Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11013


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Full Text
*
1

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I

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AMO XLII. MERO 157
Por fiirtol pago dentro dos 10 dias do f.0 mez ,
dem dooois dts i," lo das de comeco e Jeitrt do {oartel
Porto o correio por tres mezes ,".....i .,
(ti***
7e
DIARIO
TEBCi FEIBA fO DE JDLHO DE 1866
Por ano taga deitro de le das do i, mez........ 49*oo
Porte ae correio por om anuo............. j|#0#
9
X
NCARRKGADOS DA HUBSCRIPCAO DO NORTE
Parabyba, o Sr. Antonio Alexsndrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marjues da Silva; Aracaty, oj
8r. A. de Lemos Braja; Cear, o Sr. J. Jos de
Olivetra; Maraono, o Sr. Joaqnlm Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Aires &
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
Alagoas, o Sr. Francisco Tavares da Costa; Baha, o
5r. Josa Martios Alves; Rio de Ianeiro,#o Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacos da ra frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Igoarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
8anto Antao, Gravar, Bexerros, Bonito, Carnar,
Altinho, Garanboos, Buique, S. Bento, Boto
Conselho. Aguas Bellas e Tacaratu, as terga
feiras.
SerinbAem, Rio Formoso.Tamandar, Usa, Bar-
reros, AguaPreu Ptasantalras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas,
cao: tencas e sbados is 10 horas.
ENCABftKGADQS DA SUBSCRIPCAO DO SUL. ^ ..... XT .. (*v~ v >< -
P*> d Alho, Nazareth, Linwiro, Bre, Pesqueira pnda anints as 10 horas
tagweira, Flores, Villa Bell*, Cabrobo, Boa Vis- ,MB" I11"1*3.48 w tt03-
^^a^ '-.- l.lniTn fin /*nmmari*in aaanntiic
-=

ta, Ouricury,
feiras.
Salgueiio e Ex, as quarta
Jalao do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e leitas as 10 horas.
Matara vara do eWel:
Ota.'
funja vara do civel:
Ion. da tarde.
sextas ao mel
quartas sabbades a I
DIAS
SEMANA.
WBBMERIDES DO MEZ OE JL'LIIO.
5 Qairto ming. as 11 h., 44 m. e 29 s. da m.
12 La1! nova as 3 h.. 15 ro. e 53 s. da m.
id Q&lrlo cresc. a 1 h., 24 m. e 41 s. da I.
27 Ui| cheia a i h., 53 m. e 41 s. da ra.
9. Seguida. Ss. Cyrilloe Bricio bb.; S. Anatolia.
i. Terca. S. Silvano m.; S. Bianor b.
1. Quaria. S. Sabino m.; S. Abundio m.
12. Quinta. S. loo Gualberio ab; S. Jasoo.
Id. Sexta. S. Anacleto p.; S. Joe! e Esdras prof.
1*. Sabbado. Ss. Plora e Justa raro.
15. Domingo. S-. Camillo de Lelis fundador.
PREAMAR DE HOJE.
Priraeira as 2 horas e 54 m. da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTIROf.
Para o sol at Alagoas a 14 e 36; par* o noru
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 11 ir* metes de Janeiro, marco, anie
julho, seteipbro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independer
ns. 8, dos proprietarios Manoel Figneiroa de Paria
& Pilho.
i dos ditos gneros sem que por parte do comman-
daote do mesmo presidio se proceda a exame arim
de se verificar se ba agurdente ou outra qualquer
bebida espirituosa.
Dita.O vice-presideute da provincia,' c?nfor-
i raando-se com a proposta do Dr. chefe de polica
de 5 do andante, resol ve demiilir a Flix Pereira
Simas, do cargo de 2 supplente do subdelegado.'
do 2a districto de Tejucopapo, por assim convir ao
servigo publico.Communicou-se ao Dr. chele de
polica.
Dita.O rice-presidente da provincia, em vista
do disposte no 2 art. 17 da lei provincial n. 687
de 30 de maio ultimo, annexo a portara de 25 de
, prximo passado, resolve dar ao corpo provisorio
de polica, errado em virtnde da le tambero pro-
vincial n. 611 de 2 de maio do anno passado. a
organisacao constante do plano junto assignado
pelo secretarlo do governo e ordena que neste
sentido de expecam as convenientes ordens.
Plano a que te refere a portara supra.
Estado-maior.
PARTE OFFICIAL
.OVERXO DA PROVYICI1
Expediente de dia 6 de julho de 1866.
Offlcto ao coramandante das armas interino.
Ao ofBcie de V. S. n. 900 de 5 do correte, respon-
do declarando-lbe que a etape para as pracas de
prel de priraeira liona, o pao alvo para os doenies
da enfermarla militar, e a forragem para a cava-
lbada da companhia de cavallaria no semestre que
se ha de lindar em dezembro prximo vmdonro,
foram arbitrados pela tbesourana de fazenda e ap-
provados provisoriamente por esta presidencia, o
primeiro desses vencimentos em 360 rs., o segundo
em 70 rs., e o te.-cejro em 700 rs. diarios, e neste
sentido devera ser feitos os respectivos abonos at
que o governo imperial resolva definitivamente o
que (he parecer mais conveniente.
Dito ao inspector da tbesourana de fazenda.
Declaro a V. S. para sen onheciraento e flm con- Majorcommandante.. .i......_.......
veniente, qne approvo a deroisso, que segondo Alteres ajudante.....................
consta de sea offlcio de 4 do crreme sob n. 398, Dito qaartelmeetre..................
conceden o inspector da alfandega desta capital Dito secretario.....................
ao guarda Candido Jos de Olivelra, que a sollict- Dito cirurgio......................
ton. i
Dito no inspticlor da thesooraria provinclak- Sargeulo-ajudante...................
Respondendo ac offleiQ ejue V. S. me dirigi em 2 Dito quartel-mestre..................
do carrete seb o. 280, teoho a dizer que antes de
tomar-se a resoluco nelle proposta, relativamente
a arremataco do nednfW ds barreiras da Capun-
pa e Mangiunlio, coroore esperar ao menos por
um trimestre, o resoltado da arremataco daquelie
pedagio por administragao ltimamente estabele-
cida.
Dito ao mesmo.Nos termos de sua informacao
de 28 de abril ultimo sob n. 159, dada acerca do
requerimento do escriptnrarto da seoretaria do go-
verno, bacbarel Manoel de Siqueira Cavalcauti, e
do amanuense Paulo de Albuqoerque Gama, man- (
de V. S. pagar ao primeiro desses empregados a Forca igual.....
quinta parte dos veocimeotos do chefe de seccao
da mesma secretaria e ao segondo de oscriptnrario j Cpm 77 soldados
a contar de 13 de fevereiro deste anno, at 13 de
abril j citado, por terem exercido interinamente
taes locares no impedimento do bacbarel Antonio Oliciaes do estadomiior...'........
Annes Jacome Pire*. Ditos das 3 coropaobias...........
Dito ao director do arsenal de guerra.A' vista PraQas do estado-menor,..............
da sua informacao n. 670 de 6 do cerrente, anto-: Ditas das 3 companhias.............
riso V. S. a mandar admittir na companbia de!
aprendizes desse arsenal, como soiicitoa Leonor; Fi2eram-se as necessarias communicac5es.
Maria Belmonl. o menor orpbao Carlos Affonso de' Dita.O vlce-presidente da provincia, resolve
Lima, orna vez que sejam saiisfeitas as disposic,"es: nomear o major do corpo policial Francisco Auto-
do regolamento de 3 de Janeiro de 1842. ojo de S Barreto, para comroandar o corpo pro-
Dito ao commandante superior da guarda naci-1 visorio de pohcia, revertegdo para a da 1' compa-
que algons ltvds. parocbos Ibe fiseram, modincou o
sentido da circular, ordenando qne se admioistras-
sem os sacramentos do baptlsmo e matrimonio em
oratorios privado, qtMne -os baplisandos ou as
nubentes residissem mals de urna legua distantes
das respectivas matrites ou capellas; sendo que
oas desobrigas podessem os Rrth. parocbos admi-
nistrar os roesraos sacramentas, onde qualquer se
achassem.
Esta disposico, reprimindo os abasos que ba-
viara, nem desatiende as neeessldades dos flels,
nem prosterga as leis cannicas os preceitos da
Const. Syn. em vigor. Sirva-se V. Bvma. de lr a
publieaciodo expediente do bispado nos niaats
desta cidade, nos qoaes encontrara' nao s a solu-
cao desu questao, como de quaesquer oatras, qne
^m a devlda appllcaco a tods as parochias da
diocese.
-r
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-----8

1.* companaia.
Capito commandante................
Tenenle.................|;.........
Alteres........................___
!. sargento.........................
20' ditos...........................
Furriel.............................

Soldados................'..-......... 78
torDe'as...........................
> companbia.
3/ companbia.
Recapitulacao.

5
12
2
281
300
S/I0nm-P.l0.1ac.amprir saasorden8' Hopo-i D*ioaoRv*.coadjuctor pro-parocho da cidade
bl.casnuno particulares. ^ da Vlctorii.-De posse do offlcio de V. Rvma. de 2
riirn n c.~ *! ~~* .. f- -' 5?,correD,e' "o-qnal me communlca ter sido impe-
, Presidente da provincia.-Com o dido o casamento de Floriano Rodrigues do Nasci-
V. Exc. de ii do correte receb por co^a roento, coa Mana Bella da Conceico, respondo a
de 2 de junho prximamente findo, qne, V. Rvma. que nao celebre esse casamento sem que
por esta vigaria geral se expeca o competente man
offlcio
lei n. 70
creoa,*regnezia*de Panellas.
Raon%a mioha sabida considerado e respeito a
pessoadn V Exc. a quem Deas guarde.
Dito a* Rvd. parocho in'erinode Mamanguape.
Pelo nofficio de 22 de Junho prximo passado, II
dado.
-5
Offlcio ap Erra, vice-presidente da provincia.
a honra de coramunicar a V. Exc. para os
_ .,^^j_ 7r ;-----' --------- 7Z i -- nviiid uo cuiuiuuuicar a v. axc. para os
funecoos-parochiaes dessa paroebia no da 18 do
referidnJnez. Inteirado do sen zelo, prevaleco-me
desta opisTiuDidade par* recommeadar instante-
mente a p.Rvm. o dever da predica evanglica nos
dominged e dias santificados, que alias, ioleltzmen-
te, tnniMo esqnecido por ama grande porcao de,
Lrbano de-Albuquerque Montenegro, na igrejapa-
rochial de Santos Cosme e Damio da villa de lizua-
rass. Aproveitando a occasio renov a V. Exc
os meus respeitos e considerajao.
Dito ao Rvd. parocho da villa de Barreiroe. IR^dfc Plocbos I Qoando os inimigos do cbrisiia-
Accnso recebido o sen offlcio de 16 de junbo pro- ni?mo ni* cessam de fallar contra o catholielsmo,
ximo paesado, em qne declara nao ter podido dar sef conteniente que emmodecam os ministros do i
exeeoclo a' circular de 23 de abril, que vira inr-IBvnntenXo? Esta silencio'oSo sera em certo modo,
pressa nos jornaes, por nao haver sido entregue do' "roa arma lermidavel contra a roligio do CroxiB-
competente offlcio etc. Lamento que bajam taes i cado ?. Bato eflteai e nodnrnia a predica evaoge-
INTERIOR
demoras na entrega de offlcios, demoras qne pre-; "c*
jodicam certas providencias qne nao poucas ve- te di
res s devem de prompto xecntar, e por cdjVaY-
ta moito soffre o regimem espiritual das paro-
chas. Mas devo lembrar a V. Rvma. qpe a lnt-
presso do 'expediente do bispado em algnns
jornaes desta cidade olTerece maios convenientes
de se ebegar ao-conbeclmenlo das,6Tdens expedi-
das por esta secretaria.' Reraetto-lhe o modello do
manna que pedio.
Dito ao Rvd. parocho da Misericordia.Pelo sea
offlcio de 31 de maio,Qco certo de qae V. Rvma. as-
sumi a administraco espiritual dos parocbiaoos
que pela lei provincial o. 5 de 11 de julho de 1860
Acara ra pertencendo a' essa paroebia.
Aproveito a opportunidade para louvar o civis-
mo, com qae se hoave o Rvd. parocho alanoel da
Conceicao Carvaiho Rosa, conforme declarou Y,
Rvma. em seu citado offlcio.
Dito ao Rvd. parocho collado de Goyanna-Com
o seu offlcio de 14 do mez prximo passado, me
. 90*.jft> apostlos se oceuparara exclusivamen-
lella. fia persnasao de qne a f a base da re
ligiao, e aoe aquella somente se adiquire com a ex-
plicacio do Evangelbo, julgo-me eom razo de pe-
dir a V. Rvma. qne se d ao exerclcio deste impor-
taatissiasn ministerio, como recommenda o apost-
lo, imporlona e opportonamente.
Wte ns-Rvd. parocho da' paroebia
RIO BE I 1M lito
A praca e thesoaro.
O crdito urna invencao do commercio moder-
I noi; representa neste o que o vapor representa na
Industria fabril, e nos transportes terrestres e ma-
rtimos. E' um instrumento utilissimo, doquaJ de-
balde tenunamos privar-nos-, mas instrumento tao
: delicado como os eogenbos de vapor, e por isso su
de Cabrob. J?'!0 como es'es a desasirosas exolosoes, qoando
Maito beta emenden V. Rvma. que os casamentos e: IDIj0U'a ou temerariamente empregado.
bapsados administrados em desnjnrlgas fra da Cmdos effeilos deste poderoso instrumento
matriz naj> esravam eomprehendidos as disposi- lurDar as crises commerciaes mais extensas e mi-
Cooddnwalar de 22 de marco. Sobre a adminis- n?sas' Pel incentivo que presta a todas as arabi-
tracao detaes sacramentos em oratorios privados: C8s.e pelas relaedes intimas e explicadas que es-
observirfV. Rvma. a solaco que por vezes tem ubeleee entre todos os membros do corpo com-
sido pabttaada no expediente do bispado. merc'i; de tal sorte, qne o mal de um se trans-
Tenho issim respondido ao sea offlcio de 17 de miUe a outros, em grao maior ou menor, e nin-
maio. oem consegue escapar a essa eadeia fatal, se re-
Dito ao Rvd. parocho collado da Serra Talhada. a,ed.'10 instantneo nao vem restaurar a coofianca
Agradtto a V. Rvma. os sedimentos patriticos Publica, e atattiar era sea rpido desenvolviraenlo
qae manikistoa, enviando para a expoalco provln- a eaosa que pode produzir ama catastrophe geral.
cial os qnatro objectos constantes de 5 de junho Ass,m coa> civilisacao era geral andam anne-
vik' fofentMue o" raVona unoaru Z! pf0,rao i"*, qne foram entregues ao Sr. r. *! "os abusos qne sao a sna degeneraco ine-
----m i^af^SS9\i^^rv^^S^' Gervasi0 A^guei Campello. '"Stt ,?*im ordam ^usirlal o progresso
Dito ao Rvd. parocho da villa do loga.Li com cercad le perigos, e produz fructos amargos, que
moito praxer o sen offl lo de 13 de joho prximo P9111 empre dependem da previso e vontade dos
passado, no qual manifestou V. Rvma. o esplendor nnens, mas que mnitas vezes se aggravam e se
e religiosWade, com qae nessa matrli, aasim como irnm fataes pelos erros destes, quando as cala-
em muitas casas particulares se praticaram os exer-1 niidades naturaes vm sorprndelos ero suas fu-
cleios do mez mariaoo. Nesta poca em qae o m- n *
o religioso, de mos dadas com a liber-
ou a paito esboroar a igreja de Jess
ja um grande trinmpho essa publica na-
de amor pelo culto da grande mai de
i digc
empregou na con-
nal do Rcife. Mande V. S. postar em frente da
matriz desta freguezia, no da 10 do corrente, s 9
horas da raanhaa, ama guarda de honra para as-
ststir ao offlcio fnebre que se tem de fazer n'a-
ijuella inreja pelo eierno descanso do capito de
volontarios da patria bacharel Jos Paulino da C-
mara.
Dito ao juiz de direito especial do commercio.
Tendo de liquidar-se este anno, a esutistica judi-
ciara de 1085, para cumprimeoto do decret o.
3572 a 30 de dezembro daquelle anno, e tendo
Vmc. remetlido com o seu offlcio do 1 do corra-
te a esta presidencia, os mappas das causas julga-
das, das execuedes processadas e das faiteadas
nhia o capito Lniz de Franca Mello Jnior, que
na forma da lei n. 611 de 2 de maio do anno pas-
sado, commandava o mesmo corpo, e ordena nste
sentido se expecam as convenientes ordens.
Coramunicou-se a thesooraria provincial e ao
loovor o e-mero que V. Rvma.
fecgao do referido mappa.
3 _.
Offlcio ao Exm. presidente de Macelo.Commu-
nico a V. Exc. que nesta data coneedi dispensa de
residir na paroebia da villa da Imperatriz dessa
provincia, o respectivo coadjutor o Rvd. Joo da
Silva Cardoso, por doos mezes, a contar do 1 do
corrente, para tratar do sea restabeleeimento. Sir-
va-se V. Exc. acceitar os protestos dos meus res-
peitos e coosideracao.
Dito ao Rvd. coadjutor da paroebia da Impera-
triz.Pelo sen offlcio de 30 de maio, qne agora re-
cebi, Seo certo dos seas sollrimentos, em coose-
qaeacia dos quaes V. Rvma. se vio obrgado a' re-
predito major a quem se recommendou que en- i'1"3, Para a capital dessa provincia".cm o flm
i trasse logo em exerctejs e coosiderasse addldos ao oe boscar os soccorros mdicos, que nao ba na la-
I referido corpo o capito Francisco Borges Leal e ?" de sua resideacia. App'ruvo como mmto con-
' os demais offlciaes e pracas do corpo policial que veniente a sua retirada da paroChia ; e desejando
abenas nesse julio, durante o anno de 1864, eu os vapor que se espera do norte, a Jos Francisco dos
devoivo para Vmc., corngindo o engao, minis- Santos Miranda, natural do Rio de Janeiro e que
trar os mappas corresooadentes ao anoo prximo desembarcoa do brigae-barga Jiamaracd, em con-
flndo. sequencia de ser considerado incapaz do servigo
Dito ao juiz de direito de Flores. Inteirado do em inspeceo de saude.
exiatirem ns provincia e anda nao rivera serne- se& completo restabelecimenlo, cottcedo-lbe a dis-
lbante destn*.
Dita0 Srs. agentes da corapinhia Brasllelra
de Paquetes a Vapor mandem dai transporte para
a corte por conta do ministerio da marinba no
differenti
tinagero,
Cbristo,
nifesta^a
Deop.
Nao deixe V. Rvma. de promover pela predica
evanglica, o augmento desse caito : sera um meto,
efflcaeissijDo de desplantar o jlo d'entre o trigo, e
conieoctaos loiralgos do Crnxiflcado, na expres-
so do apostlo, que nada affastsra o seu rebaaho
de tributar em todo o tempo a Santissima Vtrgem
as homtnagen?, a devoclo e o amor que Ihe sao
devidas.
A experiencia de scalos mostra qae nao ha con-
cepcao humana que possa evitar as perturbac.oes
da vida commercial; e, o qae mais, a historia
moderna nos ensina qne ellas parecemgyrara'uma
especie de circulo vicioso, qae as reprodax de
lempos a lempos, em periodos mais oa menos pr-
ximos, crescendo os seos estragos na proporcio em
i qoe e alargara os horizootes dos povos cultos,
|avullam, enirelacam-se, multiplican) os interesses
materiaes e rooraes do mando.
< A Inglaterra tem nos seus annaes, como provas
iocontesuveis desta verdade, as datas de 1793,
1797, 1825,1847, 1857,e agora mesmo osla1 ella
exposto no oflico de W de junho prximo passado,
era qae Vmc. comiauoici, que Jos de Queiroz Li-
ni a, pretndeme a cotfltrucco da obra do agude;
nessa villa, lientas certas condices, que nao ten-
do sido previstas pelo engenheiro chele da repar-
tiQo das obras publicas, foram entretanto exigidas
por Vmc. nada quiz de prompto resolver para ef-
fectuar-se logo o contrato da eonslrocco daquella
obra, aguardo o termo do mesmo contrato para de-
finitiva approva<;5o. (|0S.-Passe
Dito ao director geral da insirucQao publica.: reqner,
Em vista de sua informacao de 5 do corrate sob
n. 142, a que acompanbou a do regedor do Gyro-
nasie Provincial, autoriso Vmc a mandar adraitur
n'aquelle esiabetecimento de conformidade com o
respectivo regolamento, como alumno interno o
menor Luiz, fllha de Floriano Correia de Brito, de' ao'srT'iulpe'ctor
que trata o incluso reqyerimento.
Dito ao commanJante do coroo provisorio de I
polica.Mande Vmc. apresentar ao Dr. chefe de >
pulida amanha s iU horas do da, 2 pracas do
corpo sob seu cammando, para.escoltarem um cri-
an d oso at a capital da Paran y ba.
Dito a thesoureirp'das loteras. Em resposta
ao seu offlcio de boje datado, declara Ihe que ap-
provo a tabella que Vmc. submelteu a mlnha ap-;
provago paw as loteras que devem ser exirahldas
uo exercicio de 1866 a 1867, confeccionada de con-,
formidade com as leis ns. 646 de 20 de marco, 687 i
e 590 de 30 de maio do corrente anno.
Dito ao juiz de paz do primeiro districto da fre-.
gnezia de S. Jos desta cidade, Joo Jos de Albu- i
querque.Respondendo ao seu offlcio de 4 do cor-
rente, tenbo a dizer que por circular de 22 de'
agosto de 1863, foi remettido ao sea autecessor nra
-xeraplar do decrejo n. 3069 de 17 de abril d'a-
quelte anno, a qoe se refere Vmc. em sen citado
offlcio, e que devia acharse no archivo desse
JQ1Z0.
Nao exislindo porm, ah esse exemplar, deve
Vmc. recorrer a collecao das leis do anno de 1863
onde encontrar o mencionado decreto, afim de
em vista delle prestar as InformacSes exigidas em
minna circular de 15 de junho prximo Ando.
Despaches de dia 6 de julho de 1866.
Requerimento
Cbristovao Santiago de Olive ira Informe o Sr.
inspector da thesonraria de fazenda.
Francisca Romana Ferreira. Sim havendo
vaga.
Florencio Domingucs da Silva.Informe o Sr.
inspector da tbesouraria de fazenda.
Bacharel Felisbino de Mendonca Vasconcel-
poitiria concedendo a licenga que
Dito ao Rvd. parocho da villa de Santa Lozia do figS um ^ e l**"* pbenomeno des-
rsAsarfftJ! sxel 'X^-^s saarjass-ns;
em qualqoer parte, onde julgar conveniente, e ahi I As causas desU crjse da|am ^ ma(or desenvo,
vimento do crdito entre nos, mas leve ella taro-
atrimo- bem suas causas naturaes, e por fim vele agarra-
la era seas effeitos urna guerra externa, cuja du-
pensa da residencia parochial por doos metes, A'
contar do primeiro do corrente, findo os quaes, de-
vera' V. Rvma. entrar no exercicio do sea minis-
terio, por nSo convir ao sefvicp da igreja a exone-
racao que supplicou.
Dito ao Rvd. coadjutor pro-parocho a Impera-
triz.Tenho a' vista o offlcio de V. Rvma. com celebrar o santo sacrificio da missa para a commu-
data de 4 de junho prximo passado, em que pede nho dos seus parochianos ; assim como pode ad-
qae ao meaos por occasiSo das desobrigas, Ibe seja ministrar os sacramentos de baptlsmo e
concedida a permissio de administrar os sacra- nlo no exercicio das desobrigas, onde qaer que se' .n
mentos do baptisrao e matrimonio em cajas part- achar Fra deste caso (a desobriga). s se permit I "Sao_eJ.,D(
culares. Respoodo a disposico da circular de 22'"
acbava com as diversas ctasss da sociedade civil,
Oeoterramenr)"' i como depositario e gerente de muitas economas
de margo do corrente anno nao poda ser entendi-
da em sentido lo rigoso, que nao adrailtisse as
exceptes impostas pela lei da necessdade. Gomo
se poderia admittir qne os parocbos, achando-se em
desobriga para administrar o baptismo ou matri-
monio, se relirassero para a matriz ou capellas,
emprebendendo tongas- e detnmentosas viagens.
Esta interpretaco seria a' todos os respeitos ara
I te a adrainistracao destes sacramentos em oratorios i *J*** abal ".Profondo no nosso
privados, quando o baptisando ou a nubeete residir' 2R2ST2& 6 re'aCeS em <|Ue ''
mais de urna tagua distante da matriz oa capella. I "f" **<**>'w
dos cadavere,-N.o **^\ZSttgggL
geral e consterna
sepultarera se as igrejas os cadveres : ce- Pa"cu'ares, deu quelle trislissimo successo todos
As vozes da raz3o confundiram-se cora as do de-
contrasenso. A citada circolar, bem longe de op-
Tenente Francisco de Paula Sa Peixoto.-Inde- por embaragos a idroinistrago daquelles sacra-
'er'"- o 1 mentos, teve por objecto manter e sustentar as leis |
Gertru'es I-irmina dos Anjos.Informe o .sr.; cannicas nesta especie contra o abaso de serem |
Dr. chefe de polica. taes sacramentos administrados em casas particu-
Alfeies Jacintho Ribeiro da Silva.Remettido, |ar68> tfespresadas as igrejas, exclusivaraeme des-
da tbesouraria de fazenda para ,|Dadas para ,aes fQI1Croes; o qae qaasi sempre
decidir como for justo. jcoatecla por mero laxo e ostentacao; podendo di-
Jos Francisco dos Santos Miranda. -Expedio-se | Mr_se com Jereralas a esla re8peito Ecce qxu> mo-1
miterios os lagares designados para a inhomagao ^"peclos de uma ca'au>dade
dos morios. A predica evanglica, o Conc. de Tren-
to cada passo recommenda esta obrigago pres- I
cripta a lodosos pastores por dire'to divino e ec- W.^ffSTSl^iJSXSTJSL
clesiastico. Sao ellos obrigados apascentar as suas f ""**08 ''nos, e deste tropel de males
ovelhas nao s com os sacramentos, mas com a pa-; e d.e P'eteogoes nascergm novos erros, novos abu-
lavra divina. Quanlos pastores, dominados pela f0 '"^decepgoes. que hoje consmuera o fon-
mais curposa accidia, deixam o sen rebanbo priva- do fombno do diz o
nanceira e monetaria.
ordem a agencia da companhia Rrasleira de Pa-
quetes, no sentido em que reqner o supplicanle.
. Jos da Cruz Santos.-Em vista da informagao
nao tem lugar.
Jos Raphael Batalha.Passe portara na lrma
do estylo.
Leonor Mara Belraonte.Aprsente o menor
ao Sr. lirector do arsenal de guerra.
do ecclesta luget, quia ftluejus sprecerunt eam. Nao
podeodose de outra softe traduzir as disposges
j da eircular, razao hoave para qae S. Exc. Rvroa.
I tendo de responder as consultas que Ihe foram
presentes, permittisse que se administrassem os
sacramentos do baptismo e matrimonio em orato-
i rios privados ou casas particulares, quando o bap-
[ tisando ou a nubente tivesse a sua residencia pa-
Maria da Conceigo Figoelredo e Jeroeyma Ma-; ra mais de uma legua diilanleda matriz ou capel-
ria da Conceicao Figueiredo.Informe o Sr. ins- la. Quanto s desobrigas permillio igualmente que
pector da thesonraria de fazenda. i durante ellas, os parocbos administrassem aqael-
Willson & Hetl.Informe o oonselho adminis- i les sacramentos, onde se achassem. D'onde se ce
trativo de compras navaes.
Virgilio Vieira da Costa Pinto.Indeferido em
vista da informago da directora da instraego
publica.
GOVEIWO
DO BISPADO.
da dia 30 de
Extracto do expediente da diocese
junho de4866.
Offlcio ao Rvd. padre Joo Paulino Pinto de
Aguiar.Attendendo a difflcnldade que ha em ser
Dito ao gerente da Companbia Pernambucana. administrado o pasto espiritual aos moradores da
Fica transferida para o da 14 do corrate, a sahi- j extiocta paroebia de Arz pelo Rvd. parocho de
da do vapor qae a Companhia Pernambucana tem I Papary a que foi annexada aquella parochia, pri-
de mandar para o presidio de Fernando no presen-1 vada at hoje da audiencia da missa nos domingos
te mez, afim de qae possa seguir nelle o tenente- e das santificados por (alta de om sacerdote, man-
coronel Jos Locas Soares Raposo da Cantara, com- dei passar provisao do coadjutor da paroehia de
mandante nomeado para o mesmo presidio: o qae Papary a favor de V. Rgni.
declaro a Vmc. para ter execugao.Fizeram-se
lecessarias communlcagoes.
Dito ao mesmo. Por conta do ministerio da ,
gerra, mande Vmc. dar passagem para a capital l
do Rio Grande do Norte no vapor Persinunga, a
Xisto Baptista Vieira, que regressou do exercito
em operac,5es, onde exercicia o posto de alleres era
commisso.
Portara.O vice presidente da provincia, atten-
dendo ao qae requereu o professof de sciencias
naturaes do Gymnasw Pernambucauo, Felippe Me-
na Callado da Fooceca
das eom veocimeotos
A bem da religiao e dof moradores do districto
nbece que, nem a disciplina ecclesiastica deixa de
ter a conveniente execugao, nem os fiis sao de-
sattendidos em suasPecessIdades.
uito ao Rvd. parocho coliado em S. Jos de Mipi-
b.- Acenso recebido o sea offlcio de 6 de j un lio
prximo passado, em que V. Rvma, me commuica
ter-se celebrado o exercicio do mez mariaoo nessa
matriz com muita decencia e grande concurso de
seus parochianos, reinando em todos os actos muilo
respeito e devogo dos fiis assisteotes : e qae no
ultimo dia, est indo V. Rvma aotorisado por S. Exc.
Rvma. para bemier de novo a capela do Santissi-
mo Sacramento de sua matriz, procedea a referida
bengo, sendo assistido esse religioso acto pela ir-
mandade respectiva, e pelas pessoas mais gradas
da parochia, e.crescidissimo numero de Seis
Congratulo-tae com V. Rvma. por tao jubiloso
acontecimento, aproveito a occasio para louvar
os seas esforcos, dignos de serem comemorados; ao i
passo em que reeiphego merecedores de encomios o
respeito religiosoqfedicagocom que se orestaram
da povoagao de Arz, confio e espero que y^^\V^^^T^n^T^^m^^-
tizara sua residencia na referida povoagao, aflm
do desse vehculo da f. O nao evangelisar, m* i
apostlo, uma completa desgraga. I S}S2? Br,sl'- "D poT ,s,aa constitaigao, e
Dito ao mesrao.-Pela comraumeagao do seu of- J Pner'!,.haa^,0Bsnque a sombra del e se, **!&"
Ocio de 8 do prximo passado, Qquei certo de ha- ?r* mc"mr? v'd e mov.men o de todo o
ver V. fivma. conseguido e.tabe ecer na matriz de 2ril banco do Brasil, do quai de-
sua parochia o piedoso exercicio do Mez Mariaoo, \ fendeae ,ab" dade do *alor do mei circulante,
chamando ao redil da igreja de Jess Christo ri \if?Tmo> meda nduc,ar,a ^annd aBs
' necessidades vanaveis dos escaimbos, foi cansa, e
a seu turno tambem victima da situacao econ-
mica em que nos ach*mos.
Elle, que fra creado como poderosa alavaoca
do crdito e prosperidade publica, armado, era
meio da orise, de faenldades extraordinarias, par-
ticipando do atordoaraento geral, e combatido por
rail interesses oppostos, deixoa-se arrastar pelo
plano escorregadio das emlssSes Ilimitadas de pa-
pel ineonversivel : desconcertoa-se assim e en
fraqueceu-se a grande machina qne devia regular,
seno todo o nosso roovmento commercial, ple-
menos o da mais importante das nossas pracas, a
do Rio de Janeiro. Esgotou elle qaasi toda a saa
forca vital como banco de circulaco, e ja' nao po-
de readquiri-la seno lentamente, sob pena de per-
derse a si proprio, e a todos os cooperadores di-
rectos da prodaccao nacional.
No meio deste grande eataclysma s o thesoaro
nacional pareca folgar. Dir-se-bia apodas com-
mogoes e ruinas de ama catasirophe commercial
sorgiam-lbe novos e abundantes recursos, qne elle
recolla eom soffreguido para Ir accadindo s ur-
gencias imprevistas e imperiosas de ama guerra
externa. Mas, infelizmente, esses recursos nao
eram um signal de eon&anga e riqueza, eram os
restos do naufragio ger?l, qae all procuravam
asylo mais seguro, e assim deixavam o commercio
sem a nica seiva qae poderia reaoima-lo logo qae
fosse sereoanda a tempestade.
Privado dos auxilios do banco, que enfraquece-
ra a saa propria aegao, inulilisando os recursos
de que possa occorrer fcilmente as necessidades
spirilaaes de seas habitante?.
2 de julho.
Offlcio ao parocho collado de Una.Sirva-se.V.
Rvma. responder com a possivel brevidade, sobre
o offlcio por copla incluso do promotor de capel-
las do Rio Formoso.
Dito ao Illm. Sr. promotor de capellas do termo
ment e os demais Seis dessa parochia.
Ajadaodo por tanto a V. Rvm. no louvavel empe-
nbo em qoe est, de animar o fervor dos seas paro-
cbiaoos, principalmente na poca presente, em que
o indifferenlismo religioso procara levar de vencida
a religiao de Jess Christo, nica verdadeira, e f-
ra da qual a saivac&o nao possivel ; concedo
V. Rvm. a ajtorlsago qae pedio, de expr a Sacro-
santa Hostia, na bocea do sacrario, a adorago dos
Joao Paali-
indulgencia palo sanio padre Pi VI e confirmadas
pelos santos padres Pi VII e Pi IX.
Dito a Exm. presidente da provincia.Tenbo a
bonra de coramunicar a V. Exc., qne attendendo ao
?ue reqoereu o parocho collado da parochia de S.
rei Pedro Goncalves do Recife, Rvd. conego Placi-
do Antonio da Silva Santos, coneedi trinta dias de
no Pinto de Agolar. Fago-me um dever de man- prorogaC50 ,je |cerjQj para'tratar de sua sailde f-
dida por portarla de 5
Dita.O vice-presidente -
visia o qae reqaereram Amorim Irmos consigna- roebiade Una, sobre o objecto de qu VYS. oc-
iarlos do patacho portoguez Monteiro II, e bem capn.
assim o qae a esse respeito informaran) as repart-, Dito ao Exm. presidente do Rio Grande do Hor
>;oes competentes, resolve, de eenformidade cora o te.Tenbo a honra de coramunicar a V- Exc. qne
decreto n. 3631 de 27 de margo do corrente anno,' em data de 30 do mez passado, foi provlrtonado pa-
conceder-Ibes perralsso para carregarero no refe- i ra o cargo de coadjutor da paroehia de
rido patacho diversas mercadorias com destino a; nbora do O' da villa de Papary o
cidade de Porlo-Alegre na provincia do Rio-Grande no Pinto de Agolar. Fago-me o
do Sal. testar a V. Exc. os meas sentlmentos de eslima e
Bata staMtaresentada ao inspector da a.fndega eonsideraco.
desta eapitif*e a qnem mais competir, aflm de ter Dito ao paroeho collado em SerinhemAcenso
a devida execogo. receido o sea offlcie com data do i de juobo pro- consideragao e respeito a pessoa de V. Eic. a qaem
Dita.O vice-presidente da provincia, atienden- ximo passado, em qae V. Rvma., declarando o re-, Deas guarde,
da ao qae reqoereu Claadino Rodrigues de Olivei- i cebimento da circolar de 19 de margo, faz sentir a
ra, resolve conceder Ihe licenga para remetter para I necessdade de ser ella modificada, em attengo as
o presidio de Femando no vapor Parahyba, da difflculdades qne encontrara os seas parochianos
companbia Pernamboeana, os gneros constantes na execugao da referida circolar.
da relagio junta assignada pelo secretarlo do go- Tenho a' responder a V. Rvma. qae S. Exc. o
Yerno, nao podendo porm effeetnar o dweobirqoe Sr. blspo diocesano, attendendo as reprtaentactJes
ra de saa paroebia.
Renov s V. Exc. os meas protestos de subida
Dito- ao mesmo.Teoho a bonra de passar s
mos de V. Exc. o qoadro das parochus desta pro-
vincia, qae foi por V. Exc. exigido em offlcio de 23
de janho prximo passado, qae tica assim respon-
dido,
Con|io{jo a asseverar a V. Etc. qne me achara
poucas ovelhas tr&nsviadas. Sinceramente applao-
do os esforcos qae empregou para animar a devo-
go da grande Mai de Deus. Inclusa Ihe remeti a
autorisago, ue pedio, para beozer o escapulario
e contas das Dores de Maria Santissima, e applicar
as indulgencias conforme prescreve o ritual dos
padres ser vitas; visto como V. Rvma. se propoe a
installar era saa matriz esta tao previlegiada con-
trara.
5
Offlcio ao Rvd. parocho encommendadi do Boni-
to.Nesta data ordenei ao Rvd. capello da colo-
nia militar de Pimenieiras o padre Vicente Maria
Ferrer, que se obtivesse de administrar o sacramen-
to do baptismo aos baptisandos da parochia de V.
Rvma., sem a saa liceDca in scripls; e qoe Ihe en-
viasse os assentos de bitos, que vai conservando
em sen poder. Mandando responder sobre o qae
me representou V. Rvma. em seu offlcio de 1G de
junbo, aguardo essa resposta para providenciar
convenientemente.
Dito ao Rvd. capello-na colonia militar de Pi-
menteiras, na parochia do Bonito, Slrva-se V.
Rvma. responder, eom a possivel brevidade, sobre
a represeotago inclusa, por copia do Rvd. parocho
da paroebia do Bonito. Entretanto que aguardo
a sua resposta, convera declarar qae deve V.
Rvma. abster-se de administrar o sacramento do
baptismo aos baptisandos da paroebia do Bonito, a
menos qoe nao esteja autorsado m scriptis pelo
respectivo parocho. Alm de qoe doutrina com-
mum entre os tbeologos e canonistas qne fra dos
casos de necessdade, i nenbnm sacerdote licito
baptisar solemnemente sem licenca do paroebo ou
do bispo diocesano, a Const. Syn. liv. 1* tit. 10,
prescreve a mesma doutrina. Nao tendo V. Rvma.
enviado ao Rvd. parocho do Bonito, os assentos de
bitos qne elle menciona em sua representago, de-
termino qne os remella ; visto como sao os paro*
chos os aicos encarregados do lancamento dos as*
sernos e do conserva-Ios at qae sejam remettidos
a cmara exclesiastica.
Dito ao Rvd. coadjoctor pro-parocho do Pogo da
Panella. Pelo sea (sucio de 2 do corrente flqaei
eerto de saa posse defceoadjuctor pro-parocho n'es-
sa parochia de Naasa Senhora da Sade do Pogo
da Panella, no iun- deste mez. Convem que V.
Rvma.. no deseropenbo de suas obrigages paro-
chiaes lenha multo em eonslderage o disposto as
circulares de S. Exc. Rvma., empreando se cui-
dadosamente na predica evanglica nos domingos e
dias santificados, a qual, nao obstante ser de pre-
ceito divino e ecclesiastlco, e moito recommendada
pelos sagrados eaooaes, Conc. Trideut. e Const,
Syn. tem sido infelizmente esquecida.
iipeieito ta vigaria feral 4 < jallo de
at.
Offlcio ao Rvd. parocho da cidae da Victoria.
Previno a V- Rvma. qae nao Case Florao#*Rodri-
gnes do Nascimento, tubo 4e Paulino Rodrigues do
Nasclmeoto, sem qne aprsente mandado passado
pela vitara geaal, visto achar-se impedido por e?
)e de defioramento
cora pericia as porturbagoes a que o mondo com-
mercial e poltico esto sujeitos.
O mai loca a todos, e, por tanto, lodos devem con-
correr para debella-lo quanto antes. Nao nos illu-
, damos sobre as consequeocias da situago actoai.
B O pnico nao raciocina, como dizia lord Oversiooe;
os capitaes sao sempre traJidos, e todos conbecem
a verdade qne cima enunciamos, .jato qaanto as
casas commerciaes estu entrelazadas urnas com
as nutras, pelo actoai systema de crdito.
Em ama crise commercial imposslvel salvar a
todos, tenalo serla o mesmo^qoe entreter e aggra-
var a cansa do proprio mal que se qaer extingair ;
mas ha um meio por de mais violento e destruidor
oa extinego dos incendios, e cumpre que os en-
carregados da operaalo eonhegam esse perlgo e
procarem evita-lo,
A catastrophe de 1864 custa-nos cerca de seten-
ta mil eontos de res : qaanto nao custaria -hita
uma segunda catastrophe geral ?
A situago (nanceira deque nicamente nos oc-
cupamos est j bem definida nos pareceres do con-
selho de estado, no relatorio do ministerio da fa-
zenda, nos documentos do inquerito de 1864, e ul-
timamente na representago da commisso da pra-
ga do commercio do Rio de Janeiro.
Nada tambera se pode j inventar qaanto i solu-
go qae espera o nosso problema econmico. O
que falta qae os poderes pablicos passem pelo
Ilustrado cadiobo de seu exame os diversos arbi-
trios suggendos, e adoptem aqaelles qae saa sa-
bedor aconselhar como mais opportunos e effi-
cazes.
A proposta do Sr. ministro da fazenda, enjo pen-
samiento lalvez nao esteja iateirameote maoifesto,
admitte qae o banco do Brasil continu a funecio-,
nar como banco de circulaco, sendo, porm, obr-
gado a restringir gradualmente a sna emisso at
reduz-la ao duplo do sea fundo disponivel. Po-
mos de parte as outras disposges accessorias do
projecto de S. Exc.
Esta soiugo, se conciliavel com as necessida-
des extraordinarias do the;ooro, seria a mals con-
forme com os diretos adquiridos ou tactos con-
summaios, e neste caso nao pediramos se nao que
o banco, com quem os poderes pblicos tem sido
lo indulgentes, nao apertasse a corda ao pescoco
do commercio sao e da lavoura honesta.
Ser, porm, na verdade exequivel qae o banco
do Brasil possa voitar dentro em pouco tempo is
suas condicoes normaes, e qoe ao mesmo tempo
possa ser moderado com os seos bons devedores, e
fazer ao tbesoaroos adiantamenlos de qae este ha
myster. S os dados offlciaes podem satisfazer a
esta questao.
Se o projecto asseota tambem na bypothese de
novas emissoes de bilbetes de banco inconversiveis,
por conta do thesouro ; papel por papel, preferira-
mos o do oslado.
O projecto do Sr. conselheiro Torres-Hornera nao
difiere essencialmeote do projecto da. maiora do
conselho de estado, apenas diverge na forma, e isto
mesmo s em dous pontos..
Ambos querem que o banco do Brasil deixe de
ser banco de circalago, pelo menos em qaanto nao
cessarem as condicoes auormaes em que esteesta-
beLcmento se conocoa, e a situago finansdira e
monetaria que elle, principalmente, acarrelou so-
bre o paiz.
Entre tanto deveri o banco rescatar com o sen
fundo metlico, e o que Ihe deve 9 thesoaro, uma
somraa igual dos seos bilbetes circulantes; e pro-
seguir nesta operagao gradualmente, a medida que'
for liquidando a sju carteira, at que recolha toda
a sua emisso actual.O
Por este modo eotendem os sustentadores do se-
gando projecto qua o banco realisar uma reforma
legal na sua existencia, reforma que ihe ser til,
e a sociedade em gera Funccionara' come ban-
co de deposito, e emprestimos hypotbecarios, ope-
ragSes assaz lucrativas, e que vo de accordo eom
a oatureza dos ttulos que hoje constttuem a sua
carteira.
Nao exigjra' dos seas devederes urna llquidago
que sena vilenla e ruinosa para si proprio -Y pode-
ra' dispensar muitos dos intermediarios da lavoura
que oneram esta sem maior garanta para elle, e
entre tanto continuara' a gosar dos beneficios da
emisso, que s parcialmente se ira' extiogaindo.
O thesoaro por este projecto, oa deficiencia da
renda proveniente dos impostos, e se nao Ihe for
possivel por meio de emprestimos directos haver
os fondos extraordinarios de que carece, podara'
emitlir papel do thesouro, sera que esta emisso
exerra maior influencia do que tem al boje exer-
cido os oiteota ou oitent e qoatro mil conlos de
res que representara as emissoes locaes do banco
do Brasil e das suas sucenrsaes.
A exequlbifidade do plano do conselho de esta-
do, exposta pelo seu relator, o Sr.. visconde de Ita-
borahy, depender' das ideas do governo a respeito
do augmento possivel da renda ordinaria do estado
e da somraa provavel a que se elevaro anda as
despejas da guerra.
Concordamos cora aqaelles que eotendem ser ca-
da vez mais nociva ao commercio a concurrencia
do thesouro no mercado dos capitaes nacioaaes, a-
peoas sofflcientes para os seus freguezes naturaes.
Tambem nao somos dos qae jolgam absoluta-
mente imposslvel ama operagao de crdito no exte-
rior, se nao debaixo de condigdes onerossimas.
Nao podemos, porm, desde ja' formar ama opi-
nio definitiva sobre os arbitrios a que nos temos
referid), por qoe nao estamos habilitados para ava-
llar as necessidades-do thesoaro e seas recursos or-
dinarios.
Eotre o recurso- para um erapreshmo externo e
o recurso para o papel-moeda em somraa conside-
ravel, seja este do banco, seja do thesouro ( e na al-
teroativa ja' dieeemos preferir o segando ), s a
comparadlo des prejalzos Inherentes a ama e outra
operagao determinara o nossa voto.
A questao melindrosa,e complexa; mas os seas
elemeatos ja' devem ser oonhecidos, e es mais vi-
taos Interesses reclamam qoe seja ella, emfim, de-
cidida.
:





extraordinarios postds a' sua disposigo ; privado com instancia.
No seto da representago nacional sobra illostra-
gao para comprehende-ia e dar-lhe a solacio qae
todos esperara, e que lodos tem direito de solicitar
do credilo particnlar, qoe era absorvido pelas ne-.
eessidades cada vea maiores do thesouro, ou se re*
trabla pelos recelos de om estado de cousas por to-
dos os lados e em todos os sentidos pergoso, o
commercio mal poda resistir a um conjuBcto de
circomstaacias lio desfavoraveis, qoando ihe so-
breveio como o mals terrivel golpe a recente crlse
europea.
E', todava para admirar, e deve fortalecer a nos-
sa f no foluro, o saogue fri coragem cora que
todos souberam receber esse accrescimo de infor-
tunio.
De todas estas cousas e eireumstancias extraor-
dinarias resultou ama conjunctura gravo, nao o
devemos dissimular mas s o pnico, as besita-
gdes e as imprudencias podem torna-la desespe-
rada.
O qoe compre, pois, fazer, nos pergnnlirio na-
turalmente T
O que os onlros palies tm feito e costomam fa-
zer em taes casos : atacar o mal pela raz com
mao segura e prudente, allm de prevenir quauto
antes o sea desenvelvimento.
Nada de recrlminagOes, nada de satisfaces de
amor proprio, calem-se todas as paixdes mesqui-
nhas, todos os odios, todas as prctengoes desarra-
zoadas.
Haja confianga, magnaniraidade e esforgo, e o
Brasil mostrari que sabe aprender com os seas
proprios erros, e, como as nages cgllas e energi-
Boa vontade, animo e trabalbo, e veremos como
a' tempestade snecede rpido a bonanea. Ha na
esphera dos nossos interesses econmicos males de
longa data, e outros recentes, qae nao podem des-
apparecer de om momento para outro ; mas tam-
bem nineuem o exige e fra loucura empreheade-
lo. O possivel basta, e o possivel nao superior as
nossas torgas,
( Do Jornal do Commercio )
PERHMIBUCO,
REVISTA DIARIA
Todo quanto ha va escripto em jornaes da corte
com relagao i neticlas do theatro da guerra, publi-
camos hontem oeste Diario, abstendo-no; de fazer
echo com as variantes qae lago, circularam a res-
peito da taes noticias.
Mas, no enlamo, vimos hontem carta qne narra
liaverem os Paraguayos ao dia 14 do prximo pas-
sado, bombardeado enrgicamente de suas trin-
cheras o acampamento, occapado pelo exercito al-
iado, levando esta operagao o espaco decorrido das
11 1|2 horas d'araanha at o eseurecer, sem qae
todava colhessem vantagera alearan, nao obsta
- i o bombardeio ser feito por canboesde68^eSO^^tra-
cas, sabe tambem arrosur sobratjcelro e vencer sidos de Hamiy'.a'; tisto qtze lora oaa 9-,
i


alarle) 4c re
He* Tere* lelra *e Jnlhe de 1866.


convenientes preciares par, eviur-se o ticanffe
dos feas projectls.
As nossas vaneadas raesaio quasi nV soffre-
ram ; ah apenas inceodiarain-se algunias barra-
cas. 0 parque neo acbava-se nesse ponto, ficou in-
clume, sem embargo das bombas que arrebenta-
ram em grande copia em suas proximidades.
a esse bombardeamento correas nadsn a nossa
artilharia, mas achando-se a Manas a distancia
crescida, de sorte a nao poder-se alcaoear o ieimi-'
go, nao se continnou o fogo, que assim era em pa-
ra perda.
Em 5 i|S horas de fogo acetante, foram arro-
jados ao nosso acampamento pelos Paraguayos
3,000 projectls, flcaodo ao entre tanto fora do com-
bate por fenmeotos menas de cem homns, na
maior parte pertencentesa Brigada oriental, que na
a vaneada supportoa a maior torca do'bombardeio,
sendo e seo qnartel general o alvo dos tiros ini-
migos.
Era sessio de 27 de juoho, no supremo tri-
bunal de josllca. Coi decidida a revista, que o l-
ente coronel Joio de Sa' Albuquerque, interpuze-
ra do accordo da relaco desta provincia, na ques-
toAratangll cora o lente coronel Gaspar Ca-
valcanti de Albuquerque Uchoa, sendo a mesma
revista negada por 9 votos contra 3
No obstante o ioteresse com que o publico
tem lldo os presentes trabalbos do Sr. Pinto de
Campos, todava julgamos neeessario chamar a
continnagio da atteocao dos nossos ieitores para o
tratado da inqnisico que hoje comecaroos a publi-
car. Nos grato dteer, qo nesta logrea demons-
traco da verdade sobre um ponto to nal estada-
do da historia, o Sr. Pinto de Campee Wgvoo i ro-
var, sob dados seguros, que o sangue derramado
pela inqnisico nao maachoa as candidas vastes
da igrejs, embora se abusasse do sen nono na pra-
tica de taotos horrores, justamente condemnados
pelo bom seoso catbolieo.
O Sr. tenente^oronel Bernardo Jos da C-
mara, commemorando o trigsimo dia do sentido
passamento de seu tflho, o heroico Dr. Jos Pauli-
no da (jamara, manda boje celebrar as matrices
e conventos do Carmo e S. Francisco desta cidade,
missas em suffragio da atea d'aquelle Ilustre fi-
nado.
Para esta manifestado de piedade paternal, con-
vida o mesmo Sr. tenente-coronel Cmara a todos
os sacerdotes que quelram celebrar o incruento sa-
crificio n'aquelies templos.
O Gremw Jurdico proceden a eieicao dos
cargos judiciarios no correata mez, sendo o resul-
taiio o segrale:
Antonio Amere A. Mooieiro, juiz de direilo.
Cornelio Ferraira Franca.joit municipal.
Simplicio Coelbode R. e Silva e Joao Joaqulra
Fonceca d'Albaunerqn*, promotores.
Joao Pires da Fonceca Manoel Varella do Nas-
cimento, delegados.
Antonio R. de Sooza Martin?, auditor de guerra e
mariaba.
Antonio O. de Araojo Goes e Ao lalo Ri betas _|
Rosado, escritas*.
Deu-se no sa' bado ultimo a represeutacao do
drama de Octavio Keuillet O romance de um moco
pobre, cajo desempenho foi effectivamenteomelrior
possrvel, fazendd assini sobresahir seoslvelmeete
todas as bellezas que nelie derramm com roaos
prodigas o talento d*aq8elle brllhante escriptor
franeez.
O romance de m moco pobre o resumo d
vida de nm joven, qne se rico de dotes physicos
e moraes, luta no entretanto com a falta de raeios
de vida, patos desperdicios de seu* pas e pelas
depredacQes d'am ex-admlnlstrador dos bens qne
possuiam era pas longinquo. Idolatrando orna
irma mais raoc, que em nm collegio se ednea,
e com a loovavel aspfracao de obter-itie nm dote,
ocenita seos tltnlos e brazSes, e vai servir de mor-
domo d'uaa rica familia de mn 01 contrabandista,
que Vive na Bretanha, e conrm em sea seio os
mais extravagante caracteres.
Installado n'aqaella casa, o joven torna-se o dolo
da velba dona da mesma, captiva o eoracio de sua
filha, menina orgnlbosa e enea de superstle5es, e
com isto desperta os tolos d'uma velha prima da
familia* e as desconfianzas de nm pretencioso fl-
dalgo, visinho do castello, pretendido noivo d'aquel-
ia joven. No entretanto delxa-se elle apaixonar
em segredo por esta, al qne, por nm innocente
acaso, sendo presos a ndute em urna torre deserta
de um ontro castello, e aceosando-o entao ella de
traidor, confessa-lbe elle a saa paixio; e, para
provar saa Innocencia, se precipi a no despenha-
deiro horrivel qne circunda essa torre:
Nao obstante, voltando a casa, a menina anda
Iludida peras apparetreia; de qne o joven ama ontra
mulber, de quem trata em umacarieque diriga i
nm sea velho amigo : o assrra, como vindicta, de*
cide o sea casa meato com o pretencioso visinho,
casamento que so deixa de realisar-se por occor-
rer a morte do av6 Qjella, o velbo castellao e ou-
tr'ora contrabandista.
Passados os dias do recolbimento, reconbece o
tabellio da familia, faltar entre os papis qae
explicara a soccessao o de nuengro nm; e de sua
sobtraeco sendo acensado o joven pela velha p-
renla da familia, qae via-se Iludida em soas
previsoes de herauca, elle expellfdo do castello,
ao qae se sajeita com a maior resignaban.
A previdencia, porm, do contrabandista, qne
entregara ao seu tabellio nm ontro exemplar do
documento numero um, vm salvar a honra do jo-
veo, declarando-o ao mesmo tempo o nico pos-
suidor legitimo de toda a fortuna que possuia;
pois este contrabandista era o ex-administrador
dos bens do pal do joven, qae so, acreditara ha ver
morrido n um oaafragio. Ora, este entrando na
posse de seus bens, pode declarar seus ttulos e
brazdes, bem como aspirar e obter aflnal a mi da
menina castellaa, a' qaem amava com extremo em
segredo e por quem era igualmente correspondido,
nao etqnecendo-se no enlacio do futuro da irrcaa.
E' com tlTeito um drama mimoso nao s em seu
complexo, como em cada ,uma de soas persona-
gens, que a' nao serem bem comprebendidas, como
o foram, pelas artistas DD. Adelaid?, ClBlia, Leo-
poldina e Jesuioa, e pelos Srs. Pedro Joaqaim,
Paiva, Cont Recha, Pinto, Raymundo e Gutma-
res, leria sido sepultado.
O scenarfo, pintado em diversas partes expres-
samente para o drama, produzia o mais agradavel
effelto, demonstrando ao mesmo tempo a pericia e
o (rosto artstico do nosso scenographo o Sr. Dor-
nellas.
Commonicam-nos o seguinle :
c Acabara os Srs. Joao Loiz Ferreira & Narciso
de montar um vapor para fabrico de pao e bola-
cha no paleo da Santa Cruz, da froguezia da Boa-
Vista desta cidade.
c As despesas e as fadigas qae tiveram estes se-
nbores para realisaco de om melharamento to
importante tornamos dignos de todo o elogio e
nao se diga que s liberara a n vista o resaltado pe-
cuniario que d'ahi Iba podo provir ; por quanto
nessa aoqsieao levaran) em vista muito priocipal-
mente servir aos seus freguezes bem e com limaeza,
ama vea que nao pot una attingir tal intuito por
meio do trabalho manual.
Em viagem de Campia Grande para S. Lou-
renco, ao dia II do 01 rente, fallecen de ama que-
da que del do cavallo, um mendigo qus andava
por aquellas parageni, de aome Jos Francisco.
Consta que ara do Umoeiro, onda dalia ama fi-
lha menor de 7 annos.
Foi vistoriado o cadver, e raaoabecida a caaaa-
lidade da morte.
Hoje ao aaeio-dia se extrabira' a 19a parta da
lotera a beneficio das familias dos voluntarios da
patria (71-). sendo o maior aramio 6:006*000.
Repartiqao da roLicu :
Extracto as partes do dia a de jaiba de 1866.
Foram rectanos a asa a liliuiir s ca 7
andante :
A' ordem do sabdelegado do Recite, Benedicto
Francisco, pira cometi.
A' ordem do do &. Jos, Angelo Ferreira dos
Santos, por distoretes.
A' ordem do da Ctpanga, Manoel Joasjuim do
Sant'Anna, por batan.
O ebefe da 2* scelo,
1. O. dr Moswtro.
Passageiros do va w aacioaai Sarama, viodo
dos por tos do sal:
Arminto L. Luna. Toaqulra J. Monleiro, Erminio P.
M. Siqueira, D. Mara Magalhes, 2 pracas de poli-
ca e 1 criminoso,. 1 asrloaua Orre, latriao Leite
de S. Alves, Honorato i da L., Fraacuco E. de A.
Cavalcante, Jos A., Victorino de r. Magalhes, Joa-
quim Jos Fernandos, Jo& S. G. J., Juvino S. Fer-
reira e 44 pracas.
>
i*
>
o
i* i t*
_**
Masculino.
SI -
I
SIS
Feminino.
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f>
S

'
Masculino.
Feminino.
8

M
Masculino.
fl
remtmne.

i
Masculino.
3
I o
Feminino.
-I I
.Isl
Masculino.
a
s
s
FcMiitino.
a
TOTAL.

ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doentes existem 186, sendo 115
horneas n 7 mnthero*
Foram visitadas as enfermaras estes asas :
As 6 1|2, 6 1|3 C |2,6 l|t, 7 t4, 1(3, 7, pelo
Dr. Ramos. M 4 (XA
A's81|*,8 1|4, 8, 8 1|4, 8 1|2, peto Dr. Vil-
las-boas, por ausencia do Dr. Sarmaalav, .|
Falleceram :
Vicente, escravo, deslnteria.
Derolle Pierre Mathurise, dem.
Joao Patricio, idem.
Thereza Ti borla dos Santos, idem.
Rufina, escrava de lstalas
Felippe Santiago de Miranda, tobercnlo pulmonar,
waria Luciana, idem.
Caos dk dkteni;o.
Movimento da casa de detencao no dia 8 de
o d f 6.
ulhxsttettfpreos 391, sahiram 2, existem 389.
E
A saber V
Nacionaes 289, mulheres 14 estraageiros 36,
malheres 2, escravos 60, escravas 4, total 36i.
Alimentados a custa dos cofres pblicos til.
Movtmonio da enfermarla no dia 9 de julbo de
1866.
Teve baixa:
Antonio Jos Rodriguesdoros espasmodicas.
Teve alta :
Pedro, escravo, do Dr. Alcoforado.
Cemttbmo piui.ino.Obituario do da S
JCLHO DE 1866.
Jos Firmlno de Olivelra Regs, Pernambnco,
Irimonio, mister oao era escriptura
dessa ovaco profecticia, e oem
qaanio a mesma abraogesse a lega
o mais 360 oe valor da terca do
era necessario escriptura pola qualid
soas pactuaotes pal, filha e genro na
minada em ordenaeao liv. 3 tit. 59 e
nao alterada nesll parta peta carta de le
setembre de 1828, por ler esta smente
sobraovacies ssjpakaa a iBtinacdes,a para vali-
dada dasauaes Indispeasavel era a escriptura, e
nao asara o doto aoasllsaido peta tai a filha, ou
sobre ostros qumajisr eoatractos sobra Ues pas
soas ao aampra ftasram aa noasa legtslaco urna
excepcaaaa regia feral eaa contra rio, e aera pre-
cJaeta do iasinuacb peta legal interpratacJo do
gaoaino sentido da tei de 25 de fanetrode 1765,
dada pelo assento de 21 de julbo d 1797, visto ler
elle considerado e declarado sngeitas a iosinuacao
pelo qae diz raapeito ans dotes profecticios aqoeltas
somente que excedessem a legitima da dotada o
fj_ 360 no valor da terga do pai doador.
Portanto, e o mais dos autos, reformada como
~ reformam a sentenca appellada julgam ao autor
9 : earecedor da intentada accao e o condemnam as
; cusias,flcandi-lhe todava direito salvo para em saos
termos mostrar se adoacao por elle feita a sna filha
en nao excdeme a loguima qae entao tbe poda-
ra tocar e raais 360 no valor da terca delle doa-
dor para depols disso pedir ao apnellante o exces-
so que for encontrado. O qae nanea fizeram e neta
o podiam fazes.
Recite, 29 da maia 4a 138.Mac*^ Mootaico,
presidente.BelmenteLbaoioStVa Tavares -
Ramos Ponce.
Vistos exposlos e relatados estes autos de revis-
ta clvel entre-partes, recrrante Pranctseo Goncal-
vss da Rocha recorrido- Zefertoo da Caoba Bas-
; tos, Degara a pedida revista por ns baver nulllda-
I de manifesta nom iojustica notoria aos accordo* de
i qae se recorre. Regressem os sotos ao Jalao onde
i foram sentenciados, pagaspelo recrrante asentas.
Rio, 17 de tetembro de 1839.Fragoso presi-
dsnte Vetga Ciroe Medeiros CamposSabuco,
vencidoPetraQaetroi, veaeidoDr. Plgoelrdo
Freltas, vencido.
E mais se nao conttana era dfto docomento qae
me foi presente para delle extrahir a presente pu-
blica forma ao qoal me reporto, nesta vrtta Je
Agua Preta em mea esrtorio aos 30 de junho de
1866. Eserevi e aesignet em poblieo e raso segnin-
te do que OSO. Era testemunho da verdadeO ta-
bellio publico, Jos Norberto Casado Lima.
8
00
9-
es-
Elelei*
das petaaal que lesa de festejar a gWrissa iaiafeai
de Sant'Ansa, aa if raja do Maesa aaham dos
Prazeret aa ti sale dos fiarariacs, as ans de
18 a 1867.
Jcutes por eieicao.
Os lllms. Srs.:
Jos Francisco a* Salles Baviers .jrM .
Francisco Ferreira Maia.
Jaee por devocao.
Os l Iras. Srs.
Manoel da Caoba $aUaoh*.
Dr. Jorge Dornellas RibeirolPasaoa.
Juizas por elega.
As Exmaa. Srat.:
D. Soafaorinha Lsopondina do Reg Cazumb, espo-
sa do Illm. Sr. Emilio Americano do Reg Ca-
zumb.
D. Anoa Senhorinha de Albuquerque Ferreira.
Juizas por devoeaov
As Exmas. Sras. :
D; Auna Joaquina de Jasas, esposa do lllm. Sr. Car-
los Francisco Soares do Brilo.
D. Alexandfina Paula Gomes da Almeida.
Escnves per eleico.
Os iiims. Srs:
48 Jos Luz Goncahes Pena..
DE
annos, casado, S. Antonio; tubrculos palmaos- Joao Francisco da Silva Braga.
res.
Manoel Fraancco Perelra, Pernasnboeo, 30 annos,
casado, S. Antonio; phthysiea palmopar.
Sebastio, Pernambnco, 70 annos, Recife; conges-
lo cerebral.
Antonia Maria do Monte, Pernambuco, 49 annos,
vi uva, Santo Antonio; desinteria.
Joaqalna Marta da Conceico, Pernambuco, 77 au-
no.", viuva, S. Jos; bronchites.
Rosala Maria da Conceico, Pernambnco, 26 an-
nos, casada, S. Jos; pbthysica pulmonar.
Ermino, Pernambnco, 7 annos, Boa-Vista; dlar-
rba.
Isabel, Pernambnco, 7 annos, Boa-Vista ; febre ty-
pboide.
Joao, Pernambuco, 9 dias, S. Jos; espasmo.
Raymonda, Pernambnco, 38 annos, eserava, Santo
Antonio; febre typbolde.
-. 6
Joaquirii, Pernambuco, 9 mezes, S. Jas; denun-
cio.
Rosallna, Pernambuco, 4 metes, Boa-Vista; con-
vnlsoes.
Manoel, Pernambuco, 2 anaos, Boa-Vista; convul
sOet.
Ignez, Pernambuco. 5 annos, S. Jos; desinteria.
Rita, Pernambuco, 18 metes, Boa-Vista, cmaras
de sangue.
Derolle Pierre Matburll, Pariz, 50 anuos, soltelro,
Boa-Vista; desinteria.
Raphael Archangelo, Pernambuoo, 12 annos, Reci-
te; erysipela.
Francisca Gomes da Fonseca, Pernambuco, 88 an-
nos, casada, Boa-Vista; intente.
Deedato, frica, 40 annos, escravo, Boa-Vista; ana-
Urca.
Publicacoes a pedido
fiscriviet por devoeo.
Os Iras. Srs. :
Manoel Augasto Candido Pereira.
Alteros Leonel Angosto Ferreira.
Escrivas por eieicao.
As Exmas. Sras :
D. Leodora, esposa do Sr. Antonio Jos Res.
D. Rosa Candida de Lima.
Escrivas por devoeo.
As Exmas. Sras.:
D. Maria Joaquina de Olivelra Campos.
D. Idallna Joaquina doa Prateres.
Jutzes protectores e juizas protectoras.
Rvd. Sr. Baldoiao Jos da Silva.
Marcollno Jos da Silva.
Thom Mascarenhis da Silva.
Franklin Ildefonso da Canha.
As Exmas. Sras. :
D. Sopbia, esposa do Sr. Dr. Manoel da Pigaei"-
roa Parla.
D. Joaona Rosa do Jesns.
D. Olmdina Francisca de Ollveira.
D. Luiza da Silva Loureiro.
Eleico dos devotos.
Jos Antunes de Azevedo.
Lourenco Justiniano.
Lniz Antonio Pereira.
Passos Goimaries.
Procaradores.
Laodelino Teixeira Lima.
Manoel Caetano Barbosa.
Francisco Jacome Beterra.
Joao Jacome Bezerra.
Juiz bemfeitor.
jnnocencio Rodrigues de Miranda.
Procurador geral.
Rufino Paulino Silva S.
Est- assignada pelo regente da capellaFr. An-
tonio da Rainha dos Anjos, regente.
AO publico.
Por mais qne o hornera procure pautar o seu pro-
eedimento pelos tramites do justo e do honesto ;
reprimndo suis paixoes, fasendo por se clngir aos
preceitos das leis divinas e humanas, clrcumscre-
vendo se aos de veres sociaes; era por isso esta'
livre da lingua maldizente, do embuste e da entri-
pa. Uns pelo gesto satnico de gratuitamente man-
chare rn a reputarlo alheia, in ver tem os (actos a sea
geito, comtanto qae consigam seas Uns.
Outros por saa leviaadade e incuria nao investi-
gan! a verdade, aeeitam Indo quanto oavem, e eis
outros tantos apostlos da mentira e da calumnia.
Os primeiros despreso a dos segundos compado-
co-rae.
Em 1836 propoz-me o moa cunhado e sogro o
fallecido francisco Goncalves da Rocha ama ques-
lo eivel, pedindo-me doze escravos que a quatro
annos tinhs dado em dote a minba sobrinba, rai-
nha molber e sua fiiba I
Correnda o pleito seas termos oblive sen tenca a
mea favor aos tiibonaes de seganda instancia.
Coanuei os mansa e legitima posse desses es-
cravos. Passados viole e dous anaos, quando nem
mais dessa occarrencia me lembrava, son incom-
modado pelos herdeiros de mea dito sogro exigio-
do no jsiso de orphos dessa cidade do Reclfe a
cotacn de ditos escravos so inventario de raen di-
to sogro e sogra 1 Encarreguei ao Exm. Sr. oonse-
Iheiro Dr. Lourenco Trigo de Loureiro que advo-
gasse por mim a cansa.
Provado o meo direito avisou-me o mesmo Eira.
Sr. quti so tinha obtido sentenca lmeu favor (e
era impossivet o contrario.) Mandei tirar copia des-
sa senterfea, passada em julgado, para minha salva-
guarda, e nunca (o possivel obte-Ia do $r. escri-
vao do orphos Floranoo Correa deBrito I I eorao
ja* na poblieo nos Dwrai n. 27 de 3 da taveroiro
e n. tSO do 25 de maio prximo passado.
Penoet qoe mais sosa vss os saene pesslgoidoros
rkassem deseof aoades para ssmpre, e qae desta
especie mais sa nao oooopassem, enganei-ms I B
eis que de novo ohega a meu conhecimento que t
aada por ahi apragoandoqoe oa ejeravos em
questio sao to meas, s teabo o use fructo. e qne
davO entrar com elle*, seas dias de servico e sua
ptoducco, depols da morte dos doadores, para una
s,ob-partitba nsais ao sei o qoe 1
Nanea possai o noto powuo objecto algam qp%
me nao perteoca por Justa Ututo-Marea de Deas ;
entretanto tenho sido e estoa sendo atormentado
por aqnthn qoe ja' por tres vetos os tribanaes do
Patllhas vermlfaga de Kemp.
Criancas atormentadas por vermes podem
ser alliviatlas com ama so dse de paslilhas
vermfugas de Kemp, que sao incitantes me
apparencia, e deliciosas demais no seu gos-
to para serem regeitadas. Estas pastilhas
s3o muito procuradas por quatro motivos:
nao contm mineraes; nao precisara depois
de purgante; effectuam o que se dc^eja sem
causar dr; as criancas estao promptas a
tomar maior dse do que a marcada na re-
ceita. Nenhuma rni que j anteabais expe-
rimentado urna vez quer nutro vermfugo
na sua casa.
A' venda por todoa os primeiros droguis-
tas no imperio, e era Pernambuco por Gaors
4 Barbosa e J. da Brava & C.
duzia' 95Q00
um 1)1000
urna 240
arroba 240
molho 800
libra Uooo
par 800
pura nutrir o corpo. Daht procedem as Cassueiras de Jacaranda.
obstroDes, aagreiras, bydropcsias eti-icas. Ehdrameis ... .
Estad ta os caminhos ordinarios, com que Ealeipas de carnauba. .
atbatadosfitzem sua carreira, e enfermida- Ossos.
* UBdeScasta, quando se produzem em um Palha de carnauba .
forte btibariar, rara vez adositaat^ura. Jltmi de ema .
AlyiaTaUniinam sua sadt ntoado ng>
to, ainda qoe rara vez (pelo costujfre) sensi-
bebedem, poeto que nao produu UTeitoato
violentos. Dio sao menos peroscioaos.
Quando os vasos se conservara anTJStsstte-
mente cheiog e dilatados nao se ponm fuer
bem as digeatoes, nem prapgwno devidn-
mente os humores. Por isso a maior parte
destas pessoas padecem, gota, pedras, retas,
cbagas as percas, abatimento de espirito,
desordnns hypocoodriacas eootros 85'mpto-
raas de indigstalo.
A bebedice n5o s destruidora da sa-' H.,to c'onai Gracusa, entrado do Aracaty,
dft rilas das fanilrlarlp<* da alma a mstnmp ; S0.5i,Ba,lo a "fwolomeu Lourengo, roanifestou
1 l k f Iacui?aaei.aa aima' cosiume 300 ^^1^ de gaI^ ao ConsgMurio : 1.000
de embebedar-se faz idiota OS genios. moihos de palha do carnauba, a Lino de Paras
Assim, pois, aos chefes das familias con- "
vm salvar aos seus fmulos, que arraigados
ao vicio da embriaguez nao os podem livrar
pelos meios suassorios, applicando-lbes o re
medio, que faz inteiramente enjoar as bebi-
das que se vende: na botica ou laborato-
rio pharmaceuco, na ra Dimita n. 88; de
Jos da Rocba Paranhoe.
Sapatos de couro branco.
Era ut supra.
ApprovoAlfandegade Pernambnco, 7 de julbo
11866.--------A-Enlalio.
fAssignados):
O !. confrente, Joaqutm Aurelto Wanertey.
9 i.' conferente, Cortos A. Uns de Siquetra.
Conforme.O 4.a tsnalgsnra-io, Joao ie Pe-
reira Rocha.
. I an por tac: 10.
Brigne nacional Otado entrado de Montevideo,
consignado a Baltar 4 Olivelra, raaufestou 3.163
quinues do earne secca, 80 couros vaeuns seceos
aos mesmos.
COMMERCIO
\ovo nxmeo lrPrrnaM-
lavafn
O Novo Banco descont letras a 10 por cont
ao anno
Caita llial 4a hataca do Brasil em per-
nambuco 23 4e jnaho de 1866
A cana descoota os saques do sen aceite pela
uiaa de 8 0/0 ao anno, e saca sobre a caixa filial
aa Babia.
NovoBaioo de Pernambnco.
O novo anco paga o 46 dividendo ne
raz5o de 6*P50 por accao-
Nt banco ele rerntambneo
O novo banco descanta letras do comroercio
igO|0 ao anno, e as do tnesooro nacienal e do
banco do Brasil sobre a salta filial a 8 0(0
ALFANDEGA.
nondimeuo do din 1 a 7 -------. 171:3414274
dem do dia9............... 28:596
196:941*087
MOV1MENJO DA ALPATDEGA
Volamos entrados com rateadas... 125
t c eom gneros.... 277
yol u mes sabidos ecm fa.zendas... 20%
com gneros.... i,0R6
402
1,260
Desearregtm hoje 10 de jorbo.
Barca franceaManrieeenmereadorias.
Escuna ingleta.stand Queenmercadoriu.
Vapor ingleSttiain-idem.
Eseana hanovertanaCalkartna diversos
ros de estiva.
Barca portuguexaGratuitopodras.
Brigue nacionalAurelio.nocharque.
Brigne nacinalBeluario dem.
Patacho nacionalCardiaidem.
Hiate portoguet Serra I-\em.
Brigue portoguetLuzanoidem.
ALFAS'DEGA DE PERNAMBUCO.
SATA DOS PBBCOS DOS GNEROS SJaiTOS k DIRBUOS
Da BXPORTAX. SEMANA DI 9 A 11 DO MEZ DK
JULBO 1866.
Mercadorias. unidades. Valores.
Abanos......... eento
Agurdente de cana .... caada
dem restitada on do reino
dem cauca ....... >
dem genebra...... >
dem alcool ou espirito de agua-
ardentc.......
Algodo em caroco .... arroba
dem em rama ou em laa
Arroz com casca .....
dem descascado ou pilado
Assucar masca va do ....
dem branco........
dem refinado.......
Azeite de amendoim ou mendo-
bim ........ caada
dem de coco...... >
dem de mamona .... >
Batatas alimenticias .... arroba
Bolacha o diara, propria para
embarque....... *
dem fina.........
Caf bom .......
dem escolha ou reslolho.
dem torrado...... libra
Caibros........ um
Cal.......... arroba
dem branca .... >
Carne secca (xarque) ... >
Carneiros ....... um
Carvao vegetal ..... arroba
cento
libra
nm
libra
i
>
nm
Francisco i. Machadc.lUorino F. Gomes, D. Ele- meo, paix disseram-qoe era mea 1
vina da Bocha L. Wainlerley, Fernando 0. e Maria ; Com bastante pesar tenbo oceupad
H. M., Jos J. da C. Leaan, saa 'saneara, ourna fi-
iba, capito Manoel A. d Costa, Jos g. do Reg,
Alexandre- J. Ritooiro. ion Bpiphanio da ilmelda,
D. Joaaaa Jonoarm, IsaMson M. B. Jnior, Anto-
nio Sobral, Joao A. drf Meneos, Manoel Jos Ber-
nardo, Luis Tetro, 1 iilhe e 1 filaa, JosF. Gomes
Fialbo, Elias J. de Almeida, Manoel J. de A., a ro-
erntas, Sorg Aadrea Magons, Antonio dos S. Oll-
veira, 1 escravo sea regar. A atonto 1. de Cam-
ino, Luis an Pranejt, Maria do O, Ama-
lia A. de Leal, Joilo Cmi- Leal, Joo da & Ferrei-
ra, Jos P. do iloroaaj Prntal, toa tenbora e urna
escrava, t offieiai do j*cs, Jos f. C. da Pai, Sin-
o o rospaiu-
vet pabtoso .estn ecoopsodo-o coma exposlcao
de um facto em que se devia ter passado urna es-
ponja para delta nao asistir a menor lembranca ;
mas v se que son toreado a isto. Pois bom, oes
caneemos interessados moas desafectos, alo se
afadigoem, leum os documentos seguintes, qne
mando publicar para sea desengao e sclencla dos
incaotos.
Engsnao Algrele em Agua Preta, 30 de juobo
de 1B66. *
Zefirino da Cunha Bastos."
ACCORDOS.
Accordo em relaco etc.Que reformam a sen-
cletieo A. dos anatas Mara' i. Prateres, Jool)oai-. unca recorrida, porquanto mostrando-se pelos ao-
metly, Pedro G. a akil>, Isidoro Q de Mello Luz tos que o appellado dra em dot a saa filha Eai-
C. Duarta, Olvntpst [. to Un, Olympio Manoel i lia Jastianoa qoe fOra casada com o appellante os
de Jess, Maria G. da Cooceicao, Jos Francisco de' escravos de que se trata, como em adiantamento
8., Manoel Jos Piren, Msnoel da Costa Moreira, de saa legitima, e para sustentar os ouus do ma-
Remedio raatriv a emariagaez
A savjde depende do estado dos solidos, e
dos fluidos, qoe os conserva idneos para a
mais perfeila execao3o das fnnecoes vitaes; e
emquanto estas se fazem com regtffaridade
nos adiamos saos e robustos; porm de qual-
qner maneira que ae perturbem, inivtavei
0 alterar-se a sattde, e a iattperaoea minea
deixa de desordenar toda a economa animal,
impedindo a digstio, relaxando os ervos,
fazendo irregulares as secrecSes, viciando
OS hamores e proiazindo infinitas enfcrmi
ondes.
0 maifi alto grao da prudencia humana
consista ai regrar os nossos appetkes e
paixftes, de maoerraqtie seaviteai os ex-
tremos.
Com quanta celeridade arrama a menor
constituiSo o abaao dos lioeres, que embe-
bedam t Pelo que vesnaa oem tanta frerjuen-
cia o devotadOff a embrtaguef cor regados de
males, correndo com passos largos para a
sepultura, e por isto eogataum proverbio,
que todoa o ebrios moffef^bydrpkoe.
Todo que embebeda pvJearnatrei en
atado de excitar febre, para dfesembarfprr-s
da pessoaba que tragara; e, quando se repe-
te qaast
prever-se as consequencias, qae reeuHsm
delle. As febrey c?a bebedtee nem sempre
termioam eaum dia, acabam ardioariamen-
te n'uma inflamauoio do peilo, do igado, oa
do baeo e predazena fasaat effastoe*
A bebedice de espeflsaa alcoolicas quando
se usam com excesso(debilita a entrabsa,
impede-a digeste, destroe a Hrf?a doenar*
vos, e eausa nfrmWades paralytcas, econ*
vulgivas. Do mesmo modo esquenta e in-
flamma o sangae, deslroe sua qualidade bal-
smica, e o torna intil para a circalacSo e
Cavernas de sicupira urna
Cera de carnauba em bruto. libra
S" im idem em velas ...
a .......^
Charutos .......cento
Cevados (porcos).....nm
Cocos (seceos).....
Colla........
Couros de boi, salgadosj. .
dem idem seceos espichados .
Idem idem verdes ....
dem idem cabra cortidos .
dem idem de onca ....
Doces seceos......
dem em golea ou massa .
dem em calda .....
Espanadores grandes .
dem pequeos......
Esteiras pira torro de estivas
de navio. ....... eento
Estopa nacional .....
Farinha de de mandioca .
dem de ararnta ....
Feijao de qualquer o^idlidade .
Frechaes .......
Fumo em tolha, bom .
dem ordinario ou restolno
dem em rolo bom.....
dem ordiruirio ourestomo. .
Gallrnhaa .......
Gomma........
Ipecacuanha (rale).....
Lenha em achas .....
Toros.........
, Lianas e esteioe......
Mel ou melaco......
MilBo.........
Papagaios .......
fto-firaaU.......
dem de jangada......
Pe*m de amolar ....
dem de filtrar .....
dem de reboto .....
Piassiiva........
Pont, ou chifres de voceas on
nwilnas.......
Praacnoes de anarello de doas
coslallM
21300
900
800
360
880
900
34300
14*000
15500
2*600
1*720
3*000
4*000
2*500
1*800
l*i00
1*500
3*000
7*000
7*000
6*300
440
360
400
3*800
4*000
1*600
3*500
320
500
2*000
3*000
15*000
4*000
660
160
260
100
380
10*000
1*000
360
520
4*000
2*000
& C.
ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBUCO
GE
Rendlmento do dia
dem do dia 9 ...
Ia7
10:476*773
1:609*302
12:086*075
MOYIMENTO DO POETO
Navios entrados no dia 9.
Hambnrgo60 das, escuna hano veri ana Cal liar
na. de 99 toneladas, capito C. M. Albers, equi
pagem 5, carga varios gneros; a Manoel Joa-
quim Ramo? e Sirva & Genros.
Ass13 das, hiate nacional Gracioso, de 86 to-
neladas, capito Manoel Caetano da Costa, equi-
psgem, 5 carga sal, o palha; a Bartolomeu Loa-
renco.
Navtoe sahtdos no mesmo dia.
New-YorkBarca ingfeta Nttiherton, capito Sa-
muel Morrisb, carga assucar a couros.
Aracatv Hiate brasileiro Dous Amigos, capito
Francisco Eustaquio Rodrgaos, carga dilferentes
gneros.
8H
EDITAES
16*000
arroba 2*000
alqueire 2*500
4*000
2*800
5*000
15*000
8*000
10*000
8*000
1*000
2*800
25*000
9*500
12*000
6*000
190
1*800
3*000
6*000
5*000
900
800
1*000
1M
3*800
arroba
c
nm
arroba


v
urna
arroba
i *
cent)

ata
asnada
arroba
nm
quintal
mn
urna
<
molho
eento
Domingos Alfonso Nety Ferreira, eommendador
da imperial ordem da Rosa, e da de Crhisto, co
ronel cemmandante superior interino da guarda
nacional desta capital e presidente do conselho
de revista da mesma guarda por S. M. o Impe
rader, etc.
Faeo saber qne, na terceira dominga (15 do cor-
rente) se reunir' o conseibo de revista da guarda
nacional, como- determina a segunda parte do art
25 do decreto 1120 do 12 de mareado 1853-na
asta das sessdes da cmara municipal, a's 11
horas da manha.na eooformidade do art 44 das
astruches u. 722 do 25 de ootobro de 1850, aflm
de lomar conhecimento dos recursos, que versa-
rem sobre -os casos indicados no an. 33 e qne
forera inlerpostos peia maneira determinada no
art. 38 das ditas instrucefes.
E para constar a quem convier, msndei publicar
pela hnprensa.
Quarlel do commando superior do municipio do
Recifa, ,7 de jolho de 1866.
________ Domingos Alfonso Nery Ferreira.
4* seccao.Secretaria do governo de Pernambu-
oo, 14 de janbo de 1866.
ED1TAL.
Pela sesiataria do governo de Pernambnco se
fas publico a quem interessar possa, qoe tendo o
Exm. Sr. presidente da provincia de dar execugao
a lei o. 667 de 23 de abril do corrente anno, abal-
lo publicada, se convida i todas as pessoas que
queiram contratar os ramaes de trilbos urbanos, de
Jue trata a referida lei apresenlem ao mesmo Exm.
r. at o ultimo de jaiho prximo vindooro as suas
'gropostas, afim de serem examinadas e preferirse
aquella que melbores vantagens offerecer.
O secretario,
Dr. Francisco de Paula Salles.
LEI N. 667.
O Dr. Manoel Clementino Carneiro da Cunha,
vce-presidente da provincia de Pernambuco.
Fago saber a todos os seus habitantes que a as-
sembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
cionei a resotuco segrale :
Art. 1. O presidente da provincia contratar com
os empreiteiros dos trilbos urbanos, ou com quem
melhores vantagens offerecer, um ramal dos mes-
mos trilbos, que, parando desta capital vi terminar
aa cidade de Olinda, passando pelas estradas de
Joao de Barros e Belm, de cuja encrusilhada deve
partir outro ramal para a povoaco Beberibe.
Art. 2. 0 contrato ser redigido ae modo Mear
o contratante obrigado a concluir a obra dentro de
10 mezes, coudos da assignatura do mesmo con-
trato, sob pena de pagar a multa de 5:000*, e de
ver acabar a obra a sua cesta.
Io O prazo para o ramal defBeberibe ser con-
tado da conclusio da estrada pela lei n. 626 de 16
de maio de 1865, Scando o contratante responsa-
vel pela conservacao de dita estrada.
Art. 3. O presidente da provincia poder auxi-
liar por urna s vet ao contratante, com urna sob-
venco kilomtrica nunca superior a Vs do capital
empregado.
Art. 4. Ficar o mesmo contratante sujeito s
condicoes segnintes :
i 1* Submetter o ornamento da obra approva-
cio do governo.
2* Estabelecer pelo menos quatro viagens dia-
rtas, sendo doas de ida e doas de volta.
3 Nao poder exigir de cada passageiro mais
de 400 rs. por vi agen) em wagons de primeira ctas-
se ; 300 rs. nos de segunda; e de 200 rs. nos de
terceira.
*.* A baixar estes preces a proporco que aug-
mentar a concorrencia, de modo a combinarem-se
os interesses da empreza com os dos passageiros.
5' Estabelecer trens de carga logo que as con
veniencias publicas as reclamaren), nao rodendo
em ca-o algum exigir pelo transporte dos vulumes
mais do qoe se exige na va forrea do Recite ao S.
Francisca
Art. 5 O contratante Rosar dos mesmos previ-
legios, concedidos a compauhia dos trilhos urbanos
do Recite Apipucos, mas por prato nunca supe-
rior a 30 annos, ando os qoaes flear a empreza,
em estado de funccioaar regularmente, pertencen-
do a provincia.
Art. 6. Ao governo Oca reservado o direito de
flsealisar a coBstruccio, constvago e" servTco da
empreza, assim cerno o de regular as respectivas
tarifas de transportes e as vantagens que deve ter
direito provincia.
Art. 7. Ficam revogadas as disposiedes em con-
trario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem
o conhecimento e execocao da presente resofocSo
pertencer, qne a cumpram e facam cumprir to
lateiramente como nella se contm.
O secretario do governo desta provincia a faca
imprimir publicar o correr.
Palacio de governo de Pernambuco, 23 Ae abril
de 1866, 18" da independencia e do Imperto.
L.S.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Sellada e pnbUcaaa a presente resoluco nesta
secretaria do governo 4o Pernambuco, 23 de abril
de 186a.
O secretario Dr. Francisco de Paula Saltes,
Registrada a fl. do Kvro 7.a do leis- provinciaes,
secretarte do governo aa Poruambuco, 23 de abril
de 1866.
O esortptorario da 4.* soecao. fkeodoro Jos
Tavares.
i
'Tj.djias.rf;
Bem de louro
um
libra
20*000
10*000
a parrtma. .
todoa oa das ate venenes. ^mS^^S! '
1 uem em vetas .<
Sota empraquetjt
Taboas de amarello
di versas .
Tapiocas......... arroba
Tslajuba........ quinta
aves......... ama
Cobas de boi A eento
vnasoaras do do piassava >
Ditas do timb......
Ditas da carnauba.....
Vinagre......... caada
Alfandega de Pernamuco, 7 de julbe de 1866.
laniTAtanaaNTO.
Cera de carnauba arroba 6J400
'. loopector da thesooraria pro va-
oial, em umpriseeDlo daoram do Eira. Sr. pre-
sidente da provincia de 28 do crreme, manda fs-
VS S ter pajriscuqoa ao da 30 do agosta prximo vin-
M*> idoare' feita junta da faseoda da mesma um-
?, souraria, se ha de arrematar a quem por meaos
v flzer, abra do 9.* laaca da estrada de Escads,
na importancia de 46-906*000.
A arrematscao ser feita na forma da tei pro-
vincial a. 343 de 1* do maio de 1854, e sob as
claasolot especiaos abati declaradas.
As pessoas qne se propnterem a essa arremata-
cao comparecaro na sata das sesedea da msssaa
junta, no dia cima indicado, pelo mato dia o
competentemente habetitadas.
E para constar se mandn publicar pelo jornal.
Secretara da Uresourarle provincial de Pernam-
buoo, 29 de maio de 1860.
O oanta! da secretoria
MigueJ Affoago Ferreira.
Clausulas spaataos.
As obras do 9. lanco da estrada da Esoada sa-
rao execotadas de eooformidade com a planta e
140*000
83*000
3*000
2*000-
6*000
380
10*000
8*000
6*400
800
e^^DTj d* M II
O arrematanu dever cumprir restrjctanwfcleas
instruccoe do engenhelro fiscal on-oar t as cae-
dicedes do orcamento e contrato,
lll
O arrematante dar coaeeo ao obras ae anea
de 15 das, a as concluir no de 14 atetes, ambos
contados da data do contrate.
IV
Os pagamentos serio Mos es tres prestaedse
igoaes, correspondentes ao valor da obra feita,
menos o satpedramanto que ser esa urna s prss-
taco, asando leer a entrega provisoria.
De cada prestaco sera' dednzido o qne deter-
mina o art 83 do regnlamemo de djenosla
1864.
vr
O recebimsnto definitivo de todo o raneo, aerea
sera' 18 metes depols da entrega provisoria.
VII
Para todo mais que nao estiver aqni especiBea-
do ao contrato, segulr-se-ha o que prescreve a re-
ferido regulamento das obras publicas.
Conforme.Miguel Afonco Ferreira.
DECtmCOES

O lllm. Sr. inspector da thesoarara do razenda
d'esta provincia, os viriude da ordem d tlsssro
a. 112 de 15 dejueno ultimo, mande fater publico
qne tem mareado o da 15 de outubso d'astraaeto
para o concurso qne Km de abrir a'esta Inmola-
ra, para o preeachimento dos lagarto vafos- de 1*
e 2 conferentes e offieiai de descarga da aUaadaga
do Rio-Grande do Norte.
Versaras esexamos.
Para offieiai de descarga sobre as materias de
que trata o 1 do art 1* do decreto a.3M4 v*sT
de junbo de 1863 a saber : leitnra, anlvse-sjnaa-
matical, orthogrspaia, arttbmstica e sea appBra
goes ao> commercio, com espeeialidade a* ssttsnstae
das modas, peso e medidas; clculos da dcsnasas,
juros simples o eompostos, theorla d cambios a
suas applicacSes.
Para 2* conferente sobre as mesmas materias
exigidas para offlclal de desearga e mais as MfSe-
tes: theoria de escripturacao mereaor par parti-
das simples e dobradas e suas applieacees ao cmss-
merclo, tradnecao correcta das lnguas (aftf2ee
francesa on pelo meaos da ultima, principie ge-
raes de geographia e historia do Brasil, atgeata as
as eqtracoes do segundo grao, estaetlea eaatsneveial
e pratca do servico da reparticSo eat qoe esriver
o candidato, se por ventara ja' ter tsaaisgsdty e
n'esie caso sera dispensado^d entese esmatases'
das materias cima meaetonadas ase ejtt' mniaiaf
ter sido approvado.
E para 1 conferente sobre as mesmas materias
(dadas as mesmas exeepcest e am as segaisttas
sereometria, areometrla, e prauca Cea metbod**
oso dos instrumentos moderaos s> artjueatao aa
navios.
Os candidatos, qns alo forem empreados paMt-
cos, devem apresentar docomonR qtw arswna :
Fdade completa do 18 senos, lseo$*0 de cato* a
pena, e bom eomportamenlo. Os candidatos partas,
ao lagar de 1 conferente, qoe s o podem ser esn~
pregados pblicos, devem mostrar ter tMb palo se-
nos 3 annos do exercicio de confereete em
alfandega.
Secretarla ds thesooraria de arenda de
buco, 6 de julbo de 1866.
servindo de offletal meter
Manos* Jas Plato
Santa Gasa da Misericordia
do Reeife,
A lllm.' junta administrativa da Santa Cas* da
Misericordia do Recito manda tazer publico ano
no da 12 de julbo pelas 4 horas da tarde oa-sata
de suas sessdes tem de Ir praca a renda das te-
sas abaixo mencionadas por tempo de esa a iras
annos.
Os pretendemos develo comparecer aeompaeba-
dos de seus fiadores ou munidos de cartas destea.
Eelabelecimeata 4e caridad*.
Roa Direlta. .
N. 8 sobrado de 2 andares .... 1:167*000
Rus do Padre Florlano.
N. 49 casa terrea...... 181*000
N. 57 casa terrea....... 58*00
Rna do Fagundes.
N. 32 casa terrea......
Travesta de S. Jos.
N. 13 casa terrea.......153*000
N. 14 5 casa terrea......1610000-
Rua das Calcadas.
N. 36 casa terrea.......176*000
N. 38 casa terrea.......J57*s
flua da Viracao.
N. 7 casa terrea.......204*000
N. 27 idem.......- 180*00
Ra larga do Rosario. _______
N. 24 segundo andar......9aaaJ
Ra do Calabonoe.
N. 18 casa terrea......188*00
Ra da Moeda.
N. sobrado de 3 andares.....480*600
Beoco do Quiabo.
N. 8 idem, casa terrea.....144*60
Rna da Gloria.
N. 55 idem, casa terrea. 144*00
Roa do Encantamento.
N. 3 idem, sobrado......466*06
Ra do Apollo.
N. 24 sobrado de 2 andares. 1:468*66
Ra de S. Bom Jess das Crioulas.
N. 8 casa terrea.......131*66
Patrimonio de orphos.
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 56.......300*000
Ra do Yigarto.
O 1." andar do sobrado n. 27 188*00
S. Goncalo.
Casa terrea n. 22...... 188*60
Ra dos Burgos.
Casa torrea n. 19........ 161*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n......900*00
Seaaala Velba.
Casa terrea n. 18.......288*060
Ra da Guia.
Idemn. 29. ......141*80
Roa do Pilar.
Casa terrea n. 105.......168*00
dem n, 103 idem.......20fJ000
dem n. 99 idem........255*06
dem n. 94 idem.......260flj0
dem n. a no Foroo da Gal..... 150*088
Secretaria da Santa Casa da Misericordia de
Recito 6 de julbo de 1856.
O escrivao interino,
_________ Pedro Rodrigues de Sonsa.
^aota Casa da Hisericerdia i~
Recife.
A lllm4 junta administrativa da Santa Casa sfe
Misericordia do Recife manda tazer pubtsa jas
no dia 12 do corrate, pelas 4 horas da lardo; ste
sola do-snasssssoes, tem do ir a' praca para setene
arrematados 309 palmos de terreno no safan Aos
Arrombados pertencentes a esta Santa Case por
oecasio de dominio uUl e directo feiio por llaaaat
Jos Lopes Braga e sna mulber.
Santa Casa da Misericordia do Recito 7 da ja-
lao de 1866.
O escrivao interino.
Podro RoorigaesdeSeaea-
CompaDhia de cavallaria de feraajai-
bn*.
Precisa-se contratar para fornecimente en ea-
valhada da mesma compaflbia ao 2* semestre da>
corrente anuo o segointe :
Caplm de planta em arrobas.
MHho em alqaeires.
Parello em libras.
Mel em garrafas.
todos estes gneros de primeira qualidade.
Os propoaeetes apreseatarao as seas preatiitae
oa secretarW da mesmacoasaaetia ao asaltle
corrente ao mole da.
Qnartel no campo dss Princesas 9 do Jatee 6a
Manoel Joaquina Machado,
Teneate cosamaadaate.
Pela raspeceo da alfandega se fazpoeeee>
fus Aserta, da mesma, ao dia 10 do cornele,a t
hora da larde, se bao do arrematar, IIvre do di-
reilo?, 7 saceos contendo 1,120 libras do
de eigodao, viadas do Liverpool no vapor
Olioda* em 23 de abril ultimo, os qi
abaadeaados aos respectivos direitos por
Browers & C E para constar passou-se o
leodtui. ^.
4* seccs da alfandega de Pernambnco 8 aVat-
ibo de 1866.-0 4 easripturario,
Jos Feliciano de. Noronba Ferta*-


'
%

V.'
1
1
Uafll


Piarlo 4* Perifcmt ^.ftrfi I4mfa% fe^lllm* > I*6.



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guerra
Jo cor-
lrseanl de guerr*
O canselho do <'onaras do arenal de
m virtud* ib ordeO O presidencia 4 3
aeata grecas;, comprar ajseguuue :
31 arreiai, de poltoiSsjfossa do bot aualidade,
oa 44o kaooraaia* 68Mram. -
A pastee* que qiMMtrem vender ditos artigo*
aareseStem aaas propostas a as competentes amos-
trac aa sala 4o constllio, s 11 boras da inaoha
*> Ha IWaffrWi. u
sala do ecnMIhe 8o compras do arsenal de guer-
ra de jumo 4e 1816.
) eticarregado da e*or ipurayiio
lianoei j
viamente franqueadas. As que nao o forera rosta
merc faca inserdver no art. 10 ai havar do Brasil,
h af qa*p forep no art, 9 do aver de Franca,
detendo O) por fallas o .amele P. D e secretcenlar
coijto- eraaada, ya relac4o depois-da palavrej*-Aas-
trafkVm-fdia8 Hollandms.
Qaanto as seguras observe-ce o isposto aoa
arts. 7, 8, 9, roe f do regulamento convenctona-
do entre o correio do Brasil e a da Franca para a
execucao da convencao postar de 7 de julho de
1860.
Deas guarde a rossa merc.Lulz Pillo do
I Olivara, Sr. administrador do crrelo a Persaa-
j buco.
1 Est conforme,
Tictntt Ferrara da Porctuncula
A ff1 W meto.-****.
peritos I O administrador do coasolado provincial pa-
laraen- ra conbecimentr e observancia da lei n. TOS de 5
1ro de do correte, manda publicar a portara do Sr. ins-
pector da tbesouraha de 20 do correte qie eobrla
o otBcio do Exm. Sr. vice-presidente da provincia
de 18 tambe desle mez, traasmitiiado a coala da
citada lei relativamente ao assaear, algodie, oa-
ros salgad oo seceos e quaesqoer gneros impor-
tados d* outras provincias para esta.
, Mesa do consulado provincial 23 de junbo de
11866.Antonio Carneiro fachado Rio, admi-
nistrador.
Copla.Remettfdo aa Sr. administrador do cea-
salado provincial para sao conheclmealo.Tbe-
souraria provincial de Pernambuco 20 de moho de
1866.Silva.
Copia.3 seeco.Palado do covereo de Per-
aamnoco era 18 da faeno de i868.-nim. Sr.
Transmuto a V. S. para sea ceBheeimeot a laclu-
sa copia da lei n. 705 de 4 do correte, relativa-
mente ao assaear, algodo, coaros salgados oo
seceos e quaesquer geaaros importado da outras
provincias para eita.
Ueos guarde a V. S.Manoel Cletsenafeo Car-
nero da Guana.Sr. inspector da tbaaaaraflla pro-
vincial.
Conforme.O primeiro escriptarario servindo
! de secretario Maroomiro Paaeraeio Peralra dos
Santos. 'ijtil il.LK -r!
COPIA.LEI N. 70.
O Dr. Manoel Clementiao Caraeiro da Canha,
da provincia de Pe rna ro baca. Faso
. saber a todos os seos Habitantes que a ms embrea
Iat|ieeoiii> o arsenal
uirlBha.
Fas-se pnblico que a commissao
aaaoiindo, na forma asarrawa aa
U> aateu ao decreto n. 1,324 da de fe
8S\ o cajeo, machio;., caldeiras, appareo, mas-
traaeio, veame, amarras e ncoras 4o vapor.
Parahvba da companhia peroarabucana de na-
vuotcao oasttira, achoo todos esses objeetos em
oslado da podar o vapor aavanar. '
laspeccao do arsenal de marmtu da Pcroamba-
o, 7 4e jnttrt de 1866. m
O inspector,
H. A. Bt+m+* AkHif/k.
Deordem do lilin. Sr. inspector daafcesoura-
y,-f- (azoada dasta provincia as faz puailco nue
& adiada para o da 11 do correte mol a arre-
lelo dos 146 saceos de farioha em mo es-
tada
SecreUria 4a tbesourarie 4a fazeoda de Peroam-
anea da julho d* 1866. Servindo de ottkial-
naalorManoel losffiinto._______
Pela suodelegacia dafreguezia de S. Fre Pe-
dro Gonealve se faz publico que acba se recolhi-
db a casa de detencSo o preto Maximino, que diz
ser aserave *i. Seooeriuri de-tal, quena se jul-
gar eon ditailo ao raesmo, compateca nasta sib-
Ostegacia manido de seus ltalos, que provando Ibe
ara estrene.
Soadelegacla do Reeife, 1 de julho de M66.
O sobdalefado
._________Luii Antonio Gongalves Peona
O arreontaate dosnbsilo de tj>500 por ca- vice-president
beca de gado Hoeom do mnniclaio do Reeife, ven- flber .tdos os sena haftitaates qn
da a eabnci das fregoezias do Poo, S. Louren- legislativa provincial decreten e en sanantona! a
a, Variaa a fnm ; o pretendentes proeorem a, resolocjo segamta :
tratar da dita compra oa roa das Croies n. 32. | Art- 1- S3ucar, aigodo, coaros salgados oo
,, ,- sancos e qoaasquir geaaros importados de outras
-T^^^^17 *""enVepOI(sd,a Provincias ve 'se Jossaai confundir com as de
f?5" t '^ So 21",0,, -**'JS1" ?eS!6 Prooucc*) SaVta, condolidos por mar ou por trra,
tarmodacidade do Reeife, sara vendida per arre- serio ^tM vro ca d4 ^
mataeao anta n masn Sr. Joiz,*qnam majar ^ ^^,^0 do n^^ provlacial.
Upo oVarnef.r. o sobrado de dona aadaraa e soHo Art. iT^alri^s dever^ ser fe,Us em vista
a. 46 roa liova dasta metma etdade, o qual tera
45 palmos defrenlee 100 de fundo, cosinaa interna
am cada aod.ir, grande quiotal raaxado com doas
nrlies para a roa das Flore*, cacimba propria
a dou> telheiios, e em chaos foreiros, avallado
par IkQOfAOO d res, por precisar de reparos.
A mesma venda ser effectaada livra de
qtaacjqaer despetas para os conseahoraa do pre-
4Mn, inctasive a da da por ioteiro, as qoaea t >
das correraa por conta do arrematante, porque foi
aniorisada a requerimeoto da tutora dos referi-
dos consenhores, filos do tinado H-j roete rio Ma-
ciet da Silva.
BxpMlSo dos productos agr-
colas, Industriar* e obras de
arte em Pernambuco.
Constando commiss5 psito que, por falla dos necessarios escla-
reciraentos, pela comparago havida entro
os nossos productos
diversas provine as, e por ontros motivos
de alo eve completa sciencia, nao houve
a desejavel igualdade na distribuicao feita
pira esta provincia das recompensas dadas
pela commissao central do Rio de Janeiro
na ultima exposicio, e que por este facto
alguns dos antigos expositores se recusan
a coaeorrer com novos productos exposi-
cio de 15 de agosto prximo ; resolveu, em
orna de suas sesses, mandar fazer
co o seguate:
das golas e manifest, declarando-se o trapichei-
ro onde forem recolhidos, sea peso, qaantidade e
qnalidadas.
Art 3.* Os gneros que nao estiverem laocados
no lirro corapeteote oa que nao forem acompa-
ando de guias e manifestos, serio reputados de
prodoei;ao da provincia, a como taes sngeltos aos
, direitos proviociaes.
Art. 4.* Nio se podera proceder a descarga da
barcaca oa de oatro qualqaer melos de transporte
daqaelles gneros sem assisteocla do conferente
provincial, o qual ser obrigado a verificar o pe-
' so, quantldade e quahdade dos gneros, remetien-
do o seu resaltado a seccao competente.
Art. 6.* O (raplcheiro, dono, consignatario de
, barcadas e outros roeios de transporte, que infria-
girem a prosete rosolaco, soffrerao a multa de
200*000.
Art. 6." Os gneros no caso do artigo primeiro,
' so poderlo ser recolbidos em aromen e trapiches
nrn eTm"^^"^^ alfande8ados> e qoando verem sabida paracon-
9 sumo oa para serem beneficiados em rmateos
particulares, serio reputados como da provincia,
sajeitos aos respectivos direltos qaande exporta-
dos, sem que possa o traplcneiro snbslltai-los par
oalros
ArL 7. Ficam atUnetaa as logaras de gnaraas
provinciaes e subsoJdos pelas Se feltarat confe-
rales que serao aananaatSas satas actnaaa gar-
das provinciaes.
Art. 8.* Os contal ansas nio ooaerao ser dis-
traUdos para servida arnamna da fHcasncjio nna
pontos de embarque, acando per lasn ejniparados
publi- aos 'eri-eiros eschptararios do consulado.
Art 9." Fieam revegadas as disposigSes em
contrrio.
GOimiU BKASILEIHl
DE :
rtaufrina AVAPOR.
^ Pos po#* dd .sul esperado
m.l ->^. al dia l do crrante o vapor
Crmxtvo i* Inl^eutoiandant^
Alcoforado, o qoal depots da
demora docoswme seguir para
os porto do norte.
Dasda J4 recabem-se passage.ro**e engaja-a a
carga que o vapor poder coodiuir^qna 4>*era ser
embarcada no da da sua ctieg*da; encmmi-ntase
dibeiro fred al o dia da sua sabida as 2 oras?
aa pnaiafnal s* serlo reeeMda na agec(araa
-'
roa rio Rosajio n 2i A, equina da ra do-Cabaga.
luima-feifa 12 do correte.
imdlialob. Roga-aa-a'
criptorM
As l
'*
lugano.
De iiMf'laWtta. aa ri ffe S. Jos Ba-
mers \
QiiiQta-feira ld# afrrwill. *- *
O iigsota Pesuo lagahMaie aat irisado tara'
iaao da armacAu, gai, gneros a mais perlences
da laierna cima por conta e risco de quera per-
teneer na raesma : qulnta-fsira 12 do correle pe-
ms i hora 4a maotia. B^ts esnbelectaent> 4
proprio para principianta pols que tera p oeos
da Cruz n. i, escriptorio de Antonio Luiz de Ol-, fondos, acba se bem afregaaaadn a jgaaaate-se a
v^a Aaetedo r (T.____________________ c,**_ flaal 'em ao;.oU10' para mor ada.
Rio de Janeiro
Segu com a possivel brevidade o brigue
nacii nal MONDEGO : quem ntle pretender*
carregar queira dirigir-se ao seu consigna-!
tarto Fraoeisco Ribeiro Pinto GuioMraes, I 0 agente Manufar- leiio a requer ment dos
ra do Apollo armazem n. 38. caradores Oscaes da massa Mida de Joo Jos da
---------------=r--------4H"f "< '"BU* Vtnr AC.'ViWVl'lS., e por despaeUo
aRl LlSOOl. Mm- Sr- '- J* eipamnl'ilo camrorcio das 41
.1
iii:iiivO
n
mwmm
engao levoa do es-
ni
ruada Crot
oeiro, dWgiss aojmnVdVaJ. Manoel Quarque de
Macedo, de a mandar enligar no dito escriptorio,
quesera generosamente recompensado, alm de se
IftUipty.ajtradecIdc,_________________
Tbomaz Jelleries fj s:ieoie que desde o pri-
meiro de julho crrante lera dado sociadade ao Sr.
Ricardo Wconell, e que desle data em diante gy".
rara" a' sua casa sol> a tlrn de Tnomar Jff^ries
A C, flesndo asta Orna ca o activa eaassivo da
anilga.
RaciSjlO de Julho de 1866___________
OmpailiM Vigilaale de va ores
de rebtoie.
O escriptorio desta eorapanhfa mudou-se para a
rna da Moeda n. 5, onde pode ser procurado o sea
agente a qoalquer hora do da para tratar dos ne-
gocios relativos a esta compaoliia.
Candido C G. Alcoforado,
' Preposto._______
- Quem prtclsar de ama ama paraj cozlnhare
a mmwL
^SS,S&t't'mP^hia tierat hespanhola
* seguros mutuos sobre a
vida
rpita I subscripto at 15 rlelliril de
1866. is. 12,112:1478000.
CheyoB pelo ultimo paquee franrez Exlremadu-
rir IX foreizo Fraoeisco r. Vid-I. que na qoali-
dada de subinspector da eompanhia, esta' devida-
. mente autorisado para o deseropenho de snas func-
: ?oes. Dedieando-se principalmente a fazer coa-
tratos de separo*, e augmentar as reiacfies da NA-
CIONAL dando a oonhecer as vanlagens positivas
que a mesma aprsenla.
speceao do dlstricto (roa da Cadeia -n. 62), 6
da jalao de 1888.
O iospeetor,
_____JBroaymai J- | redKe de am coziMlrJ
, bem de su* arte, paga-ie bem : no
vincial.
)liveira.
ue eotenda
maasio Pro,
gamento; para o resto que Ibe falla, e passageifea*
para os quaes efferece boas accommodacoe, tra-
ta-se evm Manoel Ignacio de Olivera & Filio
largo do Corpo-Santo o. 19 escriptorio, oa
Pra^a eom o eapitao. ^^
Freta-se ama barcaca oa hiate pira Ptonedo
oa oatro navio de pouca lotacao : a tratar sa no-
.teltMCntv
Oa alacho nacional BOL,
de para o Rio Sffande 4 Sal,

P Mi

AVISOS DIVERSOS
tratar.
comprar para casa de pona familia,
A barca porlugueza Graidao a sahir com leo JftjjaiS** m*>"* mM" n* wrlseca de praia do Caldeireiro n, 32, qoe achara
brevidade por r promp.oqaasl todo o sea Jarra-, *^ gaBU.Wri ,j do wrnM.
As ti horas do dia na roa da Cadeia do Reeife
9, priasairo andar, aonds podem sar elamina-
das ditas dividas.
i
dirija-se a'
com quem
Preeisa-se de njia ama para cozinhar e com-
prar para duas pessoas: oa ra da Cadeia do Re-
eife n. 1, 3* andar.
para o me
solos rna d
Ksteves Lopes
Rio Apande 4!
3 trasa-se n sjsc
da ^rozm 3JK
Instituto AiHjheolOpdwe Geo-
u com brevida- (
:ebe carga a (rete
iscriptorfc de Amorim ir-i graphlco Peraasabucano
aneme capito Manoel | Ha vert sessao ordinaria qninta-feira 12 do cor-
___________________( i rente, as l hora damanhia.
KlO de Jan6ir0. Raaspa^osolemna^sr-l^.JosBantoaaCu.
O brigue uac nal Bezarto, que ja' tem mais d| nha Figueiredo Jnior, como socio eflectivo.
metade da carga prompta para o Rio de Janeiro, Pareceres e mafr trablnos de commissoes,
sega* aam arevfdaa: 4N|# nato #izere o car-' sd^retaria do lixtltato Areheotogico e beegra-
regar qoeirara entender-se cora os consignatarios pnleo Pernambucano da jasab de t864.
Conforme.O primeiro escriptarario servindo
H' de secretario.Marcomiro Paocracio Perelra dos
I.* Haver na provincia, para os traba-1 MiDd0j ^ortanto, a todas as autoridades a quem
Ibes da exposi^ao, am jury especial, no qual o conneclmento e execacio da presente rcsoiooao
nao terJo voto OS membros da COmmissSo perteucer que a comprara e facam camprir to tn-
directora, que iuJgar da excellencia. w-rjal;*!'!il.M'"****&*+ K .
MUU ju p u ua w ^i w. ... ,k,. pjjacio d0 governo de Pernambuco, 5 da tanho
felCOamentO e Utlltdade dos productos ex- de 1866, 45-da independencia e do imperio.
pos tos ; Manoel Clementtno Cametro da Cttnha.
2V Este jury se dividir em duas sec-: Sellada a publicada a presente resolacio nesta
tfes, sendo urna para os productos agrico- X^e'iwl gVern de Perl,*nlbaco, 5 ie
las, eoutra paraos industriaespropnamen- o secreuiioDr. Francisco de Paula Salles.
te ditos, e obras de arte ; Registrada a faina do llvro 7a de leas provin-
3.a FarSo parte do jury as pessoas de re- ciaes-
coabecida aptidao e especialistas; uKeari866d0 g0Wn0 "e PerMB,baco' 5 de
4.* Segundo 0 juizo do jury, a COmmissSo 0 escriptarario da 4* seccao-Tfteodoro Jas la-
distribuir aos productores e demais expo- vares.
sitares medalbas de duas classes, sendo as Coofocme.-Antonio Leite de Pinho.
da Ia classe de prata e as da 2a de
ambas acompanhadas de diplomas. Santo.
a." A CommJHio fracquisicjo, median- Campra-se e regfstre-se. Mesa do consolado pro-
te valer ajustado, dosjjroductos que para vincia'i23 de janho de i8*.Carneiro.
StO forem JUlgadpS dignos pelO jury, O que! mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm-mmmmmmmmm
nao possam ser cedidos gratuitamente para
figurareis na expsito central.
A commssSo directora espera que estas
medidas ervirSo de garanta ao verdadeiro
apreco dos productos expostos, e qu faro
desapparecer o desanimo que a alguns ex-
positores causou a desigualdade que ci-
ma se referi.
Alm disso, a commissao chama a atten-
Cao dos Srs. expositores e mais indostriaes
z provincia para a circunstancia de um
dos seus membros ter de acompanhar ex-
posifo central os productos que d'aqui fo-
rem enviados, e fazer parte do jury julga-
dor aa corte, acnando-se por esta forma
habilitado para ministrar todos os esclareci-
meotos necessarios ao perfeito conbecimen-
to dos productos, e fa*er valer o direito de
cada um d)s expositores desta provincia.
TIIEATKO
DE
S. ISABEL.
EMPREZA-COINBRA.
' Quarea fera \ i de julho
Recita extraordinaria.
Sobe a sceoa a brilhante e app andida opera c-
mica em 3 actos original brasileiro do Sr. Dr. J.
M. de Macedo
PHWfMlrA BR4KC0.
Marqus, Barros & C, largo do Corpo S*nto a. 8.
adoaodo anta*, aa com o respectivo capillo na
Pfa^- Jk______ ...,
Para Rio de Jano.
O veleiro aalnabote nacional Piedad* pretende
seguir com mnita Haialao? te ai pstte de sao
carregamento prompta, para o resto que llie falla
f escravoi a rete, para os quaes tem excedentes
commodos; trau-se com os seas consignatarios
Antonio Luiz da Oiivaira Azevedo & C no sen
escriptorio a rna da Cruz do Reeife n. 1.
"~ COMPAJSHA'PONAUBUCAnV"
p%
i\avejcao costeira por Yapar. ,
Para Fernando de Noronba.
,No dia 9 do carrete as 11 ho-
ras da manhaa seguir' para o
Protesto.
Pelo jolzo do commercio e cartorio do Sr. Ma-
noel liana aasigoarara boje termo de protesto Se-
veriano de Seqaeira Civalcmte, Joaquim Ignacio
Pssoa de Seqaeira e Jo3o Florentino Civalcante
de Albaqnerque Jnior eootra qoalquer escriplara
de bvaotaasa 4a immoveis oa de peohor de escra-
vas q* tenaa assignado oa venha a assignar o sen
devedor Jaaquim Jos Coimbra de Aodrada Jnior,
em prejolso de seas direito. E por despacho do
Blasmo joiro se far. pnblieo o rwerido protesto,
aliro ds qa* aiaftem se chame a* ignorancia-
Hwlfe, 9 4a julho de 1866._________
Irmandade ds ivioo Espirito
Sano.
Nao se lendo reunido numero legal de membros
do eonselbo fiscal para a sessao ordinaria convoca-
da para o dia 8 do crreme, sao pla segunda vez
convocadas para se reunrem na di* 10 do corren-
le em nosso consistorio, as i \\i horas da tarde,
para o refertdo Do.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito
Santo 9 de julho d* 1866.
A- A. des Santos Porto
^__________Procurador geral.________
AO nlOOO fMI I Tu7
Cem terea-feira 17 d wrreatt nM"* ,
Acham-sf a vpn.Ta na rp rtf a f^A ^- \^t I desempoha bem o seu sarvieu : na ra
rana ra do crespo n. 15, os bdbe-a,cr0ies n. 28.
tes, meios e quttos da SO1 loteria a be-
Preriaats* dejira ca \iro para
preferese
padarla, de
portugus : a
14 a rrauflos d"e Hade,
tratar na Soledade n. 14.
aHdalaY-j aaUaVMial&dfi alSW SBal
0 Dr. Carollno Francisco de Lima San- M
tos contina a morar aa rna de Impera- 3
dor a. 17, segundo andar, lando alias san
gabinete de consultas medicas, logo ao
entrar, no primeiro.
O msalo doutor, que se tem dado ao
estado tanto das operares como das mo-
lestias interna, presla-se a qualquer cha-
mado, qner para dentro quer para fra
da cidade.
J. Soaree de Ase vedo
Secretario perpetuo.
Antonio Guias, subdito
para Europa.
portuguez, rura-se
LOTERA
Coatinua-se a precisar da ama ama tara en-
jrommar e coser ; aa rur do Raogel n. 7, priraei-
^""^ ______________________
Precisa-se de urna ama d leite ; na ra da
Hortas n, 72.
meaos e quuttos at xo* lotera a
neficio das familus dos voluntarios da pa-
pwldioTe"Fernaudr\ap7rPa"jtria (72 *). sendo a extracSo no lugar e
rahyba, eomraaadante Mariins. hora d COSlume.
Recebe carga at o dia 7. En-1 0S premios de G.0O0 no Forte do Matos o. I.
Na ra da Uoio a. 40 precisase de ura
criado para o ser vico de urna casa de pequea fa-
milia.________________________________
- Offerece-se urna ama para casa de pouca fa-
milia oa hornera soiteiro : quera precisar dirija-se
a raido Amor!, primeiro andar n. 18, junto do
tn.
Feliciano Marques Vi a nna, cordealmenie
aeradeeuas pessoas que se goaram assistir
aos ltimos sufragios pela alma de sua sem-
pre chorada avo D. Joaquina Mana da Con-
ceitiM, e convida aos seas amigos para a-sis-
tirem a urna missa qoe manda celebrar na
matriz de S. Jet, oo stimo dia, tt do cr-
rente as 6 horas da manhaa.
Reeife, 6 de julho de 1866.
commendas, passageiros e dinheiro a frete at o .,.-. har, __. a. ...----- a mam
dia da sahida as 10 horas da manhaa : escriptorio erao pagos urna ora Jepois aa extraccao ^^^
ate as J huras da tarde, e os outros depon
da dKtrihniran lias Iralaa oa**a M8*es ** "^
aa aistriDuicao nas. irstas. M Jmm Men(la8 ^,00 n^m negocio 4a
As encoinmeu'las Siiro guara idas so- interessa, veio pata o Rio de Janeiro em 1818 e
mente at a noife'd vespera da exlraccio.
O thesoureiro.
Antonio Jos.Rodrigues de Souu.
COMPANHIA PER2AMBDCAI*A
DE
Navegaco costeira por vapor.
Transferencia
Para o dia 44 do correle as 11 horas da ma-
nhaa por srdem superior Sea transferida a aahlda
do vapor Parahyba, com destino a Fernando de
Ntranha : escriptorio da companLia Pernambaca-
na, Forte do Matos n. 1.________________
Aluga-seum sitio muito perto dasta cidade
com commodos para ami grande familia : a tratar
na roa do Crespo n. 8 B.
O abaise assignado participa ao respeitavel
corpo do commercio que tem loja de fazendas e
roup*s feitas oa povoa^o dos Montes dlstricto
mmm
DA|S i Agua Pre,ai onde na mesma proprietoMi, tearfo
es Imprtate. : na dita loja am cauea por oso Joae lavares naadw & Crnz
At o da 14de Mello aouxlsado pawvender os unjealea SV4s>
do i-orreuie mez ta loja e o nao tem autorisido a comprar merea-
dorias algumas, faz-se este para que todo respei-
tavel seja sabedor. Retifa 6 da jalho de 4%66.
Amonio 4a Silva Carneiro.
espera-se da Ka-
ropa o vapor
francez Natarre,
o qual depois da
demora do cos-
tum? seguir pa-
ra a Babia e Rio
de Janeiro. Para condigoes fretes e passagens
tratase na agencia rus do Trapiche o. 9.
Para o Porto.
Seguir' com brevidade a bem conhecida e mui
veleira barea Ciaudfaa, par lar parte de sea carre-
gamento engajado: para o rsetn a passageiros, aos
Saes offerece excellentas commodos, trata-se com
nba IrmSos 4 C, a' roa da Madre de Dos n. 3,
so com o capillo a bordo.__________________
Para em di re tura
segu com curta demora o veleiro niate Lindo Pa-
tinete per ter quasi toda a sarga prompta ; para a
pouca que anda pode admettir, trata-se com o seu
consignatario Antonio de Almeida Gomes, roa da
Crui n. 23, primeiro andar.____ _________
Para o Aracalv,
Segu impreterivelraente ata o ura da presenta
semana o veleiro e bem conhecide hiate nacional'
Dous Amigos", tera doas tercos de sea carregameo-1
to prompto, para n resto que Ine fatta trata.se cora
os seas consignatario Antn Luiz de Olivera
Azevedo C*. ao seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Tomam parte os artistas
D. Jesmna, D. Emilia Ponte,
0. Eugenia Cmara,
DJ Leopoldina, e os
VPor esta forma a commissao julga ter re- Sr. LRaymuodo, Lisboa, Palva, Couto, Teixeira
movida maS d^embar^.comqae;* JB^iSSiTSTilSSSi
porventnra venha a lutar na acquisiQao de s0 DeS|e como em varios theatros do imperio in-
Broductos destinados exposico de 1 a de contestavei applausos e ovaces.
Dar flm ao espectculo a nova e interessante
agosto.
Anda urna vez appella a commissao para
os dignos Pernambucanos, pedindo4hes com
instancia que promovam com es torco a re-
messa de productos destinados a figurarem
n'aqaella festa industrial, nade sa empe-
nhasB os bros da provincia
Sala da commiss5o, 9 de maio de 1866.
Secretario,
Hcmoel Buarque de Maeedo.
I U
Bxposleio dos productos agr-
colas e Isidustrlaes m Pernam-
OSICO. .
k commiss5o directora da exposicio des-
ta provincia, previne aos artistas que de-
aejarem eoacorrer com os seus producios a
mesma exposicio, e que nao o possam fa-
zer par falta de recursos, que devem diri-
gir-se ao secretario da commissao paja ob-
Sem 'rs auxios necessarios a acquisicSo
s materias primas destinadas* aos" ditos
productos.
Sala da commissao 9 de maio de 1866.
M. Buarque detacedo,
Secretario.
~~ Pela admioistracao do correio dasta cidade
se faz publico para os flns convenientes o offlcio
abano transcripto da directora geral dosoor-
Aaroiaistraeao de aorreio de ParaambocQ, 7 ds
(alho de 1866. a
Dominos imfensot Miranda.
BSa faaelre, 20da jaoha 4 iaE--BOjBjetoris
feral dos crrelos.Sqoj* essartl i7*sir-
*a-se fazer publico que d'ora etn djante aaacartas
para a I ada Hollaadna, por inlflrnsftafodueo''''*'9
franrez, facam franaoeadas al sea destino con o
aaesm tirvaetnal ft iTori.for duas oitavaso
fraeco da doas atavas, aaodam, ato a ser segu
ras mediante porte dopio. coma 4ata*r de-ser pee
comedia em 1 acto, original francez.
A cabeca doMartntio.
Personagens.
Duran i de Araieus.....Baymando.
Wenceslao Darand.....Teixeira.
Isidoro Martinho......Lisboa.
Bertraod (eslalajadeiro) Pinto.
Eudozia Darand......Leopoldina.

Com.ec.ara' s 8 hacas.
Era conseqoetcia. de sa achar doent o artot*
^dimumftiiaK,!
reste em beneficio do artista Paiva, o qual subir'
aiacena quando for previamente nnuneado.
A empresa previne ao psbUeo que esta em en-
siles o drama original do Sr. L. C. P. Grtmarie
Jisler-^As Quedas Fataes.
AVISOS martimos
COMftANalIA BlUOiLlUIIA
DE

P40UETESAVAP0R
, Dos portas do aosta 4 esper
serado
at*o-4i*47 da- earOJWe vapor
(itara,*cflaaaoaa**a a primeiro
i JtaIaUWia.
epois da demora do cosm-
me seguir para os portos da sul.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzlr, a qual devera'
ser embarcada no dia de sua besada, eacommeo-
M a dinheiro a fniaat o a da sabida as 1 ho-
ras ; i* nansas* saOu meebldas na agencia
ra da Cruz n. i, esartaSario da Aatoelo Lniz da
OHver* Azeveao-A C.
Para o Mir^'^LwmV veleira' e superior
barca pansfuaaa. Ermtlmtn pretende sahir para
oslaOeadasyartas eemawlta brevidade por ter a
raaiornarte a* amvcarvef amento tratado, e para o
Joe Hie falta, trata-te eom o oonsigviatario Joaqom
os Gon?alves Beltrae, ama do Vigartou. 17.
Para o io Graude do Sul.
Segu mui breve o patacho nacional Bemfica,
porque tem a maior parte de seu carregamento
engajado: qaera pretender carregar a frete no
mesmo navio, dirija-se a Bailar Ai Oliveira, roa do
Vigario n. 10
1ELES.
LEILAO
De 6 pipas, 15 quintos e 10 decimos
com vinho do Porto.
Terca-feira 10 do corente as 11 horas em
ponto.
O agente Pestaa (ac telto par tonta e risco
de quem pertencer de 6 pipas, 13 quintos e 10 de-
cimos eom snperi -r tinao do Porte a sahir da l-
fandega, ser vendido em ara ou mais lotes a ven-
tade dos compradores ; terca teira 10 do eorreute
pelas 11 horas da manhaa am ponto no largo da
alfaadega.
De 23 barris e 24 meios ditos co
lUAutcisafojicJa.
Terea-teira 1*) csTMt as fi 1(2 horas
Mll*iVl* Por
de quem pertencer, de 23 barris e i
com raanreiga franceza. ser vendii
voatade do* ennipradores : ter$a-fe
renOJ'pelW tfft horas da manhaa
armazem 8o Sr. Annes detroot* da
Na rna do Crespo n. 18, primeiro andar, pre~
cisa-se de duas ama ama para cosinhar e ouira
para o mais servieo de casa.
Antonio Jos Gomes do Correio mora no
Montelri, e quando vem a cidade descasca em
ama de suas casas p* cidade nova de Santo Amaro
Alaga-se um moUtiuho para servieo de casa,
quem precisar procure na loja da roa do Crespo
n. 20 B. __________ ,_______
Escravos
Ra de Imperador n. 45 terceiro
andur.
De ama familia qoe se retira para fra do im-
perio : *
1 negra cont allomas habilidades de 17 annos.
1 mulata dem de 16 annas.
i negra tala dem da 18 annos.
1 muleca fula, bonita tigura de 12 annos.
1 muleque dem de 9 annos.
1 mnleqtra dem ite to amos
1 muleqoetdem 4e 12 annos.
1 mualo dem de 18 sanos.
t negro da Cosa de 37 annos.
Alm destes esmvosse encontrarlo mais a ven-
da : lempo de aproveiiar quem precisar de es-
cravos de conducta
ATTENCAO.
Precisa-se alugar ama casa terrea, oa 1. andar,
as freguezias de Boa-Vista, Santo Antonio, e S.
Jas e aa-se e Carofaado Carmo n. 16.____________________
Precisa-se de ama prHaeneommadeira, sem
vtca de ha* conduela: aa ra das Cruzes n.
36.1* andar._____________________________
Quem pergunta quer saber
Ser certo? que o fiscal de certa fregoezia, te-
nha em servieo de sua tasa o escravo Jacoft, o
qual sempro se'maldiz,do grandetrabalho.que tem
em oita casa; porque s 8 caoegas com agua car-
rega o pobre mpleque por dia, isto para as ir
despejar n'amoie 40 tercein andar da ral da
Pilar, alm de dar maltas e repetidas viagec* o
praga do mcrerto da frffuezii do lauta Veloo
Carpintefro, e quandt s aprsenla para fazer a
limpeza das rms (peto que pago pelos cofres da
cmara municipal) p*las2 oo3 horas da tarde,
e vem era tal estado que servieo neohum faz, teto
nos dizem, nos nao afn meamos, poram sempre di-
remos ao vetho fiscal que qoem qaer^ ter criadas
oa mo^os de recados coropra-os ou aloga-os, e
nio os tera a casta da manicipalldada? Til I
A alma do Japiass.
"FrnsWco-Roberto-Machado da
Mattoa, reloioelro e ilnnUaM SA
depois veio para esia provincia onde se casou e .
exercen o emprego de guarda-llvro, e como nao
tenna tido mais noticia, quem soaber e quizer fazer
este favor, pode as dar a Freaerico Chaves, na roa
da Imperatriz a. 19, sobrado._______^^^
Manoel Ribeiro Fernandos faz sciente ao res-
peitavel pnblico e especialmente ao commercio,
que den sociedad i em sea estabeleci ment de roo-
Ihados na ra do Cabug n. 18, ao seu caixeiro o
de Sr. Manual Jos Ferreira Cruz, qoe d'ora em diaa-
o gy rara o susmoa&iabelrcimeoto na firmaFer-
Reelfe i* de julho de 1866.
Precisa-se
de um caixeiro de 12 a 16 annos : oa loja de cera
da roa do Livramento n. 36.
Em casa de Theod Chrisliansen, roa do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de Brandenburg frres, Bordeaux, encontra-se ef-
fectivamente deposito dos artigos segaintes :
St.JuUeo.
St. Perre.
Larose.
Cbateau Loviile.
Cbateau Marganx. 'Ag&2 *
Grand vio Cbateau Lafitte 18& ,/
Chatean Lafitte.
Haat Saaternes.
Chatean Sautern.
Cbateau Lataur Blancne.
Cbateau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite ox. Precos de Bordeaux.

I

uta e risco
meios ditos
em lotes a
10 do cor-J
m ponto no
andega.
LEILAO
ie cerca de950 barricas can fariaha
4* trigo.
53 celia com ca hysson
6 caixas com aiscoatos em .latas
Quasta-feira 44 do corrate,
(tro Asaassa ussaswmA dos srs. H*NnY forsts
St a. su ao oaOAADoa.]
Q asante Pwto tara' UisWpoc coaaa e risco de
qusm pertencer e para fechar facturas dos lew
ros cima mencionad**, as M horas do dia cima
dito no armazem de farinha, por baixo do Gabine-
te Portaguei.
I
Lvs lojaoc oBrives #a rt 4 losirii
n. 24 esqaioj da ra da Caou.
O agente Martins levara' novamant*
reoaerlaawskt de Jos M4*> '
menteia e inveotiriaate 4o
Roberto Machado
relojoelro e donradw
roa da'lmparitriz n. 82, faz qual-
qaer concert pertencente a sua
arte por prego mais barato do que
ootro qoalquer e respoosahttisa-s*
!pelo sen trabaiho, assim como Uro-
compra relogios de aleibeira e americanos
em segoada mo e espera prolecgao de todos.
Deseja^ie~fallar com o ir. Francisco Jos da
Costa Rocha a negocio de sen interesse, por igao-
rar.se a sua morada' que se faz este anaselo :
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jess dos Martvrios da fregoezia de S. Jos desta i
cidade, faz sciente ao respeitavel publico e joata-
mete a seus irmos qae nao pffectoou a festa de :
seu Divino Padroelro no dia designado por se achar
entre mo com diversos reparo-, que privava a
decencia do mesmo acto ; portanlo que, por j es-
tar prompto temos de celebra la no dia 15 do cor-
rete mez, conforme nos for possivel, e por cajo
flm pedimos a coadjuvaca) de lodos os fiis devo-
tos do mesmo Senhor Bom Jess dos Martyrios.
Consistorio 6 de julho de 1866.
Cosme Manoel do Nascimento
Escrivo da irmandade.
A commissao abano assignada convida os
Rvms. Srs. sacerdotes seculares e regulares para
celebraren! mlssa boje. 10 do correte, da* 6 as 9
horas da manhaa, naigreja matriz de San o Anto-
nio, com a esmola de 35, om suffragio da alma do
finado Dr. Jos Paulino da Cmara, capitao do 11"
batalhao de .voluntarios da patria (1 desta pro-
vincia ).
Feliciano Joaquim dos Saotos.
Augusto Coelho Leite.
Fraoeisco de Paula e Silva.


40 PUBLICO.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel pa-
nuco qae o fiscal da fregaezi* de Muribeca mol-
toa no dia 6 do correte a Jos Rodrigues faz, em
124 de tres animaos que foram adiados dentro das
minhas lavouras ; assim como o mesmo no da 27
de janho foi multado em 964 de 24 bois qne en-
traram as lavouras de Joa Tbomaz dos Santos,
segando distirctn de Muribeca. ,
Amtro Jos da Cruz.
Na festa do orago da matriz da Boa-Vista
deo-se urna troca de chape*; e como saja desvao-
lajosa ao anounciante, pede-se a' pessoa com
qnem se dea desfaze-la (se nesse nao houve pro-
posito) restituiodo o do annanciaote ao guarda ds
mesma matriz, de quem recebera' o seu.
Os abaixo assigoados declarara ao publico e
eom especialidade a's reparticoes fiscae para os
tdevidos effetos que nunca venderam, nao vendem
e nao vendern (isto por nio Ihes fazer conta) rou-
pas fabricadas em paiz estraogeiro, e sement as
de mannfaetnra nacional.
Reeife 7 de julho de 1866.
Real & Lemos-
Precisa-se de am caixeiro com pratica de ta-
beroa; a tratar oa roa da Cinco Pontas n. 86, ar-
maiera do Propbeta.
""precisase de 2:0004000 a premio de 'A ao
mez, sobre hypotheca em nm predio : quem qaiter
aanaocie.

Alagase um escravo bom cozinheiro : a tra-
tar na ra do Arago n. 14.
(xFiraiCclo
A partida do corrente mez ter lagar na
ooite do dia 10.
Monte-Pio Portuguez.
Ficando desde hoje em vigor os estatutos des-
ta associaejo, como foi previamente anounciado
em cumplimento do disposto no art. 78 da mes-
ma lei social, e lendo Sodado hooiem, 30 de ju-
nho, o recebimento de joias a dez mil ris, pas-
saodo de hoje em diante a ser de vate e cinco mil
res ; emquauto se ultimara diversas trabalhos pa-
ra com a maier brevidade se preceder s eleifoes
e dar posse immediata a' admioistracao que fr
eleita, a directora provisoria recorda a todos os
Srs. asseciados; qae d'ora em diante para a confec-
5o das propostas que houverero de fazer, de can-
didatos a socios, davaro ter em vista o ari. 9o dos
estalato. Para Ihes facilitar o trabaiho, a directo-
ra provisoria va* mandar imprrimr prapostas, po-
dendo entretanto servir de norma aos Srs. associa-
dos a fosmaiayMnSMe :
illTE-PlQP0rmJGEZ.
Proponho para socioTl Sr........por ser cida-
do portuguez em pleno gozo de seos direltos, ter
melos Menos de subsistencia, e bom procedirmnto,
requisitos exigidos no 3 do art. 8 dos esla-
Urna pessoa que tam hablrlafo'es o' f
tendo de ir a Porto Catre tratar de urnas cobran-
cas, encarrega-se de mais algumas para o raesmo
Jugar : quem de seo presumo quizer ulilisar-se,
anouncle para ser procurado.
O moleque erioulo de oome Cosme, de idade |
de 12 a 13 aapoajaar preta, corpa e feigoes deli-
cadas, fuglo no 4j|7 do crrante, as 7 horas da
nolte, levou cajea vma rtscide de aal, camisa
branca de SMNapettey ja*oat*i4* alpaca de eor}l
uea4eveostama4*f a.ue -torre, toi aoaoaissdp
ao da 8 na Estrada .Nova : pede-se encaracida-
rente a apprehenso do dito roteqae s aolorl-'
dades policiaes, capiles de campo e as pessoas
^^Tr1RFs$^mdlMW Vianna'1
oiua-se
com aaseia a proaaptiaa* sa roa da. g. Jos, n. 23.
Urna senbora viava deseja encontrar pessoa
a e de boas costumes que queira alugar *
matad* 4a casa em sue ella reside : quera preci-
sar dkija-se a' ros de Cotovello o. 23.
BE C1UADCll
DONACASADEDETINCAO
Rtia Mova m. til.
Ah se encontrarse obras de di-
Tareas qualidades, o por pre^o mui
dimiautos, a retalho e em porges.
oa a Santo A
aaa oaato toam-s*f toanoassara.
Precisa-se-deaa* m ara offehai rfadesSsac
aasMU*ireo>a. 91,
se de ama ama
Cros CO, a*|ua4e aspar.
s
roa da
n* ra* da Pe
litar, pouca
sa n. 23,1* andar.
a lettt#
de Ateafetara testa-
flaado Pedro de Al-
Tpcam-e* coa pncjsiao anwmStito n se-
aatas da estas IkUal dassneo de Brasil aa Baha:
aa roa da Cadeia do Reeife n. 64.
Precisa-se de om arofessor de primal
netda Guimaraes e p*r mavdado do Illa. 8r.JiU|rja9J^'HnTCSkJ2*ra^'V**?X3?! finana 11 ds Groa a. Sal 9 ao preco
muolcipal da stnruada vara tuppvmte m etWfoeaWas hars da raanha at as [ da
i ai?.__
ciclo da armacao, obras de onro e prata 4Mo)a da | pode diriglr-se a llvrarla n. 8.
irimccas lc-
aeoiiL
tarde
NjtCA BBOW.
Remedio nfallivel as agnoirajm*a6|_
roteo** oo 4pmi*W pharmac
Recite... d>... de 18...
O socio O candidato
F. Pt
Naluradade.
Estado.
Emprego. ,
Rasidaosia.
Secretaria do Monte-Pio Portuguez em Pernam-
buaa, ldejamoder6.
Jos da Silva Loyo,
;*mns Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastos,
_____________2* Secretario.
ftracan ce 4e Oa mialct; sa rna da Cru-
aas, boM n. 30.
IU1H1
de Macei
Os-bacnhr Ibes Bast e MicueL Fittm Bastos da
Sitra, tem1
Pedro II, janto da ShcfeUrta' 4 umtois-.an
mtmufummmfmmm
Alega-sa emcsani veiJe-se
^""versas, de
urna ver-
idade,
pro-
qnem
ves da
taem
I
aooo.

.
t



1'lt^HiWln -- Jferca lelrst ele Jarifa o te 1866.

PASTILHAS
VERMFUGAS


I
DE KEMP,
NOTA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAVEIS
Infinitamente mais efBcazes do que todos
os mais remediosperigosos enaaseabundos
que existem para a expuls3o daslombrigas.
Naocausam dores-e produzem seu effeito,
sem precisar logodepoisde purgante ne-
nhum e toincitantes em apparencia e-deii-
ciosas em gosto, que ascriancas etUo
promptasa tomar mais do que marca a re-
ceita.
Uteis como um excellenle meio de faaer
remover as obstrucc&ee do ventre, mesmo
no caso de nao existir em verme algom, as
PASTILHASVERMIFUGAS BE EEMPS S30 promp-
tas einfalliveis na sua operacao e por todos
os respeitos dignas decormanca e approva-
c5o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman & ,
Nova York.
Deposito geral em Pernamnuco ra da
Cruz n.22 em casa de Caros
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias :
na roa do Vigano n. 4, pavimento terreo.
A rrendamento
O desembargador Doria arrenda e tam-
bem vende a sua chcara no Maoguinbo.bem
como vende duas parelhas de muas, tres
carros sendo urna victoria, um coup e um
cabriolet coberto, tres >accas de leite sen-
do duas paridas, dous bois de carroca e
todos os trastes c utencilios das casas e cha-
cara : quem pretender pode ir -xaminar e
entender-se com o Sr. Jos dos Santos Ne-
ves, na roa do Crespo n. 49.
" No hotel da ra do Trapiche n. 28 contina
receber assigoantes, tanto em casa como para
fra,_____________________________________
Na ra do Crespo d. 18, segundo andar, pre-
clsa-se de ama ama de Jeite. ____
Precisa-se de um mestre de masseira ; na
ra da Concordia d. 64, padaria do gaz.
A Salsaparilha


r>E AYER.
J?ara a cura radical de
.. Escrfula, ulcera, chagas, fer-
/'///,- '^as velhas, molestias syphil-
\1' i/T/ it'cas' e niercuriae, Enfermi-
?$V ^e3 das mnUieres, como ra-
tencao, menstre doloroso, ulcer-
acao do otero, e flores branca.
A Nevralgia, Convalides, Ery-
sipelas, Enfermidades Cutnea*,
borbulhas, nascidas, etc.
O extrao eomposto ado pelo Dn. AYEXl, 0 urna combinaco dos niclhores depura-
tivos c alterantes conhecidos i medicina; i composto segando
s lei8 da sclencin, approvarfo c recortado pelos primeiros
mdicos dos I.-i.^o Unidos, da America do Su), do 3Iexico,
das Indias c dus principaes Estado.- da Europa
A SALSAPAUII.HA do AYER e especialmente efficaz na
cura das molestins rjtie tem sua origem na escrfula, na
infeceo venrea, no uso excessivo do mercurio oh em qualquer
impureza do Sangue.
Entre todas as molestias que affllgcm o genero humano, nao
lia urna mais universal c terrivel do que a escrfula; por si
nao c tao destructivn, porcm a causa principal de umitas en-
ermidades que niio llic sao geraluieute attribuidas.
urna causa directa da tlstea pulmonar do mu rio
figndo, e estotmiiyi, affeccSes do cerebro, Jthematismo
k affeecies dos Mus : entre seos symptomas ha os seguintes;
Falta de apetito, Fraqucza c molcza em todo corpo; Mo
chelro da boca, semblante plido e incitado, as vezes d'uma
alvura transparente, outras vezes corado e amarcllo ao redor
la l)ca;*t)gsto fraca e apetito irregular i Ventre inchado
< evacuacio irregular; Quando ataca os pulmoes urna cr
azulada moetra-se u roda dos olho, quando no estomago
eio avermellia dos, as pessoas de disposicio escrofulosa
appa'recem frequem emente empeles na pelie da caneca c outras
partes do corpo ; sao predlspstas s afectes dos pulmtes, do
jlgado, dos rns c dos orgaos digestivos e uterinos. Portanto,
nao sao somente squelles qne padecer das formas ulcerosas
e tuberculosas l-i escrfula que necessilam de proteceo
contra os sens eit ragos ; todos aquclles cm cujo sangue existo
o viras latente dedo terrivel flagello (e vezes hereditario),
esto expostos tt.mbem a soflrer das enormidad que elle
causa.
< merecemos a (tas pessoas um abrigo segara e um anti-
doto efficaz contra e.rta molestia e suas consequonoias, na
Salsaparilha de Ayer
que opera directamente sobre o sangoe, purificando-o e ex-
pulsando delle a ;crrupco e o venene da molestia: penetra
todas as partes c todos es oreaos do corpo humano, livrando-
os da sua accao viciada e insplrandA-lh novo vigor. E* um
aUtratitt poderossimo para a renHaeio do sangue, edaao
corpo j cnlVaquecido pelauioenca forca e energa renovadas
como as da juveutude.
' IAMBEM O MELBOK Alfil-SYFBIL1TICO
coyaEcmo
cura permanenmentc as peiores forma* de SYPHILIS e as
Mas consecuencias. Posea necessldade ba de informar o pub-
lico do uestimavol valer de um remedio que, como este, Uvra
o sangue des corrupcio e arrebata a victima das garras de
urna morte lenta e ignominiosa, porta inevitovel se e mal
nao t logo eombatido nom energa.
Nao pi-cteademos promulgar, nem qaeremos eme se ialra
que este remedio nfalircT para a eara de tode o padeei-
mentos manos, o que dizemos i qae a
Salsaparilha de Ayer
a melhir preparaco at boje deseaberU para estas e outras
molestias anlogas, que i urna combinaco dos alterantes
mais ctBoazes eonheeidos, e que temes eonsclencla de eSereoer
ao nubil so e sssltisr resaltado que possivel produjir, da
iiitcllige acia e pericia medios des nossos tempes.
REMEDIO DE AYER PARA SEZOES
InfaUs-el mas febra* intermiMsmtoa, ranaittenbe,
Febres Biliosa* teroia, mal do Asada, in-
_ v cremento do baso, oacasara. Dor noa
idos psstettsajfiM, quando
ato caneado* peta*
FEBRE& IN1EEMITTENTES, O REMITIENTES.
As pnparaees de Da. Arxm to
Boticas c Drofaria* do Imperio.
vendldu em todas a*
Vende-** em Periumbnco:
M
iAUREK
i
ifl
Dtt. iEVIAL.
Par o tratamenlo e cura'rpida e completa das molestias syphiliticas, erisype-
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes ebronicas do figado
e bao, dores sciaticas, cepbalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, hydropesias, .pleuri-
sias, gonorrheas ebronicas e em ge. al todas as molestias era que se teaha em vista a pu-
rificacao-do systema sanguneo.
C0*B>sideracoes geraes
A saude um bem inapreeievel, cuja importancia e valor so est reservado ao en-
fermo o avalia-lo. .
incontestavel que o bomem neste mundo constantemente, e por todos os lados
atacado por urna infinidade de agentes morbiQcos que todos tendem, dadas certas e deter-
minadas circunstancias, a alterar o regular exercicio dasfunccSes orgnicas, resultando
desse desequilibro o que se chamamolestia.
A molestia n5o mais do que a desvirtuado das orcas vitaes, occasiooada, se-
gundo as investigac5es e experiencias dos mais abalisado mesu.es da siencia, pela depra-
vacao dos humores geraes, consequeneia da acc3o maligna desses mesmos agentes morb-
ficos introduzdos no organismo pelo:*cto da respirac3o, pela va digestiva, pelo contact
immediato etc. etc. .etc.
A syphilis infelizmente tem sido a pariha da humanidade, e como fra de duvi-
da que esse terrivel Proteo da medicina urna molestia hereditaria, ella tem sido obser-
vada em todas as idades, e debaixo de .todas as suas formas Uto variadas, enfraquecendo,
constilui'eoes robustas, produzindo mutilacoes, e cortando aioda em flor da idade vidas
preciosas.
Eliminar da ecooomia esses principios deleterios. e purificar a massa geral dos
humores vem sido desde tempo immemorial o fim constante da medicina, e os purgati-
vos figurara em primeiro lugar para preeacher esse desiteratum ou fim.
0 Elixir depurativo do Dr. Sevial parece merecer a preferencia sobre todos: os
immensos soccessos obtidos pelo uso deste salutar genie tanto na Allemanha. como em
Franca e Italia, o tornam c companbeiro ioseparavel de quasi todos os doentes.
Sendo as molestias, como acuita disemos, devidas s alteraces dos humores, o
Elixir depurativo do Dr. Sevial pode ser empregado vantajosament na syDbilis, erisy-
pelas, rheumatismos, bebas, gota, debilidade do estomago, infiammacoes chronicas do
figado e bago, dores sciaticas. cephalalgias, jievralgias, ulceras ebronicas, hydropesias.
pleurisias, gonorrheas chronieas etc. e em geral em todas as molestias em que e leona
em vista a purifieaco do systema sanguneo; pos que orna pratica constante tem feito
ver que elle indtepensavel nos casos gravlssiraos para minorar os soffnmentos, e pre-
parar o doente para medieaces superiores; e as menos graves a cura a conse-
queneia do seu uso, convenientemente repetido.
As substancias que entram na composicSo do Elixir depurativo do Dr. Sevial
pertencem todas exclusivamente ao reino vegetal, e grande cathegoria das substan-
cias depurativas e antisyphiliticas; assim, ao passo que este remedio depura o orga-
nismo, elimioando os principios nocivos saude, pelo mecanismo natural das evacu-
ares alvinas, neutralisa ao mesmo tempo o virus fyptiihtico quando este virus j
tem feito erupeo no exterior debaixo de suas multiplicadas formas; e previne tam-
bem os estragos dessa terrivel molestia, quando por ventura se ache ella anda no
estado de encubarao, isto sem se ter manifestado sob formas exlernas: beneficio
immenso, tanto mais quanto oeste estado os individuos ignoram completamente se es
to contaminados por este terrivel inimigo.
O sabor agradavel d'este Elixir convem a todos os estmagos, a sua accao so
bre o tubo intestinal suave e benigna, e de nenhuma forma prodaz molestias medi-
camentosas, como aeontece ao purgante dito Le Roy, que na sua qualidade de drs-
tico forte irrita a mucosa intestinal, e consecutivamente a seroza, resultando deste es.
tado, muitas vezes, bydropesias, que quasi sempre terminam pela morte do doente.
Assim pois esperamos que o uso deste remedio justifique cabalmente as nos-
sas asseveracoes, porque sendo um medicamenio tSo simples na sua composico.
pratica tem confirmado sua ulilidade.
rnlco deposito em Pernambuco
Na botica e drogara
DE
Bartohomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA34
CompaiiMa. geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMRR0 DE 1859
Gaa laica em diirhein, depositad* nos cofres da estada, garante a baa ad-
miiistraco da companhia.
BANQUEIROS fJA COMPANHIA I DIRECCO GERAL
Banco de Hespanha Madrid: Roa do Prado n. I
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combioacCes de supervivencia dos segu-
os sobre a vida.
Nella pode se tazer a subscripcao de maneira que em nenhum caso mesmo por morte do
sefurado ge perca o capital nem os juros correspondentes aetes. Kknn
Sao tao suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,que anda mesmo dminuindo urna terca parte do interesse preduzido em recentes liquida-
coei ecombinando-o com a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia
P*r? seu*. clculos e liquidacbes, em segurados de idade de 3 aitfannos, urna imposigo annua.
de 100,1 produz em effectivo metlico:
No fim de 5 anuos.......1:119*300
de 10 *.......3:942*600
de 16 *.......11:208*100
de 20 .......30:256*000
. de 25 .......80:331*000
as idades menores de 3 anuos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospecta e mais inforraacoes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia.
Pinza de Oliveira, ra daCadeia n. 32, ou a Boa-Visa na da imperatrix n. 12, estabelc
ment dos Sxs. Rayraundo, Carlos,Leite & Irmao.
^5i^l5i!?i^
A. JOREZ
FUNDIDOR E TORNEIRO
BU
METAES
Ra da Matriz da Boa Vista n. 36.
TINTURARA
AO GRANDE S. MAURICIO
PKOEON APERFEI^OAIOI
PARA
Tiaglr. lioipar e lustrar a vapor.
F. 1SALINGRE & C.
29 Eua 7 de setembro 29
Defroate da roa nova do Ouvidor (Rio de Janeiro)
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no seu genero no Brasil, por
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na
Europa, e ajodados por alguns dos melhores officiaes de Paris e LySo, podem assegu-
rar seos fregoezes urna perfeijc no trabalho, a qoal sen5o pode chegar pelos proces-
sos ordinarios. .
Tingem, lavam, limpam e derr.ofam com a mai r perfeicSo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem molliar as sedas e as vestimen-
tas de senboras e de homens.


Jo5o da Silva Ramos, medico
pela universidade de Goimbra, d
consultas em sua casa das 9 as
11 horas da manbaa, e das 4 as 6
da tarde. Visita os doentes em suas.
casas regularmente as horas para
isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em
qualquer occasiao. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
mattnSa,
Tem sua casa de saude regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, aindn mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apropriados e nella pratica qualquer
opperacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe. .3000 diarios.
Segunda dita....30500 >
Terceira dita. ..20060 >
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons servicos que
tem prestado.
O proprietario espera que elle
continu a merecer a confianca de
[que sempre. tem gozado.
I
I
I
i
!
Macedo & Azevedo fazem sciente a esta pra
ca que nada devem da eztlucta firma de Castre &
Macedo, se algnem se julgar credor aprsente suas
coalas no piaso de 8 das, que sero promptamen-
te pagas. Recite 30 de junbo de 1866.
CASA DE BANDOS I
n
m
FABRICA A VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito na ra Nova n. 50 loja de relojoelro.
Delouche donos deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa-
brica est montada com as melhores machinas que existem na Europa, e que pode
fabricarcom melhor perfeico possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e
puro, o que nao se pode encontrar naquelle que vem de fra, e que se vende por preco
baixo, visto os productos serem do paiz. Na etiqueta tem sempre urna aguia.
PREgO.
Meia libra......... 400
Urna libra......... 800
Urna arroba........190000
Na mesma fablica acaba de se montar urna officina com serrara a vapor para
obras de marcineiria proprfa para edificio, para o que encarregi-se de fazer portas, ja-
uellas, assoalhos (parqu francez como se usa na Europa,) e armac5es, ludo com brevi-
dade e perfeico. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade, entregando-se
prompta a collar-se no lugar.
CONSULTORIO NED1C0-CIRIR6G0
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LORO MOSCOSO
MEDICO, PARTE1RO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundao 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos osdias das 7 s i i
oras da manho, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepcSo dos das santificado!,
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sor timen to de carteirai
tobos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacoes e pelos procos seguinte.
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
de 24 tubos grandes. 180000
i de 36 tubos grandes. 240000
> de 48 tudos grandes. 300000
de 60 tubos grandes. 350000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se flzer, e com os remedio
que se pedir. '
Um tubo avulso ou frasco de tintura de nva onca 10000.
Sendo para cima de 12 custario os precos establecidos para as carteiras.
Ha tobos mais pequeos cada um a 500 ris.
M VltOS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. JarS
dous grandes volumes com diccionario............ 200000
Medicina domestica do Dr. Hering ........... 100000
Repertorio do Dr. Mello Moraes............' 60000
Diccionario de termos de medicina........... 30000
Os remedios deste estabelecimento s5o por demais conhecidos e dispensan por
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios
verdadeiros, enrgicos e doradores: ha todo do melhor que se pode desejar, globos da
verdadeiro assucar de leite, notaveis pela sea boa conservacio, tintara dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparaclo, e portanto a maior
energa e certeza em seos effeitos.
Casa de salude para escravos.
Recebe-se escraros para tratar de qualquer enfermidade oo fazer-se-lhe qnaquej
operaco, para o qae e annunciante julga-se sufficientemeote habilitado.
O tratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica,
raoccionando a casa ha mais de qoatro annos, ha muitas pessoas de cujo conceito se nlc
pode duvidar, que podem sor consultados por aquellos qae desojaren, mandar seos
doentes.
Ptga-se 20 por dia dorante 60 dias e d'ahi em diante 10960.
As operacoes serJo previamente aj astadas, se n5o se qoizerem sojeiUr tos proooi
razoaveis que costn pedir o annunciante.
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
K. 5 Kaa do Qocimado n, 5.
Monteiro& Guimar5es, participam a todos os seus amigos e fregnezes, que recebem
de conta propria por todos (s vapores da Europa, grande e variadissimo sortinoento de
objectos de aita novidade, e bem assim adornos proprios para casamentes, pois queseus
correspondentes de Hamburgo, Paris e Londres, na esclba de taes mercadorias tem
merecido approvaco das encantadoras Pernambucanas.
A Fragata acaba de receber pelo ultimo vapor grande variedades de sedas de todas
as cores e qualidades, tambem recebe por todos os vapores luvas de pellica, (do afamado
Jouvin) saias de lia com barras colloridas de grande novidade na Europa, vestidos de
granadina bordados agulba, e de grande ton, ditos de popelina muito chiques, ditos
de esmeraldino (gostos novos,) riquissimos cortinados bordados a ponto de crochet, ro-
tondas de seda, ditas de linho, ditas de algodao, chales de guipour de. seda, e de al-
godo, pentes para cok, (de pbantasia) enfeiles para ditos, manguitos bordados e
gollinhas, camisinhas ditas, transparentes para janellas com mui lindas paisagem, pre-
cales deapuradissimos gostos e padroes, chapeos de palha enfeitados pelas melhores flo-
ristas de Paris, enlremeios bordados finos de diflerenies larguras, riquissimos cintos
bordados com figuras chinezas, (bordado Da mesma fita) balees de hasteas d'aco ameri-
canos, ditlos de musselina, tapete para guarnico de salas padroes muito bellos, chapeos
de sol de seda para senboras, ditos para homem, enfeites imperatriz Eugenia, dilos
Maria Pia, cestinhas com todos os pertences para meninos de escolla, saias bordadas
para senhoras, gollinhas bordadas fgosto novo) chitas escuras e claras, madapoles, cam-
braia de cor, ditas pretas, bolsas de tapete paraviagem, ditas de vaquetas para guardar
dinbeiro, e outras muitas fa;:endas que se vendem por menos preco qae em outro qualquer
estabelecimento.
Riquissimas fivellas de chrystal para cintos.
Meios aderecos de chrystal (novidade.)
Cintos muitos ricos, etc.
Perneiras de guthaperche para chuva.


DE
DE
J. VIGNES.
M. o. RIA DO IMPERADOR HJ. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje asss conhecidos para qae seja necessario insistir sobre a
ina snperioridade, vantugens e garantas qae offerecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
Teis qae elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qne tem apparecido nesta praca ; pos-
mindo um teclado e machinismo qae obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca ralbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos imporian-
ssimos para o clima deste paiz ; quanto i% vozes, sao melodiosas e amadas, e por isso muito agrada-
rais aos ouvidos dos apreciadores.
Faiem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
orrespondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposiedes.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um ezplendido e variado sortinento de msicas dos
Minores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo todo vendido por i
precos commodos e razoaveis.
26 Paeo do (armo 26.
Neste estabelecimento to impor-
tante para a aude e asseio do cor-
po, acham-se montados 20 banhei-
ros, que sao servidos com a ordem
e asseio qne para desejar-se. Qa- (
tro destes banbeiros sao especial- n
mente reservados para senhoras e a
por isto acham-se collocados em lu-
gar reservado, aonde s tem entra-
da as pessoas de urna mesma fami-
lia.
PREgOS DE BANHOS AVULSOS.
1 banbo fro, momo ou de
chovisoo...... 500
1 dito de choque .... 10000
1 dito de farello...... 10000
1 dito aromalisado 10000
PRECOS POR ASSIGNATRA.
30 banhos por mez fri,
mor no ou dechovisco. 100000
25 banhos com cartes pa-
ra os mesmos ....
12 ditos ditos ditos .
12 ditos ditos de choque.
12 ditos ditos de farello..
O estabelecimento estar aberto
nos dias uteis das 6 horas da ma-
nha as 10 da noite, nos dias san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
m
100000 m
50000 S
100000 g-.-
lodoco m
VIVA 0 PROGBESSO
Ao systema mtrico decimal
Ja niDgaem ignora que o governo imperial adop-
toa este systema de pesos e medidas e at ja as
reparlicoes militares por um aviso do minisierio
da agricultura, ccromercio e obras publicas no
comprara se nao por taes pesos e medidas. O go-
verno deu um prazo aos particulares para teretn
lempo de se inslrairem, mas brevemente se acaba
e eolio todos serao obrigados a regolarem-se por
estes pesos e medidas o qae jalgarpos ser de multa
utilidade por ser esta medida lirada da circomfe-
rencia do globo e por conseguate a nica, certa e
mais exacta, finalmente a duvida eslava em nao
ha ver taes pesos e medidas, porm esse mal Ja"
esta' sanado, ja' temos pesos e medidas tanto para
secco como para liquido, assim como pesos de fer-
ro de 50 kilogrammas at l|2 hecto-gramma, de
lato de 500 grammas al um gramma, para sec-
eos desde i|2 hecto-lilre at decilitro, para liquido
medidas de estanho desde um Mire at o decilitro,
assim como medidas de madeira para as tojas e
medidas de extencao (treinas), de 20 a 50 metros:
o nico deposito destes pesos e medidas na ra
Nova n. 38, aonde se vendem desde ja e se rece-
bem encommendas para dentro ou fora da pro-
vincia.

O Dr. Miguel Joaqnim de Castro Mas-
carenhas modoa a sua residencia da ra
do Sol para a da Imperatriz n. 88, entra-
da pela roa do Hospicio, onde continua
no exercicio de sua profisse. O mesmo
Dr., que se tem dado com solicilUde ao
estudo e pratica das molestias de tero e
de meninos, d consulta gratis aos pobres
das 9 horas as 10 da manha.
Ost
XSf,
PILLAS de BLANCARD
,40 IODURETO DE FERRO LNALTERAVEL
Approvadas pela Academia de Medecina de Pariz
.TCaifAMS rsio combjbo sumen, m sa-pitesiiico
CrEIIMINTADAt NOS HOSPITAS DE FRANCA, DA BBL6ICA, DA IRLANDA, DA TDt*)UIA,l
Mtncoit honrlas nos Expoiifois Univerfais de Neir-Yark, 1858, de Paris, 1855.
Estas PuUs TolvMas n'uma carnada resino-balssmka de ama tenuldade eicessi<, Um
avantagen de fetn inalterateis, tem sabor, de usa pequeo toIhdk, c de us cansaren! os
ornaos digestiros. Goiando das psxwriedade* do IHM e do afuMi ellas conreni princi-
palmente as affeccoes CUoroticas, escrofulosas, tuberculosas, Canerosas, na leucorrhea,
amenorrhea, anemia, etc.; enfins, ellas oRerecsan aos praUeo* na* a*cdieaea das maiseoer-
ficas para modificar as constiiuicoes lymphaticas, frats ou debilitadas.
JV. B. O foilureU) de farra impuro ou alterad* um medie-
*la tasM, trrltafiie. Cano pr*r* de paris e da atdhaaeMade dt
rerdadelr** Plalas de Blnseard, dere -se axifir bosm sen* de
SMIBi^aetKaeiMtsMSkrBsa.quircproduiid.qiMsesclisMBirle
feriar Se um rMatt*> verde. Dere -*e deteasnar da* (
i filaMr|ili
(fie, M. Pars.
SI
Companhia fidelidade de seguros
maritimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro;
AGENTES KM PERNAMBUCO
Aloiie Lila de eiiveira Awrede 4 G,
competentemente autorisados pola direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado- |B
rias e predios no seu escriptorio ra da
Crui d. 1. im
Na padaria
um caxeiro.
da ra do Raagel precisa-se de-
Vende-se na pharmacia de P. Maorer 4 C, ra Nova.
AMA
Preciea-st de um* ama para pooeo servico pre-
ferlado-te de meia idade : na roa da Roda n. 48,
oaaa da eaqnina de om andar._________________
_ Preolsa-M alagar um primeiro aidar M8
batiros de Santo Antonio e Boa-Vista, ruaa da im-
peratrix, Imperador, Aurora e Nova; quem tiver
para alosar pode dirigirse a roa do Cabuga n. 4,
tratar.
Na praca da Independencia n. 33, toja da
oorives, compra-ie wiro, pra, e podras preciosas,
e tamben se ha qualouer obra de encommenda e
todo e analqoer concert.
Gaarda-livros
Um tono estranreire, ioleiraownte habilitado
enlodas as escripturacSe eomnereia**, deMpa
presur seas servicos en alfanas casa* da nego-
cio : quem qnlier utihsar-so de seas servicos di-
rija-se a roa Nova a. 1,1,
Trocam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaos com descont razoavel : na praca da
ndependencia n. 22._____________ ^^
Alnga-se para o servico interno de casa de
amilia ama eserava qae engomma bem e cosi-
nna : quem prerisar dirija-se ao segando andar
da casa n. 48 na ra da Aurora das 6 as 9 horas
da manhia e das 4 as 4 horas da tarde, qae acha-
ra_pessoajeneontratar.
Sanoel Power Jhi&Ui CtB^aiha
RoadaSenzalaNovan.4.
AGENCIA DA
Fandi^i* e *Lw loor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e metas moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
l nho,
Arreios de narro para om e doas cavallos.
Relogios de o uro patente inglex.
Arados americanos.
Machinas pan descaroear algodao.
Motores para Utos.
Machinas de costura.
Ama de leite
Preciia-se de una ana que tenba bon leite:
roa daAorora i. 16.




i
i;
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S
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L


-' '--; -
Diarle de e_-na_ulmco Icrca lejra 10 e eiulko de
J866.
.-----:"~
1
_b
BOTICA E CONSULTORIO HOMEOPATHICO. |
DO
M. SABINO O, L. PINHO.
Ra Nova n. 43 (loja de marmore.)
A experiencia tem demonstrado cora a roaior evidencia que os medicamentos homeopalblcos
preparados por amo do agtiador dynamico sao os que deseovolvem accSo mafs proropta, mais segara
e mais efflcaz
B* sem da vida pelo conhecimento destes resultados qne constantemente recebe esta botica en-
commendas do Rio Grande do Sal, do Rio de Janeiro e da Baha, apear de haV-r nessas provincias
ai bem sortidas e acrediudas boticas, d'onde se poderiam talve obter remedios mais baratos, alten-
deudo as deapetas de porte.
A seguridade da accio dos medicamentos assim preparados se manifesia at mesmo quando os
' glbulos se acham redolidos a massa.
Boticas de tt tobos.....185 a 205
, de 3 tubos.....26* a 305
> de48tubs.....334 a O*
. de 60 tubos. *_* 43* a 30*
Calas de medicamentos en glbulos e tintaras.
De 24 tintaras e 48 tobos. 60* a 70*
! 36 e 60 tubos. 7i a 8.'*
48 > e 88 tobos. 95* a 100*
SO e 110 tubos. 119* a 120*
Vende-se igualmente o THESOUBO HOMEOPATHICO, obra esseocialmente popular pela clareza
vosa que eosina a conhecer as molestias e a empreglr (os remedios (2* edico) 20*003.
O r. Sabino 0. L. P. d consaltas todos os das uteis desda il borts da maoha at 2 da Urde.
Das 2 horas era diante visita os enfermos em seos domicilios.
Era casos argentes e repentinos as coasaltas e visitas sero feitas a qaalqaer bora.
As consaltas por escripto serto respondidas cora a malor brevldade, precedendo sempre o tem-
po neoessario para maduro ezame e reflexao.
CASA DA FORIOil i
A^s 6:000#000.
Bllfcetef garantidos.
A'IHHO CRESPO S. 23 E GASAS DO
Yemieai-se os eguiaks livroaToovos saludos
da livrana por melado de stu valor, que quando.
oo se os queira lr val apena compra-Ios para '
aformosear estantes : na academia o bedel Bruno i
' dir qoem vende ;
Savegfy D. Rom., 8- votooie*. ....
t- fcicoUTrty, 2 ditos. .
-aii o assignad* venden nos seos mUlurfeli- Peilat teslos sobre o duet\ 1 dito .
es bi metes arantidosdalotewa toe se acabou Dito D. Privado dos Rom., 1 dito.. .
de eitrasjtr, a beneficio da Santa Casa de Ml*e- Poojaalat historia de Jerosalem, 2 ditos.
rlcordin.os seguidles premios: Contrato social de J. J. Ronieaa, 1 dito.
N. no trae quintos com a eorte de :0OQ#. Ventara as aniares do fvangelho,' 2
N.339I ummeio com a sorle de 1:200*. |n.d,te .....
N. 247Sumroelocomasorlede5005. Dito a roai de Dos, 1 dito. .
N. 3880 om mel com a sorle de 200*. \ Dito cojto a Fanta Virgen, 1 dte. .
E ootras mullas ortos de 100*. 40*, e20*. Vellemain historia moderda, 1 dfto. .
Ospossaidores podem virreceber sensrespec- Viseonde de Bonalo, 6 ditos ....
trvo premios sem os desceios das leis na casa Ventura Bellezas da F, 3 sillos .
da Fortuna s roa do Crespo n. 23. Ortolan depiomac.a do mar, 2 ditos.. .
Acbam-se a venda os da 19'parte da lotera Water direitcinternacional, 2 dito?., .
(7!) a beneficio das familias dos voluntarios da Haute fenilll dlreite edeveres das nac&es,
Balos
Ora, de sortiiuento.
Chegou a ra daJmperatriz n. 52, junio a
daria Irancez3, nm grande sortimenn que
de a 2*5< 0 rs. paraacaabar. _
pa-
se ven-
3*000
1*500'
1*500
3*000
5*i00
5*000
5*000
5*000
Ib- Hua das Lctranjeirusl
Estabeiecimento de niolbados tm
grosso e a retallio.
Manieiga'ir.gUza a 1>, 1*200 e 1*280 1" quali-
dade, "dita'rnmet-za a 640 e 70 r. a libra, caf"
em carogo superior 100, 220 240 rs. a libra, cha'
miodo a 2*800, ditOiHysi-. > 25CG0 a libra, bolu-
xajle soda e ouiras cualidades 1-3200 a tala, vi
nlto do Porto superior a 15 e l*5C' a garrafa, di-
to em barril a 800, diio blanco 640, Jila de IV
goeira a 500. dito de Lisboa a ."00 rs, sei v. a boa
qualidade a 500, dita Bss a O.ifl r.
r janette
11-Rua da Cadeia~ll
PER^ilIBlCO.
Charutos da Baha.
Exposicao.
Normas
Imperiees.
Goasafeerai.
Parisiense,
fteltoias.
Londrinos.
Suspiros.
Senadores.
Regalas Imperiaes.
Los amigos.
Vista faz f.
Regalia de la ftsina.
Ramo de Havaaa.
Charutos do Rio
Conchas.
Opsris.
Trovadores-
Regadas.
Cigarros.
Suspiros.
Gsrlbaldls.
Papel de linbo.
Pape) pardo.
Acadmicos.
__la Bosa.
Fonos estrangeiros e naciones.
Rap.
Papel pera cigarros.
patria, que se extribira' lercafeira 10 do cor-
rale.
PREGO.
Bilhetes. 6*000
Meios......3*000
Qointos.....1**00
Para temas que compraren de 100*000
para cinta.
Bilhetes.....8*800
Meios. ..... 2*750
Quintos. 1*100
Manos. Martins Fiua.
***** m *******
ODr. Bamaug medico-operador e oca- m
tiste estaoeleceu seo consoltorlo proviso- m
to a' roa da Croan. 18, onde d consul-
tas todos os dias.das 10 horas da roaobaa
as 2 da urde ; o Dr. Ramaog exerce
igualmente tanto a medicina como a ci-
rurgia, dedicase porteo com especialida-
de ao tratameote e cora das molestias
dos olhos, ouvMos e das vas orinarlas.
8
Grande hotel Traviata.
O proprietare deste estabelecimento participa
ao respeitavel publico que acaba de reformar o
seo hotel de modo a offerecer. aos seos freguezes
excellenies commodidades, bo'a e acetada comida,
delicados viebos e magnficos buhares por preco
commodo. X) servigo Teo com regularidade e
promptiao ama pro-de que o proprtetario do
hotel Traviata muo se empeaba em agradar aos
teas fregtezes. Este; hotel, situado na rea larga
do Rosarle o. 37, no bairre de Santo Antonio,
sem dovida o mais central, e como tal o que pro-
porciona mais vantagens.
lulefeaillldirelte edeveres das nace, ^' me|as glrraf a 6(K)r,., a^efcir a 1*500, wei-
g; pod^uWo, i d0: : : & ^&*'*S&S?}Jir5^.'.t
CALWDO.
45 Hua uireit 45
qaid.
bra, papel almaco e de pes i-haratos e ontros
multos objectos qae se tornam enfadonho mencio-
nar : garante-se bom peso e servir bem.
niOMTfiAf.
Para liqnidaco se vendero excelleotes presnntos
de Melgaco, chgados recntenteme, os qnaes se
vendem pelo barato preco de 320 rs. a libra, no
araazem da ra da Cruz n. 36, em frente ao bec-
coda Lingoela. Qorm nao qnerer fazer um bom
tempero de panella com excellente presnnt', por
menos preco que o touciobo ? e por isso e fpro
veitar fin quaoto nose acbara.____________
Vendcm-se queljos do serlo, frescos : no
E todos os dema'rs ^rtigos qae se possam procurar tendentes a esiabelec'rmentos
desta ordem.
"Si S
f-s
B"
COMPRAS
' o
o
^' -- B B -O S
2 O Io2.
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S o o
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-
O
re
a> cc-S
-O C(Hiipra-se
uro* escrava qae seja boa Ggora e qae siba bem
tngommar, nao excedendo de 28 annos de idede,
e pagase bem : noescriptorio de Vicente Perpet-
ra da Costa & Fimo, roa da Senzala n. 138, -00 -em
seu armazem junto ao arco da Conceigao._______
Oarro e prata.
Kwi obras velbes : compra-se na -praca da- la
pendencio n. 2S, loja de bilhetes,
Compra-se oui o, prata e podras preciosa
em obras velhas: na roa da Cadeia do Recife
cia de ourives no arco da Conceicao.
Compram-se libras sterliuas : na praja da
Independencia n. 22.
Compram-sa as obras de medecloa homeo-
pavbica do Dr. Jarrh e Cocbrane, e tambem a pa-
the'.ogia do Dr. Jarrh : qnem as tiver-deixe carta
oom o preco de cada ama, e a morada para ser
procurado, no sobrado n. 27, segundo andar, nc
pateo do Terco.
A primeira cndilo indispensavel con-
servado da sade irazer os pea bem de-
fendidos contra os ataques da humidade;
calcado bom e seguro o nico preserva-
tivo dessas mil enfeimidades a que est su-
jeito o nossoeu. Um chnelo veIho cal-
cado por um dandy patuscante, ou orna
botina acalcanbada em pequenino p de en-
cantadora deidade alm de aecusar que-
brdeira horripilante, prova contra as f-.cul- pateo do Terco n. 21, a^720 r^a libra^
dados ntellectuaes dos calcantes, e nao ba
quena, tendo bom sonso, queira passarpor
maluco, 00 pobre de sarrio : ergo, cor-
ram a:
4*-RUA DIRE1TA4*.
e attendam ar barateaa.
# j Homens.
Borteguins barcellonezes de lus-
tre e de porco 6*000
Ditos de Bordeaax .... 70000
Ditos parisienses de bezerro e
cordavSo....... 8*000
Sapatoa de lona, sola de borra-
cha..... ; 2*000
Ditos aveludados ..... 1*600
Ditos de tranca bons .... 4*600
Senhoras
Borzegum enfeitadoss. 5*000
Ditos de* laco ...... 4*800
Ditos lisos .....,, 4*500
Sapalos de borracha .... 1*600
Selleiros, corrieiros e segeiros 1
E um completo sor ti ment de cateado fa-
bricado no paiz.
INJECCAOe CAPSULAS
:VEGETAES aoM4TICO:
GRIMAULT&C'iPHAnMACEUTicoSLvPABIS
Novo traumento preparado com as folhat de
Mulico, arvore do Per, para a cura rpida e in-
tallivel da Gonorrhea sem recelo algum da con-
traego do canal ou da inflammacSo dos intestinos.
O clebre doutor RiCORD, de Pars, ler renonciado,
desde sua apparico, ao emprgo de qualquer
ontro tratameato. Emprega-se o Injecco no
comeco de fluxo; as capsulen em todos os casos
chronicos e inveterados, que resist rao s prepa-
racoes do eopahu, cubeba e sinjecedes com base
metallica.
A venda as pbarmacias de P. Maurer -
C. e A. Caors, em Peruambuco.
Compram se dous Boorgain ero segunda
mo: na roa ova, escriptorio de Quinteiros &
Agre._____________________________________
Compra-se um sobradinho ou doas casas ter-
reas cesta cidade, assim como de dez a viole ae-
os qfnm tiver dirija-se a' roa larga do Rosarjo, lora'
dojeoca-n. 26, onde se dir qqem pretend<-. JE vlraeto COOnposto ele flalsa-par-
Compra-:e urna carroca com 'orna pipa ww 'Hala de Ayer.
cima, igual -as qae servem para vender agua, e um Peitoral dceereja.
Remedio para sezes.
Remedios d Dr. J. C. Aver, ex-lente
da !"niver&idade de pensvlvaoia, bos
l-i dos-1) ides.
boi manco para.a mesma : a tratar na roa estrella
do Rosario n: 6, armazem. _______________
Liaras esterlioa*.
Coopra-se na ra do Crespo n" 16 .-primei ro an-
dar.________________________________________
Compra.se una escrava de meia idade e
vende-se urna meta agua : a t:atar na ra da Ro-
da n. -2.
VENDAS
O
NOVO DESTINO
DO
rilulan eathartlcaa.
0 deposito central para as *provinc;as :
Peruambuco, Alagoas, Parabyba e Rio-
Grande do Norte, destes remedios t5o fa-
veravelmente corrbecidos e acolbidos em
todas as panes da America do Sel e do
Norte, aca-se em caa de Tueod hrig-
tlaosen, i6 raa do Trapiche eni
Peruambuco.
Os precos de
33* por duzia de estract de salsa-parrllba.
27* por duzia de peitorai de cereja.
2.7* por duzia de rem dio para sezoes.
7* po- duzia de pilulas caiharticas
se eutendem dinlaeiro vista, c> m
o descoijto de 5 por ceato m quantidades
23 Largo do Terco 23.
Joaqun S. des Santos, dono deste bem s rtido armazem de molhados, participa
ao respeitavel publico, e principalmente aos amigos do .bom e barato, qce est resolvido
a diminuir os seas gneros por muito menos do que ein ontra qualquer, por tanto espera
dosseus amigos e collegas que veaham comprarem a primeira vez para sa.berema gran-
de differeiicia do que se fosse comprado em outra qualquer parte, por isso fa ;o annuncio
dealguns gneros epor estes podem regular os outros.
Cerveja de diversas marcas a 500 e 560 rs. a garrafa, e a 5,500 e 6* a duzia; vi-
nhode todas as marcas F. S. E. P. a 4oo, 440 500, e 640 rs a garrafa e a caada a
3*500 ; caf do Rio das melho es marcas a 2i0, 240 e 280 rs. a libra, e a 6*, 7*, e
7*500; a arroba manteaga ingleza de primeira e segunda sorte a 800 e 900 rs. a libra; fras-
queras com genebrade Hollanda e hamburguesa a 6* e 6*500; manteigafranceza de pri-
meira e segunda sorte a 560 e 600 rs. a libra; cb de diversas qualidades a 1*800, 2*,
2*500 e 25800; arroz pilado de primeira sorte a 120 rs. a libra e a 3*500 e 3*800 a
arroba, gaz americano a 440 rs. a garrafa, e em latas a 10* ou das por 19*500; fras-
queras de genebra da Victoria a 10*500, e o frasco al*; queijos do reino re .ebidos por
todo6 os vapores a 2* e 2*200; papel de linho a 4* a resma e azul e branco a 2*;
sabio de diversas qualidades amarello e maca a 200,220 e 260 rs.; a libra sardmha de Nan-
tesem quartos a 400 rs. cada urna e em porcao a 360 rs,; copos lapidados a 5* a duzia
ea500 rs. cada um. Alm destes gneros ha outros inuitos que seria enfadonho an-
nunciar e quem duvidar venha ver.
OPEHACOES
DE
OLHOS, OUVIDOS E DAS VAS 0UR1NARIAS.
lr. Rauaauge medico operador e oculista, memoro titular da academia
imperial de meliciaa do Rio de Janeiro, faz scieate, ao respeitavel poblio < que estabe-
leceu seu consultorio ra da Cruz n. 25, onde ser encontrado, todos rs u.as, das 10
horas da maoha as duas da tarde.
Por meio de um engenhoso instrumento de dtlataco uretral, e pelo systema do
finado Dr. Peixoto, e Dr. Ramaug cura os estreitamentos do canal da uretra; este me-
thodo novo foi posto por elle em pratica na corte em colloboracSo com o Sou collega e
amigo o uado Dr. Peixoto, edepois d arante os quatro mezej da sua estada na capital
da provincia de Minas, onde o Dr. Ramaug operou quatorze enfermos que se acham
boje no mesmo estad-) de desembarace, que no dia da operaco; a dor to pooca
que Hiuitos nao presumem ser operados, quando ja est desobstruido o canal.
Os jornaes da corte e depois o jornal Minas Geraes do anuo passado tem publi-
cado um grande numero de enras, tanto de olhos (operacoes de cata-atas e de pupilla
artificial) como de estreitamentos do canal da uretra, effectuadas pelo Dr. Ramaug;
convida elle perianto as pessoas que precisarem recorrer ao seu limitado presumo, para
apresentarem-se quanto antes consolta-lo. Cara lambem varias desformidades do corpo
aes como, ps tortos, olhos vesgos, beico rachado, etc.
Chaf* de rmnha branca ^^^^t^X^^^'-
a 144, 16*. 18* e 20#. Imitador HeroeoagiaseBdnntdo do Reg Montei-
Na praca da Indenendeneia n. 14 e 14. ro, podem ser procorados na roa estrena do Roa-
_______ i rio n. 47 nmeiro andar, da nove as trea horaa da
_. Qffocnna ic aa> npar aniil para qaalqaer urde, ra deataa hora eo casa de soas real-
arromace: tnem precisar dirija-ae a rna das La- daaof^___________________,______________
rstnlsns..M. _______, -- Alngate o otan do acorado na roa Imperial
Preciaa-se de ama ama forra oa captiva para n. 87, o qual tem commodos para (amilia multo
compras e cozlnbar : a tratar na rna da Cadeia do fresco e em eonta; qoem o pretender falle no mes-
Recife i. 8. >B0~ sobrado.
de 6 a 12 duzias, e de 10 por cento em
Vende-se umlorao obra prima e lodo no
vo proprio para tornear metaes e madetra, I.
tendo dito torno cinco qualidades de rosc I QwUitadoi superiores a 12 duzias._____
diferentes para fazer parafusos com a pon-! los agricultores
ta e a espera feico do T, vende-se igual-' Saooders BrotUers C. acabara de receber de
menle um rewolver feito nest? nraea or UV *ores de forca de 3
um dos mais peritos artistas;
tratar dirija se roa da Matriz da" Roa-Vista
Casa n. 36.
Na ra das Cruzes n. 42
vende-se.
Qaeijos do ultimo vapor.
Doce de goiaba em latas.
Manteiga ingleza.
Dita fraflceza.
Cha de diversas qualidades.
Vinho do Porto, Lisboa e Figueira.
Gas em latas e garrafas.
outros mallos gneros por mais rasoaveis
precos do qae em outra qaalqaer parte.
Fabrica vapor
DE
PAO 12 1IO1. AC HA
Na. 6 e 8
Praca da anta Cruz.
Joo Laiz & Narciso, acabam de montar o sen
mailo acreditado estabelecimento de padaria silo
na praea da Sania Cruz ns. S e 8, com maquinas
movidas a vapor, sendo esta a segunda oesta cida-
de, a mais aperfeicoada no trabalho desta crdem
at o presente; os denos deste esiabelecimente
participara aos seus nnmerosos fregaezes, qne
se al hoje os tem servido bem, de boje em diante
se tornarlo mais bem servidos, nao so em pao e
bolacha, como em todas as qualidades de massas
finas, pois os maquinas cooperara muito para isso,
apresentando lodo asseio e litnpeza; pois os donos
desle bello eMabelecimento proenram o quanto
eonvler em soas torcas para sempre melhorar
^i ^, lados os perteoees, e mu proprios para fazer mo-
9, ver macbinas de descarocar algodao, podendo cada
vapor trabalhar ate com 140 serras, tambem ser-
] veta para enfardar algodao on para outro qaalqaer
servico em qae acam trabalhar com animaes. Os
; merinos lambem tem a venda macbinas america-
| as de 3o a 40 serras : os preteodentes dirijam-
se ao largo do Corpo Santo n. It
X %K OIE
peitoral e dulcificante
M
SAINT GEORGES
Preparado por
GRIXAL'LT e C1'
phanueeutioos d. S. A. L
o principe patelo
Cara rpida de las
molestias seguentes :
tost, catarrhos, pleu-
" resta, coqueluche, an-
gina*, forte* constipa-
cues, irritacSet dos
bronckos e do peito,
bronehite,phtuica pul-
monar, astma, peu-
tnonia,anginat,amyg-
dalites, toiseehronica.
COLLARES R01ER
OU
Anodinos electro-magnticos contra as
ca.>iscs, e para facilitara enfi-
co das mancas. A agaia-branca,
a ra do Qoeimado n. 8 recebe os
por ttrdw os vnpores francezfs.
Ja eslotao conhecidos, e tanto se tem efpalha-
do a fama desses prodigiosos collares Royer, qoe
te torna desoecessario dizer mais aUuma cousa
em abono de o lestemonho de mllbares de pessoas, que tem vis-
to e aproveltado o Miz resultado desses tao uteis,
qu3o necessarios collares Royer. A quolidiana e
crescida exlracco, que vo lendo, moslra ainda
qae o numero dos proaigios se eleva com o dos
compradores. A aguia-branca, porm, desejando
concorrer para nm flm de tanto aproveitamento,
tem feito os necessarios pedidos, para que por to-
dos os vapores francezes Ibe seja remettida ceria
quanlidade de ditos collares, para assim tornar-se
inallivel o sortimento delles, na roja d'aguia-bran-
ca, roa do Queimado n. 8.
Stereosropo dcmri'no
Com bonitas vistas.
A aguia-branca receben bonitos siereosropos de
mogno envernlsadps e com lindas e agradaveis vis-
las, e qoer vend los baraUmtnte, sendo i caixi
nba com 24 vislas esculhidas por IOjOOO. Pode
lambem vender as vistas separadamente a conten-
to do comprador, que se dirigir a' tua do Queima-
do n. 8, loja d'aguia-branca.
Botinas de merino
cora sola, para crian;as.
A aguia-branca ns rna do Queimado d. 8 rece-
ben um bello sortimento de botinas de merino
ctm sola para criancas, sendo o sortimento vr-
riado em lmannos e diferentes cores.
Fitas largas lavradas.
Alm do completo so tmenlo de fitas que cons-
tantemente se acba na lija d'aguia-branca, esla re-
ceben novamtnte um outro sortimento de fitas lar-
gas lavradas, cojos lindos e novos desenhos a par
da superior qualidade as fazem apreciadas, uesse
simples dlzer talvez o pretndeme n3o f.ir,a a justa
idea do apurado goslo de ditas fitas ; mas, se se
dirigir a' ra o Queimado loja d'aguia-branca n.
8, conhecer qne nada ba de melhor neste genero.
Latas e copos com banlia fiaa.
A aguia branca receben novamenle a superior
banha era latas e copos de vidro com tampa de
dito, e contina a vendo-Ios a 2j c 2500 : na ra
do Queimado loja d'aguia branca n. 8.
Le que. de madreper o!a:. sndalo
e aeo.
A agoia branca, na ra do Queimado n. 8, re-
relienm va remessa de bonitos ieqoes de madre-
perola, -sndalo e osso, todos de lindos desenbis
Tambeda receben ouiros pretos para luto.
Tinturas para fazer os cabellos
pretos.
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, aca-
ba de receber novo sortimento das apreciaveis ti_-
taras para empretecer os cabellos, .endo Caiiintias
com lintora de ehromacome, frascos coro rolorico-
me para lustrar os cabellos, dito? com onychromon-
tone para limpar as unhas, ditos com liydrocalle-
trichiue para lavar os cabellos, sabj branco tam-
bem para lavar os1 diios, caixiohas com tintura de
Hoelde Water ditas cora dita de L. Marques.
nonecas que andain.
A agaia branca, n:i ra do Qoeimado n. 8, re-
ceben novas e bonitas bonecas, que movidas por
nm machnismo, aodam perfeilamenf-, e pela per-
feigo e njvidade das dit.is se tornam excellenies
para presentes : os prelendentes as acharo na
loja d'aguia branca, rea do Qoeimado n. 8.
Vende-se urna escrava com urna filha de 1
anno e um filbo de 7 snnos, a escrava c.7inha,
engomma e lava perfeilamente, de idade 4 a 25
annos : quem a pretender pod ir ve-la em Sarao
Amaro, em casa de Domingos Jus da Costa Gui-
mares, e tratar na rna de Apollo n. 3o, priraeiro
andar.
Rovo ortiuiefto de perfumaras
tinas.
Chegou para a amiga loja de miudezas a ra do
Queimado n. 16.
Bonitos vasos de porcelana donrada com banha
muito lina.
Outros ditos de f 6 de pedra com dita.
Garrafas com -uperior agoa da Colonia.
Frascos com spua balsmica para deiles.
Dito de dita denfrict.
Dito de ex rae tu de quinqalna lambem para den-
les.
Dito com superior agua flor de laranja.
Dtto de.ditf flor de rosa.
Dito de dfto vinagre de Venas para refrescar a
pelle. __[
Dito de dito gea ambrrtva para banhos- do ros-
to, corpo ele.
Dito de superior agua de Colonia ingleza, de Pi-
ver e-Lubin.
Dito de excellente banha de Lobin.
Saboneta de Lnbin.e ontros de amendoa, trans-
paienle, etc.
Cosmetiqae (oa pomada) de superior qualidade.
Pinos extractos, fraegipane, sndalo e outros
tambem de finos e agradaveis chtiros
- Opiala ingleza e fraoceza para denles.
Uanitus vasos com p de arroz e pincel.
Caixinlias com aromtico p de arroz.
Oleo ioglez. dito philocome, babosa e outras qaa-
idades para cabello.
Chrtimaeome pora Ungir cabellos.
Essa apreclavel tintura ebegou para a lija de
miudezas a ra do Qoeimado n. 16, assim cerno o
sabonete tranco, para se lavar os cabellos antes de
se usar da preparado.
(abazes de vidro com perfumaras.
Vende se esses bonitos cabales de vidro com per-
fumarias, proprios para presents, etc.; na ra do
Queimedo loja de miudezas n. 16.
Latas e copos cm lian ha fina,
A bem conbecida loja de mindezas a rna do
Qoeimado n. 16. acaba de receber as estimadas la-
las com banha fina, assim como o pos de vidro de
novo e bonito molde, com tampode vidro ecbeiros
de eicellente banba. Recefceu igualmente a pro-
veilose banha transparete que muito serve para
acabar as caspas, e a aromtica eagradavei banha
japoceza e outras. Os prt tendentes dirijam se a
dita loja de miudezas a ra do Queimado u. 16,
que sero servido a contento.
llomjuet dos alpes,
Esse fino e agradavel extracto, vero em um bo-
nito vaso de p de pedra e este dentro de urna ele-
gante caixioba de papelo, de forma que a peifei-
(o de urna consa corresponde a superioiidade de
ooira. Esse aprtciayel extracto acba-se a venda
na rna do Queimado loja de mtadezas n. 16.
Agita florida e nico,
Wndemse na loja de miudezas n. 16, ra do
Queimado.
Frascos com gomma arbica dissolvkla
e pincel.
Vendem-se na roa do Queimado loja de miue-
zas n. 16
Tinta indelevel para marcar ronpa.
Vende-se na ra do Queimado loja de miuezas
n. 16.
Fila elstica para coi de balo, e aspas de
ac para os ditos,
Vendem-se na ra do Queimado loja de miude-
zas n. 16.
Bonitos entremeios e babadinhos bor-
dados.
Vendem-se por barato preco na loja de miude-
zas n. 16 na rna do Queimado.
Tinta rxa e azul que ficam pretas.
Na loja de mindezas n. 16 a rna do Queimado,
vendem-se frascos grandes e menores com esras
i excellenles tintas, rxa e azul para ficar preta ; o
; prego dos frascos 1#000 e 500
,Graxa econmica em atas e barrilsinios.
\ eodem-se na loja de mindezas n. 16 a ra do
Queimado. _______
K1VAL SEM SEGUNDO
Rna do Queimado n. 49, loja de
miudezas
rouquido. 0a mdicos recomraendo ao mesmo
lempo o nao das excellente* pa_rHili peito-
** oom o anooo d'aliace o laureiro-
oav_|0, qne na prepario no mesmo eetaoele-
ateento.
A venda as pbarmacias
Caoro.
de Maurer e A.
systema do sea trabalno; os mesrnos toman) W
berdade de convidar o respeitavel publico desta '
cidade, como de fra, para, no caso de querer i
apreciar o trabalho das mesnias maquinas, mov-'
daa a vapor, todos os dias das 6 horas da maobia, i
at as 4 da tarde; e aproveium esta oeclsiio para
agradecer a todas aquellas pessoas qne loes flzerem
a disiincla honra.
Vende-se orna mobilia nova de amarello, di-
versos movis de corintia : a tratar na travessa
3 i do Pocinho o. 37, casas de Bartbolomeu, ao p da
taberna.
Cola res
L46H1WH8
O verdadeire vinho desta localidade, nreferive*
: neste pas pela sua fresqnldSo e agradavel paladar,
i vendase lNn.i garrafa, em barril de oital
vo : na Ufa, roa nova o. 00.
Chegaram i loja da roa di Crespo n. 7 A oa
mais ricos sol tuutos d lencos de Ufjyrwlho, as-
sim como toalbas de dito para baptlsados e para Este eiceltonte cha' ao asado boje no sol do
altar, todo de multo gosto. ____________ I imperio, vender a 800 rs. a libra : na Liga, ra
Vende-se urna peanena taberna com nonco* vn "_____________
fondos na tregnaia'de S. Jos, mallo afregaeuda
para a ierra, e o aluguel muHo commodo, qne
ainda qne ponco negocio taca sempre tendel de
aiognel para cima ; vende-se ntetade a diotteiro o
melade a praso, e se faz todo o negocio pois nao a _______
deve a' praca : qoem a pretender annuncie" Vende-se um bllhar com todos i i seos per-
- Vende-se nma preuTrioairde 30 i 35 an-, ?._* I na rufa Trapiebe-novo n. 81
a fifi j a
airona
Vendem-s* caixas com velas pelo barato pre-
go acuna ; na t_a da Madre de Dos ns. lo 9.
nos, cozinaa e taz o mais servico de asa, e mui-' Vendean-w dous ca vallo* asila, i
to boa lavadeira, tanto de sabio como d varella, e ama car;
vende-se tambem alguns trastes do aso de casa :
va roa da Conceb o n. K. i da A<
na Capuoga-nova, casa de doas
e farro, qae Oca em frente a roa
XAROPE
D'HYPOPHOSPHITO DE CU
de GRIMAU'T e C~
Pkarmaceutieot itS. A. I. o Principe NapoleSo
em Ptr.
Desde mui tos seculos os mdicos e os ch imicos
tinhao procurado nm medicamento qne pdeme
curar as molestias de peito; todas as pequizas
fcitas ath hoje nao tinhao tido ncnlium resultado.
Prem os trabalhos que foro communicados
ltimamente Academia de Medicina de Paris, e
as mais serias experiencias feitas no hospital
Brompion de Londres, que especialmente reser-
vado para o tratamento da tsica, provarSo que
essa terrivel molestia, quando ella nao estiva
anda no seu ultimo grao, tinha no Xarope dlly-'
pophosphito de Cal, um especifico poderoso. As
tosses, dclluxos, catarrhos, bronchitis, grippa e
coqueluche, cedem tambem rpidamente ao uso
d'este Xarope, e os asthmalicos achao n'clle nm
elemento certo para curarem-se.
Recommenda-se aos doentes de fazerem oso ao
mesmo lempo das deliciosas pastilhas peiloraes
ao sueco de alfaee e delonro cereja, dos S'* Gri-
m ault E C". Esta excellente preparacSose compoe
de duas substancias as mais calmantes e ao
mesmo lempo as mais inoffensivas da materin
medica, e nfo contem opie.
Deposito as pbarmacias de P. Maurer
C. e A. Caors, om Pernambnco.
Retroz do Porto.
No escriptorio de J. A. Morelra Dias, a ra da
Craz n. 50 pnmeiro andar, vende se retroz do Por-
to da bem conhecida fabrica de Antonio Jos Peres
da silva & Alves.
Na ra do Trapiche n. 16
acham-se os seguintes depsitos
De R. B nninghauseniNuits.
Bourgogoe.
Vinho Pommard tinto.
> Cortn tinto.
> Santo Georges tinto.
> Cliambertin tioio.
> Riebeboorg tinto.
Clos de Voogeot-tnto.
> ChaMis branco.
BeH A. Woefem Francfort:
Rheno.
Geisenbeiraer.
Liebfranmilch.
Marcobronnor.
DE
Jos Bigodinho
Est queimando as miudezas abaixo declaradas:
Frascos de oleo babosa Bpo 200 a 320 rs.
Ditos dito falco a 600 rs.
Ditos de macar perola a 200 rs.
Ditos cem superior banha a 200 rs.
Caixas com 6 frascos dec heirc s00 rs
Sabonetes finos a 60, 160, 200 t rs.
Ditos de bolla superior a 210 e 3_u i.-.
Livros para meninos cora estamps a .'.iii rs.
I Caixas de 12 frascos com cheiro a 1_>.
Frascos de oleo babosa muito fino a 400 rs.
Duzias de meias superior malidade para senbora a
l 4500.
Chegaram as agulhas balo (papel) a 60 rs.
Caixas com bonitos soldados de chumbo a ICO rs.
Ditos de agua para limpar dentes a 500 rs.
Pedras de escrever (pequeas) a i60e 200 rs.
Sapalos de tranca para homens e senhora a 15300.
i Pecas de fitas de la preta para vestidos a 600 rs.
Giozas de botoes de madreperola-finos a ibO e
640 r.
i Caixas de clcheles francezes a 20 rs.
! Pegas de froco de todas as cores a 200 rs.
: Caixas com superiores envelope a 600 rs.
i Pares de sapatinlu s de la para crianga a 400 rs.
: Ditos de meias i utas para senhora, superiores a
360 rs.
. Libras de pregos de todos os lmannos a 240 rs.
! Sabonetes de familia, superior a 100 e 120 rs.
Resma de papel de peso muito fino a -2.
Frascos com tinla superior a 100, 140 e 320.
I Grosas de phosphoros de gaz a 25200
Pares de botSes para punho a.120 e 240 rs
Cartao com linhas de 200 jardas a 100.
[ Meias croas mnito finas a 45-
Caixade pos para limpar dentes a ICOrs.
Caixa de superior linha do gaz com 50 uoveos a
15000 rs.
Purceiras de conla para meninas a 320 rs.
Talberes muito finos para meninos a 320 rs.
Cartilha da doutrina christaa 320 rs.
Frasco mnilo bonitos co cheiro a 240 e 500 rs.
Caixa com superiors iscas para charutos a 20 rs.
Masso com superiores grampos a 30 rs.
Attene&o
Vende-se a uberna;da roa de S. Jos n. 2, con
conmodos para familia : a tratar na mesrtia.
Vende-se o diccionario homeopathico de Dr.
IJanr : na roa da Cadeia do Recife n. 13, loja.
fiKOGARIA I
Grande armazem de tin-lij
tas medicamentos etc. I
Ra do Imperador n. 22. sg
Tolo Pedro das Neres (ge-5
rente) tem a venda o
segulnte: W
Productos cbimicos e pharma- j_
ceticos os mais empregados em W&
medicina. vJ
Tintas para todo o genero de pin- si
tora e para tinturara. *
Productos industriaos e tintas m
para flores, como botoes de flores _||
e modelos em gesso para imitar fi
fructas e passaros com o compe- g|
tente desenbo.
Productos cbimicos e iudustriaes *
para photograpbia, tiniuraria, pin- m
tara, pyrotecoia etc. &
Montado em grande escala e sup-
Sprido directamente de Paris, Lon- ge
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa S
pode offerecer productos de plena |
confianca e satisfazer qualquer en- m
i commenda a grosso trato e a reta- f
i lho o por preco commodo. jf
1 lilil
Panno de algodao da Baha, preprio para s.*c-
cos de socar e roopa de escravos, do melhor que
tem ao mercado, e Co de algodao da fabrica Todos
os Sanios, do Sr. eommeadador Pedroso, tem para
alves Beltro, na ra do
Iptorio._________
ns a Um,
w> mxs.u, k&t sa.
na loja da praca da Independencia ns. 23
!. jonto da loja de funileiro, a el'.e? que se es-
tao acabando.
t
t
I


Diario de Pernaftne* Terca frita de Julho ele 1866.

i
0 que occupa hoje mais a attencao do mundo
econmico? o novo systhejna do proprietario do ar-
mazem de molhados
UNIAO MERCANTIL
53 RA DA CADEIA 53
PASSASO O ARCO DA COMCfifClO.
Que surge de novo hasteando a bandeira da modicidade de prefos em todos os
seas superiores gneros.
Que o publico reconheca as vantagens que de tal systhema llie resulta, o que o
proprietario do sitado armazem deseja, a a que desde j o convida : passando tambem a
Dotar-lbe os presos de alguos dos gneros do seu esplendido sortimento, e para os quaes
ATTE\(iO
ComiM de milho branco anaericana.
Esta exlteme gomma, multo se recomcommenda como o ausento mais subs-
taaoial e sauJavel; servindo nao s para papa (n) que superior de todas ais outras
gammas e fariauas) mis tambem della se pode fazer pao-de-l, cangica, creme, bolo
francez, podim, etc.: o prego de cadi paco te de urna libra 800 rs., em caia tem aba-
timento.
MANTEIGA INGLEZ A de superior qualida- j MOLHO INGLEZ de diversas qualididei, 1
de a ,28o e i,loo rs. a libra, em barril 72o rs. o frasco.
se faz abatiment'o. j M0STARDA INGLEZA muito nova, a 800
DEM FR\NCEZA a mais nova que ha no! rs. o frasco
mercado a 6io rs. a libra, em barris ou DEM CRANCEZA a 64o n. o frasco.
otos a 600 rs.
CHA HISSON de primeira qaalidade a
2,8oo rs. a libra, alm Jesta ha muitas ou
tras proprias para vender a retalbo, que
se venden* de l.Ooo a 1,800 rs. a libra.
IDEMPMSTO o mais espacial quetemvin-
do a este mercado a 2,2oo rs a libra.
DEM regular de i.600 a 1,800 rs. a libra.
JALEA DE MAR MELLO em latas, a 800 rs.
FRUGTAS EM C\LDA pera, pecego, alper-
ce, raiuha Claudia, e gioja a O lo reis
a lata.
l,4oo e l.Soo rs. a garrafa.
FfilJAO verde e carrapato em latas ermeli-
cameote fechadas a 600 rs.
CHOCOLATE francs em picotes de lite*
por 5oo reis.
AZEITOXAS daschegadas ultlmameo de
Lisboa a i,2oo r. aanaareta, e5oo, a
guarrafa.
CAF avado a 24o rs. a libra, 7,ooo rs.
a arroba, e regular a 22o a libra, e 6.J,
a arroba.
VINHO CHERRY domis sopartor dojflrr*
cado a l,Soo rs. a garata, a W.oowa
a duzia.
MUSCATEL o verdadeiro de Setubal, a
l,8oo rs. agtrrafa, e2o,ooo a duzia.
VINHO B0RDEAUX das mais acreditadas
marcas, S. Emilion. Sant Julien Haut
Brion a 7oo e 800 rs. a garrafa, e em
caixa dedijzia, a 7,5oo e 8,000 rs.
VLNHO BRAC) de Lisboa de excelente
qualidade, e proprio para missa, a 800,
rs. a garrafa, ou 8,000 rs. a caixa de duzia.
MADEIRA SECO a l,2oo a garrafa, e 12;ooo
VINHO DO MENO superior, a 2.ooo
garrafa, e 22,ooo rs. a duzia.
VERM0UTH de superior qualidade em cal
xas de 12 meias garrafas por 12,ooo,e
garrafas por l,2oo rs.
SALMO E LAGOSTIN chegado ultima-
mente, em latas de 2 libras, a 1,600. r&4
ARENQUES em latas a 64 rs. tda urna.
SARDI.NHAS DE NANTES em latas e meias
a 600 e 36o reis.
VINHO DE COLLARES o legitimo vinho
desta localidade, rauio superior e sem
confeicio alguma, a 800 rs. a garrafa.
QUEIJOS DO REINO ltimamente chegados IDFM MADURO o verJadeiro do alto Dou-
pelo vapor 2,4oo: ditos do vapor passado'
a 2,000 rs.
LATAS DE CHOURigAS com 6 libras er-
meticameote fechadas, a 4,5oo, de barril
a 64o, a libra.
ESTREU.N1IA para sopa em caixas sortijas
de 8 litiras, per 4.000 rs.
VINHO VERDE do verdadeiro sumo da uva,
e o mais proprio para se beber n'este
imperio, pela sua extraordinaria frasqoi-
dSo e agradare! gosto a 64o rs. a gar-
lafa.
AMEIXAS FRANCEZAS em frascos de 4 e
2 libras, a 2,8oo, e I,4oo rs. em caxi-
. nhas muito enfeitadas com diversas estam
pasa 2,000, l,8oo, l,5oo el,3oo, reis.
BISCOirOS INGLEZES em latas contendo
diversas qualidades a l.oooe l,2oo rs. a
lata.
PRINCiPE ALBERTO bolachinhas as melho-
res preseatemente conhecidas a i,600
rs. a lata.
SALAME HAMBURGUEZ chegados no ulti-
mo navio a l,6oo a libra.
PREZUN IOS verdadeiro de Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e 56o inteiro.
TRAQUES n. 1. em caixas de 4o cartas, por
8,-loo, e 2io rs. cada urna.
MARMELADA em latas de i, i e 2 li-
bras a 600 reis a libra.
Gros de aples preto.a 10500,10600, 20, U, 3KOO e 40 o dorado.
Gorgurao preto de superior qualidade a 20500, 2J800, 30 a. 40 o co-
Superiores moreantiques a 205O>, 20600, 30, 30500, 40 e 5V000 o
covado.
Bous cortes de moreantique.
dem de gorgurao adamascados.
Bons pannos e casemiras.
n Sup riores alpacas, princetas, merinos e bombazinas.
Boas vfflados pretos.
Grande varieJade de ocales de fil preto e de guipure a 50, 60, 80,
100, m, de 160 a 200, e de 250 a 800 cada um.
Superiores retondas de fil preto a de guipure a80, 100, 120 e 250,
e de 900 a 600 cada urna.
Superiores algerienes de fil preto e de guipure de 120 a 250, e de
300 a 600 cada urna.
Bons cbaiies de seda preta.
Ditos de Merino preto bordados e outras muitas faadas pretas que
seria enfadonhe enumerar, na
IjOJ IAS COIUM^AS
Pfi 4NT0NK) GORRKIa DI! VASCONCslT-LQS & C.
RA B CRISPA W. 1 m
^~
-r-
PHOSPHATO DE FERRO DE LERAS
DR. EM SCIEY CAS
E* baratissitiio!
E' baratissimo
E' baratissimo
nJf ^T**16 **ecimen:o encootra ores-
SS lSJ^f ?* Mrtwk> lieoto de fazen-
daMraocesaMoglezas e suissas, e as qoaes se ven-
dero por preco crame do a saber
Chatos de randa preta a 50500.
ta a 64808 e #, ditos de seda a J 441 e 16A
isto aa roa da iaperatm a. neouries & Ir-
AMO- 1 Retondas pretas a g
Vende-6 toodas preas pelo barato preco de
8#, 81800% 9*; na raa da Imperalrii n. 7i loia
de GtmnarSes & Itwho.
Grande pexincba a 20 a corte.
Vende-se corles de casemlra da China a 21000
2#900, iftOO e 3i, ditas de brio a 1^280.14400!
11600, 1^00 e U-
E' muito barato, tarlatana de cores a 240
f. a ovado.
lo vapor Extrema*** e de sua prOpria "en-' eflSSS Tropraf pl?!^%S2?M
comraenda, um completo sorimento da ob-
jeclos de apurado gosto e alguns de comple-
ta novidade, como seja :
Riquissimos necessaaios para costuras,
tendo de madrepola, marfim, christal, e ou-
tras muitas qualidades.
Ricas eaiitfluas de madeira machetadas
tidas demidrep la, com msica, e o necea*
sario para costura.
Ciiiabas de mnsica, tanto de veio como
de corea.
Riqusimas malasmhas de madeira, for-
radas de marroquim, contendo o necessario
para costura, propria para meninas.
Lindos vasos para pos de arroz.
Loja do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento acaba de rceber pe-

.v-tu iMuiftw |/iui/iiao yai m iooniiv. mtouua DUUS
moderna que tem vtado a mercado a 240 o cova-
do 280, ditas ute flus a 308 320, (Basabas
eaeoeeias ararlo moiteraas a 360 e 400 rs. o cova-
do, ditas muito flaai 460 e 600.
Cobertores de attadio a 800.
Vende-se cobertores da algodo a 800 rs. ditos
melhores a 1^600 e 1*800, cobertas de chita a 2$,
2*500 e M. '
Quem davidar venha ver.
Cambraia de cores a'Mt w. o corado dita fina a
280 e 320 chitas fioas a 280, 300, 320, 360 e 400
rs., ditas percalas a 408 e 800.
Est se acabando chitas a 160 rs. o covado.
Vende-sa chitas a 160, 180 200 r?. o covado,
riscadinhos franceies a 240 e 280 r. o covado, rna
da Imperatriz n. 72, de Guimares & Irmao.
Lencos braneos a 20 e 20509 a doa.
Lindos livrinhos com capa de tartaruga f^ a e 3*500' "tos <-o i
INSPECTOft DA ACADEMIA Wt PAJUS.
Nao existe medicamento ferruginoso t5o notavl como o phosphato de ferro de
barris de lo em pipa par 35,ooo!Lerasi assummidades medicas do anuido inteiro adotanmmo cora solicitude sem igual
cada um. nosannaes da sciencia. As cores paludas, dores de estomago, digestes penosas, ane-
VINHO DO PORTO de diversas qualidadesmia'convalaceafias difflpeis,.idade criticada sanhoras, irregataridade aa meaatruacSo,
engarrafado, inclusive o maisfino que ha pobresa do sangue, ymphat;sifto sao curados rpidamenteoumodiScades por este ex-
n'este genero por 8oo, t.ooo, *,2oo, i cellente composto. E o conserva lar por excelencia da sande e declarado superior nos
hospitaes e pelas academias a todos os ferruginosos conhecidos ao idoi-eto e ao citrato
de ferro, porque o nico que convem aos.estmagos delifiadus^g^ue oSo provoca cons-
pacao nico tambem que nao eoegrace a bocea e os denles.
Em Pars na ra da FeuUlade n. 7.
A venda em casa da Maurar, e A, Caors
#^B#aMa>-^8BaBi1^8
PECHJACHA SEN IGUAL
.o^^^'^6* dpMnp,rifl a'v*e(3apret0 adamasca,,os P*r* *estdo com 13 metros
ou18 a 20 covadoi cada cjrtt, larjora de chita franceM, pelo baratisslmo pre^o de 50
Cada corte: na leja das columnas ia ra do Crespo n. 13 de Antonio Correta- de Vascon-
oeUos- 4 C
N
LOJ& DO BALAO
DE
AZEVEDO A FLORES
IIJA DA (1DEI1 DO RECIFK N. 49
iam e admirem
a 10^, e quem
Vej.
Chapeos de sol de seda a balo que valem 12#, o Rilao vende
comprar de 6 chapeos para cima tem abatimento de 10 por cento.
Camisas.
Super'ores camisas de peito de esguiao pregas largas a 3G-s a duzia, a quem
comprar de urna duzi^ para cima tem o descont de 10 por .ento
Baldes com canda.
Superiores baies de murselina braneos e com listas de cor.
lloupa felfa
Caifas de lindas e superiores casemiras a 8-v; 00.
dem escuras proprias para o invern a 7|$800.
dem claras mais inferiores a 54000.
Paletos saceos de panno preto fino a 10 e mais inferior a 80OOO.
Chitas paracoberta a 2$t>frs o cavado
Superior chita para coberta, cores que os donos do Bal5o affncam ser a^ mais
flxas a 280 rs. o covado, quera daixar d^cotniMar cbitis, que todos vendam a |00 rs. e
28); o Balao tambera tem para vender um benito sortimentu de chitas claras e escura
para vestidos.
Madapolo que val 10$ a 6^500, lindos cortes de cassa de cor a 25800 ; a vista
dos Iprecos cima, dirSo, a fazenda no.prasta-... -> e nos aflyocamos que a me.-
lhor possivel, e se vendemos por estes diminutos- precos para grangear maior numero
de freguezes.
'Quem duvidar da veracidade do que flea dito vepha ver.
para missas
Rkwissimo sortimento de enfeites para
enboras e meninas.
Cintos inteiramente novos.
F.vellas, de tartaruga, christal, e metal,
para cintos de senhora.
Leques de sndalo e de madeira.
Riquissimos porta bouqnets.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Lindos boldes de christal, tanto para pu-
nhos, como para coltetes e'abertura de ca-
misas, estes otBes tornamse recommenda-
veis, por ser inteiramente novidades.
Ditos de cornalina, braneos e encarnados,
para coltetes.
Fina thesouras para onhas e costura.
Liado porta joias.
Ricas port relogtos da porcellaua.
Modernos peatas de tartaruga e a imita
gao.
llbui para retratos.
Agulhas e Imhas para erochetes.
Lindos aderecos de christal.
Rosetas aaWnetes de dito.
Aderecos completos para luto, assim co-
mo brincos e rosetas.
Meias da seda para senhoras.
Ditas para manise,
Sapatmhos de seda e de mirin, para
baptisadas.
Touquinhas e chaposinhos para dito.
Laas de toda as cores para bordar.
Capailas para oervas.
Gravatas e asaotas para homem.
AlSnetes para grvalas.
Riquissimos livrinhos para notas,
com capa de madriperuia, marfim
e7#.
Cambraia branca a 3|.
Vende-se om grande soriitMoio de cambraia a
3#, 3*oOO, 4#, 500 e S
Baloaaa^.
Vende-se baldes de arcos a li, 2*500 e 3, di-
tos americanos a 3*500 4 e 4*500, ditos de mur-
celina a 5*, 5*500 e *, ditos para meninas a 4*
e 4*500; isto na roa da Imperatriz n. 72, loja de
Guimares A Iroso.
a 34000 o corte.
a 33000 o corte.
a 3000 o corte.
Vende-se cortes de lia com 12 covados a 3*. di-
tos finos a. 3*500 e 4*, ditos a Hara Pia a 7*500
8*, 8*500,9* e 12*, gravatw finas para homem
a 646, 800 e 1*000, mantas raaito flaas a 1*200 e
19400; isto na rna da Imperatriz n. 72, loja de
Guimares & Irmao.
Bo
sendo
e cha-
.l:;/.?.:f2
Tinta Inalteravel
)iadai)M

ara escrever
IAIRER & (?.
MRMAMBUCO
Esta tinta recommenda-e pela sua com-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas %e tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca -ate pennas de ac, da at
tres excellentes depois de escreYer.i e preferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commios*cio, documentos etc de
que se carena lo^ga conservac^.
Vende-se na livraria fran
RA DO mu n M. 38
O proprietario deste estabelecimento deseja chamar a attencSo dos senhores pro-
prietarios para os acreditados mechanismos qne continua a fornecer; os quaes garante
ser como sempre, da melhor qualidade possivel:
Machinas de vapor
forca de um cavallo pa*a cima. As menores so mui proprias para motores de des-
carocamentos de algodo ; ellas viajan armadas e podem trabalhar den'ro de 24 horas,!
depois d chapare ao lugar. Ellas levam tudo quanto preciso para o trabalho, e fc*ren-
diversos sobrecellentes. As malinas maiores sao proprias para a moagem de canna,' Penas de ac de todas as qualidades, de
e ha dellas-qqe padear jaata e separadamente moer canna e descarocar. Ellas podem- afamado fabricante Perris.
se appliear aqmkraer rarjendi j ex siente sem oatra mudanca do que a substituido das' Fr0GO e se(ia fronxa para bordar.
rodas da almanjarra, ha tambem com moenda junta. Ellas tem depsitos d'agua e boei-1 Bengalbs a chicotes de todas a* guinda-
ros de ferro, enSo precisam para seu a3sentamento de obra alguma, qur decarapina, des-
qur de alvenaria. Otetnpo para assenta^las n9d excede de doze dias ao mais, eem Dedaes de marfim e metal,
casos de mortesde animaes ou arrombamentos de acudes, etc,. garanle-se o assentamen- Espelhos dourados grandes, e pequeos
to em oito dias. Todos estes vapores s3o simplissimos na construeco, e se regem por ditos de columna,
qualquer pessoa intilligente, a facilidade da conduccJo sendo especialmente considerada, Dit0 especiaes para as senhoras fazerem
tanto que nao ha lugar em que nao se possam condazir, qor por trra, qur embarcado. os penttaaos.
Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o servico da Polseiras tanto para senhora como para
gente oceupada no sau tratamento os ho de recuperar da maior parte da despeza do meninas,
vapor, deixando-lhes a vantagem de urna moagem carta a accelerada; e acabando com a Riqoissimas fitas lavradas e lizas,
despeza da compra continuada de novos animaes, e com os desgostos do trabalho que se Diademas do ultimo gosto.
tem com elles. Ligas de seda.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que Ditas de seda e de algodJo para mangui-
Ihes resulta de compraren suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas com- los de senhora.
Detestes para assentar as mesmas p ensiaar a maneira de trabalhar com eHas, e j pre-l Contas e tubos de ac.
paradas para arremediir qualquer desarraojo; facilidades estas que jamis podem en-1 Suspensorios de seda e de algodo.
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimento na ma- Grande e completo sortimento de perfu-
teria nem se quer poden garanti-los de que as machinas que vendem sejam pnoprias on maf'as Duas dos fabricantes mais afamados,
suficientes para o trabalbo em que sequeira emprega-las, e no caso de desastre nao as*im como muitos ouaros objectos qae se-
podem prestar-Ibes soccorrp algum; sendo que anda quando vanham s fabricas para 'ri*enfodonho.mencionar,
concertar as machinas alheias, tornase-ba preciso fase.- repentinamente moldes novos, j S no Gall Vigilante ra do Crespo n. 7.
etc. para as pegas estragad-is. J numerosas vezas estes vendedores tem representado
seas vapores como sendo de forca mui superior sua actual a verdadeira forca; equi-
voco esti que nao s engaa ao comprador acerca do trabalho que possa tirar do vapor,
mas tambem da lugar ao pagamento de um prego excessivo, vista da torga real da ma-
china que gompram.
Tambem ha sempre prompto Rodas d'.igua de ferro Sarilhos com cruzetas para as
Verdadeiros
Collares Royer
Electro Magntico
Ou Collares Anodinos, para facilitar a den-
tigao das criangas e contra as convuls5es
mesmas Jtfoendas de canna de todo o tamanbo, Rodas de espora o angulares, Paroes ou I das mesmas, a estes collares nos escuzado
oocbes para recaber o caltto, Crivojj e portas de fornalha, Taixas de ferro batido, fundido e
de obre, Formas de ferro galvaaisadas para purgar assucar, Bombas simples e de repu-
cho, Alambiques de ferro.. Eixos-e rodas de carro, Arados, grades, enchadas a cavallo
a.outros instrumentos de agrieultara, Muinhos eforn-spara fazer farinha e finalmente
todooobjecto de mechanismo de que se costuma precisar.
Na fabrica se fazera obras novas encommenda e concertos, com a maior p este-
la e solidez. O grande deposito de/pegas eobjecto3 habilitam-na muito para este flm.
0 praprieUrk ser sempre mui feliz de poder dar informagoes ou esclarecimento
aos senhores que se servirem le-'s^p prestimo.
D. W. Bowmaw, engenhefro.
W%H
Vaporis.
i em casa de Sanaders Brotnerg 4 C,
jo do Corpo Santo-d. li, Taparea
ios os perlMcs proprias para' fine
ra do Crespo e rua-Nova n. |8 de
---------- ,....!-----------------fc.
A! loja e izeaas de Augusto Porto & C.
lt^#uft do Queimadotl
A' loja de (aseadas de Angosto Porto & C chegaram
' srdados i agalba.
o mais bellos e modernos
vestidos braneos e bordado
Superiores vesUdos de blond com maoia e capella para ooiva.
Gorila** bardados para camas e jaoellas de m a 80f.
Colzas de tai* a da laa, seda de cores para camas.
BsJdas,saat*Mtft, leras de pellica e. sajas bordadas. '
Booros, algernianel e chalen de renda preta.
Sobretndos de paaao de doas vistas a capas de borracha.
Grsdenapetes de cores a prelo, e aboiv preto de diversas qualidades.
MMboiaes aara bapsados com vestidos bordados qde ba de mais gosto oeste genero.
Plp bordadesi yapi|pJ e lisos, "cambralas Viciara e transparentes.
fazer qualquer recommendagao, visto a
grande aceitacao que tem tido, o que pode-
mos provar assim como, afiangar o effeito
que elles produzem, porque ha muito qcs
os recebemos e continuamos a receber por
todos os paquetes da Europa; e encontra-
rlo sempre na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Tass Irmaos
Venden no sen armazem roa da
Antrim n. 55,
Licor fino Curacto em botijas e meias botijas.
Licores finos sortidos em garrafas com rolhas d
vidro e em lindos frascos.
Vinhosheres. 'f T*
Santernajfr JJ- / / iy J
Chambertin.
Hermitage.
Borgonhe.
v RelBO.
ilBasji.
Cksraac.
CMdloB.
PAerei lagnfol.
armazem de azendas
baratas de Santos Ooellio
Roa do inclinado a. I.
Vende-se o segainle :
Lengoesde bramaate de nm s panno pelo ba-
rato prego de 3**00.
Ditos de panno de linho a 2*200 e 2*600.
Coberta Je chita da India a 2*400 e 2*800.
Lencos de cambraia stbs nroorios para algi-
beira a 2?OO0 e 2*200 a doaii.
Ditos de cambraia de liana fino a 4*600 e 5* a
duzia.
Atoalbado de algodSo branco a 2* a vara.
Bramante de I lo no fino com 10 palmos de lareu-
a 2*500 a vara.
Panno de linho Gao coa 9 Ij* palmas de larga-
ra pelo barato pneco de 2*400 a vara.
Bramante de linho fino de nma largara, pelo ba-
ratsimo preco de 800 a vara.
Toalhas de hubo acolchoadas para maos, a 13*
a dnzia.
Dius felpadas a LI* a 13* a dezia.
Guardanapos daJiDho a 3*500 a dula.
Planela de todas a.$ cores pata coeiros, a 880 rs.
o covado.
Tarlatana de core a 800 rs. a vara.
Baldes de 35 arcos 3*500, de 40 a i.
Cambraia de linho fine a 4?300, 6*500 e 95 a
Yara.
Cambrata para forro de vestido a 2*700 e 3* a
pe$a.
Pegas de br clan ha de rolo con 10 varas, a
Pega de madapolo fino e largo a- 74.
Laazinha lisa de cores a 590 rs e covado.
Pecas de cambraia branca de salpicos com 8 a
mela va jas a 4*500.
Coeiros de casemira bordados pelo baratissimo
prego de 9*.
Esteira da India propria para forro de sala de
4,5 e 6 palmos de largara.
Cambraias finas de cores miadas a 560 rs. a vara
Neste armazem tambem se encootra om grands
sortimenlo'de roop? ?sa s uor medida.
PHOSPHATOdeFERRO
[PE LEBAS DOTJTOR EM SCIENCIAS.J
inspector')A^c^prJl*!)rPARlZFt
Nao existe medicamento ferrufinoso to notavel
como o Photphalo ie frto de ler*s; as summi-
dades medicacs de musida inteiro adoptaram-no
com sollicitode sem igual nos annacs da sciencia.
As cores pallidas, dores ie estomago, diyestBes
penosas, anemia, convalescencias difficeis, Hade
critica na* senheras, irregul&dade no mens-
IruacSo, pobresa do sangue, lymphatmo, tio
curados rpidamente ou modificados por este
excellente composto. E' o conservador por excel-
lencia da sande, e declarado superior nos hospi-
taes-e pelas academias a todos os ferruginosos
conhecidos, a iodoreto e ao curato de ferro,
poroue o onico que convem aos. estmagos de-
licados, qne nSo provoca constipaco, o nico
tambem qne nSo ennegrece a bocea e os denles.
A venda as pharmacias de P. Marjrer &
C. e A. Caors, era Pernambuco.
Vendase eso casa de M. I. de Uiiveira
iho, largo do Corpo Santo n. l :
Vinho verde superior em barris de 5o
Dito do Porto de 8o e 10*
Dte de dito engarrafado.
Dito de Lisboa Parmella tinto.
Farello idera superior.
&Fi-

m.
. nuzam da raa. do Imperador a. 3
Cae: de Pedro II n. 2, tem para ^vtflder-sa
bor eaz existente ao mercado.
oa ao
o me-
Sola de lustre
grande e sem defeito para a 45-Bua bireila-f
-*
ka constante-
libra.
'
Iho-
dir, a
pregos ra-
Velas de car
Ma fahcig da toa da Guia o. '8,
menit1 pofgSo de velas de 6 e 14 por
Selcia.
Vende-s esta fazenda sendo ente lada, com
VVTvssr rwFffWrB^lr99f^V"P*v""twlW m9 ^O'W ~V svHl'
lissiffij pela, grande, la rara :
n. 53, aruiazem da porta larga.
ii 11
*\a rqa larga do Rosario
ra da IraperaTriz
folo de fomo por prego eommodo.
p. 32, vaadem-se
Cnfpos, bffiefWgSrrdf de palh da Italia para senhoras.
Chpeos pretos de seda para horneo?, e chapeos de sol seda inglezes.
Camisa ffiBeot intimif para bomm, meninis e senhoras.
Tapetes para sala, plato e cama, e dito superior em peca.
Aleafas de listat, karatas sois se vende a 480 rs. o covado.
Breanba da lias soferioa em pecinhas de
Na mesma casa se vendem sempre as melboanl
sb i sari
t B*li"
de#0;dita!.
stsuilsaX9 st*S
India para for ar salas
Joaqoim Jos Goncalves Beiuo tem para
vender emsen escrfptorlo na ra do Vigario n. 17:
Vinho do Porto em bdrris de 4 e 8
Dito de do em carcas da i dgzia.
Vinho spperior da Figuaira.
Azeite de peixe em barris.
Toros de Jacaranda'.
Tabaco americano em latas de 1 libra.
Caixas com papel pautado.
Francisco Jos Germann
[RA NOVA N. U,
acaba de receber on liado e magnifico ior-
timeoto da oculos, niatos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa ocn-
loa de alcance para obaa*vtc3es e pan oa
martimos.
-----------1-----r-t-
-r
casa moi-
Cigsrrosdo Rio de Janeiro.
H 1 H
QnelnaadoII
ltiTaf iHnii ffiaTinrtn nTi'aiti ir (Taf iin r^i in"^
Sbw e granito ateposito de superior carvao de Qxjff na
Baha.
Antonio Gomes ios 9pttLA- Cv roa de Santa Barbara n. I, eslo habilitados a sapprir de
oaTvSo, em condljoes mais lavravets que em ontro iualqaer deposito, a todos os natos a vapor que
^care aaquella aorta A coutratar nesla com Domingos Altas aulheas.,
hias, para descarogar algodo, del Lerras.
PanaT~d*7ro4aa da Babia, proprio para
saceos de assucar e roupa de escravos; tem, pata
vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, no
sea esertpiefte'roa da Crafn. I.
Azeite de carraf ato.
Vende-se mais barato do qae os mtalos ui
eargss em grosso o a retarba: oa fabrica da tra-
vessa do Carioca i. 2, caes do Ramos.
CHAPEOS BO CHT
a 1:500 e 2;000 rs,
Na praga da Independencia tis. SI, e 26.
.
Piaaa
Vende-se um excatiaasi
to.poBcaMWieo : na, rm f^ya^ja.
ATrjsmfro
Para Santo AnliaHO,o,S. ^.J)adFa* (je Ge-
nova de todos os tamanhos, roriito Baratos por ter
grande porcio, jarras finas,enrreiBas rgrossas,
de todos os tamanhos, asaadore para-lrao forno,
vaos franceaas jq tasaiaa d* ^sm, a Wda a mais
louga de Genova e da torra :sa aa do Ra
numero 4.
tangel
Bote ru8SMmas
Peroeiras estafas teraaifa, ludo do melhor
qoe aa pea* data^^itluyip .JJaiWPJo Tipor
Dglez ; na rna Nova n. 7, loja do vapor. v______
3l-KiBWreta'-4i.
Vendem-se cha rulos de Havao* a 4 casia-caixa
SIOO, tamfesm
o de Havsna a ins

IIKHB,
-
r
4i
S y


Diarto *e prnubm f- *cfa lelra if 4c Julho le 186.
NOVA LOJA
ENCICLOPDICA
RA DA IMPERATRIZ RAPEM DA
PORTA LARGA N. 52,
Junto a padarla fraaceza
Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico um variado sortimento de
fazendas francezas, inglezas, suissas e alle-
mes, que se vendern por preco commodo.
tiraade arsaazem de fazenda e
roupa feita, ra da Imperatriz
u. 31, armazem da porta larga
Neste estabelecimento encontrara' o respeita-
vel publico om completo sortimento de ronpas de
todas as qntlidades e preco commodo. como se-
jam : paletois de alpaca, de merino, de bombazi
na, panno, casemira, preto e de cores, caigas de
lodas as qoalidades, colleles de diversas qualida-
des e precos ccmmodos, chapeos pretos franeezes,
fazenda de 10 a 6*, ditos de sol de alpaca e seda,
sobretodos de panno proprios para viagem a 1 1*,
meias croas de boas qualidades e precos commo-
dos, e ontras maitas fazendas e ronpas feitas, que
se vendem maito barato : no armazera da porta
larga n. 51
600 rs.
Adniiravelfpecliincha.
Camisinhas de cambraias a 600 rs. para acabar:
a roa da Imperatriz n. 52, armazera da porta lar-
ga junio a padaria francesa.
Gasemira
Vende-se casemira de cor a 4* o corte : na rna
da Imperatriz n. 52, ionto a padaria franceza.
Baldes
Vende-se baloes (crinolinas) de todos os tama
nhos a -2* e 2*500 : a rifa te fmperatrlt n. 3i*
fonto a padarla franceza.
10500
Ftremelos.
Vendem-se pegas de entremeios com 12 Taras a
1,1500 : a rna da Imperatriz n. 52, porta larga.
Chale de retina4
Vendem-se chales de renda pretos, fazenda de
boa quahdade, a 4* por ter porgao : armasen) da
porta larga b. 51
Relalas e bounm.
Receben ltimamente um sortimento de retondas
e bournos de seda e de algodSo por barato preco,
sontembarqnes de grosdenaple, capas e manteletes
por precos comandos : armazera da porta larga
n. 32, rna da Imperatriz.
Cambraias lisas linas.
Grande sortimento de cambraias lisas, que se
vendem a 3*, 3*500 e 4*, dita muito fina Victo-
ria a 5* e 6*500, cortea de larlatana de bonitos
gostos a 3*500 e 4* : rna da Imperatriz n. 52,
junto a padaria fraaceza, armazem da porta larga.
Ricos cortinados.
Rico sortimento *e cortinados bordados de boni-
tos desenbos a 2*, 2*598 e 3, e de oulras qnali-
dades para o mesmo fia : no armazera da porta
larga n. 51 na roa da Imperatriz.
Grosdenaple pelo e de car
Vende-se grosdenaple preto e de cor a 1&500,
, 1*800, 2* e 2*580 o covado, seda preta lavada a
gorguro a 1*800 e 2* o covado : na da Impera-
triz a. 52, armasen da porta larga.
Tiras e entrene is bardados
Grande sortimento de tiras e entremeios borda-
dos, pelo preco de 500 rs. a peca : roa da Impe-
ratriz n. 52, jante a-padarla- francesa.__________
RIVAL SKi SMJNDO.
Una do Qncimado o. 49
Est disposlo a condonar a vender por preco
que a todo* admira queiram apreciar e vir ver para
crer.
Grozas de peonas de ac muito boas a 320 rs.
Bonels mnito finos para meninos a 1*.
Pentee de alisar com costos de metal a 500 rs.
Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Palceiras de comas para seonoras a 500 rs.
Caizas de papel amlzade a 600 rs.
Qoadernos de papel inoitn bom a 20 rs.
Peotes da trtaro?a a 2*500 re.
Realejos paa meninus a 100 rs.
Escovas para limpar denles a 200 rs.
Baralb s muito fios a 200 rs.
Caixas de po de arroz multo soperior a 800 rs.
Caixas de lamparinas para tres mezes a 40 rs.
Caixas de obreias de maesa a 40 rs.
Grozas de botoes de looca a 160 rs.
Enfiadores de cordiio e Ota a 60 rs.
Pegas de rita de eos cora 10 varas a 820 rs.
Cartas de alnetes franceses a 100 rs.
Libras de alneles francesas i* qoaodade a 2*.
Novellos de linba com 400 jardas a 60 rs.
Ditos ditos com 200 jardas a 30 rs.
Caixas com alfinetes a 20 rs.
Pares de loras brancas e de cores a 400 rs.
Grvalas-de todas as qualidades a 500 rs.
Resmas de papel almajo superior a 2*400.
Caixas redondas com estampas a 100 rs.
Livros para assesto da roupa lavada a 100 re.
Bunecos do cboro muito bonitos a 160 rs.
Fraseos de soperior a pa de colonia a 400 rs.
Woar
VENDE-SE -*LJZ
zeat de H. I. nanos e Uva & taro, a rna do Vlgarlo
a. II, constantemente, os sega lates artigo*, que
rece bem por encommenda proprla de
]|EW-OKR.
Legitima salsa parrilha de Brlstol, preparada por Laaman & Kemp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesmos. ,.
Gaz em latas de cinco gates, o mais ptiricado qoe se podo desojar da acredi-
tada marca F. W. D. & C. .
Relogios perfei*os reguladores, com corda d qoatro a oito das, dos afamados lu-
bricantes E. N. Welch.
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Pmladel-
phia).
Superior oleo para machinas de costura.
Agulhas para as mesmas.
Bren em barricas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
BORDE4UX
1.a qnalidadf.
St. Estephe.
St. Julien.
G. Margaux.
C. LaBtte.
Medoc.
PORTO
T (raalidale,
Principe Real.
Pedro V.
Alaria Pia.
Prineeia D_ Isabel.
Vctor Emmanuel.
Dnque.
Matada.
Vinho fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinho doRheno.
Cera de Lisboa em velas e em grume.
GBiSOE ESTABELECIIEMO
V7 Rl A DO QUEMADO W. tt.
Madapolo.
Finas pecas de madipelao com 20 varas a 9$.
LENCOS,
Lencos de cambraia branca, duzia 2jJ.
dem de cores Asas para meninos, duzia 20400.
cambraias.
Cambraias de efires a preco de 260 a 300 rs. o covado.
Ouardauapos.
Guardanapos de linho, duzia 30500.
AlgodSo.
Algodao trancado de duas larguras, proprio para toafbas de mesa, afpreco de
10300 a vara.
Bramante.
Superior bramante de linho inglez e franeez.
Cambra deiinbo propria para lengos.
JWOALHADO.
Atoalhado branco para mesa a 10600 a var,
Entremeios de cambraia muito finos, preco 10.
Lencos de seda para algibeira a 10600,
da imperatriz, M. 60
GAMA & SILVA.
LOJA I ARMAZEM DE FAZENDAS.
Tendo os proprietarios dette grande estabeleci-
mento (tito uan grande abatan to em rooitas da
roas fazendas. pela occasiao do balnco que deram
no ultimo de dezerofcro de 1865, resolveram vender
mnito mais barato do que costomam afim de cada
ves mais agradaren aos seos numerosos fregue-
ses ; por tanto Ibes offerecem um avnlado sorti-
mento de fazendas francezas, inglesas, as quaes
vendero mais barato-dw qne ennjutnrqnatquer
parte, comprometindose a mandar levar qualqner
fazenda em casa dos fregueses que nao poderem
v.ir a loja, ou a darem as amostras, deixando flear
o penhor, assim como convidara as pessoas, que
negociara em menor escala que neste grande esta-
belecimento encontraro nm grande sortimento
tanto a retalho como por atacado, vendendo-se-lbe
apenas pelos precos que compran as easas ingle-
sas, sendo com o dinaeiro a' vista.
Reos vestidos a 80000 rs.
pechincha admimel.
S o Pavao receben pelo ultimo vapor franeez
nm grande sortimento dos mais ricos cortes de
vestidos transparentes com lindas barras e enfeiles
de seda, sendo estes vestidos mnito proprios para
baile* e passeios, e vendem-se pelo baratsimo
preco de 8*000 rs. cada nm, na loja do Pavao na
rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Oschales d savia a 2aaa e 25aa rs.
Vendem-se chales de merm estampados a 2*
e 2*500 cada um.
Ditos de merm liso a 3*000.
Ditos estampados de erasen a 6*, 7*. a 6*000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a li*.
Na loja e armazem do Pavao na ra da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende o Pavo.
Chapeos pai-a melisas a 6,000.
S na loja do Pavao.
Se vendem os mais bonitos e mais bem endita-
dos ebaposlnbos de palha da Italia, proprios para
meninas, pelo baratisslmo preco de 6*000; na loja
e armazem do Pavao na ra da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
Atten$o.
ILTIHA MYJDADE
PEMTES, ENTElTES, CINTOS.
Gama & Silva, acabam de receDer pelo ultimo
vaaor fraacez, um grande sortimento dos rais ri-
cos enfeites pretos e de cores proprios para cabeca,
sendo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
voltas das mais bonitas perolas-, assim como os mais
modernos e engranados pentes da verdadeira tar-
taruga, marebetados sendo a ultima novidade
qne tea viada de Pars, e os mais neos cintos com
Otas matbisadas e flvelas largas, conforme ultima-
mente se usa as prlmeiris capitaes da Europa, e
vende-se por preco em conta por ter ebegado em i Bogias.
direitura para a loja do Pavo, ra da Impera'.riz *
n. 60 de Gama & Silva.
As rotandas do pavas a 8 e 1%,
Yenem-se as mala ricas rotandas de renda pre-
ta, sendo mnito grande?, qoe sao as que mais se
usam, palo baratissimo preoe de 8* e 10* : na
loja e armazem do Pavo, roa da Imqeratriz n. 60,
de Gama k Silva.
Chitas preias a 160 rs:
Atoalhado na loja do Pavo.
Vende-se superior atoalhado adamascado rendo
alvo com 8 palmos de largura pelo bwato precede
2* a vara, dito de linbotrigoeiro com a mesma
largura a 2500, goardaeapos da mema fazenda
a 3* a duzia : na loja e armazem do Pavo uarua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Baldes baratos
Vende o Pavao.
Cbegoo um grande sortimento de baldes dear
eos sendo americanos que sao os memores e vei-
dem-se pelo baratissimo preco de 2*500, ** a
35500 : na loja do Pavo na ra da Imperatriz n.
60, de Gama 4 Silva.
Mretaohas de rolo a 20800.
Vendem-se pecas de bjelanha de rolo tendo 10
varas cada peca pelo baratissimo preco de 2*S( 0:
na loja e armazem do Pavo na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva. _______
Bren em barricas pequeas.
Cera em velas de todos os tamanbos.
Mercurio.
Xa ra do v igano n.
19, primeiro andar.
ltimamente chegada do Aracaty, a rna do Amcrim
D. 48, armazem de Antonio Alfonso Morelra.
Grande Sortimento
DE
Vendera.se chitas pretas inglezas, sendo fazenda 1? A 7 F1VTTIAK RARATA&
mnito bea, pelo baratissimo pre?o d~. 160 rs. o co- J\MA-M!lX MJl%iy MJt*.*.*!*. M. nxy
Roa da Imperatriz n. 56
vado, ou 5*500 a peca com 38 co vados : s na
loja de itavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
ATLANTA
Cirande novidade a tOO rs.
AilaaU a 2(] rs.
AUaata a 200 rs.
Allanta a 200 rs.
Chegou para a loja do Pavo o mais lindo sor-
niTilriiri f&iM.!,,nlen,0 daU lova fronda, com o litlo de allanta
* I proprla para vestido e ronpas para meninos, sen-
do esta modernissima fazenda de la com os mais
lindos goslos de qnadrinbos e listras tendo entre
ellas de cor rosa e preta, com listras e quadros
Setliada China co >aalmas oe i pwsrla para vestido e ronpas para meninos,
da preta para luto, propria para vestidos e ronpas v
para homens, sendo esta nova fazenda sem lustro e
de mnito boa qualidade, garantindo-se nao Bear
VR^XJT!&^!E20JSS$& *. IP*! Pm'o, e vndeme pelo b*>
I* e 2*500 o covado, assim como neste estabefecl
ment tem tttn grande sortimento de todas as fa-
zendas pretas como sejam casias e chitas preUs,
lias upadas e transparentes, princesas^ alpacas,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavao na rna
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O cortinadas de Parto.
Vendem-se superior* eortlBados adamascados
para camas pelo baratisatmo preco de 1* cada par,
ditos mnito Anos ricamente bordados para camas
MACHINAS AMERICANAS
Verdadeira do fabricante IV. Y. tanttongln & C.
Moiabos aaericaaos para moer milho.
Na ra Nova n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os f.ibricantes; se encentra neste deposito
grande porc3o de machinas,' e se vendem por
menos preco do que-em outn qualqner T>arte,
por se receber em direitura da America; se
fornece todas as explicacoes neressarias ao
comprador para eonservacao das mesmas;
neste grande estabelecimento se encentra mu-
tos artigos americanos, qae muito. dwe agra-
dar aos agricultores qoe usam de tees artigos,
encontra-se tambem todas as colleoeoe* de de-
senhos sobre os qsaes se aceita qualqner urna
encommenda, que con promptido ser ejecu-
tada ; neste grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, gnnde porco
de ferrageos, e miudezas que se vendem por preco commodo, pedindo-se a atteDcao
de todos para este estabelecimento que muito locrarao em fazer suas compras: na
ra Nova n. 20 Carnero Tianna._____________________-
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DE
FAZENDA E ROUPA FEITA
Reg & Moora, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita rna
maiera do Pavo na rna da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os espartilhos do Pav.
Vendem-se urna grande e variado sortimento de
espartilhos dos mais bem eitos que tem nvindo ao
mercado, sendo de todos os tamanbos, vendendo-se
por um pre^o mnito razoavel : isto na loja do Pa-
vao na roa da Imperatriz. 00, de Gama & Silva.
As satas bordadas do yaM.
Vendem-se saias bordadas sendo fazenda roaito
Ma, sendo ricamente bordadas com poiu roda
vendendo-se pelos baratos presos de 6# 8 e 10a
rets cada nma nt loja do Pavao ti roa da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Roupa ieita.
Na loja do Pavo
Vende-se ueste estabelecimento nm grande sor-
l tinento de ronpas, tamo de panno como caxemiras,
e brins e peles barallssimos precos como sejam
! calcas de casemira preta a# 7 e SaOOOfeis, pa-
letots de panno preto saceos a 6 8 e 12*000 rs.
' ditos sobrecasacos de panno Qnissimo a 12J> 18* e
25*000 reis, e ontros mnitos artigos qne serla en-
fadonhos aqu relata-los; s a loja e armazem do
Pavao roa da imperatriz n. 60 de Gama A Silva.
Lazinhat a 200 rs, s o
Pavo.
Vendem-se modernas ISazinhas coro lindlssimos
ostos, pelo baratissimo pre^o de' 360 rs.; gran-
s pecbincha : s na loja do Pavao, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Lencos branees a a#000 res a
duiit.
Venden -e lencos brancos fazenda moito boa
pato baratissimo preco de 2* a dnzla, Ditos com
barra de cor a 2*000 isto para acabar na loja d-
Pave pa roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Sio
va.
rosdenaples pretos do Pavo.
Vendem-se soperlores grosdenaples pretos pelos
baralissimos precos de 1*800, 1*600,1*800 e 2*
o covado, sendo fazenda mnito bea, s para aca-
bar : na loja e armazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gasta dt Suva.
manante do linho do Pavo.
Vende-se soperior bramante de linho com 10
palmos de largara, proprios para lenes, pelos
baratissimos precos de 2* e 2*600 a vara, assim
como paano de linho muito fino pelos baratissimo*
precos de (40,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do Pavo, roa da Imperatriz o. 6Gy de Ga-
ma & Silva.
Cambraias lisas Jo Pavo.
Vendem-se pecas oe cambraia lisa moito sope
ralissimo prego de 200 rs. o covado nicamente na
loja do Pavao roa da Imperatriz o. 60 de Cama &
Silva.
As chitas do Pavo a 200 o covado.
Vende-se o mais bonito sortimento de chitas es-
curas rosas sendo Inglezas, mas com os pannos
tao encorpados como os das francezas que se ven-
dem a 400 veis, e liquldio se pele barato preco de
200 ris o covado ou a 7*200 a peea, garaDtindo-
cres
fitas ato na toja e armazem do Pavao na ra da
Imperatriz n. 60 de Gama A Silva.
Novidade
lova
i faiem sciente ao publico e particularmente aos seus amigos e freguezes, que
acabam de receber de sua encommenda, um perfeito sortimento de fazendas finas, entre
ellas casemiras decores propria* para-costumes-s paono fino dos memoresfabncantee
proprios igualmente para casacas e sobrecasacas e outras fazendas de variados gostos,
as ouaes vendem com vantagem sobre outro do mesmo genero de negocio, tanto pela
modicidade dos precwcomo peMaeJidade especial dos artigos que expoe a escolha de
todos aquelles que se dignaren) frequentar seu estabelecimento. ;,.
Os mesmos, continuando como sempre, escudados e robustecidos na aceitacaoe tiol.)Pe|0 Darau, precode 3*joo e3*soo a peca
conflanca que Ibes tem sido dispensada pelo respeitavel publico, no espaco de tempo em ditas multo finas a 5*, 6*, 7* e 8* : na.iojae
aue se acbam estabelecidos, procurara envidar todos osesforcos a seu alcance para cor-
responderem suficientemente a expectativa deste e de seus numerosos freguezes e ami-
gos, por isso, admittiram para so> officina de alfaiate, quatro corrtra-mestres, funccio-
nand regularmente sob a inmediata direcc5odo muito hbil mestre Laur.ano Jos de
Barros, o qual, activo e diligente como se ser. nao se peupa aos-mais aturados, andados
de sua arte quando tem desalisfazer com brevidade e prestea qoalquer obra de encora-
meD 3' Ao contrario dos mnitos que enchem as columnas do jornal com a repetico ociosa
de annnncios em estylo sedico, n5o precisamos aqui a natureza dos artigos que possui-
mos para n5o collocar a sinceridade dos nosw tratos no pengo inminente que resulta
dessas antecipaces sem fundamento.
i
J'shr.
Vende-se o diccionario horneepatbiro do
Jahr : na ra da Cafleia do Recife n. l, loja.
Dr.
Balanzas decimaes.
Veode-se no escripiorlo da 1. A. Morelra Das, a
rna da Crnz n. 50 priaeiro andar.
'ISEtSStfl,u
tertM itTt4ot yrto profHWW mi,'Mm.fm *. MB
ittMxtiot m titr! saMarutMMMjtitnt

ParU.
tat*5waK
hf 1'MlM flIlMTMlTO mi MiM
Cidt frtlct
iwyi ttilt frw JN
M>b.|lteHriW
aaarssfs,'
BASTOS
SO A BIA DA CADEIA-=S JL M
das Eacle New-York Cotn Gin e H. & C, estas s5o as prlmeiras qne vem a esta mercado, tornando-*
mommndaveis^nao s pela segoranca com qoe sio ferws, como pelo grande aof acato qoe aflera-
^ZS^:^^lmaiim>9tol Tambtm aqoi o.rfaezaeotostraro todosos
wcessaric*valeos para as saesmas bem como :
Machinas para cortar capim.
Machinas para debolbar mtlho.
Machinas para fazer parafuzos de ferro e madtira.
Machina para fazer can. -
o os mau acreditados cylindros para padaria, todo pelos pre;os.os mate razoavel possivels,
RAIDE
ARMAZEM
Vende-se sias pharmacias
A. Caors.
de Maurer e de
Roupa feita e por medida.
26 Raa Mava 26.
Jos'Aniones Guimares, propreterio deste novo estabelecimento deroupas e
fazendas finas, participa atj respeitaveli publico em geral e a todos e amigos, que estando sua casa sobre a direcjto de dous dos memores mestres de altate,
IS2 delles o Sr. F. E C. Miranda, e o outro o ST. Manoel, J. G. Carnetrt^ ambos
com grandes habilitares tendentes a sua arle, pelos quaes dirigida a ssa officfnt, e
acbando-se bem montada a desempenbaT qoalqueT encommenda por grandeqnj seja^
se esforcar -para sabir a contento de seus- freguezes, vendendo todo por menos de roe
em outra qualquer parte. Roga aspessas interessadas que venbam exammar sea estabe-
lecimento, e verificar por si mesmo o que declara, assim come fas sciente a todos em
geral, tanto desta praga como mesmo dos do centro, que qualquer encommenda de obras
feitas que mandem fazer nesta officina, n9o sendo a contento de seus dorios, pede que
as queiram devolver, afim de novamenle se fazer outras que os satisfacam ; assim co-
mo deelaram que nle ferio nennuma responsabilidade, esperando empre servir bem
a todos e de todos espera merecer p?oteccio, sendo entregue qualquer encommenda no
prazo de 24 horas ou eni menos tempo se for de milita urgencia.
armazem do Pavo,
Gama & Silva.
roa da Imperatriz n. 60, de
Case
a a*, na toja do Pavao
Veade-se soperior casemira entestada, propria
para calca, paletois e colletes, pelo baratissimo
prege de *i0 cada covado, ou a V* o corte de
cal<;a, sendo fazenda qoe sempre se venden a 3* o
covado, ou a o* o corte ; esta grande pecbncba
liqoida-se pelo preco cima, na loja e armazem do
Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
ALPACAS
de ores, na toja do Pavo
Cbegaram pelo oltimo vaporas mais lindas al-
pacas de orna s cor, sendo lisas a lavradas, eom
a cores mala modernas qne lem viado ao merca-
do, como seja alvadias, rxas, lirio, cinza, perola,
avana e oulras moitas cores Integramente novas, e
vend m-se por barato trece : n leja e armase
do Pavao, rna da Imperatriz d. 60, de Gama di
Silva.
Grosdenaple preto a 1#600.
E' grande pectiichatt
Veade-se frosdenaple preta, sendo mallo eneor-
pade a de boa- largara, pata haratisauM proco da
1*601) o covado : pa roa da Imperatriz n. 00.
Os cachinez do Pavo.
Vendem-se bonitos cachinez de lia ou agazalbos
para cabeca pelo baratissimo prece de 3*000, s
na loja do'Pavao, ama da Imperatris m. IS.
GMiar a 3()0 rs. cavada.
Pan calcas.
Vendem-se superiores castores moito encorpados
padrws escaros pelo barato preao dt 390 rs. o co-
vado, servlodo esU fazenda tambem para escravos
par ser de mona daraclo; na leja e armazem do
Pavio roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
lladapeles 9 3,50 rs. a aMa.
SO na loja do Pavfo.
Veade-ea pacas de madapolo fino eom 12 jar*
das, peto barato trteo de 3*300 e 4*000.
Navidades!
Cambraias a Maria Pia.
Cbegaram as mais bonitas cambraias com listas
da cores e com os mais delicados desetrhes qoe se
veadem aOOO rsv a vara, MisstSM organdyi do
meas gosto qo**e-*esdtD **M0 a vara, cai-
fas de cores fiemdiflert nles e moderaos desanos
I oe se vendem a 240,280 e 320 rs. o covado, la-
t isto moito barrito em attene&o a qntlidade :
na loja e armazem do Pavao na roa da Imperatriz
D, 60, da Gama & Silva.
Graade eciilaeka esa toalhas
para safa.
Vendem-se soparioves toalnasde lina propriaa
taramS0pelobaratlssimopre50.de 500 rr: ditas
a MO r ditas a imltaclo i felpodas a 800 .,
ditn fe podas a 1* : pecSmeba na loja e arma-
zem do Pavie na. ra d Imperatriz a SO, da Ga-
ma & Silva.
Para vestidos.
Cbegaram as desejadas cambraias on tar.auca
brancas com l^trinhas (sendo transparentes e ven
dem-se pelo baratissimo preco de 5*000 o corte,
na loja e armazem do Pavo na rna da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Chitas a 180 rs., s o Pavo.
Vende-se o mais bonito scrtlmenlo de chitas in-
Slezas, padroes mrodinhos, claros e escoros, e ten-
0 tambem roas para loto, afianc>ndo-se serem
cores fizas, e vendem-se pelo baratissimo preco de
nove vintens o covado, 00 a pega cora 38 covados
por 6*800 : isto na loja e armazem do Pavio, na
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vestidos brancas.
Cbegaram para a loja do Pavao os mais bonitos
cortes de vestidos de cambraia branca com boni-
tas barras todas brancas, assim como com barras
de cores, sendo fazenda transparente e moito fina,
tendo cada um corte bastante fazenda e moita ro-
da, e vendem-se pelo baratissimo prego de 8* e
10$ : na loja do Pavao na roa da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Cortes de tarlatana na leja do pavas.
Vendem se os tiris modernos cortes de tarlatana
com as mais lindas barras de cor, pelo baratissimo
prego de 5* cada um, seodo neste artigo o melbor
que tem vindo ao mercado : isto na loja e arma-
zem do Pavao na roa da Imperatriz o. 60, de Ga-
ma & Silva.
Cambraias brancas,
Com 8 palmas de largurac
* ata laja do pavo.
Vende-se eambraias brancas transparentes leDdo
8 palmos de largura, 00 doas larguras das regula-
res, qoe faeelita fazer-re om vestido apenas cem 4
varas, e vendem-se pelos baralissimos preco;de..
1 000 reis, e 1*280 a vara, nicamente na loja e
armazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60 le Ga-
ma dt Silva.
Chitas br-fn as a 280 rs.
Mende-se chitas francezas acentos brancos pa-
droes miudinbos, pelo baratissimo prego de 580 rs.
o covado, na loja e armazem do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Chapees de sol.
Vende-se om grande sortimento de chapeos de
sol, sendo de seda e de varios precos e qualidades;
ditos de alpaca e de panno, e vendem-se por pregos
moito commodos, na loja do Pavo na roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes de chitas.
Vendem-se cortes de chitas inglezas, sendo pa-
droes escaros teudo 10 covados pelo barato prego
de 2*000 rs.; ditos com 11 e 12 covados a 3*200
2*400 rs; ditos de chita franceza escora e ale-
gre, tendo 10 covados 3*200 ; dilos com 11 e 12
covados a 3*320 e 3*840 rs: pecbincha, na loja
e armazem do Pavo, rna da Imperatriz n. 60 de
Gama Grande pechlncha
em chales a 44 na loja do Pavo.
Vende-se flnb-simos chales de merino lisos com
franjas largas de retroz tendo as ceres segointes:
encarnado, azul claro, azol escoro, verde, cr de
canoa, solferino, majenla, branco e rdxo etc., esta
tazeada vende-se sempae a 6* pela sua boa quali-
dade e agora liqoida-se pelo baratsimo prego de
4* por te/ Brande porgan: na loja a armazera do
Pavo na rna da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
A 40 pecbincha em chales de renda na loja
do Pavao.
Vende-se chales de renda pretos tendo 4 pontas
e sendo mnito grandes peto baratissimo prego de
4*, dites de renda de seda a 8* e 10#: na loja do
Pavio na roa da Imperatriz n. CO, de Gama a
SHva.
v Chales
.pechincha a 60 por ter um toque de mofo
Vendem-se fldissimos chales de renda de seda
pretos com om pequeo toque de mofo pelo bara-
tissimo prego de 6* sendo fazende qne sempre se
venden po* 18* e 10* e eabam-se per este prega:
na loja e armazem do Pavo na rna da Imperatriz
n. 60, de Gama A Silva.
Chales de resida.
Vndem-se finissimos chales de renda de seda
Setos sendo de tres pontas, porm mnito grandes
lo baratissimo prego de 6*. sendo fazenda qne
sempre se venden a 13* e 15^ : Uto na loja e ar-
mazem do Pavio na roa da Imperatriz n. 60, de
Gea8llv.
Alpacas para vestidos
na loja doPavo.
Receberaa-se as mais modernas alpacas de co-
res para vestidos com os mais lindos desenbos
sendo fazenda chegada pelo ultimo vapor e ven-
dem-se pelo baratissimo preco de 640 rs. o covado,
todo estas fazendas largura de chitas francezas:
Uto na leja e armazem do Pavio na ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Para mSo
Lencos bordados
Vende o Pavio.
Este estabeleclmente acaba de receber nm
riado sortimento dea mais bonitos lengos de cam-
braia primorosamente bordados e proprios para
alo qne vende pele barotissimo prego de I*
1*600 caca om : antoja 6 armazem do Pavao na
na da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ultimo gosio em lazinhas
Acba-se nm grande sorthnenwrds ma*s moder-
nas : a alaria Pa, Garibaldiow. ssaJhUadas, lisas
Loja e armazesa da Arara
DE
Lsnrenco Pereira Hendes Guimarats.
Pecbincha chitas 200 rs. o covado.
Vende-se chitas escuras e claras a 200 ris o
covado, ditas francezas finas a 240, 280, 120, 360
e 400 ris. o covado. Ra da Imperatriz loja da
Arara o. 56.
Arara vende bretanha de rolo a 3#060.
Vende-se pegas de brelanba de rolo a 3*000,
as de cambraia para vestidos a 3000, 3*500,
e 5*000. Ra da Imperatriz loja do Arara
n". 56.
Cassas francezas Anas a 240 o covado.
Vende-se cassas francezas para vestidos a 240.
280, 320 e 400 ris o cavado, ditas do listas de
cores monto linas a 120 e 800 ris o covado. ROa
da Imperatriz loja do Arara 0. 56.
Arara vende cobertores a 40560.
Vende-se cobertores de pello a 1*300, coberus
de chita a 2*000.corxas de damasco a 4*000, ditas
de fuslo a 5*000. Roa da imperatriz n. 56.
Madapolo francs a 3#500 a peca.
Vende-se pefas de madapolo franeez entestado
de 12 jardas a 3*500 e 4*000, dita? de dito inglez
de 24 ditas a 4J(000, 5*500, 6*300, 7*000, 8*000,
9*000 e 10*000, ditas de Igodnzinlm moito Bno
a 3*000 4*000,5*000,6*000,7*000 e 8*000. Rna
da Imperatriz n. 56.
Arara venda cortes de cambraias de papel
a3|(0O.
Vende-se corles de cambraia empapeladas de r7
varas a 3*000, de 8 ditas a2*500. Roa da Impe-
ratriz loja do Arara o. 56.
Cortes de tarlataua de cores a 5#000.
Vende-se cortes de tarlatana de cores para
vestidos a 5*000 ditos de cambraia branco borda-
dos e de cores a 4*000 e 5*000. na da Imperatriz
o. 56.
Arara vende lsiohas a 200 rs. o covado.
Vende-se lasinhas para vestidos a 200, 240, 320
e 400 ris o covado, ditas multo finas estampadas
a 360, 400 e 500 res o covado. Ra da imperelriz
n. 56.
Arara vende os baloes a 2000.
Vende se baldees de 20 25 e 30 arcos a 3*000,
3*500, e 4*001', ditcs muito finos e moderos de
cor elegante a 3*000, 3500, 49000 e 5*000, ditos
para meninas a 3*000 e 3?300, ditos de morsolina
a 5*000, chitas largas com om pequeo toqqe de
mofo a 240 ris o covado, ditas finas a 320, 360
e 400 ris o covado. Ra da Imperatriz loja da
Arara n. 56.
Cylindros para padaria
Na padaria da ra Direila
n. 84, ha sempre parvender
por commodo prego os co-
ohecidos e- acreditados cy
liBdros americanos para pa.
dara.
Escravos fgidos
AUenco.
Fogio do eogenho Jassir, era Serinhem, no da
27 de jnnho do correte anno, o escravo de nome
Pedro, com os sign?es seguintes : estatura baiza
e reforgado do corpo, represeota ter 35 a 40 ao-
nos de idade, bem barbado, beigos grossos e do-
brados, olbos om tanto papudos, bem fallante, e
crionlo, ba pouco tempo fol preso resta cidade do
Recife por andar fngido, e esteve recolbido a" casa
de detengao; a pessoa que o pegar e entregar ao
Sr. Lemos Jnior nesta cidade, ou delle der noti-
cia exacta, sera' generosamente recompensado.
Fugio do eogenho Timb, de Jaboatao, na
noite de 1 do correte mez de julho, o escravo
crloulo de neme Pedro, baixo e secco do corpo, de
cor fola, sem barba algoma, olbos vivos, e pi
pequeos, com 25 asnos de idade : quem o apre-
hender leva-lo a seo senhor o ibaixo assignado
seri mnito bem recompensado.
Filippede Souza Leao^_____
capitae
IzidorU
Rogase as autoridades policiaes e
de campo, que apprebendam a escrava
com os signaos s>guiles: crioula, alta, bam pare-
cida, dentes limados, com ama cicatriz no meio do
brago direito, preveniente de ama lacada, lllnde a
todos, cosloma a vestirse de bomem ; quem a pe-
gar leve-a a rna da Imperatriz n J, qoe seri re-
compensado pretesu-se com todo o rigor da le
contra qaeot a tim oeoQa._____________
Fogio sabbado 23 de junho o escravo Jos, eri-
oolo, cor nm pouco fola, idade 30 annos, ponco
mais 00 meaos, estatura regular, barbado, porm
osa de barba raspada, moito bebado e muito re-
Sriste, levou camisa de riscado, chapeo de palta
e carneaba j velbe, e caiga de azulao, intitula-se
da forro, tem os ps malfettos, um mais grosso qne
paire, o dedos om ponco levantados por cansa de
mnitos bichos que leve ; este escravo perteneeu ao
Sr. Manoel Alves Barbosa, foi vendido para a Co
lonla de Pimenteras, d'onde voltou. e foi vendido
ao Sr. Mendeaga, com loja de fazendas na roa do
Quelmado ; fogio e foi pegado em Iguarass inti-
tnlando-se all censo ferro, e ltimamente perlen-
cia ao Sr. Manee! Antonio Vieira, com loja de loa-
ga na roa da Cadeia no Recife : qoem o pegar le-
veo a rna da Concordia n. 8, qoe ser bem gra-
tificado. ^___r
Desaparecen no da 2 de juoho do crreme an-
no o escravo Raymrmdo, pardo, o qaal tem os sig-
oaes siguiles : estatura regatar, bastante coreo-
lento, deoles inieiros, cara redonda, car de garaoa,
tem era nm dos bracos tres grandes letras e mais
sgnate ao mesmo braco em qoe tem as letras,
representa ter 25 annos, porm nao tem barba
. quasi nenbuma, tem os ps bastante grossos e fot
flo serto. Ja esla' porm ao Recife de 8 para 10
anBos, bastante trabalbador, tanto do servigo de
es se como de cem#e> oceupava-w asta praga em
servleo de servente de pedreiro e trabalhava com
o taetire Mtaftrtofio e tambera cawenava agoa.
L'oHaaaTa irfr- nm pii"" de bnm grosso em
forma de camisola j snppde-se ano lenta Ido para
o serto do Ico era algum comboy fetto-almocreve:
prenderen) queiram leva-
roga-sa as pessoas que o .
,s loa suaseohore D.Mafiaime Attnsto da Rocha
e de qoadriohos que se vepdem por Mnuwmos fi^ ^ ^^ ^ i% que aW ^^
60, de Gama & rnento recesnaensara- esla trabatt, oaaojJr.
pregos e dio-se as amostras : Da
de Pavo na roa da Imperatriz n.
?
I


m
SHva.
commendador Manoel Luiz Viraes.


f
8
Diarlo de Fernaabne Terea felra i# le Jnlho 4c 1866.

UIIE84T8*.
As Biblias falsificada
s.
Si quis aulem libros ipsos integras cim
mnibus suis partibus, prout in Etclesia
Ca'.holica consueverunt, et in veteri Vui-
gata Latina editione habentur, pro sa-
cns et canonicis non susceperit, et tra-
ditione&prmlictas sciens et prudens
contanpserit, analhema sil (Cono. Tri-^
deot., sessao 4.a) .
CCoqtiQuacao.)
XXII
A INQHHCO.
I
A palavra ioquUicSo, lomada do verbo
laLioo inquerire, significa indagaco, pes-
quiza, averiguaco.
No direito cannico, tem eslo vocabulo
duas accepcoes ou sentidos differenles: o
primeiro entende por inquisico um proces-
so qae ojuiz organisa er-officio, sem pre-
ceder accusa'co ou denuncia, tendo por
guia nica o rumor publico : o segundo (e
este o sentido mais lato, do qual nos occu-
paremos especialmente), designa a jurisdi-
cao, o tribunal outr'ora esUbelecido em al-
guns paizes catbolicos, mediante o concur-
sa das duas auctoridades ecclesiastica e civil,
no intuito de punir os actos attinentes in-
fracro dos preceitos religiosos.
II
Toda a institoico que possue dogmas,
ensino e disciplina regular e publica, nao pode
deixar de velar na saa conservacSo. Para
que se preencha este desidertum, lbe
misteruma jurisdi cao um tribunal que
examine a.oatureza das douctrinas seguidas
e praticadas pelos membros ; que con-
demne e espilla de seo seio os dyscolos e
refractarios, cujos erros e crimes podem
fazer perigar a seguranca da sociedade e a
salvado de uns pelo escndalo e impunidade
de outros. Neohum espirito sensato, intel-
igente e recto pode recusar este direito de
superintendencia aos qae regem o mundo
I maram a io.stituica'o inquisitorial a seus es- estribada no testemanho da historia, compre
jtados, eairelacjto ao rigor contra os here- itplicar ou rectificar as assercSes de alguns
ges. Justiniano nao s registrou todos es-, canonistas francezes que sustentarajl nao
tes edictos de seus predecessores no cele- \itrem lido nunca a -menor appltcafo na
bre cdigo de suas constiluicfas, como pu-' Franca as penas tcmporaes impostas pehs
blicou novos paraos confirmar. Assim fii 'Papasaoshereges. E' incontestavel que a
que urna lei decretad i em marco de Sil este respeito a Franca nSo Uvera nuaca ou-
c 'lloca os quatro Concilios geraes entre as tra forma de proceder, que a de todos os
moral.
III
Desde os primeiros dias do christianismo
os Apositos e seus successores julgaram e
puoiram com penas espirituaes os que, por
seus excessos desordenados, perturbavam a
sociedade dos fiis. E' nao menos certo que
os imperadores, apenas, pelo ba,> ismo, en-
traram no gremio da Egreja calholica, e
acceuaram o encargo de vigiar e proteger
os interesses temporaes da christandade,
oomprehenderam como dever consequente,
a necessidade de coliocar a sancta douelri-
na ao abrigo das invases e golpes da be-
resia. Assim, um dos seus mais promptos
cuidados foi publicarem editos em que or-
denavam se procedesse contra lodos aquel-
las que palos bispos fosseoa convencidos- de
erros contra a f. Conbecemos os edictos
de Constantino (anno 316) contra os dona-
tistas que por entao affligiam a Egreja da
frica com todos os gneros de excessos e
violencias. Alguns annos depois (325),
apenas o Concilio de Nica fulminou a here-
sia de Ario, Constantino fez publicar *mui-
tos edictos, em que, infligindo a. nota de
infamia ao heresiarcha, o condemnava, com
todos os bispos seus co-ros, a degreio per-
petuo, pena de morte, no caso de contra-
veneno (1).
Todos estes edictos de Constantino foram
sendo renovados por seus successores, e ap-
plicados com mais ou menos rigor s dif
ferenles seitas herticas. Ha entre os edic-
tos de Theodosio o Grande urna disposico
demasiado spera. Depois de haver seve-
ramente fulminado os manicheos com os
epitbetos de reprobos, de infames, e de pri-
va-los do direito de successo (2), promul-
gouftutra ordenarlo, muito mais severa,
contra aquelles que, por se subtrahirem
saneco penal tomavam os nomes de eucra-
tites, esacophoros e de hydroparasales.
Esta ordenarlo lhes comminava pena capital;
e para tornar efectiva a sua execucjto, orde-
nou Theodosio ao prefeito do pretorio que
eatabelecesse inquisidores, que pesquizas-
sem sobre os hereges e dessem couta dos
resultados de suas indagacoes (3). E' a pri-
meira vez que se encoatra as leis do impe-
rio a palavra inquisidor contra hereges.
IV
Esta inslituico inquisitorial atravessa as
edades, ioalteravelmente sustentada pelas
constituicoes de Honorio, de Theodosio o
Moco, de Marciano, etc. Urna das. mais no-
taveis d'entre as que sobreviveram aos ce-
lebres edictos de Constantino, a conttitui-
cq publicada por Theodosio o Moco, pelos
annos 407, que diz r c Punimos os mani-
cheos e donatistas de ambos os seos, con-
c f**.me requer e merece sua impiedade:
t o queremos, outro sim. psr modo al-
< gur, que gosem de direitos qne os eos-
t turnes e as leis concedem aos demais sob-
leis do imperio. Por una consequencia
natura! deste principio, outras muitascons-
titnices infligem penas severas a todos os riores.
hereges, sem ex'epcao, como transgresso-
res das teis do Estado... porque os crimes
que attacam a magestade divina sao infini-
tamente mais graves que os que attacam a
magestade dos principes da trra.
VI
' Todos estes pormenores demonstram
com a maior evidencia a m f e culpavel
ignorancia com que alguns escriptores teem
repetido que a Egreja, para se desfazer de
hereges, a quem devia vencer e convencer
com as armas da persuaso, impelliu os po-
deres temporr.es na senda de todas as per-
seguieoes e morticinios. O que exacta-
mente contrario verdade histrica. Si os
imperadores apertavam com os hereges,
porque sabiam que eram elles os mais terri-
veis inimigos da ordem social. e publica.
Aps o recalcamento feroz das leis divinas
seguiam as mais horriveis devastaces I
Temos disto um formidavel espcimen
nestas enrgicas palavras de Paocracio, arce-
bispo hespanhol, no primeiro Concilio bra-
carense, anno 411, talando dos estragos, pro-
fanaces e ruinas, que causavam os hereges
em toda a Hespanha : Notnm vobis est,
fratres, et socii mei, quomodo barbara!
gentes devaslant universatn Htspaniam
Templa evertunt, seroos vhristi occidunt
in ore gladii, et memorias sanclorum, ossa,
sepulchra, Cemeteria profananl; vires
Impert confringunt, modo [commovenles
omnia sicut slipnlam ante faciem venti.
VII
E pois, do que acabamos de dizr resol,
la : Io que desde a conversao de Constanti-
no, as penas temporaes foram empregadas
pelos imperadores christSos contra todos os
hereges, posto que fossem sempre tratados
com muito maior severidade aquelles que
juetavam a turbulencia e a sedico here-
sia; 2o que desde o meiado do seculo V, e
longo tempo depois, as leis imperiaes nao
estiveram menos em vigor no Occidente que
no Oriente.
VIII
Estados catholicos da Europa, quer no rei-
nado de S. Loiz, qer nos tempos poste-
(Continuar-se-ha.)
A desgranada.
Nascl da cidade da Guarda, cidade feila e (arta.
Bramos dous irmos, ambos seguimos para
Coimbra estudar medicina, e no anno de 1860
ambos recebemos as nossas cartas de dooio-
rei : eu tilia 27 anuos de idade, e mea >r-
mo 25.
Fui para Lisboa em fevereiro de 1807.
Os negoeios diplomticos eatre Portug*,Fran$a,
Hespnib, eada vea se torna vam mais compli-
cados.
O conseibo de estado cada vez mais a Brindo se
reuna ; e o principe real, regente *o retao, por
esta causa, largando o palacio de Marra qnaai sem-
pre resida naqaelle d'Ajada.
A poltica ingleta determinoa ao seo goveroo,
qae instaste com o- principe regente para mandar
o joven principe D. Pedro (ao depois I.* impera-
rador do Brasil) para o Brasil.
O embalxador de Inglaterra em Portugal tratoa
dtfte negocio com grande actlvidade, e lado nui*
crr, que a vontade do governo ingle se bat de
reahsar.
D. Fernando de Portugal, homem de mereer-
mento, que llnba ebegado do Brasil onde li-
ona governtdo, foi escolbido pan alo e goreraa-
dor do joven principe, e logo foi Borneada a sua
casa.
Era 1179, o terceiro Concilio de LatrSo
renovou contra os albigenses e outros muitos
hereges daquella poca, as principaes dis-
posicoes do direito romaio, que ent5o vigo-
rara em quasi todos os Estados chr'staos
da Europa. No prembulo do seu decreto,
o Concilio distingue cuidadosamente as pe-
nas espirituaes, qne eram pela Egreja im
postas aos hereges, das penas temporaes
que lhes applicavam os principes christSos.
A inda que a Egreja, dizia S. Lelo, se
* limite em pronunciar penas espiriluafs
pela bocea de seus ministros, e n5o faca
t eiecuces sanguinolentas, todava aju-
dada pelas leis dos principes christos, os
quaes, mediante o temor do casto cor-
poral, compeliera os hereges a-recorrer
remedio espiritual.
Este decreto do Concilio de Latro fo
renovado no comeco do seguiote seculo pelo
quarto Concilio do mesmo nome, celebrado
em 1215. Depois de ler anathematisado
geral e indistinctamenle todas as heresias
contrarias f catholica, contina o Concilio
oestes termos: Ordenamos que os he-
reges, depois de condemnados, sejam en-
tregoes ao braco secular, para serem
c devidamente ponidos, observando-se en-
c Iretanto a ceremonia da degradacao' dos
c clrigos, antes de serem entregues ao
poder civil. Parece- primeifa vista,
diz Mr. Andr, que o Concilio, publicando
estes decretos, invada os direitos do' poder
temporal. Mas, alm de qae o concurso
dos principes, necessario para a validado
destes decretos, havia sido claramente ex-
plicado no terceiro Concilio de Latro,
certo que aquelles decretos' nao foram pu-
blicados sem accordo cpm os principes
christ5os, que haviam sido convocados para
esse Concilio, ao qual effectivamente, assis-
tiram por seus embajadores. Independeu-
te porm desse concurso dos dis poderes
no 3e e 4o Concilios de Latro, o consen-
timento dado pelos imperadores aos citados
decretos acha-se assaz evidenciado por om
gnnde numero de leis emanadas, pela
mesmo tempo, do poder temporal, e por
muitos Concilios ou assemblas mixtas reu-
nidas em diversos Estados. Notaremos em
Um navio de guerra se apromptava, e lomavam-
se todas as medidas necessarias; de repente, po-
rm, todas as disposic5es foram revogadas.
Nesta occasISo eu fui nomeado medico do real
corpo da brigada.
Os embaixadores de Franca e Hespanha sobre
diferentes pretextos liraram das portas as armas e
pediram seus passapories.
A corte portagoeza pelo contrario conservou sevts
embaixadores naquellas curtes.
No Tejo trabalbava-se com aclividade no arma-
mento dos navios de guerra, proeurava-se po-los
promptos para seguir viagem.
O ministro da marlnba ia para o arsenal de ma-
drugada e s sabia a noote.
Houve grande reunio dos conselneiros de esta-
do, s D. Rodrigo de Seaza sustentou a opinio,
qae a honra do principe e do estado determinaba
que se rennissem o maior numero de tropas pos-
sivel, e que marebassem contra o exercito francet
logo que invadisse Portugal.
Esta nobre opinio foi castigada com a exclosao
do conselbo. Todos os demais conselneiros segu-
ram a opiniio qae S. A. Real devia preparar-se
para deixar os seas estados da Europa.
O principe nao podia resolver-ie a abandonar
Portugal, e tudo fazia crr qae o exercito francez
o bavia de aobar em Lisboa.
Quando ebegoel a cidade Roirigo, fui procurado
pelo barao de *, a pedio-oe para ver urna de
suas Blbas que estava doente, contoa-me:
Ella era a mais formosa, mais prendada, e mui-
to instruida, quando, porm, fez 19 annos, por
cansa de om susto quando passeava a cavallo es-
tove a' morte, e flcou demente.
Foi ver a doente e demorei-me 18 dias em a el-
dade Rodrigo.
Eotre as Albas do bario havia a segunda chama-
da Ignez.qae era tida por meotecapta; suas irmas
. tinbam em despreso, e por qualqaer pequeo
motivo a chamavam de tonta, nescia, pregnicosa e
outros nomes semelbaotes; ella callava-se, ra com
maita simplicidade de suas irmas, e continuava
com a costura, com o seu bordado, ou com a msi-
ca de que era apalxonada, sempre ideas tristes era
objecto dos seos contos: um dia, quando entrei
para a ver, ella estava no piano e cantava os se-
guales versos de L. de Vega :
En qu piensas, qu aspiras
Quando tras tu gusto vas,
Pues del ao te queda mas,
Que enemigos que conspiras T
Si es que adilanteno miras,
Mira l vida passada,
Que si en tan corta jornada,
Lo mis poseo de essa suerte,
Hasta llegar la muerte
Qu te queda ? poco, nada.
Quando ella repello o verso :Mira Ai vida pas-
tada,*3 lagrimas principiaram a correr-lbe pela
face abano ; e sentiodo movimenlo na sala velln
se, vio-me, corou, quiz. fuglr, porm paroo,limpoo
a face e os olhos e me disse :
Doutor, nodeveis reparar, sao loucuras de
urna menlecapta.
Em um momento, por um acaso, conheci qual a
razo da supposla molestia de Ignez, fiz mais em
um momento do qae liana feto em 15 dias de visi-
tas e estado.
Era molestia moral, era urna paixo, era ama in-
gratido e talvez um erime I
Respondi-ine :
Repara! e o- vosso bello canto era digno de
reparo e anda mais digo* de reparo era a amavel
cantoral
Doutor, me disse ella com tristeza profun-
da, tambera a medicina aspira a curar com li-
sonjas?
Nao, mas aspira a corar com conselbos, com
verdades Albas da experiencia, foi a mlnha respss-
ta. D. gnea um amor infeliz, que fugio, qae ac-
bou, nao deve matar: a razo, esse principio divi-
no, e tributo da humanidade, renuncia o ser razo
quando deixa arrastar um corago sensivel, terido
pelas tempestades da vida a ama prematura se.
pnltnra. O tempo, as distraccCes e o tcabalbo, sao
remedios seguros para fazer esquecer ama paixo
qae deve ser esqaecida:o qne esperas do yosso
miseravel estado?
Ihinbos, nao tenha ama razo de estremecer com Q0 de utB m0(k> repeBtiIi0 e nexpiicavel, eomo se
a triste reeordacoprinciplei, porm, como escra- emigras* do al.
val nao Uve escolba, foi o acaso, fi favor de Foram observados pela primelra vez como
0U!r Tvista das miaba, ufa, J pdela, doutor, '*^^ a,r^ ^^ *^ a
adevlnhar que nlo ob^c. a meu pal, repelli at o "Ml seas eraJ >* ou menee ; se-
extremo as suas ordens. os seas clcalos, os seas rios ""1'^ '*nvns; "^eem qae elles
desejos. Tratoumemal,tratou-me com despreso, appareceffl com intervallosdo 3 annos nos mes-
e afloal me disse -sel quem o culpado, sei a ra' mos ^l^^.S^XS^1 eS,ragS ,em
.... ugar depois de otervallos de 21 annos: ns anoo
zao de ludo; elle me ha de pagar. : ,en. ,,,. a 1Qtft ,.m 8 aunos
de 180, 1823 e 18i foram noiaveis a este res-
Em 1816 em toda a Hespanha appareceram as p^o 0 toapo do anno varia de junho a ontubro.
mais terrveis violencias, terriveis tyrannas, em
nome de Fernando Vil, e as ierras as mais pe-
quenas as iuimizades cobertas com o nome do re
ievaram os calceros da inquisico, s encbovias
das pnsos publicas ; aos degredos, os seos inimi-
gos, nao eram necessarias provas, bastava qae o
realista de influencia afflrmasse libertino, he-
reje, revolucionario.
f Didimo estava era ferias, sem cautella oo sem
reparo nao flzeram caso de mim, que estava no
quarto vizinho e oavl parte de ama conversa entre
meu pai e o alcaide de trra ; om infernal plano
se tramava para levar Didimo inquisico.
< Logo o avisei, e no outro dia as 11 hora da
nolte o alcaide e os esbirros carearan: a casa, e io-
do revolvern), porm elle j estava em Portugal e
de Almeida segoia para Lisboa : nao- me escreveu
mais, e a confidente s me entregou uns versos que
elle de Lisboa me reraetteu ; decorei-os, e todas as
noites depois das miabas oraches os repito, com
summo prazer, nico prazer que nesta vida {oso t
peco-vos licenga, von recita-los :
Um nome nao... no-posso mas urna palma ao raenos-
que por vigilias longasorvalbon mea pranto,
um bymno para tide lamentosos- threnos,
que le faga nublar a- fronteqae amei tanto.
Se nesse vo onsadoqne a inteligencia faz,
podesre conquistarmil nomes e laoreis,
oh 1 fosse embora a c'roaque o martyrio traz,
ira triumphanle desfolbar-t'a aos ps ;
mas naomea injonao... ornando assim nao ,
a inteHigencia nadao ser pobre desdouro,
e os sentlmeotos d'almaa ..Tengaa propria f,
o rico quer comprar a peso de seo ouro...
A 26 de novembro o embaixador inglez velo de
bordo da nao onde estava, desembarcou em Belem
e levou ao principe o Monitwr, no qual o impera-
dor Napoleo declarav, que t casa de Braganca
tinha cessado de reinar.
Na mesraa occasio ohegoo noticia da vanguar-
da do exercito francez ter pernoilado no dia 22 em
branles.
O principe regente, e familia real nao tiveram
outro remedio se nao embarcar para o Brasil.
No da 27 s nove horas da manha o regente
veio em urna oarrnagem com om s creado na
uboa, irazendo em saa compaobia o principe de
Hespanha sea sobriaho, e era tal a confuso que
um sargento da polica foi obrigado com a espada
desembainhada abrir caminho para os principes
poderem embarcar no escaler qae os esperava.
Quando sabiram da carruagem dous cabos d'es-
quadra da polica serviram de genlis-homens I O
embarque foi no caes de Belm.
A rainba e as princezas e o resto da familia real
ebegaram saccessivamente, e embarcaram silen-
ciosamente, excepto a rainha qae dava pavorosos
gritos dos quaes ningem fazia caso.
Embarcaram com o principe regente os mar-
quezes de Algrete, de Alvito, de Angeja,' Bellas,
Cavalleiros,' Pombal, e Redondo ; e Joo de Almei-
da, e Rodrigo de Souza.
Doutor, me responden ella, nao onviste bem
o mes canto :Hasta Negar la muerte \A vos-
sa sciencia empyrica, jnlgais conbecer todos os
laetos clnicos da historia medica, iendes o orgulho
desaber a pbysiologia das palxes humanas,eestis
porm engaado, falhando as vossas theorias a ca-
da passo : ha no corago das malberes sentimen-
tos, segredos proprios da saa natura, qde nao sao
condecidos nem podem ser pelos nomens; ha as
familias segredos, mysterios que me parece, posso
afflrmar qae nem conheoidos sao pelo tribunal da
penitencia.
D. Ignez, von responder com as vossas pala-
vrasestis engaada 1 no da de boje o histrico
tal, que em geral na sciencia nao ha Ignorancia
desses sentimentos, desses tactos, desses mysterios.
Ignoris se os sentimentos internos de um corago,
porque a consciencia pertence ao en e a Deas -,
ignora-se os mysterios de ama familia emquaoto o
segredo se pode conservar, o qae $ costoso e raro;
estes tactos particulares nao dislroem os principios
geraes, tanlo assim, que pelo vosso canto li os se-
gredos do vosso corago, conheci a causa da vossa
desgracaurna paixo 1 Peco vos licenca para
admirar a cultura do vosso espirito, e a sem razo
porque vos ehamam demente ?
Charaam-me demente, disse ella, porque son
demente e quero ser tratada como tal, tenho nisso
prazer, estado o melhor meio de ser despresada
pela mlnha familia, despreso qae me agrada, por
qae assim entre a vida e a mortequ me queda f
poco nadaDoutor, sois a primeira creatura que
leve d da minha dr I Sois a primeira alma ehris-
ta que mostrou compaixo da minh desgraga
da minba triste posico neste val de miserias!
(pegon-me na mo e aregou com urna torrente de
lagrimas). Se a fundo podesses entrar no conbe-
cimento da rainlia historia, ento havias de confes-
sar qae ama prematura sepultura o nico bem
que posso e devo desejar
D. Ignez, por piedade contai-me a vossa his-
toria, qnero eonhecer os motivos de ama dr to
profuoda?!
Ficou alguns minutos silenciosa, chorando,.e
depois limpandoos.olhos conlinuou .Didimo em
Lisboa erabarcou para a America portagoeza r e
nio tive mais noticias suas, nao sei se vivo on
morto.
c Oito dias depois de cnegar a noticia de Didimo
ter embarcado para Amrica, Didimo pai suiciiou-
se ( Quaaio, sobe de tai apaixonada e desastrada
morte perd a razo,levaram-me para a cama e
no 7 dia a criada con>ou-me qae tinha estado com
ama violenta febre, e sempre em delirio.
< A molestia daroanmmez, e quando me levan-
tei todos principiaran! a dlzer, est demente
ostei da lembranea, procarei estar demente, a de-
mencia livrou-m e das iris de mea pai e das-visitas
do velho Lara. '
Agora quando por acaso ebego a Jenella ero
lugar de Didimo vejo nma viuva desdilosa, Oco lou-
ca t (Aperton-me a mo com inaudita violencia, os
olbos deitavam cbammas e o semblante completa'
mente de.-Ggurajlo mostrava o furor de ama paixo
violenta I Eston com os meas 87 aonos e anda
nao me esquecl da terrivel metamoephose de D. Ig-
nez), sim neo looca 11... O suicidio 1... O sai
cidio 1
a Um fri moderado bastante para mata-Ios
aluda qae a bomidade e ventos fortes nao pare-
gara incommoda-los.
t Deveram tanto a Obra corta como a compri-
da, e raras vezes, ou nanea, tocara entras plan-
tas. _
Quando appareeem cedo no anno, tem por
via de regra tres gerages.
Este bicho incontestaveimente o insecto de
que faHa o Dr. Baroetna obra intituladaProc-
cedigns of the Boston Societu of Natural Hutory,
vol. IV pag. 316, elle de opinio qae este insec-
to vem da America do su I, e qae a ultima gera-
co raorre toda, de fri on de fome, Bao delxando
prole algama.
Tem se recommendado rogos as rocas para
chamar e destruir este bicho: diz-se qne ban-
deiras de panno de algodo, do Utmanbo de cerca
de urna j.'rda quadrada, attrahem-uos e usam-se
para depsitos de seus ovos-; pode apanbar-; em
grande numero dentro de pratos cheios e de mela-
do e vinagre.
a Mas estes e outros semalhantes artificios con-
tinarao a ser de pouco proveiio at a poca justa
do reapparecimento dos primeiros bichos, a qual
se acba Qxada; entaoja sua prompla destraico evi-
tar a prodoccao da 2- e 3* gerago, e esim II- -
milar, seno empecer, os seas estragos.
t Um outro insecto, destruidor de grande copia
de magas de algodo, boll-teorm, bicho pertencen-
te mesma familia noctue e provavelmente- ao
genero hehothes.
i Este um bicho fusco e amarellado, qae po-
de ser visto a boeca da noote no vero e ootono,
balougando-se em cima das Obres do algodo, e
depositando nm s ovo em cima de cada flor ; o
evo chca-se era 3 ou 4 dias e o bicho roe nm
caminho ate o centro das magas, cansando a saa
queda prematura ; o insecto sabe instinetamente
da maga, quando esta' para cahir, e entra em
outra ; e analmente ataca as magas quasi madu-
ras, tomando assim o algodo podre e sem pres-
umo.
t As largatas tem 16 ps, engatlnbam- com nm
movimenlo gradual, dessemelhantemente do ver-
dadero bicho do algodo variam muito na cor
sendo amas verdes, ootras escaras, mas todas
mais ou meaos maihadas com tinta pretae, -
possofndo uns poneos de- cabellos cortos.
Um bicho s deitara' 500 ovos, e como tres
gerages sao prodazidas em om anuo, ama roga
inteka em breve Acara' infestada delles.
Sao estes os dous grandes inimigos as toca-
das de algodo, e os mesmos artificios para com-
bate-Ios sao inefficases contra ambas.
t Varios insectos appareeem as folbas, tron-
cos e galbos do algodoeiro; algons faieat bem,
como por exemplo a aranha, a mosca cbewnoa, o
escaravelbo, etc.,. os quaes cmera os bichos do
algodo.
Cal ula-se, para mais de 15 mil almas emigra-
das para o Brasil,a bordo da esqaadra, e dos na-
vios mercantes portaguezes e ingleses.
A esquadra companba-se das naos < Principe
Real, Rainha de Portugal, Principe do Brasil, Me
daza, D. Joo de Castro, Alfonso de Albaquerqae,
Conde de D. lien ri que, e Marti ns de Freitas, > tres
fragatas e tres brgues.
A esqaadra sabio de barra fra no dia 39 de
roanb, precisamente no momento de um eclipse
do sol.
No dia 29 esteve a' vista : no dia 30 de manha
com vento sud-oeste nao se avistoa mais.
No mesmo dia 30 a's sete horas da manha en-
trava em Lisboa a vanguarda do exercito fran-
cez. rtaai.
No dia 13 de dezerabro o pavilho francez subs-
tituio o pavilho portuguez, as armas porta-
guezas foram todas picadas, e substituidas por
Agolas.
Por falla de mdicos entrei no servfco dos fran-
cezes, e freci a estima de Junot.
Depois da convengo de Cintra, (30 de agosto, e
particular urna conslituicao publicada por L* de setembro de 1808) no dia 13 entraram as
Frederico II, imperador da Allemanba, em
1220, no mesmo dia em que recebeu a
cora imperial das maos do Papa Hono-
rio III. Poresta constituico o imperador
expressamente confirmou os decretos do 3o
4 Concilios d Latro sendo textualmente
ditosnossoscqoeremosemomquesejam^^^^ Q Q A, annM
tratados comoenmmosos pubicos, e que, g LuZ( apeoas subio a0 thr0Q0(
todos os seus bens sejam confiscados
t porque todo aquelle que mola a religio
s estabelecida por Deus, pecca contra a
t ordem publica.
V
publicou urna constituico semelhante, na
qoal estabeleceu todos os meios de garan-
tir a execucto dos referidos decretos, as
provincias do meio dia da Franca, onde a
heresia dos albigenses, e a protecc5o que de
Eis o pensamento que actaou em todos' longo tempo Ibes prestava p conde de Tou^
os poderes temporaes, qae mais tarde coa-' losa, tornaram essa'execoefio moi difBcil.
_______________:------------------- Fol por.egual motivo que,Mncto re pediu
(i) Socrat. Htst. Eccl Lib. I cap. IX ;:e(Kite'v de iUxandre IV a'permissSo de
SWc3; Th^Lib^XVI, tiL Vn. 7. |estabelecer em Franca o tribunal dainqui-
(3) SWimtas itaque tua detinquistorts,. siCJo.
ajreriat Jbrun, ndices, imunciatores que, \
sine invidia accipiat.
tropas inglezas em Lisboa.
Principfaram as pedradas s janellas, e os gritos
da plebe morra I morra qne francez I o go-
verno vjc-se obrigado a proceder, a mandar pren-
der aos eidedos aportados eomo amigos dos fran-
cezes, os jacobinos como eram chamados pele
pove. Foi preso, e um mez estive em om dos
caree res da inqusigo, como preso de estado:
depois mandaram-me degradado para a Una Ter-
ceira, e foi para mira ama felicidade cousas do
mando I
Systema daa compensagoes.
Foi muito estimado por todos oa. morgados, e
povo da lita, tive maita dioica, fol muito feliz
as minbas caras, e flz ama pequea fortuna, qne
nao tafia feto se casse em Portugal e em liber-
dade.
Em 1820 bonve a revolucao do Porto, procla-
moo-se o geverno eonstitoelonal, e Bndaram o de-
gredos polticos.
Qoiz aproveliar o resto da vida, e o roen peque-
o capital, despedi-me dos amigoi e ral para Pa.
ris; e em 1821 voltei para a patria por (erra, atra-
vessei toda a Heapanha, e pelo mesmo roteiro, que
A' vista desta rpida e verdica exposic, 'tinha seguido o exercito francez.
Nao quero ser isgrata, e em poucas palavras
eu vos cont todo.
#
c um 1813, tinha 16 annos de idade, defronte
do palacio onde moramos (bavia como anda agora)
ha nma familia de um proprietario pobre, ao pre-
sente fallecido e tinha um nico 9lho, Didimo J-
nior, era o sea nome. Estadava em Salamanca, e
estava no seo terceiro anno. Querer dar as rzoes
de urna paixo amorosa loocura, os proprios na-
morados nao sabem eonhecer o qne dea origem, o
qae dea priocipio i essa paixo. S vos posso dir
zer qae desde essa idade princpiei a amar Didimo.
A ausencia em quanto elle estava oa universidade
augmentava a minha paixo, quando chegava para
fosar as ferias, minha alma tomava urna vida nova
e qne vida ) a vida do amor, vida qae os amantes
s senlem ; sentimento qne s os poetas sabem des-
crever e o que Didimo fazia em seos lindos versos
qae me remeta. Em 1815 mea pai, sem me con-
saltar, contcaton o meu casamento com D. Jolio
Lara, fidalgo de Gallisa, mnito nobre e muito
rico.
c Lara um velho de 50 annos, grosseiro, sem
educago, sabe perfetamenle a arle da picara, go-
verna como nm hbil coebeiro om coche puchado
por duas fogosas parelbas; e seriam taes prendas
capazes de captivar o meo corago ? E o oaro ?
Minha alma se revolta s com a idea de vender-me,
toraar-me eserva de nm homem s porqne tem
Nada Ihe pude responder 1
Cborei I
Eu e ella, chorando nos apartamos.
No outro dia despedi-me do barao, e disse-lbe
qne saa filha anda podia (er cura, era porm ne-
nessario mudar de trra, ivos ares, novas distra-
ges.
Em 1823 reinando a influencia do infante D. Mi'
fuel lulguei prudente ausentarme para a Hespa-
.oha, fui a cidade Rodrigo, e Ignez j nao exista.
Fui com u reverendissimo prior ver na ordem
3* do Carmo a loasa sepulcral que esconda o cor-
po de Ignez, e nella estava escripto D. Igaez... a
demente.
Peguei temerariamente no brago do prior e Ihe
disse :
Nao exacto, mentira, ha falsidade 1 mao-
dai, Sr. prior, riscar aquella palavra e ella que seja
substituida por aqaella outra qae diz a verdade,
mandai escreverD. Ignez.... a desgragada I
(Do Correto Paulistano.)
CH POICO DE TUDO.
Transcrevemos o seguate de jomaos do Sal:
PRAGA NO ALGODO.
Nao sao lisoogeras as noticias qae temos sobr j
a safra do algodo. Isto nao se refere a todos os
municipios, felizmente; no de S. Roque, por
exemplo, de que temos noticia recente, sabemos
qae os lavradores esto ebeios de cooBanga. E'
preciso, pois cnidar-se de estudar a questo, ver
qual a causa da mina da planta, e tratar-se de
remo ve-la.
A Revista Commercial tradnzlo um importante
artigo da Nova tsocyclopedlca Americana, para o
qual chamamos a aitengo i Srs. cultivadores
do algodo.
Pode ser, diz o nosso collega, que algum dos
bichos de que se trata no referido artigo, seja o
tal curuquer, qne tem arruinado as plantages
brasileiras.
No-sos cultivadores sao os mais competentes
para, ajaizar
c lagarta do bicho do algodo pertence a faroi-
milia das Noctue (N. xylina, Say). O insecto per-
mito de forma triangular, e tem cerca de nma
pollegada decomprido; as azas superiores sao
de cor cincenta nm tanto vermelba e tem ama
mancha escara com nm ceir, esbranquigado no
meio ; azas inferiores sao mais escaras.
t As largatas tem 16 pernas, mas as dianteiras
sao to carias qne para engaiinbar.ellas tem de
vergar o espinhaoo, eomo os gemetras ou medi-
dores ; a saa cor verde com riscas amarelladas
e manchas pretas ao correr do lombo; as segun-
das e terceiras gerages sao mais escaras do que
as primeiras; ellas crescem al o comprimento
-de pollegada e meia.
t Os ovos acbam-se depositados de 10 al 15'
mnito owo! Conhego que os casamentes s'ouma* lado inferior d" ,0,n*s ,enras. 1ue atMwrenl
sorle te lotera, ha alliangas de paixoes que mor-
rena no maior abondono, na maior desesperan ga,
na maior das ingratidoes;ha alliangas de inte-
resse, alliangas de conveniencias de familias, que
depois de um mal agourado consorcio, de urna fria
e repulsiva unio, se tornara pela, conveniencia,
pelo curaprimento dos deveres, em amlsades since-
ras e venturosas;. quero porm, qne nosim-
ba ja ama convieco e qne esta seja s da misera
mulher que se langa nesse mysterioso destino, nes-
sa que se chama legal paixo.
c Quero, qne, a desgragada quando chore sobre
o berco do innocente Blhinho, procurando no choro
allivio a sen ferido e magoado congo com as in-
gratidoes e crimes do esposo, tenba, pelo menos a
eonsolago de repetir com ufanaa colpa foi mi-
aba, erre! fui porm livre I
i Qnero, qne quando gozar do amor, on da ami
tade, de ventaras domesticas, e beijar os telizei Q
O CLBIOA'EU.
Sobre esta horrorosa praga do algodoeire l-se
um curiosissirao faci na Revista Commercial, que
apresiamo-nos a transcrever.
Convem muito que a este respeito todas as xesa-
riencias e observares venham a' publicidade, poi-
que de todas ellas alguraa cousa ha de flear deter-
minada e assentada como receila de exterminio
contra semelhante mal.
Neste intuito pedimos aos plantadores queeom-
muniquera-nos todas as medidas que empregarera
e ob.iverem resultados benficos no sentido daex-
tinrco da praga.
Eis a noticia a que alludimos:
i m villa de Jaguary, provincia de Minas Ge-
raes, existe estabelicido o Sr. Francisco Felippe da
Maia, importante fazeodeiro que se da' a cultora
do algodo e criago de toda a qaalidade de gado.
Exporta os seus productos pelo por tos de Chamba
e Santos, sendo por este principalmente.
< N'uma grande plantago de algodo qae tem
o'araa das suas cinco fazendas, plantago de tnnta
e tantos alqueires, comegou a appareoer a praga do
curuquer no dia 3 de fevereiro do correte anno,
ja' estando perfeitas parte das magnas do algodo.
O bicho deseuvolveu-se com a maior forga possivel,
comendo todas as magas e folhas dos arbustos, e
mesmo em alguns devorando a cascados galbos*
de maneira que a porgo dos algodoeros estraga-
dos pelos curuquers morrea toda. Entretanto no
dia 10 do mez de junho, daodo-se principio a' co-
liieta no mesmo lugar onde o bicho flzera a devas-
tago, eoconirou-se o algodo to ou mais carreja-
do nesse lugar do qae nos outros qne haviam sido
poupados pelo mesmo bicho i
A praga nao se estendea por toda a plantago,
por qae o Sr. Maia fe-la extinguir por sua gente
durante lo dias. Empregoa para isso o segainte
processo : bolindo-se no arvoredo, cahtam os bi-
chos no cbo, e os pretos matavam-n'os com os ps
e mos, pisando-os e envolveodo>os com a trra.
Logo depois*de extractos, mandn lirapar a planta-
go, cbegar-lhes aova trra e castra-la, cortando
as pontas das varas qae estavam comidas.
firmemente, e tem ama cor parecida com a da
tolba.
c O periodo da incubago varia de 6 at 15 dias
dependeado provavelmente do calor da quadra ;
o tempo de chocar de ooute, as crias
coraegam a comer logo, crescendo rpidamente ;
mudara a palle algamas vezes e antes de attingi-
rem o seo deseavolvimento total; 15 ou 20 dias
depois de adquirtrem o sed cresclmento total, del-
xam de comer e formam nm tea d folha e seda ;
dentro desta tea e no espago de i(La 12 dias se
passa o estado de crysalidv; depois disto os bi-
chos deitam os seas ovos, e morrem aps um pe-
riodo de cerca de ama semana, oa, conforme al-
guns observadores, sobrevivara a invernos bran-
dos.
< Nasceram novos orotos nos ps desnudados, e
nos galbos qae o bicho estragoa voltoa todo e todo
esta' mato carregado.
< O algodo que o bicho comen o renasceu com
forga soca.
c A soca mais fcil de tratar-se do que a pri-
meira plantago : assim o fazendeiro qae piantoa
10 alqueires e tratou delles na primeira plantago,
pode na segunda com menos da metade do traba-
Ibo tratar da mesma porga-).
i A fazenda onde o Sr. Maia tem a saa axtensa
e importanlissima plantago de algodo cbama-se
das reas, e esta' junto ao ribeirao desse nome.'
n <
Um navio hespanhol fazendo vlagem para Mar-
selha, aehava-se ha poneos das, diz o Stmaphore,
as alturas de Agde, qoaado a tripoiaeao descobrio
em pleno mar ama barqninha qne era o joguete
das ondas.
Logo o capito mandn aproar em dlreccio a'
pequea .arca : a manofira let-se, mmamgtmm-
tade do capito, e ao cabo de alguns HM o
navio abordava a baqolnra. Mas qaal ae toi a
sorpreza do capilo e dos seos tripolantas quando
vieran) n'um frgil lenho urna crianga sosinha ex-
tenuada de fadiga devorada de sede e (orneI
O naufragosinbe estava nesta cruel posicio ba-
via quatro das.
A crianga, recolbida a bordo do navio, receben
logo todos es cuidados que reclamava a sna triste
posico e foi condolida a Mamaika.
Interrogado acerca da sua presenca no meio do
Mediterrneo, o menino responden que quando na-
vegava no rio Heraolt, fol sorprendido por urna
correte qae o arrastra para o alto mar, sea que
nioguem ouvisse os seus gritos nem conhecesse sua
desgragada posigo.
A crianga qne assim tinha sido milagrosamente
salva das ondas, foi mettida no hospicio de liarse*
Iha d'onde seria enviada a jando es-
Uvesse coropletsii



'
'


< Este insecto em alguns annos extrema-
mente damuMo ao algodo, destruindo as vezes
safra Metra de cortos distritos; apparece 9 niq-;pERN^tYP.l)E M.,F. PE F."&TLrQ^p^
mu- 1


Full Text
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