Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11080


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Full Text
-

I

iBOjUL JOMEbo m
Ptr qiarlel pagft dentro des 10 diis do i nez
Idea ieoois ios,." lo tas do comete dentro do'ioartei )
Porte o correio por tres nezes
SEXTA FEIBA 28 0 SETEMBBO DE R6$
Jor mi Bafil deitrodeodasol.5mez. ; |Wtt
Porte ao correio por om anuo............. g
ncarregados da subscripqao do norte
Parahyba, o Sr. Antonio Alex?ndnno de Lima
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva; Aracatj, o
Sr. A. de Lemas Braga; Cear, o Sr. 1. Jos de
Ohveira ; Para, os Srs. Garaldo Antonio Alves &
Pilhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENGARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas.oSr.FraneinoTavares da Costa; Baha,o
8r. Jos Martins Alves: Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparlnho.
PAKTlA
ESTAFETAS.
Serinbem, Rio Pormoso.Tamandar, Una, Bar-jPrimeira varadocivel: tercas
reros, Agua Preta Pimeuteiras.oaoQuiata da.
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPJTAL.
Oiinda, Gab'j, Escada o estafes da vi idrrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanua as segundas e seilas/eiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhnns, Buique, S. Bento, Boro
Conselbo. Aguas Bellas a Tacaratd, as tergas Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Me/i"i. .u r, /Rela5ao: tercas e sbados s 10 horas.
Kaoa Alho, Nazareth, Limoeiro, Erejo, Pesquelra p,..j. _... ./,_
Ingazeira, Flores, Villa Bel/a, Cabrob, Boa Vis- 1F,llen" : q0IBlM ,0horas-
ta, Ouricury, Salgueiio e Ei, as quartas JnII fl0 comraercie: segundas as 11 horas.
"feiras- 'Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
t sextas ao meio
I Segunda vara do clvel;
hora da tarde.
juanas sabbades a 1
DAS J)A SEMA.\a.
EPHEMEMDES DO MEZ DE SETEMHRO.
* Qnarto ming. aj g h., 4 m. e 19 s. da t.
8 La nova as 11 h., 55 m. e 17 s. da i.
48 Qaarte cresc. a 1 h., 8 m. e 89 s. da ro.
i4 La ebeia as 11 h., 46 m. e 24 s. da m.
24. Segunda, S. Tyrso m.; S. Gemido b. m.
25. Terca. As Chagas ce S. Francisco.
26. Quarta. S. Glebas;S. Firmino b.
|7. Quinta Ss. Cosme e Oanuo irs rom.
w Siua8-18-"'50 b-; s- ** v.
29. Sabbado. S.M.guel areh.; s. Fraterno h.
JO. Domingo. S. Jeronymo card. presb. e dr.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as 7 horas e 42 ro. da manhaa
ISegunda as 8 horas e 6 minutos da tarde.
PARTID* DOS VAPORE CtSM
Para o snl at Aiagoax a 14 e 3Q; para o S3rt*
at a Granja a7 22 > cajja ^ par3 r$mr.
do sos da? 14 / ffleze.-f A* Janeiro, marco, fia
julh, setentnro a novor^fcm,
no Recre, na livraria da prara Iriiepmdeoei
ns. 8, dos proprietarios Jlanoo .'froiroa de Faria
& Filhos.
INTERIOR.
KIO DE JAKEIBO
AMARA lOSMMIOItlS
IHIPITADOS.
Cwic'usae da sessie de 29 de agosto de 4866.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DA.
NAVEGUE0 DE CABOTAGEH.
Contina a 3.* discussu do projeclo que permu-
te aos navios estrangeiros o transporte de merca-
deras de qualquer ongem de um* para oatros por-
los do Imperio em que houver alfaodegas ou inesas
de rendas.
O Sr. Figueiredo : Sr presideote, teoho d
combaler o prujecto n. 85, que versa sobre a ii-
berdade da cabotagem ; mas antes de exhibir as
raz -s que me levam a cooibate-lo, occupar-me-hei
por alguns momentos era apreciar as qualiflca-
Cois cora que o oobrs autor do projecto me quiz
mimosear.
Algunfus comideraee que, em nma das ses-
s5es passadas, flz contra o projecto, levaram seu
autor a irrogarme qualiflcages taes, que cada
urna dolas, se fossem reaes, bastara para coosti-
luir-me come um bomem incapaz de viver em boa
sociadade.
O nobre autor do projecto, em resposta a essas
consideracSas, nao se occupou com o seo assump-
io. Elle mesmo disse que nao tinha ouvide as
raides que me levaram a combater o projecto, e
accresceotou. com cerlo ar de ironia, qoe talvez
quando publicado o meu discurso apparecessem
observages dignas de sna attengo. As poucas
paiavras que entio profer hilo de sahir publicadas
pelo Jornal do Commercio taes e quaes : nada sup-
prfmi, nada accrescenlei.
Mas, Sr. presidente, o nobre autor do projecto,
nao reputando dignas do seu apreco as considera-
coes que flz, pelo que, como declarou, foi levado a
oecnpar-se com o discurso do nobre depulado por
Minas, que Ihe offereceu obej'do serio para sna
med-taco. Nao lendo o nobre diputado ouvido,
apezar de estar presente at curso, urna so das raides por mim proferidas,
adrairavel qoe occopasse urna boa parte do seu
discurso em quaQcar-me da maneira por que o
fez I
O nobre depotado, Sr. presidente, procurou do-
fioir o que eu era em poltica, em religio, e em
relaja) as questdes econmicas. E eoto disse :
que se attendia s minbas ideas e companhia em
que eu viva, acbava-se em perplezldade para
qualificar-me. Pelas minhas vutacoe--, pelos meos
companheiros, quizera o nobre depulado qualificar-
me como liberal genuino, hesitava, porra, alten-
deodo as minhas d lulnnas e s discusses em que
eu me empeohara na casa; mas, resolvendo-se
por Om, e vista das id qualificava-me como absolutista ; qoe, em rehgio,
eu era catkoltco rioceonarw e intolerante, usan-
do stmpre de urna linguagem vehemente; e que, em
polll ca, me CutlSIderava Itbtrul He sambenito, sen-
do, em relacaj as qoestSes econmicas, protec-
cionista.
Tudoisto, Sr. presideote, foi dito com um des-
den), e um riso de escarneo, que eu nao posso
deseobar ero exprimir por paiavras I
Sou absolutista, Sr. presidente 1 Se o nobre de-
potado medisse bem as soas paiavras, e soubes-
se o que significa ser absolutista, nao ma teria
dado ossa qualificac). Se refleetisse, veria flus
os epthetos que j ons aos outros, porque o nobre depulado deveria
saber que u,j catholico nao pode ser absolutista
(apoiados.) O poder absoluto um poder essen-
cialmenie anli calholico.
Sr. presidente, o que ser absolutista T E' ser
o sectario de um pod*r que noadmitte regras
nem Iimitaco alguma, sectario de um systeoa
que, ao mesmo lempo, ultraja a magestade de
Deas e insulta a dignidade do nomem. Na mente
de um catholico nunca o poder soberano lera pro-
porcSs limitadas.
Na doutrina catholica o soberano nao pasa de
um ministro que se empenha no servico publico
regulando se pela juslica, em bem do novo. Essa
a linguagem de S. Paolo, quando define o sobe-
rano mimsler Un in bonum. Nao pJe o sobera-
no ser mioistro de Deus sem limitar a sua vonlade
pelas regras de Justina, prescripias pelo me Deus, e sem obrar de conformidad com os di-
reitos do povo, a qoeru serve, e de qnem o pri-
meiro ministro para a realirac^o da justiga. Tal
c o verdadeiro titulo (te sua elevada missao.
Portanto, bem v o nobre deputado que eu sen-
do catholito, nio posso ser absolutista.
Demah, Sr. presidente, o nobre depulado, se re-
flactlsse na palavra absolutista, vera que o absu-
digoidade ho-
inauferivel dos bispos na qoestao da suspen-o ex
infrmala consctential Defend essedireito firma
do oas leis que regem a materia, e nesia discussao
que muito me honra, proced de tal modo que po-
de convencer, segundo a sua propria confisso, a
um sabio, se sabias ha nesta cmara, a nma das
inteligencias mais robustas que ea conheco a um
dos horoens mais distmctos d-sta casa, e no qual
nao sei o qoe admire mais, se seu talento, se sua
probidade, tt seus relevantes servicos ao palz.
Pois bem, Sr. presidente, fallo do Sr. C Ottonl,
o qual, dopois que eu acabei de proferir meu dis
curso, dirigio-se a miro, s disse me stas llsongei-
ras paiavras: Sea discurso convenceu-me, e des
de ja' tem meo voto >. e eftectivamente votou.
O Sr. C. Ottoni :Isso exacto.
O Sr. Figueireoo :Ora, se eu tivesse na discus-
sio commettido Inconveniencias, e em vez de ra-
ciocinar o discutir, so me servisse de pirase* ve-
hementes, teria operado conviccees desta ordem T
Portanto, senhores em que pois consiste esse es-
pirito de catholico recclonarlo com qoe o nobre
deputado me qoaliflcou T Sera' porque sou amigo
das Ideas catholieasT E' meu daver s lo, dever
de todo o bomem que presa urna religio, seja ella
qual (dr, defeoder os dogmas, as Ideas e as cren-
ca de sua religo: Isso natural, Sr. presidente,
isso proprio do coracao bumauo, e V. Exc. qner
saber como procedem todos, quersejam catholi-
co, quer sejaro protestantes, todos os sectarios de
qualquer religio T i-lo-bei em poucas paiavras.
Veltalre era om espirito forte,' era seguramente
um hornero desabusado, como se diz; pois bem,
Voltaire dizia:
Eu nao quereria ter por soberano um rei que
nao partilbasse as minhas crencas religiosas e qje
fosse um impo, porque recelara que ella rae ti
zesse moer em om gral, quando seus inleresses o
exigissem >
O Sr. Ratisbo*a :Se elle fra cortezo de um
principe beato, cujo eonfessor Ihe aconselhasse qui
o mandasse queimar.
O Sr. FiGEiREDa:Esse mesmo Voltaire dizia:
Eu nao querejia um criado impo para me ser-
vir, porque nao poderia repensar tranquillo debai-
xo de meu proprio tecto. Portaoto, natural. Sr.
presideote, um pendor do coracao humano, qae
o homem procure defender suas crencas religiosas,
procure encontrar oaquelles, com quem se acha
em relacdes, a consciencia e a honestidade, fortifi-
cadas por crencas religiosas, procure viver com
aqnelles qoe parltlhem essas mesmas crencas.
Sim, Sr. presidente, nos s confiamos nossos in-
teresses vitaes aquellos que conmuogam na mes-
ma religio em que nos commungamos.
Anda om exemplo, Sr. presidente, deste meu
asserto, deste pendor que leva todo o bomem, nio
so a defender as suas Ideas reliniosas, como a vi-
ver em commoohao com aquelles que as seguem
de urna maneira uniforme. Perguntando-se um
da a Rogier, liberal e grande estadista da Blgica,
se eram utaisas divlsSss religiosas entre as uoi
versidades cathoficas e as ooivursuadus heterodo-
xas, elle responden: < En boa poltica nao sera'
preferlvel reouirem om s corpo os diversos mera
bros de um pait,do que perpetuar a diviso entre
elles ? Um corpo poltico nao se torna naco sena*
quando tera urna alma nacioaal.
E' portanto urna verdade; muito til que os
homens sejam unidos por um s laco social. Um
pove nao um graude povo senao quando tem orna
alma nacional, e para ter urna alma nacional ne-
cessano ter onidade de crencas, urna vez qua o
vinculo religioso o lago mais poderoso que possa
existir entre os horneas.
Mas, senhores, sou criminoso, reaccionaeio por-
que sou cathotico, porque detendo as ideascalhoii-
cas, porgue procuro fazer proselyto^ nesta creoca :
Isto natural, como ja' prove, a todas as crenga-,
a lodos quanlo protissao urna religi >. E o nobre
de;iutad<>, a frente da s^ciedade colonisadora, ou
de emigrago, nao publica suas Ideas de iuipieda-
de, nao faz alarde de suas crengas, do seu iodiffe-
renlismo religioso, uo diz que todas as religin
sao as mesmas, e que a noica questao entre ellas
versa s mente sobre seus dogmas, e que os dogmas
sao questas de pura forma ?!
O nubre deputado vencido nesta sua crenga re-
ligiosa nao procura fazer proselytos a be n do sau
syslema religio.-o? Eolo quemuito que eu tam-
bera procure defender a relrgio de meus pas, a
religio porque nasci.em que vivo eem que dse
jo morrer ? Nao pararam aqu as classlfieag5es, o
bre deputado classiticou-me de liberal de sambe-
nito, e por Om disse com ar irnico :aliual de
cootas u nobre deputado um liberal genuino,como
quereodo dizer que eu sou um liberalao .
Sr. presideote, devo confessar a V. Exc. a c-
mara e ao paz urna veril de, e que nao sou esse
UberalSo, como me quiz figurar o nobre deputado;
ai coutrario eu sou era relago a poltica, o qae o
Effi&i1" direcao de horaens Pedentes e o meu (Ilustre amigo, o Sr. Dr. Urbano, distincto
E2E2LJ^OS'n.omJesa d'nidade, com essa no- pela sna intelligenca, illnstrade como (apoiados)
mr,o'rta ? .*?* as IcheftfS' Cm es?e es" i de,.r,r"heclda probidade e firmeza de principios
^in.,C,pl-", e de ,rao,C. U8 consumero polticos ( ipoi^os } egieve arredado ^4 aDMnos
,?,?,"" de Qra RPT0. J'I"5 Pr(la6,Jsea>, da tribuna, por que asstm o quiz a polica de Per-
essa disciplina, sem essa fidelidade aos partidos e namboco. p
aos chefes nao ha seno anarchia, nao ba senio O Sr. Gooot -Acolado
rdem. nao ha senao confusao e ambiges ; se, O Sr Figueirsoo :P^r tanto, repito, quando o
bsral porque reputo urna neues- nobre depulado perguntou-me se eu eslava persua-
finalmente sou
meus senhores. ser liberal, e perseverar
com dignade e sem ambicao em um partido t
querer com tudo dizer que o nobre depulado nao
iomlo bS -l0 em raa'"asdeind.ssolub.lldade
SSitr'em .h'DI,a5aj' sera excepcao f Nao ; es-
^beleceu o principio da iodlssoloblldade conjugal,
S2L22 <*PCao. E porque Moyss nSoquii e?-
e5n i T apriDC,p, abso|u'o em aquella TesPic-
IV, porque Myss 8abia Jie devia esperar
S^rssLs* povbebreu eniaaiDt|a na
civilisagao tal.que podesse admittir o principio em
toda a sua eaienso.
(.n,rrera.m. os !emP5 os seeulos, muitos se
colos milbares de annos, e ento j nao foi
oyss mas foi o proprio Dos quem veio com-
marinheiros tivermos em- oossas emterragSes de
cabotagem e era nossos- navios de lonyo cuno,
quanto maior fdr o numero de vasos- que iverroos
empregados nestas industria, qoante mais facis
5 ?! Sn"Ar,?c5e.s aaes. quanto mais figeiros
forem os dlreitos de
part.dos loglezes, e lamentemos que nao se obser- nao tinha eu acabado" "" "'' ----! "1"^"-'^ e.am> d,sse e" i nao vim destruir o
ZZT]DS D0SS08 PT conVe de rompido peTo 5S*Cft1irtSLK ra*5ftA aperfei?oar,vra7a77*
Mcquelmont, acerca dos partidos polticos em lo- Se tem esta
persuaso urna fatuidade va e urna
t'ma de mo rainha legi'slago"
A questo da
.aterra, o seguate f Se na"ile?."n.br"d.de imbecilidadda^rUde^^Exc^TZ'Z'^Z I tolTL? olob.lid.de do ma.rimooio
forma sassociages, e s o espirito de discipliua ^5-*S5W'fi^BSVS "^lTtoit9'**1''
ian<*d.2il ."oradouras. O partidos po cute, use. daquell.s expressSes, sera com tudo ser-
n S-t.Jt f 'Tt* S,a0 d0ID,nad0S Pr esse MP'"- *,r-me da Phrase fatuidade va, como o nobre
nmi i1'? ,0fl8Z DJe ni0 flcar con,en,e dePado a havia empregado a meu respeito, por
m ii? ^asmedldas ornadas pelo seu partido; que um pleonasmo, seria o mesmo que sa dis-
V .IZJ: eu 0SCI wnl e Dao P8SS0 parar- *esse inflammago iflamroada, etc. (risadas), disse
me do partido a que pertence roinha familia. Se apenas : americanismo imbcil e fatuo.
ene e nomero de grande capacidade procurara' O Sr. Presioente :Nio posso deixar de lem-
cnamar?5a partido a saa opinio. Se elle nao pos- brar ao nobre deputado aue se deve cingir a roa-
sue quahdades que domlnem e imponham aos ho- teria.
O Sr. Pigueirepo :Vou cingir-me agora mes-
mo, upando certo o nobre depotado que o joizo e
conceilo qoe fago de sua pessoa quanto s suas
boas quahdades e elevado talento, 6 fl mesmo que
razia d antes; em meu corago nao ha gota algu-
ma de fel.
Vamos agora ao projecto.
Sr. presidente ii com toda a attengao de que sou
capaz este proferto, reflecti, meditei, consultei auto-
res, e depois de algumas horas de reflexio e med-
tagao, escrevi a margen) as seguintes nota que de-
viam servir para guiar o meu discurso :
M a"t. I. g !. o projec o consagra a morte su-1
bita da cabotagem nacional. No | 2. aut-risa o
contrabando aa-raais vasla escala. No 5 \. e se-
gaiote facilita a invaso dos estraogeirs ao paiz.
meus, seguir' seus chefes, apezar de sua convic-
cao contraria. Emflm aquello que, nao querendo
faltar a' f e honra poltica nao pode tambera ca-
pitular com a sua consciencla, retira-se dos nego-
cios pblicos, e entra para a vida privada.
O Sr. Gooot :Apoiado, assim que se deve
proceder.
OSr. Figubirboo:- Portanta, Sr. presidente,
essa permaneucia, essa roinha adheso ao partido
nc enIDllu,'nciada por estas e outras doutrinas.
OSr. Presidente :-Conslnta o nobre deputado
que Ihe observe que ja' tem respondido alguma
cousa em poltica ao Bobre depulado a quem se
tem referido; peco-lhe qae entre agora em roa-
Icila.
Sera
nn?i!, f "'M0J:rV' Kxe- deTe lembrar-se ;
que rui muito agredido, e que necessario justi- Nos outros paragraphos tem por flm desfalcar
ucar-rae para que aquelles que nao me conbecem renda publica ero beneficio dos estrangeiros.
nao lagam de miro mao juzo | Els a snmma que Bz depois da leilura meditada
u t>R. Presidente :0 nobre deputado deve ter d,) projeeto.
comprehendidoque nao o tenbo interrompido mes- projecto do nobre deputado apadrinha-se. co-
mo por esta razo; mas tambem deve atlender a' nrese coro urna grande bandeira a llberdade de
oorigagao que me impi o regiment.
O Sr. FiGOBiREoo:-Sim, senhor; roas resu-
me anda dar urna breve resposta.
Nao pudendo deixar de perteacer a um dos par- _
tidos existentes ou liberal ou progressista, ou con- Tambem sou amigo da llberdade, Sr. presidente, e
servador nada tem de censuravel qae eu perma- nao hesitarei nunca em defender as ideas liberaes,
nega no partido que cooheci; e esta permanencia, em sacrificar me mesmo por essas ideas : sectario
sr. presidente, tambem motivada pelo receie de da llberdade, amigo das Ideas liberaes, son tam-
qoe erai algum dia se me pudesse appllcar o dito amigo da llvre concurrencia, nem posso dei-
de um dos uossos estadistas em relago a om de
cabotagem. Liberdade de cabotagem, libertada de
commercio, liberdade de industria, liberdade de
pensamento, liberdade de religio, sao paiavras
aito sonoras, e que arroobam a muita gente i
putado voluvoi, e trefego, a quero eu nao conhego
- nem se. on.,o ^;,. Dio OSM est,dl8U tefi.
aqoelie depulado. E~
nndo-se
zar de s lo.
Eu sel, Sr. presidente, qae a livre coocorreacla,
seja qual foro assumpto econmico de que se ira-
T '"iu"i'e oeputaao. a" um woju-.. t. te, produz benficos resoltados e one = um
vt sempreem treceno dotorro de owSa* aonde ^^^^^h^mll^^^^x^.
quer que o colloquem. ? mente esses benficos effeilos. Sou amigo da li-
Wao quero incorrer em semelhaate censura. i vre concorrencla ; por que, coro effeito, a hvra
Mas, Sr. presidente, cousa admiravel I O nobre concurrencia produz innmeros bens ; a livre
deputado a quem respondo nao ouvlo o meu breve coocorrencia bartela os pregos, activa o ira-
discurso, porque nao e acbou digno de sua alten- balho, despena a actividade de capacidades in-
gao ; eotretauto esse mesmo discurso servio de duslriaes arredadas pelo monopolio ; sei que a II-
espi* sumiii.i J
ihima para lodas as quabficagoes que Ihe aprou-
ve dar-m", e ainda tambem para attribuir-me o
que, eu nao disse.
O uobre dephtado respondendo-me disse :-eu
nao son o culpado da guerra do Paraguay, o no-
bre deputado aitrbue rae essa guerra TN5o ha-
via eu tocado neste assumpto, e admira que o no-
bre deputado, que nao ouvio o. meu discurso, oa-
visse entretanto o que eu nao disse I
Sr. presidente, sera' certo quehaja alguera cul
vre concorrencia geueralisa o consumo, difunde o
bem estar, acoro? ia o commercio, tende a nivelar
o orego das mercaderas aballando esta mesmo
prego, aperfoigoamento os frucios induslriaes.
Sei de tudo Isto, e por sabe lo que son amigo da
livre concurrencia.
Mas, Sr. presidente, todos esses frucios, iodos
esses bons resultados produz livre concurrencia,
quando justa e adequada as circunstancias espe-
ciaos do paiz: por que, se ella na) applicada pru-
. e os pbariseus a
termos, interrogando Jess :
permittido a um bomem repudiar a sua
mulher ?-o qde vos ordenoo Moyss ?-Moys<
respondem elles, perroittio o repudio.-Foi por
causa da dureza do vosso corago qoe Moyss le-
gislou da maneira por que o fez.
Coro estas paiavras, Sr. presldente,-ad duritiam
coris tmrto divino legislador ouiz indicar aos
Phariseus que o tentavaro, qual o motivo que tinha
i vado Moyss a permittir o divorcio, a ruptura do
vinculo conjugal. O motivo nio era deduzido de
urna razo natural, fundamental, mas sim de ne-
cessidade passageira, accidental, relativa ao povo
debrea naqaelie lempo. .
A necessidade sendo temporaria tinha de desap-
parecer com o teropo ; e chegado este, como che-
gou, o legislador divino formulou o principio de
urna maneira absoluta, proclamando a iodissolub-
naaae, como urna regra sem a excepgo. ainda
mesmo que fossea ioidelidade conjugal.
Lom aquellas paiavras, Sr. presidente, parece
u,ae o legislador divino como qoe dizia aos phari-
seusa dureza da vossa cervr, 0 atrazo da vossa
civuisagao, oaquelle lempo, nao loleravam legisla-
gao mais perfeita do que a que vos foi dada por
Moyss; mas agora qoe o tempo o permitte, en
proclamo o principio da indi;olubilidade, sem
restnegao alguma.
Eis aqu como Dos, para estabelecer um precei-
lo do justiga, esperou milhares de annos; foi roo-
dincando a legislago moral a proporgo que o es-
tado de civihsagao do povo j podia supporlar a
sublime dootrina evanglica qae elle enio annun-
ciava ao mundo.
E, cousa notavel I Apezar de Dos ter proclama-
do, nessa occasiao, o principio absoluto, sabe V.
KM. o q e ia acontecendo Quasi houve um rao-
tim entre os discpulos, e rebellando-se contra
aquella regra, disjeram elles : si ita est causa ho-
mims cum uxore, n*n expedtt nubere. Se a coodl-
gao de um hemem tal em relago sua mulher,
nao e vantajoso casarse. Rebellavam-se jugando
que o lempo anda nao era proprio para formu-
i precito ah^oLte sobre aquelle as-
importagao e exportaba sobre
lutismo, avassallaodo, degradando a o.
roana, nao outra cousa mai- do que urna id,:- "')l,r.e dePu ai? P" Mmas-Geraes, meu nobre ara.
latra. Nesse syslema o subdito, er*il, abate a f >>'*"/*'acao a engenhar.a :o oobre depulado
sua dignidade em relago a um nomem, adora o! genheuo amador, eu sou po/..ce amador, nao
pado da guerra do Paraguay ? Quem sera' esse deotemente e conforme as circurastancias do pa?,
culpado ? O obre deputado' defendendo-se, sem
que fosse aecusado, declarou que nio era elle ; e
eu nao sabia que bouvesse nessa guerra um cul-
pado I
O Sr. Godoy :Diz qua nao o causador, roas
nao nega que outro o fosse.
O Sr. Figueiheoo :Sera'urna alluso? Sera'
despeno de alguma farJ,4tmha ds ministro qae se
deixou de fazer por se ter malogrado a nomeago
que talve* se esperava ? Nao sei.
O Sr. Ta vares Bastos :-*A cmara e^ta' ouvin-
do a inieeeaela com que se responde.
O Su. Godoy : -Esta' repelliodo apgres-5 s.
O Su. Presidente:Pego novament- ao nobre
depulado que eotre em materia.
O Sr. Figueiredo :Sim, senhor Tenlio res-
poodido a lodas as qualificagoes de^airosas, injus-
tas e inmerecidas que me irrogou o nobre depata-
do,a quem sempre tratei cora o respeito que rae rae-
rei como uro Deo-, a psao que o rei se adora
a si mesmo. Sendo eu catholico, uo poda por-
tanto cahir ness idolatra. A-sun praticana, se
pensasse como o nobre deputadi, porquanto. eu,
como catholico, adoro um s Deus em espirito, e
em verdade; e o n bre depulado tendo feilo aqu
a sna profissao de f religiosa, deu yracas aos
deuses, como est escriplo n js Aunara I A religio
de quem d gragas aos deuses o polyheumo.
(Hilaridade.)
O Sr. Goboy : Adora todo3 os poderes e to-
dos os governos.
O Sr. Figueiredo : Vamos agora aos epthe-
tos de catholico naccionario, intolerante, vehemente I
em sua linguagem,'libe-al di sanbenito.
Sr. presidente, seu catholico, prezo-me de o ser. |
Comoo tal, ao entrar para esla casa, jurei defender
os dogmas do caiholicisroo, suas leis, seus princi-1
pos, sua disciplina, seus altares e seus ministros.
(Muitos apoiados.)
Vozes diversas : Todos nos o juramos.
O Sr Figueiredo : Como catholico tenho le-
vantado a miaba fraca voz para defender doutripas
calholicas sem irrogar a menor iujuria aos que as
combalero Recordo-me de ter-uie empenhado ero
urna discussao religiosa cora o meu nobre
o Sr. Pedro Lniz; tratei-o eomo a um cavalheiro
! passo di>lo : sim, Sr. presidente, sou poltico ama-
dor...
O Sr. Otto.ni : Eu desejaria ser engenhelro
amador como o nobre deputado amador em po
lineo.
O Sr. Figueiredo : ... e sou-o, porque as mi-
nhas ideas e as circunstancias era que me acbel,
no coineco de rainha vida, me levaram para o par-
tido liberal; filiando-me a este partido lo natu-
ralmente, como outros se filiara ao partido conser-
vador. Era muilo mogo, senhores, e tioha havido
urna graode revolugo na minba provincia, revo-
lugo na qual nao tomei parle : as perseguiges
feites aos deputados liberaes e aos suppleotes im-
roedialos era voto heram com que eu, apenas cora
90 votos, tomasse assento na assembla provincial
da roinha provincia.
Eotrei ah sero compromissos coro a poltica, in-
teiramente desembaragado, e abi vi um nobre ca-
rcter, um aoclo que era lo illuslrado quanto ho-
mem de bem, defender a cansa das perseguidos,
Jem lula com a assembla inleira I
(Alguns deputados pronunciara o norae do des-
I embargador Mendes da Cunha.)
To nobre exemplo dominou-me o espirito. Era
1 bello, grandioso, sublime, o Tapel daqaelle ancio
1 defendendo os liberaes perseguidos I Os insultos
(apoiados). Anda boje ra honra coro a sua aroi- j df vencedores, e de urna soldadesca que anda U-
ade, e da qual rae desvaneco. inbaas ar"as 1aenl9S deama ]a,a (ratnc.da, nao o
Sim, Sr. presidente, como ealholico procuro de- |abalaram de seu proposito I Segu aquelle nobre
eoder as instllniges religiosas do meu paiz, e por caracter.defendidotambemos vencidos.eflquei des-
isso nao ha mullos dias live urna discussao tan bem d,?Bla0 o partido liberal...
e collega depu-! Un Sr Deputado:E defendeu-os com muita
1 bonra e iotelligencia.
religiosa com o meu nobre amigo
(ado pela Parabyba. A cmara foi testemuuba da
cortesa com que o tratei. Anda hoje conser-
vamos as relagoes de amlzade e amigo colle-
gulsmo.
O Sr Correa das Nbves : Isto verdade ;
nao honve entre nos inierrupgo de relagdes.
O Sr. Figueiredo : ... e desde eoto at boje
nao tenho conhecido outra poltica. Veio a liga Bao
a quiz seguir, fiquei no meu posto, e sem preten-
des, porque sou liberal amador, e como tal nao
i quiz acompanbar o carro do progresso. Foi-se a
O Sr 'FIGE.RE7o^-SooTcusaUdo^S,?Vesillen. *. < ai?da n, rae Psl sem soldo'8em e,a"
le de Intolerante I E por que T Por haver toma-! Pa- se os-
do nesta casa a defeza dos capuchinhos, injusta-
entram coro
mente acensados, e mal apreciados em seus vaho
sos servicos ao palz ? Mas o facto bem rcenle de
ter o governo mandado elogiar em urna ordem do
dia especial os relevantes servigos, prestados por
um desses religiosos ao exercito so campo da guer-
ra, prova que nao andel errado nessa defeza, e que
esses bons religiosos continuara a ser muito uteis
ao paiz, a menos qne nao seja Igualmente intole-
rante o governo porque os elogia.
O Sr Godoy : Apoiado, outros s
as propinas.
OSr. Figueiredo:Portanto se sou liberal,sou o
to naturalmente como qualquer outro progres-
sista ou conservador ; se sou liberal porque arno
a lata entre os partidos; porque da luta, da con-
tradcge eutre cavalheiros bem intencionados, e
nao da luta de emboscada e ardis, que pode sur-
gir a verdade ; se sou liberal porque julgo urna
nrcessidale para o paiz essas duas grandes escolas
Serei intolerante por baver defendido as irmes [ poltica urna atleodeodo mais para o interes-
de caridade? Mas a cooservago destas mulheres ses da llberdade, para os inleresses democrticos,
nos esiabelecimentos de caridade prora ainda que e a outra para os inleresse conservadores; se sou
o governo jul/a nteis os serv.coj que ellas pres- liberal porque desejo se conservem no meu paiz
lam nesses eslaoelecimentos. essas grandes escolas, aonde os mancebos e os cl-
Sere intolerante por haver defendido o'direito dados se reunam para aprenderem a bem servir o
em vez de bens s produz males, e males muito se-
rlos. A livre concurrencia, quando boa, nao faz
mal a ninguem, mas, qu.-ndo mi, prejodica e faz
desgragas irreparaveis reduz miseria a uns em
beneficio e em proveito de oulros.
E isto que dizia um douto rabricml* de Lon-
dres a Joo Baptista Say : Eu nao temo a li-
vre e boa concurrencia, eu a desejo ( dizia elle ),
eu a quero para o meu paiz ; p>r que se os meus
collegas fazem oom negocio, applicando os seus ea
pitaes com zdo e intelligencia, por que nao colhe-
. rei os mesmos resoltados, eropregando os mesmos
meios ? Mas o que temo ( accrescentava ) uo a
boa concurrencia, a m concurrencia ; a con-
currencia daquelles que se arruinara temporaria-
mente para causarem a ruina daquelles que esto
ja empregados na industria, afim de qn9 ao depois
fagam boro negocio, isto depois de terera reduzr-
do a miseria, a desolago aquelles que j >' estavam
re^e o todo o hornera, e especialmente om mogo de encarrelrados na industria.
talento, esperangoso e applicado, como o o nobre A concurrencia, pois, Sr. presidente, pode ser to-
deputado. aos grandes inleresses do paiz. mada em doos sentidos, oa como boa, ou como ma'
OSa. Neri :Apoiado ; uina justiga que Ibe concurrencia ; ou como justa e adequada as cir-
esta' fazendo. cumstancias do paiz, ou como imprudentemente
O Sr. Figueiredo : -Nao mereca, pols, essas admittida, sero se attender as circumslancias
quallficago-s lujuriosas que o nobre deputado libe- ducloras do mesmo paiz.
ralisoa-rae. JNeste assumplo, Sr. presidente, em vez dos prin-
E verdade, Sr. presidente, que relendo as oou- cipios absolutos, qae nao sigo, em relago a as-
cas paiavras que enlao profer, la' encontrei pouco sumptos econmicos, quero principios, porm ap-
pro-
Que nao saenficava
paiz por um ameri-
mais ou menos, as seguintes
os interesses valiosos de meu
camsmo fatuo e imbcil.
OSr. Ta vares Bastos :Ah esta' a provo-
cago.
O Sr. Figueiredo :Ahi qne esta' a Injustiga
do oobre deputado.
Qoando profer essas paiavras accentuei-as com
urna certa inflexo oa voz, e olhei para o nobre
plicados com relago aos diversos paizes ; nestas
materias eu sigo a luminosa doutnna de Lamarti-
ne, tratando do mesmo assumptn na assembla
franceza :era materia de concurrencia nio ron-
vera nem sacrificar o principio ao tempo, nem o
tempo ao principio ; raister attedder a nma e ou-
tra cousa. ( Apoiados.)
Entretanto, Sr. presidente, hi horaens no nosso
paiz que, em materia de legislago, era todos o
depotado como quem Ihe pedia permisso para I assumptos, ecouoniicofc, polticos e sociaes, nao at-
usar dellas. Era um innocente furto, urna pequea tendem ao tempo, noquerem attender s cirenms-
conlrafacgo Iguaes paiavras en tinha ouvido do tancias do paiz; querem os principios absolutos
nobre depulado em relago a mim com a maior in-, em toda a sua exlenso, sejaro quaes forem as cir-
justiga, ealguem mais as ouvio cumstancias em que se ache o pas I
O Sr Godoy :Apoiado. Pois bem, meus senhores; n> ba legislador al-
0 Sr. Figueiredo : Julguei qae as paiavras' gura, nio ba paiz algum que at hoje tenha segoi-
imbcil e fatuocorrespnndiam bem aquellas ou-' do o principio da concurrencia ilimitada, seno
tras qoe o nobre deputado empregou em refe- agora ltimamente a Inglaterra (e logo direi ara
renda a minha pessoa. zo porque); todos os paizes do mundo teem sido
O Sr Tavapbs Bastos:Nao profer seme- cautos na applicago do principio da livre concur-
santes paiavras em discussao. renda ; todos teem ampliado ou restringido este
O Sr. Figueiredo :se as nao proferio em dis- principio, conforme as circumslancias em que se
cussao, proferio-as no recinto da casa em apartes acbam.
trocados comigo.le eu gosto qne se digara as coosas
antes na tribuna do que abi ero apartes, oa pelas
ante-saias e corredores.
Quando era va o nobre depulado o Sr. Jos An-
gelo a respeito da nomeago que o governo fizera
de um presidente para a sna provincia exhibiodo
fados contra ese presidente, dei um apoiado, ist)
Irrltou o nobre depotado a qaem tenho respondido,
e enlao voltaodo-se para mim, com gesto iracundo
dlsse-me : Persuade se o nobre depulado que en
E, Sr. presidente, este um procedimento do
eterna verdade, de eterna justiga ; essa limitago
necesaria, qur se trate de principios econmi-
cos, qur se trate de principios de moral, qnr e
trate de principios de justiga ; o olll, o justo
sempre relativo s circumslancias do lempo. E' o
qoe fazia dizer a om sabio jurisconsulto, qoando
tratando de afforir a legislago de um paiz, em re-
lago s suaa circumslancias. A legislago ju-ta
, (dizia elle) aquella que se adapta s circumstan
precise do presidente da provincia e da polica para cas do paiz; porque a huroanidade de tal ordem
eleger-rae? Respondl-lhe eu : t Tenho esta "con-
vieco. E isto por estar convencido de qoe e
syslema representantivo eotre nos urna baria___
O Sr. Gooot :Apoiado.
O Sr. Figueiredo :4.. de que nao ha eleico
llvre no nosso palz, de que no Brasil a elelgo
feia pela polica, e Isto mesmo ja havia escriplo
em um folheto qae publique!; Uso mesmo e no
mesmo sentido, escreveram mullos outros por
exempl, o Sr. Dr. Sarment, o Sr. Dr. Silveira de
Souza, o Sr. Dr. Feitoza, o general Abren e Lima,
etc.
0 Sr. Godoy. : Apoiado.
OSr. Fioueibedo :A polica arreda da tribuna
por annos e annos a cldados ranito distinctos, e
para provar esta assergo citarei apenas este facto:
qae at para querer o bem, para realisar a justiga,
misler esperar pelo tempo.
E pelo tempo, Sr. presidente, qar queirantos,
qur nio, haveroos de esperar todos, assim como o
proprio Dos espern pelo tempo para completar a
sua imrooital legislago moral e social, os seus
Evangelhos.
E qur V. Exc. saber como Dos esperou pelo
tempo? Poderia citar muitos exemplos, eseolherei
o segrate : Um da disse Elle a Moyss que fizes-
se urna le sopre o divorcio, ama lei qae devia ser
applicada ao povo bebreu naqaella poca ; e Moy-
ss, em consequencia do mandato divino, fez a lei
que lodos nos sobemos e lemos na Biblia.
Mas, que lei fez Moyss ? Persude-se alguem
que elle estobelecesse logo para o povo bebreu um
Mas o divino legislador os convencen logo da
conveniencia e sublimidad* da doutrioa, fazendo-
Ihes comprehender que o homem deve reslgnar-se
a su,.dra sorte por amor do dever, e qae a rafe
icidadi de um ou outro nao pode sutorisar a vio-
lagao do preceito absoluto, que garante a santidade
da familia e a ordem domestica, base da sociedade
civil. Tal e a forgj da expresso : eunuchi prop-
ter regnun coelorum I
A'vista desie exemplo que nos d o proprio Deus
nao devemos esperar pelo tempo para consegnir-
raos uma boa legislago jurdica, moral e econ-
mica 7
Sr. presioente, se eu, esquecido desta regra de
prudencia (quero dizer stoem voz baixa, e feliz-
mente, como observo, nao ha pessoa suspeita oas
galeras, todos sao bons cidados); se eu. esqueci-
do de que devemos esperar pelo tempo, sem atten-
der as circunstancias meliodrosas do meo paiz ;
sem attender ao perigo e susto de que ja' e.-tao
possuidos o* proprietarios e agricultores ; sem at-
tender ao estado de guerra em que nos adiamos
empenhados e s difflcollades financeiras da ac-
tualidade; semrefl;ctir em nenhum desses graves
iuleresses, que devem actuar, e actuara podero-a-
mente sobre o meu espirito ; se eu finalmente dan-
do de mo a tantas e to ponderosas consideraces.
levado por uma philantropia vaidosa, apresentasse
nesta casa um projecto de manumisso, embora
parcial, o que pensara de mim V. Exc, Sr. presi-
dente, como qualificaria o me'u procedimento esla
augusta cmara, que Juizo formariam do estado do
meu espirito todos os collegas, inclusive o meu
honrado amigo o Sr. Dr. Urbano ?
Aposto, senhores, que o meu amigo o Sr. Dr. Ur-
bano, que est aqui sentado ao meu lado, serla o
prraeiro a censurar o meu procedimento, e a ex-
clamar : Com effellol desconhego agora o Figuei-
redo I (Risadas.) Pois o meu amigo que l tanto
a biblia nao sabe o que nos diz o nosso Divino
Mist^e? Nao sabe que cada dia tero seu trabalho
proprio, suas dores, diffljuldades e afflirgoes, sem
carecer, que as augmentemos com as do dia de
amaoha? (Apoiados..)
Outros, Sr. presideote, que nao tivessem para
comigo as attengoes que me tem o meu Bobre
amigo, seram ainda mais severos, porm nao me-
nos justos. Entre outros alguns talvez dissea-
sem: Seguramente um proletario; est visto
que nao tem escravos, e como tal pouco se Ihe da
de destruir a proprledade alheia I Qual I diara
outros, escravos leve elle, mas vendeu-os; e vem
agora, depois de haver posto em seguraoga o que
era seu, de facho era punbo, atacar fogo a proprle-
dade do sen semelhante, sem d, sem compaixo,
sem caridade para com o prximo !
Sr. presidente, V. Exc. ba de reconhecer que
tanto em relago a esse objecto, a qoe acabo de
me referir, come em relago a assumptos econ-
micos e outros igualmente importantes, todos
quanlos sao prudentes, lodos quanlos sao levados
pelas razdes que indiquei, esperam pela acgo
vencedora do lempo. Smente nao esperara pelo
tempo aqaelles que seguem, escrevem e praticam
doutrinas como as seguintes:
O paiz sent necessidade de atirar-se ao des-
conbecido. A realldade Intoleravel, e elle
comega a desprenderse" inquieto dos bragos
da realidade, essa amante que to cedo beijaraos,
como logo repudiamos.
A impetuosidade arrebata-nos. Corremos
para a luta, para o abysmo, sorrindo. Imaginamos
a dous passos a victoria, e os loaros e os regosl-
jos Fantasa embora II >
Nao quero ser impetuoso; nao me deixo arre-
batar por doutrinas dessa natareza; nao quero
marchar para oflesconhecido; nao quero precipt-
tar-roe para o abysmo; porque essa carrelra de-
senfreiada e cega, por camlohos desconhecidos, s
cooduz a um pelago de perdigo, onde smente se
encontram miserias, ruinas lastimosas e decepges
amargas, onde o corredor imprudente, em vez dos
p lientos faotapiados por sna imaginago enferma,
em vez de Imaginadas victorias smente se abraga
com o nada, triste resultado de sua fantasa I
Mas, Sr. presideote, nao ba desproposito1 econ-
mico (e sao despropsitos econmicos todos .os
principios, que, com o nome de verdades econmi-
cas querem applicar em absoluto, sem terem do
lempo da pratica a saocgo e a prova), nao ba
despropsitos econmicos qae nao se apadrinhem
com especiosas apparencias, com ideas, bsoogei-
ras. Os despropsitos econmicos do projecto sao
apadriobados comestaida seductorabaratearoen-
to dos freles, e, por conseguiote, favor ao commer-
cio e aos consumidores..
Nao ha rtavida. Sr, presidente, qae qaaatos mais
o sophisma da concur-
as materias primas destinadas ao irafego'da V
SS? .iV^0!**- e 'ngo corso, todo qozolo
e.iifira tende a baratear os fretes e a estabelecer a
~.Di?,r, 'k. Pr-Z mulos e roQ,0i benelleos
resollados. Mas nao nos mudamos. Porauaoto a
livre concurrencia, se pode produzlr a barateza
dos rreies e occessionar maitas vantaeens, tambero
pode produzr a miseria de 14 ou ko.OOOaacionaes
que se emp.egam na navegago de longo e peque-
o curso, em nosso paiz. A boa economia aconse-
Ina que nao se aparte de repente de uma industria
que ab-agaram, por necessidade ou por gosto, mi-
liares de-nossos patricios, para entrega-la a outros
tantos estrangeiros.
Se 14 ou 16.000 estrangeiros viessem auxiliar a
nossa Industria de cabotagem, sem solTrimento os
que seempregam nella, seraarredar dessa oceupa-
gao a que eslo affeitos, esses nossos conterrneos,
eu. de bora grado, adroitdria a livre concurren-
cia. Mas a livre concurrencia, applicada de cho-
rre, de improviso, e sero garandas para os nacio-
naes, pode produzir, como necessarlamente ba de
produnr, funestos resultados.
Por que nao se ba de esperar pelo tempo? Por
que nao se ha de ir ha di litando a nossa mancha
mercante a essa concurrencia, admiilindoa lenta
e gradualmente, e como estimulo aodesevolvimen-
lo da industria nacional?
Havemos nos, Sr. presidente, admittir o concurso
(Ilimitado da marinha estrangelra sem termos pre-
parado os nossos nacionaes para lular com
ella? Nio ba nisso uma crueldade? Nao ser
substituir isso que se chama monopolio nacional
pelo monopolio estranoeiro? Ougamos o que diz
uro economista :
Comprebende-se quanto dolorosa a condigo
de um industrial, expellido pelo governo da industria
em que se exercitou por vocago oa por necessida-
de da industria que talvez o nico meio de vida
que elle conheca e de que se toruou capaz. Um
governo que tira ou da, a seu arbitrio, a faculda-
de de trabalhar para viver, exeree a mais oppressi-
va tyrania.
E a lyrania, Sr. presidente, seria tanto maior
quanto mais desiguaes fossem os concurrentes.
Os raarinheiros estrangeiros entrara ero concur-
rencia com os nossos debaixo deslas condi-
ges: aquelles entrara livres da guarda nacional,
livres do recrulamento, livres de todas as pis e
embaragos de nossos velatorios regulamentos das
capitanas de portos; entram par a luta desemba-
rgados, sao guerreiros que se apresentam comple-
tamente armados; e os nossos marinbeiros como
entrara para essa lata?
Sujeitos aos innmeros vexames dos regulamen-
tos, que Ibes entorpecer o andamento de sna indus-
'ria, entram sujeitos ao regulamento, sujeitos ao
MF*tg* Ja inianla un.iuum, o a un nos mullos ve-
xames. O uiarinheiro eslrangeiro entra com o seu
barco barato, com seus materiaes baratos, o nosso
entra com seu barco caro, onerade de impostos;
desigoaes debaixo do lodos os sentidos, nns com-
pletamente armados e outros quasi inermes, nao
pode entre elles darse urna luta seria; eem vez
de um dueiio nobre e igual de homem para homem,
haver para uns sacrificios e miseria, para outros
commodos e a vida I
Um Sn. Deputado : E'
reacia.
O Sr. pigueiredo:E depois que esses lutadores
estrangeiros, completamente armados, tivessem
niquiiado, Sr. pre-idente, a pequea marinha
nacional, e a tivessem arredado da concurrencia, o
que fcil, atteula a desigualdade entre ons e
outres, expulsos os nossos, o que ho de fazer. a
que inducira se entragaro esses nossos patri-
cios?------
O Sr. Godoy :Serosoldados de polica, se hou-
ver anda lugar para elles.
OSr. Figueiredo :Que tempo lento para ap-
plicarem-se a uova industria, que lempo para ad-
quinrem novos conhecimentos de outras profisses ?
O que ito seno uma tyrannia, como observa um
economista, tanto mais oppressora, quanto mais li-
beral se osteota ?!
OSr. Godoy:Tem industria de vender bi-
ih-tes de lotera e de ser .-uldado de polica ; o
que Ihe resta.
O Sr. Figueiredo : -Sr presidente, a Inglaterra
concede e admitie hojeo principio di llvre concur-
rencia ; mas porque quer este principio hoje ? Por
que da sabe que nenhum marinheiro eslrangeiro
pode competir com o marinheiro inglez; porque
sabe que nenhuma marinha e?tran?eira e>ia debaixo
de con ligos econmicas maij f.voraveis do que
esta'a -ua marinha ; por rae ella pode lular com
qualquer concurrente, e qu i a luta entre a mari-
nha ingleza e outra qualquer uma lufa igual, em
que ella nada lera que temer.
Um Sr. Deputado :Eotao nao uma homena-
gem a verdade, um acto de velhacana.
O vr Figueiredo :E ja' qae o nobre depotado
proferio a palavra velhacaria, recordo-me de um
apontamenlo do qual roe ia esquecendo...
Um Sr. Deputado :Os inleresses da Gra-Bre-
tanba que guiam seus horaens de estado.
O Sr. Figueiredo :A respeito de velhacaria
disse um economista que a liberdade da concur-
rencia, a monomenia da barateza do prego umi-
tas vezes uma refinada velhacaria de certos con-
currentes, e chama a attengo da polica para esses
velhacos e ladroes.
Diz este economista a que roe roliro, o se-
pilite :
a Essa monomia de barateza faz nascer outro ge-
nero de concurrencia muito perigosa e que deve-
mos indicar a attengo do governo. Alguns ho-
mens de uma insigne m f, muitas vezes coro ca-
pltaes emprestados, se lngaro a um genero de in-
dustria, cora o projecto bem assenlado de fornecer
bous productos, ao principio abaixo do prego ordi-
nario, e por conseqaeocia com perda certa ; para
depois augmenlarem progressivaraente os pregos,
realisando lucros consideraveis e sem temor de per-
derem os^consumidores attrahidos ao lago pelo en-
godo da barateza.
Debaixo deste ponto de visla a concurrencia
nao das cousas mais honestas, mas sim uma boa
capa para ladres e vlnacos; e como tal deve es-
lar sojeita a activa e severa vigilancia da polica e
da represso do estado.
E justamente o qne nos havia de sueceder. Os
raarinheiros estrangeii os teriam, debaixo do aus-
picio de fretes baratos, fcil entrada em nossos
portos, porque ninguem ha de comprar um serv- .
go mais caro havendo quem Ih'o offerega mais ba-
rato ; por consequencia offerecendo os barcos es-
trangeiros fretes e transportes mais baratos, a nos-
sa pequea marinba sena desde logo afastada, e ani
qnilada em pouco lempo, e elles lomando conia do
mercado, qnando tivessem lirado toda a esperanga
a nossa marinba, qoando a tivessem afastado da
Iota, imporiam eoto o prego ; em vez do mono-
pollo nacional se orgaoisaria o monopolio eslran-
geiro.
Um Sr. Deputado : Appareceriam outros estran-
geiros.
O Sr. Junquera :E' a lula do gigante com o
pigmeo.
O Sb. Ficueiredo :Mas, senhores, louvado seja
Deus I por ter-me compenetrado dessas |das por
querer que o meu palz, nessas materia, siga as li-
c5es de prudencia qae Ihe tem dde e esli dando
cogst.aaiemente tod^s as oacSS ainda as mais civl

I

.
*


Diario de Perra
3

:>-
3=
*
>**
a ni!
ll proteccionista I
Sendo asfclm, senhores, eoio todo retrogrado
t>o mundo ; sem exceplaar a assembl ceastiial.u-
te da Franca era l79, essa assembla, qae dea a
liberade a Fraeca, dando a liberlade -Franca
dea a ao mando inteiro, essa assembla era retro-
\

PERNAIKIBUCO,
REVISTA Diiii
Teve houtem losar a reanISo do cabido para
a eleigo do vigario capitular, que tem de reger o
grada, porque manteve a navegacae de cabotagem Di$pido durante a vacancia da s, e sabio
nacional, e nioquizadmitr a,concurrencia eatrau- # Exm. Sr. deao Dr. Joaquira Francisco
,6S presidente, eu tomei tintes apoulamaotis
para fallar sobre esta awterla, que se nsasse de
lodos lies fallara al acite; por isso vou resu-
mir o que tenho a dlier, e paseo a occupar me de
outro artigo do projecto. Eu dlssa qae o art. I* e
o 5 1* consagravam o aniaoilamento de nossa pe-
quena marioha mercante, e disse tambera qae o
art. 2 autorisava e> contrabando era larga escala,
e como qne importara o amquilamento da nossa
renda que toda alfandegal.
Isto posto, S.. presidente, eu vou lei
pois farei sobre elle as reflexSes qae natura
decorrem de soa leitara. (L.)
Sr. presideode, no primeiro artigo oncede-se a
liberaade Ilimitada decabotogem aoestrangeironos
portos onde existem alfandegas e mesas de renda,
no art. t> e seguintes permtte-se a concurrencia de
embarcares nacionaes on estrangeiras em todos
do vasto cancro da pello de l* fflrttt <*!#,,
visto como a" naturexa reprodpgtotwfcMf o exienso ligase a necesidad* UN*MavakO
' s toda a pella mrbida, que *** (Ma m*
1 to do rosto e parte do crneo, mMlM #*-
cidos subjacentes alterados taes NKUfe a *
pessara da bocbecha at a macoca di buces, ai
n duas palpebras e lado qoanto proteje o globo do
ii?,ri, # JllJ Hvel pete mpossibllldaia O* eoeoatrar-se na vl-
Qoa ha pouco xercea este mesmo cargo eom geral ^naD(fa ^ n^peHe sai astete para eearlr a
* ... ^jM a. ,i vaeta feridaene dev reWlter *extirpaca cora-
do Olinda, compenetrando w da a do ^ m^m,,,,,* qoe, expende a fe
ir ass circu*" r -
Uncas anmalas, em qne se acba a nossa
diocese, mosirou mais ama vea qM san* aquilatar
a probidade, illustraco e tino administrativo do
Exm. Sr. deo Dr. Fara, cojo|ovrno sclaaacl-
do e prudente fol gcralmente applaud[do nao 6 j
as qaatro provincias de que so compoa esta dio
buco fteitft Ierra 18 de ftciembr de 1866.
tfO**9
-
-
M)licac5es a pedido
O cabido de Olioda, compenetrando so da alte
misso qae Ihe enmure desempeakar as <*"" f^a-DBWCtetflscopor deaiate mofanse nao
Irrealisavel, dar' logar a' que o vicio caicroto de-
termine a reapparico do mal.
Asseveroo mais o Ilustre donter caso do proScaidade na eawacl, a amera moca
nao escapara a' ama deformidade que serihe na
nwito mais doloroso do une a actual, en) Impres
0 ,. e de. C>*ZZ"Z a^vm^abido por este acto | **> anda nao pode eclipsar o. lindos Hracos- com EgadV % a m8.V,z
oralmente Jg J-ftSoVSft S^^^^iSSS^ "* guarda de honr dotaba,
ZLzZ?lL .m ,t. eiPi-a^ntflm aibnaar-sB ara I <**<**"<> rosto.______,_, ._____-_____ para assistlr a festa e Te-De
cesaoos.que com esta eleicosentero alteoaar-se uro
pouco a dor Exm. Sr. O. Manoel de Mlsdelros.
Reunio-so hontem o Instituto Arcbeologlco
e Geographreo Pernarabuco sob a presidencia do
Eim. raonsenhor Mutflt Tavares, e com assistencia
os portos nao habilitados, quer maritimas quer flu ^ -^ Drg JoaqaJm PoMeH, Aprigio. Soares de
''" ,r r. ..o, a. nnrtiK te-; Arevedo, Nasciroento Feitosa, Witravio Pinto Bao
lmagine-V. Exc qaantas centenas de ponos w-, .
mos nos na nossa looga eona e ros, imagine to-
na nossa ..
das as paragens itmku e obscnras, no nosso litio-
ral ; pois bem, era virtude dos 2 e seguintes
se rao outros tantos portos aoode podem ser des-
embarcadas qoiesquer roercadonas, conduzdas
por navios estrangeiros, traieodo emigrames;
O emigrante a bandeira que cobre a carga!
Ora, digame V. Exc, hawra fi9ealisa$ao OMWW
eqaepndesse evitar o contrabando? Este artio
nao produairia o niqoilamento da nos principal
receita ?
Eu vou convencer a V. Exc eom ama breve e
verdica historia unccedila em ama das provincias
do norte.
Hava urna easa importadora, Sr. presidente, da
mercaderas estrangeiras (nao dire o eome desta
ca eran destinadas as faaendas i roaa o negociante,
em vei de despacha las no lugar do consumo, no
Ceari, para onde eram destinada as faiendas;
desembarcava essa* fAendas on no Rio Grande do
Norte, ou no Aracaty, e depeis transportava-se
com grande risco para oCenra. ecom*ius oa
res dias de viaeem. mamigo dessa casa impor-
tadora pergootou a om dos socios qne conveniencia
bavia em nao
deira, Soares Brandao, Amaro da Albuquerque,
Cutma e Pigueiredo Janior, Serapbico, Cicero
Peregrino, Siiveira, Rodrigues Campello, major
Salvador Henrique e padre-mestre Lino.
O Sr.secretarlo perpetoo dconta do seguinle:
Um foibeto impresso intitulado A Regenerado e
* Reforma, uff. nado pelo respectivo autor o Sr.
Dr. Nabor Carneko Bfierra Cavateaaij.Reeebldo
cora agrado, mandea-se archivar.
Outro do discurso obre a Historia da Phttotopki*
pelo Rvm. Sr.eonego l. Rodrigues d'Araujo, olfer-
tado pelo consocio Dr. A. V. do Naseimento-
sa.-Recebldo com a agrado, maflda-se archi-
var.
Varios nmeros do Diario de Permmbtco ofler-
tados pelo consocio- Dr. al. de FigUeira Fa-
ria. Roeebido com agrado, mtnda-se archi-
var.
O o. 24 do Bras Agrwola, olTrtado pelo respec-
tivo editor a Sr. F. M ihjprat.ttecebido com
agrado, manda-s archivar.
O n. 8 do Oriente, offeriado pela respectiva re
daccio Recibido com agrado, manda se archi-
var.
Vea a mesa dnas propostas lembrando varios
para socios correspondentes.Vai a cemmis-
fa. Srs. para socios correspondentes.Vai a
desembarcar directamente essas '\^Mmmm de socios.
rendas no Gear. a Exm monsenhornresidente D"e era discussao
Sabe V. Exc. oque ^.gg aBateteteSll Revista sobre
Responden, cony toda JJSfS.'^XT aljamas alterares dos estatotos-, rtrindo-M a
maneira :-E nao ^M*.JS**$S 9** WW a palavra o Sr. major S.iva-
q&minMW-WJ*}W;M totolo ^ tmfi a .dea nelle cuntida P>r motivos
pague se 20:000# ou 3O.00Y'* ? Ha ni casa pes-
soa que sabe deste falto, e essa pessoa me est ou-
vindo.
Pois bem, MI u IteteOWeittJll WK -001* precedente"orador, e o Sr.
ses port.nhos, simad**,******* obscuro, GllBa\aes p SnteOtertO da Idea do
onde nao peteti ***** lf- "JjJJ partcer, do que o rehtor, concluindo por asse-
veria nm s contrabandista que, em lugar de levar h^ ^ ln'til|i,(1 mmmilmn x sua decisao,
modo.
que expenden, e acaba pur manifestar, que nao Ibe
prestara o seu voto.
Seguem-se Ihe o Sr. Dr. Soares de Atevedo que
verar ao Instituto qne aceitara a
SU faBDdaS gggfg JeSS uatWr que .^a "slm o men^r incomm,
"*rLnJEZ StiSMSSt ^ HBB em contrario do disposto no 5 '
para essas paragens tnvtas e obscuras e depoi:
entao as reconduitfia para os pontos de con-
somo. .
Sr. presidente, eu nao creie de modo aigam
que o nobre autor do projecto tivesse a i oten |
cao de querer proteger o contrabando em larga es-
cala....
O Sr Rastiboxa :Apoia ; incapa disso.
O *B. PWBODOOM : Mas digo qne se passasse
semelbante projecto com este artigo tal qual esta' |
concebido, e eu fosse contrabauista, reunira lo-1
des os ountrabandistas do imperi, lodosos intro-
ductores de ceJuias falsas, ledos
rnoeda falsa, todos os fornecedores
para o exercito em operaco cotiira o Paraguay
(risadas), e Ihes dir : amigos, ha agora orna ero-
preza muito mais vantajosa do qne todas estas,mais
vantajosa mesmu do que o ultimo emprestimo bra-
sileiro, conlrahido em Londres...
O S*. Godot :Apoiado.
OSb. Fioueibedo :Qaal esa emprefa, roe
perguntariam viles t Eu Ihes respondera : 16r
barcos ao mar aflm de conduiir emigrantes para
os portos tntnos e obseurot du Brasil, iendo-se a
cautela de encher os navios da mercanonas.
O 8. Godot :Apoiado; e vinha logo a subven
ca o do governo.
O Sr. Figubiredo :Exlincta, Sr. presidente, a
no??a mannrra timujiuir, i^nuo bb tinnw*,'"
passar a menida absoluta comoqner o
lado, imposslbitada toda e qualquer IsoaOaifM
pelo % 2, pois n&o possivel que esses lugares
distantes das grandes alfandegas possa haver fisca-
lisacao alguma, a quem aproveilariam esses favo-
res de fretes baratos e desembarque em todos os
portos T A' nacao brasileira t aos nossos compa-
triotas ? a' renda do paiz T Nao, Sr. presidente ;
ludo isto sera era proveto do etraogeiro e com
prejatzo nosso. (Apoiados.)
E quando nos cumprla tirar a marrana mercan-
te nacional da oppressao em que vive, quando pela
dimmuicao dos direitos fiscaes que ella pag, pela
isenco do recrntamenlo, pela eincco de todos
os vexaraes que a asphlxiara, devamos procurar
desenvolv la, que ao contrario dtslo, se quer suf-
feca-la, mata-la era beneficio dos contrabandistas
estrangeiros I
E depos que o paiz visse devassados todos os
sens porlo=, todos os seos nos pelo estrangeiro, poh
que o projecto autorsa a oavegac/ao e desembar-
ques at oas lapoas e ros iuterm, quano tives-
semos recolhido no interior do paiz esses cavallos
de Troya...
O Sr. Godot :Apoiado.
O Sr. Figubirbdo : ---- e extincia a nossa
marraba mercante nacional, onde e Sinen para dizer-nos a nos illnsos e imprevidente-
Troianos: que naquellas machinas de madeira nao
encontraremos amigos nossos, e sim astutos Gregos
invasores do nosso paiz aimigos de nossa naciomi-
lidadeTI
Os Srs. Robrigues Jcnior e Gonor :Mnil
bem.
O Sr. Figuetrbdo :Sr. presidente, estoa MI
8ad0- ,. -
O Sr. Godot :Tem fallado muilo bm. (Apoia
dos).
O Sr. Figubiredo :Sinto i>o poder levar ao
fim o mea discurso, pois nao estoa anda nem na
metade dos apontameatos que tomei; mas nesta
materia, Sr. presiden! r, o qne eu desejo que o meu
paiz tome, como licao, o qae nos aconselha um
douto economista, o qul se exprime assim :
c A verdadeira safeedoria do governo consiste
actnalmente era diminuir, tanto qoanto frr possi-
vel, todos os abstaeui'is to commercio istraogcim,
sem todava quebra-os eom imprevdeocia, e >o-
brotado de urna maneira aOsoluta ; em conservar
certos privilegies, certos monopolios, como preser-
vativos salutares contra os abusos ou as decepcdus
da iivre troca ; em snspendd-los temporariamente
guando as necessidades do paiz o exigem. Desta
maneira, o pder social, oa verdadeira linha de
seus direiros e de seus deveres, sem fazer pesar
sobre as industrias agrcola, manufacturera e
commerclal, toda peso de um monopolio esraa-
gador, conservar essa aupremadreico, e esse
poder de equilibrar tedos es in*eresses : preroga-
tlvas providenciaes e sobrtmes, das qaaes jamis
se deve o governo desapossai\
Se mais tarde os progreaso das luzei, da roo
ralidade,do aperfeicoamento hamauo, toraassem a
Iivre troca commum a todos os paizes, e como con-
sequencia a paz uoiversai de todos es pevos ; de-
veriamos acceila-los como o maior beoegck) da
trra ; mas, para obter tao grandes, lao bultos re-
sultados da civilisaco, oas* devemos precipita-la
em urna va perigosa por eslorcos e por meios pa-
ra os quaes nao encontramos anda nenhuma raa-
dureza no espirito e no corana dos horneas.
Todava, admiitindo essa sabia e couscieocio
sa reserva na eraancipacao industrial, ludo o go-
verno que preza a sua. cooaervacao e a prosper-
dade do paiz deve marchar eom a cuilisa^ao nesta
via, como era todas as oulras, e nao lacorrrr na
censara sena qae os borneas sensatos nao deixa-
rfam de fazer-Ibe, se seas actos ttvessem pur Om
arrastar a concurrencia e a Iivre troca par urna
dirergo falsa e retrograda >
Ponanlo, Sr. presidente, de preferencia a's peri-
gosas doutrinas, a's utopias (angadas oeste projec-
to, eo sigj o conselho de prudencia qae nos da este
economista, e que o eoowlbo que le seguido
todas as nacOes da Europa, conseibo qae nao de
vemos ter a lojcora de desprezar, porque ene des-
prezo nos eastaria, dentro de pouco lempo, mullo
caro.
Tenho concluido. (Afutro bem.)
(O orador i comprimenmdo vor algn* Srs. de-
rutados.)
Nao ha vendo mais uiogaem coa a palavra, fiea
encerrada a discussao.
Dada a ordem do dia, levanta-se a sesso a's 3-
1/2 horas da tarde.
era
dieeasso.
O Sr. Dr. Nascimento Fettosa, toman 'o a palavra
pela orJem, nota qne a materia em discnsso sen-
do daquella natareza, de qne trata o art. 22 dos
estatutos, nao poda ser discutida senao em sesso
especial na conforraidade do mesmo artigo, e que
per torca delies Ihe e-lando commettida a rncora-
bencia de zelar na observancia exacta das ras
prescripc5es, offerecia a deliberado do Instituto s
segrate requerimento:
t Requeiro que, era camprimento do art. 22
jj^l dos estatutos, seja designada sessao especa! para a
Aguardemos porm que o juiro dos mdicos de
Pars acerca de to imprtanle caso, digno dos se-
rios estados dos discpulos de Visale, venha dar
mais luz a scieocia para bem da bumantdade sdf-
fredora.
O Gremio Sciaotiflco aunullou por irregula-
ridades no respectivo ptocesso as eleicSes procedi-
das a 6 e 7 do corrente, prevalecendo apenas a do
presidente e vico presidnnJe ? o resoltado da ao-
va eleico foi o setiuiote apante admlnistrauve.
1' secretarloAntonio dos Passos Miranda.
1 ditoManod Pintietro da Miranda Osor.
Adjnuctas :
Francisco da Conha Caslello Branca.
Basiiio Meades da Rocha.
TnesooreiroDuarte Estevo dHveir.
A.cemalisfao da redacco oom^oe-se doi Srs.:
Augusto Gurgel, presidente;
Fabio Nones Leal, secretario;.
Torquato Meades Viaona,
Simplicio Goelho de Resende,
Arishdes Augusto Goelho de Souia,
Benedicto Raymundo da Silva.
Na parle judleiaria o resaltado foi o segrate :
Jait de dreitoAntonio Aotero Alves Mon-
WteOt
Juiz municipal-Fraaclsco Gomes Prente.
Auditor de marraba e guerraAntonio Estevo
de Oliveira.
i" promotorJos Laeosa de Soma.
i dito-Francisco Jjs oV Medeiros.
1" delegadoawnoel Varelia do Nascimento Ja-
nior.
2* ditoHenrique de Alencastre Autraa
Escrives dos delegados :
Samuel Wallace Mac DoneU.
Sigismundo Antowe Goocalvas.
E?criv5odojory-Mnel Hessias de Gusmao
Lyra.
C .mmissao de eorreico :
Jos Januario Perelra de Carvalho.
Jo* Pires da Fonseca.
Jos Jaosen Ferreira Jnior.
Jos N. Tolealioo de Garvalbo.
Francisco Cornalio da Fonseca Lima.
Reinaldo Gomes de Oliveira.
ibeophilo Domingos Alves Ribeiro.
A s ciedade recrelaliva Bella Uannoma da
araauha a sua partida mensal, devendo este sero
ser bem aprazivel pela concorrencia de uraasocie-
ade escolbida.
.............> ii
tita, tk coronel commandante superior.
ajr fitxeira Carioca, precisa qae V. S. mande
poawr por cendo, qaal a ordem qae leve o Sr.
commandante do l." batalbao de artilharia para
a guarda de honra da festa do Senhor Boa Jesos
ana Passoa, que teve'lagar na igreja matriz do
Corpo Santo, no dia 23 do crrante.Kastes ter-
mos a*de a V. S. Ibe delira.E. R. M.-Recife,
26 de setembro de 1866.Maaoel Texeira Cario-
ca. Pasae.Quartel do commanoo superior inte-
rino da guarda nacional do Reclfe, 28 de setem.
bro da 1866.Nery Ferreira, coronel comman-
dante eoperior interino.Caruflco que a certidao
pedid 4 do theor seguate :Quartel do com-
raando snperior interloo da guarda nacional deste
nrantetplo, 2t de sttemtro da 1886.film. Sr.
Expeg V. S. soas ordeas, aflm de ser postada em
do Corpo Santo, ama
ai sob seu comraando,
para assistlr a resta e fe-Deam do Sr. Bora lesas
dos Passos, qne se tem de celebrar n'aquella Igre-
ja, no da 23 do corrente. Dos guarde a y. $.
Ulna. Sr. Joaqulm Jos Siiveira, tenente-coroael e
chefe do 1.* batalbao de arlilbaria da guarda na-
cional do Recife.Domingos AfTonco Nery Ferrei-
ra, coronel commandante superior interino da
guarda nacional E nada raats sa oonlinba no re-
gistro do ofjlcio, a qae me reportaO secretario
Firmino Jos de Oliveira.
Parece que a ordem nSo foi curnprlda, visto na
oecasise do Te4raatn nao estar presente a dita
guarda.
m Carolla.
5, 6 6 8 de outubrrj drj corrente atino, das' pela falta de pagamento da iza da adjGdieaeo a
Uiove horas da manh5a, as tees da Urde, fta moama.fiaiodO pnvcM, ov sMa* e aras no fo-
Iporta da casa da ^^Zt^Zrtt ^MSCr^Sr^
cravos creouios sadios e de bonitas Iiguras, Cn(j8 Ailaoqorajia, 4a-aeofomidada-cB e dis-
FrancelDO di 43 aonos de idade pouco maiS posto no art. 12 da le n. 039 Je 26 du setembro
OU menos por 1:000^(000, tona de 20 an- de 1857, a qaal malta foTnarazo de 10 por cen-
mdeidad?, molber domymo por800, ;HaiaSar4r:
Guilhetminade 18 ezes ne idade pouco a0Sente desta cidade, pelo presente que ser' pu-
nais ou menos, sadia. filba dos mesmos por blicado as toUus diarias, avisado, arlra de que
500, Joaqun* de 7anuOSde idade pouco.'unapagar r?fendajnulte noprasode uro mea.
mais ou meo? s, avajiada por 300^ Joaona
de 5 aonos de idade pouco mais ou menos,
sadia por 1500, Sebastiana de i i anaos de
idade, pouco maia on menos por 800^, Jos
do 25 annos de idade pouco mais ou menos
conlado da publlcacio desta.
R-aehedoria de Pernarob
10
27 de setembro de
A ttenem.
O abarro assignado, administrador ua-tecebeda-
por 1:0000, L'.urenca "de 20 annos de idade riada rendas internas gexaes. convida, .pessoa a
pouco mais ou menos, mulher do mesmo ^^^7^&t ^ff^tS^
por 8000, Josefa de 9 annos de idade pouco da Dma de 5:3oo*, a traze-las ou mandarlas a s.
mais OU menos, filba dos mesmos por 4000, ta repariicao, aflm de se conferirem as vertas
AntSo de 40 annos de idade pouco mais OU comolangamentodareceita.daqualicon^qw.duaa
aflpavamad*i<9CUSa,> da emenda ou reforma prouosta para
com.n.-sao de Revista.-Orador, A. V. do Sata-
mente Feitosa.
Eoira era discussio conjunctamente rom o pare-
cer es;e rejuerimeoio, e sobre a sua lo< falta o Sr.
Dr. Aprigio Goimaraes contestando a respectiva
opporiunidade, na suptiosico de que ha preceden-
tes qae antonsam a discussao mmedjata do pare-
cer, accresceodo qde essa especialisaco da sesso
resalta ta ja do adiamento da discussao e poblica-
co do parecer.
A esta argumentcSo eppoe o Sr. Dr.Nascimento
Feitoa motivos, que assentam nos estatutos, cujos
ariigos l ; e flepols de abunoar era notros argu-
nvrnloj, e raides ja p*p>iHiTas e que vjnham a
nem Ofl Sua irguifientac^o, ooin-loo p+t jv.-it.mr
noiTre d7pu-' 9* e lo-l'tnto n podia dispensar nos estatutos
tratando. m w'ssio econmica e ordinaria de ma-
terias cousigriadas
O Sr. Dr. Aarig
sua se-s special.
o Gulmares aioda oftereCeu
ootras considera^."! s em sentido de susteotagao do
.en parecer.
Eocerrada a discossao, e posto a votos o reque-
querimeno, e apprpvado, marcando ento o Exm.
monsenbor presidcbe o dia 11 deoutabro prximo
para a sesso de discugodo parecer.
Proc. dendo a votaco, sao approvados socios cor-
respondentes os Srs. Floriano Correa de Brito,
Epaminondas Vieir da Cunha e Manoel Luiz Vi-
res.
O Sr. Dr. WitrOvio Pinto Bindeira manda a
mesa o seguinte : !
Proponho que seja marcado o venciraecto que
deva perceber o amanuense deste Instituto, sendo-
Ihe c miada desde 10 do corrente a respectiva per-
cepca Sala das sessdes do Instituto Archeologi-
co e Geogtaphico Pernambucano, 27 de setembro
de 1866.Witravio Pinto Bandeira.
E' commettida a' mesa administrativa a provi-
dencia indicada no reqaerimento.
Na qnalidade de th. soureiro, da' cotrta o Sr. Dr.
Amaro o'Albuqnerque de que varias verbos do or-
namento da despsza se achim exgotadas, no en
Witaoto que ha dspezas argentes por fazer-se;
e que as>im carecendo de autorisa^o, propnnha
a approvago do Instituto o segoiole :
Proponho que seja o thesoureiro autorisado
nao s a pagaras desp.zas ja' feitas com o? arrao-
jo1* do Instituto, como outras que se vio fazendo
visto nao haver verba no orcamento, e estarem es-
gotadas as de expediente e de eventuacs. Sala
das sessoes, 27 de setembro de 1866. Amaro de
Albuquerque.
E' remettida a eammissao da fundos e ornamen-
tos, para dar parecer.
O mesmo Sr. Dr. Amaro d'Albuquerque faz
selente ib, qae jaf ffecluara o recebimeoto da
quota votada pelo corpo legislativo a favor do Ia-
titoto.
O Sr. major Salvador, como relator da comrais-
so de trabamos historeos e areheologicos, scienti-
Qcande ao Instlalo de qae a eommissao medica
oompoi-f dos Srs. Drs. Augusto Carnetro Monlei-
ro da Silva jwntos, Alexandre de Sjuza Pereir^ do
Carmo e Francisco Pires Machado Portilla, ja foTa
officiaimente convidada para dar principio aos seas
trabamos relativos ao exame dos ossos presumidos
de Peraandes Vieira, que foram transferidos para
a igreja do Paralzo desta cidade, declara qae nao
obstante ain ta nao hava a mesm'a coraroisso me-
dica designado o da da prnoerra rennlao, como
Ihe fura pedido nos ofBdos que a cada um desses
Srs. foram dirigidos.
Fica o Instituto ioteirado.
E nao haendo nada mais a tratar, levanta-se a
sessao.
Sem duvida allgoma devenios ter pelo proxi
mo vapor do sal as noticias mais satisfactorias a
resp-itj da campanha, vindo a conlrmaco da to-
mada de Curopaytl pelo exercito afilado. Ora, pa-
ra solemnisar este faci notavel, consta-nos que se
preparara festejos, populares era escala, que revela
bem o patriotismo que alimenta o pello pernam
bucano.
bT i'ffectivamente esta urna raanlfestaco, qae faz
o elogio de nossos bros.
Tem ocenpade nestes|dois ltimos dias aatten-
co DUblic i urna moca da 18 aanos de idade, lba
de Macelo, que, accompanhada de sua pobre mi
anda a' recorrer a' candada publica, com o lira de
ir a' Pars prailw urna, oaeraea que Ibe dizem
ser impossivp.l que poisa praticar-se aqu.
Bella que seria enferma, a' julgaz-s pela metade
sa de aeu rosto, e sem que manifest velo lado de
seu estado geral alguma outra entermidade menos
apreciaveL como o indica sua ba cor e e estado
da iincua ; accarreta ella aa face urna massa ener-
me de medonbo aspecto tubercaloso, cuja origem
Ihe vem e nascenc e que, Intaresando-lbe com-
pletameote toda a pello do lado dreito a' partir
da tmpora correspondente, esteude-se por toda- a
circumfereocla do tiuo, inclusive as palpebras at
meude do nariz para diante, aviziolia se do ouvi-
d > para traz, comprehende toda a bocbecha, ma-
esa etoda a lace externa, base e ngulo da maxila
ioferlor, onde lermioa como qae pendente de um
modo horrivel, apresenlando no todo, scuosicU-
des, fendas, durezas, ele., etc.
Ante-hoBtera teodo sido a doeute examinada por
um dos mais dstinctos de nossos mdicos opera-
dores e Sr. Dr. Carolioo Francisco de Lima Sao-
tos, opuou elle contra a operaco como loexequi-
vel e arriscadissiraa, coosistiodo ella oa eslirpajao' publico interino, Tilo dos Passos A'.meida Res.
Correspondencias
Una patarra apelles que padecem de
pthisca.
A eifiecttiratS- de mucosidades, tosse fa-
tigadora e continuada, pulso pricipttade e
pulmes inflammados, sao symptomas des-
favorareis ; porm nem por isso deveis
desesperar, se acaso depositardes toda a
vossa confianca no pulmonico o mais pode-
roso e admiravel entre todos os mais conbe-
cidos, isto o- Peitorttl de Anacahuites de
Kemp.
Em mimares de casos semelhantes, os
enfermos se restabeleceram e adquirirn
a sua saude. Assim como o axeitef abran**
as ondas de embravecido mar, pela mesma
forma, este remedio aplaca e acalma os
syraptomas febris que acompanham a tosse
constipaco, bronchtes, pletiresia, asthma
e catarrhos.
sai-o pois, o mais breve que vos seja
possivel, e amia mesmo embira que a en-
fermiikde Ja teoba feito terriveis progresso9,
com todo isso nao tenhais mdo que j seja
demasiado tarde para usardes deste grande
e impagavel remedio, o restaurador da
vida e saude dos mortaes. Felizes daqoel-
les qne o uesm e o sabem terdadeiramente
apreciar.
Acha-se de venda em casa de A- Caors e
de J. da G. Braro 4 C.
menos por 5"0, Josefa de 30 annos de:
idade pouco mais ou menos, mulher do
mesmo 300$, Florinda de 7 annos de idade,
tunados mesmos por 20 >0, Luiza de 8 an-
nos de idade, filha dos mesmos por 5005,
Jos de 16 annos de idade por 8000, Agos-
tinbo de 30 anns de idade pouco mais ou
menos por IrOOOjJ, Lucas de 25 annos de
idade "pono mais eumenos por i:"006,
Jos de 26 annos do idade pouco mais ou
menos por 8003,, Flix de i annos de
klade pouco mais ou menos por 4:000)5 ;
os quaes sao pertencentes em partes ignaes
aosorphSos 6 rispio, e Constantino, lillios
legi irnos do fallecido teaente orouel Ma-
noel Duarte da Costa, e- vio a pra^a c-ofB-
eio porlnteresse dos ditos orpbos e cau-
tela des seus direitos.
E para qoe chegue a noticia do todos fiz
passar o presen-te, qae se afkar no lugar
publico do costtime, e mais dons de igual
theor para serem pub icados, nos dba. jor-
naes mais lidosda capital.
Dado e passado sob o sigmal e sello deste
jozo, qno ante mitn serve, on vaina sem
soilti ex causa.
Cidade da Victoria, t9 de setembro de
4866.
E eu Antonio Ludgero da Silva Costa,
escrivo de orpbos que o subcrevi.
Jes Ricardo Gom-s de Carvalho.
Srs redactores. Nao posso por muilo-,lempo
guardar silencio, quanto aos feitos do Sr. Dr. juiz
de dreito desta comarca o Sr. Marcos Correa da
Cmara Ttoarlndo, ama ver qae o mesmo sinbor
to amigo de ceusurar e de jaciar-se de Justicei
ro e recto, sem lerabrarse, que a soa chroulca
offerece muitos dados a' censura. No temp^, em
qne o Sr. Dr. Tamarindo esteva de juiz municipal
do termo de Tacarat, e qae era juiz de dreito In-
terino da comarca de Villa-Bella (a cuja comarca
pertence o termo de Tacarato) o Dr. Rodrigo Cas-
tor de Albuquerque Maranho, o qual tendo aberlo
o jary era Tacarat' em cuja sesso dvia ser jul
gado o teneote Jos Alexandre Gomes de Sa* e seu
mano tfferet Gabriel Gomes Barboza, criminosos
de morte, no dia em quo o Dr. Castor fo\ coro al
guos amigos empasseioa' Cachoeira de Paulo Af-
fonso, e passou o exercicio da vara de direito ao
Sr. Dr. Tamarindo, esta senhor, longe de cnmprh-
OS seUS dnueras du precUir n trlln.nal. iIaii nartft
ue ooente, de commum aecrdo cora os seos ami-
gos e passoa o exercicio da vara a nm homem
quasi analphabeto, para qne sem responsatiilidade
sna se Mvrasseio ditos crimino-o.. Porventura esse
procedimento do Sr. Tamarindo seria eslranho s
pessoas desta comarca T Nao por certo ; porque
por tal motivo muitos humeas do lagar o censura-
rara : convra que o publico saina que nm dos
reos que em tal sesso foi absolvido pelo manejo
cima dito e que foi protegido pelo Sr. Dr. Tama-
rindo o mesmo que como vereador fez parte da
cmara desta villa e representou ao Exm. Sr. pre-
sidente da provincia a maneira pela qual o mesmo
juiz de direilo da comarca desrespeila as leis,
abrindo eorreico n'um povoado, onde nao era ca
(v i do termo e comarca, chamando os emprega
dos da sede do mesmo termo para dita eorreico
em Tacarat' e agora Cumpara-se oSr. Tamarin-
do contra elle por ter o vice presidente da provin
ca particularmente mandado Ihe a copia do oficio
da cmara II
O Sr. Dr. Tamarindo ja' esta* habituado nesse
vicio, nao obstaute ter chegado a esta comarca
cora fumagas de recto e apregoanSo-e de justicei-
ro ; porquanto nao liesitou de rellrar-se da co-
marca para a cidade do Recite no tempo qnedevia
fuoccionar o jury e que tioha de responder nelle
Francisco Viceute da Conha Valpasso5, o que nao
iguorava o mesmo juii de oreito, pois sabia, que
o Sr. Dr. Antonio Raog-I de Torres Bandeira linha
vindo ao senao para tratar de sua sade e encar-
regar-se da eMa do dil) Valpassos tendo o mes-
ou Sr. Dr. Bandeira esrnpto a respeito ao Sr.
Dr. Tamarindo perguntando quando era. o jnry
ao que responden ao Sr Tamarindo marcando o
tempo, o que se pmvaTa'.se for preciso. Accresce
que cliegaodo o Sr. Dr. joiz de direito a esta co-
marca quaado ja' han* sido transferida a sude do
termo e comarca de Tiearatu' para esta villa pela
le provincial <.U 9 do raaio de 1865, lei competen-
temente sanecionada, nao trepldou em desrespei-
ta-la, abrindo a eorreico em Tacaraiu', obligando
as autoridades desta villa a comparecerem na au-
diencia geral da abertura da mesma eorreico,
calcando aos ps a predita lei provincial e o dls
posto no are Il do regulamento de 31 de Janeiro
de 1842, dando nesta mesma corre'Cio provimen-
tos escandalosos, aflm de proteger a um eoncessio
cario dos impostos previociam da freguezia de Ta
caralu', mandando cobrar 8 por eento sobre o ar-
bitramento das fnnoas crimss, cingtndo-se a urna
lei ha muito revogada, e porque foram appare. an-
do algumas censuras dos Flore-taos a esse modo
de proceder do Sr. Dr. juix de direilo, enteaden
este senhor que devia por isso bostiltsar a todos os
Florestanoa, como fez em presenga do seu oollega
o Sr. Dr. Bandeira era Tacarat', dzendo, que nao
poda frequentar a sede do termo por ser om ter-
mo de ladroes e assassiaos, alera de outras ex-
pressSes grosselras aliradas contra os habitantes
deste lugar : Urem, portanto, os leitores a conse-
quencia se .ossivet que nao bajam na Floresta
homens honesto T S porventura asim Ib9.e, olo
seria do rigoroso dever da 8r. jais de dreito a
bem da orden poltica, residir na sede da comarca
para activar as autoridades desta localldade aflm
de melhorar as ooums, mrmente sendo este povo
desordeiro (eomo dlc e 8r. Dr. jle de direiie) T
Quem mais precisa de remedios f Sero os ?es,
ou os enfermes ? Ooae ae torua mais aece-saria a
autondade, onde ha feoiaens paclSoos e boaeMos,
ou nos lugares qoe abundara de criminosos on
turbulentos ? pois -rnente porque o Sr. Dr. juiz
de dreito nao gosta deata loealidade, oectesario
hostilisar a qoeaa nunoa o offeodeaf Sara' porque
0 Sr. Dr. aqu nao faca' bora negocia eom a venda
dos cascas T Em tal caso pdera i car os seus
seus escravo em Tacarat' oceopados nessa mer-
canca.
Maito sentio se o Sr. Dr. jalz de dreito per ter
a cmara desta villa cfflciado ao Exm. Sr. vice-
residente da provincia dando parte de sea modo
e proceder, nao se lembrando que nm dever da
cmara assim obrar, e se ella se exhorbiiau do que
devia, o Sr. Dr. juiz de direilo jusfique-se.
Por ora pararei aqni, aguardando occasiao op-
portuoa para vdtar ao prelo.
Son, Srs. redactores, sea constante leltor.
Villa da Floresta, 29 de agjsto de 1866.
iod Gimes de Menezts.
Reconbeco ser verdadeira a arma srjpra. Villa
da Flerasta 30 Ve agosto de 1866.
Em fe e testemnnho de verdade O tabelliSo
*se
COMMEECIO.
Colaf5e* offlk-irtes,
PRACA DO RECIFE, 26 DE SETEMBRO
DE 1866.
A's 3 horas e meia da tarde.
ontem,
Algodo.Da Parahyba f sorte 17J560O por arro>
ba po>to a bordo.
Hoje.
Cambio sobre Londres 90 d/v e 25 d. por I000.
Descont 7 0/0 ao anno.
Dobourq,
Presidente.
Siiveira,
Secretario.
\"ovo banco de Peruana..
Jbneo.
O aovo banco deseonta lewas de praxo at qoa-
tre mezes a 8 por cento ao anuo, e de maisr prato
a 10 por cento.
8 novo banco de PernarabHeo faz
sepndo dividendo de vinte por cento
das massas de Mesqmla k Dotra e Fran-
cisco Antonio Correia Cardozo.
Caixa Filial da Braco do Brasil em Pernamliuco
aos 13 de jubo de 1S66.
De ordem da directora se fa: seiante aos senho-
res accionistas qne o thcioureiro ^^t autorisado a
pagar o 25 dividendo das accSes destt caixa a ra-
zo de 10,5.
O guarda livros.
Ignacio Nunes Correia.
Caixa filial do banco do Brasil em per-
nambnco 13 de julho de 1866,
A caixa |sacca sobre a caixa tilial na Babia.
Novo Rrnc de Pernamimco.
O Novo Banco faz o 17 dividendo de 5 por
ccao.
Caixa filial do Raneo do Brasil em
Pernainbuco, 2o de setembro de
1866.
A directora convida aos Srs. accionistas a vi-
ren receber nesla caixa as acgSes que Ihes com-
petem, re-titulado os mesmos Srs. os recibos das
duas ultimas presiacSes, a bem assim as cautelas
que representam as raesmas acjdes.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 26......
Idera do da27................
634:748,8418
29:372*438
6o4:32i)856
HOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Voluraes sabidos com fazendas... 174
c f com gneros... 704
-----878
Deacarregam hoje 28 de setembro.
Brigue nacionalO/indo charque.
Barca nacionalSanta Mariadem
Polaca bespaahola Promptadem.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAtS.
Rendimento do dia 1 a 26...... 26:6924713
dem do dia 27................ 856*537
27:549*270
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do da 1 a 26.
dem do dia 27...........
81:8314286
7:81146-58
89:6459i4
""
MOVIMENTO DO PORTO
A'at'ie entrado no da 27.
Nevr-Yert-M das, brtgne Inglet Peccadttlg, de
163 toneladas, capito D. G. Sims, equipagem
10. carga mercadonas: a Johoston Pater & C.
Navio sabido no mesmo ata.
Rio Granlo do Sul pelo As**Patacho nacional
Adtttnc, capitao Jolw Augusto de Carvalho,'era
lastro.
^^w
EDITAES.
0 Dr. Jis Rtcario Goaxt-s de Carvalho,
juiz de orpos nesta cidade da Victoria
e seu termo da comarca e Saoto Antao
da provincia de Pernambuco, por Sna
Magestade Imperial e Constitucional o
Senlior D. Pedro II que Deus Guarde
etc.
Faco saber aos que o presente edital vi-
rem e del'e noticia tiverem, quedepois dos
presaos da lei nos "dias 17, 18 e 19 de
ou'tibro do c rrente anuo, das des a doze
horas da manlia, e a porta da casa de mi-
nha residencia se precede a arremataco em
praca publica por via de venda a quem
mais d funto ou Piabas, coi) rt de mntas virp;eng
e ao sul deste termo avallada por i0:600
e por urna parte da qua<4ia de 5:4814il7
do engenho Miohocas deste termo mnente
e corrente de animaes mtiito bem obrado
avaliado por 100:0005 as quaes proprieda-
des e parte de engenho s pertencentes
aos orpha is Chrispitn e Constantino, filhos
do 'enente-coronel Manoel Duarte da Costa,
e vo a praca ex-offico por ser de inleres-
se aos ditos orpbos.
R para rjii* c.hpn^p a noticia de todos fiz
passar o presente que se afixar no lugar
publico doOStume e mais dous de igual
theor para serem publicados nos dous jor-
naes mais lidos da capital.
Dado e passado sobre o signal e sello des-
te juizo que ante mim serve ou valha sem
sello ex-cauia.
Cidade da Victoria, 21 de setembro de
4866.
E eu Antonio Ludgero da Silva Costa, es-
crivo de orphaoso snb crevi.
Jos Ricardo Gomes de Carvalho.
nicamente foram langadas, sendo qae em urna
dellas deve fJltar a asignatura do thesonrelro ou
do fiel; o que feito sero sem demora resumida?.
R.cebedona de Pernaabuco, 28 de setembro de
1866.Manoel Caroeiro de Sonza Lacerda.
Obras Publicas
Pela repartico das obras publicas, se far publi-
co para conhecimento de quero possa Interessar,
que o concurso para prehenchimento dos lagares
vag s de pralicaotes. Oca transferido para o dia
20 de novembro prximo vindonro.
Secreurla da i .-uarlico das obras publica?, 25
de setembro de 1866.
Joao Joaquim de Siqueira Varejao.
EXPOSMO
IDUS '
Productos agricniiis, i-diRlriacs, e
obras de arte en ppiaamaneo
A c mmissao directora informal aos Srsr.
industriaes e mais pessoas que tiverem u>
concorrer com os seus productos wposi-
co provincial, que este lera lugar no dia
14 de outubro prximo.
Sata da eommissao, 26 de setembro de
1866.Buarque de Maceay secretario.
Crrelo geral.
Pela adminislraco do curreio gesta cidade, ae
faz publico qoe em virtude da. convengo aostaJ
celebrara pelos governos brasilelroe Trance, sera
expedidas malas para Europa no dia 30 do torren-
te pelo vapor francez Guienne. As cartas se to re-
cibidas al 2 horas antes da que for marcada para
a sahida do vapor ; e os jornaes al 3 boras antes.
AdminbtraC'"io do correio de Pernambuco, 20 de
setembro de f866. O administrador, Domiagos
dos Passos Miranda.
Correio geral
Pela adminislraoao do correio deata idade, se
faz publico para nos cwmmeotM, qaw em virtude
do disputo no art. 138 do regul-mento |eral dos
correios de 21 de dsteaabro de 1844, e art. do
decreto n. 7S5 de 45 Je maio de 1851, ae precede-
r' o cunsummo das caitas exsleotea aa admnir-
lra(o, perteaeentes ao iaa 'ie setembro de 1865,
ao da 3 de outubro prximo as 11 horas- da taa-
nba na porta do mesmo correto, e a respectiva
lisia se acha desde ja' exposta aos iateressados.
Ailmio^tr. cao d comi- de Pernamboco, 22 de
setembro de 18*i6.Q administrador, Domingos
dos Passos Miranda.
DECLARARES.
Consolad* povineial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi
eo que no da'28 do corrente se fioda o prazo
mrcalo para a arrecadaco dos impostos cobra-
dos por lancamento pertencenies ao anno flnancei-
ro ododc 1863 a 1866 flcsulo sugeitos todos o;
devedores que nao pagarem sens dbitos at aquel-
le da a serem ajuizaoos.
Mesa da consulado provincial 1 de setembro
de 1866.
Antonio Carnciro Machado Ros,
AJiiGistrador.
O conselho de couiyras d i arsenal de guer-
ra precisa c -mprar para n presidio de Fernando,
o seguinte :
30 arrohas de plvora grossa.
1 barrica de rxo ierra.
1|2 arroba pos preto.
1 barril oleo de linhaca.
i dilo blk verniz.
24 garrafas airo >1 Inglez.
12 alicates chatos surtidos.
12 ditos redondo ilito.
2 baodeiras brasil^iras do lileli.
i piacel para sombriar Gogilos.
24 cadmhos sonidos.
500 curdas para ndames.
i caixa folba de flandres grossa.
i dita dita singela.
2 pecas cabo de liabo de tres pollegadas.
6 comp.i&ss de chaves sorlidos.
1 arroba cobre em lencol de grossnra de
pollegada.
4|0 carmim.
1 espanador de pjunas de ema.
24 libras eslanuo em verguioba.
I arroba lati em lengol de grossnra de
pollegada.
4 duzias limas triangulares da 3, o, 7 e
legadas.
1 maleta para moer tinta.
8|0 ncar.
24 paz de ferro.
18 resmas papel paulado.
50 pecas rte poitas de embira para jangadas.
8 pe-iras de amalar.
8 milheiros de pregos npaes.
3 ditos de duad-egqaroicao.
2 ditos de ito de meia guarnico.
2 ditos de dito balis pequeos.
12 pilleis finos sorlidos.
12 pioceis de penna sorlidos.
1 Mra parafusos de ferro de H* polegada.
2 ditas de dito dito de 3|4 dita.
4 ditas d ditos dito de 1 dita.
4 duas ditos de i ditas.
8(0 sombra de colonia.
4 tornos de mi sonidos.
2 piaepis cbalos.
2 arrobas tinta, branca em massa.
12 libras verniz copal.
4 garrafas de> veroiz de p'ncel.
8 libras verde montanha em p.
8 dilas dilo francez.
16 ditas zarcao.
As pessoas que quiterera vender ditos artigos
apreseotem suas propostas na sala do dito conse-
lho as II horas do dia 29 do corrente.
Consefho de compras do arsenal de guerra 26
de setembro de 1866.
Manoel Jos Azevedo Santos.
1 lt2
1 1|2
9 pol-
Pela secretaria da cmara municipal desta
c dias 29 do corrente, e 3 de outubro prorfnis
vindouro, para serem arrematadas por quem
maior preco offerece- as rendas manicipaes an-
nanciadas para hoje, devendo os que pretenderen
as mesraas licitar, apre^intar suas Bancas de at>
cordo com a lei da hrev !a nacional, qoe manda
esp&cialisar os bens afiaucados ; os qae assim nao-
pr ic! rem deixario de ser admlttidos na airema-
laclo.
Secretara da cmara moniripal do Recite 17 de
setembro de 1866.
O secretario,
Francisco Canuto da Bbaviagero.
Capilai'ia de perbiie Pei-namin ,27
de setembro de 1866.
O Illm. Sr. capitao do porto, em virtude de or-
dem superior, manda pohlicar os aris. 2*, 3 e 4*
do decreto n. 3427 de 23 de marco de 1863, que
concede certas v.otagens a's praeas de marinba
que, tendo concluido o tempo de servieo, anda
nelle continaam, bem como a's reformadas, oa
que houverem tido baixa, qoe de uovo se alista-
ren), e declarar que nao s taes praeas serio re-
cebidas com as mesmas que Unham quando dei-
xaram o servieo, mas anda promovidas a's clas-
ses superiores, segundo seu mrito, alm de qae
em novo alistamenlo s as obriga ao servieo du-
rante a actual guerra, fiuda ella, oblerao, logo que
pecam. a respectiva escasa. Sao, ponanlo, convi-
dados todos os que e^tiverem as circumstancias
especificadas, e se quizertm alistar para o servieo
da ann. da, a dirigir-se a esta capitana do porto
nos das uteis das 9 horas da mauhaa a's a da
larde.
Deciieto n. 3457 de 23 db marco de 1865.
Concede certas vaotagens n's praeas de marioba,
que, tendo concluido o lempo de servieo, anda
u.-ii conlinuam, bem como a s reformadas, aa
que houverem tido baix?. que de novo te alista-
ren).
Hei por bem decretar o segolnla :
Ari. i..............
An, 2." Os individuos, qae, hivendo oblido nai-
xa dos corpos de marioha e mariohagem, asseau-
rem novameole praca na armada, terao direilo,
alm do respectivo sold, a ama graiiflcAcao igual
a' metade deste.
Art. 3. A doulrioa do artigo precedente ex-
tensiva a's praeas do corpo de imperiaes mari-
nlieiros, que, sendo reformadas, em virtude do dis-
posto no art. 29 do regulamento e decreto n.
411 A, de 5 de junho de 1845, de novo se alis-
taren) no servio da armada,
Art. 4. As disposies do presente decreto so-
mente terao vig r durante o actual estado de
guerra.
Francisco Xavier'Pinto Lima, do mea conseibo,
mioi.-tro e secretario de estado dos negocio* da
marinba, astiin o tenha entendido e faca execotar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 23 de mareo do
1865, 44 da independencia e do Imperio. Ctm
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Xavier
Pinto Lima.
O secretario,
Decio de Aquiao Faaeaca.
Correio gerl.
RelacSo das cartas seguras existentes na admfnfs-
traco do correio desta cidade, para os abis
declarados :
Dr. Ayres d'Afbnquerqire Gama, Amaro Rodri-
gues d'Albuquerque Figueiredo, Antonia A. d
Souza, padre Antonio da Cunba Figuetredo. D.
Emilia Cavalcante de Oliveira, Firmioo Tbeotonlo
da Cmara Santiago, Jos d'Amorlra Lima, padre
Tranqulllino Cibral Tavares de Vasconeellos.
THEATRO
DB
0 Dr. Jos Ricardo Gomes de Carvalho,
juiz de orphaos nesta cidade da Victoria
e se termo, da comarca de SaDto Amo,
da provincia de Pernambuco, por Sua
Magestade Imperial e Co stitucional o Se-
nhor D. Pedro II que Deus Guarde etc.
Faco saber aos que o present etiial vi- de pon?ria n. Mtt a ih*sooraria
rem. e delle noticia tiverem, que depois dos 8JtC0,rKreD,e-a 0np".hoo por eopia a or-
r.^nrisno An ir.; o n^ r, .L,(^a *om io tbesooro e 24 de Janeiro nlnmo, teado si-
pregSoa da le, se procede a arrematado do multados a fazenda provincial j .&o cameiro
por Via de venda a quem mais der, DOS das Machado Ros, na quaotia de 360O0O cada um,
O adminlstralor de reoebedoria de rendas
Internas geraes, faz publico que em comprimento
de faieoda de
S. ISABEL.
EIPRKI-COBIinW.
Recita e\li'oi'diorirt fawr **-
mi lio do finado teoeQ te-coro nel
Sr. Jeo Paalo forreara.
Sabbado 29 de setembro
Ropreaealar-te-aa o muito applaBdido tsm
ACNDESSADBSEfECEY
Seguir-se-ba a muito wapwtaute comed ia m I
acto .
eaa#re 5 primtu..
Dar' fim ao espectculo o murto eograea*
dneto
0 ESTIiiUiTE E i UVIMIRA
Principiar as 8 boras.
Fiado o drama ama oemroisiao ira' aos caaaa-
rotes a gradeoer as pessoas qae lio generosaanea
se preslaram aceitar bilbeles para este esaeeiacav
i_
v'-at



^
'

';
Atarlo de r>erm*mbm** WiU felw 18 k HeiMbr* te 1866.
I*, a aasta occo recebara' ios mesmes sanho-'
res as etponulis que se dignaren dar.
AVISOS HHHUMns
Vara
o Assu*
J paibabote Garibaldi pretende eu> poneos dias.
WW aquella porto; a tratar-se com Tasso
rmao, para- o epg^|*mBnto de carga.
.......^i -w... iji r ........... -
Seguir imprmetttetmeute al o da YM unto-
ara a barca portofuma Moni ah 77, por tersWf
carregamento /rompi : para o resio a passageiros<
."^*8 E9" ** uw consignatarios Thomia de,
Aqaiuo Fonceca & C, ra da Vjf.acM> n, 45, pri-
arare andar.
mfwww
DAS I
At o da fio
do corrate moa
espera-se do
portos do sol o
*r.por h&nceiEs-
tramadure, eoro-
, mandante H. de
Sonaer, o qual
depois da demora
d fame seguir'para Bordea ur, looaado en
S. Vicente e Lisboa.
Em S. Vipents ba.ura vapor em corres.poudep-
Para condiecd^s, frates e passageai irata-se na
agencia roa do Vnaishe j>. ,9..
CASA DA FORTUNA.
ios 0$(M 000.
Dflhec* carAtUtelos.
A' RA DO CRESPO N. 23 ECASAS DO COSTUME
Aluga-se aloja da ra nico depasito de-lotiga do
pa Sinzalla Ifota n. II; a Barboto lio Cifto.
tratar afesta tflp^fcrajh'
1
na.
fatee Graotfe ortimenio de qortinhas*" de tolas
?j.-s-w*mm ^^,-==y=~aS fc^"*=^"-=" =
respeo-
na casa
w de Janeiro.
Preleade seguir para o Indicada pouo, com mu.
u brevid.de, o veleiro e bm coohecldo brigya
Adelaide, por ler a malor parte de sen earrega-
mewto tratado; e-para o aouco qae Ihe falta tra-
t.-se com o consgnala*ia JoaqaUnJosd Gonatves
BeHrao, fa do Vlgarie o, j7,j>ripaeiro andar.
es bilhetes garantidas da lotera qae se acabou
de exirahir a beneficio da matrii da S. Jos du
Recife, os segnintes premios :
N. 1103 um meio con a aorte de 6:0iX)J.
N. 2056 bilhete inteiro com a sorte de 1:2004
N. 2438 um meio com a sorte de 5005.
N. 391 dous quarlos cara a aorte da 20#A
E outras mnitas aortas da 100$, 401 a 202
O possoidores podem vir recebar seus
tivos premios sem as descont das leis
da Fortuna a" roa 4a Crespo n. 23.
^far?eriBoto* Gymoalo, que sa extrahira'
lerca-reira 2 de oulnbro.
Pre.
B'ln......Lo 64000
QurK>s.......... i500
P'saoas que comprare de 1000000
par cima.
Bilhetes.......... 54500
Melos............ 2J750
Quarlos........... 44375
Manoel Martios Flua.
la, etc., por ter mullos eommodos
taes e cacimbas : a tratar ni ra
das *i horas da macha* a quite
rlnae ------ nuo, ir.-iiiauciu-j
w^hT' mah Bm *** alimento de lou
wiarada, eanos tanta
Welhor qae
ha
vidrados aomo por vidrar, o
> genere; eaearrega se de
Ptra as
Antonio de Souza Brio
Jos S Lellio Juaior, tendo da mandar aale
brar nma missa a mmenlo par alma de toa ate-
sada esposa, no dia 28 do correte primeiro aoni-
tersario de sao fallecimento, convida a seas pa-
rete- e amigos para que se dignara de assistir a
esse acto qoe tera' lugar na capaila do cemilerio
pandeo a< 7 horas rt man** rt'aquelle da.
LOTERA
tos :<>oo oo
Cwre terca feira 2 de outtibro.
Cmpanliia de paquetes a vaftr entre
s Estailw lni4^ e f Brasil.
Al o dia 2 de
ontubro espe-
rado dos partos
do sql 8 vapor
americano SouM
UaM*tla; om-
mandaote Tin-
kle^angh, o qual
depois da demo-
ra do costnme sf^nir para New-York, tocando
a-Pada Tfcoaae. pgra freta e passagiens
tratase com os agentes H. Forster & C, ana do
Trapiche n. 8.
_ N-2D y N. 2D.
A loj n. D fntftolada Coraco de Onro na roa do rahnoi h.. *
do ao reapeitaval publico com especialldade ag peSsoa qae hn?fm',, JS 0,Ve,D d'"'e 0,ereeen-
o (a Par.) por men.s 20 por cen.o do que emoutr^ qoTLe? pane MMlZLbmS d?i"!,/m0 s'
bdei da obras. yi parie.gafaBtiodoe a qualidade e a so-
0 respeilavel publico avallando o desejo qae deve fer o sroaririariA a<. -
to qne qner pragresso em seu negocio deve ehegW immed^tameK,' S *T M'abeleclra'?''-
aoeis com perfo.to, brilhantes, esmeraWaa, rabioa a perola ; erSairaT^..0"!!/ t0mpnr
diminuto preco de 104. br.ncos modernos de ouro eebnr! para i lo relo d^**i*0derM' "'J'
oPn ) Z^5 fle marBm e raad"P^la obra de modernogo^, (Tqoa ^eStri^na"^Sl 3*
LI" .?oc competente crusiuna ricamente enfertad, pelo oS?oo [prco Je ISttZ
- ra alloetes a re-
tirraa, dito para casa-
surtrmento de diversos
^S^SnrttrX^
le. aiod, a masm. emprae aos Srs. een- P bor SXSSVjS p oro^fh^:"^!? 1 S^S rel-
--J, qoe os registros sjiodem ser a herios ">o.lo gosto, crus.nhas de rubios, esmmldM nJSs ^hrSS;^- ,1* *'4Tim *
Acham-se a venda na respectiva tbesoo- faWca do gai, .onde ba sempre pessoal promP j f^tal e ouro descoberta para re ralo ( ije'xa) ^ outros nS'hl.^ n-.0*" '*?** ^"J e"* **
iraVfL QBm vendirl Jr pate d0 Tsr D- 1J' "d0 is'
Tnll !r r005, d0 ,",e an,r* tle,por ser
BtSgtbQdaa^ feU "'^ fc
,7^rec'sa'se ,lQ8ar aa forra ou eserava'
?n SWi"." ben> psr* a ferailil Pequea; na
ra da Cadeia n. 52 3- andar.
Empreza de ilamma^lo a
deved 0r1e"' ** e*y,MarM se previoa a todos a
que haja
bro proi
nm,ero de ver as suas cnlas entregues ao pro-
mento?r' *'f,OO aB Meca5* 8 do regnla-
SclentHica
samtdoras
CWjKf S?*P c?m d,a,Danle. rubios eesmeraldas,,^* o.u imprtame ja1 pelo
Avlsa-se aos fregueies e mais pessoas quacom
pao na padaria de Santo Amaro,.qaa nih
algoma que poasam dever a elle eu a piklpriA,'
tendente de pao, bolaxa en ouiros geaaras do aaes-
me estabelecimeoto, viste ella Aar-sa aotenudo
clandestinamente (felumente) de fite i aotn
das, beando devendo a alia, so* pana de pagaren
segunda vez. Recife, 25 aetawbra de 1866.
Na ra da Imoralrii o. 0 padaria Fraaee-
za, preoiaa-se de alugart w ateto para
pao, e mais ervico de 'tan, jipi ic feaaa.
'35?
de-pedio
o material, afim de que os prego* nao ,.
COStUMt. | ""'In obrecarregados, aeerea do qoe tem esta em-'
Os premios de 6:0005000 at 10fO00 se- P ~ "b^recfamaeoeg.
os, por menos do que em oo.ra qualqder parte e do-seVZZ V?Sh 6 iae'i'em Twebe M onwr-
> Coraoao de Ouro aberto at as 8 horas da noile. "DOSlra cora fMor, conservaodo-se
O abaixo assigoadd fas aaiaai- ao resprtael
corpo do commercio d>e tfe^peaio sea aalxeiro
Victorino Jos de Aimeida, *-^a 12 Jo soma-
te. ReoNs-,'25 de setembra de 1866.
_______Antonio Jos f titira da CuJta.
Dl ra deS. GontaV) sobrado n. 29, voouum
papagaio, levando no p uro cordjo de prau, qoem
o acliou, querendo restituir, muito se agrade-
cer.
rao pagos urna hora depois da extraccSo at
as 3 horas da tarde, e os outros depois da
dislribuicao das listas.
As eacoatmeoda* serio guardadas somen-
le at a -uoUe i w&n da extraeco.
SrkHk4e tbesoureiro,
Jto abrigues de Soma.
n. 35.
< OMI L\M1A IIH ^.ll.i:ilt A
HE.
PAQUETES fl VAPOR
Dos portjs do norte e esperado
at o dia I de norambro o vapor
Cmesro do Sul, commandaote
Alexifjrado, o qnal depois da
demora do cosime seguir para
os portes do sol.
Desde ja recebem-se passageiros, e engija-se a
carpa que o vapor poder conduir,a.qual devr ser
embarcada no dia da sua cuegada; encommefldast
dioheiro a frea at o dia da sabida a I hora da
tarde. Previne sa ao< Srs. passageiros que a?
pasageas so se recabem na agencia ra da Cruz
n. 1, esenptorio de Antonio Luiz de Oliveira Aze
a veo & C.
COMPiNHiA BBASILEIF
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos por los do sul esperado
at o du 30 do crreme um das
vapores da companbia, o qual de-
pois da demora do coslume se-
guir' para os porios do norle.
i>e*de j lecebem-se passageiras a eogaja-se a
carga que o vapjr pud.T co:idiizir a qnal deV.-rai
ser embarcada no dia il soa ebegada ; encom-
mendas e dioheiro a frete at o da da sabida as
2 hjra-. Previne-se aos Srs. passageiros que as
passageBs s se recebero nesta agencia ra da
Crui n. 1, escriptono de Amonio Luiz de Olivelra
Azevv'do & C.
Fara o Rio-Grraude do Sul
Vai sahir com muita brevidade a barca nacional
Norma, por terpromplo parle do seu carregameo-
to: aioda recebe um recto de carga a frete barato,
a tratar no largo do Corpo-Saoto n. 19, com Manoel
Ignacio de Oliveira de Fiiho. ou com o capito. Re-
cife, 21 de selembro de 1866.
o))(
ero.
Preelsasa de wn bo copaino : na roa larga do
Rosario n, 37, botel Traviala.
AT1EV0
Roga-se ao Sr. Antoni j do Magalhes vindo ha
poneos dias do Rio de Jan-iro, o favor de chegar
a ra larga So Rosario n. S, para tratar de neg-
ci que Ina diz rcspeito.
Na roa do Queimao n. 33 A luja Esperaoca,
precisa-se fallar ao Sr. Amonio Manoel Pereira.
Vianna de Grvala', a negocio que o mesa o senlior
nao Ignora.
Aluga-seo primeiro andar do sobrado "da
roa do Queimado n. 26, o pretndeme dirija-se a
loja do mesnio, nicamente para esenptorio.
Cozlnheiro
Preci>a-se da um bom cozinheiro ; a tratar na
ra Nova n. 28.
Pre:i>a-se aiogr'om moleque de l a 12
annos: qjern o uver dirija-se a ra estreita do Ro-
sana n. 21, segundo andar.
41IA
Precisa se da orna ama para comprar, cosinhar
e engurruar para orna pessoa : na ra de Borlas
pl....2 {ndar.
Precl"-se de urna ama de leite,
l TOA Imnariil oaSm^a
Gosmao.
COMTIWA A GKAXDE UQUIDA^lO
Kua da laiaeral iz'a^em &m**B. ff
No arumem de fazeodas roa da Imperatrii
- urna auia uo ioiir( paga-se
r:.M rQa Imperial sobrado qne foi do major
L ~ *rrnda-s o engenbo Caramur moenie e
correte, distante da liba urna legua e com Mas
as lavooras em estado de colbeia : lrata-?e no
! engenbo Santo Andr com o rendeiro.
Furto tima ama : ea ra das Crmes
frogramraa da festa daglo-
riosa Sania Rita de Cassia.
Domiogo 30 do correte ter logar a fesla da
gloriosa Sania Rila de Cassia.
Na vespera ao meio da gyrapdulas de foguet es
e diversas pecas axecutadas pela bauda da mu.-iea i
do3 batalbao de lofantaria da guarda naciopal' "* "adrogada de domingo 19 do correte moi
annunciaro a desojada solemnifailb. lortaram se dous cavallos de estribarla do sobra-
Quanloa auroraianaunciar o dia 30 as portas d0,D- defronts da esiaodj: un fotido, alio os-
do templo serio apelas e h*ver m nyssa, qoe sodo- bom passeiro e esqulpelor, aom mwtoo'fer-
ser acarapauliada por diversas pas .^ucutadas 'os Dos. qoartos. O ouiro russo com climas, cau-
pela banda de msica. aa e P scuros,,feri)a|oi oas miosi com a letra
lermioada a missa orna salva da 21 Aros su- "a coixa esquerda, trota e gallopea bem. Am-
dara o festivo da. I "O* andam bem em cabriolet: quera os pegar os
As 10 horas deste dia depois.qoo.% mesa ban- |raK* *> sobsedp sobrado que ser generosaraen-
da de msica tiver executa Jo alg.utna,s pe^as., co- ,e recompensado.
niPQr a fesla.
custa 125 e 144 domados que se venderam t8^ s
aadapoioes fi ios, avadados quasi tonpos 7
dem largos e Anos a 360 rs. a vara.
quidacaT*fCal*S ^ Cm UStfaS gbst0 raoderno o 440 rs.
e de forro limpos a 40.
e mais fazendas em li
)os
Oiinda
A luga se um sobrado erri Oiinda ra de S. Pedro
Marlyr, pelo tempo de f-?sla," ou por anuo : a tra-
tar na ra do Imperad >r o. 16 2o andar.
Offerece-se de umamulher para cosinhar e
engommar, preferindo casa dt hornera solteiro : a
traiar na ra da Praia n. 69 !. andar.
Aluga-se o segundo
raizo n. 29.
de manha branca
a i$,m. 18 da Independencia n. 24 e 26.
A orchestra ser execujda sb ,/*/,,
a dlreecao do eximio prof-ssor Chsgas. \K/KUifJ
Orar no Evangelho o Rvd. pregaitor da capella
imperial Lino do Monte Carmello l.ooa. Na praca
Couciuida a fesla tocara a msica maroial o ao "~-'------**;
som del! subir um mag->sto*o e dlfflplio^o ba- '
lo, offertado pelo sen fabricante o Sr. JoSo Igoa
ci de Avullar ji moito coohecid> aotre os pelo
goslo e aperfnic :ameoto do seu trabalhj, hav-r
urna salva de 21 ios e diversas gyraodohs de Um rapJZ de Lora comportamenlo oh*erece->e
logeles^ para caixeiro de cobranCa ou de assucar, dar.J
a urde pelas 4 horas sahir era procis^ao a ador a sua conduca ; a tratar na travessa
Ala-
se
i Urna casa em Btbenbe : a traiar cora J.
PNRegO, a na do Trapiche o. 34.
S. de

riiif
rnegem da gloriosa Santa tina da Cwsia o percor- Concordia n.61.
andar do pateo do Pa-
MLt
Para a Ilha d Fernando.
Pret-oJe seguir lestes 8 das o veleiro e bem
conhecido palliabote nacional Dous Amigos, tem
parte de seo carregamento engajado, para o resto
qo Ihe falla trata-so cora os seus consignatarios
Antonio Luiz Olivelra Azevedo & no seu escri-
torio ra da Cruz o. 1.
Para Lisboa.
S^gue em poneos Bia, o vele'ro e bem conheci-
do bri?ue porlupuei Constanlt I, por ter a maior
pane do seu carregamento promplo; ainda iccebe
alguiti.i carga a freie commodc, e passageins, pa-
ra o que trata-sj com Mairoeljgnacio de Oliveira
i 1-ilBo, largo do Corpo Sanio n. 19, ou com o ca-
pito na praca. \
Para o Aiicaty,
Pretende seguir com muita breviJadeo palhaho-
te nacional Don Amigos, para o restante da carga
que Ihe filta trata-so com os ?eus consignatiri-
Antonio Luiz Marlios de Az^vado & C.: no seu es-
eriotofio ra da f>6 n. 1, mi cora o Sr. Quintal,
o trapiebe de algodo.
United States and Brasil
Express Company.
Q ulquar encomm'irla de ou para os Estados-
Uqi l>s, Mxico e West Iadies pelos vapores, a
ir ..-tos mdicos. Agente era Pernambuco A. Du
Maat. Ra do Trapiche n. 48, primeiro andar
lo de &>itelro~
Pr-teode sahir eorn rauta brevidade para a In-
di arto poro o veleiro brigu- Stnta Cruz, por ter
a miior part>3 da carga enzajaia e para o resto
qae ihe falta eescravo-; a frea trata , signanrio Jjaqulm Jo- Gongalvos Beltro, na ra
do Vigario o. 17, primeiro andar.
Precisa se de orna ama secca, para tratar de
um menino : a tratar na loja de livros ao p do
arco de Sanio Antonio.
Precsale do urna ama: na ra iaTfrTn-
cheiras n. 40 1 andar.
Precisa-se de um amassador: na ra lor
terial n. 179.
Precisa s_- de um caixeiro que tenha pralica
de taberna : na ra das Cfuzes n. 41.
Aluga-se
na cidade de Olmda na roa do Bom Sucio, duas
casas terreas propria* para a fesla, com banhjs
salgado- de ns. 4 e 5, cora grao les commodos pa
ra familia: para ver as chaves defronle na venda.
Ama
Q0BMRK**' T .-v
1SIS.0S.
-^.^----------------
Milito
De 50 barris e 501 j2 ditas cora potassa
Segunda-fe ra 1- de dutubro.
O ageate Pestaa far lellio por conta e risco
de qo-^m pertencer de 50 barris e 50 1|2 ditos
cora.potossa marca J M P., vinlos de HirabargOi
na escuna hollandeza tVindeiloo Jacoba e de-
sembarcadaj de bordo da me selembro, o leilJo ser eBectuado em presenca do
Il'm. Sr. consol hamtiur|aez : segunda-feira Io de
ouitjbro pelas 101r2 horas da manhSa no arma-
xeadd Sr. Aooes derronle da alfaodega.
AVISOS! dvrsoT
Precisase alugar urna ama forra rn eserava,
para o servico iulern) e externo de urna casa de
pequea familia : a tratar na ra Formosa n. 8.
Precisa se de om menino d>Tl4 a ao 5,
liara oaielro era Perlras da Fogo : a tratar na ra
do Queimado n. 48.
Francisco Xavier da SJva.commerciante em
Pedras de Fogo, por haver ouiro Je igual nomj as-
signar-sc-ha de boje em dianle Fraucisco -Xavi r
Ca Silva Arao.
Auf Anregiag der koenigl preos-
chen Hegieruitg, ersoche ich Atedie
jenijen Mpobcheo, wel-he noch Ans
paurh auf den Scbutz iigeod eiues
deutscheo, Steats habuo, sich bis zara
8tei octabepaaf m iesseitigea.
<;oa>ul i zu HeadeD
?ernambnco, 26 tea September
1866,
er koeaigt* Ppchss. Coasalats-Ve-
rwe-ser, Coa Iiib Napprl.
nm
Club Pernambueano.
Domiogo 30 do correte baver reunio
U tai liar.____________________
Preolsa-se de urna ama aa roa
Aluga-se
-o sagitado aadar do sobrado da roa de aguas Tea-
des o. 48, muito fresco e cora bastante commodo :
qa-M areteaier dWija se ao terceiro andar do
mesmo ssbrado onde se aebam as chaves.
Precisase de I:0060 a preaaio pelo tem-
po de 6 mezas com os jaros qne se conveaciooar
co* segaraaca os 3 eseravos pecas : quem qui-
xer fater este negocio deiae carta tiesta typo^ra-
P*m* cara aa loieiaes A. B.____________________
Precisa-sb de urna negrloha de 10 a' 12 an
i de idad, para andar com orna meoina dentro
ca^a : na roa da Cadeia da Reeife o. 52 3 ao-
La compgnie Lyonnaise.
BOULEVARD DES OAPUC1NES N. 37.
Entre o grand hotel e a madeleine
Ru *(- tre iiid n. 9.
E
Rae Rea ve des rapaciaes, a, .16,
Sedas, manteletes, visitas, mantos, etc.,
cassas im{ress3S, rendas, chales da India,'
chales francezes, pannos e tcidos do gos-
to o mais novo enxovaes para casamen-
tes.
A compagnie Lyonnaise estabeleceu manufactoW
ras em Lyon, Cachemira, Alengon, Chantilly eBro-
xellas para a fabricagao das sedas, rendas e cache-
miras ; porm s, em Pars que tem a soa casa
de venda.
A com.-agnie Lyonnaise nunca cessa de tratar
particularmente da escolha, do boro gosto, odas'
qualidades superiores dos seus arligos.
Al agora, a noica casa em Pars que possa;
oflerecer o maior sorliraenlo das fazendas e modas
da primeira ordem.
Por meto de suas manufacturas, a compaobia
pode fabricar e tambera comprar o arligos os
mais ricos e elegantes, as pocas mais favoraveis,
com presos excepcionaes, o, por isso vende oas
melhores condicoe?, emrjuanto a qualidade e aos
precos.
NOTA. As offleinas de costara da compagnie
Lyonnaise, para a confecgo imraediata dos vesti-
dos do melbor gosto, a cortados sobre os padrSes
os ais alegantes, Bao aa mais afamadas ero toda a
capital
rera as ras mais adjaceoiea ao seu lamplo, e ao
recolhcr-se haveri a bngo do Saplissimo Sacra-
mento, terminando este acto coro outra salva de
21 tiros e diversos balCes subirlo acompanbados
por fugeles do ar.
A banda do mnsioa tocara' no laterior do tem-
plo durante a subija dos baloe,<.
A noite depois que a msica militar tiver exe-
cotado algum.is pecas lera lugar a n-lebracao do
Tf-lleum Laudamus sendo orador o Rvd. padre
nir.stre Antonia de Albui|eruU6 Mello, l-rminado do : Da loja
o acto tocara' ainia a pjesma msica ojatcial tao- cia d. 8.
to no interior como no exterior do templo e diver- v, "
ni bales sutjiro acompanba-dos por mu las gy
randulas de lofPalM.
Durante o da <>-sla feftvidaile serao expos
a veueragao dos fiis chri-i^s na ..acriBiias da
Igreja as imagens do Futi da Saalissima Virgera
guando descido da Ctut e a w sui Santissima
lli, assim como tambera a de Sa-ota Kua e Cas-
ita retvbendo as cliagas queem sua fronte Ihe e--
creveu o Salvador do Muado, e a da mesma S=-
ohora quando morta ce;cada pelas suas coropa-
nbeiras quecelebraram as suas virtudes.
A mesa actual da ven^ravel coofrarla d-i Santa
Rita aproVeita a occaso para pedir aos morado
-lores da ra se dignem ilkuniuar as frentes de
suas casas na vespera e da da fsta.
O eserivo,
Antonio Das da Silva Cardeal.
Precisase de urna ama forra
ra comprar e cozinhar para-
oo capnva pa-
- urna pessoa s na
rravessa de S. Pedro n. TO* aedar, entrada peia
.tua do fugo.
Tfoeam-se
Notas das caixas filiaes do banco do Brasil
praga da ludepeodeur.ia n. 22.
na
Precisa se fallar ao Sr. Dr. Lourengo Aveli-
de livros da Praca da Independen-
DE
OLYMPIO GONQALVES ROSA
Eua do Livramento n. 14.
ru>c0 prPriel*rio deste, eslabeleclniento faz sciente ao respeilavel publieo e aos seos amigos
fregoeze., que tera augmentado a sua oficina de alfaiate, e dirigida por om hbil meslre, se etear.
. *m ''0,f'.0 lem um ompleto sortimnnto de fazendas finas (as qnaes n3o sendo cosame pro-
l^^J^X^Z^^^ "US a""8S C free""ei hPrem Cm S"" >^>>
PRf3PABLJL**0$
Sorliraenlo
escolliido de cal
Grande va-
ciedadg de brin-
que ios para
criaDcas.
para li.>menj, seuhoras
praca da lndejjendeucia n. 33, loja de
' fc. Domes, eorppra-se ouro, prata, e podras preciosas,
ft>a p Ijarn!'em SQ {'iz qualquer obra de encommenda, e
' Ho e ooalqner concert.
rta ra da Camela do Recife n. 27 primeiro
sndar, pfeein-se fallar aos Srs. abaixo declarados
a negocio que Ibes diz respailo.
Ifaooel Francisco Ci-lho Jnior.
loao Mannli.i Paes Brrelo.
Joajuim de Oliveira Mala Juo'or.
Antonio Nunesde Az.vedo Campos.
Man'ifl Cunda di Suva Lobato.
mo Per. ira da Silva.
los Lopes Tavares.
Bebastiio Antonio de Albuquerque.
Antonio Serafini de eus.
relipae H rges Leal.
C>t'idio los de Carvalho.
Bas Francisco Rodrigues.
B aacisco Antonio Vieira da Silva.
Domiogos Jos Alfonso Alves.
Antonio Oluvira Moora.
Bnao Sabino da S

PMlBIltIA
DE
Iva.
fado francez. "4^
Chegaram novas botiu.
e m-ninas, mvas depecarie Jiuvm brancas, pre- (Eduardo Joaqoim Pereira Bastes,
tas e de outras diSedanies tfttes, brincas de ouro loaquioi Francisco Morelra.
bom -e le com > afeites de crysUl, ultima moda Vin-nie F^rreira N"Ve-.
de Pars, estrelos, banhas bengalas, chicotes, es- Migu rrtifnjo rerreirt.
peih-s, quadro-, molduras, esterioscopu com gran- 1** Fraocico da Silva,
de soriimenlo d.is mais pittosescas vista?, realejos, loao Utbeiro da Costa,
accordions, lindas nonecas, oarnnhos, cabriolis JjM"Wi Fraocfeao da S^va.
para condzlr crianess, cavalliohos de andar por Francrsca de Afiular liiotor.
molas para meninos msntar e outros muitos cb- 9**fl*tfo J s* e Blrr.u BarYefo.
jectos fraacezes que eslo expastos a vista dos cen- "Bu0aa S. S. Magair.ws.
pradore-; na bija do vapor ra Nova n. 7.
NOVO SAU
DE
CIBELLEIREIRO.
Juno Xavier dw F. ivstca Capibanbe.
Joo Goniti Pereira.
Francisco Gomes dos Santos.
Manoel Jos de Serpa.
Pedro Duarie Rodrigues Franca.
CHinmlia
Ju:- de Borja Caiuntia Rapuzo da Cumara,
residente era Macau, no Rio Grande do Norte, e
advogado provtsionado, incurntie se, mediante ajus-
te previo, de liquidacoes corumerciaes, nao s na
quella provincia, como fa dola. As pessoas qoe
se qulzerem utilisar deseu prestimo, podem diri-
gir-se a' roa da Aurora n. 7,'at o dia 25 oo cor-
Georges, previne ao respeitavel publico que aca-
ba de abrir nma casa a' roa do Imperador n. 7>,
primeiro andar, e qae esta' sempre a dispesici
dos seus freguezes ; promplo a fazer perneados em
senhoras conar os cabellos e cncarrega-se de
qualquT trabalho tendente' a sua arte. Sabbado
22 estara-' abena a' concurrencia dos que de seu taate.e dle dia'era dHtte' potapao ent*nder-se
presumo se qnizeremul i lisa r. cini os Srs. Or. G.bnel ars Rapozo da Cma-
ra, uu negciaute,s ,Brn.rdin Jos aloubiro A Ir-
Bi?'.n"ps anaes se inTr.marap acercadas babili-
tafSes o cfiacidade d i anmjneiattte.
Potassa da S.uisia~
Chegada oltimameute a ra do Trapiche .. 13
anuavjn de M. I. Jiuiag, par prego cmmodo.
_ Precisa se de urna ama forra ou eserava pa-
ra comprar, cosinhar e eogomruar para casa de
T?f\ P f peqoeua familia estnogeira ; na mesma casa pre-
rUvjU eisa-su t"mbem de um rriado portuguet de idade
A companhia Indemnisadora, estabeleci- 1C a.rc*J"-iJ^r"tNava 5*< l0a-
Ja nesta prafa, toma seguros martimos sov! ~* a-f de unja ama daifte, paga so b.
are navios e'seus carregamentos, e contratma3o
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
M r.?.a.A Y'gario n. 4, pavimento terreo.
CONTR
Precisa-se de urna ama para t )f-i b ser-"
vigo de ama casa de pequea familia :
na ra da< Cruzes n, 9. 2-> andar.
ecifc- d uro ama da.,
i Imp-riii, at'bi ado ojae Aj
Preparadas simples.
PARA USO INTERNO.
Xarope de j un beba.
Viulio de juri.beha.
Pilulas dejur. beba.
Tintura de jorabeba.
Extracto hydralcoolicu dejurubeba.
PAHA USO EXTEfiNO.
Oleo de jnruUeba.
l'omada daian^beba.
Emplasto de jurtibeba.
A alUAUBEBJb.
Preparados compostos.
TARA USO INTERNO.
Vinbo dejurutieba ferruginoso.
Xarope de jurub-Ta ferruginoso.
Rilas de juruLeba fernigLOsas.
um escel-
baco, as
-U6 t-
"^TFriEsTTdT
nma _
ra nova de Santa Rita o. O1
ia de imperador Vi. oja.
para cosinhar :
junto a fabrica
*~* 1* 9wrnn- **>, Mrindo-ia dasu
cidade, deixa por seos bastantes procuradorea em
primeiro lugar ao Se Mauricio Jos dos Santos Ri-
beiro, era segundo ao Sr. Gabriel Antonio de Cas-
tro Qulataes e-era terceiro' W Sr. Joaqnim |s-
cinlho.
SOCIEIIDE
IVIra Karmonh.
A partida do crreme roez tera' lugar na noite
de 29; os Srs socios procurarj.os seus ingres-
sos na casa da socledade.
Secretaria da soeiedade Bella Harmona, 23 de
setembro de 1866.
Br N.qgueira,
Secretario.
T
.....i>
Mocidade e tristeza
Poesas
Victoriai Parlares.
A'venia na livrari*-fraaoaia Oe'Garatas de
Lailhacar & C : a nua do Creapo^,_____________
9
Precisa-se de unja para cosi
familia : ni ra da Meetf n. f,
Mato.
em
B0
cas.
Ferie
de
do
Joaquim Jos Goatfalves
j$f*l tvPi o
(i Bf* DO mm k i 7i ANDAR)
Sacca por todos os paquetes sobre o Banco
do Minho'em Braga, e sobre os segaintes laga-
res, era-'Portilrgr. "
A saber:
Lisboa.
Porto.
Valenca.
Gnfmaries.
Coimbra.
Chave?.
V/ira dp Con'^e.
Arcede*tfl'rVfc.
Vktmrdo Oaatllb.
Pante do Lima.
Villa Real. .
Villa-Nova de Famellcio. '
Lamego.
Lagos.
_____Covilhaa.
Oasa para lugar.
Manoel Luiz Virie, alaga segundo andar da
cas. que foi do fileme dezernbargador Rocha
Malos: amfB.afcawrtiroHu__________________
^ PfaOriafaa*pdbioTMtugoe ou brasU
leiro para caxelro: a tratar no Hospicio u. 28,
Esta planli boje reconhecida como o m:is poderoso tnico, como
lente deso.'istruente, e como tal appcadi nos eng.gita.iientos do flgdo e
liipilit'N propriamentc ditas, ou ninda complicadas com ana/archas, as inflammagoes
subsjquciies i fetores inierirvleites ou durezas, nos abeessos internos, nos tum^ res es-
pecialmente do otero e abdomen, nos tumores glanduiosos, na anazircha, as bydrope-
zias, erysipcllas ; e associada a3 preparares ferruginosas ainda de grandes vantagem
nasane.nias, chloroses. faltas de mensiruacao, leucorroeias, desarranjos atnicos do es-
lomag ?, dehilidade organices, e pobreza de sangue etc.
O que dizemos afQrmam os mais dimitidos mdicos desta cidade, entre os quaes
podemos cita os lllms. Srs, Drs. Silva Ramos, Aquioo Fonseca, Sarment. Seve, Pereira
do Carmo, Firmo Xavier, Silva etc. etc. Todos elles reconh cem a excellen ia d'este po-
deroso medicamento sobre os demais at hofe conbecidos para todos os casos citados,
tanto que todos os dias fazem d'elle applicacSo.
Apresentando aos mdicos e ao publico em geral diversos preparados da juru-
beba, tivem s por fim ijeneralisar mais o uso d'este vegetal, fazendo desaoparecer a
repugnancia que at hoje sentiam os doentesde oeardos preparados nupiticos d'elle, o
mais das vezes repugnantes a tragar^m-se, e,qne tinbam anda a desva fcigem de nao ser
calculada a dose conveninnte a apjlicar-se, oque torna muitas vezes imp-oficuo um me-
dicamento, que poderia produzir o, timos resultados.
s nossos prepados s foraffl apreseniados depois de bavermos convenienleineale
estudado a jurubeba, frzendo as experiencias precisas para bem coobecer as propri tla-
des medicamentosas d'esta planta em suas rapzes, folhas frutas ou bagas, v adose con-
veniente a app icario, tendo alera d'isto procurado levar os nossos preparados ao maior
grao ds perfeiu yossivel, p ra o que nao poupamos estoicos, nao nos importando o
ponco lucro que psames tirar
Por tanto os que se dignarem recorrer aos nossos preparados podem ter a certeza
dd que elle? offerecafn agnrarjtia, do que sejpode encontrar a pronrpta einfalhvel cura
rdPmaior Gu?' de'.ua,a.l,elf *)S soffrimentos, que d-iamos nnumerados, seforem em lempo applicados,
" tea do alm dss >, medico ou doente a vantagem de escoKier as nossas variadas prepa-
res, aquella que melhor Ihe pode cunvir, j'pela acil applicac.5o, e ji pola compliCCo
das molestias, id de, sexo, ou ainda naturetza de cada individuo.
As nossas preparagoes ferruginosas fiofeitaa^d* forma ue se tornam comple-
mente soluveis dos suecos gstricos, porque procuramos es composto* de ferro que como
Ues.esiao lioje reconbecidos. x
Para aquelies que mais minuciosamente queiram conbecer'as propriedades da
jurubeba, e sa,berem a appcaco de nossos prep irados, destribuimos gratuitamente em
nosso deposiw um folbeto, onde tratamos mais exleasamente d'est pima e des mes-
aos preparados.
Deposito &eral de todos os prepralas
Botica e drogara
34-Ra lar^ do Rozario34
i i >; r ttr-'--------------" ..... --------------------------------ii
Sem igual. *
Fornece-se coKii'las-liana toa, $ recebase as-
signantes por meos 10 por cerno do que em ontra
qualijuer pirt, ga'aTmd?a r partero das co-
Quem precisar de ama tnulbr partugueza de
boas costones para o servico ioierior de aasa de
familia: dirija-se a ra do Haogel n. 3.
No Cerrador do Bisee 45 tem para s|
alagar um criado par. casa da tumem sylteir.oa
tr.iar, a qoalgoor bor: na mesma cau veude-ae
ama liada mucamba pafda recedhida, abas 14 as-
nos d ibtle, optlaia- pafaW *zer om pceseale
a nma sjalv., mano c*irabosa pan mepiftaft
por.aao^saacastimada. j,_______. ,
1 OrlWeceise o a seohori e^lraaglra par. eo-
sinhar em eaaa da homaea solteiro: a tratar aa
hotel da (a das Lwangeiras o, 10.
i;iedor*s, cujas te va rao todos ns temperos de que
a dado levar a com limpeza, nao como mu tos
ontros qof,na feow *la 4 ao- se pode comer,
pede-se aos freguozes dpbom a barato qoe venbam
ver, uar sar como de rasa particular; na ra l)i-
reiia_^ fl^ faa.djia Caoaa o. t.
endl AbiorH:u fga'Va
do Bosari<
j*e*!
roa
l um tnlralbiiox t nadar di
ge).
1
IU
I
*^
r



---::---:._!_.'.....____^------,,\''..7\.....__ .
fittio leVMMtfttt^ *if* lilM 18 de Beienebro de 1860.
V
7/
Irritado dospulmfler. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rou(nv" ^
6 todas as innumeravei molestia -* JL,
#o aos orgaos da respirar.?" -* DESAPP* w%>a*
ediante a accao -' L-f1*.^ rr3v
a*, balsmica e irrev
rtACAHUITA
"%
CONSULTORIO MEDICO-CIRtROiCO
DO
!
PEITORAL de KEMP.
a anacahuita mexicana que da o nome es-
pecial este incomparavel remedio, e urna
arvore, cuja madeira. por moito tempo se
ha usado no Tanpico para a cu
cima
ORv PUDRO DE VTTAHYDE U)BO HOSCOSO.
KJBDICO, TARTEIRO 8 OPBAOB.
3 Ra da Gloria, casa do tundito 6
O Dr. Lobo Mqscoso da consultas gratuitas aos bobres todos os -has wnr
hMi da manh5o, edas 6 e meia as 8 boras da noite, eicepgao do das MnUBcaoO.
Pharmacia especial homeopamca.
No mesmo consultorio ba sempre o mais appropriado sorlimeoto de carteim
tubos avulsos, assim como tinturaste varias dymnamisatfes e pelos precos seguinu*;
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
de 24 tubos grandes. 180000
de 36 tubos grandes. 240000
de 48 tudos grandes. 300000
> de 60 tubos grandes. 350000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se flzer,
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de Untura de nva onca 10000.
Sendo para cima de 12 custarSo os precos establecidos para as carteira.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LIVIIOS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do ^J-J^S
dous grandes volamos com diccionario ...........' .^JJL
ln .....; : : : : 'SSSo
: : :...... 30000
TINTURARA
AO GRANDE S MAURICIO
i AnA
Tlnglr,! limpar lnetrar a vapor.
e com os remedie'
F.A,
RE&C.
29 Ra 7 de setembro 29
Defrente da roa n*va do Ouvidor (Re de Janeire)
Os propietarios deste estabelecimento, o primeiro no seo genero no Brasil, por
trabalbar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na
Europa eajudados por algnns dos melhores officiaes de Pars e Ly5o, podem assegu-
rar a seos freguezes urna pereic3o no trabalho, a qual senSo pode cbegar pelos proces-
sos ordinarios. ... _,. ,
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai >r perfeicSo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem molbar as sedas e as vestimen-
tas de senboras e de homens.
o-
Medicina domestica do Dr.
Repertorio do Dr. Mello Moraes
Diccionario de termos de medicina .
Os remedios deste estabelecimento s3o por demais conhectdes e aispeosam poi
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem osar ae NMM
verdadeiroa, enrgicos e duradores: ba tudo do melhor que se pode desejar, globos t
fermidades cima mencionadas. Foi tam- T6rdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservacao, u^* ^",* a"2
bem ensatada e approvada pela academia tadog estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacao, e poriaow a mw
medica de Berlim O peitoral de Kemp 3nergja e certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qnalquw
operacSo, para o que o aonuncianie julga-se suficientemente habilitado.
O Iratamento 6 o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica
(unccionando a casa ha mais de qaatro anuos, ha mui as pessoas de cujo conceito se n>
pode duvidar, que podem ser consultados por aquellos que desejarem mandar sem
Paga-se 20 por dia durante 60 das e d'ahi em diante 10500.
Asoperaces serio previamente ajustadas, se n3o se quizerem sujeitar ao prec.
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
j delicioso inteiramente liyre de
opio, acido hydrocyamco e outros ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de Caors & bar-
boza, Bravo 4C. e em todos os estabeleci-
mentos pharmaceuticos do imperio.
psito geral em Pernamouco ra
Cruz n.22 em casa de Caros
"FACSMILE D'BTQETTA COR 1 3SA.
da
100 carlile's
PAISLEY
Os Srs. James Carlile.Sons & C, Bankend Mills,
Paisley, Srolland, leera a Honra da < lianiar a atten-
co dos'consumidores de liona era *MJ2
fes ohtiveram medalhas de premio .1, JMJW
de Paris e Londres, pur >ua- ucellene lionas pa
ra coser, e qua, todos ns onve los fe.lus por elles
para este mercado, tem no rJm de cada KM*
etiqnel.a l.raoca, na *! ach*-se cavado o nome
da firma em cheio.uroa visu da sua j*r**. **
como de^nhos da* cima mencionadas medainas
e uoe cada novello tem orna eilqnetia cor de rosa
com o numero, e as palavras Carlile s, Paisley,, e
tati.l-.-m, .ine qualquer Imha de Tambour. manda
da a este mercado, traiendooolraqualqoer eiiqnel
U do que cima mencionada, nao e de sua propna
as"onil, Mello & C, nicos agenles em Pernaco-
Melior, Southa A C, nico agent" na Baha.
iMINMHIBfq
Kfi O Dr. Carollno Francisco de Lima San-
mk tos contina a morar na ra do Impera-
dor n. 17, segundo .andar, teodo alias seu
Wk gabinete de consullas medicas, logo ao
S entrar, no primeiro.
91 O mesmo doutor, qne se tem dado ao
8$ estudo tanto das operares cerno das mo-
wm leslias iiterBas, presU-se a qaalquer cha-
** mado, quer para dentro quer para Tora
fi ir. cidade.
m
\3KtySB
Precisa-se
de um reninn de 15 a H anuos qne feja porlu-
guez ou hrasilfiro i>ara nm eslabelecimento : a
tratar na rin do N'i'inira n. W.
O Peitoral de Cereja,
DO SB. AYER,
P.lr.A A CURA RBICA!. E CER-
TA de toila as molestias do peito
e da garganta, tosses, constipaces,
Broncliite, asmn, deflnxos, roqui-
do, Coqueluche, angina, Dlpthcria.
Este xnrope peitonl o resul-
tado de longos anno.i de estudo
por um dos prlmiiros mdicos da
America do Norte, o de experi-
cnc.'.s mi-.iuclosas nos principacs
hospltaes do mundo; receltado pelos mdicos mais distnctos
dcste seculo na sur. clnica particular, portanto digno de toda
confianc.1, 1, por ser efteaz, alcancando com urna certeza iual-
Trl o .-.sento da molestia c arrancando llic as raizes, aaslm
dando :ios nrgns aflectados urna accio natural c s:2, por
ser innocente e appKcaval a qualquer petta de qualquer idade
oh sexo, ao homcm robusto ou crianca da mais tenra idade,
cada frasco sendo aecompanbado de dirreccoes minuciosa:
3, e ultimo, por nto ser um remedio secreto, poli qualquer med-
ico ou pliarmaceutico pode obter a formula da sua composico,
dirigindo-se pessoalroente ou por carta ao agente geral, H. M.
Lase, a ra Direita No. 18, Rio de Janeiro.
Mnitos casos que tinho zombado do todos os recHrsos
da sckncia tem sido carados radicalmente com o uso do
Peitoral de Cereja.
As pessoas atacadas de tosse, defluocos, Dr da garganta,
BronchiU, asma, etc., e outros symptomas da tsica prima-
ria feralmente fazera pone caso do sen padecimento at
qne seja tarde poxa cnra-lo. Nao descuidis d' urna tosse
porque agora parece de pouca importancia ; urna tosse
descuidada chega a ser ehronica e induz a formaco de
Tubrculos nos pulcies.
Nenhuma casa de familia deve estar sem nm frasco
dste xaropc mo ; pois nos ataques repentinos de
Angina, de Croup, c nos paroxismos do Coqueluche.; ou
foj comprida a que cstio sujeitas as enancas, nao ha
tempo do chamar un medico, ncm de fazer remedios, o
este xarope alivia immediatamente e pe o filho querido
fio e salvo, fra de perigo.
As molestias que esto ao alcance das virtudes curatlrai
do PEITOJtAL VE CEREJA sao
Defluxos, Toases, Asma, Esquineacia, Bronchito,
Coqueluche, Toase ferina oa convulsiva.
Boquido, Toda as molestias do peito
garganta. Oonsompeo dos Pul-
mdes ou Tisios, pulmonar.
Acha-se em toda* as Boticas e Drogaras do Imperio.
Filulas Catharticas do Dr. Ayer
OUBO
Trina ie itentrt. Indigest, C**Hpmmt>, Jtheu-
matitmo, JTemmfrhoim*, Dir de eahtem, A Jrooml-
tfin, mal do ritmmago, Enxmfusta, nal da Finad,
iaitriu, r<*r* aaMr htpatloa, Lombrigas. Mryip-
eila, Jlydropsia, Incremento d baf.
moleifiaa qu prorem do oso ezoeaslro dr
BOTICA E CONSULTORIO HOMEOPATHICO
BO
DR. SABINO O. L. PINHO.
Ra Nova n. 43 (loja de marmore.)
A experiencia tem demonstrado com a maior evidencia que M aff-ftW ^*pMMg;
preparados por meio do agitador dynamico sao os que desenvolvem accSo mais rrompt, mws segur
e mais "^J- a pelo coohecimenlo deste* resultados que constantemente recebe esta botica>t*
commendas do Rio Grande do Sul, du Rio de Janeiro e da Baha, apeurJe^rjygJgTg
mui bem sortidas e acreditadas boticas, d'onde se poderiam talve obler remedios mais baratos, alten
dendo as JJjJ^J^, dos melcaineD,08 assim preparados se manifesU >t mesmo quando os
glbulos se acham redutidosa massa.
Boticas de 24 tubos.....IR* a 20*
de 36 tobos.....Mi a 30*
> de 48 tnbos.....3o a O
de 60 lobos.....45# a S0#
Caixas de medicamentos em globolos e tintaras. ,
De 24 tiBtoras e 48 tobos. 60* a 70*
36 e 60 lobos. 78* a 8J*
48 > e 88 tobos. 9* a 100*
60 ellOtnbos. 115* a 20* ,,,.,.
Vende-se igualmente o THESOURO HOMEOPATHICO, obra essencialmente popular pela ciarea
com qne ensina a conhecer as molestias e a empregr (os remedios (2- edicao) 20*000.
O Dr. Sabino 0. L. P. d consoltas todos os das otis desde 11 boras da manba at 2 da tarde.
Das 2 horas em diante visita os enfermos em seos domicilios.
Fm casos oree Bles e repentinos as consultas e visitas serao eitas a qoalqoer ora.
As consultas por escripto sero respondidas com a roaior brevidade, precetfendo sempre o lem-
po necessario para maduro exame e reflexio.
it
^0}*lATi
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
K. 5 Ra Monteiro Guimares partec'pam a todos os seus anigos e 'regoezes querece-
bem de corita propria por lodos os vajiores da Europa, fazend>s da grande moda, e nove-
dades, para grande e pequeo toilel?, e btm assim adornos proprios jara casamentos; pois
seu correespoDdente de Pars, na esco lia de taes merradorias ttm merecido a approva?ao
das encantadoras Pernambucanas.
Lavas de pelica do afamado Jouvim.
A Fragata acaba de receber pelo vapor francez Fstramadure um rico sortimento
de obj'ctos de gosto, como seja soutemliarqoer de grs, ricamente bordados e de urna
elegancia tal que as Exmas. seatioras que os tem ralo, nao tem deixado de comprar;
cortes de seda para lodos os procos, fo .lard de sed.< em orles de mui lindos padroes,
grosdenaple de todos as cores, azenda si perior e das cores seguintes azul, claro escuro,
verde francez, branco, Havana, violeta.
L^qes de madrederola o melhor possivel.
dem de sndalo tamben novidade. -
Meias de seia para crianca.
dem para senhora.
dem de Laya para sacerdote.
Chapeos de pal ha enfeitads para senhera.
Rotondas de seda (fazenda chique.)
Chapeos de de seda para senhora.
Cintos o mais moderno possivel.
Cbapelinhas enfeiladas para senhora.
Cortinados bordados finos.
Colchas de fioissimo damasco de seta.
Saias Maria Pa, com barras coloridas.
Pecas de entremeios bordados.
Tiras bordadas, com dilerenies larguras.
Trai sparentes para janellas com mui lindas paisagens.
Aderecos de cristal o m is moderno possivel.
Ricos vestuarios bordados para baptizado.
Coeiros bordados pra crianca.
Enfeites para coque o m Ihor possivel.
Manguitos e gollas bordados para senhora.
Bales de arcos e musselina.
Toalhas bordadas de cambria de linho.
Fronhas idem idem.
Lencos idem idem.
Bramantes de linho etc.
Preparados americanos
i venda
HA
Blica e dregaria

B;trthol<-r-i*o A C.
Si-lsa parrilu* de BrisUl.
Salsa parritha 6'Ajrer.
Xaropt peitoral de anacauhila de Kenap.
Xarope peitoral de sereja do Dr. Ayer.
Pilulas assucarads de Kemp.
Pilulos calbarlicss do Dr. Ayer.
Pilulas reguladoras de Rodoway.
Paitilhas aseucaradas de Kemp.
Agua florida de Kemp.
Tetico deem.
Prorapto alivio.
Resolutivo.
E uitoi utres preparados ja efihecidos
n'esta cidade.
N vos preparados frncezes
a venda na
Rstfea edregoria
M
Rnrtholomcu k C.
31Roa larca de Reeerie34
Biscoitos com iodureto de potawa prepai a-
dos por Gagriere.
Chocolate purgativo de Biageezia de Des-
briere.
dem peitoral de id usgo de Minier.
dem com iodureto de ferro de Minier.
dem com lactato de ferro de Minier.
Cigarros anti-astbmatico de Jay.
dem idem de Lavasteurr.
Oleo de ligado de b: calho desinfectado e
ferroginose de Chevrier.
Xarope sulfo-bronco iodurado de Boudet e
Robeguet.
dem de hypophosfltte de cal e soda de Gri-
mault A C.
dem de quina ferruginoso de Griinault.
Idem anti-scrobitico de Lisber ede Portal,
Quina de Larocbe.
Vinho de quina ferruginoso de moitier.
dem de quina cobembo de Bellim.
Punas purgativas de Dehaut.
Pastilbas assucarads de gomma arabiaca, de
musgo, de jujuba, de gomma de angico,
e de A'cassus.
dem de pepecina.
Granulas de C i "i la tina, atorpina, stuchini-
n e de bismu *io composto.
E muitos outros preparados j cojihecidos
n'esta cidade.
O abaixo assignado participa ao respeilavel
poblico qoe com consentiraento dos seos credores
venden a sua taberna n. 49, sita na roa do Ran-
gel. Recite 27 de srlembro de 1866.
Jos Antonio dos Santos Vitlra.
FABRICA NACI \AJL VAPOR
99 KUA OU MONDEGO 99
Uepottlto principal oa ra \o*a a. &o loja de relojoero.
Oetouche dono deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico que tem
montado una machina de fazer gelo, e que >ua fabrica de chocolate poderfunecionar
sem interrupcao, e para mais facilitar aos Srs. compradores de chocolate lemorganisado
um servico de carro, que andar em todas as mas da cidade, os compradores podero
chama-lo.
PREQO.
Meia libra......... 400
Urna libra......... 806
Urna arroba........19*000
GELO
As pessoas que quizerem gelo para soir ou bailes, podero dar suas encommendas
ao caixeiro ta casa, ou na ra Nova n. 50 aonde tem um deposito. As pessoas mora-
doras nos arrabaldes da cidade querendo levar gelo pela manhia, poderao deixar um
caixao na taberna junto ao portSo da fabrica, que achar5o na volta suas encommendas
promptas.
Na mesma fabrica fazem-se cadeiras franceza de todas as qualidades, e vende-se mais
barata que aquellas que vem da Europa.
Toda! m
Qulnlno.
0 melhor purgante at boje conhecido.
Estas pilulas assucarads to puramente vegitaa.
lMTMiO I PimmCO SEM MEBCUKIO.
A randa em toas u Botteaf e Drofwita do Imperio.
Jl.OT.TTTK eEUL.
H. X. LASB, Bu Direito No. 15,
Bo de Janeiro.
Veode-se em Pernambuco:
na
NOVO DESTINO
DO
Soeiedade porlugneza de seguros muluossobre vida,fuiilada e
administrada pelo
BANCO ALLIANCA DO PORTO.
Todo o pai que desejar acautelar o futuro de seus filbos dev,e quactoates,
azer inscrever os seus nomes na listados socios daP revidentepor que, com urna
pequea quanti que, todos osannos para all fr aplicando, tirada do fructo das suas
economas, no fim de 25 annos alcancar-lhes-ha urna fortuna, que por nenhum oulro
meio e com tao equeno desembolso peder oble-'.
Os exemplos praticos deoutrassociedadesana'ogas tem mostrado que:
iOOgUQO pgos aiinnalmente pidem prodozir.
Por um menino de
de
* de
dia a 1 anno.
a i annrs...
a 3 ------
a 4 ....
a 45 -------
1
2
de 3
* de 4
Por urna pessoa de 15 a 20 annos
de 20 a 30 ..
> > de 30 a 40 ..
> de 40 a 50 ..
Em 5 ao
1VJS.
i a i-auno.. 1:100^ 4:0005 9:<'000 20:00,5 47:000*
9005 3:0005 7:5 05 17:0005 37:0005
8605 2:9005 7:2005 16:0005 35:0005
8605 2:8')05 7:1005 15:6005 34:0005
8605 2:7005 7:C005 15:5005 33:3005
8603 2:7005 7:0005 15:4005 33:3005
8605 2:7005 7:1005 15:6('5 34:0005
8605 -*:7005 7:*OH5 t6:0"05 37:0005
9005 3:0005 7:5005 18:0005 50:0005
Admittem-se subscripcoes annuaes de 85 para cima.
Quem pretender subscrever para a Previdente ou desejar quaesquer esclareti-
mentos e informaces, pode dirigir-se sua direcc^o, no banco AHianca, estabelecido na
ra Bellomonte, ou a Jos Ferreira Moutinho. inspector geral da mesma sociedade, mo-
rador na ruada Fabrica do Tabaco n 1, no Porto, e aos agentes do mesmo banco e
sociedade na capital e provincia, que tambem dar3o prospecto gratis a quem os pedir.
Achando-se de passagem nesta cidadeo inspector geral da referida sociedade,
promptifica-se, durante o pouco tempo que aqui tem de demorar-se, a daros esclareci-
mentos que se Ihe pedirem, todos os dias at as 10 horas damanhSa na ra da Cruzn.
I, emeasa do Illm. Sr. Antonio Lniz de Oliveira Azevedo, onde se acha hospedado.
Em 10
annos.
Em 15
annos.
Em 20 an-
nos.
Em 25 an-
nos.
Casa no Monteiro.
Alocase orna casa no Mooieirp a margen) do
rio, com bons commedos para familia : a tratar na
ra do Queimado loja n. 46, de Goes A Bastos.
Precisa-se de urna ama para i-oslnhar e en-
gommar: na roa do Apollo n. 14, armatem de as-
sucar.
Criado.
Na roa estreila d> Ruarlo n. 32, lercelro andar,
preeisa-se ds nm criado. ________ ____
Precisase alagar orna escrava qoe sa ba
bem cosiohar: oa roa a.. Cadeia do Reeife casa
o. 14.
Do engento Rento-Ve-
Ito fvgiram:
Os escravos, Eduardo, a 23 do correnle, criouli>,
de 4a annos, ofOclal de carpina, baizo, muilo pou-
ca barba, peroas Anas, rr um pouco fola, dedos
dos t* curtos, mnito ladino, rosto redondo, sup-
poe-se ter ido para as parles d'Agoa Preta oo Rio-
Furmoso, leva Tcupa, cal?a, jaquela, palitot, rede
e bata.
Jorse em meado de ;-go>lo, crioulo, alto, e cor-
polento, de 32 aunus, bem preto, olhos brancos e
pequeos, cara ebeia e qoeixos grosso?, bem fal-
lante e sem barba, traja roupa grossa de algo-
dao.
Paschoal, em principio de agosto prximo pas-
sadn, de 32 annos, de Angola, ps grossos, pooea
barba, nmhgo grande, huuve pouco e muito es-
tupid, por ler si (Trido de gila.
Jo>, ha sus n.ezr s, de 56 a 60 annos, de Ango-
la, rr fula, secco do corpo e pe roas, olhos vivos,
sof p5e-se andar pelo lado da Matriz da Varze?,
i-ndo foi ontr'ora preso, traja roupa grossa, lera
marcas de feridas na< ternas.
Rugase as autoridades e particulares, que pren-
dara ditos escravos e os raandem condn;ir a seu
senhor no referido engenho onde se compensara'
devidamente. ____
O Dr. Sarment dlho, continua a residir na
ra do Imperador n. 19 segundo andar, onde sera'
seoipre encontrado pela mantisa antes da 7 Do-
ras, e dipois at a's 10 no hospital Pedro II. em
que todos os dias da' consullas aos pobres, que po-
dem alm disso procura lo em sea casa para qual-
quer misler de soa proQssio. O referido doutor
prefere os casos de medicina operatoria, a que se
ha dedicado, morroente as molestias dos olhos e
vias urinarias, e presU-se a chamados para o iu-
lerior.
i
Precisa-e de um hornera de roela idade para
feitor de urna olaria perto derla prc,a, que teoha
perfeito conhecimento deste nrgvcio, e qua d co-
nhecimeoto de sua conducta : na ra larga do Ro-
sario loja o. 3?.
Na ra larga do Rosario, l.ja n. 22, se re-
cisa de um horoem de itade ou raneo que goze de
boa nameada e que teoha alguina cratica de pada-
ria, para ser empregado no logar de segundo cai-
xeiro, de urna e que ienba as habilitares neces-
sanas para orcupar o lugar de jinmeiro calxeirc
no impedimento deste por doenca on por outro
qualquer accidente, o qoe se adiar oesias cirenms-
tancias pode dirigirse a mesma ca> cima que
achara' cora quem tratar.
3PHARWACIE FRANCAISE^:
deRMAURERU
RMNOyAjy
[23 largo da Tcrce 23.
Sortimento completo dos melhores e mais bem escolheidos gneros perteocontes
a molhados; o propriaiario deste bem conhecido armazem de molhados denominado Con-
servativo participa aos amigos do bom e barato, tanto desta praca como do mato,jque ve-
nh3b comprar aprimeira vez para verem a grande d.flerenca que.ha dos seeros ima-
prados em ontra qualquer parte, garantindo-se a superior qualidade de qualquer gene-
ro sahido-deste estabelecimento.
Caf de 1.a e 2 serte a 246 e 200 rs. a libra, e a 63 e 7 por arroba.
Queijos do reino de diversos vapores a 20200, 20000 e 1800
Manleiga ingle/a flor mandada vir por conta propria a 800, 900 e t/fre/a Hora,
dem franceza de 1/ qualidade a 560 e 600 rs. a libia,
Sab5o amarello maca de 1.a, 2.a e 3.* sorte a 240 220 e 200 rs. a libra.
Vinho de diversas marcas JAAeBA F. a 400 e 500 rs. a garrafa e 30500 acanada.
Azule doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa e a W500 a caada oo 30000 o galio.
Vinho bronco de sopsrior qualidade a 640 rs. a-garrafa, e a 40 e 44500 a caada.
Rolachinha de soda de diversos gostos a 10200 e 20000 a lata.
Cha miudinho de superior qualidade a 20700 a libra,
dem para negocio a 10800, 20 e20.'OO a vistai faz.[*
Banha de porco refinada muito alva a 560 e em barril aSOOrs. a libra.
Phostoros do gaz a 20.100 a grosa e 200 rs. em maco.
Sevada muito nova a 160 rs. a libra, em porcao se fara abatimento.
Frasqueiras com genebra de Hollanda a 60000 e 540 rs. um frasco.
Srleja de diversas marcas a 560 e 500 rs.e W000 e 64000 duau.
alm deste gneros ha outros mmtus assim como: arros, batatas, macas para
sno, paisa;, enminhos, erva doce, aihes, fume, ftijo, e outres muitos [que enfadoot
seria tntn.kwuMet. a^inheiro a vista.
Companhia geral hespanhola de seguros sobre
a vida
ATORISADA PELO REAL DECRETO OE 21 DE DEZEMBRO DE 1859 .
BANUEiROS DA COMPANHIA I DIRECCAO GEHAL
O Basteo de Hespanha Madrid: Ras de H. Agostlnho
I !
SltaaeSo da conapanlila ena 15 de jnlho de 1866.
Apolices 19:700 Capital Rs. 127:1440670 oo moeda brasileira
R^ 12,714:4760000
A Nacional abraca tedas as conbinaces do seguro de supervivencia e n'ella pode
faier-sea subscripgSo de modo que em nenbun caso se perca o capital imposto nemos lu-
cros correspondentes. -a
Urna flanea depositada nos cofres do estdo, garante a boa administraco da cora-
panhia.
Os fundos da companhia *e invertem em ttulos do ettado e sedeposiiam no ban-
eo de Hespanha com intervenc5o do delegado do governo e docdnselho admini> tralivo.
A companhia estranha a toda a empreza ou espiculacSo perigosa.eos titalos em
que se invertem os fundos irapostos na mesma, n3o correm o menor risco, pois estilo
garantidos pelo governo, pode-se di'/er por toda a na^a .
Pr< spectos e mais informaces serio prestados n'esta provincia ra da Cadei loja
. 52, ra da Imperatriz n.12 tiua do Imperador n. 32, primeiro andar, p*lo S a-D.
/NnnrcifO Francisco de Vidal.
Costnreiras.
Precisa-se de cosloreiras qte .-aib.-m cc-sr qual-
quer obra : na ra do Crespo n. 25, I ja de Mu-
noel Dias Xavier.
Ao commercio.
Urna ressoa de bons costume?, dispondo de li-
gninas boras encarrega-se de fater a iscri(U de
alguma casa coramercial por partidas dobridas,
para cojo trabalho alm da pratiea reone a r:r-
com^iancia qoasi indispeostvel de boa letra :
quero pois de seo presumo quier ntisar se d i-
xe r: ti as iniciaes A. B. ti na roa do Qaeinado>
o. 18, para ser proi orado.
Precisa-se de orna ana par uvar t eogom-
mar : na roa do Sebo n. 33.
N. 17.
Roa da Cruz casa
mente a 240.
de baos, sorvete dir"a-
Ama
Na ra do Sol n. II. precisa-se de orna a a que
seja escrava ; nao se dunda de pr *e'.
Devoro de Nossa Seuora
do Rosario no convento
do Carmo.
Sao convidado* tdos os Irmaos desla devr^in
para comparecer* hirasda manhla noeoanu doCarm-''. alm de
se elegerem os novo candidato* qo ho de rfter
esta devocio no seguate anno de 1367.
~^Precisa-se de on menino para eaiaeir de
taberna que lenta pratiea da mesma : na mam
S. J"n. *.
1
1


1*1 rU 4e rerianbit* xU fe Ira 8

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H -Slr
HBMM
I

Aa ra do Tropich
acham-se os seguintes depsitos
De R. B uninghauseio Nuits.
Bourgogne.
Vinho Pocmard nniu.
Cortn linio.
Saolo Georges linio.
Chambean) linio.
llldietiohig tinto.
Clos de Vougeol tinto.
Chablis braOCO.
De M. A.Woefem Francfort:
Rhcoo.
Geisenheimer.
Liebraamllch. _
Marcobrunner._________
Eiii casa de Tbeod Chrislianrtb, ra uu Ira
**"lB.."Airif?Si.?0,!???.,_'-,"^?tr*s*el" D"_s de dilos de madrrperola muito lios a|fiOO
IUVAL SE SElilMlO
Rai do queimado 4, lo Ja de
, Miudezas
I DE
Jos Biuoiiinho
Continua a qutimar ludo i|uanto tem em sea 'es-
i labelecmento.
S>lfcares rom estampas pira meninos a 320 rs.
: AnfciMOes abreviadas a 14300.
Memento da roupa de lavar a 100 rs.
Urtilha da doutrina chrma.i 320 rs.
1 N v..f cariilr.-,. para meninos a ifiO rs.
uozas de meias muir linas j,, senhora a 4fi00.
,J,uf blancas e croas para horneo, a 34 e i.
Agulhas francezas a balo (papel) a 60 rs.
Pedras de lensa (pequeas) muito unas a 160 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a 14f00.
Hecas de flus de la de todas as cores a 600 r*.
Grande liquidado
feciivamente deposito eos artigos seguiutes:
St. Juiien.
St. Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Chaieaa Margaui.
Graud vin Chatean Lafltte 1858.
Chaleaa Latine.
Haut Saut.-rnes.
Chatean Sauternes.
Cbateau Lataur Blaicbe.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite doce. Precos de Bordea.

D. Mara Bernardina (tabello tendo de mandar
celebrar ama missa por alma de -sen presada ma-
rido no dia I de outubro do torrente, coni la a
seos amigos e pareles para que se dignan de
assisiir a esse acto que lera' logar na matrii da
Bu.Vista as 6 horas dannanhaa.
naca
re*.
Caias eom clcheles francezes a 20 e 60 rs.
nuzias de clcheles de ferro em cartao a 40 rs.
LMSat com alfloeiles Irancetes a 80 rs.
Lanas de 100 eovelopes muito linos a 600 rs.
Pares de sapaios de laa para meninos a 4(K) rs.
prego francezes de todos os umsnhos (libra) 2i0
Resma de papel de peto branco liso a 24.
rrasco com superior Unta a 100 rs.
trosas de pbospboro de gaz a 2*200
raras de botdes de poobo muito bonitos a 120 rs.
Lmnas em eariao de 200 jardas a 100.
c*'" de superior linba do gat eom 80 novelloa a
700 rs.
Calas de pos de arroz muito fino a 800 rs.
Pukeiras de conta para meninas a 320 rs.
Taiberes para menino* a 240 rs.
Caixa com superiores isras para charutos a 20 rs.
Masso cota superiores grampos a 30 rs.
Grosa* de peonas de aeo muito finas a 320 rs,
Bonets para meninas a 14.
Pentes com cosU de metal a 400 r..
Capachos eoropridos e redondos a 500 rs.
Canas com superior papel amisade a 600 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
algums
Espirito
alma do
Jos Joaquim da Silva, maBda dizer
missas no da 4 de oo'ubro na igreja da
Saoto as 7 e meia horas da manha por
alferes Vlruliano Cordeiro Lio morlo no ataque
de 18, roga portanto aos seos amigse aos d'aquei
le fiordo assistirem a esleaclo de caridade e reli-
giao orlo que desde ja' se Ibes confessa multo
agradecido.
AMA
Precisa-se de urna ama que saiba cosinbar e
fazer o mais seivico de uo;a casa composia de
urna so pessoa : quem pois se quizer sugeitar a
semelhanie servigo pode dirigir se para tratar na
ra do Trapiche hotel do Universo, no segundo
andar, quartn o. 1, ceito de que se pagara* bero.
Precixi-se
alugar nm escravo que seja sadio e robusto; a tra-
t.r na loja do Pavao ra da Iinp.ratri; n. 60.
COMPRAS
Ouro e prala.
Em obras veihas : compra-se na praga
dependencio n. 22. loja de bilbetes.
da ln
Compra-s ooro, praia e pedras preciosa
era obras veihas : na roa da Cadeia do Recife
cja de onrives no arco da Conceicao.
Calcado barato
Na pra$a da lodependenoia n. 39, vende-e o
seguinie caljado barato :
Borzegolns de cordavo, de bezerro e
eonro de lustre para hornera a 7* 08
Bjrzegains para sentM-a a 1J000
Sapatos da iranga e tapeta a 1*000
Callares
Superior e verdadeiro vioho Collares da
bem conhecida marca Dejante & C, em
caixas de 2 duzias de garrafas.
0 apreciadores desta exceltente qoalida-
de de vinbo o acbarie no nico deposito a
roa da Cadeia n. 49.
No armazem defazeodas boratas de
Srales Coelbo, ra do Qutiraado
o,i9.
Vende-se o seguinte :
Pechlneha.
Pecas de madapolo fino enfestado pelo baratis-
slmo prego de 95.
Compram-st libras
Independencia n. 22.
Compran se moedas
Crespo n. 16, i andar.
Vioho do Porto engarrafado :
Rainha Eslepbania garrafa :i(00.
Lagrima Christy garrafa 3000.
Malvazio garrafa 2J500.
Pcstweio garrara 2,1500.
Porto engarrafado a 2, 1500, 1$, 800 e 640 i
Carrafa.
____Roa Nova n. 60, armazem da Liga.
Grande liquidadlo de bis-
coutos iglfzes
'. ra latas com principe Alberto a itSOO, ditas
sterliuas : na praga ?. m bolarbinbas perolas de 2, 4, 6 e 10 libras a
500. 240O, 3* e5)0, ditas com mide, oval,
victoria, cricble, cracnel, lemon e onlras mnilas
marcas a \ : isto s na Liga roa Nova n. 60.
de 20 : na roa do
libras Meninas
Umpra-se
na praga da Indeptodencia n.22
LIBRAS.
Cjmpra-ce huras esterlinas: na roa da Cruz o.
I, escripiorio de Anionij Luiz Mariius de Aze-
vedo.
Cr.n ra-e um escravo de meia i rohnsto qr.e pi.>sa prestir servlfn; na roa da
Saota Cruz n. 52.
Compra se urna escrava engomiadeira, a7a-
dando paga-se bem na roa da Cadeia do Recife
armazem de Ferreira & Malheus.
Compra-s. urna banda para majortendo oso:
no largo da Matriz n. 2.
Compra-se una escava preta que saiba bem
coslnhar : na ra do Apollo armazem n. iS.tfg
VENDAS
Vende-se na livraria n. 8 da praga da
iQdependem ia : Vatel, droit des gens, dous
volumes 4^000 cada exemplar ; Martens,
maouel diplomalique, um volume, 2>! i;o
o dito ; Danjon, des prissons, um volume,
2,50(00 dito ; H. Blair, rhetorique, dous
volumes, 2#t;00 o dito; Gall, fonctions
du cerveau, seis volumes, i4r$noo o dito ;
Ferreira Borges, Economa Poltica, um vo-
lume, 2?f(0 o dito ; Fieldings, Tom Jo-
nes, dous volumes, 4fJ000 o dito; Reper-
torio das Ordenarles, quatro volumes,
UtyOOG o dito ; Ravoux, des conflits, dous
volumes, l#B00 o dito.
Relogios americanos
;>0-Hiia Aova loja e re!joeiro-HO
Acaba de cheear a' casa de E. A. Ut loache o
mais bonito e grande sor limeo de relogios ame-
ricanos para saU, escripiorio. cima de mesa, para
navio, de corda do nm al 8 das : vende-se por
preco razoavel, pjr ler grande porcao.
Vende-se na fandico da Aurora lijlos in-
glezes para Tomaina (flre brides) de superior qna-
iidade e por pre?r cmniiindo.
Vpndp-M' duas carrosa, seodo nma d'agua
com bol, ambas sao novas e bcni construida : na
ra do Jasmim n. 21.
Vende-se nma arroago e sede-se tambem
casa em boa localidad* para qualquer negocio : na
pateo do IVrco o. I se dir.
Superior potassa nova : vende-se na ra do
Apollo n. 36.
V'-nde-se a armacao e aluga-se a mesma loja
na ra larga do Rosaiio n. 42 : quem a pretender
pode pro-tirar a chave na mesma ra loja n. 38,
que achai com quem fazer negocio.
Dedier, relojoeno, na roa das Larangeiras,
se relira desta provincia brevemente, previne as
pessoas qne un concertos em soa mo de os vir
boscar ar o dia 10 de mimbro prximo; e tam-
bem Vrnde, dous balcSes na rnesm> lija.
Fotas>a da Eus^ia
a 260 rs. a libra.
multo nova e de superior qualidade : vende-se no
ascriptorio de Manuel Unv.io de Uliveira & Filho.
largo do (orpo Sa..io u. 19.
"Blhiiates a"8 e 10,000"
iv nit >( o verdadeirt hrill antes em aaeis
iiein ii loja do M'lheiro, roa do Cabuga
Novo sortlmenlo de lavas de Jonvin brancas,
pretas edas mais importantes cores da actual mo-
da de Pars, chegadas pelo vapor francez de 12 do
correte, a ellas ero quanto eslo frescas e soiti-
das : na loja do vapor roa Nova n. 7.
GVZ gaz gaz
Chegon ao amigo deposito de Henry Forster Si]
C, ra do Imptrador, um carrepamento de gaz de
prim ira qnalidade, o qual se vende em partidas e
a relalho por menos prego do que em ouir* qual
quer parte.
Vecde se ama parte do sitio edificado ua
estrada doM de Asm.- da Silva Ferreir por heranga de seo pal
Man. el da Silva Ferreira, na qual se procedeu &
inveniario; enjo sitio tem orra bella casa de pe"
dra e cal com noveqaaitos, cosinha fra, cacim-
ba com bomba e tanque; o sitio todo morado
com portan na frente, e muitas arvores de Inic-
ios: os prebndenles dirijam-se a roa Oireita
sobrado n* 10 primeiro andar, ou nocarloiio do
escrivao Silva Reg.__________________________
Bolacha a 1,600.
N armazenido lar^oda Asfmblaa. i,vende-se
bolacha para bichos a i600 a arroha, a.-.-im co-
mo barricas de farinha de t'i>n a 65 a trrica.
Salazater.
Vende-se o mais novo vin Jo dos Estados-Unidos
a 400 rs. a libra : na padria da la Direita nu-
mero 84._________________________________
Yinhe colares.
O vioho colares o mais superior de lodos os
viohos e preferivel oeste palz pela sua fresquidao
e agradavel paladar, vende se a G*>000 a duzia :
no armazem da Liga, roa Nova.
FAZENDAS BARATAS
Rna da Imperalriz n 56
f.la e arj icm da Arura
DE
Lfiureoeo rfrffra fendes Goimaraps
Chitas 2U0 rs. o covado.
Veode-se chitas finas para vestidos a 200 240
ris i covado, coi les de 10 e 12 ovados a 25000
e 2ir.O. Ilua di fopmtrfc loja d> Arara n. 56.
Madapolio franrez- ;i 400 a vara.
V*ode-se pegas de oidap< lao raocez Oe 24 va-
tas a 400 rs. a vara ditas rm pegas a 9600e iOji.
Roa da Iroperatriz ioja da Arara n. 56.
Algodaosinho do Arara a 3(3.
Vende-se pegas iie algcdOMiiho a 3#. 4i, 5,
6, 74 e 84; assim corno se vende pegas de nm-
d.poliiu de 12 jardas a 4. Ra da Iinpealriz
n. 56.
Arara vende as colchas a 2$.
Vende-se colchas de listas para cama a 25, ditas
de df masco a 45, ditas de fusta > a 65- Roa da
Impiralriz n. 56.
Madapolo da Arara a 30500.
Vende-se p>gas de madapolo enfestado a 31-500
44, ditas de 24 jardas a 44, 54, 6i, 74, 84 e 104.
Ra da Imperairiz n. 56.
Chitas francezes a 240.
Vende-se chitas' francezas a 240, 280, 320 e 100
rs. o covado, Ra da Imperatriz loja da Arara
n. 06.
Laasinhas da Arara a 200.
Vende-se lar lobas para vestidos a 200,240,320,
400 e 500 rs. o covado. Roa da (mperatriz loja
n. 56.
Arara vende cortes de calca a 10120.
Veode-se corles de caiga para homem a 14120
e 15600, ditos de cassemna de cores com pequeno
toque do mofo a 24 e 24500. Ra da Imp-rairiz
n. 56.
Mugambique de cores a 500.
Vtnde-se mugambiques de cores com palmas de
seda para vestidos, fazenda nova a 500 rs. o cova-
do, laasinhas novas estampadas e finas a 4C0 e 320.
Ra da Imperanz n. 56.
Ltncos trancos a 20.
Vende-se pega.* de. leugu branco a 25. ditos de
cores a 35, ditos de linho a 55 duzia. Ra da
Imperairiz n. 56.
Bramante a 2#50.
Vende-se bramante de linho com 10 palmos de
largura a 24500 e 2J>6(0 a vara.-Ra da Impera-
tria n. 56.
Arara vende a 30.
Vedde-se cortes de cassa de papel rara vestido
a 34, dilos de cambraia de cores e barras a 34 e
34500, res de tai launa abertos a 34 e 35500
ditos de cambraia bordada a 55. Ra da Impera-
triz n. 56.
Arara vende fazenda para lulo a *40.
Veode-se lasinha prea para luto a 440 e 50
rs. o cevadu, diUs pretas a 200 rs., ditas largas a
320 rs. cassas pretas a 320 e 360 rs. o eovaob, al
paca preta a 500,640, 800 e 14 o covado. Ra da
Imperatriz n. 56.
Roupa feila nacional.
Vende-se fraques ae alpaca moito finos a 5J, di-
tos de casemira a 95 e 104, patitas ingles de
casemiras de cores a 14 e 164, palitols de panno
pr. to a 55. 85 e 104, ditos de brim a 14 e :?, cal-
gas ricuras a 64, 74 e 85, cleles de casemira a
34500 e 44 e ouiras muitas obras que se vende
mullo harato para apurar dinheiro, tambem se
manda fazer qualquer obra pur medida. Ruada
Imperatriz a. 56.
Arara vende os bales a 2>000.
Vende-se baldes de arcos a 24, ?5a00,35,35500
e 44, ditos salas zuladas para seohira a 65 e 7.
Ra da Imperatriz 0. 56.
Os oito mil covados de mugambique.
Vende-se mugambiques para .vestido fazenda
nova com palmas de seda por ser grande porcao
se vende a 500 is. para liquidar depressa. Ra
da Imperatriz n. 56.
Os mil cortes decambraias e larlatanas.
Vende-se coites de cambraia com barras e cores
e larlatanas a 35, 35500 e 44. Rna da Impera-
Iriz n. 58.
Os seis mil covados de la estampada a
400 rs.
Vende-se urna grande porgo de laa estampada
para vestidos a 400 rs. para acabar. Roa da
Imperatriz n. 56.
Os dons mil cortes de casemira para caiga.
Vende-se corles de casemira para caiga de co-
res e prela, por ser grande porgo se vende poi
44500 e 54. S na loja da Arara, e ooiras muitas
fazenda* que se vende por prego o mais barato
que possivel. Ra da Imperatriz loja da Arara
n. 56.
Vende-se o eogeoho de agua denomina-
do Potossito na freguezia u'Agoa-Preta, dis-
tante da estagio a estraJa de ferro 1,' legua,
moente e correte, com capacidade para grandes
safras, trras muito productivas, boa casa de vi-
venda, todas as obias de pedra e cal, alambique,
serra a'agua, formas de ferro, etc., etc., os preten-
deotes dirijam-se ao major Gusmo, que Ihes dar
qualquer nlorroagao e tratar da venda, a ra
Augusta n. 97 ou ra Oireita n. 137.
CAL DE LiFlO
da mais nova e superior : vende-se mais barato
do qne em otira qu po Sanio n. 19, eseriptorh de Manuel Ignacio de
Oijvtira & Filho.____________________________
G Z GAZ
a 400rs. garrafa :;s na Liga.
Discursos p rlameniares
^3 00 TALENTOSO ORADOR PORTUGUKZ
^fDr. Jos (>rdo-o Vieira de (]aslre|
*Sg com o retrato do autor.
A' venda na livraria de Guimares &
OS Ohveira, na do [apeador n
Eival sf.m segundo.
Rna do 4|ue;iuaaou. 49.
Quer;:cala'- n-m asfazenujis abaixt
mencionadas.
Queitai vir ver o qoe bom e Ir ralsimo.
Toalhas de lanyrinthu com hico, fateoda boa a
34500.
Garn teis de lloha ci m 100 jarda a 30 rs.
Grvalas pretas e ue caree inailo finas a 500 rs.
Escovas de cabo branco para denles a 200 rs.
Baralhos fnneeres moflo finos a 500 e 320 rs.
Caixas de lamparinas para ires roezes a 40 rs.
Caixas de o'jreias de mas.-a muito novas a 40 rs.
Bufiadores para esparti.no de cordo e tita a 60
ris.
Pessas de filas de cs estrellas com 10 varas a 320
ris.
Ditas largas a 500, 600 e 800 rs.
Cartas de alfineiles francezes muito superiores a
100 rs.
Carretil? de linha Alexandre cera 409 jardas a 200
ris.
Pares de luvas de algodao de cores a 320 rs.
Resmas de papel alinago muito bem a 25506<
Frasco com superior agua de Cetonia a 400 rs.
Ditos de oleo babona a 320 e 500 rs.
Ditos de dito higienique verde a 900 rs.
Ditos dito f>lso a 600 rs.
Ditos de macagar perola a 200 rs.
Ditos de banha muito fina a 200 rs.
Caixas com 12 frascos de ebeiro a 14 e 14500.
Sabonetes muito fios a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bulla muito finos a 2i0 e 320 rs.
Frascos c, m cheiros muito finos a 240 e 500 rs.
Caixas para rap com bonitas estampas a 100 rs.
La para boi dar a melhor do mercado (libr) a
75000.
Baba lo do Porto da melhor qualidade a 00, 120 e
160 rs.
Pessas .le entremetas moito bonitos a 800 ris e
14000
Caixas de patis a balao a 40 rs.
Miadas de linha fr. xa para bordar a 20 rs.
Varas de crdo para espariilho a 20 r.
Frascos rom tinta rdxa moito boa a 240 e 320 rs.
Ditos de dita preta a melhor que ba a 320 rs.
Duzia de farcas para sobre-mesa a 44-
Dita de dita de cabo prelo cravado a 34-
Varas de Iranja branca larga a 2t0 rs.
Vndese o engeohoParnasosito na fre-
guezia d'Agna-Preta, distante da eslagao do cami-
nho de ferro I }i legua, moente e crreme, eom
boa rasa de vivtoda, obras de pedra e cal, trras
moi prodociiva.-, etc., etc.: assim como om terre-
no na frpU' zia da Varaea no principio da estrada
de S. Joan, a rra'gem do rio, ja beneficiado e plan-
tado ctm di'tisos arvort'dos de irados: o preten-
diles Jiiijamse a ra Direita n. 157, qae arha-
rao com quem tratar.
Ola pos de padre e para se-
nhera e meninos.
i Collares Rojer
1 ou
Anodinos electro-magnticos contra as con-
vulsoes, e para facilitar a denticSo das
francas. A a y ni.i-tranca na ra do Q. ri-
mado ti. 8 recebe-os por todos os vapo-
res fraocezfls.
la e-lo laoconheridts, e tinto se tim espalhado
a lama dre* prodigiosos collares R> y> r, que se
turna desoecessano dizer mais alguma cousa em
abono e seus bons f e efiScazes effellos basla o
testemunho dn milhars de pessoas, qoe tm *|slo
e aiirovti/ao o fi liz rerollado dts-es to ulei-,
qno Fece.-?aiio> cellares Jtoyer. A qui lidiana e
crescia rxi/acga-, que vo leodo, mcsl a ainda
'|ue ; numero dos proditiiou se eleva corooAdos
os con pradores. A guia-l r,r.ca, p rm, 5e.e*
*ndo coocorrer para nm fm de lamo apioveia-
menlo.tt 01 fe.to os mressarus pedid: s, 3ra que
r'i. ./ ?*"?"* f,icezcs ihe seja reraeltida
eerla qoanudade de dms collares, para a^ji, ,0r.
nar-se infallivel o sorlimenio delle, na \ goia-branca, ra do Qaeimado n. 8.
Elixir dentfrico e odonM-
gieo.
Ps drulifricos.
Para conserraco dos dentes e gerglvas, orna
das coasas qoe mais cuidado merece a todos,
sera duvida a perfefgao e conservago do denles e
geopivas. Para i>o se consfguir necessario o
uso do elixir e pos dentfricos que pela-'segooda
vez .-cabam de chegar para a Joja d'Agaia Branca.
Esse elixir odonfc-lglco e antscorbulico, precioso
para lo.ias as affergSes da bocea. O emprrgo dia-
rio desse elixir com agua, previne a caria ios den-
tes, cora as aphlas das gengivas e s foifica, aca-
ba o mo hlito, e faz desapparecer o rheiro desa
grariavel qoe deixa o charolo; atsim como appli-
cado poro, acaba ra^idamenie a dor de deoif* Os
l s servem perfeiUmeote para dar aos dentes 1
necesaria brancura e pnlidrz, conservando a gen
ivas a edr rosada. O impresso que acomp-.oha a
cada frasco melhor scieniilicara ao comiiador qoe
se dirigir a lojaid'Aguia Branca a ra d. Queim>4-i
o. 8, oode se vendem om fiasco do elixir e ontro
de pos por 34OOO, e separa-a mente, este va 54500
e aquello por 24000
Fitas dechamalote
para a irmandade do Bom Couselho
e cartas de hachareis.
A Aguia Rranca na ra do Qmimndo n. 8 rrro-
beu excedente bta de cbamaloie propna. 1 ara a r-
mandade do Bom Conseibo e cartas de hachareis
Bonit s pentes
dourados com pedras e aljofares para
meninas.
Vendem se na ra do Queimado loja d'Agoia
Branca n. 8.
Agulhas
de osso e marfim para crochet.
Linhas para ditas. E-tes objettos cheparam de
novo para a loja d'Aguia Branca roa do Queimado
n. 8.
Aovos enfeites crespos e entras qualidades.
A loja o'Agua Branca receben nova porcao de
enfeitrs crespos para erques, algons dos qua'es iSo
de moldes inteiriraente novos e agradaveis, viudo
es.es cocerlos c^m filets de vidrhos lisos.; as.'im
como rtcrbeu ootros para o mel da cahega, en-
tenados ao ultimo gosioBocotton, e oulrc-s no
coque. Os pretend Bles que se dirijan a ra de
Queimado loja d'Agua Branca n. 8.
Luvas de camursa
r-raneas e amarellas para montara.
Veni)er.i-?e na loja d'Aguia Branca ra do Quei-
mado n. 8.
Escovas finas
para unhas, denles, roupa, chapeos
cabellos e pentes.
A loja d'rtguia Branca acaba de receber um
grande e variado sorlimento de escovas finas, to-
do de cabos de osso, marfim, baleia e madreperola
para denles e onhas, ditas com matas de madeira,
i.ufalo e baleia, com baixos e altos relevos e algu-
ms mau heladas com madieperola e cebertas (e
velludo para roupa, chapeos e cabellos, eeuiias
finaluinle. com cabos de madeira e modreptn.la
para Hmpar penles. Os differenies e rcn.modos
pregos de (odas ellas esiao em relagao a sop-rm-
ridade das mesmas, e veodem-se na loja d'Aguia
Branca rna do Queimado n. 8.
Vi os bordados para chapeos dr nhoras.
Vendem-se na loja de miudezas : ;. 1 na do Qui 1-
mado n. 16.
Pentes dourados travessas para meni-.-.
Na loja de miudesas: aT ra do Queimadc n. 16
vendem se bonitos penles dourados para meninas,
tendo trifoliados ci m aljofares e pedr?-.
La lina para bordar, eo\o p. bonito Sdrtiaento de
cores >ha?.
Vende-se na loja de mindezas a' ra do Qnei-
mado n. 16.
Buniias eaxinhss ci.111 msica e sera ella.
fia l.ja de iriudezas a' ra do Queimado n. 16,
vendem-se benitas caxinhas com msica, e -un el-
la, e todas cem arranjos para costura, e por preces
lo commodosjque o comptador nao lera' que mi-
ta r.
Para montara, superiores lavas eamursa amareI-
las e brancas.
Vendem se na loja de miudezas : a' ra do Que-
mado o. 16.
Enfeites crespo', e ontros do ultimo gosio.
A I. ja de miudezas, a' ra do Queimado n. 10,
receben boni'os enfeites crespo?, o 'ue de uelbw
lera vindo nesse genero ; assim como ootros mo-
dernissiraos com filas, bicos e aljofares, obra de
muito gosto pn prios para bailes, ibeairos, nasseios
etc. os pretendentes que se dingirem a' loja de
miudezas, a' ra do Queimado n. 16, goslaro de
comprar 13o boas obras, e por pregos rjzoavels.
Bou papel pequeo e envelopes.
A loja de miudezas, a' ra do Qu esta' bem provida de papel de todas as qualidades.
sendo: alma.'-so, greve, liso, e pautado com 33 li-
nhas, dito de peso lambem liso e paulado, dito em
caxinhas, sendo : liso, pautado, de quadnnhi de
cores, de beira doorada, e tarjado de preto; assim
como envelopes proprios para esses papis : is
pretendilas qae se dirijam a' dita loja, a' rna do
Queimr.do n. 16, que serao bem servidos pela boa
qualidade de papel, e enmmodidade res praeo.
Suprior fila encarnada e rbantalotada por i min-
os lados, prnpria para cartas de bichareis, f
a irmarjdade do Bom fnnsclho.
Vende-se essa soperii 1 tila na lija de miudeza-:
aa ra do Qii<'im;.do o. 16.
Notos c bouitos cintos para sonoras.
Na ra do Queimado lija de miudt-zas n 1'.
vendem se novis e bonito cintos para senhor*..
Tiiitura ingle.a para fazer os cabellos calillas.
A aprecate! Untura bem cenbeclda por Hoild
Water, a apreciavel de L Marques, e a aprecia*^
de Chruraacoine : vendem-se na ra do Queimad^
loja d miudezas o. 16. ______________
Novidade
Cheg a a leja de Paredes Pirto os ricos e bem
enfeilados sontembarque com rintora, de grosde-
naple preto por preco cuinmodo : junto a padana
trance za n. 52, a roa da Imperatriz.
Nbvidade.
Cambraia de rdr da ricos desenhos e de lirias
de doas cores : na roa da Imperatriz r. 62 junio
a padarla franceza.
Palha nova de carn ba
da safra nova )
ua tua do Vigilo
Veod -se palha de carnauba
480 rs. o molho de 100 paibas :
Do ultimo gosto de Pars: as lojas di Jos Bar- n n escripiorio.
bosa o Pequeo na prava da Independencia ns. 23
e 2-5, j.inlo do funileiro.
Vndese a taberna dos Coelhos n. 17 cr n-
fronte o hospital Pedro II, sonida e bem afregue-
Vende-se urna casa terrea na rna Angosta;
n. 193 : os pretendentes dirijan-* rn da P-tma ;
'i.frole venia n. 7, esquina junb
l*nz.
Vende se um mulaiinhu de 10 anuos bonita
figura, proprio para qualquer rlfleio : a tratar na
ra das Tnncheira< n 26.
Vende i a taberna da rui das .Vfmpha* n.
8, com piucos fundos para um principiante e faz
bom negocio.' a tratar ua mesma.
Ketratos do bispo.
Na pholngraphia Eugenio \ Mauricio esta' a
venda o reiraio do Bxro. Sr. tiwpu. -
Palha de carnauba,
Vende-se urna porgio na rna da rnoeda n. 45,
armaren.
ao iba- 5* "H ''" S J r,. ? ven le .e superior vi-
udo c caj a 800 r. a garrafa.
se ven-
11. i B.
Vende-se superior vinbo de Lsb a em
ban is da 5o, de urna nova marca [.repara-
da parliculai mente para o nosso clima, por Nova o. 60.
conter urna pequea quantidade de alcool'j
com paladar macio e agradavel. preco e.
commodo que milito convira aos prelen-:
dentes, a ra da Cade'a escriptorto n. 49.
Vioho francez mais superior que !em vin
mercado vende-se no grande armasen da Llj iuo
Em casa de Jj3o da Silva Paria 4 Irmao, a
ru da Croa n. 66, vende-se o seguinte :
Vlnhn branco Sanlerues.
Hilo tinto B.irdoaux em ha'ris qnirt das.
K che'WKser.
Cliampal.uv em u.eu; e ...!;, inicuas.
Medoc dutia 74000.
Si. Estepbe duzia 8* 00.
Chateui la fiUe dozl 124*60.
Si. Ea.l'ion dnria 144000.
Cbaieux Lartse nih 18j >
Pichn f/miueville diuia 20400>>
! Veidem-se dous en-ravos um mualo ci-ro
mareineiro, idade de 30 snnos rjooco mal* r.n ru-
nos, e ontro cabra escuro, -Mn ..ffl 10, i.ude ,i m
ru..-, ambos sadi..s ^d.< han eotnpittaioeuto ;
ir.ur na roa das Cruzc- u. ti.

t
iitstoi


Diario de FerjuMbue* SeUa fejrft 8 e Httembro fe 1866.


O ARMAZEM
NIO MERCANTIL
53 RA DA CADE1A 53
PASSANDO O ARCO DA CO\CEIV\0.
Teua aleas do maior e mais variado sortiraento de escolhidos geaeros, os segaio-
tei rectamente recelados pelos ltimos vapores :
Queijos londrioos.
Linguigas j preparadas em latas de libras.
Os amitos superiores queijos do alantejo.
Presuntos para fiambre inglezes.
Gomma de milho branco americana.
Salmn e lagostim em latas.
Quartos de mar mello.
Bolaxinhas. perola', principe Alberto e outras qua'idades.
Vinhos os verdaieiis de Collares, Rbeuo, Muscatel de Setubal e porto fino.
Queijos larnengos.
dem de Minas.
Todo pelos mais commodos preces.
MANTEIGA INGLEZA de superior qaalida-
d a i ,28o e l,too rs. a libra, em barril
se fi* abatimento.
IOEM FfUNCEZA a mais nova que ha no
merca lo a 6to rs. a libra, em barris ou
neies a 00 rs.
CHA HISSON de primeira qualidade a
2,8oo rs. a libra, alm desta ba umitas ou
Iras proprias para vender a retalbo, qae
se vn em de l,6oo a l,8oo rs. a libra.
EMPitSTO o mais especial quetemvin-
o a este mercado a .uo rs a libra.
DEM re 9UEUOS DO REINO ltimamente cbegados
pelo vap or 2,4oo: ditos do vapor passado
a 2,000 rs.
LATIS DE CrIOURICVS com 6 libras er-
meticimente fechadas, a 4,5oo, de barril
a fiio. a libra.
SSTKE'.INA parasop em cairassortidas
de-8 liiras, por 4.000 rs.
VTNH3 VERDE io verdiieiro sumo da ava,
domis proprio para se beber n'este
imperio, pel sua extraordin tria fresqui-
d< e agradavel gosto a 61o rs. a gar-
iafa.
ATSEiXAS FftANCSZAS em frascos de 4 e
2 libras, a 2,8oo, e l,4oo rs. em cavj-
ahas muito eafeitadascom dive-sas estam-
pas i2,'JOo, l,8oo, l,8M e l,3oo, res.
RSCOITOS INGLEZES emlatiS conteni
diversas qualidades a 1,000 e l,2oo rs. a
lata.
PRINCIPE ALBERTO bolachinhas as melho-
res presentemente conbecidas a 1,600
rs. a lata.
8ALAME HAMBURGUEZ chegados no ulti-
mo navio a i,600 a libra.
PREZUN r05 vrdadeiro >le Lamgo, a 64o,
rs. a liora, e 56o inteiro.
TRAQUES n. em caixas de 4o cartas, por
8,5oo, e 2io rs. cada urna.
ARMELADA em latas de 1,1 / e 2 li-
bras a 600 reis a libra.
JALEX DEM.VRVfELLO em latas, a 800 rs.
PRUGTAS EM CALDA pera, pecego. alper-
ce. r.\inha Claudia, e ginja a 64o reis
a lata.
MOLHO IN 5LEZ de diversas quattdadei, a
72o r&. o-frasco. a
BIOS TARDA INGLEZA muito nova, a soo,
rs. o frasco ,
DEM RANCEZA a 64o rs. o "ueo.
SALMAO E LAG05TIN chegado umma-
mente. em latas de 2 libras, a l-poo.rs.
\RENOUES em latas a 64o rs. cada urna.
SAROINHAS DE MANTS em latas e matas
a 600 e 36o ris. ,
VINHO DE COLLARES o legitimo virti
desta localidade, muito superior e sem
coofdc5o alguma, a 800 rs. a garra.
IDFM MADURO o veriadeiro do alto uoa-
ro em barris de lo em pipa por 35,ooo
cada uro. ,,. ,M
VINHO DO PORTO de diversas qualidades
engarrafado, inclusive o maisfino que na
n'este genero, por 800, i,000, i,*>o
1,4oo e l ,5oo rs. a garrafa.
FEIJO verde e carrapato em tatas ermett-
camente fechadas a 600 rs. -
CHOCOLATE fraocez em pacotes de 1 Dra
por 5oo reis. .
AZEITONAS daschegadas ulUmaraeme
Lisbi a (,2oo rs. a ancofel*, o" 500,, a
guarrafa. \
GAF avado a 24o rs. a libr*,< .7,000fe
a arroba, e regular a 22o a libra, ooj
a arroba.
VINHO CHERRY domis superior do mer-
cado a l.ooo rs.agarafa, e 15,ooors.
a dnzia. ,.
MUSCATEL o vrdadeiro de SetuDa, a
I,8oo rs. a?-rrafa, e20,000 a duzia.
VINHO BORDEAUX das mais acreditadas
marcas, S. Erosin. Sant Jolien Haui
Brion a 7oo e 800 rs. a garrafa, e em
caixa ded 'za, a 7,5oo e 8,000 rs.
VINHO BRANC ) de Lisboa de excelente
qoadade. e proprio paramissa, a 800,
rs. a garrafi, on 8.000 rs.a caixa de duna.
MVDEIRA SECO a i,2oo a garrafa, e 12;ooo
rs. a daza.
VINHO DO RHENO superior, a 2.000 a
garrafa 22,ooo rs. a duzia.
VERMOUTH de superior qualidade em cai-
xas de <2 meias garrafas por 12,ooo,e
garrafas por I,2oo rs.
* FAZENDAS PETAS
Gros de aples prato a 1500,14600, 2& 3, 350O e 44 o corado.
Gorgur5o preto de superior qualidade a 2*500, 20800, 30 e 40 o eo-
vado.
Superiores reantiqaes a 2*50d, 2*608, 34, 34500, 44 e 54000 o
covado.
Bons cortes de moreantiqae..
dem de gorguro adamascados.
Bons pannos e casemiras.
Sup riores alpacas, princetas, merinos e bambaneas.
Bons villudo pretos.
Grande variedade de diales de fil preto e de guipare a 54, 64, 84,
103, 124, 'le 464 a 204, e da 2*4. a 804 cada um.
Superiores retondas de fil preto e de guipure a 84, 104, 124 e 254,
e de 309 a 608 cada ama.
Superiores algerieaes da fil preto e de guipare de 124 a 254, a de
304 a 604 cada ama.
Boos chaes de seda pret*.
Ditos de Merino preto bordados e ootras muitas fazendas pretas que
seria eufadonbo enumerar, na
DE 4NT0PO GORRHU DE VASCONC
UVA DO C*ESPO N. 13
PHOSPBATO DE FERRO DE LERAS
ian. km m 1 k \< 1 vs
K43PCCTOR DA ACADEMIA DE PARS.
No existe medicamento ferruginoso t5o ootavel como o phosphato de ferro de
Leras; assummidades medicas do mundo inteiro adotaram-no com solicitude sem igual
nosannaes da sciencia. As cores paludas, dores de estomago, digesfes penosas, ane-
mia, convalesiencas diffioeis, i dada criticadas senhoras, irregularidade Ba menstruacao,
pobresa do sangue, jymphat'sino so curados rpidamente oa modificados por este ex-
cellente composto. o cooaarva-W f or excelencia da saude e declarado superior nos
hospitaes e pelas acaden||s a todos os ferruginosos coahecido, ao idoreto e ao citrato
de ferro, porgae o amosque Mnvam aos estmagos delicados, qtte nSo provoca consti-
pado Doicotamkem fjae Mo enegroee a bocea e os denles.
Em Paris na ra da Feuillade n. 7.
A venda era casa eMaorer, e A, Caors.
mWOk SELU IfillAL
Ricos corte e-UrgorSrt de seda pretos adamascados para vestido con 13 metros
ou 18 a Ocovadpi cada#ol*,;larfurade chita franceza, pelo baratisnao prego de 503
cada corte : na foja das columnas da rna.do Crespo n. 13 de Antonio orreia de Vascon-
celos & C.
Mtaattenca!
Muita atteuf^lo
Grande liquidaf5o de fazendas eroqpas e-
taa naeionies, na ruidaInipjiI% n. 72,
feajt de Oaianrlea i, inrto.
ijlfcpriettrios
to eslo lesolvidffs'a
WPWtMto Mtotelectmen-
hquidar por mwos 20 por
cenlo, d* que emfootra ulqoer parte, tejam :
Chales da renda.
-\i
DE
AZEVEDO i FLORES
Nao leiam
Chapeos deso de seda abal5o que valem I^ a 103, ero porgo ter abatimento
ie lOurceto.
Baloes
do ultiro i gosto era Paris, que estreito em cima e largos era baixo, a 34, 4|, e 54, dam-
se para a rcostra.
Sobre-cosacos de pann >
Superiores, que valora 23 > a 133, s o Rilo vendo por este prego, paletotssa-
eo- de pinno Saos que valero 133 a 105, tambe n se ve i le caigas de brim branco finas,
s pardas, ditas de caseraira. oolete de casemira, paletots de alpa:a branca, e muitas
oatras roupas feitis que se vendem barato.
Agn vpj'in os preco las fazendas.
Chitas para cobertas, cores fixas, a 320 rs, dam-se amostras
LSas com lindos desenhos a ZiO rs. o covado.
Cambra as de cores, indos padres, a 320 rs. o covado.
Chitas escuras e claras para vestidos diversos pregos
Cambraia para vestidos.
Dita larga para forro de vestido.
Midapolao que val 104 a 73, s oRal3o vende por este preep.
Caraisas in^lexas suoeriores qoe valem 43, a 33000.
Quem duvidar venha ver na toja do Kalio.
Chegon aovo madnoolo.
Este madapolSo val 1?4, porro o Bilo contina a vender f or 63500.
dem muito fino qua val 123 a 93: quem precisar aproveitfe ^mquanto tempo
f RICO ^ CORTES DE VESTIDOS fi SEDA.
^ A' loja de fazendas de Augusto Porto & C.
li~-Rua do fyueimadol[
A' loja de fazendas de Augusto Porto & C. chegaram ricos cortes de vesti-
dos de seda das mais lindas -cores,
Camisas inglezas pira homem, peto, punhos ecolarinhos de linho supe-
rior.
Vestidos de Bloni 'om manta e capelia para noivas.
Finissirais corte? decarabraia branca bordados.
Cort nados bordado? d) diversas qualidade?, para camas e janellas.
Colias de seda, e de la e seda paracami?, de diversas cores e lindos de-
zenhos.
Creton suportar, para colxas dcima de di'crsas cores a 13120 o covado.
Vestidos birdados para baptizados de 1040JO a 203000
Moireantique branjo e preto, e gresdenaple branco, de core? e preto dos
melhores.
Bons pannos pretos e azues, e sortimento de casemiras preta e de cores, t
Malas grrades e pequeas para viagans nos vapores Europa
Cambraias de cores, lasinnas e percales dos gostos mais modernos.
Tapetes grandes e pequeos para sof, piano e cama. "^
Eipartilh )s, baloes, saiasborladas, meias finas, camisas, camisinhas, gra-
vatinhas, e manguitos para senhoras.
Honets, e cha eos de palha di Italia para senhoras.
Bramante, Brilhantina, Bretinha, silesias, esguiao e cambraia de linho su-
periores.
Brins da linho branco e de cores o que ha de mais moderno.
Neste estabelecimento ha semore su timento de camisas e ceroulas france-
zas, as melhores e mais baratas.
Esteiras da India para for ar salas
Lojt 4o Vigilante
RA 0 CRESPO X. 7.
Este estabelecimento acaba de rceber pe-
lo vapor Estrenuture, ede sua prapria en-
comraenda, un coaapteto soniatoata de afe-
jectos de apura Jo joato a aigona da emple-
ta novidade, como aaja:
Um McmU mhm.
N* Vigilante.
Chegaram no vapor francez de 12, um
.completo sortimento de diversos oajectos
|de apurado gosto propriamente para om de-
licado mimo, e todas aquellas pessoas que
desejam concorrer com alguma offerta para
o leilSo de prendas do Hospital Portugus
que ter lugar domingo 16 do cortete po-
der5o aproveitar a occasiao, e virem esco-
lher taes obojectos po s visto ser para um
tim too justo, o Vigilante est resolvido a
vender por diminutos preces, que os con-
currentes ficaro saiisfeitos.
Eafeites.
Tambem chegaram no mesmo paquete
riquissimos enfeites com o cok decabello
seado inteiramente novidade, nao haver
senhara que vendo taes enfeites deiche de
comprar, principalmente aquellas que tive-
retn de abrilhantar com sua precenca ao
anniversario do Hospital Portuguez.
S no vigilante ra do Crespo n, 7.
Volttulias para menina.
Riquissimas voltinhas de fitinhas entran-
garfas e com crus proprias para meninas,
estas voltinhas tornam-se recommendaveis
por serem inteiramente novidade.
S no vigilante ra do Crespo n. 7.
Finas tbesouras para unhas e costura.
Lindos porta joiaa.
Ricos port relogios de porcellana.
Modernos peales de tartaruga e a imita-
cao.
Albuus para retratos.
Agulhas e liabas para croebetes.
Lindos aderecos de christal.
Aderecos completos para luto, assim co-
mo brincos e n-setas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas para meninas.
Sapatinhos de seda e de mirin, para
baptisados.
Touquinhaa e chaposinhos para dito.
Laas de todas as coras para bordar.
Capellas para noivas.
Gravatas e mantas para homem.
Alfinetes para gravatas.
Riquissim9s livrinhos para notas, sendo
cora capa de madriperula, marfim e cha-
grn.
Penas de a?o de todas as qualidades, do
afamado fabricante'Perris.
Froco e seda frouxa para bordar.
Bengallas e chicotes de todas as quilida-
des.
Dedaes de marfim e metal.
Espelhos dourados grandes, e pequeos
ditos de columna.
Dito especiaes para as senhoras fazerem
os pentiados.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
Diademas do ultimo gosto.
Ligas de seda.
Ditas de seda e de algodD para margui-
Veade-M chales de raada por fiJOOa, fazena
qoe ja' *e epdeii por it 114*000, Htm de seda
por 14* a UOOO, relooda preUt 7*0 e 8* :
i*Ut 86 na na da Impeulciz a. 71
Ckantle pecntocha.
Carabraias e cures mallo fiua a MIm. o eova-
4o, diUi aethocoa MO o M *_ UMajargandis
de rUroIssiiBoe desenhos a 910, 400 e MOra. o co-
vado : s a roa da Inaperatra o. 71
BreUaha de rale.
VB#e-o breiMba de rolo cap 10 ans a 3*200
a HOa, Ha do iwbo Qoo a lTa8*a*o.
Gratide pecbinelia.
Taade-M peeat de algola leas a 4*, 4*000 o
crdelo *aaa a MMO H- s oa roa da Impe-
ratri n.Tl/
Quem duvidar vegh* )^t 40tM de
cambraia a 8#5Q|.
Grande sortimenio de corte* i |aaia aran-
ca e de cores a 3,6500 e4*, ditos pordi a seda a
4*500 e 5*, corles de lia a 3*. 3*009, fe*, 4*600
e 5*, ditos ca>eoobiu a 3* e 3*500: aZi roa da
ImjieatTlt a. 74-
Uazinhas a 24 rs. o aovado.
V*ona>e om grande lortimento de tazinbas
Anas a 240, 80, 300, 320, 360 e 499 n. covado.
estao se acabando.
E' baratissimo, chales a 2*000.
Chales de meno estampados a tf, 2*500 e 39
dtlos Boos a 4*, 5*500 e 6* : s na ra da Ienpe-
ratrii o. 72.
Cortes de brim a 1280.
Grande sortimento de corles de brim a 1*280.
1*400,1*600 1*800 e 2*, ditos de casemir a 2*,
2*500, 3* e 3*800.
Cbius a 180 rs. o covado.
Grande sorlimenlo de chitas a 180, 200 e 240 rs.,
ditas francezas a 240, 280, 300, 320 e 390 rs., di-
tas percales a 400, 440 e 500 rs.: s aa roa da
Imperairiz a. 71
Lencos a U a duzia.
Vende-5 om rrande sartlmeoto de lencos a 2*.
9*500, 3* e .3*500 a duzia, ditos de linbo a 4*500,
5* e 6*. ditos bordados com bico a 4*500 e 5*.
ditos rouito Qds a 9*. 7* a 14* a doala : s na
ra da Imperatriz n. 7
A 5^000 a peca.
Grande sortimenia damadipolo da9ft 5*500 e
6J. ditos melhores marcas a 7*, *, 9590. 9*.
10*, 11* e 12*. w.-m-^^, ,
lia les a 3*000.
Vende se um grande lortimento de baNes de ar-
co a 33, 33500, 4* e 4*500, ditos de nosseiina a
5* e 5*500 ditos para meaioaa a 3* e 3*500: s
Da ra da Imperalri: n. 71
Grvalas a 500 rs.
Veode-se um grande sortimonto de gravatas a
600, 640, 600 e 1*, ataas ans a 1*500. 1*600 :
so na loja de Guimaraes 4 Irm3), roa da Impera-
triz n. 72.
No armazem de gaendas
baratas de Santos Coellio
Ra do Qucimado |.
tos de senhora.
FiOVO DEPiSITO
DE
MACHINAS
PARA DESC \R0CAU ALGODG
Manoel Bento de Oliveira Braga.
53Rna Dlreltti n.53
Neste estabelecimento se encontrarlo as
verdadeiras machinas americanas Chegadas ultima-
mente, as quaes sao feitas pelo mais afamado fa-
bricante da America, por is-o avisa a todas as pes-
soas qoe precissrem comprar, de se dirigir a este
estabelecimento que compraro das mais perfeitas
neste genero, assim como mais barato do que em
oulra qualquer parte, por Lsso que se recebe por
cunta propria, bem como camos de chumbo e moi->
hos para moer milho, e grande sortimento defer-
agens e miudezas em grosso e a retalho.

POIGKLCNAS CRYSTAE8 L0U(i E YIDBO
Jjo Hara Cordoiro Lima, eitabeleesu-se com arm^ze/D de louca de spcieda.de com Joaquim
Thomaz da Cunba, na roa do Imperador ^6, com a firma de Lisia A Confia, os qaaes peder aos
seos amigos e ao res^itavej publico em jjeral que, qoiodo precisen de alcama I0U5, nio eixem
de procurar o dito estiheldcinwoto.onde acbaro um expiendido surt raen lo de ricos apparelbos para
eha, ditos para janlar de porcelana branco, de cores e douraos, gparoigu de porcelaaa para lavato-
ihi, de 3* a 25* ; e todo o mais qae perteace a este genero de n.-goclo, lougas, vidros, ele, etc.
A divisa deste novo estabelecimento
Vender barat pafa vender muito
Vender mnilo para vender barato.
mi
11 Ra
Quelmadoti
12' O fJARATEIRO.
Junto ao Arco de Santo Antonio.
0 gerente desle estabelecimento querendo grangear urna numerosa freguezia,
est determinado a vender sea grande sortimento de fazendas de escolhidos gostos e su-
periores qualidades por precos que ninguem pode vendd, para sustentar seu capricho,
assim faz o Baraleiro.
AUengao Attengo Attengo!
Chales de guipure a 5/?, ditos de merino com bonitas barras a 5$, 5^500 e
60000.
Camhraias brancas e de cores,
Cambraia? brancas de 40, 40500, 50, at 80 e 90 a pe dem de cores bonitos desenhos a 720 e 040 ps. a vara e 300 rs. o covado.
Grosdeoaples pretos e moriantiques, que se veude por barato prego.
Chitas de lindos padres para vesiidos, escuras e claras
dem para cuberta, adamascadas e coloridas.
Tapetes em pecas para 10900 o covado.
Tapetes para portas, ditos de diversos tamaitos e bonitos dezenhos. Outras mui-
tas fazendas de gosto que se torna enfadonho mencionar. D-se amostras e manda-se o
caixeiro a qualquer casa que for chamado.
ffara homem.
Caigas de casemira pra e thb cores a 60, 70 80 90, e 100.
Paletos de panno e casemiras de c5r a 80, 90 e lf0.
dem de alpca brancos pretos e de cores a 30500 4$, e 50000.
Colletes de casemira de cor e prea a 40, e 55.
Chapos de s Ditos de di 10 dito bonitos cabos de 70 a 15
Cortes de cazemira a 40 ou a 30200 o covado.
Grande sortimento de casemiras de lindos gostos para costumes, brim e outras
muitas fazendas para fezer qualquer obra, a gosto do comprador para o que tem um hbil
mestre de alfaiate.
Cheguem a ra do Crespo n; I loja do Baraleiro.
ARMAZEM
DE
L0UQA, VIDROS, CRYSJAES E PORCELANAS.
Ferreira Monteiro & Guiniaraes
ft'a roa larga do Rosarlo m. 8 9, junto a botica do Sr. Bartholonaeii.
Os propietarios deste aovo e grande armaiem de louca participan ao respeitavet poblioo que
ara sea aromara teem nm completo sortimento de louc.3 e vidros cobo seja ricos appareihos para
jaotar e para al01050,'brancos, donrados e com filetes de coras, garrafas, f.qpos, clices, compotelras,
ricos poru licores, galbeteiros, guaralsSes para lavatorios, ricos vasos para floras, caodleiros a gaz,
lan:ernas e muitos outros artigos qoe todo proaoeUem veador palo uui* diminato prego posslvel a di-
orJiaas po serem profolaplp*.
Contas e tubos de ac.
Suspensorios de seda e de algodo.
Grande e completo sortimento de perfu-
maras finas dos fabricantes mais afamados,
assim como muitos outros objectos que se-
ria enfadonho mencionar.
S no Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7.
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magntico
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticSo das crianzas e contra as convuls5es
das mesma?, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendaejo, visto a
grande aceitago que tem tido, o que pode-
mos provar assim como, afianzar o effeito
que elles produzem, porque ha muito qns
os recebemos e continuamos a receber por
todos os paquetes da Europa; e encontra-
do sempre na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Tasso Irmaos
Veadem ot sea armazem rna da
Amarim a. 55,
Licor fino Cura co em botijas e meias Nrtijas.
Licores finos sortMos em garrafas com rolhas di
idre e em lindos frascos.
VinhosCberes. ?'
Santernes.
Chambertin.
Hermitage.
Borgonbe.
Champagne.
Muscatel.
Beino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ton.
PAezei lagniol.
Vende-se o segointe .
Leocps da panno de linho peJo barattajitro pre-
co de 2*200 e 2*600. %
Lencxjes de bramante de linbo de om s panno
a tl*2O0.
Cobertas do chita da India a 2*400 e 2*600.
Lencos de cambraia proprlos para algifceira da-
zia 1*800, 2*, 2*200, 25600 e 4*.
BaicVs de arcos para meninas a 1*500, 2*
e 3*000. ^^ ^
Algd3o enfestado com 7 palmos de larzura
1*100 a vara. n *
Atoalhado de algodo vara 2*.
Pecas de cambraia branca de salpicos com 8
meia varas a 4*500.
Bramant ie. linho fino com 10 palmos de largu-
a 2*500 a vara.
Panno de linho com &i|2 paltes da lardera a
2*400 a vara.
Bramante de linho de duas lareuras a 1*280 a
vara.
Bra anta da linbo de ama largura a 600 a vara
Toalh-s de linho acolchoadas para moe, a 12*
a duzia.
Ditas felpodas a 13* a d^zia.
Guardanapos de linho a 3*500 a dnzia.
Pegas de eimhraia pan forro a 2*600 e 23800.
Pecas de cambraia adamascada cora 20 varas
pror.ria para cortioado a 13*.
Tariatana de cores a 800 rs. a vara.
Fn liso fleo a 760 a vara.
Dito de salpicos a 1* a vara.
Flanala de cores 8S r. o covado.
RilSes de arcos para senhora a 2*500, 3*
3*500.
Ditos de arcos encamados a 3*500 e 4*.
Epeira da India e \ e 5 palmos de largura
propria para forro de sala pjr menos nreco do
qoe em Outra qualquer parle.
Cambraia- finas i^ cores m.uJas a 530.a vara
Nete armaiem tambem se encontra mu grana*
sortimentoil>> roio? feita e uor medida
PHOSPHATOdeFERRO
[de LERAS doltor em sciengias.
INSPECTOR OA ACADEMIA OEPARJZ
Nao existe medicamento ferruginoso to notavel
como o Phosphato ie ferro ie Leras; as summi-
dades medicaes de mundo inteiro adoptaram-no
com sollicitude sem igual nos annaes da scieneia.
As cores palliias, iores ie estomago, digesSet
penosas, anemia, convalescencias iif/iceit, idads
critica as senhoras, irregularidade no tner.s-
Iruacio, pobresa do sangue, lymphatismo, sao
curados rpidamente ou modificados ftr esse
excellente composto. E' o conservador po^excel-
leneia da saude, e declarado superior nos hospi-
taes e pelas academias a todos es ferruginosos
conhecidw, a iodoreto e ao curato le ferro,
Eorque o nico que convem aos estmagos de-
caaos, que nio provoca eonspacao, o nico
tambem que nSo ennegrece a bocea e as entes.
A venda as pharmacias de P. Magre (-
G. e A. Caors, em Pernambuco.
Panno de algodo da Babia, proprio para
saceos de assocar e roopa de escravos ; tem para
vender Antonio Luiz de Oliveira Azeveda4rC, no
sen escriptorio rna^a Croz n. 1.
>res.
Vende-se em casa de Saanders Brothers & C,
no largo do CorBe Santo n. 11, vapores patentes
com todos os perjences proprlos para facer novar
tres oo quatro raacbrnw para descarocar algodio
POTASSA D4 BISSI4
Vende-se potassa da Russia moito saperior a de
qoaiidade a mais apropriada para o fabrico da
assocar a preco rasoavel, oo armazem de Jos da
Silva Loyo & C.

Telas.
Gomes de Mallos Irmos, na roa larga do Rosa-
rlo n. 24, venden) velas e cera de earnaoba e gom-
ma de mandioca.
Cal virgem.
Vende-se na roa do Trapiche armazem n. 0, a
mais nova que ha no mercado, (por preco com-
modo.
Francisco Jos Germann
[RA NOVA N. 21,
acaba de receber om lindo e magninVo i^r-
tiaiento de oculos, Innetos, binculos, do ai-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
los de alcance para observac5es e('para*os
martimos.
Agua Mineral de Vicby.
Pastilhas de saes natnraes de Vichy.
Oleo de figado de bacalhao desempeslade.
Oleo de dito dito ferruginoso.
Rob Laffectnr.
Xarope de cadelna de Bertb.
Vinho de Beiiini.
Xarope de Gibert.
Leite aotiphilitico eonlra as mancbas do rosto
Coofeitos de ergotiaa.
Coofeitos de ipecaeoaoha.
asearos antyaatbmatico de Joy
O dontaltteo de Doorade.
Deposito, pharroaeia de Pinto, raa larga 4o Re-
sano n. 10. _____
Vndese nma casa asonradaa i roa do
Cabral em Onda : a tratar na rea das Bzes n.
9 lado direito quem vai da raa as fjMMK para
S. Francisco.
..
yt
;
V.


.--, --i. v.^;-;>
- :,

w.
Diarle e Pcnaabnco geita le Ira tS de Setemftro de 1866.
NOVA LOJA
ENCICLOPDICA
RA DA IMW&ATWZ RMAlE! DA
w PORTA LARGA tt. i,.
*unto a padarla fraaceu
DE
Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar oren-
peiUvel publico um variado sortimento de
fazendas franceas, nglezis, suissas e aHe-
males> que sa vendero por preco comtaodo.
Grande armazem de fazenda e
roupa fetta, rna da Imperatriz
n. &t, armazem da porta larga
Neste eslabelecimoato Dcootrara' o respeita-
vel publico um completa sortimoalo de roupas de
todas as qualidades e preco cammado. como ser
jaar: paletots de alpaca, de merino, de bombazi
na, panno, easemira, preto de cores, calcas de
todas as qualidades, colletes de diversas qualida-
des e precos commodos, chapeos pretos fraoGeies,
fateada de 10$ a 6*, ditos de sol de alpaca, e seda,
sobretodos de panno proprios para viagem. a 115,
meias croas de boas quatldades e precos coramo-
fioa, e outras ranitns fazendas e roupas te i tas, que;
se vender muito tralo : no armazem da porta
larga a. Si
600 rs.
Admirare! peenlneha.
Camisinhas de cambraia* a, 600 rs. para acabar:
a roa dalmperatriz n. 52, armazem da porta lar*
gi Jnnte a padaria franceza.
Casemira
Vende-se casemira de c6r a 43 o corte : na ra
da Imperatriz a. 03, jaot a padaria fraaoeza.
Baldes
Vende-se baldes (crinolinas) de todos os tama
uhos a 2* e 2*300 : a roa da I ropera triz o. SU
unto a padarla fraorezo.
10SOO"
ntremelos.
Vendem-se pecas de eolremeios eom. 42 varas a
1*500 : a roa da Imperatriz o. 52, porta larga.
Chales de rea a 4#'
Vendem-se chales de renda pretos, fatenda de
boa qoalidade, a 4* por ter porfo : armazem da
poru larga o. 32.
Retondas e honros.
Receben oltmamete:um sortim*olo deretoodas
e bcornos de seda e de algodo por barato preco,
sootembarqoes de grosdenaple, capas e manteletes
por precos commedos : armazem da porta larga
n. 52, roa da Imperatriz.
Canhraias lisas finas.
Grande sortimento de cambraias lisa, que s
venera a 3*. 3*300 e 4*, dita muito lio* Victo,
ria a 5* e 5*500, cortes de tarlatana de bOBitos
gostos a 3*3UO e 4* : ra da. Imperatriz n. oi\
junto a padaria franceza, armazem da porta larga
Tiras e entromeios bordados
Grande sortimento de tiras e entremeto* borda-
dos, pelo preco de- 500 rs. a pega: roa di Impe-t
ratnz n. 5, jonto a padaria fraoceza.
Cortes a% gurgur de seda
preta.
Vendemsb cortas de gorguro de seda preta
para vesiido com 20 covados, por baralo prego q
na roa da Imperatriz n. 5!, junto a padaria frau-
ceza.
600 rs.
Cortes de calca.
Vendem-se corles de caigas para servigo a 600
rs.: na ra da Imperatriz u. 52, junto a padariai
franceza.
Las Je vestid.
Chejou a loja te 'Paredes- Porto om serttmeotoi
de Taas para vestido a-240 o cooado : na ma da
Imperatriz n. 52, junto a padaria franceza.
Chambres
Cbegou um sortimento oe chambres para ho-
roem a 4* eo*.: na-ra da Imperatriz n. 52, loja
de Paredes Porto.
Vestidos bordados.
Cbegou a ra da Imperatriz n. 32* rios corles
de cambraia, bordados a croch, fazenda de 20*
por 12* : oa loja de Paredes Porto.
25,0000
Grande pechlncha
Selecia cem 26 varas a pega, largura de 5 pal
mos, a 25* : na roa da Imperatriz n. 52, Paredes
Porto.
VENDE-SE
M+ armazn de u. J. Ramos e lira euro, roa do Vtf ario
b. 11, constantemente, seguate artif os, que
reccP>em por encommenda propria de
Machinas americanas pana descarocar^algodo.
Arado* idam.
Gaz em latas de cinco galOes do mais purificado que vem este merado.
Relogios perfeilos reguladores com corda para oito dias.
Oleo para machinas de- costuras.
AguJbas para as mesmas.
Breu em barricas grandes, e pequeas.
Salsa pardilla de Bristpl por Lanman 4 Kmp,
Agua Florida.
Anachauita de Kemp.
Tnico Oriental. *
Pilulas assuearadas.
Pastilhas vermi/ugas.
Pilulas do doutor Brandreth.
Prompto a'ivio deRadway.
Rozrfut vo renovador.
Pttutes regaladoras. .
Farioba do millio.
Venden tambem:
i Principe Real.
FAZEMIA8
NA LOJA E ARMAZEM
PAVO
Su da Imperatriz ni. 60
M
I SILVA.
Tende os propietarios deste
taento resol v ido
grande esiabeleci-
Owbraias brancas,
Can 8 palmas de largurae
Vai** 'l|a do pari.
8 ni'5eaB'br",s bancas rranspnrentos tendo
aras l te1* f,Zer",e am w'Mo *Das co'4
SSoo ?e?/3Sipe,8 baraliSia0 PrefiOide..
tSnim S- o '^ Vara> unlcaiJeole na loja e
mil Suva rU" *' tm*emt* D- WdfcW
Bales baratos
Vende o Pavo.
Chegoo um grande sortimenio de balSes de ar
eos sendo, americanos que sao o^- meOuires e- ven-
dem-se pelo baratissimo. preco de 2*500, 3* e
WOO: na loja do Pavo na ra da Imperairiz n.
bO, de Gama 4 Silva.
Bretaubas de rolo a 2^800.
Vendem-se pecas-de bjetaoha: de rolo tende 10
ESJSS XL\6?rZeml temvMdlm k ?Attl e ,rm"em- Pme{- na loa e armaiem do Pawwoa ma L Imperatriz
ta de aporarem dnbe.ro e cada vez ^.^ ^^
Chitas prelas a ISO.
con/m,em;se, superites eBUas pnias iogleas.
sendo Bmto boa fazenda, pelo barMisMo^pre
de 100 o cevado os a 6*000 a pora i, r,do 3*w-
;do8 : dio na loja e ars-aum do Pavao. la da im-
peairiz n. 0 de Gama t Silva. ""- "^
Saias,
Saias,
Saias.
Vende-se um bonito sortimento das mernorw
mais modernas cambraias proprias para fajas sea-
tocem Domtas barras bordadas e-ecm- predas tas-
to bniocas como bordadas de cer, s< nito aaeaa
propna para se fazer saia de um .- pacuo, e v-
de-se a vara por precos muito razoaveis : na h>ja
e armaiem do favo, ra da Imperatriz a. 10, do
Orama & Silva.
OORDE.ll\
t.1 qaalidade.
St. Estephe.,
St. Julien.
G. Margaux.
G. Lafitte.
Medoc.
PORTO
rouUdada,
Vinhe- fino do Porto embarcis de 5/, 10/ e 20/.
Superior, vinho do Klieno.
Vermoutb de Fratellioor.
Bitler aromtico.
Panno d'algodao da fbrica de Todos os Santos.
Wem. daGOwei^ao.
Enx'/re de 1.a qualidade.
Pedro V.
Maria Pia.
Princesa D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
[Duque.
Malvaza.
mais agradarem aos seus numerosos fregueaes,
perianto Ibes offerecem um grande sortimento de
tatenoas ingleus o fmicezas, as qnaes ventfem
por atacado e a retalio. Comprometiendo s a
manaar levar qualQuer fatenda em cata dos fre-
gnezes, que n5o poderem vlr a loja, oa mandar as
mastras deHatrdo Atar o penhor, assim como
coa^', \>estots 1e negoeetam em menor
escuta, qne oeste esubultetmenio encontram nm
granae sortimento, vendendo se-lbe apenas pelo
preh a corof'ram em primeira mo as fazeudas,
Vviita apeMS *'scont(, send0 a dinheiro
Vendem-se bonitos guarda banha de laberinto
proprios para enconos de cadeiras, pelos brralisst-
mos precos de 2 a 3*00 es, na loja do Pavo na
roa da Imparairiz n. 60, de Gema Silva.
08 COI liliJtihiS O I JIMIO.
Vende-se um g:ande sortimento do.* mais- ricos
corlinados bordados, propriis para camas-e janellas
pelos barilissimos pr-cos de 8*. iO*. 16*. 20* e
Remedies do r. J. c. Ayer, ex-leate
Ja latversidade de Pensvlvaiii. um
Esiadtt&-ln.d4>s.
Exlraeto eosnposto de salstvMr-
rlllia e Ajr.
Peltoraldecrreja.
Reanedlo parasezoea.
Plalas eatharileas.
O depi sito central para as pnovioeiav:
Periumbuco, Alagoas, Pard,jLa e Bio-
Grande do Noi le,, dei les teirn-i & tao &.
voravelmente conhecidos e acoibides en
n
9* RA BO QIEI3I1DO l. *!
Peekmliam
Fina* cambraias de cores de moderaos gottos a 300 ts.
Peeasidfe rambraia branca muito fina a 5*1
Grande sortlmeato de chitas para todos os pre^of.
Lencos braacos para meninos doria 2*.
CoDerta deebMai da India a S0OOO.
Algodo trancado largo para toalhas superior fazenda vara 19300.
Cambrafa de llnho para lateos.
Fino esgoiao de llnbo a 1*400. 1*600 e 1*800 a vara.
Grande pee-hincha.
Fazenda muito encordad*:para roopa de escravos e pelo baratissimo prego de. 220 o covado.
.MACHINAS AMERICANAS
Verdadelras dO fabricante .V. Y. Caattongln & C.
Sloinhos amerieanos para moer- mitA.
Na ra Nova n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras- machina' amencanas de todos
A* .
Na loja do PavSo.
Uiegaram peto nlmo tapop da Faca a mal
imaas cambraias transpawnies, granadinas^sendo
com os padrees de listiobas e Dores, conforme se
nsanv a I Unamente aae prroerpaes cidades da Eoa
ropa, e vendam-se peto baratNmo pre^o de 840
rs. a vara na loja e aromara do Pavo, na roa d-
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
rebate do pava a 2oeo e 2Soo n.
aS.eai*se chale de merino, estampados a. 2*
a 2#fi00eadauro-.
Utos,deario6 Iaa 3*B001
i D'tos estampado de eiepon a, 0*v 7*, e- 8*000.
uitos pretoa bordados cem franja-de aeda a 14*.
-..1 Jn iarm"m do Pavo na ra da Impera-
tiZ'S.0^eGaniadSflva.
Para luto wne o PavJo.
setal dHCMiMU3eBi'6ialmosde largura, fazen-
oa preta para luto, propriar. para vestidos e roupas
para homens, sendo esta nova fazenda sem loslrd e
,ue maito. boa, tuaudatte, paractindo-ee nao u'car
'^^E/v tempo e Wne-S8 B6*0 narato prego de
*9 e a*ow o covado, assim como neste estabelecL-
, tente tem um grande sortimento de todas as fc-
jaBaa^retas-oomo sejam eaesas e chitas prelas,
jaasj tapadas e transparentes, princezas, alpacas,
aijas, ate : na-loja-e armazem do Pavao na rea
daimneratririi; ee.dB-Ganra & Silva.
Os espartilh* do Pavao.
Vendem.se orna graode a variado sortimento de
espiu-jilbos dos aais.liem feitos-ine tasa- ^iodo ao
meicado, sendo de lQd&s,i.Uajto6,,wndeDdx>-se
por nm preco muifo fazoavel : isto na loja. do Pfc
nona rna dalmperatriz n. 60, de Gama & Sil-.
Leaeos braneos a SfOOO reis a
ditzla.
vende se eoeos branooe farenda mtrlto boa
pelo baratissimo prego de 2* a dnzia, Ditos com.
barra de cor a 2*000 isto para acabar na loja d-
ravao na ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Slo
23*00e r. o par, assim como pegas da rambraia todfrS as partes-da America- do- Sul e do
i adamascadas propnaa para o mesme|Norte, actta-fleem casa de Tfcrod hvla-
mZrITl QO ro i "
Bra por pregos razoaveis, na loja e ar
vao na roa da Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Os carhiHs Mr Pava,
Vendem s* os mais bonitos cacblns de malha de
* com bonitos gostos, propwoa-'paia sabidas-de
laavcn. iii rna do Trapiche
Pernambueo.
Os precos de
33 i or duzia de estiaclo de salsa-patha.
tbeatra o bailes etc. ele na- ja- e iwmazem do Pa- 27^ "por duzia di LeiLiiai deSflSMaT
vao na rna da Imperatriz b.60. de Gama & Silva. m pordzia de ^ dio p?rg JJJj^
os f..bricantes; se etionlra neste deposito
grande porfSo de machinas, e se vendem por
menos preco dto que em outra qualquer parte,.! va.
por se receber em (Brei'tura da Amrica', se[ Bramante de llnho do Pavo.
fornece todas as explicaees< neoessarias ao J* nde-se sjuperjor bramante de linho com 10
compradas pama, oonservaejie. das mesmas; CK!'*R?' P^oprios par lenges, pelos
npsto erandfl estaheliv-imMitn sri pnrnnlra mni- arallRsimo9 P^gos de 2* e 2*600 a varar assim
nesie granas esweiecjrneoio se encoptra mu- como panno de linbo muito fino pelos baratissimos
tC8 arllgOS americanos, que multo deve agr- regos de.640* fl)0.a 800 rs. a vara nalojaear-
dar aos agricultores qne usam de taes artlgos, m3zem do Pavo, ra da^iroperairiz.D. 60, d*Ga-
encontra-se tambera tedas as c^rteccOes- d* db- L.i'ii'i" n.a
senhos sobre os quaes'se>aceita-oualqoer urna, nae pecblucha em toalhas
enoommenvia, quecorapromptidao ser sxecv- venrtfm<*.nrfr!, iUS' .- u
tada; mi* grande. SC^ encon-\9^S>SX^SL^tr&t
tra-se em grosso e a retalho, grande porf5o a 6*0 rs ditas a imitago das felpudas 800 rs.,
de ferragens, emiudezas que se vendem por preco cornmodo, pedindo-se a ltenlo di,as fepnd_as a i* : pechincbana loja e arma-
de todos para ra Nova n. 20 Carnei o Vianna.
apnjngco'iHs
2 o o o i :r'-s S o o p o
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DE
FAZENDA E ROPA FEITA
11 O VA \. M.
Reg & Moura, proprietario da loja de /azendas e roupa feita, sita i ra Nova
n. 21, fazem sciente ao publico e particularmente aos seus amigos e freguezes, que
acabam de receber de sua encommenda, um perfeito sortimento de fazendas finas, entre
ellas casemiras de cores proprias paracostumes; panno fino dos melhores fabricantee
proprios igualmente pana.casacas esobrecasacas e outras fazendas de variados gostos,
as quaes vendem rom vantagem sobre oulro do meano genero de negooio, tanto pela'
modicidade d-s preco fcpmo pela qualidade especial dos artigos qsie expea esoolna de
todos aquelles quesedi^nar'in frequentar seu estabe.ecimento.
Os meamos, continuando como sempre, escudad'os e robustecidos na aceitado e
confianca que lhestem sido dispensada pelo respeilavel publieo-, no espaco de tempo em
que se acham establecidos,'procuram enviJar todos os esforcos a seu alcance para cort-
responderem sufficient^mente a expectativa deste e de seus numerosos freguezes eamt- 5OTdo rm,ot,D. p1 bararissimo preco de 3500J
gos, por isso, admittiram para sua officina de alfaiate, quatro contra-meslres, fnncefa. I SJSTJgL!? "jgf^0.-?-**^- *
finando regularmente sob a inmediata dtreccodo muito hbil mestre Lauriano Jos dB!Gama 4silva? '' daImPeralrie
^, Barros, o qnal, activo e diligente como se ser. nao se poupa aos mais aturados cuidados Cambraia da Escossia
de sua arte quando tem de salisfazer com brevidade e presteza qualquer obra de encom- Vendem se as mais finas cambraias *da Eeossi
menda,
Ao contrario dos mu tos que enchem as columnas do jornal com a repetido ociosa
de annuncios em estylo sedico, n5o precisamos aqui a natureza dos artigos que possui-
mos para n5o collocar a smeeridade dos nosso* tratos no perigo imminente que resulta
dessas antecipaces sem fundamento.
zem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, da Ga-
ma 4 Silva.
Vestidos braacos bordados a 6&0O0*
Vendem-se os mais ricos cortes de tarlatana e
cambraia, branca com lindas barras bordadas, e
traiendo todos o cOrtee-enfwles suficientes para
corpo e mangas, pski haratsimo preco de- 63000,
ditos com barras de cores, tanto de seda con da
mesma cambraia a 6, 8$ e 10, lodos estes cortes
s-ao etiepados pelo ultimo vapor, e vendem-se por
estes diminutos precos na loja e armazem do pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Vestidos a U.
Vendem-se bonitos corles de cambraia branca
com barras de cores e todos brancos, pelo baratis-
simo preco de : na loja e armazem do pavo,
rna da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Tapetes.
Vendem-se ricos tpeles para sala pelo baratissi-
mo preco de 8$000-e 10,5000 : na loja e armazem
do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama 4
Silva.
c-asentirs prefas a 4*00
Vendem-se eortes de casemira preta superior
qualidade pelo baratissimo preco de4500, gran-
de pechiocba; na loja e armazem do Pavo na
ra da Imperatriz n. 60. de Gama 4 Silva.
Madapoln a 3>o.
Vendem-sepecaj de madapolo com 12 jarda*,
Organdv a' IsIlOO na loja do Pavo,
Vendem-se os mais finos e mais modernos orgau-
dyes de cores com os mais delicados descnbos,pn-
do farenda de 1,5600 rs a vara, e lfeoi [baratissimo preco de dez tostis avara- por esta-
r m tomando um pequeo loque, de mofo, isu> na
loja e armazem do Pavo na ma'da Imperatriz rr.
60, e 6ma & Stva.
angtiitos a 5fifre fi40 res,
Vendem se mansoltos e cali-toba* para meninas,
pelo baratissimo preco de 400 e 640 reis, oa loja e
armaiem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
A tCO rs. para futo, vende o
PavSo.
Vendem-se lazinhas prelas proprias para hito
pelo baratissimo preco,de ti 0 rs. o covado: na
loja e armazem do Pavao ra da Imperatriz n. 60,
de fima A SUv*
lgoriozinbo a $::^ a peca.
Vend-se-pe58s de al^fedanpinno, tenda 20 jBr-
das cada peca, sem defeiio alguro, pelo baralissb
mo preto de 2#S00 ou 160'"rs. a vara, grande
peomrba ; na luja e arnaaaem do. Pavao rna Ja
Imperatriz n. 60 de Gama & Suva.
-raede peehlaeha cm cbapd
do chyll a 54 e 6>
Vendejnse.soperiores cb^po? do Cbyli proprios
para bemens. sendo dos mais modernos que tem
vrado aw mercado pelos- bar8ti6simos presos de
St:o6 a alguus mais barata,: na luja- e arma
zem do Pavo a ra da Imperatriz n. 60, de Gama
4 Silva.
Pechinha
Chitas rxas a MA rs. o covado.
Vendem-se fioi.-stmas tbitas, roas do Rassell,
sendo fazenda mnilo encorpada e cores fizas pelo
baratissimo prego de 240 r o covado ou a (.iOO0
a peca, isto por ten-m um leve loque da mofo po-
rm afianca-se qne-logo que se lavem o mofe sola
e sena fazenda para muito mais dinbeiro se nao
fosse esse diminuto defeito : i.-io na loja arma-
zem do.Pavo na ra da ftnperairrz- m 60, de Ga-
ma.t Silva.
Nova faienda para* vesWkw.
Gama 4 Silva reeeberam pelo nilimo vapor os
mais modernos ter-idos qpe ltimamente se usam
oa Eoropa como sejam tasinhas com os mb/s de
Meados padrSes lisirados-com seda e sfm ella, ten-
do toda esta fazenda um lustro que briiha igual-
mente como seda e vendero-e por prego muito
razoavel : na loja e armazem do Pavo na ra da
Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Ptchincha em cortes de chita*
frunce as.
Vendem se superiores eortes de chitas franceza*
sendo- escuras e claras rom as cores fizas tendo
cada corte 10 a 12 covados fozpodo-lhe a conla pe-
los baratissimos presos de 280 e 330 is. o covado,
para acabar : na loja e armazem do Pavo a rus
da Imperatriz n. 60, de Gama 7 por duzia de pilulas catarticas
seentendem dinhclro vate, ea
HatM^Mta descont de 5 por cento em quantinadea
de 6 a 12 duztas, e de 10 por cento ea
quamidades superiores a 12 duzias.
Exiterr algnns bafris de superior vtnho do Por-
to p prego de 3S,?000 a aocoreta, Isu. p;mne o. icao
qoer liquidar : na roa da Cadeia n. 33. arroaz*
de Ferreira 4 Matbens.
Vende-se na praca da Independencia ns. 37e 39,
capellas mortuarias, as mais bonitas que teman-
do a este mercado,, para os stimos dias e da Re-
finado? se botareis catacumbas e tmulos doic*
miierio publico com as inscripedes seguinte*:
A meu pai.
A mntia m3i;
A men esooso.
A. minba.Hsposa.
A meu liiho.
A mmha filba.
A meu irmfio.
A mmha irroa.
A meu amipo.
Urna lagrima.
Amizade.
Saudades.
Vcnde-sei
machinas americanas de serrles para descaroear
algodo : na roa da Senraila Nova b. 43.
Escravos fgidos
Novidade
de Vigilante ma do Crespo b, 7.
A novidade do Vigilante somenla participara
todas as senhoras e as senboras modistas qne
chegad} um bonito sortimento de enfeltes para
vestidos de apu-ado gosto-e ioteiramente novidade
e omito apreriavel em Paris, o aome destes enfel-
tes Crespienae Margarita: s se vende no Vigi-
lante ra do Crespo n. 7.
Breu em barrkas pequeas.
Cera em vetas de todos os tamanhos.
Bogias.
Mercurio.
Na rna do Vigario n. 19, t* andar.
iVovo e grande deposito do superior canr&a de Oardiffna
Baha.
Antonio Gomes dos Sanios 4 C., roa do Santa Barbara o. 1, estao habilitados a sopprlr d
oarvao, em condigoes mais favorveis qae era outro quatqoer deposito, a todos os navios a vapor que
ecarem naoueile Dorto. A contratar nesta com Domingos Aiwes Matheos.
mmmssmmmmmmmmm mmmwm&mmmmm
IMtuto nova a 800 rs. a
libra. j
f,haratos suspiros verdadeiros iiji eiia no
armazem da Liga ra Nova n 60.
muito novas a 900 rs. o cento : na Liga ra Nova
60.
CHAPEOS M GUILY
a 21 2^500, 3$, U, b$ e;
de mais presos.
Na praca da Independencia Iojm as. 23 a W
tanto do tonileiro, Jos Barbosa o Pequeo est.
orraodo por dinhelro.__________ _
PAPiJL BE Pfi^O
Branco, pautado, qnalidade soperior.
Resaaa J|*00.
NA LIVBAR1A FRANCEZA
Kl'A 00 CBE8P0 N. 9.
Grande hiinazem de tin-
tas medicamentos etc.
Rea do Imperador n. 22.
'aloSo Pedro das Mevea (ge-,
rente) tem a venda o
segnlnte:
Productos cbimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em
' medicina.
; Tintas para todo o genero de pin-
' tora e para tintoraria.
Productos indusiriaes e tintas
[ para Arres, como botdes de flores
[ e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
\ tente desenho.
Productos cbimicos e industriaos
f para puotograpnia. iia'uraria, pn-
\ tura, pyrotecnia etc.
\ Montado em grande escala e sup-
[ pndo directamente de Pars, Loo-,
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa '
!E pode offerecer productos de plena
t conflanca e satisfacer qualquer en-
\ commeoda a grosso trato e a re-
1 lho e por preco cornmodo.
VaDie-M vinha e Bordeaos em onartolas,
barrls e canas : tm casa de Tisset frrea, ma do
Trapiche n. 9.
Na fabrica* de padaria a vapor de Joo
Lulz 4 Narciso, tem para vender massas
com gomma de milbo branco muito nova
recebida emdtreriara ae Mxico e conti-
nua m a recebar por todos os navios viu-
dos de New York, sendo o seo nico de-
5 psito na mesma fabrica na praca da *
H Sania Crnz n 6 e 8.
mmmmmMmmmwamwm
Aos agricultores
Saunders Brothers 4 C. acabam de recebe/ de
Liverpool vapores de torca de 3 a 4 tasarlos com
todos os perteoces, e muf proprios para fazer mo-
ver machinas de descarocar algodo, podendo cada
vapor trabalbar ate com 140 senas, tambera ser
vem para enfardar algodo on para outro qualquer
servico em que usam trabalhar com animaes. Os
mesmos tambem tem a venda machinas erica-
Das de 33 a 40 serras : os preteodeates dirijam-
se ao targe da Corpa- -Saato n. ti._______________
VENDE SE BARATO
ChamtHs para caadieiros.
Cada nm a 280,320 e 400 rs.'
Gaz verdadeiro americano em garrafas a 440 rs.,
em latas de am galSo a 24400, de dona cales a
4*600, de cinco galoes a 9J15O0.
Candieiros amaricanos e soissos de todos os ta-
manhos e precos.
Faz-ae qualquer concert tendente a canAeiros.
Tambem se aiogaa lastres e arandelas a gaz e
globos a vela.
Todo por commodo preco, s no grande estabe-
leilmento de miudezas, quioqoilbarias e ferragens,
rna Jfera a. 18, de Soara Soares 9t Irrae-.
Vende-se presunto mofto novo a 410 r*. a
libra e em porco a 400 rs. : no aateo do Carmo
esquina da roa de Horias armazem n. S.
todas- iransparenies tendo mais de vara de largona
coro 9 v.vras cada peca, pelos baratissimos precos
de &i, 6o00,7 85, 9i e 10$, grande peehin-
cba : na loja e armazem do pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Para noiv-is.
Vendem-6e ricos cortes de seda branca lavrada,
vindo cada um anmado no sen cartao, com a com-
petente palma e capelia : na loja e armazem do
pavo, roa da Imperatriz n. 60,, de Gama 4
Silva. .
Sellas largas a UGOO.
S o pavo.
Vendem-se superiores sedas com 4 palmos de
'largura, sendo dos padtBes mafs bonitos que tem
vindo ao mercado, e vendem-se pelo baratissimo
prego de 1*600 o covado, cortes de ditas muito
bonitas com 18 covados a 35,fOOO : na toja e ar-
mazem do pavo, ra dalmperatriz n. 60. de Gama
4 Silva.
As colchas do pavo.
Vendem-se bonitas colchas de fuslo pelo bara-
tissimo preco de 6*000, ditas almitacao a 3*000,
e grande sortiwenlo de cobertores, tanto de Ta
como da algodo : na loja e armaiem do pavio,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Alocas de cores para vestidos.
Chegaram as mais bonitas alpacas de cores pro-
prias para vestidos, sendo lisas e tendo de todas, as
eres ais modernas que tem vindo ao mercado, e
vendem-se pe* ibarato ,preco de 640 rs. o covado,
ditas Javradas com as mesmas cArai a 730 rs.,di-
tas de accento branco com palmas de cures a 600
rs., todas estas alpacas sao muito largas e veodem-
/ae por estes diminutos precos : na toja e armazem
do pavo, ra da imperalriz n. 60, de Gama 4
Silva.
Pahtots baratos.
Vendante paletots de panno preto boa fazenda
pel baratsimo priende 6*, ditos sobrecasacos a
12, caigas de asemira de cor a 6* e 7, grande
sortimento de ci Heles por pregos baratos e ora
grande sortimertade todas as qualidades de roupa
unto de case|:.a como de bi'm vendem-se mui-
to em conta na loja e armazem do Pavo na ruj
da Imperatrtz n. 60, de Gama & Silva.
Chales (le renda a 4,s'OO0.
Vendem-se os mais modernos chales de renda
pretos pelo barato prego de 4*000: na loja e ar*
mazem. do pavSo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
4 Silva.
Craatadloe.
Chegaram as maie booitas lias granadinas eom
os mais liodoa padrdes da listras aeodo oa tecldo
lostrozo que parece seda o mais moderno que este
anno tem vindo para vestidos e vendem-se por
prego mutto barata : nicamente na loja e arma-
zem da Pavo na roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma 4 Silva.
Escravo fgido.
No dia 27 do correrte desappareceu do enjeesko
Animozo, freguezla da E&eada, o moleque de au-
me Juo, c-.u: os signaes seguintes: alto e serr
pernas linas, olhos om pouco vesgos, levando ves-
tido caiga azul, camisa branca e ch|>n oleado. I
encontrado em dirercao a estrada de ferro; toer,
orado uesta praga- ao Sr. J:o Vieira de Souia,
rugo poitanto as autoridades, policiacs e rafutaet
oe campo, a raptura do referido escravo, jiodeodo
serenlrepne uesta praga ao Sf. Brnno Atar lat-
boxa da Silva, na ra da roz o. 45, priaieira a-
dar, ou no referido encenho.
Em juho de 1864 fugio do abaixo assignsdo
sen esrravu crioulo de 26 annos de idade e de as-
me Miguel, o qnal tem os signaos seguidles: car
lula, alto, I 6a figura, cabega peqoen e cabello ehe-
cado; tem bailante barba e ] Itie faltam alyoaa
ileutes, pernas coroprida*, ps grandes e estaa-
dos, dedos cortos e torios, em om dos ps tem orna
cicatriz de machado entre o dedo grande, ten mala
na mo direia urna ooira cicatriz multo na*el
que parte pelo meio da unha do dedo pollegar,cajo
dedo um pnuco ded-itoo-o, bem tradartidor,a
tudo quanto faz com deserobaraoo. Pede-so pala
as autoridades policiaes e rapies de campo qea
iireodam o dito escravo e o remetiam para o Hed-
fe e enhegar a Claudio Dubeauz, na ma do Impe-
rador, que recompensar generosamente, oa san
o SerirtO a sen Sr Jos Baptisla dos Santos.
Des;ppurei*kio
Contina ausinle da casa de sen senhor ea
3 de ago.>to do anno corrente, o escravo mulatf-
' ho de oome Koyeiundu, idade 15 annos poseo
mais on menos, corpo negular, ps-bem feitos, tr-
bellos caxiados aparados, levon camisa, caiga a
chapeo de palha, em urna das mos tem urna i
tria em um dos dedos, proveniente de um
de reda que lirou parte da poota do dedo: qo"
der noticia ou apprehefNie-lo leve-o a caa da raa
do Imperador u 3i, a seu senpor Antonio Marta
de Araujo, anorte as taberna de Genuino Joe da Bosa qne gratificar
com generosidades rogase as autoridades do <
tro da provincia s,ua vigilancia no sobredita
cravo.
VISO
Bales anaericauos a ^.
Vendem-se os mais superiores bajoes america-
nos tendo 30 e 3o arcos com as utas bem largas e
com rauita roda tendo os arcos muito mais eonsis-
tencia que os ingiezes, sendo neste arligo o melhor
que tem vindo ao mercado e vendem-se pelo bara-
tissimo prego de o* : na loja e ai mazem do Pavi
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Camisinhas para ludo na loja do Pavao.
Vende-se um bonito sorumento d*e camisinhas,
manguitos, golinhas e puolius de cambraia, fll e
escomilha ; sendo o mais moderno e mais proprio
que tem vindo para lucio e vende-se por prego mu
(o rasoavel na loja e mitra do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Chapeos a 80 rs.
Vende-se chapeos de palha a imitaban de mar:(-
Hra pelo baratis-imo prego ne 800 rs cadn um pqr
lar urna grande porgo, ua loja e armazem do Pa-
vo, roa da Imperan iz n. 60, de Gama 4 Silva.
Corplnlto pretos.
Vendem-se bonitos corpiohos de grosdenaple
pretos, sendo ricamentente enfeitados, a 10* : na
loja e armazem do pavao, roa da Imperatriz u. GO,
de Gama 4 Silva.
Casaquinhas oa rasquias.
"Chegaram as mais modernas casaquinhas o>
grosdenaple preto, ricamente enfeiadas, veodem-
se por prego muito razoavel : na luja e armazem
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama p
& Sila.
Para senhoras.
Novidade.
Collerlaahos e piaahos
Colerllnhos e pannos
CeJlerlnhos e punaos
S opao,
Caegoa pelo ultimo vapor da Kuropa nm grande
sotiimeoto dos mais ricos penaos eom colleriofeas
bordados, sendo nesle genero o mais bem traballia-
do que tem vindo a este mercado, tanto nos di-lie
dos bordados, eomo nos bonitos fertios, tendo tari-
oem ora oe bordados de afir e (-t-.ndo lodos de es-
guiao de linho e veadetn-se por presos mu-no din*
utos pqr ler anda urna purgo muito s.upernir
aquella que se tlnha encoromendario, dao-se alguqs'
para amostra com peoborou manitum-se levar as
casas das Eiraas. loiiias a* quiterem escome},
advirlindo-se-lhe que quanto maior for a porgado
que comprarem mais barato se Ihe vender, fslo
a loja e armazem dtaav^o na ra da impeatrjz
d. 60, de Gama 4 Silva.
Novos vestidos Poil deChr-
vre a 16#000.
Na loja 4% pavo.
Chegaram pelo vapor do da IS do corrente, ofe
mais liDdos cortes de poil de cbovre para vistido^,
sendo fazenda rateramente nova no mercado, ten-
do esta fazenda bastante lustre com os mais deli-
cados gostos tanto em listras como em flores sola
e vendem-se pelo baralissimo prego de 16*000; com hatrs decir, camrsa branca, chapeo de paU
tendo cada corle 18 covados, islo na lya a arma;- nba e ^^^ ^ lna~ ^^ cabIU,s ereMifioa,
ze,m do pavao na roa da Imperatnz n. 60, fie Gama barba tanaem oraaejda, aada dwote da afceaa;
ai' bm nf\f\ qoem 'jet!ar leve a ro' do Br"W D- W r0fi*'
(rfl.11;, din A fl 4 (Mil) VS C50' *'ae s,,ra' recompensado.
66 OpV*0. Rafiraanaa-A flete.
Yeadem-ae booMos curtas de eaotbraia granada jru;.f() no'da 4 do corrale ora preta par
na con banilaa li.-lra braoras e da cores seade oma Subastilo e por appetlido Marisco,o ful
muito transparentes, tendo 7 Va varas, pelo barat- oi fia vinva do Gybson : provaseJ andar can
tlssimo prego de 4*000: na bda e armazem do pa pora de Portas on em Olmda, ou no engenb fm-
vlo na ra da Imperatri n 60, de Gama 6t Silva. no dt Cal; tem os seguintes signaes: pernas oa
lelabofl na loja o PV5. tanto arqaoaoaa, com faiu de deatas m frenia, as-
Vendem-se retalhos de lasmhas a capas em por' prsenla ter 38 anuos fie tdafia, e chelo fio mt-
! cao por prego muito barato: na loja- e armnem da po : qnem o pegar e levar na rna do Queimafin
I Pavao, rna da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva, a. 11, sera' bem recompensado.
Vagio no da 20 do corrente mez de setemfcm,
do engenbo Cachueirinha, o escravo Leandro, eaaa
os iguaes segoiates: blalo, estatura regular,
idade de 20 aaoos pouco mais on menos, eaneUat
carapinhos, rosto redondo, muito poora barba ao
qncize inferior, denles de cima limados, eaaHtas
tHias, e levnu roopa branca e chapeo de bafita, o
futu aa mesma occasiao om cava lio do narna
epgLenho. Alm disso levou urna "maca yelba fia
couro de lustro c um encerad-i encarnado em au
do mesmo cavallo. O mencionado escravo tendo
sido encontrado no da M do crreme, com o ca-
vallo em que havia sabido, perla da cidade fia Vic-
toria no pcoado das Trahlras, pelo major Isidora,
que vinha com orna bulada, foi all preso, mas tei-
co-se aruoclMdt uaqjAtlle mesmo Injcar,d*alK ava-
dio se o Ul escravo dallando o animal que se acaa
ja' em meo poder. Esse escravo foi compra** aa
R^cife ao Sr. Silvno tiotlherme de Barros, e aa-
tur| duRioGraoda fioHoit. Gratica-a eom
100*000 a pessea qne o apfreliendM e leva-to ao
Sr. Joo Baptisla de Oliveira n'esta cidade, on
abaixo assignado po mesmo engenho.
Engenhu Cachoeirinha, 20 desmembro de IMS.
Mamet Cavahanli de fiteagaerane Jnior
Pogio do poder dos abalaos asMgnadae aa
dia 24 do correla, o oscravo Jos de nacaV, Mafia
iO annos pqnso Jais aq mess, estatura alta, r#-
torgado do corpo, levou vestido caiga de aljofifa




11 ''' ""' l"" '" "''-




litarlo de rerunmbato seili lelrai 8 de Aetembro de itstQ.
LITTERATRA.
Pecca o pro|eclo pois aa soa base.
A respeilo das garantas mulares preflro as dis-
poMgdes que offerego, porque evidentemente sao
mais re.es e protectoras sera lolher ao goveroo a
. indispensavel pna recraiar com a prensa
broinptldo.
- me ainda Impossivel que tivesse vingadu
l'arec. -
doul.ioa do art. 8 do projecio, esubelecjndo os ^^ ^^ ^ ^^^ do m ,, e por(JQe
setnos de revisto as capitaes nicamente, em ku(Jo ^n ehi ^ iB|w|lB1 rando ao quadrupto o nomero dos alistados, ser*
inais que sumVienie para o estado'de guerra.
E aloro do anoo crreme, para formar o exercito em
lempo de guerra, eqnivalem quando posta em pra-
tica por nina boa le regolamentar, em barmouU
Ci.m a actoal institulgo da guarda nacional a essa
reserva de que tanta vantagero colhe heje a Fran-
ga, e que to recoraroendada pelos eminentes es-
crlplores que da miteria profissiooalmenle tratam.
Taes sao as succintas raides palas qoaes nao
en-
eou
distiocia das parochias, c .; itl mccessi'eis pira
us pobres reclaman' i5*s d^sie vasto im-
perio I
En) Franca os con--tos de revisio transportara-
.v aos diversos caive*. Ha caminhos e vehculos,
em Franca, e no Biasil s difflculdades.
Kio de Janeiro, IR 1i julho de 1866'.los Anto-
nio de Magalhaes Cusim.
VOTO EM SEPARADO DO SB. DR TflOMAZ ALV8S JNIOR
Souhor.-Chamado por Vossa Alteza para subs-
tituir a vaga deixada pelo general Potydoro da Fon-
seca (Juiulanilha Jardo na 6- secgo da coromis-
sao de exame da legislago do exercito, tiw de to-
mar parte na discusfn J) projecto de loi de recru-
tamento qae aquella secgo bavia formulado e es-
tu-Java. .
Tendo chegado a nm accordo com as Meas am
uHUifestadas, por mi parecerera as melhores e
au'u convenientes, senti divergir quanto douln-
Da do art. 31 desse projecto.
Nao f uudamentei logo o raen voto porque appel-
lei para a discussao em plena sesso da commisso
, h je o discut e sustentei.
Teodo, porm, sido o meu pensamento vencida
e s reunido os votos dos illa-tres generaes vis-
conde de Canam, Beaurepaire Rohan e desem-
bargador Magalhaes Castro, em cumprimeoto das
disposic5es do regaiamento pelo qual se dirigem
os nossos trabamos, e com a permisso previa de
Vossa Altera, passo a dar s razocs porque nao
aceito a dontrina do art. 31, e qual a que me pa-
rece Ibe dever substituir.
O art. 31 do projecto, prevendo o caso de guer-
ra, figura a hypolhuse de nao ser possivel yelos
mlos estabeleeilos nesse prsjecto, formar os con-
tingentes necessanos para se completaren! as tor-
gas de ierra, e em tal caso dispSa que
605, mas que dura at que o contribulnte comple-
te a idade de 35 anuos, um onos to fcil qae
s pauprrimos deixaro de sentarse por essa
meio do servigo pessoal do exercito.
A secgio pensou diversamente, e hoje esta' an-
da mais conveosida do acert dessa medida, pelo
assenti nento que presin Ibe a grande maioria dos
iliusiradjs membros da commlsso geral.
Urna contribuido anonal de 60JJ, ou pouco me-
nos, em uenhuma parte do mundo seria considera-
da como oous muito leve ; e menos o pode ser no
Brasil; onde a accomulago do capital reproduc-
se lance
mo do actual syslema de recrutamento, restabele-
'ceado assim o imperio da legislago vigente.
Creio, porm, que, formulando o projecto que
acabamos de discutir, o nosso desejo foi condem-
nar para sempre o syslema actual, e que delle o
bouvesse noticia como tradiccao histrica de tris-
te recordago. U art. 31, tal qual se acha concebi-
do, contraria profundamente esse desejo.
projecto de lei ora discutido nao salivar, em sobre disposiges inteiram -oie iooocentes
Ullereceudocjusueragu de Vossa Alteza as
i rfl xoes que tenho esbogado, fai a iue ellas lenbam
o devido e conveniente destloo.
Sala da sessis da commisso de exame da le-
gislago do exercito, 16 de julbode 1806.Thom-xz
Alies Jnior.
ADDITAMSNTO AO REI.ATORIO DA SEXTA SECQA.
Primeiro vulo em separado.
Seohor.O relalorio da 6a secgio nao poda pre-
ver as objecges comidas no voto em separado do
Sr. desembargador Jjs Antonio de Magalhaes Cas-
tro, relativamente ao projecto de recrutamento. A
secgo, porlanlo, vera currprir, com a brevidade
que Vossa Alteza ihe recointneudoo, o dever de
apontar os engaos de apreciaga") em que cabio
aquelie illustrado collega, e conl- slv algumas de
su a inexactas proposijcs.
Quem connecer o projecto qoe o sr. desembar-
gador Magalhaes Castro preparou com louvavel
empenbo, e offereceu considerago do poder le-
gislativo, ha tres annos apenas, percebert logo a
iuta que se travou no sea espirito entre a idea no
va que serve de base ao projecto da secgo, hoje
coberto com a alta aotoridade da commisso de
que fazaraos parte, e a idea velha, que o autor do
voto em separado abragou em seu citado projecto
de 1863, como a nica exequivel ainda por muito
lempo no Brasil.
a Seiu estilstica, dizia o nosso collega, ver da
de, ser muito custoso preeocner com alguma
igualdade a torga miniar; os mappas da populago
sao odispeDsaveis; mas demos que os tivessemos
perfeilos, nao desappareceriam ainda assim as dif-
ficuldades especiaos que pergeguem-nos, para to
cedo nao poderiiijs abandonar o recrutameoto tor-
ga Je.
t Com os nossos preconceitos e naturaes vaida-
des, com tito mioguada populago, sera muito dif-
flcil sem duvida o recrutamento como se faz em
Franga, por chamadas par des apsls.
Com estas ideas e convicgdas, eram nataraas a
prevengan e recelos com que o Sr. desembargador
Magalhaes Castro entrou no exame do projecto da
secgo, fazendo escarceos (permiita-se-nos e termo)
e assa-
tivo ainda pouco considerare!, e ra.-smo na das-.
se meda se encontrara muitas familias que apenas
leni o necessario para sua oramoda subsistencia.
Aquella contribuigo s pode parecer benigna
quando comparada com a quaotia integral que bo-
je se exige, e qae o novo projecto tambera admilte
para a isengo do servigo pessoal. Cora efT-iie, pon-
eos cidados d'entre os recrutaveis poderao pagar
de ama vez e immediatamente 600)) ou mais, coa-
forme o premio vanavel dos voluntarios. Esta
substituigo pecuniaria, qae o voto em separado
admitle, existindo esm a ontra, estabelece a igual-
dade entre as grandes e as pequeas f jrtuoas:
admitirla, porm, com exclusao daquella, vem a
ser de ficto um privilegio em favor dos ricos.
A quem hoje aprovelta a Isengo por 600>JX)00,
quantia que alias devra ser vanavel, como se
pratica em Franga, e equivalente ao premio ne-
cessario para obterse um voluntario? Quanlos
sao os que se eximem por essa quantia, e de qae
origem sao ellas? Sao poucos, e em geral devem
a sua isengo ao sccorro de influencias eleitoraes
ou de potentados de nossos sertes.
Sujeitando ao recrutamento a maior parte dos
mancebos de 18 annos, at ao numero que o exer-
cito exigir animalmente, a secgo concedeu-lnes
alm da alternativa da sorte ; este meio de substi-
tuigo pecuniaria, meio mais saave, e, portanto,
nao illusorio para muilos ou qaasl todos, como se-
ria o da quantia integral paga de urna s vez.
O voto em separado qaer qae os casados sejam
isenlos do recrutamento do exercito, e alada a ui
atlrlbue ao projecto urna intengo que nao tive
ram seas autores, a de quererse prohibir ou dif-
flculiar o casamento dos mancebos maiores de 17
e menores de 18 annos.
que lenha adquirido os meios necessarios para
eximirse do servigo militar mediante a contribui-
go pecuniaria ?
Damals, se iguns soldados casam, e nem por
Isso delxam de servir no exercito, tomo isentar do
servigo militar, nicamente por esse mesrao facto
do casameoto, os poneos mancebos que mu.dem to
cedo de estad >, quando, a darem este passo, de-
vem elles ter cootado com a obrigagao eventual do
recrutamento, a que a lei os sojeita?
A idea, portanto, do Sr. desembargador Maga-
lhaes Castro de Udo ioadmissivel.
leda e qualquer hypolhese, a formago e organisa-
go do exercito ?
minha opioio firme e consclenciosa que sa-
. tisfaz, e nao acho hypolhese alguma em qae falhe,
* urna vez qae previleolemente o acautelemos.
Nhypothee nica figurada pelo art. 31, em
qae se parece duvidar da efflcacia do projecto, ces-
sa a duvida, orna vez substituido o art. 31- pela se-
guioledisp)sigao :
Art. 31. Era t'tnpo de guerra, se nio fr pis-
slvel pelo processo que estabelece esta lei couse-
gair-se de prjmpto os ivos contingentes de que
bija mister o exercito, o goveroo chamar ao ser-
vigo das armas os cidados alistados nos qoatro
auoos anter.ores, principiando do mais moderno
para o hus amigo, seguindo a ordem dosdilos
albtamenlos. >
Firmado este principio, cuja pratica boa e efflcax
s depende de um bom regulamento em harmona
com os principios fuodameotaes do projecto, julgo
que o goveruo lera sua disposico um rico ncleo
de soldados, que com as vaougens da lei nao fu-
giro-do servigo, e neuhuma necessidade havera
dessa leva forgada que s serve de instrumento de
vinganca entre os poderosos para com os fracos
que sao desaffeigiados polticos.
Se m) para a populago conservarse a tur-
ma dos alistados de quatro onos amagada cons-
tantemente da possibiMade de duro e pesado ser-
vigo das armas, peior conservar o governo o di-
liberaes; aceitando a principio a idea da consenpz
gao, hoje acaila pelas nagjs mais civilisadas, e lo-
go depois repagnando a essa idea, como prematu-
ra para o Brasil.
A secgo nao julga necessario alongar este sen
secundo traballu, adra de demonstrar quanto ha
de liberal para a populago e de regenerador para
o exercito no syslema da conscnpgio, que o novo
projecto projecto procura applicar. O systema ac-
tual est assaz eouhecldo entre nos, e aqaelles tem
em sea favor as uielbor autoridades nacionaes e
tstraoeeiras.
Consequentemenle, limlar-se-ha secgo a con-
siderar os cargos que Ihe d o voto em separado,
a que se tem refer lo.
Consistem estos cargos : na isenco do servi-
go militar mediante urna contribuigo annual, ca
jo mximo de 60J ; >, na fa ta de isengo : dos
mancebos casados ; 3*, na supposta falta de publi-
cidade e garantas nos trabalhos do alistamento e
sorleio.
E' urna assergo puramente gratuita o diier o
voto em separado que a secgo Uvera principal-
mente em vistas a dotago da calta militar. A idea
desta dotago ni apparece seno no art. 26, que
nem se quer receben odesenvjlvimento de qae
sussceptiel. Trese a contribuigo anonal, to
mal comprebendida pelo parecer a que responde-
mos, snppriraa-se mesmo o segundo meio de subs-
0 pensamento do projecto outro, e a sna medi-
da inatacavel, ou a consideremos sob o ponto de
vista do systema adoptado, ou em relagio aos sen-
timemos moraes qae invoca o roto em separado.
reilo de fazer leva forgada sobre urna raassa mu- titnig) pecuniaria, oc d-se Ibes outro deslio), e
to maior de cidados da 18 a 3o annos.
Os alistados contam logo com a sua sorte, presa-
rao oten dever, e nao se esqoivaro decompri-lo:
a massa recrutavel nao conla r m a sua sorte, nao
preza o dever, e fugir o mais possivel ao seu
cumprimeoto.
Direi aiuda que, se com os dados estatistlcos
embora fainos, se julga sufriente o alistamento e
sorteio de nm anno para os lempos normaes ou de
paz, o alistamento e si rielo de cinco annos, ele-
FOLHETIM
JIEMOMI \H
DE
DI SARGENTO DE MILICIAS
por -
Um Brasileiro.
nem p)r isso o projecto deixara' de subsistir orno
complexo dos principios fuodameotaes de orna lei
de recrutamento, segundo a Idea capital da legisla-
go moderna dos povos cultos.
Admira como foi mal entendida essa contribui-
go annual pelo voto em sepralo. Felizmente, po-
rm, nao ella taxada de anti-liberal, mas de ni-
miamente benigna.
Parece ao Sr. desembargador que urna contri-
buigo annual, qae no mximo nao exedera' de
Comprehende-se que a legislago vigente excep-
tu os casados, purqua recruta entre as dades da
18 a 33 annos, e conserva toda essa populago vi-
ril sempre na contingencia de ser chimado ao ser-
vigo militar. Mas oo se pode comprehender sem
allulr o syslema do projecto pela soa base como
possivel isentar os mancebos de 18 annos incom-
pletos pelo simples facto de um casamento, que
por via de regra ser prematuro, quando a lei s
recrutar annoalmente entre esses mancebos, se-
melbanga da Franga, qae s reernta entre os de
21 annos Incompletos.
A isengo dos casados nao pode deixar de ser
respeilada no systema actual; e o projecto a res-
pena no alistamento do primeiro anno (art.5* 1*),
quando sujeita a esta lodos os vardes de 18 a 35
annos de idade.
Do segundo anno em diante, dando-se o recru
lamento .-rnente entre os mancebos que acaham
de completar 17 aonos de idade (art. 5 2). a
iseogo dos casados nesta verde idade seria nm
incentivo para casamentas prematuros e prejudi-
ciaes s familias e a moral publica ; ao mesmo
lempo que abrira urna larga porta a lodos os qae
quizessem fagirao dever do servigo militar.
Ja em 176i, como o maoifesta o al vara de 15 de
outobro desse aono, se reconnecla a necessidade
de nao conceder semelhante isengo. Sao digoas
de ser aiui recordadas as palavras daquella anti-
qaissima lei. Determinava ella tque os mancebos
desoecupados e vadlos, qae servera de oppresso
aos poros pela sai preguiga e occiosidade, que
cassassem quando chegasse o tempo de serem sor-
teados, para desle modo se livrarem do recruta-
mento, nao deixassero de ser sorteados e recrula-
dos, como se nao fossem casados. >
Como se v, a doatrina do projecto nao s ra-
cional mas at mais conforme aos interesses mo-
raes da sociedade. A Franga, qae nos presa menos
do que nos as virtudes do lago conjugal, nao hesi-
lou ame a excepgo que pretende o voto em sepa-
rado. E coro edeilo, quem, reflactindo maduramen-
te sobre este assumpto, ver rigor em exigirse
que am mancebo de 18 annos, snjeito pela lei ao
recrutamento, nao contraa a: obrigag5es de espo-
so antes de cumprir para com o exercito as de ci-
dado, ou antes de ser isento pela sorte, ou sem
A secgo passa a examinar a falta de publicida-
de e de outras garantas tutelares, notada pelo voto
em separado.
Os conselhos de alistamento trabalbam, segundo
o projecto, a portas fechadas ?
Pelo que loca operago do sortelo, expresso
que nao (art. 12), porque admitte-se a assistencia
de todas as pessoas que ahi queiram concorrer.
Emquanto ao trabalho do alstameos, que fe
lo pelo mesmo conselho (arf 6),-a condigo de pu-
blicidade esta submeilida ; porquanlo o cooselno
precisa de ouvir e deve atender aos cidados qae
possam allegar Isenges.
Como nao subenteod irse a paolicidade das ses-
gos desse conselho durante o al.stamento, se o art.
7 do projecto manda que, por todos os meios pos-
sivels se faca cnegar ao conbecimento dos inte-
ressados lista organisada, eque se reservem 15
das, pelo menos, para as reclamag5;s que qual-
qaer ciado poder apreseotir. nao s a seu fa
vor, mas a favor ou contra qual juer outro ? (Art.
7 )
Demos, porem, qae fosse necessario tornar aqui
bem expressa a condigo de publicidade ; juanea-
ra esta falta quanto a respeilo della aliega o voto
em separado?
A secgo naojulgoa necesaria essa declarago,
n*m tamliero Ihe foi ella exigida durante a minu-
ciosa discusso por que passoa o projecto.
Diz, perm, o Sr. desembargador que se deixa
prazo iosntficiente oa qae pode ser Iludido para
as reclamagas que os cidados de cada parochia
lenbam de apreseeUr contra a primeira lista feta
pelo respectivo conseibo de alistamento.
O prazo marcado no mnimo, de 15 das ({ 1
art. 7#) e manifest pela letra do artigo que es-
se prazo ser contado do dia segrate quelle ero
que a lista fr publicada por edilaes e pelas gaze-
tas onde as bouver.
Ningoem dir que o prazo de 15 das seja in
sufflciente, quando se sabe que as juntas de qna-
lificago dos cidados volantes tem apenas cinco
das para decidirem das reclamagdas que Ibes pos
sam ser apres raladas. (Art. 22 da lei de 19 de
agosto de 1846.)
(Conttnuar-se-ha.)
in POLCO di uno.
Todos sabem ou devem saber, quanlo
procuraraum camafeo o que de que
secompee para que serr.
Se alguem o ignora lh'o explicamos.
Na agtha ooyx, os antigos gravadores,
abriam muilo custo retratos, seenas mili-
tares, ou rasgos histricos, e estas pedras
ja preciosas pela sua natureza adquiriam um
valor mui subido pelo trabalho.
As damas romanas as empregavam as
suasjoias, ecom orgulho as apresentavam
como urna prova de seu bom gosto e de
sua riquez*.
Algumas como a celebre Cornelia, res-
ponda estes assomos de fatuidade, mos-
trando seus dous filhos, os Graccos, como
os mais ricos e peifeiios camafeos que pos-
suia.
Em pocas menos remotas, D. Filippa de
Yilhena, armando seus filliospara libertaran
sua patria, opprimida pelos hespanhes,
tambem declarava, -que offerecia ao seu paiz
os mais preciosos camafeos, que adornavam
seu adereco.
Estes pensamentos vasados nos moldes de
Sparta, quando Lycurgo all mandava, sao
hoje pouco usados, e raras escepces pro-
vam, que em algumas almas escolhidas tem
deixado visiveis traeos.
Porm os camafeos maleriaes, isto .
(Contmuago.)
CAPITULO Xfll
MCDANgA DE VIDA.
A' casta de mullos trabalhos, de mollas fadlgas
e sobretodo de mnila paciencia, conseguiu o com-
padre qoe o meoino Treqoenlasse a escola durant*
2 annos e que aprendesse a ler muito mal e escre
ver ainda peior.
Em todo este lempo nao se passoa um s di;
em qoe elle nao levasse urna remessa maior ou
menor de bolos; e apezar da fama que gosava i
seo pedagogo de multo ernel e injusto, precisa
confesar qoe poucas vezes o fra para com elle :
o menino tinha a bossa da desenvoltura, e ist<
jamo com as vontades que Ihe f'.ia o padriobr,
dava em resultado a mais refinada mcreac.o qut
; pode imaginar.
Acbava elle nm prwer snavissimo em desoe
decer a indo quanto se Ibe ordenava ; se se qoe
ria que estivesse serio, desatava a rir como nn
perdido com o maior gosto do mundo ; se se que
ha que estivesse quieto, parece que urna mola oc
calta o impellia e fazia com qoe dsse ama id
poaTo mais oa menos aproximada do sea motu
continuo.
Manca ama pasta, am tinteiro, ama loasa itn
durou mais de 15 das : era tjdo na escola pelo
mais refinado velhaco ; venda aos collegas tudu
qae poda ler algum valor, fse sea oa alhelo,
comtanto que Ibe cablsse as mos: uro lapis,
ama peona, om reglsto, tudo Ibe fazia conta ; o
dinheiro qae aparava empregava sempre do peior
modo que pedia.-
Logo no flm dos prlmeiros cinco das de escola
declarou ao padrinbo que j sabia as roas, e na
preclsava mais de que elle o acompanhasse : m
primeiro dia em qae o padrinbo annuiu a que elle
fosse zioho fez ama tremenda gazeta ; tomoo
depois gosto a esse habito, e em poaco tempo ad
quino entre os companbeiros o appellido de gaze-
ta-ror da escola, o que tambem quera diier apa-
nha bolos mor.
Um dos principaes pomos em qae elle passava
alegremente as manbs e tardes em qae fogia
escola era a igreja da S.
O leilor comprehende bem que isto nao era de
modo algum nelinago religiosa : na S missa,
e mesmo fra disso, reunia-se geote, sobretudo
mulheres de maolilna, de quem lomara particular
auguraba por causa da semelhanga com a madri-
uha, e isso o que elle quera, porque internan-
do-se na multido dos que entravam e sahiam,
passava desapercebido, e tinha seguranga de que
o nao acharlam com facilidade se o proenrassem.
Pelo habito de frequentar a igreja tomara co-
ihecimenlo e travra estreita aroisade com am
peqaeno sacrsto que, digamos de passagero, era
io boa pega como elle ; apenas se encontravam
imitavam-se a trocar olhares significativos er?
lu.nto o amigo andava oceupado no servigo da
igreja ; assim porm qae se acabavam as missas,
i que sahiam as verdadeiras beatas, renniam se
os dous, e comegavam a contar suas diabrnras
mais recentes, travando o plano de mil oalras
novas.
Por complacsncia, ou antes por prova de deci-
lida aaisade, o companheiro conriava ao nosso
/azeador um caoigo, e faziam juntos o servigo e
is maroteiras : a mais pequea qae faziam era
i em de aliar em altar escorropiebando todas as
{alhetas, o que Ibes incendia mais o desejo de
raqalnar.
Esta vida durou por muito tempo; porm afioal
l eram as gazetas to repetidas, qoe o padrinbo
e vio forgado a acompaoha-lo outra vez todos os
tas para a escola, o que desfez todos os planos
iue os dou tinbam concertado.
O nosso futuro clrigo liaba muitas vezes pen-
cado em como nao Ihe seria agradavel verse re-
vestido como o sea companheiro de ama batina e
orna sobrepelliz, e feto tambem sacristo, ter a
(oda hora sua disposigo qoantos canigos qolzes-
-e, ter por sua e de seu amigo toda a igreja, po-
ler nos dias de festa, tomando o thurybulo, afo-
lar em ondas de fumaga a cara da velha qut
mais perto Ihe fkasse na occasio da missa.
Oh I Isto era am sonbo de venturas I
Vendo-se privado, depois qoe o padrinbo o
scoropanhava, de gozar parte destes prazeres, co-
mo fazia nos das de fgida, atearam-ee-lbe os de-
sejos, e coroegon a confessa los ao padrinbo, dan-
to a entender qae nada havia de qae agora gos-
tasse tanto como fosse a igreja, para a qaal, diiia
elle, pareca ter nascido.
neste gosto recente do peqaeno via faro aos seus
projectos.
Eu bem dizia... pensara comsigo ; nao tem
duvida, vou adiante ; o rapaz esta me enchendo
as medidas.
Ali.ial o menino tomn nm dia nma resolngo
ultima e propoz ao padrinbo que o flzesse sa-
cristeo.
Isso seria mallo bom, disse elle, afira de
acostumar-rae para quando fr padre.
A principio a idea deslumbrou ao padrinbo, po
rm mais larde acudiu-lhe a reflexo, e assentou
que seria rebaixar o menino e comprometter a
sua digoidade futura.
Aflnal porm tamas foram as rogativas e argu-
mentos do peqaeno, que se va obrigado a ceder.
O menino tinha nisso daas enormes vanlagens,
satisfazia seas desejs e sabia da escola, poupando
assim as remessas diarias de bolos.
Est bem, dissera comsigo o padrinbo, elle
j sabe ler alguma consa e escrever : deixo-o, pa-
ra fazer-lhe a vontade, algum tempo oa S, para
que tambero tome mais amor qaella vida, e de-
pois, apenas o ir com o juizo mais asseote, bel
de ir adiaote com a cousa. Foi em conseqoencia
procurar aquelie sacrsto da S que dansra o
minuete na fesia do baptisado, qoe era nada me-
nos do qoe o pal do sacrisiozinbe com qae o nos-
so pequeo travra amlsade, para arranjar o an-
idado, que nao quena outra igreja qae nao f. sse a
S. Felizmente pode elle ser admittido ; com a
pratica qoe Uvera dos dias de gazeta aprender
ponco- rmis en menos todo o ceremonial que
mister a am sacrsto : ajndar a missa j elle sa-
bia, as outras coasas aperfeicooo-se em poaco
lempo.
Era poneos das apromptou-se, e em urna bella
manh salnu de Casa vestido com a competente
batina e sobrepelliz, e foi tomar posse do em-
prego.
Ao ve-lo passar, a visinha dos mos agouros
soltou ama exclamaco de sorpreza a prineiplo,
soppondo urna asneira do compadre; porm repa-
rando, compreheodeu o qoe era, e desatou ama
gargalhada.
E que tal ? I... Deas ros guarde, Sr. cura,
disse fazendo nm coraprimento.
O menino langon-lhe nm olhar de revez, e res-
ponden entre denles :
Eu son cura, e bel de le curar...
Era aqulllo nma promessa de vioganga.
Ora d-se? conllnuoa a visinba comsigo
obras de artistas, ainda merecem muito va-
lor, quando algum legitimo apparece. Mas
sendo estes rarisssimos, a moda soube fa-
ze-!os imitar, e applica-los tudo e em
tudo.
E' nos chapeos, na cintura, as orelhas e
at na barra dos vestidos, que os camafeos
apparecem : camafeos facticios app'icados
sobre outros vivos.
Sim vivos, porque sendo a natureza da
pedra em que se gravavam os camafeos, de
differentes carnadas superpostas; tambem
participim d'esta formacSo o camafeos vi-
vos, que se dividem em varias .especies se-
gundo as suas qualidades e classes.
I
Camafeos polticos.
C'jmo os antigos sao raros, aquellas natn-
rezas rijas, inflexiveis na sua marcha e opi-
niSo, que quebram e n5o se torcem.
Tambem seu valor tao stibidn, quanto
insignificante o d'aqueilesarlequins que se
alistam em todas as leiras, adoplam i > las
as bandeiras, naluralisam-se em to.i de-
fecces que aos ssus interesses promettem
qualquer vantagem.
II
Camafeos jornalistas.
Os gravados nos ternpos dos Evaristos da
Veiga, dos Cyrus, e outras estrellas brilhan
tes no firmamento _da nossa nascente nacio-
nalidade, tem desapparecido do mrcalo,
apenas alguns especimens encontram-se nos
gabinetes dos coleccionistas. Porm se
d'estes ha falta, abundan, os que d'elles
querem ter o valor, sem o merecimenlo, a
estima, sem o talento.
Estes em geral s5o feilos em conchas cu-
jas carnadas cretceas s3o to molles, que
com qualquer buril deouroou prata, pode
se abrir profundimente suas feices, a qua-
lidade da materia, e a facilidade do traba-
lho, nunca lhesdar valor algum, suoerior
ao zero.
UI
Camafeos artistas.
E' classe abuadantissima, porm que exi-
ge muita observado dos apreciadores, que
nao querem ser engaados.
Muitos d'estes assemelham-se ao Burro
da fbula, coberto com a pelle do Leo.
A sua vista causava terror, espante, mas
descobrindo-se a ponta da orelha, jusliga foi
feita; o azurrague vingou djs effeitos pro-
duztdos.
Assim tambem os Camafeos artistas,
impoe alguns pela sua auJacia, sua prosapia
e insolencia.
Examine-se de parte aquella composigo,
e reconhece-sd que facticia, sem base,
nem solidez.
Qualquer choque os despedaca, e sob os
dedos do bom senso, esfarella-se aquella
somma de ignorancia, que havia merecida,
por surpreza, o noroe de genio.
IV
Camafeos amigos.
Destes o que se poder dizer qoe nao of-
fenda a verdadeira ami/.ade, e Ihe nao d
urna prova de s)bre-excellente que para
muitos, um sentimento espurio, e para
poucos urna crela, urna religio verda-
deira.
Os camafeos amigos ou amigos camafeos,
sao em geral cheios de altences, de finezas
e de umt gene.osiJade excessiva, quando
dedicam seus soffrimentos quem d'elles
nao precisam, e da quem esperam algo ;
porm sejam acceitas estas atlences, como
um simples motivo de obsequiar quem os
prodigalisa, logo apparece um motivo, um
incidente imprevisto que sQ, oppe sua.
Calculo este diariamente fcito, sem.re re-
no foi para o padrinho um alegro, porque mesmo aquillo na igreja am peccado I I
Cbegou o menino S rapando de contente
parecla-lbe a batina nm manto real.
Por fortuna bouve logo nesse dia dou; baptisa-
dos e um casamento, e elle teve assim occasio
de entrar em pleno exercicio de suas funcgdes
em que comegou revestiado-se da maior gravida-
de desle mando.
No ontro da porm o negocio comegou a mu-
dar de figura, o as bregeiradas comegaram.
A primeira foi ero urna missa cantada.
Coobe ao pequeo o ficar com ama tocha, e ao
companheiro o ihorybulo ao p do altar.
Por infelicidade a visinha do compadre, a quero
o meoino prometiera curar, sem pensar no qae
fazia collocou-se perto do altar junto ans dous.
Assim que a avistou, o novo sacristo disse al-
gumas palavras a seu companheiro, dand i-lhe de
olbo para a mulber.
D'*hl a pouco collocaram-3e os dous disfargada-
menle em distancia conveniente, e de maneira
tal, que ella ficasse pouco mais ou menos com um
delles atrs e outro adiaote.
Comegaram ento os dous urna obra meritoria :
emquanto um, lendo encbdo o thurybulo de in-
cens, e balangaodoo convenientemente, fazia
com qne os rolos de fumaga que se desprendan)
fossem baier de cheio na cara da pobre mulher, o
outro com a locha despejara-lbe sobre as costas
da mantilba a cada passo plastradas de cera der-
retida, olbando disfargado para o altar.
A pobre mulber exasperou-se, e disse-lbes nao
sabemos o que :
_ Estamos te corando, responden o menino
tranquilamente.
Vendo que nao tirara partido, quiz a devota
mudar de logar e sabir, porm o aperto era to
grande qae o nao pode fazer, e teve de aturar o
snpphcio al o fim.
Acabada a festa, dirigia-se ao mestre de cere-
monias, e fez ama enorme queixa, qoe casiou
aos dous ama tremenda sarabanda.
Pouco porm se importaran) com isso, urna vez
que linham realisado o seu plano.
CAPITULO XIV.
KOVA rmGAHQA B SB RKS0LTAD0
A sarabanda qae o mestre deceiemonlas passa-
ra aos dous pequeos em razo do que baviam fe-
to a' pobre mulher nao prodazio, como dissemos,
nenhum effaito sobre elies no sentido de os emen-
dar ; nao perdoaram porm a humilhago que sof-
frerara diante da sua victima, e a ringanga de que
ella tinha gosado; na primeira oMaslo que tive-
ram, liraram desforra pregando tambem urna pega
ao mestre de ceremonias.
novado por especulacio ou ensato, e apenas
recoiihecido machiavelico, quando apparece
em toda sua feeldade.
E entretanto, muito ha, que n'esta lo-
tera, seprovem d'um bilhete inteiro, quau-
do, poderiam com um (piarte, virar as mes-
mas conseqdencias, e diminuir o- custo de
sua desilailo.
V
Camafeos coqueites.
N5o fallaremos destes, porque um capi-
tulo to extremo que um simples resumo,
dara materia para numerosos volumes.
S5o sempre tirados ou gravados em con-
chas sui-geueris, e sua abundincia, nao d
realce ao trabalho do artista, que Ihe con-
sagra soa paciencia, e a delicadeza de seu
buril. s
VI
Camafeos patriotas.
Assim tambem aos Camafeos patriotas,
que. cheios de or. sagrado fogo, parecem
abrazar-se. quando um feito, urna gloria
augmenta o explendor do exercito nacional,
porm cheios de observares, e trespassa-
dos de zelo, quando se trata de alagar a
mola do prol-mmaie, para alliviar urna mi-
seria, das mutiladas, em defeza da honra e
digniade da patita.
De to los os Camafeos, estes s5o os que
menor valor tem, embora artislicamente
feitos.
E' do Sr. este epicedio.
CAR0Z1NHA.
Um anjo candido e bello
A este mundo descera.
Para cumprir o preceito
Que o Senhor llie preserevra.
Em seus olbos liam to>1os
A missa j que elle trazia,
E sua origem celeste
Em ludo transparecia.
Nos labios Ihe baloucava
Um sorriso encantadur.
Como um* gota d'orvatho
Que trmula sobre a flor.
Outros anjos como elle
Este mundo os posauia;
Mas, bem poucos to mimosos
Na Ierra por certo havia.
E o anju, que era o conforto
Da tema Mai carinhosa,
Era tamuera o encanto
Da Prima casta e formosa.
Mas os anjos, com saudades
Do anjo que a ierra veio.
A Deus em seus cautos pedem
Que chame o anjo ao seu seio.
E o anjo innocente e bello
Vacilla, desmaia e chora,
Beija Mai, Prima beija,
E parte sem mais demora.
E foi-se o anjo, e deixou-nos
N'uma manbaa purpurina,
Como nos deixa no mundo
Quem j cumptio sua sioa.
E foi-se, qual fogea biza
Na tarde de um Dello dia
Beijando em sua passagem
A re va verde e macia.
Mas os beijos que o anjodra
Ao voar kterpidade,
Fazem da Mi e da Prima
ter, a ser a saudade.
Os anjos que vm a trra
Curt vida devem ter;
Pois, sendo de Deus transumptos,
S no-'covpodem river.
ma
Foi o caso assim:
O mestre de ceremonias era um padre de raeia
idade, de figura menos roa, tiln da liba Terceira,
porm que se dava por puro Alfacinha : tioha-se
formado em Coimbra ; por fra era um completo
S. Francisco de austeridade caiholica, por dentro
refinado Sardanapalo, qae poda por si s forn'cer
a Boeage assuraplo para um poema inteiro ; era
pregador que bu-cava sempre por assumpto a ho-
nestidad'; c a pureza corporal em lodo o sentido;
porm interinrmenle era sensual como um sectario
de Mafoma.
O publico ignorava talvez semelhanle cousa, po-
rm outro tanto nao aconteca aos dous meninos,
que andavam ao facto de tudo : o mestre de cere-
monias, fiado em que pela sua pouca idade dariaro
elles pouca attengo a certas cousas, tioha-os al-
gumas vezos empregado nc seu servigo, mandan-
do recados a urna certa pessoaque, saiba o leitor
era segredo, era nada menw do que a cigana, ob-
leero dos ltimos cuidados do Leonardo, coro quem
S. Rvm. viva a certo tempo em estrellas relages,
salvando, verdade, todas as apparencias da de-
cencia.
Chegou o dia de urna das primeiras festas da
igreja, em que o mestre de ceremonias era sempre
o pregador: era no serroo d'esse dia qae u h>-
mem se empregava, multo tempo antes, pondo
abaixo a livraria e fazendo um enorme esforgo de
intelligencia (qae nao era n'elle consa muilo
rigorosa ).
J se v, pois, que elle devia amar o seo sermo
tanto que quasl rebentja de raiva em ara anno em
qae por doente o nao ple pregar. Entenda que
todos o onviaro com summo prazer, que o poro se
abalava sua voz. emflm, aquelie serroo anual
era o meio porque elle esperava chegar a trios os
fins, a que contava dever toda a sna elevagao fu-
tura : era o sea talismn.
Digamos entreunto qae era bem mo carolnho
o tal sermo, por que se poda elle demonstrar al-
guma cousa, e'a a insufflciencia do padre para
qualquer coasa desta vida, excepto para mestre de
ceremonias em que mngaem o desbancava.
Pois foi nesse ponto delicado que os dous meni.
nos buscaram feri-lo, e o acaso os favorecen exce-
dendo de muito os seas dessjos e esperaogas, e
fazendo a sua vinganga completissima.
Chegoo, como dissemos, o dia da festa; havia
tres ou qoatro dias antes que o mestre de ceremo.
nas nao sabia de casa, empregado em decorar a
importante pega.
Foi o nosso sacristo calour < ncarregado de
Ihe ir avisar da hora do sermo.
O cathalogo da exposicao universal de
Paris da 1867 contera doze entregas em ca-
denetas correspondentes s di.tinctas clas-
sifirjaces dos productos.
stas doze cadernelas poder50 comprar-
se separadamente.
Chegou a' pasa da cigana, onde o padre costuma-
va a estar; bateu, e, apesar de todas as recom-
mendagoes que costiiaava ter, disse em voz alta :
O Rvd. mestre de ceremonias esta' ahi ?....
Falle baixo; menino, disse a cigana de den-
tro da rotula......O qae qaer voc com o Sr. pa-
dre 1
Precisava muilo fallar com elte por cansado
sermo de amaoha.
Entra, eolra, disse o padre que ouvira
Venlio dizer a vossa Rvm., disse o menino
entrando, que amanha a's 10 horas ha de estarna
igreja.
As 10 T Urna hora mais tarde do que de cos-
tme.....
'Justo, responden o menino sorrindo-se inter-
namente de alegra, e sahio.
Foi logo d'alli dar parle ao companheiro de que
o seu plano tinha sabido complrtamenle aos seas
desejos, pois o que elle qaeria era que o padre fal-
tasse ao sermo, e por Isso, ecarregado de Ihe in-
dicar a hora, a trocara, em vez de 9 dissera 10.
Dispateram-se as cousas; postou-se a mosteada
barbeiros na porta da igreja; andou tudo em re-
boligo: a's 9 horas comegou a festa.
As festas daquelle tempo eram feitas com '.anta
riqueza e com muilo roais propriedade, a certos
respeltos, do que as de hoje : liuham entretanto al-
guns lados cmicos; um delles era a msica de
barbeiros a' porta.
Nao bavla festa era qae se pissasse sem isso;
era cousa reputada quasi to essencial como o ser-
mo; o que valia porm que nada havia mais f-
cil de arranjar-se -. meia dnria de aprendizes oa of-
ficiaes de barbeiro, ordinariamente negros, arma-
dos, este coro uro pistn desafinado, aquelie com
ama trompa diablicamente rouca, formavam ama
orebestra desconcertada, porm eslrondosa, qae fa-
zia as delicias dos que nao cabiam oa nao qoenara
estar dentro da Igreja.
A festa segoio os seas tramites regulares; porm
apenas se foi aproxima/ido a hora, comegoa a dar
cuidados a tardanga do pregador.
Fez-se mais esta ceremonia, raais aquella, e na
da de apparecer o hornero.
Desparhou sea toda pressa om dos menino? qae
nao entrara na festa para ir procurar o puore ; el-
le dea doas volus pela vlstnhaBga, e reio dizendo
qae o nao tinha eoeoolrado.
Subiram os apuros; nio havia remedio; era pre-
ciso nm sermo, f >sse como fesse.
(Conttnuar-se ka.)
pElt.N.TYP. DE M. F. DE F. & KILHOs1866


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I
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