Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11048


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Full Text
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DIARIO
TERCA FEffii 21 DE AGOSTO DE NS6
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Ptf fagt ieitre de 4t das de 1. mez.
Perte ae ctrreie eer aaie......
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PERNAMBUGO
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NCARRBGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahyba, o 3r. Antonio Alexandrtno de Lima!
ffetal, o Sr. Amonio Marqaes da Silva; Aracaty, o
Ir. A. ile Lemos Braga; Ceara," o Sr: J. Jos do
Oliveira; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alvos 4
VilhoT Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
EflCARBKGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SL.
Alagoas,oSr.Froroo Tavares da Costa; Bahia.o
*r. Jos Martius Alvos; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS RSTAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacos da via frrea at
Agoa Preta, lodos es das,
iguarass o Goyanna as segundas e sextas foiras.
Santo Antao, Grvala, Beierros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhans, Buique, S. Bento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Tacaratii, as tercas
feiras.
Pi d'Albo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ooricary, Salgueiio e Ei, as qnartas
feiras.
Serinhem, Rio Pormoso,Tamandar, Una, Bar
reros, Agoa Preta e Plmenteras, na feiras.

AUDIENCIAS DOS TRIBllAES DA CAPITAL.
Tribnnal do commercio : segundas e quintas.
Relago: tergas e sbados is 10 horas.
Kaienda : quintas s 10 horas.
Jolzo do commercio: segundas as 11 horas. ,
Dito de orphos: tercas a sextas as 10 hora/
_______^_--------------------
vara do civel: tercas sexta? ao meio|
Primeira
da.
Segunda tara do civel:
hora da Urde.
EPHEMEB.1DES DO MEZ DE AGOSTO.
DAS DA SEMAA*.
3 Quarto ming. as 4 b., 57 m. o 5 s. da t.
10 Lna nova aos 17 m. e H s. da t.
18 Quarto cresc. as 6 b., 56 m e 59 s. da m.
26 La cheia a 1 h., 14 m. e 29 s. da m.
20. Segunda. S. Bernardo ab. dout; S. Samuel,
quartas a sabbades a 1[2I. Terga. Ss. Ceridio, camerino e Peteroo .nm.
22. Quarta. S. Fabrlclano m.; S. Anthnza m.
23. Quinta. S. Felippe Bewpo; S. Davina.
24. Sexta. S. Banholomeo ap.; S. urea v. m.
25. Sabbado. S. Laiz rei de Franca.
26. Domingo. S. Zeferino m.; S. Adriana ra.
PREAMAR DE HOJE.
I Primeira as 2 horas e 18 m. da Urde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manhia.
PAKT1DA DOS VAPOKEJ* CUSTXfltl*.
Para o su I at Alagas a 14 e 30; pan o norte
al a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Paran-
do nos das 14 .'os mer.es de Janeiro, marco, mato
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SB
no Recite, na livraria da praca da Independencia
ns. 8, dos proprieurios Maooel Figneiroa de Paria
& Pilbos.
PARTE OFFIGIAL
GOVEBSO DA FROVItffJlA
2* seccan. ^Bir cular. Ministerio dos negocios
da justiga.1TO de Janeiro 24kde julho de 1866
Illra. e Exm. Sr.Tendo-se enUpdido erradamente
que, depois de ser aceiu pelo tlesuuro cu thesou-
rarias a Banca offerecida pete respousavel da fa-
zenda gubticz, da qual resulta a hypotheca legal
ofTendida, abandonaran! a mais de um auno seus
domicilios, familias, commodos e iaieresses priva-
dos, sao merecedores de lonvor, posto que nao lo-
grassem realisar seus desejos por elreamsuoeias
independeotes de sua vontade.
O Sr. tenente-coronel Carneiro da Conha a quem
se preveuio era terapo da dissolucio do carpo e se
deterntlnoa que uvesse inventariados o archivo e
todos os artigo de armamento, equlpamento, far-
dameoto e utenclio?, faca recolher o archivo a se-
c retar i a da com mando das armas e os mais objee-
tos ao arsenal de guerra, sendo deste sarvico en-
mestre.
(Asslgoado)Francisco Camello Pessoa de La
cerda.
Esta conforme.Estetao Jos Ferraz, tenente
ajndante ordens eocarcegado do detalbe.
ORDEM DO DA ADDICIONAL A DE N. 264.
dos SMeveis des fiadores, deve e juiz competente, carregdo sob suas vistas o Sr. alfares
no processo daespecalisagao, limiiar-se a avatia-
cao dos beBs, manda Sua Magestade o Imperador
declarar a essa presidencia que embora cominos
a ser da competencia do tribunal do thesoure e
thesourarias ceitar ou rejelar as fianzas que Ihes
forem ofierecidas pelos responsaveis da fazenda
Subnca, para se lavrarem os termos de contrato de
inga, conforme o art. 3* 5* da lei bypothecaria
e arl. 1361 7 do respectivo regulamento, ul acei-
tado nao inhibe a autoridade judiciana competen-
te de apreciar, como entender de jastiga, com ple-
na e inleira independencia, a qualidade e suficien-
cia dos bens, sea valor, e ^uaesqner outros requi-
sitos, necessarios para a especialisagio e ioscnpgao
da referida bypotheca, nos termos do art. 157 e se-
gnintes do mencionado regulamento.
O que ccmmuoico a V. Exc. para sua Inteligen-
cia e devida execoco.
Deus guarde a V. Exc Us Thomaz Nabuco de
Araujo.Sr. presidente da provincia de Pernam-
traco.
dias a esta parte mostrava-se elle assomado pera
com os companhelros, revelando desejos de ser
motivo para brlgas, por entre as expressSes de qoe
< aioda mostrarla que era hornera at do infern.
Ora, a' Urde do dia 18 do crreme, ao pasear o
guarda rondante, ootou qoe elle conservava o oa-
po na cabeca, e o olhava com ar arrogante; exo-
rno Ihe advertisse dessa falta de respeito com ejoe
se portara, leve eolio era resposta palavras gres-
seiras, com a declarago de que nao tirara o cha-
peo era ao proprio administrador.
Desconfiando o guarda das IntengSes slniHnes
tados Rosa, C. Alcoforado, Basto e Miranda Leal, e astas explicara a possibilidade de haverem entes Sanldad nroendidn nttrlnrmnte isra i iderar
bem assim o Sr. desembargada fiscal, 5. Exc. o perdidos, que pelo ioteresse que vlsam, ou pela lo-
veja de um bom nome que Ja' nao podera ter pro-
curara compuscar a todo transe o de ootrem.
U
Felizmente taes assaltos s produzem o effeito
Sr. presidente abri a sessao.
Lida, foi approvada a acU da sessao antece-
dente.
1XPKCIKNTB.
Aviso do mioisterio dos negocios da agricultura, des descompassados latidos de um cao a
commercio e obras publicas, de 3 do correte
communicaodo que por decreto dessa data S. M.
o Imperador boovera por bem nomear S. Exc.
o Sr. conselheiro M. P. de s. Dantas ministro e se- do ante peeas offlciaes ioeoncussas, que asss abo
cretano de estado dos negocios d aquella repart- nam e elevam o ment daqelle exemplar magistra-
como simples aquelle ferimento, o qual foi att u-
did> em seguida, e quando fra possivel, iste ,
em gra de recurso, por qaaoto, ate entio nao
existia, ou delle nio havia noticia algurna, e por
j consegulnte outra nao poda ser a qoalificaclo da
ua, isto mesraa pronuncia n'aqnella poca anterior.
-, o riso, e o desprezo. yjy
UAII-.0Ca?e, S HfiLT,, Pro*DC*' Qoanto ae faci de haver sido aquella sentenga
ligo foi mai recebido e at pulverisa- de proooncia servilmente copiada do parecer do
Dr. promotor publico, apenas diremos, qne urna
calumnia to atroz quao cyoica.
para retirar qualquer ferramenu do offlcio, de que
podesse elle fazer mi aso; e aguardou o da se-
qnirtel- qoe elle assim deixava apereeber, nada saais gao.Qoe se accusasse a recepgao e archivasse. \ do ; sendo que por isse mesmo, foi que se mandn Qu n conhece de'oerloo Sr Dr J oFran
Ihe tornou, e foi Immediatameme communiear o Foi distribuido ao Sr. depotado Miranda Leal o publicar essa verrlna ntsta cidade, longe do thea- Duarte que ento exercia o ca'riro de chefe de bo-
occorrldo ao administrador; qoe nenhuma demons- "diario de sabidas do agente de leiloes Anto- tro e com invereo dos factos, com o malfico flm |jC|a 'aquella Droviucia sabe DerMtamente qne
traco dando do qoe pretenda fazer, limltou-se toan- nio Jos Cordeiro SimSes, e ao Sr. denotado Basto de preduzir algnm effeito, ao menos emqoanto nao seropre elle gozoo desde' esludanie da Academia
via a mandar proceder rigorosa basca na prisao o copiador da casa commercul de Si, Gome-& C. fosse desmentido. Juriiea de Olinda. com toda jastiga dos crditos
Requerimento de PimoTcost, apresenundo o Pois bem natural daquel.a provincia, conscio' fem" TX'trS 1 'no^consTguiuU Incapaz"
seo contrata social, e pedindo o detrimento de de taes occorronclas, e apreciador das ecellentes
sua petlgo em que s licuara o titulo d* admlnis- qualidades daqnelle distioeto magistrado dellberei-
tradores do armazem de deposito n. 4 da ra da me a' desmascarar Uo torpes calumnias contra elle
Madre de Deus, depois de assignarem o termo de ; vomitadas. E para isso preparei-me, mandando al-
fiis depositarios exigido pelo artigo 87 do cdigo l boscar os documentos necessarlos j o que asss ,
C?^Tail"~Co^ re^aer k m Mm n,an 'CCtnh?iem-ra d8f'! meu emPenno' desde a re' leoga de pronuncia era de 52 lindas, segando as
Dito de Reg A Irmao, esUbelecidos com pren- renda publicagao ale hoje.
sa de algodlo no caes do Apollo armazem n. 17, i v
0 tenente coronel commandante das armas inte-! guinte para com calma e prudencia mandar appli-
rino, determina que os 50 prisioneiro de guerra car o merecido castigo, come Ib* facultado pelo
Paraguayos qae o goveroo imperial maodoo por! regplamenlo. Mas nesse dia (19) pelas 7 horas da
aviso do ministerio da guerra de 30 de julho ultimo manbaa, qaando se preparava para mndalo vir
por a disposigo da presidencia desla provincia e I a' sua presenga, foi informado de que elle declara-
que hornera chegaram da corte ao vapor Sanfa { ra na cellulaque era chegada occasiao em que
Cruz, flqaem de conformidade as disposig^es con- mostrarla para quanlo presUva.
das na circular do mesmo ministerio de 25 de: Nesta conjanctura dea o Sr. Dr. Rnfloo todas as
era de receber insinuagSes de quem quer que
fosse.
Alm disto, aquelle parecer do Dr. promotor pu-
blico da comarca de Porto Calvo, compoz-se de
178 linbas (salvo o erro), ao passo que a dita sen-
dezembro do anuo passado, constituidos em depo-. providencias, que a prudencia acooselha em casos
sito no quarteljdo Hospicio sob o commando e vigi-1 laes, e auxiliado por algnos sentenciados de con-
lancia do Sr. tenente reformado do exercile Luiz. rJanga, pz-se em attitude de inutilizar a accao per-
Jeronymo Ignacio dos Santos, qne a respeito dos di-! niciosa daquelle scelerao ; e aps isto, m?ndou o
tos prlsioneiros observara' qoanto se acha determ-1 vir a sua presenga, fazendo o collocar entre alguos
nado na citada circular, na parte que trata da or- guardas e sentenciados ; e assim, quando o t
Eipedieitc de dia 9 de ajost de 1866.
Offlcio ao inspector d* tbesouraria de fazenda.
Commaolcando-me o ebefe da reparligao das obras
publicas em offlcio de bontem, sob u. 367, ter re-
cebido definilivameate a obra dos reparos da ponte
do Rio Formoso por estar ella concluida de con-
cluida de conformidade com o respectivo contrato,
recoramendo a V. S., qae, em visU do competente
certificado, mande pagar ao arrematante daquella
obra a importancia da primeira e ultima presla-
o a qne elle tem direito.
Dito ao mesmo.Transmiti a V. *- os inclusos
prets, que me remenea o commandante superior
este municipio, com oficios de hontem, sob ns
234 e 235, afim de qoe. nao havendo Inconvenien-
te, sejam pagos os vencimeotcs ielativos a 2* qoio-
zena do mez de julho ultimo dos guardas naci-
naas destacados na freguezia de S. Loureogo da
MaU, na eovoaeao da Capunga.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de Garntaos.Expega V. S. as soas or-
dens para qoe destaquem com urgencia 1 inferior
e 10 guardas naciooaes em cada um dos distirie-
tos de Palmeira e Ccrrente do termo de Garanbons,
communicaadome opportunamente o da em que
essas pragas eolraram efTeciivameole em servico.
Dito a cmara eaaallV da villa do brejo. -Ke-
corameado a cmara maecipal da villa do Brejo
qoe preste as informages, qoe, para europrira-nio
-do disposto na segunda parte do aviso da reparti-
dlo da agricultura, commercio e obras publicas, de
17 de abril de 1863, n. 6, foram exigidas em cir-
culares desta presidencia de 9 de mai j daquelle
anno, e 18 de setembro de 1865, relativamente aos
das medidas de urna quarta de alqutire e caada
per seceos e lquidos osadas nesse municipio, en-
viando-me essa cmara, com a possivel brevidade,
os referidos padrues, com a declaracao da dirTeren-
ca qne tiverem das dos outros municipios, e em
que, devendo ser taes padrdes aferidos e com mar-
cas que designen) os lugares onde sao usados.
Portarla.O vicepresidente da provincia, atten-
dendo ao que requeren o alteres secretario do 1*
corpo provisorio Victoriano Jos Marinho Palhars,
e teodo em vista a mformago do commandante
das armas ioterioo datada de 7 do correte, sob n.
1,011, e parecer da junta de aiiJe, resolve conce-
der-lhe vate das de lieenga, nos termos do art. 1
e 4 1* e 2* de decreto n. 3.579 de 3 de jundo des-
te anno, com referencia ao art. 106 do regulamen-
to de 27 de ootnbro de 1850 para tratar de sua
saude aesu capital.
Dita.O viee-presidenle da provincia, atienden-
do ao qae reqoereu o promotor publico da comar-
ca de Plores, baeharel Antonio Borges da Fonseca
Jnior, resolve conceder-lbe tres raezes de lieen-
ga com veoeimentos para tratarse fra daquella
comarca.
Dita.O vicepresidente da provincia, confor-
mandose com a proposta do chefe da reprtigao das
obras publicas datada de hsotem, e sob n. 306, re-
solve, de conformidade com o art. 9 do regulamen-
to de 31 de julho ultimo, nomear o engenheiro ci-
vil Pedro Barbaiho Ucboa Cavalcaoti, para o lugar
de engenheiro daquella reparligao eocarregado do
o" districio oovamente creado.
Despachos de dia 9 de agesU de 1866.
Bequerimenlos.
Baeharel Antonio Borges da Fonseca Jnior.
Passe porlaria eoocedendo a lieenga pedida.
Antonio dos Santos Rocha.Requeira qaando
houver vaga.
Francisco de Olivelra Mello e Silva.-Informe o
Sr. Dr. joiz de direito da 1* vara.
Honedina Floresta dos Santos Cordelro.Infor-
me o Sr. director geral da Instrncgao publica.
Herraina Fausta do Nascimento. Remettido ao
Sr. director do arsenal de guerra para mandar pro-
ceder eos termos do regulamento de 3 de Janeiro
de 1842.
Jeo Jos da CosU Agr.Passe patente.
D. Leoncia de Luna Freir.Passe portara re-
roovendo a sopplicante para a cadeira de Nossa
Seobera do O* de Ipojora.
Maooel de Goavela Muniz Feij.Informe o Sr.
inspector da tbesouraria provincial.
Alferes Victoriano Jos Marinbo Palbares.Pas-
se portarla concedendo vinte dias de lieenga na
forma da lei.......
ganisagao dos depsitos das pragas de pret prlsio-
neiros de guerra, de sua polica, disciplina, veoei-
mentos e escrlpturaglo.
Recommenda se ao Sr. tenente Santos qae nesta
commtssio se baja de modo qae as vistas e inteo
gS-'s do governo em relago ao deposito de que se
trata sejam plenamente satisfeitas.
(Asslgoado) Francisco Camello Pessoa de La-
cerda.
Esta' cooforme. Eslevao Jos Ferraz, tenente
ajudaate de ordens eocarregado do delalhe.
- 19
ORDEM DO DIA N. 265.
O tenente-coronel commandante das armas inte-
rino faz certo >ara os fins convenientes que no dia
18 do correte, reassumio as funcgdes de eocarre-
gado da enfermara militar o Sr. 1* cirurgio hono-
rario Dr. Alexandre de Souza Pereira do Carmo, e
portanto exonerado de taes funcg5es e de presi-
dente da junta de sade o Sr. Dr. Pedro d'Atdayde
Lobo Moscoso, que bem os deseropenhou e bem as-
sim de vgal da mesma juma o Sr. Dr. Jos Joa-
quim Dias Fernandas.
Declaro ontro sim, que hontem se apresentou
vodo da corte com 4 mezes de lieenga para tratar
de sua saude a contar do da 29 de julho ultimo o
Sr. tenente do 9 baUlbo de infamara Francisco
Aotoaiu de Si Barreta Jnior.
(Asslgoado) Francisco Camello Pessoa de La-
cerda.
Est conforme. Eslevao Jos Ferraz, tenente
ajudante de ordens encarregado do deUlhe.
PERNAMBUCO.
preheodia pelo acto de desrespeito praticado para
com o guarda, vio-se qae elle, respoadeodo com
altivez, mostrava querer Ufar algama cousa qae
em si trazia, muito embora tivesse sido corrido an-
tes de sabir da prisao ; e effectivamente, cora ra-
pidez iocrlvel, arrancn do cano do borz-guim qne
calgava, urna faca de sapoteiro com pona, e quiz
ferir no peito a um oatro preso, que mais prximo
delle eslava, e te-lo-hia feito, se o aggredido nio
desviasse o corpo, iodo o golpe atirado erapregar-
se na parede. Eoiao os qae o cercavam, langaram- do dia.
se sobre elle, e s o desarmaran) depois de urna
desesperada luta por mais de quatro minutos, em
que (o preciso al o eraprego de meios violentos:
para elle render-se.
Felizmente mngoem (oi oflendldo, excepto o ag-;
gressor qae fieos com algunas coalusoes devisas
a resistencia que pz em pratiea para nio ser des-1
armado ; e a nao ser as camellas e providencias s
infelizes te- Res e
pedindo para sereno ad muidos a assigoar termo
de fiis depositarios adui de poderem alfandegar
dito armazem.Vista ao Sr. desembargada fiscal.
Cora ioformaco do Sr. desemhargador fiscal:
De Maooel Gomes Silverio e Capitulino Gomes
Ferreiri, para o registro do sea contrato de socie-
dade.Como reqaerem, satisfeito o parecer fiscal.
De Maooel de Azevdo Aodrade e Antonio de
Souza Re?o, tambem para igual fim.Regislre-se.
De Jos Joaquim de Oliveira, Jos Virginio Tei-
xeira de Araujo e Francisco de Vasconcelos Men-
donga, para se mandar registrar os estatutos da
Associago Commerciai da praga de Macei.Co-
mo requerem.
Nada mais havendo a tratar-se (oi por S. Exc.
o Sr. presdeme encerrada a sessao as 11 horas e
Os factos argidos ao Sr. Dr. Doarle foram os se-
guintes : 1.* que prendera sem culpa formada os i
criminosos Hermogenes D. Lopes de Vascoocellos e I
Antonio da Rx-ha Wanderley, proprietarios em I
Porto Calvo, ao passo que os autorbs de roubos e |
assassinatos por all pereorriam impunemente
respectivas publicages no Diario de Pernambuco
de 17 de julho de 1866, e por conseguint, nao
poda esta ultima ser a transcripcao fiel d'aquella
outra locubracao, como de primeira intuigo.
XV
O facto de haverem sido aquelles criminosos ra-
meltidos para a cadeia da cidade de Macei, sea-
do escoltados por um sargento de fina educacao, e
que esses individuos foram condnzidos no \ qaando faltavmi apenas "seto das para renniao do
escolta com armas carregadas na- urv. fcilmente se explica.
REVISTA DiA
CUMIANDO DAS ARMAS.
Quarlel de eommando das armas de Pernamsnco
na cidade de Recife, 18 de ageste de 1866.
ORDEM DO DIA N. 264.
Resoiendo o governo de S. M. Imperador em
aviso expedido pelo mloislerl da guerra'na dato
de 3, que por copia me foi transmitido com oficio
da viee-presideocu de 16, todo do crreme, que o
balalhio da gnardi nacional destacada para o ser-
vico da guerra qne nesta provincia foi dada a deno-
minagao de Ia corpo de provisorio, fosse disselvido
e as respectivas pragas remettidas para a corte,
afim de seguirem para o exercito em operages
contra a repblica do Paraguay, declaro nesta data
exlincto o referido corpo provisorio e determino
qae as pragas de pret fiqnem incorporadas ao depo-
sito de recrutas, para terem opportunamente o des-
tino qae fica cima mencionado.
Sao portanto dispensados do servico os Srs. offl-
ciaes do sebredito corpo, tenente eoroeel comman-
dante Mariano Xavier Carneiro da Caoba, capillo
fiscal Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos, alferes-
ajudante Jos Peiix da Silva Lobato, alteres qoar-
tei-mestre Jos Irlne da Silva Santos,alferesse-
ereurlo Victoriano Jos Marinho Palhars, eapito
Francisco Antonio de Si Padilha, terente Joao Sil-
veira Carneiro da Cunha, alferes Francisco Publio
de Albuquerque e alfere* Elias Jos de Mello e ad-
dido ao citado deposito o Sr. alferes Antonio Berti-
no Pereira de Car^alho, que acha preso responden-
do coselbo de guerra, at que seja defioitivamente
sentenciado.
Todos estes Srs. offlciaes que com o nobre flm de
defenderem o sea paiz e vingar a nacionalidad^
Corre entre a populagao desta cidade desde do-
mingo ultimo o boato de qoe as rezes mortas no
sabbado para consamo haviam sido mordidas por
um cao affectado de bydro.bobia, achando-se por
conseguime toda a carne infeccionada do virus r-
bico ; este boato, porm, que pooco vulto tomeu
no domiDgo, hontem cresceu e taes proporcoes re-
vesta que grande parle da mesma populagao dei-
xou de prover-se de carne fresca, e quera o fez,
deii'.'ii-a fora ao depois.
Nesta sKuago, procuramos a origem de um se-
raelhante boato, e das informagdes que oblivemos
e nos parecem fidedignas, chegaraos ao resultad,
da improcedencia delle, urna vez que Bada houve
que o amorisasse, parecendo ao contrario'qoe lu-
cera elle de algn mal intencionado, e dessas gra-
gas sem graca, que as vezes se lavanUm entre usj
sem couhecer-se a fonte de onde dimaoaram.
E, pois, cumpre que se nao alarme a populagao,
visto que para isto nao ha motivo, mesmo-por que
dizem-nos que a ser exacto ainda o referido boato,
nenbum damno pedera Irater a carne na econo-
ma depois da accao do logo na cozedura della.
Foi autorizado, por S. Exc. Rvma. o Sr. viga-
rio de Ipojuca a administrar o sacramento do bap-
lismo a um homem de 30 annos e a ama malber
de 14, domiciliados naquella freguezia. Em urna
desobriga ao interior de soa parochia que foi pelo
mesmo vigano descoberto ltimamente esse aban-
dono to completo dos principios religiosos.
O Rvm. Sr. Sebaslio de Aodrade Vianna fei
nomeado vigario encommendado da fregosla de
Santo Anto.
Cbegon domingo ultimo a este porto um novo
encouragado para o nosso geverno, sb a baodeira
ingieza, denominado Ctbral.
Foi construido em Londres, pelo mesmo cons-
tructor do Colombo, ao qual elle em tudo igoal.
Armado i brigue, tem 467 toneladas, e mede
165 ps de comprimento, 35 de bocea e 15 de pon-
tal. Demanda 8 ps d'agua, e deve montar olio pe-
gas, quatro em cada casamata.
Velo tomar carvo e segu boje para o Rio de
Janeiro.
No dislrlcto de Baixa Ve-de, do termo de
Flores. Leopoldino Pereira de Moraes deu tres pu-
nbaladas em Jo car este a' morte.
O assassino, segundo cartas d'alli, foi preso, pon
co depois de commettido o crime, pelo subdelega-
do Liberato Florean jo de Magalnies, que digno
de louvor pela actividade qae desenvolveo para a
captura.
Realisarim-se no domingo as festas de Nossa
Senhora da Ajuda, no convento de S. Francisco, e
Nossa Senhora do Carmo do frontesplcio, no res-
pectivo convento.
Arabos os templos esta vara dem ornados, e os
actos foram coreados de esplendor e religiosidade.
a' noite qoeimou-se, no largo do Carmo, um pe-
queo e bem preparado fogo de artificio.
Existo reeoibido a casa de detengan desu ci-
dade ora pardo de oome Manuel Flor Doroellas,
solteiro, natural de Goyanna e com vinte e cinco
annos de idade ; o qual foi sentenciado pelo jury
desta capital em 17 de malo do correte aono i
pena de oito aonos de prisao por crime de tentati-
va de morte.
Esto individuo, qae ja' bavia estado por alguna
annos na cadeia de Goyanna, e na mesma casa de
detencao por outros critnes, quaodo oavio o presi-
dente do tribunal ir a sentenga, dlsse ero voz bem
inteiligivelc qae era pequea, e qne nae irla a'
Fernando por lio pooco lempo, qae anda all vol-
SESSAO JUDICIARIA EM 16 DE AGOSTO DE
1866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESIMB ARO ADOR
A. F. PBBITTI.
-. Secretario, Julio Gutmaraes.
As onzn horas e meia da manhaa estando reun-
Srs. desembargadores Silva Guimaraes,
tomadas palo administrador, algons infelices le- neis e Silva e Aceioli, e os Srs. depatados Rosa,
riam cahido aos golpes de lio desalmado assassino; Candido Mcoforado, Basto e Miranda Leal, e Exm.
qae anda mesmo posto a ferros era prisao slita-1 Sr. presidente declaron aberta a sessao.
ra, coDtiBUoo as mesmas ameagas. I ktda, fui approvada a acta da sessio aotoce-
Cumpre notar qne o referido Maooel Flor esuva I denle,
e esta' em perfeite jnizo ; nao foi provocado por Foi apresentado o offlcio de 31 do mez prximo
ningaem, e alm disto, muito inslenle, vaidso passado do Exm. Sr. conselheiro presidente do tri-
da forca physica de qae dispSe, 4u4< 4 ratos bai^ o- omawcio t da crte aempaaaaj"
insiinctos, a ponto de na prisao de Goiaana ja' ter; autos de coramereial entre parles, recrreme
pratlcado facto Idntico. Mara Venencia de Abroo Lima Basteo, acorrido
Campe notar igualmente, que na busca dada Jos Guilherme Guimaraes. E o Exm. Sr. presi-
cima referida, oceultira aquella faca, de qae de- dente mandn recolher ditos autos ao respectivo
pois se servio, apesar de ler-lhe sido exigida quan- cartorio.
do se recolheu do serrg na tarde anterior. i Aceordaos assignadosAppellantes os adminis-
Da sentenga do jury pende appellagao para o' tradores da mas-a fallida de Joio BaplisU Gongal-
tribunal da relacao, inlerposia to sement a' rogos yes Bastos, appellados M'IIs Latban & CAppel
desalmado, pois a sto se oppoz
Catholica, folha do Ceara' diz o
da mai daquelle
elle sem pro.
A Ariouna
seguate :
O Exm. prelado desU dlocase e seus dignos
collegas, os Exms. Srs. bispo do Para', Pernambu-
co e Goyai, desejando assigoalar a solemne sagra-
gao deste ultimo, por um acto de caridade ebristaa,
lentes os mesmos administradores, appellados Mo-
nbard & C.
Julgaraeoto.Appellantes os administradores
da massa fallida de Joaquim Jos Silveira, appel-
lada a directora da Oaixa Filial do Baneo do Bra-
sil nesta cidade. -Adiado na ultima sessao.Foi
confirmada a sentenga appellada.
Appellante Antonio Jos da Cosa Araujo, appel-
quella villa cerrando a fila e dito chefe de po
licia ; 3a que foram rernlhidos presos, entro grades
de ferro e com sentinellas porta da respectiva
cellula, a quero foi recommendada toda a vigilan-
cia sobre eiles ; 4.a qne o mesmo Dr. chefe de
polica copiara servilmente na sua sentenga, com
que prononciou aquelles criminosos o parecer do
promotor publico ; 5.a que essa pronuncia foi ca-
pitulada no art. 205 do cdigo criminal, quando
nao tioha havido ferimento aigum grave ; 6.a que
os ditos individuos foram removidos daquella pri-
sao para a cadeia de Macei, quando apenas falta-
vara sete dias para a sessao do jury, e sendo es-
collados por um sargento de fina educacao ; 7.a
qoe essa remocao de prisao teve lugar para obter
a desistencia do recurso dos mesmos pronuncia-
dos, ao que se eppos obstinadamente o advogado
delles, certo de que anal aquelle magistrado os
desproouDciava ; o que tudo sommado e multipli- .
codo constituem crinus de leza personalidades' taes do trato, do que elle proprio para os conduiir,
sem alias maltrata-los por modo algum.
jury.
De feito, nao se sabendo ao certo qaando se po-
derla reunir ali aquelle tribunal pelas difflculda-
des, que Ine sao Inherentes em taes localidades,
seria um acto de imprudencia da parte d'aquella
ajtoridade se ali deixasse conservar aos ditos cri-
minosos ; tanto mais quanto, segundo o cooceito
geral, mais rases haviam para receiar do carc-
ter turbulento de um delles de nomeAntonio da
Rocha Wanderley.
Logo, com todo o acert proceden aquelle digno
magistrado, removendo laes criminosos para ama
prisao mais segara como a d'aquella capital, o que
sempre se pratiea em casos idnticos.
XVI
Felizmente para esses criminosos poderam elles
encontrar nm sargento da mais fina eivcaqao, que
os escollod ; e isto mesmo prova, que aquelle dig-
no Dr. chefe de polica, Unto nao os quiz atrepel-
lar, que soube escoltar quem fosse de mais deltca-
personagens de posicao superior ao mesmo Dr. che
fe de polica, e por consegumte mperdoaveis e dig-
nos de severa punicao I 11 Risum teneatis.
V
Acerca da ultima imputaco feita aquella exem-
plar autoridade, resolta a majatenu t>Uidfle,
por qaaoto nao resta a menor duvida. por quanto
****? fl^d" M8* tremenda carga, >6 Q-f*-JHiaTse-CoTnprehende'qiie ella Sze
D nhor dos desvalidos podera' valer aquelle nobre sa proposico. como a de aue se
sse tao ignominio-
pioposigio, como a de que se trata. E mesmo
quando essa desistencia fosse admissivel seria
ineficaz desde que aquelle distioeto orgo da
Agora descangamos a aoalyse desses suppostos jQsli?a tlvesse de 0ppor-se por parte della, e aflnal
magistrado assim ameagado de maldic eterna .
Coitado do infeliz Dr. Joo Francisco Duarte I 1 I
bem saliente
g5es.
resolveram, quando ainda reunidos no Para' ofle-' Ud0 Nicolao Jos Ferreira.Appellantes os adrol-
recer ao governo a qaaotia qae fosse necessana msiradores da massa fallida de Aroorun, tragoso,
para libertar o escravo Casimiro, perieocente a fa-1 |aDts & C-. appellado o baeharel Joaqom Jos
zenda publica, Idade de 13 a 14 aonos, e que esta* Ferreira da Rocha Jonior.-Adiados na ultima
a servico do seminario episcopal daquella diocese. IV***0-' Adiaram-se de novo a pedido d
c O Exm Sr. bario de Arary, multo digno vice-
presidente, eolio era exercicio, flcou incumbido de
soliciur do governo Imperial a necessana autori- hde Joas BaplisU Gongalves Bastos, appellados Fer
sago, afim de que se possa efiectuar com as for-
malidades legaes a alforrla do referido escravo
c O aclo praticado pelos Ilustres bispos lio
Sr. deputado.
Appellantes os administradores da massa fallida
reir & Araujo.Foi
pellada.
Passagens. Do Sr.
confirmada a senlenga ap-
desembargador Silva Gui-
nobre e meritorio, que dispensamo-nos de fazer so-1 maraes ao Sr. desembargador Reis e Silva.Ap-
bre elle qoaesqner commentaros. i Pellan.,e.Joao Per'.'.ra..BasA0S. PPe"ida.- J"sePha
No dia 19 do correte
Leopoldina de Mello Marinho.Embargante a
Cempanbia Brasileira de Paquetes a vapor, em-
bargados Joao Francisco Pardelhas e outros.Ap-
pellante Gongalo Francisco Xavier Cavalcaoto
Ucboa, appellado Luiz Amavel Dubourcq Jnior
por si e sua mulher. Appellante D. Thereza de
Jess Coelho de Souza Leo, appellado o Dr. An-
gelo Heoriques da Silva, cessionario do Dr. Anto-
nio Borges Leal.Appellantes o- herdeiros do Dr.
Ignacio Nery da Fonseca, appellados os adminis-
tai-ii' '"dores da massa fallida de Siqueira & Pereira.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. de-
semhargador Aceioli.Appellante Jos Pereira de
Araujo, appellado Jos Alves de Faria.Appellan-
te o administrador da mas*a fallida da viava Amo-
nio & Fildo, appellado o administrador da massa
fallida de Guilherme Carvalho A CRecrreme
Agostinbo Mendos do Brito Pinto, recorrida a di-
rectora do Banco Rural Hypothecario.
Disiribaicdes. Ao Sr. desemhargador Silva Gol-
maraes.Embargantes os administradores da mas-
sa fallida de Jos Antonio da Silva Araujo, em-
bargada D. Francelina Amalia de Souza Ramos.
Appellante D. Anna Barbara de Mondonga, ap-
pellados Adriano & Castro.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva.Appellan-
tes os administradores da massa fallida de Amo-
patria, (7) sendo o maior premio. riro, Fragoso, Santos & C, appellados Mello, Lo-
bo & c.
Ao Sr. desembargador Aceioli.Embargantes
os administradores da massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & C, embargados Cals Irmios.
Aggravos ioterpostos do jolzo especial do com-
mercio.Aggravantes Maooel Joaquim Ramos e
Silva A Georos, aggravado o Exm. Sr. conselheiro
Antonio Ignacio de Azevedo.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Aggravante Antonia Mara Ramos, aggravada
D. Joanna de Jess Neves Quaresraa.
O Exm. Sr. presidente jarou saspelgie e foram
apresenudos es autos ao Sr. desembargador Silva
Goiroaraes.
Aggravo de instrumento interposto do jalao mu-
nicipal e do commercio de Serinhem.
Aggravantes a vinva e herdeiros de Joao Heori-
ques da Silva, aggravado o Dr. Antonio de Vas-
concellos Menezes de Drumraood.
O Exm. sr. presidente loroo suspegio e foram
foram lidos na matriz
do freguezia de Santo Antonio os segrales procla-
mas de casamentos:
1.* denunciagio.
Aotonio Agoslinho Seixas da Fonseca, com Rita
Maria Monleire.
Jos Gnedes de Lima, com Senhorinha Mara da
ConcelgSo.
Pedro Paulo de Almeida Albuquerque, com Rosa
Amelia da Silva, viava de Bento Ferreira Bailar.
David Hibeiro da Silva Mooleiro, com
Callada de Viveiros Aguiar.
2.* deounciagao.
Antonio Alfonso de Mello, quer se mostrar llvre
e desempedido.
Faustino Antonio Affonso, com Anna Maria da
Conceigao.
3.* deounciagao. .
Firmino Jos de Souza, com Luzia Maria da
Conceigao
Antonio Barlbolomeo de Mallos, com Leopoldina
Lydia da Conceigao
Jpao Solano dos Santos, com Helena Emiliana
dos Santos.
Depois d'amanha ao mel da se exirahira'
a 22* parto da lotera a' benecflo das familias dos
voluntarios da
6:000*.
Passageiros saludos para o Aracaty no biate
Novo lnvenctvel': Luiz Gonzaga de Menezes Lvra
e ama liiha, Manoei de Araujo Pinto e um escravo
a entregar.
RsrARTtgXo da Poucia :
Exiractos das parles do da 18 de agosto de 1866.
Foram recolhidos a casa de deieocio ne dia 17
do correte: a' ordem do Illm. Sr. Dr. chele de
olicia, Jos Alexandre ou Jos Flix Piedade e
as Patricio de Mendonga, como criminoso de
morte, o Ia no termo de Goianaa e o 2a no de Agoa
PreU ; Aotonio Frade, escravo do lenle coronel
Feliciano Joaqom dos Santos, a requerimento de
de Manoei Barbosa da Silva ; a' ordem do Dr. juii
muninipai da Ia vara, Antonia, escrava de mesmo
lente coronel Feliciano Joaquim dos Santos, a re
qaerimeoto do dito Manoei Barbosa da Silva ; a
ordem do subdelegado do Recife, Pelicidade Per-
petua de Lima, para correegio ; a' ordem do de
tarta por maior crime ; e ao ebegar a prisao
repetindo as mesmas palavras, e sendo contestado
acerescentou anda, que all mesmo faria por on-
de alcaocar maior pena.
No entretanto, apezar de ser elle condecido por
perverso e torbolento na prisao. o Sr Dr. Rufino
deu pouca importancia a lio estulla ameaga ; reas
cauteloso, como sempre, ordenou qae a sen res-
peito houvesse mais algnma vigilancia, sem com-
ludo se aderar o rgimen ordinario do estabelecl-
menlo ; de sorto qne cootinuou elle a trabalbar co-
mo d'antes na oficina de sapataria.
Assim decorrea todo esse tempe, mas ha tres
Firmloo Rodrigues, por disturbios ; a' ordem do
de S. Jos, Joaquim Jos de Sam'Anna, para cor-
reegio. O ebefe da J* secgo, J. G. de Maquila.
Casa db dbtkhcao :
Moviraento do da 19 de agosto de 1866. Exis-
tiam 345, eolraram 3, sabiram 5, exfstem 343 ; a
sader : nacionaes MI, mnlheres 17, estrangeiros
18, mulberes 2, escravos 42, escravas 3, total 343 -
alimentados a casta dos cofres pblicos 203. Mo-
v ment da enfermara do dia 20 de agosto de
1866. Tiveram baixa : Jos Patricio d Mendon
ca, sarnas; Joaquim Jos Telxeira, asmathico ;
Vicente, escravo de Francisco Jos de Campos
Pamplona, eoniosSes.
CH80MCA JIDICIARU.
TRIBUff AL DO COHHItCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 16 DB
AGOSTO DB 1866.
PMMDBNCU DO EX1. 8R. DBSBMBAJL6AD0R
ANSELMO FRANCISCO KKBTTI.
A's 10 horas da manhia, presentes os Srs. depn-
dehetos daquelle dstincto m>gisirado, para tornar seMne cabive, recorrer a^Si ndebita desistencia
a improcedencia de taes impnta-
VI
Tendo o presidente da provincias de Alagas of-
ficiado aquelle digno chefe de policia para ir syn-
dicar do conflicto havido em Porto Calvo, entre os
ditos proprieurios, e proceder contra quem de di-
reito fosse, para all dirigio-se essa autoridade
com forga suficienteprimeiro crime 1 I 1
Vil
Chegando ao theatro do crime, passou a' fazer
as precisas ndagages, e veio logo ao conhecimen-
to de que os tristes resultados daquelle conflicto fo-
ram seis fenmentos, um delles de chumbo, o qual
no corpo de delicto procedido a requerimento, e!
(sobre a qual necessariamente deveri ser ouvido
como urai das parles litigantes, e entio lomar-se-
bta ella de lodo Ilusoria, e nolla, segundo o di-
reito.)
Demais, as pessoas. qae tora commanicado com
o Sr. Dr. Joao Francisco Duarte, e observado a
ausleridade do sea carcter, e a perseveraoga dos
seas principios sabem que elle a todos os res-
petos incapaz de propr, e muito menos de reali-
sar qualquer Iransacgio com criminosos, como elle
mesmo demonslrou em bem elaborado artigo pu-
blicado em um dos jornaes de Macei, e o que
mais invocando o testemonho de pessoas muito
respeitaveis e circunspectas.
Se assim nao fra esses perversos teriam ainda
2 Kt,^^e/i^^i^A\^7,B".: d.es!a '. airado zombu completamente da acgo
Santo Antonio Jos Rodrigues da Rocha e Manoei ..presenUdos' os amos ao Sr. desembargador Silva
Gotaaries.
Piada mais houve e encerroa-se a sessao a 1
hora da urde.
Conimunicados
0 Illa. Sr. Dr. Jeie Francisca Dnarto, digne che-
ve-de pelkia iaterine da erevineia de Aliadas,
0 es criaiiesos de Porto Calve.
I
Srs. redactores.Vm satnico espirito exhaloo
no seo bem conceitnado Diarto (de 17 de julho do
crrante anno) nma ptrida ceatloa de convictos
contra o mea integro e mostrado Dr. chefe de po-
lica interino da provincia de Alagas, o Sr. i)r.
Joio Francisco Dnarto, caja fllibada repatago al
entio nio harta ainda sido oera de leve tocada.
W certo que sa bocea da mulher perdida, nio
pede haver outra honesta e virtuosa.
Estes bem come3inbos factos da vida humana
do como mortal. Um escravo de nome Albino, per
toncente ao criminoso Antonio da Rocha Wander-
ley, fra no conflicto batido a ccete, d'onde resul-
tou-lhe um ferimento na cabega, que deitava san-
gue pela bocea ; sendo que nesse misero estado
achava-se prostrado em nma das casas do eoge-
nhu Sabia, e em perigo de vida, como confessara
aquelle dono delle.
VIII
Ainda oito testemunhas depozeram cumprida
mente sobre aquelles factos, fazendo a maior car-
ga possivel aos ditos criminosos; sendo qoe desses
raesaios depoimentos e da circurastanca de nao se
encontrar aquelle paciente, que soffrera o referido
ferimento, era forgoso collegir-se que elle havia
perecido.
Em urna palavra, as pessoas mais sensatas e in-
sospeias daqnelle lugar achavam-se altamente
conspiradas contra o ousado procedimenio daquel-
les potentados crimiooses.
IX
Nesias verdadelras circumstanelas, nao havera'
quem imparcialmenle julgando, deixe de approvar,
i at louvar o acto do dito Dr. ebefe de polica,
preodendo no curso do respectivo processo aquel-
los individuos nelle indiciados em dous atrozes
erimes de ferimento grave no escravo Aldino e no
homicidio do outro victima do seu canibalismo;
tanto mais quanto justamente oestes casos, que
o art. 175 do Cod. do Proc. Crim. autorisa a diU
prisio.
Logo, evidente, qae mai jusu e legal oi essa
prisio.
X
Tambem fra de toda duvida, que criminosos
desta ordem, cercados de poderosas relagoes na lo-
calidade e suas viziobaogas e dispondo de bastan-
tes recursos, oo deverlam ser condolidos a' pri-
sao por pessias inermes, sob pena de querer-se fa-
vorecer a fuga, ou tomada dellesdas mios dos
seos conductores, como talvez tlvessem em vista, e
por isso licaram despeiudos.
Logo, eram fodispensaveis a torga qne teve de
conduzir aquelles criminosos a devida prisao, e
aioda mais as sentinellas collocadas, a vista das
respectivas cellulas e a grande reeommendagio ha-
vida de seren vigilantes em goarda-lo!.
XI
Si, porventora naquella localidade pereorriam
impunemente autores de roubos e assassinatos,
quando nella andava o Dr. coefe de policia, como
assevera o Ul articulista, claro esta', que fra sem
sciencia dessa autoridade, nao conhecedora das
pessoas com lio poneos dias de sua estada all para
ama diligencia especial; sendo qae s teria de
aliriduir-lbe (alia de exaego no compriraenlo de
seus* deveres na captura desses outros criminosos,
si lbe bouvessem sido indignados pelo proprio ar-
ticulista, ou per outro quejando denunciaote, ou
malsim.
Logo, nio por impuUgoes vaga) e distiiuidas
de fundamento como essa, qoe se podera' fazer
carga aquelle distioeto magistrado. '
XII
E' ainda de primeira intalco, qoe se aquelles
criminosos fo'ara recelbidos a* diU prisao, com
grades de ferro, procedeo Infelizmente de ootra
mais bella e piloresca. nao haver naquella localida-
de para agazalbar lio altas personagens, sendo qu*
pelo menos nos descondecido, qne as leis patrias
garanUm prisoes reservadas e mais commodas
fronde ootras nio bajara) a individnos suspeitos de
assassines.
Era face do que cima ja demonstramos i claro
qne tendo havido nm ferimento grave, e a snspel-
u de um homicidio, outra nio poda ser a pro-
ooncia proferida contra quedes criminosos, do
que oo art. 205 do eod. crim.
XIII.
E' certo, qae se diz ter havido um exarae de
da justica publica, i forga dos valiofos empenhos,
d'alto patronato, que para isso erapregaram.
Logo essa imputaco, alm de muilo inveros-
mil, e imaginaria i repugnante pela torpeza, que
acompanba-a.
XVII.
E' obvio, que desde que ha produegaoem
qualquer processode novas prevas acerca da
accasago, e defeza, a autoridade incumbida de
formar a culpa, necessariamente pode alterar a
respectiva proooncia, que no caso coaber ; o qae
sem duvida por lei aotorisado, succedeu, a res-
peito de um nico dos pronunciados e por certo
nunca foi digno de censuras. Em verdade aquel-
les criminosos alcangaram a sua abaolvicao paran-
te o tribunal do jury de Porto Calvo, pelo empre-
go dos mais ignobeis melos.Entreunto, este seu
trinmpho foi todo epbemero, e inglorio porque da
predita sentenga absolutoria o digno jan de direi-
to d'aqael'a comarca appellou para o superior tri-
bunal da relago, onde sem duvida da de ser re-
parada essa clamorosa iojusuga, onde emfim a lei
nae deixari de imperar sobre as influencias da
aldeia. Por certo nio ha quem n'aqnella localida-
de, e na provincia inleira de Alagas, desconbeca
a celebridade desses criminosos, principalmente
dos iocomparaveis Rochas Vanderley.*
XVIII
Tal foi a clenme, espontneamente, e de im-
proviso contra elles all erguida, e Uo acertadas
foram as diligencias empregadas por aquello mai
digao Dr. chefe de policia para obter as pravas
dos seas erimes, prende-los, e fazo-Ios punir, que
os cldadios mais importantes, as pessoas insus-
peitas e a cmara do logar, dirigiram-se ex pro-
prio marte, i essa autoridade agradecendo-lbe, e
louvando o mnito, nao s versal, como por escrip-
to, pela energa, prudencia e impareialldade de
sea procedimeolo, assim como peto acert das
providencias que tomara, e al pela delicadeza
com qoe tratara aos ditos presos; sendo qoe s
i esses meios eram devidos os salutares effeitos
de baver podido restabelecer a ordem d'aquella
localidade, fazer iriumpnar es interesses da lei, e
da jastiga, em orna palavra amainar ama medo-
nba intriga, e mplacave! odio de faUes conse-
quencias entre aquelles individuos, pela maior par-
le naturalmente rxosos e offensivos.
XIX.
S elles enxergaram persegnigao, na justa pun-
gio qae os seus proprios alternados contra elles
tem provocado, e ainda s elles assallanaram pea-
nas } polluidas e infamadas pela corrupgao, e cy-
oismo para ultrajareis os execotores da le que
sobre suas cabecas pesa. Assim pois, aquelle dis-
lincto magistrado necessariamente saliera menos-
preur essas invectivas* de pessoas despeitadas e
mercenarias, porque para oppr-se-lhes com sara-
ma vanugem, bastara os seos honrosos preceden-
tes -. a sna longa vida publica, e particular, quer
all, quer nesta provincia, por certo digna de ser
imiuda peles companheiros da sna preclara clas-
se; a Usara, inteiresa, zelo e Impareialidade
daquelle sea procedimento, emfim o sabida apre-
co, a distiocia consideragao, e os oumerosos elo-
gios, qne Ihe prestaran) as autoridades superiores,
a imprensa illostrada e imparcial de Macei, em
parto transcriptos nesta Diario de 8 do correte
mea, e todas as pessoas desintoressadas, sensatas
e iBsaspeitas.
XX
Sem duvida, quando o Innceionario publico ten
em sen abono servicos tio relevantes, ttulos que
Unto o recommendam i eslima e consideragao
publica deve mostrar-se sobraneeiro, e saber des-
presar mesmo os assaltos dados contra a sna iiii-
bada repotacio, por aquelles qae a procurara as-
sassinar, por elle have-los processado, -e prendido
por terem assassioado a' seas semelhantes; por
horaens emfim de pessirao carcter, anathematisa-





v1!
uO



aairartue. m^#
juuSi jiu.m
Mario de Feraaafct
Tcret felr i I de Agosto d 1866.
dos toa loealMaon de sna Btfipria residencia fne.
por Isso mesmo nao se pejam de querer roobar o
bom couceiio alheio, Tal deve ser a divisa do Sr.
Dr. JOMfctaciBCo. Dnarte,meeta prJioota, ar-
dua,orowfta de soa Carreira, afondo asscgura ni uro pM^ammim^imtknm>yai**T*
' a sha natural cir- tr tutelado a S. Exc. Vssa liturgia. \' bem cul-
addldos o uso do babjtejalar, fra dos actos pres-
critos em saas provisSes.
Cerlamenle, se o Oriente quera que os addidos
MrrtMfc tai 'i*!**!* M**lto morotttarios
'redol
o seo rrcnoliecido criterio, e
cnmspeccio, c como deseja, e pede-lhe loeessan'
temente om seo vardadeiro desconhecido, mas
imparcial apreciador.
Recite, 13 de agosto da !86.
O *t)oano de coracao.
pdo ero nao t-l assim folio f
Demos om passo adtante.
f a acatara da 4*^ le-, mate o 4* p de S. Eic.l Vejamos o que ella contera.
A portara citada ocrupando-se ttclotlvamente
tu elteaniscrlBCao eclesistica da iloeese, creo,
atnm te om vicariato f*ral, ^iwwoarcipraeadoa*
O publico ja lem coalwaimeto de otas ^totore ataie seis vibraras forneas,
qoeixa que foi dada oojnizo acclesiastreo pelo te- Pelo n* reaprtta aovlgartate fftral ejaeioraa-
neote-corooel Maaoel Iljefeoso de Olivefra a *te- doe, jnitamo* qne o Oriente nada r+pravy, ^por
vedo contra o virti Fraticisco Justina Peraira le serenas* 0111*0 aalifa. Sobra as vieaaavtes ton-
Brito. oeas, remos que recoobeceri a necesldade Ws
Na discnssio bavida revelon.se ndole ponco soa creado, aa-altender ao diCBcil wm qu
escrupulosa do queuoso e de se* comparsa o por- tem as freguerlas ap cada provincia te arcipreste
guez Jos Damiao de Sooza e. Me#o, a quero e at oh a nm a vinario fortaeo, como de anti
trbulo a fabricarlo de urna cana que o tenent- *r*.
coronel lldefono, de aerdrda coro aquello Mello, E se isto
fea correr de mo em mancorn abra do querer-- ao estrepitosa
Udo. ')**'
Nao oca tente com Isto, rom urna longa serte, O 5 peeeado orinnai. para o qost nao ha baptis-
de insultos os mais grossem* que dirigi ao viga- a une eonara grga retener o toa, 9 a circular de
rio Justino m impr-sso* a niauuscriplos. o porta- 25 de mio, pmMWMo sos elerigo* de apreseota-
guei Mell > abaloa-se de-Campo Grande, oode se rem-serm pobhco #>fardna em leigos etc.: o
aehava um pouco alapardad em conseqoeom de canalla troiann dos nosso dias: a doutrina que
reputare, forcejando astuci
me a supposta (alsidade di
amores, de sen punh.i, ja'
puhhc \ para ver te assim s<
doa vergonhosa, que Ihe lan<_
saa palian ntica, venho hoje
soremnimente contra tflo infame preceder,
do o rara calumniador qu sa nao Htm a
n(iem 4 me amar aoa ariuaes, para]
desafio, a prow e que ardilosameoie me
U, usarel. da %etta que me astuta de o arratar'
lh para faw aaodo atado ao paew da igaomhiia e:


-^.
1
sobre su* abe^a o tremendo golpe
fago. Por em patato sou eu a v
la o seo furor, mas attaada
o que de alai voso e infamante tan ihma de seu genio {wattaat, e 4 ae'Or1iu+W
ti- aeham aggravados'do nosso con
do, a delurenr-lhe o%etf inteiro
to paipave, que razio ba para
areosaraot Qtttd rnm tnali
acontado pata laiaJao patuca ahia .
ata soas eMMaia-e saina para o exilio a
do-os grUhtet dacrima, ateromente sent<
aislar de>ta nefanda carta de atas a
ligas. ^
Cottado4*. So i loocora o pftdla levar a once-
if-a itaaHaiii iln aiinha repata^ao, t^f a -ver se -re Aprrris sntrr n-nT-MBafnaniA nn^^fn^n n^ i%
laTvTaa^elern aodoa da infamia que o enso- crllega farca, que lentou realisar, cora a senbora,
bra. H,aibaaamosealCaiasao mes ttfefl c*Ja tfuaM dlniln a olehre carta ratal, perdida p>r
lomniador sarprebendeu a innoceocia drmina, eu aao*e<|ia de nome Loorencoaw estelen pon*
meo respeit'iar produzdo uliiratmen
dioso calendarlo de mil e urna noi* 10
Diino de 19 do passado, ou eu Ibe bai de
ia*a mascara de cajMa*ar vil e Maaaaor
m repnt?* no ifcaail ompeea*t, aade
far*i aaniar novamente na caatra das reos para
fr pagar bem cara a iajqrla a que o asado
inha que diaer anda a respeto do aaau
or, porque a sna chrooica infeliz da ma-
uma epopa, mas nao fuero imitar a
e com que no Otarte de 19 a pasojaina
etos provocoo aMtaaaata ao
\ovo ba
O aovo banco d
aoao.
ka
la
do Fernn.
s a 8 por eeifo ae>
ALTANMKA.
so. Rendiaienlo le 1 a 18..........
dem do da .10................
454:904*738
39:817*746
494:728*50
.MOYUENTO DA AWANOSiA.
eertos tactos que abaizo revelaremos, e fee o sa- j
cnicio de viajar cen. e cinne leguas para iir de-
por como testerouofea referida no procswsa di> vi-1
gario, seu compadre e bemfeitor.
Anda rtoa O cjnico u>6rbara5o com que seapresenlou i
am juno asse poriUKuez, o modo por que responda!
tanta celenma tena ezcitado. Seja-nos permiltido
! dize' sobre ie o^a p*us..ms.
A circular trac em mu cmneco a dontriaa do
conc trident (sess, 14 cap 6 de reformal). E pois
i aeo o Oriente, am ns ehnR0 refractarios serlo
j os jones o>sta cansa, ns amoi transerever a
{ doutrina do concilio integralmente, para o publico
as 'inquir 5es,'leoo'muiio aim do objecto das |er-1 irotiarcial dacidir a queslfio, "ando a Gesar o que
guotas do firoprio advogado do qntxoM; tendo a Cesar perteacer.
seropre orna nv*a declarasao quaode se traiava de I t ........ Por cuja-causa ( a doutrina citada
encerrar o d*<>imeoio e deizaode vr de urna i do eonc. srideat) <* oi-pssoas rcccsiasfica, por
maneira transparente o doseig imawderado de fa mais ismt$*o* w savom, m tenham *rdent sacres,
zer carga ao querellad, Sao factos que eecheram ou dignindes oficios -aa beneficios ecciestatttcos, te
de profuudajtodignacao as pessda* que presencia-1 depets de avtsail.s {ooie-e bem) se depoisde stvtsa-
raro o acto nrsala das audiencias da vigararia gem I** peto ai fttspo amda por mtiUl publico, nao
do Uispado. )4ronsceiYM habito cheietil congruente ao sen estado
E nao fei menos admlravel a sem ceremooia
com que o piriuguei Mello jurou (aieio de oulras
consas) que fra amigo do querellado, mas que se
ti-ruara inffferenle para com lie depois do appa-
reci nenio da carta.
i e decoro, conforme r este suepende-lot das ordens, oficio ou bene/l-
... E mxis mlutme : uto casoite reinciden-
cia, ever o bttpo reprimi-los. morando e omptian-
I do m constituico de Clemente V, puWtada no
Daqui a pouco os le llore* hio *e ver quem o concil*o de. Vteima, que comea Qontout
hornera tic su>cutivel de *ciuj>uk> de cooscieo-1 Oe tudo Isto dona ceuas se colhgem, a 1". mate-
*
ca ao ponto de quebrar lodos os Ucos de gralidito
e de amade, ou lomarse (como elle diz) iaJioV
rente noroomento mesmo em que a propria cari-
dade nos leva a amparar om simples conhecido,
ainda cao se aebando lie Uempto de culpa e
pena.
Has o portiiKuez Mello leva em casos taes a soa
singular tndifferenca ao extremo de camiatiar de
to loage para rir de moiu propno laarr nina cou-
sa que muiu gente qualicou de pe juno.
Entretanto eus pernntte as vezes que os mus
por si mesmos se deslruam. Veio tambem l do
sertao um individuo, tenente do batalho do qoel-
xoso, na esperanza de que serio teslemunba refe-
rida. E coro effeiio rabrio-se a elle o porluguez
Helio, leudo porm adesveotura de ver-se desmen-
tid > ero parte.
Os dous roraeiros da verdad*, apeiar de peregrl-
narem junios com a mesma inspira^o, nao pode-
ram denar de divergir n'uro ponto, prejudicando
assim a sonta cruzada que se levantou contra um
parocho cheio de servidos, de altestacoes honrosas,
e tido geralmeute no melhor cooceito.
No meio das arllmanhas da perversidade ou do
espirito satnico, apparece sempre entre ellas mes-
mas algoro p eto de contraste que deisa transpa-
reeer a ver dade. Ha certo anexiro popular com
znuila applicafao ao caso especial de que trata-
mos.
Ficam de parte por emquaoto as particularida-
des que serao Irazidas ao conbecimento do publico
quando tivermos de completar a historia do cele-
bre processo.
Cumpre, porem, que se saiba desde ja, quem o
portugurt Hllo. Elle deu um escndalo com oseo
depoimeato, desmurallsado pelo carcter da pro-
pria teslemunba.
Abaixo publicamos orna denuncia apresenlada
por pessda insuspeita, residente nesla cidade, com
a pronssau de advogado, e qoe nao natural do
Rio Grftode du N^ re. nem lem all prenles, rela-
^Ses ou rateresses. n> da i*siomonhas que ma-
ram nesta eidade, Inspector de quarleirao no
bairro da Boa-Visia.
Nada mai accresceotaremos nesta occasiao. E'
de e.-perar que a polica fa^a o seu dever quando
se trata de nm caso gravisslmo.
Por muito menos teem-se visto os agentes da
autondade publica procederem com om zo es-
cropuloso e aclivissimo.
Illm. Sr. Dr. chefe de polica.O hachare! Ma-
noel Firmino de Meilo, casado e residente nes a ci-
dade. Cum proflsso de advogado, usando do direi-
to concedido no art. ?4 do cdigo do processo en
mioai vem peraote V. 8. denunciar de Jos Da-
min de Souza e Helio, natural de Portugal, mora-
dor na villa de Campo-Grande, termo da comarca
do As da provincia do Rio-Grande do i\orie
om profisse de curar, pelo facto que pasa a ez-
pdr.
O denunciado, incnlcando-se medico por ganan
ca, mas sem autorisago legal para curar, mini--
irava n'aqunlla villa medicamentos a Jos Carnti
ro, que suecumbio ha pouco temp ; reriflcan'do se
depois disto a eilstencia de vidro raladn em um
vomitoria de trtaro que o deuuociado Ihe prepa-
rara, e de qoe o enfermo nao tinha podido mais
usar.
Consta ainda qae recentemente o denunciado
preparara na mesma villa duas garrafas de bebe-
raeens eontendo vtdro ralado para tenles d'alli, o
respectiva aulondade policial, deixeu esta de'pro
ceder na forma da lei, em a(i<'0cAo a's lagnuns
da mulher do denunciado, prima e afilhada do de-
legado de polica, me eulretanio fez sabir cmara
riameote do termo o mesmo denunciado.
Ora, a intenrao criminosa revela-se pela appli-
cac.io de um raem qua nnne ennsideroa ihera-
peufeo, e deqoe s se usa por impulso de perversi-
dade. Pnanlo, o procedimeolo do denunciado im-
porta pelo menos a t-ntativa de dar a morte a en-
fermos que indevldamenle carava, se qoe e meio
eropregado nao fol a causa directa do falluciov oto
de Jos Carneiro.
Sabe-se igualmente que Anionie de Azevedo
Helio, bomem brauco e de boa familia, morador na
freguezia do Principe, da mencionada provincia, e
casado eom Barbara Mana de Jesu, soffna das
urinas, entreeou-se aotratamenio do denunciado,
que Ihe fez operacao as partes genitaes, a qual
produiio em Azevedo una hemorragia, e con.se-
poenlemente a morte; entretanto que o denuoia-
do receben alta paga, delzandn an desamparo a
pobre vjuva, que eom seu geurc, tubos e prenles
do mono, que st manos n'aquerla fregdezia e uas
do Jardlro e Acafy, tambem -podero dar testernunho
desse facto notorio, acontecido oo invern do anno
prximo passado.
E para que o denunciado seja ponido com o m-
ximo do art. 191 do codiei criminal, combinado
com o art. f g 2* e art. 34, por Jerem coneorrido
as rireumstaaiaa aggravantes tos f2, 3*. i',9'
e 10 do art. 16, vem o mesmo denuncame dar a
presente denuncia, jurando ser-verdad* qnanto1 al-
lega, av*(ttndo o damno sohYldo em dez contos
de ri*. e otferecendo pare lestemunhas Jlo do<
Santos Goova, Prancweo Jos Alvex o'Albuqiier-
que,. Maooei Jos Teizeira da Pnt-- Jos Mater-
no d'Azevedo Santos, todos" de presente miradores
nert cidade; Maooel Antonio de Brltto'(primo da
mulher do denunciado) e o prafessor publieo Ma-
nuel Basilo Perelra (parete do fallecido)..resideo-
tes na Iregnona da eampo-Grande ; e flnalm-nte
Joaquim Simoes de Srim, tambera pareau da d ta
mulher, e residente na freguezia de Gatol'da Ro
cha, provmeia da Parahyba.
Alera desias peasoas, consu- qoe rhnHas owiras
coofinuam a re.alidade dos factos, na villa de Cam-
po-Grande, nude o professor Hanoel Basilio eoo-
servava o aediroeote do vomitorio de lartaro y ed-
do, alm disto, po-sirel qoe a auterMade policial,
qoe fez o esame, anda senta tnftav poder as duas
garrafas a aoa cima- aJiadio*se.
O denunciado acha-se presentemente nesta cida-
de, poda acontecer que se .evada, catando indi-
ciado era criae inafflancawel.
Nesles termos o denunciaste pedo a V. S. ene
se Ihe tome a presente teouacia. procetfeodto se
nos termos de direito e daade-se
rta grave na *ran*greBao do preceito que prescre-
hallo clerical: a i", o poder inaolerrvel qae
pelo conc. lera o hispo de castigar os sacerdotes
relracii.nos.
Ora, se aeravidade do castigo esta na razio da
gravidade da ctilga ; se o conc. trident. estatuin a*
gravsima* penas de suspenso do ordens, oficio
oh bf necio, sejam quaes forero as dignidades (aqui
nao haezcepco); logki i dizer-se que o Sr.D. Ma-
nuel de Medeirut.podia e devia sosp*nder de ordena
os sacerdotes refractario* p- iridi-m. Ibe confeno esta autorisaco : lefia, por-
que, urna vez publicada (crmio fu) pelos (ornaos a
sua circular, sena um contra senso, recoar dame
de qaem nao tero senso.
Alm do cooc trident.. temos a nosso favor. < ti
antes, a favor da cirouiar e contra a opiniao do
Oriente o pensar unnime de todos os jar islas ra
noincos. Ilnii, |u>. con. lih. 3* diz.......ex quo-\
quis vtsusin,populo pruna (ocie clenous faiceiur,
non l'iicus.t E o deoret. d Giegono IX, llt. 1
qutu 5* decide a quesiao inatuiirahnente.
Kazeado agora ju.-lica a iiiu-uaeio lo Oriente,
nao pedemos conceder quede taes premiosas tire elle
unta consequencia ou Ulaco contraria a nassa. Fa-
zeodo uiiihein justica a sna regiusidade, nao nos
podemos eonveocer de que elie, para nena: a ve
racjdade du nosso raciucinio, oeituo a autenticida-
iie do conc. luden i os pi incitos canoniC"* de
HiUh, e a douina de Gregorio IX.
Veudo o Oriente por este lado, anda queremos
cooveOiC-lo pelo que respetta a dizer-se que os
sacerdotes m^ escarnecidos e ludibriados trazando
o habito clerical. Antes de tuno direnvs que o
Oriente advoga uula cau,a essenci-lmenie ira.
Desde jue o sacerdote-Iwotnu o hai >lo clerical
Plo do leigos, perden tambem o direilo ao privi-
legio do ann. E desde que o Sr. I). Manuel de
Hedevos fechasse os oihos a este abuso to repre-
hensivel e deploravel, ja liona incorrido por seo
turno no anaihuma de S. Paulo diyit sunt morte
ten soium qui fuctunt, sed etiam qui consentivnl
facienltbus Seo do por isso que dit o povo eom
bem fuodmenkinao pecca u laJroo como quem
consenie.
Urna peruuota agora : O que faria o Oriente se
fra o prelado ? Cruzara os bracos dame do seu
ciero vi vendo e aodando, como Ihe dsse na vonta-
deT Ou se jugara oas condicrjts, alias muito
justas, de reprimir os bus. s T Toda a sociedade
lera seu chefe, > a igrej* nao devera ter o
seu ? Demos de barato que era muito eoBvenien-
le que o sacerdote aoda&se em trajes seculares; e
nao obstante, a lei prohibi, e prohibi eom penas
essa conveniencia: quid jurisf Por torca da le,
devia murrer aquella cunvenienuia. O Oriente
nao ignora o principie do direitoAfata quta pro-
ktbila: prohibita quia mala.
Adinitu lo porm o silencio do prelado, hoje
apreseota-se o clero em publico com o seu pui-
lot-saco, a manbaa decaiga e jaqueta, um da en-
fronbado n'uma toga, mais ao depois ciugmdo urna
espada, mais alm celebrando a missa de chambre.
mais adiante enfeitando se com as vestes episco-
paes.......e lulo ira cairreodo a mil maravilhas,
porque o clero do seculo das luzes ao Br-sil deve
viver e Irajar a son gr I
Por tanto abaixo o conc. trideut, abaixo os cao-
nes, abaixo as decretaes dos pontfices, e abaixo
tambem o auatheiua de S. I'auu I
Continuemos.
Uesde que ao sacerdote se prescreveu um lra]ar
a seu laleule eavergoohando-se de ser o que e
Bao se pejaodo de parecer o que nao por n
mesmo fkou ludibriado e escarnecido. Aquellos
que o applaudem na abdicado do habito clerical,
so os mesmos que desapiedaineote reprovam-lhe
o doprezo das lels que a lodo o cusi devera sus-
tentar e obedecer. Quantos fiis nao terh fallecido
sem receberetn os Sacramentos da igreja, teudo-se
a vista um sacerte, mas que uae chamado, por se
entender pelos lrages que um leigo?
Na Franca, por exemplo, jamis se vio algum
sacerdote trajaodo em publico vestes secula-
res ? Em que puz do muudo o sacerdote calhojico
abJtcou u seu har>iio clerical ? Estaro elles por
ventura no seeulo dos tretas 7 Sero menos ins-
truidos ou carolas^
Bem quizramos nao discu r esle objeclo, por
nao querermos off-nler susceptibilidades; mas o
Oriente que, para dar alma as suas armas, lem-se
empenbado em advogar a causa do abuso, abafao-
do o brado do -seu proprio toraj3, nosobrigou a
que oaeorapaoHasem-oos ponto por poni.
Que rawu ha ver pois. para que se apadriohe
clero refractario, dzendo-se, alto e bom som, que a
circular foi um parto 4a improdeocia e a causa
motora do geral descoateulamenio du clero e-do
povo Y
Ficamos aqui.
Anda temos a nosso favor o
mas achou Deus velando ;Deus esta mea grandekd
vogado, em quem eu confio que hio de prevalecer
centra lie as portas do inferno, Site ende o tiao de
perseguir s remersos da soa crlnjioalidade. Co-
ntieno tae oio potso dispor dos recursos da torta
na qoe eHe slenla, por que felizmente ainda tio
desci*ri os naeiosnicitose vergoanesos pelos quaes
se adiftire torca de iniquidades; porm a norsa
humilde nuludade hade segui-lo como a sombra se-
gu o corpa em quinto nos restar o ultimo aletto
de vida.
- Para aade forata Icos orlesde homem, symboio
datiypocresiaT Que ffio.desse teu galvapisa-
.lo windoeor?
Nao rae v em teds soevios de crezo esvna^ar
oro as candidas veste da innocencia por entra as
tretas d* horrar, que le atsembram t Genio os
lempos mudaml Deixal-o noite meo amigo-e-a-
manheceu meu calomia*r I Hulto depresa en-
de ser tnforcado, direi que jugava couvenienlissi
mo que fosse ajuramentado perante S. Exc. Rvraa.
o Rvd. vigirio Tkjomat Pereira de Araujo, esse
mesmo qoe tem dade seos attestadinhos ao autor
da seduccao para ento se saber quem foi o padre,
t quero o nosso protestante requereu a cerlldao de
baptismo da noiva econvidou para fazer o lal ca-
lamento. Jaleamos o Sr. vigane Thomaj ni apaz
de jurar o cootrario do que disse na sala do Sr.
teaent--coronel 4aooel Ildefonso no dia da visita
da sepultara desna Bxma. esposa perante, mim e
am auditorio de te.-tumonhas.
Era firu a sedu'gao ou teolaliva de casamento
sacrilego, operad alto seedlo XIX por esse minis-
tro di *osa re)fgiao em orna da* primeiras na-
Oes do novo mundo,rteizar sera davlda a Europa
tasara o nosso petiflee espavorido : eu facto
histrico desaflt no* ato a rurmsidade de enviar -
tos para arldadeeterna,attrn de ser archivado ao
velhece o baneoeroreoeniilo.oosudo tem a Infelici-- Taticano am exempttr da celebre cartn tfe amo-
(Coafz'nwflr-jc-fta.)'
TV
Correspondencias
'' .....- --'r 'i'r> '' i
0 vigaria Francisco Justino Pereira de BriU, on
k (;rfersidade tm dilirio.
dade de reeahir sobre geile ingrata I Ja' nao me
conbeoe mais I Ealio ttentem era en aqoelle" pdr
luguez di-tincto qOe faca as delicias de tua aluna-
da, como dizias a todos do Serid, e deslgnadamen-
te o'uma carta de parahen* dirigida a meu sogro,
e -boje seo esse aonvm degenerad > de rara habiti
dade e destresa e capaz de falsificar a la letra T I
Que motivos terina en para assim proceder, meu
retomad* amigdt mais era' erlvel que um ho-
rnero oe nem como o tsente coronel Manuel llde
tonso de Oliveira Azvedo, bom pal de familia, me-
inor amigo e zelador da honra de sua familia, eha-
masse om borneo* i soa essa para fazer urna carta
a dm de coropretaetter a reputacao de om amigo e
e difamar a atora de sea irma T I Infeliz I
Nem se quer a saa loocora Ihe deixou prever as
con-cquennas desastradas do sen snphiama I
Nao de hoie que ea sel dessa iraputag < irri-
zoria do Uteo calumniador; ja' liaba en delta eo-
hecimento antee de chegar a esla praea ; entre-
taoto se nao respond a mais lempo por qne jul-
guei a principie ser oro aero gracejo da sua parle
o qual se bem que pane* delicado e t perigoso
podia-se descatpar ero atten;o 4 nossa armsade
oompadresca; porm hoje qae cera o maier cyais-
mo veio a publico sustentar essa impdtacAo com o
Um de ver se poda nao s ohtrafnr-se a penada-
de, como tambem -arredar-ne do jorament) que
ra chamado a prestar m sna accvsacSo ( p-r me
considerar teslemunba terrivel qoe sab>a melhor
de saa vida intima), nao me possivel por mais
lempo icar silencioso. O raen juramento com ef-
f*Mt>ara par temer, mas nao motivo suffloieute
para se me fazer urna imputaco calumniosa ; era
para temer por que eu >abia de todos os pirmetio
res de sua vida, qae me toram segredados, e de
outros que tra forcoso declarar urna vez chamado
para dizer a verdade: era para temer por que tora
en o seu compadre e adargo, coondente e secreta-
rio e aquello a quem por mais de urna vez pedio
Ihe Azesse at celebres correspondencias contra a
le do celibato clerical, por qae tambem acu-
sado.
E oegool-me eu por ventara algoma vez as in-
discretas exigencias do meo calomoiador? Nad;
imi'orionas roe obrigaram sempre condescender,
nao obstante eenheeer bem da su i Insania; e en-
tretanto essa a maneira por que o meu infeliz
amigo preteode pagarme esaes servieos T''ora
(udo parece que o meu cruel detractor tem menos
direito ao nosso odio e despreso, do que as nos-as
lagrimas de eorapalxao, por qoe em -uona pare-
ce ler se apagado ja em seu crneo oiiima luz
da razan, qne o gniava. E se nao dize, l.imein
choravel, como sem pejo viesie a publico cafuni-
niar unt amigo, que sabeodo t>am da tua vida de-
via fazer o fundo da toa desgraca 11
h I Condn, Condn, quae te demtntia cepit I
Nao te ienvbravas que aa sabia bem da tua eou
docta mysteriosa T Qne sendo chamado devia c- n-
fessar, que al por letra do meu punho enviaste
dentro de ama caria para a corte ao Sr. Dr. Mo
reir Brando Caslello Brauco, aquello cvmrtnmi-
cado imprudente, pedindo-fne o'mandasse publicar
no diario da casa, e que appresantasse logo as c-
maras o tresloucado projecio da abolicao do celiba-
to? Aiodi te lembras do qoe ero resposta te deu
aquello bomem de ama prudencia consumada ?
Nao te disst. eile era ama cartayqae me fol at
mostrada (sem confidencia) que semelhanle pro-
jecio incendiario incoutrava na cmara a mais obs-
tinada opposicao e que por isso o nao poda nem
devia appreseotar? Salvo eogao sao eslas pouco
mais ou menos as expressoes do nobre denotado
pelo Rio Gjaode do Norte, cajo lestemannho invo-
co em favor da verdade. Dize-me nao (icarias pa
lido e fri cont o marmore das estatuas, tremolo e
com os suores da morle.uomo atada na pouco llcas-
te quaodo me viste entrar na sala do tribunal como
lestemunba, se visses tambem aquelle membro da
asserabla legislativa collocar a mo sobre os Sao
tos Evaogeltios para desmentir ludo qnanto a res-
peiio do celibato lens negado com o maior despejo
em leus tolnelos e calendarlos de lastimosas fuMli-
dades ? E-iuu ceno que nem se quer te tssoraa-
ria o rubor as faces.
Entra era li hornero desvairado da lastimosa ee-
gneira, que te arrastou a paixao de urna mulher;
reconcilia-te com a divmdade, sacrilego ministro
do Seohor, e v que fol com a mesma cooscleocia
corrupta com que le atreves sem remorso a te sa-
critiear as aras do cordeiro immaculado que me
calumniaste sem piedade.
Mea Deas I Nao sei como se nao estremece de
horror ao imputar se-rae urna carta daquella leltra
to bella, lilha querida de seu puobo, recoohecida
por latieina*, e coafirmada por mais duas da mes-
ma leltra umbein reconhecidas, anteadas no pro-
cms bao dos reos com a maior disfmales I
Feljzmente lens de ser julgado por um prelado
josiiceiro e recto que mullo breve lea de avahar
da la innocraeio, um prelado qae> nao sent, cont
lu, a asua coosciencia eivada do veneno da corrup
cao, am prelado embra que ainda nao podeste com-
prar nao obstante dizeros que todo havias de fazer
por que 11nhas o governudo mundo
ama capacidade sem base, que pretende calcar aos
ps pessoa qcm fnuflo Se epradi por -seds ienfi-
mentos.
Se porveotura alada existen na ierra da Santa
Cruz alguns pertagMtes que sioiam no paito atgum
tentimeoto nobre datnelles Ilustres bardes assig-
nalados, a qoem o nosso egregio Candes tanto sa-
hlimou, espertetes qne sejatJ solcitos en reprimir
o nefando coacatto qae de nos iodos, os Portogue-
zes, quer fazer am ntato patricio, principal fomeu-
tador dos espirites sediciosos oo mel da nossa
ciedade.
Quem o Sr. Remello Braga, para nenhara cr-
dito merecer no selo da nossa sociedade, nao pre-
cisamoi no agora dita4oa-4a-est a Psralivba,
aqoi eslao os estabeieeimeotos pos e lillerarios
portugueses, que provam exuberantemente qnem
essa identidade bah^a. Tambera recommendamos
aquelles que esto tratando de acqorir os docu-
mentos precisos para desmascarar o nosso eolosso,
3ue nao se discoidera dessa tarefa, por qae pessoa
dedigna nos assegura que breve seremos chama-
dos a cuntas pelo nosso Braga. Descarregam hoje 21 de agosto.
Releve-nos o paiz em que estamos hospedados o Patacho nacional'almadiversos ganaros,
transporte de seolidos menos raoraes, por que, co- Hlate nacionalPertinmoncnno-farroba de trigo,
mo hospedes, devemos-ltfe multo respello, e por isso ,,i,rca IrancezaTranquillevinhos.
nao seria, para nos, muito decoroso se sahissemos Esenna bespouholaf^rreltos^TarfOba de trigo,
dos estreiios limites da nossa humilde esphera, viriaoe inglezSatina Jeanmercaduras,
usando de urna lioguagem mais austera, para um Brigue porluguez Uniopdrh.
homem- qae tros muito bem podemos esqaecer. Brc* >ogizaAdeijitot torro.
Para outra vez, quando n Sr. Renello Braga nos P'cbo nacionalCardiacharque,
escrever, esperamos que faga melhor conceito de Patacho prtutot-Knr/odem,
nos, e qoe stPqnizer ser bem recebi lo tenha em
visU o ctmsefbo de Boileau, quando disse :
Voofez-'vous du unble meriter les antours,
Sans csse eu crivant farlez v,.s disc#urs.
B se o nossa eximio patricio, sabio como (doc-
4ts ; Um verdadeirn padrao de gloria da peona
de nosso iromortal rrrotognnista, padro qu o lem-
fa nunca lograr derribar. Knitim a esle respelto
decidir o tribunal eempeteote, a qnem se acha
dvTedtu o proeesso, ende todo existe exuberante-
meote a/ovado.
A falta de cumplimento dos deveres parochiaes
a nintoem estranba dentro da fregona e fra
pdwlla, e acerca das exorbitancia, que romo paro-
cho ou visitador tem cobrado dos fregueses fora da
tabella, seria meMior nio faltar.
Quamauam animas mmenme herret... inci-
Sim, nao deixxrei t>asar ero silencio ao menos
dons fados que bem compro vara o desapego, exte-
ndi e (nteireta do nosso b en narotho. El los :
Preteodeudo en na qualiiad- de solt-lro a mi
de sn parenta e aniada (com qnem hoje s"o ca-
sado) lecouhedque nesia minha pretendan tinha de
luiar com uto irapossivel que se nao vodia remo-
ver de momento'; porque alero de perteoeer a urna
naelonalidade estranha egrstia .en nos centros de
ama provnola remata, penco Mohecido ainda, e, o
ue mais, sem documentos qae me podessero le-
gtimamente habilitar para' o matrimonio. Nislo
dirigi-meeo ao Rvd. oalamotad >r, que eolio era
Tiofeiltmeme) visitador da provincia do Rio-Gran
de, atlin de Ihe significar nio s a annorncia d-
meu sogro ao consorcio, p-l-i qoal elle se tinha Ifa-
leressado n'uma carta, em que at por sigoal da va
logo os paraheas ao dito irieu sogrO (se eu Mo fr
tambero o antor dessa carta) como mesmo para'o
conversar acerca da irnp>ssibilidade do matrimo-
aio, ifne elle te liaha dito exista em qoanto nao
ettegasem docomeatos d*. Europa. Porm urna
lembraoea Inmioesa e rpida do meu protector ge-
neroso i ttesinterestadfi amigo fez desapparecer to-
das as diflculdades Fol a lembraoea dt ouro.
Nesse momento dispensar me hia o mea calamia
dor de todas as Infamias do mundo se por venta-
ra as houvesse no meu passade. Bastou escorregar-
Ihe a quantia de 54-4080 para flear livre e desero-
pedido, coro eertidaade idade, alvar de folha cor-
rida e olteirc, malte embora fosse possivel eu ser
casad) ou ler culpas no cartoro coroo criminou I
Quti non montaha pectora -coqir aun sacra fa-
mes TI Estar por ventara aquella quantia regis-
trada oo llvre da visita? Qae tabella oo regiment
aulorisou o illoslre raudilho da abeiieao do celi-
bato a extorqoir-me essa quaniia, que ea tio ceg
rd! del de prometo porque emfim qaeria casarT Foi
o qoe pagnei pela minha parte ; mas quante nao
pagana aquelle iofelit estrangeiro ehegado ao en-
genho lunba, a qnem prelendiam torear a casar
interssados, que nio pudendo obier liceoca do
vigar da freguezia Manoel Jaouario Bezerra Ca-
valcanti, correram ao fauxfto dispensador de hor-
rtcia, qoe de prompto.ded remedia, casando o
mesmo estraageiro do dia,para a noate sem ricen-
va do respectivo viirario com geral escndalo e
tdmiracAo oo tedds TI
Sabem deste facto oRm.vigario geral deste bls-
pado, entao vigario o'uroa das freguezias da pro-
vincia, a O Sr. conego Joao Chrysottomo de Paiva
Torres, boje digno visitador das Alagoas, a enjos
ouvidos toram cboar lastimosos os brados de orna
tal noticia. ~
Basta, qoe seria nm nonca acabar. O qae
deixo dito nao tero resposta e veja o meu calum-
niador que hale concordar, se anda liver ajguas
tnlervallos ou momelos lucidos.
Consia-nos qoe am tal malote do Upanema (raen
toohecido), jesuta que muito se lem destinguido
pelo retolhamento, como todos os ouiros qae por j
all lera querido colorir escandalosamente a causa
Infame e para sempre perdida do seu collega, te
convidamos a todos os nossos
> despreso, e o ana- naMDHeO 13 de jUlllO le IrSbD,
A calxa descanta os saqrjpJ do seo aceile pela
laxa da WroaoaBon,.aTCea.nsbrea>caixa filial na
Bahia.
Volutnes entrados cor tazenda..
i < com gneros...
Volaraes sabidos com faieadas...
t com gneros...
92
lea
335
499
------730
276
fus esl) desejar saber quem sao os cooteudorea'que
tem a honra de discutir com saasapientta,oo
ha vera' duvidaem dedlioar seu nomes, e vera' qae
nio sao ns perdido? no cooceiio publica Fazendo
pnnt, por hoje, pedimos ao Sr. Braga nos tolere o
segundo Ineomroodo, e creta qae depois da discus-
sio, e"de termos feiio descer o orgalho de seu te-
lento monumental, cintra pessoas que nada que-
mm do Sr. Braga, em cousas que oinguem Ihe pe-
dio saa mediaco, nao nos esquivaremos de Ihe
render as bomenagens qae a sua perspicacia me-
recer.
Becife, 18 de agosto de 1866.
Ain-ia alguns seus patricios. .
------------ i_i i a
O Sr. BragaHoestre e a sia xpiieacD.
O Sr. Braga Mesre, qne por sera duvida, uro
vulto assombroso na senda dos accommetimentos
dipiimaiicos ; inimlgo rancoroso 4q ^m. Sr. Dr.
Claadino d'Araajo Galmaries, muito digno cnsul
de S. M. Pidelissima nesta provincia, tendo expe-
rimentado os revezs qae Ihe antepozemos a' sua
marcha andaclosa e precipitada, appareceu hoje,
18 do Corrate,nesse Diuno -, emhrulhado na
capa esfarrapada de ama explicaco banal, orovo-
eaodo a hilandade a ons-e a compaixo a ou-
iros I.. Na Impostibilldade de prodazir a sua de-
fesa em termos dignos da justa aecusacao que Ihe
fizemos, coaientou-se o Sr. aiestre Braga em escre-
ver oito lindas as columnas'deste jornal, conce
deudo aes seoslofelizmentecompatriotas, resi-
dentes em Pernarabuco, os honrosos ttulos de
brutos=, ignorantesentupidos, escorla desprezl-
vel da sociedade, etc., Me, etc. -com exclaso so
mente dos que tiverem senso = liisum teneatis,
anuce, Pique, pois, bem conhecido c e la,
como meslre da ignorancia crasstsstma e chefe
da escoria despreztvel da sociedade me ir a, aquel-
lo e s aquello, que, sem pejo, sem nru vislumbre
sqor de dlgnidade possoal, Unca um dla.mao da
peona envenenada, para levar a's eslumnas d'arn
jornal a calumnia mais atroz, o embuste mais no-'
"jeoto, os baldos mais torpes e repugnantes, tudo
isto com o damBado Intento de nodoar a reputado
lllibad* d'um funecionano publico, zeloso e mte-
gerrimo nocumprimento dos seus deveres. .
Quatuo a qs, Sr. Braga Me-tr-, que nao temos
o ment dos calumniadores da sua especie, ^Iba-
remos Hoje, cerno sempre, para essa porco de pa-
tarras offensivas que nos dirige em seus escriptou,
cora as vistas do mais soberano de todos os des-
prezos.
Recito. 18 de agosto de 1866.
Alguns Portuguzes.
Polaca hestiauhola Promp'a-eioVm.
RECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Readimeata do dia 1 a 18....... .-#V*W*976
Idemdoaia 18......._..... .. 3^z8Jlti5
2&36aV)91
.CONSLAiK) PROVINCIAL
Rendimanto do da 1 a 18.........46;0W""9
Idea ite dia 48-, -.............. 6:323*91^
...j _"~
52:5*9*731
MOVIMEETO DO POBTO
r '" i i i i ni
iN'one entrada nt din 20.
Rio de Janeiro2i dia-, galera fraooesa PctoIrr
de 391 toneladas, capliiu BUeona Alralre, equi-
pagem 12, m lastro ; a listel Prere. Segoio
pata S. Thomaz.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do SolBrhjae ntasilefo PtiMtta,
capitao Jos Miguel'dos Santos Jnior,carga is-
socar e ootros gneros.
Aracaiyhiaie braMioiro A'oro Inrtnsitel, tapilo
Joaqulm Antonio de Fiueiredo, carga diferen-
tes gneros.
EDITA ES.

REBELLO BRAGA.
0PB4ES.
Joao Pereira Rebetlo Braga individuo geral-
mente antipaHiieo, e matvisto de maita gente, di-
zem aos, qoe pelos seus roaos precedentes; ou-
tros, que pelo seu oxeessivo orgutho, Paulo, que
pela sua niutu fatuidade. Sandio, que pelo sen
muito pedaotismovMa.rtinho, que pelo seu genio
atrabiliario, fulana, que peto seu genio enredador
e mexenqueiro, sicraoo, que por ser lar bolete,
falto de patrrotismo, de dlgnidade, etc., etc.
Infelizmente para Joao Pereira Rebello Braga, os
sens escriptos como que justificando o pesimo
cooceito em que tido, leem excitado a maior ani-
madverso e odiosidade contra elle, e at do aca-
nhado circulo dos seus menos desaffeicoados, al-
gosa teera condemnado severamente o sea repro-
vado procedimento.
E' assim que, expandindo a justa Indignado de
>ue se a -iiam possnidos a mxima parte, seoio a
totalidade absoluta dos portuguzes resideoles
atestara deaccordo comete, quando veto ,m.-1 ^nn* eTS m^mTlffa^n^ot
mana a orla n**ni aa H i mni^n i iii.ii I. -> a *
j desejos que geralmente se manifestam, meltor fora
1 para Joao Pereira Rebello Braga nao ler nascido.
Allegando qae lem urna loaguissima cauda que-
,rem aiguas que seja speramente com ella fusti-
gado; ronito* sustentara que devia ser acontado e
mente a esta praca, a dar materia para forgicar
denuncias de dimes imaginarios estudados de prn-
prosito oara me arredar do juramente que fui ena-
ltada a pre-lar, e desabafar saas vis paixes. Co-
nbe o muilo a venalidad-) corruptora, e nao me as-
tuslam os planos infames do meu calumniador, e
s propriog do hydruph Jbicu em desespero e sem
razio.
Prepare-se para roe chamar aos tribunaes para
ade nova e alliraamente o desafio e nao para fa-
condtizido ignominiosamente pelas roas e pracas
mais publicas ; outros dizem, que s apedrejado
oo assado as greihas expiara o triste os seos pec-
cados: menos exigentes, conlentam-se diversos
com Ihe serem corladas as orelnas; varios mais
... t ... 1 ^V*" '"O OW VIII
ter para esta folha as horas do breviario aranas C0Ddescendentes limitan se a desejar que com
de futilidades a que nao responder! por ler ja duas balas de rearolver Ihe, sejam cuidadosamente
descido.mu.to da minha dlgnidade. Por em quan- furaaas as oreihaS) e a miloeira de bnaeM M |heg
" pendurem, nm de cada Itdo, dous graades carta-
, zes com os segamies dizere:protesto infame
explicacao infamissima- ; mostrando mais exal-
lacao ba muilo quem diga que mereca
lo continuo a asslgnar-me com
gar a firma,
| Seu constante e eterno admirador.
O Dr. Eduardo Augusto Pinte da Oliveira, juiz mn-
nicipal e do commercio do termo de linda, por
soa mageslade imperial e consiHocioaal, qae
Deas guarde, etc.
Paco saber aos que o presenta dita de praca
com o prazo de 10 das virem.que o porteiro -des
auditorios deste jmzo, ha de trazar a pubiieo pre-
go dt venda e arremataeo a quem atis der< e
maior lanco offerecer no da 30 de agosto do
correte anno, as 11 hora* da manbaa, porta
da casa das audiencias deste mesmo juizo, os bens
abaixo declarados, penherados a Manoel da Silva
-Naves CoaUohe, para pagamento da exeeoeo qne
-Me move Vicente Perraira Nuaes dt Paula, cojos
bens sao os seguiote :
Um piano de aotor francei de ntadehra de Jaca-
randa e de armario, avahado per 300*5 ; ntaa ct-
dcira de piano, avahada par !> ; um sof da ama
relio, avhalo por 8A'H)0 ; um ooasole da mesma
madeira, avallado por 30UUO ; ama mesa i quadra-
da de abrir de madeira de angico, avallada por 3#;
cuco cadenas de amarello em mo astado, avalla-
das por 24000; urna lampaiioa a gaz, avahada
por 15000.
E quemos mesmos quizar .anear comprela
oeste jo Izo em 0 dia aiiroa dwlarado.
Eaara constarse pasMiu o presente, e mais dous
de igual ihe ir. qne o porteiro do auditorio publi-
cara e afflxara nos lagares do eslylo, lavraodo a
competente certidio.
Dado e passad nesta cidade de 01 inda, aos 18
de agosto dt 1866.
Eu Pehppe do Nascknenio da Faria, escritao do
commercio o sobscrevi.
Eduardo Augusto Pinto de Oveira.
DECLABACOES.
Recito 17 de agosto de 1866.
Jos Damio de Souza
Mello'
va
oaes.
On I coropaixao de quero nao tem mais qo&pe*
dar I Elle lem gravado na testa o ferrete-de sua
eterna conderonacio I AJoelha ainda bomem ato-
cinado perante'a face do Christo esoaraecldo por
leus crimese torpezas, e.imptera-me o perdi da
calumnia atroz que me letanas.
O holocanstro de minha humilde reputacao nao
te podo valer, homem perdido, e aem mesmo te po-
des mais salvar por que em lira s am reprobo ; o
espectro implactvel do Oslado visitador Fernaodes
da villa do Principe (tea parante, protector a ami-
go) le persegue por toda a parle -, e os manes des-
te venerando acerdoto, que clamara e pedem vio-
seu ve
Publicacoes a pedido
O Sr. Uciiciio Braga e a sua ex-
plica^o.
Toado nos repellulo a douirina incendiaria e in-
trigante que se l no anigo iuserto no Diario ia
la do vigente roez, firmado pelo Sr. Joao Pereira
Rebello Braga, emulado- he,'em termos codve- impVeTsionadoV
.)0lgar,eeussorr.-se das temporalidades ve- de sua competencia man.tosu las, tao tornate oa circuios, sio o maTsolemne desraeolido as suas
ser amar-
rado a um poste, de bracos ;rusados atraz das cos-
tas para que todos qne pa-sassem we caspissem
no rosto bu o marcassem com um ferro era brasa ;
emfim, tamos >o os alvitres apootados, que bem
demoosiram a pessima Impressao que no espirito
dos portuguzes preduzio S. s. com os impruden-
tes e odiosos anigos, que Oftimamente publioou no
intuito de malquistar braslleiros com poctugue-
xes.
A' vista, pois, das disposicoes hostis que obser-
vamos, eremos do nosso dever acalmar os nimos
e nolar que a reprovacao ge-
nciaraento unnime, que contra Jai
Amour, amour, qttand tu nous tiens .
On ful bies Srt. Redactor etAntes de entrar na arena, a 'dugol ...,
qae me provoca o ente que faz objecw desta epi- Provara nao s-a onfissao do moribundo era
graphe, torcoso o -ie.-.ieiBaohar-vos o ineipreroi-'se 'o de morte, como urna carta, oue o nado
vel sentimeoto de petar do quanio vou desmerecer dejxou ao commaodante superior Manz Monleiro
porania vos. Boom efiferio, Srs. Redaniores; se ainda era sua vida, Poi asta que no dia da visita
bem que a detoza da propria'honra sempre josla da nova do finado foi apresenlada ao meu ealam-
e (orcosa u>dat as vezs qaje seoasa denegrir o nos- uiador, quando uegava t-lo feilo baixar ao sepui-
so carcter e abocaubar a nossa repuiacflo, leva-aoa cro> .pela qual vendo-se desmacarado sollou tai- qOelo Sr. o nico portoguazioi Pernambuco que
. Ii i_l j U 1 J > a ili i\Ki> 11 rt i, ili- > ^ ^ a ----___i________- 1 nm fe a Itn r am **) r\n e.iuaail.i /fAlltk lnti J> nAi> n i> tti nt t >. ti. n iln ""Ii.^.Iimii ^ .
MUait camiolio do aviltamenio, quandw nos obrig* '4"* as lagrimas docovarde.
a levamar a Ijiva, que nos atirada ao riw"pai Surgem maig alm as denuncias qae pel ratli
corrido pela ra* e viles do contendor. Oesiiol- cruel dosmalsios improvisado comfuraos devirluo-
papn e indulgencia careco de vos, e do respaila, sdfiram dadas nos dos Rvds. p'id/e Salviano da
vel publico, entrare redactores, oeste momento Serra Negree aphael.t vHIa (Principe (taro-
de fraqoeza; nao sera, onviccao da qaebra de I bem.. sea prente e aWraoj corad de outros muitot
nossa diioidde, que vamos responder a nm ente sactjntores atoix el^flira de Sr. blspo D." Joao, e
I que por was miserias o mais lasiimavol da so- tudo i>tt sao *hjdm dydjtw^ pelo meo atore
oesoe logues i ciedaee, a twn aibttjro indigno, a nm homem' pe- caiumquid/ir : te.m dado a beber como tvranoo a
providencia* conveaienus, meaaao para que o'de- j rapio que una aergoolia paeace ter fogldo esaavori- mafias e s>u, | ripi* em Christo o calix das mais
tiuociado stao consiga etcntitr-s. cvmo'taie-ida, em Sa aoja'bem couneeido vigario Francisco amargas deoepet^^eie qae fbreeso e jaslo qao
Ju*t no Pereira de Uriio. i pague. Deus lenba sen oorne esenpto na lista dos
Nada pretenda dizer de quem Ja' do Amazanas crimiansos. a s> sna hora era enejada ; mas taka
ao Prala e por lodos, os ngulos do Imperio corrt'l vi-fne atndjRHLviniJma em qae cevasse o seu
nos afamados vos de urna desmorali.-a^o que o furor, re-uva malar uro .innocente
i mojona lisa, geni' lia pooco desejava invoaveV-! para dar o nn tnf.'aa Qjroa de perverso.
rinrt?n \ ? r.ma T?* ,MulUr ^ UI' i Prndas "loaacdef, e a melhor vinganca a tomar
audioo de Araujo Gulmaracs, a quero, segundo 6 nnicamente odesprete.
ill?? *" ? S?- ^"^ coosara T ^ionde i Se, passando na ra, cabecodo jomeato nos mi-
raocoro>a inveja, tomos obsequiadus pelo Sr. Re- ao^f com unu rodt de C0UCP!ii deveremos dece-
hello Braga, coro ama resposta decrassissimos ig- par.|he as patas ? oinguem o dir. As-im, pois,
aorantes e indignos de. sa nos responder II... tornamos a recemmendarprudencia e mais pru-
Ouid flominis es, Sr. Braga para com tanta a a- aencia eH aQles at,Vreio e smente desprezo.
sacia e petuiaoci* nos laxar de leigos de nennum
enaceito publico ?....
Diga-nos, Sr. Rebollo Braga, porque .jos'cha
iqdignos de resposta; por que nos o repelamos Pastilhas verntlfll^ ih de laciiip.
juslamdnte de querer desmentir urna colonia inlei-! ,.*>;,,.., atnrmpnla.las or vrmpt nnrlnm
ra, e euchovalhar aos olhos de unta. gente de di-' >**f nV? ormentaas por vermes poaem
versas nacionalidades o opsso repr cidade, ou por que nos suppe inferiores a si 7... verinifugas de Kemp, que sao excitantes em
SS'.i.0*?1'' R.e-e" Brag-~ aue disser: no'"apparencia, e deliciosas demais naseugoSf
^^aT^Z!*^*^- t '1> serem rgeittd-. Estas pastilhas
ternal debaixo do mesmo tecto celestial, fallamos o sao muito procuradas por quatro motivos:
mdsrao idioma, e por isso fio deve haver entre nos nao coatm mineraes; nao precisam depois
etcraooios de quaiidade. de porgante; effectaam o que se deseja sem
r. Rebello Braga, nao crea ^ ^^ ^ ^^ a
sdlta seus vdos a' athmosphosa da sabe-lona, nao ;
ha mais qnem o iguale ; mas, esses alada nao fal
laram. O Sr. Rebello Braga nao esta' habilitado
para djzer publicamente qae nos somos de crassa
ignorancia; pois Ignoramos que suatapienia -
carsasse estados qae o aulorisassem a empregac-te
O Sr. Braga de'
De ordem de lll o. Sr. eagenheiro am ebefe
e director da repartirlo da obras publicas desia
provincia, (ac publico qoe em virlude da ordem
do goveroo da provincia de 8 do eorreule lera lu-
gar no dia i6 de seterobro prximo vindonro, o
coocurso para preeuuhimeolo das vagas de prall-
canies desia repariitao.
Os exam s versar das seguiotes materias :
lingua nacional e fraoeez, arilhmelica, geometra
a duas e (res dimenses, algebra al enuacoas do
primeiro gio, deseche linear e de aquaiella.
Os requeriroentos para oseripco das candida-
tos devero ser apresentados at o dia 2* oeste
secretaria.
Secretaria da repartico das obras publicas 9 do
agosto de 1866.
No impedimento doteeretario,
Joao Jaaquim de S. Varejo.
J No dia 21 do correte ir a praga pelo juno
da primelra vara, esenvao Saralva, am terreno
com sil palmos de largura e 52 de fondo silo no
Corredor do Bispo, no quai se acha edificada a
casa terrea sob o o. 38, por exeene.ao de Jaaquim
Jorge de Sonta contra Jos Francisco Cesar e so
mulher, sendo que-o dito terreno ro avahado por
200a e vai a praca cora o tate da quinta parte.
Santa Casa da Misericordia
do 'Recife,
A Illm.* junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico 900
no dia 23.de agosto pelas 4 horas da tarde nasaia
desuas sessoes (em de Ir praca a renda das ca-
sas abaixo mencionadas por lempo de om a tres
anuos.
Os preten lentes deveio comparecer acompanha.
dos de seus fiadores ou munidas de carias destes.
tsUlieleciiuealod Ra Di relia.
Sobrado de 2 andares n. 8.. 1:067*600
Roa dd Padre Floriaao.
Casa terrea o. 65....... 72*000
(tua do Fagundas.
Casa terrea a. 34......145*000
dem o. 32.........158*000
Travessa de S. Jos.
Casa, terrean. 11.......153*000
dem n. 5.........169*000
Ra dos Pescadores.
Casa terrea a. 11.......216*000
.Qua das Calcadas.
Casa lerrea n. 30.......174*000
dem o. 36.........136*000
Casa terroa n. 38......, 157*000
Ra das Cinco Pomas.
Casa tarrea n. 70.......217*000
dem n. 90........240*000
Ra de Hortas.
Sobrado de om andar o. 41. 240*000
Kua da Viracio.
Bil re Casa terrea o. 7.......284*000
Nenbumamai queja astenhasexpe-:IdemD-19- kEs^imo.' i8^
400*000
a.**.
Contlnuago do Diario a. 187.
Quid mu tnali fec-t f
......... Crufigatur.
(S. Main. c. 56 )
ri^r,88ea'0',0 em noss* PP*igao ao Oriente,
tZltJ P**> *ri9i<>l, eomqoante
f rrlT,ni aaS coo,ra*l,-i S. Exc. R.ma., f..i a
Circular de 5 de abril, pela quai |0I vedado aos
me na celebra qpeetao-de sua ehronicja' hojrpen
dente 00 furo ecclesiasiina desta cidade; porm
como a lano si provocado em seu araozel de las-
timas de 19 de julho nodo, publicado nesta folha,
como a laoto me arrasi atm tecido Danse-abundo
de calumnias, atrevidos alelv-s cora qqe nos de-
lino* d sua miseria pnenle coospulcar a mfgha
Esr condemnado s-ra; runiedlo, parque Deas pro
lege" a n'o'cncfa, a Ulvevquam sabe, serei eu o
seu aqjftf vingador. Deus muias vez=s lanja mo
do qae pequeoo e fraco para destrar o que 6 po-
deroso e forte, e para derribar os mais sobarbos
colossosda altivez.* da irnpledade. Preparo-i0pois
o Rvro, calinuuij-ir, que em breva tero de ser
causar
tomar maior dose do que a marcada
ceita.
rimenlado uma vea qer OUtro vermfugo Sobrado de 2 andares esotada. 3."
nt saa casa. | Ra da Gloria.
A' venda por todos os primeiros droguis- Casa lerr da edncaco de cada am. 0 Sr. Braga delira. E tas no imperio, e em Pernambuco por liaors oAhri.i de 2 aniirs t.iin n 17
nao nos admiramos disso, por que-.psa senectus Barbo8a e j. da C. Brav0 & C.
est morbus. Nao pos conformamos com o Sr. Braga,
direndo-nos quo < quaodo era seu protesto tomou^i
Hberdafle Ae declarar como participantes da tai?'
opiniSo lodos os portuguzes domiciliados nesta ci-
Idade, se referi s aquelles de hora senso e criterio,
e nao aos de crassisslma Ignorancia, e muito me-
nos aos perdidos no cooceito. publico. 1 Estas (Ma- j
vras sA> reriltantes, pira todo aquelle que tiver I
um h .cada, d* seotiiatoio. Nao-lite adaHUintas se-!
m/lhaoie sophisraa.por que tendo o r B'aea em.'
pregado, 00 plural, o sdjecvo iodos, esta' enten- '
dldo .uie.se j"efno a lulo que portuiruetaqui'
residente. Ero vista, do indigno cooceito que de '
nos quer o Sr. BrtB fazer ao nahlieo, pronovendo
desfarte uma agltag 1 B^aoiojos dos portuguetes
COMMERCIO.
Caixa filial i B neo do Brasil en Peruambaco
tos 13 de julio de 1866.
Ue ordem da directora se faz sci-nte aos seoho-
ras accionisU" que u uwsoureiro esta autorisado a
pagar o 2> dividendo das accSes desta cana a ra- Casa terrea n
zo de 10*.
480*000
240*000
3005)000
141*000
O guarda livrus.
Igna.i 1 Naqes Crrela.
Ra do Nogoeia.
Casa lerrea n. 17......
Rjja larga do Bosario.
Segundo audar .....
Bec c 4 Quiabo.
Casa lerrea n. 55 ....
talriniAitio 4e
Ra do Rangel.
Casa terral n. 56.......300*000
S. Goncalo.
22.......189*00C
Raa d> Lapa.
1




{
Casa terrea a. 2.
Casa terrea u. 10.
Ra da Cacimba.
io0*000
83*000
Li5SD


t*A
Alarlo
[m.!
I A 105. .
Baassaarfia*' "bww
-O asenta* Imarion,
XoOJwOO
CalTeia d rerW
mI,,*^!*"1^ ,ifl ******* aatavaerem.pec-
Wnbsi #arfe o cou*ribg de raviattvoaa.
( Sessdes da carava municipal, mi
corrate, ai (0 Joras da aaba. os
eoclooados.: ^
Tr kHU ** J<>** Roc*e,A*atPao
-P>> *^tt ftato Ba. Igaacta .!! daii.e,,j,
afna sDcfR
soa recome viagem da New OrleaosaoRiojle Ji
sobre o casco, vefrDRofcQiiaa^Qtt*
Ito hiale, para occorrer as de
braisOociSisnu.iiiC B5ido> u
i'rdreo-8'a',er^ei"2,de^o
BffiaT ~
em poneos diai o veleiro bem
"anta atonto, por ter a maidr
amaai (Miada, a para o reato,
'a-se com o consignatario Joaquim
oo ooo
ACU4U1 se a renda na respectiva thesoa
Jos Goocaltes Beltrao.M.* raa do Vitar s. if,
1. andar.
"" "-
Arelaba a soportar barca portogM* Brmknii;
' **'!L%!\' ***> porto, preter.
_^'r_Wj wr.entepor. ter dous tercos
" rsfo quera
consignatario Joa
i GaSo 5*$^ <**" a"*. naruA).Vi|*rlo
-d./fe DAVaod"7____________;_____zL
ii :Aotaao Par* com esealla aela Haranha.
.a,"""!!?*; ve-
tefre- Nn* RnHni^f 2? le,ro Palhate Pernambucano por ter grao* n*r-
ST* aSrRnBwo J le de-sea campamento nromnio a .JL:T:/SL
n; Tolo Baptisu dos Saotos ,Tela* Joa Praaatoco
m tirroo, Jos Francisco de,Fgu9ired*^ia mos da Souza, Jos GoocaJ*>s Pereira, Ludgero'
Francisco de sala, Maboel. Gjocali#,4a .Nasd.^-Z'^IT no ar* w ao corrente,por lax
tolo, Jlo-Aut,BI da Amia? ltaUta *" ew"*a*> protnpio, a para 0
*a*vJoaawm Draingues da Costa, Jaranas I"Iier .c"re5*r *? dLr,8'Lao C9DS'
dasgaoto* l#ra*s, Jos Lopes da Silva
Aaagfjltade Aodrad Lima, Jos Mara
SS5 teSfl ..Par* w.mih pe
aMal foaajwm do Espirito "
Naacinaenio, Paulino Ono
Bata Jerga, Vieeal Perreira da SFta,"
i*%atafta.
*kAn!2?i"i01**4'******. C*aHJo anoel
TheodbrH Jo* raoneeo do Catnao, Jase* Firmino
Alvaa Quintal* Libanio Lua di Coeae, Jos Berao
topeada Wf, Uato Paair(ia^Oar-, PVfa-
aseoJo^otaKPIotat&wari*. j.jfo Praocisco
Pinto fcatmniaax
tM n >*aaathn.
"yg^or*ca Armoa, AotcnHo de Olivaira
64BValarur4ij Jo- tfonieiro Piltto, Corlola-
oo de Abran a silva, Francisco eataqah> da Sil-
J. io^oini Orayes de A*b.tqaerqqe Moora. Jos
Mantas *e Cawala Aaarw,, Ji0 ig^cl0 de
A villa Jnior, Joao Ridrigues d*Syva Duarta,
mJF*0??'"* 4o> weiarioa *- pretina tri* p
22a j|rte daj^ia^'^*/aa>M*aaieol>ua agregues.o tro-
llas dijBvoliii]** daA^'^'-W l cacao, o r}. S do reguja-
exWa a*r4rw 8UmV",i?c,i,'Dd*rra,eroprMaaosSrs-c^-
0*|ar J[ Sft:OOOWOa at KPO se-' <^XU? 3SK?-ff S^S5 ftZil^ T8'"" Cm C-ben,n de *"*>'
p- Lampiertes moderda para igreija oucape'las.
mmm-
rSo-paflflwuna hora
as 3ThoHfe da tarde
distrit*cf4i das ir###
' Mrtt
loHvo
W
5:0001000 at tO^MO M-! J fabricado g., a^^Tera^pT^^
tadepbis da extraccSoatfe a,e*a'rM',w co?5if*>ma pn>P'k.
re. eos ,utros depois dp. S.-'l fcTSWKffi=
JB9 da lirifrai jz a.nia^n, e faieii* n. 28.
anaaa prmdpjrrse vendram a ^ K.Kf*^ '
Ditas rapes cow chemin eacVae'parS *
lBpWitos d fcrysf! para cima de mes .....'
{des
.- ,.. .-,, ao artigo aernw cita-
seo carregamento proraplo, e para, aua (be
jaita trau-se coa o consignatario Joanun Jos* te8 ftiais garantidas da lotera que
d fe* Bellri0' n* raa d0 Vigari l^i.
Maranho -~r-
Ve
va'eiro e bem
lowBOtolho'prnWd :tqa7fa, lo^m Taooa' co! Patma, (de p
Sagoe coro a possitel bratidade & a-
rPJ ?,'[! Ra"s; para-^ ^MaraaS.--
Ma, trau-s com > saaMoawMMBHo AiaaL d*
Almelda Gomes roa daJ I aodarT
A* aaeoanendasser] dfrdadas SOmen- C0.prade o material, aflmde qne'es precoTio
! ?* oiU da fespera da *ilrai1' J!? ":?*"6"*0' r(MIV.*P ^e*
OtbCaQOroW' reeebido reclama^oei. *^
*S/r DA Flttll, W3B SKob"4f "*--*?
Aos e^o^ooo: ,-j^issa
Hllhetes caraHClaUa*. rornar em ourra parte : a ..
A'RA DO CRESPO N. MECASAS DO GOSTMH ^a*Woa n. 20ro qual dar a razao porqae
O abalxo asignado vandau os seus multo feli- aVMBRIMBaaBai^ii^^^^^^.-.
a%o a **6"0, 25O0O, e redondoa com gratra a
Rico caodleiros de suepenso pa a pala de jantar co:
sito com crmmi^ de ba'ljo '. "" m tnx1"**to
O propietario dVste ijpporaofe est.ibelecimento deseja liquidar
a2A5
3P^-r
m
duzia
e os doorados
! 4,0000
2AT000
. SOOO
SOjfDOO
2,5800


^^T n",ttc,,s,',9 ^"r te ^^*S3WSL.Tt
do

Pogo
ie?ti!--^****-,*dmov-de Soa" t_on*aJa! de 1,Jta?3 : a tratar eam
Aquino Altes
Manoal Filippa
ide Sooaa tormajai ae luiaco : a tratar eom rftrjry
do'fefn^;"8"3' Thmax de forster&C, ra do Trapeen. 8. T. fc
.peda AWaloLoM;. Sne ,.,.____. ,fI^_________. P
AraojoLopes.
baulhao.
Segu irapret>>ritalmente
b,-arae> pertagoeo
nnta tom K.mi n- m i -. >-_._ .... ~
Wanderlejr.
8* balalhao.
Lina de Fraaeslorge.
Sal! d* MKeoei) ,f con'iHW dfretista da guar
da nacional, do Bwif* I? de agoslo da 1866.
O secretario,
____________Firraino Jos de iiteirt.
Paolariayo. 2 "*
Fi tora da tarde a porta dasta repan^a o lello aa-
unclado per editai de 8 d mesmo, de 445 libras
de roel! amara lio*tlrrtas do tirata Ptrilanpo. E
|>ara constar se faa o preente.
4" seccio da alfaodega de Pernamboco I8.de1
agusto de 1866.
O eseriplorario,
_____________ ioao da A. Peralta Rocha.
qoetfli boas corara >do* trati secom os cosidna
larlwTrwmatda.Aqnio.it ^seoa A C, na rol do
Vig*rio o. 19,.prioieiro andar.
____________________________________________________________________________

rVfT
.tiln.
.w-----------------------,_w se aeaboq
aeatraiar a beneficie de theitrode Santa Isabel,
"OfHtalgs premios :
Hres quintes eooa a surte de 6:000a.
W aires quintos com a sorte de 1:1009.
N. 348d eje biitiate com a aorte de 500j.
a. 3370 4U quintos cera a sorte de J00.
KJlWia muiha .-prtes da I00, 40* a SO*.
. Os poMuidwas aadaw vir receber seus respoe-
Wtospwmios sera os,dtssontes das leis aa casa
?Va?Uwa *\ro*.Aa Graapo 23.
pa, ti- pa#ta 4 lotera
ihas dos mfmm>r*oi da
hWPawaSaWfSaiiita trlrfWS*-*or
Bilhetes........ 62000
I

M #esjNas; fne eemprarea de 1004000
paraeima.
Btajetes.......... BJtOO
**........... *7W
Qontes........ ttm
Maaeel Martin Finia.
Ama de l^ite
DB
Preelsa-se de nma.seni filtw : na,.roa., Impeal
o. O, sobrad qoe rol do raajor Gusmp.
w*WMmmm****m
m
Vernica Mara do Reg Molla, Thedoilla Eula-
u.k y'D$;Um> faflada-Coocetci* da Muta
Machado, Malina Ueecleci Frenado Araoio Mot-
v.'.!l2r ty^J* """ Miunaljos da Mana,
Vitallho Jas da Mona, Manoel Rodrigo do Reg
**. Ciandloo Beatei Mach.do, twnridos de
W,PJo rAlier-uaoM^ deseo mol presado esposo,
pai. sog'o a irmao Miguel Jos da Molla a peoho-
raaos de gratidao para com pa prenles e amigos
do tloado pelos boas ofttcHit qae se dlgoaram pras-
T??,JT nsU" momm'- -* **-*! meio
protestarlhes os seus mais cordiaes agradwiroen'
los e rogar-Ibes de aovo o candlo obsequio de
as.isiirera a missa de Rquiem que oandam cele-
brar na tjua/ta-/eira ii do correte, stimo ota do
DB
_ J* VIGNE8.
.!25i^ VnlB*/abfica i0 ** coubeT-.dof
- H. 55,
da ru JVJ da Mapguiob
cisa-se d um araass
maro 23.
pr<-
mesma na-
Mlma. |tn administrativa da "anta
frordia -i Hecife manda aier seieote a rna da Cadeia.
A
de Misericordia
4odos os inquilinos das casas, cujos arreod'amenTos
se aebam lindos, que, se nao tlerera renota-los no!
praxo improrcgatel da 6 dias, sero despeados iu-
dnialmente. ^^
llojft 21 'le ao4o
A. C. de Abreu cooclolr o seu lelllo de fazen-
das por mtarteofao do agente Pinto, hoje 21 do
A orraia as M hora da rnaohia em sen armazem
LEILAO
fMudaDOn de pe^idmcia
A IV nLX___* _. ^.
I
DE
Secretara da Sanr* Casa de Misericordia do Re- ,0 calas de charutos da Bahia.
cite, 11 de agosto da 1866. 80 dunas de Uias com graxa marca J. M.
O eserivo interino, I '40 pares de tamaneos.
Pedro Rodrigues de Sooza. i o <"am^s de ferro.
A Urna, juaa admis|Vaiit7da~Saot Cata! ? d.0lta* d "* *e tranca,
manda azer put-bcol' "'" Com 50 mm* d" 3t"
P.
momv ,TZ~7r-
-FT*:
ata qo ellas em deflniftamente craqnfs&do S0!,re tad* m S^ SK* pi,a,i "0"esla-
aoindo nm teclado e machlaismo que obleera ST JZSS^T"-''r**'' P**"
uonca falhar, por serem fabricados d- proposito a ia?e Mi?S5lS**f*** Ptameaa,ea>
'ssinros parao^irna titefat ; onanlo is toei aTmelud^^ ffSK^ a-6jhraro* 9ar4aor:
.ets aos unvidos dos aWpiadore,s. roeludio,as a Kaatf^ ^r lm rauu0 agradar
"iiJS^ ? vijl,^"^^ "a *> > M. da Pon., s^
alboree aojores da Europa, aasina como harmonio-;
pracpscommpdasaraaoatq|fc,
-----msicas dot
pianos harmnicos, sendo todo tendido rpo
de Miiericord do Hecife,
yie a arremalacio do furaeeimealo de carnes tar-
des que date ser felto us di tersos estabeleeimeo-
los a seu cargo, flcou.lfan*anda para quinta reir
prxima 23 do crrante.
Secretaria da Saala Casa de Misericordia do Re-
cite, 17 de agosto do 1866.
Ouscrivo interino.
Pudro Rodrigues de Soma.
A Illma. jonta administrativa da Santa Casa
de Misericordia do Raeie-, manda faier publico
que receba {trapalas na sata de saas aesso-s no
4*a 14 do orranle pelas 4 horas da larde para o
toraectmeolo dos seguales objetos precisos para
os raparos dascaaas de Olinda perteaeentes a esta
Sania casa :
2 duzias de taboas de refugo.
2,000 tijolos de alvenana batida.
2,000 ditos de dita-f rossa.
1 canda da cal prea.
1.000 telhas.
1,000 tijolos do-altenaria bitda para a obra do
ollegio de Snou Therexa.
Sacreurta da Santa Casa de Misericordia do Re-
ife, 17 de agosto de 1866
O escrito interino,
Pedro Rodrigues de Souza.
TtlillTRO
DB
S. ISABEL.
MPREZa-COIHBfU.
Recita extraordinaria.
Qmrta-eira 22 de agoste de 1866
Rpresentar-se-ha o muito interessante e aplau-
dido drama em 8 actos
a papel
CORDEiftO SIMOES
por coma e risco de quera porteocer far leilo des
objectos cima mencionados, islo
Quarta-feira tt do correte as if horas,
No armazem a ra da Codito do Recife n. 29.
1.EEO
De nm escrato pardo de id.de 19 a 20 anaos, ro-
busto, proprio para pagem, coa priocipo de al-
ala le.
Amanhaa *2do orrente as II horas
por nterveuco do agente C>rdajro Simfie*.
No-a,rtB_3tem g ra da Cadeia do Recito n. 29
JLIBILAO
D- movis, rejogos, vidros, ouro etc.
Cardeiro Sitadea
por coala e riseo de quera pertencer fara' ieil.
da raovets oovos e osados, trd.ros, relogios de prata
e de parede, correles, pulseiras, aneis, alfinetes,
adereQos da ouro de le ef.
Quarta-feira 2 oo con ente as II horas.
No aaaaataa a raa 4a Oadeta do Reetfe a. 29.
LElidAO
De 200 saccas com algndo e 70 sac-
eos cora nssufaf
Qainta-feira 23 de agosto as 10 horas
em frente a Associaejio Commercial.
O agente Pmto far leilo a requer memo do*
curadores dscaes da roas=a fallida de Pedro da Sil-
va Reg e por mandado do lllm. Sr. Dr. juii ape-
cial do comraercio da 2C0 saccas cora algodo e
78 com assucar, perteocenles a dita massa e ja
despachadas, as 10 horas do da cima dito no re-
ferido logar.
O B*. RaviG meuiea-npera-lor e .
ocutisavferiaado ela PMtfdaeVde Pars M
e aoarovado pe*a da ji, a meiabro ti- >M
Miar da Academia Jq>pttal> 4 madrina ^
w., Rio de Janeiro,, transfera a soojesfe
deocia do n 25 da ra da Cruz par o n.
*3 da aaesrac raa, nade onda conin a
exercer sua prnOasata espoiaJatH as
molestias de.olhes,,{leof4o# a d#* tas
orinarlas : modo tambera a ppra das y
saas consultas" qu terao Itgar, lodfl os sfi
dl..s, da*6ia's cOiiunm da>aaa44a. *S Os Srs. James Cirlile, Son & Bankend Mills
,. Chamad.* por escripio Ba aopradiU ca- ^ Paisey, Scoiland, teem a honra de chamar a atleta
.. ra da Crj p. i... jH
P>eci*a-sedaum dartilado pata om eogeBtw
dU*nte no ReoMe- apenas dnas legaas : a tratar
na roa do Tsapicnc armaaem n. 13.________
FAC SIMILF/DETIQUETTA COR DEBOS^ "'
100 ccliiVa.
PAISLEY
do ar, rodao, radete^ eM*n*ti e II-
cao dos consumidores de lina* em natellos, que ei.
.les obliterara medalhas de p/ioda.expi.sic6s
de Pars e Londres, por suaseacaHeoies linhas pa-
*a coser, e qua, todos os uove los feitue.por eJIes,
pafa- eHo arrea** lem ao nm de cada maco, urna
gliqitelta branca, m Afta i actal-se gravado o nome
da drma em cheio, orna vista da sua fabrica, assim
cwyldsefiWfi,djM aaim inenctarwda* medalhas,
p qoe cada notello tem urna etlquetia cor de roea
cora o numero, ea. aalMras., Carlile's, Pateiet, e
iambe,que qnalqaar **b* de Taaiboor, manoa-
da a este mercado, tratando ontraqualqoer eliquet-
A amito conceiluada faarica de f .gos de artiff- do que cima mencionada, oio de soa nroDria
co da viuva Rufino, acha sa completamente mou- fabrica. M p
tad pode a soa woprtei* ia garantir iws seus Southall, Mello & C.onicosagentes era Pernaro-
frogaezrssereoa. osseusaadidos saa>fetos cum o bo1"'-
m'*t'!,z'^' Pro"1Pl,fla% earamindo todos os aru-' Melior, Soothall 4 C, onieo-agena na Bahia
gas all, fabricado,, o, ornes poilam 3at;viMrnada8 >l4, n ,/40 .", .
muito lemoo depois da feitos s-m qua se note al vliapPOS fifi }7lrtUfia OVatlC
rniiiiina dMTerenca, sendo de grande vantagem^pa-
r* as pesseas do cenirn e de outras provincias, que
muiia tez rletaaro de^bmprar *a#s artigos por
se aiterarem doraBta a iviauef): assravcomo pre-
vine as mesmas pessaa* que qoszarem fxer suae
eocommendas de se dirtgirem ao armazem da bola
aroarella por baixo do sobrado n. 59 da ra do Im-
perador, qoe ata acharaa eom
ser sua fajjrlca for da cidade.
AS
OlPASF.TtES
Principiara* aa 8 horas.
AVISOS MARTIMOS
lOMlVtMIIt
BRI9ILEIRA
LE
PAQUETES i VAPOR
Dos portos do sul esperado
al o da 30 do correte um dos
tapores da compaobia.o qual de-
pois da demora do costume se-
guir' para os porlos do norte.
|a recebem-se passageiros e engaja se a
can-a que o tapor poder conduzir, a qual devera'
ser embarcada no da de sua chegada, encomraeo-
das e 'linheiro a freteat o dia da sahlda a 1 bo-
rasdat^rde. Pravioe-se aos Srs. passageiros que
as passagens s se reeebem oesta agencia roa da
Cruz o. I, escriptoxio de Antonio Lua de Olitei-
ra Azeveao 4 C.
AVISOS DIVERSOS
Manteiga franeeza
Em barris ou meios a 400 rs. a libra e a retalbo
a 480 : na roa das Crozas n. 42.
cinimim brasilea
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porios do norte esperado
^gy^r^J^ at o da 4 do correle o vapor
Santa Cruz, commaodaate o pri-
meiro lente Araujo, o qual de-
pois da demera do costume se
guiri para os porto do sol
Dastle j recebera-.a passageiros. e engajada a
^tirLr?AirTar cunau"r-a qa deteri ser
embarcada no_dia da sua chegada; ancomfndase
dioltairo a freteat o diada sabida a l hora da
larde. Previaa se ao< Sra. paasagjirtti qoe as
passagens so se reeebem na agpucia ra da Cruz
a. 1, escriptorio de Aoiuoio Luic de Oliveira Aze-
vedo A C.
-tX)MPANHTTPERNAMBUCAA------
DB
i> ;weg*ieo costeira
PARA
por Tapar.
Paraliyba, Natal, Mco, Aracaty, Cear e
Acarac,
, No da 21 ao correte as 5 ho-
dSfif'h-" "/''^k_ Prtos cima indicados n vjpr
tm Mamanguape, commaodaole Bel-
Receba carga at o dia 21. Eocommendas, pas-
sajeiros e dmheiro a fres at aa 3 aoras da urde
do da da sabida : eseriptorio oo Forte do Mato
D- *
CLUB PER\4MllU\0
A partida i corrate mez lera' lugar Da
noite du dia 23.
Genoaro Millo, subdito italiano, relira-se pa-
ra Europa.
Antonio Jos Botelho subdito portoguez vae
ao Ro de Janeiro tratar de sua saude.
Instituto ArcheologicoeGeo-
grapaico Pernambucano
bavera' sesso ar-linaria quuu:feira 23 do cor-
rente, pelas H horas da manha.
OltDEM DU DIA.
Pareceres e mais trabalhos de commissSes.
Secretaria do Instituto, 20 de agosto de 1866.
J. Sorres de Axevedo,
Secretario parpelno.
A'
Candido Affonso Moreira, o haro do Livrameo-
to, Miguel Jos Alva, snas esposas e Olhos, D.
Gnilharmina Emilia Moreira, saus tos o primos
repassados da mais profunda dor pela sentid i mor-
tedeaoamuito querida mai, sogra, avr>, rmaa,
unhadae ta D. Thereza de Jess. Moreira, agr
decem cordlalmeoif as pessoas de sua ami-ade o
cooslante cuidado qne tomaram durante a moles-
tia da mesnie senhora, a a todas aquellas bero co-
mo jos reverendos sacerdotes, missionarios, cipu-
chinbos, religioso*, carmelitas e franciscanos e ir
mos lerceiros da mesua veaeral ordem, o cando-
so obsequio do acompanhamenlo e assistencia aos
actos religiosos qne sr celebraran! ante* e depois
do seo passaraeolo a 17 do correla. Padiodo des-
culpa deqoalquer omlsso intolnnlaria, devida so-
mea te ao seo estado affllctito, convidam anda aos
seus prenles e amigos para asslstirem a miss" de'
stimo da qne por alma da fallecida mandara ce-
lebrar na igreja da S. Francisco pela* 6 horas
oa manhaa de quinta frira 23 do crreme, e aor
mais eeie piedo8o obsequio se Ihes ronfesssro
to reconhecjd i
Aluga-se
urna casa terrea conr grandes coraroodos para fa-
milia passar a festa ou mensa'rperite, na Passagem
na Ilha do Retiro, tem muito bom banho uor ser
jomo;do rio : a tratar na ra da Senzala Nota o
.refloacao.
Joaqain iiodnsjuw P'erreira oe-jcinte re-
sidenle e estabelocido aa vilia de Macao, scientlfi-
ca a todos aqueiles qem quem lem negocios ne>ia
pWQa ou mestnafor d^iia, qua a sua casa com-
mercial lew de gyrar desti dita em diaote debat-
i da /ma social de Rodrgaos & Corhn, sendo o
nome por inteiro do aovo a>.sociai Jeo Coelho da
Silva, o oual tambera sera' respaosavel por qual.
quer prejulzo que por ventura appareca em dita
sociedad*, -bam como lera' dos lucros de qoe se
faz meocao nj papel da rooiraaa social entre eiles
celebrado. Recife 17deag*-l(9 d 1866,
Atagam-se'S casas,nota mull frescas com
cummodos par:a familia uo qwmor lugar lia Capuo-
ga por ser ao p da estrada que passa o trino d
ferro: a tratar na travessa dos Q tartels u. 33; so-
brado.
Tomaro-se 3:0004 a' premio raz'oavel. dando
se garanta a conteni : na'rua de Cabug n 16
3 andar, sedara qoem prtteada, de manha das 6
s 9 e das 3 da larde en diante.
Preclsa-se alugar orna aegra~qae~~sa~ibVen-
ticis: na ra das Cruzes n. 36, primeiro andar
paga-se bem.
anca
a l-W, lri,3. i8tS e 20a.
Na praca da lodependencia n. 24 e 26.
Precisa-se de urna mulher "que quena ser
ama que s^iba esjommar, coser e cosinhar para
asa de unrviuto. que tem ponca familia : quera
seachar nea|as circura^laucias.d.rija-se a Ilha dos
quent tratar tiato "alosp"r lrai do Gyrinasio. &i terrea, que faz
esquina pasa a rna das Saudades, que aebara' eom
quem tratar.
Precisa se de urna ama para todo o sertico de
ma casa de familia, meBos cozinhar e comprar, e
fue tenha boa conducta : na roa do Vigario n ii
3* andar. '
Arrenda-se um graBde sitio no Jacar estra-
d? d Agua Fra, com toda a qnaiidad* de frctas e
casa de pedra e cal ha pauco fabricada : a tratar
com o solicitador Barros, ra da Concordia nume-
ro 34.
Precisase drama ama paca andar rom pjenino
e tratar da roopa d mesmo : a tratar na
do Corpo Santo n. 17.
praca
Fornece-se comida para fora por'pre-
cos commodos: na ra estreita do Rosario
n. 21, segundo andar.
G iXKlHO
Constructomania.
ria francexa acaba de receber un
Precisa-se de nm menino brasileiro on por-
toguez para caixeiro de urna loja de fazeodas
muito peno da praca : a tratar na toja de raiude-
zas n. 61, ra do Queiraado.
Precisa-ae de um caixeiro de boa conduca na
ra do Raogel p. 43. f_____
Precisa-s da um peqoeoo de 12 a 14 anuos
para eaieim de taberna : aa roa da Rangal n.
75, guateaba alguraa pratiea.
Precisa se alugar um sitio com agua corrente
para banbos e pequeaa casa, para urna familia es
trangeira : na raa do Imperador n. 79.
= Offarece-se um moco de 18 annos para cai-
jieiro especialmente de miodeia3 e fazandas, doi
nue tem pratiea e da dador a sua conducta": a
iaformar-so na roa estreita do Rosarlo n. 28,
Furto de cavallos.
Na madrogsrta de domiogo 19 do correte mez
furlararo se doos cavallas de estribarla dd'sobra-
do n. 2 defronle da estancia : um rodado, alto os-
sudo, bom passeiro e esqopador, cora muilos'fe-
rps nos quartos. O oulro ruiao com clims oeu-
A litrarla francexa acaba de receber" um hnntd?3 e p- escuros- f"os nss raaos, com a' leira
ma boijl^L oa coixa esquerds, trota e gallopea bem. Am-
bos andam bem ero abrlolet: quero os pegar os
Jos Autonio Vieira'dfl Souza, seguudo hoje
nq vapor Tocnnlms para a B dspedir-se de Judas, M, pesspas de sua ainisade
pede desculpa destaTalla por ser inesperada, o ao'
mesmo len' aproveia a occaio para offsrecer
o^seu dimiouio presumo naquelle logar aonde pre--
teade demorar-se iwr powo lempo.
Recife 19 de agosto da 1866.
RA DO CRESPO N. .
traga ao sobredlto sobrado que ser geaerotamen
te recompensado.
Precisase
alogaf um* esc/ava idosa qua sirva para pequeo
servico domestico : o ra Djrelta o. 4o, l*ja.
--- Pjcepis*^a4e urna .cosiboira para- casa de
familia : a tratar na ra da Uniao n. 48.
Helia llarmooia
A-reunio familiar do corrente mez, lera lugar
na noiie do da 25. Os Srs. socios, cojos ingressos
anida nao ihes foram entregues, podera.procurar
da casa desla socledade.
Secretaria da seciedade Bella Harmona, as 20
de agosto de 1866.
Boaveolura Rodrigues d'Amorim.
' .-ecreiario
Ataga-se doos sitios com grandes casas para
paesar a fasta oo aanual, jumo an sitio Porto da
Madeira em Beher^be, as-tea come tambera se ala-
ga varias casas oo mesmo Uip, as quaes offerecem
muito commodo, por eslarem peno do banho: a
tratar na rna do Queimado n. 48 loja.
Precisa se de m fetor para uma'olra uer-
lo desta praca, que saiba ler e escreter, e que se
preste a ajudar era alguns servicos : a tratar oa
raa do Resano larua n. 16.
- O Sr. Joio ominKes da S)ilva7e Cimba, mo-
rador em S. Bento, asenve na mesraa comarca,
qpeira ter a bonJade de tir ou mandar a ra do
Imperadrr o. 4Q, a negocio do 1861, que nio
igoora.
Cesar & C, com esiabel-i-iaiat)to de arma-
zem de^arnasecca aa rf a da Pr*M n. 59, faaem
soleles a lodos os rguezes do doestabeleclmen
lo, que nao paguem ao Sr.'Maaoel Modflsio de M<>
raes, ex socio de industria do dito otabelecimento
quantta alguma qne estejam devendo, sob pena de
paaarem segunda vec, tisto ter sido o Sr. Modesto
-no dia 9 do correte, despedido da sociedada, por
pao ter apreseolaAio lucros, duranle 7 mazas, em
que esteve na caa, e ter tfadn 3:0005001 quanlla
eai qoe Darwnee a -asa, e nao a alie qoa era so-
cio de nidn-tria.

/
NJECTION BROIJ
^^aSaWataaalTa^
ditnu. a. >.u*; &c
Aluga-se
orna bonita e nota casa oa Capunga ( porto do Ja
cobiua ) com os seguinies commodos : duas salas
com seis janellas de frente e quatro dos lados, qna- '
Iro qoartos con janellas, sotso cora duas grande
salas com aoellas e tres quartos, cosinha (ora i
quartos para pretos, um galljgaeiro, qujno de ba
nlio com tanque, quarto para nK e urna grande
cwjeira e estribara, o sitio lodo murado com
deas pon oes do ferro, algunas arvores e ama aai-
xa de capim : quera pretender quaira se dirigir a
ra da Cruz n. 6 das 9 as 4 da tarje.
"Precisa-se de ama ama para' cesinbar para
tres pessoas mas que saja Idosa : oa praca da
Santo Croa liberna o. 11
PILDLAS de BLANCARD
,A0 IODORETO DE PERRO ALTERAVtl,
Approvadas pela Academia de Medecina de Pariz
IDTOaiSaDAS ML0 CONSU.HO KEBICAL BE S6-WTEIlKJO
BXfEllMENTADAaROS HOSPITAES DE FRANCA. Ok BLGICA, DA IRt.ANDA. DA TCRQFIA, TC
Mcnfoet honrosa* ntu Etcpatifajt Univerfa de Nev-York, 1853, e di Pars, 1855.
Eslas Plalas envolvidas a'aaia carnada rraino-balwnca de urna lenuidade ejccssii, tem
avanlagein de serem inalleraveis, $tn labor, de'utn pequeo volume, e de Bao cansarem os
orRas diRcstivos. Goiando claurepriedndes do Iodo e do Fcaao; ello* Gouiem princi-
palmente na afleccoes Cktoroiiau, Eterofulatas, ikrculoias, Cantrotas, na iKCorrkta,
auunorrkea, anemia, etc.; enlim., eilas ofTerecefla ids praUcos urna aaedicaca das maiseBr-
Ificas para modificar as esnstituican lympkatiems, frats ou debilitada*.
JV. B. O ioclureto de ferro Impuro ou alieroao nm medica-
meato ioOH, irrianic. Cwno fwi mrela e <(uUienridair dos
iril, devi- -!w exlsif nos^o seil* ae
.uiida.qnoseach.iiia|Wfie
verdailelr PUulaa Jj0c
rala reacilta c *<><'tmm, tw* _
interior da na ro4l ^<-rd. Dere se ascoiifli i)m blsiaeaso*)
Acham -e em toda* aa 'harnaaelas.
f
Pharmmeiulic, rtw Bonnparlt, AO. Porta.
Vrfd*>i8a na rui J*ova n. 18, plian^a franoeza de
P. MAURER & C,
i
.asi



Diarte de fcrausae* Terca felra 1 de Agosto de 1866.
-". it
PASTILHAS
VERMFUGAS
CONSULTORIO MEDICO-
MOTA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAVEIS
Inlinitamente mais elicazes do que todo
os mais remedios perigosos eaa_seabundos
que existem para a expulsSo daslombrigas,
N5o causam dores e produzem seu effeito
sem precisar logodepoisde purgante ne-
nbum e laoincitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as enancas estaa
promptasa lomar mais do que marca a re-
ceita.
Uteis como um excellente meio de lazer
remover as obstruccSes do ventre, mesmo
do caso de nSo eiistirem verme algum, as
PASTILUASVERMIFL'GAS DE iEMPS SSO promp-
tas einalliveis na sua operado e por todos
os respeitos dignas deconanca e approva-
c5o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman & d.
Nova York.
Deposito geral em Pemamnuco roa o
Croi n.2* em casa de Caro
v

DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO.
MEDICO, P4RTEIRO 8 PBllADam.
8 Ra da Gloria, casa do Fuidao 3
O Dr. Lobo Moscoso da consultas gratuitas aos pobres todos os das das 7 as li
aom da _a_o, edas 6 e meia s 8 oras da ooite, excepto dos das sanficados.
Pharmacia especial tiomeopatkica
No mesmo consultorio ua sempre o mais appropriado sortimeoto de carteiras
tubos avulsos, assim como unturas de varias djmnamisacoes e pelos procos seguines.
Carteiras de 12 tubos grandes. 12H)00
de 24 tubos grandes. 18(5000
de 36 tubos grandes. 240000
de 48 todos grandes. 30*000
> de 60 tubos grandes. 35*000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se ftzer, eom os remedio
roe se pedir. ^^
Um tubo avulso ou frasco de tintura de tar>* once I0uuu.
Sendo para cima de licustario os precos esubelecidos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 res.
lilVROSo
A melhor obra da homeopathia, e Manual de Medicina Homeopathice do Dr-[s
dous grandes volumes com diccionario.......... ^Sa
Medicina domestica do Dr. Hering......... *2_C(
Repertorio do Dr. Mello Moraes .... !-__ 64000
Diccionario de termos de medicina........... 3#000
Os remedios deste esUbelecimento sao por demais conbecides e dispensam por
tanto de serem aovamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios
verdadeires, enrgicos e duradores: ba todo do melhor que se pode desejar, globos de
rerdadeiro assucar de leit*, nottveis pela sua boa conseracao, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacSo, e portante a maiof
anergia e certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquei
operacJo, para o qne o annunciante julga-se sufficientemente habilitado.
O tratamento o melhor posmel, Unto na parte alimentar, como na medica,
fnnccionando a casa ha mais de qoatro annos, ha muias pessoas de cujo conceito se nk
pode duvidar, qne podem ser consultados por aquelles que desojaren mandar seos
Paga-se 24 por dia dorante 60 das e d'ahi em diante 14500.
Asoperaces serSo previamente ajustadas, se nao ss quizerem sujeitar aos precw
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
TINTURARA
izPEmws MAumao
PROCESAOS APEBFEI^OADOS
PARA
Tloglr, ll_par e ladrar a Tapar.
F. A. SAUNSRE & C.
29 Boa 7 de setembro 29
ftefroate da ras aeva de Oavider (Rie de Janeiro)
Os proprietarios deste estabelecMiento, o primeiro do seu genero no Brasil, por
trabalhar com as machinas mais aperfeiowdas para tingir e lustrar, de que se fu uso na
Europa, e ajodados por alguns dos melbores officiaes de Paris e Ly3o, podem assegu-
rar a seos freguezes urna perfeicSo no trabalho, a qual senlo pode chegar pelos proces-
aos ordinarias. .
Tingem, lavim, limpam e demofam om a maior perfeicSo e brevldade qualquer
qundade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem molbar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.
MARTIMOS
BOTICA E CONSULTORIO HOMEOPATHICO
?
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta pra?a, toma seguros martimos so-
bre navios e seos carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e mobilias:
Da ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
0~ Dr. Gustavo-Adolpho Wafbaum
tem aberto seu consultorio medico na 10a
da Cadeia n. 36, segundo andar, casa do
lithographia do Sr. Caris, e d consultas to-
dos os das das 6 as 101|2 horas da manhaa
e das 3 at as 6 horas da tarde. Chamados por
escripto podem entregar no primeiro andar
da mesma casa, no escriptorio do Sr. Fran-
cisco H. Caris. Tambem aceita chamados pa-
ra fora da cidade.
A Caixa Filial
Desta
do Banco do Brasil
cidade. administradora da massa falli-
da de Joaquim Fr ncisco de Mello Santos,
paga o primeiro dividendo da mesma mas-
sa a razSo de 5 por cento._____________
Oixeiro.
Precisa-se de um rapaz de 18 iodos que tenba
pratica de taberna, e de bom comportarnento : a
tratar na ra do Livrarornto n. 21, terceiro andar.
A Salsaparilha
__ A.YEB.
Iara n cura radical de
Escrfula, ulceras, chagas, lr-
idas vcillas, molestias syphil-
iticas, e mercuriaes, Enfermi-
dades das mulheres, como re-
tencao, menstro doloroso, ulcer-
acio do ntero, flores braacas.
A Nevralgia, Coavulsdes, Ery-
eipelas, ErJermWades Cutneas,
borbulhas, nascidas, etc.
O extracto eomposto (le S.VLSAPAKILUA, confeccion-
ado pelo Dr. AYER, uma comblnaeo don melhores depura-
tivos c alterantes conliecldos medicina; compefto aegundo
a lea da ^ciencia, approvado c receitado pelos primeiro?
mdicos dos Estados Unidos, da America do >ul, do Mxico,
das Indios o dos principr.es Estados da Europa.
A SALSAPARILHA de AYER e especialmente efficaz na
cura das molestias que tem sua origem na escrfula, na
inlcccHO venrea, no uso exceseivo do mercurio oa cm qualquer
impureza do Sangue.
Entre toda as molestias que afnigrm o genero liumnno, nao
ha urna niuis universal e terrivet do que a escrfula; por si
nao 6 lo destructiva, i>orein a causa principal de multas en-
ferniidadcs que nito llic silo gersimente attribuldas.
nma causa directa da tsica pulmonar do mal do
ligado, c estomago, affecebes do cerebro, Bheittnatismo
e affeecles dos Mus I entre seos symptomas ha os seguintes;
Falta de apetito, Fraqucza c molcza cm todo corpo; Mo
cheiro da boca, semblante plido e inchado, s vezes d'uma
al\ura transparente, outrus vezes corado e amarcllo ao redor
da boca; Digesto fraca e apetito irregular; Ventre Inchado
e evacHacao irregular; Quando ataca os pulmoes urna cor
azulada mostra-se a roda dos olhos, quando no estomago
sao avermetha dos, Xas pessoas de diaposico escrofulosa
apparecem freqoentemente erupces napelie da cabeca e outras
partes de corpo ; sao predispoatas as affeccit dos pulmtet, do
figado, dos rtns e dos orgos digestiros e uterinos. Portante,
nao sao somente aquelles que padecem das formas ulceroso*
e tuberculosas da escrfula que necea si tam de prnteecao
contra os eens estragos; todos aquellos cm cujo sanguc existe
o virus latente deste terrlvel flageilo (c s vezes e hereditario),
esto expostos tambem a soSVer das tulirniidadas que elle
causa.
Oflereeemos a estas pessoas um abrigo seguro e um anti-
doto illicaz contra esta molestia e suas consequencias, na
Salsaparilha de Ayer
que opera directamente sobre o sangue, purificando o e ex-
pulssmlo delle a eorrupcao c o veneno da molestia: penetra
todus aa partes e todos es orgos do corpo humano, livrando-
os da >ua areao viciada c Inspirando-Ibes novo vigor. K' um
alterante poderosissimo para a renovacio do sangue, e d ao
corno j enfraquecido pela doenca forc e energa renovadas
cont as da juventude.
TAMBEM O ME I. IIO R AXII-8XPHII.ITICO
CONBECIDO l
cara permanenmente as peiores formas de SYPHILIS e as
sua consequencias. I'ouca necessidadu lia de informar o pub-
lico do iucstimuvel valer de um remedio que, como este, fivr.i
o sangue dessa corrupeo e arrebata a victima das garras de
urna luorte lenta e ignominiosa, porm inevitavel se o mal
nao i logo combatido com energa.
Ko pretendemos promulgar, nem queremos que se inlra
que este remedio InfaliveT paro a cura de todos os padeei-
mentoa humanos, o que disemos que a
Salsaparilha de Ayer
a melhor preparado at hoje descberta para estaa e outras
molestias anlogas, que urna comblnaeo dos alterantes
mal* oflicaz-s conneeidos, e que tomos coniciencia de offerecer
ao publico o melhor resultado que posslvel produzlr, da
ntelligcnda e pericia medica dos nossos tempos.
DR- SABINO 0. L. P1NH0.
Ra Nova n. 43 (loja de marmore.)
A eiDeriecla tem demsnstrado com a maior evidencia qoe os medicamentos bomeopatblcoa
preparados pPr meio doo./ad,- d^umico sio os qoe desenvolv ac5io mais prompta, mais segara
e mais efihn cenhecimento destes re.altados que constantemente recebe esta botica en-
comraendas do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro e da Bah.a, apewr de bav.r nesaas provincia
maTbem sorttdas e acreditadas boticas, d'onde se poderiam ulve oMer remedios mata baratos, atte.-
dendo as ^j^psfk ^ raedjcament08 a8Sim preparaa0b se maniesU at mesme quando os
glbulos se acbam redolidos a massa. ..
Boticas de 54 tubos.....8* a SU#
s de 36 tobos.....45# a 30| i
de 48 tobos.....35 a 10*
i de 60 tubos.....45f a 30S
Caixaa de medicamentos ewi lbulos e tintoras.
De 2* tintaras e 48 tobos. 60# a 70#
36 s e 60 tobos. 75* a ttg
48 > e 88 tubos. 951 a iOOJ
60 e HOtobos. 115* a 110*
Vende-se igualmente o THESOURO HOMEOPATHICO, obra esencialmente popolar pela clareza
com qoe ensina a conbecer as molestias e a eropregrjos remedios [V edicao) JQ*0W.
0 Dr. Sabino 0. L. P. d eonsoltas todos os das otis desde 11 boras da manba at S da tarde.
Das i horas em diante visita os enfermos em seos domicilios. .l'._l._ ..
Em casos urgentes e repentinos as consultas e visitas serao fetas a qualqoer bora.
As consonas por escripto sero respondidas com a malor brevldade, precedendo sempre o tem-
po necessario para maduro ezame e reflexo.
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS I
S. 5 Rna do Qaeim&o n, 5'
Monteiro & Guimaraes participam a to ios os seus amigos e fregoezes que rece-
bem de corita proprit por todos os vapore da Europa, grandes e variadissimo numero
de aitigos de UiOdas, e de alta aovidade em Paris, e bem assim adornos propriospara ca-
samentos; pois seu correspondente de Paris, na escolba de taes mercadorias tem mereci-
do appruvago das encantadoras pernanbucamas. WSb
A Fragata recebe de sua propria encommenda luvas de Jouvin, ; s melhores que
aqui tem viudo, as quaes venden?, em duzia a 245000; assim como recebe figurinos por
todos os vapores francezes, e bem assim jornal das modas. A Fr?gata vende ricos tap-
tes aveludados com differentes paisagens, proprios para sof (para 4 cadeiras).
Cbapehnas primorosamente enfeitadas chegadas pelo ultimo vapor francez.
Ricos cortinados bordados.
* Cortes de seda de cores.de 30)91 at 140.
Colchas de Qnissimo damascos de seda para noivos.
Organdy branco imperial, fazenda esta que mnito se recommeda pela sua boaqua-
lidade, e bellos padres.
Ba quins para senoora (oa confeciions) de grosdeoiple preto ricamente borda-
dos, e justas i costura.
Saias Maria Pia, com barras de cores (oovidade) tendo cinco pannos cada uma.
Pecas de entremeios bordados a 1^000 a peca, m tito lindos padres,
Trasparentes para janellas com mui lindas paisagens.
Cinibraia indianna com oito e nove palmos de largura.
Lindissimas caixinhas para costura com diversas e armoniosas pecas de msica,
proprias para se fazer um presente.
Aderecos decrystal para senhora (novidade inteiramente).
Ricos vistuaris bordados para baptisado, com todos seus pertences.
Coeiros bordados a matiz.
Enfeites para cok, o melhor que se pode desejar.
Manguitos e gollinhas bordados em nissima cambraia e outros muitos objectos
que mencionados seria enfadonho. _______________________________
~APREVIDBNTE
Sociedade porlugoeza de seguros motaos sobre a da, funladae
. admiuistrada pelo
BANCO ALLIANCA DO PORTO.
Todo o pai que desejar acautelar o futuro de seus filbos deve, quanto antes,
azer inscrever os seus nomes na listados socios daP revidentepor que, com uma
pequea quantia que, todos os annos para alli fr applicando, tirada do ructo das suas
economas, no fim de 25 annos alcancar-lhes-ha uma fortuna, que por nenhum outro
meio e com to equeno desembolso poder obte".
Os exemplos praticos de outras sociedades ana'ogas lem mostrado que:
VIVA 0 PROGRESSO
Ao systema mtrico decimal
Le a. Ho7 de 26 de juuat de 182.
Art. 1. 0 actual systema de petse medida*sa-
ri substituido en todo o in>perio ptlo systema Be-
trico (ranees, na parle correspondente as medidas
lineare?, de sopet ficle, capacidade e peso.
Art. Ia E' o goveroo autorisado para mandar
vir da Europa os necessario paorSes do referido
systema, sendo all devidameate ateridos peles pa-
dres legaes.
| 1. O ?yslema mtrico tobstitoiri gradoalmti-
le o actaal systema de pesos e iredidas em lodo o
imperio, de modu qoe em 10 annos cesse inteira-
mente o aso legal dos amigos pesos e medidas.
| 2.* Do ante este praso, as escolas de instme-
co primarla, tanto publicas come par tica lares,
compreneoderio no euslno de anthmetica a expli-
cado do sytlenia mtrico cemparadocom o systema
de pesos e medidas qne est actualmente em aso.
Art 3. O governti..., podera impOr aos inlrac-
tores a pena de prisa at nm mez, e multa at
100*000.
A.tendi.
Cbegaram a roa Nova a. 38, viades de Pars e
alli devidameate afondas, aa medidas mtricas d
qoe trata o V artigo da le cima, e vendem se por
preco eom modo ; tambem se vende a bem coibe-
eida obraNocdes do Systema Mtrico, por Jos
Antonio Gomes Jniorcomprebendendo a* preci-
sas explicares do mencionado systema e lafcoas
comparativas da conversao das medidas de om
systema oas do outro, na conlormidade prescripta
pele V do art. 2 da citada lei._____________
i-receptor e capello.
Padre Cuaba, cnegado de Lisboa no nlimo pa-
quete, offerece-.se para leccioaar em qualqoer col-
legio desta cidade o corso das llogoas portegaeu,
latina, inglesa e francesa, ou mesmo para capel-
lo e preceptor de meninos em casa de familia
qoe resida fora da cidade : qnem pretender diri-
ja-se a' roa do imperador n. 6 e loja do Sr. Jos
Joaquim da Costa Mala.____________________
j\a ra do Trapiche n. 16
acham-se os seguintes depsitos
De R. Broniafuausem Niila.
Bourgogoe.
Vinbo Pommard tinto.
Cortn tinto.
> Santo Georges tinto,
s Chambertio tinto.
Rlebehoarg tinto.
Cios de Voogeot tinto.
Chablis branco.
De M. A. Woef em Francfort:
Rbeno.
Geisenbeiroer.
Liebfraumilch.
Harcobrunner.
Em casa de Tbeod Christian.-m, roa do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de Brandenburg frres, Bordeaux, encontrase ef-
tectivamente deposito dos artigos segaintes:
St. Jolien.
St. Fierre.
Larose.
Cbateau Loville.
Chateau Hargaux.
Grand vio Chateau Lafitte 1888.
Chateau Latine.
Haat Saaternes.
Chatean Sauternes.
Chateau Lataur Blancbe.
Chateau Yqnem.
Cognac em tres qualldades.
Azette doce. Precos de Bordeaux.
F'mw WW:W-wWi wWWmwU
aj| O Dr. Carollno Francisco de Lima San- |
mm tos contina a morar na rna de Impera- i
I dor n. 17, segundo andar, tendo alias sen
Wk gabiuete de consultas medicas, logo ao
g entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estudo tanto das operares como das mo-
lestias internas, prestase a qualquer cha-
mado, quer para dentro quer para fora
da cidade.
s
s
FABRICA MACIO^AX VAPOR
99 RA O MONDEGO 99
Deposito principal ua ra Xova a. ao loja de relojoclro.
Delouche dono deste estabelecimenlo partecipa ao respeitavel publico que tem
montado uma machina de fazer gelo, e que sua fabrica de chocolate poder funecionar
sem interrupcao, e para mais facilitar aos Srs. compradores de chocolate temorganisado
m servico de carro, que andar em todas as ras da cidade, os compradores podero
chama-lo.
PREQO.
Meia libra......... 400
Uma libra......... 800
Uma arroba........ 19,0000
1USU0U pagos a ii n nal mente pd>m proiluzir.
Por um meoico de
> de
> a de
* de
1
GELO
REMEDIO DE AYER PARA SEZ0E8
Infalivel as febras intermittentes, remitientes,
Pebre Biliosa e terca, mal do flgade, in-
cremento do bato, oegueira. Dr dos
ouvido a palpitosoes, quando
sao causado pelas
PEBRES INTERMITTENTB8, O RElrTENTES.
As preparares da Da. rxt aso rendidas em todas a
Boticas e Drogaras do Imperto.
Vende-se om Pernambuco:
na
As pessoas que quizerem gelo para soir ou bailes, podero dar suas encommendas
ao caixeiro da casa, ou na ra Nova n. 50 aonde tem w deposito As pessoas mora-
doras nos arrabaldes da cidade querendo levar gelo pela manha, po!er5o deixar um
caixSo na taberna junto ao porto da fabrica, que acharo na volta suas encommendas
promptas.
Na mesma fabrica fazem-se cadeiras franceza de toda as qualtdades, e vende-se mais
barata que aquellas que vem da Europa.
0 NOVO DESTINO
DO
tO*
PHARMACIE FRANQAISE
^P.MAURER&CIE
VA W.
|23 Largo do Terco 23.
Sorlimento completo dos melhores e mais bem escolbeidos gneros pertencentes
a molhados; o propriatario deste bem conhecido arnmem de molhados denominado Con-
servativo participa aos amigos do bom e barato, tanto desta praca como do mato, que ve-
nhSo comprar a primeira vez para verem a grande differenca que ha dos gneros com-
prados em outra qualquer parte, garantindo-se a superior qualidade de qualquer gene-
ro sahido deste estabelecimento.
Caf de 1. e 2 sorte a 240 e 200 rs. a libra, e a 6,5 e 7(5 por arroba.
Queijos do reino de diversos vapores a 20200, 20000 e U800,
Manteiga ingleza flor mandada vir por coota propria a 800, 900 e 10 rs. a.libra,
dem franceza de 1.a qualidade a 560 e 600 rs. a libra,
Sabao amarello maca de1.a, 2.a e 3.a sorte a 240 220 e 200 rs. a libra.
Vinho de diversas marcas J A A e B A F. a 400 e 500 rs. a garrafa e 30500 acanada.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa e a 40560 a caada ou 30600 o gaiao.
Vinho branco de superior qualidade a 640 rs. a garrafa, e a 40 e 40600 a caada.
Bolachinha de soda de diversos gostos a 10200 e 20000 a lata.
Cb miudinho de superior qualidade a 20700 a libra.
"m para negocio a 10800, 20 e 20.00, a vista faz fe.
Banha d porco reflnada muito alva a 560 e em barril a 500 rs. a libra.
Phosforos gaa.a-20300 a grosa e 200 rs. em maco.
sSa mrnto n/'a a 160 rs. a libra, em porc5o se ftr abatimento.
F?asn, eiras c^m%enbh" de Hollanda a 60OOO e 540 rs. um frasco.
SSde diversa^ wra. ^ 560 e 500 rs. e 50000 e 60000 a dozi.
J b MmStofSori hPolroa muitos assim como.- arroz, batatas, macas para
sopo, i^ciSS^^ albos, fumo, feijao, e ontr muitos que enfadonho
seria menciona lo?, adiobeiro a vista.
dia a 1 anno.
1 a 2 annrs...
2 a 3
3 a 4 .....
de 4 a 15 -----
Por uma pessoa de 15 a 20 ann? ..
> de 20 a 30 -----
> de 30 a 40 -----
de 40 a 50 >-----
Em5 co-
nos.
1:1000 4:0000 9: 900;5 3:OUO0 7:5 00 17:0000 37:0000
8600 2:9000 7:OO0 16:0000 35:0000
'8600 2:8000 7:1000 15:6000 34:0000
860$ 2:7000 7:0000 15:5000 33:3000
8600 2:7000 7:0000 15:4000 33:3000
8600 2:7O0 7:1000 15:6000 34:0000
8600 *:7GO0 7:2000 16:0000 37:0000
9000 3:0000 7:5000 18:0000 5O:QOO0
Admittem-se subscripcoes annuaes de 80 para cima.
Quem pretender subscrever para a Previdente ou desejar quaesquer esclareci-
mentos e informacbes, pode dirigir-se sua direceo, no banco Allianca, establecido na
ra Bellomonte, ou a Jos Ferreira Moutioho, inspector geral da mesma sociedade, mo-
rador na ruada Fabrica do Tabaco n 19, no Porto, e aos agentes do mesmo banco e
sociedade na capital e provincia, que tambem daro prospecto gratis a quem os pedir.
Achando-se de passagem nesta cidade o inspector geral da referida sociedade,
promptifka-se, duranteopouco tempo que aqui tem de demorar-se, a daros esclareci-
mentos que se lhe pedirem, todos os das ;>t as 10 horas da manhaa narua da Cruz n.
1, emeasa do Illm. Sr. Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, onde se acha hospedado.______
Em 10
annos.
Em 15
annos,
Em 20 an-
nos.
Em 25 an-
nos.
ATTENCAO.
Precisa-te alupar om uto nos logares seguin-
tes : MaDguiDho, Estancia, estrada de Joao Fernan-
des Vieira, Juao de Barros, Soledade, dirija-se a
roa do Trapiche b. 18, armazem.que se dir quem
precisa._________________________________
Brasil Histrico
ESCRIPTO PELO
Dr. Mello Moraes.
Publicaco mental, roMendo guatro numero^,
com triuta e (uas paginas de impresso, ornadas
de gravuras em mailfira.
Assigna-se pur l(X)0 rs. por anno.
Na livraiia h-ameza
9 Ra do Crespo.
A. NACIONAL
Companhia. geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Ima Sanea em dinheirt, depositado aos cofres do estado, garante a boa ad
DIRECQAO GERAL
ministra cao da com
BANQUEIROS DA COMPANHIA* I
O Banco de Hespanha Madrid : Rna do Prado n. I
Esta companhia liga pelo systema ranino todas as combinag5es de supervivencia dos segu-
os sobre a vida. .
Nella pode se taier a snbscripco de maneira qne em nenhum caso mesmo por morte ao
segurado e perca o capital nem os jaros correspondentes a estes. _~,i
Sao tao saprehendentes os resuludos qae produzem as sociedades da ndole deA AUU-
NAL,que ainda mesmo diminuindo uma terca parte do tnteresse produiido em recentes liquida-
cftes e combinando-o com a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia
para seus calculse I iqoidacoes, em segurados de idade de3al9annos, uma imposicao annua.
ie 1001 produi em erlectivo metlico: ___n
No fim de 5 annos.......1:119300
> de 10........3:9425600
de 15........11:2085200
de 20........30:256*000
de 25........80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais considratela.
Prospecta e mais informacoes sero prosudas pele sub-director nesta provioeia.
Fiuza de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatrix n. 12, estabelec
ment dos Srs. Raymundo, Carlos,Leite & Irmao.
s

s
AMA
Precisase de ama s.ma para todo servico inter-
no de ama easa de pequea familia : na praca da
Boa Vista n. 7, primeiro andar.______
Furtou-se do cercado do engenho Soccorro
da fregoeiia de Jaboato, daas bestas, ama ca nha. deoitoanoos, e a outra alatia amarella, anda
poldra.e tem as oreihas meia acabaadas, e ambas
esto prenhfs e ferradas oap direita: quem deltas
tiver nocia dirjase so dito engenho, que ser ge-
BrcisameDte gratificado.
_, Alojarse a loja S- la roa das Larangei-
ras; a traur mesoia.
_ Wk*m M.WMMMW. M.W9tw
Companhia delidade de segaros |
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro;
AGENTES KM PERNAMBUCO
ABtoaio Luir de Oliveira Aievedo C,
competentemente autorlsados pela direc-
tora da companhia de seguros Pidelida- S
e,tomam segaros de navios, mercado-!
ras e predios no sen escriptorio ra da J
rut n. 1.
Qoem tiver para alogar uma escrava que en-
gnmme com perfei(o, dirija-se a rna do Trapiche
o. 44, 2* andar, ou aneoncie p:ra ser prororade.
Pedd-se ao Sr. Marcnlino de Souta Pereira
Br no, tenha a bondade de apparecer na roa do
Queimado n..7, a negocio qoe nao ignora, do con-
trario se explicar qnal elle .
- f ____________^^^^
50; (1(10 de gratificaco.
Fugo no dia 6 do crreme o mulato por neme
Vicente, de 18 aonos de idade, com os signaes se-
gnintes : cambeta, olbar espantado, beicos gros-
sos, a figura feia, nm tanto idiota, natural do Ara-
caty : consta quer ir para la : qo var ao caminho novo roa das ympbas n. 1, se;
recompensado com a qoantia acina.________
~^' Algama senbora viava de bous cosiumes, na-
cional oo estrangeira, qoe queira fazer companhia
a nma senhora viova que nao lhe exige servicos,
pode deixar no escriptorio pesta typographla uma
carta com as inlciaes J. M. para ser proc-
rada._____________________________
Antonio Doralngues de Almeida Pocas deca"
ra nada dever a massa fallida de Joaquim Praacis'
co de Mello Saotos.
Qoem precisar df ama franeexa con>iuheira
e que sabe dirigir ama casa de familia, dirija-se ao
hotel da Europa na ra do Trapiche n. 12.
Precisa-se de urna ama para cesiuhar: no
pateo do Terco n- 31 sobrado.
Precisa-se de uma ama para todo servico de
casa de poara familia : na travessa dos Quartels
n. 35.
Precisa-se alugar om armazem espacoso na
ra do Apollo : a tratar com o Sr. Bernardiao de
Carvalbe, armazem de assucar n 20 da mesma
ra.
Ilencao.
Prec isa-separa uma taberna boa, uesta freguezia,
de uma pessoa cum pratica da mesma, nao se da-
vida dar sociedade, entrando com alguns foBdos;
qoem qnizer annuocie._____________
Criado.
Precisa-se de am criado, na roa do Queimado
n. 12, 1.' andar. ______________
. Alugam-se s casas ns. 154, 156 e 158 ra
Imperial qae foram occopadas com fabrica de
fuodico : a tratar com J. J. de H. Reg ra do
Trapiche n. 34.
Attenc&o.
Quera precisar de pedra de cantara para obras
por precos commodos dirija se a Poote Vlha nos
tos do caes do Cipibaribe que achara com quera
tratar.__________________________________
Precisa-sede um caixeiro pra faberna que
tenba pratica d-Ha e d fiador asna conducta, e
tambem se da sociedade a quem entrar coro aigans
fondos ou tambera se vende : a tratar na roa de
S. Jos n. 2, taberna.______ .________
Precisa-se alugar dous escravas para todo
servico : ao Gymnasio Provincial. _____
Precisa-se de ama ama para uma casa de
pouca familia : aa ra da Crux n. 21, p.imeiro
andar.______________________________
Preeisa-se de orna ama que compre, cosinhe e
engmale : na ra de Hartas n. 72.

I


ulho4c erauftJ>p -* tfer*a le Ir* 4*. U ^aoto de i#G..

Antes que se acaben..
Corts de seda de lindos foslos a 30J030 : s na luja do barateiro roa do Crespo o. i.
Aprpyeitem amigos da economa,
'Este esUbeleeimenta esta' resolvide a torrar por todo preco o sea grande sorllmento de hien-
das de eseolbidos gottos e qualidades, esta' a exposigo dos compradores.
A 20$ capas brancas de borracha
Das asidores que leo viodo ao mercado, tem a especialidad* de nao se estragaren) com o calor.
Roupas feitas.
Cateas da caseraira a 64, "i, 8 e 9, palitots de panno preto e de casemiras de cores a 81,
91 e 101000.
Lindos gastos de casemiras e diversas rateadas para mandar fazer qualquer obra a gosto do
comprador para o que tem nm babil mestre de alfaiate.
Chapeos de sol.
Chapeos de sel de seda cora cabos de marera obra rica para 171, ditos de diversos gostos de
l'a 111. Cbegoem a roa do Crespo n. 1, loja do barateiro.
---------------------------------------------------------------,-----------------------------.-----------------------------
l'KKIMItllM
DE
JRBEBA
Libras eslerlitia
Compra-se na ra de Crespo t ffi primeiro an-
dar.
i i i, j
Cuaapram e moedas
Crespo o. 16,1 andar.
fioopra-4 um cyliodr pira .
pouco uso : na ui do Qaeiroado loja o. 23.
C>mpra-se orna escrava que saiba engern^
mar e cosinhar perfeitameite. fia* *** n*c* Mi
dia e de boa conduca : quera a liver dirjase a
raa dos Goararapes n. X6, das 4 da tarde em
diante que achar coca quera tratar.
GBA DE BAZAR
Ra Novan. 22,
Mfa de Carneiro Vlanaa.
na om *:- aee tabelecimento a'dispo-naodo
respeltavel publico :
M;ipai geographicas.
Riioissimos mappas do Brasil e mappas mandos
ra grandes formatos.
Machinas
para as ereaogas prenderera a andar e aos bons
costar es.
Ratoeiraa
engeobosas, para apandar moscas, morissocas e
Compra-se ama escraya mofa que se-
ja de boa conducta e entenda bem de en-
gommado e costura, paga-se bem agradan- "*.
d : na Capunga Velha porto do Lasserre, Quadros
sitio que tem urna grande mangueira do la- 55JJD,!Ddo EarP*e prtaeipae vi?
An Airain "^ |iwrra.
Molduras
tas de
do direito.
Compram-se libras sterlioas
Corpo Santo d. 6, primeiro andar.
DA
PHARMACIA
DE
BARTH0LOME0 C.
Preparados coupotoi.
PARA USO INTERNO.
Vinho de jorubeba ferruginoso.
Xurope de jurubeba ferruginoso.
Pilulas de jorubeba ferruginosas.
VENDAS
na praca do donradas para qoadros.
Sertico domestico.
* Ternos de 8 tioas de madelra para agua.
Baldes americanos para compras.
Vassonras de palbas de arroz.
_______. Camas de ferro.
Gaz.
O verdadelro gaz liquido.
Candielrps a gaz.
Preparos para o mesmo.
Palacio de crystal portuense.
Collecgoes de 30 vistas stereoscopieas do palacio
de crystal portuense; na roa Nova d. 20, loja de
Yinhe colares. Carneiro Viaona.
O vmiio colares o mais superior de todos os Guerra da Austria com a Prussia.
vihos e preferivel nesie pait pela soa fresqoidio Cartas ceef raphicas do theatro da guerra do an
e agradavel paladar, vende se a 61000 a duzia : no de 1866 : roa Nova n. 20, loja de Carneiro
Vende se urna escrava parda de esemplar
conducta insinu eugomnudmra, coslaha bem,, p-
tima para ama de urna casa; urna cnouliuha de
idade 18 anno-, engomma bem e tem mais habili-
dades ; um escravo para todo o servido idade 26
anoos: na travessa do Carmo n. I.
Preparadas simples.
PARA USO INTERNO.
Xarope de jorubeba.
Vinbo de jurubeba.
Pilulas de jurobeba.
Tintura de jurubeba.
Extracto hydralcoolico de jorubeba.
PARA USO EXTERNO.
Oleo de jurubeba.
Pomada de jurubeba.
Emplasto de jurubeba.
A JITKl IBERA.
Esta planta que todos conhecemos e vemos por assim dizer todos os das, co-
nbecida desde tempos mui remotos; pois que Pisn a descrereu na sua Historia natu-
ral medica, fazendo della grande elogio; Lineo o immortal botnico, a classificou entre!
a familia das aolanneas dando-lhe o titulo de Solanum paniculatum; Martius d'ella tra-
tou, e ainda Marat e Debus no seu excellente Diccionario de materia medica e thera-
peutica, nos dizem o uso medico que os nattiraes das Antilhas fazeia das raizes e froctos'
da jurubeba.
Todos estes escriptores botnicos e mdicos descrevem a jurubeba como um ex-
cellente desobstruente, e como tal applicada as obstrueces e inlammaces do figado e
baco, e ainda como diurtica, augmentando a secreco das urinas, accrescendo a tu do
isto a propriedade que tem, e da qual gozam muitas das especies da familia das So-
lanneas, de prodozr seus bons effeitos calmando e restaurando as partes do corpo bu-
mano, com as quaes se pem em contacto.
E' admiravel e torna-se bem digno de repiro, que os livros de medicina das
principaes notabilidades medicas actuaes da Europa, nao ir.i tem da jurubeba; e nosso
jaizo se confirma mais, quando vemos que os tratados praticos e formularios mdicos,
nem urna so formula ou preparado pharmaceutico nos indican) desta planta.
E' que muitas vezes os authores nao vendo a applicacao desta ou de outra planta,
por della nao usarem os praticos, nao Ibes dando o devido apreco, fica como vulgarmen-
te dizemos no esquecimento. Mas, a tradico, o uso e as applicacoes e tentativas feitas
pelo povo de qualquer planta para curar seus males pbysicos, vem mostrar e fazer certo
mais urna vez que a applicacao das plantas me iieam nlosas no maior numero de casos
fundada as experiencias populares e empricas, embora depig essas plantas sejnm estu-
dadas e analysadas pela sciencia, afiru de se obterem resultados mais certos, mais segu-
ros e uniformes.
Alm disto parece-nos exacta a observaco de alguns authores relativamente ao
clima e lugares que habitam certas e determinadas plantas, que pelas suas propiiedades,
esto em reiaco com as doencas que nesses climas e lugares soffremos mais geralmente,
parecendo dtzem elles, que na superficie do globo, em cada paiz nascem as plantas que
podem enrar as molestias mais especiaes desse mesmo paiz.
Neste caso parece que a Providencia fez nascer a jurubeba na Amerita em geral,
para dar alivio e curar a tantas molestias do figado e b.ico, como ha sempre nos paizes
tropicaes como o nosso.
Ponhamos porra de parte eslas ideas e observarles geraes, e limilando-nos ao
nosso paiz, devemos confessar, que os faculutiv -s de Pernambuco conhecem a applicacao
di jurubeba, e quaes os seus bons effeitos no mximo numero de casos, entre elles po-
demos citar os IHms. Srs. Drs. Silva Ramos, Aquino Fonseca, Sarment, Seve, Pereira
do Carmo, Firmo Xavier, Silva, etc., etc os quaes affirmam serem os preparados desta
planta efficazes as hepatites ebronicas, ainda mesmn complicadas com anazarchas, nos
engorgilamentos do figado e baco, as nflammacoes subsequentes s febres intermitentes
ou durezas, nos abeessos internos, nos tumores especialmente do ulero e abdomen, nos
tumores glandulosos, na anazarcha, as hydropesias, as erysipellas, e associadaon junta
s preparaces ferruginosas de grande vantage n inda, as anemias, chloroses, falUs
de menstruac3o, ledcorrheias, desarranjos atnicos do estomago, debilidades orgnicas e
pobresa de sangue, etc. etc.
Devemos, porm, confessar que se todos os facultativos de Pernambuco nao fa-
tem um uso mais geral da jurubeba, porque os doeote? at boje sentiam repugnancia
em usar dos preparados empricos desta planta, o mais das vezes re ugnanles a traga-
rem-se, e que geralmente eram fetos por pessoas nao professionaes e sem os precisos co-
nhecimentos para a preparacao de taes medicamentos.
Pareceodo-nos pois de grande vantagem tornar mais conhecdo o uso da jurubeba,
procuramos estudar e-te vegetal em todas as suas partes, e das suas raizes, folhas, fru tos
ou bagas, nos havemos servido para, conforme as experiencias at hoje feitas e estuda-
das, apresentarmos aos facultativos, e ao publico em geral os preparados adianto descrp-
tos, compostos simplesmente da jurubeba ou associados ao ferro ; bavendo nos dado pre-
ferencia s preparaces deste metal, que mais soluveis slo nos suecos gasticos, afim de que
se possa lancar raao de diversos medicamentos compostos de um mesmo agente, ver-
dade, porm que esteja mais em relacSo com as molestias, suas complicacoes, idade, se-
xo, ou ainda u tureza especial de cada individuo.
.Nao devemos findar este pequeo trabalho, sem que recommendemos aos doen-
tes o n5o fazerem uso deste ou daquelle preparado di jurubeba por nos apresentado, an-
tes de consnltaretn um facultativo ; pois queso este pode conhecer o que cima dissemos;
e n3o basta dizer-se Tenho nina inflammaco vou lomar a jurubeba* preciso conhe-
cer a origera, marcha e complicacoes dessadoenca e examinar anatureza dodoente, afim
de que feito o diagnostico se appique entSo o preparado mais apropriado.
Parece-nos termos dito quanto basta para firmar o crdito de urna planta t5o vul-
gar do nosso Pernambuco I Oxal estas nossas observares assim publicadas facam salvar
aqu, ou na Europa algumas vidas ms por molestias a que aconselhamos o seu uso.
Urna so vida salva, nos daremos por felizes e compensados de nossos trabalhos.
Barthobmeu & C.
Deposite geral de l os preparados
Botica e drogara
34Ra larga do Rozario34
no armasen da Liga, raa Nova.
Vende-se nm terreno de edicacao com al-
gumas (litembeiras, na estrada de Belem, enera-
vado no sitio denominado Torre, o qoal tem 30
5almos de frente e 100 de fondo : a tratar com
os Antonio de Soura Correia, sen propietario,
na raa doCabug n. 1.____ t ________
01o~ d^iino.
Vende-se na fabricada travessa do Carioca n. 2.
Ssnael Power Johnston Companhie
Ruada Sensata Nova n. 4.
AGKNCU DA
Pandleio de Low Hor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios d<- carro para um e dona cavallo.
Relogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
MachiDas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
:**.;.
-* O cirargao Joaqom Jos Al ves d'Albo-
qnerqne Um o sea consultorio na roa do 2
Crespo, primeiro andar da casa amarella 9
n. 18, onde pode ser procurado a qoal-
IH quer hora do da. ^
mwmmm mmmmmmmm
81 Ama
Precisa-se de ama para o servico do- me
mestico de orna casa de familia : a Ira- *
m tar na raa da Cruz n. 42, de i as 4 horas
M da tarde. m
Hiift & mmmmmmte
Precisa-se de orna ama para cosinhar : na
roa nova de Santa Rita, n. 6, junto a fabrica de
sabo.
COMPRAS
Cempra-se um boi manso que sirva para
carroca, e ps de gameleira da f. ha miuda j pe
gados e que sirvam para iraosplaotar : a tratar na
ra esireila do Rosario armazem n. 6.
Ouro e prata.
Em obras velhas : compra-se na praca .'a ln
dependencio n. 22, loja de bilhetes.
Compra-se onro, prata e pedras preciosa
em obras velhas: na roa da Cadea do Recife
cja de ourives no arco da Conreino.
Compram-se libras sterliuas : na praca da
Independencia n. 22.
Compram se moleques at a idade de 20 an-
uos : na roa do Queimado n. 11 se dirqoem
compra.___________________
Comprase um cabriolet inglez (Oog Cart) :
na cocheira do Sr. Tbomai Peyoe, a roa da Senza-
la Nova.__________________________________
Libras a 10$000
Compra-se libras sterlinas oa roa da Cadeia do
Recife o. 1S, loja.
Machinas de costura.
Comprase ama machina americana de costara,
pretenodo-se do fabricante Grover-y-Baker: raa
d:i Det-OCO D. 41.
= Comprara-se predios em bom estado prefe-
rindo se os que fum edificad, s f m rhSos proprlos,
bem ctroo sejanv casa terreas on sobrado de um
andar e sjlao : qoem liver e qoizer vender pode
dirigir-se a rna do Queimadj n. 46, loja, que se
dir quero rompra.
Attenco
Em casa de Magalbaes Irmaos roa da Cadeia do
Recife o. 28, vende-se vinho de forto o melhor
que tem vlndo ao mercado, por preco commodo.
Brea em barricas pequeas.
Cera em velas de tod.s os lmannos.
Bogias.
Mercurio.
Na raa do Vigario n. 19, 1* andar.
Cevada nova
Vndese cevada mnito nova : na rna Dlreita n.
30, mais barato do que em outra qualquer parte.
Vende-se ~
machinas americanas de serrotes para descarocar
algodo : na roa da Senzalla Nova n. 42.
Tesouras para encrespar ba-
bados.
Vende-se tesouras de doas, tres e cinco pernas
para encrespar babados : ra do Queimado loja
de Azevedo & rmo.
Vende-se ama negrita : na ra da Impera-
triz n. 20.
Viaona
YEMIE-NE
a taberna da rna da Senzala Nova a 9, pintada,
s entrar para dentro e aviar os fregnezes : tra-
la-se na mesma. ______
Vende-se a taberna no principio da roa Im-
perial n. 45, defroote do viveiro, bem afregoezada
Unto para a trra como para o mato, vende-se
porque o dono retira-se para fora: a tratar na
mesma. ______ ______
Vende-se um carro de 4 rodas do melhor
gosto e solido, acabado ha pouco, sem ser forrado
e piolado : na officina do Carlos Hesse, na ra dos
Pires n 28._________________________________
LOJA DE JOIAS
CMBI'tti' -\T. D.
Venham a loja do Santiago compraren) anneis
com brilhaoies garantidos em agarras modernas,
pelo diminua preco de 10, bem assim ontras
muitas jotas de gosto, que deizo de mencionar os
preco (o que s sabero os pretenderte* a vista
dos objectos) para nao hostilisar os meus cumpa-
nheiros. Venham e sabero.
Na mesma loja compra-se ouro, prata e pedras
preciosas, assim como recpbe-e lodo e qualquer
concert ludo com proraptidao, acliando-se a dita
loja aberta at as 8 horas da noite.
Vende se urna mesa muilo boa e nova, nm
tscador, varios ferros de nigommar, um dito de
caixa e varias msicas de urna pessoa que se re-
tira para (ra da provincia : no corredor do Bisoo
n. 15.
PISTOLAS
REWOIiVERS
N. ft-llua da Inaperatrlzff. 9
Da mnito acreditada e bem coobecida casa de
viova Laport, Irmaos & C, espiogardelros de S.
M. L, esubelecida no Rio de Janeiro a mais de 40
anuos e prlmira neste genero at boje em todo
imperio do Brasil : roga-se |ao respeitavel publico
desta cldade para vir examinar nm bello sorti-
mento a' roa da Imperatrit n. 9, anliga do aterro
da Roa-Vista; os precos os mais razoaveis possi-
vels. O respeitavel publico encortrara' sempre
neste deposito dorante os das nteis, pessoa qne se
presura' satisfazer a cariosidade de todos, anda
mesmo nao desejando comprar este lindo sorti-
meato de armas Qnas e ordinarias, componhe-se
de espingardas de 1 e 2 canos para caca, de diver-
sos lmannos e qaalidades, pistolas de 1 e 2 ca-
nos, dem dem para bolso, eoldres e cinto, rewol-
vers sortidos em lamanbos qaalidade e systemas.
boleas de cooro, saceos para cara, polvariobea,
chumbeiros. estribos, brides, picadeiras, esporas
de ferro, lati e metal, caivetes de ailas folhas,
faeas, bainhas de conro e de metal, varetas, cha-
yes, oovidos para espingardas e ouiros mnitos ob-
jectos qne s com a vista anima ao comprador.
X. 8Ra da InaperatrlzW. O
_____________PERNAMBUCO. ,____________
Grande liquidaco de bis-
coutos inglezes
admira latas eom principe Alberto a l500, ditas
com bolachinhas perolas de 2, 4,6 e 10 libras a
1*500, 2S400, 3* e5*500, ditas com mixide, oval,
victoria, crirble.cracoel, lemoo e ootras muitas
marcas a 1* : isto s na Liga rna Nova n. 6X1.
Eructas crystalisadas
Caixas com sorllmento de pera, pecego, moran-
go, uvas, ameixas e damascos a 3J800 : isto s
na Liga.
GtZ.
uem duvidar ven ha ver.
Chitas voluntarias, fazenda superior, pelo baixo
prejo de 320 o rovado, cambraia com lislras e lin-
dos desenhos a 750 a vara, dita transparente com
ama e meia vara de largura a 1*100, chapeos de
palba a marujo para seunora, pega de madapolo
fino a 7*500, dita a 7*000, dita a 6*500, pechin-
cba, a ella artes que se acabe, s na ra do Quei-
mado o. 17, ao p da botica.
N. 97.
Vende-se a verdadeira graixa n. 97, de consig
oaco da propna fabrica, em barricas de 15 dazias
em lotes de 5 barricas arroba 28*000, em lotes de
10 bambas arroba 27*000, e por 46 barricas ar-
roba 26*000, por barrica a' dinheiro, seui descon-
t ; na ra do Trapiche n. 17, casa da esqnina,
escritorio de Eduardo Penton.
mmwm mmmmmmm mmm
Attenco
i Vende se nma taberna na melhor roa J
jaj* de negocio da Boa-Vista propria para I
2 priucipiaole por ter poucos fundos e ter 5
I bous .ou.modos para morada : 'a tratar X
na ra do Rosario da Boa-Vista o. 43. jaa
;imMtt mmmmm mmm
Ve'jdem-se doas escravos om mulato claro,
marciaeiro, id^de de 30 annos pouco mais oa me-
os, e outro cabra escuro, 'era offl 'io, idade de 20
anuos, ambos sadios e de boro comporlaraento : a
tratar na ra das Cruzes n. II.
Veode-se gaz na travessa da Madre de Dos n.
10, de primeira qoalidade em latas de 5 gales,
preso commodo : no armazem de Ferreira & Loo-
reiro. .________________________________
Vendem-se 2 moleques pegas de 16 a 18 an-
nos, 2 mrtatiohos de 18 a 19 annos sendo um bom
bolleiro, 4 negros bons para cachada, 1 moleqoe
de 12 anuos moito bonito, 2 negrlnbasde 12 a 13
annos moito bonitas, 1 raulatinha de 12 annos
muito linda, cose moito bem e principios de en-
gommado, urna mulata moca eom nma cria e com
todas as habilidades de engommar, cosinhar e co-
ser com perfelcae- porm s se vende para fora
da trra ou para engeoho, 3 negras com habilida-
des, 1 negro boro eosiobeiro, 2 ditos velhos pro-
prios para sitio : na ra do Imperador n. 45, ter-
ceiro andar.
Vende se urna mobilia de Jacaranda com pe-
dra com pouco uso, assim como mais objectos per-
tenrenles a sala o motivo da venda se dir a > com-
prador : na raa de Aguas Verdes n. 23.
Aos agricultores
Saaoders Brothers & C. acabara de receber de
Liverpool vapores de forga de 3 a 4 caaallos com
todos os perieoces, e mu proprios para fazer mo-
ver machinas de de-carnear algodo, podendo cada
vapor (rabalhar ate com i40 serras, tambera ser-
vera para enfardar algodo oo para outro qualquer
servigo em que asara trabalhar com aoireaes. Os
mesmos tambem tem a venda machinas america-
nas de 36 a 40 serras : os pretenderles dirijam-
se ao largo do Corpo Santo n. 11.
Veade-se as olarias de Jos Carneiro dalCu-
nha, telhas e tijollos de todas as qualidades, por
meos 5* em railheiro do que em outra qualquer
olaria : na roa d -s Hrazeres n. 38 e f-nlhos
Attenco.
Vende-se a taberna com poacos fundos e cora-
modos para familia oo pateo de S. Jos o. 51 : a
tratar na mesma.
Aos Srs. marcineiros.
Vende se espirito de superior qaalidade a 1*600
a caada : na ra larga do Rosario taberna da es-
quina defroole da botica do Sr. Birtholomeu.
Vende-se na cidade do Natal
Na ra da alfandega escriptorio da agencia da
companhia brasileira de paquetes a vapor.
180 bracas de amarra de correrte servida em
nma viagem.
180 ditas dita em bom estado.
2 viradores com 186 bragas.
5 cabos, espas, com 260 bragas.
2 ancoretes e ama ancora com sepo de ferro.
I escaler da primeira viagem.
I dito em multo bom estado.
80 quiotaes de cabo.
40 arrobas de cobre e metal de forro velho.
Nn porto Mnrit.
80 vergas de pinbo de 40 a 70 palmos de compri-
mento.
7 mastareos dito de 30 a 60 ditos.
1 caranguejo dito de 37 dilos.
1 roastro do^p/oa, 1 Jilo grande e 1 gurnp de pi-
nbo que forara de um tingue de 240 toneladas.
No porto de Gargas.
8 vergas de pinbo de 37 a 78 palmos de compri-
menlo.
6 mastareos de dito de 50 a 74 dilos ditos.
i caranguejo dito de 40 dilos.
E mais diferentes ferragens, cordas de rame,
6 ventiladores de metal e outros objectos de na-
vios.
Botas russinas
Perneiras e meias perneiras.tudo do{melhor qo
se pode desejar, chegadas pelo ultimo vapor inglez.
na ra Nova n. n. 7, loja do vapor.
(AL
No armazem da roa do Imperador n. 3 oa do
Caes de Pedro II n. 2, tem para ,vender-se o me-
bor saz existente no mercado.
Casaquinhas ou vasqulnas.
Cbegaram as mais modernas casaquinhas de
grosdenaple preto, ricamente enfeitadas, vendem-
se por prego moito razoavel : na loja e armazem
do Pavo, raa da Imperatrit n. 60, de Gama &
& Silva._______________________________
Ra da Esperanca n. 33 taberna.
Vende-se 25 arrobas d"e fumo da primeira qua-
lidade de rolo da Babia por atacado e por prego
muilo razoavel.
G\Z GAZ GAZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster &
C, roa do Imperador, um carregamento de gaz de
primeira qaalidade, o qoal se vende em partidas e
a retalbo por menos prego do que em outra qual-
quer parte.
Vende se urna taberna bem (causada e a
freguesada, com ponis fundos: na roa da Guia
n. 42, qn -.ra a pretender dirjale a mesma taberna
a tratar com o proprio aono.______________
Vende-se nm escravo de 23 annos, tendo bo
Dita Bgara esadio : na roa da Cruz n. 62.
Vendem se dus caas pequeas na matriz
da Varzea sitas na roa d > Fogo, com seus quiulaes
correspondentes as mesmas que vai de estrada a
estrada, com varios arvoredos de ir neos, tambem
se vende cada ama de per si : quem pretender
dirija-se ao pateo do Carmo sobrado novo que bota
frente para a ra de Hortas a. 2, primeiro an-
dar, que achara com i|Uem tratar, as ditas casas
tambem serven) para buiar qualquer negocio.
_ Vende-se om escravo cosioheiro e excellente
criado, idade 14 annos, por 750*: na travessa do
Carmo n. i.
Cylindros para padaria
Na padaria da roa Direlta
D. 84, ha sempre para vender
por commodo prego os co-
cheados e acreditados c*
liadros americanos para
darla.___________________
Vende se nm cabriolet de qaatro rodas e
quatro acentos, arreios para nm cavallo, todo em
moito bom estado e por prego commodo : a tratar
na raa da Imperatrlz n. 20.
Aovo horlihuciMo le pe -fumarias
unas.
Cfcegou para a artiga loja de miodezas a ra do
Queimado o. 16.
Bonitos vasos de porcelana dourada com banha
mnito lina.
Outros dilos de p de peda coro dila.
Garrafas com -upciior agua da Colonia.
Frascos com a^ua balsmica para deutef.
Dito de dita dettliMce.
Dito de extracto de quinquina tambem para den-
tes. rJ*H
Dito com superior agua flor de laraoja.
Dito de dita flor de roaf
Dito de dito vinagre de Venus para refrescar a
pelle. i
Dte de dito agua ambrlava para banhos do ros-
to, corpo etr.
Ono de superior agua de Colonia ingleza, de Pi-
ver e Labia.
Dito de excellente banha de Lubic.
Sabonetfs de Lubio, e outros de amendoa, trans-
parente, etc.
Cosroetique (on pomada) de superior qaalidade.
Pinos extractos, fraogipane, sndalo e outros
lambem de Anos e agradaveis cheires.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Bonitos vasos com po de arroz e pincel.
Caixinhas rom aromtico p de arroz.
Oleo inglez. dito philocome, babosa e entras qua-
idades para cabello.
Chromacome para tingir cabellos.
Essa apreciavel tintara chegou para a loja de
miodezas a ra do Queimado n. 16, assim como o
satxraeie branco, para se lavar os cabellos artes de
se usar da preparagao.
Cabazes de vitlro com perfumaras.
Vende se esses bonitos cabazes de vidro com per-
fumarlas, proprios para presentes, etc.; na raa do
Qaeimedo loja de miudezas n. 16.
Latas e Gopos c -ra banha fin*,
A bem cunhecida loja de miodezas a ra do
Queimado o. 16. acaba de receber as estimadas la-
tas eom banha flna, assim como copos de vidro de
ovo e bonito molde, com lampo de vidro e ebeiros
de excellente banha. Recebeu igoalmenl a pro-
veitose banha transparente que muilo serve para
acabar as caspas, e a aromtica e agradavel banha
japoneza e outra*. Os pretendeotes dirijam se a
dita loja de miodezas a ra do Queimado n. 16,
que sero servido a contento.
Booquet dos alpes,
Esse fino e agradavel extracto, vem em um bo-
nito vaso de p de pedra e este dentro de ama ele-
gante camua de papelo, de forma que a perfei-
co de nma coasa corresponde a superiohdade de
ontra. Esse apreciavel extracto aeha-se a venda
na rna do Queimado loja de miudezas n. 16.
Agua florida e tnico,
Vendem-se na loja de miudezas n. 16, rna do
Queimado.
Frascos com gomma arbica dissolvida
e pincel.
Vendem-se na rna do Queimado loja de miode-
zas n. 16
Tinta iodelevel para marcar roupa.
Vende-se na roa do Queimade loja de miodezas
n. 10.
Fita elstica para cs de balao, e aspas de
ac para os ditos.
Vendem-se na rna do Queimado loja de miode-
zas o. 16.
Bonitos ntremelos e babadinhos bor-
dados.
Vendem-se por barato prego na loja de miode-
zas n. 16 na raa do Qoeimado.
Tinta rxa e azul que fcara prelas.
Na loja de miodezas n. 16 a ra do Queimado,
vendem-se frascos grandes e menores rom essas
excedentes tintas, rxa e azul para fcar preta; o
prego dos frascos i 4000 e 500,
Graxa econmica em latas e barrilsinhos.
Vendem-se na loja de mindezas n. 16 a ra do
Queimado.
Vende se na praga da Independencia ns. 37 e 39,
capelias mortuarias, as mais bonitas que tem vln-
do a este mercado, para os stimos das e dia de
finados se botar as catacumbas e turnlos no ce--
miterio publico com as inscripg5esseguintes :
A mea pai.
A miaba mi.
A mea esposo.
A mi-nha esposa.
A men fJiho.
A minha filha.
A raeu irmo.
A minha irma.
A meu amipo.
Urna lagrima.
Amrzade.
Saudades.
RIVAL SOI "SEtitMIO
Ana do Queimado a. 4. loja de
miudezas
DE
Jos Bigodinho.
Est queimando as mioderas abaixo declaradas:
Frascos de oleo babosa fino 200 a 320 rs.
Ditos dito Mgo a 600 rs.
Ditos de maeag perola a 200 rs.
Dilos cem superior banha a 200 rs.
Canas com 6 frascos dec heiro a 800 rs.
Sabonetes finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla superior a 240 e 320 rs.
Livros para meninos com esiamps a 320 rs.
Caixas de 12 frascos com cheiro a 15-
Frascos de oleo babosa muilo fino a 400 rs.
Dazias dmelas superior uualidade para seobora a
4J500.
Cbegaram as agulhas balo (papel) a CO rs.
Caixas com bonitos soldados de chumbo a 100 rs.
Ditos de agua para limpar dentes a 500 rs.
Pedras de escrever (pequeas) a 160 e 200 rs.
Sapalos de tranga para homens e senbora a 15500.
Pegas de fitas de la preta para vestidos a 600 rs.
Grozas de boloes de madreperola finos a 480 e
640 rs.
Caixas de eolebetes francezes a 20 rs.
Pegas de froco de todas as cores a 200 rs.
Caixas com superiores envelope a 600 rs.
Pares de sapatiohos de la para changa a 400 rs.
Ditos de metas pretas para senhora, superiores a
360 rs.
Libras de pregos de todos os tamanhos a 240 rs.
Sabonetes de familia, superior a 100 e 120 rs.
Resma de papel de peso muito fino a 2.
Frascos com tinta superior a 100. 140 e 320.
Glosas de pbospnoros de gaz a 25200
Pares de botSes para puoho aj20 e 240 rs.
Carto com linhas de 200 jardas a iOO.
Meias ernas mnito finas a 4.
Caixa de pos para limpar dentes a 100 rs.
Caita de superior linha do gaz com 50 novellos a
II000 rs.
Pureeiras de coota para meninas a 320 rs.
Talheres mnilo finos para meninos c 320 rs.
Cartilha da doutrina christa 320 rs.
Frasco moito bonitos cora cheiro a 240 e 500 rs.
Caiza com soperiors seas para charutos a 20 rs.
Masso com superiores grampos a 30 rs.
~ EfiENiS.
Vende-se ou troca-se por predios neta praca
dois engeuhos no hgar de Agoa-Preta termo do Bo-
nito, haohados pelo re Piranji, e muito prximo a
estaga > da liona frrea em Una.
Um delles o Pao Oiho esta' completamente mon-
tado para moer canoa de assncar, com plaotagu
feita quer da propriedade, quer de lavrador, tedo
tambem montado alambique para destilar agur-
denle; moe com animaes, tendo ja' obras ero prin-
cipio para moer cera agua, o que se conrlue com
obras rom pequeo dispendio. 0 outro o Harmona
anexo ao primeiro esta' plantado de algodo, tem
excellente casa de vivenda, casa montada com ma-
chinas de desrarogar e de prensar; vende-se mais,
cavallos, beatas, bois e vaccas.
Sao dnas importantes propiedades para quem
se quer dedicar a agricultura, por offerecer as
maiores commoriidades' poi^ esta' a menos de duas
legoas distante da estrada de ferro actual, e tendo
esta da segnlr passara' em frente d'ellas: quem es-
tiver Bas circomstancias de poder compra-las po-
de se entender com seas propietarios Tasso Ir-
maos : a' ra do Amorim do Recife n. 35._______
Brides e pie deiras de
Ipojuea.
Vende i roa do Qoeimado Azevedo & f "0.
eOLLABES ROIER
ou
Aoodiiios electro-magnticos (-(mira as
convulses, e para facilitar a acut-
cao das criaiits. A Huia-braara,
oa rna do (temado n. 8 recleos
por lodos os vpres fraorezes.
Ja esto to coohecidos, e tamo se t<-m espato-
do a fama desses prodigiosos collares Reyer, que
se lorna desnecessario dizer mais leoma cousa
em abono de ens bons e effleazes emits; Insta
o lesteniunho de murares de pe>soas, que tem vis-
to e aproveliadi. o feliz resu-tado deists to mus,
iiuSo uecessanos collares Royer. A -quotidiaca e
crtscida extrargo, que vao tendo, rno.-ira anda
que o numero des piooiaiof ^e elt\a cr-nul
compradores. A agoia-biabci, porro.desejan^i
eoncorrer para nm lira de tanto aproveiiamenu,
tem feito os necessatios pedidos, pata que per lo.
dos os vapores frantezes Ihe sej rtmettlda ctrta
quantidade de ditos collares, para assim torrur-se
infallivel o sorllmento delles, na loja d'agoia-bian-
ca, roa do Qoeimado n. 8.
Ntereoscopo de mogno
Com bonitas vistas.
A aguia-braaca recebeu bonitos siereoscopes de
mogno eovernisados e cem lindas e agradaveis vis-
tas, e quer vndelos baratamente, sendo 1 caixi
nha com 24 vistas escolhidas por lOjOOO. f ode
lambem vender as vistas separadamente a comen-
to do comprador, qoe se dirigir a' ra do Quema-
do o. 8, loja d'agnia-branca.
Bolinas de merino
edm sola, para criangas.
A aguia-branca na ra do Qoeimado o. 8 rfee-
beu om bello sortiment de botinas de merme
cim sola para criangas, sendo o sortimerto va-
riado em tamanhos e differertescores.
Fitas largas labradas.
Alm do completo so amento de fitas que reps-
tantemente se acba na Itja d'aguia-hranra, esta re-
cebeu novamente om outro sortimerto de fitas lar-
gas lavradas, cajos lindos e novos desenhos a par
da superior qualidade as fait m apreciadas, i ?.-e
simples dizer talvez o pretenderte nao faga a y. sta
idea do apurado gosto de ditas fitas ; mas, se se
dirigir a' ra do Queimado loja d'aguia-branra xs.
8, couhecer que nada ha de melhor neste gtoero.
Latas e copos eom banha Una.
A agnia branca receben novamente a so| enor
banha em latas e copos de vidro com lampa de
dito, e contina a vende-los a 2a e 2500 pa raa
do Qoeimado loja d'agaia branca p. 8.
Leqites de madreperola, sndalo
e aeo.
A agnia branca, na rna do Qoeimado n. 8. re-
ceben nova remessa de bonitos leques de iraflre-
perola, sndalo e osso, todos de lindes dseme
Tambem receben ontros pretos para luto.
Tinturas para fazer os cabellos
pretos.
A apuia branca, na ra do Queimado n. 8. ara-
ba de receber novo sortimerto das apreriaveis t'io-
tnras para empretecer os cabellos, tendo caixichas
com ti n tu ra de chromacome, frascos tm colorie*
roe para lustrar os cabellos, ditos com onyehrrmnn-
tone para limpar as nonas, ditos com hydrc-ralle-
triebine para lavar os cabellos, sabao branco :>rr>-
bem para lavar os diios, raixinhas com tintura de
Helde Water ditas eom dita de L. Marqnes.
' lioneras qne andan*.
A agnia branca, na roa do Qoeimado d. S, re-
ceben novas e bonitas L. ecas, que movidas por
om roachinismo, andam perfeilatnente, e pela per-
feco e mvidjde das ditas se tomam excellries
para presentes: os pretendenles as acharar.-na
loja a'aguia branca, roa do Queimado n. 8.
Papel para flores.
A agnia branca acaba de receber novo sorllmen-
to de papel para flores, dito para folhas, dito verde
e pardo para cobrir as bastas, ps para rosas ele.
e contina a vender lodoisso pelos amigos e com-
modos pregos : os pretendenles que se dirijam a
raa do Queimado, loja d'aguia branea n. 8.
('apellas e flores finas.
A agnia branca receben novas e delicadas es-
pellas para noivas, assim cerno bonitos caixes de
flor de laranja,ouires de rosas, e outros de Pires
azueserxas, ludo de fina qnalidade e apurad
goslo : os pretendenles que se diriginm a na do
Queimado, loja d'aguia branca n. 8,sero bem ser-
idos.
fetroz francez em carreteis
e miadas
A agoia branca acaba de recd.tr =peri r re-
iroz francez em carreteis e miadas. A rrrelifnle
qoalidade desse.relroz o Urna preferivel Dlro,
e isso ronhecer qncm o comprar; na itia do
Qoeimado, loja d'aguia branca n. 8.
Meias de lila vegetal e de
borracha.
A agoia branca receben novamente essas rro
curadas meias de lie vegetal, to uieis quo pro-
vellosas para quem soflre resfriago nos ps ; as-
sim como ouiras de borracha para quem padece
de enchagao oas pernas. e vendem-se por pregos
razoaveis : na roa do Queimado, loja d'gnia bran-
ca n. 8.
S WlfSk IH M-. fmWI
M.MMMI
IGrande armazem de tin-i
tas medicamentos etc.
8 Ra do Imperador n. 22.
loo Pedro das Neves (ge-
rente) tem a venda o
segnlnte:
Productos chimicos e pharma- S|*
ceuticos os mais empregados em "
medicina.
Tintas para todo o genero de pin- !
tura e para tinturara.
Productos induslriaes e tintas
para fK res, como hotes de Beres y
e modelos em gesso para imitar V"
frucias e passaros com o compe- fa
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes *^
para pboiograpbia, tin'uraria, pin- W-.
tura, pyrotecnia etc. j*
Montado em grande escala e sup- yM
prido directamente de Paris, Lon- 5[
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa "
Spode offerecer productos de plena R
conGanca e satisfazer qualquer en- fli
jft commenda a grosso trato e a reta- }!
| lho e por preco commodo.
g$&ff ***** mmmmm
Remf dios do Dr. i. C. Ajer, ex-lene
da l'nivcrsidade de pensylvania, ros
Estadas-lnidos,
Exlraeto composto de salsa-par-
rilha de Ayer.
Peltoral de cereja.
Remedio paraaezoes.
Pilulas cal bar ticas.
O deposito central para as provincias:
Pernambuco, Alagoas, Parabyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios t3o fa-
voravelmente conhecidos e acolhidcs em
todas as partes da America do Sul e do
Norte, acba-seem casa de Theod Clirl*-
tiansen, i6 rna do Trapiche ca
Pernambuco.
Os presos de
335 por duzia de estrado de salsa-parrllba.
27* por duzia de peitoral de cereja.
17A por duzia de remedio para sezes.
7)$ por duzia de pilulas catharticas
se entendem dinheiro vUta, c m
o descont de 5 por cento em quanti ^des
de 6 a t2 duzias, e de 10 por cento em
' uantidades superiores a 2 duaias.
-.

I


Dtal ArV+nnhw+n T*r<* felra *f A(.ia de 18M.
O que occupa hoje mais a attsncjio do mundo
econmico? ._ o.novo systhem do proprietario do ar-
mazem de molbados
CAtfflL
53 RA DA CA0E1A 53 ,
PASSAJTOO O A.HC UJL COtfCEIClO.
Que sarge de novo basteando a baodeira da modicidade de prefos en taos os
seas superiores gneros.
Que o publico reconheca as vantagens que de tal systhem lhe resulta, o^M
proprietario do sitado armazem deseja, a que desde j o convida : passando tambem a
aoiar-lbe os procos de alguos dos gneros do sea esplendido sortimento. e para os quaes
pede
km%to
Gomma de milho braneo americana.
Esta endiente gomm*, multo se recomcommenda como o ali-ueoto mais snos-
taacial e salavel; servindo tio s para papa (no que superior de todas as outras
gammas e arinhas) mis tambem della se pode fazer pao-de-l, cangica, crome,, bolo
fraocez, podim, etc.: o preco de cada pacote de urna libra 800 rs.,' era caita tem aba-
timento.
rado.
Gr'os de aples preto a IJJWO, I800, M, -573*300 jilo coYado^-
Gorgurio prato de superior qualidadta 2*500, 2*800, 35 e 4* o co-
41 #5.9000 o
MANTEIGA INGLEZ.t de superior qualida-
de a l,28o e l.loo rs. a libra, em barril
se faz abatimento.
DEM FRANCEZA a mais nova que ha no
mercado a 6to rs. a libra, em barris ou
meios a 600 rs.
CHA HISSON de primeira qualidade a
,80o rs. a libra, alera desta ha muitas ou
tras proprias para vender a retalho, que
se vendem de !,6oo a \,800 rs. a libra.
DEM PRSTO o mais especial que tem viu-
do a este mercado a _,2oo rs a libra.
DEM recular de 1.600 a i,800 rs a libra.
QUEIJOS DO REINO ltimamente chegados
pelo vafnrs.ioo: ditos do vapor passado
a 2,000 rs
LATAS DE CHOURICV.S com 6 libras er-
meticamente fechadas, a 4,5oo, de barril
a ESTREMNHA pira sopa era caixas sortUas
de 8 libras, por 4.000 rs.
VCTH) VERDE io ve-dadeirosurao da uva,
e o mais propio para si beber n'este
imperio, pela sua eitraordin iria fresquv-
do e agr la vel gosto a 61o rs. a gar-
lafa.
AMS'XAS FftANCEZAS em frascos de 4 e
2 libras, a 2.800, e l,4oo rs. em ci-
nhas muito enfeitadas cora dive-sas estam-
pas i2, BISGOITOS INGLEZES emlafs conteni
diversas qualidades a l.oooe I,2oo rs. a
lata.
PRINC PE ALBERTO bolachinhas as memo-
res presentemente conhecidas a 1,600
rs. a lata.
SALAME HAMBURGUEZ chegados no ulti-
mo navio a i,600 a libra.
PREZNTOSverdadeiro de Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e 56o inteiro.
TRAQUES n. 1. em ca 8,000, e 2io rs. cada urna.
MAJVMELADA era latas de I, I '/ e2 li-
nras a 600 reis a libra.
I ALE* DE MAR MELLO em latas, a 800 rs.
FRUCTAS EM CALDA pera, pecego. alper-
ce, rainha Claudia, e gioja a 64o reis
a lata.
M0LH0 INSLEZ de diversa qulidadti, a
72o rs. o frasco.
MOSTARDA INGLEZA muito nova, a 800,
rs. o frasco
DEM FRANCEZA a 64 rs. o frasco.
SALMO E LAG0STIN chegado ltima-
mente, em latas de 2 libras, a 1,600. rs.
ARENQUES em latas a 64o rs. cada urna.
SARDINHAS DE NANTES em latas e meus
a 00 e 36o reis. .
V1NH DE COLLARES o legitimo vinho
desta locaiidade, muito superior e un
confieso alguma, a 800 rs. a garrafa.
IDFM MADURO overiadeiro do alto Dou-
roem barris de lo em pipa por 35,ooo
cada um. -
VINHO DO PORTO de diversas qualidaaes
engarrafa lo, inclusive o maisSno qu na
n'este genero, por 8oo, 1,000, !,->>*
l,4oo e 1,50o rs. a garrafa.
FEIJAO verde e carrapato em latas emti-
camente fechadas a 606 rs.
CHOCOLATE francez em pacotes de 1 WK*
por 000 reis.
AZEITONAS das chejadas ltimamente ae
Lisboa al,2oo rs. a ancoi***- So, a
guarrafa.
CAF 'avado a 21o rs. a libl*,"* T.ooo rs.
a arroba, e regular a 22o a libra,- e 680o,
a arroba. |
VINHO CHERRY domis superior do mer-
cado a l,5oo rs. a garaa, e 15,ooors.
a duzia.
MUSCATEL o verdadeiro de SetubM, a
l,8oo rs. a g-rrafa, e 2o,ooo a duzia.
VINHO BORDEAUX das mais acreditadas
marcas, S. Em ilion. Sant Juliei Haat
Brion a 7.w) e 800 rs. a garrafa, e em
caixa de d >zia. a 7,5oo e 8,000 rs.
VINHO BR^NCt de Lisboa de excelente
qualidade, e p<"oprio paramissa, a 800,
rs. a garrafa, on 8.000 rs. a caita de duzia.
MADEIRA SECO "a 1,2oo a garrafa, e 12;ooo
rs. adazia.
VINHO DO RHENO superior, a 2.000 a
garrafa, e 22,ooo rs. a duzia.
VERMOUTH d-a superior qualidade em cai-
xas de (2 meias garrafas por I2,ooo,e
garrafas por I,2oo rs.
AZEVEDO i FLORES
V n\ VIVEIA DO RECIPE 49
Nao Mam
Chapeos deso de seda a balito que valem 125 a tOf, em porejo ter abatimenio
de 10 por ce;.to.
M5es
-lo ultimo gosto em Paris, que estreito em ciua e largos em baixo, a 35, 45, e 55, dam-
se para a mostra.
Sobre-casacos di panno
Superiores, que valem 253 a 155, s o Bilo vende por este preco, paletols sa-
cos de panno finos que valem 155 a 105, tambem se vende calcas de brim branco finas,
ditas pardas, ditas e casemira. colete de casemira, paletots de alpaca branca, e muitas
o tiras roupa feitas que se vendem barato.
Agn vfjim os preco d?s fazendas.
Chitas para cobertas, cores fixas, a 320 rs dam-se amostras
Lias com lindos desenhos a 320 rs. o covado.
Cambra;asde cores, indos padroes, a 320 rs. o covado.
Chitas escuras e tiaras para vestidos diversos precos
Cambraia para vestidos.
Dita larga para forro de vestido.
Madapolo que val 105 a 75, s o Bailo vende por este preco.
Camisas inglezas superiores qae valem 45, a 35000.
Quem duvidar venha ver na loja do Balao.
Superiores moreantiqnes 125300,*2 covado.
' Bons cortes de m^reantiqne.
dem de gorgiiran adamascados. ____ _
Bons pannos e casemras.
Supriores alpacas, princetas, marinos e bombazinas.
Bons villudos pretos. im\
Grande variedade de chales de fil preto e de gnipurevi 55, 65, 85,
405, 125. 'de 165 a 205, e de 255 a 805 cada um.
Superiores retondas de fil preto e drguipure a 5, 10J, 125 e 235,
de 305 a 605cada nana.
Superiores algerieoes de 16 preto a de guipura de 125 a 255, e de
305 a 605 cada ana.
Bbns ehailes de seda' preta.
Ditos d Merino preto bordados e outras maitas fazendas pretas que
seria onfadonhe enumerar, na
TiOJl m COLUWAS
DE 4NTONIf> CORRR* HB VASCONCRLLO 4"C.
RUI DO CKRSPO W. 13
PHOSPHATO DE FERRO DE LERAS
Hffi EM SCIE1CIIS
INSPKCTQft-OA ACABBMIA DE f AflIS.
liste raadlcameato ferro^inoso to notavel como o phosphato de ferro de
Leras: assummidadesmarica do.tmiwlo-Inteiro adotarara-no comsolicilude sem igual
nosannaes dascienMa. As-cores paludas, dores de estomago, digestoes penosas, ane-
mia, (vmvile; -.eneas ilitficeis. idad critica das senhoras. irregularidade na menstruacio,
pobresado'sanrae, IvanohatisntosSO corados rpidamente mi modificados por este ex-
eellentecomposto. Eo conserva 1dr por excelencia dawade declarado superior nos
hospltaes e pelas academias a todos osferrnginosos conhecidos, ao idoreto e ao citrato
de ferro, porque o onieo qoo*MWfinrlaos!estomagos delicados,.qa nao provoca cona-
paclo nico timftem que nlo enegreee a bocea e os dentes.
E venda em casa de Maurer, e A.Caors.
i PECHINCHA SEM IGUAL
Ricos cortei de c^rgoria d seda proios adamascados para vestido com 13 metros
oa 18 a i0 coa<1o8 rada CKte. trtara de chin franceza, pelo baratisslmo preco de bt$
cada eerte: b loja dascolomoaa da ra do Crespo n. 13 de Antonio Crrela de Vascoo.'
cellos & C.
ItCA DO BRIJ1II lf; 98
O propietario deste estabeleciment deseja chamar a attenejo dos senhores pro-
prietarios para os acreditados mechanismos que continua a fornecer; os quaes garante
ser como seronre, da melhor qualidade possivel:
- Machinas de vapor
forca de um cavallo nara cima. As menores sin raai proprias para motores de des-
carocamentos de algodio ; ellas viajara armadas e podem trabalhar dentro de 24 horas,
depois de chegarem no fugar. Ellas tevam tudo quanto preciso para o trabalho, e
diversos sobrecellentes. As mt'hinas maio es s3o proprias para a moagein de canna,
e ha del'as q-ie podem junta e separadamente moer canna e dscarocar. Ellas podem-
seapplicar aqualquer moendi j existente sera oatra raudanga do que asubstiiuig5odas
rodas da almanjarra, ha tambem corh moenda junta. Ellas tem depsitos d'agua e boei-
ros de ferro, e nao precisara para ;-eu assentamento de obra alguma, qur de carapina,
qur de alvenaria. O tempo para assenta-las n31 excede de doze dias ao mais, e era
casos de mirtis de aniraaes ou arrorahamentos de acudes, etc,. garante-se o assentamen-
to em oito dias. Todas estes vapores 5o simp'issimos na construccSo, e se regem por
qualquer pessoa intilligente, a facilidade da condcelo sendo especialmente considerada,
tanto que n5o ha lugar em qnenosepossam condn/ir, qor por trra, qur embarcado.
Lembra-se aos senhores daengenho que a venda do< animaos e o servico da
gente oceupada no s'eu tratamento os ha de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, deixaodo-lhes a vantagem de urna moagem certa e acoderada; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalho que se
tem com elles.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que!
Ihes resulta de compraren! snas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas com-; tosJ*e senhora.
Loj do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento acaba de rceber pe-
lo vapor Extremaudre, e de sua propria en-
comraenda, um completo sorimento de ob-
jectos de apura Jo gosto e ttyns de comple-
ta novidade, como seja:
Riquissiraos necessaaios para., costaras,
tendo de madrepola.jnarfra, christal, eon-
tras muit,iS'.qwlidades. _
Ricas caix'mhas de mayleira macuetada*
[todas de madrept-la, oom msica, c o necee*
Jsario psransostura.
Cixinhas de mnsica, tanto de veio como
de corda.
Riqusimas malasinhas de madeira, for-
radas de marroquim, conteado o neeessario
para costura, propria para mexnasv.
Lindos vasos para pos da arroz.
Lindos" livrmhos com capa de-tartaruga
para missas.
Riquissimo snrtimento de enfeftes para
senhoras e meninas.
Cintos inteiramente novos.
Fvellas, de tartaruga, christal, e metal,
para cintos de senhora.
Leqaes de sndalo e de madeira.
Riquissiraos porta bouquets.
Lo vas verdadeiras de Jo vio.
Ditas de seda e de Escocia.
Lindos botes de christal, tanto para pu-
nhos, como para cohetes e abertura de ca-
misas, estes botes tornam-se recommenda-
veis, por ser inteiramente novidades.
Ditos de cornalina, brancos e encarnados,
para colleles.
Finas thesouras para nnhas e costura.
Lindos porta joias.
Ricos port relogios de porcellana.
Modernos pentes de tartaruga e a imita-
cao.
. Albuus para retratos.
Agulhas e linhas para crochetes.
Lindos aderemos de christal.
Rosetas e alfineies de dito.
A lerecos completos para luto, assim co-
mo brincos e n-setas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas para meninas.
Sapatinhos de seda e de mirin, para
baptisados.
Touquinhas e chaposinhos para dito.
Las de todas as cores para bordar.
Capellas para noiva.
Grvalas e mantas para homem.
AlQnetes para grvalas.
Riquissiraos livrinhos para notas, sendo
cora capa de raadripen-ia, marfm e cha-
grn.
Penas de neo de todas as qnalidades, do
afamado fabricante Perris.
Froco e seda frouxa para bordar.
Bengallas e chicotes de todas as cualida-
des.
Dedaes de marfim e metal.
Espelhos dourados grandes, e pequeos
ditos de columna.
Dito especiaos para as senhoras fazerem
os pentiados.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
Diademas do ultimo gosto.
Ligas de seda.
Ditas de seda e de algodo para mangui-
UTE A
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAURER i C.
PFRJAMBrCO
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. lS"a ataca as pennas de ac, da at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e pref'erivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de convmercio, documentos etc de
que se careca lonpra conservaca.
petentes para assentar as mesmas ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j pre-
paradas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem en-
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimento na ma-
teria era se traer podd n giranti-los do que as machinas que vendem sejam proprias oa
suficientes para o trabalho em que se queira eraprega-las, e no caso de desastre no
podem pre^tar-l es soccorro algnm; sendo que anda quando venham s fabricas para
concertar as machinas alheias, torna-se-ha preciso f.v.er repentinamente moldes novos,
etc. para as pecas estragad >s. J numerosas vezes estes vendedores tem representado
seas vapores como sendo de for?a raui superior soa actual e verdaleira forga; equi-
voco este q-nnos engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor,
mas tambera da lujir ao pagamento de ura preco excessivo, vista da for?a real da ma-
china que eompram.
Contas e tubos de ac.
Suspensorios de seda e de algodo.
Grande e completo sortimento de perfu-
maras linas dos fabricantes mais afamados,
assim como muitos outros objectos que se-
ria enfadonho mencionar.
S no Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7.
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magntico
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
Tambera ha sempre prorapto Rodas d'igua de ferro Sarilhos com cruzelas para as lie das criancas e contra as convnlsoes
Vende-sa nalivraria franceza ra do Crespo e ra Nova n. 18 de
LOU?a, VIDROS. CRYSTAES E POICEUMS.
OE
Ferreira Monteiro & Guiraanies.
H* ras lra;a d Rotarlo 8, |uato n i$itticnAnr. lnrtholornen.
iiroorietarios Jest^oavo e grande aromara de I )'iga participara ao respflitavel publico qae
;era tesa! un completa sorimento de lotice e ittros cotia s^Ja ricos apparelhos para
ir al 11050, brancos, dourados e com flletes i ores, garrafas, copos, clices, compoteras,
es, galheteiros, gaarnl^Ses para lavatorio-, neos vmis p-*ra (l>res, caodieiriis a gat,
mitos oairos artigos qae tado proni9ttem ten ljr nel miis diraiauto prec>) pos?ivel a di-
irem orn^imantAt.
orji
mesmas Moendas de canna de todo o tamanho, Rodas de espora e angulares, Paroes ou
coches para receber o caldo, Crivos e portas de fornalha, Taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, Formas de ferro galvanisadas para purgar assucar. Bombas simples e de repu-
cho, Alambiques de ferro. Eixos e rodas de carro, Arados, grades, enchadas a cavallo
e outros instrumentos de agricultura, SfunTlos eforn>s para fazer farinha e finalmente
todooobjecto demechanismo de que se costoma precisar..
Na fabrica se fazem obras novas encoramena e eoncertos. com a maior p'este-
za e solide,. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fim.
0 proprietario ser serapre mui feliz de poler dar informac5es ou esclarecimento
aos senhores que se servir de sen presumo.
D. W. Bowman, engenheiro.
GANIS.\S F84NCTS E INfiLEZiS
A' loja de fizendas de Aui^iisto Porto & C.
11Ra do Queimado-il
A' loja faendande AagnstA Porto 4 C. chegon ora grande sortimento de camisas
Inglezas para hornera, mono superiores com colariobos e sem colarinhos, continuando esta
casa a ter sempre completo sortimento de camisas de linho e de madapolo mglezas e
francesas para homens e meninos ; seronlas fie linho e Q009 colarinntw de muitos gustos.
Camisas francezas para senhoras a 5f, 5J500-e 6.
Sobretodos de panno de duas faces fzeoda superior.
Vestidos de Monde cora manta e capella par noivas.
Cortinados de cambraia bordados para camas e janelas de I2J a 80$.
Collas de seda e de laa e seda para camas de uoivos.
Grosdenapte de divrsas e lisdas cores e pretos.
Moir branco, lavas, maotaa e capetas para noivas.
Liarlos cortes de cambraia branca ricamente bordados.
Booels, gorros e chapeos de palha d* Italia para senhoras.
Lindas cortes de foulard de seda fazesda de muito gosto.
Cambratas, laazinbas e percales dos gosto mais modernos.
Tapetes para sof, piano e cara e tapetes em pecas.
Alcatifa barata a 40 rs. o covado, qoe com peqnena despeza se alcatifa urna sala.
Bons pannos pretos e azues grande sortimeBto de casemras pretts e de cores.
Sortimento de epariilhos, bales, meias finas para senhoras e homens.
Superior bombazioa, alpaca, canteo, prmcezas e merinos pretos.
Pao* vendados para cadeiras e panos Anos para mesas.
Malas e saceos de couro para viagem e sortimento de
Esteiras da India para for ar salas
tiUna do fciielmadoH
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendago, visto a
grande aceitaeo que tem tido. o que pode-
mos provar assim como, afiancar o effeito
que elles produzem, porque ha muito qrs
os recebemos e continuamos a receber por
todos os paquetes da Europa; e encontra-
do sempre na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7. __________________
Tasso Irmaos
Vendem ao sea armazem rna dt
Amni'im Q. 35,
Licor fino Curado em botijas e meias botijas.
Licores Anos sortidos em garrafas coa ralbas d
'idro e em lindos frascos.
VinbosCberes.
Santernes.
Chambertio.
Hermitage.
Borgonbe.
Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordeaox.
Cognac.
Od Ton.
PAezei lagniel.
Mataattenca^i
Muita atten^o
Grande liquidado de fazendas e roupas tef-
; ts naciooes, na ra tra Imperatrizn. 72
loja de Gumaraes & Irnto.
Ol praprie^arios detrmprtaote estaheleeimen.
to estao resoWrtus a Itqmdar por meaos aO por
cents, doyw-enrtiiwr' f*rr puto' vefim :
Chales de renda.
Venda-se (bales de renda por 34000, fazenda
qoe ja' se vendM por Itf e I W0807dite de teda
Kr 145 e la000. retondas pretas a 75500 e 85
a s na ra da Iroperatnz Tt.
Grande pechinrba.
Cabria* de edres mono finas a 240 rs. o cova-
do, ditas melhores a 280 e 320 r*., das organdis
de rquisimos desenhos a 360.400 e 440 n. o ao-
vado : si la roa ia Imperatriz o. 72.
Bretanha de rolo.
Vende-se brelama a peca, dita 4 ha*., lino a 85 e 85800.
Grande pecbincha.
Vende-se pecas *e ai^uoau uut a 45. 45500 e
llWI ralriz >. 72.
Quem davidar TenlavetJ|corUs de
caabraia rJ^SNL
GraMe iMdMk, AcDm m^braia bran-
cfc4-*toMaJ5WO 4|rWtos Milnoi a seda a
43500 e 5, corto de la a 33, 35500, 45. 45000
e 55, ditos cascoebita a 35 e 35300 : s aa ra da
lOpenMrH n. 72-
Laaziehas a 240 rs. o covado.
Veni-se< oratrandH sortimento laazinhas
floaa a 240. 28. 00, 320, 360 e 4*0 rs. o covado
esli se acabando.
E' barWissimo, chales a ,$000.
Chales de meriod **cai>pad(*'**j, 25500 e 3.
ditos fios a 45, 556OO05: na ra da Impe-
ratriz a. 72.
Cortes de brim a 4 230.
Grasde sortimento de cortes de brim a (5380,
15400.15600. 13800 e 1$, ditos de casmira a 2
25500, 35 85'
Chitas a 180 rs. o covado.
Grande sor ti meo 10 de chitas a lt*0, 200 e 340 rs.,
ditas fraacezas a 240, 280, 300. 320 e 360 rs., di-
tas percales a 400, 440 e 500 rs.: s aa roa da
InjperatrM a. 72.
Lencos a 2 a duzia.
Vende-se on. grande sortimeoto de lencos a 25,
25500, 35 e 35*00 a dozia, ditos de linho a 45500,
55 e 65, dito* bvrdados com bi.v a 43500 55,
ditos muito fin a 65, 75 e 145 a dozia : s aa
roa da' Imperatriz n. 71
A 50000 a peca.
Grantfe sortlromio duraadapolo-de 55,55500
61, ditos melhores marcas a 75, 85, 85500. M.
I05,ii5ei25.
Bafesa 35000.
Vende-se om atande soriiraeatooe baldes de at-
eo a 35, 33300, 45 e 45500, ditos de musselina 1
55 e 55500, ditos para meninas a 35 e 35500: s
8a ma da Imperatri: n. 72.'
Grvalas a 500 t.
Vende-se nto grande sortimento de gravitas
500, 640, 800 e 15, mantas Haisa 15iOel560:
s na toja de Guimaraes & Iraw), roa da Impera-
tnz n. 72._________ _
No armazem de azendas
baratas de Santos Coelho
Roa do 4*urimado a. 10.
Vende-se o seguiste :
Lences de panno de linho pelo baratsimo pre-
?o de 23200 e 25600.
Lencoes de bramante de linho de om s panno
a 352OO.
Cuberas de ebila da ludia a 25400 e 25800.
Lencos de cambraia proprlos para alg.beira du-
zia 15800, 25, 2500, 25600 e 43.
Baldes de arcos para meninas a 1JW00, 25
e 35OOO.
Algodo enfestado com 7 palmos de largura a
15100 a vara.
Atoalbado de algod3o vara 25.
Pecas de cambraia branca de salpicos com 8
mela varas a 45500.
Bramante de Imho fino com 10 palmos de largo-
a 23500 a vara.
Panno de linho com 9 1|2 palmas da largcra a
25400 a vara.
Bramante de linho de doas larguras a 15280 a
vara.
Bramante de linho de orna largora a 800 a vara
Toalhas de linho acolcboadas para mao, a 125
a duzia.
Ditas felpadas a 135 a dozia.
Guardaoapos de linho a 35500 a dozia.
Pecas de cambraia para forre a 25600 e 25800.
Pecas de cambraia adamascada com 20 varas
prooria para corflnado a 135.
Tarlatana de cores a 800 rs. a vara.
Fil liso fleo a 760 a vara.
Dilode salpicos a 15 a vara.
Planeta de cores 8w r.. o covado.
Bales de aros para senhora a 2J500, 35
Ditos de arcos encarnados a 35500 e 45.
Esleir da india ,e 4 e 5 palmos.-de largora
propria para forro de sala por menos preco do
qae em outra qualquer parte.
Cambraias finas de eres miadas a 560 rs. a vara
Neste armazem tambem se eneontra om grande
sortimentode ronp* feila e wor medida.
PHOSPHATOdeFERRO
IDE LERAS DOUTOR EM SCTENCIAS.
INSPECTOR M ACADEMIA DE PABIZ t
WSe existe medicamento ferrnjmose Uto notavel
como o Phostthmto de ferro de lent; as snmmi-
dades medieaes de mando inteiro adoptaran-a*
com sollicitude sem igual nos annacs da sciencia.
As cores paludas, dores de estomago, digestSes
penosas, anemia, convalesceneias dificis, idade
critica na* senhoras, irregularidade no mens-
truacao, pobresa do sangue, lymphatismo, ti
curados rpidamente ou modificados por esta
excellente composto. E' o conservador por excel-
leneia da sande, e declarado superior nos hospi-
taes e pelas academias a todos as ferruginosos
conhecidos, a iodorett e ao citrato de ferro,
porque o nico que cenvem aos estmagos de-
licados, que no provoca constipacao, o nico
tambem que no ennegrece a bocea e oe den es.
A venda as pharmacias de P. Maurer 4
C. e A. Caors, em Pernambuco.
> Panno de aleodao da Baha, proprio para
saceos de assucar e roapa de escravos ; tem para
vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, do
seo escriptorio roa da Cruz n. I.
f;^f
Xovoe grande deposito de '-superior carvao de Oardiffna
Baha.
Antonio Gomes dos Santos 4 C., ru de Sania Birbara n, 1, esto habilitados a supprir de
oarvSo, era condlces mais favoraveis qae em ootro qualquer deposito, a todos os navios a vapor qae
ccarem naouelie porto. A contratar nesta com Domingos Alves Matheus.,
Vapores.
Vende-se em casa de Saonders Brothers & C,
no largo do Gorpo Sanio o. II, vapores patentes
com lodos os perteoees proprlos para fazer mover
tres ou quatro machinas para dscarocar algodo.
POT\SSA DI RISSIV
Vende-se potassa da Russia maito superior e de
qua idade a mais apropriada para o fabrico de
assucar a preco rasoavel, no armazem de Jos da
Silva Lo y o A C.
Chapos do Chyli
Veodem-se chapeos do Chili pelo barato prec
de 15600, 23, 25500,35.45 e 55 : na praca
Independencia tojas ns. 4 6, 32 31^
Cl virgem. "
gVende-se na roa do Trapiche armazem n. 9
a mais oava que ha no mercado, por preco com-
raodo.
Francisco Jos Germann
[RA NOVA N. u
acaba de receber om lindo e magnifico cor-
liiuento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado Rosto da Europa e ocu-
los de alcance para observaeftes e, para "os
martimos.
Agua Mineral de Vichy.
Paslilhas de saes nataraer de Vichy.
Oleo de Ogado de bacalhao desempeado.. /
Oleo de rtiio dita ferruginoso.
Rob Laffeelur.
Xarope de cadelna de Berth.
Vloho de Beilint.
Xarope de Gibert.
Leite antiphtliticu centra as manchas do rosto
Coofeitos de ergotina. H
Coofeitos de ipecacnanba.
Cigarros antyasthmaiico de Jey.
O dontalgico de Doorado.
Deposito, pharmaeia de Pinto, rna larga do Ro-
sario o. 10._______________________
~" Veodeie~om sitto em Bem-flca e a margem
do Caplbaribe : a tratar com os Srs. Carvilho &
Bastos, rna do Queimado a. 18, loja.

L

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IIE6III11


s
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I
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I

>
If* '
Diarlo tv
- -Jer^ulf ir tA 4ci|iito de 1866.
N1CLPEDfCA
RA DA IMPERATRIZ .UUfAPE-M
fA^iMIlO^Nw 82,
*to a padarla Jr*c*M
DB
Paredes Porto.
Neste estabelecnento encontrar o rW-
peiUvel publico um variado sortimento de
fazendas francesas, ihglezS, suissas e alle-
ttes, yjae frveQdrSo por prer;o commOdo. I
EKM-SE
aaoae tfiiva a tieoro, Irai do flgara
U, eoMUtiOMlot oi,i o seguate rticos, que
receben, por caeomoieada propria de
\JhIV\-VOIU4.
" IIII
raude armazem de fazeoda e
roop feita, rtM da f nperatrtz
a. 5, arw importa lar ja
Neste esiabeteciQMtitO' eBoantrara''o respeita-
vel publico um completo suriimenlo de roupas de
todas as qeatdadus e proco euftfmtMo. como se-
t*m :<4wltoi na, panno, caseinira, prelo e de cores, caigas de
todas as qualidades, colletes de diversas qoMtita-
des e preces comaiodos, chapeos pnetos franoeees,
fazeoda de 10$ a 65, ditos da sol de alpaca e seda,
secretados de i)*Mt>-0rotfio* para wafen* a fl
meias cruas de basqua*iddes e precos nao-
dos, e outras muitas fazendas e roupas Teitas, que
se veodera moito barato : no armazem da pona
arga d. 61
T8%
AdmlaVfe! pectilocha.
Camisiohas de'eao.bratas%'000'rs.paraacattar:
a ruadaltopewfriz n: 52, arfaazew da porta lar-
ga junto a padaria fratrwza.
Cteeinira
:Veode^s6serrrltai*e-'eor a 45 o'corte : na/Yaa
da Imperatriz n. 52, junto a-padarla fraoceza.
&*les
' Vende-se beio (eriaoUaasjde ledos os'tama
bos a e iioOO i< ra da Impetatitii u. 52-
uuto a padalia fraaceza.
1^500
Wttrrmelt*
V'endem-M jn-ca* ^e uwaujeiob cu II aras a
1 #500 : a ra da. jopar arriaba. *2,poU larga.
Ch*les de reala a i&
Veadem-se chales oVrrada pretos, fazenda de
boa qualidade, a W por ter porfi : armazem da
porta larga n. S.
He tondas e bennws.
Receben nltMMtzwtrte ora urrimeato de re ten da.
e beoraos de seda e dralgwdo vir barato prego,
soutembarqui-t^- griisdeuaple, capas e rnaateletes
por precos commodos; armazem da porta larga
.2, Toa ta imperatriz.
Camt.raias lisas finas.
Grande sortimroto o cambraias lisas, qoe se
Tendeo i 35. :)53O0t 45, dita muit Una Victo-
ria a 5 e 55560, corles de tarlatana de bonitos
gostos a 3i'oM c i : ra da Imperaniz n. 52,
junto a padaria fraoceza, armazem da porta larga.
'"' liras e en- remeiofc berdados
Grande soriimontu de tir> e ntremelos borda-
.dos, pelo preco de 5o0 r. peca : ra da Impe-
ratnz o. 52, junt a nadara fraoceza.
Cortes de gorguro de seda ,
u$reta.
Vendem-se cortes.de .gorgorito de seda preta
para vestido cora 20> covado?, por barato prego 3
na ra da Imperatrfz n. 52, jauto padaria frao-
ceza.
60.0 rs
Cortes de alea.
Vndetn-se eorlesde caigas para servico a 600
Ti. i aa ra da Imperatriz n. 52, junto a padaria
fraoceza.
Lias de vestido.
GbB|oo a loja de Parede.- Porto um sortimento
de isas para vestido. 2'kO o couado ; .na ra da
Imperatriz n. 52, junto a padaria franceza.
Chambres
Chegoo nm sortimento oe chambres para ho-
mera a 4 eS$ : n*-roa da Imperatriz n. 52, loja
de Paredes Porto.
Ve Chegoo a raa da Imperatriz n. 52, ricos cortes
de cambraia, bordados a c-ruch, /azenda de -3Q&
por 12# : na loja de Paredes Porto.
25^000
Selecia cem 26 varas a pega, largura de 5 pal-
mos, a 2o : na ra .da Imperatriz n. 52, Paredes
Porto.
Machina americanas para deoca ocar aluodi.
idos idem. '
Gaz em latas de cinco galBes do mais purificado que vem este mercado.
Haiogiofi perfeitos reguladores eom corda t ara oito dias.
Oleo para machinas d costuras.
Abultas para as mesmas.
B. eu em bai ricas gratttes, e pequeas.
Saisa parrilha de Bfistol por Ltomau & Kemp, '
Agua Florida. ,
Anachauita de Kemp.
Tnico Oriental. >
Pilulas assucaradas.
I'asiillias vermfugas.
Pilulas lo doutor Brandretb. *
Prompio- a'ivio de Radway.
' Rezolt vo renovador.
Pjlulas. reguladoras.
'Fffrtafja'dernHho.
Vende-so tambemr

LDIDA(10
A JQIMHEIKO
seNALOJA^EARMAZEM
so
-*T-
Kua da Imperatriz n. 60
DE
tffA'i'SttiVs.
- t-l
[St. Estepbe.
BORDE AIX jSt, Julien.
(C. Marftux.
I.1 vudUade. JCLatte.
I Medoc.
I'OKTO
.1'e.aaJidid.,
Vmho'ftQO deporto embarris d'3/ f Superior vinho do Raeno.
Verooth;de Fiatstricora.
> Billar araaMco. >
Panno d'algodo da fabrica de Todos os Saatos.
dem. da ConceicSo.
Eoxore de !.* qoilrdade.
'ftincipe Real.
iPedro.V.
IMaria Pia.
Erinceza J). Isabel.
.Vctor mmanoel.
[uque.
haiia.
ZH jaiJA DO QUl]flAUO K
PechincJia
21<
' '
Pinas eambraias decores de moderooecostos ro00 rs.
Pecas de cambraia branca multo fina a 5.
tMBde sortimento de chitas para todos os precoa.
Lencos braocos para meninos doza 2j.
C oherla* de chita 4a India a SJfOCO.
Algodao trancedu largo paia toaltias superior fazeoda vara 1300.
Cambraia de linho para releos.
Fino e.-guio de linbo a i400. I'600 e 1*600 a ara.
d.rande pechiocha.
Fazenda muito encorpada para roupaae esuavus e pelw barati.-sin.o precu d 226 o covado.
Tendo os pr.prietarios deste rande estabeleci-
mento resolvido dimionir o grande deposito das
meadas que feo? na sua leja e armazem, promet-
iera vender mais barate do qae em entra oalquer
pw te, um o fio t aparar em diuBeiro e cada ve;
mais atjradarem aos seus numerosos freguttes,
portanto Ibes oCferecem um graode sortimento de
faztndas malezas e haocezas, as quaes vendem
por aucade e retamo. Goojprimelt mandar levar quaiquer fazeoda em casados fre-
guez, que oao podeiem vir a loja, ou mandar as
amostras deixando car o peubor, assim orno,
convdala as pewoa* uve neg escalla que oeste e.-ubt-lecimeato encvnlram um
grande sortimeto, vendendo se-lhe apenas pelo
prego que compram em prmeira mo hwotfas,.
gaabando-se apenas o descont, sendo a dinbeiro
a vista.
As'granadinas
Na loja do PavSo.
Chegaram pttlo onrbo Vapor da' Friona as mais
lindas eambraias trausparentes, grradlna!>, seBdo
cora o> padides de li.^iubas e Dures, conforme, se
usm ultiminreute as priteipaes cidades "da Eua
roua, e vendem-se peto'bliraiTSi'mo pirco d* 640
re. a *artiailoasiiiina(Btri.4o 'Parveo; aa ra i-
Impwauu b. 60, de liau. Oschak;, Uu jiavat 2tM.e e 2o rs.
t YJwa^* chales de merino estampados a 2*
e OPW0 cada tira.
! Unos oe iteraa- Irso a 8300.
pitos estmpalos daerepon a.M *i. e *060
unos pretos bordados com franja de seda a 1 if
N* toja e'arinaem 4o Paveo na toa da Impera-
ira n. 60 de fiama ^ Silva.
Para luto vmde o Pavo.
1 Seiim da China com 6 palmos de largara, fazen-
da preta para luto, rJrupna _pira vtslidos e roopa6
para homens, sendo esta nova fazenda se m lustro e
de multo boa qpalida.de, Jtarantmdo-se -nao ,ticar
rnssa etim o tempo e vende-se pelo barato preco de
ti e IA500 o covado, assim como oeste estabbleci-
i meci tem um frande soitimeoto de todas as fa-
. zendas prelas como ^ejam cea, e cintas preUs,
, lias| tapadas e transparentes, priocezas, alpaoas,,
sarjas, etc. : ha loja e armazem do Pavo na roa
da Imperainz a. 60rde Gama A 5ilva.
Os espartilbos do Pavo.
Vendtiij-s j uu.a grande e varia(i0 sormento de
espsttilhus'dos riais bem feitos que'tem Ivindo ao
mercado, sendo de'todos os'Waiatibo?,'veDderjdo-se
por um preco muito razoavel ; isto na lo'a do Pa-
vao na rta da'Imperatriz n. 60, de Gama'* Silva.
Rftiipa fetta.
:'N loja do'PtSo
CBde-se0estt esteelecilrrentu um grande sr-
timewo de roupas, tatiio de panno cumo caxeBwras,
a bros .plos-iaraiissiavo* preco como sejam
calca de caxemira preta 6 7 e 8000reis, pa-
elol de panno pr.-tc saceos a 8 e 12000 rs.
Cniai broncas,
Con 8 aalnas de largnrac
Wai loja dopavo.
Vende-se eambraias eraocas transparenies tendo
e palmos de largura, ou duas latguras das regula-
res, que acelila faier-e um vesuao apenas com i
raras, e vendem-se'pelos baralissimos precos de..
1*000 reis, e 1*280 a vara, anlcamente na loja e
amiBiem do Pavao, ruada lmferatnt a. O de Ga-
jos & Suva.
Bu lea baratos
Vende o Pavao.
Cbegou um graude sortimento de baldes de ar
eos Sendo auiericauos que sao o melhores e veB-
dem-se pelo baratissimo preco de 2j>50, 3* e
3*00: aa ioj. >io Pavo na ra da lmpeatriz n.
60, de Gama a Silva.
Hretaultas de rolo a 24800.
Vendem-se peca ge baetanh* oe roto te mo 10
vara cada ptga pelo baratsimo preco ae 2*Si 0:
na loja e arniazetn do Pavo na ra da Imperatri
a. 60, de Gana & Silva.
rande peohlncha
em chales a 4 na loja do Pav5o.
Vndese Bnlsstoos chales de merm lisos coa
franjas largas de leiroz udo as ceres segnintes :
encarnado, azul ciato, azul escuro, verde, cor de
canea, sofferino, maje na, tranco r rxo etc.. esta
fazenda vtnde-se sempae a 6* pela toa boa quali-
dade e agota liquida se pelo baratissimo preeo de
4 por ter grande poigo: na loja e armazem do
"Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
MACHINAS AMERICANAS
' Vcrdadclras do fabricante W. V. CaaMttOOglB O'C.
MsidKos aiLiricauos pira moer milhe.
ISa ra Nova n. io e 2, .glande deposito
das verdadeiras uwchkias americanas de todos
os f Lrcantes; se encontra neste deposito
granie porc3o de machinas, e. s venden)'por
menos preco do queem otrtra quaiquer parte,
por se recebar em dreitnra da America;, se ''^i'reca^osde.pannoinisMmoa 12* m e
1 .. ZAJUMhJ FtlJi 0 lilllr/i* rr.mlr.t jrlinA. nne cari* ^.._
foraece todas as explicacoes necessanas ao
comprador para conservado das mesmas;
neste g ande estabelecimento se encontra mui-
tos artigos americanos, que muito"deve agra-
dar ans agricoltores que usam de4aes artigos,
encontra-se lambem todas as^olleccoes de'de-
senhos sobre os quaes se aceita quaiquer urna
encutiiineiiila, que com prompttoo Ser esec-u-
tada; neste grande estabelecimento, eucon-
tra-se em grosso e a retalho, gr. nde porc^o
Je errageos, e miudezas .que se'vendem1 por prego coaimodo, pefltndo-'S a attencSd
de todos para este estabelecimento que moito lacraro em fazer seas oompras: na
ra Nova n. .20 Carnei o Vianna.
IVOVO DEPOSITO
SIS SS-Sazfij*
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1 ^ o
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RIVAL II SEGUIDO.
filia d Queinide o. 49
Est disposto a continuar a vender por prefO
qae a todos admira queiram apreciar e vir ver par
crer.
Grozas de pennas de ac moito boas a 390 rs.
Bonets moito unos para meninos a 15-
Peotes de alisar com costas de metal a 500 rs.
Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Pulceiras de cootas para seohoras a 500 rs.
Caixas de papel amizade a 600 rs.
Quedemos de papel moil < bem a 20 rs.
Peales e> tarrqga a JioOO rs. ....
Realejos para meninos a 100 rs.
Escovas para (impar dente a 200 rs.
fliralb s muito fino a 100 rs.
r 'xas de p de arroz moito superior a 800 rs.
r xas de lamparinas para ices mezes a 40 rs.
T .xas de obreiis de massa a 40 rs.
Grozas de boldes de looca a 160 rs.
P Pudores de ordao e na a 60 rs.
p-ras-de fila de ocom 10 vara a 320 rs.
artas de alflnetes francezes a 100 rs.
,ibras de alneles /rancezes i- qualidadea 2.
Novellos de linha/oro 400 jardas a 60 rs.
Ditos ditos com 200 jardas a 30 rs.
Caixas com alflnetes a 20 rs.
Pares de luvas brancas e de cures a 400 rs.
Grvalas da todas as qualidades a 500 rs.
Resmas de papel almaco superior a 2J400.
Caixas redondas com estampas a 100 rs.
Livros para assento de roopa lavada a 100 rs.
Bunecos do cboro muik. o mtos a 160 rs.
Frascos de superior agua de colonia a 400 rs.
a 1$ o cento.
Ra da Madre de Dos n. 5 e 9.
Na fabrica da travesa do Carioca n. 2, ven'
6-se oleo de ricino e azeite de varias qualidades-
.7
.--.
PARA DESCARQCAR ALGODO
Manoel Bento de liveira Braga.
ii-Riia lIrrita.53
Neste esttbetecimento se encontraro as verdadeiras machinas americanas coega-
das.oltimamenie,.as quaes sao fetas ^pelo mais afamado fabricante da America, por is-
so aviso a todas as pessoas que precisarem comprar, de se dirigir a este estabelecimento
que compraro das mais perfeilas neste genero, assim como mais barato do que em oulra
quaiquer parte, pora tsso se recebe por conta propria, a ondeeucontrar-setba tambera
grande sortimento de ferragens e miudezas. ^____________________________
m
DE
FAZENDA E fttMJPA FEITA
HUA \OVi M. S4.
Reg & Moora, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita ra Nova
n. 24, fazem sciente ao publico e particularmente aos seus amigos e freguezesyque
acabam de receber de suaeocommenda, um pereno sortimento de fazendas finas, entre
ellas casemiras de cores proprs paracosumes; panno fino dos melhores fabrcantee
proprios igualmente para casacas e sobrecasacas e outras fazendas de variados gostos,
as quaes vendem com vantagem sobre outro do mesmo genero de negocio, tanto pela
modicidade dos presos c< mo pela qualidade especial dos artigos que expe a escrMba de
todos aquellesquesedignaTemfreqaentar seo eslabeieeimefito.
Osmesmosicontinaado'oomo sempre, escudados e robostecidoa na aoeitacioe
iConfianca que Ibes tem sido di.-pensada pelo respeilavel publico, no espaco de tempo em
que se acbam estabelecidos procuram envidar todos os esforcos a seu alcance para cor-
responderem sufficientemente a expectativa deste e de seus numerosos freguezes e ami-
gos, por isso, admittiram para sua offleina de alaiate, quatro contra-mestres, uoccio'
Bando regularmente sob a tnHiediata direcelo do muito hbil mestire Lauriano Jos de
Barros, o qual, activo e diligente orno se ser. nao se poupa aos mais aturados .cuidados
de sua arte quando tem de salisfazer com brevidade e presteza quaiquer obra de encom-
menda,
Aq. contrarilos muitos que enphem as columnas do jornal com a repetiejo ociosa
de annuhcios em estylo sedico, n5o precisamos aqui a natureza dos artigos qae fssui-
mos para nao coHocar a smcertdadc dos nosso* tratos no perigo imminente que resulta
dessas antecipaces sera fundamento.
t000 reis, e euiro muuos artigos que serla eu-
fadonbos aqu reltalos; s na loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama Silva.
Lei.ce braucos a t0o reia a!
duzla.
Veadem-se eir{iis braucos Careada mtiito boa
pelo baralrssimopreco de -i a duaia, Dttos com
barra de cor a 2000 isto para acabar na loja d-
Pa^io na roa da Imperatriz n. 60 de Gama va.
t-ro*.dtuapi>ft pm tt\tt m laTo.
Vndeu>-se superiores srosdeaaples preos pelo-
baralissimos precos de 1500, 1G00, 1800 t
o covado, sendo fazenda muio boa, s para aca-
bar : na loja e armazem do Pavo, raa da Inipe-
ratnz o. 60, de Gama & Silva.
lti Vende-se superior bramante de linbo com 40
palmo de largara, .proprios para lences, pelos
baralissimos precos de l e 2600 a vara, assim
cerno panno de linho moli fino pelos baratissimos
precos de 640, 700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do Pavao, ru da imperatriz a. 60, de fia-
ma Si Silva.
>
se mira*
------r-r-

---------
A R
CaAMine:
AZEM
PE
Roupa feita e por medida.
26 Raa >ova n. 26.
Jos Antunes Guimares, propr eterio deste novo estabelecimento de roupas e
fazendas finas, participa ao reepeitavel publico em geral e a todos os seus fregueies,
e amigos, que estando sua.essa sobre a directo dedous dos melhores meetres'dealfaiate,
sejido umdclles o:Sr. f. E CMiranda, e o outro o Sr. Jaooel. J. G,i3arneiro, ambos
com grandes habilitares .tendeles a sua arte, .pelos-quaes digida.ASua ofilcina, e
achando-se bem montada a desempenbar quaiquer enconunenda por grande que seja,
se esforzar para sahira contento de seus freguezes, veudendo ludo por*"menos do que
em outra quaiquer parte. Ruga 3S pessas inleressadas que venham examilar sen estabe-
lecimento, e verificar por si mesmo oque declara, assim come faz sciente a todos em
geral, tanto desta praa como mismo dos do cenln, que quaUjuer eocommenda de obras
feilas que mandem faer oes officina nao sendo a contento de seus doios, pede que
as queiram devolver, aflm de novamenle se fazer outras que os satisfacam ; assim co-
mo declaram que n5o tero neutiuma responsabilidade, esperando sempre servir bem
a todos e de todos espera merecer p:otecc5o, sendo entregue quaiquer encommenda no
prazo de 24 horas ou em menos tempo se for de muita urgeacia.
a 4J*. aa loja do Pavo
Vende-se superior casemira entestada, propria
para calca, patetots e rolletes, pelo baratissimo
preco de 29400-cada covado, ou a 4 o corle de
calca, sendo fazenda qae sempre se venden a Si o
covado, ou a o o corle ; esta grande pechtncba
lieuida-se pel preco cima, na loja e armazem do
Favo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
MadajMiles a 3,5ft rs. a pessa.
S na loja de Pavo.
Vende-se pecas de madasolao fino coto 12 jar
das, pelo barato preco de 3300 e 4Q0O.
Kovidades!
Cambraias a Mara Pia.
Cbegarara as mais bonitas eambraias eom listas
de cores e com os mais delicados desenhes que se
vendem a 800 rs. a vara, Snissimos organdys do
mesmo posto que se vendem a t200 a vara, cas-
sas de cores coradiOer>ntes e moderaos desenbos
que se vendem a 240,280 e 320 rs. o cevado, lu-
do isto moito barato em atleoQo a qualidade :
na loja e armazem do Pavao na ra da Imperatriz
o. 60, de Gama & Silva.
Grande pechlueha em toalhas
para nio.
Vendem-se superiores toalbas de linbo proprias
para mo pelo baratissimo preco de 868 rs.. ditas
a 640 i-8'dilas a imitaco das felpudas a 800 rs.,
ditas fe pudas a \& : aecbinche zem do Pavao na ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
ATLANTA
Graode Jiovldade a SOO rs.
Allanta a 200 rs.
Atlanta a 200 rs.
Allanta a 200 rs.
Cbegou para a loja do Pavo o mais lindo sor-
timento desu nova fazenda, com otillo de allanta
propria para vestid e roupas para meninos, sen-
do esta moderuissima fazeoda da la com os,mais
lindos gostos de quadrinbos e listras tendo entre
ellas de eflr roxa e preta, com listras e qoadros
brancos proprias para lulo, e vendern-se pelo ba-
ratissimo preco de 200 rs. o covado nnicameute na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Cambraias de salpico a 2s500 e
3*O0.
Vendem-se cortes de cambraia branca cora sal-
picos a SSoOO, ditos com patminbas a 3000, corles
de cassas indianas undo 8 varas e meia cada cor-
le, tendo entre elles muitos roxos, pelo baratissimo
preco de 2$00, para acabar : na loja e armazem
do pavao, ra da Imperairiz D. 60, de Gama &
Silva. '
Vestidos braucos bordados a 60(100.
Vendem-se os mais ricos cortes de tarlatana
cambraia branca eom. lindas barras bordadas, a
Irazendo lodos os cortes enfeites sufficieoies rara
A 4# pechincha em chales de renda na loja
doKavSo.
Vende-se diales de renda petos tendo 4 ponas
e sendo muito grandes pelo baratii-simo preco 'de
4, ditos de renda de seda a 8 e 10$ : na loja do
Pavao na raa da Imperatriz n. 60. de Gama &
Silva.
Para mao
Lencos bordados
Veude o Pavao.
Este estabelecimento. acaba de receber um va-
riado sortimento dos mais bonitos lencos de cam-
braia primorosamente bordados e proprios para
mao que vende pelo barotissimo preco de i e
i600 caca um : na loja e armazem do Pavao na
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ultimo yusto tm lazinhas
Acba-se um.graode sor Omento das mais mudei-
nas : a Mara Pa, Ganbaloiuas, malhitadas, Ibas
e de qoadrinbos que se vendem por baralissimos
presos e dao-se as amostras : na loja e armazem
do Pavo ama da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Guarda baulia,
Vendem-se benitos guarda banfaa de laberynto
proprios para eaeoMos o^ cadeias. pelobrraiii-
ti.es prefo de 2 a 3,8000 rs. na loja do Pavo na
ru os coiiinaiK.s do l'tntui.
Vende-se om g:ande sortimento dos mais ricos
cortinados bordados, proprios para ramas a janeltas
pelos bai.lissio.os pr eos de Si, 10. 16}, IQi e
2S()00 rs. o par, assim como pecas da cambraia
bordadas e adamascadas proprias para o mesmo
din por preeos razoaveis, na Iria e armazem do Pa-
vao na ra da Imperan i n 60, de Gama & Silva.
Os ca luit* i,o l'avao,
Vendem-se os mais bonitoscachins de n.alha de
la com benitos gosU>, preprtes para sabidas de
theairo e bailes etc.eic. na loja eaimazem do Pa-
vo na roa da Imperatriz a. 60 de Gama & Silva.
ftlgodo'inh entestado
Vende-se superior algrdaosinbo com 8 palmas de
largura proprios para lences, peto barato preco
de 1000 rs. a vaia. na loja e armazem do Pavo
na roa da lmpeatriz n. 60, de Gama & Silva.
Orgaady a' 1 ,s(iO na loja do Pavo.
Veudem-se osmai. finos emais modernos organ-
dyes de cores eom os mais delicados desenhos^en-
de fazenda de 1600 rs a vara, e liquido-se pelo
baratissimo preco de dez tosioes a vara por esta-
reo tomando nm pequeo toque de mofo, isto na
loja e armazem do Pavao na ma da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Manguitos a oliO e 640 re s,
Vendem se manguitos e calcinbas para meninas,
pelo baratissimo preco de 800 e 640 reis, na loja e
armazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Lenco* de seo a a isOOO
Vendem-se lencos de sed grandes com bonitos
desenos, pelo baratissimo prefo de 15000 cada
om, mantinbas para grvala a 15000, 800 res, na
loja do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & silva.
Sedas largas a 1$600.
S o patio.
Vendem-se saperiores sedas com 4 palmos de
largura, sendo dos padres mais bonitos qoe ten
vlodo ao mercado, e vendem-se pelo baratissimo
preco de i600 o covado, cortes de dilas muin
bonitas com 18 covados a 38&000 : na loja e ar-
mazem do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gana
& Silva.
As eolehas do pavo.
Vendem-se bonitas .vichas de fusto pelo bara-
tissimo preco de 64000, dita- a imitaco a 3500o.
e grande sortimento de cobertores, tanto de la
como de algodo : na loja e armazem do pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores para vestidos.
Chegaram as mais bonitas alpacas de cores pro-
prias para vestidos, sendo lisas e tendo de todas as
cores meis modernas que tem vindo ao mercado, e
vendem se pelo barato prego de 640 rs. n covado.
ditas lavradas com as mesmas cores a 720 rs., di-
tas de accento branro com palmas de cores a 600
rs., todas estas alpacas sao moito largas e vendem-
se por estes dimitan, s precus : .na loja e armazem
do pavo, raa da Imperatriz o. 60, de Gama &
Silva.
Cambraia da Fscossia.
Vendem se as mais finas cambraias da Escossia
todas transparentes tendo mais de vara de largura
eom 9 varas cada peca, nelos baralissimos precos
de 65, 65500,7, 8, 95 e 105, grande pechin-
cha : aa loja e armazem do pavo, ra da Impe-
ratriz D. 60, de Gama & Silva.
A fOO rs. para lato, vende o
ParSo.
Vendem-se lazinha* pretas "proprias para luto
pelo -baratissioo preco de 1P0 rs. o covado: na
loja c armazem do Pavo roa da Imperatriz o. 60,
de Gama & Silva.
MadapolSoa 34500.
Vendem-se pecai de madapolo com 12 jardas,
sendo muito fino, pelo baratissimo preco de 35800,
dito moito largo e encorpado a 45000 : .na loja e
armazem do pavo, rna da Imperatriz n. 60, de
Gama rj Silva.
Corplnhns pretos.
Vendem-se bonitos corpinhos de grosdenaplfl
pretos, sendo ricamentente eofeitedos, a 105 : na
loja e armazem do pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Para olvas.
Vendein-se-rlcos cortes iie-9*da branca larrada,
vindo cada um armado no seu earto. rom a om -
ptente pa(pa e capella : na leja e armazem da
pavao, ma da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Chales de retida a 4.s000.
Vendem-se os mais modernos chiles de renda
pretos pelo barato preco de 45000 : na loja e ar-
mazem'do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Cera ama re la.
Caslnlras de adrlnhos.
Yendem-se bonitas casimiras de quadrinhos
brafecoepreto pelobaralissimo preco de 25800
cada covado uu a 4fi8f30 o corte, ditas de (ores, fa-
zenda muito boa, a 25460 cada covado tu a 45000
o corte: na loja e armazem do pavo, ,rua da lm-
peratrit n. 60, de Gema Silva.
Grande Sortimento-
fazendas" bahatas
Kua da Imaeratriz a 56
-"la e armazem da Arara
Lonrenco Pereira enres Ge i maraes.
Pechincha chitas 200 rs. o co\ado.
Vende se chitas escoras e claras a 200 ris o
CV\ s ,raDCMas Anas a 240, 280, 20, 360
e 400 ris o covado. Rna da Imperairiz loia da
ArtTi D. .
Arara vende hretanti de rolo a 3^0C0.
Vende-se pegas de Lretauha de relo a 35000
So ttSEMSTA Tuio* mo- 3&K
45000 e 55000. Ra da Imperatriz ija do Arara
D. 56.
Cassasfrancezas finas a 240 o covado.
Vende-se cassas francezas para vestaos a 240
280; 320 e 400 ris o covado, tilias OV Wiai de'
cores munlo rloas a 120 e 800 ris o covado Ra
da lroperairu loja4o Arara u. 66.
Arara vende cobertores a t#ftUO.
Vende-se cobertores de pello a tiSQO n bem
de cuta a OO.corxas de damasco a 45000,dtu.
de fusto a 55000. Roa da Imperatriz o. 56
Madapolo francez a 3500 a peca.
Vende-se pecas de; madapolo francez enfeslado
de 12 jardas a 35500 t 45000, dius de dito ioglet
950OO e 105000, dita oe godoznfK, imito fin,
a35000 45000. 55000,6W0,Um%m Rn
da Imperatriz 0. 56.
Arara venda cortes de cambraias de pacel
a 3tfi 00.
Vende-se corles de cambraia empapelabas de 7
varas a 35000, de 7 dius a 25300. Ra da Ia,i,e-
rairiz loja do Arara o. 56.
Cortes de tarlatana de cores a f000
Vende-se cortes de tarlatana decores para
vestidos a &5OOO ditos decambraia branro borda-
dos e de coi es a 45000 e 55000. na oa toperarv
Arara vende lasinhas a 200 rs 0 covao.
Vende-se ISaslnha; rara vestidos a 200. 240 3211
l i?n m o^Cr2'ad-0 d"aS ""L*" ^'miadas
a 3oO, 400 e 500 res o covado. Roa da imperetriz
Arara venfle os baloes a 2^000.
"oes de 20 25 e 3
ditos rr uno fin e modernos de
n. 56.
JWalJoS-!!1 --'- 3 "'^.35000,
cor elegante a 35000, 35500. 4000 e 65OOO, ditos
parrnD,Das a 3im e 3cS0- diU8 e* D'orsona
a 550OO ctiitas largas com um pequeBO toque de
mc'.La r,s covad dita" finas a 320 360
e 400 ris o covado. Ra da Imperatriz lo'ia da-
Arara n. 66.
Lojfr ra do Imperador nu-
mero 32.
Vende-se na r ova loja de calcados france?es to-
das as qoaMdades de raleados mais baiato do que
em outra quaiquer parle em cooseqoencia de r ber directamenie dos melboies fabricantes da Eo-
ropa
PRESOS.
Borzegoins de Sozer dos melbores ras-
peados de lo-tre.......
dem idem de bezerro. ...'.'.
dem dem.. .
450OO
105000
105000
J500)
dem francez patente dem. feMM
Idemut.m.......; fi5
Idtm fasp.as de loslre......yxj.nr,
dem bnm lina todo...... 55000
dem .dun aspeados de lostre.' .' .' 550CO
dem id.m ponteira amar ella. .
dem para seniora enfeiudos fabricante
Jully........
dem idtm sero enfeite nltimo costo. '. 55000
dem idtm........ 45000
dem amazonas para meninas, de toda'sp'
IHas,9rFS-...........55500
dem afbiiobM pao menina de todas as
unalioailes de 15000 a.....25500
dem sspaios de tranca..... J5S81
Id m ioeui estampados. 0 ... i 15400
As>im ccm outros arfeos que seria enfadr nho
mencionar, ar^r.ie-se a boa aiioii.iade da fazeEda
pnr ^r a mi> nova no mercado.
IN JECCA i^APSMS
:
.VEGET4ES
GRIMALM1'
Noto tratamento preparado eom as folkms de
Matico, aore do Per, para a eura rpida e in-
fallivel da Gonorrhea sem reccie algum da con-
traeco do canal ou da inflammacSo dos intestinos.
0 clebre doutor Ricord, de Paris, ler renonciado,
desde sna apparicSo, ao emprgo de quaiquer
Wro tratamento. Emprega-se a Injecco no
eomco de fluxo; as capsulas em todos os casos
chronicos e inveterados, que resistiro s prepa-
rares do copahu, cubeba e s injecces com base
metallica.
,_. A venda as pharmacias de P. MaurerA
C e A. Caors, em i e< uainbucf.
Na loja de Gama & Silva, roa da Imperatriz n.
60, tem para vender cera a mere Ha em por^o, sendo
em barricas e em candes.
Caaeoiiraa pretas 4frOO.
Vendem-se corles de casemira preta superior
Veudt-se iirt fundna., da Aurora, a melho-
res e mais p. rf.itascaixjQhas com fita de medir, e
telhs dp f-rro ealvani>ar;o. todo ior presos
zoaeeis.
Uueijos e cai-iie do Serid.
Veii.ie se .iiir'i.s e carne do Sendo especial
qualidade a 800 e 440 a libra, q.ieijos flamengos
do ultimo vapor a 25400. Oos novos a 320. lin-
cniga do serto a 480. rhnnr{< e palos a 8Q0,
presnnl-i novo a 00 : no paleo do Carmo esquina
da ra de Hurtas armazem n. 2.
Escravos fgidos
A tten cao.
hocoinmtuda-se aos senhores capites de cam-
pu e amorid de pol.ciat; a-piiso do tscravo de
u.'U.e A.laiL. lio, cu, os sijiu-ts scguintes : cabra,
baix ., y.ina.- uin penco uiwutida;, barba cortada,
rotula piwisia, anda sempre com acabeca de lado:
rendendo-se levera-no a ra do Imperador a. 17.
que sera recompensado o apprebensor.
. Ainda contina a estar fgido o escravo Jos
crioulo de 50 anuos de idade, alto, barbado, cara
comprida, fallas mansas, ps grandes e gro-sos:
qnem o pigar leve-o a sna senhora na Snledade oa
\-m Beberibe sitio da Sapucaia qoe sera' recompen-
sado.
A tten?o
Fugio no dia 12 de agosto de 18667 do sitio da
vravessa da Ponte de Ucha, o escravo preto de no-
me Fidolo, crioulo, idade representa ter 30 a 3*
anuos, estatura e corpo regular, cara redonda, com
pouca baria debaizo do qoeijo, tem nm geito na
bocea e em um olho por ter soffrido do ar de vento,
ps e mos grossas, andar apressado; levon vesti-
do caifa de brim trancado de algodo e camisa de
madapolov e deve ter em si camisa de la de cor
roza, ponteada, feita fra : Pede-se as autoridades
policiaes, capites de camp n qoalquer pessoa.o
apprendam e levem ao seu Sr. na roa das Crozes
n. 32, que sern generosamente recompensados.
Deaapprceo no dia 29 de jolOo, o escravo
Manoel.com os sigaaes segalntes: negro fula, com
um ferro no pescocA camisa e calca de algode
escuro, pelto estofado pgra fbra, foi escr vo de
J;>o FVrrelra Tabns da romarc.a de Caroar e
qoadade pelo baratissimo preco de 44500, gran- n'.,imamrt, (.*]; i?0rr.r t h,, innmr
corpo e mangas, pelo baratissimo preco de 65000, de pecb.ncba ; na loja e armazem do Pavo n% STeSeabo^ Roda encade San o Ao
d.tos com barras de cores unto de seda como da I ra da Imperatriz n. 60. de Garm Silva. f|"de' .Pm ^tar lev, o*a^ na estreila de Roa-
sao ctiegado pelo ultimo vapor, e vendem-se por
ses diminutos precos na loja e armazem do pa-
*2o, rna da mperatrli n. 60, de Gama & Silva.
Vestidos a U.
Vendjm-se bonitos cortes de cambraia branca
cota barras de fftres e todos braicos, pelo baratis-
simo preco da 45 : na loja e armazem do pavo,
ra da Imperatriz o. 60, de Gema & Silva.
Tapetes.
Vendem-*e ricos tapeto para slamelo baraiissi
mo prego de 85000 e IO50O : na loja e armazem
do pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
do Chyli a 00 e 6*i. Oesapparero do eogehn Victoria, freguezia
Veademae superiores chapeo- do Chvliproarios de Rom Jardlm, eemarca do Limoelro, o escravo
para homms, sendo dos mais moderaos qoe tem Malheuvao di 27 de junbo prximo passado, o
vindo ao mercado pelos baratissimos pregos de gUi uam. os slgnaes seguintes : baizo, grosso, ros-
55 e 65 e algons mais baratos : na loja e arma- lu redondo, olhos empapujados, perfelto de dentes,
zem do PavSo a roa da Imperatriz O. 60, de Gama c(,r alguma coosa folla, e tendo no braco esquerdo
? Silva. ehcostido a tounbeca da mao ora earoco, seme-
.lgodiozlnho a 9#50# a peca, ihante a tomUaho. O oito perlence ao abaizo as-
Vende-se pecas de algodosinbo, Undo 20 jar- signado. Qoem opegar sera bam recompensado
das cada pega, sem defeito algum, pelo baratissi- podendo entregar n'esta praga to Sr. Francisce
mo preco de 25600 o u 160 rs. a vara, agrande Antonio o'Albujneroue "Mello, prensa de algooo
peetneba ; na loja e armazem do Pavo a' roa da no caes d'Apollo, nu ao soa dono no dito engenho.
Imperatriz n. 60 de Gama a Sltva. 1 Manoel Francim de AiTMda c Meti.
I
1
[
*.


II .11-
s
Marto e **r

~ 9em felr ti e Aff e 1H
!
-


LITTERTDRA.
Sr. ministro da
se estnbou, em sea rela-
THEATRO U (CERRA.
lorio, para calcular o referido dficit.
< Como meio de roeltnrar 6 estedi da circula-
gao monetaria, propoe o projeeto que se retire lo
banco a faculdide de emistio de notas; e, divi-
0 Diario de S. Paulo dando a pubiicidae o se- do eMe eetebeleeimonto em dais repartigoes,
gainte artigo do Aw York roM acerca da oosea continu a i. deltas a faxer operares proprla-
"gcerra com o Parraguay ; precede-o deltas coas, mente bancarlas, e a outra empresiinos sobre hy-
oes. ao mesmo artigo poderiamos oppor can- potnecas, na forma dos arts. e 13 da lei de 14
it;uc5es valiosas, mas estando ellas no dominio ae setembro de 1864; e que, feiloi.sto, se d carao
pdico as parles precisas (orramo-nos a este ira- geral em todo "o Imperio ao papel do baoco.
3lb0# .. ,_______,,. .. Qaaoto aos reeorsos c/ue o projeeto se propSe
Quando deliberamos (aliar francamente ao po-
iostramento de eirculagao, tambem produi antas
que cumpre evitar. A eommisseo substituto tiU
por outra ojaosute qoe.l|o jpimtju pradento |
cautelosa.
Pronto ella atada algnns addltmento* ao ro-
ecto do Sr Silveira da Mette, que nio se occapa
agora de jastiflear, ja' por Ibe parecerem obvias as
raides em que se fuodam, ja' para nao demorar
ais o comprtmento de om dever qne, por motivos
libelos de soa vontade, nao foi desempenhada tie
proraptameate como ella desejra.
[aliar francamente ao
blico sobre o mo estado dos negocios da gu?rra,
foi depois i) amarga experieueia de erroi de mais
de um anuo, e de se fallar em quarteis de invern.
Acompanharaos assim a opinio geral, pois todos
eslo descontentes com a direceo da guerra."
Agora, veja-se o que diz sobre este grave as-
sumpto um dos mais importentes jornaes dos Esta-
dos oidos, que esta' observando o modo como vo
correodo as cousas da guerra. Nao concordamos
em todo com o New York Herald, principalmente
com a sua opinio stbre o resultado da Iota ; mas
tratemos a sua antoridade para mostrar que a opi-
nio estrangeira esclarecida tarobem nio cencei-
la lisongeiramente a directo bellica.
Chamamos, pois, a alieocao publica para o que
diz o New York Herald : bom que entre nos se
faja conbecida a opiniae dos escriptorea notaveis
estiangeiros. Ao pas, como aos amigos deve-se a
verdade, emboia triste .
A iheoria de occoltar ao povo os males que affli-
gera o paiz nao se compadece com o no-so rgimen.
.Somos livres desde a data da nossa constilaico.
A guerra qoesto do povo; elle tem direito de
saber como ella vai.
A GUERRA NA AMERICA DO SL.
Nossas cartas do Rio de Janeiro, hontem publi-
cadas, appresentam detalhes exactos so' re a con-
digno actual da guerra no Prata, e indicam a pos-
sibitidale de urna aova e ootavel applicago deste
antigo principioque nem sempre a victoria a
pattilha do mais forte.
Quando oube-se que a Confederaco Argentina,
a Repblica Oriental e o Brasil lioham-se alllado
contra o estado do Paraguay, acreditou-se como
consequeucia desse facto, que o resultado da guer-
ra seria apeuas urna questao de tempo, e que, ioe-
vitaveltnente, as torgas combinadas, esmaganam a
resistencia comparativamente pequea, que Ibes
poderia oppdr o Paraguay. Esse foi porm, um
modo de ver por demais precipitado; o actual esta-
do de coasas mostra que a determioagao, a cora-
gem e a energa, desenvolvidas pelo Paraguay na
lula, toroam-no sHperior ao numero e grande ap-
parato de poder, pelos inimlgos ostentado no papel.
O Ioteresse dos alijados resente-se da impossibi-
lidade da allianca, da falta de direcgio, de resolu-
to e animo.
A posicao delles tem alguma analoga com aquel-
la em que nos acbamos, nos primeiros asaos da
guerra contra a rebellio; como nos, elles soffrem
em consequeucia da estupenda ioaptido dos offl-
ciaes de todos os postos; a corrupgo nos contra-
tos tem ebegado a tal ponto, que, presentemeute, a
a principal questao nao esta' no roovimeoto ou nu-
mero das torgas, mas, antes, a de saber, entre o
exercito paraguayo e o tbesouro brasileiro, qual
resistir' por mais lempo.
Ao passo que a despeza faz-se na mator escala,
o exercito soffre pela falta de depsitos para os
quarteis-mestres, para o comroissariado e todo o
mais.
Outra notavel semelhanca com a nossa siluagao:
um distincto homem dos alliados prometteu por
termo a' guerra identro de trila dias.
Entre nos fez se igual promessa dentro de ses-
senta dias; ha apenas urna differenca de tempo.
Em ambos evidente,que,os horneas enesrrega-
dos da direceo dos negocios, nao apreciaram de-
vidamente a Iota que emprehenderara.
Este faci importante para as naces que fa-
zem guerra.
Emquanto os generaes alliados muilo prometiera
e nada farem, os Paraguayos desenvolvem todo xe'
lo e aclividade.
O tempo que Ibes tem fornecido os vagarosos
movimentos dos adversarios, tem stde aproveitado
em fortiflcarem a sua posieao no rio Paraguay;
posigo esta que necessita de ser tomada pelos al-
liados para chegarem a' capital paraguaya, e antes
que possam infligir qualquer serio revez a' ousada
repblica.
Todos os caminhos por agua estn obstruidos;
diz-se que existem torpedos no rio, e qae os loga-
res obstruidos esto guardados por artilharia pe-
sada
Por trra o caminho a igualmente difflcil, e refe-
re-se.que, as viuld e u-aa milhas de territorio ini-
migo, que os alliados precisara atravessar para ctae-
gar a Humalta'. exstem muitas fortlflcacoes, pelas
quaes se retirarlo os Paraguayos passo a pas-
sempre lutando.
Se na defenso destas forllficagoes mostraren
os Paraguayos o mesmo valor, ja' revelado em to-
dos os combates desta guerra, mullos dias volve-
ro antes que os alliados penetrem na fortaleza do
rio Paraguay.
Deve-se notar, qae, a coroparaco que flzemes
eotre os alliados e os EsUdosUnidos, apenas pre-
valece .dentro de certos limites.
Postoque a principio pratlcassemos moilos erros.
e ludo Bzessemos como que estupidameoie, ao de-
depols procede/nos roelbor, e Analmente, fomos
victoriosos. O mesmo nao assegaramoi que suece-
da aos alliados.
Para qae a mudanga de sua conducta possa ser
fruetifera, mister qae se faga mais cedo qae a
nnt
geveroo.
)javerno flca autorlsado para fatef opporta-
^Kte, dentro do praso marcado no artigo ante-
cedente, as operagCe de. crdito qae forera neees"
sarlai para effectoar o resgald da emisso do banco
do Brasil, qae flca a seo cargo.
i Art. 6.* O governo, na sea regulamenlo, de-
terminara' o modo pratlco de celebrar-se o no-
vo accordo para se cumprtrem as disposigfles des-
lia lei.
Ficam revogadas as dispesigdes em contra-
dar ao thesooro, consisteni elles em ceder o banco
e o governo a sua reserva metlica, e dar-se por
pago tanto do valor dos escriptos ou letras do the-
souro que liver em caixa, como do papel resgata-
do, na forma dos arts. 1 e 4.* da lei de S de ju-
Iho de 1853, ficando o governo subrogado as obrl-
gag5es contrabidas pea dito esiabeleclment para
com os portadores de suas notas at a importancia
daquellas tres addigdes, e devendo outro sira res-
galar no periodo de quatro annos, a' casia de em*
prestimos qae flca aoiorisado para contrabir, igual
somma de papel do banco.
A commisso concorda com as ideas capitaei
do projeeto; esta ella convencida de que nenham
meto resta de reergaer o banco do Brasil como
estabelecimento de eirculagao. Iavestido na quasi
dous annos do privilegio do curso forgado, esom
bra delle, e durante aquelle periodo, elevando a
emis.-an da caixa matriz quasi ao duplo da que
tioba ao comago de setembro de 1864; cora dous
tergos da carleira representados por ttulos Irrea-
lisavels em corto prazo, ou de liqaidago difflcil e
davldosa, o banco do Brasil nao pode mais satisfa-
ze> as condigSes essenciaes de sua ereago.
c Se nao se Ibe cassar o direito de emittlr mais
otas, continuar a ser, como agora, mera fabri-
ca de papel-moeda, dirigida a arbitrio da directora
sera o concurso, nem intervengo da assembla
geral legislativa, sujeita apenas intpecgo do
governo, qne infelizmente tem acorogoad, em vez
de impedir, os desregrameotos que levaran a eir-
culagao monetaria ao estado em que se acba.
< Concorda tambera a commisso em que o ban-
co continu a fazer as operagSds propriamente
nanearas, designadas as acluaes estatutos. Um
dos effeitos mais deploraveis da crlse que estourou
sobre a praga do Rio de Janeiro em setembro de
1864, nao foi o prejuizo causado a lanas vctimas
da cooflanga qae se depositava nos banquelros.
O qae neste ponto fez a manifestago da crise foi
descortinar aos olbos Iludidos que eramos meos
ricos do qae se suppuaba; que muitos milbares
de cootos, em cuja existencia se acreditava, ba-
viara ja' sido dlssipados de annes atrs. Um dos
ma ores males que ella prodozis foi o perder-se a
f nos benefleos resultados dos hbitos de economa
e de parcimonia das classes menos abastadas; foi
o espirito de dissipago qae a desconflanga gerou e
vai alimentando.
< O banco do Brasil com ama admioistrago
prudeote e econmica, livre dos perigos a qae o
arrastou a falsa idea de poder crear recarsos Ili-
mitados por meio da emisso, sflerecera solidas ga-
ranas ao publico; e adquiriodo a eonflaoga dos
depositantes poder, alm de outros servigos, dar
novo alent ereago de capitaes, elemento indis-
pensavel do progresso e riqueza dos estados.
Julga a commisso igualmente aeeitavel e con-
veniente a idea de se empregar ama parte dos va
lores de que dispde o banco, em operagdes bypo-
thecanas; porque, como ja' poodernu, grande par-
te dos litulosde sua carteira sao realmente de lal
nalureza, e melhor que elle se entenda com seus
devedores directos do que por va de Intermedia-
rios, cuja Intervengo, alm de negatoria em mul-
los casos, lao caro cus a ao lavrador.
i Nao 6 que a commisso acredite qne a repar-
E por que, para melhor ligar cora as emendas rCK
as dispostg5es do projeeto primitivo; parecen pre-
((.rivel redozi-lo de novo, a commisso emenden
dever sabaetter ao exaae a deliberarlo do senado
o segrate :
Projeeto para substituir o do Sllveira da Motta'
Art. I.' Fica o governo autorisado nao s para prusianos em Sadowa, no dia 3, foi O re-
renovar o accordo celebrado com o banco do Bra- do de uma hab manobra eslralegica/
sil em virtade da le n. 683 de S de jalbo de 1853, ... 7
mas tambem para alterar as di lei e as dos estatuios approvados pelo decreto o. dos na rectaguarda pelo exercito do prin-
1,213 de 31 de agosto do mesmo anuo, aob as se- cipe real da Prussia, ao passo que o princi-
l'M POLCO DE TUDO.
Como sabido, a victoria alcancada pelos
guintes condigoes.
| i.* O banco do Brasil cesura desde logo do
emittlr notas vista a ao portador ; mas podera'
fazer as ouiras operagdes qae Ibe permiltem os seas
estatutos, e eraprestimos hypotbecarios.
f Para este Ora sera' o banco dividido era daas
repartigoes dlstinctas, poslo que sob a mesma ad-
pe Frederico Carlos Ibes fazia frente.
Como se vai ver, o resultado de uma
grande balalha depende s vezes de aconte-
eimento bem insignicantes na apparencia.
Em 2 de julho, o principe Frederico
Carlos suspendeu a marcua do exercito do
mioislrago, e nenhnraa parte do capital, ou faodo j Elba em Kommenitz, a fim de dar tempo a
de cada ama deltas poder ppiraada s opera- j ^g 0 ejercito da SilejfH, commandado pelo
g5es da outra. j principe'real ch 8 i." A repartigo de bypothecaa receber como I tQada a 5 m,hag a |egle da aida de Kom.
fundo exclusivamente destinado para suas opera-
nossa.
Se nada se flzer dentro de ponco tempo, essa ai
lianga desnatural se romper' aos pedagos, e as re
publicas, que boje combatem unidas com o Brasil
passar-se-ho^araolado contrario. Mas. como
ba pouca prebabilidade de uma tal mudanca na
direegao da guerra, todas as probilidades presente-
mente sao que o Paraguay sera' o vencedor nesta
|Ota.
Foi bontem (27 de jalbo) lldo ao senado e man-
dou-se imprimir para entrar as ordens dos traba-
Ibas o seguinie:
c Eocarregada pelo senado de dar seu pare-
cer sobre o projeeto ofhrecido palo Sr. Silvelra
da Molta, na sesso de 3 do mez correnta, vm
a commisso de fazenda cumprir este imperioso
dever.
c Procurando o auxilio das laxes qae Ihe altam,
convidou a commisso para tomar parte em sua
discussoes o illastrado autor do projeeto, e sollic-
tou ama conferencia com o Sr. ministro da tazan
da. Infelizmente nao pode a commisso eolber
desta conferencia genio qae S. Exc. nio approva
nem o projeeto como fora apresentado, nem com
as modiflcagSes qae sugerir a commisso, e a
qae annuio o Sr. Sllveira da Molla.
O projeeto tem por fim nio s por tarmo a
ulteriores omiiSos do banco do Brasil, e tornaj
mais regalar a meaos ruinoso o estado da circula-
gao monetaria, com vaotagem do publico e dos
accionistas deste estabelecimeolo, mais anda mi-
nistrar ao governo netos de acudir a' mxima
parle do dficit do exerciclo de 1865 a 1866 ; oa
antes a' tolalidade delle, como se deve presumir sa
sao exactos os algarlsrao e ioformagoes ara que
ligao dos emprestimos bypotbeearios possa desde
j ou mesmo dentro de corto lapso de tempo, coa-
verter-se em am verdadeiro estabeleciraento de
crdito territorial; as condigoes de nossa proprie-
dade rural, oossos hbitos e costumes, e oulras
circunstancias que nos :o peculiares, irapedem
que laes estabelecimentos se possam j aclimatar
e medrar no nosso paiz; mas anda assim os era-
prestimos bypotbeearios a que se refere o 16
art 13 da citada lei de 24 de setembro de 1864,
serio um beneficio para a lavoura.
No entender da commisso a ultima clasula
do l 1." art. 1.*, do projeeto que ella ofTerece ao
exame do senado, sufficiente para evitar que .as
duas reparligSes do Lanco oporem de modo que
uma inllua ou possa comprometter a seguranga e
solidez da outra.
A commisso julga anda merecer a approva-
go do senado o aroitrio indicado no projeeto do
Sr. Silveira da Molla, de ministrar ao thesooro
nnvos recursos para as despezas do ejercicio de
l&tiS a 1866; mas nao se conforma com o meio
que elle propoe de leva-lo a effelto.
Metade, pooco mais ou menos, da actual emis-
so do bance do Brasil (Icaria a cargo deste esta-
belecimento; pela outra metade nenhoma respon-
sabildade teria elle d'ora em diante. E esta me-
tade representara uma divida do estado nao ao
banco, se nao ao publico.
Assim, ficaria existmdo na clrcul?go orna
grande porgo de papel-moeda sob a forma de no-
tas de banco do Brasil e representando indistincla-
mente empenhos contrabidos com o publico pelo
banco, e empenhos contrabidos do mesmo modo-
pelo tbesouro; e quando fosse necessario distin
guir quaes os credores do banco e quaes os do es-
udo (e fcil figurar hypotneses em que lato se
torne indispensavel), a dislincgio fora absoluta,
mente impossivel.
c De mais, o meio indicado no projecte tona
necessario e sen Ilustre autor o reconhecea, que
se d curso feral s notas do banco do Brasil. Es-
'a medida, porm, alm de outros inconvenientes
ponderosos, tem a de tornar, sena o impraticavel,
dispendiosa a extremamente difflcil a subsiitugio
das notes dilaceradas ou falsificadas.
c Eotende, pois, a commisso qae a parto da
divida do estado, em vez de ser representada por
papel do basco do Brasil, deve sd-lo por pape]
do thesooro idntico ao qae j existe na cireu-
lagio.
A nica razio plaasivel cem que pareca Impug-
nar-so este expediente a do aboso que, a pretexto
delle, se poden commetler, langando-sa na eircu-
lagao malor somma de papel do qae a autorisada
pelo poder legislativo; mas alm de que o mesmo
abuso se pode praiiear com as notas do banco,
forca reconbecer qae se o respeilo i lei, o caobo
de moralidade com que se devem distinguir os ac-
tos do governo, mrmente em materia de lamanba
gravidade; o severo cumprimento dos deveres dos
representantes da nago, e Analmente as providen-
cias eontrahidas em ama das emendas da corarais-
sao, nao basurera para coblbi-lo, tambem nio po-
der ser cohibida a repetlge do que ja' foi denun-
ciado na trlbana desu cmara.
A commisso nao julga acertado qae nos obrl-
gaemos desde ji a reembolgar no praso de ojoatro
annos a divida qae boavermos de eontrabir em
virlude das dlspoaigoes do citado projeeto. Nem
goes a somma de 35,000:0005 em Ututos da cartei-
ra actual do banco do Brasil qae mais proprios fo-
rera para ser convertidos em litlos hypotbecarios.
As operagdes desta repartigo serio regolada-
pelas disposicoes dos arts. 2* e 13 de lei n. 1,237
de 24 de setembro de 1864.
Art. 2.a A dedoeco de qae trate o art. 10 dos es-
tatutos do banco sera' elevada a It */ dos lucros
lquidos, e nao cessar seno depois qne o fando de
reserva se elevar a 25 */ do capitel realisado do
banco.
Art. 3.9 O governo pagara' a* banco nio s a
importancia do papel-moeda resgaudo na forma
dos arts. 2 e 6* da citada lei de 5 de julho de 1853,
mas anda a dos bilhetes oa letras do thesooro qae
existirem na carteira do mesmo banco.
Paragrapbo nico. A somma destas daas par-
celias e do producto dos metaes qae o banco liver
em caixa, ser integralmente erapregada em reti-
rar da eirculagao igual valar de suas notes I
Art. 4.* Para effectoar o pagamento mencionado
no artigo antecedente, e bem assim o de outros bi-
lhetes oa letras do tbesouro que existem na eireu-
lago emittlra' o governo ama somma de papeh
moeda igual das notas do banco qne tiverem de
ser rescatadas do modo prescripto no paragraphe
nico do art. 3*.
Art. 5* As notas do banco que restarem oa eir-
culagao, continuaro a ser recebdas coreo at ago-
ra as estages publicas, e serio resgaudas pelo
dito estabelecimento na razo de 5 a 8 / de soa
importancia primitiva, era cada anuo. Dentro des-
tes limites, o governo, oavlda a admioistrago do
banco, fizar aonaalmeate a qnote do resgate.
Art. 6.* O servigo da emissao e da gaarda do
material que ibe perlence ser incumbida a seceo
de substiiHico da eaixa de amortiaacio ; a os em-
pegados della que emitlirem oa conseetirem qne
se emita notas que nao sajara em substituido das
que por dilaceradas, on por outros motivos, devam
ser retiradas legalptente da eirculagao, sero poni-
dos cora as penas do art. 175 do cdigo criminal.
as mesmas penas locorrero os qae Qzerem sahir
ou conseniirem qae saia da caixa da amortisago
qualquer somma de papel-moeda, a nio ser por
troco, oa por effeciiva subsiitugio de outros bilhe-
tes dilacerados, oa para ser entregue ao Ihesonro
em virlude da lei que autorise tal entrega.
Art. 7.' A assembla geral legislativa, logo que
cessar o estado de guerra, assigoara' na lei do or-
garaeoto de cada exercicio a quantia que se tora*
de applicar ao resgate do papel-moeda.
Art. 8. E" appllcavel snbstituico e resgale
das notas do baneo do Brasil a disposicao do art
5a da lei n. 54 de 6 de outobre de 1S35.
Arl. 9.' O goveroo em seas regulameotos deter-
minar os meios praticos de se levarem a effeito as
disposigdes dos arligos antecedentes.
Art. 10. Trlnu dias depois da date da promol-
gago desta lei, flear revogado o decreto n. 3,307
da 14 de setembro de 1864, se o banco do Brasil
nao liver annoldo a" innovac do *sen eontrato
com o governo, nos termos proscriptos pela mes-
ma lei.
Pago do senado, em 2j5 de julho de 1866.Vis-
conde de 1 taborahy.Souza Franco.
Concordo soraeote cora o projeeto,Carneiro da
Campos.
O projeeto do Sr. Silveira da Motta, a qae se re-
fere o substitutivo das commlssdes, o segninte :
A assembla geral legislativa decreta :
Aru !> Fica o governo autorisado para innovar
o accordo celebrado com o baoco do Brasil, em
virtude da lei n. 683, de 5 de julho de 1853, e de
decreto 1,223, de 31 de agosto de 1853 ; e para al-
terar os estatutos approvados nesta mesma dala,
debaixo das segniotes coodlgdes :
menlz, e tomar informacoes sobre os mo-
vimentosdos austracos.
Ao meio-dia, mandou a dous officiaes que
fizessem um reconhecimenlo at Horitz.
Estes encontraram e inimigo, e tiveram
de retirar a toda a pressa para o acampa-
mento, acossados de perlo pela cavallaria
austraca.
Tendo ouvido o relatorio d'estes officiaes
e em vista de oulras informacoes, o princi-
pe Frederico Carlos decidio-se a atacar.
Durante a noute, expedio orden para que
o seu exercito avancasse immcdiatamente
para alm de Horitz, e envin o tenente
Von Normand com urna carta ao principe
real, para lhe pedir que atacasse na ma-
nha do dia seguinte, alm de Miletin, a ala
direita dos austracos, ao passo qne elle
mesmo os atacara de frente. Temia-se que
as patrulbas de cavallaria austraca e os des-
tacamentos vancados interceptasen a car-
ta aprisionando o official; porm o tenente
Von Normand pode evitar este perigo, e
chegou sao e salvo ao-quartel general do
principe real urna hora da madrugada ; s
quatro horas eslava de volta no quartel ge-
neral do principe Frederico Carlos, e lhe
dava conta da sua misso, assegurattdo-lbe
a cooperacSo do segando exercito.
Se este ajudante de campo tivesse sido
aprisionado ou morto no seu trajecto at
Miletin, a sua perda bouvera provavelmenle
influido no resto da campanha, porque
d'esta carta dependa em grande parte o
resultado da batalha do dia 3.
N'esse dia o- fogo d'artilharia coutecou as
fileiras e conservam-se as suai seccSes ,
e3tt circumstancia fu com que os prassia-
oa percam omito mieos unto de offi-
ciaes do qae os austracos. .
Um regiment ausfrafeo conta alm d'isso
mais officiaes a cavallo do qoe um regimen-
t prussiaso, e os seus ofociaes servem por
conseguirte de alvo s espingardas da
agnlba.
As duas quintas partes dos officiaes a ca-
vallo austracos foram morios ou feridos nos
ltimos combates.
O Monitor prussiano declarou que, as
balalhas travadas at aqui, os prussianos
anda _n5o perderam uma nica bocea de
f'go.
Se, pois, foram mandados circular pelas
ras de Vienna algumas pecas prusianas,
esta artilharia s pode ser aquella queorei
da Prussia mandou de presente ao impera-
dor d'Austria no tempo da sua allianca.
O Monitor Prussiano acaba de declarar
que os tratados existentes entre a Prn= a e
a Ita'ia impossibilitam a conclti-i > !j um
armisticio ou da paz com a Austria, sem a
annunencia reciproca das duas potencias.
E' p ^r isso que accrescenta o orgSo official
de Berln : a Italia n5o pode annuir, pela
acceltaco do Vneto, aos desejos da Austri i
de acabar a guerra. A Europa sabe que
nao foi o vil desojo de conquista que levou
a Prussia a travar a luta. A Prussia com-
bate por fins altamente nacionaes.
Pede para si garantas territoriaes de se-
guranza, e para a Alemanha o estabeleci-
mento da unidade, pelo menos na mor par-
te dos estados. O povo prussiano sacrifica
para alcanzar este fim, os seus bens, o seu
sangue e os seus filhos. Assim como era
1813, est convencido da santidade da sua
causa.
um soldado brasleiro, ainda joven, diriga-
se a am aatto contiguo, quando foi assalta-
por 4 paraguay >g.
O joven toldado n5o recuou ante os ini-
migos j bta-se como nosso verdadeiro
irmao.
Alguns outros soldados do nosso exercito,
teoaeudo o perigo a seu companbeijo d'ar-
mas, corriam em seu auxilio, quando o
enegico militar brasileirogenera? Ozorio.que
presenceava a luta desde o seu principio, e
que va toda a probabilidade da victoria
para o seu corajoso soldado, prohibi o ao
xlio dos seus companheiros.
O bravo soldado, depois de ama renhida
luta, conseguio prostar no campo a dous pa-
Jjaguayos, vista do que evadiram se o
outros dous vergonbosameote,
O general Ozorio, entusiasmado, como
verdadeiro brasleiro, pelo glorioso desfocho
dessa luta, em que foi victorioso um com-
patriota nosso, dirigio-se incontinente ao
seu encontr, apeoa-se, dea-lbe ora abraco
de patritico reconhecimento, e promoveu-o
desde logo ao posto de alferes.
Era de justica.
Honra, pois, seja fdta a esse nosso com-
patriota que to corajosamente desafrontou
a sua lig .idade de soldado brasleiro; e
uma palma ao distincto general Ozono que
15o de prompto prestou a digna recompen-
sa ao mrito de um bravo.
Factos taes devem eneber de orgulho o
coracao dos Brasileiros e daquelles que
amam a sua cansa.
O conde de Bismark, segundo diz a Li-
bert, de Paris, n5o desthronou s o rei da
Saxonia, mas o duque de Saxe Coburgo Go-
tha, o gran-duque de Saxe Weimar Etse-
nch e o duque de Saxe-Altenburg.
A historia designar, por certo, o minis-
tro prussiano Bismark o Saxicida.
Art. 2." Cessar o nance do Brrsil de ser banco
de emissao, a se converlera' em banco de descon-
tes, de deposito e bypothecario.
1.* Como o banco de emissao entrara' era li-
qaidago desde ja' obrigando-se a resgaur aoDual-
menle, pelo menos de 5 0/0 da emissao, cuja res-
ponsabilidade Oca a sen cargo, e como baneo bypo-
tecario applicara especialmente, para descont de
tiialos hypotbecarios, dous tarcos de sea capital,
actualmente representado por acgSes.
S 1* A natareza e di rei tos dos tiialos hypothe
carios se regalar nos novos estelme pelas dispo
sigoes da lei n. 1,237, de 24 de setembro de 1864,
arts. 2 e 13.
| 3.* Oa novos estellos organlsarao dlsttnete-
mente as duas repartigoes de descontos commer-
ciaes e depositese a do baoco hypotbecario, em-
bora ambas as repartigoes Bqoem sob a admiois-
trago commum.
4. O governo amortara' a emisso de letras
bypothecrlas. na forma do art. 13 da lei de 24 de
setembro de 1861, se nos novos estatutos se aecor-
dar na emisso destes litlos.
t Art 3.* As notas do baneo do Brasil, actual-
mente em eirculagao, terio o cono geral oo impe-
rto e serio recebdas em todas as estegoes publicas
como moeda legal.
t Art. 4.* u banco do Brasil ceden' ao governo
pelo preca crrante, a sea reserva metallica e das
suas caizas Alteas a o governo pagara' este impor-
tancia e das letras do thesooro qae esttverem na
carteira do banco, assim como a importancia do
papel moeda resgaudo, na forma dos aru. 2 e 4 da
lei de 5 de jalbo de 1853, tomando a ti a responsa*
se pode asseverar que estaremos to cedo habilite-
descara contrabir o avallado emprestlmo de.....; bilidade e encargo de resgaur, no praso de qo.tro
40,000:000,1 on mais, nem lalvez convenh. resga-' annos, o valor d emisso do baneo, qae for cor-
terTmanha rama de papel-moeda em to curto respndeme aquellas ir dividas, Ocando, portante
periodo. O rpido decrescimenio deste funesto o banco obrlgado|.meote a retirar por anno 5 0/0
sete horas e meia da manhaa, de parte
parte. A balalha ficou indecisa at ao mo-
mento em que o general Von Bbetz, en-
viado ao enceatro do segundo exercito para
certificar-se da sua posicao, regressou an-
nunciando que o principe real j havia co-
mecado a atacar da lado de Lusa. Um quar-
to de bora depois d'este ataque, a infamara
do principe real tinha posto os aurtriacos em
plena debandada.
O primeiro exercito voltou carga com
o principe Frederico Carlos sua frente, e
os austracos foram completamente destro
gados.
A batalha de Sadowa foi uma grande
victoria para o exercito prussiano. Este
exercito bateu-se com nma coragem inaudi-
ta, e durante quatro horas sustentou um
fogo terrivel. A causa immediata desta vic-
toria, como j dissemo, foi o ataque do prin-
cipe real contra a rectaguarda e a ala es-
querda dos austracos; porm, o ataque de
frente tambem teve uma grande importan-
cia. Se n5o tivesse sido t5o vigoroso, os
austracos teriam tal vez repellido este ulti-
mo ataque de flanco.
Segundo a opinio dos generas prussia-
nos, a retirada dos seas adversarios foi h-
bilmente conduzida, e a sua artilharia bein
dirigida.
O numero das tropas empenbadas no com-
bate, do lado dos prussianos, era de.....
250:000 homens. Os austracos deviam
guaes.
Todava, apezar da habildade dos gene-
raes austracos, a retirada effectuou-se com
perdas consideraves de homens e material,
e o exercito austraco teve de abandonar
grande numero de pecas de artilharia que
tinham eito fogo at ao derradeiro ins-
tante.
As ultimas batalbas travadas na Bohemia,
deram lugar as seguintes observaces, snbre
o systema de combater seguido pelos prus-
sianos.
Logo que um corpo d'exercito prussiano
toma posicao, estabelece immediatamente,
com uma rapidez incrivel, um campo en-
trineheirado.
O gado vaceum e todas as bagagens sao
deixadas no acampamento, ao passo que o
soldado marcha para o combate com um sim-
ples bonet e sem mochila.
Os austracos, pelo contrario, Unto os
officiaes como-%8 soldados, entram em fogo
t amesmo durante o excessivo calor, usan-
do de barretina e yestindo capote com a
mochila por cima ; evidente que os movi-
mentos dos prussianos sao muito mais de-
sembaracados do que os dos austracos.
Quando se sexecuta uma carga a bayone-
Na cmara dos comnuns na Inglaterra
tratando-se. nao nos lembra agora de que
festejos, perguotou um deputado a lord
Paluwirston, se todos eram obrigjdos a por
luminarias.
Cada um, disse o interrogado, senhor
de fazer o que lhe dictarem as suas sympa-
thias ou aniipatbias ; mas muito provevel
que os vidraceiros e vendedores dejlanternas
excitem a populaco a quebrar as vidracas
das casas que nao estiverem Iluminadas.
Formou-se ento ama companhia de se-
garos contra o perigo dos vid ros qnebrados,
e quem nao qoiz por luminarias segurou as
vidragas.
Um pequeo aldeo entrou por casual i-
dade n'uma taverna para comprar dous vin-
tens de bananas.
Achava-se l um sugeito qae gosava do
foro de jocoso.
A modo que o estou conbecendo, s
moco ? lhe diz o sugeito.
Nao duvido, responde o radaz.
A modo que conheco teu pai...
N5o duvido.
A modo que era sapateiro.. .
Quem sabe t
Se nao me engao foi elle que
isto... que trago nos ps ?
- Tambem podia ser. Meu pai
ferrador.
O jocoso mellen a viola no sacco.
Agora, que se princiam a apreciar as
vantagens da arma agalha, os francezes di-
zem que esta invengo d'um sea compa-
triota, Mr. Descoutures, antigo discpulo
da escola polztechoica e os hespanhes di-
zem que ella nao desconhecida em Hes-
panba.
Segundo diz La poca, de Madrid, exis-
tem modelos da arma agulha no museu de
artilharia de Hespanha, e n2o ba muitos
annos, sendo director d'esta arma o general
Serrano, propoz que o exercito hespanhol
adoptaste aquella invenco, nio se adop-
tando porm por causa dos inconvenientes
que lhe acharam em outros paiies.
Dous dos sargentos fusilados ba poneos
dias em Madrid, casaram poucas horas antes
de morrerem.
fez
era
Segundo as chronicas consignara, Cicero
detestava os pleonasmos.
Um da disse um sugeito em sua pre-
senca.
Esse homem, que esteve 9 mezes as
entranhas de sua mi.. .*
Acaso as outras mis trazem seus fi-
lhos na algibeira, disse-lbe Cicero inter-
rumpe ndo-o.
Contra a erysepela lemos a seguate re-
ceita em um jornal estrangeiro.
Deve-se cobrir a parte doente com flor
de sabugueiro.
Muitas pessoas teem obtido melhoras e
outras se teem curado mais promptamente,
pondo-lhe a flor da espiga do trigo em p,
e, na falta d'esta, farinha da trigo da mais
fina, mas enxuta ; de qualquer modo que
se af plique dever sempre cobrir-se com um
panno de linho usado, para segurar o p,
oa farinha, tendo cuidado de renovar, Te
tempo a tempo, esta applicaco, que mais
ou menos efflcaz, segundo a constituido do
individuo.
Para o mez de outubro a Franca ter
400:000 armas de agalha, com as que usam
os prussianos e que tanto damno eausaram
aos seus inimigos.
Tambem poaso garantir, diz nma carta de
Paris, que nos arsenaes francezes ha uns ca-
nhes at agora desconheoidos, e que sao
um portento...
Falleceu em Paris, depois de uma penosa
doenca, a viuva de Honorato Balzac, om dos
romancistas mais celebres de Franca.
mi m '
O jornal das Familias publica a seguinte
receita para fazer-se biscootos de flor de
Laranja.
Pe-se n'ama cassarola a porco de assu-
car e agua que se julga conveniente relativa-
mente quantidade de flores de laranja que
se tem.
Logo que a agua est em ebulicSo lanca-
se-lhe d. ntro as folhasde laranja, que s de-
vem ser c dhdas pouco antes de servir-se
d'ellas, e s quaes se ter cortado as peta-
las em pedacinhos.
Deixa-se ferver at que o assucar fique
claro, engrosse e faca fio.
Chegaodo a|esse ponto meche-se fortemeo-
te. deixa-se dar duas fervuras sem mexer, e
tira-sedepois do fogo,derramandoopromp-
tamente em caixinhas de papel, que j se
tero preparado da maneara seguinte.
Cortam-se pedacos de papel redoados,
qoe se collocam sobre a bocea de pequeos
copos, acalcando sobre elles a palma da mao,
e apeitando as bordas de modo qne ao tira-
Ios dos ditos copos, elles tm a forma de pe-
quenas caixinhas, as quae* se despeja pe-
quenas porces do doce, para que os bis-
coutos nao fiquem muito espessos.
Logo que o calor dos biscoutos seja sup-
portavel 'mio tira-se-lhe o papel e esto
promptos.
Esta qualidade de doce dura por muito
tempo.
Diz o correspondente de Paris para o
Diario do Rio de Janeiro :
Do corpo legislativo estrenara s ha o
Sena de intermedio, seja dito sem faltar ao
respeito devido aos legisladores : e que a
estribara de que fallo mais vasta que a do
Chantilly, onde o principe de Conde fez co-
mer o imperador da Russia.
Le ubrai-vos d'esta historia ?
O imperador maravilhava-se da magni-
ficencia e grandeza da sala em qae o prin-
cipe dava-lbe de almfar, as paredes esta-
vam cobertas de tapecarias, de gobelins e de
primores de arte, as mesas resplandecan]
deouro e flores.
A sobremesa levantaram-se as tapecarias
e o czar pode admirar os cavallos, qne
tambem almocavam com muito bom ap-
petite.
ni .
L-se no Artista do Rio Grsode :
Coasta-nos que no dia i4 Uj passado, d-
la, os officiaes prussianos nio sahem das pois do glorioso combate pelo nosso exercito
V

t-
>
4
.
i*
i
l
a manhaa de 25 de fevereiro ultimo fo-
ram decapitados na praea publica de Ningp
(China) qoatorze piratas de CantSo e a mu-
rher de um d'eHes.
Para assistir a esta execucio, havia na
praga milbares de chios.
Os condemnados sahiram da prisao e fo-
ram li praga sem saberem o que Ihes
queriam fazer, e s conheceram qoe iam
morrer quando lhe ligaram as mos.
Entao um perdeu o sentimento, e outro,
que vnha quasi morto, morreu aflictiva-
mente logo que o ligaram.
Eis o modo porque procederam com es-
tes desgragados: ligaram-lbes as mos atrs
das costas, passando-lhes am baobu' entre
os bracos, pozeram as costas de cada um'
am escripto indicando o seu nome e os seus
crimes, e depois collocaram-os todos n'unj
palanquim.
Cooduziram-os assim ao logar dosoppTi-
cio, onde foram decapitados, tanto o cada-
ver como os outros.
Um s se lastimou; os oulros, mesmo a
mulher, morreram com firmeza.
Dentro de 15 minutos tado eslava ter-
minado.
^Ti i
Aleandre Domas elogtava extraordinariamente
as obras a o rsracler de Vctor Hofo.
Observou-lhe om dos ouvintes que Vctor Hugo
nao formava delle a mesma opinio.
__o me zango por isso. Provavelmenle Hu-
go este engaado a meo respeito e eu tambem me
engao a respeito delle. _
PERNAMBUCOTYP. DE M. F. DE F. 4 FILHOS
* 7
% er
]
t


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