Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:11001


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Full Text
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K-
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AWWO XLIl NUMERO 145
Por qiartel pag deitr dts 10 dias do 1. mez.....
dem dejrtis dts i." it das do comeco c dentro do qnartel .
Porte ao eorreo oor tres mezes......... .',
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6|ooo
75o
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SEGUNDA FEIRA 25 DE JDRHO DE 1866
Por anno pago dentro de lo dias do 1< mez.
Porte ao eorreio por nm anno......
m
S^ooo
,.,
DE PERNAMBUCO.
*r:
BNCARRBGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Pirahyba, o Sr. Antonio Alexndrino de Lima!
Natal, o Sr. Antoaie Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de I.emos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Otiveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marque? Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Aoiouio Alves &
Fiihos ; Amaxooas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARRKGADOS DA SBSCRIPCAO DO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Babia, o
Sr. Jos Martins Alves:
Ribeiro Gasparinho.
Rio de Janeiro, e Sr. Jos
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Serinhem, Rio Formoso,Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta Pimenteiras, as quintas
feiras.
=S&
.
Olinda, Cabo, Escada e estacos da va frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Igoarass e Goyanna as segundas e sextas feiras..
Santo Anto, Gravat, Beftrfos, Bonito, Caruar, AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAMTAL.
Altinbo, Garanbuns, Buique, S. Bento, Bora
Conselho- Agnas Bellas e Tacarat, as tercas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brajo, Pesqoeira
Ingazeira, Florea? Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Onricory, Salgueiro e Exii, as quartas
feiras.
Tribuna I do commercio : segundas e quintas.
Relacao : tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Jolzo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas sextas ao meio
OU. '
Segunda vara do civel: quartas sabbades a
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
' EPHEMER1DES DO MEZ DE JUNHO.
6 Qnarto ming. as 4 h., 53 m. e 58 s. da m.
12 Loa nova as 7 h., 47 m. e 52 s. da .
19 Quarlo cresc as 9 h., 25 m. e 52 s. da t.
28 Loa eheia a Ib., 16 m. e 10 s. da m.
25. Segnnda. S. Golherma ab.; S. Febronia v.
1|26. Terca. S. Joo e Paulo irs.; S. Virgilio m.
27. Qoart. S. Crescenciob. m.; S. Bemvenuto f.
28. Quinta. Ss. Argemiro e Irineo bb.
29. Sexta cga Ss. Pedro e Paulo app.
30. Sabbado. S. Marca! b.; S. Luciana.
1. Domingo. S. Tbeodorico ab.; S. Gallo b.
PREAMAR DE HOJE.
[Primeira as 2 horas e 51 m. da tarde.
ISegonda as 3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEmOB.
Para o su! at Alagoas a 14 e 39; para o norte
at a Granja a 7 e 22 do cada me;.; para Fernan-
do nos dias 14 ia metes de Janeiro, margo, mi*
jnlho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independencia
os. 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de Faria
& Filho.
PARTE 0FFIG1AL
OYEK.YO HA PBOVSICIA
Espediente do dia 21 de jiinho de 1866.
lile i o ao teen te coronel com mandante das ar-
mas interino.Informe V. S. sobre o que pede no
incluso reqoerimeato o soldado do carpo provisorio
Antonio Francisco Matbias de Saot'nona.
Dito ao inspector da tbesooraria de fazeoda.
Transmuto por copia a V. S. para sea coaheclmea-
to e devida execago, a inclusa ordem do tbesouro
nacional, que segando consta do aviso do ministe-
rio da fazenda de 12 de maio ultimo, fora expedida
ora 25 de agosto de 1864, para pagamento do Jaro
das apolices da divida publica perteocentes a Asso-
ciago Beneficeote desta provincia.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que solieitou o
commandante superior da comarca de Garanbuns,
em offlcio de 12 do correato, sob a. 17, recommen
que recebemos pelo vapor americano, encontramos
a seguiote noticia do bombardeameato de Callao,
accompaobada da respectiva parte oficial do com-
modre John Rodgers:
noticias do Pacifico, pelo vapor Arizona,que parti
de AspiQ'vTall nodia 13do corrate (maio.) A esqua-
dra hespanhol do commaado do almirantes Nunex,
tentando bombardear a cidade de Callao no Per,
foi fortemente batida pelas bateras de trra, de-
ba oda n do os navios e ficando endo o proprio Nu
ne*.
t Essa esquadra, sendo reforcada pela fragata Al-
matiza, levantouobtoqueiode Valparalionodialide
abril e navegou para Callao. A esquadrilba ame-
ricana do commando do commodre Rodgers, se-
guio para o mesmo destino no dia seguate, com o
balas cabiam n'agua; ereio que receiavam a exis-
tencia de torpedos..
c O almirante Piersons, voltando para bordo, apa-
nhou uro destes que boiava perto dos nossos na
Hootem de maohaa recebemos Importantes vlos. Era um barril encamado, contendo cerca de
50 libras de plvora molbada com algamas jardas
de flo elctrico, amarrado com o flm de causar ex-
plosao por meio de urna batera galvnica.
O primeiro medico, Dr. Peck, foi mandadooffe-
recer os seas servidos bordo da Villa de Madrid
e Berenguella, apenas estes navios tinbam ancora-
do. O medico da Vtlla de Madrid aceitn o offere-
cimento; mas a bordo da Berenguela os offlciaes
cercaram o Dr. Peek e, eiprlmlodo-lhe os seo
agradecimentos, disseram que nao preecisavam dos
seus servicos. Quando a Numancia ancorou o Dr.
Johnson foi mandado a bordo, em quanto o sea
flm de proteger as propiedades neutras, no caso do companbeiro la a Ierra offorecer os soccorros de
' sua arte aos Peruanos. Com pezar fui informado
pelo Dr. Johnson que o almirante oez tinha sido
almirante bespanho! bombardear aquel le porta
t No da 25 de abril a esquadra achava-se em
! Callao.
Os Peruanos de Callao liveram noticia deste
Prente Vlanna Maria Lopes & Oliveira e os copia-
dores de Joaquim Francisco Lavra, Manoel Teixei-
ra Bastos e Scbafheiltim & C. e o de entradas e
sabidas dos armazeos alfandegados de Jos Anto-
nio Basto.
DESPACHOS.
No requerlmento de Joo Manoel Pontaal Jnior
pedindo certido de ter ou nao feito registrar ootra
nomeagio de calxejro de sua casa eommercial,
alm da que dea a NapoleSo da Costa Moreira,
depois de ter sido matriculado.Como reqaer.
No do major Manoel Francisco de Moraes, pedin-
do certido de ser ou nao commereiante matricu-
lado.Como reqaer.
No de Jos de Aqaino Fonseca pedindo ser
admittido a prestar Juramento do offlcio de correc-
tor pira que foi nomeado, e que lhe seja dado o
respectivo titulo. Prestado o juramento, passe-se
titulo.
No de Julio dos Santos Pereira e Alberto Xen-
Aos 1 m4s do mei dfl abrl anno do nasci" que bavia de ir levar essa gente para nao se-
ment d. Nosso Senbor Jess Christo de 1866, nes-
ta Villa Bella, termo do mesmo nome e provincia
de Pernambuco, na casa da residencia do Dr. ene-
fe de polica desta provincia, presente o mesmo
ctiefe, eomigo escrvqjnterioo de sen cargo, abai-
xo declarado, ahi foi vmda, livre de ferros e sem
ruin recrulados : e assim aconteceu, teodo-se pre-
parado comida em casa para elles levarem ; e
aquella cautella era porque o capitae Aodrelino,
dizia-se que aodava pegando gente para reerntas,
essa partida da gente foi n'um domingo ao anou-
tecer, e no sabbado antecedente Slroo esteve ahi
constrangimento algum, a preta Serafina, a quem o era casa, e seu senbor levou a cortar muita fa-
dito chefe de polica fez as seguintes perguntas: zenda que lrava das caixas e eslava medindo,
Perguntada, qual o verdadeiro nome, naturalida- depois do que deu a gimo toda essa fazenda, e
de, idade, estado, coudicao, profisso ou oceupacao
e residencia ?
Responden, chamar-se Serafina, natural desta
gravemente ferldo por estilhacos, recebendo nao I chel, pedindo o registro do sen contrato de soce- do Dr. Esteva); pois dlzem que foi elle e ontros
menos de oito ferids na cabeca, bracos, pernas e
no lado. Nao permittiram ao nosso .medico ver o
almiraote e supponuo que os ferimentos sao muito
graves,
t As bateras peruanas poaco soffreram. Na ma-
nba seguate as autoridades em trra diziam que CReg
estavam em melhor condigo de defeza contra nm
novo ataque. Havia dous navios enconracados pe
dade qde apreseotam.Vista
dor fiseal.
No de Agrlpino Rodrguez Nogaeira Lima, pe-
dindo que seja registrada sua noroeago de caixei-
! ro da easa eommercial de Saunders Brothers <&
que mandaram fazer essa morte.
Perguntada, se ou vio em easa de seu senhor al-
guma conversa sobre o Dr. Estevao, antes e depois
da morte ?
ao Sr. dezembarga
do a V. S., que em vista da relacao e pret junto em movimento dos Hespaohes, pelo paquete loglez,
dupplicata e nao bavendo inconveniente, mande pa-1 ebegado no mesmo da em que seapresentavam no
gar ao sargento Americo Firmo de Barros, os ven- pori0 os aggressores. Honve grande sasto, mas
cimentos de orna escolla de guardas naciooaes que este logo se desvaoecea ao conhecer-se que os Hes-
conduzio para esta capital os reerntas Jos Fernn- paohes nao atacavam naquelle da. No dia se-
des Pimentel, Manoel Amnelo de Oliveira, Joa- guite a cidade receben aviso forma) de que a es-
quim Pedro de Lima, Jos Ferreira dos Santos, Ma- qQadra hespanbola ia operar contra ella, e que se
noel Passariobo da Silva, Simeo Pereira da Silva, concediam quatro dias para a remoco dos nao ruanos, um, o monitor bou, com ama so peca de pela declaracao da fallencia que lhe foi aberta pelo! Lulz de Andrade, dizia :aquelle ladrao do Este- urde da noule, chegou ah na fazenda, passou os
Jos Rapbael Quintino e Anlooio Fernaodes, oseoraDatentes e estraogeiros. Maoifestoa-se enio 68 dentro de torre, e outro, a Victoria, construido Dr. jniz espechi do commercio, visto ter sido dis- vio fez o inventar!) para roubar e dar os melhores| das je quinta sexta e a tardisinba sabio,e esteve
como os enconracados confederados, coberto de pronunciado no recurso qae iaterpdz de semelhan- escravos para o negro Samuel e cabra Chico Mari-; oceupado em descarocar akodo : logo no sabba-
le declaracao do tribunal da relaco.
este pela manba parti; porque dev4a ir com
aquella gente para o ponto em que tiobam de es-
i perar sea senbor. Ksle, na segunda-feira itnme-
provincia, de 15 aonos mais oa menos de idade,. diata, tarde, parti : e foram eom elle o escravo
solteira, escrava de Pedro Antonio de Andrade, e jos e Antonio Barboia, morador abi da fazenda,
do servigo domestico e mora em companbia de sea; casado com Maria, que foi creada, e educada por
dito senhor, na fazenda lovejado desta fregaezia. SQa senhora. isa terca-fera, pelo almoco, chegou
Perguntada, se sabe porque seu senbor foi hon- 0 escravo Jos, e sua senhora oergontou-lhe : Jo-
s, seu senbor foi em paz ? : e respondeu Jos :
foi sim senhora. E o hornera velo ? ; respondeu
anda : veio sim senhora : e ella calou-se. Ento
' ella interrogada entendeu logo que esse bomem
de que tal la va sua senhora era o. cabra Simio que
voliava do caminbo.
Perguntada, se antes da morte do Dr. Estevao,
Responden, que desde que o Dr. Estevao fez um 10uvio mais alguma consa dizer-se em casa, e se
inventario na fazenda Silveira, seu senhor, conver- seUs senhores mocos por abi appaeeeram t
tem preso 7
Responden, que sabe qae por causa da morte
No de Manoel do Amparo Caj, pediodo qae o sando eom a senbora e outras vezes com seus- se-1 Respondeu, que "nao ouvio, ma oue oa semana
tribunal mande levantar as ioterd)55es produzidas; nbores mocos Joo Pereira, Francisco Gomes ej^a morte, no dia qaaru felra, senbor Gomes, ja
qaaes nesta data sao enviados ao lente coronel; grande aetividade em retirar a proprledade priva-
commandante das armas, com destino ao servico da dos cidados.
do exercito.
Dito ao mesmoDe cooformidade com o pare-:
cer da contadoria dessa tbesooraria a qae se rete-
re a sua iaformacSo de 13 do eorrente, sob o. 345,1
mande V. S. pagar nos termos do meo offlcio de 18
do crreme, os venoiaeolos do alteres comman-
dante do destacamento de guardas otcionaes exis-'
tente na villa do Granito Tibnrclo Ferretra das Pie-
ves, a contar de novembro do anno prximo passa-
do al Janeiro ultimo, e para esse flm devoho as 3
inclusas folbas, em dupplicata que vieram annexas
a sua citada ioforuiago e me foram remeltidas
pelo commandante saperior da comarca de Cabro-
b, com offlcio de 31 do predito mez de Janeiro.
Dito ao mesmo.Nos termos de sua informaco
de 13 do correte, sob n. 346, dada com referencia I
a da contadoria dessa thesouraria, mande V. S. le-
var em coutaao commaadante superior da comar-
ca de Cabrob, que assim o solicitoa em offlcio de
abril ultimo, a quantia 138750, em que segundo o
pret junto em doplicata iraportam os veoeimentos
do destacamento de guardas naciooaes existentes
na villa do Granito, a contar de 2 at 22 de marco
deste anno.
Dito ao mesmo.Restituo a V. S. os 2 prets jun-
tos em duplcala relativos aos vencimentos corres- j
pondentes aos mezes do dezembro do anno prximo
passado e Janeiro ultimo, dos guardas nacionaes;
destacados na villa do Granito, arirn de qae de con-
formidade com as suas iofonuacoes de 13 do cor-
rente, sob ns. 343 e 344, dadas com refereneia aos
pareceres da contadoria dessa thesouraria, maode
levar em coala ao commaodaote superior da co-
marca de Cabrob, qae asiro u SOUCIIOU eui offl
cios de 31 de janeiro e 3 de abril deste auno, a
quantia de 3225040, em que importara (aes
montee.
Dito ao mesmo.Davolvo a V. S. para decidir
como for justo o incluso requerimenlo a qae allade
a sua informaco de 14 do eorrente, no qual Joa-
quim Jos Ferreira Peona, pede pagameoto da
quaotia de 319820 proveniente de concertos feilos
no deposito d'agua potavel do quartel do Hospicio,
tenbo por conveniente declarac-lhe que esse paga-
mento foi tambero solicitado por Jos Pereira de Al-
< Mas as fortifleaede
formidaveis, e resolveu-se resistir aos Hespanhes.
Os Peruanos sem da vi Ja receiavam a pesada quau-
tidade de metal qae a esquadra hespaoboia poda
vomitar contra elles e julgavam o resaludo incerto.
Comtndo pozeram mos a' obra, levantando trin-
cheras e preparaodo-se para o combate. Prepa
ferro, com urna peca de 68 em clda extremidade.
de Callao eram realmente O monitor levou dez bailas, mas nao sotfreu estra-
gos. O outro nao se i oemo se boa ve. Haviam ontros
pequeos navios peroa*o, mas a sua artilbaria era
muito fraca para eer aproveitada, e por isso nao
eatraram em combate.
< TeDho a honra de ser : Vosso obediente servo
John Rodgers, commandante.Ao honrado sr.
Nada mals bavendo tratar
dente encerrou a sesso ao meio dia.
rou-se um systema de telegraphia em todas as ba- Gideon Welles, secretario da marinba. >
ferias e apromptaram-se torpedos.
t O dia 1 da maio ardaobeceodo enaevoado
adiou-se o ataque ; e no dia 2 rompeu o logo das :
bateras de trra, sendo respondido pela Berengue- \
la. Villa de Madrid, e Blanca ao norte, e a Nu-
maneta. Resolucin e Almanza ao sal. A Villa de
Madrid e Berenguela soffreram taes estragos logo
no principio do combate qae foram obrigadas a re-
tirarse para Sao Lourenzo, e foram depois segu-1
das pela Numancta e o resto da esquadra, todos os
navios mais oa menos avariados.
< A accao doren at 4 horas da tarde, e acabou
I ento com a retirada da esquadra.
c Dz-seqoe houve 60 Peruanos morios e!20 feri-
. dos. O ministro da guerra, Galvez, foi morto. Nao
i se sabe que perdas soffreram os Hespanhes, mas
\ devem ter sido grandes, uiz-se qae o almirante
I Nunez foi gravemente ferido.
t Depois da sua retirada,a esquadra tomoa a sua
I antiga posicao e principioa a reparar as avarias.
Nao se sabe qaaes sero os futuros movimentos da
i derrotada armada, mas presume-se, a' vista da pro-
' xima ebegada do Huesear e Independencia (encou-'
racados peruanos), qae os Hespanhes voltario bre-,
I vemenle aos seas lares, se isso Ibes for possivel. !
Em seguida (raduzlmos do n. 7 do Herald, de .
i 23 de maio, a parle official qae sobre o combate de I
venci-; Callao dirigi ao ministro da marinha dos Estados-
Unidos o commodre Rodgers, commandante da es-
quadrilba americana que tocou no nosso porto no
principio do eorrente anno e que actualmente se
acba no lugar do acontecimento que nos oceupa :
t Bordo do vapor Vanderbilt, 10 de maio de
1866. Senhor. Tenbo a honra de inorraar-vos
que, no dia 27 de abril, o almirante hespanhol
Mendos Nunez dirigi um offlcio ao corpo diploma-1
tico residente em Lima, declarando qae o porto de
PERNAMBUCO,
SESSAO JUDICIARIA EM 21 DE JUNHO DE
1866.
PRESIDENCIA DO BXM. SR. DESEMBARCADOR
A. P. PERETTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
As enze hora:) e meiada manba o Exm. Sr. pre-
sidente declaro aberta a sesso, estando reunidos
nbeiro, e para mm s detou duas escravas e um
o Exm. Sr. presi- moleque:esse ladrao s mereca qae ea lhe cor-
tasse de chiqoerader de roa abaixo, mas deixa es-
tar ladrao qae a distancia da ra para a tua casa
nao grande. E quando em outra occasio che-
gou de baixo, Islo de fazeoda do loga, n dito
senhor mojo Lul com a familia, seu senhor Pedro
Antonio dizia .a vio compadre o ladrao do Este-
' vo furtoo-me no inventaro para dar ao Samuel e
do morreu o Dr. Estevao ; o que s souberam no
| domiogo ao anoulecer, porque ebegando do sitio
i S. Paulo o moleque Atbanazio, disse a sua senbo-
ra que o Dr. Estevao tinha morrido, e ella, qae
I eslava gemendo com dr de dente levantoa-se logo
I e isse : quem havia de matulo ? : e virando-se
: para o negro Jos disse: ja oovtsles Jos ? dizem
qae mattaram o Dr. Estevao : e replicou elle : ba
; mais lempo en ja eeperava. Disse ella : quem
com mulas podras ble alguma Ibe dar oa cabeca.
compa-
REVISTA DIARIA
Acaba de chegar do Mxico por via de New
York o hbil professor callista D. Jos Henrique,
subdito francez, e acha-se residindo no botel da
Europa,- a ra do Trapiche n. II
Vimos um crescido numero de altestados de
ao Chico Marinheiro e inteirou o meu pagamento e
o do compadre Joosinho (Joo Pereira de Vascon-1 pOUco depois, chegou Joo"Pedro, mnto,
os Srs. desembargadores Silva Goimaraes, Reis e cellos) com gamella e cacos velhos ; mas deixa es- dre de seu senhor, e sua senhora perguntou-lhe
Silva, e Accioli, e os Srs. deputados Rosa, Candido tar, olhos de ramella que tu me pagars. E nestas: qUe oovidade bavia e elle respondeu : mattaram
Alcoforado, Basto, e Miraoda Leal. ; conversas, ouvio o dito seu senhor com seus paren- 0 Dr. Estevio,. e la' pela vila mngaem est triste
Lida, foi approvada a acta da p-ecedente sesso. tes se occapar muitas vezes. Depois disto, quando coilado I parece que nem morreu: e ella replicn:
Foi apresen!.tdo o oBcio de 19 do eorrente do foi cercada a fazeoda de seo senhor e presos dous e||e na de ter bem poucos que o chorem, s se
Dr. Miguel Jos de Almeida Pernambuco Filho, juiz rapazes que ahi trabalbavam, elle ficou muito zan- forem suas negras, a quem elle s faz falta. En-
desta cidade, com-: gado, e dizia em casa, emjconversa com sua mu- tao disse ioo Pedro : j eslo deilando p<
municipal sopplenle da 1* vara
municando haver assomido o exercicio de dita lber:aquelle negro s est bom para levar urna
vara. | baila ; cercar a miaba casa como se fosse de
Asslgnaram-se os acordaos proferidos na ultima assassioo : se fosse tropa mandada pelo Moraes,
pessoas importantes de diversos paizes. que muito sesso nos fetos entre partes. Francisco de Soaza ou o Braz eu nao me lmporta-
elogiam a pericia desse senhor. bem como as van- Appetlantes os berdeiros do Dr. Igoacio Nery da 1 ria, porm mandar aqu aquelle olhos de ramella,
Fouceca, appellados os administradores da massa aquelle ladrao, elle pagar. E lodo esse dia elle fal-
fallidade Siqaeira & Pereira. loa nisso ; e conversando adiante de um cabra da1
Appellante, Domingos Jos da Costa Amorlm,
Callao Scava em bloqueio d'aquella data em dian-
te : escreveu tambem ootra commaoicacao, jusi-
cando o procedimento do seu governo, e annuo-
; ciando que darla aos habitantes neutros quatro
dias para pdrem a salvo as suas pessoas e proprie-
, dades, antes do bombardeamento da cidade no dia
O almirante Piersons ancorou os
de guerra fra do alcance da arii
(geos do elixir de sua composico.
Chamamos a ettencao- dos leitores para o sea
aunando em outra parte publicado.
O escrivo dos protestos de letras Alves de
Bruto, est de semana, a ra do Imperador n. 46
primeiro andar.
Sabbado realiso o Exm. Sr. Dr. vicepresi-
dente da provocia, com o Sr. Jos Amate o con-
trato para a viuda de ama companbia lyrica no
aono prximo, para funeciouar no nosso Sania
Isabel.
Consta-nos qae esse senhor pretende epresentir
ama compaohia lyrica digna do nosso publico, e
que; para aacquisico do pessoal qecessaro, segu
dentro em pouco para a Europa. Os seus conhe-
eimeotos da arle sio garaotes do bom desempeobo
da ardua empreza que tomou.
Para as recitas, que deve dar a compaohia, lem
elle aberto urna assigoalura por series, em o hotel
do Universo, oode reside.
A maoba ao meio dia se extrahir 18*
parle da lotera, a beneficio das familias dos vo-
luntarios da patria (59*), seodo o maior premio
6:000*000.
O cadver encontrad) dos mangues de Olinda,
de que dos oceupamos no numero de sexta-feira,
foi de nm sentenciado da fortaleza, do Buraco
nao do Brnm, como ali se mencionou.
As 10 horas em ponto do dia da manba 26
do crreme, effeetna o agente Pinto a venda dos
do anno prximo passado, do 1J pragas da goarda
nacional que estiveram destacadas D'aquella villa.
Dito ao mesmo.Alteodeodo ao que expoz Lniz
Jos da Costa Amorim, no reqoerimeato sobre que
versa a sua informaco n. 96, de 27 de margo ul-
timo, recommendo a V. S. que mande pagar ao
cantara do O', cajo requeriraeoto e ioformacoes re
metti a V. S. com despacho de 8 deste mez, para
o mesmo flm.
Dito ao mesmo.Expeca V. S. as soas ordeos
para qae a coosignacao meosal de 20000, que
deixou a praca do 2. corpo de voluntarias desta
proviocia Fraocisco de Souza Rabello, para ser en-130 de' abril,
trege a sua mi Maria Leocadia da Madre de {nossos navios
Dos, seja paga pela collectoria de Olinda, como
pede ella no incluso requenmento, visto nao haver
inconveniente segundo consta da informaco rni- Suppunha-se que o ataque principiara no da 1 de
nistrada por V. S., em 19 do eorrente, sob n. 365. j majo, que era quando lerminava o praso dado aos I as 0 mela boras a barca nacionai Rea pe.
Dilo ao inspector da inesonraria provincial ES- neutros ; mas no dia 2 de maio, as 10 horas da \ro e3s a 0s pertences da dita barca,
tando em termos a relacao e pret junto em dapli-; maohaa, a esquadra hespaohola levaotoa ancora. R Dmiri. .
cata e Do haveodo incooveoieote, mande V. S. pa-, Gastou algum tempo em formar em linha e a'sll ^SaaV^eartenoTda 23 de iunho de
gar ao sargento Americo Firmo de Barros, coofor- boras a esquadra adiaotou se em duas direceis l(trai
me solieitou o commandante superior da comarca : para atacar as oriificasoes de Callao : a Ia dlvi- i 18-
de Garaohuos, em oflicio de 12 do eorrente, sob n.: sao> commandada pelo almirante M. Nunez, e cem-1
18, os vencimentos a contar do Io a 24 de ootobro posta do eocooracado Numancia de 7000 tcela-1
das, e das fragatas Blanca e Resolucin, adiaota-
ra-se ao loogo da ilha de Don Careozo para ata-
car as bateras do sal de Callao, em quanto as
fragatas Villa de-Madrid, Berenguella e Almanza,\
passaodo em freote dos navios naciooaes e mer- j
cantes ancorados na bahia, dirigiram-se vagarosa-
sapplicaote integralmente a importancia do alaguel 1 mate para as bateras peruanas situadas ao norte
vencido desde julho at setembro do anno prximo, i da cidade.
da casa que serve de quartel ao destacamento de Quando esses navios chegaram perto, accelera-
guardas nacionaes existeole oa povoaco da Ca- ra-n a sua marcha e rpidamente se collocaram
punga. ; em posicao. Aos 45 minutos depois do meio-dia
Dilo ao juiz de direito da segunda vara desta ca- f0 disparado o primeiro Uro, creio que de bordo
pita!. Ao seo offlcio de 15 do correte, respondo | da Numancia, e foi logo respondido por duas pecas
declarando lhe que tica deslgoado o dia 26 do cor- > de ama das bateras do sal. A esquadra bespa-
reote, para o exame a que V. S. deve proceder nos nhola tinha cerca de 240 pecas, pela maior parle
livros de receilas e cjilelas da cmara municipal de calibre 32. A Numancia eslava armada com
do Recife. atirn de proseguir no processo que se j caohes de 68, assim como a corveta Vincedora
mandn instaurar contra os ex-empregados da mes- (de 3 pecas), a qual ficara de reserva para servir
ma cmara Jorge Vctor Ferreira Lopes e Joaquim de reboque, se fosse necessario, e creio que
lavares Rodovalho. tambera para cobrir os transportes.
Dito ao commandante saperior da guarda naci- >
nal de Cabrob.--Devolvo a V. S. a folha jaota em | As bateras peraaoas tronara ao todo 45 pecas,
duplicata que veio aonexa ao seu offlcio do de ciac das qaaes de calibre 450 (Blakley) e 4 ca-
abril ultimo, relativa aos vencimentos correspon- nhes Armstrong de calibre 300, montadas no
dentes ao mez de margo deste anno do alferes com- alto de torres de ferro; o resto eram p^gas de i.
mandante do destacamento de guardas nacionaes As bateras eram em grande parte fetas cotn sacos
existente na villa do Granito, afim de que seja re-1 de area com algumas obra de lijlo. O foto de-
formada e volte assignada pelo mesmo alferes, con- pressa se tornou vivo A s du.
forme indica o parecer junto por copia da contado-
ria da tbesooraria de fazenda a que se refera a in-
formado do respectivo inspector, datada de 24 de
maio prximo Ando, sob o. 347.
Dilo ae commandante do corpo provisorio de po-
licaMande Vmc. dar baixa ao soldado do corpo
sob seu commando Joo Francisco Xavier, visto
que segando a sua roformaco n. 56, de 9 do cor- carvoeiras.- Vimos horneas da tr.polaco que pro-, ^S
rente, padece de molestia incuravel. curavau. calafetar o buraco, que era de dous pos **"* Slf*
Portara.-O vise-presidente da proviocia, em qaadrados
. Domiogos Jos
appellados, os administradores da massa fallida de
Amorim, Fragoso Santos Appellante, D. Maria Venanea de Abren Lima
Bastos, appellado Jos Gailherme Guimaries.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Joo Baptista Gongalves Bastos; appellados,
Mills Laibam (c C
JDLGAHBNTOS.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da se Joo Baptista Gongalves Bastos ; appellades,
Rabbe Scbaraeliau & C.
Pol reformada a sentenca appellada.
Appellante, Joo Pinto Dmaso Jnior, appella,
do Jos AdoiDho de Barros Correa.
Adiados a pedido dos Srs. deputados.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Joo Baptista Gongalves Bastos ; appellados,
Ferreira & Matheus.
Foi CODOrmada a sentenca appelUd*.
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Amorim, Fragoso, Santos & C; appellado, Nar-
ciso Soares Pereira.
Foi confirmada a sentenca appellada.
Appellantes, os administradores da massa falli-
; da de Amorim, Fragoso, Santos & C; appellado,
Ignacio Pedro das Neves.
para o
compadre Pedro, e o Jos Balsabino foi o primeiro
qae levanloa islo, logo qae ebegoa na ponta da
Serra : a islo replicn sua senhora : para meu
mando nao bao de deilar, porque elle (Dr. Este-
vao) bolia com moita gente, |e nem soube d'onde
lhe veio. Pela maohaa, Imolaado-se, disse sua
senhora ellas (escravas da casa): nao pode dor-
serra do Man, de nome Simo, e dizendo qae o qae[ mr esta noote: e perguuiaudo ella ioterrogada,
elle (Dr. Estevao) mereca era daas bailas, respoo-' porqoe senhora T disse : porque toda a uoute,
dea Simo :se Vmc. qaizer que eu lhe qaebre a! Serafina, o bomem me appareceu na vista ; mas
cabega ou v tomar os rapazes odiar. A isto ca- en )a |he perdoei as njustigas que fez a meu ma-
lou-se seu. senbor. Este ultima conversa, ella in-' rdo. Desde ento ella interrogada, conversando
terrogada, ouvo doos dias depois, oa occasio da 1 em agredo com sua irma Sabina, coucordaram
cela, contar sea seohor aos Irmos e candados j | qne n0 tioha sido outro senao seu senbor quem
mencionados ; sendo que esses tres foram juntos tmba mandado maitar o Dr. Estevao. Dias depois,
para a fazenda oessa noile. Nessa mesma cela di-1 ?ei0 0 escravo Jos para o Brejo, buscar as cargas,
zla seu senhor mogo Lnld: ento compadre o e guando voitou, ella interrogada, desconfiada de
Estevao mandou-lhe cercar a casa como se fosse de: qjia Bj| bavu de dizer alguma consa a soa senho-
assassino ? e responden aquelle : verdade, velo ra> se poz a espreta, e logo qne vio elle se apro
oficial de jostiga para lavrar termo do qne ea fi- mar d'ella, apparecia, como quem ia bascar al-
zesse; mas deixa estar, aquelle negro oque precisa gUma couza: por ultimo, estando fazendo renda,
de.duas bailas. E.foi neste ponto que "
Ihana das forlificagojs de Callao. Os navios mer-1 bens (conf0rme se acha declarado na colnmna dos
eito o mesmo algons das antes. | igg^i pertencentes a massa fallida de Pedro da '
Silva Reg, por quanto deve o mesmo agente ven-
Foram recelhidos a casa de detengo no da 22
do correte :
A ordem do Dr. delegado da capital, Jaouario
Bispo, como criminoso de morte, viodo do termo
de Iguarass, sollo em 27 de margo do anuo passa-
do, coro o oome de Aotooio Jaouario d'Alves; An-
tonia Mara da Cooceigo, Manoel Pedro Alexaa-
drioo, e Jos Alexandre da Costa, para correegao;
e Bernarda Maria de Lima, vinda do termo de Se-
riobem, como criminosa de morte.
A ordem do subdelegado do Sanio Antonio, Joo
Chrisostomo da Cruz, por briga.
A ordem do de S. Jos, Pedro Jos Veneno, para
correegao.
O chele da 2* secgo,
J. 6. de Maquila.
Passageiros da polaca Italiana Sara, viados
da Babia :Joe Baptista de Moura e sua malber
Foi confirmada a sentenca appellada.
PASSAGEIIS.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. de-
sembargador Accioli.
Appellante, Joo Antonio Gongalves; appellado,
Rosendo Alves da Silva.
Do Sr. dezerabargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva G-aimares.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appellado,
Flix Sauvage & C.
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appellado,
Manoel Antonio de Carvalho.
AGCRAVOS INTERPOSTOS DO JUIZO ESPECIAL
DO COMMERCIO.
Appellante, Jos de Castro Redondo; appellados,
Ferreira & Loureiro.
O Exm. Sr. presidente negon provimento.
GGRAVO DK INSTRUMENTO INTERPOSTO DO JUIZO
MUNICIPAL K DO COMMERCIO 08 1P0JUCA.
Aggravante, Silvlno Gailherme de Barros;
aggrvado, Francisco Antonio de Oliveira.
O Exm. Sr. presidente jurou sospeigo e foram
os outros apresentados ao Sr. desembargador Silva
Goimaraes.
isada mais honve e etcerron-se a sesso a orna
hora da tarde.
sea seohor
cootba o offerecimeoto do cabra Simo Continuan-
do oa coaversa, dizia aioda seu seohor : aquelle
ladrao passou soznbe com um cachorro alraz para
a casa de Joaquim Pereira, como se nada devesse;
toi tunar nessa inventario tambem :o Simo pa-
rece cabra de coragem, elle nao parece ser honran
morto. E perguntava sen senhor mogo Luid:que
cabra esse, eompadre? Disse seu senhor :
vio Jos entrar para onde eslava sua senhora ; e
ella ioterrogada o segurado de perto e espraitan-
do, ouvio elle dizer : senhora Sr. Gomes raandou
dizer que vige, porque j eslo dizendo que foi
senhosinho que maodou mattar o Dr. Estevao : e
ella falln muito baixlnho, e o Jos tambem ; de
maneirat que nao pode ouvir o que mas disseram.
Oito dias depois mais ou menos da mone,. chegou
. na fazenda Joo Pedro e Jaojo, e sua senbora
um cabra alto, da serra do Man. Conlinoando na perguntoo: o que dlzem compadre pela villa
conversa, dizia sen senbor mogo Lul :se oca- sobre o matlador do Dr. Estevao T : nao sei coma-
dre respondeu Joo Pedro, esto aUriburado a
bra Estevao nao tiver troco aqui em cima, eu lhe
asseguro que do loga nao passa, nem elle era o
irma, o negro Samuel. E dizia seu senhor :-Nao
compadre, Samuel nao tem colpa, se elle malva-
muitos : e perfumando ella o que mandoa dizer
o compadre Gomes ? : disse elle : manda amas
cartas para o Piauhy : e sna senbora foi buscar
do pula cabega do olhos de ramera. E dizia seu uma carta que tioha escrlpto e enlregou tambem
CHRIMCA JUDICIARIA.
TIUBCSAL G COHHHBllCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 21 DE
JUNHO DE 1866.
PRESIDENCIA DO BXM. SU. DESEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manba, estando reunidos os Srs.
deputados Rosa, C. Alcoforado, Basto e Miranda
Leal, o Exm. Sr. presidente declarou aberta a
sesso. g
Lida, foi approvada a acia da antecedente.
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Exm. Sr. vice-presidente da pro-

Communicados
JUatirid retirou-se do combale. Fez signa! e a Pin-
cedora veio dar-lbe reboque. Foi seguida pela Re-
venjudee inclinada para nm lado e sahiodo-lbe
enagua, urna nuvira de.p >egro.- Uma WU o; ampiar ^pr^dojecreto ,
qae Ibe foram
visto t iba atravessado de lado a fado, passando pelas I dezembro do anno passado, e dos mappas respecti-
vlsta da informaco do commandante superior da
guarda nacional do municipio do Recife, datada de
15 do eorrente, resol ve de cooformidade com o dis.
posto no artigo 69 da le n. 602 de 19 de setembro
de 1850, transferir para a lista da reserva, fleando
aggregado a om dos respectivos corpos o caplto
da 3.' compaohia do 2.a batalbo de infamara da
A Almanza jdntou-se a' primeira dlvso que
combata com as bateras do sal. A Resolucin e
a Blanca a's 2 '/2 hora retiraram-se da diviso do
sol, delxaodo a Almanza e Numancia aioda em-
penhadas no combate. Estes navios retiraram-se
a's 5 horas menos nm qoarlo, fazendo-lbe fogo as
mesma guarda nacional Antonio Bezerra de Mene-1 bateras peruanas at onde alcancavain s suas
zes Lyra, qae assim o pedio e foi considerado inca-; pecas. Na accao honve valor e persistencia de
paz do servico activo em iospeccBo de sande.- ambos os lados. As pegas peruanas, que estavam
Cotnmuolcou.se ao respeelivo coromaodaDte sope- todas en barbette, nlo cessaram de allrar, e creio
tar I que os Hespanhes s pararam qaaudo nao tinbam
Dta.-0 vice-presidente da provincia, em vista I mais manieses. Dlzem qne os morios e fendos
oquerequereramTisset Preres, negociantes ma- as bateras foram 80. .Eco urna das bateriaaeo-
tricolados nesta praga e bem assim o qne a esse eouracadas rebentoa orna bomba, eaosando ipio-
respeito informou o inspector da alfandega, resolve sio na plvora e jnotfflniwo ss pecat.
dejeonforratdade com o artigo do decreto n. 3631 Nesta explosao o Sr. Galvet, minislro peruano
de27de:marco nlllroo, eonceder-lbes permisso da guerra ei marinha, foi feito era pedagos. Asna
para carregarem no brigoe francez ao Rio de Ja- P'mT.wJ,s,^rPl?,^5Ii~LeI\li
neiro ifiOO barricas coni farinha de trigo. mediato ao dictador e traba ideas liberaes e notavel
Esla ser apresentada ao mesmo Inspector e onde talento. Dlzem-roe qae S. Exc oidcttdor esteve
mais convler, aOm de qae tenha a devida execogo. onde o combate era mato vivo, mando n-
________ ^ i giodo o fogo das bateras. Nao sel qae prejuizo
! soffrea a esquadra hespanbola, mas nao ha davida
que teve grandes perdas. E' evidente qne alguns
dos navios soffreram muito. Os Hespanhes nao
se approximarara das bawrias maltas das soas
esejando inteirar o publico e os tribunaes s u-
periores do paiz a'cerca do brbaro e cruel assas-
sinato praticado na pessoa do infeliz Dr. Estevao
Benedicto Franca, entregamos ao dominio da im-
prensa, nao so as pecas desse processo, corno a
magistral prenuncia, nelle proferida pelo digno
chefe de polica o Sr. Pindahyba de Mallos, a' coja
iacangavel aetividade, e do mentissirao juiz de di-
reito Esmerino Gomes Prente, se deve o brilbente
resaltado deasas laboriosas pesquisa* sobre a ori-
fem de to criminoso attentado, fructo do mais te-
nebroso conlolo 1 O Sr. Pindabyba de Mallos, des-
cobriu, al onde foi o possivel, fonte do crime;
pode ser qae, alm dos pronunciados, hajam outros
requisitados, afim de que seja cmplices; mas isso Acara' por coota do lempo re-
o mesmo decreto na! vela-lo.
parte que diz respeito a este triounal.Archi- Seja dito de passagem : os Srs. Ptndabyba e Es-
ve-se. merino encontraran! em lodos os membros da op-
Oalro do dootor jniz de direjto especial do posigo constitucional de Villa Bella o mais leal, e
commercio aecusando o reeebimento do que lhe | desapaixonado apoio na investigago desse delicto,
foi dirigido por parle deste iribuoal em 3 do cor- qae borrorisoa a toda a comarca,
renieArcbive-ee. .... I Un. Sr. Dr. chefe de polica desta proviocia.
Uma paniclpaco do offlcial escripiurario da se-, Eslevo de Albaqaerque Mello Montenegro, neees-
cretarta I. A. de Farias Torres, de nao poder eom-1 uta a bem de um sen direito qne V. S. mande
parecer a mesma secretaria por estar doeple.In- o amanuense servindo de escrivo Antrao, dar-lbe
teirado, archive-se. i por copia, a vista do proceso crime que se esta
Foram presentes pelos correctores Maotede de; instaurando contra os assassinos do ooado Dr. Es
Almeida, Dubcarcq Juoor, John Gatia, B. de Vas-Ho Benedicto Fraoca, asseguiotes pegas : termo
concellos e o agente de leudes F. Gomes de Oilvei- i de perguntas eilas a Serafina, escrava do entrone-
ra, os termos de sobstitaigo de reformadores das so Pedro Antonio e interrogatorio (eito ao mesnao
respectivas flaneas, como Ibes tora ordenado em criminoso. Nesgas termos : Pede a V. S. defer~
sesso de 28 de maio ultimo.Archve-se.
Seodo tambem presentes pelos correctores Joo
da Crnz Macdo, Jorge Patesebot, X. G, Slipple. F.
J. Silveira, Luis A. Daboarcq Juolor, B. de Vas-
coucellos, F. de M. Leal Seve, preposto de Antonio
seohor mogo Chico Gomes :quem caga lugar pa
ra matar hMevo ? da Talhada elle vai quasi todos
os dias para a Ponta da Serra. para bem dizer se-
ziofto; para que lugar melhor? Nesta cooversacoo-
linuaram todos quatro, Isto sea senhor Pedro
Antonio, Francisco Gomes, Lniz de Andrade e Joo
Pereira ; e ella interrogada nao pode ouvir todo
qnanto diziam, por que depois da ceia tirn os
pratos e Do tinha mais motivos para vjr na sala,
onde elles Acarara conversando assentados ao redor
da mesa.
P-rguntada, como pode ella oovir essas eoover-
sas, e como esses bomens conversaram nessas coo-
sas em sua preseogaf
Respoodeu, que ouvio perfeitameote porqoe es-
tava servindo mesa, eoodazia a comida para a
mesa, e andando de um lado para outro estave
prestando muita alleogo, e sea seohor, de todos,
qaem estava mais desconfiado de qae ella interro-
gada nlo onvisse, e por isso estav s a manda-la
para dentro, ora para bascar ama colher, quando
na mesa as havia -, ora para buscar o bule; depois
para fazer palitos, e outras vezes entretidos na
conversa nao ootava que ella interrogada se acba-
va ahi, e quando davam com os olhos nella sempre
tinham orna cousa para a mandar fazer. Alm dis-
to, bem vio o interrogante que a casa pequea, e
mesmo da parle da cosinha onde ella interrogada
ia receber os pratos podia-se muito bem oovir o
que se conversava Ba mesa, qne ficava bem prxi-
ma : e assim mesmo muita cousa do que diziam
ella nao pode oovir.
Perguntada, se algnem lhe recommendou qne
oorsse o que se dizia em casa de sen senhor sobre
o Dr. Estevao ou o Samuel, irmo deste ?
Responden, que at esse da, nnguem lhe re-
commendou, mas depois, contando ella interroga-
da a velha lionica, que foi escrava do dito Samoel,
o qae tinha oovido, esla lhe recommendou que pres-
tasse attenco ao que eiles diziam sobre o Dr. Es-
tevio e Samuel.
Perguntada, se alguma ootra escrava da oasa
ouvira essas conversas?
Responden, qae essa conversa da ea qne Sea
referida, ella interrogada foi s qaem ouvio'; por-
que sai irmia Sabina estava na cosinha entretida
eom soa senbora a tirar a ci, e os moloques los
e Alhanizlo estavam na outra oasa de descarocar
algedao, roas qae sna irma Sabina ouvio entras
coasas que se passaram para diante.
Perguntada, o qae foi mals que ouvio em ou-
tras oceasloes ?
Respoodeu, que n'aqnella nonte de cea que fiea
referida, quando ja era tarde, soa senhora a man-
doa aprompur banho para sen senbor, e asseo^
too-se na parta do meio, soppde ella interrogada,
para que. nrogoem viesse ouvir o qae se eoover-
savj v. sala, e quando veio trazer o banho todos
eonversavam e flearam coehiebando em quanto
ella Interrogada deitava e arrumava a gamella, e
"DIARIO DE PERNAMBUCO.
*.w^
.Varna segunda leitara dosjornaesde New-York,
stPo it Amquerqut Ktllo
de, 1866.P.
B. P. de Mesqnlia Juoior, e ageutes de leudes Fran
cisco 1. Piolo e Joao Isidoro Martins, as respostas
dadas sobre as faltas encontradas em seos livros,
no exame a qne se proceden, deliberoa o tribunal
que lossem as mesmas entregues dos respectivos
Srs. desembargadores.
Para serem devidamente rubricados, foram
distribuidos aos Srs. deputados os Uyras diarios de
ment.E. R.
Montenegro.
Passe-se.- Villa Bella 3 de jooho
de Mallos.
Candido Autran da Malla e Albaquerque, ama-
nuense da secretara da polica desta provincia de
Pernambuco, servindo de eserivao interino do jol-
zo do Dr. cnife de polica, nesta villa etc.
Em curapi imB'.o do despacho supra. certifico
que o auto de r>>rgantas e Interrogatorio de que faz
mengo est?, pelico, sao do theor. modo e maneira
segnlnu : v ^
Auio de pergunias (sitas a preta Serafina ;
para ir. Oito dias depois, chegou. fazenda Sr.
Gomes, e ella interrogada, oceupeda. em recolber
as eabras, Do onvio o que conversaram ; mas
sua irma Sabina Ibe contou quo oovio Sr. Go-
mes dizer, balendo na meza com a ma : aquello
diabo, comadre tambem deva. morrer: isto de-
pois de conversarem outras cousas em voz baixa,
e sua senhora perguntoo : qoem compadre f
a resposla porem, Sabioa no pode oovir.
Depois que ella interrogada, chegou a' casa e de-
pois da cea, conversando os. dous dizia soa senho-
ra : eoto, compadre, elle morrea na porleira do
curral ou na porteira da.vasanie? e responden
Sr. Gomes: foi na porleira do carral; o cabra que
atiroo era meu cabra caroiceiro, atirou de junto da
catioga de porco (arvore), e com a queda elle que-
brou a lesta e oo sei. mais o que : querem culpar
o compadre Pedro, como se elle livesse culpa de o
jac se trepar na porteira, tarde da noite, sem ter
gado no corral.
Depois disto, conversaram outras cousas, entre
as quaes, disse Sr. Gomes: logo que se acabar esse
barulbo, comadre, vou me embora para (ora desta
trra: e ea tambem vou, logo que Pedriaho che-
gar, responda ella : pela manba segninte sabio
Sr. Gomes,, dizendo qae ia para Cariry cobrar ama
divida, e nao voitou mals pela fazenda..
Perguntada. sa vio quando chegou a* casa ama
porgo de bailas, qae foi encontrada f
Respondeu, que essas bailas foram (eilas abi pelo
cabriajia Antonio Pedro de Andrade, qae dizem
ser filho de sea senhor, quando solteiro; islo perto
do viagern para o Piauhy, e essas. bailas eram ei-
las. as escondidas.
Pergeniada, se quando chegou seu senhor nao
oovio alguma conversa ?
Responden, qae elle chegou oa ultima sexta-feira,
a' tarde, e entao disse a Jos Victorino qae foi o
parlador que senhor Gomes mandoa ao Piauhy
cbama-lo : diga la' na villa qae eu ja' cheguei, que
me ventara pegar, que en aqu estoa: e soa senho-
ra disse : dizem que a' ba nma testemnnha de
casa: replicn seu senbor : quem esse diabo t
e disse soa senbora i compadre Gomes mandoa me
dizer qae o negro Silvano ja' foi a' oasa do ebefe
tres vezes : e sea senhor disse : e o que quer esse
negro em casa, do chefe? Continuando na conver-
sa, a' assistia um bomem que veio' com elle do Pi-
auhy buscar nns papis da mo do vigario, disse
anda seu senbor: voc ha de ouvir dizer l na
villa qae fui en quem matteu o Dr. Estevao, mas
quem o raatton foi nm danoado como elle, a qaem
elle persegua e atanasara. No sabbado immedia-
to chegou Joo Pereira, e nessa noile levoo este e
seu senbor a' conversar toda a noile, e seu senbor
tambem escreveu muito, nao podeodo ella ouvir a
conversa, por qae ellos fallavo muito baixo ; mas
aecordando ella pela madrogada dlsse-lne sna ir-
ma Sabina; v la' Serafina como elles converso
anda. Pela maohaa de domingo, qne foi hontem,
te ; na qolnta-feira d'essa mesma semana tinha
sido o cerco da casa, e no domiogo, muito cedo,
seo seohor e o irmo Francisco Gomes vieram
a villa e o onlro irmo Luln e Joo Pereira foram
para o sitio do Brejo em Baixa Verde.
Disse mais, qae poucas semanas depois, sen se-
nbor teve de fazer ora viagern para o Piauhy ; e
as vesperas vio ella interrogada elle dizer que
os cabras Pedro, Ruino, Francisco e Antonio e
para ir es-
pae lardar mullo, mande uma vella para catar os
blxos, por qae ne labe ( i cada) dizem qne ha
mu los: e senbor Juo Pereira disse : manda
tambem uma para mim : ao qae respondeu. sua. se.
nhora
(ava.
ento leve logo, tndo, como on -
. ino-
PergunUda, se o pardo Jos ',i(,.. ,g ....,
que foram referidas ? oS,sl" *8 conwMS
Responded, que mniu nmn* elle assistio, e
om menino sobrinho d'elle io adiante para ir es- que e o mtrl0 de mais confianca de seus senho-
pera^o na Laga da Pedra, e que o cabra Strpao' res e (je t;ji% fatQil(au ^""S"

ILEBlVEL
v





ca
*.
Diarlo de PernambRe*- Segnnda lele 9* de Innlio de 1866.
3C
nre
BD
l|i' (iMlHii
Pergantada, se no tlia da mortajare. EiUsia.
esse escravo e*tava na fatenda, ou se eabio a' algu-
na viagem ?
Responden, que esleve em cas todo o da e
Cite. .
Ferguntada, se vio, quando chegeu sea senbor,
sgarem ou qaeimarem alguns papis t
Responden, que nao vio, raas antes da chegada
de sea seohor, iodo a' fazeofe Joaquim Perein,
caahado de soa senbora, dista a esl- comadre,
se tem algn papis das intrigas do Dr. 6
queirae lodo?, por qae o fo
e estas armas voc esconda -
brindo-as com urna liooe, por
vier remecbe lado isto. Oe
quiz mandar descarregar o
e os outros, mas o moate Jos .
am cano, e ella nao escondea as armas, se nao
q jando hootein fot cercada a casa.
Pt-rguntaJa, >e anda luvio ouuas armas, alm
das que foram encontrada??
Respondeu, que senhor, quando foi para o Piau
o descobre nada;
Jxo do chao, co-
que 9 ehefe a* aqu
disto, soa seohora
de dous caaos
desearf egou o do
Pmgunladft, que** am fcemein por quera saa
ruulher perguntoa a Jos, qaaodo este no dia se-
guate parlev*> ZmakK f^ns&mvi> a' ca*4 ?
E' de esperar que esta justa deli
nue a ser mantida pelo governo
ra reunio dos representantes da
racie cooll-
Respoueo, que oao sabe, se serla Antonio Bar- semelhanle le melhorrnente reco
boza ou Tdoom do M, pois que. estos tambera: re- rogada, como prejudicial aos nter
gressaram com o escravo lose. tura o do cominera) do paiz.
Perguntado, se nao serla antes essa pergunta de Ao relatorio de 1864 preceden nm odelo da As-
sua malber com referencia a Simio ? soclaeio Commerolal, m da suttdiaanfr,
Hesponde, que nio ; porque esse ja' tinha ido ta da II de abril do mesmo omo i gresfcstoA
ha diu para a serra do Man. oulro do presidente da prcvin%ea| para sa-
Perguntado, para qae e quando mandn faaer a
porgo de bailas e cariosos qne foram encontra-
dos em sua casa T
Responden, que fui meante quem fea bailas e
cartuxos em 1864 na. occasio das eWigoes.
Perguoudo, se dopols disso nao fez ou mandn
fazer bailas a crtama *
Responden, que nao.
otado, se o. receban, durante sua ausen
tuba seeta. cidade na botica cima indica-
%M aljaoo ,psgnado; e em outra qual-
rte atu\ se tem annonciado n5o da
cooafouicjo, e nem o abaixo ssigna-
do ae respeosabilisa.
Jos da Rocha Paranhos.
-----mi a eu
ivincial, B
o da-As-
acerca da attli-
iwaa inspeccn
lislaaer a resoluc, da ass
masmo presidente reqaisilava da
seeiacifc Com marcial informacoea
anda e eonvenaaw da reacio de
ahjedo.
a direceio aonvido diversos pareceres
iaram ladoa coajormes na reposta, que se fundn
as segnintes razoes :
Gomo questan previa sugerio a idea da consti-
liy, levuu o revolver que foi encontrado, nm elavi- que recebeu a desea ir mi, como dea dito, e qne.
note de um cano e una espingarda de espoleta, j nessa cana Ibe dava sua mulbec noticias de casa
mas estas duas ultimas armas, suppde ella interro- e tambem da morte do Dr. Estevo, e dizia que
cia no Piauby, alguma carta de sua mulber, quan- tuciooaiidade, ou Jocoaslucionaildade da. medida ;
do o o qne nella Ihe dizia aquella ? Uto se a assembla provincial em vista do $ 8*
Responden, que recebeu na mesma occasio em do art. 10 do acto addieional, poda crear a men-
cionada inspeegao, indo de encontr aos luteresses
Bada, qae anda vem com a boiada.
Pergantada, se durante a auzencia de seu senbor,
sua senbora empreslou a alguem o clavinote de
dous canos ?
Respondeu, que nao sabe e era reparou se elle
esteve serapre era casa.
Nada roais dis.-e nem Ihe foi perguntada.pelo que
mandn o juiz interrogante lavrar este auto, que,
depote de lide e achada conforme, rabriea todas as
esiavara attrbuindo essa morte a elle sen marido,
cuja carta flcou as snas mallas qne vea em
viagem.
Perguntado, porque se apresson agora em che-
gar a' casa, e tanto se demorn na viagem do
Piauby ?
Responden, qne se demorn porque o Invern
no Piauhy foi multo demorado, o bomem que rae
venden o gado (o capito Evaristo Gycero da. Mo-.
minas e assigoa com o alteres Joaquim Velloso da | raes) demorn se em Ib'o entregar, e depois en
Silveira, a rogo da interrogada, por nao- saber esta controu os ros muito cheios; mas quando vinha
lememescrever. E eu Candido Autrae da Malta ja' pelo Ouricury mais ou menes, recebe! orna
e Albuquerque, eserivo in'erino o escrevi. Pin-; carta de sen irmo Francisco Gomes, em qae Ihe
dabyba de Mallos. Joaqaua Velloso da Silveir. dizia que viesse quanto antes se justificar, porque
Termo de perguntas fettas a Pedro Antonio de eslava, sendo aecusado peraote o juiz interrogante,
Andrade : pos qne, por cansa de saa demora, poda ser pte-
Aos viole e seis dias do mz de abril, do anno judicadq : e enio sem demora, parti na segunda-
do casamento de Nnsso Senhor Jesu Cltr.sto, de I feira da semana passada, deixaado o gado aos con-
1866, nesia Villa Bella, termo do mesmo aom e j ductores e chegou a' sua azenda na sexta-eira a.'
provincia de Peraamhuco, na casa da residencia tarde.
do Dr. Eduardo Piodabybade Mallos, chele de poli- Perguntado, se nao Ibe apparecen logo a' sua
cia desta provincia, presenten mesmo cliefe, com-' ebegada seu cuqbado Joo Pereira, e que noticias,
go escrivao intenao de seo cargo abaiio nomeado Ihe deu este dos negocios da justicia acerca, da
ahi foi vindo, livre de ferros e semeoistraogimen-! morte do Dr. Estevio ?
lo algum, Pedro Antonio de Andrade, aqun o Dr. Respondeu,.que o dito sen cunbado ebegou a'
chafe de polica passou a fazer as perguatas se- sua casa no sabbado ultimo, porque foi tambem
gulntes : chamado por Francisco Gomes, aflm dp se apr,e-
Perguacad i, qual o sen verdadeiro ooroe, natn-! sentarem ao juiz interrogante, e o que Ihe dfsse
ralidade, idade, estado, pruBssao e residewi-a 9 [ sobre os negocios da jusiiga, foi qne o juiz nter-
Respondeu, cbamar-se Pedro Antonio de An*ra- rogante nada tinha podjdo descubrir depois de al
de, natural da comarca do Bonito desta provincia, guias pesquizas e que eslava ludo parausado, e
de quarenta anaos de idade, caeado, creador e la- que attribuiam o assassinato a m.uita gente.
vrador e morador na azenda iovejado deete d&- Perguntado, quando soubfi que tinha djegado a'
tncto. esta villa o juiz interrogante ?
Perguntado, se sabe a razo porque foi preso? Respondeu, que soube na fazecdaJanipapInho
Respondeo, que porque se acha indiciado na I provincia, do Piauby a viola e tantos de masgo,
m r i do Dr. Esf-vao Benedicto Franca ; o que1 por uns boiadeiros que abi ebegaram e disseram e
soube porque recebea quando estava. no Piauhy,
urna.caria desea irmo Francisco &jme de An-
drade, em que Ine manda va dizer qne aqui Ihe at-
tribuiam essa morte.
Perguntado, era que data receb,eu essa carta,
por quem, onde se achava e em que termos era
oncebida?
Respondeu, que a receben a 26 oa 2? de feverei-
ro, na faeenda Cachimbo, ha duas leguas alm da
cidade de Oeiras e Ihe entregon Joao Pedro da Sil-
va, que, com Jos Vicente, Joo Ferreira da Silva
e Manoel Pedro desta villa, partirn* nos primaros | nauba por estar em
das de fevereiro, sendo homens por elle Interro-' Escadinba.
gado con tratad ns para irem buscar o gado qne foi
comprar n aquella provincia, e qae sen mano Go-
mes flcou incumbido de os fazer seguir; e Anal-
mente qne essa carta dizia qne ahi Ihe manda va os
home.is e mistados, qu o Dr. Estevo tipna sido
assassinado e que estavam attribaiodo a eiie iater-
rogado e aos liberaos do logar, e se Ine nao falba
a memoria, tambem dizia que altribuiam Igual-
mente a elle Gomes; mas que essa- caria; cujo con-
tedo completo nao tem bem presente na memoria,
nao a aprsenla porque flcou as suas mallas no
no coroboyo qne deixea na fazenda Saeco cinco le-
guas alm do Ouricury.
Perguntado, porque precisando d'esses homens
para cooduzir o gado que ia comprar, nao os levou
logo comsigo, e soraente mais- de 2 mezes e meio
depois de sua partida e poucos dias depois da mor-
te do Dr. Estevo foi qne-elles d'aqui sahiram ?
Respondeu, que nao os levou logo para nao fa-
zer maiores despezas; pols que a 29 de novembro
quando parti d'aqui era tempo de tcea eno po-
da logo fazer o seu negocio; e assim calentn
quando elles Ihe poderiam ser necessarios e dei-
xou ordera a seu irmo para os mandar.
Perguntado, a quanto tempo reside ueste munf-
geraes. Sog'ger'indo a idea, a direccao deixou-a
appreeiaco do presidente da provincia.
Tomando em considerado o mappa das entradas
do algodao de 1860 at marco de 1864, coja aseen-
qo indica a desenvulvimento da sna producao nos
doas ltimos annos (de 1862 e 1863,) a direeco
da associago via no progress da produegao o es-
pantoso accrescimo de um. genero, que pelo sea
alto prego se terna va a prlmeuro do paiz, e a mais,
rica fonte do seu futuro flnanceiro.
A- safra de 1861 a 1*63 U dupla dadei8GQa
i861,os.precos. dpipJiearam Uiplicaram. Esta
bem, esta ftlii casoaiidade ainda mais realgava a
sua vanugem por ser toda em beneficio de um
immoso territorio da. provincia, que so se presta
a esta cultura, e de bracos llvres, quasi mutilisa-
dos para outro servi$o, n-au-qatretanto se pres-
tara pereLlmente pa;o plaotio e colbeiU do al-
godao.
Estes coosideratoe?, dizia o presidenta d Asso-
ciaco Cpmmatcial, no seu C'taeQ offlcio de 12 de
abril de 1864, sef,venx para mostrar qoao. trans-
cendente a materia e o quanto convm meditar
soDreeUApaianao,e^por-nos as te/riveis conse-
quencias de urna dessas medidas mal pensadas que
mullas vezes entorpeced em vez de accelerar o-
progjasso de qqalquer industria principalmente
quando nao se tem cabal conhecimento ou sciencia
ceru.de todos os elementos, que concoirem para
semelnante commercio.
Convm, pois, ewbatagar o livre passo de urna
mercadoria, que pela sna abundancia encba todos
es canaes do tialico, e oceupa urna porgao de ac-
razens, que corre por todos os logares em basca
de nm mais conveniente, qne se offertce a qoeru
mais d, e que procura accelerar a saa sabida,
porque o almocreve, que a traz, nao pode demorar-
se com os seus animas sem grande despeza, qne
procara, evitar ? a qae a creago de ama, in$-.
peccp offlcial se nao urna medida scal restrictiva?
Goavito anda restriesoes ao commarcip, ao trafi-
co, a'permuta eram, convira ainda por pea ao
livee desenvolvownio de loda especie de negocio
licito entre partesque se avenham entre si ?
Aluda o monopolio, como logo mostratemo*.? -Na
mundo commercial; o principio que mais vigora.
o da livre concurrencia a lei universal, diz o
citado.presidente dAsflecasp, a liberdad conv
mercial.
Se essa nova,aleayat ptevalecesie; se a 12 por
eento de imposto que ja naga, o algodao, accresces-
se mais a despeza do expediente de,ame reparti-
Perguotado, se nao escreveu a sua mulber du- gao publica, com a clausula de levar, a um ponto-
rant^ sua ausencia no Pianby ? : detecminado centenas da mllnare de saccae de ai-
Respondeu, que escreveu do Ouricury, na ida, godio, expostas. entretanto a todos os accidentes
duas cartas. ; das estagoes e aos inconvenientes de urna delonea
Perguntado, onde estaro essa cartas, que nao nevltavel, de manifesta.evidencia que o ommer-
foram encontradas na rigorosa busca a que se ci do algodao soffreria um golpe morial.
proceden em sua casa, e se nellas nao dizia alga
ma cousa acerca do Dr. Estevo ?
disseram qae tinha viudo para Villa Bella o che fe
de polica, por causa da morte da Dr. Estevo.
Perguntado, se nao disse na priso, que se o
apertassem muito dlria quem matou o Dr. Esr
tevao ?
Responden, que nao disse semelnante cousa.
Perguntado, se nao pretenda, passar pela fazen-
da da Escadinha agora no sea regresso, e porque
motivo deixou de pausar por ah 7
Respondeu, qae nao tinha intencao de por ahi
passar, am preQrio passac pela estrada da. Cae
melhox estado do que a do
HUMA VDA SALVA!
NSo team conhecimento algn de enante
caso qu tac perfeitamente moatre d'vna mar
neira a mala clara e ESisuasiva. o poder, da
Sciencia Tedica sobre a molestia; qnal seja o
de Ajtwwne Joaqtjtm Pehbira, da Baha.
Bste homem Infeliz havia maB d'um anno qae
soffria as dores as mais atrozes e pangentet
prevaliente de
Treze
Terriveis Chagas Abertas
espalhadas por sobre dlflerentee partes de sen
corpo, sendo urna das qunes sobre e peito do p
urna fonda e maligna chaga, a qual o privara
de anda, manad Ibo ae ttorog g aain agl
saatea qner da dia quer de neata ; continnad*.
mente atermontado por taes afflicOes e dores,
e quasi que aborrecido da continnacao de aiiri-
illiante virdav tendo yoato 4b paite teda a fe a
esenaao Ha aMdaalaaa, ate aiiad pareca
qu para ello njo Iha resta va mais egperanca
alguua.; imipx pia lesigaado,, eeperav*. o
pncieacia o tirBKi final de eeae nautipBadoa
soffrimf ntot, eig qne Milagrosamente por for-
luna tua I3ie jeceitariU) a grande purificadox
do sang,ue
A Salsaparrilha
DE BRtSTOL
dem branca ....
Carne secca (xarque) ...
Carneiros ....... nm
Carvio vegetal ..... arrota
CaTernas de sienpira ama
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas ...
a? .........
Charutos ....... eento
Cevados (porcos) ..... nm
Cocos (seceos)..... eento
Coila ....... 1^
Spsros de boi, salgadosj. <
dem idem seceos espichados
Mero idem verdes ....
dem idem cabra cortidw nm
dem idem de onen ....
Doces seceos ...... libra
dem em gela ou massa
dem em calda .....
Espadadores grandes um
dem pequeos...... >
Esteiras para forro de estivas
de navio. .-..... cento
Estopa nacional ..... arroba
Nao sa iofringem impunemente as leis da con-
veniencia. So feria o interesse privado por urna
Respondeu, que deviam estar em sua casa, e excapcao da legra geral, tende por certo que so-
que nellas pergunta va a sua mulber noticias do' ff era tambem a conveniencia publica.
Dr. Estevo. A liberdade individual a liberdade de todos
Perguntade, se ao chegar, sna muher nao Ibe o principia que rege esea liberdade, unto, convmi
disse. que tinha queiraado essas cartas e outros pa- a wa como a muitos, tanto convm ao individuo
peis; porque bouve quemlhe fosse acooselbacque como a sooiedad.
o fizesse ? E se ainda se podesse duvidar ,n-?sie. lempo daa
Respondeu, que nao. vantagens do commercio livre, a Inglaterra que
Perguntado, se nao sabe quem foi o aseassino inauguroa essa liberdade, e fura della. a percussora
do Dr. Estevo ? nos abrira qs oihos para vermos o qne boje passa
Respondeu, que nao sabe e nem pdeallribuir a' oa Franca, sem fallarmos da repblica dos Esta-
pessoa alguma. ] dos-Unidos, a inlmfga jurada de toda a restric$o,
Disse o interrogado, que desejava corrigir um de todo o privilegies de lodo e qualijuer monopo-
engano em que cabio, e era quesea irmio Lnii lio.
Antonio na conversa entre os quatro, que Oca re- Demos Be barato a restriegao, a lilnlo de evitan
ferida, nao disse que mandara dar um tiro no Dr. freudes, que, segundo se diz, davam-se por parte
' Eslevao, se este Ihe cercasse a casa, mas s disse, dos prensarlos. Erara elle portento '
interessados
cipio, e se foi essa viagem de novembro do anno que se armarla e resistira se acaso aquelje dou- no estado de franqueza e completa liberdade em
passado, a primeira que fez desde enio para o j tor o fosse prender. S por equivoco foi que disse que se achavam, eoiretante qne, segando corre^j
Piauhy, e llnalmente qnal o objecto dessa va- isso, como flcou atrax escripte. j sao elles mesmos que procurara hoja-escudar-sa
gem ? E nada mais disse, nem Ibe foi perguntado, pelo com a medida fiscal da inspeccao 11 Quem pode
Respondeu, que reside neste municipio ha 9 an- que mandn o juiz interrogante lavrar este termo, explicar semelhanie enigma.?
nos, e que desde enio foi essa a primeira viagem ; que depois de lido e acbado conforme, assigoa com,1 Fraudes I de quem? se erara dos prnsanos,
que emprehendeu para o Piauhy, tendo por objec- o interrogado, rubricando todas as folba.. est desfeito o embuste, porque procurara agora
E eu Candido Aatran da Malta e Albuquerque,' acobeetar-se com i restriccao imposta pelo Asco,
esenvo interino o escrevi.Pindahyba de Mallos.' Se dos agricultores, como foi sempre costume lo-
Pedro Antonio de Andrade. veterado, dizei-me, em que lempo, em qnepoca
E nada mais se continba em ditas pecas, oun-, aiioaa.iiupc$ai taawaaa aaawana;
bem a fieimaou- <^iei. do ao mercado ? ^Sempre bouveram reclamacoas,
E paca qae a presente certido conste onde e co- desde o tempo em qae. se abriram os portee do
mo bam convier, vai conferida e concertada por Brasil ao estrangeiro; e Isto apezar de urna eom-
mim Candida Autran da Uttae Albuquerque, es- misso inspectora composta de negociantes.e de
to vender fazeodas que levou a comprar gado.
Perguntado, se se recorda qoando foi cercada
sua fazenda por ordem do Dr. Estevo, ento de-
legado de polica, e presos dous rapizes seus tra-
bajadores para recrota?
Respondeu, que foi nos ltimos dtas deoutobro
<.u principios de novembro do anno passado, pelo
meio da semana.
Perguntado, seno se recorda de qae no sabba- crfvo interino que a escrevi e subscrevi, do que
do dessa mesma semana do cerco ah. estiverara e
ceram juntos sens rraaos Francisco Gomes, Luiz
Antonio e seu ennhado Joo Pereira ?
Respondeu, que certo que ahi estiveram em
sua fazenda os ditos irmaos e cunhado, ceram
junios e ahi dormiram, retrando-se no domingo
seguinte Luiz Antonio e Joao Pereira para o Rreji-
nho, e parece-lhe que veio elle interrogado com
Francisco Gomes para esta villa.
Perguntado, se se recorda qnal era a sua escra-
va qne nessa m.'ite servia a mesa da ceia ?
Respondeu, que devia ser a escrava Seraphlna,
que era quera se oceupava quasi sempre nesse ser-
vico.
Perguntado, se se recorda do qne ento servio de
principal assumpo de conversado?
Respondeu, que so recorda que foi o cerco de
sua fazenda.
Perguntado, se ahi nao se fallou em mandar dar
um tiro no Dr. Estevo?
Respondeu, que seu mano Luiz disse, em verda-
de, que se Dr. Estevo mandasse cercar a sna
casa para o prender, que Ibe mandara dar um ti-
ro ; ao que replicn elle interrogado, e sen irmo
Francisco, que tiro nao se devia dar, mas que de-
viam abrir as portas, porque nao eram crimi-
nosos.
Perguntado, se por esse tempo do cerco de saa'
fazenda tinha algons trabajadores de Tora, alm
dos seus moradores e quem eram elles ?
Responden, que tfnba uns quatro. a seis traba-
jadores da Serra do Man, mas que nao se pode
recordar do no me de n-njium, e que eram seus
moradores Antonio Barbosa e Thomaz de tal-
Perguntado, seno se recorda de que entre es-
ses trabajadores da Serra do Man, que ento tra-
balbavam em saa fazenda, baviam um de nome Si-
mo ?
Responden, que certo.
Perguntado, se esse Simo o acompanhoa para
.o Pianby, e se pela negativa, quando sabio de sua
fazenda?
Responden, qne nao, o qne sabio de saa fazenda
para a Serra do Man na semana antecedente a saa
partida.
Pergaatado, seno foi elle guiar os portadores
que levavam sua bagagem ate certa distancia e
d'ahi nao voltou ?
Respondeu, que nao.
Perguntado, quanto gaobou Simo pelos dias
que esteve trabalhando em sna fazenda, e em que
especie Ihe lez o pagamento ?
Responden, que trabalhou cinco a seis semanas,
e que a elle pagou vate e tantos mil res em di-
nlieiro e venden-lbe fiado quarenta a cincoenta
mil ris de fazeodas.
Perguntado, seno se recorda de ter medido e
cortado essa fazenda que den a Simio, a aoite, e
as 'esperas de sna partida para o Piadhj?
Respondeu, que certo.
Perguntado, se Simo, vendo-o em urna occasiao
muito afflicto e enraiverido contra o Dr. Estevio
pelo cerco da fazenda, nSo se Ine offereceu para o
desaggravar ?
Responden, qne nq, salo menos nao tea? disso
a menor lembranca.
Perguqtado, senao se julgou bastante prejudica-
do pelo Dr. Estevo. no inventaro da fazenda Sil-
veira, a que proceden o msmo Dr. Estevo ?
Respondeu, que considera-so muito prejudicado,
porque o Dr. Estevo, como juiz desse inventario,
ihe fez toda a guerra, e seu cunhado Joo Perei-
ra para favorecer a Samuel Monte-Negro, ao Chi-
co Mar'lnheiro e a Joaqolm Pereira de Bnto
Perguntado, se o Dr. Estevo, chegou a fazer a
divizoda tercas mencionadas nesse inventario ?
Respondeu, que nao.
Perguntado, sa sen escravo Jos nao o acompa-
nbou at certa disjwl, quando parti para Piau-
by e regressou no dia seguate a cata ?
Responden, que sim.
tudo dou.fe.
A iaspec^odo algodao e a .*o
ciaco Commerclal.
i
agricultores experimentadas.
Se fosse a fraade motivo da inspeegao, era o as-
sucar o primairo genero, que merecia ser inspec-
cionado, porque asalra sneceden sempre n'outros
lempos, em que era conoozido enhcaixas de SO, de
60 e de 70 arrobas, mas boje que o asentar vem
em saceos, e passado para depositas dos compra-
dores, j nio possivel a fraude, nem mesmo na
mistura de qualidades diversas, perqu bastara
apena um volver de olbos para descobri-la.
Como porm baldeaos o algodao, como penetraos
(laixa filial de banco do Brasil em per-
nambuco 18 de junho de 1866
A caixa descoma os saques de seu aceite pela
T*"' laixa de 8 O/Oao anno.
Novo Banco de Pernambuco.
o novo banco paga e 16 dividendo ne
razio de 63150 por accSo.
Vamos encelar um trabalho, que nao tendo am
interesse geral, com tudo muito importante pela
natureza do ci ufltcto entre o legislativo e execoti-
vo ou administrativo da provincia.
A questo puramente de convenienciaA do amago dessas sacoaa, em que se occnlla a frau-
qoem con vira' a i nspeccaoque vanlagens irara', de, as vezes escand alosa, porque- consta da pedeas,
e para quem ? A qaem deixa de onvir, e mesmo e de outros corpos pesados ?
quem pode ser nociva semelbante creaco? Se nao Nnnca pois a inspeccao se referi a fraude, mas
envoive ella um principio inconcusso de economa to somante a qaalidade do algodao po< urna cas*
polticaemflm, se pode evitar a fraude, nica ra- silicato toda arbitrarla, pela simples inspeeco da
zo puusivel para o renascimenlo de urna inst- vista, sera, norma, sem criterio, e muilas vezes sem
tuico, ja' condemnada pela experiencia e abolida conhecimento pratico da genero e de snas boas
como tropeco ao expediente de um trauco to eres-: qoalidades.
cido, como hoja o do algodao T
A quem compete pois a elucidaco desta im-
portante questo 7 A' Associa^o Commercial, sem
duvida, pelos saos estatutos, cujo | 2* do art. 31
como segu :
< Representar a quera competir sobre a ma'
< execnco das ieis.commerciaes ouquando delias
< pessam resultar prejuizos ou eroharacos ao com-
i merelo desta praca, reqoereodo a saa revoga^o
< oa reforma, a
E tem-norfaito assim a associaco ; tem ella cum-
prido com o seu dever ? Vejamos.
Temos avisu dous relatnos da direoeao, am-
bos da 1 "
Esta a verdade, que nos contesleuH sa nodem.
fContmuv-sehaJ
*
^ai
Publicares a pedido
ATTENCO.
e m>.' elfeae aehou dentro de pouoa tewpo, Mvre.de
gw.irxemediikVel,ea>ado de desespero e a.dooe
e rigonba esperanza tornou da novo reviver
ea sea cometo) ob a. poderosa o benvola in-
fluencia destv admiravel'mcdcami-nto.-asBriaa
:bagag em breve principiarn as&wair um ca-
rcter favoral dinnuindfl o aspecto de: saa
inoUgnMad A fnmm do- aangae e maie
humores do srfltema tornou adquirir urna
nppareucimclar e sajjdavel, a* dona* a tor-.
montadora, d'outna ora- o deinarao, e ama doea
s suave trari((uillidade prineiplou a precorrer
todo o seu systemn, reetaurando-lne a desejada
paz.oeooego.d'espjrito; aabagan,urna i unaa-
se forao echiindo-ati! que nnalmente a ctea-
trizarao d'taa todo, e hoja aeha-se perfeita-
maato afta, {aeaoda dta patala estado de
ande, depoii dn aa tac viato primado d'esta
grande goza diwaate mala Pora anuo. Ene
durante esta sua cura,, apenas fez uso de
Desasis garnalaa-.d Qranutnai Jeisapamlha
da Briilol, preparada axclusivaaiante pe*
LANMAJ & KEMP,
De XOV.V YORK.
Recommeoda-aa mui particularmente aos
Doeatea d'amboa oa aesoa, qae empreguenv
toda a cautella na escolha d'este admiravel
remedio,' aflm qt nao obtenhao outra com-
posi^o qualquer, qne nao seja a Salsaparril-
ha Genuinj! de Bristol, poia que todas ai
sais preaantcieae imitacoea d'eata natureza
ao flsae naoqiaaiialudo vrtude algoma.
Vende-se as troicas de Caors 4 Barbosa
e G. Biwo & G.
alqueire
arroba
t
am
arroba
>
>
urna
arroba
i
eento

nm
Farinha de de mandioca
dem de araruta ....
Feijao de qualquer qudlidade
Frechaea ......
Fumo em tolha, bom .
dem ordinario ou restolbo
dem em rolo bom ....
loe ordinario on reetolho. .
Gallinhas......
Somma.......
Ipecaenanha (raii) ....
Lenha em ae has ....
Toros........
Lionas esteios.....
Mei on melaeo......caada
Milho.........arroba
Papagaios ....... nm
Pao Brasil ....... quintal
dem de jangada......um -
Pedras de amolar .... urna
Mem de filtrar ..... <
dem de reboto ..... >
Piassava .......'. rnolho
Pomas, oa chifres de vaccas oa
novifijas'.......cento
ranchees de amarello de dous
costados.......um
dem delonro......
R*p.........libra.
Safeo......... .
Sai........jg, alqueire
Salsa parxilha.......arroto
Sebo em rama......
dem em. velas...... >
Sola emlvaqueta......urna
3^500
320
500
2#000
3|000
134000
4^000
660
160
200
iOt
388
10*060
1*000-
360
520
1*000
2*000
16*000
2*000
2*500
4*000
2*800
5*060
15*000
8*000
10*000
8*000
1*000
2*800
28*000
2*500
12*060
6*000
180
Joo. Goocajves Tinoso, carga assucar t itaar-
denle.
BabiaPolaca blainv Sara, eapiio E. sedar,
carga parte da que irona doGeneva.
LteboaLagar portugim Julxs oaavaao- JMo de
Barros, carga assooar.
ObservaQo.
Suspenden do laroaro para' 9U&yba a barca
francesa Marta titela, capillo Faurbert, earga
parte da qne trouxe de Liverpool.
E 01T A ES
3*000
6*000
5*000
900
800
1*000
160
3*800
20*000
10*000
1*000
160
400
25*000
5*000*'
7*000
2*000
COMMERCIO
Taboas de amarello.....duzia
diversas......
Tapiocas.........arroba
Tatajuba........quintal
Travs.......... urna
L'nhas de boi ......eento
Vassouras de de piassava a. '
Ditas de timL...... i
Ditas de carnauba ..... >
Vinagre.........caada
Aifandega de Pernamco,-23 de junho de 1866.
IAD1TAMMKEKTO.
Cera de carnauba arroba
Cassueiras de Jacaranda, duzia
Enchameis...... nm'
Esteiras de carnauba. urna
Ossos........ arroba
Palha* de carnauba molho
Peima de ema .... libia
Sa patos de co uro beanco. par
Era ut sapea .<
ApprovoAlfandegadePernambnco, 3dejunho
de 1866.------A. Eulalia.
(Aseignados):
O 1.* conferente, Manoel Caldas Brrelo.
O 2. conferente, JetqutmdaCostB'Ribeiro.
(ontorrae.O 4.* escripturario, Joao de A. Pe-
reira Rocha:
RBCEBBDORA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
140*000
87*000
3*000
2*000
6*000
380
10*000
8*000
6*400.
800
G5400
95000
1(51500
160
240
800
2,^000
800
iUndtmento do
dem do dia 23
dia i a 22.
29:849*484
1:125*414
30:975*895
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a M...... 93:084*430
dem dodu23....r......... 0;33O#997
99:415*427
Caixa Filial do Banca do Brasil em Pornaabueo
aos 14 da juulio de .1866
A Caixa saea sobre a Cana Filial na Baha.
\ovo haaco dePeratan-
baeo.
O Novo Banco descoma letras a 10 por cento
ao anno
ALPANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 23...... 466:808*130
dem do da 23................ 25:843*879
492:652*018
MOVlMEflTO DA ALPANDEGA
Volamos entrados com fazendas...
c com gneros...
Volumes sahidos cem fazendas...
t i com gneros....
233
411
193
917
-----1,110
644
Xarope alchoolico de veame, preparado
pelo pbaTmaceotico Jos dsRocba-PaTanhos,
de agosto de 1864 e de 1865. No primei-1 estabelecido con botica na ra Direita n.
ro actia-se, a respeito da questo da inspeecao o gg em Pernambuco.
i^lra-i tnlAF-, __
seguinte, que copiamos para evitar stnisiras nter- .
pretacoes acerca deste imporunte assompto. | Este xaroPe e mcontestavelmente superior
c Urna outra lei da mesma assembla (provn-1 a. todos OS xaropes epurati v i s, de cuja
ciai de Peroambuco) creou ama inspec^o urovin- composico o sea maior ele ento a sal
cial para estrame de agricultura (o algodao); po-' Darriiha nois ana sa tem conhanido fr r
rm a saa enecncao ainda flcou adiad para a ses-, P""1' P* qn. tonoectat) ser o
sao viodoar*.^^ ^i n.is enrgico pira prerapta cura
Segundo a opiniao des commerciantes deste das molestias, cuja base.'essencial dependa
genero a crea^ao destt repamcao. vem entorpecer da purificacjto do sangue.; assim DO M,
odesenvolvimenlo.queeste ramo de negocio va.; ^^ Vrifi*ad or JuM nooa^a -H iacno uacionai-ow-iaoni.
tendo ; obrigaodo-o a ama fiscalisacko InotiL ira- Wm-vena*?de PM f*01*88 Pe3 ^*-'#'ate portngrnei-Sfw-idem.
possivel mesmo de ser Teita as grandes safra*,* actravam desengaoadas, as qnaes aebaflhse "
qne s tem. pan im tirar do vendedor a raspn-. hoje restaUelecidas com o referido, Xarope
sabilidade das fraudes que porvenlura postara ser alchoolico de Velaia; ea-etanto que aW
Desearregam hoje 25 de junto.
Vapor nglez Gladiatormercadorias.
Escuna bcHIandejaSpeculanlidem.
Barca ingle*IvWterfonbacalho.
Polaca italiana-Clotildesfarinha de trigo.
Brigue hanovenanoJunoidem.
Brlgue noruehuenseJailen-iem.
Brigue nacionalRato- idem.
Patacho hanoveriano AuUkpeMam.
Sumaca hespanholaAu-idem.
Barca InglezaImogene ferro.
Sumaca hezoamoiaAgustinafacinha.
Baca inglezaSapitocarvio.
Barca inglezavternaIdem;
Barca portuguesaiarianna /dem.
Barca nacionalAmizadecharque.
Br i gue n acionalBtlts ar ioid em.
Brigue' nacin a lAureliano idem.
Patacho nacionalSof- idem.
tsssssss sssx et pSS^S1 > cq^nier*
lia a inspecgo gerai-que.o genero tinbasofjaido de Larrey, de salsa parrilba, de saponaria,
a fiscalisaco do governc, eslava por elle garantido,, oleo de flgado de bacalho, 6 outros agentes
eporceisequenaia^nao era responsave: o. oua desta ordem nada cdns^miIraBj. E'elle da
&&SB1*"**. toeUtte0t ^IfecU ****> agradavel ao paladar e aocU
Patacho hespanholTemoieo //farinha de trigo.
Brigue hespanholTemteo /.-vinbos.
Estas raieasao realmente valiosas, e foi.le* pbato. Algon9--ledC0S'deRta, cklade e da- Agurdente de cana
ALFNDEbA DE PEMAMBttCQ.
PAUTA DOS PBBCOS DOS GNEROS SUMIOS DA 1RT0S
DB EXPORTACAO. SEMANA Dn 25 A 30 00 MIZ DR
jowho r866.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Abanos.........eento
vado pela torga della, altestada por mnitos casos,de Macei o teemrecommendado para a cu-
recentes, que o governo da provincia das Alagoas ra das
acaba de extinguir a inspeegao que all havia. imniff*Bi infca. L>mnknlu
Todas ss provincias do Brasil, desde o Para' Pge^ nW, sentlas,
at o Ri Grande do Sal, exportara boje mais ou. umores, uteeras, esewlMito,
menos algodao; e em todas ellas com excepelo so- Cancros, sarna degenerada fluxo-alvo.
mente da Parabyba, qqe nao pode servir de mo- todas estas affec^as urovm da urna can*
d^sonrrosOCW-rC ^ """ COm^BUm^^h^^ m
< B assim o deve ser, senhores, pois o com.mer- [ crr qae ellas se podeni curar com remedios
eio, qne nao f6r lhre, nio pode prosperar, nem "
estender-se. i
No relatorio do 1* de agosto de 1865 16-se igual-
mente o seguinte :
< A lei qne passara na assembla provincial o
anno passado, e da qaal fofa a exacoc,o addiada
para este anno, como vos disemos em o nosso an-
terior relatorio, ereando ana inspeecao para esta
ramo de negocio (o algodao), foi sanecionada este
anno pela presidencia da provincia, que porm,
nao a mandn exeeotar, en vfrtude de una re:
presentado que (inmediatamente aps a pnblica-
co da referida le; enviou-lhe esta direccao, mos-
trando-ib os inconvenientes tropeos, que para
o commercio trazla a saa esecneju).


extetios. f^rJtbpm se.pj^creya o xarope
alchoolico de veame para o tratameuto das
afieccoes do syslMaa nervoso e fibroso, taea
como:
Gott, rbeumaligiao, paralysia,
Dores^.impoterjci^ estertldade.
Marasmo, bjrjfecowia, emmagreciawoto.
O xarope alchoolko de vtame sobre
tudo, da maior utilidade para curar radi-
calmente, e em pouco tempo o rbeuma-
tismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se
dem restilada ou do reino
dem caxaca.....
Idem genebra......
dem alcool on espirito de agua*
ardcnle ..*.,..
Algodao em caxoco .... arroba
dem em rana oa em lia
ATroe com casta..... >
dem d#ecasca Assucar mascavado ....
dem branco.......
Mem refinado...... !':
Azeite de amendoim on mendo-
bim........ caada
dem de toce ......
dem de mamona ....
Batatas alimenlidos .... arroba
Bolacha oilinaria,propria para '
embarque....... a
dem fina........< >
Caf bom .........
dem escoma oa restolbo.
dem torrado...... libra
Caleros....... nm
Cal.......... arroba
2*500
900
800
366.
880
90
3*874
13*50
1*50
2*W
1*700.
PRAQADORECIFE
93 Dfi .Il\UO WR IS.
A'S TRES HOBAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios........Saccoaae sobre Londres de25X
a 26 d. por 1*000, sobre Pars a
3ff5 rs. par fr. sobre Lisboa a
106 por cento de premio, mon-
tando os saques efleemados du-
rante a semana em 20,000.
Algodao......... Vendeu-se o de Pernambuco de
14*600 a 15300 por arroba, e o
da Parabyba a 16*.
Assucar........Vendeu-se o branca de 3*000 a
3*800 por arroba, o somenos de
2*800 a 2*900, o mascavado
porgado de 2*000 a 2*350 e o
bruto de 1*630 a 1*930.
Agurdente..... Vendeu-se a 60*000 a pipa.
Couros.........Os seceos salgados venderam-
se a 160 rs. a libra.
Arroz..........O pilado da India vendeu-se de
3*060 a 3*100 a arroba, e o do
Maranhao a 3*000.
Azeite doce...... Vendeu-se o de Lisboa a 2g500
o galao.
Bacalho.......Em atacado venden-se a 15*000
abarrica ; e a retalbo de 14* a
17* a din.
Batatas.........Venderam-se a 1*720 o gigo.
Carne secca.....A do Rio-Grande do Sal vendeu-
se de 2**00 a 3*000 por arroba,
ficando em deposito lio.000 ar-
robas ; e a do Rio da Prata de
2*000 a 2*600, Qcaodo em de-
posito 60,000 arrobas.
Caf...........Vendeu-se de 5*500 a 6*200 a
arroba.
Cha............idem de 1*700 a 2*300 a libra.
Cerveja........Vende-se de5*O0O a6*5O0a
duzia de garrafas.
Loea..........A inglesa, ordinaria venden-ee
com 310 fior cent de premio so-
bre a factura.
Manteiga....... Vendeu-se a ingleza velba a 680
rs. e a nova a 000 rs.; a franco-
za velba a 480 rs. a libra, e a
nova a 840 rs. a dita.
Masas.........Venderam-se de 7*800 a 8*000
a caixa.
Oleo de linhaca.. Vendeu-se a 1*700 o galao.
Passas.........dem a 6*500 a caiaa.
Queijos........Os
cada nm.
Sabao.......... O taglez vendeu-se a 140 rs. a
libra, e o do Mediterrneo a '120
rs. a dita.
Toucinbo.......Vendeu-se o de Lisboa de 8*700
a 9* por arroba.
Vinagre........O de Portugal vendee-se de 85$
a fiO* a pipa.
Vinhos.........Venderam-se os de Lisboa da
180* a 200*000 a pipa, e o de
outros palies de 160*000 a 180*
a dita.
Vela..........As d coraposico venderam-se
809 rs. por Pcote de sera
* vetas:
Descontos.......O rebate de letras regulen de-
9 a 14 per cento ao anno.
Pretes.......... Para o Canal 22/6 ; para Liver-
pool X d. por libra nominal;
para o. Rio de Janeiro >* por fr.
a vapor e 1*300 a veln-
V* eeean.-rSeoretaria do goaeroo de Prmanv
bue 9 de janeo de 1866.
EDITAL ____
interessar potsa,que tendeo Eim. Sr. vlee-arew-
deote da provincia de dar execu^ao a lei n. 697 do
!. do crrante abafxo pnblicada, se convida a' to-
das as pessoas, que queirara contratar a eonsirne-
t-o das pontes de qne irata a referida Wr, pre-
sentera al o ultimo do crreme ao mesmo Eso*.
Sr. as snas propostas alia de serem exananadas e
preferida aquella qne melhores vanlagens- offe-
recer.
O secreurio. Dr. Francisco de Pauta SmBtr.
LEI N. 697.
0 Ur. Manoel Cleraentlno Caroeiro da Cent, vi-
ce-presidente da provincia de Pernamboeo : Fajo
saber a todos os sens habitantes que a assembla
legislativa pro vtnctal decreten e easaneconetira-
solucao seguinte:
Art. 1. O presidente da provincia 8c aatortsx-
do a conceder privilegio par 30 asnea eoa a rsu-
belecimento de nm. pd^g>n Andr da Abris
Porto, ou a goem meiberes vanlagens- ofkrtztr,
para a construeco de doas pontes de madeira oa
ferro ntreos logare, Capnnga e Poeo da PVwfla,
no rio Capibanbe, e qne deem pasttgen para o
povoado da Torre, mediante ae conejees estabe-
lecidas no art. 3 da presente lei, deven* en
igoaldade de circumtaocias ser preferid a dito
Andr da Abreu Porto.
Art. 2. O mesmo-presidenta podera' een-reder
igual privilegio e as anana comdiees 4o ar-
tiga precedente a Asistidas. Duarte Cametro i
Cnnha Gama, Joaquim Francisco de Miraeoa
e Jnsttno Pereira de Parias ou a quena meiN*re
vanlagens oQereeer, para a constroecao- de nata
ponte de ferro on a I venara no logar deaaaainado
Sant'Anna de frae qae d passacem da- fregaeua-
da Boa-Vista para, e Poco da Panel!, devendo en
igualdade de coadieces ser preferido Arisfctes
Duarte Carneiro da Cunba Gama.
Art. 3i Os conoessionarios Qcaro sugsito aten
das que fbrem estabelecidas nos respeciivas eoo-
tratos a's segu otes condicSes :
1. A obra sera' constrnda de eonfemidade
com as presoripedes fornecinas pela repanheo das
obras publica.
2." A tarifa do pedagio sera' regulada de ae-
cordo com o governo.
3. Findo o privilegio-a obra Qcara' perteneea-
do a' provincia, sendo-lhe entregue em estado re-
gular de conservagao.
Art. 4." L'icam revogadas as dispoiiQoes- ean or-
irario.
Mando, por tanto, a toda as autoridades a qoem
o conhecimento e execucao da presente rescindi
perteacer, qne acumpram e faeam enceprirtao
inteirsmente como nella se c- otm.
' O secretario do governo deala provincia a faja
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, ao-i. de
junho.de 1866.45* da independencia e do impeno.
L. &
Manoel Ctementino Camtiro da CttM/ia.
Sellada e publicada a presente resoloce c*ta
secretaria do governo de Pernambuco, .* de jnabo
de 1866.
O secretarlo Dr. Francisco dtPanlm Sailrs.
Registrada a fl do livro 7 de Ieis previneiaes.
Secretarla do governo de Pernambuco, i.' de
junho de 1866.
O escripturario Theoioro Jos Tavnrrx.
- OIII. Sr. inspector da tbesooraria nrenn-
cial, em cumprimento da ordem do Esm. Sr. pre-
sidente da provincia de 28 do correte, manda fa-
zer publico, qne no dia 30 de agosto prximo nn-
douro, peraote a junta da fazenda da mesma ine-
souraria, se ba de arrematar a quera por mtnos
flzer, a obra do 9. lanco da estrada d Estada,
na importancia de 16-903*000.
A arremalacao seri feila na forma da Je) pro-
vincial d. 343 de 13 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaos abaixo declaradas.
As pessoas que se propuzerem a essa arrenuta-
<&o comparecam na sai das sessoes da mesma
junta, no dia cima indicado, pelo meto dia e
competentemente habelltadas.
E para constar se raandou publicar pelo jornal.
Secretaria da tbesooraria provincial de Ptrnafn-
buco, 29 de maio de 1866.
O offlcial da secretaria
Miguel Alfonco Ferrein.
Clausulas especlaes.
I
As obras do 9: lanco da estrada da Escad ?e-
rao ejecutadas de' confrraidade com a planta e
descripcao dos orcameotos, na importan* de
16:9055000.
II
O arrematante deveri enmprir restrietamenle as
instruegoes do engenheiro fiscal da obra e a ces-
dceoes do orcamento e contrato.
III
O arrematante dar comeco as obras nepraso
de 15 dias, e as concluir no de 14 meies, ambos
contados da daia do contrato.
IV
Os pagamentos serao feitos em tres prestaeies
igoaes, correspondentes ao valor da obr fcira,
menos o erapedramento que ser em urna s prrs-
tacao, quando Ozer a entrega provisoria.
De cada prestado sera' dedozido o qoe deter-
mina o arU 83 do reglamento de O de jalao de
1864.
VI
O recebimenlo definitivo de todo o lance, ebras
sera' 18 meies depois da entrega provisoria.
Vil
Para tudo mais que nao estver aqoi especifica-
do no contrato, segoir-se-ha o que presevev re-
ferido regulamento das obras publicas.
Conforme.Miguel Affbnce Ferreira.
2*500
1*800
i**0
1*508
SS MolUEirro bu pobto
Havre34dia,lugar franeex Rto.GnauUk4*k-
toneladas, capitaoUmiere,equpagem 10, caiga
mereadorlaa; a E. A. Bucle & C
3*000 Baha11 dias, patacho baabavguez Marta Lutza,
7*000 de 145 tonelada, capitio A. Slrnve, equipaem
7*000 8, carga fumo ontroa gneros; a N, 0. Biabar
6*400 & C. Arribon cora agaa aborta, seu destino era
440 Hamburgo.
380 NatiM sakidt* no mmo din.
400 Rio da PrataBrlgae portagnez S. Jos, capilao
4 seccio.Seereiarla do governo de Per
co, 14 de junbo de 1866.
EDITAL.
Pela secretaria do governo de Pernambne se
faz publico a quera interessar possa, qu lando o
Exm. Sr. presidente da provincia de dar exeeafao
a lei n. 607 de 23 de abril de-eorrent ana, a*a-
xo publicada, se convida todas as pessaas qae
queiram contratar os-ramaes detrilho*urlan%4av
que trata a-referida lei apresentem ao mesmo B*m-
Sr. at o ultimo de jnlbo prximo vindanre ae utm
propostas, aflm de serem examinadas e preferirse
aquella qne melhores vanlagens offereeer.
O secretario
Dr. Francisco de Paula Solfa
LEI N. 667.
O Dr. Manoel Ctementino Carneiro da Canto,
vice-presidente da provincia de Pernamboeo.
fiamgos venderam-se a 2* t* Faco saber i todos os sens haettantes qne a as-
sembla legislativ* provincial deeretoa e eava-
cionei a resolnco seguinte :
Art. 1. O presidente da provincia contratar o*a
es empreteiros dos trilhos urbanos, on connqncaa
melhores vantagens offereeer, um ramal dosmes-
os trilhos, qae, parlinde dasia capital v lacnunar
na cidade deOIlnda, passando pela esladade>
Joo de Barros.e Belro, de cuja enorusUbadadev
partir oulro ramal para povoago Beberbe.
Art. i. O contrato ser redigido ae modo hear
o contratante obrigado a concluir a obra dentro do
10 meses, contados da assignaiura do mesmo eee-
trato, sob pena de pagar a malta de 5:080*> e de
ver acabara obra. soa casta.
i O prazo para o ramal de,Beberibe seriano-
tado da conclusao da astrada pela lei n. 6i& dn M
de malo de 1866, ficando o contraanle raspn* a-
vel pela conservaeo de dita estrada.
Art :i. O presidente da provincia poaerd aaai-
liar por urna s vez ae contratante,, cora orna aj*
vengo kilomtrica nunca superior a % do taaiiaJ
empregado.
Art. 4. Picar o mesmo contratante snjeo-
cond*oes seguales :
1* Submetter o orcamento da obra aparova-
Qh do governo.
: 2* Bstabetooer palo menos qoatro agen* tr
ras, sendo dua*-da ida e duaa de volia.
3o" Nao poder exigir de cada passageiro ais
de 400 rs.por viagmm wagons de piimaiaoctoc-
se ; 300r#..nos de segunda; e de200 ra.aot.An
tercein.
4. A.aaiaxfl*tenu:ftcoa,a proporcao-qae aug-
mentar a cooctttfancia, de modo a coobiaatemae
os iniaressasdaempreza com qi dos pasaageray.
5 Estabelbeer trens de earga logo que ae-eeng
vealenciae poblioas a reclamarem, nao podando
em caso algam exigir pelo transporte dos vulnnaes

?hvioi entrados no da 23.
.*

i
\


:?'
\
,




hhiihi
14o qoe se elige aa *% frrea do Jtcife ao S.
Art. 0oa*ril4ntwtaar dos raoomos previ-
UtfMac4dOi a campoabta dos triaba* urbanos
*jRri8 Apipucos, nm pe praio nunca supe-
nra a naos, flodo os camas fioar a empreza,
am tuto da uncctoaar regularmente, perleecen-
do a provincia.
Art 6. Ao goveroo flca reservado o direito de
Sacre
Recite 2
da Santa Casa da Misericordia
ejuoiiode 1836.
O escrivao iolerioo,
P*dro|todrigun| de Souza.
Sauta Csale lisericordit da Reeife.
A Illm-" junta administrativa da Sania Cas de
MisarJeardia do Reeife manda fazer publico, qoe
receb'
A commisso directora espera que esta3
medida servir*) de garanta .ao verJadeiro
aprecdOs productos exfbHos, e qufiM
dasarmarecer tj desannf que a alguna ex-
positores causou a desigualdade a que ael-
ma se referi.
Alm disso, a commisso chama a atteo
---------M*
COM P A XIII.I lili SII.i:ilf A
no dia 2 de julbo prximo viodonro sarao
._,-._ dos no coiiegio dos orphaos os menores crtsUBte cg0 os Srs. expositores e mais mdusirniei f
fiiMUar a cj)ustracc,Qk wniervacao e servio da ; da re|ac0 i{ft os preie_deDles on interessados JL .:-.:. --a. a eireumstancia de am:
em9mA,wmmt o-cm.'egular as respectivas ^^6 no df ^ma ioaicadd apresenia-los f Provincia .para S\f**W"*:f\ "
tarifas da transportes e as vaotagens :_ue dar ter L.Jfloe'lt eSteWacimlo ae respectivo director, dos S6US mewhrOi tr 4e a^paaMr a.
twtti nviuii. Antonio-Tutellado de Antonio Ferreira dos posicSo central os productos que d aqu W-
Ait. 7. Ficam revogadas as dlsposic5es em con-, s_n,08 nm ^,0^ e f^e, parte do jury julga-
de Aican: dQ_ na ^^ tCha__o-se por esta frma
PETES A VAPOR
u....................
rafia.
Meado, fMHttnto, o tolas m atjlcf if>*t quem
a_b*eimento e etecupjio da prasente reeolugao
toe a cimp/cM e facom eumprir tao
. r.nntana.
a faga
JjioFilho de Josepha Maria Pereira
tara.
toaquim-Piiho de Umbelina Joaquina da Costa habilitado para mraistrar todos es esclarec- 6
E' esperado dos morios do nor-
te at o da 8 de julo i o vapor
Paran, Jcomraandante o capitio
de fragata Santa Barbara, o qual
depois do demora do costme se-
os portes a> sol.
Des ja recebem-s nassaaeiros e engaja-se/a
'itfaqoeovapOTV^"?wr, a qual devera'
Mr emaai:ad4dfc'ie das etohaiioareteatodladasahidaasi bo-
cas; ae paseageni s sarao recebidas qb agencia
roa da Croa n. 1 eserlptorio de Antonia Luiz de
taUorameto camo ella swwcanpo.
Oaeeretario do goveroo desta provincia
taW.rifltfr|H*lia*r e oatror.
P-laelo do gaverna.de Parnambuco, z.i de aoril
de 1M, 45 da independencia e do imperio.
L.&.
Manoel Cltmextino tontito da Cmnha.
S*Haa e puWicaida a Keote reaolocao nesta
secretaria do.govecao de Pernambuco, 23 de abril
O secretario he. Frimeim tk 'Paula Bata.
distraa a fl. do llvro 7." de leis provinclae?,
9eertaria do governo de Pernaanbaco, 13,de abril
O eaeriaHnrario da 4,* asocio.'- TVodoro Jos
Tacafs. ^, /__
O^Dr. Tristo de Aleocar Araaipe, oMcial da impa-
cial Kdem da Kosa, jttia de direito especial do
caeamercio, desta cidade do Recite de Pataambu-
eacaa termo, por san .afeatadeimperial e cons-
(itaeioaal o Sr. D.Pedro It, a qnem Deas guar-
de etc
Faco aber pele presente que Thestnio Flix de
Mella, por en adffagadtt me dirigi a paOQao do
titear wgainie :
!Ht Sr. Dr. jota do eommercio.Tbeotonio F-
lix de Mello, lendeobtide a sentenca Junta contra
FedraCoarho daSiVveira, estando jostificaflaa sua
miiaHe m logar nao sabido, no principio da ac-
t-o, *em reqnerer t V. 8. flne se digne mandar
rasar earitvde aditos<)ar tocopo de 10 das para a
alacia do sapplicado, aflrn de dar baos a penbora
san peaa de sua revelia, e serem-lhes assignadas as
Mello.
Laariudo Filbo de Gertrndes Lourenca de
Afaojo.
FranciscoFilho de Hermelinda. Candida Bezer-
ft da Amaral. n _,
Joao-Filhode Mara Francisca Soares Brandao.
Jos-Filoo de Francisca Silvioa de Piuho.
AgostinhoFilho da Mara Joaquina Pinhlro.
JoSo -Filho de Anna da ParlQcaco Araofo.
Manoel-Filho de Isabel Mara de Barros Lam-
pe lio.
DelflnoFilho de Francisca Mara de Moraes.
AntonioFilbo do dita. ,
JoaquimFilho de Mara da Gloria Silveira.
AntonioFUho de da.
Jos-Neto de Josepba Joaquina de Soou.
Antonio-Neto da dita.
Manoel -Filho de Francisca Maria do Carao.
JosFilho de Carolina do Naclmenro Mtn-
dello.
JooFilbo de Justina Maria do Espirito Santo.
Chillo-Abado do padre Primo Miciaao la-
vares. .,
PedroABaado do bacharel Manoel Siqueira
r o viJc VQ (1 "
Anstriclaae-4Wiode Candida CoattnhT'PoDce^
de Len. _.
Pedro -TuteHad de Frincjsoo do Patla Mio-
dello.
Secretaria da Santa Casa de Mieerieordi* -da
Recito22 de junho de 1866. .' .
O escrivao interine,
Pedro Rodrigues de Souia.
Iveira Asvedo & C.
Pava Lisboa
montos necessarios ao perfeito eonhecimen
Por esta forma a commisso julga ter FO- 5 dojorreaie ; ptra oarga e paasageiros trata-ae.
movido mais am dos embaracos, oom que comis.'R. Rbano, ra do Trapiche, n. sega
porventora venha a hilar na acquwico de do dar.
prodnetos deatmados exposicSo de 15 de
agosto
21 horas e de se proceder em seguida a penhora no Eipesico dos proiinetos friotiaa, iniilriiea do
omdactodo&beBS arremaiados que se aebam no de-
postto publico, Herido logo o supplicado citado pa-
ra todos os de mais termos da execucao at lioal
pacuaeatodo sopplicante e extinecaoda execugao:
oestes termos pade V. S. detrimento e espera re-
cb s darles em Pernimbuce.
A coms5o directora da exposico des-
ta proviacfcresolven, que por meio de repe-
lidas anjncios sejpublicasse o seguinte:
i."Qe a nangaraco da exposicae fo
Anda urna vez appella a commisso para
os dignos Peraambucanos, pedindo-lhes.co*
instancia qne promovam com esforco a re-
messa de productos destinados a flgurarem
n'aquella festa industrial; onde se empe-
nham os bros da provincia.
Sala da coraiBissao, 9 de maio de 1866.
Secretario,
Manoel Buarque de. Macedo.
- Eipwico rictki e industrial ia
Parahvba.
Deveado ter lugar no da o de agosto proxin,
na capital da Parahyba, a exposico agrcola e in-
dustrial, o abaixo asslgoado, encarregado peta
Afrendame$to
O dsflib^gaor Do/a arrenda e tam-
teairtadi fWfi\;>aaaraiif>il.iagaiato,beaB
coi* venta da*s pareloas d ulas, tres
da para aesisttrem aquello acto no'Gabtnete Porta- cartas seudt u|a victoria, utri xjl e nrn
guaz e Leitura pelas II horas da rnanhaa do-1 cabrole coBrto, ti es ^ accas tte leite sen-
do du*paaija,,lous. bou e carroca e
l os iraalea e uteticiiioa das e cba-
Moftte-Bio Portnguez,
Teaoor do aeWirar-se no de julne-pxiaio >
sessao magna da installacsSo desta nausaultaria so
ciedade, a -directora provisoria lera a hifnra de o
eommiraicar a todos os Srs. socios, a quem oonv^
meacionado da.
Secretarla do Monte-Pio Portugue emPernam
baca, 32 de junho de 1866.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastos,
2 secretarlo.
todaaj*i
eflra: quem praien-ler p>ie r *xaminar c
feateodor-se ton Sr. j >s dos Santos Ne-
vas. na wa daCre^po o D.___J____
'Pretisa-eadorna criada paro serv'i-
code poaea fimhu: aa na Aogusla n. 5,
primeiro artrTar.___________ '
a4*gwse4iro*.-cr;ivo possacte pro-
o^etravo: r:i da Cadcria do He-
SroMdoqtwoTespwiivu^smMau interino fea !nados exposic) principiar no dia 15 de
passjr o presente edrtal -pelo theor do qual chamo,; ^^ p^^^Q -
^^W^9ASX>St^o^ ^uea demora ^e.honver na remes-
i^aomi bema^Sr. para pagamento da H dos productos ser nociva a SUamaiS con-
mmm* de 14:128*650 reis, do prjodpat, joros e veniente coooacSo conforme a respectiva
co contadas no visto da respectiva carta de sen-
raoca, o cu-tas qne accreseerem, aob pena de Ando
o d*io prazo a sua revelia se proceder a penhora
importancia;
4. Que indo todos atropeladanvnte as
ie forVm "suficientes para integral jvespera |do du da abertura da exposico,
pasamento da referida quanlia e proseguir-sa nosj nem se pode calcular O espaco que ellCS re-
de ais termos da execoeo.
E para qne chegne ao coecimento de todos
raaadoi azer o presento edita!, que sera' afflxado
coi tugares do costnme e publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recite de Per-
nainfcaro 14 de junho de 1866.
Ea Manoel Silvio de Barros Falcan, escrivao o
sobscrevL
Tristo de Menear Araripe.
DCimCOES
I querem e se dever apromptar, nem fazer
Isobresahir os productos, espacando-os, e
collocando-os convenientemente;
5. Que ao agente designado pelo coramis-
isarioclassificador, o Sr. Dr. Gervasio Ro-
drigues Campello, se devero eatregar os
productos no palacio dogoverao do reri-
do dia 15 de julho em dtante, e desde as
9 horas da manha al as 3 da tarde.
6. Que a todos os expositores se passari
recibo de seus productos, declarando, cotv
Cotsalaoo provmcial forme elles detaraw, se o destaao do
Pe* mesado consolado provincial se az publico Er3n pVru^ta *dSdo ao arbitrio da
o ao da 1 da jnohu vindouro se principiara a Obfecto exposto e Otoaao ao arwirro
cootar os 30 das uteis marcados para a cobraoca oommissao, seeve Sdjr para a spoC
bjcea do cofre do V semestre do anno financeiro ^ crte ou sen restitHide ao expositor, logo
corr*04e dos Impostas de decima dos predios urba- p-p^r-.^ .
rr(wrac5es de mao mora. tenham chegido a seu destino algumas das
Mesa, do consulado provincial de Pernambuco crcu^,res e osrueces por ellas dirigida a
35 ~* ie "Lio car^h-o Machado Rios I odos. os cidados que jutaou lMerem,coa-
Administrador._____ I tribuir para a exposicSo, lhes roga que pre.-
*VI----------J~ ar~*nAW;AAi.ii%.. icmdiodo de convites especiaes. contribuam
Sailta Casa (la MlSeriCOrdlU para esta festa industria!, emcujobomou
j DApifft mo xito vo de algum modo os brios da
forgJaona mar o l'eart
Devo salair frapreltlvilmelite no *a 23 do cr-
rante : pa-a a pouea carga que >1( trsta-se com
Tasso lrmtos.. _^______
;. ;Itfrde Janeiro
O brlgao, nacional Trovador, que j lem algoma
carga prompta para o Rio de Janeiro, deve seguir
com aqaella-brevidade- que for posslvel; ol que
elle quizetemearregar, oaolramntendor-e\com
os consignatarios Marqoet, Borne C, lar-gb do
Corpo Sanio n. 6, segundo andar, ou cora o fes-
^Jiv^^i^^apraca., ;n ,
ParaaPfcfft
pretende seguir oestes oito-das o patacho portu-
guez 8. Jorge de Anciro,* troal tem prompto parte
de^eu car lega rae alo : para o resto que )he falla,
trata-se cen os seus consignatarios Antonio Luiz
wm'mTsiae rectora le Vwmvra"acq,ulsic8 e' 8llvllti klBtedo tfC, an BO esttlptorlo ntt
objectos d'arte, ou artigos de industria dos para- d_Crnz a* I._______^ '.'.'"'" ^-
bybanos aqui residentes, declara e pede pelo pre-; iiL.fr Iklel
bondade de dirigir-se a roa do Imperador n. 75 2* EA,P*w passog^ot trata se oom Joao-do uego
aodar, da> 3 Moras da manha, e das, 4 da Lima, a ra dd ApoUo n. 4._____________^_
tarle as 8 horas da noite, oade o abatttasignido, 4>.>Q n Vr\t4\
nao somoate dar' as inforapSes prarMas sobre o ; 1 til A U L Ul w.
traaspoile dos objectos qua ae de-tiuaroai a refe- Seguir' cora brevidade a bem conbecida e mal
rida exposio. (cujas renUBps deverto --ser Teitas W|erra bttoa Clavintt, por ter parte do seu carrt-
at o da 21 do jflho prosmi|J, como tambera for- gaaento eigajado: para o rMtoo passageiros, aos
necera' a m*terio>priraa oajnimis swharoa exposi- quae5 offerece excollentes commodos, trata-se com
tores cujas circumstancias assim o exigirem. Cimba Irmaos & C, a' ra da Madre da Daos n.-3,
Wo RecKe, podero igualmente entender-se com eu com 0 capita> a bordo,
o Illm. Sr. Antonio Jos da Sil va Brasil, na roa da Para 0 oarA Maranbao sabe
Madre Dos a. 2i I Gmrgtane: a tratar com Tasso Irmaos.
Pernambuco, 22 de malo de Isob.
Jastlno Jos de Souza Campos.
A barca nacional RAIO, captTo A. M C. Sil-
va, a seguir com brevWada para o Para, recebe
um resto de carga a frete, oara o qne trata-se no
escriptorio Amorim lrqtaosraa do Groi o. 3.
Pawoliio de Janeiro.
Kxposl^o dos productos agrl-
eslas e Indiistrlaes iu Pernam-
buco
A commisso directora da exposcio des-
ta nrovincia nrevlne aos artisUS que de- Preteodo i>egar dMolMl *a i tarn portugne-
ta provincia, prevJKjnm *"***}' ra Henri^ta, faltam-lhe Bpeoas 600 saceos de 00-
sejarem cou0rr com os seus produc o a, SQcarj trall-g mesma exposicSo, e que n5o o possam ja- ^^ ,je oriveira Azevedo &, no seu esoripiorlo
zer por falta de recursos, qu devem db>' roa da Cruz n. l.~
gir-se ao secretario da "commisslo pjra ob-
terem os auxilios necessarios a acquisiclo
das materias primas destinadas aos ditos
productos.
Sala da commisso 9 de maio de 1866.
M. Buarque deMcedo,
Secretario.
Correio Geral
.&XL01S.
IaEIaAO
Df! 21 t-iuvas. cm qucjos flimengos.
IIOJE.
O agente Pestaa fara* teilao por conta e risco
Pea rministracaa do correio desia cidade se do mera. Pftmwer- de .ras com queijos; bo-
faz pnWico orne em virtude da convengao postal, toitsce rti* da atrandega sabbado e serao
etebrada petos aovarnos brasilesro e francez, se- vendidos bofe pel^s 10 Horas da matrhaa na porta
rao expedidas matos para Europa ao da 3Q do d
Iranrpj. Cutieimt.
antes da
e os jor-
Acham-se a venda na respectiva
raria, ra do Crespo n. 15, os bilhe-
tes, meios e quintos da 18* lotera a be-
neficio das fannfiss dos voluntarios da pa-
tria (6U.). sendo a extravo no lugar e ho-
ra docostume.
O premios de 6:000,5000 at 404000
serao pagos urna hora depois da extraccSo
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicodas listas.
As encommendas serao guardadas so-
mente at a noite da vespera da extraccSo.
O thesonreiro.
Antonio Joe Rodrignea de Sonta.
Na praca daJmdeforjdeoma n. 33, toja de .
ouTlves, Compra-s ro, prala, e pecTras ptooiosas, |
-e Urotern te taz qaalquer obla de oncommonda, e
todo , GASADAF(TO^
Aos.6:000000.
Bllhetcs garantidos.
A'RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO GORUMH
0*baxoasslgnadoveHdeu nos sens mnJtofelt
sos bUbeles garanftdosda lotera qffe seacaboc
de eitrahir, a beneficio das tamil ios dos volunta-
rios da patria, os segointes premios :
N. 3827 um meio com a sarta de 6:000.
ff.3390- ara meto ;eo a sorte de 1:200*.
N. 1046 tres quintos eom a sorte de 200*.
E outras muitas sortes de 100*, 40*. e 20J.
Ospossdlddres p'odem virreceber seusrespec
tvos premios sem os descontos das leisaa casi-
da Fortuna ra de- Crespo n. 23.
Achm-s.e a venda os da I* parto da lotera
(69') beneficio-das familias dos voluntarios da
patria que se extrahrra' terca-feira 56 do cor-
rente.
PRECO.
Bilhetes. .... 6*000
Meios. 7 3*000
Quintos.....200
Para as pessoas aue compraren de 190^001
para cima.
Bilhote*.....M500
Meios......2*750
Quintos. .... 1*100
Manoel M a ritos FiPza.
i n -i ""^ i
fiasoaama-se
com asseio, promplidao e preces razoaveis : na roa
Augusta n.5. leja.______________________
aiMOffTn
BrOrtm de titSJ'* outra
na roa do florredor do Bispo, casa nova dos
Srs. Amorin?, que Oca defronte da casa n. 12.
tliesou- O cdlefio aos drpoaoe tem preeltio de dous
bomens naiuraes das libas, destes que ha ponco'
ahogara' alsira quedes! wliareai desoc-
cuaaospor* '0 swvicn oH-meiOiG. duja-se ao
mesmo collegio, ra da Gloria, a fallar com o di-
rector. ; r.:
fflvapo* >d* itvtrvka branca
a'W,W#.M*atW.
Na ptai **d*pwaHtota fl. 8* e 26. ____
mmmmmmm**
TERBADEIRO U ROY
de SIGWORET, Docteur-Mdecin
m
corrate pelo vapor rancez Ga.
As cartas serie reeebidas al 2 toras
que for moTceda para a sahida da vapor,
caes at 3 horas antes.
Administracao do correio de Pernambuco 2_ de
juoho) de 1866.
O administrador
Domingos dos Passos Miranda.
A Illm* anta administrativa da Santa
Misericordia do Recie maoda fazer publico qua
n.fi ii.1 28 de junho correte pelas 4 horas da tar-
de bz saia desuas sessSes tem de Ir a praga a ren-
da das casas abaixo mencionadas por tempo de um
a tres aonos.
O pretendentes deveao comparecer aeompanha-
d>is de seus fiadores ou munidos de cartas destes.
earidade.
provtocia.
Sala da commisso, 9 de malo de 4866.
1:067*000

176*000
157*000
204*000
183*006
144*000
400*000
50*000
Esabelecimeute* de
Ra Direita.
X. 3 dem e 8 dem, sobrado de 2
andares..........
Ra do Pad/e Florlano.
Jt S dem a 49 idera, casa terrea. .
. 6 dem e 47 idera. casa terrea. .
lina do Fagondes.
S. t dem e 32 idem, casa terrea .
Travessa de S. Jos.
K. 13 dem e 11 dem, casa terrea.
Bf. 14 idera e 5 idem, casa terrea. .
Roa dos Pescadores.
N. 6 idem e 11 dem, casa terrea .
Roa das Cateadas.
Jt 20 idem e36 idem, casa terrea.
K. 1 idem e 38 idem, casa terrea.
Kua da Viraco.
5. S8 idem e 7 idem, casa terrea. .
Roa larga do Rosario.
X. 33 dem e 24 dem segundo e
tetMiro andares.......600J0
Ra do Calabouce.
i. 40 idem e 18 idem, casa terrea.
Beeco do Quiabo.
v. 49 idem e 8 idem, casa terrea. .
Ra da Gloria.
Wt. Si idem e 53 idem, casa terrea.
Ra do Encantamento.
X Si idem e 3 idem, sobrado.
Ra do Padre Floriano.
SL : ideo o 65 idem, casa terrea.
Rna do Apollo.
H.l idem e 24 idem, sobrado de 2
aa.aret;..........1:400*000
Ra de S. Bom Jess das Crioulas.
X. Si dem o 8 idem, casa terrea. 131*000
Patrimonio de eipltaas.
Rna do Rangel.
Casa terrea n. 6 particular e 56 pa- ^
bltoo-..........300*000
S. Goncalo.
Casa terrea n. 10 particular e 22 pn-
U|gg_ .....189*000
Azeite do Petxe.
Sfcrade del andar n. 68 particular
e 14 patollco........600*000
Ra da Cacimba.
* Casa terrea n. 65 particular e 5 pa-
Uto '.....144*000
Idea: s. 67 idem e 10 idem. 83*000
Raa dos Burgos.
Casa torrea o, 68 particular el
paHco...........491*000
Rna do Encantamento.
Sebrado da 2 adiares n. 76 particu-
lar e l publico........900*000
Sonznla Velba.
Ca* terrea n. 81 particular e 18 pu-
Wiee..%.........200*000
Ra da Guia.
Casa terrea n. 83 particular e 27
paMtee..........
fiema 84 deme 29 tem. .
Ra do Pilar.
Gasa terrea a. 91 particular e 105
pobliee............
fiem a,'92 idem e 103 idem. .. .
dem 0.3* dem e 99 idem. .
Mera k- 105 dem e 94 idera. .
idea n. 5 sitio ao Forno da Cal. .
AaBesmaWm. Junta om virtude de delibera
_!.tomada m sesso do 14 de junho manda tazer
paSilic qnn os predios abaixo declarados vo de
ore a praca com algumas condlcc5as qne serao
fumHiaOii no acto da arrotnataeao.
f slabelaeimeavas da caridaie
Roa Ivova.
tebrife 4 1 aadar a 46 partton-
Ur e 49 publico........12800*000
Roa da Motda.
?LfiV particular e 37 pabco sobrado
4l,ae3.aodaw8. VV. 468*000
M. Jiuarque de Macedo.
______ Secretario.
Coaapa-ihla Tlgllante.de rebo-
ques.
A direocSo desta companhia resolven convocar
orna assembla garal extraordinaria de seus ac-
cionistas, a quai tora' tog-r terca-ter* 6 do
correte ao meio dia, na prac.a do Gorpo banto n.
11, primeiro andar, para oque s5o convidados os
mesmos senhores. ^^________
De ordem do Sr. r. delegado do t* drslricto
181*000 j eS|a C|a_e, encarregado do expediento desta re-
186*000, parugio, publicado o artigo 6* do titulo 6o das
postaras municipaes de 30 de juoho de 1849, que
155*000: prohibe o uso de roquelras, bombas e fogo sollo,
' denominado boscaps, alhn de qcf5 ninguem alle-
153*000 gu8 ignorancia das disposiQ5es do referido artigo.
169*000 ,* Artizo 6
Fiea prohibido dentro da cidade o uso de ro
216*000 qaeiras, bombas e fogo solt (buscaps): os infrac-
: tores serio multados em 10* e soffrero dous dias
de prisSo.
A cmara por editaes designara os lugares em
que se possam soltar os buscaps, roqueiras e bom-
bas de que trata este artigo.
Secretaria da polica de Pernambuco 21 de ju-
nho de 1866.O secretario,
Eduardo de Barros Falco de Lacerda.
IKILAO
Terca-feira 26 de jniiho
as 10 horas em ponto em frente a Associa-
co' oraraereial.
Do casco, mastroa reaes e mais ov-Je_:tos da bar-
ca nacional REAL PEDRO, Ul qual se acha anco-
rada no dia do tortas.
As 11 horas no armazem alfandegado do
rea adm0ftraC5n do rnrrei "desta cidadesa barSo d) Livrameno ees de Apollo.
faz publico para fins eoovenreotes, que em vtrtude Dos masiaro?, vel, pips, eabu, correlas,
do disposto no art. 138 do regulamento gwral dos ] cadernaas, 1 barora*tro, 1 clirooomatro, phares,
m-mm
correios de 21 de deiembfo da 1844, e art. 9 do
decreto n. 185 de 15 de maio da i&oS, se procade-
ra' o consumo das cartas existentes na administoa-
cao,perteoceBtes o raexdejoera do anno passado,
no dia 4 de julho prximo, as 11 aeras da raaoha,
na. porta do mesmo correio. e a respectiva lista se
acba desde ja exposta aos ioteressados.
AdrainistracSo do correio de Pernambuco 22 de
juoho de 4866. m .
Domingos dos Passos Miranda.
Administrador.
encao
No deposito de vidros da rna da Imperatrii n.
19 concerta-se toda a qualidade de vidros, crys-
taes, porcelana, louga, alabastro e pedras precio-
sas, garaotiddo-se o solidez dos concertos, e jprom-
pta-se eom brevidade qnalqaer oncerto.______
Precisa-se de ^im preto qne queira andar
com um taboleiro di fazendas na cidade de Oala
e seus arrabaldes, nao excedendo o peso mais de
tres arrobas diarios : a tratar no Passeio Publico
o. it.______________________________ _
2 eldado brasileiro, e
es do Refo, vo a Eu-,
F.m cadt arrat>, vi, <*t 01 e o paptl aiul
que la o mtu filete, um rotulo impressu em an: i-
rtllo eom o Sbllo laf_iu do coveiiko franclz.
V. g. CtmatenOO-siimi ledra de SOO trancos
.-..Ir f*;, MCitavel 60 dia de vista, ao mximo,
ao/Mt do ksttiiMnte do nwior descont.
I 'fpi'silo principal
I IrpililfW \t ROJ
m Caza do nos
nico agente pelo
ftralfl a Slrt Airto-
ik> fume :de La-
cirda m Babia t
no priiKlpa* ptair-
niieenSeo.
Cnsul d le PoftMgal
Pelo presento sao convidados os senhores ere
dores da uiassa do ausente subdito portuguez Fran-1
cfseo Marques da Costa, a' apresentarera suas con-;
tas dentro do praso de 13 dias, no consulado de:
Portugal, afim de serem conferidas.
encerados, 1 bota, 1 lancha e mais pertences da
referida barca.
O agente Pinto fara' ieilo a requerimento de
Manoel Ipoacio Ferreira, eaplio da barca nacional
REAL PEDRO e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz
especial do coramercio, com licenca do Sr. Hopee*
tur ua Liir.m-krgo. da mesmi reoarilcao para e fira nemeado e por
conta e n*ea de imin p-irieoi:or, do casco, mas-
tros, velas, cabos, correles, Dotes, e roi* perten-
ces da refer la barca, aocirala nesto porto, onde
foi legalraente oodejaniJa por inavegavel, no dia
horas e logares cima mencionados.
Leilao de predios.
Pelo agente Pestaa.
*M. G. Gimes do
seu sobnabo Ladislao G
ropa. ______
TiiE.vrito
DE
s
Recebera se para caixeiros de urna loja dous
meninos nacionaes que tenbara boa conducta : na
roa Nova n. 7. _____________
Precisa-se de urna pessoa que qaeira botar
semido a um sftio na Caponga, sito margera do
ro : dlrr/a-se a rna da Imperatriz n. 6^_______
Grande
FERRO QUEVENNE
Approvado pela Acadmia de Medicina,
Auctonsado por cirevUr especial da JftMrfro.
0 FKRRO QUEVENNE se usa em todos ai ca-
aos para as quies os ferreos sto prescriptos; no
tas os denles carem pretos; he a preparacao a
maU activa, a mais agradaTl e a mais econ-
mica; multas vezes um frasco h sufficiente para
curar urna chlorosis.
. A eiperiencia me ptovon ane nennuma pre-
paracto frrea he supportaa mais fcilmente
t que o fbrro tjtiBVENNE, em observando as
limites de dojes mito reguladas.
Buut-M-uAi, in-m o IhtrapfiHca, 1863.
O Fimo Quvnrai vende-te ea frascos de
i IOOsmMm,
10. CENTIG.
100 pHtiiii, 8
Uldiit i* dtic.
Deposito geral em casa de Ensile Genusli,
14, me da stoatM-Art, Pars, tda as
boticas. Exigir-o SiMtt Quevmne t a marea
de Fakric* aeinsa.
Pela subdelegacia da freguezia de Santo An-
tonio foi preso a preta crioula de nome Saturnina,
141A000 Que dil ser escrava de Antonio Gomes de Araujo.
1 seohor do engenho Taquara, sondo qne primeira-
mente disse ser liberta e ter o nomo de Maria da
Conceico, a qual se acha recolbida casa de de-
tencao : quem se julgar sonhor dalla dirija-se a
este juizo, munido de saos provns, para poder ser-
lhe entregae.
O subdelegado,
Manoel Antonio de Jess Jonior.
Exposl colas, Indiistrliies robras de
arfe em Pernnrabiico.
Constando coramiss5o directora da ex-
posico que, por frita dos necessarios escla-
recinMnios, pela eomparacao bavida entre
os nossos productos e ouiros similares de
diversas provine1 as, e por outros motivos
de nao fe ve completa scieocia, nao bou ve
a desejavel igvjaldade na distribuido feita
para esta provincia das recoropeosas dadas
pela commisso central do Rio de Janeiro
na ultima exposico, e que por este
EliPREZ\-CO.BU\.
Quarta-feira 27 de junho
li1 recitada asslgnatnra.
aceito
Terca-feira 26 da c rente.
O agente*Pestaa iegalmente autorisado vender
em letio por canta de quom partencer os predios
seguintes:
Urna casa terrea o* roa do CaWeirelro n. 78,
fereire a cantara da OUadi, paga 260 rs., rende
por anoo 240$.
Urna casa terrea omi do Marisco n. 12, rende
annoalmente 180$.
Dju rasas erren o* 11 e 15 no Corredor do
Bispe roHios o na parto de 465$, randera por an-
no KSOA.
Urna parle na ca 67, calda 25$ por aatw.
Una parta na caa a. 3'adA roa da AssuopQo,
i rende 7,'Hi0 measaes.
Todas estas casas e partes se achara claramente
Quarta representacao do grande e bem
drama em 4 actos, de Anicet Bourgeois, traduzido Q^a^^^^o agento se acba prorapio a dar
126*000
141*000
168*000
2003000
235*000
200*000
por orna hbil penna
GASPARD HAUSER.
O emprezaso daete theatro lancando mao da
representado ante drataa para d lo aos seus
dignss assigaoa* era 11 rteita da assignatura,
leve tao soraente em vista procurar agradar aos
mesraos senhores proporcionando-Ibes anda mais
esta oceasiao de apreciaren o de-empenho desta
coraposlQo que tem sido frenticamente appiaudi-
da o agradado gerakaente.
E cora etTaitO'awUacoatribniram para o esplen-
dido xito dasta eacollome peca os artistas que ora
compoa a compaartioonsaiador da mesmao
mesire de caoto e seos dignos collegaso Sr.
\Caller com o sea apparelho elctricoo machi-
nista.-Em summa ao anisas om eralao Sr.
Pedro Joaquim, en-aiador do drama, ao Sr. Colas
e seas companheiros coro religioso do 3 actoao Sr. Dorneilas,
qualqnr ekJacecioeto teodo logar o leilio ter-
ca-feira 26 do crreme pelas 12 horas da manha
no largo do C irpj Sinto junto .onde foi a Associa-
cio C laimereial
EiO
De 1G0 barricas eom bacalbo.
1 cavallo preto para sella.
Lauri.crioul de30annosdeidade.
Pastora,)arda de 29 aopas.de idade.
Luiz, enrulo de 12 aaoos da ldade.
, Teica-lYi'a 2o 4e juaiio
as 11) titiras era ponto oo trapiche de Cunha i na
da Moeda n. i.
O agente Pint fara teilao a reqoerimanto de de-
positario da mansa fallida de Potro da Silva Reg,
89 e por mandado d film. Sr. Dr. jots especial do
fc?1?1" i comoaaroiode 100 barricas com bacalho, 1 caval-
algons dos atrtigos expositores se recosam! *fjjjgi 0 espectculo a nova comedia
do senarioao Sr. WaMer.tiraodo raios de sol da' |0 e 3 es^ravos, cima mencionados, perlencentes
soa machina electrwa_ao Sr. ios Alvos Pintor a referida raassa, as 10 horas em ponto do dia aci-
do senario, dirifa a empresa os mais sinceros pa- ma ill0 D0 trapiche do Cuaba, a ra da Moed nu
mero i.
Em tempo. O referido agente desde j declara
que a venda dos objeetas aoima oeclarados, coroe-
Cara aa 10 hora em oonlo, do dia lerca-feira 26
do corrale, visto tero mesmo agente de efieeiuar
as 10 i i horas o leilao da barca nacional Rtai P-
dro e en contra uac^oeaslllhoras, o iaillo dos
roarsubjectos perlHueuutesa-dlrarnara.
rabens pelo assignalado trinmpho que obtftve a ar-
fado te dramtica com a representaco do drama Gas-
r
acto
0 juramento le Horaio.
?jtomegara' as horas do ostama-
AVISOS MARTIMOS
(MP.M
DE
a concorrer com novos productos exposi-
co de 15 de agosto prximo ; reselveu, em
urna de soas sessCes, mandar fazer publi-
co o seguate:
1. Haver na provincia, para os traba-
lhos da exposico, um jury especial, no qual
nao lero voto da membros da commisso
directora, que julgar da exccllencia, aper-
feicoameato e rjlrid_de dos productos ex-
'TrVaTHt im se^ividirj;* aa-s sac JPA W^S** W
C3e* #ndo uaia pan pnjfrctoa agr^o- ___j ^ Ifffiia^*ea^eno5
las, e outra paraosjinaustnaespropriaaen- ^fc3^ vapores da companhia, o qual, de-
te ditOS, 6 Obras de arte ; .. .. '. nal ||^k pols da demora do costume, segu-
3 Faro parte do jury as-pessoas dere- ^ wF Para 08 Pr,9 '" dm'
150*000 ^,^j__, -niiiKn a #srijili^M de ja recebem-se passafotros. e eagaja-se a carga
4. Seg-rOdo 0 J0120 fio jnry, a wmmissao j^fcada^^dtsoACsMgadaieiieommaadaaodi-
distribuir aos productores e demais ex?0- _beiro a frete al o da da soa sabida as 2 horas;
teres _*sdatt5 de dais-dasses, sendo as as passsgens S'w^.;^
da ll classe de prata e h da 8' de co re. ^JXl!S^ atoaio-Laai^oi..
ambas acompaohadat^dd'd^owas.
5. A commisso far acqoisico, aediau-;
te valor ajustado, dos productos que para
AVISOS DIVERSOS
]BE3 POJaT .
estabelecimeiito de Hpeaaa, fem-
gens, perfamirias e qainqailharias
roa Nova ir 28, de Souza. Soares
rmao,
Os proprieiaros daste eslabeleclmento leem a
Isalisfago de avisar ao resp*itavel publico os se-
guintes objectis e preciosidades Diurnamente ebe-
gadas de diversos porlos da Europa.
Pboieraphias iiiayisaa.
orna das coosas mais curiosas e de mais en-
genho dci mais fac idade, e de mais barato proco ;
qnalqner pes.^oa, mesmo nma enanca, pode usar
de seraethaates phot->graplnas, que por sera duvida
devero inspirar minio ioteresso.
Balees para illumBarao.
Estes balSs atem de serem de todas as cores-e
tamanhos sao de dtffsrentes gostos, qua a qual o
de mais effeto ptico.
CoBdicirog a gaz.
O riqulssimo sortimonto de candieiros qai pre-
sentemente existe no referido estaberecimento, nao
possivel descrever-se em conseqoeliciJ da im-
mensa varudade que entre elles existe e da cubica
qua inspiran; o j entretanto, curapre declarar,
que sao de todos os gostos, de todas as firmas, de
todas as cores, e por diminutos pregos, assim las-
tres de peudurar, da urna a quatro lazes, e aran-
de lias bonita< para parede, que tambem se alngam
por pregos rozoaveis.
Ferros para liumir roujia..
Canas cora completos sortmeotos da ferros para
increspaaem forma da tesoora o nutras muitos
modelos.
Perfmnarias.
Os extractes mais fios, as esseocias mais puras,
os aromas mais agradaveis, fortes oo brando, que
se podem desejar, existe oeste estabetecimedlo em
grande escala, onde o sexo amavel datera recor-
ter, nio s para mefhor satisfwer 6 sen desejo,
como para favoreeerem os proprfotarios, qoe ibe j
sabero ser gratos. Existe tambera qnartinhas li i
oas de muitos modelos, eom a propriedade de es
friar a agua o mais depressa possivel, o jarr>s de
poTcelam e-de jaspe braoco de nma elegancia qaa |
disperta o appetitedecomprar, e qoe adaptsm per-
feitamente as salas mais siogelas e aos safSes mais'
pomposos.
Etatnas.
Quera nao desejar possuir oo Sea gabinete ou
as suas salas as estatuas e flaissima porcelana,
alva, dos famosos pinlores Rubeni e Waudyk, dos!
iraraortaes poetas alIemSes Goethe e Scheller, e >
myfbologlcas de Diana, densa das artes, montada i .
a*ama leo, o amor, o desengao 11 eremos que-
Leseno Moniteur de la PharmaeU.
A electricidade e oje cmp>gada por todos OS
mdicos afamados, para o tratamento de muitas
molestias, mesmo para as que resistem as outras
medicales.
A electrdade produiida pela friccaotem urna
s jnprrioridade iocontestavel, e a vantagem de nao
dar aba los, e de poder ser graduada pelo (lente.
A cansa a mais frequente das molestias a
estagnaea do sangne on dos outros lquidos vi-
taes. Resiablecendo se a circulaca no orga-
mismo, curacao-s as molestias.
Quando se sent algoma dr em uelquer
parte do carpe lofo,eBstJBCtivamente, seerfrega
>o lugar endolorido com a mao, e isto allivia. Isto
explica o resultado incontestavel que deve pro
(doxir aa apparelbo elctrico. Per isso tema
praier em annunctar ao Publico qneo Snr Bnisson
sde Bivilliers residente, boulevart du Prince-
Eugne, *6, ma Paria, dotou a medicina de um
apparelho Electro Magnetieo, sob a forma de
suma escora, com o qual os doentes se podera
Murar sem nehuma outra medlcacaO. Os taedicos
que a tem experimentado, allesiarao qne a
.SaooTa tOTo MAOnsmc effica para
enianaomJieB*o,aXsr>lT.
o, e Abel Maria da ftocaa, subdito portuguez,
tira-se para o Para.
ra
Doflotdgos Aflteotoda Piolo, portuguez, vat
aoRio je Janeiro.
Masmet-abarlo fdetAlma|daretira-se
para
fcadi feral, Wevr.lfias, eto.
i eertoa qne fcrere eaiia fasiHa possoira
____jo- que presura grandes serreos.
*sjcotddessNdtapeMoas, uter decidio-s
a establecer ma deposito de seos apnareUies no
. Rio Jtmtiro, em cata do Sn Di Roift,
.ma nota do OwMw, 8S. ^^^____
IED1LHA DE GCRO. premiodeis.boof.
O.U.NA
Fartiiicnte
wrum m ihms < iih?d t wit.
Experimentada com pleno successo dos
hffipttaex, a quii Laroche (on extracto
completo de quina) urna preparacao
i'icr|>crnnal, por ser privada do amargo
tis-qtrina. Afnrdaporeowrjuinteaspcssoas
i m.ils tntoleranles e am paladares os man
delicad SrP neme mito unte nem imr <
iscnsa. sendo de urna limpidci constan:..-.
kvmfrKa-s* om multo proreflo nos casos
VQ, <"">
mim, mnHSu, aacacaias magma ,
fttiCTiiMaa|par-at^co-alecen-
cai demoradas, c&lorose e escrophulas
E*itecslsoa d< inivleMias feorK
QUIMA LAROCHE fERIUGMOSA
tenias* ladi n propri'Jilf* 4a ferra e i faiit.
EM PAB12,
15^ nu Drrtuot.
1?. MATJREB A C.
ra iNova u. i8
;i



ninguem: portant c inveniente que com urgen-
cia se passem a saciar semalhantes desejos, visto
que os proprletaros para Isto vendem as por pre-1 i> AVPV\in m l l]: 1
eos baratissimos, assim como vaso de pprcelaoa; AVJtt|nt OllfevHlUJauti,
com figuras allegoricas, proprias para ofrendas. N rotada Aa^ten. 37, toja, ageainn-se lu"i
Gal. i#Mam|io*racoaoiaoodo
O melhor que-ha Moje no mercado em latas de
cinco, doos o u*l gatto.
difficil enanrerar a variedade de objectos de
Portugal.-
A dhreclorla proVlsorU faz publico para oonhe- goste, de idxo e de arte, que este estabeleciraenio ,da praca da Boa-Vtea o. b^
Afreoa-j am's'llo na T rre, c .m ra a de
vivenda, gran fe b Ut de casim. porga i d eqooi-
ros dando, e ontras frocteiras : a trat.r ni botica
Rtb Grande do Sul
brigne
isto forem jutgados dignos pelo jury, eque ^SSZ ^^cTga^anda'rlcebo
5o possam ser^tedtdoe gratuitamente para aigamasfreteeirau-secom Bailar & Oliveir,
Sgurarem na exposicSo central. roa o Vigario n. W.
clmetoTJs'SrAassocados e'de quera mais Inte- se encontrara, por tao os Proprlatarlo>J"*"
ressar possa, que, a contar do ^ de ultro Tmdoo- o respeUavel_pubI.co a vis.tarem-no, onde encon-
ro, fle-iro era vjor as estatutos desta sociedad
beoeQcente.
trarlo atem disto cosraoramas com vistas, gravatas
aurl-verdes e de ontras multas cores, cojpos de vi-
Socntarfao'Monta-tto PortugoM em Pernam- oro a decrystal, V^^n*M"J?!fil
bocri de junho do 66. rnros,e nmttn^MOm^Jbmi^i as,
los da Silva Loyo,
Pntideate.
Joaqnim Geral do de Bastos,
% secretarlo.
qne s com i vtsta qo se p*o saber o qua
vale-: ia pors a roa Novan J9 o estaboierjimen-
to de Souza, Soaros Jf^ij.
Precisa-s Oe Qffla ama para costnhar em
- JoiK>HormaisMtW,8at^iteniUndor, vat eas rapaz ottoiro: a tratar aa ra da Moeda
para para fra do imporio. > *
Manoela Maria *? Conreiglo, forelra de 54
palmos da-Cnra com a renf para a ra da Rundi-
lo em Santo Amaro ds Si'lnas e m mesmo terreno, esja' determinada a v..iv)-t a pos-
t0+ afftUlixaW.qmaelle i^m Mas i -r-
|HO forlstHo qoam qttizer ad-
'lalr-a* aa-rerido lu-
atnw in*h* m airara'
ti**tt*K>-p coWcrvUio n i pro-
ccarspeia. aa casa 4a dirto dj
lutlm 1



ea
fc
r
^
de fernamoneo -- treguada ffelra t& de *
4c 1866.

A LEGITIMA
S1LSAFABRILSA
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias :
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Em casa de Tbeod Chrisliaoseo, roa do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
de Brandenburg frres, Bordeaux, encontra-se ef-
ectivamente deposito dos artfgos seguintes :
Si. Jalien.
St. Pierre.
Larose.
Chateau Lovtlle.
Chateau Margaux.
Grand vin Chateau Lafitte 1858.
Chateau Lafitte.
Haut Sauternes.
Chatean Santernes.
Cbatean Latanr Blanche.
Cbateau Yquem.
Cognac era tres qualidades.
Azeite doce. Precos de Bordea ax.
Precisa se alugar um escravo e urna escrava
que sejam fiis: a tratar na ra do" Raogel n. 21.
Cabocolinho fu i ti o
Contina fgido do collegio do Bom Conselho o
escravo Galdino, acaboc'dado, de 10 annos de ida-
de, cabellos asurado?, imdu um hombro derrlado
e marcas de queiroadura na barriga ; desconfia-se
que esteja aeoutado, pois temsido visto comprando
farinha na ribeira : quera o levar ao dito collegio
na ra da Aurora n. 50, ser gratificado generosa-
mente.
.
Feitor,
Precisa-se de um para ura
sitio
da praga, qoe seja pessaa cauai
"boa o
pequeo perto
d-se as "proprt e TjTa'para morar: na ra No-
va jk19, primeiro aodar.
Cozinheiro.
Precisa se de um cozinheiro que emenda perfei-
tamente da arle culinaria e de bons costumes, nao
e faz reserva no preco : no hotel Traviata, na ra
larga do Rosario n. 37.
Precisase
de urna ama para compra* e cosiohar cora perei-
<;ao em casa de hornera solteiro : na ra do Livra-
mento n. 26.,
As Pilulas Catharticas
X>E ayer.
O purgante mat e/eeat at hoje contiecldo.
Estas plalas bao paramente veg-
itaes, Rio tendo na sua compo-
lsao nem mercurio nem outro
ingrediente mineral; sao inno-
centes para as crianeas e pessoas
mal* delicadas, ao mesmo tempo
qae, eompostas cora* sao de vegi-
taes mu fortes, sao bastante acti-
vas c eticares para as pessoas mais
robustas.
IJsUs [ululas catharticas purgao e purilicio todo systema
humano aem mercurio.
Nao se tem poupado trabalho nem despeza para levar estas
J.ilulas a um gre de pcrfccco tal, que nada delxa a desojar;
sao o resultado de annos de estudos laboriosos e constantes.
Para alcancar todas as vantagens que resulta de uso de cathar-
ticos, tom-se combinado someatc as virtudet eurmticas das
plantas que sao empreadas na eenfccco das punas. Sua
ccmposlcao i tal que as enferraidades que eatio ao alcance
le sua a ceo, raras vezerf podera reslsti-las on evad las.
Suas propriedades penetrantes exploro penetrao, purifleo e
lio vigor todas as partes de organismo humano; pois corrlgcm
a sua accao viciada e faz recuperar a sua vltalklade. Urna das
conseqnendas distas propriedades i que o doente, abatido de
lr c debilidade pliysica, admirase da encontrar, tio depressa,
eua saudc e energa recuperadas por mel d' um remedio lio
cimplese agradavel.
As molestias que esto ao seo alcance sao.
rrlzao de ventre Rheumatiimo, Dor da cateca, A 2,'irralgia,
Eaxatpuxa, Iadifeitio e mal do ettomaga, BemorrhoUat,
PADECIMEST08 DO FIQADO,
Febre gastro-hepatica, Gatre, afectes Biliosas Lombrigat,
Erytipela, Bydreptia, lurdez, erguir parekit, e Paralytia,
So almaaak e Manual de Saude do Dr. Ayer, que se pubHca
todos os annos para distribuieao gratuita, cncontra.se um tra-
ado sobre as diversas doencas que esto ao alcance de
EEMEDIOS PURGANTES.
Acba-se em todas ai Boticos e Drogaras do Imperio.
O Peitoral de Cereja
DES AYER,
PABA A PBOyPTA CDBA DA
Angina, de Oonatipacoaa, Tosses, Bouquidio Infla-
ensa, Broncha te, Tsica primaria. Tubrculo*
pulmonares, e toda* a* molestia do
Feito, assim como para aliviar
os tnicos deolarados.
As preparacees do Da. Ayer sao rendidas as principaet
drogadas e boticas do Imperio.
Vende-se em Pernambuco:
na
DE BRISTOL,
PREPARADA UR1CAMEHTE POR
LAMAN & KEMP,
NOVA YORK.
Composta de substancias, gozando ds
propriedades eminentemente depurativas a
approvada pelas juntase academias de me-
dicina; usadajnos principaes hospitaes, ci-
vis militares e da marinha as Antilbas e
no continente americano; receitada pelos
facultati vosos mais distinctos do imperio do
Brasil e da America hespanhol
CUBA RADICALMENTE
escrophlae, rheumatismo, escorbuto, en-
ormidades venreas e mercuriaes, chagas
antigs, monpbea e todas as molestias pro-
venientesd'um estado vicioso do sangue.
Emquanto xistem varias imitaces e
falsificacos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAORS & BARBOZA
J0A0 -DA C. BRAVO & C.
Joao da C. Bravo & C.
Deposito geral em Pernambuco ra da
Cruz n.22 em casa de Caros
XAROPE
jwwal a dulcificante
DE
SAINT GEORGES
Preparado por
6BUMAULT e Cu
phamaceotlCTS ds 8. A. L
principe Napeleao
Cura rpida de las
molestias seguentes :
teste, catarrhot, pleu-
resa, coqueluche, an-
ginas, fortes constipa-
f8es,m irritacSes dos
bronchas e do peito,
bronche,pkticapuK-
mmar, astma, pneu-
m*nia,anfinms,amyg-
datiter, toiuchronica,
rouquidao. Os mdicos recommendSo ao mesmo
lempo o uso das excellentes p&atilha* peito-
raes com o sueco d'alfaee o laureiro-
crlo, que se prepara ao tacsmo esiabelt-
i ment.
A venda as pharmacias de Maurer e A.
Caors.__________
Casa de commisso de escravo na roa d Impe-
rador i. -I, tereetrt .andar.
Recebera-se escravos tanto do mato como da
praca para serera vendidos por eommissao, afilan-1
?a-se o bom tratamento e segaraoca para os mes- f
' CALCADO.
l$ Rua iMmla--45.
A primeira condicjto indispensavel con-
hservaco da sade razer os p bem de-
fendidos contra os ataques da humidade;
calcado bom e seguro o Mico preserva-
tivo dessas mu enfermidades a que est su-
1 jeito o nossoeu. Usa chinelo velho cal-
cado por um dandy patuscante, ou urna
| botina acalcanhada em.pequenino p deen1
cantadora deidade alm de acensar que-
! bradeira horripilante, .prova contra asfacul-
dades intellectuaes dos calcantes, e n5o ha
qnem, tendo bom seoso, queira passar por
maluco, ou pobre de -surrio : ergo, cor-
ran a:
4RA DIREITAA*,
e ttendam a' barateaa.
Homene.
Borzegnins barcellonezes de lus-
tre e de porco .
Ditos de Bordeaux ....
Ditos parisienses de beaarro e
cordavSo.......
6(5000
70000
8^000
Sapatos de lona, sola de borra-
. cna.....; .... 20000
-roos. O abano assiRoado nacpQopa esforcos afimJDitOS aveludados 10600
de os vender com promptido, nesta mesma casaJDitos de tran ^^ ^
na sempre para vender escravos de ambos os sexos.
Antonio Jos V. de Sooza.
10600
A. JOREZ
FUNDDOR E TOBNEIRO
META'ES
Ra da Matriz da Boa Vista o. 36.
A NACIONAL
Companhia. gera hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
tVUTORJSlDA PELO EAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO D 1859
una Inca en iiihcire, depositado nos cofres de estado, garante a boa d-
ministraco da companhia.
BANQUEIROS DA COMPAlfHIA DIRECgAO GERAL
Banco de llegpanha | Hadrld : Ra do Prado n. I
g-s.*"** companhia liga pelo ayMema mutuo todas as combinajSes de supervivencia dos sega"
^^Nolla pode se taier a subsorit>co de maneira que em nenhum caso mesmo por morte do
f unao se perca o capital nem os juros correspondentes a eites.
am.Jz? ts9 suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA HACIO-
la ter?a parte do interesse produzido em recentes liquida- tendo dito torno cinco qualidades de rosca
sotes para fazer parafusos com
espera affeicSo do T, vende-se
mene um resolver feito nesta praca por
um dos mais peritos artistas: para ver e
tratar dirija-se ra na matriz da Boa-Vis-
ta casa n. 36.
. PMHpHB w
af U Dr. Miguel Joaquim de Castro Mas- i

Vende-se um torno obra prima e todo no-
vo proprio para tornear metaes e madeira
._ """'-m" urna terja parte do interesse produzido em recentes liquiaa-1 tendo dito torno cinco aualidades Uo
c^Mobinando-o com a mortaldade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia i differentes nara hmr SI VT. ^
jaiaseiis clculos e liqu dacSes em segurados de idad-/ de 3 al? anuos, urna imposte*) annua.' g flJ."%,fJ^aS0S^m a. P0"*
e wtsprodnxem effectivomeulieo: ta e a espera aneicao do T, vende-se igual-
No flm de S annos....."*. 1:119*300
- de 10........3:942*600
de 15 s.......11:208*200
de 48 .......30:236*000
,,.. de 25........80:331*000
S" l mi'- ec i* mais informacCes sero prestadas pelo sub-director nesta provincia.
im+ iuu de Ollveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatrii n. 12, estabelc
ment dos Srs. Raymundo, Carlos.Leite & IrmJo.
CASA DE BAMIOS
26 Pateo do Carmo 26.
Neste estabelecimento-tao impor-
tante para a saude e asseio do cor-
tpo, acnam-se montados .20 banliei-
ros, que sao servidos com a ordem
e asseio qoe para desejar-se. Qua-
tro destes banbeiros sao especial-
mente reservados para senboras e
por isto acliam-se collocados em lu-
gar reservado, aonde s tem-entra-
da as pessoas de urna mesma fami-
lia.
.PJtiECOS DE BANHOS AV.L60S.
1 banno fri, morno o.u de
chovisoo ...... 500
1 dito de choque .... 10000
1 ditodefarello...... 10000
1 dito aromatisado 10000
PRECOS POR ASSIGNATURA,
30 banhos por mez fri,
morno ou de chovisco. 100000
2f banhos com car toes pa-
ra os mesmos .... 100000
12 ditos ditos ditos 0OOO
12 ditos ditos de choque. 100000
12 ditos ditos de f arel lo.. 100000
0 estabelecimento estar aberto
nos dias uteis das 6 horas da ma-
nbaa as 10 da noite, nos dias san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
Na ra do Crespo n. 18, segundo andar, pre'
cisa-se de orna ama de leite.
Precisa se alugar urna escrava
servir de ama secca a urna menina
Imperador n. 27.
idosa para
: na ra do
Na ra da Unio
boa engommadeira
n. 40 precisa-se de urna
COZIMIEIRO
na ra do Crespo,
Precisa-se de um cozinheiro
esquina n. 8.
Ageucia de
passaporte e por-
tarla.
Claudino do Reg Lima, despachante de passa-
porte e portaras, ira-os para dentro e tora do
imperio, por commodo preco e presteza ; na ra
da Praia n. 47, Io andar.
XAROPE
D'HYPOPHOSPHITO DE CAL
de GRIMAULT ? w-
I'harmaceuticos de S. A. I. o Principe Napoleao
em Pars.
Desde muitos seculos os mdicos e os chimicos
tinho procurado um medicamento que podesse
curar as molestias de peito; lodas as pequizas
feitas ath hoje nao tinhao tido nenhum resuliado.
Prem os traballios que Ionio communicados
ltimamente Academia de Medicina de Pars, e
as mais serias experiencias feitas no hospital
Brompton de Londres, que especialmente reser-
vado para o tratamenlo da tsica, provarao que
eesa tcrrivel molestia, quando ella nao estiva
anda no seu ultimo grao, tinha no Xarope tCHy-
pophosphito de Cal, um especifico poderoso. As
tosses, defluxos, caiarrhos, bronchitis, grippa e
coqueluche, cedem lambem rpidamente ao uso
d'este Xarope, c os asthmalicos acho n'elle um
elemento certo para curarem-se.
Recommenda-se aos doentes de fazercm uso ao
mesmo tempo das deliciosas pastilhas peitoraes
ao sueco de alface e de louro cereja, dos Sr" Gri-
mault E C". Esta excellente preparacSosc compoe
de duas substancias as mais calmantes e ao
mesmo tempo as mais inoffensivas da materia
medica, e nao contem opio.
Deposito as pbarmacita de P. Maurer &
C. e A. Caors, em Pernambuco.
Arrenda se um sitio no lugar da Piran-
ga, comterras de plantar epasto, e varias
arvores de frocto; na ra do Imperador es-
criptorio:n. 12.
Precisa-se fallar com oSr. Antnio~de Al-
melda Oliveira : na ra da Ci uz n. 23, primeiro
andar.
Senhoras
BorMgoin enfeitadoss. 50000
Ditos de laco...... 4,5800
Ditos lisos .... ," 40500
Sapatos de borracha .... 10600
Selleiros, corrieiros e segeivos 1
Sola de lustre, meios grandes 200000
E om completo sortimento de calcado fa-
bricado no paiz.
Samuel Power Jehuston Comfaokia
Roa da Senzala Nova n. 4.
AOKlfCIA DA
FKBdicio delow Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallo6.
Moendase meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios d carro para nm e dous cavalloc.
Relogios de o uro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
I Companhia fidelidade de seguros J
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES tU PERNAMBUCO
Antonio Lniz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente antorlsados pela direc-
tora da companhia de seguros Pidelida-
de.tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no sea escriptorlo ra da
mimmmmmmmmm
Fogo fogo
Valdivino da plvora com fabrica de fogo artifi-
cial na ilha do Maruim, se acba com purcao de
rogos do ar de 1 sorte J postos as flexas, a espe-
ra de festejar os dias que tiver noticias de qoalqner
tnumpho daa,nossas armas dentro doHumait; lodo
aquello que tiver a mesma satisfaco dirija-se ao
armazem de sal da ra Imperial n. 221 pouco alm
da fabrica de sabio.
TINTURARA
AO GRANDE S. MAURICIO
PROCESSOS AFERFEI^OAUOS
Tloglr, limpar e lustrar a
vapor.
F. A. SALING-RE & C.
29 Ra 7 de setembro 29
Defronte da roa n<>va do Onvidor (Rio de Jaaeiro)
Os propietarios deste estabelecimento, o primeiro no seu genero no Brasil, por
trabalbar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na
Europa, eajudados por alguns dos melbores officiaes de Paris e Ly3o, podem assegu-
rar seus freguezes urna perfeiySo no trabalho, a qual seno pode chegar pelos proces-
Dr. MiguT
carenhas mudoa a sua residencia da ra
do Sol para a da Imperatrlz n. 88, entra-
da pela roa do Hospicio, onde continua
no exerccio de sua proflsso. O mesmo
Dr., qae se tem dado com solicitode ao
estudo e pratica das molestias de tero e
de meninos, da consulta gratis aos pobres
'** 9 horas as 10 da maoba.
Precisa se alngar urna escrava que tenba
boa conducta e sem vicio, que seja boa engom-
madeira : na ra das Crozes n. 36, primeiro an-
dar, paga-se bom ordenado.
Ama para casa
Precisa-se de ama ama para lavar, engommar e
coser para duas pessoas : a tratar na ra de A-
pollo n. 9.
iKiiEAib
sos ordinarios.
um TD?e?' ,avam' ,imPam e demofam com a mai r perfeicSo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem molhar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.
Vende-se na abobada da Penba^37, macas oa-
ra bolos preparadas com mnita perlero e asseio.
Aluga oe a parte de urna casa : na
ra das Aguas Verdes n. 92.
Saques
Sobre o Porto e Lisboa: a tratar com
Carvalho Nogueira na ra do Apollo nu-
mero 20.
m
DEPOSITO DE CALCADO
.FABRICADONA CASi DE DETENClO
Ra WoTa n. I.
Ahi se encontrar3o obras de di-
^. versas qualidades, e por preco mui ?
Bj diminutos, a retalho e em porces. Wk
Wk S se vende a dinheiro. W
Quem precisar de urna ama para casa de
pouca familia para o servico interior dirija-se a
rna do Apollo n. 37, loja, que encontrara* com
quem tratar^_______
Obras lio Dr. CerDOviz
Formularia en guia medica
que conlm a descripco de lodos os medicamen
\
1
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS i
R. 5 Kaa do Qneimato n, 5.
dA miIS* GoimarSes, participara a lodos os seus amigos e freguezes, que receben,
ue conta propna por todos tsvaporoada t-uropa, grande e variaoisimo sortimento de
ujectos de alia uoviaaae, e bem assim adornos proprios para casamentes, pois que seus
correspondentes de Hamburgo, Paris e Londres, na esclba de taes mercadorias tem
merecido a approvac5o das encantadoras Pernambucanas.
A Fragata acaba de receber pelo ultimo vapor grande variedades de sedas de todas
as cores e qualidades, tambem recebe por todos os vapores lavas de pellica, (do afamado
i Jouvn) satas de 13a com barras colloridas de grande novidade na Europa, vestidos de
papS^M,w0S agu,ha' 1 ^ grande ton' dilos de Popelina muito chiques, ditos
1 rfnrSJTS (g S, nVn.1' nas d,e bS' ditas de al8d3o> chaIes de 8uiPur de seda, e de al-
i.....-u..um,nWuCIUI,U9usmeaicaaieD S ? i v ( Pbantasia) enfeites para ditos, manguitos bordados e
tos.com 194 figuras no texto; stimaed5ao,i86o, a0IIin5a* camismnas ditas, transparentes parajanellas com mui lind;s paisagem, pre-
1 voi. encadernado de 838 paginas. Preco 6* cales de apuradtssimos gostos e padres, chapeos de palha enfeitados pelas melhores flo-
picnoBano de medicina popular \ rutas de Pars, entremeios bordados finos de differentes
soccorrosqoese devem prestar nos accidentes' S h? Y ^ .' taPetA para guarnicSo de salas padres muito bellos, chapeos
graves e sbitos, como aos afogados, asphyxiados, i reso.' (Je. seda Para senhoras, ditos para homem, enfeites imperatriz Eugenia ditos
assombrados de raio, as pessoas mordidas por co-,a aria Pa, cestinhas com todos os pertences para meninos de escolla i I bras venenosas ou caes damnados; as plantas! para senhoras, gollinhas bordadas rgosto novo) chitas Sas
e claras, mfdapoles, cam-
uiei e venenosas, inaigenas do Brasil e exotcas ; hraia o -Ap diao nra(. ki T 1 "".-""'"""' -,"". lu^ua^uxuco, hv
a preparaco dos remedios caseiros, etc.: terceir yua- ', S P SaS detaPete paraviagem, ditas de vaquetas para guardar
edicao, 1862,3 vols., encadernados. com 231 figu- UIDneiro, e outras muitas fazendas que se vendem por menos preco que em outro aualauer
ras no texto. Prego 20. estabelecimento. H H
JoSo da Silva Ramos," medico
pela universidade de Coimbra, d I
consultas em sua casa das 9 as j
11 horas da manh5a, e das 4 as 6 I
da tarde. Visita os doentes em suasl
casas regularmente as horas para
isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serSo soccorridos em
qualquer occasio. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
manhSa,
Tem sua casa de sade regular- I
mente montada para "receber qnal- B
quer doente, ainda mesmo os alie- I
nados, para o que tem commodos 81
apropriados enella pratica qualquer j
opperac5o cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe..3(5000 diarios. I
Segunda dita-----3^500
Terceir dita ..21000
Este estabelecimento j bem |
aiaeunaao peos uuus servaos que m
tem prestado. i|
0 proprietario espera que elle M
t continu a merecer a confianga de H
que sempre tem gozado. 3tp
Grande hotel Traviata
O proprietario deste estabelecimento participa
ao respeitavel publico que acaba de reformar o
seu hotel de modo a offerecer aos seus freguezes
excellentes commodidafles, boa <> asselada comida,
delicaaos vinhos e magnficos buhares por preco
commodo. O servio teito com regulandade e
promptido e urna prova de que o proprietario do
hotel Traviata muito te empenha em agradar aos
seus freguezes.
Este hotel, situado na ra do Rosario larga
37, no.bairro de Santo Antonio sem duvida
mais central e como tal o
vantagens.
que proporciona
n.
o
mais
^PHARWACIE FRANCAISEP
deP. MAURER &C
| RA NOVA Nd i
VIVA 0 PROGRESSO
Ao systema mtrico decimal
Ja nioguem ignora que o governo imperial adop-
toa este systema de pesos e medidas e at ja as
reparticaes militares por um aviso do ministerio
da agricultura, commercio e obras poblicas nao
compran se nao por taes pesos e medidas. O go-
verno dea um prazo ao particulares para terem
tempo de se instruirem, mas brevemente se acaba
e enlao todos serao obrigados a regolarem-se por
estes pesos e medidas o qae jalgamos ser de muita
utilidade por ser esta medida tirada da circumfe-
rencia do globo e por consegninte a nica, certa e
mais exacta, finalmente a duvida eslava ero nao
baver taes pesos e medidas, porm sto mal Ja'
esta* sanado, ja' temos pesos e medidas tanto para
secco como para liquido, assim como pesos, de fer-
ro de 90 kilogrammas at l|2 hecto-gramma, de
lato de 500 grammas al om gtamma, para sec-
eos desde 1|2 hecto-htre at decilitro, para liquido
medidas de estanbo desde nm litre at o decilitro,
assim como medidas de madeira para as tojas e
medidas de exteugo ((reinas), de 20 a 30 metros:
o nnico deposito destes pesos e medidas na roa
Nc*7a d. 36, aonde se vendem desde ja e se rece-
bera eocommendas para denlro on fora da pro-
vincia, i
Histeria natural recreativa
para os meninos e meninas de 7 a 15 annos, on
conversajo de om pai com seos filhos acerca de
mullos animaos e vegetaes, 1 voL elegantemente
encadernado, de 176 paginas, com 15i figuras no
texto, 1862. Preco** 6
Modo de eonheeer a idade de cavallo
do borro, das besias moars, do boi, do carneiro e
do porco. Brochura de 32 paginas, com 32 figu-
ras no texto, 1866. Prego lV
Vendem-se a rna do Crespo n.
LIVRARIA FRANCEZA.
Sobretodos de duas vistas prova d'agoa.
Riquissimas Qvellas de chrystal para cintos.
Meios aderecos de chrystal (novidade.)
Cintos muitos ricos, etc.
Perneiras de gulhaperche para chuva.




Joao Baptisla Gomes Peona lendo disposto de
seu estabelecimento de molbados na ra do Impe-
rador, mudoa seo escrlptorio de commi?soes e
consignacSes para a casa da rna do Crespo n. 18,
primeiro andar, onde poderi ser encontrado das 9
horas do da as 3 da tarde.
Precisa-se alagar um escravo e urna escrava
que sejam fiel; a tratar na ra do Raogel n. 24.
ATTENCAO
No dia 18 do correte, indo o abaixo assignado
a Tiraboass, perden tres letras na importancia de
6:2404033 sacadas por mlm em 22 de malo de
1862, todas vencidas e aceitas pelo Sr. Antonio Pe-
regrino Cavalcantl de Albaqaerqoe, por isso pre-
vine ao mesmo senhor qae as nao pague senao ao
abaixo assignado, que nao fez transaeco nenhuma
com ditas letras, e portanto Ibe pertencem : roga
a qualquer pessoa que as achou de as entregar ao
abaixo assignado, qae sera bem recompensado.
Recite 20 de jnoho de 1866.
________Joao Baptista de Barros Machado.
DE
PAPIS PISTADOS
Sortimento de papis pintados e
indas guarnices para forrar casas.
Ni LIVRARIA FRANCEZA.
N. 9. Ra do Crespo N. 9.
M
Ama

Precisa-se de duas amas ums para cosinhar e
outra para engommar : na praca da Boa-Vista se-
gundo auar, por cima da botica que faz esquina
com a ra do Arago.
Precisa-se alugar urna casa terrea as ras
seguintes: Cinco Ponas, Concordia, caroboa do
Carmo e roa Augusta ; a tratar na ra do Rangel
numero 9.
Antonio Carlos da Costa e S declara que
haver outro de igual nome, d'ora em diante a;
nar-se-ha como se v.
Antonio da Costa e S.
DE
J. VIGNES.
N. 55. RA DO IMPERADOR X. 53.
0$ pianos desta amiga fabrica sao boje asss conhecidos para qae seja necessario insistir sobre a
.na snperiorHlade, vantagens e garantas queofferecem aos compradores, qnalidad estM?oStt3i-
*! *?M-"WMKi mytoUi* obre todos os qae tem apparecido nestl praSTS-
gfygl? aunca faltar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentoslmoortan-
___Saiei5"8e. cnfr}e as encommendas, unto nesU fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris socloj
orrespondente de J. Vignes, em coja capital foram sempre premiados em todas as expsicSes *
-.n,**!?! f tbelecimento se achara sempre nm expleadido e variado sortimento de msicas dos
elnores antcea^Baropa, assim como harmnicos e planos harmnicos, sendo todo vendido por
i
O Dr. Carolloo Francisco de Lima San-
tos contina a morar na ra do Impera-
dor n. 17, segando andar, tendo alias sen
gabinete de consultas medicas, logo ao
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estudo tanto das operacCes como das mo-
lestias internas, presta-se a qualquer cha-
mado, quer para dentro quer para fora
da cidade.
I
Precisa-se fallar aos Srs. Ramos & C. a nego-
cio do Rio de Janeiro, e porque ignora-se a sua
morada, pede se que lenha a boodade apparecer
Mi das Croies n. 32, ou anouncie por este jornal
a soa morada.
Trocam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes com descont razoavel : na praca da
ndepeodeocia n. 22.
AhTISTAS.
fCIftii ORfi 1DH 4ffM$
Para a laja da rna do Crespo 1V.
Padres lindissimos e o sen preco de 730 rs. o covado ou 1*280 rs.
A elles Eiccllentissiiuas antes qae se acaben.
mmm mmmmmm mmmm
Precisa-ss alagar nm preto que saiba eozt-
nhar, para casa de pequea familia ; quem tiver
e qaeira alugar, dirlja-se a ra da Cadeia, 3* an-
dar.ou nnnncie para ser procurado.
- Predsa-se dj um perito offlcial de enialha-
dor par faxer ama obra na igreja de Nossa Se-
nhora dos Prazeres em Macei : quem se acbar
neslas condic$oes queira apparecer na loja n. 2 no
largo da matriz de Santo Antonio.
a vara.
Ni ra >pv* n. 38 precUa-se de ojciaes de la-
(oeiro e caldeireiro, qoe sejam peritos.
i
A quem tiver
Precisase alagar ama casa terrea oo nm sobra-
do primeiro andar, as roas seguintes*: Dlrela,
Penha, pateo de Pedro, Borla?, Raogel, Terco :
a tratar no pateo da Ribeira n. 11.
Feitor.
Precisa-se a* nm feitor casado
da Cruz n. 19.
-% tratar na roa
Precisa-se de urna ama
0.14.
ai rna do
Livramento
Amerlce Perreira da Silva, nao tendo effec-
tuado o arreodameto do armazem n. 48 da praca
do commercio, para o fim mencionado em seu an-
nuocio de 14,15 e 16 do crreme, declara este de
oeo-hum eOeito em qaaoto a soa 1* part.
Iviso
^w^ m^mw
DO
DR. EVIAL.
Para o tratamenlo e cura rpida e completa das molestia syphiliticas, erisype-
las, rheumatismo, bobas, gota, debilidade do estomago, infiammaces ebronicas do ligado
e baco, dores sciaticas, cephalalgias, nevralgias, ulceras ebronicas, bydropesias, pleuri-
sias, gonorrheas chronicas e em ge al todas as molestias em que se tetina en vista a pu-
rificado do systema sanguneo.
nico deposito em Peraaiabaco
Na botica e drogara
DE
Bartolhomeo Companhia.
34-RUA DO ROSARIO LARGA84
Tendo-se vencido o ultimo pagamento da concor-
data do abano assignado, e nao tendo os seuhores
credores, Francisco Alves de Pinho, Francisco Lniz
de Oliveira Azevedo, Eduardo Aite & C, Jo<
BOarqoe Lisboa, Joo Baptista dos Sanios L >bo
Antonio Joaquim de Souza Mximo, Manoel Car-
Miro Leal e Lniz Borges de Siqaeira, se apresen-
tado a reseber a importancia qoe Ihes :oca, sao
convidados os mesmos senoores, oa qaem legal-
mente os represente, a virem receber o que Ihes
pertence al o dia 28 do correte mei, pois qae
aqnelles qae o nao fherem al aquella data, ser
soa Importancia recolhida a deposito publico. Ra-
die 21 de junho de 1866.
_________Francisco AntonioCorreia Cardoso.
E ^"^f floarie8 fazem seiente ao res-
peilayel publico que o Sr. Domingos Soriaoo de
IX TTfift*0* de Mr c*ixeiro dos oesnios
oesde o da 18 do correte.
Aloga-se om sitio na estrada de*Jo3o de Bar-
ron. 1, com casa para familia, qoartos para es-
cravos, diverso pee de fraeteiras, cacimba, banbei-
ro, e todo o sitio morado : a tratar na roa do Pa-
laelo do Bispo n. 46, uberna grande da Soledade.



X
'__________________________________________________________________________________________________


DUrlo de rerBambuco aeg
ra 15 de Juuho de 1866.

FABRICA
NACIONAL
" DE
VIDROS
*
A tleygo.
Preeisa-se ilugar um preto escravo ou forro pa-
ra o serrino interno e exteroo de ama casa : na
rojjos Pires n. 42, se dlr qoem precisa.
? O Sr. Joo Paulo Pereira Dulra, chegado de
Una, linaje de vir a roa de Imperador n. 83 a
Dggocjo qu Ihe diz res pe (o
200S
F baratissimo!
E5 baratissimo!

!
Estabeleciment na ra da Uniao n. 11
PROPRIETARIO MAROEL LOMBOS.
. No deposito, roa do Carao n. OS, existe ora grande sortlmento de vidros e crystaes, qoe se d s .
veudem por pregos mais baratos do quelm quaiquer parte: frascos de 1 at 8 libras, bocea larga e g' K denois foi dahl cSzldaW
bocea estrella ; copos de 6 cortes, de meta oitava at meio quartUbo ; ditos de 10 cortes, de ns. i e 2; ?,"'a d.* **Zk d,d0mmo sedctr ;
globo para lampeSes de kerosene, lavrados, lapidados e foseados; ditos para candleiro de gax lor'
Tueste importante estabelecimeiitQ enconlra o res-
I peitavel publico om variado sol tinento de fazeu-
' das fr&oc zas, uglezas e suissas, e as qoaes se ven-
I dero por prego commedo a saber:
Chales de renda preta a o$500.
I Vende-se om sortlmento de chales de renda pre-
ta a 5*508 e 6*, ditos de seda a 12*, 14* e 16* ;
Pogio do dia 6 de feverelro proilmo panado, da! JJ da tafeairla n. 73 de Colmarles & "r-
casa do abaixo assignado, morador oa povuaco d..^a. nMi, d
de S. Pedro, freguezia de Pao d'Alho, a soa escra- ir RetOnds pretas a 8.
va oe uome Vicencia, eom 20 a 22 aonos de ida- Vende-se retondas preas pelo barato prego de
de, coro os signaes seguinles : cor mulata, esta- 8*, 8*500 e 9*; na ra da Idiperatriz o. 72, loja
tora baixa, cheia do corpo, cabellos corridos, pes-. de Guimaraes & lrmo.
tanas eompridas, nariz afilado, bocea peqoena, den-. Grande pexinclia a2#o corle,
tes perfeitos, tem pannos brancos pelo pescogo e | Vende-se cortes de casemira da China a 2*000,
pelos peitos, (sendo este o signal mais viiivel).hra- 2*800, 2*800 e 3*, ditas de brim a 1*280, i*iOO,
Rodelas de borraxa
proprias para atar massos de papis, e para ser-
[ yirem de ligas para punhos, mangoito?, etc. etc.
I Vendem-se oa ra do Queimado toja d'aguia braa-
baratissimo!;- Mu floas carlas
eos om pouco pelludos, e quando anda com elle
arqueados, ps grandes e seceos. Esta escrava fol
sedozida por pessoa do lugar, e estove ero casa do
delegado de polica actual o Sr. Antonio Vicente
1*600, 1*800 e 2*.
E' muito barato, latlalaoa de cores a 240
rs. o covado.
Vende-se om grande sortimeoto de tariatana de
cores moito
lam-
lugares por mandato do mesmo sedoetor, tl" "" P/oprlas para vestido fazeoda mais
eVmsU amraniM nn ^
pedes de kerosene grandes e pequeos, lamparinas de metal \ vasos para confeitarla com p e sem, ,to em ma omianhia um outro nue a ronda- do e 280> dUs aiii nnas a m e 320> l^sinhas
elle, grandes e peqoenos ; chamios para lampeos de kerosene de todas as dimensSes ; compoteiras!.... nar. _d,;L tu .^ih nn' i rrahal-1 escocezas muito modernas a 360 e 400 rs. o cova
moldadas de cortes largos, escarradelras de cores para sallo, ditas de mo com aza, peqoenas; vento- des c^ti Ma aue ertou estoTe em casa do! do> dits ranit0 flD, 460 e 50-
sas e bicheiros, cahxes moldados, copos lisos para agua e viooo, pratos moldados, reomas, garrafas I Sr Anton0 ae Lemos SoaZa ana dlzem ter em Cobertores de algodao a 800.
para vinho e agua, grandes e pequeas, ditas pira Leroy, ditas para licores, ditas para minas, ditas dlta c|dade TO ca$a de m'Hou QQe arrorom | Vende-se cobertores de algodSo a 800 rs. ditcs
para agua de Colonia, pos para planos, brancos e de edrea; tubos para machinas a vapor, de crystal; em ontrt m,a|qoer Mrte cons,a tambera que melhores a 1*600 e 1*800, cobertas de chita a 2,
globos com gnaraMo de metal amarello, maotegueiras de vidro, vidros yulsos para galheleiros lapi-1 M escravaq 'd r g de ," -
dados, vidros pare lampadas de igreja, galbetas para mtssa, ditas para galheleiros, mangas para cas- nortanto roca-se o Illm Sr Dr rhefe de nolicia
$8 ha, Uvnd e lapidadas; lampeos de parede para kerosene, ditos de pendnrar; copos gra- S8 auTlal,8s LL 2?' JlCZ
dnados de 1 ate 16 oncas para pharmacia, garanlinde-se a exactidao da medida ; vidros para penes
eom p e sem elle, azucenas para castigaes, chamizas para lampeos de azeite, ditas de cores para llla-
minaedes, vipros para agua forte com rollra. Compram-se vidros e crystaes quebrados.
O deposito desta fabrica em Pernamboco na roa da Ioperalrlz n. 19, onde existe constante-
mente chamios para candieiro a gu de ns. 2 e 3 a 320 rs. e de o. 1 a 400 rs., lamparinas completes
a 2*, lanpees completos a 7* e 8#, escarradelras de cores a 90800 o par, pratos pare copos d'agna a
500 rs., copos de dez cortes a 600 rs., globos lapidados e lavrados para candletros a gaz a 1*800. O
proDrietario deste novo estabelscimento convida ao respeitavel publico para que visitem o mesmo, cer-
tos de qe coraprarap os arligos iodispensaveis a orna casa fie familia pela soa baraleza e otilldade,
principalmente acs Srs. pbarmacentlcos pela grande quanttdade de frascos e vidros proprios de phar-
macia. Tambem recebe encommeodas. O eocarregado do proprietario Joao Luiz Encreooaz,
e mais autoridades competentes, que empreguem
soa vigilancia para que dita escrava seja presa,
podendo entregar ao sea seDbor na mesma povoa-
co de S. Pedro, oa na roa Nova n. 28, na cidade
do Recife, em casa das Srs. Souza, Soares & Ir-
mao, qne ser gratificado com a qaantia cima,
O mesmo abaixo assignado protesta desde ja ter
o direitode baver do mesmo seductor as despezas
e todo o mais que occorrer.
Jos Francisco de Arroda.
COMPRAS
FABRICA A YAPO
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito na ra Nova n. 50 loja de reljoeiro.
Delouche donos deste estabeleciment partecipa ao respeitavel publico qoe -s ia fa-
brica est montada eom as melbores machinas que existem na Europa, e que pode
fabricarcom melhor perfeico possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e
puro, o que nao se pode encontrar naquelle que vera de fura, e qoe se vende por prego
baixo, visto os productos serem do pare. Na etiqueta tem sempre urna aguia.
PRECO. v
Meia libra........ 400
Urna libra........ 800
Urna arroba........19,8000
Na mesma fabrica acaba de se montar urna officina com cerrara a vapar para
obras de marcineiria propria para edificio, para o qae encarreg i-se de fazer portas, ja-
dellas, assoalbos (parqu francez como se usa na Europa,) earm<;oes, ludo combrevi-
nade eperfeico. Toma-se qualquereocommenda para fra da cidade, entregndo-se
prompta a collar-se do lugar.
DE
COJEJLIIO fe FREIT1
Roa da Cruz 16.
Continua a haver diariamente um sortimento de pastis, pedins, bolos inglezes,
empadas etc., etc. Os donos deste estabeleciment, acoam-se oas-melhores condicoes
de poder satisfazer encommendas coDcerneotes sua arte, em consequeDcia do socio
Freitas ter sido administrador chefe dealgumas dasprinci)aes fabricas nacerte, -sendo
urna a do Sr. Jlo <3oncalves Guimares todos os trabalhos sao differentes dos cque se fazem em casas particulares.
Os propietarios deste estabeleciment nao se tem poupado a despezas, oem se
pouparao, se houver oncorrencia como esperam ; tendo continuadamente bom sorti-
mento de doces para cha; .presuntos e ditos .em fiambr-e, tambem se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e cuystalisado, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar anuos em perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se ncomoiendas dos seguintos objeelos; bi-
deijas ricamente enfeitadas sem armar;5o peeas de amendoas (nogaces), ditas de lamaces
deovos, pies de 16 enfeitados eom disticos anlogos a quaiquer fim; -ditos montados,
kechs simples e enfeitados com fructas ingle.; jatheaux de la reine, ditos de le d-
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peke ecarae; cremes^ doces de ovos
de differentes especies.
Tambem temum completo sortimento de vinhos engarrafados, como-sejam: vinho
do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeat, Champagne fino, ser-
veja, licores, eharopes e conservas. Para festas: bonitas caixiahas com amoodoas, con-
feitos e mais enfeites. Muitos dostes objectos mencionados podem-se perfectamente ac-
condicionar tanto para a provincia, como para fra.
VWrURS
Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
baptisado, casament, annos, dilta phanlasia, bonitas enleites para bollos e cireular pra-
tos de doces finos, tndo por precos razoavei?.
Vende-se licores em dozia moito em conta.
AMENDOA CONFEITADA
Em arroba e Irbra, para o S. Joao; recebera-se eicomraendas de bollos simple* e
enfeitados e tambem rflcebem-se bollos para nfeilar.
Compra-se
nraa escrava qoe seja boa figura e qoe siba bem
engommar, nao excedendo de 25 annos de idade,
e paga-se bem no escriptorio de Vicente Ferrei-
ra da Costa & F Iho, roa da Senzaia n. 138, on em
seo arroazem junto ao arco da Conceitio._______
Compra-se urna secretaria de Jacaranda
mogno, ou de amarello, oa roa Nova n. 7.______
Ouro e prala.
Km obras velhas : compra-se na praca da ln
dependencio n. 22, loja de bilbetes.
Compra-se nma borra de ferro, ingiera oo
mesmo das antigs ; na roa Nova n. 31.
Compra-se ouro, prata e podras preciosa
em obras velhas : na roa da Cadeia do Recife
cja de onrives no arco da Conceigao.
Compram-se libras SterMoas : na praca da
Independencia n. 22.
Compram-se duas soleiras de canta-
ra de Lisboa: na ra da Imperatrlz n. 12,
segundo andar.
VENDAS
?*o00e3#.
Quem duvidar venha ver.
Carobraia de cores a 240 n. o covado dita fina a
280 e 320 chitas Boas a 280, 300, 320, 360 e 400
rs., ditas percalas a 400 e 500.
Est se acabando chitas a 160 rs. o covado.
Vende-se chitas a 160,180 e 200 rs. o covado,
riscadinbos fraocezes a 240 e 280 rs. o covado, rna
da Imperatriz n. 72, de Goimares & Irmao.
Lencos brancos a 2)51 e 2i09 a dnxia.
Ditos finos a 3* e 34500, ditos de linbo a 5,8000,
5*500, 6> e V.
fr^ Canbraia branca a 3)5.
Vende-se om grande sortimento de carobraia a
3, 3*500, 4, 4J500 e o?.
Baloes a U.
Vende-se baloes de arcos a 2*, 2*500 e 3*, di-
tos americanos a 3*500 4 e 4*800, ditos de mor-
celina a 5*, 5*500 e 6*, ditos para meninas a 4*
e 4*500; isto na roa da Imperatriz n. 72, loja de
Guimaraes & Irmao.
a 3000 o corte.
a 3)5000 o corte.
a 3)5000 o corte.
Vende-se cortes de lia com 12 covados a 3*. di-
tos finos a 3*500 e 4*. ditos a Mara Pia a 7*500
8*. 8*500,9* e 12*, gra vates finas para bomem
a 640, 800 e 1*000, mantas moito finas a 1*200 e
19400; isto na roa da Imperatriz n. 72, loja de
Guimaraes & Irmo.
Roupa feita.
E-oupa feita.
Neste importante estabeleciment encontrarlo os
freguezes um completo sortimento* de roopa feita
assim como palitot, caigas, camisas finas a 1*600,
1*800, 2* e 2*500, ditas de linbo a 3*, 3*500, 4*
e 4*300, cortes de brim, ditos de casemira de co-
res o pretas, seroulas de algodao a 1*600 e 1*800,
ditos de linbo a 2*, 2*500 e 3*.
lito na ra da Imperatriz n. 72, loja c*e
Guimaraes e Irmos._______
Remedios do Dr. J. C. Ayer, ex-lente
Vende-se
a portara explicativa da lei bypothecaria,
publicoda em 27 de abril pelo thesouro
nacional, 200 rs. cada exemplar: na li-
vraria Econmica ra do Crwpo n. 2,
Avidente ou sortes lidas por
nma sonmbula,
Venfie-se na livraria da praca da Inde-
pendencia n. 8 a 1(J cada oxemplar, lambem
ha papis da mesma a 80 rs. cada um.
CHAPEOS DO CHL&
a 1:500 e 000 rs.
Xa praca da Independencia ns. 24, e 26.
G4Z.
fraocezss, com cantos dourados, e sem dourado.
Vendem-se oa roa do Qaeiraado loja 'aguia braa-
ca o. 8.
Envelopts azues
500n. acento. .
Veodem-sc na- ra do Queimado loja d'agoia
branca n. 8.
Apparelhos de Bqicelaa
duurad e ['iuttutos.
Na ra do Queimado l<->j: d!aguja branca n. 8,
vendem-se Bonitos apparelhos de porcelana para
almoco e jamar de bonecas.
Bonitos qnadros
para retratos.
Vendem-se na ra do Qceimado loja d'jguia
branca n. 8.
- Perfumara iogleza
A agua braDca ra do Queimado n. 8, receben
um nevo sortimeuto de Doas perfumaras iogletas
de I. Gosoell & C.; sendo extractos dos agrada-
veis cheiros Bonq da Raioha Victoria, do P. Alber-
to, do imperador NapoleSo, da imperatriz Eugenia,
Garlbaldl, Hiss Liod, Joch Club, fraogipane, sn-
dalo, etc. etc.
Oleo fino para cabellos.
Opiat para pestes.
Agua da Colonia.
Sabonetes finos creme de amendoa para barba.
Pencas d'aco inglezas
dooradas e sem a ser.
Chegou para a loja d'agua branca ra do Quei-
mado o. 8, um exrellente sotuiraento de penoas
d'aco ingiezas, doura.tas e sem a ser, porm lodas
de qualidade extraoa, e continoa-se a vende-las a
2*500, 2*00 e J500 a raixa.
Tinta azul e preta
tinta rocha e preta.
Estas tintas cojas excelleniee qualidaOs ja' sc
bem conhecidas e apreciadas pelos eotebdedores,
acham-se a venda na ra do Queimado loja d'agua
branca n. 8.
Lacre fino de cores
com cheiro e sem elle.
Na loja d'agoia branca roa do Queimado o. 8,
vende-se lacre fino encarnado aromtico e sem o
ser; dito verde, e urnas caixiobas com ditos de
cores pelo barato prego de 500 rs. cada urna.
Papel inglez
-em caixinhas.
Na loja d'aguia branca a' ra do Qoeimado o. 8.
vende-se desse superior papel inglez em caixinhas,
Luvas de camursa
brancas e amarelias.
Vendem-se na ra do Queimado loja 'aguia
branca n. 3.
Meias pretas para padres
Vendem-se na ra do Queimado leja d'aguia
branca n. 8.
Aspas largas e fortes
para balo.
Vendem-se na ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 8._________________
Grande Lipidaco de Fa-
zendas
Armazem da Arara ra da Im-
peratriz n. 56.
DE
Lourcnro P. Heniles Goimares.
Chitas'da Arara 160 rs. o covado.
Venderse chitas escuras e claras a 160 e 200 o
No armazeai da ra do imperador n. 3
Caes de Pedro II n. 2, tem para .vender-se
bor gaz existente no mercado.
ou no
o m-
' Vende-se na fundilo da .Aurora, as memo-
res e mais. pereitas caixiahas com fila de medir, e
telhas de fefre galvanisado, -tud por precos ra-
zoaeeis.
da l'niversidade de Pensvlvania, nos "vado cortes de ditos a 2* e 2*400. Ra da
r 1 11 1 v i Imperatriz loj
Estados-Unidos.
Exlraeto composto de salsa-par-
rllha de Ayer.
Peitoral de eereja.
Remedie para sezs.
Ululas catharticas.
O deposito central" para as provincias :
Pem mbuco, Alagoas, Parahyba e Rio-
Grr.i de do Norte, destes remedios tSo fa-
Mjravelmente conhecidos e acolhidos em
todas as partes da America do Sul e do
Norte, acba-se em casa de Theod t hris-
tlansen. lo ra do Trapiche em
Peruanibuco.
Os precos de
335 por dvzia de estrado de salsa-parrllha.
27^ por duzia de peitoral de eereja.
27)j por duzia de remedio para sez5es.
7$ por duzia de pilulas catharticas
se entendem a dlunclro a -rlsia, c. m
o descont de S por cento em quantidades
de 6 a 12 duziaS, e de 10 por ceato em
quantidades superiores a 12 duzias.
FarinhcL
No armazem de Vicente Ferrotra da
Filho joato ao areo da Cooceico, vende-se sope-
or farintia de mandioca ltimamente chegada,
em saecos de tres a'queires ou ctoco arrobas de
peso, pelo baratissimo preco de 6* o sacco.
VIERAM ORGANDYS BRA.VCOS
_ para o Villar eom loja a' ra do Crespo
- I auno de algodao da Baha, .prepno para jR u. 17, padrSes lindissimos e vende a 730
saceos de assncar e roupa de escravas : tem para ^ i-s. o covado oa 1*280 rs. a vara, a ellas
vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no | M Excellentissimas otes que se aeabem.
seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
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ras de -balanco americanas, ditas nara crianeas do
ultimo gosib.
Ittenco.
loja da Arara, o. 36.
Cassas francezas finas a 240 o covado.
Vende-se cassas francezas linas a 280 e 320
o covado. Corles de casssa a 2*'i00 e 3*. Ra da
Imperatriz loja do Arara n. 56.
Arara vende chitas franrezas a 240 rs. o
covado.
Vende-se chitas francezas escuras com pequeo
loque de mofo a 240 o covado, ditas fraocezas unas
largar a 280, 320 e 400 rs. o covado. Roa da Im-
peratriz n. 56.
Bretanha de rolo a 3)5600.
Vende-se pegas de bretanha de rolo a 3*000,
brim lizo para lences a 500, 560 e 640 o covado.
Ra da Imperatriz loja do Arara n.'56.
^ambraias lizas do Arara a 3)5(00 a pea.
Vende-se pecas de cambraia finas a 3*, 4*, e
' 5*. Roa da Imperatriz loja do Arara n. 56.
Arara vende cobertores a 1#500 e 1($000.
Vende-se cobertoresa 1*000, ditos Anos de pel-
; los a 1*500, cobertas de lista 2*000 e 2*'00,
cobertas de damasco 4*000, cobertas de fostao a
o'OOO. Ra da Imperatriz loja do Arara d. 56.
Madapolao francez do Arara a 3;>000.
Vende-se pecas de madapolao francez e 12 Jar-
das a 3*500 e 4JO0O. vende-se pecas de madapolao
ioglez de 24 jardas a 4*, 5*500, 6*, 7* e 85000.
Ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende pecas de algodaoznho a 3:5000
Vende-se pecas de algodaoznho encorpado a 3*,
4*, 5*, 65 e 7*. S Da loja oo Arara vende-se
azsim barato, ra da Imperatriz n. 56.
Laasinhas do Arara a 20O rs. o covado.
Vende-se laasinhas para vestidos de senhora pelo
barato prego de 200, 240,320 e 400 rs. o covado.
Roa da imperetriz o. 56.
Baloes do Arara a 2,5000.
Vende se bahloVs de arcos a 2*000, ditos Anos
de 20, 25 e 30 arcos a 3* 3*500 e 4*, ditos de
.roursulina para senhora a 5*, ditos para meninas
a 35 e 330O. Ra da Imperatriz loja da Arara
, n. 56. '
Lencos da Arara a 2i5C0O.
Vende-se a dozia de lencos brancos a 2*000,
i ditos com barras tambem de cores a 2*000, meias
cruas para bomens a 2*400, 3*500 e 4*500 a du-
I zia, aberturas para carnizas a 500. Ra da lmpe-
I ratriz n. 56.
Roupa feita por medida.
Vende-se paletots de panno e de casemira pretos
ede cores .a 4*. 6*, 8* e 10*, caigas de brim a
i, o*300, paletots de brim a 2* e 3*, caigas de
:asemira de cores a 3*, 5*, 6*, 8*, ditas pretas a
camisas francezas finas a 2* e 2*500,
ir buscar e levar ao ^TmAMSoT i3 ^4?Taffl i brioX
ATTENQAO.
Vende-se palba haroborgoeza reo minente che-
.gada, para empalhador, por prego mais commodo
Costa & |d9 tas n. 15.
SS* K.*ceiienusHmas ames, que se aeahpm. SB
Fo;os
Vapores.
Vende-se em casa de Saonders Brohers & C,
no largo do Corpo Santo n. 11, vapores patentes
Lcora todos os pertences pr-oprlos para faaer mover
.tres ou qnatro machioas para descarogar algodao. I
AzeUe de carrapato. | de artificio
Vende-se mais barato do qoe os matntos as Ha grande porfo de fogos de artificio na coohe-
cargas em grosso e a retalho; na fabrica da ira- cida 'abrica da viava Rutino, o qoal vendido por
vessa do Carioca o. 2, caes do Ramos. commodo prego, e como seja penoso ir i pela dis-
-' Na roa da Imperatriz n. ^vende-se por me- ?!?!!,"LWf 9e lniS*fm ater "M 9? casemira dec
nos de sen valor por querer o (tono acabar lo fffiJgfft T *l' Pe,?ro' as po-dem deixar *A e 8*.,
negocio urna mobilia propria para gabinete, cadeU !ffl"S5 da bo^ amarella.. no 0,iao d secre-' camisas ingle
.... j- i,.i__________K__!^ .fi e"'"o w lana da noticia, rinda haver*' nra nnrhrfn. n. -,.-,i ,Zr
(aria da polica, onde havera'
Aos agricultores
Saonders Brothers A G. acabam de receber de
Liverpool vapores de forga de 3 a 4 caaallos com
todo6 os pertences, e mu proprios para fazer mo-
I ver machinas de descarogar algodao, podendo cada
yende-se m sitio em Olinda, no logar denomi-1 vapor trabalbar ale com 140 Berras, tambem ser-
nado Jogo da Bola, com os commodos segointes : vem para enfardar algodao op para ontro quaiquer
ama boa casa com 2 salas, 6 quartoe, sala de jan- servlgo em que nsam trabalhar com animaes. Os "
tar, cozmha, oro grande soto, nma boa cacimba,:- mesmos tambem tem a venda machinas america-
tanqoes para bannoe, e muitos arvoredos fruetife- as de 35 a 10 serras: os pretendemos diriiam-
ros; a tratar as Cinco Pootas, no vaierite goer- j se ao largo do Corpo Santo o. ii.
reiro n. 91, ou no mesmo sitio.
t*600 e 2*, roupa feita para escravos propria para
servigo, caigas e camisas a i* e 1*120. S na
roa da Imperatriz loja da Arara n. 5.
Arara vende as sedas a 1,5500 o covado.
Vende-se sedas para vestidos a 1*300, oraandlos
finos para vestidos de seotjpra a 640 e 800 o co-
vado Ra da Imperatriz loja da Arara o. 56.
RIVAL SEM SEGUNDO
Rna do Queimado n. 40, loja de
iiiludezas
DE
Jos Bigodinho
Est queimando as miudetas abaixo declaaadas:
Frascos de oleo babosa fino 200 a 320 rs.
Ditos dito falco a 600 rs.
Ditos de macag perola a 200 rs.
Ditos r, m soptrior banha a 200 rs.
Canas com 8 fraseo dec heiro a 800 rs.
jabonetes finos a 60, 160, 200 e 320 rs.
pitos de bulla to crior a 240 e 320 rs.
I.ivros fiar.t ii!eur,os rom eiarr.ps : 320 rs.
Caixa* ilei iunos com chenu a t.
Frascas de oleo babosa milito fino a 400 rs.
o?ias dmelas sopprior i uali.iace para senhora a
4500.
Chegaram as agulhas balo (papel) a 60 rs.
Calzas com bonitos sedados de chumho a 100 rs.
Ditos de agua para liu...-.r denles a 500 rs.
Pedras de escrever (pequeas) a 160 e 200 rs.
Sapalos de (ranga para hor-ens e senhora a 1*500.
Pegas de fitas de la preta para vestidos a 600 r?.
Grozas de botoes oe madreperola finos a 480 e
640 rs.
Caixas de clcheles fraocezes a 20 rs.
Pegas de Iroco de todas as cores a 200 rs.
Caixas com superiores eovelope a 600 rs.
Pares de sapatinhes de 13a para enanca a 400 rs.
Ditos de meias pretas para seDhora. superiores a
360 rs.
Libras de pregos de todos os tamaitos a 240 rs.
Caivetes com duas folbas moito fios a 320 e
500 rs.
Sab'.neis de familia, superior a 100 e 120 rs.
Resma de papel de peso muito fino a 2*.
Pra;cos com (iota soperur a IW). 140 e 320.
Grosas de pbosphoros de gaz a 2*200
Pares de bolSes pan punho a,!20 e 240 rs.
Pegas de ntremelos moito finos a 500 rs.
Caixa de pos para limrar dentes a 100 rs.
Caixa de soperior liona do gaz com 50 novailos a
1*000 rs.
i'ui-rira de conta para meninas a 320 rs.
Talheres moito fiocs para mi iors a 320 rs.
Camilla da doutrioa corista* 320 rs.
Frasco n.uilo bonitos com cheiro a 240 e 500 *.
Caixa com soperiors seas para charutos a 20 rs.
Ifas^o com superiores grampos a 30 rs.
Aovo soi lmenlo de perfoiuaria
liuas.
Chegou para a amiga loja de miodezas a ra do
Queimado n. 16.
Bonitos vasos e porcelana dourada cem banha
moito lina.
Outros ditos de p de pedra com dita.
G?rrafas com soperior agua da Coleoia.
Frascos com agua balsmica para denles.
Dito de dita dentifrice.
Diio deexiracto de quinquina tambem para den
tes.
Dito com soperior agua flor de laranja.
Dito de dita flor de rosa.
Ditu de dito vinagre de Venus para refresesr :.
pelle.
Dito de diio agua ambriava para bachos do ros-
to, corpo etc.
Dito de superior agua de Colonia iog'eza, de Pi-
ver e Lnbin. .
Dito de excellente banha de Lubin.
Sabonetes de Lubin, e ootros de amendoa, trans-
parente, etc.
CosmHique (ou pomada) de superior qualidade.
Fios extractos, fraogipane, saodalo e ootros
tarr.bem de finos e agradaveis cheiros.
Opiata iogleza e fianceza para dentes.
Dinito? vasos com p de arroz e pincel.
CaixiLbas com romaro p de arroz.
Oleo inglez. dito philocome, babosa e oolras qoa-
idades para cabello.
.li ib maco me para tingir cabellos.
Essa apreciavel tintura cliegou para a loja de
miudezas a ra do Queimado n. 16, assim como o
satnete branco, para se lavar os cabelles antes de
se usar da preparago.
labazes de vidro com erfonariag.
Vende se esses bonitos, cabazes de vidro com per-
fumarias, proprios para presentes, etc.; na ra oo
Qaeimedo loja de miodezas n. 16.
Lilasecopos comht ia fin?,
A bem conhecida loja de miiiitozas a roa do
Queimado n. 16, acaba de receber as estiro,.i la-
tas com banha fina, assim eomo copos do vil:' ta
novo e bonito molde, com t.mpo do vidro e el
de excellente banha. Receteu igualmente a pro-
veiiose b2nha transparente que muito seive par:
acabar as caspas, e a aroroatic? e agradavel r.nha
japooeza p outras. Os prelem; dirij.! *
dita loi de miudezas a roa do (J imado l. it:;
que ser.o servido a contento.
fJoiLjuel los alpes
Esse fino e agradavel extracto, vem em um bo-
nito vaso de pode pedra e este dentro de uma elt-
ganie cantona de p?o.eio, e fwma que a perfei-
gao de uma coosa corresponde a superioridade de
outra. Ssse apreciavel exuacto acha-se a venda
na ra do Queimado loja de miudezas n. 16.
agua florida e Inico,
Vend m-te na loja de miudezas n. 16, ra do
Qoeimado.
Fiascos com gemina arbica dssolvida
e pincel.
Vende m-se na ra do Queimado loja de mioe
zas n. 16.
Tinta indcl-vel para marcar roupa.
Vende-se na roa do Queimado loja de minderas
n. 16.
Fila elstica para cs de balo, e aspas .Je
ago para os dilos.
Vendem-se na ra do Queimado oja de mud-
zas n..l6.
Bonitos ntremelos e babadinhos bor-
dados.
Vendem-se por barato prego na loja de miude-
zas n. 16 na rna do Queimado.
Tinta rxa e azul que ficam pretas.
Na loja de miodezas n. 16 a ra do Queimadc
vendem-se frascos grandes e menores com e<=sa
excellentes tintas, rxa e azul para icar preta o
prego dos frascos 1*000 e 500
Graxa econmica em latas e barrilsinho:..
Vendem-se oa loja de miudezas n. 16 a ra oc
Queimado.
INJECCAOe capsulas
CABRIOLET ______________________
Vende-se um cabriole!americano, coberto e com I ttTrV^ '^l^ J./IH
4 rodas, muito leve, e cora os competentes arreios: 11"VEGETAES AOMATIGO
na officina do Sr. Porrier defronte da S. Franctseo.
" Vioht verte ^ I
de soperior qoalldade, e ltimamente ebegado pela
barca C/arfiiw : vende-se em barrls e a prego
commodo, na roa da Madre de Dos o. 34, arma
zem de Caoba Irmos & C.
RIVAL SEM SEG,m
ivir
fina do Queimado o. 4
Est disposto a coolinuar a vende,
oe aludos admira queiram apreciar e
or prego
ir vdr (tara
Pechineha
Chitas de multo bom pann a 200 rs. o covado :
oa ra do Livramenlo n. 26.
Vendem-se na alfandega desta cidade mappas
do sol do imperio, e paizes limitropbes do tbeatro'
da guerra, a ljOOO cada om mappa.
Vende-se um carrinbo americano de 4 rodas
e 4 assentos,lpara om e doas cavallo, com arreios,
varal e langa, todo arraojado de novo : a tratar
na ruando Amorim n. 84.
3l-KuaDireita-31 I
GRMAULTaC^harmaceuticoseu-PAIIIS
Novo tnitamento preparado com as fouu de
Matico, arvore do Per, para a cura rpida e in-
fallivel da Gonorrljea sem reccio algum da con-
traccio do canal ou da inilammacSo dos intestinos.
0 clebre doutor Ricord, de Paris, icr renonciado,
desde sua apparicio, ao emprgo de quaiquer
outro tratamento. Emprega-se a Injecco no
comco de fluxo; as copsuttu em todos os casos
chronicos c inveterados, quo resi&lirao s prepa-
rares do copahu, cubeba e s injecedes com base
metallica.
A venda as pharmacias de P. Maurer &
G. e A. Caors, em Pemambuco.
lA^AUm
l Grozas de peonss de ago muito boas a 320 rs.
I Iionets moito finos para meninos a 1*.
j Pentes de alisar com costas de metal a 500 rs.
| Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Polceiras de contas para seoboras a 500 r*
Caixas de papel amizade a 600 rs.
Qaadernos de papel multo bom a 20 rs.
Penles de tartaruga a 2*500 rs.
Realejo* para meninos a 100 rs.
Escovas para limpar denles a 200 rs.
Baralh s muito finos a iOO rs.
Caixas de p de arroz moito soperior a 800 rs.
Caixas de lamparinas para tres mezes a 40 rs.
Caixas de obreias de massa a 40 rs.
Grozas de hoioes de looca a 160 rs.
Bufiadores de cordao e na a 60 rs.
Pegas de Ota de eos com 10 varas a 320 rs.
Cartas de allinetes francezes a 100 rs.
Libras de allinetes francezes l" qualidade a 2*.
Novellos de liaba com 400 jardas a 60 rs.
Ditos ditos com 200 jardas a 30 rs.
Caixas com allinetes t 20 rs.
Pares de lavas brancas e de cores a 400 rs.
Grande armazem de tiu-
tas medie^mets etc. B
m
Sre (*se-i
o I
I Cbegoa para a loja de miudezas da roa do
i Qoeimado n. 69, om grande sortlmento di lindos. Grvalas de todas as qualidades a 500 rs
Vendem-se charatos de Havana a 4* cada caixa | balaios proprios para meninas trazerem no braco "
oo. ta ] se vende a retalho, assim como l e ontros monos para costuras e para botar mimos
fumo de Havana em olha.
I e se venden por pregos muito-baralos.
Vende-se em casa de M. I. de Ullveirn
Iho, largo do Corpo Santo n. 19 :
. Vinho verde superior em barrls de 5o
Dito do Perto de 8o e 10
Dito de dilo engarrafado.
Dito de Lisboa Palraella tinto.
Farello idem engarrafado, superior.
&F-
Casos reservados.
Esta' a venda na cfflclna de encadernacio da
ra do Imperador n. 1$, defronte do convento de
: S. Antonio, o importante oposeuto sobre es casos
reservados, obra redigida polo Rvd. padre mostr
___ ) Leonardo Joo Grego, obra absolutamente Indis-
Veode-se orna escrava com 19 annos de ida-1 Ptosavel aos Rvds. paracbos e coofessore.
t'S^Tr^J}"*' e estft haW,il>da- P?r.a T Vendo-se orna tabern eom poneos fondos,
?. ?Iq. r I T de ,c,sao, iaem, Pr5leDder dir|- fregoezia da Boa-vista, com bastante fregaezia
ja-se a raa do Rangel n. 60, andar. qaem qalzer annuncie para ser procarado
Resmas de papel alraaco superior a 2*400.
Caixas redondas com estampas a 100 rs.
Livros para asseoto de roopa lavada a 100 rs.
Bunecos do choro moito bonitos a 160 rs.
Frascos de soperior agoa de colonia a 400 rs.
Sortes para Santo Antonio,
S. Jo&o e S. Pedro.
.Vendem-se na officina de encadernagao n. 15
da raa do Imperador, tanto em folhetos como em
avolso.____________________________
Na roa larga do Rosario n. 32, vendem-se
doas rolos de famo por prego commodo.
Ra uo inipenidor n, 22.
Foo Pefr as
renc) tem a venda
seguate:
Productos chimicos e pharma- ^
ceuticos os mais empregados em !gc
medicina. K
Tiolas para todo o genero de pin- !
tura e para tinturara.
Productos indostriaes e tintas
para flores, como botoes de flores
e modelos era gesso para imitar
fructas e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos cbimicos e industriaes *!>
para photographia, tinluraria, pin- W>
tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
prido direclamen te de Paris, Lon-
Sdres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pode offerecer productos de plena Wt
\ confianga e satisfazer quaiquer en- fl||
IP commenda a grosso trato e a reta- gj
W lbo e por preco commodo. *m
wmmm miuii
Cassas de cores
peenineni, porque sao finas e bons padres, e
melhor anda o diminuto preco de 280 rs. o cova-
do : oa Boa-vlsla, rna da Imperatriz n. 20.
Chapees do Cfclli Auos a 1^300,
U, W00, U, 4,5 e M.
S ha na loja da praga da Independencia ns. 23
e 25, jauto da loja .de fuuiletro, a elles que se eo-
lito acabando.
H
m
m
1
i
i
IIEGVEL 1
I


_
Ufarlo de Pernaaafeaeo Segauda lelra 15 de Jambo de 1866.
0 que occupa lioje mais a attencfto do muado
econmico? o novo systhema do propietario do ar-
mazem de molhados
NIAO MERCANTIL
53 RA DA CADEIA 53 '
1 \SS \ MI Q ARCO DA CONCElClO.
Que surge de novo hastehdo a bandeira da modicidade de prefos en todos os
seas superiores gneros.
Que o publico recooheca as vantagens que de tal systhema lhe resulta, o que o
propietario do sitado armazem deseja, e a que desde j o convida : passando tambem a
notar-lhe os precos de alguns dos gneros do seu expleadido soriiment), e para os quaes
** ATTEMfliO
oam de mllho braaco americana.
Esta expeliente gomma, multo se recomcommenda como o alimento mais subs
tancial e saudavel; servindo nao s para papa (no que superior de toda as outras
gammas e farinhas) mis tambem delta se pode fazer pao-de-l, cangica, crerae, ooio
francez, podim, etc.: o preco de cada pacote de urna libra 800 rs., em caixa lem aba-
timento.
MANTfilGA INGLEZA de superior quahda-
de a l,28o e Moo rs. a libra, em barril
se faz abatimento.
DEM FR.VNCEZA a mais nova qne ha no
mercado a 6io rs. a libra, em barris ou
meios a 60o rs.
CHA HISSON de primeira qualidade a
2,8oo rs. a libra, alm desta ha mnitas oa ARENQUES cm latas a 6io rs. cada urna.
*' ,_____.i.iL.___ n n r\i v 11 i .' m: .v \ VTl'i am alas P. mftlSS
vado.
Gros de aples preto a 500,11600, U, 30,3*100 e 4 o corado.
Gorgueo preto de superior qualidade a 2#500, 20800, 3* e Id o co-
MOLHO INGLEZ de diversas qualidades, a
72o rs. o frasco.
MOSTARDA 1NGLEZA muito nova, a 800,
rs. o frasco
DEM PRANCEZA a 6io rs. o fraseo.
SALMO E LAGOSTIN chegado ltima-
mente, em latas de 2 libras, a l,6oo. rs.
tras proprias para vender a retamo, que
se vendem de i ,60o a 1,80o rs. a libra.
DEM PRETO o mais esp cial que tem vin-
do a este mercado a 2,2oo rs a libra.
IDSM regular de 1.600 a 4,8oo rs. a libra.
QTJEUOS DO REINO ltimamente chegados
pelo vapor 2,4oo: ditos do vapor passado
a 2,000 rs.
LATAS DE CHOURICAS com 6 libras er-
meticameate fechadas, a 4,5oo, de barril
a 6io, a libra
ESTREUNHA para sepa em caixas sortidas
de 8 libras, por 4,000 rs.
VINHO VERDE do verdadeiro sumo da uva,
e o mais proprio para se beber n'este
imperio, pela sua extraordinaria fresqui-
dao e agraiavel gosto a 64o rs. a gar-
tafa.
AME 2 libras, a 2,8oo, e l,4oo rs. em cali-
nitas muito enfeitadas com diversas estam
pasa 2,900, l,8oo, l,5oo el,3oo, reis.
BISCOITOS INGLEZES em lats contendo
diversas qualidades a i,000 e i,2oo rs. a
lata.
PRINC PE ALBERTO bolachinhas as melho-
res presentemente conhecidas a i,600
rs. a lata.
SALAME HAMBRGUEZ chegados no ulti-
mo navio a 4,60o a libra.
PREZU.N rOS verdadeiro de Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e 56o inteiro.
TRAQUESn. 4. em caixas de 4o cartas, por
8,5oo, e 24o rs. cada urna.
MARMELADA em.latas de 4, 4 /se 2 li-
bras a fioo reis a libra.
JALEA DE MAR MELLO em latas, a 800 rs.
FRCTAS EM CALDA pera, pecego, alper-
Siiperiores moreaotiques a 20500, 20600, U> 30500, 40 e 50000 o
covado.
Bons cortes de moreantique.
dem de gorgurlo adamascados.
Bons pannos e casemiras.
Sup riores alpacas, princetas, merinos e borabazinas.
Bons villudos pretos.
Grande varieiade de chales de flt preto e de guipure a 50, 60, 80v
100, 420, de 460 a 200, e de 250 a 800 cada urn. J^
Superiores retondas de fil preto e de guipure a U, 400, 420 e 250, J>
e de SO0 a 600 cada urna.
Superiores algerieoes de fil preto e de guipure de 120 a 250, e de
300 a 600 cada urna.
Boas chailes de seda preta.
Ditos de Merm preto bordados e oatras omitas fazendas pretas que
seria enfadouhe enumerar, na
IiOJA DAS COMAJMXMM
DE AKTOiriO CORREU j6E VASCQKCETLLOS & C
Bli l)() f BWFO K. 13
CONSULTOBIO MEDICO-CIRURGICO
D. PEDRO DE ATTAHYDE LOBfl HOSCOSO,
MEDICO, PAIflDM E OPERAlH>R.
3Ra da (arfa, casa do Fundog
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos osdias das 7 as 44
Horas da manlo, e das 6 e pe s horas 4a aoite, excepcao dos das santificados.
Pharmacia especial homeopmthiaa
No mesmo consultorio ha seora o mais,appriao aertimetto de carteirai
tabos avulsos, assim como tioturas de ?at ias dymnamisQcef! e pelos
Cirteirase 12 tabee graaes. MfOO '
> de 24 tubos grandes. 480000
de 36 tabee grandes. 240000
de 4t tafee grandes. 300000,
t, defOtahosgraad.
3B#0QO
ce, rainha Claudia,
a lata.
e gioja a 64o reis
SARDINHAS DE MANTS em latas o meias
a 600 e 36o reis. .
VINHO DE COLLARES o legitimo vmho
desta localidade, muito superior eeem>
confilo alguma, a 800 rs. a garrafa.
IDFM MADURO o ver Jadeiro do alto uou-
roem barris de 4o em pipa por35,o,oe"
cada um. ....
VINHO DO-PORTO de diversas qualidades
engarrafado, inclusive o maisfino que ha
n'este genero, por 800, 1,000, 1,2oo,
4,4oo e 4,5oo rs. a garrafa.
FEIJO jerde e carrapato em latas ermeu-
camenie fechadas a 600 rs.
CHOCOLATE franeez.em paeotes de 4 Ubi
por 5ooreis.
AZE1T0NAS dasctaegadas ukimamente e-
Lisboa a i,2oo rs. aoncoreta, eaoo, a
guarrafa.
CAF avado a 24o rs a Ifcfa, e.7,poo rs.
a arroba, e regular &Ee a libra^ e 6 Soo,
a arroba.
VINHO CRERRY domis superior do***
cado a 4,500 rs. a garafa, e 45,ooe a dozta.
MUSCATEL o verdadeiro de Setubal, a
4,8oo rs. a g'rrafa.e 2o,ooo a duzia.
VINHO BOREAUX das mais acreditadas
marcas, S. Emilion. Sant Julien Haut
Brion a 7oo e 800 rs. a garrafa, e em
caixa ded zia, a 7,5oo e 8,000 rs.
VINHO BRANC I de Lisboa de excelente
qualidade, e proprio para missa, a .800*
rs. a garrafa, ou 8,000 rs. a caixa de duzia.
MADEIRA SECO a 1,2oo a garrafa, e 42;ooo
rs. adazia.
VLNHO DO RHENO superior, a 2.000 a
garrafa, e 22,ooo rs. a duzia.
VERMOTH de superior qualidade em cai-
xas de 12 meias garrafas por 42,ooo,e
garrafas por i ,2oo rs.
phosphato-.de ferro deleras
]>r. em scie1cias
INSnOTOR DA ACADEMIA DE PABIS.
N5o. existe -nwdtcamento ferruginoso to notjwel como e phespbato de ferro de
Leras assummidade? medicas do mundo inteiro adotaram-no com solicitude sem igual
dos annaes da soienjia. As cores paludas, dores de estomago, digestes penosas, _ane-
mia,convaleueaca di fficeis,. idade critica das senhoras, irr.egularidade na menstrua cao,
pobres do saegae, tyiowt;soie so curados rpidamente ou madificados por este ex-
cellente composto. o corsarrjlrjr por excelencia dasaude edwjlarado superior nos
hospitaes e pelas^ademias a todos os ferruginosos conhecidps, ao idoreto e aocitrato
de ferro, porque e o nico que convem aos estmagos delicados, que nao provoca coos'.i-
pacao nnico tambem que nao enegrece a bocea e os denles.
Em Par aa-rua da Feuiade- n. 7.
A venda em casa de Maurer, e A, Caors.
PECHI\CH\ SEN IG14L
Ricos cores de (foror3n de seda pretos adamascados para vestido com 13 metros
efl 48*40 eowos *da*ortei lawora de chH francea, polo baratissimo pre) de 0i
ca4* orle : na loja da9colufBnsdcua do Crespn. 13 du Antonio t;orreia do Vasccm-
I eolio & .
Prepara-se quakjoer carteira conforme o pedido qw se ftser, e eom os remediof
que se pedir.
Um tobo avulso ou frasco de tintura de mrh onca l1000.
Sendo para cima de 42 custaro os precos estabelecidos para ae earteiras.
Ha tabee mais pequeos cada um a 500 ria.
IIVROS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. JarS
dons grandes votumes com diccionario............ SOOOl
Medicina domestica do Dr. Hering......... % lOOOO
Repertorio do Dr. MeHe Moraes...........* 65000
Diccionario de termo aemedlcina.......... oj^q
Os remedios deste eaUbelecimente 5o por demais conhecides e dispensam vor
unto de serem Bovamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios
werdadeiro, enrgicos e doradores: ha todo do melhor que se pode desojar, lobos de
rerdadeir assucar de leite, notaveis pela sua boa conservado, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacao, e portanto a maior
energa e certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de rrr**Tr imfarmitlifln ou fazer-se-lhe qualquer
operacSo, para o que o nnunciante jolpa-se SBfficimViMeQa habilitado.
O iratamento k o me*or possirel, tanto na-parto. ateu|ar, come na medica
funecionando a casa ha mais de quatro annos, ha mtma& pessoas de cajo eonceito se nio
pode duvidar, qae podem ser consultados por aquellos que deaeiarem mandar seus
doentes. *
Paga-se 25 por dia duraste 60 dias e d'ahi asa diante 4^500.
As operacoes ser3o previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annoaeiante.
ltWAZKH ME FI/,IVIV\S
K
c.
Novo estabeleciiiiento
Roupa feita de todas as qualidades
Faieudas por baraio preco
superiores baldes de musselena com cauda
Chanus de sol balo que val 424, e o Ba ao vende a 400.
O Balo vende paletots de panno preto fino a8|, por tor grande poreje>, caigas
i d f as pTm pan dar a a 390. r,; WtM SfB
i.pai3 firl3 sJSaneca- eroula de bramante mui'o s iperlor; chales de merino aw,
tSSiSm fSdas qaetodas se veodem por pref s WpMMl O
dar venta ver.
A barateza do Balao
1RDADEIH. AGUA IHIWFRAli
PASTJLHS DOS SAES NATUBAES DE VICHY.
VENDE-SE
Na ftica e>drogara de *artholomeu & G. Ra larga do Rosario n. 34.
CUSTODIO CARTALHO
27 RA DO SUEIMADO NI 27
MadapolSo francez muito fino, tendo pouco mofo, cada peca com 27 varaa por
400000.
La de cores a 300 rs. o conde.
Cambraia fraeceza a 260 rs. o covado. a
Finos organdis a preco de 800 rs. a vara.
Lencos brtneos para tlgibeira a 2,5000 a dusi*.
Finas perclaras a preco de 400, 440 a S60 rs. o covado.
Ricos cortes de la de barra de 400 a 305000.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.

Ricos brincos de crystal lapMados de differentes formas ecftres o qae ba de nis ^rno em
tns tambem crines e bolees paa coleles; flvellas modernas de madreperola para cinto, : estes arti-
' gos se vendem por menos de seu valor no armazem da roa da Cadea do Recite o. 60.
Novo e grande deposito de superior carvfio de Cardiffna
Bahia,
Antonio Gomes dos Santos & d, raa de Sania Barbara n. i, eslo habilitados a sopprir de
otrvio emco^iQsfma.s avoraveirqae'emootroqnalq^r depilo, a todos os navtos vapor qne
' ccarem naqaelle port. A contratar nesta com Dom.ngos AUes MaUjeas.,
JARABE DO FORGET.
Este xarope ati approvado pelos mate eminentes medfcoi d Paris,
i-------jcomo sendo o melhor para curar comtipacoes, lossa conmla wBs,
,n.rc<\.s dos bronchios, aUqnes de peito, hriUcAes nervosas e insomnolendas: orna eornerada
1 oefa mfnb e outra aceite ao sufflcient. 0 effeilo deste excelente wope saWu o mono
lenPoodoente^medleoAn^v^5w|V||g ^Stn^sg VmHmi *
Sirop du
mam
Deposito na roa larga do Rosario, botica de Bartholomeo C. n. $4.
Colare Royer ou colare* ano-
dinos
para fac:!.ur i denticSo das crlancas e presem-
las das convolsSes.
O feliz resaltado obtido immeBsas veies pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer, nos
caijb de convulsSes, e denticao das crian$as, tem
a'a:nente elevado o sea bem merecido prestigio,
e hoje j se pode direr que esto geralmeate con-
ceiruadq?, e estimados de innnmeraVeis pais de
lamias : de uds porque do Uto desses salutares
colares viram salvos do perigo seos charos filhi-
nho-, e da ontros porque colheram daqaelles tao
proficuo exemplo para lgualmenie preservar os
eu^. As>im, pols, a agaia branca, tendo em vis-
tas a utiiidada eproveilo desses prodigiosos cola-
res auodinos ou Royer, maDdou vir o aovo sorti-
me&to qae agora receben, e continuar a retbe-
los para qae emtempoalgum a falta delles possa
er fiinesta aos pais de familia, os qoaes Bflarao
cirios de os acbar constantemente na roa do Quei
mado, loja d'agaia branca n. 8.
mm
\
A loji E*peranca na rat 4o OtMiflMdo n. 33 A,
recebes estas einus, que hii consa tadiapeasa-
vel a f',nlquer senhora ; consiste sm olilidade em
sasppriier a vontade a aaia por meto de cordCes,
em enfas extrenridades estao presos odMtetes qtM
se pr.'odem a goardapisa do vestido : vndese por
. 2o00cada cinta ;amosoom raorpenh da-se.t
Francisco Jos erntttin
RA NOVA N. 24,
acaba de receber nm lindp e magnifico sor-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurad gosto da Europa e ocu-
los de alcance paira bsoffacees epara o
martimos. *_____
Vendem-se
machinas amoricanas de jewote-par dasoiroca
algodn : ba ra da Sentala Wova t. 41
' Vendem-se enlfip? p^r'a coques de senhora
os mais moderaos qos se [Ole encontrar : na laja
d beija flor. __________^.
Peifa-o # 40|,
Veinfr-m-?e rtcos rom ?i cwias'3* feijSo branc,
pelo da rato proco scima; b roa da Madrede Dos
DS. 5 e 9.
toja do Vigilante
RIJA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento acaba de rceber pe-
lo vapor Extremanire, e de sua prapria en-
eommenda. um completo sorimento de ob-
jectos de apralo gostoe alguns de comple-
KlA DO BROI \. M
O proprieterio 4e*te estabelecimento deseja chamar a attenco dos sniores pro-
prietarios pw o*^reditadoo aldeanismos cjuo continua a firneoer, os quaes garante
ser como sempre, da molhor qaalWadc possivol:
Machinas de vapor
forca de um cavallo para cima. As menores s5o-mui proprias para motores de des-
carocamentos de algodo; ellas viajim armadas e podem trabalhar den ro de 24 horas..
depois de chegarem no lugar. Ellas levam tudo quanto preciso para o trabalho, e
discrepe cobrccallj>r^"q' A# imjIs3maior3 sao proprias para a moagem de canna,
e ha dellasque podem junta e separadamente moer canna e descarocar. Ellas podem-
se applicar.a qualquer m-jenda j ex;5tente sem outra mndanca do que a substiluico das
rodas da alraanjarra, ha tambera com moenda junt. Ellas tem depsitos d'agm e boei-
ros de ferro, e nao precisam para seu assentameoto de obra alguma, qur de carapina, ta n0vidade, como seja :
qur de acenaria. O tempo para assenta-las na) excede de doze dias ao mais, e em RiqUjSSMnos necessaaios para costnras,
casos de morto.de animaes^ou arrombamenios de acudes, etc.. garanle-se o assentamen- ten(Jo de madrepola, marfim, chrtstal, e on-
to em oito dias. Todos estes vapores s5o simpssimos na construeco, e se regara por, tras mDit,iS qualidades.
qualquer pessoa intilligente, a facilidade da conducc5o sendo especialmente considerada, Ricas caxn|,a8 de madeira machetadas
tanto que n3o ha lugar em que nao se possam conduzir, q^r por trra, qur embarcado.
Lembra se aos senhores de engenho que a venda dos aninaaes e o servido da
genle oceupada no seu tratamento os hao de recuperar da maior parte da despeza do
vapor, deixando-lhes a vantagom de urna moag ;m certa e accelerada; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaos, e com os desgostos do trabalho que se
tem com ellas.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vanlagem que
Ihes resulta de comprarem suas machinas garantidas era urna fabrica, tendo artistas com-
petentes para assentar as mesmas c ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j pre-
paradas para arremedi ir qualquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem en-
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimenlo na ma-
teria nem se quer podem garanti-los de que as machinas que vendem sejam proprias ou
suficientes para o trabalho em que se queira emprega-las, e no caso de desastre n5o
podem prestar-hes soccorro algum.
Igualmente n5o se esquecerao osmesmos compradores de quanto podem perder
em ter suas machina? paradas por desarnnjos no tempo das safras sendo que ainda
quando venhams fabricas para concertar as machinas alheis torna-se ha preciso fazer
repentinamente moldes novos, etc. para as pecas estragad s.
Tambem ha sempre prompto Rodas d'agua de ferro Sarilhos com cruzelas para as
mesmas [Moendas de canna de todo e tamanho, Rodas de espora e angulares, Paroes ou
coches para receber o caldo, Crivos e portas de fornalha, Taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, Formas de ferro galvanisadis para purgar assucar, Bombaisimples e de repu-
dio. Alambiques de ferro. Eixos e rodas da carro, Arados, radas, enehadas a cavallo
e outros instrumentos de agricultura, M.inho; eforns para fazer farinha e finalmente
todo o objecto de mechrosme de qae se costuma preeisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenia e concertos, com a maior p este-
za e solidez. O grande deposito de pecas e objectos nabilitam-na muito para este fim.
O propetH"io ser sempre mui feliz de poir dar ioformaces oa esclarecimento
aos senhores qae se servirem de eerj presumo. '
D. W. Bowxan, engenheiro.

ft
mm -bstioos mim
M loja de Meadas de Augusto Porto & C.
' 11 Rua do QueimadoV
A' loja de fazendas de Aaftftto Porto 4 C, ehefearam os mais bellos e modernos
vestidos brancos e bordados agaln.
Superiores vestid* de btott* ora mana e capella para nolva.
Cortinados bordados pafa Mrts e janelHts de 1*0 a 80#.
Caltas de sida e de II, seda de eOres para camas.
Baldes, espartllhos, luas ie pellica e salas bordadas.
BoMrflds, afrtMnel e Chales de renda jareta.
Sobretodos de panno de doas vistas e capas de borracha.
Grsdenapoles de coret e^preio, e aboiv preto de diversas qoalidades.
Enehovae para bajrtls* com vestidos bordados que ba de mais gosto oeste genero.,
Filos bordados, de slpfcos" e lisos, ca**rlasVietcrta-e transparentes.
Chapeo?, bonets e gorros tfe ptlba d Italia para senhoras.
Cupos pretos de eda pata hoaseo?, e chapeos de sol seda ingleies.
Camisas francesas e ingieras para hornero, meSinas e senbbras.
Tapetes para sal, piano ca, e dtte superior em pe?.
AlcMifas de listas, barata pols se vende a 480 rs. o covado.
Bretanba de liuho superior em peciabas de 6 Jardaeempegas grandes de30.dita.
i Km neta tasase vendem sempre as melhores mais baratas
Esteiras a ludia para for ar salas
il Rna 4o Quelmado-11
t)das de midrepda, com msica, e o neces-
sario para costara.
Cixinhas de mnsica, tanto de veio como
de corda.
Riqusimas malasinhas de madeira, for-
radas'de marroquim, contendo o necessario
para costura, propria para meninas.
Lindos vasos para ps-de arroz.
Lindos livrinhos com capa de tartaruga
para missa*.
Riqoissimo sortimento de enfeites para
senhoras e meninas.
Cintos inteiramente novos.
F vellas, de tartaruga, christal, e metal,
para cintos de senhora.
Leques de sndalo e de madeira.
Kiquissimos porta booquets.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Lindos boloesde christal, tanto para pu-
nhos, como para colletes e abertura de ca-
misas, estes bolOes tornam-se recommenda-
reis, por ser inteiramente .novidades
Ditos de cornalina, brancos e encarnados,
para colletes.
Finas tbesouras para unbas e costura.
Lindos ^orta joias-.
Ricos port reigios de porcellana.
Modernos feotes ie tartaruga e a imita-
sao. *
Albuus.para retratos.
Agfbas e ftws paia crochetes.
Liados adataleoa.alo4hrffital.
Rosetas tjnilllfi debito.
Aderecosoai)le*>. para luto, assim co-
mo brincos e rosetas.
Meias de-aa para senhoras.
Ditas para enfrias.
Sapatinhofi ^aai de mfrto, para
baptisatos. .
Touqelnbas o dfcpeosfckos para dito
Las de todaata flfWI pm bordar.
Capailas para tifas.
Gravatea e mamas para borneta.
Alfinetes k* gravatas.
notas, sondo
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
Diademas do ultimo gosto.
Ligas de seda.
Ditas de seda e de algodao para mangui-
tos de senhora.
Contas e tubos de ac.
Suspensorios de seda e de algodo.
* Grande e complete sorlimento de perfu-
maras finas dos fabricantes mais afamados,
assim como muitos otitros objectos qae se-
ria enfadonho mencionar.
S no Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7.
Ycnladeirus
Ciliares Royer
Electro. Magntico
Ou Collares Anod.nos, para facilitar a den-
ticao das criancas e contra as convulsbes
das mesmas, a estes collares nos escuzado
fazer qualquer recommendaclo, visto a
grande aceitacSo que tem tido, o que pode-
mos provar assim como, afiancar a effeito
qne elles produzem, porque ha muito qcs
os recebemos e continuamos a receber por
todos os paquetes da Europa; e encontra-
rlo sempre na loja do Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7. ____________
Tasso Irmos
Vendem no sen armazem roa Amo rima.35,
Licor fino Coraco em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas com rolbas di
ndro e em lindos frascos.
VnoosCheres.
Santeroes.
Chana bertin.
Hermitage.
Borgonbe.
Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Ola Ton.
PAezei lagniol.
o armazem de tazeds
baratas de Santos Coelho
19.
RiquiSiBflt
com capa deuMUjplJi, arflm acbi*
Penas deaao de toftis as ifialHiO, do
afamad -lAricante Perris
FrOe e fti'from W bot(iaf
Bengalas eeHWrtes de todas t-flatnat^
des.
Dedaesdeftariieaaaal.
Esp0i* tteaaos ffaoJes, e peqaaios
ditos de cfltWn.
Dlo JlJillWl p as sevhfrn
os
Ruanda Oaclmado n.
Vente-se o segointe :
Leacoe&4e brasinta de um s panno pelo ba-
rato preco de 3J200.
Ditos de panno de Itabo a 2*200 e 2*600.
ebertas de chita da India-* 1*400 e 2*800.
Lencos de cambraia brancas proprlos paraalgi-
berra a 29000 e 2*200 a duda.
Ditos de cambraia de llnho fino a 4*500 e S* a
doile.
Aloalbado de algodao branco a 2* a vara.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largu-
a 1*300 a vara.
Panno de iiafac fino com 9 f|2 palmes de largo
ra pelo baratofreco de 2*400 a vara.
Bramante d#-linho fio de ama largara, pelo ba-
raiiasimo precede 800 a van.
Tolbas de fibo acolehoadas para m3os, a 13*
i dona.
Ditas felpud a 13* e 15* adezia.
Goardanap de linho a 3*600 a duzia.
Flanela de loaas as core pan eoeinn, a 880 rs.
o covado. ^|
Tarlatana de ores a 800 n. a vara.
BalSes de 3a arcos 3*000, de 40 4f.
Cambraia de lint fin a-43500, 6*500 e 9* a
vara.
Cambraia par forro de vestida 3*700 e 3*
Mea.
Ps
a*5eo.
Peca de ttadafolo fino largo a 7*.
UMUnba lisa de edres a 800 rs o covado.
Pecas de caflrtraie branca de salplcss com 8
ffleia Tajas a 4#500.
Coeiros de ciemira bordados pe aantissimo
#rego ffe 9*. *
EsWIra da India pTopri pa forro de sala dt
4,5 e 6 palmos Je largara,
fembreias Onaade cores rntedas a 590 rs. a Tan
Nesfc armaxIH tmbeos e eaeonlra Mm grand
ertiannio de rWlp? flai por aedida.
m3T>k
lauto
de breunba de rolo cea tO Taras, a
-
0 castalio de Gra&riile.
Traaixid d fraacei|af 1.4. C. ta Cm:
Vade-se este bello romanee em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 3|00C
a -praca da Indepen4encia. caria na.
te 8.

'


5


i
UEGiVEL


1

4gr.
..... .
-P-
B larras de pcMifetet : Seguatda fclra. de JHho de 1866.
JIGLOPEDIOA
*Ruad laaperatrfz aratazea
da porta larga ftt.
jnuo a padarla fradceza de
Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar o respeilavel
publico um variado sertimento de fazendas france-
tas, nglesas, salseas e allemes, que se venderlo
por preso commodo.
Paredea Perte
Vende chales de renda de core* que se vende-
rn! a i8| est vendendo por 6*, ditos pretos, fa-
tenda nova, *, 6*> 8* a 20*. um sortimento com-
pleto de manteletes, capas e sontambarques 14* a
2*. Rua da Imperatra n. M, jonto a nadarla frao-
ceza, armazem da porta larga.
Paredes Parte
..eceS? nm npleto sortimento de lasintaas a
m, b 180 rs. ce-vados, para atabar, cambrafas da
cor a 240 re. o covado, riscado eseossez para rou-
pa de menino, fustio de linbo a 420, 400 e 890 rs.
naa da Imperatriz n. 52 jonto a padn a francesa,
armaiem da porta larga.
Paredes Porto
Receben para cortinados para cama francesa a
* a pega cambraia lisa Ana a 3* 4* at 10* a
peca, cortes de urlatana.de bonitos gostos a 3*500
*, cambraia com flor de seda, gostos intifa-
mente novos a 400 e 500 re. o covado, no armarem
ia porta larga n. 52, roa da Iroperatrii innto a pe-
lara francea.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete nm sortimento de
eruzes com pedras para o pesclo, bonitos caxinels
* para pescoco de senbora. Roa da Imperatriz
n. 52, armaxeia da porta larga.
Paredes Porto
Vende cortes degorgnro preto para vesMdocom
ti covados cada nm 35*000, grsdenaple preto a
1*600,1*800 e 2* o covado, lias lizas finas a 400
rs. o covado, lias de qnadrlnno pera vestido, enfes-
tada, a 320 rs. o covado. Roa da Imperatriz n. 5%
armazem da porta larga.
Ronpa feita
Rna da Imperatriz n. 52 armazem da porto lar-
ga junto a padarla francesa, encontra-se neste es-
abeieeimento nm completo sortimento de paletos-
saceos e sobrecasacos, de todas as qnalidades, cal-
as, colletes, ceronlas, camisas, grvalas, meias,
chapeos de sol, ditos franceses para cabega, por
precos commodos, ronpa para menino e ontras
mnitas fazendas por precos commodos, armazem
la porta larga.
No mesmo estabelecimento encontrara o respei-
lavel publico, sempre nm completo sortimento de
ronpas fetas de todas as qnalidades, como sejam
paletos de alpaca preta e de cor, ditos sobrecasa-
St^.6 *% dlto8 br,n} P*5 S*80. 3#
J*o00, ditos tinos a 4*, ditos meias raremira a
3*500, 4* e 5*. ditos cazemira saceos a 6*, 7*. 8*
e 10*, ditos sobrecasacos a W e 12*, ditos de pan-
no saceos a 6*, 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 12*
e 25*, ditos de merino preto a 6*. 7* e 10*, cal-
cas de brim de diversas qnalidades a 1*800 a 4*
iitos brancos a 2*500 e 6*00, ditos cazemira 5*,
j* e 7*, ditos pretos a S*. 6*. 8* e 10*, ditos
meias cazemiras a 3* e 4*, coletes de diversas
lualidades, seronlas francezas de algodo, ditas de
,abo, ditas de bramante a 2* e 2*500, carnizas de
algodao de linbo franceses de 2*500 e 3*. Gran-
de pecincba neste genero, grvalas de todas as
iualidades e brancas para casamento, grande sor-
timento de metas para senhoras, ditas para bomens
s 3*, superiores a 3*500 e 4*.
Una completo sortimento de chapeos de sol de
ilpaca a 3*, ditos de seda a 5*, 7*, 10* e 14*,
ditos francezes para cabeca, grande sortimento
a 6*.
Vestidos
Pccklacha sem Igual.
, Chegon a loja de Paredes Porto nm bonito sor-
timento de vestidos de tartalata de cores e brancas
que serve para partidas por ser orna pbantasia lo-
teiramente de gosto pelo barato prego de 4* *
crneos a 4*500, estao aca*ando-se : no armazetx
da porta larga raa da Imperatriz n. 52, junto a na-
dara franceza.
Cortinados.
VENM.-SE r ,
Xa armazem de M. j. Ramos e Silva .enro. rna de Vlgario
n. 11, constantemente, ossegnlntc artigos, He
receben per eneonimenda proprla de
MBW-YORfi;
i i -i- i
Legitima salsa parrilha de Bristol, preparada por Lanman & Kemp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesmos.
G*z em latas de cinco galOee, o rna purificado que se tada Burea F. W. D. & C.
Retogios pereitoe regaladores, com corda de quatro a oito diaa, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch.
Graka em lates graneles da bem conhecida marca las. S. Masn (de Philadel-
pbia).
Superior oleo para machinas de costura.
A guias 'para as mesmas.
Brea em bar icas grandes e pequeas.
Venderse tambem:
GRATO ESTABiLICIMESTO
M. 60
RORI)i:il\
1.* avalidade.
St. Estepb.e.
St. Jullen.
C. Margaux.
C. Lafltte.
Medoc.
PORTO
l1 analidade,
Viaho fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinbo doRheno.
Cera de Lisboa em velas e em grame.
Principe Real.
Pedro V.
Mara Pa.
Pr'mceza D. Isabel.
Vctor Emrnanuel.
Duque.
Malvazia.
tV RIJA DO QLE1MADO ZV.EtV.
Mapoto.
Finas pecas de ruada pe!o com 20 varas a 9r>.
LENCOS,
Lencos de cambraia branca, duzia 2#.
dem de cores flxas para meninos, duzia 2#40O.
Cambraia.
Cambraias de cores a preco de 260 a 300 rs. o covado.
nardauapos.
Guardanapos de linho, duzia 3#50O.
AlgedSo.
Algodao trancado de duas larguras, proprio para toalbas de mese, afpreco de
li{l300avara.
Bramante.
Superior bramante de linho inglez e francez.
|Cambraia de linho propria para lencos.
ATOALftADO.
Atoa 1 ha do b raneo para mesa a 1#600 a vara,
ntremelos de cambraia muito finos, preco t 5.
Lencos de seda para algibeira a 13000,
dar imperatriz.

GAMA A SILVA.
LO/A ABJUHM DE FAZENDAS.
Ttendo os proprieurws deate grande estabeleci-
medto ffeiio ton gfiiirdeaba'titeenie en mntUs de
as mendei, pela oeoasiaodo balnco que deram
no nitimo de dezembro de 1865, resolveram vender
ranMO rilis brato do vez mus agradaren aos sens numerosos regoe-
zes; por tanto Ihes offerecem nm avofado sorti-
08 para ucaiiijw a b,000.
S na loja do Pava.
Se vendem os u.ais bonitos e mais bem eufeita-
dos cbaposiobos de paltia da Italia, -proprio? para
meninas, pelo baratisslmo preco de 6*000; na loja
e armazem do Pavo na roa da Imperatriz o. 60
de Gama & Silva.
Attenco;
iMiia mmm
PWrTE, EHEITBS, OnfTOS.
Garas & SIt, aesbara' de recber pelo ultimo
vapor francez, nm grande sortimento dos mais ri-
ce) enlejes pretos e de cores proprios para cabeca,
sendo- guarnecidos com as mais lindas flores, e com
voHas das mais bonitas perclas; assim,como os raaig
ment" de fazendas frm.-msi Htotas,~ asqnaes wdernos e ensacados pentes da verdadeira lar-
vendero mais barato do qae era ouira ^aaiqoer farol,- marctetados endo a ollima novi.iade
parte, comprometindose a mandar levar qualanei1 'l06 lem vindo de Paris, e os mais neos cintos com
fazeoda em esa dos fregtr>z%? qie nfio pcideWm fl,s ma(63das e flvelas largas, conforme ultima-
vir a loja, ou a darem as amostres, detxando icar meoK osraas primeiras oapitaes da Eorop*, e
o penhor, assim como convidam as pessoas, que Wnde-se por preco em conta por ter chegado ero
negociam era menor escala que Oeste grande esta- direilura para a loja do Pavao, roa da Imperatriz
beleeimento encontraro nm grande sortimento o-60-de Gama 4 Silva,
tantoi a retamo como por ateaoV, Vt*dendo-j*e 'As rotandas d Pa> a 8e 1Q^,
a penas pets preeos qne comprara as casas ingle-
ras, sendo com o dinheiro a' vista.
Riee* vestidos 6g000 rs. i
ecbidera adwiretel.
S o Pavo recebe* pe|o ollime vapor raneez
om grande sortimento dos mais ricos eortes de
vestidos transparentes com lindas tarrls'e <*!%ie
de seda, sendo estes vestidos ranito proprios para
bail e psselbs, e vendertse pWo traraflssltk)1
preco de 8*000 rs. cada om, na loja do Pavo na
rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Osebafes do pataa l^o elSt hr.
Vebem-S' clrales de rherin estampados *^5
e 2*500 cada om.
Uitos de memo liso a 3*500.
Ditos estampidos d crepn a 6*, ?*, e 8*000.
JWtps pretos boNtodos com -franja de seda a 14*.
Na loja e armazem do Pavao na ra da Impera-
triz a. 68 de GaW & Srva.
Para ruto veWe PavSo.
SeiiB>,da,China com 6 palmos de largura, fazen-
da preta para luto, pVopria para vestidos e roupas
para bomens, sendo esta nova azenda sem lustro e
de muito boa qualidade, garentindo-se nao Mear
russa eom o tmpo e'Veride-sepelo barato pre^o de
2* e 2*56' o covado, spita como neste estabeleci-
mento tem um grande sorlimento de todas as fa-
Ven jem-se as mais ricas rotandas de renda pre-
ta, sendo moito grandes, que s5o as qne mais se
usara, pelo baratisslmo preco de 8* e 10* : na
lo)a e armazem do Pavo, ra da Imqeratriz n. 60,
de Gama & Silva. _
Chitas ptetas a 160 rs:
Tndem-se chitas pretas inglezas, sendo azenda
muito boa, pelo baratisslmo preco de 160 rs. o co-
vado, ou 5*500 a peca com 38 covados: sd na
loja d Ravlo, ra da Imperairiz n. 60, d* Gama fe
Silva.
ATLANTA
Cirande noridade a OO rs.
Allanta a 20 rs. '
Allanta a 200 rs.
. A llama a 200 rs.
. Cbegou para a loja do Pavo o mais lindo sor-
trraento desfa nova fazenda, cem o titulo d atlsnta
ftoptia para vestido e roopas para meninos, sea-
do esta modernsima fazenda de laa com os mais
lindos gostos de qoadrinbos e listras tndo entre
ellas de edr rosa e preta, com ristras e qnadros
brancos proprias para lulo, e vendem-se pelo ba-
'ratissimo prego de 200 rs. o covado orflcarhetite na
zendas pretas como sejain casias e'dritks""pretas, i ^J ^^ rua lroPe a- 0 de Gama 4
laas lapadas e transparentes, priacezas, alparas,-, a'
daTmVraViz^ 200 0 eVad.
Vendem s S f* 9L&& ^ J^&ZX"cStZ
naScam^ r^fi^SdlS "^tS?, t5 ""pados como os das francezas que se ven-
Snl ^SSS^SS^T0 ff*$? ** Md* **'' 'Surffi? ^dS%^i0S P",%,caT I ris covado oa a SM Pe?a, garantmdo-
m^Kn^^JT^^^fi^L01^*!' terem 38 covados cada peca eserm de cres
o asTda-da rarperatrfs a. 6, de flias isto na loja
Novidades!
Cambraias a Mara Pia.
Chegararo as mais bonita cambraias com lisias
de cores e com os mais delicados deseches que se
vendem a 800 rs. a vara, floissinos organtys do
mesmo g~osto qne se vendem a 1*200 a vara, cas-
sas de cores com diflen ntes e modernos desenfcos
que se vendem a 240,280 a 320 rs. o covado, lu-
do Isto muito barato em aliento a qualidade :
na loja .e armazem do Pavao na rua da Imperainz
n. 60, de Gama Silva.
Grande pechiecha em toalbas
para miro.
Vendem-?e superiores toalhas para mo pelo baratisslmo prego de 56Q rs
a 40 rs ditas a imitago das felpudas a i"
ditas fe pudas a 1* : pecfcrocha n i flMjTiTi
zem do Pavo na rua da Impera!rii.ffi8K d-- na-
tal & Silva.
Atoaihado na loja do Pavo.
Vndese superior aloalhado adamascado sendo
alvo com 8 palmos de largura pelo barato prego de
2* a vara, dito de linfio rrlgueiro com a msma
largura a 2*500, guardanapos da mesma fazenda
a 3* a duzia : ua loja e armazem do Pavo ua roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Baldes baratos
Vende o Pavo.
Cbegou om grande sorlimento de baldes de ar<
eos sendo americanos que sao o melhcres e ven-
dem-se pelo baratissimo prego de 2*5C0, 3* e
3*500 : ua loja do Pavo na rua da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
flretanhas de rofo a 2S0O.
Vendem-se pegas de bjeianha de lulo imdo 10
varas cada pega pelo baratisslmo prego de 2*S< 0:
na loja e armazem do Pavo na rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Rossa Scnho a do Carino c a gloriosa
Sant'Auia.
Est a' venda defronle do convemo de S Fran-
cisco n. 15 a novena, salve, versos, e a t-xpo cao
do Santo Escapulario, tres folhetos por 5C0 rs., e a
novena da gloriosa Saot'Aona em 1 dito por
320 rs.
Cbegou a loja de Paredes Porto nm complete-
sortimento de cortinados ricamente bordados a
preco de 25*. 35* e 45* : na rua da Imperarii
d. 52, porta larga junto a padaria franceza.
Eicas romeiras.
Paredes Porto receben pelo ultimo paquete ora
sortimento de romeira de guipure preas e de fil
a prego com modo : na rua da Imperatriz n. 52,
porta larga junto a padaria franceza.
1^400
Chapeos de sol.
Vendem-se ehapos de sol de panno a 1*400 e
urna grande pechincba so para acabar : na rua a
imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare-
es Porto.
Imperatriz n. I
MACHINAS AMERICANAS
Verdadeiras de fabricante V. V. Canttongln & C.
Meiofaos americanos para moer milho.
Na rna itera n. 20 e 2, grande deposito
das verdadeiras machinas americana? de todos
os fabricantes; se encontr neste deposRo
grande porclo de nwebinas, e se vendem por
menos preco do que em outra qoatquer parte,
por se recefeer em d'rrertra da America; se
fornece todas as explieacoes necessWias ao
comprador para conservacao das mesraas;
neste grande estabelecimento se encontra mu-
tos arligos americanos, que muito deve agra-
dar aos agricultores que usam de tees artfgos,
eneontra-se lmbem todas as colleccies de fle-
senhos sobre os quaes se aceita qaalqner urna
encommenda, que com piomptidao ser execv>
tada; i este grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, grande porcao
de ferragens, e miudezas qne se vendem por preco coinmodo, pedindo-se a attenSo
de todos para este estabeteoimerito que moito lucratao em fazer suas compras: nar
Gama & Silva,
Os espartilnoa db1av5o.
Veqdem-se urna prande e variado sorlimento de
esparWlbea des mais1 beta leitos que tem Pitido ao
mercado, sendo de todos os umanbos, vendendo-se
por um prego moito razoavel': islo na loja do Pa- t
"^a! adlTrS^ZniG0, j Gaa & Silvavjdeni.se p*lo baralissim'o prego de 5*000 o corte,
mm saiae nordadas do pavao. na toja e arteSzem do Pavo na rua da Imperatriz
Vendem-se saias bordadas sendo fazenda muito | n. 60 de Gama & Silva.
e armazem do Pavo na rua da
de Gama & Silva.
Novidade
Para vestido*.
Cbegaram as desejadas cambraias oa lariatana-
braneas com li.-trnbas [sendo transparentes e ven-
rua Nova n. 20 Carnero Vianna.
38000
DE
Cortes oe laa escocesa para vestido a 3* o cor-
te : na rna aa Imperatriz n. 52, loja da porta lar-
ga, junto a padaria fraoeeza, esto se acabando.
Para luto.
* Laas pretas com salpicos brancos a 400 e 500
rs. o covado : na roa da Imperatriz d. 52 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
A 1,0500.
Vendem-se pecas de tranga preta para eneites
de vestidos, sootembarqnes, capas de senbora a
1*600 com 10 varas, urna grande peebiacba : na
roa da Imperam* n. 52 JUDI0 a padaria franceza.
48000
Chales de renda pretos.
Vende se cuales de renda preto a 4*000, unioc
loja que pode vender ua rua d Imperatriz n. 52
armazem da porta larga, de Paredes Porto.
boa, etrdo Ticamente for^Was e eom1 ratrr r0a
vendendo-se-tieta9 baralcs presos de 6* 8 e 10*
reis cada urna na loja do Pavao na ru da Tmpera-
frirzt,fl'ftGsma'8 Silva.
II (ni Pa feHa.
Na loja do Pav5o
Vende-se neste estabelecimento um grande sor-
timento de rowpas-, tanto'ue1 pask coraoaxemiras,
e brios e pelo baraiissimos precos como sejam
calcas decxemra pretaat* 7* e 8*000re:s,pa-
letoas'd pamo preto'saccosa *8*e 12*000Vs.
d'lossobrecasacos de pono finiss-imo a 12* 18* e
23*000 res, e ourtos mullos artigos-q'ue serla en-
fadoaBosAqui reltanos; s toa loja-e armazem 4o
Pavo rua da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Loja d paio
<-raudos peehlnefais.
SedArats a 00 rs. a covao
Slinks a oOO rs.
- Sedinbas a 500 rs.
Vender na loja do Pavao, um grande sertimen-
to de sedinbas iislradas com as mais bonitas cores,
sendo SfaW&sWss Bovds'qoe- lem VIndo ae mer-
cado, e vende-se pelo paratisslmo preco de cinco
tosioes o covado, sendo fasenda que valem muito
mais dineiro, e grande pecbincba por se ter
comprado nina grande portid desJta fasesd, a
loja e armazem de fasenda do Pavo, rua da Im-
peratriz n. 60 de
SlStS-arifeSMBi
8*3
hfti
-.* S % 3
<* S"o
3-1S-


i
8 _
lili
5.0
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3 ; a-
3^P F
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s s
" 3
I
II
Brea em berrcaf pequeaaav
Cera em velas de todos os tamanbos.
Bogias.
Mercurio.
Na rua do vigarwa 19, prisseiro adar.
~- -
Ttafi
>\
loes
GraB" 8rtre,
Cbegou i rua da Imperatriz b, 2,1 junto a pa-
daria fraoeeza, na grande sormwtolqae se ven-
de a 2*500 rs. paraacaabar.
FAZENDA E ROUPA FEITA
UVA NOVA m 94.
Reg & Moura, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita uTova
o. 24, fazem scieate ao publico e particularmente aos seos amigos e treguezes, que
acabam de receber de sua encommenda, um perfeito sortimento de fazendas finas, entre
ellas casemiras de cores proprias paracostumes-, panno fino dos melhores fabricantee
proprios igualmente para casacas e sobrecasacas e ontras fazendas de variados gostos,
as quaes vendem com vantagem sobre outro do mesmo genero de negocio, tanto pela
modicidade dos precos como pela qualidade especial dos artigos que expoe aieseoHw de
todos aquellos que se dignaran frequentar 6eu estabelecimento.
Os mesnios, continuando como sempre, escudados e robustecidos na aoaitaco e
eonfiancaque Ibes tem sido di.-pensada pelo respeilavel publico, no espaoo de lempo em
que se acbam estabelecidos, procurara envidar todos os estoreps a seu alcance para cor-
responderem sufficientemente a expectativa deste e de seus numerosas freguezes e ami-
gos, por isso, admiltiram para sua officina de alfaiate, quatro contra-mestres, funecio-
nando regularmente sob a irt mediata direceo do muito hbil raestre Lauriano Jos de
Barros, o qual, activo e diligente como soe ser. nao se poupa aos mais aturados cuidados
de sua arte qoando tem de salisfazer com brevidade e presteza qualquer obra de encom-
menda,
Ao contrario dos muitos que nebem as columnas do jornal com a re pe tica o ociosa
de annuncios em estylo sedicp, nao precisamos aqui a natureza dos artigos que possui-
mos para nlo collocar a sinceridade dos noss tratos no perigo imminente que resulta
dessas antcipagoes sem fundamento.
Os chales de guipure a I2f %
16#000,
VeBdem-&s mais eioos.chaJes de Guipure e de
renda de linbo e seda, pelos DratssTmbs pferjor'de
12* e 16*; grande pichincha em reiaeo a boa
qualidade e tarr.anbo dtlles; s na loja do Pavae,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ldazinhasa 2( rs s o
Pavo.
Vendem-se modernas lazlnhas com liridlssimos
gostos, pelo baratissime preco de 20 rs.; gran-
de pechincba : s oa luja do Pavao, rua da Impe-
ratriz n. 60, de Gama &.Silva.
Sedas largas
Na hja do Pavao,
Cbegoa pera a loja do Pavo um modercissimo
sortimento das mais lindas sedas para vestidos,
sendo urnas de Ifsiriohas e entras de OorznUas
com as oris lin-as cores, e algumas proprias para
as senhoras que esliverem de luto e vendem-se
pelo barato preco de 2*000 o covado, rendo sta
fazenda quatro palmos de largara, que faclit fa-
zer-se um' vestido com poneos covades, isto na
loja e armazem do Pavo rra rua da Imperatriz n
60de Gama & Silva.
enees brancos a 2#000 reta a
duzia.
Vendem se lentes -brancos fazenda mnito boa encarnado, azul claro, azul escuro, verde, cor de
.KAX1>1<:
ARMAZEM

DE
Roupa feita e por medida.
26 Raa Xova n. 26.
Joa Antunes Guiraaraes, proprietfrio deste novo estabelecimento de roupas e
fazendas finas, participa ao respeilavel publico em geral e a todos o seos freguezes,
que estando sua casa snbre a direcao de dous dos melhores mostrea de alfaiate, sendo um
delles o Sr. F. E G. Miranda, e o outro 0. Sr. M. J. G. Carneiro, ambos com grandes
habilita?oes tendentes a-soa-arte, peles qnaes dirigida a sua officina, e achando-se bem
montada a desempenhar qualquer encommenda por grande qne-seja, se esforoar para
sabir a contento des freguezes, vendendo ludo por menos do que em ontra qualquer
parte, roga as pessoas inleressadas que venham examinar seu estabeleoimeoto, e verificar
por si mesmo o qne declara, sendo entregue qualquer encommenda no prazo de 2*
fieras.
-.. ..uu. ,. ..1 .111.....i.i 1. -----..ti i.....I. -i nj. ... ........... --------------
pelo baratsimo preco de 2f a duzia, Ditos coa
barra de cor a 2*000 isto para acabar na loja d-
Pavao na rna da Imperatrh n. 60' de Gama 4 Sio'
va.
raadena^Iea pretas do Pavo.
Vendem-se soperlores grosdenaples pretos- petos
baraiissimos presos de 1*800, 1*600, J*80 e 2*
o covado, sendo fazenda muito boa, s para ac
bar : na loja e armazem do Pavao, na da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante de linho do Pavo.
Vende-se superior bramante de linbo com 10
palmos de largura, proprios para lentes, pelos
baraiissimos precos de 2* e 2*000 a vara, assim
como panno de linbo muito Sno pelos baraiissimos
precos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do Pa*So, ra* da Imperairix o. 60, de Ga-
ma & Silva.
Cambraias Usas do Pari.
Vendem-se pecas oe aamrala Usa atrito sape-
nor, pelo barat preco de 3*200 e 3*400 a Mea
diias muito finas a o*, 6*, 7* e 8* : na loja e
arniatem do Pava, rna da Imperatrta n. 60, de
Gaa &, Silva. '
CWlas a 180 rs., s o Pava.
Vende se o mais bonito sorlimento de cbitas in-
glezas, padres miudinhos, claros e escures, e ten-
do tambem rxas para lulo, aflanjando-se serem
cores flxas, e vendem-se pelo baratissimo prego de
nove vintno covado, ou aipeca ctm 38 covados
por 6*800 : isto na loja e armazem do Pavao, Ba
roa da Impertlriz n. 60, de Gama Silva.
Vestidos brancos.
Cbegaram para a loja do Pavo os mais bonitos
cortes de vestidos de cambraia branca com boni-
tas barras todas brancas, assim como com barras
de cores, sendo fazenda transparente e muito fiua.
tendo cada um corte baManie fazenda e muita ro-
da, e vendem-se pelo baratissimo prego de 8* e
lOj) : na loja do PavSo na rua da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Cortes de tarllana oa luja do pavo.
Vendem se os mais modernos cortes de trlatana
com asmis lindas burras de cor, pelo baratissimo
preco de 5* cada um, sendo neste artigo o merbor
que tem vindo ao mercao : isto na Toja e arma,
zem do PavSo na rua da Imperatriz n. 60, de Ga
roa & Silva.
Cambraias braceas,
Com 8 palmas de largurac
so na laja cto pavo.
Venderse cambraias brancas transparentes tendo
8 palmos de largura, ou duas larguras das regula-
res, que facelita fazer-se um vestido apenas ccm'4
"ras, e vendem-se pelos baraiissimos precos de..
iwo r, a iin a vara^ unlcamenle na loia e
armazem do Pavao, rua da Imcerafriz n. w ae Ga-
ma & Silva.
Cirilas brta as a 280 rs.
Mende-se chitas francezas acentos brancos pa-
dres miudinhos, pelo baratissimo prego de 280 rs.
o covado, na loja e armazem do Paran, rua da Im-
per;. tnz n. 60, de Gama & Silva.
Gbapes de sol.
Vende-se om grande iorlimento de chapeos de
sol, sendo de seda e de varios pregos e qualidades;
diioe de alpaca e de panno, e vendem-se por pregos
muito commodos, na loja do Pavo na roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama 4 .Uva.
Cortes de chitas.
Vendenwe cortes de ctjitas inglezas, sendo pa-
dres escuros teudo 10 covados pelo barato prego
de 2*000 rs.; ditos com He 12 covado a 2*200
* 2*400 rs; d*tcs de corta franceza escura e ale-
gre, tendo 10 covado? 3*200 ; ditos cem 11 e 12
covados a.3*820 e 3*840 rs: pecbincba, na loja
e armazem do Pavo, roadla Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
Grande pechlncha
em chales a i* na loja do PavSo.
Vende-se Anissifflos chales de merino Uses com
franjas largas de rttroz teede as cres seguinies
Cigarro* antl-asthuaatico de foy
A violencia e a repetico dos acetosos desia mo-
lestia sero prevenidss, impedidos e curados com
o uso constante deste remedio : Lotea do Pidi
rua do Rosario larga n. i.
Satas bordabas
Cbegaram a loja de Paredes Porto, ricas sinis
bordadas, que vendem-se a 4*500 e S* : no arma-
zem da porta larga n Si, rua da Imperan iz.
Para Santo Antonio e S. Joo, alguidaYes de Ge-
nova de todos os tamanhw, moito tralos por ter
grande porgo, jarras linas, enire-fiuas e grosas,
de todos os lmannos, assadors para Ir ao fono,
vasos francezes em temos de seis, e toda amis
louga de Genova e da trra : na rua do Hangel
numero 4.
-'---
Na rua do Jasmim o. 24, officina de ferreiro,
ha para vender orna victoria, om cabriolet amtri-
cano de i e de 4 assenios, um cabriolet de 2 rodas,
todos novos e por commodos pregos. Na mesma
officina se aprompta com loda a peifeigao qualc,oer
encommenda, tanto de carapina como de ferreiro,
qnr sejam obras novas, qer concertos de toda a
especie.
chegada nova remessa de favas da Ilha ta-
berna n. 2 em frente a rua do Vigario, pelo dimi-
nuto prego de 120 rs. a libra.
Farello a 5$.
Na rua da Madre de Dos ns. o e 9 vende se fa-
rello de Lisboa novo, saceos grami- -.
PASTA e XAROPE de RAFE da ARABIA
BE DFI.WGR1MI li
Sio os nicos peitoraes approyiios peloiprofossorM da
Facultad de Medicina da Franca, e por M edicos dos Hot-
pHaes de Pariz, os quaes certificarlo luto a sua superle-
rldade sobre lodos os outros peitoraes como sua poderosa
efficacia contra os Defluxos, Ortppa, IrrltafOas e u
AtreloSea do pedto o da |utuu.
RACAHOUT DES RABES
ie nmwnFMut
nico alimento approTado pela Academia de Medicina de
Parir. Elle restabelece as pessdes qne sotfrem do Beto-
auflo e dos Irteattnoe; fortaleee as criaacas e as pessaas
debilitadas, alem alsso'em Tlrlue de sua propriedade ana-
lptica he o melhor preservativo das Fekree anaraUa e
typholda.
Cada frasco e cada ceixinha destas preparaedes ledo
irmpre o tello a frrHa Dtlangrtnitr, rua Itichelieu, 20,
em Pariz. (Fazer sertzlo alinelo com u falsificares.)
Depositarlos ne ftrnamhuco : daars Batbora; Bar-
tholomeo F" de toaia y Ca.
Vende-se Has pharmacias de Manrer e de
A. Caors.
Vende-se urna taberna bem localisada e afreguezada
para a trra, qne vende de 16* a 24* diarlos ; na
freguezia da Boa-Vista, a casa por muito comraodo
prego de aluguel e tem commodos para familia, as-
sim como se vende s a armago : na rua da Im-
peratriz a. 6 se dir' quem vende.
Vende-se orna pancadaria, bombo, rufo, pra"
os, em bom uso, e prego comraodo : na rua do
orres n. 16, Recre.
Wl al i
Escravos fgidos

56 % Rt A CAJDEIA =56 A
Neste estsbelelmerrto como sewpreen ara descarocar algodao-, ***dad*tr ametleanaa, de 35 serra*, dos fabricantes j mallo confcse-
05 Bere New -York- Goto Gnve C.,jsiu sao as priaaeiras qa vera a.est mercado) toraando-se
reeonaoMnnveis naa s neta aegtira*)c>ftwa i qns sao feitas, como pelo grande augmento que offere-
cem no sao ttabalho, oceupando mu pouco.pessoaL Tambem aqui os freguezes encontratao todos os
necessarios avulsos para as mesmas bem como :
Mteillae para cortar capia.
MachtsM psra MacWoas para-fjiser paratuzoad fawo madOra.
Machinas para ffeer eaf.
ArWos, carros d* mo
e oa mais acreditados cylindros para padar; todo pelos preeos.os raais razoaveis psssiVeis, #
PENTEADORB*
ou roupoes de cambraia bordados proprios
Dar as senhoras vestirem de manh5a.
Chegou esta novidade- paia a loja do Pav*o,
muito lindos e de. owlhor gosto at boje, pur pre-
cos muito razoaveis: na loja do Pavo, rna di
Imperatriz n. SO, de Gama & Sirva.
Grsdenaple preto *-l,J60&
i* jprande peeirmoa* I!
Vende-se groetenaple preto, sendo muito encor-
nado e de boa largnra, pelo baratissimo prego de
1*600 o covado na rua da Imperatriz n. 60.
Os caemnez do Pavao.
Vendem-se benitos cachinez de la oa agazalbos
paracabega pelo berartssrmo prefo de 3*000, s
na loja do Pavo, na rua da Imperatriz n. 60.
Castor a 3t& rs. cv*fl#.
Para calcas.
Vendem-se safBriwes'caswrw nsaltrj encorpados
padres escaros pelo barato prew de 320 rs. o co-
vado, serviodo esta fazentfa talnnrorpara escravos
por ser de maita durago; na loja e armazem do
Pavao rua da Imperatriz n. 60 de Gema & Silva.
Miaale8 a ^,500 rs; a pesa.
S na loja do Pao.
Weadse peeas de medepolio fino eom l -jar-
da, ptly btalo prego da 3*500 e 4*000.
canea, sorferino, majenta, branco e rxo el(\, esta1
fazenda vende-se stmpae a 6* pela sua boa quali-
dade e agora liquidase pelo baratissimo prego de
4* por ter grande pergo: oa leja e armazem do
Pavo Da rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
A 4)51 pechincha em chales de renda na loja
do Pavao.
Vende-se chalas de ren-'a pretos tendo 4 ponas
e sendo muito grandes pelo baratisslmo prego de
4*, ditos de renda de seda a 8*e Ift}: na loja do
Pavao-na roa da Imperatriz o. 60, de Gama 4
Silva.
Chales
pechincba a 6$ por ter um-toque de mofo
VedWaVse Cdlssimos chales de renda de seda
pretos com om pequeo toque de mofo pelo bara-
.trssimo prego de 6* sendo fazende qoe sempre se
venden por 18**e 20*eacabam-se por este prego :
'na loja e armazem do Pavo na roa da Imperanit
n. 60, de Gama & Silva.
Chale de renda.
Vendem-se finissimos cuales de renda, de seda
pretos seudo de tres punas, poira muilo grandes
pelo ba;ali'ssimo prego d 6J, sedo fatelidk-qn'e
sempre M'-viadu a *e>t* : islo na lefne ar-
dPavo na roa da Imperatriz n. 60, de
Wpaas para vestldoa
na loja do Pavo;
Receberam-se as mais modernas alpacas de co-
res para Vestidos cota os mais lindos desenos
sende- fasenda ch agida pelo ultimo va per e ven-
300^ de gratificado,
Em 31 de cutubro do anno passado, fogio a es-
crava Claudica, cabra alta e seca do corpo, qoe
pertenceu ltimamente acs litros. Srs. Jos Joaqnim
da Silva Maooel Mauricio de Sena e D. Mariana
gaacia de Castro e Silva que a venden a Jos Ma-
tEeos Fefreira qrJ pagar 200*000 a quem me
entregar dita escrava na rua o'a Cdeia n. 62.
UmOO de gratillcaco ^v >
Fugio do engenbo Taquara da freguezia dC
Iguarass, em dias do mes de novembro do anno
prximo passado 18B8\ o ecravo Luiz, erlonlo, de
dade 22 a 24 annos, e com os signaes segrales :
cor fula, cabellos carapinhos, testa larga e bem
feita, nariz afilado, bocea bem desechada, denles
alvos e sadioa, tendo emflm as feig8es extremamen-
te delicadas para escravos, tem ortios vermethos
eo costme de nao encarar as pessoas, e sempre
olha por baixo, nao levanta nunca a vista, como
quem anda ateroorisado, tem o andar apressado,
ealguma cousa cabido para diante, falla penco e
explicado, tem as pernas bastante grossas, tendo o
dedo mnimo de nm dos ps moito levantado, qae
sbbfesabe qasi por cima dos oulros, tem as cos-
tas bastantes cicatrltes de chicote, assim como as
padegas : este moleqne foi comprado no auno de
18S6 ao Sr. FraficrSco Jorrla, do Br'eje Fagnnde,
dizendo ser o dito escravo desse logar : por tanto
roga-se as autoridades pollciaes ou capites de
campo qu o appTeherjdam e levem a sen senhor
endito enfenho, que ter a gratincago cima
mencionada, ou mesmo avisando o logar em que o
mesmo estoja.
dem-se pelo baratissimo prego de 640 rs. o covado,
lendo estas-Hiendas largar de chitas francezas :
iste na loja e armazem de Pavao na roa da Im-
peratriz a. 60, de Gama & Silva.
Para mSo
Lencos bordados
Vende o Pavo.
Este estabelecimento atiba de receber om va-
riado oFmento dos mais bonitos lencos de cam-
braia primorosamente bordados e proprTos para
mo que *mJe
1*600 caca um
rua da Imperatriz
Ultimo gost em Idtizirthtfs
EtojWfc fgida
Na noile de domingo 17 do corrente fogio urna
asertv d1 alios* idade, cor r>rta, de neme
Jovencia : qaem a levar a roa da Cruz n. 19, ser
recompensado.
> rmiiii -r- -ti mi l-
le" pelo bWMiWln pre^trd 1* e \-wi recQVpensTap.
v: na leja e armazem do Pavao na nffV v\u itrii n. 60, d Garta 4 Silva. Popo w> "'0"
Deeapparecea no da S do corrente, da casa
de D. Mrianna Augusta da Rocha Bastos, o sen
eserave Rajmnndov nwlafij escaro, eabeHos cara-
pinhos, cor pplento e gordo, cem pooca oa nenhu-
ma barba, 22 anos, pooco mai? oa nrenos, e que
representa ter mais por ser. bastante corpulento,
tem os denles ioieiros e tero nm dos bragos marca-
dos com lelrrs e signaes : quem o apprebender
leve-o a sua- senbora na roa da Aurora n. 42, qoe
corrente, da casa de sea
senhor, su ne'Ponto delicada, o escravo Aleixo, .
levando calca de brim pardo e jaqueta de alpaca,
Aba-se ern srand sorlimento das ruis modtr- anda clgadf, '^VdO, sedeb do- corpo, poneos ca-'
tas : Mara Pa, Garibaldo, matblsadas, lisas bertas e te marees de bexigas no rosto,, tem offl-
e de qaadrinhos qae se vendem por baraiissimos ci de alfaiate e eniende de bolea, e pa'ssa come
grecos e dao-se as attbsras : ni loja armazem foro : a jiesW tfb o frrar leVe-d ao ces'**
doPavenarnada ImperalriiB. 60, de Gama & Apollo a procura do-Sr. Francisco Antonio de Al-
aiva. buquerque Mello, qne ser recompensado.


8
Diario de rernanfene* segnada felrai & de anahn de (866.
IITTERATRA.
As Biblias falsificadas.
ta regra se firma as ieis da hermeneuthica,
as da linguagem, como as do senso com-
mum.
1 8 VI
Si quis autem libros ipsos ntegros cum Regra 6* Para determinar em qoe sen-
omnibus suis partibus, prout in E'xlesia t0 se eve tomar tal ou U| passagem> m.
a/ifl/MW^>rw,erAw"''; pDrta conhecer. ,o os idiotismos, que se no-
auta Lattna ecUtione haoentur, pro s.i-.y
9eru et eassomeU non susceperit, el tra- tranos livros sanctos, istoe, os bebra.s-
ditiones pradtctas sciens el prudens mos, que passaram do texto primitivo para
contempserit, anatjtema sit (Cono. Tri- as versSes, e particularmente para a Vul-\
dent., 'sesso 4." y
(Continuaco.)
XUI
D V INTERPRETADO DOS LILROS SANCTOS.
O sentido moral ou tropolglco, orlan-
do as palavras da Escriptura, alm do sen-
tido litteral, contm um segundo, que re-
lativo aos costumes. Assim, pela obrigaco
que impunha a lei de Moyss de n3o atar a
bocea ao boi que debulha,- o Apostlo nos
mostra a de prover a subsistencia dos obrei-
ros evanglicos (Ep. Ia aos cor. cap. IX,
com o coraco innundado de novas e desconheci-
das erooces, na* roas da capital do mondo ebrls;
tio.
- Salve eidade gigante dos Cesares, qoe domi-
naste o mando com o vo aluneiro e victoriosod
oas agolas I
Salve I eidade gigante dos pontfices, que con-
tinuas a estrellar com amor o vasto espaco do uni-
verso com os bracos da Cruz de Jess Christo I
Salve 1 eidade necropole dos mariyres de
19). Estes sentidos da Escriptura podem- meo Deas t Salve I sede da apostlica, santa e
gata: 2o conhecer o fim e objecto de rnn
livro e de suas differentes partes: assim,
por exemplo, se comprehende fcilmente o
sentido das allegorias e das palavras quando
Interpretar a Escriptura Sagrada, fazer' se conhece o seu fim, como na passagem
conhecer o seu verdadeiro sentido. Foro,de S. Matheus, onde Jess Christo, pela
dos brevidade, contentar-nos-hemos Io*em parbola da sement, nos faz conhecer o%
ajpresentar as regras geraes. necessarias efreitos da palavra divina, segundo a diver-
se achar reunidos em um s e mesmo ob-
jecto : por exemplo : Jertualem litteral-
mente a eidade antiga, metropole da Juda;
alegricamente a Egreja de Jesos Chris-
to ; moralmente e a alma fiel, e anogogira-
mete a eidade celeste.
Afora o sentido litteral e espiritual dos li-
vros sanctos, anda ha outro sentido que
se chama accommodaticio; este sentido, tem
para a interpretad dos livros sanctos : V sidade das disposicoes dos que a ouvem, ,
indicar os differentes sentidos do texto sa- 3- conhecer as ctreums ancas P/1'^/^ pela simi-
contra entre ambos.
Todo e qualquer passo da Escriptura tem
transmigraram do texto primitivo para a
Yulgala.
DAS REGRAS, QDE SE DEVEM OBSERVAR NA IN-
TERPRETADO DA ESCRIPTURA,
Regra Ia.A Escriptura nao deve ser in-
terpretada s pelas lusas da razo. como
pretenden! os Socinianos, e os racionalistas
modernos, nem pela revelacao immediata,
como o phantasiam alguos sectarios entu-
siastas, nem pelo imaginado auxilio espe-
cial e individual do Espirito Sancto, como
querem os lutheranos e calvinistas ; m s
deve ser interpretada conforme o ensino da
Egreja catholica. Com o fim de refreiar
ecooter os espirito temerarios e curiosos,
o sagrado Concilio de Trente ordena que,
as coisas da f e dos costumes, no que
toca edificado da douctrioa christ3a, nin-
guem conQando no seu proprio julzo, tenha
a temeridade de subordinar a Escriptura
ao seu individual criterio, nem deaffastar-
se, na sua interpretado, do sentido quelhe
tem dado e lhe d a Snela Egreja, nossa
mii, a quem principalmente cabe julgar do
verdadeiro sentido e da verdadeira inter-
pretago das Escripturas Santas. (C. Trid.
seis. IV).
E'esta acrenca.inalteravel mantida na
Egreja de Jess Christo..
II
tempo e o lugar onde e passaram
tecimentos de que fala, e as razes que o
levaram a po los em Escriptura. Vemos
que a mxima parte dos Psalmos torna-se necessariamente um sentido litteral proprto
mais fcil iatelligencia, si nos reportamos ou metaphorico: nao ha um texto sagrado
ao lugar e poca em que foram compos- cujos termos, tomados lettra on metaphon-
tos, e aos factos que lhe deram occasto : camente, n5o signifiquem alguma cois. O
4oconhecer as passagens parareltas, onde a]sentido litteral o principal; a elle se re-
mesma coisa referida : muitas vezes um corre quando se tracta de provar a divindade
texto, um lugar difficil e obscuro, se ex-'da religio pelos milagros e pelas prophe-
plica fcilmente por outros, onde as mes- cias, e b 'm asskn de estabelecer os dogmas
mas coisas, os mesmos factos sao expostos' da f e as regras da moral christSa. E pois,
com muito mais clareza. E' verdade que evem os interpretes e os theologos conhecer
nem todos estes meios s5o necessarios para' antes de ludo o sentido litteral, nao se oceu-
flxar o sentido de urna passagem da Escrip-' pando do sentido espiritual, qualquer que
tura; mas quando se encontram diffiouldades, elle seja, senao depois de ter fixdo o sen-
o que, nao raro acontece, em razo da gran- do litteral, que como o fundamento do
de anliguidade dos livros sanctos, somos obri- edificio.
gados a recorrer quelles meios. E si que-1 MaJ n3o navera' na Escriptura algpmas
remos esclarecer efficazmente todas as duvi- pas3agenS) que sejam susceptiveis de um
das. que se nos apresentam ao espirito, d sentido 1lteral? Muitos auctores 0
indispensavelque tenhamos exacto conhe-i ffl ma 8t0 n5o est sufficientemente
cimento da historia do povo Jodeu, das na- ado Quant0 ao sentido espiritual dos
coes vizinhas de que falam os auctores sa- {^ ^^ e|le ncontestavel, visto co-
grados, da chronologia dos tempos ant.gos, mo evidenlej que 0 m^no Jess Christo,
da geographia dos lugares mencionados as d s d()||e> QS ApostoIos> os Papas, os
Escripturas, da historia natural da Palestina ^ q& ^^ Q8 Qdm> e os dou.
e da archeologia dos Hebreus. Mas estes ^ de todas q% Xm^ exueiram de
conhecimentos sao reservados aos homens aUegorico muitos logares ou passa-
gens daEscriptnra. Mas nio e constante que
todos os textos sagrados encerrem, alm do
sentido litteral, am sentido espiritual ou
catholica igreja romana I
n
Tomei am aposento, sacud a poeira do meo rato
de viagem e sahi.
Mea coracio e mlnba alma me excltavam a pe-
regrinar ao acaso pelas roas da Jerosalem mo-
derna.
Era como-a soflregaido do Albo qoe exilado por
longo tempo terna casa paterna, e se apressa em
percorrer os logares que Ibe sao caros por tantas
recordagoes.
Camlnhel sem destino, e ache-me m orna gran-
de roa, ( era o Corto ) onde notei nm movimento
extraordinario de povo segoindo orna mesma direc-
(o.
Essa correte continuada da popnlacao paca am
mesmo ponto, me parecen denotar alguma cousa,
e excitoa-me a cariosidade.
Deixel-me pois guiar por ella.
Atravessei roas, arcos, e ruinas. No meio de
ama aveoida de arvores ( o campo Vaccino ) vi
ama pequea barraca Iluminada, onde moita gen-
te comprava alguma cousa. Eram bilbetes, e eu
tambera coraprei nm.
Poneos passos mais longo o povo se agrupava
sobre monloes de ruinas, sobre deslrocos de co-
lumnas gigantescas de granito.
E mea bilbele ? para qoe me servia te-lo
comprado ? Foram duas quesioes qoe fiz a mim
mesmo sem saber o qoe devla fazer delle.
Mostrei-o entao a am polica, como quem lhe per-
guniava para que o tinba.
Gi (t em baixo) me responden elle. Nao com.
prehendi a sna resposta lacnica, porm vi a direc
co qoe tinba apontado o sen braco.
Caminbel anida uns oitentocentos passos, e achei-
me diante da mais imponente e magestosa ruina
qoe nos deixoa o imperio como testemuoba de sua
grandeza.
III
especlaes, que consagrara sua
ao esludo dos livros sanctos.
VII
vida inteira
Regra T Para interpretar com segu- mystico. E' necessario pois consultar a mes.
ranea a Escriptura, necessario saber dis- ma Escriptura snela, a tradic>; e o ensino
tinguir o sentido litteral, o espiritual ou da Egreja, toda a vez que se quizer saber,
mystico, e o accommodaticio, evitando cui- 8 tei ou ta| pissagem se pode interpretar
dadosamente confundidos.
XIV
DO SENTIDO DAS ESCWPTRAS.
O sentido das Escripturas o pensamen.
Regra 2a Na intelligencia de tudo
que se refere f e moral, nos devemos
unir ao accordo commum dos Sanctos Pa-
dres, sem jamis antepormos o nosso pro-
prio juizo
De feito, quando nos Padres da Egreja
ha unanimidade na interpretaco de um
ponto dogmtico ou moral, essa unanimida-
da urna prova irrecusavel daf da Egreja
catholica. que nao pode ensinar, nem prac-
ticar o erro. Mas cumpre attender, que
esta regra nao tem applieacjo, ou que este
argumento, tirado do ensino dos antigosI ou mystico, e o accommodaticio.
Douctores, uao conserva toda a sua torca, se | litteral o que nos offerecem as palavras
no sentido espiritual de maneira a provar
algum ponto da douctrina christ5a. Assim,
por mais evidente que seja a relacSo entre
v, 0Cuuuu uao .** y *, ~ *r~rm I a coisa figurativa' e o objecto figurado, o
to dos auctores sagrados, tnspirado pelo Es. | d s8irUual n5o nos pode ministrar
pirito Sancto. Como nos ^\m prov^theologica, se nlo tanto quanto
as palavras e os objectos exprs os pelas pa- V 8 auctor
lavras significara egualmente alguma coisa, 8e aP0,a na a?^"" antcjinl.tft- Pa.
distinguem-se o sentido litteral, o espiritual grado, ou na .nterpretac_ao dos Sanctos Pa
nao quando este ensino moralmente una
nime, e quando se tracla da fe dos costu-
mes : Jn rebus fidei et morum ad oedifica-
tionem doctrinoe chrisltance pertinentium
como se exprime o Concilio.____________
o'sentido dres, ou n'alguma decis3o da Egreja
IV
O sentido accommodaticio, como pala-
Assim, no que respeita astronoma e a
geologa, qualquer opinio que se abrace
sobre o movimento do sol, sobre a creacao
m:iis ou menos antiga dos elementos primi-
tivos do mundo, ou sobre outras questoes
deste genero, ninguem pode prevalecer-se,
nemprd nem contra, do silencio ou da opi-
Diio dos Padres da Egreja, seja porque
elles nao se oceuparam destas coisas, se n5o
passageiramente, e segundo os preconceitos
do seu tempo, seja porque, s tivessem por
misso, como escriptores ecclesiasticos,
transmittir-nos as tradieces apostlicas so-
bre as mximas e verdades da religio.
i HI
Regra 3a As palavras da Escriptura
devem ser temidas no seu sentido litteral e
atoral, a menos que a lettra offereca um
sentido evidentemente falso e contrario,
quer outras passag^nj_rJi'-EeripTr7
cujo sentido-nlo^possa ser contestado,
quer~ao ensino da trdiccSo, querfinamen-
-r/s decises da Egreja. Import,' porm,
observar que o sentido litteral nao deve
ser regeitado como contrario razSo, s
porque encerr um mysterio, um dogma
incomprehensivel ; por quanto Deus nos
revellou e nos tem realmente revellado coi-
sas que o homem nlo pode comprehender.
|W
Regra V Segundo esta; regra, que
alias nSo. se no o desenvolvimento da pre-
cedente, ninguem deve affastar-se do senti-
do litteral, se n i quando as leis do dis-
curso, ou a natureza das coisas, ou o uso
recebido entre os Judeos, exigen que si
tomem as palavras sagradas em sentido fi-
gurado. N5o ha, nos livros sanctos, ne-
nhuma figura, cujo emprego n3o possa ser
justificado, seja pelo uso dos Hebreus, seja
pela natureza das coisas, seja pelas leis do
discurso: os auctores sagrados n5o escre-
veram para nao serem intendidos. E pois,
n5o se pode violar esta negra, sem cahir-
se no arbitrio, e redozir a nada a auctori-
dade da Escriptura.
V
Regra 5a Para se comprehender o sen-
tido de urna passagem qualquer, deve-se
examinar cuidadosamente o texto sagrado,
e o seu conteudo, isto attender nao s
s palavras do texto que se quer explicar,
como s do qoe se segu, e s do que pre-
cede, recorrendo, si for necessario, tanto ao
capitulo precedente, como ao segainte. Es-
sagradas, tomadas, em sua significacSo pro-
pria ou meta, horica. Entende-se por sig- vra oesla ndicando, antes o sentido do
nificacSo propria a que n5o tira s exprs- Domem> que 0 da Escriptura, ou o pensa-
ses a sua torga natural e o seu valor gram- menl0 do Espirito Sancto. No sentido ac-
maticaL sm, que Jess Christo foi baptisado por Joo nhum d0gma, neohuma verdade da religiSo.
Baplista no Jordao, o sentido litteral e Eatretanto, o exemplo dos Padres e o uso
proprio desta passagem, que-um homem da Egreja, que sempre empregou emseus
chamado Joo Baplista banhou realmente o 0fQC0S 0 sentido accommodaticio, provam
Salvador as aguas de um rio chamado Jor- que e permittido, em certas circunstancias,
applicar urna pessoa ou urna coisa o que
do.
A significado me
a Escriptura dz de outra. Mas, para usar
ta dos termos tomados nao na sua accepcao ^ n3o daf este senlido
natural e grammatteal, mas segundo o que totoo u ^
elles representara, e se affigurara na "J provar algum pbnto dogmtico
cao *^.l^^!JSiy^r^i respeito devera seros
P!o: quando a Escriptura da' a Jess Chn ~^ 8SS circumspectos:
to o nome de cordeiro, e evidente que ella J, J^ tQda a pp|icac5o ^e tender a fal-
o5o toma o termo no mentido, que gaiftea q yerdader0 seotdo litteral ou espiri-
o animal, que chamamos cordeiro, mas o in- ^, ,t ^q ^^ m geral> se n5o as ap-
tende no sentido metaphorico; porque Jess cacSeg que houverem sido feitas pelos
Christo, sendo a docura por excellencia, PO-,Sanctos p?dres oa pe!a Egreja : este o
de perfeitameote ser designado sob o de prevenr 0 arbitrio, que multo pode
de cordeiro, animal considerado emblema, rometter a paiavra de Deus : 4o nao
la docura. Se diz poriegual, no sentido egar nunca sentido occowmoda/ico, se
litteral e metaphorico, que Jess ChrUto es- q.q em assumptos de piedade: applicar a
ta' assentado a direita do Padre. | Escriptura Sancta coisas profanas, ama
O sentido espiritual ou mystico, que tara- especie de sacrilegio contra o qual com to-
bera se chama typico, aquelle que repre- da a foroa se levanta o Concito de Trente,
senta ao* espirito, nao as palavras, mas as (Sess. IV.)
Eu estava d ante da coliseo I Dei o meo bilbete
e entrei no vasto recinto do famoso amphitheatro
de Vespasiano, onde se agitava grande moltido.
Duas mosicas da guarda eochiam de ondas har-
moniosas as loogas e solitarias galeras do amphi-
theatro.
Era am grande verdadeiro contraste I harmo-
nas e minas I paredes desabadas qoe faziam senis-
mar, e sons qoe s se casam com ar da (esta e com
o prazer I
Pouco depois as Immensas- ruinas se inflara ma.
ram ; o espectculo era magnifico 1
Fogos verdes on vermelhos se saccediam de am
e oalro lado do edificio e projectavam teas claroes
sobre as abobadas obscuras.
As grandes pilatras e paredes se elevando at as
nveos, toma vara aspectos de gigantescos pbantas-
mas qoe estendiam ao longo suas sombras mado-
nnas.
IV
Os fogos se apagaram.
Os sons barmoniosos da mostea, que accordaram
por am momento os ecos das ruinas, se extingui-
rn! no espaco.
A moltido qoe tinba vindo apreciar o espect-
culo lodo novo desta (esta nocturna, se escooa pela
grande porta consagrada aos vencedores do circo-
Pouco depois en estava s, cercado do silencio
magestoso qoe nada mais pertorbava.
- Os passaros que tiobam abaodonado a poosada
tranquilla, vol tarara laucando pequeas gritos que
se perdiam no meio do vasto recinto.
A loa percorria a abobada azulada do co, que se
estendia cmo nm vasto cortinado por tras do so-
barbo MMiaoiento.
Sombras mysteriosascobriam as eivas e as plan-
tas natorallsadas entre as muralhas esburacadas, e
sobre as immensas arcadas das galeras.
Urna grande cruz negra, ama esponja, e ama
laoQa se elevum no meio da grande arena, que foi
tambem regada com o sangue de milbares de mar-
iyres e confessores de nossa santa f.
Diante da (loqueada de sna mudez, o espirito
se corva; ella o mais esplendido attestado dos
meios estupendos de que nosso Sennor se serve pa-
ra alcancar seos fias.
O sangue de tantos milhoes de martyres corren-
do em jorro sobre essa arena, fez germinar a palma
da iriumpho
Jesas vencen E no meio de campo da balalha
se elevou o tropheu da victoria, como symbolo de
sna amarosa dominago.
V
Vim assentar-me ao p dessa crdz, que v pas-
sar tranquilamente diante delta as geracoes e os
povos, e acalma as tempestuosas paixoes do cora-
gao humano.
O silencio profundo que reinava em roda de mim
me fez tremer.
morrer, vejamos entrar na arena borneas com a
fronte serena, com os olbos elevados para o cu
onde parecem entrever am espectculo invl-
sivel.
Elles fallam ao povo como se estivessem em ple-
no from ; e snas oracSes e seos cnticos se mis-
tarara com os rugidos dos ledes que vio lacerar o
seo corpo.
Estes homens s3o os christaos, contemptores dos
deoses e das leis, inimigos de Jpiter celeste e de
Jpiter imperial.
A noticia se tioba espalhado em Roma, qoe um
dos ebefes desta seita, tinba vindo da Syria par
soffrer o sopplicio, por ordem do Imperador.
E a moltido se .tropela sobre a via tacra, so-
bre a descida do Coelius, do Esquillino, e de lodos
os qoarteiroes de Roma e se prescipita para as por-
tas do circo.
O amphitheatro se eocbe, e a agitacao, o tamul,
to, os gritos qae ah reinam faziam rugir os ledes
as suas galotas de ferro.
Que espera, e que pede este povo ?
Ser porventora algum gladiador famoso, algum
Hercules odomavtl qoe abafa um orso em suas
mos, domina o touro vigoroso e riva dos
tigres ?
Nao 1 am velho qae elle qaer, e qae elle pe-
de com grandes gritos.
E o velbo entra na arena com a fronte alta e
calma, coberlo com a grinalda de cans- venera veis.
O presidente da assembla lhe diz :
Admiro qae anda vivas, depois dos tor-
mentos e da fome que supportastes. Cede ao
menos agora a nossos desejos afim de livrar-te
do supplicio qne te ameaga.
lgnaciu responden : ()
T tens a (gura humana, mas tens a astucia
da raposa e suas perversas intences. Pretendes
corroroper-me e destralr-me com toas palavras
melifluas, desengana-te ; esta vida mortal nada
para mim-----alaba alma s deseja Jesos-----
porque elle o pao da immortaildade, e a bebida,
da vida eterna... Despreso os tormentos e calco
aos ps a tua gloria I
A's fras I as fras 1 se grita de todas as
partes.
Antes que os leoes o attaquem o santo velho fa-
la assim ao povo:
Romanos, que esperaos este espectculo, ere.
de, o qual val roe acontecer nao a pantco de
de am maleficio ou de alguma aegao m; morro
para ir associar-me a men Dens, que en anhelo
com am desejo insaciavel. Eu son o trigo do Se-
nnor, e serei triturado pelos denles das fras para
tornarme em pao branco e puro.
A's fras I s fras grita a populaca im-
paciente.
O veneravel anciao se ajoelha, e doos leoes es-
faimados se lngara e o devoram em ura instante.
Ob 1 quem poderia pintar entao o delirio, o fre-
nes dessa borda de cannibaes O prazer foi cur-
to sem duvida, e o povo deas, qae tinba tambem
suas hecatombas, qoereria outros 1
E esse era o malor povo, era a flor da civilisa-
ci!
Vil
E o Coliseo tornou-se am templo consagrado ?.
cruz.
Nio : elle nao Deas; mas o vigarlo da Deas
sobre a trra.
E' aqaellk a qaem por orna soocessjo legitima e
nio inter'rompida, se transraittio o poder de dirigir
as eonsciencias de toda a hemanidade, como fOra
por Jesos Cbrislo, Seohor e ngenirador dessa mes-
ma bumanidade, conferido i Pedro sea primeiro
vigario.
IV
N'enhuma re vol u gao, nenbnma per segu i gao, ne-
ohuma especie de guerra emm tem podido, ha
mais de dezoito seclos e meio, abalar essa pedra
angular qoe se chama pootilicado romano, porque
approave a Providencia Divina coiloca-la em Roma,
oolr'ora o centro da idolatra e do colosso do poder
bomSno.
Sua persistencia all; all para onde se dirig-
ram as vistas e os planos omnipotentes desse genio
que avassalou toda a Eoropa e com a ponta do sea
gladio tragava o mappa das oagSes; alli, para onde
boje, povos e reh colligados por orna vertigem, qae '
os traz vacillantes sobre os pedestaes movis de
nm poder ephemero, assentara todas as bateras de
orna estrategia, que s tem por fim destruir (odas
os prodigios deste seclo.
V
Sim : nm prodigio social o pontificado catho-
'ico romano, sustentando a independencia de sua so-
berana mageslatlea oestes tempos em qoe todas as
soberanas estao dependentes da mobidade das
opinies humanas; am prodigio moral essa voz
qae se ergae por sobre todas as minas da justiga
e da moral para ensinar em nome de Deas os prin-
cipios eternos e imataveis da consciencia e do de-
ter, que bao de mais tarde salvar os povos e os
res desengaados pelas desgranas publicas.
Pi IX nao um simples nome, mais do qae
isto ; o symbolo dessa verdade catholica, qne
partindo das huruilhagoes do Calvario, vencen e
illumioou o mundo pago ; destrato o imperio das
paixoes e da idolatra, recoastrulndo a humanida-
da as snas Ideas a nos seus costumes : o orcu-
lo Divino dessa verdade que veio em auxilio do ge-
ero humano, qoando os barbaros do norte, como
a espada de Dens, feriram e arrasaram os thronos "
e os reinos erguidos pelo poder da forca e das pai-
xoes.
Artes, sciencias, todas as grandezas e tbesonros
do esforco do homem jazeram por trra, quando o
catholicismo, nnica verdade e poder inabalaveis,
qne nao podim ser esmagados sob o peso da feroz
invasao, apoderon-se dessas massas enormes e con-
vertea-as em povos elvilisados e christaos.
VI
Nao pois pelo catholicismo, nem por sea chele.
que nos arreceiamos.
E' pela humanidade, pelos povos, particular-
mente pelo Brasil nossa cara patria, que se tenta
por ama fascioacao de mal entendido bem publico,
sobtrabir da verdade catholica, inculcando-se-lhe
ideas subversivas dessa adhesao, fidelidade e amor,
qae todos devemos ao chefe supremo do catholi-
cismo.
Mas contra essas looovacoes perigosas protes-
tam altamente esses votos que fazem as populares
do norte do imperio enviando com palavras cheias
de temara e piedade filial as obla^oes do dinhero
de S. Pedro ao sommo pontfice, sea successor, i
imltagao do que se tem praticado em todos os tem-
pos e fervorosamente pratieam actualmente as na-
Ao odor do sangue qne abi se respirava, snbs- {oes catbolicas da Europa.
litaio-se os perfumes qae exbalam o turibulo sa-
grado.
Aos gritos frenticos da popolaca infame, suc-
cedem os cnticos e as oraces dos fiis discpulos
de Jess Christo.
Em roda da arena corre boje as estacos da via
sacra sobre o solo mesmo regado pele sangne dos
martyres.
E' o receptculo de todos os furores e de todo8
os prazeres, ollerecendo o monumento da expiago
e da penitencia.
Salve I afvore preciosa que regenerares a hu-
manidade aviltada pela tyramnia, e escravisad
pelas paixoes I
Salve I Cruz preciosa 1

As provincias do sal do imperio nairem os mes-
mos sentimentos, que suas irmaas do norte : a f
catholica anima os coragoes de todos os Brasileiros
de urna e outra extremidade do nosso abencoado
ttrritorio.
Convidamos a nossos collegas na Imprensa reli-
giosa a proclamar esses votos, e pela nossa parte o
taremos logo que cheguem ao nosso conhocimento
as oblages do povo fluminense, que se gloria de
ser catnolioo apostlico romano.
coisas expressas pelas palavras, de modo
que este sentido esta' como involto as mes-
mas coisas; o que distingue do sentido
metaphorico, qae esta' volvido nos ter-
mos. Assim, por exemplo: o que Moyss
refere litteralmente de Isaac, que devia ser
offerecido em sacrificio, se applica a Jess
Christo no sentido espiritual ou mystico.
I VI
Em urna palavra: para explicar o texto
sagrado, n5o se deve nunca perder de vista
o ensino, a crenca, ou a practica geral da
Egreja, que por excellencia, a deposita-
ra, a sentiDella, e a interprete infeUivel da
palana de Deus, isto dos livros sanctos-e
| e das tradicc5es apostlicas, que sSo os ver-
0 sentido espiritual'^ divide em allego-' Reros commeotarios e supplementos au-
rico, anegogico, e tropolglco e moral. O tbenticos das Escripturas.
sentido aUegorico quando urna passgem do' Diante destes principios caducam todas
Antigo Testamento se intende de Jesos as exegeses facticias e arbitrarias dos racio-
Christo, da Egreja militante ou de'qualquer balistas modernos que, confessando-se ca-
outra passagem pertencenle ao Novo Testa- tbolicos, trabalnam em destruir a grande
ment. Assim, por exemplo: o que esta' obra do Christianismo, substituindo o Deus
escripto no Gnesis dos dous filhos, que dos Chrstaos pelo Deus deSpinosa.
Abraho gerou, um de sua escrava, e ou-
tro de sua mulher significa, segundo S. Pau-
lo, os (lousTesta-mentos, o Antigo e o Novo
(Ep. aos Gal. cap. IV. VV.23-24.)
JIV
O sentido, anogogico, quando as pala-
vras sagradas, alm do sentido litteral, en-
cerram outro, que nos eleva s cosas do
co, como quando S. Paulo nos descubre a
vida eterna nestas palavras do Psalmo, que
no seu sentido litteral, significam a terca da
promissSo: u Ihesjurei na minha co-
lera, -que elles nao entrariam no logar de
(Continuarse-ha.)
DI POUCO DI TDD.
Este fragmento transcripto da Ettrella do Nor-
te :
BSCORDACAO DE VIAGEM.
Unta noif e de coliseo.
I
Eram 7 horas e meta da noite qoando a locomo-
tiva parea na estadio do Roma, detxaudo escapar
em brancas espiran o vapor de seo negro bejo.
Metli-me n'uma carruagem, e j com a luz traca
meu repouso. (Ep. aos Heb. Cap. II, V. H) jae ponco a ponco se esconola no ooente, penatrel
Quiz passear, mas o raido de meas passos se re-
prodaziam em chos sinistros dentro das galeras
desertas.
Assentei-me de novo, e parecen-me oavir sabir
do fondo dos sobterraneos o rugir dos leoes e dos
tigres qoe rasgavam ootr'ora a carne humana.
Os Romanos, gastos pela corrnpclo, j nio ti-
nhara os sentimentos natnraes; e divertiram-se
com as emogees fortes e borriveis da morte.
Pasmoso e singular despreso da especie humana.
-
Assisti em pensamento a am destes espectculos
de quatorzf seclos passados.
Um veo de purpura cobre a arena para nio del-
xar penetrar os ralos do sol. O povo romano deli-
cado, gosta do fresco.
As castas vestaes tomaram logar ne ordem no-
bre; o ampnilbeatro est cheio ; o espectculo co-
meta.
Os gladiadores entran) na arena, e deslam si.
lenciosos diante do camarote de Cesar, e abaixan-
do a eabeca, dizem : Ave, Cesar, nos vamos mor-
rer I
E ei-los encarnizados na luta, luta de morte
qne excita os risos e applausos dos espectadores
Os vencidos cabem com graca e morrem, em
quanto os vencedores, entre applausos frenticos,
sahem para lavar as mios na meta sudans.
O espect culo mnda. Agora sio os escravos qne
entram na arena ; todas as ragas esto represen-
tadas.
A Ethiopia, a Arabia, a Scythia, homens de to-
das as cores se misturam com os animaes feroces
de lodos os.paisas;
Os araos, os leSes, oa tigres, os eroeodilbos se
langam sobre el les, Intam, arlam, gritam ; todas
as velas se abrem, o sangue corre em jorro, as car-
nes sao devoradas e laceradas I
Cesar do alto de sen trono rio, o povo applaudio,
o espectaralo tinba sido bom.
VI
Depois das manobras intrpidas dos gladiadores
armados, dos estorcos dos habis cacadores, e da
cara lastimosa dos pobres escravos forjados
L-se no Apostlo do Recife :
0 D1NHEIR0 DE S. PEDRO.
I
Foi sempre eostame entre os povos civilisados,
concorrer os cidados com os meios de que dispe,
para habilitar o governo de seu palz as grandes
crises nacionaes a providenciar o bem publico
Nos mesmos apresentamos na aclualdade nm
grande exemplo dessa generosidade patritica, em
que cada brasileiro porfia on com saa vida, oa com
sua fortuna, nesse empenbo de gloria que conlra-
bio a nac.a.0.
Aquelle qae nao pode marchar para a guerra,
deposita espontneamente o sea obalo em dioheiro
aos cofres pblicos.
E' am dever sagrado soccorrer os filhos aos pas,
caja honra, digntdade e vida estao em perfgo.
A naco nossa mal.
Nos podemos chamar a esse obalo o dioheiro
da naco.
Assim como todo o eidado, todo bomem religio-
so tem igual dever a camprir para com saa reli-
gio.
Quando esta atacada e offendida, qnando o go-
verno constituido por ella guiar e dirigir os fiis se
v em momentos diffieeis, embaracado nos meios
de promover o bem geral da grei, confiada a seas
cuidados, dever de todo o membro dessa socie-
dade religiosa soccorrer o sea ebefe.
Nesse ponto nao fazemos differenca desta oa da-
quella igreja, a natureza das cousas, o ioteresse ge-
ral impoe a todos este dever.
Se este dever de ledos, por conseqoeocia ne-
cessarfa o tambem dos catholleos. *
ni
Pelas calamidades do tempo, oa antes pela mize-
ria do mando, a igreja catholica tem sido actual-
mente combatida pelos faraedes de todos os valos
impetuosos, qae ameaeam subverter em am abys-
mo, nio a religio, por qoe esta ioabalavei e in-
deffectivel, mas todos os principios de. instiga, de
ordem e do dever, subtrahindo os homens i in-
fluencia deste celeste guia e director do genero hu-
man.
Nao i pois pelo- catholicismo qae receia|ios os
effeitos dessa gnerra reunida eje elle soaVe ;
pela sociedad* hum#na,4ue vai se definnando a
oiboe vistos aa vida moral e nos sentimentos reli-
giosos.
E sem estes dona dmenlos fandaroentaes e vi-
vificadores o qne vera a ser a soeledade ?
Tambem nada, absolutamente nada recaamos
pelo obele da igreja eattoliea.
Saa intrepidez, sna serenidade, sna cooflancai
sua influencia no meio dessa apparente fraqoesa
dos recursos hnmanos, Dem estio provando a qaem
nao qaer ser ceg, qae nesse velbo inerme, perse-
guido, calamoiado, ha moito de Divine._________
f* 1 Era Santo Ignaeip de Antlocba, bispo chris-
to qoe soffren o martyrio em SO de dexembro do
tono 116 di nous era.
Urna erupgo inesperada: tinba sido alerto desde
multo tempo nm poco artesianon'um pequeo jar-
dim de Veneza, jante ao adro da igreja de Santa
Ignez, no bairro Dorsodoo, e os trabalbadores ti-
nbam chegado a urna profundidade de cento e cin-
cuenta metros.
Na tarde do da 11 de abril, no momento em qae
os trabalbadores baviam suspendido os trabalhos,
ouvio-se sbitamente am rumor subterrneo, seme-
Ihante ao que se onve actes de nm tremor de trra
e do poco comecou a sahir nm repucho d'agaa da
altura de urna casa e de am dimetro igual a bocea
do peco.
A erupcj continuou at qoe, o raido subterr-
neo redob'raodo de intensidade, o repucho foi acom-
panhado de materias fumegantes e gazozas qae re-
cahiram em grossas carnadas sobre os telbados das
casas circubivisinbas. Acodiram a toda a pressa
engenhelros, empregados e soldados ; reconbecen-
se logo a gravidade do perigo, em vista da depres-
sao crescente que se uotava no solo, das materias
gasosas que innundavam as casas, ameagando-as de
ama prompta rnina.
N'este momento abriram-se endas ns paredes
da igrrja de Santa Ignez ; os soldados de polica e
os varredores urbanos abriram passagem s aguas,
e os ioquilinos de 32 casas, as qaaes ameacavam
ruina, foram obrigados a modarem-se. Estas me-
didas de sal vacio foram bem saccedidas. As erop-
goes continuaram sem cessar at as 11 horas da
aoite. Milbares de pessoas im ver este local no-
tvel; porm foi preciso vedar-Ibes o aecesso, por
qoe os engenheiros queriam certificar-sp da estabi-
lidade dos terrenos cireumvisinhos.
Ainda nao puderarn distinguir a apnreza das
materias arrojadas, qae se eompSe de substancias
escaras misturadas com clnza e exhalando am
ebeiro de gaz snffocante. Attribuese este pheno-
meno forga de expando dos gazes qoe, compri-
midos entre as carnadas d trra, acnaram ama sa-
bida pela abortara do poco artesiano.
Os engenheiros munielpaes mandaram apagar os
candieiros de gaz nos arredores da Igreja, probi-
bindo que os aecendessem at nova ordem. A nin-
guem permittido aproximar-se do sitio onde leve
logar a erupgo com nm charuto aceso ou ama
luz. Segundo assevera um jornal, as materias ar-
rojadas do centro da trra sao compostas da areia
e pissam de mil qaiotaes. O repuebo d'agaa ha-
va attingido a altura da torre dos sinos da igreja
dos Jesutas, que Sea ao lado. Receiam-se novas
erupces. ,
Os guardas da alfaodrga de Lisboa sooberam qoe
andava um bespanbol em Lisboa vendando panno
de Irlanda e charutos, qoe dizia serem de contra-
bando. Deitaram-lhe a mi, e levando o a presen-
ca do director, den a seguate resposW :
E' verdade qoe eu digo qae neo contrabando,
mas c a minha industria, e oslo que consiste
o meo lacro. Eu nio fago tal contrabando. Com-
pro a fazenda na loja de... ma... e divido cada
peca em seis pequeos lotes, ponho em cada am fl-
us e dsticos, e em cada seis lotes lacro o valor de
dous. Emquanto aos charutos, compro.os a 20 rs.
cada nm no estanco de... Uro Ibes as pontas, qoe
(ame no men cachimbo, e vendo-os depois a 30 rs.
cada om. Ora, se ea dissesse a verdade aos Are-
guezes oiogaem me comprava cousa alguma. E'
eos o engodo de obterem gneros de contrabando
ais baratos, qoe elles me vo dando meios de
O director mandn as lojaa referidas svadiear da
verdade, e acbando lodo conforme, mandn embo-
ra o hespanhol.
Os jornaes deram conta do caso, e aqullas que
os lm ficam prevenidos. Como, porm, o numero
dos analphabetos nio escasa, ataja restan con-
sumidores desprevenido.
Mademoiseila _Patti foi brindada pelo imperador
Napoleio com um magalfic par de brincos de
brilhantes.
8. M. entre.gou-lh> per occasio do ultimo con-
cert qne ella deo no palacio das Tolhortai._____
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