Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11153


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Full Text




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AMO IW. HUERO 297
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Smj BW^y**y ....... *~
" epis^sl.-1usdcaBe(Meentr*d-quartel 6*ee
"re e cerr. aor ires ms..............




OARTA FEIRA 26 DE DEZEMBBO D 1866
Pkhm paga delire de 1e das de V mez........ 49|M
Parte at crrete per auie......... Jjae
PERNAMBUGO.
ACARBEl^bOS DA SUBSCRIPTO DO NOKTE
Farahyba, o ir. Momo Atowatfnau de Lima;
alai, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracat\, o
5r. A. d.. Leaos Braz/a; Caar, o Sr. J. Jos,'-de
>U';ira : va, os Sr<. GoraMo Antonio Alves &
WUm ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCAKRE'JADOS DA SIBSCRII'CAO DO SIL.
AI:g.^..,oSr.FranriiTaarc< da Cosa; Bahia.o
Sr. Jn- HartiM Alvos: Rio do Janeiro, o Sr. Jos
R boii Ga.-parinho.
Partida dos bmaketas.
Oltnda, Cabo, Kscada e estacos da va torrea at
Agua Preta, todos os das.
Igoarass e Goyaona as segunda:; e serias feiras.
Santo Antc, Grvala, Bezorros, B.ito, Cantar,!
Altmho, Garanhiics, Buiqu, S. Bento, Boro!
Conselbo. Aguas Seibo e Tatarata, as tercas
feiras.
Pao d'Alho, Naiareth, Lirooeiro, Brejo, Pesqoeira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabruno, Boa Vis-
ta, Ouncury, Salguen o e Ex, as quartas
feiras.
Serinhaem, Rio Porroo-o.Tamandar, Una, Bar
reros, Agua Prea Ptmenteiras, tus quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNABS DA CAPITAL.
Tribunal do eomroercio : segundas o quintas.
Relaco : tercas o sbados s 10 horas.
Kazenda : quintas s 10 horas.
Jolzo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas o sertas s 10 horas.
Prtooira vara do elvel: tercas sextas ao meir>
da.
Snguuda vara do elvol: qcartas o sabbades a I
ora da Urde.
DAS DA SEMANA.
\EPHEMEttlDES DO MEZ DE DEZEMIIRO.
7 Loa nova as 3 b., 5 m. e 56 s. da m.
13 Quano cresc. as i h., 13 ai e 50 s. da m.
II L,ia ebeia as 6 b., 11 m. e 49 a. da t.
i>i Quarto ming. as 5 h. i ni. a t s. da t.
H. Segunda 8. Ddphiuo b.; S. Tarcilla m
sarjar- Nascimeulu de Christo.
*?/Varla- 8- Estevo prolo-marur.
2" 0"'" ap. e e vaog. ;S. Tiirodoru ni
IS8. Sexta. Ss. t.astr, Cesarlo e Agapu n m
Si. Sabbado. S. Tli.m.u are. s. David pruf.
30. Domingo. 8. Sabino p. m.'; s. Aoisio b. r.i.
PREAMAR DE MOJE.
Primoira as 8 horas e 30 m. da manha
Segunda as 8 horas 54 mnalos da urde
PAftTJlM Bf VAFUttU UtttHUA
Para o Mi ale Atoguao a 14 o M; para o acrt
al a Granja 17a H de ;ada un i, para Ftn
du nos das 51 les metes do janei.u, toarlo, at>
julh. aeteataro a noverubro.
ASSIGNA-SE
so Recite, no primeiro andar da casa onde raate
typograibi dos pioprieiartoa Haaoal Plfaafo
lo Par & Fitbos.
AVISO.
N.ij a primara vei que escrevendo sobre
tJVoliro i>-u'iii!-i diremos que, por sua enlloca-
T f ''o^raphk'a, nao pote ota oos-a cidade du
rli-ei- d-'ix-ir de ser a pri:oeira escala dos vap>res
tr.n-atlanticos, e p r eonsegmule lamben) a pri-
i- que sera' possivel, m Ciso d urna guerra inevi-
l.vel, que nos auresentemus no theatro dos co'nba
i--s com forjas iguaes a oulro grande estado, tanto
sub j aspecto do numen dos coinbalrntes, como
em relacao au sen valor moral.
< Assnn :omo a Trfaus.gio, a adiniolstracio do
exercilo offereee uin va^io campo pa-a as reformas
otis. A compra du n i--ri il necesario para o equi
m -ira que no impeno tenha as n-.iicias do aniigo ,,,melo do exercilo, as-im como a soa so>tentacj,
c.ntn nt-, de que iu ell s potadores, habilitan dtTf.m felUs ie acord con os principios d-
vincia du Rio d- Janeiro a cultura do cha ja corne-
es a desenvoiver-se com bellas etperaofs para o
' fui uro dessa industria ; e urna nota concebida
piuco roais ou ra--n)> em idnticos termos acom-
' panba a mencau d cb Jo Paran. M >. em eom-
pensacao, a provincia de S. Paulo, on le a pro-
duecu de-ia olhi exceda, em 1831, de 50,000
libras (relaturio do Sr. cooselheiro
cacao. Eis com effeito o juno du jurado de quem
fallamos :
i Tem infel'zmenie acont'cido eom a baunilha
o me>mo que se ha dado com o cravo, isio ser a
pro.lm ci multo superior do consamo, de maneit
ine, de 500 francos, sen preco crreme, desceu a
35 francos o kilogramma. ou por outra abano do
preco remuneradur. A'visla oesta baixa dos pre
CommuHcados
Publicares a pedido
0 reernuaeau eai (nanea.
lo; a nom-aco d) Sr. alfere do c >rpo
Nao (oi sem erande sorproia que li oa aietiiha
Logo ap; a nom-aco d Sr. alfere do corpo '''" '"'*'' R-afe de JO um amgd ou qiai de polica, Joaqun) Milu.i < Alves Li-na, para re-' ''**n,ur* chmcaihi um cidada i aarMeo e ti n
cruiador nesta comarca, o Kmre nuco V Muro r*'0, a0 p**so 'I'1* SM Pr"or aprovar os actos M
urnu a escolhi. preveoJo qu- prole -id do llu*s ""'""'e* pruslituilas, que tnuram na ro d)
di aarfai a impren-a desta capital a transmitirlas
de pi-impo aos mu habitantes, bem como aos
das provincias que Ihe firm ao nuite.
N >ia siiuica, pois, achanlose est-Diirao em
relaca dir-ru, c aaes ptaeat da Buraa*, ajos aao o emporio das oo-
Uclas do mundo conhecid t, ;:i por ni-i > da reepp
;u d is m-lnores j'maes, ja potos eurrespoaaav
es qu; maul :i em dill r ales i> uto-, para noli
cur om a neressaria minuc isidade o movimenio
p ilidci, liu-rano e commercial; in |uesiiooavel
, prest elle un serv; i imporUote e currtis-
ponde a> rredilu qu> lli def-ridu, o na > ha de-
clinad) d.; ni 'tiv s determinantes da aceitado
cresccnie. que na imprensa con | lisloa em seu
progressivo caminhar.
Ora. seudo este Di-mn o jornal de maior fnrma-
. d> m ii'.r .imrua de materias instructivas e de
recreto, tambem o de maior bartela qu- se- d
.i ortaaspa entre no-, e m*smo em ilguns ponlus
la Europa, oode as cundicfies essenciaes da putili-
Ta^i i s,u as mais favoraveis posiveis D'ahi tem
l > rnd i serios enl. iracas para a em preta ; e
qoatd i a receita se manlm em |i dos clculos
de anuos anteriores, que equilibravam se com as
a ann^ cnllucam de prsenle esta empreza na ne-
EOSsi ida ni I clinavel de elevar a a>siguatura an-
ecunomia prnpnos lano qnaoto pj-siv-l para dimi
nmr-iri as despetas da regia. No armameoto io-
di>|ieusavel que nunca nos deixemos exceder pelos
uutrus grandes exercitos, pas as tristes exuenen
cias dos ltimos Piuipus devem ter conveneidu Id
dus da ii ve.-i a ] in ii .(i -u-.iv-l que temos de usar
as espingardas qu-* se carregam pela cnlatra.
O princlpiu de um ex une exagerado e dispen-
dioso devera' ser -uli-muido ua admiuislra(u mi-
litar por urna gestao baseada na cundaoca, e pur
eunsequeu.'ia que proceda, sem consideraces,
contra luds os abusus.
H i inuito quo se faiem preparativos ueste sen-
tidu ; e u novo -yst-raa de cuntabilidade esta' ja'
sanecionado pelo imperador ous seas pontos fua-
dameniaes, e nao lardara' qne entre em vigor.
O- regulameotus relativos au >oldu e admi
ni-ir.ici i carecem de ser simplificados, orga-
oi-andu se esta parte do servir > de modo que se
eviiecn moitus abusjs. A Icaei < da esphera de
allnbui(es dos commandanles do rtivi- <, que
se acha reslabelecida, dar' tambem em resul-
tado urna s .-o mais rpida da coutabidade,
em coosequencia da deceotralisacau que dah
resultara'.
Se estas reformas devem augmentar o valor
material das tropas, preciso, p-jr uutra parle,
(relaturio do Sr. cooselheiro Naburo), em
li e algons outros municipios circumviiiohos, em I eos."os prfdnc|ore da Hha da Reuoio'uffer*ecerai
coropen-ae5 s, dn-mos, a provincia de S. Paulo uro premio de 30.000 Trancos ao autor da m-lhor 'Sr. Dr. Araujo Brros vina entr-gar se Iinrciali v,f*"" defrouie da casa ero qun mora u Sr. CaU
parece ter dcidid.mente abandonado este hopor- memoria sobre os meios de propagar o uso da idade, qne apata fst- s-nhor e direceo e-eu ao. c'"""" > quaes ja' fui apreseotado um abano
laote ramo de pruduccao. bauoiih* na Europa. sogr., Dr. Jos J. Firmmj. a>siinadu cunten lo us nimas d- imutis individuos
Tivemos asatisf.jjiode receber algo mas com-( Mas alero das eireoin | municicd s a resp-ito de orna visita feita, ha qua t pdem paralysar hoje este commercio, a natureza de feto o Sr. Milu 11 veio alojar-se em casa do Sr ""bdelegadu o f-/ perdido, e nada nav-ndu teo
, iro anuos, as plantides de um agricultor tu in- do producto nao coatribue para se nutrir a ep.- i<>' Pirmmo, e de arcordo caro este oofeii/,i-io lAl '"peiiu couinuan as protegidas a trazer en-
lelligente quau cheio de zlo e de paixau pelos pro ranea de que o seu consumo se eleve multo ; pa- procede de ajoto a f ivoreCer a conuulMaI Weitoral '"""o'ada a vismhanca certa de saa Imounidade
gressos da sua prohssao e cujo estabelecimenlo de-. rece, pois, til aeonselhar que s se faca do cultivo em favor do portentoso georu-delicias h-m-a p tonlo do pobre h une.u que Mw lea v,s-a-vis
( mora pcrtu de liu. Ess lavrador havia dado, por desia planta o aooei > de entra endura roais im- S<>ria da liga. irazer cuolinuadameote fecluda ua varaudas
essa uc-asio, luformardes precisas a respelto da portaote, e fundada sobre hbitos geraes, a du Ha ne>ia cidade, em seus arredores o aaa alta- *** *" *"llM ** la-laaiaaaar as burieras
eultura du cha, iufurmac5s ruja eooclusao natu- cacao por exemplo. mas povuacdes da comarca materia rerutavel "de "* 1Uft > represeoudas pelas felues damas
ral era que a produrrao nao poda deseo volver-se O* cacoeirus novos que exigem sombra pode- [aMal um humem de outros sentmenios e'em roo I d*H Camelias.
! Iivremente por se achar, como anda se acha, pea riam ser plantados em lioha, obngados pelas lata- dicBes outras de iodepeodeocia e imuarctalidade s'laa>ia prucedimentu da parle du 8r. ubde-
da por c. ras coodifOes ecooomiea, entre as quaes das que sosteotaro a hiunilha, e em lisunnas poltica, tirara mudos recrutas sem levantar uuei ,,"K4d'J ^ Olvoi lugar as reama das limas ar-
o referido agricultor assigoalava em primeiro lu- bastante eoosideraveis para flear livre a circolao I fundadas, ou reciaroacoes msla* Mas o Sr t""**s dinglJas as favorecidas Caawlia*, p.rquan-
gar o monopolio de que este artigo de commereio I du ar; depois, em seie ou ouo anuos quaodu mu- I Miliiin, agente eleitoral cotrn ero re era o b lee lo no Rio de Jaoelr.. to, as laudas serio supptimldas e as bannilheiras protectores tnleretiadot nao v aalos aTvaW'nm P"U"*> aa aataaaa eaaj un seu visinho,
Aiaoa mesmo denando-se de atteoder a esta eslendidas at au p dos cacoeiros, que as fleariam que ah aodam publica e trananillamenie se fc-,P"' de uavio, o que se nao lena dad. mobV
cousideracao, deprehpolia-se dos algarisroos apre- tusteoiando, alo de facilitar sua passagem de oro l*encao algoma ; e agerava o imojto de siiijue subdelegado, como Ihe pre>rrove u d-ver da honra
sentadas pelu dfgno Pa ilist que do preeu porque j tfoocu para pairo, ludas as arvores da mesma li-1 que se paga extraordioariameot-, ba tres annos I n"""'e *> pruvidencias a tal raspalo, yuao
do a autoridaJe oau telosa ou cumprimeolo dos
seu> o-.rre- du se empre essas trales emergen
i que as autoridades anillares superiores conlinuem
oual a 2..i00 para esU Cidade e dema.s localiJa- a pre8Ur sena ,-, 30, in,tresses muraos du
1N que nao tveretn de recaer os Diunus p-lo eIerf0 ,rclIOi fllBJW pW ludo, o saber
- rre-u; e a 17*000 para as outns qne as res qus dt.ve ser Ipreett#0 e cultivada antes de
p<*tiva- remessas eareram de ser porteados os | la^0
mtmm 9mim, sendo esta d.fferenca de 3f000 A 0brigacaogeraiduservieo militar far entrar
aaaaaai c .rrespoodente au sallo de JJO nmeros pira eiwUll mor nom^ro de eleraeotos cnlu
la o warm vados ou suceptiveis de d serero. o augmentu
-ste peioeoo accrescimo s-ns.vel pira o dr. j0,e||(((en(.ia D0 ^t(STri,0 fjT, re,vra M m,,4m0
N'.i
i--laantes ; e,comparado com ouiros jornaes, v
s* que i elle justo e nao excedente das raas do
risoavel. Alero ateta, i-e quando menor em for-
mato, e por coa*ffoinle farenlo mmores despe
aa*, eram as a>sign Ulra< a t-;000. hoje que est
a.ipm mlilo de proporcoes miteriaes, aoje qoe faz
despezas qmsi duplicada
c
i-rnpo, de um modo geral, a instrueco popular ;
o exercito tornar-se-ha tambem urna escola de or
dem e de moderarao, de ob-diencia as le-, de
dedirario ao m marcha, e unir* a commonidade
dus diversos povo< da aam* grande patria.
Para
. raeliioraroeoto dos esiabj!eciroent') de
duplicadas, nao rouilu que estas ,05troeao ,,,,,. e da* escolas para a tropa, e
-e,am c mpeoadas p.>r urna peqnen* elevacao aa BrtaBjSaitata pela ereco projectad. de escolas
assignatora. elavacaa qu- s.nul.rmente para o de lBfila, n,s bngad.se dlv..5-s, tornar-se-ho
roais geraes e mais desenvolvidos os coahecimeolos
iniiiisre- no exercilo.
c Por exaroes rigorosos impo-t >s as offlciaes
e aos aspirantes as funcro*s do estado maior, obter-
lO-aao de futuro novas garantas de apndo; urna
nova lei de promoed-s d<-ve attender ao mereci-
roeniu, respeiiandu-se todava os direltos ae anti
guidade ; al^umas roodiftcaedes na organisaca
do eiado maior obiiveram ja a sanecio soberana,
e l on por tiro augmentar a utilidade pratica rjesle
crpo, pon te-1 em communicaco roais directa
com o exercito.
Finalmente, cuntieren se lamb m a aecessid -
de d* urna reforma de legislado militar, de modo
que ella esleja a' altura das necesidades da nossa
poca. Sri i ait-oi; io tem sido prestada a este
assumpto. i3l
Todos os fMMfata* rasoaveis coropreheoderam
que, Dar se reali^arem refirmas to imprtanles,
neces-ari'* lempo, paciencia e firme vuolade.
Esta nao faltar.' As autoridades militare- supe-
riores; mas tVm ellas tambem direito a inv.ica
reui o auxilio e o apoio de todas as ootras aotu-
rilales, e a eoolirem cmn a cooperacao vuloota-
ria da pnpulaco Os beneficios na resullaram
destas provol ne|a- nao poiem realisar-se imme-
diaiameot". A ad i inistraco ttnanceira prinn-
p Imeote mai< larde culhera' os froetos. O
sol Jo dos 4:000 ofl.'iaes, por exemplo, que llcarem
disponives, so pouro a pouco podera' ser nseadu
du orea,n n'". Pjrm com boa vonlade muuo se
pode cumecar e preparar immediatameote; e quao-
du os rrjelhorameotos producidos por estas refor-
mas se flzerem sentir asi reacdes econmicas, p .-
deretnus repeilir com en rgia ludo; os ataques er-
iranKeiros, sem cumproroettermos a prospendade
do pan.
(Da Gazeta de Vunna)
as'ignaote naoa para este, ao passo que para a
cropreza aa juocco de multas adli(de> ampliati-
va" forma om e imputo saaaaoWval de ihg-ira la
0 >s embaracos artuaes, e astiai poder desasaos-
ira-la da siiuaco pouco lisongeira em que ora se
acha por rircumslao<'ia. que se prendero so e
eiclu propietario fuolador d> tura cond'pna da proviocia, e da zona cujos inle-
rejses muraes e mitenaes representa e sempre ba
pro'movid est-- Diario.
\ -ii- cundi(5es, pois, cunta esta empreza com
i b-nevol* aequiescencta esta medida econmica
da parte dos aaa* as-igninl-x, para eom qu-ro
abre de-de j > o cum.irumi-- formal de no anno
prximo vindonro dar as disros*5-s da cmaras
e-rae, panpanlo assiti a grande numero delles a
despeta que fin im da as-ignatura do jornal,
que a< publiea na corte.
C otmuir este Diario, como sempre o tero f-i-
1 >, a dt-fend-r a sustentar os dreitos das provio-
cias do ourte. a partir de Alags au Amazonas;
e para completa salisfacao desie li n, j.i ten con-
traiados c-rrep >ndeot-s em cala orna della*.
aflm d' aaviareai mi-sivas n>ii'-io-a;, qtier de
factos ocerridos, qner de aecassldades do toda a
especie, de que ellas se re gmnte rareram de ser solicitadas pelu reclamo da
imprenta aos poderes do estado.
Cuntiouara ontro sim, a d t diariameote aaaa-
c/i a eeriptos de litt-ralura sempre vanada, com
OS melhores fulheiins de aciuandade, adro de que
os I-olores tenh.m urna recreaco amena perma-
nente em snas paginas.
EXTERIOR.
AI'STRIA
aSVORM* DO RXP.RCITO.
i Uepois dos revetes qoe si.flrru o oosso exerci-
lo, no veru ultiro i, uo ibealro da guerra do noru,
a direceo superior do exercilo consmenteme
(em diligenciado de-co rir as vrrdadeiras causas
de acotilrcimeotos lau de.-luraveis. h' con razo
que a upluixo publica deseja lar una explicacao
que a tranquilice sobre esta quesio lio palpitante,
o p le elu ter a certeza que e uo attribu- m as
causas dos revezes qna se s >ffreraro a c rcum>lan-
cias internas e fortuitas; ma que se faaaataaaa
que o nial era bem roais profundo, e qu- ha a fir-
me ra alafia de o exnoguir completamente.
Antes de iqdo a fica militar da Ausl'ia care-
ce de ler um desenvulvimeolo rpido e sulDcieole,
q>i aVpot seja coldalosamente con*ervado. Tu-
am aa grandes esudo leudem enei ,fir.imente para
5ie fim, e a Austria Bao dve oYar airaz, se quer,
como deve, omservar a sua posicu de grande no
leucia. A qoeslo versa aproas sobre o modo pelo
quai se podera' ubtei esse li u coiiipl lamente e uo
mais curto e-paco de lempo po.-iwl, sendo loma
oo em r.ui-id'-racao o elado fioaneeim du imperio,
que reclama grande cuidado. E' em grande parle
por can-a da- circumsuncia* e los pblicos que o otcanienlu do exordio tem for-
mado at hoje o principal ob-tacuio para o re.-la-
t-i Icimento oeccs.-irio do equilibrio da reeeita e
da de-n-za.
Agora qoe os conflictos e as divergencias de opi-
niao, que le'OJ esguudo durante muitos aooos as
oos as furcas, desappareceram, a Austria pode es-
terar ler comprado a coU de grandes saricius
a po-Mbilidade de se dedicar pacificamente a soa
rcurganis cao e ao seu deseovolvimeulu interior;
lodo fas suppr que um ma' paz fui afinal muda-
da em urna paz verdaderamente ulnur para o
paiz.
E pois chegada a oeeaaOj de regular o ora-
me uto do exercilo de una modo conforme com ai
aaajai be legtimos dos roo ir ib tintes, sem qne
se excedan os limites esuluntes da natureza das
cou-as, e sem que se facam ecooumias mal enten-
didas qoe coelribuam para aa ao alcaocar o ver-
Jiiro lim-
O governo nunca podera acceder a provideo-
ca- qoe paralym a forca material e moral do po
der militar. E-le Im, que nao se deve perder de
vi-u pota lazar entrar para o servicu miiiur o
aamr ouroero de humen- poSMVel, e dar-Ibes urna
o-tiucrao auflicwnie, e ao mesmo lempo orgaoi-
sar e armar venteBl-oieale o exercilo aero une-
rar o orcainealu. E-u misaio, na verdade dinVil
de realwar, exige eaa pnaesro lufar que a ubriga-
rao geral do aervicu, que ai* agora tem sido na le
Mira murta, se UKimi urna verd .de liu com-
pleta quaatoo permuta a aoa aMuaeo poltica a
social. .
A opinio i ubica reeooheceu ja a oecesstda-
de de-las reforma-, e s limitando Ualu quaotu
possivel os malos de isencsu, uppnmln lu as subs-
titiiice-, conceduodu licruc** ero grande escala
durante a paz, sendo todava conservados os qna-
drus hem orgaoisadu-, reduziodo a dorac i du ser-
vico das tropas de liuba, curo qnaoto se angmenta
m proporco a onfigacio geral de aervicu militar,
INTERIOR
BIO DE JWKIKO-
E\pos'i'o nacional.
Vil
CHA MATB CACAO BAUNILHA.
I ui dos aonexos i- muturiu dacummissio bra-
-ileira, sobre a expusi^au uuiversal de Loodres em
1861 exprimia-se assnn a respelto du cha :
c A monas amustra- de ena' e ninbu>das pelo
lirai| para exoo-icau. provenientes das provincias
de S. Paulo, Miiia-lieiaes. Ido de Janeiro e Para-
n sao todas de boa qualidade, e ent e ellas algu
ma-das mais proeinioentesrbegarama causar mul-
la sorpreza : purquauto al a on poucos Eiroii H
nnham idea da extensa > cun que a planta du cti
era cuitivata no Brasil, e muuo menas dos nona
re-uliados de semeliunle cultura.
f Varias da amo-tras tm mmlo sabor, e sao
- qualidade forte, at forte de mais para o con-
sumo ordinario.
i Para o curomerri i,porm, aquelles chas devem
ser rouilu apreciados para misturar com os ordiua-
nos da China, aflm de dar a e-tes maior aroma.
Q lalquer que (osse a quantidade que se tivesse
remetlido para o mercado, leria obtdu bom pre^o,
leodu sido numerossimos os pedidos. E' de lasti-
mar que os diflerenles expositores nao marcassem
o preco, por arroba, porqoe podenam por os MBa
ches no Rio de Janeiro oa em Ssntos, n-m indi
rassem a quantidade que annualmente podenam
produzir.
a Com i producto de exportaco a sua extraeco
lera' f .rco-aineot- de ser regulada pelos pr-co-
porque podero ser suppndos, e eoropeliado com
os das qoaldades -upenores da China, se >e u-
vesse feio o que levu dito, alguma ia* ae poderla
formar das probabilidades que havena da fcil ex-
trareao para os chas brasiieiros oos inercadua eu-
ropdas, mormente para oa de quaiidades esculhi-
das : e assioi leriamo< dados seguros qoe podes
sem aoimar os cultivadores brasileiros a darero
maiur daauvolviroenio a suas plaoiacoea de cha'
ura poderem sali-fater a protavel procura.
Por falu destas ioforma(de oau se pode es-
perar que remjluJo ..Igum commercial piovenha
da expusica > das exceiientes amostras qne foram
enviada. Estas apenas ser virio para'provade
qne o Brasil capaz de produzir eom grande per-
feic.au este ai ligo to apreciado.
rra umbem para desejar o aab rea e aa po-
cas em qne aquellas diversas amostras foram cu
ihiuas, aflm de coohecerem-se a- suas resueclivas
idade.-, pus que, q.uui j ao cb da ludia, so depois
de trea aun a de Made que o eoosideram suffl-
cioulemeotd bu ai : e c bem sabido qu este pode
ser perteitamenle cooservado por espaco de annos
sem perdor o sabor, urna vez que se guarde bem
acondicionado e completamente secco.
Muilo recetamos que, apexar destas palavras lio
aoiroadora*, a eultura do cha uo tenha ldo con-
sideravel deaenvolvimeolo uestes ultimo.- cinco ao-
nos; o ealalogo pondera, eerlo, que na pro-
! se venda esle genero se linda de dedzir, para
despezas de transporte e romml-sio, 10 por eento
se o producto era de qualidade multo superior, e
75 por cenio se era de tolo mediocre. Em summa
o roelhor h nao poderla dar ao cultivador, em
bruto, oais de 800 rs. por libra.
Ora importa saber-se qne a colheita das folhas,
| que tem lugar d-s Je meiado de agosto at ao roez
I de maio seguinle, e se repele dezaseis e vinte ve-
zeg, nao pJe dar, trros medio, para cada traba-'
Inador, mais de 8 libras por dia.
Depois de seeeas, essas olio libras ae redozem
a dua, processi esle em qne sao exigidas diversas |
ni iDipulaees. Se considetarmos oos trabalhos pre-
paratorios da enitira, da earpicdo ele, etc., fcil-'
mete reeonheceremos que urna tal operario s
mu diOcilmeote pode ser lucrativa. Talvez adie-
mos que em definitiva antes di-pendiosa.
Na i asseguramos que i-to seja assiro ero toda a
parte, oem que os algarisroos que aprevenamos te-
nham uro valor absoluto ; mas pelo qua aciba-
ro M de expr se podera' comprehender os obst-
culos que a cultura do cha' lew de superar, antes
de conseguir generalsar-sa.
Desejamos que ell venna a ler no Brasil a
maior expanso possivel, e a de.-pello dos algaris-
roos citados, nao desesperamos.
Os lloliandexes, que introdoziram o cha em Ja-
va, conseguirn) afinal tirar delle o maior provei-
to possivel, e isto de 1855 para ca'. Ora, fui em
1818 qoe se flzeram as p. untaras plantacdes. Fo-
ram, pois, precisos 7 annos de esfurcoa e perseve-
rasca para se obier o alroejado resultado. Este
exemplo .|-vc acorocoar os nos-os plantadores.
Entre as amostras que flguram na exposlco, ha a
de cka Pui/nequer, cuja qualidade eoohecida, e |
que cou-eguiu i.onqui.-ur .ii-iiu a logar oo mer-
cado. O preco a que elle tem subido, aegundo as
declaracd'S du ezposilur, deve ser sufflcientemen-
nna fleaodo ligadas por meio de coruSes. Este pro- cobrando o sobre a agricultura'e ladn^rtasao
eesso pouco coohecido foi, em melhores lempos, nah de pesi*. qoe nao esio sojita ao reeroia
empregado com boro xito oo Mxico.
(Jornal do Commercio, do Rio.)
PERNAMBUGO
REVISTA Diurna
juoti da
e estimular o zelo dos agrieul : Concelco.
* Maooel Jos Teixeira, eom Luzia Damasia do
succedaoeo do cha qoe dev; as | \asrimer.i i.
Joo Mariins Caparle, com Mina Nympha G
raes da Silva.
Antonio Pereira dos Anjos, eom Francisca Pessoa
Cesar.
Antonio Lulz de Torres, curo Riti Francisca da
Silva.
Ma Caetaoo Coelhn, eom Clara Emilia Oelb i.
Duningos Soares Fortuoso da Silva, cora Maria
Valeria Innocencia da Silva.
Liberato Jos dos Santos, com Josefa Maria do
Esiurito-Sanl).
Antonio Severiano de Mello Falca i, com Candila
Rosa de Albuqoerqne.
Anselmo de Jesu Carva'ho, com Aot oia Fran-
celma Rodrinnes Franca.
J'5o Roffefti do Espirito-^anfo, com Josefina
de Mottra.
3.* denonciacio.
Joo n ir ardo de Man s, com Senhorinha Maria
da Silva.
J iio Antonio da Cunhi Pacheco, com Anna Mari.
de Jess Tavare?, viuva de Antonio Tavares da
Silva.
3.a denunciaco.
Firmino Neves Barbosa, eom Jesuina Benta de
Miranda.
Claudino, pardo, com Margarida, parda, escravos
de Jos Vicente Godinho.
te remuueralivo
lores.
O mate um
suas prupriedades ao mesmo principio cbimieo. A
(igannos pelos quadros eslalisiicos uf&Viaes, a ex-
pluracu dus kervaes l ma, de anno em anno, urna
importancia mais coosideravel oa provincia do Rio
Grande do Sul. chega a um algansmo bastante
elevado (300,000 arrobas, termo medio) oa do Pa
rana'. Em summa pde-se calcular que o Brasil
i" iiei-e a i-rc-i parle, seoo mai-, di ou-ummo
total deste artigo, que e qua-i exclusivamente usa
lo as repblicas hispano americanas, e cujo gosio
erla mu difflril propagar nos outros patzes, ape-
lar ue suas quaiidades loconteslaveis e apreciadas
por todas as pessua- que bao viajado uo sul. Todo
o mundo sabe que sobreludo o Paraguay qne
coutriuue para o re.-io do coasumo. Recouhecem
M no mate paraguayo quaiidades superiores que
o producto brasileiro tende cada vez mais a a iqui
rir, sobretodo no Paran', gracas ao maior desvelo
da colheita e a um melhor preparo.
Da todas as plantas inlropicaes, diz o Sr.
Biu-siagaull, o cacoeiro iodubllavelmeote a mais
exigente : r--jti-r uma teroperalnra elvada, almos
phera hmida, somora, trra nova e frtil, c imo
os terrenos rudeados as margen^ dus ros. E, pois,
o auginejtu da pu,.ulac9> nos nbernm a valles du
Amazonas e do Orenocu adae lodubitavelmenie
ligado aa prugresso do con-uroo do chocolate na
Europa. Nao duvidoso com t-fl-iio que a cultura
do cacao possa, deva mesm i coolribuir para este
resultado.
Ora o consumo do chocolate augmenta na Euro-
pa todos os anuo* em prop jrca i s-o-ivel. E' elle
na realidade um alimento eminentemente saudavel
e substancial. O productor do cacao lem pois cer-
teu de adiar urna extraccao sempre cresCeole.
Eis sem duvida a ralio por que o cacao do Para,
ape em que outr'ora se acbava nos mercados da Euro
pa, uo deixa de formar urna parle subrdmaneira
coosideravel do cuusumo total.
Com i lleitn, em urna producido que se pode cal
rular em 0 inil' s dr kilogramma, o Para, em
I86-G3, coutribuio por si scura porto de unnhs
a no ultimo ex:ict |j deu gaal- de 3 ul bdesd-
kiiunraiumas. O cacao da provincia da Babia anda
nao Ukuia nos nnppas das alfandeitas. E' para
mistura los uum os de upas quaiidades que se
comprara os du Brasil. Empregado simplesmenle
dariaui eiles um cbucolate mais amargo e meaos
aromtico. Asfavas du cacudiru do Brasil, menores
e mais escutas que as do de Caracas, nao sao ob-
jeclo de cultura ou cuidado algum.
Pede ser que o solo tamoem influa mui conside-:
ravelmeole n sua compu-ica E, pois, parece que
as lavas do Para >lo sobretudo oleosas e as da Ba-
ha ricas de principios amargos. Por isao os nossos
fabneaotes de coocolale, que ou empregam e uo
p um, em razo du eu^to, empregar seofto o ca-
cao du paiz, mi.-tu rain sempre as duas especies
O fabrico do chocolate, substancia qne se eom-1
pde de cacao e assnear, devia necessariaaente ser
tentado em om psix que produx estes doos geoe- {
ro-. F. o lu eom rffeilo ; existem ja numeru-as fa-'
b icas. e a impuriaeau do artigo lem eonsideravel-
meule dimiouido N iiiiuma d'ellas, porm, de
extraordinaria impoitancia. A mais afreguezada
nao fabrica talvex 8,U0) libras por anno.
Amaanaa, petante a juott da uies.urar
provincial, iro praca :
As obras do 16* laoco da estrada do nal, eom
z 5194o metros, uo valor de 2.O )J, d-vea do
comecar o trabalho dtotro de 3u das e cuocloir-se
oo de om auou; pon) sobre o rio Serioham, no
lugar denominado PortJ de Pe Iras, o re,da em
9.500a; bomba sobre o riacho Jacar, oreada em
2:t>68J, igualmente manda fazer publico o mesmo
Illm. Sr. inspecior que no musmo da se ha de arre-
matar o pedagio da barreira da Capuoga e Man-
guinbo, oreada aoaualmente em i:9i.
Chegon ante-bontem da Baha, o brigue de
guerra brasileiro Maranhfto. Vai estacionar oo
Para.
loforroaro-oos qoe na ooote de quinti-feira
ultima, om bando de gardtos quebroa as lorneira-
do chafaris da ra de S. Gongalo, deixando as
correr at de manha, alim de t mar Naoho; acora-
panbando-u de eanedes pouco dec r. sas. Chama-
mos para isso a atleccao do Sr. subdelegado.
Foram lldos no da 23 do correte na matriz
da frptuezia de Sanio Antonio, os seguintes pro-
clamar:
1.' denunciaco.
Manoel Flix da Trindade, rom Iria Maria da
menio. i cas.
Para que o publico se cooveoca da verdade, qne'
duemos ; e para qoe appareca alguma providen-
cia, se nao mniil pedi-la, citaremos um facto
que provavelmenle chegara ao conhpnmento do'
Honrado r. prndenle da provincia pelos eanaes:
competentes com as provas necessarias. E" o se-
guinle:
Ha tres das, veio de seu eogenho esla eidale '
nm poderoso hgoeiro exigir do Sr. Milito a pri-' |a c,)ohecldu, depeode a Iranquillidade dos
su de Bellarroioo Jos de Oliveira para rerruta a,oraao,e> de.-sa ra, dando providencias a lal res-
dizendo o logar ero qne elle eslava, e informando I pe"* eom'> (le e:'P,,rar. aBl" e.-.-arem os es
que era lolteiro e linh* navios rotfunirt. caod-lo que as proteida- Camelia- tem pralicido
0 Sr. recrutador, que prefere estes meios facis e Pra",:ara publicameole : oo enuoto lomamos a
as encomoodas deligennas, qne um rerrolamento "Der'u,1e rt" Pe(,,r a(> aulr do maravilhoso artigo
bem dirigido demaoda, alegrou-se eom o presente 'd* awlilna. qu" "to mt-re-se m . de amigo, e apressou-se em tecebe-lo. I ra"l';,'i. leoha a bondtde de removelas para perto
velbo Calado romo disse o escrevinhador,
mullo ruoiiecido, e o >eu raraclpr e coni.uriaiii.-u
to digno de louv. r e geralmente espinado, a
linnuagem roaledica do e-criplor oo pode puis fe-
rir, uem n.e-mo de leve a sua reputaco : elle nao
re-pondera' eslou ronveocido, ao seu detractar, o
sea silencio de deepreto, sera' sua uoica resposta.
D> I m. Sr. Dr. chele de pulicia, por quero o fac
Esuva o pobre hornero vendendo assocar (par.
islo lioha viodo de casa), quaodo foi agarrado
A prlsao le/anta clamores : Bellarmino afirma
que oao poi ser reerotad, lastima o mal que
Ine fazero e a soa familia ; pessas que o cnnhe
cera, informara que elle casado, que vive com a
mulher e fllhos, e qne de mais a mais guarda
nacional fardado e promplo.
E-las informaedes verdadelras, ouvidas p-lo
prim;ro ioformanie, obrigam no a contradizer se
ruufessando que o recruiado realmente ca-ado;
roas laatata us raaos costuroes, e aecusa-o de ler
mono uma tilha com cirocat de algoddo e sumo de
taranta I
de si, n me-roo para sua casa, para que cultivan
lo-as elle mesmo com suas m.ios, possatn ellas me-
lhor progredir em aaa jardim, onde melhor pode-
ra' saborear o aroma e a belleza que taolo o en-
cuntram.
O amigo do komem ane nao falla.
A jurubeba
(SOLANI'M PANICrLATl'M DK LYNKO.)
As preparabies pharmactulicas da juru-
beba sao medicamentos reconhendamenle
excellentes. e devem ser consnleradus como
y) X S? - i y) i
X o a m

s 3 S a 1 3 II
:
\ : : i 1:
5
%
1 1 na -3 i 1 Masculino. al 1 '-* n
ai -i 1* 1 aa 1 Frminino. i 1 w>
5 .1 - - 1 Masculino. 31 9V n -I ?
t 1 - - Feminino.
.1.1 aa - a Masculino. M I
1 at m m 1 Feminino. O OB
s
Masculino.
Feminino.
S
' o
$
Masculino.
I
s
Feminino.
TOTAL.

-O
I
a
3
ADVERTENCIA.
Por um lado o clima que iinpossib>liU o traba-
lito da fabrn-acao ua quadra calmosa, e por oulro
lado a pouca propenso qoe b para uo.a bebida
loeonlestavelioente mu saudavel e oulrillva, mas
com a quai naue.-ta habituada a populacio do paiz,..
a a aecesstdade de vender o artigo por preco roo-
d eo : eis os diversos ob-taculus que parecem op-
por-se ao prugresso desla industria. Entre oa eno-' Na totalidade dos doentes existem 169, sendo 93
colaie- expo-ios ootam-se em primeiro log.r os do bomens e 76 malheres.
Sr. B rnni O dos Sr- Oeluucbe e G .daut, de Per- Foram visitadas as enfermaras estes das :
nambiro, perfeiumeBle triturado e aprsenla A-6 l|l, 6 l|l, 6 1|1, 6 l|i, 7,6, pelo Dr. Ra-
anM beliissima ma-sa mu consistente, mas aero oos.
duvida por ser fabricado excluMVaiuenle eom ca i A's 10 t|i, 10 f|, ti t|t, 9, 10 l|l, 10, pelo Dr.
cao do Para tero um sabor oleoso e om gusto amar-. Sarroeoio.
go moi prooooeiado. Falleeeraro:
Depois do cacao e do rhoeohte i natural fallar- Maooel Pereira de Sooxa, tubrculos pulmonares.
mu- na b.auiha. io vimis amostras mu auiaveis
oeste artigo na etposicu. Bem como o cacao, a
baonitha br.sileira nu p-le competir eom a me-
xicana eaa qnalidade e aroma : e a julgarmos pelo
que dizem nos Jurados da exposico universal de
landres, a cultura deata planta s vaolajosa
quaudu se acba lutu'mele assuciada eom a do
Pedro Perreira C imbra, gastro euterite ebrouica.
Ploriano dos Santos, entente ehrouica.
Eufrasia flufloa da Conceicio, disenteria.
Maria R isa da Conoeieu, tubereulo- pu m mares.
Aotooio ee -aau Tlie-eza de Jesrjs, ulc.ra e!e-
pbaniiaea.
Maoel Ribeiro Paes, discot-ria.
zerem expor-se a serem Iludidos, devero
hrioir-se a pharmacia do abaixn assig' ado-
situada na roa larga do Rosario n 10. pro-
de polica, nico deposito
que existe nesta provincia ; tlevendo se ter
em visia qua foi o abaixo assignado o pri-
meiro oa* submetteu essa planta a prepa-
races pli;irmaccuticas, e fez guiado por
ciinsellius mdicos, e sob a approvac:)
destes.
Pbarmacia em a rita larga do Rosario n.
10, junto ao quartel de polica.
Jeaquiui A. Pinto.
iheA ^^^"?^T^^^y;^u'!!>0. T M substancias medicinaes, tnicas e desobs-
do casado, pai de tres timas menores, b,-m guar-' Iruentes mais enrgicas Jque se conliecem
da nacional ele. oi coodustdu para a cadeu ci.mo'e por sto rtimpre que sejam empregailas
recrau I todas as vezes que se tiver de comhaler fe
. ibres intermittfntes, engorgilamentoscu olis-
jue importa que seja criminoso assassloo de : triicr/ies ria manan o kVn------- JiLtra
de a si proprio : O governo esta chamando os', zes' yuropesias, infiislruanies deficeis e ir-
crimino-os a servis>, mais om aaa ai... regulares, Gaitera da bexiga.
Sabe alias q0e a arcusagao falsa e ridicula. Aquelles que desejatem fazer QM dess.is
uant em diaato diver-as circum-iancias vm nreoaraies mediciK p ilopnt < ,< ,,in mii
po. a limpu o capricho do recrutador, movido pe- '
lo Dr. Firmino Aprsenla se Ihe o i Ocio, em que
o commandante ao batalho requisita a aottara d i
Kiiarda, e elle responde : i ja contava com isbi.
a tive a camela de passar o h mem a diaposicio v la|.ltl|
do pre-ideoie. Mais larde aprsenla se-lhe um
reqoerimentu, em que o preso suoplica a conces-
so do praao, de que falla o art i do regulameo-
to e I de majo de IMB, para pr var as soas con-
divd-ei de isencao, e o recrutador, irriado porque
oppoi qu- o requerimento feio Balo Or. Joto
Alfredo, grita e repele que o h >wih empeiorou a
sua orle, procurando um tal advogado I
O Sr. Firmino rompe o silencio, tambera grita,
ameaca, e conla longas hi-tonas para faier u.-i-ii-
l.iV'o do seu poder e concluir em voz gm-sa e ca
verno-a i|oe a taes e laes iodividoos letouos o
diabo em Paragaai/, por que elle o quiz, a despeito
dos motores empenhos e de suas allegadas tsen-
eoes t
Esqueceu se o iltustre medico de dizer quanlos
il -ixararo de ir por Ihe terem pago aMeataaoa de
molestia a vinte mil res ca-Ja um (preco flxu), e
se esiavim de faci doentes... l*io tambem seria
pruva do seu poder.
Finalmente com admiravel paciencia e resigna
cao do Sr. Vrente F-rreira Beterra dos Santo?,
lesiemunha preseoie, que ludo navio silencioso,
sem ou-ar nntesiar to altas potencia, o par de
galhetas, arcadn ambo, resolveo em con-elho oao
dnaehar o rquenmenio honiem- por ser hora
de juntar, e mandn que o procurassem no da
segalate.
O da segolnte hoje, e j* 0 infeliz Bellarminn
J de Oliveira tmha partido para a capital, alge
mado e amarrado com curdas, no meto dj orna
patrulha, quando fol resumido o raaae imentu
c m asta d -pacho : O snpplicanie foi prna a
minba ordrm para reernta r sobre apei'ntnr seus
d'i-nmntix recorra a ft'xm. presidente da proriao
M a cu/a ardrm esta. Gouanna. O de dezembr-
le 1866 Mililo, alferes recrutador. i
Na- vemos as leis do recrniamento, nem afta*
de, razo que iii-nrique o procedimento do Sr. Mi-
lilo. Pelo contrario o regulamenm citado, f.nian-
O oleo de ligado de bacalliao ferruginosa)
de Chevrier, pha> macen tico em Pars, subs-
tilue m; om muda vantagem as piulas e ao
xarope de lodureto de ferro mais fcil de
tolerar-se para as pessoas tlelicadas asseme-
llta-se muito mais bem e no provoca a cons-
. pag3o.
Deposito em Pernimlutco, casa de P. MlnV
rer A C, ra Nova n. 18.
() oleo de ligado de ba alluo desinfectado
de Oievrier, C"ti pri-dadts reconhecidas ao oleo de ligado de
hacalbo ordinario; o seu clieiro B goatfl
sao muito agrada veis, e a dinestao faz-se f-
cilmente.
Deposito em Pernambuco, casa de P. Mau-
rer A C, ra Nova n. 18.
i Lan-
Uy.-t lloriila de ,^uria)
man.
que esl3o acoslumadas
que s faz intumecer
As
sen horas
de
d,~..r i iVb Tu" a UsW P* ae arr"z Me so tai intumecer o
sna resitencia, e de mais no caso contrario| evaporacao da superflcie: di lamia, e conforme a viagem fr jut/.o em por intei ament j. parle seme-
ntante ingrediente, substituind..> em seu lu-
ga esle puro cosmtico lloral: o qoal nao
so perfuma a pede com u na fragrancia He
frese i e tao deleiiavel como o respiro e
chairo das (lores meia- abenas: mas sim
tambem faz remover todas as maculas que
desleala aformosura das feicoea, dando aos
vaso superciaes nm M|ieclo .-audavel e vi-
go oso, restilu ndo s feic s a primitiva cor
rubicunda e macia, datnio-Ihe* unta pura e
linda tran paren-ia e elasiicidade. linas
essas aguas ailslintgentcs, ptx e poma-
da-, ele do dia, ale fiz;m mais do que
arruinara pelle e e tragar a fotmosura con-
taminando mais urde ou mais cedo a pro-
pria sade: emqnanto q >e a tendencia des-
la agua saudavel e aromtica, inteiramen
le opposia.
Quan io mixturada em uma pott-a d'agua
torna-se um.excelienle esquisito meio de la-
vagem, para os denles e gengivas, dando
boca e o paladar um delicioso goslo aro-
mtico.
(Em consequencia iaa militas imitaces
que pt.r ah existem, recoramendamos s
pe.-s -as que co upra em e.-l i excelle -le ag.ia
lenhiin o cu i ido de \ -r e examinar que
os nimes de Morray e lanmao se acbem
dc\idenle nrcrptin so'j cata envoltorio,
conforme a
por tena, m por mar e rio, no ari. 44 manda
que os recruiadire- cuocedam essos pra*ns, ores
ponsabilisa-os (leira mora) por qualquer aaa*,
que rummei'erem. desiti..[|i-ndo as provas de
individuos isentos E' por lano claro que n Sr.
Miliiao nao poda negar s qoe Ihe foi requerido,
pretextando qoe B'llarmino Jos d O iveira j
oto eslava a sna disposicao ; salvo se tero orden-
e-peciaes para nio decidir sobre as provas de
isenc", o que nao podemos crer, visto como nm
recrutador nao deve ser orna machina de pri ole-,
incapaz de apreciar as qnalidades e direito ana
individuos, que prende.
O prorediraenio do Sr. Mililo explica se, poi-,
pelos mtitiv.is a que ja nos referimos, ato odio
e ingaoea-; sao inlereses politieoa a vonlade
soberana do Sr. Firmino; o arbitrio do recruta-
dor ad hoc, que oos foi mandado.
0 Sr. Mililo esta oos seus acta mezes, e delle-
sa apmveiia al para responder arrogaolemeole a
qu -m Ihe pede que liquide cerlo- u o/ocios parti-
culares, em que se acha emueuhada a sna honra :
ti vim preparado para amarrar gente I Tem
rasao...
Diga e laca o que quitor, Sr. Militao: explore
esla boa poca, que c-mpota todos >- e-cndalos^
prenda horneo.- oa' condicSe* de Bellarroioo Jo-t
de Ottvrlra, e vrva eo patojeadas eom vadios re
rroiaveis, aana ntimos... T- mpo vira em que >e
quebrem os instrumentos da liga, e os ma i- pin
lores voltario das pn-ic9es nfflciaes, a qoe foram
guindado- romo c.i,< ingas eleiloraea, para a- soas
pobres fBcinas.
C yanoa, 2t i: lerrobr) de I8J6.
A. I. llora.
,


z------
)
Mario de PerMbw* -,Qar(& tetra de Dcaeaabro 4c 1866.

letrero, e al racimo gravado nr> vidrn dis
proprias garrafas, e na (alta dos mesmos,
claro e-t que toda a raais falsa e para
nada ser?e.
Vcnde-se as pbarmacias de A. Caors A
Barbosa 4. da C. Bravo 4 C.
A ittslrnccSo esta assignada por mea pu-
n, para evitar as iaitiagoes.
Jos da Rocha Paranhos.
Xeve Broca de Peruaia jncw.
O Novo Baoco faz o t> dividendo- V 14
CfiO.
pet
Erlalpella.
O medicamento que com mais influencia
energa tem combalido essa terrivel en
fermidade, tem sido o xarope alcohlico de
veame.
Urna escrava da nti do Sr. Francisco Fir-
NOVO BANGO 1>K PER-
N4NBUC0.
0 novo banco paga O Se-
Hcada. i Igualmente prompto e seg ro pa- jomando o xarope de veame, achase boje J^ gjiveira.
ra desarraigar a mal na m pleic o ais boa prestando semcos
robu**; .nieiramene innocente em suas' A mana do Sr. Je* Francisco Pialo, mo-
rador na ra Di re la n. 51, tendo sido
lida do menino m
bem boa.
ALPaNDBGA.
Reodiiueoto do di I a 22......
operacoes e elleil" s ; pois basca e remove'
mSm de .inlqiiW especie e grao, por Jj* *> "*> mal, acha-se um- dem do d>. 24
mais antigs e lenazes que sejam. I)em '^,a- ^ 1T^K,,. Anm i
Mullas MMflta cundas com estas pillas. A Sra. D Senhonnha Umbel.na dos,
rniiluH-pin s nna* h feitos dellas aliiu- Santos, moradora na ra das Calcadas n., MOVlMBNTO DA alfaNDEGa.
-t^asftUSttS X ? s*--^asart -r-Tja^
que a privava de
7:)i:9i31l!'5
8:86j*697
763:8034892
mas.
servando seu uso, conseguirn! r ecobrar
saudee forcas
tros remedios
xas, com quatro tumores
no estado indolente.
saude e forcas, depois de haver tentado ou- "*;
.______J:. pr-se de p ha muito lempo, com o u
170
8
Desea rregam boj 36 de dezembro.
Vapor inglesAmatan mercaduras.
l-erecer 's t horas 1 ra luhi do snpradito dia, posto do arL 19 do regalamento e decreto o.
a eorao da igroja matriz desta fregoexh, aflra 411 A, da 5 de jonho de 1846, do doto se alis-
* se Arganisar a esa parochial Orando os que o tarem oo servico da armada,
uio Ixerem sem motivo legiUaao suj. it > a' molla Ari. 4.* As disposicdes do presente decreto o-
riajaiaili ooart. 150 { 5* da lei de 19 de agosto mele terio vig r durante o actual e-tado de
de 1b64. guerra.
Ileilores. Francisco Xavier Piolo Lima, do mea cooselho,
Teoeote Declo d'Aqaioo P., Dr. Silvio Tarquloii ministro e secretario de estado dos negocio- da
Viiiasboa, Dr. Joio Maris Seve, major Manoel dos marioha, assim o leona eoteodido e faca execotar.
Sanios Rues de Oliveira, Clonlo Penetra Callo, Palacio do Rio de Janeiro, em 23 de mareo de
Francisco Accloli de Gravea Lins, alferes Jea> I86S, 44* da independencia e do imperio. C m a
Rarihulom i Goncalves da Silva, Joaqoim AogoMo robrica de 3. M. o Imperador. Francisco Xavier
Ferreira Jacobioa, mjor Maooel do Naseimeolo da Ptoto Lima.
2. a** r. niiiM n5n r>Pfem entre- do MrP alcohlico d vtame e pilulas pur-, Patacho ingiei-tfoiwaaa-idem.
O* dieres ga -se a desesperado ; facam a mensaio gamas o mesmo, acna-se f najliiai, Lo dioiroi,rqQet Ttlftick0rt friona de
ds tirazes effeTtnsdestas pilulas, c pres- !!* tomores ler* Sg
tes rpcuperart o [jiweito da saude. Ka-
uiinaram pela supparacio.
A Sra. D. Rita, moradora na roa de Santa
n. 13, primoiro andar, soffrendo M
! mesmo mal ha muitos anuos, pois que a ery-
,1,, |u. sipetla ataca va amiudadamenle, depois que
tem tomado esse remedio nunca
ma ZO'S bem ponderosas exislem, pelas quaes
devem ellas ser preferidas a outras mu i- '
tas. que sao e\poslas a venda.
Pruneira por ser do urna planta
a que habitamos, e nao ser inferior os
slus effeims as que no.s ve.n de outros pai- '
xcn: seiimda, porque e destc miMo que
\ a ..!-.;,., ir.. PvtUm aode meiicoinaraipu para
se ac, Bfte a MMM indojri., (B I ta >to o C(lfH4|onll,C,.
alcanre d to-los^ la ,em PJdi8 J sa
SSlS. 1? .? S r 1 e node- .uvida elToito Se maleria g.ra .a no corpo
monsn' esia v^Sade ; tnrcJa, n?rque como expoe.n alguns escnplores de mcd.c-
duas al quatro pimas produz na mais ro
busla naiureza, u effeito purgativo srm
offeusa e irrit-co .las enliaiihas e das ou-
tras sao precisas quatro e seis para esse
effeilo, sendo q e as camas contm 36 pi-
lulas e as que veem de fra a maioria leem
21.
Qoando digo acim: benigno a maistenra
infancia, porque podem ser aplicadas aos
meninos de peilo; e explico como: cortai
urox pilla em dun panes, arred ndai, que
a RM*sa a islo se presta, abr a lxcca da
creanra. (se fr de mezes e dias em 4 par-
tes) ebotai uiua las la
gaota. dai em cima um
agua fra simples oo assucarada na mais se
6r preciso, at ijuea ptala seja engolilla,
e dabi al.urnas horas applicai novas o-
Iberinh'Sde agua, sem esfrco porque se
bonverseie, ser recebida pela creanga
com agrado; e continuai no espaco do da
a esperimtniardes se ha sede, para salisfa-
zerdes Obervai a vossa creanca, vdese
pilla produzio effeilo purgativo, para ver
sea tarde oa a noite preciso dar segunda,
conliiiHi com este truniento, sede perse-
verante ate o completo restabelecimenlo;
nao lenbMs receio de que pT ser purgati-
vo at alera as fftrcas de o veame tem qualida-i; tnica, que da vi-
gor e desenvolv- o appellile, anti-sepli'-o.
que c.n'ra a |uilrefai;o na molestias, e
por e>ta razo, qoe preparad. convenien-
lemente, o applieo eni to le-ta romaminha cnscienc'a bem tran-
quilla. As pessoas adultas poder5o tomar
duis quatro pilulas, como purgante, e is-
lo far de tres em livs dias, e depois deoi-
to dias tomar urna pilula todas as manhaas
e em cima urna chicara de agua simples ou
assucarada, urna pilula nao pruhuir effeilo
puigativo, penas coi servara o ventre cor-
rete, ou regalar, agota j se v que os
s' is elfeitos nao so immediatos esensivei-,
pe a pe piena quanlida le, mas nem por te-
so deixa de modificar di urna maneia con-
veniente a auaren do sangue e dos humo-
res, visto qoe suacura n-utraliiaBdo o vi-
rus lili o Huido na economa.
Um facto Peni ooUivhI de recente dala me
tem convencido desia verdade. 0 meo ami-
go o Sr. Jo Lopes Roxa, assas condecido
nesti cidade foi bastantemente atacado do
nervoso, apontoque o seu medico a.-si-ten-
te mandnu-o sabir do Poco da Penda, lugar
de su i res; enca, para esta cidade ver se
com os bancos salgados p' deriaobter favora-
vel resultado asna dienca, vendo que os ba-
nhoss por si nodavam resultadoctatMn
rio, visto que de momento a momento soffria
frequenl s inquitacTies. de modo a n5o po-
der dormir, appliquei-lhe pela primeira vez
urna pilula purgativa de veame, e a noitd
urna colh-r de xarope ethereo de veame
diss brido em una chicara de infuz de al-
tba com o que se lem dedo muito bem. e
Mas as |iessas de sua familia, conhecem
a grande melhora que senteed, pois de ba
bo le:n elle usado pela manha urna pilu-
la. e a noite a colher do xarope dissolvido
na chicra de infozode aitha com um
p.-pelinho de pos refrigerantes.
E' j bem conbecido que em todos es ca-
sos su as evaca,oes um forte remedio con-
tra as infermidades; e em qualquer delles
necessario face-las diminuir gradualmente'
para que o seu atfeito .o cesu de repente.
E' conveniente o exercicio mode do e com-
pleta abstinencia no uso de habidas espiri-
tuosas, salvo os que estiverem acostuma los,
que poderao faier uso de umapeqeena quan-
tidade de vinho simples ou com agua.
Assim n3o se perca teiiipo em tomir es-
tas pilulas para qualquer das segundes in-
fermidades. Podendo as que usarem del-
las continuar em seus negocios, visto que
nao ( preciso resguardo.
Outros muilos factos dcsta ordem deixo
irJi|ui para nao tne tornar pro-
na, e em cousequencia da fehre lancad-t
na pelle, onde prodiu ind mmaco, e que
militas pessoas, por nao se terem conve-
nientemente tratado, suecumbem com o
pernicioso uso de que. n<>s tres dias nao fle-
vem usar de remedio algum, o que faz-se
eslender o mal por nao se ter a principio
comliatido ; por iss->, pois. conveniente
pie, logo que alguem se sent atacado de
lal mal, dte provocar a transp racTio toman-
do ao principio urna colheiinha de cha do
xarope alcohlico de velante dissolvido em
urna chicara de infusan de flor de sabu-
a" pariespe lodagar-gei'o queole, adocaddo-a com mais assu-
na colher de sopa de ,ra|% coniinumdo nos tres dias nesse trata-
tamentu, no lim dos ipiaes usara* do xaro-
pe de veame na forma proscripta no recei-
tuario, tendo todo o cuidado de se abafar.
aiiin de soar conve ieniemcute, alem de
conservar o ventre correnle, que consegu-a
lomando urna ou duas pilulas purgativas do
mesmo veame.
Tudus quaolos suecumbem desla moles-
lia se diz :falleceu de erysipella recolhi-
da ; ao contrario, alguns expositores pre-
sumem sero dcsenrolvincnio da putrefac-
\o no san ne, tanb> que o lugar inflamma-
do qoe, ento a sua cor era encarnada, se
troca em lvida ou negra, e termina em gan-
grena, e por essa rallo que conveniente
o xarope alcohlico de veame na nfasao de
flor de sabugo, pora se conseguir resolver a
iuflammacn, ou pelo menos terminar pela
inped opal, supcoporaiassim a gangrena.
Os elfeitos do xarope alcohlico de veame
applicado na flor de sabugo ao doente, nao
s de vantagem^ior sua qualidade diafo-
rtica, como pela aoti-septica para imped
a putre'acco as molesli-s.
a erysipella nao leve o enfermo nos pri-
meiros tres das us-r de comidas e bebi-
das que possam esqoeotar e nflammar o
s i ngue.
A eximida durante esse lempo deve ser do
reino vegetal, como sag, fnrinha do Mara-
nhSo, po torrado boueba, etc.
A.nda nao vi expositor de medicina que
aconselha>se que nos prnneiro tres dias de
neones ettime dos do mal. nao e usasse de
iifilicamcntos ; o queelles repellem sao os
ung cutos, unturas que obstruem mais a
lepeilem do que promovem a evacuado da
liarte ; o que convm trazer o lugar ata-
cado e bem agasalhado para ajudar a trans-
piraco e defender do ar.
0 verdadeiro xarope de veame vende-se
na botica da roa Direita n. 88, de Jos da
Rocha Paranhos.
Tendo recebido cartas de algumas pes-
soas de ou ras provincias que me commu-
nicam ter desla cidade sido remettdo o meu
xarope falsiQcdo, que tem da lo resultado
ao descrdito de minba preparado, cujo co-
nhecimento se tem verificado depois dos ef-
leitos que taes remedios apresentava ; as-
sim. pois, tenho a declarar ao publico que
no leireiro que vai pregado na garrafa do
xarope, sempre foi assignado por meu pu-
nho, e daqui em diante, alera desta assig-
nalura o farei tambem no papel que cobre
a garrafa. Rogo ao mesmo publico que
quando forera assim engaados, tornera tes-
temunbas, me r.metiam os rotlos falsifica-
dos e me parlicipem para faz r eff< ctivo o
artigo 167 do cdigo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Paranhos.
CMMEHt'Q.
Accidenld epilpticos.
Alporcas.
Areias (mal de)
As'hma.
Codeas.
invulses.
I) -bilidade ou exte-
nuaco,
Dysenteria.
Dor de garganta.
Uor de barriga.
Dor nos nn.s.
Dureza no ventre.
Oita nnfigado.
Ditas veneraes.
Enxaqueca.
Erysipela.
Fehre Biliosa.
Febre intermitente.
Febre de qualquer
especie.
Utta-
Hemorroidas.
Uy iropesia.
Ictericia.
Imligestio.
inflammacdes.
Irregularidades da
menstruac2o.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Manchas na cutis.
Obslroccio do ventre
Inflammacio do pul-
mi.
Retenco de ourinas.
Illieumasmo.
Symptoma secuuda-
rio.
Tumofs.
Tico doloroso oo ne-
vralgia.
Ulcera.
vfal venreo.
Caita filial de Bance de Brasil em
PerjMHtiHi'o.
T'ii' se desenraminhudo o recibo n. 167 de
c:ii<-iM-r>t i accd>s do Banco no aVasil, locallsadas
M cana sob o. 4873 a 4t4,. pertcocentes ao
Sr. rn..msu Jos Secandio de ^meosoro, do
Rio 4e Jaoeiro, a direcioi la fi cnhlico a qoem in-
t.T-*-jr possa. qne por intermedio du mesmo Ban-
ro, se vai proceder a sobstunican das acedes cons-
i.ni d diti recibo, pelas notas acedes qoe sees-
i.o disirlbuiodo com os acciooisu.
eeOV, II de dexembro de I8SC.
O *uarda ll*ros,
Itaacio Nunes Crrela.
Bnirue nacional -Mrquez de Santa Cmz-dlver
sos generns.
lUrr. pi,rtoi;oeza Ctandina'dem.
Barca \otWi*liabetl* Rndlry -bacalliao.
Brl|!Ut iniilrtNevudem.
E-euna holUndetaJneoba Johanni pol ira.
Iioca iiiul-'.-t -Kingsdirn raito de podra.
Rrigne mglriFlorrnt.edem.
Brigu- \g\eiAnne Potttdem.
Brigue ingleWUlieideu.
Catarha portugus__Sem parcharque.
Patacho haoo'eriano Coneordtedem.
Polaca urus-iana --Calhuritiaide-n
lirigne hollaad.'iPerteveraneedem
Un;ii'- rosnaPimo-dem.
riKUe arg'iitioo Volantedem.
Escuna hollandexaDevrtdtdem.
porta^S
Br got* ln o .'lo a W. Heu A C, mauifestoo o segoiote :
328 loueladas de caro A'- pedra ; aos mesmos.
RKCEUEUUHIA OE UK.NUAS INTERNAS
GE II At.
Heudimenio do da 1 a It....... 30:I89350
dem do dia 54 ............... t 841*310
Costa Moalelro, Bernardo Joto Martios Pereira,
i <~ Joaqoim Ramos e Silva, eooselheiro Dr. Loa-
reoco Trigo de Loareiro, aderes Tbomai Garre!,
Francisco Rufino Correa de Mello, Flavi.i Ferreira
Clao, major Gustavo Jos do Reg, Vicente de
Paula Otivetra Vtllashoas, Dr. Apngin Jn-lioiaoo
da Silva Guinnries, teoeote coronel Feliciano Joa-
qoim dos Sanios, Joaquim Claudio Mooteiro, Dr.
J o Honorio Bnterra de Meoetes, leoeote Joaquim
Jorg- de Mello, Dr. Joaquim Je Utiteira Araujo,
Symphronio 01 ym po de Queiruga, Tbamat de
Carfalbo Suares Sraodao, teoeole-corooel Antonio
Carlos de Pioho B-arge, eapitio Antonio Jos da
Cosa e Silva, Francisco Antonio da Silva Caval-
cauti, Joaqoim Goocalves Kerreira, Jerooyino J s
Ferreira, Maooel Aolooio Tnielra d'Aiboquerque.
Manoel Francisco Honorato, Aotooio Caroeiro da
Couha, Francisco M-ndes Martin-, Dr. Heoriajue
do Reg Barros, Dr. Luli de Carvalbo Paes d'An-
drade, Antonio Jo- de Castro, major Maooel J >s
da Soa Guirearies, major Loit da Cos'a Porto
Carreiro, tonent Luir Jos da Silva GuimarAes,
br. Eduardo de Barros Palcio de Lacerda, capuao
O secretar i >,
Dorio de Aqaioo Foocera
Correio geral
Pela adaioisiraco do correio desta cidade, se
faz publico para 0o> cuoveoienles, que em virinde
do disposto oo art. 138 do regulamento geral dos
correios de II de detembro de 4844, e art. 9* do
decreto o. IS3 de 15 de malo de 1851, se procede-
r' o coosuromo das atftaa existentes oa adminis-
traco nerleocentes ao m.-z de deiembro de 1865,
no da 4 de Janeiro prximo as 11 horas da manha
na porta do mesmo correio, e a respectiva lista se
acha desde ja' eiposta aos luteressados.
Admioistracao do corre lo d Peroamlmco, 2 de
dezembro de 1866.
O admiaisirador,
_________ Domingos d..s Passos Miranda.
Correio geral.
Pela admimsiracao do trrelo desla eidade, se
faz publico qne em vlrtade da convenci postal
Joao Aiti masio Doielh >, Br. Nabor Caroeiro" Be- celebrada pelos g-.veroos hrasileiro e Iraocez, se
33:030*660
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendimeotu do dia 1 a il.
dem do di;. 24...........
H4:l40|5il
7:I76*4W
~il:3l*9ol
EDITAES.
xerra Cavalcaol
Sopplenles.
Dr. Caelano Xavier Pereira de Brilo, Dr. M -
noel Joaquim Silveira, L-opoldo Ferrira Minios
Ribeirn, Manoel Tneodoro Rodrigues Pml<, Anto-
nio da Silva Ferreira Jnior, Anionn da Silva Gui
maraes, Dr. Aotmio Ferreira Mariins IM.-iro, An-
looio Carlos Lentos Duarle, Antonio bMvseo Anln-
oes Ferreira, Aulonm Candido do- G....... "
Silva, Aodr Alves Ros, Bulo F.aoci-.o da Cfl-
nba, Aot 1L.10 da Silva A;eved.', Dr l>- d s S m-
l"S Nooes de Oliv.-ira, Manoel L ( da Wi^i. Car-
los Aogosto Luiz de Souta, Epidio d Ar.ujo Fer-
reira Jacobioa, Eduardo Firmino da S lv., Jis
Aoiooio Pinto de M.-d-:m-, Tertuliano Scipio da
Fonceca, Pranrisco Joaquim Ramos e Silva, Fran-
cisco Affooso Ferreira, Dr. Joio Gonjalves da Sil-
va Montan oy-, hi.ioc -co Antonio de Meoezes.
Joio Tiborcio da Silva Guimaraes, J >s Mam Ge-
ralde-, Joo Antoui-j dos Res, L ii Metanlo Frail-
eo, Luiz Jos Antones, Manoel Domiugurs da Silva
Jnior, Manoel Coih da Silva, Manoel Jos de
Lemos Barros, capitn Mao >el de Hallo e Albu-
UUerque.
E para eonst?r mandei passar o prsenle, que
sari publicado nos logare mais pblicos desla fre-
guezia, e publicado pela nupreosa.
Dado e passado
rao espedidas malas para a Borona no dia 30 do
correte, pelo vapor fraorez Exlremadure. As
cartas serio recebidas at i botas antes da que fr
marcada par* a sabida do vapor, os joroaes al 3
hor.is antes.
Ainiui-lra/i i do orreio ge P. rnambuco, Si de
dexembro de 1866.
O administrador,
Ui. i in^ip- dos Pasan Miranda.
lili de S: ligiel
Segu iiaprelerivelmeuie al o dia 30 o cor-
rete a escuna poriagoexa EMA : a tratar eom
sea cjosiiioaUi iu Joio do Reg Lima, a ra d>
Apollo o. 4.
raro LIbdMi~
Pretende sabir al o Sra de dezembro o bren
p irtuftoez JftinaniM IV, para o qu- rerebe carga
a freie e passageiros : a tratar com os consigna-
tario* Thoma de Aqniao Pooseca A C, ra do-
Vigario p. 19, primeiro an lar. '____________
Par Lisboa
Vai sabir al o dia 15 do eorrente o velehm pa
lacho p irtu^aex Man da Gloria, coito A. B.
VaUnle, re -ebe carga e passageir.s : tratase com
E. R. Raiiello rita lo Trapiche o. 44 ou com o ra
pit.>.
VISOS MARTIMOS
C'OlfPWIIll illlliiIS.KIRA
UE
PAQUETES A VAPOR
Dos p .nos do sul esperado
al o dia 30 do correte om dos
vapores da eompanhia, 0 qual de-
pois da demora do costme te-
gira' para os portos do norte.
Desde ja recebem-se pa<-.ag.>iro, e eogija-se
earga qoe oraporpoJer eonduzir.a qual dever ser
embarcada oo da da soa ciegada; eorommeodast
dinheiro a fr.-ie at o dia da sahi i% as S horas da
oesta fregoexia da Boa-Vista.' urde. Previoe se ao< Srs. patsagelroi qoe as
aos 24 de dezembro de 1866.
Eu, Francisco de Barros Correa, escrivo do
jim de paz, o escrevl.
Dedo 'Aqoino Fonceca.
DCURCOES.
A ranura municipal de cil.ido do Exm. Sr. ennselheiro Presidente da pro-
vinrla o rdJtew no qnal Ib* declara 'jne mnveo
eido de que ella sah-r correspooder a eonflaoca
O conselho de <-<>rapras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguate:
Dn.i- dusias de limas chatas de 10
pissageas >6 se re.-ehem na agenda ra la Crot
n. I, esenpt .rio de Antonio Luiz de Oliveira Axe
|veotC. __________________
Para o Rio de aaelro
Pretende seguir cim muila b'evidade a veleira
e I; u c m -i.-ni i barca u huiro, lem parte
de seo earregara-nto promplo. para o resto que
Ihe laK.i oescravis a freie par os qua- lem ex
celleotes c imraodo- trata f com os sus consig-
natarios Antooi > Luiz de Oliveira Azevedo ^ C.
S dosias de ditas de 8 lila-, 1 dita de dita de 4
pollegadas, 1 dila de dila de 16 pollegadas, 1 ditas
que o seniimrnto de om grande dever e o xelo de j de ditas m-ia caaa de 8 |iollegadas, 1 dita da dita
carcter ofBciai prescrevem a todo o cidada i que de 4 piilegadts, 1 dita du dila chala mulga ae 10
sab" pr-7-ir a honra pessnal, esper* e <)ofi. que I pollegadas t dita di dita meia cana de 10 polle-
e.n; regar todos os seus e-forcos flm de qne t>- i-- gadas, I dita de dita dita de 8 pollegad s -, verde
melos ao seu alcance, se consiga um nmeros | crome 5 arrobas, dez u il pregos de assoalho ; as-
r deuadas D0 seu escriplorio roa da Cruz n. 1.
alistatnr-nto de voluntarios da patria, e a prompta
apresenlario do contingente com que dev contri-
buir a guarda nacional deste municipio ; d'rige se
pelo presente a tolo* os seos eoneidadiis, *tm
di.-iinrcao de cOr poltica, porqoa toda distiurci
desta natureza desapparece diante da necessplade
de vir.frar a honra nac, nal ultrajada, r..nvid.m-
d> os a q-ie concorram para semelhanle Nm, apre-
seni?rd.-se p* pregando a influencia e prestigio, t ijnr p"im
dispor. para consegolrem qne ootrns o fac"". a*r>
tos de que n g .verno e a patria Ibes saberao agra-
decer servidos lio valiosos.
Pac.) da cmara i uoicipal do Recite 13 de
'tezeoibro de 1866.
Luii Jos Pereira Siiho-.
Pro-presidente.
Francisco Canut B vugea.
Secretario.
Luiz Anuiuio liiicalves Peuua, juiz de pal mais
volado da reguezia deS. Pr. Pedro Gotcalvesda
cidade do Recite, ele.
Fayo saber ao* Srs. eleilores e suppleolcs abano
declarados, que em virilice da lei e renulauenlos
das .-i, i,,o -, no da 3 de levereiro do auno piximo
vindouro, pelas nove h ras da manha, n rurpo
.la inalriz deta fre^uezia, se tem de ..rcatnsar a
m- -a pa rocinal, para o tiin de eroceder-M- a elei-
cio de eleilores que niu de elegrr os deputados
para as aateoabta geral e provincial. Orando sa-
pilos a mulla aquello que deixarem de compare-
cer .-em ni ti v j JUStiBcado.
Eleilores.
Dr. Manoel Francisco Teixeira, Antonio J >-
Silva do lira-ii, Luis Antonio G mcalves Penna,
Manoel da Silva Neves, Antonio Gomes de Mirauda
l.-al, Jos Fr.nio-co de Si' L-ilAo. Ben-di -lo Jos
Duare Cedriin, Jo- Gomes de O.iveira, Anuiuio
Pessoa de Alhuqnerque, Alexanare Rodrigues dos
Anjns, Jos Pedro das Neves, Manoel da -il"a Men-
doiica Viauoa, Antoui.i Tneodoro dos Sant Lima,
lunocencio Xzvier Vianna, i.o-me Jos dos Santos
balado, eapitao de franata Hermenegildo Antonio
Bar sa de Almeida, Luiz Fraoclsc. de Paula Ra-
mos, Joaquim Felippe da Costa, Joio Baplita da
Silva, Amonio Teixeira peiioto, Juveoiaoo Fernn-
des da Silva Maula, Andr Xavier Vianna, Jos
Induro Pereira dos Res.
Suppleolcs.
Antooto Jos Pesiana, Augusto Feroandes da Sil-
va Manta, Constancio da Silva Neves, Louteofo de
Albuquerque Mello, Jos da Silva Neves, Antonio
Gomes de Figueiredo, Joio Januano Pinto de Axi-
vedo, Auiooio Pereira Das Lauriano Jo- da Costa,
Marcelino de SMBH Pereira de Brltn, Caetaoo Cy-
riaco da Cota Morira, E-ievao Jo- da Motla, An-
tonio Joaquim dos Santo-, E-tevao Jorge Raplisla,
Man I Francisco Marques, Manoel E-taoisiao da
CosU, Antonio Heonqaes Malra, Joo Francisco
Marques, J.s Marques da Cosa Soares, Joio Mar-
ques Correa, J. s Aotooio Moreira, Manoel Jos
Raptista, Antonio Rayiuuodo Paes de Lima.
Oulro muj, tambem convido a lodos os eidadios
qnaliHcados voleles para pess talmente darem seos
votos em 43 cnla.laos qne letiham quaiidades para
.-erem eleiiu-, declarando sua occuuacoe-, oao de-
veudo as listas -erem viciadas, devendo serem as
cnesmas lacradas, como determioa a lei.
E para constara loio- mandei pasar o prsenle
qne sera' ahitado no lugar mais publico desta re-
guezia e publicado pela impreoaa.
Dado e pa.-sade nesta fregaexia de S. Fr. Pedro
Goncalve* da cidade do Recife, aos II de dezembro
delfJM.
Eu toooceocio da Cuoha Goiaona, escrivo o es-
erevi.
Loix Antonio Goncalve Peona.
M*vo haui
De oroem do Sr. inspector da allaudega se
fax poblico qne.no da 18 do cor rente, a 1 hora da
Urde, e a porta da mesma reparticao, erio vendi-
dos em basta publica, llvre de direitos para o ar-
rematante, 9 fardos grandes de vidro a. I da cal-
a n. 4, qne eontmha doce arfoioado, pesando 13
libras, avahad i 5*600, e om maco de rtulos en
j_ ->_ ._ centrado oa caiga o. li, pesando orna libra, avaliav
r. c er-eiBBaBU. do por 3*e00, vmdos do Havre no vapor francs
fcaaeo. geUn.
O nr.vn banco descont letras de prazo at qua- Alftndega de P< rnambuco, 14 de dexembro de
tro mere-- a 8 por eenlo ao anno, e de maiar prazo 1866
a 10 por rento. O 3* escritorari\
Eutycbio Mondim PesUoa.
(nia flial 9 iaioe i Brasil en fer- ^^em *T#. inspector da iraodega se
uaiMMMCe 40 fie leveabrt e faz publico, qoe Sea transferida para o dia 1M do
. Uli^ correle a 1 hora da tarde, a arrematacao das duas
cm*0. i mil e tres libras de tretnas para aeabar, e cuja
De orden do dlreetoria se fax i.uidien aquellas veoda r0 umnnciada para boje.
pessoas que lea object.s de ooro. rala e diaman- Alfandegade Feruambueo, 14 de dexembro de
(es deportados sobeanciu'estariixa.nne eetatdo jggg
sim com- contra ta' o fornecimento dos gneros
alimenticios para o rancho dos menores do arse-
nal de guerra por s-is inez-s; as pssoa- que
qoize.em veuder e contratar apresentem suas pro
postas as 11 horas do lia 36 do correte, na
do cun-elho.
Cnn-elhn de compras do arsenal de guerr 18
de Dezembro de I86R. ______
Consiilailii provincial.
Pela mesa do mu-uiad provineul se faz pu-
blico qu- oo da I* de dezembro vindouro se prin-
cipian! a contar os i mi. das uteis marcados
para a r-ibran^a a hoce d cofre do priroeiro se-
mestre do anno flnanceiro enrrente de 1866 a 1867
do imposto da iloriim das (regoesias desla cidade
e da dos Aflojado.*.
Meta do con- ulado provinwal de Peruambuco,
30 de nnv.onbro de IHfi
O administrador.
Antooio Carpen o Macnado Ros.
A lllm.i. junta administrativa da Santa Casa
de Mis-ricordia do R-cife recebe propostas para
arrendini-iito das ca-.s abaleo declaradas, as
qoaes achando-se arrumadas, sero arreodadas
pelos pre<" rr.odic < qnem se ifntter locomhtr
de coocerta las :
Esiab-le iiiieiit.i- de cridad.
Ra Or Ha n. 33.
Cioeo Poolas o. 110.
Ra do Aieite do Peixe u. I.
Ra da M teda n. 37.
Hua dos Burgos n. i.
Ra do Pharol o. 71
Ra do- Cerillos u. 9i.
Becco do Abrcu o. 2.
Patrimonio dos orphos.'
Roa do Burgos n. 19.
Roa da Cacimba n. I'.'.
Ra du A Moriui n. 26.
Os p i-od.-iit. para melhores esclareeimento!
podero dirigirse i secretaria.
Secretaria da Sania Casa dn Misericordia do Re-
cife, 10 de dexemhrn de 1866
O escrivo iolerino
Pedro Rodnqv't de Sorna.
Da ordem dollim. Sr. taspeetor da thesoura-
OHriHI'A H4SIUM4
DE
PAO VETES A ValPOR.
Dos pori.is do norte esperado
gjsjswe^kV *, Odiai de j muro o vapor To-
1%, emafinJ, eoii.inanila:ileocapilote-
tente Farias, o qual depoi> da de-
_ Finura du eoOMBW seguir para os
portos do >ol.
Desde ja recebem-se passageiros engaja se a
sa" .carga qq- o vapor poder couduzir a ual devera
IMT embarcada ajo dia de sin chegada; eocom-
atenlas dinhein a fre- at o du la Sehi.la a-
i hora> : agencia ra da Cruz n. I, escrlploru de
Antonio Luiz de Odveira Az vedo \- C.
DAS
Heasagerlea Imprrlalen
do co-tume seguir para
Dakar (Gre) e Lisboa.
Para coodicoi's freles e
At o da 30
do eorren espera-se 4 s por-
tos do sul o va-
por Irancez E<-
Iremaiurr, rom-
mandante de So-
mer, o qual d
pois da d mor
Bordeaux tocando em
Rio de Janeiro.
Cim a brevidade que fr noslvel puir,.' pJra
o Rio de Janeiro o lo igue nacional Reinario, re-
cebe carga, escravos a frete : atratar com os con-
signatarios Marques, Barro & largo do Corpu
Santo u. 61* andar.
AVISOS^ DIVERSOS
Publicarlo jurdica.
Prelecriies de Direiio liiterifirional r de
Diplomara com appltcaro e nftrtmcia d
seus pnntipi'js as leis particulares, con-
rences, e aos tratados do lliaiil al<- IHHI
pelo r. Aiit.mi de Vasconceilos Mciie-
zes d lirummnntl. toate suistitulo da F;t-
culdadede Di eitudo K-cife ele 2 vul in
H brocU. por ift (M) pagns a entrega du
ufWaTwifu voluRii', ejm con-lilnir a primei-
ra dessas obras.
A ultima dellas K mipanliini um epilogo
das i.lis| SC.-S da Iegislac5j patria, relati-
vas ao direitos e deveres do e>irantfeio i o
Brasil, bem cuno aee do Rrasilviro fora do
Imperio;
Assigoa-se as rojas de litros das ras do
Crespo n. 4 e 9 : do Imperador n. 13 ; da
Cruzn. 5 na de encadernarjio do caes de
21 de Ntvembro junto a typograpliia do
Jornal do Recife ; nos escriplorios das ly-
pographias d" Diario de Yernambuco a ra
das Cru/.esn. 11. e du Cor eio do Recife
ra do Imperador n. 7!) e na luja da ra
da Imperatriz esquina da ra da Aurora n.
n. 2, luja de loe*a.
Depois da mblieado da primeira obra
na i sern mais adinillidas assignatu as, e
mbas ellas sero vendidas por maior prego.
usa da7oIta7"
Aos 6:000*000.
Mllheftea carantldoa.
A' RA DO CRKSP N. 23 ECASAS DO COSTl'ME
0 abalxo assignado veodi-o o is seus nwMo f-ii-
es bilbetes garantido.- da lotera que te aeaboa
de extrahir a beneticio do Tii-;.iio de Saola Isabel,
os seguinles premios :
N- 1750 liilheie tao com a lurte oe i:(Naiy.
N. i.'ti'.i don* pian oo a safle de i:30U.
N itl nielo l.iihei. eu* a -oite de 200*.
E unirs muila* sort. d. 'Oa*, 'n>* 20*.
Os pos.-ui Inret podem vir reetber seos wapfl
ti vos iuvi i.- sem os de-.-.mos das luis na aaaa
da Korntu a' ron lo Crespo n. 23.
A.'Iihii-s.. a venda os da ** parle das lot-rias
da (aiiUlia> i .s \ luntarios da patria (9*), qno se
extrahir;.' *gondn-ti i''1 31 do corn nte.
Pre>f*>.
Biliieles........ 6*(KK)
Meios........... 34")0
Qoirtos.......... 1*500
l'ira as ptsxaas ipir reaprarrui de It i,t0
para cima.
Bilbetes.......... 5*:00
Meios........... t*7.M)
yu.oto-........ i*:; 7.".
Manoel Martin* Flora.
$sir%?amaittftt*
B Advocada
agencia ra do Trapirhe n. 9.
pa--apeos trala-se na
Para o Kio (Irande do Sul,
O velilro e bem conhecido brigiienar.iuoal Ame-
la, pretende seguir cjin muila brevida le, lera
p^rle do seu carregament j engajado para o reste
que Ihe falta trata-se com os seo* roo-ignalarios
Antonio Luit de Oliveira A'evelo & C, no sea
esciititorio ra da Crux ti. I. _______
PAKA LISBOA.
Segu oestes poucos dias u brigue portusuet
Noeo Progretto, por tur pnropii par- du seu car-
re .'amento, tiara o retanle da carga e passageio
ros irat.-se com Ollvelra Filaos A C., larg > d-
Curpo Santo n. 19 ou cum o capitao oa praga.
Para Lisboa.
Para Lisboa
Vai sahir breve o brigoe n>rlognz Bella Fi-
gnetrente, capitn Carvalbo. recebe carga e passa-
geiros, irala-se com E. R. (tabello, ra do Trapiche
o. 44 oo com o capitao.
Para Lisboa
Segu em poucos dias o tingue portngnez Cont-
ante II, por ter pr-'ini i j ji i tijdo seu carrega-
meiito, para o re-iante. e pa na de axenda desta proviucia se (ax publico, qne Oliven a Filbos & C, larg do Corno Sanli o. 19,
Oca transferida para o dia 26 do correte a arre- ou com u capitao na praea.
matacn dos reparos precisos na ceberta do trapi-
che da altaodega desla capital.
Secretaria da Ihesuiiraria de faseoda de Per-
nambucu, em 20 de dex.-mUro de 1866.
Servindo de oll oai-maior,
JfanoW Jote Pinto.
Perante a eamara municipal desla cidade-
estara' em praca nos dias 5. 7 e 9 de Janeiro pro,
tiit.o futuro, para ser arrematada por quem por
meos nier, a obra dn om aterro, que parlindo da
ra Imperial va' ter na povosean da Cabanga, na
ext-n-.o de 1,200 palmo<, oreada n* qoantia de
2:392*000 ; aquellos que se nropoterem arrema-
tar, comparegain nos indicados dias no pago mu-
cipal, habilitados de fhnct qoe garanta a arrema-
tacao, sem o qoe oo se o admiOldos a licitar,
devendo as babilitacdes serem apreseotadas doas
dias aoles oa respectiva secretaria, onde esta' o
orcameoto qne pode ser nu-ultado.
Paco da cmara munido ii xembro de 1866.
Gustavo Jos* do Reg,
Pro presidente. j
Francisco C i nulo da Boa-viagem,
Secretario.
GeeitaRa de perlu e Pereaetiece, 2
it eeteaibro de 1866.
O Ulna. Sr. eapuio do porto, em vlrtade de or-
dem superior, manda aublicar os arts. 2a, 3* e 4*
do decreto n. 3427 de 2.1 d marco de 1865, qoe
concede certas v que, tendo concluido o lempo de servico, anda
netle continoam, bem como a's reformadas, oo
que houverera tido baixa, que de novo se alista-
rera, e declarar qoe oio s Ues pracas serio re-1*-gui brevemente por ter graode parte da carga
cebidas com as mesmas que lioham quando del- ii*d- P <> resto lrU-se com Miguel
Vai sahir com brevidade o brigue poiloguex So-
berano, capitn Bugigaoga, recebe earga a fre
trata se com E. R. II .helio, ra do Trapiche u. 44,
ou com o capitao.
St (iraede de Sil
Pnao referido porto ahira' em muila brevi-
dade a barca uonuguexa Arminda, recebe algu
m:i carca a frete. para o qoe pode-se tratar r>,m
David Pe reir Bailar, a roa do Brum o 66 ou oa
pra? com o capillo do citado navio.
CUMPANHIA l'ER.NAMBCNA
DI
.\avejRace cosleira per vaeer.
PARA
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty e Cear.
No da 26 do correte as 5 horas di tarde se
gnira' para os portos cima lodicados o vapor Pa-
ranba, commandante Mantos.
Recebe carga nos das 22 e 24. Enrommeodas,
passageiros e dinbeiro a trele al as 3 horas da
larde do dia da sahida : escriplorio no Forte do
Matos n. t.
Rio Gratule 'lo Sal
A barca Africana, eapitio Jos Manoel de Souxa
Jos
xarara o servico, mas ainda promovidas a's cas-
ses superiores, segundo seu mrito, alm de que
em novo alistamenlo s s obriga ao servico do-
rante a actual guerra, Soda ella, obterio, logo qoe
pecara, a respectiva escala. Si, portanlo, convi-
dados todos os qoe e>liverem as eircumslancias
especificadas, e se quixerem alistar para o servico
da armada, a dirJgir-se a esta capitana do porto
alees, n 19 ra da Crox.
ia vencidos e oio pagas as letras, que acollarara
pelos referidos deposito-, se vai proceder a venda
em hasta publica dos oramos enjertos conforme o
pre-e ipto nos estatuios desta caixa filial.
O gi V da livros,
Ignaei uues Correia.
0 leve eeiee de Periaabiea fu
gfgonflo difideide de ffite ter eente
da siitssasde lesejiiU k Molr* e Frae-
Vendem-se as caixas a 16000 n. na bo-
tica do ar-aixo agsigoad'i na ra Direita n.
<8. e de orna duzia para cima a 800 rs. ca-
la raixa; contm ama instroccao, para ex-
licar o modo de osar-se destas plalas, tra- che* A.itteiie C*rTea Ca-rlzo.
ciando de cada um i das molestias de per si.

O 3* esciipturarlo,
Eotyefclo Mondim Pesua.
O lente Decio de A luino Fonceca, joli de paz
mais votado do i* dislricto da freguena da Boa-
Vista, etn vlrtue da (el, ele.
Paco saber qne, lendo proeeder-se nesta fregoe
ta, na I* domtoga do moa do feverelro prximo'
futuro (3), a eleljao de eleitores, qoe hlo de eleger rem novameole praca na armada, terio dtreitu-
nio s os depoladoS a' asseosnla geral para a pro- alm do respectivo suido, a urna gratifcelo igoa,
xima legislatura dos annos de 1887 a 1870, como x' metade denlo.
tambem os membros da asembla-legi*lattva pro- Art. 3.* A doctrina do artigo precedente ei-
vincial, nos aanos de 1868 a 1869, devem os de.- tensiva a's pracas do corpo de imperiaes mari-
lores e topplenies residentes nesta fregueii* com-! oheiros, qne, sendo reformadas, em vn tule do dis-
Para em direitura.
Brevemente seguir para o indicado porto o ve-
leirn e hem e/mh-cido rlate Lindo Paanete ; aeban-
d.i-se eugsjsda a maior parte da earga, para o res-
to tratare coro o respectivo consignatario Antonio
, de Almeida Gomes, ra da Crux n. 23, primeiro
nos das uteis das 9 oras da manha a's 3 da ,,,...,,_
Urde. -------!---------------------------------------------------
Dicrbto n. 3427, an 23 di sunco di 1865.- Para e Pe I lo.
Cooeede certas vaougeos as prscas de marioha, pr^nji Mh,r com brevidade a barra portogoe-
qne toodo cooeloido o lempo de snrtieo,, arada ^segnranca, portar parte de sen earregamento
rele eooitouam bem eouio as reformadas, ou Hffnio Tnara o resto epassage ros, aos qoaes
qoe boverem tido balsa, qoe de novo se alista-1 f^ bntti cMnmoJo,,, lriU.,e com 0^,^.
,90J- Unos i' roa da Madre de Deas n. 3, oa coa o ea-
Hei por bem deereUr o seguale: ipHl0 a ^.j
Art I..............*
Art,' 1* Os Individuos, que, Itivendo obtido uai,,
xa dos cor pos de marioha inarinhagera, a>seou
m
m
m
Parft
Pretende seguir com brevidade para o Indicado
pono o v. leiro brizne escuna nacional Graciosa.
capitao Silva Ralis; para a poaca earga qoe Ihe
falta trata-se com o respeslivo consignatario Anto-
nio de Almeida Gomes; a roa da O01 o. 23, I*
andar.
!Jt Francisco Jo- Rodrtgoe* Rosas, advo-
| gado provi-ionado pelj tribunal dn rea-
P c.j.i, 1 ffe.eCe o seu pre-liio aos comnr-
j^ enoa do Tacante, Garanliuase Villa lina.
I it.-la provincia, e ao< de Malla Grande da
~ provincia Oas AJagoas, e ibes segawi n
I man nVI cnniprimenio uo eterrlelo de
Mso.i proiiao. Bsiando halulitado para in-
rarregar-se deqne>ides forenses em qual-
^ .per deSMs referidas comarcas, i-m fixa j
do a sua roMdnaota na tilla ne Tacaratu' 1
e alo pnaV m pr urdu para o desempe-
mi nbo do seu ministerio de advopad.i.
naarCaV 9 m mU'minmtmWm m
Teudo-se arrematado sumeule o primeiro lote
das malla-U.i piopnedade Apipucos, liausf-re se
a irrnsasUgiii du 2* lote das maltas da mesma pro-
priedade para o da 9 do correle, as 4 horas da
larde, esa casa do respectivo administrador. A La-e
para este a,rrendainolo de dous emito- de ris.
Na nasa 00 mesmo admiaislrador acliario palele
o- pretenden).-- a qualquer hora do da a- eondl-
(des do arreudamenio.
Apipucs, 22 de detemhro de 1866.
Joo Francisco do Res;o Maia.
Ai. v 1 .-o o segundo .indar do sobrado da ra
da Praia n. 59, alratar na ra di Cr -pi a 8 It.
Quem precisar de urna ama de leite,, atrio,
escrava, que deu aloi i.a 8 metes 1 tem uno 10 lei-
te e de ptima qualidade, podo dlrijir-se ao siti
do Jos Lopes ansa, ou Pono da PoaViu juntu ao
sido do cirurgiao Silva, qoe ah a ene airara'.
Cti'lherme. J -e de Sonza avisa ao respaila-
ve! pliliiii-o, com >-: "Cialiiladi' ao corpo do rum-
merclo, qu nnsU daU lera dissolvido a neteada
que nona com o Sr. Francisco de Axevedo Andra-
de na taberna n. 13, sita no pateo do Carmo. que
gyrava sob a firma Souxa A Au Irade, Hcando o
Sr. Aodrade exonerado das com ras, rendas e co-
hraDca-, siij. it" tnicamente at final quiiaca. da
firma extincta. Recife, 18 de dezembro de IM16.
Saccharureto d'oleo defiga-
do de bacal ho.
IX) HR. !.K THIRE.
Estes pt s.techar i nos, pela extrema divisa do
oleo em su preparacao, *io, em pequeo volme,
mais effleazes que u oleo de flgad 1 de bacalbo,
1 m su nataral estado, como ja' o lem provado urna
Majas expenen."ia.
0 sen empreo recoromendado pelos mdicos
que muito apreciara as suas prophedades curati-
vas, e tini'i-"i porque ot pos alm de ni > l rem
nenr.om goslo nem rbelro desagradavel, conser-
vara lodos os elementos naiuraes do oleo de Hitado
de baealtiao (o chloro, o toda, o bromo, o ple-p/io-
ro, oenxtfre etc.) eiuinenlos que -ao lio indi-peri-
saveis para reconstituir a saude. como su o osma-
xomo dos alimentos animaes e o gluten da farioba
para o sajanaos.
DiiosUopharmacia de Piolo di Cn roa do Ro-
sario larga n 10.
O teoeote ci-rooel Aoasiaeio Francisco Braga,
da loiperalrizprovincia do Ceara, vem faxer pu-
blico por este mal. que demanda nn foro le Saa-
ta A -na do Acaraed a Manoel Ferreira Gomes de
Mara, (que pelo nome uao perca) o pagamento da
qnantia do 3:7iO*VlOO de prlocipal afora o pre-
mio j cuja itnpi.riau.ia, eneonlraodo o devedor es-
candalosa pruleccao oo foro, lein-se negado a pa-
| gar, apresen! nido embargos de coojpeo.c> ^at
1 eonUs eot reales dedesprxas imagioarias, sendo lile
esta aeeiu tanto pelo juis municipal, como pelo de>
direito, para quem se aggravoo, o mi.) tomara conheciment do aggravo, sendo pa
, rente do devedor em grao pronsWdo, alm de se-
, rem amigos; e porque o devedor no eorso da de-
miada protesta veuder os bens para defraudar o
' anna-ciante, e esteadnal oio ter em qoe se pegar,
1 o mesmo aonuoctaoie declara qoe niogoem faca
negocio com o ben do referido Marta, porque to-
das ersas vendas sio dolosas, o portanlo pr-te ir contra ellas, como prejndicado.
hnperatri. 8 de oolobro de 1866.
Precisase alugar um eseravo prefeilodose
qne Mina cosinhar e para o mais servico de rasa
de familia : a tratar na rna do Trapiche n. 44, te-
guudu andar.
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'.-*.
4
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1
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1

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^tt* x-'""ri
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(.
1,
l
Jarl de
|mHi felfa 1 de Dezeaobfi 1866.
O Or. H -iry Kraa* moli >oa residencia
4 > sobrado d-frjab .la E.Uucu para o sitio da
*iua Lsrrr-a Ci,nini;i, D.ide i*d.- r prora-
rado a qeal |i-rtnra i>\r os wjf.ter s de Ma
profl**u d- m^.t'M. Os chimados prra di-utru
da eidade poiem ser niadados aos tugares do
costase: boiiea do Sr. Ribetf Jnior oa praea
da Boa-Vista, do Sr. Bravo 4C. oa ra da Madre
- Deas e noammem dd via*a Raymoudo & C.
roa 4o Trapica* Xovo..
*

MARTIMOS*
CONTRA FOGO.
A companbia Indemnisadora, estabeleci-
da nesla praca, toma segaros martimos so-
bre navios e seos carregameotoa, e contra
fogoem edificios, mercaduras emobilias:
oa roa do Vigario o. 4, pavimento terreo.
PAC SIM1LE D'BTIQUBTTA COR DKHOSA.
100 carlitts
PAISLEY
Os Sr*. James Carllle, Sons & ''-, Bankend Mills,
Paisley, Scotiand, teetn a honra de rhmr a alten-
cao dos rootiniidore* de linha mi eovelles, qoe el-
(es ohtiveraoi medalhas 'de premio das etposieBot
de Pars e Londres, por soa> excedentes liosas pa-
ra eoser, e ios, iodo os no ve los feiius por ellea,
para este marcado, tem no flm de eada maco, orna
etiqoeua branca, na qeal aena-se gravado o noroe
da firma em di --m, urna vista da soa fabrica, assim
como deoenhos das cima mencionadas medallas,
e qoe eada aovillo t--m nma etlqorita cor de rosa
coa o numero, e as palavras Carllle's, Paisley, e
taabem, qoe qoalqoer liona de Tambonr, manda
da a este mercado, tratendo ouira qoalqoer etique!
ta do qoe cima mencionada, nao de soa propina
fabrica.
Soothall, Mello & C.aoieos agentes eiu Pernam
)oce.
Melior, Soatha A C. nico agente na Bahia.
Joaquim Jos Goncalves
Bftitrfo
(A RIA Wl .6,1,10 M. 171 ANIMA)
Sacea por todos os paquetes sobre o Baace
do Minho em Braga, e sobre os seguinlas loga-
res, em Poitngal.
A saber:
Lisboa.
Porto.
Valeaca.
Gal maraes.
Coioibra.
Chava.
Vaso.
Villa do Con^e.
Arcos de Val de Vdt.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa lteal.
Villa-Nota de Famellcio.
Lamego.
Lagos.
Covlala.________________
A pe;soa qoe perdea tira maco de
chaves dando os signaes certos Ihe ser res-
tituido, nesla typograpbia.
Ama t>ara cosinfiar
Precisase de orna ama para eosiohar ea casa
de familia : oa roa Nova de Santa Rila n. 55, pri-
meiro andar.________________________________
Alajra-se o segondo andar do sobrado a. S dt
roa dos Martyrtos, fresco e coa commedos: na
roa do Crespo n. 15.__________
Petl lana Marta Victoria da Conha temi
constitotdo sen pn curador a Carlos Perreira Mar
lios Ribelro, morador nesta eidade avisa ao res
peitavel poblir.-i qoe nio contrate nem lio pouco
pague ao mesmo Martin* Ribeiro qualquer qoan-
lia, pois qoe ella tem d'ora em diaote o dispensado
de seaelnaate encargo embora elle nio ibe qoeira
reslitar a sobredita procurado.
Precisase deom criado qoe eotenda algoma
coosa de cosinba : a iraiar oa roa do Queimado
D.J.___________ ______________
0 Sr. Francisco Jos Alves Goimsrie?, qoei-
ra ;i un una.ir por este Otario, a soa resideocia qoe
se Ibe deseja fallar._______________
Tolas as preparacfies do celebre Or. Ayer tem direccSese roalos na lingua portugueza e cada frasco tem no MU envoltorio o noar
el i. hjlisis
e devc-se recasar todo e qualquer frasco; dizendo sem de Dr. Ayer, qoe-nio tenha o rotlo orno as dirtxeSes por extenso e o nom de
II. M. IalXE
Agente geral para o imperio do Brazil mpresso em Portugnex.
As preparares do Dr. Ayer acha-se a venda na pharmacia de Slaarer 6 C, roa Nova n. 18, e em luds M boas pharunoias
:e.
boticas e drogara* d<> imperto.
APIPl'COS
Aluga-se im sitio ea Apipocos
rasa edificada este anno, e moito
do Crespo o. 15. ___
coa ezcelleote
fresca; na ra i
Nlo se olka a prvjo
Precisa se de orna ama' escrava para casa ter-
rea de pooea familia : oa roa BelL n. SS.
N&6 se ojito a fljrrf >.
------ Preeia-se alagar urna ama forra uu
Precisase de urna aaa de meia idade para qQe saba cosionar e comprar : na loia
casa de pooea familia : na roa da Peana a. S3 1* Nove a. II.
andar. ------------
escrava
da roa
Nova sala de cortar cabellos
Ra m I aperador a. f I, 1*
andar.
Saques,
Joio do Reg L'ma saca sobre a praca d. Lis-!
a a pcato mi visu : a' roa do Apillo n. V
Precisa e d<
P1LULAS
\4RoPE E VHHO FERRUGINOSO RE Jt'lBEBi
COM" PYROPHOSPHATO DE FEHBO.
. .^.c. u, uin nieuioo para
orna lanero, rom pr.atic* oo sem ella
Dase owbeiro a joros
dia o. 5.
ua raa da Concor-
KOVO ESTILO
Retratos americanos era carfflte para* lbum
*. a Raa ? N a4>^
Annonoiando o novo systema de recintos americanos em lamina esmalta-
das, e afirmando serena elles muito doraveis, o5o pretendemos Iludir osincaatos oa
ignorantes, pois que reconhecemos na populacho desta formse eidade o bom sonso prfr
ciso para se acautlar contra os falsos annuncios e conhecimeato suffidie.ite para apre-
ciar devidamen!e as provas photographicas que por ventura vieaem *m noseo estbele-
cimento, e porque tambem tornos, e podemos ollerecer provee cbimicas e raioes scien-
tifleas do qoe havemos affirmado.
As lamina*, alm de serem leves, delgadas e flexivei?, sSo cobertas de um
esmilte macio que as tornara hatacaveis pelo ar ou agua, e at pelos fortes dissolyentes
chimicos. Os retractos sao eslampados, sobre urna brilhante superficie de fioissima
prata aduerente por meio de utna pelbcula de eolio lio, sub>tancta perfeiUmenle prova
d'agua. Por sobre ^sa superficie applica-se o verniz de esmalte, o que t3o transpa
rente e quasi to duro como o vidro Deste modo, o retracto, na onlendo em si
materia alglaH orgnica sujeila d'composici, e nao sendo poroso nem ahsorvente, est
inteirametite livre de humidade ou de qtnlquer outra influencia oftensiva da atm'isphera.
Assim pois por e ta theoris se v que os retractos ofTerecem provas Je duraco, o que
tena sido elDcazmente conrtrmado pela experiencia : clles duram effectivamente e nada
perdem du seu primor original.
Nio uos ticcessario repetir as suas (jualidades arti ticas, pois que mudas pes-
soas das principaes familias d>sta provincia, pessoas de fina educado e gosto cultivado,
nos ttm distinguido con- a soa approvacSo e honrado al com o seu palroc.nio ; ouiras
provas sor um superfluas. Eotretantu lembraremos de passagem |ue os pintores antigos
nunca se serviram de materia porosa para as suas mais bellas pinturas, porem sim de
substancias duras de superlicie mcia, como a porcellana e o marfim ; e as nossas lami-
nas t m iqual qualidade de superficie dura e macia.
Finalmente con.damos quelles, que por qualquer causa n3o tenham conse-
guido bous e exactos retractos por outros syslemas, a rirem experimentar o nosso ; em-
pregaremos euto toda a nossa pericia e con :ecimento artstico am de Ibes agradar,
oualouer que seia o numero pedido de retractos.
Uoodrlh dk llouxh
N. 52, Ra Nova N. 52,
previne ao pobliro qoe soa easa acha-se aberta aos
domingos e qoe eootiooa a dar 'iffc* de pea-
teado._________________ ____^______i I
Deyedores
Jos Jiiquim de Catro Maura e Joaquim Bap-
lista de Araujo, arremataotes das dividas activas
qoe faztam parle da massa ds fina lo Maooel Jos
de Ainonm. avisam a todas as pe*sos qoe deem
a dita massa a vlrem oo mandar saldar seos dbi-
tos na roa da Cadeia do Recif- n. I, islo no praio
de 40 das, a contar da data do presente, lidos
os qoaes se procfdera a dita cobranra juillcial-
Carvalho a. I. p^^fere-se portogoei.
Bll.ll ElOClii
caiseiro do
: no beco de
Cblerese, aieata, esc fulas, racbitisate, blrnaorrhayia, leittrilie, febres ialerinii>alrs
e ameearrba ^aeaslrarrae delaresa r irrrgalar), rlr. re.
Ha imiilo. que (unamos em vista associar o ferro as i omM preparares de ju-
rubeba; mas levaintM teinuu a ex|H>riineiitar qual a preparacao ferruginosa, qne mais
convi ia ao organis mi liiiuiano. viada | or flu a rtei-idir-uns p*\<- pf/rophnsphnto d+ ferro,
cora o qual pod-inos preparar os n>ssos xaripe e vinho de jtirovet>a ferruginosos.
O dono da fabrra a vapor de marcenarla, geloi Temos a observar, porm, quo o uso dos me iicanwnfns dp jnriil>el>a como
e chocolate desova achar um socio qoe entras-e purophosphalo de ferro, nunca pode occasionar a pllivsica das pessoas anda as mais de-
nSJZ^aSXSl qP:',em,ra,tmafona, 'cadas, como muiUs ieaetflem acontecido at a pessoas ro.ust:-s. que s. bao servido do
ler apoareca na dita fabrica para julgar e ver os mesmo medicamento preparado com outras substancias ferrneinoses. por isso que o
loen qoe podo deiiar._____ phosplwro, debaixo da ft'inna de pyroplWphalo, um meio propbylaticn reronhecido
- Qucm iiver umi prea de idade oo orna ne- infallivel contra esta terrivel affeci;iio.
grinha para apidar ao servieo de casa de ponc.a ( As prepa'aces de jurubeba, a que havemos as 1 D,~ ferro, sao mui proveitosas no Iralamento das molestias das se.liora?, taes como a clilo-
m.2 rose, anemia, etc.
21 Kstas molestias manifeslamse com os symptomas seguimos:Ilescoramento
gera! da pelle da- raembrams mucusis, migreza. inc-iacSn das faces e dato pera* ;
reili o. 17.
Annuncio
gos
rito
oboras eomo para homeos. no que epera
dos masmos freguezes a concurrencia como
d'antes.____________^______
lo Rm v.V ni"'
JARBIM 4 O, eoa Iota de faiendas e fabrica-
eo de roopa eiia tem moalado o seo e>ubeleci-
meolo de maoeira a bem satisfacer ao respeitavel
pobliro, a qoea se ofTerecem para desempenhar
oom prompte#o e boa gosto as meommendas qoe
s> Ihe terag______________________________
Escravos
Precisa-se alngar algons escravos para serviCo Pr *a Meaeaaaela n.Si.
debaiso de coberta,paga-se ;* >3 aeasaea comi-
da : a tratar oa ra du Brum oa stboiria do Re-
cite.______________________________________
ererisa-se de um cotiuheira para ra familia e*tnai>eira ; paga- Cirpu Santo n. 13.
Compankia de segaros mari
titOS Uliiiildili' Publica nic-i d'-posilo destts medicanienlos: Pharuiar.ia de J. A. Finio a C,
Adireci,iiM.a,t. o l> d.vileao a rati de P^ do sario ti. em IV-uiambiiO.
kli por arca >, no escriptono da
R*te estado espantoso, aiis lio ordinariamente re.:onhecido entre nos em cres-
I cido numero de senbnras, desappareoe so rom o prudente uso das preparaces cima.
ra Lar-
a
mesma. ra da
Cadeia n. ii nos dus aMH das 10 as 4 horas da
tarde. Uncir. 6 de deieinbr-.i de |80<>.
Us areeaores,
Prheiann JomS Uomes.
Tliomai F- mande* da Conha.
Tiocaiu-se
as n 'las das eaiXU liiiaes do banco do lirasil ; na
1
,3
&*
d
--- -^
J
Preci-a-se de urna preta pr liv.ir a
goinmar para casa estraogeira : a tratar oa
po Trapiche o. 8, serondo andar.
ra
Aluga-se o aagaada e lenMiro andares do so-
brado n. .15 a roa du Imperador : a tratar com
Loit de Moians jomes Kerreira. ___________
Cana eoa Oliuda
Aluga-se orna a >a casa por commo-to preco logo
oo principio da ra de M.ithias Ferreira perlo o i
banho.
LOTERA
\ns 0tM*OO3>
i'im seinid-feir. .^1
Acham-se venda oa respectiva iheson-
D. Senliorinlia lermana >lo Espirito San: raria, ra do Crespn. 15, os bilhetes
to faz ^cente ao resp ulavel putdico que rneius e 'piarlos da 30* parta da lotera i
anda Ihe restara algons lotes de Ierra de hooeciodas batata dos voluntarios da pa-
Precisase de om bom coueiro para casi de
orna pequeoa familia estrau^eira : a iraiar na
praga do Corpo Santo n. 13.
-i
lieiieao

seu sitio
Fra.
ullnnaiuaiiie retalind) na Agua
TINTUR \ RA
AO GRANDK S- MAURICIO
lBOIJBS!MM AlERFII PARA
TinIr. I Impar c Imatrar a vaaur.
tria 199*), sendo a extrar^if* no logar e
hora do costme.
Os premios il36:000,1000 at I00(0se-
_ Hmmrm de ""-'";'" ''O';:" rio oa^nsiuua hora dep..is da extracto at
desusarte, prefertaaa se escrava para rasa e- : R r i_*: i
transir a tra.ar na roa do Trapiche n prl-.as 3 horas da tarde, e OS litros depois da
melro andar.
escrava
fraoaexa
F. A. S4
29 Ra
30$ raensaes
Pagase al A0& meosae* por uina ama
qoe saiba estaar e comprar : na I >)
da ra Nova o. II.
Aa r. Tai Lala das Mauioa.
Ilevendo au publico urna esplicacio de mioba
vida v..lio ao prelo jara mostrar qne
a mi lie se
f\ catxeiro
I
de setemb'o 29
Defrtate 4a ra a -va 4a Ouvidor (Rie de Janeira)
Os propreurios deste eslabelecimento, o prtmeiro no sen genero no Brasil, por
trabalbar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que sefai uso na
Europa e ajodados por alguns dos melbores oficiaos de Paris e Lylo, podem assego-
rar a seos freguezes urna perfeitfo oo trabalho, aqoal senJo pode chegar pelos proces-
sos ordinarios. ____ _
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai r perfeicJo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, liram nodoas e limpam secco sem mol! ar as sedas e as vestimen-
tas de senboras e de homens.
nhnr altera o faci da m irte do meo
Jos M Kejataa dos Sanios.
Sofra e*v age la gotta e foi della atacado
em sel. miro do audaote aono, de-.-i.iihecendo eu
a naiuri-za do mai con at que ateta* neonirar em easa o Or. Mal, por l
iiO*ro rom naaMNai proeorava, e qoe, a lempo
chexou, laprrgaal i o trata nenio e MWiialia.
Fu o quo uud a o qjj d.'Via eora> bumeo ca-
riduso.
Como sit me intrigar analo :qee manlei o i
Ineo ei-caixeiro lomar fresco, teodo tomado um
i distrbnicao das li>tas
As encommen las serio guardadas somet-
i te at a noiu da vespera da exlracriio.
Servindi) de thesoureiro,
Jos Rodrig-'es de Souea.
Botte grandes
e pequen*, ,iret s e ile otras cres.
A branca ree-b-u um bello MrtiaaNo de
aoaVs de div.-rsas qnalidade< e kosius os mais
mudarnos, a eHi-s Hoa freguctia da a^uia blanca,
compan cam a ra do Queimado p. 8.
^aleado I-. < Brloejneda*
f ramees r ^A^k. alleaaea
Rila %<*- v'&'&SajeHala %**
fin. 7. '*'dtJlaW a- .

m
O
c3
sS
O
^!
s
Continua a ter grande deposito de Machinas, verdadeiras americanas, para des-
earocar algmlo de l> a 38 serraa, dos melbores emais conhecidos f aricantes, as quaes
s ndo receida dos Kstados-Unidos de conta nropna, 3o atispre vendidas por piceos
mais razoav.>ir. .I.* quo cm <|u->lquor oaln porio.
Tambem aqu, os Irego'sea ene ntrario n i so todas as forrageos avulsas para
as mesmas; como m-is. os raelhores e moito acreditados cilindros para padaria.
Machinas para caf de diversas qualidades.
Machinas para debulhar milbo.
M chinas para balar ovos.
Machinan para bater llhs.
Machinas para toer parafoios de ferro a madeira.
.dachinas para apandar moscas.
Muinlios |iara caf de precos de l# a 600.
Moinhos para moer milbo.
Atado::, carriihos de mo, camas de ferro, despertadores, balanea^ de
novo syste-Tia, e muins outros artigos que pela especialidade setornam recommendr
veis.
Palitos de fogo a 15*00 a gro7a.
E*te estthelec.imeoto reeeb eonsUntemoote pe
i lo vapores trance! botibas para homens, sentaras
; e m-iiina-', luvas de p-lic* de Jouvn hraocas, pre-

UN %MrVrIS D IfiHK J
Na roa da Cadeia o. 55 ha para veoder-se oroamenlos de igreja por menos precc qoe em oo
tra qoalqoer parte :
A SAnER :
Ornamentos de damasco braneo de 44 a 3SJMJO
. encarnado de Si a 341000
, ro o de tfJ a >i|000
t preto de SOA a
i verde
> de velludo preto a
.TSfflLaa.npi este mesmo moUvo I .J ^^^^^ ^
25, tKKicano Paranhos sSo ...emunbas ; ^Tr.^^x^s. XZtflZSX.
S aa para flear bem conhecido quera de- ehicotes. espe.hos q^^ abaras,estariosay
asta uile-tar-me com l",t*1 >r,i"180,,, d" mu"i PUaaaBi visi ^,
TJS e sem 'caridade aquelle qo., av.sado realejos, accordioos lindas toMeas, WMka
por mira oa doeoca do seo p .rente despresooo. cabriolis para amia* enancas 2fT*
%" l1rt ..Ji-mhrn d- 1868 andar por molas para meninos maular e oolros
Reeifc SS ^JaaaJaaS bata Ribeiro. MM ob ecos Sia II que lia esposlos a vis-
Fraa tsco Jos Luu Hioeiro. la ,,s compradores ; oa loja do vapor roa Nova
Precisa se alogar urna escrava qoe cosinhe n 7
e eompre ab maodo o seo >eohor
I %
bem como um ntolequtt ou i>rrio qu>
3" OS
2HA000
NO00
de tOJa
tama
A vista da boa procura qoe lem bavldo destes objectos previnimos ;ao publico qu breve che-
.re* Se Pars orna n..va remessa de ornamento de todas as cores, iDdosive oroaaealos sebatoi, ea
pas e aperfe. nmbellas ele.
Reeebe-se luda e qalqueor encommenda relativa ao col.________________________________
DE



DE
J. V1GN1S.
\. 55. at% OO IHPBR.4Dft>m *. 55.
a waaoadesu antiga fabrica sao note asss eoaheeidos para qoe seja iiecesaariu insistir sobre 1
.. itorldade, vaotogeas e garaotias qoe ooVrecem aos compradores, qualidades estas iaeoataata-
^TehSstea defloltivameote conqoistado sobre todos os que tera apparecido nesta praca ; pos-
-XoaieeUdoTmacb.nlsao qoi obedecen Udas as vonudes e caprichos das pian staa^ac
^SSSm\or aerea fabrieados de proposito, e tar-M feite olUmamente me4oraaealos lPraa-
Sj7S!t; deste pait quinto is mee, da ovi^lom eaaotadas,e iwliat) ammafraia
^ VV^'^eASi^o^mendaa, tanto nesta fabrica como aa do Sr. Biondel, deParls, soefe
ruZX!llfie I vioes em cuja capiul foram sempre premiados em todas as eiposledes.
"""^K iniDa^aaato w achara sempre oa expandido e variado sortiaeoto de msicas da
harnvaicos e pianos harmooJcoa, Malo todo vendido nei
Na
aanwre
atabelecii
a Baropa, asm como
e rama veta.
Novo e grande deposito de superior carvao de Oardiffaa
Bahia.
boa eonlucti: a ir ur na roa doQuimado n. 19
ou annuneie para ser procurado.
i
W !
|traude h.mazem de tiu-Jj
tas medietmentos etc. S|
loa dt Ib aerador o. 22. mj
la Pedraalas *evei (e-S
reate) teai a Teada
secnlo'et
Productos chimicos e pharraa-
ceuticos os m-is empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tura e para tinturara.
Productos industriaos e tintas
pars flores, como botoes de aeree
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaroe com o compe-
tente desenbo.
Productos chimicos e industriaes
para pbotograpDia, lin.uraria, pin-
tora, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e snp-
prido directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena
confianca e satisfazer qualquer en-
commenda a grosso trato e a rets-
lbo e por proco commodo.
'SfL! Sal Poer JooosloB A liooipaulu
hespaniiolfl
a vida
AUTUHiaAA PILO WSAL DaUtETU Dfc H

ILj
de wurofa sobre
i
I-;.-
BAiS(jlIgfROS lA OMPaMOa
O llaoco de Heapnnha
Ruada enzaiaNova n. 4S.
anRNCIA DA
'ped? de IOW leer.
vlachinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
asoadaoo meias macadas para engento,
reinas de ferro saneo e hatido para enge
nho.
Arreiosd carro para um e donscavaliof.
telogios de onro patente tnglex.'
Xrados americanos.
Oahinaspara descarocar slgodoo.
Vfotores para ditos.
Machinas de costura.
* ******* mam
Gompaobia delidade de seguros
martimos e terrestres
estabeleeida no Rio de Jaueiro.
AGTI EM laHAMMOCO
AalsBii Laii de nr.reir Suret G, mi
com pateo temen le a aturrados pela direc-
tora da compaahia de seguros Pidelida-
de.tomam seguros de navios, mercado
Has e predios no eo escriatorlo roa da
Croa ai I.
JnaraWflraV mr^ojj m aiaWm<
i
5
DE DHZtMBitO Dt
Ulhhu^Au IJSKAL
Madrid: Rao aS. %cftllaha
a. StJ
wl(a:iea da eomaaahla em H de Jnlha de IWh.
ApoHoos li*:700 Capital Rs. I7:1444670 ou moeda bra iletr-
R< IS,7I4:47HA000
A Nacional abraca iones as cnnbinacfcs do seguro de supervivencia e nella pode
fater-ses i Kci-i le mido que em neniium caso se perca o capital imposto nemos lu-
cros correspondentes.
Urna afiance lepositadajnos cofres dojestado, garante a boa administrlo da rom
panhia .
Os fundos da compinliia se nvertem em ttulos do estado e sedepositam no bm-
eo de Hespanhn om iossrve idto do delegado d<> governo e doconselho admini-trnivo.
A eossranhia estranhaa tMa a emprezi ou espiculaco perigosa.eos ttulos em
que se i nvertem os fundos impostos na mesma, au correm 0 OlJOOrTliOS, pois esta)
garantidos pelo governo, pode-se duer por toda a OaSjOO.
Prospectos e mais infornacoes sero presta lis n'esta provincia ras da Cadeia loj
. 52, ra da Imperatriz n.12 eroa do Imperador n. 3*. prin-eiro andar.,* p lo
Nnarci* "rancisco de Vidal.
S. D.
NOVO DEPOSITO
DE
MACHINAS
PARA DESC vRUCAR ALGODAO
Manoel Rento de Oliveira Braga.
53 Hoto Dlrelta 53
imm
26
da
ne
H commen
I Ibo e pe
mmnm
Nlo s olha
a pre^o
boa eondoeU para
--aa-t-:AZ^ZXSXr&TXS.^g' J5T^=^X,
I aais lavoreveis que em ootro ^8r..^f*s?^.
a?ate orto. A aattitar aerta eoa Domiefos AJve Matheos^
1 mito : aa ra Bella a. SS.
Atoas se o sobrado de om andar e solio a.
A da ros di>s Gaararapes, acabado e pinta o
aovo, e trata -e com Amonio Alves Barbosa
iiie.-m* ra sobrsda n. iS.
O abaTio s-!gnadc trod-j vendido nesta data
1 o seo .siabelfrinvnto de cateado* aa rea do Ll-
vrameaio n. 10 o Sr. Ballhatar Pinto de Gaovcia
' livre e de^empedido dn .loal.joer ooo< joiga nada
devrr a nesaoa alcooa. todava se algnem se jul-
g.r seo eredor poden' apreseotar seos molos oo
i praao de 0 das, qoe sera' immedlaUarnle pago.
itaelteSSaeaeaaaarode I8S8.
Antonio Manuel da Coacelcto.
MaooH rWeka da Silva eapitto da barca
i narra segoe paraJUroaa.
Neste eslabelecimento se cncontraro as
verdadeiras machinas americanas ebegadas ltima-
mente, as quaes sio feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por too avisa a todas as pes-
soas que precisarem comprar, de se dirigir a ete
Lestabelecimento que comprarlo das mais perfeilas
neste genero, assim como mais barato do qoe em
outra qualquer parte, por isso qoe se recebe por
conta propia, bem como cannos de chumbo e moi-
[nhos para moer milbo, e grande so'rti ment de fer-
[ragens e miudoxas em grosso e a retalho.


? -
*.m.*......m ,-.


V
lar la ole reniBHM inarla tetra ttt de Dczembro de 1866.
) '
AGUA FLORIDA
MURRAY & LANMAN
A agua florida de Murray & i.anmaiid
dhada como nm artigo de perfume, nlo
tem podido ser igualada pelas preparacSes
as mais cuitosas: conserva seu aroma, co-
mo se formaste parte da prenda a que ella
se applua.
Sua eficacia lo delicada, comu elegan-
tes sao seus multiplicados usos, qur seia
empregada como artigo de toocador, qur
oo uso do baoho, ou como suavisador da
pelle. depois que se tetina feito a barba;
ji para limpar as gengivas ou aromatisar o
balito.
l>a suavidade, brilbo e elasticidade as
compleicoes, deoois dse haver lavado; ai-
livia a irritado de erupcoee ordinarias; fax
jesapp recer o desagradae-el aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casia .le ebulices, e d vigor e frescura a
parle oode quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
res nos casos em que soja preciso applica-
a como estimlame e antisptico, nos con-
cmsos e asseiublcas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alona de um en-
fermo, assim como um antidoto excellen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffocacSo. Preparada nicamente por
Lanman A Kemp, Nova York, e a venda por
Caors A Barbosa.
Joo da C Bravo 4 C.
deposito geral em Hernaubaco ra d>
,r *t vil t '.asa de i'.arn
JUUBXB^
A jurubeba urna das substancias medi-
camentosas, que pertencum ao reino vege-
tal, e perteuce a classe im 5> lOU-COS e des-
obstruentes, sendo empregada coa vaula-
eni contra as rebrea iutermillenles acom-
pauhadas de eiiguigitamenio de fijado e
baco. tila lem sidoapulicada com incon-
lesiavel prove tu contra a anemia na cldoro-
se e ydropesia. catarrbo da bexiga, e mes-
rao para combaler a ajjeustruaciio diflkil,
rcsutado da ineaina anemia ou chtorose.}
Kxtraclo alcoolico de jorubet>a.
Emplastro dem.
Oleo dem.
Tintura dem de dem.
.Varupe dem.
Viobo dem de dem.
Pilulas de extracto dem.
Deposito, pbarmacia de Pinto, ra larga
do Rosario n. 40.
JUItAEUA MACHO E FEMEA.
Debaixo da denominaco dejurubeba
nascem nos sitios arenosos do Brasil dous
arbustos do mesmo genero, mas nao do
raesmu seto. Ambos crescem com lindas e
frondosas ollias, ambos produzem bagos
gramneos reunidos a' maueira de cacbos de
uvas, pendente! de um peduncalo curto. 0
primeiro, Uto o macho, pouco menor
do ipie a fenea, apenas cresce at i altura
de um iiomcm, tem fui lias me< res, nao
muito sinuosas, mas recortadas, cora talos
guarnecidos de alguns espinlios.
^ :
J. FERREIRA V LLELA
Photographo da Augusta Casa Imperial do Brasil
18, huudoCuhugd, 18,
ofcraY, estrada pele Pateo 4a
latra.
Em anaHBi das photrcrapiiias desta cidade se faxtrn retratos mais perfeitos
do que os que se eieruthiniesta ofDc na pbotograpbica.
Pede-sc o coufrontaro e anaiyse eutre os nossos trabalhos e os melhores que
se fazem nesta eidade.
Nao ha photocimpiiia ai.gi.ma desta cidade, que como este eslabelecimenlo
pbotograpbico (.ossua um to vanado, escolhido e abundante sormento de caixinbas,
quadios, molduras pretas e d< uradas e passe-par-touls.
Para serem collocadns os retratos chamados carines de vitita ba doze difieren-
tes modelos de carios mimosamente litbograpbados e doorados, em cartao bris'ol e em
carto porcelana, os quaes sem alterado de procos, esto a esculla das pessuas que se
relralaiem.
Continuada mente se recebe ua Europa remtssas de ludo quinto dix respeito a
photograpbia, e inda o mez passado pelo tai (r Guime, e este mez pelo b-agoe Belm
recebeam-se de Franca quairo gi andes caixoes com orna bella variedade de artefactos
pi oductos chimicos e material para photograpbia.
No me.-nuo estabeleciment vendem-e:
Todos os productos chimicos geralmenle usadt s em pbotographia e garante-se
o estado de pureza dos mesaai s;
.Machinas pbolographicas, ctelas oe porcelana de di Arenles tamanhos e vi-
dros para tirarem-se retratos;
Urna grande variedade de lindas e interessantes vistas transparentes para
stereo. copos, e steieoscopos de madeira en vi misada com lentes prismticas que se ven-
em a liOOU ca'a um com una duza de vistas transparentes.
Tambero veude-se por 500b0 um apparelho completo para fazerem-se peque-
as vistas ou retratos. Ao mesmo acoinpanham as ex plica res precisas para en uso.
Qualquer pessoa pode fazer vistas ou retratos com esse apparelho.
A 1 ffic na e galera esli alertas lodos os das e a todas s horas.
N. 2D
JOIAS
N. 2 D.
CORABA* HE OIHO,
A luja n. t D oiitolada Coracio de Ouro na ra do Caboga, acua-se d'cra em diante offereeen-
do ao respeitavel publico com es peclalldade as pessoas qoe hooram a moda os ihjecios do ultimo (os-
lo (a Farts) por menjs SO por ceulo do que em oolra quak|oer parte, arantrado .-e a qualldade e a so-
lidei da obras.
0 respeitavel publico avahando o dselo qoe deve ter o propririario de um novo eslabelecimen-
lo qoe qoer progresso em seu neglo dte rhegar imiredlalamenle ao cor>c-> de ooro a comprar
aneis com perfeitos hnlhanles, esmeraldas, ruMuae perola ; verdadeiraa em agarras, modernas pek
diminuto pieco de 101, brincos moderos de nuro e coral para menina pelo pieco de 3*, maracas de
prala com cabos de marflm e marfn-iterola obra de moderno josto (o que o encontrarlo no coraco de
PII0T0fiR4HI\
artstica americana
RA DO IMPERADOIt N. 38.
proprietario d'este eslabelecimento.
ooro) ollas de onro com a compleme eruiona ricimenie enfeilaila pelo pequeo preco de IS, brin- Que foi obrigado a para'isni' Os seus trabalhos
coi de om trabalbo peifeilo por um mdico preco, cassoleia$, traoealins, pulceira--, alnoetes para re-
tratos e toiros n odetos iodo de alio gusto, inei> proprios para bular cabello e tirina, dito para casa-
mento, oo rtico roseta lem o Coraco de Ouro um eomatta e bem variado sorlimenlo de diversos
foslos, buiSes para puohos coro diamaole, rublns e esmera i las, obra esta importaole ja' pelo sen va-
lor ja' por goslo ds deseoho, brincos a forma da delirada maosloha de moca com progenie contendo es-
meraldas, robios, brilbanies, pendas, o gou> 6 sublime, allioele para grvala no me-rao gosto, relo-
gios para seonora rravados d<- pedras preciosas, diios para homem, diversas, obras de brilhantes de
noitofostn, crusiohas de rubios, esmera l desde o primeiro de outubro rio corrente,
com o lim de prepara-lo com gosto e aceio,
a poder apresenlar em ludo reunido um me-
Ihorarnento digno da concurrencia do Ilus-
trado publico desta capital lem a honra
S'ientilicar-lhe que o dito ertabelecimento
qurr joia, para seculocar retratos e ubras de cabello, e ouiros muilo> ebjerlos que os preteodeoles en
cootrarao no Coracio de lluro que se conserva com toda a amabilidade aos concurrentes deizando-
se de aqni meoeiooar precos de certos ubjeelos rx>rque (desculpem a maueira de fallar) dizeodo-se o
preeo talm algoem fa^a mi juizo da obra, por ser lio diminuta quanlia a vi>la do seo valor.
Na me>ma luja compia-se, irocaise ouro, prala e pedras preciosas, e umbem recebe se concer-
to>. por meos do qoe em ouira uuaiquer parte, e do se ubras a &mo>ua com peonor, conservaudo-se
e Coraco de Ooro aberlo al as 8 oras da ooile.
Qualiiuer pessita qoe se dirigir ao Ora ci de Ouro n.*io se podera* engaar com a rasa, pois
ola se na sua frente um coraco i>endura>to piulad-, de amarello, alem de outro que se nota em uro
rotulo (isio se adverte em ecuseqoenria de ter. m ja' algumas pessoas engaado com oulra casa.
FAB
IC

0B.\UE^T03 E GREJA DE
J. lal.'.H
Veanetiieire e bordador de Pars.
93 UUal IIO inil:iilIHIR 3,
Dbante i igreja de S. Francisco.
Concui rencia impossivel
justificada pela snppressin de ioiermediarius, pela n.mpra direria das materias primas, pela eie-
cuco dos trabalhos oas ifflcinas da casa e pelo diminuto lucro r. m qne se satisfaz.
Animado pelos importantes negocios que faz com grande pane do rooodo calbolico da Eorrpa
resolveo o aoDuoclanle eslahelecer tltiaes da rasa oe Pars em airersos pases loogioqoos que
i Merecen) vantagtos, e veio ioaugorar o priojeiro esiabeltnmento nesia cidade, sem fovida orna
oas mais adiaoladas e commercianle da America do Su I, e qoe por -si mesmo necesslta d'um
esiabeleeimento qoe oada deize a desejar, quer em relami as precisdVs maletiaes e qoer iolel-
lectoaes.
Os Srs. sacerdotes e dem&is ie>s.jas, qoe se digoarem visitar o eslabelecimenlo, abi achara o
seropre orna urande variboadk de todus os objectos para lureja e para o clero.
OURIVESARIA PARA GREJA.
Noves modelos de eu>loilias e ALFAIAS DA IDADE ME0IA, A' LUIZ 13*.
Os precos variam stgundo o lati.auho, o peso e a fima.
TAI'KCAIIIAS E AMAi;ES PARA IGREJA.
Fornece toda a qua idade de armardes, par precos mdicos, i vonlade do freguez ; lendo
senipre urna pessoa no esubelecimeolo para ir tomar as medidas oecessarias para completa sat-
NuVAS fMUKLLAS PRIVILEGIADAS.
j0Meo*
---------,..-, .. ...,,.. uu.uo, >.-...,,....., painu, uiiiiiaur.^, aucis tuiu iriiaj, cae leas ue '.,(... ----------.------------
rrjrstal e ooro descoberta para retrato (a ingleza) briocos de franja, ditos a imperalrlze toda e qoal-1 "a"se prompto e reformado enj ludo que
concerncnle a taes mysteres, tendo para
esse ira recibido ltimamente da Europa os
productos e mais objectos necessarios a po-
der dar execucao aos seus trabalhos de urna
maneira digna de toda a aliento.
N3o queremos encher o nosso annuncio
com essa raiscellanea do costurae, em que
entram tantos nomes metamoipinados, me-
Uiphatticos, empatados e at mesm i mttti-
forios ; nao; o publico desla capital, de ha
muito assumio ao elevado grao de civilisa-
c3o e sabe perfei lamente conhecer essas
fanfarronadas dos passados lempos que
nada w s do que um laco para apandar
os incautos.
O nosso etlabelecimenio de ha mu lo
conh* cido como o primeiro em su s commo-
didades ; como o primeiro em todos os seus
trabalhos ecomo o primeiro emm, a offe-
recer todas as vantagens que se pode espe-
rar em Pernambuco da arte pholographica ;
e quasi que estamos convencidos desta in-
coniestavel verdade, pela grande concurren-
cia que sempre temos lido.
Por tanto annunciando a
Reabertura da pbalographia Artista
merie la
RA DO IMPERADOR R 38
ficara en:eidido que de lioje avante o esla-
belecimenlo estar aberto para o desenvolvi-
mento de lodosos seus trabalhos.
Nao classiiicaivmos, nem encommodare-
mos o publico, com essa vasla nomenclatura
de lant s e variados systemas, emque figu-
ra urna ticirnii lade de nomes esdrjulo*
com que os inventores denominan) urna u
outra descoberta que faz em nos nicamen-
te liinitan.o-m s a dizer que u alia liando em
lodos 08 gneros de photograpliia. e pehs
precos convenientes a cada um de per si.
Certos como eslara s de que o publico,
nao de. vara de frequcnlar o nosso esiabele-
eimento, podemos desde j afiancar que
ser ser\ ido com promptido equeficar
satisfeito do nosso trabalho, encontrando ao
mesmo lempo em todos os seus empregados
mesma delicadeza, afabilidade e todo o
PARA
PREPARADOS SUirtIS,
Xarope de jurubeba
Vinlio de
Pilulas de
Tintura de >
Exacto hiydralcoolico de jurubeba.
PARA UZO EXTERNO
Oleo de jurubeba
Pomada de a
Kiii|'laMro *
UZO INTERNO:
PiiEPAHAlos laiMHkBTOS.
V inlni uj ttbcba errii;'
Xaroi e
Pilul s
.uoso.
a
A J V M IIK1IA.
respeito e cousideraco.
Ra do 'mperador n. 38.
Esta plaa boje reconhecida como o mais poderoso tnico, como um eicel-
. po IX. tem por sua perfeieio. novidade tute desoLstruente, e como tal applicadi nos engo gilameulos do ligado e baco, as
Naseuri-mid-ide-iilosrauiosi>rodu7.neiiue- r,*l0!M a dupla vanugem de cobrir iuieiraineuie o Sanii.-simo Sacramento e o padre, sem di IB- hipalites propriamenle dilas, ou anda complicadas com anazarcitas, as inflammacoes
' Mullir n in.lir Clll iCi-'i 11 lufl toe 1^ fluHraf ii.armilaf.liid t iliirumu ...x. ..1........^.. :....._.., .. a _.. ..
uas lioi e.> i-niiio que juntas em Turma de um-
iicila.de coi lctea misturada de aulceleste,
asquaes represenlam exactamente urna es-
i' ella de cinco angmos e consinm de urna
.- corla, modelada e como dividida em
mi tros tantos tringulos, sabindo do centro
cinco eslames, ou ii lamentos, de mane ira
que ao lonoi! toinar-se-liia por urna flor de
burragem.
O segundo, mais alto, mais espinhoso,
tem folhas maiores, cuberas de pello pela
parte inferior, elegantemente guarnecidas
de cspinbos, recortadas de um verde vivo,
Id do
mais ntida.
cuitar o andar.
E-CIU'TTHAS EM MARFIM E EM OSSO.
Imagens de Cbrisios, caldeiriuhas, ernzes, quadros e todos os objectos devotos.
Objectos em argila, sin.p es e prateadas.
Todas as infurma^des seio mioi.-iradas gratis, acerca dos ornatos de igreja.
Ijiueeder-se-hi facilidade para us pagamentos.
Eis o caihalvgo do que trio a venda :
ICASULAS.
luanas, de veludo, lie cnua e d
galio lusiiu-o
lie damasco cim cruz de ouro e
-da.
i mesma flor que o macho, porm ** damasco dobradn, com doer
sos bordados em relevo na
Ambo-, em virtude >lo uso quotidiano da ue |rCido de prala ou de turo,
medicina, sao bstanle condecidos as phar- dem cun diversos boidados em
madaa. Em verdade, suas folhas e sueco rt,,5*u M crul- .
silo empregadus para mitigar, como lempe- u^\^ **m crua ,
ouro lioo em relevo.
De < hamalote de seda bordado
Goilnras e da idade media.
A cor da casula nao mflue Ku
prevo.
CAPAS.
De veludo estofado.
De damasco
Be lendo de prala e de turo,
dem com emblemas em relevi
e i iras franjas oa mu (a.
De eludo de sJa.
De lee ido de prala e de ooro floo.
DALMTICAS.
O mesmo prtco das casulas.
i antes, e curar as feridas e ulceras, e uiui-
to favurecem a cura deltas. Posto que as
folias e raiy.es lenham um sabor amargo co-
mo a cliicorea e a fumaria, todava difficil-
tneiite poderiam ser.classificadas entre as
drogas quemes. Sobresae principalmente
em virtud e ellicacia, e mais amarga a
rail, com parlicularidade a do macho, que
consta de parles mu tenues. Por cerlo o
'osimento deste faz despedir a ourioa retida
e appiica-se muila vez com feliz resultado
contra as obstrucc5es do ligado e da prsta-
ta em lujar das raizes apperienles. Sua mi li-
la.le e excedencia sao taes, que nao so pelor
Ionios, mas tambem pelo poto rustico
prucurada e contemplada entre os remedios
maravilhosos.
Traduzido do latim de Pisn e Marcorave a
Aa ruado Trapich n 16
aciain-se os seuuintts deposito*
Oe K. Bniiiiii-hausem 3laits.
Rourgogoe.
V'inho l'oc:raar.1 tinto.
Cortuo linio.
Sanio Georges linio.
Ohambertin tinto.
Rlrhebourgiiaio.
'*.los de Vougeo linio.
Cbablis branco.
M.A.Waefen Fiaacfart:
RtMM.
i"i--nhvimer.
Li-i.rauiiilch.
Mircbrunnnr.

ESTOLAS PASTORAES.
De veludo e>ifado.
De dito de doas faces.
De damasco.
De dito de duas (.ees.
De lecido de praia ou de ouro.
dem dem, eom emblemas em
relevo, fraojas e oord.dos dr
lorcal.
dem idem em relevo muito ri-
cas.
De lecido de ooro e de prati Oo.
De cbamalole bordado de sel,
com doas fareo.
VE'OS DE HOMBROS.
De tenido de L)ao.
De dito dobrado, de ooro tioo.
subsequenles as febres intermitentes r.u durezas, nos abeessus imeinos. nos tumi res es-
pecialmente do ulero e abdomen, nos tumores Klauduosos, na anazarcha, uas hydrope-
jzias, erys'pellas; eassociada a preparacoes ferruginosas anda de grandes vanlagem
as anemias, chloroses. fallas de men>lruai;ao, leticoiriieas, desananjos atonic s do es-
i tomago, del.-ilidade orgnicas, e pobrezi de sangue etc.
O que dzemos allirmam os mais di tii.iios mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos citar os lllms. Srs, Dr*. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment. Seve. Perera
do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. etc. Todos elles rrcooh cera a exceden ia d'esie po-
deroso medicamento sobie os demais al boje conliecidos para lodos os casos citados
tatito que lodosos das fazem d'elle:pplicaco.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, Uvem s por lim ^eneralisar mais o uso d'este vegetal, fozeudo desapparecer a
repugnancia que at boje senliam os doentesde usnrdo* preparados mipiticos d*eHe, O
mais das vezes repugnantes a lragarrm-se, e que lintum anda a desva ligera de nao ser
calculada a dose conveninote a ap^licar-se, oque loma umitas vezes imp ulicuo um me-
dicamento, que poderta produzir o, timos resultados.
Os nossos prepados so f esludado a jurubeba, fazendo as experiencias precisas pn a bem conhecer as propii. da-
des medicamenlosas d'esla planta em suas raues. folhas frutas ou baga?, e adose con-
veniente a app icaco, lendo alm d'isto piocurado levar os nossos preparados ao luaior
grao ds pe feico possivel, para o que nao poupamos esfo.cos, nao nos importando o
poico lucro que possames tirar
Por tanto os que se dignarem racottvr aea nossos preparados podetn ter a certe/a
de que elles offerecem a garanta, de que se pode encontrar a piompta eiufalhvel cura
, de qualquer dos soffrimeulos, que deixamos innuinerado?, se forera e.n lempo applicados,
je. leudo alm d'isso, medico ou doente a vanUgem de esedher as oossas va iadas prepa-
ces, aquella que melhi r Ihepode convir, j pela fcil applicacao, e j pela complicico
mas bordados em releva ,Caieae, par. altares, pr.te.dos, IdaS "^.^H* ** "alureza de cada individuo.
Mnuo res, ioieiraroeme bor de oovos moios: I A nos>as preparacoes rerrugmjsas sao fetUs de forma que se loi uam comple-
dados em rei^v.. en.n curo Gao. 325 milmetro* (11 poegadas). i nienle soluveis nos suecos gstricos, porque procuramos os composlo de ferro que como
pannos mortuarlos. 379 (it ). Ues esto hoje reconbecidos.
nh.do i.tei umio da. 87 f i! .' i L f*** 51"*s (,ue mais minuciosamente queirara conhecer as propiedades da
de.ro I 1 (o i e applicacao de nossos prep.rados. destr.buimos graiuiUmente em
De dibaseo dobrado de brocado. 650 c (il ).. nosso deposito um folheto, onde tratamos mais extensamente d'esta pl.na e dos mea-
mos preparados,
Denasila geral de lados es preparados
Botica e drogara
3 iRa larga do Rozario34
De damasco, bordado em relevo,
dem dem, muito rico.
VEOS l'ARA EXPSITO.
De lecido de l.yao.
De rhamalole a prala com em-
blemas em relevo.
De J.lo dito, minio Suos.
VEOS liE SA' RARITS
De lodo> m pt i-eos.
UANDEIttAS.
Da Saola Inhuea.
De i mili aria.- de Nossa Seohora
Parocluars, qualquer qoe seja a
lUVi r;icao.
GuioVs com emblemas em relevo.
A .ileVao varia de 351000 a
o\OU0000.
PALLIOS.
Em vi ludo estelado as quairo
poulas e oo forro.
De lecido de Lj ao, com ooro
De dilo de prala e de i uro lus-
troso.
De dito do, cum quairo emble-
('. irporaes de cambraia Moa.
Toaihas para commuohio e alta-
res
Guarnieres de rendas par. .Ivas.
Dilas para loalbas de aliar, aos
metros.
Toda a qaalid.de d. roor. e g<-1
raolida e perfeilameole execo-
Uda.
DIVERSOS ODJECTOS.
BUas par. Ur.r esmoUs.
C"i- .oes finos par. .Ivas.
t par. meninos do coro.
Vullas, is duzas.
Cintos e cintuioVs.
Sacras de altar, em cartao.
Ditas em quadros.
Marcas par. missaes, coo
peroas, em cham.kite.
Flores arlificiaes, o ramo.
BslAfos e lodos os demais objec
los de irreja.
BRONZES Db IGREJA.
seis
Xarope e pasta de Seiva
00
I'IhIicIro marKImo
DI
E. Lagasse
Preparaos mu preconisad.s pelos sabios mdi-
cos de Pars, rom as melhores at ho|e discutirlas
par. cura cena de lodas as molestias do peib\
brom-hiies agudos e ehromco, aslhroa e aioda das
alfeccoe da vas urinarias.
DRPoSITO RSPKCIAL
31Rna larga de Rasar i31
i"lia r naacla de Bartholoaaen *k V.
Afimi iueral
ferruginosa, acidulada, gazuta e carbnica
orki;#,v
O oso d'aftua de Orezia mu particularmente
reeomnii-ndado pela escola de medirloa de Pars,
para todas as anVrcoes do niho dicesllvo, ingorgila-
menio das vireras'ahdomioae*, e feralmente lodas
s niole-ius provenieuies d" fraqaeta orgnica, pobreza de sari|ioe.
IlKPOSiro RSPF.CUI.
31Kua larga de Rosario3-1
Pharaiacia de Bar Precisa-..' de tiro furoeiro que enleuda per-
feiamenir do fabrico d.i- macas de pao e bolacha,
assim como que loi-ha perfeit-i cosheeimenlo do
calor que .-e de ve dar a um turoo para o bom de-
sempeoho de sua aito : quera se a. liar as rir-
cum.-lauras dirija-.e ra |iga do Rosario|n.
16, 'exondo andar, que adiar rom quem iraiai ;
lam em se precisa 4e nm co>uili-iro par. cus-
nhar para os tmpregados da mesma.
Precisare de um bom ro-inheiro e de um
trabalhador, pagase bom ordenado: o. ru. da
Iraperairiz n. 39, holel Luziano.
fOJja
Estes pannos lem d. os mlrus de 8lt (30 ).
largura e ues de ci.mprimento.Croxe* de altor, correspon lentes
ROL'PAS DE IGREJA. i aos casncies, o par.
Alvas de pauou de linlio fino. Thuribulos e oaveas prale.das.
c de cambraia lina. Cldeiriobas com hysoppe idem.
de paono de hubo, para Cu-ioJias ditas e duoradas.
meninos do coro. Lustres ditos e correles forres
par. os mesmo*.
Cruxes para procissio, com ratos
dius.
< guaioecidas de reodas lloas.
o de t:l, de ricos de-
aeunos.
Roquetes em piono de liobo sem. Varas, alabardas par. soissos e
inaugas. cadaspara pirieiro>.
t t com d i tas. Estes oujecius todos si em c-
Amelos. bre o nao em materiae. de
Toalbas e s.uguiobo*. composicio.
En ca*. de Theod Chrislianseo, rna do Tr'a
pirie-i,o0 o. 16, nico agente no norie do Br.sn
de Mraodeoburg (reres, Bordeanx, encootra-se e:
fectivamente deposito do* arUgos segniles:
Si.Julieo.
St. Pierre
LaroM.
Cnafean Ooville.
O alean Mararaox.
Grand vin Chate.0 Lafltte (888
<>->iein hariitc
(latir Sanl"rns.
Oaiean Saoiorne*.
Chaieaa Uttor Blanche.
Cha lea o Yqnem.
Coaae em tres qoalld.-les.
Azejle dno. Primeo de Rordeait._________
Ama seca
Pr*eJ*a4e de om. ama seea de boas cjstoaes
para ajodar a tratar de nm menlm e cuidir a
roopmria delbt: a iraiar m roa Nova de Sit*
fliu o. 3S, primeiro ao taf.
Aviso esencial para evitar qualquer erro ou mf.
Os Srs. compradores nio deveui ignorar que o ouro nao pode ser fiado nem
tecido, e que por consegumie os galo, s dos ornamentos chamados de ocho fino so de
prala dourada, os de orno me fino sao de metal dourado e os de ooro falso sao de
cobre dourado, e como tal confundir os ttulos que te Ibes deu sempre, que ?5o mera-
mente commertiaes.
Os ornamentos que o anuunciante lem venda sao o de gales de ouro meio
finos, falsos < o de teda, .- mandando vir os de ooro fino por encommenda; e nenbum
otijecto sabe de seu eslabelecimenlo sem ser acompanhado d'uma factura por elle arma-
da, especificando a qualidade do objecto, para poupar-se expcaces sempre incon-
venientes ao depois de realizada a venda.
ATTE\C\0
O abano assigoado compra luda e qoalquer
qoaalidaoto de aigodio em earoeo e asaocar; o inr
leras, adoa dirjala ee ao povoado TrombeUs
ao largo da feir. ru fabrica i vapor.
Alboqoeroae Silva.
Saque sobre Lisboa, "i
0ompram-8C escravos
Stlviao Gnnberme de Barros, compra, vende e
ir.-ca eff,;ciivamenie escravos de ambos os seto,
ede Irlas ao idade. : a' ra do Imperador o. 79,
erceiro audar.
Ka praga da lodepertoonia m. 33, to)~ae
wrives. com#ra-# ooro, pratt, e podra* preciosas,
e umheio so fas qoabvoer obra do oacoasmeod., o
i'-*>o aoajfoor eoaeorto.
A PBEVID^T
Safieiade tarligiiru de secaros matnos sabr h vida, faa lata e
adatiaistrada pela
BANCO ALL ANCA DO PORTO.
Todo o pai qne desojar acautelar o futuro de seus fili.os dev.e quanto antes,
axer inscrever os seos nomes na listados socios daProvidente- por que, com urna
pequea quanlia que, todos os annos para all fftr a,.piteando, tirada do inicio das suas
economas, no (im de 25 annos alcanear-lhes-ha urna fortuna, que por nenbum outro
meio e com lio pequeo desembolso poder oble.
Oa exemplos praticos de oulras sociedades anlogas tem mostrado qne:
COMPRAS
Onre e prata.
Km obras velhas : compra-se n. prae.
dependencin o. St, Inj. de hilhetes.
d. Id
o. prac. d.
Cumpr.m-sc libras slerliuas
udepeadencia n. 23.
Comprase nina esrrava de meia idade, que
saiba cosinhar bem : n. to|. da roa Nova n. II.
Corxpra-sc um cscravo co.inheiro
i na na da Ciuz n, 19.
Compra-se ouro, prala e pedras preciosas ero
obras velhas : na rna da C-idea do Recife loj.
de oorives no arpo da Conceiro.
VENDAS
00|WHJ fagas aaaaalaieate p< dern araduxir.
CNi velr. Pllhns A C. sacearo sobre Lisboa
largo 4o Coreo Sasto o. 19 eseriptorto.
o' H^iiiqo- do OHvetraSoaros o toa oobora,
rrteraao* para for. doipeorto.
Por um menino da 1 ia a 4 anno.
* da 1 a 2 annra...
d a 2 a 3 .....
> de 3a l i .....
> > de 4 a 15 .....
Por orna pessoa de 15 a 20 annoa ...
. a de20 a 30 *.....
> > de 30 a 40 >.....
a de 40 a 50 a.....
Em 5 an-
nos.
i:iOO
* 001
MIU
860*
860*
800*
8601
8601
900#
Em 10
annos.
4:000*
3:0iK)*
2:900*
2:8"0*
2:700*
2:700*
Em 15
annos.
9:<00*
7:5\=0|
7:-i00*
7:100*
7:fOO*i
7:000*
2:700* 7:100*
*:700* 7:200*
3:000*17:500*
Em 20 an-
nos.
20:00*
17:000*
16:000*
15:600*
15:500*
45:400*
15:601'*
16:0'0*
18:000*
Em 25 an-
nos.
.7:0004
37:060*
35:000*
34:000*
33:300*
33:800*
34:000*
37:000*
50:0001
Vende se orna mi bina nova de Jacaranda a
Loas XV, eomplet : a traiar na rna da Impera-
arlt arrmiem de mareinelria n. 15 doSr. Hemigio.
Confeitaria dos ananazes
Cajii em calda, seeeo e caodilado, presuolos su-
periores, dita em Hambre : oa confeiuria dos .Da-
ases roa da Croa n 16.
Vende-se o e>iabeleeimenlo de moih.dos d.
roa da Crio n. 37 : tratar na mesma.
EsU' fgida desde 13 dezerobro corrente, a
prela Bolooa, do Sr. Jos Goocalves da Rocha :
qoem aprehender, leve-a a Sanio Amaro das
Salina, sitio gr.ode, n. campia do jogo da bolla,
que sera' recompensado.
'
i

,
.
Quem pretender subscrever para a Previdente e desege quaesquer esclarecimeo-
tos pode dirigir-w. em Pernambuco aos Srs. Afanoel Joaquim Ramos e Silva, roa to Vi-
gario n II que dariio todos os esclarecmentos que se deaej.:rem e prospectos gratis,
quem os pe ir.

tcaaefao*aaa.
Supealore r rtes de cambraia branca bordados
o qoe teui vlndo de melher e mais moderno : na
ln|adas columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio
Corrosa de Vaso ncelloo A C
Na rna do Viga rio 19. vende-se :
Vinho Moseaiei em aneoreUs.
Vmhos do Porto de diversas qualidades eogurate-
do e om narras.
Ceta em velas e crome.
Lona eos pecas e lardos.
'I Vende so tre. borros mansos o novo*, .trt-
lar oo hotel de Uoivertr, roa do Trapica*.
\

i .... ._._ ._,-------


O" -

1
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t
O ro Je rrrnti
tbaco litarla fclra 10 4 Bezmtii'O Ir isce.
lenedios 4o Or. J. f. 4 ver, m IobU
da lioivmidad #! |rnsvivaois,
Estados-laidos.
Ei traeca eampaata le salsa-par '
rilba le Ayer.
Peltaral le erris. '
Pllula* cathartlea.
0 deposito central para as provinciae i
Pemambaco, Alagoas, Parahyba o Bio
brande lo Norte, denles remedios to fe-
voravelmente conbeeidos e acolbi.i'.s en
lodtsas pres da America do Sul e do!
Norte, ach.a-.se era casa de Theoil ihrlo
tlansra, 16 ra da Trapiche ea
Peraanabtaen. I
Os procos de
33* jor duzia de estracto de salsa parrllba. i
|7* por duzia de peitoral de cereja.
27* por duzia de remedio para sezSes. |
<5 por *e oiitemiera dlnhelre vala, coa
o descont de S por cento em qoantidadet
de 6 a 12 duzias. e de 10 por cento en
quautidades superiores a 12 dozias.
RIVAL SEI SEUMlO
Rua lo iguelnaada 4. loja dr
lindezas
DE
Jos Bigoamnii
Gontiooi a qoeimar lado qoaoto lem am seo es-
UbeleeimeOIO.
Sylabarlos rom eslampas para manios a .1*1 r-.
Memento da roupa de lavar a IflO rs.
X crinas para n>*N* a 160 r-.
Oum> df meia* moli Un : r* -oh ra a 4Ui
Dila. hraicas e eruas h-a........... I* f i*.
Agui'ias rranceus a balan {f'tntj -. *i r..
Ped as de l Pare* de sapatos da tranca e pele a 1*500.
Pecas de Blas de lia de ledas as edres a 600 rt.
rozas de boldes de porcelana (.raleados a 160 r.
Olas de dilos de madreperola mullo Unos 600
ris.
Caitas com alfloeiies (ranete* a 80 rs.
Gaitas de 100 eo velones rauilo tinos a 600 rs.
Pares di* -apalos da lia para meninos a 400 rs
Presos raoeetes de lodos os lam-ohos (libra) IMl
cr.
Resma da papel de peso tiranco liso a
Fraseo com superior (mu a 100 rs.
jr"* de pbo-plk.ro* de gaz a 2* 00
Pares de buidas de puoho inuito buortos
T.inhas cm rarlai. de 000 jardas a I0.
Caita de superior linha do gat com 50 novellos
7a> rs.
Caias de pos de arroz mailo flno a 800 rs.
Pulreiras de coma para meninas a 320 rs.
TUberes pira meninos a 310 rs.
Gaiza mm superiores isras para rharoios.aSO n
lia-Mi can unerioras grampos a 30 rs.
Orn* dr penan de ac mano fluas a 310 rs.
8 meis par i menina* a I*.
P-nt- rom r-xta de metal a 400 rs.
GmarVs compridis redrndos a 500 rs.
faites com Minerior papel anisada a 000 rs.
Rc>qs para uiemius a 100 rs.
U.
lio
Muit.i tteiigao
NA LOJA E ARMAZEM
PAVi
Ba da iDiperatrix u. 60
DE
Uili & SILVA.

*
' 'es
buru lux
Vende o patio
Chapn un, grande ortunruio de balSn* de ar
eos >eudu auterii-a> jur >;n. m. m. >i. ir.- w-
-' 3,1500: na lo.
til*, il (.iniji 4 Si> i.
A Ido r. fiara
i da !inper-iriT a.l
V.: !a*
Vandrm a irpn'!
'n >!> o n lo Un
I i V i .*( |H ll. I.P -i- x, .,
I OlXtHl lO l'.VJl, |;J|
G..,i & Silfa
iiJiiiho* p-'f
1 \;
1 luja
co..
s
1:1 lU il.'l
tuto, %-nIe o
uto1'
na I
Por esurn... oai n-. tin. do a:.no resolvern
os (joo, desle mporiaole eslabete<-irRrnin v^nrirr
suas ri.ndas por prea mullo nals baratos do
que costumam, com o lo de ajnrarem dinheiro a
diolBiirem o grande irpaal que riisie na mm
Pavo.
Vn4c- ia> aajiaria* par.,
pelo hrat'-lr...) prprode H r. o eovado :
, loja .rma;-m do i'avln rna da Ipp. ralrit i
I' .iiin i\ Si I vi,
Iroelica
Para cadeiras
I Para sofs
I'..r i ,iiir,>
Pra prsenles.
Chefaram os mais n.u> jar t...rd-dc>s a m>
che prop t- i'ra nn-oiua de radeira* i|ne <*
waoaa* a MIBO e 3| din par mcwrtu de tufa
a 65, ditos proprio- jara ri-bnr almofarJa?
S*500 e do> paia ccl.rir pres< ules a l."tH).- 3J:
i>i-|eia:iinj o. tl de 6mb4
a vr.ra na NjpdJ
lo)a a rmate, para o qne eonvidam o riwatlmil n loja do Paveo roa da Impera ir z o."60, de Ga-
a os seos numerosos fr^n-;. s a virem w >"> di "*iva.
Novos vestidos Poil de.Ch-
\i ( \z <;\z
Chegoo ao aotigo deposito de Henry Forer &
C. rua do Imperador, oro carreameoto de gaz de
n-irr.Hjra qoaMada,o qual se vende em partidas e
a reaiho por meos preco do qua en> oatr* qaal
no^r paria.
soriirdab as fatendas, tanto pmprias para Into
orno de primrira nec-ssldade, a nnudam as p*s-
soas qoe negociam em pequea escala qoe grtoto
grande esubeleclmenio eor-ooiraro om avulla lo
soriinieoio de fazeodas de le e phanlazla qoe >e
vender pelos mesm arm'ie?* in'"i gaohaodo se apenas o desronlo
e de kdas as fatendas do se amostras mediante
om peonar, ou maodam se levar em raa das ex-
celieolissimas ramillas qoe nao poderem vir a loj
Cambralas Haas da Paria a 3#Mft,
4000 e 45500.
Veode-a om grande sorUmeoio das melborrs
cambraias iranspuen'es, lendo 8 vara e meia ra-
4W00, 51000, 6*0 K) e 7*000 a peca ; Ha* dT.?
cossia eom 9 varas cada peca, leudo mais de vara
de largura a 6*000. 7*080.^*000 e 10*000 ; ditas
Victoria a 6*000, 7*000 a 8*000 riiu* largas com
vre a 16|000,
\* loja dn pava.
Chegaram pelo apor do da n do eorrenla, os
mais lindos cortas de poil da chev-rn pora ristMo*.
sendo fazeoda im-'irarrenie wva no merr-do. ien-
do esta hienda basunle luslre rom os mais deli-
cados iM>-ic. unto 'T li>tra- romo em flores sola
e vendm-e polo haraussiien preco de laVJOOO,
lendo cada corle 18 rovadus, ito na loja a arma-
zem do pava,i ni roa Ja Irnperalriz o. 60, de Gama
A Silva.
Para senhoras
Casaqaiaha a 301000
Vend>m->e as mais m^dunas rasa ;:ilnlia* on
basqoma< de seda preta, muito bem o'Haaa, as
mai- inoderna> que t^m viudo ao OMrcadu e peto
Olales d i' iqiriu
V^r-ri. n .e btitfsinx .1 a .. c n.< i to (.
diversa* erres, indn a lrns sida ^
rudo r rn a fr:.uj.s de i. 3*500 r-. i
! a4.* oil. 0uo* a 5|SC (<(to \a>
de tlVi a i <>OJ listo de sf ;, 8*110, JM>
Oi*i> r i lloaro* p>ia mbar a i 1,0 vi" 1:
| r aioanin d' Pa\3f n.i ioa da l.|*i rtia
'i', de Qoao iV Silva.
Sel nasdoi i :,s a PO rs.
Vndese goartOa [ Ornis >e liis n.-opri.i ifajj
v.-ndos. ror largura <>e t,,u pgi ia |*lo I irap
raoo d 4I<0 rs. o r van,. : r : jn .. roa?
l'.-ao na uta da
S iv.
Filos bordarlos a hOO is.
Pavo.
vende se filos de linho broaru bordado* (.- :*a
p:ira ve-tidn p|() bara'i-imo | re. r de W>> .o
'ara : na ota e armarem do Paa na rua tb
perilru o. M il" G>ma i, Silva.
Pannos de linho.
Veodc-se snperior pannos de Cobo prcpri pao
l.'iicrVs. loalhas o serilas etc., ptlot bau:'->taoB
oree, s re 6,0. 700 e 810 rs. a vaia : oran ,***%
lilo eom Id palmos de largn'a a *.00. "J8to
lgW*3 a ata; i rn grande sorlrm-oto o H ,:id,
ii. Mnrft>|la> por baratos piecr* : na lija e
z-. :?.. l'..aona rua da Iroieain? n. 60, !t i
ti Silva.
(.unbiai.-'s brancas deconTio a 8A.:C"0.
I'iiegaram ** mais deliranas rao iraias I,
dr enrd.io rini delicadas lisia irn*!.irerifos
hhVor e |iri l,,iaii-.Mni precn do WiCOt g
. ca r.a : .i e rutona o Pava,, na rua da Ion
ratrizja. C0,_|e G-ma A Silva.
VeMde-ae~
Joa.juirn J s Gungaltea Be'traa
eriptorto a rua d- Vigark) o. I". ..: p-
ni!'- a
8 palmos o'nrnn Viin^rii^ nn"^ b""'- preeo <** *>* -*da urna S na loja e ar- r *'""" > precos eommodus patatal o 4;
do preeisnapenad varal* So aSaSlSTllt "*" "" '* ***"*" ^ ^ ^ '"" '"
do largor* ? o** nr< r..,r ....,.. .-_._.j.. ma "''.
.nas para forro multo eororpadas
a .1*100 a iwca : na loja a armaztm do Pavao na :
rna da Imperalr n. 60, de Gm A Silva.
Para cama de noivas vende o Pav3o
Venden-sa ricos cortinados bordados e ada-r as-
eados proprlos para camas e janellas pelos baratos
precos de 8*. 10*000. 16, 20*000 e 25*000 : so
penor damasco da la entenado a irr.itacao de seda
propno para colcnas a t*S00 o .vado ; ricas rol
Alpaca SI .vi ?,
Goiumu de mniuiioc
Oi-gou o noi* Mido soni'i futo ata alparoo oV "a roo ata Triarlo o. ti r* andar tanrijoalaj
I urna > rOr. pri pnas para ve.iidos, > vend.in-sf I "OOW a mll.or qtji i 'ai.'- il^ |
pui pri-aw em cnia : m loja < arautriu dn Pi- apoorafltl no mercado, proario para h'-'inb.
vao, roa da lorponiria n. 60,V Gama q Silv. r lina e noMn |va. por barato pirro.
Os espartilb!* tfn Parfo, gr- i # ,,
Vcoden. se Otoa graod. e vanado sorhmenlo de '" '^ COfiu i t'S
ospa-filhos dos nata bem feito- ue um viodoMl 'uperior e vrrdaoVIni
%Of
viiibi
2^ .0ch pel br,,rimo preco da 10*000 e merrado, seodo de ludes os tamaobos, vendeodo-se! Iti d" dn-s doi.s d garrafa
(iiaiiiie c bem surtida urniaien de no I hados
Mua Mar n. 00
Sanio ou nao sabio, amabillis-imo fregutzes? tibio sim ; e se demoramos tanto
etn ihrir a caixinha do segredo, foi porque gustamos de sorpreza e das conjecturas. Abl
Ah! Ah | com'i o sahir deu no gtu de muiU gente de collarinho empinado ebigode re-
Ai-jodii di Bfihia
Vende >e em poreio a reulho :
Crespo loja a esquina o. 8.
oa roa or
LUYAS OE JOUVIN
e bem suriida<|:foa
nov.imfi.i- ebegadas, frescas,
loj do V*ior, roa lova a. 7.
idre eom 400 jardas a *
Kival sem s gundo.
Kna da laeioaaaan. 4*.
Queracabar ca as fazeadas aoaii*
ean'aoadas.
Oaatoan tir vor o as 4 tea e aaralinima.
T a litas de labyrtoibo com bico, aiend* -boa >
3n00.
(ja. rfifi* de lloha com 100 jardas a 30 rs.
Gravatire pretas n> cfcree muito rias a 500 rt.
Baratan* rranrezes morro linos iNllg 310 rs.
Caiao* de obreras de rofcssa mullo aovas a 40 r.
Enflacares para espornilbo de curdo e Illa a 6
iis.
Itarrotana linha Atas
ris.
Dmotai de papel aireare muito hom a 3*508.
Draseo <* oleo babosa r. 3t0 e "508 rs.
Irnos m d'ln lufi nojn. verde a 1*000.
D.los dtio f Iso a 800 Ts.
Gits de aiaeacar parata a 500 n
Silos de banha nota* ftna a 200 r.
(Iuxasoom l fraro de ebrir. a 1* o I4-T0I).
KahortOros muito A.x.s o 30, |M, On e, :jt0 rs.
Ditos ''.- olla muit.. Daos a itO 310 rs.
Prowoa o eheiro moito flno- a f40 e 5O0 r.
Callao pera rap r ,m imnitas -viampas a 100
La* par* bordar a maH.nr do marrado libral
7J0N. '
Caitas de (talil i< a lalo a 40 r>.
\l adas d- iinli i frota paro bordar a SU rs.
Varas de.c rdn pira espariilh. a SO r.
Protoat sn una rota merlo boa a f(0 e ,1*1 r
Uilos {, d:la pred a melhnr qu- lia 3zO rs.
Duzia (V Carnao para sobre-mesa a 4*.
Dila .1 da* vlrt c*h.i prelo cravaJ.. a 3*.
Vara- de |. nja branca larga a i-0 rs.
Pac t om. X sahonetes inpieif < de superior ou
Ir la.if a OM r*.
Lap- *ta*raolO a melhor qoaidade a 80 c.
p.ni- olnoaai para regsear cabello denieoioar
a -ISO.
Renglas de eanua con v lia I*.
Praor >* df aooooa' oleo miriioaia-, a ISO rr,
An ,i.oioras m*'io doas para r-'lUifS a 500 rs,
Italia* le lioha Vi gaz preta a li rOio- a 806 r*.
CaruVs df Imha : I.l >ra ra rea pool* superior a iOOrs.
'Carias de alloaMai francetes rom 14 peale
ItO rs.
f&eotM par* fato, Ii.k-. de cff* par* veslldoa i*,r iodos os urecoa
lOilos prelosda rasara /Ju/lal 1*0 rs.
torcido?! Quanta iuterprclac3o lidicula e risixel solTreu o noss i pobre sa/rll Muita
vez tivemos frouxo de riso no caulinlio do nosso aimazem, quando vamos qs.e alguem se
encornar odava com essas seis negras letras, que por alguns dias deram umcerlo ar de
mysterio a urna das columnas desle venerando Diario I E no enunto nada de raysterio-
so li-\ i.i, como vedes, no patusco sahir I sim; riamos a bom rir; mas nunca vimos rir
o ravalleiro da Liga porque
Serio e grave encara as musas
Deste mundo como sio ;
Verdadeiro, fiel vivo
Do cnmmercio a tradtcco I
12*000: isiu na l ja e armazem da" Pavao na roa
da Irnperalriz o. 60, de Gama A Silva.
As melpomenes do Pavo a 2*500
Veode sa superiores cortes de melpomenes, seo-
do fazenda transparente e multo bonita, lendo mui-
ls padroVs rotos rom 7 varas o roeias cada corlo
pelo baralissimo preco de 3*500 ; isto para acabar
oa l.,ja p airnazeui do P.vio oa rua da Irnperalriz
o. 60, de Gama A Silva.
Grande pechincba em chapeos a 500 rs.
Vende se cbipo* de palha > imitarn de maoi-
Iba pnq.r io- para bomens pelo barai tamo proco de
500 rs. rada om; islo para acabar oa loja e arma-
zem do Pavao oa roa da Irnperalriz o. 60, do Gama
A Silva.
"i Inja do Pa-1 wl
una a ilnj.
toalhaa
por om prero mn-, ratoowl : itf
vio n> rua ra Imt^rairir n. rio. ^!
nade peehlaclia rua
para n ia.
Veodem-so taporimoi loa lia- oe lint
para mao peiob-iraii.-sin,.. praeu e 56U
a 640 rs diUs a mitar.n ras felpiulas Miio rs.,
ditas fe podas a I* : i r< bincha u* i -i- e arma-
zem do Pavo na > da lnrerairlt n ,o, de Ga-
ma A Silva.
Aii'iie a N-
aa laja do Paro
Chegaram os mai> lidos eom tVtla nova fa-
fma, .-rudo transparrut-.
a roa da Oad- ia rserlptorin n.
--i, i,
r.o oale
l.
.v'J^--
Linguic^s
vuo lias has
Na rua do Ap.li,. n. 4,lem jar. vfdrr ig
pmorta* I '!' ** tala, o m*i* aprii^rqoe i si tioda
r-.. mus r
1.1.
.iSfbo loado.
.v roa 4o fif ario a. 04, oarriploria, -i >-?
0 nelhor sebo r -acta do Pori ;. rt:- '*. d*>
i : rr l,a, mas baralo da que ontra "..
parle.
G
sojieriores peca de madapol
com 24 jardas pelo baralissimo preco de 12*000, "";' >,"," .
ditti de 8*000. ditas de 7*000. ditas 6*500, garan- i P'mtios e ROlinhas
dudo se len n. ludas 20 varas, aendo muito boa f-
caoda para os precos cima mencionados, que se
pee. em mais baralo que em oulra qaalquer parla;
ero-s na I ja e armazem do Pavo oa rua da Irn-
peralriz n. 60. da Gama & Silva.
fots que o sahir se mostrou qua! e vinde admirar freguezes, como no armazem Camisinhas para senhora a 4)J000 e WOOO.
da Liga se opera a mais lina liga do bom e barato. Lede e veris a veril de vin.le pois ; Vendem se floissimas camisinhas cm mangoitos,
conli.-mos em que lo ternis occasi5o re rizer que o luaoo diubeiro foi mal emureirado' afDdo S m,a a,od,'rD(,s i0'' DP!,',' Keoero tem no-
nem o vosso bom oslo olTendolo. Eis fr^goezes e ... la ral verso. '% m&tt^VfSSTfft
I-arlaba le aallha Imperairiz n. 60. de Gama 4 Silva,
ou gomma de indio branco preparado na America, vende-se 500 rs. a libra, e o cida-j Corpinbospara senbor i W. e 10 doque comprar dezhbras veRde-.ke-lhe-ha450. Qa-croa osnais deiicai,o< corpiobo* de cam-
BISCUT INOLEZhS I*""" 'PWbObfaaOa ricameote enfeindos e
!Ji^ft Prancy Cruckeuel. (leo.Oriioro, Gala, Arrowrote nutras muita^ l ^&ZSSS,Bi X'
qualiaaUtS a 1*000 a lata cota 2 e 3 libras. teoda multo superior pelo barato piec de 8*000 ;
Bola\ihas percales
em tatas de diversos lmannos 2, 3, 5, ibras cada tima obelos sejwtintes precos: 16200.
2*400 e 3*000.
Bollahaa com aaaeadoas
grande quantidade de cartees, hcelas, caixas f-rradas de chumbo, com as mais ricas qua- 3eo e **'0 2 """'to c"m PS padrrVs'ma'w InaMn
lidades ile pSo-de-lo, bolos, para cliamuaulia, bollintios com ameadoas, e outrns muitas q.ne ,em "nd,', "*" tetai e flores etc.
" l|an.; garaotmdo.se serem cores flrbas : na lo| e
armarem do Pdv'i na ma da lm|ieraUit o 60, de
. eom Lo 111,.i.- palmas, a
Pechincba em madapoles na loja do Pavo. I ***** m te1" ^aUMlao prroo de f D.i i0|a e
Veodem se soporiores peca de madapoln rtno i ;.r|T "2*,n''V Pava rua da Imperalr.,. o. 60, de
'una flf S.lva.
a l*. 1*280 e i600
'.i.garam m mais u. i-rnos penhos con gcl-
nha> sendo de i --ma., dn Imbo ncamenle b-.-rd-
drs laot'i brnn.-os i ..n o t rres a oadem se pel
baratissimos proco* de I*. 1*28 e 1*600, por b
r grande porrio, e grande pe-hincha : na lo
e armazem do Pavu rua da Irnperalriz n. 60, r-
Gama A Silva.
Para bapti-ados.
Vende-se eleganie vostnarta* bordados nara
baptisados, pe,* |iarali 20*000 a 35*000 : oa luja armazem do Pavao n
rua da imperan i/ o. 60 de Gama .V -Uva.
Bahados bordados na loja do Pavo
isto na loja e armazem do Pavo a roa da Impe-
triz o. 60, de Gama A Silva.
" Grande pechincba em chitas.
Vende se um grande sortimeuto de rimas esco-
ras t. alegres fraorezas pel< s baratos prafM de 320,
que se tornara aifadonho mencionar.
MANTEIGA Gama a Silva.
manteiga tngipza, primeira qualidade a ISIUO a libra, i lem ingkssa boa a 10000 a libra
800, 600 e iOO. Idera francesa a OiO rs. a libra.
oaeea eaa calda
CyiiudrGg para padaria
Xa podara da roa Di R- 04, ha srmpre para vender
por com modo preco 00 co
onooio* a acreditado*
lirtoVoc americanos para
doria.
CAL OE LISBOA
Da mais aova qne ha aa mercado che-
gada ^>e'o iikimo navio, vende-se i roa do
Brum n. 66, armazem de David Ferreir
Bailar, barril de 4 arrobas toda em pedra
por 5*. latas de 2 ditas hermticamente fe-
badas por 2*500.
VfiMIK-SE

.

1
Presuoios da flambre ja* preparados.
Serve Ja gallada.
virili-. gallado,
llaoieiga gallada.
Lili eom 3 libras da llngoica, a flgados oa
*UOiho morrell.f, viadas ultimarnanH da liba.
0*110* la batata* a' 700 rt. orno t arroba,
i-lo o nals barato que posar al' ao arnazem
ota oimarirj C, roa di rn lerairi- n. 6.
Veod- -so un mallo hom -** lo par* pal
a f'-i por preeu eummoda : a rui da BsUi!
o. 14.
(3al dr3 ListK'H,
Cnraada ao ultimo navio, mal bartia que en
oou-h qualqoer paria; no deposito a., rni $ Ano'
lo o. a.
Veade-ae
na'nioa* aaorlcaau ata aarrolot para JKiruCM
algodio ; aa ro 1t S?n?i')i loraT 41 ^^
Silezias para senhoras na loja do Pavo.
Veode se e-la nova fazenda. sendo silfZia ondea-
da propria para saias prlu i.araiissimo preco de
, 440 rs. a vara, e coropr aud tm peca vende-se a
doces secos e era c^lda de todas as quah.iades, em frascos, potes, caixas, ele ate: por pte- 00 rs. 5 isto m 1 ja f aianaan rtoi*aoo na roa
eos < mais rae;, veis possiveis, amendoas coafeitadao libra a. da inperatriz o. 60, de Gama & Suva,
CAF As sa'as d0 Pav3o
fi do Rio i-aorla 240 rt a !ibr,. fi-^rte. *<* a libra, 3-aorta a 100 rs a libra, tt*S~ S3 ^mOZ
em n-rntn se lar* jraail otnxiawnlii. cono farfoda .m pee com proco* pr..,.nspora o
\ iRfl mesino lim a tsO a vara : n. I.ja armazem do
vina< engarrafados de toda* as ..nalidad.-f, rainha Estephania a 3*000 a garrafa, Porto PV",u'JllJ^'"-l'.^'4S-
maioaa a .'*;0o r-s a irarraia. I,gr.tnas r| Dminr a 1*800 a garrafa, Pedro V, D. Late, Vnaten se superioTiemT2 sed* pelo barv
Mana 11.1. caMt)vaj|us. baiviicies, boeug l|uO rs. a garra'a, idean cheres venladeira, Us-i.uo preco da laooo cada um.diios de iceato
aJOM a gsrrafa. inaai cbarny rafadosa BOU rs. a gamita, dem re Lisli .a em lupas, barris, anconalas e a retatbo a 366 ,!600; n* i'.'!*.? 5***F? t\l>avu ru* d" ,m
e 400 rs. a garrafa a ..rea cora fisto imito a *400 a ancorela. per"ru "'* "y^*^'
u .... aardeamaV Veode-se soperir r atoalhad.. (ta algo-lao trancado
vmbii Oordeaot de imUs as qualidades de 0)fiU0 a 25*000 rs. a rlutia, e en garrafa de com 8 palmos largura a 1*600 a vara, diio ada
rilO re. a2*0IHl rs. Wermouth a l|SO0 rs. a garrafa K.enoch de waseer a 2*000 rs. Aa- .atascado multu soperior a l*800,ditode Hubo moi-
svmth a 2*000 rs. a garrafa. !<0 bM OaraOi .1 29800 a vara, gnarlanapos eeoor.-
(. 17 : a doria,
, "*'' ditos aivrs muiu ima farenda a i*000 a duti* : oa
gaz verdadeiro americano a BtJOa talo (traala, garantiado-se 27 garrafas, e a 400 rs, a iota armazem 00 Pavao na ru* da impnrairir o
garrafa. 00, de Gao a 4 Sirva.
fimejo Gelo<*a
cerveja gelada era arralas e Vf garrafas inglesase franecza.
PohiCo r jlpi>i;i
paiaefl IOO rs. a libra, apista 1W1 : pnico e a!,>ala raislurad) 140 ru. a libra: en
poreo se far ahaiimenio.
Cha verde e prelo.
I loen. l*5i 0), 2*"0n, 2f00, 2*4<). 2*6()0. 2*600, 3*000, e 3*200; oM verde de
todas as qualid^ies, buxim. penda, aljfar etc.,
CHAIILTOS n'llAVAM.
re^a ia britannici .-i 10* a nafta, l<>n Ira 12* a ciixa, operas, eiixa 10*; eotitras mui-
us marcan que aa V rnam enfarlHih.is me ciona-las.
1 HAIllirt-S DA BAHA.
io-periaes. e^irosifo normas lou.liw s v'uanabaras. suspiros, delicias, parisiences, ven-
ce toral, IWrreir ,rjrieoo, quera Ma r >aber, (rara os seguintesprocos: l*ooo. l*5oo'
2*noo. 2*5 o, 3*00-, 3I30O. 3*8oo. 4*000. 4*2oo, 4*5oo, 4*8oo, 5*ooo, 5*5oo, 6*5oo,7*ooo, e 8*000.
Velos StoariM*.
sperm cete 04o rs. o pacie, velas de carnauba de 0 por libra, 36o rs. de 14 em
libra, j 44o rs. em poreio se far abatimento.
GENEBBA can' o ou victoria i 72o rs. o frasco.
GF.MKHAA DE HOLLANOA effl fraSCOS k 50o rs. O fraSCO.
CERVEJA -T-EBISS.
cerveja basa e tmente e de todas as qualdiades, as quaes se vendem 0 mais razoavel, como
seta Soo 600 e 7oo rs. e em duzia faz-se-ln grande abatimento.
Arrat da Iridia.
lio ra. cada libra, emporio se far grande ahaiimonto.
SAIIAU E SABONETES.
nbio branco com veas cor de roza, idein brinco com veas azues. s-bonetes de urna libra
cada um, alo os sahonetes mais econmicos que lem viudo ao mercado Soo rs. a libra. "T
Magii' e eradialia. Uscnales da oavoo n ao e oaa rs.
sag' muito novo 4 24o rs. a libra, cevadinba muito nova 16o rs. a libra.
gsvada muio nova 12o rs. a libia.
gomma de mcommab 4 !2o rs. a libra.
CEBLAS grandes e novas i l*ooo o a olho.
' Lola* com vostrva*. a
latas eom ervilhas portugoezas e francezas. lats cr m carnes preparadas, passarinhos gu.
zados em lata?, e salame em !als.
avaee de galana.
ha constantemeiiiM nm grande depesiio de doce de goiata em caix.'es de todos os tamaobos.
aAjjMS, C#d>#5.
copos crystalisado*. dilos lito, ditos oa cores, a 4*ooo e 4*5f.t \ duzia.
GAHH.' FAS PB CBYSTAI..
garrafas de crystal de formatos do uliiuo gosm.
AMEIXAS.
ameixtt^m. latas, em boceta* e frascos.
{Junjos Queijs
qqeijns flamencos fo ^enuliimo vapor 2*o n. dha dn ultimo ......
Barages a 400 rs. na loja do Pavo
Vende-se bonitas hareges triai par atas com pal
mwhas, ditas losir. sas, iazn..ia u.nio booi a |>fl"
harai.. preco de 400 rs, bomras l*.|ims da qu*
Oranos o ne llores a 400, 320 e 240 rs., lodo pe-
ohioeJia oa loja a armazem do Par.io oa roa oa
lmperatriz o. 60, de Gama & Silva.
ttcdaa aaraa
Na loja do Pavo.
Cbegaram as nm> modernas sedas rom lisiras
para retidos, sendo can as cores mais modero*:
qaa tem vindo ao mercadV.. ,-.sim como gruedeoa-
pies de dTereotfs cure* cono sejam cor de rosa
azul, raiza, cor de caf, rdr de lirio etc etc. .
veaea-e por prero minio en rooi* na loja
armazem do Pavio na rua da lmperatriz n. 60. d
Gama a SiUa.
Crioolioas a 3*500, 4*000 e 4*500.
Chegaram ara a loja do Pava i as mais moder-
na! rrioolroai ou balr- eida.ieiramenle ameri-
canos, qoe >o o* mais bem armados a o-ais lete
que tem viodo, foado mo o fui malo o'ai* mudrr-
oo qoe actualmeote se osa e vcodem-sa pelos se-
guintes precos: sendo coro 20 arcos por 3*500,
dilos rom 25 arces por 4500o, dilos rom 35 arcos
a 4*500: I-lo so oa i.qa e armazem do Paro oa
roa da Irnperalriz a 60 de Gama & Silva.
Sedas largas na loja do Pavo.
ijheftarain as mais h- uias rudas de coras com 4
paiifiu* o.- largor*, iudo com a oofal a deseobo*
n.ai brili.ai.lfs que tem vinoo, taailiUodo f.zrr-.-t-
um vt-sioi. coro |.oucus rovados un alinelo a lar-
gora, e veuoe-re pelo anata prac ude 2*000 o co-
vado : na loja arma pe' Mita u. 60 da Uan i a Silv-.
Vendem-se babadiuh'.s bordados com 2 varas
pelo barato preco de 1*000, emrf nvL s lapidas e
irauspareui s, iemio3 varas cada peca a 1*000: na
Ma e armazem do Pavo na rna da Irnperalriz n.
60, de bama t S.lva.
Cambraias de cores
Vaode sa om bonito sgiiuieoto do cumbraia d
cores para vestidos pelus baratsimos precos de
300 e 350 rs. o aovad.. jis a voiuohrios da pa
tria a 800 rs. a vara, diias lisiadas a 6i0 e 700 rs.
a vara ; peehim u aa l.ji e ar.nazem do Pa'. jo
na roa da lm|.fratr.z n. 60. da Gama A Silva.
Cassa de urna cor so
Venda-se bolinas casas de urna cor fo com um
pequeo loque Je m fu pnlobaralisslno preco de MO
t$. o cafado t para acabar Mioja" arn.azem do
Pavao na rna da lm rralril o. 60, de (ima t\
Silva.
Chales de reo la e retundas
V. o.ir sr um k-u- soMimMito de i'i-lei .1
renda e rotondas, sendo as mais romleiiias que lem
vindu -o mercado e veuOan -t mai< Paralo qu-
m ouira qua!i|urr parla : ialn ua luja < .irmaz.-n.
do Pavo ua rua da rnaetai'i/ n. o, de Gama \
Silva
lij.ios baratos
Vcnde-e p;-rca i :. rotalhoo de chin, lias, cas-
sas e chas preas por preco barato ; na loja e ar-
m..;. m do Pav.it> na na Ja lmperatriz u. liO. ta
Gama Silva.
Cslcas brancas
Vendase un. gianJe n.n-nlo decalcas brim hranen de iinh trancado pelos haratiwinos
proao* oaafaOO, 4*.100 t HIihiO. .iim co-n- om
graoda sorlimeun de paiots .e panno p elo Uno.
sohrecasac. e saces turrado* de seda, du.-s de ca-
sin ira. obror*sari, reo' fraques, dii.- .J.- nie
ria e calas de ro|ir-r* .1- cor e .re todas as qua-
lidadfs. as.... romo um grande snriimento de col-
IfHe- de. luda.- as lati'iida. ven.ieudo -f ludu uor
precos muiio barat. s : ua luja o armazem do Pa-
vo na roa da !n. er; luz r. r.l, de Gama & Silva.
Alpacas iridiantes a 640 rs.
Chgram as mai< lindas -iir-sca* enf.si.idas noi
3 e o em palmos de largura mm os mais de irado*
drsenhos lano df f. rsinh cniio de n--ninas *8-
seulado* oas mais golieodw ron Pono sejam ly-
ri>', siosenlo cor tte rara*. tnaVnaoe >ear]fNHa
f.elo hara|is>imo preco .i \0 r. o aovado ; nci-
i-aiiienie n loja e armatem do Pavo na rna da
lii.fx-rairrz o. 00. de Gama Silva.
Pechincua para a esta na ioj* do Pa\3o.
Vesiilos.
V'.pd-.s.
Vestido.
A 8-UlOO
Vendem-se um b.,niio s- Mmenlo dos mais lindo-
vesii.lo* rom barra* de seda, iratendu us compe
teote* fofeilrs para o cjrpo, sendo oeste arligo o
mais moderno que lem vindo ao mercado. vaa-
dem se palo h.rails*im> pag-i de 8f0O) rad um,
diMs de ami.raia branca rom barras bordadas a
5*0<'i' f 6*000 ; na I- h a armaz- ', do Potio na
roa da lmperatriz b. 60, dr Rana \ Si va.
Cortes a 3* Vendem se os o ais lindos rorles da canas de
cores e. m os deser.hos mai- modernos vindo cad
NA
rua da Imperatri n. Mi
':.n fr.-nle da matriz la Bo Vi-t.i. v^pd- rr>
zn: .as n nilo Paralas por er a .V.>; f.*||f. ,ii
VfQdf-se chitas jiaia WIMtaO a l.O r ?V I*,
covado, tilias Iranrez*. m.a* a 320, 100 '--
ruvarit-, peca* de iadap, 15 fianr. I .' ,m
3*500 e 4*n00. p-ca* ta nadopclo n.-i>j :.l*
jardas a 4*0t 0. 5*000, 6*liO0. 0*000. 7* v *
8*11811, rnuiro hno. V. ivle ; p.. .. .'. .:...o .
4*000. 5*000, e 6*000, ? na Mo-. C f ia.
Vonde-Mi rassas tinas para oa*0d s d- wiir<*a a
840 .- 3SO n covad. J/nsInbas e?i* n- >}> 9 a a
3i0 e .160 rs. o aovado. Hitas rrn palot do
a a iOO rs. o ovado. tlas lisa-lio.- OH
rs. o corado. 131'des oovos de rn >gad ju ru *
para os vestidos h- je d niiiro" ndalo oa Gal ar-
nil .1 VHiO. 4*V>00 5*au0 dos ni.-"- an.. 4*.'
veode-f 2* 3*. Ib opa frita de da- a- ..**-
dades. l'aliiols de anadia a 3* 08 '.-lo- '<<*>
de poaao a .'i*OO0, U*. elr. Cotia* de cas. a. rao
3*000, e 6*000. Cabal de c*-rwr i :i M
CntaMva >le eatonira a H 4*000 i c;
seora de c re a 4*500. Dito preta a Wat!
**000. Cornado ra tacar r*ra enea 1*001
e I (i i halos df lisia, para ra. tk>0)< i M&.
dt ll. \.. B>'*ta 2* o riVado 1. ri 0, :it-
a.- r, r-- s 800 a vara. c*s te c. I -1 ton
a \& :;* fj*. i:Hf. Vcimb ta-
d-' norw o bramas rja lacauo^ de l.-i.. ^ '(* *
5*000. Cortos '< ra*s* do pap.l :(-3(h)i> ife*
de rnir:i ron d. / mvi| n vjd,.- a 2Ai(H,. i. ir< na tuerio a U e t*0M
.1 is.!- lisia a i-1 r,.-.. 'u n ..uiri> monr falta
d.- que so veude nnu. i.i .: .: l~:
drlar .i nr-va loj. da l';. i',;
r n..riji: poje:a'avahar o quan,
i Sor* C.iiforata, difruate
-ia. n 6.
r-.' .
: .r-. ro-
s a i-U ota
.-. v,.. lega
di matriz 4a
Vende- e
O brta o.-iih-icido sin. do Hrrraetor Jo;io Ijtbt
situado n Cirrodoroo Bispo n. ti. em ea-i *> r
lirada :a load 4 .!'an les tatas O 6 rjarn- r
lormlr W prlnolia andar 6 dilos disp o-i .Midar tal too, lodo iliumin.i.ia a gai i Padrada y.
alpendre a com as aagaiOtM accsnaMdaoO- f .
bim quart" boaao >' m baoaclru d- u *rn ir*.
c.ri.-na pora earre, pfi'ibsna p..r.' ca< l'i* i
VaCCaS em separado, galinbri'O, 2 Uinoo* .; ra
cimbas c.iio li :i....ia nm so* ranuo*r<**>s b-.-iv-
(:.<. o silo gcaocV e unir".'-1, piania-io coi b u--
arvorodiH iniinferos e nrdim Indo na M m-i e*
lado, a e-i. aisti ifm haitl :.ara capta t-jdo nia<
poro 5 .-. 6 cav-los iniir do i..--.; -m -I- an-
rn*f.- .iirn a gran.lf vaotagom de ..issai .-f<.:
fun.ioa estrada de farro i- AiIgaoj* : a p >-...
que Breifiid-r ii.dera ezareiear a casa rn. d's
uleis a o r.!qn-r ora e eii-.-odur-sr a roa dj Vre
piche u. ib com os Srs. Th. Jerterlis ,,.
AS LiNDsS
Voadom-sa chale* de merino esumpidot a 2*
a 2*500 cada um
Uilos da merm liso a 3*300.
Ditos esumpa los df .repon a b*. 7*. e 8*000.
Ollas preio* bordados con franja de a-da a 14*.
Na loja a armazem do Pa/ao oa ru da Impera-
ir.? n. 60 de Gama A Sriva
Lencos brancos a 2*7 GO, 3*000 e 4*000
Vende *e ooi bon.iu i .m i.iu ue Ulcos de eam-
brala brnra lisos pelos l.araii-.- :ms preeo de 2*,
3*000o 4*1*00 a di.zu : na luja r armazem de
Kavo ia roa da Imperatri' o. 00, de Gama &
Silva
Medina a .4*000
Chegaram os mais nc< cotes de vestidos Irn*.
prtales Vto onva fazeoda iniiioiad* medioa ron
deliradas j.aimas r bolSot Oa sed*, sendo fazenda
pripria p ra viioi de assistir a baile oa easa-
Benlos. lando rada um con I8rai*dns e vaadrm
t por 20*000; oetcarr.oato a laja e ntrae#*n. do
Pi id r"11 rn da linjrrslf'f 0. 90, de Gama &
Si H.
P.tHtf^Qj'.HAN
Chegaram peio vapor francez lindas eta>
br.'iaspata reaNd s do senharos tsnm c
nomo de Paraguayas a imraa ente coa*
os figurlos para se noler fazer o v<-
lolo
vende-se 000 rs. a vi; i .,D. i
virram peta ao>n* v.^-.: ^..j:< s d
pratos qno Ma'veottao tu : ',* *
nato lina- .:e In.li i* 01 e 7* u i|
a '!*. tS a Jj, l.initns Iilimos i
e 400 rs. : -o na lufa *nn*om da
ioji-cralr./ n. 56.
liasaqiiinlins ou basquiuaa
Gii. gara o i'-l vap .r r.i-a |in.ri,~ .,, :.i,,p jusr
ralas do gvoadoaai le minio tem enfeiiada- par*
saa*evaa Vfnd- a |M?s. m. j.*i* :jo*
luja DENTIFRI IOS"LAROZE
enl-
lio
03.
s ,.-
!imr>n
d* KoO^-
ratoaOn
c irr.t.i xj
,Ura a 41r>
arara ma 4:
um ern si n p>p> i e garaoirndo se lerem 7 varas ra-
da nm peic baralissimo preco da 3*000 ; na hja a! CO.NSErtVAOlfJS DOS DENTES E UM-
arn.az. m do P.vo na roa da Imperatri; n. 60 de r tu w
Gama AR v*. OTAS-
Casauiinhos r o va?qninas na loja do Pavo .> *m"m' |,4,a "" e "'n<^'
a 2 ;*OoO, 3 idt'i-0 e 35*000. i "0 dcs WMf, tuiando as dores CJt>
Ctegafna a anta non .u rn.dernus easaqoi-, sadas pela caria ou producidas pelo t a-
nhos u vasquinas de gr ,,|.nip. -s prelo ric.imeole tacto do Calor 011 do fro.
enfeu-dos,. o i- dos ftiii..* mais moderno* a elo- p*j De.vn,iricio, com base de nngt ezia pon
ganl-< que nllimao'enle rnj.-ar'in e vendfm-sa pe- .. ,---------- ,., ,. ... .
tas bararns trean de SltaOQO, 30*00 e 35*000; na H Ur* C',nSen3 .* d ***** P *
roja m .imazroi '.o Pv oa rna !.. Imper a! iz 0.60.
de Gama t Silva.
Para bailes a 3.v>000.
Chfgarim os mal* rico* corles da vestido* de fil
I raneo primorosamenle bordados e rofeiadrw de
cor, seodo Umbem proprln para rameolo a
vendem-se pelos baratos precos de 35*010 onra
a alvura e conserva
wnindo a descarnndura, provocando o
trtaro de que empe io a reprodacoan.
opiato frmifri io, para i itiiicar a- fienw-
vas. e as conservar sas, prevenir as ik-
vnUias dentarias e as airecces tiscorbn-
licas.
ma'ol ; i.a ata o armazem do Pava., na rua da Im- ci'RATIVO DENTARIO nvr.irvr;o, para cliUDV
perairiz n. 60. df Gama A Suva.
Lencos bordados a.'*000 e 1*600 na loja do
Pavio.
Vendara hooilos lencinbn* bordados para i io
pelos barstlMimos precos no 1*000 o 1*600 eada
um ; mi* a armazem do Pavao aa roa da Irnpera-
lriz n 60. de Gama Silva.
As vareges do Pavo.
Vendase as man b>olias vareges con listas do
seda a imitaran da p ni dr rhvrv peta baratlstimo
preco de 800 rs. o eovado : oa loja armaran do
Paoaa oa roa da lmperatriz n. 60 de Gama 6>
-'r*
bar oo (lentes doeides, parar i caria c pre-
?rnir os i rovivam.
Deposito em todas as pbarmacias e easaa
de drogaras no Brasil.
E&pedicoes em casa de J. P. Larose, rao
ilns Lir>ns-St-Pao, 2 Paris.
Deposito cm Pon ambuco, pharmacia do
P. Maurer A C. rna Xov; B. 18.
" 'VuV-se a Ikbarp dl"foT(!a SaoU Crota,
5 : -. tratar na oe ma
/


_ l__
)



Dlarl- de Periaabaet Quarta felra de Dezembro de 1866.
O ARMEZAM
ONIAO MERCANTIL
CHEGOU
AO
Tasso IrmUos
Veidei
i:um rolh? d*
GRAME ESTABELEHIiSTO
DB
SOUZA SOARES & 1RM0.
Ra Nova n. 28.
0 segile:
Ultime gesto.
Rica- Bvelu para cintos, coques da retrox liu;iaJj cabello, especial ortimjut> da brincos pin
orelhas, abotuaduras Moas para panhos e mMs, enfeites, voltts, aderezo?, ele., ele., e mallo ootfos
objectos de gosto ltimamente ehegadis da Europa.
MU5CATEL DE SETUBAL | Doj m(.|horeJ e _li$ a|inMdot farieaolef, eiiMe oesie enero, um variado sorroeoto d-
o roa to exoelle .te vmho muscatel por zufl ta||hMi 0|e0S( eiiractos, agaa de colonia, agna deuuflea, pos de arroz, ele., ele.; afflaoca-se a quali-
a caixa de dazia e 25 a garrafa. dale.
CHA De parecame
hsnn de nrimeira aualidade a l&tOO n. i Existe urna grande variedada de va**, eom ricas n.nras sobre a lampa, sendo de mallos ta-
Hhr? n*imPr 2 ha demais firma 34 ., manbos e divereos precos, porl relogios, pt charutos amias para ]o, ele, ele, jarros grandes para
libra, axim o que ae mais uno a o i*, ^^ com trafar mail0 fl0M e moM]0, mano elegantes.
genero, seodo |para o
53 RA DA CAOEIA 53 .
P18DIV0O O ARCO Di COTCKH'lO.
Acaba de receber e tem por baratissiraos presos
lim de seu acostumado e milito completo sortimento
le gneros os se^uiutes abaixo declarados.
Queijos de Minas.
I bagados pelo ultimo vapor a 1(5600 rs.
Gromma de milho branco
americano. Draa ^_^. .nriii, m "
iaelbor que ha para papa, pao-JO-10, ooio, a|m Jo-tas lia multas uutras quaiiaaae8| > Dilo de alabaster braoeoe, o qoe pode uaver de nula delicado oeste
.angica, creme ete., m lito substancial e' prpas para vender a retalho, que se rende atingalo preco de HOM rs a i rs. a libra.
ns sel aruaiei
imerim s. VS,
dno Crvate en bulijas metas botijas.
Uaorts finos sonidos ere garrafa?
rtdro em lindos fraseos
Vinnos- Cheres.
Santera*.
Chamberln.-
HMNSMlgdfl
Borg-iohe.
Champ-tua.
Mascase!.
Reino.
Bordeaut.
Cognac
Od Ton.
PAexei lagnie).
audavel a 6*0 rs cada pacote de 1 libra.
SALaHO E LACOSTIN
-.negado ultioiamenld em latas de 2 libras
t 600 rs. cada urna.
HOIPLATE
:antez a 5 X) rs. o pacote, dito hespanhol
tepecial,
lo a -O rs.
UTAS DE LINGUigAS j
tm 6 libras ermeiicamente fechada a
**500 e de barril a 6i0 rs. a libra.
VELAS PARA CARRO
ni sacles du 8 velas a O X) rs.
VINHO l>0 RHEN0
, wdadeiro a 2J0OO a arrafa.
BOROEAUX
jas mais acreditadas marcas: S. Jo lien,
3tftt Brion. St. Emilio e St. Estaph a 800
i. a garrafa e 8500o a dtzia.
EXCELLENTE E AFAMADO
COLLARES
ogairafado dabem conbecida casa de De-
ant C." a 105000 rs a duzia.
PORTO
afersas qualidades engarrafado, inclusive o
nis leo que ha neste genero por 800,
5000, 15200, 1*W0 e 155-0 rs. a gar-
OLD CHERRY
t Bftais supe ior do mercado a 15500 rs. a
janafa c 155000a d izia.
VINIIO MANGO
acelleule qu.d.de, de Lisbfta, e propno
jara missa a 800 rs a garrafa e 85000 rs. a
:alxa de duzia.
VERM0UTH
mperior qualidade em caixns de 12 meias
arrafas por ItfOOO rs. e cada meia garra-
a 15200 rs.
CHA PRETO
o mais especial qae tem vindo a este mer-
cado a 25600 rs. a libra.
MACAS
estrellinhaspara sopaem caixas sortidas de
macarrao,
De vldre
Copoteira* lapidadas para doces, dita* moMadaa, copo, escarnleiras de cores, garrafas lapi-
dadas, castices, maoieiKaeiras, ele., ete., indo por prt-cos baratos para aeabar.
Bulles e cafetearas
De metal prioeipe, gostos ioieiramenle novos e modellos OMt- elegaote. sendo para olio chi-
caras.
Phetegraphles
Mgicas, um di*erlimeoto de maita rano^idade, sendo m.iit > proprlo p tra reuoiSes de la
millas ; en1.'-se pelo coamodo preC/j de I5500 a dutia.
Ditas em cande.", ba ama graode wiedade de Boos retratos para Albuns, qoadros, etc. ;
vende-se por t a Juila.
Berie(tilgffS
D-1 bezerrn franre mullo fre~ro, para hornera.
Ditos eofeltados para senbbru, fazen-la multo boa e procos naltos commodos.
Machimas
Para pe*ar m sea, studo-de graode presllroo, e torna se divertida pela (orina de qae sJo
pegadas e degradadas as .obres moscas; vende-se pelo c ,rara>dj prefo de 115-
Caadlelros a gas
Pelo uliim- navio vinde da Araerlcj, recebamos do meilior fabricante, um rico sortlmeot'>,
sendo de formas muito elegantes e gosto* mallo* booiios,ejres maD apropriadas, etc., sen lo para ei
1 ma de mesa e podarar, lustros de 1,1, 3 et lates. Era virtud* de termos ama grande p^rcao, ven*
demos por precos admratela, e para que se eoeontre sineeridale, eiiste cada um marcado com o seo
diminuto prego ; > qaaiilade dos mesraos ifflincaraos o ser de raachinlono multo sollido <. bero feit),
aflm de dar ama brilhanle lu, e nao faier en.losao como mallos saccedem.
Chanles
Para candieires a gaz, a 180,310 e 406 rs., em porci. fai-se grande differeo$a.
fias
melbT etisieote no mereado, recebemos dlreelimente de WHra4Tork, um carregameoto,
Tendemos por meaos qae em oatra parte, afflanca-se a qualidade.
Bselaa
Grande* de ferro-esMnhadn, proprias para banhos, ena-se por 115-
Cootiouadameate eilsle um bom sorllmeni de quadrns par* retratos, albuns, costnorara
com /islas, enfeite, sapaltnbos, grvalas, eollerinh-s, colheres, faea*, caltas preparadas cora ferros pa-
... i"v*lwTi,,a,.m, ae-iaaii U ra eoeommar, ele, ele., ele., e tnde -luaoio seja uniente ao >ortimeolo d- miJews, quinquilbanas,
llVi rsas qiialldadese tamanhOS a Sfi rs., *# C0U"M ferr,geBs. Ra Nota n. 18.-Garaniese a eommodUade oos precos.
55 e 65 a duzia.
CAPACHOS
de cores e differentes tamao a 5 JO rs.
640 e 800 res.
BALA 09
diversos feitios epartcompras desde 00 rs.
at25rs; ditos grandes praprio para roupa
de 35 a 55.
GAZ
o mais suparior gai liquido em latas grandes
com 5 galoes por preco de 105 rs.
uehor que tem vindo ao merca-' 8 |lbras j,Or.5000rs, palharim
etc., a OVO rs. a libra.
PREZUNTOS
03 verdadeiros de Lomgo a 640 rs. a libra 9
500 inte.ro.
JALEIA DE MARMEELO
em latas a 800 rs.
M 'LIJO INGLEZ
diversas qualidades a 720 rs. o frasco.
MOStvRDA INGLEZA
muito nova a fOO rs. o frasco.
MOSWBDA FRANCEZA
a 640 reis o frasco.
ARENQUES
em (alas a 6-K) rs. cada urna.
GARRAFAS
br. ticas para mesa superiores a 55 rs. ea
65 o par.
COPOS
Vapores.
Vende-se em easa de Saauders Broitaer? & C.,
no largo do Crpo Santo a. 11, vapores patentes
eom todos os pertences proprlos para faaer mover
tres ou quairo machinas par;i de>ran>car algjda
P0T4SS4 0*Rl)SSl\
Vende-se potassa da Russia mullo superior e de
quaidade a mais apropnada para o fabr
assucar a precu rasoavel
Silva Loto di C
oo armazem de Jos da
Poil dechevre liso e delistras linda fazenda para vest los pelo biratissimo pre-
co de 400 rs. o covado, a qnal sernpre se vendeu a 15-
Na loja das columnas na ra do Crespo n. 13, de Antmio Correia de Vasconcel-
losdt Companhia.
Ans at;ricaU*rcs
Saaaders Brothers i C. acabara de receber <1*
Liverpool vapores de forea de 3 a 4 caaallos con
lodos os pertences, e mal proprios para fater m--
ver machinas de descarocar algodao, podSfn carta
vapor irabalhar ale com 140 serras, tambero ser
vem para enfardar algodao on para outro qutlqaer
servico em qae asam irabalhar eom animaes. l)
mesmvs tambem tem a veoda maehioas atnericv
oas de 38 a 40 servas : os pretendales dirijatn
ae ao largo do Corp Sani<' n. 11._______________ .
Loja do Gallo Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Grande e variado s .rlimento dos numero-
sos ohjectos de apurado goslo que ultima-
mente acaba de chegar para este bem co-
nhecido esUbeleci nenio, pois seu cones-
pondente em Paris o mais habilitado pa-
ra a escoma da taes ohjectos. pois os com-
pradores podero apreciar, como sejam lin-
dissi ios enfeites de Cil-eca com cok de
cabello, e sem elle.
S no vigilante na do Crespo n, 7.
BufeUes
Koqaes com :aixos e de notes penteia-
dos.
Trancas pretas e de cores, e de todas as
larguras, com vidrilho e sem elle, paia en-
feite de vestidos.
Bicos de seda com vidrilho e som elle.
Muitaattenc&o!
Muita atiendo
Grande liquidacSo de fai.endis e roapas ei-
las nacionaes, na roa da Imperatris o. 72,
loja de Guimataes A Irmio.
Os propn- larkis deale tmpjtlante esUbelertmen-
; to estAo resolvdos a liquidar por menos i'; por
ceolo, do que emloatra oaalqa-r parte, vejam :
Chales de renda.
Vende-se chales de renda por 3*000, hz -oda
' qoc ja' se vendeu por 115 e IVJOeo, dito; de -eda
' por I4| e 155000, Tetradas prea a 75500 e 8*:
' isto so na ra da Imperatris n. 71.
Grande pechincba.
I Cambraias de cores mnio tinas a 140 rs. o cora-
do, ditas melhores a 180 e 310 rs., ditas organdis
' de i 'quisMiuoi de.-enhos a 360, 400 e 440 rs. o co-
vado : > > roa da Imperalru n. 71.
Brelaolia de rolo.
Vende-se bretanha Je rolo com 10 varas a 3*100
a peca, dita de linbo Moo a 8* e 8*300.
Grande pechincba.
Vende-se pecas de algudio Anas t 4*. 4*500
carne de vaeca a 5*500 < 6* : s na roa da Impe-
ratris o. 71.
Quem duvidar venlta ver, cortes de
cambraia a 3*500.
Graode sorliment de corles de cambraia bran-
ca e de cores a :t*500 e i*, dito* bordados a seda a
i*3O0 e 3*, cortes de lia a 3*. 3*~00, i*. i500
e 5*. ditos case chita a 3* e 3*500 : s ca ru i da
Imperalrit n. 71-
Lazinhas a 210 rs. o covado.
Veode-se uro graode >ortimeoin de laaxiabas
finas a 140,280, 300, 310, 360 e 409 rs. o covado,
estao se acabando.
E' baratissimo, chales a 25000.
Chales de merm eslampados s ti, 1*300 e 3#,
dilus finos a 4*, 5*300 e 6* : s na ra da lape-
ralrix n. 71.
Cortes de brin a 15280.
Grande >or ti meato de corles de brim a 1*180,
1*400,1*600 1*800 e 1*. ditos de caseinira a 1*,
2*300, 3* e 3*500.
Chitas a 180 rs. o covado.
Grande sorlimeoto de chitas a 180,100 e 240 rs.,
ditas fraocetas a 140,180, 300, 310 e 360 rs., da-
tas percales a 400, 440 e 500 rs.: s na roa da
Imperairiz n. 71
Lencos a 25 a duzia.
Vende-se um Rraode sortimento de lenco- a 2*,
i-3'.oo, .<* e 3*500 a duzia, ditos de linhc .- 4*500,
)*'>*, duna bordados rom bieo a 4*500 t 5*,
altos muit Snos a 6*, 7* e 14* a dazia : s na
ra da Imperatriz r>. 71.
A 55000 a peca.
Grande sorilmenio de madapolio de 5*, 5*300
6*. ditos melhores marcas a 7*. 8*, 8*3*0. 9*.
iO*. Il*ell*.
Ha loes a 35000.
Vende se um crande sortimento oe balde; de ar-
HUA D4 C4DBA-53
tR
%q\o
23 Lir|o do Terca 23.
Joaquim Simio dos Santos, dono deste bem sortido estabeleciment de seceos
i molhado fax enmate ao re.speiUvel publico, tanto deta prag como de fort, que ve-
aim faer suasde-pensas a ete esUbelecimento para veretn a grande .hfferenca que faz
jara menos preco. caso fosiem comprados era outra quaiquer ^arie. E todo o freguee
ue comprar del 050 JO p.ra c a ter o descootode I pcloprorapto pagamento,
az-se esta gran le diff- enea por esUr-se em liquidaco.
Gaz americano a 4oo rs. a gararfa, e 95 a 'ata- .._..,.. riK.
Gaf do lio de I." e .* sorte a 24o e 2oo rs. a libra, e a Of e 75 a arroba.
Quedos de diversos vapores a 254oo, 258oo e 3#OQO cada ora.
PaospeoroS do gaz a 52oo agrosa, e era porcao se faz abatimenlo.
Cerveja de diversas ratreas, duna 55, W5oo, 65 e 7-
Arroz da me bor qualidade a 12o e lio rs. a libra e a 354oo e 35*00 a arroba.
Pajel -le linho marca rifdoa 45ooo a resjia, em p..rcau haahiimento.
dem fin. de marca marlello a 555oo e 65 a resma.
Vi, ho das melhores e mais acreditadas marcas, a 2>7oo, 35 35oo e 45 a caada e
i 3to, ioo. Sao e 50o rs. a garrafa.
Mein raneo superior qualidade a 45 a caada e a 5bo a garrafa
Col rainiinh egraudo da melbor qualidade a 5, 2to. gooe 2#8oo a libra.
CeV> inglea una. a 151oo. 1 jiso e I Wo a libre, -ra barr.s ha abat,a..ento.
Ide.a Sais >ixa a 72-, 8oo e 9oo rs. a libra, em peit0 ha grande ahatimento.
Ie.n frasee, muito nova a H4o rs. a libra, e em.barril ha grande diftreap.
dem tois l.aixa a 48o, 52o, 56o e 6oo rs. a libre, em porgao ha abal.mento.
Vinho d> Porto en.-arrafado e em barril a Oto, e a l* a garrafa.
lea lenes geo ros ba out os m titos ass.m como nolachudias de soda a Heo e
5 a ata. oboiir'ieii egenebra de todas qualidades, nesets para sopa, copos
tazia, s no Conservativo largo do Terco n. 23.
A KM
1E f tZGJTDAS
Gravalinhas de velludo para senhoras.
Grvalas e mantinhas de seda para ho- eo a 3*. 3*500,4* e 4*500, ditos de mosseiina
5* e 3*300, ditos para meninas a 3* e 3*500: s
a 55 a
V
BK&mi*&
f
OLYMPIO GDMQALVES ROSA
Ra do Livramento n 14.
propietario deste esUbelecimento fax srieole ao respeitavel publico e aos seas amigos
frenoetes, qoe tem aogoientado a sua offleina de alfaiate, e dirigida por um hbil meslre, se *___
rega de faaer com prompiidio qualqner eucommenda, das pessoas qo* qaixerem honrar seu esiabele-
cimeoto por preco- mais baratos.
Assim como tero ara completo sortimento de fazendas finas (as qaaes nSo ."-ndo costme pro-
corar as l. ja- do Livramento) espera qae seas amigos e fregaexe o hoorero iom saas presenca*,
wu vende mais barato que outro qualqner.
BA QUIY4SDB SEil\ PET\.
A1 loja de fizendas de Augusto Porto & C.
11Ra do Queimadoi1'
A' loja de Augusto Porto & C chegaram as melhores basquinas de seda
preta que se veodem por mdicos precos.
Vestidos de raoin de cores para bai'es e pulidas.
Ri.s vestidos de Blond om manta e capelia para noivas.
Costumes completos de casemira para homens, fazeola especial, sendo
as calcas e palitots da n I ti ma moda.
Uonats le palha da Italia para senhoras e cha eos de phaolasia para ho-
Enxovaese vestidos birdalos para baptizados de 105000 a 3"5O00.
Camisas tibiezas para bomem, peito, punios eoilinnhos de linho supe-
rior.
Ricas saias de linho borladas, bales, espariillMS, meias Unas, lencoes
bordados, camisas, camisinhas, manguitos bordados para senhoras.
Colzas de seda, e de 13a e seda para camas de no vas.
Cort nados bordados para camas e janellas.
Tapetes para son, cama e piano e pannos para cubrir mesas.
Bramante, Brilhantina Miciennes ou cambraias de pafos. hienda mu;to
bella para vestidos, silesias, bretanhas, e cambraia? transpnenies tapada e
de linbo.
Moireantiqne branco e preto, sedas brancas, de cores e pretas, e gres-
denaple de todas as qualidades.
Brins de linho branco e de cores dos melhores.
Nwte estabelecimento ha sempre so. tmenlo das melhores e mais baratas.
Esteiras da India para for ar salas
IIRa le Queliaade-11
mem.
Grvalas brancas mnilo finas.
S no vigilante ra do Crespo n. 7.
Volt i unas para sseuleus.
Vollinhas para meninas.
Pulseiras para as mesraas.
Crrenles para relo^ios Befindo cabello.
Riquissimos slntos, fivellas e fita para as
mesmas e de oulras moitas qualidades.
Riqui simos pentes de taataruga.
Fitas de vel.udo de todas as lar^tiras.
Lindos enfeites para venidos, chamados
brspiann< Margarite.
Riquissimas llores para vestidos e p;ra
calieca.
Capellas c m canos flor de laranja, pro-
prias para noivas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas para meninas.
Riquissimos chai e sinhos e touquinhas
para meninos e meninas, m inhas e sapati-
nhos de seda para os mesaras.
Lindas sexlmhas e boliinhas para bracos
de meninas.
Metas pretas de laia.
Lindos aderecos e brincos.
Aderecos completos pr prios para luto.
AZEVEDO 4 FLORES
fll DlClDKIi DO RfiCIFB IV. 49
fireude sertiaMiti de rtipa feiti m sarcia e a reUlht.
Pale'U sacos e sobre ie panno fine.
iobre ca sacos de panno fino que valem 255 a 154.
'aletts saceos de p-mno Roo que valem 155000 a 105.
(Mos ", panno mais inferior a 65 e 75-
superiores palelis de al, ?alelts de casemira de cores e alp en preta.
laicas de brim pardo grossas e finas, e brim branco de linho.
rToalmeme ha um c impleto sortimento de roipa feila que em porco se faz grande aba-
timento.
Fnznulas baratas,
Madapolio que val 85 a 65 s o batto.
.sadapolSo fino qae val 105 a 85.
liitas superiores, em dezeah) e cares a 360 rs. o co-ado em pecas a 320.
'lamhraia brmea soperior a 55.
Prono fino soperior a 55oo o coYado.
Camisas i irlezas finas com pregas largas a 35500 'cada urna, em dosis 365, na moitas
ootras fatendas e mapas feitas.
Sapa tos de tranca porlugueces a 185 a duzia.
toperiores caaemiras muit-i proprias pira vestuarios nteiros e moitos outros objectos
qne t>doe se vendem por precos baratissimos.
Quem avidar da barateza da loja do bailo venia ver.
na rna da Imperatrr o. 71.
Grvalas a 500 rs.
Vende-se um graode sortimento de grvalas a
500, 640, 800 e <*, mantas fin s a 1*200 e 1*600 :
s na loja de Guiniaries 4 Irmi >, rna da Impera-
lrit n. 71____________________
Admirem os precos
N arma em de l zemlas 1e Sanies
rerlh.
Ra d Quemado e. !
Vi-nrte se :
MadapolSo t ofestado Qn t a U* a peca com 10
varas.
Ditus de 15, 7*300, 8*, 9*. 10* e i |* a peca coa
SO varas.
Cambraia de lista de duas core para veMidet
800 rs. a v.ira.
B.loes de arcos ^araseohoraa "mW, U e3*300
D'los de aros en amados de 3J300 e *.
Ditus do ;r urcnlina a 1*800.
Ditos de arco- para i eninis de 1*000 e 3*.
Toa'has de linho ale Oilas de fellrn O1""") a 13* a dala.
At->alhadu adamascado de acudi a i* a vara.
Dito dilo de linh a 3a a vara.
Bramante de linbo rom 10 palmos de largura a
Dilo de dilo de 9 l|3 dilo a ji.
Uito dito de 5 dito a 1*200.
Dito dito de 3 l| dilo a 800.
Lindos port jotas e port relogios de dif- ai? da entestado com 7 i|Z ditos a i*too.
ferentes tamanhos poprios para um deli- __~l*i *
cado mimo. Chales de dito a 5*.
Riquissimos livi inhos com capa de tarta- Can,brala adamascada para cortinado com ti va-
ruga para rai.-sa. I ____ Pet-
i Adereces di-flores. i ^fij^ye *f*+
Riquissimos ademen* completos, sendo: i^_tvubi Cu01 dores lllu fiDa 0 civado
voltas, potseire?, brincos, Mfinetes, grampo Bita Un d.ta 480 o evado,
para cabellos ; ludo i to feilo de todas as '
flores de ultima moda em Paris.
Gravatl aba.
Tambem chegaram bonitas gravalinhas
coL= llores, e com alfinetes i roprias para
meninas e st-nhors.
Ros* I i e brinco*.
Riquissimos brincos c rselas inteiramenle Hor. aniiqoe prrio sop rior a *00 o covado.
novida .e e ludo de mudo gOSto. Grosdenaple de d.lo al*800 o evado.
T..ui.iilnhi anilla e cores a 800 o covado.
lenqnnn- Cam'rai;, de salces branca com 8 |? vara-
Riquissimas touquinhas de liotto e seila,, li500
ponto de corx ricamente enfeilados e de fm de linho Un Qoo a 8fi0 a vara.
muit0 0,to. i n.to dito rom sal,.ros 900 a dita.
Flte.
Riquissimas fitas de chamalote, sendo: ver-
Omhraia de baba Un d. GJ",Ofl a 94 a vara.
Cambran li-a u.un fina de 5*, 65, t>00, 7* a
8* a peca.
Colxas de fust.lu alc^choadas brancas e de oam a
6A000.
C.-.t -ras de (hila da India di' -2Jio; >< t*800.
Lences oe h borgv fino de 2'00 e *(,oO.
Ditos de bramante de un s panno a 3* .00.
Tarlalauu de tort K as c.ires a 800 a vara.
P*-
Guardanap ig de iinhet para mesa a 3*503 a -'ojia.
A-mi com" i.i.l/ ni se i-iir ,iiii ,i ura < .n,. lo
s rlituenio de rmipa feila e por irit oida.
4&> ,>m*%
RA DO BRM 38
O proprietario desla fabrica lemora aos proprietarios de engoono qne por accaso liverem a
infelicidade de perder sens aoimaes de roda, oo de f.ltar agua para a m-.agem, qoe e.-ta' promplo a
colloear orna machioa de vapor em oito dias depois da chegada das pecas no encabo, e a garantir o
trabalbe da ie.-ma. As pecas podem ser condolidas em uito carros.
Na mesma fundicao acham-se vapores de lodo o taroanho para alg 115o e issucar, rodas
d'agna, e todo o objecio de machioisme de que se co-iuma precisar ; Umnem forma- para purgar as-
suear, arados, grades, ete. etc. _, .
As obras de encorme da e coneertos se faxem com prestexa e solidex ; o graode deposito de
pecas e maleriaes qne esta fabrica lem habilita-a especialmente para estes fin*.
^^ Davtd Wtllwm Bowmnn,
Engeobeirc.
Potas a da Rusta
a 260 rs. a libra.
olio nova e de superi-* qoalidade : vende-se m
ascriplorio de Maooel Unaci de Uliveira 6 Fitbo,
largo do Corpo Saulo n. 19.
Vinho ribatejo
Soperior vinho ratelo, em caitas de duas
dunas de garrafa*, oo un ico deposito i rna da Ca-
deia escriptorio o. %9.
Vinho carcavelios
Superior vinho eareavellos. em caitas de duas
rna da
ene de aceile da Bahii ireerii
.,,, ,.,.. a. aturar roana da dosias de garrafas, no nico deposito a
ara saceos ie issicr e ma as CaM Mfriptor(0 Wi
esc iv s.
Veode-se no escritorio de Antonio Lnrx de Oli-
veira Atevedo 4 C, ao seu esenptork) roa da
Crnia.1.
Farello novo.
Veade se, na rna do Apollo a. 4 em taceos grao
des ; a 4*600, para acabar_________________
Fie de alpto di fcsiii
Vende-se no esertpt irlo de Antn! Loix de 0 velra Atevedo A C, no seneteriptorio roa da Crnt
n. L
Viiki di Ferio saieriir eaia de
duzia.
Vende-se ao e de Aotmio Loit de
Oliveira Axevedo & 11, no seo escriptoru roa da
Crnt a. 4. ___________
Rap Paulo Cordeiro.
A lo|a de mindetas a' rna do Queimado n. II.
receben nova reroea de rap Paulo Cordeiro, e
eoolinna a recbelo por lodos os vapores, para
que os apreciadores acheo sempre boa pilada.
7.
de e amarello, tecido na mesma fita.
Agulha de aaa> flaa
Tambem chegaram as mui .lesejadas agn-
lhas todas de marIVn, para irabalhar em la
e sem corx.
Mr-tlahns
Tambem chegaram b mitas lextinhas de
p;dha fina, proprias para meninas.
S no Vigi ante ra do Crespo n
Enpelhes.
Riquissimos espelhos grandes e bonitas
molduras propnos para salas ou lujas assim
c mo outros de ililfereiite tamanhos.
S no Mgiante, ra do Crespo n. 7.
Para os pas de laini ia:
Verdadeiros
Cellares Rever
lleftre MagielieeS \nefliaes nar-se iofallivel o M-rnm. nio driles, na loja d'a-
On Collares Anodinos, para fcil i lar a den- r^ranea^rn^Qoeu^
ticlo das criancas contra as convulsoes
das mesmas. a estes collares nos escuzado
fazer qHalquer recommendacJo, visto a
grandeulihladeque, lemproiluzidnquelles
pais que os tem applicado em taes circum-4
stancias pois nos parece que no haver um
s pai ou m3i que por este meio n5o quei-
ra por termo a taes sofir>mentos de- seos
ilhinlios visto ser om mal qoe tanto osj
Oagelia, pois a estes collares acompanba um
fulheto que ensina orno se deve applicar, e
vende-se na loja do Gallo Vigilante, rna
do Crespo n. 7, pelo preco de 4*000, 5#
e 64000.
Col ka rea Rojea*
00
Anodinos electro-magnticos contra as cou-
vuises, e para facilitar a denlicao da*
criancas. A at>uia-branca na ra do Omi-,
niado n. 8 recebe-os por lodos os vapo-
res franci7.es.
J e-lao tao ci.uhecidos, e Unto se lem e( alnado
(a (ama |nM9 prcligio.-og rollare- Royer, gu<< -.
terna desnere^sario diter mai> alguma c> u ?. ea
abooo de seus bons e e efjrazea effeiios basta c
li-ieniunbo d milhares do pessoas, i|bc ten; viste
e aproveifidn o feliz resultado eWN La. uleis,
l qoan necessarios cellares Royer. A qU'>ti(iuoa t
rresiida cXIraccao, que vio leudo, oiml. a aluda
| qoe numero dos prodigios se eleva como todos
os compradores. A agoia-braoea, pim, dse-
' ando ronrorri-r para om Sai de lano aproveiia-
, ment, i, m feto os necessaris pedidos, para que
por i-dos os vapores franceses Ihe srja reuietuda
| certa qoaniidade de ditos collares, para aM_> Ior-
110 LS
Grande sortimento de d tees secos, crysialisa-
dos e em calla, eslrangeirose nacionaes : no ar
matem da Liga rna Nova n. 60.
Calcado barato
Veodem-se b triegaln* ingleses de beterro a 8*
e de eooro de lu-lre a 6* : na rna de Imperador
i. 31, leja de calcad franeetes._______
Vende-se vinbo de Bordea em quartolas.
harrls e caitas : em easa de Tisset freras, rna do
Trapiche n. I.
Francisco Jos brermaon
RA NOVA N. -,
acaba de receber um lindo e m:'-fv-'co *,,r-
tiiaento de oculns, lunetos, binculos, di. a'
timo e mais apurado gosto da Enropa e oca-
les de alcance para observaces e parados
martimos. ________________________o.
Palitos do gaz a 10800 a
J roza.
Vendem-se oa roa da Sentala Velha n. 144, ar-
mafcen._____________
L fSSm urna armaeio proprlt para qnal-
, qoer e.slabelecimeoto : a IraUr na loja da rna o
Livramento o. II. _____ __
Ao publico
Continua-se a vender nos lagares annooculoe
ul'el' nu_eros do lonatA,
\

".


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-y-
" "
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alarla de Perasmbncn Qua la felra t 4e Drzemmo de 1866.
.MACHINAS AMERICANAS
Yerdadclraa do fabricaste N. 'V. Caattoagta 4 c.
has aturieaias tara ecr ai I ha.
Na roa Nora n. 10 a ti, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os f brcantes; se rr-ontra na* le deposito
grande porfo de machinas, e se venden, por
menos preco do que emoiitraqoa.lqaer parte,
por se recebar em dirpitnra da America; s-
fbrnece todas as explicayoes neressarias ao
comprador para i-nnsei vacio das mesmas;
oeste grande <-st irelecimento se encentra mili-
tes artigos americanos, qae muii. dave agra-
dar aos aprii-uUnres que osam de ues artigos,
u no ues arugos, V j i--------i
eomotra-se lanihem t- las asr>. sentios sobre os qnaes se aceita qualriner orna
encommenda, q;e com prompti'ian s-r ejecu-
tada ; ueste grande estabelecimento, encon-
tra-se em grnsso e a retalho, grande porcio
Perfamarias novas.
A amiga leja de artalan a ra do Queimado
n. 15, r-cebeu hoto s"Mi monto de perfumarlas
s ii Jo Ri.o* extra i- e -sescia cooceotrada, ebei-
ro agradaveii para leo; a, ole sarfloe, philoco-
me, e babosa para caben -s, ban*m e eosmetiqoes
lambem para o canelo -. put d- rural e byg ienicos
para dente*, opiata lugUn e franc>-ta para ditos,
ratneles 'Ti barras .padrada-, oniro em calxi-'
nh e bitos de bollas transparente? para nao, e
oulrus mol finos em ealxii li. de lintca para bar-
ba, agoa da colonia de sup^r r qoalldade em fras-
eos de diversos lmannos e pr'eos, anua amhreada
para baobar e refrescar o rosto, agua Anda ( da
verdadetra) Inico de Kemp, e molas ootras pr-
fumarias que a Tiste da boa atildad, e commo- 30VMp, aj mmTSmZ raa'oT luMMra
didade do preces, o comprador nao obieclara'. /{[_ ^ ------- ,u" ""t"""'
Grande liquidadlo
Al Obi da aiaa
W* laja amasesa da Arara
Ra aa faweratrit i. 88, de Uareaea' ereira
'des fiaimarirs.
O qie eciiicia, chitas a 200 rs.
Vender chites escoras e rlaras a 900 rs. o eo-
v.rto, dliai trance zas eoin pequeo toque de mofo
a 240, ootras fina? a 18-J > corado : na ra da Im
peralrit o. 80.
Baiqaiats de groadeuaile treta a 10$
Vender basqu.ims de grosdeoapl* prelo mnito
biu enguadas para aeaaaraa a 18*. 20*. 254
de ferragens, e miudeas qae se vendem por preco cnmmodo, pedindo-se a attencjo
de todos para este estabelecimento qae muito lacrarlo em fazer snas compras: na
ra Nota n. 20 Carnei o Vianna.
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
le ludo quanto phjaato
ira por iodos >s va ore-;
ordinario para todas as
M
Motriro tjuimarftes.
V 5 Kla do Qu. im- :o d, ii.
Este importante estabelecijaento pro\ido como se arlia
de gosto, por quanto seus proprietarios retaben de conta pro|
om |irccdcncia da Europa, objectos para gran lo toilette, e us
elases, e beiu .issim adornos p ..piios para casauentos.
A Fragata receoe por lo ios os vapores luvas de Jouviu, e aca'.a de receber no-'
vo salimiento d. s objectos seguintes:
Cotes de Monda para noivas. Resposleiros para cade ira de bal" neo.
EsguiSu de liniio fim. Brelanhas de liuho fino.
Bramante.
Chapos de >. l de seda para Sr*. Tiras bordadas.
til. i,.nimbas de cipe e fil para dilta. Entremeto* ditos.
Vanlos brancos bordados.
Caibraia de linbo fino.
Froobas re dito.
Lencos di'n mnito tinos.
Cambraia sinssa com 10 palmos de largura.
C tes de seda de cores finas.
Cortes de fanlard de seda.
Cintos de fantasa, gosto novo.
< ."-i -i- inhas de pal a da Italia.
Leques de madreperla fiuos.
Le |ues de sanda'o finos.
Rolo,i as de seda.
Rotondas de algodao.
R.i- pnns de grs brod.
M-'ias de laya para padre.

**J,P -i-
ROPAF

COMPLETO NOlITIKIalT.aJ
RA NuY \ N. 47
Loja junio a iyreja ra C-mecieo.
Basns & C pr publico que elles se acham prav-aiM para oa^tiial t ' .|.i .ir!a Ii S irii'iieii.. .1- eeapat, aaHeias, pal<>?, ..dreeasacas e iraqu; unto de
peaao lao, eaavo de easamira, briai etc., pira erem vendidtM a presta.) racoaveisque
Diaciem dxara' de << *om rar.
A* pegas d.; rou .a aaa lahiraai d*i* ea iXiste n ftitas, n^o t'inri-D s'iiimle reeo n-ne-nitaaM pela boa esolha da fareml..;,
aas linl.-m pelo e>ui^eiron que sin corladas "uroiga lis eottn a^. Para istose
,it I. a iti'SKjSo d-'.s sent'ire* c<>'npradre<.
E-tan." j "UU : rim-nl< jempre .i r da moda e BOMO panienee, pode-se
nceram^ntc ansapafr qaeontro qmlj'ier qu>- -' aehi om ipuaes crenm-tancia?, alo
;a?rlchara* raais e:n beui s*rir e agradar ao* mu* beaifno* freeuezes.
Para padres.
Vendem-se d.. loja de mludezas >' rna do Qm-i-
mado o. 16.
rarn baptisados.
Bonitos cbapeasiabos enfeitedos. sapaiinh s de
sftim e merm, bordados e enfeitedos, metes de
seda, e lo dVseoeia para ditos. \Vndem-w na to-
ja de mlodesas a' roa do Qoeimado n. 16.
Bicos e rendas dasilhas.
A loja de miodesas a' roa do Q'iHmado n. 16,
receben notamente oulro sortiu. m dauoelles bons
, e bem coDbecldos bicos e rendas das ilbas, cuja
urtido, e segoraoca de terilu. ica da' immensa
2 doracio e os diferentes fas a qne acertadamente
1 sao applicados fazem a unode pr cu'a, e prompte
txiraccu como con-iam n'.:- tem acontecido ;
a.Im pois conron,nn os preienlentes, qae a viste
! da commodidade dos pr. ^ alo otqecurS.> em
romprar.
Grnxa econmica.
Em camnha.-, lalas Ir-.rri a' loja de mindsas
I a* ra do Qotiiuad'. n 16, recbeu aovo {orlimeo-
{to dessa boa |raa eenai nmca.
Laa para bardar.
A loja de roiude>as a' roa do Queimado o. 16,
reeebeu novo son i ment de lia Boa de bonitas co-
res, e como sempre vende a baratamente, e o sor-
timento a contento do comprador.
Bonitas ca.xinnas.
De madeira cora enfeites dourados, e ootras de
metal para guardar j lias. Vemt ra-se na roa do
Qneimadn loja de miodesas n. 16.
gnreilc o, fialdas.
Na loja da miodesas a' roa du Queimado n. 16,
ariiarao os apreciadores du l...n., um bello sorli-
mento de b-.nitos enfeites t..-1 i i les, theatros e
ca amentos ; assim como diirads rinalda para
o..ivas, eaiios de flore* Anas para i-nfeiter os res-
Int. s de dius, e mu ti..- ootros obiecuis, e lodo se
veode por precos lio rasoaveis qoe o comprador
experiente, nao se aira ve a lij-mr a respeito.
Babadiibos bardadas, euiremeios ditas.
Todos de fina cambraia e delirad s bordados.
Wudeiu-se na loja de miadesas a' ra do Queima-
do n. IG.
rlaaas brancas e de ca es.
Veodemse na loja de miude>as a' ra do Quei-
mado n. 16.
Franjas
Com borlas e ana eNa*;B*ra roninaos, malhas
etc. Vendem-se na loja de miud>-a* a' roa do
Queimado n. 16.
Bnas e b-*ni1a< Atas.
Liras e lavradas, larga- e estrenas; vendem se
na |i>a de miodesas a' rna do Queimado n. 16.
Bonitas enfeites pnra vestidas.
A ioja de miodesas a' roa do Queimado o. (6,
est;..' recentemenle pi<.vida de mni neaHoa enfeit. s
para vestido-, sendo Meos de sita team ruano
como prelos, de rtiffrrenli* larguras n om vidri-
llius, ou s<-m <-Ues.
Tranca:- e jalos de .-ia do ult'roos nnstos, di-
las enm tlanlhat, pi.-tas e trancas e de differentes
larpnr.n e foeUw. Fm- de v lint |irela< e de
cores, com lista as nrehs. E a^im multas outras
r.i.ii- de muda e novldide, e ludo por precos lio
eomm. d s, que o comprador Oca salisfeilo e nao
objecta a comprar.
Bollas de bo* racha.
De diversos lmannos para brioguedos. Veo-
! dem-sn na loja de mindesa* a' ra do Qeimalo
Im 16.
^SrS-i"4"
^^^4
^*

Nora brincos da ultima
moda.
Cii-uamm novos luiocos de oaro de lei com pe-
aja*>BiMi piogenles de crystal e de coral, differentes
! rantleos e ultima* moda francerr.: na l"i do vapor
i n Piva n. 7.
Cassas a 240 rs.
Vende** cassas rraneexas floas para vestidos a
140,180 e SO rs. o ovado : aa loja da Arara,
roa di Imperairix n. 88.
NA LOJA DO ARARA CORTES DE CAMBRAIA
A 34000.
Vender corles de rambrala de linda barra
3a e :i;S00. ditos brunos bordado* fino* a 5 e 6a
s o Arara, rna da Imperairu d.66
NAO DUVIDE NA ARARA COnTES 800 rs.
Vende se rortes d castores e collm para calca
de homem a 800 e 14
Cortil Ce ej-imira a i*, 3 e 500 : Aran,
roa da I m peratht o. 56.
SAO DE GO^TO BALQ'ES A J.000 RS.
Vndese I>al5es de are is amertcao-is a 1,000 rs.,
1,500, 3,O0 rs. e 3,8011 rs., ditw de Besg as os mai
revernos a 1,000 e 4,800 rs. : na Arara, roa da
Impf rairix n. 56.
POIS iAO QUEREM LENCOS A t60 RS t
V.-adf-sp li-nc. hrancos bthB barra de cores a
1.600 rs., d>los todos brancos ale 3,(00 rs. : ra
da Imperairit n. 56.
NA ARARA CHALES A t.000 RS.
Vende-se chales de lia a 1,000 r ditos de me
rln esiampados a l.OteJ < 1500, dito fino a
4,000 rs. : roa da Impemriz, Lia da Arau
n. 56.
A AHARA JA VENDE SEDAS t'ARA VtSTIDOi
A 1,100 RS.
Veude-se sedas para twltda de seobuia t
I.40U rs. : ditas muito Ouas e largas a 1,800
1,000 rs ; ditas de li-lya 2,000 r>. : s Arara
ra da Imperatriz o. 56.
Arara vende mofambique a 400 rs. o covado.
Vend --r mo^ambique com palma de eda para
ve-tid,. de senbora a 40') rs., Hartabas de libias
nov.. gofio a 400 e 500 rs., ditas estampadas a 310
e 400 rs., ditas e zas tinas a 410 e 800 rs., d.i-is transparentes a 3*'
e !V rs. o ovado, ditas lizas a 350 i VO rs : roa
da Imperalrit, loja da Arara o. 86.
x o upa fella uaelnaal
Vndese calcas de casimira a 4, 6 e 8OOP
rs.. paleto! de casimira de core e i retos a 4,5, 6
e 8,000 rs., ditorfraques a 8,8 8.000 r-., ditos
de alpaca pretos e de efret a t, 4,500 e 5,000 rs..
eolleies de casimira a 3 3,8oX' rs. : roa da Im-
peratriz n. 86.
com ae vrade por r*le preco.
aaixtapolioa 3*&M* !
Vende->e pecas de ma lapolio enfoslado a 3,)0l.
e 4 000 rs.. dito Inglez de i..rd-.s ou 10 varas a
4, 5. 6, S, e 10.000 rs. : roa da Imperalrit o. 56.
.llgodotloh.* a S/J
Wnde-s- pecas de alpo'taozuii) a 3.4, 3, 6
8.000 re. : rna da lmperairiz. Iota da Arara n. 56.
la ae pode veatir oi-K:io<*ys por
ete preeo (IOO ra )
Vende-se eassaa ortiandy- mimo tina a 700 e
800 rs. a vara, para liqui lar, roa di Irrperatriz
loia da Arara o. 56.
Liazlabas a Travlata a 'O't ra.
o e. vad-.w.
Veude-se laaziulia de novo goslo a Traviata.
pois o g Mu serem toda- de lisia* p .ra faBtMW*
de -ndi ra e meninas a 400 e 500 rs. o covado, ni
loja da Arara n. 86.
C hita cuideza* ttidaa de gora
Vend' chite Iiinn,.s totas oe Uguras a-
iiiai inoderuas qua tom viudo para veildos, por
erem luda* im as>enlis iMuro e laigas, ja'sr
veode j 360, 400 e 440 r. : s na loja da Arara,
roa da Imperalrit n. 56.
Chita* fraaeezas na .arara a
ra.
Venue e .-hilas aVaataau a 140,180, 30 e 40o
rs. o ovad", peroles tinos a 500 e 560 r. : ua
loja da Arar?, roa da Imperalrit o. 86.
Eifeites navas e de ian fasta para
vestidas.
A Agola Branca, a' roa de Queimado n. 8, reee-
beu om extraordinario soriimento de eofeiles rao
demos e de goslo para vestidos, sendo fallo d
seda de dfff-rentes larguras, cores e deseono, i
qoe de ma < moderno e agradavel se pode actual
menie encontrar.
Traigas.
Traoeas brancas e pretts, larpas e estrellas eoo.
vidrilbos, pingeates e sem elles. Ditas brancas e
de cores, larga e estrenas -em vidrllhos.
Ellas malisadas on de desenhos de cores, estre
tes e mals larca-, proprias para vestidos de meni
as e aaaoras.
Ditas da velludo, pretas e de oatr-i< cores, coa
orellas de cores din-rentos, (tost? novos, tamben
prnpnai para infeitar vestidos.
BWaa de sdda brancos e pretn<, larjros e estrei-
tos, com vidrilhos e sem elles.
Em d,u luja os apreciado)e lambem encontra
rio bello sorini.-ni de llvi-lla e li as ara awiuh.
peales para roques, e moitos oulrus objectos d^
moda.
Entremeios i baaaaihas.
Sitio
Vende se om Kraode no rom h.a cata de ato-
radla, tend moitos arviredj-, b-ia ..-ua para be-
ber e eoieira para 8 ca vallo-., n Arraial perto da
aelrada de ferro : a traiar na ruada Crua n. 4.
taz a 8fc$7nO
m telas d- 8 naide, do melhor vindo a > mer
eado : aa padaria da ra Dirria n. 84.
Escravo* fgida >s
Fugio no pr.,1,. H Je utubr um e.-crav
de nome Bened.i-to, eam os atgaaM Mguialaa
idade II a 14 anuos, n.olaio, rara radiola, l>-o
dous denles de cim. poreima dos oi.tr -, -eod
um de cada laio, cab li. ca apioiu.s .- vernirthot
queixo larpo, gosu de jogsr caria-, l-v u oatgisi
'e alitodo hranco, caiga de dilo axul, eatpo tieit
manilha ja B*au se qu MHBM BBfl
o serlio de Cariris oode tern mai e mais prenles
roga-se as antondades p heiar e capitSes t
am.-i a appr- tienao de dito awaeo qne -a<
i.>eneroameni? reroir.pensados na avvoaaii Boa fateola e delirados bordados, estero expos- traconhaen comarca re Naxareih, por traiictsc.
'tosa venda na roa do u-iin...! i. la .1 '
CAL DE \MP
da mais nova e superior : vende--.- m.iis barate-
do qne em ootra qualqo*r parte, no largo de Cor-
po Santo o. 19, esenptori j de Maojel Ignacio de
' Oliv-iradi Filh.
Vr)Mtf;-SK
Saccas com farello muito novo caagado
na ultimo navio Barricas c tm farinha de milho.
Barriscotnpregos americanos.
N artnazem le M ilieus ytustin & C, ra
ila Senz.ila Ve'lia n 1(6.
Sabfto iuassa.
Na roa do ViKario n. 14,
Qu-imad", loja .1 Aguia
Braoca o. 8.
A Aiuia Braoca a roa do Qu-irr.-.d o. 8, lam
bem vende moi bous sspartilhos.
Tilui as parara! II-s.
A Acna Rranr.-i araba de receber novo sort!
meut" da> bem c-oheridas tinturasChromacome.
rauM e H il 1.-. e aadJ quan:o o; precos de di*->-
eslejam um poneo mais elevados ( por cansa de al
trafad dos din lias), enm lodo nao a pequea
diffrrenca que ha de tater Jos mojos TtlBOl, assiit
upiiiinn. ti os pretendeotos a dirlsirero se a rna rti
Quiimado, loj:, e Aftuia Branca o. 8.
Objetos de tur rachas aura lito.
A Agma Braoca a' roa do Qut .rnaJo n. 8, rece
ueu esses novo t.je \..< de h :ra<*ha .ara lut-..
sendo ..ltJtuile<, briuci-s, pn'ciira*. volla-de i-r
rentes, cumples para relogtos, assim como ooirt
Igual serlimenio de (-tiras de vidro, teado de a ato
Uella< de mol > boro go-io e cintos, i ludo I-si st
vende por precos rama ai la.
I'en'es e flor pura foques.
Obra de b..m g.-si-, i-.i. r.in-i, i. va, a Acma
Branca a' ra do Queimado n. 8, reerbeu u pe-
queos penle com BOJ flor de atete I, obra de uo-
vtdade e muito gosto, e proprios para coque.
0 jet't.fS de K<>sta.
E novidade, xpostas a venda na roa do Quf i-
niado, toja da Aguia Braaea m 8.
B nito e Btodrrawi eufeile para baile e ihea
Iros, com Atas v t .res, com CoBBQI e sem elle
Delicadas capellas brancas de rozas e flor de laran
ja para noivas, canes de flor de taraata pr.prio.1
para peilos, hombros e barras dos vr?!'dos de nol
vas.
Coques fingin'la cabella.
Lisos i trwaus, siogelos e composlos, de gom-t,
canudu e redondos, r..herios com fi.'el simples
de vidrinhos, o nados com flores e Otas, obra nova
e de gosto.
I'ara scahuras e avniaa?.
Loques finos de madr.perola e Oo.-c, lodo de sao-
dato e de aaadal > c m seda, com Slos e booitos
desenh-s.
Obr-s de mRdreperttla.
Booito peotes de madreperola mu l*0 par:.
coques, linda BveUat d.- dita dita para cini-.s. de-
licados alfluett e brincos, boldes para punhos, .
bra prima.
Aderemos, penle a rlv lias iguae- de dita, r
brincos. Pivellas e Bjas para cinto, cintos mat<
tados,aara aotanloa e de .-omo
Lludoa eofeitea Bouoltoa para
aeohoraa
A agola bracea i- \i a atisfaciio de nutu-iar a
sua boa freguezia que acaba de receber liados en-
f. ues i Bomnon oro a- delicada, de conla ulti-
ma moda, o que sera devldameme apreciado galas
\ci ieiiiiiui.is enh ras de bom gol.> Os pre-
cos deSteS enfrio .-ao commodo- e la-0 v, i-.li. ;
quero se dirigir a roa
branca n. 8.
Raaos de llores flaaa.
Como geralineole abido, a loja da agina biau-
ca o jardnn das tina- flores arlilkues, e ..'-n. do
I. m rln. elo que sen.p e se acha em dit.. I. ja a
aguia acaba de receber novas fk>r*s oas anace se
rooheee o rigor d"ari>- iroitand.i as fl.rrs Balara**.
Na loja da anua branca a roa du Queimado u. 8
aeharo os aprenadonsalo bom cdelirudo clao d-
floro com eoamrldas jamas, rosas, ele., naso do
melhor g- to e prineira qualidade.
Agostinbode Barro
\Ueneao.
Fusio do engenho Santos alende-, -m i n ite da
dia 30 d- seteinbro do BBtfaate ano., a "rava
Josepha, perienceole a Laurenti.io 0os*ea da Cu-
nha Pere-ra Beltro. a qnal tem os sienae> >| Ha-
toa : alta, rorpuleuta. rr fula, BMMfaj laoiua. rfiou-
la, disposia pata qoali|uer serviy... j.e- gri ndr,
1 ro dos. Esla esrrava vele do luga dn roiiiao ij.r
1 rpalo da coniica ne l.piioeiro, j,a-.i o poder Bu
fallecido Jos Qoavea L. iie, jti- a ven leu a-. Sr.
Adelino Costa Villar -l .i rt i .1 -eLh-jr J lia,
de orna da- ftiir < me i --.i (-ii r.,- ,r ;. tai
L.mnei' <. da-e IOOA qium aoreh "n-l-i -- -m-
ao engenho S^nt Monde 't nade mota ., n h r
ou na oraca do Co i im m- ao Si. U;...irj rir
Ihos & C, largo do C.rpo Santo n. 19, .-.-cri^tiriu,
prole.-ta-se responsabtli -ar-se a qne ri .j', -r ; a a
acuuiar.
Fugio nn dia t7 do rorrete d-. racaatto fa-
bija de Negro fregue/ia da K- ada, om m .< iu-
,ciionio de uoroe l^pisirano, atada de 18 a tt a-
inos baixn, grosur.i regalar, bem Meto, .no
veimeth s, o qnal foi euopradn em i3 ,j n -
bio do correte ann o Sr. S-nag etoh Lins do eageBBo 8 Pauta fregoeaia t 3en-
Dl.aeni : queiu o aprih.-i.der leve-o a;, d-l gr-
BBO Catega de Negn ou < ra d. Seii/.'a Nova
n. 38, aaa sera' gen-rosamente recomo, asado.
'J Fugio do togenho Puaparoa, n Cao I ato
i loque de oome Felipre de 10 aun .-, car prela,
cheiu do corpo; quem o pegar leve-., a rna Nova
n. :,7, leja de ferragem, que sera' b-iu HUMBJBB
aado. _______________
Anda nao foi jirgada a prela I/id. ra, crioo-
. la, alte, bem parecida, olb-s pequeos vivo,
: denles llnndos, tem uirn cicatriz de umi pancada
I ao Braco dtreito. tadar giaaaaar e dando com o
br;-co direiio, tllude a lodos duendo qie paga se-
1 mana, a ouiros que pag o mex servind de ama
veste se de tiomein, i muito saniblsta. tem sido
vista na ra d > I. pelador onde decoufin. se que
eteja acoutada u'um sobra lo, proteste se com lo-
i do o rigor oa I-I contra quem a tiver uc< uila, te-
zendo pagar 2a) diarios : quem a pegar ieve-a a
roda Impirairi'. n. 1, qoe ah sera' geoerosa-
. BV nle recom.en- lo.
Acaa-rt lucido desde tt do c liento, o mo-
|ei|iie Antonio, dad 10 a if am- levau ves-
' tldo cann-a djr panattibo, calca rs'ura, i:i .pe i a
paii.a, tem o toir;. superior orr p.uco mais corto
i de modo a BMftrar o den!*--" d* fenle : .r.l-t1-
i ca >e a qu-tu > I ar a ra da UBdeia D. H0.
Do tu-, o lio Val tea liiaud- .i i i.are.. U
Gi-yanni, .usentou e desde 15 de gusto d-- I88t
i e-cravo Antonio da Cu'ihn alto,--re>, p,-.na-
da Qumnado loja da aguia m,,il finas/ V" 's, dedos ab- -m-i-ara MU
da. pema harb^ e urna cicatriz eB.-im.i .las ioaraa>
c has. Rogo as iBlondad t poliriaes ; captar
rteiit-, e aos capita.-- d-- campo o levem ao dii i n
gei hn, oo ao major Luiz J. Pereira Siiue, o-.i.
seria recaoata*ado*.
Basa esetavo te' estove oculto no silio Peii-nn-
da cidade de Oiinda.
Meias pretas
A aguia brauca
beu n
pnra padres.
i do Queimad u. 8 rece-
Mirita aiteneo
i
Na noite de 13 de Brteoaro prximo pastado,
I 11:io do >-ng-nlio tt-i.lo Ve lio em San'.) Anlo o
i e. ravo Eduardo, cri-uh-, qoe rermala lar 44
auno, bom IB.-:... de raraiaa, bem wdiBO lai-
linie, hila blando ioinuaole, cor (ola, liaiio e
beu Boto sorliment.. daquellas buaa oeias mu e4,adaudo, peinas Boas, p- Umao*. dada, do pe-
de .ai. que continan, a ser vendida? a 8*000 o ,.ur,llS yu len, ulu ie UCb ,ieul/ni
par' frente, sabio Je palil t pardo lobruadod Bia brau
e sai.ao mas-a, da mais acreditada fabrica do Ma
ranhao, por muito barato prefo.
Visaras c (l9iiii.ii >s
A agoia branca a' rna do Queimado n. 8 rece-
b ti novo sortiineoio de vispras em -ai\ .- Je ma-
deira k papelo com 24 e 36 candes, tul, entre
elle tlgaat coo chapa de metal para eotorlr o nu-
mero ; assim como dminos >-m dita !e ...al ira
branca e envernisaJa.
ca, li-oc ..; baela sinsebtt, irde, !... !.t 3 i.,rJo de
Bial* loupa Ha i..... de BapaH que o-, inn ca pina
eleja pauno por torra no quaiqu. r parto : ru-
ga i-e, pois. a aut iidi.le pulir ues desla o das ou-
tras pioviDfb l..d. vigilancia, e pnm II sa a
;u?r qa -o i ^ lurai e roBdzlr ao r f lia en-
i p -n'io geBeros r (...n'.pensa.

3."
7
8:
OOb PREMIOS OA ti. PAUTE DA I. L0TEH1A CONCEDIDA POR LEI PROVINCIAL N 74, A BENEFICIO DO THEATRO DE SANTA ISABEL, EXTRAHIDA EM i DE DaWSMJR DE 1860.

>-
*
NS. PP.EMS. NS. PBEM5. NS. PUEMS. NS PitKMS. .\S. PREMS. NS. PHEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. 'IIEMS XS. RPF.MS. NS. PREMS. NS. PREMS. PREMS. NS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. P oSMS. V Nh. PR.MS.
15 64 193 <* 411 II 884 09 801 o* 945 6* 1111 6* 1377 6* 1572 6* 1771 03 1949 6J ma 6* 2J06 6 2496 0* 3701 P* 9881 o* 312i 6* 3323 6C 3555 o* .1794 6*
17 m 16 mm 86 S 47 10* 13 79 74 73 51 18 7 - 97 4 87 13 10* 24 62 3800
U 96 10* 18 9t 7 10* 4 6* 18 85 78 20* 79 53 11 _ 12 - 96 8 92 _ 17 6* 30 ,a_ 68 8
17 99 6* 19 60 i 11 10* St 36 93 81 tf 80 54 13 __ 13 1501 6 96 __ 29 32 _a_ 77 3 10* 10*
28 100 ao 30 40* 10 13 6* 51 38 10* 94 84 81 56 14 _ 20 9 9 2905 __ as 35 __ 79 23
39 S oa 31 b* 15 14 53 39 6* 98 88 85 57 30 13 12 17 9 __ 43 36 ._ 81 28 8*
40 8 37 18 16 56 - 44 10* 1406 95 - 89 10* 88 32 __ 16 15 99 10 _ 45 _ 48 __ 86 31
Ift 6 45 iu* 13 19 57 57 20* 7 98 90 8* 59 33 _ 17 o* 20 __ 97 17 _ 46 50 _.. 87 33 _
47 7 48 o* 10 15 71 60 6* 9 99 __ 91 60 39 __ 31 6* 25 . 29 20 __ 48 _ 56 __ 96 So* 35 so*
n - 13 5<>* 48 28 to 16 74 68 10 1601 50* 93 61 42 _ 36 40* 37 32 21 __ 53 59 aaa 3600 6* St 8*
u 18 6A 51 34 6* 31 75 74 11 S 8* 95 64 _ 43 __ 37 0* 99 33 22 __ 57 . 66 ,_ 7 42
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71 34 76 63 45 90 18 6* S4 17 " 10* 83 6* 84 _ 60 44 - 45 __ 46 84 _ 3406 _ 23 _ 50
74 38 77 64 46 93 17 25 14 11 6* 87 57 aa 63 46 48 31 87 _ 21 _ 24 __ 51
78 39 78 65 81 95 38 31 25 83 89 61 __ 73 47 ._ 49 57 _ 95 _ 22 _ 98 60
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t* 87 800 91 67 - 4 47 48 49 a 41 1003 aja 78 _ 84 __ 55 aa 84 84 BBa. 8 _ 51 __ 65 71 __
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31 so* 11 N Si 93 3! 81 68 93 74 86 98 aaa SO _ 8 _ 93 __ 32 43 a_ 72 _ 3 11
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sa 51 36 . 35 _ 41 95 1506 9 83 38 _ 39 34 24 6* 16 53 90* 55 10* 92 30 35 _
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41 38 38 60 so* 18 84 1311 9 16 85 81 82 47 i 98 100* 18 la 70 60 97 81 41 aja.
48 40 40 67 8* 17 83 SS _ 1S 17 87 88 83 48 31 t* 93 ^ 72 10* 74 __ 3506 _ 82 46 .aa,
Si 81 41 68 10* 19 78 17 16 23 98 61 88 51 38 98 _ 74 8* 75 to* 9 _ 84 >* 55 aaja
V* lOi St 41 69 t* SI 80 10* 31 18 18 86 10* 64 67 86 --- 44 mm 39 __ 77 a 79 8* 15 aft 56 8* 56 __a.
a *# 83 48 71 13 81 8* 49 a. SO 100* 34 1804 6* .88 88 66 m 81 _ 34 mm 80 88 18 ^. 67 48 ajtj
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ta 88 83 _ 84 S6 84 46 31 BH 40 11 74 71 88 ._ 88 aw 37* a> 85 ata 98 _ 94 _ 69 40* 78 a,*.
4 m 88 88 86 to* ti 1103 SO* 81 47 so* 43 40* 18 88 10* 73 67 65 48 mm 86 3305 a_, 98 _ 84 10* 76 ___
M 71 84 89 10* St 8 * 89 8* 60 6:000* 18 85 ** 74 10* 71 70 _ 43 a 97 7 aaj_, 39 68 6* 77 dJJJj
ai aa 70 - 80 8* 34 8 61 81 87 8* SS 1101 10* 78 8* 73 77 aal 48 98 m 9 38 69 80 40*
it 17 71 91 35 ii 88 86 88 16 3 6* 99 | 7% 81 mu 81 _ 3108 AM II amaj 49 73 _ 89 6*
ai 88 78 94 38 18 89 1:100* 63 so* 89 30 7 10* 84 10* 74 94 _ 63 _ 9 afm 18 _ 48 ^^ 76 aa 91
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483 83 88 44 JO 7S 68 70 38 - 13 4 95 9700 70 16 90 40* 59 90 99 BB1
T

*aa



I.....

Diarlo de reriaabic* sarta felra t de Dtxt mbro de 1866
J
LITTKRATRA.
aaereador.
do da moribundo indifferente is plame gest Branca as oe amigos de ten pai, mas roldad') em corre-1 IhidSo asn*ta1ora, qoe pareei oraliur ama pro-
Poavto as Modaefc* qae Ihe erdimri igida*. I tima ulmioaci) apopltica. Tai corrida a lio
Branca, dina Marti i Gil filha, eodo-a re-; embarazada ae mostroa, como a pudicicia, quaodo
sol vida a eooliuaar com a toa taris, bam v; que, a liberiloa|eai loe proouocia a ftee etpi esados,
fAntif triMr&ti nacin!.) e 00 e QUa Do ^in lnbi\bu mai< y e_ qai resero leu a treme Jal.
I cende a lampada, espertar a eoslaheira, o trii-nos Mtrtim Gil, qte pr>fin1min'< Johlhvt er^nl
fr* tranquillas do Zwre I ieile romanesco e d-nres .1 |uz a rea. I aqoillo por ver*rmha e mera timidez, nais 00
ar> i ,-. do ango n \ ra Cujn ruelras i i-.- s-m, Sr. men pai, retpoodeo Braoea, mal ti- vivo seolio o praier, qoaolo Braoea polo respoo-
der a int -rrogaca d > castelhano:
a.jal vos porei
: rx> en pen*amenln ate ao* priroi- midaecorada, apelar de seremeos cmoscidos os
? j di nr.archi nao conjeturar o* li jejes.Ja pouco felpara trab.lbir... : voo-
* vd)a< > *avr ronltvl. a e*as anos; m-a orrt-r i eosinha n'um credo
Ma> _-. i-. Hueseas, tonto q'tas vaguearan u TT,-r
.-.geracd doH r-inio. persuuiu>.c> Branca volton om.s e d-stppareeea mni ra-
OV ... alia .u-.uua- u -"'* MM no perlil da eosinha. Awni- desapparecen.
:.- V qoe as M i nfiMtalildM foraoi t?s- um d(is hospedes, pessoa veoeranla p-la sisudez do
"1'"ll,, .aspecto eporsui* barbas iateosas desfraniio os
I. f -oso lll,o tk.ui.iKi, goveroava. la oo meio com torran mata .so, erarando a vistt em
avraa XIII; p op mouro, desamparado pe- Martim Gil.
1 ff pbrta, rl-rorosrr nv- rada re mais cor-1 Olho vivo deveter o poique crou fllha tan
r...- da Gibraltar. las o illotre snberaon l*rt>n e guapa. Aposto qae nio nao de fallar ho-
aana**, bnmm que (ana tremer as las moa-' de rulj4 V,u ** "* Se o seobor do
rvcw ao ateto do efcUooJo da guerra, nao se es- balaarle oo stiver a espreila. corre o risco de o
|pn dos seus pr^rlos dom.uij.., e re5tu Ver ,oro*do ,D'rat8 '*" Dios.
ra. nitaet arra-ada-, lili i burp >* oovos ~ *" n*" Braoea atalhon Mar.
v m. ju-r-ia a< p.i.cft-s rom f.>ra. accomnhn-'IB ~ Jue o16 ootes o aeo pro-
u.Mc- da pr .l-ccio real. !CeUer- Seat m cunsU l'u's "" ur looaaios bo-
i ui..u> da rolda.
C Wra ai.ou.1. que se devia abr/r n. mez de Majj U|0c((lad(, dVtl(JS
..... das ante-- d, AssU.npcao, tornou por tmmlltwtt UU8 ^ h, adj J p>M dfiier_
eunu, .a u aaiooriudo varau. ee um pai ira.
r-i e dice di boa sociedade, corran de fon-
te pura e de lynp ido jacto.
a Se en f wse 1e teciaaeir.os que deipoot iram a semana ; ou
enviJasse e;forp) por d KreJo lindo de saber, quem sabe se conse-
guir j que V. Ex. se tomasse da iaiercsse
pela minha liu.nilde palestra.
M*o ennnr, IkjM Branri se en tir<- E OU UC livera tniiibi v nlade d-J
a liberdade de procurar o mo ooiro. ira em bo- avivar as fices 6 V. SxC. *e um levo ru-
ead'olloaelasse. a que pornaselmeutoe erico bjr d contena nenio, duprenJe -llie
DerifnC). P'i'i si., i: de pastoret Taun-i; meu .- ,. ,
V "! ',,,,. ,, ,,JJ.,. ., ... Vlsla nuin oliar canuvjad-i de sentimenl,
pal o era ua 5crra Ja Est att, luies de para aq j, '
Tlr;p.riss>omeuojin seria um traoaimdor de desalar-lhe um sorn^O ooisono no rubro
honesto, suio ede b^at q 1P dar coral dos labios, e quasi mesmo de vur-lhe
me a mi oa igre|a nao livesse oo pensameam os bailar nos cilios urna lagrimaMnha, como
cofres de mea pai, neui os meus terde, aono. ; UQia g0tla de orvalbo, ao romper do da,
escorrega pelas plelas avelludadas das
rosas,
c Mas o meu desejo apagar-se-ba, sem
vos de mi-n. Nem sei o que dio, nem o \ m0(a fora levada ao sacrificio, e or-
que aco. Se me compre esculpir um dr- nada com as flores de liraogeira, que ali se-
gJo, rompe-me sob o cinzel a forma de um I njelhavam as Bus com que eneitaTam os a-
j tigos polylheistas as vi timas oflereciJas a
mas Uu so o mu solemae da seu oacar^j uj*x a
ja os cuidaJos Je pai. SabretuJo o j a cu ambi-
cionara fora un coracao e na la mal>. u n-m,
que commig llzesse ca-ia resernnli para si o r -
Amor.
e Clara columna de minhas esperaocas, ,us Deoses, ouvia os parabens que Ibe da-
[tedesial da miniia felicidade, cornija de ,v''m as fingidas amigas, com aperturas que
Ibe estalavam o corceo,
c Pobre e de sbito fallaran no
Amanhia apresentar-me-hei para ver nome do mancebo guerreiro que ella tanto
t-it a.^u .. WMBe d U. aiTjm q aos mo
Ti' -> la villa Je CjviIIh, a risouna vi mu lia da
S it i.. E-tr ti .>, 'um .-irrulu de alamedas I A Coviiba
< .otMta o n me do re e a su a graUdat era
- > m*. po-q.ie a tetra, por elM instituida, era
Km., i- um core re. helado de pedreras eml.or-
'i. m iuao do u. Aiarrtia sobre a vi ti.. Eui.io se
m*m m ni M chatios d- Ca>tolla pa-sarem a trun
t r. Bnl na< oa sobarbas egoas andaluzas
>r'm BM nb-iras o 2 t-re permutar soas
- Cmam pela Ja purtugueta ou graogear a
k outeraiio ia.-iriii.uo os p: jJu-.-ius ponu-
.i d'oado esperav.im luurir ampia fortuua
im> ui'rolos di soi patrii. Eilo se vi i um
>.. it*r,te uumsro de pastores da S -rra da E-tr-l-
a .! doar as sentaras choupanas da aoitiu ser-
tm icer ao anipoiteairo da Cjviih para abi se
bj.- uri'Ui co.uu u.ercaduiei.
X -ano de liGU avultava entre estes advenli-
...... cstMn das alturas do Herminio, Mariim Gil,
-i "i'Ui ,aii .n-sj e ii'.uradn, om cuj pliy-i.m^-
* r(l-ttrt a vil-niia de 'd n "iii.'d-r. dr> ^cui'X d. ouro. Urnas
ta > turbas, mals candidas do que a nev, se
atr ; -i-' i'rai em uaJas > dir > pello. Cohre Ihe a
ma>C< na g.rra de forma primitiva, idealtsaeao
- > r v Kothieo, do lurbaole sarraceno e do el-
m litgaot, l" o ampio gibio e o spalos ferra-
'.-. jj na i de-ampara ouura, sao remioisceocias
* .- ti iia vida pa >uj cooirate i ruJeta e auslendade desta Q-
.;. ne cautil, B-ao-.a, a li hi nica de Mariim,
*ar^J) la lalhcida esposa, alegra os pena-
n i -na presen^4 te celestial docura e en-
C*M>la hm*-t'da1. Mals parece aojo desterrado
1a r-g o d'< paraz i para rejnvmeseer om o sol
la -.i* rm.sura os oraches decroaflM da hnmi-
ai i*, d i q'it m uher na-cid em hum:lde coodi-
te i| nmmracll a doi moauuheies da Sor-
. Etrel!j, que "6 a conbecem em pontos de
* 4ioacii e leal lade.
N->- in. J Branca ha um vuleio de amor, que
n .....ir flet. .-eocanleant*.-. >ufrontede|la re-
nu -i.a de uroldodl e de p> riuriiacio e m t i-
UtLde apaixonada, que a miodo nos sednt nn em-
h**we da molb-r. e qae retraa a sna alma, onde
lmente predomina uma eannhusa d.icilida-
i-..... as pai toes mais turbulentas. Naquelie
im'dini', na jull"- moneios, oiqe'le gosttHn uti
>t- d Miera efterea ; para quem a coniern-
>.'. i niradam-ile Branca delta de ser mulher :
a .a 'uliviJmhdade M idalisa e impnssivel
t cahir de joelhos diaole ella, etclamanlo :
-r. mal- formjso dos senptnns I
U '. Gi! revia-se em Branca e olhava par
e.i pira is Oi'e^ |u* coilocava n'um foo
Ir ? -'I-i amovi de N-.sa Senhora. Se a oa
a c rala de *rhlh >< inr-s . -iit-i, inrque Ih'i- facinuva a idea de que
r.m'iiar de mus cabeitaes la envolvido o fu-
m< I -l :io da unige .Ka. Quaoto, ao termo de ti-
. .. dos du- de labut.c'i, entiu-soorava ra ca-
- a. rodallas do Miroerarlo, enmprazia -ro
-hr-r -im o< oi|>is, entregando so a latan
i- refl-td's dep n fuinr.i de sua fllha. Fi-
n'n> me e,.iB ella na i-tea se levanlava auspiciosa
a > a-somar da aurora por dlraz dos out-M-
> "n que do raadrutfar el e mais que o sol
,- ndl- a b-a estrella de Branca.
IfaqueHo ann i de liO. ab"N a fera. a HM de
* fil era todas a< nonles o varad un de
a % n-f-- ranles e mercadores.
A' o' do crepsculo,'d'sdobrava se a ampia me-
a 'I iHiiho e r.n.rd -navam e os MOlNNos i iam
: -i .: ; mov.-is qn a Mariim lid eoocedii, oo
ai.'i ff. 4. pniM sociaes qni' i i permiiliam a vil-
'i -.leh-O- n prlviletios de (Idalf-t pobre
{ i > dJeMM nuiles, vui de Martim Gil, a
if,. i: a ifns (reqo-oladures de sua casa aseolou
- '.in-o- desttnadu- a tss->, rodeando a roe-a
im. Br oca, imiir(Visaiiln um tyneci nn
i. i-a- lia, irabaltiava atodt i frouxa claridad'
ter os uiuo.- be.n abarlos...
E nai> um pai, como o Sr. Mariim GH, que
lulnaru indignos de sua Oltia o proprio primaz das
Mespaobas ou o btspo do Porto, se ieis canooicaes
Ihes coocedessem mair.mjnio.
E-U.> palavras pronunciadas em caslelbano cer-
rado, c uno em suppiemeolo ao dialecto rudo do
dialogo de Martim Gil e Pero Lopo, o ouiro ioter-
locotor, sabiram dos labios do Juan Lpez, hon-
rado mercador di Andaluiia, que viera ferar i
Covilba.
raeao, para a seu talante fazer donativo d'eiie, e^-e qne realise-se, que eu vivo como albeiadu
homem nio poda ser meu marido. K ao bomem,; <|0 mundo, s be s, Solado e uiio posso
que me mmm bemqu.reoca. .Inda qu, ni. fosse' har ^ ^j, jd eI10ailladres
rico, nao havia meo pai de me reeasar. \
Aeabou a u ha de MarUm Gil, recito.odo-se ia- P3*" "'t* > desapercebidos e que no
grimosa nos bracos > pai, que affexmoso m'oa entretanto sao o que siibre-eleva o cliau liso
abno. E em quaoio o seu uwuologo acababa as- da vida.
sim palhelicamdnie, o caslelbano inclinava-sii para
o -oa vhioho da 'Mreita e ssgredava-lhe em baita
vot :
- O cont acabou p >r deraais carpido e choro
so. Anda mouro ua costa, oio tenhaes dunda.
Euireuuio, lez-se o elogio do peusar da Branca,
e o giave e aulhorisado Paro Lopes affirmoa ao
seu honrado amigo Mariim Gil que toa fllha era
uma perola.
N'esta praticas e passrm pre meco da noote por modo que, quaodo os convivas
se levantaran! para se retiraren) as suas tendas,
muito havia qae as estrellas iremeluiian na ara-
Andr Sueiro e Oystoforo, i rttros doos negoci
antes, um dos quaes pareca natural da provincia' P'1 Jao a0 Ormamento.
de Euire Douro e Miabo, e > airo Ja eidade de: 0 P,chei* de Martim Gil nio tlnham flc-to
Braga, creram ver as etpreo> da Joan Lopes ocio*0,> *i retirada, Pero Lipes ia menos atoad >
uma inMnuacao raaohosa c mira o-i caracieres de *na *' raa,s r*,,*dr e od,tos do hispo
seus respectivos seobores espiriioaes. *> Porto e do reobispo de Braga ordiam com
Bofe! bradou Andr Sueiro aao darla B,",,r anluu*i*mo aMajMi de seus paeiadosl
Martim Gil a sua Branca nem mesmo i pes respeitavel do Sr. arcebtspo de Composiclla, ainda'
qoe a este oao Ibe fallasse gaua para isso.
"Co#iinuur--ao.
Que dizes tu abl T acrescenton Oystoforo,
o mesmo re de C .Mella oio mereca Branca,
apesar do ard .r de tod i, os seu desejos...
O castainaoo u reepuaei, e pela ailitude, que
lomara, previa-se que a resposu havia de ser vio-
leotae sigoiflcaiiva laJfoi 0oj enramo, quando
Mariim Gil auibou em vot alia.
E' venia te, meus sen rio res : a lodos esses
illusire poieoudos ua j darla eu a miaba Branca,
perqu a dutaucia que os separa grande, nem
a u-iiao se poderta fazer se n grave des-looro de
raiuua iha e d'esses fl ialg. e prelados, cojo nome
prdso. E eu quero a minna Branca, como v* Sr.
Pero Lopo, queris as vossas burras, prenhes de
L'M POUCt DI TUBO.
E' do Correio Paulistano o seguinte fo-
Ibetim, publicado com a assignatura A.
Cramer :
c Como corre o lempo depressa I Mais
rima seman qoe desaparece ; e este bom
anno (uu mao como quizerem) que vai breve
a transpor-se.
t Nao sei por que os das que passam
desperlam a saudade, mas verda-le que ao
descambar da tarde, quando o sol atufa-se
ouro ; .romo vos, Sr. Batir.., ao foraes e isencdes
Ja vw*a eidade natal ; e como vos Sr. Juan de!MS a*uaS allum,,ndo de ,ua uU,ma ,u M
Caslelia, queris a baila ierra, que vos vio as-
cer-----
Nest-> momelo entrn Branca, tend na raao
lireita uma lampada aceeza e a eqoerda ama
esendella, violo a.-omoanhada pela moet, qoe em
cada uma das mil)- trazu seu prato, acogolado
de maujares. Braoea pousara a lampada sobre a
me/a e M irUm Gil, ra-io abracado na fllha, como
qoe a devorava cura um uihar rhin de loz I
Post a m-ta, cilluea 11 o v.obo em pichis so
bre o 'vo panno d# le ir. que a t .hria, a c.onver-
saco eoceou se s>bre Mfeetoe da tetra i diseu-
tiram-se em plena jiu.-rd le os proventos prova-
veis d;i- transacc^Ses.
Uran assislu muda i conversa i;ravssima dos
tnci >, e de vez em ciando levautava-a, sabia
da sala, tica va ausaute pjr miuutos e v, I la va iris-
leraenl-.- peusativa, recuuauJ. a face sobre a mao,
om os olhos vagamente esieo-Ji Jos sobre as igua.
ras da meza.
Mariim ;jii, u. obtauia o eog-.do qoe a con-
vrsa?ao o- ..ssu.i.ptoi m-rcautis nuha para elle, I e pena que o theatro, parece o divertimen-
reparua .oe ,a lih, se ,m,a-ient.Ta calve, com ,0 ra,8 ^^ esU boa fmn de S
a anda pa:estra e poz lermo a ella, luterrompendo n .. .. .
s seu; ii.ierl .ruiores : : alem rte 1,,e lneatro DeDa COmpre-
-'iM, ha po.:.., Sr-JainLu-i, qne eo oo liendido, sem duvida alguma uma das
lana minha dina ao Sr. areehi po d Braga oo ao' manifestacoes mais brilbantes da trie.
mais qualiflcado fllalgo d'esla Ierra. Q te vos disa' -~ -- t, .i__i. .>
Branca e Hiu aJZu ,.r,..... L i Os b icharelandos bacbarelaram-se
uranca se ella qjerena para maridos esses senbo-
res. I por fim, e como as andorinbas partero, aos
Branca croa aiola urna vez e depds respon- banjos em busca le melhores climas. Que
dea :
horisonles longiquos, vaga trislea senhorea-
se-me da alma, e acodem-me a lembrana
aquelles versos do poeta Longfellow :
c Tbe day is done, aud tbe darkness
Falls frum tbe wings of Night etc. >
e comeen de rememorar os instantes que es-
vaeceram-se e j nao existem.
t A vida do bomem assim ; a saudade
oceupa a maior parte da eiistenc>a.
Eu vejo correr os lempos, e tenho
delles sauda 'es ; e esta semana V. Etc. o
sabe, pode-se dizer que ha sido a semana
das sau.la.lis e das despedidas.
O theatro deu sua ultima representa-
co, se devo acreditar os entendidos nestis
cousas; parti o Joa ]uim Augusto, e di/.en
que j partiram tambero a Julia e o marido.
a*
d-
vi
Sr. arcibiSti-t de Braga ni) se ple casar
uo .h'u vedara lei> da igre..i. E i lilaos de cor-
lo que nao buscara rouiheres enlre a arrala miada
para Ihes direin o u uu- Je iiiriJ i las.
A' f, que fall-te bem I etclamoo Maitlm
Gil, preced.-ndi) os applausos dos convivas ezla-
siados.
D creta sois acudi Andr Soeiro. Na
ninha .-id.de du P .rio ha a granel rn- r; -s .sudas
e bem fallantes, mas por Chnsio f neonuma como
vos.
Perdi I aialh'.u entao o eastelhano, dirigiodo
vus concedes-e o eo.ih-rle.s n- b m talante o
vosso o.iivti, a.rade o ineis procurar T
Dus os proteja e Ihes consinta o vo j nos pa-
ramos livres da vida.
t J v V, Exc. que a semana passou e
desvaoeceu-se annuviada de uma como me-
lancola que uva le o coradlo, assim como
acontece, quando as horas do entardecer, as
nuvens escuras vio agrupando-se aos pinicos
at que amontoam-se e chumbam o eco na
escnridSo da noule.
t Felizmente, porm, V. Exc. e suas com-
panheiras de mocidade e belleza, esmalta-
rain-so todas estas san .losas despe lidas de
festivos bailes em os quaes a alegra since-
e No entinto, como a furto, vou commu-
nicar V. Exc. certas informacTies que me
foram dadas, e V. Exc. teta a bondede de
verificar com aquella se^ranca de espuito
qoe eu Ihe conbeco.
e A festa do grao dos hachareis, este
anno, foi irisada de fciticeiras apparicoes
que lizeram com que ludo rejuveuecesse.
Lindos grupos de sen horas assis tirara so-
lemnidade Acadmica e apreciaran, diz-in-
me, cora mostras de verla letra satisfago
aquellas ceremonias symbocas e alumeule
poticas com as quaes iransmiue-se aos
guerreiros novis as armas sagra Jas da se en-
ca do direito.
Era para ver com) as mocas escuta van
com funda alte icio a palavra aulorsada
e veril do conselheiro presidente do acto,
faltando em Favor da nacionalidade do noss.
direfio e contra as invases perniciosas de
estranbas legislacdes que nio coaduuain-se
com os nossos costuraos e os nosaos senii-
menlos.
Quem dera que das mocas dependesse
a sorte do direito patrio que elle eslava
salvo. Eu nao entendo dessas cousas, mas
nSosemedtva de apostar que ellas pu-
nham cobro aos innovadores temerarios
Apresem.a diquellas divas dava mais
solemnidade ao acto ; mais brilho ao sol qne
entrara em vividas resteas e aclarava de re-
lance as sanefas e os damascos ; mais per-
fume as flores, e ma.s harmonas as msicas.
a Os bacharelandos andavam todos s
tontas ; o orador nomeado nio caba em s,
de contente, quando vio-se esculado de lio
mimososouvidos, e toJos, todos eslav.ti
lio encantados que era para temer que en-
louqaecessem.
< Nio brinque V. Exc, as mulheres oes-
tes ltimos lempos principalmente, deram
de enlouquecer todos os bomens, que uio
est a cousa para grao a.
ltimamente, reconta o Jrmps, jornal
francez de inconlestavel veracidade que um
pobre esculptor lomou-se de amo. es pela
d -na do Cabaret de ia mere Rigault, que
elle frequeotava como cosiumavam toios
os artistas gravadores e esculpiores; e amor
fui este que entouqueceu as veras.
t E que loucina ; escreveu a joven vi va
era viuvau alvo de seus amores, a se-
grate carta realmente curiosa, e foi dar
eom.igo no hospital dos alienados.
A carta ei-la abi vai, para que V. Exc.
possa apreciar o que fa-.em as mulberes.
Divina pe.li a
Se nio fosses mais dura do que o por-
phyroou a agitha, o cinzel do meu amor,
guiado pelo mal it-te de minha felicdide,
bou vera felo impresso sobre vos. Eu, que
tenho dadtodas as formas s materias as
mais brutezas, mmprazia-me esperar que,
com o corapasso da razio. ? sorra da cons-
tancia, a doce lima da am;/.a le e o polido
de ra nhas palavras, bouvera l'eito de vos
uma das mais lindas estatuas que no tnti.i 10
existara. Mas ai I sois apenas p -tira in-
sensivel; e no entretanto esbrasias-rae a al-
ma. Sois fra como o marmore. Apiedai-
miuna alegra, se daes-me a venlura, levau-
tar-vos-bei estatuas e pyramides.
c
vossa resposla.
t Nio verdade, minha seBhora,- qne
para metter do ora aiwr assin ti i mono
mental, e que eu tenho minha razio de ar-
receiar-me e de V. Exc. e de lodos os an-
jos da sua especie ?
Faca, pois, V. Exc. idea, ou antes ci.m-
meraore como euiao o fezcomo andariam
acuellas cabtyas ardeutes ejovenis que
ituliam por leslemunias de um dos m>-
mento-mais importantes de sua vida, a V.
Exc. e aquelles roslos paludos e corados,
alvos e morenos sombreados de negra ma-
deixa ou de louros anneis, a fallarem nn I .n-l
guor poelico de seus olhos azues fuattu*, ou
ao ou ira vez de petulancia das negras pu-
pillas.
E as mocas c -mo sempre tem sido as
rainhas re todas as feslas. Relalos me
lera sido olToreci los aos ceios de todas
essas deidades que pausara ligeiras como
sv I olios por entre os Ira vados desenlies das
contradanzas, e no vrtice aerio das wal-
sas. M-is eu nio quero dar que fallar de
mira, ser lxalo de parcial, e por isso
guardo para as rainhas nouies sem fim,
essas visoes feideeiras.
E agora, se V. Exc. obrigame ser
franco, eu nao tenho remedio ouiro do qne
confessar-lbe que nada mais encontr para
que communique-lhe.
Ah f esquecia-me : onntmnim as impa-
gaveis home.'ias desentoadas d'aquelle solli
cilador nosso conbecidoque est um es-
criplor que desbanca.
Olhe. minha senhora, lea por curiosi-
dade aquella lcnga-le ga toda, e diga-me,
se for capaz, onde comer e onde a:aba o
seutido.
ainava; ella ouvio em meio da conversatao
qu seu mancebo morrera, v.clima de seu he-
rosmo, no ataque da trinclieira de Curuz,
sendo um dos primen os que gafgara a forti-
licacao iuimiga.
c E para notar, dizia o narrador aspi-
rando lentamente uma pilada de rap, que a
bala que varou-lhe o coracao parlio, meio,
um ann. I de cabellos que elle Iratia cingindo
ao seo.a
a Ouvio-se como que um gemido estran-
gulado ; voltarao.-se todos para a noiva. El-
la acabara de uiorrer, afieicoando-se ao chao
como o lyrio segado en flor.
E a pobre velha, mai do mancebo guer-
reiro, o que ser felo delta ?
Myserio -ou anles quem sabe se a fo-
rae eslangu o-a no meio de suas lagrimas.
a Desculpe-me, V. Exc. este meu adeos
e triste como um dobre de finados, mas
ninguem foge impressio que o domina;
e eu son triste como a propria tristeza.*
'
1

FOLHETU
nliliSHSlTAM
roa
Jules de Sni.it-Felix.
aaamai part.
IV
tH utiu.i-ca.i)
O i adeus l Para ou t- havia de ir T Nao tem
aa>. i.'i ea,, lempo de sobra, e dinheiro a dis-
f i ^ T
S.-o. diss o rachieo Bab-.i.n ; tenho aqoi o
ei- te)-, e se oio engordo, nio 6 por falta de
M .da. '' verdade I Qoe etcelleoies perdites me
d ** I
E fBBMi a lohns sabe q .e tenho a adega
|> '. f r-i -cidi. B ae R.irt-as e omra de magoiOcos vinho- d->
ftaai
Bmm hv.Io nio posso deita-lo. Va dixeodo,
fue re eecu'o.
Kj.r.oeiro qoe veio aqu, proselo Rodn-
. ir.aue inqoeio ba di.t. A Sra. de Sablm-
ggaja ....-,.uri. que nao smaooobrlnbo du bario
ov-.i. anda -ios quinDooio* mil francos... Qae
t..' M o.rfin T
tttiU, r -pondV j este, qoe sentir om ar repto
eiv,^, o iH-iaatento esUva ata devida forma.
CtMillIlU".
O .utr.., mals volgar qae o prlmeiro, nem
p>r ,.s-. roen.* perlgns. r om eatielru pnn-
av' -lo b.nqwlro M..ys* ; om velbo de mao
aenso. b.aial, mas esperto, e, egondo enees, dea-
gtxf j. Ksie velbo moilo amlg.. do Qdalgo p-.-bre-
u.i que e trnfo'mou m jardineiro. Aodam
e.opre junios, rumem e bebem na in-lh r harmo-
na, conversam muito e secretam-nie ; de sorte
que oiuguem me lira da cabeca que faliam de
gatas.
Abl oolao... disse Btbolio, tomaado oovos
bros uoin inai. um copo da rhuin.
E' j.r.ciso,porianio, sepralos.
O)mo T
I--o vrremov Conicco om tanto o tal Pao-
l.ieio Marcutte. E' h >mem de carcter arrevesado,
mas nei a doy Nao sel a ratao de tal Udell -
dade, visto que o bauq.ie.ro sO Ihe da doos Ol ou
d -os mil e quiohtsni.it francos.
M,.y.s |ulga que esta' aioda oo lempo dos
patriaren, dirsa ii-boim. Coulinae, qae o rbum
esta uoiie esta' me da o Jo orna cunosidade dia-
blica.
Bftou.pois, convencido de que o tal Pantaleio
o ouii j me rfUo ot U4tub| e irigo 0 #olro> q
que pr.mripaiiiieuie umbj, e q^, lflM ||uyse$
perig que ibe curre a cana, oa qoal tem os olhos
oiu uioineres do vaior daqoelias qoe nos ser-
vimos.
Digt-OM, Sr. Rodrigues, tornou Babolio, a
quem o ibum tornara beiucoso, nao ha vera telo,
n'um momento de colera, de esgauar esse tal Pao-
Uleau maldito f
Se s quer encarregar disto... disse Ro-
drujuos.
Bu, nio ; mas o Sr. Rodrigos, qae tem pal-
Sus Oe tetro...
Veremos, Babolio. Entretanto, procedamos
ao modo de Machiavel : t divdanos para reinar.
O qoe haeemos de fster para separar os doos
amigos T
Ora eesa I loterpOr-lbe* ama molher.
Tem oito.e dos olhos as tres creaturas mais
seductora da Europa ; e maldito o caso que fatem
dellas.
Talvet sej^m demasiado bellas. Se eu po
desse mei(er-me nisso, havia de endotsar-lbe orna
vespa, que o mordera com arte.
Se podesse melter-se Mi* I obra I
Nada I Nio loco oooca em taes iosecto*. Mas
o sennor, om h-imem distinelo, b*mem do mando
por ezcelleocia, o seobor, qoe o Ricbelieo mo-
derno...
Deiiemo nos dltso, Babolin.
Ora adeos, pooba de parte a la Isa modestia.
Knire em eampanha e nao pense ao reato. E' lio
certo ter eu d'aqul a oito diss estabeleeido a cisa-
nia enlre os doos amigos, como certo ser o oitavo
copo de rhuro qoe bebo.
A. ho-o huje magnifl o, B.bolio I
Tinham ehegado a este ponto da coorersacio,
quaodo a poi letra sabio ao prtmelro andar, ese
apreseoloa no Itavar da porta. Bom advertir
iqoi qoe o Sr. Rodrigues nio tioha criados aluj
de ama cotloheira qoe oio ficava em casa, om
moco para as compras, e a velba porteira, uoica
que dcava de noite em casa.
Mal apparecea a porteira, mostrou se Babolio
inquieto : mas o dono da casa erdeooo porteira
qne eiplieasse Immedialameote a eaasa da sua
visita.
Palle, Sra. Trinquart, proeara-ae alguem T
Procura, sim seobor, repondeo a porteira de
om modo qoe provan recente comoocao.
Qu-m qoe me pr cora T
E' om sogello ve-lldo de preto.
Como se chama ?
Pedi-lhe qae esperaste li embaiio; am
sogeito muito palhdo e magro.
Babolio perder ja lodo o apronto qoe o rham
ihe taavi. dado. L-vaottra-se eenlrincheirira-se
Eu tenho minha sei mu i que aquil o e
volla de amores recolhidos.
E quem sabe ? lem-se visto tanta cou-
sa I I
E antes de por ponto n'esta nossa con-
versa, vou contar-lhe urai historia que lal-
vez interesse a V, Etc.
t Recorda-se d'aquela mora de cor mo-
rena, negros olhos que espumavam de
leve nma tal qnal sombra azu'ada, e hasta
cabelleira pre'a como a aza de um corvo?
t Tem ainda na memoria a melle mance-
bo de um porle esbetlo e flesivel, de uma
alvura ebrnea e funla pallidez.
a I.emhra-si' V Eu\ do que entio se fal-
ln daquelle amor immenso e verdadeiro
que una o mancebo moca e a moca ao
manceboamor esse que era contrasltdo
pelos pais da menina que nao cuhic/tvam se-
nao homem rio para marido de sua filln?
O mancebo era |Mbre: mas liiiha na for-
ca do seu talento a segu anca de sua existen-
cia : e linha, o que mais. aquella aureola
de respeilo que envolve a todo aquele que
salte olhar para os c s, e n> precisa corvar
a rabera de vergouha, para fallar da sua
vida.
< Coitada da velha mi do mancebo que
tanto o estremeca, o vio quebrada a felici-
dade do seu li lio,
t Ai! mundo, mundo romo s curioso e
cruel.
* Veja ora V. Exc. o qoe aconteceu.
Aquellas duas almas perlenciatn-se: ninuem
as pi deria separar ; mas forca deshgaram-
n'as na ierra.
O mancebo, esse, como lembra-se, alis-
tou-se como voluntario, e foi -onlra os ini-
migos da patria d rramar o M com q e
Ibe azedaram o coracio. Levnva como pren-
da um annel dos cabellos da morena adora-
da ; e jurara perantc Ueos eterna fideli-
dade.
t A moca essa coitada, tem vertido lagri-
mas enxulas qne enrejelam Ihe o coracio; e
para cumulo de seu martirio, o pai tinha
por liin obrigado que e sasse com um ho-
rnera que era muito rico.
Eis qoal a eslatislica da anliga capital da Po-
lonia (Varsovia ) u ollimos lies aooos.
Bm 1863, 311, 396 babilaul-j o num r.'d.i- nas-
cimeolos f-ii de 9:J0, e o dos morios 518 ; ou 43
morios por 1000 habitantes. Nesle anoo o nume-
ro de oascimenios foram 3o; mas do que o dos
morios.
Em 1864, em MM hihilanles o numero dos
nasrimenios loi de 13867 e o dos morios de 8i86 ;
ou 39 morios p..r 100 habiianies ; o numero dos
na Em 1865, em S935M habitantes, o onmero dos
oascimentos foi de 11980 e o dos morijs de 9188 ;
>u uma mortanda.it- d 40 por 1000; o numero dos
oascimentos exc-deu de z7'J2 o dos morios.
l'm despacho recebido pelo cabo transatlntico,
annnncia a chegada a New-Y rk, a 5 de novem-
uiu, depois da 9 dias de viagem, o vapor trausa-
Uaniico fr qoe partiu do Havre a 45 de oolnbro e de Brest a
17, a's 3 da larde.
Uuem que a mals rpida viagem qoe tem fei-
lo da Eoiopa a' Amenca, sendo ainda mais et-
iraurdinana por ser agora a eslacao mono desfa-
voravel.
---------mmtmm>t % a
As associa(des de Mozart e de Tamioany apre-
sentam candidato ao cungresso americano pelo 5.*
disirtcio de New-York o jogador de >dco John Mer-
riney.
Um laclo de coslumes ingleses.
Dios ravaiiieiro dirigiam-se em um carro para
as corridas de Ealiog.Doas milhas distantes de
Londres, comecam a disputar, continan, durante
uma milha. Nao podeodo chegar a' um accordo,
mandaui o eocheiro parar, deseen tranquil men-
le, saltam nma cerca, e se batea a murros.De-
pot* que um d-lles provott a impertosidade de sua
caua, maliraundo sollrivelmenie ao onlro, aper-
lam as mus, loroam a sooir ao carro, e conU-
noam a viagem.
A disputa eslava acabada.
trat da pesada mesa da sala. Mas qual nao foi a
M inquietaca:, quando ouvio seu amo proferir
eslts pal-ivras terriveis :
Gm os demonios, Sra. Trinquarl I matul.-
subir esse 1*1 i>ueeito maitro, paludo e vestido d-
preto, e ver-ihe hems eutao a cara.
Apressoa se a p< rleira a descer a eseada, qoe
era illominada apenas por orna lanteroa. Ilo.in-
gaes, como providedeia preventiva, foi irni.|..iiu-
menle buscar duna ptdtolas carregadas, que eia-
vam o'um armario com p. ras de vidraca, e cullo-
eoo-as sobre o marmore do fogio.
Suppoe grave a shuaeio T pergooioo-lbe o
c impanh- iro.
Nao soppoabo nada, respoodaa mol sereno o
dooo da cata ; mas isto que o tal sugeilo se re
cuta, ao qae parece, a dtter o oome, leubo direito
a ex ig Ir-I be.
Mas essss pistolas... earregadas provavel-
meoieT
Provavelroenle T Com certeza, replico Ro-
drigoes, e prompias tiara disparar contra o pri-
meiro traanle que venba provucar-me em mtuh*
Se en sobtsse para o meo qoarto... areee<
ct-ntou Babolin.
vagarosos e p-sado ; o so atasajo lempo a voi da
porteira dizeudo ao decouhec(do :
Na porta J eqjerda ; os seohores esto na
sala.
Abriese a porta de par em par, e apparrceivn
limiar um lo.i.eiu de elevada estatura, veslidotodu
de preto, com ugode e pera, olhos encovados e fa-
ces moi descoradas.
Queia le a boodade de me duer, a quem
leubo a bonra de fallar, e o que pretende de mim,
perguntou Rodrigues levaniandoabandeira do cao-
dieiio, e dellgeociando reconhecer as feledes do
recen-ehefad >.
Acaso oao me eonhece. Sr. Kodrignes t 0:he
bem para mim, oisseo d scouhecido.
E deu tres passos para a freote.
Ou i com os demonios I eiclamou Rodrigues.
E' o senhor I Ma o senbor tioha morrido ; orde-
uei al que Ibe tJze*ein o enterro...
Ao ouvir esta etcUmacio deo Babolio am sai
lo para traz, e ficou a contemplar a scena do fuod
da sala.
Assim foi, pro-eguio o bomem paludo. Ot-
den jo que me ieva.-em para casa, quando eu o- m
dava stgnaes de vida. Tiuiia uma bala no corpo, e
troho-a aiuda. Eslava bem morio pai a tola a
gente, al para o medico qje foram chamar. Mas
Nao sebbor, disse em lom severo, o Sr. Ro- ouiro otad ro, o delgalo da municipalidad', encar-
drfgoes. Deiin-te estar, sioda qoe nio teja seoa-j regido de vertear os ot.ito-, juigmi de ouiro molo,
para ser testemonha do que se pa<*ar. e maodoa suspeoder os preparativos do enterro,
Mas o qre qoe se ha de pastar ?... cuja d-^-peta o *r. Ridrigues salisfet aot- ipada-
Nio s-i, B.boln, proseguio Rodriga-* sor- mate ; agradeco-lhe o seu procednjeoto. Quaolo
rilo. Coovenhi -m |ae aio lomarla parle na to- aos meas a oigo* oem um s licou para me acom-
mada de MalakoffT panhar. S o meu portero que permaonceu ve-
Convenh., sem davida; tribut-l sempre o lando i minha cab-celra ; e posso afflaoear que o
malor respeilo as armas em geral, e s de fug em pobre bomem se vio moi a!B>eto eu.ro os doos me
particular. dteos, dos quaes om leimava ero j/ag me enlerras-
Nsqoetle mom-nto oaviram-se na sala ptssos sem, e ouiro sasteotava qoe ea respirara anda.
Do International iran*crevemo o seguinte lac-
io, que ac -lii de passar-se em Leed* :
W. Welcb, presidente do mbunal das banra-ro-
ia desta eidade, foi declarado lailido em seu pro-
prio inbunal, segunda-feira pas.ada.Na quarla-
fera seguiute, W. Welch apparecia como presi-
dente, e pronoociava seotencas contra diversos
fallidos.
A simples fallencia nio am crime, verdade,
mas parece oo* curio-o que um homem obrigado
a suspender seus pagamentos teuha o din lio de
julgar em um tribunal de banca-rola.
Cartas do Japio dlzem que por mor- do laicun'
diz dos altos .ligniiari. pedtram a insigne prara
de rasgar seos veolres; mas s.nente 5 delles fo-
ram Juigados dignos desta honra, na leudo os ou-
iro* cinco, segn lo parece, jusliticado sunY'iente-
mente .ens ttulos .' esle dlreilo, que s perleoce
aos mais oobres.
l'm velho iluha-se perdido ns numerosos beccos
do bairro de \Veim.nier. Viu uiu cucbeiru que
fumava um cachimbo, esperando un.a pessoa.
Ple indicar-me, m-u amigo, p-rgtinla-ihe o
bom homem, u cammbo mais curio para ir i Wau
thallbndge t
K' o meu carro, respoude-llie e eocheiro.
K:n a noile seguinle a deta cont-ndu. achel nc*
caiao de dar raco ao seguodo medico por
qu.iuto voiiaudo a mim, paja -me a guiar, a t-.-ieuJer
os bracos e a abracar o porieiro, o qual desmai-m
clamaudo por soccorro.
Ueniro em p .uco lornei a cahir em perfeiia im-
mobillda le. Julgaram entao conveniente levarem-
iii'.' para o hospital protimo, atim de me c.o irem
aos cuidado* dos m- lieos mais celebres de Pars-
Igooro o uue .ie,.ois se passon. Mas, ao cabo de
oiio dias de febre, sent me rena-eer com se sea-
basse de subir do (uodo de om poco a' presenca da
Int e do ar livre.
Durou porto de seis semanas a minha coovales-
cenca ; e boje deram-roe alia no hospital. Voltei
i.no a mi o Ha casa, e oio achel nem os movis,
nem o porleiro, nem a casa. Demoliram na por
uiilldade publica, alm de abrirera novo honlmird.
Nio possutodo nem om sold, e oao sabeodo a-.ode
um dingisse, viro a sua casa, vira aq .1 para loe pe-
dir asylo e uoheiro.
Kei moli bem, viseoode, disse Rodrigues,
offerecendo-lhe uma cadeira. Apetar de ler pago
coro largueza o en enterro, taa dar-lhe de ceiar.
Vamos, Sr. Babolin. proseguio elle, ergoen-
ao a ve', aiu-le-me a fazer as honras da casa y ,
Sr. visconle, que deve irater do noiro muMo ap
petlte diablico. \*
Babolio, om tanto tranquillo, com quaalo moi-
lo commovido aioda, prest..u-se de boa vontade, a
secundar Rodrigues, o qoal se dirigir para a casa
de jantar, para em nm instante cobrir a mesa de
fiambre* e garrafas de vinho.
(Conmtmr-F-*aJ
PERN.-TYP. DE M. P. DE F. 4 FILHOS.-1862
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