Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11002


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Full Text
- -


-Mfft

I
AHHO XLII. HUMERO 146
Ptr qiartel pag dentro dos 10 das do i. mez......
Idea depois des 1.' lo dios do comeco e deitro do qnartel ,
Porte ao correio por tres mezes
TERCA FEIRA 26 DE JNEO DE 1866
Por auno pago deitro de lo das do 1. mez. .... \^%9%
Porte ao correio por i* aoao............... Wd0f#
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parabyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Liros;
Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J.'Jos' de
Oliveira ; Maranbo, o Sr. Joaqnim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRPCAO DO StJL.
Alagoas, o Sr. Claudino Faico Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Alves: Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gasparlnho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olioda, Cabo, Escada e estacos da va frrea at
Agpa Preta, todos es dias.
Igaarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Bez-jrros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanbuns, Buique, S. Bento, Bom
Conselhu- Aguas Bellas e Tacarat, as tercas
^*rM' V|MW** Mi mi'
Pod'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ourlcury, Salgneiro e Ex, as qoartas
feiras. i
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta Pimentelras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS f RIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commarcio: segundas e quintas.
Relajo : terca e sanaos as 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Jo izo do comraercio : segundas as i i horas.
Dito de orphaos: tercas 0 sextas s 10 horas.
Primotra Tura do civel: tercas t senas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas sabbads a 1
hora da urde.
EPHEMERIDE8 DO MEZ BE JUNHO.
6 Qfrto ming. as 4 b., 53 m. e 58 lYlfJ^aV
13 Lia nova as 7 h., 47 m. e 52 s. da .
19 frailo cresc. as 9 h.", J5 m. e Si s. da t:
28 La cbeia a 1 h., 16 m. e 10 s. da m.
DAS DA SEMANA.
25. Segunda. S. Guilherma ab.; S: Febronia v.
26. Terca. S. Joo e Paolo irs.; S: Virgilio n.
27. Qoarta. S. Crescencio b. te.; S. Bemvenuto f.
28. Quint. Ss. Argemiro e Irlneo bt>.
29. Sexta cga Ss. Pedro e Pau!o app.
30. Sabbado. S. Marcal b.; S. Luciaoa.
1. Domingo, S. Tbeodorico ab.; S. Galla b.
PREAMAR DE HOJE.
JPrimeira as 3 horas e 42 m. da tarde.
(Segunda asi horas-e 6 minutos da- manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTERO!.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o non
al a Granja a 7 e 22 de-cada mez; para Pernai-
do nos dias 14 os mezes-ds Janeiro, marco, aula
julbo, setemhro e novembroi
% ASSIGXA-SE
no Recite, na livraria da praca da Independencia
ns. 8, dos propietarios Manoel Figneiroa de Faria
& Filho.
PARTE OFFICIAL
OVEIIXO A PBOVJICIA
Expediente do dia 22 de jonho de 1866.
Ofllcio ao lente coronel commandante das ar.
mas interino. Informe V. S. sobre o que pede
Pedro Augusto Hitt Jorge no Incluso requerimento.
Dito ao mesmo. Informe V. S. a' cerca do
que expde o chefe da repartico da- obras publicas
uo incluso offlcio datado de 20 do correle sob
n. 237.
Dito ao mesmo. Mande V. S. por era liberdade
o guarda nacional do municipio de Serinbem Vi-
rissimo Gomes da Silva que segundo o termo de
inspecco anexo ao seu offlcio o. 856 de 20 do
corrente fot considerado incapaz do ser vico.
Dito ao inspector da Ibesouraria de fazeoda.
loteirado de quanto V. S. expoz em sua informaco
do 20 do corrente sob n. 368 recommendo-lbe que
quando fur reqoisitado pela thesooram provincial
d as precisas ordens para que as collectorias ge-
raes as comarcas do Bonito, Garanbuns, Brejo e
Flores se incumbam da cobranca dos impostos pro-
viaciaes que devem ser arrecadados em taes co-
marcas no futuro exercicio de 1866 a 1867.
Dito ao mesmo. Com copia do aviso da repar-
tico da manuha de 6 do correte remello incluso
o rotatorio da reespectiva coniadoria relativamente
a's daspezas feitas por essa thesousaria no 1* tri-
mestre do exercicio da 1865 a 1866, afim de que
V. S. atienda a's observares constantes do mesmo
relatorlo que me sera' devolvido.
uito ao inspector da thesooraria provincial.
Com a informaco junta por copia ministrada
pela Ibesouraria de fazenda em 20 do corrente
sob n. 368, respondo ao offlcio que V. S. me diri-
gi em 13 deste mez n. 248 solicitando providen-
cias para que as collectorias geraes as comarcas
do Bonilo. Garanhuns, Brejo, Flores, Tacarat, Ca-
brob e Boa-Vista se encarreguem da cobranca
dos impostos provinctaes qae devem ser all arre-
cadados no futuro exercicio de 1866 a 1867, cerlo
de que se esta providencia anda se lizer precisa
requisite-a do inspector d'aquella thesoorana a
quera nesta data me dirijo a este respeilo.
Dito ao mesmo. Estando em termos os inclu-
sos prets o nao bavendo inconveniente mande V. S.
pagar os vencimentos dos guardas oacionaes desta-
cados oa fregoetia.de S. Loorenco di Matta e na
povoaco da Cauunga sendo os d'aquelles relativos
a' 1* quinzena deste mez e os destas a cootar de o
a 15 do mesmo mez, como se v de taes prets que
me remellen o commandante superior deste mu-
nicipio com offlcios de 20 do correte sob ns. 166
e 167.
Difo ao mesmo. Recommendo a V. S. qe de
conformidad^ com as bases inclusas e nos termos
da lei contrate com os proprietarios do Diarto de
Pernambuco a impresso dos trahalhos da secreta-
rla da presidencia.
Dito ao vigario geral encarregado de reger a
diocese.Receb o seu offlcio de 20 do do corrente
e Seo sciente de acbar-se V. S. regeodo o bispado
durante a ausencia do Exm. prelado diocesano.
Agradecendo a V. S. os obsequiosos comprimen
tos constantes de sen citado offlcio apresento-lhe os
meus protestos de estima e consideraco. Fize-
ram-se as necessarias commnnicacoes.
Dito ao inspector do arsenal do Maria.Faca
V. S. alistar na compaohia de apreadizes artfices
desse arseoal o menor Arguniro de Nascimento
como pedio, a respectiva me Josepha Maria do
Nasclmeoto oo requerimento que incluso devolvo,
visto estar as coodices de ter esse destino se-
gundo V. S. declarou em seu offlcio o. 1132 de 21
do correte.
Dito ao director do arsenal de guerra.Concedo
a autorisaco qoe V. S. solicilou em seu offlcio n.
664 de 20 do correle para alistar na compaohia
de aprendizes desse arsenal depois de cumpridas
as disposiedes do regulamento de 3 de Janeiro da
1843, os menores Joo Jos dos Prazeres, Jos
Eleuterio, Francisco Leile dos Anjos, M.noel Pau-
lino Luciano da Silva, Estevn Jos e Jos Kanato
que foram considerados aptos pelo medico encar-
regado da enfermarla da mesma companhia.
Dito ao director geral da instrueco publica.
Designo aprofessora Emilia Candida de Mello Li-
ma para examinar em trabalbos de agolhas as
Sras. que tem de se apreseolarem no exame de
babilitaco de que trata o offlcio de Vrac. de 22 do
corrente sob n. 129 o que Oca assira respoodido.
Dito ao mesmo.Em vista de jua informaco
de 20 do crreme sob n. 12o mande vmc. admillir
no Gymnasio provincial nos termos do respectivo
regulamento o filho do tenente-coronel Joo Bar-
bosa da Silva de oorae Joo Barbosa de Luceoa e
Silva.
Dito ao eogeoheiro fiscal da estrada de ferro.
Inteirado pelo seu offlcio de 20 do corrente sob n.
134 dos estragos que soffreram a6 obras da estra-
da de ferro em consequencia das aguas que cabi-
ram na noute do da 18 recommendo-lbe que d
as provlndecias ao sen alcance afirh de que se
acam com urgencia os reparos de que uecessila
as referidas ooras.
Dito ao delegado encarregado do expediente da
repartico da polica.Mande Vmc. que emenden-
do-se com o juiz municipal da 1* vara remeta
para as Alagoas no 1 vapor da Companhia Per-
nambucana que seguir para a oba do Sal o sen-
tenciado d'aquella provincia Jos Vicente Ferreira
afim de elucidarse o engao que se suppoe haver
com relaco a ootro sentenciado da mesma pro-
vincia.
Dito ao conselho de compras do arsenal de guer-
ra.Recommendo ao conselho de compras do ar-
senal de guerra que compre para fornecimenio do
respectivo almoxarifado as consas preparados de
que trata o incluso pedido.
Portara.-O vice-presidente da provincia re-
solv nomear, sob proposta do Dr chefe de polica
de 2 do correte para os cargos do 1" e 3o sop
penles do subdelegado de polica do 1 dislriclo
de Villa Bella, os cidados Joo Lniz de Magalbes
para o 1 d'aquelles cargos, e Manoel Liberalioo
de Souza para o 2.Communicou se ao l)r. chefe
de polica.
Franca sob as vistas
de llveira.
do Sr. capitao-tenente Vital
Foi adiado, para quaodo se aonunciar, o con-
curso para preenebimento dos logares de prati-
cantes da repartico das obras publicas.
Por portarla de 22 do correte foram Hornea-
dos 1* e 2 supplenles do subdelegado do 1" dis-
lriclo de Villa-Bella, os Srs. Joo Lmz de Maga-
lbes e Maooel Liberalioo de Souza.
Pela barca Bato, em sua viagem do Havre
para o uossoporto, foram encontrados : barca bol-
As appellacoes crimes. I onde imha viudo e nao raais aqu se quiz demo
Appellaote, o promotor; appellado, Antooio De- rar : sim como, pooco depois daquella morte,
metno Cavaleanti. correo na Balxa-Verde e nesta villa qoe ama es-
Appellante, Franciseo de Paala Campos Qoares- crava de Pedro Antooio razia revellacSes, anda
ma ; appellada, a justica. ento omito em segredo, qoe compromettiam a seu
A appellaco civel. senhor e prenles deste. Qoe indo elle testemonba
Appellanie, Ursollno Lefte de Arroxellas; appel- ao Riacho S. Domingos, soabe de Tlbnrtlno Men
lado, Jos Mana Cortes. des de Magalbes, que ouvira de ouiro individuo
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. desembar- qae, chegando a' serra do Mao o indiciado Simo
gador Guerra:
As appellacoes civeis.
Appellanie, Joo Gome Ferreira; appellado, Lu-
landeza BrowushaetH, de Rotterdam para Padang, cinda Mana da Conceico.
com 21 das de Tiagem, na lat. N.- Fe long. AppeManie, Manoel Retrlgoes de Araujo Luna;
appellado, Galdino Xavier da Costa.
O. de Grenwich, 20" 35': a galera ingfeza Ernsli-
na, de Piymooth para a California, com 27 dias,
na lat N. 12 19' e long. 25 40'; a galera france-
za Volney, de Bordeaux para Buenos-Avres, com
24 dias e 168 jjissageiros. na lat. N. 5 26' e long.
> 24* 14'; e a galera ingieza Eattern Ktnpire, de
I de Londres para Moutbns Bay, com 25 dias e 410
1 passageiros, na lat. N. 4- 40' e longl 25 27'. Era
regular a navegaco e bom o estado das iripola-
i coes e passageiros, nesses navios.
Informam-nos qae honiem tardioha foi en-
contrada, n'uma casa do largo do Terco, onde ha
; urna fabrica de cigarros, todo o ronbo da loja de
ourves do Sr. Hermino Ferreifa da Silva, bem co
trio outros praiicados nestes ltimos lempos, de que
a polica nao tinba podido descobnr nada.
A descoberia foi feita por cansa de om par
i sapatos que all se veodeo, e qoe fazla parle
roano de nm roabo de calcado.
Sobe scena amanha no Santa Isabel, pela
I quarta vez o bello drama Gaspard Hauser, que
tantos applansos tem receido do nosso publico,
quer pelo bem delineado do assurapto, quer pelo
apparato scenico e o gosto com qae foi montado.
Segando nos informam talvez anda nao seja
1 satisfeita o desejo publico, por qaanto ha grande
procara de bilbeles.
A empreza prepara o drama nao menos impor-
tante Romance de nm mogo pobre.
Hoje, ao meio da, se extrahir a 18* parte
da lotera a beneficio das familias dos volntanos
da patria (691), sendo o maior premio 6:000^000.
Pedem-nos a seguate pablicaco :
1 Somos informados qae na roa da Senzalla-
.Nova, em aro segando andar, moram quatro ou
cioco damas, que pelo rao comportamento que
teem, obrigam as familias que orara defronte a
estarem trancadas para nao seren testemanbas de
seas actos.
< Essas hydras ja foram despejadas pela poli-
ca, de um primelro andar na mesma ra por esse
moiivo ; por isso rogamos ao digno subdelegado
que tenba peua dessas familias, qne Ibes restitaa a
liberdade, fazendo desapparecer semelbante gente
de dito sobrado. >
Repartiqao da polica :
Extracto das parles dos dias 24 e 25 de jonho de
1866.
Foram recolhidos a casa de deteneo no dia 23
do corrente
apresentara uta cavado, alguma fazeoda e quaren-
u elantos mil ris em dinheiro o que, eausando
expeetacao aos moradores do lagar, qoe dlziam ti-
nha tfBdo elle muito rico da Talhada,-disse Slmo
que itso iinha ganho elle em casa de Pedro Anto-
nio, ende esteve trablhando.
ra^actoditar-se
i partido dos indiciados presentes, e arada mais sa
meio dia ; assim como, que
ira com ranilas pesso
do sogro Manoel Casado,
na
5JrVe^.Mr3^o.?no smo S. FMeTis,- \ $"* da por,e,ra
oode
cima da portelra do ourral, onde recebera o
o que Ihe foi dito por Francisco (lavalcaote.
, e onde dormir sendo que tambera Ihe disse, que iado em cerlo da a
&S?ad..S^ .S82a?i t6C affirmado em 1 casa do indiciado Francisco Gomes, encontron-o
- ~ JZlt 1' Jn"1 de '"' a!rdi.ha muUtS' cora ou,ras Pascas tomando vinho, dizendo
mas das qoaes, tem elle lestemunha | bebiam
com
conversado. Qae, alm de ter ouvido de Samuel 1
?.?6:???!' nJe de potoriedade- pobliea nesta ra morador no Jatob,
pessoas tomando vinho, dizendo qae
pela morte do- Dr. Estevo; o qae sabia
' elle Francisco Cavalcame por ter ouvido a J. Perei-
ra morador no Jatob, que foi quera encontrara o
presentes e luiz dilo Francisco Gomes bebando a aquella intenco,
ntra n T)r wm d? ne. f01^0 e D0 elle francisco Cavalcante : inda acreditou
S S;E^ah0;8fDdoma-*^trK) o indicado ,erem sido os indiciados os amores daquelle alten-
indiciado Francisca iSmi' SS^J^JSLJ tado' por,,ne Lqi AbM,d0 de Andrade. dePols d0
^^^^T^^f^f^ reo da fazepda Invejado, raostrando-se no sitio
villa, qae foram os Indiciados
Antonio de Aodrade
e trab^lhaodo. Tudo sto servio pa- qae tinba" drahirooar ( feobrirSSino^ n?o' n3? mD" '"d,^ado.cora esse acontec.mento,
Do Sr.deserabargadorLoarenco Santiago aoSr. ra toditar-se que a morte do Dr. Estevo havia sabeodo, porm ell"HSSS emTu "etido K fM?.r \ZZ D.r' Est naoc1orc"'a maisa
desembargador Almeida Albuqaerque : parlioo dos indiciados presentes, e anda mais sa-! d.ssra Isso. Que avioTtZ l Titartino Mendes !\ J? hmem algum ; a4De,?oube elle slem^
Appellaco vel. bendo-se das escravas de Pedro Antonio, depois de I de Magalbes maSSWSSmSStl ** P Vlr ?'ii0 Andrel,n0 eslar conlando
Appellaote, Gaudencio Goncalves Chaves; ap- aprehendidas, qoe foi aqoelle seu senhor, Lubl eontra. q?es^
pellado, Martioho Gomes da SHveira. Amonio de Aodrade e os mais indiciados presen- ouvira |KjP?rffi 3 ^^S1*? f^JWi N22 W em
Do Sr. desembargador MotU ao Sr. desembar- tes, dne corobinaram e mandarara executar aqnel-' ebegra m lor wm h^ dos ">**, ma
gad0r A9si te *"."> --'-.I" "** Manoe,qLo-!dinhge,ro, dJndo l^^^^^i^T^^^Sr^SS^SSi:
As appellacoes crimes. i pes Rodrigues de Barros nao eslava em boas rea- Indiciado Pedro Antonio auando eteve na fazenda 3c.f. ll i'f .
Apelante, Belizario JoV Figueira; appellada, coa* eora o Dr Estevo, e que, como iuiraigos pe- deste trabalhando ;p!to mTzia se no laar da t-^ 'S -S con,Prome,"am-. ti*B*
instiga. t lilieat, este contra aquelie promova om abaixo -
Appellante, o jaizo ; appellado Ignacio Jos dos. assigaado ou ons aitestados para provar factos ir-
I regulares da vida do mesmo vigario, mas apezar
disto/nao Ibe fal'oa o Br. Estevo oeste, qaando
mencionou oa conversa referida os iaimigos qoe o
anwacavara, e acredita elle testemuoha que o viga-
rio nao capaz de ter concorrido para semeRian-
te Mentado. Que, tambera correo ao principio o
boale.ee que tinbam sido osassaseioos om homem
4o JKuby e Manoel Monleiro, mas logo se vio que
este-ata incapaz desse attentado, nao s porque
oaWoha motivos para isso, como porque no da
do atonteciraento foi visto por muias pessoas na
felrada Baixa-Verde e depois no sitio S. Fideles
Santos.
Appellante, o jaizo; appellado, Jos da Cesta Ro-
gerlo.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva:
. A appellaco civel.
ApeHaote, Francisco Ferreira de Aodrade; ap-
pellado, Manoel Jos Taboca.
Do Sr. desembargadPXBls toST. desembarga*
dor Doria
As appeliacdes crimes.
Appellante, o jaizo; appellado, Domingos Dias
da Silva. felrada Baixa-Verde e depoL
Appellante, o jaizo.'; appellado Fideocia Mara dos de sen sogro, onde dormio e passou lodo o tempo
sdios. desda qoe regressoo daquella f-ira, e anda no do- ,
Appellante, o jaizo; appellado,Themoteo Jos de miofo immedialo passoo por casa do irmo delle viagem para o Piaohy, logo depois do cerco de sua
Sant Anna. testemunha Joaquim Manoel de Magalbes, qaan- \ fazenda, qoando at ento nao consta qoe elle
As appellacoes civeis. do d alli voltava para sna casa no Mucambo. As-1 fizesse viagem para essas bandas e nicamente
Appellantes, os recolbimento da Gloria e Concei- sim teme, se-conhecen qoe o homem do Pauhy} viajava at Cariri na provincia doCear a viote
cao; appellado o jaizo de capelos. Manejl Alvesnao poda ter sido o autor da mor-j e oito leguas desta villa Nada mais disse etc
1 Appellante, o joiro ; appellada, Ollveira Irmos te nao sendoxrivel que de lo longe elle viesse, e Joo Goncalves de Araojo Lima, de 31 aon'os de
l&C. aportamos, mezes decorridos da poca que estive- idade, creador e agricultor, casado, morador na
Ao sr. desembargador Santiago-: ra oetia villa e em que fra preso pelo Dr. Este- fazeoda Remedio deste termo, natural desta pro-
A appellaco civel. vojara reallsar semelhaote intento ; tanto mais, vincia e aos costumes disse nada : testemunha
Appellante, Antonio de Siqaeira Cavaicanti; ap- porqoe nao sabia esse homem os lagares da fazen-; jurada aos sintos Evaneelho em nm livro delle
lloiln Inf Dalias n^a.!-. ^ Ti*- *-~ .Ja Jai .^.-.i^ _>___.. .*.__ ..____.____II__________ ^_________ a *> '
qae feram feitas desde que foi cercada a
elle tinha vlndo rico da fazenda e presa urna dessas escravas, adfante dos
se recorda de qae por, soldados da diligencia e das mais pessoas qne
ZlrSW' Z?Dda S".V-ira*nra ?e nella foram. sem que se Ihe pergumasse por cousa
erara imeressados Pedro Antonio, Joao '
moradia de Simo, qae
villa da Talhada. Que,
.-----.--------, ----- rereira, alguma, e antes com toda a expontaneidade. Disse
SSfei^KB US' S9 dera- a gamas > mals a ^stemunba, qoe presume que oe fora es-
riSm 2S5L1 af'!SJ e l Dl"m0; qae ,ranh0 a attentado o vigario Manoel Lopes
B^^SL2Sr^PSd**mb08'a8e552?f Rdrigaes de Barros, porque sabe qne-era elle
redro Antonio a entio ftao^gostava de Samuel. oidIbo do Dr Fotnvan hm i>omn Ate itelle p
TVSSSS^X *T\ PW^aX0 a5?,gna,d0 'an'ogqaedaratsE aavmb9bmas ame con ra o
ItrZS* Tl%* a, m?to0 *" car'M ootro, e mesmo poronequando ebegoo a noticiada
Kv lahi m? JifiLES!" ?Dtra i ?r' mor,e a Ti,la "". a" <"era o Juiz monici-
SS^^^^^TMe,eS: flL'i-ftjK* "versa^que vera
inimigos do Dr. Estevo, e promoviam quanto
podia sua demisso. Que, lera sido ponto de reparo
para mnits pessoas o ler feito Pedro Amonio
pellado, Jos FeHx Pereira de Burgo*.
A )i hora da tarde encerroo-se a sesto.
(tommunicados
Processo dos assasslaos do Dr.
Ustevo Benedicto Franca.
(Concluso.;
com o dito vigario, dissera este, qae o Dr. Estevo
deva morrer inda que fosse com urna bala, cajo
dito repetido na capital pelo mesmo Araaral, levara
a Samuel Monie Negro a apresentar orna queixa a
presidencia da provincia, mencionando entre al-
gUDS factos, esse dito. Outro sim, porque sabe
qae o Dr. Estevo promova ltimamente um abai-
xo asslgnado nesta villa, para provar faotos irre-
gulares da vida do vigario; e taot>>, que foi elle
testemunha convidado para dar tambera sua ssig-
natura, ao qae se recasoa porque oo estava em
multo boas relaedes com o Dr. Estevo. Qae,
ta.mbera se recorda de Ihe ter dito Francisco Ca-
valcante, que pela ultima fesia do natal, em casa
do ourves Manoel Velloso, cooversando-se contra
Samuel Monte Negro, ou fallando se a respeito
deste, dissera o mesmo vigario qoe o Samuel nao
devia morrer, porque nao sabia o que fazia, mas
Illm. Sr. Dr. chefe de polica desta provincia.I*"8 testemunha estadeclaraco de Torquato, por-
Estevo de. Albaquerque Mello Monte Negro ne-'aue n'uma ra publica como esta ao meio da nao
cessita a bem de um sea direito, qae V. S
o amanuense servindo de escrivo Autran
da do mono e os hbitos deste, para escolher occa- em qae pz saa mo direita, e prometteu dizer a
sio como essa em que se realisoa .0 alternado ; e! verdade do que soobesse e Ihe fosse pergonta-
sendo assira pessda estrsnba, precisava ter lido do. E sendo inquerido sobre os factos constantes
qoem o guiasse, oa pelo menos qaem o tivesse | dos papis jaoios a portara inicial: respoodeu,
visto ; o qoe nao apparece, apezar das investiga-1 qae, logo depois do assassioalo do Dr. Estevo, 1. utro np rpfpr., r fe.
toes qoe teem sido feitas por este juizo. Qoe, foi levaotoa-se a voz publica deste lugar iodigitaodo Syj qJ 2= VI [?^ mencionado
nndameMo para o boato sobre Manuel Alves, o indicados presentes e Luiz Amonio de Andrade, ^^^^^{^^.^SaZ.
ter dito o carnina Antooio Torqoato, qne vira oa' como mandantes desse attentado; e ha pooco tem- ^SSSSS^^^SSS^S^%A
vespera um hornera descoohecido, qoe Ihe pergon-, po, passou como certo qae o mandatario fra Si- ^S^SSKSiiS^^Sr^Sm
na roa mo da Serra do Mangue esteve ir.balh.odo era Si^J^S^L,&S!S
casa do indiciado Pedro Antonio, d onde regressa- .ssassinate do Dr Est-vo, o que fra presenciado
ni1 para sua moradia naqoella Serra, levaodo por-' pe!0 teoente Marlinho Jos. Que, em referencia
ranadas, algara dinbelro e aro cavallo, o:ao indiciado JoSo Pereira, lem alnta a dizer que,
oo Gon-
aquelle
tara pelo Dr. Estevo, isto ao meio dia e
I nica desta villa ; sendo qae nojnlga acreditavel
agro ne. I que n urna ra publica como esta ao meio da nao cao de fazendas, algum dinbelro e um cavalio, o ao" indiciado Joao Pereira tem anda a di
.mande era poss.vel que s elle*oovesse visto a semelban-1 que causara adrairaco aos habitamos desse logar;' ao^ a fazenda Serrote Brinco de Lev
ldaMhe teboraer..Fin. raen leraJ^^^^^l^t^^ como "S aesses offis ffiZ",*^*^*!^^
A' ordem do subdelegado do Recife, Lino Caval- por certldo, a vista do processo crime que se est \ Me,a* de i>edr Antooio dizem,.qoe fra morto | que apresentava, qae os bavia ganho era casa de alternado aue tinha Mn nm hMharid-.de carre-
caot de^AJboqoerque, para_correccao.________instaurando contra os assassinos do finado Dr. Es- j S.*^-.^1?!3? con'. am clavinote de dons canos,, Pedro Antonio, onde trbalhara. O que acaba de gar Uma arma com quatro bal>s e uw grande por-
A ordem do de Santo Antonio, Manoel Gonctf&Hkftn Beneoiew-Pranea, tode o comoiMo das p*- d o senhor ; o que parece bem crvel, porque .
*6Sv0.^aSCi?eH,0, r, erUnie de "s,e'},0"to- $8 wAntes do mesmo proceso. -ItoMneoios i "f"'^ tesiemunha, come perito do corpo de pessoas, recordando- d'emre ellas de Raymundo joao PemrToSe vampiro mnitofonem aintt
A ordem do de S. Jos, Luiz e rrancisco, es- 5as eToco teslemnnhas jar inquiridas-Francisco'*>". o, vcm. r^beo do l-ll.. ..muta Nonato. Que, d dia da cheg.da de ie*aaW*te ?m ^ ^
cravo, este de Bailar & Uliveira e aquelie de Julio Manoel de Magalbes, Vicente Walfredo de Maga- e tartos earocos de chambo, eucootrande-se oulras
Colombiez, o Io para correceo e o 2o. por suspeito ibes Joo Goocarvos Lima, Maooel Pereira Jaco- aaas bailas nos roojrdes do corral, jamo ao quai
de estar fueido. bina e Andrelino Goncalves Lima; bem como as ^eslava aqoelle, e mais alguos earocos de chumbo ;
No dia 24 do mesmo mez : I referencias de Joaquina Cavaicanti de Lcenla, e Mdo ae uotar qoe uraa arma com toda essa car-
A' ordem do Dr. delegado da capital, Daniel, es- capito Jos de Magalbes ; assim tambera a pro- 8a e Gom plvora correspondente teria Infallivel-
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA
Hoje, as 4 1/2 horas da tarde, reune-se em mesa
geral a eonfrana de S. Pedro dos Clrigos, para a
eleico do novo provedor.
Sendo este o principal cargo daquella eonfraria,
de rappor, qne nao naja indifferenca para a elei-
co daquelle que o deve occopar.
A'esforcos do delegado de Iguarass, Manoel
do Nascimento Viera da Caoba, foi preso 00 lugar
Muribeca daquelle termo, no dia 19 do corrente, o
celebre Jaauario Bispo, autor de dous assassinalos
em Agua Fra, e qae fra posto em liberdade o
auto paasado, por equivoco.
E' Unto mais dlgoo de elogio essa auioridade,
que lave de lutar com multas difflculdades, quer
da localidade onde eslava o criminoso bomisiado,
quer da vigilancia em qae viva para oao ser apa-
ndado.
Cottecoa homem o exame d* habiliiieo de
senhoras, perante a directora da instrueco pu-
blica.
Consla-nos .que por estol das dore tocar no
nosso porto, o eucoaracado que se construia em
cravo de Jos Caetano Vieira da Silo, por fogido.
A' ordem do subdelegado do Recife Manoel Joa-
quim Silvestre da Costa, por iosultos.
O chefe da 2* secgio,
J. G. de Uesquila.
CASA DE DBTENQAO.
Mof mento da casa de deteneo no dia 24 de ju-
nho de 1866.
Existan) 357, entraran) 2, existem 359.
A saber
Pede a V. S. deferimento. E
de Albuqiierque Mello Monte
o unca pelo que
R. M. EslecSo
Negro.
Passe-se. Villa-Bella, 3 de janho de 1866.P. de
Mallos.
Candido Autran da Malla e Albaqaerque, ama-
nuense da secretaria da polica desta provincia Abrobora freguezia desta villa e natural
de Pernambuco, servindo ds escrivo do juiro do desla provincia, aos roslumes disse que era prenle
Dr. chefe de polica, nesta Villa-Bella, etc. em 8rao mui remoto da mulber do iodlciado Joo
Em cumplimento do desacho retro, certifico Pereira_ de Vasconcelios: testemunha jurada aos
menle de arrebenlar-se, a ser de um s cano ; o
que todava oo consta e nem verligos de tai to-
ra m encontrados, e como esta, oulras reveliaces
fazem as ditas escravas. Nada mais disse etc.
Vicente Walfredo de M.igalhes, de 29 anuos de
idade, vive de negocio, solteiro, morador no sitio
daPnnirti w, ? M* 'es,eraQnha n* f"eB' pelo mencionado Levjoo, qoe anda Ihe disse qne
^%ZZ,>ut'i'!?^s'mi?e enavaprompto a jorar se fosse chamado. Que,
%2F*Z TVJ*1"0 Man,el Cae.'aD, e Ma" lo0 aue ebei^ o indiciado da viagem que fez
ZlJ!*,n S L ud8:'r.S' ace[ca deSSe triSte le"tm Cariry> Francisro Gomes, indo a rasa do carpintei-
lecimento, dase elle testemuoha que coma o boato rn tnioninT...n n*a u ^m
deque o assassino fra Maooel Alves do tonta I,
no que njo se poda acreditar; ao que replicn
Manoel Cetano, que homem lilho do Paje, nao
matou nem maiava o Dr. Estevo, e que qoem o
lioba morto, imham sido os matulos, referindo-se
a Pedro Antonio e a seus irmo, que assim eram
aqu chamados; e tanto, dizia anda Maooel Caeta-
no, qoe Pedro Aotooio segoio para o Pauhy; Luiz
Aotooio l se foi para baixo, onde raorava e Fran-
cisco Gomes, poucos dias depois da morte, fez va-
ro Aotonio Torquato Barroso, onde se acbavam
elle testemunha e o subdelegado riesta villa, con-
versando-se acerca de factos relaiivos ao attentado,
replicn o mesmo Gomes, que o assassino era elle
e -eos irmos, porque meia duua de calumniado-
res o lam dizer ao joiz interrogante, mas exclamou
elle: os mansos dao para arjemetter: referin-
do-se a" dito- vulgar: boi manso aperreado tam-
ben) arremette. Qae, sabe finalmente, que havia
iuimisade entre os indiciados presentes, miz Antc-
, r, nio de Andrade e o Dr. tsievo, desde o cerco
Canry, suppondo-se antes, diz.a anda da fazenda Invejado, ou antes desde o inventario
. cumplimento do despacho retro, certifico
que procedeu este juizo e constam de ti. 16 a 39, que os interrogatorios de que faz meoco a petico santos Evangelbos, em um llvro dalles, em que pz
combinadas com o que tica exposto, bem demoos- retro sao do theor, moflo e raaneira seguinte : 8Ua mo direita, e prometteu dizer a verdade do i Manoel Caetano,' que 'foi elle encontrr-se com sea da nnTdl aS, ^
tram qae nenhama parte teve o din Manoel Alves ( Tenente Francisco Manoel de Magalbes de 36 que soubesse e Ihe fosse perguntado. E sendo irmo. Ento eu ames destas respnstas de Manoel ?rrILTSSl aJ^Z^JTZ,
nesse attentedo; nao merecendo o menor peso o annos de idade, fazendeiro, creador, casado, mora- aquerido sobre os factos constantes dos papis que Caetano, a este perguntou elle lestemunha. se o com' & far o do JZ rmwin nella tomar
apparecimeoto, que bem parece phantastico, de um I* *> '..<<> d> a. r-....t- ..i. (... acoi i^an^. >i. -k. j.j. .____ a.___-. 1
descoohecido ao marcineiro Antonio Torquato Bar-
Nacionaes 253, malheres 16 esirangeiros 29,
mulheres 2, escravos 56, escravas 3.
Total 339.
Alimentados a costa dos cofres pblicos 192.
Movimento da enfermara no dia 26 de janho de
1866.
Teve baixa :
dor na fazenda Barra da Carnauba'desta fregu- acoropanham a portarla inicial; respoodeu que
zia, natural desta provincia, e aos costumes disse sabe 1^ havia ama indisposico entre o vigario e
nada : teslemanh jurada aos Santos Evangelbos, Dr- Estevo, desde o tempo da eleico de 1864,
elle tieslemunha. se o
cao da fazenda nao tinha dado signaos de pessoa
estranha antes do acontecimento e as noutes ante-
cedentes, bem como, se elle morador ahi e sua fa-
parle o menciooado Luiz de Andrade. Nada mais
disse etc.
Manoel Pereira da Silva Jacobina, de 25 annos
em om livro delles, em qae poz saa mo direita, e esta indisposico foi crescendo com alguns fados milla nao tinhara visio alguma peaaoa estranha oo ._ piador eirh norador n
e prometteu dizer a^ verdade do que soobesse e^lhe | P Z*L"*T ^l SHEi ?.0JHSS?J f-0?-!111 <,"e ^^"^se.suspeitas? respondeo, faMnda 's Francisco d'eX termo, natural d'esta
Francisco Xavier de Mello, febre.
Tiverara alia :
Antonio Gomes Mariano.
Banlo Pereira da Silva,
Pedro Alexandrino dos Santos.
Lourenco, escravo de Francisco Xavier de
zes.
Manoel, escravo de padre Gamillo.
Mene-
CHR0MC4 JLDIC1AR1A.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSAO DE 22 DE JUNHO DE 1866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CO.NSELHEIRO
SOUZA.
As 10 horas da manha, presentes os senhores
desembargadores Santiago, Gitirana, Guerra, pro-
curador da corda, Loureoco Santiago, Molla, Assis, mesmo doutor. Aioda
Doria, e Domingues da Silva, faltando os Srs. des- : boato e tornou-se voz geral, por se saber que o
embargadores Almeida Albaquerque, e cha Ca-1 Dr. Etevo havia recebido, dias antes de saa mor-
fosse perguntado. E sendo inquerido sobre os fac-! prisao do criminoso Joo Manoel Frazo, qae qae nem o cao dea slgnal algum e nem vieram
tos constantes dos papis e documentos juntos a' merecen o desagrado de algumas pessoas deste 1 jamis vultos oa pessoas saspeitas na fazenda : a
portara inicial : respondeu, qne no dia seguinte a lu8ar '> e assim tambem, o saber o vigario Lopes vista do qoe muito admirado ficoo elle testemuoha
morte do Dr. Estevo, vlndo a' esta villa, vio cor- que Dr. Estevo promova um aballo assigaado quaudo soube, por correr nesta villa, que Manoel
rer o boato de que os autores desse attentado ti- en,re os moradores deste termo, para com elle Caetano dizia qoe ama sua fiitia vira, oo dia da
nbamsido os indiciados presentes e Loiz Antonio provar alguns factos irregulares da vida do mesmo I morte do Dr. Estevo, a Manoel Montero a quem
de Andrade, sendo o indiciado Simo Jos de Oli-! ''gano : tambera a priso de Antooio Piaohylino conhecera n'um vuko que alli apparecera. Que,
veira o mandatario, e para esse boato reconheceu- decretada pelo mtsmo doutor, a qual desgoslou
alguns homeos desta villa, e entre elle o referido
vigario. Que Ihe disse Joaquim Goncalves Lima
Filho, que em uma reonio n'oma casa desta villa,
conversando-se sobre fazer-se mal a Samuel Monte
Negro, replicara o mesmo vigario, qae abi se
o juiz e queixavam-se de que este os bavia lesado achava, que devra-se antes fazer alguma cousa ao
para favorecer a Samuel Monte Negro e a ootros ; Dr. Estevo; pois qae todos os planos deste
e essa inimisade se aggravou pelo facto de o Dr. partiara. Assim tamoem Ibe disse Samuel, qoe o
Estevo ter mandado cercar a tazenda do pnmeiro mesmo vigaho,!apeoas se dra a morte do Dr.
e prender dous rapazes que abi estavam ; toman- Estevo, reunir gente em sna casa, dizendo qoe
do. parte nessa Imaginaria offensa sens irmos era para obstar qne elle Samuel o viesse matar do
Francisco Gomes, Luiz Antonio e seu coohado Joo qe l'nha tido aviso, e al qae ja o mesmo Samuel- dito a verdade, qoando accosavam
Pereira, e indiguado?, corre como certo, protesta- se achava poucas br.cas desta villa, com gente
ram que o Dr. Estevo nao cercara mais casa de I reunida em casa de Jos Balsabino para realisar
outro homem ; e assim faziam toda a guerra ao seu intento : oque foi ludo Inexacto, e nemSamuel
mais tomou corpo aqoelle sabio da villa de Flores, d'onde s sabio para a
se ser fundamento a Inimisade que havia entre os
rae?mo= indiciados e o morto, desde que este, co-
mo juiz, fez o invemario da fazenda Silveira, no
qual sendo imeressados Pedro Antonio, Joo Perei-
ra e oulros, mostraram-se estes descontentes com
valcanti, abrio-se a sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguales
JULGAMKNTOS. ,
AGC.AV0S DE PETICO.
Aggrarante, Joo da Cruz Santos ; aggravado, o
jaizo. /
Relator o Sr. desembargador Gaerra.Sorteados
os Srs. desembargadores Lourenco Santiago, e
Doria.
Ueram provimento.
Aggravante, Joviua, por sea carador; aggravado,
o jaizo.
Relator o Sr. desembargador Doria. Sorteados
os Srs. desembargadores Santiago, e Doroingoes
da Silva.
Ueram provimento.
Aggravante, Rufino da Cosa Pinto
o jaizo.
Relator o Sr. desembargador Domingues da Sil-
va.Sorteados os Srs. desembargadores Loureoco
Santiago e Doria.
Deram provimento.
As appellacoes civeis.
Appellante, Antonio Ferreira da Ponte ; appella-
do, Manoel Ferreira da Ponte.
Desprezados os embargos.
Appellante, Loorenco Bezerra de Siqaeira Cavai-
canti ; appellado, Dr. Amaro Joaquim da Fonseca
Albaquerque.
Reformada a senlenea em parte.
Assignou-se dia para jnlgamento dos seguales
feitos :
A appellaco civel.
Appellaote, Joo da Cunha Pereira; appellada,
D. Joanna Maria das Dores.
Dia de apparecer.
Appellante, Gabriel Antonio; appellado, Manoel
de Barros Rocha Wsnderley.
Mflenfltttt.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. 4eembar-
gador GitiriDba:
te, aviso de que tus inimigos, e entreeSses, os in
dividoos presentes, o preteodiara assassinar; e
tanto foi certo esse aviso, qae Indo elle (esterna-
nha a casa do mesmo doutor, com quem eotreti-
nha relares de amisade, Ihe disse este, como qoem
oo dava importancia ao que dizia :sabe que es-
toa para morrer : e pergaotando elle lestemu-
nha porqoe o dizia, pois que s Deas e poderla raa-
capital. Qae, qaando em viagen para a capital,
Ihe disse anda Samuel, conversando sobre a morte
de seu irmo, que antes del la, ja elle tinba avises
partidos da casa de Pedro Amonio, de qoe este
pretenda esse mentado; mas qoe disto avisando
a seo irmo, este nao Bzra caso, sendo essa pessoa
que Ihe dava esses avisos orna escrava da casa do
mesmo Pedro Antonio. Qoe, sabe e corre oesta
villa, como certo, qoe cercada ltimamente, por
ordem do joiz interrogante, a fazenda do indiciado
esse aleive contra Maooel Monteiro, causen indig-
nado a muitos, o que indo o vaqueiro Manoel Gae-
tano, das depois, a casa do capitao Sebaslio Lupi-
ta, a senbora deste perguntou-lhe como se animava
com sua filba a aceusar um innocente, coibo se
sabia ser Maooel Monteiro; ao que respondeu
aquelie, o que havia de fazer, quando all obegon o
delegado suppleme Jos Epaminoodas e o subdele-
gado Bra Ferreira, e Ihe disse aqoelle que alguma
cousa ra preciso fazer, e o qoe elle indicava ou
tinha a dizer para se fazer. Desde logo, ticou se
sabendo que Manoel Caeano e saa filba nao baviam
a Manoel Mon-
provincia e aos eostames disse nada : testemunha
jurada aos santos Evngelhos, em um livro d'elles,
era que poz soa rao direita e prometteu dizer a
verdade do que soubesse e Ihe fosse perguntado.
E sendo inquerido sobre os factos constantes da
portarla Inicial e papis que a ella se referen): res-
ponden, qne aos ltimos mezes do anno passado,
quando as intrigas entre os Indiciados presentes (a
excepeo de Slmo) e o Dr. Estevo tomaram val-
lo, conversando Luiz Antonio de Andrade em casa
de sea irmo Francisco Gomes e presente Pedro
Aotonio, disse aquelie que tinha de se perder, mas
era na cabeea do Dr. Estevo; e chegando ento
um individuo e crTVreceodo aos meamos ama porco
de algodo para compraren), pois que negociavam
n'isscr, respondeu Luiz Antonio, que nao quera
comprar, porque eslava em trabalbos. Isto fot ou-
vido por Joaquim Cavalcante de Lacerda, que coa-
toa a elle testemunha. Qaa, logo qae se dea a mor-
do Dr. Eslevo, a voz publica indlgiton,
lar, replicn aqoelle : sao os meus inimigos, e Pedro Antonio, orna escrava deste contara adame
voss nao ignora que Pedro Antonio, os irmos e o dos soldados e de todos qne abi se acbavam, que a
cunhado o sao devras, e dizem qoe ajastaram'mofte do Dr. Eslevo partir de sea senhor e de
am rapaz para o fazer: pois disto tive aviso do Sa-
muel, que me disse qae elles me matariam, logo
que en fosse para minha fazenda. Isto dizia o Dr.
Estevo, como qaem nio ar red i lava nesse aviso ;
porm infelizmente, na segunda ou terca-feira da
aggravado, semana em qae mals ou menos sobre Isto conven
I son com elle testemunha, parti para sua fazenda
Poma.da Serra, e no sabbado segrate foi morto ;
Francisco Gomes de Andrade, Loiz Amonio de
Aodrade e Joo Pereira de Vasconcellos, qae o
plano ah se eombinra por occasiao de orna cea,
e que o mandatario fra Simo da Serra do Mao,
indiciado presente; e que isto contara a dita
escrava espontneamente apenas ebegara a
diligencia. Qae, tambera sabe por ouvir dizer na
Baixa-Verde, em das de novembro do anno
, te do Dr. Estevo, a voz publica indlgitou, como
teiro; lamo mais, porqoe soube-se que Manoel auctor, o vigario desta villa Manoel Lopes Rodrigues-
Monteiro, no da de attentado, estvera na reir da de Barros : depois, porm, aponton a mesma
Baixa-Verde, e dormir nessa noute, com muitas Voz publica a Pedro Aotonio de Andrade, Francis-
pessoas no sitio S. Fideles, de sea sogro. Que, isto a, Gomes de Aodrade, e Luiz Antonio de Andrade,
soube, ha tempes, isto e, o que se passara na casa em virtode da intriga qoe tnham elles com o Dr.
do capitao Lopita; mas que, sabendo, quando foi KsleVo; intriga que se augmentou com o creo da
notificado, qae tinha de vir depr, foi alli saber fMenda Invejado, por ordem d'esle, quando foram
dessa conversa e encontrou saa confirmacao, 00 preios doos rapazes abi moradores, e tambera por
que entao Ihe disse a roulher daquelle capi- cansa to. Disse mals a testemunha, qoe, logo qae se _pereira%e Vasconcellos, Pedro Antonio de Andra-
deu a morte do Dr.Estevo, acreditpo que ella par- ,je e ootros, de cujo inventario Bcaro estes mal
tira dos indiciados presentes e de Luiz Aotonio de
Andrade, porque sabia que eram estes inimigos
daquelle; tanto qoe, depois do cerco e priso
mandados fazer pelo Dr. Estevo, na fazenda Inve-
jado, Francisco Gomes, encontrando-se com elle
testeraooba, Ihe pedio com omita instancia qoe Ibe
satisfeitos com o Dr. Estevo, qoe foi o jai;. As-
sim tambera, oavio dizer nao s n'esta tilla, como
no logar em que mora, que o indiciado Pedro An-
tonio, quando partir para o Pauhy, deixara j
contratado o indiciado Simo para matar o Dr. Es-
tevo ; o que soube por ser voz publica, pooco de-
dsse ara documento, que tinha coatra aquello p^g q assassinato; assim como, qne Luiz Antonio
doutor, e depois de suas instancias e formal nega- dissera na Baixa-Verde, multo enraivecido por ter
ti va delle testemuoha, visto como, j igual pedido! sido cercada a fazenda de seo irmo, qoe o Dr. Es-
Ihe linba sido feito por dous seus cunhados, e a tevao nao bavia de cercar mais casa de outro ho-
qoe, com desgosto delles, se havia negado: disse-lhe mem. Que, correa tambera, corno, facto verdadei-
0 mesmo Francisco Gomes, qoe ta escrever a Amo- ro, n'esta villa e fra d'ella, que hoovera ama reu-
ni Leile, dono desse documento, para que Ih'o ce- ] mo dos indiciados presentes e de Luiz Antonio de
dsse, prometiendo eolo elle testemunha Ih'o en- Aodrade, do vigario Manoel .Lopes e Francisco Al-
pelo qae concluio elle testemunha que verd.delro passado, qae Pedro oton e Lan Anionio (seu' "*' viesse,ordem para isso do mencionando ves da Fonseca, em qae se tralou de espancar ao
tinha sido semelbante aviso. Qae, tambera concbr- irmo) ficaram moito zangados contra o Dr. I Antonio Lene: e disse era seguida o mesmo Go-, Dr. Estevo, bavendo, porm ah quem opinasse,
reu para formar-se essa voz publica, o facto de Estevo, por ter este mandado cercar a fazenda do' nes. fl08 taya disposto a gastar duzeolos a seis- qe, se se havia de dar, antes matassem-o, mas
ter Francisco Gomes, dous dias depois do aconte- primeiro e prender, como recrotas, dons rapazes' ceios mil ris, que fossera precisos, cora tanto; qae elle testemunha oo sabe em que casa se dra
eimento, em conversa cora o capitao Sebaslio Jo- ahi moradores, isto no mesmo mez de novembro 4* fasse uma viaganc> ou um desabaro do Dr. essa reonio e quaae as ootras pessoas pteseutes.
s de Magalbes Lopita, muito afflicte, fallando so- mala oa menos ; pelo qoe, protestaram os dous Estevo, que eslava persegu.ndo : tambera porque qm UrabeB1 vo& puDllM qa8 a indiciado.Simio,
bre aquella morte, dito que estava prompto a dar que o Dr. Estevo nao mandarla cercar oasa de i one Q18 Joaquim Cavalcante, estando em casa tndo estado a tsabalhar na fazanda de Pedro An-
cem oo duzemos mil ris a quem deseobrisse o outro hornera, dizendo anda, qoe nio morarla, elle: de Fraocisco Gomes, preseotes seas dous irmos e ionio, antes d'esle ir para o Pauhy, regressara a
assassino ; e replicando aquelie eapitao, que o Luiz Amonio era Ierra em que sua familia nao era n
morlo bavia delxado alguma fortuna para ajudar respailada, e de feito, pooco tempo depois,retiron-se
a descobrir o assassino, pelo qae era desneeessa- deste termo o mesmo Luiz Antonio; sendo que
rio gastar o sen dinbelro; disse Gomes, qae dava este facto do protesto contra o Dr. Estevo ouvio
esse dinheiro, porque nao queria ver aceusar a elle lestemuohi, nao s em Baixa-Verde como
sea irmo e a ouiros, sendo innocentes : conversa nesta villa, do muitas pessoas. Disse mais a
esta que fez tambem suspeilar qae liaba Gomes e j testemonba, qae aps o aconteeimeoto attrlbaio-se
seus irmos alguma parte naqoelle attentado. Oa- j aos inimigos polticos do morto, isto aos
tro sim, porque Pedro Antonio, qne morando a ao- progresantes, a notoria desse crime, e mencionousa
nos nenie termo, sem ter- feito viagem para o Pian-1 como mandatario a Manoel Monteiro, pelo facto de
hy, logo depois do facto do creo, para alli parti,' ter sido preso, pelo Dr. Estevo, o sea irmo
onde se demorn al a pooco ; e seu irmo Luiz i Antonio Monteiro; mis elle testerjauoha sabe qae
Antonio, que para aqu viera para, se demorar al-1 Manoel Monteiro no dia da, norte eslava na feira
gaos anos, logo depois do cerco, re^ptMO para da Baixa-Verd, e eom ete, e encontr? potes do
o iodcado Joo Pereira, ouvio o primelro, em con- serra' do Man, onde era morador, "com uro cavallo
versa sobre o Dr. Estevo, dizer com bastante e porco da- bzenda, dizendo que liaba ganho isso
energa que bavia de perder-se, mas qoe havia de, em casa de Pedro Antonio. Qae, atlribulo-se ao
ser com a cabeea do Dr- Estevo; e onereeendo vigario tambem cumplicidade, n esse attentado, por
nessa occasio o dito Joaqnim Cavalcante algumas que sabta-se que ara iomigo do Dr. Estevo; tro-
cargas de algodo aos mesmos Aodrades, raspn- i caram entre si algumas correspondencias mais ou
deu Luiz Antonio para que quena elle Joaquim tnems atadas, e ltimamente.promova o Dr. Este-
Cavalcante negociar com elles, quando te acbavam 1 vo, contra aqoelle, altesudos ou abaixo assigna-
em trabaihos tambem, porque soabe, que Joo Pe- dos, expondo tactos de soa vida, l
reir, das depois do atentado, conversando com soa
irma (mulber de Pedro Amonio) na fazenda Inve-
jado, acerca da morte do Dr. Estevo, a ella disse
qoe o tiro nao fra Uo-bonito, coma a queda do
jac, referindo-se 1 queda qae dr| o assattioado
S
ae' datava de poueo tempo por causa de poltica
ae, antes da prisao dos indiciados,
villa noticia de que a escrava de
fazia certas reveftaedes comra.s
me|te a morte do Dr. Estevio:
correo n'esta
Antooio
ir relativa-
fioalmente,


(


-r-
.
*z.


ka*
BHm


I '
5.
Blflrlo 4c re
!> Trrca felra t de Jnnh de 1866.
que ao principio
Maooel MuDieiio,
se quiz atiribuir 58e""9nBMo a ]-ftoTtsoo de""Bteraes, que alii estava, fet a ella sig- informantes fls. 97, 104 197 e 115. -laaetai
luera preso pelo delegado-sup- nal para sso, segundo poda elle lestemuona con-
pente; wj.> logo depois couheceu:se que elle esta-jiectarar, por-Bn*ovlmtt..d*m>nw va innocente : sim como, se quiz tarabea atir- Moraes, mas que nao assevera que fosse e
Luir a fJm hornera doPtaohy; e-n'dstas saspeias slgoifioac'o esse signal; pois que nao st
ainda esio, ou ditera estar as pessoas da familia
do iniciados. Nada niais disse etc.
Aodrelino Goncaitoes Lima.de 33 annos de ida-
df, creador, casado, morador a fatenda Aliioho,
desie termo, natural desta provincia e aos coslu-
mes disse, que o indiciado Joo Pereira atada
st-u prente omito longe e a mulher d-'elle prima
de sua mulher : itesierauuha Jurada aos Santos
Evangelhos, em um llvro d'elles, em que pez sua
tno direita, e promelleu dizer a verdade do que
soubesse e Ihe fosse pergunlado. B sendo iaque-
riio sobre os factos coaetames dos pacis juntos
essa a
as
intencoes e peasame'tos daqnelle Individuo. Nada
mals disse, etc. **"
Capillo Sebastio Jos de Magalhaes Lopita, de
41 annos deidade, fazeudeiro creador agrien lio r,
casado, morador na fazenda Malhada da fedra, na-
tural desta provincia e aos costamos reseada :
tes lemuoha jurada aos Santos Evangettwr, em um
Mvro darles, era que poz soa mao direila, a promet-
tau dizer a verdade do que- soubesse elhe fosse
pergunlado. E sendo inquirido sobre os factos re-
feridos pela quarta e stima testeoMHrtias desiepro-
oesso relativamente ao assassinato do Or. Estevio
a fls. 83, testemunbas 4, &,, 7'**
5." Que Luiz Antonio de Andrade, qoe'tamal
familia para este municipio viera poi
quelle cerco cora animo daqut residir, rtiBtV
depois do concertado plano naqolla cea, para co-
marca diverja onde al enlo habitara : lestessa*
nhas 4', 7' e Preferida.
6 Que em das de janeiro'dfcte auno recebe o
Dr. Estevo aviso de que Pedro Antonio e seus ir-
raaos o queriam astaesinar, o que o fariam quando
fosse para sua tazeada Poeta da-fierra ; e a 21 na
23 desta mez, amansando com a tenante Francis-
co Manoal'de Mafalhaes, falla nesse aviso e decla-
ra que tone seas talaitos erara os reos tara ca-
pazas de o'fazer, conversado que se reprodoz com
portara inicial-: respondeu, que todos os indi- respondeu, que dous dias depois do assasslnalo do Jos Balsabino Goacalves Lima ; porm, despre-
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I Dr. Estevo, estando em soa eaea nesta villa, che-
. gou ah o carpioa Antonio Torquata Barroso, con-
i vidando-o para ir tomar algum espirito a' ca , indiciado Francisco Gomes, visto que chegava de
zando semelbante aviso o Dr. Estevo e o pedido
que Iba faziam para que nao fosse a sua fazenda.
ao menos sem tomar as precisas cautelas, parte ainr
da sem estas para all no dia 23, e as 7 boras da
cos provam que sao os Indieiados presentes os
culpados ni inori do Dr. E-lvao, o larabem L-n
Antonio do Andrad; porquanto, exista grande
inimisade entre esses indiciados e aqueUe Di.,
d'esde um inventario em que eram loteressados j viagem, a cujo convite recusou-se por vezes, mas tarde do da S7^ tendo nicamente ao p de si saas
Pedro Antonio, Joo P. reir de Vasuoocellos e por fim annuio para nao passar por imprudente, Ves ou qualro escravas, pessoas nicas com quera
vista das instancias do mesmo Barroso. Cnagando
a casa daqnelle, que floa defronte da sua, encon-
tr u em cima do balco da loja copas e bebidas,
outros, sendo juiz aquelle Dr. mostrando-3e o dUo
Pedro Aolouio desgo.'toso e mesmo iniralgo dV
quelle, e tamo, que publicou correspondencias
o facto de ler sido cercada sua fazenda e preso:
dous rapazes que ahi moravara, no que tomaram
parte, como offeudidos, comesse faci, do Di. Esle-
vo, seus irmos Francisco Gomes e Luiz Aotouio,
dizeodo-se entao que elles protestaran que o mes-
mo Dr. nao cercana mais casa de -onlro hoitun.
Que, certo ler o Dr. Estevo recabido aviso de
je o queriam assassinar, isto dias antes de sua
uiuri-; o que sabe elle testemunba porque seu
primo Samuel fui qu-uu recebeu esse aviso da casa
do indiciado Pedro Amonio, que era quem ia com-
meik-r esse atlenlado. Oase ainda Samuel ao Or.
Estevo, conforme cooiou a elle teslemunia, que
o plano era assassinarein o quando foe para a
fazenda Poma da Serra e a elle Samuel quando
decuse para o Racife, pedindo eulo ao mesmo
Dr. que nao fosse paa sua fazenda, djwuvlo-se
flear uesU villa ; mas esie, que nao acreditava
em semelhante noticia, fui pouco depois para a
Pona da Sena, o aps tres ou quairo dias da la
estar, foi mono. Que, Juaquim Gavalcan disse que, depois do cerco da fazenda lnvejado, es-
tando em urna occasio em casa do indiciado
Francisco Gomes, d'este oovira, muito inflamado
corara o Dr. Estevo, dizer que se bawa de per-
der, mas que, quem Ihe- bavia de pagar era a ca-
beca do msmo Estevo, achando-se ahi presentes
Pedro Antonio, Luiz Antonio e Jao Pereira, e que
oflereceudo o-dilo Joaquim Cavaluante aos mesinos
urna porco de algodo para comprarem, respon-
deu-lhe Luiz Antonio para que queria com elles
fazer negocio, quando se acbavam em trabalhqs.
Que, Francisco Cavaicanle cootoa-lhe, que Joj
Pedro, compadr do iniciado Pedro Antonio, con-
ton a Andr Gomes que seu compadre Pedro Ao-
touio ia fazer ama viagem para se livrar porque
o irmo deste queria que se tizesse mal ou se ma-
tasse ao Dr. Estevo, viagem que com elleito rea-
lisou Pedro Antonio, indo-para o Piauby, dando-se
a mona pouco lempo depois. Que de varias pes-
soas tem ouvido contar, com referencia a Fran-
cisco Pereira Bolelno, que passando esie por casa
do indiciado Francisco Gomes, em dias de Janeiro
quando houve u'esla villa as Santas llis.-oes e no
ollimo dia deslas, ouvio conversarem abi dentro e
dizer Francisco Alvos da Fonceca, cuja voz conbe-
ceu, quem matar aqailio mata um uui pba : e
dous dias depois mais ou menos, en:oalrando-se o
mesmo Boteiho com o dito Francisco Alves no
Srejo da Baixa Verde, perguntou-lhe este :
aiuda vivo o Dr. Estevo t (islo fallando mal do
uiesmo Dr. i lespondeu o mesmo Bolelno : quem
ha de matar, s se for Deus: e replicou aqueile
qual, quem matar, aquillo mata um pba. Avista
uo que, conheceu que o dito referido, ouvido em
casa de Fraocisdo Gomes, dizia respeito ao Dr.
E:ievo. Que, tambera ouvio diier a diversas
pessoas, que Francisco Guerra coota que o mes-
mo Francisco Alves disse-a sua aGlhada Liberata
Goncalves ou esta a elle, ouvia dizer que o Dr.
Estevo n'aquelles dias levara urna baila, e cora
.'cito aqueile dito realisou-se pouco depois. Que,
tanbem ouvia dizer a diversas pessoas que, se Ihe
dj falla a memoria, se referem a Antonio Gomes
uos Santos, em Janeiro ultimo ou dezembro, di-
zenuo o indiciado Francisco Gomes em casa do
oarives Vellozo, era occasiao em qne passava Sa-
muel Monte-Negro, que este Ihe liavia de pagar
um insulto qu- recebeu do volanlario Antonio
Alfaiale, replicou o vigario Manee! Lopes, que abi
e-uva ou chegava, que quem devia pagar -Ihe de-
via ser o Dr. Estevo, p .rque Samuel nada fazia
de sua cabeca. Que, tambera sabe que o Dr. Ama-
ral coutou em Flore*, onde e juiz municipal, logo
que leve a noticia do alte otado, que em conversa
com o dito vigario, este dissera, que o Dr. Eslevo
e.-tava insuponavel, e que s com urna baila na
cabeca poderia endireitar; dito islo que ainda o
Dr. Amaral contou na capital e em preseoca do
presidente da provincia : assim como, sabe que o
mesmo vigario e o Dr. Estevo eram manos ini-
raigns, e tanto que este promova ltimamente um
abaixo asslgoado para provar factos irregulares
da vida daqnelle. Que sabe, que quando se deu
o cerco da fazenda lnvejado, Luiz Antonio de An
rade e o indiciado Joao Pereira vieram do Brejo
para esla villa e com o indiciado Francisco Go-
mes forauj para dita lazeoda, e hoje voz publica,
peioque dizera asescravasdePedroAotouio, que fol
entao que tramaran) contra a vida do Dr. Estevo,
viii.-udo ainda pelas appellacoes das ditas escra-
vas que fra o indiciado Simo o mandatario;
acresedodo que ha poucos dias, viudo a esta villa
urna mullier conhecida dVjte contou que era elle
mi homem e capaz de assassinato>, e que quan-
do chegou a Serra do Man levou diuheiro, fazen-
da. e parece que um cavallo ; endo que essa mu-
llier viera ver a um lilho que estava ao servico de
Eslevo, flho do fallecido Dr. Estevo. .Que, quan-
dj soube do aiientado, vindo-aesta villa, isto an-
les de ser o corpo sepultado, ouvio fallar, como
autores d'elle, em um plauhyleiro.que foi preso e de-
pois sollo por se ler ju-tnicado; em Maooel Al-
ves do Piauhy e nos Monteires ; mais elle teste-
raunha e outras pessoas suspeitaram e acreditarara-
raesmo que partir esse alternado dos indiciados
presentes, nao t pelos precedentes ou circums
tancias ja referidas, como por causa do aviso men-
cionada que havia reetbMo o Dr. Estevo ; acoo-
lecendo, que logo dous ou tres dias depois de che-
gar este a soa fazenda Pona da Serra, terso com
-Heno reaiisado o dito aviso ; deixaodo, porra,
algumas pessoas de revelar suas apprehensoes
desde logo, porque as autoridades do logar nao
zeram forca por descobrlr ; depois, porm, que
ssas appreheosdes se foram revallando, e aben-
do se de rauitas cousas, tornou-se voz publica que
os culpados d'aquelle allantado foram os incicia-
dos presentes e Luiz AdUmo de Andrade. Nada
mals disse.
Joaquim eatalcante de Lacerda, de 39'anoos m
morava, cai morlo por duas bailas e 36 carocos de
ohumbo que de um uro que de detraz do enrral
lbe desfecbam, quando sentado sobre o portei-
n'esse seoliJo aggravaudo-se essa inimisade com das quaes Ihe sendo offerecido pelo mesmo Gomes, ra, empregando-se outras duas bailas e mnlto
agradeceu, mas sendo instado, por cortezia, acei- chumbo na madelra que Ihe flcava prxima : tes-
tou levando aos labios um copo do que pouco be- temunhas 4*, 7, 8* e* e 3* referida ; deelaraedes
beu ; e vendo entao o dito Gomes bastante vecha- a fls. 53, corpo de delicio fl>. 4 e documento Os.
do fallando sobre a morte do Dr. Estevo, oovio 12 a 15 v.
delle dizer-lhe que estava prompto a dar 100J ou ( 7. Que desdo entao a voz. publica apontou os di-
200,5 para descebfir-se o-assassiao; a qne rep--Ws reos como-autores-desse *tteBta*ye,-dus-d4s
cou elle teslemuaba que nao era preciso gastar q, depois, Francisco Gomes fez chamar a soa casa o
seu dioheiro, pois que hornera p^bre, como se dizia capilo Sebaso Lupita, juiz municipal supplente
Ihe fazia falta esse diuheiro, mesmo porque a jasli
ca faxeudo o seu dovor descobnria os assassioos e
quando fosse mistar gastar algum dmheiro o assas-
slnado havia deixado alguma fortuna, de que se
poderia despender o necessano : a 9to replicn
em exercicio, nal a aulondade de quem poda en
to receiar, e ansiando para que tomaese um pouco
de vinho, que j traba disposto sobre urna mesa,
entra em conversarlo sobre o attentado e declara
que estava prompto a dar IO*. para deecobnr-se
Gomes que da va-esse diuheiro, porque, se elle tes-! o assassiao ; e as observacoes que Ihe faz aquelle
terauoha, na qualidade de joit-municipal ou ootra ; capillo replica qae, embora pobre, dava esse di-
qualquer autoridade pracessasse a seo iwno Pe- jnbeiropor qae mais leria de gastar seellejuiio
dro Autooio e outras pessoas innocentes poraauel- i tivesse de processar ou a sea irmao Pedro Amo-
l fado, leria elle Gomes de gastar um a dous con-, n:o. No enlamo Francisco Gomes, que assim se
tos de ris, e que peior anto lbe seria. Na mes- mostra iuieressado pela deseoberta do assasino*lo
ma occasiao anda Ihe disse Gomes, que sabia que | Dr. Estevo, era deste mi migo rancoroao; procura- j viva, e noticiando por essa oceaslo o mesmo Pedro
tinha siJo Samuel quem bavia mono o Dr. Este- va documentos para ter om desabafo ; declarana de Barros um tiro qae levara sea Irmo Joaquim,
>^'das Chagas, travando-se entre
Oajftjti|idi|ogo :Tonde vera ?pergun-
-;de fazer ama empreza :_respoa-
s'-jfcconhecidos:em quem ?no Dr. Bs-
mttlaram 7roattemos I sem mais
segairam sea caminho. Entretanto sao
ouvidas 8 pessoas referidas snceessivameote, e to-
das clara e precisamente desmentem as asseredes
ne Curan! Mais um ardil que fallece sem o de-
ejado resoltado I Interrogatorio de Gomes a fl 113
e deciarar-ee de fl 23 usque fl 34.
14. Que-aoda Gomes, vendo que a opiuio pu-
blica o estava apontaodo e a seas irtnos como os
autores do alternado, maoda em segredo palo es-
cravo Jos de Intima coBflanca dos rensr4izeT>a>ua
cunhada-momer de Pedro AotMlo-rtH lenha vi-
gilancia por'aoe j eslavam dizendo qae (ora eat
autor do alternado : aviso.que traba, provavelmenie
por fim lomtr-se novas canteras irara nao -transpi-
rar o combinado.plano e o que se havia paseado;
succedendo-se a esse aviso secreta eonvereago en-
tre Jos e sua senhora, de maneira que nao as po-
de ouvir a escrava Serauna.-Informacao a fl 97,
104, 197 e 203 e interrogatorio a fl 113
E se a todas essas circumstancias qae ahi fir-am
expostas e que constara plenamente dos depoiroen-
tos das testemunhas e informantes, e das mais pe-
cas d'estes autos, se accrescenur como bem o de-
monstrara os mesmos autos.
1." Que a voz pablica e geral apootoo logo apos
o alternado, e apoma alada hoje aos summarlados
e a Luiz Antonio de Andrade como os assassinos
do Dr. Estevo : Testemunhas i.", 2.', 4.', 6.', 7.%
8.', e-2. e-3. referidas.
2. Que de Bebedoro escrevendo Rosalina de tal,
no mee de marco a raulher do reo Francisco Go-
mes, ihe dizqu sabia estava este soffrendo en-
commodos pela morte do Dr. Eslevo ; ( os reos
ainda nao estavam presos ) e que Luiz Antonio es-
lava muito amedrootado por esse facto, julgando
sabir processado : e.que oscrevendo larabem pelo
mesrao lempo, de Garuar ao dito Francisco Gomes
seu cunbado Pedro de Barros Ihe diz que j sabia
da morte do Dr. Estevo, e que a elle Francisco Go-
mes e a Pedro Antonio a eslavam attribuindo; mas
que nao tiveste mdo pela vinda do juiz p-ocessan-
te que nao havia de ser onca.que engoltisse gente
vo, e que a seu lempo fallara. Ouvindo elle les-
temuuha estas palavras de Gomes, ven Jo-o enlo
muito veehado, reparando para as instancias com
que fallava no olferecimenlo oaquelle diuheiro, e
sabeado qae era alie, bem como seos nulos Pedro
Antonio de Anurade e Luiz Antonio de Andrale e
Joo Pereira de Vosconcellos iniraigos acrrimos,
do assassinado, o por outras circumstancias que
qae se havia de perder com a cabeca delle; que
estava disposto a gastar G00# para desaffroolar-se ;
cobria-o dos epitbetos de ladro, malvado, fera e
outros seinelnaotes, sempre que delle iraiava ou
ouvia fallar : tastemunbas lv-2', 4.a, 6', 7* e 8-;
referidas 2' e 3", e interrogatorio fls. 214.
8. Que ao araanhecer do dia segoinie ao acon-
tecimeoto apparece a Souza Nelto um trabalhador
vai ex por, concluio que esses horneas traba m eul- de Pedro Antonio e Ihe diz que o Dr. Estevo le
pa no alternado; nao sendo naturaes as cireums-; vara um tiro na noite antecedente, mas que nao sa-
tancias mencionadas nem a lioguagera e estado de bia se tiana raorrido. Esla noticia, porm, nao po-
Que, disse haver essa profunda inimisade sabida
nesta villa e muito publica, porque desde que oDr.
Estevo fez como juiz, o inventario da fazenda Sil -
veira, em que erara idleressados Pedro Antonio e
Joo Pereira e outros, acarara estes coaira o Dr.
nha ao attentado ; porque 'saberla desde logo que
ao tiro succedera a morte instantneamente :
pois de crer que a recebesse da casa -de Pedro An-
tonio, d'onde disse que vioha a essa hora,-pois s
abi naturalmente se poderia ignorar o resultado
Eslevo, queixando-se de que o mesmo Dr. os tinha do tiro, e apenas qae fra empregado na victima
lesado e roubado para favorecer a Samuel e a Mas, pergunlado por Souza Nelto quem lbe dera
Francisco Ramos Nogueira {coahecido por Xico essa noticia, disse qae um portador que viuha 4a
Marinheiro); e essa inimisade se augmentou pelo fazenda do morlo para a da Soiedade a dar parte
facto de o Dr. Eslevo ter mandado cercar a fazeu- do acontecimeoto : oque verihoou-as ser inexacto,
da de Pedro Antonio e prender dous rapazes que pois procurado esse portador soube-se ser-Beoedtc-
ahi eslavam, pois que licaram todos muito iodigaa- to dos Santos, que jara ter partido da Poma da
dos, bem como Luiz Antonio de Andrade, Contra Serra deixaodo j mono o Dr. Estevo, e que*
aquelle, e desde enlo o dito Luiz Antonio, que niuguera absolutamente eocontrou em caminho, e
parosle municipio tinha viudo para morar, se- era no seu ragreaso-ao amanheeer : declaracesa
gundo se dlzia, pois que trouxe a familia, retirou- 11-. 67 e G9.
se para sna primeira moradia, e Pedro Antonio, 9.a Que, em principios de evareiro, expede
poucos dias depois, seguio para o t'iauhy, sendo a Francisco Gomes portador para o Piauby, dando a
primeira viagem que para all fazia desde que ha- seu irmo aviso da realisaco do projectado alten-
bita va ueste termo, aeonlencehdo poucas semanas lado, como bem se presume ; e lbe diz que j o es-
depois destes factos ser assassinado o Dr. Estevo. lao culpando : aviso qne recebeu Pedro Antonio a
Que, essa inimisade profunda e acrrima ainda se 26 desse mez; e, sendo interrogado Gomes a tal
patenleava na lingnagera que empregava Francisco respeito. declara que esses portadores eram os coh-
Goraes sempre qne fallava naquelle Dr.; e elle ductores do gado qae aquelle fra comprar; os-
testemunba muitas vezes oovio nrs- > lingoa- quaes por combioafo haviam ficado para irem a
gem chamar Gomes ao Dr. Estevo do malvado, 13 de Janeiro ; o que nao e natural, pois que che-
iadro, fra e ouiros ooraes semelbantes. Que, gando all Pedro Antonio precisava de quem o aju-
tarabem sonbe que o Dr. Estevo fra avsalo por dasse a coodozir esses gados, ou quando menos,
Samuel de que o mesmo Pedro Aotoni -o pretenda qu fossem esses conductores na-aocba que diz
mandar assassioar; o que se realisana logo que o fra combinada ; d que nao lendo acontecido faz
Samuel se retirasse desta villa om su < co.npanhia com boas razoes presumir-se, que-a combioaco
de voluntarios e que elle Dr. Estevo fosse para a fra que partissem quaudo Ja podessera levara no-
sua fatenda Ponta da Serra ; sendo esse aviso par- ticia do facto, como suecedeu, segurado elles desta
tolo da eaea do mesmo Pedro Antonio, e recebido villa 8 dia* depois do assassinato : interrogatorio
poucos dasantas do attentado; ssndo certo, que de fls. IOS e 113. Pora importante encontrarse a
logo depois Samuel parti desta villa para a de carta de Gomes a Pedro Antonio, daado-lhe o avi-
Flores e o Dr. Eslevo para a dita sua fazenda, so ; mas erabalde foi procurada as buscas de fls.
onde foi assassinado, apenas decorridos 4 dias mais 82 e fls. 90, e qnaodo este interrogado por essa car-
ou menos de all chegar. Tudq isto e outras cou- ia, diz qae devia estar nos-sea papis ou que fle-
sas que foram chegandoao seu conheuiment) e ao ra as cargas que deixou em caminho; confessan-
publico desta villa, produzio em seu animo a con- do, porm, que mm earia seu irmo iho dizia que
vlccao de que foram os indiciados prsenles e ja estavam attribuiodo-lhes o-aseassioato ; oque
Luiz Antonio de Andrade os autores da morte do indaz a crer qaeets carie foi qoeiiinila, a sua eiic-
Dr. Estevo, sendo o indiciado presente Simio o gada, com todos os papis que podiam compromet-
mandatario. Nada mais disse, etc. Estavam as-1 te-Ios, corno aconselbaram llanoel.e Joaquim Pe-
signados todos os Interrogatorios pelo D-. ebefe de reir, compadre om e cunbado outro dos reos Pe-
de polica cem as respectivas testemunhas e indi-' dro Antonio e Joo Pereira : inforraaco a fls. 97,
ciados presentes Pedro Antonio de Andrade, Fran-; 104, 197 e 20o : interrogatorio a fls. 108 e 113 :
cisco Gomes de Andrade e Joo Pereira de Vas-' declaraco a fls. 85.
concellos pelo advegado dos- indiciados Dr. A/itonlo j 10. Que, 15 dias mais ou manes depois 'o atten-
Borges da Fooseca e pelo mesmo a rogo do indicia-. lado, Francisco Gomes, que collector desta villa,
do Simo bem como eslavara rubricadas todas as' faz viagem para a provincia do Geara ; e pernoi-
folhas pelo mencinado juiz: o qae declaro era tando na fazeada de sea irmo Pedro Antonio, ma-
tempo. Nada mals se continha em dito interroga- nifesta a sua cunhada ainteaeo de mudar-se des-
torio?, que bem e Belmente vo copiados, confer- te termo, o que nao fazia logo para que nao des-
dos e concertados. E para que a presente certi- confiassem ; e conversando sobre a maneira por
do conste oude e como bem cnvier. Eu Caodi-' qae se dea o attentado declara queom outro dia-
do Aotraa da Matla e Albuqaerque esenvao inte- bo devia morrer tambera ; nio podando a prela
rio a escrevi e subscrevi, do que ludo duu f. Sabina oavir de quem se Iraiava par ter contioua-
Certifico mais que a pronuncia de que trata a pe- do a conversaco moilo em segredo : informantes
tico retro, dotheor modo e maneira segainte : a fls. 97, 104,197, 203, e interrogatorio a fls. 113.
vislos e bem examinados estes autos, delle consta : 11. Que, no dia de marco, Francisco Gomes
1." Que os reos Pedro Antonio de Andrade e Joo regressa d'aqaella viagem e se apresenta a esle
Pereira de Vasconcellos toroaramse inimigos do joizo, pedtndo urna audiencia particular, na qaai
Dr. Eslevo Beaedioto Franca, desde que por esle declara que tendo ehegado momentos antes se
se julgaram prejodieados, como herdelros do Inven-' apressava a commonicar o qae sabia acerca do as-
tario da fazenda Silveira, feitonos prlmeiros mezes sassraato do Dr. Estevo: e bem de notar-se qae
do anno prximo passado pelo mesmo dontor oa j foi em. extremo perturbado e balbuciendo a cada
qualidade de juiz deorphos; Inimizade que se re- palavra qae dase iwroeina viagem da qual iresse
vellava em sua linguagem contra esse jotra qoem' dia vollava, per noilndo oa fazendade Roque Bran-
classiflcavam de ladrlo, que os tinha roubado dan-!*w, este Ihe contara que Santos ogoeteiro Ihe ha-
jfo-lhes cacos velbos para favorecer cora melhores | va dito, que em caminho encontrara perto da fa-
quando se den o attentado, estava el 13 a cinco ou
ais teguas distante e om um sitio onde passara to-
da easa noite, em comaanhia de rauitas pessoas.
, Alera do qae, ourida a mencionada Joanna, pe-
la segunda vez, entre as nverosjrailbaocas de suas
declaraces diz, qae affirrnra ter reconhecldo a
Maooel Monteiro, porque soa mi lbe dissera que
o fizesse : e Analmente investigado por esle juizo
qual o interesse qae podiam ler o vaqueiro Manoel
Gattano e sua mulher, para levarera soa filba a
dar como certo aquelle reconheciment, velo a co-
nbeeer-se que acredttavam ler sido Manoel Montei-
ro o assassino, em consequencia de urna pequea
'davida que este tiwan com o assasainado ; e par
qae a adevinha ao da urupema.-^grosseira creoaa
am que esto embahldes, dra em resultadojo
neme do mesmo Monteiro : como tddo se v dos
termos de fl. 40 a fl, 66, fl. 235 e testemunhas 4%
f> p 7:
Em vista c raseguratemente de lodo quanlo Bca
relatado, e do mais que dos autos consta e disposi-
ces de direlto, jalgo procedente o procedimento
ex-offlcio, e pronuncio os-reos Pedro Antonio de
Andrade, Francisco Gomes de Andrade, Luiz An-
tonio de Andrade, Joo Pereira de Vasconcellos e
Simo Jos-de Olivelra incorsos no art. 192 do C-
digo Criminal; e os sujeito a priso e livraraento.
O escrivo os recomroeode na priso em que se
acharo, e passe mandado para ser preso o reo au-
sente Luiz Antonio de Andrade, lance seus noraes
oo rol dos culpados; e paguem os mesmos reo as
costas, em que os conderano.
As diversas e importantes diligencias deste pro-
esso, as serias difflcoldades com qae latei para
conseguir segurar a poola do veo que enconna os
autores do attentado, e outras diligencias nao me-
aos iraportautes o nao interrompidas sobre objecto
do servico publico meu cargo, nao permliuram
concluirse a formacao da culpa em menor lempo.
Villa Bella, 2 de juoho de 1866Eduardo Pra-
dahyba de Mattos.
Nada mais se continha em dita pronuncia, que
bem e Setmente copiei, corrlgi e concertei; do que
todo dou f. Ea Candido Aatran da Mktta e Albu-
querque.-escrivlo interino qae a escrevi e subs-
crevi. umdMo Autrao da Matla e Albaqnerque.
Aovo banco de|Pernaat-
ONovo Baoo -deseota letras'a lo-aw ewnte
ao anno
aLFANDEGa.
Rendimento do dia 1 a 23...... 492:652 dem do da 25.............-.. il:993821
534:645*839
MOVIMBIK) BA-ALMDEGA
VoImms entrados eom faatndas...
eom gneros....
Volwnes sabidos tu fazeada*...
i i com gneros....
67
148
----- 215
53
922
-----975
protesta que na mesma moeda se vingaria ; o que
bem revella o animo vingativoque os caiacterisa :
como tudo se v-das canas-a fl 92 a 66 :
3." Que o joraaleiro Joo Pedro, compadre do
reo Pedro Antonio e a sao servico, diz em urna
conversaco que este ia fater easa viagem ao
Pianhy para nao estar no municipio quando o at-
tentado se realisasse ; como refere a lestemunha mais perfctla esecu^ao das fuicges vitaes; e
Francisco Gavalcaoti :4Hp esse qne eabofa modi- emquanto estas se fazam com regularidade
i parle pelas testemunhas o mesrao Joo. nosacllWHo8 saos 6 robostOS; porm de fJBal-
Pblieacoes a pedido
Remeiio-cvut'-a a embriagaez
A sade depeate do estado dos solidos, e
dos fluidos, que os conserva idneos para a
D9searregam hoje 26 dejnnho.
Barca francezaRio Grandemercadorias.
Polaca italianaC/o/iM-.-farioha de trigo.
Brigue nacionalfimo-idem.
Patacho haHOveriaoo Auielopedem.
Brigae noruehuenseJarlen idem.
Brigue banoverunoJunodem.
Sumaca hespanhola Amia-idera.
Polaca hespanbolaCataluaidam.
Barca inglezaImogene ferro.
Barca inglezaTicklerferro e carvo.
Barca inglezaNefaerlonbacathao.
Barca portugueza.Claadianapedras.
Brl-ue hespanholTemoteo /vinhos.
Barca tngtezaSapAocarvo.
Barca inglezaAvenadem.
Barca portuguezaMrfeMM /-dem.
Barca nacioaalAmizaJe-*-cbarqae.
Brigue nacionalBeltsartodem.
Brfgue nacionalAureliano -idem.
Patacho nacionalSof-idem.
Hiate-portagnez Serra /--idem.
Patacho hespanholTemoteo IIvinhos:
Somaca hezoanholaAgustinafarlnha de frigt,
Sumaca hespanhoiafiosaidem.
RECEBKDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
BAES DE PERNAMBUCO
30:975895
Rendimento do dia 1 a 23..
dem do dia 25................
Pedro e Andr Gomes, nao perde a sua forca; pois
Gomes para quem era to ioimige do Dr. Estevo. dia esse trabalhador ter reoabido de pessoa asir- diz esta ultima lestemunha ser Francisco Cavalcan- 9uer "ncira que se perturOem, e inivitavel
ti digno de f e incapaz de fallar a verdade ; nao O alterar-se a sadc, e a inteperanca nunca
dovidando por sso que o dito de Joo Pedro fosse deiu d& desordenar toda a economa animal,
U,.3U 8-''c &** impediodo a digestao, relaxando os ervos,
fazendo irregulares as secretes, viciando
e 10.' referidas
4. Que quando regressra casa o mencionado
35:8203S21
MOVIMENTO DO PORTO
quimioes aos berdeiros Samuel Monte-Ngro e
Francisco de Souza Ferraz, conhecido por Chico
Marinheiro;
2. Que cresceu de. ponto essa inimizade toroan-
do-se rancorosa pelo facto de ter o mesmo doulor
na qualidade de delegado de polica, em principios
de novembro do mesmo anno feito cercar a fazen-
da do primefro reo e recrutar a doos individuos
que ahi se haviam homisiado, para escapar ao re-
crutamento ; e desde entao, revoltado o mesmo re,
zendaSilveira( dos reos) am crrelo particular
qne ia para Baiza-Verde; o qual Ihe dissera qae
nao attribuissem a pessoa da villa a morte do Dr.
Estevo ; por que fra Manoel Alves do Pontal o
assassino ; por quaslo, com aquello se havia encon-
trado e se jactara de ter mandado fazer essa morte
por um dos seas doos camaradas presentes; sendo
que este por duas vezes fiear de emboscada no
caminho qae vai desta villa para' a fazenda do mor-
lo ; e que tanto isto era certo, que junto urnas
contra a dita autoridade, eom epithetos rediculos e pedras deixra flear orna canaca com agua era qae
infamantes, protestara qae nao mais cercara casa bebia. Esta-historia, porem, bem pouco verosmil
de outro homem ; e onvlndo-o assim clamar o reo roque vem Gomes narrar too espontneamente, fa-
Simo Jos de Oliveira offereceu-lhe para ir tomar zendo-a correr o'esta villa ( declaraco a fl 73 )
os recretas oo>^Hebrar a eabeca do dito delegado; deixa de r conorraada por Sanios, qne apeoas diz
segatado'se a sso os desabalos pela imprensa, as I que encontrando esse homem desconhecido d'elle
c.mpTetordTlto^ *> ^ represenUcoes presMencia, em qne ouvio nicamente em conservaco, que a niaguem
provincia da Parahya, raoradorna fazerttfa oo Poeo
da Una desta freguzia, e-aos eostumesdis'e nada :
testemunhas aos Santos Evaogertros, em nm'llvro
delles, em que poz sua mo dlreita, e prometteu
dizer a verdade do qae soabesse e Ihe fosse per-
pnotado. E sendo inqoerldo'petes faetos piferidos
pelas quinu, sexta e oitva testemoohas, relativa
mete ao assassinato do Dr. Estevo Benfaicto
Franca : respondeu, qae 'no mez de' ontubro ou
novembro do anno passado, depois de*uro cerco
mandado fazer peloDr. Estevo na-fazenda de-Pedro
Antonio, indo elle teslemuaba a casa de Francisco
Gjmes, nesta villa, allm de tender algumas cargas
de algodo, abi encontrou reffoido eom o dito Fran-
cisco Gomes, seos Irmlos Pedro Antonio e Laiz
Antonio e tambera JeSo Pereira de Vasconcellos,
que conversavam aceTca do Dr. Estevio, e'ahi 'e-
vantando-se Francisco Gomes bastante infhmmado
disse no meio da conversa qne e havia de perder,
mas havia de ser com a cabef do Dr. Estevio ; e
contlnoando elle tBslemnnba a offerecer ou a ajus-
larabem tomaram parte seus rroos: documentes da villa cnlpassem, pois fra a morte feita pelo in-
de Os. 12, 75 ef6: testemunhas i, 4\ 5', 61, 7* e dividuo do Pontal, a quem o Dr. Estevo preadera
8*. e referidas 1", f, 3" e informantes a fls. 97, em certa oceaslo ; e seo dar os fundannatos de
104, 197 e 205'. sua asserco retirara-se o dito desconhecido. Isto
3. Que: toroandoparte Luiz Atonio de Andra- "??":" ^Wff dclar* Roae Boda :
de e Francisco Gomes de Andrade na presupposta Declaraces a fl 16, 35 e 36. No entaoto esse bo-
affronta deaetrlrmo Pedro Antonio seguem do mera desconhecido, esse crrelo, cojos stgnaes ca-
distrlcto de Tiafta-Verde o prrmeiro e desta villa o "cteristicos Santos menciona, nao encontrado era
segundo para afazenda daqnelle, dous dias depois "v"."6 ?'8oroa. 8 Pr a'8 ntnguera visto, aperar de
do mencionado cerco; e ah na occasiao da cea, al 00e com ,nstBCia. procurado. O .qae faz crer
presente tambera Joio Pereira de Vasconcellos con-! *- "> passou esse desconhecido de om mansagei-
eertam o plano da vinganca, e praticaddo sobre o ro 3 ros> collocado na estrada e perto de *ua fa-
facto que considerara ama affronta cobrem de bal-"nda fra c00"' a oietoria estudada, da nal to-
does ao dito delegado; protestara que com bailas! dav,a se mQumoo* a? pnmeiro viandante que por
Ihes bavia de pagar, e declara Luiz Antonio qae se fabipaasasse; e s Francisco Gomes qae a baria
fesse cercada peloDr. Estevo sua casa para o' combinado qoem vem relatar om todos os seus
prender Ihe mandarla dar ara tiro. Na mesma oc-' pormenores. Alm do que, banta a simples refle-
easlo menciona Francisco Gomes a Ponta da i sa0i*ra coBbaeewe a loveroamilbaoca de tal bis-
Serrafazenda daqnelle doator, como melhor pon-',or,a ? P0,s nao e cnvel <106' I*80 o.8r> lan-
o para realisar-se o assassinato, visto como (anda: *o commeltera, tomnndo.iodM eaotella para
diz) para ahi costamava elle ir sem mais pessoas > f** s" descoberto,.oae d-alta lazar aUrde, dous
tar a venda do seo afgodo, responden Ihe o ren : do que suas escravas : refere Pedro Antonio que o *;apenas depois de pnucado, ao.primelro vian-
cionado Lniz Antonio: para qoe qoer Vmc. ven-1 cabra Simao (o reo mencionado) se havia orfcreci-;*"1* coni aetn se encoatea, e com empeobo tal
der-nos Dado o sea algodo, peis'qn estamos em I do para desaffronta-lQ : dedara-o corajoso e capaz 'em "r acreditado, que cheaa a assignalar ama pro-
trabalhos? Ouvtodo isto elle testemunha e combi- de azer o qae proarettia : e nesta conversaco em \ *a d0 seo dito, a cat>eca d agua ;-qae no_ entre-
nando com o qne acabava de dizer francisco Go-1 que se demorara todos qnatro at tarde da-dite,!tonto Da0 "' eaconicada : ClUdas declaracSes.
mes, e vendo qne faflavam a HngQagem da paiio,! fallando algumas vezes em voz to batxa qne do 11 Que Francisoo Gemes anda revella asse in-
comprehendea qae lgnma cousa de mal tenetona- pode oavi-las a prea Serapbina qoe Ibes servia a terasse, pouco natural em om iniralgo rancoroso,
vam fazer ao vr. Estevo esses horneas: e tanto-mesa, se repelem insultos ese reprodazem amea-; pela descoberU do assassiao, qnaodo oeacioiu, re-
que sem mals querer negociar o sen algodo, ret- cas de morte contra o Dr. Estevo : informantes ferindo-se a Jos de Souu Magalhaes, o cldado
rou-se. Infelizmente poocas1 semanas depdfs'-raOr- (fls. 97, 104,197 e !05 ; interrogatorios O?. 108 (Chagas Manos como sabeder de factos imporuntas
to o Ur. Estevio o qae mals eotiQrmoa o^Bizo qne 112f>e testemanhas 4", 5', 6, 7 e 3 referida. | sobre o atteatado ; maa ouvido esto, declara qoe.
elle testemunha'haviafiiodequeaqoelleshefflens: 4. Que poucos das depois, 21 de novembro. Pe- ao conversn atal respeito eom Gomas*Magalhaes;
tencionavam desde eoto}mar o Dr. Estevo. Que dro Antonio, qne habitando este municipio a 9 ao- e qae se admira- de qne se lerabrassem de seu De-
cora referencia a este facto, ha poneos dias, estando' nos, nunca havia feito viagem para o Piauby, par- me para semelbante assumpto. O que mostra qoe
em casa do indiciado Frhclseo Gomes em cWrver- !te para caa provincia com o preteito de comprar foi mais urna inventiva de Gomes, qo# falhoa na
sa com a seflbora deste_ e outras pessoas ahi pre- gados, e negociar eom fazendas; alli se demora calculado resultadol Declaraces a 016 e 18.
seotes, falloo-se na priso de sen marido; e elle j cinco metes, esqaecendo sna lavouras e deixaodo, y Qoe o mesmo Gomes procurando por actos
tesleraunha ttfrtndo atgtoma eousa r*selio, per-' paesar o melhor umpo, antes das agoas e cenias soecessivos distratrir as vista 4a
guntou-lhe aquella senhora, se estava suppondo dw ros, de oeodmir este gado qae fra comprar, berta dos verdadelree culpadas, e apreseotaado ao
qae sea marido era erimlnoso; ao que respandeo, i e somante a chamado de seo Irmo Francisco Go- mesmo lempo-aquelle penco aatttra! interaisa, faz
ij je tinha dsso coavieco desde qae sassioato, e se recorHava da conversa qne naquelle comprometiendo na-animo dos qne o aecusavam, apresentado a esto juao Manoel Cururilpobre
os humores e produzindo infinitas enfermi-
dades.
mativa io.qoe*zxrerds eecr-avas Serafl- ?^.*&* **&*^ humana
na a s.t.ina w ZZZ h. ..i, c.miA consiste em rearar os noss'js
escravo Jos, tendo acompaobado a seu senbor na-
quella viagem at certa distancia, perguntara-lbe
soa senhorae o homem veio?respondendo Jos
pai\oes,
iremos.
Com quaota celeridade arruina a melhor.
na e Sabina que esse homem era o cabra o Simo,
qoe tendo de ir cora os camaradas do reo Pedro
Antonio at a lagoa da Podra, devia vollar, como
voltoa, segundo presumen] as ditas escravas, para
como executor realisar a attentado. Informales
de fl 97 a 107.
5. Que notaveis eontradiedes se eneontram en-
tre os interrogatorios e autos de perguntas feitas
aos reos, como sejam entre oatras :dizer Pedro
Antouio a fl 108 qae dera a Simo vinie e tantos
mil reis em diabeiro e quareaia a cincoenta mil
reis era fazendas ; ao.passo qne diz Simao a fl (21 que todos os ebrios morrea hydropicos.
que s recebera 10^200 emfazendas e nada em di- Tudo que eutbebeda pe a natureza em
iro :jlher Pedro Antonio qae Simo trabalhara | e$ta Jo de excitar febre> para desembaragar.se
da pessonua qae tragara: e, quando se repe
.Vatio entrado no dia 24.
Babia5 dias, patacho brasileiro D. Luiz, de l?S
tonelladas, capillo Jos Teixeira de Azevedo
eqoipagem 11, carga diversos gneros; ao mes-
mo capito.
Nomos sahtdos no mesmo dia.
Rio Grande do Sul__Sumaca brasileira Pelotease,
capito Jeronymo Jos Telles, carga assnear.
Rio Grande do SulBrigue brasileiro Tigre, capi-
to Francisco Das da Costa, carga assoear e 1
escravo a entregar.
iVnoio entrado no dia 25.
Aracaty38 dia, biate nacional Vopo hwentvel,
de 38 tonelladas, capito Joaquim Antonio
Figuelredo, equipagem 6, carga algodo e uniros
gneros ; a Alves & Irmao.
Navhs saludos no mesmo dia.
Macei.Barca ingleza Isabella, capito D. Arck-
constituic3 o abuso dos licores, que alabe-! New'V?-Britae oornegaense/t Woldt to%eOtr
em regrar
de maneira que
appetites e
se e vi tem os ex-
bedam! Pelo que vemos com tanta frequen-
cia os devotados a embriagaez carregados de
males, correrjdo com passos largos para a
sepultura, e pjr isso commum proverbio,
em sua 5 a 6 semanas, como para explicar a paga
que Ihe deu ;- ao passo que Simodiz haver tra-
bajado sraente duas :dizer anda aquelle que
este se re retirara de sna fazenda. na semana ante-
cedente a sua partida para o Piauhy, e logo adian-
to diz (jue-certo ter medido ccortado faztndas que
dera a Simo na vespera de saa partida ; o que
te quasi todos os dias este veneno, fcil
prever-se as coosequencias, qae resultam
delle. As'febres da bebedice nem sempre
terminamemumdia
carga assucar.
E 0 I T A E S
confirma o que disseram as pretas Serafina e Sabi- i te n'uma Inflnmmacao do peito, do figado, OU
4." seceo.Secretaria do governo de Ptr*-
buco 9 de janho de 1866.
EDITAL.
Peta secretaria do governo, se faz publico* qam
fBteressar posa, que tendo o Exm. Sr. vtce-arBri-
dente da provincia de dar execncio a lei b. 697 de
1." do correte abaixo publicada, se eoovid a' to-
das a- pessoas, que qoeiram contratar a oastrac-
acabam ardinariameu- ^ das Potrtes 1ae ,rai4 a referida lev, pre-
sentem at o ultimo do corrente ao mesmo E.
na : dizer o reo Joo Pereira a fl H6 a 119 que s
soube da-morie do^Or. Estevo ni segodda-feira 291
de Janeiro, e depois confessa qae no domingo ante-
cedente 28escrevera a Laiz Antonio daado-lhe
noticia d'essa morte : aflrmar o mesmo Joo Pe-
reira que Simo nunca estivera na casa de seu cu-
nhado Pedro Antonio, quaodo este e os mais reos
afDrmam o contrario :
6. Se ainda observar-se que os reos era seus in-
terrogatorios a fl IOS a 133 e 910 '193 especifi-
can) circumstancias que se harmonisam com ae de-
elaraedes das pretas Seranea e Sabina ; o que bam
demonstra que estas nao ioventaram quanto depo-
leram nos termos de fl 97,104,197 e 205.
7. Que confessando os reos se terem reunido
dous dias depois do cerco da fazenaa, e que por oc-
casiao da cea conversaram sobre o mesrao cerco e
sobre a pessoa do Dr Estevo, se coatradizem to-
dava asseverando una o qne outros negara, citados
Interrogatorios.
do baco e produzem fates effeitos".
A bebedice de especies alcoolicas quando
se usam com excesso, debilita as entrantias,
impede a digestao, destroe a forca dos er-
vos, e causa enfermidades paralytkas, e con-
vulsivas. Do mesmo modo esquenta e in-
flamma o sangae, destroe sua qualidade bal-
smica, e o torna intil para a circulco e
para nutrir o corpo. Dahi prooedem as
bstruces, magreiras, bydropesias eti-icas.
Estes sao os caminos ordinarios, com qne
os bebados fazem sua carrea, e enfermida-
des desta casta, quando se produzem em um
forte bebedor, rara vez admitem cura.
Alguos arroioam sua sade bebendo mui-
to, aida que rara vez (pelo costume) se em-
8 Qoe na busca consume de fl. 82 a qoe se pro- bebedem, posto que nao produ/.a effeitosto
cedeu oa fazenda do reo Pedro Antraio foram en- : violentos n3n Rao monos nprnicinsn?
contradas varias armas de fogo e enire ellas wnJ A ^ perniciosos,
elavinole de doos canos, porco de bailas e carta- j UiandO_0S vasos se COnservam conslante-
xos; seado presumivel qae fosse este clavinote o mente ebeios e dilatados nao se podem fazer
qoe servir para o atteotado, seudo disparados ao bem as digestdes, nem preparar-se devikh
mesmo temp os dous canos ; por quaalo, custa a mente 0ehiimnrps Por sa mainr nurtfl
err que. carregada urna arma de um s cano com ~"~ S flumoreS ro ISSO d maior parte
quatro bailas, grande quantldade de ohumbo e a deslas pessoas padecem, gota, pedras, areas,
plvora correspondente nao arrebentasse na occa chagas as pernas, abatimento de espinto,
siao daexlosS.: corpo de delicl a fl *'dec,ara- desordens hypocondriacas e outros svmpto-
coes a fl. 53 e o4 e depoimento da lestemunha 7" e \ mae j nrlinaiSA
3' referida : Se, dize.mos, alora do que mais consta ; ae naigeswo.
dos autos, attender-se .a todas as circumstancias \ A bebedice nao e SO destruidora da sau-
qae Qcam relatadas, as qaaes se combioam, bar- i de, mas das faculdades da alma, 0 COStume
monisam e succedem perf-ilameole e conslituem ,je embebedar-se faz idiota OS genios,
vehementissimas presumpeoes firme ser a con A<,.:m nn, ,-.hpfps ras fumilias ron-
vicco de que foram os reos Pedro Antonio de An- ASS,m> P0,s> aos neles as lamillas con
drade, Fraocisco Gomes de Andrade, Luiz Antonio vem salvar aos seus fmulos, que arraigados
de Andrade e Joo Pereira de Vasconcellos man- \ ao VC0 da embriaguez nao OS podem livrar
dantes e Simo Jos de Oliveira maadaUrio do bar- j peios meos suassorios, applicando-lhea o re
jWJKcW qe ^z inteiramente enjoar as bebi-
Defeodem-se os reos as conlraditas s testemu-' das qae se vendem : na botica ou laborato-
nhas e nos seus interrogatorios allegandoque nao: rio ptiannaceutic, na ra Direila n. 88, de
eram Iramigos do assassinado; que as pretas Sera-j jos fja Rocha ParanllOS.
nna e sabina foram insinuadas no que depseram
em joizo; e qae as testemunhas ouvidas no proces-
so pertencem familias que Ihe sao opposlas em
poltica e al seus inimigos.
Nao procede a primeira allegaco; por que alera
do qae largamente coasta das correspondencias de
fl. 7o e 76, dos depoimentos de 14 testemu olase
mais pecas dos autos, basta ler os interrogatorios
dos reos para conhecer-se o odio e rancor que vo-
Consetho.prudente
O Sr. J. T. G. F. que de presente se acha nesta
cldade viudo da do P___ oode c domiciliado e
establecido com F___e. onde deixeu swa mo-
tavam ao'r. Eslevo, como bem diz a promotorla":Iner n feito da morte em -nutras recursos mais
publica no seu bem elaborado parecer de fl. 224 a do que as daoarWade. por td-ia repudiado, para
230. Nao procede a segunda; por que ser bastan-! >dnittir em saa casa urna concubina leuda e man-
te ler as declaraces deesas pretas, que inqueridas
tongamente por duas vezes e em dias diversos de-
poe sempre oniformemenle, explicando com nalu-
ralidade os seus ditos, e confroatar-se essas decla-
races com os lolerrogatorios dos reos para coobe-
cer-se a impossibihdade de insinuaco alguma ;
tanjo mais, por que eram escravas .que nao vioham
da fazenda esta villa, e nem os inimigos dos reos
freqaeotavara casa em qae ellas estavam para as
poderem insinuar, quando tal bypolhese fosse ad-
missivel. Nao procede finalmente a torceira allega-
gao ; por que as testemunhas ouvidas no processo,
salvo rarissima excepcao, sao horneas bem consi-
derados neste tormo, de carcter. iadepeodente o
dlspondo de alguma fortuna, sendo a maior parto
dessas testemunhas,maiores detona a excepcao,na
phrase de direlto; e al algumas arada aparentadas
cora um dos. reos e bem relacionadas com os ou-
tros. E, a nao serem assas as testemanhas qae por
nao mais saberem do facto foram chamadas a
deporem, senara testemnhas os poucos escrupu-
losos protectores dos reos, os que de nada sa-
biara e consideravam am mysterio insondavel
o assassinato do Dr. Estevo, ou os proletarios
e pobres jornaleiros ; mas aquellos prejadica
riam a causa da justlca, e destes podiam os reos
dizer qae foram peitados e insinuados por seas ini-
migos.
Apootaudo a voz publica logo quesodeuoat-
-lenudo os mencionados reos como os culpados,
corrern) boatos de qoe larabem o eram o vigario
desta villa Manoel Lopes Rodrigues de Barras,
Francisco Alves da Fooseca, Manoel Alves dy Pon-
tai e Manoel Monteiro. Quanto ao primeiro e se-
gundo se de algomas pecas destes a a tos resallara
indicios e polavras imprudentes por elles proferi-
das qae os comprometan!, nao mesmo lugar tiflba ouvfdo a en maride tt aos ir- que reajresa pan este manicipio e a sua casa
raaos desle presentes. Nftto'enooamofliBdo-fe^ocearreodoierdaderemvesper de sna partida para
como era natural, disse alguma cousa a mesma se- o Piauhy, ao dito Simo qoe era entao seo traba-
nhora; mas qae logo callou-se, porque Joaquim Ibador, diobeiro, porgao de fazendas e am cavallo :
_ tes, e taes esses adictos que Armera convieco de
polica a deseo-' saa culpabilidade.
Qgauto fiualmeuie ao quarto, contra quem ap-,-. *taaDia
parece a filba do vaqueiro Maooel Caetano, de no-, .
me Joanoa, que 'diz reconbecera, o'um vulto qoe t -n
vira junto do carral da fazenda do assassinado, a jMOVO ailCO CL6 x6lliaiIltniC0.
ioroaleiro d'esU viliy por todej eanbeciao aamo d pessoa de Maooel Monteiro, flea plenamente prova
neoaom crdito, o qual, oartda, declara referindo-
se a oatras pessoas, que dous desconhecldos foram
encontrados em Jatob.no dia seguale ao attenta-
do cora o juramaato de muitas pessoas, qae era
absolutamente impossivel ter estado Manoel Moa- razao de O0I5O por accao.
teiro no logar ladlcado ; por qoanto, a essa hora e
ao
Sr. as suas propostas afirn de serem examinadas e
preferida aquella qae melhores vantagen t-ffe-
recer.
O secretario. Dr. Francisco de Paula SeMet-
LEI N. 697.
O ur. Manoel Clementino Carneiroda Cosh, vi-
ce-presldente da provincia de Pernarabneo : Paro
saber a todos os seas habitantes que a assembla
legislativa provincial decretou e eusanecionei a re-
solucao seguate :
AK. !. O presidente da provincia fica aaaerjs*-
do a conceder privilegio por 30 annos com o na-
belecimento de om pedaglo Aodr de-Abrra
Porto, oa a qoem melhores vanlagens olferecer-
pera a constroeco de duas pontes de madeira on
ferro entre os lugares, Caponga e Poco da Pawii,
no rio Capibaribe, e que deem paesagem para o
povoado da Torre, mediante as condlcdes estae-
lecidas no art. 3 da presente lei, devende tta
fgnaldade de ciixum*taucias ser preferido o dito
Aor de Abreu Porto.
Art. 2." O mesrao presidente podera' conceder
igual privilegio e as mesmas condicoes do ar-
tigo precedente a Aristides Daarte Caroeiro da
Cunha Gama, Joaquim Francisco de Miranda
e Joslioo Pereira de Farias ou a quem melbove
vantagens oflerecer, para a constroeco de nos*
ponte de ferro ou alvenaria no lugar denominado
Sanl'Anna de fra e que d passagem da freguezi
da Boa-Vista para o Poco da Paneila, deveado eto
igualdade de condicoes ser preferido Aristide
Duarle Carneiro da Cunha Gama.
Art 3. Os coacessionanos Bcaro sugeilos ai*
das qoe forera estabelecidas nos respectivos co-
tratos a's segrales condicoes :
l. A obra sera' construida de conformidad?
com as prescripedes fornecidas pela reparticao das
obras publicas.
2. A tarifa do pedaglo sera' regulada deac-
cordo eom o governo.
3. Findo o privilegio a obra cara" perienetn-
do a'provincia, sendo-1 he entregue em estado re-
gular de conservaco.
Art. 4. Picara revogadas as disposicoes em con-
trario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades apn
o conhecimeBto e execuco da presento resoisfc
pertoncer, que a cumpram e Ucam curaprir lo
inleiramenle como nella se contera.
O secretario 9o governo desta provincia.aviafai
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernamboco, ao I.* de
juoho de 1866.45o da iadepeudencia e do imperte-.
L. S.
Manoel Clementino Carneiro da Cwtho.
Sellada e publicada a presento resolucao Bfeia
secretaria da governo de Pernambuco, 1.a de janL;-
de 1866.
O seereurio Dr. Francisco de Paula Sailtt.
Registrada a fl do livro 7" de leis pro vine ja es.
Secretarla do governo de Pernambuco, 1." de
janbode 1866.
O escriptarario Theodoro Jote Tacare*.
O Dr. Trsto de Aleoear Araripe, offlcia! da impe-
rial ordem da Rosa, juiz de direito especial do
commercio, desta cidade do Recife da Pernaafen-
co sao tormo, por sua raagestade imperial eeeas-
titaeional o Sr. D. Pedro II, a qoem Deas gnar-
de ele.
Faco saber pelo presento qoe Theotonio Pelix de
Mello, por seu advogbdo me dirigi a petico no
theor segainte :
Illm. Sr. Dr. jaiz do commercio.Theotonio F-
lix de Mello, leudo ublido a senten^a junta eonir?.
Pedro Coelho da Silveira, e estando jastifcada a sna
ausencia em logar nao sabido, no principio da t-
elo, vem requerer a V. S. qoe sa dafne mandar
pass.r carta de editos por lempo de 10 das para
citacao do suppiicado, afirn de-dat bae -a pechera
sob pena de sua revelia, e serum-ibes aasnjnacias a
24 borave de se preceder em sagrada a peabora ...
producto dos bens arrematados que se achata no ex-
psito publico, fleando logo o supplicado citado ja-
ra todos o de mala termos da execocao at Soai
pagamento do supplicante e eitiocco da exeonco:
nestes termos pede a V. S. deferfmeato e espera re-
Laeber merc.Dr. Joaquim Campos.
E nesta petico del o despacho segulnte :
Sim.Recife 13 de jnnbo de 1866.Alenear Ara-
ripe.
Depois do qae- o respectivolescrivo interino fer
passar o presente edita! pelo theor do qgil tann ,
cito e bei por citado ao referido sapnliear Mire
Coelho da Silveira, para qae dentro do praiodali*
dias oemi bem* a penhora para pagameM da
qoantia de 14:118W0 res, do principal, Jor e
o dito pr^apa sua revelia se proceder
em saos -banicqae foram sofoeiaotes para
pagamento da referida qaaotia e prosegoir-se
! de '"ai* lerwss da execuco.
E pata'ifue chegae ao coobeetmento de to*
mande! axer o presente -ediul, qoe sera* adiado
' nos lugares do cosame e publicado pela impre
teda, e com a qual se diz ter gasto parte da for
luna do seo oasal, ao dove retirar-se desta clda-
de sem acabar de arranjar seus molhos e por seos
negocios com segaranca debaixo de ooberta en-
chuta e bem acondicionado-, contrate sociedades e
dividas ficticias e pooha seas bens em norae de
terceiro, porqoealgnem est preparado para Ihe
tomar severas contas, e perin .a calva a amos-
tra em occasiao opportnoa, bem como a dos ami-
gos que at agora lbe teem servido de testas de
ferro para incubrir suas maldades, bem estar
prevenido ainda que-debalde, pas de sup6r qae
qoem reduzio saa pobre e-posa ao astado de mise-
ria em qoe se acha (segundo se diz) re'ceba severo
castigo de um Dos de justica qoe v todas as
acedes do hornera peceador.
O cooseibeiro vigilante.
B*
COMMERCIO
PRACA DO RECIFE.
Cota 2o de juoho.
As 3 t|2 horas da tarda.
Algedo de Macelo posto a bordo 13#00d per
arroba. .
Assucar masaavaao purgado-1*930 por arrooba.
Frete de assucar para New-\ork3*/ sem capa,
uubourcq Jnior,
Presidante.
Silveira,
Secretario.
Gaixa filil 4o taat* de Brasil en per-
namboco 23 de juuko de 1866




.

*
ovo Utseo paga e dividend ae
i i ni
mm
Mi -
i iuetm 1
^dLai.^La.iLa.MLaMLniH
i-
I


Ivto -^ W*wm*m*me9 ^ rci^ Wr de aluplha. ie 4866v.
lo e pasudo nesia cidade do Recite de Ker-
ainfceKO 11 de junto e 1866.
K Hagoel Silyino-*,Barros Faieao, oacrlvfto o
akfCNvi.
TrWBJj Alencafdirarlpe.
j*"
DECUMCOES
p
CbI4* proTiicial
Pola esa 1I0 consolado provincial se faz publico
(Ue M da l de joah vindouro se principian**
atar as 30 das utes marcados para a eobraoca
A beeca da twtr do 2 semas tre-do atino iinancelro
afrente da Imaostos de.d'cima aVoaprejlios urba-
, e 2 0(0 do coiiiuqio ftjOsofcre aren* das bans fetajLtftriiqceotes *
e^Nraceideiiaorupda.
MeeaetoeonstHado provincial de Peroambuco
de mu i.e,i866.
Antonio IJarnerro'Machado Ros
Adoaforilfador.
sobresahir os productor, espacaudo-os, e
colloomdo-o4 .convenientemente;
5. Oue jagftnttf dosi^nido pelo commis
sario ftstileador, 'o Sr. |>r. (itrvajio Ro-
drigues eampeflo, se deverao entregar os
<:?**> ttagoverno 4o rtferi- ^SSl^Jtt
mente ao assucar, algodio, cooros salgados on do senario, dirige a empreza. o rnais sinceros-pa-
seceos e quaesquer gneros importados de outraa rbeas p. provincias para eau. | le draraatiea con a-represeniaeo do draina-rfias-
. LitA tfkver.
Terminar o espectculo a no a comedia
aelo
Lfesguare a Y". S.-J4Jdl Cleraeuaiaa liar-, pard ttniwer.
neift da Cu|Sa.Sr. insffetof da ibesouraria pro-
viaeial.
Saata Gasa daHiserioordia
do Eefiife,
A film.* jOBa administrativa! da Santa Casa de
iierjeordia do.lWife, raapda lazar publico qna
no da 28 de juoho correte, pelas 4 horas da tar-
da na saia desuas,sessoas tem de ir a praga a ren-
da das casas nbaUo.aaenetooadas por lempo de om
M IWi WQS.
Os prelendentes deveo comparecer acorapaoha-
do da seas fiadores oa manidos de cartas destes.
EsUbeleciaeaiOA de cariade.
Raa Direita.
.lf.3 dem e-8 dem, sobrado de )
nadares..........
,Roa do Padre Florlaoo.
N. 5 idem e.49 idem, casa terrea. .
N. itam a 47 idtro. casa terrea. .
Raado Fagandes.
N. U Mem el! Mem, easa terrea .
Travessa de S. Jos.
. 13 idem e (1 idem, cisa terrea.
N. 11 idem # idem, easa terrea. .
Roa dos Paseadores.
JS. 46 idem e U'jdao, casa terrea .
Ra das Careadas.
S. SO idem e36 idem, casa terrea.
A'. 21 idem e 38 idam, casa tarrea.
Ra di Virado.
S. W. dem e 1 idem, casa larrea. .
Roa larga do Rosario.
N. 33 dem e, 4 jdem segundo e
do dia 15 de julhp em dianje, e desde as santos.
9 horas da mariha at as 3 da tarde.
*3. Que .todoe os xpositores se pasiar
reciba de,seu*\ productos, declarando, con-
forme elles determmareo, se o destino do
objecto .esposto deixado ao arbitrio da
cotnmlsslo, se deve seguir para a exposigao
eacripturario lejqiodo
Paneracfo Perelra das
em
Arrend&mmto
COPIA.-LEI N. 705.
O Dr. Manoel Clementjno Carpeiro da Gflnn3,
vrce-presidente (Ja provincia de Proarob.uear|fa(o
saber* lodosos seus aaoitantas qua asseobla
legislativa provincial decrelou e en saneconel a
resolQfo seguala :
Art. 1. O asoear, aigodo, <*>uros salgados, on
0> juramento de- Horacio.
Com^cara' as horas do costpnw
CWP.XHIA U4SILEIIIA
4>^rtt.ii se^rttui(loa<>e!lpositor,logo fSUff,J-iy j 531? -n" TS PA9^E?A J^POfU
pra4waodu,C(Mdiidapjraaroa ppr trra, i jl tr"'Sfi5k* M .*'****
serao laogados em livro especial a eargo da secfio |4-$x ? dja, JOr^a Crenle um dos
da rrecadaejodo coosalado provincial. ..fM^. vaooras da cpmpaBba,o qual.d
Ari. t.- As entradas deverao ser elias em vista
das guias e manifasios, declaranderse o tiapichei-
ro onde foram reoolbidos,aeu paso, -quantidale e
qqajtades.
fU 3.s Os geaeros que nao eatirerftm janeados
no livro competent oo qae nao forein acorppa-
nnadps de guias a raanifestos, serio reputados de
prodnecfl,da,provincia, e como taes sugeitos a.os
direijos provinciaes.
Art. 4, Nao se poder proceder a descarga da t'ONPAKHIA BltAAHaLK
barcaca ou de ontro qualquer mitos de transprie
daaue||s gneros sem assjateaeia do coaferente
bt dividas ns traptaTtiie de ris O.deie0Mijgtder 74-m arrenda e tam-
11.213{3S0 rs. bem vende a sua chacar do MiQgoinbo,bem
'Ooiota-feira 28 de junaos Osl|2 hora eow)iri|e-duas parcHias de fplas, tres
en ponto. caaros sepdo urna victorw, um Goip e ora
OageBtePinto ra'leilaopar conte risco de CibfiijJet coberto, tres ^qaas deieite sen-
2??.?^h?^/SSTm* ^^^7*^* Pa im-' do-toa? parida*, dotis bois de carroca e
portancia de 11:2131330 rs., oe cnufoTMidade com ...!.,.._.. -i- 3 u
1 lisia e documenloTexistentes em potfer do a it0 JS 0S traStes e UQi*^ &** casaa e cha-
mo agente, em seu, escrlptorio roa da Croa nu- Caw ; (\uei& preien'ier po e ir ^xamnar e
-Bjerc-38.
depois da exposiSo;
7. Que podendo tersuccedido que nio
tenbam cheg.tdo a sea destino algumas das
circulares e nsiruccoes por ellas dirigidas a
todos os cidados qua julgou poderemeon-
tributrpara a eupoeicSo, lites roga que pres
etndiedo eonvtes espeeiaas, contribuam
para esta festa industria!, em cojo bom ou
mo xito vao de algum modo os bros da
provincia.
Sala da comrais3o, 9 de malo de 1866.
M. Buargue de Macedo.
Secretario.
1 ompflHhlft
vigilante de rebo-
qnes. .
A direecao desta companhia resolveu convocar
urna assenjpla geral extraordinaria de seijs ac-
1-0675000 ciowstas> a.qna? taa' lugar lerca-faira 26 do
#w corrente ^ meio.difnda praca do Carpo Santo ,
18IA0O0 ^'' Prirae'** aodar, para oque sa cottida/dos gs
186J0O0
looOOO
naesmos saahoras.
E xposlcSo*~19
Wrcjeiro andares' 7'.'". .."".""7 '. 600#00d [pela
Ra do Calaboua.
K- 40 Wem a!8 \i Becco do Qniabo.
N. 49 idem e 8 idem. casa terrea. .
Ra da Gloria.
N. 31 tete e 36. idem, casa tarrea.
Raa do Encantamento.
ft 92idem e 3 Idem, sobrado.
Rna d Padre Floriaoo.
ti.7 idem e 65 idem, casa terrea.
productos agri
colas, Industriaos e obrai ufe
34000 arte em Pernambuco.
169(000 j Constando commisslo directora da ex-
psito que, por falla dos neissarioa ejcla-
216OM! | recimentos, pete comparadlo havida entre
176*000 os nossos productos e ouiros. similares de
157*000 diversas provincas, e por outros motivos
de nao cave completa sciencia, n3o heuve
: 204*000 ;a desejajfel igualdade na distribai^Eo eila
para eaa^provincia das recompensas dadas
issao central do Rio de Janeiro
iacrtrt!na u"'m^ eiP?'C3o, e que por este facto
185*006 aiguns dos amigos aipoBitorai se recusam
141*000 a conQorrrj5flP,Pvop,prodi|ctos. expesi-
_$p de 5 do agosto prximo ; resolveu, eip.
144*006 uma de ?qas essos, mandar fazer .publi-
co d seguate: .
l.9vifcver oa provincia, para os traba-
50*000,, rhos iJa exposicSo, um jury especial, no qual
n5o lerao voto os membros da commisso
409100o;
Roa do Apollo.
andar9es.",.aB,e'2U(,flqi,w5)r,d.P 1:400*000!'di.rectora* que julgar da excellencia, aper-
feicoamento e utflidade dos productos ex-
postos;
2. Este jury se dividir em duas sec-
ces, sendo urna para os productos agrco-
las, eoutra paraos]industriae,prapriamen4j
te ditos, e obras de arte;
3. Far5o parte do jury as pesseas dere-
conbecida aptido e especialistas;
4. Segundo o juizo do jury, a oommissao
distribuir aos productores e domis expo*
sitores medalhas de duas cteases, seiklo as
da Ia classe detraa e as da .2* de o m'i
ambas acompanbadas d^ diplomas.
5. A conyniiso fara acqgisiSo, median-
te valor ajustado, dos pradoctes qae para
83soao.isto forem jptfadesdfsj5spekjary,e^gue
pao' possam er eedidos gratuitamente para
-Rua-de-. Bom Jesns das Crionlas.
N. i dem e 8 idem, eos) terrea. 131*000
Palrinoaio de rplios.
Ra da Madre de Dos.
.-'Casa (e/raa *. 33 jiarllaujar 8 pa-
tliso...........301*000
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 6 particular e 56 pu-
blico............ 300*000
S. Goncalo.
Casa terrea n. 10 particular e 22 pn-
fehee. ......... 189*000
Azeite do Pelxe.
Sobrado de 1 andar n. 68 particular
e 14 pnblico........600*000
Ra da Qacirabi.
Casa terrea n. 65 particular e 5 pu-
blica..........144*01
f!' :i n. 67 idern.e 10 idem- .
Ruidos Bjjrgos.
JSE*!* a' 68 *arl.CU,.ar .6 19 191*000 Carera na rp^l(re>tral.
Ra do Encantamento. A commss5o directora espera que estas
Sobrado de 2 aodares n. 76 :>arcu- medidas aer-virao de- garanta ao verdaileiro
lar e u publico. 900*000 apreco dos productos .expones, e qu faro
casa terrea n. 8particular e 18 pn- I desapparecer o desanimo que a alguns ex-
biicn............200*000 positores causou a desigualdade a que act-
Roa da Guia. ma se referi.
Osa terrea n. 83 particular e 27 .. Alm disso, a COmmiss3o chama a.atten-
uSu. '84 idem e 29'ide'm.'. '. '. 144*000. f dos ,SfS- exdositores e mais industriaes
Ra do Pilar. fla provincia para a circumstancia de um
Casa terrea n. 91 particular u 105 i dos seus menjbros ter de acompanliar ex-
poWeo. 1J5*oeo posi^ao central os producios que d'aqui to-
ldera o. 92 dem e 103 dem. .. 200*000 pnviadK p fa?er narlp rln inrv inloa-
Wem 0.04 idem e 99 idem. 235*000 -reo1 ftQviaOOS, e lazer pane o jury juiga-
idemn. 105 deme91 idem. 20QSOO dor .na corte, achando-se por esta forma
idn o. 5 sitio no Pomo da Cal. 150*000 habilitado para ministrar todos os esclarec-.
a [iols da demora do costume, segui-
___r para os portos-de^orte. DeV
de ja FeafeBo&hM ipasaageiroa^a engaja-se a cnu>
que o vapor podar pondaV. a-.o/ial ^erefi ser em-
barcada no da. da. $u* chegada; encommeadase di-
nbeiro a rete ale o dia da sua sabida as I horas;
as pasameos *6 erao reoebMas a aganoia roa
da Croa. n. I, esc notorio' de Antonio Luii deOli-
veira Arevedo & C,
LBL0 "
B^ eseraroe, a saber;
SatraniOa. parda, de W aunas de idad, bonita B-
gupa, cose, aqgajBOM, de servico demestico a
ba conducta.
Ayo,i|ioo, pardo, detoade 18.annos, c#peiro, ser-
Wo aomestiao a a eeadoeU.
^liirta-Mra Wt jt^Hr
as ti horas m ponto na ra! 4a (jruz nu-
Jftoro.38.
assiateaeia do
provincial, o qual ser abrigado a verificar o pe-
so, quaptidade e qualidade dos gneros, ramettao-
do o seu resultado a seccao competente.
Art. 5." O trapieheiro, dono, consignatario p
barcacas e outros meios de transporte, que infrln-
girem aiireseQ^osoipQia,^nQcero a mui.ta .de
Aru 6. 0 teneros jio caaavdo artigo pnwueM,
s nodero gar racolbidos eo#rmaieos e trapiebes
alfaadegado, e qpaqtja tiveirn sabida paw can-
sumo ou pira serem bene#elaJo> em armirens
particulares, sero reputados como da provincia,
sujeilos aojs respectivos direitos quando eaporta-
dos, sera que possa o trapiebeiro substituirlos par
ontros.
*rj 7--fjcaw-liiiHciAi Q* Uigares de .guardas
pwvi|isiaes-supatitudK.pliM afeitoras aaoli-
rentes que sero preenebidos pelos actuaes guar-
da prQV|nm|S,
Art. ft*Os-conferentes nio podero .ser dis-
Habidas pajaa#er7lco aaio ao da ftMaiisac/to dos
pontoj-de aqpirqae, Safado por laso-, equiparados
aos tetteiras/escripturafaii do conaajido.
Art. 0. Figam rev^giaias as dawosicdes em
cu (arrio.
Mando, pertaoto, a todas as autoridades a quera
o confifcimento e execueo da presente resoiurao
perteaoer qna a cumpram e facam cumprir lo in-
teiramenta .cuajo aeiia te contera.
Palacio do governo de Pernambuco, 5 de juoho
de 1866, 45* da independencia e do imperio.
MsnoriCtcnenttno Garnciio-da Cunha.
Sellada e publicad,a'Presente re.-ptueio
FAQUETESA VAPOR
TS' ,e)pe.rado dos porloss do nor-
te at o-diaR de julh) p v.apor
PaivM) de fragata Santa Rarbara, o qual
____vd>po^'4adenjflra 4a-, costume se-
guir para os portos do sol.
Desde ja recetem-se passageiras e engaja-se .a
carga que o .vapor poder condatir, a anal. devera'
ser embarcada .nndweiJiabesai^encaramen?
das.e.#obei(oa,f^e,t,o dfoM sabida asrS ho-
ras ; aapassagens s sero, rebebidas, ,na agancia
rui da-Crui-n. 1 escriptprio 'de AntQnio Luiz
Oliveira Aaeveao A C.
--HJ!.lt.<
AVISOS DIVERSOS
a )'ii ii, >i ivi i i <-------------------
ej*pnd*r-se com o Sr. t>sb dos Santos Ne-
vas, o' rya do Crespo, n. 19. _______
fHtpara prio nara lo^ s*ivifo : ama da Gadfia do Re-
cii**, 52, fciretfu_aiKUr..__________________
* 0C9>gio dos orph*)s tem preciso de dous
; a$ma*s natoraes Ax {uva, Unte* nae ha ponco
i ebeftaram, e assn a^junijes quti te joigarem desoc-
cupadosji.ua o servic. do rm-smn, dirija-36 ao
mefvo ^l^gio,,f ua da Gloria, a Miar com o di-
reif.
Ckupos de maralha branca
,D(a,praca.,da ^ndenead.wipj^fl. %i e 26.
de
IastitaU ArchetlQgico e Gewgraphieo;
Pro;iml)icauo
Haver sesjSo ordinaria qinta-feira ,^8;
do corrente, as 11 horas da manha
Ordem do dia.
Trabalhos e pareceres de eommissoas.
Secretaria do Instituto, 2S de junbo de
1866.
J. Soares de Azevedo,
&t etar .per petuo.
f
YERDABEIBO LE ROT
de WN04WT, Docteur-Mdecin
RtW para o
orgiauua
Dava sabir iivwelerHreJaaajrte
rente
Tasso
paraba ppuca carga qu
IrmSos.
C'ear
no dia 23 do cor-
falta I rata-se com
fik) de Janeiro
G ferlgne nacmosl Trovador, que ji tem afuma
carga'pr impla.para o Rio de Janeiro, deve etguir
com .aqusUa brf vjdade qoe. /or possivel; os que
nelle quizerem carregar, queiram enteoder-w com
os consignatarios Marqnes, Barros & C, largo do
Corpo Santo n. 6, egundo andar, ou com o res:
pectivo capillo na praca.
i j-
ParaoJPar
secretaria do.governo
junho de 1866.
O secretarioDr. Franeism 4t Paula-Salles.
Registrada a foina-doaivfo 'f* de leis provio-
ciaas.
Secretaria .O4o,governo de Perpamljaoo, 5 de
junho de 1866.
O escripturario da 4* secgo-?= Thcodoro Jos la-
vares.
Conforme.Antonio Leite de Plnho.
Conforme. prlmeiro escripturario safaiodo
di! secretario.Marcomiro Paocracio Perelta dos
Santos.
Cumpra-se e registre-se. Mesado consulado pro-
viBcial 23 de jonho de 1866.Carneiro.________
O administrador da recebedom de rendas
internas ^erae^ declara qne no corrente mez de
junto que os devedores da decima das corporagSe
prle.nde seguir nesj* oito das o patacho portu-
nesla gU"Z S. Jorge de Aveiro, o qu.al tem.p.r.omplo -Maa
aaftpe ate/fumarias, casas de movis .e roU'
pa'fajartasidas era paii estrageeifO .devem ,paar,
yfs deflaadaSfO" stmejire.ao-n*teicio corren le
a,o^e,lSatoWirido mez, alo'aligados a mija,
d* t W
Reeadena de-Perntmbuco le jnaho de 1866.
Manoel Carneirqfer4aab3cerda.
cao tomada em sesso de 14 de jonho manda taier
publico qui os predios abalxo declaradas vio de
usa a praca com algumas condicedes qae sern
aposentadas no aeto da arrernatago.
Estahelecimeatos A cari4ade
Ra Nova.
Sobrado de 1 andar a. 46 par t cu-
to dos productos, e fazer valer .o.djreito.4a.
cada ara d-js expositores desta provincia.
Por esta forma a commisslo julga ter re-
1 movido mais om dos embarazos, com qne
porventura yenha a lutar na acquisicSo .de
productos destinados exposicSo de 15 de
lare 48 publico. ... i:000#000, ,
Roa da iloeda. a8s.ro* .
S. 64 particular e 37 pblico sobrado Anda urna vez ppella a commissao.para
do de 3 .andares.........480000 os dignos Pernambucanos, pedindo-lhes com
Secretaria da ^Santa.Gasa da Misericordia do instancia que promovam com esforco a re-
Recfe u dejpnho *gt6 .merno messa de productos destinados a flgurarem
Pedro R.)drigaesdesonza. 'aquella festa industrial. <>nde se empe-
Saata Casa de Misericordia do Reeife.' nham os^ bros da provincia.
A U\m.' jnnta administrativa da Sania Casa de
Misericordia d3 Recite manda fazer pnblico, que
au> dia 1 de jullio prximo vindouro serao recebl-
dos oa collegiodos erphaos os menores constantes
da relaco infra ; os prelendentes on inleressados
deverao no -dia cima indicada apresenta-los
n'aqiielle estabelecimento ao respectivo director.
AuiouioTotellado de Antonio Ferreira dos
Santos.
JooFilbo de Josepha Mafia Pereira de Alcn-
tara.
loa juinaFilho de Umbelina Joaquina da Costa
Helio.
Lia rindo Filbo de Gerlrudes Lourenga
Araojo.
FraociscoFilbo de Hermelinda Candida Rezer-
ra do Ama ral.
Jjii-Fiinode Mara Francisca Soares Brando.
Jss-Filho de Francisca Silviaa de Pinbo.
Agosn'aho Filhodi Mara Joaqnina Pinheiro.
i oso -Filho de Apea da Purificacio Araojo.
HiBuslFilho de Isabel Mara de Barros Cam-
pelio.
DelfiooFilho de Francisca Mara de Maraes.
AntonioFilho de dita.
Joaquim Fiabo dje Maria da Gloria Silveira.
Ant.iBtoF*I0 je dita.
JosNeto de Josepha Joaquina de Sonta- ,
Aatonio Meto de dita.
,Manorl-Filbo de Francisca Mara do Carmo.
JosFilho da Carolina do .Naclmepto Min-
dalio.
JooFilode Jostiaia Maria do Espirito Santo.
Gyrio-ASibado do padre Primo Feliciano Ta-
cares.
RedroABlhado do bacbarei Manoai Siqueira
Cavalcanti.
AusirieiiauoFilbo de Candida Cootlnbo Ponce
de Len.
Pedro Totellado de Francisco de Paula Min-
dello.
Si^eretaria da Sania Casa de Misericordia do
fleo i e 2? de junho de 1866.
O escrvo Interino,
Pedro Rodrigues de Soua.
J&^osifS dos pralnctas agricolas, iadaslxiaes dea
ara 'artes n PeraauBBM.
A commisslo directora da eiposico des-
ta provincia resolveu, qae por meio de repe-ij
tidos amunowa sejpablicasse o aeguinte:
A.* Que mauguracibo da exposicSo fui
Ifaasferda para o dia 13 de agosto prximo;
* Que a recepcSo dos prodocipa ,ea9V
aados e*poai$e j>rijjcijar jjo dia > #
jttftwprosimo;
3. ftMeadaaora que hoaver oa rempav
8a dasiprodoetaseraBocfaasuiflaais con-
venianie coUoealo, cenfonae a respectiva
importancia;
4:" ^e fiodo toaes airopadaiqte as
vesperal ido dia da abertura daexpasico,
nem se .pdp .caledar-p es^tjco qye a$es re-
quera e sedefor apro^pax, aow fazer
Sala da commisso, 9 de maio de 1866.
Secretario,
Manoel Buarque de Macedo
Exposico agrcola e iuuslral da
Parahyba.
Devendo ter logar no da 5 de agosto prximo,
na capital da Parabyba, a exposico agrcola e in-
dustrial, o abaixo assignado, encarregado pela
comraisse directora de promover a acquisico de
objectos d'arte, ou artigas de industria dos para-
I bybanos aqni residentes, declara e pede pelo pre-
de I sent aquellas que dtsejarem concorrer para ma-or
brilhaolismo da referida exoosigo, qne tenbam A
boodade da dirigir-se a roa do imperador n. 73 9'
andar, das 7 as 9 boras da manha, e das 4 da
tarte as 8 horas da noite, onde o abaixo assignado,
nao somente dar' as informacde* pj-eelsa&aDbne o
traospojte dos objectos qu se d*t*nretR a refe-
rida exposico (eujas reanetaaadeverao ser hitas
al o dia di de julho prximo), como tambera for-
necera' a materia prima aquellas seohores exposi-
lares cajas eircumslancias aatira o axigirem.
lita Recite, poderao igualmeme eotaad o Ilim- *r. Antonio ia da dilva BrasH, na roa da
Madre Daos n- 23.
Pernambneo, 22 de maio de 1866.
.______Jnatino Jos da Sooia Campos.
Expsito dos prodiacis agrl-
de Pd/nambuco, 5 de de seu carregameoto : para Q resto qne "Ihe.lalla,
trata-se com os saosoeasignataris Antonio Luiz
deOliveira.^AaavedOjli i, no san asorptorio ra
da Cruz i. I.
"laifle %/Miguel
Sjhe cjru niuita brevijitla & escuna portpgueza
EMA,-para p'assag'eiros trata si com Joo do Reg
Lim,- a'ra do. Apollo n. 4.
Seguir' t,om brevidade. a hem cqnlieeida e mu
veleira purea CfnH(f'iii,j)or jer parte.o*) seuwtrre-
gamento engajado: para quaes olTrece excelli:ntes Ci>mraodos, trata-sa.com
Cunba Irmos A C, a' ra da Madre de Dos n. 3,
eu com o captaj a bordo.
Para o ^ear Mranho sahe a escuna
"denotaotta, do imposto de 20 0|0 ^bre lo jas e GeBrgym ;^(R'atafisam Tasso Irmos
mais eslaMeeimeotos commerciaes, do ,aposlo 1__a *a....ikic/ih -j.is
A trjrea oacional R'AIO, c'apo A. M C>^il-
va, a seguf-eeai .rvMi3 um reslo de canga arale,-oara o que trata-seno
escriptor*) AmsninJrmaes rna da Cruz n. 3.
.IM I^JI.l I" "'J I 111. "-.II.------TW]--------------------
f^avao ao de Janeiro.
Pretende scgnjr nestes 8 dias a barea portugue-
za Henriqtietiji hliam-lhe apenas OJ saceos de as-
sncar, irata-se uotc oa saus, .ooBsignatinos Antonio
Luiz de Qliveiratzeveq.jfrC.fio seu escriptorio
rpa-daC/tt n. 1.
/Para Lisboa
a barca portugueza Marianwi I, de primeira slas-
se, nruteuda f ahir ao dia 10 de julho por lera
ouiar parto-ida carga prompta; pana resto e ps-
sageiros trato se-cora os consigoivuis Thomaz de
AqnlnOjFooseca & C, ra do Vigario n. 19, on
com o capitao oa praja. _
"" .l"'."_.;

as 10 horas em.poiito em k&aie a Associa-
C5ot omiaeroial.
Do casco masiros reaes e.mais objectos dabar-
caaaerapal REAL P0OR0,telfual se aclia Her-
rada no tih- do taiL>.
As 41 iiorae no armazem alfandegado do
bar2o d)-Livramento,cesde Apo'lo.
Da? Qjiiiaros, velas, pipis, qabus, correles.
Pela subdelegada do Peres foi mandado re-
eejher easa de deieoeao o pjeto Antonio, de na-
co Costa, qne diz perteneer ao padre Pedro, do
Brejo d \ Madre de Dos, e que fura escravo de
Jos Valentim, do engenho Para, e fugira de um
sitio em Santo: Aonrp, iperaneente a Se/erano :
quem fpr seu dao, fiompareea, ijuo,pruv;jido seu
dominio, Ihe ser entregue.
Subdelegada do ierres 25 de junho de 1866.
________.Alexandriap Martinsl/urrote liirros
MOTO fitJUl
Rflacio (lascarlas seguras islnUs na aduiinis-
Ifajo'da.wrraio 4e^aivid^,f^5aa,s3en!iorfs
abaiio. declaradas: *
Ignacio Nery da Fonseca
aciotho Forrado de Meodop^a Paes Lima.
OuO Ferreira da Silva.
Jos Antonio Bitannnnrt.
Dr. Manoel Buarque -de Mac-ado.
Andr Alves de Frpitas.
D. Qarolina-Llns Meira de Vasconc,alk)}.
Joaquno Redro 'Brrelo do Reg.
Df-^dagaBa3Jaimeina. ___ _________
tSrreio Geral
Pela admins|r.acaQ do carrejo :ijes|a eidade sfi, caderoaas, ljiaromalfo', I cli//momiiro. pbardes,
faz publico que em virtude da convengan postal, encaradp.'l boto, iiHncba c pertences da
celebrada pelee ^overoos brasileiro e (rajeez. se-J referida barca-
rao expedidas malas para Europa no dia 30 do O agente Pinto Cara' ieii.n 4 >reqae/imento de
corrente pelo vapor franoaa Quyane. Manoel Ignacio Ferralra^capita da barca nacional
As cartas serao .recetadas at i horas antes da REAL PCDRO e par mandado do Illm. Sr. Dr. juta
que for marcada para a.sahida do vapor, e os jor- espectaldr/emmeTcio,Tom lieenga do Sr. inspec-
oaes al Olreras antes. |*er"da irindega,em presenca de um empregado
An^unistraaaodO'BOpreio.da Pernambuccifi de"dafBesraa-r^paTHc3oi>ara oflm nomeado e por
jonbo de 1866- ?anta'e-risc de qtwaa .p.dftencer, -do -casco, mas-
. O adafaistrador "jiros,>velas,ca1)os,'correotes, botes,? mais perten-
_________Domingos dos Passos Miranda, i ees da refer la baro.aocirada neste porlo, onde
2TS7ZTZ------ folpalmante'(wraKsoioaifc por faavegavel, no dia
jm p &1' |! Iwras e tugares cima aMocte-aados.
La4> 11-JA'\S> :v 'o .>r'" -, "" 'y......
Pela administracao do crrelo desta cidade, se
faz fabuco para fios convenientes, que em viriuaV
do disposto no art. 138 do regolamento geral dos:
eorreos de 21 de dezembro de 1849, e art. 9 do !
decreto n. 185 de 15 de malo de 1855, se procede- O agenta Pestaa legulmenie aotofisado vender
ra' o consaaw das cartas existentes na administra-i era lllo por eonti de qiwm prtencer os predios
caojiertefteeHi ao maaafejioho do aono passado, segrales :
no dia 4 de jlno prximo, as 11 horas da manha,! Urna csa terrea,na,ra do Caldeireiro n. 78,
na porto do mesrao correio, e a respectiva lista se (foreiro a cmara d* indi, paga 260 rs., rende
acba desde ja expostd aos inleressados. por aone iHit.
Administragao do correio de Pernambuco .22.de. .lima *is*.w/re* iwiruilo Marisco n. 12, rende
jinuo dje.i866. annnatiflto 1804.
Domingas das .Passos Miranda. DJasjiasis.torreasjjs Jlt.e 13 jjo Corred-ar do
Administrador. Bispo rnen^s u,ma Jtar.'a.dfi io^JS, rendem por an-
no ssojL
Bato presenta ,p convidados ,os inores ere- SI^^V^U^^^" ^^ '
dores da majsa dp ausento snbdjto portgigaez Fran- ..Djuwtta'jia'casajL 31.da ma da Asiurnpcao
cisiio Marqq.es da Qo.s.ta, a' aJWWept.arem suas con- Tep^0 7*40masaas.
tasdepfro dp pra.so de 5 f\s, ,no consolado de; ufadas iwtas-casa:, e partes se aunara claranj^oto
AGS 0:000^100
..ftrte-aHcarftjr* ,3;4e J9U1'.
-Viiaco-si3 wnuVrja especliva tliesou-
rana^..ra dj,'qFaspo ri. 43, as bilhe-
tes, meios e quintos di 7a parte ia 5a lo-
erlia;a.bensl?ctp(,da,gaotai..taa de Miseri-
cordia {70.a), sendo a. extrajo no lugar e
hora do costume.
Os premios de 6,"OOasJOpO at lO^OOi
8er3o pagos uma'fcora depois da extraccSo i
at as 3 horas .datarde, e qs outros depois i
^da distrinuifSedas-ltslas.
Ae encommeadas serio -gaardadas so-
mente at a noite da vesper da extraccjQ.
O thesoureiro.
AatOTi Jos Rodrigues .da#oua.
Abel Maria da^Rucha, sufiJi) poraojuez,.re-
tira-se para o Rara.
' Manoel Rubilo d'AJmeida retirase para
Portugal.
JanflajrnanoBaker,'snbdilo hojlanc"e', va
para paya faa 4? imperio.__________________
Mnoel APdf Botaltw e su roilia relira ra-
se para Europa.
Flix Levrro, subdito italiano, vai a Eu-
ropa.
Albino do Sjuza Barbo.-a rera-se para Eu
ropa._________________________._________
-r- Maria Rrcicda de Jess, aubdita-portugueza,
relira-se para Europa.
r'm.eaila.Rirmfci, li, tn que leva o meu tinelf, um rotulo iuipresso em aiua-
rrllo com o Sillo Iui'kiai, do cotirmo fkancej.
.V. /. l-.emetlendo-se urna Itttra de 500 irancoi
"live l'ari, trit:iyrl 0 da* it rlsta, au maiiiro,
ZM-k 1)0 aL>ajliiirnto t cl-> iiuiur deuonto.
l >--. ; i > principal
lo ir;iiwM.) Le Roy
en .Laza do neW
unic.i agente pelo
Brasil a aai.Airra-
>|i> f bx: de La-
cerda ni Baha e
nw rineipaei phir-
maMutaw.
BBBBaa(Baai
flMMfORTO
akw.ficOOOQOO.

' 51Uo aa-iuthlos
A' RA DOCRBSJO .'23 E CASAS D(0 OOSTSff
O abaixo assignado venden nos sens muitooii
ws bbetes garantidos da lotera ye se acatei
J-i ex-rahir, a beneficio das familias dos volunta-
rios da patria, os seguintes premios :
N. 3827 um meio com a -sorta de 6:000.
X. 339o um meio com a sorie da 1:200V
K 10i6 tres tnjatoa com a sorte de-200^.
E outras rauitas sones de li>, W, = 20i
Ospossuldores poderu vir recober seus reapec
tivos premios sernos descontos das l-tis na.ca.-s
da Fortuna rna do Crespos. 23.
Achara-se a venda os da 18" pane da lotera
i69'j benscio das (amilias dos voluntarios da
que se extranua* x^r^-t^r. ac a.i enr.
patria
rente.
FERRO QUEVENNE
A ppr ora do pela neodimio it Medid**,
vctorisado por circular erptcial do Mmtro.
O PERRO Qi eve.we te usa em todos aa ta-
tos para ts ques os ferreos slo preseriptos; nao
tu oa denles ficarem aretes; he a preparaeio a
mais activa, a mais agradarel e a mais econ-
mica ; muitas vetes um frasco b suficiente para
curar urna chlorosis.
A experiencia me provou que nenhuma pre-
paraeio frrea h supportada mais fcilmente
^ue o ferro UCVENNE, em obssrrando as
limites de doses aiuito reguladas.
Bouchardat, Annuario da iherapeutica, 1863.
O Fiaao Qoituhi vende-se em frascos do
O -^10. CENTlf. ^al^^ ? *?
Medid, i. d.le. oeansaaai, a
aatyeta a*"*1 *m Je aagatai twuftli,
14, rae das Beaux-Arts, en Parii, e em todas as
boticas. Eiigir-o Sinttt Qutente e a atarea
ietiMct aiaia.
PREGO.
Bhete.- .... 60v
Meios......3*J0
Quintos.......IJiaOO
fara ir paissoas qne oniprareni para cima.
JJilbeieE. ... SiSo-OO
Meios. ...... 750
Quidtos.....flOO
Manobl MartinsFicza.
d*
Pelp giWJte pestaa.
ttOafE.
CHmsnr^do A Pnrimsl
ATTENCAO.
Um rapaz de boa conducta se. otfarece para cria-
-do : qaetn precisar dirjase a rna do Brunj> '%'
andar o. 74.
Prectsa-se de um rapaz brasireire, dd boa
conducta, que sajba Jar, .escrefer e contar, de 16
a 18 anaos-d idaito^ iruu- ou.raeo, para caneiro
de balean : na pidaria da ra das Cinco Pontts
numero 40.
jih< ii| i i. ii
Adverte-se que nragueal BOfipre a Jaiumo
Machado Malheiro? Braga os efulites escra^os :
Arisdes, Lucinda e urna cria desta, d; nime Ma-
rta, por iSso que Iaina>hp*rt90carn, a aira a ama
sna irmia Qelminda itoraana de.Cerqoaia Braga ;
serve este aviso nomo de #rotosto contra quem o
ftornprar.____________________________
'Oflerecesenma malher de Idad para ama
do urna casa dehamera solteiro on viavo, para.to-
mar coma da casa, excepto comprar na ra; qnem
precis'f dirija-se ama das Crozes n.'17. Bttl*-
re-se am sitio.
Le se no Uoniteur He la Pharmad*.
Aelectriddade boje empregada per todos oa
mdicos afamados, para o tratamento de muitaa
molestias, ma amo para as que resistemas outraa
medicacoes.
a inniiak T..i .in jai, friccao tem urna
superioridade incon testa vel, e a vanlagem e nao
durbalos, e de poder ser graduada pelo doente.
A causa a mais frequente das molestias a
estagnaca do sangue ou dos oiros lquidos tI-
taes. Restablecendo se a circulaca ao otga-
nismo, curacao-se as molestias.
Quando se seale alguma dr em quelqaer
parte do corpo logo, e insti n cti vamen te, se erfrega
o lugar eudolorido com a ni a e isto al I iv ia. Iste
explica o resultado incontestavcl que deve pra-
duzir um apparelbo leclrico. Per isso temos
> prazer em anuunciar ao Publico que o Sur B uissoa
de Bivilliers residente, boulevart du Prince-
> Eugne, 18, em Pariz, dotou a medicina de am
>apparelho Zlectro Magntico, sob a forma de
. tama escora, c*m o qual osdoaates se paderao
Mararieanrelama outtamcdicacad. CBpfedicos
qae a tem experimentado, aitesiara que a
Kaoova tacTmo Maohbtica e tica para
curan aaII haiaaal i aaan, Paralyi, Ootta,
Fraqueza dos membros, e da Columna er-
tebral. debilidad* geral, Wevrajgia*, te.
i Estamos certos qne breve cada familia possuira
e*ta ecoa que prestara grandes trricos.
>Ar^idademuita5pessoas,oauWrdeeidio-5
a establecer am deposito de atoa lefrlan na
'Rio.de Janeiro, em uta 4* S* Ooui horrra,
raa aora do Ontidtr, U.
da
i Portugal, aflm de.serem conferidas.
cola e Industriaes m I emana ,
bnco
A commisso directora da exposicio des-1
ta profiocia, previne aos artistas que de-
ejareconcorrer com os sensprodoc+osa'
mesma ^xposJp, 43 guc nao {y M^ni fa-.
zer poc/atla JitfiMi ojaiej.dtfen ari-1
gir-se ao secreUrif^T
terem os auxilios hecessirios a
das nateri as prinm deMtisda*
productos.
Sala da commisso 9 de maio de 1866.
M. JltMrqt de Maoedo,
Secretario.
THEATUO
DE
; fl*', WliEZA-GOIMBRA.
a6semlarac'l o o -agente se acna prompto a dar,
qua*t)ue/ 'cafetea 16 >do corrent pela* II 'horas-da ancana,
o lro(loG>r#9'SaoofO ao Commercial
ir-p-r^v" ^* 4Jt1"il'*. 19 lili ai !! m* '
Pe 400, iarcj$,pin,bacalho.
1 caYlllojireto para sella.
tytarta~frira 27 de iuntip.
~ IV rMMa4a asslgaatara.
Qnarta representaco do grande e bem aceito
drama em 4#atViti*e- Aajcet ftwteois tradnzido
por urna hab! peana
o cansujarjo upwafiui pj- li
orralle,abaneli( pector da thasonrana de 20 do corrente qnexobria dignss assignantes em 14* recita
o otBcio do Eira. Sr. vc-ptsi(i>nl# > fafvyla tatayajtaomente em vista procurar agradar aos
de 18 tambera deste mea, traoaaltend* awaDla-da avsataaaanhores proporcionando-lhes ainda mais
iadAMffilwvoaaa*to *),vs*m,. Maa*o, mu-, wkt-ywwio4. t-r)Mi n.aHsempenbo desta
aWMrl^.am sfm*^afqH.w.|wneros,iajpATf- mm'iltomimvtotiiWfiMW* WpnuM-
os de oniraaprevine/aspara esto. da e atffrWo-gerilsMnto. ..,
Mesa dorjenenlade pfirrf
a.r
*
WSafJB.
as jorras em panto dfosfla n. i.
O agente Pratobrt relllo a requerimeno do de-
+ posiUrio-(ia massa faUrdadePeiro da Silva Reg,
p por matithrlo do Iftm. !8r. 'Dr. joiz especial do
RR. i comrnerciod 100Uarricas'CQm bcalti'io, I aaval-
fhf j^TH,' to e 3 esefavs/attoja raepCIondos, prtencentes
' i" a ^8a'ia^ massa,as-lObom am ponto do da acl-
" ma dito tro.lra^cbe,do Cunta, a ra da Moeda pu
aos
da assigpator, m ro ,
'Ei
mlefnm^nttirfo agente desde j declara
qne a renoa "dos objectos acuna declarados, come-
cari a-J0 horas em ponto, do dia terga-feira trj
do enrrerde, viOaJprijnejnb agente de efectuar
as lr)l^T0pfcrTlo|(afltiarra nacional Real Pe-
dro* e*\ conti*ja*i>-*asl 1 horas, o lellio dos
Precjsa-se de um-carroceiro ; na praca
Ba-Vista, botica do Sr. Ignacio do Como.
SOC EBAO
BELLi-HIRHO\!A
Por ordem da cemrrtrseodirectora desta socie-
dade, convido a todos os seqitoras, soetos a xeuni-
rem-eemasseorbl* geral tarcit-efra 46 do.cor-
rento.vjMa^ 6'1|*nrii9-ila'farde, afltn de sa tra-
tar de certos intoresses relativos a .raesma so-
credade.
Saladas sessoes da sociedatje Bella-Haraaalia
aos 35 do me? de juoho de 180S. i
Boaventura Rodrifnes de Amorlm
2 secratarfo. I
uma m qne salba eogofjj1r
Precisa-se
na ra do l
r n. 77.
Ama
Prectsa-se'Jej8P-a.,anja-floa jaore te yoiinbe,
ra pasa da, homra ^oJielro; .jim^ra,,*! lude-.
\imm M &M. mmm\um.
&UNA
Tonificante
sriiilot uu i:miu? uto* h anii
. tMpwiBK^tadi eaan pleao succes-w nos
iiojipUcos, a ft*ja_ triache (o caUaato
egmffct'a d* ffWttf) i ana preparacao
..ie/'pcipn.al, jr 4e.prjrada do amargo
da quina. ^oyporj:9v*'Wtleaasoiu
s mais inlol.eraoles e aos polaiLm-s os maii
.'Hcarl s pois, ocm anillo doceuem nini:n
Vi^oti, 'sondo de oma limpidex.constante.
Baiprega-e om multo |iroveiu) nos casos
degntral^ia,rljipeFv',ieTro|gavDf
| ****_ "Hilo, rcj-i, magreza.
tilJllitbu|iprpu, conraleicrn
W1a>ivraa)p,-aJJ#r)(.irophulBi
i o espeoiTico das ninle-tias fepria.
"t%, rae Vrmnt.
ma 'Nora n:i8
im.ria* til. ........ w.n.i.i.,1 i,----- .
^iPr^aatisada^fia ama. i^-iCMiadar e en- oiTir-c-se nara
aa. de tres paaseas -. *.; ru. -^.^^a'.r^X
Hospicio n. 62.
. -t^MQHa aetri-aM
iL,nirrvS ?e*ifrt
t roUpWl da WVdo^caoV*** 18 contina 'Traa n. 3SrUtVatna, qt,aiiha^
icebar asacantes, faato *aa ^p para; ~ ^SS^Sn
ta Crnt as.Jl
raici^o om ranar qne tjm
.'* litis a*'4: quem
do sen pfefirrfr, riTrlja se a ra da
ara com quera tratar.
no largo da Sao,"
06.
B*f|ll*B|aH|M|i
i'tru^
mais objeefe periencentes a dita barca.
rvet-rfr-'
tm m iftaiwJa .Oarnajro aVaoaada Jktoa, adaat- aMavriUto a^m.aaaaltonaaaejB.ot.BfftaUfcqe ora
nistrador. como*+mm*t^m*4<*< ,4>.|#Me~o ,
Copla.Remeiudi).40 8f. Jkw&ttViA0 <* >9<i*Stfo *fi sena dignos collegas-o Sr.
snlado provincial para sen. conneclrasrib.Tfife- lvteTxnm o un apparelho elctricoo .rjurcni- ___ ________
souraria provincial de PerpRrtfusaailOJe (|n|p e4a.-f|Epi snmma aos artistas era gerali Sr; Dit*I& itTtt It ril da fstlb YfcHta
1866.-Sila. Pedro Joaquim, en^aiador do drama, ao Sr. Colas ?T T^M JZ^EjlL .
Copia.3* aeceo.Palacio do governo ikPtr- e seus companheiros que tanto ralce derara. aj .'9fWWl*niSajp }NnOM^aia
Bambuco etn 13 dejittw. da 1848.-rIllm. Sr.rr cyforV>m*do*apto-ao Sr. DarnelUs, (actor Qiilit fltHM de junho. '
Transmiti a V-S-twa-aan enhecimento-a tacto- de senarto-ao 8r. Sfalter, tirando ralos de aohdt. Per alar
sa copla da lei n. 705 de 5 do: rorrete, rdtativa- saa macbna electrloa_ao Sr. Jos Atves Piaior torio i rna
yar^SKteSrDg0mMU"! '
v *L>J$I!>*.ft0>^-^ jM*T. | 4^., a-t^^aj-^ C>7,'1- andar.
Prcisa-se de uma ama daailae; na ra do
giras., n. fl,.y _____
Eugeixopana arreadar
Artaida-ce jeato cadarte da JMo Doamoso o
engenhe Hachado, de fazer assocar, am .embar-
m-P* IM** fMrWK a.*a# apiOAjasa de re-
sideaej*.? auae-%*vef*n m .riHfa>in&s di-
riiam-se a rna do Livramanto n. 19. _;
!qu|s
Per Mintiqtoo*mm9iwr4m*tB esctiiviTwr preoo^te^pai paaacaa
daCrJzn. 38. Cimbaa do Caro a. &
Amel Gibervle, mestre c-rapina-francoi, c">m
na da pra-
lolos o*
Tipia ro-
varda-
tambarn
>!> o es-
) e pres

ILEGiVEl


Mirla e PcrtMMMKO Ter*a MrcM i nbt de 1864.

PASTILHAS
VERMFUGAS
DE KEMP,
HOYA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAVE1S
Infinitamente mais efficazes do que todos
os mais remedios perigosos nauseabundo*
que existen para a expulsJo daslombrigas.
Nao causam dores e produram seu effeito,
sem precisar logo depois de purgante ne-
nhum e toiacitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que ascriancas esto
promptasa tomar mais do que marca a re-
ceta,
Uteis como um excellenle meio jie fazer
remover as obstrucces do verHre, mesmo
no caso de nao existirem verme algum, as
PASTLLHASVEMUfUGAS DE KEMPS 930 promp-
tas einfalliveis na-sua operado e por todos
os respeitos digaas deconfianca e.approva-
c3o de todgs os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman & d,
Nova York.
Deposito geral em Pernamouco ra da
Crux n.22 em casa da Caros
SEGUIOS
XIROFE
peitaral e dulcificante
DE
SAINT GEORGES
Treparado por
RUIALLT e Cu
ptarmacmlicot de S. A. L
o principe Nnpolefio
Gura rpida de las
molestias scgucntcs :
tosse, catarrhos, pleu-
resa, coqueluche, an-
ginas, fortes conslipa-
ces, irrUacdes dos
bronchas edo feito,
bronehitcpHMcaptU-
motar, astma, pneu-
mona,anginas,amyg-
iaiiUs, tofsechronica,
rouquido. Os mdicos reeommendo ao mesmo
lempo o aso das excelentes paetilhas peito-
xaes.- com o sueco d'adfaoe o laureiro-
cerejo, que se preparao oo.mesmo eslabele-
cimeato.
venda as pbarmacias de Maurer e A.
Caors.________________'______________
Casa de cemmsso de eseraves la rna do Impe-
. rador n. 45, tereeiM-.andar.
Recebemsaescravos lano do mato como da
praca paraserem vetdidos por eoramisso, afilan-
^a-se o4)om tratameoto e seguraoca para os mes
toos. O abaiso assignado nao paapa esorcos aflm
de os vender com promptidao, nesta rae.-raa casa
ba sempre-para vender escravosdembos os sexos.
Antonio Jos-V. de Souza.
iM
mURITIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, eslabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seas carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e aaobilias:
na ra do Vigario n. 4, pavimento ^terreo.
Em casa de Iteod Christiansen, ra do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de Brandenbnrg frre?, Bordeaox, encontra se ef-
ectivamente deposito pe- artigos segnintes :
St. Julieo.
St. Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Cbateaa Margaax.
Grand vin Chateau Lafitte 1858.
Chateau Lafitte.
Haat Santernes.
Chatean Santernes.
Cbatean Lataur Blanche.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualldades.
Areite doce. Precos de Bordeaax.
Caliocolioho fu id o
Contina fgido do collegio do Bom Conselho o
escravo Galdino, acabocclado, de 10 annos de ida-
de, cabellos estirados, tendo om hombro derrlado
e marcas de queiroadura na barriga ; desconfia-se
que esteja aecutado, pois tero sido visto comprando
arinba na ribeira : quem o levar ao dito collegio
na ra da Aurora n. 50, ser gratificado generosa-
mente.
ozinheiro.
Precisa-se de um coziobeiro que entenda perfei-
tameote da arle culinaria e de bons costames, nao
se faz reserva a prpeo : no hotel -Traviata, na ra
larga do Rn-ario n. 37.
Precisa-se
de urna ama para comprar e cosinhar cora perfei-
cao em casa v>Mi.m wimiu : m ITJ1 (lo f.ivra
ment n. 26,
Precisa-se de orna ama para cosinhar em
casa > rapaz solteifu : a tratar na ra da .Me Ja
n. 29.
Roupa eagoraraada,
Na ra de Apollo n. 37, loja, engomma-se rom
perfeicao a preco conimodo._______________
Arrenda-se um sitio na Torre, com ca;a de
vivenda, gran le biixa de capim, porca) de coquei-
ros dando, e outras frutteiras : a trat.r na botica
da praga da Boa-Vista n. 6.
As Pilulas Catharticas
r>E A.YER.
O purgante mais efetaz at hoje conhecido.
Estas pilulas sao puramente vg-
itaei, bo tendo na 6Ua compo-
sico nem mercurio nem outro
Ingrediente mineral; sao inno-
centes para as criancas e pessoaa
mais deHcudas, ao mesmo lempo
que, eompostas coas sao de regl-
tacs mu fortes, s bastante aetl-'
vas e eficazes para as pessoas mais
robustas.
Estas pUulas catharticas purgao c puriBcio todo systema
tmmano sem mercurio.
Nao se tem poupado trabalho nem despeza para lerar estas
pilulas a um grao de percecao tal, que nada delxa a desejar;
ao o resultado de annos de estados laboriosos e constantes.
Para aicancar tedas as rantagens que resultas de oso de catliar-
ticos, tcm-se combinado tornate aa vlrtudcm curativa* das
plantas que sao empregadas na eenfec^ao das pilulas. Sna
composico i tal que as enfermidades que eso ao alcance
de sna accao, raras vetes poden reslsti-las on evadi las.
Suas propriedades penetrantes expioro penetrio, purifleo e
dio vigor todas as partes de organismo humano; pois corrigem
a sua accio viciada e faz recuperar a sua vitalidade. Urna das
conseqoencias dstas propriedades que o doente, abatido de
dOr e debitidade physica, admira se de encontrar, to depreesa,
sua sudc e energa recuperadas por meio d' um remedio to
simples e agradavel.
As molestias que esto ao seo alcance sao.
Prizao de vaitre Rheurnatitmo, Dr 4a oabtea, A XrvraJgia,
JEnxaqueca, Indigcsto e mal do estomago, UtmorrhoUku,
FADECIMENT03 DO FIQADO,
Pebre gastro-hepatica, Gaitre, affeaflet BUiatat Lombrigat,
Eryripela, ITydrepstt, turdet, ceguira parcial, 11'aralytta.
No almaBak e Mananl de Saude do Dr. Ayer, que te publica
todos os annos para dlstribuicao gratuita, encontrase um tra-
tado sobre as diversas deeneas que esto ao alcance de
BEMEDIOS PBQANTE3.
Acba-se em todas as Botloos e Drogarias do Imperio.
O Peitoral de Cereja
DE A.YEXR,
PARA A rP.OMPTA CUBA DA
Angina, de Oonatipaesa, Toase, Bouquldio Infla-
ansa, Bronohito, Titioa primaria, Tuborouloa
pulmonarea, a todas aa molestia do
Peito, aaalm como para aliviar
os tnicos declarados.
Ai preparaceea do Da. Aun sao Tendidas as principad
drogaras e boticas do Imperio.
Vende-se em Pemambuco:
na
jPHARIYIACIE FRANCAISE
&
i oeP. MAURER &G'!^
i CASA DE HAMOS
26 Pateo do Carato 26.
Nests eslabelecimento tao.-impor-
S tante para a saude e asseio do cor-
po, acham-se montados iOrbanhei-
ros, que-so servidos com a ordem
e asseio qae para desejar-se.43ua-
tro destfts banheiros sao especial-
mente reservados para senhoras e
por isto adiam-se collocados em lu-
gar reservado, aonde s tem entra-
da as pessoas de urna mesma fami-
lia.
PREQOSDC BANHOS AVULS08,
1 banbo fri, momo ou de
chovisoo...... 500
i dito de choque .... 1)5000
1 ditodefareUo...... 1*5000
1 dito aromalisado I 000
PREgOS POR ASSIGNATURA.
30 baobos por mez fri,
momo ou de cbovisco. lOtJOOO
25 banbos com cartes pa-
ra os memos .... lO^OOO
12 ditos ditos ditos ."5000
i2 ditos ditos de choque. ,00000
i 2 ditos ditos de farelto.. 10(5000
O estabelecimento estar aberto
nos das uteis das 6 horas da ma-
nhaa as 10 da noite, nos das san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
mwa
CALCADO.
45 fua DireUa 45
A primeira cndilo inJispeosavel con-
serva$3o da saude iraier' es ps bem de-
fendidos contra os ataques da bumidade;
cacado bom e seguro o aaico preserva-
tivo dessas mil enfermidades a que est su-
jeto o Hosso^-eu. Um ohiBelo velho cal-
cado ..por um daody patuscante, ou urna
botina acalcanhada em pequeniao pe de en-
cantadora deidade alm de aecusar que-
bradeiea horripilante, prova contra as acui-
dades intellectuaes dos calcantes, e nSo ba
qoem, tendo bom senso, queira passar por
maluco, ou pobre de surrJo-: ergo, cor-
rama:
44-RUA DIRE1TAA*.
e atteadam a' barateza.
Homens.
Bortegoins barcellonezes de las-
tre e 4e poico 6i5OO0
Ditos de Bordeaox ..... 70000
Ditos parisienses da bezerro e
cordado.......-80000
Sapatoi.de lona, sola, de borra-
coa..... ; 20000
Ditos aveludados 10600
Ditos de tranca bons .''. 10600
Senhoras
BorzegDio enfeftadoss. 50000
Ditos de-teco ...... 40800
Ditos lisos ...... 40500
Sapatos de borracha 10600
Selleiros, corrieiros e segeirosl
Sola de lustre, meios grandes 200000
E um completo sortimento de calcado fa-
bricado no.paiz.______________________
Samuel Fower Johnstoii Gompftehia
Ruada >enzalaNova n. 4.
AGENCIA DA
Fundido de Low Hoer.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coade e batido para enge-
nho,
Arreios d carro para um e dous cavallos.
Relogios de onro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
A NACIONAL A
CoHjpanhia. geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
FUNDIDOR E TORNEIRO
JHETAE9
Ra da Matriz da Roa Vista d. 3G.
Vende-se um torno obra prima e todo no-
vo proprio para tornear metaes e madeira
tendo dito lomo cioco qualidades de rosca
Companhia fidelidade de seguros
| martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
i Antonio Loii de Oliveira Atevedo k C,
\ .competentemente autorisados pela direc-
; loria da companhia de segaros Pidelida-
de, tomam segaros de navios, mercado-
rias e predios no sea escriptorio ras da
Crui n. 1. *
Fogo fogo
Na roa do Crespo d. 18, segando andar, pre-
cisare de ama ama de leite.
Na ra da Uoio d. 40" precisa-se de urna
boa engommadeira__________________
XAROPE
DHYPOPHOSPHITO DE CAL
de GRIMAULT e O
Pharmaceuticos de S. A. I. o Principe Napoleao
em Paris.
Desde muitos sceulos os mdicos e os chimicos
tinh5o. procurado um medicamento que podesse .
curar as molestias de pcito; todas as peonas
feitas ath hoje nao tinhao tido nenhum resultado.
PArcra o tralmlhos aup fnrao communicados
ltimamente Academia de Medicina de Paris, c
as mais serias experiencias feitas no hospital
Bromp'.on de Londres, que 6 especialmente reser-
vad* para o iratamento da Ubica, provaro que
essa terrivel molestia, quando ella nao estivi
anda no seu ultimo grao, linha ao Xurope 'l'Hy-
pophosphito de Cal, um_ especifico vn.\rva*o- i.
Woorsi-trctroxtrs, ciranlius, bronchitis, grippa c
coqueluche, cedem tambem ra|iidamente ao uso
d'este Xarope, c os asthmalicos achao n'elle um
elemento certo para curarem-se.
Rccommenda-sc aos doenles de fazerem uso ao
mesmo lempo das deliciosas pasiilhas peiloraes
ao sueco de alface e de louro cereja, dos Sr" Gri-
uatjlt B C". Esta excellente preparacose compoe
de duas substancias as mais calmantes e ao
mesmo tempo as mais inoffensivas da materia
medica, e nao contem opio.
Valdivino da plvora com fabrica de fogo artifi-
cial na ilba do Haroim, se acha com purco de
fogos do ar de Ia sorte postes as flexas, a espe-
ra de festejar os das qae liver noticias de qualqaer
triampho das nos.-as armasdenlrodoHomait; todo
aqoelle qae tlver a mesma satisfacao dirija-se ao
armazem de sal da roa Imperial n. 221 poacoalm
da fabriea de sabo.
w&mwmwmwmwm mm
g DEPOSITO DE CALCADO g
81 FABRICADO NA CASA DE DETENCO R
|^ Rna Aova n. I. &
t Ahi se en'contrarao obras de di- au
p?. versas qualidades, e por preco mui l
% diminutos, a retalho e em porc5es. Wi
H S se vende a dinheiro.
RA NOVA N
. t
Quera precisar de ama ama para casa de
pooca familia para o servico interior dirija-se a
ra do Apollo n. 37, loja, qae encontrara' com
quem tratar.________ ______ ..
Obras do Dr. Chernoviz
Formulario ou guia medica
que contm a descripcao de todos os medicamen
tos, com 194 figuras no texto; stimaedicao, 1865,
1 vol. encadernado de 838 paginas. Prego 65
Diccionario de medicina popular
qae corrtm, n'ama liogaagem vulgar e clara, os
signaes, cansas e tratamento das molestias; os
soccorrosque se devem prestar nos accidentes
graves e sbitos, como aos afogados, asphyxjados,
iarmacia< nrpr x, assombrados de raio, as pessoas mordidas por co-
ueposuo nasp^armacias^aer*. Mdurer&ibrasvenenosas 0Q c5eg dimMdog. as p]antas
atis e venenosas, indgenas do Brasil e exticas ;
a preparaco dos remedios caseiros, etc.: terceira
edicao, 1862, 3 vols., encadernados. com 231 liga-
ras no texto. Pr Historia natural recreativa
para os meninps e meninas de 7 a lo annos, on
conversaco de om pal com seas Qlbos acerca de
mullos animaes e vegetaes, 1 vol. elegantemente
eacadernado, de 176 paginas, com 154 (garas no
texto, 1862. Preco 4.
Modo de conheeer a idade do eavallo
do barro,das bestas muars, do boi, do cameiro e
do porco. Brochura de 32 paginas, com 52 figo-
ATORISDA PELO REAL DECRETO DE 21 DEflEZEMRRO DE 1859
Ca faitea em dinheiro, depositado nos cofres de estado, garante a boa ad-
inistraeo da companhia.
RANQUEIROS DA-OMPANHIA DmECCO GERAL
naneo de Hespanha Madrid: Ra do Prado n. I
Bsta companhia liga pelo systm* matao todas as combinacSes de sopertivencia dos segu-
o sobre a-vida. ."
Nella pode se lazer a sabscripcao de maneira qae em nenhum caso mesmo por morte ao
pirado se.perca o capital nem os jaros correspondentes a estes. rin.
Sao tao suprehendentes os resaltados que prodazem as sociedades da ndole deA NAUU-
NAL,qae alada mesmo dimlnuindo ama terca parte do'mteresse prodozido em recentes liquida-
oeseeomuLaaado-ocora. a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia (Jiffereotes para fazer parafusos com a pon-
a seo oateBlo8 e Hqnida^Ses, em separados de idade de 3 al9 annos, ama imposico annua. ta e a espera affec5o do T, vende-se igual-
menie um rewolver feito nesta praca por
um dos mais peritos artistas: para ver e
tratar dirija-se ra na matriz da Roa-Vis-
ta casa n. 36.
lanaciaiiaiiac MMmtummXWL Tf'fjffia'f-r
mmmmm IIRUDan
mt O Dr. Miguel Joaquim de Castro Mas-
8R carenhas modoa a sua residencia da roa
do Sol para a da Imperatr'z n. 88, entra-
da peht roa do Hospicio, onde continua
>a< no exerclcio d9 sna proflsso. O mesmo
01 Dr-. loe se tem dado cora solicitude ao
estudo e pratica das molestias de tero e
5 de meninos, d consulta gratis aos pobres
{ das 9 horas as 10 da manha.
W0# pr-edu em effectivo metlico:
No fim de 5 annos....... 1:119*300
> de 10 ....... 3:942*600
> de 15........ 11:208*200
de 20 .......30:256*000
de 25 .......80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospecta e mais informaedes serlo prestadas pelo sub-director nesta provincia.
im Fio de Oliveira, roa da Cadela n. -31, on Boa-Vista ra da Imperatrix n. 12, estabele
ment dos Srs. Ray mundo, Carlos.Leite & Irma o. v
TINTURARA
AO GRANDE 8- MAURICIO
PROCElOS APEHFEI^OAISOS
PARA *
fingir, I Impar e lustrar a vapor.
F.A
29 Ra 7 de setembro 29
Defronte da rna nava do Oovidor (Rio de Janeiro)
Os propietarios deste eslabelecimento, o primeiro no seu genero no Brasil, por
irabalhar com as machinas mais aperfeigoadas para Ungir e lustrar, de que se faz uso na
Europa, e ajodados por alguns dos melhores officiaes de Paris e Lyao, podem assegu-
rar seus freguezes urna perfeivSo no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai r perfeicSo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, liram nodoas e limpam secco sem molbar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.

Precisa se alagar ama escrava qae tenha
boa conducta e sem vicio, qae seja boa engom
madeira: na ra das Craiesn. 36, primeiro an-
da r^paga-sebomordenado^_________________
Ama para casa
Precisa-se de nma ama para lavar, engommar c
coser para duas pessoas : a tratar na ra de A-
pollo n. 9.
Aluga oe a parte de urna casa : Ta
j ra das Agnas Verdes n- 92.
Saques
Sobre o Porto e Lisboa: a tratar core
j Carvalho de Nogueira na ra do Apollo nu-
mero 20.

LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
N. 5 Ra do Qoeiinado n, 5.
11
C. eA. Caors, em Pernambnco.
Arrenda se um sitio no lugar da Piran-
ga, com trras de plantar epaslo, e varias
arvores de fructo; na i ua do Imperador es-
criptt rio: n. 12.________ ____
Precisa-se fallar com o Sr. Antonio de Al-
melda Oliveira : na ra da Crur n. 23, primeiro
andar.
VIVA 0 fROtiS ESSO
. j i ao porco. Drocnura oe z pag
Ao systema mtrico decimal ras no texto, tm preco i*.
Vendem-se a ra do Crespo n. 9
'__________LIVRARIA FRAXCEZA._________
Trocam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes com descont razoavel : na praca da
ndependencia n. 22.
AHTISTAS.
Ja nfoguem Ignora qae o governo imperial adop-
tou est systema de pesos e medidas e at ja as
repartieres militares por um aviso do ministerio
da agricultura, c> mmercio e obras' publicas nao
compram se nao por taes pesos e medidas. O go-
verno deu nm praio aos particulares para lerera
tempo de se instru rem, mas brevemente se acaba
e enio todos sero obrigados a regnlarera-se por
estes pesos e medidas o que julgamos ser de milita
utilidade por ser esta medida tirada da circumfe-
rencia do globo e por Consegninte a nica, certa e
mais exacta, finalmente a dnvida eslava em nao
baver taes pesos e medidas, porra esse mal Ja'
esta' sanado, ja' temos pesos e medidas tanto para
secco cemo para liquido, asslm como pesos de fer-
ro de 50 kilograramas at 1|2 becto-gramma, de
lati de 500 grammas at um gramma, para sec-
eos desde 1|2 hecto-litre al decilitro, para liquido
medidas de estaobo desde om tra al o decilitro,
assim como medidas de madeira para as lejas e
medidas de extenco (treioas), de 20 a 50 metros:
o nico deposito destes pesos e medidas na roa
Nc-va o. 38, acude se vendem desde ja e se rece-
bem encommendas para dentro ou Tora da pro-
vincia.
-' mw
Joo Baptista Gomes Penoa tendo disposto de
sea eslabelecimento de molbados na roa do Impe-
rador, mofeo seo escriptorio fe commifsdes e it^m7m dTstaTlacTo de"a'homa^uriaV
consignaces para a casa da rna do Crespo ^18, | 6atAe> a directora provisoria tem a honra de o
eommonicar a todos os Srs. socios, a quem coovi
.\a roa Nova n. 38 precisa-se de officiaes de ia-
toeiro e caldeireiro, qae sejam peritos. _
Amerlco Ferreira da Silva, nao lendo effee-
laado o arreodamento do armazem n. 48 da praca
do commarcio, para o fim mencionado em seo au-
nando de II, 15 e 16 do corrate, declara este de
nenhum efleito em guamo a sna 1* parte.
Monte-Pio Portuguez.
A directora provisoria faz publico para coohe-
cimento dos Srs. associados e de quem mais inte-
ressar possa, qae a contarJdo 1 de julho vindon-
ro, Bcarao em vigor os estatutos desta sociedade
beneficente.
Secrf-tana do Monte-Pio Portognez em Pernam-
bnco, 22 de juubo de 1866.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaquim Geraldo de Bastos,
2 secretario. __ ^
Monte-Pio Portuguez,
Tendo de celebrar-se no 1 de jalho prximo a
primeiro andar, ende poderi ser encontrado das 9
boras do da as 3 da tarde.
Precisare alogar om escravo e ama escrata
qae sejam Bel ; a tratar na rna do Rangef n. 2.
Feitor.
Precisa-se de om feitor casado : a tratar na rna
da Croa a. i.________________
Precisa-se de nm preto qae qaeira andar
com nm laboleiro de fazeodas na cidade de Olinda
e seos arrabaldes, nao excedendo o peso mais de
tres arrobas diarlos: a tratar no Passeio Pnblico
n. 12._____________________
M. C Gomes do Reg, cldado brasileiro, e
seo sobrinho Ladislao Gomes do Reg, vao a Ea-
ropa. _____________
Recebemse para caixeiros de ama loja dous
meninos naciones qae tenbam boa conduela : na
roa Nova n. 7.
Precisase de ama pessoa que qaeira botar
sentido a om sitio oa Capung, sito mirgem do! com asseio,
rio : dirfja-se a roa da Imperatriz o. 62. Angosta n.B, loja
da para asslstlrem aquella acto oo Gabinete Porto
gnez de I.eitura pelas 11 hora- da manha do
mencionado dia.
Secretaria do Monte-Pio Portuguez em Pernaa
buco, 22 de unho de 1866.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaqolm Gerardo de Bastos,
^____ __ *" 8ecretrio.
Atenco.
No deposito de vldros fe roa da Imperatrix o.
19 cuneartt-se toda,a qqalidade de vidros, cryg-
taes, porcelana, louca, alabastro e pedras precio-
sas, garaotlddo-se o solidez dos concert?, e i prom-
pta-sa eom brtrtdafe tfei||oey certo.
Eagi
promptaaoe
me
preess raioateis
na roa
Monteiro& Guimares, part'cipara a todos os seus amigos e freguezes, que recebem
de conta propria por todos (s vapores da Europa, grande e variadissimo sortiaento de
objectos de ata novidade, e bem assim adornos f roprios para casamento s, pois questus
correspondentes dft Hamburgo, Paria e Londrae, na catlba de taes merraderias ttm
merecido approvac5o das encantadorss Pernambucanas.
A Fragata acaba de receber pelo ultimo vapor grande variedades de sedas de todas
as cores e-qualidades, tambem recebe per lodosos vapores luvas de pellica, (do afamado
Jouvio) saias de 15a com barras colloridas de grande novidade na Europa, vestidos de
granadina bordados a agulha, e de graede ton, ditos de popelina muito chiques, ditos
de esmeraldine (gostos novos.) riqujssimcs cortinados bordados a ponto de crochet, ro-
tondas de seda, ditas de linho, ditas de algoda"o, chales de guipour de seda, e de al-
godo, pentes para cok, (de phantasia) enfeites para ditos, m;nguilos bordados e
gollinhas, camisinhas ditas, transparentes p;rajantllas cem mui lind;s paisagem, pre-
cales de apuradissim^s gostos e padroes, chapeos de palha enfeitados pelas melhores flo-
ristas de Paris, enlremeios bordados finos de diferentes larguras, riquissimos; cintos
bordados com figuras chinezas, (bordado na mesma fila) baloes de hasteas d'aco ameri-
canos, dittos de musselina, (apete para guarnicSo de salas padroes muito bellos, chapeos
de sol de seda para senhoras, ditos para hornera, enfeites imperatriz Eugenia, ditos
Mara Pia, cestinhas com todos os perlences para meninos de escolla, saias bordadas
para senhoras, gollinhas bordadas agosto novo) chitas escuras e claras, m- dapoloes, cam-
braia de cor, ditas pretas, bolsas de tapete paraviagem, ditas de vaquetas para guardar
dinheiro, e outras muitas fazendas que se vendem por menos preco que em outro qualquer
estabelecimento.
Sobretodos de duas vistas prou d'agoa.
Riquissimas fivellasde chiystal para cintos.
Meios aderecos de cbrystal (no\ idade.)
Cintos muitos ricos, etc.
Perneiras de gulhaperche para chuva.



DE
DE
J. VIGNES.
X, 55. RA DO IMPERADOR X. 55.
O* pianos desta aotiga fabrica sao hoje asss eoabecidos para qae seja necessario insistir sobre a
rna soperiorldade, vantagense garantas que orle-recera aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qae tem apparecido nesta praca ; pos-
tnJndo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos Importan-
tissimos para o clima deste paiz ; qoanto s vozes, sao melodiosas e Saudas, e por isso muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores.
Faaem-se conforme as encommendas, tanto nesU fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em caja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
* No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores autores fe Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo Vendido por
presos commedose raaoavels.
Para a laja da rna lo Crespo I?.
Padroes lindissimos e o tea prego de 750 rs. o cavado eu 1*280 rs. a vara
A Mes E\cellenlissmas antes qae se tabea.
HR. EVIAL.
Pira o tratamento e cora rpida e compteu das motestiaa sypbiliticas, erisype-
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiamma{5es chronicas do figado
e bao, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras chronicas, hydropesia?, pleuri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tenha em vista a pu-
rificacSo do systema sanguneo.
Vafeo oposito eoi Pernaaarbneo
Na botica e drogara
DE
Bartothomeo Companhia.
3I-T1UA DO ROSARIO LARGA--3*
_ S
Joo da Silva Ramos, medico
pela unfrersidade de Coimbra, d M
consultas em sua casa das 9 as j
14 horas da manha, e das 4 as I
da tarde. Visita os doentes em suas Ja?'
casas regularmente as horas para |
isso designadas, salvo os casos ur- |
gentes, que serao soccorridos eiu B
qualquer oceasiao. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos- *H
pital Pedro II, aonde encontrado j]
diariamente das 6 s 8 horas da $
maha,
Tem sua casa de sade regular- ?
mente montada para receber q nal- ^
quer doente, ainda mesmo os alie- J|
nados, para o que tem commodos *y
apropriados e nella pratica qualquer t
opperaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe. .3^000 diarios. M
Segunda dita___35300 *
Terceira dita .. 2000
Este estabelecimento j bem \
acreditado pelos bons servicos que m
I tem prestado. ^
m O propietario espera que elle S
continu a merecer a confianca de M
^que sempre tem gozado. }**
Grande hotel Traviata
O proprietarto dcsie- estaDeleciuieoto parlirip?.
ao respeitavtl publico que acaba de reformar o
seu hotel de modo a offerecer aos seus fregnezes
excellentes commodida'des, boa e asseiada comida,
delicanos vinhos e magnficos buhares per preco
comrr,odo. O servico feito com regularidad e
promptidao urna prova de que o proprietario do
hotel Traviata muito se empenha em agradar aos
seus freguezes.
E-te hotel, situado na ra do Rosario larga n.
37, no bairro de Santo Antonio sem duvida o
mais central e como tal o que proporciona mais
vantagens.
rW&*
SSst i


i PAPIS PISTADOS
Sortimento de papis pintados e
38 lindas guarni^es para forrar casas.
N v LIVRARIA FRAiNCEZA.
Hj N. 9. Ra do Crespo N. 9.
Ama
Precisa-se de duas amas urna para cosinhar e
outra para engommar : na praca da Boa-Vista se-
gundo andar, por cima da botica que Ui esquina
com a ra do Arago.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos contina a morar na ra do Impera-
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seu
gabinete de consullas medicas, logo ao
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estudo tanto das operacSes como das mo-
lestias internas, presta se a qualquer cha-
mado, quer para dentro quer para fra
da cidade.
Precisa-ss alugar um preto qoe saiba cozi
obar, para casa de pequea familia ; quem tiver
e queira alagar, dirija-se a ra da Cadea, 3" an-
dar, oa nnaocie para ser procurado.
%viso
Tendo-se vencido o ultimo pagamento da concor-
data do abaixo assignado, e nao tendo os seuhores
credores, Francisco Alves de Plnho, Francisco Lniz
de Oliveira Azevedo, Eduardo Aite tt C, Jos
Boarque Lisboa, Joo Baptista dos Santos L ibo,
Antonio Joaquim de Soaza Mximo, Haooel Car-
neiro Leal e Laz Borges de Siqaeira, se apresen-
tado a reseber a importancia qne Ibes oca, sao
convidados os mesmos senhores, oa qaem lfgal-
mente os represente, a vlrem receber o que Ihes
pertence at o dia 28 do crreme mez, pois que
aquelles que o nao flzerem at aquella data, sera
sua Importancia recolhida a deposito publico. Re-
cife 21 de junho de 1866.
_________Francisco Antonio Crrela Cirdoso.
Aluga-se ora sitio na estrada de Joio de Bar-
ros n. 1, com casa para familia, qaarlos para es-
cravo?, diversos ps de fructeiras, cacimba, baohei-
ro, e todo o sitio morado : a tratar oa roa do Pa-
laclo do Blspo o. 46, uberoa grande ria Solodade.
O Sr. Joo Paulo Perelra Dutra, chegado de
Una, sirva-se de vir a roa de Imperador n. 83 a
negocio qoe Ibe diz respeito
Na praca da Independencia o. 33, loja de
oorives, compra-ie onro, prata, e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de eocommenda, e
todo e aoaTqoer coocerto._____________"
Hanoela Mara da Concelclo, forelra de 54
palmos de trra com a frente para a roa da Fundi-
lo em Saoto Amaro das Sahnas e moradora no
mesmo terreno, esta' determinada a vender a pos-
ee eo dominio mil qae oelle tem com suas peque-
as bemfellorias. Pode portanto qaem qaizer ad-
quirir o dito aforamento, diriglr-se ao referido lu-
gar a tratar eom a anonadante que ihe mostrara' *
o seo titulo-de aforamento e concordando no pre-
co, ella mesma requema' o conseotimento de
quem competir, oo easo de renuncia do direito de
ferirr tanto por tanto.
\
I

I


B^*"MHMMM9QM4BBiHHHH



'
.',;. .y* -.'

Y
,

Diarlo de f ernambnco Terca felra Stt de limbo de 1866.
------------; i i,,.
FABRICA
NACIONAL
COMPRAS
DE
v mitos
baratissimo!
E' baratissimo!
E' baratissimo!
Neste Imprtanle estabelecimento enco'titra ores
Rodelas de borraxa
! propiias para atar massos de papis, e para ser-
virem de ligas para pnnbos, roangoilos, etc. etc.
Vendem-se na roa do Queimado loja a'agula brin-
ca o. 8.
Mui finas carias
fiancezas, cora cantos dourados, e ?em dourado.
'Ja Id ,
i uvyijij) uivvLJUii
Estabeleeimento na ra da Unio n. 11
PROPBIETARIO MANOEL LOMBOS.
No d?posito, roa do Clrmo n. 63, existe nm grande sortimento de vidros e crystae?, que se
vendem por presos mais baratas do qae em qaalqaer parte : frascos de 1 at 8 libras, cocea larga e
bocea esireita ; copos de 6 cortes, de mela oitava at raeio qoartilho ; ditos de 10 cortes, de ns. 1 e 2;
globo para lampedes de kerosene, lavrados, lapidados e foseados; ditos para ceodleiro de gaz ; lam-
peos de kerosene grandes e paqueos, lamparinas de metal; vasos para coafeitaria cora p e sem
elle, grandes e pequeos; chamios para lampedes de kerosene de todaa as dimeosdes; corapoteiras
moldadas de cortes largos, escarradelras de cores para salo, ditas de mo com aza, pequeas; vento-!
sas e bicheiros, calixes moldado?, copos lisos para agua e viobo, pratos moldados, redomas, gsrrafas
para vinho e agua, grandes e pequeas, ditas para Leroy, ditas para licores, ditas para minas, ditas
para agua de Colonia, ps para planos, brancos e de cores ; tobos para macbioas a vaper, de crystal;
S lobos com guamicao de metal amarello, mantegneiras de vidro, vidros avulsos para galheteiros lapi-
ados, vidros para lampadas de igreja, galhetas para missa, ditas para galheteiros mangas para cas-
Oaro e prata.
Km obras velhas : con ira-se na praga
dependencio n. 22, loja dt bilhetes.
Compra-se urna burra de ferro, ingle ou
; mesmo das antigs; na ra Nova n. 31.
Compra-se onro, prata e pedras prec iota
em obras velhas : na rna da Cadeia du Recife
cja de onrives no arco da Concefgao.____
Compram-sa libras sterlioas : na praga da
Independencia n. 23.
Compram-se duas soleiras de caria-
ra de Lisboa: na roa a Imperatriz n 12,
segundo andar.
VENDAS
li-i
Vende-se
_ portara explicativa da lei bypothecaria,
ticaes lisas, lvradas e lapidadas; lampedees de parede para kerosene, ditos de pendnrar; copos gra- rinr)iif.rifia em 7 d ahril pelo thesouro
diados de 1 ate 16 oncas para pharmacia, garaolindo-se a euctidio da medida ; vidros para peixes P;08 *' a\f JEJJ0
com p e sem elle, acucenas para casticaes, cbamns para lampedes de azelte, ditas de cores para lllu-
mioagoes, vipros para agua forte com rolba. Compram-se vidros e crystae? quebrados.
O deposito tiesta fabrica em Pernambuco na ra da Imperatrlz o. 19, onda existe constante-
mente cbaroios para eaodleiro a gaz de ns. 2 e 3 a 320 rs. e da o. 1 a 400 os., lamparinas completas
a 2, lampeos completos a 7* 8, escarradeiras de cores a 2*800 o par, pratos para copos d'agoa a
300 rs., copos de des cortes a 600 rs., globos lapidados e lavrados para candleiros a gaz a f#800. O
proprietario deste novo estabeiscimento convida ao respeitavel publico para que visitera o mesmo, cer-
tos de que comprarJp os artigos indispensaveis,a ama casa de familia pela soa barateza e ulilldade,
principalmente aes Srs. pharmaceuticos pela grande quantldade de frascos e vidros proprios de phar-
macia. Tambera recebe encommendas. O encarregado do proprietario Joo Luiz Encrennaz.
Compra-se
urna eserava (flie-eja boi^gura e que siba bera
(OgomoMr, nao excedendo de3 annos de idtede,i peitavel-poTblico nm variado sotliaenlo de fazen- Vedem-4 na"rua"d"u'oue*rmado7na rt'ienla"^^
e paga-se bm : no escrfplorio de Vicente Ferr.- das francezas, ioglezas esuissas.eas quaes se ven- c8m -e rua d Uue,uw*>.'>i ama br-n-
ra da Costa 4 Pilho, roa da Senzala n. 138, on em oerao por prego co'mmcdq a saber :
seu armazem junto ao arco da Coneeigao. Q^lw de renda preta a 5#S00.
Compra-se lima secretaria de'Jacaranda Vndese nm sortimento de chales de renda pre-
mogno, ou de amareis na roa Nova n. 7. ta a 3*500 e 6*, ditos de seda a 12*, 14* e 16*;
; isto na roa da Imr etatriz n. 72 de Guimares & r-
mo.
llelonds pretas a 8).
Vende-se retondas pretas pelo barato prego de
*, 8,1500 e 9*; na rua da Imperalri o. 72,.loja
de G.iimares & lrmo.
Grande pexincba a %$ o corle.
Vende-se cortes de casemlra da Chioa a 2*000,
2*800, 2*800 e 3*, ditas de brim a 1*280,1*100,
1*600, 1*800 e 2*.
E' niuito barato, larlalana de cores a 240
rs. o covado.
Vende-se nm grande sortimento da larlataoa de
cores muito proprias para vestido, fazenda mais
moderna que (era viudo ao mercado a 240 o ce-va-
do e 280, ditas mais finas a 300 e 320, laasinhas
escocesas moito modernas a 360 e 400 rs. o cova
do, ditas moito unas 460 e 500.
Cobertores de algodao a 800.
Vende-se cobertores de algodao a 860 rs. ditcs
me inores a 1*600 e 1*800, cobertas de chita a 29,
2*500 e 3.
Quem duvidar venba ver.
Cambraia de eores a 240 rs. o covado dita fina a
280 e 320 chitas Anas a 280, 300, 320, 360 e 400
rs., ditas percalas a 400 e 500.
I Est se acabando chitas a 160 rs. o-covado.
Vende-se chitas a 160, 180 e 200 rs. o covado,
- riscadinhos franceses a 240 e 280 rs. o covado, rua
da Imperatrlz n. 72, de Guimares & Irmao.
Lencos brancos a 2# e 2(5500 a duiia.
Ditos finos a 3* e 3*500, ditos de linbo a 5*000,
o*500, 6 e 7*.
Cambraia branca a 3$.
Vende-se nm grande sortimento de cambraia a
3*. 3*500, 4*. 4*500 e 5*.
Bales a 2.
Vende-se baldes de arcos a 2*. 2*500 e 3*, di-
tos americanos a 3*500 4$ e 4*500, ditos de mur-
celina a 5*, 5*500 e 6*, ditos para meninas a 4*
e 4*500; isto na rua da Impera triz n. 72, loja de
Guimares & lrmo.
a 3i$COO o corte.
a 30000 o corte.
a 3(5000 o corte.
Vende-se corles de 13a com 12 covados a 3*, di-
tos finos a 3*500 o 4*, ditos a Haria Pia a 7*500
8*. 8*500,9* e 12*. gravatas finas para hornera
a 640, 800 e 1*000, mantas muito Anas a 1*200 e
1*400; isto na rna da Imperatriz d. 72, loja de
Guimares & lrmo.
Roupa feita.
Roupa feita.
Neste importante estabelecimento encentrarlo os
& C, fregoezes um completo sortimento de rcupafeitt
nacional, 200 rs. cada exemplar: na
vraria Econmica ruado Cretpo n. 2,
CHAPAOS DO CHILE
a 1:500 e 2;000 rs.
Na pra^a da Independencia ns. 24, e 26.
Envekipfs szues
a 5X0 rs. o #nlo.
Veodem-se na rua do Queimado leja d'agoia
branca n. 6.
Apparelhos de poicelana
douraUos b i humIus.
Na rua do Queimarto lj* Vguia branca n. 8,
vendem-SB bonitos apparelhos de porcelana para
lraoco e ja Mar de b< ecas.
- Bonitos qliadros
para retrah.
Vendem-se na rua do Queimado loja d'aguia
branca n. 8.
Perfumara iogleza
A agua bracea ruado Queimado o. 8, receben
nm o'.vo sortimento de tinas pe fumarias ingleza^
de I. Gosnell & C.; sendo extractos dos agrada-
veis cheires Bonq da Rainha Vietorla, do P. Alber-
to, do imperador Napoleo, da imperatriz Eugenia,
Garlbildi, Miss Llnd, Jocb Clnb, fraoglpane, sn-
dalo, etc. etc.
Oleo fino para cabellos.
Opiat para pentes.
Agua da Colonia. .
Sabcnetes finos crerae deamendoa para barba.
PenDas d'aco ioglezas
douradas e sem a ser.
Chegou para a l(ja d'agua branca i rua do Quei-
mado n. 8, oro excellente sortimento de peonas
rival sem mmm
Rna do Queimado ir. 49, loja de
oiliidczas .
D
Jos Digotlinho
Esta queimandoas mudeas abaixo declaradas:
Frascos de oleo babosa Uno 200 a 320 rs.
Ditos dito-falco a 600 rs.
Ditos de macar perola a 200 rs.
Ditos din superior baoba a 200 rs.
Caixas con 6 frasio dPc heirc a 800 rs.
sabunetes Bos a 6l, 160, 200 e 320 rs.
Ditos de bolla snperior a 210 e 320 is.
Livros pap im' un? com eMamps a 320 rs.
Caixi. ce t2
i ;..< u> com che.io a 1*.
Frascos de oleo bafo?a muito fino a 400 rs.
Duzas dmelas sup> ikt oal-!*'e para senbora a
4*q00.
Chi-garam as agitas balo (papel) a 60 rs.
Caxas cem bonitos snidados-de chumho a ICO rs.
Ditos de agua (ara lin par denles a 500 rs.
Pedras de esertver (pequeas) a 160 e 200 rs.
Sapalos de tranca para h< neos e si-ohora a 1*500.
Pejas de fitas de loa preta para vestidos a 600 rs.
Grozas de bolSes ue madreperola finos a 480 e
640 rs.
Caixasde clcheles fraocezes a 20 rs.
Pecas de froeo de todas as edres a 200 rs.
Caixas com superiores eavelopea 600 rs.
Parts de sapatinh- s de la para criacca a 400 rs.
Dit< s de meias putas para senhora, superiores a
360 rs.
Libias de r r. gos de (Mes os tamaohos a 240 rs.
Caivetes cora Coas folhas muito finos a 320 e
50 rs.
SRneies e fan ida, superior a 100 e 10 rs.
Re.-'iria de papel de peso muito fino a 2*.
100. Ii0e320.
Vy^tn^^^^^ ItZS^rSTlli a2*2C0
m.
ou no
o me-
FABRICA VAPOR
99 RUA DO MONDEGO 99
Deposito na rna Xova n. 50 loja d relojoeiro.
Delouche donos deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico -qae sua fa-
brica est montada com as melhores machinas que existem na Europa, e que pode
fabricarfjom melhor perfeic3o possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e
puro, o que nao se pode encontrar naquelle que vem de fura, e qne se vende por preoe
baixo, visto os productos serem do paiz. Na etiqueta tem empre urna agoia.
PREQO.
Meia libra......... 400
Urna libra.......... 800
Urna arroba........19)5000
Na mesma fab ica acaba de se montar urna officina com serrara a vapor n?ra
obras de marcineim propria para erjificio, para o que encarreg -se de -faHT portas, a-
dellas, assoalhos (parqu francez cemo se usa na Europa,) e armagoes,-ludo cota-brevi-
ado e'.perfeigo. Tema-se qualquer eocommenda para fra da culada, stitregando-se
prompta a collar-se 00 lugar.
No armazem da rua do Imperador n. 3
Caes da Pedro II n. 2, tem para veoder-se
____hor gaz existente no mercado._______
Vende-se na fundico da Aurora, as melho-
res e mais perfeitas caixiuhas com Ota de medir, e
telhas de ferro galvanisado, todo por pregos ra-
zoaeeis. ____________
Farinha.
No armazem de Vicente Perreira da Costa &
Filho junto ao arco da Conceico, vndese supe-
rior farinha de mandioca ltimamente chegada,
em saceos de tres a'queires ou cinco arrobas de
peso, pelo baratissimo prego de 6* o sacco.
Panno de algodao da Babia, proprio para
saceos de assocar e roupa de escravos ; tem para
vender Antonio Luiz de Oveira Azevedo & C, no
sea escriptorio roa da Cruz o. 1.________cj ,
"Tapares.
Venderse em casa de Saonders Brothers *
no largo do Corno Santo 0. II, vapores patentes [ assim como palitot, caigas, camisas finas a 1*600,
com todos os perteoces proprios pira fazer mover' 1*800, 2* e 2*500. ditas de linbo a 3*, 3*300,4*
tres on quatro machinas para descarogar algodao. e 4*300, cortes de brim, ditos de casemira de co-
-------------iT^Ti. a* n.<..<-------------! res e pretas, seronlas de algodao a 1*600 e 1*800.
Azeitc de carrapato. ditos Je iDbo a 2*, 2*500 e 3*. 1
Vndese mais barato do qne os matulos as I5{0 na rua da Imperatriz n. 72, loja ('e
cargas em grosso e a retalho : na faLrlca da tra* 1 rnmar3 vessa do Cariota p, 2, caes do Ramos. ( _________Unimaraes e irmdOS.
Na rua da Imperatriz n. 2, vende-se'perroe- ReillfdOS do Dr. J. C. Ave*, Cl-letCj
com o! ,];iniversidadc de perfsylvania, dos
Estados-tDidos. I
COfifiHO & FRISITA^
Rua da Cruz o. ltl.
Continua a bawer diariamente um sortimento de pastis, podios, bolos ingleses,
empadas eto., etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-se tas melhores condi?6es
de poder atisfazer encommendas concernentes sua arte, em consequencia do socio
Freitas ter sido administrador chefe de algumas urna a do Sr. Joo Gooaives Guimares (confeitaria do'Leo) antiga casa de Carceller.
Todos os trabalbos sao differentes dos que se fazem em casas particulares.
Os proprietarios deste estabelecimento rio se tem poupado a despezas, nemse
poupar5o, se houver eoacorrencia como esperam; tendo conlinuaHsmente bom sorti-
mento de doces para cha; presuntos .e ditos em tiambFa, tambem se recehem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar amos em perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objectos; bao-
deijas ricamente enfeitadas sem armacao pecas de amendeas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, p5es de l enfeitados com distic9s anlogos a quaiquer fim; dilos montados,
kechs simples e enfeitados com fructas ingleza; gatheaus de la reine, ditos de le d-
chese, tortas de fructa, maesa folhada; ditas de peixe e earne; cremes e doces de ovos
de differentes especies.
Tambem tem um completo sortimento de vinhos engarrafados, como -ejam: vinho
do Porto SBperior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cberez, Bordcaux, Champagne fina, ser-
veja, licores, charapes e conservas. Parafestas: bonitas eaixinbas com ameodoas.con-
feitos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
condieionar tanto para a proveca, come para fra.
F3GCRAS
Acabara de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
baptsado, rasamaoto,annos, ditta a phantasia,..benitos enfeites para bollos e cireular pra-
tos de doces finos, tudo por procos rzoavei?..
Vende-se cores em duzia muito em coala.
AMENITO V CONFEITADA
Em arroba e libra, para o S. Jo3o; recebem-se eacommenda6 de bollos simples e
enfeitados e tambem recabem-se bollos para enfe'uar. *____________;
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^ r\ n 3 m 5s
de qualidade eitrsfina, e continua-se a vende-las a
2*300, 2*00 e 1J500 a raixa.
Tinta azul e preta
tinta rocha e preta.
Estas tintas cujas excelleoles qualidades ja' s3o
bem conhecidas e apreciadas pelos' entindedcres,
acbara-se a venda na rna do Queimado loja d'agua
branca n. 8.
Lacre fino de cores
com ebeiro e sem elle.
.Na loja d'aguo branca roa do Queimado n. 3,
vende se lacre lino mcarnado aroiLatico e sem o
ser ; dito verde, e urnas caixinhas cem ditos de
cores pelo barato prpgo de 500 rs. cada urna.
Papel inglez
em caixinhas.
Na foja d'agnia branca a' rua do Queimado o. 8.
vende-se desse superior papel inglez em caixiDhas,
Luvas de camursa
brancas e araarellas.
Vendem-se na rua do Queimado loja d'sguia
branca n. 8.
Meias prelas para padres
Vendem-se na rna do Queimado l branca n. 8.
Aspas largas e fortes
para balo.
Vendem-se na rua do Queimado loja d'aguia
branca n. 8.
negocio urna mebllia propria para gabinete, cadei-1
ras de balango americanas, ditas para criangas do
ultimo gosto.
""CBRIOLf-
Vndese oai cabrioletamericano, coberto e com
4 rodas, muito leve, e com os competentes arreios:
na offleina do Sr. Porrier defronte da S.iFranctsco.
Vinho verde
de superior qualidade, e ltimamentechegado pela
barca Claudtna : vndese em barrts e a prego
coramodo, na rua da Madre de Dos n. 34, arma-
zem de Caoba Irraos & C
Pechincha
Chitas de raulto bom pannj a 200 rs. o covado :
na rua do Livraraento n. 26.
Vendem-se naalfandga desta-eidade maonas
da guerra, a 1*000 cada um raappa.
Vende-se nm carrioho americano de 4 rodas
e 4 asseotos.lpara nm e dous cavallos, com arreios,
varal e laBca, todo arranjado de raovo : a tratar
na ro3,d Amorim n. 5L
Extracto composto de salsa-pa r-
rllha de Ayer.
Pettoral de cereja.
Remedie para sezes.
['Huas catharticas.
.0 deposito central para fs provinc;as:
Pern-mboco, Alagoas, Parahyba e Rio-
Gr; 1 dedo Notte, destes remedies tao fa-
"jiavelmente conhecidos e acohidos em
-. todas as partes da America do Sul e do
Norte, acba-se em casa de Theod Chris-
tiansen. 16 rna do Trapiche em
Pernambuco.
Os presos de
oosr J- --...... -I** v..iIK 27?) por duzia de peitoral de cereja.
27-5 por duzia de remidi para sezoes.
1$ por duzia de ptalas catharticas
se entendem dhaheiro vista, c m
q d(>sconto de 5 por cento em qoantidades
de 6a 12 duzias, e de 10 por *cento em'
31-RuaDireits-31
Vendem-se charotos de Havana a 4* cada caixa quanlidades superiores a 12 duzias.
ae 100, timbera se vende a retalho, assim como. ATT^XTi^A
fumo de Kavana em folha. Al i Jull y \J*
Grande Liquidado de Fa-
zendas
Armazem da Arara rua da Im-
peratrlz n. 56.
DE
Loarenco P. Mondes Guimares.
Chitas a Arara 160 rs. o covado.
Vende-se chitas escuras e claras a 160 e 200 o
covado, cortes de ditos a 2* e 2*400. Hua da
Imperatriz loja da Arara, n. 56.
i Cassas francezas finas a 240 o covado.
I Vende-se cassas francezas finas a 280 e 320
' o covado. Corles de casssa a 2*400 e 3*. Rua da
Imperatriz loja do Arara n. 56.
Arara vende chitas franrezas a 240 rs. o
covado.
Vende-se chitas francezas escuras com pequenc
toque de mofo a 240 o covado, ditas francezas Boas
largar a 280, 320 e 400 rs. o covado. Roa da Im-
peratriz n. 56.
Bretanha de rolo a 30(00.
Vende-se pegas de bretanha de rolo a 3*000,
brim iizopara lenges a 500, 560 e 640 o covado.
Rua da Imperatriz loja do Arara n. 56.
Xambraias lizas do Arara g 3#'- 00 a pf ca-
Vende-sa pegas de cambraia finas a 3*, 4*, e
5*. Roa da Imperatriz loja do Arara n. 5d.
XrHLm^Mmw^3/M^os'itr-
ios a 1*500, cobertas de lista 2*000 e 2*400.
! cobertas de damasco 4*000, cobertas de fostao a
oOOO. Rua da Imperatriz loja do Arara n. 06.
Madapolo francea do Arara a 3>000.
Vende-se pecas de madapolao francez de 12 jar-
Pares de boioes rara ponlio a.120 e S40 rs.
Pegas de entrerr.eios muito finos a 500 rs.
Cixa de pos para Mofar dentes a ICO rs.
i3aixa de soperior linlia do gaz com 50 ntveHts a
1*000 rs.
forren as de conta para meDinas a 320 rs.
Talheres muito fines paja mnios a 320 rs."
Carilha da doatrina chn-'a 320 rs.
Fra-i-n n oito bonitos era cheiro a 240 e 500 is.
Caixa com soperiors isras para cbarolos a G rs.
Ma^o com superiores giainpi-s a 30 rs.
!\oyo sortimento de perfumar;^
tiuas.
Cr.egoo para a anga loja de miudezas a rua do
Qneimado o. 16.
Bouitos vasos de porcelana domada cera baoba
muito Gna.
Outros ditos de p de pedra com dita.
Garrafas com soperior agua da Col na.
Fiascos com agua balsmica pata denles.
Dito de dita deitifrice.
Dito de cx.ract, de quinquina tambem pata den
les.
Dito com operior acua flor de iaranja.
. Hilo de dita flor de rosa.
Dilu Je dito vinagre de Venus para refrescar a
pelle.
Dito de dito agua arnl'rava para baiihos do re-
lo, eorpo etc.
fino de superior agua de Colonia ing'eza, de Pi-
ver e Lobin.
Pito de excellente banha de Lubin.
Sabonetes de I.ot.in, e outros de amendoa, trans-
parente, etc.
Cosmetique (ou pernada) de superior qualidade.
Finos extractos, frargipane. sndalo e outres
tan bem de finos e aeraCaveis cheiros.
Opiata ingleza e Iranreza para denles.
Bonitos vasos rom j de arroz e pincel.
Caixiibas com aromtico p de-arroz.
Oleo inglez. dito phileeome, babosa e oalras qaa-
idades para cabello.
'(.brmacme para liogir cabellos.
Essa apreciavel tintura chegou para a ioja de
miudezas a rua do Qotiimadofl. 16, assim e>mo a
sbemete branco, para se lavar os cabelles antes de
su usar da prepangao.
lahazes de vidro cm porfrnpMSF
Vende se esses benitos rabazes de vidro com per
taaras, proprios para presentes, etc.; na rua 00
Qaeimedo loja de miudezas n. 16.
Lstas e copos c A b Qotimado n. 16. acal-a de receber as e.-un... .= la-
com banha lio;;, 'ssira ermo e pos de vidro ce
novo e botillo molde, ci.m t mpo de vidro e rheires
de excellente barba. lUc.leu igna mente a pro-
veitose banha tran=psreD!e que muito sei y 1 ara
acabar as caspas, o a aromtica eagradave 1 acha
a^a"eTfa J miadezas 'roa do ^'fflfiarfli"-*,
qne sero servido a contento.
Bonqoet dos alpes
vem en, um bo-
Vende se em casa de M. I. de liveirn
iho, largo do Corpo Santo 0.19 :
Vioho verde superior em barrls de-3
Dito do Porto de 8o e 10
Dito de dito engarrafado.
Dito de Lisboa Palmilla tinto.
Farello dem engarrafado, superior.
&Fi-
Veode-se urna escrava com 49 annos de ida-
de, engomma, cose e lava, e esta habilitada para
quaiquer servigo de casa : quera pretender di*i--
]a-se a rna do lian pe n. 60, 2* andar,
Vende-se um moleque de 13 annos : na roa
da Santa Crue s. 7.
Vende-se palha hamburgoza reesotrraente die-
-gada, para empalbador, por prego mais commodo
; do que em ontra quaiquer parte : aa rua de Hor-
! las n. 15.
VIERA I ORGANDYS BRAJCOS %d
c5 para o Villar com luja a' rua do Crespo ^
88 n. 17, padrSes lindisslmos e vende a 750 SI
v^ rs. o covado ou t*280 rs. a vara, a ellas ^L
; 5|5 Excelletissimas aotes que se acabem.
Atten^ao.
chegada nova reuiessa de favas da Illia a' ta-
berna n. 2 em (Tente a' rua do Vigario, pelo dimi-
nuto prego de 120 rs. a libra.
Col
ogos
de artificio
ares
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4 o 1
o
Ha grande porgao cida fabrica da vmva fiulino, o qoal vendido por
commodo prego, e como se ja penoso ir la pela dis-
tancia, as pessoas qne qsizerera fazer suas encom-
mendas para S. Joo e 8. Pedro, as podem deixar
O vioho Colares o mais soperior de lodos o 1D0 armazem da bola amarella, no ou5o da secre-
viuhas, e prefenvel oeste paiz por soa fresquido taria da Pocia, onde havera' um portador para
e agradavel paladar : veode-se a 500 rs. a garra- ir bnscar e levar ao logar conveneionado.____
* aeC5ri6ae oiu*: no "miem da L,ga" i Aos agricultores
------t:57-----------r-------------------- Saunders Brothers 4 C acabam de receber de
,Z y,i"d!:Sea,ma,arn)af<>.de amare" eD,rldra' Liverpool vapores de forga de 3 a 4caaallos com
tftj fa HTT? '' * for, aa rua do Rangel B. 49 ; a iocal.dade a me- ver machinas de descarogai- algodo, podenda cada s
lbor possivel, por ser de quina e tornar-se o trao- vapor trabalhar ate corol40 serras, tambera ser-'vado ^" da Imperatm loja, da Ara n. o.
Esse lino e aiiradavel extracto,
nito vaso de p de pedra e este dentro de urna ek-
gante caixioha de papelo, de forma que a per fe.-
i das a mVmb. vende-se pegas de madapolao co de urna c. t sr, corresp p.-le a OPer'"Mdae ?*
! inglez de 24 jafaas a tn, e*Boo,feji, 74 a 8S0OO. ioaira. h>se apr. eiivt l extracto aeba-se a vena?.
na rua ao Qiwiui'Au w* de miudezas n. lo.
Aua florida e torneo,
Ver.Vffrse na loja de miudezas n. 16, rua do
Qaeimado.
Fiascos com gomma arbica dissolvida
o pincel.
V.end. ti'.-se na roa o Queimado ioja de mioe-
zas n. 16.
Tinta indiltvel para marcar roupa.
Vende-se ua rua do Queimado loja de miudeza;
n. 16.
Fila elstica para os de bal3o, e aspas te
ago para os dilos. .
Vtndem-se na iua do Queimado loja de rwnoE-
zas n. 16.
Bonitos enlremeios e babadinhos bor-
dados.
Vendem-se.por barato prego na leja de rtiuae-
za n. 16 na rua do Queimado.
Tinta rxa e azul que.fiC"B prelas.
Na loja de miadezas n. 16 a rea
Rua da Imperatriz n. 06.
Arara vende pecas de algodozinlio a3s>G0O
Veode-se pegas de slgoaoznho encorpado a 3*,
4*, 3*, 6* e 7*. S na loja do Arara veode-se
azsim barato, rua da Imperatriz o. 56.
Laasinhas do Arara a 200 rs. o covado.
Veode-se laasinhas para vestidos de senhora pelo
barato prego de 200, 240,320 e 400 rs. o covado.
Rua da imperetrii n. 56.
Bales do Arara a 2000.
Vndese batil">s de arcos a 2*000, ditcs Unos
de 30, 2o e 30 arcos a 3* 3*500 e 4*, ditos de
mursulma para senhora a 5*, ditos para meninas
a 3 e 3*500. Rua da imperatriz leja da Arara
n. C6.
Lencos da Arara a 2500O,
Vende-se a duzia de lengos braocos a 2*000,
ditos com barras tambera de cores a 2*0'0O, meias
; cruas para homeos a 2*400, 3*500 e 4*.W0 a do-
; zia, aberturas para carnizas a 500. Rua e'a impe-
ratriz n. 56.
Roupa feita por medida.
Vende-se paletols de panno e de casemira pratos
e de cores a 4*, 6*, 8* e 10*, caigas de brim a
2*, 5*500, palelols de brim a 2*e 3*, caigas d*e
casemira de cores 3. 3*, 5*, 6*. 8*, ditas pretas a j
i*, 6* e 8*, camisas francezas fitas 2*e 2w00,
camisas ioglezas de prega jaisa ? liona a 3*,
3*500 e 45. Ceroolas de algodao a l. de brim a
1*600 e 2*, roupa feita para escravos propria para
servigo, caigas e camisas a 1* e 1*120. S na i
rua da Imperatriz loja da Arara o. 56.
Arara vende as sedas a i0500 o covado.
Vende-se sedas para vestidos a 1*500, oreandins
finos para vestidos de senhora a 610 e 8C0 o co-
do Queimado,
es cr
.ficar preta;
vendem-se frascos grandes e meoo res coi?1
excelleotes "tinta?, rdxa e azol para
prego dos frascos 1*000 e 500
Graxa..econemica em latas e:fca:piJsinho<
Ymitm-SBf* loja.de miudezas o. 16 a n-a a
Queimado. t
sito mais freqoaotado
Praia.
de matulos para a rua da
Eclogas de Virgilio
vem para enfardar algodao on para outro quaiquer
servigo em que usara trabalhar cora aoimaef. Os
mesraos tambem tem a venda machinas america-
nas de 35 a 40 serras : os pre.teodeotes dirijam-

PftfW
tradozidas para o portnguez, palavra por palavra ; se ao largo do Corpo Santo o. li.
vende-se oa li vraria eeonomiea, aa roa do Crespo
o. 2, cada folheto 2*.________
Vcude-se ora escravo com 19 annos de ida-'
de, pardo, e de bonita Ogora, moito sadjo osera
vicios; para ver e tratar oa rua da Soledad?, casa
0-42, das 11 horas at as 4 da tarde.
INJECCAOe CAPSULAS
:VEGET AES ao^IATICO
CRIWAULTCpharmaceuticosemPARIS
Vndese umcavalo"
Na rua da Livrameoto o. 19, veode-se por 150*
um bom cavado.
Vendem-se tres bancos de louro bem feilJs e
qoasi dovos odoas cabides, proprios para escolas :
quem os pretender dinja-se a roa do Imperador
o. 15, defroote do cooveoto de Santo Antonio!
Pechincha
3 Boo
Coeg arara ao armazem de molbados aa roa da
Cruz o. 36, os excedentes presuntos de Chaves, i
que se veodem a pregos moito moderados : quem
quizer orna paoela bem temperada aproveite em 1
qnaolo se nao acabara. *
Novo tratamento preparado com as folhat 4
Mutico, arvore do Per, para a cura rpida e in-
fallivel da Gonorrhea sem reccio algum da con-
traccSo do canal ou da inflammagito dos intestinos.
0 clebre doutor Ricord, de Paris, ter renunciado,
desde sua apparicSo, ao emprgo de quaiquer
outro tratamento. Emprega-se o Injecco no
comeco de floxo; as capsulas em todos os casos
chronicos e inveterados, que resisiirSo as prept- ,
racoes do copabo, cuboba e s injeccoes com bate
melflilica.
A venda as pbarmacias de P. Maurer A
C. e A. Caors, em Pernambuco,
\m&km\
Vendem-se duzias de caixas de pbosphoros a
200 r., papel para cigarro, capa verde, a 4*500 a 1
?7^C?^2,?!lr^toS*3Wi-;Mftbr,"- ebeoapara a loja de miudezas da rna do
"* d charutos na rua doAragion.il__________Queimado n. 69, om grande soriimento de lindos
Veodem-se tamaocos do Porto, tanto para > tlalos proprios para meoioas trazerem no braco | Resmas de papel almaco superior a 2*400.
i na roa da Seosala-velba 1 ontros muitos para coataras e para botar mimos Caixas redondas com estampas a 100 rs.
RIVAL SEM Sloui.
K;v do Qoeim&do 0. 49
Est dlsposto a continuar a vender por prfgo
, que a todos admira eiueiram apreciar e vi* ver i>ara
\tnt.
Grozas de penn.s de ago moito be as a 320 rs.
{Rooels moito finos para meninos a 1*.
i Pentes de alisar com costas de metal a 500 r?.
1 Capachos redondos e compridos a 500 rs.
. Pulceirai de cenias para senhora? a 500 rs.
Caixas de papel amfzade a 600 rs.
Qoadirnos de papel moito bom a 0 rs.
Pentes de tartaruga a 2*500 rs.
Realejos para meninos a 100 rs.
Escovas para limpar dentes a 200 rs.
Baralh s muito Anos a 200 rs.
Caixas de p de arroz moito soperior a 800 rs.
Caixas de lamparinas nara tres metes a 40 rs.
Caixas de obreias de massa a 40 rs.
Grozas de boioes de louca a 160 rs.
Soadores de cordo e fita a 60 rs.
Pegas de Ola de eos cora 10 varas a 320 rs.
Cartas de alfioetes fraocezes a 100 rs.
Libras de alfioetes francezes Ia qualidade a 2*.
I Novellos de linha com 400 jardas a 60 rs.
Ditos ditos com 200 jardas a 30 rs.
! Caixas com alfioetes 1 20 rs.
; Pares de luvas brancas e de cores a 400 rs.
Gravatas de todas as qoalidades a 500 rs.
I
m
m
m
m
hornera como seobora
numero'oO.
Cylindros para padaria
Na padaria da roa Direita
o. 84, ha sempre para vender
[por commodo prego os co-
obecidos e acreditados cy-
e se veodem por pregas moito baratos.
Casos reservados,
Esta' a venda oa < ffleina de encaderoagao da
roa do Imperador 0.15, defroote do convento do
S. Antonio, o imporuote opuscaio sobre os casos
reservados, obra redigida polo Rvd. padre mestre
Leonardo Joo Grego, obra absolntamente indis-
pensavel aos Rvds. paraehos e coafassores.
lltdro? ameriesbos para pa
dara.
[_JiM
Vaodoso orna taberna com poucos fuodo?
na freguezia da Boa-vista, com bastante fregoetia :
quero qolzer anooocie para ser procurado.
Livros para asseolo de roopa lavada a 100 rs.
Bunecos do choro moito bonitos a 160 rs.
Frascos de soperior agoa de colonia a 400 rs.
Sortes para Santo Antonio,
8. Jo3o e S. Pedro.
Vendem-se na offleina de encadernago o. 15
da roa do Imperador, tanto em folbetos como em
avnlso.
Na roa larga do Rosario o. 32, vendem-se
dous rolos de fumo por prego commodo.
nGmidezTmzm de n-Q
tas meo?eemeos ttc
u* Rua o i[afiador d, vi.
^ rente) lew a v?-u& o
M. seguate:
Productos chimicos e pharnts- 5
ceuticos os mais empregados em %d
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
tora e para tinturara.
Productos indpsfriaes e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
truc las e passaros com o compe-
tente desenlio.
Prodoctos chimicos e industriaes
para photographia, tin'oraria, pin-
tura, pyrotectia et-'.
Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Paris, Lon-
dres, Hsmburgo, Anvers e Lisboa v
pode o'fferecer productos de plena jgg
m confianca e satisfazer quaiquer en- fi|
^ commenda a grosso trato e a reta- f$
jfi lho e por prego commodo. sg*
**** mmm-mmms& m
Cassas de cores
pechincha, porque sao Boas e bens padrCes, e
melhor anda o diminuto prego de 280 rs. o cova-
do : na Boa-vista, roa da Imperatrlz n. 20.
C k4 1 Mili litios a lo~00, -
24, W500, U, i$ e 5*.
S ha na loja da praga da Independen i a nsT 23
* 15, junto da loja de Kratfetres a eiies qce p es-
lio acabando.
m

............


T
eraftMbueo rer$a felra de Jaho de 1856.
f

t
0 que oooupa boje mais a atteapao do mundo
econmico? o novo systhema do propfietato do ar-
mazeni de molhados
UNIAO MERCANTIL
53 RA DA CADEIA 53
FASSAMDO O ARCO DA COWCBIC^.
Que surge de novo hasteando a bandeira da modicidde de prerjog em waos os
seas superiores gneros.
Que publico reconbe?a as rantagens que de tal systhema lbe resalta, J1*6
proprietario do sitado armazem deseja, a a que desde j o convida : passando tamo a
notar-lhe os procos de alguns dos gneros do seu esplendido sorhaent o, e para o quaes
pede
ATTENCiO
tomma de milho braoeo americana.
Esta eicellente goraiaa,-moito se recomcommeada como alimento mais sods-
tanciale satidavel; serviodo nao sopara papa (no que superior de toda* as outras
gommtas e fariohas) nm fambem della se pode fazer pSo-de-l, oangrca, reme, bolo
fr* oez, podim,tc.: o prego de cada pacote de urna libra 800 rs., m cauca tem aba-
timen to. .,., .
MOLHO INGLEZ de diversas quahdides, a
7o rs. o frasco.
MOSTARDA INGLEZA muito now, 800,
rs. o frasco ,
DEM FRANCEZA a 6io rs. o frasco.
SALMO E LAGOSIN chegado ultima-
mente, em latas de 2 libras, a l.flo. fs.
ARENQUES em'latas a 64o rs. cada orna.
SARDINHAS DE [UNTES em lat e raeas
a 600 e 36o reis. ,
V1NHU DE COLLARES o legitimo vinfeo
desta localidade, muito superior ese
confeso algaras, a 800 rs. garrafa.
MANTEIGA INGLEZA de superior qualida-
de a 1,28o e l.loO rs. a libra, em barril
se faz abatimento.
DEM FtUNCEZA a mais aova que ha no
merea-io a 6io rs. a libra, em barris ou
meios a 600 rs.
CHA HISSON de primeira qualidade a
2,8oo rs. a libra, alm desta ha mnitas oo
tras proprias para vender a retamo, qoe
se vendem de l,6oo a f ,80o rs. a libra.
IDSM PnSTO o mais esp.cial que tem Tin-
to a este mercado a 2,2eo rs a libra.
ID-5M recular de 1.6oo a l,8oo rs a libra.
QUEIJOS DO REINO ltimamente chegados
pelo vapor 2,4oo: ditps do vapor passado
a 2,000 rs.
LATAS DE CHOURIQAS com 6 libras er-
raetioamente fechadas, a 4,5oo, de barril
a 61o, a libra.
ESTKEUNfTA para sopa em caixas sortidas
de 8 libras, por 4,000 rs.
VIN'fl) VERDE do ve-dadeiro sumo da uva,
e o mais proprio par se beber n'este
imperio, pela sna extraordinaria fresqrJi-
dao e agradavel gosto a 64o rs. a gar-
lafa.
AMEiXAS FANCEZAS em frascos de 4 e
2 libras, a 2,800, e l,4oo rs. em cali-
nitas muito enfeitadas com diversas estam
pas 12,-500, l,8oo, l.Soo e l,3oo, reis.
filSCOITOS 1NGLEZES emitas contendo
diversas qualidades a l,oooe l,2oo rs. a
lata.
PRINC PE ALBERTO bolachinhas as melho-
res presentemente conhecidas a l,6oo
rs. a lata.
SALAME HAMBURGUEZ chegados no ulti-
mo navio a l,6oo a libra.
PREZUNfOSverdadeiro de Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e 56o inteiro.
TRAQUES n. 1. em caixas de 4o cartas, por
8,5oo, e 24o rs. cada urna.
MARMELADA em latas de 1,1 */t e 2 li-
bras a 600 reis a libra.
ALEA DEMARMELLO em latas, a 800 rs.
FRUGTAS EM CALDA pera, pecego, alper-
ce, rainha Claudia, e gioja a 64o reis
a lata.
EiVDAS PISTAS
Gros de-napoles preto a (500,1060&, S#, 30, JMBOO e 40 o corado.
Corgurao preto de superior qualidade a 2*500, 2Jf800, 30 e 40 o co-
Supttriores moifeaatiqes a 20500, 20600, 30, 30500, 40 50000 o
covado. I
Boas cortea de nioreantique.
(dea de gorgiwo adamascados.
Bons pannos e casemiras.
Sap riores alpacai, priecetas, merinos e bombazinas.
Bone vittados prtos.
GWnde variedade de chales de fil preto e de guipar i 50, 60, 80*
100, 120, d 160 a 200, e de 230 a 800 cada um.
Superiores retondas- de fil preto e de guipare a 80, 100, 120 e 250,
e de 30* a 600 c*da urna.
Superiores algerienes de fil preto e degaipu* aV!20 a 250, e de 1}
300 600'eda urna.
Boas canes' de seda preta.
Dito de Heria pceto bordados e outrasl roltdi fezandas pretas qu:
seriaenfadonbe enutier-r, na
IiOJTA AS COIiUMXAS
DE' ANTONIO COIUtEFt M VAS COT CELLOS A G.
RA BO CBS? I. 13
PHOSPHATO DE FERRO BE LEftAS
IIR. EM SCI1WCIAS
INSPECTOR DA ACADEMIA DE PAtVfe.
NSo- existo iedicamento ferruginoso tao notavet como o phosphato de ferro de
ilMIlZEM DE FAZEIS1IAS
_ c. DE
1JSTCmffirCARTAI.HO
2TRUA DO QEIMADO JL 27
MadapolSo francez maito flao, ttado pouco moto, cada
100000.
Lia de c"res a 300 rs. o cefado.
Gambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos Organdis a preco de 800 rs a vara.
Lencos brancos para tgibaiM 120006 a duzia.
-"Finas perdaras a pre^o de 400, 440 a 56D_rs, o covado.
Ricos cortis de Ha barra di 100 a 380000.
Chales de fil proto e wilras mnitas faiendav
---------------'.b--*<1->.
A CU
peca com 47 vara* por
I
Loja do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabeTecrmeWto acaba de rceber pe-
to vapor Evtremaudr'tr'e sua propria en-
eommeoda, um completo sor/imeuto de ob-
yectos de apralo gostoe alguns de comple-
ta novidade, como seja :
Riqusimos nacesttpiof para eosttiras.
IDFM MADURO o ver iadeiro do- alk, 0ou- ^^. Udatfe*" medicado mundo inteiro adotaran>-no com solicitud* sem igual JSS^lSeSSSTS ^mTS 55 BfKZ ST
roem barris de lo em wpa per 36-,ooo nojraflWaW( dfstifcrtfe As -oores-paludas, dores de estomago, digestes penosas, ane- iJlSr Wkra9^le,^para*MjtM
cada um.
V1NH0 DO PORTO de diversas qwlraaw
engarrafado, inclusive o malsano-que ha
n'este gttero, pbf 800, 1 ;ooov l,2oo,
l,4ooel.Soo rs. agarrafa.
FEIJO verde e carrapato-em latas enaeti-
camente fechadas a 600 rs.
CHOCOLATE fraacez em^piacotes de # r*
porSooifels-. ^ 4.^,
AZE1T0NAS dascbegadas1 alWMfteht Lisboa a l,2oo r-rancoreta, e/500; a
guarrafa.
CAF avado a 24o t. a4ihfftaa-7jQQQ
a arroba, eregulan 23 a BBflfc >e 6 5eo,:
a arrobe.
VINHO CMERRV do mais- superior dOUW-
cado a 4,5oo rs. a garafa, 15,60o fsv-
a duzia.
MUSCATEL o verdadeiro de- Setubal, a-
l,8oo rsagarrafare2o,ooo a duzia.
VINHO BORDEAUX das mais acreditadas
mareas, :S. Emilion. Sant alien HatHj
Brion a Too e 8oo- rs-.a garrafa, e em:
caixa dedozia, a 7,3oo e 8,oo' rs.
VINHO BRANC de adtfaftn efe excelente '
qualidade, e proprio para missa, a
rs. a garrafa, on 8,ooo rs.a caixa-deduzia.
MADEIBA SECO a J,.2oo a g.arrafa>.e 12;ooo
rs. adazia.
VINHO DO RHENO superior, a. 2.000 a
garrafa., e 22aoo rs. a duzia.
VERMOUTH de superior qualidadeeiDiCai-
xas de!2meias garrafas per 12,00^
garrafas-por l,2oo*rs.
Mt,tdatAmeea&&,ti&t&;J** criticadas seahoras, irregularidade na meustruagao, JJf^t d^,
poferesa dsarigue, l^hatsmo s5o curados- rpidamente oum^Bcados por este ex- I In'ia Q^L~^l
cnentecompostov plwwervalor por excefencia da saude edeclarado uperwr nos de \^^'com ms!ca* 6 neeeS^
hospitaeB.epel!deiBasatodos os ferruginosos coibecidon ao idoreto e ao eitra'.o s ^iSnhaX Wfia tanto de velo come
de-faro, .perne o nico que conven aos estmagos delicados-, que n5o provoo cansli-1 E*
pa^e Eto Pari* n* rea do Feolllade n. 7.^
Avettda'emrcasa de^Mattrer, e A, Caors.
PECHIMHA SEi IG14L
Ricos coreas de eorRirSo de.sedapreo& adamascados* para
s'cw corft.-targara de cbia franceza, pelo
vestido com 13 Dietros-
oalfraSO covadOscd"cort,Har(ani de cbiufraocen, pelo baralisslojo preeo de 305
J. cada-corte na toja das colnamas da ra do Crespo n. f3;de Antonio KorreiS 4e Vascon-
ce&C.
VKBDADUR.1 AUVA. MTSWMAJL.
aPASTllHflS Q05 SftES N*T
VENDE-SE
Na blw e dfegafie,de Bwtbolomeu & C. Ra- larga do-Rosario n. 31.
mMWHM i> jui m
Riquissima malasinhas de madeira, for-
I radas de marreqoim, contencto o neceanrl^
j para costura, propria pira meninas
Lindos- vasos- para pos de arroz.
Lindos- Hirinos com cap de tartaruga^
para missas.
Riquissimo sorUmento de enlteites ar*
senhoras- e menina.
Cintos inteiramente no vos.
F.vellas, de tartaruga, cbmtal, e
para cintos- de senhora.
eslabeltcimeBU e miadezas, ferri-
geiw, leitnnrias e qaiuqHilharias,
i ra Nova a- 28, de Staza. Soares
rinM*,
O proprieurios daste estabeleclmento teem a
natisfaco de avisar ao respeitavel publico os se-
gaintes objectis e preciosidades ultimamenta ebe-
gadas de diversos potlos da Europa.
Photefraphias magicM.
anta das coosa* naii curiosas e de mais en-
(bdoo de mais fac ida de, e de uaii barato prego ;
Saalquer pessoa, mesmo orna eriaoea, p le usar
semalhaotei phctoiraphias, que por sem duvida
devere inspirar muiio nteresse.
Balee para ifiuiaies*.
Esies balSes alera d serera de lodas as cores e
tasuahoe sao de differentee fostos, quil a qaat o
de iras ffelto ptico.
CandJtkM auax
O riquissimo sorfiroenlo > eandieiros que pre-
sentemente existe no referido estabeiecionento, nao
pos-sivei descrever-se em conseqoencia da im-
mwxi variedade qne entre elles existe e da cubica
que v409(tU>ui J> entretanto, eompre declarar.
i aoie tode* os gom, de toda as (rmas, de
v-as^Mtes,por laiouto prego*, assim lus-
trm lia eiulorar, d# nma 'loatro lozes, e aran-
dellas bonitas par*aredev qe tambem se alugam
ttt pteqos roxeaveis.
Ferns para barair raspas-.
GttM com completos sormenios de ferros para
iperapurm forma de tesora e ouiros multos
*oA*U(v
Perfinarias.
Al JUJWlu Ms Anos, as essencias mais puras,
otjuoMMia0radaveis, fortes ou brandos, que
se podas dwejaf, existe neste eslabelecrmento em
grande esfflayute o sexo amavel devera recor-
rer, nao s para ethor salisfaier o sea desejo,
como para favorecerem os propnetarios, que Ibe
sabero ser gratos. Existe tambera qoartinbas fi-
nas de muitos modelos, com a propriedade de es-
fiar a-4gpa o mais depressa puseivel, e jarros de
porcelana e de jaspe branco de urna elegancia que
TOetal, disperta a ppeti te de comprar, e que adaptara- per-
l feifamente-as salas mais singelas & aos salSes- aais
LOJA DO B
HITA 1>0 BRIW m9 8
O proprielan deste establecimeato deseja clwrnar a attenco dos- senhores- pro-
priotarios para os acreditados naecbanUmos q;ie eontiom a fjrnecer; os quaes garante
ser como sempre, da-oeibenquatidade possivel:
Maeliiiias de yapor
Hif$&,,W vui, wvfliy m,d uutd: > ieuures sao ram propriae-para motores de-des-;
M
Novo estabeleoimento-
JL DA CADEIA DO KCJIJPEW. **
Faicudas per barata prec
superiores baldes de musselliia com catua
Clraptos de sol bilio que val 124, e o Ba 5o vende a tOft. _
O Balo vende paletots de panno preto fino a8>, por ter grande .porcao; calcas
decasemira superiores a U; ca'ca de brim branc-i flao a *^..^Poi;o;*7*
chiUs escu as propnas para andar em casa 3.300 rs.: pa'etoti Je^paca brantA, cam-
b-aias finas 85 a peca: seroula de bramante awiio s.qjerlor; chatos de merino.si 40;
ba maitas ontras- fazendas que todas se vendem por prec s minificantes. Quem du-
d:r venba ver.
A barateza do fialfto

T p i jij
". I I
Leqoe de sndalo e da madeira.
Riqnissimos porta bouquets.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Lindos-botoes de christal, tanto para pu-
nbos, como para colletes e abertura de ca-
misas, estes botSes tornam-se reeommenda-
veis, por ser inteiramente novidades.
Dito* de comaiha, brancos e encarnados,
para colleleSi
Finas tliesoura*- para unbas-e cestarj.
Lindos porta joias.-
Ricos port relogios de porcellana.
Modernos peales- de tartaruga e a imitar
c3o.
Albuus para retrato?.
Agulhas e Iu&hs para eroebate3.
Lindos adereeos de ehristal.
Rosetas e alfiaetes de dito.
Aiderecos completos para Jato, assim co-
mo brincos e r.*etas.
Meias de soda para senhoras.
Ditas .oara rneui&as. .-,
^apaunbos de seda e de minno, para
iOarocamentos de ajgo&Q; etas iajam armadas e pcxlem ttabalhar den.ro de 24 horas,
Jejjois 4e-ch^g?rem no lugar. Jallas levara todo qaanto preciso para o irabalho, e
4i>'ersos ^obnefillenles. A^ malinas maiores s3o proprias para a moagem de canna,
e ha delj^&que podem JHHta p separajjajneflle jjaoar canna &.dnscarocar. Ellas podem-
bo pppliqar a q^atrpuy ifSSSi]k existente sem: Xlpattdansft do q-ue- asubstituicaodas
rodas da, almaniarra,. ha mwbe*Com moenda junta. Ellas tem depsitos d'agua e boei- \
ros de Ierro, e nao, precisara para seu assentamento deobra-alguma, qur de- carapina,
qur desvenara. Jvtempo para assenta-las na) excede de-doze- dias ao miis, eem,'com ^P-3 dto madriperofa, marfim echa-
casos de- moras de animaos ou arrombamenlos de acudes, etc. garante-se o assentamen-:grei).
to em orto dias. Todos estes vapores s5o simplissimos na censlruccSo, eseregem-por' Penas de-ac de todas as qualidades, do
baptisados.
Touquinhas e chaposinbos para dito
Las de todas as cores para bordar.
Capellas para noivas.
Gravatas e mantas para homem.
AJfinetes para gravatas.
Hiquissiraos livrinhos para notas, sendo
| pompoaps.
tttiriin.
Quem nao desejar possair no sea gabinete ou
as anas salas a e>uiuas de Qnissima porcelana,
a I va, dos famosos pintores Rbeos e Wandyk, dos
immortaes poetas allemies Goetbe e Sebeller, e
mytbologlcasde Diana densa das artes, montada
n'raa laa, o mor, o desenf ano i t eremos que
ninguero : portant oonveuiepte qoe com urgen-
cia se passera a> saciar semelbantes deaejos, Tisto
que os pwprielarios para islo vendem as por pro-
cos baratsimos, assim- como vasos de porcelana
com figuras allegoricas,. proprias par offreodas.
ti.
O melbor que ha hoje no mercado em latas de
cinco, dous e um gaJ'.
dilHcl enumerar a variedade de objectos de
gesto, de MU e de art,.qoe neste est.ibeleciraenlo
seeneonitantuperisM o> propriet.!*)- oonvidam
o respalta*ej putlica a vi^tar^m-no,. oode encon-
tra.ro alara disto eosmor.amas com vistas, gravatas
anri-verdes e de outras multas cores, copos de vi-
dro e de oryslal, garran, tsoarradeiras de mullas
cores, e-nm grande sortjmepto de miadezas finas,
qoe s com vista qe se p'le saber o que
vale : eia pois a roa Nfrva n 38 o estabeleclmen-
to de Souta, Soares Irmno.
c^arriantl as A violencia o a repeti^ao dos acceSSOS desta mo-
lestia sero prevenidse, impedidos curados com
o uso constante desta- remedio : botica do Piou
ra do Rosario larga o. 10.
qualquer pessoa intitligente, a facilidade da conduccSo seado especialmente considerada, \ afamado fabricante Pertis.
tanto qqe nao ba Ugar em que nao se possam conduzir, q-ir por Ierra, qur emharcado. Froco eseda frouxa para bordar.
Lembra-se aos senhores deengenho que aenda das animaos o o servico da I BengaHas e chicotes de todas as qudida-
gente occhpada po seu trotarnenlo os h5o de r.Muperar da. maior parte da despeza do des.
vapor, deixando-lhes a vantagem de urna moagiOQ certa e accelerada; e acabando com a I Dedaes de marfim e- metal,
despezada compra continuada denovos anima*-*, ecom os desgostos do trabalho que se Espelhos dourados grandes, o peqaenos
tea com elles. ditos de columna.
Ser talver desnecessawo lembrar aos compradores de vapores a vanlagom que ^ especiaes para as senhoras fazerem
Rico5 brincos de crystal lapidados de diflerentes formas e cores, o que ha da mais moderno em
Pa-is tambora cruces e bolSes para coletes; Bvellas modernas .de roadreperola .pata cinto : estes am
gos se vendem por menos de sen valor no armazem da roa da r.adeia do Recite n. 60.
Novo e grande deposito de superior carvao de Cardiffna
Baha.
Antonio Gomes dos Santos & G., rna de Santa Btfbara n. 1, -tao habilitados a supprir de
oarvo em condicSes mais favoraveis <|ae em ontro qualquer depistlo, a todos os navios a vapor que
ccarera naqoelle porto. A contratar nesla com Domingos. Alv<-s atheas.,
Sirop du
LilSti
JARABE DO FORGET.
Este xarope est approvado pelos mais eminentes medicoa de
orno sendo o melhor para corar contUpacoes, tosse convulsa e
irecc6ea dos brenhloa, auques de peito, irrftictet oeTVosas e iwomBolencias: orna
->ela manba, e outra noite sao suficientes. O efteito deste exceleate xarope satisfaz ao mesmo
,empo o doente e o medico.

Deposito na ra larga do Rosario, botica de Bartholoneo
Colares Roycr ou colare* ano-'
tinos
p?. facilitar a denticao das eriancas $ preserva-'
las das convulsSes.
O feliz resaltado obtido inmensas vezes pela!
pr Idiosa foro magntica dos colaces Royer, dos
ci.,. de convutsdes, e dentKjo das eriancas, tem
a;.: n-ate elevado o sen bem merpeido prestigio,
e h fe j se pode dizer que esto geralBjente con-
cei.:adoj, e estimados de nnarostaveis pais.de
fam;;ias : de nos porque do uso idesses salutares
lares viram salvas dq perjgo seos charos filbi-
i0s, e de outros porgue cMberam daqnelles tio
pr:'- "ao exemplo para igolmenie
seu-. Assim, pols, a gafa bVanca, tena
tas a utilidad e proveitr- >dsses piad
re, ?nodiaos oa Royer, mandQ ir.o novp sorti .
BB3-to que agora_reeebeu, o continuar *jrecebe-i los de a'.canee para mbaertaeoe* e-para
Francisco Jos
RA NOVA N.
eraapn
2i,
los pira qne em lempo algum a falta dellee possa
ser unest^aos pas de familia, os quaes ficaro
cv:-:s de os achar oonsumemente na roa do Qnei
mal), loja d'aguia branca n. 8.
mrr-z--------r
/
martimos.
m i ni unnig ..m-pii I
aach cas iaiwaBss da wHcte pata, d*scarocai
ajgpo-v- : at.raa dn^wMia oyia. tf.
fteV^bqn*^ senhora
Ibes resulta decomprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas com-
petantes para.assentar as mesmas c ensinar a maneira de Jra.b?lhar com ellas, e j pre-
paradas paja arremedhr quaquer de-sarranjo; facilidades estes que jamis podem en-
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de c-anhecimento ua ma-
teria pe.m, se quer pode ai garanti-los de qoe as machinas que vende se}am proprias ou
suffijiente* para O trabalbo em que sequeira emprega-las, e no caso de desistre nao
podem prestar-laes soccorro algom.
Igualmente n5o se esquecerao os mesmos compradores de quanto podem perder los de senhora.
os peotiados.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Riquissimas fitas lavradas a lizas.
Diademas do ultimo gosto.
Ligas de seda.
Ditas de seda e de algodao para mangai-
No"
'*\l |*J-iW|wy V V Jft Wl mofrnoi^q'le se jle epcoalri> O loja
A (ota W*ean6 na m* ifi Qoamitfo n. U A^ lAlv, n ,*." '' '
re*ab( esta* einias, que ama couaa Indpensa------J .. ^ .- .r2. j,
*ei a ]aar senboia ; consiete sap BtiHdade em i Maiffit Ji Vi'X
su rTHerawindn a sala por meteje jordCas. v r//.*# ff>.
em ciyas eMtflu es* presos' illeliqles qne eniem-*? sseco? ron) cBlps frrjp braneo,
se raMilrm i aaicpta do vestido : vendd-se por pelo ti ir ator-recoatin \ ^a *e $a Uaire'de Dos.
SOcida cinta ?aQ!cqm raorpenh da se.l os. 5 e 9. I^IB
em ter suas machina? paradas por desarr-.njos no tempo das safras sendo queainda
quando wnhams:ibricas,para concertar as machinas alheias torna-se ha preciso fa,zer
repentinamente moldes noros, etc. para as pecas estafad is.
Tambera ha, sempreprompto Rodas d'.igua de ferro Sarilhos comcruzelas para as
mesmas JMoendas de canna de todo o lmaiiho, Rodas de espora e angulares, Paroes ou
coches^parareeeber o caldo, Crivos e portas de fornalha, Taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, formas de ferro -galanteadas para purgar assucar, Bombas simples e de repu-
cho, AJamJw'ques de ferro. Eixos e rodas de carro/ Arados, grades, enchadas a cavallo
e,outros instromeatos dejgrioulura, M,inhos efornspara fazer farinha e finalmente
todo O'Objecto demechanrsmo de que se costuma precisar.
Na fabricase .fazem obras novas encommenda e concertos, cbm a maior p este^
za e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fim.
O liroprieteria ser sempM>inui feliz depoiW'dar iofjrraaeoes oa-esclareciraeoo
aossenhares que se-servir em de sea presumo.
D. W; Bowman, engenheiro.
wmmmmt mxms
A' loja 4e teodas de Augusto Porto & C.
11 Ra do QuvimaiiyW
A' leja de faundas da A*gnsto Porto 4 G, cbegSram os mais helios e modernos
-vestidos pranaoe e to*Jaos a ajolua.
. : -iapitom* Mtotto4**totA com manta e capett* iMfa-noiva.
Conloados bordados para amas ejaaellas de tlf ii 80|i.
olM 4a-Vie 4P l*. seda d,cfcs ara amas.
B)o'es, e^partiips, luvas de pellica ,e saias bordadas.
rfcnr6s,nti1fftniel 'e cfiales de renda Mt- '
Sobretodos de panno de doas vistas e capas de borracha.
QrOsdentpales d> <$ preto, e aJwiv nreto de tliyerMs.anarjitades.
Encbovaes par a .baptjajMos com vestidos bordados oueb.a de .mais^'ostq neste.^^Qero.
Pflos bordados, de saipreos e lisos, pambralas^VicUria^-e transparentes.
Chapeo, boaets e gorras ^ palba da Italia pa,ra sejihoras.
Copos preto de-seda^araihomen,-, e cbaptos de ;ol sada iaglezes.
Carofs* frnceta. -o apWus *pa#a homem, roemnis a senhoras.
TaanMs parabala, Alearas 6e listas, baratas pois se vende a 480 rs. o covado.
Breanba de Hubojtpperior em pecinbas de 6 jardas eempetas grfpi dijindita.
Con tas e tubos de ac.
Suspensorios de seda e de algodao.
Grande e completo sortimento de perfa-
marias linas dos fabricantes mais afamados,
assim como muitos outros objeclos que se-
ria enfadonho mendonar.
S no Gallo Vigilaste ra do Crespo n. 7.
Verdadeiros
Jteto Hapik*
Oap^ares aud nos, para facilitar a dea-
lico da maneas a eoora ae convulsoes
das aaestaai.fi estas coHares m escudado
azer y*tlf6r recommeadafao, visto a
granee aoejlaco que tem tido, o que pode-
mc* jjpfe*ar **sim orno, afiaacar o effeito [
querelles wtH***, puftjue pa OitiiU- qiis
- Os-regvtc todos as aaqoaBS da f)uropj ; e ecdptra-
H^sep}eakiadoGoYfilaote, roa
4a4Jwpp..n. 7.
Ya* m Mi arnut* m a
S5*
.-Natsainia eaaMt.vVfndem semp're as mel&fei e maiiMatas 1
^teifas A% ludia para War-ias
41 Ra 4o QveiuMalo^il
armazem de tazendas
baratas de Satos Coellio
Ra do tueioiado a. I.
Veodo-se e segunte :
Lengaes de bramante de um so panno pelo ba-
rato preco de 320Q.
Ditos de panno da llnbo a2#200 e 2*600.
Cobertas de ohita da india a 25400 e 2800.
Lm)0 de carabraia brancos propnos para alai-
be ira a 2Q00 4*200 a dua.
Ditos de carabraia de linbo ffoo a 4*300 e 5* a
duzia.
Aloalbado de algodao braaco a 2* a vara.
Bramante de Hotio flno com 10 palmos de largu-
a 2*500 a van.
Panno de tinao fino com 9 l\l palmas de larga-
ra pelo barato preco de 2*400 a vara.
Bramante de linho flao de urna largura, pelo ba-
ratissimo preco de .800 a vara.
Toalhas (te liobo acolcboadas para mos, a 13*
a duzia.
Ditas Mpndas a 13* e 15* a dazia.
Gnardanapos de linho a 3*300 a dula.
Flanela de todas as cores para coeiros, a 880 rs.
o covado.
Tarlatana de cores a 800 rs. a vara.
BalOes de 35 arcos 3*300 de 40 a i--.
Gambrai. de liona fina a 4>300, 6*300 e9j a
vaw.
Carabraia para forro de vestido a 2*700 e 3* a
paca.
Pecas de bretanha d* rolo com 10 varas, a
Pecada idapolo nao e largo a 7;.
1-Aatipo lisa.-da corts a-500 rs o covado.
Pe^as da eamhraia branca de sijpicos com 8 e
niela vajasa 4*500.
Coeiros de casemira borfados pelo La^ratissimo
pceco de 9*.
Esteira da India propria par-a forro de sala da
i.5 e 6 palmos de largura.
Gambraias finas de cores miadas a 550 rs. a vara
Neste armazem larabem se enfiouraja graad*
Sortimento de roup? !:.- u^f -mecida.
g '.
PHO^PHATOrrFERRO
INSPECTOR DAr-LAD: YlAQPARIZLtc
Nflo exite medicaainto ferw|inosp t5o notavel
imo o Photphtfo de ferrtt d* Zensi as summi-
dades meaftaeade mondo inteiro adeptaram-no
com sollicitudeaem igual nos annaes da sciencia.
Js cores fmilidaf, dotes de estomago, digestSes
penosas, Smm^L, convabseencius iifficeis, idade
cr\cg, nm setoras, -trregulatidjtfl* no mens-
truueio, papraj} do sonone, tn^hatismo, sao
firtjtfis roBidmuente d mtdtfieados por este
exctimtejfrmpvsto. E' o conaervaior por excel-
{aaatada spadefte djciaMdo superio/jios hospi-
Aesn-peTaT academias a todos os ferruginosos
?nhecido4"a y*0*1* de ferro,
porque Sniaa que convam aos estmagos de-
frcaaos, qa nif provoca oonsnj>aca, o nico
Jajibam qqe nip ennegraae-a bjso e os denles.
,TTA vend nas-phiracias de-P Manrer 4
^/e A. C#jms, em PernambHCo.
vi-
mn.
Vende-se atn silio am Qba, jpo lugar dennmi-
Jogo da Bola, com oa ommafcs;-seguintas :
boa casa com 2 wta6^oaTt-Ta. ala d* jan-
^coilnha, nmgraBd^K.oiaSaS cacimba,
tmnes para banhos, s tpntta poTeas fructfe-
ra ; a tratar as CiofaM, ao vafefite gner-
relro n. 91, oa no nwarao-fciUo.



^j"t
mmim
ILEBIVH



I !'CE
*a
X--'"
Diarto 4c pMUIiN -'.ueta-felra de Junho de 1866.

, ^
I.
=

i
VENDE-SE
ENCICLOPDICA
t Ha da Iaaperatrlz a r Macen
da parta larga *.
Juntos padaria fradeem de
Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel
publico um variado sortimento de farendas franco-
tas, Bglezas, suissas e allemes, que se venderSo
por prego commodo.
Paredes Perl*
Vende chales de renda de cores que se vende-
ram a 18$ est vendendo por 64, ditos pretos, fa-
senda nova, 34, 64, 84 a 204, um sortimento com-
pleto de manteletes, capas e sontambarqnes 144 a
554- Roa da Imperatriz n. 42, Junto a padarla fran-
ga, armazn! da porta larga.
Paredei Porto
Receben na completo sortimento de lasinhas a
140, e 280 rs. covados, para acabar, cambraias de
jfir a 240 rs. o covado, riscado estosser para rou-
pa de menino, fusiio de linho a 410, 400 o 800 rs.
'.ua da Imperatriz n. 52 junto a padaria franceza.
armazem da porta larga.
Paredes Porto
Receben para cortinados para cama franceza a
114 a peca cambra a lisa Ona a 34 44 at 104 a
peca, cortes de tar latanade bonitos gestos a 34000
&4, cambraia com flor de seda, gostos integra-
mente dovos a 400 e 500 rs. o covado, no armazem
da porta larga n. 52, roa da Imperatriz junto a pa-
3aria franceza.
Paredes Porto
Receben pelo aMimo paqaete um sortimento- de
cruzes com pedras para o pescogo, bonitos caxinels
da lia para pescogo de 5enhora. Ra da Imperatriz
o. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Vende cortes de gorgorio preto para vestido com
21 covados eada nm 384000, grdsdenaple preto a
i4600,14800 e 24 o covado, lias liaos as a 400
rs. o covado, lasde qnadrinbapara vestido, enfes-
tada, a 320 rs. o covado. Roa da luperatriz n. 52,
armazem da porta larga.
Ronpa feita
Ra da Imperatriz n. 52 -armazem da porta lar
f a Junto a padaria franceza, encontra-se ueste es-
:abeleeimento nm completo sortimento de palets-
accos o sobrecasacos, de todas as qulidades, cal-
cas, eolletes, ceroulas, camisas, gravatas, meias,
cbapos de sol, ditos fraocetts para cattega, por
procos commedos, roopa para menino e entras
-auitas fazendas por presos coomodos, armazem
la porta larga.
No mesmo estabelecimento encontrar o respei
tavel publico, sempre um completo sortimento de
"upas ferias de todas as qnalidades, como sejam
-afets de alpaca preta e'de cflr.'dftos sobrecasa-
;os a 44 e 54, ditos de brim pardo a 24800, 34 e
4500, ditos linos a 44, ditos meias cazemira a
34500, 44 e 54, ditos cazemira saceos a 64, 74,84
e 104, ditos sobrecasacos a 10 e 124, ditos de pan-
so saceos a 64, 84 e 104, ditos sobrecasacos a 124
'. 354, ditos de merino preto a 04, 74 e 104, cal'
as de brim de diversas qualidade a 14800 a 44,
!itos brancos a 24500 e 6400, ditos cazemira 54,
54 e 74, ditos pretos a 4, 64, 84 e 104, ditos
metas cazemiras a 34 e 44, coletes de diversas
calidades, seroulas francezas de algodao, ditas de
abo, ditas de bramante a 24 e 24500, carnizas de
ilgodlo de linho francezas de 24500 e 34. Gran-
lo pecnincha neste genero, gravatas de todas as
calidades e brancas para casamento, grande sor-
imento de meias para sentaras, ditas para bornees
i 34, superiores a 34500 e 44.
Um completo sortimento de cbapos de sol de
--.faca a 34, ditos de seda a 54, 74, 104 e 144,
1itos francezes para cabca, grande sortimento
1 64.
Vestidos
Pcehlocha sem igual.
Chegou a loja'de Paredes Porto um bonito sor
tmenlo de vestidos de tartalata de cores e brancas
que serve para partidas por ser una phantasia lo-
teiramente de gosto pelo barato prego de 44
brancos a 44500, estao acabando-se : no armazen
d porta larga ra da Imperatriz n. 52, junto a pa-
daria franceza.
Cortinados.
Cbegou a loja de Paredes Porto um complete
sortimento de cortinados ricamente bordados i
; reco de 2$4, 354 e 454 na roa da Imparatri
3. S, port larga junto a padaria franceza.
Ricas romeiras.
Paredes Porto recebeu pelo ultimo paquete um
sortimento de romeira de guipure cretas e de fil
1 prego commodo : na ra da Imperatriz n. 52,
p "-rta larga junto a padaria franceca.
o armazem de M. I. Ramos e Silva & Geatro. a roa do Vlgarto
o. II, constantemente, os seguate* artigos, que
reeeoem por encommenda proprfa de
IEW-YORK.
de
Ugitfmasalsa prt ilhadefistol, preparador Llaman1 Kemp.
Verdadeira alma Florida, preparada pelo meemos. ''.'..
Gaz em^a* de cinco galoes, o mais purificado qeesepdedesejard. ncredi- ZlS^^lf^SZSr
tada marca F. W. D. & C. u i. .
Relogios perfei'os reguladores, com corda de quatro aoito dras, aosamnaooata-
[-bricantes E-N. Weloh. ... ,
Graixa-em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de pmiaaei-
1$400
Chapeos de sol.
Vendem-se chapos de sol de panno a 14400 e
ama grande peehincha para acabar : na rna da
imperatriz n. 52 armazem da porta torga de Pare-
des Porto.
4000
Cortes de laa escocesa para vestido a 34 o cor
te: na roa aa imperatriz n. 52, loja da porta lar-
ga, justo a padaria franceza, eslao se acabando.
Para luto.
Lias pretas com salpicos brancos a 00 e 500
rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 52 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
1$500.
Vendem-se pecas de tranca preta para Afeites
de vestidos, sootembarques, capas de sennora a
14600 com 10 varas, urna grande peehincha : os
ra da Imperatriz n. 52 junto a padaria franceza.
Chales de renda pretos.
Vende se cnales de renda preto a 44000,
loja que pode vender na rna da Imperatriz
armazem da porta larga, de Paredes Porto.
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S-o-2
er.S
b
5
_ Breo em barricas pequea*.
Cera em velas de todos os tamanbo*.
Bogias.
fereurio. ,
Na rw^o vipvtoa. H^priwiro aiMUr.
Baies
phia).
Superior oleo para'machinas de costura.
Agulhas para as mesmas.
Breu em bar icas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
bordeai
1.* qoadade.
St. Estephe.
St. Julien.
C.'lfafgui.
C.Lafltte.
Metk>c.
PORTO
Ia qiulidade,
Principe Real.
Pedro Y.
Maria Pia.
Princeza 0. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque.
Malvara.
Vinho fino do"Porto'ern barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinko do llheno.
Cera de Lisboa em velas e em grume.
GIUffDi; ESTABELECIIEXTO
IHM 4ji imperatriz, X. 60
GAUA & SILVA.
L0M!i; ahmaze* DfcyAiiiroxs.
5>ndo 09 proiwietwlos diste grande estabeeci
meato eitaonrende aba*raeito em muitss
muilo mai$ barato do que costamam am de-eada
vez mals agradarem aos seus numerosos frage-
les fpor faoto- Ihes offerecem um avnladowrti-
mento de fatBBdes francezas, wgiezas, as qoaes
vendrao mais barato do que em outra qualquer
parte, comprometterido-se a mandar' le*r quatuer
fazeoda vor casa do reguezes que nao pederera
Chapeos para oieaiaas a 6,000.
S na loja do Pavo.
Se vendem os mais bonitos e raais benwenfeita-
dos chaposlonos de palha da Italia, propTios para
meninas, pelo baralissFmo preco de 64000; na loja
6 armazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva. ^
Attenc^o.
ULTIMA llimUU
PISTES, EKFEITES, CINTOS.
Gama & Silva, acabara de recener pelo ultimo
vapor francez, um grande sortimento dos mais rl-
cos-eoleites pretos e de cores proprios para cabeca,
sendo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
vollas das mais bonitas perolas; assim como os mais
modernos e engranados peotes da verdadeira tar-
taruga, marebetados tend.) a ultima novniade
que tem vindo de Pars, e os mais ricos cintos com
utas matbisadas e velas largas, conforme ultiraa-
vir a loja, ou a darem as amostras, deixando ficar 'mente-se usa as pnmeiras eapitaes da Europa, e

19 RA O QVB]]WADO M. *f.
Uadapolo.
Finas pecas de madapelSo (om 20 varas a 9$.
LENCOS,
Lengos de cambraia branca, duzia 20.
dem de cores fixas para meninos, duzia 2#400.
Cambra-Jas.
Cambraias de cOres a preco de 260 a 300 rs, o covado. .
dnardauapos.
Guardanapos de linho, dozia 3)5500.
AlgedSo.
Algodo trancado de duas larguras, proprio para toalbas de mesa,uafpreco de \
40300 a vara.
Bramante.
Superior bramante de linho inglez e fraocez.
SCambraia de Hnbo propria para lencos.
ATOALHADO.
Atoalhado branco para mesa a 1)5600- a vara,
Entremeios de cambraia muito finos, preco 1)5.
Lencos de seda para algibeira a 1j5600,
o perjRor, asira como eonvMam as pessoss, que
negociam em menor escala que neste grande esta-
belecimento encontraro nm grande sortimento
tanto a realhocomo por atacado, vendendo-se-lhe
apenas pelos precos que coropram as casas ingle-
fas, sendo com o dinhetro a' vta.
le vcn(1os a 8K000 rs.
pethin1ia'adiraTeI.
S o Pavo recebeu pelo ultimo vapor francez
nm grande sortimento dos mais ricos eortes de
vestidos transparentes com linda* arras e enfeites
de seda, sendo estes vestidos muito proprios para
baile e passeios, e veodenr-se pelo baratfssrmo
preco de 84000 rs. cada um, na loja do Pavficna
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Oschales do pavo a 2ooo e 2ooo rs.
Vendem-se chales de merino estampados a 24
e 245OO cada nm.
Ditos de.merm liso a-'3W00.
Ditos esUmpados de crepon a 64, 74, e 84000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 144.
Na loja e armazem do Pavo na ra da Impera;
trizj. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende Pavo.
Siim da CWna com 6 palmos de largura, flseeo-
da preta para -luto,- propria para vestidos e reupas
para horneas, sendo esta nova fazenda sem lastro e
de muito boa qualidade, garantindo-se nao ficar
rossa com o tempo e vende-se pelo barato prego de
'84 e 24500 e covado, assim como neste estabeleci-
mento tem om grande sortimento de todas as fa-
zendas pretas eomo sefam cassas e chitas pretas,! gj'iva"
Has. tapadas e transparentes, prffleezas, alpa-as,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavo na rna
Os cortinados do Pavo.
vende-se por preco em conta por ter ebegado em
direitura para a loja do Pavo, ra da Impiratriz
n. 60 de Gama & Silva.
As rotaodas do p\ao a 8 c t(R
Ven jem-se as mais ricas rotandas de renda pre-
ta, sendo muito grande?, que sao as que mais se
usam, pelo baratsimo prego de 84 e 104 l na
loja e armazem do Pavo, ra da Imqeratriz n, 60,
de Gama & Silva.
Chitas pretas a 160 rs:
Vendem-se chitas pretas inglezas, sendo fazenda
moito boa, pelpbaratisslmo preco de 160 rs. o co-
vado, ou-54800" a pega com 38 covados: so na
loja de Rave, roa da Imperatriz o. 60. de Gama &
Silva.
ATLANTA
Clrande no* ida tic a OO rs.
Allanta a 200 rs.
Atlanta a 200 rs.
Atlanta a 200 rs.
Chegou para a loja do Pavo o mais lindo sor-
timento desta nova fazenda, cem o titulo de atenta
propria para vestido e roupas para meninos, sen-
do esta modernsima fazenda de la com os mais
[lindos gostos de qnadrinhos e listras tendo entre
ellas de cor roza e preta, com listras e qoadros
brancos proprias para luto, e vendem-se pelo ba-
ratissimo prego de 200 rs. o covado nicamente na
, loja do Pavo ra da imperatriz n. 60 de Gama &



As chitas do Pavo a 200 a covado.
Vende-se o mais bonito sortimento de chitas es-
curas e roas sendo Inglezas, mas com os pannos
Vendem-se superiores cortinados adamascados tao encorpados como os das francezas que se ven-
' para camas pelo baratsimo preco de 14 cada par, dem a 400 ris, e liquido se pelo barato preco de
ditos muito finos ricamente bordados para camas 1200 ris o covado ou a 74200 a pega, garantindo-
I or> janellas a 14, 209 e 254 o-par : na loja e-ar-1 fe tere 38 eovados cada pega e serem de cores
! maxem do Pavo na ra da Imperatriz. n. 60, deflxas isto na loja e armazem do Pavao na ra da
Novladcs!
Cambraias ffearia Pja. .
Chegaram as mais bonitas cambraias com utas
de cores e com os mais delicados deseches que se
vendem a 800 rs. a vara, -finiudos organdys do
mesmo gosto que se vendem a 14200 a vara, cas-
sas de cores comdifler otes e mudemos deseaos -
que se vendem a 240,280 e 320,rs. 0. covado, lu-
do Isto multo barato ero altengo a qualdsite :
na loja e armazem do Pavao na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva. t '
Grande peehlucka em loaUkas
para raro.
Vendem-se superiores ioaibas-.de .lipho px^pjyzs
para mo pelo baralissimo prego de 560 r.. i(as
a 640 rs ditas a imitago das felpadas a 8(0 rs.,
ditas fe podas a 14 : peehincha na loj.i e arrrv-
zem do Pavo na ra da Imperatriz n 00, de Ga-
ma & Silva.
Atoalhado na loja do Ptrao.
Vende-se superior atoalhado adamascado sc-r-do
alvo com 8 palmos de largura pelo barato prego de
24 a vara, dito de linho trigueiro cm a nttsroa
largura a 2o00, guardanapos da mesma laztcda
a 34 a duzia : na loja e armazem do Pavao ua ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Baldes baratos
Vende o Pavao.
Cbegou um grande sortimento de palees de ar-
cos sendo americanos que sao o.- oelSores e ven-
dem-se pelo baraiissmio prego de 24500, 34 e
34500: na loja do Pavao na ra da Imperatriz n.
60, de Gama 4 Silva.
Mretanbas de rolo a 2800.
Vendem-se pecas de bjelaoha de iIo ten lo 10
varas cada pega pelo baratlssmo prego de 24? 0:
na loja e armazem do Pavao na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Farello a 5$.
Na ra da Madre de Dos ns. S e 9 vende se fa-
rello de Lisboa nuvo, saceos grande^
PASTA e XAROPE de AF da ARABIA
DE DULWtREMEU
St o o> aicos peitoraes approvados pelos professoros d
'Facultad de Medicina da Frasca, e por M mdicos das Hes-
pines de Par?, osqnaes certtflcarlo taate asna superio-
ridad sobra lodos ss outros pailones como saa poderosa
anteada contra os MaXos, rtppa, irritacoes e as
Arrelooes do paito e da f arcante.
RACAHOUT DES RABES
ur dKL*JGRE\Ii:r
nico alimento approvado pela Academia de Medicina da
Parii. Ella restabelece as peasOas que soITrera do Bato-
nu(o a dos inteatlBoa; fortalea as criancas a as pesseas
debilitadas, alem aisse em Tirtada de sua propriedade ana-
lptica be o melhor preservativo das robras asnaraUa e
tTPkoM*.
MACHINAS AMERICANAS
Verdadeiras do fabricante .' Y. Cantlongln & C.
Moinhos americanos para moer niillio.
' Na ra Nova n. 20 e 22,. grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os fabricantes; se en contra oeste deposito
grande porc5o de machinas, e se vendem por
menos preco. do que em outra, qualquer parte," J"JJjJ
por se receber era direitura da America; se
fornece todas, js explicaces necessarias ao
comprador para conservacSo das mesmas;
neste grande estabelecimento se encontra mui-
tos artigos americanos, que muito deve agra-
dar aos agricultores que usam d taes artigos,
encontra-se tambem todas as-collecces de de-
sechos sobre os .quaes se aceita qualquer urna
encommenda, que com promptidao ser ejecu-
tada; teste grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalbo, gnnde porc5o
de ferragens, emiudezas qne se vendem por preco coaroiodo, pedindo-se a attenco
de todos para este estabelecimento que uitolucraro em fazer suas compras: na
ra Nova n. 20 Carnei-o Viatnia. ___ -i
Gama & Silva.
Os espartilhos do Pvo.
Vendem-se urna grande e variado sortimento de
espartilhos dos mais r*ar feitoe que tem 'vindo ao
mercado, sendo de todos os tamanhos, vendendo-se
por um prego muito razoavel : isto na loja do Pa-
vao na roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As safas bordada do pavo.
Vendem-se saias bordadas sendo fazenda muito
Maj sendo ricamente bordadas e cern mnita roda
vendendo* pelos fcarwoB.-frreeos d fi5 8* e tOJ
reis cada urna na loja do Pavao na ra da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Ronpa Delta.
Na loja d'Pavo
Vende-se seste-estabelecimento nm grande sor-'
tmenlo de roupas, tanto de panno como caxem i ras,
e pelos barassimos precos como sejam
loja
I Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Cada frasco a cada caiiiaha deetas prepara-;5es Int-i
umpre o ullo a (Irma Delugretiler, rna Richeliea, 26.
em Pariz. (Faier arillo alinelo com as falaiucacOes.)
re o ullo a firma Dtlangrnitr, rna
_ Pariz. (Faitr aarizao alinelo com as
Depositarios do PerMinaiie : halo T" I Um f Oto.
Novidade
DE
FAZENDA E ROUPA FEITA
UUA JVOTA *
Reco & Moera, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita ra Nova
n. 24, fazem sciente ao publico e particularmente aos seus amigos e fregueses, que
acabara de receber de sua encommenda, um perfeito sortimento de fazendas tinas, entre
ellas casemiras decores proprias para-costumes-; panno fino dos melnores^faDricantee
proprios igualmente para casacas e sobrecasacas e outras fazendas de vanados gostos,
as quaes vendem com vantagem sobre outro do mesmo genero de negocio, tanto pela
modicidade dos preeos como pela qualidade especial dos artigos que expoe a escolha de
todos aquelles que se dignaren frecuentar seu estabelecimento.
Ofimesmos, continuando eomo sempre, escudados e robustecidos na aceitacaoe
confianca que lhes tem sido di.-pensada pelo respeitavel publico, no espaco de tempo em
que se achara establecidos, proemamenvidjr todos oseslorcos a seu aleante para cor-
responderem sufficientemente a expecta*ia deste e de seus numerosos freguezes e ami-
gos, por isso, admittiram para sua oficina deahaiate, quatro contra-mestres, anecio-
Bando regularmente sob a iuiriediata (Hreccodo muito hbil mestre Launano Jos de
Barros, o qual, activo e diligente como- se ser. no se poupa aos mais aturados cuidados
de sua arte quando tem desasfazer com brevtdade e presteza qualquer obra de encom-
' Ae contrario dos uuitos que enehemas columnas do jornal com a repetico ociosa
de annuncios em estylo sedico, n5o precUamos aqui a natureza dos artigos que possui-
mos para n3o collocar a sinceridade dos nosso* trates no pego (inminente que resulta
dessas aptecipac^es sem fundamento. _____i
(-K1MM
AZEM
DE
Roupa feita e por me$da.
20 Ra Xora n. 26.
Jos Anlunes Gumars, pr*)priet?rio deste novo estabelecimento de roupas e
taiendas-finas, participa ao .rpattwl publico emgeral e a todos os seus freguezes,
que estando sua casa sobre a direco de dous dos melhores mestres de alfaiate, sendo um
delles o Sr. F. E C Miranda, e o outro o Sr. M. J. .-Gafneiro, ambos-com granes
habilitaces tendentes a sua'arte, pelos quaes-e. dirigida a sua offiema, e achaado-ce tem
montada a desempenhaf qualquer encommenda por 8pande 06 **&> s esforcara para,
sabir a contento dos freguezes, vendendo tudo por menos do que em outra qualquer
parte, roga aspessdas iauw8aadas.jue venbam examinar seu estabelecimento, e veririear
por si mesmo oque declara, Mqdo entregue qualquer encommenda no prazo horas.
6raie skImimU.
xtttgfto.Xxsu. i. miwiratrtf AJUalM' IJ*
juia-frueea, om graade sort ment Jque se Ten-
et a ifim rs. paraacaabar.
S A RA A CABIU1
NeTtTsiabelecimento como sSpre connaJ^enrawle o coiaplto mUnmt( 4e mgjtm
para descarocar algodao, verdadeiras amerif snaMe 8 Pjettv, 0l^^tlt^[Z^2^L
SM*'HeV-Yock Coto* Gine^ci C^rt* tto't*fmfa:tiw*m<*^ma*l*,im**<>*
tSmSSZto"Ss pela seguran^ com *e aloiUtavflMO^Io.Rmde ai^
cer^noMOirabalho, oceupando mu pouco nesaoal. Tambera aqu os freguezes encomrrro toflOs os
necessarios avnlsos para as mesmas bem cos :
Machimas para cortar capita.
Machinas para ebnlhar mllbo.
Mae*ttrs,wa rwr prateles fle ferro*madklra.
MaotrioaspaM^m caf.
Arados, carros de mo
e 01 nuri acreaiudos cftom*p*if1*mita<> p*1< prW*. caigas decaxemira preta 65 7> e S^OOOreis, pa-
letots de panno preto saceos a 65 **<8 e ffjOOO rs.
ditos sobrecasacos de panno flnissimo a 124 i8A e
25000 reis, e outros muitos artigos que serla en-
f don nos aqu relata-tos; s na loja e armazem do
Pavao roa da Imperatrii n. 60 de Gama & Silva.
Loja do -pavo
< ra n es peehtnefaas.
Sedinbas a 300 rs. o covado
Sciliiilias a liOOrs.
Scdhas a SOO rs.
Vcc-ie-se na loja do Pavao, um grande sortimen-
to de sedinbas lisiradas cora as mais bonitas cores,
sendo os padros mais-novos qne tem vindo ao mer-
C*do, ^jjende-se pelo paratisslmo preco de cinco
tostf.es o covado, sendo fasenda que valem muito
mais etinheira, e graoda pacbiocba por *e ter
comprado ama grande pornda desta fasenda, na
loja e armazem de fasenda do Pavo, rna Ja Im-
peratriz. n. 60 de
Os chales de guipure a 12$ e
16^000,
Vendem-se .os mais ricos chales de Guipure e de
renda de linho e seda, pelos baratsimos preeos- de
13$ e 164 i grande pechiocba em reiacao a boa
qualidade e lamanno delles : s na toja do Pave,
rna da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Lazmkasa 200 rs ,so
"Pavao.
Vndera-se modernas lazinhas com lindlssimos
gostos, pelo baratissimo prego de 200 rs.; gran-
de peemoeha : e na loja do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas Largas
Na loja do Pav5o,
Chegou para a loja do Pavao um modernissimo
sortimento das mais lindas sedas para vestidos,
sendo ornas de rrtrinhas e outras'de ftorznrras
com as mais Unas cores, e algumas proprias para
as sennoras .que estiverem de lato e vendem-st-
pelo barato prego de 24000 o covado, tendo esta
fazenda qn*tro palmos delargura, que facilita fa-
er-se nm vestido cora poneos covades, isto na
loja e armazem do Pavao na ra da Imperatriz n
60 de Gama,& Suya.
i-encos brancos a t 000 res a
dozia.
Vendem se lengos brancos fazenda muito boa'
pelo baratissimo prego de 24 a duzia, Ditos com
barra de cor a 24000 isto para acabar na loja d-
Pavo na rna da Imperatriz n. 60 de Gama, & Sio
va.
Cirode*apIeg prel do Pavo.
Veadem-se-taiperioreS'grosdenapre pretos, pelos
barassimos pregos.de 14500, 14600, 14800 e 24
o covddo, sendo fazenda multo boa, s para aca-
bar : na loja e armazem do Pavo, rna da impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante de linho do Pavo.
Vendes* superior bramante de linho com 10
palmos de largura, proprios para'tenges, pelos
baraHsimos preces de 14 e 4600 a vara, assim
como paano de linho muito fino pelos baratlssimos
pregos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do Pavio, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Suva.
Cambraias tisas do Parlo.
Vendem-se-pec*8 ee cmbrala lisa nwito sBpe-
rior, pelo barato preco de 34900 e-34200 a pesa,
ditas muito finas a 5, 64, 74 e 84 : na loja e
armazem do'PaTio, ra *a iM^eVavtrfzi'.0,"de
Gama.& Silva.
PENTBABORES
ou roupr3es de cambraia bordadw proprios
para as sennoras vesltrem de manbia.
Chegou esta novidade paia a toja do Pato,
mnltolindos e do'melbor gosto t'ttoje, pofpre-
os muito razoaveis : na loja do Pavo, rw '4a
mperatriz b. 0, 'de^Gama & tMNa.
Grosdenaple preto a ljj(600
r grande peeMtfeha!!
Vende.9grosenapIe preto, sendo muito encor-
pado e de boa largura, pelo baratissimo prego de
14000 o covado : na roa da Imperatriz n. 60.
OS cachina do P*?.
Vendem-se bonitos eachlaez do lia oa agazalboe
paraeabea neio baratissiHat) preo de 34000, s
na loja do Pavo, na ra da Imperatriz n. 60.
Ca*io a 31)0 rs. a covado.
Para calcas. .,
Vendem-se, superiores castores muito encorpados
padrCes escaros pld barato preio le 32f>ts. &**
vado, servfnoestievWfciinVsat>'pwa e*ci*W
por ser d* muita, donfie; loja ariMieliJ'*)
Pavao roa da Imperatriz n, 60 d Gama & Silva.
JUdapoloas a 3y5#fts. -a pessa. ,
So m loja dOfPa-vao. ^ t,
Voade-se pacas de madapolo tao com IS.jir-
dselo bfrato pre? do'34p) e 4aS00O.

Vndese fias pharmacias de Maurer e de
A Caors.
Satas bordadas
Cbegaram a loja de Paredes Porto, ricas satas
bordadas, qne vendem se a 44300 e 54 : no arma-
zem da porta larga n 52, rna da Imperan iz.
ATTECAO
Para Santo Antonio e S. Joo, algoidares de Ge-
nova de todos os tamanhos, muito baratos por ter
grande porcao, jarras finas, entre-Unas e grossas,
de lodos os tamanhos, assadores para ir ao forno,
vasos francezes em temos de seis, e toda a mais
louga de Genova e da Ierra : na ra do Rangel
numero 4.________________________
Na ra do Jasmim o. 24, offleina de ferreiro,
ha para vender urna victoria, um cabriolet ameri-
cano de 2 e de 4 assentos, um catriolet de 2 rodas,
lodos novos e por commodos pregos. Na mesraa
offleina se aprompta rom toda a perfeigao qualquer
encommenda, tanto de caranina cerno de ferreiro,
qur sejam obras novas, qor (oncenos de leda a
especie. ______^^
ecriBicft
Vende-seuma taberna l>em localisad^ afreguezada
para a trra, que vende do 164 a 244 diarios; na
freguezia da Boa-Vista, a casa por muito commodo
prego de aluguel e t*m commodos para familia, as-
sim como se vende s a armago : na roa da Ira-
peratriz n. 6 se dir' guern vende.
Vende-se urna paccadaria, b.mbo, rufo, pra-
os, em bom nso, e prego commodo: na ra do
orres 16 Recif Rossa Senho a do Canco c a gloriosa
cvant'Anna.
Est a' venda delronle du convento de S. Fran-
cisco n. 15 a novena, salve, versos, e a exb'oigo
do Santo Escapulario, tres folhetos por 500 rs., e a
novena da gloriosa Sant'Anna em 1 dito por
320 rs.
Eseravos fgidos
Para vestidos.
Chegaram as desejadas cambraias ou tanatana-
brancas com rfa inhas {sendo transparentes e ven-
dem-se pelo baratissimo prego de 54000 o corte,
na loja e armazem do Pavo na ra da Imperatriz
n. 60 de 6ama & silva.
.Chitas a 180 rs., s o Pavo,
Vende se o mais bonito sortimento de chitas in-
glezas, padrSes roiudinhos, claros e escuros, e ten-
do tambem roas para luto, afiangando-se serem
cores fixas, e vendem-se pelo baratissimo prego de
nove vintens o covado, ou a pega c:m 38 covados
por 64800 : isto na loja e armazem do Pavo, na
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vestidos brancos.
Cbegaram para a loja do Pavao os mais bonitos
cortes de vestidos de cambraia branca com boni-
tas barras todas brancas, assim como com barra?
de cores, sendo fazenda transparente e muito fina,
tendo cada nm corte bastante fazenda e muita ro-
da, e vendem-se pelo baratissimo prego de 84 e
t0# : oa loja do PavSo na ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Cortes de tai latana na luja do pavo.
Vendem seos mais modernos cortes de trlatana
con as mais lindas barraste cor, pelo baratissimo
prego de 54 cada um, sendo neste artigo o melbor
qne tem vindo ao mercado : isto na lojae arma-
zem do Pavo narna da imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Cambraias brancas,
Cea 8 palmas de.largurac
SO aa Ija do pavo.
Vende-se cambraias brancas transparentes tendo
8 palmos de largura, ou duas larguras das regula-
res, que facelita fazer-te um vestido apenas com 4
varas, e vendem-se pelos barassimos pregos de..
14000 reis, e 14280 a vara, nicamente na loja e
armazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma iS Silva.
Chitas br?n as;a 280 rs,
Mende-se chitas francezas acentos brancos pa-
dres miudinhos, pelo baratissimo prego de 280 rs.
o covado, na toja e armazem do Pa\a">, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & ?ilva.
Chapees de sol.
Vende-se om grande sortimento de chapeos de
sol, sendo de seda e de varios pregos e qualidades;
ditos de alpaca e de panno, e vendem-se por pregos
muito commodos, na loja do Pavo na ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Hlva.
Cortes de chitas.
Vendem-se cortes de chitas Inglezas, sendo pa-
dr5es escuros tendo 10 covados pelo barato prego
de 24000 fs.; ditos com 11 e 12 covados a 24200
e 241OO rs; ditos de chita franceza escura e ale-
gre, tendo 10 covado* 34200 ; ditos e:m 11 e 12
covados-a 34520 e 34840 rs: peehincha, na loja
e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
Grande peehincha
em chales a hft na loja do Pavao.
Vende-se rinissimos chales de merino lisos eom
franjas largas de retroz tendo as cSres segntntes :
encarnado, azul claro, azul escuro, verde.'cr de
canna, solferino, majenta, branco e roxo etc., esta
fazenda vende-se sempae a 64 pela sua boa quali-
dade e agora liquida se pelo baratissimo prego de
44 por ter grande porgao: na loja e armazem do
Pavo na roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
A 4<$ peehincha em chales de renda na loja.
do Pavao.
Vende-se chales de renda pretos tendo 4 ponas
e sendo muito graiides pelo baratissimo prego A
44, ditos de renda de seda a,4 e IOS : na loja d.
Pavlo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama"
Silva.
chales
peehincha a 60 por ter um toque demofo
Vendem-se flditeos chiles 'reoH de seda
pretos.com um pefjtwoo toqne de.-mofo pelo.bara-
tissimo prego de 64 sendo fazen.de que sempre se
veneu pe* 184 e 504 e aeabanvse-por esn*pr?o :
na' loja e armazem do Pavo oa ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Chales de renda.
Venderorse Bnissiroos chales de renda de seda
pretos senao de tres pentas. porra muito grandes
pelo baratissimo prego de 64, sendo fazenda qtte
sempre se waien '12** 154-: isto na toja e ar
mazero do pavo na-ra da Imperatriz n. 60, de
Gama 6 Sfv-
Alpacas para vestid
. m lega do Pava. :;i
Receberam-se as mals modernas alpacas de co-
res para vestidos 'ebm os 'mals- lidos-'deseiMWs1
seMtvbieaMa bogad* pelo ultimo vapor e ten
dem-se pelo baratissimo pre$o de 640 rs. o covado,
tendo estas fzeUtras largura > chitas'francetas:
ito na loja e armazem aoPavo na ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
'Para m2o
Lencos bordados
VeodeoPavao.
tiste embtfetmeWfr>aYe*Ba de receber um va-
riado sortimento dos mais bonitos kngos de cam-
lti mi) $&sto tm -Utozmlm*
Acba-se flm grande sonimento das-mais moder-
nas : a Mari Pa, Garibaldinas, matbisadas, lisas
e de qoadriohes que se vendem por baratsimos
pregse dio-so as *Wrts: Batoja >'irtM(sl
o Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Garba Silva.
300$ de gratificado.
Em 31 de ootubro do anno passado, fugic a es-
crav Claodma, cabra alta e seca do corpo, qne
perlencen ltimamente aos Illms.Srs. Jos Joaquimv
da Silva, Manoel 'Mauricio de Sena e D. Mariana
Ignacla de lastro e Silva que a vendeu a Jos Ma-
iheos Ferreira que pagara 2004000 a quem ,l
entregar ditaescrava na rna da Cadeia n. 62.
^E&crava fgida
Na noite de domingo 17 do crreme fogio orna
escrav de 18 asnos de idade, cor preta, de nome
Joveneia : quem a levar a ra da Cruz n. 19, sera
recompensado.
Desappareceu no da 2 do correte, da casa
de D. Marianna Augusta da Rocba Bastos, o sea
eseravo Raymoodo, mulatq escuro, cabellos cara-
pinbos, corpolento e gordo, com pouca oa nenbu-
roa barba, 22' annos, ponco mals on menos, e qne
representa ter mais por ser bastante corpolento,
tem os dentes inteiros e tem om dos bragos marca-
dos com letrrs e slgnaes : qnein o apprebender
leve-o a ana senbora na ra da Aurora n. 42, qne
sera recompensado.
Fogio no dia ll do corrente, da casa de sea
senbor.sHa na Ponte de cha, o eseravo Alolto,
levando caiga de brim pardo e jaqueta de alpaca,
da calcado, pardo, secco do corpo, poneos ca-
e no mareas de beiigas 00 rosto, tem offl-
ci de alfaiate e emende de bolea, e passa como
forro: a pessoa que o agarrar leve-o ao caes'de
Apollo a procura do Sr. Francisco Antonio do Al-
buquerque Mello, qne ser recompensado,
Fugio no da 6 de fevereiro prolimo passado, da
casa do abaizo assignado, morador na povoagao
de S. Pedro, freguezia de Pi d'Alho, a sob escra-
va de nome Vieeneia, eom 20 a 22 annos de ida-
de, com os signaes seguales : cor mulata, esta-
tura baiza, chela do ebrpo, cabellos corridos, pes-
ante oompridas, nariz afilado, bocea pequea, den-
tes perfeitos, tem pannos brancos pelo pescoco e
pelos peitos, (sendo este o signl mais vfzlvel) bra-
gos um ponco pellodos, e quando anda com elles
arqueados, pos grandes e seceos. Esta escrava foi
seduzida per pessoa do-lugar, o esteve em nasa do
delegado de polica actual o Sr. Antonio Vicente
Mara de Araojo ; depois fol datl conduzida para
diversos lures por mandato do'mesmo seductor,
e consta agora qne no dia 4 do correle partir le-
vando tn iba comparniiSTim botro, Ijue a eubu-
ztraptra aYeidadedaatabyba on seas arrabal-
es ; cmsta mais q,ue est ou esteve em casado
Jr. 'Antonio dj Lebos Sbbta, qoetflzm ter'em
dita cidade ama casa de buhar, oa que arromara
em outra qualquer parte; consta tambem que
dita escuta mudara o nome para o de Joa*on}a:
podendp entregar ao sen senlior nanean povoa-
cadeS.PBdro.oanarnaWva'n.lB, na ldWe
*o com a onasta cima,
ft >ts4a de**B fa-'ttr
mosednoier as despetas
w, bnm ,e &MBM&
OnftSmo
aWw'de Arrt*.








trmmm.


y
HBK

**
Diarlo de reraumbaf Tere felra de Jnah de
886.
ilTTEMORA.
As Biblias falsilicadas.
Si ''lis aulem libros ipsos ntegros cum
meiros seclos para determinarem a genui- essas intolerancias da parte dos protestan-"
dade e autheoticiJade dos litros cannicos, les para com os catholicos, se oacatholicos
e lhes Gxar o sentido sobre os pnncipaes pertencem Bgreja de Jess Cbristo ? Por
mysteri s da f. queemfim exprem-se conaeranacSo eter-
Ainda mesmo quaodo acertara, sao con- na' perseverando obstinadamente 'ama he-
omni'ms suis partibus, pruut in Ecclesia tradictorios os protestantes res'a' oa^G conforme o ensino dos catholi-
Catholica consaeverunt, et in Uleri Val- cos ds to0s os tempos, nao se pode per-
mita Latina editione habentur, prosa- E pela tradico que olles podem provar maQecer voiuntaria e scieotemente, sera
cris et canomcis non suscepcru, et tra- a obngaeSo 4e saoctiiear o domingo, a le-
ditionea pYa dictas sciens ct prudens
contempserit, anal fiema sil ( Conc. '
dent., sesso 4.a)
(Continuacao.)
ditiones pYwdictas sciens' el prudens fi nidade creanr as'a val comPrometter ajsalva?30' W*a* "<* Pde
incas, a val- vollar a communh5o XIV
PHVAS DA NECESSIDADE DA BGftEJA ENSINAN-
TE, TIRADAS DA KALSIDADE DO SYSTEMA
DOS BnOTESTANTES,
Dous nicos meios ba na Egreja de co-
necer a verdade : a auctoridade do ensino
dade dos sacramentos conferidos pelos here-' cajgrm oenslno de todo|os protestanles,
ges, e oatras observancias admitlidas por todos se podem salvar ? N5o ha meio ter.
i mo: ou reconhecer quenada pode justifi-
Logo de ludo qnanto fica dito, se deduz car a Reforma nem as desordens por ella
que falso ser a Escriptura Santa a regra provocadas, ou renunciar a mesma Reforma
nica da nossa crenca. a estulta distincco dos artigos fundamen-
2o W falso, que cada individuo tenha Mes
o direito de interpretar a Escriptura Snela,
e a invesligago particular. Assirr ou i seando as sf3 j^P *** ^ haver
necessario admiitir com os catholicos a auc- mor "8 de.f a interpretado, que lhe
toridade da Egreja ensinante, como juiza das id' [ora dl ens,no e auctoridade da Egreja.
controversias, ou sustentar com os protes- E' falso, porque contrario ao que prac-
tantes, Io que a Escriptura Snela a regra ticaram nossos pais, que segairam sempre
umca da nossa crenca ; 2o que lodo o in- e invariavelmentc a crenca da Enreja catbo- 1aando Dini *?" o re poeta e guerreiro,
dividuo tem o direito de interpreta-la, se "ca. como iofallivel criteriam das verdades JJJ ZmT" "* JVen'" *ma ""
gando suas proprias luzes, e conforme a evanglicas, e regra nabavel da f christa.
sua razo individual; 3a que pode cadaumj E' falso, porque como j foi dito, S. Pe-
por si mesmo, por via de exatne, e sem o drofalando das Epstolas del3. Paulo, diz
auxilio da auctoridade, descobrir na biblia quebaabi coisas de difficil intendimento:
os artigos fundamentaos da f christa, os difficilia intellectu, que os ignorantes e vo-
uijicos, dizem os protestanles, necessarios luveis, indocttet instabiles, corrompem co-
j salvacao. mo deturpam as outras Escripturas, em sua
Ora, estes tres principios em que se' Pr0Pria raina- ad suam ipsorum perditio-
funda o systema protestante sao falsos; e nem-
pois necessario admittir a auctoridade da | t" falso, porque isso mais proprio para
eternisar, do que para dirimir as controver-
cias.
O sino de natlnas.
Tradico porlugueza.
Grandes regosijos bouveram na cidade da Lisboa
A popolaridade do monarcha estiva no sea sur-
ge ; a mallido que ja' lhe havia conferido o titulo
de Pai do seu poto era estimulada a' mais eulbu-
siastica leeldade por (estas e liberalidades para
com-elles; e os nobres, enjo orgulbo nacional era
lisongeado pela alliauca, arhavam urna fonte addi-
cional de satisfac.o en) seus jovens sbennos pela
prudente despedida dos creados castelbanos do se-
quilo da ralnba, e que previnia as influencias pos-
si veis de favoritos estrangeiros sobre ama pessoa
caja belleza e graca era mais que provavel que se
tornasse a reguladora de qoem os governava.



ensinante.
Demonstra-se.
i 'Que falso que nao haja outra regra
deft, alm da Escriptura. Temos a tradi-;
Co, que a palavra divina nao esc ipta nos
Com tndo, a pedido da raioha, um joven pagem,
A heresia, diz Tertulliano, regeita coja insigoilicancia pareoia fazer sua presenta ou
como apocryphos certos livros da Escriptu-' ausencia de poneo momento foi conservado,
ra Saocta "- mcmn0 -.., .k ^ i Com todas as externas circnmslancias conda-
eos mesmos (jue recebe como
cannicos, nao os recebe por in'eiro, e os
centes assim a' felicidade, pois qne o sen real es-
poso era to cortez e completo como bravo e poli-
o 1 .qae recebe p0r inteiro' Perverte-os com ar-' Uco, Isabel de Gastella tinba justo motivo de rego-
arias interpretacoes. Na sua audacia, sijar-se do seu brilhanie deslino; e dorante os do-
livros sanctos. O objecto da tradiglo noij"
somante fixar o sentido das Escripturas ; I '
u a a a a heresia nao se pea de reconhecer o que dous pnmeiros mezes de residencia em sna nova
mas nos instruir lambe* das verdadea de ^^ ^ ^ ^ ^ ^ q ^_ palr3) nenduma soffibra obscareceu b seu esplen.
^enaofalaramosauctores sagrados outo Q f Q Q dor. -
verdades que apenas m^nua.am sera de -, i Mas> ao expirar deste periodo sua perpicaz per-
eiivolve-las, nem explica-las de mido a ia- .. '. ,. cepcao descobno ama enfermidade na alias nobre
ii n l,IC0 quesejasnas discussoes das Escriptu- ,,. H<.n,nT
sullicientemente conbecidas. Ora,! ^ ,. v natoreza de Dmiz.
ras, que esperas lograr com a disputa ?
Tudo o que afirmares, o negar obstinada-
mente a heresia, como, afiirmar tudo o que
.negares. E pois s tdio e indignaco
'.-gma que se basea na escriptura, DO tes- ,"V ,. ,t ..
. ,l n a i ia 1. ,'te resultara de tal controversia. Qntd
temunho dos Padres e
ze-las
tudo o chnsto de boa f, por pouco que;
aprofunde a materia, hade reconhecer a ne-
cessidade de admittir a tradic5o. E' uin
Era trlstissimamente cioso.
dos Douctores de
todos os tempos, na conssao qnasi unni-
me dos auctores mais graves entre os mes-1
mos protestanles.
proitimovebis, exercitadisseme scriplura-
Nao poda soffrer rival algum nos pensamentos
d'ella, nem mesmo o amor natural e piedoso por
seos prenles e sea paiz.
Ficava sempre urna nnvem em sea semblante,
quando ella lhe fallava de Gastella, de seas pas, e
de sea irmao mais moyo e favorito; para melbor
rain, cun si quid defendens, negetnr ; ex-
adivemo, si quid negaveris, defendalttr ? \ dUer> Qoando. c001 a sua oXar\ candara, ella lhe
r>., ..j -{.-i j : contava saas saudades ao partir das amigas e dos
Et lu quid mhil per des, nisi vocem in con-i "'uao
O \nostolorecommenda a ThemotiO eaos1, / .. ,! socios de sna infancia, elle lhe responda com as-
u ApusiuiuittuiunwiKid i luwnunu ua tenttotie; nihtl conseqiterts, msi bilem de oereM
fiis, que guariera cuidadosamente asins- b,aspheimt,onc, (v. prescrip. cap. XVII).! '
truccDes, que lhes deu de viva voz : Sancto Isabel era mui joven e limida.
Iguack), bis) de Antiocbia, exhorta aos pri- Ass,in' 1uem P0uera contar ^das as sei- Desde esSe momento evitoa toda mencao de sna
firmes ta (*ue *l* Pu"u'ai^0 O ventre da Refor- familia e paiz natal; porro, por nma conseqaencia
meiros chrislaos a se conservarem
as tradicrOi's dos Apostuhs : S. Polycarpo, I
ma? Nao se poder combom direito dizer,natural, elles obtiveram mais forte apego em sua
memoria e affeicoes-
0 temor de despertar o desagrado de sen esposo,
bispo de Smirna. eguaes exhortares faz aos'dos Prol^t^tes o. mesmo que dizia Vicente
PlMmnsps S pania bisnn de Hiranle de Leirins dos hereges dos pnmeiros secn-
I biiipeases S. I aptas-, Dispo ue liierapie,, nninft<; da rainha, e urna duvida ciosa da do rei, de que o
d lesleraunho de quanlo foi cuidadoso em;los yut ,,dU' e"lle elles tanlas opimes. d(j ^ ^ ^ ^ q amor
recoffier astradicoes da bocea aqoees\**** os "ldlvlduoJ que seu arb.trto!qne desejava/DrodaI10 oraconstrangimento em
que haviam conversado os discpulos imme- inleiPreta^am as Sanctas Escripturas ? .suas rela55e8 que era penive a' ambos; e isabej,
Pene quot nomines, tot illinc sententice.
E' falso, porque isso tende a destruir
f. Nenbum erro por mais grave tem dei-
xado de ser emittido e sustentado em nome
da Es^riplura. A historia ah no-lo de-
monstra. Urna vez desprezada a auctorida-
de da Egreja neste ponto culminante do
ensiuo, a crenca do christSo Oca exposta a
todos os erros e variacoes a que arrast>m os
caprichos da razo individual.
descorosoada pela falta de sympathta com os seos
sentimentos em tod.os qoe a cercavam, procarou-a
: aQnal em seu joven patricio, o pagem Gonzales.
Elle poda fallar de sna cara e distante Castella;
poda cantar-lne os cnticos agora duplamente do-
ces aos seus ouvidos por sna associagio com o pas-
sado.
Cada vez que a joven rainha se achava s com
snas damas occopadas em bordar, ordenava ao
Castelbano por passa-tempo qne tocasse em sna
guitarra, ou despertasse as reminiCencias da infan-
cia d sua real senhora ; e esta imprudente e de
3-E' egualmente /ateo-que se possam al*Qm raodo Puco dig,oa "S.^^T
seu pagem era em parte excusavel, pelo facto de
que Gonzalesjera fllho de urna nobre senhora Cas-
diatos de Jess Ghrislo: Sancto Hegisipo
consulta aos bispos sobre as tradices apos-
tolicas: S. Justino nos fala de muitas ver-
dades aceitase recebidas na primi Uva Egre-
ja, que alias se nao encontram na Escriptu-
ra : Sancto Irineo, hispo de Lyon, recorre a
tradico para confundir os hereges de seu
tempo: S. Clemente de Alexahdria, defeu-
de a douctrina de Jess Christo, tal como
os Apostlos a transmittiram de viva voz
aos seus successores : Tertulliano oppoe aos
hereges as tradices christas, difundidas conhecer s pela luz da razo as verdades
pelapregacio dos Apostlos: Origines se-1neCessarias salvacao, distinguindo osar- ,'eihana a'qnem tinba sido confiado o cuidado de
gue as pegad >s de Tertulliano : o Papa tgOS fundamenta^ dos nao fundamentaes. sua propria mocidade.
Snelo Estevao, morto em 257, impugna: p;sta sngaia- distinecao, que se deveaJu- Tinba sido educado desde a infancia no palacio
com a tradico o erro dos rebaptisanles :! reUj arbitraria, contradictoria, sobre im- de seu P*'e Parlic'Para dos mesmos passa-tempos
practicavel e fautora de todos o's erros. I ^ ella:he seups irmf* a.,. ... ^v oooo
E tambem Gonzales era tao difireme da gene
E" arbitraria : nao se indicarr ne-' ralidade dos pagens t
nhuma passagem da Escriptura Sancta, que; Era to gentil, to piedoso, de maneiras to de-
restrinja certas verdades a neGessidade da: ''cadas e humildes, que acbou favor aos oihos das
f, nenhum texto que legitime a indilereu- mais graves e mui,as vezes alTectada, daa,as de
. honra,
ga sobre pantos menos importantes do ( Era de uma gura /paDlioa e deieada; e com
Evaugeloo, nenhum lugar emfim que distin- qnanto rauito forraoso, era menos a belleza das rai-
ga OS dogmas, que se podem regeitar sem Ses do que a expressao, que conquistava aadmi-
perigo, dos que ie podem regeitar eomi^*^*^^^^^?^];^
perigo da salvago. Nao se l em parte al-
guma, nos livros snelos, que taes ou taes
verdades nao sejam necessarias. A interl
Era uma scena de alegrar o coiacao, ed^lj ta qualidad de doce dura por moito
yantar o pensamento em devou gratido ao Dador! [empo.
da loz do sol e do ar suave : mas nenhoma ale-
gra, nenhuma pz se expressava naquelle joven
semblante, obscurecido de parioes-profanas.
Elle nao via o rio qoe, se baloucava, nem o ar-
mamento lmpido e sem nuvens; nao onvfa a m-
sica da calhandra longfnqua, nem as alegres vozes
dos bateleiros : sea pansamento atlendia somon-
te a' scena do interior d cmara, de que era na-
quelle momento testemunhaa rainha e suas da-
nias ouvindo com sorrlso approvador a Gonzales,
que lhes caniava uma cantiga de sua Gastella
natal.
E roui suavemente ia a voz e a guitarra do pa-
gem aos seas ouvidos naquella occaslo em que
contava nma linda e aotiga bailada do Mouros ;
mas os doces sons estavam em desacord com o
pensamento enfermo do ouvinte.
E-iava anda envolto as leas de sua amarga
pbantasia, quando uma miio ponsou sobre seos
hombros, e voltando-omestreraecimento, via atraz
de si o rei, que elle julgava ausente na caca.
Balbciando nma apologa por nao ter visto en-
trar o soberano, Bernardo se dirigi para abrir a
porta da cmara da rainha; por em Dioiz o dete-
ve, e em voz baixa ordenon que o seguisse ao cor-
redor vizibho.
Quem canta nos aposentos da rainha ? foi a
pergunta do rei logo ao cheger all.
O pagem Caslelhano de Sua Hagestade a rai-
nha, seohor.
Di verte elle multas vezes o sen real descanco
como menestrel deste modo ?
Sim, senhor, sempre qae Vossa Magestade se
compraz de montear ou cavalgar alera sem sua
rainha.
Ah excfamou o rei com sobrecenho ; que
dizes?
O olho perspicaz de Bernardo nolon aquello so-
brecenho, e vio ao mesmo tempo a falibilidade do
plano que tinba no pensamento, como orna verda-
deira inspirado do mal. Mostrou uma confusao
Poetada.
Nao exactamente ; isto rogo a Vossa Ma-
gestade de perdoar-me ; a rainha (cara descon-
tente balbuciou elle.
Descontente I exelamou Diniz impetuosa-
mente, porque motivo f Falla a verdade, velnaco,
sem medo e fielmente. Esse valido eoto muitas
vezes admittido a presenea da rainha 7
E' meu senhor, replicn Bernardo, anda com
affectada relutancia. Sua Magestade gosta de fal-
lar de Gastella com o meu camarada, elle me disse.
Fallar de Castella com elle-fallar com o
seu criado I exelamou o monarcha irado. Por to-
dos os Santos I continuou, fazendo um movimeato
para o real aposento, soffrera' por sua presnmpgo
em provocar por tal asserto uma falsidade. Sai
de diante de mlm, velbaco ?
Bernardo, nao obstante, prostrando-se immedia-
tamente de joelhos peraote o seu soberano, o im-
plorava, com Ungido medo, misturado na apparen-
cia com honesta petulancia, a deler se.
Eu vos snpplico, senhor, disse elle, nao casti-
guis o men camarada sem a devida indagagao.
Elle joen; tem motivo de orgulhar-se pelo favor
de nossa real ama, eu vos rogo de nao tornar em
seu damno as palavras que profer por vossa or-
deno. Nao me exponhaes a ira da rainha.
Summamente agitado, o rei ouvio ; porm antes
que podesse reprimir a voz para a replica tinha
cessado a msica distante, e se ouvio os passos do
pagem na ante-camara.
Diniz fez signal a Bernardo que se levantasse, e
retirando a mao do pnnho de sua adaga, contera-
plou ferozmente o objecto do seu furor que entra-
va pelo corredor, o qual, sorprendido ao ver o rei
all, paron, e fez-lhe a sua reverencia humilde e
graciosa.
As faces do joven msico estavam coradas ; ha-
via nm sorriso feliz em seas labios, e em suas
mos segura va ao mesmo tempo sua guitarra e um
ramalhelinho de rosas, que Diniz, em nm relance,
julgou reconhecer pelo ramalbete que pela manbaa
vira no seio da rainha.
-Com um movimeato convulsivo voltoa as costas
ao moco,e ordenando speramente a Bernardo que
o seguisse, dirigio-se para os seus aposentos.
Nao repetiremos a conversafo havida alli entre
o rei Iludido e o seu illusor.
Bastara' informar aos nossos leitores que a arte
com que Bernardo aagmentou a enfermdade men-
tal do infeliz rei foi.por demais bem succeaida.
Eusebio de Cesrea, no comeco do IV s-
calo, propoem a tradicJo da Egreja catho-
lica, como a regra invariavel da nossa f :
Snelo Athanazio, pelo mesmo lempo, in-
voca contra os arianos, as tradices vindas
dos Padres primitivos, cujo testemunho
adduz irresis.ivelmente : S. Basilio Magno,
mort em 379, distingue ntreos dogms
da Egreja os que vieram da tradico o
escripia dos .Apostlos : S. Gregorio de
Nyss, seu irmao, nos d como regra a
tradieco : S. Cyrillo de Jerusalem olha a
tradico como necessaria para fixar o sen-
tido das Escripturas.. e premunir os fiis
"contra os erros dos hereges; S. Gregorio
Nanziazenc, morto em 390, confndeos in-
novadores tanto com a tradico, como com
os livros sagrados: Snelo Epiphanio, pelo
declinar do mesmo seculo, nos ensina que
os Apostlos nos deixaram ceisas por es-
cripto, e outras por tradico : S. Ghry-
sosthorao por egual nos ensina, que os
Aportlos nos transmittiram muitas verda-
des sem escriptura : S. Jeronymo attribue
tradigo a auctoridade da lei escripta :
Sancto Agostioho, Vicente Leirieose ; S. Cy-
rillo de Aleundria, S. Leo, Theodoreto e
outros auclores do V seculo ensinam que
sem a tradico as Sanctas Escripturas se-
riam indicifraveis.
Todos os monumentos da antiguidade ec-
clesiaslica confirmam a crenca geral e cons-
lante da Egreja universal no tocante ao dog-
ma da tradico. Tal lambem, como j pon-
deramos, a confisso de muitos protestantes
celebres, que neste ponto esto de accorflo
com os catholicos.
E' apenas notavel que os lutheranos, os
calvinistas e os anglicanos s regeitem a
tradico no ponto em qae ella contraria os
seus erros, sendo que valem-se de sua auc-
toridade para comoater os socinianos e ra-
cionalistas, que s admitiera da religio
christa os dogmas, qae acreditam poder
provar com a razo. Sio, de feito, (oreados
a invocar a tradifo e a crenca do pr-
BOijQcrr.
(Ttim otoum.)
Temo urna folha d'est'album
Acbo-a to alva... mimosa,
Temo, receio mancba-la,
E deito a custo uma rosa.
Para nao v-la to s,
De pejo corada assim,
Vou dar-lbe uma companheira
Melindrosaa flor jatmim.
Etre o pudor e a innocencia,
Sem que peccado cometa.
Medra a bumildade... o carinbo,
E deponho a flor violeta.
Formara taes mimos de Flora
Uma trindade mimosa
Neste bouquet de amizade
Jasmim, violeta e rosa.
Sao tres flores estimadas.
Por seu aroma divino;
Gada flor vale uma lyra, -
Gada folha importa em bymno.
JA MORRI.
Os sentimentos desl'alma
J no alade exprim;
Saudei o esplendor do co,
Na trra o bello que en vi.
J defiui a amizade,
Os sentimentos do amor;
Descrevi nuvens, estrellas,
O jardim, o prado, a flor.
No alcacar da innocencia
J depuz minha oblaco;
A vii lude, probldade
Dediquei uma cancho.
J profligue! o egosmo,
A ambiQo, a hypocrisia-
A f divina exaltando,
Feri o erro, a heresia. ..
Fui sectario de uma cren;a
Qae aninha no peito a esp'ranca,
Para quem a vida erosas,
O mar sempre bonanza.
Se me tallarem das musas
Eu direi que as conheci,
Se perguntaremnao cantas ?
Eu respondoj morri...
na chapa em circunferencia e a espatos .regalares,
e fazap nm pequeo rebordo na extremidade; es-
te rebordo da um fino mais siogelo lavar, em
forma de liabas oMiquas, que constitaem doat re-
cortes enligados nm no outro.
Sio ocas, mas anda pesara cada nma oito oneas
e duas oitavas.
Nao se abrem por meio de mola os encaixe, des-
ioca-se parte da pega que prende por denles do
mesmo metal, e Mea eoto um espaco fquasi nm
terco) por onde se mette o pulso.
Estas pulseirai deviam ser de mulher, porque
para hornera, parece impossivel por seren tao es-
trenas.
Eu paz uma no braco e mal me cabla.
Ninguem se tem dado ao trabalbo de Investigar
a historia desta villa, nem constou nunca qne boa
vesse Habitat-oes no sitio onde se acbaram as pul-
seiras; comtodo certo que por n ti se encontram
frequentemente alicerces de casas e cinzelros en-
cerrando restos humanos.
Eslava a concluir esta, quando sonbe qne as
pulselras foram para essa corte remettldas ao Sr.
Pedro de Sooza Polque.
Por fallar oeste borneo, fRomero,) vl-o, examl-
nel-o, fallei-lhe.
Parece-me um lypo de tratante.
E' alto, msculos do pescoco proeminentes, e
seceos.
Informa elle que nossos Uros faziam grande mal
no acampamento de Itapir, tendo uma bomba,
creio que da Mearim morto de uma vez 13 para-
guayos.
O Romero hospede do Sr. almirante, no Apa;
senta-se com elle a mesa, e veslio uma farda ve-
iba de ofUcial da marinba brasileira.
Eu quizera menos generosidade para gente des-
ta ordem, e vejo com pezar uma farda de nossos
officiaes naquelle corpo, etc.
'
Na manha de 25 de fevereiro ultimo fo-
ram decapitados na praca publica de Ningp
/China) quatorze piratas de Canto e a mu-
lber de um d" el I es.
Para assistir a esta execuco, havia na
praca milhares de chins.
Os condemnados sahtram da priso e fo-
ram at praga sem saberem o que lhes
queriam faier, e s conheceram que iam
morrer quando lhe ligaram as mos.
Euto um perdeu o sentimento, e outro,
que vinha quasi morto, morreu affectiva-
mente logo qae o ligaram.
Eis o modo porque procederam com es-
tes desgrasados: ligaram-lhes as mos atrs
das costas, pasando-lhes um banbu' entre
os bracos, pozeram as costas de cada um'
um escripto indicando o seu nome e os Seus
crimes, e depois c ollocaram-os todos n'um
palanquim.
Conduziram-os assim ao lagar dosoppli-
cio, onde foram decapitados, tanto o cada-
ver como os outros.
Um s se lastimou; os outros, mesmo a
mulher, morreram com firmeza.
Dentro de 15 minutos tudo estava ter-
minado.
Uma coincidencia notavel descubro entrs o pri-
meiro dia da occopacSo da ilha e a data de nossos
tratados, com o Paraguay.
O tratado de amisade, commercio e navegacao
de 6 de abril de 1856. .
A convenci para o adiamento da questo de li-
mites da mesma data.
Ambos esses papis foram assigoados pelo mi-
nistro Jos Borges e o Sr. conselheiro Paranhos.
Foi, pois, no da em que se completavam jr/sta-
raente dez aonos daquelles tratados, que a bandei-
ra do Brasil fluctuou triumphante no territorio dos
aggressores atrevidos que desde dezembro de 186i
oceupam Malto-Grosso.
E' o primeiro acto da justa vingaoca do Brasil.
No dia 18 flammeou o nosso pavilho na fortale-
zo de Itapir.
Era essa fortaleza nm dos circuios de ferro da
China Guarauy.
No rio Paraguay Humaita, no Paran Itapir a-
meacavam o mundo inteiro.
Erara as duas pernas de um colosso de Rbodes
caricata, teudo escripto o seu Non plus ultra com
letras de plvora e bala.
Quando em fevereiro de 1855 o vapor norte-
americo Water Wilch na viagera que fazia de ex-
plorado scientiea, inston subir o alto Paran, os
tiros de canbao de Itapir, posto qoe enrgicamen-
te respondidos pelo Water Wifcft, obrigaram a re-
cuar de seu proposito ao comraandante do vapor
Pag.
Foram por certo octavis e3ses arrnfos entre o
Adamaslor coroado de pegas, e a feiticetra das
aguas.
Hoje Itapir est por trra.
Duas muralhas derrocadas attestam a victoria
do Brasil e a santidade da cansa da cfvilfsaco dos
povos.
A comparaco qne faco ahi do forte a Adamas-
tor devida a posic^o delle, qae curiosa.
Na margem do territorio paraguayo prolonga-se
esse promontorio,em cuja extremidade oriental es-
t enllocada a fortaleza sobre pedras.
vam sens oihos calmos e pensativos, e espansivo
semblante.
Nao se pode neste mundo perverso ser mais do
, que ordinariamente excellente, ou mais do usual-
pretacao, que neste sentido se quizer dar a; mento qaerld0f sem citar inyeja;eas virtudes
alguns textos da biblia, forcada e deseo- gentis de Gonzales nao erara proprias a fazelo
nhecida a nossos pais, desde toda a anti- popular cora os sens jovens e desaforados camara-
guidade, desconhecida mesmo sos primeiros das, os pagens do palacio,
chefes da Reforma. O maior numero delles vinba a' conclusao que a
E' arbitraria ros. protestantes nao de- 8na vfdadei" weg cl*Mtro'e 80flriam
1 com despresadora pfedade que elle connnuasse em
fendem esta distmeco,. sem se condemna- seo proceaer; porm nm, que estava multo alm
rem a si proprios, sera instruirem o preces- delles em intelligencia e prevenco, e caja fortuna
SO da condemna?o da Reforma. De feito, totora dependa quasi totalmente do favor real,
fffiendo a Reforma entrar na'Egreja todas oihava com todo o amargor de uma natnreza inve-
as communhoes christas lutheranos, j08a e viog*w zwingianos, calvinistas, anabaptistas, angli-1 Bernardo da Silva proenron com ineansavel di-
canos, laboristas, bolitas, widefitas, vaede- "genc" obter 8grad0 de 9aa ml 8mhor*-
ses, gregos scismaticos, ne loranos, euty- E1,a er* devt : e,le toriM),,'8e ,n,nl cidadoso
,. ,.k w-- i -' em suas attencSes para com o conlessor della, em
chianos, melchitas.abyssinios a mesma 8M freauencia a- BtaMU
Reforma forcada, para ser consequente, a Sea procedmento era exemplar, seos deveres
introdnzir os papistas, isto os catholicos *** com rac>. e c" fa-
romanos. Em todas as sociedades, diz N obstante falhoa em seu designio : a n*tu-
Jurieu, conserva Deus suas verdades funda- reza nao lhe conceder o poder de captar amor.
mentaes. Segundo este principio, convm obtinha somante orna fra approva0ohomena-
os protestantes em que pode a gente sal- gem tributada a appareneia da virtodee nao
var-se, permanecendo na communho re- mala.
mana. Ora, como conciliar esta concesso Nao, admira, portaoto, qne elle odiasse Gonta-
com a to preconisada necessidade da Refor-1 les, com a ineooseqnencia de nossa natnreza,
ma ? Que motivo pede justificar a reael- Tii8e em sea ion'ne "' <" iimigo-qoe ibe
ronbara o favor de sua ralnba.
lio e rompimento. de Martinho, de Lutbe-
ro, de Calvino e de Henrique VIII com a
Egreja romana ? Porque essas divisos,
qoe vieram perturbar, a familia, a cidade, as
naces e a Europa inleira ? Porque tractar
de Anti-christo o bispo dt Roma, e a
Egreja romana de prostituta de Babylonia ?
Porque ainda em nossos diis, essas invec-
De nm espirito mais vingativo do, qae nio a
generalidade dos seas compatriotas, resolven com-
sigo viogar o que considerava affroata a' elle por
parte do joven bespauhol, e fioal chegou a oppor-
tunidade. Quando jamis faltn occasio propicia
para lazer mal ?
Era nma linda manha de outono ; o Tejo se
deslisava como liquida prata ao resplendor dos
ralos do ol, Bernardo de ama das janelias da
tiras, essas calumnias, esses renhimentos, ante-camara da rainha oihava para as snas aguas.
Afrma-se qne se dar realisaco a uma com-
munica^o telegraphica entre a Europa e a Ame-
rica por um novo projecto, tido pelos sabios de In-
glaterra como o mais realisavel, de mais dnrago e
de meaos custo.
Fazer-se-ha essa comraunicacao por cabos par-
ciaes, partindo o primeiro da costa norte da Esco-
cia para as ilbas dinamarquezas de Fraroe, na ex
ten(o de 250 milhas; o segundo ligar estas ilbas
.cora a Islandia, percorrendo 340 milhas; o tercei
re partir da Islandia para o cabo de Farewell ao
Um sem numer de incidentes vagos e sem im-
portancia confirmaram apparentemente a aleivosia.
A pedido de Isabel, o pagem, nnico de todos do
seu squito, fra retido era Portugal ; elle tinha
sido o companheiro de sua infancia : estas recor-
dacoes, e a imprudencia mesmo de sua joven es-
posa, eram mais que bastantes para confirmar a
prorapta credulidade do ciurae.
Diniz, enralecido como estava, conservoa toda-
va ama langnida compaixo para com a rainha
justo sentimento da injuria que a investigaco pu- ao sudoeste da Groenlandia, com 743 milhas de
bllca on a vinganca podia fazer a sna propria hon-
rae encarregando Bernardo como qae avaliasse
o favor que a sua delidade lhe tinha dest'arte
tinha passado entre elles, encerrou-se em saa c-
mara o resto do dia, e o pagem se retirou para me-
ditar no singular e perfeito successo de sna vinga-
tiva malicia.
(Contina.)
comprmeoto.
De Farewell partir outro cabo, de 507 milhas,
que terminar na costa de Labrador, ao norueste
prestado, de nao revelar coala alguraa do qne se. da An,erlca. e >sse ponto sabir* o ultimo para
Bolle Isle, na extenso de 210 milhas.
Julga-se geralmenie em Londres qae seja esse
projecto o'que se leve ao cabo, pelas razoes indi-
cadas, e pelo mmenso prestigio do sea antor, Ja-
mes Wlia, membro do parlamento de Inglaterra e
geographo da rainha, a quem Inunmeraveis e im-
portantes trabalhos geographicos tem grangeado a
repnusio de primeiro geographo do mando.
UM POLCO BE TODO.
O jornal das Familias publica a segrate
receita para fazer-se biscofttos de flor de
Laranja.
Pe-se n'uma cassarola a por cao deassu-
car e agua que se julga conveniente relativa-
mente .quantidade de Adres de laranja que
se tem.
Logo que a agua est em ebulico lanca-
se-lhe dentro as folhas de laranja, que s de-
vem ser comidas pouco antes de servir-se
d'ellas, e as quaes se ter cortado as peta-
las em pedacinbos.
Deixa-se ferver at que o as sacar fique
claro, engrosse e faca fio.
Chegando a|esseponi meche-se fortemen-
le. deixa-se dar duas fervuras sem mexer, e
tira-se depois do fogo, derramando -o promp-
tamente em caixinhas de papei, que j se
tero preparado da maneira seguinte.
Gortam-se pedacos de papel redondos,
qae se collocam sobre a bocea de pequeos
copos, acalcando sobre elles a palma da mo,
e aportando as bordas de modo que ao tra-
los dos ditos copos, elles tm a forma de pe-
quenas caixinhas, as quae se despeja pe-
queas porcoes do doce, para qae os bis-
mutos nao fiquem muito espessos.
Logo qae o calor dos biscoutos seja sup-
portavel mo tira-se-lhe o papel e esto
promptos.
De nma carta de Gastro Verde, comarca de On-
riqua, no Alemtejo, extrabimos a seguinte noti-
ca:
A nm tiro de bala desta villa, existe urna erml-
da dedicada t S. Sebaslio, e mais alm, no alto
de nm longo ooteiro, ba quatro moinhos, um 4
quaes foi desmoronado para se reconstruir.
No dia 30 de abril andava ora trabalbador a ca-
var e acbou uma pedra triangular com a dimenso
aproximada de dous decmetros por lado.
O bomem levanten a pedra, e por baixo della
vio qnatro podras pequeas postas em qnadrilate-
ro, com a enxada as arrancn, e ao mesmo lempo
dons objectos a semelnanca de copos.
Dons copos de pao do *r t disse o trabalbador, e
mostrou-os ao companheiro.
Sacudirn e llmparam os dous objectos, e reco-
nheceu-se qae eran de metal, e pareca onro.
O horaem, sem saber que alli tinha 16 oncas e
meia de oaro fino, porqae Ibe dariam S37J600, of-
fereceu os por 40 ris. Mas o pobre companheiro
s possuia 80 ris, e por isso deixou de apanhar
aquella pecMaoba, porque o oatro nio aeredittva
que? os copos fossera de oiro.
Mas nao sao dons copos,sao daas pnlseiras de
ouro fino, alli soterrada ulvez ba mais dsete s-
calo* l ^
Tem as pnlseiras 16 centmetros de circumfe-
rencia, e 8 de largo, t sio de ma lavrado spero,
como grios de arela.
Tem cada uma seis salieoclas oacoroes lisos
At hoje, as exposices de 1851, 1855
e 1866, tanto em Franca cemo na Ingla-
terra, nao se tiuham conferido recompensas
seno por productos os methodos de traba-
lhos particularmente interessantes pelo la-
do do progresso geral, industrial, agrcola
e artstico; mas ha outra ordem de cousas
a que nao se tinba altendido, e cuja impor-
tancia philosophica e social tem com tudo
mais direitos ainda a recompensas excep-
cionaes.
E' tudo o que tem relacao com o melho-
ramento da condico phsica e moral das
classes operaras.
0 imperador que, tanto cuidado no que
diz respeitc ao bem dos que trabalham, vai
promulgar um decreto pelo qaal sero con-
cedidas grandes recompensas aos patres
que tiv. rem achado e applicado os melho-
res systemas de relaces sociaes, de paga e
de agasalho domestico para os openriosque
empregam.
Participaco nos beneficios do mestre,
caixas de soccorros, monte-pios, sociedadef!
cooperativas, bairros 'obreiros, taes sao os
elementos de concurs que se podem j pre-
ver ; mas o aperfeicoamento 'estes meios,
e a invenco dos processos novos podem dar
precioso impulso generosidade imperial.
Um grande jury composto das notabilida-
des polticas, delegadas pelos governos cu-
jos nacionaes tomam parte na exposico
universal, estudar os systemas variados
empregados nos seus pazes; c d'este in-
querito geral, profundo, resultar um resu-
mo de systfinas escolhidos, sanecionados
por premios officiaes e propostos como ex-
emplo a todos os que quizerem merecer o
reconhecimeoto dos seus operarios e a ap-
provacb dos stus concidadtos.
Diz-se que o decreto projectado instituir
doze premios no valor total de 100,000
francos, e um premio grande de 100,000
francos para um invento philintropico de
importancia excepcional.
Foi analysado no observatorio astronmico de
marraba de Lisboa o eclipse total da loa occorrido
a 30 de margo.
A noite estava serena e a temperatura agradavel.
As manchas da la conbeciam-se bem, e obser-
vou-se claramente as pocas em qne o arco forma-
do pela sombra projectada sobre o disco, cortava
pelo meio das qnatro manchas.
O principio do eclipse foi is 4 horas, 2 minutos,
36 segundos; o principie da obscoridale total s
13 horas, 6 minutos, 34 segundos, e o fia da obs-
enridade s 16 horas, 44 minlos e 57 segundos.
O contraste que o firmamento apreseulon na pas-
sagem do briiiiantumo da la. eheia para a profun-
da obscoridade do seo eelipae total, recodhecende-
se no co as mais pequeas estrellas, rol sello e
ansioso.
Notou-se ento do lado oriental, e mni prximo
do corpo da loa, ja toda inmersa na sombra da tr-
ra, tres pequeas estrella*, perteeiutee I eeaatel-
fago da Virgem, ama da 7*. e as oatras da 5* gran-
deza, qne parecan occnltar-se, e de que effecliva-
mente se observaran as imnMrtdet instantneas
de duas dalias.
PERN.-TYP, DE M. F. DE F. & P8B0>-16





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