Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11015


This item is only available as the following downloads:


Full Text
4
^HHBRM^
VHMVflpMB
."*
}

ii
f

AJfflO XLIL HUMERO 159
i* otiiaf W >*
J#r quartel paga dentr d#s 10 ias d 1.* pez ....
dem depis dts 1.' lt das da carnee e dentra 4a qoartel
Parte aa carreia H-* te* --*--...........
5m
6 7ba
'M M ST


*'
QUINTA FE1R 12 DE JDLHO DE 1866
Par aun tag* deitra de la das da 1. mes. t9^aaa
Parte aa carreta aar im ana.....,....,.. Sim
KNCARREGADO DA aUBSCRIPCAO DO NORTE
Parabyba, o Sr. Antonio Alex?odrlno de Lima;
Natal, o Sr. Antonie Marques da Silva; Aracaty o
flr. A. deLemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranbo, o Sr. Joaqnim Marques Ro-
driejnes: Para, os Srs. Geraido Antonio Alves &
Filaos ;Amazonas, o Sr. JerDnymo da Costo.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas.,oSr.Franeno Tavares da Costa; Bbja,o
Sr.-fos Martins Alves: Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Iseada e estafes da Ta frrea at
Agoa Preta, todos es dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezsrros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhons, Buique, S. Bento, Bom
Conselbo. Aguas Bellas e Tacarat, as tercas
feiras. .
Pao d'Albo, Naxaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Onricury, Salgueito e Ex, as quartaa|
feiras.
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
relros, Agua Preta e Pimeniairas. as qnintas
feira.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e qnintas.
Relaco: tercas e sbados s 10 horas.
t'azenda : qnintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as i i horas.
Dito de orphaos:
-------
tercas e textos s 10 horas.
------------------------------------------
Primeira Tara do civel: tercas sextas ao meto
a.
Segunda vara do civel: qaartas a sabbades a 1
hora da tarde.
' EPHEMERIDES DO MEZ DE ILHO.

5 Qoerto ming. as M b., *4 m. e 22 s. da m.
12 Lna nova as 3 h., 15 m. e 53 s. da m.
laftMrto cresc. a 1 a. t4 m. e 41 s. da t.
27 ka ebeia a 1 h., 53 m. e 41 s. da m.'
DAS da semana.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEROS.
9. Segunda. Ss. Cyrilo e Bricio bb.j. S. Analolia.' Para o snl at Alagoas a 14 e 36; para o norte
at a Granja-a 7 e 22 de cada mez; para Pernaa-
do nos dias 14 ios mezes de Janeiro, raarco> mato
joibo, setembro e aovetnbro.
10. Ter?a. S. Silvano m.; S. Hianor b.
M. Qoarta. S. Sabino m.; S. Abundio m.
12. Quinta. S. Joo Gualberto at>; S. Jasoo.
13. Sexta. S. Anacleto p.; s. Jel e Esdras prof.
14. Sabbado. Ss. Flora e Justa mm.
15. Domingo; S. Canillo de Lelis fundador.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 horas e 42 m. da tarde.
Segunda as 4 horas e 6 minntos da manhaa.
w
ASSIGNA-SE
no Recite, na livraria da praca da Independencia
ns. 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de Paria
& Filbo.
PARTE OFFICIAL
MIANDO DAS ARMAS.
Quarlel de conloando das armas 4e Pernambuco
a' casta de suas rends actnaes, e das pensoes e
relrlbuicoes dos alienados nao indigentes. No ca-
so de dficit, sera' este snppndo pelo governo.
Art. 7*. O estabelecimento Acara' safe a inspee-
Co immediato do ministro do interior. O directo
no execativo aatorisa-o a nomear todos os empre-
gados e a fazer os regulamentos, que julgar otees*
sario para a boa organisaco do servico e rgimen
interno do hospicio.
Art. 8. A seccao do ediflcio destinada- ao trata-
00-
e as otarias, qne paga o ministerio da guerra
brem as despezar do estabeleclmento.
Os poofiootetw, qae se enravam. podiam aoU-
raente flear na asa, se quizessem, cpmo penaio-
oisias livres.
Sojeitavara-se ao mesmo regalaraenta e "
viam no meio dos alienados: podiam passeiar, po-
rm, fora do estabeleclmento sera a companhia dos
enferraeiros.
Hoje nao existera os pensionistas livres. A ad-
a cidadedo Recife, 11 de julhe de 1866.
ORDEM DO DA N. 247.
O jenente-corooel commandanle das armas in-' m9nt0 das molestias ordinarias, de que possam ser ministrado do hospicio enlendeu que devia acaoar
lerino faz publico para conheciinento da guarn- ; affeciados os habtenles pobres do bairro de Cha-1 cora esta anomala a' -
rao e devido affeito, qu esegundo conston de ofn- renion, continuara' a fraccionar pela raesraa Cor
ma, mas sob a administracao geral do estabelecl-
mento.
O decreto, qae acabamos de traoscrever, deixa
ci da vice-presidenca datado de bontem, foi pelo
ministerio da uerr* em aviso de 27 de junho ul-
timo declarado, que o omecimento de etapa e
forragem no semestre corrente devia ser regula-: C|aratnente ver qae ja' n'aqnella
da pela"tobltodo semestre prximo fiado, isto
360 res diarios para a etape e 650 rets para a
O mesmo tenente-coronel eommandante das ar-
mas Interino, tem a satlsfacio de dar publicidade
ao oolcio abaixo transcripto qae pela referida vi-
ce-presidencia Ihe fol ante-bontem expedido com
respeito ao comportamento da forja que acompa-
nhou o Sr. Dr. ebefe de polica para o interior da
provincia, e que se recomen a e.ta capital no oa
4 do corrente. _, _
1- seccao. Palacio do governo de Pernambuco,
em 9 de iulho de 1866.
Illm Sr. CommuDicando-me o Dr. chele de
polica em offlcio n. 854, de 7 do corrente, que
de um principio de reforma, que
pode reallsar-se quarento anuos depois.
poca tratava-se
infelizmente s
visto dos amitos incoaveaien
tes, que resoluvam para a boa ordem e disciplina
do estabelecimento.
A seccao dos doentes immandos charaou-nos
por algara tempo a nossa attencao. Se na maior
parle dos asylos de alienados encontramos estes
doentes em condiedes bem desfavoraveis, em Cha-
renton observamos o contrario. Havia aceto, quer
indlspeosavel, a convivencia com outros
em ama rnesma casa, possa todava pro-
ama influencia desagradavel.
litersos corno do edi6cio. que conslituem o
Ucimento, estao situados no declive de urna
e constara somente do pavimento terreo e
_imeiro andar, o que de toda a utilidade
para d sea destino especial. Separados uos dos
l'm Individuo por nome Francisco Jannarlo]
Tenorio, mudo e surdo desde a infancia, e traba
Inador na loja de calcado a ra larga do Rosarlo,
pertencente ao Sr. Thiago, onde se ocenpa em cas-1
rar por machina, lendo sabido de casa bontem s
i O horas da tarde, aOra de reparar os estragos que j
om accidente no trabalho causara as agulbas'
d'aquella machina, at o presente nao voltou.
Um outro decreto ordenoo que o Hotel-Ditu nao as salas, quer nos alienados. Este resaltado
recebesse mais loacos, e qae todos qae all fossem I obtemse aili por um meio muiio simples, qae con-
ter se recolbessem em Charenton
Os bens da casa de Charenton, qae baviam sido
confiscados, foram-lhe restituidos, a principio pro-
visoriamente e raals urde de nma maneira defini-
tiva pela lei de 9 de setembro de 1807.
Sob a administracao do Sr. de Coalmier o esta-
belecimento tomn um desenvolvimento rpido. A
noticia de na reconstitnicao, a mudanza dos alie-
nados at entao existentes nos dous hospicios Pe-
siste em fazer aos alienados o qae geralmeole se
praliea com as criancas : os enfermeiros tratam
de prevenir-Ibes as necessidades.
A experiencia feito a este respeito ara. Charen-
ton deve chamar seriamente a atteoco dos w**:
tores de ontros estabelecimontos. Nao e para des
prezar um exemplo, que tem apresentado et me-
Ibores resultados sob o poato vista da saude dos
doentes, que, como ja' dissenm, era outros asylos
vivera em condi^oes deplorabais,
Existe em Franca um certe aamero de asUba-
lecimentos geraes de benefioeajaHi a. otilidade pu-
blica, entre os qaaes estao cdbipados, alera da
outros por liados jardins, offerecera ama elegante i Sua ausencia ha prodnzido grande vexame a fa-
simplicidade e preenchem todas as condicSas dse- milia, pois o tem infructuosamente procurado era
javeis. Era coosequencia da sua disposico a vi- todas aa estacSes policiaca e reconcavos da c\]
gilaaeia tornase fcil e as devisSes sao por tal mo-, dade.
do di Saetas, qae seus habitantes podera julgar-se c Trajava sobrecasaco de panno preto, chapeo
sos no affabtjlecirnento. Era cada urna deltas ha de palha branca e com famo, cllete de easeraira
urna sato, onde os doenles, qaando fatigados do ira- cinsenta, alna branca e relogio pendente por um
balhoTfSdm jogar, applicar-se msica, conver-. cordel preto.
sar, reagindo nos sobre os ontros por estes selos,! Esse individuo nunca pernoutou fra de casa,
' que sao de maior conveniencia. Estos satos sao o que anda mais augmenta a affliccao dos seas
Kde grande utilidade as noites de invern e nos ; parentes, qae residem roa da ConceiQao na Boa-
^ias aa que impossivel Psseiar joaJartias. Ha
um bitaar constantmeote a disp^aJctinjJwntes,
e um outro reservado para os couvai)JtMaflI a as
mais traoqniUos. .^
Aa salaa de bachos too importantes em nma ca-
sa de alienados merecer particular attenjao. De
tites-Maisons e Hotel-Dieu, e a chegada de outros
, ramios reraettidos dos departamentos, elevaram por
regressaram para esta capital, nao s o lente- la( {orma 0 numero e peosionistas, que foi neces-
coronel reformado do exercito Jos Antonio Pinto sari0 aogmemar 0 edificio, estabelecendo se ao .
e a Metes de cavallaria Joaqnim Velloso da sil-, mesmo -ama sec-Jo para as maiheres, qae nao casa de Charenton, o hospicio da veira, qae desempenharam sempre de maneira eram admiltidas no tempo dos religiosos de carl-ia- para os egos de todas as idades, a '-^.a0 a
digna as deligencias importantes e arriscadas de de- To(los esse3 .rat>a|hos porm, foram, cheios! menimos cgos, a dos snrdos mudos e Vi
que foram incumbidos no centro da provincia, de deleites, visto que nessa poca nao se conhecia Bordeaox, e o hospicio do Monte
seis, que existen) no estabeleeiraento, duas Sao ex-
etastramente destinadas par* os tarbuleotos e fu-
riosos.
Aa jaoellas nao tem barras nem eradas de ferro,
aflm e evitar as desconfiangas dos doentes. Os
directores proeararam, Unto na constrnegio, como
na administracao interior da casa, evitar lado o
qae podesse fazer saaaeiaa a idea de ara estbala--
cimento publico. .e~M
Os doentes gosm d toat a.liberdade compa-
vel com a sna segnrancr s v em contacto cora elles. Os os brandos formara
a base do regalaramento da casa. '
O parque de toda a vartaram,para os aliena-
dos. Tem qaarenta hectares de extensao, agua em
Vista n. 33.
Do povoado da Jareraa escrevem nos o se-
gninte :.
Quando o Dr. Pindabyba, digno ebefe de po-
lica desta provincia, se dirigi ao noaso serlo,
atirn d'abi plantar o imperio da lei, estove com
oosco ato de S. Thom; e quando de volta de
to ardua torefa, aqai ebegoa no da de S. Pedro;
foi com om apostlo e voltou com outro,
Ao Sr. desembargador Motta :
A appellacao civel.
Appellante, Manoel Vicente Tafires; apperlado,
Leandro Per eir Barbosa.
Do Sr. desembargador Almeida e Albnquerque
ao Sr. desembargador Molto :
A appellacao civel.
Appellante, o juizo; appellado, Jos Tenorio de
Albuquerque.
Appellante, Gandeneio Goncalves Chaves ; ap-
pellado, Martinbo Gomes da Silveira.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Assis :
A appellacao civel.
Appellante, D. Mana Cordeiro; appellado, Pauli-
no Manoel de Soasa Oliveira.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Demingaes da Silva4
A appellacao civel.
Appellantes e appellados juntamente, a cmara
municipal e Basilio Alvares de Miranda-Varejo.
A appellacao erime.
Appellante, o juizo; appellado, Joseseravo.
Do Sr. desembargador Domingnes da- Silva ao
Sr. desembargador Uchda Cavalcaati:
Appellantes, os recolhlraento de Olinda e Igaa-
rass; appellado o promotor de capellas.
O conicto de jurisdieco entre o merissmio tri-
- As difficaldades, transes ... ,---- ,.
supportoa na viagem, nao s demonstram a cora-: "5?0-
e at oerlgos que Danal d0 commercio e o superior tribunal da re-
'-jao.
Do Sr. desembargador Ucba Cavaioaot ao Sr.
gem e coragao magnnimo qae possne, como o,
restricto cumprimento da misso qae Ihe foi con-; desembargador Santiago,
fia.
U Fl o prisneiro ebefe, de polica desta provin-
cia qae trocoa a vida e os commodos da capital,
pelo revezos de ama longa viagem ao serto on-
de soffrva alem de grosseiro tratamento, at fro,
fome e sede.
* A provincia jamis olvidar os importantes
servicos, que acaba de receber de to illustre ma-
da Cunha
Fran-
a de
da provincia, "defectos", visto q'ue'essa poca nao se conhecia'' Bordeaox, e o hospicio do Monte fitas**;.situado
mais tambera trese pragas do corpo de guaroso, 0 lra.ament0 raCional de allenacio mental. ; no departamento dos Altos-Alpe, cujo fim prmci
e natorxe de cavallaria, qne estiveram as co-1 Em t8i4 saccedea a Coalmier o Sr. Roulhac, pal dar bospiuiidade aos viajantes .PJ*' -~ ------------ ct U(j08 por am peqae. j:.rad"'.* ^ "nosa" DariTsaDio" seus soffri-
raarcasdeGranhuos e Flores com o mesmo chele; Duraaupas. O ministro do interior pablicou entobi O decreto real de ti de feveretro de 1841 arde- f "aE-rJLJi-L g Btraao.'. ae. l lSa.,pa 8 _seDUQa?_:".l SK.
assim o declaro a V. S., para seu conhecimento, e : Qm regimeDlo, organisando os diversos servioo e non que todos os eslabelecimeutos desta oata
aflm de que louve os servicos dos referidos ofn-| as attrlbuisSes de cada ura dos empregados. O fossem administrados, sob a autoridade
ciaes e pracas. Deus goarde a V. S. Mamel mjis importante melboramenlo operado sob a ad- tro do interior e iospeccao
Clementino Carneiro da Cuuha. Sr. tenente-coro-
nel eommandante das armas interino.
CAssignado) Jos Lucas Soares Raposo da C-
mara. I
Esta" conforme. EJet>o fose Ferraz, lente
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
BIO BE ,IA\KIRO.
HOSPITAL DE AUENADOS.
A CiSA IMPERIAL DE CHARENTON.
Este hospitalero de origem real : foi fqndado
emW41 por um simples particular, SebasUio Le
Blanc. Comecou a faneciooar com sele leitos, des-
tinados aos pobres de Charenton, allectados de mo-
lestias ordinarias, e passou mais tarde a ser um
asylo da alienados.
SebastiSo Le Blanc dea aos reliposos da carina-
do da ordem de S. Joo de Deus, ama casa mobi-
liada, terrenos e mais de quairocentas libras para a
compra de outros movis, encarregaodo-os da fun-
daco de om hospital com sete cama para os pobres,
que pudessem enfermar. Fez-Ibes depois doacao
de oatras propriedades, entre as quaes bavia nraa
era Pars situada a' ra des Noyers. .
Esto hospicio cbaraou-se hospital de Nossa be-
nhora da Paz, sob coja invocado foi edificada a
sua espolia.
Os religiosos da cardade, fazendo parte de urna
ordem,-qae oceupava-se do tratamento dos loucos,
fizeram logo levanur urna casa para estes doentes
Tal foi o principio do hospicio de Charenton, cu-
jo fundador aepois de ter gasto toda a sua fortuna
em obras de beneficencia morreu no hospital da
caridade, onde tinha direito a urna sala em conse-
queuca de urna doagao, que tinha feito a este esta-
beleclmento.
O hospicio primittivo existe ainda boje, raas e
apenas urna dependencia do asylo de_ alienados.
Aos sete leitos establecidos por Sebastio Le Blanc
addicionaram-se outros tantos.
Estos qnatorze camas sao destinadas anda, se-
gundo o regulamento da casa de Charenton, aos
doentes do sexo mascolino domiciliados no barro de
Charenton.
Este estabelecimento, qae esteve cooflado aos re-
ligiosos da caridade at 1781, tomoa grandes de-
seavolvimentos. Durante todo esse lempo nao s
recebia os alienados reraettidos pelos particulares,
mas tambem os presos enviados por ordem do re.
Charenton era ao mesmo lempo casa de saude e
de reclusao. ,
Dorante a revolUQao snpprimiram-se os religio-
sos e os doentes de Charenton foram entregues a's
suas familias. ,. J
Alguns desses loucos foram recolhidos pelos re-
ligiosos refugiados era Villejulf; outros, agarrados
pela policia as raas de Pars, foram admittidos no
hospicio Petiles-Maisons e no Holel-Diea; outros fi-
nalmente toram recolhidos por algamas familias e
inteiramenle abandonados a' sua triste sorte.
Dous anaos depois o directorio exeeuHvo orde-
noo qoe o hospicio de caridade de Charenton tor-
nasse a receber novamenie os alienados.
Eis aqai o texto desse decreto, que nao deixa de
er certa importancia.
O directorio execntivo, tendoem vista o re tono
de ministro do interior, e considerando que entre
as institaicoes de caridade nao existe em branca
estabelecimento algum,onde a loucura-seja tratada
methodicamente, e de maneira a poder curar-se
radicalmente. - Considerando que nos lugares destinados o.--
tamento desta enferroidade bo grande hospicio da
buraanidade de Pars nao ha meie de memorar a
sorte dos loncos alm de qae esses lugares sao re-
clamadas para outro servico des e hospicio.
Considerando qae o edificio de Charenton, perto
de Pfris, coobecido pelo nome de casa de refugio
pro loucos, reane, pela distribuido de soas sa-
las-e qaartos bera arejados e pela extensao de seus
jardins, todas as eondicoes proprias ao tratamento
completo de macara; e desejando finalmente dar
aessa classe infeliz, e por tanto tempo abandonada,
orna prova de solicitada do governo;
Decreta o segointe :
Art. 1. O hospicio da caridade em Charenton,
perto de Pars, eonbecido pelo nome de casa de re-
de am conselbo sepe-
rior, por directores responsaveis, ajodados de aem-
roissdes consolativas. : "
O conseibo superior corapoe-se de 24 men-
bros.
Este conselho da' a sua opiaio sobre o orea-
meato e as comas de cada am dos estabeletimea-
tos; sobre os wlatorlos geraes des directores; so-
bre os projectos da construeco e reparages aos
edificios; sobre os legados e donativos e quesles
leligiosas ; sobre os regalamentos pira a adraaia-
tracao interna dos estobelecimentos, e sobre ledas
as quesiSes finalmente, acarea das qoaes for ca>
soltado pelo ministro do interior.
O conselho deve ainda apresentar ao miojatre)
&fe
raioistraQo do Sr. Daraaapas fol a coastraego de
am vasto edificio, que existe arada boje, conhecdo
pelo nome de Castello, e que pelas dimens3es e
boa dlstribaico dos quartos e dormitorios e supe-
rior s antigs construccoes.
Em 1830 o Sr. Pallny soccedea ao Sr. Doman-
pas. Seguio os bons exemplos do sen pi'fcdWOBJor
e leve a fortuna de encontrar a testa, do servico me-
dico ura hornera eminente, qne contribuio podero-
samente por soas doutrioas e seas escriptos para a
reforma do tratamento dos alienados. Sob a in-
fluencia de Esquirol, que representava os progres-
sos da sciencia e os sentimentos de humanidad*,
que o sabio alienista soube propagar, houve nma
reforma qoasi completo. tJma das mais notoves suas ideas sobre todos os melboraaeatos,
fez-se na seccao dos hoaseos, cajo edificio era' **--] jalgar susceptiveis adraiaistrac, a direeaaa
nhadissimo, mal distribuido e esmo vergonhob. moral e o rgimen interno de cada am des aaja-
Depois de um exame geral, a que procederam beleciraeBtos, e sobre a fuodaco as ontros, ajaa aa
archltectos nomeados ad hoc, o nlhlistro do interior- possam crear. r
visitou todo o estabelecimeato. Reeonheceu-se en-1 No fim oo anuo aprsenla ao ministro Migela*
to que nao s era urgente demolir toda a .seccao torio sobre a silnaco dos estabelecimeows, aba-
dos homeiw, mas tambem recoattrtrtr a eesa toda dwa ae medidas, que jolga necessartas raeeava-
sobre om plano mais apropriado aos novos prioel-1 nientes. .. a-
pios da sciencia, apesar da superioridade da seccao Para cada um dos estabelecimentos geraes ae
das mulheres. beneficencia ha urna commissao cousultativa com-
Fizeram-se os estodos pacessarioi, e acertou-se posto de qnatro membros nomeados pelo
um programo, cuja redaego foi confiada a Esqui- nistro.
rol. Levantouse a planta, e abrio-se ura crdito Esta coraraissao preenche junto oo
de 2,7:0O0 francos para a reconsiraecao da seo- j do estabeleclmento as mesmas fanecoes que
Cao dos homens, edificaco de urna capella 6 alo- conselbo superior lera a seu cargo junto do mi-
iamentos para os principaes fnneeionarios e em nistro. ._>,.s
pregados. A casa de Charenton coocorreo para O director e o encarregado da administracao
essas obras com a somma de 600,000 francos. j ipterna, e da gerencia dos bens e reodas do esta-
As novas edificares foram acabadas no fi rato.
no re,* era cujas margeos se divisam saHraelros e
loattaaorvores frondosas. O terreno t* iodo coJ-
tivaajjbtem muito arvoredo fraattfero e flores de
lotaTt^aecie, carramncbSeg.etc. Os doentes
amemxHttram todas as dislragoes ; montara a ca
vallo, aaweiam de carro, pescara, b,1W!i^m"s*
emboras pelos
diveraai jogos, segundo a saa.sitaaaaa.'peotol.
Ao aoe Sea dito devenios aj untar eae tu
mi-
director
o
melos, Ihe damos d'aqai aossos
louros e triamphos qae colbeo.
RarARTicAO da polica :
Extracto das parles do da 11 de jalho de 1866
Foram recolhidos a casa de deteooo no da 10
do andante :
A' ordem do Dr. delegado da capital, Loarenco
da Piedade para correccao.
A' ordem do sub-delegado de S. Jos, Loarenco
Calisto de Soaia, Gspar Claudino de Fraoga, Jbs
As apppellacdes crimes.
Appellante, o juizo; appellado, Bloy
Barbosa.
Appellante, o juizo; appellado, AoreMaao
cisoo Cavalcanti Oliveira.
Appellante, Manoel Joaquira de Saat'Anna ; ap-
i pellada, a jastlca-
Appellacao civel.
Appellante, Bento Francisco de Maeedo ; appel-
lado, Francisco Fernandes Benivides.
A 1 hora da Urde encerroo-se a sesso.
a
As 10 horas da manba,
SrdTAImelda a1Sr depaudos Rosa, C Alcoforado, Basto e
correccao.
A' ordem do
da Capuhg,
Marcellino Esteves
ama au-
tores de Vanves edieaas-se cora o mator cotdado
no tratamento moral de seos doentes, e praenram
ncutaHhes o amoRiela religioso, ine *imm*-
gara os meios mais preciosos, qta darem actaar ao
raesrao tempo e de orna -madW WWgica sobre o
esplro e sobre o cerebro. Qaantor aos maros de yma, por ha ver feito contases em
Bbarmaceulico?, elles sao raas vezes empregados,' |ner#
Vas aao inteiramente abandonados. 'J A*-ordem do do Peres, Antonio Francisco de
A ontriejao Tarayai sagondo o esta(to.a aa dis- $0^ oa jos j0aqfjim Noeueira, e Joo Mlgnel
poakdas do abanado. Os doentes sao convidados a dos Adj0Sj por furt0 de cavallos; e Cosme a
mesados directores, qoaodo o permitiera soa si- miao, esoraw da Esaalan Augasto Gaimares, por
tuacSe, seu inleresse e a ordem do estabeleei- fogido. -.' m**mm* ,
ment. *"ByVchfe da 2- sec5o,
Oa afexaeiroa,i|QAJMio podera ooncarr^aao :q C > i < j. G. de Mesquita.
o tralAiento e ewRro^dos doentes, sao seraW- 'aj {}4si de diwhcX.
mente" eseoltyaVjO'coAprem eaerapalosanien Moviraento da casa de delenco nodia-10 de
eonn mm deywes. E por so toe as jaaeWas (^,|ho de 18^.
da casa d 'saude de Vanves n3o se-vfeal Mir^ Exlstiam presos S87, eutraram *. aaalram 7,
nem grades de ferro. Os enrermeiros de Vanves fa|ieceu I, existera 3S8.
nao se parecen] cora os nossos. A saber :
Na casa de sadde ba constantemente ora medico, Nacionaes 286, mulheres 15 estrangefros 33,
com quem as familias todos es dias podera fallar e raulheres 2, escravos 48, escravas i, total
obter informacUes de seas doentes. |
Este estabelecimento, como ja dissemos foi fon-
dado pelos Srs. Falret e Voisio em 1822. Estes
doos illostrados alienistas vivera na mesraa casa a
associaram boje a ella o Sr. Falrel filbo, que dedt-
Coo-se a' especiaiidade de seo pai.
TRIBUXAli l0 COMMERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 9 DE
JLHO DE 166.
presidencia do mm. sr. dssesbargador
ANSELMO FRANCISCO pmiTTI.
presentes os senbores
sete anuos. Esquirol nao poude ve-las coocluidas,
mas um dos seus mais illostrados discpulos, o Dr.
Caimeil conseguio por era praliea todos os projec-
tos, qae o distiacto professor tinha formado.
Situado sobre orna collioa, abrigado do lado do
norte pelo bosque do parque de Vioceooes, qoe Ihe
tica contigoo, o estabelemeolo acha-se collocado em
condiedes as mais favoraveis de salnbridade.
Suas numerosas divisSes, cercadas de galeras e
vastos pateos permitiera e facilitam ama boa clas-
sificagao dos doentes. Estes pateos sao disposios
O eslabelecimento conlm ordinariamente de se-
Temaseocargoaexecuco das tais e regula-: lento a oitenia pensiaaisias,^ pagara naraiao
mentos, e corresponde-se directamente como mi-1 dos lugares Q^ cenpame do tratamento que re
todos os anuos urna conla moral cebera. Havendo res mdicos m.cas^ e estes se
I cundados por enferraeiros nteiligentes e naoi
! toados a tal servico, inconlestavel qoe os aliena-
dos prvidos dos neeesarios meios ah recebem
. lodos os cuidados de qoe lm necessidade.
Finalraenieosestabeleciroentosgerae.de bene- O edificio foi construido fg*"*
ficencia estSo sojeitos a' legislaco geral dos hos-1 seus proprietarios, e suas dependencias, p
pidos, pertencendo todava ao estado, sem depen
Alimentados a costa dos cofres pblicos 213.
Movimento da enfermarla no dia 11 de Julbo de
1866.
Teve baixa :
Manoel (escravo) do padre Agostinho Istensmo.
Teve alta :
Manoel Jos de Sant'Anna.
Joo Pardo.
nistro, a quem da'
e administrativa de sua gerencia.
A conUbilidade e rgimen econmico eslo
cargo de am empregado especial, qoe obrigado a |
prestar Banca.
a orna boa
dencia das administragoes geraes dos hospicios e
CHR0N1CA JtWCIAKI.4.
TBIBl'XAL DA BEfcACAO.
SESSAO DE 10 DE JULHO DE 1866.
PRESIDENCIA DO EX. SR. CONSELBEIRO
SOU1A.
As 10 horas da manhaa, presentes os senhores
de tal maneira que tirara aos alienados toda a idea; dos prefeitos, visto qoe seus directores e as cora-
do reclusao. Largas aberturas praticadas nos mu- -
ros deixam ver es suburbios visinbos.
Estao annexos ao hospicio inmensos terrenos,
onde podem (rabalhar os pensionistas, qaerendo,
sob a direccao dos enferraeiros e do jardioeiro.
As alienadas, qne desejam applicar-se ao traba-
lho, cosem e bordara em sals especiaos, que sao
dirigidas pelas religiosas.
Ha urna professora de mosica, que ensina a al-
gumas doenles; e toca piano em ouiras horas com
o fim de dlstrahir as pensionistas.
No hospicio ha urna bibliotbeca, ama sala de le-
tora, doas de bilhar, qoe estao a' disposico dos
pensionistas. Alguns del les podem tambem passear
a p e de carro pelos arredores de Charenton.
Nos domingos e as qainlas-felras reunem-se os
doentes de arabos os sexos em urna grande sala da
admmislracao, e ahi conversara, jogam, envera m-
sica, e alsuraas vezes daosam.
O servico medico de Charenton dirigido pelo
Ilustrado Dr. Caimeil e qae reside no estabelecl-
mento. Ha mais nm medico adjuncto e tres alara-
nos pensionistas, que vivera lambem dentro do hos-
P'ul- i u
Os mdicos nao podem ver doentes fora do hos-
picio.
Alm dos mdicos ha anda om cirurgio e en-
tro alumno de cirorgia ambos residentes na casa.
Um pharraaceatico fioalraente reside tambem no
hospital.
Todos os dias pela raanhaa o Dr. Calmisl faz urna
visita geral, acompanhado do medico adjuncto. in-
ternos e enfermeiro. O medico adjnncto faz urna
outra visito a tarde, a' hora do jantor dos doentes,
acompanhado do interno de servico.
No estabelecimento diz-sa missa todos os das.
Nos domingos e dias de guarda os pensionistas, que
podem, assistem aos qfficios divinos : nos oolros
dias s vio a' capella os qoe pedem
Na seccao das molheres o servico feito pelas
irraaes Agostiohas; na dos bomens por enferraei-
ros. As religiosas tera a sea cargo tambem a cosl-
nha, dispensa, rooparia, etc.
O asylo de Charenton qoasi qae exclusiva-
mente reservado para a classe rica.
Apenas ba all om certo numero de lugares gra-
- minisiro do in-
misses consultatvas correspondem-se dlrectaraen
te cora o ministro do interior.
Foi depois do ja' cilado decreto de 21 de feverei-
ro de 1841 que se reorganisou a casa de Charen-
ton. Este hospicio portanto administrado segn- recebe m jeosagoes
do as prescripcoes do referido decreto.
E5TABELECIMENTOS uE VANVES.
CMA DE SAUDE FUNDADA EM 1822 PELOS SRS. DRS.
FALRET E VOISIN.
E" impossivel que se possa contestar boje a in-
fluencia favoravel qoe o isolameoto prodoi no tra-
ordenadas de maneira a salisfazerem
classificacao dos doentes.
recebem todos os cuidados reclamados por
tuacio too triste e tao digna de interesse.
Os directores estodam o estado meotal de cada
doente qne recebem e escolhem enio o local, ei
qne deve elle ficar.
que podem mais favoravel-
raente impressiona-lo, e, logo que entra era coo-;
valeocenca, passa para* um outro quarteirao, pas-
seia em ulros jardins, onde encontra novos ob- a_gr-a-vado 0 Q10.
jecios de distraeces. Por este modo os illnslra- B^elalor '0 Sr desembargador Lourenco Santiago;
dos mdicos de Vanves contam un grande nomero _gortea(jos os gr5 desembargadores Motta e Al-
de curas, e confirmara o merecido crdito de que ^.^ A,bu e
ha longos annos goza a casa de saude de vanves. ^^ ada(Ja
Tivemos o prazer de visitar este estabelecimento | Aggravanle> FranciSCo Ribeiro do Reg do Bar-
...... __ ... .n: as w oras aa naooaa, jiiosouido
Us 82S52 nr ?a s desembargadores Gitiraua, Loarenco Santiago, Al-
i llamados meida Albnqaerque, Molla, Doria, Domingnes da
Silva e Ucha Cavalcanti, faltando os Srs. desem-
bargadores Guerra, procurador da corpa. Assis,
k e Santiago, abrise a sesso.
Desta maneira o alien, palios os feitos, deram-se os segrales
JULGAMBNTOS.
AGGRAVOS DE PBTICO.
Aggravante, Antonio Carlos Pereira de Burgos.
lamento dos alienados. Isola-los porm nao quer por mais de urna vez e abi passamos todo um da ret0--aggrava(i0 0 iail0.
dizer te los fechados, solitarios, privados de toda a por convite especial do Sr. Dr. Falret pal = Jnw-1 ReU(or 0 Sr desea)bargador Almeida Albuquer-
sociedade, que o hornera tende naturalmente a pro-1 naos mesa com alguns hospedes de casa e a noiie Q^tWmstjllm M srs. desembargadores Domin-
curar : quer sim dlxer -.-Mudar-Ibes inleiramen- jogamos o wislh com o Dr. F. Voism e doas pen- ^Qfls ^ gl|va e DoriJ
te a existencia, affasto-los das pessoas, dos lagares sionistas,
e das cousas, que provocaran) e eotretem a desor-
den de suas 'acuidades iotallecloaes e affectivas ;
colloca-los era estabeleciraenlos organisados de urna
maoeira especial, e affastar do espirito em desor
dem o poolo de apoio, qoe os doenles eocoatram
em urna serie de impressoes, de associaco de
ideas, eraocoese iembranfas, qne os assaltam a to-
dos os Instantes. Isola-los finalmente qaer dizer :
Empregar para com elles meios eoergicos, *>'-*
que despidos de rigor, em vez de estupidas condes-1
ceodencias, que serveoa somonte para entreter o
delirio, e as liQ<5es da experiencia em vez dos meios
empricos.
0 isolameBlo deve portanto satisfazer ao mesmo
tempo aos interesses dos alienados, das familias e
da sociedade. Depois do isolameoto, o trabalho
manoal, o exercieio em pleno ar, sao ootras eondi-
coes indispeasaveis para o coralivo destes doenles.
Ce serait, disse o illaslre Pinel, rmplr robja
Dr. Manorl Jos Barbosa.
PERNAMBUCO,
ogio pa""ioocosrvoltora des- roi-os qne estao a'disposico d
tino, operando-se nele todos os melhoramentos ne- terior.
cessarios para peder estabelecer-se nm tratamento
completo da loucura.
Art 2. Desde o dia em qae puder pratlcar-se
este tratamento a alieoacao mental nao sera' trata-
Ha tres classes de pensionistas. A 1.' paga
1,500 francos, a 2.' 1,200 e a 3." 900.
Os pensionistas de 1.* classe comem, salvo or-
dem contraria do medico, mesa da administracao,
da em algum ootro hospicio de Pars e as eoferma- qae presidida por om dos empregados soperio-
rlas destinadas para "sememante fim, no grande
hospicio de kumanidade, sero occopadas por ou-
tros doentes.
Art. .3*. Todos os alienados dos dous sexos, qual-
quer qae saja o lagar do seo nascimento, sero re-
ceptos e tratados ueste hospital, sendo Cs indigen-
tes gratuitamente, e os nao indigentes mediante
ama pensao diaria. 0 tratomeuto sera' igual para
todos.
Art. 4*. Os alienados indigentes inenraveis serao
recolhidos aos casos ja* destinados para recbelos.
As familias dos nao indigentes poderao deixa-los
no estabelecimento mediante urna pensao, cojo
mximum sera" de 600 francos. .
Art. 5*. O estabelecimento lera' om administra-
dor, om medico e doas alumnos da escola, om de
medicina, outro da cirorgia. O logar do medico
sera' prvido por concurso.
Arl. 6*. A despeza do estabelecimento sera' feito
res do estabelecimento.
Os pensionistas da 2/ classe sao admtttidos a
esta mesa doas vezes por semana. Algoos da s.
classe podem tambem gozar desie favor.
Todos os miniares all sao recolhidos e pagara
nma pensao, qae varia desde om franco e meio
at tres francos. Os offlciaes sio tratados como
pensionistas de 2.a classe, e os offlciaes Inferiores
e soldados com os de 3.*
Os pensionistas da classe pagam miis 900
francos oa homens, 800 as molheres para terera
um criado.
A.roupa deeama, vestuario, etc., esta a cargo
das familias.
O gKferuo da orna snbvenco de 66,410 fran-
cos. Nip orna sabvenco gratuita, mas sim
urna indemnisac&o das despeas, que faz o esta-
belecimento com os pensionistas do estado.
REVISTA DIARIA
l Reune-se hoje o Instituto Archeologico e Geo-
graphico Peraambocano as horas do costme, em
sesso ordinaria.
Na terca-feira ultima abrio-se a aula noc-
turna da (reguezia de S. Jos, qne foi creada ba
ponco pelo corpo legislativo, sob a gerencia do
Sr. professor Liberato Tiburtino de Miranda Ma-
eieI- .. ,
Iostolloa-ss com a frequencia de .16 alamnos.sen-
do de crer qae a matricula tome malores propor-
ftfiS^ lecllvo comprebendem o
em une vaste ferme. I espaco das 7 as 9. '_ ll ...^
c Nullepart, dice Esquirol, les ahnes nont as- Hoja, as 11 horas, no salao de Santo Isabel,
sezd'espace pour sepromener, pour se livrer da f o Sr. acadmico Arlstides A, Milln a leilora
mouoement que la nature lew commande si imp- &e am drama de soa eomposico, em 3 actos in-
rieusement. > titulado Jnsttga do Co.
Dominados por este pensamentos, os fundadores A Darea ingiei4 Arequipa, chegada bontem
do estabelecimento de Vanves proeararam primei- de Liverpool, troaxe a seo bordo o capitooLeylaad,
ramete om terreno conveniente. Escolberam e 0 prjmero piloto e 15 tripulantes da gaiera da mes-
corapraram orna propnedade sltaada perto das fio- ma nl?a0 stvern, qoe la de Cardiff para Shaogay,
restos de Meodoo e Fleary, a orna legoa de ais- na cnina, qoe foi af piqae oo dia 15 do passado na
taocia da capital, defronie do antlgo castalio de jaL N 16. e mg, 0- ,je Greenwich 28.
Conde, em nm dos sitios mais saodaveis e mais segundo declaroo o eapilo, ignora elle o desti-! cravo
pittorescos dos arredores de Paris, offereceodo ain- n0 do lercejro tote com 0 segundo piloto e 5 iripo-1 Appellaate, o juizo; appellado, Joaquim Pinto da
da as vantageos de estar sufflcientemente affastada |aB|69f por ter desapparecido da visto doraote a, Fon88Ca.
da cidade. aoute.
Esto propredade compde-se: | Aps o slnistro, estiveram os naofragoi 4 das
|. De ama casa principal, qae ayapa o centro nos bote8j ^^ d serem recolhidos a' bordo do
do estabelecimento. Arequipa.
1" De oatras constroccoes oovameote levanuais __ pof Urla de n0Btem g. Exc. o Sr. vtce-
qoe vontade dos directores, ptfiem commoorear- Dres|,,enter da pr0vincia, nomeoa feitores confe-
sa de ama maneira fcil, oa separar-se comptea- :entes dQ cooga|tdo pr0Yincial oreados pelo art.
menie. hiu n-rf,,! 7. da lei lambem provincial n. 705 ae 5 de jnnbo
3." Oe ara parque de qaarenta hectores, periei o|u M c,dadaos aD,lxo declarados qae occapa-
lamente morado, onde daraole o da passelam ai- vwn M |n|ares de gaardas d'aqoeUa repartico,
leroadamente todos os doenles. exlnctos pelo citado artigo. Francisco Jos Al-
ves de Albuquerque. Francisco Jorge de Sooza.
Joaquim de Jess Pinto. Jos Dias Alves do
Quintal. Rodrigo Jacome Martins Pereira.
Jos La* de Sonza.- Justino Aosberlo de Soaxa.
Negaram provimento.
Aggravante, Jos Goncalves Ferreira Costo; ag-
gravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Molla.Sonetea-
dos os Srs. desembagadores Almeida Albuquerque
e Domngoes da Silva.
Deram provimento.
Aggravante, Jos Pedro Velloso da Silveira ; ag-
gravado, o juizo. ,
Relator o Sr. desembargador Doria.Sorleados
es Srs. desembargadores Almeida e Albuquerque e
Molla.
Deram provimento.
Aggravante, Flix Jos do Rosario Arantes ; ag-
I gravado, o juizo. a cu
Relator o Sr. desembargador Domingnes da sil-
va.sorteados os Srs. desembargadores Gitiranaa
e Doria.
Nao ba caso de aggravo.
As appellacoes crimes.
Appellante, o promotor; appellado, Antonio Mo
reir da Silva.
Appeuante, o juizo; appellado, Jos Gllirana Ta-
vares de Vasconcellos.
Improcedente. ui t^.A
Appellante, o promotor; appellado, Manoel Jos
do Nascimento o ouiro.
Nullo o proeesso para intanrar novo.
Assignou-se dia para julgamento dos segrales
feitos :
As appellacoes crimes.
Appellante, o juizo; appellado, Florentino, es-
Leal, o Exm. Sr. presidente abri a sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso prxima
passada. ,
com a declaracao de qae foro deliberado qee fosse
remettido a cada um dos agentes da leiloes, coja
escripia se considerara defeltuosa e Irregular, copia
do respectivo pareoer.
EXPaDBNTK. -"-
Offlcio do presWeBle e screnirio da junto dos
correctores datado de hoje, juntando o beletim
commerclal da semana- Soda.
Aos Srs. depoudos.bram distribuidos os segrales
livros :
Copiador de Joo Pereira Mounho.
Diarto de Tissel Frres.
Diario de Antonio Ferreira Pinto.
Copiadores (2) do mesmo Pinto:
Diario de Carvaibo & Bastos.
Foi presente o resomo do movimento navido no
armazem alfandegado D. 20 da ruado Apollo, du-
rante o semestre de Janeiro a junho nltimo.
DESPACHOS.
Requerimento de Joaquim Maitiebo da Cruz
Correa e Jos Gomes Monteiro, pedhrto o registro
do contrato, que juntara, e por elles celubeado sob
a firma deCroz, Correa & CVista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
Dito de Joaquim lie Faria Machado, para qae se
abram ainda noves termo i no livroDiario de soa
casa comraercial no sentido de perteneer elle
actualmente a firma de Faria A Gomes.-Como
requer..
Dito, do mesmo Joaqnim de Faria Machado e Vi-
rissimo Ferreira Gomes, pedindo o registro do seu
contrato social, que jaotam.-Vista aoSr. desem-
bargador fiscal.
Dito de Fraocisco Moreira Pialo Barbosa e u.
Maria Isabel Baptista da ronseoa, pedindo o regis-
tro do distrato social, que juntara, da socie ade
que existi nesta praca sob a firma dePinto,
Barbosa & GVista ao seahor desembargador
fiscal. ,
Com informaco do Sr. desembargador fiscal.
De Jobo dos Santos Pereira e Alberto Henchei,
pedindo o registro do san contrato social.Satisfa-
ea o parecer fiscal.
De Jos de Mello Costa Oliveira e Mathias Jorge
da Silva, para ser registrado o sea distrato so-
cial.-Regstrese.
De Paulo Jos Gomes, para ser lambem registra-
do e distrato da sociedade que teve sob a firma de
Paolo Jos Gomes A Agair.Regstrese.
De Mara Billa da Croz Neves e Aotonto fran-
cisco Correa Cardoso, para igual fim. Regis-
tre-se. _
De Thoraaz de Almeida Antones Irmaos, era que
pedem ser admittida a assgnarem termo de fiis
depositarios dos generrs que receberem no arma-
zem n.t sito ao Forie de Matto.- Joatem contrato
social.
-Nada mais houve, e foi por 8. w. o br. presi-
dente, encerrada a sesso as 11 horas e meia do
dia.
4. De nraa capella.
5.* De seis pavilhSes ioieiraraente independemos
do eslabelecimento principal, construidos pin sa-
tisfazerem a-todas as necessidades pnrllea^ares das
familias e dos doentes
nientes nos caso raros, .
sem perigo tratar-se na companhia de seos paran
Esto somma jonia s pensoes dos doentes clvjs I les, e era certas elrcanwtooclas, qaando o isoiamen
. Estes pavHhSes sao eonve- d, c08U._Fr,nci8co de Paula
5 JX,? *22?J. hrrrtjAt Annuciacao.
f-Haai'qos i, segointe publtcacao.
Appellante, o juizo; appellado Jos Joo da Silva.
Appellante, Jos Julio e ontros; appellada, a jas-
tiga.
DILIGENCIA CIVEL.
Apbellanie, Joaquim Manoel do Reg Brrelo;
appellado, uoroingos Francisco de Souza Leao.
Mandou-se proseguir na habilitacao.
PASSAOKNS.
Do Sr. 4esembarador Gitlrana aoSr. desembar-
gador Lonreuco Santiago :
A appellacao civel.
Appellante Dr. Manoel Carlos de Gouveia;appel-
lado, vigario Jos Antones Brandao.
Do Sr. desembargador Lourenco Saaliago ao Sr.
desembanador Almeida Albuquerque :
^^ Appellacio civel. .
Aooellante, Manoel Patrio do Nascimento; ap-
pellK Marg.rlda Mara da Paixao.
SESSAO JUDICIARIA EM 5 DI JULHO DE
1866.
PRKSU>BNCIA DO EXM. SR. DBSlIBBARGADOR
A. K. PBRKTTI.
Secretario, Mo GutmmrSes.
As onze horas e meia da manhaa o Exm. Sr. pre-
sidente declarou aberto a sesso, estando presentes
os Srs. desembargadores Silva Goimaraes, e Res
Silva, e os Srs.depotodos Rosa.Caodido Alcoforado,
Basto, e Miranda Leal.
Lida, foi approvada a acta da precedente sesso.
O escrivo Albuquerque registrn o ultimo pro-
testo de letra a 4 do corrente e Alves de Brito a 3
do mesmo mez.
O Sr. desembargador Accioli participoa qae nao
poda tomar parte dos trabalhos da presente sesso
por se achar incommodado.
AGGRAVOS BnKRPOSTOS DO JURO ESPECIAL BO
COMMERCIO.
Aggravante, Antonio Garda como procurador e
cessionario de Pedro Cbrisologo Cavalcante Wan-
derley; aggravado, Antonio Baptista Nogueira.
O Exm. Sr. presidente den provimento em pane
e em parte negoo. ..
Aggravante, Joaqnim Elviro Alves da Silva,
aggravado, Francisco Santiago Ramos.
Nao teve provimento. ... .
AGGRAVO DE LIITROMJSItTO VDtoO DO TO1Z0 HOMblFAL
E DO COMMRC10 DA VILLA DO PILAR.
Aggravante, Jos Francisco Taboca, aggravados,
^Exm"? pCrosldente den provimento era parte
6 SrasKve e encerroo-se a sesso ao meio
dia. ________,^-^^-*
Publicares a pedido
Theatro de Santa Isabel
O PhaataMM Braaeo.
aberne responder a ara a ligo sob a epigraphe
"de mais e com a asignatura Tchaaa-fcfcmg-
-




t



.? i
2C
=
3=
Blarto r
bung, nio s para esclarecer o -
formado, como para guiar o pirbllco n'nraa questo
qne elle coquirebendera' cerumeote. O emprea-
rio lanceado mi da comedia Pkantaima Branca,
teve poris)nje jocher, orna calosa- dos espectaco.-!
los, feila involuntariamente pela doenca do Sr. en-
saiador, o artista Pedro Joaquhn.
A peca nao fo. estudada, fot propriamenle re-
montada, cabendo os principa* papis aos artistas
que ja' os desempjnharam por varias vetes n'este
theatro, e o que k ais aeplaudidos pelo publica
Nao boove escolba nem ptlerenoia por tasto. A
comedia como vai, deu a sua -represantacao ao es-
lado era que se achou a emprera, na obrifato de
dar o espectculo, e impossibiliada de faier subir
aasi todo o repertorio-pela falta do artista o Sr.
edro Joaqun?. Nodo meadever analysar o tra-
balbo artstico e seguir o autor do artigo as suas
aprecales dramticas. Esta respofta servir' a-
penas para mostrar o qne ha, o que boove e o que
presidio a' representaelo da comedia o Phantasma
Branco.
Recife, II de jolbo de 1866.
Antonio lote Duarte Coimbra.
iir:.:1
CtTRA
Es|wa(ita <5 Aniravel
DE TJMA CHAOA
CiNCROSA E ROEDORA
NMYPO W MAWZ.
gados, ou procuradores os pareo
que tratad as ordenaodes, porque
procuraran perante o'oerreg
jais distincto, e para com quem m
dos; quanto a' J* e 3* qne deve dar
Sr. deputado Figueiredo e os
melhoranieutos de Per Bam-
buco.
Sr. redactor.Desoertaram a mlnba atteneao as
observarles do Sr. depotado Pigueiredo na sesso
de 19 do correte, publicado no Jornal do Com-
mercto de 26, acerca do contrato para o tramway
feto pelo digno vicepresidente da provincia de 1
Pernamboco; e peco a V. a faculdade da por mel '
do sen bem conceiiuado jornal, rectificar algumas
das errneas asseredes deste Sr. deputado, a bam j
da justicu divida aos honrados e mu zelosos func-
cionarios do governo imperial e provincial, que de-
liberaran) e auna! determinaran, as condigoes deste
contrato.
Noto cao nuto petar o lom pouco cortea que o
referido Sr. deputado entenden dever asar para
comigo, cuas felizmente aso clama isto aira ob-'
servacao e nem tao penco as r eflexo*6 imoereeidas
e insinuagoes qoe faz a otea respeito exigern o sa-
crificio de espado das suas columnas para refta-
las, pois crelo que todos que me conhecem sabem
qne nao aou capaz de illndir a ninguem e aim
disso amigos meas nio duvidaram temar na tribu-
na a miaba defea a esse respeiio.
O Sr. Figueiredo cornaca fazeado os maiores es-
orcos para persuadir todo o inunde da extrema pe-
nuria da provincia de Pernamboco, do pouco futu-
ro que se iba pede antelbar e do seo estado, ero lira
de completa baaoarota. Elle v tudo atravez de
um vidro eafumatado.Se grande a aciividade
commercial, disse elle, eoaaiera__Se se nota
pelo valor das entradas, e sabidas um augmento
annual oas rendas 4e estado, isso iliusoriu.
A 1er esta congno de aaa represe oanle da na-
'.'o, feila na tribuna, nao se pede deixar de crer
que o Sr. Pigueiredo um homem eoascieucioso.
que nao qner qne quem illndio o presdeme de;
Peraambueo e extorqmo condicoes onerosas para o
Itrasil v lambem (Iludir o eslrangeiro, para en-!
terrar os seus capitaes eua ama provincia endi vida-
da e sem futur. ; e quando elle allude aos immen-
sos favores assegurados a companhia feliz que ti-
ver a fortuna de Ihe ser peraiittido empregar o seo
capital na construccao de ama estrada airavez da
serra da flussa, em na paiz pobre e sem meios,
usa certameate de urna irona : e quando, por ou-
tro lado, declara que para e governo s ba sacrifl-'
cios, sem duvida a sua asseveracao encobre nm
sarcasmo. Pois neo ba, porvenlura, vaoiagem
para a provincia en ter urna via frrea qoe atra-
vesse uro dstrcto, boje quati intransitavel e tao
rico, que, conforme o Sr. Figueiredo, sera a era-
preza ama mina para a afortunada coropaDbia ?
Mas deixarei os erros de lgica do Sr. Pigueire-
do, para tratar das iacorrecsoes de fado.
Primeramente ooiarei de passagem queasub
ven cao que a provincia da, cao em di o lie ir o, mas
em apoiices embora a le aulorisasse o govarno a
dar diabairo, ou antes, est ao arbitrio do governo
pagar de urna ou de entra forma, e (o qae disse a
isso o-Sr. Figaetredo ?> a ouira parle aceita apoli-
ces sem bypotbeca oa garanta qualqoer.
O astuto negociador agora deve cabir na estima-
cao do Sr. Figueiredo, pois aceitou aplleos de um
governo em estado de bancaroia, de ama provincia
sem faluro e sem ter extorqmdo aramia algama ;
e preciso notar qae esse coasummado negocia-
dor aceitn esta eoodieo, quando a lei provioeial
autorisava o presidente a fazer ama operacao de
crdito, para levaotar os fundos, com o lim de pa-
gar asobveaeao atn dlnbeiro; e tao importante
emenden o corpo legislativo ser a ronsirucro do
ramal projectado que fez doacao da importancia da
subvencao, mas o digno presidente eettpaloo qae
ma oreada de servir residente em Pernam
buco 6-PrteacHt& F\" Se&i* Viscoxdbssa
DE Golvkna, foi atueada -d'ania terrivel cha
ga oancroa e roedoraou Polypo no Naris.
A menina involvia e tomava todo a parte ia-
ferior da naris, amea^anda j digtruir tanto a
parte cartilaginosa como o mesmo oso; Corae-
cou prhneiro por appaKoer sob o beico supe-
rior o parte da faee, -ertendendo-ge por tal
forma e com tal rapidea, qne em pouco ames.
?ara transformar todo o rosto n'nma enorme
charga viva e asquerosa. Durante todo este
terrivel estado, todos oe recursos medicfnaes
atrandante-
meate empregados, en que de leve uzease
parar a marcha lenta e distmidora do tio hor-
rivel enfermidade, todos os meios e esforcot
tormo baldados, e nom tanteo mal crasda eis
que pormilagrosa fortuna da infeJIx estando
aa~ouzas Heste pento, se experuwanton pal*
?ez prinieira a
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
O erTelto produzido, quasi que instantneo
por esto laestimavel remedio foi verdadelra-
mente maravilloso e sem Igaal; este grande
purificado]- do aaqgu* e dos humores do ara
tema, immediatamente pa um termo mar-
cha dhMStroaa fetal da molestia, derramando,
se e inf ltrando-se atravee dos tecidoe os mait
delicados do arpo, expelliado nt i ultim
prepriedade ou vastlgio vtruktito da molestia,
e dentro d'um curto espaco de tempo prodnzio
urna
CURA
Completa e Radical.
Este feliz quio admiimvel msuitado foi obti
do apenas com o simples uso
i'ima so unir Garrafa I *
d'este incomparavel e inapreciavel depuratorio,
recommendamos portento todos os Doentes
que proenrem obtar oom o maior cuidado a
nica e verdedeira Salsaparrilha da Brlstol,
nicamente preparada por
LANMAN & KEMP,
De NOVA VORI,
aacatteza de que, todas as mala pKpamcaa
imitativas nao valem para couza aleunut
Vende-se as boicaa^e Cars & BarDosa
e C. Bravo A C
QniaU fdra i e Jalho de 1866.
i> m,*

WKNTO DO PORTO
JvaWr entrado no dia U. ~ wu
dias, barca ingleza Arequipa, de 28t ,*W6.Chaves Sena.
tlrn D.Kn- la ^^____ '. ,T^"^,^i^^*
dene
carga
^-porque aOrd.Lt tit. '48 j o a, -,
mente nio fazendo duhnccao alguma
nal o jury i cmstitraio tamben tai
que applica a le ao faeto \ qaanto a" :"* "" i
recursos nao fareta escripia*-on asstnadui or, "2r**~^Hmi,ca bespanholvCnada/jipe, caaltA
adrogados intaaajaaa.pofl'era'aMheBaMellelsaiSa D.B2'1!5iFranc'SC0 ^ntaoelle, carga aigodo.
Hio e JaaelBOvapor americano Daertah, eapilo
tada, nesta cidade do Recife de Peraambueo, aos Mem n 9q .o
te mar?o de 1866.-Fiz escreverajaasifn*. Eniuto* 9* wl'
de verdade.- ManoeI Joadnlm Baptis. i*'"*
14.Papn 400 ra. Recife, otario de
tonetdas, cap tao Banks, 'equipagem 'i,
carvio de pedra; a Patn Nask & C.
nos sahtdos no nytmo dia.
---"--------"- >-'**% vene.*, 3(>|tv
se soaaer qoe teas recursos ase obrados adven-
dos seta parsBtea, em fraude da lei, porque em tai
caso abrigado* dar o eiemplolteldelidadea'
fMM lei; ftatlo a' 8- flnaimeote ojie as orte-
n*t**s e avisas citados s eeflkprebeaUeiRpsi, ir.
lo e-eanhade 4o jaJMdor as mese grao. -
O que Ibe commnnieo para sua intelligencia.
Dbds gaartte a V. XL Ftancisoo de Paula dt
Negretros Sayo Lobato. Sr. presidente da nro-
vincia do Rio de Janeiro.
Harty, en lastro.
ATTENCO.
Xarope alchoolico de veame, preparado
pelo pharmaceutico Jos da Rocha Paranhos,
estabaieoido com botica na ra Direita n.
88 em Pernamboco.
Este xarope incontestavelmente superior
a todos os xaropes eputativa s, de cuja
comptwco -o gao maior eleieato a salsa
parrilba, pois qae se tem conhecido ser o
veame mais enrgico para a prompta cura
das molestias, cuja base essencial depende
da porificac3o 4o sangHe; assim poi6 se
EBITEA
- O Illm. Sr. inspector da tbesoararia provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 18 do correte, manda fa-
ier publico, qae do da 30 de agosto prximo vin-
douro, perante a junta da fazenda da mesma tbe-
ouraria, se ba de arrematar a oaem por meaos
er, a obra do 9. laaeo da estrada da Eseada,
aa importancia de 16-903JW)00.
A arremau^io ser Mu na (arma da lei pro-
vincial n. 343 de 13 de auio de 1854, e sob as
eiausulas especiaos abatato declaradas.
As pessoas que se propuzerem a essa arremau-
ao eompareea oa sai 4as sessees da mesma
junta, no da cima indicado, pelo meio dia e
competentemente babelliadas.
E para eonsur se mandou publicar pelo jornal.
Secretaria da tbesoorarla provincial de Pernam-
da
iwpooo
Misericordia de
0 Dr. Tristlo de Alencar Araripe oficial
da imperial orden da ftosa, joiz de df-
reito espeeM do commercio d'esta cida-
de do Heoife de r*erabnce, e sea ter-
mo, por Sna Magestade taperial #>oim- \JS9SmTSS.
titucional o Sr. D. Pedro II, a quem bC' M de mU de g^u da secretaria
Deus guarde etc. Miguel Alfonco Ferreira.
Faco saber aos que o presente edita! virem e
delle noticia tiverem qaa no da 6 de agosto do
eorrente anoo, se ba de arrematar por venda a
quem mais der em praca publica deste juizo o
seguinte:
Um sobrado de um andar sito no caes do Apollo l^:905}600.
fregoesta do Reeifecem a. 32, com tres varan-' II
fdas ae^stro ae feeate, -ite-aa-lado, coa quioul,
tendo o prlmeiro andar, dous grandes saldes,
occopado o dito predio eom armatem, avallado
por 10:000*.
Urna csateme sita no caes do Capibarlbe
fregoetia da Boa-Vista, cora o n. 8 A,
dem b, Jf ao Poaoe a CaJ."
Secretaria da Santa Casa
Recife 6de jaJbode'ttSI.
O escrivao inlerino,
_______________^rRodrlgnesdeSooia.
De ordem do lllm. Sr. ta*nainr a* .,-,
raria de fazendadesta proatactaSTi pnbfcTa"
quem interessar possa oe no i2 do eemate
mez eataecaro na referda thesaararla os paa
mentos das pensoes do Moate fta dos Servieorra
do^Ertldo, vencidas al e-nltimo de jnabo proxin
Secretaria ta escurarla a taenda de Per-
nambuco, 10 de jelho de MS&
Servindo de ofUcial maior,
__________________laooel Je PMo.
aita Casa da Misericordia #
Recife.
A Illm* junta administrativa da Sania Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico que
no dia 12 do corrente, pelas 4 oras da tarde, aa
Clausulas especlaes. sala de suas sessees, tem de ir a'praea para seraa
" I arremados 309 palmos de terreno ao togar dea
as obras do 9. lanco da estrada da Eseada se- Arrombados pertencentes a esta Santa Casa por
rao ejecutadas de eonformidade com a planta e cesslo do dominio til e directo fefto por Manoel
descripcio dos orcamenlos, aa importancia de J* Lopes Braga e sua molber.
'
. r iiga ooa-Tisu, com o n. o a, cora urna
tem verificado por multas pessoas que ae Pru larga e urna poru pequea na freate, com
acham-ie ^"""'PW* otaa sotea, em aanlo, avallada
por 3:500*.
Aunara forenses.
Ceno magistrado dirigi em 1863 a eerto presi-
dente de urna provincia nao remota a segalnte
consulta :
Probibindo a Ord. Liv. 1 Ut 48 % K, que ib
- goero procure peranti Julgador,
achavam desengaadas, as quaes
hoje reetabelecidaa com o referido xarope
alohoohae de veame; entretanto que al-
guns, tendo usado do xarope de CuTinier,
de Larrey, de salsa parrilba, de saponaria,
oleo defigado de bacalho, e outros agentes
desta ordem nada conseguiram. E' elle de
facil digesto, agradavel ao paladar e ao ol-
pbato. Alguns mdicos desia cidade e da
de Macei o teem recommendado para a cu-
la das
Impigens, tmna, escropbulas,
Tuniorei, ulceras, escorbuto.
Cancros, sarna degenerada, fluxo alvo.
Todas estas atfecces provrn de urna cau-
sa interna; nao ha pois razao algama em
crr que ellas se podem curar com remedies
externos. Tambem se prescreve o xarope
alcoolice de veame para o tratamento das
aflecces do systema nervoso e fibroso, taes
como:
Gotta, rheumattsmo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade.
Marasmo, bypecondia, emmagrecimenlo.
0 xarope aieboolico de veame sobre
todo, da maior utilidade para curar radi-
calmente, e em pooco tempo o rheuma-
tismo.
A>1 verle-se que o verdadeiro xarope s se
vende nesta cidade na botica cima indica-
da, do abaixo assrgnado; eem ontra qnat-
quer parte qae se tem annunciado n2o da
mesma composi^ao, e nem o abaixo asigna-
do se responsabHisa.
O arrematante devera cumprir restrictamente as
instruegoes do engenheiro fhcal da obra e as con-
dicgSes do orcamento e contrato.
III
O arrematante dar oomeeo as obras no praso
de Id das, e as concluir no de 14 nezes, ambos
contados da data do contrato.
IV
Oe pagamentos aereo feiles em tres presides
urna dita na mesma fregoetia e logar, com o iguaes, correspondentes ao valor da obra feila,
Santa Casa
Ibo de 1866.
da Misericordia do Recife 7 de jo-
O esciivao interino,
Pedro Rodrigues defcaaa.
Correio Geral
n. 8 B, com tres janellas de frente, seis qoarto
travejado para ama sotes, com qalntal, avaliada
por >:500d.
As quaes foram penhoradaspor execo{ao do Loo
menos o empedramenlo qae ser em urna s pres-
taco, quando flzer a entrega provisoria.
De cada prestaeo sera' deduzido o que deter-
don Brasilisn gak, eootra' D. Msria" Theodora miD o artas doregaameoto "de Qdejulhode
Alves Ferreira por si e como tutora de seos 1864.
Albos. yj
Eoehavendo ktncador que cubra o prefo da
avaliaco adjodtca?o, sera feita pelo preco da
adjudicado aa forma da lei.
E pera -qe chegue ae ceaheclmeoto de todos
O recebioieoio definitivo de todo o laofo, e obras
sera' 18 meres depois da entrega provisoria.
Vil
Para todo mais que nao estlver aqni especifica-
Jos da Rocha Paran/u.
mandei faw'r o presente edltal, que sera' afflxado do no contrato, seguir-se-ba o qoe prescreve*o"rfr-
nos logares do eostume e publicado pela lm- ferido regulamenio das obras publicas.
Pren*"- Conforme.Miguel Afonco Ferreira.
Dado e passado nesta cidade. do Recife de Per-' __
nambuco aos 10 de julho de 1866.
Ea Manoel de Carvamb ftes de Andrade, escrl-
vio, o sobscrevi.
Trutao de Alencar Araripe.
DECURACOES
Por ordem do Htm. Sr. inspector da thesou-
0 Dr. Tristao de-ewar araripe, offlcliTSTm """J" SfS?.* *$} Provlocl.a e f" P?D"> P-
perial ordem da Rosa, juta de dlreito espe- Tnr?m = de to.dos.os ancclonrios pab-
cial do commercio, desta cidade do Recife de lzrl, ll'r10"^5 fJ1.pessO8 qoe
Peroeaboo) setftemo, por sua magestade raipe- Sl??/0?I,d*de2 pela Paador,' aQe. P
nal e eonstRucieaal 8r. D. Pedro H, a o-aem rJ*r}Mt d Pedante desta e ordem no avia-
raard e. i ?enU) das Dartw 1nB e,ls anluero no principio
dos mezes, preleadeodo todas ser pagas ao mesmo
COMMERCIO
Gaia filial do banca do Brasil em per-
narobuco 23 de junho de 1866
A calXa descorna os saques de
tana de 8 0/0ao anuo, e saca
na Babia.
, seo leerle peta
sobre a caita Altai
u-.uyHW, ^.^0 w hi(uu |iirjiaouia awinnvu ijuo uvim piuuuio pviau't juigiuor, que 86Ja Seo
a provincia fosse reembolsada desse dinheiro pelos Pl, inno, ou cunbado no mesmo grao, pergunlo
lucros qne ezcedessemde um limite tizado. < se orna parte nomear para fanecionar este juizo
O Sr. Pigueiredo censara o presideote, ^or nao advogado,^ara com qaem eu esleja em algum
ter fixado um limite ao-quantitaiivo a que o go-
verno tica responsavel. Veja o modo diverso pelo
quai o vioe-prssidente e os eogenheiros do governo
imperial e provincial encaram esta questo. Eu
bavia filado o limite da responsablkdade do go-
verno, atas estes senbores eelenderam a' vista do |
arbitrio qoe o contrato deixava ao goveroe. de re-
geiUr os otcamentos, depois de apresentados, que
era mais conveniente eliminar esta clausula, dei-
xando toda a liberdade ao (overeo.
O Sr. Pigueiredo anda afflrma qae os orcamen-
tspcdemser tao falsamente confeccionados que
elevem o quantitaiivo a quatro vezas maior do que
verdadeiro
ou o Sr. Fi-! publica
daquellas casos, devr-rae-hei dar de snspeito,
ou mandar que ella constitua ontro advogado,
que nao teaha Impedimento legitimo para proco-
rar perante mira? Eu me teoho sempre declara-
do suspeilo, por me parecer que nao devo privar
a parle do advogado de sua coofiaoca, muilas
vezes al de partido, e nem t3o pouco a' este do
eierclcio de sua proflsso neste juio, bavendo
alias quem me substitua na forma da lei; mas
por outro lado observo, que de semelhante prin-
cipio resulta lambem ara graade inconveoleote
(horresco referene 1) e o de poderem as partes
idulilisar-me, (Que fatal prejuizo para a ordem
Mero banco de Pernambnco
O aovo banco descanta letras do commercio a
<0 0|0 ao aono, e as do Ibesoaro nacional e do
banco do Brasil sobre a cala filial a o 0|0

ALFANDEtA.
Rendimento do dia 1 a 10...... 214:7214572
dem do dia 11............... 32:0264537
246:750*909
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com faaendas...
c c com gneros....
Volumes sabidos cem fazendu...
t t com gneros....
sao corruptos ou incompetentes. En nao posso e nba suspeico a ficar dependente, nao das raides
nao emendo como o Sr. Figueiredo pode figurar legaes, seno da vontade e arbitrio das partes
na sua imaginaco o traquejado e perito negocia- (Qual desses dous inconvenientes ser maior I A
dor apresaotaodo a qualquer dos habis eagenbel- tem algum empenho.quesejajuiz pessoa designa-
ros que teem fiscalisado as estradas de ferro deste da, ou smente idnea, uto com as precisas ha-
paiz as plaas desta estrada cora o traco da liaba, bilitacoes e em vtrtude delta tndtcado, quer para
cortes transversaes, desenhos das obras d'arte, en- effectivo, quer para supplente f)
bagem dos atierros, exeavscoes e mais deUihes, e,' O dito presidente responden ex cathedra a aqoel-
envolvendo esse engenhsiro, pela aaa babilidide,. 'e magistrndo do seguinte modo :
fit\ maermn mAiin nnn i w .----- bIsL. _u > P,li ., JI_ si__ ..... __,
175
417
------592,
129
330
------439
Descarregam hoje 12 de julho.
Barca francesaauriceenmercadorias.
Escuna inglexa.stand Queenmercadorias.
Vapor inglezSaiadH-idera.
Brigue holdembarguezBerfAadiversos gneros
de estiva.
Escuna hanoverianaCafAnriaa diversos gene-
ros de estiva.
Brigue nacional Aureliano charque.
Brigue portuguez.uaifano idem.
Hiate portugus Serra /-idem.
Patacho nacionalCardia idem.
do mesmo modo que, segundo o orador, elle en-
volveu o vicepresidente. Nota-se qae est estipa
lado no contrato que nm engenbeiro do governo
ter de fisralisar a construccao das obras, e admi-
ra ver o Sr. Pigueiredo depreciar os eogenheiros
do seu paiz, admittindo a possibitidade delies acei-
tarem- oreamentos augmentados quatro vezes alm
da real importancia das obras.
O Sr. Figueiredo disse anda que, se a compa-
nhia fallir, ao governo nao garantido o reembol
Cabe-Be dizer-lbe, que nahypothese ida men
clonada consalta; nao ha tal motivo de sas-
peifo para Vine, mas cumpre a parte nomear
outro procurador nSo s pelas razos expendi-
das no final do sea citado offlelo, como porque
s a ella que corre semelhante obrlgacao, em
vista do qae terminantemente dispe a referida
Ordena$o.
Entretanto pelo aviso n. SIS de 7 de novembro
al. abano transcripto, ja havla o governo
liuportaco.
""" < uao uau c ^miuuuo o reeiuuoi- "w. uaiiu iranscripio, ja navia o governo
so da parte da subvengo que tiver ja entregado- imperial declarado, qne comparecendo algum advo-
rnmn/illhia A in sa nAila ronlipap cAm no*. kldn nnrn arriman mi J./... j... ....
rompaohia.A isso se pedia replicar eom a per
guntaE ae a companhia fallisse, porque a provin-
cia deixasse de realisar a quota coovencionada T
gado para acensar ou defender perante o jua, seu
prenle, ou afinKat o segundo graoo mesmo jnlz
aevera dar se de suspeilo, porque a Ord. Liv. 1 M.
iroims uc reaHsar a quoia convenciooaoa i *o*'u uar-teae suspeilo, porque a Ora. Lav. 1 tit.
Que garanta teria a companhia que uvesse em-148 l 29 na> faz distinc,;o alguma -e no tribunal
pregado a maior parte do capital na emoreza ? Mae i do jury considerado tambem julgador aauelle que
assegnro ao Sr. Pigueiredo, que o-goveroo asta ga- appitca atei ao faeto.
rantido, embore a eompaoMa e aao.esteja, porque Alm disto sempre foi esta a louvavel praiica
ficaro sempre as obras feiUs, qne certameote va- seguida por todos os magistrados,
lero mais qoe a quaruparte do seu eusto. Se ba Incontestavelmente perfeita homogenidade
Ha ocitras rautats inexactides aa falla -deJr. entre a especie daqnella consulu, e a resolngo so-
depulado, mas, para nao estender mais esta cor-, bre ella dado pelo citade aviBO, porvenlura nao se
respondencia, aaabarei pediodo atteneao para o espicharla ex cathedra aquelle presidente, citando
at em apolo de sua resposta a propria ord. liv. 1.
animus que revelara as suas observacoes a respei-
to da concessao das dnas leguas de tetras. Na sua
anxiedade de desacreditar empreza, ergueu uir
negro quadro da miseria do irabalhador rural do
Brasil, e para o sea argumento ter seoaencia e l-
gica, devia-se eoeclnir que a concessao desta duas
leguas de trra tioha de influir para eiagcrar esta
estado de censas. Mas ao valia a pena fazer tap
grande alvoroco pelo amor de duas innocentes. le-
guas de trra, e ofir. Figueiredo teve a precaucao
de orientar acamara de que as duas leguas innato
a ser oup leguas, tfra, o Sr. Figueiredo na cmara
disse Eu me teabo imposto sempre oesu casa o
dever de nao aventurar apta praposico que nao
posso provar. Creie qje a sede do Se Figueire-
do, de estrangular no berco as ?mpreias era que
me acho empenhado, tem o posto ea ttm.dileaima
Na sei come elle.pede proyar que duas leguas
sao oile. Lerobrei-me que elle se podta ter eoBna-
do tratando as duas leguas quadradas por dnas le-
guas em quadro ; porm reuecli que qualquer me-
nino de escola sabe que dnas leguas quadradas sao
duas vezes urna legua qpadrada e nao o lo vezes ;
e esta nao pode to poaco ser a eiplicajao, porque
mesmo duas leguas ep> quadro sp quatro Leguas
quadradas smente, e nao olio legiuas.
O Sr. Figueiredo, que lmpoz a si p dever de pro-
var as proposcoes que aventurou aa cmara^ tai-
vez lenba a boudade de demonstra/ como duas le-
guas de trra qnadradas sao oito leguas de ierra
quadradas.
O Sr. Figueiredo cbama innocente a expressao
se as houveri, naturalmente por irona; quiz di-
zcr que as pessoas qae nsaram dessa expressao
eram astutas; mas essas pessoas assirn mesmo nao
teem a habilidade do Sr. Figueireda, coja destreza
chegou a ponto de transportar a colonia de Pimen-
teiras do seu logar, la ao sal, para dentro da zona
onde se proeSe a ooacesso das dos leguas de
trras. ^
Sou, etc.
Rio, 29 de junho de 1808. Edmr ^^
til. 48 | 29, que em sentido contrario bavia sido
citada pelo mesmo aviso I Ignorarla o dito presi-
dente, que tal aviso exista ?
Uigam, os scienies e veteranos, ja' ase infeliz-
mente o nao sab, mas somonte deseja disentir pa-
ra aprender.
OCalour*.
N. 512. Avuo de 7 de novembro de 1861.
Ao presidente da provincia do Rio de Janeiro.
Resolve duvidas apresenladas por um jnlz de di-
reito, por causa do parentesco entre elle existente
e dous advogados do foro de um dos termos da
sua comarea. 2* seceo. Ministerio dos aego-
clos da jps(lfia.Rio de Janeiro em 7 de novembro
de I86f. Rlm. e Exm. Sr.' Levei ao alto eoabe-
eimento de S. M. o Imperador o c-ffieio dessa Presi-
dencia sob n. 1054 de 18 de junho do anoo pas-
tado, acompanhando copia de um oflkio do juiz de
direito da comarca de Cabo-Frio, propondo as se-
Suintes duvidas: 1* se existlndo em nm dos termos
aquella comarca dous advogados, sendo um .o-
brnbo, e outro cunbado desse magistrado, podia,
quando all abrisse corrlclo, rever os autos em que
Uvess^m intervipdq esses advogados? 2 se as
appellacoes crimes. recursos e agravo, devia dar-
se de snspeito T 3' se nevera'consentir que esses
adyogados defeoilam qu aceusem no jury que pre-
sidir ? 4a em todos os procseos qae podem ir ao
joiz de direito em grao de recurso, anda quando
as respectivas razoes nio sejam produzidas por
aqaelles advogados qual devera' ser o sea procedi-
nienio?5" se as disposie/iies da Ord. L. 1, tit. 48,
j 29, e tit. 79 4, e dos avs. de 12 de novembro
de 1833, n 106 de 29 de setembro de 1648, n. 266
de 3 de dezembro de 1853, en. 115 de 27 de abril
de 1855 comprehendem tambem os sobrinhos, ou
os cuohados, Irmos e fimos do jalgadar ?
Eo mesmo Xugulo Seahor, conformndose eeso
o parecer do coaselheiro procurador da cerda, so
beranla e fazenda nacional, boove por bem deci-
dir quanto a' 1* duvida, qne nao ha inconveniente
em que o corregedor tome coobecimento e proveja
em procesaos, onde tenbam intervindo como advo-
Brigue oldembarguez Bertka, entrado de Ham-
burgo, consignado a Rabe Schmettaa & C, raani-
festn o seguinte :
1 calta beserros, 1 dita meias de al rodo. 25 di-
tas genebra, 30 barricas dita ; a Isidoro Netto & C.
1 ealxa bezerros, 1 dita faoeas, 1 dita fitas de al-
godo ; a Vaz & Leal.
2 caitas sabio; a Alves Hamborger & C
2 caitas couros, 2 ditas miudezis; a A. da Sil-
vr Paria.
5 caixas fazenda de llnho ; a J. F. Lopes.
2 caixas fazenda de algodo ; a Hwriqoe ri
Azevedo. *
2 caixas espadas; a D. A. M.
3 caixas presuntos, 1 fardo-lonas, 4 ditos cidos,
1 caza e 1 barrica obras de barro, 8 caixas vidros,
15 ditas mudetas, 2 ditas papel, 1 ditas e 1 bar-
rica drogas, 2 pacotas junco, 1 caixa oleo, 1 dita
conserva ; a OltoDoiives.
6 caixas espetaos. 2 ditas miudezas, 1 dita laa,
8 ditas conservas, 1 dita droga!,, barrita tinta ; a
ordem.
1 caixa puteis, I dita droga; a B. F. de Souta.
1 caixa mobilla ; a Tasso.
2 caitas e 1 embrulbo fazendas de algodao e
amostras; a Scbafheillto & C.
1 calta amostrrs de vidro ; a J. F. de Paula Ra-
mos.
1 canta agua romeral; a Carneiro & Nogueira
3 caitas diflerenjfls argos,; .a F. H. Caris.
2 caitas miudezas ; a GaimarSes & Luz.
1 caixa ralndeza ; a D. I*. "WIM.
1 caixa papel. 3 ditas vinho, 3 ditas chapeos ; a
Cbristianl & Irmo.
301 barricas, 100 garrafoes e 250 caixas gene-
bra, 35 lastres da cirvo de podra, 2 calas obta
de madeira, 1 dita amostras e 36 tabas*; a Kai-
katann.Irmos & C
2 barricas cevada; a Henry L*idsn.
1 aita ferrageos; *S.*.J. dt C-
20 bajjriaas carweja, lP,saios fatellp i.a^alk-
nuop Innaos g.
2^cdw fazendu de |a* A feina* Jeflertes.
200 caitas velas sieariaaa, 1 embrulbo amos-
tras ; a D. Rodrigue*,de Andrade.
46 ,cxas miudezas e esfielbqs v a Silva & Car-
dozo.
100 canas velas stearlnas, 100 sa.ccos pimenU
da India, 4 caixas presuntos, 10 ditas canella, 1.
dita faaenda de laa, 600 acotes papel de embru-
. Iba, 3 caixas obras da madeira, 1 dita e 1 eobru-
I Iho amostras, 300 barricas, 500 garrafoes, 2130
: caixas genebra ; aos consignatarios Rabe Rchmet-
i Uu 4i C.
rtECEBEDQRIA BB RBNDAS INTERNAS SS-
flAfi DE PHRrTAMBUGO
ilendneoto do da i a 10....... 13:8054415
dem do da If................ 11494MC
Deas guarde etc.
Paco saber pelo -presente, qoe, perante este JUIzo
e carlono do escrivao que este subsoreven corre
nma execugo de ssntencu entre partes cono exe-
Zuentes, Monteiro A Irmw accessores de Monteiro
opes & C. e como execotados, os admtolstradorw I
da massa fallida de Joao BaptlsU Goocalves Bastos,
e eorrendo dita exeeoco sens devklos ternee, pro-1
cedeu-se a peobora em dlnbeiro pertenceote a re-i
ferida massa fallida, na quantia de 7:0204, flo I
3ue em audiencia publica, pelo solicitador Joo
aelatto de Abmo, me (ora Mto o rsqoerfmeato
do tbeor seguinte:
Aos % de julho da 4866, nesta cidade do Reeife
em audiencia do Dr. juiz de direito especial do
commercio Trtsio de Alencar Araripe, pelo solici-
tador Joao CaetSBo de Abren, procurador das exe-
quentes fra accoada a penhora feita>em dinhsiro
pertenceote a referida massa (anda de Joio Bap-
tista Goocalves Bastos, requerendo que no s
Heaaveat assigaados os seis dias a penhora como
es del df aa dos etedores lacerias sob pena de lan-
?amento para a qae se Ibe desee os editaos do
estyio.
O qoe sendo por mim ouvido assin o defer.
Extrahi o presente do protocolo das audiencias,
e junto o mandado e termo de penhora e a res*
peetfva procora^ao.
Bn Antonio Alves da Peaseoa Jnior, escrevente
juramentado o escrevi.
Eu Mmeel de Qarvamo 'Paos de Andrade escri-
vao t subscrevi.
Em observancia a dito mea deferlmeoto o res-
pectivo escrlvio fez passar o presente edital com o
praso de 10 das pelo tbeor do qual chamo, crto^
he por citados a lodos os credores mearlos dos
referidos exeentados para que dentro do referido
praso comparecam ante este jaizs por si ou por
seus procuradores allegandoeprovando e o qae
for a bem de seos direitos e jostica sob pena de
revella.
E para que chegue ao conheci ment de todos,
mandei passar o prseme edKsl, que ser publi-
cado pela imprensa, e afflxado nos lagares do
costme.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, 11 de jolbo de 1866.
Ea Manoel de Carvamo Paes de Andrade, escri-
vao o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
tempo, o que causa confusao ao expediente e mo-
tiva queixas tem deliberado o mesmo Illm. Sr.
inspector qne do de agosto prximo em diante
se observe na pagadoria a seguinte tabella :
No i dia ntll de cada mez.
Presidencia.
Re lacio.
Faculdade de direito.
Preis de (ropa e foi ha de offlciaes.
Tbesoararia.
No*
Correio geral.
Justlca te 1* Instancia.
Pessoa] da polica.
Folhas dos guardas ermarinbagem da alfandega.
Consignares de familias de offlciaes e outras
- Hb3.
Arsenal de guerra.
Recebedoria.
Tribunal do commercio.
Offlciaes reformados.
Empregados da visita da saude e instituto vaci-
nico.
. Ubi.
Juizo dos feilos.
Alfandega.
Btspo, caihedral e procho?.
Aposentados e empregados de repartieses ex-
tincias.
No 5.'
Arsenal de marinha.
Capitana do porto.
Aprendizes artfices.
Guarda nacional.
Pensionistas do estado.
No 6.
Navios de guerra.
Aprendizes marinheiros.
E quaesquer funeelonarios que nio tenbam re-
cebido os seus vencimentos nos das qde Ibes fi-
cam marcados.
Secretaria da tbesouraria de Pernambnco 11 de
julho de 1866.
Servindo de offlcial maior,
Manoel Jos Pinto.
Pela admin1strac3o do correio desta cidade se
raz publico qne em vfrrode da convenci postal,
celebrada pelos governos brasieiro s franeez. sa-
rao expedidas malas para Eoropa no da 15 do
correte pelo vapor inglez Oneia.
as cartas serio reeebidas at 2 boras aales da
que for marcada para a sabida do vapor, e os ior-
naes at 3 boras antes.
Admiostracodowrreio de Pernambaeo 10 da
julho de 1806.
O administrador
_____________Domingos dos Passos Mkanda.
Arsenal de guerra.
O conselho de compras do arsenal de guerra
em vrtude da ordem da presidencia e 3 do ror-
rete precisa comprar o seguinte :
30 arrobas de plvora grossa de boa qaalidade,
ou 440 kilogramas e 688 gramas.
As pessoas que quizerem vender ditos ar tifos
apresentera suas propostas a as competentes amos-
tras na sala do conseibo, s 1! boras da manha
do dia 13 do eorrentf.
Sala do conselho de compras do arsenal de arier-
ra 9 de julho de 1866.
O encarregado da escrrplnracao
Manoel Jos da Azevedo Santos.

15:1454007
CONSULADO PMVfMGlAi.
Rendnento do dia i a 10
Me Jo da 11........
56:8884905
6:5354880
62
Manoel Joaquina Baptisla, escrivao vitalicio do ci-
vel nesta eidade do Recife de Peraambueo, por
S. M. o Imperador que Deus guarde etc.
Certifico ser o tbear da carta de edltos abaixo
transcripta da forma seguinte:
Carla de editos.
O Dr. Virgilio de Gusmao Coelho, juiz municipal
-upplente da segunda vara nesta cidade do Recife
de Peraambueo, por S. M. I. e constitucional o Sr.
D. Pedro II, qne Deas guarde ele.
Faco saber aos que a presente carta de editos vi-
rem e della noticia tiverem, qae a junta adminis-
trativa da Santa Casa da Misericordia do Recife,
ma dirigi por escripto a peticao do tbeor se-
guinte :
Diz a junta administrativa da Santa Casa de Mi-
sericordia do Rtcife, qae quer facer citar aos ber-
delros do fallecido Joao Neponoceno Ferreira de
Mello, para a primeira deste juizo, fallarem nos
termos de um libello, em que Ibes qner pedir o si-
tio o. 13 particular, deno minado Boa-Vista, as
Salinas, do qual se achara de posse os suppllcados
por titulo de aforamento feRo a aquello fallecido,
visto terem os suppllcados cabido em coromisso,
como raeihor expressar esse esa libello, pena de
revella, fieando logo citado para todos os termos
da cansa at final axeeoeao.
B parque asanplicanle ignore quaes sejam es-
ses herdeiros, por laso reqaer a V. S. sa digne de
mandar passar carta de edltos cora o prazo de ses-
senta das, para seren os suppllcados aliados por
Iodo conloado nesta.Pereira e Soaza.
Processo civil.N. 203: por tanto pede ao Illm.
Sr. Dr. juiz municipal da segunda vara Ihe delira.
E. R. M Como procurador, Jos Toeodore Go-
mes.
Uestribuida.Como requer. Recife, 28 de feve-
reiro de 1866.Virgilio Coelho.-A. Baplista.-O-
ItSMM
Nada mais se eeatinha em dita peticao e despa-
cho, em cumprinenlo do jaal o escrivao que ala
sabaarevaa fes passar a presente carta de editos
com o prazo de sessenta das, pelo tbeor da qual
ebaaao, cito e bal por eludo os herdeiros do falle-
cido Joao Nepoaoeeno Ferreira de Mello, para qne
dentro do referido prazo comparecam nesle juiz
per si aa por saos procuradiwes, afina de respoade-
ram aos termos da accad constante da peticuo su-
pra,tran8cripu,.sob pena de se proceder a todos os
termos as suas revelias.
Pelo qoe toda e qualquer pessoa, prenles, ami-
f;os ou condecidos dos supphcados berdeiros do
alleeido Joo Nepenucano Fprreira de Mello, ibes
podero fazer scienle do qne cima flea exposto, e
o porleiro deste juizo publicara e afiliara a pre-
sente so lagar de costme mais publico, depois
de baver transitado pela chancellaria-
Dada e passada nesta cidade do Recile de Per-
nambaeo, aos o de mareo de 1866.
Eu Manoel Joaquina Baptista escrivao que subs-
crevi.Virgilio de Gusmao Coeltw.
Vai pagar 251Lr8. direito de chauellaru. Rpoife,
5 de marco deTB66.Baplista.
N. 1268.Pagou 230.. dedireitos de cbancel-
laiiaa. Recebedoria, 10 4* asco de 1866.-Chi-
ves. F. L. Cardim.
Armas imperiaes. N. 52.Pagou 400 rs. Reci-
fe. 10 de margo de 1866Cbav.es.-r-S'eitt.
Estova o signal do sello das chancellaras.Fir-
mino Antonio de Souza., presidente.
Transitou pela chancellaria. Recife, 10 de mar-
co de 1866.O escrivao, Francisco dos Rais Nones
CaaanaUo Jnior.
Laucado a felna 101 do conaptenle livro n. 13.
Reeife, 10 de narco de 1866.-Campeilo Jnior.
Nada mais se conlinha em dita carta de editos
aqui bem e fieimebte copiada do original a qual
a'! me reporto, esta vai sem cousa que duvida faca,
conferida e concertada por mlm subscripta e asslg-
Finda a oudiencia do Sr. Dr. juiz de orpbos
no dia 13 do corrente, ser levada praca a ren-
da da casa de sobrado n. 47 da roa estrella do Ro-
sarlo, por tempo de tres aonos, a reqnerimeoto do
tutor dos menoras filhos do fioado Maximiano Fran
cisco Regneira Duarte. a ultima praca.
Pela subdelegada do Peres foi mandado re-
eolher a casa de deleacao o moleque de idade 12
annes, que diz cbamar-se Cosme Damiio, e ser es-
cravo de Jos Pereira Vianna, qne mora em Santo
Amaro, e que estove fgido da casa de seu senhor:
quera ao mesmo tiver direito compreca munido
de seus documentos, que provando. Ibe sera eu-
trgue.
Subdelegada do Peres 10 de jolbo de 1866.
O subdelogado,
Alexandrino Mauras Correia Barros.
Santa Casa da Misericordia
do Recife,
A Illm.* junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
no dia 12 de julho pelas 4 boras da tarde na sala
de suas sessoes tem de ir i pr ara a renda das ca-
sas abaixo mencionadas por lempo de nm a tres
annos.
Os pretendentes deveao comparecer acompanba-
dos de seus fiadores oa munidos de cartas destes.
Estabelecimenlo le earidade.
Ra Direita.
N. 8 sobrado de 2 andares .... 1:0675000
Ra do Padre Ploriano.
N. 49 casa terrea.......1814600
N. 57 casa terrea......504000
Roa do Fagundes.
N. 32 casa terrea......1554000
Travessa de S. Jos.
N. 13 casa terrea.......1534000
N. 14 5 casa terrea......1694000
Roa das Calcadas.
N. 36 casa terrea.......1764000
N. 38 casa terrea.......1574000
Htm da Viracao.
N. 7 casa terrea.......2644000
N. 27 idem .......1804000
Roa larga do Rosarlo.
N. 24 segundo andar.....
Ra do Calabouce.
N. 18 casa terrea .....
Ra da Moeda.
N. sobrade de 3 andares. .
Boceo do Quabo.
N. 8 idem, casa terrea.....1444000
Roa da Gloria.
N. 55 idem, casa terrea.....1444000
Roa do Encantamento.
N. 3 idem, sobrado. ...".. 4004000
Roa do Apollo.
N. 24sobrado de 2 andares. 1:4004000
Roa de S. Bom Jess das Crenlas.
N. 8 casa terrea.......1814000
Patrimonio de orphos.
Roa do Rangel.
Casa terrea a. 56.......3004000
Ra do Vicario.
O i. andar do sobrado n. 27 .
a. Gmalo
Casa terrea n. 22......
Ra dos Burgos.
Casa terrea n. 18......
Roa do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n......
Senzala Velha.
Ca^a terrea n. 48. .... .
aa Rm **,Gn-
Idemn. 29. ....'.. .
Roa do Pilar.
Casa terrea & 104
3009000
1854000
480*060
1804000
1894000
Exp cola*. In.Instriaes e obras de
arte cm Pernanibiico.
Constando comntissSo directora da ex-
psito (pie, por Ma dos necesarios eseta-
recimentos, pela comparadlo bavfda entre
os nossos productos e ouiros similares de
diversas provine as, e por outros motivos
de n3o rev completa setene, nao aonve
a desejavel igualdade na distribnico feita
para esta provincia das recompensas dadas
pela commisso central o Rio de Janeiro
na ultima exposico, e qoe por este fecto
algons dos antigos expositores se recusara
a concorrer com novos productos exposi-
c5o de 15 de agosto prximo ; reserven, ea
urna de suas sessoes, mandar fazer publi-
co o seguinte:
1. Ha ver na provincia, pira os traba-
mos da exposicao, um jury especial, no qual
nao tero voto os memores da eonmisso
directora, que julgar da excellenciak aper-
feicoamento e utilidade dos productos ex-
pos tos;
2. Este jury se dividir em duas sec-
ces, sendo urna para os productos agrco-
las, e ontra paraos mdnstritespropiamen-
te ditos, e obras de arte;
3.a Faro parte do jury as pessoa dere-
conhecida aptidao e especialistas;
4. Segundo o juizo do jury, a commssSo-
distribuir aos prodactores e demais expo-
sitores medalhas de duas classes, sendo aa
da classe de prata e as da 2a de roo re,
ambas acompanhadas de diplomas.
5. A commissSo far acquisico, median-
te valor ajustado, dos productos qoe para
isto forera jnlgados dignos pelo jury, e que
o3o possara ser cedidos gratuitamente para
figurarem na exposicao central.
A commisso directora espera qne estas
medidas ervirio de garantia ao verdadeiro
apreco dos productos expostos, e qu fero
desapparecer o desanimo qae a algons ex-
positores causou a desigualdade qoe ci-
ma se referi.
Alm disso, a commisso cbama a atten-
eao dos Srs. expositores e mais industriaos
da provincia para a circumstancia de um
dos sens membros ter de aeompanhar ex-
psito central os productos qoe d'aqni fo-
rem enviados, e fazer parte do jury julga-
dor na corte, acnando-se por esta forma
habilitado para ministrar todos os esclarec-
mentos necessarios ao perfeito eonhecimen-
to dos productos, e faier valer o direito da
cada um dos expositores desta provincia.
Por esta forma a commisso jolga ter re-
movido mais um dos embaracos, eom que
porvenlura venha a lutar na acquisico da
productos desuados exposicao de 15 da-
agosto.
Anda urna vez appella a commisso para
os dignos Pernambucanos, pedindo-lhes com
instancia qoe promovam com esforco a re-
mes sa de productos destinados a figurare
D'aquella festa industrial, onde se empe-
nbam os bros da provincia.
Sala da commisso, 9 de mato de 1866.
Secretario,
________Manoel Buargue de Mando.
No dia terca-feira, 17 do corrente, desea da
audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz dos orpbos deste
termo da cidade do Reeife, sera vendido por arra-
matacao ante o mesmo Sr. juiz, a que anaiar
lauco offereeer, o sobrade de dous andar* a mi
n. 45 ra Nova desta mesma cidade, o qual ttm
33 palmos defrentee.100 de fundo, coeinba fttroa
em cada an lar, grande quintal murado eom daos
pones para a ra das Flores, cacimba fiaens
e dous telbsiros, e em cbos forelros, avahad
por 14:0004000 de res, por precisar de raparos
A mesma venda ser eflecloada livra m
quaesqner despezas para os conseobore do prev
dio, inclusive a da siza por inteiro, as ainns"i
das correro por conta do arrematante, notaoa fot
aotorisada a requerimanto da tutora dos refci-
dos consenhores, filhos do finado Hemetar Ha-
ciel da Silva.
O. arremauate do subsidio da34300 per ca-
beca de gado vaceum do municipio do Reeife vea-
de a cobranca do mesmo subsidio das (reaesiaa
do Poco, Vanea, S. toureneo a Peres : os ^5ea-
denles procurem na ma das Crozas q 31
ARREH4TA(1A0
Naiiprrmeira audiencia do Jao de owbSoadw-
la cidade, que dever ter lnar no da K da tor-
rele mes, escrivao Gniroaraee, vai de-aovo i Bra-
ca por arrenaanieoto de seis annes, e se* as ates-
mas c ndieoes, porqae ten sido aanonsiado ns-
geoboDous Irmos, siioem Apipucos.
1914000 Com^ft e cavaUaria de f
buce.
Precisa-se contratar para fexnecimente da
valbada da mesma conapaohia, no Io seraaelre
corrente aono o seguuitc :
Capim de planta eot arrobas.
Mllho em alqueires.
-lS7l .......1684000 Farello em libras.
dem n, 103 idem.......JOOjOOO Mel em garrafas.
9004000
2004000
1444000
do
*


r





1*66.

c
m
a
I
COimeA BMSILEIIU
DE
PAQWETES A VAPOR.
Dos portos do sol esperad
at a dia 14 do correla o vapor
Crmtetro do Se/, eornrnaodeote
Alcoforado, o qual depois da
demora docostuow seguir para
os partos do norte.
Desde ja recebetn-se passsgeiros, e eogja-se a
carga que o vapor podar eoeduiira qoal deverear
Aooauuissio directora da exposicio des- embarcada no dia da soa cnegada; eocommendase
ttpnmrjeia, prevno aos artistas que de- oheiroafretaiodiadaMsliMtMiiorM;
___j__.___as passaee s serio recebldas na agencia roa
i estes gneros d primara quatidade.
O* propooeoles aproeeotarSo as su* propotas
a seertHaria 4a 'esiaa evmpanhia no dia li do
corrate ao Meto da.
uartei ao cascpe d. Princesa^ 9 de julho de
Menonl Jaaqoim Machado,
Teaeote coaroandanie.
K*t>e>sleli 4m vwductoH agr-
ee*aa etatlitatrlaes m Pernaa.-
* serio reeeMdas
. ., oscrt
mesffli eiposicjio,, e que nao o. possata fa- eir Amena 4
safaren conco'rrer eota os seus produe'os a J gcm^L de ou_
ser por falta de recursos, que devem diri- p >. n a j. Qni
gr-M ao secretario da commisso pan ob- -t *** W JLUU ul. aUll U Jlllt
terem os auxilios uecessarios a acqaiiica'o
das materias primas destinadas aos ditos
productos.
Sal* da commisso 9 de maio de IBW.
M. Buarque de Macedo,
Secretario.
Segoe mol breve o patacho nacional Btmfiea,
porque tem a maior parte de seo earreg amento
engajado: qaem pretender carref ar a fres no
raesmo navio, dlrija-se a Bailar di Ollveira, roa do
Vigarto o. 1
De Meada avarfato.
A 13 do corrente-
0 agente Ollveira fara' leilo por ordera
armazem dos Srs. Adamson Howie 4. C, a. por
eooU e Nmso de qaem perten*r dOiOO?** de al-
godoziobos de madapolde-, avariados a bordo
do navio iogler TIGKER, na soa rcenle viagera
de Lrverpoel para este porto
Seaia-eira t3 do correte
ao meio dia em pon'o, do armazem indicado, ra
do Trapiche.
wm*mssmrs*m i-umi -'
AVISOS DIVERSOS
T
Porto.
dee
'ara o
Segoira' com brevidade a bem coobecida e mol
veleira barca Claudina, por ter parte do sen earre-
gameoto engajado: para o rssto e paasagelros, aos
gjftsifii dss pradeetse agrcola iidastrian
ras d'artes en Peraoaboea.
AommJSte djre6terda txposigio des- quaes offerece eicellentes commodbs, trata-se com
U ^resalveo, qae por me derepe- SSJ.'i'gS^ff d* Madre de DeM ^
liaos anauactos aelpubltcasse o segante :----------;---------s
Para em ireltaura
Vg* a- a0vro da exposicio foi, ovieiro **.**, Po-
transforidapara o da 18 de agosto prximo; aJte por ler loda ca7gTp~taTparfa
2.* Que a recepgao dos proouctos desti- pouca que anda pode admettir, trata-se com osen
nados i axposico principiar do dia 15 de consignatario Antonio dcAimeid* Gomas, ras do
jomo prximo-; Crui jUB, priaeirojodor______________^
3. Q ue a demora que hoavar na remes- .10 o3ail6rO
sa dos prodocto ser nociva taima con- 0 w aut9M>Beimn0t qoe '**,**.&.
emente COrlocacao, conforme respectiva metade da carga prompta para o Rio de Jaaeiro,
importancia; tegua com brevidade : os qoe aelle qanere, car*
T.' Que vindo todos atropeladameote as [?' qoeiram enteoder-se com os eoBsigintaries
vaspexmdo,d deatertura- de expelo, ^^^^Sgfi
neto, se. pode calcular o, aepao que elles re- pT^____________________________
qnerem e seavera apromptar, nem fazer poltQ A iA Aa Xnnavn
sobresahir os productos, espacando-os, e rara U luO U o UirO.
J8eandD-OS COnTenientemente ; O vele'ro palbabote nacional Piedaie pretende
i- ^eaoaiented^ignadapelocommis- 3* ^'S^T^
Sttia ClaSS4cador, O Sr. Dr. Gervasio Ro- e escravos a frete, para os qoaes um exooNeotes
dligUM Gampello, SO devoran entregar os comssodos trata-se com o saos consignatarios
produato* no palacio do iroverno do refer- aoIo Luis te Oveira Axevedo A c. no sea
do dia lfi de libo em (fiante* e desde as escrlptorio a roa da Crns do Rocife n. l.
9 fcwras da mantea, al as. da tarde. COMPANHIA
6. Qoeatodos os eapositores 9e passar
recibo de seos productos, declarando, con-
forme altes deter.ninacora, se a destino do
oajecto exposto detaad ao arbitrio da
comal ssSo-,
DE
Navegacaa castwrs or vapar.
Transferencia
Para o dia 14 do correte as ti horas da ota-
nha por ordem supenor fica transferida a sabida
SOdeve segnirpara aexBOSiCaO do vapor Parahyfm, com destino a Fernando, de
ia lOYte, Ott ser ristitUdo ao expositor, logo Noronha : escrlptorio da compantia Pernamboca-
depoi da i#>s65q ; i "*Forta *gMatos __________
7* oe podando tsrsnccedido qoe nao] -- A. Strnve, capitSo do brigue escuna
tenhamcftegado a seu destino aigumas das hamburguez Marie Louise* vindo da Babia
circulares e instrucces pop ellas dirigidas a com carga de fumo e algodao com destino
todos es* cidadlosi qaB jatgou poderem con- para Hamburgo, arribado neste porto por
tribaifparaaexposicA), Ibes roga queprcs- forra maior, precisa tomar a risco ma iti-
cindindo da convites especiaos, contribuam' mo sobre o casco, frete e carregamento do
pon esta Testa industrial, em cojo bom ou' dito navio a quantia de cerca de 10:0003 :
mo exite vo de algum modo os bros da as offertas devem ser entregues em caria
provincia. > fechada no consulado de Hambargo, rus da
Sala da commisso, 9 de maio de 1856. Cruz n. 4, at 13 do correte armero dia.
embarcados ultimamonte, o qaal ser voodido em
lotos a vootade dos omnpradereo: seU eira U
do oorreota pelas of hars da JBOpba oo arna-
zeot do Sr. Anues Je fronte da faoega.
sasa irifonoiu
Instituto Archeolo^ico e teo-
Haver sessao ordinaria quinta-feira 11 do cor-
rente, as 11 horas da manbaa.
ORDEM DO DIA.
Recepcao solemne do sr. Dr. Jos Banto da Cu-
nta Figuelredo Jnior, como socio eflectivo.
Parecerea a mois trabaiaos de commissoes,
Secretarla dolnatiioto Archeologico e beegra-
phico Pemambacano 9 de jalho de 1666.
J. Soares de Azevedo
Secretarlo perpetuo.
Aos &0UO*>OO().
Bllhetes eparaiitlios.
A- RA DO GREiP M. CASAS DO COSIUMS
Oabaiioa.sigoadovti nos seos muitofli-
te* Winetei:|.r8Dnid*4alotera que se acaooo
de atrahir, a heaeticio iJa* hmilias dos volanta-
-.' ri^ai "lr. Jtoinle p*eios:
N.3738 tres namlo*. eoo. a surte de 6;000.
N. 3i2 bUhete inteis eoot. sorie <\i> 300*.
E outras maitas orles de 1001, 4J, a O*.
0%pommisnas poitoa*. var roeoionr seno respec-
tivos premios son os deseonlos das leisnacasa
da Fortuna rn de Croopoo...
Aciiam-se a v^nda o*.da lipprte da lotera
(7z*) beneficio das firadias dps. voluntarios da
patria/que se extrhir*,' terca^teira 17 do cor-
rente.
PIPtO.
bilhetes 61000
Meios......31000 .
* Ooiotos. .... *1200
rara as -ie*ftoat- ovo coapraraa Ae iSOAOoO
paro eiaa.
Ojlbetas.. .... 51900
eios. ..... V13Q
uinto. ... 11100
Manoii. !(artiss Ftuu.
OPEKA(dE
DE I ft A
OLHOS. OliVIDOS E DAS VAS OtJWHnlK.
or. Mamaug medico operador e oculista,, membro titular dA,cademui
Imperial de me licina do Rio de Jaoeiro. faz scieoie, ao fespeitavel pobhc> qne estabe-
lecen seo consoltono na- da Croz n 25-, onde ser encontrado., todos os das, das i 0
: horas da manhSa as duas da tarde.
Por meio de om engennoso instriKaeuto de dilatacao uretral, e pelo systema do
finado Dr. Peixoto, a Dr. Ramang cura os estreitamentos do canal da uretra; este me-
tbrdo novo tei posto por elle em pratica na Corte em coLoboracao com o s u collega e
amigo o finado Dr. Peixoto, e depois darante os quatio me?.ej d\ sua estada na Capital
da provincia de Minas, ond^ o Dr. Ramaug operou quator enfermos que se acham
boje no mesmo estad de desembarazo, que no dia. da operacD; a dor Igo pouca
que moitos n5o presumem ser operados, (piando ja estdesobstrnido o canat.
Os jornaes da COrte e depois o jornal Minas Veraes-Ho. anno passadotedl-publi-
cado um grande numero de curas, tanto de olbos (operacoes tte cata atas e de popula
artificial) como da estrei la Tientos do canal da uretra, eOectaadas pelo Dr. Ramaug ;
convida elle portaeto w pesabas qoe precisarem recorrer ai sen limitado prestimo, para
apresentarem-se quanto antes consulta-Jo. (:ra tambem varias desforniiades t!oorpo
taes como, ps torios* olbos vesgos, bejo racaado, etc.
Pedf-se ao Sr. Juquim Vieira Quaresma qoe
venha retirar o objecto qoe arrematou no leilo de
5 de julho do correot>>, a ra da Cadeia do R-cife
n. 29, visto iguorar-se sua morada. ^__^___
Antonio Gomes, subdito
para Europa.
portuguez,
LOTERA
\os 0:000000
Corre feerea-^eira V? 4a etrreote
Acbam-se venda fia respectiva thesbu-
raria, roa do Crespo n. 15, os bilhe-
tes, meios e tjujntos di O1 loti* a be-
neficio daa faavtias dos tteluntarmapda pa-
tria <7.*), sendo a extraco na (jpgar e
hora denostme.
O premios da 6:000J&OO at O^OO
retira-se Na rua da Una n. SO, prnelsa so- dft. f|rf
criado para o servio* de a cas, de pff>kMta la
mili. ^^"
Domiofos llendus-pretende saber se seo ma-
no JoaquimJiVndes vivo ou raoitu .o^gpc.io de
tOMressr, eio pira o Rio dgJauHro tas<8 o
Spois veio para esla proeta ondV- w casou e
exenten oemprego d- gard-Hro, o como alo
leona do mais noticia, qonn.soaber e quizer ftr
este favor, rde a itorra-ftisoorlco Chaves, na rua
da Imperatrii n. 19, obrado-
Precisase gommar para catada tres pessoas : na roa do
Hospicio n. 61 J__________________
A ?mmi qoaajMiMmtrfl precisar de ^000*
a premio dirija-w a roa do Queimado o 3.
Aluga-s ore esr
ar na rua dn Ar.ma

O NOVO DESTINO
DO
M. Buarque de Macedo.
Secretario.
O eorpo provisorio de polica precisa com-
prar 81)0 varas de brim branco para fardomeoto :
os pceteodantes apreaenlom. suas propostas em
carta fachada na secretaria ao menino corpo, no
dia li do eorrente, as 10 horas do dia.
O alfares secretario, j
liaooel La de Siqaeira.
LEIiIS.
De4caiiM
Tiu:iTito
DE
S ISABEL.
ElPBEZi -CWIBBA.
HOJE
Qaiata-fein 12 de julho,
REJIEFICIO DO ACIOR PAIVA.
Repre om cinco actas e sets (pndro< de Octave Fenllet :
ROMANCE
DE
m me pobre.
O agpnle Piolo fara' leilo, a eqnertateoio do
depositariogeral e por despacho do llira. Sr. Dr.
juiz especia* do commerc, de. 4 grande* ca idas
i com canudos de vldro para candieiros, etisteotes
> no deposito geral, por eiecujo de Rayoeondo. Re-
migio de Mello Jnior contra Justino Antonio Pio-
| lo; o leilo sera' efleoloaAo no meme deposito,
casa em frente a secretaria de policio, na txu do
Imperador.
I LEILAO
Das dividas da finado Joaquina da Sil-
va Lapes na importancia de ris
26,o9a.?37
Cordelro lines
i! reqnerimento do testameoteiro e inveauriaote
do finado Joaquim da Silva Lopes e despacha do
Illm. Sr. Dr. joiz municipal da segunda vara, le-
vara' pala ultima vea a todo as dividas activas
pertencenles ao espolie do mesmo finado, fsto
Quinta-feira 12 do eorrente as 11 horas.
1 No armazem a roa da Cadeia do Recife n. 29.
ACTORES.
As Sras. D. Adelaide. D. Glelia, D. Leopoldina.
D Joaquina, e os Srs. Couto, P. Joaquim, Raymun-
dj. Mato, S. Gaimrav.. Ten-ira, Pontes, Santa
R)s, Soler e o beoolcudo.
Terminara' o especi acoto a graciosa
om ( acto
LEILAO
De om sof de Jacaranda, 12 cadeiras de dito, 1
mesa da dito, 2 Daoquinnas de dito, 1 guarda fon-
comedia fa osado e 1 dito novo, 1 goarda vestido de ama-
, rallo, 1 cama Jraoceza asada, 1 commoda usada, 1
0- ".. -i .. j- r .^nlex mesa elstica asada, 1 rico guarda roopa de ama-
JUrameiltO (le JIOraClO. freUq>de rm,_l secretaria osada, 1 mesa para jan-
Coowcara' s 8 horas.
O pequeo resto do bilaetes eslo a veoda
escriptono do Ibeatro.
no
AVISOS MARTIMOS
J
(onrwHii iihvsii.i:iii v
UE
PAQUETES A VAPOR
D i. portos do norte esperado
at o dia 17 do conrete o vapor
Ornar, comnaaodante o primeiro
lente Pedro Hypolito Uarte, o
qaal dapow da demora do costu-
te seguir, para os portos'Oo sui.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
caiga que o vapor poder conduzir, a qual devera.'
oer embarcada no dia de sua etiegada, eocommen-
das e diobeiro a frete at o dia da sabida as 2 no-
ras ; as passagens so sero receidas na agencia
roa da Cruz n. 1 escriptorio de Antonio luiz de
Oliveira Asevedo A C
~^~Para o Porta por Lisboa a velen e superior
barca portagaeza Erwumda pretende sabir para
es indicados portos com marta brevidade por ter a
t*py*dJ!B5I'?*5,f!l?;iI!!!??!" leil0 da macao, gaz, gneros e mais pertences
da taberna cima por conta e risco de quem per-
tencer na mesma : quinta-fsira 12 do correte pe-
proorlo para principiante pofs qae tem p neos
fuios, acho-eolmn afnpfuao^a gsraan-se a
casna quatMmomaot3opaM moradia,
"' '" "-u...... <
tar de amarello, 1 mesa elstica oova com 6 ta
boas, cabides, marquesas, 1 lbum com 70 estam-
pas, apparadores, relogios e outros moitos artigos
que se torna enfadonho mencionar.
iioji:
No armazem a roa da Cadeia do Recife n. 29.
LEIIjAO
Da lojade ourives da na do Resarie
n. 24 esquina da rua do Cabng.
O agente Martina levara' sovamente. a leilo a
requenmenio de Jos Pedro de Alcntara testa-
menteitoe invent.rante do flaado Pedro de Al-
meida Guimares e p3r mandado do Illm. Sr. Dr.
jaiz municipal da segunda vara snppiooie em exer-
cicio da armaco, obras de ouroe prata da hija da
roa do Rosario n. 2t A, esquina da roa doCahuta
HOalE.
As (0 horas do dia em dita loja.
aotlie falta, trata-se com o consignatario Joaquim
los Goncalves Bsltrao, na roa do Vigarlo n. 17.
CMPrMHI-
OAS
fessagerie finpei'iales.
Al o dia 14
do correle mez
espera-se da Eu-
ropa o vapor
francei Navarre,
I o qual depois da
I asesora do cos-
1 toaos segair pa-
ta a Babia o Rio
de Janeiro. !ara condic5es frotes e passagens
trata se i agencia roa oo Trapiche n. 9.
Bio de Jaaeiro
Segiaa omu a pouwel brevidade o brigue
nacional MOWWOO : qoem nelle preiroder
arrifmmfc* dirijrf-se ao sed caatgna-
Uria naetm waiva Piato Guimares,
rua do> Apolla-araMgetnji. 38.
-------tawlsboa. ~
A baeca porftagapta lnK>or> a Mr cob toda
brevMado por torprompto anas! todo e seo sarro- _
gomeeie; paro p ato <1M aWtttpanH h-os^ uay, -..j^iMatea ; sottt-faira i3 do oorosnte
enees offereco boas aecomodac|ii, tra
la weooi-Miooai tenicio 4e Otiveira 6 Pflho
hrao do Gjapo-Snto n. rf escriptorio, a
traca
hfoaMa-
(ia SeL^oata-oarf a frea
pora o es icata.80 w iMeriplorio o Asnorim Ir-
bsos roa da Urea t ou ou a capilao Maooei
Ksteves Lopes.
De urna taberna na rua de S. Jos uu-
mero 2.
HO#E.
O agente Pestaa legalmeate aatorisado fara'
O ageote Martins*fara' leilo a reqnerimento dos
curadores aseaos da massa fallida de Joo Jos da
Silva Villar 4 C, e Villar & CL, o por despacho
do JMm. Sr. Dr. jatz especiar do commercio das di-
vida activas da mesma nussa na UoporUncu da
5:140A360rs.
HOofB
til bepos do da o ra da Cadete do Recife
primeiro aaaar, aeoda podem sor examina-
das dita disidas.
Leilo
De 50 aaeeoa rom fcije fradiaba.
Sexta-feira 13 do crrante.
O agente Pestaa fara' tettao por conta e risco
de qoeax peruooer de soacos com fe*jio fra-
dioho moUo novo a qoat asi veedido ao* iotas! a
As eaconuaeada seru guardadas -so-
meote at a noite da: vespera da extracto.
O ibesoureiro.
AqtaDio J.os;Rodrtgus da Sou^a.
Na rua das Crazes n. 42
fOlrtJBft
Queijos do oltirao vapor.
Doce da gofaba em latas.
Manteiga inglesa.
Dita franceu.
Cha) de diversas qualidades.
ViobOkdo Porto, Lisboa e Figuera.
Oaa em latas e garrafas.
& oetros mallos gneros por mais rasoaveis
procos do qae em outra qualquer parte. ,
Coca nelles
Atort!-!!?? Abaixo com os garapoea.
. qbo ha um cer o fiscal, de urna fre-
poc atr. eoVio e mankow, e porque cou
aesquer garndes em soa
fracoMhtt- mm asfapnlnnuffl ) oo obsuoa% lne *
lerosas. itwiifBaa i parm, como plft nos queira
af oovWooov sejiulndo seu camooe, aos hoe-
mosdeeontor as fajanhas riageette pUei:>, que
sendo gordo, est juulo das Via I! Im assiiH co-
mo aquella historia -1. t^Nrn> o*migaa ao bar
beiro da rua que oo ten tro* por isso tneu
bom veiho sempre o acompanhar
O Bro que nao inspector. ;
Llsttala ctau-na m\ Ircguczia
de ama* .ae>to>al.
0 ao lian a-sigoailo profesor da ecou cima,
sita a' roa da Uetogao a. 11, U si ieute que os
trabalhos da mesma coraegam sejnsudtrtVUa H do
correos.
Convida a virea desaoja te*irii:iiJi-.-e uao s
aquflie*.uomeos uoo uao xjatmvu i*. >> oda
aos qu>^ sabendo ajgama cousa qaUereui ja aper-
fecuar-se, j aprender algum* esp.ci dade rotw
seja contabilidad*, grammatica, geometra, dtso-
obe linear etc., eto.
Pode para*sse-Bm,aT o aoonociaatJ ptuearado
a casa ja referida.
Joo-Jos RoH-ignes.
Qnem perdeu nro objecto de euro, inda qoe
de pooco valor, procure a crtoola >tnez, na esqui-
na da n>a da Florenos, qua Uve dir quem o tero.
Precis-se de um relo forro ou escrave pa
rao ser vico da cana : o roa 4 tit>rad>< n. 38.
forra
91 larga da Terco 23.
*wquim S. des Sanios, dono deste bem s rtido appazera de Biolt^doa, participa
aoaomitiKel publico, e principalmente aos amigos do bom abarato, que eslresolvido
a dJmoBtr-aaseus gneros por amito meaos do que em outra qualquer, por lantoespera
dmaw ao^fps e collegas que ve hatn compearem a primeira vez para- saberema ran-
da diferenoia. do que se fosse comprado em outra qualquer parte, por isso fago anauncio
de alguna gneros e por estes podem regular o outros.
Cerveja de diversas marcas a 500 e 560 r*t a garraa, e a 2,500 e 65 a dua; ri-
rmKb de toda*, ap.aafcas V. S. E. P. a 4oo, 440 500, e 640 rs a garrafa e a capada a
95500 ; caf do Rio das melho es marcas a 2O, 140 e 280 rs. a libra, e a 64, 75, c
aoouue.maoo^.. pA^oo; a arroba manteiga ingleza deprimir e segunda sorte a.SOOeaoa' es, a libra; fras-
raj-o iiom uiMweiiq.? atra-. queiras com genebradeHollandae bamburgueza a 6* e HMHI; manteigafraocesa de pri-
fOira e segunda sorte a 560 e 600 rs. a libra; cha de diversa* quaUdade* a 15800. tfi,
e. i9&)0; arroz pilado de primeira sorte a 120 rs. a ubra e a 35500 e 34800 a
a 440 rs. a garrafa, e em latas a 10i{l ou duas por 195500; fras-
Vict >ria a 105500, e o frasco a 15 ; queijos do reino re:ebidos por
lodos oe vapores a t^a.WOD; papel de linho a 45 a resma e azul e- branco a 25;
sab3o.de di versas finalidades amarello e niara a 200,220 e 260 rs.'; a libra sardinha d*#an-
tesem quartog a 400 rs. cada utna e em porr;5o a 360 rs.; copos lapidadoa a 5JI aduzia
e at>00 rs. cada om.
Alm destes gneros ba outros muitos que seria enfadonho anunciar e quem
duvidar venha ver.
credijr, o ubsequio de apMseolar seas niolos, qoe
depois de verificado, serio immodiaiajcfuie psgos.
mamo.
Pria-.>*).d".uma,iie.s--oi uta- nao tnh* acha-
ques pir.i disirlbuid r deste Oi;.r:o : a tratar na
livrana o. 8 pra^a da foflep^ndenoia.
TERDADEIRO LE ROY
de SIGNORET, Docteur-Mdecn
Ru de Soine, 51, a PARXS.
MM
Km cada garrafa, nj, entre a rollia c o papl azul
"i-r Irvj ,i nnii ilnetc, oni rotulo Imprnto eoi aiaa-
. : i-lhi f.im o Sillo !hi>iul do coTaano fanci.
V. li. -- :emi-Uriido-sc uma letlr* Se SOO trancos
>lur i'ans, jrni.ivri a ''.o di S02.1-1- it.i ahiilinirnto dn valor toconto.
Di-poili) irincipal
lo legitimo Le Roy
rin !'.?.* do nosw)
uii:i--i ig-iile pelo
Bruna S akt-
nii. FmMC : dr La-
CFi-.n na B.ihla a
iu|iriiiel|>3<-i phar-
marrufi-rm.
Preeis-se de orna ama
e coziobar : oo roa OtreNa a. 2,
para coto,
r* andar.
rar

GARRAUX, DE LAILHACAR t C. j
JLIBRARIE FRANQnlStS
RUA DO CRESPO N. 9.
Livros nactooaes e estrangeiros.
Rdig\<>, ivratf, HHtratttra, etc.
Papelaria, objectos para escriptorio.f
Papis pintados para forrar casas.
Assignaturas para os jornaes da Eu-jj
iropa.
Toda tten^ao.
Seaena ogi4o desde o dia 26 de margo do cor-
rente a escrava de nome Mara, a qu^l tem o sig-
seas somate : -cor preta, estatura regalar, ten
no rosto atguaas sardar) en aignaas {tratos, sacos
da corpo, coagula, deafars liudos, e um pooco
deabocoda, e como coaaia que esta em casa de-----
.... nao se saOe para qoe fiui. proteeta-se contra
quem a conserva en son poder, e se be pode qoe
venha eoUega-ta a gen eehor os rua oa Proha
n. 6, 2 andar. Oairo sim paga-sa geo*ros*ei a qaem aaagar aievar a' cata cima dita.
Alugem-se (loas casas, novas a mxlerna e
com commodos para famrtia, quinraes arvoredos,
oa Capnnga roa das Crios las n. 3.
FERRO QUEVENNE
Approvadoptla Academia de Medicina,
Aucloruado por circular especial do Minittro.
0 ferro tUKVBNNB se usa en todos et ca-
sos para s quiei as ferreos sao proscriptos; nio
fu oa dantos ficarem retos; he a prepars^io a
ais activa, a mais sgradavel e a mais econ-
mica.; muflas veies um frases h saHciento para
corar ma cblorosis.
< A experiencia me provou qae nenhama pre-
paradlo frrea he lupportada mais fiaeilments
cae fero QuovEKitc, o sbservando aa
limites de doses muito regoladaa.
1Ioubadat, Annuatio da thtrapevtict, 180S.
O Faaao Qbstihks vende-t* em frascos d*
10. CEIfnG
Deposito geral em easa de EaUle Gcnevols,
14, me des BNax-Arts, esa Perts, sm todas aa
aelisaa. Kaigir-o Smtit Qunti** e a
dt Fabrica arista.
lHp-t.cS
JURBEBV
A jnrobeba uma das substancias medi-
camentosas, qae pertencem ao reitio vege-
tal, e pertenoai elaase dos too eos e des-
obstruentes, sendo empregada com vanta-
gem contra aa febres inlermiltenles acom-
panbadas de engorgitamento de Bgado e
baco. Ella tem sido applicada com iocon*
teslavel proveitO CODtra a anemia OB chloro- Francisco Roberto Machadov.ae
se e bvdropesta catarrbo da baxiga, e mej- j|a Jf-ft ^ftg Qe TSfaS
mo para combater a menstruac3o difucil, TiwP qoer encorio pertencanje a sua
resultado da mesma anemia oa chlorose. ^**E?!f& artppor preco marsearato do que
Extracto alcooCO de jurubeba. yH^^omroqualqner e rospon>aMli Emnlastrn dem i "pelo sen trabalho, assint como tam-
c-uijjidMiu luem. ibemoompra relogioe <1e aliheir aroerieaoos
tO. em sfgaoila inao e espera prolcfao de todos.
Altiga-se im sitia nrnito prta desta cidade
com commodosp.ira unu grande familia : aaratar
na rna d Crespo n. 8 B.
Na rua do Crespo n. 18, primeiro andar, ore-
cisa-se de duas ama* un para cosintiar e outra
para o mais servic de casa.
Maga-sa uiu mol.tmho para servido de easa,
quem precisar procura na loja da roa da Crespo
a 20 B.
- Deseja-?e faliar com o Sr. Francisco Jos da
Costa Rocha a negocio de seo interesse, por igno-
rar-'e a sua rn >rata que se fsi <>te anauncio :
oa rua Nova n. O.__________________________
Preeisa-se
d.- um caixeiro de 12 a 16 annos : na loja de cera
da coa dp Tramen n. 36, _____________
Tintara idem de dem.
Xarope idem.
Vi nao idem de idem.
Pilotas de extracto idem.
Deposito, pbarmacia de Pinto, rua larga
do Rosario n. 10.
JURUBEBA MACHO E FEMEA.
Debaiao da denoraioacao dejurubeba
nascera nos sitios arenosos do Brasil dous
arbustos do mesmo genero, mas nao do
mesmo sexo. Arabos crescem com lindas e C mpattcaM (jerat heapanhola
frondosas roltias ambn prodozem b.gos ^ *.qurO* miltUOS SObre d
gramneos reunidos a maneira de cachos de *
uvas, pendentes de um pednculo corto. 0 Vida
primeiro, isto o macho, pouco menor Capital subscripto at 15 de abril de
do que a fem, apenas cresce at a altara i 866 s. i 2,412:147$000.
de um homem, tem folhas mem.res, n50 Che#<^ pr-l ultimo paq'ue e fraoeez Extrmadu-
muito sinuosas, mas recortadas, COm talos r#, D. Xarcizo Francisco d. Vidl. qoe oa qoali-
guarnecidos de alguns espinhos. dade .le subiospector da companhia, esta* devida-
Ha .umidadp dns ranina nrnrlnz npnnpnas m"n,fi aotnsado para o d.-sempenho de soas fonc-
nid sumiaaue aos ramos proauz pequeas fi(fjI_ D**eaodo-se principalmente a faier cno-
flores como que juntas em lorma de umbel- UHo ^ seporo-, a aoineuiar as kImm da na-
la, de cor lctea misturada de azul celeste, CLON al dando a oenbecer as vantajiens posMvas
as quaes represantam exactamente uma es-! oo* Hppi
trella de cinco ngulos econstam de urna!.
u abaixo assigoado
jinlilinn n eoi
scieotiOca ao respeitavel
ommercial,
s publica-
com rete-
noel Jos
de moma-
ja ho ee
des.
precisa se
: qaem tl-
*a
otofer om
ver loonoeM er wa fWoTvo._______7_
Jooon IrfMtansWjBOit^iarot
urvet pnbrtco que nada dave t a.
e se por veoinra alguam se, joLgar,
le asanaa cootas a aUaproocta ; t
al a prwaas* daU cesaaxo os
quer procuraco aaa^arveniar tiv
Recite II defino dV l?a roa 'di Otarla a. 9X W(d0a
para sa empxajjar.
ao respt-
ente data,
r aprsen-
lo) e qae
de qtul-
assigoado.
VEOALHA DE OCRO. premio oe u,no f.
auiNA
EiperimentatU com pleno mecesso nos
hotpitaes, s tuina Laxe ( irOiarSjl
completo de quina) -ma ptLpasarJSO
eicepcional, por ser privada do imarro
da quina. Agradaos CWMSatliMea;
a$ mais iiuotensaaVl aePala<_
delicad s, pnis oem mallo doce nem murta
aVCifJBJfra^daiaeaima UmpUet constante.
Kpretta-se om muito proveto nos casos
degaatralgia, djspepcia,aerralgia, mor
, rumo, eaehexiaa, magreaa,
s corla, modelada e como dividida em
outros tantos tringulos, sahindo do centro
cinco estames, ou Lila mritos, de maneira
que ao longe tomar-se-hia por uma flor de
borragem.
O segando, mais alte, mais espinhoso,
tem folhas maiores, cobertas de pello pela
parte inferior, eregantemerrte guarnecidas
de espinhos, recortadas de um verde vivo,
teodo a mesma flor que o macho, porra
mais ntida.
Ambos, em virtude do uso qaatidaano da
FBspecea do dtstricto (rua
4e julho de I86.
da Cadia n. 63), 6
Oinspeetor,
Jeronymo J 'aqoim Finia de Oiiveira.
>AC STaE ~D'ETtldL'TTA COR UE BOSA.
100 carlile's
PAISLEY
Os Srs. James Carlile. Sons & C, Bankend Mills,
Paisley, Scotlaod, teere a honra de chamas a atten-
gao dos eonomidores de lie* e novellos, qoe el-
tes ohtiveram raedalha3 de premw das exposi(j5es
de Ooris e Londres, por soas excelteare linhas pa-
ra coser, e qu?, todos os nove los feitus por elles,
para este mercado, tem ao fim de cada maco, uma
mdi'cTn7's5o hganle conhecidos Bas noar- eliqoetta tranca, na qaat acha-se gravado o nome
meaicma^sao nasidnie cwneuox > puai^ da flr|J)a em c1)el0jaaja vsta A gaa fabrica, assim
como desenos das cima mencionadas medalhas,
sean oanaa a]parenir., eonTalesecn-
fes desamada*, ehloroae e eicrophulai
de lelte
B oaspseMIs* das molestias febris.
oawa uncE mausnou
Utiist Wat rarerMasn ir brn k esa
It, ras Dreaoi. gagjggg-f^OOJ
P. MATJHEB C.
n* Nata w.W.
pelas 10 i|i horas da omoMo. oo armazem do Sr.
Annes defronte da alfaodega.
titT
barra e*aa
aa IB barra omob pola*.
Sexla-eira id do correte.
O afete Nskana raro' utita, per cuota risoo
la qaem pertencr, de 38 torrts oom porte do-
la priroel-
que mande
faier o sejundo dtrtdeodn da massa fallida do
trineo Jaooaoioao Oveire, eielo eever- om depo-;
sito randa quantia^
ra, ao Itim. Sr. D^ipis dq convootcio,
"ido
MM
PJPEISTIITJIMS
Sortimento de papis pintados e
lindas teorr*r> pare forrar casos.
NUVIMWA ffttNeKA.
JS. 9. Rua do Crespo N. 9.
macias. Em verdade, soas folhas e socce
sao empregados para mitigar, como tempe-
rantes, e curar as feridas e ulceras, e mui-
to favorecem a cura deltas. Posto que ae
olhas e rarzes teobam um sabor amargo co-
mo a chicoria e a fumaria, todava diflkil-
mente poderiam sar dassiflcadas entre as
drogas quentes. Sobresae principalmente
em virtude e efficacia, e mais amarga a
raiz, com particularfdade a do macho, qae
consta de panes nroi tenues, por certo o
*osimento deste faz despedir a ourina retida;
e applica-se muita vez com feliz resultado
oootra as oba|r#coeao %ado e da prsta-
ta em lugar das raizes aperientes. Sua utilt*
ame eexcellencia snoiaas, que nao s pelos
doutos, mas tambem pal* povo rustico fi
procurada e conte%*prada entre os predios
maravHbosof.
)TrOdusido tb-latim de Pisn e Marcarave J
iniaf) thearo.
L Os imparciaes, f QdcnOa, m^im** de
sna tareja em quanto nao forem sal sleitJ, dando
S* S* o desempeoho da parte de KUrfarida a Sr*
D. Eugenia Cmara.
Satisface, senhor, este pedido, qoe nada lne cns^:
ta ; d ao publico o direito de apreciar as daa*
actriies no mesmo genero de trabalho ; mostr,
Sr. Coimbra, a soa imparctaiidadeembora appa-
renteraente -nao qea arredar a Sr* D. Eogeaia
des papis priocioaos, para dar todo e realce a Sr*
D. Aatliiar. fio aado lera de superior. A espora
da soa rosorocio fipam os
Imparciaes.
a qoe cada novello tsm ama etiquella cor dn rosa
com o numero, e as palmas Carlile's, Pai>l. y, e
tambero, qoe qaalqoor linha de Tarojaonr, manda-
,da a esto mercado, tratando oatra qwaq#er etiquet-
ta do que cima maocionada, nao 4a sua propria
(abrioa.
SonMall, Mello & C.,aoreo4agntes em Pernam-
boeo.
Mel|or, Soothall 4 C, onicoagente na Babia.
I en araade ilo {MN alugar.
Aiug-ja.qpi 4*io oa r/ass>ium da M^gdale^a,
com casa e sobrado onde podom cIBer duas fami-
lia* a voaude, a#ea, gaa e 4lu*# oaioaa do capim,
rogar para her e iarim, com oaorlN, srribaria
pera tres cavatios, qo*rlo.-. paca pelos, e ucia ca.-a
Vrra seearatra para c*iiro oe ascos ou* Ss-
tem de estar a sna vootade ; para ver e examinar
na localldade, enlre o sitio do Sr. commendador
Joio Pmli OO'Sr. Jota igiiaoro de Wderes Reg.
Desappareceu do'eghn Dons Irmo, co-
marca do JfVrto C*ltQ. ofli eataHo oaotaooo do se-
gunda a teroeira osada, con os dous ps brancos,
a canda cortada atarte do sabo#o ejoetve ou cinco
dedos, sendo ja a matos cortado, ardigc^tem car-
rege ata tae* obngado, n w InhefOlevr. uma be-
tiga veflia mas est eacabettada, ama raiadura
no esqoadrllho direito e mostra anda que soffreu
nm atajea do saj|^a;#oaoa eo*rejera barreira
do Brum a Maooei Beierra Cavalcaati de Albu-
, oo Ro eftgOlrao do teneOreearoner Thomar
anergaj}, oo ft<
Aivss Maotsi, rerao>paasa-i& bem : esta tambem
or rwiice aiscaroaOe, oferto cooretera na torrei-
ra do Bram. ^^<
Aloge.se om criado para casa de homem
sotteiro ; a tratar no Corredor do Bispo n. 15.
irxanu.ii' "......*
Precisa-se de tuna ma por* MS* de tamilia 'engomme soroeolO : aoar na roa do Imperador
>a. 6, lo)* da bootrs, oa no-oaao M do novemoro
Na roa de Agos verdea, sobrado a. 4,8,
ro andar, precisa-sa oo ama ama para o
'lotsaoo o esterno e peona taoWta.
Aluga-so a solio d soomU 'da"roa"laroa
primei-;
sarvlfo
deRMtrmn. 31, o onat
ojoartd e varona ow a
mesmo sobrade.
ra
1 aras,
o **
BWECCAOBHOW.
Reasadia mfiliwot aaayoiraoaa antigs
wjrocea,,t^ M-davito aa pharmacta
?' froooaaa-ro da Groa a. 42 e ao^rafiO dai
......I!K1""'' "1" '" ....... '""'a1
Jio largo i$ (Mtu o,, |0 so Sra' qpm tooj *
____________ ........ .n I..IU .7
or rn prarar dojuBa. amAjaH! conoiiir 1
'ija-*e *
ro-av
oaa ochara oom qnem
H#po*m* Msseiros
0 tiiV" 'i^Wrtffl tfl i"\ fflV'nt uma mnemo-
o*P BOM ninn ITl'ir %400m qnaesquar
das ewiM colisee w **,At* era Juai-
qnv esoolaV o flo.oa.^a'*4*vaa1veis para uso
do systema mefcteao y l iMOIi a" qu>* se acabem.
Pelo lobto do commercio e carlorio do Sr. Ma-
noel liorMhatgoaoam ro,*. te ae protesto be-
veriano de Seqoelra Cavalcanle. Joaquim Ignacio
Seqaeira e Joao Floreniioo Lavalcante
-------oscriptura
le escra-
ir o sen
Jnior
ifho do
irotesto,
icia-
traur.


A
Diario e Vi
1866.
\t
A LEGITIMA i
uiuiumu

DE BRISTOL
PREPARADA NICAMENTE POR
LAMAN k KEIP,
NOVA YORK.
Composta de substancias, gozando ds
propriedades eminentemente depurativas!
approvada pelas j untase academias de me-
dicina; usadalnos principaes hospitaes, ci-
vi militares e da marinha as Antilhas e
no continente americano ; receitada pelos
facultativosos mais distinctos do imperio do
Brasil e da America hespanliol
CUBA RADICALMENTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
ermidades venreas e mercuriaes, chagas
antigs, morphea e todas as molestias pro-
venientesd'um estado vicioso do sangue.
Emquanto existen varias imitaces e
falsificac5os, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAORS A BARBOZA
JOO DA C. BRAVO A C.
Joao da C. Bravo C.
Deposito geral em Pernamiraco roa da
Cruz n.22 em casa de Caros
BOTICA E CONSULTORIO H0ME0PATH1C0
.# %rW9w do
l DR. SABINO O. L. PINHO.
Ra Nova n. 43 (toja de marmore. j
A expe rienda *m demonstrado com a maior evidencia qae os medicamentos homeopaiblcos
preparados por meio do aguador dy*amico sao os que desenvolveen accao maii prompta, .mais segara
raa'8E' sem davtda polo cnheciraento desle resultados que consUntmenle recebe esta botica en-
commendas do Bio Graade do Sul, do Hiojle Janeiro e da Baha, pear te haw oessas provincias
mui bem sortidas e acreditadas boticas, d'onde e poderiam Ulve obter remedios man baratos, atlen-
eDd A se\Sutd"defidaacodos medicamentos assim preparados se manifesti at meamoquando os
glbulos se acham redolidos a massa.
Boticas de Si tubos.....** !x?
. de 36 tubos.....28* a 30#
> de 48 tubos...... 33* a 40*
de 60 tubos.....45# a 50JJ.
Caixae de medicamentos elobnlos e tinturas.
De 2i tinturas e 48 tubos. O* a 70
36 t e 60 tnbos. 75* a 8J#
48 e 88 tubos. 6* a 100*
60 e 110 tubos. lio* a 120*
Vende-se igualmente e THESOURO HOMEOPATHICO, obra esse*tfalme*t popular pela-clareza
com que ensina a conhecer as molestias e a empregir (os remedios (* edicaoj 20*000.
O Dr. Sabino O. L. P. d consultas lodos os dias uteis desde 11 horas da manhaa at 2 da .tarde.
Das fl horas em ditnte visita os enfermos em seas domicilios.
Em casos argentes e repentinos as consultas e visitas seo feas a qualquer ora.
As consaltas por escripto serao respondidas com a maior brevidade, precedendo sempre o *em-
po necessario para maduro ezame e reflezao.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Inderaisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na raa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
" No hotel da roa do^Trapiche n. 28 contina
receber assigoantes, tanto em casa como para
fra, ________________________________
Na ra do Crespo n. 18, segando andar, pre-
cisa-se de urna ama de leite.
Tiiomaz Jetlenes tai sr.iente que desde o prl-
meiro de julho corrate tem dado sociedade ao Sr.
Ricardo Wcooell, e que deste data em diante gy-
rara' a' sua casa sob a firma de Thomaz Jefferies
& C, Bcando esta firma com o activo e passivo da
antiga.
Reclfe 10 de julho de 1866_____________
Precisa-se de ama ama de leite ; na ra de
Hortas d, 72. ____________
Precisa-se alagar um escravo e ama escrava
que sejam fiis ; a tratar na ra do Rangel n. 24,
FABRICA MACIO^AI A VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito principal na ra Nova n. OO loja de relojoelro.
Delouche dono deste esUbelecimento partecipa ao respeivel publico que tem
montado urna machina de fazer gelo, e que sua fabrica de chocolateipoder funccionar
sem interrupcaV e para mais facilitar aos Srs. compradores de chocolate tem organisado
um servico de carro, que andar em todas as ras da cidade, os compradores poderao
chama-lo. -
Companhia. geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
lia laica en dinheiro, depositado ios cofres do estado, {arante a boa ti-
ministraco da companhia.
BANQUEIROS DA COMPANHIA DIRECCO GERAL
Raneo de Hespanha | Madrid: Raa do Prado n. I
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as <:ombinac5es de supervivencia dos segu-
o s sobre a vida.
Nella pode se tazer a subscripto de maneira qae era nenham caso mesmo por morte do
segurado te perca o capital oem os j uros correspondentes a eates.
Sao tio soprehendentes-es resaltados que prodoxem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,que anda mesmo dlmlnnindo urna terca parte dointeresse produzido em recentes liquida-
cei e combinando-o com a mortalidade da tabella de Depareieax que adoptada pela companhia
para seas clcalos e llqrridacSes, em segurados de dade e 3 al9 annos, urna imposicio annua.
de 100* nroduz em eflecliTo'roetaJicq:
No fim de- 5 annos.......1:119*300
de 10........3:9425600
de 15 ...... 11:208#200
> de 20........30:256*000
, de 35........80:331*000
as idades menores de 3 asnos e maiores de 30, os productos sao mais considera veis.
Prospecta e mais informacoes serao prestadas pelo sao-director nesta provincia.
Fiuza de Oliveira, rna daCadeia n. 52, ou a Boa-Vista raa da Imperatriz n. 12, es tcele
ment dos Srs. Raymondo, Cartos,Leite A Irmao.
HLII1 AO GRANDE S MAURICIO
PROE^O APERFEI{!OAl*OS
^ PARA
Tinglr, [impar e lustrar a vapor.
F. A. SAL1NGRE & C
29 Ra 7 de setembro 29
Defroote da rna nova do Ouvidor (Rio de Janeiro)
Os proprietario8 deste estabelecimento, o primeiro no sea genero no Brasil, por
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para Ungir e lustrar, de que se faz uso na
Europa, e ajudados por alguns dos melhores officiaes de Paris e LySo, podem assegu-
rar a seus freguezes urna perfeiko no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces-
aos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai r perfeicSo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem molliar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homen?.
A. JOREZ
FUNDIDOR E TORNEIRO
EM
Ra da Matriz da Boa Vista a. 36.
1
1
1
A Salsaparilha
DE A.YER.
Para a cura radical de
Escrfulas, ulceras, chagas, fer-
idas vclhas, molestias syphil-
iticas, e mercuriaes, Enfermi-
dades das mnlheres, como re-
tencao, meastro doloroso, ulcor-
acao do ntero, e flores branca.
A Nevralgia, Convnlsdes, Eri-
sipelas. Enfermidades Cutneas,
borbulhas, nascidas, etc.
O extracto mmpinto de SALSAPARILHA, confeccion-
ado pelo Dn. AYER, urna combinnfio dos molhores depura-
tivos e alterantes conliccidos medicina; compesto fegnndo
ns leis da sciencia, npprovodo e receitado pelos primeiros
mdicos dos Estados Unidos, da America do Sul, do Mxico,
las Indios e dos priocipaes Estados da Europa.
A SALSAPARILHA de AYER especialmente efficaz na
cura das molestias que tem sua orlgem na csrrofula, na
inf ecco veneren, no uso excessivo do mercurio oh em qualquer
impureza do Sangne.
Entre toda as molestias que alHIgem o genero humano, nao
lia urna mais universal c terrivcl do que a etcrifula ; por si
nio to destructiva, porem a causa principal de rauitas en-
fermidades que nio llie sao geralmente attribuidus.
urna causa directa da tioicn jyulnunutr do mal do
fiffado, c rstmn-Kji,. njjrc 0< s do cerebro, ItUeumatismo
e nff c. o.. dos IIns : entre seos svmptomas ha os scgulntes;
Falta de apetito, Fraqueza e moleza em todo corpo; Mo
cheiro da boca, semblante plido e incitado, s vezes d'uma
alvura transparente, outras vezes corado e amarello ao redor
< evacuocio Irregular ; Quando ataca os pulmoes urna cor
azulada mostra-sc a roda dos olbos, quando i no estomaga
sao avermellia dos, as peseoas de disposlco escrofulosa
apparecem freqnentemente erttprOes napclle da caboca e outras
partes do corpo ; sao predispditas s nffeo;Ses dos pulmtet, do
figado, dos r/iis e dos orgos digestivos e uterinos, l'urtanlo,
nao sao .-rnente aquellos qne padeccm das formas ulcerosas
e ttih?rcalosas da escrfula qne necesalUun de proteceo
contra os sens estragos; todos aquclles em cojo sangue existe
o viras latente deste terrivel flagello (e s vezes hereditario),
esttto expostos tambem a soflrer das enfirmldadas qae elle
causa.
Offerecemos a estas pessoas nm abrigo se.
doto cIBcuz contra esta molestia e suas conseqi
Meia libra. Urna libra. Urna arroba PREgO. ...... ...... .**-**+*
i;fii
400
800
19,5000
i
A8 pessoas que quizerem gelo para soir ou bailes, poderao dar suas encommendas
ao caixeiro da casa, ou na ra Nova n. 50 aonde tem um deposito As pessoas mora-
doras nos arrabaldes da cidade querendo levar gelo pela manha, poderlo deixar una
caixao na taberna junto ao port5o da fabrica, que acharo na volta suas encommendas
promptas. ,., ,
Na mesma fabrica lazem-se cadeiras franceza de todas as quabdades, e vende-se mais
barata que aquellas que vem da Europa.
Joio da Silva Ramosa mdico Mj
pela universidade de Coimbra, d H
consultas em sua casa das 9 as *
i 1 horas da manhaa, e das 4 as 6
da tarde. Visita os doentes em suas,
casas regularmente as horas para
isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em
quaiqoer occasio. D consullas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
manhaa,
Tena sua casa de sadde regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, aioda mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apropriados e nella pratica qualquer
opperacSo cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe..30000 diarios.
Segunda dita___3500 >
Terceira dita .. 2iJO00
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons servicos que
tem prestado.
O proprietario espera que elle
cdnlinue a merecer a confianza de
que sempre tem gozado.
1
s
i
um anti-
na
Salgaparilha de Ayer
que opera directamente sobre o sangne, purificando o e ex-
pulsando delle a corrupcio c o veneno da molestia: penetra
todas as partes e todos os orgos do corpo humano, livrando-
os da sua accao viciada c inspirando-Ins novo vigor. K'ura
alterante poderosissimo para a renovieao do sangue, e d ao
corpo j enfraquecido pela doenca forca e energa renovadas
como as da juventud.
t TAMBEM O MELUOR AXTZ-aTPBXLITICO
COyUECIDO;
cura ptrmanenraentc as peiores formas de 8YPHILIS e as
suas consecuencias, Pouca necessldade lia de informar o pub-
lico do inostlmavel rotor de nm remedio que, come este, llvra
o sangue dessa corrupeo e arrebata a victima das garras de
urna morte lenta e ignominiosa, poriu Inevitavel se 0 mal
un" losp combatido com energa.
Mo pretendemos promulgar, nem queremos qne se iafira
que este remedio InfalircT para a euro de todos os padeci-
mentos humanos, o que dlzemos o que a
rv. Salsaparilha de Ayer
a melhor
molestias
mais efficazes
no publico o BMlbor resultado qne
intelligencU e pericia medica des nossos tempos
CONSULTORIO HEDIGO-CIRDRGICO
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LORO MOSCOSO.
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3Ra da Gloria, casa do FuncHt 3
0 Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 s 11
Qoras da manh5o, edas 6 e meia s 8 horas da noite, excepeo dosdias santificado.
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteira
tobos avulsos, assim como tinturas'de varias dymnamisaces e pelos precos seguinte
Cartairas de 12 tubos grandes. 12)51000
de 24 tubos grandes. 180000
de 36 tnbos grandes. 240000
de 48 tudos grandes. 300000
de 60 tubos grandes. 350000
Prepara-se quaiqoer carteira conforme o pedido que se flzer, e com os remedK
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de mra onca 10000.
Sendo para cima de 12 custaro os precos estabelecidos para as carteiras.
Ha tobos mais pequeos cada um a 500 ris.
LITROS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. JarS
dons grandes volumes com diccionario............ 2O0OOfi
Medicina domestica do r. Hering........... 100000
Repertorio do Dr. Mello Moraes.............. 60000
Diccionario de termos de medicina........... 30000
Os remedios deste estabelecimento so por demais coahecdos e dispensam poi
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedioi
verdadeiros, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de
ferdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservaco, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacjto, e portante a maior
energa e certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qoalquei
operaco, para o qae o annunciante julga-se sufBcientemente habilitado.
O iratameoto o melhor possivel, tanto qa parte alimentar, como na medica,
(unecionando a casa ha mais de quatro annos, ha muas pessoas de cujo conceito e nao
pode duvidar, qae podem ser coosultados por aquellos qae desejarem mandar leu
Paga-se 20 por dia daraDte 60 dias e d'ahi em dianto 40500.
Asoperaces ser5o previamente ajustadas, se nio se qaizerem aajeitar aoi precw
razoaveis que costuma pedir o annunciante. __^^____^^___
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
.\. 5 Kaa do Qaeimado n, o.
Macedo & Azevedo fatem scieole a esta pra-
ca que nada devem da exmela firma de Castre &
Macedo, se algaem se jalgar credor aprsente suas
comas no piaso de 8 dias, qae serao promptamen-
te pagas. Recite 30 de jonbo de 1866.
O Dr. Miguel Joaquim tde Castro Mas-
carenhas mudoo a sua residencia da rna
do Sol para a da Imperatriz n. 88, entra-
da pela ra do Hospicio, onde continua
no ezercicio de sua profissao. O mesmo
Dr., qae se tem dado com solicitado ao
estudo e pratica das molestias de ulero e
de meninos, d consulta gratis aos pobres
das 9 horas as 10 da manhaa.
Companhia fidelidade de segaros |
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaaeiro.
AGENTES KM PERNAMBUCO
Antonio Laii de Olive ira Aievedo C, H
competentemente autorisados peladirec- >
toria da companhia de segaros Fidelida- S?
de,tomam segaros de navios, mercado- JB
ras e predios no sea escriptorio raa da &&
Crui n. 1. HI
Na padaria
um caixeiro.
di ra do Baigel precisa-se de
Monterodt Guimar5es, participam a todos os seus amigos e freguezes, que recebem
de conta propria por todos es vapores da Europa, grande e variadissimo sortimento de
objectos de a]ta novidade, e bem assim adornos proprios para casamentes, pois queseus
correspondentes de Hamburgo, Paris e Londres, na esclha de taes mercadorias tem
merecido approvaco das encantadoras Pernambucanas.
A Fragata acaba de receber pelo ultimo vapor grande variedades de sedas de todas
as cores e qualidades, tambem recebe por lodos os vapores luvas de pellica, (do afamado
Jouvd) saias de la com barras colloridas de grande novidade na Europa, vestidos de
granadina bordados agulba, e de grande ton, ditos de popelina muito chiques, ditos
de esmeraldita (gostos novos,) riquissimos cortinados bordados a ponto de crochet, ro-
tondas de seda, ditas de linho, ditas de algod3o, chales de guipour de seda, e de al-
godao, pentes para cok, (de phantasia) enfeites para ditos, manguitos bordados e
gollinhas, camisinbas ditas, transparentes para janellas com mui lindas paisagem, prc-
cales de apuradissimos gostos e padroes, chapeos de palha enfeitados pelas melhores flo-
ristas de Paris, entremeios bordados finos de differenies larguras, riquissimos cintos
bordados com figuras chinezas, (bordado na mesma fita) bales de hasteas d'aco ameri-
canos, dittos de musselina, tapete para guarnicao de salas padroes muito bellos, chapeos
de sol de seda para senhoras, ditos para homem, enfeites imperatriz Eugenia, ditos
Maria Pia, cestinhas com todos os pertences para meninos de escolla, saias bordadas
para senhoras, gollinhas bordadas (gosto novo) chitas escuras e claras, msdapoles, cam-
braia de cor, dilas pretas. bolsas de tapete paraviagem, ditas de vaquetas para guardar
dinheiro, e outras muitas fazendas que fe vendem por menos preco que em outro qualquer
estabelecimento.
Riquissimas fivellas de chrystal para cintos.
Meios aderecos de chrystal (novidade.)
Cintos muitos ricos, etc.
Perneiras de guthaperche para chuva.
Trocam-se notas do banco do Brasil e das
caixas Oliaes com descont razoavel : na praca da
^dependencia d. 22.
Samuel Power Johoston & Companhia
Ruada vnzala Nova n. 4.
AGENCIA ni
Fiindl^So deLow Moer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios d.' carro para um e doas cavallos.
Relogios de oi Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
"
Ama de leit
SDsslrel prodailr, d
er-
r
REMEDIO DE ATES PARA SEZOES
Infallvel mi tebr intermitiente, remitientes,
Pebres Biliosas e tercas, ml do flead*. in-
cremento do baso, eegueira. D6r nos '
ouTictoe palpiUces, qusado
seo esMados petas
FEBBE8 INTBBMnTENTBS, O RBWTTErrES.
As prtpanfes de D. ATM to Tendidas m todas v
Boticas e Drogaras do Imperio.
Vende-se em Pernambuco:
na
PHAR1WCIE FRANCAISE
deP.MAURER'.C'
m;e janette
ll-Riia da Oadeia-11
PEH1AMBUCO.
ClMiratos da Baha.
Eiposicio.
Normas.
Imneriaes.
Goanabaras.
Parisiense.
Delicias.
Londrisos.
Sasplros.
Senadores.
Regalas imperiaes.
Los amipos.
Vista faz f.
Regalia de la Reina.
Fumo de Havaaa.
Charuto* U alto.
Conchas.
Oporia.
Trovadores-
Regalas.
Cigarros.
Sasplros.
Garlbaldls.
Papel de linho.
y. ,. Papel pardo. .,
Acadmicos.
StnU Reea. \F "
Fomos estrangeiros e nacionas.
Rap.
Papel para cigarros.



-
DE
DE
J. VtGNES.
N. 55. RA UO IMPERADOR N. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje asss conbecidos para qae seja necessario insistir sobre a
toa snperioridade, vantugense garantas que oflerecern aos compradores, qualidades estas incontesta-
eis qne elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qua tem apparecido nesta praca ; pos- Os abaixo assigoados declarara ao publico
nindo ora teclado e machinismo que obedecem todas as vootades e caprichos das pianistas, sem com especialldade a's repartieres flseaes para
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos importan-, devidos effeitos qoe nanea venderam, nao vendem
tanos para o clima deste pait; qoanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada- e nao Tendero (i-to por nio Ibes fazer conta) roa-
veis tos oavidos dos apreciadores. | pas fabricadas em paiz estrangeiro, e somente as
Fatem-se conforme as encommendas, unto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio j de manufactura nacional.
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite : .
ra daAori-ira n. 2.
Joaquim Mariioho da Cruz Correa, teDdo
ret!rar-se para a Europa temporariamente, de
por seus procurador s a sen socio Jos Gom
Mooteiro e aos Srs. Antonio Jos Gomes do Correio
e Valentina do Valle Lobo.__________________
Grande hotel Traviata.
O proprietario deste estabelecimento participa
ao respeitavel publico que acaba de reformar o
seu hotel de modo a offerecer aos seos freguezes
excellenies commodidades, boa e acetada comida,
delicados viuhos e magnficos buhares por preco
commodo. O servico feito com regnlaridade e
promplioo urna prova de que o proprietario do
hotel Traviata mullo se empenhs em agradar aos
seus freguezes. E>te botel, situado na ra larga
do Rosario n. 37, no bairre de Santo Antonio, -
sem da vi da o mais central, e como tai o que pro-
porciona mais vantagens.,
mmm wtmm mmmmmm
8 0 Dr. Carollno Francisco de Lima San- ijK
tos contina a morar na rna do Impera- a
dor n. 17, segundo andar, tendo alias sen
bsbs gabinete de consultas medicas, logo ao Wt
entrar, no primeiro.
P mesmo doutor, qoe se tem dado ao
estudo tanto das operacoes como das mo-
lestias internas, presta-se a qualquer cha-
mado, quer para dentro quer para fra
da cidade.
orrespdndente de J. Vignes, em cuja capital forana sempre premiados em todas as exposiedes
No mesmo esUbelecimento se achara sempre nm explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
oreos commodos e razoaveis.
E todos os demais artigo que se possam procurar
desta ordem.
tendentes a estabelecimentos
Engao.
Roga-se a' pessoa, que por engao levoo o ee-
criptorio de Antonio Loiz e Olrreira Azevedo & C,
ra da Crw n. i. urna ciixlnba Tlnda do Rio de
neiro, VW* aotllm. Sr.Dr. MiMBaarqae de
Macado, de a mandar entregar no dito escriptorio,
ae ser generosamente recompensado, lm de se
flear agradecido.
I
-v Preeisa-se de ama preta engommadelra, "sm
tcos e e boa coadacu: na ra das Cruzes n.
36, Ia andar.
Na fesu do orago da matriz da Boa-Vista
deo-se ama troca de chapeo; e como seja desvan-
tajosa ao annunciante, pede-se a' pessea com
quem se dea desfaze la (se nesse nao hoove pro-
posito) rtstiUsindo o do aonnoeiante ao guarda da
mesma matrir, te quem recebera' o seo._______
Precisa-se de orna ama secca para o servico
interno e exterflo fe urna casa te penca familia :
a rna larga do Roar n. aateft .
Offerece-se uri moco'inctonal para qualquer
arrumaco : quem precisar dlrlja-se roa das U-
rangeiras n. 6. MNs9
PILLAS de BLANCARD
,A0 IODDUTO DI FERIO INALtI (i KVT.1,
Approradaa pela Academia de Medocina de Pariz
ACTOKIS1S1S PBLO COKSO.SO USOiCiL N U-reTISBIKO
IINTAOASIIOS UOSPITAS 01 FRANCA, DA BLGICA, DA IRLANDA. DA TURQUA, ETC.
Utncoit honrosas nos Exposicoei Vnivercaes de tita-York, 1853, e dt Paris, 1855.
Estas Pllulas envolvidas n'uma carnada resino-bslsamica de urna tenaidade eicessivs, tesa
RTsatagen de serem inalteraveis, um sabor, de um pequeo tolume, e de as cansaron os
ergas digesliros. Goiando das propriedades do loso e do reamo; ellas conrem princi-
palmente na* afleccocs Ckloroticas, Bscrofulosai, tuberculosas. Calurosas, na uucorrkta,
mu i Asa, mmemia, etc.; enfim, ellas oflerecern aos pralicos rna medicaca das mais ener-
Igiess para modiGcar as constitincoes lymphaticat, frotas ou debilitadas.
N. B. O iodarflo dt ferro Impuro ou Iterado um medic-
wls istM, irriisni*. Cotia arora se aureta de uihenridade das
verdadelr*! Plalas ae Blaneardl, ocre -*s exigir nossn uuo 4e
ras reactiva e sonss Brasa, squi reproduiid*. que tetcha ns parte
iafcriar Ve um roala Terse. Dte -se desceaar das tslsulcafoet.
, ros Monsparie, AO. Paris.
Vende-se na pharmacia de P. Maarer 4 C, ra Nova.
AMA
Precisa-se de orna raa para pouco servico pre-
ferlndo-se de meia idade : na ra da Roda n. 48,
casa da esquina de nisf andar.
Precisa-se de ama ama para cozinhar: no
pateo do Terco n. 31, sobrado. ______________
Trocam-se com pequeo abiiimenlo as s-
dalas do cala filial do banco do Brasil naf Babia :
na ra da Cadeu do Recite n. Si.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-ie aro, praU, e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra te encoramenda, e
todo e aualquer concert. '
Guart-livros
Um moco estrangeiro, inteirameute habilitada
em todas as eserlptoracoes commerciaes, deseja
prestar seas servicos em algumas casas de nego-
cio : quem qufzer utilisar-se te seos servicos di-
rija-ata raa Novan. 11.
Recife 7 de julho de 1866.
Real & Lemos-_________
Precisa-se de um caixeiro com pratica de U-
berna; a tratar na roa da Cinco-Puntas n. 86, ar-
mazem do Propbeta. ________
Engoma-se
com asseio e promptidae na raa de S. Jos, n. 23
Urna senbora viova deseja encontrar pesso
bonesta e de bons costamos que qaeira alugar a
melade da casa em que ella reside : quem preci-
sar dirija-se a' ra do Cotovello n. 23.
*>aftia,aijt>M
2 DEPOSITO BE CALCADO *
m FABRICADO NA CASA DE DETENGO H
Rna ivota ai. I. p
Ah se encontrarSo obras de di- m
versas qualidades, e por pre^o mai !
diminutos, a retalho e em porc&es. Wt-
S se vende a dinheiro. Sf
%:*
Precisa-se de ama ama para casa de pouca
familia : na ra da Peona n. 23,1* andar.
**
O Dr. Ramang medi-operador e oca- K
UsU esuneieceo seo cowoltorlo novlso-
rio a' ra da Cruz n. 5, onde d consol-;
Us todos os dl as 2 da urde ; o Dr. Ramaug exarca i
gaalmente unto a medicina como a ci- !
rnrgla, dedica-se porm com especialida-1
de ao tratamento e cora das molestias g
dos olho^oovktose.daa.TlM.JaliaVlja. \W
mwtk mmwmmm
Precisa-se de nma ama para cozinhar com-
prar para doas pessoas: na ra te Cadeia do Re-
cife n. 29,3* andar.
K
, i
A
r"
-



*' "
icario, de t ernantbuco Quluta elra i8 de Julko de
IL
18GG.
i\

4
mi. m:\iai .
Para, o tratamento e cura rpida e completa das molestia syphiliticas, erisype-
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, iofiammasoes cbfonicas do figado
e ba^o, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras clnicas, bydYopesia?, plenri-
sias, gODrrbeas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tenha em vista a pu-
riflcacSodo systema sanguneo.
t'onslderaces geraes ^nw*--
~A saude um bem inapreciavel, cuja importancia e valor s est reservado ao en-
fermo o avalia-lo.
incontestavel que o homem neste mundo. constantemente, e por todos os lados
atacado porumainfinidade de agentes morbficos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas circunstancias, a alterar ofegolar exercicio das fcces orgnicas, resultando
desse desequilibrio o que se chamamolestia.
A molestia nao mais do que a desvirtuarlo das torcas vitaes, occasionada, se-
gundo as investigacoes e experiencias dos mais abalisado mesures da sciencia, pela depra-
?ac3o dos humores geraes, consequencia da acgao maligna desses mesmos agentes morb-
ficos introduzdos no organismo pelo acto da respiracao, pela va digestiva, pelo contacto
immediato etc. etc. etc.
A syphilis infelizmente tem sido a partilha da humanidade, e como ora de duvi-
da que esse terrvel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de todas as suas formas to variadas, enfraquecendo
constituicSes robustas, produzindo mutilaroes, e cortando anda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da economa esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores tem sido desde tempo immemorial ofim constante da medicina, e os'purgati-
vos figuran em primeiro lugar para preencher esse desiteratum ou fim.
O Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos successos obtidos pelo uso deste salutar agente tanto na Allemanha. como em
Franca e Italia, o tornam o companheiro inseparavel dequasi todos os doentes.
Sendo as melestias, como cima dissemos, devidas as alteracoes dos humores, o
EUwir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado van tajos amen te na syphilis, ersy-
pelas, rheumatismos, bebas, gota, debilidade do estomago, inflammaces chronicas do
figado e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesias.
pleunsias, gonorrheas chronicas etc. e em geral em todas as molestias em que fe tenha
em vista a purificaco do systema sanguneo; pois que urna pralica constante tem feito
ver que elle dispensa vel nos casos gravissimos para minorar os soflrimentos, e pre-
parar o doente para medicacoes superiores; e as menos graves a cura a conse-
quencia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicao do Elixir depurativo do Dr. Sevial
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande calhegoria das substan-
cias depurativas e aatisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, eliminando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evacu-
acoes alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus syphilitico quando este virus ja
tem feito erupcao no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam-
ben! os estragos dessa terrvel molestia, quando por ventura se ache ella anda no
estado de mcubacao, isto sem se tor manifestado sob formas externas: beneficio
immenso, tanto mais quanto neste estado os individuos ignoram completamente se es-
to contaminados por este terrvel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua acgao so-
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma produz molestias medi-
camentosas, como acontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es-
tado, martas vezes, hydropesias, que-quasi sempre tenmoam pela morte Assim pois esperamos que o 'uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamento to simples na sua composicao. a
pratica tem confirmado sua utilidade.
laico deposito em Pernambuco
Na botica e drogara
DE
Bartohomeo Companhia.
34-RUADO ROSARIO LARGA3i
S
tffia 5tfet--45
ispeosavel con-
berja de-
milfcdei
^lBaai
Os entregados de zelar a capelia de Nossa
calcado bom e seguro o nico preserva- Sentiora da Saode do convenio de S. Antonio desta
tivo dessas mil enfermidades a que est su- c'dade, avisara a todos os devotos da mesma Se-
Aitn n nn_P!i-_ ITm rhinplrt ve Ihn paU DDOra me maddam celebrar a 7 horas da ma^
jeito o nossoeu im cnmeio veino tai- nbia |od0 0J mD^i e fes de guardl m
caao por um dafray patuscante, ou urna mis p0r xeio eVicdos qus-T:oncorrerem com
botina acalcanhada em pequenino p de en- suas esmoias para flm tao justo.____________
cantadora deidade alm de accusar que-',, DliATinDipill
bradeira horripilante, prova contra as fccul- a UU JL U WAr ITlA
dades intellectuaes dos calcantes, e nao ha Salo da Expasito
qoem, tendo bom senso, queira passar por, lina do Imperador n. 38.
maluco, OU pobre de SUrraO : ergO, cor-. Este estabelecimento acha-se raoccluaando des -
de domingo 9 do corrate Da cmormidade dos
annoocios que foram publicadas nos joroaes du-'
riosdesta capital.
Remedios da Universidad?, de Ponsvlvania, dos
Bsiadus-I nidos.
Exlt-aeto composto de salsa-par-
rilha de Ayer.
; Peitoral de cereja.
j nevedlo para aezes.
i Minia cathartlcas.
O dep.sito ceKtral para s provincas:
j Periumbucoy Alagoas, Parabyba e Rio-
Grande do No: te, de.-les remedios t3o fa-
voravelmente i onhecidos e acolhidos em
todasas paries Ja America do Sul c do
Norte, acba-se era casa de Theod Chrls-
tlausen, 16 rus do Trapiche em
Pernambuco.
Vovo
ram a:
d*-RUA DIREITA4*.
e attendam a' barateza.
Homens.
Borzeguins barcellonezes de lus-
tre e de porco 6(OO0
Ditos de Bordeaui .... 7^000
Ditos parisienses de bezerro e
cordavao....... 8^000
Sapatos de lona, sola de borra-
cha..... ; 20000
Ditos aveludados.....
Ditos de tranca bons i#600
Senhoras
Borzeguin nfeitadosa T. ^. 5(5000
Ditos de'lago...... 40800
Ditos lisos .....,, 40500
Sapatos de borracha F 10ttOQ
Selleiros, corrieiros e segeiros 1
E um completo sortimento decaleado fa-
bricado nepaiz.
Os presos de
330 por duza de estrado de salsa-parrllha.
m caiie.ro que teona pratica' ?70 por duzia de peitoral de cereja:
de taberna : na praca da Boa-Vi>ia n. 18.
~ COMPBaS
--------------------------------------
m
Compra-se
i
orna escrava que seja boa Ggara e que saiba bem
igoo 'ngommar, nao excedendo de 25 aooos de idade,
tc-nn' Pf-se bm : no escriptorlo de Vicente Ferrei-
ra da Costa 4 Filbo, ra da Senzala n. 138, on em
seu armazem junto ao arco da Copceicao.
Onro prata.
Km obras velbas : compra-sena praca da In
dependencio n. 22, toja de bilhetes.
- Compra-se onro, prata e pedras preciosa
cja de ourives no arco da Conceicao.
270 por duzia de rem dio para sezoes.
70 por duzia de pilulas catharticas
se entender diuuelro vista, c
o descont de 5 por cont
de 6 a 12 duzias, e de 1G por cei
quantidades superiores a 12 duzias.
soiliuichto de pe-fumarias
finas.
Ciitg u para a amiga loja ae miadezas i ra do
Queimado n. i ti.
Booitcs vasos de porcelsna donrada c^m batir.a
rr.uiio lina.
Outro'i ditos de | d pfdra com dita.
arralas com superior agua da Colunia.
Frascos com goa bal.-oaifa para denles.
fno d^ dr.a dentifrice..
iio de et 'eacio de (juin.juina tarabem para den-
tes.
Dito coro iipwior itgiis flor de laraoja.
i:n de dita fcr di- ro^a.
Dito de dito vi^re de Venus para refrescar a
pellf.
Dito de dito agua' amortara pira banhos do ros-
to, corpo etc.
Dito de superior agua de Colonia ingleza, de Pi-
vtr e Lobin.
Dte de cicellente Lanba de Lubin.
Sabonetfs de Lnbin.e outros o amendoa, trans-
parente, etc.
Comet!qae (on pomada) de superior qualidade.
Finos extractos, frangipane, sndalo e ootros
: tambero de finos e agradaveis chiiros
Opiata ingirza e fraoceza para deures.
BjoIUs va.-os com p de arroz e pincel.
s i Caixinhas com aromtico p de arroz.
Oleo ingle?, dito philocome, babosa e outras qoa-
idad es para cabello.
Uiitimacme par, liogir cabellos.
Efi?a apreciavel tintura chegou para a loja de
mludezas a ra do Quimado u. 16, assim como o
abnete bianco, para se lavar os cabellos antes de
ia u.-ar da preparagao.
tafcaaes de viar com perfumaras.
Vende se esses bonitos cabazes de vidro com per-
;.imanas, proprios para presentes, etc.; na ra de
16.
Compram-si libras
Independencia n. 22.
Fabrica vapor
DE
140 12 BOLACHA
Ns. 6 e 8
Praca da Manta Cruz.
Joo Luiz & Narcisn, acabam demont.'.r o sen
rauito credirado eslabeleciraento de padaria sito i (Jueimedo loja de roiudezas n
na praga da i oa Cruz os. 6 e 8, com maquinas Latas )l COpOS CoU liat.lia fina,
movidas a vapor] sendo tila a segunda nesta cida- a bem conhecida loja de miudezas a roa do
de, a roais aperfelgoada no trabalho desta ordem Quemado n. 16, *raba de recebtr as estimadas la-
at o prsente; os donos deste estabelecimente '
.., os donos deste estaneiecimenie ,as ,.om DaD|u (,D.t apsm foa0 c,,pos e vldro e
. |pr*v u* parliclpam aos stus num-rusos freguezes, que I B0V0 e bonito molde, com totopo de vidro e ebeiros
-----.----------------- e at boje os tem servido hem, de hoje em diaete I fle exc(1|lento banha. Becebeu igualmente a pro-
-xISGVUBi Compramse as obras de medecina horneo- se lornarao mais uem servidos, n.'iu era pao e ; vellosa banha tran?p^rejj{e que rouito serve para
v a- R ja pclto oncontn., co rliVaw f^[cf ? %' *" 8 C06"''8"8. e tarobem a pa: bolacha, como em b das as qualidade de ma-sas act3f as ca5pa! e a aromtica e agradavel banha
nu uid o uu csrrerue auseuiou-se uc wm tbologla do Dr. Jarro : qoem as tlver deixe cai-ra Boas, pois os maqoioas rooperam inulto para isso,
d e seu senhor na Capunga, 0 pretO AntO- com o prego de cada nma, e a morada para ser apreseniaudo todo asseio e liropeza; pois os dooos
nio, muitO COnhecido por ser boleeiro e proenrado, no sobrado n. 27, segundo andar, no deste bello esialiejecjmenlo pncuram o quanto
comprador, usa de bigdes e leto vestido' p,l6?-^lIeH?i_
um casac5o de panno 61 com golla encar-l c
nada, tem andado por Casa Forte e Caldei-1 Agra'
reiro a procurar senhor, e as vtzes diz que j
anda a servreo, mas hontem foi visto na ra!
do Pires por duas vezes; roga-se'portanto'^
as autoridades policiaes e capit5es de cam-
po a sua apprebenc5o e levar ao caes de
Apollo n. 55, que se gratificar.
mao: na roa
dons Bourgains
ora, eseriptorie de
em segunda
Quiniairos &
Hara Perciliana Vuelta dos Saotos cor-
dialmeote agradece as pessoas que se digna-
ram assistir aos ltimos suffragios pela al-
ma de seu sempre chorado marido Hercula-
no Deodato dos Santos, e convida aos seus
amigos para assistir a orna missa que man-
da celebrar na matriz de S. Antonio no da
13 as 6 horas da manbaa.
Compra-se una eacrara de meia idade e
vende-se urna meia agua : a traiar na rna da Ro-
da n. 21.
Compram-se libras sterlinas : na ra do Vi-
gario n. 17.
VENDAS
-
*


i
i
^
ABIiaLElRi:i0 FR1ICEZ
51Kna da Garlea54
tem a honra de partecpar seus numerosos freguezes que no da 14 do corren te abrir o
seu novo ostabelecimento, no n. 51 da mesma ru-< onde se aeba actualmente, para oqual
acabam de chegar de Paris, pelo ultimo vapor francez, novo habis artistas, que espera
agradarlo ao publico, tanto pelo goato como pela elegancia por queezecutam os traba-
lhos de sua arte.
PRESOS
Corte do cabello, com friccSo romana ou alheniense 500 rs.
dem lavagem da cabeca liJOOO ^
dem frisado simples llOOO
dem i dito de cachos l)J5O0
Barba, com toalba especial para cada pessoa 40
AS SEXHOKiS
Ha um .alao especial para asSra*., e um artista especialmente designado para exe-
cuta* quijqueirencfflunenda de cabelleiras para Sras, bandos, crescentes, coques etc., e
para pentear pelos ltimos, figurinos ao gosto do freguez.
E8)>ecialid m artista acba-se incumbido de'pentear noivas, indo as casas das familias que o
quizerem honrar com sua confianza.
Aos Srs cabelleireiros
avi'if ailDUttiiinte que tem sempre venda um grande e variado sortimento de cabel-
los ewolidos, ie todas as cores e tamanhos, precos mdicos.
Egoataetate encontrarao os freguezes quatidade de Coques Imperalriz, Reaes,
Penteados de phantasxa, Diademas, Cabelleiras, tanto para homen como para Sra., e
tudo o maii pertencenle sua arte.
VIVA 0 PROGBESSO
Ao systema mtrico decimal
J ingaera Ignora que o governo imperial adop-
tou este systema de pesos" medidas e at Ja as
reparticoes militares por ara aviso do ministerio
da agricultura, c mroerrk) e obras publicas Bao
compraos se nao por taes pesos e medidas. O go-
verno deu nm prazo aos particulares para terem
, tempo de se instruirem, ir. brevemenie se acaba
e-ente lodos sero obngadus a regolartro-se por
i estes peSos e medidas o que jutgamos ser de omita
! utilidade por ser esta medida (Irada da cirenmfe-
reocia do globo e por con.-eguinte a nica, certa e
mais exacta, finalmente a duvrda eslava em nao
haver taes pesos e medidas, porm esse mai Ja'
esta' sanado, ja' temos pesos e medidas tanto para
secco como para liquido, assim-eomo pesos de fer-
ro de 50 kilogrammas at 1|2 hecto-gramma, d--
latao de 500 grammas at um gramma, para ti > -
eos desde 1|2 hecto-litre at decilitro, para liqoiuo
medidas de estanto desde um litre at o decilitro,
assim como medidas de maieira para as Iqjas e
medidas de exlenyao (in:Das),-4e 20 a 50 metros:
o -nico deposito destes pesos e medidas na ra
'Nova n. 38, acnde se vendem deede ja e se rece-
boro encommeodas para dentro on fora da pro-
vincia.
****wm m mmm mmmm
i CASA DE BANHOS i
26 Pate do Carato 26.
Neste.estabelecimento to impor- [
tante para a saude e asseio do cor- s
.po, acham-se montados 20 banhei-
>ros, que sao servaos com a ordem 9K
e asseio que para desejar-se. Qua- ^
tro destes baoheiros sao especial-
mente reservados para senhoras e
por isto acham-se coocados em lu-
gar reservado, aonde s tem entra-
da as pessoas de orna mesma fami-
lia.
PRECOS DE BANHOS AVULSOS.
banho fri, morno ou-de
cbovisoo...... 500
dito de choque .. lf)000
dito .de far el lo...... 1^000
dito aromalisado lOOO
PREOOS POR ASSWNATORA.
30 banbos por mez lirio,
morno on de cliovisco. i0<000
25 banhos com cartoes pa-
ra os mesmos .... iO^OOO
12 ditos ditos ditos ^OOO
12 ditos ditos de choque. 100000
12 ditos ditos de farello.. 10^000
O estabelecimento estar aberto
nos dias uteis das 6 horas da ma-
nbaa as 10 da note, nos dias san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
deste bello
convier em suas forjas para sempre melhorar o
systema do seo trabafho; os mesmos tomam a li-
berdade de convidar o respeitavel publico desia
cidade, como de fra, para no caso de querer
, apreeiar o tcabalho das mesmas maquinas, movi-
Liliras esterlinas. :, das a vapor, todos os dias das 6 horas da manhaa,
Compra-se na roa do Crespo n 16 primeiro' an-' *, as 4 da ,arde; e aproreitam esta ocoasio para
agradecer a todas aquellas pessoas que Ihes G/.erem
a disiineu bonra.
XAROPE
DHYPOPHOSPHITO DE CAL
de GRIMAULT e C'
Pharmaceuticoi de S. A. 1. o Pncipe Napoleao
em Parit.
Desde muitos seculos os mdicos e os chinacos
tinhao procurado um medicamento que podesse
curar as molestias de peito; lodas as pequizas
feitas ath hoje nSo tinhao tdo nenhum resuludo.
POrem os trabalhos que foro communicados
ltimamente Academia de Medicina de Paris, e
as mais serias experiencias feitas no hospital
Brompton de Londres, que especialmente reser-
vado para o tratamento da tsica, provaro que
essa terrvel molestia, quando ella pao estiva
ainda no seu ultimo grao, tinha no Xarope d/Hy-
pophosphito de Cal, um especifico poderoso. As
tosses, deflnxos, catarrhos, bronchilis, grippa e
coqueluche, cedem lambem rpidamente ao uso
d'este Xarope, e os asthmalicos acho n'elle um
elemento certo paracurarem-se.
Recommenda-se aos doenles de fazerem uso ao
mesmo tempo das deliciosas paslilhas peitoraes
ao sueco de alface e de louro cereja, dos Sr" Gri-
u avi.t E O. Esta excellente preparacSose compoe
de duas substancias as mais calmantes e ao
mesmo tempo as mais noffensivas da materia
medica, e nio contem opi.
Deposito as pharmacias de P. Maurer
C. e A. Caors, em Pernambuco.
Vende-se um torno obra prima e todo no-
vo proprio para tornear metaes e madelra,
tendo dito torno cinco qualidades de rosca
difieren tes pan fazer parafusos com a pon-
a e a espera i feico do T, vende-se igual-
mente um resolver feito nesta praca por
um dos mais peritos artistas; para ver e
tratar dirija se ra da Matriz da Boa-Vista
casa n. 36.__________________________
< OLMIOS
Vendem-se casaes de coelhos com filhos
esen. clles: i tratar na ra das Cruzes,
n. 'r^______________________________
Vendem-se oito carneiros de bonitas figuras,
com o peso de tres arrobas pouco mais ou menos:
qnem os pretender dirjase a ra do Encantamen-
to n. 13. ;
FSo de Maeei
Os Ncbarefs kn Antonio de Maga-
IbesBattise Mttoel Pificie Bastos da
Silva, lm sen es.-rlpiorlo co Tar^o e
Pedro II, h
Contiona-se a precisar de on ama pira en-
gommar e coser ; na rar o Bangel n. 7, primei-
ro andar
Cumpauha VigiUile de vaptres
4e pebf^ae.
O escriptorio desta companhia raadou-se para a
ra da Moeda n. 5, onde pode ser procurado o seu
agente a qoalquer hora do da para traiar dos ne-
gocios relativos a esta companhia.
CaBddo C G. Alcoforado,
Preposto.
Precisa-se de urna ama forra ou cajuiva para
eoropras a cotlohar : a tratar na roa da Cadela do
Recite d. 8.
Na ra do Trapiche n. 16
acham-se os seguintes depsitos
De|. B unHglii?uewluits.
Boorgogne.
Vinho Pommard tioio.
> Cortn linio.
> Sanio Georges linio.
> Chambertin tinto.
Blchebourg tinto.
Clos de Vougeot tinto.
Chabtis branco.
DeM A. WoefeM Francfort:
Rheno.
Geisenheiroer.
Liciifraumilch.
Marcobrunner.
Em casa de Theod Christaneen, ra do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de BraBdenburg frres, Bordean, encontrase ef-
feclivamente deposito dos artigo seguintes:
St. Julien.
St. Pierre.
Larose.
Chatean Loville.
Chateau Margaox.
Grand vin Chateau Lafltte 1860.
Chateau Lafilte.
Haut Sauternes.
Chatean Sauternes.
Chateau Lataor Blanche.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Azeile doce. Precos de Bordeauz.
Chapeos de mnha branca
a 140,160.180 6 20,*.
Na prn;a da Independencia n. 2i e 26. .
arrumaca: quem precisar dirija-se a roa
ranjeiras n. 16.
japoniza e oolras. Os pretendentes dirijam se a
dita toja de miudezas a roa do Queimado n. i6,
que sero servido a contento.
Bouqnet dos alpes,
Esse lino e agradavel extracto, vem em um bo-
nito vaso de p de pedra e este dentro de urna ele-
gante caixiuha de papelao, de forma que a perfei-
co de urna consa corresponde a supenoridade de
cuira. Esse apreciavel extracto acba-se a venda
na ra do Queimado loja de miudezas o. 16.
Agua florida e tnico,
Vendem-se na loja de miudezas n. 10, ra do
Queimado.
Frascos com gomma arbica dissolvida
e pincel.
Vendem-se na roa do Queimado loja de miue-
zas n. 16
Tinta indelcvel para marcar roupa.
Vtnde-se ua roa do Queimado loja de miudezas
o. 16.
Fila elstica para cs de balSo, e aspas de
ac para os ditos.
Vendem-se na ra do Queimado loja de miude-
zas n. 16.
Bonitos entremeios e babadinhos bor-
dados.
Vendem-se por barato preco na loja de m.ude-
zas n. 16 na ra do Queimado.
Tinta rxa e azul que ficam prelas.
Na loja de miudezas n. 16 a roa do Qofimado,
i vendem-se frascos Rrandes e menores coro essas
excellenles tintas, rxa e azul para ficar preta; o
! prego dos. frascos 1*000 e 500
Graxa econmica em latas e barrilsinhos.
Vend mse oa loja de miudezas n. 16 a roa do
': Queimado. '
COLLARES KOIER
OU
Anodinos electro-magnetices contra as
coDvnlses, e para facilitara denti-
co das criancas. A aguia-branca,
a i ua do Queimado n. 8 recete os
por todos os vapores franceies.
Ja estao tao conbecidos, tanto so te ni espaltn-
a fama desses prodigiosos cellares Royer, qau
: se '.orna desnecessario dizer >is nlum? "cosa
em abono de eos bons e fffic*.-- ffTeiiot; asa
| o ttsiemunho de rniiharps de pesso; ; ie tem vis-
to t. aproveitado o feliz resultado des.-.-s tao nleis,
i quaj necessarios collares Boyer. A qi ^oa e
.crescida extraceao, (jue vo tendo, mostia ainda
que o numero dos prodigios se eleva com o dos
compradores. A aguia-branca, porm, desojando
' con correr para oin fim de tanto aproveitamenio,
i tem feito os necessarios pedidos, para que por le-
dos os vapores francezes ttie seja remetlida certa
quatidade de ditos collares, para assim tornar-se
infallivel o sortimento delles, na loja d'aguia-bran-
ca, ra do Queimado o. 8.
stereoscopo de mogno
Com bonitas vistas.
A aguia-branca receben bonitos siereoscopos de
. mogno enveroisados e com lindas e agradaveis vis-
1 tas, e quer vend los baratamente, sendo 1 caixi-
|0ba com 24 visias escolhidas por lO&OOO. Pode
lambem vender as vistas separadamente a conten-
, lo do comprador, que se dirigir a' ra do Queima-
do o. 8, loja d'aguia-branca.
Botinas de merla
com sola, para criancas.
A aguia-branca na ra do Queimado n. 8 rece-
ben um bello soriimenio de botinas de merino
i com sola para criangas, sendo o sorlimento vr
riado em tamanuos e diferentes cores.
Fitas largas lavradas.
Alm do completo so tmenlo de fuas que cons-
tantemente se acha na lija d'aguia-branca, esta i-
i cebeu novamenle um outro sortimento de filas lar-
\ gas lavradas, cojos lindos e novos desenhos a par
; da superior qualidade as fazem apreciadas, uesse
, simples dizer talvez o pretndeme nao faca a justa
j idea do apurado gosto de ditas fitas ; mas, se ?e
j dirigir a' ra do Queimado loja d'aguia-branca n.
8, coohecer que nada ha de melhor neste enero.
JLatas e copos con banha fina.
A aguia branca recebeu novamente a superior
- banha em latas e copos de vidro com tampa de.
Cbegaram loja da roa do Crespo t 7 A os dlcina' De'>lli'a goza de to alta reputacao, como dito, e conljna a vende-los a 2j e 2500 : na rna
mais ricos sortimeotos de lencos de lanyriotho, as-'a nalara'de Vjchy. Estas aguas sao salinas e ga-' do Queimadc Ir ja d'agma branca n. 8.
Vende-se a padaria da roa do Mondego n.
74 : (|uem pretender clirija-se a mesma.
Aos agricultores
Saunders Broibers & C acabam de reeeberde (jrande armazem Qe tlll-5
, Liverpool vapores de torga de 3 a 4 caaalios
Sam
com
: todos os perlences, e m-ui proprios para fazer mo-
I ver machinas de desct.rocar algodo, podendo cada
I vapor Irabalbar ate com 140 serras, tambem ser-
vem para enfardar algodo on para outro qoalquer
| servido em que usam trabalhar com animaes. Os
. mesmos tambem tem a venda machinas america-
nas de 3o a 40 serras : os pretendenles dirijam-
se ao largo do Corpo Santo n. 11.
Baldes
Grande sarlimenlo.
Chegou ra da Imperatriz n. '2, jonto a pa-
i dara franceza, ora grande sortimento. qoe se ven-
de a S|S09 ts. paraacaabar.
Vede-se orna prela criola de" 30 3o ao
icos, cozinba e faz o mais servico de casa, e mui-
io boa lavadeira, tanto de sabo como de varella, e
vend-se tambem alguos trastes do oso de casa :
g ruada ConceiQao n. 22.
Telas de carnauba a ll#GOO a
arroba.
Vendem-se caxas com velas pelo barato pre-
co cima ; na ra da Madre de Dos ns. 5 e 9.
Ketroz do Porto.
No escriptorio de i. A. Moreira Dias, a roa da
Cruz n. 0 primeiro andar, vende se reiroz do Por-
to da bem conhecida fabrica de. Antonio Jos Peres
da ?>ilva & Alves.
tas medicamentos etc.
Ra do Imperador n, 22.
f o Pedro das Neves (ge-l
rente) tem a venda o
! segnlnte:
| Productos cbimicos e pbarma- \
i ceuticos os mais empregados em
s medicina.
Tintas para todo o genero de pin- !
I tora e para tinturara.
Productus industriaes e tintas ]
para flores, como botes de flores \
| e modelos em gesso para imitar 3
| fruclas e passaros com o corape-
I tente desenho.
* Productos chimicos e indnstriaes
l para pbolographia, tin'uraria, pin-
l tura, pyrotecoia et\
i Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Paris, Lon-
dres, Himburgo, Anvers e Lisboa
i pode offerecer productos de plena
i confianca e satisfazer qualquer en-
[ commenda a grosso trato e a reta-
lbo e por preco commodo.
Vendem-se dous cavallos de sella, um boi e
nma carroca : na Capunga-bova, casa de dous
^msiladge"ede,e^ro,qa<,flc en,fre,"e" "" Aguas miiieraes naturaes de
Vichy.
De todas as agoas mioeraes etnpregadas em me
L4BVMMHHS
am i loja da roa do Crespo n
,^s sortimeotos de lencos de labyi.u
sn como toalbas de dito para baptisados e para 5"s; 0s me,d,cos de odo o mundo as recr.mmen- E,eqnes de lieadreperola, sndalo
altar, ludo de moilo gosto dam COffl vanIaBem ns doenjas dos rins, da bexi- e afto
B ca, as reas, nos clenlos orinarlos, na ROtta, na I ^ *C.\
com ponco diabetes, na albuminuria, oas doencas das vias di-1 ^ agu,a h"Bfa' na rua d0 Qf"do a. 8. re-
afreguezada gestivas, peso do estomago, digest diffiell. inape- iC D0'* >* de bonitos leques de madre-
qne jiencia, gastralgia dispepsia, mlrite rhronica.etc '^rj:a' Si
Vende-se nma pequea taberna
fondos na fregoezia de S. Jos, muito
para a trra, e o aluguel moli commodo,
ainda q*ue oooco negocio faca sempre Vende "de etc.
aluguel pare cima ; vndese melade a dioheiro o! Deposito na botica do Piolo, ru* larca do Ron-
rio o. 10.
metade a praso, e se faz todo o negocio pois nada
deve a' prag*> guan a pretender annuncie
Vende-se o diccionario homeopalhico do Dr.
latir : na roa da Cadela do Recite n. 15oja.
Panno de algodo da Baha, proprio para, sac-
eos de assucar e roupa de escravos, do melhor que
vem ao mercado, e Bo de algodo da fabrica; Todos
os Santos, do Sr. commendador Pedroso, tem para
vender Joaquim Jos Gonjalves Beltrao, na rua do
Vlgarlon. 17, escriptorio.___________________
Ruado Queimado n. 19
No armazem de fazendas baratas de Santos
Coelho, yende-se o seguinte :
Pecbiocha.
Pecas de madapolo largo encorpado prqprio
para camisa e saia para senhora pelo baratlsiimo
preco de 8^ fazenda de 10|.
Vende se ama taberna na Passagem n. 3, bem
afregoeztda tambem se vende s a armacao, o
aluguel da casa barato, tem commodos para fa
milla e agua em casa : a tratar oa mesma
XAROPE
peitoral dnlciflcant*
DI
SAINT GEORGES
Preparado por
GBJKACLT e C1'
pharnacnticot da S. A. L
o priaclpe Napalafo
Cura rpida de las
molestias seguentea:
tosse, catarrhos, pleu-
resa, coqueluche, an-
ginas, fortes constipa-
ces, irritacoes das
bronchos e do peito,
bronchite,phtica pul-
monar, astma, pneu-
mona,anginas,amyg-
dalites, toisechronica,
rouquido. Os mdicos recommendo ao mesmo
tempo o uso das excellente* pastilhaa paito-
raen com o sucoo d'atnce o laureiro-
OttaJa, que m prtpuip m mesmo esubela-
cunento.
j A teoda as puarmacias de Maurer e A.
leias de la vegetle de
borracha.
A arla bracea recebeu novamente etsas pro ,
euradas raeias deia vegetal, to atis qoao pro- Caors.
tattosas para qoem soffre reslriao nos ps; as- -----------------r*---------------------------------------
sin como outras de borracha para qoem padece BAli 1? DiltiTA
de encbacao as pernas, e vendem-se por precos' lili i nlK/llfP.
razoaveis: narM doQueliMOo, loiad^nu tran-' D T^i OrlIlflIVa
n 8 '* | p lienidacoo w vendem excellenles presuntos
1- -:-------------------------------------_ de Melgaco, chgados recentemente, os quaes se
Vendem se todas as caras de Chateaubriand vendem pelo barato preco de 320 rs. a libra, no
bella encadernagao, com estampas : blographias de armazem da roa da Cruz a. 36, em frente ao bec-
----------------------------- ilgons poetar, e illusires da pro- cp da Llngoeta. Quem nao qoerera fazer om bom
Onerece-seum rapaz naclonar para qualquer vincla Paraamo**, pelo commendador A. J. de tempero de panella com excellente presunf, por
las La- Mello ; e thattonis linguae latine, quatro rrossos I menos preco que o toucinho ? e por isso apro-
I volumes lo folio : na rua Angosta n. 91 i veitar em quanto nao se acabam.
mbem recebeu outros pretos para luto.
Tintaras para fazer os cabellos
pretos/
A aguia branca, na roa do Queimado n. 8, aca-
ba de receber novo sortimento das apreciaveis tin-
turas para empretecer os cabellos, sendo caixinh;s
cora tintura de chromacome, frascos com colorico-
me para lastrar os cabellos, ditos com onvehromo!.-
tone para limpar as uohas, ditos com r'vdrcc-i^-
trichlne para lavar os cabellos, sabo braceo lam-
bem para lavar os diios, carxfnbas com tintura de
Hoeldo Water, iuscom dita de L. Marques.
Boneeas que andam.
A aguia branca, na rua do Queimado o. 8, re^
cebeu novas e bonitas buoecas, que movidas por
umroachlnismo, andam perfeitamente, e pela p-r-
feicao e Cnvidade das ditas se tornam excellnie?
para presentes : os pretendenles as acharao oa
loja d'aguia branca, rna do Queimado o. 8.
IN JECCAO e CAPSULAS
IfeGETAES AolVliTICO,
GRIMA.i oLUTIGOSsmPARIS
Novo tratamento preparado com as fvinas de
Matico, aore do Per, para a cura rpida e in-
fallivel da Gonorrbea sem reccio aleum da con-
traccao do canal oa dainammacSo dos intestinos.
0 clebre doulor.RicORD, de Paris, ler renonciado,
desde sua appariclo, ao emprgo de qualquer
outro tratamento. Emprega-sc a njeccao no
caanlaa a uxo; # cmptulas em lados os casos
chronkos e im-eterados, qne reaialirio s prepa-
racdei do copahu, eubeba e s injecooes com base
matallica.
A venda as pbann P. Mawer &
C. e A. Caors, em Pernara&i
. rr
rn* ia Fogo n. 20,
na rua do Racgel
Veode-ee a tabana da
muito afreguezada ; a tratar
oamero|69.
rim

i


Diarlo de PeaMfrae Quinta felra lt de Inlho de 1866.







0 que occupa hoje mais a atten$to do mundo
econmico? o novo systhema do proprietario do ar-
mazem de molhados
UNIAO MERCANTIL
53 RA DA CADEIA 53 _
I* \SS \ MI O ARCO DA CONCEICIO.
Que surge de novo basteando a bandeira da saodicidade de peemos em taos os
seas superiores gneros.
Que o publico reeonheca as Tantagens que de tal systhema lhe resulta, e o que o
proprietario do sitado armazem deseja, e a que desde j o convida : passando tambem a
notar-lbe os precos de alguns dos gneros do seu explesdido sortimenlo, e para os quaes
pede
ATTE\(!)lO
i-omma de ilbo branco aanerlcaaa.
Esta excellente gomma, moito se recomcommenda como o alimento fis subs-
tancial e saudavel; serviddo nSo s para papa (no que superior de toda as outras
gommas e farinhas) mis tambem della se pode fazer pao-de-l, Cangica, creme, boto
fraacez, podim, etc.: o preco de cadi pacote de umaf libra Boo rs., era caixa tem aba-
MANTE1GA INGLEZA de superior qualida- MOLHO INSLEZ de divsrsaf qoaUdtdes, a
PRETAS
de a i,28o e i ,oo rs. a libra, em barril
se abatkaento.
DEM FRINCEZA a mais nova que ba no
mercado a 6 lo rs. a libra, em barris ou
meiosaCoors.
CHA HISSON de primeira qaalidade a
,8oj rs. a libra, alnidesta ha muitas ou
tras proprias para Tender a re t albo, que
se vendem de 1,600 a 1,800 rs. a libra.
DEM PRETO o mais especial que tem viu-
do a este mercado a 2,2oo rs a libra.
DEM regular de i.600 a 4,80o rs. a libra.
QUE1J0S DO REINO ltimamente chegados
pelo vapor 2,4oo: ditos do vapor passado
a *;ooo rs.
LATAS DE CHOURIQAS com 6 libras er-
raeticaioente fechadas, a 4,5oo, de barril
a 64o, a libra.
ESTRELINHA para sopa em caixas sortidas
de 8 libras, por 4,000 rs.
VINHO VERDE do verdadeirosnmo da uva,
e o mais proprio para se beber n'este
imperio, pela sua extraordinaria fresqu-
dao e agradavel gosto a 64o rs. a gar-
iafa.
AMEIXAS FRANCEZAS em frascos de 4 e
2 libras, a 2,800, e l,4oo rs. em caxi-
nhasmuito enfeitadas com diversas estam
pasa 2,800, l,8oo, ,5oo ei,3oo, reis.
6ISC0IT0S INGLEZES emlatas contendo
diversas qualidades a 4,000 e i,2oo rs. a
lata.
PRINCIPE ALBERTO bolachinhas as melho-
res presentemente conhecidas a i,600
rs. a lata.
SALAME HAMBURGUEZ chegados no ulti-
mo navio a 1,600 a libra.
PREZUN TOS verdadeiro de Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e 56o inteiro.
TRAQUES n. 1. em caixas de 4o cartas, por
8.000. e 24o rs. cada ama.
MARMELADA em latas de 1, l /j e 2 li-
bras a 600 reis a libra.
JALEA* DEMARVIELLO em latas, a 800 rs.
FRUCTAS EM CALDA pera, pecego, alper-
ce, rainha Claudia, e gioja a 64o reis
a lata.
72o rs. frasee
MOSTARDA INGLEZA muito *ova, a 800,
rs. o fraseo
DEM PRANCEZA a 64o rs. o frasco.
SALMO E LAGOSTIN chegado ltima-
mente, em latas de 2 libras, a 1,0oo. rs.
ARENQUES em latas a 64o rs. cada urna.
SARDWHAS DE NANTES em Utas meias
a 600 e 36o reis. .
VINHO DE COLLARES o legitimo vmhe
desta localidade, muito superior e sena
confeicSo alguma, a 800 rs. a garrafa.
IDFM MADURO o verdadeiro do alto Dou-
ro em barris de lo em pipa pof 35,ooo
cada ou. ,.,
VINHO BO PORTO de diversas qnahdaoes
engarrafado, inclusive omaiBno-que ha
a'este genero, por 800, 1,00o, l,2oo,
4,4ooei,5oo rs.a garrafa.
FEIJO verde e carrapato em latas ermeti-
camer< CHOCOCAT rrac*efentpacotes de I libra
per SoiT*'!!.
AZETNAS -das-chegadas olfiniamte de
Lisboa a!,2oo rs. aantteta, e5ooa
guarrafa.
CAF avado a 24o rs. a libra, e 7,ooo rs.
a arroba, e regular a 22o a libra> e 6 Seo-,
a arroba. 1
VINHO CHERRY do naris uprterab me#-
cado al,*oo rs. a garata, e !5,oools.
a duzia.
MUSCATEL o verdadeiro de Setubal, a
l,8oo rs. agirrafo, e 2o,ooo a duzia.
VL\HO BORDEAUX das mais acreditadas
marcas, S. Emilion. Sant Julin Haut
Brion a 7oo e 800 rs. a garrafa, e e
caixa de doria, a 7,5oo e 8,000 rs.
VINHO BRANC) de Lisboa de excelente
qualidade, e proprio para missa, a 8oo>
rs. a garrafa, 00 8,000 rs. a caixa,de duzia.
MADEIRA SECO a 1,2oo a garrafa, e 42;ooo
rs. adazia.
VINHO DORttENO superior, a .000 a
garrafa, e 24,o rs. a duzia.
VERMOUTH de superior qualidade em cai-
xas de 12 meias garrafas por 42,ooo, e
garrafas por 1,2oo rs.
Gros de aples preto a 15500,10600, %>, U, 30800 e 40 o corado.
Gorguiao orate dk> luperior qualidade a 20500, 20800, 30 e 40 o co-
vado.
Superiores moreantiqjies a 20500, 20600, 30, 30500, 40 e 50000 o
covado.
Boas cortes de moreantique.
dem de gorgurao adamascados.
Bons pannos e casemiras.
9up ores alpacas, prineetas, merinos e bombazinas.
Bous turados pretos.
Qiaee iiieiaiB ia iuIuj de fil preto e de goipnre a 50, .60, 80,
100, 120, de 160 a 200, e de 230 a 800 cada um.
Superioretrtondas de fil preto e de guipure a 80, 100, 120 e 250,
ae 300 a 600 cada ana.
Superiores atgerienes de fil preto e de guipare de 120 a 250, e de
300 a 600 cada urna.
Boas challes de seda preta.
Ditos de Merino preto bordados e o 11 tras muitas faxeodas predas que
seria epftdontw enumerar, na
IOJ 1 HAS COIUJUMAS
DE ANTONIO CORREIa DE VASCONCELLOS A Q.
mu A BO CRISPO n. ts
PHOSPHATO E FJERRO DE LERAS
I>R. EM **< IK \fl AS
INSPECTCH DA ACADEMIA DE PARS.
Nao existe audicameoto ferruginoso to aotavel como o phospfiato de ferro de
Leras; assummidades medicas do ando inteiro adotaram-no com solicitude sem igual
Bosaanaes daaeieasi. As cores paludas, dores de estomago. digesCes penosas, ane-
rara, convalev>en&H (WBceis, idwe rttica das senhoras, irregularidade na menstrascSo,
pobresa do sangue, ymphat'smo S3e curados rpidaneate oa modificados por este ox-
cellenteco*ftposl&; >onservalor por excelencia dasaude e declarado superior nos
hospitaes e petes- academie a- todos os ferruginosos condecidos, ao idoreto e ao citrato
de ferro, porque o nico que convela aos estmagos delicados, que o"o provoca cons-
peclo mk iwabem < 'EW Paris wrTflada Feuiltade n. 7.
vimda emeaea eMmrer, e A, Caors.
LOJA DO BALAO
DE

AZEVEDO & FLORES
HCA DI CADEIA DO HE IFK M. 4f
Vejam e admirem!!
Chapeos de sol de seda a balo que valem 120, o Bilo vende a 10$, e quem
comprar de 6 chapeos para cima tem abatimeoto de W por cento.
Camisas.
Super ores camisas de peito de esguio pregas largas a 36-5 a duzia, a quem
comprar de urna duzia para cima tem o descont de 10 por ,ento
na loes com canda.
Superiores bales de murselina brancos e com listas de cor.
Rompa felta
Calcas de lindas e superiores casemiras a 8000.
dem escuras proprias para o invern a 70000.
dem claras mais inferiores a 50000.
Paletos saceos de panno preto fino a 100 e mais inferior a 80000.
Chitas para coberta a t8 rs o covado
Superior chita para coberta, cores qne os donos do Bailo affhncam ser as mais
fixa? a 280 rs. o covado, qnem deixar de comprar chitas que todos vendem a 400 rs. e
28); o Balo tambem tem para vender um benito sortimento de chitas claras e escuras
para vestidos.
Madapolo que val 100 a 60500, lindos cortes de cassa de cor a 20800 ; vista
dos lprecos cima, dir5o, a fazenda n3o presta.... e nos afflancamos que ame*-
lhor possivel, e se vendemos por estes diminutos precos para grangear maior numero
de freguezes.
Quem duvidar da veracidade do que fica dito venta ver.
mrnmu sen igual
Unos cortas de ge
n 18 a 10 covadoi cala aa} lar
Ritos-corta de |org8a d* seda ptetos adamascados para- vestido tota
loa
a* eone : ia IjJR das cotan
cetfcs < C.
t metros
de cbita fraoceza, pelo bafatissimo preco de 80A
a do Crespo n. 13 de Antonio Uorceia de Vascos-
1CA

/.-iz/.Eirrs
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. NALRER 4 C,
1 -
PERNAMBUCO
,
Esta tinta recoxanienide^se pela sua coxn-
posicao e fluidez como a m}Ja.or e 9 mais
segura de todas ae tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, da at
tres excellentes copias, meemo muitos dias
depois de escrever, e preferi-vel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de eommercio, documentos etc de
que se careca longa oonservacao.

Veede-se ialiv!rie{riacia ra do Crespo e ra Nora n. 18

VenVseem casa da Sanador irothors & CA
no >.tre do Goroo Saatoa. II, velorta patentes
com codos o perimces proprtoe ara foaar tnover
tros oa quatro laoebteas pan doaooreeor alf odio.
......

GIL
Na armuem da roa do Iaoorador m. 3 oa no
Gaedo Podro Un. i, toa pan .vondor-oo o mo-
bor gai eitsteato no mareado* ________
Veodc-aonorOMlotbdn nnnPB, airoeino-
res e mais perfcitas eaitiatoa cora Ola de medir, e
telhas de ferro galvanismo, lado por preQos ra-
goia de tastre
graifle eseradaiao-par* aeaba a HQ00
45-Ba DireiUf 45
"------Vela* d>-*ruauba.
Na fabrica da roa da Gala n. 3, ha corjtaslo-
mente por;'o de velas, de 6 e t\ por ttpt*- |||
. Veitde-ie esta faaeoda sendo enfe tada, com
Mata largura a 1*4 a ppga, com 23 vana fcara-
Uaatmo pela grande iargora : roa da Iaporatrte
n. M, afaaaow da eoru larga.
"^ Na rea larga do Rosario d. 3, voUD-so
dods rol o> fnmo por preQD cottmodo.
DO BRIM 1. as
O proprietario deste estabelecmento deseja chamar a attenejo do senheres pro-
prietarios para os- acreditado Bwehanismos qaff contiena a fomecer; osqnaes garante
ser como senaprev d* Mhdr qualidade possivel:
Machinas de vapor
fbrea de um cavaflb pra cima. As menores sao mui proprias para motores de des-
carocamentos de algodao; ellas viajim armadas e podem trabalhar deaTo de ik horas,
depois de chefpirem no taf?w- EHas levam tudo qnanto preciso para o trabalho, e
diversos sbreceltentes. As machinas maio;es s3o proprias para a meagem de eanna,
e ha deltas que podem junta o separadamente moer canea edescarocar. Ellas podem-
seapplicar aqualqaer moen^a j*exstente sem oatramndanca do que asnbstituicodas
rodas da almanjarra, ha larbsnicom: moenda junta. Ellas tem depsitos d'agua e boei-
ros de ferro, e nao precisam para sau assentamento de obra alguma, qur de cara pina,
qur de lvenaria. O tempo para assenta-las na ) excede de oze dias ao mais e em
casos de mortes de aoimaes ou arrombamentos de acudes, etc,. garante-se o assentamen-
to em oito dias. Todos estes vapores s3o simplissimos na coostruceSo, e se regem por
qnalquer pessoa intilligente, a facllidade da conduccSo sendo especialmente considerada,
tanto que nSo ba lugar em queao se possam condazir, qnr por trra, qur embarcado.
Lembra-se aos senliores da engenho que a venda dos animaes e o servico da
gente oceupada no seu tratamento os hie de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, dexando-lhes a vantagem de urna moagem certa e accelerada; e acabando cora a
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalho que se
tem com elle*.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que
Ihes resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas com-
petentes para assentar as mesmas < ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j pre-
paradas para arremedi ir qualquer desarranjo; facilidades stas que jamis podem en-
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimenlo na ma-
teria nem se quer podem garanti-los de ue as machinas que vendem sejam proprias ou
suficientes para o trabalho em qne se querr emprega-las, no caso de desastre n5o
podem prestar-lnes soccorro algum; setrlo qtre anda miando venham s fabricas para
concertar as machinas alheias, torna-se-ht preciso fazer repentinamente moldes novos,
etc. para as pecas estragad:'. J numerosas veaes estes vendederas tem representado
sens vapores como sendo de forca mui superior sua actual e verdadeira forca; equi-
Tocoeste que nao s engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapn-,
eaas tambera da lugar ao pagamento de ufli preco excessivo, vista da forca real da ma-
china que compram.
Tambem ha sempre prompto-Rodas d' mesmas Moendas de canna de todo o tamanho, Rodas de espora e angulares, Paroes ou
coches para receber o caldo, Crivos e portad de fornalha, Taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, Formas de ferro galvanisadas para purgar assucar, Bombas simples e de repu-
cho. Alambiques de ferro. Eixos e rodas de carro, Arados, grades, enchadas a cavallo
e outros instrumentos de agricultura, Momhos eforms para Tzrfarinha e finalmente
todo o objecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabricase fazam obras novas encommenia e concertos, com a maior p este-
za e solides. O grande deposito de pecas e objectos habilltam-na muito para este fim.
O proprietirio 'sf sempre mui feliz de poder dar ioformac^es ou esclarecimento
aos senhores qne se servirexD -tb seu presumo.
* >. W. Bowman, engenheiro.
B1C0S VESTIDOS BB4NG0S
A' Ioja de fazendas de Angosto Porto & C.
11Mua do Queimado11
A* laja da faaepdas de Angosto Porto & C, ebegaram os mais bello e modernos
vestidos branco a bordados aoJba.
Superiores vesliios.de blondcoa manta e capella para noiva.
Cortinados bo'rddos para camas e janellas de Wd a 80#.
Cotias de seda e de laa, aeda de cores pata camas. ..
Baldas, espartilhop, lavas da pellica e saias bordadas.
Bonrns, atgmlnnel e chales de renda preta.
Sotoetodos de panno de doas vistas e capas de borracha.
Credeoapole&de corea prelo, e aboiv preto de diversas qualidades.
Encbovaes para baptlsados com vestidos bordados qne ha de mais gosto oeste genero.
Filos bordados, da salpicos e liaos, caaoraiasYietoria-e transparentes.
Chapaos, bonets e gorros de palta di palia para senboras.
Chapeo pretos de seda para borneo, e chapeos do sol seda ingleses.
Camisas francetas e ingletas para hornero, meninas e senboras.
Tapetes para safi, plano o Cama, o dito soperior era pe$*. 3
Alcatifes de lisias, baratas pols ao vende a 480 rs. o covado. A
Bretanha de Ihiho superior em pocinhas de 6 jardas e em pecas grandes de 30.dita. Na mesma casa se vendem sempre as melbores e mais baratas
Esteirgs da India para for ar salas
Ou, il^-Hiiai de Qnelmado11
Noto e grande deposito de snpwor wvflo de Cardiffna
Bahia.
Antonii
oarvSo, em
ocal
iqoe
Loja do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecmento acaba de rceber pe-
lo vapor Extremaare, e de sua propria en-
commenda, um completo sorimento de ob-
jectos de apurado gosto e alguns de comple-
ta novidade, como seja;
Riquissimos necessaaios para costuras,
tendo de madrepola, marflm, corista!, e ou-
tras muitas qualidades.
Ricas caixinbas de madeira machetadas
1 tidas de madrep la, com mnsica, e o neces-
sario para costura.
Cixinhas de mnsica, tanto dYveio como
de corda.
Riquissimas malasinbas de madeira, for-
radas de marroqnim, contendo o necessatlo
para costura, propria para meninas.
Lindos vasos para pos de arroz.
Lindos livrmhos com capa de tartaruga
para missas.
RiqotssHno sortimento de enfeites para
senhoras e meninas.
Cintos inteiramente novos.
P vellas, de tartaruga, christal, e metal,
para cintos de senhora.
Loques de sndalo e de madeira.
Riquissimos porta bouqnets.
Loras verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda ede Escocia.
Lindos botSes de chnstal, tanto para pr*-
nhos, eomo para col leles e abertura de ca-
misas, estes botes tornam-se recommenda-
veis, por ser inteiramente novidades.
Ditos de cornalina, brancos e encarnados,
para colleles.
Finas thesouras para rjnhas e costura.
Lindos porta joias.
Ricos port relogios de porcellana.
Modernos pentes de tartaruga e a imita-
cao.
Albur para retratos.
Agulhas e linhas para crochetes.
Lindos aderecos de cbristal.
Rosetas e alfinetes de dito.
Aderecos completos pera luto, assim co-
mo brincos e rosetas.
Meias de seda para senhoras.
Ditas para meninas.
Sapatinhos de seda e de mirin, para
baptisados.
Touquinhas e> chaposinbos para dito.
Ua de todas as core para bordar.
Gapetlaa para norree.
Gravatas e flaaotas para hornera.
Alfinete pan grWtoH.
Riquissimos livriniuw para notas, sendo
com capa de ma<)riperuia, marfim e cha-
grn.
I Penas de ac de todas as qualidades, do
afamado fabricante Perra.
i Frece e eeda frou-xa par bordar.
Beegallas e chicotes de todas as quilida-
ides.
< Dedaes de marfim e metal.
Espetboe dowados grandes, e pequeos
ditos de columna.
! Dito espeeiaes para as senhora? fazerem
os pentiaW.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Riquissimas fitas lavradas e Utas.
Diademas do ultimo gosto.
i Ligas de seda.
Dftasid*seda e de algodSo para mangui-
tos de senhora.
Con tas e tubos de ac.
Suspensorios de seda e de algodao.
Orade eeompletoeortimeato de perfa-
' toaras finas dos fabricante mais afamados,
assim como muitos outros objectos pre se-
' ria enfadouho mencionar.
Stjo Gallo Vigilante rea do Crespo n. 7.
Verdadeires
Cellares loyer
Hectf Ka|ili
Ou GeUares Anodinos, pera facilitar a den-
tieSo das enancas e contra as convtrisftes
das mesmtB. a estes coHares nos escuzado
fazer qualquer recommendaco, visto a
grande -aceitacSo que tem tido, o que pode-
mos prbvar assim como, afiancar o effeito
que elles prodnzem, porquo ha muito qos
os recebemos e continuamos a receber por
todos os pnqoetes da Europa; e encontra-
rlo sempre na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Ta#so Irm&os
Vendem no sen armaiem roa 4*
Amorini 3o,
Licor fino Curaco em botijas a meias botijas.
Licores finos sortidos em garrafas com rolbas d<
idro o em lindos frascos.
Vinbosliberes.
Santernes.
Chamberlin.
E' baratissimo!
E* baratissimo!
K baratissimo!
Neste importante eatabelecimento enconlra o ros-
peitaval publico nm variado sortimento de fazen-
das fraocras, ingieras e suissas, e as qaaes se ven-
derlo por ttretoioi*a a saber:
Chales de renda pieta a 5 Vendesa. uiasortrmnto de chales dereada pre-
ta a 5oOG e 65, diio de seda a 11*. li*8 16*-,
isto na roa da imperatrlz n. 72 de Guimaraes & Ir-
mao.
Retonds pretas a 80'.
Vs4>M etondas pretas pete barato preco de
8J, 8300 e 9^; na roa da Imoerariz n. 71, loja
do Giiimaraes & irmao.
Grande pexincba a 2& o corte.
Vende-se cortes de casemlra da China a 1*000,
1*800, U8M e 3$, ditas de brim a t#MO, $400,
1*609,1*800 e 1*.
E' muito-barato, tarlataa* de cores a 240
rs. o corado.
Vojtdaioo um wande soflimeato de tarlatana do
cures muito copelas para vestido, (atonda mais
moderna que tem vindo ao mercado a 240 o cova-
do e 280, ditas mais Boas a 900 o 510, Wasinhas
eaoocezas DW* odroa* a 300 o 100 rs. o cora-
do, dUas muito Boa* 0*508.
Cobertores de algpdSa a 800.
Veade-se cobertores da ajgadio a. 80ft M. ditos
melhores a 1*600 e 1*800, cobertas de cfiitt a 2.
2*500 e 3*.
Qmm dovkbr venv ver.
Cambraia e cores a 240 rs. o eavatfi dita f na *
280 e 320 coilas Saos a 280, 308, 33Q, 360 e *00
r*., ditas percalas a 400 e 300.
Est se acabando chitas a ICO rs. a cavado.
Yende-se cbftas a 160, r80 a 200 rf. o eovado,
riscadinhosraocetes'a S40 e 2801 rs. o eovado, roa
da tmperatrta n. 72, tfe (iuimarae & Irmio.
Lencos brancos a 2* e 2*50'J a duaia.
Ditos fios a. 3* e 3*300 ditos de Iddo a 5*000,
5*500, 6j> e 7*.
Cambraia branca a 3.
Vende-se nm grande sortimento de cambraia a
3*, 3*900,**, 4*800**
Baloes25.
Venoa-se baldes de reos a t*, 2*80 3*, di-
to americanos a 3*500.4 e 4*500, drtos do mor-
celma a 5*, 5*500 e 6*, ditas para meninas a 4*
e 4*500; isio na roa ca Imperairiz n. 72, loja de
Guimaraes A tanao.
a 30OOO o corte.
i 3^000 corte.
a 35OO0 o corte.
Vende-se cortos ds la eomll aovados 3*, di-
tos Saos a 3*509 a *, dito a Mari Pa a 7*500
8*, 8*500,9* el2*,gravaos finas para Uomem
a 640, 800 e t*t0, mantas moito finas a 1*200 e
IJr400; i?to n ra da Imperatriz n. W, foja de
Guimaraes & Irmao.
Herraitage.
p I Borgonbe.
, Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac
Od Ton.
-PAaie latniol.
>i
No armazem de azendas
baratas de Santos Cfo&o
Ra do Queinaailo n. WM.
Vende-se o seguinte :
Lencoes de bramaoie de um s panno polo ba-
rato preco de 3*200.
Ditos de paoao de linno a2*200 a 2*600.
CobaAas du cuita da India a 2*400 e 2*800.
Lencos de cambraia brancos propnos para algi-
beira a 2|000 e 2*200 a dalia.
Ditos de cambraia de linho fino a 4*500 o 5* a
duzia.
Aioalbado do algodao branco a 1* a vara.
Bramante de linno libo com 10 palmos de largu-
a 2*500 a- vara.
Panno de linbo Bno com 9 12 palmas do largu-
ra pelo barato preco de 2*400 a vara.
Bramante de linbo lino de um* largura, polo ba-
ratissimo preco de 800 a vara.
Toalhas da linbo acolcboadas para raaos, a 13*
a duzia.
Ditas felpudas a 13* a 151 a issia.
Gnardanapos de linb a 39900 a ozia.
Planela de todas as cores para coeiros, a 880 rs.
o covado.
Tarlatana do cores a800 rs. a vara.
Baldes de 39 arcos 3*580, de 40 a i.
Cambraia de linho Sos a 4$50O, 6*300 e 9 a
vara.
Cambraia para forro ds vestido a 2*700 e 3* a
pe?a.
Pecas de bretanha de rolo cosa 10 varas, a
3*500.
Pega de madapolo Boa e largo a 7.
Laazinha lisa de ores a 500 rs o covado.
Pecas de cambraia branca de salpicos com 8 o
meia va jas a 4*500.
Coeiros de casemira bordados pele- baratissimo
prego de 9*.
Esteira da ludia propria para forro do sala da
4,5 e 6 palmos de largura.
Cambraia* finas de coree miadas a 568 rs. a vara
Neste armazem tambem se encontra a grande
sortimento de roup* '*,'.& o uor medida.
PHOPHATOdeFERRO
[de leras doctor em 9CIENCIAS7
INSPECT.ft DA ACADEMIA H FABIZ Etc.
N5o existe medicamento ferruginoso ISo ootavel
como o Phosphato de ferro de Leras; a summi-
dades medtales da mando inteiro adeplaram-no
com sollicitmfc sem igual nos annacs daaciencia.
As cores paOSdas, dores de estomago, iigestes
penosas, anemia, convlesceneias iiffics, iia.it
critica as senhoras, irregularidade no mens-
Vrwtf&o, pobresa do sanQW, lymphatismo, sao
curados rpidamente eu modificarlos por esse
excelente composto. B'-o-conoervador por excel-
leneia da sande, e declarado soperior nos hospi-
taes e pelas academias- s todos os ferruginosos
conhecidos, a iodorete "ae cilrat de ferro,
poitrue o nnico que eonvesn aos estmagos de-
licados, qne no provoca constipacao, o nico
tambem que nao ennegrece a bocea e os dentes.
A venda nas^harmaeia de P.tMaurer
G. e A. Caors, em Pertaarr#o.
iroii
Vende so em sSa de M.t le *ve*n & Fi-
Iho, largo do Corposaoio n. 19 :
Vinho verde oopenor em barris de 5o
Dito do Pwto de 8 e 10
Dte de dito engarrafado.
Dito de Lisboa Palmella tinto.
Farelioidera stpOJlOfl. *
Joiquira Jos Goncalves Beltrao tem para
vender em sen escriptorlo.na ra do Vigario o. 17:
Vinho da Porto era barris de 4o e 8o
Dito do Oito em caixas de 1 dula.
Vinho soperior da Figueira.
Azelte de peixe em barris.
Toros de Jacaranda'.
Tabaco americano em latas do 1 libra.
Caixas cora papel pantado.
Cigarros do Rio de Janeiro.
Machinas para descarocar algodao, del Lenas-
?anao~tte~1godSo a Bahia^ proprfo para
saceos de assucar e ronpa de escravos ; tem para
vender Antonio Lo de Olivelra Azevedo di C, no
seo eseriptorio roa da Cruz 0. t.
CHAPEOS DOOJK"
a MOd e 2:000 rs.
Na praca da Independencia ns. 14, o 26.
Francisco Jos Sennann
[RA NOVA N. 11,
acaba de receber am lindo e magnifico eor-
tiaento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mai apurado gosto da Europa e oco-
les de alcance para observaorjei e para 01
martimos.
-' '>f
i^'t'^.i^'t
------^RaST
Vendo-soom excelloQletlane-.fa Brd com mui
to ponco seryeo : na roa Nova n. 13.
Bren em barricas pequeas.
Cora em vola do todos os nannos.
Bogias.
Mercarlo.
N roa do vigano 1. (9, primoiro andar.
ATTEMCAO
' Para Santo Aatonio o 8. Jeaa, alf idaras do Ge-
nova de todos as UaaBnoa>:B|o> oajtitos por tor
Srande portjio, iaria* aaa, oaO-tna* o iiossas,
s todos os tamanbos, assadores para ir ao romo,
vasos frtOeezes em teroos do sois, o toda a mais
looee de Genova o da ierra : o roa de Bange!
numera^
,jts rusaiiias
Perneiras motas pe#niras, indo do oaalhor
ouo se de deaar. cbogadas pal* ultimo sopor
pelea ; na roa Mova a. 7, laja da **aor,
Vendem-se charutos de Ba vana a^^HaTlaixa
de 100, laascom se.voo4a.Si soulbo, awim eomo
lamo de Havana em folha.

V
i

:
4
I-


J
*. u
".*

#

NOVA
1 ''
*>trto deVtrmvmlqN* tlala lelra llde Jalao de 1866.
RA
ENCICLOPDICA
DA iMPGftATWZ AHMAPI5M OA
PORTA LARGA N. 52,
Junio a padaria francesa
!fo araaazcaa de

DE
Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o res-
peitTel publico tiro cariado sortniento de
fazendas francezas, inglezas, suissas e alie-
ntes, que se vepderSc por preco commodo.
nade armica de lascada e
raupafelta, ra da laaperatrlz
59, arnazrin da porta larca
Neste estabeleciroenio encontrara' o respeita-
vel publico Dm completo sortimento de roupas de
todas as qnalidades e preco commodo. como se-
jam : paletots de alpaca, de merino, de bombas-
na, panno, casemira, preta e de cores, caigas de
todas as qoalidades, colletes de diversas qualida-
des e precos commodo?, chpeos pretos franeezes,
fazenda de 10* a 6*, ditos de sol de alpaca e seda,
sobretodos de paiBo proprtos para viagem a 11*,
meas croas de boas qoalidades e precos commo-
dos, e ouiras muitas faieodas e roupas feilas, qoe
se vendem moilo barato : no arnuzem da porta,
larga b. 32.
600 rs.
Admiravelf;pechincha.
Camisiobas de cambraias a 600 rs. para acabar:
a roa da Imperatriz o. S, armazem da porta lar-
ga junio a padaria franctza.
Casemira,
Vende-se casemira de cor" a 4* o corte : na roa
da Imperatriz n. 52, junto a padaria franceita.
BaBes
Vende-se baldes (crinolinas) de todos os tama
nhos a 2* e 2*500 : a roa da Imperatriz o. 51-
unto a padaria franceza.
10500
i: aremelos
Vendem-se pecas de ntremelos com 13 varas a
1*500 : a roa da Imperatriz n. 52, porta larga.
Chiles de renda a 40
Vendem-se cbales de renda pretos, fazenda d
boa qoadade, a 4* por ter porcio : armazem da
porta larga n. 52.
Ke ton das e otarais.
Recebeo oltlmameote aa. sortimento de retondas
e boornos de seda e de algodib por barato preco,
sootembarqnes de grosdenaple, capas e manteletes
por precos commodos : arnfiitetn da porta larga
n. 52, roa da Imperatriz.
Cambraias lisas linas.
Grande sortimento de cambraias lisas, que se
vendem a 3*. 3*500 e 4*, dtft mallo fioa Victo-
ria a 5* e 53300, corles de (ailatana de bonitos
gostos a 3*500 e 4* : roa da Imperatriz n. 52,
junto a padaria ira aceza, armazem da porta larga.
Ilicos cortinados.
Rico sortimento c'e cortinados bordados de boni-
tos desenos a 2*. 2*500 e 3#, e de ootras quall-
aades para o mesmo Ara : no arnuzem da porta
larga n. 52, na roa da Imperatriz.
Groseaaijle prtto e de cer
Vende-se grosdenaple preto e de cor a IJSOO,
1*800, 2* e 2*360 o covado, sed* preta lavrada a
gorgorao a 1*600 e 2* o covado : roa da Impera-
triz n. 52, armazem da porta larga.
Tiras e entrometas bordados
Grande sortimento e Ufas e ntremelos borda-
dos, pelo preco de 500 rs. a pega : roa da Impe-
ratriz n. 52, junto a padaria francesa.
RIVAL SEN SEGUNDO.
Hua de Queimade 'a. 49
Est disposto a continuar a vender por prego
qoe a todos admira queiram apreciar e vir ver para
crer.
Grozas de penoas de a^o Tfiolto boas a 320 rs.
Bonets moito finos para meninos a 1*.
Pentes de alisar com costas de metal a 500 rs.
Capachos redondos e compridos a 800 rs.
Polceiras-de centas pata seohoras a 500 rs.
Caixas de papel am zade a 600 rs.
Quad eros de papel rauilo Ion a 20 rs.
Pentes de tartaruga a 2*500 rs.
Realejos para im-nitos 100 rs.
Escovas para limpar deules a 200 rs.
Baralh s mnilo fios a 200 rs.
Caixas de p de arroz rnaito superior a 800 rs.
Caixas de lamparuutpaaa tres meses a 40 r.
Caixas de obreias de massa a 40 rs.
Grozas de botoes de looca a HJO rs.
Eniadores de cordao e fita a 60 rs.
Pegas de fita de eos com 10 varas a 320 rs.
Cartas de alfinetes franceses a 1O0 rs.
Libras de rflaetes franeezes qnalidade a 2*.
Novellos de linba com 400 jardas a 60 rs.
Ditos ditos com 200 jardas a 30 rs.
Caixas com alfinetes a 20 rs.
Pares de lavas Oraneas e de cores a 400 rs.
Grvalas de todas as qoalidades a 500 rs.
Resmas de papel almajo superior a 2*400.
Caixas redondas com estampas a 100 rs.
Livros para asseoto de ronpa lavada a 100 rs.
Bunecos do choro moito bonitos a 160 rs.
Frascos de superior agoa d colonia a 400 rs.
VENDE-SE
m de JaV J. llamea e Silva A earo, roa de rifarlo
. II, oaaotaateaaeate, aooegnlatfg artlgao, que
recelteaa par eaaaananeuda proprla de
IEW-IORfi#
Legitima sala* parrilba de Bristol, preparada por Laoman & Kemp.
Verdadeiraag.ua Florida, preparada pelos mesmos.
Gaz em lataalie cinco galoes, o mais purificado que se pode deseiar da acredi-
tada marca F. W. D C.
Relogios perfeit<>8 reguladores, com corda de quatro a oito das, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch. 4
Graixa em latas grandes da'bem conhecida marca las. S. Masn (dePbiladel-
phia).
Superior oleo para machinas de costura.
Agulbas para as mesmas.
Breu em banicas grandes e pequeas.
Vene-se tambem:
BORDEAUX
1.a qualidadf.
St. Estephe.
St. Julien.
G. Margaux.
C. Lafitte.
Medoc.
PORTO
Ia oalidae,
Vinho fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinho doRheno.
Cera de Lisboa em velas e em grpme.
Principe Real.
Pedro V.
Mara Pia.
Prioceza D. Isabel.
Vittor Emmanul.
Duque.
Mal razia.
da Inaperatrlz, w. 60
GAMA & SILVA.
"M* m nUBKDAS.
Tendo os propietarios deste rase esiabeleci-J
ment feto um grande abatimento em muitas de
suas fazendas, pela ooeasHto-* balanco qoe deram
oo oUtsao de dezembro de 1865, resolveram veadff
moito mais barato do qoe eostomam am de cada:
vez mais agradarera aos seos numerosos frage-
zes ; por tanto Ibes oerecem
Ifovidade
Para vertida*
Unegaram as desecada* cambraias ou tariauna-
brancas com li.-trinbas isendo transparentes e ven-
dem-se pelo baratissinw prco de fl*0S0 orto
5* Me rBaMw 4 Pto na roa da imperatrii
B. 0 de Gama & Silva. ^
Vestidos rateos.
Ceegaram para a loja do Pavao os mais bonitos
cort de vestidos de cambraia branca com. boni-
tas barras todas brancas, assim como com barras
de coree, sendo fazenOa transparente e moito fina,
tendo cada um corte bastante fazenda e mima ro-
da, e vendem-se pelo baratissirao preco de 8* e
10*: a loja do Pavao na roa da Imperatriz o.
60. de Gama & Silva.
--------...,, .,. no avalado sefli- -
"^d^ faMBdas fraocezas, ingiezas, as qoaes Lories de larlatana na loja do Pavo.
n^^^L b.ar*? do qBe m,t!tilrs qaa'Qoer Vendem se os mais modernos cortes de trlatana
$nt?VS?m**i*!**'mm" Wwqoalojwr com as mais lindas barras de cor, pelo baratsimo
3r Iota ^nTl^LTeg^LS,Aaelt2L0 P^SES pre5d de 6*cads am- send0 Deste arl'8 o melhor
rJJkE' 0ua,,srem asalirwtrai, tiendo'ciT que tem vtodo ao mercado : isto na loja e arma-
nJ^Jr.I' wsilD coao wn^*" as pesaoas, que zem do Pavio na roa da Imperatriz o. 60. de Ga-
negoclam em menor escala qoe neste grande esta- ma & Silva. '
Oeleelnrento-encdntrario ni irand* sortimttrto
tanto a re.talbo como peraiaoada, vendeodo-so-lbe
apenas pelos precos qoe comprara as casas ingle
Zas. Sendn Cnm n rtinlial.n ''-lt.
Cera aw*relia.
Na loja de Gana.* Silva, roa da- Imperatriz n.
60, tem para vender cera amarella em poro, sendo
em barricas e em candes.
Grande"
DE
i300
Y RA DO lI I 111 IDO x. 9.
Madpolo.
Finas pecas de madapeiao com 20 varis a 9$.
LENCOS,
Lencos de cambraia branca, duzia 2*.
dem de cores fixas para meninos, dnzia 2^400.
caaaltralaa.
Cambraias do cftres a preeo de 260 a 300 rs, o covado.
Cinardampos.
Guardanapos de linho, dnzia 30500.
AlgedSo.
AlgodSo trancado de duas larguras, proprio para toalhas de mesa, alpreco de
avara.
Brakoanfe.
Superior bramante de linho mgtez e francez.
Cambraia de linho propria para lentos.
ATOALWAOG.
Atoalbado branco para mesa a 1(5600 a vara,
Entremeios de cambraia muito finos, preco 15.
Lencos de seda para algibeira a 10600,
us, SerJdo com o- dfnhetto a'^vita.
! Teatldaa 8^000 r.
t. pocbiHdia adJoiraTel.
86 o Parlo receben pelo ultimo vapor frnei
um grande sortimento dW tois riebs cortes le
vestidos transparenies com lindas barras e eneMes
de seda, sendo estes vestidos moito proprios para
bail e ftasseios, e vendem-se peto baratissitoo
:Ke de 8*000 rs. cada om, aa loja do Pavao na
roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Oseaties fo pTivflo a *o*??}oon.
VMtortB-se clrale de meriw) eitaapados a a*
e 2*6X10 cada nm.
itos de merm liso a S30tl.
Ditos estampados-de crtpcn a 9, 7*. e 8*000.
Dhos pretos bordados com ranja de seda a 14*.
Na loja e armaiem do Pavao na roa da Imbefa-
tnzB.OO'eGaolB^Sft*. ^
' Par loto -vendo o Pavo.
Cambraias brapca s,
Com 8 palmas de largurae
6 na loja dopavle.
Vende-se cambraias braneas transparentes teode
o palmos de largora, oo doas largaras das regula-
ras, qoe facelila fazer-se nm vestido apenas com 4
Ja"s, e vendem-se pelos baratissimos precos de..
1*000 res, e 1*280 a vara, nicamente na Jola e
drmazem do Pavao, rna da Imceratrli n. 60 de Ga-
ma & Silva.
Atoalhado na loja do Pavo.
Vende-se soperlor atoalbado adamascado sendo
alvo com 8 palmos de largora peto barato preco de
a* a vara, dito de linbo trlgoeiro com a mesma
largara a 5*500, goardanapos da mesma fazenda
FAZENDAS BAKATAS
Ra da lajeratriz n. 56
Leja e araiazeia da Arara
. .DE
Loureoco Pereira Vendes fiaimarw.
Pechincba chitas 200 rs. o ovado.
.y.ele"!!. cbi.148 e6C"* e eUras a 200 res o
1 tm ;i fr^zas Anas a 240, 280, J20, 3fc0
Ama n 86 Rm to In,Pra"-* '"/a a
Arara vende bretaoba de rolo a 3^000.
Vende-se pegas de bretanha de rolo a 3*000
de*Sbrao paa v,e*"dos a 3*000- 3*5>:
e 3*000. Roa da Imperatriz loja do Arara
n. 56.
Cassas francezas finas a 240 o covado.
Vende-se cassas francezas para vestidos a 240
280, 320 e 400 rls o covado, ditas de listas de'
cores monto finas a 120 e 800 ris o covado. Roa
da Imperatriz loja do Arara n. 56.
Arara vende coberlores a 10560.
Vende-se cobertores de pello a 1J300. a bertas
de chita a 2*000.conas de damasco a 4*000. ditas
de fostao a 3*000. Roa da imperatriz o. 36.
MadapolSo france a 3^500 a peca.
Vende-se pecas de roadapoiao francez enfeslado
de 12 jardas a 3*300 e 4*000, ditas de ditoiDgles
on1r1d",n^00)' ^Wft^iR
9*Wj #000, ditas de algodaozmbn mnitofln
3#/a.da: B."Uj.armazeTdoPav nlui^SmumTW(W ^?S?^,'ro
da taperatriz a. 60, de Gama & Silva. fu imrrVw 'W^' iW e 8*M0- Rn*
Baldes baratos
Vende o Pav5o.
Cbegoa um grande sortimento de baldes de ar
Setim da China com 6 balmos de larora. fazen- 5"bdo-tterioos qneiSo os metnores e vea-
da preta pata luto, propffa-para risMat e rotrpas tVt?. E?"LbaIat*simo Pre5 de 2^. 3* e ratriz loja do Arara n. 56.
-, propria -para vrMbs e rotrpas \Vt{. n,
para MateOaaOl esta nova faed sem Inslroe. SialisSliii 2-.-!avao na rDa a Wperttnf.o.
de moito boa qnalidade, garantindo-se nao flear 2?** ?! ^ nn
rossa tora o lempo e vende-'se peWbarato preco 4e retanhao de rola a 2800.
2* o 2*5W o covad, aarim como este estabeleci-1 Vendem-se pecas de uetanha de rolo tendo 10
ment tem nm grande sortimento de todas as a-1 *aras c*** pega pelo barallssimo prego ae 8*SiO:
jendts pretas cotto sjam' cassas cHas ratas, ia jla e "mazem do Pavio na roa 4a Imperatriz
Haii upadas eiraospareates, priaeaa^ aJpa-as, n- >, de Gama & Silva.
XAt^$ VtM,1!e tt^L rtaps ae
*JS eapartHnae Oo Favao. ; sol. sendo de seda e de varios preeo e aualidades j
Vaadem-se naa gitmt e variado sortaaboio de dilos de a'paea e de panno, e vi ndem-se por precos
espartilhos dos mais bem feitos qoe tem Tvindo ao '.tnotto commodos, na leja de Pavao na rna da Im-
metcaOff, sdMoOe1 todos 'es taM^no*, vendHdSe Perat". 60, de Gama & Silva.
da Imperatriz o. 36.
Arara venda cortes de cambraias de papel
3 30(00.
Vende-se cortes de cambraia empapeladas de-7
varas a 3*000, de 7 ditas a 2*500. Roa da.Impe-
por tra art^o nwrito razoavel : isto na loja do Pa-
vao ia roa da Imperatriz p. 60, de Gama & Silva.
Itonp* frita.
Na loja do1 PavSo
Veode-se aeste eetaMleetoeat oaa grande sor-
timento de ronpas, tanto de panno como cixemfras,
e brlns' petes baralleslmos -precos'como sejam
fts ******** piafa6*>fc*i8*O00reis, pa-
letots de panno preto saceos a 6*8* e 12*oWw.
J'osMbrecasacos de panno flnisslmo a 11* 18* e
25*000 reis, e outros moitos artigos que serla en-
mdonhos aqu relata los; s na loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Lazis a~*ti~rs > S o
P.
Vendflm-se modernas laaziBbas cera lindlssirnos
comprador para conservaeSo das* mesmas; |f'^ Pelobaratissimp pie?o de200 rs.; gran-
neste grande esubelecimen, se encontra'moi- lu^T* ?" Sih. ^ "" ** ^
tos artigos americanos, que muito tteve agr-, jLenea braneos a t*000 res a
dar aos agricultores qoe \rsam d tsfes' artigos, I duzla.
encontra-se tambem todas as coHcSes de de- Venderse rencos braneos farenda mnito boa
sentaos sobre os quaes se aceita qualquer urna P**0 baratssimo preco d'2* s dotta, Ditos-eom
encommenda, que o promptidao ser mcu- SK!?.^.*4*.**80* s para acabar na loja d-
tada; neste grande estaoeiecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, grande porcSo
se vendem por preco commodo, pedindo-se a aitencao
MACHIAS AMERICANAS
Verdadelras do fabricaste M. Y. C'anttoagla & C.
Moinhos americanos para moer fflifho.
Na ra Nova n. 20 e 22, grande deposit
das verdadeiras machinas americanas de todos
os fabricantes; se encontra neste deposito]
grande porcio de machinas, e sevenflem por
menos preco do que cfm odtra qoalqor parte,
or se receber em direitura da America; sb
brnece todas as explicacSes nefessaTias ao
Pavao na rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Sio
?a.
Cvaadeaaadee? pretos da Pavo.
Vendem-se sopertores grosdenaples pretos pelos
de ferragens, e raiudezas que
de todos para este estabelecimento que muito lacrarlo em fazer su as compras-: "aa! baratissimos presos de 1*500, i*600,J*80o'e'2*
roa Nova n. 20 Carneiio Vianna. g.c-0!a_do'.s.epdo fazenda "J0'1?^3- s Para ac*-
bar (-nertefa e armazem do Pavao, roa da impe-
ratria a. 0, de Gama & Silva.
tramante de Hubo da Pavo.
Vende-se superior bramante de linbo com 10
palmos de largara, proprios para lnoes, pelos
baratissimos precos de 2* e 2*660 a vara, assim
como panno de linho moito fino pelos baratissimos
. precos de" 640,700 800 r?. a vara : na loja e ar-
Dl mazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma ,& Sirva.
mira
= a
S

8

osS'SJ|'.f-^2s.o.s
DO

*"S
|#7-
t ~~~ 5
#1
O"
FAZENDA E ROPA FEITA
HUA HOTA *. 4.
Reg & Moura, proprietario da loja de fazendas e roopa fotta, sita rna Nova
n. 24, fazem sciente oo-aublico e particularmente aos saos amigos o fregaezes, que
acabam de receber de sua encommenda, um perfeito sortimento de fazendas finas, entre
ellas casemiras de cores proprias paraeos turnes; panno fino dos melhor es fabr cantee
proprios igualmente para casacas e sobreeasacas e mitras daado* de variados gostos,
as quaes veadem com vantagem sobre outro do mesmo genero de negocio, tanto pela
mddicidade dos precos como pela qualidade especial dos artigos qae eipoe a escolha de
todos aqueMes que se dignaren! firequentar seu estabelecimento.
Os mesmos, continuando como sempre, escudados e robustecidos na aceitaco e
conflanca que Ihestem sido di.-pensada pelo respeitavel publico, no espseo de tempo em
que se achata establecidos, procurara envidar todos os estorbos a sea alcance para cor-
responder suficientemente a expectativa deste e de seus numerosos fregueses e ami-
gos, por isso, admittiram para sua officina de alfaiate, quatro cootra-mestres, funecio-
nando regolarmente soba ia.mediata dtrecgodo muito hbil mostr Lauriano Jos de "*""
a 4$, aa loja do Pavo
Vende-se superior casemira- entestada, propria
para cal^a, paletoU e olietes, pelo baratissimo
preco de 2*400 cada covado, ou a 4* o corle de
cai^a, sendo fazenda qoe sempre se venden a 3* o
cavado, oo a $f o corte ? esta grande peebiocha
liqoida-se pelo preco cima, na loja e armazem do
Pavo, raa daJmperairjc o. 60, de Gama & Silva.
ALPACAS
de eoreo, na loja do Pavo
Cbegaram pelo ultimo vapor as mais rindas al-
pacas de ama s cor, sendo lisas e lavradas, com
perola,
novas, e
Mancas decimaes.
Veodae no eswiptbrlo de J. a. Morelra Dias, a
roa daCrirz o. 80 primeiro andar.
ilUIl
ICMUBMDRB
Ftcalt&4M*4KlMO^Utei><)rsem4ie4MHM-
piui i PtrU, MqtoM* cntacutoinu itot upwt.
ititmU* todo cfcioii untra o* Wn", ertw, IiHUfias u
aatea4o msm^hvimii.
RACAHODT DES AR11BS
PiriiT1
B>tO
ehiliuda, tlem altte

Tlrlui S Mi prepri4 m-
m Pirii. 0*kur nrbto tuuto ewi a
BposH.rU m f mmm

"?
Vende-se aas pharmacia de Maurer o-de
A- Caora.
"/" C-lhMM
nUrmamente chff ada do Aracaty, a roa do AnrJjha
a. W, armazem de Antonio Alfonso Morelra.
6 A RA DA CADEIA-=# A
Neste esiabeieeiaeaio como sempre contina ha ver orando e completo sortimento de machinas
para desearocar algodo, verdadeiras americanas, de 8 a 3o serras.'dos fabricantes ja mnito condeci-
dos Eagle New-York Cotn Gin e H. & C, estas sao as primeiras qoe vem a este mercado, toroando-se
recommeodaveis nao s pela seguranza coa qoe sao feitas, como pelo grande augme'.o qoe offers-
cen no seo trabalho, occopaado mu pooco pessoal. Tambem aqu os fmfnezes eoeootrarao iodos os
necessarios avolsos para as mesmas bem como :
Machinas para cortar capim.
Machinas para debaibar mllho.
Machinas para luet parafuzos de ferro e madeira.
Maobioas para fazer caf.
Arados, carros de mao
o os mais acreditados cylindros para ptdartt, do pelos pre^os.os mais razoaveis possiveis,
.....' 111 < w i ii -f' i iii......
GRANDE
ARMAZEM
DE
Eoupa feita e por medida.
26 Rna Mava
60, de Gama &
Barros, oqual,actiyo e diligente como se ser.nSo sepoupa aos mais atorados cuidados] MDaToffis'm^to^^Vte'Smeo?'-
de sua arte quando tem de salisfazer com brevidade e presteza qtuqaer obra de encom- vendem-se por barato preco : na loja e armazem
menda,
Ao contrario dos n ui tos que enebem as columnas do jornal com a repeticSo ociosa
de annuocios em estylo sdico, nao precisamos aqu a natureza dos artigos que possui-
ibos para B5o collocar a sinceridade dos nossA tratos no perigo imminente que resulta
dessas antecipapes sem fundamento.
de Pavo, na da Imperatriz b.
Silva.
26.
los Antunes Guimaraes, propr etario des novo estabeleeimente de'MWpwo
fazendas finas, participa ao respeifatel rajblico emgeral o a todos os seas ffogoeees,
e amigos, que estando stra casa sobre a dfrecao dedows o9em^tiwts meoweo'do alfaiate,
sendo um defles o Sr. F. E C. MirafRfo, e o outro o Sr. Manoel. J. G. Carneiro, ambos
com grandes habilitarles tendentes a suo arte, pelos quaes dirigido a waofflcir, e
achando-se bem montada a desempenlrar qualquer encommenda por grnele qao soja,
se eforcari para sahiratonleBlo de-soas freguezes, vendendo ludo por menos do qoe
em outra qualquer parte. Roga as pesfidas inleressadas que venbam examinar seo estabe-
lecimento, e verificar por si mesmo o qoe declara, assim coma fea seiente a todos em
geral, tanto desta praca como mmo doedo centro, qoe qualquer eneomaienda de obras
feitas que mandem fazer nesta offiema n3o sendo a contento do seos doaos, pede que
as qnerram devolver, afim de novamenle se fazer cu tras que os satisfacam ; assim co-
me declarara que nao terSo nermuma /esponsabidade, esperan do lempre servir bem
a todoo e de todos espera merecer proteec5o, sendo entregue qualquer eneomroeoda no
prazo de 24 horas ou em menes tempo se for de muita urgencia.
Hadaooloes 3,^0 rs. a pessa.
S na loja do Pavio.
Vende-se pecas de madapolao 600 com 12 jar-
das, alo barato prego .de 3*500 e 4*000.
Navidades!
Cambraias a Mara Pia.
Cbegaram as mais bonitas cambraia? coro listas
de ores e com os mais Meados detentes roa se
veodem a 600 rs. a vara, Bnissimos orgaadys do
mesmo gostoqoe se vendem a 1*200 a vara, cas-
sas d cores com diflerf ntes e modernos desenbos
qoe se vendem a 240, 0 e 0 rs. o covado, to-
do iao on i taba rato d alte noto a qnalidade :
na loja e armazem do Pavao na roa da Imperatriz
n. 60, de Gaqa & Silva.
ronde aerhlacha em toalhaa
para MO.
Vendem-se superiores foalbas de linbo proprias
para mo pelo baratissimo preco de 860 rs.. ditas
a 640 rs ditas a imitacao das felpadas-a 800 ve.,
dias fe podas a 1* : pecbinoba aa loja e arma-
zem do Pavio na roa damperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Chapeos para moni as a 6,000.
So na loja do Pavo.
Se vendem os mais bonitos e mais bem enlata-
dos ehapfeMMosOe paJha a Italia, proprios para
meninas, peto baratiufcaa preeo de 6*000; na leja
e armazem do Pavo na ra da Imi)eratriz n. 60
de Gama 4 Silva.
ATLANTA
!raade noTldade a tOO rs.
AUaita a 200 n.
illut a 200 rs.
AtlanU a 200 rs.
Cbegou para a loja do Pavio o mais liado sor-
llmento desta nova fazenda, com o litlo de alhnta
proprla para vestido ? roapts para meniaas, en-
d esta modenMsairoa lateada de lia com os mais
liados gosios de qoadrinbos e listras tendo entre
ellas de c'dr "roxa e preta, com listras e qaadros
braneos proprias para into, e vendem-se pelo ba-
rtlIssvOW pfOdOOe tSjD rs.o oovado ninaente-oa
toja do Pavia ra da Imperatriz a. 60 da Gama *
Silva.
A* caiUodo Pav|o a 200 o cavado.
Vende-se o mais bonito sortimento de chitas es-
coras e fofas sendo Ingiezas, mas com os pannos
tao encorpados como os das francesas qne se ven-
dem a 400 ris, e liquidlo-ae peto barato preco de
900 ris o covado oo a 7fi900 a peca, garantindo-
sf Mrero 38 covados cada peja e serem de cCres
flsas isto aa loja e artnasem do PavSo na ra da
! Imperatriz a.60de Oama & Silva.
Cortes de chitas.
V*B6ym-se eoneS'He crrHasftglefas.sendo-pa-
Oroes esearos tendo 10 covados telo barato preco
de 2*000 rs.; ditos com lie 12 covados a 2*200
e 2*400 rs j ditos de eWta franeeza escora e ale-
gre, tendo 10 covados 3*200 ; ditos com 11 e 18
covados a 3*520 e 3*840 rs: pechincba, na loja
e armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
Grande pechlncha
em chales a 4 na loja do Pavao.
Vende-se flnlssimos chales de merino Usos com
rraDjas largas de retroz tendo as efifeii segmntes :
encarnado, azul claro, azol escaro, verde, cor de
canoa, solferino, majenta, branco e rxo etc., esta
fazenda vende-se sempaea 6* pela .-ua boa qnali-
dade e agora liquida se pelo baratissimo preco de
4* por ter grande porfi: na loja e armazem do
Pavao naroa da Imperatria n. 60, de Gama &
Silva.
A 4 pechincha em chales de renda na loja
do Pav3o.
Vende-se cbales de renda pretos tendo 4 pomas
e sendo mnito grandes pelo baratissimo preco de
4*, dltes de renda de seda a 8* e 10} : na loja do
Pavo na rna da Imperatriz n. 60, de Gama &
\ Silva.
Chales
pechincha a 68 por ter um toque de mofo
Vendem-se Odisslntos chales de renda de seda
pretos com om pequeo toque de mofo pelo bara-
tissimo preco de '6* sendo fazeode qoe sempre se
venden por 18* e 20* e acahara-se por este preco :
na loja e armazem do Pavo na roa da Imperan iz
n. 60, de Gama & Silva.
Chales de renda.
Vendem-se Bnissimos cha es de renda de seda
pretos sendo de tres ponas, porm muito grandes
pelo baratissimo preco de 65, sendo fazenda que
sempre se venden a 12* e 1S* : isto na loja e ar-
mazem do Pavo na roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Alpacas para vestidos
na loja do Pavo.
Receberam-se as mais modernas alpacas de co-
res para vestidos com os mais lindos desenbos
sendo fazenda ebegada pelo ultimo vapor e ven-
dem-se pelo baratissimo pTfCode 640TS. o covado,
tendo estas fazendas largura de chitas francesas :
isto na loja e armazem do Pavo na ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Para mo
Lencos bordados
Vende o Pav3o.
Este estabelecimento acaba de receber nm va-
riado sortimento dos mais bonitos lencos de cam-
braia primorosamente bordados e proprtos para
mo qoe vende pelo barotissimo prego de 1* e
1*600 caca om : na loja e armazem do Pavao na
roa da Imperatriz n, 60, de Gama & Silva.
Ultimo gosto em lazinhas
Acba-se om grande sortimento das mais moder-
nas : a Mara Pa, Garlbaldioas, malhisadas, litas
a de quadrmhos que se vendem por baratissimos
precos e dao-se as amostras : na loja e armazem
do Pavo na raa da Imperatriz d. 60, de Gama &
Silva.
Guarda bauha,
Vendem-se bonitos guarda banha de laberynto
proprios para enoosios de cadeiras, pelos brraOesi-
mos precos de 2* a 3*000 rs, na loja do Pavo na
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
os copulados do Pava*.
Vsde*se nm grande sortimetto dos mais ricos
cortinados bordados, proprios para camas e janellas
pelos baratissimos precos de 8*. 10*. 16*, 20* e
20*000 rs. o par, assim como pegas da cambraia
bordadas e adamascadas proprias para o mesmo
m por precos razeaveis/na loja e armaiem do ^Pa-
vio na roa da Imperatriz n 60, de Sama & Silva.
Grande pechincha em cambraias
brancas na foja do Pavao,
Vendem-se finissimas pecas de cambraias brin-
aas transparente, toado cada peca 9 veras e com
mais de vara de largara, pelos baratissimos ore-
en de 6*, 6*0,7*. 8*. 9* e 10*008 rs, tendo-
saaempre vendido esta fazenda por mais tres e
quatro mil reis, e liqoido-se com este grande aba-
frmeuto onleawente na loj araatemOo Pavo
aa rea aa Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cachiacs do Pavao.
Vendem-se os mais bonitos cacblos de malha de
fia com bonitos ge**, prrkes para anidas de
theatro e bailes ete.etc. a loja e armazem do Pa-
vio oa roa da Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
Algoof inho entestado
Veede-w superior tigedosinho cow 8 palmas de
largara proprtos para Jeaeest peto.barato preco
de 1*000 rs. a vara, na loja e armazem do PavJb
na roa da Imperatriz o. 60, de Gama Silva.
Cortes de tarlataua de cores a E>000
Vende-se cortes de trlatana decores para
vestidos a *000 ditos de cambraia branco borda-
dos e de cores a 4*000 e 5*000. na da Imperatriz
n. oo.
Arara vende lasiobas a 200 rs. o covado.
Vende-se laasinbas para vestidos a 200, 240,320
e 400 ris o covado, ditas nratto-floas estampadas
a 360, 400 e 500 ris o covado. Roa da imperetriz
n. 56.
Arara vende os bales a 2^000.
o.YSS*" fLSSm* d wts e 3 reos a 3*600,
J*5O> e 4*000. ditos muito i e modernos de
edr elegante a 3*000, 3*300, 4000 e 5*000, diles
p,5SnD,Das a 3im e 35500' dl'-s to morsulina
a *000, chitas largas com om pequeoo toque de
motfLa 24ft ris cwr>,<'. dHas as a 320 360
e 400 reis o covado. Ba da Ionperatrii Joja da
Arara n. 56.
Cylindros para padaria
Na padaria da rna Direila
n.'8a, ba sempre para veBder
tpor commodo preco os eo-
nbeedos e acreditdos cy-
lindros americanos para pa_
daria.
KivAL sti mmw
Rna do liicimado n. 49, loja de
niindezas
DE
Jos Bigodinho
Est queimandoasrmiodezasabaixo declaradas:
Frascos de oleo babosa fino 200 a 320 rs.
Ditos dito falco a 600 rs.
Ditos de macaga perola a 200 rs.
Ditos cem superior banba a 200 rs.
Caixas com 6 fraseos dec beiro a 800 rs.
Sabonetes finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla superior a 240 e-320 rs.
Livros para meninos com estamos a 320 rs.
Caixas de 12 frascos com cheiro a 1*.
Frascos de oleo babosa mnito Bno a 400 rs.
Dozias demeias superior ualidade para senbora a
4*500.
Chegaram as agothas balo (papel) a 60 rs.
Caixas com bonitos soldados de cbomho a 100 rs.
Ditos de agoa para limpar denles a 500 rs.
Pedras dfe escrever (pequeas) a 160 e 200 rs.
Spalos de tranca para homen; e senbora a 1*500.
Pecas de fitas de la preta para vestidos a 600 rs.
Grozas de botSes de madreperola finos a 480 e
640 rs.
Caixas de coiebetes franeezes a 20 rs.
Pegas de Iroco de todas as cores a 200 rs.
Caixas cem superiores envetope a 600 rs.
Pares de sapatiobos de laa para crianca a 400 rs.
Ditos de meias pretas para senhora, superiores a
360 rs.
Libras de pregos de todos os tamanbos a 240 rs.
Sabonetes de familia, soperior a 100 e 120 rs.
Resma de papel de peso moito fino a 2*.
Frascos com tinta soperior a 100, 140 e 320.
Grosas de phosphoros de gaz a 2*200
Pares de botSes para pooho a,120 e 240 rs.
Garlito com linbas de 200 jardas a 100.
Meias ernas moito finas a 4*.
Caixa de pos para limpar denles a 100 rs.
Caixa de soperior linha do gaz com 50 novellos a
1*000 rs.
furceiras de conta para meninas a 320 rs.
Talheres mnito finos para meninos a 320 rs.
Cartilha da dootrloa ebristia 320 rs.
Frasco muilo bonitos com cheiro a 240 8 500 rs.
Caixa com superiors seas para charutos a 20 rs.
Masso com superiores grampos a 30 rs.
_-!
Escravos fgidos
Ailenco,
o
Fogio do engenbo Jassir, em Serinbiem, no da
27 de jonho do feorretite atino, o escravo de noroe
Pedro, com es signaes segnintes : eslatnra baixa
e reforjado do corpo, representa ter 35 a 40 an-
uos de idade, bem barbado, bercos grossos e do-
brados, olhoe oei taelo papados, bem fallaaie, e
crioolo, ba pouco tempo fol preso nesta cidade do
Recife por andar fogldo, e esteve recolbido a* casa
de dettneao; a pessoa qne o pegar e estregar ae
Sr. Lemos Jnior nesta cidade, on delle der noti-
cia exacta, sera' generosamente recompehsado.
mm
Desappareceo no da 2 de jonho do corrale au-
no o eserawmiytttmdt, pari, o qaaf tem os sig-
naos seguate* : estatura regalar, bastante corpo-
itinto, denles inteiros, cara redonda, cor de garapa,
ten em om d"ds bracos tres grandes letras e mais'
sigoaes no mesmo braco era qoe tem as letras,
representa ter 25 anuos, porm nao tem barba
qosl nenhotna, lem os ps bastante grossos e foi
do aerto. Jieata' peram no Recite de 8,para 10
ancos, bastante trabalhador, tanto do servieo de
casa como tfe campo, oeCtrpavr se necia praca em
servio da servente de peer iro e trabalbava eom
o meslre Manginco e tambem rarregava agoa.
Gostumava trafar om pa'retot de bria grosso em
forma de camisola ; sppoe-e qne tenha Ido par
o sertio do Ico em algom comboy feito almocreve:
roga-se ia-pessoaa qoe o preederem qoeiram leva*
lo a sua seobora D. Marianna Aogosta da Rocha
Bastos, na rd* da Aorora n, 41, qoe abi generosa-
aente se recompensara' este trabalho, on ao Sr.
commendador Manoel Loiz Viraes.
Organdy a' 1>00 na loja do Pavio.
Vendem-se os mais Unos e mais modernos organ-
dyes de cores com os mais delicados desenhot^en-
d fazenda de 1*600 rs a vara, ejiquido-sa pelo
baratissimo prego de det tostSes vara por esta-
ram tomando om pequeo toque de mofo, isto-na
e armazem do Pavao na roa da Imperatriz n.
de Gama & Sirva.
aopitos a 500 e 640 re?s,
Vendem se maegalrcs e calcinbas para meninas,
pelo baratissimo preco de 500 e 6i0 reis, na loja e
armazem do Pato ama da Imperatriz o. 60, d
Gama O Silva.
Leacos de seda a 1^000
Vendem-se lencos de seda grandes com Bonitos
rmf m^nSrSha S^ra^^t fSr!!! pilaes.de
^Sl^ffiShi en iMS I 1ae P-hndam a escrava AguidrCom os
S?fSC^ P deGt"! sigoaes segnintes: mulata, Idade 21 annos, alta,
ma rata ewDTwae. r\0 : qoem a pegar leve-a a rna da Aurora d.
Compranvse diarios velbospreprlps para embro- 62, casa da Exm'Sr' baroneza da Victoria, qoe
Iho, na loja do Pavao roa da Imperatriz n. 60, de'ser recompensado ; protestase com todo o rigor
Gama & Sirva. | da lei contra qoem a tiver oceulu.
-**y

Y


V
8
Diarlo de rermamtme -- Quinta felra i* de Jwlfto e'1866.
' -

-
iotoww, ou propalaste principios con- Historia do Languedoc, 0 concordes em
frano* aw *a6eecdoS por lei, para a dar-lhes o ame e quaQcacSo de ioqui-
LITTERiTORA.....
------------------------------------ conservaco da ordem social, que nao ^ siaorebt/.
As Biblias falsificadas. enAa ido advertido dwW ejes pelos. f Ostres I
, Mtfeflro^cM meinftfOT'dMe n'ftiwial? S contina, ,; que s. Domingos e
omnibuTsuis partibus,prout i Eeclesia si apesar das admoutagtos, anda per-', contraram em Montpellier, pelos finsdo
Catholica consueverun'l, et in vetpti Yitl- sito em en proceder, prendem-no, e si anno do 1208, eram tambem commissa-
/afl afina editione habentur, prosa- prfs ^ vm 0 arrependimento, logo < nos inquisidores.
ios da ordfira de Gister,
de Osman-
cris et canomcis non suseeperit, et tra-
ditiones prcedtctas sciens el prudens
cantempserit, ana'kema sit (Conc. Tri-
dent., sesso 4.a)
(Continuacjio.)
XXII
A INQCISICAO.
X
posto em liberJade. Mr Bourgomg,
cujas opinides nao podiam ser averbadas
< de suspeitas guando escrwia o sen qa-
! DRO DA HESPANHA MODERNA, [alando do
; Soneto Officio diz : confessauei, em ab )-
NO DA VERDADE, QUE A INQUISICO PODE-
RA SER CITADA M NOSSO DAS, COMO UM
MODELO DE EQUIDADE. Qiie COnfiSSO !
Assim pois, qaando S. Domingos ap-
pareceu em scena a primeira vez, havia
j viole enannos, que as bases da in-
quisicSo tinham sido estabelecidas no Con-
edio de Vorona, e a ordem de Cister era
a que exercia este novo emprego debaixo
* de sua forma primitiva e ainda iaconsis-
t tente. E em que termos se dirige 9.
Domingos aos legados? Deixai, Ibes
M omnioe hfctnria- E como seria ella recebida si fossemos *
Nao somos ma que simples historia ^^ af2essenws! Mr. Bourgo*g.\ dor.
Esta segunda escola entretanto,jeco-, f $ico sim[ eHe jmtamente tm mio
. nhecia, como a primeira a necjj'dade^ ^ *
indeclinavel da mansuetude christSa, e ( 3 '
S. Agoslinho, escrevendo a Donato, pro- ] O Jornal dos Debates ex
entretanto nao viii no tribunal da inqui- estas insignias, este luxo, que s pode
servir para endurecer ainda mais
coraco dos hereges ; vamos porcura-
t los e falar-lhes a p; vamos soffrer e
i frica, dizia a respeito dos | ses termos, a respeito do inquisico hes-
, mais furiosos hereges, o seguinte: Dse- panhola : imagine-se o que seria, si elle,
jamos que soffram urna pena qualqner,

nao es-
em vez de demo rar a vista sobre a in
morrer por elles.
c Cousa inaudita! o racionalismo pondo-se
t em contradicho flagrante com a historia.
s3o
mas nao a de mor te; preciso
quecer de Ihes applicar uma represso
t disciplinar ; mas cumpre nao submle-
los asupplicios que nao merecern...
t Si tirardes a vida a esses homens, farets
, que renunciemos de submetter causas
cemelhantes ao vosso tribunal ; e, neste
* caso, a audacia dos nossos inimigos, le-
&da ao maior auge, completar a nossa
ruina, pela necessidade em que nos col-
t locis, de preferanos ir morrer em suas
< mos a entrega-Ios a vosso julgamento (I).
c Foi pela adheso a estas mximas que
t S. Martinho de Tuurs recasou constante-
i mente fazer causa commum com os bis-
t pos que tinham tomado pane na sangui-
nolenta condemnacao dos priscillianistas
f de Hespanba.
V-se pois que a Egreja, nesta questSo,
eslava collocada entre duas extremidades :
c a absoluta liberdade do erro, e a tenacis-
sima persegnicao a este pela auctoridade
inexoravel da lei civil. Algnns de seas
doutores pendem para o primeiro partido,
um ou outro para o segundo: alguns
t para a extrema brandura, um ou outro
c para a penalidade impassivel e illimita-
da. A Egreja crucificada entre essas
duas apprehensoes egualmente terriveis.
Si deixa toda a largueza ao erro, receia
a oppressao de seus filos; si reprime o
erro com a espada do poder temporal,
teme opprimir-se a si : sangue por toda
t a parte. O curso natural dos aconleci-
mentos augmentava ainda mais essa ago-
i nia ; visto como as leis promulgadas con-
c tra hereges recabiam repetidas vezes con-
t tra catholicos, e, desde Ario at os ico-
c noclastas, as prisoes, os exilios, os sup-
c plicios eram exclusivamente empregados
contra os bispos e os padres pelos im^e-
t radores, que n3o deixavam de offerecer
Egreja a escolba entre as suas ideas e
i os seus aigoies.
Logo que a Egreja pode, tractou seria-
t mente de sahir dessa sitnago. Tinha ha-
* vido tempo bastante para amadurecer o se-
t guinte dito de S. Agostinho : Desejamos
* que sejam corregidos, mas sem pena de
morle que se Ihes applique algum rigor
disciplinar, sem com tudo entrega-Ios
dos supplicios que merecem.
O pontificado concebeu um designo com
que muito se gloria o seculo XIX o de
estabelecer, ha 600 annos um systema
c penitenciario. At ent5o nao havia duas
t especies de tribunaes para conhecer dos
t peccados : os tribunaes civis e os de pe-
t nitencia christa. O inconveniente desles
consista em exercer sua jurisdieco uni-
camente sobre aquelles peccadores que
vinh'am de espontanea vontade fazer a
t confissao de seus crimes; o inconveniente
quisicao desnaturada, tivesse attendido Nessa terrivel guerra dos albigenses sito
1 os Padres de Cister, que.tomam a micia-
t tiva em tudo, quer presidindo s assem-
t para a grandeza primitiva deste tribunal
e para a sua completa realisaco na Con-
* gregac5o romana do Sancto Offlco! Eis
a razao porque dissemos que S. Domin-
gos n5o fra o inventor da inquisic5o,
c nem seu primeiro inquisidor: no pre-
bendemos com isto tirar de sobre seus
t gloriosos hombros esse peso inexplicavel,
c mas simplesmente demonstrar a inexac-
tido do facto. O germen da ioquisicao
t blas dos bispos e dos cavalleiros, quer
desenvolvendo contra os hereges todas as
c torcas do seculo e da Egreja; S. Domin-
gos, ao contrario mostra-se am homem
< novo, na phrase deste seculo. N3o appa-
t rece nos conselhos nem nos combates ;
limitase a jejuar, orar e pregar: arranca
ao aMimo sapplicio um mancebo, affir-
. preTedeV'Dominlo q"ua"nada Tez mando que elle viria a ser P^W
. para o seu desenvolvilo, sendo que um t^^'**?^
. foi muito dep.is da morte deste sancto pobre malher beretica que nao poda de.-
. quo o referido tribunal adqueriu uma xar de o ser, porque d.sso t.rava os mems
forma regular e am poder real. de subsistencia, S, Domingos qaz ven-
.... der-se como escravo para Ihe dai
De feto, mmensas eram as dinculda-
des a vencer entre o pensamento dessa
* instiluicSo e a sua rea1i;aij5o. Era ne-
c cessario tirar dos claustros o systema pe-
t nitenciario e applica-lo sociedade exte-
c rior por am tribunal que nao poda ser
secular, carecendo alias do concurso dos
seculares, nem ser episcopal, carecendo
a do concurso do$ bispos. N5o podia ser
secular, porque a reforma interior dos
* culpados e a proporcSo de misericordia
ao grao de reforma obtida, exigiam ne-
t cessariamente a intervengo de um sa-
cerdote, de uma consciencia consagrada
ao exercicio do confesionario; era entre-
e tanto indispensavel o auxilio secular, vis-
t to como a Egreja por si mesma nao dis-
t pe de meio a'gum coactivo. N5o podia
ser episcopal, porque os bispos onera-
dos com o encargo de suas dioceses, ver-
t gariam ao peso de>ta nova carga, e por
t que, alm disso, a direceo de processos
criminaes Ihes diminuira no espirito dos
povos alguma eoisa da magestade terna
que nao deviam nunca abdicar : era neces-
sario todava o seu concurso, porque elles
sSo juizes natos de todas as questes de
douctrina. Alm de que, aconselhava a
prudencia e o bom senso que, tractaBdo-se
de vida. ReaneemcommunidademaiUs
mocas honestas, a fina de as li*rar das
c tentacoes da miseria. Fonda uma nava
ordem religiosa para destruir a heresia,
nio por meio da oa#ao, mas sim por
c meio da persuaso ?' da divulgado da
c sciencia divina.
(ConfinMor-je-Aa,)
DI POtiCO DE TUDO.
Esta leadi do Sr. P. lhaaw, do 8. Palo :
DAORA.
os dias das feslas e das alegras que a triste-
za desee mais pesada no coracio dos que soffrem.
E depois passado am cerlo tepo da vida, qoe ho.
ra ba eolio i- que nao traga uma recordado, qoe
sol qne se levante no horisonle qoe nao" lembre
am outro sol qae eme allaraiasse eras mtts leli-
zes oa das mais iristonbos T
A vida uma tela de reeor*&ea te-la vivido
e revive-las eis a suprema das ventaras ora e ora
o maior dos infortunios.
E n'nm beijo afogou o juramento.
Bruno jaron sincero : nusDaara...
Daura era moiber.
Passou-se am anno.
Quatro veies a trra madoo de aspecto ; as frj
vores flroreaeeram, deram (roclos e tfespifam-se dV
novo da verdara, quando o invern passou por
ellas.
O mar cresceu e diminuio mil vezes.
. O rio entumeceu e vasou de novo.
.As estrellas bnlbaram, se apagaram e de novo
se almiarara.
Tudo Dudou e todo esta' o mesmo.
Mas o coracJo do hornera, o corago da mu-
ltar T
Bruno gastn o anno em trabalbar : noute e dia
nio conheceu descanso : era preciso ; Daura lhe
perteaceria um da e elle ambicionava-lbe os com-
tnodos de orna princeza I
^JJm anne passou-se; Bruno ainda a ama ; mas
Daura...
Oh I Daura era mulber.
Era uma (esta explendida; Iwes e flores, mu-
eres e harmonas.
Daura esta' bella e simples coico as rosas bran.
cas do caminho, esta' risonha como uma manba
de esto ; junto della esta' seo noivo.
E' nm bom rapaz : mas um tanto avolamado e
rubro. ._
Bise decoracao, mas de nm riso cMfo e por
demais ruidoso.
Daura contempla-o mbevecida : seus olbos nao
vem senso a' elle, e seu coraco bate tSo apres-
sado qaando elle Jhe totRa as mos e olha-a bem
na face t
Oh I ambos sio (lites I
as damas (ormaram em conlradansa e olham-se
entre si sorrlndo e crlticando-se ; os rapazes, os
bons roceiros nao cabem em si de contentes : en-
caram-se am tanto parvos, mas riem-se de todo o
coracao.
Parte o signal.
Os menestreis agitani-se as poltronas era qne
estao sentados debaixo de um arco de verduras.
O rabeqoista ergue sen arco e um gemido se-
melhante ao de um cachorro seguro pelo (ocioho
sabe das cordas.
Nao importa.
Os violSes vieram-lhe em soccorro, a flauta sos*
pirn nos ares : o pistn saititoa alegre como um
gamo, emquanto o contra-baixo resmunga entre
denles como um velbo moralista.
Tudo se agita e brinca : cabecas e flores rede-
moinbam, tumultuara, se ennovallam I
Qaanta cintura delgada 1
Que rosas e que lyrios algunas faces I
Ob I como bello estar alegre I
Todos saltara, todos brincam, todos estao (eli.
zes i
Flndou a contradansa; sempre ao p de seu noi-
vo Danra nao v senlo a' elle.
A msica da' o signal de walsa.
Novas alegras e mais ardentcs.
Waisemos, dizem todos.
Waisemos.
Daura ergoe-se.
Um vulto destacase da porta (ronteira, vem at
ella e d-lbe a mo...
B' do Sr. Silva Bego Jnior :
K noLnta.
E' Bolle 1 E que silencio no mea peito U
Como bogas e tristes vo-me a horas
Na calma (anda do deserto d'alrna t
Os dias do passado*volvem todos,
Um um, no sepulchro da memoria :
Como se o tempo regressasse a marcha,
Que nos conduz aojada I
Nos ermos do paz das plnurasias
Eu simo agora divagar scismaodo
Tua paluda imagem : como oatr'ora..
As negras trancas desatadas pendem
Sobre o eolio, e os vestidos rozagantes
De ntida cambr.ia.
Ao cbo ethereo de longinqna (rauta
Vais solitaria suspirar de amores,
Como a rola, qoe adeja na floresta
Perdida, em melanclico arrular;
E eu te contemplo exttico... arroubado...
Triste ao mea alade recostado,
Como a estataa da ddr \
Qoal naufrago boar errante, algures
as solidos do mar... que fita *s olbos
Na branca vela do horisonle azul,
E v sumir-se no lenco! das ondas
Com o Ipngioquo baixel a extrema esp'ranca...
En vejo" a toa sombra pensativa
Pooco e pooco (ogir-me s scismas d'alma \...
Accrdo ento... comprimo a louca (ronte...
Fatal realidade I...
'
4 IV. < |
.......... Mulber, porque te amei 1
Bra joven ainda, mas ardente
Para' impressoes, que bem (ataes me (oram I
Como a ave eslrangeira, qoe esvoaca
Inquieta pelo cimo das monianbas
Bateado as azas ao caniar dos ventos...
Era assim a minh'alma I
0*
BroM?... balbuca... Bruno!...
Danserao?: boje o dia de teu noivado: nao
podia (altar a* elle: pens qne nao preciso licen
^a de ten marido waisemos t
Daura da-ibe a mio: os menestreis comecam.
Bruno toma-lbe a cintura e (ende os grupos in-
E viva em auroras a existencia,
essas louras e pallidas vis5es.
Qae se escoam as navens de (amasa;
E mais dos sonhos lmpidos, tranquillos,
Qoe as vezes nascera com o morrer do dia,
Qae morrem logo com o (agir da noite :
Desengao... esperanca vai e voltt
Ao cynico volver das horas monas
Desse tempo (elix 1
Palaiidade I
Vi-te depois... e o aojo da ventura
Bio-:-e de mim ao namorarte o vulto ;
E voando aos mysterios do inflaito
Ronoou-me as crencas, esolhou me a esp'ranca,
Delxando sos, perpetuos com a tristeza,
Desengao... saudade!
Como um ralo, malher, tu me passaste
Brilhante pelas noites da existencia ;
Mas vivi um instante... oi om sooho i
Qaando qaix eaminnar, a loz (agio-me...
E no tetrieo abysmo da descrenca
Ceg e lonco tombei I
Poste a paluda rosa do meo peito,
Qae abri, qae desbrocboa, mureboa n om dia.
Ou (oste o astro, que ugio chorando
Do meu escoro e solitario co l
Bosa, porque to cedo emmurcheceste ?
Astro, porque pendeste (ulgorante
as trevasdomysterioT...
Malher porque te amel ?
can.am nsrj i decisos: e em quanto a msica geme e suspira
Para os que pensara, para os qae sentem, para i ________j n____
os que soffrem, o presente I-* ^ ^^ dfl oa{i<). M 6mm jarasle.me
d'aquelles (que nham sua disposic5o
a torca material) consibtia em os fulminar
com uma vindicta sem misericordia, com
t uma chaga exterior que tornava incuravel
a chaga interna.
Nestas cirenmstancias entenderam os
Papas que era conveniente estabelecer
um tribunal intermedio, que se podesse
t chamar e juste milieu, e que podesse
perdoar, modificara penaj pronunciada,
t inspirar remorsos ao peccador, eacom-
panhar paso a passo os remorsos com a
bondade, tribunal que substituisse o
t suppliao pela penitencia, o cadafalso
t pela educaco, e n5o abandmasse os
seus reos ao braco fatal da justica huma-
t na senlo no ultimo extremo. Esse tri-
t Dunal execravel a inquisiclo, nio a in-
t quisiclo hespanhola, corrompida pelo des-
poli8mo dos res da Hespanha, e pelo ca
racter especial de ta naci : mas a inqui-
sicSo tal como os Papas a tinham conce-
bido, tal como depois de muitas experien-
cas e esforcos a realisaram finalmente
em ISjU, na Gongregacio romana do
Saocto Officio, o tribunal mais moderado
< do mundo, o nico que, em trezetos
t annos de existencia, nio tem feito talvez
c derramar uma s gota de sangue.
E cumpre accreseentar quenlosomo
* nos o primeiro a recoohecer a natareza
penitenciaria e progressista da iuquisi-
gao ; o Jornal dos Debates t'mha-o ji
comprehendido muito antes de nos quan-
t quando dizia: Qual o tribunal da Eu-
t ropa, o sAasER a wqisicAo, que obtoU
t va o culpado loga que este se arrepende
e confesta o seu arrependimento ? Qual
o individuo que em discursos e em seu
* procedimento ostentasse ter ideas irre-
(i) CXXVil carta.

'
c de introduzir na marcha geral dos nego-
c cios ama inslituiclo inteiramente nova e
a descoDhecida, se procedesse com todo
< cuidado.
Em iiSo, expellido de Roma, pelos
repetidos insultos dos romanos, o Papa
Lucio III se acliava em Verona. O im-
i perador Frederico I ah foi visita-lo,
acompanhado de nm crescido numero de
bispos e senhores feudaes. Por essa oc-
casilo reuniram-se todos elles em um
grande Concilio, a respeito do qual faz o
c padre Fleury a segointe observaclo em
t sua Historia Ecclesiastica. Creio'ver
ahi a origem da inquisico contra os he-
a reges ; por isso que ordenou-se aos bis-
pos que se informassem pessoalmente ou
por coMMissARios soore as pessoas sus-
petfas de hereja, segundo a opinio ge-
< ral, oti as- denuncias particulares ; que
se dislinguissem os hereges em simples-
t MENTE SUSPEITOS, CONVENCIDOS, PENITEN-
t tes relapsos, applicando as penas se-
gando esses diffrenles graos; resolven-
do-se apnal que depois de haver a Egreja
fulminado os culpados com os penas es-
pirituaes, fossem elles entregues ao braco
* secular (3).
Com effeito, nao ha duvida que ahi se
acham debuxados fielmente, poslo que
ainda informes, os primeiros lineamentes
o. qw i.*..-. f- ;;;;-"--' asSin, se exprime Bruno:
soffrem, o presente nstan.e e passagel ^ ^ ^ ^
ro, o (utaro nada e o passado tndo. ^ ^ iermM. ^ ^^,e|Me ^ an.
Como que o homem descrente de esperncas no no j U(n jnno qQ9 ea giaiei obrado sobre a ter-
porvlr on deHe temeroso, detem-se em meio do ca- ra para 0Dter.le am s^^tenlo de princeza! Jorasle-
minbo e para as vistas as pbases ja' deixadas co- ^ ^^ ^ a|ma de ,aa mai Mentiste i Ex-
nio a mulber'de Lolb.
Ha no enlauto no presente raanhias soberbas e
crepsculos rutilantes I...
Mas que for?a jamis creou-se qne podesse tirar
o homem da contemplacae de soa in(acta e ae-
obliterado dos delirios, das bosanas da soa adoles
cenca t .
Vivamos no passado.
Von conlar-vos um historia.
Daura era mais bella do'qoe a la sobre as col-
imas e soa ace lembrava a aurora, lio resca e
lio risonha era ella s vezes I
Quando Bruno a va, Bruno qne acreditava em
Deus, s porqueDeus a ormara, acndlalbea men-
piaris a tua mentira !
Bruno 1 caen Deas I....
Cono eu te amaval Qoe noite se passou qoe
nio pensasse em li, que nao me ajoelhasse junto a'
meo leite e orasse a Dos por til Em paga de tu-
do lsto flzeste-we desgrasado. lo...
Ai I mea marido esta' nos vendo...
Tea marido I Breve has de encontrar am sa-
ber especial em pronunciar este nome: teu mari-
de!.. Ab! Ah Esia msica nao esta' ma'. Ten.
marido teu mando...
Nao posso maj Bruno! Fiz te mal I Vejo
nos teus olbos : penloa me...
Perdoar-te! Nao posslvel: serla preciso
Bem como o cysne solasar as ondas
Da morte o seo poema merencorio...
Como a la, que avanza macilenta
Spidamente se esconder no occaso...
A' passo lento por vorda escura
Caminho ao sOm de masiea sombra,
Ludibrio do-destino I
Sombra, qne te apartaste de meus bracos,
'Malher, qae me apagaste a loz do cyno,
Que me guiav-oo deserto ngg/o...
Nbtne negues na aaeencia ama saudade
Ab l vem colher o derradeiro pranto
Do paludo poeta, qoe se marcha
Por um sonho de amor
E' Sr. Julio C Leal su poesa.
EU KO I
cata
E' ca to qoe le amel, inda mais eerto Q
Qae amei-te com ternura e com paixao-..
E' certo que em minh'alma ta coHieste
Di vida a flor mais caira indo em bolao I
E' cerlo que pof.ti deixei praseres,
Primores deste mundo de illusao
E' cerlo qoe a teus ps me fiz captivo,
E' certo qae te del mea coraco !...
E' certo que te fiz promessas mil
De eteroa ser por U minba alleico,
E' certo jua jurel vlver comligo
Nos lagos ccDjagaes de uma uniao I
E' certo que s laaos meas tormentos [. ^
Podas dedicar consolacio I..
E' cerlo que te amei tio loocameote,
Qujamis me lembrei da Ingratidao I
Tuiem sabes, linda Roza,
Tu bem le lembras (ormosa
Daqoelle amor que en te dei.....
Tu bem le lembras das juras I
Qae as horas de ternuras
De tu'alma eu arranquei
Ta sabes qoe nao se esquece
D'uraa oracio d'uma prce
Qem se curva aos ps de Deas
Como enlio esquecerems
As oragSes que enviemos
Por tamas vezesaos ceas I...
Ea nao, esqaecer nao posso
Esse amor tao caro e nosso
Qae a vex primeira senli l -
Ea nao, qae te amei sincero,
Qa'esse mea amor venero
Embora longe de ti.....
Ea nao, qae por Deas jarei,
Qae maito e maito te amei,
Ja' nao te posso olvidar I...
Mea amor nao (oi fingido,
Nao posso ser (ementido,
Nao posso deixar de amar!..v|
Ea nao, rail vezes te Joro,
Jamis seria perjuro
Inda que o podesse ser,
Quanto mais qu'inda sangrada
Trago esta alma desgiacada
Desgranada por te ver I....
Tu sita, donzella, tu sim,
Que ja' nao pensas em mim !
Em mim I Meu Deas Quem dira T t
Tu sim, qae ta lo esqaeceste,
T das jaras qae Bzeste
Mil vezes em cada dia I.....
Ta sim, qne presa e ligada
A' palavra de honra dada
Nio vacilaste em irahir I___
Ta sim, qae por Deus chamaste,
Que com seo nome xombaste
as horas do ten fingir l
Tu sim, qae perdido o pjo
Naqaelie lio casto beijo
Que a vez primeira te dei,
Inda pensaste, perjara,
Que tinbas am'alraa pura
Sem lembrar-te o que en goreil...
Sem por isso, acredita, eu te conjaro,
Nem por isso, malher te quero mal;
Recordar mea passado sina minha
Ao pensar no presente em mea rival;
Nioguem mais do que tu jnlgar bem pode
Da (ora desse anior Q08 me consom;
No deserto croe! do teu despreso
E' mea triste pensarlembrar lea nome !
Ingenua conflssio le (az o poeta
as horas do scismar, na ddr no pranto!
Mitgar-lbe o soffrer, cura-lie as bagas
Saudoso recordar que te amou tanto!...
Se em noss'alma immoTlai l n'outra vida
Bevive c da Ierra o seotmiento,
lada alm do sepulchro, alm da morte
Ser tu perenal meu peusamento !

te tudo que bello e puro nsonbo e ""maculado f ^ )n(0, Nao ,e pera5o.,,
oeste mundo e elle enlregava-so a sonhar tudo ^ horroros0) nm grlto supremo,
que esta' (ora do espaco, do tempo e desta vida : a | d (elicidide sem termos.
No lume de seus olbos qoe (allavam simultneos
de morte e de infinito, bavia o mysterio das nou-
les tropicaes, o lozir intermitiente das estrella.
Cootava vlnte annos e desoa idade Unha todas
as alegras e travessoras.
Tinha o sorrlso mais provocador deste mnodo e
qaando gracejando conlrangia de leve as populas
e banhava-se-lhe a face e'um (raneo contentamen-
to era mais bello ve-la, do que assistir ao mais ex-
plendido nascer do dia em pleno mar.
Bruno a amava, mas ella...
Daura era mulber.
Eslavam sentados Bruno tinha as delles a mio
de Danra.
Era ao anoutecer. _
O cresceote erguia-se sos cras e balendo ni8
janellas, desenhava as vidracas no paviMBlo e
inundava de luz parte da sala.
Fra as casoarinas sassdr/avam *' ma branda
Todos correram.
Daura tem a cabeca pendida no hombro de Bru-
no, que a abraca e a conebega ao peito..
O noivo rompe a mntlido.
Daura I Danra I
Vio e estacn assombrado.
Bruno I repello depois... Que I Oque
fizaste de minba mulber?...
Taa mulber jurou ser minha. Fil-a comprir
a na palavra.
E desoragando-se d'ella, eotregoa-a ao noivo es-
pavorido e sabio da sala.
Viram-na eolio todos.
O sangue alagava-lbe toda a (rente de seo vesti-
do : tinba os labios eotr'aberfos, os olbos naeio
cerrados e ja' vidrando-se, como os vidrados olbos,
de uma andorinba morta 1...
O noivo olhou-a.
Quiz articular uma palavra: nao lhe (oi Ipossi.
O Conexo Pauhftano escreve o seguinte sobre
as (oreas com destino a Matto-Grosso :
A sorrega anciedade com que todos osespirtos
attenam e considerara as noticias da lula que sbs
tentamos no territorio paragoyo, e o generoso e le:
gltimo ehtbusiasmo cem que applaudem todos os
hroes e lodos os eitos gloriosos do exercito brasi-
leiro naquellas parageus, a pouco e pooco va. la-,
zendo que esses meemos espiraos, alias patriti-
cos, vio delxando em esquecimento-as dreseos
soffrimento, os martyrios e as glorias de am osro
nuohado de brasileiros, que, longe do verdadejro
theatro da guerra, ainda assim, esto empenhaoos
no mesmo intoito.de salvar o palz dos desatinos de
LrC*remos (aliar, dos heroicos e corajosos bwsi-
leiros qoe a esta hora patmilham os invios e longin-
quos sertSes Grosso do resto do imperio.
Elles lamiera sao dignos das bencos da.patria,
porque tambera orapenharara saa tranqa.ll.dade,
seos commodos e saa propria vida oi esforcos de
Sos nos para contraminar as Inqual.flcave.s on-
sadias do goVerno perafiayo.
Elles tambem lo beres, tambera so gran-
des umbem sio dignos Albos do palz, por que
soffrem. por que padecem martirios horrorosos, por
aragem e de longe em longe ouvla-s* balar Iris- vel; os labios se arregacaram n'nm sorrlso medo-
da inquisic >, isto : pesquiza de here-
ges por meio de commissarios, applica-
cao de penas espirituaes graduadas, aban-
dono ao braco, secular, no caso de impe-
nitencia manifesta e concurso simultaneo
de seculares e acclesiascps. O que ahi
falta somente a forma definitiva, a saber,
a elecao de um tribunal particular que
cexerca este covo modo de administrar
c justica : mas isto s se chegou a estabe-
lecer muito tempo depois.
c Doze annos aps o Concilio de Verona
em 1198, apparecem os primeiros ho-
t mens a quem a historia d o nome de
t commissarios inquisidores. Eram dois
monges da ordem de Cister, chamados
Rainer e Guy. Foram ettes enviados ao
Languedoc pelo Papa Innocencio III, para
t procurarem e converterem os hereges
t albigenses. Tanto Fleury, emjsua Historia
Ecclesiastica, como Vaissate, em sua
retrucou t
-:f
tonno do gado da fazenda,
Daura Utava dislrahidamente o clario da Ina ao
chao da sala.
Daura qaero dizerte nm segredo,4isse Braiio^j
Palla, responden ella.
Eu te amo 1
Ja' o sabia I
Mas o que sabes ainda do juramento qae
voa prestar aqu de joeihos, as loas plantas... Eu
juro por esto loa que menos bella do que ta, e
agora nos alumia, por estas estrellas ano nos mi-
rara, menos brilhantesdo qae leas olnds : por to-
da esto natnreza qoe nos eerca ; por Deus qae (alia
em mim^por mioba alma de poeta : por estes teos
labios que eu qulzer eterno sobre os meas, por
estas toas maos (fue eu belje, por todo qne serie
e bello, e poro e risonho e travesso, que le ame'
como nooca amei e como nanea mais amarei. A
toa vida a minha. Se um dia morreres on me
abandonares ea logo morrerei.
Danra aorrio-se e pondo as maos sobre a ca-
beca do doado e ergoendo os olbos para os ceas,
disse :
ijae
que o seu empenho a sua dodlcacao velera ura-
() Jornal dos Debates de 17 de setem-
bro de 1805, sob o titulo de Jornal do Im-
perio, dando noticia do Quadro da Hes-
panha moderna, por Mr. Bourgoing, antigo
ministro plenipotenciario da repblica rran-
ceza junto corte de Hespanha.
0) Hist. Eccl. Uv. LXXIII, u. 54.
Por minna infancia e por minba mai,
Ja' doeedp oes escuta e v, eo joro qae te amo e
que naoWt"cerei seno a ti 5 o se algum dia
abandonar-te...
Oovio-se nm po, semelhanie a nm gargalbar sa-
tnico e nervoto : era ora mocho qae passava.
Daura sorrio se e Brano estremecen.
Jaremos, diste elle.
Juremos, repetio ella. __________ #
(4) Hist. Eccl. liv. LXXV, n. 8Hist. do
Languedi c, t. III, liv. XXf, p, 13.
nho, emquanto duas compridas lagrimas se ihe des-
lisaram pelas (aces!
Mor... mona!... pode emBm pronunciar.
Mortal
E cahio-lne aos ps, alagado em pranto e pro-
rompendo em gritos.
No dia segointe as raparigas da modesto aldea
condozlram ao cemiterio o corpo de Daura.
A mesma masiea qae na vespera alegrara parte
do baile, segua agora gemendo om tristonho fune-
ral.
Eiterravam a pobre morta com sea vestido da
noiva e sna capella de flores de laranja.
Todos da aldea assisliram ao funeral, a' excep-
co do noivo e do assassino.
Qoe Unham ellgs que (azer all ?
Passaram-se dez das, e niaguem os va.
Uma manbaa, om dos camponios do logar, in-
temaodo-se pelo maito, encontrn doos corpos-,
xamiooo-os e recooheceo Brano e o noivo.
Os corpos eslavam estreitamente abracados, e as
otaos de cada qoal apertava o pescoco do contra-
rio.
Duas (teas eslavam pelo chao.
Qoe loto medonha havia sido esto entre os dois
inimigos.
Ntngnem o sabe dizer!
Daara drate em sea sepulchro.
At raparigas do logar cobrem-ao de flores.
Todo alli socego, e 01 passaros salllam sobre
elle...
Mas dizem qoe a's horai do loar... um mocho
pa lgubre sobre o lmalo... slmllhindo am gar-
galbar satnico *
bem um servico nacional, embora vasio dos laureis
da victoria, embora silencioso, e nao visto, e nao
apreciado. ,
O palz e o governo brasileiro nao devem per-
de-los de visto am s instante.
Martyree de sua dedicacao patritica, aquelles
brasileiros tem direilo ao seu reconhecimento, aos
seus louvores, como tem direilo aos cuidados e aos
soccorros de que nouverem mlster para a con-
servaco de sua existencia e minoragao de suas
dores. ..
As recompensas e as honras com qoe o paw
premeia os seos bravos tambem cabem, de pleno
direilo, aos servieos por elles prestados.
Nestas coosiderac5es nio podemos esquecer o
visivel empenho qae patntela o Exm. vlce-pre-
sidente, Sr. Joaqun Ploriaoo de Toledo, de con
sagrar publicamente na memoria de todos a re-
memoracao do que nio deve ser esqueeMo em
relaco aos dedicados fllhos do paix de quem nos
occo paraos.
Paoli8to dedicad, e sinceramente votado a' cau;
sa publica, S. Exc. sabe comprehender, que o es-
queciraenlo e abandono dos servidores da naci
um crime, e orna (eia ingratidao, qaando praca-
do peto governo oa pela naci.
Assim pois. gloria e honra aos soldados brasi-
leiros qoe seguem o caminho dos sertSes de Matto-
Grosso.
Os seos servieos sao os seos soffrimentos, os seos
ignorados martyrios.
As artes do sertao, os pautantes, as enormi-
dades, 8 intemperies, e a escassez de vestidos e
aluminios, sao as suas victorias, os seas tropbos e
os seos loaros.
Transcrevemos o que segu :
Esta trra esta Qcando moiio lluminada.
Vamos ter pragade mercado, ja possuimos estra-
da de (erro, tilburys e diligencias, frades e jesu-
tas.
So nos laltam miados.
Mas como os miadossao miadosninguem d
ellenco-a isso e todos vamos acompanbando o pro-
gresso, qae om homem qne ea nio eonheco, mas
qoe me dizem ser de maito talento I
Entretanto, apezar do tal progresso, eu estou ven-
do as coasas maito sem geito.
i Isto de niburys e diligencias estio pondo as per-
rs da gente sem descont na praca.
Amigamente quem tinha um par de pernas rijas
ia com ellas a Meca e voltava (rasco.
Agora, lano faz ter pernas duras como bambas;
nao se vai a parte alguma cora o auxilio d'ellas;
todo por meio de vehculos.
Por exemplo : d'antes, sabia a gente a passeio a
Luz : era isto um principio hygienico e por isso ia-
se a p : as pernas n'este passeio (aziam orna bri*
loante figura : eram as locomotoras da nossa pes-
soa.
Agora, acabon-se isso.
Quera lera de Ir i Loz, mira as gambias e diz :
Nio aguentam ; von na diligencia :e as pobres
das pernas sio olhadas como um dous de paos.
Algnns individuos que, ou por mais amor a esses
troncos, ou por vinagreira qoerem eaminhar a p
sio obngados a deraoverse d'esse proposito ; por
que as espertalbonas das pernas se oppoe a seme-
lhanie exercicio. Exemplo:
Um da d'estes o Sr. Miguel Borralbo tinha de ir
a Luz.
Saio de casa a p e foi indo at ao pateo do Ro-
sario, ahi chegando, as pernas cheiraram a dili-
gencia e encelaram o segointe dialogo :
Perna direita esquerda :Estoo estafada !
Perna esqaerda i direita :-E eu tambem !
Perna direila i esqaerda :Vamos arrear a car-
ga?
Perna esqaerda i direita :Vamos. Isto nma
vinagreirado Sr. Mi-
guel Borralbo.
Perna direita i esqaerda :E om dezar para
os!
Perna esqaerda i direita :Sim senhora ; om
dezar, la vio as per-
nas do caixeiro do
Tibureio 'aqueile
lilbory, e dos car-
regando este (ardo!;
Perna direila esquerda :E' exacto. Pois bem,
^M tu de l, que
geme de c.
Perna esquerda direita :Ji estoo gemendo.
Persa direita i esqaerda :B ea lambem.
E as duas pernas ooatrahiram-se, e o Sr. Miguel
vio-se na necessidade de metter-se na diligencia
-.
-
<
I

v

V
qae paseara n'este momelo.
Como este dialogo ba onlros lodos os das e a to-
das as horas : as pernas esto dando em vadias e
lornando-se notis.
D'tqrt a pouco lempo qoeaaUvor da sahir deixa
as pernas em casa para andar nuil a vontade.
Agradecamos ao progresso este beneficio, qoe j
nos trono a aposeotadoria das pernas e o exerci-
cio effeciivo da carteira, qoe i otado em qaando
se expurga era patacas #ara fazer viageaa as di-
Hfeaelas.
Oh! sania loz do progressode todos os cantos
d'esta cidtde, tinte mil pares de boas e ruins per-
nas contemplara a toa gloria I_________
PERN. TYP. DE M..F. DE F. & PILHO.1866*
c
r*


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EOXJNT6V1_J0O697 INGEST_TIME 2013-09-04T23:39:21Z PACKAGE AA00011611_11015
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES