Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11047


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Full Text
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SEGBA FEIRA 20 DE AGOSTO DE 1866
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DIARIO DE PERNAMBUCO.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------- : : ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
Parahyba, o 5r. Antonio AlexMdrino de Lira;
Natal, Sr. Antonio Marqo.es da Silva; Aracaly, o
5sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Aires &
Filaos i Amazonas, o Sr. Jeronymo da Coala.
BNCARREGADOS DA SUBSCHIPCAO DO SUL.
Alagoas,oSr.Fraorno Tavares da Coste; Bahia.o
flr. Jos MartiBS Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAPETAS.
Serinbaem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preu a. Pimenteiias, as quintas
ftlras.
Olinda, Cabo, Eseada e estacos da Ta frrea al
Agoa Prea, todos es das.
Iguarassii e Goyanna as signadas e sextas reiras.
Santo Antio, Grvala, Bexarros, Bonito, Caroar,| AUDIENCIAS DOS JM&IINABS DA CAPITAL.
Altinho, Garntanos. Boiaue, S. Bento, Bom
Conseibo- Agnas Bellas Tacarat, as lerdas Tribunal do eommeveio
feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta. Ouricury, Salgueiro e Ex, as ojearlas
feiras.
segualas quintas.
Relami: tercas e sbados as f O horas.
Paienda : quintas s 10 horas.
JdIzo do eommereio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: terfas a sextas s 10 horas.
Primeira vara do clvel: tarcas sextas ao meio
im.
Segunda van do clvel: -qnartas a sabbadt a i
hora da tarto.
IltlEMERIDES DO HEZ DI AGOST&

DAS DA SEMANA.
3 Qturto ming. as 4 b., 57 m. a3.s. da t.
10 La aova aos 17 m. e 41 s. da t.
1* Qoerto cresc. as 6 b., 56 m 59- s. da m.
26- La cheia a 1 h., 14 m. e 29>s. da m.
2& Segunda. S. Bernardo ab. doul.; S. SamneL
21. Terca. Ss. Cerido, Camerino e Patrno mn.
22. Ovarte. S. Fabricltno ro. ;.S. Antnoza m.
23. Qointa. S. Felippe Benio;S. Davina.
\i*. Sexta. S. Bartholomeo ap.;-S. urea v. m.
'25. Sabbado. S. Lniz re de Ffanga.
36. Domingo. S. Z-ferino m.;;S. Adriana ro.
PREAMAR DE HOJE.
Imeira as 0 bofas e 30 m. da urde.
'segunda asO horas e 51 minutos da manaaa
PAHTlQA DU3 VaPOHSS CoSTittU..
Para o sol at Alagoas a 14 e 39; para o ooru
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; aara Faraaa
do ns das 14 .'os metes de Janeiro, atareo, tate
Jalbo, setembro e novembro.
ASSIGNA-SK
no Recite, na Hvrarla da praca da tudependeneit
ns. 8, dos proprietarios Manoel Figneiroa de Paria
4 Filaos.
INTERIOR.
cada urna das propostas; emendo, porm, que es-
ta especie de almoeda vicia completamente o con-
trato que tem de celebrar-se, demonstrando ao
mesmo tempo que nao (oram consultados os Inte-
resses da fazenda publica.
V. Exc. sabe qnaes sao as minhas Ideas a res-
peno do modo porque deve ser o-necido o exerci-
0 fornecimento contratado;
RIO DE JANEIRO'
Discurso proaiuieiada a* sease, aa sessit de 19
da passais, pelt fia. Sr. visetnae da Ba-VisU, U, e que nao preflro
....... a. ...o .... .._* M-MiiUat* ila Ria mas contrato qoe tem por orfgem orna arrema-
acerea de actos seas como presiden* de Hit ^ U( Qni| de0j ^ ,, desTiaU|0.
brande dt Sal. I so a' fazenda publica, e mandarla proceder a' no-
O Sr. Visco.nde da Boa-Vista : En nao pedera va arrematacao, sendo as propostas em carta fe-
a palavra se nao esttvesse compromeuido a expli- chada, e logo resolvidas, como uso, se tivesse de
car ura contrato que fiz como presidente da provin- { resolver sobre ?quella.
a do Rio Grande do Sol. O nobre senador pela; Alm disso, parece-me que o contrato para
------------------------.,.......v,------------------------
um eommlssariado, como S. Exc. entende, ero
como explicoo aqu no senado consa multo diver-
sa : sao Ideas miabas.
S. Etc. ordeaon-me, pois, qae adoptasse a pro-
posta de Alves Leiie, mas nesta mesma data ( 28 )
quando me ordena assim a adopcao da proposta de
Leite, manda fazer o contrato de Orngoayana,
como o senado val ver : (Lendo.)
Gabinete do ministro.-Urogoayao.Minis-
terio dos negocios da guerra, em 28 de setembro
de 1865.Illra. Exa. Sr. Attendendo s denlo-
raveis circunstancias em qoe se acha eolloeado o
exereito, pela demora bavida na celebrado de no-
vo contrato para seo fornecimento, nao ofctaote
ter sido cora mnita antecedencia aotorisada pre-
2Lth?i?.ri fW,e aDDeX 9 em ^ ,oreced,)r, 5ar> o me foi commuaieado por V. Exc, ver-
se oongava a forneaer por mala om mez, de ma- dade...
O Sr. Ministro da Gmeiuu :Sa nao sabia do
contralu___
O Sa. Viscondb da Boa-Visxa :____como la en
ditendo, contrato de Uruguayana por quatro mezes
com o mismo ornecedor (6) do exereito do Esta-
do-Oriental e qae devia ter muilos vveres....
O Sb. Ministro da Gsbba : Nao. seahor, Un-
to qae soffremos muitas necessidades.
Sr. Viscondb da Boa Vista :... qne devia
ter mnitos viferes por ter paasado o exereito a ser
foroecido por outrem. (7J Tendo appareoldo o
contrato de Uragoayam, confdsso que me achei
neira qn o fornecimento em'^sa de se acabar no
fk de setembro, lena de acaW ao flm de ootu-
hro. (3)
O Sa. Ministro da Gubroa :Veja o coalrato
qne diz o contrario.
O Sa. Viscondb da BoaVbta :Nao senhor, o
contrario I
O Sr. Ministro da Gobrra :Mostrare!.
O Sr. Viscondb da Boa-Vista :_Mostre V. Exc.
quando quizar e o que quizer.
O Sa. Mjnistroda Gubrra :No caso de ser
aeceiu a proposti ; era condicional.
O Sr. Viscondb -ia Boa-Vista :Era ara mez de : erabaracado...
provincia de Minas-G*raes (o Sr. Oitooi), a oilima j (oreeciment do exereito di provincia deve se II- sidenela da provincia a effectaa-lo e considerando fornecimento repito e s deixaria de ser para quero u Sr.'Ministro da obrra -Se i
vez que talln pedio-me explicacSss, e respond mjur a" mesma provincia sem distincco de exer- qoe inteiramenle Impossivel prover de prompto, i po^sse tdviobar qoe Alves Leite nao assigltria o contrato
em aparte qoe em lempos as darla. Na cmara
do-.se desle objeelo, assegarou qne eu dara expli-
caedes oo senado. Ja' se v que estou compromet-
lido a dizer alguma coasa sobre este assampto
cito de operaedes e de reserva. Com effeito, como pelos meios ordinarios, a to palpitante necess da
jolgar do faturo de nossas operacSes na Confede- de, declaro a V. Exc. qne approvo a proposta qoe
racao argentina e Paraguay ? Sera' possivel nm acompanha o seo offlcio de boje, com as modiflca-
caleolo sobre o valor dos gneros que leo de ser. c5es a qoe se refere o dito offlcio, segando o qaal
fornecidos, e sobre as necessidades do nosso exer-1 mandara V. Exc. lavrar e assignar o competente
portanto, nio voa tallar propriamente sobre o ere- Cito ? Com6 preTer m|| circomstanclas que acarre-, termo de contrato com as segorancas e formalida-
duo extraordinario pedido para o ministerio da
guerra ; nem tao pooco deter-me fasendo cooside-
ragoes a respeito das nossu operacSes militares no
Paraguay. Fui al bem pouco tempo delegado do
actual governo, e por isto, aioda qoaodo nao esti-
vesse da accordo com elle nesU oo naqoella medi-
da, nao me compre censura-lo boje. Sem mais de-
mora passo a tratar de meo assnmpto.
Quando chegnei ao Rio Grande do Sul, qae rol
em julho do auno passado, acbei a provincia no
sudo bem sabido pelo senado ; lodo era all coa-
iuso. Tome! coala da adminisiraco, ere > qae a
20 de julho ; o meo antecessor, o Sr. Gonzaga, en-
tregou-rae o seo rotatorio das depols, por conse-
cuencia pooco pode coohecer da provincia nos
primeiros das, e poderla dizer mesmo, pouco um-
fiera coobeci delta por espaco de alguns mezes
avisado pelo inspector da thesooraria qoe ama ar-
rematado para o fornecimento do exereito eslava
aonunciada para o dia 17 de agosto ; depois di-
e-rae qne om dos mais fortes contratadores nao
se achava presente e qoe proponha ura adiamento
para a arrematado, obrigaodo-se a fornecer ao
exereito por mais nm mez.
Eu ordenei-ibe qne me dissesse Isso por escrip-
to ; elle o fez ; ento mandei oovir a ibesouraria ;
e, ella tendo informado favoravelmente, en annoi
e lavroa-se o competente term >. Dei parte disto ao
Sr. ministro da guer.ra, qae se achava eolio na
provincia; mas desgracadameote. pelo qae sac-
cedea depois, vi qae este mea officio nao chegou
s mos de S Exc.
No dia aprazado bouve a arrematacao : mas, ten-
do-roe dado parte o Inspector do que nelia bavia
occorrido, notei nao ter ella sido feita com todo a i
regnlaridade. Se o senado me da' licenea, eu lerei
o qoe me disse o inspector da thesouraria a este
respeito. (Lendo)
N. 331.Porto Alegre.Thesouraria de fa-
zenda da provincia de S. Pedro do Rio Grande do
Sal, em o 1* de setembro de 1865.lllm. e Exm.
Sr.Sendo o di 30 de agosto ultimo o annnncia-
do pelos jornaes desta cidade para a anemauco
do fornecimento de vveres por seis mezes s (Or-
eas do exereito existentes nesta provincia, que de-
vera' ter principio no 1* de outubro prximo (alo-
ro, de cohformidade com as d -termioaciies da pre
sldencia, expedidas por offkios ns. 1,102 e 1,475
de 18 de julho e 24 de agosto passados, voa dar
conta a V. Exc. do resallado dessa arrematacao.
c Coocorreraro competentemente habluados por
esta thesouraria quatro pre tendentes: Jos Facun-
do da Silva Tavares, Francisco Antonio Borges,
Joo Luiz Gomes e Wenceslao Joaquina Alves Lei
des legaes do estylo em semelhanles transaccSes.
Deas guarde a V. ExcAngelo Moniz da Sil-
va Ferraz.Sr. bario de Porto-Alegre. i
S. Exc. aotorisa-me adoptar a proposta de L-ite,
a fazer o contrato com este propooente e S. Exc.
ordena, adopta, oo faz oatro contrato, por qae nm
contrato da orden do da do bario de PonAle-
gre. Fot relio, eraflm, o contrato de Uruguayana
em principio de outubro.
O Sr. Ministro da Gobrri :E qoe tinha o pfe
sidente com isto Y Cumprisse as ordens.
O Sr. Viscondb da Boa-Vi9T :Peco ao Sr. mi-
nistro qne nio me Inlerrompa... Aqu somos se-
nadores ambos, ja nao o presidente com o minis-
tro, mas nm senador em face de oatro senador.
0 Sr. Silvbira da Motta :Um senador minis-
tro.
O Sr. Vucondb da Boa Vista -.Como ia dizen-
nm simples presidente de* provincia, e que nao es- j do, reeebi este offlcio...
lava na altara de querer impor ao Sr. ministro da O Sr. Ministro da Guerra :Nio receben este
guerra. S. Exc. leve a bondade de me dirigir o; offlcio.
aviso qoe peco ao senado licenca para ler tambem; O Sr. viscondb da Boa-Vista :Reeebi.
Um os azares da guerra T
A' vista do qne lenho exposto, comprehendera'
V. Exc. os erobaracos em qne me vejo, para re-
solver sobre tata materia, e Unto mais qae nao
lenho conflanca no fornecimento por contrato, co-
mo ja' disse.
< Por cooseqaencia, entend qoe devena expr
a V. Exc. as considerares qne acabo de fazer,
submettendo igualmente este momentoso negocio
a' deliberarj de V. Exc,coja decisoaguardo.
< Deas guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. An-
gelo Moniz da Silva Ferraz, ministro e secretario
de estado dos negocios da guerraVsconde da
Boa-Vista, presidente e commandante das armas.
Fallei aqni em commissariado mas muito de
, passagem ; nio poda pretender mpr a S. Exc.
a creaco de um commissariado, coahecia muito
Mas, logo qoe lomei conta da presid nria, fui ( Dem 0 n,en |0gar> MD|a qUe 00' era mas do qoe
em resp?sia a esse meo offlci-. Devo aioda fazer
urna observaco : como ja disse, communiquel a
S. Exc qoe o contrato nio flnalisava no flm de se-
tembro, e sim no flm de outubro, roas desgraca-
dameote S. Exc nio receben esse meo offlcio. A
3 de setembro foi dirigido esto offlcio qoe acabe
de lr; tambem nio sei porque fatalidade s che
goo as mios de S. Exc no dU 28 de setembro. Voa
ler a res posta em qoe S. Exc. ordenon-me qae
adoptasse o contrato de Alves Lelte.
O Sr. ministro da guerra :A proposta.
O Sr. viscondb da boa-vista :Sim. a propos-
ta ; mas que deixoa de se cooverter em contrato
peta razio sabida. -
O senado tem este annexo n. 3, mas me parece
que eu lendo essas pecas pona mais patete o mea
peasamento. {Lendo.)
t Aviso em 28 de setembro de 1865, da Urn-
guayana.lllm. e Exm. Sr.Por mais de orna vez
pondere! a V. Exc a necessidade de contraur-se
em tempo o servico de fornecimenle ao exereito
em operacSes nesta provincia, visto qoe o actual
contrato expirava no flm do pr-- -nie mez. Esta
necessidade, neste momento, lauto mais impe-
riosa quanto corpos se tm de destacar daquelle
exereito para se irera reunir ao do commaodo do
marechal Manoel Luiz Osorio, e o proprio exereito
tem talvez de, em breve, passar i operar em terri-
torio estrangeiro.
< Assim que, na falla de ama providencia
prompta sobre este assumpto, como foi por este mi-
nisterio ante; mesmo de V. Exc. entrar no exer-
cicio do cargo ordenado, vi-roe na necessidade de
te, e perante a junta apresenlaram as propostas in- autorisar ao general em ebefe, bario de Porto-Ale
clusa-, que tenho a honra de snbmetter a V. bxc., gre> para fazer um conlra[0 provisorio, emquanto
coberlas com o resumo dos seus oiTerecioienlos,! nao navU g0|U,o deflQ|Uva deste assumpl0> dada
avalladas. es3a presidencia.
t Essas proposlas cemprehendem astreshypo- t Os inconvenientes de um contrato provisorio,
Iheses Agoradas pelo antecessor de V. Exc. no pn- sem concurrencia, sao palpaveis ; roas a Mtoaco
meiro dos citados offlcios, porm redondas a dous em qae flcarja .iijoeaJo o exereito, depois de to-
procos : o pnmeiro, no caso de achar-se o exem ios e to duros soflnmentos.em coasequencia da
lo acampado, e o segundo, em marcha on opera.
cSes.
i Todos os proponentes se comprometiera a for-
necer a etapa pelo mesmo prego, qoer na provin
ca, quer no Estado Oriental, augmeotando, porm,
se passar a' Confederarlo Argentina e repblica
do Paraguay on provincia de Matto-Grosso, como
melhor vera' V. Exc do mencionado resumo.
t As propostas que mais nteressam a' fazenda
so as de Wenceslao Joaquina Alves Leite e Jos Fa
cando da Silva Tavares, as qaaes loram alteradas
com o ultimo Unco por elles offerecides ; a do 1"
rednz a 600 rs. o prego da etapa, estando o exer-
eito acampado, e a 580 rs. em marcha oo em ope-
racSes dentro da provincia oo no Estado Oriental ;
a 770 rs. acampado, e a 740 rs. era marcha no ter-
ritorio argentino ; passando, porm. a' repblica
Matto-Grosso, su-
demora de urna tal solocio, seria ainda peior.
Para evitar por mais tempo taes inconvenientes,
(orea tomar sobre mlm a responsabilidade de ap*
provar ajgumas das propostas felfas ante a thesou-
raria, e que V. Exc. acaba de remetter-me com of-
flcio de 3 do correte, e eu nio besito em taze-lo,
na preseoca da ponderosa razio qae acabo de men-
cionar.
O meio de arrematacao qoe V. Exc. condemna
' um meio legitimo, e delle tem com proveito o go-
O Sr. Ministro da guerra :Nio receben.
O Sr. Presidente :Atlenco.
OSr. Viscondb da Boa-Vista -.Reeebi o offl-
cio : basta qae o diga.
O Sr. Ministro da Guerra :Era dirigido ao
Sr. bario de Porto-Alegre.
O Sr. Viscondb da Boa-Vista :Sim, nao rol of-
flcio, est entendido qoe fallo do aviso de 28 de se-
tembro em que V. Exc. ordenava qae se realisasse
n"""STao ""Guerra :-Eu Igoorava tal! racadamen^nTR^GrandeTe mquiuto"^6"!-
ih s Cv?;^ n .... T,,lr0 l eslevi nnoca f"' presidente do Rio-Gran-
fn; Viscondb d_a Boa:Vista ^-No lb\> neg,' de, senhores, tarca de dize-lo... ^^
0 Sr. Ministro da Guerra :Como?
nio doy ido que V. Etc. nio recebase o meo offl-
cio, rmmunicando Ihe qae o tempo do contrato a
terminar, qne era setembro, estava prorogado al
oalobro, visto qae o Ul Alves Leite, qae quena
tambem coacorrer, assignoa o termo de fazer o
sopprlmeoio por mais om mez, onn vez que se es-
pacasse o tempo da arrematacio por mar 15 'tas.
O Sr. Ministro da Guerra :Nao foi Alves
Leite.
O Sr. Viscondb da Boa Vista :.... eu proce-
da at com modo...
O Sa. Ministro da Guerra : Eu mettia-roe em
negocios provjociaes?
0 Sa. Viscondb da Boa Vista :... em todos
os meus actos achava-rae erabaracado, a cada pai-
sa; nao tlnba cororanoicacSe do Sr. mini-tro da
guerra, verdade
trato qae, nio s pode dorar qoatro mezes, como
at ir alm ; para qae aaoultar o que ja est feito
al sob as vistas do Sr. ministra da guerra T Con-
Qei as providencias tomadas por S. Exc, a espe-
rei, Sr. presidente I
S. Exc. lendo me deixado as instroccSes, que ba-
via dado ao bario de Porto Alegre, li essas. instruc-
cSes; por ellas nao sabia qoe o exereito terla de
operar logo ; tambem nao me pareca qoe elle po-
desse operar com unta rapidez pelo estado em qae
eo observava a organisacio das (oreas que se dizia
i (aierem pane do segando corno do exereito.
Entretanto, Sr. presidente, apenas S. Exc. che-
' gon ao Rio de Janeiro maodoa-me o aviso de 18
de novembro, em qa perguoiava (8) qaal o estado
do fornecimento do exereito, e se este poda contar
com o foroeci ment no caso de passar a operar no
Paraguay ou em qoalqner parte fra do imperio.
Sorpreodeu-me ene aviso, confesso-o, e ao qaal
respond, como os aobres senadores poderlo ver
deste annexo, (9) duendo que lado se achava no
esudo em que S. Exc. bavia deixado, e tornei en-
tao a narrar todo qae bavia suecedido.
_ mas o qae fazer, veodo-me
O Sr. Viscondb pa Boa-Vista -.-Coofondo, | .barbado com as conseqoe..cias de seus actos re-
leo sei o nome desses commanditarios. velados como no caso verteote da referida rejeicao
verdade
eu era tao novo em Porto-Alegre, qoe nio sabia
entender-roe com aquella gente : nio sei se Al-
ves Leite, Jorge oo qaalqoer oatro, por cansa mes-
mo de ludo isto, qae consaltei ao Sr. ministro,
em principios de setembro, sobre a arrematacio de
qae ja fallei, e qoe teve logar depois do termo da
prerogacio.
O Sr. Ministro da Gcbrpa :No seo offlcio nio
me dizia isto.
O Sr. Viscoddb da Boa-Vista :Perdoeme, nao
ihe disse no offlcio de 3 de setembro o que acabo
de dizer, por qae ja e tinha feito em data anterior,
justamente no offlcio qne V. Exc. nao receben.
Nao estou culpando a V. Exc, ja disse qae nio da-
vido nao ter V. Exc recebldo esse offlcio.
Mas eo estava no ponto de Alves Leite nio ter
querido assignar, por isso qae bavia oatro contra-
to (eito em Uruguayana e dizia elle mesmo qoe
mais vanlajoso. Consaltei a thesouraria, esta po-
rm nio poda adlantar coasa algnma. A thesou-
raria lembroo nm meio qae era fazer om contra-
to provisorio com quem o podesse de.-empeuhar
o contrato com Alves Leite, por ser orgentisslma a visto a rejeicao de Alves Leite haver nollicado
necessidade de tal contrato, por terem de destacar i lodo o procedimento anterior a arrematacio do for-
corpos do segundo exereito para o do general Oso- necimento ; ou se nao mandar annonciar nova
rio, e por ter talvez o mesmo exereito de em breve praca. (4)
( palavras testases de aviso ) pastar a operar em
territorio estrangeiro. Reeebi este aviso, qoe jl li
ha pooco, em qae de relance o Sr. ministro falla
em contrato provisorio, e parece querer de ante-
roio justificar o contrato de Uruguayana. Cara-
prl as ordeos de s. Exc Nao sabendo ea do no-
vo contrato de Uruguayana, ignorando tudo,e tendo
apenas d relance noticia de.tim prorjon'o, enm-
pri as ordens de S. Exc Ordenel i thesouraria,
qae celebrasse contrato com A. Leite. (1)
A thesouraria, porm, dias depois, me te cons-
tar, como aqu esta e os nobres senadores podem
ver no annexo n. 3, qne Alves Leite reeosava as-
signar o contrato, por qoe em Uruguayana se ti-
nha feito nutro mais vanlajoso por quatro mezes
i i) e que se admirava qne a presidencia oo a the-
sooraria nao tivesse recebldo commaoicaco de tal
contrato. Nio bavia commanicacio, nem a presi-
dencia, nem thesouraria.
E' verdade qne o Sr. ministro, como en ja disse,
no sen aviso de 28 de setembro de relance prev-
nio a presidencia qae, no embarao em se achava,
talvez tosse preciso recorrer a algam meio de for-
necer o exereito...
O Sr. Ministro da Guerra : Nao, me limitei a
prevenir ordenel ao bario de Porto-Alegre; foi po-
slti "ament.
O Sr. Vsconde da Boa-Vista :Tinha V. Exc.
toda a razio, por que o exereito nao bavia demorrer
de fome ; bem que pelo contrato anterior, j nao
quero fallar da minha prorogacao, elle podesse con-
tinuar a ser furoecido.
O Sr. Ministro da Guerra : Nio exacto ; j
tinha sido antorisado pelo ministro.
U Sr. Vsconde da Boa Vista :Nio eslou ha-
bituado tribuoa ; qnalquer coasa me interrompe
celia. Deus sabe com que difflculdade nao eslou
procurando Justificar o mea acto, j qoe S. Exc. o
deixoa ioteiramente abandonado ; e nio satisf-iio
O Sr. Ministro da Guerra :E isso.
O Sr. Viscondb da Boa-Vista : Ms annonciar
nova praca, o qae era isto ? Annonciar nova pra-
ca em taes circunstancias, no carneco do contrato
por quatro mezes de Urogaayanm era orna borla,
como qne j se tinha dado com m proposta de Al-
ves Lelte, proposta mais vanlajol, e que foi rej-l-
tada ror causa desle mesmo contrato de Uruguaya-
na, chamado provisorio, mas qoe nao poda dorar
menos de qoatro mezes, sob pena de ser a naci
obrigada (3) a indemnisar tudo quanto existissse
nos armazens, no caso de qoe oatro contrato se
flzesse.............................................
O Sr. MinIstro da Guerra :Mas se o contra-
to nao ihe foi communicado, como isso poda fazer
mossa a V. Exc. f
0 Sr. Visconoe da Boa-Vista :Vamos de va-
verno laucado mi em diversas epoebas, e jamis' com isso aioda qulz affeia-lo mais laucando sobre
contrario a razio on aos inieresses do paiz, e me-
nos deshonesto. Emquanto por lei nie fr con-
demnado, pode a administrago publica delle ser-
virse.
< Por mais luminosas qae sejam as ideas de V.
Exc. sobre o fornecimento dos exercitos, o governo
do Paraguay oo a' provincia de auo-urosso, su- ba mu(l0 havja coca-emnado 0 systema de com-
jeita-se ao preco ajustado para o exereito brasiiei- mic:.,,. rr. uEL.. ........i. ih. i**
ro ao mando do general Osorio, e obnga-se aioda
a fornecer o exereito de reserva dentro da provin-
cia por 580 rs. em acampamento, e 520 rs. em
marcha. A esta Drooosta tambem se soieitoa o 2 I
missariado. Urna dolorosa experiencia Ihe havia
utilmente servido de gala, e o archivo da thesou-
raria de fazenda desu provincia offerece mullos
. documentos em prova de qoe o governo nao erroo,
esta proposta tambem se sojeitou o V evilaudo por esse meio ^ rdM a fra0de e
menos na parte que respeita ao territorio argenti-1 desvio dog dinbelros pDb|jcos.
no, em cojo caso otferecea 765 rs. quando bouver
acampamento, e 735 rs. em marcha oo opera-
cSes.
E porque nao houvesse quera por meos fl-
zesse o respectivo fornecimento, dea-se por con-
cluida a arrematacao.
t Eatreianlo bontem os mesmos Alves Leite e
Silva Tavares me apresenlaram seos ltimos offe
recimentos, sendo mais vanlajoso o do segundo ;
comqoanto nio me competisse recebe-los fra do
dia aprazado, ero atteogo ao Inleresse que delle
resulta a' fazenda, entend correr o dever de snb-
melle los a' considerago de V. Exc.
Ja' estando a' eoncloir este offlcio ainda se
me aprosentoo outra proposta, qae vai sob n. 7,
feita por Wenceslao Joaquim Alves Leite, caja
apreciacio deixo a V. Exc > ,.
Reeebi este offlcio da thesooraria e a' vista delle
me parecen qoe a arrematacao nao tinha corrido
< as circomstancias actoaes, em qoe o gover-
no nio poda obter fcilmente nem vehculos de
transporte, nem gado para esse servico; em qne,
conforme adireceodo exercito.era royster crear de-
psitos no interior e exterior, e qoe esses transpor-
tes fossem feitos por ierra, por alto mar e pelas
vas lluviaes, esse systema, qoe absorveria grande
'*! copia de bracos nleis para defeza do paiz, nio po-
da de romana ser adoptado sem que grande res-
ponsabilidade recabisse sobre os meas hombros.
c FeiUs estas observacoes, nio tanto por amor
da defeza, da legalldade ou convenienci i da medi-
da qae adoptei, e qae V. Exc condemna, quanto
por consideraco pessoa de V. Exc, qne repeti-
das vezes tem sobre este pontoioslado,compre-me de-
clarar-lbe qoe, com quanto V. Exc se abslivesse
de entrar, como Ibe compria, na indagado do m-
rito relativo de cada ama das propostas, como Ihe
Mra por mim delegado, pelo (acto de autorisar a
regularmente e qae ea tarta mal adopundo a pro-, esga presi,jencla para fazer om tal contrato, jolgo,
posta do Alves Leite. Se eo esllvesse s na pro- vsta das nformaau da rtparticao fiscal, que a
vmcia, ea mandara proceder logo a nova arrema., propotta ,-, V(mtajosa a de Wenceslao oaquim
tacao em cartas lechadas, adra de qae fosse aceita,, /wJ U^ ^ |ermoJ qoe exp5e a lnesouraria,
proa vez abenas, a proposla que offerecesse me- admiuj(j0 0 a|tre por elle proposto do qae o pre-
lbor vanugem ; nio admlllirla semelhante pro-
cesso, como de um
leilao de orna praca publica. I
Mas, estando o Sr. ministro da gnerra na provin-
cia e governando a, assentei de consultar a S. Exc '
e flz-lbe este oatro offlcio, qae o senado permillira'
qne lela : (Lendo.) ,
Provincia de S. Pedro do Sul.Gabinete da
presidencia em Porte-Alegre, 3 de setembro de
co no territorio da repblica do Paraguay soja o
que esti ver contratado com oexercito do general Oso-
rio, caso nio seja este superior ao de i300 e
]J>t00, proposto.
c Assim qoe ordene V. Exc. thesouraria, gue,
nettet termos, lavre com todas as segorancas em
direlto exigidas o referido contrato com a condi-
1865.lllm e Exm. Sr.Inclusiva achara* V. Ex.' ci de qoe, no caso de cesso parcial ou geral, se-
cpia do offlcio do inspector da thesooraria de fa-; r o contratador responsavel pelos seas subroga-
zeoda, n. 331, do 1* do crrante, e dos papis qae
Ihe vieram annexos.
c Ne prlmeiro se acha exposto o modo porque
se patsoo a arrematacao do fornecimento do exer-
eito da provincia ; nos papis se vm as proposus
eos reqoerimentos qae foram aprese atados sobre
esse objecto.
Pela simples leitora do offlcio do inspector da
thesooraria, vera' V. Exc qoe aqoelle proeesso
nao correu regnlarmeote.
- Os doos concorrentes, cojas propostas I
dos ou cesslonarios, e qoe no caso de faltas, nao
provenientes de torga maior. ser o.fornecimento
feito sua custa e por sna conta, por ordem da
antoridade miliur competente,-alm das multas
respectivas.
t Este objeelo, torea repetir, de snmma ur-
gencia, e en espero do zelo de V. Exc. de qae tem
dado sobejas provas, qoe ser realisado sera de-
mora alguma.
i Deas gaarde a V. ExcAngelo Moniz da Sil-
va Ferraz.Sr. presidente da provincia de S. Pe-
conslderadas mais tovoraveiSjOffereceram dous tan- dro do Rio Grande do Sol.Contarme.Mariano
eos alternativamente acooleceodo qae, mesmo de- Carlos de Souta Correa.
pois de concluido aquello offlcio do Inspector da Nada flz em contrario a seroelhante ordem.
thesouraria, ainda tai apresenlada ama ultima Se trata-se aqu de commissariado, por qae,
proposta at em conversas, havia ea significado ao Sr. mi-
i Nio entro na iadagacio do mrito relativo dt Olttro qoe achava mais regalar esse ysterat, nio
mim insinaacoes, como as de aro documento sobre
o qaal pedirei roas tarde orna explicado a S. Exc,
qae de certo nio se excusar de dar-me como um
cavalleiro leal.
Mas, tornando ao nosso assumpto, den me esta
resposta o inspector da thesouraria, qae Alves Lei-
te se recusava assignar por causa de outro con-
traa Eu nio sabia que contrato era este, offlciei
thesouraria qae roe indicasse qaal o meio dt sa-
bir de semelhante embarace Eu sabia qae o exer-
co nao moma de fome, por qoe tinha o contrato
(1) Provincia do Rio-Grande do Sal.Gabinete
da presidencia, em Porto-Alegre, 12 de oalobro
de 1865.lllm. Sr.Devolvendo a V. S. os papis
relativos a arrematacao do fornecimento de vive-
res para o exereito, e qne acompanharam o sea
offlcio n. 331 do 1* de setembro prximo passado,
tenho a significar-lhe qae approvo a proposta de
Wenceslao Joaquim Alves Leite, qoe, em visU
ds iotormacSes de V. S., e a mais vantajosa, e
mandar lavrar o competente contrato, com todas
as segorancas em direito exigidas, admiltido o al
vilre pelo dito Alves Leite proposto, de qne o pre-
co no territorio da repblica do Paraguay seja e
que esliver contratado com o exereito do general
Osorio, caso nio seja este superior ao de 13-300 e
14400 proposto; com a condicao de qne, ao caso
de cesso parcial oo geral, sera o eootratador res-
ponsavel pelos seus subrogados oo cesslonarios, e
qae, no caso de faltas, nao provenientes de torca
maior, ser o fornecimento feito sna cnsta e por
sna conta, por ordem da autoridad militar com-
petente, alm das multas respectivas.
Deas guarde a V. S.Visconde da Boa-VisU.
Sr. inspector da thesouraria de fazenda
Re me i la-se ao Sr. Dr. procarador-flseal, para
organisar o contrato. Thesouraria de S. Pedro, 12
de outubro de 1865.Moara.Conforme.Jos
Candido Rodrigoes Ferrelra Peres.
(2) N. 507.Porto-Alegre.Thesooraria de fa-
zenda da provincia de S. Pedro do Rio Grande do
Sol, em 23 de oalobro de 1865.lllm. e Exm. Sr.
Cumpre-me levar ao conbeclmento de V. Exc.
qae lendo sido chamado Wenceslao Joaquim Alves
Leite para assignar o contrato dt fornecimento de
eUpa s torcas miliUres em operacSes na provin-
cia on fra do imperio, coja propoeta foi recebida
en tesso da junta desu thesooraria de 30 de
agosto oltlmo, e approvada por V. Exc, como se
dignou commoaicar-me por offlcio de 12 do cor-
rente, declaron o mesme Alves Leite nao poder
assignar esse contrato por Ihe constar que o Exm.
Sr. mmittr& da guerra j havia contratad esse
fornecimento por quatro metes. Em viste desta
circunstancia extraordinaria, que nullifica todo o
procedimento anterior a respeito da arrimataco
do mencionado fornecimento, aguardo as ordeos
de V. Exc
Dos gaarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. vis-
conde da Boa-VisU, presidente desta provincia
0 inspector, Jos Francisco dt Moara. CoB.Qtat.
Jos Gandido Rodrigues Ferrelra Pera.
Termo de prortgacao at 31 de outubro de
1865.Aos 16 dias do mez de agosto de 1865, na
seecio do contencioso da the. ouraria da provincia
de S. Pedro do Sul, perante o Sr. Dr. Jos Alfonso
Pereira, procarador-flseal, ehefa da mesma seceo,
compareceu Jos Luiz Cardoso de Salles, repre-
sentado por seu bastant procurador Jos lono-
cencio Pereira, cuja procuracao apresentoo, e Oca
nesla seecio archivada, e pelo dito procurador foi
declarado que, por vinode do disposto no offlcio
da presidencia da previncia, n. 1, de II do cor-
rente, vinha assignar termo de prorogaqao de con-
trato, pelo qual seu conslitninte, o referido Salles,
se obriga a continuar a fazer o fornecimento das
(urcas militares durante o mez de outubro proxtmo
vindouro, e na forma do sea contrato celebrado
em 24 de fevereiro oltlmo, na villa da Umio, do
EsUdo Oriental, nao obstante Andar este a 30 de
setembro desle anno, se pon-entura o individuo
que controlar o fornecimento que se acha em pra-
ca para o dia 30 do corrente nao puder comecar o
mesmo fornecimento no primeiro dia do referido
mez de outubro. Declarou mais o sobredilo Jos
Innocencio Pereira, que se responsabilisava, por
sua pessoa e bens, e como dador de Jos Luiz Car-
doso de Salles, ao fiel comprimento do menciona-
do contrato dorante o citado mez de outubro. E
para constar, e em comprimento do despacho da
thesouraria de 12 desle mez, e portara o. 27 de
14, mandn o Sr. Dr. procurador-flseal lavrar o
presente termo. Pago o competente sello, na for-
ma do arl. 13 do decreto n. 3,139 de 13 de agosto
de 1863. Eu, Jos Candido Rodrigues Ferrelra
Peres, flz este termo___Jos Alfonso Pereira.Jos
Innocencio Pereira.Conforme.Jos Candido Ro-
drigues Ferreira Peres.Conforme.O offlcial de
gabinete, Antonlno Jos de Miranda Falcao.
(4) N. 2,073.Provincia de S. Pedro do Rio-
Grande do SolPalacio do governo em Porio-
Alegre, 26 de oaluero de 1865.lllm. Sr.Scien-
te pelo offlcio de V. S. de 23 do corrente mez, sob
n. 507, de que Wenceslao Joaqaim Alves Leite re-
casa assignar o contrato do fornecimento da etapa
as torcas militares em operacSes na provincia e
fra do imperio, por Ihe constar que t Sr. minis-
tro da guerra j havia contratado esse forneci-
mento por quatro mezes, compre qoe V. S. indi-
que o meio mais conveniente a evitar qnalquer
transtorno qae possa haver no fornecimento dos
corpos do exereito.
Deas gaarde a V. S.Vsconde da Boa-Vista.
Sr. inspector da thesouraria de faaenda.
Responda-se que a ndo ter o Sr. ministro feito o
contrato a que Alces Leite se refere, o nico meio
prompto effecloa-lo provisoriamente com quem o
possa desempenbar. Thesouraria de S. Pedro, 28
de outubro de 1865.MoaraConformeJos
Candido Rodrigues Ferreira Peres.
N. 537.Porto-AlegreThesooraria de fazenda
da provincia de S. Pedro do Rio-Grande do Sol, 4
de novembro de 1865Inm. e Ezm. Sr.Respon-
denlo ao offlcio de V. Exc. n. 2,073 de 26 de oo-
lubro ultimo, cumpre-rae declarar a V. Exc. qoe
a nao ter o Exm. Sr. ministro da guerra feito o
contrato a qae Wenceslao Joaquim Alves Leite se
refere o nico meio prompto effectoa-lo proviso-
riamente com quera o possa desempenbar.
Deus guarde a V. Exclllm. e Kxm. Sr. vis-
conde da Boa-Vista, presidente desu provincia
O inspector, Josa Francisco de Moora.Conforme.
Jos Candido Rodrigues Ferreira Peres.
(8) Parte da condicao terceira do contrato de
Urugutuana,
de Alves Leite ? LimiUva-me qoasi sempre s cou-
sas mais argentes e qae estavam a meu alcance;
da campinha, nada sabia; provincia do Rio-
Grande, nada pode fazer...
O Sr. Ministro da Guerra :Porque eo lbe em-
baracavaT
O Sa. Viscondb da Boa-vista :.... observava,
via... Abl senhores... vamos adianto, vamos ao
contrato.
O Sr. Ministro oa Gubrra : -Eu quero qae
diga.
O Sr. Viscondb da Boa-vista :Mas eo nio
quero.
OSr. Miistro da Gubrra : Teobo documen-
tos em contrario.
O Sr. Viscondb ba Boa-Vista :Deixerao-nos
de documentos.
O Sr. Ministro da Gubrra.:Oh I senhores, is-
to possivel T
O Sr. Vi8conde da Boa-vista :E' impossivel
Impossivel, impossivel; V. Exc era ministro e ea
era presidente. Se algumas vezes, senhores eu cui-
dava que o senador dlrigia-se ao sonador, que o
amigo diriga se ao amigo, se na redarcao de algum
offlcio urna outra palavra U corra levada pelo hbi-
to com qoe me aehava," lendo-me esquecido mesmo
dessa sobordinacao militar, dessa obediencia pas-
siva, levada ao ultimo ponto a que nos militares
estamos sujeilos.. ab I que resposta tinha en!...
Era logo nma severa advertencia I u resaltado,
pois, era que eu limitava-me ao menos que era
possivel ; mas vamos ao contrato.
O Sr. ministro voltoo a Porto-Alegre logo depois,
e eo Uve de coromonicar-lbe o qoe havia aconte-
cido ; tai urna conversa que tivemes ; S. Exc po-
dar dizer : cNio me lembro : sem duvida eu
tambem poderei dizer que me lembro mullo bem...
foi urna conversa. Cemmoniqnei ao Sr. ministro
o qoe se bavia dado, e al ped seo conselho, rela-
tando o qne me havia dito o inspector da thesoura-
ria e uisto Acarnos : -. Exc. parti para o Rio-
Grande, ea no dia seguinte deixei tambem Porto-
Alegre; S. Exc. seguio para o Rio de Janeiro, e
eu segu para Jaguario. Por conseqnencia, at a
sabida de S. Exc. nada se havia resolvldo, en nao
tinha mandado fazer annancios para nova arrema-
tacao ; o Alves Leite nio tinha querido por modo
algum assignar o contrato, achava-se feito o de
Uruguayana, j ea era sabedor eolio desse con-
trato pela ordem do dia de 5 de outubro do bario
de Porlo-Alegre, na qual vem a integra do mesmo
contrato, e j eu sabia tambera das instroccSes
deixadas por S. Exc. ao mesmo bario.
Eaiao disse coroigo mesmo: Ja temos om con-

O presente contrato ser considerado provisorio
e dorar nicamente emquanto definitivamente
aio tor este servico contralado, na forma das or-
deos do governo imperial, com unto que o tempo
que tem de deeorrer da data do presento at a de-
finitiva solacio, nio seja menor de quatro metes.
Se, porm, antes deste prazo for risolvido que este
contrata nao tenha vigor, o topera* receber todos
os gneros em deposito, que os contratadores tive-
rem, pelo preco do prt$e*{4 contrato, ou conforme
o ar*fo das tatuMai.
(6) Contrato com Salles paro o Estado-Oriental.
Copia.Gabinete do mini-tro Ministerio des
negocios da guerra.Rio de Janeiro, em 7 de
abril de 1865.Sua Magestade o Imperador, ten-
do em considerado que o.s actuaes condicSes do
exereito, tanto estacionado no Estado-Oriental co-
mo no Ro Grande do Sul, nio possivel proce-
der se urna nova arrematacao de vveres, por-
que seria expr as torcas que se achara em movi-
mento a sollrerem necessidades eroqnanlo outro
qualqner forneeedor se preparasse para satisfazer
as exigencias do servico: attendendo que o actual
forneeedor, na renovado do contrato, apresentou
grandes melhoraraentos as tabellas de viveros e
economa da fazenda publica nos preeos do forne-
cimento ; attendendo mais que a oovaco do con-
trato tem merecido a approvacao do seu anteces-
sor no commando do exereito, do presidente da
provincia de S. Pedro, do Gscal da fazenda publi-
ca junto do exereito no Estado-Oriental, e 4* di-
rectora geral do ministerio da guerra, e Analmen-
te que V. S., em sea offlcio de 24 de marco ulti-
mo, declara que, a alimenucao do exereito ao seu
mando boa : Ha por bem determinar, qne o ul-
timo contrato feito no E-lado-Orlental pelo mare-
chal de campo bario de S. Gabriel, com Jos Luiz
Cardoso de Salles, vigore at o ultimo de setem-
bro do corrente anno, tanto no Estado-Oriental,
como na provincia de S. Pedro. O qoe commooi-
co a' V. S. para sna execacio.
Deas guarde a' V. S.Vsconde de Camam.
Sr. Manoel Luiz Osorio.
(Exlrahido do annexo 2* do ministerio da
guerra.)
flj Contrato de Osorio desligando se de Saltes.
CopiaAos 4 dias do mez de julho do anno
de 1865, no qoartel-general do commando em che-
fe do exereito brasilelro em operacSes, em Juque-
ry, comparecer am os Srs. francisco Xavier Braoo,
Apoiliuario Heniles e Maiano Cabal, e presentes
o Exm. Sr. general Manoel Luiz Osorio, comroaB-
dante em ebefe de mesmo exereito, os Srs. chefe
da reparlicao riscal Leopoldino Joaquim de Freilas,
e major depolado doqnartel-mestre-general Umbe-
lino Alberto de Campo Limpo, para o flm de con-
tratar o fornecimento de etapa ao exereito brasile
ro, por nao ter passado o Uruguay o forneeedor do
mesmo exereito Jos Luiz Cardoso de Salles, flcou
ajustado que aquellos senhores, cima menciona-
dos, flam sendo os foroeeedores deste exereito
com as mesmas condicSes exaradas no contrato
com o dito Salles; com a clansola, porm, de que
cada ama das etapas foroeeldas Ibes serio pagas a
razio de 800 rs., raoeda corrente brasileira. Das
qoantias que se tiver d pagar aos arrematantes se
Ihes passario letras por 1* e 2a vas, a ordem de
Benltes e Comp., e qualqner dos tres arremaUoles
fornecedores competente para recebar estas
letras e passar recibos deltas; cojo documento
valer como se fosse por lodos assignado. Tendo
este contrato vigor somonte as provincias de En-
tre-Ros eCorrieotes, daCoofederacao Argentina E
para firmeza do qae se passou doos de igual tbeor
em qae todas as parles assignaram.(Assignado),
Manoel Luiz Osorio, brigadeiro.O fiscal da fazen-
da, Leopoldino Joaquim da FreiUs, vencido quanto
a 2a va das letras.Umbelino Alberto de Campo
Llrapo, maior deputado do qnalquer-meslre-gene-
ral.A. Benites.Francisco Xavier BrabaM.
Cabal.Est conforme. Francisco Bibiano de
Castro, capitio secretarlo militar.Conforme.O
lenle escriplarario, Joaquim Jos dt Araojo
Oltvelra Lobo.
(Bsetraa*ao do annexo n. L*J
(8) Gabinete do ministro.Rio de Janeiro.Mi-
nisterio dos negocios da guerra, em 18 de novera -
bro de 1865.Ilim. e Exm. Sr.-Convindo qoe o
governo imperial tenha certeza de que as torcas
em operacSes leern segara a sna subsistencia, quer
era servico, quer nos hospitaes, baja V. Exc. de
informar se j foi assignado novo contrato para
fornecimento de vveres e dietas, e se, em virtud*
do mesmo contrato, o exereito sob o commando
leoeote-geoeral barao de Porlo-Alegre ser pon-
lualmente foroecido quaodo passar a fronteira e
operar em paiz estrangeiro, e, no caso contrario,
quaes as providencias que V. Exc toraou para
assegurar tao importante ramo oe servico de
campanha.
Dos guarde a V. ExcAngelo Muniz da Silva
Ferraz.Sr. presidente da provincia de S. Pedro
do Rio-Grande do Sol.Conforme.Mariano Carlos
de Souza Correa.
(9) Provincia de S. Pedro do Sul Gabinete da
presidencia, em Porto Alegre, 20 de dezembro de
1865.
lllm. e Ezm. Sr.Em aviso de 18 do mez passa-
do, expedido pelo gabinete, diz V. Exc que, sendo
conveniente qae o governo imperial lenba certeza
de qae as torcas em operacSes leem segara a sua
subsistencia, quer em servico, quer nos h ispitaes,
esta presidencia informe se j foi asignado novo
contrato para tornee ment de vveres e dietas, e
se, em virtade do mesmo contrato, o exereito sob o
commando do lenenle-general bario de Porto-Ale-
gre ser pontualmente fornecido, quando passar a
fronteira e operar em paiz estrangeiro, e, no caso
contrario, quaes as providencias qoe esta presi-
dencia lomou para assegurar lio importante ramo
do servico de campanos.
V. Exc, melhor do que ea, coohece o qae tem
occorrido acerca do fornecimento ao exereito era
operacSes oa provincia, e se lera segura a sua
subsistencia, quer no nosso paiz, quer no estran-
geiro : porquanto V- Exc. esteve junto ao dito
exereito, e ali tomn as providencias necessa-
rias. Esta presidencia tomar as qae forem exigi-
das por novas circunstancias e aconlecimen-
tos. Urna das providencias porV.Ezc iomada foi a
approvacao do contrato para fornecimento do exer-
eito em operacSes nesta provincia, pelo general
bario de Porlo-Alegre celebrado, segundo ordens
desse mioisterlo, com Jos Luiz Cardoso de Sal-
les. Esta presidencia ignora quaes as garantios
que offerece esse contrato, que conhece por vi lo
transcripto na ordem do dia daquelle commandante
em chefe n. 22 de 5 de outubro ultimo. J v V.
Exc. que nao posso dizer mais do que aqoillo que
V. Exc. melhor sabe. Nao existe celebrado novo
contrato para fornecimento, pelos motivos que
passo a historiar, e os quaes sao muito bem conhe-
cidos de V. Exc.
Quando ni provincia achava-se em praca o for-
necimento para o exereito que nefla operava, realt-
sando-se a praca em 30 de agosto oltlmo, pre vendo
os prejuizos que fazenda publica resultariam de
um contrato, coja origem fosse orna arrematacao
escaodalosa e contra todos os principios de eoo-
currencia, noqoiz aceitar nenhuma das propostas,
pelos motivos expendidos em meu offlcio reservado
de 3 de setembro, c sobmetto esse imprtente
negocio Ilustrada apreciacio de V. Exc, para
deliberar a respeito.
Por aviso de 28 de setembro V. Exc. aotori-
son-me a aceitar a proposta mais favoravel, de
Wenceslao Joaquim Alves Leite, o que flz, toman-
do a responsabilidade desse acto visto V. Exc ter
declarado qae era argente a ac-eitacao de nma
daqnellas proposlas. Tendo ordenado ao inspector
da thesooraria de fazenda que Qrmasse contrato
com o dito Alves Leite, declaron-me elle, nes lti-
mos dias de outubro, que este se recusava asslg-
oa-lo, sob pretexto de lbe constar ler V. Exc. ce-
lebrado oatro por quatro mezes. O motivo real
do procedimento daquelle arrematante, que, segun-
do publico figura como representante de urna
sociedade, que o contrato approvado por V. Exc.
foi celebrado com outro representante da mesma
sociedade e sob condicSes muito mais favoraveis
aos fornecedores do qoe aquellas a qae elles se
sujeitariam, assignando o contrato peraote a the-
souraria. Aquelie contrato, alm de ser oneroso
fazenda publica, nio tem sido cumprido, segun-
do me representen o coronel Hygioo Jos Colbo,
commandante de urna das brigadas, segundo o
qual e fornecimento mal feito, nao se observa
a tabella dos generas, e reiarda a marcha da dita
brigada.
O dito coronel nio tem podido chamar o arrema-
tante a seos deveres, por nio se Ihe naver remetti-
do copia do contrato, o que agora taco, recommen-
dando a imposico das multas, nos casos dt infrae-
co. Quando ea sappaoha qae todas as torcas sob
o mando do bario de Porto Alegre erara fornecidas,
segundo o contrato por elle celebrado,e per V. Exc.
aprovado, recebe communicaco do brigadeiro Porti-
oho, commandante de nma das divisos, de haver
celebrado com o negociante Alves Valonea Jnior
um contrato para fornecimento de sna divisao,
dizendo-me qae se acha para isto auterisado por
V. Exc Nao sei se ba outros ebefes com Idntica
autorisacao: mas, confesso a V. Exc, qoe acho
inconveniente qae am so exereito seja fornecido
de diflereotes modos por fornecedores diver-
sos.
No estado em qoe se aeha este importante ramo
de servico de eampanba, qoe o mesmo em qne
V. Exc o deixoa, nio posso informar, como qoer
V. Exc, se o exereito em operacSes na provincia
ser puntualmente fornecido, e menos ainda quan-
do passar a fronteira e operar em paiz estrangei-
ro. As providencias que vou tomar agora sobre este
importante objecto nao podero ter um resultado
eficaz senao em fevereiro ; porque s ento ter
expirado o praso do contrato celebrado por S. Exc,
e peto qual i fornecido aquelie exercto. EsU
annoneiida a arrematacao de viveros e dietas para
o dia S de Janeiro. Depols da arrematacio que
poderei dizer a V. Exc qaaes as coodtcdes desse
novo contrato, e qne garantas offerece.
Parece-me qoe o contrato que ora vigora, cele-
brad* na Uragaayana, e por V. ixc ali approvado
em 5 de outubro fiado, segando se v da ordem do
dia n. 22 do commandante em chefe do exereito em
operacSes na provincia, tem sido o exereito regu-
larmente fornecido; perqoanto, excepeao da
represeetacio do coronel Hygino, nenhuma ontra
tem-rae sido presente.
Deus gaarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. cosne-
Iheiro Angelo Muniz da Silva Ferraz, minist roe
]


j gasto a}. Ese. desse offlcio, porque eu 4tf*a
fSii S. Eic.'selotfenftiioaoa, ttridTi fhe
Se nio recelas* cansar o s>
esse offlcio de que 8. Exc. Dio gostou.
Nao
o que
havia ero dabas palavras urna censura ao governo;
em qualquer papel meu S. Exc. Ta orna ceosura,
e eu nunca lite rateocao de laier censuras ao go-
verno, de maoetra alguouvJMr**0'10* M**g-
Porqne havia devensurarj gotero o petar*
licao da guerr* ? Nao viaje! l lio maalmeaj,
tnuia acliviade; eslava a PlNe-Alegre e vt
que do Rio de Janeiro frult-nl* chegafl
firdamtnw e ar mmenlo, ajane oHeistro faziaW
do quaoto eslava da soasarte aera que ada ttl-
-O-fth Vioaewei da Boa vista : O Sr. ministro
nao so nao tralou de defend r-me como, repilo, fez-
ElnSoore^o^^
s4inMet|*ci*t'TlMtblWMMpWflMtf^
tio ; e qoem fazia ism, senhore?... Poi oSr. con-
selbeiro Ferraz qne proceden deste modo com o
S. Exc, de que foi amigo desde tanl ampo T
Adopte! rommao de Jebeiro, saaaeres, -a digo
m*, repentino ^N diu -da a|M*le ao
Sr.Ott.ni: Se ate kwm pro ate a Upa w
44, *u a tena adoptad*. Coispre*ea4o o 4jue i
osa *>pefceo raltHer, a rapidez ne'l prea* en*'
tasse ao txerrilo. _..--. ,_
E' verdade que e^aooapptovave a ranneira por prepnr, }ngnel e* a a4ABi-trttoe**uel h
que se organlsava*worpc* *.io<5randv< ; mas vesw naechido ajean rojecr *a*a SnbtIJO4* U
tambera S. Exc. enrtrecia meHror provtntrta to Tjnew; en ere morfina
talar.* le PraMba
nao conhecia os presos, etc.
empreados daquella centro
morrenrin de fome, que todo eai
recebIBcio de joizes itiunlcip,
pedir graUttcacSes, porque nio
o-vencimentos que Ibes sSo ma
Os precns eram de urna difieren.
~io a
dos
%) Par;
Coe preha H aMftaflaSpm4<
W- ai" cofl oln**lro,qoe
k jaaia< m -ajrirfaafcnnpaf lores.
m-sc; en Lao eotnprebeub essiia o
,do l e eoronMtr-arie s ae alende
o i!a aerm, groar I s irra*** ea*4M odMat
a tO e Agms e 1866.
nao foi Inteciciooalraenie, devo me-,
PARAHiBA.-Asaumio a* r4*,g da admlototracio
qoem se ilefende, naturalmento..neevlucial o commendarW Joiav
ouiro bote (ra defender se. rwgl.
da Guerra :-Os botes sio uniaee- 'i- Eslea wm^Vht4iuftt> ft.#M Kvev,
da Boa-Vista :E' conforme ,a padroeira da prov/
s defende : e as minbas nao o '. P-ra'repr^jur a' provincia na e'ipslcio
grande valia, ja' son velbo._____ nacional foi 'designado o Dr. Jos da Coata flibeiro.
mais explieaco4|4bJM senada; m A afonde* reato, de*a8 e corrale,
tyocanttni, vindgaMfcaad do?>ayaaao
|Rrlador d carlalhtf tOTffW de nrtlt
9, rio aia^ltn^a^ i\i 13. d'f Ceara *\i Itt, An -R*o
Almfr^Tje?e rsp agora upuuru iraus tintrae quern silver nabiUlito-pU**,'^flmF ri&~tt -51 ParinyTja T6 17 To cor-
0 DE PERN1MBUC6.
mm
PEKM1BK8.
fiSSI PuUiea5ea fl,pedido
-r-T-------~ ,-----------------,l|
A. arubea.
(SOLAMJMUM PANICLATBM DK tTNEa>
A virtudes ^..,^1.^ ^. .......t,^ jt ttti
popnlandade lameiis, a pelos medKCf e
a aier
art^def,
aqDtlIe
- ,e ne-
BlDlOf iSM* ieir-
Mftas Jlo o enaatoioiereo, lai

iDt-iramenle novo al t; eu fana com que os coriios niais a economa sera grandei. Estar bem longe quem conae se organisa'S'-Ba rom a tnaior presteza :
se mais
fui mi
de upi Ar, senhores, qne o l eurpo de exercito
dt-pre>sa nie se apromptaram a culpa nao foi mi- leria de estar tomando fretco t>or tanio t-*moo -
ntia, nao foi inbem por falta de farditneolo, M tre d rugaJ o Paran, a oe depola viesaeat
porfalu decavamada que se la comprar na aqtii'Oizer q'ue.'esee exercito oiopassava ra-
ba4a, foi ptr taha de soldo qoe eslava em um guay por TjJo tr metes de passa-lo.
da acaropartos em nnmtao de S00, 3C0, e 00 dia O Sr. inistroda Gokra:-Uo ninguem disse.
teiinlnle actiavm-se redatido a cento e tantos, e 0 Sr. ViscoNd aa Bi a vista jA mu se ditae
a menos, erm eu p &*[* P^R Damos em aeguida a a/u de aosao cor
Ora, o Sr. mini-tro d gaerra a fazer contratos Yspoudenie, que narra qnanlo occorrea *ps a
apresando amostras de pannos 4 cmara dos passagero ali do vapor americano, pet qual nio
Srs. deputados J... Apreseotas?e-aitle a roto, eo' recebemos a mlssira qoe se refere o presente : teltu cora o trabalhos e cbm o aproveilameuto que
easeiUquaes sao os panno bons. H* tre* da* qoa t*No d'este porto o paquete patenteaTam os alumno.
pelo qual Ibe escrevl cem data de 6 do
na, pima, Xiiope
Os rriaMaos etta cMad* trat-reeeiade a repa-
ragoes de jurubeb do aballo atsigDad sea>bre
Lvn uiutciiv
EmPans^Bio de Janeiro e tetras eidadetia
aio eontKcUra as prrpair^ef &-)1ftairela de
O Exm. Sr. vire-presidente vmiiou sabb4o a abaiio aasigoado, fazendo stnirtgoar pela iauua-
Etcola Noinial, as $' oras la mauhSa, quaado sa o elogio debe medicattrato. O aband asrgk-
fuoccionavim as aulas. S. Etc. reotlrou-se satis- do comprova o qoe tira diiunti os iiuntii-taa
JEfRIli:
nm daqoctits s.nhoresncarrtgados de orgaoisar
os corpos Mh iU nos poderes, Uoha mais poderes
do que o presidente d provincia, que era abriga-
do a aediaravpTopostas que lles aprsenlavam ;
porque em nm avio do Sr. ministro da goerra se
dia : -'De'eadoytetor 4adividnoe--dena t-
fian?a t ; de sorie-qne mesino nis'te, eu me actia-
va *>a*ooo.;'BieM*o aa guara acional ordi-
naria en nae i*-a promewr, naepotlla hier a-
J-OS cowaawwanieg sapenorva deoorp- s que
fxm> la >as *raii.)a. fn aaaawfnenaia, ea po
diafazeresias ifflrxdts sobre a corpa*!, na*ratoanusmoBaotaevallo meo oer-
*ers"'EaiqAMih> 'lbraie*riwearuj *e fardUaM-at
arnim'M. rehilo, fe>iaa>iox#oai amaiorra
pMet, S.>Ba<'. fel qoe lAoe
1 ao linha niM-que ir M
ajudasse, e h-n\ < fir.
Mas,. fiac., ao r*Mo avwe de t% de -acarm-
'bro, exagta eapMrede obre coDffaiu, ea *a*as
dn orno a oisse, au a-r-mos da qae S. Exc sao
go*ino. 'Dingit m* epois S. Ex. ooxro aawa fo
o*- 4 de-d.zre.hr.), dneoo qu* o exercito tiiiha
de i-assar a i.-miorio e>iri peirp, e qne seria de
om grande *|'OS4rilidM' sos. Aqu esta todo isla, eer boro qae eo t**e,
mai levara minio lempo. Esse a veso a de 34 de
dBirnibro (lO). Ja eo liona, euio, enaodido jen
ooociar novo I. >ioeriniento par* o exeioilo em vir-
tude d'i aviso de 18 dr noven bro.
ao
Ibe dira : ea sei la qaaes sao
Pois, senaorrs, a eaaura dos Srs. deaaudos co-
uhe'ce paoaos ; o miis que pode faxer nomear
urna coromissao e es&a commissao nomear pessoas
habilitada, ta pernos, qae podessem proceder a
sememaate exame. En, miuivtro, ao aprsenla-
ria aawsttas de f.aoao a eaaa/a ^a Srs>4apula-
do ; nunca o Tarta.
E verdade que o nobre ministro quera justifi-
car-se petaste a op4Jujj*a ; mu, *aiari, aa
que satina a urna uppasifu 2
americano pelo qoa
correa* ; e eoto para ca neahumas oevidades
tero soccedio da maior vulto, a oo ser a ceoti-
auacao das Testas e ovai,os do partido prog e>sis-
ta, ao Sr. Or. Cooto de alagalnars, que leudo dei-
- -- -- j-j-------
(]U*9 Filo Tvl uauu uu
efleettvalente lugar
OS: MmisTRo ox Oubsra :-EuT
O Sr. ViscaoBi aa B6i>m;"-Vollemos
dsso assumpm. Eu fui loriado a dar aaui aa
aparte que cusloa-fne u-ma reprebensAo-, eu o dei do> i aaaca o Tarta. pelo taate 4Ha. .oe vapor Jacantiais, oum desliao
por eaoter percaaldo tJ^m o qoe se dira vqoaado E' verdade qae o nobre _mioilro quera justifi- curie.
e Sr. PiwHa Pocao *bi nigmnas nflexc* a res- car-se peCaate a opw^ i as,*aaor*, ba <- Gerao lea diste o
peilo d uneii-bilidade do 2o c rp" do exerclo, eu c.ousa auma que satli'bca a urna uppjsifau ? Ctutno Pararme, leva
pW|untet a^.Exc. se >bta qne ^debsWrta o Sr. (Apoiaes). naiki ^e aegonaa-fetra.
tiarao de Porto Alegre, se nao estara esse.aotdrisa- OS*. Soma Franco 4- Nao apolado. 4 o baile leve bom servia, atas o amero: de
de a-operar por STrew ; e>t reflexa o o obre O Sr. i-cmnob ba Uoa-Vista :Pr melber.quM.1 seoh >ra itaeauetaar a mito asis de seleala, e
senador por Sao Pxalo compreh-ndeo >, e por IXe fosse o panno a opposico havia de dizer ;> jT; laotaado. esiaaaas tMeeolerpeesags taelaanaa o
nu foi diatilr;Tn^ nn rli*-s-fjpaiole Tai repreheo- ruim. (Apoiide-J do e f 1 *mbieoa? deTilwcolitpTehentter a repte- QtSr. Souza 'Frikco : -T. E*c esta ai aw- raes uoilorimsaaos.
hwisao, ao qmi aCflurtowrofliafJoT a repreaeo- J50 agora. Hontero foi serklo o *le)ca aa ofcacra a>
aodewro ministro M e tao, qobdo a mea lar- O Sr. Tiscondb da Boa-Vista r-Naojsstou,*, or^Jao Harta a-Jlara,iaaoi>rraarM auiaao
oaae^saaou-coarviwas: woaiaiaue arree renuaer-
meute, srndo a protwiro briode ffno iHir aqaaHa
Foram salvos por urna jangada de pescara,
defnmte da potuacao da praia de Pitimb, a Iripo-
lago e don* jiassageiros do hiato ExhalaQao, per-
tenoeate a' eta praca, e sessobrado a O d passa-
de em f reate de l'. Ama relio, sendo dgao Se elu-
cerliflcadus das ptssbas qut desies f CiunaUi
tem asado.
O abati asignado, porm, prtvine acs laraatos
contra as falsicaces, fax cerlo que nesta eidade
o onko oVpesilo de snas prparfd>s de jiebVfea
a su pbimacla situada na 10a larga do'ltosaito
o. 10 ;uuio ao qu-ilel de pirr, e prevmr ,ne
xado a prestdeacia d'esta pr^rwia,-embareaB Itera-^^0 JjtJ,de,TO qn p.aitcou'semelhafrt^ acte de *** coa a rigor da Jet contra t kaibra.
oaanto o mais, no-esteo ao caso e- pe*ir *pticfoeS ao Sr. oi-
ido come Jeiwcne nislro.
SR.inf8TooAl6t>;R* r rt#aTrrrelm*S<.
< 9-r. Visowwb a A Boa vsn Agnra algo tara
Biats frangoera, pwclso n>> cexrsoBaT-e ao ba-
rio *e P feito : o Sr. bario se tem achado em ral,grandes
tribarac^"1, -rafpt nao desvie qerm lo sei.
O Su MrwsTBO oa Guerra :E\ bom drter.
O Su. Vboowoe dy fJA-visTA -.-Btirlo dNrel. O; eorreooo para u se saiam.bem ; se4Htrei,qaa nao
Sr. mwtstro *t ia.. que esto.nappposigo, nao, seuhores, t-stou no
O Sr. Ministro da Gbrr r^Todas. nxisfflu agar em.que sempre estiva, sou o mesrno
O Sr. Vhcokde da Boa vista : -... para a-mati- Fraucisce do Reg Barros, baru da Boa- vi-ta, que
aha aasMT-o terciid ofirte -foseliecessarlo mas, jamereceu os elogios do Sr..AageloMuBz Ja Silva
A7 de dezen.l.ro oulro aviso (Ii) insUodo ain- pergunbi, quando o rio nao era c<>BTiPfMo, qoaotro ferrat, sou ainda o mesrno em ludo.
da mais por novo contrato ; vi me eolio aa dura evsOT winpjiUam srtr, orno 6 qe o etemto E rsta lfmbrauca, Sr. presdeme, Parapara me
orcessidade de spprovar 0 contrato 0> janewo. ipodia passar sera meio de transporte t Ainda | preuder completameute, tenho Osle deteito, nao
opposico. estou aoe jusiiflcaado, apenas tU um a
oulra rrfl xao ; mas. V- Exc desaja sabor qoai a
mirrha posicaoTE* a mesm* qoe j foi aqu dtfl
Oda, estou 00 ma mo lugar, ao sabi dellei nao
; son amigo quartdwUuw do ministerio, sou un ami-
ga livrr.
O Sr,. Souza Ehanco :Amigo llwe 7
O Sa. ViscoifDK da Boa-Vista ; S*m, tenbo
amig no ministerio, a quem dsejo sustentar, con-
dores.
Jouquim de Almetda Tinto,
nnu. 8r. Jna|uim -de-AIrritida Piolo.-1-- Feac*saa
V. S. que Ib*, aman 1 que e reealtado da agplra-
co que fez ea su mrocvlote vreha da jnrnbtba.
Nao >6 para daiis^aier a VA. como taibtm
um 9t5ver paraTrnra liuuiauide stfleiaia.
coragero e humaoidade; pois os nufragos vinhara
a--raaea eaa oaeas, agrranos a tima -Teoea-'-e-a
urna verga da emba cacao.
0"3aregame'ouj|con9idera-e complewmeote per-
drflo.
Nb'ftffetabo Campo-altgre do orte, termo
de Santo APtao, Tol mrto o prelo Man Joaquioa n.rr.r .
de.SanfAoaa, por Maooel Francisco Haooes. que ,D8rrar "--??0 *a^r*a**' "WP" 10t 6t*'
ih.'mm^U. r"_" _L -JH ^!..""rr .T10 uve com tao feliz qoao acertada applicacao.
por
deu'-lbe Com urna foace uro gfAin0golpe.ua.cabe-
9a. 0 delioquenie foi preso.
~~ Acabaai de ser recoahia a asa de de te o cao
doaaarkvortaolescruiiiuoses, coja capluia devi-!
da a* ansmai>i-1
Dr. ut huera e coosadora^ao ao ex preMVoie 4o cipal do termo de Caroar, e pelo subdeleaad do
Para, terminaode esta a^apein 4 horas da j disUicki do AiUnbo doraasibo lermo.
trde. Por esle foi preso o criminoso de ojo 1 le procas-
EITeoiiviaaeale realisou-sa, coaao cima leo, satV na viMa de Agua Prela ior Patricio de Mon
o eiobaraoe sendo faMO rom a iuru,atta*4es do deivca, aor aquella J ,t Alexaudre de tal quf de-
aceqapaaiameeiaaaodae aaililerK,vfio fuee
cUaiarioa-iiualtca, >auarda de Doera *> a sala aa
forte. d.ar,uii'>, aaaaaaa-aa n 4*uie da eer^erle,
da compubui do Aoiazoaas, o vapor JtruptttH,
que pala i dora .iur4o ooadoam a *U<(-ira^l-
deute e saos mdi^o par bordo paquete Tocun-
tmt.
* Mita 4a noticia que Ibe d, de le o bisao
Afiguroos*-e a vMa *e taa resisieoda do
Sr. ministro, sao se poe'eT emprelwoder algoaia
grande opercao esirateic por nao serero bas
unVs as providencias lomadas por elle ate eaiao.
Entend que semelbaote bsta-nlo deria ser reme-
nd cusiasse o que f*s*. Apprevei esse contrato
de Janeiro e immeOiamente communiqoei-o ao oa-
raode Perto-Alegre.
Eis tedo o raen proeedimerjto. Nio qowo ir
alm ; *abe eus qaaoto cnsu-aae er oecessidade
V explicar-me ; -e o faco porqoe o Sr. ministro
nao qu Oiter *oas palmas e quer em minba
defeza.
O Sr. Ministro da Guerra d um aparte.
secreta rio de estado dos negocios -6* guerra.Vis-
conde d floir-Visia, presidente e eoromaudante das
apara msmo a e*quadrnha commandada pelo'Sr.
Aim foi saltWdoaptpd"riasi aiada boje mes-
roo nao ee abe a evito "pera onde Ira o Sr. ba-
rio rom su a rvhlbada e na arlilhana.
G Sa. ihni.tro da guerra : O ministro qae
ha de di/er T
OSa. vieooRDE oa Boa-Vista :E-toa contando
a ftiftori* ; qaem arr a ruip, qae Wrregae Ma. O Sr. MliSfro isse qo* buba lomado torta
as providencias, tinha darto or>n aoSr.atmrraoie.
O envisTnooA gurra :Ea oio tboeetraetiaha
dado ordens o -r. almirante.
Sa. twcoNDB dvBoa Vista .-Oi?e qoe tioha
dada ledas rflen" para *> a maroba ^a^sa-te
o exercito; mas de que ser vera e*sas orden*,'qoaa
do a navaeacio aa podiam subir cima, estavam faendo a sonda ae-
i interinoConforme.Mariaae Carlos de'baxo da artHtnria da*teria doItapira.
Sonra Or*. O Sa. Paranhos :Passaram mai de urna ve*,
(fO) Rrservado Gabinete do ministro. -Bo 9e! (eae tais de am fecabwiaeato.
Janeiro.Mmisierip dos negocies da guerra, 2 vje O S*. ministro da guerra :Al aliante de Ita-
dezembro de 865.1 ha. e Exm. Sr. Po: parte qnl.
do am dosoam-orrenles ao foroecimeeto do exer- O Sn. visconde da Boa-Vista : Eetio enneorda
cito m operaedes nessa proTmea, a qoem foi! o sobre s*a ad/orheado o oiesmo servico, rao foi verbalmoote j ir bu-car o Sr. bario do Porto-Alegre*?
represenudo que a tnesoorana de faienda nao OSr. Paranhos: Se osavrssemo c*m o tirao-
qoeria qoe di' as-ignasse o contrato, senio vigo- le da sgoa nece.-tserio.
raudo desde momento d assignalora, sero t-m- OSa. wscohob da Boa-Vsta: esrve*semos
bargo do contrato provisorio celebrado em ru j core o tirante de agoa a^cessrio a se as uargns
guavana para o servico do foroecimeoto, em qaao-! eslivessem reconbecidas, beta e par pensar 10 por V. Exr. nao fosse elle deflmtiviroeute! Uruguay ? Tambero seos traassemos com o bFan-
adjudicado, e manlfestou vootade de abrir se novo le da agua sufficieote, e f.>rca ha>unle para subir
concurse. oasKo: mais ha va T Os lactns mostrara qae nao.
A'vista deste ocrorreoma troaspre ponderar aVitreanto 05 paragoaras eao msrcbavam sena
tbesonrana de fazrnda : \; qne o contrato previ- levaren) comsigo umns-aoue de candas-etles pas-
sorio de Uroguayaoa prevenio a bypecbese da saram o Uruguay, em 8.*arja, <> grande acilt-
demora de celebracio do contrato uefloiiivo qae V. I dade ejaa boo eaeroito aa precisa disto : O rte
Exc. mandasse ceiebw, estaDetereodo a r*gra qoe
viRorana, emquanlo este ai oste celebrado; e,
par evitar prejoizos, se estaaeleoeu, segundo
minba tempranea, que o servico nao poderia
jamis ser por lmpo menor de quatro tcezes, e,
uu cs.-u contrario, qoeogoverno ioa conta os depsitos do gneros que livesse o contra-
ame ; S, que o relerto contrato provisono nio
abrange o ervco em territorio de Corrientes, do
Paraguay, etc.: 3', que esse mesmo coBtrato provi-
sorio termina no fira de Janeiro prximo.
Assim que, cumr-re que o contrato definitivo seja
assignado desde logo, anda <)uaudo cemece a vi
gorar aa pane compreheudida pelo eootrato pre-
visorio, de Janeiro prximo em dianie,
Isto, taeio mais me parece indifpensavel e
urgente, quanloo mencionado exercito ja devia ter
passado loica para Cor nenttsem direyaode Itap,
00 ae oolro qualquer lagar, e anda moito mais
porque, pelo desejo qoe moslra o concurrente, a
quem foi adjudicado o servico, olo Ibe elle ven-
tajoso, e eu o ereio, principalmente na parte relati-
va ao servico lora da provincia, contra o qual
reclamavam algurjs A' V. Exe. oio pascara desapercebida a necessl-
de de terminar esle negocio. Se cerlo qae o
concurrente, a qu m se lez a adjodicacio, nao de-
seja, por ser coatrano aos seus mteresses. asslpoar
o contrato, compre que a thesouraria de fazeada
nao o obste e fa^a opposico ou reparo algum a
preten(o da assigoatura com a condico somenle
de vigoiar do lim de Janeiro em oanle. Se, assis-
tindo a repartico a essa eendicio on exigencia,
ainda o concurrente nio o quizer assignar, dea a
V. Exr. livre o lomar dos doo> egnintes arbitrios
o qne toelbor Ibe parecer, protufcindo em primeiro
logar qoe o novo concurso, ou a qualqtwr ouiro,
possa esse individuo coocorrer, o qoe Ibe dVver |
eil-o all I a nado para o ouiro ludo I > Nossaarli-
Iherla boia, nao vai ao fondo.
O Sa. ministro oa guerra :O Sr. bario etaa
aulorisado para ludo a passon.
O Sa. visconde da Boa-Vista :Passou qnaneo?
H jje podera' ler passado.
O Sr. ministro da oub**a :Nos nbamo 30
caudas lomadas aos Paraguayos.
OSa visconde da Boa-Vista :A boa ora. .
eiijm pa-sou Vamos ao meu ro trato.
Cuidel que urna grande operacio hoavesse de"
ser (eita com a maior rapidez relebre o contrate;
uao ieoho ouii ra/ao a d.-.r. Hecommendo aos
Srs. senadores que leiam osle anoexo n 3 i esta'
em alguma confusio mas lendose cora alinelo,
v se que meu procedimento nao foi lio digno de
censura, e que nao mereca o abandono em que o
deixou o Sr. ministre da guerra.
Ceasurou-se o contrato, sobretodo na parle rela-
tiva a etapa de I(00 n Paraguay ; mas ea nio
digo que o contrato fosse bom : nao, senhore, o
contrato foi oneroso, a necessidade me obngou a
adopia-ki; entretallo for$a confessa-lo, ao adop-
tar o contrato reflecii la.ibem que esse onus del-
xarta de ter logar logo que o 2corpo de exercito
se unisse ao !, porque toroava-se todo o forneci-
ineuio pelo mesmo preco deste ultimo. Se fia mal,
foi persuadido que f, zia bem, nao loi com tuiroco;
va que o cuotraio era oo-rns<\ mas a necessidade
uzgia, fi-lo. Eu sacrificarla tudo ja' disse que con-
tratara por maior preco se fosee necesario; mas
tambem preciso confessa-lo, eu so ficaria salis-
feto vendo o resultado de tanto sacrificio tal qual
eu esperava; ifelMmente, poim, nio isso o que
estou rendo : anda boje nio sei que Bin levoa o
exercito do bario de Porto-Alegre, se dease Paran
se sobe Paran'.
Tambem nio censuro por isso ao Sr. ministro;
ser logo declarado pela mema thesouraria. Estes [elle ja' disse eo disse multo bem, que a direccao
arbiines sao os seguiotes : ou eOOOMr ao- di ver-Idas operaedes esta' sujriia por um tratado aos ge-
sos concurrentes a Ibes oflerecer pelus mesaios" agraes que la' eto; verdade isto, mas me pare-
presos e eondicfies do concurrente excluido por I ce qoe a-Sr. minisiro-da guerra efava no caso de
nao ouerer assignar o contrato ha vendo ja neste receber dos seus generaes, que la' estao omman-
caso om requeri,rulo de Facundo da Silva Tava- dando as foreas brasileiras, commuoioacio muito
res, que eoviei a thesouraria de fareoda, c qual se clrcurastanciada de qoalquer projerlo, ja' nio digo
propoe com melhore condico-s oucom as msmas' de qualquer movanento queipudesse haver no no?-
do adjndeatoiio; ou se o lempo o permitttr, vi~to so exercito.
que samante resta meaos de n mez ao recebi-l Pareca tambem que o Sr. iniotairo da guerra
meuto deste, mandar prootider a novo concurso,' eslava oa obrigaco de dizeralguraas'palavras que
nao derendo jamis V. Eac esqoecer se de que o alisfhessHm essa anoiedade publica, mesmo para
termo do contrato provisorio ta prostroo.'e ae -dteslruir essa ma impressao que se wal notando en-
tambera ba msiinte necessidade de decidlr-je semelhante qoesiio.
Ao fater este nao tenbo mformaede officiaes so-
bre semelbaote assumplo, as quaes ja' exig de V.
Exc. e porlanlo o prsenle aviso assenia sibre as
unirs informacors qne potere colber de Baiduino
guay; e aiada mais porque o Sr. ministro da guer-
ra ba de se ver na necessidade de recorrer a al-
gum recrotamenlo forte, pois a proporco que o
oosso exerciio for avancando, ba Oe ler oecessida-
de de deixer aaric.>s Da retaguarda; ba de ac-
iesia dtocee deiaeJUdo, e lente do seroraarlo
episcopal ato iMdres Eotxbio, Espiuula a cooego
lino-l, acabam t.s j.M-tMes dd dar uoIicih, ta o
porfvi que eu ataque e oHenda a quem ama vei j.pruaeito e a ullimo, oram suspease por 1 auno
da exarcicio do (ubicos eccleataslicas, coosiaodo
que aS'deaieUtda* >a' recorreraia para o geaeroo
Imperial, at iMertaaaie da preeMencu, visto ha-
ver recurso quaoto a' demiso como ietes.
E.-1 negocio eDlre-vwrios o*dre d*-dioceso e
o bispo vaiAamaoOM de oa a da maiores prupor-
eiaf, #H>r.qBe ea jora* ja. aetao ser aa a por nu-
tro lauo, e por cu.seguinie Mece qoe. a Aaaeira
de encarar esta quelo rai-se regolveodo pelas
leudancia dos partidos. polUicos 4a provincia.
Quanio ao maM a priacia asaim como a do
Amazonas marchara era plena paz.
< ilor a f uneedes e beneficios, que tem sido ama quebra-
doira uefil para a aJgjbemas dos aotManlates.
c Raphaei rouer artista msico chegou a pouco
de Portugal, e j*' dr.u dous bebotictos, om grande
concurrr.ucu e appUuso* no tbeatro po leo nade
se apresentou locaoaV+er/eila mente lanaelo e a-
xeabooe.
c Quanlo a ibeatro vamos nasatmameole, poroue
o gue aqu aa, um resto da eoupanbia do Costa
que se uni ao nosso emprozario Penante, o qual
uUiaoaraeate tara nido lio paasiuuuienle coibo
aquelle.
f lio cumuiercio pouco ha de ola ve I ; a guarda
do sal, da Europa e o estado fiaaaceira do ou i->m
injpi essionado seria meu te o noso mercado; a cuo-
fiaoca am taes casos e as'tMOsaccd^s mercaatis nao
sao ia prospeus como oair'ora.
c Acabara de taxer ponto e chamar credores os
comirirreanles Rosado 4 Moraes, pediodo seguodo
me coosia um terco de aualiraeato, ao que devem
e a especa de um, dous e tres airaos.
Ha desepnbausas une Isto nio pira s n'e.sta
casa, a continuar o estado dobio da oossa (iraca;
porque outias >eiio tal vez arraslada pela cuse
que estamos atrajressando era todos os sentidos.
0 moviuie.ni.. do pono o s-guiute
bra-ileira Raiq, erigue bra U Cruz, barca poriugaeza Uoiio, barca portugueza
Ligeira, barca portugueza Flor do Vez, brigue
poriuguei >. Jjrge d'Aveir.1, patacho inglez Florist,
patacao inglez Salinas, pauu:bo ingles Blonde,
biate inglez Encbanlress, barca Iranceza Porlo-
Rtcco, escuna dinamarquesa Altee, escuna prus-
sian Mary.
0 vapor inglez Augustine, valo de Liverpool
demorou-se ueste porto dez das a couceriar, se-
guiudu pata a Europa com etcala por Mataubao e
Ceari, honlem de manbia.
Sabio a $ para Lisboa o brigue brasileiro lien-
rique e a 8 a barca portugueza Linda, assim como
boje para Liverpool a barca ragleza Delta.
O vapor Tocalins parle as 8 horas da noile.
Uaranhao Assumtra a admiostracao da pro-
viucia o 3. vice-presideote Dr. Frederico Jos Cor-
rea, pas.vando-a no da seguale ao 1.* Or. Maooel
Jauseu Ferreira.
A presidaucia da provincia deu ordem as
cmaras muuicipaes para a eleicio de deputado*
i assembla geral
Leraos no Publicador Maranhetue :
Hontem ( 23) pelas 7 horas da roaabaa leve
I lugar a suleraoidade da abertura da exposicao agr-
cola, industrial e de obras de arte.
E' a primeira vez que se reallsa este (acta en-
tre nos, porquanto o de artefactos da casa de Elu-
| caudos que se deu ba anuos ciogio-se a' capital, e
I fui meramente industrial. Como ensato fi--so q
1 que se pode, e a exposicao esta minio tlm d'aquil-
lo que era de esperar, gracas aos esforQus, aos
gradual de accesso, como delerminavam o avisos trabalbos, a aciividade d'alguas do merabros da
da lustica de 4 de selembro de 1856 e de 18 de commis-o direetnm
me deTeodeu.
O Ss.'PaRnBiRA Pnn :E" um seniiraeutj mui-
to nobre.
O Sr. Visconde ba Boa-Vista :Talvci que ji
nao seja isto proprio da poca, mas eu sou da esco-
la anliga ; laivaaque na poca actual seja muiio
.'t-diuarti., muito commum, rece'berera-se boje, be-
ui li.-ios e amanhia atirar-sr lama nsquelle qae os
fez; mas eu aborreco este .procedimento. Eu
acompaOlio o> meus amigos; todos nos temos des-
vos, quem nao os tem T O amigo deve de.-cuty>r
o auilijo, e atada -mal defeode-Jo, e por Uso muito
inr (jurixo do Sr. raloistro da guerra.
E deieais como ministro. S. Exc iinba obri^.-.-
cao de detender o delegado du govejno, e qoando
o i>re^ideDte livesse irocedido mal, o n.ioistro de-
va ter exigido a leralssao 3 :sso presidente, e Bao
abandoua-lo simdemitt'-lo.
Eu.no caso Jdo Sr. conselheiro Farra<, em vez
de tratar ao delegado do governo, como elle o fez,
teria dito a meas rollegas do ministerio ttu o pre-
sdeme o eu > I-1.1 sena... seria mais curial.
Apesar do Sr. Ferraz coafessar-se meu amigo
sempre, poz-tno doente por mais de atoa .vez aa
presidencia, for flaas vzes ped do Rio Grande a
mr-iha demisso, mas nio quizeram dar I Vamos a
ostro assarapto. Eu ja disse qoe tiaha de pedir
explicaees ao Sr. raloistro a resp-uo de om docu-
iHrtito i(ue elle apresentou a meu resperto na c-
mara dos Srs. deputados. S. "Etc., oao satlsftito
cora a muila carga que ja' e me havia feko, apre-
seniou la' um papel inaito apreciado por'S. Exc.
Era ama carta em que am SflvaTavares dizia aon
Sr. ministro que ten lo sido propo-to pelo pal, qae
o bario de SerrdLAIegre, para nao sei qae lagar,
eu uso o havia a Aovad o, mas que denois o no-
meei para commanjfcr uu corpo, e que isto acon-
tecen ju-umante nSdia em qae se fex o anntrnao
da arretnaiscio. *
O 3b. SlimsTRO da Goerra :Nao exacio.
OSn. Vizconde da Boa-Vi-ta :Oh1 senhores,
esta' no seu discurso ultima na cmara dos Srs. de
potados.
O Sr Mini>tro da Gubrra :-La voao exacto.
O Sr. Visconde da Boa-Vista :Nao troute es-
le discurso; mas appello para o seoado, mQitos flo
Srs. senadores fazera colleccSjs de jornaes, eu nio
as fago de | irtial uenhura.
Uat Sa. Senador ^-rVera nos Annaes.
0 Su. Ministro da Guerra : Nao eaacto isto
que esta duendo.
Sr. Visconde oa Boa-Vist* :-Se ha alguma
cousa de diOerenca mai contra rom. Ora, se-
ohor.s, qoaodo eu ii esse discurso disse comigo.
t E' o Sr. couseiheiro Ferraz, o Sr. ministro aa
guerra quera aprsenla isto I
Mandei buscar a Porto Alegre, e felizmente cha-
gara m h-miem, estes papis que vieram muito a
pruposito ; ped que rae tnaudas.-era o que all ha
va soi.re Silva lavares, eis aqai tudo que de la'
vera : (Lendo.;
1 luformacao acerca das propostas que pelo ba-
rio do Serro-Alegre foram enviadas ao Exm. Sr.
vtsoonde da Roa-Vista, e da oluoio que tiveram.
Por cilicio de 30 de oulubro da 1865 (copia o.
1) rastou o Sr. bario para que fosse encamiohada
a preseuca de guverno a proposta qae elle fizera
do leoent Joaquim da Silva lavares para mtjor
ajudante de ordens do commando superior. Bata
officio oio leve resposta; mas aotertorraenle havia
o Sr. visconde declarado que nio poda eocamrahar
lal proposi, porque celia nio se observava ordem
Jos Ooelhe, aoe e me apresentou por parle do copar certas postcSes e isto uotdo a gente que es-
cooeorrente a qaem foi adjudicado o servico.
Este negocio bastante importante. O exercito
nao pede passar para Corrientes e para o Para-
juay sem t-sse emirato.
Espero qae V. Exc. providente oomo idepen-
denie deste roen avt-o, lera' dado todas as provi-
dencias, evitando demoras sen pre prejndiciaes.
Nesia confianca commetto a f. Ec. sua reeola-
co
ta' nos bospMaes e que ja'-dizem nao ser pouca, lu-
do prcduzra' lal desfalque, que ne comprebeodo
como o Sr. ministro da guerra se podera' dispensar
de recorrer a um novo rec-rulamento.
Deroals ba ootraratao: sera' bom oavir a pala-
vra do governo no parlamento, porque o que ditera
os que veem da campanha moli desagradavei
O Sr. ministro ja' avancen qne o qoe fallam de
modo a 'desacreditar o nosso exercito sio os qoe
Dtus guarde a V. ExcAngelo Moniz da Silva 'delle fogem: nao sei ee teoio assim, preciso
FerrarSr. presidente da proviocrado Ro Gran- ver lambe* razio porque mottas fogem; ea le-
Coeforme.Mariano Garlos de Souza
de d.> Sul
Correa.
(II) Con/fdWiol.
-Gabinete do mfns!r*r>.Mi-
j us tica
Janeiro de 1800.
Por oficio de 9 de novembro de 1865 (copia
n. 1) propoz o bario que o major Jos Facundo da
Silva Ta vares fosse nomeado seo ajudante de or-
dens na qnalldade de commabdante da fronteira.
R- spondeu o Sr. visconde, declarando qae a isso
se oppuntia a disposicio do aviso do ministerio da
guerra de 16 de jonbo de 1808, que s permitlia a
nomeacao de ofSciaes subaltet nos para laes exer-
cioies.
* am Vk da Janeiro desie anno (copla n. 3) pro-
ipoz o baiio, entre outros officiaes, para am cirpo
provisorio, ao major Jote Facundo da Sirva Tara-
res para lente coronel cornmandanle do mesmo.
0 Exm. Sr. vi.-ci n-le realiiou essa nomeacio em 3
de fevereiro deste anno.
l'or aviso do ministerio da guerra, de 15 de
Janeiro deste anno, foi m.meado cornmandanle in-
terino de brigada o leoeote-ceronel Joao Nunes da
Silva Ta vares. (Copia a. 4.)
1 E' o que coosla a re
tlltios do bario ae Serr Alegre para officiaes. a
Por estes papis v-se que Facundo nao foi em-
pregado e fin de novembro oo-prmeipios de de-
reiH. o, por causa do que dispoe o aviso de 16 de
julho ne-1858, e que depois o foi, verdade, roas
em outro eraprego em
logar a 3 de fevereiro.
eiee fosse chamada a servato a 44 de dezembre,
coma elle d z em sua famosa tenbo a menor lembranca, f cava elle privado por
coromissao directora.
Depois ia missa e dobenziraento da exposicao,
leu o Sr. Or. Aoiouio Ue<.riques Leal, o relalorio
da commisso, e S. Exc. o Sr. vice presidente deu
por abena a exposicao, que foi concorrida, e a
lem sido pelas autoridades, dlsiincios cavalheiros
e grande numero de individuos de todas as classe
da sociedade. >
t Encerroa-se bootem (29) a exposicao pro-
vincial.
Poi sempre muito ooncorrida. Hontem sobre-
ludo houve itnmensa afitoeocla : o pateo interno
dos Educandos e a sala da exhibicio estlveram
at mais de 9 horas apianarles rfe familias e cava-
lheiros distinetos.
A rousiea'e o exceHeate luar tornavam mal
agradkvel e animada essa bella festa do tr-
bame.
< Embora imperfeita, erabora nio d ama idea
exacta das riquezas oalaraese dos productos deeta
) y provincia, a oossa erposajo aio no desaira e Dio
spe^to da nomeacao aos Bob deve eemereoer. Como ensalo, como primeira
tentativa, e vista do pouco tempo que bouve para
prepara-la. nio se poda esperar roe fosse com-
pleta, e o que se coascgaio prova bem os zelos e
os esforcos da commisso eucarregada de organi-
sa-la. Nunca sio plenamente saiisfatcrios os re
qoe poda se-lo, tendo iso SOiudes dos prlmeiros lentames, e nunca foi Isso
Has demos de bar |0e raI0 para 8e nao persistir na esperaa?a de melhor
xito. >
t Teve hontem (9) lugar a sessao magoa d'es-
la importante e ntil asst.ciacau em casa de seo mai
drgno presidente, o Sr. mjoT Ignacio Jos Ferl-eira,
que, nao quereoao tornar oneroso aos seas conso-
ctus, fez do seu proprio bolso o festejo aniver-
sario.
t lAberla a sessio s 7 horas da noile pelo sen
! presidente honorario, o Sr. Dr. Antonio Hmriqnes
nbo ouvido muda cansa, at de nessoas que mere- isio de^ncarregar a atgom seo procurador de tr-
ceos cancerto, e nao-deve isto qse lenho ouvido ser > tar de seus negocio T
desconhectdo a.Eo., quetacactivo. Vejomes-, Eolretaato, Sr. presidente, SMva Tavaroa, vai
Distarlo dos negocios da guerra.-Rio "de Janeiro >fD0 e.S-Exc. tem procurado tomar certas provi- ,ter-seeom oSr. ministro da goerra, par* 4ixer-lhe
27 de OeteOibro de 1665^*hMn aim SrAH dencias; portan 10 S. Exc. nao pode eaia>ir-e de qae n*o ora capaz deformar jeito temerario, ma
do crreme eserevi a V. Exc.aobre os foreeermen-!d,xer *" eeosa esle seotido ao parlaraento, qoe aquella coincidencia de ser ebameoo (se qoe r
tosdoexeicito ero operacoe neasa.provincia, e e;'Pr* 9* se^estraa-mairopreesao que vai-calan-, foi) justableDteno tempo da arremataeao pedertaiL^,^ e tjepois de ttda a acta e approvada. leram
expuz o qae V. Exe. por cerlo no/ignorava qee o do B0 Baaft t preslartsea isso. 1 oWcrsos anlogos ao acto os Srs. lente coronel
mesmo exercito, toado roissio de pasear Corrientes Sr. presidente, potreo mais dtrei sobre o contra- o Sr. Mrmsro da Gokrra ^Ifdo 6 toso o qoe' Fernando Lutx Ferreira, e Antonio bernardino Jor-
e operar sobre o territorio do Paraguay, aio 'po u>. A oenaora feta ao contrato de 16 de jD*iro erle tiii-, rt-qaa s soube depois. ge Sobnnbo.
deria aaer sem qoe o contrato para'seo lonteci- >qae eeidlebre as igo "qae Toi o de Orogoayana. o Sr. Visconde da Boa-Vista :Eu chamo a at-' t Empossados e jaramentados os mmbros do
ment em paiz esfrangero eanvesse celelrrado, a qoe deu kigar a todo Isto. Por esles motivos doa jenijio dos mes nobres eoMegas para bse docn- conselho rector, o Sr. major Ignacio Jos Ferrel-
qae eu ceWlaivn talo ao sea zelo-e previderciasque raio ao4eputado, que va outra cmara, dlzendo ment ipresemado pelo Sr. ministro fla gaerra, e ; ra eonvidon aos consocios e mais cavalheiros pre-
suppunbaimlofeito. aluomas palavra em mlnha defes, laxoo esse ron- que medemovta a peo ir ama explieacio. Com sentes a um topo a'aua roui decente e beta ser
Hoje soube, por ma caria .paritcnlar, queme
commuwiDen omareebal viseoadeide Camaro, Drogoayana
paisdecarau chamar-se Jos Pelia da Piedad*,
uaibrin craniBoso de norte oe disinclo de Cruan-
| gi 4 delicto nos aones de 48*8 a 1850, sendoalaj 4i-lo
ciMi*4erado como ura desses iodividuo aves-anos
' ao wieae, visi<. que sendo guarda-cosas de oulro,
. deu nesie u uro, cojo resaltado se nao sabe
1 ainda.
j Sewdabcje odia do eotnedo santo padroriro
de catan io deS. Beroardo, acha-seexle estabeleci-
melo Iliterario aberto a' visita dos pas de" familias
e de todos eqoeMe aqnera -possaHoteres^ar a >ua
observacao. seodo-lhes franqueado o iogresso das
7 as 1U oras da no:te.
-K*9tMires4a manbia ha hrfcra na capella do
esesmo esubelecimanio, e a oe ama laeainba
solame com -diearo anxlr.go recitado pelo Rvd.
eapeliao padre mestiv -Ajres.
'Tur drerelo de 30 de joriho ultimo foi nomea-
do ajadantr do pro.-orador riscal 4a thesouraria de
(azeoda deta provincia, o Sr. Or. Wenceslao Gar-
ca Chaves.
Para regar interinamente a cideira de ins-
traeco primaria de Qaetmadas, na comarca do Li-
moeira, foi nom*ado por portara de 17 do corren-
te o Sr. Julio Cesar de Olveira, percebeodo X gra-
tificcio auoual de 6000000.
Ful igualmente alineado o Sr. Hanoel Gomes dos
Santas para reger a cadelra Oe S. Jos Se Ingazei-
ra.
Sobre proio-ta do Bvd. vigariencerai bispad", fot nameado eapeliao da cem Reno publico
o Rvm. Sr. Leonardo Juio-Grego.
A prefessora de instrnogio prlroari da fre-
gsezia da Gloria do Goiti, na c .marra de Pao
d'AHi.', D. Celecioa -Mara de Siqn-ira Vareiao, fot
iraasfrrHl* para a da poaeaea 1 de Atitpocos, em
vista da informaoio da dim-kiria g^rai a m-lruc
cao pu tilica : ficaodo sem effeiloa ma re avoca o pa
ra a cadeira de MuriOeca.
-- R-fresou a esta rdate, de sua visgera a
provincia das Alagoas, o Sr. Dr. Alexaudre de Sob
za Pereira do Carmo.
Felicrataos ao Sr. Dr. Pereira do Carmo pela
sua velu feliz do meio de seus aimgO e alTeicoa-
dos.
tS'Sr. eobde Jaslen-k', pede^ops SU pbtica-
cSo, visto nao lte ter sido possrvel desp*edir-se pe--
barcal 8(IS''Bel"'1 l* 0<'<,s os JeU8 *roigos, em consequen-
cia 4 presteza fio su* partida em vtagern aos
E-tados Unidos.
> O abaixo assisnad ; retirando se para o norte
em viagem aos Esta dos- Uoidos, nao pote nem de-
ve llenar ue manifestar a sua sincera cordial
graildio a todas as pessoas que se digbaram coad-
juva-lo na promocio do meios tendentej a reali-
sar no Brasil a colomsacio polaca, e especialmente
aos Hlms. e Etms. Srs. qoe se incumbirn) da
commrssio eucarregada de agenciar a sobscripco
para o referido flm.
E' um aclo de benevolencia e caridade que
acreditando ainda mais os generosos cora^oes que
se enenrregaram d'elle, dispeosalhe por sua evt
deneia mais longo eommeatario.
t Boje, tenllo de retirar se, tem repelir os sens
protestos de gratidao, nao s em seo non, como
no de seas compatriotas infelize-, que teem hoje
tanto a esperar da amizade e fralernidade dos Bra
silerus.R-cife, 1S de agosto de 1866Conde An
tomo Ladislao tasientki.
O escrivSo dos protestos Alves de Brito, est
de semana ; a' roa do Impera inr o. 46, 1.* andar.
Passagelros do vapor Tocantins, violo do
norte:
Aotooio Fernandas da Silva Queiroz, Domingos
H. de Oiiveira, Jos Ribelro da Fonseca, Jos Pau-
iioo d'Aodrad-, Francisco de P Rodrigues, Tha-
lesforo Cariaos de Abreu, 3 irraaos e 3 criadas,
Francisco Jos de Mello, Jo- Cassiano da As.-ump
Sao, J. H. Dseranex, Firmtno de Sena Amonm,
lanoel Jos Machado, W, Jacqoes e 1 criado, Tra-
jano Jos Cavalcanle, Sacuho Ferreira Gomes,
Eduardo de M. Coulo Meruc, Francisco F. PVado,
R. Gargurio, Rafael Mavesco, Francisco Amooio de
Magaibies Bastos, Antonio Jos Barbosa Aranha,
Francisco de Oliveira Lima, Maooel de Oliveirn
Lima, Pedro Julio da Silva, Jos Furtuoalo de Sou-
za Jorge, L. Aotooio de Azevedo, D. \V. Robinson,
Alexaodre Crouhie, Julia Mana, J..- Vicente da
Silva, Pedro L. Neiva, Jos de Azevedo Maia, 3
desertores, 5 pracas de policia.
Seguera para o sul:
Dr. Jos Vlera de Couto Magaibies e 4 criados,
hidro Ferreira da Cosa, D. Joaona Mara de Sou-
za, Firmiuo Herculano da Silva, Dr Manuel Joa-
quim Alcoforado, Maooel Gomes Borges, Dr. Fe-
lippe Alves de Carvalho, 1 Albo b 3 escravos, 1.*
lenle Constancio Graciado de Souza Brilo, D.
Paulina Razol e 4 Albos, 90 pragas para o exer
dio, 22 ditas para roa.ioha e 11 escravos a en-
treg- r.
Passageiros do vapor Santa Cruz, sabilo
para o no;le :
Ernestina Amada, Alberto Naddler e sua senho-
ra, Camillo M. Buarqae, Clara Rosa do Araaral,
Antonio B. da Costa, Francisco C. Fonseca Jnior
e 1 criado, Francelino Lfbaaio Tenorio, Jo- Muili,
Domingos Mull, Antonio L. Jasdnsba, G. Grodort,
Manoel F. C. Cuaba, Olymoio Augusto de Oltvrira,
1). Maria P. da Gloria, D. Virgina de Barros, Deo-
linda Rila do Sacramento, Procopio de Sena San-
tiago, Gervasio de S. Santiago, Manoel Cooslante
dos Sanios, Miguel Antonio rJo'Sacramento, Jos
Pedro da Costa, Dr. Miguel Gomes de Figueiredo,
Dr. Francisco J. Rabello e 1 criado, Joaquim Jos C
Cunta, Pedro e 3 pracas de polica.
Atacado 4* ra*'cor A lipa t*ea 1 oafe*ft<*
como mralixr ^utetidtam > f*trefeitMep, va* en
de Oia paia dia auitmeolar-se o .meu sefli iniuiio e
no'laVa o e'xirai-ritniari.. ptegresso d. seabeihaoie
enfeimidade sem que casi alyun'*c!*e oraVeos
rtrtpr>gaido pbra e.iJ*'iritk. emti*vnr ao
Retife previntar' a Patrian-** va aWiea^aavrr.
flrelto vlm, e WVa 4 e ramaradas da Vilta do filar aobV 'atiaaiweate
resido, na provincia das'Aigf.a, liissetsm, ven4o-
me -partirEsle *o nafta ca. aqu chegoe, rrtio
que em principio 4o ttet de jo nao pre* raso va-Sa-
dofe depois de'-bavrr roasottade ai mMinrt
rtabrr^eb^eo4slBiTkprla4;'fr*e'la afefiBtJ** dB-
branca Oa Jo^ubrt.a C'-mece por fater Mofa
httira atcoolwa e a fu. conar-me erai e *> rJa
mesma nbstaiirl por V S. prefiarade,' **tili rcteo
qne alcuma eoosa o> roelbora no Ven orgatiisno,
porm, com- tai i. ntMao -qae 'me desanima va. A
tmpacieocT fez ci.m que *o bwsse a hont* do
consulta-lo,* V. g. torro qoe eVploravel erta<
me achava. Ve* darte qoe a febre iciermitetire
ou sezdes ja me haviam abadra clicas e a enra, e a Brabas ja esvara
um vouco mais datas, mas, o ransaco e a m-
cbacao dos ps e pernas exist alada. Aein-
selboo-me V. S.'qee-xesse do evipiarto
e do vrobo da jbrbbeba assim te, e-em mrnw
fle um tliez artiava n.e qnhri que rcmpleto-
menle restabelecido. Qoaodo vohei para
logar de miaba residencia rsnsej admiraei a To-
dos qoe me vieiiaram, poi que owm modanca A
rerjeniina eia reiniada ei>mo om ruilagre. A' je-
rubeba, duia eo, ao vicho da jombeba, priprtita
prlo Sr. Joaquim de Aln-eida Piule, e aba **a-
prasto da moma substancia que me appitrb so-
bre o estomago e bgo, drvou esla rpeirao-
dawca. Eis em resumo a frinba'brstowa'aretea da
eafermidade de que ta sendo victima, restaadease
^radecer-lhe, rinda urna vez o alotar eciaselh
qoe me deOj sem. o aat, tal vez -a esta a^rb e*ri-
vesse eu repousando no4elieioso, jardlro fio ba-
bimente preparado pelo 8r. Virtes. itescalpe
V. S. se o meeei um pouco e-dsoonha do
De V. S. -amigo agradrCtdP.
Gerbiirno fVaac-sco de Qtimrt.
Reeife, 10 de agosto de 186&.
GOMMERGIO.
i___- -
PBACA
Coiavett 41 fue la es.
DO RECIFE 18 E AHOSTO DE 1M6.
A's 3 horas e meia da tarde.
Uomitm.
Assucar.Masca vado (americano) 4aV arroba.
Aducir. Mascavad (Canai) aa\730 rs.ev-ar-
roba.
Algodie.1' surte 174600 per arroba.
Aloodio. De Maceo 158o0 e 6V por arroba,
pesio a b rdo.
Algooo da Parabyba a 194750 por arroba posto a
bordo.
Hoje.
Cambio sobre Londres 90 d/v 34 1/4 e 2i 1/24.
Cambio sobre Pars d/v 390 por fraaeos.
Debourq,
Presidente.
Silveira,
Seereurio.
Caia filial no bsbc le Brasil era fer-
iiintiuco l*i 'c julho de 18G6,
A caixa descoma os saques de seu aceite pela
laxa de 60/0 ao anuo, sacca e sobre a caia ulula
Baha.
ALFANDEGA.
Rendimealo de 1 a 17.......... 394:2734*56
dem do da 18....... ........ 60:631410
454:9044 756
M0V1MB.NT0 DA ALFANDEGA.
Voiumes entrados com fazenda...
< com gneros...
Voiumes sabidos com fazeudas...
t com gneros...
67t>
86
Desea rregam boje 20 de agosto.
Vapor ingle M'iouiercadorias.
Briuue inglezSalina Jean mereadorias.
Patacho Baeiooal/'oJwia-i-di versos gneros.
Barca francezaTruru/uititvinbos.
Escuna lioilaudeza- ArornaaenMfariaba de traga.
Barca Ingiera delphotferro.
I late nac, nalf'ernambmcano farmba de irifov
Patacho nacionalCardM-cbarque.
Patacho poriu#uezFaruidem.
Polaca hespanbola Prowpaidem.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES.
Randin.ento do dia 1 a 17....... 2:06#a&
dem do da 18................ 1:461493
i:674tJa>
CONSULADO PROVINUAL
Rend meato do da 1 a 17..
dem do dia 18...........
41:2674429
:93443a
46:203475
qoarlel mestre-generat, qae ando esteva por terer, do pebis desgosios qoe tenbo paMBtfo e estoo pa
e qoe s-traba anaanciado para 7 de Janeiro, o..vo sando, porque seohorea, nunca me persuad de qoe
concurso para foroeciment, iirnorava aodo sobre eta ta* de mrnba vida Iwnvesse de me justldcar
este assampto a repariicb que dirijo. Se tal de- por ter fetto om cootrato.
mora se der, V. Bxc. sabe avahar qual'o fesbHado Y u demai a na* qae reprovei sempre os forne-
e prejoito para astJperacfle da Berra e a grande cimenlos por contratos, e qoe al-me julgava sem
responsabihdade qne pe sobre a.m ; mSu e- hsWlilacdrs para fawr contratos. (Nao apoiados).
pero que tal noticia seta falsa, eonviado qoe V. Reelamei sempre ; os sobres senadores bao de
Exc. oficie ao bati de Porto Alegre,- boticieodo o aobar aqu (eom o aaneos na mi) offlolo teos
que h.uver e o que se taide esperar*. ao Pr. rntarsiro da geW; (wnbro" rae nvsmo que
Deus guarde a V. ExcAngelo Mooiz da Silva no primeiro cfBcte que tbe i disse que nao com-
l-'erraz.Sr preMdenie provincia de S. Pedro do preh^udi qoe o presidente era Porto-Alegre po-
hio Grande do Sul.-Conlorme.Mariano Cario dessd eoiitratar para paiz stfangelro, porque nao
ue Souza Con a.
ralo de maldito; com eltefio, maldito contrato de que flm apreseotou S. Exc esse documento T Como vlflo, e dorante o qual trocram-se brindes analo-
11 8> nao fra elle, eo Dio terla passa- eavarhe'lro deve dhe-l gbs abfesiiro e aosnossos negocios exteriores.
O Sn. Ministro da Guerra :Para mostrar que
o annencio-foi publicado a i5, e que -somente de--(
ioi de 4 de Janeiro bouve noticia Dos dltTef'en'les
ug*rw.
0 Sr. \*isconde da Boa-Vista t-'S para iSsd I...
O Sn. MrWtbrRo daGoerr-a :^-Sim setbor.
PiAfittY. Apenas eocontramos o seguirte na
Imprensa:
Por portarla do Exm. 9r. presidente datada de
hoje, fot mandado responder a conselho de discipli-
na o eoronel Bebedicto Perrelra de Qartalho, com-
mandaote aupe/nr (dispensado do^eiercicio) de
O Sr ViscouDE da Boa^-ViSta :^Pols nao vio S. 9. Raymundo Nonnara, por ler oTIilo coronel em
Ene. qne apreventanllo-o %e tornava echo de seme pregado palavras oSensivas ao governo imperial e
IftaoteT InsintraeSes 1.'.. provincial, a,ssim como corameltidq falla dr res-
O-Sr. TrcffstROTJA'Gga-it r^^nmpdSSirl Isso.! pefl rfam orBco qor ette dirigirs presidencia
O Sr. ViscoifOE da Boa Vista r-^ent !... aeel- com data de *7 de malo d) crreme anno. *
to a eiplicaclo e terminare! aqdl. *M.FaRecefam o Dr. Autemo de Padoa Pe-
0 senado desculpe-me ler-lbe loteldo tanto leTb- reir Pacbro.Jdlz maolcipaf 'de Rossas, e o Sr.
sabia de lado que era preciso para semelbarate flm, 'po ; se alguma coo*a diss*, qae podete offeoder, Simeio Corred de Lima BelAm, com 88 annos.
GSrs. redactores. Rompando o silencio em que
sempre tenbo estado, vou noticiar vos as occorreo
cas do estado actual desta villa : eotrouno exer-
elcio de delegado de policia o coronel Francisco
S. Ramos (incansavel aa punicio dos crimes). A,
guarda nacional, posto tenba novo commaudante
o 45, todava ira sempre eui progresso emquanlo
livermos por Commaudante superior 0 comraenda-
dor Paulo de A. Salgado ; a imparcialidade ejus-
lica Com que se tem havido no desempenbo de suas
funches mais urna pruva das boas qualidades
que o ornam. O goveruo, nomeando-o para cora-
mandarte superior desla comarca dos Palmares,
deu urna demonstracio bera aulbenlica da grande
conta e coaaideracao em que lera o seu merec-
meato. Oala que sempre se escolhessera os borneas
para osempregos, e nao os empragos para os ho-
rneas. por hoje do que rae uceupei, Srs. redac-
tores, aguardando-me para de oulra vet ser mais
extenso; queiram, pois, dar publicidade a estas mal
tracadas liabas com o que mullo obligar ao v
correspoodente. Barretros, 13 de agosto de 18W5.
0 Barreirense.
PRAQA DO RECIFi.
1S DE Vt.llSTO E IHtttt.
A'S TRES HORAS DA TARDE.
Re vista setaianal.
Cansos.Saccou-se sobre Londres de 23 / *
24 X d. por I4OOO, obre Pars de 0 a 3b5 _
por Ir., <,bie Lisboa de 112 a 111 por canto4
premio; sendo o valor dos s.quas eSooluado do-
rante a semana de S 40,000.
Algooao. Veudeu-se o de Pernamboco 4t
17coOt a 174800 por arroba; o de Macei6r aos*
bordo, a 16*000 e o'da Parabyba, tambem pea*
a bordo, de 184000 a 184300.
AesosAK.Veadeu-se o braaco de 34004 a 4
por arroba, a s..m-uvs de 24800 a 4908, o asas-
cavado porgado de 24000 a 24400 e o dito brva
de 14700 a 15900.
Agurdente. Vendeu-se de 6O40OO a 64**
a pipa.
Arhoe.-O pilado da india vendeu-se a 340b a
arroba, a o do Maranhio a 84*00.
CoRos Os seceos salgados veaderaoa-sea'1*
rs. a libra.
Aceite doce.Vendeu-se o de Lisboa da 2*40
a 2*600 o galio. \ lnft
BACALHo-im atacado vendeo-sa a 144*W>
barrica, e a relalho de 144 1*4 d" 5 aTaaada
etn deposito 4.500 barricas.
Batatas.-Vaaxleraro-sa a 34040 a arroba.
BoLACniNHAS.-ldem a 44*00 a barnquiobiL
CAF.-Veodeu-se de 540W a 6*400 aarroba.
Ca dem de 14I0 a 44300 a libra.
Cbrveja.-! ero de 54*W a 4404 a danta 4
g hs Asaroca: Vondaaae de400 m
34o00 o sacco.
Louca. A ingaaza ordinaria veadeu-se oeaa 320
por cento de premia sobre a. factura.
1
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'JH)]. [ vegacao eosteira,
BTOO esudo da poder
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V#44er aaj4* o s fe Lisfcu # 1
aafta**0aiaa, ee<* oatro. atases-l i
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Vkfc*.--A .4a cempe*ic*v*oii<*r*mte 4
[r*v^awidreJe reas.
Oasceinos.0 rebate do letras reg-dlon
Paaras.Para Livtrpool pelojaetro i5/,5
alfada a /i *. /.'par liar M H*1.'^
I $ a vapor; .pan o Cana* //< bomi
rio
lospeecad do arsenal de manetord Peraamlni'
U-irbiiM dt Almeidm.
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Quanmoaja
"!PaciiaH^io
?oTWAraajo, padre J
Amorim Lima, Jos Je
drigaes de
Jnior, Dr.
O
Bit. deaeQbos,
! feral tad.ifi m
i abor*. p>ecn 1t* mt*i.>V'Nu~M--r0
>j 7 T^KJ
m'naiii.....
r anno. Sabe
i*e*?J ^l^ciir**-!** m
rpj n. 15, os bilhetes
ti1

Jos d
MOYIMEHTfl B4
** 0 Jl*uWWfW da SH* Omla Jnior,
^^Wli*aira'yiJ0ro% rrent a !
|*B**.dMale a pana d-sta tapantes > latida ao-
metal amarerfo tirada do hiaie Ptrilampo. E
para constar sa fax o presento.
4" s*eia4. alreadaga de Pwoaotbocu de
!PaSSS%40-
O escrlptarario,
* i____________Jaio da A. Pereir Rocha.
v----------- -----------------" ..............
Navios entrados no dia 18.
rara' a portos mi*tm*4ie#~-*dta>, vapof
^s teaeote Jos atarMMda da RtruM^utajt
ana.diferentes g-neres; a Amonio Luix ,,-.
**>r Axevedo C. V, G O'rVtO flera
A llaa ^tlSSPSS&S^St9 Moor Rolim. Antonio Vlcedl-
1 JTTft P ****' **^?-'<* Mo, de Sa Pere ra. Dr. Ueodoro
ae.aann ti efB '
ora
O*prBiio*^:00M|P9 atgl
r^paojanajlfra dept.is da extracto at
as 8 bMWfla oree, e o <>utros depois da
distt>iuie*x dM httoa f
MflMaWaaetdMatta^iotfdadas somet-
ta atas norte da mipiin liimjrwcfciiaii
di vi Ol*98ourenv
Aotoaif ,jjp^ -,Jl4ri|^iW;4eSawa
CASA DA FOWiJlM."
foupao engommadT
Eogomm j-.e coi pvrMcao e precoa Mitlll
ra Della n. S. ;k :
"Ha D- 5. I
Por orden dos amprezarfo a aravtaa a (Mofe
ered4ullt^ Mia 4 loiif^l z arma.fm 4e faiwas i
^^l^,*fcl*rj^olo moderno, esCv" fr^lirado-
VftMWi.-.u* flmprebajidfMdg ima so peca por 8*. 7iQfl
Cq*# 30 principio se vwader a 25|oeO) s cuka*ST
VMM pPWifmibtmm escora epanios 7
Depsitos de cryttal para cima de mesa .
parira* de porcelana mu chemin de bato.
i$
pr*p*ido, rom bcm
:cbweiei/2duza
O, e os dourados
' *'
4-5000
2i*000
o:o
sito com
HKpn4.M chetaine de.Mi^ .
00
18.5000
njflaan 0 W^ciouii|SliuimiiOftante estabe1ec>nav^.fl)p,|ifar-"t^
^MM|aJT>dr^-aW^9.iWd^ desua Mr^drioi?SeTO
Bilhetes xaran(I tos.
qae bajam da wldar eu debito al 30 da aelMi-1 poratrii A, 28k
bro prximo, oa certexa de aua, o at SojC ~ -
rtm, tero de ver as srns contas i||TiUrrT 1
^taT' P0' '" eIecU^ t*wre|QTa.F
' otiflea alada a mesaa empreza aos Sr. eoa-
A' RA DO CRESPO H. 23ECASAS DOCOSTUa B* fakrica h?!? i"? 'il0'"B ','; *berloi
O abalxo a-.if.ado tendea .s seas moito fefc.j ^m^^^im^'S^J^M Pr0mP'
Pe pato tastapl-a garam.des <(. lotera qae se ^**W ^^am^r7r^r^nS^V^et
lltil..
'mo rfia.
nlor.
lattol taKtm nomtmodia. I (J), Henrluaes da Sil
1"*Wn'.'m* A,ws Araa)0. : Cristiano le Ol reir
Cattajgre iBlai Gtonekme, cam*a Qeorge P. Sil
Mffoi^Mri^dSot eapfrt.j" JTorpliy, o o oexaio
*a>91Seidmi.da draaapdaa.
MMia afraMla no if 19.
& KaraotnW 41 as do
dtf aarhv lid i atmao, aapof aacoaraeada iof lez
' arai, da 1*7 toattada, pila D. Me. hMesb,
aaapaayoi.fca, oa iasioo.
ajMaw antidii i mesmo Ha.
Ja de Janeiro e porto MwraMidHM Vapor brasl-
(riro Tocanltns, coiamandaote o capillo tlente
L Fana.
fivi da PralaBrigne hanaaoriaao Juma, apitao I.
Soeakea, carga sanar a agoaraeslf.
Dr. Francisco Cirdeiro da,
aira JJeheUo
Hareara J^rcay
Hi bilbHte cota a orle de 80O.
s quintos ca a sorie de xou.
s serte de 1005, 40* a SO}.
'ea.M^em ir renrber seus respea-
o san).oaHseunlas ds leis na caaa
os O-oriu d
Jos Rose
dos Gaimai
*a Ros, Dr
d>),B. Tnoisatla
en, Francisco
o.
DECLiEACES.
167UOU
2I7WOO
Saata Gasa da Misericordia
do ecife,
A (Un.* jaata admairslraiav da Santa Casa de
Muericordia do Racife maoda faxer pablieo qae
a di II de jgoto pela* 4 horas da tarda oa taia
4a siaea tasadas lea de ir a praca a renda das ca-
sa ahaisooMBcianadas por lempo da um a tres
anas.
O prataadeates deveio comparecer acompaaha.
in de sms H&dore oa munido de carias deates.
E Ra Direlta.
Sibraio de 2 andares n. 8. t:0ti7000
Raa do Padre Flor lao.
Cata tarrea n. 65......72JO00
Roa d > Pagandes.
a
fdaai a. M.........530O0
Travetaa da S. Jote.
Cisa terrea a. 11.......153*000
litmn.3.........169*000
Raa dea Pateadoras.
Cacaterraan.il.......916*000
Raa das dlcadas.
Casa terrea n. JO.......174*'00
ldo a. M.........176*000
Cisa tarrea a, 38. .
Raa das Cinco Ponas.
<*.i-a terrea n. 70......
liem a. 90 -......
Ra de H irlas.
S Arado de um aadar n. 41. .
Kua da Viracao.
Cia terrea n. 7......
lisia a. 19.......
Roa do Encantamento.
Sobrado 4 S andares e soto n. 9.
Ra da Gloria.
*a terrea a. 33.......144*000
Ra da Mteda.
8jbridi de 1 andaras e sota > n. 37. 480*000
Ra lo Xogueira.
Cita terrea a. 17.......240*000
Ra larga do Rosario.
SegaaJo andar......3001000
Be; c Quiabo.
Casi terrea n. 33 .....141*000
ftriat-iut) de irihaos.
Ra do Rtagel.
Casa terrea n. 56.......300*000
S. floacalo.
Casa terraa a. ti.....
Ra da Lipa.
Cata terrea a. i. .
Raa da Cacimba.
Casa terrea a. 10.. .. .'. .
Raa daSeozala Velba.
Ca^a terrea n. 18......
Ra do Pilar.
Casa terrea 94 dem.....
idtoi a. 99 iiem .......
dem a. 103 idem. .' .
dem n. 103. .
Siti i 1 Coreo da Cal n. 3. .
S^retaria da Santa (Jasa da Misericordia
Heeife 17 de agosto de 18J6.
O escrivao interino,
Pedro Rodrigues de Souza.
I
olera
ios da
coi-
UMUA
W"2-.:ean. a aorie da 6:000. It^ZT^^'i^^'^t't
,re, quintos com sorte *I:M ^X^^^JZ^
freza recebadojeclamasfts.

- Furif aaj, .d cata.4i> aatitao
relogio de ooro sabooete, patente
o Mslfaado, a
-------, r--------soisso, do Dome
uoorrolsier London : pede-se aos Sr. relojoeiros
qae se digaem aparebrodar oo **g we Mas- lor
apmeniado, e dar parle ao abaixo assigaado, na
raa da linaaradw a. IB, casa do retratista.
A. tteataaal.
TULE 1TRO
DE
Recita extraordiaaHa.
Quirta-feira 22 dea^osts i 14366
Representar-se-ha o rauito interessanle e applaa
dido drama em S. actos
AS
0UEH4SF TvES
Principiara' as 8 boraa.
AVISOS MARTIMOS
'.'1' '-'
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Kavecaco cisteira par Tapar.
m
Paraliyba, Natal, Maca, Aracaty, Cear e
Acarac.
I i No da ti lo Brrente as 5 no-
jvgWiO^ ras da tarde, spgaira' para os
t ^Saiclv^, porios cima indicados o rapor
C^fjcS llaman0xiaPe< commandante Bel-
R-tcebe carga at o dia 21. Eocommendas, pas-
sageiros e diaheiro a frote at as 3 boraa da larde
do da da sabida : ascriptorio no Furte do Matos
a. 1.
-i.......... 2*730
Q'"1M........ 1*10
___t..laoJ- Maxtia Boa.___
Bocel a Uniao
O dae dete boyo estahrfieciun'nio aa roa do
Rosarlo da B ja-Vista a, 17,'fem a honra de part
i'i jar ao rsped) pablinn e prlncipt>- Hlws Sj-s. acadmicos-pue coatrat, mioWaa aitra
maodarera casis por me'., asstra cobo todos os
domingos lera' mao a race, tulo eom mallo
acero e limptxa, a aaajiiaer hora luxw do dia eomo
da nolte, estara* sempre prompio par lera serrlrt
aos aaos rrwgamet.
Ama de Leite
Precisa-se de ama sem.Allta I a, rua Imperial
n. 64, sobrado qae foi do majar, (iusinao.
10^000
^Orflca-se con a quaetia aeima a quem achjr
4ti*umm* avjniMHi\ft*ti dooonm reque ooo de>ma-
orrperola, perdido no dia 14 do eorrenle, entre a
1904M0 }" ? Cafaiaae paleo.^a. S. Goacjte, O, roas da
S^ra tU^&Hk'-dfim dV Ca4*a p. 5, 3
i.

-a
DE
V1GNES.

m 5. -*r% ih> ihp'eiuJwi- m m..
0pjanos4sUanMg^ala;iea)(KU,.bpkas^ conhecid* ^> r.. *-. .-w^ nr|- ,;.,, ,
ma UTieriorl^wntotanaalaliasVofrreoa ao wraa^a3a^^
ets que lies ten fcHeilrramentTfenqnfsta^ sobra todo, os aoeTem *?%?vMS?
So^'aP!iS',r!,^,ribr,cados 4* pr.op0!H,0' e ,"- 'ssimoft.para clima Hasta aan ; ^otat as ozes. sao melodiosas e ftantalas, por into acata arada
"is ass onridos dos aMraciadoras, --
^Faiera-se eosforme as encomm'*nda, unto oes* fabrica como p> do Sr. Bi.-mdel, dalaai. icio
torrespeBdente Je J \ignes, em "-uja capital forar ^mpr.; premian em todas a< exposio&es
arJi^lT.!? r "^ W*ari **"** "ra PleDd,d,J nado irtlmentbde mvsieae do
iBOBa,antaresaBorpp,assim oato aarxBooicis a piaona baratookijs-, sota todo nadMarno
proco commodos e raxoarels. yo
Para ama da homem soitnro preeisa-se de
ama muih.-r de boa conducta para cozobar e tra-
uma intnioa :. Y&tn .juizer pode ml saa4
a rdtl.-ria a 18, para ser
la d
Boise
procur
3m
Risco ni ir I ti ui a.
O capltio I. U Vigoers Jo bule americ no J. J.
Williamson de New Orleaos e de 92 toneladas de
2105000 lo'.aca >, arribado a este porto corn agua aberta oa
sna recente vragera de Nvw Orleaos o Rio de Ja
240*000 neiro, precisa da quantia de cerca de ris 6:000*
j sobre o casco, veame, carregamenlo, etc, etc., do
204*000 lio biate, para occorrer as daspezas f.-na- oeste
180*000 porto, am de poder seguir a sua viagem. Propos-
as em carias fechada; dirigidas ao capillo, serao
recibidas no consulado dos Estados Unidos ; ra
do Trapicbe o. 8, al teroa-laira 21 de agosto ao
meio dia._________
tahia.
Pretende sabir em poneos das o velelro e bem
coohecido patacho Santo Antonio, por ler a maior
pare de seu carregamenlo tratado, e para o resto
que Ihe falta Irata-se com o consignatario Joaquim
Jos Goncalves Beltro, na roa do Vigario n. 17,
1." andar.
Precisa-se de ama roalh-r que qoer er
ama que saijia easomntar, coser e cosinhar pana
casa de um viav >. que lem pouca familia : quem
e achar nesta< rcamela nefas dirjase a II ha dos
Rato por tratidu Gjunaasio, casaotarrua. que fax
esquina par a ra das Sa*d quem tratar.
Preciaa-se de urna ama 4a leil.% nha BUios : a tratar, na ra, da AlegrUu. 34.
Precisa se de urna ama, par* todo o. servico de
ama cas de familia, maao. aonobar e comprar, e
que tenha boa cooOucu : na, coa do Viaario o. 21,
3* arnlar.
Arrenda-se um neta le sitio no Jacar eslra-
di- d'Agua Fra, comtodi a qaa.Ufj de fruclas e
can de pedra e cal ha anaco fabricada : a tratar
com o solieilador Barra** roa 4a C incordia nume
ro 34.
.0
Preci*a-e de uma.aniainraflamprar.e oaiinaar
de homem softeiro : na prar
TJU2H
f./ i
para caga
pendencia n. 4.
praca da lude-
9
GARJUUX, DE LVILHAC.AR & C.
[LIBUARIE FAAHICIiStj
RA OO'CRESPO N. 9.
Livros nacionaes'e.estraageiros.
Religiao, direito^titteratura, etc.
Papelaria, objectos para escriptorio.jj
Papis pintados para forrar casas..
S! Assignaturas para os jornaes da Eo-
I ropa.
Na praca dalmJesandeaoia a. 33, loja de
onrives. compra-e euro, prata, e pedras prectosas,
e tomaem so fax ^ualqaer obra le eocommeada, e
~loe aoaleaer concert.
Horyete a 240 rs.
Na casa de b.Dhos, ra da Croz do Reelfe, ea
odos na dias otis.
- Aluga-se o soto do sobrado n. 624a roa-da
j Guia, com 2 jan-lias de frente e 5 quedes: e-trata-
SB no 1' andar
se no 2" adar.
400*000
189*000
150*000
83*000
199*000
2013000
Porto.
Joaqom Rodrigues F-rfeira negociante re
stdeole o establecido a vil: a o> Maoao, scienlitl-
ca a lodos aqaeiles cora qaem tem negocios nsta
praca on mesmo fura della, que a sua casa eoro-
mrclal tem de gyrar esta dita em diante debai-
xo da firma social da Rodrigues fc Coelho, sendo o
nome por-inieiro donovo ansociatij Joa Corlho da
Silva, o qoal ta.niiem sera' r*aponael por qaaN Quem precisar de um eaix-iro com urlica
quer prejuiio quopor veaittra appareca em dil' de taberna o anal est arrumado mais oQ-r so ar-
soeiedada, bem como lera' dos lacros de qae se'-------
fax raeocio n> papel He Conlralo social entre ellas
celebrado. R*ifel7 de agosto d* 1866.
Aluga se a olaria dos Coelues D. 5, com lodos os
pertences : a tratar oa mesma.
A veleira e snperlor barca portogoeza Brtntlinda,
pret-ode sabir para o indicado porto, impreteri
relinente no dia 30 do correte, por ter doas lercps
de sea carregamenlo prompto, e para o resto quem commodos para familia ue melhor lugar da Capan-
qafcer carregar pode dirigir ao consignatario Joa- l?a por ser ao p da estrada qu passa o trino de
Ao pablieo
Declaro qae o Srs. acadmico Casi airo Assis
e Manoel Barata nada devera no mea hotel, e se
honiem por este mesmo Diario os chuuei a virem
saldar suas cenia, fui isso o resultado de uro rn-
gano. Peco pjriaoto esculpa aos v, e>mos senho-
res, que semure nos meraceram e m^racero o me-!
Ihor conceito.
O proprietario do hotel Trovador.
Aiagam-se 3 easas novas multa frescas oom!
rom ir em outra parte : a tratar na raa do
taberna n. 20, o qual dar a razo porque
Ama
Fogo
*l
Precisa-se de urna para o ervico do-
mesiico de ama casa de familia : tra-
tar na roa da Cruz n. 42, de 1 a4 luras
da tarde.
^iftSBXMKgg
zmmmm*
qum Jos Goncalves
a. 17, andar.
Bettro, na ra do Vigario
Para com esiealla pelo Maranhao.
Pretende segair em poacos das o soperior e ve-
, leiro palbabete Pernambucano por ter grande par'
253*000; te de asa carregamanlo prompto, a para o que ibe
2O0OO01 falta lraiase cora o consignatario Joaquim Jo.-
168*000 Goncalves Beltro, na roa do Vigario n. 17, 1.
M50*00J andar.
do
ferro : a tratar aa travesea do* Quarleis n. 95; so-
brado.
Aluga-se a l) o 18 da
ras : a tratar na rassma.
raa d.s I arangei-
**a
Pracita sa. de,uir.a auaa pata anda* com meniao
e tratar dsToupa d mesm) : a tratar ot praca
do Corpo Santo n. 17.
Conelho de revista-
Pe:a presenta sio chamados para serem inspeo-
etonafis oeraatvo ^ooselh) de revista, na casa
das sessS^s da cmara municipal, no da 23 do
-cirreate, aa 10 biras da manba, os guardas abai-
xo meacioaados:
! balalho de infahtaria.
Aa)>tnho Farreira Ramos Andr Joa de Al-
tnsili Gatanho, Anter > Jos da Rocha,Alvaro Pau-
lo !foblato, Damingos Migail ,o Passos, Eazebio
Raptista de Saota Risa, Igaacio Maaoel de Olinei-
ra, 1j3 Baptista dos S^otos Teles, Jos Francisco
do Carolo, Jos Prao'iso le Pigaeiredo, Jo Ra-
(njsdn Soaza, Jx Goncalves Per-ira, Ludgero
Francisco de Assis, Maooel G mgalves do Nasci-
ro-ist>, J-) Aotomo de Almeida", Jis da Silva
Nev-s, Jjaqaim Domingoes da Costa, J-remias
dos Santos Mjraes. Jos Lop< da Silva Cardo-o,
J laqinm de Andrade Lima, Jos Hara das Cba-
as, Mioiel dos Santos Monteiro, Mmoel Antonio
?>aMirtin, Mtnojl C'ammtiui Ribeiro, Ma-
-*MI l^quim do E-:>irtto Sanio, Manoel Jos do
Masctmento, PjoIioo Oiofre Nunes, Ruflaiano da
ilora forpa, Viceote Ferreir da Silva.
2 baulho.
Antonia Moniz T.iresJ*}nlor, Cnfolio Manoel
Theodoro, Jos Francisco doCarmo, Jos FirmhM
Alves (jointal, Libani- Luix di Cuah, JosRomo
Lapes d Silva, CinHo F^rrelra da Chagas. Pran-
seo *'a;o4. Piaei Gaimarfl, Joo Francisco
Pinto Guimre.
3* baulho.
Adjljifco Paran-a Arantes, Antonio de Olirelr
3oBlim ara*ri.rJo.e Mooteiro Fin*,, Goriola-
o) di Airea a Silva, Francisco Bivsiaqmo da Sil-
-ra, J.Hfim-Oreste de Aibaqaerqae Moora Jos
lliriiasda Ctrvalt. Az-vit,, j.)io |l0 de
A'illalaaior, 4jo- H"drlKua d silva Duarte
Joaa oielOo Pinto Je Mosquita, Joajuim Manoe
deMira.Waodarlay, Muowl Ponlaara de Soox
H gdhiea, Slinno Alv dis Nevt, Thomax de
Ai/uiaa Alaos da Nascimento.
4* batalMo.
Mmoel Pitopeae Ar%uio Lopes.
btiHhaa.
1 aquim Alt Ltma, Mi&Jiaa da Crol lAtu
WamJerley.
8* batalhao.
Liai de Franca Joige.
Sata das sesMe do consema dfl rfrisla da guar-
da nacional doReeif-, 17 de agosto de 1866.
O secMfcrio,
___________Pirmlno Jo< deOreiri.
arautio e Para.
Segu com a poslvel brevldade para os indica-
dos porioe o arigue escuna nacional Graoma, ca-
pltao Silva Ralis; par, o resto da carga qae Ibe
falta, trata-se com o seu conslgatirlo Antonio de
Almeld6ome<, ma da Crux n. 23, 1. andar.
Ven le-se
0 ve'eiro e bem eoahecid) patae> i na-
cional Palma, (de primeira classe), dn 22J
toneladas de lotaeSo : a tratar com Henry
Forster & C.,-rua do Trapiche n. 8.
Tara o Porto
Segu impretenvelmenle o b.igpe portoguex
Umao, at o fm do presente mea de agosto ; quem
oelle auixer carregar ou ir. da passapjera, para o
qoe tem boas commo4os trata se com os coiisigna-
tarios Thomaz de Aquino Fonseca 4 C, na raa do
Vigario n. 19, prtraeiro aadar.
'T'wnAm-se 3:000*-a,premio razoavel. dndo-
se garaotia a contaalo: oa roa do Cabug n 16,
3# andar, se dir quem pretende, de maoha das 6
as 9 e das 3 da tarde em diante.
- Jos Ellas de Moura, J^harmaceutico pela fa-
coldade a mrtlnina do Rlo;de Jam-iro, tem aber-
lo seo esubelecimeaio de phacnMcia e drogara
raa da Imperaini o. 77. All tocoatrara o publico
grande sortimento de drogas e preparac$es piiar-
maoeutlras, recetn-mente chegadas da Eumoa, e
mais asadas pelos Sr. faeullrtivos.
Vernica Mirla do Reg Mjtta. TheoniHa Eula-
lia deOlinda Milla, Mirla da.Coneeica da Motla
Machado, Malina Ueoclecia Freir de Araujd Mbt-
ta, Izidora Sophia da M-.tta Miguel Jos da Muta,
Vircilho Jisda Muta, Manoel Rodrigo do Reg
Molla e Cuuipoo Beoicu Machado, trsnzidos de
dfir pelo Mleelmeoto 4- su mui presad! esposo,
pai, sogro e ir PMusawe alugar urna negra tjue saiba en- rados de gratido para com os parantes e amieos
Bommar bem, cosiotiar e tenha boa conducta, sem do flmadr pelos bous hbVios que sedlgoaram pres-
cos r na roa das Crazas n. 36, priroeiro andar, lar anros rest-a moas, vam por este meto
paga-se oem. ______i (protestar lhe o* seus mais eordiaes agradecimeo-
^^j^q loe e rogaMtlgs de novo o cridoso oh.sejoio de
f.... ., SE VIAL.
fara.o4raUfi6o e cura rpida e comp't das moletias flynhrirrcas-, eriarpe-^
las, reumatismo, bobas, Hoia, debilid^de do estomRoJtMaiiiajja|oelc^|^sdo (toado
e;bco, dores sfciatieas, eopbalalgias, nevralgts, uk:er. s chronicas, hydroppsias, pleori-
8ii8, gonorrbeas cbronicas e em ge al todas as molestias em que se teea em viste a dd-
PHsVBjtk i>7steou sanguiLeo.
Coaislderac>es geraes
A sude nm 1 em ioapreciavei, cuja importaoeia e valor s est reserad* aa ea-
fermo o avalia:lp.
incontestarel qtie o homem neste mundo constantemerUc, e por todas os-lados
atacado por orna infinidade de agentes morbiricas.qBe todts tenie >, nadas certa e-doter-
nunadas circumstancias, a alterar oregolir eaercieio das Ainccoes orgnicas, reswltarido
desse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais do que a desvirtuado das forcas vitaes, occasionada, se-
gando as investtgaces e experiencias dos mais abasado mestre,- da scieticia, pela depra-
Taclo dos humores geraes, conseqnencia da accao maligna desses mismos agentes morb-
ficos intro-Juzdos no organismo pelo acto da respiracao, pela va digestiva, pelo contagio
immediato etc. etc. etc.
A sypbilis infelizmente tem sido a paititoa da hamaoidade, e como Jora de dun-
da que esse terrrvel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, e'la ttm sMo obser-
vada em todas as dales, e debaixo de tods as suas tWmas ITio variadas, enfraquecendo
coostUuicoes robustas, produzindo mutila?oes, e cortando ainda em flor da idade vidas
preciosa.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar aroassageral dos
humores tem sido desde lempo mmemori..lnfim constante da medicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para pneneber esse desitetalum ou itm.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
mmeoaos successos obtidos pelo uo deste saluUr agen e Unto na Aliemaitha comoem
Franca e Italia, o tocaam c companheiro itiseparavel de quasi todos os dnentes.
Saodoas mteselas, como cima dissemos, devidas s alteraces doshumores, o
EKxtr -depurativo -do Dr. Sevial pode ser eupregado vanlajosamente na syphilis, erisi-
pelas, rlieumiiismos, babas, gota, debilidade do estomago, inilammagoes chronicas do
figado e baco, dores sciatica*. cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias.
pleunaias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que te tenha
em vista a purifioaco do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem eito
ver que e'la inlispensavel nos casos gravsimos para minorar os .-offriaieQt s, e pre-
parar o do-nte para medioaroes superiores; e as menos graves a cura a conse-
queoc'rtt do seu oso, conveuienieniente repelido.
As substancias que entram na compocao do FUxir depurativo do Dr. Sevial
pertencem todas ex^usivainente ao reino vegetal, e grande cathe^oria das substan-
cias depurativas e anti-Tp' iliuca>; assim, ao passo que e-te remedio depura o orgar
nismo, eliminando os |>rinc|>s nocivos saude, pelo mecanismo naUral das evacu-
acCes alvinas, neutral>sa ao mestLO tempo o virus sypbilitico quando este virus j
tem feto erupc-ao no exterior dt-baixo de suas rottUiplicadas formas ; e previne tam-
bera os estragos dessa t-rrivel molestia, qu mdo por ventura se ache ella ainda ne>
estado de encubaco, isto sem se ter manifestado sob formas exlernas: benefleis
immenso, ta;:to mais quanto neste eshdo o* individuosignrram completamente se es-
t5o contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradave d'este Elixir convem a todos os est< magos, a sua accao so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molertias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na snaqualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultan io deste os-
lado, muitas vezes, bytfropesia*, que quasi sempre termrnam peta morte 'o doente.
v^rm pos esperamos que o uso desta remeli.i justibque cabalmente as nos-
sas asse^etjvojs, porqoe sendo um medicamento tao simpW na sua composico. a
pratica tem confirmado sua ulilidade.
Ualco deposito eos Peraaubuco
Na botica e drogara v
DE
Precisa Se de nm ama escrava para servico
de casa : na roa de Eooaolamento n. 12, segundo
andar.
ma
Precisase de urna ama para o servco de
s pessoa : oa ra da. Croe do Reci. fc Ifi,
m-iro andar.
assi^tirema mtSsa1 tfe fto'qn'Ani'que mandam cele-
nma 'brar na qra-feira 22 do correte, stimo diado
prj. seu passaroeolo ua matriz de Santo Antonio pelas
S tioras da manha.

Precisase
-_____
cisa-s
IEII0E.
Fai>se
ispetjiBi* do arrsearil le
aarlnha.
publico qae a coramisso da perito ao Rio de Janeiro tratar de suasaie
iii:n,\o
DE
sto.
(avarladas.
Htj'- 2i de ag
A. C. de Abrea fara' l-il) por intervenga o do
agente Pinto, de diversas bxndas avahadas, e
em segaida de diversos lotes de fazendas lunpaa :
boje 20 do borrante as 10 horas da maoha em
sea armazem raa da Cadela.
AVISOS DIVERSOS
Mrinteiga franceza
Em barris ou malos a 400 rs. a libra e a retallo
480 : ta fita das Crutes a. 4t___________m
CLUB rWIHIC%NI
A partida d-i correte mei tera' lugar na
norte, do dia 23. .
ra BbSj "r0 M,ll0'sub4il0 "allano, retira-Ve'pa'
Antonio Jos Botelho subdito
portugqe5 y,e
alogar ama escrava Idosa qae sirva para pequeo
servico domestico : aa ra Direlta n. 45, laja.
.Precisase de ama cosioheira para casada
familia : a tratar na ra da Unio a. 48.
~^-^______ I
Brasil Histrico
BSCR1PT0 PKLO
Dr. Helio Moraes.
Publicago m-osai, rootendo qualro numero,
com trinta e duas paginas de impreasao, oraalaa.
de gravuraa em roadeira.
Asslgna-se por 12*000 rs. por anno.
Na lirraria Franceza
9 Raa do Crespo. ja>
m*mB
Na padaria da ra R*al Mi *lfa*iroinfro* pr%-
cisa-se de um amassador: a tratar na masan nu-
mero Vi.- || fl 7 f a

___-.
C feeira
PreH*a-a da.um r.ianzde 18jino< que* fcnha
pratica de taberna, e de bom comnoriam-nio j a
tratar na ra do Livramwnto n. -21. iwreeiro andar.
Queei tfver par alogar una escrava que en-
gomme eom perfeicao, dinia-ae a raa do Trapicbe
l. 44, 2" audar.ou aonuoeh para ser procurad u
na
de
BaHolhomeo Companhm
34-RA DO ROSARjIO LARGA-34
- Pi*e-si da anta lata) para cosinhar :
ru.aov_,da.SUota Rila, ,a 89, futo, a fabrica
I! Euzebio R-phaet Rab4lo faz publico que
Sr. Mano-I Jos
Rodrigos Alvos lol despedido de
Deaappareeeu do eageoho;Violara, Tegiieiia *oa casa e-** doco/rante..
de Bom J+rd'n, comarca do Limoeiro, o escravo
mmmmmmmmmmmm
m AtteEcao
Vendo, urna tabana na laelb^r ra
OM de nigocio da Boa Vista propria. para
g principrtrM pot ter puncos fondos e ter
H bous
ion modos para moraii; a tratif
na ra do Rosario da Bu-Vista n. 43.
MaihMM, no dia i7 de junho prximo passado, o
qoal lem os sig-naes seguinies : balxo, grosso, ros-
to redondo, oHios-empapoeade, perfetta ddenles-,
cAf atgfoma couaa fuII, e'ieaoV) no braco e eoco'tido a munheea 4a-mai um caroco, seme-
Irraole a lombiaho. 0 dito perteoce ao abao as-
signad.'. Qaem o.peaa* set bem reeompeaaado^ V
podrno eniregtr n'esla praca ao Sr. Fraocisoo.'aj
A>.lonio d*AM)oaeroud Mello, a prans da algn**
no caes d'Apollo, a ao seu dooo oo dita eogeoho.
Maimi Frmeuco de rtnt M \T o 07 ~* 'iarciaeira, dade de 30 annos p<)uco mais on *
Jli vlt nos, p ontro cabra escuro, -,mii oM;io, idade (l* lo
Veode-se a verdadeira asaifa b. 97, de conslg- *n,w*- aaAos adis e de bomejii
oacno da propria fabrici, fiti barricas de 15 dozias
em lotes de 5 barricas arroba 58*000, era lot
l) baprihas arroba 17*000, e fW 4d bafrWis ar-'
PAC SI MI LE D'ETIQETf A COR UEROSA.
100 carUie's
PAISLEI
Os Srs. James Cariile, Sons ti C^BoJcn*Mis,
PaisJey, Scotland, leem a honra oV rhamar a altea-
cao dos cononlidores de imha em naellos, que el-
las obtiveram medalhas de premio das exposi^oes
de Paris e Londres, por suas ecellnie linhas pa-
ra sosa*Hje..jj|?, rodases nov*|s feitus por lie?,
para esie m*reado, f^rn no fin da cada macoi orna
etiquetta branca, na qoal acha-se graaan a nome
rraa >-m ojh-io,ofia)*ist%>'ia, suja fabrica assim
desenhi das cima mencionadas modal fias,
cada norotlo ttii an-t,91lqRia|tn c*r 4" rosa
o aumero a as p^laiv-rs* a|s|Pv. e
tnAem, que iilqiier.iisha defflmlitalr.^nwiida-
4a a este mercado, irazSflo outra Odalqer etiquet-
ta do uue acirn menetoaada, oo d su propria
fabrica.
Southall,Mello & C,uniros agentas em Pernap}.-
baco.
Ml|or, Soulhalt C, nico agenta na Batiiat I
Pu.Mieac5s I&erarias.
CataiMrSe Jtraaior.
Hnit'AUeraf.
(Versos ramudos em sesea magna di< Gceajto.
ScieoliBco em 11 de agesto de 1866^)-..
1 brochora impresso oittda SOO rs.
Do msrao autor :
Sombra
Lunfatoaas-
tyerso nlll
l vol.broen.-1*000.
(Verso*; ntimos 1866^
, Iraur na roa das Cruxe a. U%
l
roba 56*000, por barrica dinneiYo," seru de
Atteiict)
Vende-ie a taberna com poneos fundos
e com-
i ; na ra do' tfipiphe o. 17, easa da sfloin,] modos para familia no pateo de S, Jos n. 81 : a
eicrjptorio de Eduardo Petoon. 'tratar na mesma.
Recaben*-** assitrnataras par ambas esaaa rsbaaa
n livraria fraaccaa de Garra;, ue LaiHwear di
C, editoras da primetra.______________________
Preciase da um a lerao de caga da poaca familia pudendo dor-
i casa oorm goe seta oessoa ja
liarte : a tratar aa roa Oarelia a 47, tej.
=
^)H wmDftodos 4>ara fa-
mente, m Passagem
ii multo bom banho por ser1
a uaur na roa da SalaU Nov q,
K-a.
*j DEPOSITO DE GjlLCiDd A
m FAURltABOi\ACAl j
P UuaVovau.til. g
.,* Ah se encontrarlo obras Ja di- m
* versas qualuiaott, e por psefo aaoi '
5fi' dimiuoios, a i etabo n wu poffbes. I
S'.s vende a dinheir. jg|
'mhm^mx mmmm mmm
Chapeo* le mwitha branca
a t4^1<-<5.i8A&.OA-
Na prac* da ludeprinli .<*, b. .4 e tS.
'qtierque Wm o su eoamao'io na ra do S
j|^ Crespo, pnmeiru as/lar da casa amaretia 83
m n. i% tafia pea*, at^racueadoa qaal- >
m quer tv-ra do div SM
% 1.1'eijwA
i.
Precisa-se de nm destilador para um eogenho
disvante-ee w>cife.peo* doas leguas : a tratar
'na rua-do Trstpiche armaz'm n, 13.
SaBoei ftiwer Jujj*ai A Coinpanhit
Kua da SeuiaUJVae o. 4.
AUIRCIA OA
4/^10dlii doJbow Hoor.
Machinas a vapor de 4 e 6. cavoIIo*.
Moendas e mei as caoenda.s para angenho.
JTaixas da ferro coado e batido para enge-
nha_.
milia passar
na llha Be
junto de rio :
4, reflnacao.
Arr
Ratei>^
Ara*89j
acBit
Motor^
Machinas dj costara,
W e dougea
!t algpdo.
allp*..
\



-"*'"' s_mm"



A LEGITIMA
SESiTABWlM
OE BRISTOL.

eo_ os remed*.

PREPARADA ffiCAMERTT POR
LAMAN k KEIF,
NOVA YORK* y
Composta de substancias, gozando das
propridades eminentemente depurativas a
2pprevada pelas juntase academias d me-
dicina ; usadajnos principies bospiltes, i*
vis militares e da marinha as Antilhas e
no continente americano ; receitada pelos
facultativosos mais distinctos do imperio da
Brasil e da AmericaTiespaiib&l
CURA RADICALMENTE
escropholas, rheumatismo, escorbuto, en-
ermidades venreas e mercuriaes, chagai
antigs, morphea e todas as-molestias pro-
venienttfd um estado vicioso do sangue.
Emquanto existem varias imitacoes e
alsificacSos. preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol ?ende-se por
CAORS 4 BARBOZA
JOO DA C. BRAVO C.
JoSo da C. Bravo 4 C
Deposito geral en Pernamnuco ra As -
Cruz n.2 em casa de Cares
- me
CONSULTORIO MENGO-
BO
m. PEDRO DJE ATTAHVDE^ LOBO *SC0SO
3 ttia-iGlora, cusa do Fundi.8
O DfY Lobo Moscoso di ooosulias raurta ao pobres todos os ti*& das 7 as 4.
(tone da manbo, e das e meia as 8 borat da aoita, excepto dos im sanuiicados.
Pharmacia especial komeopathu:a
No mesmo eoiiaoltoiio ht teman o mais appropriado sortimanlo do carteiraa
tubos vulsos, assim como otaras de varias dymnamisacoes e.pelos procos seguirte*
Carteiras de 44 tnbos graades. **#*~
de 24 tubos grandes. .. 180WO
de 36 tubos grandes. .
de 48 todos grandes. .
de 60 tobos grandes. .
Prepara-se qualqoer earteira conforts* o pedido que se fier,
rae e pedir. Hnnn
Usa tubo abolso oo frasco de tiolura de mp>a ooca i . Sendo para cima do 12 eosuratn prepos estabelecidos pe cartstrso.
Ha tobas mais pequeos cada on a 560 ris.
IIVROS.
A mdlhor obra da homeopathia, e Manual de Medicina Hc*eopatbiot do ^JuS
doos grandes volumes com diccionario.......... 7__
Medicioa domestica do Dr. Hermg........... *]*_<_*
Ropertori do Dr. Mello Moraee............ ^0
Diccionario de termos de medicina.......
Os remedios deste estabelecimento slo por demais conbecides e topensampot
dato de serem novrnoste recommoodados as pessoa* que qoiterom usar de remedies
terdadeiros, enrgicos e duradores: fea todo do menor que se pode desojar, globos de
rerdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa"conservac5o, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a tois exacta e acarada preparacSo, e portante a maioi
snergia e certeza em seux effeitos.
Casa de saude para escravos.
' Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou faxer-ee-lne qoalquet
peraco, pura o que o annunciante jotga-se sufficientemente habilitado,----------__
0 traumento o metbor posswel, Unto na parte alimentar, como na media,
taoccionando a casa ha mais de quatro anuos, ba muas pessoas de cuje concetto se nk
pode duvidar. que podem ser coMultados por aquelles que desejarem mandar
tiftftntftS
pga-se U por da durante 60 dias e d'aai em diante 1500.
As operacoes serio previamente ajusUdas, se nao se qntzertm snjeitar aos precw
razoaveis qoe oostuma pedir o annuoeiante.
99 de Agosto de 4866.

DE S. MAURICIO

PKOEOi A PERFOROAUOS
Tlnglr, II sopar e I adraranttr.
F. A. SALINGRE & C.
29 Ra 7 de setembro 29
ieraate da na ims da ai*4er (Re de Jaeeire)
Os proarietorioi deste estafeeteoimerrto, o primeiro do seo genaro do Brasil, por
trabalbar com as machinas mais aperfitoadas para tingir e lustrar, de que se fax uso na
Europa, e ajodados por alguns dos naetbores officiaes de Paris e Lyo, podem assegu-
rar 4 seos fregueses urna perfeielo no trbame, aqual sena" o pode ebegar pelos proces-
r TmgdBalda^aear^ps42ftamefMSCom a autor perfeicSo e brevidade qualquer
qualidade de fazeodas, tiram nodoas e limpam i seceo sem mollar as tedas e as vestimen-
tas de senheras e de horneo*. __ __.___
?Io__Kda_ __<_ s_ __ s_
C4SA BK B4KH0S |
26 rateo do Carao* 26..
5 Neste eslabelecisaento o-impor-
Unte para a saude e asseio do cor- 5'
po, acham-se montados 26 banhei-
ros, qoe sao servidos com a ordem
e asseio que para desejar-se. Qua-
tro dettes baaheiros sSo especial,
mete reservados para senborss e
por isto acham-fce enllocados em lo-
gar reservado, aonde s tem entra-
da as pessoas de orna mesma fami-
lia.
PRECOS DE BANHOS AVrJLSOS.
1 banbo fro, momo ou de
cbovisoo...... 56
!*/)'

.__------_
-------
SEGBOS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companbia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
O Dr. Gustavo Adolpho Walbaum
tem aberlo seu consultorio medico na roa
da Cadeia n. 36, segundo ai dar, casa do
Htbegraphia do Sr. Caris, e d corsultas lo-
dos os dias das 6 as 10 1 | horas da nanLaa
e das 3 at as 6 horas da tarde. Chamados por
escripto podem entregar no primeiro andar
da mesma casa, no escriptorio do Sr. Fran-
cisco H. Caris. Tambem aceita chamados pa-
ra fora da cidade._____________________
A Caixa Filial do Banco do Brasil
nesta cidade. administradora da massa falli-
da de Joaquina Fr. ncisco de Mello Sanios,
paga o primeiro dividendo da mesma mas-
sa a rao de o pf'r cento.__________
A Salsapartlha
I>E AYER.
Para .a oura radical de
Escrfulas, ulceras, chagas, ei-
>as velhas, molestias syphil-
iticas, e mercuriaes, Enfermi-
dades das mulheres, como re-
tencSo, mecstro doloroso, ulcer-
acao do ntero, e flores brancas.
A Mevralgia, Convulsde, Ery-
sipelas, Enfermi-Jades Cutneas,
borbulhas, nasudas, etc.
O extracto composto do .SALSAPARILHA, conreccIOn-
ado pelo Dit. ATER, urna combinAfo dos melhores depnra-
liros c nlleuntcs coolieoidos medicina; < corap s Kh da ^cicacia, .tpprova mcico= doH'Esfndos Unidop, da America do Sul, do ^lxico,
das India* c A SALSAPAJtILHA do AYER especialmente efteai na
cura das molestias quo tem sua origem na eacnfula, na
infoc^ao vnerea, no uso excesslvo do mercurio o* em qualquer
impureza do tiangue.
Entre Indas as molestias que afligen o genero humano, nao
lia i;ma BMa universal c tenivei do que a cscro/'nim; por si
nilo Ifio destructiva, porem a enusa principal de multas en-
feniudndes que mo lite -.m geralmeaic attribuidas.
urna caasa directa da tsica pulmonar da mal do
jigatlo, e estomago ,.affcc$0e8 do cerebro, lihenmatlsmo
c afferrSes Falta de apetito, iFrapjteza c molcza a todo corpo; Mi
ebeiro da boca, semblante plido e incitado, s vezes d'uina
alrura transparente, outras Tczes corado e amarcllo ao redor
da boca; Digesto fraca e apetito Irregular; Ventrc luchado
e evacaaco irregular ; Quando ataca os pulmoes ama cr
azulada raoatra-se a roda dos olhos, quando 6 no estomago
eio averinelha dos, Sa pessoas de dleposlco escrofulosa
npparecem freqnensfff rnte.tfrws'^es na pelle da abeca e outras
partes do corpo ; sao predispOstaa as affeapt* des pulmtes, do
figaxlo, dos rins e dos orgos digestiros e ateraos. I'ortanto,
nao fo somente aquelles que padecem das formas ulcerosa
e tuberculosas da esav/Ml* qae necessitam de proteeco
contra os sens estragos; iodos aquelles em cujo eaqgnc existe
o virus latente deste terrrel flagelle (e s vezes beceditario),
esto expostos tambem a oflrar das enfirmidadas ^ne elle
causa.
OiTereeemos a estas pessoas ubi abrigo seguro ac anti-
doto eflicaz contra esta molestia*suas coasequenola, na
Sakaaparillisi d? Ayer
qae opera directasaente sobre a angoe, sarifieando-o e ajc-
da
\.L
BOTICA E CONSULTORIO HOMECPATHICO
DR. SABINO O. L. PINHO.
Ra Nova n. 43 floja de marmore,;
A exwrieBcl lem demonstrado com a m.ior evidencia qoe os medicamentos bomeopaibleos
pwparado Sr meio 4o agitador dynamico sio os qoe esenvblvtn accao mal* prompu, ma.s segura
* *"SE,as^m dovida pelo cenbecimenU) destes reaoludo? qne cousUBtmeole recebe esU botica ea-
commendas do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro e da Baha, aperar de hav.r nessas proTiocias
mrttam sordas e acreditadas boicao. d'onde se poderlam Ulve obur remedie mais baratos, alles-
46,1,10 A Sg^a'd'dac^o dos medicamentos assim preparados se manifesU at mesmo quando os
lbulos se acham redolidos a massa. ic ao
Boticas de li tubos.....* !S?
s de 36 tubos.....2B* ?Sf
de 48 tubo?.....35*a9!
s de 60 tobos.....45# a 50#
Caixas de medicamentos einslobnlos* tinturas.
De M tintaras e 48 tobos. 60* a 70*
36 e 60 tobos. 764 a 8.*
48 s 88 tobos. 95* a 100*
60 el 10 tobos. 115* a 1 JO*
Venden igualmente o THESORO HOMEOPATH1CO, obra essencialmente popolar pela clarea
com que ensina a conbecer as molestias e a empregirjos remedios (2* edicaoj 10*000.
O Dr. Sabino 0. L. P. d consultas todos os dias otis desde 11 boras da manbaa at S da Urde.
Das 2 oras em diante visita os enfermos em seos domicilios.
Em casos urgentes e repentinos as consultas e visitas serio feUs a qualquer bora.
As consonas por escripto sero respondidas com a roalor brevidade, precedendo seoipre o lem-
po necessario para maduro exame e reflexao.
pulsando delle a eorrupeao e o ajeno daaolestla: penetra
teda* as partes e todos es orgos do eorpo linnano, livrando-
os da sua aeco rielada e inspiraado-lhes noro rigor. E' ora
ferantc poderosissioso para a renovaeoo W sangue, o d as>
corpo j enfraquecido pela doenca fonca e energa renovadas
oomo as da juventud*.
J TAMltEr O MKBOn JLXTZ-MTPBJZ.ITICO
COXKECIDO i
urr. permaneamente as pesores frraos de PTPHMS e as
sua-.. >i]-.n,nemlas. Pouea neeessldadc ha de informar o pub-
lieo v iiiestinasel valor de un remedio que, ettmQ este, llvra
o -augue di-ssa corrupcau e arrebata a victima das guras de
nuc -u,orte lenta e Ignominiosa, porem lnevitavei s a* mal
nao lo^o combatido com energ.
N.o preteuderaos promulgar, utm queremos que sa la ira
que este remedio InfallrcT para a cura de todos os naded-
meutop fcumanos, o que dlzemos qoe a
^LATdb gSor
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
15 Ra lo Qu. iuiatis 5*
Monteiro & Guimares participam a to ios os seus amigos e fregnezes que rece-
ben) de corita proprii por todos os vapore da Europa, grandes e variadissimo numero
de ai tigos de modas e de alia oovidade em Paris, e bem assim adornos proprios para ca-
samento*; pois sen correspondente de Paris, na escoma de taes mercadorias tem mereci-
do approvaco das encantadoras pernanbucamas. j M
A Fragata recebe de sua propria ensomnenda (uvas de Jonvin, ; melhores que
aqu tem viudo, as quaes vendem em duzia a 24dOOO; assim como recebe figurinos por
todos os vapores francezes, e bem assim jornal daa modas. A Fragata ?ende ricos tap-
tes aveludados com dilTerentes paisagens, proprios para sof (para 4 cadeiras).
Chapelinas primorosamente ifeitadas chegadas pelo ultimo vaper francez.
Ricos cortinados bordados.
Cortes de seda de cores de 305 at 1405.
Colchas de linissimo damascos de seda para noivos.
Organdy branco imperial, fazenda esta que mnito se recommeda pela sua bOa qua-
lidade, e bellos padres.
Ba quins para senhora (oa confeclions) de grosden iple preto ricamente borda-
dos, e justas costura.
Saias Maria Pia, com barras de cores (oovidade) tendo cinco pannos cada urna.
Pecas de entremeios bordados a 15000 a peca, m ito lindos padres,
Trasparentes para janellas com mui lindas paisagens.
C*mbraia indianna com oito e nove palmos de largura.
Lindissimas caixinbas para costura com diversas e armoniosas pecas de msica,
proprias para se fozer um presente. .
Aderecos decrystal para senhera (novidade inleiramente).
Ricos vistuarios bordados para baptisado, com todos seus pertences.
Coeiros bordados a matiz*.
Enfeites para cok, o melbor que se pode desejar.
- Manguitos e gollinbas bordados em finissima cambraia e outros muitos objectos
que mencionados seria enfadonho.
IffiSas&.":: es
PRECQS POR ASSIGNATDRA.
30 baohos por nez fri#,
morno on dechovisco. 10*000
25 banbos coa cartees pa-
ra os mesmos .... 10*000
12 ditos ditos ditos. 5*000
42 ditos ditos de eboqus. 10*000
12 ditos ditos d farelie. 2 40*000
, O esubelecimento estar aberto !
nos dias uteis das 0 horas da ma-
nbaa as 10 da noite, no dias san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
BlsUM ISJQSJf *fM mtWt>M attiMtMsWm
wwl "KBKVW mmM sflWRII
VIVA 0 PROGHESSOL
Ao systema mtrico decimal
Lei i. .37 it 26 de jaiba de \H%2.
Ari. 1.* 0 actual sjiaiema da setos e medidas ae-
r ubstilaiao em lodo o imperio pelo syitema m-
trico fraucei, oa parte correspondente aa medidas
lineares, de superficie, capacidade e peto.
Ari. 1* B' o goveroo autoritado para mandar
vir da Europa os necesarios padrees do referido
ysteaaa, sendo all devdsoaesie ateridos pekta pa-
dres legaes.
$ 1.* O systema mtrico substituir* gradualmen-
te o actual .ystema de pesos e medidas tm todo o
imperio, de modo que em 10 anos eesse itieira-
meote o uso legal dos amigos pesos e medidas.
f 2.* Do-.aiite este praso, as escolas de insiioc-
cao primaria, lauto publicas ceme pnica ares,
compreheodero Doeuslno de arillmlica a expli-
cado do systema mtrico ct mparadoeom o systema
de pesos e medidas qae est acioaimenle tm se.
Art. 3.* O governo..., poder* im(dr acs infrac-
tores a pena de prisa* al om mex, e mulla at
100*000.
ltemelo.
Chegaram a ra Nova n. 38, indos de Pars e
alii debidamente ateridas, as medidas mtricas da
que (rala o 2* artigo da lei cima, e Tendera se por
preco c inniodo ; tambem se vende a btm cuBfce-
cida obraNocoes do Systema M> trice, por Jo.-
Antonio Gomes Jnior comprebendendo as preci-
sas explicacSes do mencionado systema e tabea
comparativas da eonversao das medidas de um
systema as do oulro, na conformidade prescriba
pelo 2 do art. 2* da citada lei. *
FABRICA UTACIO -Ali A VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito prlucipal na ra Xots n. o loja de relojoelro.
Delouche dono deste estabelecimento partecipa ao respeitavej publico que tem
montado urna machina de fazer gtlo, e que sua fabrica de chocolate peder funecionar
sem interrupcao. e para mais facilitar aos Srs. compradores de chocolate tem organisado
um servico de carro, que andar em todas as roas da cidade, os compradores poderSo
chama-lo. _"i___________
PRECO.
Meia libra......... 40
.Urna libra......... 800
Urna arroba ......... *W>0
GELO
As pessoas qoe quieerem gelo para soir ou bailes, podero dar soas encommendas
ao caixeiro da casa,ou na ra Nova n.SO aonde tem un deposito. As pessoas mora-
doras nos arrabaldes da cidade queiendo levar gelo pela manla, po er5o deixar um
caixSo na taberna junto ao poriSo da fabrica, que acharo na volta suas encommendas
promptas.
Na mesma fabrica fazem-se cadeiras franceza de todas as qualidadee, e vende-se mais
barata que aquellas que vea da Europa.

ttalsaparilka de Ayer
i a mtJhor
molo.'tlas aasdagas, qae moa comblaafo dos alterantes
mal. cfflcszrs conhecldo, e qae temos eOnscieiMla de offerecer
at Itoje deseberta para estas e TTatTnas
s, que nina combln^io dos U~~
Terees
ao nubllco o mclhor resaltado qoe posslvel produilr, da
{ntelllgenda e pertaia medica das nossos trapo.
REMEDIO DE AYER PASA SEZOES
Infalivel naa febvp* jntstrinittente, remittentea,
FebrM Biliosaa e .teroaa, mal do flgade, in-
oramento do baoo, ceguaira. Dor nos
ouvldoa e palpitaoei, quando
loe pela*

FEBJIES INTBRMITTBNTBS, OU EBmKTBS.
Boticas e DrorW do.nperlo,
Vende-se e*? Pernambueo:
na
&j&y*
PHARWACIE FRANCAISE|
IdeRMADRERC^I
UA NOVA Nc
O NOVO DESTINO
DO
*m-
23 Largo do Terco 23.
Sormento completo dos meiores e mais bem escolheidos gneros perteocenes
a molhados: o propriatario deste bem conhecido armaaem de molbados denominado Coa-
servalwe participa aos amigos do bora e barato, tanto desta praca como do mato, que ve-
oho comprar a primeira vez para verem a grande differenca que ha dos generes com-
prados em outra qualqoer parte, garantndr>se a superior qtlidade de qualquer gene-
ro sabido deste estabelecimento.
Caf de i.a e 2 a sorte a 240 e 200 rs. a libra, e a 60 e 74 por arroba.
Queijos do reino de diversos vapores a 2200, 2)000 e l*300,
Manteiga ingleza flor mandada vir por conta propria a 800, 900 e U rs. a libra,
dem franceza de 1.a qualidade a 360 e 600 rs. a libra,
Sabao amarello maca de 1.*, 2.a e 3.a sorte a 240 220 e 200 rs. a libra. ,
Vinho de diversas marcas J A A e B A F. a 400 e 300 rs. a garrafa e 3)5500 acanada.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa e a 4f)00 a caada ou 30000 o galio.
Vinho branco de superior qualidade a 640 rs. a garrafa, e a 40 e 40300 a caada.
I Bolachinha de soda de diversos gostos a 10200 e 20000 a lata.
a< prepara-*., de Da. avot rio rtndHa. e- te*, a j^ ^^ de ^perior qualidade a 20700 a libra.
Idea? para aeg. ci a 10800, 20 e 20100, a vista faz f.
Banua de oorco roQnada muito al?a a 360 e em barrn a 500 rs. a libra.
Phosforos'do gaz a 20300 a grosa e 200 rs. em maco.
Sevada muito nva a 160 rs. a libra, em porcSo se fara abatamento.
Frasaueiras com genebra de Hollanda a 60000 e 540 rs. um frasco.
K.?a de di versal;tires a 360 6 500 rs. e 50000 e 60000 a duzia.
Ceneja d^^^taoen^OT^ai como: arroz, >*W*W
s(>?0. paisas, cSminhos. erva doce, Tlhos, fo3 fejSo, e outros mu.tos^ue epfadonho
^^ sera 2J Sociedade porlugaeza de seguros inuUios sobre a vida, fanladae
administrada pelo
BANCO ALLIANCA DO PORTO.
Todo o pai que desejar acautelar o futuro de seus fillios deve, quanto antes,
azer inscrever os seus nomes na listados socios daFrevidentepor que, com urna
pequea quantia qoe, todos os annos para alii fr aplicando, tirada do (rucio das suas
economas, no fim de 25 annos alcanc^r-lnes-ha urna fortuna, que por nenhum outro
meio e com to equeno desembolso podar obte .
Os exemplos praticos de outras sociedades ana'ogas tem mostrado que:
lO$U0 pagos anunaInieule \v uVin produzir
Por um meoioo de
de
de
de
> de
dia a 1 anno.
1 a 2 ann<:s...
2a 3 ....
3 a 4
4 a 15
......
a .....
Ptruma pessoa de 15 a 20 ann:s
> de 20 a 30 ..
* de 30 a 40 ..
> > de 40 a 50 ..
Em5 an
nos.
dia a 1 anno.. 1:1000 4:0000 9:'OO0 20:0000 47:OOOS
9000 3:0000 7:3; 00 17:0000 37:0000
8000 2:9000 7:OO0 16:0000 33:0000
8600 2:8000 7:1000 15cCOO0 34:0000
860-> 2:7000 7:0000 15:5000, 33:3000
8600 2:7000 7:0000 15:4000 33:3000
8600 2:7u('0 7:1000 15:6000 34:0000
8600 ijm 7:O!'0 16:0000 37:0000
9000 3:0000 7:5000 18:0000 50:0000
Admittem-se subscripcoes annuaes de 80 para cima.
Quem pretender subscrever para a Providente ou desejar quaesquer esclareti-
mentos e informaces, pode dirigir-se sua direccSo, no banco Allianca, estabelecido na
ra Bellomonte, ou a Jos Ferreira.Moutinho. inspector geral da mesma sociedade, mo-
rador oa ra da Fabrica do Tabaco n 13, no Porto, e aos agentes do mesmo banco e
sociedade na capital e provincia, que tambem dar5o prospecto gratis a quem os pedir.
Achando-se de passagem nesta cidade o inspector geral da referida sociedade,
promptifica-se, durante o pouco tempo que aqui tem de demorar-se, a daros esclareci-
mentos que se lbe pedirem, todos os dias ; 1, emeasa do Illm. Sr. Antonio Luiz.de Oliveiri Azevedo, onde se acha hospedado.
Em 10
annos.
Em 15
annos.
Em 20 an-
nos.
Em 25 an-
nos.
Joo da Silva Ramos, mdico
pela universidade de Coimbra, d jj
consultas em sua casa das 9 as j
11 horas da manba, e das 4 as 6 I
da tarde. Visita os doentes emsoat.ll
casas regularmente as horas para j
isso designadas, salvo os casos nr-
gentes, que serio soccorridos em
qualquer occasiSo. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
manbaa,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para receber qual-
quer doenle, ainda mesmo os alie-
nados, para o que lem commodos
apropriados e nella pratiea qualquer
opperaco cirurgica.
Para a casa de saude.
Primeira classe. .30000 diarios.
Soguuo:, dita... 30500
Teriatra lita .20000
Este cstablecimento j bem
acreditado peles i>ons servicos que
tem prestado.
O proprietano osperz que elle
continu a merecer a euutiauga de
f* que sempre tem gozado.
A. NACIONAL
Gompanhia. geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Orna flanea em dianeira, depositado nos cofre da estada, garante a boa ad-
miaistraca da companhia.
BANQUE1ROS DA COMPANHIA I DIRECCO GERAL
de Heapanba Madrid : Roa do Pradon. I
do
O Raneo
Esta companhia liga pelo systema rautao todas as combinac^es de supervivencia dos sega
os sobre a vida.
Nella pode ae taxer a snbscripcao de maneira que em nenbum caso mesmo por morte
legurado te perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Sao tao suprehendentes os resultados qne produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,que ainda mesmo dimtnuiado urna terca parte do mteresse produiido em recentes liquida-
cesecorabinando-ocom a ortalidade da tabella 4e Depareiem que adaptada pela companbia
para seus clculos e liqaidacfies, em segurados de idade de 3 al9 anuos, urna imposi$ao anona.
M lOOa nroduz em effectivo metlico:
No fim de annos.......lrMlff300
> d 10 s.......3:942*600
de 15 .......11:208,5200
. de O .....,'.. 30:136JOOO
. de 20 .......80:33tJOOO
Naa rdades menores de 3 annos e maiores de 30, os prod actos sao mais considera veis,
ftospectis e mais informaces serio prestadas pele sub-director nesta proviocta.
Piuz de Oliveira, roa4a Cadeia n. 52, oa a Boa-Vista ra da Imperatriz n. 12, estabelec
ment dos Srs. Ra?mundo, Carlos.Leite & Irmo.
-----------------r--------------------------------------'------------------------------------'"
Na ra do Trapiche n. 16
acham-se os segintes depsitos
De R. BriBD|iiansemNaits.
Bourgegne.
Vinbo Porxmard tinto.
> Cortn tinto.
Santo Georges tinto.
s Chambertin tinto. '
s Rlcbeboarg tinto.
> Clos de Votigeo tinto.
* Chablis branco.
De U A. Wncf em Fraocfert:
Rheno.
Geisfobeinier.
Lirbfraumilcli.
\ Marcobro-imer.
Em casa de Theod Christiastn, ra tu Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de Brandenburg frres, Bordeaos, eBconira se et-
i (ectivamente deposito dos arligos segulntes:
St. Jnlien.
St. Pierre.
Larose.
Cbatean Loville.
Cbateau Harnaux.
Grand vin Chatean Lafitte 1858.
Chaleaa LaQite.
Haat SaDti>rnes.
Cbatean Saoteroes.
Chatean Lataur Blaache.
Chatean Yqnpm.
Cognac cm tres qaalidades.
Azeite doce. Precos de Bordeaox.
i mmmwm mmwmwm.
SO Dr. Carolioo Francisco de Lima San- Ijft
tos contioa a morar' na ra d* lojpera- 2
dor n. 17, segundo andar, tendo alias sen
gabinete de consultas medicas, logo ar
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estado tanto das operacSes como das mo-
lestias internas, presta se a qualquer cha-
mado, qaer para dentro quer para fra
idade.
Precisa-de de om criado para o ervieo a9
ama casa, na roa Dlreita n. 116.
Furloa-ae de cercado do engeoho Soeeorro
da fregnezla de iabotto, doa beaja, urna easia-
nba, de oltoannos, e a outra alazia amarella, ainja
poldra.e tem as orcinas meia acabaadas, e ambas
estio prenb'S e ferradas oap direita: quem della
liver Ooticia Hrija-M o diSosafaoho, qae sera ge-
rosameDle gratificado.
Ali
t
nter-
Companbia fldelidade de segaros
martimos o terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro;
AOENTKS EM PBRNAMBUCO
liloais Lus le Oliveira lisveds k 6,
eompetentementeautorlsailos pela direc-
tora da companbia de seguros Fldelida-
de, tomam seguros de navios, marcado-
ras e predios no seo escriptorio ras da
Cruz d. T.
i
Precsne de nnu ama para todo servigo """'j 2 f
no de ama casa da pequea familia ; B* Praii a" I WpjsJ^SJsR W ScStat
Roa Vista o. 7, primeiro andar.
flj da cid
IHRml
Mudanza de residencia
O Dr. Rxmang medico-operador e oculista, for-
mado pela Faculdade de Paris eapprovado pt.-la
da Bii a, i membro titular da Academia Imperial
de medicinado Rio de Janeiro, transferio a.soa re-
sidencia do n 25 da ra da Cruz para o p. 23 a
mesma ra, onde onde contina a etercer soa
proflsio, especialmente as molestias de olno?,
de ouvidos e das vias nrinarias : mudoa tambem
a bora das suas consultas que terio lugar, todos os
das, daa 6 a's O oras da roanhaa.
Chamados por escripto na supradiu casa, ra da
Croan. 23.____________________
ATTENCA.
Precisa-fe alagar nm sitio nos logares segin-
tes : M^nguinho, Estancia, estrada de Juo F. man-
des Vieira, JoSo de Barros^ Soledade, dirija-se -
ra doTrf'K.be 8. 18, armaiem.que se dir_. qu^m
precisa.
.:_;

J
;'/

s d


4
1
--
Antes que se ecabew.
GortM de sed* de lindos gostos a JOJOJO : ua .ja.'do bar.ieiro roa da Crespo o. i
Aproveitem amigos da.econQint.
Bate esttbeleci ment eata' resollido a torrar por todo prega ik|Hi* aattimento de tazen,
das 4e escolhidea foste aalldade, eU' a exposigao dos compradores. Q
A 20$ capas Vaneas de, ^borracha
Dai albora que un fiado o ai*, lera a especMM d# nao se KM|irm cera o calo?.
Roupas fetpT
Calcas de casemira a 6f, 7fc 8| e 9, pal.tot de pea reto e de easeaim de core a 8*
Liodes fostoi de casemiras e diversas az'endas para mandar aier qualquer obra a gosto do
comprador pafao que tem om babil raestre de alfaiate. qjrn;il^[ <
Onapeos de sol
lAtitoaa *
,. Pra as creangas aprenderem a andar e ata
Km obras elbs : enmara-ae na braca la eoluaies. '
Chapeo* de sel de seda cora cabos de marflm obra rica para 17#, ditos de diversos goefo de
i a 15*. Cheeuema roa do Crespo d. I, bija do baralelro.
. ,|_____________J____________________,___________
PRBPltAll
---------

M
PHARMACIA
DE

CfXnra^se una bol
earrog*, tte de gameei
H^rfilte C****** T> ^^M***-*,^
COMPRAS
gados aM rJHH
Rosario ar
L ral Ra Nova n.
f* Comprare
N* ra do%ebo n. K>, iooipra-se
meias garrafa vaii
Ouro e prata.
garra
TrespelIaTfl publico .
lipas geograthieos.
* irnos inappa du Brasil e rnappas mandos
far I|bi gr-oda torpilloa
bous
sOTlitueolu de
Mas.
Cf#D para a antiga loja de miudiai a ina'do
Queimado o. 16.
Bonitos vsos de porcelana domada cem banba
muilo Una.
&ftlt(n ditos d \a de (.da coa dita.
(*m|Bicv!u.ri}i>erior ayua da Cubla.
Krstusom agua balsmica 'pata denles.
Oda de dlia denlillice.
Dito deas'raciu de quinquina laiubem para den*
'" les. a m> f
depeadejctQ o. ^lojuidkfcilliates.________j

Ratoeiras
mofissaeas e

Compram-s* libras sterlioas
Independencia n. H.

Cempra-se onro, praia e podras preciosa eogenhoaa, para apaanar moscas,
em obras ralbas: na ra da Cadeia do Racifa ralea. ^ ,. *
cja de ourlves no arco da Gonceigao.__________I QuadrOS
na urna da """Presentando a Europa, e as pr*acipaes villas
^ Franca eTaflttaira.
- I Molduras
Lloras esterlinas. douradas pan quadros.
Compra-se na roa de Crespo a Id primeiro ai- SefTico domestico.
M**;___________________________._______ Temos do Nnu ae madelra para agna
I >-. Constara te moedas de X* : oa roa do Balaei aaerieaao* para compras.
Crespn. Id, lindar. f SdV rr?""* '"^
- Cmprate um cyliadro para -* *-
poueo nso : na roa do Qaeimado lo]:
de
a n. 23.
Compram-se patacoes nespanbees
da Croi n. 4.
aa ru
Gat.
O verdafeke gai liquido.
CkadM(aw*fl.
Prepara* para o mesma.
salta ongom-j Palacio decrystal portuense.
seja moca sa- CoHeetes de 30 visto* tereoscopieas do aatocio
boacaoeacta : anea a trer dwtja;se a de crystai portnense : MtaaJfova n. W, loja de
Gnararapes a. 56, das 4 da tarde era Caroeira Vmnm.
s*
BARTHOLOMEQ & C.
?f.|Uf
Preparadles slaiples.
PARA. USO LMKK.NO.
Xarope de jurabeba.
Viaho de jorubeba.
Pilulas dejunbeba.
Tintara de jurubeba.
Extracto hydralcoolico de jurubeba.
PABA 80 EXTERNO, ,..
Oleo de jurubeba.
Pomada de jurubeba.
- Emplasto de jurubeba.
A JIJUMIEBA.
Preparados coatpostoa.
PARA USO LMERNO.
Vinbo de jurubeba ferruginoso.
Xarope de jurubeba ferruginoso.
Pilulas de jurubeba ferruginosas.
i\
' C imprase nma escrava que
asar e cosinhar perfeitamaate, que
da e de boa canUea
raa dos
oante qne achari com-qnem tratar
CompQkiMHi*4i f^avPuHKd fue se-
ja de boa conducta e entenda bem de, en
gommado e costara, paga-se bem agradan-
Jo : na Capunga Velha porto do Lasserre,
sitio que tem urna grande mangueira do la-
do direito._____________________
Liaras a iOJOU*
Compra-se libras sterlioas na ra da Cadeia do
Reclfe in. id, loja. __________
Machinas ae costura.

Compra-se nma machina americana de costura,'
preferindo-ee do faaricaate Grover-y-Baker: i roa
da Petenera o. 4J.
do ae
Viaaea.
ra da Anstria com a Prussia.
ITtokid^kwmro da guerra do an
roa Rota a. itt, laja de Caroeiro
STOUS
REUOLVEBS
= Compram-se predios era bom astado prefe-
riodo se os que forem edificados em codos proprios,
bem cemo sejam casas terreas oo sobrado de ara
andar solio -.quera tiver e qnir.iT vender pode
dirlgir-se a raa do Qaeimado n. 46, loja, que se
dir qoem compra. _________
do
Coropram-se libras sterlioas
Corpo Santo o. 6, prmeiro andar.
na praca
VENDAS
Esta planta que todos conhecemos e vemos por assim dizer todos os lias, co-
nhecida desde tempes mui remotos; pois que Pisn a desereveu na sua Historia nata-
ral medica, fazendo delta grade elogio; L'iaeo o immortal botnico, a classificou entre
a familia das solanneas dando-lhe o titulo de Solanum.paniculatum; Martius d'eila tra-
tou, e inda Jtora e Debus no sea excedente Diccionario d ihaterta medica e ther-
peutica, nos dizem o uso medico que os naturaes das Antilhas fazem das raizes e fructos
da jurubeba.
Todos estes escriptores botnicos e mdicos descrevem i jurubeba como um ex-
cellenle desobstruente, e como tal applicada as obstruccoes e inllammaces do ligado e
baco, e anda como diurtica, augmentando a secrecao das urinas, accrescendo a tudo
isto a propriedade que tem, e da qual gozam muitas das especies da familia das So-
lanneas, de produztr seus boos effeitos calmando e restaurando as partes do corpo bu-
mano, com as quaes se pem em contacto.
E' admiravel e torna-se bem digno de repjro, que os livroa de medicina das .
principaes notibilidades medicas actuaes da Europa, nao tr4em da jurubeba; e nosso I do.aoaiiio ^f J"" .\qD.a'eJ
..:, f_____fi_. .; ,....,i vomna W. Raa da IaaperatrlsW.
Da alio acreditada e b*m eonbecida casa de
viuva Lapori, Irmaos A C, espiogardeiros da S.
U. I, aaubelecida no Rio da Janeiro a mata da 40
aonos e prlmeira oeste genero at boje em lodo
imperio do Brasil : roga-se (ao respeitavei publico
desta cldada para vir examinar om bello aorti-
raeato a* roa da Imperairit a. 9, aatga do aterro
da Boa-Vista ; os preces os mais ratoaveis possl-
vels. O respeitavel publico encontrara' sempre
aeste deposito dorante os das atis, pessoa qne se
prestara' satisfaier a ennosidade de todos, ainda
mesmo ao desejando comprar esta lindo sorti-
meeto do arma* fiau a ordioarias, coinajoahe se
1 de espingardas de 1 e S canos para caca, de diver-
, soe taminbos o quadade?, pistolas de 1 e 2 ca-
Vende-se urna boaescrafa con babilhJade e : noif \im ii%tD para ^i^ coldres e cinto, rewol-
um lindo filtiu idade 5 atoo?, om moleqoe nm' vrs sortidos em umanhos qoalidade e syalaasas.
mualo pega idade 15 a T6 annos : na travessa do boljas de cooro, saceos para caca, pul varinos,
Carino o.l. cbombeiros. estribos, brides, pictdelras, esporas
de (erro, lati e metal, caivetes de muitas folba,
faca, baiohas de cooro e de metal, varetas, cha-
ves, onvidos para espingardas e ootros moitea ob-
jectos que s com a vista aoima ao comprador.
N. a-Rua da IaaperairlaT->M.
PERNAMBUCO.
Yiahe colares.
O vmho colares o mais superior de todos os
vinhos e preerivel oeste palz pela sna resquido
e agradavel paladar, vende se a 6000 a duiia :
no armaiem da Liga, roa Nova. ______ l
Vende-se om terreno de edi6raran com a!-
- Grande liquidaco de bis-
30
com i
Jut Antonio de Sooia Correia,
na ra do Cabuj o. 1.
seu proprielario,
coutos inglezes
juizo se conQrma mais, quaudo vemos que os tratados praticos e formularios mdicos,
nem urna s formula ou preparado pbarmaceutico nos indicam desta planta.
E' que muiUs vezes osauihores nao vendo a applicacaodeSU ou de outraplanta, Venaese nmsill0 e Bem-flca e
por della nao u*arem os prafwos, nao lhes dando o devido apreco, fica como vulgarmen- do Capibaribe: a tratar com os_ Srs. Carv.iho & ll^T.r^lXX* ill"" Jf"STSI .Si
admira titas com principe Alberto a
com bolacbinbas perolas de i, 4,6 e
I #500, ditas
10 libras
te dizemos no esquecimento. Mas, a tradico, o uso e as applicacdes e tentativas feitas
pelo povo de qualquer planta para curar seus males physicos, vem mostrar e fazer certo
mais urna vez quo a applicacao das plantas medicam nlosas no maior numero de casos
fundada as experiencias populares e empricas, embora dep js essas plantas sejam estu-
dadas e analysadas pela sciencia, afliu de se obterem resultados mais certos, mais segu-
ros e uniformes.
Alm disto parece-nos exacta a observado de alguns authores relativamente ao
clima elugares que hibitam cerlas e determnalas plantas, que pelas suas propiedades,
eslo em reacao com as doencas quenesses climas e lugares soffremos mais geralmente,
parecendo dizem elles, que.na superficie do globo, em cada paiz nascem as plantas qne
podem enrar as molestias mais especiaes desse mesmo paiz.
Neste caso parece que a Providencia fez nascer a jurubeba na America em geral,
para dar alivio e curar a tautas molestias do ligado e baco, como ha sempre nos paizes
tropicaes como o nosso.
Ponbamos porm de parte estas ideas e observaces geraes, e limitando-nos ao
nosso paiz, devemos confessar, que os facuUitiv,.s de Pernanibuco conbecem a applicacjo
da jurubeba, e quaes os seus bous effeitos no mximo numero de casos, entre elles po-
demos citar os Illms. Srs. Drs. Silva Ramos, Asnino Fonseca, Sarment, Seve, Pereira
do Carmo, Firmo Xavier, Silva, etc., ete os quaes affirmam sercm os preparados desta l
planta'efficazes as hepatites clironicas. ainda mesmo comp.cadas com anazarchas, nosi
engorgitamentos do figado e baco, nas ioflammaces subsequeotes s febres intermitentes
ou durezas, nos abeessos int-irnos, nos tumores especialmente do tero e abdomen, nos
tumores glandulosos, na anazarclia, nas uydropesias, nas erysipellas, e associadaou junta
s preparages ferruginosas ae grande vantage ii sinda, nas anemias, chloroses, faltas
de meostruafo, leucorrheias, desarranjos atnicos do estomago, debilidales
pobresa de sangue, etc. etc.
Devemos, porm, confessar que se todos os facultativos de Peroambuco nSo fa-
jera um uso mais geral da jurubeba, porque os doentes at hoje sentiam repugnancia
em usar dos preparados empricos desta planta, o mais das vezes repugnantes a tra(?a-
rem-se, e que geralmente eram feitos por pessoas nao professionaes e sem os precisos co-
nhecimeotos para a preparaco de taes medicamentos.
Parecendo-nos pois de grande vanlagem tornar mais conhecdo o aso da jurubeba,
procuramos estudar e-te vegetal em todas as suas partes, e das suas raizes, folhas, fru tos
ou bagas, nos l;avemos servido para, conforme as experiencias at hoje feilas e estuda-
daSr apresentarmos as facultativos, o publico em geral os preparados adiante descrip-
tos, compostos simplesmente da jurubeba ou associados ao ferro ; bavendo nos dado pre-
ferencia spreparaces deste metal, que maissolnveis s5o nos suecos gasticos, afim deque
se possa lancar mo de diversos midicamenios compostos de um mesmo agente, ver-
dade, porcm que esteja mais em relaco com as mulestias, suas complicacoes, idade, se-
xo, ou ainda natureza especial de cada individuo.
JNao devemos dudar este pequeo trabalho, sem que recommendemos aos doen-
tes o nao fazerem uso deste ou daqoelle preparado da jurubeba por nos a presentado, an-
tes de consoltarem um facultativo ; pis qoes este pode conbecer o que cima dissemos;
e nao basta dizer-se Te nao urna iiiflammaco vou tomar a jurubeba preciso conbe-
cer a origera, marcha e complicacoes dessadoeuca e examinar anatureza dodoente, aQm
dequefeito o diagnostico se applique ent5o o preparado mais apropriado.
Parece-nos termos dito quanto basta para firmar o crdito de urna planta to vul-
gar do oosse Pernambuco! Oxal estas nossas observaces assim publicadas tacara salvar
aqui, ou na Europa algumas vidas ms por molestias a que aconselhamos o seu uso.
Urna so vida salva, nos daremos por felizes e compensados de nossos trabalhos.
Bartholomeu & C.
Deposita geral de tmlo.s os preparados
Bol lea e drogara
31Ra larga do Rozario31
Bastos, a ra do Queimado n. 18, loja.
Brides e pica deiras de
Ipojuca,
Vende roa do Queimado Atevedo Ir mi.
Oleo de ricino.
victoria, crichle.erarnel, lemon e onuas monas
mareas a id: isto s na Liga rna Nova n. 60.
Fructas crystalisadas
Caixas com sortlmento de pera, pecego, moran-
go, ovas, ameixas e damascos a 3)800 : isto s
na Lig. .
Vende-se na fabrica da travessa do Carioca
p-----
GiZ.
n. i.
Atten<#o
Em casa de.Magatbes irmaos rna da Cadeia do reir.
Recite n. 88, vende-se vioho do Porto o raeibor
que tern vindo ao mercado, por preco commodo.
- Vende-se a casa terrea da ra dos G uarra-
pes n. 34 : a tratar na ra dns Tanoeiros sobrado
u. 1, de nm indar.
Breu em barricas pequeas.
Cera era velas de tod. s os Umanhos.
Bogias.
Mercurio. i
Na ra do Vigario n. 19, Io andar.
Vende-se car na travessa da Madre de
10, da prlmeira qnalidade em latas do 5
prego commodo : no armazem de Perreira
Dos n.
galoes,
&Loo-
Dilo com superior agua flor de Urania.
Dito de dua flor de F-a. j ^o,*t eos. bons a f ffleai
&npah rtlraara *??*&*Wl\*JZ*
Uno de dito vinagre acVeDiw para'
palle. j(\ "
Dito de dito agua amor lava para banbos do ros-
to, corpo etc.
One de superior agua de Colonia ingleza, de Pi-
m a Lubio.
Dito de acetenle banba de Lubin.
Sabneles de Lutm.e ouiros de amendoa, trans-
parente, etc.
CoMoeliqoe (on pomada) de superior qoalidade.
Finos extractos, rangipane, sndalo e onlroa
lambem de tinos e agradaveis ebeiros* .
Opiata ingleza e franceza para denlas. v
Bonitos vasos com p de.anee e pineal
Caixiuhns com. aromtico p de arrox.
Oleo ioglez. dito pbilocome, babosa e entras qua-
kdades para cabello.
thrtmacme para Ungir cabellos.
Bssa apreciavel tintura chegou para a loja de
miodezas a roa do Qoimado o. 16, assim como o
sabooete branoo, pora se lavar os cabellos antes de
sa osar da preparaco.
Cabales de vidio com perfamarias.
Veode se esses bonitos cabaret de vidro com per-
fumarias, nroprio para presentes, etc.; na roa. do
Qnelmedo loja de miodezas o. 16.
latas e copas c-m anha fin,
A bem contienda loja de miodezas a roa do
Qaeimado a. 16, acaba de receber as estimada la-
tas cem baaha Hns, assim como cepos de vidro de
novo e bonito molde, com lampo da vidro a ebeiros
de /acetente banba, Rectbeu igualmente a pro-
veitose banha transparente que rnovlo ^erve para
aeabar as caspa, e a aromtica e agradavel banha
japoaera e outras. Os pretndanles dirijara se a
dita loja de miodezas a roa do Queimado n. 16,
que serio servido a contento.
Bouquet dos alpes,
Essa fino e agradavel eiuacio, vem em om bo-
nito vaso de p de pedra e este dentro de nma ele-
gante eaitioba de papelo, de forma qne a perfei-
cao de.orna (oosa corresponde a soperioridade de
oolra. Ease apreciavel extracto acba-se a venda
oa roa do Queimado loja de miodezas o. 16.
Apa florida e tnico,
Vendem-se na loja de miudezas o. 16, roa do
Qaeimado.
Frascos com gomma arbica dissolvida
e pincel.
Vendeia-se na roa do Qaeimado loja de miode-
zas n. 16.
Tinta indekvel para marcar roupa.
Vende-se na roa do Queimade loja de miudezas
n. 16.
Fita elstica para cs de balao, e aspas de
ac para os ditos.
Vendem-se na ra do Queimado !oja de miode-
zas o. 16.
Bonitos entremeios e babadinhos bor-
dados.
Vendem-se por barato prego na loja de miude-
zas n. 16 na rna do Queimado.
Tinta rxa e azul que ficam pretas.
Na loja de miodezas n. Ifi a roa do Queimado,
vendem-se frascos grandes e menores com essas
excedentes tintas, rxa e azol para ficar preta; o
prego dos irascos I $000 e 500,
Graxa econmica em latas e barrilsinhos.
Vendem-se oa loja de miodezas n. 16 a roa do
Queimado.________________
Cevada nova
Vndese cevada muito nova : na ru* Direita n.
30, mais barato do qoe era outra qualquer parte.
Vende ae
orgnicas e machinas americanas de serrles para descarocar
aigudo : na ra da Senzaila Nova n. ii.'.
igodozlnhoa 905O4 a pee*.
Vende-se pegas de algodosinbo, tendo 20 jar-
das cada peca, sem deleito algum, pelo baratissi-
mo prtgo de 2o00 ou 160 re. a vara, grande
peemcha ; na toja e armazem do Pavo a' ra da
Imperairiz n. 60 de Gama & Silva.
Tesouras para encrespar ba-
bados.
Vende-se tesouras de doas, tres e eioco pernas
para encrespar babados: roa do Queimado loja
de Azevedo & Irmo.
Vndese ama oegnta
trii o. 20.
oa ra da Impera-
Queijos e carne do Serid.
Vende-se queijos e carne do Serid especial
qualidade a 800 e O a libra, queijos flamengos
do ultimo vapor a 25400, figos novos a 320, lin-
guigado sertaa 480, cboarigas e palos a 800,
presuoto novo a 600 : no pateo do Carmo esquina
da ra de Horlas armazem o. 2.____________
Vende-se um escravo de 30 aonos, bom effl-
cial de calafate, e nm dito de 25 annos preprio
para todo o jervico : oa ra da Cooceigo o. 58,
junto a iyreja do Rosario.
SALSO
para cortar, frisar os
cabellos
e fazer-a barba
ComposicSo nica para
tingir os
cabellos, bigodes
e suissas.
1;** -
Jl
FABRICA
de cabelleiras,- chinos,
crescentes, etc.
para
homens e sen horas
Grande sortimento de
coques,
frseles, cache-
peignes, etc.
.da ultima moda e gosto.
JON: RICARDO COELHO
Boa \oa a. 37, prmeiro andar.
Tem a honra de participar ao respeitavel publico, qoe contratou um hab
cellfcireiro para o seu estabeV;c'mcDt0' garantindo aos seus freguezes que serlo servidos-
com oromptido e no ultimo goa\'-* e pera., pois, o anonciate naproteccao das pessoas'
ca
. <
promptido e no ultimo gL..
i sua amisade, e para esse flm tem S* casa decentemente
um gabisete especial para tingir cabellos, ba*.'.^ etc. etc.
Pentea no seu etabelecimento as senhoras ','U llie quizeren) honrar com a sua
donfianca, eestafa sempre pr mpto {araqualquer chamado.
VBNDE-8K
a taberna da rna da Senzala Nova o 9, pintada,
s entrar para dentro e aviar os freguezes : tra-
ta-s oa inema.^____________________ ^
Vende-se a taberna no principio da rna Im-
perial n. io, defronte do viveiro, bem afreguezada
tanto para a ierra como para o mato, vende-se
porque o dono relira-se para fora: a tratar na
mesma. _^______________.
Vende-se om carro de 4 rodas do raelhor
gosto e solido, acabado ha pooco, sem ser forrado
e pintado : na otBcina do Carlos Hesse, na roa dos
Pires o 28.
LOJA DE JOIAS .
CABUC3.V V 9 D.
Vendara a loja do Santiago compraren) aooeis
com brillantes garantidos em agarras modernas,
pele diminuto prego de 104, bem assim outras
muitas joias de gosto, que detxo de mencionar os
pregn (o que s saberlo os preteodentes a vista
dos ebjectos) para nao hostilisar os meus compa-
nbeiros. Venham e abero.
Na mesma loja compra-se ouro, prata e pedra*
preciosas, assim como recebe-se todo e qoalqoer
coocerto tudo com promptidao, acbando-se a dita
loja aberla al as 8 horas da oolte.
Veode se uma mt* muilo boa e nova, nm
tcador, varios ferros da engommar, nm dito de
caixa e varias msicas, de uma pessoa que se re
tira para bra da provincia : no corredor do Bispo
o. 15.
Quem duvidar venha ver,
Chitas voluntarias, fazenda superior, pelo baixo
prego de 320 o covado, cambrala com listras e lin-
dos desenos a^O a vara, dita transparente com
uma e roeia rara de largura a iJlOO, cha;os de
palha a raarujo pira senhora, pega de madapol&o
floo a 74500, dita a 74000, dita a 64500, pechin-
cha, a ella ante qa* e acabe, c na raa do Quei-
mado n. 17, ao pe dj po'.:a.
BIBLIV SAGHAD4
approvada pelo arcbispo da Baha, 2 volumes in
folio ricamente encaderoados e dourados com 30
gravuras. Prego 304-
SoQlhey, historia do Brasil 6 voiumes 364.
Pereira da Silva, historia da fundago do impe-
rio brasileiro 6 volumes 304-
E muitas mais obras de ir.teralurs e historia.
Vende-se oa livraria econmica defroola do ar-
co de Santo Antonio.
Vendem-se 2 moleques pega* de 16 a IS an-
uos. 2 n ola linos de 18 a 19 annos sendo um bom
bolieiro, 4 negros bous para ochada, 1 moleque
de 12 anuos muito bonito, 2 negrinba&de 12 a 13
annos nuito bonitas,-1 mnlatinha de 12 annos
muilo linda, cose muilo bi-ui e principios de en-
gommado, urna mulata moga com uma ciia e com
todas as habilidades de engommar, cosinhar e co-
ser com perfelgao porm s se veode para fora
da (erra oo para engeoho, 3 negras com habilida-
des, 1 negro bom casinheiro, 2 ditos velhos pro-
prios para sitio : na roa do imperador o. 45, ter-
ceiro aodar._____________________________
Veade se orna mob lia de Jacaranda cora po-
dra com pooco uso, assim como mais objcclos per-
tencentes a sala o motivo da venda, se dir a > com-
prador : na roa de Aguas Verdes o. 23.
Aos agricultores
Sauoders Brothers & C. acabara de receber de
Liverpool vapores de torca de 3 a 4 caaallos com
todos os perteoces-, e mol proprios para fazer mo-
ver machinas de descarocar algodo, podeodo cada
vapor trabalnar ale com, 140 serras, tambem ser-
vero para enfardar algodo on para outro qoalqoer
servieo em que osam trabalhar com aoiroae?. Os
mesmos tambem tem a venda machinas america-
nas de 35 a 40 serras: os preleodeotes dirijam-
se ao largo do Corpo Santo o. 11.
Veode se lodos os uteocilios de urna padaria
oo cada um de per si, sendo um cylindro, om cai-
zo de amarello, balcao, balanga grande e peqne-
oa, pesos de ferro e lodo o mais em bom estado :
a tratar oa taberna da esquina da roa de Hurtas
o. 2, oo oa roa Direita o. 22.
Veade-se nas olarias de Jo-" Cameiro dalCn-
nha, tenas e tljollos de todas aa quaiidades, por
meaos 54 em mtlbeiro do qua em ouira qualquer
olaria : oa ra i rs Hrazeres n. 38 e r>lhof
Vende se na praga da Independencia ns. 37 e 39,
capillas mortuarias, as mais bonitas que tem vin-
do a este mercado, para os stimos das e dia de
finados se botar nas catacumbas e turnlos no ce
miterio publico com as inscripges seguintes :
A meo pai.
A mmha mi.
A meo esposo.
A mtoha esposa.
A meu tiho.
A minha lilh.i.
A meu irmo.
A mmha irma.
A meu amlfo.
Urna lagrima.
Amizaivp.
Saudades.



64Z.
No armazem da roa do Imperador o. 3
Caes de Pedro II n. 2, tem para veoder-se
tior saz existente no mercado.
oo no
o ma-
Cas.iqiilnhas ou rasquias.
Chegi.ram as mais modernas casaquinhas de
grosdenaple preto, ricamente enfeitadas, vendem-
se por prego muilo razoavel : na loja e armazem
do Pavao, roa da Imperatriz o. 60, de Gama &
di Silva.
_
Raa da Espera ac n. 33 taberna.
Veode-se 25 arrobas de fumo da prlmeira qoa-
lidade de rolo da Babia por atacado e por prego
moito razoavel.
UZ l*\Z 6AZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Porster &
C, roa do Imperador, um carregaraeoto de gaz de
primeiri qoalidade, o qaal se vende era partidas e
a retalho por meos preyj do qner parte. _________
Vende-se
nm bom engeoho situado peito do Brejo d'Aida
na provincia da Parahvba, mnito proprio para
plantag.io de canna, eaf, algodio e tudo qne se
qaizer plantar : pata informagoes Bernardino Go-
mes de Carvalbo oo Manoel Joaquim Gomes ; a
ra do Imperador n. 26, ou Apollo n. 20.
A 100 rs. atara lato, vende e
Pavi.
Vendem-se laainhas pretas proprias para loto
palo barattasimo. prego de 100 ra* o covado : na
loja e armazem do PavSo roa da Imperairiz o. 60,
de Gama & Silva.
HU SOi SEGtMM
Ra do Queimado n. -fi:; loja de
miudezas
DE
Jos Bigodinho.
Est queimandG as miudezas abaixo declaradas:
Frascos de oleo babosa fino 200 a320 rs.
Ditos dito higo a G00 rs.
Ditos de rnacag perola a 200 rs.
Ditos com superior baoha a 200 rs.
Caixas com 6 frasco dec heiro a 800 rs. ^
Sabonetes finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla superior a 210 e 320 rs.
Ltvros para meoiuos com estamps a 320 rs.
Caixas de 12 frascos com cheire a 14.
Frascos de oleo babosa muilo fino a 400 rs.
Dazias de meias superior qualidade para senhora a
44500.
Cbegaram as aguihas balo (papel) a 60 rs.
Caixas com bonitos soldados de chumbo a 100 rs.
Ditos de agoa para limpar denles a 500 rs.
Pedras de escrever (pequeas) a 160 e 200 rs.
Sapatos de tranga para homeos e senhora a 14500.
Pegas de fitas de laa preta para vestidos a 600 rs.
Grozas de botes de madreperola finos a 480 e
640 rs.
Caixas de clcheles fraocezes a 20 rs.
Pegas de troco de todas as cores a 200 rs.
Caixas com superiores envelope a 600 r?.
Pares de sapalinbos de laa para crianga a 400 rs.
Ditos de meias pretas para senhora, superiores a
360 rs.
Libras de pregos de todos es lmannos a 240 rs.
Sabonetes de familia, superior a'100 e 120 rs.
Resma de papal de peso moito fino a 24-
Frascos com tinta superior a 100. 140 e 320.
Grosas de pbosphoros de gaz a 24200
Pares de botos para ponho a. 120 e 240 rs.
Cario com hnhas de 200 jardas a 100.
Meias ernas moito finas a 44.
Caixa de pos para limpar dentes a 100 rs.
Caixa de superior linba do gaz com 50 novellos a
14000 rs.
furceiras de conta para meninas a 320 rs.
Talberes muito finos para meninos a 320 rs.
Cartilha da doutrioa cbrista320 rs..
Frasco moito bonitos com etieiro a 240 e 500 rs.
Caixa com superiors iscas para charutos a 20 rs.
Masso com superiores grampos a 30 rs.
ENGENtlOS.
Vende-se ou troca-se por predios nela praca
dois engenhos no logar de Agoa-Preta termo do Bo-
nito, banhados pelo rie Piranji, e moito prximo a
estaeao da Imha frrea em Una.
Hm delles o Pao Olho esta* completamente mon-
tado para moer canna de assucar, com plantacau
fela quer da propriedade, quer de lavrador, tendo
tambem moudo alambique para destilar agur-
denle; moe com animaes, tendo ja' obras em prin-
cipio para moer com agua, o qoe se conclue com
obras com pequeo dispendio. O ootro o Harmona
anexo ao prmeiro esta' plantado de algodao, i.-m
excedente casa de vivenda, casa mouda com ma-
chioas dr descarocar e de prensar; vende-se mais,
cavallos, bostas, bois e vareas.
Sao d;;is importantes propriedades para quem
se quer dedicar a agricultura, por eflerecer as
maiares commodidade' poi- esta' a menos de dua?
Itgoas distante da estrada de Ierro actual, e tendo
esta de seguir passara' em frente d'ellas : qoem es-
liver nas circunstancia? de poder compra-las po-
de-se entender com seus propietarios Tasso Ir-
maos : a' ra do Aroorim do Recito o. 33.
ATTK1CAO.
Vende-se a taberna da ra .-a Santa Cruz n. II,
garante-se a casa : a tratar na taberna da mesma
ru a 7.
COUAKiS 10YER
OU
Aaodinos electro-magnticos contra aa
CdDVHiaea, e am facilitara iiemi-
cao das criantat. A agaia-biaora,
aa raa 4o HafBiaa'o i. 8 recete os
por ludir a va forra fraat ezes.
Ja esto lo a>a|(cidos, e tanto se tea. piba-
do a fama deedtt|Jradrifcisos collares Rtyr, que
* torna desnecessaiio dizer mais Igoroa ronsa
e (fficazes effeitos; basta
oa, que tem vis-
to e aproverado o Miz resultado desses lio uteis,
qoao ceces.-anos cellares hoyer. A qnotidiana e
crescida exlraccao, qne vio lendo, moslra ainda
que o numero dis prooi|:iu *t elev romvl>
compradores. A aguia-brasca, poim,desojan^i
eoncorrer para om fizo de Unto aproveiianmiit
tem feito os neeessarios pedidos, para qoe por to-
dos os vapores fraocezes Ihe teja r*mettida frta
qoaotidade de ditos collares, para assim tornarse
infallivel o sortimento delles, na loja d'agoia-brao-
O, roa do Queimado u. 9.
Mtereoscopo de utogao
* Com bontlas vistas.
A aguia-traaca receben bonitos siereoscopos de
mogoo envernisados e com lindas e agradaveis vis-
tas, e quer vend los barastente, sendo 1 raixi-
nha com 4 vistas escolhldas por lOjOOO. Pode
Umbem veuder as vistas separadamente a conten-
to do comprador, que se dirigir a' roa do Qoima-
do o. 8, loja d'aguia-brapca.
Botinas de merino
coq sola, para criangas.
A agola-branca na roa do Qaeimado o. 8 rtce-
ben um Mo sortimento de botinas da merino
coa sola fiara criangas, sendo o sortimesto vi-
ado em lamanhos e difftreBles cores.
Fitas largas la* radas
Alm de completo so tinento de fitas que rens-
laotemente se acha na Irla d'goia-braora, esia re-
ceben novamente om ooito sollmenlo de filas lar-
gas lavradas, rojos lindos e novos desenos a par
da soperior qualidade as fazem apreciadas, ueste
simples dlzeiHalvez o pretndeme nao faga a justa
Idea do aparado costo de ditas fitas ; ma?, se se
dirigir a' ru 4a Queimado loja d'aguia-branra n.
8, conhecer que nada ba de melhor aeste gmero.
Lata* e copos coa* bauha una.
A aguia branca receben novamente a superior
banha em latas e copos de vidro com lampa de
dito, e contina a vende-tos a 2} e 2500 : na roa
do Qoimado. leja d'agou branca n. 8.
Lcques de Madreperola, sauda lo
e ae*.
A agoia branca, na rna do Queimado o. 8, re-
cebeu nova remessa de bcnite-s leqnes de madre-
perol!, sndalo e osso, todos de lindos de--rh s
Tambem receben outros pretos para loto.
Tinturas para faxer os cabellos
preto a.
A aguia branca, na rna do Queimado n. 8, aca-
ba de reeeler doto linimento das apreciaveis iib-
turas para empretecer os cabellos, sendo caixinha?
com tintura de ctin mace roe, frascos rr m colr rico-
roe para lustrar os cabellos, ditos cero onycbrcmrn-
tone para limpar as ochas, ditos rom hydrrcalle-
tncliiue para lavar os cabellos, abao branro i.rr-
bem para lavar os diios, caixinhas com lintora de
Hoelde Water ditas com dita de L. Marques.
nonecas que andana.
A agoia branca, na rna do Qoimado n. 8, re-
ceben novas e bonitas tuecas, que movidas per
om machioismo, andam perfeitamente, e pela per-
fegao e novidade das ditas se lornam exctltrnies
para presentes : os prelendentes as arharao na
loja d'agoia branca, rea de Qoeirrado v. 8.
Papel para flores,
A aguia branca acaba de receber novo sortimen-
to d papel para flore?, dito para folba?, dito verde
e pardo para cobrir as bastas, ps para rosa? etc.,
e contina a vender tudo isso pelos antigo? e cem-
modos pregos : os pretendentes qoe se dirijam a
roa di Qoimado, toja d'aeoia branca n. 8.
Oapellas e flores fiuas.
A agoia branca receben novas e delicadas es*
pellas para noivas, assim como bonitos caixo? de
flor de laranja.oulrfs de resas, e ootro? de flore?
azueserxa?, tudo de fina qoalidade e atorad
gosto : os pretendentes que se dirigirm a roa Oo
Queimado, loja d'aguia branca n. 8,serao bem ser-
vidos.
Retroz francez em carreteis
e miadafe
A apDia branca acata de reetbti superior re-
troz francez em carreteis e miada?. A Trellente
qualidade des?e rtlroz o torna preferivtl tetro,
e isso conhecer qcem o comprar; oa roa do
Qoimado, loja d'aguia branca r. 8.
Meias de laa vegetal e de
borracha.
A aguia branca receleu novamente essa? pro
curadas meias de 15a vegetal, tan otis quo pro-
veitosa? para quem soffre resfriago nos ps : as-
sim como outras de borracha para quem padece
de enehago nas pernas, e vendem-se por prego?
razoaveis: na rna do Qaeimado, loja d'guia bran-
ca n. 8.
r
iGrande armazem de tin-^
tas medicamentos etc. i|
Roa do Imperador u. 22.
'foo Pedro das Keves (ge-f-
rente) tem a renda o
segnlnte: Wi
( Productos chimicos e pharma- ||*
i ceuticos os mais empregados em 3fc
s medicina. &
Titas para todo o genero de pin- g
* tora e para tintnraria. :
Productos ndustriaes e timas 5
para fl< res, como bot5es de flores
e modelos em gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos chimicos e industriaes *;
para photograpbia, iin:uraria, pin- H?
lura, pyrotocnia ete. ^
Montado em grande escala e sup- &
prido directamente de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode otTerecer productos de plena
conabca e satisfazer qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
lho e por preco commodo.
Hft wi-ns mm&mm
Remedios do Dr. i. C. )er, ex-lente
dalaiveisidade de pensilvania, dos
Eslados-l uitlos.
Exlraeto eoniposto de salsa-par-
rllha de Ayer.
Peltoral de eereja.
Remedio para sezes.
Plalas eatkarlleas.
O deposito central para as provincias :
Peroambnco, Alagoas, Parabyba e lu< -
Grande do Norte, destes remedios tao la-
voravelmente coobecidos e ac'olbidos em
todas as parles da America do Sul e tio
Norte, acba-se em casa de Tbeod C hr la -
tlanscn, 16 rna do Trapiche era
Peroambnco.
Os precos de
334 por duzia de estrado de salsapairilba.
27A por duzia de peitnral de eereja.
27)5 por dozia de rem dio para sezoes.
7|$ por duzia de pilulas calharicas
se entendem ft dlnhelro vista, c m
o descont de 5 por cento em quantidades
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
quantidades superiores a 42 dnaas.
mi co
lco:
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ifttwitiMi*iHrtrt .fito&km Mttmvn *jMtm

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O qu$ occupi hoje mais a attenc&o do mundo gg
econmico? o novo systhema do proprietario do ar-
mazem de molbadog
s
53 RA DA CAOEIA 53
P.13S.l*TUO O A.UCO O COtfCEIC _
Qiw sargo de novo basteando-a baudeira da ffiodicdde de prefos en loaos os
teus superiores gneros.
Que o publico reconheca as nnlagens que de tal systaema lberesolta* **
pr oprietario do sitado armazn) desoja, < a que desde j o convida : passamio tatattem a
notar-le os prados de alguas do* genero do sea etptsdldo gortimento. e para os quaes
pede i
maaa de ntllho brauco amerikaaa.
Esta expeliente goaw, multse recomiommeaia coo o afi-ae'ito fnals Subs-
tancial e-saolavef; servifttto tifo s para papa (n6 que superior 8 de todas as otras
gx-nnise farln!s) axs tambem defla se pJe fazer p5odel, cangica, cretne, Dolo
fra.ioei. podira, etc.: o pwao dacadt pacole de urna l'.bra 800 rs., era caitatlMba-
tmanto.
MOMIO INLEZ de diversas qaliadaa, a
72o rs. o frasco.
MOSf ARDA 1NGLEZA multo naf, l*w,
rs. o frasco
DEM FRANGEA a to rs. o frasco.
SALMiO E LAGOSTIN chegado uTima-
menle. era Utas de 2 fibras, a l.Boo. rs.
ARENQUES em latas a 64 rs. cadauaM.
SARINHAS DE (SANIES em latas MUS
a 600 e 3o reis.
VINH ) DE COLLARES o legitimo Vttrao
desU localidad, muito superior e sera
confelo algaras, a 800 rs. a garrafa.
IDFM MADURO o verladeiro do alto Oeu-
roem
cada um.
VINHO DO PORTO de diversas quabaadej
engarrafa lo, inclusive o maisfioo w b
n'este- genero, por 800, 1,000 I***
4,4ooe l.5oo rs. agarrafa.
FSIJAO verde e carrapato era latas ernW-
camente fechadas a Boo rs.
CHOCOLATE francez enl pacotes de 1 libra
por Son rei*.
AZEITONAS das chocadas ltimamente de
Lisboa lil|s rs. a anaaratta *o, W
guarrafa.
CAF 'avado a 24o rs. a l*r, J7*oo rs
a arroba, e regalar a 22' tfoti,'***00,-'
3 arrba' i MAC
VINHO CHERRY do raais speno-00 men-
eado a t.Soo rs. a garafa, e Ift.ooa rs.-
a duzia.
MOSCATEL o Verdad 0 ir o de Setabsl, a
1,800 rs. agrra'a, eio.ooo a duzia.
VINHO BOROEAUX das mais acreditadas
marcas, S. EraUon. Sant Jnliai Haut
Brion a 7oo e 8 )0 rs. a garrafa, e em
caixa dad zia. a 7,5oo e 8,000 rs.
VINHO ftRANC > de Lisboa de enclente
qualidade. e proprio para missa, a 800,
rs. a garrafa, ou 8.000 rs. a calxa de daifa.
MADEIRA SECO a 1,2oo a garrafa, e !2;ooo
rs. adazia.
VINHO DO RHENO superior, a 2.000 a
garrafa, i 22,ooo rs. a duzia.
VERMOUTH d*superior qffalidade em cai-
xas de 12 meits garrafas por 12,ooo,e
garrafas por 1,2oo rs.
Gros de apees prelo a 11409, 11400, .SI, 3. W a'a| catada,
GorgurJo preto de superior qualidade a 2*500, if0, 3# e 0oeo-
ndn.
Superiores moreantiqnes2^KWi'#ROO, 3|. 03OO, W a-1)0006 0-
cavado. *
Hastortesde^rmBttqn, '"\; \
dera de gorgurao adaraascado,
Bons pannos e casemiras/
'i .'.MiJ
MANTEIGA INGLEZA de saperior qaalida-
de a f .28:) fr'l.loo rs. a libra, em barril
se fiz abatimento.
IDM KRv.N'CEZA a mais nova que ba no
iwrca lo a O^e r$; a libr> era barris ott
meios a 6oo rs.
CHA H1SSON de primetra qualidade a
2,8o rs. a libra. almdSta ba raaitas ou
tras proprias para vender a retaluo, que
se vemlem de 1,600 a 1,800 rs. a libra.
DEM PrtSTO o- mais esp-cial que tem rin-
do a este mercado a 2,2oo rs a libra.
DEM recular de I .Boo a 1,800 rs a libra.
QUE1J0S DO REINO ltimamente chegados
peIo-faiirt,Vo: dito o vapor pascado
a 2,000 rs
LATAS DE CffOURICVS com 6 libras er-
mticamente fechadas, a 4,5oo, de barril
aHio, aUora > '
ETrtE'JNIA parasopa em caixassortijas
de 8 lihra-*, p>r 4.000 rs.
VlTrO VERDE lo ve-daleirosumo da ova,
e o raais prop-io para s* beber n'este
imperio, pela suaaxtraordintriafresqaii-
da> e agniavegosto a 64o rs. a gar-
tafa.
AMEIXAS FANCEZAS en frascos de i e
8 libras, a 2,8oo, e l,4oors. em cati-
ngas rauito enfeitadas cora di ve sas estam-
pas i2,oo, l,8oo, l,5oo e I,3oo, reis.
BISCOirOS INGLEZES emMt'S conteni
diversas qualidades a I.oooe i,800 rs. a
lata.
PRING-PE ALBERTO bolachinhas as melho-
res presentemente conhecidas a 1,800
rs. a lata.
SALAME HAMBURGUEZ chegados no ulti-
mo navio a l.Ooo a libra.
PREZUN TOS verdadeiro d Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e. 56o inteiro.
TRAQUES n. I. em caixas de 4o cartas, por
$,5oo. e 2io rs. cada urna.
MARMELADA em latas de I, l /a e2 li-
bras a 600 reis a libra.
JALEA DE MAR MELLO en lilas, t 800 rs.
FRUCTAS EM CALDA pera, pcego. alper-
ce, rainba Claudia, e ginja a 64o reis
a lata.
Suprioresatpaeas, princetas, erinos bombaaifiw.
Bons Tilluoswpsata. ----------_
Graade varied*!e de chales de fil preto e d gniptrrtt 99, W, $S,
tOj, 123, de 163 i 20J, ft de i">6 a 805 cada ura.
Superioresrethdas de fil preto e'd gflipuf a W;lO|, lfl''titf,
ede 300 a Balead*.nasa.
Superiores algariaaes-da Al preto de gnipnre d m a 25*. e de
30i$ a 60J cada M.
Bons challes de Sfl breta. i <
D tos de Merino preto bordados- e sena enfadonde enuraer r, na
b

Muita atten(?a!
Muita atteneSo
$TJ$$<?" *r,,npa, te-
tas inftnoTiaes, na roa da Iraparataiz n. 72
toja de Guiarles A Irmio.
te esU rtfllVdS'a' J^onRr pgr ombm 90 aor
C6M0, > (Chales, de renda.
Vene-se cbafeu de renda
qoe Ja" sTvrtBrtr por I?* e t
IOJV DAS COLUTIlt
t)K IJTOIO C0RJ4BU OK VASCONCELLOg f "6r
O CTRRSPO W. A
Eoja" do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento acaba de recebar pe-
lo vapor Extremaudre, e de sua propria en-
commenda, um completo sorimento de oh=
jectos de apurado gostoe#ft! d#coaip|#
ta novidade, como seja :
Riquissimos ne^MauJos para co&tura
tendo de aJrepaJ sftta, dri^a*' axn
tras mu
Ricas
[todas d
Isario
vm&

DE FERRO Dt LICRAS
Mk, WP20a DA ACADEMIA K PAIOT.
Wio x*ta mcsninC1 eruginoso t5o notavel como o pbospbato da ferro de
unu o^r1n"uMtWld1*** rWfWIi1f awdaas*io-iame* oteiro adosaraawio eonaattcitudesemiigoal
Darris oe 10 em ii|a y nosannaes dascr^ua. Aa.cpre8;paidas, dores de estomago, digests penosas;- *e-
raia,convile;-neas UiHceis, idada critica das seaboras, irregnlaridade na laenstrnacio,
pabrasa -do sant na, fy i^aiiBfWSIo 'cerra-lw rapld^raente itt nwMIcados por este ex-
eellntcoraposto. tcVMlsWTSforpOrCeleficia davale e dec!arado superior nos
hospitaS e'pla acufemias a (odas os ferruginosos conbeoidoa* ae i drela e ao citrsto
de ferro, porq o oni. q p3o aoico taaiteAt qw ro engfect a bocea a-ae dea tes.
Em-pri til rna d Fedlllade n. 7.
Aviada 4casa (ioMiurer, eA.Caow >->' <* **>->
PECHWCB.4 SE.M IGUAL
Ricos cortes de g->rfor5n da swfcprpto adamascados pin vestido com 13 metros
on 18 a 20 ooi<1os r*4art larfor de chita franceza. polo baratnslnt p/pqo de 5
*Sf cada corte : oa loja das olowoas da rm do Crespo n. 13 de Antonio (Jorreia da Vascon
cellos & C
in i

LOJA DO B
DE

AZEVEDO & FLORES
Wl DI inKIl DO RECIFE i. f
Nao leiam
Chapeos deso de seda abalSo que valem 10 a 10?, em porco ter abatimento
e IOporce:ito.
Balos
do ultimo gosto em Paris, que estreito em cima e largos em baixo, a 3$, 40, e 5$, data-
se para a mostra.
Sobre-casacos de, part;
Superiores, que valem 255 a 155, s o Bilo vende por este preco, paletols sa-
co; de panno finos que valem 160 a 100, tambera se vale calcas de brim branco finas,
ditas pardas, ditas ie casemira, colete de casemira, paletots de alpa ;a branca, e muitas
oitras roupas feitis que se vendem barato.
Ageiu vfijam as preces d>s fazendas.
Chitas para cobertas, cores fixas, a 320 rs, dam-se amostras
Caas cora lindos desenhos a 320 rs. o covado.
Cambra;as de cores, lindos padroes, a 320 rs. o covado.
Chitas escuras e claras para vestidos diversos precos
Cambraia para vestidos.
Dita larga para forro de vestido.
MadapolSo que val 100 a 70, s oBal5o vende por este preco.
Camisas inglezas superiores que valem 40, a 3-5000.
Quem duvidar venha ver na loja do Bailo.


/.i:-3ae:xt3
Tinta Inalteravel
Para escrever
de p. umn i c.
PERNAMBIT.O
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Ta ataca as pennas de ac, d at
tres excellentes oopiae, mesmo m'uitos dias
depois de escrever, 9 preferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documeitos etc d
que se careca longa coneervftcad.
Vende-se na livraria franceza ra do Crespo e ra Nova n. 18 de
RfA do BiirJi ir. 8
0 propietario deste estabelecimeoto deseja chamar a atentfao dos sensores pro-
prietarios para os acreditados mechanismos que continua a forneeer; os quaes garante
ser como sempre, da- melhor qualidade posslvel:
Machinas de vapor
forca de um cavallo para cima. As menores eio nwi propria? para- motores de des-
carocamentos de ilgodS-i; ellas viajara armadis e poiemlrab de 24 horas,
depois de che? re ne lugir. Ellas levara ludo quanto preciso para o trabalho, e
diversos sobrecelleates. A* vJitaae maio es sJa propria* para a moagera de canna,
e ha del'as qie podera juu e separadamente moer canna e. descamar. Ellas podem-
Sffapplicar aqualqner moendi j et>stente sera, outra rauianea do que asubstituicodas
rodas da almanjarr, ha tambera cora raoenda junta. Ellas ten deposito^ d'agui e boei-
ros de ferro, e no precisara para ea a^sentamento de obra al?uma, qur de carapina,
qur di alvenaria. O te rapo pan aesenta-Us ni excede de doze dias ao mais, eem
casos de m >rt de aniunes ou a*rombanaent>s de agudes, etc,. garante-se o assentamen-
to emoito dias. Todos estes vapares s3o sirap'issimos na construccSo, e se regem por
qualquer pessoa ntilligeftte, a facilidade ila corIucco sendo especialmente considerada,
tanto que n5o ha lugar em que no se poesam conduzir, qir por trra, qur embarcado.
Lembra-se aos senhores dsengenho que a venda doi animaes e o servico da
genteoceupada no seu tr>.tamento os h5> de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, deixando-lhes a vantagem de urna moagera certa e accelerada; e acabando com a
despeza da compra continuada deraivos aaimaes, ecom os desgostos do trabalho que se
tem com elles.
Ser talvez desneceesario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que
Ihes resulta de compraren suas machinas garantidas era urna fabrica, tendo artistas com-
petentes para assentar as raesmas i> ensnar a maneira de trabalhar comalias, e j pre-
paradas para arremedar qualquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem en-
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimento na ma-
teria rtem se quer pod^ n garanti-los de que as taaehinas que vendem sejam proprias on
suflLaentes para o trabt'brt em que sequeira erapregvlas, e aecaso de desastre nSo
podem prestar-I es soccorro algum; sendo qae ainda quando venham s abricas para
concertar as machinas alheias, torosMse-ba preciso faze- repentinamente moldes novo,
etc. para as pocas estragtd .8. J nnraerosa vee^ artes vendedores tora reprerentado
seas vapores cora- sen lo de forca mui saperior a sua ctual e verdaleira forca; equi-
voco este qunlos encina aacoraprad>r acerca do trabalho 'quef pos^a tirar do vapor,
mastamnem daluiraopagimarvt) de ua.pretjo excessivo, avista da forgareal da ma-
china qua. compram.
Tambeanta sempre prompto Rodas d'igua deferro SarHhos comernzetas para as
mesmas Moendas de carma de todo o tamanho, Rodas de espora e angulares, Paroes ou
coches para receber o caldo. Crivos e portas de fornalha, Taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, Formas de ferro galvanisadas para purgar assucar, Rombas imples e de repu-
cho. Alambiques de ferro. Eixos e rodas de carro. Arados, grades, anchadas a cavallo
e outros instrumentos de agricultura, M,nho eforn s para fazerfarinha e finalmente
todooobjecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fa/.em obra* novas encomraenla e concertos. com a maior p este-
za e solidez. 0 grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fim.
O proprietario ser sempre mni feliz depoter dar iof.)rnwc5es ou esclarec ment
aos senhores que se servirero de seo presumo.
D. W. Rowman, engenheiro.
m
i
MAZEM
Me
LOUSA, VIDROS. CRTSTAES E POCELAIS.
Ferreira Monteiro & Guimarfles.
'ii I ifg a o*arlo a. 8t, Jnnto i b ?lita d Mr Rirtholomeu.
O prourtetarlos deste oovj e graole armaiem de hn^- psrtinlpart ao respeitaei pahlico que
e.L\ i.ni'.am teem ara coTipletosurtimento de looc e vliros cono spj ricos apparelhos para
jaitir e pira alnojo, braocos, doaradja e com filete de ores, jarraas, copos, calffs. c'mpotelras,
no )-ii licores, galhetelro?, gaam55es para lavatoriovrflWrnSBS pira flores, caadleiros a
3",.'nne ratt,fcs" arto ti't(i*> prom-sttem venl^r pel lis dmial -
i;*4. po seren orD^ntantev
orii
lo pfeco possivet
a di
G4MISS FRMFZ4S E I\GLEZiS
A' loja de fizendas de Augusto Porto & G.
11 Ra do Qweimado--11
A' toja di fatendas de Augusto Porto <$ C. rtiegon ora grande sorilmeBto de camisas
Ingieras para nomem, mallo superiores cora colarinhus e sem colanohos, contiDoando esta
asa a t^r sempre completo sortimento de camisas de linho e de madapoln laglezas e
ancas para homens e merfinos ; seroalas de hoho e floos colarinos de'mallos gostos.
Camisas fraocexas para sephoras Si, SBOd 6,1.
Sobretodos de panno de dnas fCes fieaida superior.
Vestidos de Monde com manta e capel la para noivas.
Cortinados de cambrala bordados para Camas e janelat de llf a 80.
Colzas de seda e de laa e seda para camas de notv&s. '
Grosdenaple de d4vrjas linda ofes e pretos. .(I y / >i> ?*'
Moir branco, hjvas, mantas e capejas para nojvas.
Lindos cortes de cambraia branco ricamente bordados.,
Bon-ts, gorros e chapis de palha de Italia para seoboras.
Lindos cortes de foulard de seda fazenda de maito gosto.
CamUralss, isatlbtran e percates dos gosts raais moderaos.
Tap'tn par* sof, blano e caro* e tapetes em pecas.
Alcatifa barata a 4*0 rs. o covado, qae com peqnena despeza se alcatifa una sala.
Boas pannos pretos e azues e graode-eorlimeRto de vtsemira pretas e de cores.
Sorimento de esparlilhos, bales, melas Anas para seahoras e homens.
Snp'rior bombazioa, alpaca, canto, prineczas e merinos pretos.
Pinos vendados para cadeiras e panos Unos para mesas.
Malas e saceos de coaro para vlagem e sorimento de
Esteiras da India pata for ar salas
IIRa do Uueinoado11
BSfftv*
'
Novo e grande deposito de iuperior carvo de Cardiffna
Bahia,
Antonio Gomas?**Sanios 4 C, ra de Santa Bar-bAf*. a. !, silo habilitados a supprir de
oanrio, em eondl{5es mal favoraTels ^ em oatro qaMqaer deposito, a todo os navios a vapqr qqg
eearem naaeiie Dorto. A contratar nesla con Domingos^Alves Mtihsas.,
aileira maiaetoda
Cixinhas de mnsica, tanto de veie coa
de corda. : <
Riquisimas malasinhas de raadeira, for-
radas de marroquim, cotend o neceaiaiio
para costura, propria part rflenirtts.
Lindos rasos para pos de arroz.
Lirrdtentr1rlTJTJs' com cipa de tartaruga
para nrnsa*.
Riqisimo sottimento' de erifits para
senhoras e merlinas.
CrntOs itrteiramente noves.
F vellas, de tartaruga, christal, e metal,
para cintos de senhora.
Leques do sndalo e de madeira.
Riquissimos porta bouquets.
Lovas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Lindos bol5es de christal, taato para pa-
nnos, como para colletei e a&ertura de ca-
misas, estes botes tornamse recommenda-
veis, por ser inteiramente novidades.
Ditos de cornalina, brancos e encarnados,
[piara clleles.
Tinas thesouras para nnhas e costura.
Lindos porta joias.
Ricos port relogios de porcellana.
Modernos peales de tartaruga e a imita-
gao.
Albuus para retratos.
Agulbas e lionas para crochetee.
Lindos aderecos de christal.
Rosetas e alfineies de dito.
A'lerecos completos para luto, assim co-
mo brincos e rosetas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas para meninas.
Sapatinhos de seda e de miria, para
baptisados.
Touquinhas e chaposinhos para dito.
L3as de todas as cores para bordar.
Cap-lias para noivas.
Gravatas e mantas para bomem.
Al&netes para bravatas.
Riquissimos livrinhos para notas, sendo
com capa de madriperola, marina e cha-
grn.
Penas de ac de todas as qualidades, do
afamado fabricante Perris.
Froco e seda frouxa para bordar.
Bengallas e chicotes de todas as qualida-
des.
Dedaes de marfim e metal.
Espedios dourados grandes, e pequeos
ditos de columna.
Dito especiaes para as senhoras fazerem
os pentiados
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Riquissimas Stas tarradas e lizas.
Diademas do ultimo gosto.
Ligas de seda.
Ditas de seda e de algodo para mangui-
tos de senhora.
Gontas e tubos de ac.
Sus lensorios de seda e de algodSo.
Grande e completo sortimenlo de perfu-
maras finas dos fabricantes mais afamados,
assim como muitos outros objectos que se-
ria enfadonho mencionar.
S no Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7.
Verdadeiros
Collares Rayer
Electro Magntica
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
tico das criancas e contra as convulsoes
das mesraa-, a estes collares nos esr.117.ado
fazer qualquer recommenda?3o, visto a
grande aceitacao que tem tido, o que pode-
mos provar assim como, afiancar o effcito
que elles produzera, porque ba muito qr.
os recebemos e continuamos a receber por
todos os paquetes da Europa ; e encontra-
do sempre na loja do Gallo Vigilante, roa
do Crespo n. 7. _________________
limaos
por I4J e 13*000, r loDda/r.reua a-tMo^e^!*
Isld aia Hi'i imperatriz^ ^L*M#WW e "*
Grande pechincha.
OH#rjlas de cures mono Anas a 240 rs. o son-
do, 4iUf ie1horesaa8a.3iKfc,rfc,4Uor|andt8
de riquissimos deaeobei a 300, 400 e 4Mts. co-
rado : s ia roa da Imperatnz a. 7S.
Bretantia de rolo.
Veadf-]Sj*afMba de rolo com 10 raras a 3190O
r94jdMdeSohn fino a 82 e 8*500.
Grande pechincha.
is*U. 400 e
a rwa da Impe-
cortes de
mbraia brau-
,.ddos a seda a
Mapa 5*. cortes de Ida a 3*. 3*500, 4*. 4*500
* M( ",gch,u 3* e 3*500 : na roa da
,.. Lazinhas a 210 rs. o covado.
esto se acabando. "uo,
rbartisslmo, chales a 2*000.
Chales de tUefta esnAiparJr i t. U500 n t
.!r!zflr72 **""***> ** ^roTdTl^S
Cortes de brai a 1o80.
Grande sorlireeota de cofia*, de brira a 1*280
Chitas a 180 rs. o covado.
Grande sorimento de chitas a 180, 200 e 2-40 rs
ditas francezas a 240, 280, 300, 320 e 360 rs., d?
tas percales a 400, 440 e 500 rs.: s Ba ru da
Imperatriz b. 72.
^. Lencos a 2 a duzia.
.YSfl1? ni AraB<,e 'wtlmeoto de lencos a 2*.
2*600, 3* e 3*!00 a dozia, ditos de Iiaho74*500.
5* e O*, iiii..s rdMOH CosR We t 4*500 e 5*
ditos mano faos a 6*, 7* e 14* a duzia: 6 a
ra da Imperatriz d. 7.!.
AJ^OOOa^a.
Gfana sortlraento demadapoio de 5*. 5*500 9
6* ditos melhorcs marcas a 7* 8* 84500 92
10*, 11* e It*. m'^ *"" **'
Bal5es a 34000.
Vendase o mande sortimc 010 de baldes de ar-
co a 3*. 3*500, 4* e 4*500, dk da mnsselrna a
5* e 5*501), dfio para meninas a 3* e 3*5001 e
na toa da Imeratrlt n. 11.
Grvalas a 800 rs.
KnneM^,!nn0,n.B.raod,, 'o ravaus a
5iX), 640, 800 e I*, mamas Sits a 1*200 1*600
so aa loja de Guimares 4 Irmi, rna da Impera-
inz Q. 7*.
Tasso
Vendem na sen armazem na fia
Amorim n. 35,
Licor flno Carabao em botijas e meias botijas.
Licores Bnos sonidos em garrafas cara reinas i>
'idro e em lindos frascos.
Vinhosliberes.
Santeroes.
Cbambertin.
Hermitlge.
Borgoobe.
Champagae. f.
Moscatel.
Reino.
Bordeaai
Coftiae.
Od Ton.
PAerel larniol.
No armazem de azendas
baratas de Santos Coelho
Rna lo VdMe-ae o negnrate :
&18?%&,,Bh0 peto Urimiao *+
Lenc<>es de bramante de linho de om s panno
UiberMs de chita da India a 2*400 2*800.
Lencos de cambraia prnprlos para ale.beiri dn-
zia 1*800, 2*. 2*O0, 2*600 e 4*. f
P*Wg de arcos para meninas a 1JI500, 2*
Algodo enfestado con 7 palmos de largara a
i*IOOa vara.
Atoalbado de algod3o raa 2*.
Pegas d cambraia branca de salaicoa com 8 a
mala varas a 4*500.
Bramante de llnho fino com 10 palmos de laren-
a 2*o00 a vara.
..P.^no de ,inh0 com 9 'l2 Ps de largura a
2*400 a vara.
Bramante de linho de dnas larcoras a 1*280 a
vara.
Bramanie de linho de urna largor a 800 a vara
Toalhas de liaho acolcboadas para mos, a it*
a dozia.
Ditas felpudas a 13* a dczi.
Guardanapos de linho a 3*500 a dntla.
Pecas de cambraia para forro a 2*600 e 2*800.
Pegas de cambraia adamascada com 20 varas
propria para cortinado a 13*.
Tarlatana de cores a 800 rs. a vara.
Fu liso fleo a 760 a vara.
Dilode salpicos a 1* a vara.
Flanela de cores 880 r. o covado.
B^ISes de arcos para senhora a 2*500, 3*
3*500.
Ortos de arcos encamares a 3*1500 e 4*.
Esleir da India e 4 e 5 palmea de largara
propria para forro de sala por meos preco do
Cambraia^ Onasde cores miadas a .5(50 rs. a vara
Neste armazem tambem se encontra nm grande
sortimenlo de ron? letta e uor medida.
PHOSPHATOdeFERRO
[DE LERAS DOTJTOR EM SCIENGlEj
INSPECTOR OA ACADEMIA OPARIZ Etc
Vio eiiste medicamento ferruginoso to notavel
coma e Phoipkmo de ferro t Ltras; as summi-
dades raedicaas dt mundo inteiro adoptaram-aa
eom solliciiude sem igual nos annaes da sciencia.
At coret fallidas, dores de estomago, digesta
pevosK$, anemia, convalesceneias dif/ieeis, idade
eritita nos senhoras, irregularidade ne mens-
trmfio, ptbreta do sangre, lymphntismo, I*
curados rpidamente ou modificados por etu
encllente composto. E' o conservador por xcel-
leneia da saude, e declarado superior nos hospt-
Ues e pela* academias a todos es ferruginosa
coahecidoN, a iodoreto t ao estrato de ferr,
porque o nico que convem aos estmagos de-
licados, que nao provoca constipacio, o uni
tambem qae nao ennegrece a bocea e os deatea.
A venda as pharmacias de P. Maurer dt
C. e A Caors, em Ptrnarabuco.
Panno de atgodlo da Bahia, proprio par
sacens de assucar e roupa de escravos ; lem para
vender Antonio Loiz de Oliveira Azevedo C., ao
sea eseriptork) roa da Cruz B. I.
vapores.
Vende-se em casa de Sanoders Brothers & C,
no largo do f>rpe Santo a. 11, vapores patentes
com todos os pertences proprlos para fazer mover
tres on qua/ro machinas para descansar algodio
POTASA D\1]SS|\
Vndese potassa da Russia.mnito soperlor e de
qna'ldade a mas spropriada para o fabrico de
assucar a prec-j rasoavel, no armazem de Jos da
Silva Loyo A C.
Chapeos da Chyli
Veodem-se chapeos do Chili pelo barato prec
de MflOO, >*, 500,54, 4* e 5* : na prtca
ndependancia tojas w. 4 6, 32 34.
B^n9odae na roa do Trapiche armaiem n. "
Francisco Jos Gfermaim
[RA NOVA N. Uf
acaba de receber om lindo e magnifico aor-
tiuento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
\ob de alcance para observarles e,'para*os
martimos.
Agna Mineral de Vichy.
Pastilhas de saes natnraes de Vichy.
Oleo de ligado de. bacalhao desempestado.
Oleo de dito dito ferruginoso.
Rob LalTector.
Xarope de eadelna de Berlb.
Vinho de Beilini.
Xarope de Oibarl. ^ip i..
Lelle antiphilitico mnira as mneBis do reate
Confeilos de ergotina.
Confeitos de ipecacuana.
Cigarros aDtyasimatice de Jey,
O dontalgioo de Doujdo,
Deposito, phsrs,rl de Pinto, roa hvrg do Ro-
sanon. 10t
raais nova que ha_ 99 mercado, por preco com-
Imodo,

.

V*-.
-- Ven*-se orna exeelleote e#crav, t oual -
-..a, eBgomm e coslnha com perWcao: na Irna da
I Imperatrta n. 3, primeiro opaut
/
A


i
I -
i.: *. iM&ata': -tautE?i5y*,3i;.' Kftw
VENDE-SE
RA 4 ^PBfclWZ aSTiSm ka
. POftTA W*GA N. 5S,
anoto a padaria rajMe*a
DB
Paredes Porto.
Neste. estabelecimento encontrar o cta-
peita?el publico am variado sortiment de
lateadas fraooraas, nflees, suisSas e alle-
nfi, qus se vsaoerao pwpreco commado.

&*
r <
M
Grande armazem de fazenda e
roapo Ieta, raa da Iinperatrf z
MI^M-wuoudiporia larga
Neste e>labeleciateatu tajoainr*' o re*f*iu.
vet pnMico Qin completo sortimenio de roupas de
toda Mqoalidadts e prcfo couMaodo. fono se-
jam : (plelots de lpica, de merino, de bob*ai 4"
na, paireo, caemira, pretd e de cores, caigas de
todas as qaalidades, eolleies de diversas agilida-
des e precos comraodos, chapeos .pceto fraoteze,
(airada de 10a a 6*, ditos de sol de alpaca e seda,
sobretodos de pao prourtos para Ufen a 4 i*,
meias cruas de boas quaiidade e plecas faBaao
dos, e ooiras monas fazendas e roupas feilas, que
se vender muiio barato : no armazn* da porta
larga n. SI
600 re.
Admlravet peclilaeha. Caraisiohas de cambraias a 600 rs. para acabar :
a roa UJMpAratrn b- M. arumea a twia fcr-
ga jauto a padaria franceza.
Cu^emira
Vende-se casemira de rr 4(o corte : oa ra
da kDperatrW o: 3i, jdlto a padaria franceza.
Mftes
V-eade-se bair> f-rrnoHiras) de todos os tama
ohos a jj* e *50S : a roa di Imperalrit n. Si
unto a padaria traocea.
ltfSOO
rilrcauri >*
Vendem-se pegas de eotremeios cora II tara* a
1*300 : a roa da ImperairK*. 59, porta larga.
ChiiMfc rudaa4
Vendem-se chalas de renda preto?, fazenda de
boa qoalrdaoe, a \$ per ter porgao : armazem da
porta larga au id.
Relea das e be ureas.
Recebra nlimtneoie ara s >rtimeato de retondas
e booross de seda eiSealffoflao per barato prego,
aootembarqoes de grosde^aple, capas e maatefcrte*
por prpeos commodis : armazem da porta laiga
n. Ki, roe da Imperatriz.
Gatteia* lisas fina*.
Grande sortimento de cambraias lisas, que se
venaem a 3*. '1*300 e 4*. uta muito Bna Victo-
ria a 5* 6*500, corles de lartatana da eolios
gostos a 3*50 e 4* : roa da Imperatriz o. Si,
jante a padaria fratreza, armazem da porta larga.
Tina e tu; raseits bardadas
Grande sortimeulo de tiras e ntremelos borda-
dos, pelo prego ratne a. t, jnto a padaria fraocea.
{Jarees de gurgruftZe e seda
ptta.
Vendem-se cortes de gergurao de seda preti
para vestido com 20 vados, por Sarato prego ;
na ra Da Imperatriz u. 32, junto a avadarla fran-
ceta.
Cortes de cuica.
Vendem-se cortes de caigas para servico a 600
rs.: na roa da Imperatriz n. 52, junto a padaria
francesa.
Lia de vestid.
Chefoa a loja de Parede- Porto ura sortimeoto
de Itapara vemfloa tiO oconado : na ra da
Imperatriz a. 52, junto a padaria rraneeza.
Chambres
Cbegoa am sortimeoto oe chambres para ho-
rnera i l{ i'j : ea ra da Imperatriz n. 52, loja
de Parede? Porto.
Vestidos bordados.
Cbegoa a raa da imp> ratriz n. 58, ricos cortes
de cambraia, bordados a croch, fazenda de 20
por 12* : na toja de Pan-des Parto.
25^000
iran!e peclurba
Selecia com t6 vra
mos, a i5J> : oa roa da Imperatriz a. 52, Paredes
Porto.
Mac!mM anrkatias p*a de-ai ear.ajjjoiio.
Arado iam.
Gaz em Jalas de cinco galoe do oais purificado qu wn A este mercado.
Retpgos perfitos reguladores com corda j ara oito das.
Oleo para tacLinas de costuras.
Agulbaa para as mes mas.
Bieu em ba> ricas graode*, e peqoenas.
Sais*pacrilba de ^rjsioiipor.La^miH Kemp. |
Agua Florida,
Anachauita de Kernp.
Tnico Or'fenial.
Pilotas assiuarada*. :
fastilliasvermifugas,
Pilulas do doutor Brandretb. .
Pwmplo alivio de Radway. *
Rezolut vo renovador.
Pilulas reguladoras.
Farkilia deutWbe.
WM0
A DiNMIftO
1------r
i |iii,i ni
Baa da Imperatriz n.60
DB
Venie-se tambem:
BOHDE.il'K
1 .* (jnalMlae.
St. Estepbe.
St. Jri.
. Mar^auz.
C. Latte.
Medoc.
I (r:
I* OH Ti
t'fnalidadv,
Vioo fino do Porto em barris de 5/, 10/ e ay.
Superior viobo do Abroo.
Veraoutb de Fiatellicora.
Bitter aromtico.
Panno d'aigodlo da1 febrica de Tbdos os Sabios,
dem. dtfCotweio.
Eiiiofre de 1.a qualidade.
--------------------- --,.,---------------.-------------------------------------
Principe lie ai.
Pedro V.
Mana Pu.
PriuMM-lA. Isabel.
Viciar Emartiuuei.
Duque.
[ Maivazia.
Tendo os proprietarios deste grande esiabaUci.
mento resoldo diminuir p graude deposito da
azeodas qee ten oa sua loja e armazem, promtt-
tem vender ruis barato do-qae em oiMra qaaltjer
parte, com o flm.de apnrarem dinbeiro e cada vez
ujais agradarem aos seus nnmersos fregnezes,
portanto Ibes oferecem un grande fortimerHo de
lazcuoiB ioleus e /laocvtas, as fuaea veidean
pc,r aucado e rtiallw. CowiirgineUeodo se a
pandar levar quaiijuer' azepda em casa dos fre-
gnezes, qovtilo poderem Tir a loja, oo mandar as
amostras detxaodo tear o peabor, assim como
coMvtdaw as ptsana* na aMceiaui em menor
eawijflfle tuMe e.ial-tieqoeaio enct-Btram u
grande sortio.eto, veudedo se-lhe apenas pm
prego qoe eomprirro em primefra ra3o as fazendas,
gaotiaBdu.se apelas o descont, sendo a dinheiro
a virta.


Carabraias brauc#a%
Ca i lalaaa de largtrac -
* na lo Ja doravo.
VBde-secauibraiaPFa*ca*iraispareBleii tesdt
8 palmos de Urgura.oudufts Iwwias.daa, regular
rea, qae racelrla fazer-se om vestido aptnas cts 4
t'iSt* *N*11^ *fos-nnratlfcfBB prejSoi'e..
t*W0 ee, e l^ictO a vara, coicamente na loja
armazeaj dp ^avo, fq* da Imirui a. 60 tte Ga-
nja (i^ilv,
Baloes baratos
Vende o Pavio.
Cbegoa um grande sortimeoto da baioes d ar
eos seodo americanos que sao o.- melhore vte-
dem-se pelo bratisimo prego de 250O, 3 e
a#500: Baloj 4o Pavio na ra da Imperatriz o.
6d, de Gama & Silva.
Mretanltas de rolo a 2*800.
Vendem-se pega* de bjetairba de llo teodo l
varas cada prca peto baralfettmo prego de 2S<0:
B*}?r*e l4u!,l* du Pavio ta i ua da Imperairn
n. GU, de Croa ^ Silva.
Grande pecklncha
em chales a 4 na lo* do Pav3o.
Vcode-se Bnissimos cbales de merip llaus Cnm
franjas largas de retroz teodo as efires seguinirs :
encarnado, azoi claie* azul rtcoro, verde, cor de
eanB, Otfrrino. Diajeota^raiico.e llo .te.. e.U
razenda vtf.de.se s.mpae a ptla sua boa uuali
dade e agpra liquida se pelo baralissimo pregt de
4 por ler grandr poigSo : na loja e armazem t,
P.vonarua da Imperatriz n. t0, de 6ama &
Gande Sortiinento



fflmi
97 UVA DO QaUElUADO X. tt*
Ptthinchat
Finas eambratas de cores de modernos % tos -a 800 rs.
Pegas de cambraia branca mniu Ona a i>.
Grande sorf tinento de cLItas para todus os precot.
Lencos tu-aMas pra nwtdntn doua i.
Cobertaf de chita da India a S#00.
Algodo trangado largo para toalhas superior fazenda vara l#300.
t umbrala de llnho para teneos.
Pino esgniae de Moho a 1*400. I00 e l,1600 a vara.
Grande pechineha.
Fazenda muito encorpada para roupaae estrave o ptlw baraiU8moptee,ede SM ovada.
<: 'i Tirasasioa
-Na le-ja do Pavio.
Cbafafa pflio uiuihw *aot da Fraasga as mala
lindas cambraia lrao*4.ar-ntef. granadinas, e.**o
rom os pajies de lisliobas e flores, conforme se
uum uiiimat&tote as urtaaeipaes cidades da-'Baa
ropa, e veud, m-sf pelo baratassi.mo -preeo de 140
rs. a vara oa luja e armazem do Pavio, oa ra d-
Imperatriz n. CO, de Cama Silva.
sf bales do jiavao t 2oto e 25oo rs.
Vendem-se fibares de merino esumpados a U
t S#0 cail*m.
iMtae de metim liao a 3*MJ.
pitos eaumpa k* de crepon a 6*. 7*, e WM
Ditos pretos bordados com franja de seda a lt'
Ka toja e armazem do Pavio na ra da Impera--
tnz b.0 de Gama 4 Silva.
Paramto v.ndeePavSo.
Sita daCtMoa cam Agatinos de largura, fazen-i* de quadriLhos qoe se endem por baratissin.os
da afeudara luto, piina.a para veaudoa e rtiupasi piecos e para homens, udo esla nov fazenda sem lueioe.tdO'Panaonaro* da
' DB
FAZENDAS BAKATAS
Ra da Inperairiz n U
e araaien da Arara
B
Uurenco Pereira Mendcs Guineres.
Pechincba cWtas 2(j# rs. c covado.
Vende se chitas escuras e claras a 200 ris o
covade, ditas frantezas Ocas a 210, 880, 20, 3ti0
e 400 rls o covado. Ra da lunera riz kla da
Arara n. B6.
Arara vende bretanlu de rt lo a 2&Q 0.
Vende-se pegas de brtUtiba ^e i^. ;i0f;o
pegas de cambrala para ve.-tid< s a 3CC0, 3iKo'
Htm e 3*000. Ra da tape.atnz tora o Arar
n. 5b.
Cassas frantezas tinas a 240 o eo\ado.
t^wrf" J*** f<*"**>MaW vesfct^s a 240,
280, W p 400 res o covado, ditas d. |.>.ta de
cores monto fioas a 120 e 800 ris o cavado hua
da lmperairiz toja du Arara. 66.
Arara vende cobertorea a t ^5C0.
Venderse cobertores de pello a Uo'oo. r. berta
de cbita a SAOQO.coraaa de damas, o a UC00 da.
de usto a o000. Ra da Imperiim u. 6. '
Madajjolacr francez a 3500 a peca.
Vndese pegas de madapoln rBcz eLf-iado
de 12 jardas a 3*500 4*000, ditas Ue rjio ;yct
de 4 ditas a 41000, *dX0, 6500, 9#m BU *
9*000 e 10*000,. ditas de Igooa^mhi. n..v.to fl
A 4 pecbmcbaem cbalts de renda na loja j53*00Wuw,ooo,6^000,7*000-bunio. Ra
d0Pav50. C lmPe"tr.z n. 56.
Vende-se chales de rena p. etos tendo 4 ponas
e sendo muito grapdes pem baralissimo prfgo de
4*, dftes de renda de seda a 8* t 10j(: na loja do
Pa Silva.
Par^WlQ
Lencos bordados
Vende o lJa\ ao.
Ksie esiabtlecimenl'. acaba de receber om va-
riado sortimeplp dos mais bonitos lengos de cam
brala primorosamente bordados e proprtos para
TmSJP* TfB<,e Pel barettssimo prego de 4* e
1*600 caca um : a toja e armazem do Pavau na
rea da Imperatriz n. 60, de Gama V Silva.
Ultimo gusto tm lozinhus
Acba-se um grande sortimeoto dat mais nader-
as : a Hara Pa, Garilaldinas, matbisadas, Ibas
Silva.
Arara venda cortes de caiobraias de paiel
a 3#i 00.
Vende-se cortes de cambrala tmianeU
varas a 3*000, de 7 drt.s a S*SW. Rus
ratrlz loja do Arara n. 56.
as de "
da Impv
MACHINAS AMERICANAS
Verdadelra do fabrleantc IV. V. Canttorgin & .
Moiabo amricanos para moer Brilhe.
Na roa Nova n. 20 e 21, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
Os f bricantes; se en xjira neste deposito
grande porco de macbinas, se vendim f3tyr^
menos preoo do que era outra qtatqtief patte,

3
a. a*
SggsS-agS'o-
_ d. fe re r\ _X
tas
o* SfS sag-a-s-S'i S
= 01
73
O. a
p. Cfr so
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as
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0
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v>
C
de muito ba quatidade, garantindo-se nao' tcar'
riwfi cer.i-o tempee veode-s^peio tralo prego de
l* 2*300 o covadera coaao e**e*subeleei-
mento tom om grande aorUaMiao.de todas ava--
zendas pretas coroo"sejam ca*>as e, ctolas preus,,
laas| tapadas e transparentes, princezas alpa-as,
aatte.-etc. : naveja e armazem do Pavao aa to*
da Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
Os espart I h s do Pa vo.
Veadem-se urna-itraod. e varsa sorti meato de
espartilbos dos mais bem ieitos une um ;vindo ao
mercado, sendo de todos os lmannos, vendecdo-se
por um preen motio razoavH islo na lojado Pa-
vient roa dalmperarreii.60, de Gama & SHfa.
He.tifa frita.
Na toja da Pavio
VaaV-e aeste smtrtrcivrNald oa> graa*"^or-
llmento fie roupas, tantu de panno romo caicuiiras,
e brins e peos bacassinins pregos romo sejam
caigas de ciu-mr/preta a 6* 7* e 8*000reis, pa-
letn de panno preti ac.- a 6* 8* e 12*600ts.
SiIv.
Imperatriz n. 60, de Gama &
or sp'ipcHhpr pm dirr-ihira da AtttprJtea' %e 'iu*Sllt"cataros de pai-no bniimo a 12* 18* r
rl..l: ..! ^ Zi-!!!^J\^I!!2: !1 ?W0 reis, e nutro* mu.tos artigos que serla en- largora propv.os para Itnges, pelo barato prego
Gualda bnlia,
Veodein-sebonius guarda banha de ianeryuto
propnospara encostos de radeiras, netos brratisai-
mos pregos de J a 3*000 rs. na loja do Pa^ao na
roa da hnpt iau iz n. 60, de Gama & Silva.
8 cortKiirw l'avo,
y^Be-st um grande sotiimtoto dos mar ricos)
Cortinado' bordados, prni-r s para camas ejandlas
pelos baralissimos pr gos de >*, 10*. 16*, 20* e
25*000 rs. 1 par, asim como pegas da cambraia
b'rdadas e adamascadas pn prias para o mesmn
Om por pregn ratoavefs, na I, ja e arnufenvdo Pa-
vao na ra da Inperalriz u 60, de Gama A Silva.
G* tarfbs Pia,
Vendtm se os mais bouilc cact ic.- d> malha (Ir
aa com l.i naos gestos, propsios para sabidas de
tbealro e bailes etc. etc. na l<-ja e armazem do Pa
v3o na roa da Imperatriz b. 60; de Gama & Silva
A'godo inbo entestado
Vende-se snperior algodositibo com 8 palmas de
Cortes de tarlalaua de coi es a S^OCO
Vrnde-se corles de tarlalana 0. caae* .ara
plidos a 6*000 dito de can braia tranco borda-
dos e de ceus a 4*000 e 5*000. ua da Imperain.
D* O').
Arara vende lSsinbas a OOts o covado.
tnnDde'Se ,s'Dn,,' f'r vestidos 3 2(,0, 240 320
6 o-a r>S roTadp. dlas mnito Boas eslanir'iJis
a 3b0, 400 e 500 ris o covado. Ra da bnertlrii
0- o.
Arara vende os baioes a 20K).
3*a00, e 4*00', dn.s ir.nitofiuo t mod cor elegante a 3*000. 3500. 4J0O0 e ;,000 ditos
te*1*! 3**^300.isii. a de morsuiina
a 5*000ct.itas. largas com um pfqn.Bo toque de
o covado, ditas linas a 3*0, 360
Ra da Imptratriz Irja da
mofo a 24Q ris
e 400 ris o covado.
Arara o. 1%.
Loja ra do Imperador u-
mero
femece todas 3S expficacoes netessams ao lonos agu reltalos; s na loja e armazem do
comprador para eonservar;a das mesmas;' Pa*o roa ta Imperatriz n. 60 de Gama Silva,
neste grande estabelecimer.to se encentra moi- Leos hraneo a %#000 res a
tos artigos americanos, qae mnito dere agra-
dar aos agricultores que usam de taes artigos,
Vndeaa se
dnzla.
Mieos br ancos avenda mnito boa
5 *de- CT:rA%$ $& S5J2
senhos sobre os quaes se aceita qnalquer urna
eaciimmenda, que comprofttpti)3o -ser ejecu-
tada ; : este grande estabelecimento, ernon-
tra-se em grosso e a retalho, gr nde porcSo
Pavio na ra da ImperaUz n. 60 de Gama & Siu
a.
NOVO DWSITO
DE



PARA DESCTROCAR ALGODO
Manol Ikuto de OliV'eira Braga.
53Rna irelta 58
Neste estabelecimento se encontrarlo as verdadeiras machinas americanas chega-
das ltimamente, as quaes s3o feitas pelo mais afamado fabricante da America, por is-
so aviso a todas as pessoas que precis;irem comprar, de se dirigir a este egtabelecimento
que comprarSo das mais perfeilas neste genero, assim como maisbarato do que em outra
qualquer parte, pora isso se recebe por conta propria, a onde encntrar-se-ba tambem
grande Sorti ment de ferragens e miudezas.
rival m mmw.
Rea do Queim-ido a. 49
Est dlsposto a continuar a vender por prego,
qae a todos admira qnerram apreciar e vir'vr para
erar. | i
Grozas de pennas de ago muito boas a 320 rs.
Honets mnito tinos para meninos a T*.
Pentes de alisar com costas de metal a 500 rs.
Capachos redondos e eomprtflos a 500 rs.
Polceiras de cootas para senhoras a 500 rs.
Carias de .papel am i zade a 600 rs.
Quadern >s de papel muito hora a 20 rs. .
Pemes de tartaroga a 2*50O-rs.
Realejos para meninos a 400 rs. i
Escovas para limpaj; deptes a 200 ri.
P-.ratha moito tinos1 OO rs.
''lixaa de p de arroz muito soperior,a.'S00)n. A
r-ixas de lampariaas para tres mezes a 40 rs.
''lizas de obrein ilamataa a 40h-s.
>ozas de botoes de looca a 160 rs.
F.tftadoaas de eordao e uta a 60-xa.
f^cas de Ota de eos com 10 varas a 320 rs.
Carta*Oa lele* franeezes a 100 rt.
Ubras de al8aeto*4aowze8 qualidade ai*.
Novellos de lirAa com 400 jardas a 60 rs.
Uos ditoeenBtOO jardas a 30rs.
Canas com alflneles^ 20 rs.
Pares de lavas brancas e de cores a 400 rs.
-Gra-valas datadas .analidadesa 500 r.
Resmas de papel tinaco superior al1*400.
Caixas redondas com estampas a 100 rs.
Livroa para Melo de oopa iHaada a 400 *s.
Buaecos do eboro muito buitoe a t60.rs.
Frascos de superior agua >le colonia a 400 rs.
Grosdenaples prrtos do Pavo.
Veden,-se eopeTiores grosdenaples pretos pelos
3e ferragens, e miudezas que se vendem"por preCoD7o^modV"pdindo^"a atWfSo TSSSZSXSS& S?SB 5S
de toaos para este estabe'eciicenfto que-muito lacrarao em fazer soas TOmpras: na Dar: Dai0ja e amazemdo Pavao, raa da mpe-
rua Nova n. 20 Carnei o Vianna. rairizn. 60, de Gama ( Sirva.
Kiamaote de linho do Pavo.
Vende-se saperlor bramante 'de linho com 10
palmos de largura, pvrprlos para lences, pelos
baratissimos precos de 2* e 2*600 a vara, assim
como panno de linho muito fiuo pelos baratissimos
presos de 640,700 e"800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do PtivSo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga
ma 4 Silva.
a 4#, aa loja do Pavao
Vende-se superior casemrra entestada, propria
para caiga, paletott e colletes. pelo baralissimo
pr eco do 2*400 cada covado, ou a 4* o corte de
cat^a, sendo fazenda goe senipre se venden a 3* o
covado, ou a 5* o corte ; esta grande pi chincha
liquida-se pelo proco cima, na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz o. 60, de Gama i Silva.
ladapoles a 3,300 rs. a pessa.
So na loja do Pavo.
Vende-se pecas de madapolio fino com 12 jar-
das, pelo barato prego de 3*500 e 4*000.
Navidades I
Cambraias a Mara Pia.
Chegarara as osis bonitas cambraias com listas
de cores e con ea mais delicados desenbes qae se
vendem a 800 rs. a vara, Bnissimos organdys do
mesmo gesto qoe e vendem a 1*300 a vara, eas>
sas de cores com difler< otee e moderaos desenbos
que se vendem a 240,280 e 320 rs. o covado, lu-
do isto multo barato em attenco a qnalidade :
na toja e armazem do Pavao na rna Ha Imperatriz
n. 0, de Gama Silva.
draaade pechineha em toalhas
para nao.
Vendem-se superiores toalhas de linbo proprias
para mao pelo baralissimo prego de 560 r.. ditas
a 640 rs ditas a Imrlacao das felpudas a 800 rs.,
ditas fe podes-a 1* : pechineha na loja e arma-
zem do Pavo na raa da Imperatriz n. 60, -de Ga-
ma & Silva.
ATLANTA
FAZENDA E-ROUPA FEITA
UVA XOVA \. 9.
Reg Y Moora, propritario da loja de fazendas e roupa feita, sita ra Nova
n. 24, fazem scierte aopablico e pariicotirmente aos seus amigos e freguezes, que
acabara deTeceber'de soa-eneommenda, um perfeiio sortimento de fazendas unas, entre
ellas casemirab de coreB-proprias>pacacosiumes; pann > fino dos melbores fabricantee
proprios igualmente para casacas esobrecasacas e outras fazendas de variados gostos,
as quaes vendem com vantagem sobre autro do mesmo genero de negocio, tanto- pela
modicidade dos precos c< mo pela qualidade especial dos artigos que expe a escolha de,
todos aquelles que sexlignarem rrequentar seu estabeiecimento.
Osmesmo,'Cn4intiando como sempre, escudados e robustecidos na-acetacao e
confianza que Ibes tem sido dispensada pelo respeilavel publico, no espaco de lempo -em
qae se acham-estabeiecido8,prQCU!am envidar todos os estreos a seu alcance paracor-i
responderem sufficientemente a expectativa deste e de seus numerosos fregueies e ami-;
gos, por isso, admiltiram para sua Officina de alfaite, quatro cootra-mestres, funecio-
Bando regularmente-sob a wmediata 6%ecc3o do muito hbil mestre Lauriano Jos de
Barros, o qual,ctivo'diligeDte como se ser. n3o se p'oupa aos mais aturados cuidados
de saa arte quaado tem de sasfazcr com brevidade e presteza qoalquer obra de encom-
menda,
Ao contrario dos nuitos que enchem as columnas do jornal com a repeticSo ociosaj
de annoncios em estylo seflce,"Tjai> precisamos aqui a natureza dos artigos que possui-i
moepara-oSo collocar a emoridade do^nossa* tratos-no pwiigu iaimionto-qtie resulta'
fdeBS3s;tntecipaes aem andamauto.
' ------------- *................!> '" <........r

mu
l# o c-ento.
Ra da Madre de Dos n. 5 e 9.
Na fabrica 4* #aees ti Carioen4. ?,>
tRA\i:
DE
ftupa feita e por medida.
26 Raa Mora m. 26.
los Antunes GmmarSes, propr et?rio 4este -rovo wstabelecimemo de'roofa e
faaendas Unas, participa ao respaltavel poblico emsaeral e atoss-losaan fogueaos,
e amigos, que.rtando sua casa sobre a diregao de dous des melbores mesares de alfaiate,
Lsaodo^m.deJlos o jr.. F. E iC. Mirawa, e o outro o Sr. Manoel. J. G. Carneir.o, ^ambos
com .grandes habilitafoes tendentes a sua arte, pelos quaes ditigida a sua ofiiciua, e
acbando-se bem montada a desempenhar qualquer encommenfla 'por grande que seja,
se esforcar para sabir a cratento de seus fregueses, veodendo-tudo pwmouos do que
a outra qoiluaer parte. Roga aa pessoas inlereseadas que wetabam.examiDar seu sstaoa-
locimenio, e verificar, por si mesmo o que declara, assim come faz sciente a todos em
[eral, (tanto desta prajja como mismo dos do centro, que qualquer eQCommepda de obras
eilas que mandem fazer nesta officina na\i sendo a conteni de seus do ios, pede que
as queiram devolver, afim de novamente se faief Outras q'os satfsfecam ; assim co-
mo declaram qoe nJolerao nennuma responsabilidad;, etpenaodo aeiapte asrvirbspB
a lodos e de todos apara saereocr p oteceo, sendo entregue qualquer eacommeada oe
i .raade novidade a OO r.
, manta a 2U0 rs.
Atlanta a 200 rs.
Atlanta a 30d n.
Cbegoa para a- loja do Pavao o mais lindo sor-
timento dela nova fazenda, com o titulo allanta
propria para vestido e roupas para meninos, ven-
do esta modernsima fazenda d lia cornos mais
lindos gostos de quadrinbos e listras tendo entrV
ellas de edr roa e preta, com listras e quadros
brancas proprias paca-tato, veodeei-se pelo ba-
raUssimo pro de 100 ib. o covado nicamente u
loja do, Pavo ruada Imperatriz a. 60 de .Gama .&
Silva.
Tlaitfbntisra e salpica a 2*500 e
Vendem-se cortes de cambraia branca com sal-
picos a 2*300, ditos com paimiobas a 3*000, cortes
.do casias imUaBas uada 8 varas e mou cad cor-
le, te4odo entre elles inultos roxos, pelo baralissimo
preco dd't*300, para acabar : na loja e armazem
do pava), roa da Imperarrix n. 0, de Gama *
Silva.
Vestidos braioss ?wrdadas a ,4M0v>.t i
Vendem-se os mate reos cortes de tarlatao* e
cambraia branca com lindas barras bordadas, ie
trazendo lodos os corles eufeites sufflcientes uara
corpo e mapgas, p6lo baralissimo prego de 6*000,
ditos cora barras de edre?, taino de seda com da
mesma ambraia a 6*,.8* o 40*,4odoa eatearjte*
sao chegados.pelo ultimo ,.vapor, ,e veodem-se por
'estes diminutos precos o loja e armazem do pa-
vio, roa da Imperatriz rt. 60, deGams Vestidos a 4.
Vendem- bonitos corles de esmbraia branca
com barra' da rOres e todos btateos, pelo barata-,,
simo pr* cu, de 4* : na lija e armazem do pa1
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Tapetes.
de 1*000 rs. a vara, na I. ja e armaztm do Pavao
ua roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Orpntiv a' .o'OlO oa laja doPa>o.
Vendem-se os mais finos e mais modernos organ-
des de cores rom os maJs delicados dest-nbos,stn-
do fazenda de 1*600 rs a vara, e liquido-se fti.
baralissimo preco de dez losies a vara por esta-
r* lomando um peuuefiu Pque de anoto, isli n.
Ija e arxBzr m do Pavo na ra da Imperatriz B.
60, de Gama & Silva.
Manguitos a 560e 640 res,
Vendem se manguitos e calciohas para meninas,
pelo Sarattssimo preco de {06 448 reis, na leja e
armitz*m do Pavao oa ra da Imperatriz u. 60, di-
Gama (* Silva.
Lencos de se< a a 1,-Ot'O
Vendem-se lencos de sed grandes com lx nit(--
desenlios, pelo ba>ratissimo preco de 1*000 cad
ubi, oiautinbas para gravata a 1*000, 800 res, na
loja do Pavao na ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva..
Sedas largas a Istii.'O.
S o pavio.
Vendem-se superiores sedas com 4 palmos de
largura, sendo dos padrfies mais bonitos que ten
viudo ao mercado, e vendem-se pelo baralissimo
preco de 1*600 o covado, cortes de ditas mor.
bonitas com 18 covados a 33*000 : na loja e ar-
mazem do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gau ;
S Silva.
As colchas do pavo.
Vendem-se bonitas rolcbas de fusio pelo bara-
lissimo preco de 6*000, dita- a imitado a 3(0.
e grande sortimento de cobertores, tanto de la
como de algodao : na loja e armazem do pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Alpacas de cores para vestidos.
Chegaram as mais bonUas alpacas de eres pro-
prias para vestidos, sendo lisas tendo de todas as
cores mais modernas que tem viodo ao mercado, t
vendem se [letoibartlo preigo de 640 rs. o covado.
ditas lavradas com as mesmas cores a 720 rs., di-
tas de aceento braoro com palmas de rores'a dOO
rs., todas estas alpacas seo muito largas e vendum-
se por esto dtrainuti s precos: na loja e armazem
do pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cambraia da Escossia.
Vendem se as mais finas cambraias da Esccssia
todas transparentes tendo mais de vara de largura
com 9 vnras cada peca, pelos baratissimos pregos
de 6*, 6*300,7*, 8*. 9* e 10*, grande pecbtn-
cba : na loja e armazem do pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Casimiras de quadrlohos.
Vendem-se bonitas casimiras de qnadrinhos
braeco e preto pelo baralissimo prego de 3*800
cada covado ou a 4*800 o corte, dita de core-, fa-
zenda niuilu boa, a 2*460 cada covado ou a 4*< 00
o corte : na loja e armazem do pavo, roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama A Silva.
Uadapoloa 30500.
Veodem-se pecas de madapolio com ti jarda*,
sendo mnito fino, pelo baralissimo preco de 3*300,
dito muito largo e encorpado a 4*000 : na loja e
armazem do pavo, roa da Imperatriz n. 60, de|
Gama & Silva.
Vrnde-se aa tova loja de calgados france;es to-
das as qoa'idades de ralgados mais barato do que
enioLir. qualqoer parieem ronsequeicia de rece-
ber direetamenie dos melbores fabricantes da Eu-
ropa :
PRECOS.
Borzeguios de Suzer tos melbores gas-
NMft|i;ir,.......mm
i dem de bezerro......10*000
dem dem
dem francez patente dem.
dem dem.....
Idt m gaspi as de lust
9*000
5 7*.;0O
dem bnm lona lodo, ...
7*1 00
CJOM
6*000
4*000
Mem d*m pa.-pados de losire. .
dem dem ponteira altaretia. .
dem para seniora enf.liados rabr;cacte
.J*l& .......5*008
dem dem sem enfeite ultimo gosio. 6*000
Id.m id.m.........Q^
dem ao azona.- para meninas, de [odas i
,.as,ar^-. t.........."'"S*iC0
dem apennos para menina delodas as
quaiMadt> de 1*000 a.....2*500
Ideo r-a^atos oe tranca......1K
Idim dem estn pados. 0 i(,o
As.-im anin ouiros artgos que svna an/adonbo
mei.cu.nar, garanie-se a boa qualidade da fazenda
P"r "r a wai nova nn mercado.
INJECCAOECAPl
.TEGETAESaoMA
Novo tralamento preparado com as fulhas de
Matico, arvore do Per, para a cura rpida e. in-
fallivel da Gonorrhea sem reccio algum da con-
traccSo do canal ou Ha inllammago dos intestinos.
0 clebre doutor Un.od), de Paris, icr renonciado,
desde sna apparigo. ao emprgo de qualquer
ntro tralamento. Emprega-ac a Hjotp&o no
comco de fluzo; as capsula* em lo'los os casc<
chronicos e inveterados, que resistiro s prepa-
rages do copahu, cbeba e s iujeccescom bate
meullica.
.ejA wu* tas ptrarm.-.cias ne P. Maurer
1;. e A. tators, em Pernambnai.
Corpiakos relos.
Vendem-*e bonitos corpiohos de grosdenaple
pretos, sendo ricamentenle enfeltados, a 10* : na
loja e armazem do pavo, rna da Imperatriz n. 60,'
de Gama A-Silva. k
ara jb o ivas. j
1 Vendam-se rleoeborles de seda .branca lavrada,
viodo cada am armado no sea cariao, com a com -
ptente palma e capella : na loja e armazem doj
paVeo, rna da Imperatriz n. >t)0, de (Gama &
Silva.
Cbales de renda a 4^000.
Vendem-se os mais modernas cbales de renda)
pretos pelo barato prego de 4*000 : na loja e ar-
mazem do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Sirva.
Cer amareila.
Na loja de flama ir Silva,- ana da Imperalrit b.
66, tem par vender cera amarella emporco.aeuclo
en barricas e em candes.
., t'asemlras pretas a AS ^OO
Botas russiauas
Pernetras e meias p4>meira.,iudo do melhor qo
se pode'desujar.cliegadas pelo ultimo vapor inglei.
na ra iNova n. n. 7, loja do vapor.
XAROPE
pe toral e dulciflcanU
DI
SAINT-GEORGES
Preparaio por
grimacjlt e o'*
ptarmacMlic-jt de S. A. L
a principe Napoltla
Cara rpida de laa
molestias seguentes :
losse, eatarrhos, pleu-
resa, coqueluche., an-
gina*, fortes constipa-
res, irritacSet dos
bronckos e do peite,
bnmehite;pht40u pul-
monar, astuta, pneu-
monia,anginas,amyg-
dalites, tosse chronica,
reuquidao. Oa mdicos recommendao ao mesmo
lempo o uso das ""tUtntci 4>astillias peito-
raes com o sueco d'alface o laueiro-
oarat*, qne aa praparo no mesmo esubeU-
de Maurer e A.
MMi
A venda as pharmacias
Caors.
Escravos fngid
'8
A ttengo.
Recommenda se aos senbores capites de cam-
poe aniorMides polielaes a priso do escrave de
-aome Adalberto, com os signaes seguintes : cabra,
.baiz..., peruas.um puuco arqueadas, barba cortada,
muito prosista, anda sempre com a cabega de lado:
prendendo-se l^vem no a roa do Imperador n. 17,
-qae sera recompensado o apprebeae>or.
^- 'Anda coutiBa a e^tar fgido o escravo Jos
crioaro de 50 aunes de idade,. alto, barbado, cara
comprida, fallas mansas, p? grandes e gro>sos :
quem o p-gar leve-o a soa snhora oa Soledade en
ern Bebehbe sitio da Snpucaia qoe sera'recompen-
sado.

Attr flfjit).
Fogio no dia 12 de agosto de. 1866, do sitjo da
lavessa da Ponte de Ui'hda, tr eseravo preto de li-
me Pdalo, criotto, (dase fepreaenta ter 30 a 32
amos, estatura e corpo recolar, cara redonda, oom
!? ffie'S umd;.naoXpordterQs^;rdo7o arTv'eui;
rrssado; levon veirti-
.angadode nujrodaie camisa de
aMdapolau.-e d*ve ler em si avisa de la de cor
autoridades
qpaiidade pelo baralissimo prego de-^SOS, gran- L:6s ,, mtls.pi9 de peeniMta ; na loja e^armaxem;do Prr*. na ^0 ^^ ^ 4raflcldo Je
roa da Imperatriz. n.*0/d* Gama & Silva.
Uraode peeMacha en cha
a. i hili KA a Aal policiaVs, eupitaes de campo ou qoalquer pessoa.o
VBB^mlwi^clJi CtelUrPi08 ^PP^oda e eren ao seu Sr. na roa das Cr-uz.s
veaam wperioi^a coapeoe ao ^njriwropiws j^ geeoiBBeDie reoompenadoe.
para homns, sendo dos mais modernos nae tem ";,?* '*'",fJ-------__
vindo ao mercado pelos ba-rallssinios' pVe'508 de t>f>p8t> 8**16* eargansmais baratos : na loja arma- ^ataiioeWaom^sigBiaes-aetjatat*:.negro fula, cosa
*b *o Pavio a ra da Imperalrit 60, d*ama um /erro no,pescoco, camisa e caiga de algodao
* Silva. tsru'o, pello estufado para Tora, foi escr vo de
'. ____________ rii ,. T jadWrWlraTab**: remrra de Garuara e
^ _'Vende-se na fnndlga da Aorra, as melho- SiaaiBiil*fdide Joao Perreira T'baa
Venacm-s* ricos tapeTei pra sala pelo baratlssl B Vende-se na fondig^da Aurora, 85 nielho- arfiamaiaeoie frh de Joio fien-eir T1 bsa Jonlor
mo prees Be*w0 e 10*000 na Inja e armatemg res e mais perfeitas caizlsbas com Ota de medir,e i*Bdeno do er^eobo Boda comarca de Santo Aa-
js-n'oo. drSiS "*S3?5. nriaTqtialiddea. 'prazo de 24 horas oo em meaos tempo se for de multa urgencia.
dosavtev roa da Imparaarrr a.f0, de Suva. ^ oaeela.
to : qo
riO ni
aaejar leve o a rna estreita do Rosa-
->ra recompensiao.



v
8
Diarlo ele rernnmhntm Ae* amela felra 1 e Agosto
- _____-___________________________:_____
4e
tlTTERATORA.
THEATRO DA GUERRA.
De Cecbim em data i* 4 de intio altimo dignou-
se aedirigirnoso Exa.8*. Antonio Amii de
Almeida e Silva o seguate itinerario, qoe marca
.-. marchsis de S. Panto ao Cbehim, pralieadp.8 pela dxer.se que Alien era a sombra Je Robles.
borlo, guardou-as escondidas em urna das gavetas
de sna carrnagera.
Lpez nao s tere eooheeim9nto o\*ta$ cartas,
como deprassa obteve ama copia.
O corte! A'len era o homem qne Lpez esco-
lhera para secretario de Robles, seodo sim prioci.
pa! miado tomar exacta conta de todas as saas ac-
eces Esto espio nooca o perdea de vista, pola

cx edigo deslioada a liatto-grosso.
i." De S. Paulo as Taipas. 2 t/i
ls Ditas Olhos d'Agua..... 3 i/2
3." Ao Jondiahy..... 4
4.' Ao Gaplvary.......... 3
3.a Aos Dous Cerregs----- 2
0.a A Campias.......... S
7.* A Poole Alta.......... 2
8.a A cammanduci...... 2 i/2
9.' Ao Pirapitingoy....... i
10.a A Mag-mirim........ 21/2
11.a A Ourlssanga......... 23/4
12.a Ao Itaquy..;......... H/2
13.a AlUpiva............. 33/4
13.a A Laga-Verde........ 21/2
15.* A Casa-Branca........ 3
16.a A Paciencia........... 3
17.a A Alegra............ 31/2
18.a Ao Catiogueiro...... 3
19.a Ao Retiro da Lage..... 2 3/4
20.aAoCervo............. 21/1
21.a Ao Ranebo-Novo....... 3 3/4
22.a Ao Vallinbo.......... 41/2
23.a A Franca............. 3
24.aAoValim............. 3
25.a A Ponle-Nova......... 3
26.a A Mallinha........... 3
27.a Ao Rio-Grande......... 3
28.a A Conquista.......... 3
29.a A Uteraba............ 2
30.aAoCass............. 13/4
31.a AoArcSo d'Agua Limpa. 2
32.a AoTijuco............ 41/2
33.a Ao GeDglbre.......... 31/4
34.a A Estiva..........,... 31/2
33.a Ao Esboroado......... 2
36.a Ap Panga............. 3
37.a Ao Joao Chrysostoroo.. 2 1/2
38.a A Babilonia............ 2
39/ A Monte-Alegre....... 21/2
40.a Ao Bebedouro......... 3
41.a Ao Pantano............ 3
42 Ao Passa-Tres.......... 21/2
43.a Ao Parnahiba.......... 3
44.a Ao Manoei Marques.... 41/2
45.a A1 Salina.............. 41/2
46.a Ao Bom-Jesus......... 33/4
17.' Ao Barbosa........... 3
reio capricho (Je Lopes do que pelos seas mereci-
meato, resarioi, catatad am kt|ftla>oaeo, ter-
minando sai existencia no*aH^I.J
Ao B om-Successo...... 31/2
A Tapera............ 13/4
Ao Poolal............ 2
Ao Ribeiro........... 2
Ao Carrego do Bata... 43/4
Ao Bebedouro......... 11/*
Ao Cabelleira......... 1
Ao Ribeiro Cabelleira. 3
AoS. Thomai......... 31/4
As Aboboras.......... 3
A Agna Vermelba..... 43/4
59.a A Cabeceira do Cacao.. 2 l/
60.a Ao Jatoba............ 31/4
61.a Ao Cardoso........... 3
A Ooca............... 2'/
A Fazeuda das Pedras.. U/2
Ao Ribeiro das Pedras. 1/4
A .Fazenda de S. Pedro. 1 i/2
AoBioClaro.......... /*
Aos Olhos d'Agua...... 21/4
AsLages............. W
As Cvas............. L1Z4
Aos Coqueiros........ 31/2
Ao Lelo.............. *'/*
A Invernadinha....... 1/2
Ao Gabriel........... *3/4
Ao Olbo d'Agua....... l/>
A Babilonia........... 3
Ao Jan.............. *
A Jacoba............. 3
Ao Buraclo.......... *
A Cabeceira Alta...... i 1/4
A' Caxoeinnha........ 4
ACascavel........... 31/4
A Boa-Vista.......... 2 1/2
As Torres............ 3
Ao Ioerninho......... 21/2
A Pingela........... 31/4
Ao Bananal........... 2
Ao Queirado.......... 3
ALisa.............. 21/2
A Plvora............ */*
Ao Vallinbo........... *
A Laga das Torres 21/2
A Ponte de Terra..... 21/8
AoLageado........... 13/4
Ao Pouzo Alegre...... i
a Onca.............. *
A Brabiza............ 13/4
A Plndabyba.......... 1
Ao Jaboty............. 3
Ao Coxim.............
48.a
49.*
50.a
51.a
52.a
53.'
54'
5o.'
56.'
57.'
58.
62.a
63.a
tt*
65.a
66.a
67.a
8.a
69.a
70.a
71.a
72.a
73.a
74a
75.a
76.a
77.a
78.a
79.a
80.a
81.a
82.a
83.a
84.a
85.a
86.a
87.a
88.'
O coronel Ilorbarlo disse que era certo ter es-
cripto as cartas a Rebles e que sabia que elle as ti-
nba recebldo, tendo o mesmo feit > circu, r entre o
povo paraguayo, qne Urqalia era asea favor;
fallou alm disto do i inmenso poder e dos recur-
sos dos adiados e concluio convidando a Robles
para ama conferencia.
Robles receben essa carta, e promettea resposta
para a's 4 horas da urde ; porm no momento em
qoe se diriga do sen acampamento para o lugar
onde eslava o conductor, foi reeebilo por orna
descarga de fusilara.
O Sr. Ilorburio anda escreveu-lhe orna toreara
cana, lamentando o resultado da prlmeira tentati-
va, insistindo na sna primeira proposta e eoov-
dando-o de novo para ama entrevista. Mas a oe-
uhama deltas respondea Robles, come assegara o
Sr. Ilorburio, todava, como dissemos antes, elle
nao mandoo essa correspondencia Lpez.
Muito se fallou da comroanicaeo directa em
que estavam os generaes Robles e Caceres, para
negociar a retirada das Jorcas invasora do territo-
rio eorrentno.
Nada disto gnorava Lpez, anda qoe Robles
nao Ihe dsse conta, nem eoobeclraeato desea eer-
respondencia e meos anda das razos qoe e in-
duziam a dlr tal passo; porm ainda rjuamfo tal
nao fra o caso, o dictador era bem conheeido- de
Robles, para suppor que elle jamis perdossse a
um subalterno no seu caso, estar em commonica-
co com o ioimigo sem motivo justificado e sem
suas previas ioslroccSes.
Urna graode parte desse negocio exista na rsa-
udade : rouitas pessoas di Intima amisade do ge-
neral Caceres e amigos mal ntimos de Robles, e-
sejavam ora acoordo deflnitivo, baseado na evaeoa-
$o de Corrientes pelas tropas paraguayas, para
cajo aecrdo, segando a opiniao de Robles, se de-
via esperar o exerclto argeolino, para affasta-lo da-
alliiDca e da guerra.
O general Pauoero, chefe das tropas argeotinaa-
na provincia, sabendo do qoe se tretava, escreveo
a Caceres admoestaodo-o a qoe se nao mettesse
em taes negocaseos, por quanto eHes perteaciam.
a suprema .deliberado do general eo> ebefe, a
quem o mesme general Caceres, liona o rigoroso
dever de obdecer restrictamente.
Lpez com o iotwlo de assegorar-se de Robles.
envloa-lhe a orden da Estrella, qoe nao foi acceita,
faodando-se em que a nao mereca por au ter ob-|
tido nenboma victoria.
To imprudente resposta, como se- pode suppor,.
despert-a as saspeitas de Lpez, e acimentando
ss receis ja couhecidos, s servio para fortalecer
es-as suspeltas contra o iofortuoado general ; de
modo que no da 21 de jalho, estando acampado
no Riachuelo, pequeo povo situado a tres leguas-
de Corrientes, por obra das tres horas da tara
dorma elle a ssla em sua tenia, qaandj inespe-
radamente o general Barrios se 11 apreseotoana
porta, acompanhado por ura soldado do cavatta-
ra.
m dos immediatos de Robles aoouncioo Ihe es-
ta visita, e vendo Barrios qne Robles se diriga a
elle para sauda lo, recusou esteoder-lhe a rao, d-
zendo-lhe que nao era sen amigo, que vioha com
ordem de prend lo, avocando a autorldade de
Lpez.
Barrios havla estado em Huroait, com. seu cn-
nhado o presidente, e com toda a reserva embar-
-----M I M< i\
\M POCQ DI TON.
De ama carta de Prancjarl exti
guale :
Sem ser neeessario esclarecerle mais a si
cao parece torn blica (Sct nra/na^amente abalada pelua ltimos aoon-
tecimentos, tranjuillisa-se e procura regularisar-
se, o que nao fcil no meio de um semelbante
conflicto de ulereases oppostos, e ie esperanzas
contrarias. Estes InteressM e esperanzas dividem-
se em doas grandes correntes qoe tomara o notbe
das duas principies potencias beligerantes: Aus-
tria e Prussia.
/asar, a Austria proceden com orna habllidade, Artigo i" !' E' eleitor todo O atoffltO
queniodeixa de ser imprudente. Exeiloo pr'rjgtogjfiYer e bons COStumeS, que 1
todos os meios possivels o odio que os Tcheque, os
hngaros, dalmatus e croatas sentiram sempre pe-
tos alemes, e impellio-os contra o exercto prus-
aiano dizeodo-ihes: All est 6 ioimigo, por que
all esta o alemo e, o qoe mais ainda, o alemSo tutea Qu crtdor"a .
compeut* vime>e dtveo Aside.
S 2o Sao xcltvdoe doireii de eleger:
Io As pesrws que estiverem debaixo de
1 Pelo qae dix respeilo aos estados secundarios'
qoe de alguma maoetra compdem parte princi-
pal da confederado germnica, poten' dizer-se
qoe exisla ainda 7 Creko qoe sim ; mas- a soa im-
portancia esta' de tal nts-neira diminuida, qoe se
podora' ouasi duvidar '*so. Seuiem-se amaga-
dos, nomHnados e diremo meamos vencidos. Qual-
qoer qae seja o resaltado da lata empentad, bao
de ter um pnatoor. Se o aeaeo das baialhae- dsse
per milagre, fama victoria fcil a Ausiri, obide-
ceriam a Austria^ se a mediago do imperador dos
Fraacezes consegoir suspender a guerra, recebe-
ram a paiavra de ordem da Pnaesia e ho de- sao-
metter-se a ella. B-' Isto qoe se v fraocametate e
o qoe loes causa or mal estar profundo.
, E" neoessario le ooragem para dizer 1 a serte
da Allemanba estava as mos de estados secan-
darlos; a el les qae pertenclam regular os desti-
nos do VaUrland. Looge de asiarem na altara da
nobre e beneca missao qae tiolum a desempe-
nhar, abdioaram volooiariamente dUa> Daranle
a paz exbaariram se em luas esteris ; qnando-
veio a guerra, nao souberem tomar um partido de-
cisivo ; di vidiram-se e, em lugar de soarem impor-
taba vel mente unidos, prenaram-se para.serm pre-
sa do vencedor. Qode Scou o espirito de coofede-
raeao, depots- qae o tmbrogho dos negueios da Di-
namarca demonstran ae vistas meno esclarecidas
qne esta va nomnente orna guerra? Bstiveram ora
com a Prussu,.ora com a Austria, qnaodo devtam
oooservar-se- entre as duas potencias fortaleeer-se,
impor-se, se foise neeessario e decidir da cansa da
instiga em presenca das violencias iojasuncavels a
qne a questao-dos ducaoosservio mais-d* pretexto
do qae de motivo.
Eotre a Rrassia e a-Anstrla, fazea como os
ladros da fbula, e vi oda as mos a proposito do
fructo das suas rapias, oada nm dallos tena pre-
ferido ver surgir orna lereeira potencia,, qoe ti ves
se sido a Allenanha, representada pela- massa dos
estados secundarios, agrupadas n'una pensamento
de equidade e de federaeao activa.
t A guersa.eoto tatwz nao fosse imnpmvei mas
pelo meoos^toroar-se-hia mais dlfflcil em presenta
dessa Allemanba, .que duia a Prussia a a Austria:
Nos nao queremos, lous entre vs-> o mesmo
< saogue, osangue germnico, corre as vossas
velas ; nao toleraremos os vossos naialnoes fra-
< incidas-;.fazei a paz*, ou alias iiemes eollocar-
no entfe os combtanles como, urna barreira
m vena vel.i. Em.vexdesU poli lisa, lao hbil co-
mo generosa que ainamente devia ser inspirada
pelo ntaresse da cooservacao, sabew-bem o que se
passou > a Allemanba desaggregoa a suas torcas^]
coufiou-as a Prassia e a Austria ^ue usaram dellaa
urnas eouira as ouUaa.
A Austria ei. veocida, enfraqnnctda, vacilas*
te a bordo do abysmoisto da maior evidencia.;,
mas- a Allemanba. comprehende os estados secun-
darios,, soffre actualmente ama derrota moral, que
coa no vapor Jourey, que devia conduxir Roblet. M ^^ comparar a derroU de Saduwa.
90.a
91.a
92.a
92.a
94.a
95.a
96.a
97.a
98.a
99.a
prese.
Robles deserabarcou perto de-Mercedes, onde es-
tavam acampadas torcas de cavallaria, infantera
e arfilheria, Barrios apresentou se como chefe des-
sas forjas, e mostrando a ordem assignada por
Lpez para prender Robles, o fez seguir escoltado,
por um betalbo.
Quando Robles lea o offlcio de Lpez, encolhe
os hombros e ficou em silencio, e, conforme suas
ostroeces. Barrios nomeou Resquim comman-
dante do exercto
Logo qoe Barrios considerou Robies preso, poz-
Ihe um par de machos, prendendo em seguida os
lenles Maleo Rome'ro, e Gaspar Estigatrius, o al-
feres Guana e um soldado Villalba, qoe foi morlo,
prendendo-se tambem o capilo Valenle. detido an-
tes de Robles. Todos toram conduxdos a bordo
do lgurey.
Assim que chegaram ao Humana, foram conda-
zidos para sujos e solitarios calaboucos. Barrios
apodrense da carruagem e papis de Robles :
sem que baja davida que, devido da infame part-
cipaco de Alien que eslava ao faci de lodos os
pormenores, a primeira cousa que acbaram foram
as carias tiradas da gaveta do carro de Rebles,
das qoaes Barrios se apoderou immediatameute.
Comecuu enlao o processo.
sendo Romero o pri-
Segundo diz o Correto Mtrcatl seguio cora des- do Mbre correspondencia entre
lino a Matto-Grosso o alteres ^ ^S/
Monteiro de Mendonca, sendo portador de ara cal-
xote que o govemo envia com medalbas para pre-
miar a heroica guarnicao do forte de Coimbra.
O altores Mendoza foi tambem nm dos bravos
que galbardamente sustentaran o combate de tres
dias bavidos naqoella fortaleza.
Sobre os ltimos das do general Robles, sea
processo e execaco escrev a Irimna :
Desde que Lpez Invadi Corrientes, deliberen
dirigir do Humait on Assampcie, as operagSes da
invaso armada encarregada ao general Robles,
qae nao poda avancar, nem rellrar-se, nem tomar
medida alguma em receber antes ordens expressas
de Lpez.
Ora essas ordens qnasi sempre ebegavam demo-
radas e as lostrnecdes de Lopes eram to complica-
das como mpratlcavels; de sorte qne Robles fex
notar isto mesmo ao dictador: porm este qne ti-
nba formado nma alta opinio de sna capaeidade,
principalmente no qne dira respeilo a estrategia
militar, em qae se considera sem rival, nao dea
crdito as advertencias de Robles, aecusando-o do
inhbil para a execaco de saas ordens e manifes-
tando-lbe sempre sen descontentamente
Por outro lado. Robles era nm homem de pal-
x5es fortes, considerando-se eom raxo at eerte
ponto, desobrigado de eomprir em lado as ordens
de Lpez, qne ea soa maior parle eram de impos-
stvel execncSo. Todava essa desobediencia nao
foi nanea levada ao conhecimento do Soberano
mas certo tambem qae Robles obrara eom pouco
lino, porque eslava cercado de spides, e quanlo se
fallara no sen qnartel general, por insignificante
qae fosse, era immediatamente commanlcado pan
a corte.
Nestas eirenmstancias RoWes receben ana carta
de chefe da legio paraguaya, D. Fernando Ilor
bario, propendo-the anir-se aos paraguayos livres
para steudir o jago qae petara sobra seo pas, e
estabeleeer orna era de liberdade desconbecida no
ParagaaA. E poi?, logo qoe receben essa carta,
mandoo mroediaumente a Lpez; porm eom
mais esnaco roeebendo doas ootns domeemo Ilor-
cimenlo de tal transaccao=qne Uobam oavido al-
gom rumor, quando os Paraguayos estiveram
acampados em Riachuelo, sobre nma correspon-
dencia qoe liaba havido entre Aguiar e Requera,
porm que nada poda affirmar.
Nesse mesmo da os prisioneros foram remelli-
dos para outro calabonco.
Tres das depois da ebegada de Lpez ao Passo
da Patria, este ordenou que se ormasse am dos
corpos do exerclto.
Os presos tlabam sido sentenciados a' morte e a
execaco devia ter logar nesse mesmo da.
Em frente a' hablUQo de Lpez, a qnatro qna-
dras de distancia, existe nm montculo de naran-
jos e a' sua direita nm cnrral que serve para en-
cerrar o gado qne consom o exerclto.
A's 2 oras, as tropas destinadas para o efleito
estavam formadas em qnadrado ao redor daqnelle
sitio e no centro havia um estrado e quatro ban-
cos.
A's 3 horas Robles e sens companheiros entra-
ram no qnadrado. seguidos de doas sacerdotes.
Robles apresentoo-se tardado e com nma sereni-
dad e impertnrbavel, da qnal participavam seas
companheiros, humildemente vestidos.
Caminharam eom passo firme at os bancos,
ajoelbando-se diante da bandelr*. e ouvindo soa
sentenca de morte; e depois disto foram vendados
e atados aos bancos. O entao coronel Perra fez
signal, e o piqnete preparada para a execaco des-
carregon as armas, cortando a vida daqoelles qua-
tro desgranados.
Poneos mementos depois da execucao, o cad-
ver de Robles foi collocade em nm coche a coberto
com um panno de velludo preto guarnecido de co-
ro. D'ahl foi condolido por qnatro soldados a'
(groja, e, depois de um breve responso, sepultado
no eemiterio do acampamento.
Urna cruz da pao indica o ingar em que jazem
os restos do general Robles; sens tres cantaradas
foram cendazldos em nm coaro so eemiterio.
Tal fot o flm do general paraguayo Wenceslao
Roble*.
Elevado em seo p*iz a's mais alus honras, mais
- E.' depois. disto fcil comurebender qnai al
raxo porque .espirito dos Altomes esta' to,pro-
tunda e to. dolorosamente commovido ; a, estas
causas de desordera aggregam-se outras preoecn-
pacoes, em q,ue nao quero insistir, e qae provm
da mediaco qoe o imperador Francisco Jote solli-
itou do imperador mpoleo III.
t Esta mediaco de-certo extremamente hon-
rosa para a Franca ; mas. aqu parece temer-seqoe
ella veoha a ser de algn pengo para a Allema-
nba. Passo rpidamente sobre este assompo que
nao quero profundas ; mas juigo dever dizer urna
paiavra, para indicar bem qaal o espirito e o, ge-
nero de appreheoso, que aqai trabalba.
.< Os amigos da Austria ainda nao perdern to-
da a esperanza. procuris justificar a sua decreta.
Censura-se de algam modo o (Id-mareebal Beae-
deck; nao deveria ter esperado, deveria ter impe-
dido que os -russuianos penslrassem na Bohemia;
deveria tar-se reunido rpidamente sobre a liaba
de Olmulx a Bruno, ama vez que nao eslava em
torca de defender o Elba; deveria... que deveria
elle ? Tem todava a seu favor ama certa indulgen-
cia ; censuram-no, mas desealpam-no.
Mas o monttru horremhtm $t hirsutum a
Baviera. Se a Austria foi batida e porque a Bavie
ra nao chegoa a lempo para desembarcar o exerc-
to haooveriano, porque aquella potencia du aos
seos movimentos urna certa hesitaco inexplieavel;
porque nao tendo salvado as tropas do Hsonover
e nao se juntando as de Benedeck, privn este al-
timo de am cor po de 120,000 horneas, qae forman-
do ama ala esquerda temivel, poda suspender ou
pelo meaos neatralisar ama boa parte do exercito
prussiano.
protestante I..... A batalha foi, perianto, lerri-
velmente encarnizada; diremos-am cmbate en-
tre ir mos.
1 Lmbrai-vos da paiavra de'Tcito : El soHL
fralrtbus odia I Mis este odio contra o aletno pa-
rece voltar-se proraptamente contra a propria Aus-
tria, por qae na esta lalvez longe o da em que
tantos poros differentes ho de pergaatar i familia
dos Hapsboarg em virtade de qae direitos antigos
fez pesar sobre ellas ama roao to rod, to spe-
ra e severa.
Os amigos da Austria nao sospeilam isto; pelo
contrario, como j dlsse, nao perderam ainda as
esperaogas e nos seas soohos, ve-era a agula das
doas cfrbecas retomar dentro em penco o sea vo
para o Zenilh.
c Ha sua oploio; o futuro ha de dar razo ve-
Iba e poeril divisa aastriaca : a, e, r, >, ti: Aus-
tria eripiet imperim* orbi universo.
f Duia ea ltimamente qae se esperaran! de p
firme o archiduque Alberto, e os seas 180-.9O0 bo-
rneas. Rt imaginario est hoje baslaDte- desva-
necida, e agora existe, na sna ingeonidaoVom ne-
vo projecie-que desvair-os cerebros escandecidos.
A Italia val-.ofrern* golpe; passar talvez mesmo
por ama grande revoJoeo? substituir Vctor Era-
mannel por Garibaldi; proeiaroar a repblica e
marchar ao- mesme tempe sobre Vneta e sobre
Roma.
Pela soa-parte o re *a- Prosia, ebrio do soa
victoria, rejeHar tidas a propostas amigavers- do
governo franeez. E eom a ingralido da Italia, e-oom a altivez da Prus-
sia, assignar- immediataraole um tratado de- al'
lianca offensivo-e deffensivo com a Austria; ohrt-
far rei Goherme a entrar na raio; restitmr-
a Venecia e a Kombardia i Aottria; restabelecer^
os archiduque o-o Boorboode Naples, nos seas
tnrenos respeeavyos; restituir' ao pupa todos es
estados qoe perdeo; e anoexari- o Piemonte Praa*
|a, alargando se-este potencia-at- *> Tessino.
>Nao julguti qae esto-brineasdo; em pre-
senca destas, e-tao extraordinarias abevraces, no>
da-hu qae envejar. Jalgo desoeensearo diter a<
gao partido pertencem os borneas qoe se aiimentam
destas illusO's, baveis de advinba-l sem difflonJ
dod.
Esta carta- lavoo me mais alt do oe ea pee*-]
sav; acabo de-vos Indicar pnv>> esoeraoca de*
aoMoos da Aastrio; dentro era pooe direi quaes
* as aspiraeoes- e recelos dos amigos da Prussia,
que sao mais numerosos o Atemaoaa do qoe s|
^bjBtf
Um correspondente escrevo-o sogroote :
O publico espera com npaaieoeia febril as >o*
litias do quartefdo rei Gailnerme. E>u noite nao
se fea commonieaco alguma;; nada pois se sah
aiaoa da resposta. dada a Mr. GaMMtz, nem d a
eoibunento oso Uverara as nropotas da Fraoca.
Assegura^sa-me, verdade, qs o general Glb
bieatz recebeu honlem ama. nesuosta negativo, e
que o exerotto- prussiano se-acfcova de tarda "u
ponas de fcaga.;mas nao- posso.certificar esta no-
ticia. Ignoaa-se completamente ludo nos circuios
oe ordinario-.m*iiior Informados.
1. Ha porm certo urna, censa; leceia-sa urna paz
mi. Estive Uonlem a'nolle-em muitos circuios,
o'om grande numero de eslabeleetmenios pobco^
coAversei. coas depatadotv-conservadores e pregfs-
sisias, coto jorualistas a-militaras, com borneas- de
estado e simales burguazej ; o em toda a paste ea-
contret a. mesma impressa e oe mesmos recelos.
< Um armisticio sem.garaahtv senas, i-nnaoi-
! mente coasidtrado como impossivei. E-tamos em
marcha, e devemos proseguir at ao Oratanto a
ste como a oeste.- Bis aqu o qoe ouvi das as bocas. Teme-se a fraqaeza do rei, e a in-
fluencia das malhers ;.oo se tem esperaaco abso-
luto, na firmeza do- Mr. da Bismark.
* A resolac tomada pela Austria, de ceder o
Vneto a' Franca,. cerumeote um golpe de ncal-
cuiavel alcncele que deve ser compreheodido por
um homem da tempera de Mr. de Bismark.
i E' agora que havemos de ver. o que vale o
homem de estado, o diplmate; agora qae have-
mos de ver se Mr. de Bismark, apenas am tem
peramenle atrevido e avenlaroso, como pretndeme
os seus adversarios. Se nao previo este golpe as
suas amtucoes, Mr. de Bismaik Oca julgado.
Ficareis provavelmente maravilhado a este
respeilo. quando receberdes esta mioha carta; per-
milt-oae- lembrar aqu qu vos enviei, ba alguns
diaSi com risco de commelter nma indiscrpfo,
orna resposta dada no sabbado passado a Mr.fe-oe-
delti, pelo ministro prussiano, na qaal se pode
talvez ver am indicio do situaco actual.
c E' possivel tambem qne o publico de Berln
exagere muito estes recejos.
t Em primeiro lugar os termos do tratado entre
a Prussia e a Italia sao formaes, e esta ultima po-
tencia nao poder concluir s nem o armisticio,
oem a paz eom a Austria. Isto possitivo e tora
de dscasso.
que do entretanto era maHier para tudo
Taretnjdoeofioiderar.
iiQoelBiibo porm en baroe-n e 01
COrivWsopah nao dizer de ivmtarel con
tersa.
Ai do iorej qU5 elle pUkasse a geilo,
2 Os que se acharen aJdos, em quanto ouvia-o sem dtrvida agum, e sem tugir e
durarem os processos de falleneia; uem urogir que o Msnrjelsinho n5o era
V Os qae receberem 90C-corros, do esta- para^consentisse que fcUassem outros
do, ou da comr,uaa, ouque ostiverem re- ^ hmm'h]hx3 m
cebido no artno antenor ele.cao. I gu a ^.^ ^^
4o Serio privados do dtreito de eleger
.a -^. A nA ira, e a aDrar-ie em digressies sem nm que
por esiiaco de qroatro a doxe trunos, os qne ___ ^^____
*...., .,.Hn VA Ihe pregaran) mais de nm logro-, segnido
ttverem vendido o seu voto, comprado yo- 8 ^ k.., _*. TI
. j a n ~ iA n-. anlrma, a onba honrada amiga a Sra. D.
los, dado mat* de urna vez 0 seu voto Da ~^>
mesma elei?3o, e em geral os qoe verem "'^f,a' annn ._..,,-' Mamttaim.
a -~. uiL^*. .- ;.r nai Ora do anno qa gra^a de... o Manotis -
empregadometos rUteitos para influir na v Ia.a^ a
-T n*> qwe abas era nm cidadao eetnrado, ne-
Art'y 8 5 ET etegivel para deputado <**f eiotrato-e tal qual apatacado,
ailemao
na cmara popular, todo o eleitor
de ictede da vinte e eioco annos completo,
e que teolia pertencidlo' dorante tres annos.
pelo menos, a um eslado alemo. O* cn-
mes po4icos, pelos qoaes tiver s'di Tri-
cada peno, ou que tiverem' sido peroades
n5o excluem da elegibilidade.
6o A* pessoas que estiverem investidas
em funecoes publicas n5o earecem de liceos
do governo- para entrar no cmara popular.
Art. 3**$7* Em cada esta*> particular-
mente, dererao formaf-se oircumscripc5e
eleitoraas de-eem mil alma^ segundo o ul-
timo recencearaento.
S 9o Os pequeos estados- que tiverera
urna populado de cincoenta aif almas, pelo
menos, forman* orna circuo*serip$o elei-
ofal.
Os estados, qj nao contaram. ciocoent
mis almas, senao reunidos a outros estados
para forma rem un circumscripcao.
10. As circuorisfiripcoes sero dividi-
das em seco5es-mais pequeas para o rece-
bimento dos votos^.
Art. 4o I tl O qoe quizer exercer o
direilo eleitoraliB'unM circumeripc3o deve
ter 6 seu domieilio fixo. Nao- pode tleger
sena n'uma ciroumscripo.
A residencia-dos soldados ou> outros mi-
litares, correspende a domicilio,, e autor isa
a eleger, se nSo.totrer sido mudado nos l-
timos tres mexes.
12. As listas eleitoraes sero publica-
das qnatro semanas, o mais tardar, antes
da,eteco. Todos podem apresentar recla-
maes, ou ofc>*GCoe8 no praso de oito dias
depois da publicado. As tedanacoes sero
julgadas nos quinze das seyinies, findos
os quaes se enceiram as listas
Art. 5o 11&. A eleicSo fa-se publica-
mente. Devera reqoerer-se- a presenca e
assistencia dos membros da communa, que
nlo estiverem revestidos de-flinccoes publK]
cas ou communaes, O direito eleitoral a-
exercido em,pessoa porraeio de listas, sem
assignatura..
I i 4. Se-urna eleico nSoder a maiertal
absoluta^proceder-se-ha a segunda eleic5o.
Se n'esta tambem se nao- formar maioria. ab-
soluta, proceder-se-ha a. escrutinio forcado
entre os,dous candidatM*.que tiverera obtido
maior numero de vota na ultima eleicao.
No caso, de igualdade de votos, sonto de-
cidirAv.
15. N5o se elegerSo supplentes.
; 18. As eleic7>e* serio feitas no. mismo
da em todo o imperio. Para as-eleices
pacciaes elementares,, os governesdos esta-
dos particulares coovocarao os eleilores.
17. e ultimo Os differentes governes
pregularo, no qae diz respeilo s circums-
cripces, collegios eleitoraes,.etc.; emeraan-
to estes assumptos nao forem regulados pela
presente, ou o nao estiverem pelos poderes
pblicos do.inperio.
* 1 Estas censuras sao em parte fondadasdeve
reconbecer-se. Porqne qne a Baviera operou to
lentamente 1 Nao podena dize-lo com jostioa, por
qne nao sel os segredos do gabinete de Munich
mas poderia advinbar de que nataresa sao as ac-
cu-ag5es qoe se suscitara contra o governo bavaro,
lembraado qoe no sea projecto de pacto federal, a
em um domingo, como todo* o* outros,
e-fiad*) nos sen) calces de cabaia que Ihe
deseohavam em relevo e avolumadW abdo-
men, eom o pesclo perfeitamente estucado
em urna comprida e alta gravad, e no mate
afiambrado" em consequefmia, como costo-
ma-se dizer.
Era pe tarde em casa db* licenciado' Ber-
nardo de Mendonca aonde apinhava-se nu-
merosa companbia.
Conversava-se, claro qae o ManoelSi-
nho fallava ficar sem um boto.
A conversa- ia a comeco grave; tratavam
dos ltimos acontecimentos do Reino e la-
vravam caracleristicas apreciafes.
O licencaduy hornera de p aso e conta, li-
aba j por duas- vezes investid)- a dizer a<
sua autorisada serrtenc, mas embalde, que-
eManoelsinho galreava que era da desa-
eorocoar os mais desiimidos.
N5o sei porm como por encanto deram
aberta urna digresso do Manoelsinho que
fot a soa perdiejov Em meio da pesadas
oonsideracoes sobre muitas e diversas cou-
sasdeu-se de fallar em ama mo< que era
bem nomeada per soa formosura* na capital ~
doiteino.
Ahi desgarrou.se o raeu homeafc-.era para-
v-lo como elle tbi descambando at fallar
das coasas do Goracao.
O licenciado sarria de soslaio ante a ins-
piratao copada do bom do ManoeUinho que
nao era no entretanto de pequea, capaa*-
iade.
A fortuna ou o mo fado, como qtiizerem
quiz qoe estivesse ao lado do nosso bomem
a Sra. D. Eustacnia de Faria mais^ do que
teintona, mas coraares de iogemidade me-
nineira, e cem serias tences de invadir
um coracao desoecupado.
O Manoelsinho levado as azas i o frenes
da gostosa digrassao fez de D. Bstachia o
alvo das comparacoes; a... a moca,, como
ella o pretenda, assentoa de awermelbar, e
o Sr. Maooefeiohe de contiowir cada, vez
mais fervenle de estylo e solt- de hagna.
No Bm da-contas o areopago. moveu-se,
considerou o tacto, e declaro^ qae depois
do acontecido era manifest que o Manoelsi-
nho devia casar com D. Eustachia, tendo-a
to em publica, requestado em termos ca-
pazes de comprometier o seu. crdito.
E eslav. que pensa V. Ese. ?
A murto boDrada amiga D., Bfiebaela -
terminou. a sua historia narrando-me com^
pridamenle os desposorios de Manoelsinho
e a cara to triste qoe elle razia
E eis aqu como o Monoelsinho casoitse
por amor de urna digresso, uas esta pare-
ce quecuslou-lhe caa at porque o.ho-
memj nanea teve a felicidade de deparar
com urna digresso que 0. levasse a desqui-
t&r-se da mulher que Ihe deu fio a torcer.
Descubro que V. Ese. nao aprecioa em
bem a coitadita da mioha historia.
Coiimeiteria eu algum sacrilegio ?
Deus meu, fallei do men casamento t
Desculpe^ne, ponera V. Exc. eas e to
somente referi-mo ao infausto consorcio do
Sr. Manoelsinho daquelle terapo que j Ib
c o governo prussiano emprenendeo esta guer
ra a pretexto da necessidade de diminuir a influen-
cia da Austria na Alemanba, e de fortalecer a da
Prussia, que a potencia qae nicamente deve
condnsir os negocios da patria alema.
. t A corta campanha, qnasi am sonho, foi sufi-
ciente para abater a Austria de maneira, que
obrigado a ceder a melbor perola da sna corda,i
o a pedir a Inlervenco da Franca,
A Prussia moslrou a sna for$a; e snrprehen
deu a Europa peles prodigiosos resollados que al.
cancn. Conserva em sea poder todo o norte da
Alemanba. A Prussia parece porlanlo acaar-se
Prossia reservava a Baviera nmaelevada posico na nt8 melhores condlc8e4 e M melhor ^^ pm
foi.
Allemanba do sul.
< Em summa, e isto triste dize-lo, todos esses
pequeos soberanos allemes, qne lio alto e to for-
te, claraam qoando se ameaca a sna independen-
cia, sonbam em se engrandecer a casta dos sens
visiohos. Cada am delles qaer a nnidade, mas
coa a eondlco de ser o centro, a molla principal;
esta a parte importante da qnestao e em qne en
preflro nao tocar.
< S ama nnica potencia proceden taires de boa
f, e com convieco, fel a Saxonia. Comprebende
o sen governo, qae s ama a reaceso e qne ae en"
fendoa a Austria. Lembrai vos, que, ba algons
annos o rei da Saxonia estregn ao impender da
Austria esse nobre e desgranado conde Ladislao
Teleky, am descendente dos soberanos da Transyl-
vania, nm exilado qne se tinba aventurado em
Dresda Ja' nio me record porqne motivo.
f Perdendo sea ter pedido perd&o, reintegrado
por ferc,a no sea palz, qae tinba querido arranear
aos Hapsboarg Ladislao Teleky matou-se eom nm
tiro de pistola no eoreco.
f O rei da Saxonia est actualmente em fuga ;
es prassianos entraran, sem disparar am tiro, nos
seas estados, onde foram reeebidos eom alegra :
e o Imperador Frauclsco Jos, rollado completa-
mente para o lado da Hungra, snpplica-lhe qne
salve ainda mais ama vez a casa de Austria.
acceitar negoclacoes.
A Gaxeta da Alemanha do Norte, pa*
blica o segointe, sobre a Prussia: -
Entre os pnmeiros projectos de lei que
o governo ha de snbmetter as cmaras, fl-
gurar, segnude nos consta a lei eleitoral
para o parlamento ailemao, por isso que o
ministerio est firmemente decidido a acti-
var quanto for possivel a convocaco d'esse
parlamento. Esta assembla ha de prova-
velmente reunir-se logo depois do encerra-
mento das cmaras prussianas; isto em
todo o caso em setembro, se nao fr no nm
de agosto.
As eleicoes para o parlamento alemo te-
rio provavelmente lugar no meado de
agosto. Gomo ha de ser a lei eleitoral do
imperio, votada pelo parlamento de Franc-
fortem 1849, qu deve formar abase do
projecto de lei qce o governo se prope
apresentar, aqui reproduzimos as princi-
pas drcomstanclas erpels qne acaba de aira- P*68 d8P0S*C5e8 d'e8$a 'ei'
Offerecemos estes extractos a leitur pu-
blica.
As vezes o que semelha loucura, faoda
sabedoria.
Tem sido tidos como loucos os melho-.
res espiritos e osmaiores genios.
Nao creia porm que eu ouse de ter a
immodestia de classificar-me no numero dos
bons espiritos, e principalmente dos genios
N'essa nlo caio eu ; armado de urna dse
soffrivelzite de amor proprio, tenho o cuida-
do de nao levar o negocio asneira.
Esloo comecando de conbecer que des-
vio-me do proposito, e enfio-me por urna
digresso que vai longe.
Mas to bom divagar, percorrar espa-
cos Ilimitados naa azas do ooho, ver no es-
pirito as coosas mais inverosimeis, e dar
redea a phantbasia que reva, que de certo
V. Ex. desculpa-me.
E i proposito ds digressoes, eu cont a
V. Exc. urna historia, verdica como todas
as historias que contou a muito minha velha
amiga 0. Michaela Fontoora de Jess, nu-
cida no comeco d'este seclo e que tem es-
peranza de transpor o seclo SO na
posse inteira e completa de suas faculdaies
e loquaz e grrula como nunca.
Havia no anno de..., pouco Importa o
auno, at porque a mioha historia nao est
destinada a abalar as sociedades, enem cor-
re perigo de ser recolbida para o dicciona-
rio das datas.. um rapaz de oome Manoei
e que todas chamavam o Manoe'sinho.
O Manoelsinho era nm rapaz assim de es-
tatura segular, como vulgarmente se diz,
nem alto, nem baixo.
Tinba os olhos pequeos e gazeose mor-
ticos, a bocea nm tanto grande, mas guar-
necida de bons dentes ; hirsn'a barba lbe
rebentava pelo rosto.
Havia quem no chamisse feio, porqne ?
Foi o que nunca revelou-me D. Michaela
Hoje nao, minha seniora, eu approvo cem
todas as forcas. o casamento ; e se trepasse a
legislatura prepunha que fosse condem*)do
a pena de gaJs perpetuas todo o rapaz que
aos vinte annos, nao se tivesse atirao. aos
bracos flexiveis do hymenev.
E de certo que hoje a cousa muda muito
de figura; todas as mocas sao bonitas, boas
e cheias de virtudes, capazes defacilitaros
horneas os mais exigentes.
Urna carta de Pars affirma que ochan-
celler do ministerio dos negocios estrangei-
ros de Austria deixou tirar urna copia do
plano de campanha de Benedeck, copia que
chegou as mos dos prassianos e que faci-
litn muilissimo a victoria d'estes na Bohe-
mia.
Se a noticia verdadeira diminue em
parte a m impresso qoe tem prodozido o
comportamento de Benedeck.
Segundo diz nma folha de Paris, de ordi-
nario bem informada, o numero de despa-
chos telegraphicos que mediaram no dia 5
entre os soberanos de Franca e Austria,
foi de 541
O internacional, de Londres, diz que o
celebre engenheiro ingles Havokshaw est
fazendo importantes trabalbos preparatorios
para a colossal obra da construeco de nm
tunnel entre Calais e Dover.
Este importrnte assumpto muito discu-
tido na city de Londres.
O governo franeez dea licenca para ex-
plorar o fundo do mar entre Calais e Bo-
ln ha.
O dia 4 de jalho, no qaal a Austria fez
a cesso do Vneto, anniversario da in-
dependencia dos Estados-Unidos.
PfinNAHBUCO-TYP. DS M F. Pa\F. & HUIOS
s>
1
1
J
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1


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