Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10994


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Full Text
9H
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"
1
A1WI0 XUI. HUMERO 138
Pr fiirtol mt dentro dts 10 dias do 1. mez.......
dem depes des!." It dias da cemeco e deitre de partel .
Perte ae correio por tres aiezes..............
JMree
6oo
75*
SBBADO 16 D JUMO DE 1866
Porraaao page deitrede lediasdol.'mez.......
Perte ae eerreie per mn aane........ft
3*ooo
DIARIO DE PERNAMBUCO.



NGARREGADOS DA SUBSCRIPQ AO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alex?drino d Lima;
Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de l.emos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olveira ; Maralo, o Sr. Joaquim Marques Ro
drigues; Har, os Srs. Geraldo Antonio Al ves
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. ClandinoFalco Dias; Babia,o
Sr. Jos Martins Al ves:
Ribeiro Gasparinbo.
Rio de Janeiro, o Sr. Jos
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Eseada e estafes da va frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Ignarass e Goyanna cas segundas e sextasfeiras.
Santo Antio, Grvala, Bezerros, Bonito, Garuar,
Altinho, Garanbans, Buiqne, S. Bento, Boro
Consol b o. Aguas Bellas e Tacarat, as tercas
feiras. 't
Pac d'Albo, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouncury, galgueo e Ex, as qnartas
feiras.
|Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Dna, Bar
reiros, Afcna Preta Ptmentefras, as quintas
feiras.
AUDIEKCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sbados s 10' boras.
Fazenda : quintas s 10 boras.
Jnlzo do commercio: segundas as 11 boras.
Dito de orpbaos: tercas e sextas s 10 boras.
Primeira tara do elvel: tercas sextas ao meto
da.
Segunda vara do civel: qnartas sabbades a 1
non da tarde.
EPHEMER1DES DO MEZ DE JUNKO.
6 Qnarto ming. as 4 b., 38 m. 58 s. da m.
112 Loa nova as 7 n-, 47 m. e 52 s. da t.
"* Quarto cresc. as 9 b., 23-m. e 32 s. da t.
- La ebeia a 1 h., 16 m. e 10 s. da m.
DIAS DA SEMANA.
I. Segunda. S. Barnab ap.; S. Flix m.
12j Terca. & Joo de S. Facundo.
13: Qnaria. S. Antonio de Lisboa f. p. do bispado.
14. Quinta. S. Basilio magno b. dout. da eer.
15. Sexta- Ss. Modesto e Vito mm.
16. Sabbado. S. JoSo Francisco Regs.
17. Domingo. S. Tbereza ratona de Lyao.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 horas e 42 m. da manba.
Segunda as 8 boras e 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES C0ST2IBG*.
Para o snl aj Alagoaa a 14 e 30 para o norte
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Feraaa-
do nos lias 14 -ios mezes de Janeiro, marcoj.sai
julho, setembro e novembro.
ASSIGtfA-SE
BoRecife, na livraria da praea da Indep&adeaei
ns. 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de-FV a
&- Filho.
PARTE OFFICIAL
lipidente de secretan de gaverao dedia 11 de]Martlnho Campos, mais* nm outro Sr. deputdo,
fiOVERYO BA PROTWICIA
Expediente do dia 41 de junno de 1866.
OfBcio ao Exm. e Rvm. bispo diocesano.Pelo
offlcio que V. Exc. se servio dirigir me em 9 do
crreme, flquei inteirado de baver V. Exc. dado! couformidade com o aviso da reparticao da guerra
naqnella dala proviso de parocbo encommendado do 1 do corrente, manda S. Exc o Sr. vice-presi-
da parocbia de Nossa Senhora da Concedo de 1 dente da provioea, devolver a V. S. o seu reqoeri-
Quipapa' ao Rvd. padre mestre Antonio Malaquias ,ment pedindo ser admittido na reparticao eccle
janno de 1866.
OfDcio ao inspector da tbesourarla de fazenda.
O Exm. Sr. Tice-presidente da provincia manda
traosmitliraV. S. as 3 inclusas ordeos, sendo 2 do
ibesouro nacional sob ns. 102 e 103, e 1 do minis-
terio da guerra de 26 de maio ultimo.
Dito ao bacbarel padre Pedro Jos Nones. De
Hamos de Vasconcellos.
Dito ao Exm. presidente da provincia das Ala-
gas.Annoiodo ao que eipoi o inspector do arse-
nal de marinba no offlcio por copia incluso, solicito
de V. Exc. a expedico de soas ordens afim de que
se facam annnnrios nessa provincia para compra
das madeiras constantes da relacao Junta das quaes
ta urgente necssldade para o transporte em coos-
truccao no mesmo arsenal; dignando-se V. Exc.
siastica do exercito para qne ajunte-lhe docamen
tos provando acbar-se habilitado, nao s para ejer-
cer as funccoes do seu ministerio, mas aioda para
o ser vico militar, como capello sugeitando-se a
urna inspecco de saude.
Despachos dos dias 8 e 9 de junho de 1866.
Alteres Antonio Artbur Moreira de Mondonga.
Fique addido ao corpo provisorio de polica at ni
de remetter-me as propostas que forera apresenta-; "or deliberagao, pagando-se-lbe os devidos ven-
das com declaraco do mais curto espago possivel i cmentos desdei que cbegou a esu cidade.
era qne podem vir as madeiras. Braz Marcellrao do Sacramento. Requeira ao
Dito ao ienentecoronel commandantedas armas e*"no iraperial- *
interinoPode V. S. remetter para a cdrte na pri- Lb"oa Horaclito Peixoto_ Silva. Informe o Sr.
meira opportunidade, aflm de ir servir em um dos director geral da nstrucgao publica,
corpos do sul o soldado do corpo provisorio Tbo-1 vigano Lamillo de Mendonca Furtado. Lomo
maz Feliciano da Cruz, que segundo o seu ofBclo reluer- __ -. ...... _,
n. 814 de 9 do crreme, ausentou se estando em- Camillo Ametista de Carvalho Calumby. Em
pregado na enfermara militar e foi capturado pela 'isla da mformacao, nao tem logar.
polica. Feliciano ao Reg Barros. Passe portara pro-
Dito ao mesmo.-Determinando o Exm. Sr. mi- rogando o praso por 2 metes,
nistro da guerra em aviso de 23 de maio ultimo, i, Francisco das Cbagas Cavalcante Pessoa. In-
que seja transferido do presidio de Fernando para, forme o Sr. inspector da thesourarla provincial.
a fortaleza do Brum, no caso de se contratar algum < Joao Cbrisostomo de Oliveira. Informe o Sr.
capello para o mesmo presidio o capello capilo engenbeiro ebefe da reparticao das obras publicas,
da reparticao eclesistica, padre Manoel da Vera-1. }*"> J?s Ribeiro.- Nao tem lugar em vista da
Cruz ; assim o communico a V. S. para seu conne-1 mformacao.
cimento e direcgao.
Dito ao mesmo.Exigindo o Exm. Sr. ministro
da guerra em aviso de 30 de maio ultimo, a remes-
sa dos termos de inspecco do cabo Joao Principe
e soldados Tbomaz de Aquino Rosa, Manoel Fran-
cisco das Cbagas e Joo Francisco de Albuquerque
Marnbo, que foram considerados incapazes do
servigo, e segundo as ordens do da desse comman-
do de armas n. 216, eneorporados ao deposito; as-
slra o declaro a V. S. aflm de que satisfaga seme-
Ibante exigencia.
Dito ao mesmo.Visto qne segunda V. S. deca-
rou em seu offlcio n. 813 de 9 do crreme, foi con-
siderado incapaz do servigo em inspecco de saude
o soldado do 6 corpo de voluntarios da patria Ber-
nardo Jos de Amorim, conveobo em que elle va
esperar no lugar de seu domicilio na villa de Ca-
brob, como pedio, a demlsso do governo imperial
acerca de t ua baixa.
Dito ao mesmo.Remetto por copia a V. S. para
seu conbecimento o aviso do ministerio da guerra
de 26 de malo ultimo, declarando o modo por que
na falta das patentes dos officiaes dos corpos arre-
gimentados que sao reformados devem as tbesou-
rarias de fazenda proceder ao arbitramento do sol-
do de reforma dos mesmos offlciaes. Communl-
cou-se a tbesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo. Informe V. S. sobre o que pe-
de Emilia Dativa de Sena no incluso requerlmento.
Dito ao mesmo.Haja V. S. de informar sobre o
que pede Mareionilla Mara da Conceigo, no inclu-
so reqoeritrfento.
Dte ao Inspector da tbesouraria de fazenda.
Transmiti inclusos por copia a V. S., para seu co-
nbecimento o aviso da reparticao da marraba de 17
de maio ultimo, e a loformaco ministrada pela
respectiva contadoria, na qual se declara que em
logar do dficit por V. S. aponlado em offlcio n. 4
de 1 i de abril prximo passado, deve haver na |
verbaintendencia e accessoripsdo actual exer-
cicio a sobra de 317**87.
Dito ao inspector da tbesouraria provincial.At-
tndendo ao que solicitou o delegado encarregado
do expediente da reparticao da polica, em 9 do cor-
rente, sob n. 749, recommendo a V. S. que estan-
do em termos os Inclusos documentos, e nao ha-
vendo inconveniente, mande pagar a D. Leopoldina
Lins Accioli da Silva, viuva de Joao Carlos Augus-
to da Silva, ou ao seu procurador a quantia de
2:6125113 despendida durante o mez de maio pr-
ximo ndo, com o sustento e dietas para os presos
pobres da casa de detencio.
Dito ao mesmo.Kespondendo ao offlcio que V.
S. me dirigi em 9 do corrente, sob n. 236, tenho
a dizer em resposta que approvo os precos indca-
lo citado offlcio, os
Teoente Joaquim Hercnlano Pereira Caldas.
Fique addido ao corpo provisorio at ulterior dis-
que apontou o que se deu no senado, por occa-
sio da discnsso sobre o tratado da 20 de feve-
reiroO
O Sr. Barbos Baereto (depois de urna pausa e
mostrando um pequeo rolo de papel) :S de-
pois de feita a leitura destes papis, tratare! de
responder a varias considerarles ou argumentos,
apresentados nao s pelos nobres depotados que
me precederam, como especialmente pelo Sr. mi-
nistro, em relagao ao men assumpto.
Senhores, pego vossa benvola altencao em ma-
teria o grave. Comecaref por um offlcio da tbe-
souraria da fazenda do Rio Grande, em que se
acha historisado ludo quanio diz rsspeito aos con-
tratos anteriores a' celebraco do de Janeiro. Ou-
Ca-me a casa.
< Offlcio da tbesouraria de fazenda informando so-
bre o assumpto do aviso confidencial do minis-
terio da guerra de 6 de Janeiro de 1866. Forne-
cimento de viveres.
t pia. Reservado.Porto-Alegre. Thesou-
rana de fazenda da provincia de S. Pedro, em 22
de Janeiro de 1866.Illm. e Exm. Sr.Compulse!
os documentos archivados, que tem re'acao com o
assumpto do aviso confidencial do ministerio da
guerra de 6 deste mez, e acerca do qual V. Exc.
mandou, por offlcio reservado de 19, sob o. 23,
informar com urgencia e circnmstaoeiadaraenle.
t Gumpre-me portanto expr a V. Exc. que. em
conseqoencia de ordem do antecessor de V. Exc,
commonicada em offlcio de 18 de julho do anno
passado, sob n. 1,102, annunclon-se por editaes,
com o prazo de 30 das, a arremataco do (orne-
cimento de viveres s tropas, qne ocenpam esta
provincia, e houvessem de entrar em operages, a
contar do 1* de outobro em diante ; preveniodo-
se os segoimes casos : 1, acampamento, marcha,
ou operacjio no
Cao Argentina
fin* do mesmo mez !>. Exc. responde ao presidente sidente proveodo o abastecimento do exercito at
mandando dar a preferencia a esse cootralador. O 31 de ootubro, emquanto nao se celebra va o con-
resto da historia, a casa j o sabe ; a 5 de outu- tratr/arrematado em agosto, contrato esse em que
bro segrate, bero poucos dias depois da resposta se pronunciam as bypotbeses de operaees do exer-
doSr. ministro, publicava-se em ougoayana em cito fra-da provincia; torna-se notavel, digo, ver-
ordesa do da o tal contrato cansador de todas as; mos de um lado a acertada previdencia do presi-
desordens I... denle, e de ootroo roinittromandandoapprovares
fc,is o offlcicio de 3 de setembro, ja hdo-na casa mesmo contrato em tos de setembro, para em
pelo Sr. ministro na sesso de 14 : principios de ootubro, dias depois, aotorisar o con-
Rlo Grande do Sul. trato de Uruguayana, contrato por quatro mezes, e
Palazo do governo em Porto-Alegre, 3 de se-
trmbrle 1803.Ilira. e Exm. Sr.Incluso achara
| V. Exc. copia do offlcio do inspector da tbesonra-
ria n. 331 de 1 do corrente, e dos papis qne Ihe
vieram aonexos. No primeiro se acba exposlo o
modo porque se passou a arrematado do forne-
cimqnto do etercito da provincia : nos papis se
veeo as propostas *e os rquerimentos que (oram
! apresentados sobre esse objeoto.
Pela simples leitura do offlcio do inspector da
tbesouraria ver V. Exc. que aquelle processo nao
1 correu regularmente.
i Os dons concurrentes, cujas prepostas foram
consideradas mais favoraveis, efejeceram dous
tascos alternativamente, acontecendo que mesmo
que nao providenciava sobre as msroas bypotbe-
ses t
O qne um fazia com acert, era destello inconve-
nieatemente pelo ootrol
Emqmnto, Sr. presidente, nao havia ebegadoo
occasio do exercito transpr o Uruguay, o contra-
to da "
em
eis entao os atropellos e o requinta da desordem,
como a cmara vai ver.
A 18 de dezembro o general baro de Porto-Ale-
gre, offlcia ao presidente, instando pelo contrato
que previnia as .bypotbeses da transposicao do l'ru-
guay e do Paran Nao tenbo copia deste offlcio ;
porm eis aqui a resposta do presidente datada em
seja assignado desde logo, ainda quodo comece a
vigorar na parte coraprehendida pelo contrato pro -
visorio, de flns de Janeiro prximo em diaoto.
Isto tanto mais me parece mdispensavel e ur-
gente, quanto o mencionado exercito ja' devia ter
passado forcas para Corrientes em difoceeo de
'n Ilapra, ou de outro qualquer lugar.; e ainda muito
mais porque pelo desejo que mostr o concurrente,
a quem foi adjudicado o servico, no Ihe elle
v3ntajoso, e eu o crelo, principalmente na parte
relativa ao servigo ff a da provincia, contra o qoal
reclamaram alguns interessados.
A V. Ex_c. nao passara' desapercebida a ne-
cessidde de terminar este negocio, Se certo
que o concurrente a quem se fez a-adjudicacSo
nao deseja, por ser contrario aos seus interesses.
depois de concluido aquelle offlcio do inspector da 30 de dezembro, de Porto Alegre:
tbesouraria, arada foi apresentada urna ultima pro- Provincia de S. Pedro do Sul.Gabinete da
posta.
Nao entro na indagado do mrito relativo de 863.Illm. e Exm. Sr.Accuso a recepeo do ol-
eada urna das propostas; entendo, porm, que es- flcio de V. Exc. de 18 do corrente, recebido boje, e
ta especie de almoeda vicia completamente o con- entregue pelo alferes da guarda nacional Antonio
trato que tem de celebrarse, demonstrando aomes- Hde fonso de Andrade Neves; e em resposta apres-
mo tempo que nao foram consultados os interesses so-me a signiflcar-lhe que nenbum contrato de for-
da fazenda publica.
V. Exc. sabe qnaes sao as minhas ideas a res-
peito do modo porque deve ser fornecido o exerci-
to, e que nao preQro o fornecimento contratado ;
mas o contrato que tem por origem orna arrema-
Estado Oriental"ou na Confedera-! tago. tal qual se deu, deve ser muito desvantajoso
2o, acampamento, marcha ou ope- a fazenda publica e mandara proceder a nova ar
racoes dentro da provincia; 3, acampamento,
remataco, sendo as propostas em carta fechada e
se tivesse de resolver
sdSv^cimlntosdes: fj^e^jgfl*doF^T ~MfiSm^*m% +
de que ebegon a esta cidade.
Tenente Joo Eduardo Pereira Borges. dem
idem.
A praca devia ter logar em 17 de agosto, po-
rm V. Exc, por offlcio de 10 do mesmo mez, se
c Alm disto, parece-se que o contrato para for-
necimento do exercito da provincia deve se limitar
a Croguayana no revelou indo o qu continua SSaS?'rnntrMn T=ZT *TJZ S522TS
algara a' pretengo da assignatora, ora a condico
de somonte vigorar do- flm de Janeiro em dame.
Se, assentindo a raesma reparticao a essa condico
ou exigencia, ainda o concurrente nao o qaizer as-
I signar, fica a V: Exc. Ilvre o tomai dos dous se-
' guintes arbitrios o que melhor Ibe parecer, prohi-
biodo em primeiro logar que ao novo eoocarso, ou
a qoalquer ootro, possa esse individuo concorrer,
on 2U-2^SS5 a 1ue lDe devera' ser logo declarado pela raesma
presraencia, em_Porto-Alegre, 30 de dezembro de thesoorana.
< Estes arbitrios sao os seguales Ou chamar
aos demais concurrentes, e Ibes oiferecer pelos
mesmos precos e condigoes do concurreme exclui-
do por nao querer assigoar o contrato, haveodo ja'
. neste easo um requerimeuto de Facundo da Silva
Srir^r^J'^^r^'^'^^JLi Tavares. 1 eDV^ a'tbesouraria de fazenda, o
Sf-SS 22J2 q-De/' W^SrSX V> eWfc com melbores ondees ou com as
tr/IS? X?Tf T 'T 'M0\ ?tir *1?Z' mesmas do adjudicatario, ou se o lempo o permit-
r ^nh&rDad,.0peL0 Hr-?'D1Slo0Jtfnrin*itir'vist0(laesoaie^ rstamenos de um mez ao
21,1 em rJdem d0.dia desse .COmmad2' I recebiroento deste, mandar proceder a novo cou-
!^s ?JTDC,"d0 e torn^imenlo.e arre-1CD no even0 }amais ^ E cer.se de
m.En ne,ter lgar D d,a .2 de.,aDe'flK; 1" *> 3" "frato provisono es nllT^LTJvr* CDlra, eSleja celebrad0| w tamban ha instante mcessidade de decidirse
o iam consiar a v. e.xc \semelhanle quettao.
-Ei?ev ? &-W*&&l.t&F*2 I Ao fazefeste nio tenho informaces offlciaes
sobre semelhante assumpto, as quaes ja' exig de
V. Exc. ; e, portanto, o presente aviso assenta sc-
mos de V. Exc. a tempo de o tranquilizar a este
respeito ; e qoe V. Exc, como general em chefe,
toral Pereira faldas servio de orde'oar qoe se realisasse no da 30 ; i a mesma provlocla, sera distraeco de exercito de no caso da. qualquer eveotualidade, VKAaemi^ll^^JL^^^J^^^ZS^^i.
Laidas nnhllMMn,. Aa ^ .,.._ M, ,, de ag08. operages e de reserva. Com effeito_como juigar de modo que o exercito no soffra. | S"* iZfiLSE. A 2PJS2TZ nfn
dem idem.
I duino Jos Coelbo, qoe se me apresentou por parle
i servigo.
O exerci-
para o Pa-
publicaram-se de novo editaes no dia 11 .
Lonreirn Jn^tiniann \ Rocha FrrAtra C/imn w> e Dor offlc, dessa mesma dau, sob n. 1, V. do fotnro de nossas operaces na Cootederacao Deus guarde a V. ExcSr. teneole general ...._ ,ni ir.dn .
reteV to^mJ^Sl^' i Exc' ordeDoa 1e'se fornecedor Jos Luiz Car- Argentina e Paraguay ? Sera' possivel om calclo baro de Pouo-Alegre, commaodanle em chefe do -TggL\fSSJfSSS
Tenente coronel i ? *T Amannemne Mar-1 doso de Salles se obrigasse por termo a continuar sobre o valor dos gneros qua teera de ser lorueci- exercito eraVracoes nesia provincla.-Visconde .. '."** e "*** aportante.
nho Informe o "nnli o rhefeTa S a CQmPrir contrato era v.gor at 31 de outubro, dos e sobre as necesidades donosso exeeeito T Co- de Boa-vista. ^
Ucfo'Ta, nhr nnhiir 8 P arremataco tivesse com effeito lugar no dia 30, mo prever mil cireumstancias que acarretam os
^M^m^ como determinara no.dta Braeadilc ; pora, que azaresda guerra ?
FiqTu" addidto^po p^SoTpoiicS'atul- STlaKft SnbS,rSS<5 annaCi ^ *** ~ ** ^ ^ eXP3, COmprebender-
tenor desposlco pagando-se-lbe os devidos venci-' c^o.jMiiesasstonou o termo.
V. Exc os embaracos em que me vejo para resol
Na mesma occasio remette o presidente ao mi
nistro este outro offlcio, cojo contedo confirma ca-
da vez mais a veracidade de minha narfago.
c Copia. Provincia de & Pedro do Sol.Gabine-
Como nao tinba sido Dxado o tempo da dura- ver sobre esta materia, e tanto mais que nao tenho te da presidencia em Porto Alegre, 30 de dezem-
Tr^aoel BnaMUfe conflanca no fornecimento por contrato, como j; bro de 1863.-Illm. eExm. Sr.-O general baro
ria c'oncedendo a licenca reqoerid. I M01 de i8 de Jnlbo' v- Elc-'Por.
mentos desde que chegou a esta cidade.
offlcio de 24
tor da thesourarla de fazenda.
disse.
Manoel Bernardo Gomes Silverio. Informe o
Sr. Dr. juiz de direlto da comarca de Santo Aoto.
Mara Felicia. loforme o Sr. delegado encarre-
gado do expediente da reparticao da polica.
Mara Amella Pereira. Remettido ao Sr. direc
tor geral interino da instruccao publica, para at-
tender a supplicante nos termos de sua inlormacao
de 6 do corrente, sob n. 115.
Rita de Cassia de Oliveira Lobo. Informe o Sr.
director geral interino da instruccao publica.
Rotilio Tolentino de Figueiredo Lima. Infor-
me o Sr. commandante superior da guarda nacio-
nal dos municipios do Bonito e Caruar.
Alferes Tbomaz Jos da Silva. Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional de Olin-
da e Ignarass.
Vlctorio Antonio Alcntara. Em vista da in-
ormaco nao tem logar-
lo nao pode passar para Corrientes
raguay stm este contrato.
Eu espero, que V. Exc, previdenle como ,
independente deste men aviso, lera' dado todas as-
providencias, evitando demoras sempre prejodi-
tfiaes. Xe.-U conflanca commetti a V. Exc. sua
resol uo.
Deus guarde, etc. >
Pondo de parte as observages do Sr. miDt6tro,
que em tal conjonctura, no erara mais pertineu
a V. Exc. as consideres que acabo defazer sob- men.o de viveres ao exercito do seu enramando, no g" "'Km o contra o desorezado por
metiendo igualmente este mmentoso negocio a caso de bave-lo eu feiio, como o ndozia erar o: Ji KS S Sil
delberaco de V. Exc co,a decisc, aguardo. aviso de V. Exc de 20 denovembro ultimo, pedin- ^^J^^JSS^LJSSS "
-Visconde da Boa-Vista, pre- < do-lhe igual copia, e lembrando-me algumas prov- da vez mais lmnPrin d
das armas. dencias a esse respeito ; ao que respond que no J J""'Jp,er'""J
a este offlcio, que acabo de existe contrato celebrado por mim pelas M UPSSK
*fffi2S-M22 Rl&bS!it5Dora' IV"* D0V ? Sr para Corrientes p
INTERIOR.
reto, en 18 do passado.
uSr. Barbos Barrkto :Sr. presidente, um
dever imperioso traz-me hoje a' tribuna. Venho fa-
zer aquillo que o ministro da coma, nm antigo
de Porto-Alegre me officiou em data de 18 do cor
r Por conseqoencia entend qne^ deveria expor rente, pedindo-me copia do contrato para fornec
rificada a praca no dia determinado, foi entregue o
ramo a Wenceslao Joaquim Alves Leite, o qual no
da 1 de setembro reqoereu acbar-se disposlo a* v.exe. ai aovemDro uiumo, peu-u-1 ,oni4or]
fazer redueco de precos na proposta que tivesse | Deas guarde, etc.Visconde da Boa-Vista, pre- > do-lhe ignal copia, e lembraodo-me algumas prov- *pre
sido apresentada at o dia precedente por pessoa sidente e commandante das armas. t ^ | dencias a esse respeito ; ao qoe respond que no
. i legalmente habilitada, que mais vantagens oflere- Eis a resposta dada
"' cesse a' fazenda nacional, porm no caso de flr- i ler. E' a tal resposta
mar-se o contrato; fleando no caso contrario de deu de lo poucos dias ao nosso inopinado contrato e acb publicado~para o dla*2 do prximo Janeiro,
nenbum effeito o offerecmento que fazia. de Uruguayana. devendo o contrato ter vigor do Io de fevereiro em
Por offlcio de 12 de outubro do anuo passado Por mais de urna vezpondereia V. Evc a ne-; diante.
V. Exc. se dignen remetter os papis re.ativos a ; cessidade de eontratar-se em tempo o servigo de, Comraonlcando esta occarrencia a V. Exc ,
arremataco, approvar a proposta do sobre dilo i fornecimentos ao exercito em operages tiesta pro- pego ainda orna vez liReaga a V. Exc. para ponde-
licitaote, e ordenar qoe se lavrasse o contrato, ad- vineia, visto rrue o actual contrato expirava no Bm rar.|ne qUo acerUda seria a medida de aotorisar
mittido o alvitre, pelo licitante propotto, a qua o : do presento .a, e^. n^ossidade neste momen- 0 mesmo general a contratar esse fornecimento,
preco no territorio do Paragoay seria o que esu- to taoto mais imperiosa quaotos corpos' mu -
vese ajustado para o foroecimento em operacoes i de destacar daquelle exercito para se rem reonir
rora do imperio, se no excedesse ao de 1*300 a : ao do commando do rnarechal Manoel Luiz Osorio,
e o propno eiercito tem lalvez de em breve passar
a operar em territorio estrangeiro.
< Assm qoe, na falta de urna providencia
prompta sobreest assumpto, como foi por este mi-
nisterio, antes mesmo de V. Exc. entrar no exer-
por ordem da auT'ridade" militar competente, alm cicio de seu cargo, ordenado, v-me na necessidade
das multas. 'de aotorisar ao general em chefe barao de Porto-
A 19 do referido mez de outubro, por offlcio de Alegre para lazer um contrato provisorio, emquan- mas estes oas peqaaos "offlcios, que precederam
n. 2,022, V. Exc. responden a tbesouraria, que no j lo no havia solago definitiva deste assumpto, da-, aos annuncios respectivos.
I contrato a lavrar-se, em consequencia da aprova- da por V. Exc na forma das ordens transmittidas s porto Alegre.Tbesouraria de fazenda da pro-
a essa presidencia. vineia de S. Pedro do Rio Grande do Sol, em 12
Os inconvenientes de um contrato provisorio, de dezembro de 1865.N. 619.Illm. e Exm. Sr.
sem concurrencia, sao paipaveis; mas a slluaco; Segundo informaces particulares o ultimo
to devia comecar da data em'que fosse assignado. I em que flearia collocado o exercito depois de tan-1 contrato celebrado com Jos Luiz Cardoso deSalles
Por outro sfflcio de 30 de outubro, sob n. 113,; los e lo duros soffrimentos, em conseqoencia da para fornecimento do exercito de operacoes nesta
IV. Exc. mandou em cumprimento do aviso de 29 ; demora de urna tal solugo, seria ainda peior. | provincia, e qne foi approvado pelo Exm. Sr. mi
imperio, se no
15'tOO proposto ; com a condico de que, no caso
j ao *<><> pama! e geral, o conlraiador serla res-
! ponsavel pelos seus subrogados ou cessionarios, e
no de faltas no provenientes de (orea malor seria
o fornecimento feito a costa delle, e por sua coma
por muiiarraoea qos .. p.ot.inn,a dn V.Exc. no
podem escapar.
t Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. con-
selbeiro Angelo Moniz da Silva Ferraz, ministro e
secretario de estado dos negocios da guerra.Vis-
conde da Boa-vista.
Por este tempo, como a casa acaba de saber,
I achava-se ja annunciada a arremataco, que pro-
vez mais Imperiosa de um contrato que previs-
de lado no de uruguaya-
ministro, no pode pas-
para Corrientes e para o Paragoay. sem esse
contrato. >
Imagine a cmara a intensidade das torturas por-
i que passou ento o espirito do zeloso presidente :
de um lado, a araeaga de um contrato, onerosissi-
1 mo para o thesouro, de ootro lado a imperiosa ur-
gencia, a necessidade indeclioavel de qualquer
| contrato, qoe tirasse o exercito da mortfera ina-
^i, I sidente, occasionado (cora o conir.aw.iio i'rujmvi-
| na as mos) por este maldito contrato II...
Para que tkerain este contrato (lendo o contrato
na mo) sem nelle prevenir-se a passagem do ex-
ercito para Corrivotes e para o Paraguay I I
O Sr. Flores :Abi esta' justificado.
O Sr. Barros Brrelo -.Anda quando o Sr. mi-
52Ss3sS RSWBK^Jttas:
RIO DE JVXEIRO
Discurso pronunciado na sesso da cmara dos ars. | cao da proposta de Wenceslao Joaquim Alves Lei-
depntados, pele Sr. Dr. Ignacio de Barres Bar- le, se incluisse o fornecimento de dietas,e que o
praso de seis mezes; de doraco para esse contra-
te abandonado I Venho hoje religiosamente eom- !fJE5Jff mens-1 oa^ *'T
dos na nota que veio annexa _
quaes devem servir de base a arremataco do im- (pnr o que era nome desse
posto de 20 Va sobre a agurdente consumida du-! prometter solemnemente, quando orava
raote o triennio flnanceiro prximo futuro nos mu- ministro da guerra na sesso de segunda-felra.
nicipios e comarcas constantes da mencionada nota. Meu empenho, portanto, Sr. presidente, nao e
Dito ao mesmo.A Manoel Fernandes Campos, defender o celebre contrato de 16 de janeiro, que
mande'V. S. pagar se no boover inconveniente, e, tem prodozido tanta celeoraa nesta casa, mas ape-
stando em termos os ociosos prets em duplcala | as dar as razSes pelas quaes o distinelo presideD-
a qoe se refere o offlcio do-tenente-coronel com-, te di provincia do Rio Grande vio-se obngado a
mandante do batalho n. 39 de Infantaria da guar- approvar semelhante contrato,
da nacional do municipio do Cabo, datado de 9 do Sr. presidente, quando orava o nobre deputdo
corrente e sob n. 95, os venclmentos corresponden- i pela provincia do Amazonas, distincto Rlo-Gran-
tes ao mez de malo ultimo do destacamento de dense, e que terminando o san discurso, converga
guardas nactonaes existente naquella villa. 'oda a forca de sua eloqoencla contra semelhante
Dito ao inspeclor do arsenal de marinba.- Fica! contracto, eu disse comigo : de doas orna, ou
aonrovade o contrato qoe V. S. segundo o seu offl-1 qnem autonsou esse contrato e nm mmundo pre-;
co n. 1127 de 8 do corrente, celebrou com os fo- varicador, ou entao pode muito bem ser algum
guistas Benedicto Pedro do Espirito Santo e Fran- cidadao prestante que se vlsse na ^olorosa neces-
cisco da Costa Gadelba, para servirem estes nos sidade de Ihe dar approvacao ; e neste ultimo ca;
vapores do guerra no Bio da Prata, durante a Iota so, em vez de merecer improperios, tem direito a
em que se acba o imperio contra a repblica do ; estima publica o cidado que nao trepida em ex-
Paragoay; e oesta data expego ordem para se dar por assim seu nome, a sua reputagao por amor das
transporte para a corte aos referidos foguistas no urgencias do servigo nacional!
orimeiro vapor da corapanbia brasllelra de paque- Acabado o discurso do nobre deputdo,
tes que passar do norte.- Expedlo-se a convenien-. saber de quem se tratara. Para miau que conhe-
te ordei a' prediu coropanha. o o de perto ao illnstre e amigo servidor do es-
Dito ao iuiz municipal da l* vara desta cidade.! tado, nao havia a menor duvida : dava-se a se-
Communicando-meo.^xm. Sr. ministro da gtter- gunda bypothese. Outro tanto, porm, nao devia
ra em aviso de 30 de maio ulllmo.que pela repar- succeder com aquellos qne no fossem da Intiml-
ticao da iastica se expedio ordem em 7 desse mei. dade do visconde da Boa-Vista. Vi, portanto, Sr.
para serem remeltidos ao presidio de Fernando, os presidente, sobre a cabeca de urna pessoa, que me
reos Maooel Jos de Souza Ribeiro, Manoel Rodri- to cbara, vi agglomerada, Sr. presidente, urna
goe ardozo, Joo Pedro de Souza, Gil Eustaquio novem negra I! bem negra I...
da Mota. Jos Fernaodes de Meodooca, Jeromroo Na segonda-feira, na sesso de 14, quando pedio
Pires da Silva e Pedro, crionlo, os qnaes foram e comecoo a usar da palavra o nobre ministro da
condemnados a curoprir a pena de galos perpetuas guerra, minha alma espandlo se, eochen-se da es-
no mesmo presidio ; assim o declaro a Vmc. para peranca de que a nuvem negra, qoe unto roe af-
*. (limo iri e- JESWfK^I^ d"ecl"on -QM noassigova o" termo do
delegado I f^ad conlrato por C0DS,Vihe que oforneciraento tioha
, sido arrematado em Uruguayana por quatro me-
zes ; desla oceurrencia a tbesonrarla deu parta
a V. Exc. em offlcio de 23 do dito outubro, sob
n. 507, qoe teve em resposta o offlcio de V. Exc
a 27 desse mez sob n. 2,073,|o qual motlvou a in-
formaco constante do offlcio de 4 de novembro
n. 537.
t Nada]consta nesta reparticao acerca do reque-
rimeolo de Jos Lolz Cardoso de Salles, jonto por
copia oo citado aviso confidencial -, nem do aviso
expedido em 6 de-agosto de 1865 ao brigadeiro
Honorio Jos Gomes Porliobo Tendo-me recoihl-
do a tbesouraria em meiadbs do mez passado, nao
posso como devia fazer desenpeao mais minucio-
sa de tactos que se passaram durante a minha
commisso no exercito em operacoes fora do im-
perio.: limitei-me por isso a capitular o qne en-
comrei nos docnmentos.Deus guarde a V. Exc por
muitos annos.Illm. e Ei m. Sr. visconde da Boa-
Vista, presidente desta provincia Serviodo de
vm a inspector, o contador Leopoldino Joaquim de
Freitas. >
V-se por este offlcio : 1\ qoe o presidente do
Rio Grande entrando em exercicio achon om con-
trato de fornecimento a tertninar-se em setembro
e annuncios para outro qne prevenase as hypo-
theses de operar o exercito no Estado Orintale
por quatro mezes, sem previnir aquellas bypothe-
ses?
O Sr. Leito da Cunta:A tropa no bavia Ti-
car sem fornecimento do dia 30 em diante.
O Sr. Viriato da' nm aparte.
Vozes da opposigo:Ougara I oucam 1
O Sr. Leito da Cunta: Os nobres depulados
no querem ouvir os,apartes, no querem ser es-
clarecidos I
O Sr. Flores : O nobre depolapp acaba de ler
que o contrato de Uruguayana era provisorio.
O Sr. Barros Brrelo: Mas repito, porque se
i que prevena lado ?
| O Sr. Silsino Cavalcami: Be que dala t>
aviso ?
O Sr. Barros Brrelo :R' o aviso reservado de
: 24 de dezembro .de 1865, que devia ter sido rece-
bido em principio de Janeiro.
O Sr. Martinbo Campos : Eu no emendo bem
' as reservas uestes assumptos para o parlamento.
Sr. Godoy :E" para encobrir as mazellas.
OSr. Barros Brrelo : Chamo a attenco da
Para evitar por mais tempo taes incoBvenien- j ministro da guerra, dev acabar'em 31 de Janeiro
c tes, forca tomar sobre mim a responsabilidade prximo futuro, e por couseguinte principiar o no-
c de approvar alguma das propostas leitas ante a i vo qUe se houver de fazer no da 1 de fevereiro.
. tbesouraria, eqoe V.Exc. acaba de remetter-10 mpo de dara5o dos cootratos de foroecimento -"? gl.r SUV+TTELZ
. me com seu offlcio de 3 do corrente mez, e eu de que se trata feitos pela tbesouraria tem sido o! RJteSSffWKlSS 1 miando ooucos
nao hesito em faze-lo na presenca da ponderosa de seis mezes, e as conloes as que se considerara | SMufit tS^VSSmSm
< razo que acabo de mencionar. necessarias de modo a ser o exercito bem e pon-
t O meio de arremataco, qoe V. Exc. condem- tualmente frnecido.
na, um mel legitimo e delle tem com proyeito o qDaDi0 me cabe informar agora a V. Exc.
governo langado mo em diversas pocas, e jamis em observancia do qoe me determioou por offlcio
contrario a razo ou aos Interesses do paiz, e me- n 2,343 e .7 0 corrente, alm do qoe j tive a
nos deshonesto. Emquaolo por lei no for con-, noDra de dizer a respeito por offlcio n. 594 de 30
demoado, pode a adminlslrago poblica delle ser- de novembro ultimo,
?irse. I t Dens guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. vis-
Por mais luminosas que sejam as ideas de V. COnde da Boa-vista, presidente da provincia.O
Exc. sobre o fornecimento dos exercitos o governo inspector, Jos Francisco de Moura.
ja ha muito havia condemnado o systema de com- proVinca de S. Pedro do Rio-Grande do Sol.; nr^an do aviso- t ra cum-
missari do governo era Porto Alegre, 14 de de-, JJ 5SSB3b^ rtC assignado desde
Urna dolorosa experiencia lbe havia utilmente iembro de i865.-Illm. Sr.-Em visu da informa-: gJWJJJg ~ rior Kte com-
servido de gola, e o archivo da thesoorana de fa- 5a0 de V. S. de 12 do corrente, e do offlcio n. 5941 gj^g fSS!v*S-"oPfim de J-
zeoda desta provincia offerece moitos documeotos de 30 de novembro ultimo, tenho deliberado queaj KJ2J2S5VdSato- '
em prova de (fue o governo no errou, evitando por annnncio para fornecimento de viveres ao exercito, /Grn%am.se varl03 aDaes dados pelos Srs. r-
esse meio grandes perda, a fraude e o desvio dos 1 seja (et0 marcando o prazo de seis mezes, qne co-, b^Q yem,0 v *^
dinbelros poblicos. nM.arnn i megaro a cootar-se do de fevereiro prximo Me propo8,',0 s0 mostrar a necessidade impe-
as cireumstancias actoaes, em qua o gobern y,Ddoaro, sob condlcSes taes, qoe baja a mais per- JB ac(Joa 0 Sr> ,sconde da Boa-Vista
no poda obter fcilmente nem vebicolos de trans- feta garantia de ser o exercito bem e pontoalmeo- auiorisar o contrato de 16 de Janeiro, e cin-
Siorte, nem gado para esse servico; em qoe, con- te fornecido. O que commuaico a V. S, para sua
orme a dlreccio do exercito, era de mster \ |0telligencia e devidos effeiios.
crear depsitos 00 interior e no exterior, e que t Deus guarde a V. S.Visconde da Boa-vista.
esses transportes fossem feitos. por trra, por alto i _r. inspector da tbesouraria de fazenda desta
mar e pelas'vias Huvlaes; esse systema, qoeab- provincia.
jmwxiiu uu iwuu y, ,DuMi.D|sorverla grande copia de bracos uteis par* a defe-| Reatemos o fio principal de nossa narracao;( |( wrel( mo ar
no Paraguay : 2 que o presidente les com que o' ta do paiz, no podja de romana ser adoptado sem 1 cominnemos com a serie das desordens do contra- Paraaoay sem esse contrato. ..
fornecedor Salles prorogasse aquella contrato at qoe grande responsabilidade recahisse sobre os to de Uroguayan?. .Em principios de Janeiro, pre- ,^0 franco db Almkida :-Ahi ^
81 de outubro; 3, que 0 ramo da arremataco do .seos hombros. '-
contrato, que previnia aquellas bypolheses das Fellas estas observaeSes, nao tanto por amor
! para;
coenta conlratos como esse, se assim o exigissem
as orgenetasdas operacoes do exercito. (Apoiados.)
1 (Continuando a lr.) No deve jamis V. Exc
esquecer-se que o termo de contrato provisorio est
' prximo. '
O exercito no pode passar para Comentes e
operages do exercito fora da provincia, foi en- da delata da legalidade ou conveniencia da meai-
sen conbecimento.
ff Dito ao commandante do corpo provisorio de po-
lica. Mande Vmc alistar no corpo sob seu com-
mando os paisanos Costodio Jos de Sant'Anna,
Isidoro Estevo da Silva e Manoel Ferrelra de Li-
ma, que foram considerados aptos para o servigo
em inspecco de sande.
Dito ao bacbarel Antonio Fernandes Trigo de
Loureiro. Em additamente ao offlcio qne lbe di-
rigi a presidencia em 5 de marco ultimo, tenho a
declarar-lbe, qne Oca marcado o praso de 3 mezes
a cootar desta dala, para Vjsc apresemar a sua
carta de reconduco no logar de juiz municipal e
de orpbos do termo de Boique.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Para seu conbecimento e execucao na parte qne
Ihe toca, transmuto por copla a Vmc. o aviso ex-
pedido pela reparticao da agricultura commercio e
obras publicas, em 24 de malo ultimo, relativamen-
te aos estragos causados as obras da estrada de
ferro, pela abundancia de chovas bavidas ultima-
mente.
Dito ao juiz de paz presidente da junta de qua-
liOcaco da freguezia de Seriohaem. No lendo
acompanbado a lista dos cidados qualificados vo-
tantes nesta freguezia no corrente anno, qne Vmc
me remellen com o sen offlcio de 25 de marco ulti-
mo, as relagdss de que trata o decreto n. 2865 de
de 21 de dezembro de 1861, cumpre que m'as en-
ve com a possivel brevidade.
Algia irla ser dissipada pelo ministro, como com
pna sen cavalbeirlsmo.
UmSr. Dbptado: O nobre ministro disse al-
guma consa a esse respeito. .
Outro Sr. Dbptado :O nobre ministro de-
xou indefeso o Sr. visconde da Boa-Vista.
O Sr. Barros Barrbto :A defeza por S. Exc
feita foi de tal natnreza qoe me obrlgou a pedir a
palavra alto e bom somquando elle orava-, pos
vi qoe o ministro da corda no comprio o sen de-
ver de cavalbbiro... Elle, se mostrando borrorisa-
do de urna certa clausula do contrato, no teve a
corsgem de applacar a celeuma levantada nesta
casa, at aogmentoaa, apootando sempie a presi-
dencia do Rio Grande do Sul t
(Ha diversos apartes.)
>s nobres depulados nao me podem convencer
do contrario. Depois do discurso proferido pelo Sr.
ministro, a novem negra, em vex de dissipada, en
a vi cada vez mais densa 1 Ora, Sr. presidente, se-
melhante espectculo tem prodozido em mim tal
indignacio, que at receto qne minhas palavras
agora nao passem alm do qne pretendo. Fare
por limltar-me pois o mais possivel a' exbibico
4e certas pecas offlciaes, algumas deltas, verda-
de, reservadas. Julgo estar em mea direito reve-
lando-as, nma vex qoe o sen sigilo nao tem mais
razio de ser.
(Ha diversos apartes apoiando ao orador, dados
por varios SrS. depulados, entre, os qnaes o Sr-
trege a Alves Leite em agosto ; 4o, que o prego
das etapas no Paragoay, por esse contrato, nao
deveria em caso algum exeeder de 1JA00; 5 que
a 30 de outubro p presidente em comprmento do
aviso de 29 deste mez mandn qne se cumprisse
da que adoptei e qu V. Exc candemos, quanto
por consideragao a pessor de V. Exc, que repeti-
das vexes tem sobre esta ponto instado, cmpre-
me declarar-lbe qoe, comqnanlo V. Exo. se sbsti-
yes3e de entrar, como lbe cumpria, na ladagagao
a condico d7er orna rex de erte para 65 pragas do mrito relativo de cada pinaM pn^Miu,
pelo menos ; 6 finalmente, (note bem a cmara) como lbe lora por mim dalegado, pelo lacw o
clsamentena mesm occasio em que o presidente c.ijf"'
do Rio-Grande do Sul tinha de deliberar sobre a; 0 Josfi Amsu> .m_0 8r TISC0n4|e est plena-
arrematagao que aeabava de ter lugar, recebe elle menle Qstiflcado. (Ha ootros apartes.)
om aviso reservado, Ei-lo. (Faz-5 a leitura ao ( Q g Barbos barreto :Oacam mais os nobres
flt)i*o, que interrumpido por vezes.) ^apaii0% poneos dias depois recebia o Sr. viscon-
c Aviso reservado do ministerio da guerra ae s, j.rj. n \f.. i m rnin rfnnin om *
de dezembro de 1865, relativamente ao contrato
para o fornecimento do exercito.
qoe Alves Leite declarou no assignar o termo do I antorlsar a esia. presidencia" para fazer um tal
contrato, por eonstar-lbe, que o fornecimento tinba j contrato, f jolgo, i visu dai
sido arrematado em Uruguayana por quatro me- paruglo fiscal, que o
ses.
Eis ah o sapino desconcert, que foi a verdadei-
ra causa de ludo. Com fleito, Sr. presidente, se
no fosse esse maldito contrato de Uruguayana, o
qoe estara boje em vigor nao seria o oneroeissi-
mo contrato de 16 do Janeiro, em qoe as etapas
no Paraguay sao a 1*600 ; mas sem o qoe Alves
Leite deixoo de assignar, em que as etapas eran
ao mximo 1*400. Se nao fosse o maldito con
trato de Uruguayana, qoe sendo por qoatro meaos
nio previnlo as Bypotbeses de operar o exen
fora da provincial se no fosse .
ministre nio se teria visto nunca na necessidade
de baixaros avisos de 24 e 27 de dezembro, qoe
tanto intlairam bo animo do presidente para ap-
provar o contrato, qoe tem sido a podra de escn-
dalo dos ltimos debates.
Completemos agora a historia referida pelo ins-
peclor da ttiesourarfa. A 3 de setembro o presiden-
te dirige ao Sr. ministre nm offlcio Informaodo-lhe
de todo o occorrldo na arremataco do fornjol-
memo pfopostd por Alves Leite e por ofltros> "
"C Wr^a=SS' *"* *
Em
nais ventajosa
< a de 'Wenceslao" Joaqoim Alves Leite, nos ter-
mos que expe a tbesaoraria, admltundo o
alvitre por elle proposto de qoe o preoo no Tr-
tono da republiea do paraguay seja o que estiver
eomoexercito-de general OsoHo, caso nao seja
esie superior ao de 1*300 o 1*400 proposto.
Assim, pois, ordene V. Ene. thosoorana qoe
uestes termos lavre com todas as^aagarancas em
c direito exigidas o referido contrate com a
condico de que no coso de eoncesro parcial ou
geral ser o cootralador res ponsavel pelos
- Por parle de um dos concurrentes ao torne-
cimento do exercito em operages nessa provincia,
a quem foi adjudicado o mesmo servigo, me foi
verbalmente representado qne a tbesouraria da fa-
inada nao quera que elle asslgnasse o contrato se
nao-vigorando desde o momento da asslgnatnra
sem embargo do contrato promano, celebrado em
Uruguayana, para o servigo do dito fornecimento,
emquanto por V. Exc. no osse elle dedo Iva-
de da Boa-Vista este ootro reservado datado em 27
de dezembro :
t Aviso confidencial 00 ministro da guerra, diri-
gido presidencia, em 27 de dezembro de 1865.
c A 24 do crreme expedi a V: Exc. nm aviso
sobre fornecimentos do exercito em operacoes nes-
ta provincia, e lbe expnz o que V. Exc. por certo
no ignorar, qne o mesmo exercito tendo por mis-
so passar a Corrientes, e operar sobre o territorio
do Paragoay, nio o poda fazer sem que o contra-
to para sea fornecimeruo em paiz estrangeiro esti-
vesse celebrado, e qoe en confiara tanto no sen
tos de torga malor ser o forneeimento feito a sna
costa e por sna conta, por ordem da aotortdade
militar competente, atora das mallas respectivas.
Este objifjo, (oren repetir, de sarama
urgencia, e en espero do xolo de V. Exc, do que
tem dado sebejs proras, que sera reallsado sem
demora alguma.
Agora, Sr. presidente, vejamos a serie de desor-
dens, originadas pelo contrato da Uruguayana.
Torna-se logo notavel, vernos de ara lado o pre-
mente adjudicada; e manlfestou voniade de abrir JJ-J SSR quVsnppunha todo tato.
TA!SSdesta occarrencia, compre ponderar j Hoje sonhe por nina rtfrj**^bie
a* tbesonraria de fazenda : 1, que o contrato pro-; eommunlcou o marecbaj viseando ae Uraam,
visorio de Uruguayana prevenlo a bypothese da de- quartel-meatre^general Interino. ^ esUva tudo
mora da celebrago do contrato definitivo que por fazer, qne so traba anunciado para 7 de ja-
V. Exc mandasse celebrar, estabelecendo a regra neiro novo concursa para o fornecimento.
que vigorarla em quanto esto no fosse celebrado,! Ignorara ad0 sobre este assumpto a reparti-
e, para evitar prejuios, se estabeleceu, segundo gao que ^njo. Se tal demora se dr, V. Exc. sabe
minha lembranga, qut,o servttp neto podero jamau avaJi;-r q0al o resallado e prejaizo pera as opera-
sertpor tempo menor ie quatro meza, e, no can' 'voes da coerra, e a grande respoosabidade qoe pe-
contrano, m o gooemo tomvia a' sua conta 4*. {sa sobre mim -, espero, porm, qne tal noticia seja
potitos de genero que tivem o contratai^r ; f, "
qoe o referido contrato provisorio r-io abrange o
servico em territorio de CorrioPtes, do Paraguay,
etc.: 3o, que esse mesmo ecutrato provisorio ter-
mina no (im de Janeiro prximo,
t Assim. qoe cumpre qoe o intrato definitivo
falsa, convindo qne V. Exc offlcio ao baro de
Porto-Alegre noticiando o qoe boover, e se poder
esperar. Deas guarde a V. Exc.,etc. >
Debaixo, Sr. presidente, da presso de tamaana
urgeocla, assim to imperiosa, qne foi approva-
do o comrato de 18 do janeiro.
":'.:
1 mam i
. >, 1


"US*""'
filarle ie PennliM
=3B
iko 4e 1860.
tk
3=
o trato de lustica-lo, quer -dher, nao trato
de demonstrar que todas as suas clausulas sao ou
deixara de jar ventajosas ae thesouro nocional...
O Se. Pwhiro Machado :-Ma foram nobres
os motivos.
O Sr. Barros Barbto :Sem dawda ; nao pos-
so, tois, deixar de reparar oe 8r. aafctoiro da guer-
ra o nao ler claramente expoitanetes gwsmo o-
livos__o ministro da corea,"* io o sobrio* do
visconde da Boa-VisU, quea4bvia atar agora
na trlouna (Apoiados da oppogao.)
O Sr. Lbitao da Cunha :-3*ocommnc3 os mo-
tivos, os que justifican] o precioante, justifkaai o
ministro.
O Sr. Flores :-Era mximo do praso qaatro
mezes, podendo, pois, mol antes dlsso delxar de
vigorar.
O Sr. Barros Barreto (depols de ama pausa):
U nobre depatado qoe ote acaba de honrar com
seu aparte esquece-se de urna clausula do contrato
de Uruguayana. Mais adianie tratarei delta. Pelo
assumpto deste discurso parece-me escusado Mr a
casa o oLBcio que o Sr. Moura, inspector da the-
souraria, dirigi a presidencia sobre o contrato de
16 de Janeiro, Este senbor (permiltam-me a ex-
pressao) entra em ludo isto como Pilatos oo credo.
Abrirei aqu um parentbesis : nao posso deixar
de reparar ao cobre depatado que acba-se agora
em frente de mim {referindo-se ao Sr. Viriato) as-
sevarar ne*ta casa ser o verdadeiro culpado do
eontrato de 16 de Janeiro o inspector da ibesoura-
ria de (azenda.
O Sa. Vimato .--Perdi:; nao disse tsso, lea o
meo discurso.
O Sa. Barros Bambtq : Isso urna iojostica
flagrante. Fique, pois, bem sabido que o inspec-
tor da ibesouraria nao respoosavel por esse con-
trato. .
O Sr. Lbitao da Cumia k outros sbnhorbs :
Apoiado.
O Su. Barros Barreto :... on por outra, as
lem a responsabilidade que Ibe quueram utuiwilr
nesta casa (apoiados)...
O Sr. Lbitao w. Cunha .Al fea observacoes
contra o contrato.
OSr. Barbos Barbbto :.. .ponderando ao pre-
sidente da provincia que o contrato ra ooerosissi-
mo. Peco permisso para lr sempre o oflicio. (L.)
Porto Alegre, ttiesouraria de lateada da pro-
vincia de S. Pedro, 4 de Janeiro de 1866.N. 6.
Illm. e Exm. Sr.Tendo-se annanclado o orneci-
mento de etapas e dietas as pracas do exercito em
operacoes nesta provincia, para vigorar por seis
mezes a coniar do 1 de fevereiro prximo futuro
em diante, conforme delerminoo V. Exc por ofScio
de 14 de deiembro uimo, babilitaram-se para
concorrer a respectiva arrematacao Jos Luiz Car-
doso de Salles (actual foraeeedor) Francisco
Antonio Borges e Antonio Luix da Costa Esleves ;
mas so tendo comparecido no da aprasado 2 do
correle o 1' e 2 habilitados, forana recebidas e
abenas em sesao da justa as inclusas proposlas
que submetlo eonsideraco de V. Bic, acompa-
nbadas da nota do prego nos differentes lugares
em qae o exercito [eolia de operar.
c Segando eeses precos, os por que pretenda for-
necer o 1 propouenle (Salles) sao naais baratos do
que os offerecidos pelo 2 (Borges); porm assim
mesmo, em relaco aquelles procos por que est
sendo forneeido o exercito ao mando do general
Osorio, ainda me parecem desventajosos a' (aseada
nacional, se se considerar esta forca as mesmai
condicoes da eommandada pelo tenenle-general ba-
ro de Porto Alegre ; porque, ao passo que se exi-
ge pela etapa para cada praca desta ultima o prego
de 19200, quando esltver era territorio argentino,
recebe o fornecedor daquella entra 800 rs., o que
importa um augmento de 30%
Da proposta de Jos Luiz Cardoso de Salles,
veri V. Exc. que ele faz urna modificaco nos
precos; se em ver das tabellas que serviram de
base para a arrematacao (as do contrato celebrado
na villa da Uniao), se adoptarem as do ultimo con-
trato feito na Urogoayana, e que se achara vigo-
rando.
Apresentando a V. Exc. o resultado da men-
cionada arrematacao, aguardo as ordens de V. Exc
a semelhante respeito. Deus guarde a V. Exc
Illm. e Exc. Sr. Visconde da Boa-Vista, presidente
da provincia.O inspector, Jote Francisco de
Moura.
Aqui (apuntando para um papel) se acbam as
propostas dos differentes licitantes a que o inspec-
tor se refere, e as quaes s iguram os Srs. Sal-
les e Borges; entretanto bem sabido que ambos
tiles pertencem a urna mesma commandita, que me
dizem estende-se at a corte.-
Sr. kinheiro hachado: da curte tambera I
Sr. [barros barroto {recebendo do Sr. Macedo o
Jornal):Eis aqu o trecho do discurso do nobre
deputado o Sr. Veriato, a quem ha pouco me re-
fer : < E o empregado que no Rio-Grande do Sul
teve parte na celebracao desse contrato foi demltti-
do pelo governo actual, immedlatamenle que leve
noticia de seu proced ment. >
O Sr. vbbiato :Eis o qne en disse.
guem mais leal e cavalhelro do qae o nobre mi-
nistro da guerra. (Apoiados.)
O $r. Barras &arr*H> 1-4fo dosfJdoboci w no-
bre ministro... ah estn aa-discasade* ; por ellas
se vera' a mpressao que causaran as palavras de
S. Exc. no animo daqaeiles, que nao conhecem de
perto o Sr. visconde da Boa-Vista.
O Sa. SiLVtiw Cavamajtoi:Sao as da oopos'-
cao que estao sempre prompta a apoiar qoakraar
nasal*
O Sr. Urpaiw-. Sabemos fazer justica, sobre
todo ea questde desta ordem. Nao sao qnes4eos
que se resol vem por intereases di partid, sao
questoes muito serias, que affectam a honra do
fonccionirio publico.
O Sr. Barbos Barboto (dirigindo-se Sr. 9H-
vino Cavalcanti) .O nofcre depatado, mea amigo,
qae me bouroa coran son aparto, parece nao ter
ndo cerros psfTes" do Sr". ministro quando orara o
Sr. Brusque.
O Sr. Godo\ :A ansa da syncope do S. txc
este discurso do nobre depotado.
O Sr. Barros Ba-heto :Nao, miabas palavras
nao podem prodorir s y acopes a alngaem, e maito
menos ao Sr. ministro da guerra.
OSr. SH.VIN0 CATALCAim :E' como se toter-
pretram as intenodes !
O Sr. Godot :Syncope nao ifitenco.
O Sr. Barros Barreto (dirigindo-so ainda ao Sr.
SU vino Cavalcanti):Desejana ler-lhe os referidos
apartes, mas son t8o myope que nao pisso faze-lo
presentemente ; todos, porm, sabem qoaes foram
as breves insinuantes expressos do nobre mi-
nistro da guerra em sua propria defeza.
Ea estimara convencer ao liebre depatado, mea
amigo, do qne acabo de a vanear, em referencia ao
Sr. ministro.
Uir Sr. Deputado :Elle disse o qne se podia
dizer em defeza desse contrato ; V. Exo. que o
qner explicar de modo diverso do Sr. ministro.
O Sr. VattATo :S. Exc. faitea de forma qoe o
Sr. visconde fleoo livre intelramente de qRalqoer
impaiacio.
O mesmo Sr. Deputado :Apoiado ; exacto.
O Sa. Babros Barbeto :3r. presidente, o nieu
proposito, como por vezes tenho dito, nao mais do
que expor as razSes qne obrigaram" o visconde da
Boa-Vista a dar sua approvaeao ao eontrato de 16
de Janeiro. Entretanto este contrato, que cora
effeito muito oneroso para a fazenda pnblica, nao
deve escandallar tanlo ; nelle acbam-se clausulas
pelas quaes qnasi todo flea dependente do zelo e
patriotismo do general em ehefe do exercito; as
maltas, a escolha dos gneros, i alteracio das ta
bellas, ludo isto dependo do general em cnefe.
Qoaoto a' famosa clausula, qae tem borrorisado
a tantos, efla nao pode produzir o mesmo effeito do
clausula idntica o eontrato de Uruguayana, pois
este contrato, nao sondo necessario, a referida
clausula, em um serio bice para sflt reselso; m
passo que no contrato de 16 de jadelro setoelhante
clansula to horrorosa nao tem valor al gura; pois
a necessidade Imperiosa do exercito attravessar tf
rugaay e o Paran* nafa internar-se na Paraguay
torna Indlspensavel tal contrato, por peior qne se-
ja, Ho de Uruguayana, se nao fosse a clausula ce-
lebre, podia haver lugar para a rescisao-, no da" 16
de Janeiro nao a necessttade, repito, de qualquer
contrato, que protidenciasse sobre o ferneelmento
fra da provincia era mais que Argente, era vital.
De sorte que tal clansula no eontrato de 16 de
Janeiro podia ser concebida at n'estes termos: se
por ventara o contrato nao for acefto pelo goveruo
lero os contratadores direlto a todas as rendas
do Brasil. Nao se borro'sem pois os nobres depu-
tados do semelhante c' ola no contrato de 16 de
janelro.
Nao pretendo unificar esse contrato, digo-o ain-
da esta vez, eslou pois nicamente apresentando
estas eoflsideracSes, para testemonhar qnoo me
delxo levar por apreelaedes exageradas.
O Sp. Franco de Almeida- E este contrato es-
tara' em execacao? a
O Sr. Barros Barreto : Nao son competente
para responder ao nobre depntado.
Um Sr. Deputado: O Sr. ministro da nurinha
parece qae disse qae nio.
O Sr. Barros Barrbto : O nobre ministro da
guerra Ja' disse, que nem sempre Vigorara os mes-
mos precos das etapas porqae, por ama das claoso-
las ultima?, se declara que havendo junecao das
foicas do general Osorlo com as do general Barao
de Porto-Alegre, as etapas serio as mesmas, Isto ,
as etapas estabelecidas pelo contrato de J6 de Ja-
neiro sero modificadas, tornando-se as me%mas do
exercito do Sr. general Osorio; ainda tois, logo
que o exercito do general Porto-Alegre se aproxi-
mar a qaalquor parte de fcil accesso, tambera se
alterarn as etapas.
O mesmo succedera' depols de ebgarem os
exercltos, abafxo de Assumpo, la' em certos pon-
tos. Nao sao, pois, absolutos os pregos estabeci-
dos; el les podem ser alterados, conforme, as diffe-
rentes circunstancias.
Parece-me Sr. presidente, que na exposico qae
tenho feito, acha-se f resposta a todas as Insina-
?5es que S. Exc. mostra ignorar ajajjSp_Dorji
S. Exc. com a for$a da lgica e oaa* a eieqaaav- *S5f'',l&st3t *gael da Costa.-BeKistre-se.
ci dos factos, obt&veflem duvida afiar nata, Wm4*Qi*mer* Brothers & C, pediudo que se
discussao, em qae se agitava a questSo da tmtttm, eertidao se sua casa commerciai ou
do que tanto falloa-se na cmara; e a|
assim eiacidava pontos obscuros da apredRaftV ifcj H* 4> los Parelra "da Cunha & Filaos, para
vlamente felta, jracava a mais signlflcatifa dnH| infe drden~ o registro de urna procurado bas-
SR. BARROS BARRETO :IStO .mPT-itn, pnrilAn 4>aciiUa Aa O O-*."
me o iMbro uepuiado, o empregado foi demitlldo
ou mudado a 5; ao passo que o contrato foi cele-
brado a 16 do mesmo mez.
O Sr. veriato:Mas eu nao disse que foi o
inspector da tbesooraria.
O Sr. franco de almiida:Ento quem foi?
O Sr leitao da cunha: bom que fique con-
signado que o Sr. Jos Francisco de Moura nao
foi demando por causa desse contrato, par nao
cahir sobre um empregado zeloso, como elle se-
melhante imputacao. (Apoiados.)
O Sr. veriato: urna defesa intil, porque en
nao aecusei o inspector da thesouraria.
O Sr. franco de almeida :Ento a quem?
(Ha outros apartes.)
O Sn. barros barreto :Sr. presidente, acna-
va-.-e o eontrato quasi em termos de ser celebrado,
quando receben o presidente da provincia a 9 de
Janeiro um oficio da thesonraria de fazenda, qne
deo logar horrorosa clausula que se inserlo oeste
contrato, e que faz com qae o nobre ministro da
guerra evite as discussoes sobre semelhante ponto.
(Oucao I oucan \) Eu digo que deu lugar, porqae
foi % verdadeira causa occasional, e nao a eficien-
te, como os nobres deputados ho de ver.
* Poito-Alegre.Thesouraria de fazenda da pro-
vincia de S. Pedro do Bic-Grande do Sol, em 9 de
janeiro de 1866. N. 34. Hlm. Eiro. Sr.A
thesouraria aceitando a proposta apreseotada em
sesso da junta de 2 do correte, por Jos Luiz
Cardoso de Salles, para fornecimenio do exercito
em operacoes nesta provincia, a qual submetto
approvaeao de V. Exc por offlclo n. 6, s o fez na
que resuena aos precos, porque qnanto Re tabellas
eslava declarado no respectivo edita! qoe seriara
os do contrato celebrado na villa da Uniao do Es-
lado Oriental, em 24 de fevereiro de 1863, e as
demais condicoes regnlariam s do contrato an-
terior feito por esta tbesooraria em 10 de aoven*
bro de 1864. E como o mesmo arrematante se
aisjMrltuTadaComo pedem.
do nobre visconde da Boa-Vista ea actos qae Iba lante o^a jjutfam.--Registre-se.
eram imputados menos jnstameato. Dito do a foi fulminado por ora rato na urde de 10 5"^^ 'i0? lendo "slMo desato*
do enmate, o S. Joao Jos de taita Ana, por oo- *sle."50.ni'y do correnle- snbmetfa da-noto
casto era que acabando de fazer faira ao Limara- RPa* mesmo tribunal, o termo da res-
ro, aaixava est villa e gatnava o lagar Estrada C8*?"* MDe Jant0 offe',ece.-^ej archivado
Nofa. taeendo-so at tatas competentes.
Ontrot iadividam toe aeguiara a roesraa diree- Com infordfcgto do Sr. dse raba rgattrflscaL
eJo, ftMM sohVeram os effertea> aamoatai,-JJf. """gi" GAona!ves FgSy*ffa**^
porm de aaodo ateaoe faul. .Domingos *iva Araujo, paataaoragistra da
i unMUMi. [dlstrato socraTda firmaFerreira A Araoio.Re-
Consta-nos qae o governo imperial ordenara' ig^^. a,"uJ"" "^
a presidioca da provincia no mandasso avajiar, De Nmi Porap,o Plssos agente de ,eiI5es da
as obras executadas em execocao e as que laitam | ^^ de lfo/b6t^a qM ac?nmular 0 ^gar de
paraconclo.ro edificio do Gymuaslo Provincial, corVet^r na mesa praM.-NtBffi rogar,
afim de poder entrar em ajuste para a "9|>
S^oui, apezW a Ter ha-
nega a assigoar o contrato qae deve vigorar do *" visconde da Boa-Vlsu, nao prodnefcao so
1 de fevereiro a 31 de jomo dente anuo, sa nelle
nao for incluida a eondico 7* de sua proposta,
isto de comprar-lbe o estado os gneros qne H-
ver em deposito, se porventura o referido contrato
nao for approvado pelo governo imperial, declaran-
do mais qne someoto aceitar as tabella da Uniao
naqaelles logares Indicados na ana proposu, oc-
corre-me o dever de dar couhecimento do occorn-
do a V. B4c para que se eirv rasaiaera repeiio>
romo entender cooreelenie.
Deus guarde a V. ExcWm. e" Exc Br. tis^
eonde da Boa-Vista, presidente da provincia.-O
inspector, Jos Francisco de Monr.
Mas, senbores, essa horrivel clausula, como o
nobre ministro a qoalifkon, nio mais nem menos
do qoe a reproducao da clausula borrivel que o
proprio nobre ministro foi o primeiro a esuaete-
cer no seu contrato de Uroguayana.
O Sr. Franco m Ai.mbida. Apoiado ; isto
que verdade.
0 Sr, Barros Barreto. Itaa > ceadajSo de
contrato um pouco longa, e por isso lerei nica-
mente o que diz respeito a esta panto:
3.a eondico. Est contrato deiaar' de vigo-
rar, salvo aovas condiedae, qaaad o axerote por
qualquer evenloalidade, ou a virluda da orea
superior, paasar a omro tarrilorin. ae nio sejn o
oriental do Uragnay oh da provincia da &m> Gran-
de do Sal, cm nao saja aeaiu a. ntaanatndi qoa
trata o a/t. 4 do ocesania ccaaio.
vido contratadores que offereciam o preco de
1,9300 e i100 por etopa, no territorio paraguayo,
teve de autonsar um contrato, pelo qual essa eta-
ap de 1600.
Se uo se realizou a arrematacao da etapa a....
1,5300 ou a 1400, a casa v que enlpa foi de
quem sancionou o celebre contrato de Uroguaya-
na, porqne, se elle nao fosse feito, repilo, seria
realizado o contrato que determinava que as etapas
fossem de 1 000 a 1,5400
O nobre deputado por Pernamboco, qae se senta
a mlnha esquerda, asseveroa a casa qae o contra-
tador Salles tlnba a certeza de qae seria elle o ar-
rematante do eontrato de 16 de Janeiro. Isto nao
para admirar Sr. presidente, a qnem souber qae
Salles membro dessa commandita qae Bomloava
todo quero dizer, que, zombaodo de todos os re-
cursos da aotoridade publica mooopotisava toda a
concurrencia das arrematarles.
E' assim que vemos Alves Leite (outro indivi-
duo) figurando em um contrato qae deixoa de rea-
lizarse por causa do de Uruguayana, e ao mesmo
lempo rejetaodo o por ter Salles feito outro mais
favoravel aos contratadores*. Tornou se portanto
bem patente, que Salles e Leite vinbam a ser ama
e a mesma pessoa.
O Sr. Ratisbona: Era ama rede.
O Sr. Barros Barreto :Em respo'ta a outra
arguicao do mesmo nobre depatado por Pernam-
ixico, tenho a dizer: ioquirindo en do visconde
da Boa-Vista, a raz&o de S. Exc nio ter espacado
o contrato, mandando proceder a nova arremata-
cio, respondeu-rae elle: alm da urgencia qne
havia, eu, ja escarmentado, sabia qoe na concur-
rencia as mesmas pessoas qae flgarariam, ainda
qae fossem outros os nomes; e portanto toda a
demora s redundara era prejaizo das operacoes
da gaerra.
Julgo, Sr. presidente, ter mostrado a casa, qtte o
contrato de 10 de Janeiro, embora approvado pelo
realisaea
da compra do edificio.
De novo reclamam-nos da roa de Joo Fer-
nandos Vleira acerca do estado da illuminacio pu-
blica all; pois ba largos dias acha-se completa-
mente apagada, sem que se tenba acendido os res-
pectivos lampeos Desse espaco.
Este estado ligam-m'o i deearranjos da canalisa-
ele, occasiouados pelas ebuvas torrenciaes; mas
semelhante motivo Dio jastiflea a negligencia qne
tem havido ea repararte a daraniflearo qne pos-
sa haver, alienando ao entrarlo a imperfeicao
com qne se fez qneTK obre. a
A corapaania lera deveres restrictos para com a
provincia, o assim nao pode seu talante delxar
taes reparos para quando bem t parees, nio ne
sorvmdo de pretexto i esta omissio o lempo Inver-
noso ; pois obra* doootra forca e importancia fa-
zem-se sesia croadra. Alera de que, esta por saa
natareza de ordem tal que nolpode ser demorada;
a utilidad* publica reclama toda a promptido nos
respectivos reparo?, roormente por ser aquella ron
era extremo fia cidadav
A vista do eiposto, chamamos a attenco djfp-
cal do governo para isao, aftm de que se pTovaW-
ei6 como eodvm.
Em Macei, seqaestrarara-se, requerimento
dos respectivos credores, os bens conhecidamente
pertencentes ao Sr. Pedro da Silva Reg, que ha-
pouco desappareceu desta cidade, em conseqaeacia
de letras falsificadas.
O bens seqaestaados sie de differentes nalureza,
e avallam-s em uos cefltu e trln contos de ris.
De Jaboatao nos escrevem em data de 13 do
correte:
Homero as 11 horas da maohaa, nesta povoa-
cio, Joio Virginio Damasceno, lancando em urna
forja de ferreiro um cano veJho de bacamarte, pa-
ra o disparafasar sem ter previamente examinado
se estava oa ao carregado, ecolocaudo-se infefiz-
meale defroote da bocea, comecon a locar o fules,
inesperadamente ouvio-se urna grande detonacao,
resultado de um tiro, cuja baila penetrando na re-
giao do baixo ventre e alravessando os ros, foi
eravarse em ama portada fronlelra. Tres horas
depois o infeliz expirava, conservando durante es-
se lempo em perfeito estado as saas faculdades in-
tellecluaes, nao s para recebar os soccorros espi-
riiuaes, cura tambera para relatar fielmente o oc
corrido, que arreda toda e qualquer saspeita de
crimiaaiidade, lendo smente a sua pobre familia,
que se compde de malher e quatro filhiohos de las-
timar a sua imprudencia e desgraca.
t Compareeeu immediatamente o Sr. subdelega-
do e procedeu as diligencias que o caso exige.
< Acbam-se terminados os trabalhos da qaalifi-
caQao da guarda nacional; outro tanto, porm, nao
acontece acerca da qualificacao para votantes. Fe-
lizmente raro o anno em qae se cumpre nesla
freguezia esse preceito da le. Parece-nos que den-
tro desses seu annos ltimos, terao havido duas
ou tres vezes qualificacao. O anno passado nao a ti-
vemos. Assim melbor do que ama qualificacao
phosphorica ou de nomes truncados.
< O invern tem sido desabrido, e pensamos qne
tem leito mais mal do qae bem a' vista da caresta
dos gneros alimenticios, principalmente a carne
que nao ba lembraoca de se vender em janbo por
13 patacas a arroba.
c Tambero lera soffrido muil > a estrada, os seas
empedramentos acbam-se em mailos pontos e.-bo-
racado, e tanto difficolla o transito, qae o mni-
bus uC'o caminba mais'diariamente, muito rosto
da duas viagens por semana, o que bem sen-
si vel. >
PasEageiros do brigoe nacional Adelaide, sa-
bido para b Rio de Janeiro :
Manoel de Medeiros e Souza, Thomaz Fereira,
Angosto de Teres, Agoslinbo Rapozo, Mara de Je-
ss e 1 filbo, e 1 escrava de Jos G. Bellrao.
Rbparticao da polica :
Extracto das partes do da 14 de junho de
1866.
Foram rroeihidos a casa de deteneae no dia 13
K~vmm Ao r. delegado da capital, Lanrentino
Jos de Santa Aha, como indiciado em crime de
estupro com violencia.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio
Francisco Pedrosoe Daniel Prxedes Dias Fernandos,
para correccio; Manoel e Benedicto, eseravo este
de Domingos Jos de Campos Porto, e aquella de
Mncela Miqollina da Cunha, o primeiro por fgi-
do e o segando a reqoerintento do correspondente
Eusebio Rabello.
A' ordem do de S. Jos, Caetano Jos de Mello,
para correccao.
O ebefe da i' seccio,
/. 6. de Mesqui'a.
CASI DB DETENQAO.
Movlroento da casa de detenco no dia 14 de ju-
nho de 1866.
Ex i su ara 358, entraran) 8, sabiram 7, exlstem
359.
A saber:
Naeionaes 290, mulheres 13 estraogeiros 29,
mulheres 2, escravos 61, escravas 4, total 93
Alimentados a casta dos cofres pblicos 192.
Movimento da enfermarla no dia 15 de junho de
1866.
Teve baixa :
Manoel Antonio Freir, colite.
Tiveraro alta:
Francisco Barbosa de Mello.
Maooel Fesso de Mello.
Ignacio, eseravo de Joio Ferreira Kouros.
Maximino, eseravo de Miranda.
Ignacio Alves.
acaba de celerar com o Sr. E. Mdroav. para a
anawiamcco do* trilbes de ferro, denetWades
Escada e Trotbefas, v terminar em Bonito on Be-
zerfos, quando ebegou s nossas maes o Diario de
Pernamouco de 4 do correte, era o qual depara-
jnnacom o bem elaborado artigo do Sr. Dr. Manoel
irDarros Brrelo, qoa sob o ltalo Tramway,
MUtysa com a habilidade e proficiencia de um
aMncio professional, a com a lealdade e franqueza
ana o caracterisam, nio s a basaa do referido
eontrato, que lbe parecem onerosas para o paiz,
tambera a direaate do ramal aantratada.
o illustre escriptr nao tiwsse tocado lio per-
toriamente na clitfairatrt ireetio pro-
ida, qae elle tambara aVsapprova, por certo
qtte nos nao animaramos fazer as presentes
eeosiderneoea com o fira somonte de mostrar qne-
tambem partilhamos a Idea de qae a direccao desse
ramal sena mais otil e econmica, e de fcil exe-
e arriscada
cacao, a. a. empreu meaos onerosa
Autos de moratoria d'e Jlo de Siqueira Fer- dando-se a direccao por Jaboatao a Grvala .
rio.Atteodeodo qoe o commerciante matriculado Do qae fica dito nao se concla qoe vamos fazer
Joo de Siqueira Ferrao, obieve asseneo de seos, censaras ao governo. nem abrlrmos ama discussao
credores para o consegnlmento de saa moratoria! sobre o eontrato. Nao esta a nossa intencio,
concedem a mesma nos termos de saa peticao, e tanto mais quanto a luta, qoe o Sr. Dr. Bar-
(apoiados), e qae para elle o qae mais concorrea
fci o bem manifest desacert da administrarlo da
gaerra nesse ponto.
O Sr. ltvnco CaValcarti :Nio apoiado.
O Sa. Godoy:Apoiado; revelado allis em
multos outros actos.
OSr. Dantas:Nao apoiado. Esti na Cons-
ciencia publica a solicitada e zelo que tem havido
na adminlstracSo da guerra. (Afolados e nio
apoiados.)
O Su. Barbos Barreto : Bem! terfnlbare
aqni:
le parece qae tenho demonstrado as razfcH tfne
levaram o Sr. tiseoode da Boa'Vhta appronr o
contrato e 16 de Janeiro, o que port*nto sobre a
saa cabeca nao pode pairar a nuvem negt, qn
para maitos eslava obscurecendo as bordadnras de
sua farda do senador do Imperio, e de amigo e
zeloso servidor do estado. (kpOtW, mnlto bem
mui bem.)
O Sr. StLvmo Cavamanti : -O bom concert do
que goza o Sr. tiseonde d* Boa Vista dispeneava
al estas explicacoes. (Moitos apoiadta.)
Bl
S
PERRAMBUCO.
REVISTA DIARIA
O presente contrato' sera considerado proviso-
rio e durar nicamente emquanto definitivamente
nao for esse servico contratado na forma das orden*
do governo imperial, cota tanto qne o tempo qae
tem de deeorrer da data do presente t a defini-
tiva solacio, aio seja menor de qnatro mezes.
Se, porm, antes detle prao tor resol vido qoe
este comra) nio tenia vbjjnr, o governo receber
iodos os genera ea deposito, qoe-os contratadores
tiverem pelo preeoio preante contrato, on con-
forme o preco daa tabanas. >
Eis. Sr. presidente, is raides do grande horror
do nobre ministre da atierra, que nm iba nermit-
tio ser cavalheiro. (Nao apoiados.)
Uma Voz:Al mostroo falla da lealdade. (Nao
apoiados.)
O Sr. Savwo Cavalcanti:Nao apoiado; otn-
Urj logar Pin***, districiotlo Llmoelra, fel lert-
do gravemente com ama cad o Sr. Pedro de Al-
cantara Sooza por um seu gearo de noare Luiz Cer-
r} de Amorrm, qoe fot eapiaridoBO dia segrate
pelo respectivo delegado, sendo-lrie instaorado o
competente processo.
De um conflicto entre Joio Caetano Evange
lista e Pedro Rodrigues de Lyra resalten qne este
aitrtndo nma faeaaa sobre o hrabrgo d'aqnelle, ea-
hiese tHe-raorto mapuflnente a to mortfero golpe.
Este aaontecfmeflto doloroso flea-se m logar Po-
dra lapada, do termo do Limoerro ; e ah mesmo
ejfeetoou-s depoi a prisfo do homicida, cajo pro-
cesso foUoiciado pela delegada de polica d'alli.
Damos em lugar competente o disenrso do
Sr. deparado por esta provincia Dr. Ignacio de Bar-
ros, e para elle chamamos a atteneio dos possos
leMores.
CHRCMCA JLDIGIAKIA.
TBIBUXAL O COHHEBCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 11 DEf
JUNHO DE 1866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DBSES1BA1GAD0R
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs. depu-
tados Rosa, C. Alcoforado, Basto' e Miranda
Leal, S. ETxc. o Sr. presidente declarou aborta a
sessao.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Offlclo do Dr. ju|z especial do commercio con)
data de 9 do andante, acensando receido o qoe no
dia antecedente Ihe Tora dirigido pelo secretario
deste trbada!, aeompanhaaao varios reqoerlmen-
os de diversos agentes auxiliares do commercio
para ser supprida a falta de abonadores das suas
respectivas fiancs.
Dito do presidente e secretorio da mnfa',"uos
correctores, dando, de hoje, enviando o boletlm
commerciai da semana prxima toda.
Aos Srs. depatdos feram distriBOWos os tros
diario de Siqrelri, IrmiorC, copiador (por
machina) > Tasso frmSos. ^
Comparecea o prestdeiHe da junta dos correcto-
res, com os livros daa Hacoes, exigidos pofderi-
beracao do Wtouat em sosslo do 7 do correte.
' DESPACHOS.
Re%ofrimentod JosAopes da Silva nimarae,
nomeiam os credores Sannders Brothers & C e
Patn Nash & C, para flseaes da conducta do im-
petrante dorante a moratoria concedita, guardada
as condiccoes e comina^oes prescriptas no lit. 7 do
MI. do commercio.Infime-se aos flseaes nomea-
os para sea conbeeimento, e pague o impetrante
SS CU9loV>
Trmanal etc.(Assgnaos)A. P. Perettl, ven-
cido.Res.- Basto.Miranda Leal.C. Akofora-
d.Vista Aeeioli.
O tribunal resol vea ene a cada nm dos correcto-
res se remetlesse nota das faltas encontradas nos
seas respectivts livros, pera qoe respondam quaes
as cansas qoe as rrrotivaram.
Resolveu mais que -aos Srs: depatdos fossem
distribuidos pare serem examinados os livros dos
agentes de leudes qde para esse flm foram exi-
gidos.
Exc. o Sr. presidente
ras e mefa do dia.
encerrada a sessio as II bo-
reto lealmente acaba de provocar, ha de mere-
cer a attenco dos eruditos na materia. Desoja-
mos, porm, fazer algomas observacoes com o in-
tento de mudar-se a direccao indicada no eontrato,
e adoptar-se a que propomos, se efaegaraos a pro-
var a sua maior utilidade e conveniencia.
E' principio crreme, qoe quando se trata da
construeco de uma estrada, qualquer que seja o
sea yslema, Ira data ewsidersgoes imprtanles
attender : a saa direegao-1 o> sea cueto oa execa-
eio. Aquella sempre resolvida pelos principios
de eceoomla poltica, pertencendo a adralnistracio
fixa-la, em vista da otidade publica ; a execu;ao,
porm, do recurso d'arta do engenheiro, e de-
pende de esfudbs especiaes, que, s o couhecimen-
to das localidades, podem resolver. Assim, pois,
construir estradas, qae sendo da maior utilidade
publica, sejam ao mesmo tempo as mais economi-
"j;A1^38* Pf*gea, aoja porte seade (temo-
mdfo) de JjfiO produara* a.renda de 3S-.766*
r,?.s,**m:m* FefattiDareaaltIntal
JOl.lOOj
Segando o relatorio ciado a estrada e ferro ac-
tual renden no anno de 1863 385:883^468.
' Ora d'aqoi se poconcluir ni licha projec-
Uda mais rendosa, e offaa ais gara ma, vis-
to coma ai possrve* crer-to qanet euste o mes-
mo qae eoatou a estrada da ferro do Recife ao S.
(Francia* 11,433: 3*510, pora tal vez a .tu
quinta parta.
PoaMntaaapprecJraaaaaajnte cakalar a linha
de traanraa par era di ranero, rara por ora nos
absteraas, par nao Mtnar ana tango o presenta
rtNjjBh
Taes sao as considerac.l5es e clcalos qae sob-
fWalfflfTii^fl % r\r a/* i a a fii\ A^, nilhliffl -aairra nrnra
ai dr myt OVleJi^alu tJtj puuilvv* a'"HT prTT-c-
deudo, sao temos era vista aa aje nspertarsom a
afeoco daqaeiles que dolados de conbecimentos
ptofisslonae?, possam melbor esclarecer a ma-
teria.
Maito roigamos se esse nosso insigarRcanto tra-
ealho mereeer a attenco do distlBcto ebefe daa
sbras publicas, coja palavra aatoritada deve ser de
toda importancia em tae grave qnesta*.
Janbo 8 de 1866.
**
9
Publicac^es apeido
Agua Fkorld.i de Unrray dt
O Rvm. Sr. padre Candido da Cunha podia de-
fender-se, como realmente se defendea, sem in-
vocar exemplos, nem estabeleeer comparaeSes
pessoaes, quasi sempre odiosas. Nao isso bom
methodo de defeza.
Eston convencido de qne o Sr. padre Candido
, foi presa do orna calumnia, come eston eonvencl-
jose Awonio o> aaata afleatKe'-Alres Machado, dissimo de que o Exm. Sr. hispo nao proceden se
P.ed"ffL .g'.?y j* *&&*. cM inn-.noarapresnca de asse**w* positivas. Sia,
r^.n? f^T'?V!f IftSf^*,1- t t o8r- P*"" Candido-iaglaila ido suspenso, si
Sirva uovmartes, IPejlbabjtm^b se rtmint a Exc avoaa. que Jora eUo encontrado ma nesnun
Krl.-,^fri^,',^:,W*"---V,s, *B**elerU M.t,mm mi**, aignal
Uw&r?t!2&*yaL. n P"*"*1 faoonlaadraA e daqoal coroacel a osar
~2!%LrS3$l UuetMl00 'Om*f* Bosa, diariamente, defde o lastaM* em em qnechegou
^i^0 ^J^Jf^'tu3'** ^5?B*^aojf vartxelro n aosneu oonheci ment a portarla do Sr. biso, cu
casa commercral de Tissel Frres.Reistre e.
i Tsse l^rtev-Reglstre se
Dito do mesmo Rosa, para qne so lbe d per
eertidao se on nio oatritNMMv a casa sobredita a lei e a disciplina.
de Tisiot Prrod."-!** reqner.
Dito de Antonio de Moura ReHm, domo bastante
proearador de Luii do lotns Correa, pedindo o
registro da nomeaeao de caHeiro ano sea eeastl-
tuinte dera a Franciseo Aire Pe*olraVianna.-R-
gistre-se.
Dito de Angelo Custodio da Suva Galmares,
para lbe ser registrada a toa aotteaco de caixaj-
ro da cata coomarcial de Maaoel Joaqaim Rama*
e Silva dt Genro.Reajtotfe-se.
Dito de N. O. Bieber & C. snecessores, para ser
tambera registrada a oomeacio 'de caxeifo qae
Nada mais havendo a despaehar-se foi por S. eis, tal 6 a sologao de um dos mais importantes
problemas administrativos.
Em ama empreza, porm, como a de que nos
oecupamos, parece, qne alm das duas importan-
tissimas circomstancias de qae fallamos, se deve
anda mais ponderar o futuro qne se compro-
metiera as rendas do estado. Assim, pois, o rendi-
mento de uma estrada de ferro e o seu fatoro de-
pendende-do esenvoiviaeeito da liaba qoe ella
percorre, pareen qae siria lemeridade deixar uma
direccao condecida, coja renda approxiraada-
mente calentada, para seguir outra qne asseuta em
bases incertas, alm de qae a sua explcraco ser
provavelmeoto mais dispendiosa.
' isto o qae vamos demoostrar. A llena con-
tratada deve ser em um terreno inteiramente des-
oonhecido, e por Isso a constraeco completamen-
te nova, e a ser exacto o que se nos affirma por
pessoas que conhecem perfeitamente da dlreccSo,
ella bem diflkil e dispendiosa, quaesquer que se-
jam os pontos que se Miera para os limites sobre a
larga base consignada no contrato.
E de mais, a cidade da Victoria, ficando aqoem
desse ponto perder completamente a saa impor-
tancia. E verdade que vai crear-se mais um cen-
tro de populacao e commercio, mas nao seria rae-
Ihor desenvolver-se esse centro sem a morte de ou-
tro ji existente? Nao sena mais conveniente que
esse ramal, atravessando povoacoes e cidades ja
conhecidas e bastantes animadas, fosse terminar
em Gravat, qoe assim se tornara' mats impor-
tante ? Sera' mais agrcola a xona que se quer
dotar, do qoe esta ja to connecida ? Na verdade,
qae essas qoestoee merecem a pena de ser estuda-
das, afim de que nao nos qoeixemos, quando o mal
nao livor mais remedio.
Qual sera' o custo do ramal contratado T E" nm
problema cuja solacio depende dos dados que ha
de fornecer os estudo^ graphicos. Qual sera' a
renda dessa estrada ? E' isto tarabem dependente
de um desenvolvimento futuro.
Entretanto, se esse ramal partindo da estacao da
Boa-Viagem na direccao da estrada da Victoria a
encontra-la as Areias do Giqui, segaisse a mes-
ma at Caxilo, e d'hi fazeodo algum desvio, a di-
reia, seguindo a margena do Una, ou esquerda,
seguiado a raargem do Jaboatao, para evitar fortes
pendores, fosse de novo seguir a mesma estrada
at Tamatameirim e d'ah a Victoria tomando ao
norte, por Conceicao, oa ao sul por Bento Velbo,
estamos convencidos que o sea custo nao sera'
muito avullado, por isso qoe o terreno conbecido,
e nao exige obras d'a te importantes. Em qoaotoque
a sua extenso nao pode exceder a 48 kilmetros,
adveritodo-se que quasi toda essa linha, para oella
se estabeleeer o tramway, precisa somonte de me-
Iboramentos que nao podem costar a quarta parte
do que custana uma estrada nova.
Vamos a segunda parte que comprehende da
Victoria Grvala. Etse lauco lendo 26 kilme-
tros pouco mais ou menos de extenso, e apezar
de ter de alravessar a Serra da Russa, nao apr-
senla obstculos invenciveis.
Tendo-se ja feito estudos graphicos e urna picada
para a continuare da estrada actual de rodagem, o
seu terreno conbecido. Convm ainda notar que
o tramway seguindo essa direccao que indicamos,
arpone & oaatrncao da estrada de rodagem de
Santo Antao a Gravat, que nao pode cusiar me-
nos de 230:000^000.
Entretanto, qae utilidade e mpoi taneia teria essa
conlinuacao de Santo Anto a Grvala, ama vez
abena a linha de tramway de Gravat on Bezer-
ros para a estrada de ferro ? Parece-nos que seria
superllua; porqae es productos do intarlor qae
costamam descer por Santo Antao. seguiran) a li
nha de ferro, vfndo sement a' Victoria aqoelles
que livessem de ser abl consumidos. Pica, por-
tanto, demonstrada a decadencia a qoe se redu-
zir a cidade da Victoria, e mesrae toda a liaba
at a capital, que participa desse movimento agr-
cola e commerciai.
Agora Taremos algons clcalos e combinacoes
sobre as diversas direccoes posslveis comparadas
cora a qae propomos, afim de melbor se conhecer
as vantagens, assim como algumas comparacSes
sobre o custo e renda comparados segundo bases
conhecidas.
Nao possivel fixar-se precisamente a extenso
do ramal contratado, visto como as bases dadas
para os pontos de partida e chegada sao mui ex-
tensos, todava tomindo um termo medio, e a di-
reccao mais curta a partir de Gamelleira para Bo-
nito lera' 50 a' 60 kilmetros, quo reunidos aos 99
da estrada de ferro para o Reeife prefazem da 149
a' 159 kilmetros.
Ora, qoe utilidade resallara' dessa estrada para
os prodoctos trazidos do centro ? Nenhama. Por-
tanto essa direccao nao convm aos productores do
interior.
Tambem podaramos comparar a liara de Fre
ebeiras para Grvala' ou Bezerros com a que pro-
pomos, e entao s*e ooobeceria que esta, alm de
ser maito mais curta, e ler a vantagem de passar,
como ja dissemas, por terrenos e povoacoes ja
desenvolvidas, a saa eonsiraccao mais fcil e me-
nos dispendiosa ; por qnanto a direccao que pro-
pomos, sendo bem connecida, a sna extenso total
nao exceder' de 33 kilmetros (isto do Recife
Grvala'), notando-se qae 53 kilmetros sSo os da
estrada actualmente existente, que pouco pode
euMar o esiabelecimento des trilbos, e os 30 kilo-
metres da Vietotia a' Grvala'jamis podem costar
coma os 53-kilmetros de Freoheiras a' Gravat.
Porunto parece-nos racootestavel qne a direccao
que propomos alm de ter nma extenso menor
de 40 a 50 kilmetros, preferivel pela Importan-
cia da liaba qoe percorre, e palo dsenvolvimento
que ha de levar a diversos pontos agrcolas e eom-
merciaes, ja existentes, ao passo qae o trajelo do
contrato sendo todo desconnecido o seo. desenvol-
vimento depende de cirramstaoctas fortuita1;.
Jogamos ter dito bastaote sobre ease ponto.
Emquaoto ao rendimeuto embora dependa de
factos ulteriores, todava tomando por base o ftr-
mo-medio da renda das barreiras, eremos qae o
tramway por Jaboatao e Gravat nao poderi Ten-
der menos de 35l:6# annoatmente.
Eis aqui os dados em que nos fnndarnor para
supporroos qne alfnha detranrwaynoronde ffese-
iamos deve com toda a probabifl 351:2665 annuaimenie.
O pedaglo da barrerra do Gtqal esu' arremata-
da por mais de 7 contos Je rfs antmtlmeatf. por-
tanto fa de davifla qne deve rendar 9MWMv)f>
o que da*rM movimmo annf de JfojOW eaval-
los. Suppondo que esses Tavalbrt transportan
(termo-mdio) de ida e voltt *v) arTob, (erettbs
i,250:006'arrobas, qne- eateO'BttwMw no ntrarmo
'do frete a 90 ti. por arrobe proifnTirtra a renda de
1:366|060 soteente para transporte de car-
gas.
Convm notar qae na levamos em conta os car-
ros e oirrocas (joe trSnspottam as safras de daasH
todos os engettts adlacantes a estrada da Victo-
ria, e qae pagando o pedaglo na razio dos animaes
(ii6) cooWm um frande -peso,(fe Wa ICO
arrobas.
Se torarmos por base da renda proveniente de*
fretes denassageros, a circulacao qae teve a ac-
tual estrada de ferro e S. Francisco, no anno de
1863, segando o [relatorio do sea llostrado enge-
nheiro fiscal, o Sr, Dr. Boarque de Macedo, tere-
SESSAO JUDKaARlA EM II DE JUNBO DE
1866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. f. MBITTI.
Secretario, Mo Qutmates.
As onze horas e melada manhaa o Exm. Sr. pre-
sidente declarou aborta a sessao, estando reunidos
os Srs. desembargadores Sirva Gflimara'es, Refs e
Silva, e Accioll, e m Srs. depotados Rosa, Candido
Alcoforado, Basto, e Miranda Leal.
Lida foi approvada a acta da precedente sessio.
OS eseriv&es apresenfaram os ftvros de protesto
de letres.
O ultimo protesto inscripto pelo escrivo Albo-
quer qne foi a 8 do correte: e-o esenvo Alvos de,
Brillo insereven o ultimo a 5 do presenta mez. -
Assrgnaram-se os aceordos proferidos as
sessoes de 4 e 7 do correte nos feitos entre
partes.
Appetlantes, Manoel Ignacio de Otiveira e ootro,
appelada, a director da Calxa Filial do Banco
do Brasil nesta cidade.
Appellaates, Francisco Gomes Paren tes e or-
tros; appellados, a vlava de Manoel Gongalves da
Silva e outro.
JLGAMBWTOS.
Appellantes, Flix Sauvage & C.; appellados,
os administradores da massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & C.
Adiado a i do correte.
Despresaram-se os embargos.
Appellante exeqnente, Joo Pereira Bastos, ap-
pelada preferente, D. Josepba Leopoldina de Mello
Marinbo.
Executado, Loiz Jos Rodrigues de Sonta.
Adiado na sessao de 4 do brrente.
Foi confirmada a sentenca appelada com o voto
do Exm. Sr. presidente.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Joo Baptista Goncalves Bastos; appellado,
Francisco Gomes de freir testamenteiro de
Heory Gibson.
Receberam-se os embargos.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appellado,
Antonio Domiogoes Pinto.
Despresaram-se os embargos.
Appellante, Joo Cavalcante de Albuquerqne
Mello, appellado, Bernardino Joaqaim da Silva.
Addiado oa sesso de 4 do crreme.
Annullou-se o processo.
Appellante Joo Pereira Rabello Braga ; appella-
do Antonio Jos de Castro.
Adiado as sess5es de 4 e 7 do correte.
Fot reformada a sentenca appelada.
Appellante Julio Colombiez, como tutor dos filhos
de Hypolito Dumond e Joao Cals Ain; appelada,
Mane Augustine Leoote Cals.
Adiado t-dtri.'qrrBute.-
Receberm-se os pnmeiros embargos e despre-
saram-se os segundos.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Joaqaim Jo Silveira -, appelada. a directo-
ra da Calxa Filial do Banco do Brasil nesta ci-
dade.
Appellantes, os herdeiros do Dr. Ignacio Nery
da Fonseca, appellados os administradores da
massa fallida de Siqueira & Pereira.
Appellantes, os curadores fiscaes da massa falli-
da de Joo Baptista Goocalves Bastos; appellados,
Mills Lalhara & C.
Appellantes, os caradores fiscaes da massa falli-
da de Joo Baptista Gonealves Bastos ; appellados,
Rabe Schamettan & C
Appellante, Domingas Jos da Costa Amorim,
appellados, os administradores da massa fallida de
Amorim, Fragoso Santos & C.
Appellante D. Mara Venancia de Abren Lima
Bastos; appellado Jos Gailherme Gaimares.
Adiado a pedido de um Sr. depatado.
PASSAGCNS.
Do Sr. desembrgador Silva Gaimares ao Sr.
desembargador Reis e Silva.
Appellante Joio Pinto Regio de Souza, appella-
dos, os administradores da massa fallida de Amo-
rim, Fragoso, Santos & C.
Do Sr. desembargador Reis e -Silva ao Sr. de-
sembargador Aeeioli.
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appellado, Nar-
ciso Soares Ferreira.
distribuicSes.
Ao Sr. desembargador Silva Gaimares.
Embargante a companhia Braslleira de Paquetes
a Vapor, embargados, Joio Francisco Pardlbas e
outros.
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Joo Baptista Goncalves Bastos ; appellados,
Ferreira & Maiht u?.
Ao Sr. desembargador Reis e Silva.
Appellantes, Lola de Moraes Gomes Ferreira e
Josv Jeronymo Manfiro, appefrada, a dTreciorlal
da Caixa Filial do Banco do Brasil nesta cidade.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Santos 4 C ; appellado,
Ignacio Pedro das Neves.
Ao Sr. desemlmrgador 'Aeeioli.
Appellantes, os administradores da mssa fallida
de Amorim, Fragoso, Santos & C; appellado, Ma-
noel Anionlo de -carvalbo.
Nada mais havendo a tratarse o Exm. Sr. pre-
sidente encerrot a sesso as 2 har a meia da
taran.

&>nimumcads
nni "n ""
ai .vistas leovaveis comorehendi, precarei logo
interpreta las na pralica, como borneo) qne preza
oooclusao. pois, pedirei ao Sr. padre Can-
da Caoba, qoe porta*dada qae ao toma por
modelo em :oisa slguma, oas im a Jatos. Cbris-
to.naseo espeino a cuja laz davenaoe campar aa
nossas accSes. .
Racik, 16 de looho da 1866.
PiMo de Campos.
Contrato Mornay-Traaiway.
Estavmos resolvldos faier algomas considera-
c6es obre o contrato, que o governo da provincia
Est com urna rapidez, espantos* traaav
mttindo e entregando aa negro esqBetiaien-
to urna chusma de esseneias e agoas ebet-
rosas para o toucador, as quaes bem que
se diga, teem servido J'uma miseravel des-
honra ac gabinete de toilet, e de wm dea-
presivpI desgosto toda as pe9soa 6 re-
finado gosto. Alm de ser menos expen-
diosa do que os extractos e esse&cias euro-
peas, ella a mais pr e ncarJ esae-
cia floral existente, e atil ja wmvm ex-
cellente meio hjgienico jftwsuindof superior
qualidades cosmticas: e finalmente j como
delicado e aprazivel adorno o dortfero e de-
licioso. E' nm mimse e delicado mypea-
to de todo quanto ul, ao que fMhJ mais
agradavel.
Para os senhores qoe sofrena de irrita-
cao e ardencia da pe le cansada pele moni-
pulacio da navalba de barba, usando d'este
balsmico e refrigerante perfume, diluido
em agua, eneoetrarao n'elle a virtade mo-
dificante, o antidoto neeeasarto, servindo ao
mesmo tempo, debaixo fiesta mesma forma,
como um meio escolenle de dissipar o gos-
to e cheiro que Oca Ba bocea depon de se
harer fBnwdo
Antes da compra desta agua, bom ser
examinar com cuidado, s oo nomes de
Murray e Lanman, se acbam inscriptos sob
cada envoltorio, letreiro ou garrafa, pois
claro est, qne na falta dos mesmos toda a
mais falsa.
Vende-se as pharmacias de Caors &
Barbosa e J. da C. Brao A C.
COMMERCIO
Novo Banco dePernambaco.
o novo banco paga o 16 dividendo ne
razo de 6(9(150 por accSo.
Caixa Filial do Banco do Brasil em Pornaiaiw
aos H de janbo de A86tt
A Caixa saca sobre a Caisa Filial na Babia.
Vovo banco de|Peroniai
buco.
O Novo Banco desconta letras a lf> por como
ao anno
alPaNDEGa.
Rendlmento do dia 1 a li...... 292:588*117
dem d da 15................ 25:260*269
318i8J386
MOVIMENTO DA ALPANDEGA
Volomes entrados com fazedas. .
c com'gneros...
Volomes sabidos cem fasendas...
com gneros....
47
325
-----372
108
908
-----!,
Descarregam boje 16 de junho.
Vapor inglez-G/adiazormercadorlas.
Barca ioglezaImogene-mercadorlas.
Barca InglwaTicklerdem.
Escuna iriglea.Arelasdem.
Barca ingjeza Impar ador [arlaba de trigo.
Barca portnguera.Claadianamercadorlas.
Patacho nacional Jaboatao diversos gneros.
Patacho italianoSaradem.
Brigoe noroeguenseHafinafarinh de
Barca inglesaSaphocarvao.
Barca portuguesaMarianna /dem.
Barca nacional Amizadecharque.
Brigue nacional Beluariodem.
Brigue nacionalAureliano dem,
talacho nacionalSofidem.
e aH"portuguei Serra /-dem.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CK-
RAES DE PERNAMBCQ
Rendlmento do dia 1 a 14....... 14:554*499
inga

dem do dia 15...
.............
1:560*7 H
16^18*2
CONSULADO PROVINCIAL
Rendlmento do da 1 a 14.
dem do du lo........
......
41:975*299
5:836*395
54:827*283
MOVIMENTO DO POETO
avio entrado no dia 15.
Barcelona51 dias, brigue hegpanhol Catalina, Ae
150 toneladas, capitao Joao Sanjuan, eqoipagenj
14, carga 1737 barricas com farinha de trigo ; a
TUselErere. '
Nafioj sahidos no da 14.
Rio Grande do Sulpaucho braslleiro BraiiRnse,
capillo Jos Francisco Praca, carga assucar.
Bo n Janeirobrigoe nacional Adwiidt, eaptio
Lourenfio D. da Sirva, carga varios eneros.
Liverpoolvoor ioglez Amaso*, capKSo Tmir.
carga algodaoe outros gneros.
ObumcHo.
Sospenderam do lamarSo para Liverpool o Irf-
gue Ioglez Mezga, capito Fornee, com o nxnatn
lastro que tronxe do Rio de Janeiro.
dem para Macei brigue Ingles Corra, capilar
Jenkens, com o mesmo la-tro que trouxe do Rta a
Janeiro.
' ____LL_L.. -1 i
EDITI ES
Faco saber qoe em meo cartorio esla i
dem a qousia.e reis 4:084*000, aceita por V
dro da Silva Reto, para sarnvefcsmaa por la Ha de
pagamento. E igoeraaoWse a tesioaneie o *aa>
acertante, peiopresaoie o intima para paga>kv
dar a naao por qne o nao lat, flcaado daece jao-
tiflcaeo do com ptenle pratest* sa a nio paanr-
Recife 13 dejonlode l6&
O esenviodee protestos. Antn**- tose tsrs
BriUo.
i* seccio.Secretaria do governo de
buco 9 de Innbo de 18*6.
EDfTAL.
Pela secretaria do governo, se fu potHi
Interessar possa, qae lendo o Ex. Sr
dame a provmeia de dar u i.' do correte abalan pobJteade, sa i
das as pessoas, o ue qnerram eanlratar
Qodas pontee de qno trata a relsrlia
sentm at o oltta do Afrente ao
. ae snas propoeUs atm'-io serem
preferida aquella qne nwlbores
recer.
0 secretario. Dr. Francisco de Paula

i

I,

SaBtx.
1

>ia
iu I
M----------1~
-- -ftm


-3W W%.,
*
Alarlo d* lmbac abfeiit i a 4* rfho #r *fcm
i
~ LET N. 69f. --------------------
* H-JhiCtomuam Caroeirod* Cnnha, vi-
asaetente da provinela de Pernaijftnco : Faeo
r a lodos w *eus fcapitantes que a assembla
latn ptotioelal dncratou e eu saaccJonei a ra-
lo segalnte :
. I.-* o presidente da provincia flet antorlsa-
do a conceder privilegio por 30 annos com o esn-
beleeinieMo de om pedagto Andr de Abreu
Porto, oa a queso melbores vantagens offrecer,
iotx "%utrY~{Lta o/a pnnlm de madeira on
ierro enra os MgavW.aqpMnga e Pogo da Panella,
no Capibaribe, e ojia desm passagem para o
poTiiada da Torre, mediante as condicdes estaba-
00 ari. i da presenta Jel, de vendo em
de cb-oamta#cas sar paarido o dito
rnaatrr
_ aiUrhaMa Omf laMelro da
Gama, Joaquim Francisco de Miranda
asttto Peneca da tartas 00 a qoem melbores
Mlsgan otterecer, para a coawtraeceo de ama
ponte de ferro ou al venarla ne lugar denominado
Saot Ana de (ora e qae d passagem da freguesa
oa-riote para o Poco da Panella, devendo em
fWMUde de ceodseSes aer preferido Aristids
oa**e Garoeiro. da Cuaba Gama.
Art 3.* Oa concessionarios flcaro sugeitos alero
cas. qae forem estabelecidas nos respectivos con-
ratos aa segotes eeotHcSes :
I* A obra sera' construida de conforra i da de
gnaajj poaa fornecinaspea repartijaodas
!r> A tarifa do pedaglo era* regalada da ac-
orde coas o goveroo.
3. ITiado o prtoegto a obra Acara' perteucen-
* a' provincia, seado-lbe entregas em Mido re-
tasar de oouservago
t. A..Ficani revogadas as dispoeicflee em con-
VII---------
'o mais qae oaonstiver aqaj esnecgca-
ralo, segur-se-na o qae prescreve o re-
lamaato das airas publicas,
e- awagaal Afondo Ferreira.

DECLIRApOtS
Ceusnlado prafiacial
Peimesa do consulado nfoviacial se faz publico
que a da Io de jaoho vaponro se principiara a
,1..^,. ~ contar os 30 das uteis mercados para a cobraoca
-i ,n,8la0 de Alaacar Araripe, oficial da lape- bocea do oofte do I semestre do snob flnanceiro
nal ordem da Rosa, e jaiz de dirito especial do. correBte dos Irpostos de decima dos predios urba-
commercio desta cldade do Recife e capital da nos, de 20 0)0 do coasumo de agurdente e de 5
provincia de Pernambuco por sua magestade im- 0(0 sobre a renda dos bens de raz pertencentes
penal e eoosttaiclanal o Sr. D. Redro H, a quem corporacSes da mi marta. "A


Manda, por tuto, a todas as autoridades a qaem
o eonheeimento e execpjao da presente resolugao
onoaprir to
BaoMMCa acuopn a htm
Inteiramente como oelia se contera.
Oaeeretario do governo desta provincia a faja
imprimir, pnblrear e correr.
Palacio do govrpo de Pernambuco, ao i;
jonho de 1866.43* da independencia e do Imperio. PMjK-
L. S. -.._.._- i B Pi
Deus gnarde, etc.
Paco saber aos qne o presente edital virem e
d elle noticia tiveram, que por este juizo especial
do commereio penden) ons autos de execugao de
sentenca por mandado executivo de Tbomaz Fran-
cjaaodb Safios Roea, contra Maximino Martins da
Silva Borges, e tendo-se feito penbora em diuheiro
pertencente ao execntado fora pelo solicitador Car-
los Francisco Soares de Brito, procurador do exe-
ooeote felto o requerimento do seguinte termo :
Aono do naseimento de Nosso Senhor Jess
tnrlsto de 1866, aos ti das do mez de Urano do
dito auno na cidade do Recife de Pernambuco, era
Publica audiencia que aos feitos e partes flava o
Dr. Jnlz de drretto especial do commereio Tristo
de Alencar Ararlpe, n'eil pelo solicitador Carlos
Francisco Soares de Brito, procurador qne mo.-trou
ser do exeqnente Tbomaz Francisco de Salles Rosa,
fora acensada a peonara feita em dinhelro por car-
ta precatoria, e pertencente ao execntado Maximi-
no Martins da Silva Borges, e reqnereu que fleas-
seai assignados os 6 dias a penhora, e 10 aos ere-
dores iaeertos, e qae oavlflo pelo jaiz, bouve os 6
dias por asstf nados a penhora, e 10 aos credores
iocertos, passando-se editae depois de mandar
apregoar do que Qz este authoamento extrabido do
protocolo das audiencias, a que juntei 0 aaairdado
executivo, caria precatoria, termo da. penbora e
procuracao baatante.do xequenle que aagom.
Eo-Manoel aria Rodrigues do NasflmajBJo, es-
crivo o soliserevL
Por forga do meu despacho o referido escrivSo'
fez passar o preseate edital palo qual chamo, cito,
e bei por intimdoa es redores iaeertos do diu
execntado, para que comparejam n'este juizo den
de }ro do dito prazo, afim de allegaren o qae for de
Mesado consulado
de raaio de 1866.
Antonio
provinoial 4* Pwaambnco
Carneiro Machado Ros
Administrador.
gir-se ao-secretario da eommissiD paja Ob- se a cha em mo dolmesmo agente^ onde poda ser
tere os auxtos aecessarios a aquisic5o eMminado pelea pretenden^
dasija*rTl
dilos
Couselho de eomf fas
ana a os servicos de bar beiro da
bttm como a lavagem deroopa do<
navaes.
O conselno contrata s dia 16 do correte mez.
o aviamento do recejtuario da enfermarla de mari- tablrimants a aridada, a ja paxa o ^ttfg'Qg
a enfermarte,
esubelecimeo-
tos de marlnha, e o foraeclmenlo a estes e aos na-_ nilacio dovero alies comparecer com seos flado-
L. &
MaHQil!Cl0meHliw Carneiro da Cunha.
Sallada a paoileada a presente resolugao nesta
secretaria do governo de Pernambuco, 1. de jonho
00 ioH>.
O secr^arfo Dr. FrancUco de Paula Xallet,
Regislrda a fl do Jivro 7 de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambaco, !. de
janbo de 18*6.
O eecHptrario Jheoioro Jos Tocares.
4* scelo.Secretaria do governo de Pernambu-
co, i dd junho de 1866.
EDITAL.
Peta secretaria do governo de Pernambaco se
faz publico a quem interessar possa, qae tenda o
Exm. Sr. presidente da provincia de dar execugao
a le o. 667 de 23 de abril do corrate aano, abat-
a publicada, se convida i todas as pessoas qne
qaeiraa contratar os ramaes de trilbos urbanos, de
fue trata a referida lei apresentem ao raesmo Enn.
r. at o ultimo de jaiho prximo vindouro as soas
propostas, afim de sarem examinadas e preterirle
aqaella qae melbores vaaiagens offerecer.
O secretarlo,
Dr. Francueo de Paula Sailes.
LEI N. 667.
para qae chagua ao coohseimeato de todos
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa e afflxado nos logares do costume.
Recife i3_dejuobo de 1866.
la Maneti Mana Rodrigues do Naseimento, e-
erivio o suaaerevi.
Tristo de Aleaear Arartpe.
vios da armada do ambulancias, a carvao da padra;
tudo por lempo de om aano a decorrer do i. de
jalbo prximo vindouro.
Tambera o conselho no referido dia 16 do cor-
rente raez, promove a compra de 300 agulbas de
brim, 61 barqaihas de patate, 100 bandejas fer-
radas, 20 dazias de praocbdes de amarello, pao-
carga, sicopira on aogelim amargoso de 3o pos de
aomprimento e S pollegada* degrossara ; 20 dudas
de pranchoes de amarello, po-carga,. sicopira |po
aogelim amargoso de 35 ps de compri ment e 6
pollegadas de grossura ; 20 duzias de praaches
de amarello, po-carga, sicopira ou aogelim amar-
goso dar40 ps daaomprimenla* 7 pollegadas da
grossura ; 6 prusaos de .patenta 4 arrobas de nre-
s npaxes deebre, 4'arrobarde pregos de batel
cobra, 8 vigas da qusdade t$ a 70 palmos de
compriaaento t 11 a 12 pollegadas em qua 1ro, 300
pucaros de folha, 20 grozas de peanas de ac, 20
mi li,ro, em brnco *>0 folhas, 20 livros em bran-
' co de 180 fohas, 10 fivros era branco de 10J fo-
las, 20 livros era branco de SO, e madeiras de
constrocejio para o transporte de guerra.
Elaetaa a oaseltio os ontractos e promove a
compra dos objecls, sol as coodiccSs do etylo e
a vista de propostas em cartas fechadas recebidas
naque! le dia at as 11 horas da mi o ha a.
Sala da conseibo de compras navaas ti de jonho
de 4866.
9 secretar
__________ Alexaudra Rodrigues do* Anjos.
O Dr. Tristo fle Alencar Ararlpe, offlcial da Impe-
rial ordem da Rosa, juiz de di reno especial 4)0
commereio, desta cidade do Recite de Pernambu-
co sea termo, por sua magtstade imperial cons-
titucional o Sr. D. Pedro Ti, a quera Deas guar-
do etc.
Faico saber pela presente qae r aotoaio Flix ;de
Mello, par sea adrogado me duigio a petigo do
fbeor seguinte :
JHm. Sr. Or. juiz do commereio.Thebtonio F-
lix de Mello, tendoobtido a sentenca jauta contra
Podro Coalbo da Silveira, e estando justificada a sua
ausencia em lagar nao sabido, no principio da ac-
efio, vem requerer a V. S. qae se digne mandar
passar carta de editos por terapo de 10 dias para a
citag.io do sapplicado, afim de dar bens a penhora
sob pena de sua revelia, e serem-lhes assignadas as
24 horas e de ffe proceder em segaida a penhora no
prinud -deM.a4ag aw-
proddflbi. -
SiAiia mnimi te mi de 4866.
M. Buarque de Macedor
'_ Secretario.
AHim1 jopta administrativa da Santa Caso de
Misericordia do Recife nun4fazer publico quo no
da ti do corwnte, pelas 4 hbra da tarde, oa sala
de snas sessdas, recebem se prepastas para o for-
neoimento de earaas verdes qne bou ver de coaar
niir os diversos esubelecimeotos pi? 4 arg da
mesraa Santa Casa, no trimestre 4e iulho a setera-
bro prximo fniaco.
As propojtas devem ser aapasiaes, j pana oaes-
iifliAfimpui^ iia i^ridade a i4 para o i^i|giQft
Nena soeratartajw darao os esclareciraeatos e
qne os concerrantes preeisarera, e na acto da arre-
As ii horas da manhaa m mesraa- taberna.
LEILt)
JUbte-fio PRitiifuez.
iretoria prorseria desta assedaelp tem re-
rartaaaSa de varia pessoas,apa, liavendo-
saJisarsat lisias, (asea aaa ter sido
procuradas para o pagamento das suas jotas. Da
outras sabe esta directora qae, soppoudo sera fun-
damento real qne o Monte Po Portugoes nio pas-
W ama r3SCrava, ObfSIS de 0Ur>e Ol'ala rar*> ^ defiohara' no estado de embryo, reser-
a" reqoeriraenio aonveoiaiante do floodo Anto- 9 mZST!^ bTcogt s reclamacde^
vi de orpbaoe, far leiio de orna escrava de segaados.oat laboram mi rro o norsiu^m
ouoealnrau't:,oni5kOC08ia>,>*Wm *"* ^ "" SiH P^noT ne,
ouro a piala, islo eooao pessoas de brio, se obrigaram pelo facto d
apa esigaatara, a directora provisoria convida
(>a- ainda pela ultima vez todos aqnelle?, qae estiverem
em algnm dos iodatadei casos, a realisarem o pa-
gamento das snas jolas at ao dta 20 do corren-
te m*,jmritertoelMntc, proaura a* para esse
Qaarta-felra 20 do corrate
ae-ll horaeem pt) no armazesa- a' rn*
deia do Reelfe a. 20.
da
qne Gcaro res.
respectivos eon
mos tnihos, que, partindo desta capital va terminar rpe *
na cidade de Olinda, passando pelas estradas de Depois do aae o rasfteetMM'tanvtvaa inirtno Im
Joao da Barros e Be.m, de cuja encrusilhad. deve paf/aPro prsenle 3Sita' qaXmo,
partir outro ramal para a povoagao Bebenbe. wl# e neiFpor a^tu, STuoiMilu T^Ji 1
Art O contrato sera redigiJo ae modo i licar Coerae da SilvnrlJL m Xaua aflO
o contrtame obrigado a concluir a obra dentro de a^T^XZ^TSJS^ w! 2
10 mezes, contados da asignatura do ro-smo coa- 'oanta de tvi28JI*M^rt^iJ^aTinn^ i
'\ZWl/BaS*de 5: taaea, e cusas qae accrescerera, sob pena de nodo
dito prazo a sua revelia se
trato,
?er
i- O prazo para o ramal de Beberibe ser con
lado da conclusa j da estrada pela lei n. 626 de 16
de mato de 1865, cando o contratante rasponsa-
vel pela conservagao de din estrada.
An. .1. O presidente da provincia poder auxi-
liar por urna s vez ao coatratante, com ama sob-
vengo kilomtrica nunca superior a V do capital
empregado.
Art. 4. Ficar o mismo contratante sujeito s
coadigdes segnlntes :
Subraetter o orgamento da obra a approva-! gabrevT
cao do governo.
% 2* Estabelecer pelo menos quatro viagens dia-
rias, sendo "duas de ida e duasde volta.
3* Nao poder exigir de cada passageiro mais
de 400 rs. por viagem era wagons de primeira das-
se ; 39t) rs. nos de segunda ; e de 200 rs. nos de
terceira.
i* A bailar estes pregos a proporgao qae aag-
tneatar a concurrencia, de mod a combioarem se
os intereses da empreza com os dos passageiros.
5* Estabelecer trens de carga logo e^was con-
veniencias publicas 5 reclamaren], nao podendo
era caso algara exigir pelo transporte dos volumes
mais io que se exige na va frrea do Recife ao S.
Francisca
ArL 5* O contratante gosar dos raesmos previ-
legios, concedidos a companhiados trilbos urbanos
do Recife Apipucos, mas por prazo nanea supe-
rior a 30 anaos. Ando os quaes Qcar a empreza,
era estado de funecionar regularmente, perteucea-
do a provincia.
ArL 6. Ao governo tica reservado o direlto de
scalisar a coostrnegao, conservagao e servigo da
empreza, assim como o de regalar as respectivas
o aito prazo a sua revelia se proceder a peobora
; em seos bens que forem snffieientes para integral
i pagamento da referida quaotia e proseguir-se nos
I de mais termos da execugao.
E para que ebegne ao conhecimento de todos
mandei fazer o presente edital, qae sera' afflxado
nos lagares do costme e publicado pela imprensa.
i Dado e passado nesta cidade do Reeife da l'er-
I narabuco 14 de junho de 1866.
Eu Manoel Silvino de Barros Falco, escrlvo o
Tristo de Alencar Ararlpe.
O Dr. Virgilio de GosmSo Coelho, juiz mooicpal
sopplente da segunda vara e preparador des pro-
cesso do jury desta comarca do Recife, por sua
magestade o Imperador, qae Deas guarde, etc.
Pago saber qae, pelo Dr. Joo Antonio de Araujo
Freitas Henriques juiz dedlreito da .rimair
criminal da omnrra, me foi cofflrauoicado ter de
sinado o dia 2 de jalbo prximo vindouro, pelas 10
boras da manhaa, para abrir a segunda sesso or-
dinaria do jury, qae trabalbar em das consecuti-
vos ; a havendo hoje procedido ao sorteio dos 48
jurados que tem de servir na mesraa sesso, era
conformidad*) do artigo 328 do regniaraento n. 120
de 31 de Janeiro de 1812, foram 'sorteados e desig-
nados os cidadaos segointes :
\ Fregneza de S. Fre Pedro Gongalves.
Ludgero de Salles Oliveira.
Dr. Cosme de S Pereira.
Freguezia de Santo Antonio.
; Lufz Cesario do Reg.
Dr. Joaqaim Tbeodoro Cysaeiro de Albaqaerqae.
tarifas de transportes e as vantagens qae deve ter Manoel de Miranda Castro,
direito provincia. Adriano Augusto de Almeida Jordo.
Art. 7. Picara revogadas as disposig5es em eon- r. Felippe Nery Collago.
Dr. Antonio Rangel de Torres Bandeira.
Mando, portante, a todas as autoridades a quem Dr. Manoel Figuera de Paria.
o conhecimento e execugo da presente resolugio Joao Mara de Albuquerque Oliveira.
perteneer, qae a comprara e fagam cumprir to Freguezia de S. Jos.
inleirarnente como nal la se conteos.
O secretario do goveroo desta provincia a faga
imprimir publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambaco, 23 de abril
de 1866, 45a da independencia e do imperio.
L.S.
Manoel CUmentino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a prsenla resolugo nesta
secretaria do governo de Pernambuco, 23 de abril
de 1866.
O secretario Dr. Francisco de Pava Salles.
Registrada a C do livro 7." de leis provinciaes,
secretaria do governo de Pernambuco, 23 de abril
dei86d.
O eseriptarario
Zaparon,
j Jos Lopes Dias.
Francisco Xavier Carneiro da Cunha Campello.
Joaqaim Cardoso Ayres.
Fregneza da Boa-Vists.
Jos de Vascoooellos.
Vicenta de Paula de Oliveira Villas-Boas.
Fraocisco Augusto de Araajo.
Joo Bernardo Carneiro Mooteiro da Silva Santos.
Jos Caelano de Medeiros Jnior.
Capitao Henriqua Eduardo da Costa Gama.
Marcellino Jos Lopes.
Dr. Jos Aastragesilo Rodrigues Lima.
: Conselheiro Pedro Aatran da Maltae Albaqaerqae.
, Dr. Amaro Joaqaim Fonceea de Albaqaerqae.
da 4.4 seecao. TkeodoPo Jos Dr. Francisco Gomes Velloso de Albaqaerqae Lias.
Henrique Steple. j>. > s-
Dr. Luiz de Albuquerque Martins Pereira.
Herculano Alves da Silva.
Dr. Renrlqae do Reg Barros. '
Antonia Gongalves de Motaos.
Joao Marcellino Alves dsrPaoceca. '- ",1 fc
Dr. Aoionio Justino de Sotraa.
Jos Fraocisco do Reg Barros.
Santa Casa da Hiserwordia
do Recife,
A lllm.' junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico qua
no dia 21 de jaoho corrate pelas 4 boras da tar-
de na saia de soas sessdes tem de ir praga a ren-
da das casas abaixo mencionadas por lempo de ara
a tres annos.
Os pretendentes deveao comparecer acompaa-
dos de seas fiadores oa munidos de cartas uestes.
Fstabeleeimeiitos de curidade.
Ktia Direita.
N. 3 dem e 8 idem, sobrado de 2
andares..........1:067*^)00
Ra do Padre Florlano.
>'. 5 idem e 49 idem, casa terrea. .
DL.6 idem e 47 idem. casa terrea. .
Roa do Fagundes.
N. 11 idem e 32 idem, casa terrea .
Travessa de S. Jos.
N. 13 dem e 11 idem, ctsa terrea.
N. 14 idem e 3 dem, casa terrea. .
Roa dos Pescadores,
N. 16 idem e 11 idem, casa terrea .
Ra das Calcadas.
N. 20 idem e 36 idem, casa terrea.
5. 21 idea 88 idem, casa terrea.
Boa da Viraras.
N- 26 afleas a 7 Mera, casa terrea. .
Boa larga do Rosario.
N. 33 iasa e 24 dem segundo e
tereeiro nadares.......
Lojan. 34 particular e 26 A publico. 1 $062000
Ra do Calabooce.
N. 40 idem el8 dem, casa terrea.
Becco do'Qniabo.
N. 49 idem e 8 idem, casa terrea. .
Ra da Gloria.
N. 51 idem e 55 idem, ca3a terrea.
Roa do Eecaotameuiu.
N. 52 idem e 3 idem, sobrado.
Ra do Padre Floriano.
N. 67 idem e 65 idem, casa terrea.
Ra do Apollo.
N. 91 idem e 24 tdern, sobrado de 2
andares..........1:400^000
Ra de S. Bran Jess das Crioulas.
N. 61 idem e 8 idem. easa terrea* 1315000
Patrimonio de orphaos.
Roa do Rangel.
Casa terrea n. 6 particular e 56 pu-
blico.....- -
S. Gongalo.
Casa terrea n. 10 particular e 22 pu-
blico. .....
Becco das Bola?.
Sobrado de doas andares .0. 37 par-
ticular e 14 publico.......36i000
Azeite do Pelxe.
Sobrado de 1 andar n. 68 particnlar
e 14 publico........600*000
Roa da Cacimoa.
Casa terrea n. 65* particnlar e 5 pu-
blico.......... 1445000
dem n. 67 idem e 10 idem. 83jOOO
Ra dos Burgos.
Casa tarrea o. 68 particular e 19
publico...........1915000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares o. 76 particu-
lar e 11 publico........9005000
Seozala Velba.
Casa terrea n. 81 particular e 18 pu-
blico...... ... -2005OOO
Ra da Goia.
Casa terrea n. 83 particalar e 27
publico..........1265000
1445000
res ou munidas de cartas Uestes,
Sonsa vais peto eumprimemo dos
1 tratos.
.8an** Casa da Misericordia da eSe #4e jo-
lino de 1866.
O escrlv&o Interino,
Pedro Redrlgnes de Soaza.
illas. Sr. insnastor da theseoraria provi-
sta! em comprimeote ido resolacio ds junta da fa-
seada manda fazer publico qne .se contraa por
tempane 3 metes a Motar jio de jamo ao ul-
timo de seterafeM presumo viBdooro o forneeimen-
to de alimentado e dietas aos presos obres ajo
asa 4e deiengao, sarviedo do baw arrematagae
os preeos segrales :
Domingo, almogo e jantar
Segoada-feira idem idem
Terga-feira idasuidem
faarta-eira idea ideas
urnta-feira idem idam.
ixta-feira idem idem.
Sabbado idem idem.
Dietas.
N. A.......
N. 2......
N. 3......
le : : :
3 As pessoas qae se proposerem i .contratar dito
foroeciraento apresentem snas propostas em cart?s
fechada* no dia 14 de juoho prximo vindouro, ao
meio dia na mesraa tbesouraria onde encootraro
as tabellas dos foroeclmentos e condicgSes com
qae devem effeetaar o mesmo contrato sendo ha-
bilitados previamente os fiadores. E para constar
se mandn publicar o prosete pelo jornal.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-
buco 29 de raaio de 1866.
O offlcial da secretarla,
Miguel Affonso Ferrea.
380
300
380
360
380
403
340
380
400
640
LGITjAO
De barris com man'eig> iii#leza.
Quarla-feira 20 do corrente.
O agenta Pestaa ara' leilo por conta e risco
de quera perteneer de barris cora maoteiga iotrle-
za em om on mais lotes a vootada dos comprado-
res : quarta-teira 20 do corrale pelas 10 horas
da manhaa no armazera do Sr. Aooes defronle da
alfandega.
AVISOS DIVERSOS
e$'
;fia 'MroiuVinju, dor. Jbs Arvertima, ta piaga da
, Boa-Visia n. 4 8 ; ou para masor eemmodidade
I dos interessades, e para de futuro nio aJlegarem
:qna1qner desculpa (qae n?a sera' atteodida),
aqueltee qae nao poderera drigir-se a iaeado Sr.
Inoaooreiro, qoeirass daixar ota de toas no mes
para serem procurados, ao Becife, w Forte do
I Mattos, armazem do Sr. Jos da Silva Loyo, na ra
da Madre de Dens, botica dos 8rs. o da C. Bra-
I vo & C., aa rna *a Om o. ,-* andar; e em
i Sanio Antonio,aa roa 00 Urwp* .2, Uvraria Eco-
; nomica, oo (iabineie Paria##ez de Leara.
; Logo depois que, por annoncies ublicos, se de-
clararen em vigor os estatutos, e isso tera' lugar.
vos orooosooo
Correqoarta-fira ID.
1815000
1865000
1555OOO
1535000
1695000
2165000
1765000
15750001
2045OOO
6OO3OOO
8065000
1835000
1415000
1445000
4005000
505OOO:
TIIEATKO
S. ISABEL.
EIPREZ4-C0IHBRA.
Recita Ilvre da assignaliira.
Sabbado 16 de junho de 866
Segunda represaotago da comedia em 3 actos
MULHERES TERRIVEIS.
Terminara' o espectculo a comedia en 3 actos
Nao comessas.
Comecara' as boras do costme.
AVISOS MARTIMOS
Kawsacio
mero 1.
COMPANHfA PERNAMBCAfA
DE
VaV costeira por vapor.
Para Acarac e escalas.
Segu no dia 22 do corrente o
apar Mamnnguape. Recebe car-
ga al aos dias 19, 20 e 21; en-
comraendas, passageiros e di-
nheiro a (rete at as 3 horas do
escriptorio no Forte do Matos na-
Compra-ge um sobrado em hora
tado.de um a tres andaras, as ras se-! eaBd0,0,as as probabiiidade-, depeisdodia'o
guiDies: Cadeia, Groa, Trapiclw, Impera-' ? "'f f *a 30?0 ma ". a jada, em cn-
dor Cenan Cahiia Nova (aiiAimaHn Pru ; I0rn,l0aae conJ o disposto no art. 70 dos mesmos
SSr Vi~^-rlf ^ 'Ueimad0'ru- estatutos,passar a ser de254000, tanto para os
zas, UvTameato, larga do Rosario e HOT- candidatos que desde essa ata em diante forera
tas; quem tiwr deite Carta fechada COm as Pr iniciaos A. C E. a tivraria o, 8 da 'proca da t-"9*?1?' **'** foo, $mm inferior, a-
IndflDeadaaaia. | *ista disto, e-pera a dkeciwria provisoria qae,
^v^^www. ___ | qoem aimla n(J jj^,. nonrado a sol asignatura,
se apressara' a faje-to atfi ao da 20 deste mez o
mais tardar, on a delxar nsta de seo nome, na
forana snpra indicada, para ser anda procu-
rado.
Sao bem conhecidos os ctivos por qae Monte-
Po Portugucz aieda dSo foncci.wia : e agora que,
elitraeote, t* por wstm ter oHimaO a rre-
cadaco de listas e eobraaea de recibos, agora que
novas quaniias teeni viada juour-se a prtmeira
somma recolbida ao Novo Banco de Pernambuco.
Acham-se venda na respectiva tbesou- iga ?dirdCtoria provisoria que ninguem mais du-
rara, ra do Crespo n. 15,. osbilbe-l,
tes, meios e quintos da 17a lotera a be-
neficio das familias dos voluntarios da pa-
tria (68.a), sendo a extracSo no lugar e ho-
ra docostume.
Os premios de 6:0000000 at 10OO0
ser3o pagos urna hora depois da extraccao
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicSo das listas.
As encornmendas sero guardadas so-
mente at a ooite da vespera da extracto.
O the8onreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Soaza.
Qaem annancioudar i 0005 sobre btpothe-
ca dirija se a rna do Nogoeira n. 26, 2 andar.
Abel Mafia da Rocha, subdito portuguez, re-
tira-se para o Para._________________
Antonio Jos Gaspar retira-se para tora da
provincia a' tratar de sua aada.
O prete liberto Guilberme da Costa val a Ma
cei.
o Ceara e Maranbao sabe
a tratar com Taeso Irmos.
a escuna
3O05000
1895.000

O film. Sr. inspector da tbesouraria njovn-
cial, em cumprimento da ordem do Etm.-fr. pre-
sidente na provjaoia ds 28 do crrame, manda ta-
zar publico, qae no dia 30 de agosto prximo vin-
douro, perante a junta da fazenda dp rnesma tbe-
soararia, se ha de arrematar a qoem por menos
Azor, a obra do 9. lanco da estrada da Escada,
su intaa^ncia de 16-9055000.
A arremata^ao sera, taita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de raaio de 1854, e sob as
clausulas especiaos aballo declaradas.
As pessoas qne se propuzerem a essa arremata-
dlo eoraparecaa na sala das sessSes da raesma
Inat, no dia cima indicado, pelo meio dia e
competentemente habeliladas.
E para constar se mandn publicar pelo jornal.
Secretara da tbesonraria provincial de Pernam-
buco, 29 de malo de 1866.
0 offlcial da secretaria.
Miguel Affonco Perreira.
Clausulas especiaos.
As obras do 9.* lanco da estrada da Escada se-
rio exeeuiadas de conformidade com a planta e
deserlpco dos orcamentos, na importancia de
M:985i0C0.
O arrematante dever cumprir restrictamente as
insiraccoes do engenheiro fiscal da obra e as con-
dicedes do orcamento e contrato,
O arrematante dar comeen as obras no praso
de 15 dias, e as concluir no de 14 mezas, ambos
contados da data do contrato.
Os pagapaintdt sarao fcos em tres prestacSes
iguaes, correspfBdeoles ao valor da obra feita, o presenta
meaos o epediajne|lp qae ser* om ama s pres-lres mais pal
lacia, quiudo fizar entrega provisoria. bem remetu
V par pnbhea-los e mapdarajs^iaap u
De cada presUcao sera' dedazido o qae deler* necessanas aos jurado?, aos culpados e as
ana o art 83 do regulamenlo de Odeiniboda nhas qussa aebarem o seas dlsWotos.
Sct Cidade do Recife, 9 dpjnnho de 1866.
VI ; Eo Joaquina Franela de Paulo Estevas Clerann-
O recebimeoto definitivo de todo o ianco, e obras 'te, escrivSo do jury o sobscrevi.
tara' 18 me a todos os qaaes e a cada am de pet |L_bem
como a todos os Interessados era fefa; U BoTlVldi
para comparecerem no pnmeiro andar da casa ana
foi cadeia, na sala do jury, tanto noTrosndo da e
Idemn. 84 idem e 29 idem.
Roa do Pilar.
Casa terrea q. 91 particular e 105
publico..........1685000
dem n, 92 idem e 103 idem. .. 2003O90
Idemn. 94 idem e 99 idem. 2533000
Idemn. 105 Ideme94 idem,., 2001000
dem n. 5 sitio no Forno da Cal. 150509
A mesraa lllm.* junta em vlrtude de delibera-
gao tomada em sesso de 14 de junho manda tazar
publico qne os predios abaixo declaradas vo de
novo a praga com algumas tondlcgrJes que ser5
apre&entadas no acto da arreruatago.
Estabelecimentos d caridade
Roa Nova.
Sobrado de 1 andar n. 46 prtlcn-
snr--* puhiiwi ....... 1:0005000
Ra da Moeda.
N. 64 parttoalar e 37 publico sobrado to
de 3 aadans.........4805000
Secretaria d|^anta Gasa di Misericordia! do
Para
Gorjianr
' ~?ara o F rto.
A muilo veleira barc portuguesa AHMIXDA,
capitao Antonio Francisco da Silva Nuaes, deve
seguir cora rauda brevidade era direitura para o
Porto, ja tem a malor parte do carregamento
prompto e para o resto que Ihe falta e passageiros
trata-se cora o capitao en cora os consignatarios
Marques, Barros & C, no largo do Carpo Santo
n.^_______________________________________________
Para o Porto por
Lisboa
m
A veleira e bem conhecida barca portugneza
Tentador, pretende seguir com maita brevidade,
lena parla de sen earregameato engajado, para o
resto qae iba falta tratase com as seas consignata-
rios Antonio Lnlz de Oliveira Azevedo & C, no seo
escriptorio oa ra da Cruz n. 1.
Para o Para
pretende seguir uestes oitodias o patacho portu-
guez S.Jorge de Arri'ro, o qaal tem prompto parte
deseu cari egament : para o resto qne I be falta,
trata-se com os seus consignatarios Aotoaio Luiz
de Oliveira Azevedo 4(1, do sea escriptorio ra
da Cruz n. 1._____, ,
CLUB PERNMBUCiNO
A partida do mez de junho corrente t-
rifllugar na noile do dia 24.____________
GASA DA FORTOf
Aos 6:000#000.
Ailtietes earanldo-
A' RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTUME
O abaixoassignado venden nos seas raaitofeli-
zes bilhetes garantidos da lotera que seacaboo
de estrahir, a beneficio do thealro de Santa Isa-
bel, os Segointes premios :
N. 3650 bilhete inleiro cora a sorte de 6:0005.
-V 2648 meio bilhete com a sorte de 1:2005.
X. 1750 bilhete inteiro cora a sorte de 3005.
N. 1582 meio bilhete com a sorte de 2005.
E outras umitas sorles de 1005, 405, a 205.
Ospossnidores podem vir receber seus raspee
tivos premios sernos i'.escontos das leis na casa
da Fortuna ra de Crespo n. 23.
ftuuau-sB o *.*.. ^ da I7> jort'da lotera
(08\) a beneficio das familias dos voluntarios aa
patria que se extrahira' qoarta-feira 20 do cor-
rente.
PRECO.
. 65000
. 35000
. 15200
pessoas que compraren de 100^000
para eiaa.
Bilhetes.....55500
Meios......25750
Quintos. .... 45100
Manoel Martins Fidza.
mamtario peusaaenio do lilin. Sr. Dr. JoaHenri-
qaes Ferreira, nosso digno ex-consul aesupro-
viocia.*
Aos incrdulos a directora provisoria diz pnrae
simplesmente : a mstatlaco do Monte-Pio Portu-
guez ter lugar no dia ia\le julho prximo.
Secretaria do Monte-Pio Portuguez era Pernam-
buco, 9 de jonho de 1866.
Jos ia Silva Lofo,
Presidente.
Joaquim Gerardo de lastos,
2* Fecreiario.-
SMM-* mmmm mmmm
f|0 baehirel J. Fraikliii S. Tavora^
m pode ser procurado na rna das Cruzes m
B n. 33, primeiro andar, para os mis teres 2
m de advocacia. wb
mmmmmmmmmmmmm
Quem precisar de urna ama para casa de
pouca familia para o servigo interior dirija-se a
roa do Apollo o. 37, loja, qae encontrara' cora
guara tratar. _________
Grande hotel Traviata
O proprietario deste eslabelecimento participa
ao respeitavel publico que acaba de reformar o
seu hotel de raodo a offerecer aos seas fregoezes
excellentes commodidades, boa e asseiada comida.
delicaaos vinhos e magnficos buhares por prego
comroodo. O servigo feito com regulandade e
promptido urna prova de que o proprietario do
hotel Traviata muito se empenha em agradar aos
seus freguezes.
Este hotel, situado na ra do Rosario larga o.
37, nobairro de Santo Antonio sera duvida
mais central e como tal o que proporciona
vantagens.
o
mais
TISO
Para
Bilhetes.
Meios. .
Quintos.
as
Araerico Ferreira da Silva tem a honra de par-
ticipar ao respeitavel pablico que tara akerto na
praga do c< mraercio n. 48 nra armazem de com-
rnissoes de compras e vendas de qnaesquer effei-
tos do que o ineurobirem, tanto no seu armazera
como fra delle, tendo em boa guarda os que Ihe
tpam rameiiidns. observando fielmente as instruc-
goes qae lne forem traasmenraas pmti.w da.
sempenho de seus deveres, a contento de todos que
Ihe bonrarem com a sua contianga. Outro sim
jolga nada dever o anuonciante, e se alguera se
julgar credor, aprsente su conta qae immediata-
menle ser satisfeito.
Na padaria da Torre precisa-se de um
oeiro e um amassador que vo entregar pao.
for-
Domingos Antonio de Pinho. portuguez, vai
Rio de JaneiMn.
ao Rio de Janeiro.
Furto
Para a Babia.
Pretende seguir com muia brevidade a velleira
sumaca nacional Hiriendo, a qul tem parte de
sea carregamento prompto, para o resto que Ihe
falta trata-se cora os s "us consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, em sea escriptorio,
roa da Crnz n. t. .
Ilhade S.ffiinoi
Sabe com atoita brevidade a escuna portogueza
SHA, paro passageiros tratase com Joao do Reg
Lima, a' roa do Apollo n. 4.
-------n

Para Lisboa
aterino,
es de Soaza.
nesta cidade se
inisterio dos ne-
iaroei
Sl7eTorl^rf>ml^ ReC,*-**J^,oSvo
Pregoezia do Pojo. ,_________Pedro Rodrig
Jorge Vctor Ferreira Lopes. l&'/dlCtd 1 ll pilo aoosulado de Portuga
Fregneza da Vartea. faz publicar o segaiote aviso do
Barao de Manbeca rv 3 fY'f A: f | Musdj|mar|J)a e ultramar :I
FregneziadeS. LonrencOj, avivn .. Atm aos navfantesh. 42.
Joaqaim Correa de Araajo. ""u "" ae mti0 Prc":inio copecara' a faoccfl
Manoel Cavalcanti de Albuquerque Lins. nar o novo apparelho Uinmlnairio, collocado
Fregueira eVMwneCa. tefWWeWpe**** 4e Jos Caeuno de Albaqnarqaa. I Jo ai naenstaiurtoa' eatond* da baria do Porto.
Joo Ufit BJ&eiro u> Faria. t Q.M*aappaeJtw tonWcnlar fe 4" ordem, s
Estevi Jos Paes Brrelo. ^ ...,,.. a (emafresnal. A )ik |rw*
Fcegnaziade Jaboaflo.^'"11-^ CiafBs de minuto'em mSfo.
no Cartolro de Lacerta. ?* .s*M o Meo iHminoVesta* 8K.62 a
Meadas Carnairo Lela mnr.
ncispo da Sonsa Loso. Atorra em que. assenta a lanlerna qaadrsl
Roirignpa a Silva )b dW,m 17^S) dpajira, estA pintada de bn
Augusto de Sonta Leo. rCk_; eo, cpnf ama faxa vermetha, detl-,88 de largn
I altara de 3",92 medidos da hase da torre.
A tai rtau irliiihi.m rtisliria de 15 mili
em boas circumstancias atraospherlcas.
Seere*aria do estada d aepaeios da marin
ultramar, 28 de raaio de 1866.
ii' rniunTiHti" "T TTCT?
,r"
luetas
Pe
r4r
K CommissJo directora da exposi^des-
ta provincia, previne aos artistas gul d-
sejarem cQGorrer com os seus prodod'os a
mesma expbicSo, e que n3o o posaatn fa-
Mr por frita do recorso, que diove diri-
segnira com brevidade a Barca portugneza Nova
Marianna, de primeira ciaste,' e recentemenie
constrnida ; tem prompta a raaior parte do sen
aarregamento ; e para o restante e passaaeiros,
pariros qaaes tem excellentes coramodos, trata-se
com Manoel Ignacio da Oilvoira. de Filho, no largo
do Corpo Santo n. 19, escriptorio, ou cora o capi-
lioaP'mtc*. Para o Porto.
Seguir' eon brevidade a bem conhecida a mol
veleira barca Claudina, por_ter. parte do sea earrs-
aos,
qaaes i_
Cnnha Irmaosil
eu com o cap
Para a i,
com parle do j
va a polaca ita
genero
ja-ae ao consignaiarii
-Vda Madre de Deo
es seis dias por
iae conduzio de
isso qaem dse].
1 rete eora
I Jos Goi
Segu em puosas das o urigue nacional
polsja' leal abordo parlada carga, alada
alfuaaa afaat e irau-se com Ralur & 01
ma aa Vigaplo n. 10.
Ainda nao appareceram mais nenhuma das obras
de ouro, brilhantes, diamantes e ootras podras,
tortadas na noite de seganda-feira 21 do maio pas-
sado, aoSr. capitao Vicente Antonio do Espirito
Santo, e annuneiado pelo mesmo senhor nos Dia-
rios de 23 e 24 do dito mez, a excepQo daqnellas
poucas pecas qae foram apprehendidas ao moleqae
mea escravo, confessando este, que outro eseravo
de seo conhecimento, com o qual somero eslava,
e esteve oa nsite de segunda-feira, tora qaem Ose-
ra o furto-; e sendo preso nao confassan, a nem a
polica pode colher prova alguma desse escravo,
qae alias dlzem qne bastante conbecido na Boa-
vista por grande larapio, citando-se varios furtos
qoe ja tem feita, e qae eslava coas omitas relagSes
com o mogo, conduzindo para sambas, etc. E como
amjgavelmente logo pagnei o dito furto, venho ro-
gar encarecidamente aos seghores agentes da po-
lica, e mais pessoas de diligenciaren! a apprehen-
gao deste furto, que Infallivelmente tem qotrqs
agentes nelle involvidos : prometi gratificar, e
guardar inviolavel stsgredo iqnalles qoe me derem
inforraagoes, e nao poopar despeas.
Marcelino Jos Lopes.
Dinheiro a risco,
O capitSo da harta brasilelM Real*Ptro, preci-
sa tomar a risco martimo a qoantia de 10 a 15
con tos de res, sobre Iros mil couros, parte do car-
regamento da mesma barca procedente do Rio
Grande do Sal conrMeslinb a Ivel^York, arribada
reeentemente a osle porte, onde tai eoademoada,
cojos eoooas segnem para e referido porto de
JfoWrYork, no pataoho*fasttalraPaJn : os pre-.l
cartW:^^
4C.,larrdo(^rptaato6;Oa ao'6ne(ado
amerieasso at*a lhora da uropada, 19 do cor-
renta mea, aada *rao Obertaa pato
coosal. .
St Chapeos de rmn.h'brned'
Na praga da Independencia n. 24 a K.
O abaixo, aaslgatdp, apxando de
do Sr, Manoel Rfeflrr Pernandes, po
I 484 DE B WHOS
26 Parteo do Carato 26.
Neste estabelecimento to impor- >
tanto para a saude e asseio do cor- s
po, acham-se montados 20 banhei- I
ros, qne sao servidos com a ordem )
e asseio qne para desejar-se. Qua- y
tro destes banheiros sao especial-
mente reservados para senboras e g
por isto acham-se collocados em ln- \
gar reservado, aonde s tem entra- g
da as pessoas de urna mesma fami- !
lia. ,)|
PRESOS DE BANHOS AVLSOS.
4 banfto fri, momo on de
*
500
450UO
iSOOO
1.OOO
cbovisoo
4 dito de choque .
f dito de prello..
i dito aromatisado
PREQOS POR ASIGNATURA. K
30 banhos por mez frio^
momo on de cbovisc\ fO^OOO Wi
25 banhos com cartes pa- ^
ra os mesmos .... 4 0#000 ar\
42 ditos ditos ditos. 30000 l
12 ditos ditos de choque. IQtfOCO g
42 ditos ditos de farello.. 105000 I
0 estabelecimento estara aberto
nos das utes das 6 horas da ma- ||
nh5a as 10 da noite, nos das san- MK
tifleados das-&a&4> horas da tarde, j
r$vqeu-se
IEIIAO
De umaUbori siU m tu 4o
nhot# 3o,
M ..,
Broa
0 apote Martina far lellio por autorisagao do
nim. Sr. D.r. Claudlno de Araoie Gulmaraes cen-
sal portuajBsx, da armaclo, ealrrjes, depsitos, fl-
telros, cantoiros, naneroi e mus per lances da ta-
berna da ras do Bram n. 38, pertenoente ao au-
sonte Fraaelaeo Marones da Costa, cojo balanco
ser caixei-
ro do sr, Manoei'Hiuevra re uanaes, por assim Ihe
copvir, altara a na dever sagrado, deixando de
patentear aa paWis a sna iratdao, tanto ao Sr.
neiras urbanas e delicadas qoe sempre se digna-
ram dispensaHhe, durante o periodo de oite au-
nes q um nsas, qna esteva en soa tasa,
Manoel Pew^^Mag^iaaJpnior.
Sobre o Porto, o Lisboa: a tratar com
Garvalho 4 Nogoeira na rna da Apolk^ nu-
mero 0, .
..........
no dia 14 do corrente, as 2 1/2 horas da tarde, sen-
- Pe aiadide per sr asa pela na do Hewicio,
rospactivo doauo de baadai)* e ioatha oarpinba de una
vestid* branco da cambraia^ fxaosido. cura pala de
pona, feito com tiras bordadas e pregas...e babado
bordado a roda, aconteceu cahir da boeija na
mesma ra, a ah desappareeeu ,"p8r*,TSin rog-se
pessoa que o livor senado, o obsequio de ir ou
mandar entregar no primeiro sitio do largo do
Hospicio, aberto para segnimento dos trilbos urba-
nos para A{ttpwe,_njia*ara B*sjnas;nte grati-
ficado.
Ama
Precisa-se de deas amas non para cosinhar o
outra para engommar : na praga ds Boa-Vista se*
gando andar, por cima da bjtica que taz esquina
coa a roa do Araiae.
Carlos Francisco Ferreira Borges, soidito
portnfues,-vai a Lisboa, a leva sv*Os*oompanhia
No dia 19 do andante mez, depois da audien-
cia do Dr. jattn* \ WuW| m\ a praga de venda
o preto Galvis^dfl 37jSMk)s,da,Jda4e e refinador,
avaliado era, T0t)p e peKeoce ao casal do finado
J*iolm dTCosta Vleirs.
portas a
' i '



HE..
Dts.rU 4e rrrnankrt SablwuU 4* de Jn.ho de 1866.
agua florida 4 PREVIDENTE
MURRAY& LANMAN
A agua florida de Murray & Lanman
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparares
as mais custosas: conserva seo aroma, co-
mo se*ormasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia Ufo delicada, como elegan-
tes sao seos multiplicados osos, .quer-seja
empregada como artigo de toucador, qur
no uso do banho, ou como uavisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
j para limpar as gengivas o* aromatisare
balito.
D suavidade, brilho e elasticidade .a
compleices, depois de se hver lasado; ll-
uvia a irritaco de erupces ordinarias; faz
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e todaa
casta de ebuiices, e'd vigor e frescuras
parte onde quer que se applique. 6ua-efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso applica-
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, aas loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto excellen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffocaso. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp, Nova York, e a venda por
Caors & Barbosa.
Jo5o da C. Bravo & L
Deposito geral em Pernambuco ra di
Cruz n.22 em casa de Caros
Sociedade aortagueza de seguros mutuos sabr Vida, fiiudad*
administrada pe
BANCO ALUANCA DO PORTO-
o
Todo o paj que desejar acaatelar o futuro de seus filhos deve, quanto antes,
fazer nscrever os seos nomes na lista dos socios da Providente por que,com uma
pequea quanliaque,. todos os aunes, para all r applicando, tirada do fructo das suas
economas, no fin de 25 annos aloancar-lhes-ha uma fortuna, que por nenhum outro
meio e com to pequeo desembolso-portera obter.
Os exemplos pracos de ootras sociedades anlogas tem mostrado que:
UOSOUO pagos apoBalmcatc pedern prodnzIr~
Por um menino de
"de
1
Casa vazia.
AJaga-se ama pequea casa na ra do Nasoen-
te n. ii : a tratar com Aievedo & Irmo a raa do
Qneimado. ___________
Precisa-se de ama ama para cosinhar, na ra
do Crespo n. 18 primeiro andar : a tratar das 9
horas da manha as 3 da urde ou na rna Nova de
Santa MUJO. 69 noto a fabrica de sabo.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estableci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mereadorias e mobilias:
na ra do Vigario n. k, pavimento terreo.
Em casa de Tbeod Chrisanseo, roa do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
deBrandenburg frres, Bordeam, encontrascef-
fectivamenle deposito dos artigo; seguintes:
St. Jnlien.
St. Pierre.
Larose.
Cbateau Loville.
Cbateaa Margaax.
Grand vin Cbateaa Lafitte 1858.
Chateau Lrfitte.
Haut Sauternes.
Chatean Sauternes.
Cbateau Lataur Blancbe.
Cbateau Yquem.
Cognac esa tres qualidades.
Azeite doce. Precos de Bordeaux._
' Na ra da Unio n. 40 precita-ee de uma
bca engomraadeira________________
Peitoral de Cercja,
DO DR. AYER,
O
I'AEA.-i CCU SU. MIM. 4 o-
t a de todaa as molestias ] "lo
e dn garganta, to?se, constipafes,
Bronchit?, aemn, defluxos, roqul-
, Este xarope peitoral 6 o resul-
tado de longos annos de cstudp
aox um dos primeiros mdicos da
America do Norte, e de experi-
encias minuciosas nos princlpaes
horpltaes do mondo; reccltadopelos mdicos mais dlstinctos
deste sceulo na sua clnica particslar, portento e digno de toda
coBiianca, a*, por ser eficaz, nlaaneando com uma certeza infai-
ivel o assento da moloflia e arrancando lhe as raizes, assim
dada os orgos affectados uma aceio atural e si:7?, por
ler innocente e applicaral a qualquer pessba de qualquer idade
ou scro, no homem robusto ou erUasa da mais tenra idade,
cada frasco sendo accompunliado de dirreeses minuciosas:
:<', e ultimo, por no ter um remedio secrete, pola qualquer med-
ico ou pharmaecutico pode obter a formula da sua composicao,
dirigindo-se pe'ssoalmentc ou por carta ao agente geral, H. M.
LASE, a ra Direita No. 15. Rio de Janeiro.
Muitos casos que tinho zonibado de todos os recursos
ila sciencia ten sido curados radicalmente cora o uso do
Peitoral de Cereja.
As pessoas atacadas de tosse, defluxos, Dr da garganta,
Broi.chite, asma, etc., c outros symptomas da fsica prima-
ria gcralmcntc fazera pouco caso do seu padecimento at
dia a 1 auno.
1 a 2 ann.es...
de 2a 3 i ....
de 3 a k .....
de 4 a 15 .... -
Por urna pessoa de 15 a 20.annos ..
de 20 a 30 .'....
de 30 a 40 ......
de 40 a 50 -----f
Em5 an-
nos.
Em 10
annos.
Em 45
annos,
Em 20an-
nos.
Em 25 an-
ROS.
DIRECCAO GERAL
adrId : Raa d Prado n. I
1:100,5(4:000,519:0004 20:000^ 47:000*
900 3:000( 7:500,5 .17:000* 37:0O0
860* 2:900* 7:200* 16:000* 35:000*
860* 2:800* 7:100* 15:600* 34:000*
860* 2:700* 7:000* 15:500* 33:300*
860* 2:700* 7:000* 15:400* 33:300*
860* 2:700* 7:100* 45:600* 34:000*
860* 2:700* 7:200* 16:000* 37>000*
900* 3:000* 7:500* 18:000* 50jOO0*
Admittem-se subscripes ananaes de 8* para cima.
Quem pretender subscrever para a Providente ou desejar piaesquer esclarect-
mentos e informaces, pode dirigir se. sua direccSo, no banco Allianca, establecido na
ra Bellomonte, ou a Jos Ferreira Moutinho, inspector geral da mesma sociedade, jqo-
rador na ra da Fabrica do Tabaco n. 19, no Porto, e aos agentes do mesmo banco e
sociedade na capital e provincia, que tamben darSo prospecto gratis aguem osoedir,
Acbando-se de paaaagem nesta cidade o inspector geral da referida ^iedade,
promptiflea-se, durante o pouco tempo que aqui tem de demorar-se, a dar os esclarec-
mentos que se lhe pedirem, todos.os dias at as 10 horas da manh3a na ra da Cruz a.
1, em casa do Illm. Sr. Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, onde se aeha hospedado.
Ama de leite
Precisa-se de orna ama de leite iivre ou
va na ra da Praia n. 13 e 15, armazem.
captl-
Samoel Power Johiistoa Companhia
. Ra da Senzala Nova n. 4.
AGINCIa DA
Fundl^ao deLov Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho.
A NACIONAL
Companhia. geral bespanhola de seguros mutuos
obre a vida
AUTORISADA PECO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Una faitea em dinheiro, depositado nos cofres de estado, garante a boa ad-
ministraco da
BANftUEIROS DA COMPANHIA*
* 9 anco de Ue^panha
Esta comBauhia liga pelo systema mutuo todas as combinares de supervivencia dos segu"
o s sobre a-vida.
Nell pode se taier a subscripevo de maneira que em nenhum caso mesmo po morte do
segurado se perca o capital uem os juros correspondentes a estes.
Sao o supreuendentes os resultados que produiem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL, queaioda mesmo dimfnuindo ama terca parte do interesse produzido em recentes liquida-
ces eoobmando-o com a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela compannia
pera seas^alculos e Iiquidac5es, em segurados de idade de 3 a!9 annos, urna imposao annua.
de iOQf predoz em effectivo metalice:
No fim de 5 amos. ...... 1:119*300
de 10........3:94#600
i de 18 .......11:808*200
de 20........30:256*000
de 25 ...... 80:331*000
as idades menores de 3 annos maiores de 30, os productos sao mais considera veis.
Prospecta e mais informaces serlo prestadas pelo sab-director nesta provincia.
Joaquim'Fiuza de Oliveira, rna da Cade a. 62? ou a Boa-Vista ra da Imperatrix n. 12, es tabelc
ment dos Srs. Raymundo, Carlos,Leite & Irmo.
--------------1-------------------------------------------;---------------,------------
A.JOREZ
FUNDIDOR E TORNEIRO
METAES
Roa da Matriz da Boa Vista n. 36.

Ama secca.
-Precisa-se de uma ama para comprar
abarcara pequea familia, livre ou captiva
ruada Praia n. 13 e lo, armaiem.
Arreios de carro para um e dous mallos.
Reiogios de o uro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
e cosi-' Motores para ditos.
Machinas de costura.
TINTURARA
AO GRANDE S MAURICIO
PROCESAOS APCRFCICOAUOIS
PARA
Fingir, limpar e lustrar a Tapar.
F. A. SALIMRE & C.
Vende-se um torno obra prima e todo no-
vo proprio para tornear metaes e madeii a
tendo dito torno cinco qualidades de rosca
diferentes para fazer parafusos com a pun-
ta e a espera affeic3o do T, vende-se igual-
mente um revolver feito nesta praca por
un dos mais peritos artistas: para ver e
tratar dirija-se ra na matriz da Boa-Vis-
ta casa n. 36.
jwm mmmmmswm
O Dr. Miguel Joaqaim de Castro Has-
carenhas madou a sua' residencia da rna
do Sol para a dt Imperatriz n. 88, eotra-
da pela ra do Hospicio, onde continua
no exercicio de sua profisso. 0 mesmo
Dr., que se tem dado com solicitude ao
estudo e pratica das molestias de tero e
de meninos, da consulta gratis aos pobres
das 9 boras as 10 da manba.
S OD
j cironl
Precisase alagar uma eterava que tenba
boa conducta e sem vicio, que seja boa engom-
raadeira : na roa das Cruzesn. 36, primeiro an-
dar, paga-se bom ordenado.____________
Ama para casa
Precisa-se de urna ama para lavar, engommar e
coser para duas pessoas : a tratar na ra de A-
pollo n.9._____________
Prec sa-se de uma mulber forra de raeia ida
de que seqaeira prestar a ser ama e fazer com-
panhia a orna senbora; a tratar na ra do Qaei-
mado n. 69.


na
PAPIS PINTADOS
rSortimento de papis pintados e
lindas guarnices para forrar casas.
N l LIVRARIA FRANCEZA.
N. 9. Ra do Crespo N. 9.
Irmaadade do Divino Espirito Sanio.
O procurador geral abaixo asslgnado convoca os
membros do conselho Osea! para rennio extraor-
dinaria domingo 17 do corrente, ao meio dia, no
consistorio de nossa)igreja. Recife 14 de junbo de
1866.
Jos Feroandes Lima.
Companhia lid el idade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro.
- AGENTES EM PERNAMBUCO
AntoBio Luiz de Oliveira Azevedo A C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fldelida-
de,tomam seguros de navios, mercado*
ras e predios no seu escriptorio ra da
Crux n. 1.
i
29 Kua 7 de setembro 29
Defronte da roa nova do Onvidor. (Rio de Janeiro)
Ofi propietarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Brasil, por
trabalbar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na
Europa, e ajudados por alguns dos melhores officiaes de Paris e Lyo, podem assegu-
rar a seus freguezes uma perei;5o no trabalho, a qual senSo pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mal.-r perfeico e brevidade qualquer
qalidade de fazendas, tiram nodoae e limpam secco sem moltiar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.
Menino
O solicitador Pedro Alexandrino da Costa Macha-
do precisa de um rapaz de 12 a 14 annos para ser
ajudante: a tratar na roa Direita o. 68, primeiro
andar.
*
Fogo fogo
l
1
S
Valdivino da plvora com fabrica de fogo artifi-
cial na ilha do Maroim, se acha com porcSo de
, fogos do ar de i sorte J postos as flexas, a e?pe-
SEJRJP jB.K?1^8JR fBSRSR'rsSKI ra de festejar os dias que tiver noticias de qualquer
M 0 Dr Carolino Francisco de Lima San- M iriurapho dasnosias armasdentrodoHumait; todo
J tos continua a morar na ra do Impera- 2 | qnelle que tiyer a mesma salisfacao d.rija-se ao
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seu > \\mazem de sal da rna Imperial n. 221 poucoalm
gabinete de consultas medicas, logo ao -
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estudo tanto da- operares como das mo-
S lestias internas, prestase a qualquer cha-
Wt mado, quer para dentro quer para fra
\S& da cidade.
mmmm mmmmmm mmmm m
Preciza-se de um amassador que saiba bem
dfsempeobar seu lugar na padaria de Domingos
Antonio da Silva Beiriz: ra da Imperatriz n. 66.
"^Tjos Antonio BstosTJ&seC TeiiaUa- Bastos
Donrtngoo Tchreira Bastos Hanoel Telxeira Bas-
to, mando celebrar ama roissa de Btqulem por
alma de seu sobrinho e irraSo Francisco Telxeira
Bastos, e convido a todos os seos amigos e do
fallecido, que quizerem afsistir esse acto de cari-
dade a comparecerem na isreja matriz do Corno; Precisa-se de um criado de 10 a 12 annos
Santo as 8 horas da manha de sabbado 16 do, tna Direita n. 68,1* andar.______________
Bvms. Srs.
mmwkwmmwm
DEPOSITO DE CALCADO J
FABRICADO NA CASA DE DETENCAO fl
Ra Xot.1 n. i. g|
Ahi se encontraro obras de di- w
versas qualidades, e por preco mui ?
diminutos, a retalho e om porgues. Sis
S se vende a dinheiro. Wt
Na ra do Crespo o. 18, segundo andar, pre-
cisa-se de nma ama de leite.
corrente ; assim como convido aos
sacerdotes que qoizerem celebrar n'esse da na
matriz cima indicada.
Becife, 15 de jonho de_i866._____________
XAROPE
PEITORAL E DULCIFICANTE
DE
SAINT-CiEORCiES
Preparado por GRIMAULT 4C* pharma-
ceuticos 4e S. A. I. oprincire Napoleo.
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS
R. 5 Koa do Queimad n, 5.
Monteiro& Guimaraes, participam a todos os seus amigos efreguezes, que recebem
de conta propria por todos es vapores da Europa, grande e variadissimo sortimento de
objectos de alta novidade, e bem assim adornos proprios para casamentos, pois que seus
correspondentes de Hamburgo, Paris e Londres, na esclha de taes mereadorias tem
merecido approvacSo das encantadoras Pernambucanas.
A Fragata acaba de receber pelo ultimo vapor grande variedades de sedas de todas
as cores e qualidades, tambem recebe por todos os vapores luvas de pellica, (do afamado
Jouvio) saias de la com barras colloridas de grande novidade na Europa, vestidos de
5Hr#** H?WjB JK&9T granadina bordados agulha, o de grande ton. ditos de popelina muito chiques, ditos
de esmeraldine (gostos novos,) riquissimos cortinados bordados a ponto de crochet, ro-
tondas de seda, ditas de linho, ditas de algodSo, chales de guipour de seda, e de al-
godo, pentes para cok, (do phanjtasia) enfeites para ditos, msnguilos bordados e
gollinhas, camisinhas ditas, transparentes para janellas com mu lindo pais.agem, pl-
cales de apuradissimos gostos e padrees, chapeos de palha enfeitados pelas melhores flo-
ristas de Paris, enlremeios bordados finos de difierentes larguras, riquissimos cintos
bordados com figuras chinezas, (bordado na mesma fila) baloes de hasteas d'aco ameri-
Criado.
na
Arrenda se um sitio no lugar da Piran-
S^y^^il>toi!!!ft1h2L^5i^' canos' dittos de musselina, tapete para guarnico de salas padres muito bellos, chapeos
arvores de fructo; na ra do Imperador es- de s, de seda para fa*. nS para homem, enfeites imperatriz Eugenia, ditos
Maria Pia, cestinhas com todos os pertences para meninos de escolla, saias bordadas
criptorio:n. 12.
AVISO
Cura rpida das molestias seguintes: -
tosse, catarrhos, pleuresa, coqueluche, an-; J
ginas, fortes constipacoes, irritaces dos bro-.;
neheos edo peito, bronchite, phtysica pulmo-
nar, astma.pneumonia, anginas, amygdalites,
tosse chronica, reuquidSo.
Os mdicos reoommendam ao mesmo tem
po o uso das excellentes pastilhas peitoraes
m~ prec's?-se fallar com o Sr. Antonio de Al- para senhoras, gollinhas bordadas (gosto novo) chitas escuras aclaras, madapoles, cam-
melda 01.ve.ra : na roa da Cruz n. 23, pnme.ro ^a de ^ ^ ^^ bolsas ^^ ^ ^^ ^ dg JJJT ^ ^^
' Antonio Luiz de Oliveira Atevedo & c tem! d'nheiro, e outras muitas fazendas que se vendem por menos preco que em outro qualquer
para vender no sen escriptorio, ra da Cruz n. 1, ( tO.
vinho do Porto era caixa de dozia, So bambnrgnez,
de'
jola da Babia superior.
qnc seja Urde para cara-lo. Nao descuidis d' uma tosse COl 0 SUCO da alfce 0 laureirO-CerejO, que I
perqu agora parece de |uca importancia ; uma tosse I se preparam nO B6SmO estBbeleCimentO. j
lescuidada chega a ser efewnica e indo a formeelo ^ venda nS phaTBMICiaS de Maurer eA.!j
Tubrculos nos pulmcs. CflOrS.
Nenhuma casa de familia dere estar sem um fraseo ^ QraJ ~ J prlieres com I!
dstc xarope mo; Po.s nos ataque repenhnos de commodo| para fam||l, a trataf na rDa do Jas-
Angina, de Croitp, c nos pnroxismos do Coauducbe; on ^^ ^ j|
tosse compria a que esto snjeitas as ^"f8^ *" /0'aoim do Sa Lopes PemandeS vai l"P7tU- j
tempo de chamar um me4ico, new i* fiuer remedios c : [ra|ar1de grja au(lej e fleixa por seus procura-
cle xarope alivia immediatamente e ppe o filko querido dore? j. a $ea jrrj)ao Ignacio de Si Lopes Fej-''
sao c salvo, fra de perigo. .
As molestias que esUo ao alcance das virtudes curativas
do I'.ITORAJ. SU CEBE*A. a
efluxos, Toases, Asma, Esquinenoia, Bronohite,
Coqueluche, Toase ferina ou convulsir,
Boquido, Todas aa molestias do peito
garganta. Consumpsio dos Ful*
moea en Tistes, pulmonar.
Acha-se em tedas as Boticas e Drogara do Imperio.
nandes, Io PraBclsco Coelbo Brando, 3" seu irmo
Jos de S Lopes Feroandes._______|
Precisa-se de uma ama para coziotiar em'
casa de rapaz solteiro ; a tratar na ra da Moeda
numero 19.. ->________
0 CAPSULAS
AES AO BIATICO
Fogio a 13 de abril do corrente anuo
o escravo Joo, cabra claro, ropresenta
\ ter 25 annos, nm pouco baixo, corno re-
guiar, ps e mos nm pouco grossos, na-
riz afilado, resto comprido, ponca barba,
[ cabellos earapiobos, bombros largos, tal.-
Ja mansa, com alguma proza e diz que
[ forro, este escravo fui encontrado em Ga-
\ ranbons em caminbo para o serto, pre-
sume-e que esteja anda em Garanbons
, ou em seus suburbios por ter conbecidos,
[ foi escravo do Sr. Antonio Correa da
\ Rocha Muuiz, de Garanbons, e remettido
\ pelo 8r. Pedro Chaves ao Sr. Hanoel Ri-
\ beiro de Carvalbo com loja#de fazendas
\ na ra do Queiinado para ser vendido no
| Recife, protestase contra anern o tvep
[ occnlto : quem o pegar e levar ao seu se-
t nbor Jos Pereira de Miranda Cunta, roa
\ da Imperatriz n. 15,2* andar, alm de se
i pagar as desprzas o gratificar com ge-
i eros idade.
a**** mmmwmmA

Pilulas Catliarticas do Dr. Ayer
CtJSAO
Tritao de tentrt, IndlgrstM*, C$nsilpm^it, BKeu-
matUmo, Hemmarrhoidmt, Dir de abeca, A Stvrml-
ffim, mai 4* tiu>m* c.aeiriu,Tebregattro-iiepatic*,Lombiigas. Erysif- jcoa e inveterado, ijuo resistiram as prepara-
Hta, nitdroptia, incremento do b<,<. c5es daj copahiba eas injeccos com base
Na praca da Independencia ,n. 33, loja de
grimault A c. PHABMACEDTicos de paws ourlves, ompra-.-e ooro, prata, erjedrae preciosas,
Novo tratamento preparado com as folhaa {JS^Jf JSSS *" "^^
de matico, arvore do Peur, para a cura rapi- Trocam.se Dotas dobaco d0 Brasil TTas
caixas filiaes eom descont razorvel : na praca da
da e infallivel da gonorrhea sem rcelo al-
guna da contracto do canal ou da inflamma-1 nde'pendeca o. 22.
c3o dos intestinos. 0 clebre doutor Ricord,
de Paris, tem renunciado, desde sua appari-
c5o, ao empergo de qualquer outro trata-
mento. Emprega-se a injec^o no comeco de
Todas as molestias
Quimno,
qae provem do use exeesilvo dt metaCa.
0 mlhor purgante at hoje conhecido. t
Esta pilulas assucaradat sao puramente vegitaes.
PTXEGA0 I PUmrJICO SEM MZBC9SI0.
A venda em todas ai Boticas e Drogara do Imperio.
Acucara oebal,
H. M. LANB, Boa Direito No. 16,
No de Janeiro.
Vende-se em Pernambuco:
na



!?HARMACI FRANOAISE
eRMARER&C.e,
3&
uuxeiro
Na padaria J rae Breila o. 48 precsese de
nm calxeiro que atieste sua conducta._____
= 0 Dr. Joaqum Jos de Campos "mu-
dou o seu escriptorio de advocacia para a mente se.acbarem nesu cidade, para aris-
cas" n, 22 da ra do Imperador, primeiro" \[rTJ^l^T,aJJKL l ** Si-
andar, sala do fundo.

No dia 16 do corrente (fabbado) as 8 ho-
ras da manbia ter logar orna misa pelo
eterno repouso do capitSo Caetano Xavier
de Oliveira, orto no combate do dia 2 de
msfio.em que tomo o grande pHe como of-
flcial do 7S baUlbao de lieha.
Sea irmao Antonio Joaqum Brito de Oli-
veira convida a todos os sene jareles, ami-
gos e companheiros d'armas que presnte-
lo Anto
sai
ia e bora designado.

DE
Je VIGNES.
N. 53. RA DO HtPERADOR M. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje asss conbecidos para qae seja necessario insistir sobre a
la superioridade, vantugens e garantas que ofTerecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
vels que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem appareeido nesta praca ; pos-
raindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vootades e caprichos das pianistas, sem
nunca falbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos Importan-
ssimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
reis aos OQvidos dos apreciadores.
Paaem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica*como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de*J. Vignes, em caja capital foram erapre premiados em todas as exposicSes.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um expleodido e variado sortimento de msicas dos
nelhores autores da Europa, assim como harmnicos pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
precos eoramodos e rama veis.

.


Ama de leite.
Precisa-sede nma ama de.lette-, na praca do
Corpo Santo n. 17.
Precisa-se de nm bom
fdasCrozes bolet n. W..
cosinheiao : na ra
Alaga-se um* esetava parda e moca de bons
costumes para wrvlco interno de casa de lamina :
qaem precisar dlri)a-se em Santo Amaro ao so-
brado junto ao ceroiterio Inglez.
Precisa-se de um portugoez para feitor de
ngenho : na ra Direita n. 30, segando andar.
Casa de eoBsiiso 4e estraves raa de Impe-
nder m, i*rtrt andar.
R"ecebera se escravos tanto do mato como da
praca para serem vendidos por commissao, affian-
case o bom trtenselo e seguranca para oa mes-
bdos. 0 abaixo assigoado nao poupa esforcos aflm
de os vender com promptidSo. nesta mesma casa
ba sempre para vender escravos de arabos os sexos.
-_________Antonio Jos V. de Sonzt.
! Ha para alugar-se um escravo possanle pro-
prio para todo seryieo : na rna da Cadeia do Re*
[ cife n. 52, trceiro andar.'
al:s.?.:f~
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAURER & C.
PERNAMBUCO WcJ ?
Esta tinta reoonimeiida-sa p^ia^ua coin-
posica e fluidez como a mellloi* e a mais
segura de toda as tantas at hoje eoalieci-
das. Na6 ataca as pennas de ac, d ate
tres exoelentes copias, mesmo xxw^itos dias
depois de esci*ea?-er, e preferiyel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se are9a longa conserva^a.
-essWss^sssssssssl..s^B^pispBsspfsss^s _
Vende-se na abobada da Penha n. 37, macas pa-
ra bolos preparadas com moita perfeico e asseio
Aluga oe a parte de uma casa: La
ra das Aguas Verdes n. 92.
** m mmmummm
8

m
i
V4RELL1
Cantos e phantaslas.
Um volume in 12," impresso e en-
m
cademado
edictores
em Paris: em casa dos
L1VRARIA FRANCEZA
N. 9 Ra do Crespo N. 9. M
mmmmmm b *a*a
Precisa-se alugar uma escrava idosa para
Iervir de ama secca a nma menina : na ra do
________msperador n. 27._____________
Methodo Castilho
Manoel Jos de Faria Simoes, professor partict:
cular de instrueco elementar pelo melbodo Casti-
lho, avisa aos pais de seus alumnos e ao respeita-
vel publico qae madou sua residencia do largj
do Llvramento, para roa da Penba n. 25, pri
meiro andar, onde contina no exercicio de sea
magisterio.
Engottinia-ge
com asseio, promptidao e preces razoaveis : na ra
Angosta n.."i, loja.
A abaixo assigada encarregadi pelos her-
deiros do fioado Manoel Jjs Goncalves Braga da
liquidaco do activo e passivo do espolio do ru-
mo, convida os respectivos credores para que no
dia 23 do corrente apresentem seus titules lepali-
sados-aflm de se ultimar sua liquidaco; as 4 ho-
ras da tarde na ra da Cadeia n. 4S, segundo an-
dar. Recife 9 de junho de 1866.
Maria Cordeiro.
Joao da Silva Ramos, mlico \l
pela universidade de Coimbra, d ]
consultas em sua casa das 9 as i
11 horas da manh5a, e das 4 as 6 *
da tarde. Visita os doentes em suas1]
casas regularmente as horas para \
isso designadas, salvo os casos nr-
gantes, que serSo soccorridos em ;
qualquer occasio. D consultas aos !j
pobres que o procurarem no hos- jj
pital Pedro II, aonde encontrado ]
diariamente das 6 s 8 horas da J
manha,
Tem sua casa de sade regular- \
mente montada para receber qual- \
quer doente, ainda mesmo os alie- i
nados, para o que tem commodos j
apropriados e pella pratica qualquer j
opperacao cirrgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe. .3^000 diarios. |
Segunda dita-----30500
Tercetra dita ..2,5000
Este estabelecimento j bem ]
acreditado pelos bons servicos que i
tem prestado.
0 proprielario espera que elle i
continu a merecer a confianca de i
me sempre tem gozado.
Vende-se ualivraria firauceza nri fX&spo e ra Nora n. 18 de
fitRii mm%m8 mmm
Par a loja da rna p Crespo i f.
Padrdes lindissiraos e o sen prego de 780 rs. o eowtooo 1*20 rs. a vara.
i elles Eiceitntissirnaa Mtes qie se acaAem.
VIVA 0 PROGKESSO
Ao systema mtrico decimal
J ninguem ignora que 6 governo imperial adop-
tou este systema de pesos e* medidas e at ja as
repartiQdes militares por um aviso do ministerio
da agricultura, commercio e obras publicas nao
comprara se nao por taes pesos e medidas. O go-
verno dea um prato aos particulares para terem
tempo de se nsiruirem, mas brevemente se acaba
e eutao todos serao obligados a regularemse por
estes pesos e medidas o qae jalgamos ser de muita
utiiidade por ser esta medida tirada da circomfe-
rencia do globo e por conseguate nica, certa e
mais exacta,finalmente a duvida eslava em nao
baver taes pesos e medidas, porm esse mal ja'
esta' sanado, ja' lemas pesos e medidas unto para
secco como para liqaido, assim como pesos- de fer-
ro de 90 kiiogrammas at 1|2. becto-gramma, de
lato de 800 grammas at um gramma, para sec-
eos desde i|l hecto-Utre at* decilitro, para liquido
medidas de estanto desde um litre al o decilitro,
assim como medidas de madeira para as tojas e
medidas de extencao ((reinas', de 20 a 50 metros:
o nico deposito destes pesos e medidas na ra
Nova n. 38, aonde se vendem desde ja e se rece-
bem encommendas para dentro on fora da pro-
vincia.
Joo Baptista Genes Penoa tendo disoosto de
sea estabelecimento de malbados na rna do Impe-
rador, mudou seu escriptorio de commissoes e
conslgna$des para a casa da ra do Crespo n. 1,
primeiro andar, onde poder ser encontrado das 9
horas do dia aa 3 da tarde.__________
Precisa-se de ama ama de leite: na ra das
Crures n. 33.



D(a.rl de ferBapabiuo -- Kabfrado 16 de lunho de
1866.
111 "
i Vi
*
r
FABRICA
N-ACfrNAL
f>7irM

\
\
Estabelecimento na ra da Unio n. 11
PKOPRIETARIO HAHOEL LOMBOS.
No deposito, roa do Carao a. 63, existe ora grande sortimento de vidros. crvstaes, que se
?endem por presos mais baratos do que em qoalquer parte : frascos de 1 at 8 libras, bocea larga e
bocea estreita ; copos de 6 cortes, de meia oitava at meio quartilbo ditos de 10 cortes, de ns. i e 2;
globo para lampeos de kerosene, lavrados, lapidados e foseados; ditos para candleiro de gaz; lam-
peoes de kerosene grandes e pequeos, lamparinas de metal ; vasos para confeitaria com p e sera
elle, grandes e pequeos ; chamms para lampeos de kerosene de todas as dimensoea; compoteiras
moldadas de cortes largos, escarradeiras de cores para salao, ditas de mi com ata, pequeas j vento-
sas e bicheiros, calixes moldados, copos lisos pac* agna vlnbo, pratos moldados, redomas, garrafas
para vioho e agua, grandes e pequeas, dita* para Laroy, ditas para licores, ditas para minas, ditas
para agua de Colonia, ps para planos, braceos e de cores ; tubos para macbinas a vapor, de crystal;
globos com guarnilo de metal araarello, mantegueiras de vidro, vidros avolsos para galheteiros lapi-
dados, vidros para lampadas de igreja, gametas para missa, ditas para galbeteiros, mangas para cas-
ticaes lisas, lvradas e lapidadas; lampeoees de pared* para kerosene, ditos de pendurar; copos gra-
duados de 1 ate 16 oncas para pbarmacia, garantindo-se a exaclidio da medida ; vidros para peixes
eom p e sem elle, acucenas para castices, cbamins para lampeos de azeite,ditas de cores para illa-
minacoes, vipros para agua forte com rolba. Compram-se vidros erystaes quebrados.
O deposito destt fabrica em Pernamboeo na ra da Imperatrl n. 19, onde existe constante-
mente chamins para candleiro a g du ns. 2 e J a 330 rs. edn. 1 400 rs., lamparinas completas
a 24, lampeos completos a 74 e 8, escarradeiras de cores a 2*800 o par, pratos para copos d'agua a
960 rs*, copos de dez cortes a 600 rs., globos lapidados e lavrados para candleiros a gai a 15800. O
propriftarto deste novo estabelscimenlo convida ao respeitavelpublico para que visltem o mesmo, cer-
los de que comprarap os arligos indispensaveis a urna casa de familia pela saa baraleza e utilldade,
principalmente aos Srs. pharroaceulicos pela grande quaotidade de frascos e vidro proprios de pbar-
macia, Tambem recebe encommendas. O encarregado do proprietario Joo Luiz Encrenuaz.

V
PH0TO6RAPIIIA
artstica americana
RA DO IMPERADOR N. 38.
Artista americano.
Artista americano.
Artista americano.
Artista americano.
RetratosRetratosRetratos.
Em porcelana Niepeotypie.
Era lencosArchrolypie.
Em vidroAmbrotypie.
Em metal=Daguerreotypie.
Em papelTalbotypie.
No grande sallo da roa do Imperador n. 3S
No grande salao da ra do Imperador n. 38
Neste estabelecimeoto tiram-se retratos
em todos os systemas, com asseio e prorap-
tidao, desde as nove horas da manhaa
at as cinco da tarde ; assim como tem
sempre a venda grande sortimento de cai-
xas finas de diversas formas. Quadros
ovaes Passepartonts e todos os mais ob-
jectos e prodactos chimicos, relativos a ar-
te e reabidos ltimamente dos melhores
fomecedores de PARS e Nova York, tendo
de tudo, para todos os gostos e para todos
os precos.
Salo da roa do Imperador n. 38.
Salo da ra do imperador n. 38.
CALCADO.
iflfr- Ra uireia 45.
A primera cndilo indisfXnsave* con-
| arvaeio da laude trazer-crps bem de-
fendidos .contra os afaqjiejS da bwaidade;
! cabalo feom -e sgnr a nico preserva*
tiwi dessas mil epiermidades a que est su-
I jeHo o aosso90*-. Um mnelo ielho W
cado por um dandy patuscante, ou nina
' botina acalcanhada em pequenino p de en-
cantadora oefdade alm de aecusar que-
i bradeira horripilante, prova contra as acui-
dades intelleeluaes do* calcantes, e nao ha
qnem, tendo bom senso, q'oeira passar por
maluco, ob pobre de surrao : ergo, cor-
ram a:
#*RUADIREITA41.
e attendam a' baraieza.
Homens.
; Borzeguins barcellonezes de lus-
tre e de porco .
Ditos de Bordeaot ....
Ditos parisienses de bezerro e
cordavio .....
Sapatos de lona, sola de borra-
cha. .. ..;...
Ditos avelodados .....
Ditos de tranca bons ,
Senhoras
Borzegnm enfeitadoss. .
Ditos de laco ......
Ditos lisos....., ,
Sapatos de borracha ....
Selleiros, corriejjos e segeiros !
Sola de lastre, meios grandes 20^000
E um completo sortimento de calcado fa-
bricado no paiz.
Grande Lioudaco de Fa- Rodelas e borraxa
*u proprias para Mar maesos de papis, e para ser-
virera de ligas para pochos, manguitos, etc. etc.
Ama
Precisase de urna ama para casa de pouca fa
milia : na roa Bella n. 23.


FABRICA A VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito na raa Nova n. .*0 loja de relojoelro.
Delouche donos deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa-
brica est montada com as melhores machinas que existem na Europa, e que pode
fabricarcom melhor perfeico possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e
puro, o que nao se pdeencontpar naquelleque vem de fra, e que se vende por preco
bateo, visto os productos serem do paiz. Na -etiqueta tem sempre urna agoia.
Domingos R >drigues de Andrade, sua senbo-
ra e genro Guilberme Augusto Ricardo, sua se-
nhora e Giba menor vo para a Europa, e (juera
se julgar seos credores queiram apresenlar suas
comas no prazo de 8 d>as para serem pagas.
gooo
7(JOO0
80000
20000
10600
4 0600
50000
40800
40500
10000
zenflas
Aimazem da Arara ru da Im-
peratrlz a. 56.
_ DE ^_
LoareBCft f. |end>s GainarScs. -
Chitas'd Arara 16% ra. ocovdo.
Veode se ebitaa escoras e claras a 160 e 200 o
novado, cortes fie ditos a 1 e 2J|'i00. Roa da
Imperairit loja da Arara, d. S6.
Cassas francezas finas a 240 o covado.
Vende-se casfas frauaezas final a 280 e 320
o covado. Cortes de ef#sa a 2,|iOO e 3. Ra da
IrapetatrK loja do Arara iu 86.
Arara vende chitas franrezas a 240 rs. o [iitoqt7jMttTo bmtil'.
Vendea-se pa rna do Queimada loja d'agala brao-
ca n. 8.
Mui finas carias
ftancezas, cora camas dourados, e sem donrado.
Vwdem-se oanta do Oueimado loja (Taguia bran-
ca n. 8.
Envetopes zues
'4 300 rs. o eeoto.
JAtDdem-se. na r> do Queimado loja d'..f,-uii
brfnca n. S.
App*relbos de porcelana
dourado e ('otados.
Na iaa d-iQaf-iaado lejW d'aguia. branc. n 8.
vend^i-se bonitos Trparells de porcelana cara
covado.
Vende.se chitas fraucezs escuras com peyueti
loque de mofo a 240 o covado, ditas francezas Boa?
largar a 280, 320 e 400 rs. o covado. Roa da Im-
peralrlz n. Js6.
retanha de rolo a 30000.
Vende-se pecas de bretanba de roto a 360.
brim llzo para lences a 500. 'GO a 640 o covado.
Ra da Irnperatnz toja do Arara n. 56.
Bonitos quadios
para retrato.-.
Vendem-se na ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 8.
Perfumara iogleza
A agua branca ra do Queimado n. 8, recebeu
um novo sortimento de finas perfumaras iogleza;
de I. Gosoell & C.; sendo extractos dos agrada-
vis clieiros Bonq da Rainha Victoria, do P. Aiber-
Cambraias lizas do Arara a 3jjkO0 a pe;*. [ to, do imperador Nspoie3o, da imperatriz Eugenia,
Vende-se pecas de cambraia linas a 3, i. e Garlbaldl, Misa Lind, Joch Club, frangipane, sac-
!$. Roa da Imperatriz loja do Arara n. 56. dalo, etc. etc.
Arara vende cobertores a 10500 e 1*000. o?eo fino para cabellos.
Vende-se cobettoresa 12000, ditos Anos de pe- 9pi;" Car ^'n,es'
los a I500, tobertas de lista 2#000 e 2^400. Agua da-Cotona.
Sabonetes finos creme de amendoa para Jiarba.
Pennas d'aco inglesas
dooradas e sem a ser.
Chegou para a loja d'agua branca ra do ijoei-
mado n. 8, um excellenle sortimento de peonas
cobertas de damasco 4^000, cobertas de fusto
5|000. Ra da imperatriz loja do Arara n. 56.
Madapol'o francs do Arara a 30000.
Vende-se pe^as de madapolao rancez de 12 jar
das a 35500 e iOOO, vende-se pecas de madapolao ,
inglez de 24 jardas a 45,5,2500,6fi, U e 8000.! d,aco ,DKle"?' dooradas e sem a ser, porrn '.oda
Ra da Imperatriz d. 56. i &<9al,(dfd e*u"*""* e >"*""- a wnde-Ias a
Arara vende pecas de algodaozinho a 3^000 2*500' ** VS^^n'''nr*!.
Vende-se pecas de IgoOounbo encornado a 3, iinu azut e prea
4A 55. 65 e 74. S na loja do Arara- vende se p ,,nl "cha e preu.
azsim barato, ra da Imperatriz n. t EsliS l'ola? >J celleotes qnalidaaes ja sao
I3ge'inli9c rto inro o QAn re n rnvadn beta conhfcidas e apreciadas pelos entendedores,
Laasinlias do Arara a 200 rs.. o covado se j Queimado loja d'acu?.
Vende-se laasinhas para vestidos de senhora pelo braQca D g
PREgO.
Meia libra......... 400
Urna libra. ........ 800
Urna arroba........190000
Na raesma fabrica acaba de se montar urna tffficiua com serrara a vapor para
obras de nwrckieiria propria dellas, assoalbos (parqu fraacez como-se usa na Europa,) e arroaces, tudo com brevi-
nade eipereic3o. Tomare qoalquer er.commenda fara fra da cidade, entregando-se
prompia a -collar-se do logar.
COMPRAS
Compra-se
urna escrava que seja boa figura e que siba bem
engommar, nao excedendo de 25 annos de idade,
e paga-se bem : no escriptorio de Vicente Ferrei-
ra da Costa & Filbo, roa da Senzala n. 138, on em
sen armazem junto ao arco da ConceiQio._______
de
Compra-se orna secretar
mogne, ou de amarello, na ra Nova n. 7.
Onro e prata.
Em obras velhas : compra-se na prara da ln
depeodenci n. 22, loja de bilhetes.
Comprare urna burra de Wrro, ingleza ou
roesrao das antigs ; na ra Nova n. 31._______
Compra-se na prensa de algodo de Saunders
Brotbers & C. semeotes de algodo a 500 rs. por
erroba.
F baratissimo!
F baratissimo!
F baratissimo!
Neste importante estabelecimento encontra o res-
peitavel publico nm variado sortimento de azen-
das francezas, inglezas e suissas, e as quaes se ven-
derao por prego commedo a saber:
Chales de renda preta a 50500.
Vende-se ara sortimento de chales de renda pre-
ta a 51500 e 64, ditos de seda a 125,145 e 165 i
isto na rna da Imperatriz n. 72 de Guimares & lr-
mao.
Retonds pretas a 80.
Vende-se retondas pretas pelo barato preco de
85,85500 e 95; na ra da Imperatriz o. 72, loja
de Guimares & Irmao.
Grande pexincba a 20 o corte.
Vende-se cortes de casemira da Cbina a 25000,
25500,25800 e 35, ditas de brim a 15280,15400,
15600,15800 e 24.
E' muito barato, tarlatana de cores a 240
rs. o covado.
Vende-se um grande sortimento de tarlatana de
cores muito proprias para vestido, fazenda mais
moderna qoe tem vindo ao mercado a 240 o cova-
do e 280, ditas mais finas a 300 e 320, laasinhas
., escoeezas muito modernas a 360 e 400 rs. o cova-
1 do, ditas muito tinas 460 e 500.
Cobertores de algodo a 800.
Vende-se cobertores de algodo a 800 rs. ditos
melhores a 15600 e 15800, cobertas de cbita a 29,
25500 e 3.
Quem duvidar venha ver.
Cambraia de cores a 240 rs. o covado dita fina a
280 e 320 chitas finas a 280, 300, 320, 360 e 400
rs., ditas percalas a 400 e 500.
barato prego de 200,240,320 e 400 rs. o covad:'.
Roa da imperetriz n. 56.
Bales do Arara a 2?>000.
Vende se banloes de arcos a 25000. ditos finos
de 20, 25 e 30 arcos a 35 35500 e 45, ditos de
uc^u, o coud.tu a o* w "" ser dito verde, e Ornas caixinuas c
TfT^tS* n obo* 1 35, d, -S f ra.ra Trl cores pelo barato preco de 500 rs. cad
a 35 e 35500. Ra da Imperatriz loja da Arara v. *
Ra
n.-56.
Lencos da Arara a 2#C0O.
Vende-se a uzia de lencos brancos a 25000,
ditos com barras tambem de cores z 25000, meias
cruas para homens a 25400, 35500 e 45500 a du-
zia, aberturas para carnizas a 500. Roa da impe-
ratriz n. 56.
Roupa feita por medida.
Vende-se paletots de panno e de casemira pretos
e de cures a 44, 65, 85 e 105, caigas de brim a
24, 54500, paletots de brim a 24 e 35, caigas de
casemira de cores a 34, 55, 64, 84, ditas pretas a
44, 64 e 84, cambas francezas finas a 25 e 2>5G0,
camisas inglezas de prega ilarga de linba a 35,
34500 e 44. Ceroulas de algodo a 15, .de brim a
14600 e 24, roupa feita para escravos propria para
servigo, caigas e camisas a 15 e 15120. S na
roa da Imperatriz toja da Arara n. 56.
Arara vende as sedas a 1)5500 o covado.
Vende-se sedas para vestidos a 15500, oreandins
finos para vestidos de senhora a 640 e 800 o co-
vado Ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
RlKl SEM SKEBW"
Rna do Queimado u. 49, loja de
mltidezas
DE
Jos Bigodinho
Est qoeimandoas miudezss abaixo declaradas:
Frascos de oleo babosa fino 200 a 320 rs.
I Ditos dito faigo a 600 rs.
! Ditos de macag perola a 200 rs.
ve
COE&HO Rna 'da Cruz a. 16.
Goninua a haver diariamente nm sortimenk) de pastis, podins, bolos inglezes,
empadas te, etc. Os doaos deste estabelecimento.. achantase oas melhores condices
de poder satisfazer encommendas concernenles sua arte, cm consequencia do socio
Freitaster ido administrador chefe de algumas das princi aes fabricas na corte, sendo
urna a dofr. Joao Goncalves Guimares (confeitaria do Leo) antiga casa de Carceller.
Tedos os trablfeos sao diflereates dos que 6e fazem em casas particular-es.
Os proprietarios deste estabelecimento nao.se tem poupado a despezas, nem se
pouparao.'se houver concorrencia como esprame tendo cofUinuadamenie bom sorti-
mento de doces para che.; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em
calda em latas hermetieameate fechadas, podendo durar annos em* perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se enconsiidas dos seguintes objectos; ban-
dei}as ricamente enfeitadas sem armacao pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, pes de l enfeitados com di*.icos anlogos a qualquer fim.; ditos montados,
kechs simples e erfeitados com fructac ingleza; gatheaux de la reine, ditos de le du-
.chese, tortas de fructa, masca folhada; ditas de.peixe e carne; cremes e doces de ovos
Tambem tem um completo ortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vinho
do Porto superior, Figaeira, Madeira, Lisboa, Cber-ez, Bordcaux, Champagne fino, eer-
veja, licores, charopes e conservas. Rara festas: bonitas caixinhas com amendoas, oen-
feitoso mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeilamente -c-
cofidicWfflar tanto para a provincia, como para fra.
FIGURAS
Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos paral
bapticado, casamento, annos, ditta a pbantasia, bonitos enfeites para bobos e circular pra-
tos de doces finos, tudo por procos razoaveis.
Vende-se ioores em deaia muito em conta.
AMENDOA CONFEITADA
Em arroba e Iftra, para o 6. Joao; recebera-sc e tcommendas de bollos simples e
enfeitados e tambem. recebem-se bollos para .enfeitar.
Compram-se libras esterlinas, e pagam-se
bem : a' ra da Croz n. 18 armazem._________
Compra-se um bom seliim inglez em segun-
da mao, paga-se bem : na ra Bella n. 22.
Compra-se ouro, prata e podras precio?1
em obras velhas : na ra da Cadeia do Reci.j
cja de oorives no arco da Conceigao_________
Compra-se urna escrava de meia idade, sem
vicios, e que saiba engommar, lavar e cozinhar :
na ra do uabug n. 2, sobrado.
A 95500 pagam-se as libras: na praga da
Independencia n. 22,
_______------i
Compra-se urna escrava que seja sadia e te-
ntta pratica de vender na ra : a tratar na ra
Imperial n- 87.
Compra-se um sitiu na Capouga, Mondego,
Soledade, ou em outro qualquer lugar, com tanto
que se possa vir a p, -e nao custe mais do que
oito a dea contos de ris: a pessoa que liver di-
rjase a ra do Sol sobrado n. 31 que achara
om quem tratar.
Compra-se urna taberna em bom local e bem
afreguezada para a trra sendo na freguezfa de ,
Santo Antonio : quem tiver annuncie.
Est se acabando chitas a 160 rs. o covado. i Ditos cero superior banba a 200 rs.
Vende-se chitas a 160, 180 e 200 rs. o covado, j Canas com 6 frascos dec beiro a 800 rs.
riscadinhos francezes a 240 e 280 rs. o covado, roa i Sabonetes linos a 60, 160, 200 e 320 rs.
da Imperatriz n. 72, de Guimares & Irmao. \ Ditos de bolla superior a 240 e 320 rs.
h't ros brancos a 2# e 2#509 a dutia. i L'vros para meninos com estamps a 320 rs.
TV unos a 35 e 34500, ditos de linbo a 55000, ganas de 12 frascos com cheiro a 15.
- jOO 6 e 75 Frascos de oleo babosa muito nao a 400 rs.
Cambraia branca a 3. DUi5ooe me,a8 superior c!ualidade fara seDhora a
iful^uFjEStotl0.rlimemo de cambraia a Chegaram as agolhas balao (papel) a 60 rs.
35,35o00, 44, 45500 e 54. Caixas com boDlos soldado de ctmmtl0 a 100 rs.
*v ,. iaioes a z^. Ditos de agua para limpac denles a 500 rs.
Vende-se bal5es de arcos a 25, 25500 e 34, di- pedra& de escrever (peqoenas) a 160 e 20Q rs.
tos americanos a 30500 4 e 45500, ditos de mur- Sapatos de tranga para homens e senhora a 14800.
celina a 55, 55300 e 65, ditos para meninas a 45 Pefas de fitas de laa preta para ve8|dos a 600 r.
i; isto na ra da Imperatriz n. 72, loja de Grozas de botoes de madreperola finos a 480 e
VENDAS
RIVAL SEN SEGUNDO.
Hoa do Queimado n. 49
Est disposto a' continuar a vender por prego
que a todos admira queiram apreciar e vir ver para
erer.
Vende-se um escravo
;:;u 14.
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T s-S-o Z o
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&: II
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1
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1"C
Vende-se
a portaria explicativa da lei bypothecaria,
publicada em 27 de abril pelo thesouro
nacional, 200 rs. cada exemplar: na li-
vraria Econmica ruado Crespo n. 2,
Avidente ou sortes idas por
urna sonmbula.
Vende-se na livraria da praca da Inde- ^
pendencia n. 8 a 1(5 cada exemplar, lambem g/ms de pennas de aco mnito boas a 320 rs.
lia papis da mesma a 80 rs. cada um. Libras de nozes mnito boas*a 40 rs.;
------------ _3 Pentes de alisar com costas de metal a 500 rs.
a roa do Destino nu u^chos redondos e coropridos a 800 rs.
________________ Poleekas de eonus para sen horas a 500 rs.
A0S"SI8.4CADEffllC0S;SHSr-
Vendem-se as seguintes obras de direito Realejos para menino* a iOQ.rs.
com pouco nso : Manuel du Droit Rotnain { **r*"ffi e^sP! 20rgl
,, 1 j k n- Baralb s muito finos a 200 rs.
por Mackeldej', 1 volume por 44; Diccit- Caxasdep de arroz mnito aoperior 800 rs.
naire da Contentims. Commerdal, por Mas- Calxas de lamparinas para tres roezes a 40 rs.
fi, 1 volume, por 5$ ; Elemcnts du droit CSms de obreias de massa i 40 rs.
rotnain, por Mayn?, 1 volme por 4/j:- 'Es- ro"s de ****** l0Da a "
pr de fa juriprudence des%ucces's(ons^^
porC nflans, I volume, por 4$ ; Codepra- Cartas de alfioetes francezes a 100 rs.
fique des faillites, por Geoffroy, 1 volume, Libras de alineles francezes 1* qoalidade a 24.
por 30; : na ra do Crespo n. 4, fabrica Novelios de |t0t wm 400 jardas a 60 rs.
derharWtfisripsnl Ditos ditos con 200 jardas a 30 ra.
qecnapeosqesoi. ^,35 eom aicnetes20 rs.
- Venden,- e doue carras proprios para Uba- ares ,de 'ovas braecas e de cores a400 ri.
Ihar na alandefa, eitos de boas madeirai e ..fejr-' jjrw*" *"* aalidades 500 r?
Guimares & Irmo. 640 rs.
a 34000 O corte. ; Caixas de eolebetes francezes a 20 rs.
a 30000 0 corte. Peas de froco de todas as cores a 200 rs
a "AiVtft n rnrlp i Caias com superiores envelope a 600 rs.
... .., otf a* XL r* h Par de sapatinhos de la para crianga a 00 rs.'
Jtt&fitClVtttt "a*-* P"a?-hora, superiores a
%SRS %lfrn2UL%Xl lSSSnme "" P"W e todos os tamanhos a 240 rs. i
i^^'SS^bfi^aM^^VdaiCUi^iMem du* folhas muito finos a 390 e!
18400; isto na roa da Imperatriz n. 7z, iojaae ^
Guima.ies & irmo. J SaboDel(;s de f^,,,,; superior m m rs.
IlOUDa eiti. Resma de papel de peso muito fino a 25.
*-[-* a >i_ Frascos coro tinta superior a 100, 140 e 320.
KOUDa eita. I Grosaa de phosphoros de gaz a 2420O
Neste importante estabelecimento enecntraro os i g *S2lffi,C!SS:fif !S .1
freguezes um completo sortimento- de roupa feita ^e^ntrr,!m,eiSil Al*t *. Wn S
assfm como ^^s, cmisas OnasaV gg i6 CLBE ttJ^ ffiiL.
que sero servido a contento.
Boaqnet dos alpes,
Esse fino e agradavel extracto, vem em um to
nilo vaso de pode pedra e este dentro de um.i el*-
gante caiziuba de papelo, de forma que a pere
gao de urna cousa corresponde a superiori Jade de
I ootra. Esse apreciavel extracto acha-se a vena-
! na ra do Queimado loja de mludezas n. 10.
pa florida e tnico,
Vende-se palna-iamborgueza recentimente ebe-j Ven0>m.^ Ha ,oja de miudezas n. 16, ra 4
gada, para empalhador, por preco mais commodo Quema(|0
do qoe em ootra qualquer parte : na ra de H ^^ gomffia ^^^ dimMA
Lacre fino de cores
com cheiro e sem elle.
y lija d'agnla branca roa do Queimado n 8,
vndese lacre fino encarnado ?.roroatieo e }~u -
com ditos do
a urna.
Papel inglez
em caixinhas.
Na loja d'aguia branca a' roa do Queimado c. 8.
eude-se desse superior papel inglez em caixith.s
Luvas de camursa
brancas o amarelias.
Vendem-se na ra do Queimado loja 'puu
branca n. 8.
Meias prelas para padres
Vendem-se na ra do Queimado leja d'aguia
branca n. 8.
Aspas largas e fortes
para balao.
Vendem-se na ra do Queimado loja d'aguia
branca o. 8". ______________________
Novo sorlimeoto de perfumaras
finas.
Chegou para a antiga loja de miudezas a rea do
Queimado n. 16.
Bonitos vasos de porcelana dourada com banha
muito fina.
Outros ditos de p de pedra com dita.
Garrafas com superior agua da Colonia.
Frascos com agua balsmica para dente:.
Dito de dita dentifrice.
Dito deexracto de quinquina tambem para den-
les.
Dito com superior agua flor de laranja.
Dito de dita flor de rosa.
Dito de dito vinagre de Venus para reresc.-.r i.
pe.
Dito de dito agua ambriava para banhos do rt-s
to, corpo etc.
Dito de superior agua de Colonia ingleza, de Pl-
ver e Lubin.
Dito de excellenle banba de Lubin.
Sabonetes de Lubin, e outros de amendoa, trans-
parente, etc.
Cosmetique (on pomada) de superior qnalidJrie.
Fino; extractos, frangipane, sndalo e 1...;o:
lamliem de finos e agradaveis cheiro?
Opiata ingleza e franceza para aeuic>.
bonitos vasos com p de arroz e pincel.
Caixinbas com aromtico p de arroz.
Oleo iogez. dito philocome, babosa e ouras qca
{ idades jara cabello.
LoreBiaconie para tiogi -ilidio ,
Essa apreciavel tintura chegou pai.. aloja l':-
.miudezas a ra do Queimado n. 16, a>si rn o
; sabonete branco, para se lavar os cabete *i.t< u
1 se usar da preparagio.
Cabai.es de vitlto om pecfumaiiis.
Vende se esse? bonitos cab.izes de vidro com per-
fumaras, proprios para presentes, etc.; na ra do
Queimedo loja de miudezas n. 16.
Labs e copos c<>ni bauha Gna,
A Lem couheejda loja de miudezas a ra de
' Queimado n. 16, acaba de receber as estimadas ra-
as com banha fin, assim como cipos de vidro Ce
novo e bonito molde, com lampo de vidro e choros
1 de exceent; banha. Recebeu igualmente a pro-
veitose banha transparente que muito serve par-'
' acabar as caspas, e a aromtica e agradavel banba
japoneza e outras. Os pretendentes dirijara se a
15800, 25 e 24500. ditas de hnho a34, 35900, 45 *S Perior IDha do ^ com 80 novellos a | dita loja de miudezas a ra do Queimado n.
e 455OO, cortes de brim, ditos de casemira de co- 1*WMJ rs; rnrn ,- ,A
^0] dPerSoSear25la2lge035 '*" ^ ^J^ttEiSfo
CS Vm S BSUft a. 72, loja de'" '* &*
Guimares e lrm3os.
Fraseo muilo bonitos com cheiro a 240 e 300 rs.
Caixa com snperiors iscas.para charutos a 20 rs.
Masso com superiores grampos a 30 rs.
ATTENgAO.
tas n. 15.
e pincel.
Vendem-se na rna do Queimado loja de miueV-
*de miudeas
Cal de Lisboa.
Desembarcada do brigue portogoez Comante J/,,"8 *
vende-se por barato preco : no escriptorio de^a-1 Tinta 'MeWWl para marwr rouj d
noel Ignacio de Oliveira & Filito, largo do Corpo j Vende-se na ra do Queimado loja e miu
VIERAM ORGANDYS BRANCOS W! ,. aco Pa,a S t..^.
para o Villar com loja a' ra do Crespo jS Vendem-se na ra do Queimado oa de miudt-
n. i7. wdroes iindlssfmos e vena a W g'****'**
v rs. o covado a 14380 rs. a vra, a tfl*% Ai i ^0*tos enl
5f..E^enll^M*ia antes que s aal^ji.:*LWt *-**
Veaderase por.
zas o. 16 na rna
wimmUmm lllii WOT0
I*
babadirihos bor-
Prgo na loja de miu^e-
U
Resmas d-> papel alraacn superior a 254Q0.
. Calxas redondas com estampas a 100 rs.
i.ivros para asscnlo de roupa lavada a 100 rs.
I Buneeos do choro aiuit* bonitos, a 160 rs.
, Frascos de superior agua de colonia a 400 rs.
-------------------------tXi
ragens : no caea 12 de Novembro n.
ai~Eua Direita-31 -
Vcnde-se
charutos da Havana a 44 cada caixa de 100, tam-
bem se ventea -f.'tn.
^.^VaK^SreKSnf- 5^. TZ^^1^ i
arvoredos de rocto : quem pretender di(ija-se a i "godao na rna da Retate wova a. ., |
Santo Amaro roa do Ll Sr. Sardanha em casa da Sr.* D. J jaooa a tratar dra e cal n. 27, siu na roa da Palma, tendo bons j
Unta rxa e azul que Gcam prelas.
Na luja de mioJezas. a. 16 a rna do Queimado.
vendem-se fraseos graades e menores rom e^a-.
j exceilentes Unas, rxa e azul para car pteta; o
Vende-se orna taberna tem localisadaeafreguezada Pre? cs frwds 1JOOO e 500
; para a ierra, qoe vende de 16 a 244 diarios ; na Graxa econmica em latas e barrilsinhos.
j fregoezia da Boa-Vista, a casa por Mito commodo! Veodem se na loja de miudezas n. 16 a roa 'Co
prego de aluguet etem commoo para familia, as-! Qoeimado.
IS.iT.SL^irJgt:* roada ^iTWihbHtai^w*,,.'^,.
Vendem-se

*r
com a viuva do fallecido Manoel
Helio Albnqnerqne.
Alexandriuo de

Balanza.
Na roa da Cruz do Recite n, 33, vende-se rom
batanea romana'de 2,500 libras para peso da cou-
commodos para familia : quera pretender dlrija-se
a roa Dirella da fregoezia dos Afogados, padaria
n- 27, qoe acbar com loen tratar. ______
Farello.
CHPEOS DO CHILE
a 1:500 e 2;00Ors.
Na praca da Independencia ns. 24, e 26.
Nossa Seubo a do Carreo e a glomsa
SaHl'AttHH.
Esl a' venda defronte do convento de S. Fran-
cisco n. 13 a novena, salve, versos, e a exposicae
do Santa Escapulario-, tres Mhetos. por 530 rs., a
novena da gloriosa Sant'Aona em 1 dito por
320 rs._______ __
Cigarros anl-asthniatlco de Joy
torio na ra do Trptefce n. 44, segundo andar, o
segainte:
! Vinho medeira superior em caixa de doas duzus
I de garrafas.
Idea do Porto idem em aacoretas.
, dem de Lisboa e da Flgueira.
Cera em velas.
*
Fgos
Vende-$ farello aopertor de Lisboa?'recente-
- mente clMgaa: ao fcnptorio de HanojH Ignacio
IFmA bi"1^' Uuo' CJUXM ,elci' elc "L* '-pe Oliveira Fimo, largo do Corpo Sanio. 19. lestia serao prevenidas,'impedidos e
como 60 doziai de escovas para calcada e armado ------------------_!t---------L--------,., 0 ug0 coogitnte delta remedio : '"
do armazem que servio de assucar e uma- cama
de Jacaranda de bom gostopara casado.. a;vwmaeat _^w M ,, e Doup-rpes, e
melnor inda o dhBinqlo preeole 280 rs. o cota-! SaidS DOrdqdaS r
do j_n> Boa-vista, rna da rBpWatrtz n. 2jg. Chegaram a bja de Paredes Porto, rieas aaias
- Vende-se na fondic da Aurora, mSttto- Croadas, qoe_ vendem-se atfSOO e>|: no arma-
res e til perfekls Calixtas cora fita ifStlt, e "m fli Pu ll* { r- ** men ib.
SITIO.
Vende-se o ailio da Canuga Nova raa das Per-
nambucaoas Junio ao do finado Capistrano, com
boa casa de vivenda, cosinb arn, enaiar, allrto
para pretos, tanque para banbo, cajueiros e vinte
de artificio
Ha grande porcao do fogos de artificio na conhe-
cida fabrica da viova RnOno, o qeal vendido por
cotomoflo preco, e como seja peoso ir i pela dis-
A violencia e a repeli^o'dos accesso 1 mo- tanda, as pessoas qoe qoizerem fazer suas enccin-
"I* om imendas paraS. Joo es. Pedro, as podem deixar
>!no armactm da bola amarell, no ono da se.-re-
ra do Rosarlo larga n. 10. taria da polica, onde tapera' Jim portador para
ir tteaar 4ovar ao fngr eouveaeioatdo.
Panno de algodio da Baha para sceos de
associr e roupa
telhas de ferro gatvantsado, tudo por pMrit 'ra-:
zoaaeig.-. ______________*
- Veode-se qm sitio oo logar dos Remedios, de Qiveira AzVedo &C., n sen escripr1o"ro! ^
Wi,!?l#4* d'-Sf 08"rM'"fl? Bt?,Jdf> \*am* boarro par* toda obra, doos \ da Croz n. i.____________ serv^,
morado para ve esliio no silio doSr. Santos Coei:..\ logo adiaDte, e ] fructo : a tratar no sitio Eogeooca' no mesmo lu- priraira qaa'lidaM, a 700 e
par* tratar na roa da Crot do Recife n. 33. Igar \ tambem arrenda-se. pateo do Terco n. SI.
OO
a libra : n6!nas de 35 a 40 serras : os p;e!snden:es
se ao largo do Corpo Santo a. II.
Or-jaro-
nm
-mmmm
IllGlVtL

-







Diario le+r~m%.<. ... aVrVatt. i 4 de Ju.
!B66.
0 que aecupa boje mais a attengfto do mundo
econmico? o bovo ey&tljema do planetario do ar*
mazem de molhados
53 RA DA CADEIA 53 .
P.tSS.%9no O ARCO DA COlVCEfCXO.
Que surge de novo basteando a bandeira da modicidade de preos em toaos os
seus superiores gneros.
Que o publico reconheca as vantagens que de tal systbema lhe resalta, o que o
propietario do sitado armazem deseja, e a que desde j o convida : passando tambem a
notar-lhe os precos de alguns dos gneros do sea esplendido sortimento, e para os quaes
pede
ATTEN(iO
mumi de milbo bNM* americana.
Esta excediente gomma, malta .se recoracommenda oorao o alaenlo mais suba-
taocial e saudavet; servindo n3o s para papa (no que superior de todas as outras
gammas e farinhas) mis tambem della se pode fazer p3o-de-I, cangica, creme, bolo
fraocez, podim, etc.: o preco de cada pacote de urna libra 800 r*.j em caixa tem aba-
t ment.
"iTifltl'rtltifii T "Tu "Tu "Tu 1T1T11 -flPTr mM
$$ ^^^wPJA^r T36 frisar o8r WfBWSKr^meteirT^ri
Wimmw
AS
Gres de aples preta a WSOO, l&MO&.W. #>00 e 40 o collado.
Gorgur5o preto de superior qualidade a J50(VS#800, 30 e Woco-
moreaatiques a 20500, 20600, 30, 30500, 40 e 50000 o
r
MANTE1GA INGLEZA de superior qualida-
de a i,28o e 1,1 ob rs. a libra, em barril
se faz abatimento.
DEM FRANCEZA a mais nova que ha no
mercado.a (jJo rs. a libra, em barris ou
meios a 600 rs.
CHA HISSON de primeira qualidade a
2,8oo rs. a libra, alera desta ba muitas ou
tras proprias para vender a retalho, que
se veodem de l,6oo a l,8oo rs. a libra.
DEM PASTO o maisespcial quetamvin*-
do a este mercado a 2,2oo rs a libra.
DEM regular de I.600 a l,8oo rs. a libra.
QUEDOS DO REINO ltimamente chegados
pelo vapor 2,4oo: ditos do vapor passido
a 2,000 rs.
LATAS DE CHOURIQ.IS com 6 libras er-
meticameote fechadas, a 4,5oo, de barril
a 64o, a libra.
E3TRELINHA para sopa em caixas sortidas
de 8 libras, por 4,000 rs.
VLNHO VERDE do verdadeiro sumo da ova,
e o mais proprio para se beber n'este
imperio, pela sua extraordinaria fresqui-
do e agradaFel gosto a 64o rs. a gar-
iafa.
AMEiXAS FRANCEZAS em frascos de 4 e
2 libras, a 2,8oo, e l,4oo rs. em caxi-
nhas muito enfeitadas com diversas estam
pasa 2,900, l,8oo. l,TJoo el,3oo, res.
BISCOITOS INGLEZES em latas contendo
diversas qualidades a l ,000 e l,2oo rs. a
lata.
PRLSCIPE ALBERTO bolacbinhas as melho-
res presentemente conheeidas a l,6oo
rs. a lata.
SALAME HAMBRGUEZ chegados no ulti-
* mo navio a 1,600 a libra.
PREZUN TOS verdadeiro de Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e 56o inteiro.
TRAQUE&n. 1. em caixas de 4o cartas, por
8,5oo, e 24o rs. cada urna.
MARMELADA em latas de 1,1 '/te2li-
bras a 600 res a libra.
ULE\ DE MAR MELLO em latas, a 800 rs.
FRUCTAS EM CALDA pera, peeego, alper-
ce, rainha Claudia, e ginja a 64o reis
a lata.
MOLHO INGLEZ de diversas qoalidades, a
72o rs. o frasco.
MOSTARDA INGLEZA ranito nova, a 800,
rs. o frasco
DEM FRANCEZA a 64o rs, o frasco.
SALMO E LAGOSTIN ebegado ltima-
mente, em latas de 2 libras-, a l,6oo. rs.
ARENQUES em latas a 64o rs.-cada orna.
SARDINHAS DE NANTES em latas e metas
a 60b e 36o reis. .
VINHO DE COLLARES o legitimo vinho
desta localidad*, muito superior e sem
coofticSo algaras, a 800 rs. a garrata.
IDFM M\DURO o verdadeiro do alto Dou-
roem barris de lo em pipa per 35,ooo
cada um. .
VINHO DO PORTO de diversas qotlidaaes
engarrafado, inclusive o mais fino que ba
n'este genero, por oo^.l.ooo, l,2oo,
l,4oo e l,5oo rs-. a garrafa. J
F0JO verde e Garrapato en latas emti-
camente fechadas a 600 rs.
CHOCOLATE francez emlMicotes de 1 Hora
por 5oo reis. _
AZE1T0NAS daschegada* olUmamente-e
Lisboa a 1,2oo rs. a aneoreta, :a5oo>- a
guarrafa.
CAF lavado a 24o rs.afibra, e.7,ooo
arroba, e*eguar a 22o a libra, a6 ***'
a arroba. ^_
VINHO CHERRY do mais superior do met*
cado a l,5oo rs. a garata, e 15,ooo pt
a duzia.
MUSCATEL o verdadejrc-- de Setubal, J
l,8oo rs. agarrafa, e2o,ooo a duzia.
VINHO BORDRAX das mais acreditadasJ
marcases. Bmilion. San* Julin Haut
Brion a 7oo e 800 rs.a garrafa, e em
caixa dedozia, a 7,5oo e 8,000 rs.
VINHO BRANft) de Lisboa de excelente
qualidade, e proprio para-missa, a 800,
rs. a garrafa,ou 8,000 rs. a oaixa de duzia.
MADEIRA SECO a l,2oo a garrafa, e I2;ooo
rs. a da/Ja.
VINHO DO RHENO superior, a 2.000 a
garrafa, e 22,ooo rs. a dusia.
VERMOUTH de superior qualidade era cai-
xas de 12 meias garrafas por l2,ooo,e
garrafas por i,2oo rs.
vado.
. Superiores
covado.
Bons cortes de moreantique.
dem de gorgoreo adamascados.
Bons pannos e caaemiras.
Sup rioras alpaca, princetas, metidos e brarblrziaas.
Bons villudos pretos.
Grande variedade.de chales de fil preto e de guipar a 50, 0, 80,
100, 120, de 160 a 200, e de 250 a 800 cada um.
Superiores rotondas de fil preto e de guipure a 80,100, 120 e 250,
e de 300 a 6O0ada ana.
. Superiores algerianas de fil preto e de guipare de 120 a 250, e de
30 a 600 cada urna.
Boos chailes de seda preta.
Ditos de Mermo preto bordados e outras muitas fazendas pretas que
seria enfadonbe enumerar, na
CONSULTORIO MEDICO-CIRlRGCO
DR. PEDRO BE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO,
E OPERADOR.
3 Eua da Gloria, casa do Fundo g
0 Dr. Lobo Mosco80 djconsujtas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 s ii
doras da manho, edas 6 e mtn Ai t nr la noite, excepto dos dias santificado*
Pharmacia e^paicUih^inmp(hkia
No mesmo- consultorio ba more o mais app-apra* sertimento de
totas avulso,
I
)elc
>re
ira.
i 1

-i!
J

IOJA BA CAIiCriHMAS
DE ANTONIO CORHEU DE VASCONGELtOS A C.
BUA O C118PO S.
t^Wt35&JT cct T >^t
PHOSPHATO DE FERRO 1ME LERAS
DR. EM SdElfCI AS
"'fl.'PCT0DA AC\0E1OIA VE FAWS.
Nao estele niedicamento ferruginoso t5o notavel como o pbosphato de ferro de
Leras; assummidades meditas do mundo inteiro adotaramno con*solicilude sem Igual
nosannaes da scioncia. As cores paludas, dores deestomago, digestes penosas, ane-
mia, con vale cencas diflicws, dade critica das senhoras, irregularidad na menstru8C3o,
pobresa .do saogoe, lymplaatismo- sao carados rpidamente ou modificados por este ex-
ceHentecomposlo, o eooserva^lor por excelencia dsaa4e e deparado superior nos
hospitaes e petas acidemias a todos os ferruginosos conbecidoi, ao ittoreto e ao curato
d ierro, porque o uico que convem ao estmagos delicados, que nao provoca coneii-
pagSo nico tamben que nao eaegrece a bocea e os den-tas.
Em Paris roa da Feuiilade n. 7.
venda emeasa de.Maurer, e A> Caors.

mmmm m\ mm
LO JA DO B
Ricos cortes *-^wgor5o de wda preto adamascados pira vestido com K- metros
ou aa0covadoscdaoorte,tarRarad8 chita-franceza, peto baratissimo preco- de 50J
cada corte : oa loja celtc* & C.
VERDAEIRA ACA HEEVEltAI*
PASTILHAS DOS SAES NATURAES DE VICHY.
VENDE-SE
Na botica e drogara de Bartholomeu & C. Ra larga do Rosario r.. 31.
assia como tinturas de vafias dYmnaf*|j6e# e
Carteiras de 12 tubo* raidel. J; i
de 24 tuboa grandes, 180000
de 36 tobos grandes. 24^000
> de 48 tata grandes. domo
de 60 tobo grands. :*#>
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com oa remedioe
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 15000.
Sendo para cima de 12 cuatera os precos estebelecidos para carteiras.
Ha tabes mais pequeos cada um a 500 ris.
IIVROS.
A.memor obra da homeopalhia, o Mamut de .Medicina Homeopatbico do Dr. JarS
deas grandes volumes com diccionario .. ...... t iqaqqk
Medicina domestica do Br. Hering.......', u/vn /
Repertorio do Dr. Mello Moraes .
Diccionario de termos de medicina
' .. MOOOi
' f....... ... SQQOi
Os remedios dea te estabelecimento sao por demais coabecides e dispensamnor
tsnto de serem novamente recommendados as pessoes que quizerem nsar de remedios
verdadeiro, enrgicos.e doradores: ha tudo d mdhorque se .pde'desejer lobos do
verdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa WMarvaco, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acarada preparaco, e portento a malor
energia e certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de operacao, pnra o que o aoDurxiante julga-se satScifntflmento habilitado.
O iratWMtoto o mefhor possivel, tanto na parte afciperjar, eamo na medica
mneeionando a casa ha mais de quatro annos, ha mohaa-pessoas de cojo CMceito se nio
pode duvidar, qae podem ser consultados por aquelles que taejarem andar seus
doentes.
Paga-se 23 per dia durante 60 dias e d'afei a diante 1^500.
As operacSe serao previanente ajusdas, je nao se qoizerem sojeiter aos precos
razoaveis qoe costuma pedir o
AKUA/En K FAKtXII VM
Novo estabelecimento
mtJA. DI 1DEI4 DOBfiOrai. 4
Roupa feita de todas as qaidades
Faieadas por barato preeo
Superiores baldes de mnsselina com eamla
fhanf us de sol balao que val 12)5, e o Ba'ao vende a 10$.
SE v nd paletotsqde panno preto fino a 6 por ter grande porcao; calcas
^ ra^mira suoeriores a 7; calca de brim branco fino a U; madapolao fino a %
-AiaVfinas 5 aneca- seroula de bramante mono superior; chafes, de merino W,
KK &3; quetodas se vendem por precos insignificantes. Quem duv,-
dar venha ver.
A barateza do Balao
RA WO BROI \. 3
O proprietario deste esiabeleeimeoto deseja cliaraar a attencao dos senhores pro-
prietarios para os acreditados mechanismos que continua a forneeer; osqnaes garante
ser como sempre, da melhor qualidade possivel:
Machinas de vapor
forca de um cavallo para cima. As menores slo mui proprias para motores de des-
carocamentos de algodo; ellas viajam armadas e podem trabalbar den'ro de 24 horas,
depois de chegarem no lugar. Ellas levamtudo quanto preciso paraiO trabalho, e
diversos sobrecellentes. As machinas maiores sao proprias para a moagem de canna,
e ha deltas-qoo podem junta e separadamente moer canna e descarocar. Ellas podem-
seapplicar a qualquer moenda j existente sem outramudanca do que asubstituieo das
rodas da almanjarra, ha tambem.com moenda junta. Ellas tem depsitos d'agua e boei-
SE
CUSTODIO CARVALHO
27 RA DO fUElMADO N. 27
Madapolao fraocez muito fino, tendo podco mofo, cada
10*000.
La de cores a 308 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a preco de 800 rs a vara.
Lencos brancos para algibeira a 25O0 a duzi.
Fin:is perclaras a preco de 400, 440 a 560 rs\ o covado.
Risos cortes de la- de barra de*Od a 30i500>.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
-
* c.
pe^a com 27 varas por
m
Ricos brincos de crpttl lapidados de diflerentes formas e edres o que ha de mais moderno em
nfew orows e botoes pa coletes ; Avalla, modernas de madreperola ***S? m
gos se vendem por menos de seu valor no armazem da rna da Cade do Recito n. 60.
lo'precisam para seu assentamento' de obra alguna, qr de Garapia. qo recebe do consignacSes; parece sem
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sortido como todos sabem>
boje mais que nunca, no s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
qur dealvenaria. 0tempo para assenta-las ni excede dedoze dias ao mais, eem*'"1'^^ offerecer grandes vanta-
casos de nortes de aaimaes ou arrombamentos de acudes, etc,, garntase o assentamen-; JSJ%*?1ffH: 2Z*m? em
to em oito. dias. Todos estes vapores sao simplissimos na construeco, e se regem por, EXi2aI ?h 8' *
qualquer pessoa intilligente, a facilidade da condcelo sendo especialmente considerada,'B
tanto que nSo ha lugar em quenao se possam condozir, qnr por trra, qur embarcado.
Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o servicp da
Noy e grande deposito de superior carvao de Cardiffna
Bahia.

Antonio Gomes dos Santos & C, rna de Santa Brbara n. I, eslo habilitados a supprir de
nrv5o em condicoes mais favoraveis qae em ontro aalqoer deposito, a todos os navios a vapor que
acaren ntonelle porto. A contratar nesta com Domingos Alves Matheus.,
Sirop du
JARABE DO FORGET.
E.te jarope etti nt*** P<* tnaemm ecps Patis,
ono lendo o melhor pan curar conatipacoes, tosse convulsa e outras,
lirercies dos bronthios, attqnes de peito, irriUcoes nerrosas e somnolencias: urna colberada
pea mfnhTe ontra nottTSao sufficlentes. 0 effelw dtste excelente xarftp* tati^M wao
tempo o doente e o medfeo.
^. rt'. Sm%gwa^^Wi-~,-..gwil;ffi: i-
aos sennores aeengenno que
gente oceupada no seu trataraento os h5o de recuperar da. maior parte da despeza do
vapor, deixando-lhes a vantagem de urna moagem certa eaccelerada; e acabando coma
despezada compra continuada de novss animaes, e com oe desgostos do trabalho que se
tem com elles.
Ser talvez desnecessario lembrar aos eompradores de vapores a vaniagem que
Ihes resulta de comprarem suas machinas garantidaseurna fabrica,.tendoartistas com-
petentes para assentar as. raesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas,, e j pre-
paradas para arremedar qualquer desarranio; facilidades estas que jamis podem en-
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimento na ma-
teria nem se quer podem garanti-los de que as machinas que vendem sejam proprias ou
suficientes para o trabalbo era que se quira emprega-las, e no caso de desastre nao
podem prestar-lb.es soccorro algom.
Igualmente nao se esquecerb osmesmos compradores de quanto podem perder
em ter suas machinas paradas por desarranjos no tempo das safras, sendo que ainda
quando venham s febricas para concertar asmachraas alheias torna-seha preciso fazer
repentinamente moldes novos, etc. para as pecas estragad is.
Tambem ba sempre prompto Rodas d'.gua de ferro Sarilhos com cruzelas para as
mesmas Moendas de canna de todo o tamanho, Redas fie espora e angulares, Paroes ou
coches para receber o caldo, Crivos e portaede fornalha Taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, Formas de ferro galvanisadas para purgar assucar, Bombas simples e de repu-
cho. Alambiques de ferro. Eixos e rodas de carro. Arados, grades, enchadas a cavallo
e outros instromentos de agricultura, Moinbos eforn-is para fazer farinha e finalmente
todo o objeeto de meebanismo de que se costuma precisar. ;
Na fabrica se fazem obras novas encoramenda e concertos, com a maior p este-
za e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fim.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar informales ou esclarecimento
aos sefSheres qoe se servirem de seo prestimo.
D. W. Bowman, engenheiro.
Deposito na roa.larga do Rosario, botica de Battholomeo & C. n. 34.
c Olarcs Royer oa celares ano-1
lees
pira faciliur a denticao das enancas e preserva-
las das coovnlsQes.
O feliz resaltado obtido Immewas vezes pela
pro'ligiosa torga magntica dos colares Royer, nos
casos de convulsoes, e denticao das enancas, tem
altamente elevado o sea bem merecido prestigio,
e r...je ii se pode dixer qae esto geralmente con-
citaadoe. e esUmados de munmerareis pas de
la-niliac:" de ps parip do xm desses salaures
colares virara salwflo perigo seos eharos fllbi-
nh ;\ e de outros porque colheram daqnelles to
pr?cuo exemplo para ignalveme preservar os
seas. Assm, pols, a agola branca, tendo em vis*
tu a atllidade eproveitr desee* prodigiosos cola-
ra.- anodinos oa Royer, pandou ir obsto sorti-
m ?ato qne agora receben, e contlnaari a receiMr J
io para qoe em tempo algnm a (alu deiles possa
S4r funesta aos pais de familia, os qoaes fieario
certos de os achar eonattBtemmU a roa de Qoe
udQ, leja tfagoia branca n. 8.
-
^
Aos Srs. fogueteires.
Me drogara da rna lar^a do Ro-
RTHOLOMEO & C.
RICOS VESTIDOS BRANCOS
BARTHOL
tVele-se
Llmalha de ferro.
Dita de ac.
Diu dt. dito ft Leso..
Salitre refinado de 1' qualidade-


Vende-Se orna pncadaria, bombo, rofo, pra-
CIiM48ifiUt0lIEZ4
os, em boro oso, e preco
torres n. 16, Reelfe.
comraodo : na ra
Frascos de bocea
laifacamroiMsnje.vidri de i aM
libras.
Vedc-se
a do Rosario 31, botica de Bartb-
A loja Bperanca oa roa do fieimadb a 33 A,
receben estaa cintas, ana ama coosa lajUapanM-
ve! a qoalQaer senbpra; constet a nlidide^
saspender a vonUdVf saia por mel de cerdo, "*"
em cujas tremidades esto presos clcheles qae *irr
se prendera agoardaplsa do vesUdo : veode-se por | Vende-se oleo de ricino
2>500caaaeinu jamosoom raorpenh dase.f nras
parSi' SSiato Antonio,
S.J(^,e&,Mro. :
s
Vendem-se na pffciaa de encadwnaco n.
da toa do Imperador, tanto em olnetos como em
em latas de 30 li-
na ra da Cadea-velba oo-Reclfe n, t.
M loja de fazendas de Augusto Porto
.s ,, 4-iRua do Queimadoll
A' loja de (atwdas de Augusto Porto & C, ehegaram os mais bellos modernos
vestidos brancos e bordados agnlha.
Superiores vestidos de blond eom manta e eapella para noiva.
Gortlmtdos bordados para camas e jaoellas de 12$ a 80J.
Cortas de seda e de la, e seda de cores para eamas.
BKWes, esp*r1r*os, Hivm de pellica a saias bordadas.
Boores, algef dlnoel e chales de renda preta.
Sbrennos de panno de doas vistas e capas de borracha.
Graileoapolae de cores e preto, e aboiv preto de diversas qoaljdbdes.
Eaehovae* para baptisados com vestidos bordados qoe hade mais gosto oeste {enero.
Filos bordado*,.de salpcese Usos, eambraiasVictoria-e transparentes. .
Chapeos, boato a garroa de paiha da ItaHa para senhoras.
Chpeos pretos da sada para borneas, e chapeos de sol seda ingieres.
Camisas fraoceas e iogieeae para bomem, meninas e senhoras. ,
Tapataa pata aaia, piano e cama, e drto soperior em pega.
AlcaUa de lisos, hawMmot se- vende a 480 rs. o covado.
Bretaaba 4e ljypno*Btof.iem6einBas4a C jardas, a ampsoas graadas aM'4ll>
Na mesma casa ee yendera sempre as melhores e mais>a<|i| -j
Esteiras da India para or r 'sala
8... grande remessa pelo
vapor tDowo e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprio do
tempo do& quaes se mencionarlo algoas-,
por n3o sor possivel mencionar todos.
dono deste estabelecimento espera apro-
teceo d todos.
Riquissimas caixinhas ornadas e com
mnsica propria para nm delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porta joias a neeessribs.
Riquissimos estajos a feitio de nm baosi-
nho ou cbapenzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Gbaposmbos e tonqninbas de muito
gosto para enancas.
Meias e sapatinbos de seda para as mes-
roas.
Meias de seda para senhoras.
Capailas e grinaldas' de flores proprias
para casamento.
Enfeites e capailas de muito gosto para
sauboca. ;*^
^sjrWtaJwqpmts.
de flores com orna borracbinha
gmncawro.
iJUmmifwrtiadeiras da Jovin.
Ditas de seda e da Eaeoen.
Riqnissimas plomas e gwrnicSes para
anfeitarhaps.
Contas e tubos de ac branco, que ha
ruto se deseja va para enfeites.
fivellaa o erraes de.crystal.
a cruzes de tartaruga madripe-
jpa gtav atas.
otes com eraa para punhos.
filMiliiilnijUMiitobaa de muito gosto,
jpu% bomem como para senbora.
-S adereeos ppatos, amim como
O castello de Grasville.
Traondo do francs por A. J. C. da Cru.
Vende-sa este bello romance em quatr
tomos palo baratissimo preco de 3^000
aa praga da Independencia, livraria na.
6e8.


H Roa 4o.
i i
cores,
.como para J
Frameisco Jos fcrermano
RA NOVA N. 22,
acaba de receber nm lindo e magnifico sor-
timento da oculos, lnnetos, binculos, de ul-
timo amis apurado gosto da Europa e ocu-
los da alcance para observares e para oa
martimos.________________________
Tasso Irmos
Veadem no seo armazem roa da
Araorim n. 3o,
Licor fino Curaco em botijas e meias botijas.
Licores Anos sortidos em garrafas com rolha da
dro e em lindos frascos.
Vmhoscheres.
Santeraes.
Chamberun.
Hermitage.
Borgonhe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeaax.
Cognac.
Od Ion.
PAetei lagniol.
No armazem de azendas
baratas de Santos Coelho
Roa do Qnelmado m. IO.
Vende-se o seuointe :
Itescoes de bramante de om s panno pelo ba-
rato preco de 320O.
Ditos de panno de linbo a2J200 e 1600.
Cobertas de chita da ludia a 2100 e 2^800.
Lencos de cambraia brancos proprlos para algi-
beira a 3*000 e 2*300 a duzia.
Ditos de oaahraia de linio Ono a 4*300 e 5*
dutia.
, Atoalhado de. algodSo branco a 2* a vara.
Bramante de itabo fino com 10 palmos de largu-
a 25500 a vara.
i Panno de linbo fino com 9 1|2 palmos da larga-
ra pelo barato preco de 25400 a vara.
Bramante de linho fino de roa largura, pelo ba-
ratissimo prego de 800 a vara.
Toalhas de lioho aeoleboadas pira raaos, a 13*
a duna.
Ditas felpudas a i35 e 15* a dozia.
Gnardanapos de linho.a 3*300 a-duzia.
Planeta de todas as cares pao coeiros, a 880 rs.
o cowdo. *
larlataoa dOrores a aoo n. a vara.
BalSes de 3Wrcos 3*fiOO, de 40 a 4.
Cambraia de linbo fino a 49500, 6*500 e 9J a
vari.
Cambraia nafa forro de vestido a2*700 e 35 a
jKcas de bretaiha de^ roto eoo 10 varas,
Peca de madapolao fino e largo a 7j>.
Liazinha lisa.de cores a 500 rs. o covado.
Pecas de ooabraii branca da salpieos coa 8 e
meia vajas a 4*500.
Coeiros de caemrra bordado* pelo baratissimo
preco de 95-
Bsteira da Bfia propria para ferrle sala da
4, SJB-ffialmdTde argara.
CanAraras fiaMe ajares miadas 90 rs. a vara
Nnte armamti tambein-s eneemra; on graada
sortimento de jguprtaiO 8 or njadiia.
m> t> ". J......
No armazem de Vicente Ferelra a Costa &
Firbnjonto aoarco di CMP^So, vrta-ae" supe-
rior tarinha fr mandioca Dltimaraente .^negada,
em saceos de Mas alqoeires oa cloc. arrobas da
peaorpelo barpQUmo peay d65 a aaeco.
Panno aaalgodior.di Babia, ppcio par
de assnOJr e roup de escravos; om para
AntonWXou de Oitvairk Azevejo & C, no
T WQ escriptrio ana da Croi-n. L
Vapes.
Veode-se em casa de Stwaders Btotbers & C.
io largo do Corno Santn. II,' Tapares iatenias
com ledos os pertences ornaros.para faser mover
tres ou qaatro machinas paredjscarocir aigodao.
/




Diarlo de peroaaabaca afrbado 18 de Junho de 1866.

'
>
.
NOVA LOJA
ENCICLOPDICA
* Roa da Iraperatrlz armazem
da porte larga t.
Junte a padaria fradceza de
Paredes Porte.
Neste estabelecimento encontrar* o respeitave
publico nm variado sortimento da faaendas franoa-
us, inglezas, sussas e allemes, que se venderse
por prego commodo.
Paredes Perto
Vende chales da renda de cores que se vende-
rn a 18JJ est vendando por 65, ditos pretos, fa-
zenda nova, 55, 65, 85 a 205, nm sortiraento com-
pleto de manteletes, capas e.soutarobarqoes 145 a
155. Ra da Imperatmn. 42, jante a padaria fran-
ceza, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Becebeu um completo sor timen to de lasinhas a
. 9?P C0Ta cor a 240 rs. o covado, riscado escossez par ron-
pa de menino, fusto de linho a 420, 400 e 600 rs.
Ra da Imperatrix n. 52 junto a padaria franceza,
armazem da porta larga..
Paredes Porte
Receben para cortinados para cama francea a
115 a peca cambraia lisa 8na a 35 45 at lOf a
peca, cortes de tariatana.de bonitos gostos a 3*500
44, cambraia com flor de seda, gostos inteira-
mente oovos a 400 e 500 rs. o covado, no armazem
da porta larga n. 52, roa da Imperatriz junto a pa-
daria franceza.
Paredes Perte
Receben pelo ultimo paquete nm sortimento de
ernzes com podras para o pescogo, bonitos caxineis
da Ua para pescogo de senbora. Roa da Imperatriz
n. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Vende cortes de gorgurao preto para vestido com
21 covados cada um 355000, grsdenaple preto a
1*600,1*800 e* o covado, las lizas finas a 400
rs. o covado, las de quadrinbo para vestido, enes-
tada, a 320 rs. o covado. Ra da Imperatriz n. 58,
armazem da porta larga.
lUipa feita
Ra da Imperatriz n. 52 armazem da porta lar-
ga junto a padaria franceza, encontra-se neste es
tabelecimento nm completo sortimento de paletos-
saceos e sobrecasacos, de todas as qualidades, cal-
cas, colletes, ceroulas, camisas, grvalas, meias,
chapeos de sel, ditos franceses para cabeca, por
pregos com modos, roapa para menino e outras
muitas fazendas por precos commodos, armazem
da porta larga.
No mesmo estabelecimento encontrar o respei-
tavel publico, sempre nm completo sortimento de
roupas fetas de tedas as qnalidades, come sajan
paletos de alpaca preta e de cor, ditos sobrecasa-
cos a 45 e 55, ditos de brim pardo a 2*800, 3* e
3*500, ditos finos a 4*, ditos meias eazemira a
3*500, 4* e 5*. ditos eazemira saceos a 6*, 7*, 8*
e 10*, ditos sobrecasacos a 10 e 12*, ditos de pan-
no saceos a 6*. 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 12*
2o*, ditos de merino preto a 6*, 7* e 10*, cal-
cas de brim de diversas qualidades a 1*800 a 4*,
ditos brancos a 2*500 e 6*00, ditos eazemira 5*,
6* e 7*. ditos pretos a 5*, 6*, 8* e 10*, ditos
meias cazemiras a 3* e 4*, coletos de diversas
qualidades, seroulas francezas de algodao, ditas de
Hubo, ditas de bramante a 2* e 2*500, carnizas de
algodao de linho francezas de 2*500 e 3*. Grao-
de pecaincha neste geoero, grvalas de todas as
qualidades e brancas para casamento, grande sor-
timento de meias para senboras, ditas para homens
a 3*, superiores a 3*500 e 4*.
Um completo sortimento de chapeos de sol de
alpaca a 3*, ditos de seda a 5*. 7*, 10* e 1*5,
ditos francezes para cabica, grande sortimento
a 6*.
Vestidos
Pechincha sem igual.
Cbegoa a leja de Paredes Porto um bonito sor-
timento de vestidos de tartalata de cores e brancas
que serve para partidas por ser urna pbantaaa Id-
teiramente de gosto pelo barato prego de 4*
brancos a 45500, estao acabando-se : no armazem
d porta larga rea da Imperatriz n. 52, junto a pa-
daria franceza.
Cortinados.
Cbegou a loja de Paredes Porto nm complete
sortimento de cortinados ricamente bordados a
prego de 25*, 35* e 45* : na roa da Imperatrii
n. o2, porta larga junto a padaria franceza.
Kieas romeiras.
Paredes Porto receben pelo ultimo paquete um
sortimento de roroeira de gnipure pretas e de fil
a preco commodo : na ra da Imperatriz n. 52,
port larga junto a padaria francesa.
1$400
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol de panno a 1*406 e
urna grande pechincha s6 para acabar : na ra da
Imperatriz n. 52 armazem da port larga de Pare-
des Porto.
VENDE-Sl
No armazem de W. I. Ramos e Silva d- t.curo. a roa do Vicario
n. !!, constantemente, os segnlntcs artigo*, qae
reeebent por encommenda proprla de
^EW-ORK.
.
Legitima salsa parritba de Bristol, preparada por Lanman & Kemp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesmos.
Gaz em latas de cinco galoes, o mais parificado que se pode desojar da acredi-
tada marca F. Wi D. & C.
Relogios perfeikts regaladores, com corda de quatro a cito dias, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch.
Graixa em latas gratde da bem conhecida marca las. S. Masn (de Philader-
II,
pfaia).
.Superior oleo para machinas de costara.
A guias para as mesmas.
Brea em barricas grandes e pequeas.
Venae-se tambem:
BORDEAIY
I 4.* qnalidade.
St. Estephe.
St. Julien.
G. Margaux.
C. Lafitte.
Medoc.
PORTO
i' qnalidade.
Principe Real-
Pedro V.
Maria Pia.
Princeza D. Isabel.
Vctor Emmanael.
Duque.
Malvazia.
Vinho fino do Porto embarrrs de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinho doRheno.
Cera de Lisboa em velas e em grumo.
tUXDE ESTABELEC1IPT0
4a imperateiz, N, 60
i
GAMA & SILVA.
-------------





RIA DO QOIMAUO X.KtV.
Madapolo.
Finas pecas de madapelSo com 20 varas a 90.
LENCOS,
Lencos de cambraia branca, duzia 2i>.
dem de cores fisas para meninos, duzia 2#400.
Cambraias.
Cambraias de cores a preco de 260 a 300 rs. o covado
nardanapos.
GuardanapGS de linho, dnzia 30500.
Algodao.
Algodao trancado de duas larguras, proprio para toalbas de mesa, atprego de
103OO a vara.
Bramante.
Superior bramante de linho ingles e francez.
|Cambraia de linbo propria para lencos.
ATOALHADO.
Atoalhado braiK-o para mesa a 4 600 a vara,
Entremeios de cambraia muito finos, preco 4L
Lencos de seda para algibeira a 1 000,




MACHINAS AMERICANAS
Terdadelras do fabrleante IV. Y. CanttMglav & C.
Moinhos americanos para moer milito,

Na ra Nova n. 20 e 22, grande deposito
das verdadeiras machinas americanas de todos
os fabricantes; se encontra neste deposito
grande porcao de machinas, e se vendem por
menos preco do que em outra qualquer parte,
por se receber em direitura da America; se
fornece todas as explicacoes necessarias ao
comprador para conservagao das mesmas;
neste grande estabelecimento se encontra mui-
tos artigos americanos, que muito deve agr-
dar aos agricultores que usam encontra-se tambem todas as colleccoes se de-
senhos sobre os quaes se aceita qualquer urna i
encommenda, que com promptidao ser ejecu-
tada ; ueste grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, grnde porcSo
de ferragens, e miudezas que se vendem por prego commodo, pedindo-se a atencao
de todos para este estabelecimento que muito lucrare em fazer suas compras: na
ra Nova n. 50 Carneio Vianna.
LOJA K ARJIAZIM DE FAZENDAS.
Tendo os proprietarios deste grande estabeleci-
menip eito u gf a* ataUuNnta em muitas de
snas fazendas, pela occasiao do balnco que deram
no artfmo de dezembro de 1865, resolveram vender
muito mais barato do que cosmmam aiim de cada
vez mais agradarem aos sena numerosos fregu-
ees ; por tanto Ibes offerecem nm avalado sorti-
mento de fazendas francezas, inglesas, as quaes
vendero mais barato do que em outra qnalquer
iarte, comprometindose a mandar levar qualqoer
azenda em casa dos fregaezes qae nao poderem
vir a Foja, on a darem as amostras, deiando flenr
o penfcor, assim como convidam as ptesoas,. qae
negociara em menor escala que neste grande esta-
belecimento encontrara nm grande sortimento
tanto a retalho coma por atacado, vendendo-io-lha
apenas pelos precos que comprara as casas ingle-
zas, sendo com o dinbeiro a' vista.
As toallias de linko do Pavao.
Vendem-si superiores toalbas de linhos paca
rosto pelo baratlssimo prejo de 7J500 a dnzia bu
a t40 cada orna.
Gnardanapos de linbo adamascado para meza. a.
2,5800 a dnzia ou a 240 rs. cada nm.
Superior atoalhado de linno coa oito palmos de
largura sendo tranco e pardo, e vende-se mais ba-
rato do que em ontro parte, na toja do Pavo na rna
da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os^orpinhos ae seda pretosdoPavao..
Vendem-se os mais ricos corpinhos de seda pre-
tos, ricamente enfeitaio?, pelo barato [Teco de ltt
cada nm : na loja do Pavao m ruada) Imperatriz
n. 60, dGama & Silva.
mees vestidos a 80000 rs.
peclHiiea* adstiraTl. -
S o Pavo recebeu, pelo ultimo vapor francez
um grande sortimento dos mais ricos eortes de
vestid traBsp6i6Mes.com lindas barras e eneites
de seda, sendo estes, vestidos muito preprios para
baile* e passeios, e vendem-se pelo baratissimo'
preco de 800 rs. cada.um, Mi toja do Pavo na
ra da Imperatriz n. 60 de Gama Silva.
Os chales pretos de renda de Pavo a 8^000 rs.
Vendem-se os mais ricos bales pretos de renda
com quatro pealas, senda, mulo grandes pelo ba-
ratissimo preco de 8.
Dos deuepure: a 16,. 185, 20, 2o.
Retondas de dito a 10.
Mantelete! de renda, lazeudv mntto soperton a
lofiOOO.
Capas e santhambarques de gr,osdenaples bor-
dados, fazenda inteirameate nova, por precos mais
baratos queem outra qnalqoer parta*.
Isto na loja armazem do Pavo na ra da Im-
i peratrlz n. 60de Gama & Silva.
0chales do pavo a 2oo e 2boo rs.
Vendem-se chales de> merino estampados a 25
e 25500 cada um.
Hitos-d'merm liso a 35800.
Ditos estampados de erepon a 65, 75, e 85000.
Ditos* pretos bordados com franja de seda a 145-
Cortes de cambraia com palmas na loja do
Pa?5o.
Vendem-se cortes de cambraia branca com pal-
mas, sendo fazenda muito boa, pelo barai&>mo
preco de 25500 para acabar : na loja e armazem
do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de^Gama 4
Mva.
Leos brancos a %#000 res a
duzia.
Vendem se lencos brancos fazenda mnilo boa
pelo baratissimo prego de 25 a duzia, Ditos com
barra de cor a 2,5000 isto para acabar na loja -
Pavao na ra da Imperatrix n. 60 de Gama 4 Sio
va.
Poupelinas modernissimas a 400 e 500 rs.
o covado ha loja do Pavo.
Vendem-se poupelinas muito finas sendo fazenda
muito moderna de quadrinhos e liza vendendo-se
pelos baratos precos de 400 e 600 rs. o covado na
loja do Pavao na ra da Imperatriz n. 60 de Gama
& Silva.
GroSdenaples prefOS do Pavo. I que tem viudo ao mercado: isto na loja e arma-
Vendem-se superiores grosdenaples pretos petos *em do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
barassimos precos de 15500> 15600, 15800 e 5 ma t Silva.
o covado, sendo fazenda muito boa, s para aca-
bar : na loja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante de linho do Pavo.
Vende-se superior bramante de linho com 10
Chitas a 180 rs., s o Pavao.
Vende-se o mais bonito scrllmento de chitas in-
glezas, padroes mludDlio?, claros e esenros," e ten-
do tambem rxas para luto, abancaodo-se serem
cores fizas, e vendem-se pelo baratissimo preco de
nove vintens o covado, ou a pega c^m 38 covados
por 65800 : isto na loja e armazem do Pavo, na
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vestidas faseos.
Cbegaram para a loja do Pavio os mais bonitos
cortes de vestidos de cambraia branca com boni-
tas barras todas branea, assim como com barras
de cores, sendo fazenda transparente e muftofina,
tendo cada nm erte bastanre fazenda e moita ro-
da, e vendem-se pelo baratissimo preco de 85 e
10 : na loja do Pavao na rna da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Cortes de tarlalana na loja do Pavo.
Vendem se os mais modernos cortes de trlauoa
com as mais lindas barras de cor, pelo baratissimo
preco de 85 cada nm, sendo neste arrigoo melhor
que tem vindo ao mercado
Cambraiss brancas,
Com 8 palmas de largnrac
SO na loja do pavo.
Vende-se cambraias brancas transparentes tendo
palmos de largura, proprios para lences, pelos Pa|mos de largora, ou dnas larguras das regola-
baratissimos precos de 25 e 25C00 a vara, assim res> 'l06 'acelita fazer-fe um vestido apenas cem 4
Na Ioja armazem do PavSe na ra da Impera- na loja do Pavao, na na da Imperatriz n
como panno de Jinbo muito fino pelos baratissimos
pregps de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Caiibraias lisas do Pavo.
Vendem se pecas ae cambraia lisa muito supe-
rior, pelo barato preco de 35200 e 35900 a peca,
ditas muito finas a 55, 65, 75 e 85 : na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
PECBNCH 1
a 2000, para caigas, s a Pavas.
Vendem se superiores cortes de meia casemira
com msela de seda a 25, ditas Garibaldinas a
25800, ditas escuras a 25800, ou a 15600t o cova-
do : na loja e armazem do Pavo, ra da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
PENTEADOKRS
on roupoesde cambraia bordados proprios
iara as senhoras veslirem de manhaa.
begou esta novidade paia a loja do Pavo,
muito lindos e do melhor gosto at boje, pur pre-
cos muito razoaveis : na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ca&sas francezas a 240 rs. o eevadn.
Vendem-se bonitas cassas francezas de cores li-
zas pelo baratissimo preco de 240 o covado.
Ditas, a 280, 320 e 360.
S na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
GroBdenaple preto a JJ6O0.
E' grande pecbinehal!
Vende-se grsdenaple preto, sendo amito encor-
pado e de boa largura, pelo baratissimo preco de
15600 o covado : na roa da Imperatriz n. 60.
Os cachinez do Pav5o.
Vendem-se bonitos cachinez de 13a ou agazalhos
para caneca pelo baratissimo prego de 35000, s
3S000
19
Cortes oe laa escocesa para vestido [a 35 o cor-
te : na roa da Imperatriz n. 52, loja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, esli se acabando.
Para luto.
Las pretas com salplcos brancos a 400 e 500
rs. o covado : na rna da Imperatriz n. 92 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
A I #500.
Vendem-se pecas de tranca preta- para afeites
de vestidos, sootembarqnes, capas de senbora a
15000 com 10 varas, urna grande pechincha : na
rna da Imperatriz n. 52 jauto a padaria franceza
48000
Chales de renda pretos.
Vende se cuales de renda preto a'45000, nnicc
loja que pode vender na roa da Imperatriz n. 32,
armazem da porta larga, de Paredes Porto.
cno-ejffsdsas-^na
2 K M c Q o "l sr"-^
9 o -i tt- 3. S, o 2 'X-ci
a ST a-B a cr
O O. c 00 S & o.
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P.O.ES2 _wP*a>S'n'<
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S
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I
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f
,
Breo em barricas pequeoaa,
Cera em velas ifn In/fa? tafrliWl>T'rtg-
Bogias.
Mercurio.
Na rna do vigano n. 19, prtmerro imtt.
~ Boloes
Grande sormelo.
Chegou rna da Imperatriz n. 89,1 junto a pa-
daria franceza, nm grande Oimento.'que se ven-
de a 25500 n. paraacaabar.
FAZENDA E ROUPA FEITA
11UA MOVA
Reg 4 Aloora, propietario da loja de fazendas e roupa feita, sita ra Nova
n. 24, verdaderamente penhorados e reconbecidos para -com seus amigos e fregaezes,
pela aeeitac3o e confianca que delles tem merecido no curto espaco de lempo em que
se acnam establecidos e perfeitamente escodados na sinceridade dos seus tratos, decla-
ram para sciencia daquelles que o qoizerem hoerar com seus officios, que, em vista da
grande concurrencia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no qae
relativo a roupa feita; acaban de admtir para a sua offiema de atfaiate matar numero
de artistas, inclusive o seu centramestre, dirigido pelo babH aieslre Laariano Jos de
Barros, o qual n3o se poopa a exforcos para sattsfazer cora a presteza possivel qaalqaer
bra de encommenda.
Os mesmos aanunciaai aos seus freguezes que acabaos de comprar um novo e
muito variado sortimesto de faaendas finas e de bom gosto, proprias para o tempo-di
quaresma, as quaes esto dispostos a vender por precos muito eommodos e aaais barato
que em outra qualquer paite.
Como- sempre escusamo* essa enfadonba prollxidade dos annuncios bombsti-
cos ; preferimos mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos que nutrimos
para bem servimos aquellos que viere ao nosso reclamo.
AR
DE
Roupa feita e por medida.
26 Rara Mora n. 26.
Jos Antunes Guimares, proprietarfo deste novo estabelecimento de roupas e
fazendas finas, participa a respeitavef publico' emgeral f a todos os seus freguezes,
que estando sua casa sobre aflirecao de do,us dos melhores mestres de alfaiate, sendo'nm
delles o Sr. F. E C. Miranda, e o outro o Sr. M. J. G. &tfoeire, ambos com grandes
habilitacSes tendentes a sua arte, pelos qWtes dirigida a sua officina; e achando-se betti
montada a deempensar pnlquer enoommenda por grande que seja, se esforcara para
sabir a contento dos freguexesi Teodeodo tudo por menos do que era oatra qoatauer
parte, roga as pessas interessadas que venbame'xamifiar sen estabelecimento, e verificar
por si mesmo o rjue declara, sendo en'regoe qualquer encommenda no prajodeai
horas. ..-,
^ -* -.- .^-.*-..-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------.^
'>
DODR.CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE FBARIfAGA, DE
FARA 0 TRATABENT0 E MMPIO CDBATIVO
A5 RimulABIS SCttfatt, m TOttAS AS ArECOOES CDTAHAS, VlkCS E ALTERACOES DO SANGUt.
MMM e tei#*Cbtiftto.
PARS,

PLUS or
COPAHUI
relaxacSo e debilidade,
nMHii preferive ao
opohtia, e s Cube-
1, cara immediatameo-
qualquier parsaoto,
e igualmente fiuzas e
flores brancas das mulberes. lajetatf de
citake. su njec^So tflvfgna eMpMga-4e mes-
mo umpo do xarope de mofai, na vez de tarde durante ttes di$;
ella segura a cara.
DEPURAT'F
du AI\iG
Xarope vegetal tem mer-
curio, o nico cotihecldi)
e pprovado para envMi
_coo proropda e xadif
rniim, acnmom e iiteracoee vfcieBas e?o
gue ; vitu, 0 qaalqDM SecAo veneeee. B-
glirnaa o traUmcBlo O^puratiTO. wwtmmmm -
USewfW. De a effeito aunvkMO Ma f-
fecoei cutneas e comixoes.
eMmhiiu.-Pomada que as cuaa
em 3 diai.
r-MMt.yva^tja.fR,
triz n. 60 de Gama i Silva.
Para luto vende o PavSo.
Setim da Cbina com 6 palmos de largora, fazen-
da preta para loto, propria para vestidos e roupas
para bomens, seodo^sla-oeva-fecenda sem lustro e
de muito boa qnalidade, garantindo-se nao ficar
rnssa com o lempo e veode-se pelo barato prego de
t5 ^ 25500 o covado, asMm como Oeste estabeleci-
mento ten um grande sortimento de todas as fa-
zendas pretas como sejam cassas e chitas preta?,
laas tapadas e transparentes, princesas, alpaAas,
sarjas, te. : na loja e armazem do Pavao na ra
da Imperatriz n. 00, de Gama & Silva.
Os balees do Pavio.
Vendem-se superiores baldes de mocul ina com
moita roda a 55., ditos crinolines com 35 arcos a
350OO, ditos com 20 e 25 a 35, ditos para meni-
nas, sendo brancos e encarnados a 55 e 25500 :
na loja do Pavao na roa da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
Cambraias de forro a 1(5(600 e 2$ na loja
do Pavao.
Vendem-se pegas de cambraia de forro com no-
ve varas eada pega, pelos barattestoos precos de
15000 25: na loja e armazem do Pavao na rna
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cortinados do Pavio.
Vendem-se superiores cortinados adamascados
para camas pelo baratissimo prego de 15 cada par,
ditos muito Unos ricamente bordados para camas
on jMcTias a isa, ao? c so, o Por tai* o ar-
mazem do Pavo na roa da Imperatriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
Panno preto a 2? na loja do Pavao.
Vende-se panno preto. fazenda muito boa, pelo
barato- prego de i o covado, dito muito fino a
35500, 45, 55 e 65,as6im como casimira preta de
cordaoa 25 o covado : na loja do Pavo na ra da
Imperatriz n. 6C, de Gama Si Silva.
Os espartados do Pavo.
Vendem-se urna grande e variado sortimento de
espartiKras dos mais bem feitos que tem viodo ao
mercado, sendo de todos os tamanbos, vendendo-se
por um prego muito raeoavel : isto na loja do Pa-
vo na rea da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As salas bordadas do pavo.
Vendem-se saias bordadas sendo fazenda muito
boa, sendo ricamente bordadas e com moita roda
vendendo-se pelos baratos precos de 65 8* e 105
reis cada orna na loja do Pavao na rna da Impera-
triz n. 60 Breiai.ua do rolo a S.sOOO
Vendem-se pegas de bretaoba de rolo com 10
varas cada pega, pelo baratissimo pregode 35 :
na loja e armazem do Pavao, roa da Imperatriz n.
60, Se Gama & Silva.
Roapa feita;
Na loja do Pavao
Vende-se neste estabelecimento nm grande sor-
timento de roupas, tanto de panno como cazemiras,
e brins e pelos barairssimos precos como sejam
caigas de caxemira preta a 65 75 e 85000 reis, pa-
leto ts de panno preto saceos a 65 85 e 125000 rs.
ditos sobrecasacos de panno Onisstmo a 125 185 e
255000 reis, e outros mnitos artigos qne serla en-
fadoohos aqnl relata-los? s na loja e armazem do
Pavio roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Loja de pavo
Grandes pecbiachas. <
SediBBis a 500 rs. o cavado
' SediBhas a 500 rs.
Sedinhas a 500 rs.
Vende-se na loja do Pavo, um grande sortimen-
to de sedinbas Mitradas com as mais bonitas cores,
sendo 09 padros mais novo* qne tem vindo ao mer-
cado, a vende-se pelo paratisslmo prego de cinco
tostes o covado, sendo fasenda que valem muito
mais dinbeiro, e grande pecbincha por se ter
comprado orna grande ponida desta faseoda, na
loja e armazem de fasenda do Pavo, rna da Im-
peratrit n. 60 de
Lasrthas matisada? a ftt rr.
Vendem-se as mais liadas laasinhas matisadas
com os mais bonitos desenos, pelo barato prego de
320 rs. o covado; na loja do Pavao a rna da im-
peratriz n. 60 de Gama Silva.
t '
Deposito na ra larga do Rosario botica de Bartbolomeu 4 C. n. 3.4.
Os chales de gwpure a 12 e
ie#ooo,
Vendem-se os mais reos chales de Guipure e da
renda de linho e seda, pelos baratissimos precos de
125 a 165; grande peehipch*#m reiagaoa boa
qaalidade o tamanbo delles : s na leja do Fave,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Lazinhag ,0 rs s o
Pavo.
Vendem-se modernas lazinhas com lindsimos
gostos, pelo baratissimo prego de 00 rs. gran-
de pechincha : s na loja do PavSo, rna da Impe-
catru o. 60, de Gama & Silva.
Sedas Largas
Na loja do PavSo,
Cbegoo para a loja *r> p*rae nm modewfssrmo
MMimBto das mata rindas sedas para vestidos,
sendo urnas de listrinbas e ontrat de ortm%M
cem as mais Modas cores, e algomas proprias para
M senboras qne estfverem de loto e vendem-se
pelo barato prego da 25000 o ovado, tendo esta
fazenda quatro palmos le largara, qoe facilito fa-
zer-rse um vdslldu eutu puucus evvadcs, isto na
W* e armazem do Parlo oa roa Itspenlrlx o
60 de Gama & Silva.
MANTAS PARA O PESCOQO
a 15, s o Pavo.
Vendem-se bonitas mantas para o pescogo, pelo
barato prego de 15 : na loja do Pavo na roa da
Imperatriz n. 6C, de Gama & Silva.
Hadapoles a 3,500 rs; a pessa.
S na loja do Pavao.
Vende-se pegas de madapole fino com 12 jar-
das, pelo barato prego de 35500 e 45000.
Chales de renda.
Na loja do PavSo.
Receberam-se os mais lindos chales pretos de
renda, assim como as mais modernas e compridas
relondes, e manteletes da mesraa tasenda,e vende-
se mais barato que em outra qnalquer parte: na
loja e ajmaiem do Pavo na rna da Imperatriz n.
66 de Gama & Silva.
Castor a 3(0 rs. 9 tova do.
Para calcas.
Vendem-se superiores castores muito encorpados
padrSes esenros pelo barato prego de 320 rs, o co-
vado, servlndo esta fazenda tambem para escravos
por ser de mnita durago; na loja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Chapeos para meninas a 6,001).
S na loja do Pavo.
Se vendem os mais bonitos e mais bem enfeita-
dos cbaposlnnos de palba da Italia, proprios para
meninas, pelo baratissimo prego de 6000; na loja
e armazem ou r-a&o >.., d& imorsiri7. n. (fl
de Gama & Silva.
Attent&o.
ULTIMA NOVIDADE
PENTES, ENFEITES, CINTOS.
Gama & Silva, acabam de receDer pelo ultimo
vapor francez, nm grande sortimento dos mais ri-
cos enfeiles pretos e de cores proprios para cabega,
sendo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
voltas das mais bonitas perolas; assim como osmais
modernos e engranados pentes da verdadeira tar-
taruga, marehetados &endo a ultima novidade
que tem viudo de Paris, e os mais ricos cintos com
fitas matbisadas e Ovlas largas, conforme ultima-
mente se nsa as prlmeiras capttaes da Europa, e
vende-se por prego*em conta por ler chegado em
direitura para a loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
As rotandas do pavas a 8 e HR
Ven Jem-sc as mais ricas rotandas de renda pre-
ta, sendo muito grandes, que sao as que: mais se
usam, pelo baratissimo prego de 85 e 105 : na
loja e armazem do Pavo, roa da bnqerairii n. 60,
de Gama & Silva.
Chitas pretas a 160 rs:
Vendem-se chitas pretas iBgtetas-, sendo fawnda
muito boa, pelo bar-aiis.-lmo prego de 160 rs. co-
vado, on 55500 a pega com 38 covados: s na
loja de Ravao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
ATLANTA
Orando novidade a OO rs.
Allanta a 300 rs.
Allanta a 200 rs.
Allanta a 200 rs.
Cbegou para a loja do Pavo o mais linde sor-
timento desta nova ftiend, cera o titolo de atlsma
proprla para vestido e mapas par menino*, seta-
do esta modernissima fazenda de la com os mais
lindos gostos de qoadrlnbos e listras tnoo entre
ellas de cor roa preta, com listras e qoadfo
brancos proprias para luto, e vendem-se pelo ba-
raatsslmo prego de 200 rs. o covado nicamente Ba-
toja do Pavo ra da Imperatriz n 60 de Gama dt
Silva.
"ras, e vendem-sa pelos baratissimos precos de..
15000 res, e 15280 a vara, unlcaroeote na loja e
armazem do Favao, rna da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma & Silva.
Chilasbni'as a 280 rs,
Mende-se chitas francezas acentos brancos pa-
droes mindnbos, pelo baratissimo prego de 280 rs.
o covado, na toja e armazem do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Chapees de sol.
Vende-se nm grande fortiroento de chpeos de
sol, sendo de seda e de varios pregos e qualidades;
ditos de alpaca e de panno, e vendem-Fe por pregos
muito ommodos, na loja do Pavo na ra da im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes de chitas.
Vendem-se cortes de chitas inglezas, sendo pa-
Ces esenros tendo 10 covados pelo barato prego
de 25000 rs.; ditos com 11 e 12 covados a 2200
e 25400 rs; ditos de chita franceza escura e ale-
gre, tendo 10 covados 35200 ; dilo< cim 11 e li
covados a 35520 e 35840 rs: pectiincha, na leja
e armazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60 de
Gama Silva. ______
Na ra do Jasmim o. 24, offiema de ferreiro,
ha para vender urna victoria, um cabriole! ameri-
cano de 2 e de 4 assentos, um cabriolet de 2 rodas,
todos novos e por commodos pregos. Na mesma
oficina se aprompta com toda a peifei'go qualquer
encommenda, tanto de_carapina como de ferreiro,
qur sejam obras novas, qor conceitos de toda a
especie.
Vende-se um cabriolet de duas rodas coro co-
berta e os competentes arreio?, tudu em mel aso :
a.tratar na coebeira da ra do Imperador n. 17.
Grande armazem de tin-j
tas medicamentos etc.
Roa do Imperador n. 22.
Joo Pedro das Heves (ge-
rente) ten a venda o
sepilite:
Productos chimicos e pharma-
| ceuticos os mais empregados em
2| medicina.
Tintas para todo o genero de pin- !
* tura e para tinturara. m
Mj Productos induslriaes e tintas ?
gg para flores, como botoes de flores y0
| e modelos em gesso para imitar yfe
mz fructas e passaros com o compe- 3
I tente desenho. i?
Productos chimicos eindustriaes *
IR para photographia, tiniuraria, pD- &
JP tura, pirotecnia etc. *fr
Montado em grande escala e sup- W
j prido directamente de Paris, Lon- 5
^ dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa ;
g pode offerecer productos de plena
[P comanla e savistdicT qvki^ur en-
)fc commenda a grosso trato e a reta-
| lbo e por prego commodo.
mmmm mm-mmmmmmm
Para Sanio Antonio e S. Joo, algoidares de Ge-
nova de todos os tamanbos, muito baratos por ter
grande porgo, jarras finas, entrefinas e grossas,
de todos os tamanbos, assadores para ir ao forno,
vasos francezes em temos de seis, e toda a mais
looga de Genova e da trra : na ra do Rangel
numero 4.
1
G4Z.
No armazem da roa do Imperador n. 3
Caes de Pedro II n. 2, tem para ,vender-se
bor gaz existente no mercado.
on no
o roe-
Escravos fgidos
300$ de gratificado.
tm 31 de outnbro do anno passado, fugio a es-
crava Claudma, cabra alta e seca do corpo, qne
pertenceu ltimamente acelllms.Srs. Jos Joaquim
Ja Silva, Manoel Mauricio de Sena e D. Mariana
Ignacia de Castro e Silva que a vendeu a Jos Ma-
iheos Ferreira qne pagar 2005000 a que ni be
entregar >dta escrava na rna da Cadela n. 62.
As chitas do Pavas a 200 o covado.
Vende-se o mais bonito sortimento de chitas es-
coras e cosas seade fogleas, mas com os~ panno?
to encorpados como os das francezas gna.se veo*
dem a 400 res, e Hquldaose pelo barato preco de
200 ris o covado on a> 7*100 a pega, garaetlBdo-
se terem 38 covados cada pe^a e serem da c
fizas isto na loja e armazem do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60 de Gama A Silva. jh' A
Armazem do Pavao,
Vende-se cena de carnauba da melbar quaiidade
ero^saccos, mais barato qtte em outra qnalquer
parta no armazem do Pavo na roa da Imperatriz
n. 60, de Gama i Silva.
As eabaias do Parfto a 2#000
ocoyado.
Chegaram para a loja do Pavo as mais lindas ,
estaiaa de seda para vestidos, sendo com os mais "Ptgio no ata 20 de maio um escravo de An
lindos gostos de flores e lisias, teud.o utre ellas al- tonio Jos Gongalves, morador na praia de Taba
gomas roxas e pretas para qoem estlver e luto, j tinga, ormlu, de nome-Loia, idad 36 apeos pooco
toado esta nova fazenda 4 palmos de largara que, mais ou manos, ontesda lm disso as segainte
facilita fazer-se um vastido com uoucos cavados, e caractristicos :estatura alta, rosto comprido,
um dente podre na frente, sem defeito algam as
pernas, bem fallante, er fnla. Qoem o apprehen-
'. tt b entregar a se dono, sera' gratificado gene-
rosamente. ________
- kt- Fugia a 3 de joabo a preu AngeU, dada de
35 annos, pooco mais on menos, altara regalar,
1 fola, tem sardasao rosto, e tem o olbo -asosardo
magoado de orna pancada de ama queda qae deu,
consta qne tempestado nos Aogadoe: mem a-pe-
gar levsa a roa das Trtaebeiras Q. 17, toe ser*
' recompensado, ,,
Fugio do engenbo Rola umTescrava mulata
com os segnimes signaos : estatura regalar, ea-
beto aeaboclado, o dedo indez da mao direita alei-
jado, falto de dentes na frecte, mnito astuciosa,
costura Intitular-se forra, e esteva fogida qoast
ba anuo nos arrabaldes da villa da Escada :
qoem a aprehender qneira levar a roa da Cruz
n. 45, on ao sea senbor Pedro Barbosa da Silve
no dito engenbo.___________
Desappareceu no dia 2 do correle d casa
de D. Marlaana Angosta da Roera llanos, o seu es-
cravo Raymnndo, mulato escoro, cabellos carapip.-
hados, corpolento e gordo, com ponca on nenbnmi
barba, N anaos penco mais ou menos e qne repre-
senta ter mais, por ser bastante corpolento, ten)
os dentes Inteiros e tem nm dos bracos marcados
com letras esignats: qoem o aprehender leve o a
sua senbora. na ra da Aurora n. 42, qne ser re-
compensado.
" cha-se fgido desde o da 14 de maio o es-
rravo cahra de eome Ronoralo, e tem- os signaes
sgulnlM: caiteiloi caxauinhos,dante6 podres, po-
ca barba, estatura baia e cheio do corpo, pernas
grossas, pb pequeos grossas, multe apasio-
nado a batuques e gosta de tomar agurdenla, le-
vou roapa de castor listrado, sendo aberta na fren-
te a camisa : qoem o aprehender leve o ae eage-
oho Tres Bragas na freguezia da Escada ou nesta
prga na rn* do Imperador n. 24, goe ser bem
recompensado.
'Fugio nola20
tonio Jos Gongalves,
vende-se pelo baratissimo prego de 2J600, unlca-
ment'ia loja e rmate m de favio roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Noridad?
TUStldOS.
Chegaram as desejadu cambraias ou tailatana-
branca9 com listrinbas |sendo transparentes e ven-
oVm.se pela baratisaimo pregeHe5O00o corte,
na loja e armazem da Pavao b* riada Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.


8
Mario de reraiine< abl>ad 1 t Jttmho de 1866.
UHERATORA.
leck, que usurpa o governo pelo homicidio xes Longamarj ura decreto concedendo-lhe
de seus irmSos, e o perde com a vida; de a permiss5o de voltar a Jerusalem para re-
--------------~"~ ~ ~~~ Jepht, que offereceu em sacrificio a filha ; construir a cidade com suas murallas (11).
s Biblias falsincadas. e a de Sans3o, que mostra successivamenle Este decreto difiePfe do de Cyre em que
Si mnibus suis partibus, prout in Ecclesia mos. da reconstruccao da cidade. E' com este
,-k*o fif ,-fttriiii, scsao 4.a)
,dent.,
(Continuado.)
XVIII
DO CONTEXTO DOS UVBOS do ANTIGO
TESTAMENTO.
Dimgos do povo de Deus.
Ma, -do em acabar com todos os abusos que se ti-
nvro dos Juizes. Uos attribuem- sua prppbecia, que principiara as seplenta
ilitioiies 'prmtictas sciens el prudens a0 a lineas, grande sacerdote dos judeus ; i seman8S de anuos, ^e determinam o tem-
vontempserit, analhma sit (Conc. Tri- outros a Esdras ou a Exequias, outras em P em Que Messlas devia chegar.
,fim a Samuel. Esta ultima opinio mais
(seguida que as duas primeiras, e parece
mais provavei. Seja como fr, os Judeus
(primeiro, e depois os christaos, o considera-
ram serapre como sagrado, e por corto um
Iivro pode-se considirar como'tal, sen .que
enesls. Este Iivro.. primeiro de para isso seja necessario eonhecer-se o seu nham introduzido entre os Judeus.
todos os livrojs sagrados, assim chamado autor. Tal entre outros, o Iivro de Ruto,
da urna palavra grego que significa origem que est collocado entre os fivros dos Juizes,
porque contem a historia do principio do doqual o seguimcnto, e o primeiro dos
mundo, (i) Reis, ao qual serve de introdcelo.
N'elle descreve o auctor a creacSo do' Ruth. E' a historia de orna mulher
reo e da trra, a do homem e da mulher, moabita, chamada Ruth, recommendavel
sua innocencia e felicidade, seu crime e pu- pe'a amizade para com sua sognr e pela fi-
ni$fo, acompanhada da promessa de um delidade ao culto do verdadeiro Deus. De
salvador ; oscostumes dos descendentes de como foi recompensado d'essas virtudes,
Ado a corrupto dos homens, o diluvio casandacom um rico Israelita, de Bethe-
uuiversal (z) ; a onser'vagao do genero hu- leem, de nome Booz, que fol bisav de rei
mano na familia de No, a quem Deus favo- David. O fim do autor foi de n s fazer
recera com sua graga, aempreza da torre de comprehender como David descend da
Babel, a disperso dos filhos de Sem, Cham tribu de Jud por Booz e Ruth, e come-se
i Japhet, dos quaes descendem todas as [ oumprira a prophecia de Jacob, que pro-
naoSes ; a vocago de Abraho, pai do povo mettia o sceptro a esta tribu ; assim como
de Deus (3); sua historia bem como a de 'de bos fazer admirar os cuidados paternaes
Isaa:, de Jacob e de seus doze filhos at da Divina Providencia para com aquelles que
.norte de Jos. poe n'e'la toda a confianca,
O Gnesis e os quatro seguintes livrds I *!.Ha quatro livros con este nome;
constituem o Pentateuco, coja auctor 'dos *Jaaes os "is primeiros sao conhecidos,
MvySes, como abao mostraremos, ientre os Judea8' m tilu|o de livros de
. .. ... i Samuel, e os outros dois cora o de livroe
Bxodo- Em grego s.gu.ca sabia. |dos Res Masosseptenta e a yu|gatad(>J
liste hvro contem a historia da tyranma dos ^ Q m comnmm d(j Iivros dos m ^
Egvpcios sobre o povo de Deus, do nasc- dos Reino% 0 pfmeir0 ^ incipia
ment e de urna parte da vida de Moyss. ^ nascimenl0 de Samel e 0 ultimo lJr_
dasdezpragas do Egypto, da l.bertaco mina refedndo Q ^eiro d* Balwteoi.
miraculosa dos Hebreos, da passagem do No tempo nlermed0 a hstor}a gancla nos
marVermelho eda promulgado da le. no apresenta m[> ^^ ^^ ^^
monte Synai. (*) ; por sua piedade) e desgragarto pelos crt-
LctIco. Este Iivro deriva o seu mes dos filhos; Samuel, juiz e propheta,
nome da tribu de Levi, para a qual foi re- escolhido por Deus para sagrar os reis;
iligido. Acham-seahi as leis relativas a Sal, primeiro rei do povo de Deus, suas-
o.dem e ministerio dos padres e dos levi- \ victorias e vaidades em sacrificar sem os sa-
tas, a celebracio das festas e dos sacrificios cerdotes, sua reprovacjio e queda funesta ;
da antiga lei. David, simples pastor, vencedor de Golias,
Yuoaero* Este Iivro em que seen-'e dos Dmi*0S do Povo hebreu- ******
contra a ennumeraco do povo de Deus, dor glorioso, re prudente e grande pro^he-
contm a historia dos Hebreus, desde o se- W*l> do ProPno cr,me> Por sua Peni"
gundoanno da sabida do Egvplo al o fim !encia- lirou motivo Para loria de Deus;
lo. Hoja ella tome ter-vos tomado multo fcilmen-
te pela palavra, ter se associado com um poaco de
imprudencia a vosso generoso mpolso, em Qm nao
vos ter permlitldo tempo de reQectirde?, antes de
dardes pm andamento positivo a vossa declara-
560. Nao a acensis de faltar a sna promessa, pelo
contrario, ella ves ama e vos estima mais do que
nunca. O que pleitea, vossa causa; defende-vos,
contra vos mesmo; e nao vos oceulto, mea amigo,
que pens da mesma maneira que ella.
A medida que o doutor fallava, o semblante de
Alberto tornava-se sombro.
Ah ah proseguio Rolland, minba sinceri-
dade vos penosa, eu o vejo.
De VOl- Dens nao permita, replicn vivamente o
taJuda emprehendeu a reedificacaode i^^^6?Pssaoffe?derrae dec?DSeih?8.dila'
w a uuoa oiupi^uouuou iOTuiUwivau des pelo'ttal puro sentimeulo, nem deseoheeer o
Jerusalem, que fez sahir das ruinas, apesar nobre motivo que inspiroo a carta de Mma. Anee
onde ettava a telegrapbo elctrico, que ebei dw
ped?ado. Colhi um 9o : o rame esta' envolto em
urna tirinba de couro, que lhe serve de solador.
Os restos da machina me dao a entender que era
ella do systema de Bunsen. Oabi se communicam
os fios sobre estelos atravs do alagadizo at Ita-
pir. E' provavei *qne o mesmo acntela para
Hamayta'.
Os esteios sao de madeira boa, com soladores
de vidro. Das casas incendiadas avalla a em que
se achava Lpez e sua Miss Lincb, o que se do-
nas tentam esses franquear os limites de sna flo-
resta, n tiros dos piquetes e das gualdas avanza-
das laocam o alarma no exercito. Nao dormimos.
A men ver agora a oecasio mais solemne para
o Brasil. Curapre dar o ultimo golpe, jogar a ulti-
ma carta, e Isso qoanio antes.
No territorio paraguayo, leudo a sorte de tres
nanoes entrepue a um lomecedor, que dar ou nao
dar mnnigdos de bocea, demorar esses 50,000 bo-
rneas em frente do intmigo, o demora-Ios sendo
forcados a alarmas continuos, perdendo noites suc-
prehende nao s por duas cartas familiares dirig- cesslvas, expr o expr o exercito a enfraqueci-
das a essa moga, tambem pela snperiordade da mentos certos, a molestias provaveis.
edifleaso, tendo al grades de ferro as janellas ;, ^ tpparece Mtre offlciaes fl mMaM Qm deMjo
da resistencia dos Samaritanos e dos outros, {"'f* unicaresposu. Quando obri|uei-e roas tambem pela vtabancA do um jardim eolio- d(J (Kaptt og hospj||eg> que ^^ como
ToMa.E' a historia de Tobias e de
seo Albo dorante o captiveiro das de tri-
bus, que principiou sob governo de Sfel-
manazar, rei da Assyria, quaei septecentos
aanos antes de Jess Christo. Tobias mo-
rava em Ninive,- onde empregava os diae>
em alliviar os Israelitas, seus irmaos, levan-
do acaridade a a enterrtr os mortos.
Gre-se commumente que este Iivro teve por
autores-os dois Tobias, pai e fimo. Deixa-
ram ao menos memorias, pelas quaes sua
historia'poda-ser redrgida depoispor algum
escripor sagrado.
iiidi(liEste Iivro assim chamado
porque eontm a historia de Judith, herona
judia, que livrou a cidade de Bethulia, sitia-
da pelo exercito de Nabucodonosor, cortando
a cabeca a Holofernes-.seu general. Nao se
sabe precisamente quem o autor do Iivro
de Judith, mas paree ter sido escripto
pouco tempo depoisdfcste acontecimento.
Esther-.Os faetos referidos- n'este U-
vro, que ons attribuem ao summo-sacerdote
Joaquim e outros a Mardocheo, dizem res-
peito historia de Estoer. Succederam no
tempo d'Assuero, rei da Persia,. que co-
nhecido na historia profana com o nome
de Xerxes o grande ou Daro, fiiho de
Hystaspes. N'ella se conta como Esther ob-
teve do rei: que annalasie o edicto que ti-
nha mandado publicar contra os- Judeus, e
como Aman,, ministro d'Assuero, morrea
onedecl a essa tprimeiraimpresso que nao posso
dominar, que jnlgo boa, e que em roim sympatbisa
eem todos os soffrimentos. PTomelti a urna vene-
ravel av sobstitui-la junto de sna neta. Agora,
qoaesquer qne possam ser as eonsequencias desta
unio lo lora dos usos, jamis me arrepende-
rel. Pazo o que deves. acontece o que aconte-
cer.
Milito bem, o- o adagio corto maravilhosa-
mente a vossa deelaragao. J que tendes nma
convicfao inaLavt-l,. nao vos coteatereis mais a
semelbante respeito. Fazei-me a justlga de reco-
nbecer que minhas objecgSes teero sido muito re-
gulares, e-qne, tratando dos interesses- de miaba
amiga, nao me esquecv dos vossos.
Sois o melbor des homens.
O doutor moderou com nm gesto o enthusiasmo
deste elogio. O carro parava justamente diaote da
casa n. 2 que elle habitava na ra Vwtetuu. RM'
and installeu seu hospede, delxou o descancar, e
foi visitar seos enfermos.
Paseado atguns das, Alberto se quelaeva de no-
ter anda terminado seus negocios, apesar da acti-
vidade que enipregara. Bxperimentava ama espe-
cie de nostalgia, e sen pensamento. vagava pela
pequea casadle Saint-Sorlin.
O doutor sorria-se.
Impacienera dajnvntadet....... dixia
eW*. Tenho-vos- repetido mnttas veies-ojoe nao
poda informal--vos; que donzella me desco-
eheeida; que jAmais sahkv de sen convento. Por
consegulnte nao me pedi mais nenhum dealhe
sobre ella. Encantes os forneceria acerca do im-
perador da Cnioa.
Esperareis tere! paclenera.
O-lom com qoe Alberto exprima estas palavras,
pmavaque bis faltva a paciencia.
veamos,, (be disso urna manhaa o doutor,
tmia-se para miro, o vosso hospede, de vos proca-
rsroma admirvel distraccao, e que ser de moita
uhlidade par vos. Esta noute, S. Exc. ti MolHen,
ministro do thesouro publico, d um baile em seo
palacio da rna> Ikuvc-ietPHt-Camps. Alm de
assistlrem arhstas de fama, a maior parte dos prin-
cepses dignatarios do-imperio tambem estatu pre-
sentes a es la fasta. Ahi vef-se-ha, entre outros,
vosso excellenle- protector^ M. de Pontones. E'
dner-vos ludo. Consents r Eu vos levo. Obtive
om convite para vos.
Alborto repmgnoo. Sua> iprimeira iropressaot
ao o arrastava para o mnado. Tinha apparecido
em pnblico poueas vezes, posto qae nada lhe tal-
nsse para ser bem snccedMo; porque a sua bella
Sgura, a suas maneiras aprasiveis, a esmerada
cultura de sua intelligenci, elle ajantava um raro
occultavi. Podemos
cado em um eirado adjacente, para qne se sobe
por ama escada de pao de nove de grios.
O lardim lem craverros qoe estavam sem flores
e mrenos, ps de aleertm e oulra flor encarnada,
ceja planta, porm, me parecen da familia das por-
tuteaos. Colhi destas flores-, como memoria, alguns
rammhos. Ha na contiguMade do jardim urna bel-
la quinta de lar.ingeiras e limeiras, que val termi-
nar na igreja ou eapelia.
Esta rgreja um grande casa de telha, vizmha
a' margem do Paran' Dma das bombas de nossa
esquadra penelrou nell pelo lecto, que de le-
lhas, sem forro, e fez estragos n* parede do lado
oriental. Ifo um altar, bo qual nao existlam. san-
ios. Tirei o desenho do altar. Na sacrista ba urna
epidemia, e qae ura de nossos espirituosos faculta-
tivos elassIBcou de Lopeztte.
Cumpre nao deixar extlngolr de todo o fego sa-
grado do patriotismo. A esquadra anda nao sabio
para Carupaity e d'abi para Huaait. Est aqai'
era trente do itapiri. Desde o dia em qae o exer-
cito oceopoa o territorio paraguayo, a subida da es-
qoadra pelo rio Paraguay, traria a urilidade de dis-
trabir a attengo ao nimigo, fazendo-o suppor-se
atacado em diversos pontos, e sendo obrlgado a di-
vidir as suas torcas. Ento o nosso exercito ca-
minhari mais desassombrado por um terreno des-
conbeeidcvvencendo ma fcilmente as diadas do
nimigo.
Pde-se facer um juizo- seguro sobre as Jorcas do
grande commoda de 13 palmos de comprmanlo, 41 (jUe p^de j|Spor actualmente Lpez, racciocinando
talento de violoneellista, qae
afirmar quo so, nessa poca em qne mrito mu-
no patbulo, que tinha mandado levantar sica nao soperabundava como boje, se se tivesse
para Mardocheo.
(Continursela.)
dos quareota auno, que esliveram no deser- Salom50- seu filQ0 e successor, rei sabio e
to. N'elle vem tambem muitas leis Paclfico> 1ue fo1 escolhido para edificar o
dadas por Moyss, e esta prophecia de Ba- temP' de ^rosalem. coja consagraco ce-
ban, que osjudeos e os christaos applicam lebrou com magnificencia extraordinaria (7),
, uoaotao ias maravilhas do seu reinado, cuja gloria
ficou obscurecida por vergonhosas fraque-
icob, ele-za; R0boao, filho de Saiomo. que lhe
e,irajsuccedeu no throno; o schisma das dez
05 tribus, que Jeroboo separa do reino de
Jud para .formar com ellas o reino de Is-
eslrella de Jacob,
vanlar-se-ha urna vara de Israel
os capitaes de Moab, e destruir
IBBATAS.
Na liueratura qoe hontem pnblicamos, na i,'
col., no periodo qoe- cometa,-^ Estas causas etc.
a ls. lilaila depois-do signa) on. de 3.,flean-
do assim a quarta como quima.
No mesmo periodo e coL. a ls. 24 onde di*
o que decidiaui o decidiam la-se o qud de-
cida o decidiam etc.
Na 3.a col. na sitacao latina de Helio Freir
onde se l atritos la-so nulo,
sabido qoeAlberto Pajera um vefdadeiro vtr-
tuose, nao se leria conseotido que este Joven se
exillasseona provincia.
Continuar-s+ha).
*m-+*
TUEATBO DA 61ERRA.

todos
Ribos deSetl (5).
Deuteronomio. Segunda lei. D-
rael (8); a historia dos reis de Israel, que
se esle nine ao quintj Iivro do Pentateuco, fazem triumphar a impiedade, e as dos reis
porque traz a repetirlo das leis j promul-'de Jud, que_pelajnaQr_Darifi sa conc adas. iBuiu*Uia novas p^tgumas "explica-' ram fiis ao culto do verdadeiro Deus; o
cijes das antigs. Esta segunda lei foi pu- captiveiro das dez tribus em Ninive ; a to-
bcada por Moys* pouco tempo antes de 'mada de Jerusalem por Nabucodonosor ; o
sua morte, que teve lugar no anno do templo reJuzido a cinzas, e o rei de Jud
mundo 2343, 1431 antes de Jess Christo. prisioneiro e conduzido a Babylonia cora o
A lei Mosayca se resume em dez preceitos Summo pontfice e a maior parte do po-
que se chama Declogo ; vem transcripta no vo (9). Entre os captivos se achavam os
prophetas Ezequiel e Daniel.
Os quatro livros dos Reis foram redigi-
,' dos, ao menos em parte, conforme as me-
Eiodo e no Deuteronomio (6).
Josu. Este Iivro continua a historia |
santa, sob o governo de Josu, successor
immediato de Moyss ; n'elle se referem as morias contemporneas, que conservavam
guerras do povo d Deus. como se estabele-nos da nac"a0' e Poderam ser
ceram no paiz de Chanaan, descreve-se esta: armiados depois do captiveiro de Babylo-
terra, chamada a tena da promisso, e a n,a' de ue se trata no partilhaque d'ella se fez pelas tribus de,da fe teaham sido considerados como sa-
israel. Tracta igualmente da ratificacao da;8rados' ha com tudo >mpleta discordancia
allianca que o Senhor tinha feito com seu \ (luando se lrata de ^terminar quem os es-
povo. Josu raorreu no anno 1433 antes i
de Jess Christo. E' geralmente considera-1 Parallpomenos. D-se o nome de
do como autor do Iivro que temseu noma.\ParaliPomena coisas omittidas, aos dois
No ultimo capitulo d'esse Iivro se l, que livros Que sao urna especie de supplemen-
Josu escreveu todas estas cousas no volume t0 aos quatro livros dos Reis. Notam-se
da lei do Senhor : Scripsit quoque om-: ahi muitos faetos e muitas circumstancias
nia verba hcec in volumine legis Domini; Qu se n5o encontrara em outra parte,
o que prova que elle escreveu sua propria Acredta-se geralmente que foram escriptos
historia em seguimento de Moyss. Po- Pr Esdras, com o auxilio dos prophetas
rm assim como Josu refere a morte d'este Aggeo e Zacharas, depois do captiveiro de
legislador no ultimo capitul do Deuterono- Babylonia; mas essa opinio difcil de sus-
tentar-se. Seja como for, o autor os redi-
mi, o autor do Iivro dos Juizes conta tam-
bem a de Josu nos ltimos versculos do
Iivro que se attribue ao successor de
Moyss
lulzes. Cliama-se assim aos chefes
que governaram a naci Hebraica, desde a
morte de Josu at o nascimento de Sa-
muel ; d'onde vera oliamar-se iivro dos Jmi-
zes ao que contem sua historia. N'elle
se contamas infidelidades do povo de Deus,
castigado e rehabilitado por diversas vezes :
as victorias de Othomel, que o livra da tyran-
ma de Cusan, rei da Mesopotamia : as vic-
torias d'Aod sobre Eglan, rei de Moab ; as
de Debora, a prophetisa e de Baracb, que
desbaratan] os exercitos de Jobim, rei de
Chanaan ; as de Gedeo, que persegue e
destre os Madianias ; a historia d'Abime-
(1) Concilio de Trento, 9ess. IV Decret,
de Scripluris Canonicis.
(2) Segundo a chronologia do texto he-
breu, que nos seguimos como mais geral-
mente addmittida, a creaclo remonta
4004 antes de Jesus-Cbristo.
(3) Anno do mundo 1656 ; 2348 antes
de Job.
(4) Anno do mundo 2083 ; 1921 antes
de Job.
Nmeros cap. 24. v. 17. *
Veja-se o xodo, cap^ao, v. 2o e
segointes; o Deuteronomio, cp. 5>. 6, e
seguintes.
A primeara impressio.
IV
V baile.
(Continuagao.)
Nesse tempo,urna viagemde Ctuny.z Parts esuva
longo de se effeituar com a maravillosa rapidez que
as estradas de ferro concederam a nos favorecidos
da civilisaco. Era preciso meiter-se em posadas
deligencias que, por multo sobrecarregada?,. fazam
temer quedas trgicas...... vehculo balanoa-
va-se ao longe do carril; as rodas rangiam sobre o
caminbo-caljado; os guias raras vezes deixa^amde
"" t"-buiua. acpjflsue grabas deviam ser ferias
a Deus, quando oo bavia algum transtorno.
Apesar de tantos inconvenientes, Alberto poz-se
alegremente a caminho, e durante doos das de so-
lavancos consi Jerou-se o homem mais feliz do mun-
do; porque tinha urna companheira encantadora,
a illuso que razia baler o seo joven corago. In-
diferente a paisagocB,concentravi-3e em seus pen-
samenlos de futuro; compunha seu romance de fa-
milia; creava para si um interior adoravel; a casa
muito aceiada em sua simplicidade, urna compa-
nbeira terna e dedicada, os filhos de cabellos loa-
ros, as doces commoce que senta ao entrar em
casa de volia de suas oceupacoes. Foi no mea deste |
soubo encantador que elle cnogou a capital, onde
fez sna entrada pela ra de Saint-Jlfarfin, no pateo
dessas carroagens publicas que traziam o distico
de Prato-deestanho.
Entao Pars se ollerecia sob a forma vulgar de
pma albergarla; suas ras eram escuras, estrellas,
immundas, o cheias de entoihos; e todava J era
considerado como rei do universo; e, entre duas
guerras, os estrangeiros afflaiam para all.
A deligencia acabava de chegar. Alberto, antes
de descer, lancou um olhar vago ao redor de si;
depois levantou-se por sna vez, e saltn fura da
carruagem. Nesse momento, algoem lhe apresen-
toa a mao para ajnda-Io a sabir de sua estrella
pnso. Alberto dea om grito de admirago mis-
turado de alegra, tinba diante de si o doutor Rol-
land. Antes qne Alberto podesse dizer, segundo o
uso em tal caso : Como 1 sois vos I como pas-
saes ? o doutor abracou-o cordialmente.
O doulor Rolland era nm bomem alto, secco, e
um pouco curvado; sua fronte laminosa de lotelli-
gencia conservara poneos cabellos; seu semblante
denota va a gravidade possivel; sea olhar, posto
que affavel, tinha algama cousa de resoluto escru-
tador. Coobecia-se logo que o babil pratico passa-
va sua vida a observar o soffnmenio, a lular con
tra o tremendo poder da mal. Pareca, por sen
vestuario invariavelmente preto, trazer lucio das
pobres creatnras qne elle nao tinha podido, apesar
de seus enrgicos esforcos, arrancar morie.
O fo Paraguay, eonflaente do Paran' o lo-
graade-em corso como elle, porm de urna massa
d'agoa, qae lhe multo Inferior, como sabe-se,
nasco as planuras da provincia de Matto Giosso
em ama situacao em qne, segando Castelnae, es--
to-as suas vertentes 1,372 palmos elevados sobra
o nivel do mar.
.cnrso destino de, norte a sul, e sendo a
sna correnteza. de l IA milba por ora, da" logar
isto a' que o rJo tenha innmeras voltas, e seja
um verdadei^a, caracol.
Percorre,. oois, em liaba recta tao smente 850
milbas at as. Tres Boceas, ou a sua fz, a qual es-
ta' 800 milbas. affastada do mar.
I|2 palmos de iargura e 5 de altara. E' toda de
cedro. Esta" ada por acabar, pois ba- os lugares
de seis gaveta*.
Encootrei on cadeira bem trabalbada na nave
da igreja. Ja" os soldados Mnbam lascado, quan-
do efceguei a tempo de obte-la Patece-me qne del-
I prgava o celebre bispo seos serraoes- nltima-
raente apregoaodoi para animar os soldados-, a dou-
trina da resurreico dos Parafaayos. Gurdala-
bei como nm monumento.
Bm nm das lado do quintal da casa de Lpez
eiiste nma caverna qne o incendio poupou;.eont-
gua ao quartel, a qual rae pareeeo priso. VI nel-
la deus grandes eepos a de qoe- se prenda ama
grossacorrele de ferro de oito palmos de compn-
mentov eom urna maailba. Era laivez o poste>infa-
nnle para os prsieneiros. Quem sabe qcsntas
vietimas nSo expiraran de vergeoha e de soffri-
roento naqoelle horroroso logar I
Era- o Passo da- Patria ama cidade em miniaia-
ra,.OTrao se deprebeode do namerede casas incen-
diadas que sobem a mais de 1,000, e das existen-
tes, .qae regulara poresse- numero. Harria uroa-fer-
raria que incendioo-se. Existem aioda roailas ca-
sas -de telha intaelas,. Ha urna graado porgao de
camas, feitas de teeido de couro, bem como eadel-
ra*. Como ja' diSse,.a-Cina guaranf acba era si
msma seus recurso*. Com a madeira e com o
eouro laz lodos os seas utensilios, e movis. Ha
urna olaria muito bm coostruida, onde se fabri-
oam tijolo?, que atbai muito bem eitos. Ao-ver
ssse grande numero de lijlos suggerl a algnns
amigos de levanurem na ilba que primeiro ooou-
pamos um monumento, que pode ser construido
das pedras do torio de Iiapiru' e dos-tijolos do Pas-
so da Patria. Por ama coincidencia, feliz ba- alli
om grande deposito de cal fina.
E' necessario seHnr cora um documento desde
ja' nossa victoria, ffiqne urna idea gravada, em. ca-
da pedra da memoria. No cimento-da consuocQo
Oque sellado o-pensamento qae tradaz a. gloria do
Brasil. O estemuobo material o sello das-ideas.
As turbas nao calculara senao pelo, qne sentem,
nao raciocinara, senao pelo que vm. E' necessario
fallar a' razo a ao corago das turbas inscientes.
Caro menino, disse elle sorrmdo-se a sea rao-
gio em vista de antigs memorias, que cita to*^***!****** o era de ceno eu
I qu oopor4veis ver.
com os nomes de annaes ou de jornaes de Na verdade, responden Alberi\ ea nao loma-
Jnd p da Israel SAn fim ra inHirar ana ri* liber,1,le vos annunciar minba viagom e
juua e ue israei. 5>eu nm era inaicar aos 4e TO8 ncoma)odar> t v6s CQi0 temp0 tao pre-
Juaeus, depois dos septenta annos do capti- eioso....... *.
Teoho muitas ocenpafaes, verdade; mas
sei conceder amisade urna parle desse lempo
velro, as pousadas e as possessoes, que ti- _
nham oceupado seus antepassados, e de absorvido "por cuidados mallas vezes penosos." Nao
instrui-los naquillo que Ihes cumpria fazer !?,lesrcvostes'p apPl?cl0 mo,lTO **,TO8S5 deU*
i ... F caoa reserva. Cocotudo vossos projectos nio me
para restaurar O CUltO divino. A authenti- eram oecultos: ama carta de minha respeitavel
cidade dos Paralipomenos nunca foi posta *tt,.,f?de Sam ^im me participara todo.
robor.
If
em duvida pelos Judeus.
Esdras.Ha dois livros com este no-
me
Alberto sentio suas faces cobrirem-se de ardente
possivel I murmuroa elle. Informa-
ram-vos
um que indubitavelmente de Esdras, a occasiio o- o logar nio permittem dizer
nrn mo Ao M, a* M.i.n.?.. ""i8- Tomai a vossa mala e subamos para o ca-
e outro que de Esdras ou de Nebenuas, triolet. Vosso qoarto est prorapto em minha
cujo nome conserva. No primeiro conta- casa-
m a rnoffi- ri don JuHaiki a Rihvinnii lo. I APn*s eslivernm no cabriolet, encetaram um
se o regres o dos Judeus de Babylonia a Je- cdloqoio segoido, o qual eoawcoo por agradeei-
rusalein, sob a ordem de Cyro, rei da Per- mentos de Alberto.
sia (10); que Deus escoloera para liberta-
dor do povo. Tambem ahi se relata o mo-
do porque Esdras conduzio urna parte dos
Judeus para sua patria, e o como se empe-
nhou para fazer observar ahi fielmente a lei
de Moyss. O segundo Iivro contem a his-
toria de Nehemias, que obteve de Artaxer-
(7) Anno do mundo 3000; 1004 antes
de Jess Christo.
(8) Anno do mundo 3029 ; 975 antes
de Jess Christo.
(9) 0 coptiveiro de Bahy comecou no an-
no 606 antes de Jess Christo.
( (10) No anno 536 antes de Jess Christo.
Mas o doutor interroropendo-o:
Nao me agradecaos, meo amiga Nio vale
apena. E' pouca coosa que eo, o velho intimo
amigo de vosso digno pai, vos hospede. Infeliz-
mente ser por pooco tempo.
Slm, algnns das me bastaram, pens eo,
para os arraojos qae teoho a fazer.
Eu vos onco. Assim, mea caro Alberto, a
resoluto que me annuncla Mma. Ancelm muito
seria?
Comp ehendidas- as jrollas, o curso desle rio
do i,4C# a 1,800 aiius, segundo Moucbez, e o
seu leilo, sendo lanzado entre margena amenas e
muito. plttorescas, da' geralmente- ingresso al ci-
ma da Assu.aipe.ao a navios do calado de 9 ps de
agua, no estado ordinario do rio, porm por oeca-
sio do suas enebentes diluviaes a sua massa de
aguas lorna-se trplice da do. estado ordinario, o
sua velooidade, por conseguate, cresce, e as mar-
gens que nao sao barrancosas ncarn alagadas al
maltas leguas pelo interior.
Ha lugares, porm, como em Humayta' a Cu-
rupaity, onde o fondo de qaatorze e vinie brasas
no canal.
A margem direila deste bello rio occapada pe-
lo insondavel Chaco, exclusivamente habitado por
diversas tribus de indios, e a margem esquerda
mai semelbante a' outra, na parle inferior do cur-
so do rio, coostitae o limite oeste da repblica do
Paraguay, e por toda essa exiensao, nicamente al
Humayta', vigiada pelas guardas paraguayas,
ai de obstarem os roanos e as devastacoes que
os indios eos tu mam fazer no territorio da repbli-
ca, atravessando para esse Qm o estreito rio, que
nao lem de largura mais de trezentos a quinbenlas
bragas.
Estas sennellas coslumam estar trepadas em
atalaias de madeiras construidas sobre tres-a qua-
tro compridos paos, collocados quasi a' pique, e
de bem looge descortinan) os vigas paraguayos a
approiimacao dos Indios. Outras vezes, rtsum te-
nealis, em vez de soldados vm-se outros tanto s
maneqnlns de pao, simulando perfeitamente um
soldado da republioa, alli sentado no alto, e ser-
vindo de terror ao indio como ama verdadeira es-
phinge egypcia.
Tambem o leito do rio Paraguayo nao empa-
chado, como o Paran' em toda a sua exiensao, de
Untos bancos, e a situacao destes, sendo quasl
sempre a sotavento das ponas de trra (ja' se sa-
be descendo o rio), (acil a navegacao por es-
te rio.
Poucos sio os bancos qae existem a meto do
rio, bem pooco arada os qae sio formados de
arda, sondo quasi todos pela mor parte constitu
dos de ama argila adhesiva, ama especie de barro,
pela qual o navio penetra insensivelmeote o casta
muito a safar.
Hamayta' acba-se a 24 milbas da foz do rio ou
Tres Boceas, nome este justificado nos tres canaes
formados pelas duas ilhas que esto na fox deste
rio, sendo qae somente on deiles o lavegmvel
pelas embarcagues grandes e o nico preferido.
Curopaity^a batera, esta' tres a qtutro milbas
abaixo de Humayta', e serve como de guarda avan-
cada ao Sebastopol, ao Cronstad, ao Gibraltar dos
paraguayos.
O Passo da Patria, povoaro e trincheiras, esta'
em ama collina om pooco elevada, os distancia
de 600 bracas da margem do Paran", dooie se
acba separada por nm grande alagadico de qoe}'
dei noticia. Um vasto fosso circuaa a collina em
E' realmente o Passo da Patria om magnico
ponto estratgico. Em urna collina, banhada pelo
lado septeninonai pelo rio Pacana, e por leste por
immenso alagadigo ou laga qpe contorna aquella
povoacao, e trincheiras pelo lado meridional, e por
oeste em grande parte, era um poni, cuja possa
uos distara milbares de vida s os inimigos ah1
permaaecessem, fortificados como se achavam.
Entre os obstculos que om exercito pode encon-
trar em sua marcha, os mais serios e os mais tre-
quentes sio ordiaariameoie os que provea das
aguas.
infelizmente o Brasil tem sido obrigado a vencer
lodos esses obstculo*, pois a guerra que estamos
(azendo desde 1864 em planicies ebeias de banba-
dos, de alagadizos, de lagdas, derios, das planicies,
em&m, onde existe a grande baca d'agua doce que
se cbama o Praia.
Os ros e lagdas que tinbamos passado at ago-
ra nao estavam diante das boceas de fego do ini-
migo.
O Paran que passamos no dia 16, e a laga, qas
deviamos passar depois, eram fortificares natu-
raes favoraveis ao exercito offensivo. J eslava
passado o rio; j eslavamos no territorio do Para-
guay ; mas a laga eslava agora em frente ao pon-
to mais fortificado do tnlmigo debaixo de suas ba-
teras.
A commisso de engenbeiros entendea muito
bem que convinha levantar trincheiras para prote-
ger o trabalho da ponte, que ia ser feita no lugar
mais estreito do alagadico, caja distancia era de SO
bragas pouco mais on menos.
Na madrugada de 23 estavam j levantadas as
trincheiras, e assentadas sete pegas de 6 raladas.
Ao amanbecer devia comegar o trabalho da ponte.
Na vespera, em urna exploraeo em qae ea accra-
paubei os engenheiros, vi os Inimigos em grande
aclividade as suas trincheiras: fingiam preparar-
se para ama resistencia forte.
sobre as segointes bases, c9ibidas.por mim em da-
dos impressos.
Os bataihoes paraguayos que invadiram o terri-
torio argentino pela Candelaria, fraccionando-se
no-Hormigueiro, donde urna parte passoa para o
Rio-Grande, ebegando at a Urogoayana, foram
os. 14, 15, 16 e *7, vindos de-Serr Len; ns. 28,
31, 32,33 e os reglmentos de eavallaria ns. 24, 26,
27, 2 e 35.
Oeeuparam o territorio do Rio-Grande 10,000
homens. Esses sao voltaram mais ao Paraguay.
porqne 3,000 mor re ram em combates e de moles-
tias, c- 7,000 se renderam a 18 de selembro.
Desde ento, no principio deste anno as forras
qoe restara m ao Paraguay foram :
Exercito qoe fogio de Corrien-
tes...-.................... 18,000 homens.
Tropa qoe em Janeiro estavam
em Hamait................. 8080 a
Ditas no acampamento de-Serr
Lea*-..................... 3,000
Total.......... 29,000
Com tsse numero se combinara as declarares
feitas pelo soldado de artilbaru qae estivera de
guarnir, jo em Humaita,, inquirido a 10 de feverei-
ro em Corrientes. Disse aquello bomem que guar-
necen o Humaita' 1,000 arlilhetros. Ha abi 60 pe-
cas, sendo de calibre 68-3, de 32 II, de t ai-
1*44.
Estavam entao no Passo da Patria Lpez e Bar-
rios com 20.000 homens. Ha era Curupa'uy,. duas
leguas abaixo de Humaita', asna batera de 18-pe-
gas de-32.. Admitamos aue ao goaroecam 300 ar-
tilbeiroS) pois as 69-de Humaita' esto guarnecidas
por 1,000. Nos dez vapores qoe tem o inimigo tri-
pulados, os ques sao o Igureg, Ibor, Paran, Pira-
heh, Piractba, Viniere Cineo de Mato, /pora, Salto,
Rio Apa e Anhatnbahy, existirm como 1,700 pra-
gas. Resta m, pois, 7,000 para Serr Len, etc.
Esle accordo das declarages de Mendosa com
aquelles dados me fas err qoe Lopsx realmente
nao disponha de mais de 30,000 no principio, da
anno crreme. Ora, sem entrar em liaba, de cont
as perdas provenientes de molestias- e de degolla-
cSes, calculamos eom
Os morios tenidos na ilba a 10de abril. 1,200
Morios pela bombar de amento de Iiapi-
ru felto pelos navios da esquadra, e pelas
bateras da ilba, e tiros dos encooragadas
desde 21 de margo contra as- cnatas..... 300
Morios e prisioneiros no. desembarque
do exercito.............................
400
Morios no ataque de 2 do maio....... 3,000
4,900
100
Admitamos que tenham morrido de
molestia pelo menos...................
Temos, pois fra de combate.......... 5>000
Deve nolar-se que eslou calculando com os mi-
nimuns das perdas e com os mammuns das torgas
paraguayas.
Restara, psis, a Lpez apenas 2o,00O. homens.
Contra esses 2,000 homens, qae nm plano regu-
lar de ataque em diversos pontosItapua, Miran-
da (em Matto-Grosso), Humaita' (por mar e por
ierra), deve naturalmente enfraqoecer mallo, a vic-
toria do Brasil certa; mas para isso deve ser
prompta. Nao comprehendo a razio da demora na
sabida da esquadra e na marcha simultanea do
exercito. Nossos ebefes tero muito boas razdes,
mas eu nao as comprehendo. Confio entretanto no
patriotismo de nossos chefes. Espero breve escre
ver de Humaita'.
Muito sria.poU qae ella vo-la annuncia Urna teda a extensio sobre a laga -, a ama braga do
pseos de semelbaaie caraeter oada escreverta fl j mo otfo tollas is triocheira no solo natural.1
-ffjuffi. Gmtodo Mma. AnceHn tea a ra.' $ imn "^ CMM' W"*** 9**, Jw-
dencia de sua idade; e fazeodo ver o praier qoe *m de Miss Lincb e igreja.
tog^r^^ Todo.essesMiflctoseatao miados sobraou-
oottras, snspoites esa liaba reala, e
(41) Este decreto appareceu no anno 454 j qaadrados, como as cldades de origem castelbsna.
antes de Jess Christo. Ha nma Unos casa na praga fronteira a' igreja,
A selencia do engenhelro tinha vencido os obs-
tculos, e obre a ponte Quctuanie desnlavam es-
ses milbares de borneas com a maior seguraoga.
Vinba em (reate a eavallaria de Flores, segua-
se a nossa eavallaria (brigada ligeira sob o com-
mando do general Flores, e depois a eavallaria de
Mitre.
Apos vinba a artilharia, pasadas as carretas e
pegas por aniraaes.
Admire! ento o brilho de todas as pecas, Sx mi-
uba cortesa de respeito as soberanas do mondo,
ento z a um amigo mea a seguiote reflexo:
Porque bao de ser amarelias as soberanas do
mondo?
Amarelias sao as esterlinas, e amarelias sao es
las pegas raiadas.
Notsm que sao (odas de bronce plido como o
ouro.
E domis todas essas soberanas, on invengo de
Arsastrong, ea enano do tbesouo ingles, nos veem
d loglsterra, onde rssnbi asna mniber sobe-
tana.
Sera tambem amarella a rainna Victoria ?
Wosel.
O qoe sei qoe asta nana prova da homenagem
,qae devesaos prestar no bello sexo; porque a trin-
dade-Beco,h6ras/rllikie #*pertence to-
da ao sexVferainrao.
Depois doaia 2grande tem ido a vigilancia do
astoito. Todas as aoMse ha guardas naneadas.
Nossas torga esto acampadas e estendidas em
frente da matta occapada pelos Paraguayos. '*>
i nijiiii*
IM POICO DI TUDO.
O International de Londres expoe do modo
seguiote o oslado actual da Europa poltica:
< Pode-se dizer que nanea a Enrona estere em
nma sitnagao lo asQiciiva e lo esiranha como
aquella em qae se v ha mais de nm mez.
Nao temos a guerra nem a paz.
O centro do continente enebe-se de bomens
armados; as doas grandes naoes militares que
ocenpam as extremidades da Europa pdem a mao
no pondo da espada.
A Inglaterra cala-se; os grandes mercados mo-
netarios, entregues as oseillagoes do receto e da
esperanga, soffrem altas e baixas a voniade de cada
telegramma qae o So elctrico communes sos sen-
siveis pratos desta balanea da industria e do com-
mercio; e as ruinas particulares accumulam se
to lerriveis como se j grandes desastres tivessem
cabido sobre os inleresses ameagados.
Quem nos tirara deste circolo sem sahi da em
qae os horneas polticos parece qae fecharan: a
Europa abalada ?
E' a diplomacia qne impotenteT
E' a espada qoe nao lem coragem ?
A opioiSe publica, qoe folga naturalmente eom
todo o qoe d esperancas de paz, deixa se Iludir
um dia pelo boato de nm ccolo as margens do
Eyder, e no dia segrate pela noticia da cessao
do Vneto.
As tropas apinbam-se em todos os pontos amea-
dos, e cada potencia diz qne s trata da sua de-
ten.
A Prossia para ante as fronteiras da Saxonia; a
Austria embosca-se atraz do macisso da Bohemia;
a Italia esprelia de redor do quadrilstero.
Os tratados de 1815 sao em toda a parte denun-
ciados, em (oda parte ameagados; a dieta Hernia
objeclo de despresos; o Schleswig-Holstein,
cania primordial do conflicto, pede qae o deixem
exprimlr-se livremente; a Mollo-Valachla implora
nm soberano; as notas diplomticas crosam-se em
todos os sentidos; e os eanboes vio rodando mais
oa menos silenciosamente para pontos desconhe-
cidos.
E entretanto-nao se onve nma posposia qoe d
boa resanado, mas nao sa onve tambem o estam-
pido de om canbao I
mmmmmmmm---------
Como correctivo nos excessos do grande mundo
eslabeleceo-se em Paria, na praga da Magdalena,
om novo clob intitulado Rostieres, e no qoal
prohibido jogar, fallar de amores, de cavallos, de
caca poltica e de muras cousas.
Em que passario o tempo os socios i
PBRN.-TTP. DE M. F. P. >E & FILH0.-.1866
*



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