Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11020


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Full Text
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HUMERO
Por aeartel p|t falto *w 10 lias d !. *ei ...... *
dem depis dos 1,' i* dias do comeco e dentro do qoartel .
Porte ae cerreie *or tres aeies *.........
iv
M
QARTA FEIRA 18 DE JLHO DE 1866
Por anuo pgd eitro de 4o dias do i. me.
Porte ao eorreio tor vn anuo......
191000
Slooo
RNAMBUCO.
ENCARRIGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o ?r. Antonio Atex""*r'nn de Lima;
Natal, o Sr. Anlonie- Manaes da Silva-, Aracaty.o
Sr. A. deLemos Braga; fiear, oSr J. Josede
Oliveira ; Para, os Srs. GeftWo Antonio Alves &
Futios; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Losta.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alaaoas.oSr.Fraoeino Tavares da Costa-, Bahla.o
Sr. Jos Mantas Alves; Rio de Jaaeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gaspannho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
linda, Cabo, Eseada e estafes da Ta frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas reirs.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuns. Buiqne, S. Bento, Boro
Conselho. Aguas Bellas e Tacarat, as tergas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pesquelra
Ingaieira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Onncory, Salguen o eEx, as quarlas
feiras.
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
relros, Agua Preta Plawatelras.oj* quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segandas e qjulnus.
Relaco: tergas e sbados as 10 horas.
Fazeoda: quintas as 10 horas.
Jnlzo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphios: tergas e sextas is 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas sextas ao mel
a.
Segunda vara do clvel
kora da Urde.
quartas sabbades a i
i EPHEMER1DES DO MEZ OE JL'LHO.
5)aarto ming. as 11 h., 44 m. e 22 s. da m.
II | 19 Quarto cresc. a 1 b., 24 m. e 41 s. da t.
27 La ebeia a 1 h., 53 m. e 41 s. da m.
DIAS DA SEMANA.
16. Segunda. N. Seuboaa do Carmo.
17. Terga. S. Marinen v.; S. Victoriano nj.
18. QuarU. S. Roflno b. ;S. Frederlco b.
19. Quinta. Ss. urea e Justa w.; S. Maorina v.
20. Sexta. S. Jeroojirio Emiliano; S. Elias prof.
21. Sabbado. S. Prxedes v.: S. Daniel prof.
22. Domingo. Ss. Menelio e Wadregesillo abb.
PRBAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 boras e 18 m. da manlia.
Segunda as 9 boras 42 minutos da larde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTURO.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o nors
at a Granja a 7 e 22 de cada met; par Pornaa-
do nos dias 14 Jos meies de Janeiro, margo, ala
julbo, ieterahi e novembra
ASS1GNA-SE
no Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 8, dos propietarios Manoel Figuetroa de Paria
& Filbcs.
No
eos, declara
intuito de evitar dissabores recipro-1 -^^-Jfue flSig!,!LK
i que d'ora era leguas, e desta para o nascente rumo direito a fe-
, nn n.v,*i Mm a cnar o qoadro no ponto principal alto do Arabo
dianle n5o fara publicacSo no Diano sem a ie,ro._{;onininIliCoo.se ao Dr. chefe de polica.
mmDensaco DecuDiana que for convenci- Dita.-0 vice-presideote da provincia, confor-
COmpensdVdu yetuui.. 4 maodo-se com a proposta do Dr. chele de polica,
nada; visto como resultando da inserto ae daU(Ja de 9 do coKrreole> resolve n0aiear para os
qualquer escripto despeza para si, nao pode ^^A^iS^ *%l. ^
por portara desta data, os cldadSos seguales :
Subdelegado.
Constantino Rodrigues Lins de Albuquerque.
Sopplentes.
! Deodato Rolemberg de Aiboquerque.
2o Joo Cavalcaoli de Albuquerque.
3 Isaac Joaquina Cavalcanli.
4* Manoel da Araojo Cavalcanli.
OVERMO 1>A PBOVWICIA [ 5 ioo Martins Cavalcanli.
.. .i ik. 4. bca 6o Ignacio Joso da Silva.
Expediente do da 10 de jumo de 186. commuoicou-se ao Dr. ebefe de polica.
Offlcio ao Exm presidente da provincia domo | Diia.-0 vice-presidenie da provincia, contor-
Grande do Sul.-Con oficio de V. Lxc. de 14 de man(Jo se coffl a proposla d0 Dr. chefe de polica,
junho prximo Ando, rectbi doos exempUres do | n g^ de 9 do correnie, resolve nomear para o
rclatorio coro que o Exm. visconde da Boa-vista cj de SUbdelegado de polica do districto do
passoa a V. Eic. a admlnistrago dessa provincia, R|ach0 do Navio> creado n0 termo da villa da Flo-
por occasiao- de seguir para a corte a tomar asse n- ^ t Ao,ono Francisco de Soma, e para o de
to no senado. p i" su'pplenle a Leonel Bexerra Donga.Comraoni-
Dito ao comroandanle das armas interino.ra-1 eon.,e J0 0r# cne(e de polica,
ca V.S. recolher _a_c6rte afim_de w;nl3P^cJ," gXpedieate de secreUris do gevemo de da 10 de
chegando a suppdr que tal succedia a S. Exc. em irimeiro era relaUvo a guerra de1 sol. Eo re-
coofequencia do enorme peso de seos louros.colhi- pro^va formal e acremente a declaracao da
Sue ISUntemSra SS^^S I B0 g'undo, *ra exactamente sobre a.falta que ,1-
r^nSconSco^s se acba- ^^^iwll. f*g*~** %rt
va profundamente incoramodado. Penalisoa-me o .sen^aJiuma^proposla *J+***
' Exc e penallou-me por tal, elettoral, como havia promeitido o relendo
cedi da palavra,, ministro do imperio.
nobre
Sr. presidente, tratando dos differentes pontos | 0Sn. Barbos BaRiwro (dtrigindo-se ao Sr. le-
das interpellagSes, vejo-roe obrigado a faze-lo de nistro da guerra): Sr. ministro, n
Exc. a copia das interpellagdes ?
O Sb. Ministbo da Gukrra : ReceW e consui-
lel o Sr. presidente sobre se podia fallar em pri-
omittir a retribuico qoe ao menos cobra a
respectiva compon0*
PARTE OFFICIAL
Ofa. Ministro da Gubrra :Nao me lembro.
OR. Barros Barreto -.-Acbavase V. Exc. no
club fluminense em companbia do nobre depulado
que fol depois ministro da marinba, o Sr. Pinto
Lima, quandd declarei loda a minna intengio e oa-
vi o.feu conselho.
OSr. Ministro da Glrbra:Nao roe record.
O Su. Barros Babbsto :Pois en estoo I
lembrado. Sem embargo disto cootiuuare
nha ii.aoria.
envolta ; porque todos elies tem nma certa conne-
x3o entre si, como nao ter escapado a perspica-
cia de S. Exc. o Sr. ministro da gnerra.
Quando tive a honra de fallar pela primeira vei meiro logar,
em defesa do ex-presidente (boje) do Rio-Grande' o Sr. Barros Barreto: V. Exc. devia ter res-
do Sul, eu disse que elle autorisando o contrato pondido em tempe-, se baria tanto perigo na ais-
de 16 de Janeiro nao tlnba sido quem o havia pro- cusso da materia-, como agora, estando abena a
dozido, e que o que mais concorreu para a sua dlscusso, que se faz tal declaragoT!.... Onde
elaboragao feram as cirenmstancias occaslonadas ja' se vio coosa semelhante?!...
pelo malfadado contrato de Uruguayana, autori-
sado por S. Exc. o -Sr. ministro da guerra I Para
coraprovar estas assergdes flz a historia do que se
llnha dado, e depois raostrei o que oceorreu ero
virlude das urgencias do servigo. reveladas ao
a mi-, presidente pelos reservados de 21 e 27 de dezem-
: tiro..
estado em que vi S.
lrma que nao me pude contar; -
alio e boro sora, e sahi quasl macbinalmente do .
saldo. I
Nos dias segointes, continuando o incommodo de ,
S. Exc, aloda cedi da palavra, e uliimaraenie '.or-
nei anda a ceder; as o flz as ultimas vezes, nao |
s por ter-me S. Exc. langado em rosto em sea dis-
curso, o baver eu fallado em sua ausencia de.-ta
casa; como por asseverar S. Exc. que eu dissera
quanto me viera 4 ImaginagSo quando profer o
meu primeiro discurso em resposia a S. Exc.
Ora, Sr. presidente, eu tinha consclenca do meu
comprtamelo na tribuna, que tlnba consciencia
de que embora tivesse talvez fallado com alguma
vehemencia, nao havia dado a S.Kxe. o menor di-
reilo, o mais leve motivo para me auribuir seme-
lhante cobarda, tu o proposito firme de nao fallar
mais seno em presenga de S. Exc, para que pu-
desse ouvir e ver-me com seas proprios olbos.
Procure! a occasiao, ei-la ebegada.
JS&mSZSS^ PosqsoQpretadTr6S: 'SS&^S^tS=m'sobre poltica, |exactamente quando ? presidenle^nlia de^dehbe- o ao
. '.' --'J-- i. ^umua. e expondo-lhe minhas conviegois intimas
0-$r. Paula Lima :Eu tambero me lembro. O Sr. Ministro da Guerra :No de 28 de se-
0 Sr. Baros Barreto :Vindo este anno para tembro, no de agosto datado de Cagapava, e no
Um Sr. Deputado : as interpellag5es nao tem
so este ponto.
O Sr. Barros^arreto : Mas se todos elles,
como eu ja'o disse.tem intima codOexao para pro-
varem o meu intento I___( depois de urna pausa).
Nao passa de mera bypotbese, meus senhores,
um sonho bblico; vamos, em Bu, soppr que hou-
vesse om palz, cujo ministra da guerra desee las-
trucgSesanm general de forma que por ellas se
visse que as forgas sob sea comroando tinham por
- misao nrincinal oa esoecialmente a guarda das
nados como deterroinon o Exm. Sr. ministro da
guerra em aviso de 28 de jonho ultimo, o teneBte
do 9 batalho de infantaria Herculano Geralilo de
Sooza Magalhies e o alteres do extincto corpo de
uarnlcao e ora do 8 batalho de infantaria Fran-
cisco do Reg Barros, os quaes pediram proroga-
caode licenga.
Dito ao inspector da thesoorarla de fazenda.
Declarando-me o Exm. Sr. ministro da guerra, em
aviso de 27 de jnnho ultimo, que o fornecimento
da etape e forragem no semestre crreme, deve
ser regulado pela tabejia do exercicio prximo
findo, isto para a etape 360 rs. e 650 rs. dia-
rios para a rorrWeuJ, assim o communico a v. s.
para ter a devlda execucao.Comraunicou se ao
Dr. ebefe de polica, ao commandante das unM,
aos commandantes superiores e a
jnlko de 1S66.
Offlcio ao inspector da tbesonraria de faienda.
O Eira. Sr. vice-presidente da provincia, manda
transtniltir a V. S. as tres inclusas ordens sendo
duas do tbesouro" nacional sobns. 116 e 117 euraa
do ministerio da guerra de 25 de junho ultimo.
vincial. ,
Dito ao mesmo.Deferindo o incluso requerl-
menio, que se refere a sua nformago de 30 de
junbo ultimo, sob n. 386, antorlso V. S. a mandar
abonar ao Jais de direito removido da comarca do
Pao o'AIno para a da capital da provincia de San-
ta Catbarina, Dr. Delflno Angosto Cavalcanli de
Albuquerque a qoantia de 900$ mximo a que tem
direito em virtode da tabella n. 3 anuexa ao de-
creto n. 687 de 26 de jnlbode 1850, devendo esse
abono ser effectoado sob mioha responsabihdade
nos termos do 6* arL 5* do decreto n. 2.884 do
Io de fevereiro de 1863, visto nao haver crdito pa-
ra esse fim,
magao.
Dito ao director do arsenal de guerra.Manue
V. S. fornecer ao commandante do corpo proviso-
rio de polica om cofre e um armario de mad6ira
Directora geral da nstruegao publica provincial
7 de julho de I866.-Hlm. e Exm. Sr-Em obe-
diencia ao que V. Exc. me determina em oIBcio de
6 do correal, que acabo de receber, proponho a
V. Exc. os segointes professores, para regerera as
aulas nocturnas das quatro freguetlas desta cidade
creadas pela le provincial n. 663 de 18 de abril
, ultimo, como aque.les que por sua intelligoncia e
Ihesourarla pro- servico9 se acham as condigo>s daquella le:
Para a fregaezia de S. Fr. Fedro Gongalves, An-
tonio Rudno de Andrade Luna.
Para a freguezia de Santo Antonio, Joao Jos HO-
fm* fregnezia de S. Jos, berato Tibortioo
de Miranda Maciel. n ,
Para a freguezia da Boa-Vista, Geramiaoo Joa-
quim de Miranda. ,_ .
Dens guarde a V. Exc. rauitos annos.Illro. e
Exm. Sr. Dr. Manoel Clemeotino Carneiro da Cu-
nha, M. D. vice presidente da provincia.O direc-
tor geral intertao, Jos Soares de Azevedo.
N. 151-Direclona geral da instrncgao publica
a cmara, anda encontre aqui a poltica do sfa/u de junbo.
quo, manuda sob o pretexto das difflcoldades da' U Sa. Barros Barreto :Pego ao nobre minis- tnissao principal ou especialmente a guar
guerra. Continu! a dar o meo apoio ao gabioete; tro o obsequio de me lerobrar este aparte se eu fronteiras do Ingar em que se acbasse esse genero-
mas nao deixava de notar que as disenssoes al- sao o tiver respondido no correr do meu discur- Supponharoos que esse ministro tivesse reno foaw
guns dos mentaros do gabinete procoravam evitar 1 so, elle deve jnstameote ser um de sens tpicos. na mesma occasiao um contrato de fornecimento
calculadamente tudo qde pudesse tender a refor-, Como ia eu dizendo, era virlude das urgencias por quatro mezes e com ues condigoes pelas quaes
ma eleitoral Visitando eu a om dos Srs. ministros! do servico, reveladas pelo Sr. ministro ao prest- se loroava evidente que havia urna certa narrao-
nue me boora com sua aralzade, e que est* me denle nos reservado* de 24 e 27 de dezerabro, nia estre as instruegoes dadas pelo ministro e o
..1----------. h poltica, 1 eiactameote quando o presidente tlnha de delibe- seu acto-----
achamo-1 rar sobre a aceittgao do contrato de 16 de Janeiro. 0 Sr. Ministro da Gukrba : Nao "c
nos de accordo em irlos pontos: mas qnande. S. Exc. o Sr. ministro, vindo a esta casa, dig- o Sr. Barros Barreto:- Al o*""!V P*
dise-me S. Exc.:! nou-se destinar grande parte de seu discurso para these o Sr. ministro quer me tolber a pal
mera pbanta-
modo algom. Fallo hoje na qualidade de opposicio-
oista, de oppoieionisia decidido, e son levado a
'^^!*^^t^mn^ 7^to2ZZ dTmodo" diveVsoTno wu de I resposu do raen". I estou fallando bypotbet.camente,
por um motivo bauo e egostico, mas por omro respondiaS.Exc.com Ma, Sr. presidente, como respondeu-roe S.:sia..... .
""No"? loT orSeate nao o odio ero a Xa franqueza : Ttr s ha urna diver- Exc T (permltara-me a exprs^, cora evasivas, o Sr. Itera..da guerra:- Mas eu posso a-
o d^pelrqne'mM^trazSo n.bona para de-,gencia profunda, sin.o dize-.o, nao posso acompa- cora^ubterfogios e recorrendo a Ins.ooaces roa- fungar qo^nao -Jf^^; 80ppor qae
clarar-meem opposlgo ao m^*"^? *?.,? 1 D Entretanto Sr Bresdenle conlinuel inalteravel O Sb. Presidssntb :-0 regiment claramente por honra deste ministro houvesse i"cerlo^.r-
mal''flm z'a d'e SSttSS*XSto&StSffi sern e a dar meuP vmoao gXnete, em attengao < prohibe que o orador at.rtaua'mas intengSes a al- m0nia entre o contrato celebrado por elle e as tas-
,es' a "-- as nossas dmcnldades, e esperando ver mantida a I gura memoro da casa a qoem responda. trucgfies por elle tambera dadas.
cipios ; Sr. presidente," o amor pelo progresso e ,nuirn
rrgeoeracao do systema parlamentar, lo vil- prudente poltica, proclamad peto oobre WWtt
mente.. .... to atrozmente vilipendiado, coroo da instiga. Ll .mmente, porem,^ qov irnos T O.
tes.erauobamos aqui a cada passo I (apoados e nao > governo uian.fes ou +mmmgK** V*
a.miaiinii \ sua poliiica consiste na reproduegao da ae i>j ,
PSr presidenlo, para levar at i evldoocia a ral-' cora a differenga pofdm, *_*J!X*m
nha staceridade, vejo me obrigado a pedir casa vez o qoe seos amigos ntimos o flze.ara
digne se por alguns momelos prestar soa attengao Sim, a reproduegao de 1
O Sr. Ministbo da Guerra :Eu nao sou mem- Qaand digo honra, nao com intencao raale-
bro da casa. vola; quando digo honra, quero antes reterir-me
O Sr. Presidente -.Tomando o nobre ministro ao zelo que o ministro tem pelos negocios aa hh
parle nos trabamos da cmara deve ser considera- reparligo, e que de modo algom pretendo ames-
do coroo membro delta. Eu, portanlo, lembro ao quinhar, apesar de seus desacertos demoBsirauo.
nobre deputado qoe nao pode altrbuir mis inten- Continuemos com a bypotbese. Supponnamoi
gdes ao nobre ministro a quero respondo. por momelos que seja ella verdadeira^: pergunto
O Sr. Barros Barreto :nnca desejel altrl- eo, nao eslava o exerclto em virtade
a uraesbogo breve da vida poltica de om de seus JJSSi eTSSeodJ MMoSmOglip. o boir ms intengdes ao nobre ministro; nao roe memDrOS. ..__ _...V,___- j .r._.is> ^,ui^ nln nrimei- rnnvAm npm m sl hrttn ser iniUStO 0r""
segundo consta de sua citada infor-, de pernambuco,i2dejulhode 1866.Ulna. eExm.
Sr.-Tendo V. Exc. designado o professor Joo
Jos Rodrigues, para dirigir a escola nocturna
desia freguezia, creada pela le o. 663 oe 18 ae
abril deste anno, flcou prejudicada a preteogao do
mas visando-se
termos : poltica do
I of- uutr loas luioucoes u ouuro uiiuiohu "** ^uos o uu uuuuaiuuv uw.iw *. "j~
"(taando em seguida a orna dessas oossas rpidas Bc.il (apoados da opposigo), poltica cojo priroei- convm, nem me est bem ser injusto para com sos nectarios para poder fuaccioqar durante qna
e orapletas .volocS.. ou ^Tolioto. poUej da- J^^J^^^,"!^^ % S" R repl.caodo .0 nohre ministro devo traur **fg, Sr. presidente, nao exista no contralo
vam-se em orna das provincias *> mperio os o- omros que esiao n0)e pouer uo r .^.^^^ dQS Q3 faodameiUaes do seu (ello com o lal mioislro urna clausula determ.nan-
i vimenios rovo ucionanos de 848 (anno^'uuten. P"|^ CAVAtcM(T, :_No apelado. | discorso, depois oceupar-me-bel com seos dla- do que no caso de necessldade o contrato nao se-
co para o rgimen parlamentar),, ooo*edos ban u r. silvinouavalcanti^. v ^ d(j neir0) maj, ^ a,em, ,
L em SSS arrodi.d?"nda \ V* "deTcUrar-me em franca" hoMliid J5\o | O ponto caoila, da argumentago de S.^Exc dor.r a, que se fizesse o^contrato O**** for-
Era um obscuro mancebo que balbociava esUs gabinete boje, e porqoe nao o flz, hontem ou anle-
^^^lVM^^Vt&S. hMTaioda b, urna circunstancia qoe nao it-
SnUrUtadoV^ tirei Declarei-me em oooosico antes deoov.ro
para o servil do mesmo corpo. I sanPiicanie padre Vicente Ferreira de Siqaeira Va-
Dito ao connnand*nt eoperlor da gnrda naci-1 r. ecodo qac uc;lgtiatao m V.-m
. r*____1^-.*- \T a i\ militar : ____ _.- ^..> ....m-i i
recamo
naide "Goyanna.Devolvedo a V. "S. o reqoerl- \ ^um^rofess'or qneTpor sua raoralidade e intelli-
mento do capilo Jos Rufino Coelho Catanho, ca-1 pnria BSla. nas cooaicSes de b>-m reger essa os-
be-me dizer-lhe que os officlaes aggregados fleam
como taes servindo at qoe haja vaga em que en-
treo como effectivos, se leem a necessana capaci-
dade e mereclmento conforme disp5e o aviso de
19 de outubro de 1858.
Assim, se aquelle capitao quer servir como er
lectivo no batalho a que esta' aggregado e esta ,
as condigdes do citado aviso, cumpre <,ue seja
para isso proposto, declarando se ha vaga na com-
panhia de que se trata ou em outra.
Dito ao juiz de orphos desta cidade.Nao ten-
do Vrac. coramunicado ao vice-consul de Hwpa-
nha, segundo elle deciarou-me em offlcio de 6 do
correte, o allecimento do subdito hespaDhol Pe-
dro Lancat, que morava na freguezia do Pogo da
Panella, recommendo-lhe que o faga com urgencia
cumpr.ndo que seraelbantes coramunicat,oes sem-
pre, que se derem casos idnticos sejam lt
gencia esta' as condlges
CDeus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel Clementtao Ca-rneiro da Conha, presidente
da provincia.O director geral interino, Jo> Soa-
res de Azevedo.
I discorso, depois
o por- mes.
O ponto caoiial da argamentago de
consiste nisto : O presidente da provincia foi pelo
menos deleitado.
O Sb Ministbo da Guerra : Eu nao dlsse tal.
O Sb. Barbos Barbeto :Perde : V. Exc. dis-
necimentoT..... Digo en, nao eslava peas pro-
videncias lomadas por S.ExcoSr. ministro oexer-
cito cooveolentemente em condigoes de poder fonc-
cionar? E como se pode attrlbnir colpa ao presi-
oas provideocias to-
Tanto assim que
prova exuberaote de ter
UO IIIJCI lU^A UU0OO UVVM WVHIIUWW *- .- --_--------- -
S o seto da representagio nacional a tata dol-ttow. *- o, w^ acm por deraais elo
maioria com as minoras, qoe hoje trava-se to sel-
vticamente nos comicios eleitoraes, fiear ludo
perdido I nao se poder remediar o mal profundo
que solapa a existencia do governo representativo!
C0M1UNDO DAS ARMAS.
Quarlel do eomniaudo das armas de Peraambuco
na cidade do Recife, 17 dejla de 1866.
ORDEM DO DA N. 252.
O tenente-coronel commandante das armas inte-
rino, em cumprimento do offlcio da vice-presiden-
cia datado de hoatem, faz publico para ciencia da
Roaroigo e effetos necessarios, o decreto de b ao
correte, pelo qual houve por bem Soa Mageslde
Imperador, perdoar do crlme de desergo
pre, que se derem casos idnticos sejam, feias im- g rdoar d0 crlme de desergo que
mediatamente como e expresso no art. 10 da coa-, o P as do 4. corpo de voluoUrlos
veogao consular entre o Brasil e o reino de Hto organisado BH provincia, que no prazo
panha promulgada por decreto o. 3,136 de 31 de v .nr.,.nt.rera as refDeci|vas auton-
panha promulgada por _
julho de 1863.Comraunicou se ao censul de Hes-
panha.
Dito ao capitao do porto.Fago apresentar a
Vmc. ,.ara que Ibe d o conveniente destino, o re-
cruta da armada Firmlno Francisco Regs depois
de iospecionado.
de um rcez se apresentarem as respectivas
dades, contado do dia em que fr o mesmo decreto
publicado as diferentes comarcas, inclaindc-se
uo ndulio os desertores do sobredito corpo que ja
se tenham apresentado.
decreto.
Commiseraoo-rae das circurastaocias era que se
tes. Com efleito o que veio aqu fazer um destes
dias o Sr. presidente do conselho T
Ujia Voz :Metler a bolba oa cmara.
O Sn. Urbano :Escaroeceo dos seus proprios
aclos ; nao podia escarnecer da cmara. .
O Sr. Barros Barreto :s. xc velo-nos di-
zer um sim e dizer um nao, e um pd ser que sim
e pode ser que nao. S. Exc nesle seu extraordina-
rio laconismo ne podia ser mais eloquente. A ex-
plicagao dos ltimos actos de S. Exc. esta clarissi-
maraenle nelles mesmos.
Bem comprehendeu, porianto, a S. Exc aquelle
deputado que se declarou em opposigo sera preci-
sar das explicagSes do Sr. presidente do conselho.
adoplou- com soCfreguido. I /-Apoados.)
J nao tai dos bancos escolares, bmiib aore-^ gR pRBSIDBNTE :_Lembro ao nobre deputa-
cmto da assemhi* de Pernambuco, qai se1 oomo approximar-se da materia das
Oberaes do Imperio, sem dnvida fostes engodadoM h\ Ses6para ratSo de ordem do seu discur-
Annos depois, quera balbuclon estas palavras ti-
nha nm assenio na assembla legislativa de sua
provincia.
Ento com applausos de todos os Srs. Iiberaes
lintiase acabado de votar a lei dos circuios aesta
casa....
O Sb. Lopes Neto :Vo apoiado ; eu oppuz-roe j
aqu a essa lei. '
O Sr. Barros Barbeto :Mas a grande maioria
l so
lem dito baslaote ; o regiment nao perroitte
que se alargue a mais.
O Sn. Babros Barbeto :-V. Eie. perdde-me,
: nao tem mais nteresse de que etrem que comece
1 a dscosso das inieroellaces ; mas
sabia elle unto das
contrato de S. ExcT Nao
r ama ordam da di da
Uferacio do comriio aenaniTO. nao por pamcipaijo de S. Exc 7;---
O Sr. Ministro da Guerra :-0 que eu dlsse 0 Sn. Ministro da Gubhra -.- ""?
foi que eu nao linba culpa da demora : detendi- qQe nao me pertenca; unha ordem de z aesewui-
me. bro qae Ihe ordenara fitesse o contrato.
O Sr. Souza Cabvalho :-0 nobre ministro nao o Sr. Barros Barreto : Eotao perdoe-me v.
aecusou ao presideote. Exc. que lhe oiga, parece oo ter conciencia ae
O Sr. Barros Barreto :Pois bem : estou a todas as consejuencias de seus proprios actos.
formar caslellos para depois alaca-los. Sim, o ministro ordenou ao presidente, em setem-
0 Sr. Souza Carvalho :Quem aecusou o con- Dr0i qQe se conclnlsse um contrato entahoiaao em
trato fol o Sr. Brusque. ; Porto-Alegre; mas note bem a cmara, por oraem
OSr. Barros Barreto:-Pelo meos V. Exc. do raesrao ministro fez-se em Uruguayana a a ae
nao defendeu o presidente da provincia, como outubro ontro contrato, chamado provisorio sim.
lhe curopria. mas irremediavelmente por quatro mezes. e aie
O Sr. Ministro da Guerra :Nao pude deten- por mais lempo se fosse necessano. fara que es-
d lo. ta', pois, S. Exc. a meter-me pelos olbos seu aviso
OSr. Franco de Alme.da (ao orador):-Note de 28 de setombro e outros de dalas,S*^
V. Exc. que o Sr. ministro da guerra acaba de di- Era taes conjuncturas s o rainro f dmdfa
znxF***ao presideDte- sssrsr^,s^sr
0 Sr Eos Barreto :_No novidade para ministro ..nha o direito de dlzj-hjji em sentido
miro a boa voniade do nobre ministro da guerra contrario is lo ou *&*- IfjSfWfel ttl
lem relagao ao ex-presidente da provincia do Rio- proced.meuto de &. hxc era U "*W {
I Grande do Sol. To ceno eslava eu dessa boa que nao se pode explicar, por- fazer _J- B-|*
vontade qoe apenas foi dada a palavra a S. Exc. ura contrato por qwmi*jr^
quando tinha de responder ao Sr. Brusque e a ou- moma cora as inslractoes de.xadas ao gjj^j
imindeS Exc para to- o Sr. ministro nao tem o direito ae aizer que o
cas tomadas
O Sr. Souza Carvalho :-Que prevengot cas lomaaas pelo pnprioSr*""
Sim, eu estava pre- graode erro do presideote foi eonnarse no anus
Dito ao commandante do corpo provisorio de j acnam ag pra?as do 4 corpa de volaotarioi da pa-
policia.-Declarando me o Dr. chefe de polica em ^ Organisado na provincia de Pernambuco, que
offlcio de 7 do crreme, que a torga de polica com-1 offe'recend0-se para o servigo da guerra, liveram a
mandada pelo capitao Francisco Borges Lea. du-j ufgjjcjdjae de desertar, apartaodo-se de suas ban-
rante o tempo que alli esteve no centro da provn- dejras. ne por Dem, por effeitos de roinha impe-
cia, desempeuhoa sempre de maneira digna as di-
a S d'' rial clemencia, induiur-ibes o crme de desergo
ligencias, algumas bem arriscadas, a que leve ae commeiteram, devendo ellas apresentar-se as
proceder, assim o communico a Vmc.jiara que fes eclWas anioridades dentro do prazo de um
mez, contado da poblicago do prsenle decreto,
em cada orna das comarcas da referida provincia ;
incloindo-se nesle indulto aquellas pragas qoe ja
se tenham apreseniado.Angelo Moniz da Silva
Ferraz, do raen conselho, ministro e secretario de
estado do3 negocios da guerra, assim o tenha en-
leodido e faga execaur. .
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de joiho de
45 da Independencia do imperio. loma
M. o Imperador.Angelo Moniz da
louve o comportamento lano daquelle offlcial como
da referida forga.
Dito ao capilo Loiz de Franga Mello Jnior.
Recebi o seu offlcio de 7 do correte e fleo scienie
de baver Vmc. nessa data feito entrega ao, major
Francisco Antonio de Sa' Barreto, do cemmaodo
do corpo provisorio, que Vmc. desempenhou de
modo satisfactorio.
Dito ao Juiz de pai da freguezia da Boa-Vista des-
ta cidade Bernardo Jos Martins Pereira.-Em
circular de 22 de agosto de 1863 lol reneiudoao
sea antecessor ura exemplar do decreto n. 3 uo
de 17 de abril daquelle anno a que se refere Vmc.;
em seo offlcio de 9 do correte, que respondo,
nao existindo porm o referido
chivo desse juizo como compria,
correr collecgo das leis do anno de 18b3, onde
encontrara' o mencionado decreto, afim de que
em vista delle preste as informag5es exigidas era
rotaba circular de 15 de jonho prximo Ando.
Dito ao juiz de pai do districto de Iguarass.
Attendendo ao exposto no offlcio de 6 do corre-
le em qoe Vmc. accosa a recepgo da circular des-
ta presidencia de 19 de abril ultimo naquella data,
razo porqua deixou de remetter os roappas que
lhe cumpre ministrar em face do decreto n. d,5/z
de 30 de dezembro de 1865, no tempo marcado no
arl. 22 do mesmo decreto, recoraroendo lhe que
faga remessa dos referidos roappas com a roaior
brevldade que lhe for possvel.
Poriaria. O vice presidente da provincia, atien-
dendo ao qoe requeren Elias Praocisco Bastos, ta-
belllo e escrivo do clvel,enme, execugoes e jory
do termo e comarca do Brejo da Madre de Dens,
resolve prorogar por 3 mezes o prazo qoe lhe foi
concedido para apresenlar o seu litlo de nomea-
go para aqoelles offlclos, por decreto de 17 de
margo do corrento anno.
Dita Orice-preaidente da provincia,
da proposta do Dr. chefe de polica, ci
offlcio n. 856 de 9 do crreme, resolve
acabaes de sacrificar ura dos piimeiros principios
do systema liberal, sobre tndo no Brasil! por amor
da expanso da representado nacional (que se i"1-
derla obter por ootros meio's nao menos efflcazes o
at moto mais profleoos), sacrifleastes o pnoclpio fl|w|J^ Vmerpeilagoes j mas perraitta-me I os, eu fui asseotar-me
da completa autonoma provincial, esta conquista ajnda ^ algumas palavras antes de entrar mar notas: a casa ha de
qoe tanto nos honra I nhoPrdes a' oella. Preciso completar meo pensamento.
. Dais assim orna prova de nao ""*""*" 1 Saturalmeole, Sr. presideote. ho de pe...
fundo a natureza dos nossos mais graves sonri- aeclarastes-vos era opposigo, mas o que venido para com S. Exc. -, nao pois, novidade
mentos I Cow eflaito espalhastes petos circuios e ; So|j ,jbera, 0 conserva(jor 7 A qoem < para mira o que acaba de dizer o oobre mioistro
em cada um delles cooservastes latete oproprra ^ eerae|hante pergonta, dre em resposta :, da guerra. Nao devo nem de leve fater com que
fermento aniquilador do rgimen parlamentar era ^. ^ ^ n- eral nem cooservador ; ouga-roe; de minhas expressoes transudem os motivos desta
cada um delles a luta entre a maioria e as mino- a caM a js ^ qoahB()ae b rainba preveogao ; mas nao oosso nega-lo, tero
Son daonelles Sr oresideote. uoe coosideram o ; toda a razao o oobre deputdo (ao Sr. Souza bar-
wStSSSt ^SSm^fttitVi^- ,.|ho). era ingenie e ben fundada esta m.nha pnneipio.de dezembro ?
ca do imperio (apoados): notem bem, digo da
independencia do imperio qae mais atada do
que coroplemeolo da constitnigao, que felizmente
nos rege. A autonoma provincia, nel.e se acba
era expres-ivo relevo. Son daqoel.es, Sr. presiden-
11 Sim I o
as
1866,
ras ser (uta de exterminio! em cada om delles
consagris a tyrannia da maioria sobre as mino-
ras, privando a estas de seu direito de tomarem
parte na representago nacional I esconhecestes
por tal forma ateo fira nobre.que tivestes em mira
abragando semelhante le I >
Nao para ah, Sr. presidente,^ nossa
torta,
v.
em sua viagem ao sul dessa ProJ"^w^a";0 principio da sopremacla do parlamento prevate-
des.gnadament- na casa da villa do UM. aw w jeliberago dessa le. lionra a todos aquel-
deoou ao presideote da cmara que Ibe dsse ai- ,.: 0
guraas inforroagoes sobre o estado do municipio e
O Sr. Ministro da Guerra : Cumprisse
minhas ordens. l'
O Sr. Barros Barreto :- Cumprisse as suas
ordens? Quaes ? O aviso recebido em principios
de dezembro?.... Repito, o aviso
breve his-
,r.a. Quando S. M. o Imperador honrou a pro- *.g ^ J3 ^ w j JA fe ,e, de
incia de Pernambuco JflaAaJttaM"^; ^ He junho de im se exusam por verem como
rubrica de S.
Silva Ferraz.
(Assignado) Francisco Camello Pessoa de La-
cerda. ; _
ar. Est conforme.- Eslevao Jos J*, lenle
deve Vmc re- ajudante de ordens encarregado do detalhe.

INTERIOR.
sobre soas neeessldades.
Queris saber, meus senhores, o que fot ano a
Sua Magestade, ei-lo mais ou menos oestes termos:
Senhor, a primeira e a mais imperiosa neces-
sidade deste municipio commum a lodos os ou-
iros do imperio ; mas a satisfagao de semelhante
necessldade depende de urna reforma profunda no
systeraa parlamentar-, precisamos, senhor. que a
lei recoonega e garaota o direito de representago
s minoras. S assim applacar se ha esse ardor
poltico, que esterillsa todo, fazendo esqaecer os
mais vitaes interesses polticos; s assim por-se-
ha cobro a esses rpidos torvelinhos da ada
Sr. Sooza Car- de dezembro?.... recebido
incipios de dezeu^
O Sr. Ministro da Guerra :- O aviso de 28 de
PrcomT?a eu dizendo ao ser interroropido : setembro que fo, recebido era principio de outu-
sendo injustamente argaido de omissao ou delelxo bro. o.,,. R s Kxc a reoetir !
o presidente, qne autonsoo o celebre contrato de 1 O Sr. Babros Barbeto -M lur
16 de Janeiro, para se lhe atlribu.r a culpabil.dade | o que diz.a ee avlao, &r. mmuutol^..
dos graves nconvanientes deste contrato, devo, O Sr. Ministro da G"^.- .^ra UrgeD
------- ar-! que se procedesse a factura ao coniraiu.
i O Sr Barros Barbeto :- V. Exc tem todara-
ies qne concorrram para semelhante lei, era que
se v a supremaca do parlamento exuberante-
mente sarantida, e ao mesmo tempo se depara com
orna implcita bomenagero, e homeoagem profun-
da realeza.
QualiQqae-rae agora a casa c .>mo quizer.
Vozrs da opposigXo :E' liberal.
O Sr. Macedo :Qualificou-se perfeiumenle.
OSr. Babbos Barbeto : -? Mas, Sr. presidente,
anda tenho que dizer. Eu nao posso ser amigo de-
votado seno daqnelles que haslearem a baudeira
qne mais exprime o grande pensamepto anagado
desde a infancia ; s serei amigo denotado daquel-
les qae oo negarem s minora* o direito de
representago nacional, uy-
Sr. ministro?
qaanto antes occopar-me com semelhante
guigo.
Sr. presdunte, V. Exc. ha de me permlllir di-
rigir-me ao Sr. ministro....
0 Sb. Pbesidente. Pode por excepgao e para
esclarecimento da materia.
O Sr. Barros Barbeto : Espero que V. bxc.,
Sr. ministro, (din^ndo-Je ao Sr. ministro da
guerra) me permuta fazer alguma referencias ao
menos algnmas alloses a's instrueges de que
tratara as interpellagoes... .
O Sa. Ministro da Guerra:Sao instrucgoeskconiraio
reservadas, nao podem apparecer sem um abuso
nqoaliilcavel do administrador.
O Sn Barros Barreto : Muito bem I por isso
zol Mas, senhores, queris s.ber que aviso
este de 28 de setembro, em que sesu a Mato
E' aquelle aviso (2) em que o mi-
m ta Aa atnmhro de 1865. da Uru-
niO 1K JWE1RO.
ASSEIBLEX GER4L
CMARA OSSEMHORES
DEPVTADQS.
Entram em discnsso as interpellagoes annuncia-
das na sesso de 22 do corrente pelo Sr. Barros
Barreto, ao ministerio da gnerra.
O Sr. Barros Barreto (signaos de attengao) :
Entro neste debate, Sr. presidente, sentindo-rae an-
da receloso peto que se den ha poucol (O orador al-
inde ao ioopinadoadaroento da hora marcada para
asinterpellag5es.)Custa-meacrer que.tenho a pala-
vra Afflgon-se-me a cada instme ouvir alguma
das vozes da maioria a pedir o encerraraento da
dTscusso, ou a pr-lhe qualquer outro, obsttcolo do
em vista costme 1 Vejo poro.que estou realmeoto,na trl-
constante do, bnna.... entretanto, Sr. Presidente, nao posso pr0-
crear ora gegnlr sem primeiro dar duas eiplicagi
d> lu -r--- "---,, llr..|,,,m tomarem parle na represeunyau u
trago, qne cada vez mais ^SSS JSSSt po'heco solemnemente o meo voto a qualquer
a opinio pobliea, em seu natural desenvolv td0 a qoa|qaer grupo que tomar a pello
ment. Knhens! semelhante dea, altamente poltica e civllisadora.
Sr, presidente, estes ligeiros trigos bographicos ; d(JS84 jda serao meai amigos
sao para lestemoohar a smceridade das convic ea serei dfllles Qn) amig0 de0tado 5 do
ces do lodividoo que nesle momento tem a honra "JJJJk Q0 lerio am mira seno um amigo 11-
de dirigir a palavra a cmara.. ________I a nm'amioo librrimo e muilas e mutas ve-
.. aviso em 28 de setembro de 1865,
gaayaBa.-Illm. e Exm. Sr.-Por mais de urna vez
pondere! a V. Exc. a necessldade de contnw-se
era tempo o servigo de fornecimento ao eierc.io
em operages nesla provincia, visto que o actual
expirava no fim do presente mez. rsia
necesxidade, oeste momento, taoto ''"'P;-
riosa qoaoto corpos se teem.de destacar daqueiie
exerclto para se irem reuoir ao do commaodo do
marecbal Manoel Loiz Osono.e o proprio exercito
appa-1 lem lalvez de, em breve, passar a operar em terri-
, torio estrangeiro.

mesmo que...
O Sr. Ministro da Guerra : S podem
reCef POBRSfRRBTO :- Mas V.Exc. (com *!" Asslra' e7na"alta de urna providencia prompt

O Sr.
contrario,
vre, um amigo librrimo e
es ura adTersario decidido I -
Denotado a rotaba posigao tenbo dado os moti-
tos de mea proeedimento. (Maito bem.
Bolro agora oa materia das ioterpellag5es que
uto a honra de annonciar o Sr. ministro da guer-
ra. (1) ___________^--------------
(1) Eis as InterpeHagoes: -
Requeiro que se ^umiiit^nvu*^
eAhrn ente a com foi por este ministerio,
hemencia) tem o dever de responder a cwwito sobre M>m f aQ eMrciC0 do

dIsiVieto de s gaca com a^ deno, .inago de I ~J^^ ^^3? TteTala-rae.
S'^rae^ SsYJd:,Sd^
^^U.--. Dr., er eu at b0,e repito a c-5
^Sa^'Spresidenle da provincia, ^1*"^*$^^^.
mandT-le eo a proposta do Dr. chefe de polica, nm das sesses passadas, ao n"nc'" ..'A^-
cTsSnto dTofflco 5 de.9 do^r^te^esol-1.^ag^u l.sse que^ t fa.l^ jjjj.djdjjto
Vim para o parlamento com estas firmes con-
vieges, teodo adherido ao que chamara terceiro
partido, partido denominado progressista, da liga
oto da foso, e que boje oo sei verdadelrameote
que nome tenha.
Adher a ess nova ordem de cousas inaogra-
da solemnemente era 1863, Sr. presidente, deca-
ruda alio e bom sora, pela Imprensa, qae o pri-1
meiro de meus anhelos era o reeonhecimento do \
direito de represeotagao das minorias, era deilar ministro da guerra vir aqm responder as seguioies
por trra o maro de bronze, com que se aeestella | interpellagoes: nKanni^^
a maioria para a seu bel-prazer e bem a seo satvo 1 i.. Em que data resolveo-se que as ^vO*8
tyranmsar as minorias. Conquist essenclalroente 0 f> corpo do exerclto tlvessero lugar aenumra
liberal, e urna das mais dignas da clvilisago mo- mente em paiz estrangeiro?
deroa I Principio que s elle bastara para honrar I j. Q0aes as nstrnegoes delxaaas ao Darao
a bandeira de qualquer partido pairiotico de qual- de Porto Alegre por S. Exc o Sr. minisiro aa
qner pala 1 Pois nem I llzerara-roe lr na baodei- gnerra, ao retirar-se do Rio Grande do sai, e que
ra do partido progressista o grande principio. Sem eraiD relativas aos lugares das operajoes do exer
hesitar alisteime nelle.
Srs.
goijs, e se havia esta imp
SSUSStSJ^^ das ordens trausmiUidas a essa
terpellado lera o dlrelio, ou antes o dever de de- Pf^,a(eQuc^venientes de am .ntrato provisorio,
clarar isto mesmo a casa... concurrencia sao palpaveis; mas a situagao
O Sr. Ministro da Guerra :- Anda nao pode ^mMB^e^u*oUottdo o exercito, depois de
fallar I
em que
O Sr. Barros Barreto :- ....derla l-to feito, tactos e
to doro soffrlmento, em consequencia da
O Sr. Barros Barreto :-----wvi io-* >o" ~ ,,. __,... soin<.3n. serla atada peior.
em tempo. Pelo reg.meoto. haveodo >ocooven,en-, to[$l inconvenientes,
te em _qualquer d.scusso dest ordem o minislro JYt0m^sobre mira a responsabilidad. *>
veTrarum dlstriclo dVsobdelegado no termo da opposicionita, e nao mais
vflla da Floresta com a denomioago de-Riacho corao o havia feito poneos das antos
do Navio-So emites seguales : prineipiam Sr. Pdenle na uUiraav qne
,le Flores qae flea casa o nobre ministro- da guerra, i
do alio do Ambuzeiro do termo
fal.oa nesta
1 toreado a
7o aTcemeT:m7umo"d.7e.Toao sol para a ^\\ ^ \^^'^'^r^ S^l^^S]
da Maravltaa em distancia de 5 leguas desta fa-1 propoHto^.M^ndow^^^
zenda a serra do Jardim era rumo do poente ate a
Barra de baixo, qoe so costam 10 leguas ; des,
con igual ramo ao porte at a fazpoda denominada
m'accidente, uerm, erabargou-me o passo.
feriado S. Ew. o sen discurso, cahio qaasi desia -
jpcldo Obre a cadeir, joo|o da qual orava, e eu
Mas, Sr. presidente, arhando-me aqa. na cma-
ra, esperel debalde que fosse realisada a promes-
sa do nobre ministro do imperio dessa poca, o
Sr. consethelro Jos Bonifacio. Declarando me era
opposigo ao gabinete de 13 de janejro, nao s por
causa da questao das aposentadorias, roas tambera
por amor das regalas parlamentares na decreta-
gao dos fundo, forranlei um voto de censura, que
deixei de apresenlar por conselhos de varios ami-
gos. Este voto de censura, q q-tare ministro d
guerra ha de !embrar:e.c*Tnpnnha- de dous ar-
gos :
ie ewquaiquoi uist-u"..- ------. .. i .. tomar sobre mim a respouMom -^
deve declara-lo opportnna mente, e eolac> *> /a0J0Vovar ai/mas aas propostas leitas aute a Ibe-
encela o debate. Suceede o roesroo que se da emo approm algumas o. w^ remeUer-me coa.
os requeiimentes quando sao regeitados emreiuto, soorarw. e W ^ io hesll0 em fad lo,
^:SS:^^^r=^-^^^^ Se^arponderJsarazo que acabo de roen-
cito coramandado por aquelle general?
t 3.' Em vinude da prorogagao do contrato ae
fornecimento, constante do aviso de 7 de abril de
1865, al que numero de pragaa Jos Loiz Cerdoso
de Salles devia alimentar, e a qoantas flcou ali-
mentando nos tres mezes ltimos daqaelle cootra-
to, depois qae a maic parte dessas transpuzerara
oUroBuay, sob o commando do general Manoel
Luiz Osorio,epassaram a serftalimontadas por
Brabo e ootros, em virtud* do oootrato de 1 de
jolho de 1865, celebrado em Joguerv ?
t Sala das sess5es, 22 de. jnnho de 1866.-I. de
Barros Bmt*.
na
conar.
O meto de arrematgao
. foo7"re(rir textoalmenle
as Instracgoes dadas por S. Exc. T.... KarjQ
O Sb. Ministro daGuebba :- O nobre depnta- conti
do nao pode ser senhor das instrucgdes senao por
abuso de algoero.
O Sn. Barros Barrbto E esta I.... que
tal!--.. (aVpois fe wmapawa). Bem
ea eslou com a palavra. ,..^,. a I "" malo de arrematco que V. Exc. condemna.
Mas, Sr. rresidente.para qoe rectm.j^ sjto Ounjo demem^tg q ^
angldo mo em d versas pocas e^ jamis
azoiu aos interesses.do-ffi.
delle
O
ervir-se.
Por mais tumioosas qoe seiam
tal I .. I aenou ae urna {*/. p tAhrB n fM-necimenlo dos exerciios, -
obio minino sabe que tenho ^^^l^^^^ V^T"
rnnda Voo ohaotMiar pois amabypolhese, a mi ja u* drtU4rQSa experiencia II
nos deshonestos. Emqaaolo por
pode a admioistrago publica
a ideas de V.
o goveroo
deranado,
canda.
nha resposia
Vou phantasiar pois u--ji~-- -
S. Exc. sera' por tanto por bypoibe-1 sanado,
lhe aprai
experiencia ine havia
de gnia, e o archivo da tbesou-
visto que assim me opraa. rMord0o mia d lae'nda dest provincia otferece rauitos
-0S>. PRBsm. ntb:- MasV.jjm.ja m ^^^ em ro, a deque^o governo nao errou.
ulilmente serv la
uoH. *.,... dniieaue dr.nmanto> ero prova uo ijuo uBu.
1 di8p0?.i5 1 hf *S5 TSX^lVZl alindo por esse peto grandes pardas,.
? mV!lL'J,"e.ltL^?nlo seTode discutir, desvo dos dinamos pblicos.
mconvem^^e^no^pode
C lUBtVEL



m. .,
n i
fiH? *
fttsrh 4c **em

__
mii
acr-
Salles, em Purto-A legre, da' pn.vas
de poder fazer urna prorogacjio jw alguns as
urna prorc^-ao .,.._._ ,
entreunto *Jrugje.na*ao M94ssMU<> *> minutos.) O Sr. ministro da gue
ministro obteruna-aterego.faoao.e -podara dacai respondido
istro da guerra diiia que se devia dar preferencia con mandila.
* Alves Leite^nm daquelles que tlnham apresen
lado sua*iM%0Jas para o-cootiato de agosto,con-
trato quo foi rejeilado pelo mesmo Leile em outu-
bro, por^Bstv do contraro de Vrogu'aya'na (3; I menos de qdaTrtJTnSt.
Queris saber que aviso este de 28 de setembro ? O Sr. Ministro da Guerra :Esta'
E o_ que oi seguido por ontro a,viso de S. Exc. ao' por si mesmo.
barao de Porte-Alegre (4 )< autorisaodo o nosso ; O Sn. Bamob Babbkto :Esta* respondido por
contrato de rogoaysna irremediavetmente por 4 si mesmo t... Vamc adiaste; se por hjoetbese,
me"*- ,_: Sr- Pdenle, Temos que o presidente da prevn-
0 Sr. Ministro da Guerra :Os soldados ha- ca, por confiar se nos actos-- de S. Exo. o Sr. mi-
viamdemorrer de ome? inistro da guerra, esteva cerlo que o S* corpo do
O Sr. Barros Barreto : -^iNSa morriam. V. exercito confiado ao Sr. baro de Porto-Alegre
Exc. sabe que houve proronacao at 31 do outu-, achava-se revestido de todos os meios necesarios
bro, emeora V. Exc. nao tivusee recebido en> leal- para toas onerscdes, ne p^dia, nio'ovia tratar
do ? Qual documento I (Folha
do fulbelo do ministerio da guerr
nnurU letra t-8 de fulho de 1866.
-
.....
Nao duvido.
da Guerra :Se nao reeebi,
\
po a noticia della.
O Sr. Ministro
como bavia saber ?
Or. Barros Bxhhkto :Nao ser de qornr foi
a culpa de V. Exc. nao a ter rrctbide. Mea por
que contraton ero Urognayaoa, por qoairo mezes,
guando V. Exc. mesmo acabava de ordenar no sea
atiso de 28 de setembro ao presidente que con-
cluisse o contralo dtfloiiivo com Alves Leile ? S.
logo de um ontro contrato senao qnando IhiMeso
ordenado notamente.
O Sa. Mhimho da Gueba :As ordens eram
emeontrarto.
O Sr. Barros Bamtbto : Sero estas ordens
inda as de nosso aviso de 28 de setembro 7
OSb. Ministrooa Gubrra :Reemmenda toda
a urgencia.
O Sr. Barros Barrrto :Ora, recrtamenda to-
Exc. disse tm sen discurso que foi coagldo a fazer da a orgeneia I Isio fax lembrar-me do que se dis-
esse contrato de Uruguayana por qoatro mezes, se em oolra cmara: O p dixeito, (irme I o es-
por nao terem os coniratadores querido faze-lo por aturd nao semova, marchet -^ReCcmroenda S.
menos, foi S. Exc. menos felii que o presidente, Exc toda a urgencia, e em seguida' faz o eontrato
peranto quem a prorogacao foi somente por alguns de roguayana, que nao poda deixar de durar
oas (5). nienos de quatro mezes !
O Sr. Ministro da Guerra :E' preciso ver os | O Sr. Ministro da Guerra :E qoe seMmpor-
lB*res. lava com isso se o contrato w provisorio 1
U cr. Barbos Babbkio :Ora os lugares I Por j O Siu Babeos Barreto :Provisorio- em oome,
caridaoe I... O Sr. rornistro/para sairardesfntB*-Sr. mrnitro, mas na realldade permanente e mals"
grande re.^tnfabilidade, dix que os contraladores, que permanente.
por raais que elle fizesse, au quizeram que se pro-
rogasse o contrato por menos de um a cinco .me-
zes, ou al que se celebraste o contrato definitivo,
ao passo qu S. Exc. foi o proprio que iez aqui a
grande descoberta de ter sido solicitada por Salles,
chefe desses mesos contraiidores, a prorogacao
CQBdicioDal.de alguu.diavpeimiltida pelo presi-
dente e acceita eom todas as*oitiuiHdades do esiylo
pelo mesmo Salles.
O Sr.' Ministro da Guebra ;ot seu procu-
rador. ,
O Sr. Barros Barreto :FVsse por qtwm fosse
Salle* nao pedia noaca_deuoh6enr a^jbrigaco
contratda perante a tbasouraria, por si bu por al-
gn seu legitimo procurador.
Repito anda, se o principal agente da tal com-
maadita (que.fez o contrato de Uruguayana) sojei-
lon-se em Porto-Aifgre a urna prorogicao de alguns
das, porque, razao nao succedeu cousa semelhante
em Uruguayana, prorogaodo-se o contrato a expi-
rar, somente por poneos das, ao menos era quanto
nao viesse realisad o o contrato que & Exc. no tal
av|ode. 16\de setembro ordfuou que fosse feitt
com Alves Lene?
O Sb. Ministro, da Guehra :Nao sei; uo te-
nrio amiaade, uem lelacoescom Salles.
O Sr. Barros Babreto :Eu nao quero saber
se V. Exc. tem ou nao relacoes com Salles. V.Exc.
reconheceu-em sea djicurso, serem Salles e oscon-
traiadores de Uruguayana pumbros da mesma
as oircemslancias actuaes, em que o governo
nao- podi (bter fcilmente nem vehculos da trans-'
pone, nem gado para esse servlco; em que, con-
forme a dire< cao do exereito,era nuster crear dep-
sitos no interior e exterior, e que esse transportes
fossem feto por ierra,p^r alta mar plaselas flu-
viaes, esse systema, que absorveria grande copia
de bracos uieis para deleza do paiz, nao poda de
romana ser adoptado sem qoe grande resppBsaDi-
lidade recalJsse sobre os meua bomoros.
Fe4tas estas obcervaces, nao. i;mto por^amor da
defeza da legalidade ou conveniencia da medid;.
que adoptei, e qoe V. Exc. cendemna, quanto por
consideracao a pessoa de V. Exc, que repetidas
vezes tem sobre este ponto instado, curopre decla-
rar-lhe quo, oomqotnto V. Exc. se abstivesse dr
enirar, como Ihe cumpiia, oa indgacao.do mrito
relativo de cada urna das pioposus, como Ine fura
por oiio delegad*, pelo tacto deaulorisar a essa
presidencia para fazer um tal contiato, jolgo,
vista das tnformeqes da repartido fiscal, que a
proposta mus vnUjosa i* di Wenceslao Jcaquim
Alees Leite, no termos qoe expoe a tbesouraria,
admitlido o alvitre por elle proposto de que o pre-
co no territorio da repblica do Paraguay seja o
que estiver contratado com o exercito dd gener:.!
Osorio, casooaoseja esto, superior ao do l#3l)0 e
1A4()0, proposto;
Assim que ordene V. Exc. a tnesovruria tue,
nestes termo, /ocie-comtodas as segurancas ei
d^reito exigidas o referido contrato eom a oondi-
gao de que, mo caso de cesso parcial ou gera
mt n fimririiirjjimanaagel- nIoj seUitlhrca-
dos-ou cesionarios, e qoe, no caso deTaTtasTDai
provenientes de torca dmioi, ser o fotoeeimenlo
feito a sna costa, e por sua eonta, por ordem da
autondade militar competente, alm das multas
respectivas.
ste objecto, torca repetir, de suaima ur-
gencia, e en espero do zelo de V. Exc, de que tem
dado sobejas provas, que ser realisao sem demo-
ra alguma.
Deus guarde a V. Exc.Angelo Moniz da Silva
Ferraz,Sr. presidente da provincia d S. Pedro
do Rk> Grande do Sul.- Conforme.Mariano Car-
ios de Souza Correa.
(V N. S94.Porio-Alegre.Tbesouraria de fa-
zenaa da provincia do Rio-Grande do Sul, em 20
de novembro de ili IUiii e Exm. SrPor oc-
casiao de ter sido chamado Wenceslao Joaquina Al
ves Leite, paraassignar o contrato de torneeimeoto
da etape as (ureas militares em operac.o nesta
provincia e tora do imperio, cuja proposta foi rece
bida em 30 de agosto deste auno, e approvada por
V. Exc. em 12 de ontubro ultimo, dei eonta a V.
Exc em offlcio n. 307 de 23, que e dito Alves Lei-
te recusara assignar o referido contrato, sob pre-
texto de ihe constar ter o Exm. Sr. ministro da
guerra celebrado ontro por quatro mezes. E de-
lerminando-me V. Exc, por offlcio b. 2,073, desse-
mez de outubro, que indleass o meio mais conve-
niente a evitar qualquer transtorno no forn to dos corpos do exercito, satisflz a exigencia de V.
Exc, respondendo por cilicio n. 637 de 4 do cor-
rete, qoe o nico meio prompto que eneontrava
era effectuar-se o contrato do forneoimento com
quem o pudesse desempenhar.
E' o quanto sei a respeito, e tenho a bonra de
informar a V. Exc, em cumprimento do offlcio
desta data, qoe veio cobriado o aviso que-devoivo,
do ministerio da guerra, datado de 18 do corren.
Deus guarde a V. Exc-Illm. e Exm. Sr. vis-
conde da Boa Vieta, presidente da provincia.O
inspector, Jos Francisco de Moura.- Conforme.
Jos Candido Rodrigues Ferreira Peres
(4) Gabinete do ministro.Uruguayana.Minis-
terio dos negocios da guerra, era 28 d setembro de
1863.lllm. e Exm. 8r.tleodendo as deplora-
veis circumslancus em que se acha colkcado o ex-
ercito, pela demora havida na celebrafao- de novo
contrato para seu fornecimento, nao obstante ter si-
do com malta antecedencia autonsada a presiden-
cia da provneia aefiectua-io; e eonsiderandoque
inteiraraente Impossivel prever -de prompto, pelos
meios ordinarios, a tio palpitante necessidade, de-
claro a V. Exc. que approvo a proposta qoe acom-
panha o seu offlcio de boje, coro as tnodineacoes a
que se refere o dito offlcio, segundo o qual manda-
r V. Exc tancar t assignar o comptente termo
de contrato eom as seguraras e formalidades le-
gaes de estylo em semelbantestransacdes.
Dens goarde a V. ExcAngelo Monlz da SiWa
Ferraz.-Sr. barao de Porto Alegre.
(3) Termo de proroga(ao ate 31 de outubro de
18to.
Aos 16 das do mez de agosto de 868, na seceso
do contencioso da tbesouraria da provincia de' S.
Pedro do Sol, perante o Sr. Dr. Jos AffoBso f erei-
ra, procurador flscal, chefe da mesma sece, com-
parecen Jo Lnlz Cardoso de Salles; representado
por seu bastante procurador Jos IonocencioPef eir,
cuja procurado a^resentou, e Oca nesia seeco ar-
chivada^ pelo dito procurador foHcrarad> qoe, por
virtude do disposto no offlckHlapresidencia da pro-
vincia n. 1, de 11 do corrente,n/ra assignar termo
de prorogacao de contrato, pelo qaal seuconstiinin-
te o referido Salles se obrira a continuar a faxer o
fornecimento das torcas militares durante o mes de
outubro vroxvmo vindowo, e na forma do seu con-
trato celebrado em 24 de fevereiro ultimo, na villa-
da Unio, do Estado Oriental, nao obstante Andar
este a 30 de setembro deste auno, se por ventura o
individuo qoe contratar o fornecimento que se acha
em praca para o dia 30 do crreme, nao poder co-
mecar o mesmo torneermento noprimeiro dia'do
referido mez de ontubro. Declarou mais o sobre-
dito Jos lonocenoio Pereira, que se responsabilisa-
va, por sua pessoa e bens, e como fiador de Jos
Luiz Cardoso de Salles, o- fiel 'cumprimento do
mencionado contrato dorante o citado mez de ou-
tubio.
E para constar, e em cumprimento do despacho
da tbesouraria de it deste mez, e portarla n. 27 de
14, mandn o Sr Dr. procarador flseal livrar o
presente termo.
do art 3 do decrete b. 3,439 do 13 de agosto de
1863.
Ku Jos Candido Rodrigues Ferreira Peres, _
este termoJote Afano Pnreir.-Je8 Innocen-
Mas como ia drzende, Sr. presidente,s, for y-
potbese, o prndente da provincia- eslava cerlo de
quo o m corpo do xertito, o viriade dis provi-
dencias do ministro, -estova revestid detodosws
unios parsitas operares, o presidente da provin-
cia, que.nao- era o nuDi.-tro da-guerra, que- nao es-
lava testa dos negocios dessa reparti(acv s p saber que eram alteradas asslreccoes depois que
Ihe avsassem ; com effeito, Sr. presidente, s em
lanos de Oezembro que as urgencias do tervico
inftoiram sobre o Sr. minitro para qoe baixasse
i s avisos recommendindo que quanto; antes se fi-
zesse novo contrato.
OSr. Ministro da Guerra :Offlcio de 18 de
nuvi-nitro, depois da micha chegada aqui.
O Sr: Barros Babhkto : -Pois bem ; (ffieio de
18 de novembro, mas recebido quande, Sr. minis-
tro? Recebido.era principios de dezembro.
OSr Ministro da Guehra :A
publicou os annunclos.
0 Sr. Barbos Barbbo :-*Muito bem I.Agora a>
casa ja' pede ver que s em principios dedearm-
bre comecon o presidente ter coDbecimento da
nova ordem de cusas, saber, que o contrato de
Uruguayana, combinado rom as instioccoes dctxa-
das pelo nobre ministro ao barao de Porto Alegre,
ja' nao baslava. como aienio; eqoe tal contrate
baslava ai.ent;.o e que pedia dorar at alm de
Janeiro, nao era s o presidente qoe- jotgava,-
como tenho dito ja'.por wxe.% era, iSr.presiiBte;.
tamtem o Sr. ministro, como v-se. de seo proprio
aviso de 24 de jaoeiro de 1866 (6) a re posta a
ultima parte do offlcio da bario de Porlo-Alegre,
datado de 18-de detmbro de 186o (7); os (juaes,
tanto o aviso como o c fflcio, onstam desta infor-
me, mas preciosa collec^o. (Mostrando O folrieto.
do anBexo-3* do reiatc-no da guerra).
Jolgo lia ver prvido, Sr. presidente, que nao
lo.uve deleixo ou omissao do piesifote do Rio-
Grande do Sul em nao tratar de fazer novo con-
trato seno quando recebeu em p-incipio* do de-
sembro o aviso de 18 de novembro.
Tenho respondido assim ao -argumento fonda
mental de lodo discurso: do nebre ministro da
guerra
WP*tBrx par* que pudes-e haver o esparto
Mite desejava Facundo, se/ia precUlttif recebieto do Diario! "iodaifc-^o iiode-
fiwsse fetto muito antes o seu, moseer responsaveis por facto aintio.
*M novembro.
*acundo, que solicitando ao presiden
ro commisso, este Ih'a negara em principios
de dezembro. E' verdade. ^CMflimil 1"" a pre-
sencio desse bomem era coraraandar ou fazer parte
de orna *trca estacionada em Bagou algures, e
quoQtftreaifMte nao altendeo a essa pretencae por
estar eemtjhlote torga sob o conoaando do gene-
ral em-ebo* barao de Por!o-Alegfin,rqBeraoompe^
tiaaeooMMI e a administragoida* forcea que
ihe furam afiadas pelo governo. til porque Fa-
cundo nao toi tmpregado ab do-Oezemkro p*io
presidente.
O Sr. Mnimo da Guerra :Empregou.
O Sih-BAnnos-flAiinBTo i-Nao nessa-datt.-mas
j das depois, e, segundo me consta, ero virtude e
se tornara um verdadeiro labyrioliMW|H^
brogllo. (Riso.) E' orna magem, um amW_
nao direl de que. Mais agradtjo multo a Exc
ter ministrado estes papis a casa, porque con-
le"JWas prtafcaa, (Cctlooondo a folbear o
Aftrl se acba: V. fcc ha de*o'nvr comigo
r'?ma ibtoB*<*oeo parece da thesooraria
Rle*randeHlO de nevembro de 1863, un
quesrdfeoqnoacebeldeafflrmar.
O *r>MiNiH*e da"Gbera: B-faca favor a
tor, 1M- e dixia -qoe se lena por logo a eon-
lirso.
O Sb. Barbos Baurrto:Ma* diss no.siamos
tratando agora. V.Etc. ermestou nao ter sido
4???0.?,*teBden M!o'" qoe BguMaJofdens.on recommendacesde V.Exc
'H!**,e,.e?neJd5Mnde re,llsar-se em O Su. Ministro da fluBMA.:i- Reoommeodneio
lude do contrato de Urpgoayana. mDba para isto ? Nao exacto. txemamena*mi
-ii-5tA llc rarla dl* "" conveniente haver logo O Sr. Barros Barreto :-Consta-me que por
so em 10 de novembro como a U de dezembro, individuo empreeado denoi
queso'por'mtorroacaes particulares que Ibe O 8r. Mbustro da Gur'hra P^n-lhn
constava existir o coVato de Uruguayana! S o aprsente ewe ivho
presiden, poi.-podia saber da integra desse eon- O Sr Barros
!n,v!iifm.l?.,A^IDB,b, "/f'ns,rS3es qoo. pergonto a V. E..., .
LJffli *lJn Por L8-e .de pod,we ,er irisado ao presidente da provincia para em-
aroplos sobre a disciplina e econdmia do exercito ; pregar a FacundoT n"^^.
n nSnprnesi',ef,^J,0!.ton,0 ^ 'H" M ,*Mia'' Sfc-irmrjTiio DA'fiWERRjr:^NSo me lerabro
ou nao necasstdade de nove-oontretor-em vUtodo-absolulamente
das medidas tomadas pelo lelo de S. Exc. Sr.: O Sr. Barros BARRETo:-Bem ; a pessoa a quem
ktro. Toroernos ao iwmsompto (uostrao- conraltei nao pedia trarer eomsigo urna innidade
principalmente dos nossos assigoantes pela demo-
O gevarno,
apesar de reclamacSes do Sr. administrador do
eorreio, s tem marcado a diana de i^OOO para os
estafetas, e estes por tal proco nao apparecem,
sendo por tanto preciso alterar os que ba em suas
viagens; e dabi procede a tal demora.
A carta a que nos temos referido neslas noticias
fecha-as com o seguinte :
< Appareceu ja por aqui a lista dos juixes mu-
icipaes supplentes para o segrate quatrieinio, e
tato obriga-me a inqirir se pode o joiz anteado
atrvir com o esenvio de orphos seu padrastro?
Ora, eu entendo peto negativa; perqne o bom sonso
tea mesma lei partMnMMMrar innompstibilidade.
O nosso cdigo diz, que nio podem servir no
jury conjonetamente ascendentes e descendentes ;
e nao reste duvida que o padraslo est para com
ipi ilotianidweniry.4 fcan-
Gonquat lodtete enrtez.nde-se por em
davida se asmil e urna variareis Sores que
adornavam e derramavam 4S^lecioso per-
fume sob o verdescente jardinr do Para izo
espalhavam urna fragrarxia mais pura e de-
licada na athmesptiera, do que aquella que
- d;floade e raehe o gabinete de
vesur.
se
ou-Boidirno qow se>h*ja abert'rjm
fraactedesta odorfera e deleita ve 1 agua de
chairo.
Comparada
cheiro-d
com o passageiro e
voltil
sea
que
Barrito :Nao o tenho; mas
a V. Exc, vea bem, no se lembra de
do o parecer da theiourarii de' 10 do novembro
de 186o remedido com o (fflcio do inspectorHle
15 de fevereiro de 1866 ao presidente do Rio-
Grande) :aqu* se diz-ter Sido Faeando pretn-
deme ao cntrate, ene nao se realison pos. cansa
do de Urugoayan.
OSr. Ministro da Guerra:Est engaado,
Sm Barhos, Barreto:Pois' bem; raostrai-
nos e comrario.
O Shi Ministro da Guerra:-- Hei de mostrar.
Vejtio prooesao.
OSr. Barro.Barrwto: Em qne-lugar T
O s. Ministro da Guerra: Veja o nobre de-
pulado,-eo nao posto indica-lo.
O 8r. iBarrob Barreto:-^ Mae que precesso*
sse T
O Sr. Ministro da Guerra: Peqo a palavra.
O SaBARRos'Barreto:-"SO vejo aqu o reto-
7 da dwembroi ido oficio-de 1S de f. vrreiro de>'Inspector da tbe-
souraria. ---Nao4 este e documente a que W-fie.
se refere.
O Sn. Mikibtho da Gueiiiva: E' a da thesouraria ao reqaerimente de Silva Tavares.
6- Sb.- Barros Barrrto lendo :
Copia do'parecer da tbesouraria lineado no
reqeerimeoto- de J. Facnnde da i Siivar Tavares__
O .-npplicante foi um dos preteadeatet ao- contrato
do loraecimtnto-de etapa as torgas reunidas nesta
provincia, cujo concurso leve lugar a 30 de agosto
prximo passado, nesta tbesouraria; m.iis, sendo
subratttidos os lencos presidencia fot aceito o
de Wenceste.Joaqnini Alves Leile, qoe entretanto
recuiou liraar o respectivo termo, no pretexto de
ja' o ministerio da>gnerra ter ceUbrado outro por
quatro mezes ; e desta oceurrencia dei- eonta a
mesma presidencia em 23 de outubro ultimo.
. A.lheseorariano teve coramonicacao de novo
contrato; no easo, porem, de ter effectuado, me
parece qoe urna nova arremalaco antes da con-
iluso do preso da sna durato deve ser prefer-
vel a proposta deupplicanie, eomquanto nao teje
desfavoravd a fazenda. Thesouraria de faiend-
da provincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul,
10 de novembre de 1866.-O inspector, Jos Fran-
eheo de Moura. Contoaroe, Jeao Cavalcante de
de doeomentos, nem estar munida contra Maqoes
da ordem desse com qoe estamos nos occopap.-
do.i Nada mais direl-por ora,- Sr. residente espe-
rando pelas exc.licae.5es 08 Sr roiorslro ; entreran-'
to, seorpre iefflbrarel a 8. Exc que, destruida a
base fundamental de sea diseftrso, a argofeoo d
deleixo on de omiso por elle alirada sobre o
ex presidente do Rio-Grande' do Sul, destruida
semelhante base, flram em todo o vigor os ponto
de minhe defeza, e qoe; portante, S. Exc, aind
tem de responder a est invectiva qoe IbO do de
ter fellortSe o contrato de Uruguayana n5o esta-
va em hrmonia oom as instrneces deixadas ao
baro de Purto-Aiegre, como 9. Exc. dea a conbe-
cer ao presidente-, por seoe^avvsos de 18 de novem-
bro e de 14 b' n de. dewmbro- de 1865, para
fqoe o eetebfoo Irremedlavelmente por qoatro
mezes?
O 8n: MiwiSTRe oa GOERHAi^'Pnro evitar qoe os
pobres soldados morressem a tome.
O 6r: Barros Bxi1eto:-*J *e*ilnha providen-
ejado convenientemente, eV. Exc. nao devia faz-lo
Sor um meio que leve' de-ooeasionar males to
esastrosos I
Malfadado contrato de*riiguayana I
Tenho concluido. (Muilo bem.)
o enteado na razao de'ascendente porafinidad^ li- m">00 e delicioso, aeoma MJoaCMimar
ciu ero Jioba recta a no lgraa, e por isso irapii- ioextinguivel, inapagnvel, emquanto que por
ca servirem juntos. Mas alguns legistas d'aqui outro lado a verdadeiraquinta esseocia
n?Ttto0rffin'7ar^^^ -effi 'ero, 400 deLa maneira a
guraram o fliho de juiz.e o pai de avaliador, razJo raais v,va nos 'az agradavelmente recordar,
esta que nao pode proceder porque foi isto um trazendo-nos mente 0 deleilavel e genuino
aaUiiad0nareDfmon7m "ten/6115* eatre "?m perfume das art>raa'icas e florescentes flo-
pMesfe'um S ,0aWara as propnM i '> Palavra nella existe e floresce a
Alm disso, esse facto iselado e nio da na- belleza e o encantamento.
tureza do que nos oceupa, que *"&!!*--------.._______A^mnju. ,, a,^mas goUs derramadas sob oleoco,
nn S n^ecTn^f^^ maravimoso e-defatavel;
_ o vapor Natarre condnzio para o sui, indu- 5 com? um agradavel meio dcrestahelecer
ive 3 embarcados neste porto, 163 passageiros; e esmaios, vertigens e dores de cabera, as-
0 mgiez Oneida levou a seu bordo para a Europa sim como servindo do odorfero adorno
^steSrno ffpoX'SUdor do su. de 240 ^1^^' qando osada em dilu-
o 39;z7l80O para varias pessoas desta cidade. c .com um en^ agoa monto de bocea o;oos-
No sabbado a'noite, em coosequancia dei metlc0/ella--por^ CetO-nfiOem BOU.igual, en-
erabriagnez, cabio ao rio. um allemo, o qual foi tre tofos as mais aguas cheirosas importa-
por agentes da polica desta fregeeaia de S. Anto- das.
PERNMBUCO.
Obrigado a nlerrcmper por tantas e repetidas Melle e Ahbuquerque.
REVISTA DIARIA
Na. seccao competente deste Diario damos boje
am discurso do Sr. deputado Ignacio de Barros
i em resposta ao Sr. ministro da guerra, o qual dis-
curso recommeoda se a' leitora pela materia a que
se prende.
O Sr.
xjue, em reciiOcaco ao engao dado na publicaco
hentem toita neste Diario da acta de se*,o, do tri-! Erail" A' s
bunal do comraercio, na parte que a elle se refere,
Philomena, Pernmfonco, (3
maras de saneoe.
vezes o lio de mioUas idai' aelicroe,- Sr. presi
dente, muite fatigado. De- bom grado terminarla
aqoi; mas nao devo feze-io, nao poseo eximlr-oae
de tocar ao menos em alguns detalhes desse mes-i
mo discorso de S. Exc.
Eu desejava responder-ll-e palavra por pjlavra,
masera hora lo adiawada (no relogio da asa
passava muio de tres horas) recelo abusar da
paciencia da casa. (Nao agolados.)
NSo me possivel, Sr. presidenb1, deixar de
ialiar aqni n'uma celebre caria de Jos Facundo
da Silva Tavares: o Sr. ministro apresem:B-ai
Aqui eom tanta emphase, lo gfrboso, que se- rre
aligaron um general victorioso empunhando o ul-
timo estandarte paraguayo II..
M, St presidente, o que significa sia caria 7
O qaepreleDdvo'S.-fete. ensinuar com aprsenla-
OSr Mwistro da Guerra:Nada,, toi. apenas
urna contesli-.^'io.
O Sb. Baros Barreto: Nada I___S. Exc.
disse no seu discorso : t As- pava^ra* impreasas
valem mais do que as protestaefies ora feitas
escripia manenl. Eu tambera anea .turno devo
agota dizer outro tanto, e com maie.razo do que
S Exc.
O Sr. Ministro da Guerra:Exprime urna s
cousa, que cao bou ve lempo para todo o mundo
saber dos annunriis.
O Sr. Barros Barreto : Ah! bem Iva.
O Sn MikistU'i daGubrra:- Isso fi i o que eu
disse do rrieu discurso.
O Sn. Barros Barreto: Embora a declaraco
do Sr minisiro, a apresenlago desta carta nao era
digna de S. Exc.
O Sr. Ministro da Guerra: Ao contrario.
O mi-Uaiirus Barreto: S. Exc como minis-
tro da cota, nao devia fazer o papel de detractor
de um dos delegados do governo de que S. Exc
membro.
O Sr. Ministro da Guerra: O Sr. Brusque, e
outro Sr. depotado ja' o linbara dito.
O Sr. Barros Barreto: Facundo foi um dos
pretendentes do contrato de agosto e nao foi aceito
o seu offereoimento por se achar vigorando o con-
tralo de Uruguayana.
O Sr. Ministro da Guerra: Est engaado ;
est ah o documento.
O Sr. Barros Barreto: Como estou engana-
Este parecer foi acompanhado peto offlcio de 15
de fevereiro. (8)
Oe ambos estee desmenlos resulta o qoe asse-
vere, qnando o.Sr. ministro interrompeu-roe, a
saber: que Fa/snndo pretenden fazer um contrate;
ouando comecava a vigorar o de roguayana, p
ooal foi a ansa, como leabo dito tamas vezesj-de
ao se ter concluido tambera o entabeladado com
Alves Leite.
O Sb. Ministro da Guerra da apartes.
Facundo diz. na sua carta preciosa, qoe houve-
espacoouflo entre os annuncios e a arremaiac;ao.
Ja'prove qoe o presidente, confiado nn provi-
deuoias tomadas 'era Uruguayana pelo ministro,
nao julgava urgente a celebrago do novo contrato,
e qoe somente em principios de 'desembro qoe
veto'saberqneo Sr. ministro :ewava de modo
dilTerenle. urna vez que invtm por novo contrato
no seu aviso de 18 de novembro, e pareca igoo-
nio soccorrido a lempo de nao togar-se. No en-
tretantc, por qualquer outra circurastancia, araa-
nheceu elle orlo.
Beparticao da polica .
Extracto das partes do dia 16 de julne de 1866.
Foram recolbidos a casa de detone ao bo dia 16
4o andante :
A' ordem do subdelegado do Recito, Joaquim
Gongalves Murta, e Joo, escraro de Andr de
Abreu Porto, para correccao; Pedro, ascravo de
Manoel Estanislao da Costa, a requerimento deste ;
e Pourton, -rasso, a requerimeoto do respectivo
codsuI.
A' ordem do de S. Jos, Agostinho, escravo de
Francisco Mele, por furto.
A' ordem do da Magdalena, Jos da Silva Oatra,
por crimes de ferimentos graves.
Oebefe da-2 seccao,
J. G. de desquita.
CENIMRIO BI.ICO.OflTOARIO DO WA 16 DE
JULH0 DE' 1866.
Maoael Pereira da Silva, Pernambnco, 25 annos,
solieiro, Boa Vista ; intente.
Justino, liberto, frica, 60 annos, solteiro, S. Jos:
araoleci Bien I u cerebral.
Um preto encontrado morto. Boa-Vista; asphixia.
Um mendigo encontrado morto,"Blgica, Santo An-
ulo spbixia.
Ouilhermina Candida Lages, Pernambnco, 50 ao-
(Haja sentido, poi?, em se examinar ter
que os nomes de muhhay & lawan se
aciiem loscciptos e iwpsessos .ob. voltorio, .letreiro^ ou-farrafa-,4 -pois que na
ralla dosrmesmos, nerjfcuma- verdadei-
ra).
Vende-se aa&.pbarnaacia&d^ Caerg e J.
G. Bravo 'C.
da
A jurubeba.
Noffnira nd D09, v*Q*a' Afo8a SffiXLS^ SO aonos, solteira,
Boa-vista ; estopor.
Leureiro, Pernambuco, 38 annos,
declaramos^oo n,Seabor'cwunie de inco-escra: I -casada Recife' desinteria.
raras consequencias e alcance ue suas nropriaa' 5*,x*
medidas.
Km laes conjuncturas, vendo o presidente que
o ministro julgava o seu contrato ser insuficiente,
e que portante nao devia este pasar alero da m-1
nima duracao estipulada (fim de Janeiro ou prin-
cipios de fevereiro) tratou de mandar afflrmar
editaos para qoe neste lempo estivesse em vigor o
novo eoBtrito. I-to mesmo consta de seo offlcio
ao ministro, datado de 20 de desembro de 1865. (9)
vos, coja escriptora maodra registrar, da im-
portancia de 4-Ji#500.
-*1 Recomnuoaaios a leilora da am oseripto do
Sr. bario de Mau, qoe boje inserimos em nossa
8* pagina, sob denominaco de O governo o o
banco do Brasil
Teve lugarna segando ierra prorima passa-
da i tostWidadd -de Nossa- 'Sebera d Garra em
seu edtrvenTo.' PoHeira'-flta con qn-ell pompa e
brilbantismo que 'deudo a tioexcelsa Senhora.
O templo achava-se NcameBte ornado, e a concur-
rencia do povo foi asss numerosa. Ocaram, no
Evangelho o padre mestre Lino-do Monte Carmello
Lun-, e ''nolte-o padre-mestre.Leonardo Joo
Grego, osquaers'muiw agradaram. Na sexta feira
prxima ters lugar no mesmo convento a festivi--
dad do grande ptrlareh Santo Elias; sendo ora-
dores o padre mestre Leooardo Joo Grego no
Evangelho, e a' ooite o padre WM Estoves Vianna.
Hoje eJfeita o agente; Pinto o loilo de urna
(8) N. 143Porto-Alegre. Tnesourarla de fa-
zenda da provincia de S.- Pedio do Rio Grande do
Sul, em 15 de fevereiro de 1865.Illm. e Exm. Sr.
Cumpro o qoe V. Exc exigi de mim cora toda
a urgencia, em offlcio datado de huje, sob o. 40,
ab'm de satisfazer a exigencia do ministerio da
guerra, em aviso de 6 do crreme, informando:
quanto ?o primeiro quesito, que o requerimento da
Jos Faoondo da Silva Tavares, datado, de 21 de
outubro de 1865, pedindo preferenei, por preco
menor, obre o contrato do fornecimento do exerci-
to, anterior ao que foi ltimamente celebrado, veio
com casimira de
da alfandega, e
cores e cOm a vari, em
conforme se acha aunuu-
frente
ciada.
Amanba (19) effectur o mesmo agente o
leilo de movis, carro e escravos em Sauto Ama-
ro, para, onde partir um mnibus a's 10 boras era
ponto : os concurrentes de leilo acharo fcil
transporte na rampa do caes de Apollo, onde en-
contrarlo moitas candas.
Da eomorca do Brejo temos noticias at 28
de julho prximo passado, as qoaes do o termo
00 goso de traoquilidade.
O invern ba sido rigoroso.
As feiras tem sido abundantes de gneros, mas
os preces destes anda se conservara altos. No
entretanto as tojas e tabernas acham se desprovi-
das pela falta de transportes. Os almocreves ou
mezes, -Boa-Vista; ca-
Mara, Pernambuco, 2 mezes, Santo Antonio; es
pasmo.
Umbellna, Pernambuco, 7 annos, Bea-Vista ; gas-
trite.
Del vino, Pernambuco, 8 anuos, Boa-Vista; cmaras
de sangae.
Luiza, Pernambuco, 35 annos, escrava, Boa-Vista ;
brenehfte,
Mara, Pernambuco, 4 mezas, escrava, Santo Anto-
nio ; convulsS?.
Dionizia, Pernambuco, 1 auno, escrava, Boa-Vista;
convulsoes.
Jos, Pernambuco, 35 annos, eseravo, Boa-Vista ;
ascite.
Amaro, Pernambuco, 24 annos, solteiro, escravo,
febre typhoide.
Matbias, Afriea, 60 anuos, escravo, Recife; con-
geeto cerebral.
sa
Publicagfles a pedido
(Conliuuacao do Diario o. 160.)
A soccinta analyse destas soejedades seria soffl-
ciente para prova de nossas prposicSes, visto co-
mo ja se encontrara exemplos de gerentes, que,
sera as habilitacjdes necessarlas a' boa exeenfo
de seus deveres, era ao menos, bem e fielmente,
procurarara satisfazer as obrigac,5es de que eram
encarregados.
Semejantemente se conhece as consequencias
fataes e tristes do nenhom cnidado e zelo dauel-
les que fazem parte das commissoes iiseaes, de
quem os socios esperara informales exactas; mas
que infelizmente sempre entendem, que os geren-
tes bem cumDrem seos deveres
(S0LANUM PAN1CULALUM DELYflEO)
Muito remotamente coahecida no Brasil, desde
antes mesmo de Pisn descrever as suas virtudes
therapeuticas na obraHistoria naturalu et medi-
ca Indiae Occidentalta, nao o meoo as AuUIhas,
aonde o sueco das tolhas e frucias applicado vaa-
lajosaraente as obslruccoes do baee eeOflgado.
Em Pernambuco medicamento de urna popa-
laridade immensa, ensaiado desde lempo imroemo-
riaes, e e das virtudes expermendaa e reconbe-
cidas pelo povoem diOereotes enfcrmidades, como
as obslroc{5es do abdomem, febres iwermiltentes,
calharrho vesical, anemia, etc., qoe o nosso muito
hbil collega, o Sr. Joaqom de Imada Piolo, all
esuhelecido, proeuroa tirar todo o parudo, apa-
rando com a planta xarope, vinho, tintura, oleo, ex-
tracto, pilulas, pomada e emplastro.
Aos mdicos, amigos das deseebertas therapeoti-
cas, propsrcionamos-lhee orna occasio de experi-
mentar mais urna substancia, medicinal ainda nao
applicada uo Rio de Janeiro.
Faitam, verdade, a estas ^reparacoes o nomo
de um pbarmaceutica inglez, franeez, italtaoo. em-
nra, esirangeiro, que as loroem recommendawis,
mas, esperamos qoe os medieos pesquisidores das
preciosidades medicinaes de pajz e que admitiera
que lujara pbarmaceHllcos brastleiro; babeis e es-
crupulosos, queirara ajudar aqoetle nosseeoilega e
aniraa-lo no genio emprehendedor e laborioso ouc
lem.
Na nossa pbarmacia, a ra do Esta rio de S n.
72, encontraro todas as preparaedes da jurnbeba.
O pbarraaceutico, Migool da Co* ta Doorado.
(Do Jornal do Commercio.)
-
flTTENCO.
. ------------- -------cumprem seus deveres ; deixando, po-
conducPJres ternera se do pessimo caraiuboe se re-^m que os tactos venhara manifestar mals tarde o
trahem em fazer viagem 5 e os que se aulmam a contrario do que se escreve nos pareceres.
descer, s voltara com demora e perda de ani
maes.
Mo dia 23 encerrou o conseibo municipal seus
frabalhos, teodo dado provajento ao recurso
(6/ 4' directora geral.Ministerio dos negocios
da guerra Rio de Janeiro, 2* de janeiro de 1866.
Illm. e Exm. Sr.Accuso recebido o sen offlcio
de 18 de dezembro do anno lindo, em que V. Exc
eommunica que fura prevenido pele temedor do
exercito de que Do continuar ia com o fornecimen-
to alm de 31 do presente mez, lendo V. Exc, pa-
ra prevenir qualquer falta, se dirigido a Francisco
Xavier Brabo, que Ibe.manifestara os melhores de-
sejos de foroecer o exercito sob seu commando,
.mediante as mesmas condiQoes com que torne-
la o exercito em operages (Ora do imperio; e%em
resposta declaro a V. Exc. que o governo imperial,
sobre tul especie, j tem providenciado quanto Ihe
possivel, nao sendo de recriar qualquer falta, j
porque, pela condico termra do contrato, e*lo
fornttedor Jos Luit, Cardoso de Salles obligado, a
suppiir o estrato, emqwmto se nao celebrar um
outro contrate, ja' porque em requerimento, que
toi dirigido a presidencia da provincia de S. Pedro
do Rio-Grande do Sul, com aviso de $ do crreme,
declaron que aceita va o que foi celebrado com um
dos seus socios, medanle a eondicao de se espaear
tempe de duragu.
Entretanto, approvo as medidas qoe V. Exc. to-
mar, no sentido de garantir o fupprimento ao ex-
ercito.
Deus guarde a V. Exc. Angelo Moniz da Sil-
va Ferraz.Sr. general baro de Porto-Alegre.
Conforme. -< Mariano Carlos de Souza Cofreia.
(7; film, e Exm. Sr. Deleraraamio-me V. Exc
em aviso de 20 de novembro ultimo, a remessa da
copia do eontrato celebrado para' fornecimento de
vveres ao exercito, cabe-me a bonra de enviar a
V. Exc. emexemplar da Bainba ordem do dia o.
22, de bde outubro antecedente, onde acha-se
transcripto o referido contrate.
Quanto, porem, a e-pia de qualquer outro, cele-
brado sobre o mesmo objecto pela presidencia da
provincia, per V. Exc exigida naqcelle-avrojidevo
dizer que nada me consta a este respeito que lives-
se bavido pela mesma presidencia, roas qoe vou a
ella dirigir-me a respeilo.
A proposite; V. Exc. me permtltv que, repro-
duzndo a parlicipacio- constante do meu offlao de
9 do torrente mez, addicione, que kmt- mesmo fui
oficialmente prevenido pelo fornecedor do exercito,
de que nao continuar com o forneoimento precipi-
tado, alm do dia -31 de Janeiro prximo Tindouro.
Esta declaraco e o pouco que ka de espaco preo-
cupando-me alguma cousa, determinou-me a diri-
gir me a Franoisco Brabo, que na Uruguayana ma-
nifestou-me melhores desejos de forneter o exercito
do meu commando, sob as mesmas condicoes com
que~tt forneeia o exercito ao mando do general Ma-
noel Luiz Osorio; e assim espero a sna resposta
a.esta repartico para informar,o que oi satiafeito' tresentos e tantos reclamantes, que sem motivo
pelo meu antecessor, ero 10 de novembro do mesmo
anno, como consta da copia junta do seu pare-
cer, proferido no propho requerimento, que nesta
data fot devolvido a V. Exc.; e quaoleaoegundo
que apenas velo a esta repartico, para informar, o
requerimento de Jos Loii Cardse de Salles, que
acompanbou o aviso confidencial do ministerio da
guerra, datado de 6 de Janeiro do crreme anuo,
sobre o qual V. Exe. em offlcio reservado de 19,
exigi do mea antecessor circumstaneiadas intor-
magoes, as quaes foram por elle prestadas em offl-
cio de 23 do mesmo mez, sendo nossa occasio de-
volvido a \. Exc. o referido requerimento. E'
quanto compre-me informar a V. Exc, acerca de
semelhante assarapto.
Deas guarde a V. Exe.Mo. e- Exm. Sr. Vis-
conde da Boa-Vista, presidente da provincia.O
inspector, Antonio Luiz Fernandas da Cunba.1
Conforme.Mariano Carlos de Souza Correa.
<9) Provhtea doS. PedrodO'Sol.Gabinete da
presidencia, em Porto-Alegre, 30 do dezembro de
1865.Illm. e Ex-m. Sr.Em aviso de 18 do' met
passado, expedido pele gabinete, diz
plausivef tioham sido indeferidos pela junta quali-
tkadora. Segundo o disposto na lei, por tanto, en-
viou o mesmo conseibo a lista delles ao jaiz de
paz para os incluir na lista geral e supplementar
dos cidadaos qualiicados votantes.
Apparecem fortes queixas contra a irregulari-
dad da chegada dos estafetas, que gastam de 15
a 30 das nessa viagem, com bastante desgosto
sendo conveniente que o governo imperial tenha
certeza de que as torcas em operages tem segara a
aa subsistencia, quer em servicequer nos hespi-
laes, essa presidencia informe se j fot assignado
novo eonlralo para forneeimeato de vveres e die-
tas, e se, em virtude do mesmo contrato, o exerci-
to sob o commando do tenento-general baro de
Porto-Alegre ser pontualmenie loroeeido, quaudo
tbesouraria de fazenda qoe firmasse contrato cora
o dito Alves Leite, declarou me elle, aos ltimos
dias de ontubro, quo este se recusava assigna-lo,
sob pretexto de Ibe constar ter V. Exc celebrado
ontro por qoatro mezes. O motivo real do procedl-
mento daquelle arrematante, que, segundo publi-
co, ligara como representante de urna socieda ie,
* que o contrato approtado per S. Exc. foi cele-
brado com outro representante da mesma socieda-
de, e sob condicoes -muito mais favoraveis aos for-
necedores do que aquellas a qae ellei se sujeita-
riam assignando o eontrato perante a tbesouraria.
Aquello contrato, alm de ser oneroso fazenda
V. Exc que, publica, nao tora sidocamprido, segando me repre-
senten o coronel Hygino Jos Coelbo, commandan-
te de urna das brigadas,segundo o qualo fornecimen-
to -mal feito, nao se observa a tabella dos gneros
e retarda a marcha da dita brigada.
O dito coronel nao tem podido chamar o arre-
matante a seus deveres, por nao se ihe baver re-
metlido copia do contrato, o que agora fago, recom-
mendando a iiiposijao das multas, nos casos de
passar a froMeira e operar em paiz estrangeiro, e, nfraegao. Quando'eu suppunha que todas as tor-
no caso contrario, quaes as providencias que esta cas sob o mando do baro de Porta-Alegre eram
presidencia"toU)Ou para-oaaegurar lio importante
ramooOsertlco de campanha.
V. Exc, melhor do que eu, eoobece o qoe tem
oecorrido acerca do fornecimento ao exercito em
operacSes na provincia, e se tere segara a saa
subsistencia, qoer no aoaso paiz qoer no estran
geiro: por qoaoto V. Exc. estove junto ao jilo exer-
cito, e all tomou as providencias necessarias. Esta
presidencia tomar as que toreo exigidas por no-
vas cirenmstancias e aconlecimentos. L'ma das-
providencias por S."' Exc tomadas toi a approva-
go do contrato para fornecimento do-exercito em
operagdee nest? provlnflia,' pelo general bario de
Porto-Alegre celebrado, segundo ordens desse mi-
nisterio, com. Jos Luiz Cardeso de Salles. Esta
presidencia ignora quaes as garantas que offerece
esse contrato, que conhece por v-io transcripto na
ordem do dia daquelle commahdanle em ekefe, n. 22
de o de outubro .ultimo. Ja v V. Exc que nao
posso dizer mai*4 sabe. Nao existe celebrado novo contrato para for-
necimento, pelos motivos qoepaeso
os qaaes sao muite bem oonhecidos
toroecidas segundo o contrato por elle celebrado, e
por V. Exc. approvado, recebo commuoicago do
bngadeiro Portiobo, comroandante de ama das di-
visos, de baver celebrado com u.negociante Alves
Valenca Jnior am contrato para fornecimento de
sua diviso, dizeodo-me que se acha para isso aa-
torteado por V. Exc. Nao sei se, ba outros che fes
cora idntica autorisago, mas confesso a V. Exc.
-qae acho+nconveniente que um s exercito seja
fornecido de difierentes modos por tornocedoros
diverso.
No estado em que se acba este Importante ramo
de servieo de campanha, que o mesmo em que V.
Exc o delxoo, nao posso informar, como quer V.
Exc, se o exercito em operacoes na provincia ser
pontualmente fornecido, e meos aiada quando pas-
tar a frontetra e operar em paiz estrangeiro. As
providencias que vou agora tomar sobre este impor-
tante objecto nao poderao ter um resultado efhcaz
se nao em fevereiro; por que s entao ter expirado
o prazo do contrato celebrado por S. Exc, e pelo
a historiar, e qual fornecido aquetli exircilo. Est aununciada
de V Exc. 1 a arremataco de vveres e dietas Pira o da 2 de
para, na ausencia de ordens ou procidencias de V.
Exc. ou da presdenos da provincia, poder deltbe-
Pego 6 competente ee I lo na forma rar sobre to importante ramo do tervteo.
Deus guardo a V. Exc. Qaartel general do
coatoande em chele do exercito em operacoes Des-
liz ta provincia. S. Borja, 18 de dezembro de 1865
--------------- a- film e Eira. Sr. eonseiheiro Angelo Moniz da Sil-
v*ttm,Vp.. rvJT*"fc6*^c*S,i*) R t^^ M W".-Baro de Porto-Alegre.-Con-
U, Antonio Jos de Miranda Palcao. forme Mariano Carlos de Souza Correa.
a arremataeo de virares e dietas para
Quando na provincia acbava-se em praga o tor-' Janeiro. Depois da arrematago que poderei di
necimenlo para o exercito que nella operara, rea-: xer V; Exc quaes as condigoes desse novo con-
lisando-se a praeaom 30 de agosto ultimo, preven- trato, e que garantias offerece.
do oe prejuiaos qoe a fazenda publica resultariam Parece-me que o contrato que ora vigora, cele-
de ora oentrato,'co|a origem fosee urna arremata- brado na Uruguayana, e por V. Eic. alli approva-
go escandalesa e contra todos os principios de coa- i do em 5 de outubro Ando, segando se v da ordem
correncia, nao quiz aceitar nonboma das propos-, do dia n. 22 do comroandante em chefe do exerit
tas, pelos motivos expendidos ero mea offlcio reser-1 era operacoes na provincia, tem Sido o exercito re-
vado de 3 de setembro, e sobmetto esse importante
negocio '(Ilustrada aprectacao de V. Exc para de-
liberar a respeilo.
Por aviso de 28 de setembro V. Exc autorison-
me a aceitar a proposta, mais favorvel, de Wen-
ceslao Joaqaim Alves Leite, o que i tomando a
reiponsablldade desse acto, visto V. Exe. ter de-
clarado que era a-gente a aceltacio de ama da-
guellas propostas. Tendo ordenado ao inspector da
gularmente fornecido ; por quanto, excepgo da
representaco do coronel Hygino, nenbuma outra
tem-me sido presente.
Dera guarde a V. Exc-Illm. e Exm. Sr. cn-
selheiro Angelo Muniz da Silva Ferraz, ministro e
secretarlo de estado dos negocios da guerra.Vis-
conde da Boa-Vista, presidente e commandante das
armas interino. Conforme. Mariano Carlos de
Souza Correa.
A leitura de continuados annuncios, e repetidos
chamad, s para se reunirem algumas, seno todas
as sociedades aqui existentes; as frequentes mu-
danzas dos dias da reunio por falta-de numero, e
raais outras circumstaneias, revelam o indifferen-
tismo dos associados, o pouco interesse que ligara
as associac5es, indescolpavel eo qaalquer socieda-
de, e com maioria de razao as de capitaes.
Fundada tima sociedade, logo alguns dos socios
precoram arranjar seus amigos e protegidos, an-
da mesmo qoe nao reunaru as qualidades necessa-
rias ao bom desempeoho dos logares ; e para tai
fim empregam os pedidos, transaegoes, e todos os
meios indispeosaveis, que sao omitas vezes corea-
dos de resoltado feliz, mas com sacrificio e pre-
juize da assoeiaelo, resoltantes da condescendencia
dos associados.
A condescendencia causa da accumnlago de
dous, tres e mais lugares n'uro, oa oulro indivi-
duo, cojas obrigagoes se exeootam a's mesmas ho-
ras, e em logares dilerentes, o que nao sendo pos-
sivel, deve natural e razoavelmente Iraier a's sa-
ciedades mos resoltados
Assim se passara as coasas todos- os dias, sem
que se tenha procurado mesmo disentir e estada-
las, sem que a direceo da Associaco tenba pro
curado,-eom saa'influencia e voz autorisada, re-
mediar, mostrando e provando as perniciosas con-
sequencias ida coulnuaco de-taes factss.oue, uni-
dos a oniros, sao a causa dos mos resultados das
assocregoes.
Compre que cada um assuma a respoosabillda-
de de seus actos, qoe nao procedan) inspirados por
outros motivos, qoe o bem e prosperldade da so-
ciedade de que fazem parte ; qoe se tome todo o
cuidado o-telo oo-desempenho-das obrvgaebes im-
postas a cada um; do contrario teremos constante
mente alastimar os mos resultados de sociedades
aeompanbadas 4o quadros tristes, e sempre desa-
gradareis ao paiz ; cuuvoui remedar-este-mar as
causas qoe loes doenigem, d'onde-decorrem na-
turalmente; para isto basta a vontade, e com pro-
funda conviegao quererraga ceda ora de sua par-
te, principalmente os da nossa classe, e ebegare-
mos ao termo, e* desolado estado de ho testemu-
nharmos os resaltados das associagSes; cortem o
mal pela raiz, e ter desappareldo.
Delxemos de parte a impunidade, porque se
cundaria.
A classe qae pertencemos rdsma d srdminis-
trago ccmmerclal todo o cuidado, medidas e pro-
videncias a bem do commercio e paiz; pois, de
esperar, que facara mals alguma cousa do qae tm
tolto e muito alm'do que fizeraO seus dignos an-
tecessores.
Moralisar, reformar, e edificar com os bons
exetplos, eis a nobre missid dos mefflbrds da'Pr-
(a; compre escuta-la, e podis contar que a clas-
se vos dar grapas, pela sua prosperidatfe e en-
grandecimenlo.
Ella vos ser eternamente gfata, e recoahecida
por to asslgnalados servicos.
A nossa obscoridade nao vos peder SdXrrtr ;
ais estaremos promptos a, do afld'tfeSta tribuna,
manifestar nosso reconhecimento; e a applaudir
os esforgos e trtbafhos empreados, principal-
mente cas xtirpajCes dos'ftctbs-, qae sffle nos
depende.
Pensamos n5o no tetraos a fastado da"conve-
niencia e ntilidad proprias do assompte-e pes-
soas ; mas, se afgnem se Julgar offendldo, desie
Xarope aleboolico de veame, preparado
pelo pharmaceutico Jos da Rocha Paranhos,
estabelecido com botica na ra Direita n.
88 em Pernaroboco.
Este xarope incontestavelmente superior
todos os xaropes eparativo s, de cuja
composic5o o seu maior ele rento a salsa
parrilba, pois que se tem conbecido ser o
veame mais enrgico para a prompta cura
das molestias, cuja base essencial depende
da purificago do sangue ; assim pois so
tem verificado por muitas pessoas que se
achavam desengaadas, as quaes acbam-se
boje restablecidas com o referido xarope
lchooiico de veame; entretanto que al-
guns, tendo usado do xarope de Curinier,
de Larrey, de salsa parrilha, de saponaria,
oleo de figado de bacalho, e ontros agentes
desta ordem nada conseguiram. E' elle de
fcil digestao, agradavel ao paladar e ao ol-
phato. Alguns mdicos desta cidade e da
de Macei o teem recommendado para a cu-
ra das
Impigens, tinha, escrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto.
Cancros, sarna degenerada, fluxo alvo.
Todas estas affecces provm de nma cau-
sa interna; nao ba pois razao alguma em
crr que ellas se podem curar com remedios
externos. Tambem se prescreve o xarope
lchooiico de veame para o tratamento das
affecces do systema nervoso e fibroso, taes
como:
Gotta, rbeumatismo, pararysia,
Dores, impotencia, esterilidade.
Marasmo, bypecondria, emmagrecimento.
O xarope alenoolieo de veame sobre
ttjdo, da maior utilidade para curar radi-
calmente, e em pouco tempo o rbeuma-
tismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se
vende nesta cidade na botica cima indica-
da, do abaixo assignado; e em outra qual*
quer parte que se tem annuociado alo da
mesma composicSo, e nem o abaixo assigna-
do se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranhos.
COMMERCIO
Gaixa filial do baoco do Brasil em per-
nambuco \ 3 de julho de 1806
Actixa descoma os saques desea aceit e as
letras do thesooro pela taxa de 6 0/0 ao anno e
saca sobre a caixa Olla! na Babia.
Cixa filial do Banco do Brasil e Pornambaco
aos 13 de julho de A866
a De ordem da directora se faz sciente aos seood
res < accionistas que o tbesoureiro esta autorisa-j
a pagan o 2o* dividendo das aegoes $**U caixa a
razao de 10J.. ,
O gaarda-livros
Ignacio Nenes Correia.
Noto ba me o de|PerBan-
bmo.
O Novo- Banco descoma letras a 9poroento
10 anno
AtF%NOEQA.
tlenffrmnto do da 1 a 16......
Wem do da 17...............
MOVIMENTO BA ALFANDETJA
361:857#57z
2&936|07i
37:19*343
?orames'entrado*cwn faendns...
com gneros.
n
017
-----389
se
J declaramos n3oser intencional.
Descalpemnos os membros da direOco da As- Voranres sabidos" ce m fazendas... 120
oerajao Comraercial nosso arrojo e inrperfeicao to eom- generosa... !,tt!
nossas frazes, se no por nossas-plsots-, ao nw- i -----t,361
nos pelos motivos, e bons desejos em qoe nos w Descarr*g*n boje 18 de julho.
plrmo. i Brigne MecklsrabOrgaez-Jflirica- Qerrgt-.fartoh
Um commerctante. I de trigo.
*
.
-^


'-I
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A (



"+**
"*K
MfirU 4* r**9*mhuee Quai-s felra 18 de Julho de IS66.
Brigu holde m barguez -Berika diversos ge-
ros.
Pilacho portuguez-S. Jts-iism.
Patacho nacionalOrdiacharque.
Brigue porlngo-'Z.usi7mo -idoro.
EGEBSOOMA OS BBrTUAS INTERNAS GE-
RAE* DB RBRNAMBCO
Bendlmento do da i a 16....... 20:9704987
dem do da 17................. 632*156
Uva, o emprezario lembrou-se delle, certo de quejo
publico milito estimara ve-lo aesu manelfa ai
sceoa peatambueana.
<'inJtBfens.
Julia de Castro ....... >#r.'
Magdalena, sua lia.......
Clara.......... Emilia P.
Joio- Maajel........Sr. Grapa.
m
Cororoenaador. .
Augusto, sea Qlbo......
51:603*143 Salvador........
rer- Gailhrrae. .......
Meiioo.
CONSULADO PROVINCIAL
Reoflitoento do da 1 a 16....... 71 #7*666 0 Sr. vigario.
IMtf0ii'17............... 5:146*672 Pagen.........
.*-----Criado..........
76:74*338 Fmulos, coro de eseravos ete.
TertntMrra' o espectculo'com a prlmelra
P. Jjaijoltn.
Paiv*.
Cont Rocha
Lisboa.
Hay mondo
Pinto.
Emiliano.
Soler.
Un dito dita tndem alagado na mesma estra-
da sob o. 20 A, coV) brayas o 01* e co de
^V.ti'dMb''-prcp|# nd largo dJtototriz do Poja da
P*llgNe 2#almo< de Mente e 42 1|5 de
O agente *iartiDs fara lelJo a requerimento de
D. Mari feouera daCests Aire BerMlra e por
mandado do Illm. Sr. r.juiz de crphSos dos ter-
reno* cima parte dos bens delxados pelo fallecl-
inenlodo Dr. Jos Maroede Al ves Ferreira.
Quinia-feira 19 da cerrero.
Em sea escriptorto-a raed Cadeafn*.primel-
ro audr, as 11 horas. _______.
. ni ......
r
Na ra do Trapiche n. 16
Vde-se
aCiam-StlO*9mWnteS deDOSOS Verdadeira safea.tpatilha de fistol r 3*200
io ii i i. ni c3d* frasco : na h'*'C3 da rn* f**^'* ** 88 a*
ATUJA DO CRESPN. Y^ASDOcasPUMfc Vintio Pomroard linio"
BeR. B uninghaDsein^aits.
Bourgogne.
Oaba;xos|fMtM(NdBMMW*eirt nHiafcH-
es bilheles garantiosdalotera que se acabou ;
deextrahlr, a balesele"das-familias dos volunta-
r' a-patria, as sagoiotes premios :
N. 1799 bilhele imeiro coin a sorle de 6:000 J.
h
NflBRd do m
ObtervaQao.
Jtto oouverm entrada neo sabidas.
HB5W
DECUfUCOES
m
Pela sobdetegacia do Peres fei i mandado re-
colher a casa de detenca> o moleqne de Wade 12
annes nne diz cbmar-se Cosme Damio, ser es-
ravo'de /os Perelra Viaooa, qne mora ea Santo
Amaro, e que esteve fugideda casa *9-ea aenhor:
queinao mewnotiver dlrerto comparega munido
de seus'docameotos, que provaodo. Ihe sera en- \
Sabdelegaea^^rW-W o> Jomo nm.
O subdelogado,
Aaxandrioo Marljns Crrela Barros.
Qaaa-fcira'iMeMcorreM,- deaeis da au-
diencia foDr.prowar loRCeldoos, tem de ser
arrematado como bem do evento, um barril de
roaoteif ingletae uroeavallo, pelo calorio do es-
aatvao floaae Kerrelrai' _______
O eerflotn-o visorio de polica precisa com-
pra* rXrVarad Mita branco para lar-amento :
os preten(Wai*s' apfSente'ffl suas propfctts em
carta fetmidji ~tfa 'stfcretat do metno corpj, no
sentacao da comedia em um acto, escripia palo
ven pernambucano o Illm. Sr. Juvimano Monteiro,
ntuUda
Um Flix lelk.
Personagens.
Simplicio, mastre alfaiate. Sr. Raymundo.
Flix,.ofQcial de alfaiate. > Teixeira.
r Vastfoncellos, esludante de pre-
pararlos.......i Lisboa.
! Juca, dem idea. > Couto.
Bil, tllha de Simplicio, Sr.* Leopoldina.
A ac(io tem lugar na cldade do Recite.
poca actual.
Principiara as 8 horas.
LEIU0
repre- OB"perteftcs dk "navio
Quint-feira i9 do coiraiH-
i 0 agente PesiaDa fara leilao por conla e risco
' de queui pertencar eom iiceoca da alUndeu* e em
\ preeuca de um eiopre*ado da mesoM, de algn*
objecios como sejam : velas pao, pedaca* -U ca-
bes J usados pertencente lado ao pauoho dina-
aarquez HAFtt CA, arribado a este pwt(xp* torc
maior, no largo da escadinba da alfaAde -as 11
bomdafnanhaado dlaacima.
ammmmmuaammmmmmmm
amos MARTIMOS-
Para o Eio de Janeiro.
O veleiro palbabole nacionai Piedait pretende retira-sedesla pr|Racia#ra *ao
- -rte .'de seu "ima ORDcionaatos, a 1 hora da larde
LEILAO
De tres escravos a saber;
costana
da 1 i do corrate, as 10 horas do da.
Para Lisboa.
Manoel Luitde Siqueir-a
^aoU Ca* da liserievnlia do
Rccife.
A UWn'. jonta aiministrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recite preeisa eentratar o foraeci-
mento de camas-dfarro para o collettio das or- to.
phaas ..qaemje jalgar habdiado ^Jtew^J/or-,' quaeg ^^ ^ accotnmod,g5es> ,.
ta-se com ManoeJ-igoacio de Oliveira Fillio
seguir com auila brridade tem part
canegaraento prompta, para o resto foe
e eseravos a frete, para os quaes teavex
comraodos; trata-se com os seas consignatarios
Antonio Luir de Oliveira Aae*edo-4 C. no asi
escriptorio a roa xa Croa do ReClfa n. 1.________
Rio de Janeiro
Benedicta de naci, 38 aanos de idade,
bem, lava, engomraa quitandeira.
Paula, cnoula, 11 atoas, aervlge domestico.
Manoel, aulato, de 10 annos, esperto e proprio,
para copeiro e pagem.
Quinta-feira 19 de jnlho.
O agatlWinto MteriatdojfMCMoaa psssoa qne
ao dos eseravos
do dia 19 do.
. faifa rrenttjfem SMto nai, porjicasio do leilo
leoies 4os moviis do ir. Joto yonio JUBILAO
He urna escrava
Cordelr Wlaae
1741 bllbeld nietrvi-com a sorte da 50*.
N. 5S1 doaaAd(o oom a orle de 2Q0*. i
E oatras rau'tas surtes de 100*, 40*, e 20,
. Opowuiiares-poateu) Vrrwcebersew-respec- (>|sgnheiroer
voapreM, jemos dtacme das lers na casa hhMr9Mh.t,.
da Fortuna a fua.de Crespo ta. 23 Marcobronmir.
Acbain-se a vend (i da 3' parte da 2' lotSTla
(73*) beneficio da matriz de S. Jos "do Reeife
que se extrhira^eegaoda-feira 23 doefrenta.
u PRECO.
Bilhete. .... 6*006
Meios......3*000
Qttltftos. .... 1*100
Para ai eetseai que eeaprarea it 10e aaprtlaa.
Bllhews.' 8*900
Meios......2*750
Jalar
Corte* talo.
Santo Georges Unto.
CliafnljertnMlnlo.
Iticheliourg tinto.
Clos de Vougeol tinto.
Chtlis branco.
Ite M A.Wnefea Francfort:
Rbeno.
ManuelMahi
Precrsa-iw-deunrea.xeiro qoe tenha pralica
de taberna e i fiador a sna conducta, de qaalqner
idade : a tratar na ra do Amorim n. 36. i\a raes-
ma casa precisa se de um homem solteiro para fa-
zer a escripia da mesan por partidas dobradas
paga-se bem.
doaq'iiim de Parla Machado emsui ausencia
deixa na geatao de seas negocios : era 1* lugar
seu s >cio o Sr. Virissimo Frtcita Gomes, em V o
Sr. Joaqulm Ferreira de Araojo Guimaras, em 3*
o Sr. Joaqutm Ferreira Menes Gaimartes.
i-------------------------^- -i; i .
' Precisa-se de ama mulher que saiba costanar
bem para casa de pouca familia : na ra do Hos-
picio n. 44. v vji* i\t,
Ama,
Segu COTO a^OJSil-el brevidade O bgie a reqoevlaratord depasia*> gerai -e raaadado
nacional MONDEGD : quem nelle preleider do Illm. Sr. Dr. jaiz municipal da segunda vara..
farrpoar mifira itiriiip-afi ao sea ^kSffQt- laxa' leilo.da.aermra de nome Eluvirges, a qual
carregar quetra irigir te ao Mikswia?0*; fora reco|ndr ao deposito a requeriraento do ma-1
torio Francisco Rtbeiro Pinto Guimara, Jor*iexsdr*v4teniio demias V.iiai;o lenas
terJPlugatvno da
A barca poruguea Grahdo a sabir coa toda
brevidade por ter prompto quasi todo e seu carre-
a ra o resto qoe,Ha falla, e passageiros,
N
necimeflto coolpaffl'aa sala de sflas sessoe
a horas da Urte do dia 26 do correrte.
Santa Casa "da Misericordia do Recite 17 de jn-
lbo de" 1866.
O escrivao Interino,
______Pedro HiWlgoJs de Sou.
Santa Casa da Mfeerieordia
do- Reeife,
A*a.>Hila*dmmilrtirf*'da Santa Casa d
/Misericerdia do efcife inanda> Uut puWico que
\ ao dia 26 de jukho pelas 4 horas da tarde na sala
J d suas sess5es teta de ir a praga a'renda das ca-
1 sas'ttbalxometicfonadas por lempo' de um a tres
unos.
largo do Corpe-Santo
Praga com o capillo.
o. 19 escriptorio, ou
Para o Porto.
SesHafeira 2QJ* correte
as II horas no atrnazem da roa da Cadeea do Re-
eifen.50. ________.
De barris coa pwlassa do Rio.
Sextorfeira 20 do correte.
O agente Pestaa por "conta e risco de quem
perancer Tendera' fallo porcode-petassa do
Precisa-se de ama ama para comprar e coiinhar:
na loja do Hallo, ra da Cadeia a<47.________
Aiaga-3ea loja do sobrado n. 74 da roa da
Aarora no.mesmo ^egundo andar.
0 Sr. FranciscD Ferreira paulo
Janior
tem nma carta recnmmendada na roa da Madro
de lieos n. 16 para ser-lhe entregue pessoalmenl.
Igeorando-se a saa morada (az-se opresenler
AtteT^
Na roa Nova n. 60 precisa-se fallar com os se-
guinles senhoreso
Manoel Fonsea d Araojo Lana, ex-empregado"
Segnira' com brevidade a bem contienda e mui
veleira barca Claudina, por ter parte do seu carre-
gameoto engajado: para o rssto e passageiros, aos
quaes oflerece excellecies commodos, trata-se com
mSos"4-C
capitao
Rio, em lole*a vomadeasextt-elraaO do corren- no collegio dPn Papo-'
te pelas 11 horas.da manhaa no trapiche da com
nbta._______
Materna' Ienz' ango-
\ |Q komniem.
Gonhairmaos&C, a' roa da MadreHe Deosu. 3,'np niiavpk., anca t OttlTO&.artidS de' Ausgeieignete Schtoken und Scbiack-
eu com o capitao a bordo. **' ^T..T 8 I wore,' groene gelbe gaoze ond gespaltene
; Erbsen, grosse weisse Bohuen, Hafergruet-
ze, Buchweitzen-Gruelze und Uraupen, altes
wird zn den billigslen Preison verkanft.
Em casa d% Ttieod Chrislianten, ra do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de Brandenburg /reres, Bordeaux, encontrase ef-
fectivmehte deposito dos artigos segnintes :
St. ullfm.
St. Fierre.
Larose.
Chateau Loville.
Cbateaa Margaux.
Grand vm ChateaTr tafltte 18.
Chateau La8Ue.
Haut Santernes.
Cbatean Sauternes.
Chatea Laanr Blaaobe.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qaalidades.
Azeite doce. Precos de Bordeaux.
Ckapofit'dt >manha< branca
a IWW;W*m.
Na praca ".,.. mmm
Companhia gerat hespanhola
dt seguros mutuos sobre a
vida
Capital suascripto at 45 de abril de
186$. is. 12,412:147801)0.
Chegoo pelo ultimo paquete franeex Extremadu-
re, D. Narcizo Francisco d- Vidal, que na qoali-
dade de sub Inspector da companhla, esta' debida-
mente autonsado para o desempenho de suas func
edes. Dedicando-se principalmente' a faxer con-
tratos de se(?nro, e augmentar as retagSes da NA-
tUONAL dando a conheeer as vantagens positivas
qoe-a me*ma aprsenla.
Is.=peccao do disVict* (roa ds Cadeia n. 62), 6
4e jujo de 1866.
O inspector,
Jeronymo J'iaquim Fiuza de Oliveira.
Na" parlara da Torre precisase de
um caixeiros tendo alguitia pratica de taber-
melbor ser.
jtoslo.
CORDERO SIMOES
Rio de Janeiro
O brigno nac mal Bezario, que a' terartais de par conta e risco do quem pertencer fara' leilio de
metade da carga prompta para o Re. de Janeiro, jtorsos movis, bercos e ontros artigos.
preteadentes deveo comparecer acompBnha. i segu com brevidade : os qae nelle qrtreren car* Sexta-feira 20 do correte as 11 horas.
' seas fiadores ou munidos de cartas destes regar queiram entender-se com os cousigoalarios No armazem a ma da Cadeia do Recite n. 29.
***& atiM- ssbrsct stASarsasss leila
do de 2 andares '. 1:067*000 Pr?5i-______________------_---------- Do importante predio que foi fondicao de Mes-
- Rna do Padre Floriano. Para o Porto por Lfcc*aaer-vaaTa:-superior qua~&Dotra, dividido em 3 grandes rmateos,
JN. 57 casa airea....... 30*000! barca portuguexa E'TMltn^prmto^UilItir para conr daas (rentos urna para o caes do Apollo e ou-
Aatonio DomingilS Pinto'declara ao respeita-
vel poblico o especinlmfnt ao corpo commercial,
qae desde o dia li do crtenle deixou de ser seu
caixeiroo Sr. Jos Beraar-do Mendes. __
Preci-a-se de nma engomaradeira : na ra
da Cadeia do Reeife n. 51. .
Ra do Fagundes.
N. 32 casa terrea......
Travesa de S. Jos.
N. 13 casa terrea, i .
N. 14 3 casa terrea--V .- .
Roa das-Calcadas.
N.36casa-arfea. ..*... I7d*000'
N. 38 casa terrea. ...... I57*u00
Haa'd4"Virac3.
N. 7 casa' terrea
N.27 dem........180*000
Ra larga do Rosario.
If. 24 sefcotfd audf......300j)000
Ra daMoeda.
N. sobrado-do 31-dares-. .... 480*000
Becco"do Qoiabo.
N. 8 idem, casa torrea.....14**000
Roa da Gloria.
N. 55 dem, casa' terrea. .... 144*000
Ra do Encantamento.
N. 3 dem, sobrado......400*000
Roa de S. Boa Jess das Crioalas.
N. 8 casa terrea.......131*000
Patrimonio de orpkos.
Ra da Cadeia do Recite.
N. 61 sobrado de laudares. 902*000
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 36.......300*000
* Ra do Vigario.
O !. andar do sobrado n. 27 180*000
S. Goncalo.
Casa terrea n. 22.......189*000
Boa dos Burgos.
Casa terrea n. 19........ 191*000
Seozala Velba.
Casa terrea n. 18.......200*000
Ra da Guia.
Idemn. 29.........144*000
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 405.......168*000
dem n, 103 idem.......2OO)JOO0
dem Ttl dem.......255*000
dem o. 94 idem.......2008000
dem n. 5 ai Forno da Car. 150*003
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Bcrf l'de julho de 1856.
O escrtv5o interino,
Pedro Rodrigues de Souza.
;osindicados~portoseolaMaH*revidadapi)rtfa tra'para* rna-do Bram, e um terreno junto ao
153*000 maior parte de seatawafaaanatraadOf e.-para o dopredio corn-60 palmos de frente e cerca de
que lhe falta, tratare crmroicoaafBaaaaiWqottn 300 deuaWHBdO-foteiro a mannha.
Jos* Goncalves Btalo; aMaa^-^V>aair.'47. O agsMfta*taa**ra' leilo par aattisago do
-*-------r.. ;------ft JiL_ ...... NswvDa^l^aWnurnbuco coaaEtoooldatorio da
KlO (18 JftllWrO as***U**t~i t^ui< & L>*; do predio e
." NedWsqninze di>TegM>wa-Ia^**aS ""* ",,.*J' _____-
O pvtacho nacional Bii&m, teaf a-ottor-pir- _... ^Df, i'6/3*3 &" r dn
t^oVcarga prompta : para o resto que lhe falta,' HeUao tera lugar em dito pred.o a ru do
1335000
169*000-
204*000 lrala.se B\ TVM oo a-um n^6, armazi?m-de Da*ld Brama. 84. ao eio dto.-
Ferreira i Ballar^ ou com'o capitio de refarMo
navio. .,___ I
O patacho nacional SOL, segu com brevida-
de para o Rio Grande do Sul, recebe carga a (rete!
para o qae tratase e escriptorio de Amorim Ir-
maos roa da Crui n. 3 ou com o capitio Manoel
Leiifio
dia.
KTeves 'Lopes.
aa
Terca-feira 24 ao meio
Q agerrteEuzebio
Autbrf.-ado pe* film. Bxr' Sr.'desembargador
Doria, vender ea leltoe pdico a saa chieara si
Jos_d* Rocha Paf!mh>. _
a roa larga do Rosario n. 32, vendem-se
dous rolos de fumo por preco corumudo._______
Cortes de gorguro de seda
prtta.
Venderc-se cortes de gorgutij* de seda preta
para, vestido eom 20covad-a, pw barato prego :
Da roa da Imperatrlz n. 52, j*a a padaria fran-
cet*.
61.0 ra
Corcsrrtle calca.
Veadem-se cortes de calcas para servico a 600
r. : na a* I|>petrl.tiJt>l|kaa> apa Jara
f ramea.
MM Chefia; a leja taWIaPdrede Porio um sortimenlo
de latas para ventidoa 240 o couado : na ra da
Imperatrii n. 52, junto a padaria franceza.
Chambres*
Chegou um sorlimeato oe cbaabres para ho-
mem a 4* eo* na ra da Imperatriz n. 52, loja
de Paredes Porto.
Looreiro'Santos & C. parfferp'am que dei-
xam Dsja se falfar com- o Sr. Joaquinr Pedro
Patriota ilegflil'y patc-o do'Pilratio n. -leV
No pateo do Carta l*,'l)*tej>* fallar
com o Sr. Nicolao luao Lidstone, a negoiv
wmmm mmmmwmj*
ODr. Ri(iwng'medico4)pnraxlor e ota- a
^j lista estatjelecu seu coosofiktflo proviso- ^
^Rrio a' ra da Cruz n 2 Voritfe cnsul- R
Jas tudus os das,das. 10 Roras da manha &
'as 2"da larde { o SffTrrmarg 'exerce S
tfjf ''igiialmeoto tanto a mrttHca' como a ci- Mi
i urga,'dedica-se poTin com especialida- M
de ao iratHmenlo e cora das molestias
dos olhos, ouvidos e das vas urinarias, gp
.....
A*
a,i:iiav
luadano principio da estrada' do Maegainho.
urna propriedade nobre e de grandes commodos
para familia, atm de'om campo coolendo mnitos
e diversas-arveresd frocteias* escolhidas, baixa
I de capia odvvews peadeuoiaa ,uer se- precisas
a ama casa-de campo, e qae ao mesmo lempo
perto da cidade, e em segnida ira' mais outra pro-
De'24 pemde calemiras dscores ^-'C^n^Z^^S^m^S:
riadas. neirodaCunhiuoa bella casa de campo, que
contera diversas accoromodacoes para grande fa-
milia, sao portante convidados os preteodeotes ao
previo exame, afim de qae naqaelle da e bora,
aquelle qne melbor preco offrefcer Ibe sera" entre-
gue, lera"1 laar o wM&* a' roa-da Cadeia n. 55,
primeiro andar.
ii........ ........'
JB3
em
Santa tasa da Misericordia do
Kecife
A Ill'n'juBla administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Raerte manfla fazer publico qoe
no dia 26 do correte, pelas 4 horas da larde, na
sala de saas sessdes, tem de ir a araea para>serem
arrematados 309 palmos de lerreao, no lagar dos
Arrombados pertencenles a esta Santa Casa por
cessSo do dominio til e directo feit'o por Manoel
Jos Lepes Braga e soa mulher.
Santa Cas de Misericordia! do 4\ecifel7 de julho
de 1866.
O escrivao Interino,
Pedrd Rodrigues de Sonza.
Pela subdelegacia do Peres foi mandado re
cetheYa deposito doos eavaitas sendo um casta-
^bd, *rmu>. iatelro-e carnudo, e otrfro ru?o pe-
Irez castrado e andador baixo, cajos cavallo lo-
rara'apprehendidos do poder de um individuo que
diz cbamar-se Antonio Francisco e ser. morador
ero Santo Amarnbo junto a" igreja, cabooulo,
represeotaSOta**tem um braco aleijado de
nm tiro qoe dit lewa hatempos, eoostaato que
ites cavallos foram furudos dos saborhios da
Tilia de Iguarass : quem aos mesmos ti ver direi-
to coroparec-a qae provaodo seu flojnloio Ine serao
entrtgiis. ; iQO
Batdefegaeia de Peres 11 de julho de 18ob.
O subdelegado,
Alexaadre Marlins C. Barres.
Quarta-feira 18 de julho as 10 horas
ponto a porta da alfandega.
O agente Pinto tara' leilo a reqaerimento dos
Srs. Monhard & C, com autorisaco do Illm. Sr.
consol de Franca, em presen?, d? orna calxa
M & C. n. 2796, com 13 pecas de easemira de co-
res, avanados a bordo do vapor NAVARRE, na
saa ultima viagem a este porto : as 10 horas do
dia cima dito em frente a alfaodega.
EIL
De umcwallo de se la
O agente Pestaa levar a leilo um bonito ea-
allo bai moito bom andador de baixo a meio pro-
prio para senhora montar por ser maito manso e
muito elegante, este animal muito contiendo por
nao haver outro que o emltte pols de raoa do
Rio Grande, e vai a leilo por seo dono ter de re-
lirar-se para fora da provinca: quinte-feiru 19
de julho, no largo do Corpo Santo, ao meio dia em '
ponto.
AVISOS DIVERSOS
A
Precisarse
de urna ama para* o Servico-interno de omacaa
de familia : na roa do Aragao n. 32, sobrado" d
nm andar.________________________
iitene&o
Joo Aotonio Coelho, de-ta cidade, faz publico
qae hoje pertence-lhe o dominio~dorttfalos~ deirr-
vidas activas outr'era peitenceaiieSa raaasa 4a4w-
ranga do finado Joaaultada StTv Lopes;-*|uas
form arrematados pjr elle annunr.iante em leilo
publico autor isa do pelo Dr. Jtnz municipal da 2*
vara deste termo, e a requerimento dos herdetros
Interessados e testamentelro Inventarraat-i : assim
convida a ditos d*vedores<-qa o mais breva pos-
sivel proenrera entender se com elle annoaeante,
na ra e-lreita do Kosarto n. 17, acerca de seus
dbitos, visto querer esgolaf- es meios amigavuis
para o pagamento, e so em falta de accordo recor-
rer aos meios judiciaes.
~^r~Sr7Franctsco Xavier Cavalcanti Lias, qae
mora na roa Imperial, faca favor de vlr a roa el-
la n. 22, receber urna carta qoe vetade-Sertahaem
com recommendcao de :he ser entregue em mSo
propria, das ijwras da tarde am dame..
Attengo.
Recomraenda-sa aos senhores capttae de cam-
po e autoridades policlaes a prisio do escravo de
nome Adalberto, com os slgnaes segntnte : cabra,
baixo, pernas um pouco arqueadis, barba corlada,
maito'prosisla, anda sempre com a cabega de lado:
pfendendo*solevem-no a ruadeImperador n 17,
que sera recompensado o apprehensor. .
Preeia-se de'doos tiabeHadora de masei-
ra : na ra do Rapgel.n. 9, padaria. .
FUNDIDOR E TORNEIRO
EM
Ra da Matriz da Roa Vista n. 36.
iV ree
Jt-v
da asignatura
Qaarta-feira 18 dejulko.
Rejireseotr-se-a [ aagatBco drama dividido
em 4 acto, origiaal do leame-coronel comman-
flante dt> 4o corpo de,voluntarios da patria, o Illm.
8r. Dr. francisco PioTielro GuimarSes'
P|SeemexceWlconpsa'ama d aquel-
las qoe maKir doncoit*Scia apfllusos obleve na,
scenfi.>vvmes*> dpanancii'da corte, e cuja pro-
lefeeiu4 das aai valeaas emeo> da ar-
tista a s
\iw:laii>i: iniRtL
e ao re3enteraente era Peraambuco qaa
Leilo
DE
Movis, lou^a, crystae?, e um
Deseja-se tallar ao Sr. Anto-
nio Joaquim Salgado,
e, por qne nao tenlia sido possl-
?el encoatrar-se-o, desde o da
cabriolet americano, *^%ES^SSS"t5,
\)QY\ Iroga e-Ihe o otbveqnio de d-
Um piano forle, eadeira e porta-masica, l mo/elarar por este DIARIO sua ac-
bilia de Jacaranda com 1 sof, 4 consolos, 1 mesa, taa-I resideaeia.
4 cadeiras de brago e 14 de guaraico, 8 easUcaes I -*%;T------"%7^-------------------J^r" -
e mangas, 4 jarros para flores, l cama (ranee*.! JN|aTUa aS OrUZeS 11. 4
1 guarda roupa, 1 guarda wstido, .1 commoaa, i .
santuario, 1 toilete, 1 lavatorio, 1 costureira, 1 V6lMe-S(?,
mokm aTKaa
qualdadas.
boae Figueira.
raas.
? Outree^Witos gneros por mais raseaveis
presos do que em outra qualqoer parte.
u
lheleiro, competeiras, garrafas para vinho, copos
e clices, garfos e facas, .Irem d costaba e-uitoa,
outros objectos que esarto aj
rente?.
Vinho do Porto,
exame dos- ecncep-, ija*m W*
Precls-sp'ie'om criada forra ou escrva para
andar com um menino de um anno sahir a passeio
com elle e outros e fazer maiselgam oorvio^ que
se offertca occasio, de portas a dentro : na ra
do Queimado n. 39, escada pelo largo de Pedro
II, no terceiru andar.__________________
Subo
Roubaram do primeiro andar do sobrado da ra
do Pilar em Fora de Pottas n. 137, na noite de
sabbado 14 do correte mez pelas 11 bofas, om
rejogio (oleado a curo patente suisso e urna cor-
rente :e cade*fa ctm 7 rblns,'sendo" de ouro de
le"! rosa-ie-a qum appreheflr dito roobo ou
descubrir ser ijeuerosaaBoagratificado, na mes-
na casa primeiro e seguido andar, guarda-se se-
gredo.______________________________
Trooam-se nolis di Banco do Brasil e das
caixas Hliaes'com de'sd razoavel : na praca da
Independencia n. 22._________________
maAfleite
Precisa-se de ama am 'TeiieTIla na Nova
je Santa Rita n. 17, defronte da ribera do peiie
"braopafe6#em.| j 1
tra a igrefa da". Ma-
isay (ajfr
negocio de
5 CASA DE BAMIOS
26 Patea lo Carato 26.
2 Neste estabelecimento to impor-
I Unte para a saude e asseio do cor- "
Wt po, acham-se montados 20 banhei-
K ros, qae sao servidos com a ordem
K e asseio qoe para desejar-se. Qua-
K tro destes banheiros s5o especial-
5 mente reservados para senhoras e
S por isto acham-se collocados em lu-
M gar reservado, aonde s tem entra-
fe da as pessoas de urna mesma fami-
li lia.
1 PRESOS DE RAMIOS AVLS0S.
K 4 banbo fri, momo ou de
chovisoo...... 500
\ 1 dito de choque .... 1,5000
I 1 dito de farello...... 1)?000
frdttrrwoaiatisado i 000
K PREQOS POR ASSIGNATURA.
R-30 banbos por mez fri,
momo oa de dio visco. 10^000 ?
tt 25 banhos com cartScs pa-
2 r* os mesmos .... i0#00O
5-12 ditos ditos ditos. ."5000
l 12 ditos ditos de choque. 10,5000
12 ditos ditos de farello.. 104000
0 estabelecimento estar aberto
nos dias uteis das 6 horas da fia-
nia as 10 da noite, nos dias san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
mmmmmmmmmmmmmm
Grande -hotel Traviata.
O propietario deste estabelecimento participa
ao respeitavel publico que acaba de reformar o
sea hotel de modo a ofterecer aos seus fregaezes
excedentes commodidades, boa o aceada comida,
delicados vinhos e magnficos buhares por prego
eommodo. O servico feito com regnlaridade e
promplioo urna prova de que o propietario do
hotel Traviata muito se'empnha era agradar aos
seus fr<>guezes. Este hotel, situado na ra larga
do Rosario n. 37, no bairro de Santo Antonio,1*
sera doviia o mais central, e como tal o que pro-
porciona mais vantagens.
IT DEPOSITO DE G1L0ADO
FABRICADO NA CASA DE DETENIDO -
Ra Vina n. a.
Ahi se encontrarlo obras de di-
versas quatidides, e por preco mu
diminutos, a retalho e em porces
S se vende a dinheiro.
SIMILE D'ETIQUETTA COR UE ROSA.
100 carlile'
EiiISLEY
Os Srs. James Cirliie. Sns & O., Baakend Mills,
Paisley, Scotland.'ieem a rmnra de chamar a atten-
(So dos consoWrdre* de lina emnovelfos, rae el-
les obliveram medalhas de preww-das eipo>i\oes
de Paris e Loudres, yr >ua- excellenles linlus pa-
ra coser, e qua, lodos os nove los feiiu por elles,
para este mercado, tem no flm de cada mago, urna
etiqueto branca, na qnal acha-se gravado o nome
da tirina em ebrio, urna visada sua fabnea,assim
como desenhos das cima mencionadas medalhas,
e que rada novello tem ama etjuetla cor de rosa
com o numero, e as palava? GarHIi-'s, Peisb y, e
lambem, que qnalquer huir de Tanibour, Banda-
da a este mercado, iraiendo ootra qu.bjut-r eti.juet-
la do que cima mencionada, nao c de sua propria
fabrica.
Soothall, Mello & C, teos agentes em Pernam-
buco.
Mfcl|or, Semhall A-C, bhkogeme na Babia.
Precisa-se aluiiar un escravo : oa na das
Cruzes n. 39 ; ea pessua que anhihciou para alu-
gar'um-ftreleqoe-na ru* na M-itvrz da B a vista,
annuncie o numero de suacrwraa, 00 dirija-se a
casa cima.__________________
laaaavaa nota< da< caitas filles do banco
do Brasil, com d*scmt > razoavel : na praca da
Independencia n. 22.___ _
-^"Manoel Joaquim da Silva Mata laz saber qua
nada deve a esta-praca( nem timbea > (ora della :
quera se jalgar seu credor, queira apresenlar suas
contas para serem paga?, \no at o dia 30 do cor-
rente.
O Dr. Carollno Francisco de Lima San- fg[
Lt tos contiffa a morar na ra do Impera- j*s
dor n. 17, segundo andar, leudo alias seu ^
gabinete de consultas medicas, logo ao jH
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se am dado ao
estudo tanto das operacoes como das mo-
lestias internas, prestase a qualquer cba-
M mado, quer para dentro quer para (ora
ag3 da cidade.
mmm mwMmmm mmmm
s
Pre2isa-se de um menino de 12 a 16 annos para
caixeiro de taberna, que tenha pralica da mesma :
no pateo do Tergo n. 31.
Precisa-se de um mogo portuguez de 12 a li
annos de idade, para ser empregado em urna casa
de coramereio na cidade de Sobral, preerindc-se
destes chegados ltimamente : a tratar na ra do
tluetmado n. 13, 1 andar.
Aluffa-se
ou vende-se urna casa sita no Povoado dos Monies
largo da (eir a margem do rio, com (orno de pa-
daria, masseira e lendedeira : a tratar na ra da
Praia apmazem n. 37 oa oo povoado dos Montes
com Joaquim Rlbelroda Croz._______________
"^Precisa se de trabajadores orros ou captivos
oa fabrica de sabo da ra de S. Miguel no Afoga-
flo.i.a tratar na mesma.
-'FVetfel4t>dr
Destino n. 10.
Imaaraa1 seeca : na ra do
Preclea-sedeiima ama que salba cosiahar
perfeitamente : na ra do Livramento n. 4.
Precisa-se de ima ama qae compre e laga a
cozinba de casa de um bomem solMro, quer-se
Una pessoa capaz, e se eneommar paga-se bem :
na loja da Esperanca- n. 33.
m
Amassador
Precisa-se de um araassador de padaria ou mes-
rao pessoa que queira aprender o fabrico do pao :
na ra dos Pires d. 42.
com 0
fia in
XOS OIOOOOO
Corre seganda-feira 23.
Acham-se venda na respectiva thesou-
Quinla-eirai) de julho ile 1806
Principiar as 10 }% hnrS'erb'pooto.
Em Santo Amaro propriedade do Sr. Matioel
Cas tedio, janto k casa de residencia dd Sr. Tho-
maaaeflnes.
O agente Pinto, autonsado pelo Sr. Joo Antonio
de Araujo, far leilo dos objectos cima mencio-
nados existentes na casa em que residi o.^mesmo
Sr. em Santo Amaro, os qaas objectos se (ornam
recommendados ja" pelo pouco oso que tiveram e
peFeito estado em que se acham, como por1 settn
modernos e de bom gosio. .
A's 10 horas partir' da praga do comroereio pm rana, ra do Crespo n. la, oS-.DlInO-
oiEnibu; para transporte (gratis) dos ciieorrn-'^ meios, e quiotos di 3a parte da 21 lo-
f^MTjt^o \ei\io .......... m __ .tafia a beneficio da-matriz de S, Jos do
aTITi Jkll Recife (73,i)' send) a extra5"10 no lu&ar
mAK*mmim*w- e horado oostume.
De terrenos de mannha os praimipMv wm>^ at ijooo
Um terreno foreiro a mataba sobn, um C-.sito serlo pagos uma.hora depois da extraccSo
no Fotte do "Mattos cora 38 3|T palmos de (rent e ate as 3 horas fia tarjle, e..os outros depOi?
Vft dTwne*o.
Un Wtb sob a US coro 70^ tricas de frente do
ladp dd toar grande, 70 l|2,tracdo lado bpesto
na continuago do caes do Ramos 132 de (ando
ao norte e 120 ao sul.
Um dia dito sob n. 237 ao lado do sal da roa
Imperial, eooftatOMdo a ma' camboa o* fregae-
zia de 8. Jos; eom 20 bracas de (rema 4 106 de
tdnkav
Um-diio dia no- cae do Caplbaribe, beoeciado
cora caes e aterroj com 90 palmes de iretrte e
265 de fundo.
|j;<0 tadito alagado na estrada de Mtocolomb
dadistnbaicSdasUtas.
As encoouflendas, sero, guardadas so-
mente at a aoite da vespiara da extraccc.
O thesoureiro.
Aotonio Jos Rodrigues de Squz..
Joaanlm de Fria,M5clinSi, suadito pbrtu-
rttt, v*Vktdgaf ^S ,,,By. r
Retira-se Manoel Joaquim da Silva Maia
Recebem-se para caixelrtW>def%ar loja do(
meninos nadonaee'qne tenan boa conduca :
iua Nova n. 7._______
- Alagare um sitio perto desla cidade com
coramodus para urna ^riude familia : a tratar no
pite tidparaizo fl. 16.. ________.^
Papel para flores.
A HwBifc'ortnel "cab* de -reoerJer.novo sor limen
a de papel para flores, ltopira oth'bs/dilo verde
e pado para cobrir as.aae, ps para rosas etc.,
e coBlina a veMqr.lpdP isso.pelos ntigos e com-
iroBOS fTreg*qs : m preteodentes ""' *"'
_ pfeteUdentes qae-S8rdirljam a
o, loja d'aenia branca n. 8.
igreja do convento dos religiosos francisca-
nos no dia 17 pelas 8 horas da manhaa
I
VI\A OPIOG^ESSO
Ao systema n^dco decima 1
J ninguem ignora que o"governo imperial adop-
toa1 este svstema de peso5 e medidas e at ja as
repartigoe's militares por um aviso do ministerio
da agrlcnitnra. commercio e obras publicas nao
comprara se nao por taes pesos e medidas. O go-
veroo deu um prazo aos particulares para terem
lempo de se iustrutrem, mas'brevemente se acaba
e cnto todos serao obngac|os a regularem-se por
estes pesos e medidas o qu julgamos ser de moita
utilidae por ser esta medida lirada da circomfe-
renca do globo e por conseguate a nica, cetiae
aarseiaeta, flnalmeBlea duvkla eslava em narj
'haver taes pewsemedidas, porm esse mal Ja*
I esta* sanado", ja* temos pesos e medidas tanto para
1 steto como para liquido, assim errhd pesos de er-
' re de 0 klr^grammas at 1|9 hecto-gramma, de
lato de 500 grammas al um grmma, para sec-
.cos desde, If2 heftto-litr al decilitro, para li(id;d'>
"LmeqiSSJ. e eslanho desde um lllre at o decilitro.
Je3o Baptista de Medeiros muito agradece asiiin como medidas de mafira para as loja.; e
.aos seus amigos e majs pessoas. que se dlg- mediVtfvJe'xtencao ftreinAs), de 20 a 50 metros:
' naram assistir aos nltirds srjnragios pela,, lfl nico deposito.destea pesse medidas na ra
"alma de'sna presada esposa Clara Adelina i^iova n. 38, aonde se vendem desde ja e se rece-
| de Medetro?, e de novo convida para a raissa, .bem encommendas para dentro ou (ora da pro-
: e memento do stimo dia, qoe ter-a' lugar n*' iuvucra. '...^,... ___________^_
[nica deposito de lou?a da
0 abai^o ass^gnadp faz sciente ao respeita-
vel pdb'ttco'cm espcia'Jidade' aa corpo do com-
mereio qae Bestt dala compren ao Sr. Luiz Morei-
ra da Silva Pinto a armago que existe na casa da
roa do'.Raogel n.-Wrttvre e desembaragada, para
fabrica do Barbalho iy!g&fttfin&l&#^
ruad>Qdel
flapellits e flores fiti^s.
A ajwa.branca redepen "
lias par* riq3va$,Sla?srm'
flaV de talioj, eutro*>e toas, e Outros de lotes i *_
aiuwenftka^ lodo derioa qualidade e apwado Beiwdjqp Jas leilo roga a pessoa: que
gpfte ; os,pE8Uaeiites,flpe. se dinigirena a ra do lhe acbou nmaJelra da qgantia de 4,40J> a brazo
^mser- de8 mezes de r3atiddl3 b correrte, cim o
aiite % lnd* sem'd trome'* do'*ifidor'rqbk|
;:^^*:3-W?JaSS5iSaS^:
si todos os artistas que a representaran! m priml-] sob'n. l^com 15 bragas de (rente e BO de (ande. Europa
Pormgoei,
Jean Jjsjph
.oaquim
orle do im
Queimado, loja d'aguia branca n. 8, serao bem
Vrtos.
Retnoz france? em cairelis
e miadas
JJA
perdida desde a Capunga at o Recre, tenha a
boodade de entregar no paleo do Hospital n. 14 ou
na Capunga ra das Crioplas n. 3, bem como' des-
de i* protesta coritra quero'rtver feito negocio ou
A aguia branca acaba de receher superior re- transaegao alguma cora semlbaate letra serifa''*
wgaAestes"3 dias. R*cife 17 dj judio
Jos Antonio dos Santos Vielra.
Precisa-se de um* iffl^pm- o sfrvigo de una
sopes 'aarua.daCruzdo li
tro* rrrtCez era arrala e naada. A excetlente) e nuliariaa^d LlfS'^-'.f 1 ff
Mdade desse rewox ana nttriw* ao ooiro, lia at a'MftKidaal'RaWnT* de jolbo
e isso coaaaaft'^Mi Deprava* do I-----W-h'Wit'n o. laffiltln
rWaad^i^4^w>*aan.8. ,________ | J/mfi|U]
mingase um raoleqae com 20 annos para' Quem precisar
igual dua
de
l'^S^StS'JS^ dlrii>se ^S^TV^T^S^
remio sob
79, II
antigs
iharmacia
prego de
1


^
:
i
Diaria de Peraaaiaveo QMarta lelra 19 de Ja Ib
t 1866.
AGUA FLORIDA
i
ILTORIO SED1C0-
MURRAY & LANMAN
A agua florida de Murray A Lanmat-d
olhada como um artigo de perfume, nSo
lem podido ser igualada pelas preparacSes
as mais custosas: conserva sen aroma, co-
mo *e formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua efficacia to delicada, como elegan-
tes sao seus multiplicados usos, qur seja
empregada como artigo de teocador, qur
no uso do banho, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenba feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromatisar o
balito.
D suavidade, brilbo e elastkidade as
compleicoes, depois de se haver lavado; al-
Irvia a irritaclo de erupces ordinarias; faz
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura a
parle onde quer que se applique. Sua effi-
cieocia e elegancia slo igualmente mfatli-
veis nos casos em que seja preciso appea-
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades refeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto encllen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffocaco. Preparada nicamente por
Lanman 4 Kemp, Nova York, e a venda por
Gaors 4 Barbosa.
Joao da G. Bravo & C.
' 'psito geral em Fernamnnco ra da
;ti n.22 em casa de Caros
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A compnbia Indemnisadora, eslabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias :
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Na iravessa da ra da Par n. 21, oferece-se
urna mulher para coziohar. _____
Instrucco publica.
A esrola oociuroa da freguezia da Boa Vita,
udi-.-i 'iiara do da 16 do correte em diatiie,
raa dos Pires n. 20.
Ella proporcionar aos alumno;, alm da ins-
trucoao primaria propriameule dita, o ensino de
aritbmetica, systema mtrico, geometra elemen-
tar etc.
E' decrer portaoto, que nao aproveitara sme-
te aos analptiabetos, seno umli. m quelles, que
despon derem dedicar se com vantagam ao commercio e
as arte?.
Talvez possa mesroo utilisar com curso prepa-
ratorio a escola normal.
Compsnbia Vigilante de va eres
de reboque.
O escriptorio desta companhia mndou-se para a
ra da Moeda n. 5, onde pode ser procurado o seu
agente a qualquer hora d.i da para tratar dos ne-
gocios relativos a esta compauhia.
Caodijo C G. Alcuforado,
Prndalo.
mnmmm^mm
m
Desej t-se fallar cotn o Sr. Tlieo-
doro Simn vindo dos portos do
sul no vapor CtU/.eiro ilo Sul
chegado em 13 do coi rente na ra
da (Jruz n. 38, primeiro andar, ou
queira annunciar sua morada para
ser procurado.
a*
Preclsa-se alagar ora prelo ou um moleque
ara compras e recudo; na ra do Catrag n. 18,
obrado com entrada pelo pateo da matriz.
As Pilulas Catharticas
E AYER.
O purgante mml* efecaz at hnje conheeido.
Estas pilulas aio puramente veg-
Ume, nio tendo na sua compo-
slso nm tn*reurto nem outro
ingrediente mineral; sao inno-
ecutes para as criancas e pessoas
mals dcHcadas, ao nioirao tempo
qae, eompoatas como sao de regi-
taes mu fortes, aio bastante actl-
rus e escama para as pessoas mals
robustas.
Kstas ptlulas catharticas purga o e puricio todo systema
bumuuo sem mercurio.
NSo "c tem poupado trabalhe nem despeza para lerar estas
piluh a nm gr.'..t de ucrfceco (al, que nada drlxa a desojar;
cao o resultado de anuos de estudos laboriosos e constantes.
Tara alcanzar tedas as vantageu que resulta* de uso de catbar-
tlrn, tem-se combinado smente as rtrtudet curativa* das
pUntas que sao empreadas na eonfcoeao das pilulas. Sua
co.npoHieo tal qae as t-a tenuidades que esto ao alcance
de sua acoso, raras vezes podem reslsti-las on erad! las.
Suas propriedades penetrantes exploro peaetrio, purlOeo e
dio vigor i todas as partea de organismo humase; pols oerrlgem
a sua aeco viciada e fax recuperar a sua vitalidade. Urna das
consequeaciaa dstaa propriedades que o doente, abatido de
dr e deWUdade physica, admira-ge de encontrar, to depressa,
r na ande e energa recuperadas por mel d' um remedio to
iiuples e agradare!.
As molestias que ettio ao seo alcance sao.
/rizan de vtntre Rheumatiimo, D6r da cabera, A A'evralgfa,
i t.'aqueca, ItuHgeiUo e mal 4 ettomag, Htmorrhoidiu,
PADECIMEKTOS 00 FIGADO,
i ubre /iiatro-hepatiea, Oaitrte, afeceiet liMonu Lombrifal,
I rytipela, Htdreptia, artice, eegutra porotal, e Ptralytia.
No almaaak e Manual de Saade do l>r. Ayer, qae se publica
i 'Jo- os onnos para divtrikulfao gratuita, eucoutra-se um tra-
lado sobre as diversas doencas que estao ao alcance de
BJBKBDI08 PTJaoaJTES.
Acha-se em todas as Botlcos e Drogaras do Imperio.
O Peitoral de Cereja
DE ATER,
PAKA A PIOXPTA CUBA DA
Angina, onza, Bronchito, Tlaioa primaria, Tuberoulon
pulmonarea, e todas aa iTrlrtHat do
Feito, aaaina oomo para aiiTiar
o thioo* daolaradoe.
As preparaoies de Da. Aras sao rendida as ptlntapaai
drogaras e boticas do Imperio.
Veode-M em Penuabaco;
na
i*
RUANO, I
DO
DR PEDRO DE ATTAHYDE LORO HOSCOSO.
MEDICO, PARTEIBO B tPERAUOE.
3Kua da Gloria, casa do Fundao 3
0 Dr. Idibo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 is ii
auras da manMo, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepcjlo dos^ dias antifleado.
Pharmacia especial komeopatfca
No mdmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteirai
tobos avuteos, assim como tinturas de varias dymnamisacoes e pelos procos seguirMe*
Carteiras de 12 tubos grandes. 12iJ000
de 24 tubos gi andes. 480000
de a6 tubos grande. 24*000
de 48 tudos grandes. 30,$0OQ
de 60 tubos grandes. 350000
Prepara-Be qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedio
qae se pedir. *
Um tubo avulso ou frasco de tintura de ovia onca 10000.
Sendo para cima de 12 custarSo os precos etUbelecidos para as carteira.
Ha tobos mais pequeos cada um a 500 rete.
LITRO.
A melbor obrada bomeopatma, o Manual de Medicina Homeopathico de Dr. JaiS
doos graodes volumes com diccionario............ 20000b
Medicina domestica do Dr. Hering ........... 100000
Repertorio do Dr. Mello Moraes............ 60000
Diccionario de termos de medicina........... 30000
Os remedios deste estabelecimento s5o por demais conhecidos e dispensam por
unto de serena novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedioi
. verdadeiros, enrgicos e duradors: ba tudo do melhor que se pode desejar, globos dt
erdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservacao, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparado, e portaoto a maio?
j energa e certeza em sene effeitos.
Casa de mude para escravos
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lbe qnalqum
! operaco, para o qae o aanunciante julga-se sufficientemente habilitado.
O (ratamente o melbor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica,
rdnecionando a casa ba mais de quatro annos, ba muitas pessoas de cojo conceiio se oat
i pode duvidar, que podem ser consultados por aquelles que desejarem mandar sem
doentes.
Paga-se 20 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10300.
Asoperacoes serio previamente ajosudas, se nao se quizerem sujeitar aos precoi
razoaveis que costuma pedir o annunciaote.
f TICA E CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
DR. SAPINO O. L. P1NH0.
Ra Nova n. 43 (leja de marmore.;
A experieri! a tem dempoMradn rcm a maior evidencia que os medicaraeDtos bomeopaiblcos
preparados por meio do agitador dt/nomico sao os qae desenvolved] accao mais proropta, mais segara
e mais efflcaz
E' sem duvida polo conhecimenlo destes resultados qae constantemente recebe esta botica en-
commendas do Rio (irande Sul, mal bem sortidas e acreditadas bulica, u'oode se poderiam talei obter remedios mais baratos, alten-
dendo as despetas de porte.
A segundado da aeco dus medicaueolus ssim preparados se manifesla at raesmo qaando os
glbulos se acham redolidos a massa.
Boticas de U tubos. .... I8 a 200
de 36 tubos.....25* a 3J.
> de 48 tobos. .... 35J a 10*
> de 60 mbos.....4o* a 30*
Caitas de medicamentos en glubulos e tintaras.
De 21 tintaras e (8 tobos. 600 a 70*
36 > e 00 tobos. 78* a 8.'*
48 e 88 tobos. 95* a 100*
60 n e 110 tubos. 113* a 120*
Vende-se igoalmeote o THESOURO HOMEOPATHICO, obra essenclaimente popular pela clareza
com qae ensina a coohecer as molestias e a empregir |os remedios d' edicto) 20*000.
O Dr. Sabino 0. L. P. d consaltas tirios os dias otis desde 11 horas da manha at 2 da Urde.
Das 2 horas em diante visita os >- ni-rm >> em s. us domicilios.
Em casos argentes e repentinos as consultas e visitas sero feitas a qoalqoer hora.
A consultas por escnpio sero respondidas cora a malor brevidade, precedeodo sempre o tem-
po necessario para maduro ezame e irflexao.
- ._....---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
FABRICA \;ACIO v Ali VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito principal oa ra Xora n. 50 lo Ja de relojoelro.
Delouche dono deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico qoe tem
montado urna machina de fazer gelo, e que sua fabrica de chocolate poder funecionar
sem ioterrupcao, e para mais facilitar aos Srs. compradores de chocolate tem organisado
um servico de carro, que andar em todas as ras da cidade, os compradores poderSo
chama-lo.
PREgO.
Meia libra......... 400
Urna libra. ........ 800
Urna arroba......'. 190000
GELO
As pessoas que quizerem gelo para soir ou bailes, podero dar suas encommendas
ao caixeiro da casa, ou na ra Nova n. 50 aonde tem um deposito As pessoas mora-
doras nos arrabaldes da cidade quen-ndo tevar gelo pela manhia, po ierto deixar um
caixao na taberna junto ao porlao da fabrica, que achanto na volta suas encommendas
promptas.
Na mesina fabrica tazem-se cadeiras franceza de todas as qualidades, e vende-se mais
barata que aquellas que ven da Europa.
O NOVO DESTINO
DO
23 Urgt de Terce 23.
Joaquim S. des Santos, don deste bem sortido armazem de molhados, participa
ao respeitavel publico, e principalmeite aos amigos do bom e barato, que eU resolvido
a diminuir os seus gneros por muite menos do que em outra qualquer, por tanto espera
dos seos amigos e collegas qoe vennan comprarem a primeira vez para saberem a gran-
de differencia do qoesefosse comprado em outra qualquer parte, por isso aco anouncie
de alguns gneros e por estes podem regular os outro. ^ ,
Cerveia de diversas marcas a 500 e 860 rs. a garrafa, e a 5,500 e 60 a doza; rt-
nbo de todas as marcas F. S. E. P. a 4oo, 440 500, e 6*0 rs a garrafa e a caada a
30500 ; caf do Rio das melbo es marcas a 2i0, 240 e 280 rs. a libra, e 60, 70, e
70500; a arrota manteiga ingleza de primeira e segunda sorte a 800e 900 rs. a libra; frae-
aoeiras com genebra de Hollanda c hamburgueza a 60 e 605CO; manteiga franceza de pri-
meira e segunda sorte a 560 e 600 re. a libra; cba de diversas qualidades a 10800, 20,
20500 e 20800; arroz pilado de primeira sorte a 120 rs. a libra e a 30500 e 30800 a
arroba gaz americano a 440 re. a garrafa, e em latas a 100 ou duas por 190500; fras-
oueiras' de genebra da Vict ra a 100500, e o frasco a 10 ; queijos do reino recebidos por
todos os vapores a 20 e 20200; papel delinhoa 40 a rene and e branco a 20;
sabaode diversas qualidades marello e maca a 200,220 e 260 rs.; a hbrasard.nhade Nan-
tesem qoartos a 400 rs. cada orna e em porcSe a 360 rs.; copos lapidados a 50 a duzia
e a500 re. cada om.
Alm deates gneros ba outros mnitos qoe seria enfadonno anunciar e quem
dovidar veabaver. __________________ ..
ai J -. 1..4_A j I Troc*-e coa pequew abatimeato as *
Sola Q6 IttStrC dulas da caita UI > Hho do Br,l M|Bahia :
grande e sem deleito para acabar a 160000 m ruad Cae*, do B*.84.___________
45|U Direitt"45 i Precisa se comprar orna Uote ^nidra?ada
_ para livros, anda mesmo sem o pedestal: ni roa
de do Cabogi o. 18, sobrado com entrada pelo pateo
da matri-z
IU roa. do pM'idor n. 17 precisa-se
orna criada enfommadeira e ontra cozinh ira.
A N ACIN AL
(Oompaiihia. geral hespauiola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Lea fiaica en inheiro, depositado nes cofres de estado, garante a boa ad-
ministrace da compnbia.
BAKQElROg DA COMPANHIA I DIRECTO GERAL
O Rauco de Heepaaha | Madrid : Ra do Prado o. I
Ksta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacSes de supervivencia dos segu
Nella pode se tazer a snbscripco de maneira que em nenhom caso mesmo por morte do
turado se perca o capital nem os faros correspondentes a oetes.
l*? soprehendentes os resultados que produzem as sociedades da iodole deA NACIO-
^"'"^ae anda mesmo dimlnnindo urna tero parte do interesse produzido em recentes liquida-
coes ecombiuando-ocom a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia
!*rfrw?2aCa'eu,ose "quidac5es, em segurados de idade de 3 al9 annos, orna imposi^aoannua.
te 1004 produz em effectivo metlico:
No nm de o anuos. ...... 1:119*300
\i H*l f d 10....... 3:945*600
1 1. ti da 15........11:1080500
dtO .......30:2560000
dO........80:331*000
Aas idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospect '8 e mais ioformacSes sero prestadas pelo sub-director nesta prn^inria. r .
Fiuza de Oiiveira, ra daCadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatrii n. 12, estabelc
neato dos Srs. Ravmundo, Carlos,Leite & Irmo.
TINTUR \ RA
* # StO GRANDE S. MAURICIO
PAOCElSJiO AFEUFI ICJ4IA5350S
PARA V
Tlnglr, Ilaapar e laadrar a vapor.
Joao da Silva Ramos, mdico
pela onivereida je de Goimbra, d
consultas em sua casa das 9 as
11 boras da manbaa, e das 4 as 6
da tarde. Visita os doentes em soas!
casas regolarmenle as horas para
isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serio soccorridos em
qualcuer occasiSo. Dconsulus aos
pobres que o procurarem no hos-
.pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente. das 6 s 8 boras da
manha,
Ten sua casa de sade regular-
mente montada para recebar qual-
quer doeote, anda mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apropriados e nelia pratica qualquer
opperaco cirurgica.
Para a casa de'saode.
Primeira classe..30000 diarios.
Segunda dita___30500
Terceira dita ..20OOf'
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons ser vicos que
tem prestado.
0 proprietario espera qoe elle
contme a merecer a cunfianca de
qae sempre tem gozado.
1
I
F. A, SAIMR
29 Ra 7 de setembro 29
Defrontc da rna nova do Oavidor (Rio de Janeire)
Os propr'wtarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Brasil, por
trabalhar com aa machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz oso na
Europa, eajodados por algons dos melhores officiaes de Paris e Lyo, podem assegn-
rar seus"reguezes urna perfei,o no trabalbo, a qual seno pode ebegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e iJemofam com a mai r perfeico e brevidade qualquer
qaalidade de fazendas, tirara nodoas e limpam secco sem mol ar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homen?.
*
-------
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS!!
!S. 5 Kua do Qoeinutio b, 5.
MonteiroA Guimares, participam a todos os seus amigos e freguezes, que recebem
de conta propria por todos ts vapores da Europa, grande e variadissimo sortinento de
objectosde ata novidade, e bema.^sim adornospropriosparacasmentos. pois queseus
correspondentes de Hamburgo, Paris e Londres, na esrlha de taes mercadorias tem
merecido approvaco das encantadoras Pernambucanas.
A Fragata acaba de receber pelo ultimo vapor grande variedades de sedas de todas
as cores e qualidades, tambem recebe por todos os vapores luvas de pellica, (do afamado
Jouvio) saias de laa com barras colloridas de grande novidade na Europa, vestidos de
granadina bordados agulha, e de graeds ton, ditos de popelina muito chiques, ditos
de esmfraldine (gostos novos,) riqoissimrs cortinados bordados a ponto de crochet, ro-
tondas de seda, ditas de linho, ditas de algodso, chales de guipour de seda, e de al-
godJo, pentes para cok, (de phantasia) enfeites para ditos, manguitos bordados e
gollrahas, camisinhas ditas, transparentes p'ra jaoellas com mui lindas paisagem, pre-
cales de apuradissim^s gostos e padies, chapeos de palha enfeitados pelas melhores flo-
ristas de Paris, ntrentelos bordados finos de diferentes larguras, riquissimos cintos
bordados com figuras chinezas, (bordado na mesma fita) bales de hasteas d'aco ameri-
canos dittos de mosselina, tapete para goarnico de salas padroes muito bellos, chapeos
de sol de seda para senhoras, ditos para homem, enfeites imperatriz Eugenia, ditos
Marta Pia, cestinhas com todos os pertences para meninos de escolla, saias bordadas
para senhoras, gollinhas bordadas (gosto novo) chitas escuras e claras, nrdapoles, cam-
braia de cor, ditas prelas, bolsas de tapete para viagem, ditas de vaquetas para guardar
dinheiro, e outras muitas fazendas que te vendem por menos prtco que em outro qualquer
estabelecimento.
Riquissimas fivellas de chrysUl para cintos.
Metos adereces de cbrystal (novidade.)
Cintos muitos ricos, etc.
Perneiras de guthaperche para chova.
JRUBEBA
A jurubeba orna das substancias medi-
camentosas, que pertencem ao reino vege-
tal, e pertence classe des ton eos e des-
obstruentes, sendo empregada com vanta-
gem contra as febres intermitientes acom-
panhadas de engorgitamento de figado e
baco. Ella tem sido applicada com incn-
testavel proveito contra a anemia ou chloro-
se e bydropesia, catarrho da bexiga, e mes-
mo para combater a menstruaco difficil.
resultado da mesma anemia ou colorse.
Extracto alcoolico de jurubeba.*
Emplastro idem.
Oleo idem.
Tintura idem de idem.
Xarope idem.
Vinho idem de idem.
Pilulas de extracto idem.
Deposito, pharmacia de Pioto, ra larga
do Rosario n. 10.
JURUBEBA MACHO E FEMEA.
Debaixo da denominaco dejurubeba
nascem nos sitios arenosos do Brasil dous
arbustos do mesmo genero, mas nio do
mesmo sexo. Ambos crescem com lindas e
frondosas folhas, ambos prodozem bagos
gramneos reunidos a' maneira de cachos de
uvas, pendentes de um peduncJo corto. 0
primeiro, isto o macho, pouco menor
do que a femei, apenas cresce al altura
de um homem, tem folhas meo res, nao
muito sinuosas, mas recortadas, com talos
guarnecidos de alguns espinbos.
DE Nasextremidadesdosramosproduzpeque-
VIGNES* nas flores como que Juns era to11 de nm_
Al. 55. RA DO IMPERADOR K. ,55. hella'de ^laclea "'ada de azul celeste,
Of pianos desttaotiga fabrica s5o hoje asss conhecidos para que seja necessano insistir sobre a ^ floaes representam exactamente oma es-
itu supenoridade, vantugens e garantas qae offerecem ios compradores, qualidades estas incontesta- lre"a de cinco angolOS e constan) de urna
eis que eiles tem definitiramente conquistado sobre todos os qoe tem apparecido nesta praca ; pos-'S corla, modelada e como dividida em
indo um teclado e macbinismo que obedecn todas as vonUdes e caprichos das pianistas, sem 'outros tantos tranpnlns ahindn dn mnim
anca alhar, por serem fabricados de proposito, e ler-se feito ltimamente melhoramentos Importan-1 tr.angulOS, sainndO do centro
ssimos para o clima desle paiz ; quanto s vozes, sao melodioeis e flauudas, e por isso muito agrada- cinco e*u,nes' ou OlamenlOS, de maneira
veis aos ou vidos dos apreciadores. i que ao longe lomar-se-hia por orna flor de
Fazem-se conforme as encommendas, unto esta fabrica como m do Sr. Blondel, de Pnrls, socio borragem.
orrespondente de /. Vignes, em enja capiul foram sempre premiados em todas u exposiedes. i n Sftenndo mai* altn mais onnlv>/
No mesmo esubelecimento se achara sempre nm explendido e variado sortimento de msicas dos J:/x J ,?' f espiDOOSO,
menores autores da Europa, assim como harmnicos* pianos harmnicos, sendo tudo vendido por leni 'Ojbas maiores, CObertas de pelo pela
l%%WMa
DE
J.

a mnm .**:
fl| O Dr. Miguel Joaquim -de Castr Mas-
S carenhas mudoo a sua residencia da rna
HB do Sol para a da Imperatrit d. 88, entra-
|g da pela rna do Hospicio, onde coolinaa
no exercicio de sua proflsso. O mesmo
Dr., que se tem dado com soticitude ao
estudo e pratica das molestias de tero e
Kde meninos, d consulta gratis aus pobres
das 9 boras as 10 da manbaa.
xm*m mmm mwmm**
^Mmmmmmmm :*&*
Companhia fidelidade de seguros m
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaoeiro.
AGENTES EM PEHNAMBCO )B
Antenie Laii de Oiiveira Axevedo A C, jflf
| competentemente autorisados pe la direc- S
* toria da companhia de seguros Fidelida- 2
de, tomara segaros de navios, mercado-JK
rias e predios no seo escriptorio ru da 5S
Gru n. i. MM
mmmmmmmmmm mmmm
Sanitel Poier Johostoi Companhia
Ruada SenzalaNova n. 4.
10KKCI A
Fuadleio deLow Moor.
achinas a vapor de 4 e 6 cava los,
Moendas.e raeias moendas para enf
Taixas de ferro coado e batido para
nho,
Arreiosd carro para om e dous/cata los.
Relogios de onro patente ingl*"' (^,
Arados americanos. _^
Machinas para descarocar al^odo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
&M
Precisa se de urna ama para casa de ponra fa-
"lJLi. r> d9 Imperador n. 4.^, segando andar.
O abaixo assignado previne ao p
ninguem faca negocio com Feliciano di
ros morador na ilba com os seos bens, faz o pre-
sente para ninguem chamar-se a Ignorancia.
ao publico
o Rege Bar-
que
Maximino da Silva Gusmo.
precos commodos e raxoaveis.
E
opeka Oes
DE T
OLHOS, OUVIDOS E DAS VAS OURINARIAS.
O Dr. Haaaaag medico operador e ocolista, membro titular da Academia
Imperial de me licita do Rio de Jaoeiro, faz sciente, ao respeitavel publico que estabe-
lecea seu consultorio ra da Cruz n. 25, onde ser encontrado, todos os dias, das 10
horas da mantiSa as doas da tarde.
Por meio de um engenhoso instrumento de dilataclo uretral, e pelo systema do
finado Dr. Peixoto, e Dr. Ramaog cura os estreitamentos do canal da uretra; este me-
thxdo novo fei posto por elle em pratica na Corte em colioboracao com o so cotiega e
amigo o finado Dr. Peixoto, e depois darante os qoatto meze< da sua estada oa Capital
da provincia de Minas, ond o Dr. Ramaog operou quatorze enfermos qoe se acham
boje no mesmo estad de desembarace qoe no dia da operaca; a dor t5o pouca
que moitos nao presumen) ser operados, qaando ja est desobstruido o canal.
Os jornaes da Cftrte e depois o jornal Minas Geraes do anno passado tem publi-
cado um grande noraero de coras, tanto de olhos (operacoes de cata atas e de pupilla
artificial) como de estreitamentos do canal da uretra, effectuadas pelo Dr. Ramaug.
convida elle portaoto as pessoas que precisaren recorrer ao seu limitado prestimo, para
apreseotarem-se quanto antes consulta-lo. Cura tambem varias desformidades do corpo
taes como, ps tortos, olhos vesgos, beico radiado, etc.
Na praca da independencia n. 33, loja de
oorlvee, compra-fe iaro, pratt, e podras preciosas,
tambem se fu qualquer obra de eocommeoda, e
ledo e aoakjoer concert.
Aluga-ae ama pequen* casa com > qnarfos,
quintal eom cacimba, por 10J mensaes : na roa
do Gazometro coofronte ao porto da fabrica do
gaz, lado lateral.
Na villa do Cabo, o sensor qoe compron na-
do a um dos vendedores de bilhetes da lotera da
lotera da provincia a qnantia de lOJiOO a mais
dei quatro mezes, baja de satsfazer a dita qtuntla
at o dia 15, do contrario ba de ver o sen nome
por extenso.__________
Na raa Direita n. 3 existe ama, carta viada
da rte pa-a o 8r. Jos Francisco Vieir.
parte inferior, elegantemente guarnecidas
de espinhos, recortadas de um verde vivo,
teodo a mesma flor que o macho, porm
mais nitida.
Arabos, em virtude do oso qootidiano da
medicina, sao bstanle conhecidos nas pbar-
macias. Em verdade, suas folhas e sueco
s3o empregados para mitigar, como tempe-
rantes, e corar as feridas e olceras, e moi-
to favorecem a cura deltas. Posto qoe as
folhas e raizes teobam um sabor amargo co-
mo a chicorea e a fumaria, todava diflicil-
mente poderiam ser classificadas entre as
drogas queotes. Sobresee principalmente
em virtude e efficacia, e mais amarga a
raiz, com parliciaridade a do macho, que
consta de partes mui tenues. Por certo o
'/Osimento deite faz despedir a oorina retida;
e applica-se muita vez com feliz resu'tado
contra as obstraccoes do figado e da prsta-
ta em logar das raizes apperieotes.Sua utili-
dade e excellencia sao taes, que nSo so pelos
doutos, mas tambem pelo povo rustico
procuradaje contemplada entre os remedies
maravilhoeos.
) Traduzido do latim 4 Pitn Marcgravt.)
Alagase um mulationo de 14liaos, multo
fiel e boa conducta, pruprio para criado : qaem
qalzer dirjase a roa da Imperatriz i. 1
Acbase jasu e contratada a labrroa ski "a
roa Imperial n. SOI, perleneente a* Sr. Manoel da
Silva Arcos, quem se julgar eom direilo a me dirjase ao largo do Parado n. 14, no prazo de 3
dias.
1
]
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***"""*"''"*'*^55
md* "rny^^k^P
"^B^T
Diarlo de Pcraambuco Quarta fclra 18 de Julho
1866.
\
M


\

COMPRAS
Comp
>ra-se
orna escrava qne seja boa figura e que siba bem
tcgommar, nao excedendo de 25 annos de idade,
e paga-se bem : no escriptorio de Vicente Ferrei-
ra da Costa & Pilbo, roa da Senzala n. 138, on em i
sea armazem jnnto ao arco da Conceigo._______
Onro e praU.
En obras velhas: compra-se na praca da ln
dependencio n. 22, loja de bilhetes.
Compra-se ouro, prata e pedras preciosa
em obras ve)has : na roa da Cadeia do Recito
cja de ourives no areo da Coaeeleio.
VENIiE-SE
So araazeu de H. I. Ranos e *Hva euro, ra do Vlgario
n. 11, coBEtaatemeote, osaegulatrs arflfei, qne
recebem por eneoanneada propria de
Legitima aisa larrilba de Hristol, preparada por Lanman & K-ernp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos meamos.
Gas em latas de cinco galSes, o mais purifiado que se pode desejar da acredi-
tada marca F. W. D. 4 C.
Relegios perleros reguladores, com corda de quatro a oito dias^ dos afamados fa-
bricante E.N. Welcb. *** ...
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Philadel-
Gompram-se libras sterlioas : na praca da
Independencia n. 22. ___(____J_
Compram se dous Bourgains em segunda
mo: na roa nova, escriptorio de Quinteiros &
Agr.______________ _______________
Libras esterlinas.
Compra-se na roa do Crespo 16 primeiro an-
dar. .
phia).
Superior oleo para macliinas de costura.
A guias para as mesnoas.
Breu em barricas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
Compram-se libras sterlioas
garlo n. 17.____ ___
na ra do VI-
Libras
Compram -se no escriptorio de Antonio Lalz de
Olivelra Azevedo & C, roa da Crm n. 1.
Gompraro-se
da Cruz n. 4.
pattedes hespanbes: na ra
Coopnun-w moedas de 204
Crespo n. 16,1* andar.
na roa do

VENDAS
HOHDIAIX
1.a qaalidade.
Si. Estepbe.
St. Julien.
G. Margaux.
C. Lafitte^
Medoc.
I

PORTO
l1 anal idade,
Principe Real.
Pedro V.
Maria Pia.
Prioceza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duqaa.
Malvazia.
Vinho fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinho doRheno.
Cera de Lisboa em velas e em grume.
mim
Vende-se o diccionario bomeopatbico do Dr. I
Jabr: na rna da Cadeia do Recite n. 15, loja.
Panno de algodo da Babia, preprio para sac- j
pos de assncar e ronpa de escravos, do roelhor qne
vem ao mercado, e fio de algodo da fabrica Todos
os Santos, do Sr. commendador Pedroso, tem para ,
vender Joaqaim Jos Goncalves ellro, na ra do
Vigarlo n. 17, scrlpiorio. j
Vende-se om moleque
na roa da Praia n. 70.
peca, de 12 annos
NOVA LOJA
ENCICLOPDICA
RA DA fMPERATRIZ ARMAPEM DA
PORTA LARGA N. 52,
r fundo a padaria francesa
DI
Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o rea-
peitavel publico um variado sortimento de
fazendas francezas, inglezas, suissas e alle-
maes, que se vender 5o por preco com modo.
brande armazem de fazenda e
roupa felta, ra da IuiperairIz
d. &t, armazem da porta larga
Neste estabelecimento encontrara' o respeita-
vel publico um completo sorliofenlo de roupas de
todas as qnalidades e preco commodo. como se-
jam : paletots de alpaca, de merino, de bembazi
na, panno, casemira, preto e de cores, calcas de
todas as qualidades, coiletes de diversas qualida-
des e precos commodos, chapeos prelos francezes,
fazenda de 10& a 64, ditos de sol de alpaca e seda,
sobretodos de panno proprios para vjagem a 115,
meias croas de boas qualidades e preco* commo-
dos, e ouiras muilas fazendas e roupas feitas, qae
se vendem mano barato: no armazem da porta
larga n. 52.
600 rs.
A d iu Ir ave l< pechlacha.
Camlsinbas de cambraias a 600 rs. para acabar :
a ra dalmperatriz n. 52, armazem da porta lar-
ga junto a padaria franceza.
Casemira
Vende-se casemira de cor a 13 o corte : na ra
da Imperatriz n. 52, junto a padaria franceza.
Bal5es
Vende-se baldes (crioolinas) de todos o? lama
che- a -4 e 2500 : a ra da Imperatriz n. "i -
tonto a padaria franceza.
10500
Sntreinelvft.
Veodem-se pe^as de eutremeos com 12 varas a
14500 : a roa da Imperatriz o. 52, porta larga.
Chales de renda a i;>
Vendem-se chales de reoda pretos, fazenda de
baa qaalidade, a 44 por ter porcao : armazem da
pjrla larga a. 52.
Iletondas e bournns.
1,5300
** BITA DO QUEMADO
Madapolo;
Finas pecas de madapelSo com 20 varas lU. 11
LENCOS, Z>.il*LkX k'Mj V>Milv
Lencos de cambraia branca, duzia 2)5.
dem de cores fixas para meninos, duzia 2^400.
Cambraia.
Cambraias de cores a preco de 260 a 300 rs, o covado.
finardanapos.
Guardanapcs de linho, dozia 3)3500.
AlgodSo.
AlgodSo trancado de duas larguras, proprio para toalbas de mesa, a|preco
a vara.
Bramante.
Superior bramante de linho inglez e francez.
Cambraia de linbo propria para lencos.
ATOALHADO.
Atoalhado branco para mesa a 1)5600 a vara,
Entremeios de cambraia muito finos, preco 1(5.
Lencos de seda para algibeira a i 600,
|0
de

MACHINAS AMERICANAS
Verdadeiras do fabricante M. Y. Canttongln & C.
Meinhos americanos para moer ilbo.
Na ra Nova n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os fabricantes; se encomia neste deposito
granie porcao de machinas, e se vendem por
menos preco do que em outra qualquer parte,
por se receber em direitora da America; se
fornece todas as explicagoes neressarias ao
comprador para ^nservaco dasjnesmas; ^^ B ^
neste grande esUbelecimenlo se encontra mu- fadontl0s aqu relau-los; a na loja e armazem do
tos arllgos americanos, que muito deve agr- Pavjo roa dalmperatriz n. 60 de Gama a Silva.
lar ais agricultores-qne usam dtae* artigos,
p contra-s umbem todas as colleccSes de de-
senhos sobre os quaes se aceita qualquer urna
encommenda, qne con? promptidSo ser execu-
lada; ieste grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, grnde porcSo
de ferrageos, e miudezas que se vendem por preco commodo, pedindo-se a attenco
de todos para este estabelecimento que muio lucraro em fazer suas compras: na
ra Nova n. 20 Carnei o Vianna.
UPIU(140
A JDINHEIRO
LOJA E ARMAZE!
A O
Ra da Imperatriz n.-<50
DE
GAMA S1LV1.
Tendo o proprietari s de>te prande eslabeldci-
menio resolvido diminuir <> fraude depwilo das
fazendas que tem na Ma luja aniinzem, prouitt-
tem vender mais barato do que em outra qualquer
parle, cum o fim deapnrarem dinheiro caa vez
mais agradarem aos seus numerosos fregnezes
portanto Ibes offerecem um (rande sortmento de
fazendas iugl.zas e liaucezas, a< quaes vmdrDi
por atacado e a retalho. Comprometiendo se a
mandar levar qualquer fazenda em rasa dos fre
goezes, qae nao podereio vlr a loja, ou mandar a;
amorras delzando fkar o penhir, assim o mo
convidam as pessoas que negocuam toi nienor
escalla qne neste esubrleciroenio enconUam ara
grande sortimento, vendendo se-lhe apeaas pelo
prego que compram em primeira m5o at fazendas,
ganbando-se apenas o descont, sendo a dinheiro
a vista.
As |raBadinas
Na loja do Pav3o.
Chegaram pelo ultimo vapor da Fraoca as m.-.is
Hadas cambraias transparentes, granadinas, sent
com os padroes de litinhas e flores, conforme r-
niam uliirtumente as principaes cidades da Eia
ropa, e vendem-se pelo baratsimo preco de 640
rs. a vara na loja e armazem do Pavao, na ra u-
Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silv..
Oschales do pavo a 2oo e 25oo rs.
Vendem-se cbalea de merino estampados a H
e 3*600 cada um.
Ditos de merm liso a 3500.
Ditos estampados de crepon a 6, 'l, e 81000
- Ditos pretos bordados com franja de seda a H#'
Na loja e armazem do Pavo na roa da Impera--
triz n. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende o Pavo.
Setim da China com 6 palmos de largara, fazen-
da preta para loto, propria para vestidos e roupas
para humen?, sendo esta nova fazenda sem lustro e
de muito boa qaalidade, garantiudo-se nao fJcar
: russa com o lempo e vende-se pelo barato preco de
, 2* e 24508 o covado, assim como neste estabeleci-
t ment tem um grande sortimento de todas as fa-
zendas pretas como sejam eassas e chitas pretas,
lias tapadas e transparentes, princezas, alpa'-as,
; sarjas, etc. : na loia e armazem do Pavae na rna
; da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os espartilhos do Pavo.
Vendem-se nma grande e variado sortimento de
espartilhos dos mais bem feitos que l< m 'viudo ao
mercado, sendo de lodos os umanbos, vendendo-se
por om preco muito razoavel : isto na loja do Pa-
vao na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ronpa felta.
Na toja do Pavo
Vende-se neste estabelecimento om grande sor-
timento de roupas, tanto de panno-eomo caiemiras,
e brins e pelos baraHssimos' precos como sejam
caigas de eaxemira preta 6 7# e 84000 reis, pa-
letots de panno preto saceos a 64 84 e 124000 rs.
ditos sobrecasacos de panno flnissimo a 124 184 e
254000 res, e ootros moitos artigos que serla en
Novidade
Para vestidos.
Chegaram as dosejadas camlTaias ou lariatana-
brancas com li-trinhas [sendo transparentes e ven-
i!em--kP pelo liartissimo prego de .",5oo0 o corte,
na loja e armazem do Pavo na ra da Imperatriz
n. 6(1 de Gama & Silva. -. MJtf
Vestidos hraucos.
Chegaram para-a loja PavJn os mais ht-nit, i
caites de ve.vlido> de cao uraia branca cora tooi-,
tas barras tudas tranca?, assm. romo rom brr...- j
de cores, sendo fazenda transparnle e inulto 6r.a.,
tendo cada um ri- ha*taine bizeuda nvui'-* fi
da, e vendem->e 1 i'H'i lainli.-< m.j png*rie84e
lO :,na Joja 60, de Gana (, SHva.
Cera amarella.'
Xa loja de Gama & Silva, ra da Imperatriz n.
60, tem para vender cera amarella em porgue, sendo
em barricas e em cajai
Granae"8ortiieiito""~"
FAZENDAS BAhATAS
Ra da Impcratnt 1 ol
lo ja e aravazeaa da. Arara
DE
UiniMtc Tema Hr.odes Gnimars.
L1'i'Lir:i-rra diitas 2'.:0 rs^ o covado.
Vndese chitas iscoras e clra? a 200 r o
' Corles de tArlatan* i-a I-i do pavo. cvii0, dita? frn,? uav* w, zko, .n, 360
' Vendem seos rrai? m. d- m <-, ri de trlai-na *'m rl* c"fl"- ''a Imperatriz loja Ja
rom as ais luidas barras df <-..r. p-iu baratifs:mc ,A,','a U"'D- r kl,
preco de 54 cada om; sendo ueste artigo o melbor j -Arara vende nrctanlia-derolo a3f)0(0.
que tem vunto ao (BriVo : isto na J'-ja. e arma.- | Vende-se pafM de bretanba de r 2en do Paveo na roa da Imperan Iz n. 60, de Ga- ] peCJ de canibraia para veMldus 3OC0, 34510,
ma & Silva.
C:iubrai- s brancas,
Com 8 palmas de laryurac
na loja do pavo.
I Vende-se cambraias brancas transparentes leudo
; 8 palmos de largura, ou duas larguras das regula-
res, qne faeelit fazer-te um veMtdo apenas crm 4
1 varas, e venderr,-?e pelos baraustamos rreco? de..
14000 reis, e 14280 a vara, nicamente na loja e
, armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma & Silva.
14toa/uicio na loja do Pavo.
Vend'i se superior atoalhado adamascado sendo
' alvo com 8 palmos de largura pelo barato preco de
2$ a vara, dit de linho trigociro c larpnra a 2^500, giiardanapos da mesma fatenda
a 34 a duzia : na loja e nsazenr do Pavo ua roa
da Imperan iz n. 60, de Gama & Silva. -
Bules baratos
Vende o PavSo.
Chegeu um grande sortimento de baldes de ar
; eos sendo americanos que sao o melhures e '?&
000 e 54OO. Ra da Imperatriz loja do Arara
D. 56.
Cassas francezas finas a 240 o covaoY.
Vende-se cascas francezas para vestidos a 40
280, 30 e 400 ris o covado, ditas de listas de
rre.s munto finas a 120 e 800 ris o covado. Ba
da Imperatriz loja do Arara n. 56.
Arara vende cobertores a 4(5500.
Vende-se coDerlores de pello a 1|500, o bertas
de chita a 2400O.corxas de dama-co a 4000 duas
de usl..o a JOOO. Ra da Imperatriz u 56.
Madapol5o Irancet a 3)4SOO a pe?a.
Vende-se peca> de madapoljo rancez enfilado
de 12 jarda. a 34WK) p WflOO. rita? d* dito mplez
de 51 dita? a .{jOOO, 54500, 0,5500, 730QO, 84t(W,
'4000 e 10,5000. ditas de algoo zmho oito fieo
a 34OOO i000,54000,04000,7 006 e 84OOO Roa
da luipi 1 -triz u. 56.
Arara venda corts de cambraias de pa,-el
a 3j 00.
Vende-se fofle? 'le cambraia empapeladac <** 7
vara.- a 34000, de 7 dit ?a 2450". Roa da Iu pe-
dem-se pe baralissimo preco de 24500, 34 e ratriz foja do Arara n. 56.
Ldazinhas a 2<>0 rs ,s o
Pavo.
FAZENDA E ROUI'A FEITA
HUA KOI7A K t.
Reg & Moura, proprietrio da loja de fazendas e rcupa feita, sita ra Nova
n. 2i, fazem ?cienle ae publico e particularmente aos seus amigos -e freguezes, que
acabam de receber de sua encotnmenda, um pciTeno sortimento de fazendas linas, eotre
ellas casemiras decores propriasparacosiumes; pann> fino dos melhores fabncantee
proprios igualmente para casacas e sobrecas^cas e outras fazendas de variados gostos,
as quaes vendem com vantagem sobre outro do mesmo genero de negocio, tanto pela
Receben ltimamente um siriimento deretondas jroodicidade dos pr-cos c/mo pela quaiidade especial dos artigos que expoe a escolba de
e bournos de seda e de algodo por barato preco,' iqqs aauelles que se dignarem frequentar seu e^ube ecimento.
sontembarqnes degrosdenapie.capas e ^teleles ( ^ mesHmos> corjtin,jando c->mo sempie, escudados e robustecidos na aceiUcao e
1 confianca que Ibes tem sido di pensada pelo respeilavel publico, no espaco de lempo em
Vendem-se modernas lazinha? com lindlssimos
! gostos, pelo baralissimo preco de 200 rs. ; gran-
! de pechincba : s na loja do Pavo, rna da Impe-
1 ratriz > 00, de Gama & Silva.
I.c yos brancos a S0OOO res a
duzia.
Vendem se lencos trancos fazenda muito boa
Selo baralissimo preco de 24 a duzia, Ditos com
arra de cor a 2000 isto para acabar na loja d-
I Pavao na rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Sio
ti.
Circsdenaplcs pretos do Pavo.
Vendem-se superiores grosdeuaplcs pretos pelos
baralissimo? precos de 14500, 14600, 14800 e 24
o covado, sendo fazenda mnito boa, s para aca-
bar : na loja e armazem do Pavo, rna da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
tramante de liuho do Pavo.
Vende-se superior bramante de linho com 10
palmos de largara, proprios para lences, pelos
baratissimos precos de 24 e 24600 a vara, assim
como panno de linho muito tino pelos baratissimos
precos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loj? e ar-
mazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Clase mira*
por precos commodos : armazem
n. 52, ra da Imperatriz.
Cambraias lisa finas.
Grande sertimeolo de cambraias lisas, qne se
ven tem a 34, 34500 e 4,1, dita mnito fina Victo-
ria a o e 54500, corles de tarlatana de bonitos
gostos a 345OO e 44 : roa da Imperatriz n. 52,
junto a padaria franceza, armazem da porta larga.
Rices eeraadus.
Rico sortimenu de cortinados bordados de boni-
tos desenhos a 2, 24500 e 3, e de outras quali-
dades para o mesmo flm : no armaiem da porta
larga n. 52, na ra da Imperatriz.
firoadenaple preto e de car
Vende-se grosdeoaple preto e de cor a 1)500,
14800, 24 e 245B0 o covado, seda preta lavada a
gorguro a 14600 e 24 o covado : rna da Impera-
triz n. 52. armazem da porta larga.
Tiras r, entrneles bordados
Grande sortimento de liras e entremeios borda-
do*, pelo preco de 500 rs. a peca : roa da Impe-
ratriz n. 52, jnnto a padaria franceza.
a 4*, ata
Vende-se uperior
para cal^a, paletots
loja do Pavo
rasemjra^eufesladar propria
e coiletes. pelo baralissimo
que se adiara establecidos, procuran) envidar todos os estorcos a seu alcance para cor- preco de 2ioo cada covado, ou a 44 o corte de
resnonderem sufficientemente a expectativa deste e de seas numerosos freguezes eami- caica sendo fazenda qae sempre se venden a 34 o
mis nnr'issii admittiram nara sua officina de alfaiate, quatro contra-mestres, funecio- covado, oa a 54 o corte-, esta grande pech.ncba
gos, por isso, auiiiuuidiH paid ud wuimim uo ana h _...,_. i -nrionA ino Aa liquirta-se pelo preco cima, na loja e armazem do
nando regularmente sob a inmediata dtreccaodo muito hbil mestre Launano Jos de Pavo> roa da {n*wil a'mWf d Gaaia & Htn.
Barros, o qual, activo e diligente como se ser. nao se poupa aos mais aturados cuidados,
de sua arte quando tem de salisfazer com brevidade e presteza qualquer obra de encom- j .* I IM f t S
Ao contrario dos nuitos que enchemas columnas do jornal com a repeticSo ociosa
de annuncios em estylo sedico, n3o precisamos aqu a natureza dos artigos que possui-
mos para n5o collocar a sinceridade dos nossos tratos no perigo imminente que resulta
dessas antecipacSes sem fundamento.
PADARIA.
Vende-se urna padaria com lodos os sen? per-
mee* e utenci 10 novo* e em perlcto otado, e
muito afreguezada, na encruzilnada de Belem, em
frete a nova estrada que se esta' abriodo para Be-
beribe.____________________________.
chita preta a 160 rs.
Vende-se chita preta a 160 rs. o covado e 64 a
liega eom 38 corados, barato : na roa da Impe-
ratriz n. 52, porta larga. __________^^^
250000
idade 20 annos,
2 escravjs moi
: na ir a vosa do
(traadle peefclacha
Selecta cero 20 varas a peca, largura de 5 pal-
mos, a 25# : na roa da Imperatriz n. 52, Paredes
Porto.____________________
- Vende se urna escrava de
boa eogofomad jira e cozinheira,
robiKtS, de Idade 25 a 30 annos
Carao n. 1.
Veode m ama mobia~d"amare!io em bom
estado, por preco commodo; a tratar na ra es-
irelta do Rosario o. 2._____________________
Vende-se a taberna da ra do Rangei d. 39,
propri para na principian e por ser de poneos
fundo : a trattr na roesma.
BASTOS
56 A RUA 1A CAMBIA*C A
Neste esiabelecimento como sempre contina haver grande e completo sortimento de machinas
para deacarocar algodo, verdadeiras americanas, de 8 a 35 serras, dos f-brleanies ja mnito cooheci-
dos Eagle New-York Colon Gin e H. & C, estas sao as prin.eiras que vem a esto mercado, lornaorto-se
reeomraendav*is nao s pela seguranza com que sao feitas, como pelo grande augmen o qne orTere-
cen no seu trabalho, ocenpando mu pooco pessoal. Tambem aqm os fregoezes encontrarao todos os
nec.es.-anos avulsos para as mesmas bem como :
Machinas para cortar capim.
Machinas para denolnar mllho.
Machinas para fazer parafuzos de ferro e madMra.
Machinas para fazer eaf.
Arados, carros de mo
9 os mais acreditados cytodroa para padaria, todgpetos pregos.ot mais razoaveis passiveis,
GRANDE
ARMAZEM
Labyrinthos
Boupa feita e por medida.
26 Rna Sor* au26.
Jos Antunes GoimarSee, propr eterio deste novo estabelecimento de ronpas e
fazendas Das, participa ao respeilavel publico ungen! e a todos os seos freguezes,
rico r completo aorueaeoio de lencos de labyrinino, gUndorsua caSa sobre a direco de dous dos melbores mestres de alaiate,
assim como fronhas e loalhas propr.as para bap- e amigos, que esiamio bu_w m oVnitro o Sr Hanoel. J G. Carneiro ambos
tl*ad bico< largos e .ealreilos, neos vestidos de se&do um delles 0 Sr. F. h t. Miranaa, e O ouiro o or. manutsi. j. u. wrneiru, muihjs
b\om para casaaieoto, com grandes liabilitaces tendentes a sua arle, pelos quaea duigida a sua oficina, e
-----~Tij--------7"------------------- achando-se bem montada a desempeobar qualquer encommenda por grande que seja,
MO(t(l$ frUtlCC* US M erforcara para sabir a conteni de seus freguezea, vendendo ludo por menos do que
Madama Buessard MiHocbaa receben pelo oi-' em outra qualquer parte. Roga as pessaa interessadas que venbam examinar seu estabe-
mo vapor franeei rices leqoes para nolvas, ditos ^cimento e verificar por si mesmo o que declan, assim come faz sciente a todos em
para bailes e iheatro-, florea par aobe?a e enfeite ^ msioo dos do centro, que qualquer encommenda de obras
Zlthffi^:X.to!X fei'as que mandem fazer hesta officina nao sendo a coolen'o de seus dom pede que
todas as cr( spanilbcs ara senhora, chapeos as queiram devolver, afim de novamenle se fazer cutras que os satisfagam ; assim co-
decUoa enteiudos oiiima noda, lovas de pellica mo declaram que n5o terao i.eDiiuma responsabilidade, esperanao aempre servir bem
de todas as corea e dous botoes eomo se asa em a ^^ e ^ U)dog egpn| merecer potec?5o, sendo eCtregue qualquer encommenda no
irrt'o'na rTdalSSaSu n**!. *'*a' Po de 24 bons ou em meooa tempo sefor de muita urgencia.
ue eorea, na loja do Pavo
Cbenaram pelu ultimo vai-or as mais liadas al-
pacas de urna s cor, sendo lisas e lavradas, com
as cores mais modernas que tem vindo ao merca-
do, como seja alvadias, rxas lirio, ciu avana e outras moitas cores inteiramente novas, e
vendem-se por baraio preco : na loja e armazem
do Pavo, ra da Imperatriz b. 66, de Gama &
Silva.
Madapoloes a 3,560 rs. a nessa.
S na loja do Pavo.
Vende-se pecas de madapolio fino com 12 jar-
das, pelo barato prego de 34800 e 44000.
Kvidadt* l
Cambraias a Maria Pia.
Chegaram as mais bonita cambraias com listas
de cores e coro os mais delicados desenhos que se
venden a 800 re. a vara, finissimos organdys do
mesmo gosto qae se vendem a 14200 a vara, cas-
sas de cores com difler< nles r modernos desenhos
ine se vendem a 240,280 e 320 rs. o covado, tu-
Isio mnito barato em silencie a qaalidade :
na loja e armazem do Pavao oa roa da Imperatriz
n. 66, de Gama Silva.
rande peehlaeha coa toninas
ara .
Vendem-se superiores toalbas de linho proprias
para mao pelo baralissimo prego de o60 re., ditas
a 610 rs ditas a imllacio das felpudas a 800 rs.,
ditas fe pudas a 11 : pecbincba na loja e arma-
zem do Pavao na ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Chapeas para neninas a 6,#00.
S na loja do Pavao.
Se venden os mais bonitos e nas ben enlejia-
dos enaposinlKM de aalba da Italia, proprios para
meadbas, pelo baralissimo preco de 64000; na loja
e armasen di Pavao 8* ra da Imperatra n. 60
de Gama Silva.
ATLANTA
re.
rande novidade a t#
. AliaaU a 200 rs.
lilaila a MO rs.
Atlanta a MO rs.
Chegoo para a loia do Pavio < mais lindo sor-
timento detia aova fazenda, con o ltalo de allanta
propria para vestido e ronpas para meninos, sea-
do esta rooderOissima fazenda le Ma com ce mais
lindos gostos de quadrioho* e lsiras tendo ealre
ellas de cor roa e preta, con lslras e quadros
trancos proprias para lato, e venden-te pelo ba-
ratissino proco de 200 rs. o covado nnicamente na
toja do Pavio ra da Imperatriz n. 60 de Gama i
Silva.
34500: na loja do Pavao na ra da Imperatriz n.
j 60, de Gama A Silva.
Mretanbas de roto a 2800.
Vendem-se pecas de bjetanha de rolo tendo 10
varas cada pera pelo baratsimo preco de 2S' 0:
1 na loja e armazem do Pavao Da rna da Imperatriz
1 n. 60, de Gama & Silva.
Chapees de sol.
Vende-se um grande forlimento de chapeos de
I sol, sendo de seda e de varios precos e qnaliddes;
; ditos de alpaca e de panno, e vrndem-se por 1 r-cos
, mnito commodos, na loja do Pavao na ra da im-
peralriz n. 60, de Gama & *i'va,
Grande pechlncha
em chales a 4 i a loja do Paviju.
Vende-se finissimos cl>al< s de merino Usos com
franjas largas de rtiroz t- ndo as cores regaiote? :
encarnado, azul claro, azul escoro, verde, cor de
canna, solferino, maju/t.., branco e rxo etc.. esta
fazenda vende-se sem cae a 64 pela sua boa quaii-
dade e agora liquida se pelo baratissimo preco de
44 por ter grande porcao: na loja e armazem do
Pavo na rna da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
A 4)9 pechincha em chales de renda na loja
do Pavo.
Vende-se chales de reota p-etos tendo 4 ponas
e sendo mnito grandes pele baralissimo puc.o de
44, dils de renda de .-e-da a 8 e 10$ : na loja do
Pavao na ra dalmperatriz n. 60, de G-ma 4
Silva.
Chales
pechincba a G# por ter um toque de mofo
Vendem-se Sdissimos chales de renda de seda
prelos com ora pequeo toque de mofo pelo bara-
tjssiino preco de. l4 sendo fazen-:e qu- sempre se
venden por 184 e 204 e acabam se por este preco :
na loja e armazem do Pavo na rna ta Im eratiiz
n. 60, de Gama & Silva.
Chales de renda.
Vendem-se finissimos cha es de renda de seda
pretos sendo de tres ponas, porm muito graoles
m-Io baratissimo prego de 64. sendo fazenda que
sempre se venden a 124l' 154 M" na loja e ar-
mazem do Pavao na roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Alpacas para vestidos
na loja do Pavo.
Receberam-seas mais modernas alpacas de co-
res para vestidos com os mais lindos desenhos
sendo fazenda ebegada pe ultimQ vapor e ven-
dem-se pelo baratissimo preco de 640 rs o covado,
tendo eslas fazendas largara de chita? francezas :
islo na hqa e armazem do Pavo na ra da Im-
peratriz n. 60, Para mo
Lencos bordados
Vende o Pavo.
E.-le estahe-lfcimerit 1 acaba de receber ara va
riado foiiimeht > dos mais b-.oilos lencos de cam-
braia primor smente bordados e pfeprios para
mo que vende pelo barotissimo preco de 1 e
14600 caca nm : na loja e aimazern rbi Pavao na
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ultimo (josto em lazinhas
Acba-se un glande soiliruento das mais moder-
nas : a alaria Pa, Garibaldioas, matuisadas, lisas
e de quadrinhos que se u-ndem por baratissimos
precos e doce as amostras : na loja e aimazern
do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama .&
Silv;.
Guarda banlia,
Vendem se bonit s guarda banha de laberyoto
proprios para encustos de cadeiras. pelos brratissi-
roos precos de 2# a 34000 rs. na luja do Pavo na
roa da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
os cof liuadus Pavo,
Vende-se uro g ande sortimento dos mais ricos
cortinados bordados, proprics para camas ejanellas
pelos baiflisslmos pr eos de 8. 104. 164, 2<>4 e
254000 i. o par, assim como pecas da cambraia
bordadas e adamascadas proprias para o mesmo
fim por presos razuaveis, na loja e armazem do Pa-
vao na ra da Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Giande pechincha em cambraias
brancas na loja do Pava,
Vendem-se finissimas pegas de cambijas brn
cas transparentes, lendo cada pega 9 varas e com
mais de vari de larenr, pelos baratissimos pre-
cos de 64, 64900, 74, 84- 94 e 10400) rs, leud-
se sempre vendido esta fazenda por mais ti es e
quairo mil reis.e bqoido-sc cern este grande aba-
tmenlo nicamente na Inji e armazem do Pavo
na rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os ca' bines a Pava,
Vendem s? os mais-bonitos caebios de-mama de
la com bonitos gost-w, proprios para saludas de
Iheatro e bailes etc.etc. na loja earmazem do Pa-
vao na roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Algodo inhn eafeslado
Vende-se uperior algodosinho com 8 palmas de
largara aroprios para lenges, pelo barato preco
de I40OO rs. a vara, na loja e armazem de Pavo
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
Orgaidy IslIOO nn laja do Pava,
Vendem-se os mais finos e mais modernos orgau-
dyes de cores on os mais delicados desmhos,sen-
do fa7eoda de 14600 rs a vara, e liquidiio-se pelo
baratissinio preco de ez loMo s a vara por esta-
rem tomando uin pequ*-uo toque de mof >, Isto na
loja e armazem do Pavo na ra da Imperatriz n.
60, de Gama A Silva
Manguitas a 5o0 e Mo re s,
Vendem se manguitos e calciohxs para meninas,
pelo baratissimo prego de 500 e 640 teis, na loja e
armazeni do Pa'a" na ra da Imperatriz o. 00, de
Gao) & Sjiv.
Leicas deseaa hOoO
Corles de'tarlataua ile cores a f#?0*"in
Vndt-s curies rte. t^iiaUna decores r-.ra
vestds a 52000 CiUH .ie nn-brala branco lo-oa-
dos e de cores a 44O00 eo(00. oa da Imp-Titriz
n. 56.
Arara vende lsinlias a 200 rs. o covado.
Vende-se laasinhas para vestidos a 200, 240. 320
e 400 rls o covado, ditas muito fio estaon aovas
a 3C0, 400 e500 tis o covado. Roa da mperetriz
n. 56.
Arara vende os balfies a 2^000.
V. ndse banles de 20 25 e 30 are. s a-34600,
34500, e 4400.', diirs mui., flm i s nodemes de
ciir >i.pnie a 3^000, 350, 4000 e 54000, om s
par^. mcumas a 300D e 35500, dit s de morfina
a 54000. ctiitis largas com um queno toque "e
mol- a 2'i0 ris o covado, ditas tinas a 320. 360
e 400 ris o covarlc. Roa da Imperatriz 1oj da
Arara n. L6.
Meias de laa vegetal e de
borracha.
A agula branca receben novamente essas pro
curadas meias de la vegetal, t5o uteis quito pro-
veitosas para quem siffre resfriagao nos ps; as-
sim como outras de b-.-rracha para quem paoece
de euchacao as pernas. e vendem-se por p/.cos
razoaveis: na ra do Queiraado, luja d'dguia r^n-
caj.._8.______________________
rival sij" mm
Rna do Quelm-ado n. 49. le-jr. de
mlndfzas
he
Jos Bigodinho
Esta queimando as miudezas abaixo di ciaraiias -
Frascos de oleo bal.osa lino 200 a 320 rs.
Ditos dito filco a 600 rs.
Ditos de macag perola a 200 rs.
Ditos cem superior banha a 200 rs.
Caixas crm 6 frascos dec heiro a 800 rs.
Sah,netc < fieos a 60, 160. ?00 e 320 rs.
Ditos de bolla superior a iiO e 320 rs.
Livros para meninos com estamps a 320 rs.
Caxas de 12 frascos com che.ro a 14
Fra>eos de oleo babosa muito Uno a 400 rs.
Da?ias de meias superior ualitade para senhora a
4a00.
Ch-oaram as agulhas balao (p: 1 n > 60 rs.
Cai\us com bonitos soldados de i- m a !<.' rs.
Ditos de agua par Hn.i. r denles ai* is.
Pedras de escrever (pequeas) a 160 iil' rs.
Sapaios ilc tranc-' para licmens e senhora oG.
Bec>s .- litas de la preta para vestidos a oOO rc-
Giozas de boloes u- madreperola finos a 480 t
640 r?.
Caixasde colchebs francezc a 20rs.
Pecas de troco de ludas as cores a 200 rs.
Caixas r< m sopenrrf envelone a 600 rs.
Pares de saf-alinhis de la para crianza a OO rs.
Ditos de meias |retas (ara senhora superior*-s a
360 rs.
Libras de pregos de todos os tamanhos a 240 rs.
Saboueles e (ania, superior a 100 e 120 rs.
Resma de papel de peso rruitn fino a 24-
Frascos Curo t.ula superior a 100, 140 e 320.
Grosas de pbospWos de gaz a 242C0
Pares de botSes 1 :.ra punho a. 120 e 240 rs.
Cario com linhas de 200 jardas a ICO.
Meias e.'iuos n.u>to id?; 3 44
f.aixa de pos para limpar dertes a 100 rs.
Caixa de superior lien?, do gaz com 50 novelks a
14OOO rs.
Furceiras de conla para meninas a 320 rs.
Taibens multo fines para meninos a 320 rs.
'".artilha da-dnutrioa chrisiaa 320 rs.
Frasco muito bonitos com cbeiio a 240 e 500 rs.
Caixa rom snperiers iscas para charutos a 20 rs.
Masso com superiores grampos a 30 rs.
Aos agricultores
Saunders Brothers & C. acabam de receber de
Liverpool vspores de forfa de 3 a 4 caaallos coco
lodos os pertenees, e mu proprios para fazer roo-
ver machinas de descarocar algodo, podendo cada
vapor trabalhar ate com 140 serras, tambem ser-
van para enfardar algodo 00 para outro qualquer
servieo em que usam trabalhar com anitraes. Os
mesraos tambem tem a venda machinas america-
nas do 35 a 40 serras : os pretenderles dirijan)-
se ao largo do Corpo Santo o. 11.
Retroz do Porto.
No escriptorio de J. A. Moreira Das,'a rna da
Cruz d. 50 primeiro andar, vende se relroz do Pi r-
lo da bem couhrcida fabrica de Antonio Jos Peres
da Mi va 1 A i ves.
rival skh mim.
liua do Queimade i. 49
Esta disposto a continuar a vender por prego
qae a todos admira queiram apreciar e vir ver para
crer.
Grozas de pennas de ae;o muito boas a 320 rs
Bonels muito tinos para meninos a 14.
Peoles de alisar com costa? de metal a 600 rs.
Lapachos redondos e compridos a SfaO rs.
Pulceiras dt cuntas pata scohras a 500 rs.
Caixas de papel amiade a 600 rs.
Qoadernos de papel mnito bom a 20 rs.
Pentes de tartaruga a 24500 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
Escovas para limpar denles a 200 rs.
Baralb t> mnito fiaos a 200 rs.
Caixas de p de arroz mnito superior a 800 rs.
Caixas de lampsrinas para tres metes a 40 rs.
Ca.ix.as; de obrejas de ni;- iG is.
Grozas de tolS^a ae lonja a 160 rs. i
! EnfiadoreS de cotdao e fila a
rs.
Pecas de fita de eos :oro 10 varas a 320 rs.
Vendem-se lencos dt sed. grandes o m bonitos I Carias de alfioetes franceies a 100 rs.
desenhos pelo baratissimo preco de 14000 cada i Libras de alfioetes fraocezes 1* qnalidade a 2
nm, mantinbas para grvala a 14000, 800 reis, na Novellos de linha rom 400 inr<5s a 60 rs.
loja do Pv.< na roa da Imperan i n. 60, de Ga-! Ditos ditos com 200 jardas a 30 rs
ma & Silva. Caixas com alOneles a 20 rs.
Par CIlHrttIbn I P**rf4 de lavas brancas e de cores a 400 rs-
Compram-se diarios vdbosproprios Prembrn- grvalas de Mas as qualidades a 600 rv
Gama & Si.va. Lvru8 ltt,tot. reapa lavada a 100 rs.
AS CIlUS d PaV* a 200 a COVadO. Buaco do cboro muiu- bonitos a 160 rs.
Vende-se o mais bonito sortimento de chitas el- Frascos de snperter agna de colonia a 400 rs.
coras e roas sendo Inglezas mas coro os p8Dn0s ^^^ ^ ^^ ^ cachorros raca de tila,
uo encornados como ot das rancezas qw' 09 VitH ,sen mem de idad-, assm, t a'-
den a 400 ris. e liqnldio-se pelo barato preco de ^ M M .
200 ris o covado ou a 74200 a peca, ejarantindo- f" ^"f T piT" ""' ** rai fl0 ""B,:
se terero 3 covados cada peca eserem de cores p.p; ,.,:____________,____________________,
flxas isto na loja e armazem do PavSp na rna da Vende-se no I >ras c. 11 urna prea
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva. moca, boa figura, que engomma, lava e coiiDha.


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Dlsrfo d Praambact QBarift lelr 18 de -Julh de 1866.
0 que occupa hoje mais a attencilo do mundo
econmico? o novo systhema do proprietario do ar-
mazem de molnados
MERCANTIL
*zmm*tm*
53 RA DA CADEIA 53
DO O ARCO DI COW
Que surge de novo basteando a bandeira da modkdade de presos em
i tss \ m>o o Anco da concjbi'$0?^ os
seas superiores gneros.
Que o publico reconheea as vantagens qae de tal systhema lbe result, e <
preprietario do sitado armazem deseja, e a que desde ja o convida : passando tambem a
notar-lhe os presos de alguns dos gneros do seu esplendido sortimento, e para os quaes
ATTE\CiO
<; omina de mllho bravea americana
EsU axielleate gomma, maito se recomcommenda como o alimento mais suw-
Uncial e sauJavel; servindo nao s para papa (no que superior de toda outras
g&mmas e farinhas) mis tambem della se pode fazer pSo-de-l, cangica, crome, boio
francez, podim, etc.: o preco de cad pacote de urna libra 800 rs., em caixa *om aDa-
timento.
MANTE1GA INGLEZA de luperior qualida-
de a l28o e i,4oa ra a libra, em barrif
se faz abati ment.
DEM FRANCEZA a mais nova que ha no
mercado a 6io rs. a libra, em barris ou
meios aGoo rs.
CHA HISSON de primeira qnalidade a
2,8oo rs. a libra, alm desta ha nanitas ou
tras proprias para vender a retalho, que
se vendem de 4,600 a 1,800 rs. a libra.
DEM PRETO o mais especial quetemvin-
do a este mercado a 2,2oo rs a libra.
DEM regular de 1.600 a l,8o rs. a libra.
QUE1JOS DO REINO ltimamente chegados
pelo vapor 2,4oo: ditos do vapor passado
a 2,000 rs.
LATAS DE CHOURICVS com 6 libras er-
meticamente fechadas, a 4,5oo, de barril
a 64o, a libra.
ESTREUNHA para sopa em caixas sortidas
de 8 libras, por 4,000 rs.
VINHO VERDE do verdadeiro sumo da ova,
e o mais proprio para se beber n'este
imperio, pela sua extraordinaria fresqui-
do e agradavel gosto a 64o rs. a gar-
iafa.
AMEIXAS FRANCEZAS em frascos de 4 e
2 libras, a 2,8oo, e 4,4oo rs. em caxi-
nhas muito enfeitadas com diversas estam
pasa 2,ooo, l,8oo, l,5oo el,3oo, reis.
BISC0IT08 INGLEZES emlaUs contendo
diversas qualidades a l,oooe l,2oo rs. a
lata.
PRINC'PE ALBERTO bolachinhas as melho-
res presentemente conhecidas a {,600
rs. a lata.
SALAME HAMBURGUEZ chegados no ulti-
mo navio a i,600 a libra.
PREZN TOS verdadeiro-de Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e 56o inteiro.
TRAQUES n. 1. em caixas de 4o cartas, por
8.000, e 24o rs. cada urna.
e21-
MOLHO INGLEZ de diversas quididades, a
72o' rs. o frasco.
MOSTARDA INGLEZA muito nova, a 800,
rs. o frasco
DEM FRANCEZA a 64o rs. o frasco.
SALMO E LAGOSTIN chegado ltima-
mente, em latas de 2 libras, a i,600. rs.
ARENQUES em latas* a 64o rs. cada urna.
SARDINHAS DE NANTES em latas e meias
a 600 e 36o reis.
VINHO DE COLLARES o legitimo vjqo
desta locadade, muito superior e sem
confeicao algoma, a 800 rs. a g*afa.
IDFM MADURO o verdadeiro do alto Dou-
ro em barris de lo em pipa por 35,oo
cada um. ,_, ,
VINHO DO PORTO de diversas quudades
Gros de aples preto a \mO, 1^600, U, U, 3*300 e 44 o covado.
GorgorSopVeWde superior qualidadea 2*500, 2*800, 3* e 4*oco-
Superfores mbrantiques a 24500, 20600, 3*. 3*500, 4* e 5*000 o
ovalo.
Bons cortes de moreantique.
dem de gorgorio adamascados.
Bons pannos e csemras.
Sup riores alpacas, princetas, merinos o bembazinas.
Bons vlludoa preto. '
Grande variedad* de chales de fil preto efle gmpore a 5*, 6*. 8*,
u |05, 12*. de 16* a 205,' ede 25* a 80* cada oto.
Superiores retoodas de fil preto 6 de guipare iflft 10*. 12* e 25*.
e de 30| a 60* cada urna.
Superiores algerieoes d'fil preto e de guipwl 12* a 25*, e de
30* a 60* cada urna.
Boas chailes de seda preta.
Ditos de aleon preto bordados e outras muitas fazendas pretas que
seria enfadonbe enumero r,; na

E' baratissimo!
IT baratissimo!
' baratissimo!
Ne*te iraporlaate estabeleeimeolo enconlr o res-
pe avel publico om variado sortimento de fazen-
das franceas, inglezas e suissas, e as quaes se ven-
der por preco. comnocdo a saber :
Chales de renda weta a 5*500.
Vende W*rJiif8fcrrriif\irWTl chales de renda ore-
isto na rB'WWf^a^r'WWHlrWfoi 1?.
nao.
Retoricas pretw 8.
Vendyygwtbaas prelas pelo barato preco de
Sf,tf5O0' SJ; na ra i Imperalrz n. 71, loja
; de Guinia'ras 4 lrrcab.
Grande pexincba a 2* o corle.
"e-s'fortes'tcasemir' da'China a M000,
Te'EWa* de t-rta a 11280, 1*400,
1*800 e2
murtotarato, tarlalani decores a 240
rs. e corado;
Loja do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estafrelecimento acaba d_e rceber pfe-
lo vapor ExtremHdr*, t de sol propfia en-: ca'res"o>ll propfaTfla/rvetdo, rateada mais
commenda, um completo SOrimentO de ob-'moderna que lem vlndo ao merca.do a240o covi-
iectos de tBuralo-4osto e-alguna de-compte-*^^* 80. *"*.hw-a^ee e 3to, laasindas
escecezas muifo rncfetrAs a 360 e 400 rs. o cova-
do, ditas muito finas 460 e 500.
Cobertores de ago33o a 800.
Vene-se cobero'res' d'algodo'a 800 rs. ditos
melrmres'i l&W8f0Mtbv?l*s de cUitaa2#,
?*500 e 3ft
liOjri niH eoiiUfi^AS
DE 4NT0I COHREU D^ VASGNCLLO & .
We'A"9i CRESPO W. 1S_______-
ta novidade, come soja :
Riquissimos necessaaios para costaras,'
tendo de madrepola, marfim, christal, e ou-
tras muit.is qualidades.
cas caixinhas de madira machetadas,
i Ttodas de madrepnla, com msica, e o neees-1 u" vi dawHMr'venha-tw.
1 cirio nsr-i costura Cambraia de cores a 240'rt. o corado dita fina
r-P-t!k. ^ ^ -I 28D e 320 chitas finas a 280,100, 320, 3fi0 e 400
Caixrtmas de mnsica, tanto de veto comfr TS dias'percalas a 4o e so
do corda. ":'"
r^M,
E FERRO DE LERA^
i/,
/
MARMELADA em latas de i, i
bras a 6oo reis a libra.
JALEA DE MARMELLO em latas, a 8oo rs.
FRUCTAS EM CALDA pera, pecego, alper-
ce, raioha Claudia, e ginja a 64o reis
a lata.
INSPECTOR DA ACADEMIA DE PARS. dtuM
Nao existe medicamento' ferruginoso Ufo notavel como o phosphato de ferro d
Leras; assummidades medicas do'mundo inteiro adotaram-no com:stolVdtidfe^serJttJgual-
nosaonaes daaciencia. As eores paludas, dores de estomago, digestoes penoJs' flfe-
mia, convale $jea?M tfSfeefe.'lcMie" critica das senhoras, irregularidade na menstruacSo,
nu iwruniy """SrflnTIrha !pobresa do sange; lympha'fisino sao carados rpidamente ou modificados por est ex-
engarrafado, inclusive o^mais fino quena g^. ^ fo fi q .^ bf *xrdn^fc da ^ifj e aetafao spefibr nos
neste genero, Prjwo.^ooo, ,'i4Whosptaes e pgUs academias a todos os ferruginosos conhecidos, ao idoreto e ao citrato
de ferro, porque o nico que convem aos estmagos delicados, que n5o provoca corjsli-
l,4ooe l,5oo rs. agarra/a.
FEIJO verde e carrapato em lata^rnn-
camente fechadas a 6oo rs.
CHOCOLATE francez em pacotes de l libra
por 5oo reis.
AZEITONAS daschegadUS' ollHpamentrw
Lisboa a i,2oo rs. a ancorera1, fe 5oo, "a
guarrafa. .
CAF'avado a24o rs, altbr, e7,00ors,.
a arroba, e regular a 22ofa'rrbrai' 6 5oo,
a arroba. ,.,. i *; tt*
VINHO CHERRY domis"speni'apmr-
calo a l,5oo rs. a garafa, e 15,oooY.
a dnzia.
MSCATEL o verdadeiro de Setubal, a
i,8oo rs. agirrafa, e 2o,ooo a duzia.
VINHO ROROEAUX das mais acreditadas
marcas, S. Emilion. Sant Julien Haut
Brion a 7oo e 8oo rs. a garrafa* e em
caixaded-raa, a 7,5oo e8,ooo rs.
VINHO BRANG ) de Lisboa de excelente
qnalidade, e proprio para missa, a 8oo,
rs. a garrafa, ou 8,ooo rs. a caixa de duzia.
MADEIRA SECO a i,2oe a garrfa.'e 12;ooo
rs. adazia.
VINHO DO RHENO superior, a 2.000 a
garrafa, e 22,'ooo rs. a duzia.
VERMOTH de superior qnalidade em cai-
xas de 12 meias garrafas por I2,ooo,
garrafas por l,2oo rs.
LOJA DO B
DE
AZEVEDO & FLORES
RA DI CADEIA DO RECIFE W. 41
e admirem!!
Vejam
Chapeos de sol de seda a balSo que valem 125, o Bilao vende a 10$, e quem
comprar de 6 chapeos para cima tem abatimento de 10 por cento.
Camisas.
Superiores camisas de peito de esguio pregas largas a 36# a duzia, a quem
comprar de urna duzia para cima tem o descont de 10 por .,ento.
Baldes com calida.
Superiores baloes de murselina brancos e com listas de cor.
Itoupa feita
. Calcas de lindas e superiores casemiras a 8600O.
, dem escuras proprias para o invern a 7#000.
dem claras mais inferiores a 50000.
Paletos saceos de panno preto fino a 105 e mais inferior a 8?OO0.
Chitas para coberta a 28 > rs o cavado
Superior chita para coberta, cores que os don os do BalSo affimeam ser as mais
-fixa? a 280 rs. o covado, quem dxar de comprar chitas que todos vendem a 400 rs. e
28); o Balao tambera tem para vender um benito sortimento de chitas claras e escuras
Para ^ Madapolo qae val 105 a 65500, lindos cortes de cassa de cor a 25800 ; vista
dos precos cima, diro, a fazenda nao presta.... e nos affhncamos que ame-
lhor oossivel, e se vendemos por estes diminutos precos para grangear maior numero
defreguezes.
Quem duvidar da veraadade do que fica dito venha ver

LIZl-P.IFS
i
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAIRER i C.
. Mb ti
PERNAMBUCO
Esta tinta reooxntnenda*s pela B*a cobd.-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, d ate
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
qner outras tintas particularmente para
livros de cbmthercio, documentos eto de-
que se careca longa conservaca.
paci nico tamben que nSo enegreoe a bocea e os denles.
Em P^riTri rra da Feuillade n. 7.
venda em casa deMurer, e A, Caors.
PEGHIKCH4 SEN IGM
i j

. -
Ricos cortes de goretjrao fle seda pretos adamascados para vestido cflt13 .metros
oo 18 a 20 covados caa corte, largara de chita/rancea, pelo baratissimo pre?o de 50
, eada-eorte njtoj'elasclanlna^da'rn'do Crespn. 13de Antonio'Corria de Vaseon-
cellos d &
:

Riquissimsfs malasinhas de madeira, for-
^adiisf le nferrqwm.'COTitendo o necessario
para costura, propria para meninas.
Lindos vasos para pos de arroz.
Lindos livrinhos com capa de tartaruga
para missas.
Riqaissimo sortimento de enfeites para
senhoras meninas.
Cintos inteirameote novos.
J.vellas, de tartaruga, christal, e metal,
|iara cintos de senhora.
Leqnes de sndalo e de madeira.
Riquissimos porta bonquets.
Luvas verdadeiras de Jovin.
i. Ditas de seda e de Escocia.
Lindos boles de christal, tanto para pu-
nhos, como para colletes e abertura de ca-
misas, estes botes tornam-se recommenda-
veis, por ser inteiramente novidades.
Esta se acabandochitB a 160rs. o covado.
Vende-se chitas a 160, 180 e 200 rs. o covado,
riscadinhos franceses a 240 e 280 rs. o covado, roa
da Imperatti n. 7!, de Gimarae & Irmo.
Lencos brancos^'a i& 2500 a aiia.
Sitos floos a 3J e 3#5fJO, itos de linho a MOOO,
KM, Wlf-
Cambraia branca a 3.
Wnde-'se um riode sortimento de camfcraia a
Ventfe-sebSs'tfsIt'cos
tos americanos a aiSOrir*
cetina a 6'A. 5*500 e 6*. ditos
e450erjsiooarua & I:
Goimaraes & Irrnao.
a 3C00 o coAe?
a 35000 o corte.
a B306O o corte.
. Vefl-se cotesdeU^cofi 12 "covados a 3*. di-
mmi-t M*^^*Fa Wria'Waa 7A5(M>
8*, 8*)0,0* -t$. inh^m ,fnas para hornera
e tm&mtmamlUrMb a 1*200 e
Ditos de cornalina, brancos o encarnados, i400; isto na roa- da Imperatrix n. 72, loja de
"e 3*, di-
, ditos Be mor-
ara meninas a 4*
atriz n. 72, loja de
RA DO BRUJ NT. 88
0 proprietario deste estabelecimento deseja chamar a ttenclo dos senhores pro-
pietarios para os acreditados mechanimt/s que continai "a fordecerros qaes garante
ser como sempre, da merao qaildde possivef i
Maolimas detapor ,
forca de um cava1l> carocamentol de algoTl'*elfass viajara armadas e podem trabafbar dentro de 24 horas,
depois de che'gafm no jugar. Eas levam tudo quanto preciso para o trabalho, e
diversos sobrecellentes. As ma lunas maioves sao proprias para a moagem de canna,
e ha deltas qtre podem junta e separadamht moer canna e descarocar. Ellas podem-
se applicar a qualquer moenda j ex stenta^Sm' outra mudancl do que a snb'StHuifo das
rodas da almanjarra, ha tambem corh moemda junta. Ellas tem iepositos d'agua e boei-
ros de ferro, e nao precisam para ma a^sentamento de obra alguma, qur de carapraa,
qur dealvenari. Otempo para assenta-las na) excefl'oVdoe dias ao mais, eem
casos de mortes de aninilaes ou arrombarflBntdg de acudes, etc,. garante-se o assentamen-
to era oito dias. Todos estes Vapores sSo simplsimos na construccSo, e se regem por
qualquer pessoa intiffigente, a facilidade da coiducclo sendo especialmente considerada,
tanto qu nSd ha lug'r em quen'o se possamconduzir, qaf por trra, qur embarcado.
Lembr-se aos senhores deengeiho que a venda dos animaos e o servico da-
gente oceupada no seu tratamento os hh de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, deixando-lhes a vantagem de urna mOagem certa e accelerada; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos aoimaes, ecom os desgostos do trabalho que se.
tem com elles.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que
Ihes resolta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas com-
petentes para assentafas jnesmas o ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j pre-
paradas para arremediar qualquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem en-
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimento na ma-
teria nem s quor podtn garanti-los de que as machinas que vendem sejam proprias ou
suficientes para o trabalbo em que se queira emprega-las, e no caso de desastre nao
podem prestar-Ibes soccorro algum; sendo que ainda quando venham s fabricas pira
concertar as machinas alheias, torna-se-ha preciso azer repentinamente meldes novos,
etc. para as pecas estragadas. J numerosas vezes estes vendedores tem representado
sens vapores como sendo de forca mu superio sua actual e verdadeira forca; equi-
voco este que nao s engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor,
mas tambem da lugar ao pagamento de um preco excessivo, vista da forca real da ma-
china qu comprara.
Tambem ha sempre.prompto Rodas d'.igna de ferro Sarilhos comcruzelas para as
mesraas Moendas de canna' de todo o tamanho, Rodas de espora e angulares, Paroes ou
coches para receber o caldo, Crivos e portas de tomaina; Taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, Formas de ferro galvanisadas para purgar assucar, florabas simples e de repu-
cho. Alambiques de ferro. Eixos e rodas de carro, Arados, grades, enchadas a cavallo
e outros instrumentos de agricultura, Mohno i e forn >s para fazer farinha e finalmente
todo o objecte do mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenis e concert, eoH a maior p este-
za e solidez, grande deposito de pecas e objectos habilttam-na muito para este fim.
O proprietwio ser sempre mui feliz de poder dar infortnacops ou escBrtcirnento
aos senhores qne se servlrem "te sen presumo. ^
D. W. Bowma*. engenheiro.
i
HIGOS VESTIDOS BR4NC0S
de fazendas de Augusto Porto & C.
11 Ra do Queimado11

MM
<
A' loja
os mais bellos e modernos
v
Vende-se nalivraria franeeza ra do Crespo e ra Nova n. 18 de
Vapores.
VeQie-se em eatt de Saonders Brothers 4 O.,
no j.*o do Corpo Santo n. lt, vapore patentes
com t-vitfs os pertences proprlos para ftzw mover
tres ou qtatro machinas para descarocar algodao.
G4Z.
rmaiem da rna do Imperador n. 3
Caes fl Pedre n n. J, tem para vender-s*
hor saz existente no mercado.
oo no
o me-
Ven le-se aa tundi^ao da Aurora, as melho-
re? e xais pprfeius caialnbas com flta de medir, e
tenas de ferro galvaniatdo, tado por preco9 ra-
loaeeis.
Selcia.
Vetfde-se sfa farenda eado enfe tada, com
milita largura a 255 a ppga, com 23 vara bara-
tissimo pela grande,|arRQfa: ra da Imperatriz
n. 52, arm;>zem da porta larga.
-----......
iicrt>e
Vela de earnuiba a
arr*M&.
Vecilem-se caisas com velasjpelo barato pr-
qo cima ; na ra da Madre de Daos ns. 5 e 9.
__________!_______________I--------------------i--------------------->-
._ Vtndcm-se oito nroelros de bonitas guras,
ewif o veso d tre? arrobas pnoeo mais oo meiws:
qoi>m os pretender dirija-?e a rna do Encantamen-
to n. 13. *
,_ daatante 4U*MWPorto & C, chegaram
vestido5,brancos^c>rdaao3 afinlha,
Superiores vesimos.de blond com manta a apella para noiva.
Cortinados bordados para camas o jan#ajde 12} a 80J.
Colxa? d seda e de laa, e seda de creapara cama?.
BalSes, espartilho?, lavas de pellica e^Ia bordadas.
Boarns, algeroionel e chales de reiflJftta.
Sobretnflos de panno de doas vistas em de borraej^f A
Grsdenapoles de cores e preto, e aboffc frelo de diversas qualida
Ecbovaes para baplisados com vesBfciMados qae ha de mais gosto neste genero
Fil* bordado?, ddsarpiclHflsos, cajll^ljsVictoria-e transparentes.
Chpeos, tonel e gorros de palha dAalia para senhoras.
Cdpos preto de seda par homenKlcMfos de sol seda inglaies. t>}
Camisa franceas e ingleus pan bMIro.Jpeninas e senhoras. i
Tapete para-sala, plano a cima, e m sprMrior em peca.
. AmMk-* listas, taraiaa pas se veA480 rs. o covado.
Bretanha de liuho saper"*" pecinhas.da v jardas eem pecas grandes de pailas.
Na meraa casa ae vendem sempre as memores e mais banilas
para colletes,
Finas thesonras para onlias e costura.
Lindrs'porta jolas.
Modernos pentes de tartaruga e a imit-1.
Cao.
Albuus para retratos. .
Aguihas e liabas para crochetes.
Lindos adereces de christal.
Rosetas^ e alfinetes de dito.
Adercbs completos para luto, assim o-
mo brincos e rosetas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas pata meninas.
Sapalinhos de seda e de mirin, para
baptisados.
TouquirAas e chaposinhos para dito.
La 3e todas as'cores para bordar.
Capellas para noivas.
GravataS mantas paranomm.
AlOaietes para gravatas:
Riquissimos livrinhos para notas, sendo
com capa de madrip8rura;; ffiartM e cha-
grn.
Penas d ac de todas as qualioVIes, do
afamado fabricante Perris.
Froco seda frdJ& para bordafc
Bengallas e chicotes de todas s quilida-
des.
Dedaes de mrUmPe \netal. -
Espelhos dourados grandes, e pequeos
ditos de columna.
Dito especiaos para as senhoras fazorem
os pentiados.
Pulseiras tanto para senhora'como para
meninas.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
Diademas do ultimo gosto.
Ligas de seda.
Ditas de seda e de algo150 para inarjgni-
tos de senhora.
Contaste tubos de ac.
Suspensorios de seda e de algodlo.
Grande e completo sortimento de perfu-
maras finas dos fabricantes mais afamados,
assim como muitos ontros objectos que se-
ria enfadonho mencionar.
S no Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7.
Verdadeiros
Cellares Royer
Electro .llagnelico
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
ticao das criancas e contra as convulses
das mesmas, a estes collares nos escuzdo
fazer qualquer recommendacao, visto a
grande aceitaco que tem tido, o que pode-
mos provar assim como, afiancar o effeito
que elles produzem, porque ha muito qc
os recebemos e continuamos a receber por
todos os paquetes daurepa; e encontra-
rlo sempre na loja do Gallo Vigilante, ra.
do Crespo m. jL
i
iBlteifas da. India "para, fprar salas
il-Rua do .iWE i aJjii
Novo e grande deposito de superior caryao de Cardiffna

Antonio'Gomes dos Sant? 4 C, roa A Santa .Barbara <.!, *p aaWlitada a 0>prir de
oarvlo, m eoMieSs-mals-avoravis qne" em ontro qoalqoer deposlto-a todos os navios a vapor qae
ccarera naqtrelle'porto. A cpntratar ne?Ta corrfD'^mingos Alves Sfatheus.,
a*o Irmaos
Vendem no- sen armazem rna da
Anona n. 35,
Licor fino Cnraco em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas com ralbas d'
vidro e em liados frascos.
VinhoCheras.
Santernes.
Chambertin.
Hermitage.
Borgenhe.
Champagne.
Maseatel.
Reino.
Bordeanx.
Cognac
\A Od Ton.
PAezei lagniol.
r-^Joaquim Jos Goocalves BeltroPkai para
veoder em sea escriptorlo na roa do Vigatio n. 17:
Vinho to Porto em barris de 4o e 8o
Dito de dito em caixas de i dazia.gfg'
Vinbo soperior da Figneira.
Azeile de peixe em barris.
Toros da Jacaranda'.
Tabaeo americano em latas de i Ifora.
Caixas com papel pautado.
"*C!grros do Rio de Janeiro. ^^"""*\
Machinas para descarocar ajgoiao, del Lenas.
"^*Papap de Igodaoi, da Bahi% proprio para
saceos de assucar e ronpa de escravos; (em par
vender Antonio Laz da Oliveira Azevedo & C, ne
sen escrlptorio rna da Craz n. t.
a:V.500 e 2;00 r.
Na praca da Independencia ns. 24, e 26.
Guimares & rrmo.
ti----tiu
No armftzwa de taaendas
bai^t"' p 'Saite Colho
IIa do Queimado n. !.
Vende-se o seguate :
Lenjo* de braaiaote de wn 6 panno pelo ba-
rato preco de 34200.
Ditos d panno de llnho a 2J>fOO e 25600.
Ojberfa*-dfrcliitt-daajia" ai #WO-e 2*800.
Lencos de cambraia brancos proprlos para algi-
bera a 2JOO0 5^00 a duzia.
Ditos ffe tam6raia de nnBo'frao"a 4*800 e 5* a
duzia.
Atoalhao de:lodS* W-aco a 2* a vara.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largu-
a 23500 a Varal
Panno ra pelo barat- prco de i$WO a vara. -
Br.iman-- de linho fltro detama largura, pelo ba-
ratissimo 'preSo'e'800 a'Vara.'
Toalhas de linho' acolcbosdas para mo, a 13*
a duna.
Ditasfe"tfrjara 3*k'K$' diftL
GoaWKMposW) linhb'* 3*500 a duzia.
Flanela de todas as cores para ebeiro?, a 880 rs.
o covado.
Tarhiiana de cores a 800 rs. a vara.
HaISPs (le 35 aro'SSSOO.'d* 40a 43.
Cambraia* de Iraho fino a ijSOO, 6*500 e 9i a
vara.
Cambraia para forro de vestido a 2*700 e 3* a
peca.
Pecas de bretanha de tolo com 10 varas, a
3*500.
Peca de madapolo fino e largo a 70.
Laazinha lisa de cores a 500 rs o covado.
Pecas de cambraia branca de salpicos com 8 e
roela vajas'a 4*500.
Coetros de casemira bordados peto baratissimo
preco de 9*.
Esleir da India propria para forro de sala d
4,5 e 6 palmos de largura.
Cambraia- inas de cores miadas a 560 rs. a vara
Neste armazem tambem se enconira om grand
sortimento de roupa ':Ui s uor medida.
PHOSPHATOdeFERRO
[DE LEBAS DOFl'OR EM SCIENCm]
INSPECTOR QA ACACEMiA DE PARIZ Etc.
NSo existe medicamento ferruginoso tio notavel
como o Phosphato de ferro de Leras; as summi-
dades medcaos de mundo inteiro adoptaram-no
com soleitnde em igual nos annaes da sciencia.
As cores paUidas, dores de estomago, digestoes
penosas, anemia, eonvUscencu difficis, idade
critica as senhoras, irregularidade no mens-
Iruacio, pobresa do sangue, lymphatismo, sao
curados rpidamente ou modificados por esse
excellente composto. E' o conservador por excel-
lencia da sanffe, e declarado superior nos hospi-
taes e pelas academias a todos es ferruginosos
conhecidos, a iodottto e ao curato de ferro,
[orqne 6 o nico que convem aos estmagos de-
cados, qne nSo provoca constipacSo, o unieo
tambera qtle'nlo enmgfeee f'bocca e os dentes.
A venda as pharnaacias de P. Manrer &
C. e A. Caors, era Pernambnco.
Veufl-se em u:>a de M. I. de Uliveirn
Iho, largo do Corpo Santo n. 19 :
Vinho verde superior em barris de 5o
Dito do Porto de 8" e 10
Dito de dito engarrafado.
Dito de LjsfcMsPftlMli po.
Farello iero
&Fi-
Francfeee Jos Germann
RA NOVA N.' 21,
acaba de receber om lindo e magnifico ior-
ti diento de oculos, lunetos, bDOColos, do ai-
timo e mais aparado gosto da Europa o oca-
Ios de alcance para obsemeoes epara oa
martimos.
A
O
Bren ata tarrtai peqtBNi ~
Gara em vola de todos o tamannos.
Para Sanio Antonio e S^JbaVilgoidars de Ge-
nova 4e todos os tamanho, toorto baratos por ter
grande porgao, jarras finas, atre-fims e grossas,
de todos os tamanlwi.asailoriK^pafa lra torno,
l'Msusfiautezeseiii teruw aw ral, e mira mais
looca de Genova' e dJTVefra : |a roa do Bangel
nuiMrpJu____________________rJ______
Botas TCtssiaias
Perneiras e meias peneirn, todo do melhor
qne se ple deseiar. ebegaa pelo ultima vapor
inglet; na rea Nova n. 7, leja ao vapor. ______
Yeneln-se chrnto deHa^ip a '4*,tafia caixa
de ITO, 'tan:Jeto se vende a Twirrio,' nfm como
fumo de Havana m flha.__
18 rna' do vifano-n. 19(pTim*fO atar.
Canes, curvas e barias 4e ferro para ex gota: na
ra do imperador n. 18,1

?

^



Diarlo 4e
-? *.< letra i4c JnlUo 4e #m.
i

/'
1H. SftWIAL.
Para o tratamento e cora rpida e 60011)1613 das molestias syphiliticas, erisype-
las, rheumatismb, bobas, gota, debitidade do estomago, iDammacOes cbronicas do figado
eliaco, dores seiticas, cephalalgias, rievralglas., ulceras cbronicas, hydropesias, pleuri-
sias, gonorrbcas cbronicas e em ge at todas as molestias em qu setenha em vista a pu-
rificado do sysr.ema sanguneo.
Cousldera?es geracs
A saude um tem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao en-
fermo O avafia-lo.
incontestvel que o bomem nesle mundo constantemente, e por todos os lados,,
atacado por urna infinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas circ instancias, a alterar regular exercicio das funcces orgnicas, resultando
desse desequilibrio o que se chainamolestia.
A molestia n5o mais do que a desvirtuado das torgas vilaes, occasionada, se-
gundo as invstigacoes e experiencias dos mais abalisado meslres da sciencia, pela depra-
vado dos humores geraes, cpnsequencia daaco maligna desses mesmos agentes morb-
ficos introduznios no organismo pelo acto da respirado, pela via digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syphilis" infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel' Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e dBaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
constiluicSes robustas, produzindo mtlfacZts, e corlando anda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios, e purificar a massa geral dos
humores tem sido desd tempo immemorial o firn constante da medicina, e os purgati-
vos flguram em primeiro lugar para preenchr esse desiteralum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial'parece merecer a preferencia sobre todos: os
inmensos successos obtidos pelo uso deste Salutar agente tanto na AHemanha. como em
Franca e Italia, o tornam c comphhiro iosparavel de quasi todos os doentes.
N**t 8riMiftt t f%f(\m$tm
Huas.
Chegon pitra twtg'a tya'UrttUkerts a ral ao
Queiaiado n., 16.
Boitus vasos de porcelana domada ccm banca
muito fina. .
Outros ditos de p de peda coro dftt.
GarraTas com superior agror di Colaola.
Frascos cosa *tua balsmica para deaics.
Dito de dita denlifrice.
Dito de extracto de quinqoita tambera para den-
les.
Dilo com superior sgna flor de laranja.
Dito de dila ftor def rosa.
Dilo de dito vinagre de Venus para refrescar a
peilt.
Dito de dito agua ambriava! para! baohos do ros-
to; corpo etc.
Dito de soperier agua de Colonia ing lea, de Pi-.
ver e Lubio.
Dito de excellente banba de Lubin.
Sabonetes de Lnbid, e outros de amndoa, trans-
pareme, etc.
CoHnetiqne (ou pomada) de superior quaiidade.
Pinos extractos, frangipaoe, saudalo e outros
tambem de finos e agradaveis cheiros.
Opiata ingleza e frabctk para denle?.
Bonitos vasos com p de arroz e pincel.
Caixinbas coa aromtica p de arroz.
Oleo ioglez. dito philocome, babosa e outras qua- jjr 'Jtu^,va ^.i.^ /" ,"', ?,
idades para cabello ** Pa" pboidgraphiaT trhroHna,' pm-
Sendo as melestias, como achaa dissemos, devidas s alteracoes dos humores, o Quiimado d. 16, acaba de reeaber as estimadas u-
Elixir depurativo do Dr.' Sevial pode sefempregado vanidosamente na syphilis, erisy-
pelas, rheotatismos, bebas, gota, dbih'dde do estomago, inflammaces 'chronicas do
figado e bajo, dores sciaticas, cphTalgias, nevralgias, ulceras cbronicas, bydropesias.
pleurisias, gonorrheas chronicas etc. em geral em todas as molestias em que te lenha
em vista a purificado do systema sanguneo; pois que urna pratica constante tem feito
ver que elle indispensavel nos casos gravissimos para minorar os Foffrimehtos, e pre-
parar o dbente para medicacoes superiores; e as menos graves a cura a conse-
cuencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entrara na compoico do Elixir depurativo do Dr. Sevial
pertencemtoda^'ercItW'amentearjTeino -vegetal, e grande catbegoria das substan-
cias depurativas e antisypbiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evacu-
acoes alvinas, nevttrirsa ao- mesmo tempo o virus syphilitico quarido este virus j
tem teito erupcao no exterior debaixo d suas multiplicadas formas; e previne tam-
bem os estragos dess terrivel molestia, quando por ventura se ache ella ainda no
estado de tncubafo, isto sem se te* manifestado sob formas externas: beneficio
immenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por* este terrivel isimigo.
O sabor agradavel d'e3te Elixir convem a todos os estmagos, a sua cc5o so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, o 4e nenhuma forma produz molestias med-
tomentosa, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua quaiidade de drs-
tico forte irrita -a mucosa iatestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es-
tado, moitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminara .pela morte i!o doente.
Assim pois- esperamos que o oso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveraooes, porque sendo um 'medicamento to simples na sua composicao. a
pratica tem confirmado eua ulilidade.
- 4 nlco deposito em Pernambuco
Na botica e drogara
DE
Bartohomeo Companhia.
34-RA DO ROSARIO LARGA3i
Fabrica vapor
DE
1A< E BOIiAC II V
Ns. 6 3
Pra^a da Santa Cruz.
Aguas mineraes n-atras de
Vichy.
pa
Chromacomfe para tipgir cabellos.
Essa apreciavel timur cbego pari a loj tf
miudezas a"Tua b'Qilmjado tf. 16; slm coma o
.=abnete branco, para se lavar os cabellos antes de
s usar da preparacao.
i abazes de vidro com perfamarias.
Vende se eses bonitos cabues de vidro cora per-,
fomarias, proprios para presentes, etc.; na ra Uo
Queimedo loja de miudezas n. 16.
Latas copos com baiiha fina,
A bem iconhecida loja de miudezas a ra do
tas com banlia fina, assim como copos de vidro de
oovoe bonito molde, com lampo de vidro e cheiros
de excellente banba. Receben, igualmente a pro-
ve lose banba transparente que muito serve' para
acabar as campas, e a aromtica e agradavel banba
japoneza e outras. Os pretenden tes dirijam se a
dita loja de miudezas a ra do Queimado d. 16,
que sero servido a contento.
fiouquet dos alpes,
Esse Gno e agradavel extracto, vem em um bo-
nito vaso de p de peflra e este dentro de urna ele-
gante caixiuha de papelSo, d forma que a prM-
cio de urna cousa corresponde a superiorldade de
ooira. Esse apreciavel extracto acha-se a venda
na ra do Queimado loja de miudezas n. 16.
agua florida e tnico,
Vendem-se na loja de miudezas n. 16, ra do
Queimado.
Frascos com gomma arbica flissolvida
e pincel.
Vendetn-se na ra do Queimado loja de miude-
zas n. 16.
Tinta indelevel para marcar roupa.
Vetide-se na ra do Queimado loja 8e miudezas
n. 16.
Fita elstica para eos de balao, e aspas de
ac para s ditos.
Vendem-se a ra doQneia>ado ojade miude-
zas n. 16.
Bonitos ntremelos e babadiuhos bor-
dados.
Vendem-se por barato preco na loja de miude-
zas n. 16 na rna do Qotfircado.
Tinta rxa azul que ficam. prelas.
Na loja da miudezas n. lt> a ra do Queimado,
veudem-se frascos grandes e menores com essas
xcelteotes lilas, rxa e atol para ficar preta; o
preco dos frascos jWOO e 500
Graxa econmica em latas e barrilsinhos;
Vendfm-se aa loja de miudezas n. 16 a roa do
Queimado.

arm^zem d tin-
tas medicamentos etc.
Ra do Imperador n. 22.
^5d Pedro das tfeves (e-
''#*iite) tem a Teoda o
cMlMte:
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mus empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero' de pin-
* tura' para' tntoraria.
Productos industries e tidMk
pra flores,'como botSes de flereP'i
e modelos em gesao para imitar,
fruclas e passaros com o compe-,
tente desenho.
' Productos chimicos e ifldnstra'
GOLLARES ROYER
ou
Anodinos electro-uiagoeticos contra as
cantuises, e para facilitar cla 4a criancas. A aguia-bi anca,
na roa do Qnemaiio n. 8 recbeos
par todos os vapores francezes.
Ja eslao to coohecidos, e lauto se tem espalba-
do famadesSs prodigiosos collares Royer, que
es torna desoecessario dizer mais Uuroa cousa
em abono de eus bons e fficazes effeitos; basta
0 leslemunho de mllhares de pessoas; que tem vis-
to e aproveitado o feliz resultado desses lao uieis,-
quao necesarios collares Royer. A qootidiaoa e
feresida extracto, que vSo tendo, mostra ainda
I que. o somero dos prodigios se eleva com o dos
compradores. A aguia-branca, porm, desejaqdo
cotcor^er' para um flm de'tanto aproveftmento,
tan feito os necessarios pedidos, para que por lo-
dos os vapores francezes Ihe seja remettida certa
quanfldade da-ditos collares, para assim tornar se
ibfallivel o sortimento deiles, na K.ja d'agma-bran-
&, ra do Queimado n. 8.
Stereoscopo d raogao
Com bonitas vistas.
A aguia-branca recebeu bonitos s:ereoscopos de
mogno envernisados e com lindas e agradaveis vis-
tas, e quer ved-tos baratamente,' sendn 1 raixi
1* com 34 vi*ia9 escolhidas por IOjOOO. Pode
tambera veuder as vistas separadamente a conten-
to do cemprailorv qne se dirigir a' ra do Qoeima-
do n. 8, l.ija d'aguia-branca.
Bolinas de merino
'com sola, para crianzas.
A aguia-branca na ra do Queimado n. s rece-
beu um bello sortimento de botinas de merino
com solfa para criancas, sendo o sortimento va
riado em lmannos e diferentes*cores.
Fitas largas labradas.
Alero do completo so timento de fitas que cons-
tantemente se acb na leja d'aguia-branca, eta re-
cebeu novamente um outro sortimento de fitas lar-
Sas lavradas, cojos lindos e novos desenos a par
a superior quaftdaiie as fawm apreciadas, t/esse
simpres diier lavrz o prttendele nao faca a justa
Idea do apurado gosto de dilas fitas ; mas, se se
dirigir a' rna do Queimado toja d'aguia-branca n.
8, conhecera que nada ba de melhor neste genero.
Latas e copos com banha ta.
'A agoia branca receben novamente a superior
banha em latas e cppos de vidro com tampa de
dito, e contina a vende-los a'2j e 2500 : na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
%.eqnes de madreperola, sndalo
e ac.
A apuia branca, ua ra do Queimado n. 8, re-
cebeu nova nmessa de bonitos' leques de madre-
perola, sndalo e osso, todos de lindes fesenbes
Tambero recebeu outros oraos para luto.
Tinturas para fazer os cabellos
p retes.
A aguia branca, na roa do Queimado n. 8, aca-
ba de receber novo sortimento das apreciaveis tin-
taras para empretecer os cabellos, sendo caixinhas
com tintura de ebromacome, frascos cop colorico-
me-para lustrar os cabellos, ditos com onychrcnvm-
tone para liurpar as unhas, ditos ccm hydrccalle-
triebine para lavar os cabellos, sabo branco iim-
riem paTa lavar os diios, caixinhas rom tintura de
oelde Water ditas com dila de L. Marques.
Boneeas qne andam.
A guia branca, na ra do Queimado n. 8, re-
ReulfdiOSdO Dr. J. C. A Ver, CX-leilte w*w nms bonitas boneeas, que movidas por
m .i_ ... um machininriA ana-i



to a C < o

3
| tura, pyTotecnia'et:.
Montado em grande escala e sup- ,
prido directamefite de Paris, Loi}r,
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena '
confian^ e satisfazer qualquer en- -1
commenda a grosd trato e a reta-
llio e por prego commodo. m,
m&mmmm-wmmmmwm
XAROPE
OHYPOPHOSPHITO DE CAL
de GRIMADLT e C" ^
Pto-MOMiiric itS. 1. o Priapt NaiwWto ,,,,
e Piri.
Desde muitos sculos os mdicos 'os chimicos
tinhSo procurado um medicamento que podesse
corar as molestias de peito; todas, as pequizas
feitas ath hoje nao'ti'nhab tia nenhuni resiiaifo.
Po'rem os trabamos qoeorfio communicados"
tiltimamente Academia de Medicina de Paris, e
as mais serias experiencias feitfts no" hospital
Brompton de Londres, |M especialmente reser-
vado para o tratamento da tsica, provarao que
essa terrivel molestia, quando ella n estiva
inda no sen ultimo grao, tinha no Xarope d'Hy-
pophospho de Cal, um especifico poderoso. As
tosses, defluxos, cwin-ho's, bTOBhinsi'Rrippa e
coqueluche, cedem tambem rpidamente ao aso
d'este Xarope, e os asthmalicos achao n'elle um
elemento ceno par corarem-se.
Recommenda-se aos doenles de fazerem uso ao
mesmo lempo das deliciosas pastimas peitoraes
ao sueco de arface e delouro cereja, dos S'" Grh
HAULT B C". Esta excellente prepara So se compoe
de dais substancias as mais calmantes e ao
mesmo tempo ss mais inoffensivas da -antena
medica, e nio contera opit.
Deposito as pharmacas de P. Maurer
C. e A. Caors, em Pernmbuco.
5.B s.
S ^
"&1
3*8 3. 2 M
'8?
os O i
S 5
t
3 o
2-1
2^
-r.
O
a>
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B
te
i
2.
I
_ o cle-
le**5
. te CD i=
^p* Ib
co
ti
Balanzas dcimaes.
Vende-s no escriptorlo de J. a. Morira Dias, a
ra da Croz n. SO primeiro andar.
XAROPE
DE DEI,A.\GBF.\IFIl
, Sfo os nalcoi sellornei approvados pelos professors 4
Ficulud de aledlclnt de Fru;i, e por M mdicos des Hoe-
plues 4* Parte, os que* certifloarlo tute a sua superle-
ridade sebre toda* os oolroi peltoraei coma sua poderos
efilceoU centra 01 DeOa.s, Crlppe, irrit.c u
AffelfSee do pelte e da trfnte.
RACAHOUT DBS RABES
iie nLaminEsira
nico alimeoto apprevado pela Academia de Medicina de
Parii. Elle resubelec as peaaSu qa oflre do *!-
maco e dos intestinos! fortalece as criancas a as prssflai
dehililadae, alem alase em lu-tude de sua propriedade ana-
lptica he o melhor preaerraTO das referee amareja t
tjph.id.
Cada frasca e ceda caliianl deatai preVaracles n*
teatare o a firma Dikmartmr, ra Richeliea, J6,
em Part. (Fuer serillo atUnclo com u falsiflcacoee.)
Bepoeitarla no yerleaasseae .- Oars aetnrai r-
tnolomeo T" sa j Osa.
Vende-se as pliarmacias de Marer e de
A. Caors.
. ._.__i_^_-.........
Eseravos ftiffidos
De todas as aparo mineraes empresjaas em me-
dicina, nenhuma gota de tao- alia reputacao, como j
a natural de Viclry. Esias aguas seo salinas e ga-
josas. Os mdicos de todo o mundo as recommen-
Joo Luiz & Narciso, acabam de montar o sea j dam com vantagem as deercas dos rhi?, da bexl-
muito acreditado estabelecimenio de padaria silo ira, as reas, nos clculos urinarios, na gotta, na
na praoa da Sa-nta Cmeus.1*}'* 8, com maquinas 'diabetes, na albuminuria, as doencM das vas di-
movidas a vapor, sendo esta a segunda tiesta cida- fesiivas, peso do estomago, digesto difficll, inape-
de, a mais aperfeicoada no trabalho desta orflem tencia, gastralgia dispepsia, metrile chronica, ele,
at o presente; os donos deste estabelecimente etc.
participara aos seos uomerosos freguezes, que Deposito na bottea do Pinto, raa larga do Rosa-1
se at boje os tem servido bem, de boje em dame fio o. 10.
se tornaro mais bem servidos, nao s em pao e _________________________
bolacha, como em todas as aoalidades de massac tfQ ^A finaimalUl ti I Q
finas, pois os maquinas cooperam muilo para isso, xtlitl U.U vucliiiauU lis Lo
apresentando todo asseio e iimpeza; pois os donos No armarem de fazendas baratas de Santos
deste -bello eMafcelecimento procoram o qoaoto f ,h m(,,h. ., spaf,in,p .
convier m suas forcas pai eropre melhorar o WBine, *irae-se O Seguinte .
systema do seu trabatho; os mesmos lomara a M-1 ,, ,, Peealncha.
berdade de convidar o respeitavel publico desia > pe?as de ma.aPlao 'argo encorpado proprto
cidade, apreciar trabalho asmesmas maqotnas. movi-; fffg de g fMwa de iOj.________________
das a vapor, todos os dias das 4 horas da mauhaa, Vende-se urna sellula de Santo Antonio com
INJECCOeGAPSULAS
Novo tratamento preparado com as fthas de
Vutico, aore do Per*, par* a"cura rpidas in-
fallivcl da Gonorrhea sem recete- argam ak con-
traccao do canal ou da inflammacSo dos intestinos.
O clebre doutor Ricord, de Paris, ter renonciado,
desde sua apparicSo, ao emprgo de qwlquer
outro tratamento. Bmrpregsrsc a ftjtocBo no
cmico de fluxo; as capsulas em todos es casos
chronicos < inveterados, que resislirSo s prepa-
racoes do copahu, ctlbeba e s injeccoes cem base
meUllrca.
A venda as pharmacras de P. Maurer
C. e A. Caors, tita Pernambnco.
Para encrespar bagados.
Thesooras de todas as grossuras, de doas, tres
e ciLO pernas,para encrespar baados : vendem-
at as 4 da tarde; e aproveitam esta oceasio para Xodos os seus pertences, sendo aiguns de prata
agradecer a todas aquellas pessoas que Ibes fizerem qnem pretender drrija-se a ra das Laraugerras se a ra do Queimado loja e ferfagess deAzcve-
a dislincta honra. asa de ourives defronte a casa n. .!. do & Irmo.
' om machlnismo, andam perfeltamente, e pela per
feicSo'e nivdade das ditas se tornam excellcnies
para presentes : os pretendentes as acharao na
foja d'aguia b-anca, roa do Queimado n. 8.
XAROPE
peitoral e dulcificante
De
SAINT GEORGES
Preparado por
GIUHAtLT e C'*
phanaaceulicos de S. A. L
6 principe petelo
Cura, rpida de las
molestias seguentes :
w tosse, catarrhos, pleu-
" resta, coqueluche, an-
ginas, fortes constipa-
piJes, irritacOes dos
bronchos e do peito,
bronchite,phtMCapul-
monar, astma, pneu-
monia, anginas, amyg-
daliles, tosse chronica,
reuquido. Os mdicos recommendo ao mesmo
tempo o uso das excellcnies pastilhas peito-
raes cora o sueco d'alface o laureiro-
cerejo, que se preparao no mesmo esUbele-
mento.
A venda as pharmacias de Maurer e A.
Caors.____________________________
Vende-se ta ra do Imperador n. "I, Io an-
dar, 5 cadeiras, 3 bancos, 1 mesa de abas, 1 cama
Cbegou tai da Imperatrlz n. 52, junto a pa- franceza, 1 marquesao, i armario, i mesa, 1 ga-
daria fraocexa, um grande sortlmentojaue Se ven-1 Biela grande, 4taixo, e cerlos movis ^ertencentes
de a SJioO rs. paraaeaabar.
da'tniversidade de pcnsytvania, nos
Estados-luidos.
Exif arfo < omposio de sat-par-
i' rllha de Ayer.
Peitoral de cereja.
Remed para sezdes.
PI lulas ealhartcas.
O deptstto cesta*! para as provir>c:as :
Pernamboco, Alagoas, Parabyba e Rio-
Grande do Noi le, destes remedies tao fa-
Noravelmente conecidos e acoihidos em
todas as partes da America, do Su! e do
Norte, acha-se em casa de Tfceod Mirls-
tiarjflen, 10 rna do Traplehe em
Persrani-him'o.
Os precos tle
335 por "duzfa 4e"estracto de salsa-parrllha.
27 -por duzia de peitoraH de cereja.
27fpor du2ia 7?5 por duzia de pillas caharticas
se entendema dlohetro vista, c m
o descont de 5 por cento em quafitictdes
teT>a 42 duzias, e de 10 por ento'em
o^ftflt idades tfper ores a'12'dusr*s.
Baldes
Cra'de srlimenle.
Dsapparece no dia 2 de Junho do correte au-
no o escravo Raymundo, pardo, o qual tero os sig-
naes seguintes : estatura regular, bastante corpo-
lento, dentes inteiros, cara redonda, cor de garapa,
tem em oro dos bracos tres grandes letras e mais
signaes no mesmo braco era que tem as letras,
representa ter 25 asnos, porm nao tem barba
quasi nenboma, tem os ps bastante grossos e foi
do serto. J esta' porm no Recite de 8 para 10
annos, bastante trabalhador. Unto do servico de
casa como de campo, oceupava-se nesta praca em
servico deservente de pedreiro e trabalbava com
o mestre Mangirico e tambem carregava agua.
Costumava trajar um paletot de brim grosso em
forma de camisola sopp5e-e qne lenha ido para
, o sertao do Ico em algum comboy ferio almoereve:
; roga-se s pessoas que o prtnderem queiram leva-
| lo a sua senbor D. Mariaana Augusta da Rocha
Bastos, na roa da Aurora n 42, que abi generosa-
; mente se recompensara' este trabalha, ou ao Sr.
- commendador Manoel Luiz Viraes. ____
i- ',
Roga-se as autoridades policiaes e capiles de
campo que apprehendara a escrava Aguida com os
signaes seguintes : mulata, idade 21 annos, alta,
denles perfeitos, vesga, e ventre um pouco eres-
cldo : quero a pegar leve-a a ra da Aurora n.
62, casa da Exm" Sr" baroneza da Viclona, que
ser recompensado protesta se com todo o rigor
da le contra qoem a tiver occull^____________
Fugio no da 14 do crreme, do sitio do Ar-
raial em que morou o Sr. Dr. Thom Madeira, um
mulatlnho de 11 a 12 annos, pooco mais ou menos,
levou camisa de algodo de listras e caiga do mes-
mo, chapeo preto baixo, tem cabello carapinho,
muito ladino : quem o pegar leve ao mesmo sillo
ou na ra do Imperador n. 83, que ser recom-
pensado.


P

20
.




72!
DOS PREMIOS DA iV. PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 6(3, A BENEFICIO DAS FAMILIAS-DOS VOLUNTARIOS DA PATRIA, EXTRAHIDA EM 17 DE JULUO DE 1866.
NS. PREMS. NS. PRKMS. NS. PREMS. NS. PREMS. PREMS. NS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS..NS. PREMS.,NS. PREMS NS. PREMS NS. PREMS . NS. PREMS . NS. PREMS . NS. PREMS.
10 * 230 61 375 6* 581 2004 787 204 1002 64 1182 64 1336 64 1527 64 1738 64 1939 64 2132 84 .2276 Si i 2480 6*12681 64 2852 64 13113 6, * 3344 m M567 6 4 3783 64
11 35 10^1 80 85 64 96 64 3 83 59 39 38 70 35 77 81 - 83 57 . 22 56 - 71 20 1 93
16 -L 38 6* 93 86 97 4 ^_ 84 3 53 43 77 36 79 4 93 58 28 - 88 - 77 | | 97
M n 44 lO* 94 87 1004 99 __ 6 MM 88 65 56 204 44 5004 84 43 104 83 '85 93 67 32 67 . 86 - 3812
34 47 10* 95 88 64 801 8 _ 93 69 89 64 82 6* 83 44 64 83 97 1004 E 96 204 71 43 71 - 91 - 18
40 49 6* 401 602 8 11 97 71 60 59 86 45 88 2500 64 12709 64 76 81 -80 - 94 - 20
41 54 3 6 it" 13 12 --- 1202 _ 73 66 60 89 47 96 3 -i II 79 52 - 81 - 96 - 25 m
42 58 -15 8 15 104 15 --- 3 10* 76 67 62 92 48 2300 4 29 89 54 87 -3600 4 3 5 7 . 31 '
81 66 17 9 19 64 18 5 64 79 71 71 95 ao* 50 3 5 30 2915 404 56 91 36
56 59 69 73 ln 21 22 a__ 13 14 30 31 23 33 10* 6 15 z 88 89 I 78 76 83 85 98 2002 64 51 53 8 9 104 6* 10 12 31 34 21 23 64 59 97 99 40, , 37 41 10* *
60 7o 29 17 36 104 34 64 17 92 81. 104 90 12 84 10 16 35 25 63 j 3406 13 18 .19 22 1 42
64 77 10* 31 20* 18 204 .37 64 33 19 99 "82 64 91 19 59 12 10* 17 H 39 27 64 - 17 1C 46
73 i 82 6* 42 * 19 -64 38 36 23 , 1400 87 95 ""M _ 61 _k 14 * 39 40 40* 6* 38 73 47
*~ 74 20* M 33 , 22 . 40 42 26 _ 8 88 99 6:0004 25 62 16 42 _ 46 37 77 J. 20 42 48
76 b* 91 34 ...84 46 43- 27 __ 18 90 1801 6* 26 64 18 _ 55 49 47 80 81
80 93 W * 30 *** 49 44 29 404 19 91 3 30 _ '36 - 40 _ 57 52 48 _ 81 ; 27 41 34 36 43 55 64 65 77 80-81 83 88 92 3701 7 10 21 47 31 34 35 39 49 51 34
81 9. 49 45 -~ 51 47 30 64 20 1605 100* 9 33 67 23 62 10* '57 __ 51 _ 83 '49 64 .^p,.
82 # 42 v 46 56 49 1004 31 22 6 6* 13 34 _ 69 36 _ 64 6* 58 .^j^ 58 40* 88 y 32 37 _
83 aei _^ i* 4 49 404 69 52 64 33 24 104 7 18 43 78 48 68 59 asa 39 6* 89 204 33 40* 6* 10* 6* 58
85 8 __ 85 '.80 64 78 62 41 _ 30. 64 16 20 _ 44 _. 76 55 20* 69 60 ^,_ 60 91 3*05 64 35 ' 59 _
87 r? ii 40* 57 -* 33 80 '64 43 34 19 26 45 _ 80 56 6* 74 65 aaa 64 __ 88 61 ,
89 "- 12 6 58 57 84 67 45 35 20 28 53 85 ~" 64 10* 76 ' 71 __ 67 8 . ' 64 10* 6* 63 . .
93 asas 13 20* 59 *5 86 71 46 __ 36 10* 21 30 51 92 : ' 69 6* 79 72 Jb 72 14 AS. 64 67 ,
,~* 97 16 6*> 65 j^-g .70 91 73 204 54 hw 39 64 -34 36 58 _ 97 70 84 , '77 74" ' 20 . 70 68 10* 6*
9S aSM 17 69 J78 92 74 64 65 --- 51 36 to* 39 01 _ SIGO . 86 85 81 75 U r- '71 69
/ 103 * 20# 20 10 71 179 93 76 69 *4 ~ 44 6* 43 62 8 _ 90 88 85 84 10* 42 78 75
4 6* 25 6*. 73 82 ' 97 80 ' 72 59 46 53 104 63 9 .--- 91 94 86 91 6* 44 ! 80 76
6 2 76 . 84 98 86 73 62 48 1 68 64 66 10 92 96 __ 67 92 48 81 79
7 29 78 86 900 91 _ 76 64 61 67 68 14 10* 96 2603 88 93 52 10* 82 ..;. 81 ^m
22 31 10* 79 89 t 92 77 69 58 69 71 16 6* 97 10* 8 93 96 104 58 6* 88 88 __
23 32 64 80 92 9 97 78 70 60 71 73 19 Of l**02 '* 12 ^ 94 3016 6* ' 80 98 89 ja^gl
32 33 91 1)3 11 1102 ^_ 79 73 62 10* 74 76 21 * ' 4 22 . 90 40 88 , .] 96 40* 6* 3900 8 10
45 34 504 M 702 ^ 16 3 ^^ 91 78 64 * 1 83 '78 23 9 __ 24 _ 2801 __ * 98 ~ 97
* 50 35 8 -_ 3 MB 25 7 10* 92 81 1:200* 70 83 79 28 19 _ 26 2d* 2 safa 29 ,_ 97 99 U.
63 . 38 U| 42 --- . 9 __ 37 "~~ ao 6* 94 82 * '71 89 84 26 20 _ 32 6* 4 i .38 _ 98 20* 3806 7 8 18 10 _ 41 aa
64 43 ' 14 --- 115 --- 53 36 96 84 73 94 90 ~- 29 32 'foo* 39 U ^^ 39 ... 3300 104 28
4 65 45 BdaajBj, 22 --- >18 60 43 _ 98 87 74 '204 98 *-* 96 29* 35 41 6* 4t 16 _ 44 4 6* ** 1 ^ 27 41
66 46 10* 24 26 61 47 _ 1303 _~ 90 73 6* 1904 ._. 97 * 36 __ 42 10* 42 _ 17 '^^ qfe ,,. - 3 J
75 * 1 50 27 30 r 65 Jt. M 8 . _ n 76 20 _. 98 w 39 _ 45 6* 45 19 i^ 87 7 __ .' 44
86 51 30 36 66 54 104 10 - 1800 10* 87 .11 2100 * 40 47 46 - 23 , r 68 10* 12 10* 44 81 46 .*.
89 51 38 38 - 76 SI 39 -6* n 2 64 90 23 y 4 . 41 '50 _ 80 M 25 V 2 6* , 16 6* 43 91 _ 33 '**" 48 " H 61 12 i - 4 98 28 ' 7 30 51 54 28 20 37 <*m 55 10* 85 ' "^
93 _i 8 49 .... 55 87 .63- .-- 13 6 99 31 20* 11 52 < 54 _ 56 ._ 33 40* '88 _ 15 38 ^. 58 * 1 61 * >*M
94 6! 51 10* :65 88 73 18 _ 7 _ 1703 __ 32 6* 14 57 ^ 50 __ 67 __ "34 ''* i(88 ^_ 17 40* 45 _ 60 62 - ~m.
. 97 62 10* Si 104 '67 90 92 7 i -T 22 _ 8 yM 7 __ 42 13 _ 64 _ 57 _ 69 10* '36 99 _/1 36 * 44 61 63 >
< 203 6 i 4 6* 77 77 _ '32 --- 9 _ 12 ... 43 a^t. 18 10* 65 ... 62 70 6* '.89 -M- 90 -- 38 45 65 68 ..
10 70 63 7J 95 79 45 _ 12 _ 13 _ 43 _ 20 6* 69 ~ 67 74 42 r-\ 103 39 50 _!. 67 __ 79 *
A 18 72 78 83 97 -~ .80 204 48 14 _ 28 ^ 50 _ 23 70 74 78 44 - 9 41 34 _ 71 .. 89 _
28 74 '* 80 184 1000 81 64 30 15 34 56 27 72 - 73 79 49 1 11 42 "~ 60 73 97



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j> '*--
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Diarto m rtrrnnmtmo
--------*"- ~~ :
uaria fefra tS tfio e f800.
LITTERATRA.
nastias, cojos direilos s5o muitas vezes (clusio qqe se deve rar do ensioo do di-
problema ticos, podessem reprimir todas as' vino Mestre. S. Jo5o Chryspstomo cooclue
discfifsdes tendentes t abalar estes direilos desse ensinO, que a Egreja nao pode usar
e todas as tentabas em favor de dynastias da espada para, reprimir os heredes. To-
rvaes ; assim como que tod*s as difieren-; daria, de nenhum modo approva este snc-
StoTZ mriTb.tifm^ **** tes formas sociaes podessem obter proiee lo (helor a tolerancia, qo deixasse a ver-
ijitho!ca cons'teverttnt, et n vtteri Vul- cao contra as aggress5es dos partidistas das dadosem defeza cnica os ataques do erro
As Biblias falsifica las
Si qms autem libros ims uUt'gros aun
cjntempserit, anaihema sil (Conc. Tri
ilent., sesso 4.*)
(Continuacjio.)
XXII
A INQUlSICiO.
XUI
repblica impor
da monarchia ; ao passo que s a Egreja
nao podesse reclamar um egual apoio no seio
' dos povos, que unnime e livremente toma-J
rara a auctoridade da mesma Egreja ^.or
base da sua constituido I
! Para sustentar esta trese sena raister
permillido fazer um appelto i reflexio, ao patrio- podendo, decretar-se a serlo de medidas que ossa
Usmo, ao bom snso de lodos os que no Brasil es- proposia encerra, eoatrarlas aos direilos e nteres-
to oo caso de tomar parte na discussao das med- ses do banco 4o Brasil, sera cooiraetter-se a mais
das reclamadas para satisfazer a to grandes quo' clamorosa injustige, Sera violar-fe tois orna vez a
argentes necessidade?. f dos contratos em referencia a esse estabeleci-
Em circamsttoeias Uo criticas, en occasiio to ment, creado eom capittes particulares, reunidos
solemne, mal cabidas me parecer essas recriml- en> 'rlade de condigfles expressas, amparadas por
nagSes acre, qoanlo por ventara inmerecidas, em o le e coetrato bilateral solemne, legitimo e
soa mxima parte, de que dao testemunbo varios j formal, cujas estipulares nao podem ser alteradas
coamunicados que se leem as folhas diarias da por orna s das partes contratantes, sem se ealcar
capital do imperio.
A intervengo do mao elemento das recrimina-
V-so por ah que todas as sociedades" po- provar> que a auctoridade da Egreja in-
dem estabelecer penas contra os infractores capaz de servir de fundamento a urna cons-
de suas leis ; s a Egreja catbolica que tUuQno soc:a) Mag como provar esle ab.
deve reconhecer a liberdade do se atacar a surdo ? g^ ajm djst0j msler COndem.
sua douctrina Desenvolvamos esta ponto. nar todas as naQ5es que M g|oriara de pra.
A Egreja nao pode reconhecer a liberda- ticar 0 mais |argamenle p0ssvel a liberdade
pedeatacaradouctrina.semtrahirosdire- dcscu)t0S) poig que lodas se reservam 0
tos da consciencia cuja guarda e. Nao pode, dreUo de exceptuar desta liberdade os dog.
p-rque seria cmproraetter o interesse su- mas 0Q as pralicaSj que ,hes parecem con.
premo da sociedade, de que e protectora; trarias r>8 nlereises sociaes. A IrjgIaler.
n5o pode, porque sena desmentir-se a si e ra n3o tolera a vi()|ag3o do repoaso do do-
ao seu divino fundador ; nao pode, porque. ming0 a Fran?a n3o toiera por egoal que
seria reconhecer que o erro.e a verdade s5u os seus subditos pratiquem a polygamia, os
coisas infferentes; nao pode, porque seriai Estados-Unidos, n5o obstante a Ilimitada
por o ideal da ordem na legasagao da des-' tolerancia escripia na sua constituido, aea-
ordem, n'uaa estado de coisas em quo as Dam de dec|arar guerra aos MormBes de
trevas do abysmo teem plena liberdade de rj,anj com 0 gm de 03 compeiiir a modifi-
vir collocar-se enlre a intelligencia e a luz do
Co ; em que, n'ama palavra, o veneno do
erro, refinado com todas as condieces da
paixao, vem offerecer-se a todos os appeli-
tes em luga/ do pao dajverdade. Nao ; a
Egreja nao pode reconhecer esse ideal. Quer
a liberdade das almas, e d*ahi vena ore-,
pellir com todas as torcas a liberdade de,
escravisa-las.
car sua moral religiosa.
XV
Assim nao se pode recusar Egreja o
direito de escudar com a sua proteccao cer-
tas verdades, qae ella julga necessarias sua
dignidade ou ao seu repouso. N5o preci-
sa muito esfurco para justificar o procedi-
' ment passado da Egreja, visto como si na
meia edad*ella reclamava o apoio do poder,
Logo, quando a sociedade moderna, des porque 0 poder era christ5o. Fundado
vairadapor sophismas de scalos, confunde ^ ^ neua encontrava o seu mais firme
coisas qae differem tanto entre si, quanto o i snstentaculo, era justo que, em retribuiclo
da da noite, a Egreja obrigada a proce- jlhe prestasse tambem o seu. Ento aso-
der, em relaco sociedade, como procede I ciedade nlera era christa, como eram
urna miem relacao um filho, que se des- cijristos todos os individuos que a compu-
vaira; constrangida a combater o seu erro, nhanii Jesas Christ0 reinava por sua Egre.
ainda com o perigo de desagradar-lhe, e de | ja sobre ^ almas wmo sobre os povos qae
repellir, em nome da verdadeira liberdade
de consciencia, a liberdade do erro, que que-
rem acobertar com aquelle nome.
Nao nos venham dizer que, si a Egreja
recusa reconhecer, como principio, a liber-
dade de consciencia, min:stra aruas contra
admira, portante, que auctoridade de suas
leis fosse publicamente reconhecida, e que
o corpo social nao tolerasse nenhum ataque
contra a sua divina realeza ?
N5o acontece o mesmo em urna socie-
dade constituida fora da Egreja, e cujas
si mesma, e justifica todas as perseguigaes, i mernbros, em proporcao mais ou menos con-
que tem soffrido da parte dos poderes m- sderavel, professam dpuctrinas contrarias
neis ou herticos. Para que esta objeceo as suas, Em semelhante estado de coisas,
tivesse lugar, seria mister urna de duas coisu*: poder ser para a Egreja n3o ^ uma neces.
ou estabekcer como principio que a verdade ida Je> sen3o tambem urn dever> 0 conten-
nao tem mais direilos que o erro adheifh lar.se com uma aberdade que, sem injusti-
das intelligen ias. ou demonstrar que de ^ lhe n5 sera recusadai
calumnia que n5o se recusa ao ultimo dos
cidadaos !
S. Thomaz apoiado em S. Agostinho, rae-
ga qoe se possa deduzir do texto do Evatt-
gelho, que toda repressSo material seja pro-
hibida, pois que o perigo de comprometter
os interesses nao existe sempre ; mas esta
mesma razSo em que elle basea a legitimi-
dade da repressSo das heresias, em certos
estados da sociedade, moslra bastante qae,
conforme o eeu pensar, tolerancia destes
me.*mes erros, ao menos em uma certa pro-
porc3o, seria auctorisada pelo mesmo Evan-
gelho, as eondicSes que Jess Christo nos
descreveu sob a imagem do campo seraeado
de joio.
XVI
A imparcialidade uma das primeiras
condiooes da historia. A boa f e a cons-
ciensia s5o-lhe tambem requisitos essen-
ciaes. De boa f/pde o historiador ser
menos exacto ; mas nao pode ser parcial,
em. boa consciencia.
Neste ultimo escolho ho tropecado mui-
tos historiadores, no que respeita a inquisi-
C3o. Talvez no ampio dominio dos factos
sociaes nenhum tenha produzido maiores
aberra?5es. Nesse eclypse sangrento da ra-
zio humana,- depararam os inimigos da
Egreja catbolica um thema inexgotavel de
calumnias e criminacoes contra o papado,
centro tenebroso d'onde partiram os raios
jque accenderam todas as fogueras da in-
quisicSo t
No seu odio convulso e febril contra a
Egreja, nao a viram nanea, atravs dos va-
pores do sangue, a chorar dia e noite, de
face velada,Ios dilirios de uma piedade ce-
ga, qae assim desmenta a lei divina da mi-
sericordia e da tolerania I Aos olhos de tao
injustos inimigos, a Egreja tripudiava frene-
tica de alegra diante dos espectculos hor-
riveis dos autos de f, e de seus labios tr-
mulos de colera contra a humanidade frgil,
com que se Ihes afigurava escaparem de
continuo etes versos de Corneille:
aos p? todas as formulas garantidoras dos d.irel-
tos individuaes; o que, acreditem-me os legislado-
'efc's pessoaes", que a ninguem.conveoce, antis mais res d B8. m palz algum do mundo se pode
larga brecba abre entre as oprai5es divergentes, s pracar Impunemente, isio sem que se lhe sigam
me parece calculada para perturbar-a calma e re- funestos coosequencias.
flectida modiacao que cumpre conlribuam com todo A proposta do nobre ministro, pols, ainda qnan-
o seu contingente para o estudo que deve preceder do fosse olll, seria insuslentavel e Inaceitavel, pelo
arbitrio que encerra; desbragadamente, porm, as
medidas em si mesmo sao ainda em cima preju
diciaes aos interesses geraes do paiz, alm de of-
feuderem os direilos adquiridos do banco do Bra-
sil, e por forma alguma alcan^am o fim que S.
Exc. tem em vista, como procurarei succintamente
demonstrar.
O art. 1.* da proposta cootm, verdade, uma
sjosico nei
o emprestimo sem jaros, que
Ibe loi imposto era uma poca de allucinacjlo,
i discussSo e decretsgao de medidas apropriadas
uma situagao tao embarazosa ; e por isso, ouso lem.
brar a conveniencia de afasiarmo-nos desse cami-.
abo, que nao pode conducir ao desojado fim de es-
clarecer as idea; que se grupam em temo de to
importantes materias.
A mea ver, a respoostbilidsde do mo estar ft*
nanceiro que nos rodeia nio pertenee s institu-,.
. ^ ... .,__... .' noa disposicao, ama disuosicao necessar a : pagar
?5es de crdito senao em sscala mu.to d.miuuta ;: ao ^ J ,
e a propria exagera?ao do uso de crdito, que se |
Inculca, s parlilba essa responsabilidade em grao
. n .___. _- .. n..rfa realmente Indlspensavel, mesmo no m eresse geral
mraimo. Especialmente no que toca ao grande ., ..
. r _... ..j..M do paiz, que indirectamente perde multas veies a
banco do Brasl. a primeira e a mais poderosa ins- ,
" _. -.,. .-.a o .'importancia dos joros que poupa, peando o esta-
tituico de credHo do nosso paiz, a irreflexao e a, *~ ~ v F.
-Jbelecimento por meio dessa eondigao onerosa, e
: impedindo-o de prestar bem da riqueza publica
i os servicos que estavam sera duvida em primeira
injustl^a com que atacad> o proceder de suas ad-1.
mlnistrages sobe de ponto, desconhecendo-se mes
mo o seu deseio manifest de acertar, bem como
que tem ellas obrado sempre, em occasies diffl- "nha no pensaraento econmico que presid.o a sua
ceis, de aecOrdo com o governo do pai7, com scien- or8 saSao-
ca, paciencia e annueneia de todos os ministerios, I
pao so por acbar-se o governo representado na di-
rectora na pessoa do presidente do banco, funecio-
narlo investido de importantes atlribuiges, como
por que a todos os actos em que o estabelecimeoto)
O proprio Evangelho parece formular
com bastante clareza esta douetrina.
E' conhecida a parbola do joio e do trigo.
Um agricultor havia semeado trigo no sea
campo, mas em quanto resfolgava no somno
um inimigo se in-
troduz no mesmo campo e nelle semea a
cizania. A cizania e o trigo germinam ao
La vopeur de ce sang s'en va grostir la fouire,
Que Dieu tient dj prle te recluir en pondr.
E' calomnia que Deus muito ha de cus-
tar a perdoar!
(Continnaser-ka,)
fado a Egre.a cathol'ca nao exibe outras
piovas de sua divindade, que tambem nao
exibam as seitas creadas pe' s homens ou
cultos idoltricos. Provem-nos isto que nos
c jofessarmos vencidos. Sim, em verdade,
ero teria o direito de perseguir os chris-
tos, si lhe fosse demonstrado que a honra c
da divindade e a dig .iiade da alma humana
exigiam que elle tomasse contra o Evange-,
Iho a defeza do culto de Venus, a deu3anesnio tenpoe ambos cobrem a trra. En-
i a, e de Mercurio, o Deus ladrao ; i t3 d,zem os servos ao seohor : ~ Quere,s
ousaria sustentar tal enormi-; l iTremos vosso MmP desta hem
damninha ?Nao, Ibes responde o Senhor :
^; nao facais nada, porque pode acontecer que
querendo arrancar o joio, arranquis tam-
imudi
mas quem
dade?
Quanto aos poderes herticos, temos ain
da outra resposta.
O mesmo principio em que se apoiam
estes poderes os poein na impossibihdade
de perseguir a Egreja, sem cahirem na
mais llagrante cantradieco. E' ie feito,
asss manifest queelles n5o receberam de |
Deus nenhuma delega,ao especial para in-
bem o trigo; deixai crescer ambos at
segadura, que, quando chegar esse momen-
to, direi aos segadores: separai o joio
do trigo, e lancai o primeiro ao fogo, e o
segundo recolhei no vosso celeiro.
Quem nio vnesta parbola os differentes
rpretar autnticamente a sua lei. E pois, osudos da sociedade, a cujo seio a Egreja
oda a sua auctoridade nao lhes advem se, 9*** chamada a preencher o sua d.v.na
nao do Evangelho iniarpretado pelo juizo,18'8550 ?
particular. Mas se assim com que direi- O campo onde fot semeado o trigo repre-
to podemos prohibir ao catholico de inter-: senta a sociedade constituida christanmente,
prelar tambem o Evangelho? Acaso ser onde a douctrina da Egreja universalmen-
que a sua interpretaco nao seja to racional te reconhecida, e s por m f contestada
como a do sociniano, que ahi v a negacSo e negada. Ento ser um de ver para todos
da Tnndade, e do ariano, que descobre no; os que sao prepostos para a guarda do
mesmo Evangelho que o verbo de Deus I campo impedir que veoha o homem inimi-
pura creatura ? Como se poderia, *sem' go semear o joio, tendo por egual dever
a mais clamorosa injustica, recusar ao (a-'arrancar do campo, antes que se estendam,
tholico, que intende o Evangelho segundo a todas as hervas perniciosas,
tradiccaorecebida'.dosescriptores inspirados, | Mas s> por negligeracia dos guardas ou
a liberdad.; que se deixa aos dogmatisado-, por desgraca das circumstancias, o joio for
res que lhe alterara os ensinos, feico de ^^0 em todo 0 campo | si ahi germi-
seus caprichos ? Em virtude de que lgica inar S1 pela multid3o das relacQes sociaes
a Egr?ja constrangida a admit'ir esta e|ie eDtrelacar SQas raizes com as do trigo ;
consecuencia, desda que recusa abdicar a sj 0 err0 adquira ama existencia de tal mo-
sua misso divina ? do publica, e si de tal modo se apoia as
XIV tradices, qae se possa suppor boa f n'a-
ERRATA.
Na litteratura Biblias falsificadasbon-
tem publicada deram-se os seguintes erros:
Na t* col. linhas 29onde l-se foi
a fautora e fauctora, etc. lea-se foi a
auctora e fautora, etc.
dem a linhas 33onde l-se mais in-
dispensevellea-semais indispensavel.
dem a linhas 52onde l-sea ter mais
de uma vezlea-se a ser mais de urna
vez, etc.
dem a linhas 61onde l-se o filho e
o homemlea-se o filho do homem.
Na 2a col. a linhas 17 e 18 onle se l-
se=em favor do ca'padolea-seem favor
culpado etc. ,
dem a linhas 52 onde diz -- das opt-
nies oppostaslea-sede opinies oppos-
t3S 6tC.
dem a linhas 55 e 56 = onde l-se=os
philosophos e sectario lea-se os philo-
sophos e sectarios etc
dem a linhas 88 onde l-se=Ns leva-
remos a bofetadas este infame !a-se =
Ns levaremos a bofetadas este infante etc.
O. governo e
quelles que o defendem, ento a verdade
conserva, sem duvida todos os seus direitos;
mas ser um dever para seus defensores nio
Da questo de principio, passemos de
applicaco.
Si a Egreja nao pode reconhecer o ideal
da sociedade na liberdade, que se deixa a feze-los valer jenlo pela palavra.
todos os erros de atacar a verdade de seos q appeUo a outro qualquer genero de
ensinos, nao poder, em certas circumstan- proteccao, comprometiendo a paz da socie-
cias, tolerar essa liberdade e preferi-la mes-
mo uma proteccao compromettedora ?
Para resolver esta segunda questo, im-
porta distinguir dois estados de sociedade
mui differentes. aos quaes devem ser ap-
plicadas regras differentes. Si se trata de
ama naco no ^eio da qual a auctoridade
da Egreja reconhecida, nao s pela uni-
versalidade dos cidadaos, mas tambem pela
auctoridade social; s uma BacSo consti-
tuida christanmente, e cuja legislaco seja
apoiada oa legislado catbolica, como sea
fundamento, ninguem poder contestar que
uma tal sociedade deve repellir todos os ata-
ques dirigidos contra a Egreja, como todas
as sociedades repellem os ataques dirigidos
contra b sea principio constitutivo.
dade e ferindo as condices da natureza hu-
mana, feriria ainda mais gravemente os di-
o banco do Bra
II.
Ausente da patria, em uma poca em que o meu
paiz se tem levantado a' altura da situacio creada
pelos actos de selvajaria praticados pelo despola
qae opprime as tribus semi-barbaras que habitara
o Paraguay, nao tenho sido um s Instante indiffe-
renle aos soccessos polticos, commerciaes ou fl;
nancelros que se desenvolvem por toda a extenso
do Immeoso territorio limitado pelo ocano, desde
o Para' at ao Rio Grande. Meu fraco contingent
de apoio moral e material aos poderes pblicos,
tem sido dado, em mea nome, e nao poracas vezes
minbas ideas teem atravesaado o atlntico, em cor-
respondencias particulares, acerca de quettSes im-
portantes, sobre que se tem aberto debate no parla-
mento e na Imprensa, em presenca de to melindro-
sa aclualidade.
Tenbo-me, porm, limitado a isso at agora, por
entender que ainda nao lempo de discutir publi-
camente as nossas questdes de poltica externa, nao
podendo haver duas opinies entre brasiielros,
quando a necessidade iodeclinavel de castigar o
tvranaete do Paraguay, desde o momento em qne
este, interpondo-se de um modo imprudente e ver-
daderamente brutal, em questes superiores a sua
acanbada comprebensio, e aibeias aos interesses
do pas, qne desgracadament opprlmia, veio per-
turbar todos os clculos de uma poltica que se por
ventura erra algumas vetes em seu modo de obrar,
sempre bem intencionada, como folgo de reco-
nhecer qae tem sido a do governo do mea paiz, oo
qae toca s qnestdes do Rio da Prata.
Hoje que as necessidades Inanceiras. determina-
a bem do interesses geraes, leve de afastar-se' da
letra dos seus estatutos, precedeu autorisacao ex-
pressa do poder exeeutivo, que assim pariilbou e
assumlo a responsabilldade desses actos, bem qae
nao de todas as suas consequencias, porquanto, fo-
jo e qualquer prejuizo qae podesse resultar desses J
desvos, flcou a cargo do capital dos accionistas,
circumstancia de que parece esquecerem-se os cen-
sores do banco; sendo alias certo qne o proprio
curso (oreado, instituido pelo decreto n. 3,307 de 14
de setembro de. 1864. a favor das notas do banco
nao acarretou ao thesouro responsabilidade mate
rlal alguma, como se insioua, visto tratarse de um
estabeleolmento com o capital realizado de........
33,000:000iS>, alm do sea fando de reserva de
mais de 3,000.0001, que primeiro responde por to-
dos os prejuiros, comprebendidos mesmo os que
resullarem das transacc5es representadas pela emis-
so addicioual, contra a qual recolheu o banco ti
talos de carteira, oa bilbetes do tbesouro, emittidos
para satisfazer as grandes urgencias que o estado
da guerra elerminou.
faz-se cargo ao banco do Brasil por haver em
circumstancias gravlssimas, qae prodaziram um
pnico, acendido aos reclamos de uma situacio
amea^adora cora malor risco do eapital dos accio-
aislas I A injusta clamorosa I O governo in-
gles, em todas as crises que tem motivado um p-
nico na praga de Londres, fossera elles derivadas
de circumstancias polticas Qnanceiras, oa mera-
mente commerciaes, saspendeua carta do banco de
Inglaterra e autorisou emissSes sem limite algum,
como agora acaba de succeder ; mas nem por isso
se lembra alguem aqu de inculcar que se fez fa-
vor oa beneficio ao banco com esses actos; e nem
se arrmente com a curta duraclo desse estado
anormal, porquanto, a primeira suspeuso, moti-
vada pela guerra continental, durou vinie e qua-
tro annos I E nao baver ama paridade relativa
entre as exigencias dessa situacao e aquellos em
que nos acbamos, se certo que a guerra do Pa-
raguay uo tem j devorado perto de duzentos mil
contos 11
O exame do balanco de 31 de dezembro de 1964,
do banco do Brasil e suas caixas Qliaes, quando ja
carregava a emissao com todos os effeitos da crise
de 10 de selambro, prova evidentemente que sua
posicao nessa data era sasceptivel de emenda, que
o banco podia vollar as condiQoes normaes de sua
existencia e ao troto por ouro de suas notas em
um prazo limitadissimo. As ulteriores emisses do
banco foram, pols, determinadas exclusivamente
pelas necessidades da guerra, fossera ou nao reali-
sadas por meio de eraprestimos directos ao thesou-
ro, o que nada significa, sendo certo e iaqoestiona-
vel que a nao ter havido to copiosa emissao ad-
dicioual de notas, nao teria o thesouro encontrado
da parte da praca ou dos particulares o auxilio
qae obleve. Foi, pois, o banco, em todas as hypo-
tbeses, o instrumento que supprio as urgencias do
estado, e essa a verdadeira cansa do estado anor-
mal de sua emissao.
As difflculdades qae rodeiam o banco do Brasil,
bem como aquellas ante as quaes saccambiram
algumas casas bancarias em 1864, e sob cuja pres-
so gemem anda as que resistiram, sao devidas as
O modo, porm, porque se pretende realisar es-
se pagamento (art. 9." da proposta) importa a an-
nullacao de 20 annos de esforgo, de trabaIbo e de
sacrificios feitos pelo paiz para substituir o papel-
moeda inconversivel por um meio circuame rea-
lisavel em ooro, a' vontade do portador I Em-
quanto me nao demonstraren), a necessidade inde-
clinavel de recoarmos a esse ponto, repillo toda e
qualquer idea de emissao de papel-moeda; nao
considerando en por forma alguma na mesma ca-
tegora a nota do banco, embora temporariamente
inconversivel, porquanto essa nota esta'represen-,
lada na carteira do banco por um titulo, cuja co-
branza, em raaior ou menor prazo, retira da cir-
culacio a nota inconversivel.
O art. 2." da proposta cootm a idea de uma
violencia, de urna imposicao que nada justifica -
lamento que semelhante idea apparecesse em uma
proposta do governo do roen paiz ; foi sem duvida
uma irreflexo : o nobre ministro nao medio por
certo o alcance dessa imposigo.
Os arts. 3., 4., 3., 6., 8. e 9., decorrem dos
arts. I." e 2.', que eu rejeiiarla, substltuindo-os
por outra ordem de ideas ; pois ocioso discu-
tl-los.
O art. 7. contm a idea exorbitante de nter-
veoco e nscallsaga do governo as operacoes do
J descont de um banco, em que alias lem elle um
presidente ae sua noraeacao exclusiva I E' urna
intervengo iudebila e inconveniente: asraioes
que se opiiem a' adopcao de semelhante idea sao
todas quantas se referem ao assumpto.
O art. 10 contm a idea., de um mximo lixo e
invanavel de meio circulante, sejam quaes forem
as neeessidades e condiedes dos mercados do Bra-
sil. E' o pensamento da celebre lei bancaria de
sir Roben Peel, do auno de 1844, que lem aggra-
vado todas as crises occorridas na Inglaterra, des-
de a soa promulgado, sem poder evitar uma s 1
E' uma lei coadmnada pela experiencia, e que
preciso por a' margeno sempre, e de cada vez
qae ama crise sobrevm, seja qual for a causa
que a determine I
Na oplnio de homens expedentes e Ilustrados
deste paiz esta lei esta' mona, resta apenas dero-
ga-la pelos meios competentes. No Brasil, paiz no-
vo, alheio a todas as coodicSes que podlam tornar
exequivel semelhante idea, ella nao pode nem de-
ve ser adoptada.
E' preferivel um mel circulante baseado em
especies metallicas, porm susceptivel de expan-
sao, segando as necessidades da permutago de
valores.
N3o me permittindo minbas convicc.5es, funda-
das em longa experiencia e meditacao, abracar as
ideas do nobre ministro da fazenda, enmpre-me
O raartchal d'Hesie tem 73 anaos, magro e
gil.
A sua carreira milita; ata da balalba de Wa-
gram, a' qual assistlo oa Made'de 17 annos.
Foi ele quo decidi a victoria dos austracos so-
bre os piemontezes em 1848, pelo movtrnento es-
tratgico de Veroni, e tomou urna parte mui acti-
va na balalba de Novara.
Os italianos o considerara como nm inimigo mui
serio, e que ibe dar' agua pela barba.
O principe de Schwarizemberg alto, bem feito,
forte e vigoroso, apesar dos seas 72 annos.
Em 1848 commandava urna divlsao de cavalla-
ria na Italia; distinguio-se na batalba de Comorn
na Hungra, impedlndo coro a soa diviso os insur-
gentes de cabir sobre a margem direita do Danu-
bio.
Na batalha de Magenta commaodava o 3* corpo
de exercito, com o qual cobrio a retirada dos aus-
tracos.
Em Sulfsriuo eslava na ala esqoerda contra
Niel.
E' um dos mais brflbantes offlciaes do exercito
austraco, e de mais a mais escriplor.
Benedeck nao tem seno 58 annos.
Coronel em 1848, tomou parte na campanba
contra os piemontezes, distingaie-se mais urde em
Comorn.
Em 1859, com manda va o 8* corpo em San Mar-
tino.
Depois da morte de Radetzski o primeiro ho-
mem de guerra da Austria.
A vida do conde Ciam Gallas tem sido mallo ac-
tiva, elle tem tomado parte em todas as guerras da
Austria desde 1848.
Na Hungra entretanto nao pode vencer o velbo
general Bem seno com o soccorro dos russos.
Hoje commanda em Praga o primeiro corpo do
exercito austraco.
Notemos ainda o general Gablentz qae commaa-
dava os austracos na guerra da Dinamarca, e o
general Ramming a qnem a Austria devedora oa
campanba da Hungria, da victoria obtida em Te-
meswar.
O ultimo do mez I
Sabe alguem o qae o ultimo do mez ?
E' ama declaragio de guerra feita por ama po-
tencia forte a ama naco pobre e desarmada I
E' om invern rigoroso a dar cabo das semea-
teiras I
E' orna peste a devastar todo I
Fim do mez I purgatorio, inferno, cadafalsc, o
diabo I
Mas por qne voss grita contra o (i en do mez ?
pergonta-me o proprielario da nunha babitacio ?
Por sua causa, qae nao me deixa a porta,
emquanto lhe nao pago o alnguel desta casa I
Ah 1 diz o bruto, encolbendo os hombros 1
E destas perguntas e destas respostas o que se
oove em boca de laberneiros, logistas, sapateirost
alfalates e lodos quanlos vivem do qae nos impa-
gem.. para nos ajudar a vi ver.
Ultimo do mez I Palavras que sdam roacas e
ameagadoras como ama trovoada I
E' certo que ueste da recebe-se o pallido e es-
qaalido ordenado; mas, Santo Dens, os credores l
quem pode aturar os credores no fim de mez ? t
Ao annunciar a folbinba esse dia fatal, qual ban-
do de maribondos, sahem os credores aociados, es-
baloridos, velozes como locomotivas, famintos como
cachorros atraz do pobre devedor, e ai delle I
O ultimo do mez um martyrio 1
Do dia 5 a 25 o devedor vive orna vida entre o
pacifico e o sobresaltado ; dos das 1 a 5 e de 25 a
31 nao vive, anda moribunlo; a soa. alma, seu
corpo, seus baveree esta tu lo sob a vigilancia dos
credores !
Credores 1 raio para qae nao ba condutor; chu-
va que indo alaga ; pesie que ludo assola ; guerra
exterminadora 1
O credor um cao de fila :fareja at ao infi-
nito.
No ultimo do mez o devedor sizudoadoece, vai
para o campo tomar ares : a familia, os fmulos
ninguem sabe delle, mas o credor, o credor 1 lar-
ga-secomo uma lebre e la vai descobri-lo, esteja
elle embora no fundo de um vallo, ou no piocaro
de um roebedo I
Ah I credores, credores I Triste cousa os para,
apresentar em substiiuigo as minbas proprias, o I guayos nao lhes d(iv:rem. seno tinham j dado
que fago, embora com muito acanhamento, ta-
manha distancia, porm, sem poder sustenta-las,
quano impugnadas, e quando provavelmente o
corpo legislativo tera' j votado o que em su* sa-
bedoria entender convir melhor a* situago ; ne-
nhuma ulilidade pratica pode resultar para o meu
paiz de apresentar en as ideas que a respeito nu-
tro, convenientemente formuladas. Direi, todava,
o que pens em geral, sobre a materia de qie
me oceupo. A meu ver, a lei deveria ter em
vista :
L* Annueneia e accordo dos accionistas do ban-
co do Brasil, no sentido de alterar-se as condigoes
"de existencia do banco;
2." Pagar o governo ao banco as dividas de que
circumstaocias do paiz, e nao se pode sem extre- tratamos arts. 1." e 2.* da proposta do nobre minis-
reitOS da verdade e compromeltena mais das em sua mxima parte pelo despendi fabuloso
que a guerra aearrelon-nos. trazem ao domini i do
perigosemente seus interesses.
N5o de propria auctoridade qae assim
oterojalamos a palavra evanglica. Deve-
nios esta interpretaco aos doutores mais
auctorisados, como S. Jo3o Chrysostomo
S. Agoplinho eS. Thomaa. Todos tres es
to de accordo em reconhecer que, sob aquel-
la parbola oa imagem, o Salvador quiz
tracar aos ebefes das sociedades o procedi-
mento que deveriara ter na serie dos tem-
plos para com os corruptores da douctrina.
Mas nisto parece oilar-se o accordo destes
tres Ilustres doctores, visto como, encaran-
do os estados differentes da sociedade, pa-
tro, em apo.lices emittidas em Londres ao prego que
se coovencionar;
3." Marcarse nm pjazo para a conversibilidade
das notas do banco por ouro, sobre a base do du-
plo do metal existente era seus cofres, salvo aato-
risago expressa do governo em circumstancias
extraordinarias ;
4. Dar clrculago geral no imperio as notas do
banco; .
5. Suspender o troco das notas do governo
ralnda era clrculago, mediante accerdo com o nan-
eo do Brasil; substitaindo, porm, por notas de
1*000, 2*000 e 5*000 todas as de raaior quautia
qoe se acbarem emittidas at a' dala da le.
Di(-se-ha que estas raedWas nao satisfazem s
necessidades urgentes do thesouro, mas tambem
a proposta do Sr. ministro da fazenda nao se ^'{^Voni azar perpetuo,
fere a ellas, ao passo que essas necessidades sao a| A ^ ^ M fac questSo culminante da situago, sendo certo que
qaaesquer que sejam os meios facultados ao gover-
no, estando fora de qaestao na actaalldade erapres-
timos enteros, as medidas floanceiras que se ais-
cateto s podem ter execugo depois de Anda a
ma injostiga atirar a responsabilidade exclusiva
das desgragas que se deram e das que actualmen-
te nos alligem, relativamente ao valor do meio
circulante, sobre o Uto decantado uso ou mesmo
abuso de crdito. Ser alguem responsavel por ter-
mos tido successivameote quatro colheitas ms do
aosso principal producto ? O estupendo algarismo
em que foi preciso compotar os sacrificios pecunia-
rios do paiz, para defeza de sua honra e digoidade
ultrajadas, ser tambem devido aos erros des Insti-
tmedes de crdito?
Que o uso de crdito, mesmo o mais legitimo,
pode dar resalado funesto, assim como o mero nso
do capital proprio, sobrevindo circumstancias des-
favoraveis, pode conduzr ruina.desse capital, em
vez da reprodcelo que se tem em vista ao empre-
ga-lo, ninguem o pode contestar.
" E', por outro, lado Incontstavel tambem qae o
aso de crdito, mesmo o mais ousado, quando ap-
plicado em circumstancias e condigoes favoraveis,
condoz a prosperidad*.
Est, pols, bem longa de ser cansa necessarla de
ruina nso, ou mesmo o abaso do crdito, que,.------
pelo contrario, como sabido, applicado oom tino,' guerra qae sustentamos contra o Paraguay. B,
a mais poderosa alavanca da creagio da rlqoexa. I pois, a proposta do governo, alm dos grandes in-
convenientes qae encerra, nio poderia ter execa-
cabo delles num ultimo do mez 1
Para o devedor nunca os mezes deviam ter fim ;
O contrario querer acabar com elles, cousa
realmente difOcil, mas inevitaveh
O hornera supporta uma dr de denles, um aper-
to de bolas, ara fiio terrivei, a repeticSo de una
drama ruim, de>afinago de uma gaita, mas as
lamunas e as descomponendas de urn credor t
Quem pode resistir as pancadas de um malho I
E o credor um malbo de 5b arrobas I
Ah I ultimo do mei I
Quantas almas, a esta hora, curtidas de fri, tris-
tes e abatidas, nao eslo diante de algumas poucas
de dezenas de mil ris, a fazer clenlos, que se
desfazem como fumaga, por que o sapateiro imper-
tinente exige a importancia de um remont, o ta-
bernero incivel quer o pagamento de uns paios, e
a eogommadeira precisa ser satisfeita de uns fun-
dilhos que deitou as ceroulas I
Oh I nao fallemos do vencimento de uma letra
isso obra monumental; ama pyramide suspen-
sa sobre a cabega.
Pobres dos pobres I
Emquanto o credor sorri, engorda, enriquece, os
devedores chorara, afinam-se empobrecen! t
Emquanto no-ultimo do mezo devedor anda
a procura dos cantos para nao ser visto, o credor
percorre todas as pravas, todos os lagares pblicos
a caga das victimas I
O ultimo do mez ama medalba : n'ama face
Use : CREDORES 1 na outraDEVEDORES I
Ai daquelle que est contemplado na palavra
publico e ante o parlamento brasllelro propostas
do poder exeeutivo cera o fim de remediar os ma-
les qae nos affligera por esse lado, son (oreado a
manifestar publicamente o men frac* julio sobre
essas propostas, mMJtpnte parecendo-me qne da
adopcio deilas, taesqvaes foram concebidas, resul-
tarla aggravarem-se as difflculdades financeiras
eom qae latamos. Tal pelo meaos o mea hu-
milde pensar, e muito estlmarei que a discus-
sao a qoe as propostas daro logar, e ana sera'
sem davtda larga e completa, derrame sobre lio
importantes medidas a loz da razio superior qoa
Sera, na verdade, estranbo que as dy- reciam tambem differir inteiramente na con-
Pazeodo applicaco destes principios praga do
Rio de Janeiro, digo e sustento qae o banco do
Brasil e as casas banearias, que na posigio de sa-
lellites dessa grande iostitalgo de crdito abi rea-
lisaram operagdes monetarias ale 1864, prospera-
ran] era geral, e at ao anuo de 1861 viram repro-
dnzirem-se os capitaes que maoejavam (salvos os
desastres provenientes da m f de alguns devedo-
res, que infelizmente nao foram cohibidos pela ac-
gao das leis penaeej, decahindo dessa prosperldade
desde qne se dea a perturbagio econmica cima
referida, alm cas pardas individuaes acarraladas
pela desigualdade das colheitas desde 1861 al
1865.
De lado Uto ea cooclao qae nao jasto, ra-
soavel, nem .fondado pretenderse increpar ao ban-
co do Brasil e a ontras insfituigOes de crdito, por
Transcrevemos este reqoeriraento do Sr. Ulp.
Illm.Sr....
lei, o
gao desde ja', anda quando convertida em
qae aggrava o erro de soa apreseotacao.
Londres, 8 de janho de 1866.
Barao de Mau-
(Do Jornal do Commercio, do Rio.)
--*
.scTneVbe e que talvez seja tio forte que me le- necease, em que, quando muito, tlveram ama par-
" CW" ?V qlt: L. L tamil. Iho diffl- te mnima, e de qoe foram mesmo victimas expa-
te a nadar de oplotao, no que jamis tenho diffl
cuidada, desde qae vejo cora saos argumentos des-
truidos os elementos de mioha convccio.
Antes de entrar em
mnima, e de qoe
torias; e porttnto, qae os males apontades pelo
digno Sr. ministro da fazenda no preimbnlo de soa
materia seja-me, porm, proposta, teem origem nos factos qae iDdlqaei.aJo
DI PWJCO DI TIDO.
Os generaes austracos qoe esto designados pa-
ra os principaes commandos na presente guerra
sao:
O archiduque Alberto, filho do immortal princi-
pe Carlos.
O marechal Hennque d'Hesse.
Bededeck.
Schw.artzemberg.
Ctam Gallas.
Eis algons dados biographicos acerca d'estes ge-
neraes, que aa presente occasiio nio sao sem in-
teresse
Vem a vossa sensoria
D'esta trra o Promotor
Um pedido por favor
Fazer-lne sem mais demora:
Caneado de ler libellos
E de andar ene asacado,
Se nao houver nm bailado,
O Promotor vai-se embora!
E' necessario, portanto t
Quanto antes nm pagoda :
O Promotor ja' nao pede
Com taraanba insipidez:
Veja vosea sennoria
Se consegae om soire,
Mesmo nm estrete,
Por esmola n'este mes I
Paro aqu bem convencido
De qae vossa senhoria,
Amigo da mogaria,
Providencias ba de dar;
Ja' revistesta' o Salto,
Distrages nao ba na missa;
Por isso a bem da instiga
O Promotor quer dangar I....
HaN.-TYP1. DE M. F. DE F. 4 P1LH08.-1866


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