape!.
Caminhou com mais altivez anda, e os camaris-
tas continoarara a segnrar, respeitosos, a caoda
que nao exista.
^:^
FOLHETIM
\SPSIMiSSATAIN*Z
POR
Jules de Saint-Flix.

SEGUNDA PAUTE. *
VII
(ContiDuacao)
Pois bem, dei-lbe parte do perigo que corra
a nossa nova inquilina de ser connecida e perse-
guida. Alada .nao a conhego seno ha quine das
e ja Ihe dedico sincera amisade. Approvoa o pla-
no qae me liona occorrido, e conseotio em dar ao
principe boa ligio. Era n nico meio de salvar
tudo. O caso era convencer aqaelle flgurio e o
seu cmplice de que estavam engaados, e de que
aquella que pretenden) achar, nio mora, aqu.
Percebe agora, to T
Saiba que a acho eniemoninbada, Sra. Irma,
disse o ani'quario. Estou em dizer que ficaria
assustado, se ao conbece meatos. Mas quera sabe se a Sra. Dubois, pianis
ta, sera' prejodicada com a toa invengo T
Nao leona receio, mea to. Deixa-se levar
e condutir a cas* dessas taes senhoras que deso-
jara apoderar-se'oovamente da no sa querida vi
sinha, da qual sel a historia, sempre com o veo
cabido. A confasao ser nicamente para os seus
dous raptores. Chama-so Dubois, roubaram na, e
viciima de orna conspiragao. Ho de pedir-lhe
rail perddes; alias tera' ella direito de se queixar
a justlga.
Vital Donat no-aono de 1864, foi accosa-
do em Bordeus por quebra- fraudulenta e
falsificado de (webecimentos- de valor supe-
rior a 900:000 francos (162 eontos de res
Doeo mais ou. menos), pode- pbrm esca-
par-ser a aeco dajustica fraoeeta e reu-
gtar-se na Havana*-
Donat antes de- sabir^de' Franca fez. nm
seguro de vida na importancia de DO^OO
francos Cl 8 eontos de ris aproximadamen-
te), que devia ser pago a sua. familia mor-
reado elle.
No.aoDo.de-1865, foi residir em Inglater-
ra onde inventouepoz em. execucao um
plano de furto indostrioso dos mais astucio-
tribunal doconw>ercio para se-proreder ao
embargo e abertura djs cdxas, o que se
devia resolver na audiencia de 21 de agosto.
Na noute aV20para 21 pelas tres' toras-e
jmeia os guardas da alfandega viram que as
cinco caixas de-mercadorias, postas no caes
jestvarnaarder; em poucos momentos^-
chamas- se elevaran agrande altura; aco-
,dio logo gente e a proroptidSo dos soccorros,
eaeoepgia dos-empregados e borofce ros,,
bem como falltdfc vento, sedeveulfa5o se-'
communicar o fogo a^arca^nglez* Lauretm
ancorada a cinco metros de distancia era-
frente das caixas queimadas e ao- lado do
Duque de Brotante. Loa#que o incendio
foi dominado verificou-s* pelos restos das
caixas queimadas que estas-eram feitas de
pranchas de madeira^lpeaas coainham
(avacos depu untados de azeite e de alca-
trio, plvora, rezina, rvao e garrafas de
alcool; e tambem se conheceu que as caixas
tinham om certo numero de buraco de 2
centimetros e meio.de dimetro.
raorte, devendo a execugo verificar-se em
urna das pravas publicas de Antuerpia.
A. Donatou vio asatela sem raestrar
a menor impresso conservando-se impas-
sivel e socegdo.

O navio Duque- de Brabante atea dia
sos eatrevidos, que se podem .imaginar. 20 esteve ancorado em frente das caixas,
Adoptando o falso nome de Roberti tez no mas na noute de 20 para 21 tinha Mudado
registro, civil urna declaracao da. sua. morte, de pstelo, acbando-se ao lugar delle a
Morreu em Franca um dos artistas mais
estimados pero publico parisiense ; Gavarm.
Este nome, to popular, era apenas um
pseudomino ; Gavarni chamava-se realmen-
te Sulpice-Paul-Chevalier.
A su mocidade fra apoquentada e diffi-
ecom este documento fez o seuproprio
enterro, que elle acompanhou em pessoa e
assimobteve omacerttdi de bito, qoe
remetteu familia para reclamar os 100
mil francos do- securo le vida.
A companbia de seguros suspeitou da ve-
racidade da fallecimenio e mandou proce-
der a averiguacoes em Londres, e era re-
sultado d'ellas verificon que o pretendido
Kobert era o mesmo Donat, que estaba vivo
sao e escorreito ; o pela exhumagSo certifi-
couse que o caixo qde dvia cooteq o ca-
dver do segurado, estava vasio e tinha
d'entro apenas, alguns pedagos do chumbo,
Em maio de 1866 Oonat foi residir para
a Antuerpia tomando o falso nome de Do-
natry.
No mez de julho travou relaces com M.
Isambaert, corrector de Bavios, e com M.
Spilliaert-oaymax armador e dono da em-
barcarlo Duque de Brabante, com quem
tratou- primeiro urna viagem a Vera Cruz e
depois a Kurrachec.
Finalmente em 6 de agosto de 1866,
fretou o navio para Bombaim, assignado na
carta partida com o nome de Donatry.
O afretador ajustou que o navio alm da
carga embarcada em Antuerpia devia rece-
ber carvSo em differenies portes de Ingla-
terra, e d'ahi navegara para Bombaim, on-
de para a volta bavia de receber algodo e
outras fazendas.
- Para seguranca do frete e da execugo do
contrato, o afretador obrigou-se a emb.rcar
em Antu rpia fazendas de valor equivalente
aos fretes de ida e volta.
O navio devia dar vela no dia 20 de
agosto. .
No dia 8 de agosto M. Spilliaert avisou g
O qae ea te digo, Irma, tornoa o autiquario,
que teus lembraDcas diablicas.
Pois sim... bem sel.
E a joven InqullinaT
Ignora tudo, disse Irma. Pobre meniua I
Para que baviamos de assusta-la, contando Ibe o
perigo que corre ?' Os taes tratantes ho de per-
der-lhe a pista, essa Ihe juro eu I E depois da
lico que levaram, nao voltario aqui.
Naquella raesma noute velo por segunda vez o
carteiro. Bra a bora da ultima distribaigio de
cartas. O carteiro levava multas cartas, e entre
ellas urna dirigida a menina Irma Noirot.
Bello I disse Irma ; ja' a esperava.
Mal o carteiro se auseniou, abri Irma a carta,
e lea em voz alta diante de sea lio o segainte:
Devo avisa la Immediatamenie de que audara
em bu-ca da. sua nova Inquilma. E' provavel
qoe alguom diligenceie Introduzr-se era sua casa*
para Ihe fazerem perguntas, e tambem a sea lio.
Conoego a bondade do seu coragao, e quanto po-
dem os recursos da sua Inventiva; sei tambem
qae aff-iigoada a rinpeiuvel joeo, a quem soube
iastautaoeameite appreciar, por que bondosa
como a senhor. Estou, pois, tranquillo pelo fo-
Conte, portanto, cm
alague! a porta principal .do predio, e Irma vio
apear-se e enirar a menina Dubois, meslra de
piaoo, que voltm s de multo longe. Pedio-lfte
que entrasse na loja do porteiro; a primeira ac-
cedeu de bom grado ao pedido. Eoto a menina
Dubois, tendo pq| ouvmtes o Sr. Noir'ol e sua so-
brinba, princlpiou a oarrago da sua odyssea noc-
turna, narragao que premoveu mais de urna vez
as alegres risadas da (ovial Irma, e do seu lio an-
tiguarlo.
VIt
'Em meado de fevereiro, a Sra. de Castellaa,
barca wgleza Lmretta, efreumstancia que
Donat ignorava.
Na manhia do dia 21 o orreio eatregou
na casa de Dona* urna carta, dirigida a elle
pela posta interna, fingtndo ser de urna vic-
tima de M. Spliaret, e em qoe eotre ou-
tras ameacas rzia : os seus navios bao de
acabar as mjnbas mSos, e elle mesmo q ie
se acautele I O fim d"6sta carta era attri-
buir o incendio aos inimigos.de M.Spilliaert.
na suppesicSo de que e seu navio Duque de
Brabante ainda estava em frente das caixas
queimadas.
Conhec^u-se porm qm a carta era es-
cripta por Donat, jorque a letra disCareada
assemelhava-se d'eile e porque nos- seus
papis se achou urna copia da mesma carta
Alm d'isto Donat na vespera 4 noate foi
deitar umi carta na caixa do correio, sabio
depois as 11 horas,.pedindo que Ihe deixas-
sem a porta aberta depois da meta noute, e
ninguem deu pela sua entrada notando-se
que pela mantiaa acama estava.apenas ligai-
ramente desarranjada. Tambem se vern>
con que Donat tinha comprado plvora, al-
catro, alcool e reziaa. Por todos estes
motivos, foi Donat aecusado como autor do
incendio.
Entre os papis do -aecusado achon- urna letra falsa de 1,600 frafteos, venada
em O de agosto e assjgnada por Casenave
de Montreal, nome supposto de um dos ima-
ginarios donos' das fazendas cmtidas as
caixas queimadas, e pissada a favor de
Donatry, nome que o aecusado usava em
Antuerpia. Esta letra era ptOvelmente des-
tinada para nma nova fraude, por isso Do-
nat foi tamem aecusado de falsificado.
O recusado foi contradictorio as suas
respostas; quiz sustentar que exista um
individuo chamado Robert, que foi quem
Q escripfcr francez Vandin, escreve- na
Franct Chrale, de que redactor, a se-
gnintes linbas:
Para o anuo que veav doVante a ex-
posigao universal, em plena florescencia da
arter e da in nstna no patecio^) campo de
Marte, n5o ter* Pris todos os 'lew deslum-
brameotos.para os-provincianos e paraos
parisienses Nao se i Iluminar a grande
cidade com todos os clar5es- do espirito hu-
mano 7
Eu tenho as- mais does- esperangas a
tal resptito, mas esptero a hera< feliz d'essa
festa internacional para, enlo eocordoar a
ryra.
Agora atho-ae coreado de perguutas
orpheonicas queseme dirigem de todas as
partes.
Perguntam-me se para os concursos
que se preparam teraodireitode isccevr-
se todas as sociedades, qualqoer que jeja a
sua dfvisoousubdivisSo.
*Ignoro quaessao a tal respeito al-fias
do barao Taylor.
Tudooquepissorespondfercom refaci
-fsta que eu tenho de organisar, que
nao acceitarei senSo as sociedades quejos-
tiflearem u certo valore qaeafastirei da
manifestago todas aquellas que nao virem
aos concertos-fenao um novo- the tro para
a. exhibigao e exaltaco do seo espirito de
campanario.
, Desei_a.se tambem saber se-tedas as com-
panbias decammos de ferro falcotarSo,
como a doSul, umareduegaode tres quar-
tos do peoco de cada passagem.
c Noeontamos com isso> A media da
reduegao ser de cincoenta 00 sessentapor
cento ajog-ir pelas-disposicoes actuaos das
companbias.
c Mas pode talvez sobrevir um milagre.
Quem sobe se o entbushsmo da generosi-
dadeedo patriotiSiiio nao vencer a. vonta-
de das administrages de camiaho de^ferro
em'1867 ?
Morreo em Franca Mr. Lonis .le Corme-
nin, filbo'do celebre phatnphcletario, actual-
mente dtesllieiro-de estido. Foi collabo-
rador da Press} do Rvnement, do Moni-
leur UwoertlTfa Bevue de Pars, e ul-
timamltte Vio Jturnat du Lniret.
FalleceflMambem. Mr. Theophile Du-
four, representante do povo na constituinte
de *88. Publicara ha pouco tempo nm
livro, cujo ttulo :Eniretieu dan vieil-
lard. Contava sessenta e cinco anoos.
- Mr. Bache, um dos mais populares
actores dos Uieatros de Paris, falleceu apoz
longa doenga.
Morreu na sua quinta do Baranle, o
barao de Bacante, autor do Tableau de la
lUteratttre francatse m XV111 stcle das
Mmoires de Mad. de la RochejaqiieMn,
Des umnmtme %et de l'Aristratie, fistoire
den dues de Borgogne de la maison de Va-
bis, e outros litros que gosim em Franga
de grande nomaida. Contava 85 anos.
' Tamkem fdleceu Mr; Vistor Cbauvin,
redactor principal da Rtvue de Vislruction
publique.
I
to iliimitado como o de urna mae ; e esta ternura
exaltara-se muito mals, por que resgatara aos
olnos da formosa dama certos pormenores do seu
proprio proceJimento, que a ella propria nao pa-
recaos irreprehensiveis.
Para se subtralr a pergun|gs penosas, as Inves-
tigagdei humanantes da sua' sociedade de Paris,
resolvera-se pois Armanda a ir vivar tm Londres^
mas affisiada da sociedade em que oulr'ora alean-
gara tantos triumphos.
Em .oglaterra poda fazee*credllar que dei
zara em Paris a sua joven companhelra ; ao pas-
0 advogado. francez Narberto Biliast aca-
ba de ser poaieado director do Moniteur
Vuiversel
Bil|iart apeesenlou-se pela primeira vez no
fofo em 1847 Nio conbecia senao om ami-
go intimo em Paris.
A agitago poltica da epncha, em que prin-
cipiaba a advogar e a pedir onde escrwer,
nio Ihe tyiha abafado inteiramente a joviali-
dade e aialegria do espirito essencialmeate
sarcastieb. Nio tendo que fazer como ad-
vogado Billiart oceupava-se a fazer versos
contra os Irbraens polticos do seu lempo.
Urna d'e^sas poesas arrojada e verberante-
sima, circuou em manuscripto com grande
applauso por todas as salas de Paris.
Dias depois da apparigio della, Billiart que
trabdhava no seu escripiorio ouvio b terem-
Ihe porta, cuidando que fosse Um conselbo
que se Ihe viuiia pedir e que seria pnmei-
ro. Appareceu-lbe um lalago do tamanho
de um pinheiro, com umea-aeo aootoado
at o pescogo e urna enorme bengala em
puniio Este bomem medio o advogado com
a vista e disse-lhe: tSenhor. cautella com
o que escreve Olbe que a polica traz-lhe
o olho em cima, e pode-lhe distar cara a
brincadeira.
Billiart fico do tamauho de um feijio.
D'ahi a dias o seu amigo fallou-lhe n'esse
episodio, e o advogado perguntti-lhe;
' Como soubeste isso?
Como queras tu que eu o nao soubes-
0 Courrier, jornal dos Estados-unidos
nos informa que-, desde o Io de Janeiro al
14 de novemt.ro deste anno, tinnam ebega-
do a Nova-York 212:742 emigrantes earo-
peus. *
Participam da fortaleza Monroe nos Esta-
;dos--Unidos, que o ex-presidene confedera-
jdo, Jefferson Davis, foi tirade, em 14 de
toovembro, da casamata que Ihe- havia servi-
do de prisio durante os mezes de verio. e
que se achara instatado em eenfortaveis
aposentos preparados em Carroil-Hall.
O seu estado de saude deixa muito a de-
sejaro ex-presidente vai se defiabando
pouco a pone; Todava j se nao falla do
sea processo em Whashington
A'cerca dos aperfeigoamentes de* espin-
gardas, tt-se o segainte na obra fraoceza in-
titulada: Corresfumdence sur Louis SVF et
Alaria jMtotnette, de 1777 a 1792; volume
I pagina 1 5
Foi apresentada a el-rpi Luiz XVI urna
espingarda, com a qual se podem dar doze
tiros ao mesmo tempo ; e ao passo que-aii-
mirava esta mvencao, sua magestade prohi-
bi qye se mulliplieasse urna-arma tio mor-
tfera.
Observa-se qoe- en todos os tempos- a
imagmaga do bomem andn procura
dos meios de destruigio os- mais terrivei
para aniquilar a raga brjmana O italiano
Martiao Poli, de Lucca, invantou un* fogo
grego, ou para melbor dizermos, tornou a
deseobrir o fogo grego dos aotigos; foi-re-
velar a suoberta ao rei Luiz XV, o qaal se
recusoo a p la em pratica.
Cncedeu urna peesio ao aothor da des-
coberta, com a c indicio expressa de nao re-
velar o seu segredo a petsoa alguma.
Ha certos nomes que sio" predestinades :
ontro italiano ehamaro Poli, propoz ao rei
LuixiV urna machina de guerra lio terri-
vei,. que depois das experiencias a que se
proceden, Luiz XIV prefers conceder urna,
peosio ao.inventor, e nomeoo-o cavalheiro
da ordem de S. Miguel, sob a condigio de-
que nio se servigo do seu in ento.
O cavalheiro guardn religiosamente o
seu segredo.
Um americano propoz a Napoleo o c&-
nhao-leque.
Est eanhio, por meio de um mecanismo
engenhoso, devia arrojir tamanha quantida-
de de balas e por forma tal, que- um bata-
Ihio inteiro devia ser ceifado como um cam-
po de trigo, Napolea^ que se empenbava
em que a guerra continiiasse, recusou di-
zendo : c Cm nma invengio d'este genero
nio possfcvel haver guerra.
--------I un ,
Um parisiense que estava em ferias as
margeos.do Mrne. voltando Paris,ntre-
gou o seu ci Stopp aos cuidados benvo-
los e'uma visinha.'
O bonito animal foi ptimamente gasa-
Ihado pela sua hospeda. Esta tirou de um
monto de trastes velhos um antigo colchao
e n'ella preparou a cama do seu amigo.
O colchao estava abandonado bavia muito
tempo. Sfonp tomou conta da proprLedade
de que o faziam senhor, e taes volkas Itie
deu, tanto o esgaravatou, rompeu e esmio-
lou. que acabo! por tirar para fea do col-
chao a somma de 5,000 francos, que ah es-
taam escondidos havia muitos annos. pe o
amigo da pessoa" que hospedara o intere-
sante ci.
que nao quizera regressar a Paris, dapols do des- so que em Paris nao poderla justificar
a ausencia
de Lucy jom ama viagem a Londres. Tena sido
inadmi-sffel.
Quauto a -*- Sablinville
era mais senbora
taro della.
do, e a sinceridade dos meus sentimentos.
Seu affectuoso creado
Raymundo.
Adula-me, mas sempre me' quer um tanto
disse Irma. Quer-me nm tanto, porque ama apat-
anadamente ontra pessoa. E' um rapaz roui
digno, e que parece nao ter sido nunca operario.
Hei de servilo o melhor que poder, porque 6 lea,
9 dlstincto.
Pelas onze da noute parou urna carruagem de
ayp*recimento de Lucy, resolveU-se a ir para n-
glaierra. Poz-se poi$ a camioho para Londres,
levando era sua companbia a aia erothea, e um Uuauto a S,
creado de conflanga. A forra a dama, d.gamolo de si, por tanlFnao padecer a menor altera
em seu aboco, estava incousolavel pela perda da nos seos costames.
sua qaenda menina. A saa dr era real, profuo- perguutas qne Ibe dirgiam acerca da via-
da, como o provavam os sigaaei de tristeza qne em da sua amiga, responda com admiravel apru-
se lha viam no rosto, e a alterago porque passara no. qoe assumptos de interesses que tiuham
o seu.carcter, ordioanaaaote to tranquillo, e determinado tao precipitadamente aquella ausen-
dotadp de firmeza sem egual. cia.
Deque natureza era realmente o pezar.de Ar- Comtudo, eomo estava no segredo de quanto
manda T Quem poderla defin loT Quera a Luey dizia respeito a Lucy, sustenUva cem auctondade
a minha grati- com ternura e com amor perfeitamente puro. Isto fnalteravel que a joven continuava a estar r
ponto loconlroverso Mas nao tinha acaso ba- compauha de sua prima e lutora. Como sabi-
Gragas ao estratagema de Irma, sobrraha do por.
tetro antiquarin, a residencu de Lucy,.que julga-
vam ter descotierto, tornava se problema. A sap
posta meoloa Dubois, pianista, dra violeeto des-
monumento as descobertas do visconde e do prin-
cipe italiano. Mis Rodrigues, que era homem
mui hbil, nao j dera por vencido, e se renuo-
jciava as so,as pesqnzas em certo biirro, nao re-
nunciara a explorar outras regides de Pars Es-
lava apenas desorientado.
Nada se descobrira anda, e o companhiro de
Rodrigues, o horroroso Babolio, a quem ja coohe-
cemos, principiava a afflr.ar que nao se consegui-
ra achar a bella Aagelina, e qae o hypognpbo
devia id-la traasportado ao reino de Calhary, qa^r
dizer, ao flm do mando.
tira neste tom que tornava parte em urna con-
versaco seria, na sala do seu amigo e amo, e Sr.
Rodrigue-, em urna larde de fevereiro.
N'aqaelle dia foi a Sra. de Sablinville visitar o
seu con sabias iostrucgdes que tanto necessitam as mulhe-
res d cejta elasse em circunstancias difflceis.
Sentada em uma poltrona mui commoda, na
frente de ama jaoella qoe dava para o jardlm, re-
creava se a dama dos olhos azuas com aqaecer
ios ralos do sol que entrava pela ca^a dentro os
seadoas esperangas mais loucas, mais culpaveis do a sociedade fcil em acreditar o .que ihe llnd.s pe, primorosamente calgados Esta,, vM
ta.vez,no porvir da mcomparavel joven T Nao quelram dizer. A oacepgo da alguns pretenden- (ida cora primor, com trajo proprie Nao intentemos sondar este mysterlo. Nao Inte* tes, todos princlplaram a fazer ioizos acerca da achava se em uma dessa, pbases de bom humor
temos tambera saber se ua dir se mlsturava muiU ausencia de Lucy e de Armanda. Por outro lado, assls frequentes, que tem a conciencia da sua
egosmo humano a sentlmjntos m?is respeta- espalhara-se o boato de qae serla pouco demorada belleza e triuraplms.
'8m< -' a Jia*8m- E, como afirmo, dizia zombaBdo o malicioso
Pondo de parte o pauado, certo que a Sra. Viraos no capitulo ante ior como havlara sabido B.mbolin, fol-se arrebatada pelo -ou cavallo cora
de Cuten alimentara affccto progressfvamcnte frustrabas as ovestigagdes dus commissionados azas. S pretendentes a' sua no morreram de
mais intenso a Lucy, e que por fim ebegara a ser pelas damas que sabemos, e pelo Sr. Rodrigues, dor, pelo meuo* 10
Tem maginagao mal rioa, BimboHn, res-
pondeu o Sr. Rodrigues ; mals nao esta a ooca-
sfo mais opportuoa para dar largas a' phantasa.
Fallemos srio, por agora ; guardemos as formali-
dades.
Para que T perguntou a Sra. de Sablinville.
De cerro, accrescentou Babxlin ; para que ha-
vemos de uos entregar a accessos de tristeza es-
tando aqui esta senWa T Parece-me qu-nos'sSbe
ludo a" medida dos nossos desoos ; gozemo nos de
boa saude, e de asss folgada mediana. VeMade
que desertou uma formosa joven de casa de sua
madrlnha, e que esta madrlnha pessoa da nossa
particular estima. Ma-, emflm, em qne pode i0..
fluir na nossa trapquillidade moral o capricho da
menina Lucy T Sentimos muito a perda dessa que-
rida menina, mas, visto que prefero fugir de nos
signal evidente de que Ihe nao agradava a aoss
companbia. De certo, transformaran, Ibe a cabera
alguna amore*. Ditoso mortal o que pode conse-
guir tal triompbo : pela minha- parte limlio-rne a *
invej-lo. Esta a minba epiniao. Philosopho por
principio e por necessidade, aeceito a vida tal co-
mo e diligencio embelleza-la o melhor que posso.
Aehel magnifico quanto disse, Sr. Babolio I
exclamou rindo a Sra. de Sablinville
Abi esta... disse impaciente Rodrigues; faga
com que elle perca de todo o juizo. Nio sei na
verdade se Babolio bebeu hoje ao almogo algom
copo de vlnho do Porto de mais de qae devia be-
ber, ou se se embriagou com os seus olhos zoes,
minha senbora; o que nio pwso achar a exph!
cacao da sua verbosidade, e ulrepida conflaoea,
Em geral nRo pecca par enrgico.
_________ (Coniinuar-stha.)
TYP. DO DIARIO-RA DAS CRUZES N. 4*7


I
*
I


2

___
___.


Full Text
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