Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10985


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Full Text
A
1

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t

AMO XLII, HUMERO 129
Per qaartel pag dentr ds 10 dias do i.# mez ,
dem tapuis tas 1.' lo dias do eomeco e ititrt do qaartel
Porte as correio por tres mezes
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!flrW* ^ *!>
illln i
OARTA FEIRA 6 DE JKHO DE 1866
Por uno pago deitro de lo dias doT. mez. ....... i9fjt
Porte ao eerreie ftr im anno ,....*,......... $m
PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alex?ndrmo de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracat), o
8r. A. de liemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhio, o Sr. Joaqoim Marques Ro-
drigues ; Pira, os Srs. Geraldo Antonio AI ves &
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SHBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Clandino Falcao Dias; Babia,o
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
01 inda, Cabo, Escada e estacSes da vi a frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas reirs.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Aitinho, Garanbans, Buiqae, S. Bento, Bom
Conseibo. Aguas Bellas e Tacarat, as tercas
feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Orejo, Pesqaeira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueii o e Ex, as quartas
feiras.
Serinhem, Rie Formoso,Tamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta Piro ente! ras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas. -
Relacao: tercas e sbados s 10 hora*.
Fazenda: quintas as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas is 10 horas.
Prlmeira varado civei: tersas sextas ao mel
di.
Segunda vara do civei: quartas sabbades a 1
hura da tai de.
' EPHEMERIDES DO MEZ DE Jl'XHO..
6 Quarto ming. as h., 5; m. e :8 s. da m.
12 Lo nova as 7 h., 47 m. e 52 s. da t.
19 Quarto cresc. as 9 h., 25 m e 52 s. da t.
28 Loa eheia a 1 h., 16 m. e 10 s. da m. .
DIAS DA SEMANA.
4. Segunda. S. Francisco de Caracciolo.
5. Terca. S. Pacifico f. ;Ss. Nlcacio e Marcia mm
6. Qnarla.S. Norberio b.; S. Eustorgio b.
7. Quinta. S. Roberto ab.; S. Sabiniano m.
8. Sexta. S. Maxi miao ab.; S. Gildardo b.
9. Sabbado. S. Pelagia v.; S. Melania c.
10. Domingo. Ss. Getulio e Primitivo mm. .
PREAMAR DE HJE.
Primeira as 10 horas e Si m. da manhSa
Segunda as 11 horas e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTURO!.
Para o sol at Alagoas a 14 3Q; para o norte
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Peroaa-
Ido nos dias 14 os mezes de Janeiro, margo, uta
julho. setembro e novembro.

ASSIGNA-SE
Jno Recife, na livraria da praca da Independencia
Ins. 8, dos propietarios Manoel Piguelroa de Faria
l& Filho.

EXTERIOR.
em-
CORRESPONDENCIAS O BIA
KIO DE PEB9AMBVCO
bWBOA.
42 e mate de 1866.
Alinde ao Sr. Joo de Aodrade Corvo que, segn-1 mitracao, e o gverno quera emprehend-la
do se affirma entrara dentro em pouco para o ga- pechara todos os seos esforcos em a relisar.
bnete, encarregandojse da pasta das obras publi- Que o desenvolv ment da vida local, pelo des-
cas logo qoe a pasta dos negocios estrangeiros pos- envolvimento da economa 'do crdito as locali-
sa ser exereida separadamente, revogando a lei de 'dadas, era Indispensavel para o ensato de todos os
1851 que torna va a sua gereneia dependantemeate melboramentos de que se careca boje.
E neste campo a desamortisago era uro dos pri-
meaos e principies elementos que o governo tinba
a peno apresentar convenientemente ao parlamen
di ter uro ministro que o fosse ao roesmo lempo de
outra reparlicao.
A (Diciativa desta proposta, que ja' no anno pas
sado fura apresentada, fui bontem mesmo renovada to no mals breve espago de tempo possiVel, com as na da Silva, viuva de Patricio Jos da Silva Sa-
Peto Amato (de Liverpool) qoe sabio al do pelo novo ministro dos negocios estrangeiros. Pa-, modlflca?3es necessarias para a reaUsaclo Jdeste! raiva. (
corrente Ibes escrtvi, e ootro tanto nao flz pelo'rece pois fora de todaaduvida qoe a entrada do pensamento. Mas qoe a reforma nao pode parar i Aotonio Rodrigues de Oliveira Jauior, com Hita
Guar, vapor brasflerro, sabido a 8, por nao ter Sr. Corvo para a pasta das obras publicas nao se ahi; nao podia cnegar s a admlnistraco local. Benvinda de Carvalbo.
Proclamas do dia 3 de joobo de 1866.
1.* Denunciado.
Joo Francisco de Soma, com Rosa Mara da
Cunba.
Jos Pereira Cesar, com Mara Neomezia Bandei-
ra de Mello,
Manoel Ellas Venlura, com Rosa de Lima Rocha
Domarmarck.
Jos Joaqoim Barbosa Jnior, com Aona Joaqui-
havido anouncio de partida, nem no Diario Ofliciat, fara' esperar moli.
iiem n'outra qualqoer folta. O commandanie qoe o contrato Debroosse foi abandonado pelo novo
o Sr. P. II. Duarte, I* lente da armada brasi- -gabinete, pelos attritos que encoutrava dentro e
leira, segundo me oontaram, foi a administrago fora da cmara.
do correio na vespera i tarde participar qoe sabia : Anda assim nao se er geralmenle qoe o gover-
na madrugada segointe cero de.-tino ao raO de Ja- no tenba muita contienes na maoria. Hontem a
neiro, com osala por S. Vicente, Pornamboeo e' noite na reomao qoe o governo teve com os depo-
Havia de ebegar tambem aos altos cornos do estado
par qoe o sea concurso e a sua acco podessem ; queta Vtauna.
Babia.
Aquella administrago en tendeo, pela qualidade
do navio, ou por ootras circumstancias, qoe Ihe
nao devia appliear o regolamento geral dos crrelos
martimos, e assim apenas forana as malas as
cartas qoe aili estavam por tereco ido ja tarde para
o ultimo paquete. Qoer dizer, o commercio nao
tados da maioria na secretaria do reino tizeram-se
importantes declaraos, tanto por parte do gabine-
te, como dos depotados, mas nao sera' para adml-
. rar que terminada a discosso do orcamento, qoasi
ser mais utilmente empregados a bem do paiz e
em conveniencia da administrago.
Que nem era nada isto sem qoe exlstlsse a se-!
guraoca publica, e que esta precisa de ser organi-
sada. O governo comprometla-se a apresentar ao
parlamento um projeeto de reforma .Desta parte.
E que nada disto era tambem possivel se a ios-
Francisco Xavier de Sooza, com Mara Henri-
Silva, com Candida Mara da Con-
trueco nao alargasse a soa rea. Que
neste ponto o governo bavia de
Andr da
estelo,
2* Denunciaba i.
Jos do Reg Barros, com Mara Francisca da
Conceico, prstos, libertos.
|3a Denunciagao.
Paulino Ferr ira da Costa, quer se mostrar livre
tratar de levar a'
concluida na cmara electiva, e depois na cmara instrucgo primaria a todos os ngulos do paiz,
dos pares se encerrem as cortes no dia 26 do cor- i generaiisar a instruccao econmica, e reformar a
, rente, qoe foi o termo da nova prorogacSo a con- secundaria e superior.
ganhou a vanlagem deste mero de correspondencia tar do dia 8 deste mez e qoe para Janeiro de 1867, Um deputado progressista histrico Sr. Coelho
porque s depois da partida do Guar se soube i $e abram nicamente para seren dissolvidas. As d'Amaral, promoveo, nesta sesso preliminar a
geralmenle na praca. Eis o motivo porque nao reluctancias sao mnitas. j questao poltica e quiz saber se os miniaros novos
tiveram os leitores do Diario de Pernambuco a mi- o* htstoricos qoe Unbam adherido em 1865 a' aceitavam boje oque tioham recasado hootem, isto
sha costumada correspondencia. I futSo, segoero o duque de Lool, e como este neo' o pacto fusionista em toda a sua pleortude, sem
De todas as noticias, a mais importante e da accedan ao convite de acceitar a presidencia do j restriegoes e sem reservas,
rtconstruccio ministerial qoe se verifieoo como conselho, natoral qoe se affastem da poltica do Respondeo-lbe o Sr. Casal Ribeiro (ministro das
era de esperar, pelas repugnancias qoe as cmaras
e a Imprensa, e em geral o povo manifestaran)
contra o contrato Debroosse, de qoe largamente
Ibes falle! na minba ultima. Este contrato foi pu-
blicado no Diario por deliberacao parlamentar.
Era, como sabem, para a concessao de terrenos ja
tambem e desempedido.
Ignacio Jos do Carmo, com Alexandrina Adelina
Pereira.
Francisco Jos Fernandas, com Francolina Ma-
ra da Cunba.
Tbom Pereira de Azevedo, com Mara Candida
da Cosa Figaeiroa.
Jos de Sooza Braga, com Emilia Secoodioa de
Albaqoerqoe Mello.
Passageiros do vapor Sania Cruz, sabidos
para os portos do sol :
Deolioda Mara da Sacramento, tenante Leopoldo
governo. \ obras publicas e negocios estrangeiros) duendo
Um pequeo grupo da cmara qoe esperava qos Ihe parecia desoecessario perguntar a homens
agora parte no ministerio e nao fot contemplado na' qoe tem orna longa vida para d'onde vinbam e pa-
partilba das pastas, ira engrossando as fileiras da ra onde iam. Que os ministros qoe acabaram de
opposicao. ... entrar no poder nao renegavaro nem deeHnavam,
E' claro pois, ao qoe parece, qoe sem um novo porque isso seria indign, a responsabilidade in-
conquistados e a conquistar sobre o Tejo para o parlament esto situaeo, apesar de concessio nao dividnal qoe Ibes provinba dos seos actos passa
t'stabelecimento de docas e de um dique de qoere- podera sostentar-se, eomquanto possua intelligen : dos, mas aceitavam o presente, e aceitavam leal-
nar, bem como para nm caminho de ferro de Lis
boa a Cintra. A propoeta de lei respectiva lam
bem se l no mesmo Diario. O contrato de 21
de abril ultimo. Cboveram as analyses acerbas
sobre aquelle contrato, e folhas que erara afectas a
siluagao verberaran) o ministerio speramente
aquella proposta por serocontialo mullo pelor que
o antigo.
No antigo contrato concediam-se s privilegios e
isenroes; no novo contrato concedem-se isencoes e
privilegios e alm dlsso a garanta de 6 3/4 por
ceoto por um capital indeterminado porem qoanto,
mas que pode ir at cifra enorme de 46 milhes
de francos e qoe la bavia de chegar sem duvida
se o contrato fosse approvado.
0 governo parecen mostrar qoe nao sabe qual
a rea dos terrenos que concede. A demarcacao
desta rea tica depen dente de estodos ulteri tres.
Provavelmente o concesionario que ha de fixa
la. O governo concede o estabeleci ment e a ex-
ploracao de docas de abrigo, commerciaes e de ar-
mazenagem, com todos os seos accesorios, e com
o direlto do realisar todas as operacoes que sao
proprias de esubeiecimeotos anlogos.
Esta cooces.-ao vero formulada exactamente
como no ouiro contrato. Conservoo-se escrupulo-
samente o vago e o indefinido dos termos. Nao
conviria saber se desda ja o que sao todos os ac-
cesorios das docas de abrigo, commerciaes e de
arraazenagem. e o que significa e qoe alcance tem
o direito de realisar todas as operacoes que sao
proprias de estabelecimentos similares? Conceda
mais o governo a iseoco da coutribuic.no de re-
gisto, e de todos os impostos geraes, especiaes e
municipaes de qualqoer denominaco, incluindo o
de sello dos warvanlo. Concede isencao nos di-
reitos da alfandega pelos maleraes, ferramenta,
Liencillo-, machinas e combnstivel, e mais objectos
necessarios para a coostruccao e exploracao de
urna linha frrea de Lisboa a Cintra, isencao que
licara reduzida s machinas e combuslivel, quando
se ultimar a coostruccao, e somente durara mai:
dous aonos.
Ora a garanta de 6 3/4 por cento por 46 milnoes
de francos, ou 8,280:000^000 (orles, calculando o
franco a 180 rs. moeda portugueza significa nada
menos que 600 contos annuaes. Nao me permute
o tempo que Ibe extracta as condicoes onerosas do
contrato, nem as longas apreciacoes que a im-
prensa em vivo tiroleio tem apresentado desde que
tal documento do dominio publico.
Deve notar-se mais que por urna promessa mi-
nisterial, nenhum caminb) de ferro te contratarla,
em quanto se nao fiesse o contrato dos caminos
de ferro da Beira e do Porto Itegoa, por isso om
grande numero de doputados estavam disposto- a
nao votar e--te.
A cri.-e dorou perto de olto dias. Inslpu-se moi-
to por parte do governo, ou antes do Sr. Fontes
paia com o duque de Loul, para que acceitasse a
presidencia do novo conselho de ministros, mas o
duque nao annuio, respondendo ao que parece, qoe
nao teria duvida em orgaosar uro gabinete sendo
elle o encarregado pela cor* de o formar, mas
que nao esleva disposto a entrar em urna reorga-
nisacao. Na hypotbese de entrar o doque varios
nomes (oram indigitados, mas como a reconstruc-
co boje um tacto, eis os nomes dos ministros,
sem mais prembulos :
Joaquim Aotonio de Agolar, presidente, sem
pasta ;
Joao Baptista da Silva Ferrao de Carvalho Martins,
reino;
Antonio Maria de Fontes Pereira de Mello, fazen-
da e guerra interinamente;
Jos Mara do Casal Ribeiro, obras poblicas e ne-
gocios estrangeiros;
Visconde da Praia Grande de Maco, marinba e
ultramar ;
Augusto Barjona de Freita, justica e negocios
ecclesiasticos.
Os decretos tem a data de 9.
Foi exonerado o conde de Castro de ministro das
obras publicase negocios estrangeiros.
Presidente do conseibo, ficou o mesmo.
O reino de cuja pasta eslava encarregado o Sr.
Aguiar passou para o Sr. Ferrao.
Justica ficou o mesmo.
Estrangeiros e obras publicas, passaram as duas
pastas para o Sr. Casal Ribeiro em logar do conde
de Castro.
A pasta da guerra, qoe nesta sitaacao tem visto
o funeral de dous ministros consecutivamente (con-
de de Torres-Novas e Salvador de Oliveira fisto
da Franca) deixou de ser gerida iotertaamente
pelo visconde da Praia Grande e passou interina-
mente para o ministro da fazenda, o Sr. Fontes.
Os Srs. Ferrao Casal Ribeiro, quando se pae-
toou a tuso do antigo partido regenerador com
urna parte do hulorxco, ttnham protestado em car
tas impressas nos jornaes, que nao coneordavam
com a fusao e se abstinham de aggregar-se aquel-
le convenio poltico.
Agora qoe os vemos anotados a urna sitoaclo,
coja alma era o Sr. Fontes, debaixo da mesma pre-
sidencia do Sr. Joaquim Antonio de Agniar, lici-
to perguntar se a fe*8o morrea se o gabinete
puramente regenerador, oo se os Srs. Ferrao e Ca-
sal Ribeiro retiram aquelle publico protesto e *dhd-
rem ao pensamento fusionista T"
Eis o thema sobre qoe taremos de unvir muitas
variares na imprensa e anda mesmo na tribuna,
ainda qoe estas abstraeces thedrieas de requinta-
das coherencias partidarias va ocahiodo em desuso.
A RetoluqUo orgo principal da sitagao diz que se
abrigara a rea da foso, dando logar a que se
lbe apreciassem doas inteligencias tobustas e de
patriotismo provado, e qoe mais tarde serV am-
pliada por ootra lu qoe tambem deiora' grande
fisto 3B0I si.
cas muito superiores, e em qoasi, todos os minis- \ mente, e na j se podia entender com a sua entrada,
tros, verdadeiros parlamentares para.defenderem o roto o pacto felto entre os pirtidos histrico e re-
seo posto briosamente. I generador, quando dos bancos do poder tenha par-
Anda mais.
O grupo do partido histrico que se fusionara
com a regneraeo esto despeitado, dizem, pela
conservado dos Srs. Barjona e visconde da Praia
Grande no gabinete, que embora representem ali
aquella fraccao politica, nao satisfazem o pensa-
mento, nem o amor proprio dos seos correligio-
narios.
Vamos porm analyse do novo gabinete.
A questao do casamento cnil e da reacao reli-
giosa, segondo autorisadas opimes, a tempestade
tido a idea e a cooviccao intima de qoe nao havia
incompatibilidades entre os membros da familia
liberal qoe aeeitossem o consorcio intimo efectua-
do entre os doos partidos. Porventora ficava ex-
cluido algoem de poder partilbar principios e dou-
trinas que nanea foram antinmicas T Os minis
tros actuaes aeeitaram o programo do governo e
aceitaram-no lealmente. Qoe o governo actual nao
sigoificava urna restaoracao, porque as restaura-
cos sao Impossiveis e absurdas.
Que o intuito do governo era poder fazer gover-
que o ameaca. Como ba de conjura-la ? Diz-sa no do paiz para o paiz, e no qual todos tenbam a
que s mostrando muita energa, abalando-se a' sua legitima inflaencia, porque a opposicao tam
reformas qoe o paiz reclama instantemente, ainda-j bem tinba a representar ama parte importante na
mesmo qoe para a approvacao de algomas, de qoe mareba dos negocios.
o parlamento nao pode agora occopar-se, porque
ja vai longa a sesso, haja de pedir para Janeiro 6i'7
de iodemnidade.
As promessas sao boas.
Vejamos. Na sesso de bontem (II) da cmara
dos depotados, o presidente do conselho disse qoe
Qoe o intuito do governo era crear governo do
paiz para o paiz no sentido amplamente liberal e
nao com o flm de crear partidos, mas com o' de ]
son-
B. Galvo Ucba, Ur. Francisco de Paula Figueire-
do e 1 escravo, 2* marioheiro Francisco Figueirt-
do, Eira. Sra. D. Valeria de Sioimb, D. Cleria de
Sinimb, Pedro Francisco, Minoel Carioso Pereira,
J. Watson, Henriqueta Pinto, 1 filho e 1 criado,
Francisco da Costa R gallo Jnior, Joao Jos de
Sooza Goimara's, Joli j Filgueira, Igaacio Valeria-
no de Miranda, Lniz Mumz, S. Samuel, Guilherme
Maia, Guilherme Henrique Davis, G. Penell, padre
Joo Francisco Godoy, vigarjo Jo L. da S. Res,
Francisco Visir da Costa, 2 bragas de polica, Ma-
riano Henrique dos Res, Antonio da Silva Reg,
Felisa/do P. da Costa, Francisco de Olivaira Bar-
bosa, Tbomaz Locio e soa molber, Ignacio Jos
Pe-tana Jnior, Joaquim Jos B-zarra Monte-Ne-
gro, 1 cabo de poln, Dr. Tbomaz Carneiro Ba
zerra Cavalcanti e I criado.
Passageiros do brigoe portugoez Bella Fi-
gueireme, vindo de Lisboa.
Joo Garca, Manoel Vieira da Loz e sua mu-
Iber, Joaquim Doroing s Marques, Francisco Ig-
nacio da Silva, Joao da Silva Aleixo, Jos Antonio,
Manoel Joaqoim Ferrera, Joaqoim Marqaes Fer-
reira, Joao Martins e o menor Julio Pereira Bastos.
Passageiros do vapor Parahyba, vindo do Cea-
ra* e portos intermedios.
Joaquim Jos de Olivera e soa senhora, Jos Sa-
raiva, Evars Pendo da Costa, Josepha Crior
Martins, sua mai e 1 criada, Manoel Saturnino
apresentar projectos de reformas, taes quaes
berem conceber e apresentar.
Que portanio este governo segua o mesmo peo-
devendo a cam.ra ter recebido partcipac.ao offl-; smenlo do governo passado.
cial da recomposigo do ministerio isso dispensava > O Sr. Sanios Silva, deputado da opposicao, n'ura
de fallar a respeito della, a nao ser pelo qne lbe vigoroso improviso, alludio aos manifestos que os! Mottae Jos Maria> do Lago Braga,
dizia respeito. i Srs. Ferrao e Casal Ribeiro publicaram em 1865 Heparticao da polica :
As duas vacaturas do ministerio da guerra e das ; contra o acto poltico chamado a fusao. Por isso! Extracto das parles do dia 5 de junbo de
obras publicas, tinba accrescido urna terceira, a | que Ihe parecia ocioso perguntar por esse pacto,' 1860.
da Silva Neves, Jos Joaqoim de sonta,'Silvioa
Mara da Conceico, Ricardo Antonio Lios da
Rocha, Manoel Barroso de Mello, Bernardo Nona-
to, Jos Joaquim Peixoto de Miranda, D. Antonio
Mooserrate, Joao S. Pitnenta, Antonio Furtado da
do ministerio do reino, que tinba estado a seo car- ] pois, na j baveodo registro offlcial do seu rompi-
go, e de que S. M. depois de repelidas instancias ment, bastova-lhe, a elle depotado, a entrada da-
suas bouvera por bem exonera lo, altenaendo aoquelles dous cavalheiros para o poder, para se con-
vencer que tal fusao ja' nao podia existir. Se ha-
mu estado de sade. Obrigado a continuar com
a presidencia do conseibo, pouco dira respeito da
politica do governo. Tinba direito a que se jul-
gasse que a sua permanencia no gabinete provava
que o programma do coverno era o mesmo que em
nome-della havia apresentado em setembro ultimo,
e qoe, approvado ento pela cmara, Id podia
deixar de ser hoje tambem approvado por
ella.
O governo entender dever manter a situaeo
va converso, quem se tinba convertido ?
Foram os Srs. Martins Ferrao e Casal Ribeiro,
que se converteram a fusao, ou foi a fusao que
adoptou como sea o manifest dos Srs. Martins
Ferrao e Casal Ribeiro ? I
Alludia tambem ao azarijmo a reaccVao <' ts
smenlo civil, a todas essas cousas qoe tiravam o ( ~
somno ao partido histrico, e de qoe o orador se s
admirava nao metterem ja' medo aos membros da- 5
Foram recolhidos a' casa de delencao oo dia 4
do correte :
A' ordem do Dr. juiz municipal da 1.a vara, Pe-
dro Alexandrino dos Santos, para cumprir um an-
no de gales e multa.
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Tbeodoro,
africano livre, para correego.
O chefe da 2* seccSo,
J. G. de Mesquila.
actual, e esperava poder mante-la com o apoio da quelle partido. Qoe o casamento civil tlnha ao Sr.
cmara, que certamente continuara a pres-
tadlo.
O Sr. Casal Ribeiro (ministro das obras publicas
e dos negocios estrangeiros) declaruu que o tacto
de se acbarem os novos ministros associados aos
antigos, sigoificava muito claramente que nao
havia mudado o programma do governo e que a
politica delle seria a mesma que tinba sido at
aqu.
Que nao estava ali ninguem para desmentir os
fados da sua vida passada, nem para se desdizer
dos principios e dontrlnas que tenba proc'amado,
sem que circunstancias aovas e fortes viessem
influir na modificado de qualquer doutrina.
Que lbe tioham cabido na divisao dos departa-
mentos mioisteriaes doos importantes ministerios,
o dos negocios internacionaes e o das obras po-
blicas.
Se em quaesqoer clrcomstaocias os seos recor-
sos eram fracos para bem desempeobar estes
cargos, muito mais o eram as circunstancias
actuaes.
Que se alguma cousa podia consolar-nos de j
nao sermos grandes como (oramos outr'ora, era a
considerado do que nao tinhamos que nos envol-
ver as lotos em qne muitas vezes se envolviam
as naces grandes, com dispendio de sangue e
dinheiro, e sem interesse immediato.
Cumpria pois tirar-se desta circumstanca todo o
partido para se fazer nicamente poltica portu-
gueza.
Que se felicitava de lertencer a um paiz que
soubera substituir grandeza moral que derivada
Martins Ferrao om dos seus malores adversarlos.
Se triumphavam o Sr. Alexandre Hereulano nesta
questao, ou os Srs. Barjorna e Martins Ferrao ?
Que tomado Ilesa a responsabilidade dos actos dos
seus antecessores, nao tardara om vir a tella da
dscussio o contrato Debroosse, e o parecer da
comniissao de legislacao que regeitou a substitu-
cao do Sr. Barjorna ao cdigo civil.
O Sr. Fontes (ministro da fazenda) respon-
dendo aoSr. Santos Silva, disse que nao havia re-
surreico de partidos. Qoe os partidos velhos mo-
dificaram-se e transformram-se.
(Contmuar-w-Aa.)
PERNAMBUCO,
3
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2
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o
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Masculino.

Feminino.
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2
14
en
Masculino.
REVISTA DIARIA
Feminino.
Masculino.
Sabbado (2) representoo-se pela 3.a vez no
Santa Isabel o bello drama Aristocracia e dinheiro.
Parecer' talvez eslranho a' moilos apreciadores o
epilbeto qoe lbe damos.
Em reanlo ba nelle tanto forca d'alma, scenas de
tanta moralidade, qoe ser injusto nao reoonhe-.
cer-lbe nm mrito subido.
A Sra. D. Adelaida, no papel de Maria Luiza, no,
papel sympathico da fillia nobre de nm humilde
soldado, manteve-se como sempra na altura do sea,
grandioso talento. Teve de mais o mrito de es-
clarecer e animar com a sua presenca, de dar -^
realce do seu brilho interessanle cranla D. Han-
riqueta Pootes que derramara na interlocugao o
Feminino.
<
o
Masculino.
Feminino.
2
O O
' o
>
-I
I
i
Masculino.
do consenso qoasi onanime de om povo no seu en- perfame e a poesa da innocencia
tranhado e profundo amor ao consorcio iudissola-
vel da dymnastia e das liberdades publicas;a om
paiz em qoe nenhum principio poltico, nehhoma
doctrina social estabelecia Incoropatibilidade entre
os diversos grupos em qoe se divida.
Feitas estas considrateos, declarou, pelo que to- <""/' agramm. e. um i"y?;
va aos negocios da repartico do ministerio dos proporedes para a perfelcao do sea genero. Nao
3
Feminino.
TOTAL.
II
e
B

o
ce
1
H

OS
s
cava aos negocios da repartico -...-----
estrangeiros, que a nossa politica commercial pre- W*S?. ft.r"'.n??;
clsava de ama profunda reforma; e qoe nesta par-
te nao podia deixar de levar a effeito diversos tra-
tados commerciaes com varias nactos. E aceres-
centoa no que dizia respeito is obras publicas, qoe
estava empenhado em sustentar as tradiecSes qoe
Ihe haviam sido legadas pelo sea antecessor, que
tanto se empenhara em ampliare promover os me-
Ihoramentos de que o paiz careca, e que faria por
corresponder s esperances da situaeo, combinan-
do os seos desejos com o estado da fazenda publica
qoe com qoanto nao fosse desesperado, era grave.
Qoe finbam feito um grande servieo ao paiz,
aquellos qoe haviam encetado o camioho dos me-
Ihoramentos materiaes: e era ja oecaslao, porqae
a infancia das obras poblicas devia ter eessado de
eatrar firmemente nesse camioho.
A Sra. D. Ciaba houve-se com mulla graga, e
por assim dizer, com mnita verdad no desempe-. iDVERTENCI
? i0,,86", W;,LH" ^"^nSlA."' otodade dos doentes exisiem 179, sendo 07
presenta a individoalldade bem pronunciada, o ^mem e 72 mnlheres
typo distlncto. Apreciamo-1 > ~rt'imm*. Font vlsiudas enfermarias estes das :
O Sr. Paiva agradoo. E1 um artista de grandes ] ^ 7 4 7 8 7 0 Dr Rimo
; A's 9 1|2, 9 1|3, 8,9 l|2,9 1|4, 9 114, pelo Dr.
Depois do drama tivemos a sceoa cmica intiio j pnfcgm
lada 0 caloiro em vespera de feljoada.-^':^1
Que eram necessarios eaminhos de ferro e estra-
das ; lodos os qaeriam e todos os desejavam, go-
verno e parlamento. Mas que no meio de todo, con-
vinha saber bem o qne se quera, tratar de estabe-
lecer nm plano geral, e comecar pelo qoe mals ar-
gente fosse, e proseguir com animo, com f e com
vonlade, debaixo do ponto de visto desse p'aoo
concebido, sujeito semprea modificaces ulteriores.
Qoe contova com a benevolencia da cmara para
corresponder ao encargo que sobre si tomara.
O Sr. Martins Ferrao (ministro do reino, de-
ciaron que estando encarregado de nma vasta pro-
vincia da administraco publica, desejava dizer a
cmara o qae pensava e o qoe governo projectava
fazer nessa vasta provincia.
Qoe o paiz careca de ama vasta referan Ba ad-

espirito qoe o autor nao Ihe podera insuflar,
desempeano foi perfeito.
Veto a final a comedia O Casal Pitonga. O
Sr. Graca provoa mais nma vez os graodes cor-
sos do sea talento artstico. Folgamos de hoje po-
der-mo-Io apreciar de novo.
Fallecen, 21 do passado, na cada de Se-
riobem, o preto Joan Tonco, escravo de Feliciaoo
Jos Ribeiro, pronunciado oek> jaito municipal do
tormo oo art. 193 do cdigo criminal.
No rio Tapnross, do tormo de Serinhem,
foi encontrado, oo dia 15 do passado, o cadver
d'um preta de 60 anoes, escrava de D. Anna Eas-
uqala Ragoeira Pereira dos Santos, verificou-se
baver fallecido em consequencia de asphyxia por
tmmurso.
No dia 1. do eorrente, foi deacoberto e ti-
rado do acude do engenho Ctrneiro, do mesmo
termo de Serinham, o cadver de Garlos Jos de
Alexandria, pardo, com a tdade de 80 asnos.
In lo all banbar-se a tarde do da 30, entrou
para a agoa ainda com o eorpo agitado, do qae re-
saltoa ser acoraraettido de ama apoplexia, e suc-
cumbir repentinamente.
Depois d'amantaia a meto dia se extrahir
Appeliante, Antonio Joaqoim (jomes;.appeHado
Francisco das Chagas Baodaira de Mello.
Appellanie, Joo Marlios Vieira ; appellado, ha-
chare! Mn>el Henrique Cardim.
Do Sr. desembargador Domiagues da Silva ao
Sr. desembargador Santiago :
A appellaco civei.
Appellanie, Manoel Figueiroa de Faria & Filho ;
appellada, a fazenda.
A appellaco crime.
Appellanie, Francisco de Paula Campos Cuares-
ma ; appellada, a justica.
A 1 hora da tarde encerroo se a sesso
Joaquina, Pernambuco, 5 mezes, Recife : desln-
teria.
Basilio,-Pernambuco, 12 dias, escravo, Boa-Vista;
espasmo.
Alfredo, Pernambuco, 5 mezes, Santo Antonio, es-
cravo ; convulsSes.
Joanna Silvuria Maciel Monleiro, Pernamboco, 59
aooos, casada, Boa-Vista; ioterte.
2
Manoel Juvlniano da Silva Gomes, Pernambuco, 23
anuos, soitelro, Santo Amonio; interite.
Hermioa Anna Soares, Pernamboeo, 12 annos, Boa-
Vista ; disenteria.
Josepha Calasans Al ves Lima, Pernamboco, 30 an-
uos, viuva, Santo Antonio ; phtbyslca. ------
Mara, Pernambuco, 30 anno?, soltelra, Boa-Vista ; TRIBUNAL DO COIHKACIO
tubrculos. ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 1 DE
Mana, Pernambuco, 8 mezes, Boa-Visto ; desio- MAIO DE 1866.
ler>a- PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMB.UtGADOR
Manoel, Pernambuco, 6 annos, S. Jos; desln- ansblmo francisco pebbttj.
teria. As 10 horas da manba, estando presentes os
Juvloa, Parnambuco, 7 das, Recife ; espasmo. :Srs. depotados Rosa, C Alcoforado, Basto e Mi-
Mari, Pernambuco, 14 mezes, S. Jos ; denticao. randa Leal, o Exm. Sr. presidente declarou aber-
Alfredp, Pernamboco, 1 anno, Boa-Vista ; phthy-' ta a sesso.
siea. Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
Jos, Pernambuco, 4 anoos, Santo Antonio.; desio- dente.
'er'a- EXPEDIENTE.
3 Offlcio do presidente e secretario da Assocajao
Joaquim Jos de Moraes, Porlagal, 92 annos, sol-, Commercial Beneficenie, firmado de 28 de maio
teiro, Recife ; cestiti. ultimo, pedindo qoe a' bem dos interesses com-
Aolonia Hermelinda de Carvalho, Pernamboco, 48 merciaes houvesse o tribunal marcar hora certa
aooos, viuva. Boa-Vista ; pbtbysica. \ em qoe todos os corretores se devem reunir na
Florencia do Coraco de Jess, Pernambnco, 45; praca do commercio para darem as cotacoes da-
annos, solteira, S. Jos ; desinteria. I ras dos preces crranles.Que se respondesse
Marcolino Leopoldo do Rosario, Pernamboco, 7 ao agradecendo o interesse que toma dita associaco
nos, S. Jos ; ttano. por esse ramo de servieo publico a' bem do com-
Luiza, Pernambuco, 12 mezes, Recife ; desinteria. mercio, e dizendo que o tribunal ja" bavia tomado
Senhorioba, Pernambuco, 4 annos, S. Jos ; desin- providencias a' respeito.
Outro do presidente da junta dos corretores,
teria.
Jos, Pernamboco, 9 mezes, S. Jos; desinteria.
- 4
Antonio Jos de Figueiredo, Pernambuco, 57 an-
nos, viuvo, Santo Aotonio ; anemia.
Francisco Xavier las, Pernambuco, 90 annos, viu-
va, Boa-Vista; paralysia.
Tbomaz de Aquino, Pernambuco, 31 annos, soltei-
ro, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Jjo Polycarpo, Pernambuco, 60 anoos, solteiro,
Boa-Vista ; desinteria.
Mara. Joaquina da Assumpco, Pernambuco, 18
annos,solteira, Santo Antonio; pneumona.
Marcilio, Pernambuco, 11 mezes, S. Jos ; convul-
s5es.
Mara, Pernambueo, 6 mezes, Boa-Visto; convul-
sos.
Laorentina, Pernambuco, 18 mezes, S. Jos ; desin-
teria.
Manoel, Pernambuco, 33 das, Recife ; paclotismo. 28-idem.
! com dala de 29 do mesmo mez, aecusando o rece-
j bim nto de quatro offlcios, firmados de 28 desse
I mez, com relago a's providencias tomadas sobre
, os corretores da praca.Archive-se.
Compareceram os corretores que se seguem,
com os livros de suas transac^oes, e verlflcon-se :
Que a ultima transaccao inscripta no protocollo
. do corretor Patchet sob n. 2,3&i, em 29 de maio
1 ultimo, combina com o Caderno manual.
A do corretor Goocalo Jos A [Tongo, sob n.
2,044, em 30 do dito mez combina tambem com o
caderno manual.
A do corretor Slepplen. 2,483, em 3 do refe-
i rido mezidem.
A do corretor Gatisn. 289, em 29-idem.
A do corretor B. da Vasconcellosn. 1,124, em
! 30-idem.
A do corretor Dnbourcq Jniorn. 3,008, em
Maria, Pernambuco, 22 anoos, escrava, Santo An-
tonio ; gastro dirico.
Josepha Candida Colho Guimaraes, Pernambuco,
64 annos, viuva, Boa-Vista ; intente.
CHROMCA JIDIC1.4RU.
TRIHUXAJj DA HELA4JAO. '
SESSO DE 5 DE JUNHO DE 1866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CO.NSELUEIRO
SODZ A.
s 10 horas da manha, presentes os sen ores
desembargadores Gitirana, Loo re neo Santiago, Al- \ agentes
A do corretor Silveiran. 2,821, em 30idem.
A do corretor Mameden. 5,613, em 29idem.
A do corretor Maeedo-n. 2,918, em 30idem.
A do corretor Mesqoilao. 466, em 29idem.
O corretor Seve presentou smente o protocol-
lo, e declarou que ba doos mezes passados perde-
r os cadernos manoaes, e que ltimamente toma
apontamento das traosaegoes em pelacinhos de
papel.
A" ultima transaccao em dte protocollo de n.
965, em 28 de maio prximo passado.
Foi incumbido aos Srs. depotados o exame dos
livros apresentados pelos corretores.
BESOLUgAO.
o tribunal determinoo que se officiasse aos
de leudes para apresentarem-lhe, na se-
meida Albuiuerque, Motta, Assis, Doria, Uch&a ; ganda feira prxima viodoora as 9 horas da ma-
Cavalcanti, Domiogues da Silva, faltando os Srs.
desembargadores Santiago, e Guerra, procurador
da corda, abrise a sesso.
Passados os feitos, deram-se os seguintes
JL'LGAMBNTOS.
Recurso crlme.
Recrreme, Francisco de Abreu Barros; recorri-
do, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Assis.Sorleados
os Srs. desembargadores Molla, Loureogo Santiago,
e Almeida Albuquerque.
Daram provimanto.
As apppellagoes crimes.
Appellanie, o promotor ; appellado, Manoel Jos
de Almeida Jnior.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Vieira de
Mattos.
Improcedente.
nhaa, os seos respectivos livros.
Nada mais haveodo a tratar se, o Ezm. Sr. pre-
sidente encerroo a sesso s 11 horas e meia do
dia.
___
SESSO JUDICIARIA EM 1 DE JUNHO DE
1866.
PRESIDENCIA 00 EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
s onze horas e meia da manba o Exm. Sr. pre-
sidente declarou aberta a sesso, estando reonidos
os Srs. desembargadores Reis e Silva e Accioll, e
os Srs. depotados Rosa, Candido Alcoforado, Basto
e Miranda Leal.
Lida foi approvada a acta da precedente sesso.
O Sr. desembargador
Silva Guimaraes partci-
pou qoe acbando-Ie anndjado pelo fallecimento de
, orna irrraa nao pode tomar parte nos trabalbos da
Appellante, Lnlz Gonzaga da Silva; appellado, o; presente sesso.
O Exm. Sr. presidente mandn desear para o
competente cartorio os autos viudos do supremo
tribunal de justica, entre partes :
Recorreotes, Francisco Luiz Salgado e ootro;
recorridos, Tasso Irmios.
Assignaram-se os accordos proferidos na ultima
jo izo.
Nullo o proeesso.
As appellaeoes civeis.
Appellante, Alexandre Dantas de Oliveira ; ap
pallado, Jos Estrella Cabra!.
Nao se tomou coobecimento da appellago.
Appellantes, 03 herderos do brlgadeiro Drum- sesso nos feitos entre partes:
mond ; appellada, a Santa Casa da Misericordia.
Julgon-se a babilitago.
HABRS CORPUS
Concedeu-se soltura a Toientino Antonio Jos.
DILIGENCIA CRIME.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica.
Appellante, Antonio Ferrera do Valle; appella-
da, a Jastija.
AppelUote, o jolzo; appellado, Manoel Francis-
co da Costa.
Appellante, o juizo; appellado, Etoy da Cunba
Barbosa. ,.
Appellanie, o joizo; appellado, Francisco Flix
do Espirito Santo.
Appellaote, Fraocisco Barbosa Camello;; appel-
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appellado, Re-
tino Luiz do Reg Braga.
Appellantes, os ditos administradores; appella-
do, Manoel Francisco Marques.
Appellantes, os mesmos administradores; ap-
pellado, Jos Domiogues Maia.
Appellanie, D. Francisca de Salles Candida da
Rocha; appellado, Joaqoim Luiz Virios.
Appellante, Manoel Rodrigues Veras > appella-
do, Pedro Barroso Vleme Veras.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Joo Baptista Goncalves Bastos ; apella-
dos, Saunders Brotbers & C
JULGAMENTOS.
Appellante, Joo Pinto de Lemos Jnior; ap-
pellado, Antonio Peregrino Cavalcante de Albu-
lada, a jnstica.
Appellante, o juizo; appellado, Luiz Antonio Ue- qaerque.
menuno. Adiado as sessdes de 17 e 18 do mez nodo.
Appellaote, o joizo; appellado, Constantino Jos Despresaram-se os embargos com o voto do
Barbalbo. Exm. Sr. presidente.
Appellante, o juizo; appellado, Alexandre Coelho Appellantes, Manoel Ignacio de Oliveira e Jos
de Balboes. Pereira da Conha; appellada, a directora da Cai-
Assigoou-se dia para julgamento dos seguales X Filial de Banco do Brasil nesta cidade.
2* pirte da 2' lotjria a beneficio
Jos do Recife (66*), sendo o
6:000*000.
i Francelina Maria da Coneeieao, tubrculo pulmo-
nar.
Romualdo Jos Tbomaz, pbtislca pulmonar. .
Mara, taaeroalo pulmonar.
L.KM1TER10 PUBMCO. OBITUARIO DO DIA 1 DI
junho na 1MC.
Joaquim da Rocha Carvalbo, Pernambuco, 32 an-
nos, tasado, Boa-Visto ; nlseras.
Manoel Joaqoim da Silva Ribeiro, Pernamboco, 39
amas, casado, Saato Aotonio ; bepatite.
Luiza Joaquina de Almeida Cavalcanti, ParoamlMi-
co, 80 anoos, casada, S. Jos; hepaUte.
Anna Maria do Espirito-santo, Pernambaoo, 80
annos, viuva, S. Jos; erysipela.
Maria Joaquina de Santo Anna, Pernamboco, 48
annos, solteira, S. Jos ; cmaras de sangue.
Antonia Mara da Conceico, Pernamboeo, 46
aonos, solteira, Santo Antonio \ phtysiea.
Felippa Rodrigos do Espirito-Santo, Pernambuco,
48 annos, viova, Boa-Visto; erysipela.
Alexandre, Ptrnambaeo, 43 dial, Santo Antonio;
tumor.
Mua, PeiHambaco, 3 aonos, Boa-Vista; inte-
rite,
nervna, Pernambuco. aonos, Boa-Vista; ilar-
rba.
k
datnatrlr de S- Manoel, Peraamboco, Salto Aotonio ; JJWP1*-
5!t Ptmio Li, Pornamboeo, 3 mezes, S. Jos ; desinteria.
I Maria, Pernamboco, 17 das, .Recito ; covulsSes.
feitos:
A appellago civei.
Appellante, Ignaoio Joao da Silva; appellado An-
tonio Pereira Lobo de Brito.
PASSAGtWS.
Do Sr. desembargador Gitirana aoSr. desembar-
gador Lonraaco Santiago
Aappellgiocrma.
Appellaate,>o promotor; appeliado, Lato t*omes
de Lima. k
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Assis ,
A appellaco civei.
Appellante, Loureoco Rodrigoes da 8Uva e oo-
tro; appellado, Jos Lopes da Silva e ootros.
Dia de apparecer. _-.
Appellante, Manoel de Barros Rocha Wanderley;
appellado, Gabriel Antonio. _
Do Sr. desemiajrijador Assis ao Sr. desembarjto-
dorDeria
A appellaco oivel.
Apellante, Francisco Ferrera de Aadrade; ap-
pello, Manoel Jos Taboca.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembarga*
dor Ueaoa Cavaloaati:
A appellaco clvel.
AppelUote, Elias Emiliano Ramos ; appellado,
Manoel Germano Boarqoe,
Do Sr. desembargador cha Cavaloaali ao Sr.
desembargador Domtogas da Silva.
As iOTeBac5M eivato.
AppeUante, rsollno Lelte de Arroxellai \ appeb
lado, Jos Mana Cortea,
Appellante, Joaqoim Lopes de Alboqoerqoaj ap-
pellado, Jos de Aievtdo e Silva,.
Adiado a pedido de om dos Srs. depntados.
DESIGNAgO D-L DIA.
Appellantes, Flix Sanvage & C; appellados
os administradores da massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & C.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Joaqoim Jos Silveira ; appellada, a directo-
ra da Caixa Filial do Banco do Brasil nesta i-
dade.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Joo Baptista Goocalves Bastos; appaHada,
D. Josepha Leopoldina de Mell Mariano.
' Appellantes, os ditos administradores \ appella-
dos, Keller & C.
Primeiro dia ntU.
xooravos HiraarosTOs no jtjixo especial
DO COMMERCIO.
Aggravaates, Johoston Paler & C; aggravados,
Tbomaz de Aqnino Fonseca 4 C.
Agfravaate, Jos Fraocisco de Barros Rato;
aggr a vado, Oetoviano de Soasa Franca.
^ Exm.Sr. presidente negoo provimento.
Nada mais honra, e eneewoo-se a sesso a meia
bera da tarde.
Commuiiicados
Ais asilares jiriatmiUos.
Em certo joizo, de om dos tormos desta provin-
cia, suscitou-se a segointe qoesto incidente \-rst
a mulher divorciada, poda demandar ft atando
sem venia impetrada ao juiz.
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ji awiafaaan maviir
wasasaiaWaWHBPBa
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IMcrl* le ?eriiifcne Vamos publicar a parte an6HegaSee qaed'elU-l
trata, e a sentenca que decidle.
Xao temos, ysdatJe, a.preteogao 1ue ao
mando demaalede.'lbe assista dlreio reclama
do em sua ffirTftft". mas esta,.d'urna proceden-
fatticKOoes rpedido
COMMERCIO
Pedc-se ao Sr. Coimbra ae, anloso oomprida
sos fundamento*, alias referido-se as opiotes de
dous disiiueos praiistas, as inverte escandalosa-
mente, dando assim a coQlieeer, n no jnloa-
meato, sead ignorancia .de dtretto, o exieeen-
cia da parcialidade e malicia ojie causara idtgna-
co.
Temos por ora toda a reserv, eccotUado quera ,
seja o jaiz, que assim procedea, a que atretanlo,.
de seu Ungiquo furo, se diz jaaifcirolua espe-
de que mais escranatoso* eo se adiando
T
i

do eocarregado de guardar bengalas e chapeas
de -sol, o qual atrn de ser pouco agradavel no
atete*-de sm funojdee, demora se deprepaito
aa reentraga festes objecios. A pedido de co-
mas pessoas, rasemos esta pubheagib. e esperamos
que o meamo r. Coitnbra tafia extinguir em-;
maltes abasos.
(Algn* frmpertatrts do tkeatn).
J
PRAGA DO REaFK.
Cotaeea flcUcs.;"
5 de junho.
As 3 i|2 horas da tarde.
Algoun i- sorle*i4,JO0 cor arfaba.
Gambo sobre Londres W di*. 16 4. do
Sd/1 d. por U000. _
BBbotircq Jnior,
Presidente.
b>M
Silveira,
SecreUrio.
tetfiM da- thesouraria provincial de Pernam
eaySdCi iiiaiu-da 1836.
O oficial da secretaria
Miguel Alionen erreira.
Clausulas especiaos,
I
As ot"?jj 9 'anco da estrada da Escada se-
rio execaMts de conformidad* om a planta a Sobrado del andar
VSJJg* orcameDlos> n> pbftancia a e 14 publico. .
O arraaaaiaar devera cumprir reatrteiameaie as
instruccoee do engenheiro fiscal da obra e as coa-
dicgoes do oraaaeuto e contrato.
}**
*W*.
4) Nev Sane descea letra* a 40 por-oento
ao-anno, toma dinbeiro a praso Bxo on em conta
levar por" a'fJcees""e"eei5MBtolra5es"ma*evo"! Wuroe das correspondencias publicadas no snp-^
las de pessoas suspeitas, WmiisTrejusiica e so- pnmeoto do Jemal do Commerao de 26 de malo
mente jusnca, de cooereadade cora o dirette pera ultimo, se-dk qoe o tm. -Sr. bispe dwesane, B.
nodar merrtvr um nnm rB um nomo respeiuvei digno ^^ ^ q ^^^ ti|0 Mbe, se S. Exc., corrate pelo premio e oodiooes ae se eonwu
Justu*. qnei" Por esta raeio remir do captiveiro. Per amr, clonar, e saca sobre a praca da Babia
Sustentaco ^ verdade, anpressame-nos a declarar fue esta .
Feito este reparo, que nos pareceu 5?,^i*_^^?in.!!^ei?:^^?^,BK OVO BailCO Q.Q rernamOttCO.
O novo banco paga o 16 dividendo nc
raeao de 60150 por acc3o.
Dando-se a'hypothese, de que a Excepta esteja g Guimarilts & B*tm. f _^_
effectiva t legaltnente separada de sea mando, por -'-* a aLFaNDEGa.
senienga de divorcio perpetuonao I he negamos e B. Mara, por graca Se Deas, raieha de Portugal e Rendimento nem meamo nunca contestemos, o direito de podec i dos Algarves, di quera e a'alm mar em Alnca \fom do da 5......----------
ella contratar por si e de Ugurar em juito, sem e, e de Gnin, etc.
coisentimento d'elleo que, porm, contestames e! Fago saber a'vfts OOTfdot geral fla cofioarca de
pessoa e estima.
Juslus.
esiorou.iv, ^u ^.^.^ Botieft absoltamente_ inexacta,
conveniente, passamos a entrar na materia de nos- nos compron escrara algoma, nem nos consU que
sa ExcepcSo, da qual, uuicamente de que deve- esse a qnalqoer outra pessoa.
mos nos occupar. Recife s Jo0 do W-.
77:726*693
33:40fcftl7&
ontestaaaes esa vantacea de poder Ha pro- Pernamtraco, qoe se vio o que informasles em car-
111:124*867
pria demandar a seu marido, embbora divorciada,
sem previa impatrafo de vala.
Era n'esta ultima parle, que devia consistir a
defeaa ou iomgaa^o da Eteepta, mas ella, balda
de direito, se veodo em estrene embarazada, pro-
dnz urna arguaieuiaco sopkistkea, confundiado os
direitos em si to di.-tiuctos o de poder estar em
juizo, sem seu marido e -d'elle nao precisar o con-
MOVtMEM'O DA ALFANDEGA
Volumes entrados com aiendas..
t a com feneros..
tas de 23 de nbvembro do anno de 1782, em ob-
servarrcia da miaba real ordem de 6 de novembro
do anno de 1780, sobre a representacae do padre ,
Autonio Gurjo, em que me tinba exposte as desor-
dena praticadas na adminislracao e ua regencia dos:, Vaiumes sabidos ccm (Riendas...
hens da igreja-de N. 9. do Paraizo es. Joaoae < com gneros___
Deus e do bospital a ella anaexo, instituido por D.
gaez*afrtto esetTOKio 0- Francisco de Soza
283
675
-----960
179
838.
1,017
ne-es.
Patacho ioglezRomeacarvo.
Barca portflguezaMariam fdem.
Barca incleza Isabtliacarviio.
Barca inglezaSaphoidem.
Descarregam boje 6 de jnnbo.
seutiiuento, cein ->o desoao eder'cita-le, no caso e sendo tambem visto nm requerlmento de Estevao Galera rancezaAweiamwcadorias. .
vertente, sem venia. I Jos Pr-ec actual padroelro Jdrainistraiier da da u-ea ingtezaffiotfcrdem, .T
Nesta triste e lasustentavel sitnacao, em vio igreja*e hospital, os documentos, que a ellejuntou, Bngue italianoAitei*diversos gneros
busca o apoie des autonsadoe praxistas.'Coerae da e o queobre tudo respondea o procurador da mi- Lagar portugaez Julioidem.
Rocha e Bjrges Caraeiro, pojae nentvam elies; aba faeehda, -sendo otrvido : sO servida ordenar- .ESCUna haaiburgueza Cuiharine Si i**e dlver-
assentouque a muliier casada Ahande-se dssvor- vos cbameis a vosa pre.-enca o actual administra- < gesigeneros.
ciada, quanto ao throno e bainUfiao, nodesse de-1 dor e b atfvrrtais da minba parte de .nao se iniro-j j^gar inglezfirJ(Aan( mandar ao mando sera venia empetrada ao juito duzir no ^verno das cousas do dito hospital, ern (Barca inglezamojene diversos gneros.
sendo qtw Coerbo da Rocha no citado 5 2i, nSo mais'do que lo toca, e que cuide logo em oomeaT Barca portuguezaArmtndapedras.
trata positivamente, sobre a qnestao qne ora aqui um regente e os mais ofllciaes.do hospital, habis e Brigae portuguezBella FtgueneMediversos ge-
se agiu, apenas limtta-se sobre a absoluta necessi-1 capazcs, advirtlndovs, que devs'ter um especial
dade de intervfr o consentimettto dos paes feghi-1 cuidado aa admimsrago deste hospital e as con-
mos ou tutores nos casameotos dos fllhos familias: tas que todos os annos com igual advertencia de-
ou menores, e os dos donatarios de bens da corea,; veis tomar ao regenta, averiguando a sua renda
com licenga do re. i como se cobra e S6 ha*decuido na arrecadago dos
tambem n5o foi feliz, com Borges Crnero por; juros e na segurauga das dividas e.que obrigaeisj Barca nacionalnuzadecharque. .
que do 125 e seguales, elle nao preceilua:co- ao administrador a entregar ao hospital o valor des j Brigne aacionalBeluariodem.
mo se quiz faier crr com ama falca ettaeoqne | dous bracos de prata, que nalle estavam, e ludo o. Brigue nacional*Awrptaueidem.
a mulber casada estando de seu marido divorcia- que tem tirado a elle pertenceote, e tambem pela sumac hespanhola Guadalupe idem.
da, o possa demandar, sem primeiro obter licenga falta do dinheiro dado a juro sera a seguranga o patacbo nacionalSof-idem.
do juiz, condigo esta absoluta e essenoialoieote caotelas necessarias,e que S6.deixau.de cobrar por JHute portuguezSerr I dem.
necessaria, de>oisde $& sposa.por palavras de pre- sua culpa od de son pa, havaooo vos msto com Patacho portoguezS. Jo-idem.
sent, em sustentago da Moral, Reiigio e da Re- particular advertencia, dando crata doqueaste Escuna portuguezafiniaidem.
respeiro obrardes pelo meu conselho ultramarino, Iinportco.
podendo tambera a daris conbacendo, qae este ad- & fia po.taguezf mi)lfl ^mfo de S. Miguel,
ministrador, continu ^m alguma desordemi ou se consjgna(i^^j00 do Reg0 Lfma, mamfesiou o se-
mette nos negocios dobosplul, mais do qae deve e a,D. B
Ibe permiitiflo para fazer oque ti ver por mais ,^0.80^^05 de porco ;a Luiz Cabral de
justo e conveniente.
A rainha noss senhora o raaadoa pelos conse-
Iheiros do sea couseiho ultramarino abaixo a-sig-
nado?, e se passou por duas vas.hioaymo Jos
Cona de Moura, a fez.
Lisboa, 7 de oovembo de 1782.O .secretario
.loaquim Miguel Lopes Lavra, fez escrever.Luiz
Jos Duarte Freir.J0S0 'Alberto de Carvalho.
P*
III
anse*, amina
publica em summa.
E nem mesmo o liv. 4o tit. 66 da ord. citada ma-
liciosamente^pela Excepta, tem a menor applica-
go, a questao vertente ;o que dispCe que no
caso de doaro ou venda feita por homem casado a
sua barregan, poder a mulber casada apresentar-
se em jaizo contra a barregan, quer esteja com o
marido e quer delle separada $ara reclamar a coi'
sasem autoridade e procu-racao do marido.
Ora, de ludo isio, com que se acastella a Excep-
ta, para poder ella fazer citar ao proprio marido,
vai certainente urna distancia imrueusa e para
realisar-se essa cltago, sem pTiaieiro impetrar do
juiz, o alvar de venia, ella anda maior 1
E era se diga,que em consequenca da sepa-
ragao da Excepta, decretada por senteoga, dev el-
la ridicularisar e de publico desrespeitar a autori-
dad^ do marido, para se reverter ao seu primeiro'
estado e lberJadeporqn'e o tafo moral entre el-,
les, indissoluvel por direito natural, como pelo
Evaogelho, nao podendo pois dissolver-se por cau-
sa nenhuma era vida dos conjoges, era mesmo
pelo adulterio Trid. ser. 25 re. matr. cap. 7"
Van Espen pt. 2* sen. r t. 1S, n/22 v. Stry 2*
3seg. tl.Rieg. 4 I 214 e 215".
Alm de que, quanao lo poderosas razos, nao
tivessem o peso, que teera, para que por si pos-
sam prevalecer sobre, ludo quanio vie$se a Excep-
ta em controversia, bastara se verificar, que ainda
subsiste plena autoridade do excepieate, como ma-
rido, apezar de ser tao vilipendiadaporque, ten-
do a Excepta obtido a sentenga de divorcio, ainda
esta mesma sentecgS, nao esta executadanao so
porque, para a execugo, nao foi elle intimado, co-
mo tambem porque, quando houvesso sido, nao
passou ainda em julgado a sentenga que julgou a
partilna dos beus do casal, que mu illegalmente
e na ausencia do marido, pelo receio de embar-
gos a execugo, deu ella, com inaudita precipitago
a inventario I E a propria Exceda, como se v
quem confessa na pelig inicial de fl. 2, que ain-
Medelros.
1 dito Hitos dRo ; a Joo da Ponte Araujo.
2 dltes ditos; a Setastio Jos tJa Olrveira.
7 barrls tioho,^ caitotes roselots do JapSo ; a
Antonio da Costa Borges.
9 volumes diversos objeclos de porco-, 1 barril
peise, t qoeijos, 1 caixote doce, '1 saeco reijao.l
moinho, 3 caixotes plantas, 3 volumes ignera-se; a
diversos.
Barca portugueza Marianna I, entrada de Li-
verpool, consignada a Wilson & Hette, manifestoa
o segointe :
383 toneladas carvo -, aos mesmes.
A jurubeba urna das substancias medicamen- Vapor nacional Sania Oruz, entrado do Para,
losas que .aerteocem ao reino vegetal, c r^rt^ce consignado a agencia, manifestou o segnjnte :
a classe dos tnicos e desobstrtuentes, seuii< em-: 6 caitas com 6 machinas para descarogar algo-
iMegada com vaotagem contra as febres intermi- (jao, e 50 rolos com 29 arrobas de salsa; a
,tentes .acompanbadas de engoigitamemo de ligado j ordem.
^ bago. Ella tem sid, applicada com incontesu-j De Maraoho.
vel preveito contra-a anemia ouclon.e e bydro-j 400 saccos farinba de mandiocs, 50 paneiros ta-
pesia, catarrho da bexiga e mesrao para combatir |
a menstruagodiffiell, resultante da :i-.;.na anemia
A jurubeba, nora substancia
medieinal.
O arrematante dar comego
de lo das, ais concluir no d
contados da data do contrato.
IV
Os pagamentos serao feitos em tres presUgoes
iguaes, correspondentes ao valor, da obra bita,
menos o empedramiento qae s"eri em tima so pres-
Uge, quando flzer a entrega provisoria.
De cada prestacao sera' dedoildo o qne deter-
mina o art. 83 do regulameoto de 9 de julbo de
64. .
VI
O recebiment definitivo de todo o lango, e obras
sera' 18 me-es depols da entrega protleoria.
VU
Para tudo mais que nao asver aqui especifica-
do no contrato, segulr-se-ha o gae prescreve o re-
ferido reguUmeto das obras publica.
Confurme.Miguel Affongo Ferreira.
G Br Tristao deAJencar Araripe,, offlcial 4a im-
perial ordem da Rosa e juiz especial do com-
mercio o'esta cidade do Recita, de Peruambnco
por ua magestade imperial ele.
Fago saber aos qne o presante edltal virem e
d'elle noticia tiverem que ao da 2 de julbo do cor-
reate auno se na de arrematar por venda a quem
por el les mais der o seguate:
Um sobrado de um andar sito no caes do Apollo
reguezia do Rec'ife. com o.u. 32, Com .tres veran-
das de ferro na frente, e olio do lado, com quintal,
leudo o 1 andar dous grandes saldes, oceupado
dito predio com armazem, avalado or 10:000*.
Urna casa terrea sita no caes do Capibarbe re-
guezia da Boa-Vista, com a n. 8,A. com urna porta
larga e ama porta pequea na frente com traveja-
mento para urna solea em caixo, avallada por
1:5000*.
Urna dita.no mesmo lugar e.freaaezia cora o n.
8 B, com tres Janellas de frente e-seis quartos, com
tra veja ment para'urna solea, e cora quintal, ava-
llada .por 2:500*.
As quaes furam penboradas por exe:ago 4o1]
London and BrazUin Banks contra D. Mara
Theodora Alves Fercelra par si e como tutuca de
seas filhos.
E nao havendo laocador une cubra b .prego da
avaliago, a arremata,cao sera' feita pelo prego da
adjudicago na froria da le.
E para qne cnenue ao conhecimenio de todos
mandei passar o presente que sera' publicado pela
imprensa e affixadoos lucares.do cosUirae.
Recife 2 de junho de 1866.
fu Manoel-Mara Rodrigues Rodrigues do as-
cimento o sobscrevi. |
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Acarie, offlcial da impe-
rial ordem da Rusa e juiz de direito especial
i do comoiercio desla cidade do Recife de Per-
narabuco por S. M. Imperial e Constitucional
o Sr. Oom Pedro II, a quem Dcns guarde
etc. etc.
Fago saber aos que o presente edltal virem e
d'elle noticia tiverem qne no dia 2 de julho do cor-
rente anno, se ha de arrematar por venda a qaem
por elles mais derem o seguate:
Um sobiado de um andar sito no caes do
Apollo, freguezia do .Recife, com o n. 32, com 3 va-
randas de ferro na frente, .e 8 de Jado, com quintal,
temi o 1 andar 4.gr*ndes salloes,, occupaJo, dito
predio cora armaaemravaliado por 10:000*000.
Urna casa terrea sita no caes de Capibarbe,
freguezia da Boa Vista, com o n. 8A, cora urna par-
ta larga, e orna porta peqbena aa trente, com tra-
soteia, em caixao, avaliada
144*000
83aO00
191*000
Roa da Cacimfta.
Casa terrea n. 65 particular i 5
dem n. 67'dem e W idem. .
Ra dos BargK.
Casa terrea n. 68 particular e 18
So pmm pobtco...........
Ra do ganinltmento.
Snhradn de 2 andaMl n. 76 particu-
lar e 11 publico........ 900*000
Sentala Vetfaa.
Casa terrea n. 81 particular e 18 pu-
blico........... 200*000
Ra da Goia.
Casa terrea n. 83 particular e 27 -
publico..........126*000
dem n. 84 idem e 29 idem..... 144,5000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 91 particular e 105
publico..........168*000
ntco...........
S. Gpncaio, .
Casa terrea'n. 10 partela/*Jiju-
Hieo.- .**:.., ..
Rosarq da Bpa-yista.,
dem n. 14 particular e 58 pablico.
Azeite do Pelxe.
n. 68 particular
300*000
-rtttfOOO
168*000
600*000
2009000
255*000
200J0O0
200S000
150*000
delibera
dem o, 92 idem e 103 idem.
dem n. 91 idem e 99 idem.
dem n. 97 idem e ItO idera .
dem n. 105 dem e 94 ideo). .
dem o. o sitio no Perno da Gal.
A -oiesma Rlm. junta em virtude de
cae tomada em seaso do 1* de juoiio manda lser,
pablico que os predios abaixo declarad as cuja ar-
remaiago lieare adiada, vo de novo a praca com
algumas condiogees que serao ^preseuiadas no
acto daarrematagao.
Estevielfjoimeito^d caridade
Ba Nova.
N. 45 particular e 57 patuco sebra-
do'de ara atdar,......'. I051*000
'Ra 4a Moeda.
N. 85 particular e 41 publico sobra-
do de um andar........ 286*000
Ra da Moeda.
#.'04 particular e 37 publico sobrado
do de 3 .andares.........480*000
Ra da .Madre de Deas.
N. i7 particular e 20 publico casa
terrea, ........ 602*000
Secretaria da Santa Casa da Mieencordia do
Recife 4 dejunbotde 1856.
escrivo interino,
Pedro Rodrigues de Soaza.
Caiva filial do banco do Brasil emVer-
ft De ordem da directora se fai publico
aquellas pessoas que tem objectos de ouro.
prata e diamantes depositados sob caucSo
nesta caixa cujas tetras se acham vencidas^
que nao sendo ditas letras pagas at o dia
8 dejnnho viodouose proceder' embasta
publica a venda dos referido&objeGtos con-
forme o prescrito nos eslatotos. .
O guarda livros,^
Ignacio Nunes Correa,

ou clorse.
Extralo alcoolico de jurubeba.
Emplastro idem.
Oleo dem. .
Tintura idem de Idem.
Xarope idem.
Vinho idem de idem.
Pilulas de ext. idem
vejamento para unta
^^t^^^TtSS^^^^ inasaw 'tai" e r<"iia
ros do cabra curtidos e !l ca.xao queijos, .?*-g B co 3 "^ de frente, 6 quarios, coro
ordem. -
RECEREDRIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMUUCO
Bendlmento do
dem do da 5
dia 1 a 4
3:218*454
1:171*352

ri-ay i: l.au-
Agiia JPorlda Ae Mi
man.
Atravez de toda a America Hes>anhola,
da persiste sobre ella esta atoridade,qaandp der jlesde a norte to Mxico at ao EsireitO de
travejameoto para urna soteia, com quintal, avalia-
da por 2:300*000,
As quaes foram.peohoradas por execugo de Joo
Frederico Jorge Kladto contra D. Mana Theodora,
Alves Ferrelra, por si e como tutor deseus filhos.
4389*806 ^ D^ naveQ^o langadorqoe cubra o prego da ava-
_____., liagao, a arremata gao sera feRa pelo prego da ad-
" njodicago na forma da le.
para qoe-ebegne ao conhecimenlo de tudos,
, mandei passar o presente, que ser publicado pela
tull i IttllU UU rvAlU impreosa, e afCxado nos lugares do costume. i
*"w'**________------------ Recife, 2 de ju%b0.de 1866.
clara que seu marido anda esft nmmmnislragao
do casal"
Magalh5es, este perfume tido e considera-
, | do como a agua aromtica a mais fina e de-
Sendo pois cerlo, como e, que da sentenga de | ip1j9
divorcio, nao foi citado o vencido aBtes que se des-1 Ml'"u',< .. k .
se a execugo, a qual Reste caso, nenhuma. Pe-! As sennorita< hespanholas, nao SO della
reir e Souza not 780 e quando nao procedesse es- facm USO como 0 mais delicioso perfume ;
ta nullidade inunnw/, sendo certo, que a socieda- mas sim tambem habitual mente O usam
de conjugal, havendo sentenga de divorcio, seex- (. diluirn mmn nm PX(.i.
tingue somente depois do inventarlo dos bens, com P uma I0Vma ae a1101'.30 como um excei"
effectiva partha. Soian Cogit. 21 n. 6. Guerr. leute meto pa a alvejar e conservar os den-
tr. 2* vr. 2o iv. 6o cap. i n. 140 e 141 e cap. 2 fc-g e dar um suave e agradavel gosto ao pa-
n. 101. Phoeb. dec 72 a n. i. Moraes liv. 6o cap. n.
"tinao tendo passado em julgado a sentenga que
julgou a parlilha, consequentemente os effeitos do
matrimonio, continuando a durarVoct. ad. Pand.
liv. 24 til. 2o n. 19 evidentissimo, que de modo
algnm pode a Excepta citar a seu marido, o ex-
cediente, sem ceuseguir licenga do juiz, como
exigido em direito.
E de feito entre os D. D abalisados Praxisles
Lobo em soas notas a Mello, no Liv. 2 UU 7"
rubr. pag. 299 n. 6o, assim preceitua bem expres-
samente.
c Por outro tieito do direito reverencial, que a
< mulher deve tributar ao marido quando entre
elles possa dar-se alcona acgao=nao pode amu-
Iher demanda-lo em juno, stm venia. *
Em face, portante, do qae rudemente temos ex-
pendido de fcil intuigao, ser evidentemente nui-
la a cita rilo fela sem venia, per isto, deve ser jul-
gada improcedente a accao posta em juizo, para o
fim de a dilatar, fleando assim a Excepta, com di-<
reito salvo, para intentar outra, sem omitlir esta
formalidade indispensavel, sendo condemnada as
cusas, com o que este venerando juizo, far a cos-
lumada justiga.

Sentenga.
Julgo nio provada a excepco a fl. 42, por qae,
segundo o que ensinam os praxistas Perelra e Sou-
za notas 98 (1) e 221 (2) Borges Urnelro 126 (3)
a mulher leqalmente divorciada], nao obrigadu a
pedir licenga seu marido, quando querr ekama-
io a juizo. Porianto mando que reo contrari a
primeira, e o condemno as eustas.do retardamento.
O escrivo ruque cota posta a-margem de fl. 30
v. e o recommendo que nao me mande conclusos
autos com cotas (4).
(Est datada e aslgnada.) / '
i. i. i i ---------i^^^^a.iMn a.
dar
ladar.
Serviado de modesta e agradarel adver-
tencia, recommendamos aos senhores, que
a mesma usada debaixo desta mesma forma
e havendo salpicado seu fato, isto depois
de haverem gosado as deliciosas fuma cas
,1 d'um bello charuto de Havana, os torna
presentaveisnapreseaca e sociedadedobel-
lo seso.
Aquelles do sexo barbudo e que tem uma
pelle delicada, acharu com o maior prazer,
que esta agua uma verdideira laxuriausa-
da depois de haverem feito a barba, pois
que ella faz dissipar toda a ardencia do
rosto.
(Vede que os nomes de Murray e I/un*
man se achem inscriptos sob cada envolto-
rio, letreiro e at m^smo impressos nos vi
Adcios entrados no dia o.
Ceara' e portos intermedios vapor nacional Pa-
raliyba, de 104 toneladas, comraandante I 1.
Martlds, equipagem 21, carga differentes g-
neros.
Lisboa 28 das brigue portuguez Bffa Figuei-
rente, de 244 toneladas, capitao Jos Correa de
Carvalho Sobrinbo, equipagem 14, carga vlhho,
batatas e outros gneros ; a Euzebio Rapbael
Rabello.
Navios salados no mesmo dia.
Rio da Prala escuna austraca Peter, capitao J.
Breckwoldt, carga assucar e agurdente.
Observacao.
Suspenderam do laraaro para S. Thomaz, a
barca ingleza ilatleauan, capitao A. Oweu, com
o mesme listro que trouxe do Rio de Janeiro,
EDITAES
O Dr. Triso de Alencar Araripe, offlcial da Imde'
En Mauoel Mara Rodrigues do Nascmento,
escrivo o ubscrcvi.
Tmtm de Alencar Araripe.
DECLARftCOES
COMPANHIA
DO
O caixa desta compaabia commendador
Thomaz de Aquio-j Fonseca, acha-se auto-
risado a pagar no sea escripjorio ra do
Vigario n. 19, .das 10 horas as 3 da tarde
do dia 29 do crrente em diante o 36 di-
videndo desta companhia na proporoo de
30 por cada acgSo; previe-so aos Srs. ac-
cionistas que este pagamento dever ser em
(1) as excepcas don qoe nap
en jojzo,.ejMra a.;nlair, jeea : _
mandoporm di a ola (98): Ord. L. 3- IM- 47-
Cabed. p. 1. dec 106 n. 7. Mead. Pract. Lusit. p. 1.
L. 1. c. 3. n. 9 et. L 3 c. 19. n. 36 excepto, 1. no
caso de divorcio, (am. decs. 357. a. 2, Pbusb. dec.
72.2. no da usencia do marido em lunar re-'
moto. Reinos obs. 28. Guerreir de ilmis L. 6. c. 2.
o. i 1 i.13. quando a mulber pconosa pelo ma-
rido em algama negociacao Aitaar de nullit. sett.
rub. 1. qu. 19. 27. Sil. ad. Ord. I* 3. l. 47.
d. 2. Franc. ad. Mend. p. 1. L. 1. c. 3. n. 21.
E' este o mesmo (principio fue.o excipiente sus-
tentou; mas poder a muiaer divorciada vir de-
mandar em juizo a sea proprio marido, sea rape-
trago de venta ae >uiz, o ue a ola citada nao
autorisou I
(21 Devem ser citados todos aquellas a quera o
negocio locaAstate de 11 de Janeiro de 1653
Entende-se esta regra daquellee^upe jem inleiesse
principal n*o secundario., L.
cied ventr. Gam. Deca, tn,
2. Assiaa na canea deconHMnwfo devem er cita-;' 'Onda
dos todos os crederea de Mlflron menor qaauHad,
Assento de 14 de Janeiro de 1653. Tas caneas so-
bre bti de rau, nao basta a ciacao do marido,
mas necessaria tambem a da mulher. Ord.,L3.
tit. 47 g 1 Jato procede a respeito da propriedade,
como a
1 quando a moiher est senarada "do marido por
sentenga do jatto 'ecleraeaw); 9 a respeito do
incidente da caos.
Da mesma sorie as cansas sobre, bens adventi-
eos do filbo, em que o'patten> o u**Mfctb, neces-
Magestade Imperial e Constitucional o Sr. D. Pe-
dro i. a quem Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que por parte de Lniz Fer-
relra de Aimeida me fui dirigida a peiigao do theor
seguiute:
Illm. Sr.Dr.iuiz do commercio.Diz Luiz Fer-
reira de Almeida, que deveudo-lhe Joo Jos da
Silva ViRar & C, a quantla de 1:000 proveniente
. da letra junta alm dos respectivos juros, quer o
., suppllcanta faie lo citar para a primeira audiencia
dros das proprias garrafas, visto pois 1*\4osJ*iabQ, athn de ver assigoar-ie-lbs os 10 dias
que na falta dos mesmos toda a mais da le para dentro delles allegar os embargos que
falsa.) tiver, e nao o faiendo ser condemnado ao paga>
Vendase as harmaras da fanrs ri >De4Mo ** |oan Pedida, uros e costas, sendo di-
RJhnaVi aTr n .Tr > C,US| *ita sob peDa do reveUa- E cotDO este'
oaroosa e J. ua L. Bravo & L. Ua ^ supclicado ansente em lugar Incerto e nio sa-
t ..' "~T*1~~~'---------- i i., Lu i%ido, reauar o supnlicante a V. S. digne-se admit-
nan poda ser citado por sua mulher 7 A queslSi!U4b a jastfficar a sua ausencia para que seja elle
de que nao o poda fczer sea licenga impetrada, ]etado por editaes da forma4a le.
nao a elle, mas ao juiz. Nesles tirmos reaoer e pede .a V. S. deferimenlo
. (3j Da Bon Cafneiro: **.> A mulber au:pa- receber merc.-0 advogado Joao Teixeir.
de querelar do marido por crime Infamante; pide ( Na qual^ei o despacho do tbeer segumte : Jas-
sim nos uros come (erwMMos contusoes, *u.mqatTa ansencia no dia 11 do carrete mez as 11
^8hrA^-r'a- t '} lVem !?l0adeIccn!ar: horas daImanbaa. Recife, 9 de maio de 1866.-
o hoouciiodo marido i. O. V. 1.128. g2. Re. I1L Alencar Atarioe
^rdAo%.nd.i^
p. #52 vb. mulher a; e com preferencia aos para-
les e bardelrus deUe, Uo asstm api Albos L Aen,
'^^ESi^*L^f!!?~-^\^to Nascmento. E tendo o tnpplicaate em-
^l Em virtude do qual lora a mesnia .petigao dlslri-
- buida ao asorivo leste juizo Manoel Mara Radri-
.parte ; o contrario nos de raz, por que nelles co*.
litigante com o marido. Pr. So. 1, nal. 443 v
Sem podem ; 4.* E' nata a confiaso qne iier sem
autoridade do marido; pois nao ten uM admiais-
tracao de seas bens. Per. fia. 1. not. 430; 5.* O'
oojugv nao pode ser tes lera ou ha na cansa do oa
ti* conjuge. Per. So. 1. not. 477.4*g. a li. t. 36..
1. criin. not. 3S3 ; ft.0 toijuge demandado pelo
sea coosorte, ao demandado alm 4o que permu-
te o beneficio da competencia; pois gosam dalle.
Hei IV. S U. v. Ir. ill.dM cndorn-,1.' Acoa-
seagao (boje extincu) irrogada pelo crime de nm
aloacoojuges, nao affecta os baos o ouiro, ve, a
fflmacao, dote, armas,-etc. a V. t. 6.13 JO. Rsp.
j p. 61S, tfciMHbar Hia-, & Seaa or os
conjugas meleiros, afleota tambem a meagao dos
que se
caixa recebe dos arrenaaiantes
zes desta companhia.
dos chafari-
Escriptorio da Companhia do Beberibe 28 Chafarte do largo da ribeira.
de maio de 1866.
0 secretario
Dr. JoSo Jos Pinto Jnior.
; f-
4 W\**2KtHmA ^aMannlcam.
K Deoa, W7. n.; Rij). UL #. 480.4
adolEdonaatfinankv#qr qnese arami
0. IV. 1. 48. | 3. i sobnotiM T. ,0rEenano5 MaTT
ob actos subirn a otaba conclosio a Ddlis dei a
sentenea da tbepr seguate :
Hei por justiQcada a ausencia dos supplicados,
roe se citaro por editos de 30 dias para o fin re-
querido, ftacife, 28 de maio de 166.Aleiiear
Araripe. ,,.. \
Por forea da qaal a referido escrvo le passar
o presente edital, pelo qual chamo, cito enei por
intimados os ditos anpaUcadoe. para que compare
gam neste juizo dentro do indicado praw, anaa de
allearem o qne fr aejusli^a.
E para que chegue ao conhecimento de lados
mandei passar o presen, qoe ni pnbiicado pela
Imprensa e afflxado nos lugares do coilume. Re-
9ile,0aeato;dal8ba.
Eu Secondinl Eieoriora da Caana, eecrevaaa
pois ensinam Pereira e Souza e Darn:
Garneiro que a multe- tfahutUe imoraada nao
e obrtfMda a ptf Mm^x mu atamdafiao aa tal.
-sempre se disse ao juiz) qumo akmi. cbam+lo
juizo t
(4) Era ama cota marginal, n'aa aocimeatoj
'
Pf** ** 1* il"lut"ti r Om a qual ae esclareoia a materia conlroversa,
mas ella tratava de un antigo jale, ane em saa oor
rupgao repeliente, baria commetliio as aiaterei es-
canoaUs e dado oom seotanoa conua aa provaj dos
solos e contra o diraaM axpraaaa m tbeaet Nao
ha duvida bem maricla qna fesaa mandado ris
!ajim*D^r?>M?ii*catu *!?*JjfS' W*pj>cart~'^^i**Mm&Bwiiin*&i- ciattsnlasespecraes'aBaiiolictraoas:
ou advenlaciaf, en que o pai nao tm nao-:
Ord. L. 3. llt 9.1 4.
Ora qae applicago tem esta nota com a qmstao,
ae o exeepiente nanea aventaron o absurdo de que
aa. Dlec. Jurid., adatra que a parte ou o advoga-
do contrario nao aeejwre**e-que /se ella aancel-
toda, e que so d juiz da-causa ai olfendasse a pon-
to de tomar a ai asiarasoloeao extravagante e mul-
to significativa! >
Redrtgaes do Nascmento,
escrivio o oaitTrri.
Trlwae'de AUnaar Araripe,
- O Illm. Sr. inspector da tnesourarlafirovln-l
SI, em cumprunealo da ordem do Exm. Sr. pre-
inte da provincia de 28 do crranla, manda fa-
*r pubjico, doano dia 30 de agosto prximo pin-
d uro, peranle a jon da fazenda da mesma te-.
sonrarQ, se b da arrematar a quem por manos,
fiaer, a otra do 9. lango da estrada da Escada,
na importancia-de 16 -.905*000. ^*
A arrematado ser feu fla forma da lei pro-
vincial u. 343 de 13 de raaio de 1894, e sob as;
As pessoa que se .oropuzerem a essa arremataJ
gao corooarecam ,na sala das te*5es da mesma
junta, ao dia cima ibsucada, peii mel dia e
competentemente habellladas.
E para constar se mandn publicar pelo jornal.
135*000
153*000
163*000
21*000
Santa Casa da Misericordia
do fiecife,
A Illm. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fasar publico qua
no dia 7 de junho uriB-laturo pelas 4 horas
da tarda na saia de anas sessoes tem de ir i pra-
a a renda das casas abaixo mencionadas por lempo
de ua a tres aaaos.
Os pretendeates aeveio ccmiparecer acomparma-'
dos de sen nadires eu manidos de cartas destes.
EsUibeleciuientos de caridade.
Ra dp.Imperador.
N. 1 particular 24 publico, sobra-
do de 1 andar.......679*000
Ra Direita.
! N. 3 dem a 8 idem, sobrado de 2
andaras*. .-,.......1:067*000.'
Ana U Padre Ploriano.
N. 5 dem e 49 idem. casa terrea. 181*000
N. 6 idem e 47 idem. casa terrea. 186*000
Ra do Faaundes
N. 11 idem e 32 idem, casa terrea .
Traveasa de S. Jos.
N. 13 idem e 11 idem, casa terrea.
N. 14 idem e S idem, casa terrea. .
fina dos Pescadores.
A. 16 dem e 11 idem, casa terrea
< Ra das Calcadas.
N. 20 dem e 36 idem, casa terrea.
N. 21 idem 38 idem, casa terrea.
ilua da Viraco.
N. 26 idem e 7 idem, casa terrea. .
N. 27 dem e 19 Mam,nata tema.
Ra ae Sania urea*.
. H idem e im, asa lima. .
Roa Un do oeaio.
N. & dem -24 idea fanal *
terceiro nadares .
-A RnadoCalabouee.
N. 40 dem 18 idem, casa terrea.
Becco a flniabo.
N. 49 idem e 8 idem, casa terrea. .
Ilua .da Gloria.
N. 51 idem e Kf idem, casa terrea.
I Ra dBhcaoiamento.
N. 82 dem e S dem, sobrado.
Roa do Padre Ploriano.
N. 67 dem e 63 dem, casa terrea.
Roa do Apollo.
N. 91 idem e 24 Mera, sobrado de 2
atoares..........1:400*000
Bult S. Bdm Jess das Crnalas.'
N. 01 ideo a 8 idem, casa terna. 13t*000
Patrimonio de orfkto.
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 6 particular e 86 pa-
Sfjt p>coilfcJ.ata*>Hfcas. natai*, de juatao
O searauriu,
____ AJexandre Bodrigue ^os Anjos
Consniado provincial
Pela mesa do consalado provincial >e fsa publico-
que no dia-l" de junho viudouro se prineipiam a
contar os 30 dias uteis marcados para a e.branga
i bocea do cofre do 2o semestre daaano tinancero
correte dos Impostes de dcima des predios urba-
nos, de 20 0(0 do consumo de agurdente e de 5
O|0 sobre a renda das bens d raiz-fertencenles a
corporagesae mo marta.
Meaado eoaaDiado #roviaelai 4a Pernarobnco
26 de maio de W66.
Antonio Carneiro -Sfxchado Ros
Art miniJ r^A.. a
wWVtWWVIbwVI *
overn da prflviucia.
4.* secgo.Secretaria do governo de Pernam-
nco, em 1* de malo de 1866.
, EDITAL.
Pela secretaria do igoverno, se faz pablico
qaem interess.tr possa, que tendo o Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, de dar execugo a lei n.
649, de 20 de margo ultimo, abaixo publicada, se
convida todas as pessoas que pretendan) con-
tratar a construego das estradas de que trata a re-
ferida le, a apreseotarera ao mesmo Exm. Sr.' aa
suas propostas, e mediante as bases olla estabele-
cidas, alira de serem examinadas e preferirse
aquella que melhores vantageus ollerecer.
O secretario,
Dr. Francisco de Paula Salles.
LEI N. 049.
O Dr. Manoel Cleoeatiao Garneiro da Cunta,
vce-presidente da provincia de Pernarabuco : Fa-
go saber a todos os seus habitantes que a assem-
bla legi.'iatlva pro*Sacfel"decret a resolugo Mgliate :
Art. 1." Pica o presidente da.provincia aolonsa-
do a mandar estadar e a contratar com uma on
mais companhias ou oom pesnasireloaiiecidainen-
te idoeaas, urna ria de iradas, de rudagem on
de earrls de ferro, conhecidas, .sob a teoomloagao
de trarnways, que Jige os centros pomuloso- do
interior da provincia com as diversas estaco* da
estrada, de torro do Recife S. Francisco, como as
actuaes estradas de commuaieaoao para-esin capi-
tal ou com os pontos de liitoral-dasfacil acoeso a
navegacao.
Art. a. Para execugo do artigo preoedenle po-
der' o mesmo presidente adoptar as sejttintes me-
didas :
Io. Conceder as companhias ou aos particula-
res, que se encarregarem da construccae.idos
trarnways ou qne os coilocar o'ora ern iaute as
actuase estradas, uma subvengan, kilomtrica pro-
porcional ao capital empreado e por uma s vez,
ticando o contrato, que para.issoue eeirbrar de-
pendente da, appmvagao desta assembla.
O contratante nodera' independenie desta appro-
vago dar comego aos estudos e pceparagao dos
planas das obras, os quaes editicro medanle in-
demnisaco pertenceote a provincia caso mo seja
approvado o contrato celeLrado.
2. Ontramr mn emprestimo dentro ou lora
do paiz, mediante condigoes que nao obrixuem a
provincia a em dispendio superior a quairo ce-
ios contos de res anouaes.
Art 2." Ficam revogadas as dispesieoes em con-
traria.
Mando portante, a todas as autoridades a quem-
o ciinliecimeoto-e execugo da prevate .resolugo
pertencer que a cumpram e tagaui usprir to in-
teramentecomo nela se conten.
0secretario dogoverno desta provincia.a faga
imprimir, publicar e coirer.
Palacio do governo de Peruaubuco, ao 20 de
margo de 1866,4oda independancia e do imperio.
L. S." -
Manoel Clementtno Carnewoda Cunha.
.Sellada e publicada a presente resolugo nesta
secretaria do.governode Pernam buco, aos 24 de
abril de I8G0.
O secretario. Dr. Francisco de Paula Salles.
Registrada a fl. do livro 7 de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 20 de
margo de 1866.
Oescripturario da 4" secgo Theedoro Jote la-
vares.
Expsito dos productos aer-
colas, iudusracs e bras de
arle eua Pcraainbtice.
Constando xjommiss8o directora da ex-
posir;5o que, por falta dos necessarios 8013-
recimentos, pela comparago bavida entre
.os nesso* prduotjos e outres similares de
diversas proviocias, e per outros motivos
de que nao leve completa sciencia, nao hpn-
ve a desejavel igualdade na distribuicao fei-
ta para esta provincia das recompensas da-
das pela commissao central do Rio de Ja-
neiro na ultima exposico, e que por esle
fado alguns dos aaligos expositores se re-
cusam a concorrer com no vos productos
exposico de 15 de agosto prximo ; resol-
veu, em uma de suas sesses, mandar fazer
publico o seguinle :
i. Haver na provincia, para os traba-
mos da exposico, um jury especial, no quai
nao tero voto os membros da commissao
directora, que julgar da excellencia, aper-
feicoamento e utilidade dos productos ex-
postos;
.0 ste jury se dividir em duas sec-
ces, sendo uma para os productos agrco-
las, e-outra para os industriaos propriamen-
te ditos, e obras de arte ;
3. FarSo parte do jury as pessoas de re-
conhecida aptido e especialistas;
4. Segundo o juizo do jury, a eommis-
so distribuir aos productores e dermis ex-
positores medalbas de duas classes, sendo
as da Ia clase de prala e as da 2a de co-
bre, ambas acompanbadas de diplomas.
5. A commissao far acquisicao, median-
te valor ajutado, dos productos que para
isto forem julgados dignos pelo jury, e que
nao possam ser cedidos gratuitamente para
figurarem na exposico central.
A commissao directora espera que estas
medida* servirlo de garanta ao verdadeiro
apreoo dos productos expostoe, qa faro
desapparecer o desanimo qne a alguns ex-
positores causou a desiguatdade que ci-
ma se referi.
Alm disso, a commissao chama a atten-
c3o dos Srs. expositores e mais industriaos
da provincia para a circumstancia de um
*, mi dos seus membros ter de acompanhar ex-
O*!conL 2K+ oorr^ o>sico central os pradnotos qua d'aqui fo-
\ forneeiaento des navios da amada e esiaaetect-1 rem enviados, e fazer parte do jury julga-
vnebtea4e mariatta, ao trimesera prximo viodou dor na corte, acando-se por esta forma
To,.das objectos abaixo declarados: | tiaftiilitado para .ministrar todos os esdareoi-
mentos necessarios ao perfeito conhecimen-
to dos productos, e fazer valer o -direito de
Companhia do Beberibe.
No dia II do correte pelas -12 horas do
dia ter lugar no escriptorio da companhia
ra do Cabug n. i6. a arremataco dos
chafarizese oigas por bairros, nao -ae ad-
mittindo propostas que comprehendam mais
de um fcairro, nem por espago maior de'
um.anno; Ds Srs- licitantes comparegam
com seus fiadoras-ou declaracoes dos mes-
-mos no mencionado dia, devendo ser js
^ropostas em carta fechada apresentda na
mesflia occasiao ou antes no escriptorio on-
de melhor se deverao esclarecer e informar*
daa coodiccoes do contrato da arremataco.
JJazes sobre as paes se deve tancar.
Bairro do Recife.
bafariz do caes da alfandega. 6:Oe0^H00
Dito da ru da Cruz........ 7:200>0o
Dito da ra do Brum....... 5;O00iJO0O1
Dito do Forte do- Matos e bica
do mesmo.............. 4U0O));OOO
22:700iJCOO
Bairro de Santo Antonio.
Chafariz do largo do Carmo.. tOiOOO.5000
Dito do largo do Paraizo..... 8:000,5000
Dito do largo da praca de Pe-
dro U................. 4:50041000
Dito da ra do Sol......... 3:0005000
Dito da ra da Concordia___ 5:0OO#00
30:50OjJ00O
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz e bica do caes do
Capibaribe....-.:...... 3:3004000
Dito da ra da Aurora...... 2:00O5000
Dijo da praca da Boa-Vista... 6:0003000
Dito da caixa d'agua dos Pires. 5:5003000
Dito da ra de S. Goncalo___
Dito do largo da Soledade.. -.
Dito da cidade nova de Santo
Amaro................. 3:000,)000
1:2003000
2: 005000
Bairro de S. Jos.
23:3003000
Dito da ra Imperial..
Dito dito defronte da Cabanga.
Dito 4o largo de Nossa Senho-
ra da Paz dos Afogados... 3:0005000
26:500t000
Passagem da Magdalena.
Chafariz do largo de fiveino. 2405000
Dito entre as duas pootes.. 3603000
1
60Q*Geo'
18S#000
144,8000
400JOOO
50*000
43:0005000
7:0005000
3:5003000
60060GO
Escriptorio da companhia do Beberibe "
junho de 1866.
O secretario,
Dr, Joo Jos Pinto Jnior.
cada um d)S expositores desta provincia.
Por esta forma a commissao julga ter re-
movido ais am dos emfearaoos, coa que
Ubjeeios.
Aesucar liranco grosao, aserte inferior, aletria,
arartua, assucar nraaeo refinado, balaotHaka ame-
ricana, evadinna, cha, gaunbaa, leona, malte e
'tapioca.
Tambem contrata o eonsemo ao referido dia 9
leV^^aaTa^^ate^iel^ de mari-' poWentura venha a lutar na acquisicao de
ana dos sainaies objectos de fardamaotaa. : productos destinados expsito de i 5 de
Para a eepanliia4e aprndree aruocee. acost.*
fWalondnaaai, dios de Lrim branco, dius de os dignos Pernambucanos, pedindo-lhes com
instancia qae promovam com esforcp a re-
mesaa -de prodoctos destinados a figararem
n'aqueMa festa industrial. ioda se empe-
nham os bro da provincia
Sala da commissao, 9 de maio de 1866.
Secretaria,
Manoel Baarque de Macedo.
! i i ni i,i. n.t, ......ii i. i ,. .
Pela secretaria da cmara municipal deaui
cidade se fainonliceqoe contianaai em praca, no
dia 6 do corrate, erante a mesma cateara, para
serem arrematados por anata maior *reco ofere-
oar, oe ma^eriaes da casa n. 47 da ma do Rangel,
degapnonfiada Uimamenle
??jfi99 nanneaanLrnralgafrdetaJaedoziono, ooberteres de
taiawuu jjj^ catabas de algadio, eoleboes de linbo ebeios
Mpalka, fronhasaealaodaotinbo, frdelas de pan-
ino aial, leaos de seda preta para grvalas, len-
ces de Algodaoxinho, sapaies tmtot ao.pai^ sac-
eos de gaardar ronpa, e travessairos 4a Jiaho-
cheios de palba.
Para imprtaos marinbeiros e apren-
dltestftto. _
Bonets 4b panno azal, camisas de brim branco,
caloas de algoMSo azul, ditas de brim branco, ditas
itnarinn ^6 P10 azal rol**'*8 a'goo azul, 'fardetas
4**ow .^jjpjjiiio l, leocos de seda preta tara tnm-
us, sapatSes feitos no paiz, e saceos de lona de
oarinhagem.
Para bul letras navaes.
por nulidad nUica.
H Sacaeawia -da cmara municipal de ttacJe i.dn
fionets de ebapa 'pan, calcas de brim branco, n^p ^ t8t,_10i#cretiri0
Us de aljodia mi, camisas -ito Urrm branco, 'UB "" RbmSmTEi
lardas de brim branco, gravatas de conro de las-
Fcancisce Cnnto 4a BoaviajetB.
- AdmiaistracS do oorreio desta cida-
de precisa debis *bmen8 para o serVice
da caminheiro, quem esttver neatas condi-
tre, polainas de panno prato, sapatoes feitoa no
pas e sobrecasaea de panno atol.
Contrata o eooselho sob as condicSes de esrylo
^f
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maobaa.
administracao.
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?JeM68.
s
TIIIYTllO
Exposleia dos productos agr-
cola tadnatraea m Pernam-
A eommisfo directora da exposicio des-
ta provincia, prev.ne aos artistas que de-
ejarem concorrer con os seus productos a
mesma exposicao, e que nao e aossam fa-
zer por falta de recursos, que devem diri-
gir-so ao secretario da commissao para ob-
terem os auxilios necessarios a acquisico
das materias primas destinadas aos ditos
productos.
Sala da C0mmissa"0 9 de majo d 1866. \ cao do actor Jos Carlos dos Sanios
M.Boarque de Macado,
_______ Secretario.
1fc]>osicae l rlaaelt pi*U7HMtMnaes e de
EPREZ\-C01PR\.
11a recita 4a aasIgnatHra.
Quarta-feira 6 de. junho de 866
Primeira representaguo da comed drama, ara
3 actos do repertorio do Iheatro portuguez imltt-
do actor Jos Carlos dos Santos
m t COM ESSAS
IthadeS Miqwl.
Sfgua com multa brevidade e palaobo portugus
GEOr#NCB_ara passage_ps, tratarse com Joo
rna do Ana a. 4. I
xa a,
Ibe com toda a brevidade o patache, nacional San
t Antonio ; para o resto da carga trata-se no lar-
go do Corpo Sanio n. escriplorio de Jos Mara
Palmeira.
Fogo fo&.
Para Lisboa
tos 0:000000
Curre depd&d*maitfa
Acham-se venda na-respectiva thesou!
Crespo n. 15,
YaliiivirupdaMxUvora oro fabrica de fogo artifi-
: tal na iltoao HarotH s,e acha. eom purcao de
' rogo do a* e sorte J> anstos-n3* fletas, a espe-
* ra ete-fcstjaj- os diasfja^tiJW noticia* de qualquer
triompho das-nosaa-aimofrdtnWO'daHQmaili; todo
aquelie que ti ver a mesl*-*ali$fafao dirija-se ao
armazem de sal da ra I penal n 221 pouco alera
da faariea.de sabo.
obras I artes Pernamboec.
A. commissSo directora da eiposlcio des-
ta provincia resolveu, que por meio de repe-
tidos annuncios sejpublicasse o segu'mte:
l.Que a inauguracao daexposic3o foi
transferida para o da 15 de agosto prximo ;
2. Que a reoepcao dos productos desti-
nados exposico principiar no dia 15 de
julho prximo;
3." Que a demora que honver na remes-
sa dos producios ser nociva sua mais con-
veniente coltocacSo, conforme a respectiva
importancia;
4.a Que rindo tolos atropeladanMte as
vesporas Jdo dia da abertura da exposico,
nem se pode calcular o espace queajUesre-
querera e se de ver apromptar, neo fazer
sobresahir os productos, espaeando-os, e
colJocando-os convenientemente ;
5. Que ao agente designado, pelo commis-
sario classificador, o Sr. Dr. Gervasio Ro-
Sr. P. Joaqnim.
> Graca.
Paiva.
> Gaimaraes.
Ploto.
Pontea.
Raymaado.
Manbonsa.
>:
PBRSONAGKKS.
Goncalves, capitalista. .
Francisco, sea irmo. ...
Tiborcio, sea fllno. .-
Cartas, fllho de Goncalves.
Moreira, amigo de Goncalvec.
Jote, criado........
Mr. Jalin, sapateiro francez. >
Um segando sioatelro. ...
Henriqueta, molher de Goncal-
ves.....: Sr.' Clelia.
Laura, filba de Inica. ... E. Pontos.
Anna, criada.......> Joaquina.
Representar se ha a comedia em 1 acto
6 SAL HTANGV
A Sr.'D. Eugenia representara' a acea eomica
ornada de msica
Um caloiro em vespera de
Ordem da espectculo.
1AO CasalPiUBga*
W Um cadairo ara aospera da feijoada.
3.* Ni com essas.
Combara,' as 8 horas.
Os senhores asaigoantes poden mandar bnscar
drigues Campello, se deverao entregar os: ag sua8 assignatoras no escriptorio do theairo.
productos no palacio do governo do referi-
do dia 15 de julho em diante, e desde as
9 horas da maohtt at as 3 da tarde.
6. Que a todos os expositores se passar
recibo de seus productos, declarando, con-
forme ellas determinaren, se o destino do
objecto exposto deixado ao arbitrio da
-s-
AVISOS iUlARITIWIOS
COMPAA A PERNAMBUCANA
* DB
NaYOgaeo costeira por vapor.
commissao", se deve seguir para a exposic5o ?mhM j^, M Aracatyj Ceara e
4a i orle, ou ser restituido ao expositor, logo *mu Acarac.
depois da exposicSo; No dia 9 do correte seguir'
7.a Que podendo tersuccedido que nao anmi-ja\ para r-s portos cima indicados
tenham cheg.ido a seu destino algumas das 3^. um dos vapores da compra,
circulares e instruyes por ellas dirigidas a ^^ ^^ SU^t 8"e %
todos OS Cidadaos que jaigOU poderem con- nlieJro i ltHe\l as Dorai da tirde o da da retirar-se para tratar de sna saude lar ieilao por
tribuir para a exposic5o. Mies roga quepres-1 sanjda ; escripior no Forte do Matos n. 1. I interveoo do agente Pestaa de todos os j
cindiodo de convites espeeiaes, contribuam!
para esta festa.industrial, emcujobomou
mo xito vo de algum modo os brios da
provincia.
Sala da commissOo, 9 de malo de 1886.
e engomma-ee roppa de bomem e
raria, ra do Crespo a." 15, os bilae-,fi* *W*r/a,ss!1e fS6, : ,r,ur Qa roa
toda brevidade Mogar porta- J. -*.! d. f Mrt. *; ft+2
ter ]i a maior parte da carga lotera a beneficio da matriz de & Jos de ^ n
Seguir eos
guei Julia, por
prompla, par o resto e passageiros, para os quaes
ofereca Mollentes coramodos: tma-se com os
seas consignatarios Thomat de Aojaino Fonceca
& C i rna do Vigario n. 19 ou cota o capitao na
praca.
1SIL01S.
LKIIilO
De 6 venezianas novas e 2 revolveres,
57 eitfos do Lhyli, 300 calimbos
americanos
6 do correte as 11 horas.
No armatem da praea do Commercio a. 48.
IEILAO
De 94 grozas de botOes de, ouco para pale-
sots, 4 ditas e natal, 19 laixas d'agua
de folonia, cojos abjectos sero vendidos
porcontaji risco d que pertenter.
' aWV
No armaiem da pra^a do Commercio n, 48
LGIliAai
De movis, relogios, caadieiros a gas,
joiai He Miran prata e oulros ni Hi-
tos abjectos de gosto.
HOJTE
6 do torrente as 11 horas.
No armatem da praca do Commercio n. 48.
Importante leitao
du arnazem- de gneros e molhados si-
to na ana de Imperador n. 46
Quiata-feira 7 do corrate.
O propnetario deste grande armazem tendo de
^'Precraa-ae dV nma
' a rna Direita o. 106.
pawicoeinbar : a tra
COMPAXH1A im\sn.i;ia \
M. Buarqtte de Macelo.
Secretario. _
"" O Illra. Sr. Inspectnr da thesouraria provin-
cial em camprimento da resolocao da junta da fa-
zenda manda azer publico que se coutrata por
tempo de 3 mezes, a contar do 1 de jolho ao al
timo de setembro prximo vindouro o fornecimen-
to de alimentario e dietas dos presos pobres da
casa de detenco, servindo de base arrematadlo
os precos seguintes :
Domingo, almogo e jantar 380
Segunda-feira dem idem 380
Terca-feira dem idem 380
Qnartafeira vdem idem 360
Qatnta-felra idem dem 380
Sexta-feira idra dem 340
Sabbado idem idem 340
Dietas.
N. I...... 380
N. 2...... 400
W. 3...... 640
N. 4...... 400
N. 8...... 400
DB
Instrnceo primaria.
A professora publica da 3.a cadeira da freguezia
da Boa-Vista taz sciente aos pas de familias que
reudou sua residencia para o Corredor do Bispo,
casa que tem um oltizeiro no portao, onde contina
no exercicio de seu magisterio.
Recie l. de jnnho de 1866.
A professora publica,
SopMa Guilhermim de Helio.
loucas, vinhos engarrafados de diversas qualida- Quera aonunciou dar i 0005 sobre hypotbe-
des, licores, terreja?, armaci,flandres, fiteiros en- ca dirija se a ra do Nogueira n. 36, 2" andar.
grande, i guar
serlo pagos urna hora depois da extrasjffc
at as 3 horas da tarde, e os otHfoe dejjjpii
da distribuicSodas listas.
As encommeodas sero guardadas se-
ment at a noitetta vespera da extracclo.
O tbeaoureiro,
______Antoj W)dr%n^s de gtpu.
a boto a rogari^
DE
Bartothomeo C.
31Ra da Razana Larga34
VENDE-SE
Preparados da America
Do Dr. Radways:
Pilulas reguladoras.
Prompto alivio.
Resolutivo renovador.
DoDf. Ayeir:
Salsa parrilha.
Pilulas catharticas.
Xarope pei toral de cereja.
De Lammam & Kemp.
Verdadeira salsa parrilha de Bristol.
Pilulas assucaradas.
Pastilhas vermfugas.
Ole puro de (gado de bacalho.
Xarope pectoral de anacahuita.
Agu i florido.

vidra^ados, gaz, canteiros, 1 cofre
naflIlCTCC 1 II ItDnO da livros, carteiras, mesas etc.
rflulit. I tu A I Mi Ull Este estabalecimento actia-se rauito proprio pa-
Dos portos do norte esperado ra se'fazer interesse, pois que o lugar um dos
atodial6docorrenteovapor To- melbores em ama das prlmeiras ra?, e muito
canfns,commandanteocapitote-, bem afreguezada, segura-se a casa a quera tea-
nente Farias, o qual depois da de-, clonar comprar era um so lote, o que tera' lagar
mora do costume seguir para os qnlnta feira 7 do correte pelas 10 horas da ma-
portos do sol.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
eargaque o vapor poder conduzir, a quar nevera'
ser embarcada no dia de sua chegada, encommeo-
das e dinbeiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras ; as passagens s serao recebidas na agencia
ra da Cruz n. 1 escriptorio de Antonio Luiz de
Oliveira Azeveao & C.
COMPtNlt IllStSILEIHV
DE
P\QVKTES A VAPOR.
' Dos portos do sai espesado-
3l o un 14 do corrente um d >s
vaprenle comoaania, o qoal, de-
pois-V4ara p>cotume..9eoi-
r para os portos do norte. Des-
de j recebem-se passageiros, e engaja-se a ca,rga
que o vapor poder conduzir, a q'ial de ver se am-
bareada no dia da sua chegada; encommenlase di-
nbeiro a frete at o dia da sua sahida as 2 horas;
na agencia ra
da Croz o. 1, escriptorio de Antonio Luiz de Oli-
veira Aievedo & C.
nha no mesmo armazem ra do Imperador
46, achando-se o balanco em mao do agente.
As pessoas que se propozerem a contratar dito
ornecimentoapresentem soas propostas em cartas
fechadas no dia 14 de juubo prximo vindouro, ao i as passagens s serao recibida;
meio dia na mesma thesouraria onde encontrarao
as tabellas dos fornecl.Tientos e condicgdes com
que d-vem effectuar o mesmo contrato sendo ha-
bilitados previamente os fiadores. E para constar
se manden publicar o presente pelo jornal.
Secretarla da thesouraria provincial de Pernam-
buco 29 de maio de 1860.
O oOicial da secretarla,
Misuel Affonso Ferreira.
Para Lisboa
O lllm. Sr. inspector da thesouraria prouin>-
cial, em cumprimento da resoluco da junta de
azenda, manda fazer publico que no dia 14 de
junho prximo vindouro, perante a mesma junta,
se ha de arrematar a quem por menos bzer, o>for-
necimento dos medicamentos e utencis para a en-
fermara da casa de detengo desta cidade, por
wropo de um auno, a cootar do 1 de julho do cor-
rente anno, ao fim de junho de 1867.
As pessoas que se propoierem a esta arremata-
cao compare^am na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima indicado, pelo meto dia, com-
petentemente habilitadas, onde acharo presentes
os formularios e condic^s da arrematajo.
E para constar se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernaal-
buco 29 de maio de 1866.O offlcial da secretaria
Miguel Affonso Ferreira.
O IMm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em curaprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 28 do correte, manda fa-
zer publico, que no dia 14 de junho prximo vin-
douro vito englobadaraente a' praca paraseiem ar-
rematadas as obras da estrada e passadico do Cam-
po Grannde, com o augmento de 15 0/0 no valor
dos respectivos orcamentos ; os quaes sendo da
importancia de 8:0005, cara elevados a 9;200$.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 29 de maio de 1866.O offleiat da secretaria
Miguel Aflonso Ferreira.
~ O administrador da recebederia de rendas
internas geraes declara que no corrente mez de
jnnho que os devedores da dcima das corporaces
de mao mona, do imposto de 20 0/0 sobre tojas e
mais estabelecimentos coramerciaej, do imposto
especial sobre perfumaras, casas de movis e rou-
pa fabricados em paiz estrangeiro devem pagar,
livre de multa, o 2 semestre do exercicio corren-
te, e qu<>, lindo o referido mez, sao obrigados a'
multa de 3 0[0
Ilecebedoria de Pernambuco 1 de jonno de 1866.
Manoel Carneiro de Sooza Lacerda.
Seguir com toda brevidade a barca portugueza
Marianna I por ter parte de sua carga carga en-
gajada, para o resto e passageiros para os qnaes
offereee excelentes eomraodos : trata-se com os
seus consignatarios Thomaz de Ayuno Fonceca
4 C. ra do Vlgarlo a. 19 ou com o capUo na
praca.
Companhia de paquetes a vapor eatre
os Estados-t'Bidos e o Brasil
At o dia 9 do
corrente espera-
se dos portos do
sol o vapor ame-
ricano OT-f h
America, coro-
mandante Tim-
mermann, o qual
depois da demo-
ra do costume seguir para New-York tocando no
Para e S. Thomaz. Para fretes e passagens trata se
com os agentes Henry Forster dt C, ra do Tra-
piche n, 8. ____________________
COMPANHIA PERiNAMBUCANA
DE
Kave^aco costeira por vapor.
Para Aracaj e escalas.
Segu no dia 14 o vapor Pa-
rahyba, coramandante Martins.
Recebe carga af o dia 13, en-
commeodas, dinheiro a frete e
passageiros at o da da sahida
is 3 horas da tarde : escriptorio no Forte do Ma-
tos n. 1.
n.
De importantes meis, prata. jolas,
livros, escraYo>e um sitio na Ca-
ania.
Sendo ama raobllia de Jacaranda constando de
12 cadeiras de guarnicao, 1 sof urna mesa re-
donda, 4 canslos cara pedra, 2 cadeira de batan-
eo, 2 bonitos aspemos, um excelente piano, 12
cadeiras de bracos americanas, urna grande, es-
tante envtdranadajtara livros, nm armarlo envi-
dragado, um toifl-t, 2 Ruardafoopa* de amar- lio,
2 guarda louga, urna rica cama de Jacaranda com
cortinados, urna dita de amarelle, 12 cadeiras de
Jacaranda, 12 ditas de amarello, 2 cad*iras de bs-
lancO, 2 consolos de amarello, marquezas, camas
de ferro, camas de vento, 3 ricos caodelabros ora-
teados, diversos aparelbo, garrafas, campoteiras,
copos, clices, garfos, Tafia*, trem de. cosioha, um .
importante quadro a oleo, 200 volumes obras en
DOrtUgueZ. frailMZ (ores bem como IGarre, Alexandie Uereulano ei
outros, prata, diversos obyectos de ouro, vinhwj
Caixeiro
Na fabrica de bolachas a vapor da ra Direita
a. 84, precisa se de um caixeiro que certifique a
sua conduela.
' Por d.elibaracuo do irmo ministro convido a
todas as pessoas que se quizerera encarrogar da
reedificado do predio n. 5 ra do Livrv ment,
perteucente a veneravel ordem terceira deS. Fran-
cisco a apreseatarem qoaot > ante as suas propos-
tas em carta fechada a> consistorio da mesma
ordem.
Secretaria 4 de jonho de 186*5.
Jeronymo Emiliano de H. Castro,
Secretario.
raeiaida-
dos Pra-
Precjsa-se albgar urna escrava de
de e qae possa vendar na ra : na ra
zeres n. 18 ou quem tiver annuncie.
Quem precisar de oou pessoa habilitada, pa-
ra eosinar primeira lettras, e soliejo de msica,
alaw&mtgenbo muito perto desta praca ; onna>
otralar no colegia dos orphos das 2
d* urde em diaate, que aw achara' o pro-
r de mostea do dito colegio, o qual indicara'
quem a possoa- que para este tim se presta.
P*bm Ifo drt de junho da porta da ma-
tris da Boa-Vista at dentro da igreja, urna' pulsei-
r de pedra pret*s do neme nix, quadradas
cravadas em ouro, em cima nm feiso redondo,
cravada com perolas grandes e rubios, quem a ti-
ver acnao, leve a eas de D. Emilia de lloraes
Gomes Ferreira, no sen sitio do Mondego, qae sera'
bem recompensado.
O abaix/) nsaiqsftd* ten oatMia dd a/ie a Sr*
D. Mari* Cordiro pmtend vendar o a^genho S.
Man*?! sito *J r*rmcr> e roroarfa ro Kio'Formosp,
pelo presente previne a quem ioleressar possa que
seraelhant* negocio n*) MKb ter lugar, por quanio
-feito em fraude do; diraitos do absizo assignado
que sendo credor da un-sua s^nbora em quaotia
suierior a ngve cornos de re* pot parte da qual
ja Ihe propoz aecao em jnico-e tena de propor Ihe-a
pelo resto, nao possue ella omOns l>ens qoe garan-
tan) esse debito, tanto mus quanto alm desta di-
vid* tea o abaixo ast*^oado nata eseeugo que se
aena aaswxa ao auto* do mvemario do finado
Manoel Jos Gongatves- Braga e do qual a mesma
senhora appertn trat hoje nao eui iou dos termos
de-appellacao pv*-d**k-arte contrariar o afcaixo
assignado, que brerormdo a t')dos pelo presente
**W0*1 en^n^.vf^n|ente cha-
rnnr tlpNiaiica, ij> Idim m *ffia> engentn
rVlMif lW4Je>aifto-|riolc. tnlntxa>4 garanta
do seu debito.
Recife 5 de junho de 18tft.
_______________it^noej Ju- de OJireir.
Preinta-ee de um trabaihador para vender
pao : na roa Real do Maottuioho n. 2o.
Ama deleite
Precisa-se. de urna ama que leoaa bem leite e
em abundancia., nao se olha a, rpres, para criar
urna menina e tomar eoot da roapa da mesma :
quea pretender dirija-se ao becco do Peine frito
n. ;i, iaberna,,que se dir,' quem precisa.
todo o servico : na,
-i- Aluga-se um preto para
ra do Aragao n. 43J______
Alfeu Odn da Cunha Goiana, participa ao
respeitavel publico que elle naaa deve a Joo Luiz
Ribeiro de Farias, e que a taberna cita na roa da
Palma n. 41 sua, e nao de Octavio da C. Goiana,
embora assim fusse jujeado pelo juiz de paz da frer
guezja de Santo ArnBiq, que aptasentando o anr
nuucfante vinte e tantos documentos-como fra re-
cibos de aluguel da casa, ImpoSfos ge/a), provin-
cial .e- cmara monletpal, recibos e cotas dos fa-
plcSeiros, tudp iak) foi pouoo pira.0'diio juiz jai*
gar que Octavio da Cuaba Giana tinha parte na
referida taberna, pois publico e notorio que avis-
ta dos documentos que o annuocianle apresentoa
ser a taberna sua e nao de Octavio da Cuaba G da-
a, ane simples caixeiro. .
Preparam-se band-eijas eom bolinbos de di-
versas qualidades: ImIIo da mandioca, bullo inglez,
franeez, pudim e pao-da-l; na na Direita n. 27,
segunda andar.____________^^^^^
, Alog -se a casa terrea n. 4 da ra do Ns-
ceate : a tratar no escriptorio de Joo Qulnno de
Agullar & C, ra da Cadeia n. 62, 1* andar.
Precfsa-se de um criado fiel para osa de
pouca familia : po Corredor do Rispo, sexta casa
vindo da roa dos Pires, lado esquerdo.________
Jos Soares Monteiro retira se para villa do
Cabo desta provincia, e den t como seu bastante
procurador a Jojg Felicio doi Santos Reis.______
' Precisa-se de u'ra'a ama par casa de urna s
pe'soa.: na ma da Trineheiras n. 17._____
Precisa-se de ara amissjor boro que enten-
da bem de maesas ; na wtarJ lo Chora-menino.
'' L'.Ta yiav prclsk He 200i|' m o"'sea meio
sido pana-wceber * alwmar esta quan-
tia: quem tiver dirijr*e 4 esta iyiogrkphta em
.carta.fechada com as iniciaos A.B P
no da 20 de maio correte um moleque de nome
Gregorio, leudo idade de 20 anno-. com os segua-
les signaes : cor preta, altnra regular, sem barba,
cara enrta, denles alvos, ps grandes e juntas en-
cbadas, levou vestido eamisa de algedo azul tran-
Jido, caiga escura do cachemira e chap) de bata
e cor, copa baixa e redonda, a moderna quem
apprebende-lo queira ter a bondade de entrega-lo
no convento do Carmo ao seu senbor Jos Jaciu
tho, pulo que s>r gratificado.
Eogenho para arrendar.
Arrenda-se o engeoho Qoiaorobo, em Santo A-
maro de Jaboato, o qual tem muitas e excellentes
trras e ptimas matas : a tratar ua ra do Seve
(ilba dos Ratos), sobrado confronte ao ahajarte.
Menino
O solicitador Podro Alexandrioo da Costa Macha-
do prensa de um rapaz de l a 11 annos para ser
ajudanle: a tratar na rna Direita u. 68, primeiro
andar.
'
Para o P rto.
Exposicao agrcola e industrial da
Pai-ahyba.
Devr-ndo ter logar no da 5 de agosto prximo,
na capital da Parauyba, a exposigao agrcola d in-
dustrial, o abaixo a-slgnjdo, encarregado pela
commiss* directora, de promover a aeqo4icSo de
objectos o'arle, on arligos de industria dos para-
bvbanos aqui residentes, declara e pede pela pre-
sente aquelles que desejarem, concorrer para autor
brilhamismo da referida exposiclo, qne tenUai a
bondad a de dirigir-se a rna do Imperador n. 75 2*
andar, das 7 as 9 horas da manbaa, e das Ada
tarte as 8 horas danoite, oode o abaixo aesjnado,
nao somsote dar' as informales precisas sobre o
Iranspoite dos objeotos que se destinaren a refe-
rida exDiscao (enja remessas devev har (ellas
at a dia 21 de jolbo oroximo>, como tarabea for-
necera' a materia prima aquellas senhores exposi-
tores- cujas circamstanctas assim o exigirem.
fio Recife, podero igualmente eotender-se com
o lllm Sr. Antonio Jos da Silva Brasil, na rna da
Madre Deo" g. 23.
l'ernamboco, 22 de malo de 1866.
Jastino Jos de Sonta Campos.
_ De oTdem do Uta. Sr. inspector da tbesonra-
ria de fatenda d Pernambuco esta provina, se
faz puMfco,. qne tem de ser contratado perante a
A muito veleira barc portugueza ARMINDA,
capltao Antonio Francisco da Silva Nuoes, deve
seguir com muita brevidade em direttura para o
Porto, ja tem a maior parte do earregamenlo
prompto e para o resto qae Ibe falta e passageiros
trata-se com o capilao ou com os consignatarios
Marques, Barros & C, no largo do Corpo Santo
n. 6.__________________________________
Para o Porto por
Lisboa m
A vdeira a bem conbecida barca portugueza
Tentador, preteode seguir om muita brevidade,
tan parte da sea carregamenta engajada; (ter* o
renta qa* Ihe falta trata-aneans seus coasif unta-
rles Antonio Luiz de Oliveira.Aatvedo & ti., ao asa
escriptorio na rna da Cn n.
cerveja, licores etc.
Estevao, pardo.
Jacob, de nagao.
Um sitio na Capung ra das Pernarabucanas
junto ao sitio que foi do Capistcapp, cora grande
casa de vrvenda* jardim e diversos arvoredos.
Doroiogos Rodrgaos de Andrade lendo de reti-
rar-ce para Europa fan lei|io dtfs- movis, escrr,-
vos e sitio da Cipunga por intervenga j do agente
Martins. .
1 balaoga romana de 1,500 Hbras de peso.
1 dita de braco Rom&o com pesos.
2 carteiras de amarello.
Caixes de deposito para assncar.
Qaintarfeira 7 do correte.
i Ao sobrado da ra da Cruz n. 33, as 10 horas
em ponto. _______ _____________
LEILAO
Sexta-feira 8 de jonho.
Pelo agente Eazebio.
Se vender' urna mobilia de Jacaranda.
Urna casa terrea n. 30 a ra do Aragao.
Urna dita n. 71 na ra davPalma.
Os pretendemos queiram ir examinar com ante-
cedencia aflm de fazer urna compra favoravel.na-
queliadiaeas 11 boras na ra da Cadeia n. 55,
pnmeiro andar.
ttenQUo.
Precisase de orna ama para casa de familia, que.
faga o servigo ordinario da mesma : na ra da
Imperatriz loja de pintor n. 82. >
Attenco.
Quem tiver algum sitio com bastante terreno,
sen-lo pprlo da cidade, e queira vender ou arren-
dar, dirija se a rna dos Pires, sobrado n. 37, que
achara com quero traa r. _______________
~ ffrece-.'ft orna pessoa habilitada para co-
bracieas Desta jiraca, dando fiador de sua cqnduc-
a : 4 iraiar oa ru* ao codorniz n. ti a.
nm* ritmos
Sortimento de papis pintarlos e
linda guamices para forrar casas.
3H LIBRARA franceza.
N. f>. Ra do Crespo N. 9.
iinuDCi-dD
Um rapaz eom bslvlrtagoes necessarias offerece-
ce para c*xeiro de cobningas nesta cidade, o qual
sa' eeotitcimento a sua conducta : quem preeisar
dirija-se ao pateo da Santa Cruz o. 3, que achara'
dora qaero tratar.
Precisa-se de um araassador: na padaria de
Lentz, aira* da fundicio du Star._______
Ama
AVISOS DIVERSOS
O abaixo assignado desej a fallar com
a pessoa que, tendo trazido do Maranha*
urna carta e diversos papis, s se dignou
mandar-lhe entregar, por terceira pessa, a.
cirta, ficaado-a com os demais papis Re-
cife, 5d: junho de 1866.
Dr. Manoel de FigueVda Faria.
Precisa-se de uraa ama para comprar e cozinhar
para urna pessoa s : ua rna da Cruz n. 13, pri-
meiro andar. ___________
Aluga-se urna pequea casa cora 2 qnartos,
quintal com cacimba, por i0& mensaes; na ra
do Gazometro, confronte ao portao da fabrica do
gaz, lado lateral.____________
No da 26 de maio fugio o cabra de nome
Xieacio que as vezes troca o noroe para Manoel,
tera 20annos, nao tem barba, desdentado, tinto
c... t.oiu cuma em cima, e nm tamo pancwiu e
assim como cambado de urna perna, tem as costas
com cicatrizes de pea, baico, porm encorpado,
vestido com camisa de algodao e caiga de brira es-
curo : quem o pegar entregar a sea senhor, na
ra da Uia ti. 3i, quo ?cra reoonnoacado.
Feitor.
de
da
Precisa-se de nm feitor* qae tenha pratica
planlagoes de arvoredos : a tratar no armazem
roa estreita do Rosario ". 0 _________^___
Ama
Offerece-se nma ama para todo o sefvigo de urna
casa, a excepgao de engOTmado : quem precisar
dirija-se ao becco do Padre n. 14, sobrado._____
Cartas do Rio Grande do Vorlc.
O IMm. Sr. Augusto J laquim de Camino tem
cartas reo'mru-'udadas no e>cript'-rio do Forte do
Hatt n. 1.
A festa de S. Ivo t^-r^ lu; r no da 10 do
corrent, o progatnina da f#a sera' oportunamen-
te annnnciado^__________________________
Precisa-se de um menino para caixeiro de
taberna, a' tratar na ra Imper&l_n. 255._____
ttenc.
Quem no dia 4 do enrrente na alfandega, perdea
algam dinheiro, diaenlo a especie e qaantia certa
que foi, pagand i as di^pezas dos aaauncios, po procurar na ra da l.np-r .tr:z n- i qu lh sera'
entregue.
PatacM Joie iie Higueircan lutfj o* sens
manos e manas e mais raerobros da familia
cordialmente ngradecem a todos os lllms.
Srs. qae as-istram aos ulmos suffragios
por alma de seu mu presado pai Antonio
Jos de Figueiredo, tetes ja convida nao s
aos mesmos senhores como aos demais ami
go* e parentes para assistirem a mlssa do
stimo dia que tera lugar np convento do
Carmo sabbado 9 do corrente das 5 para 6
horas da roanhSa.
_am2__Ran-BBc-an_anv_BKi
Precisa-se de urna ama para o servigo inter-
no e externo de urna casa de p do Livramenton. ti._____________
Qnem precisar de urna ama para casa d
bomem olteiro ou de pouca familia, dirija-se a*
ra larga do Rosario n. 37, 2o andar.
ti
tenco
Na ra da Lmneratri: n. 6, 3o andar, existe urna
carta vinda da Europa para os Srs. Drs. Antonio
Joaqmra Moraes e Silva e Jos Reroardo Galvo
Alcoforado.
Cezinbeira
'~
is
I.
Precisa-se de urna ama qae seja de bous cosa-
nles para o servigo domesiieo de uma casa de fa-
milia : a tratar na roa da Cruz n. 42.
Precisa-se de uma ama para
gommar para nma casa de
praga da Independencia n. 30.
cozinhar e en
pouca familia : na
Precisa-se alugar uma escrava de boa
costuraos para o servico interno de casa de
familia ou aaa moleque de idade de 12 a
44aono8 ; a ra do Sol n. 81.
yeattaar ama eecrava qne lean
bea condola e saar vieia ejne saja boa enfem-
m*d.eir:.a3.rua das tJriiws a. 36, DrbseiCO an-
dar, prnaise bm ordenadn..
para o e Janeiro.
O veleiro e bem conhecido brigue Adelaide,
pretende sabir com muita brevidade por ter a
maior parte do carrejjanjeatQ egj^d e
poaco fie'ne fatra e escravosj. frete, trata
o cansanatario Joaqui
ra dolvigario o. 17 p
i-se
Instituto Archeologico e Getv
praphico ternarabucano
Haver sesso ordinaria qoiata-feira 7 do cor*
rente, pelas 11 huras da manb-
ORDEM DO DIA.
RecepgSo solemne do Sr. Dr. Francisco Manoel
Rapos? daaimeida, cano socio c_ecti_H
Casa
*_
rna de lape-
'!. 'l^aa_.tik*i**%
seguir) com brevid
Jfariamia, de primeira
construida; tem prompta
^Li^-_i_%
Relatnos e pareceres de cemqnasoe*.
Secretarte do tatftuto 4 dejnna|e 1868.
J. Soares oe.-aaive.do
i__________________Secretaria par pet uo.
-r Compra-s um sobrado em bom es i
tadov de um a tres andaros, as ras sej
guintes: Cadeia, Cruz, Trapiebe, Impera-
isjjo, CabujM, oyavQueimado, Cru-I
_entoj larga do f osario e Hor.j
deite carta echada com a
. na livraria n, S da praca da
de commissao de esc ra vos na
"Recebem-se escravos tanto do mat0 ooroo da
praca para serem veo*W* por qamaiissaat' fi_lan-
ga-s o bom trtame* e ^sigananeafarar^lfe am-
mos. O abaixo assignado nao poupa eaje*cg* afia
de os vender com promptidao, nafta lsna cava
ha sempno paa vwder esenaw o>aaihoo senas.
Antonio Jos V. de Sonzi.
Precisase de uma ama forra ou captiva para
cozinhar o diario de uma casa de rapazes soltei-
ros, preferindo-se de idade, e que seja lirapa na
cozinha ; na rna do Crespo n. 21.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & Cl tet 1
para vender no sen escriptorio, roa da Crar n. 1, .
viaho do Ndo em eaiaa a ova, te tnmbmgie;. AriWOS d^ earao
oola da Babia soperior.
m- Arrenda se uta
g1, cora trras dejpli
anotes de frocto; na
XAROPE
PEIT0RAL E DULCIFICANTE
DE
Preparado por GRIMAULTdrC* pbarma-
tceuticos de S. A. I. oprincipe Napoleo.
Cura rpida das molestias seguales:
tosse, catarrhos, pleuresa, coqueluche, an-
ginas, fortes constipares, irritaces dos bro-
aeheos e do peito, bronchite, pbtysica pulmo-
nar, astma,pneumona, anginas, amygdalites,
tosse chronica, rouquidSo.
Os mdicos recommendam so mesmo tem
oo o uso das excellentes pastilhas peitoraes
oo:ii o suco da alface o laureiro-ceeejo, que
se preparam no mesmo estebelecimeato.
Jl venda as pharmacias de Maurer e A.
Caora.________________________________
Smuet Powtr T0Hston i Companhia
Roa rftt SeOTatalvort n\ f.
k TT *F aasNciA da
rlt;la ilr Low Moer.
a^pas a vapor de 4 e 6 cavallos,
oradas, e. mwas moendas nara eni|enho.
lixao'de forro cotfdr> a baHfe parajenge-
nbo.
E
classe, e recentemenie para Portugal, e deia por seus te
a rocicf jil| Jtoaju nmaaia cidade aos Srs. Jos A
carregamento; e para o restante Tpassaaelroe, mingos Antonio da Silva Belris.
de Souza
Imeida retira-
siantes procura-
Ivs Lima e Do-
eriptoriorn. t.
Preclsa-se de nma ama, > ,te,itej,na. paca, A&.i
[Corpo Santo n. 17._________________
famwr ra
mb a nfjoscavallo*
Relogios de ouro nataate inajjai'
rrt>;Ajado#aavortqMfti;y T_Itjtj j
J&piSuffifiia^ Machinas para di^t^toca' atgodo.
do Imperado* b? Moeres para dfov
Macbiaas do oatura.
u/as _
para os qnaes tem excellentes
com Manoel Ignacio de OM^tra-
do Corlo Santo n. 19, saaV
lo na prag.
n
PwLpPara
UU.
mesma thesouraria, por quem menos o flzer, o for- pretendje seajiir nAStes qiio.djas nnaUcb) porio,-.
necimento a' enlernaria militar desta capital, des-1 gaez s Jorge de Aveiro, o goal tem proapwiWne
- de dezem-, de sea aarrejameote-: par a Wsto q ine nfui.
ja- Mfre^frse uma mulblr para casa do
flftilij Itrapira para tolo o servico '
orlas a dentro: quem precisar anntii
ara ser procurado._______1
e
n aipia-f*! aa#na
|aanan y^ndas^.n^t
uma
*sa: na ra
de a approvagio do contrato al o
bro deste a*n^.
O pretendentes devtrio dirigir _iprOfa$tas
m caria* (eabadac aa lila. Sr. ioepeetor ate as 10
boras do da 1 i lo .enreat nm; o a_*lbes-ha
franquea Jo na tbesonrarja o fuiauLuia'gan cen-
tm os roedicamcnlas ireparadQS e os seus prados,
a Ora de qoe jojpo. regoiar-se pas raspectivas
propOlUS. P-"'* tcC tmHfV j^aannfarla, as
condigoes do contrata.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, ea 4 da junho de 466$.-- Servalo le offl-
cial Interino. Manovetof Ptnf.
trata-se com os seos coneifnntartos A_oaio L|iz
de Oliveira Azeveda A C, ae- wu escrWvrja rBfc
da Crut n. 1. ^___
-----^T
'I I
: i- 'i
, iw Vaieoie, |aiCr.ox,jai
Lnit Paofei Xejie,. calada
P
Ti
Pretende seguir com mni^a pxavidae a vejjejra'
sumaca nacional Hortencia, anual tem parte de '
falta trata-se com os sus consignatarios Antonio
Luiz de 0liwir3 Aze^te*C>, era seo-ewiittrtoi
roa da Crut o.!.
Europa.
brasileiro, va
r^aOWrrl. ,. ~f", ,_____-----------------
afta le Carpa
'flantej
Pr odem da nie_ jgeora aonvido a todos a
fraila ti n
cosinhe cora perfeicao para uma casa de ramilla
a iraiar na ra da Crac n. 8,. tarceko andar.
aaaaaaat?as
O Dr. Migusl Joaquim de Lastro Mas-
ontits itoa x sna refMencia a rae
Sol par* a da Inaperatrzjn. 8\. entr%.
oode contioaa
________ i_e_i
estui.e p/atica das moiesiiis de ntercM
de meninos, da oob*u gratis bos pobrip
laa 9. horas as 40 da maaba,_
ompanhia fldelrdatjV ,_v..:. MjtMmos e terrestres
estabelecida no Ro de Janeiro
aoawiaj
'n_
Aniuaia {.ata de Oliveira aieveso k C,
competentemente antorisados pela direc-
tora la companhia de segaros Fidelida-
tomamsegoros.de navio*, mercado-
i e otadlos ao ten esatiaterin roa r
PH0T0GB4PHIA
artstica ameeioana
RA DO IMPERADOR N. 38.
Artrite.anfricano
Artista americano.
Artista a/avicano.
Artista americano.
RetratosRetratos ^.Retrat*-s.
Em porcelanaNiepcotypie.
Em lencosArchroiypie.
Em vidroAmbrotypie.
Em metal=Daguerreotyp;e.
Em papelTalbotypie.
No grande salSo da rna do imperador n. 38
No grande salo da ra dolmperador n. 38
Neste estabelecimeoto tiranj-se retratos
em todos os systemas eom as*eio e promp-
tido, desde as nove horas da mauha
at as cinco da tarde ; assim como tem
sempre a venda grande sortimento de cai-
xas fina de divwaw frnrras. Quadr's
oyaes Passepartouts e tidos os mais ob-
jectos e productos chimicos, relativos a ar-
te e recibidos n-rtimamerrte dos memores
fornecedores de PAR,IS e N.va- Yotk, ten-io
de tildo, para todo es goetos a para todos
os preces.
SalSo da ra do Imperador n. 38.
Salo da roa do Imperador n. 38.
pasta a xarope de ustda araba
E 1RIA!CIRB!VIER
>. atoa* _lt_rfnC*lw ^roenor d
j r4iH.*^__r>a>i*tJ^ai~* h<*
pUau de Pr, ?quMi eli_>H*lf &*u tuptio-
> mif* nilpamn*!. pUsiihi
RACA1#-T MI RABES
De arnitaaawsH
Onico olimenli) pprovtdo p*\t Aotmia dt Medlcin de
Parii. Blle reeiabeltctjJ jeialla que toflrem do *-
mat e dos utaiVSflSriTerUleee ei criescu e as poesas
dehililadas, alem aisso em Tlrtnde de soa propriedade ana-
" ome^^re|5_^a*Hf|aa^niae
cu -aaajaiajuia-' t va ^
Ra-ta-t-aLMaJa
Wnf-'**IW&* de Maurer e
Amenammto A_CMi*L___-' .- __
O desembargador Doria arrenda e iam*
ada frasco
limare o
em Parii.
cada caiilnha deataa praparacOes Ict#
Depositarloa no P*mana: Carkora;
tholoaa* a aiaa. __
Bar-
de
De*apparecen-n*4t*9 do corrente da ca
bem vende a soa chcara no Manguinho,bem
como vende duas parefhas de muas, tres
carros sendo nina, victoria, nm .corroe e um
de D. *-ma(H AnfiaU da Itocha Bastn a sa< cbrlOr* obOtO, trS Tactos' debite S0-
ewvo^y_aa_^ajr___^ ""!. _?"_:" do dua paidiif,:dQa bois da carroca e
DOOtt, 1
pinhado?, corpulaatoa aordo, com pouca oq ne- N
irmios acomoarecrara e$i nosso consitillnnama fcarba, ttanMIoaeo mata o majtos wdos os traaiea
o no di qutota-feira ? docorrepte, pelas 8 horaHlue representa ter mais, por ser basante carpa- cara : quem prOfenaer poan *r anrraar 9
ecedir-se aigqaM_Bja_M_di___B-iaaR____lm lo*- _m entender-se com o desembargador ou com
negocios de urgencia. ^awejlw-iolnairna e!o1|aalar!!'|a*!n o nnmien-
MaaaaiLatt Gongatves Ider i^e-o a ao* senhora na rna da Aarra n. W,
Escrivio. I qae sert recompensado. Ibrespo n. 1.
usas e cha-
o Sr. Jos dos Sanios Noves, na ra do
rNjEeeaa Ejttow.
Remedio iofallivel asagpowhea antigs
recen, tes, nico deposito" na pliaraacia
a da Gru n. 22 e ao^pre<;o d
fabri-
I ilEm



BUrta t H
la-arta fetra de
C 1866.
AGUA FLORIDA
MURR1U LANMAN
A agua florida de Murray 4 Lanmaif
olhada como am artigo de perfume, Dio
tem podido ser igualada pelas preparacoes
as mais custosas: conserva seu aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia to delicada, como elegan-
tes sao seus multiplicados usos, qur seja
empregada como artigo de toucador, qur
no uso do banho, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromatisar o
balito.
D suavidad, brilho e elasticidade as
compleicSes, depois dse haver lavado; al-
livia a irritaco de UTipces ordinarias; faz
desappjrecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sarda*, do rosto, rugas e toda a
FABRSil A VAPOR
99 HA DO MONfiEGO 99
Deposita n* ra Nova a. 59 laja de relojodro.
Delouche donos deste esUbelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa-
brica est montada comas melhores machinas que existem na Europa, e qoe pode
abricarcom melhor perfec3o possivel. Todo o chocolate de'sia fabrica est garantido, e
ipuro, o que nao se pde^ocontrar naquelle que vem de fra, e que se vende por preco
baixo, visto os productos serem do paiz. Na eliqceta tem sempre urna aguia.
PREgO.
Meia libra......... 400
Urna libra.......... 800
Urna arroba........19(5000
Na mesma fabca acaba de se montar urna officioa com serrara a vapor para
casta de ebulices, e d vigor e frescura a bs ae marcioeiria propriapara edificio, para p que enearreg:-se de fazer'portas, ja-
parte onde quer que se appiiqoe. Sua effi- deilas, assoalhos (parqu francez como se usa na Europa,) earmaces, ludo com brevi-
cieocia e elegancia s5o igualmente infalli- Q*de eperfeicio. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade,, entregando-se
veis nos casos em que seja preciso applica- prompta a collar-seno lugar,
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto excellen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffocac5o. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp, Nova York, e a venda por
Caors & Barbosa.
Joo -da C. Bravo & C.
deposito geral em Pernamnuco ra da
Cruz n.2% em casa de Caros
{tompanhia. / geral hespanfeok de seguras mirtilos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Om Sanca en inteiro, depositada ees cafres de estad*, garante a bu ad-
nD8lraca da comaaahia.
BANQUEIROS-DA COMPANHIA* DIRECCO GERAL
Banco de Hespanba | Madrid : Raa do Prado n. 19
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinaedes de sopervireacia dos seg
* sobre a vida. .
Nella pode se tazer a subscripto de maneira qoe em nenhum caso mesmo por morte do
e perca o capital nexo os jaren correspondentes a estes.
bao to suprehendenles os resultado* que prodosem as sociedades da ndole deA NACIO-
&tL'^oe anda ra&amo dtmlnuindo urna teroa, paite do interesse produzido em recentes liquida-
ceas-fctoaiinaodo-o com a mortatidade da tabella de Bepareieux que adoptada pela companhia
9W*^U* cautos e liquidacoes, em segurados de ifede de 3 at9 anuos, ama imposicao ancua.
prouiep ffectivo metlico:
No fim de 5 annqs.......1:119*300
de 10 .".......3:9*2e00
> aa 15........ 11:808*200
de 20........30:256*000
de 25........80:331*000
-as idades alores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consderaveis.
, .rospect e maie informacoes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia.
joaqtiJBi Fiuz de Oliveira, roadaCadeia n. 32, ou a Boa-Vista ra da Imperatrii n. 12, estabelcl-
mewo dos Srs. Ray muri, Carlos.Leite k Irmo.
ir I i 51. ff
AO GRANDE S. MAURICIO
PHOEOS APCRFEICOAflOS
PARA w
fingir, limpar e lustrar a vapor.
OEIISO Riia da Cruz n. l.
MARTIMOS

da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e mobilias :
na ra do Vgario n. 4, pavimento terreo.
i:ngoinma-sc
com asseio, promptidao e preces razoaveis: na roa
Augusta do, toja.
mmm mmmmm mmmmmm
fjf O Dr. Caroiino Francisco de Lima San- jH
K tos contina a morar na ra do Impera- y
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seo
gabinete de consullas medicas, logo ao W6
entrar, no pnmeiro.
O mesmo doutor; qne se tem dado ao I
estudo tanto das operaeSes como das mo- M
lestias internas, presta se a qualquer cha- y
mado, quer para dentro quer para fra s
da cidade. 3ft
Em casa de Theod Chrisliansen, ra do Tra
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil
*" "-"-Hotihnrp frre*. Rnripan. nMin.u../
fecti vstente deposito dos artigos seguiDtes:
St. Juiien.
St. Pierre
Larose.
Cbatean L-',.vi:ie.
Chileau Margaux. _------------------------------
Graod vin Ch.iTpau Lantte IS58.
Oateau Latine.
Haut Sauterue?.
Ihatean Saut^rnes.
Ohateau Lataur Blaoche.
'l^atean Y'jupm.
Cognac em tres qualldades.
Azeite doce. Precos de Bordeaux.
n.
Continua a baver diariamente um sortimento de pastis, podios, bolos inglezes,
empadas etc., etc. Os daaos deste estabelecmento, acbam-se as melhores condicoes
de poder satisfazer encommendas concernentes sea arte, em consequeucia do socio
Freita6 ter sido administrador chefe de algumas das princii aes fabricas na crie, sendo
urna a-do Sr. Jo5o Gonfalves GuimatSes (confeitaria do Le5o) antiga casa de Carceller.
Todos os trabalhos sao differentes dos que se fazem em casas particulares.
Os propietarios deste estabelecmento nao se tem ponpado a despezas, nem se
pouparao, se houver concorrencia como esperam ; tendo continuadamente bom sorti-
rAUTTD i Af,A ment de doces para cha; presuntos e ditos em fiambre, tambemse recebem para se-
LU1\ 1 KA r UllU irem preparados ; assim como doce de caj novo niperior, secco e orystalisado, dito em
A companhia Indemnsadora, estabeleci- calda em latas hermticamente fechadas, podendo dnrar annos em perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objectos; ban-
deijas ricamente enfeitadas sem armaf5o pecas da amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, pies de l enfeitados com disticos anlogos a qualquer fim; ditos montados,
kechs simples e enfeitados com fructas ingleza; gatheaux de la reine, ditos de le d-
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne; cremes e doces de ovos
de differentes especies.
Tambem tem um completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vnho
do Porto superior, Fisneira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeaux, Champagne fino, ser-
veja, licores, cbaropes e conservas. Para festas: bonitas caixinbas com amendoas, con-
feitos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
ondicionar tanto para a provincia, como para fra.
. t u FIGURAS
Acaoam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
baptisado, casamento, annos-, dilla a phantasia, benitos enfeites para bollos e circular pra-
tos de doces finos, todo por precos razoaveis.
Vende-se licores em duzia muito em conta.
29 Ra 7 de setemBro 29
Defionte da raa aova da Onvidor (Rio de Janeire)
Os propietarios deste estabelecmento, o primeiro no seu genero no Brasil, por
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na
Europa, e ajudados por alguns dos melhores officiaes de Paris e Ly5o, podem assegu-
rar seas freguezes urna perfei.o lo trabalho, a qual sen3o pode cfcegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai r perfeic5o e brevldade qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas limpam secco sem molbar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.
Precisase rte urna mulher forra de meia id a
(Je que se queira prestir a ser ama e fazer com-
parsa a orna seohora; a traur na ra do Qaei-
mado o. 69.
Na ra do Queimado por cima da loja
de cera, yfnde-se um fardamento completo
dar oficial.
As Pilulas Catharticas
DE AYER.
O purgante maU efeeax ati hoja conhcido.
Estas plalas bao puramente vey-
Ham, nao tendo na sua compo-
8I90 nem mtreurlo nem outro
Bgrediente mineral; sao Inno-
centes para as erUnf&s e peasoaa
mais deHeadas, ao mesmo tempo
qae, compostas coma sao de yegl-
tars mui Tortea, sao bastante acti-
vas e eCcazes para as pessoas mais
robustas.
TsUs pilulas catharticas purgio e puriOcio todo systema
bumuno em mercurio.
N3o se tem poupado trabalho nem despeza para levar estas
pula n um gro de perreco tal, que nada deixa a desejar;
sao o resultado de annos de estudos laboriosos e constantes.
Fura alcancar todas as rantagena que resulta* de uso de catbar-
ticos, tcm-se combinado sanente as clrtudet curativas das
plantas que sao empregadas na eaofecfao das pilulas. Sos
composico tal que aa enrermldades que esto ao alcance
de sua aeco, raras rexes podem resisti-las on evad las.
Suas propriedadea penetraatea explorao peoetrio, parifleo e
dao rigor todas as partes de orgs>nliaio humano; pois corrigen
a soa aioio viciada e Cu recuperar a so* vltalidade. Una das
consequencias dataa proprtodadea quoodrate,abatido de
dr e dekUldade physica, admirase d ancontrar, to depressa,
sua saude e energa recuperadas por meto d' om remedio to
simples e agradare!.
Aa molestias que esto ao seo alcance amo.
PritOo de entre Bhtunatltmo, D6r 4a mtsos, A Xerralgia,
F.nxtuxucca, IiuUguUo e mal da atomogo, HtaorrhoUlai,
PADECIMENTOS DO FIOASO,
Fthre gnstrg-htpaticm, Giutrlte, afeo-tes Bihosat Lombrigat,
Erytigela, Bydrtptia, lurdex, erguir purria!, e Piraiyiia.
No almanak e Manual de Saade do Dr. Ayer, que se publica
tiMososannoa para dlstrlbuieio gratuita, encontra-se uai tra-
tado sobre as diversas (toncas que esto ao alcance de
RK1CBDIOS PHOAJfTES.
Acua-se ea todas as Botieos si Drogaras do Imperio.
O Peitoral de Cereja
I>E ATES,
PASA A FBMPTA CVKA DA
LOJA DA FRAGATA AMAZONAS "
V. 5 Kaa (lo Queimado n, o,
MonteiroA Guimares, part cipam a todos os seus amigos e fi egnezes, que recebem
de conta propria por todos is vapores da Europa, grande e yariadissimo sortiiBento de
objaotoe deta novidarh, o. hflm a>sim adornos jiroprios para casamentes, pois que S us
correspondentes de Hamburgo, Paris e Londres, naes.lha de taes mercadorias tem
:merecida a approvaglo das encantadoras Pernambucanas.
a A Fra8?]a acaba de receber pelo ultimo vapor grande v?riedades de sedas de todas
as crese qualldades, tambem recebe por todos os vapores lavas de pellica, (do afamado
jouvn; saias de 15a com barras colloridas dp grande novidade na Europa, vestidos de
granadina bordados agulha, e de graede ton, ditos de popelina muito chiques, ditos
ae emeraldine (gostos novo?,) riquissimoscorlinados bordados a ponto deaocbet, ro-
tondas de seda, ditas de liona, ditas de algodSo, chales de guipour de seda, e de al-
go, ao, pentes para cok, (de phantasia) enfrites para ditos, nunguiloa bordados e
goiiinis, camisinas d. las, transparentes praNjantllas cora mni lindas paisagem, pre-
cies de apuradissim- s goslos e padres, chapeos de palha enfeitados pelas melhores flo-
ristas de Paris, enlremeios bordados finos de differentes larguras, riquissimos cintos
cordados com figuras chinezas, (tordado na mesma fita) bales de hasteas d'aco amei i-
canos, dittos de musselina, lapete pa/a guarnico de salas. padrQes muito bellos, chapeos
ae sol de seda para senhoras, ditos para hornera, eofeitds imperatriz Eugenia, ditos
a .Mana Fia, cestmnas com todos os pertences para meninos de escolla, saias bordadas
para senhoras, gollinhas bordadas rgosto novo) chitas escuras e claras, m;dapoloes, cam-
Draia de cor, ditas prelas, bolsas de tapete paraviagem, ditas de vaquetas para guardar
ainiieiro, e outras multas fazendas que se vendem por menos pr co que em outro qualquer
estabelecmento. .
CASA DA F0RT054.
ios 6:000^000.
BNbetes garantidos.
A a A ? CRESP0 23 E CASAS DO COSTMB
O abuzoassignado venden nos seas muito feli-
tes bilhetes garantidos da lotera que se acaboa
de estrahir, a beneflcio das fjmilias dos volanla-
rlos da patria, os fegaintes premios :
N. S469 am tneio com a g3rte de 6:000.
N. 2630 um meio coro a son de 1:200*}.
N. 2360 doos quioios com a soite de 5iO*V
N. 768 dou quintos com a >orte de 200?.
E ontras maltas sorles de lOOj, 40#, e 20*1.
Ospossaldores podem virreceber seus respec-
tivos premios semosdescontos das leisnacasa
a Fortuna ra de Crespo n. 23.
Acbam-se a renda os da 2 parre da 2* lo-
tera (66*) ir beneflcio da matriz de S. Jos do Re-
cite, que se extrbira* sexta-feira Spo corrente.
PREgO.
Bbetes.....6*000
Me'os...... 3.W00
Quintos. .... |200
Para ai tesseas qne eemprarea de 100($00l>
para cima.
Bilhetes.....5*500
eios......2J750
Quintos.....io
Maxoel Martiss Fiuza
* wm mmm mmm mmmm
CASA DE BACHOS
26 Paeo do Caria* 26.
Noste estabelecmento t5o impor-
tante para a saude e asseio do cor-
po, acham-se montados 20 banhei-
ros, que s5o servidos com a ordem
e asseio que para desejar-se. Qtia-
tro destes banheiros s5o especial-
mente reservados para senhoras e
por isto acbam-e collocados em lu-
gar reservado, aonde s tem entra-
da as pessoas de urna mesma fami-
lia.
PRECOS DE BANHOS AVULSOS.
i banho fri, morno ou de
chovisoo...... 5oo
1 dito de choque .... {OOO
I dito de farello....... |ooo
i dito aromatisado 1,5000
PREQOS POR ASSIGNATURA. K
30 banhos por mez fro, K
momo ou dechovisco. 10,^000 W
25 banhos com cartees pa- sgr
ra os memos .... lO^OCO S
12 ditos ditos ditos flOGO S
12 ditos ditos de choque. lO^CO
12 ditos ditos de farello.. 100C0
O estabelecmento estar afcerto SK
nos das uteis das 6 horas da ma-
Dbaa as 10 da noite, nos das san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
i
m
S
mmwmmmmmm
Cliocolate de Meaier.
CHOCO! ATE DE SALDE.
CHOCOLATE DE BAUNILHV
CHOCOLATE DE ClTRATO DE FERRO
CHOCOLATE LACTATO DE FERRO. '
Vende-se
ya botica e drogara
DE
^\

DE
METHODO
DO DR. CBABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
AS KNrikaUDAMS
PLUS DE
COPAHU
SOTIS,
CitraiU de ferr Chmfcle.
Xarope mai preferivel ao
| Copahiba e as Cube-
bu, cura mmediaUmeo-
te qualquier purgacao,
relaxacfto e dcbidade, e igualmente fluxos e
flores brancas das mnlberes. tmttt* *ie
c*s*ie. Esu Hjeccao benigna emprega-se mes-
mo lempo do xarope de citrato de ferro, urna m
de manbi, um vea de tarde durante tres dtas;
lia tegua a cura.
FABA O TEATAHENTO B MPTO CCRAT1VO
DN TODAS AS AFFECOS CUIANIAS, VI1LS
OEPURATIF
du SANG
ALTERACOES DO SASSSJE.
afeparati t de santae.
Xarope vegetai tem mer-
curio, o nico conhecido
e approrado para curar
con promptidao r radi-
calmente impigens, psjstnlas, herpes, sarna, co-
ixoes, acrimonia e alleracoes viciosas do un-
gne; Tirus, qualquer anecio venrea. Ba-
kM EmiBaeratM. Tomio-te dous por semana, te-
guindo o traumento depurativo. saa-
lliersjeslesi. De um efleito nuravilhoso bu af-
fceoes cutneas e comixoes.
smessisjrraiiisisin. pomada roe as cuna em
.-. t- ** aw... ... ... ._
3 das.
^vt,
DE
J. VIGNES.
IV. 55. RA DO IMPERADOR .V. 55.
Os pianos desta amiga fabrica sao hoje asss conhecidos para que seja necessario insistir sobre a
ina superiorldade, vantogens e garantas que oferecem aos compradores, qualldades estas incontesta-
eis que elles tem denitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca : pos-
mindo um teclado e machinismo que obedecen, todas as vontades e caprichos das pianista-! sem
nunca ralbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos ImprUn-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vows, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito asrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores. v 7 "'"^
Paein-se eonforme as encommendas, Unto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris socio
Borraspoadmte de i. Vignes, em cuja capitel forara sempre premiados em todas as exposiefies.
lo mesmo estabelecimento se achara sempre um expieodido e variado sortimento de msicas dos
Minores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido or
preoos commodose raioavets. n
B4RT1IOL4I.HEO I C.
-Ba do Rosarie larga3i
J8-
Jo5o da Silva Ramos, medico W
pela universidade de Coimbra, d ffl
consultas em sua casa das 9 as f?
11 horas da manhSa, e das i as 6
da tarde. Visita os doentes etn soasijE
casas regularmente as horas para M
isso designadas, salvo os casos or- i
genles, que serSo soccorridos em
qualquer occasi5o. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos-
| pital Pedro II, aonde encontrado
| diariamente das 6 s 8 horas da
I manhaa,
Tem sua casa de sade regular-
! mente montada para receber qual-
I quer doente, ainda mesmo os alie-
| nados, para o que tem commodos
t apropriados e nella pratica qualquer
opperago cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe. .3#000 diarios..
t Segunda dita___3^500 *
Terceira dita .25000 o
| Este estabelecimento j bem
| acreditado pelos bons servicos que
I tem prestado.
O propnetario espera que elle
B continu a merecer a confianza de
[que sempre tem gozado. I
Deposito na roa larga do Rosario botica de Barttaolomeu & C. n. 34.

nut, BronchU, Tiadost primaxi, Tulnionioa
pulmonar^., e toda, sai mols.Ua. do
Feito, assim oomo para allrlar
os .thicoi d*olara4os.
As preparai.es do Du. ATE* lio Is'lllll BM prindMtf
rogaras boticas 4o Imperio.
Vende-se em Pemambaco:
na
.PHARWAC1E FRANCAISE
deP.MADREI-
I RA NOVA N tU
mmwmmxwimm* wmm'mmmmmm-
B DEPOSITO DE CJL'CADO
SriHICiDO NA CASI DE DEANgl
Rata N#rai m. I.
Ah se encontrarao obras de di-
: Tersas qualidades, e por preco mui
**' diminutos, a retalho e em porces.
X S se vende a dinheiro.
wflaajKsla vcAHBasI rm9m
Quem tlver achado 2101 em sedulas, conten-
do olto de tO*. e cincoeote ea mi do, os quaes fo-
rara perdidos no *Ua aabbado a larde desde a re-
panico do sello ate o aterro da Boa-vitta, queira
entregar oa mesma repartleSo, va na Soledade a'
Manotl Antonio Sin.5es do 'Amara!, que gratificara
com generosdaoe.
GARRAX, DE LA1LHACAR 4
LIBRARIE FRAHCAlSEi
RA DO CRESPO N. 9.
Livros nacionaes e eslrangeiros.
Beligiao, dtreito, titteratura, etc.
Papelaria, objectos para escriptorio.j
Papis pintados para f< rrar casas. ]
Assignalura para os jornaes da Eu-J
ropa.
JCa ra do Crespo o. 18, segundo andar, Brfc.
cisa-e de ama ama de leite.
Grande sortimento de camas de
Cadeia do Recife, armazem r. t'O.
DE FERRO.
ferro lisas e com enfeites, vende se barato: aa ra da
Caixeiro.
Precisa-se de um rapai para eaixeiro de uiua ta-
berna ; a tratar na ra Imperial n. 37.
Na ra das Crasos n. 36 1" andar, precisa-
se de urna ama cora idade, nao. importando ser
forra ou captiva. _
Precisa-se de urna ama para coznhar e com-
prar para duas pessoas : na ra da Cadeja n. I,
armazem.________________
Precisa-se de um menino de It a 16 anno
para caixeiro de urna taberna na cidade da Vic-
toria : a tratar oa ra do Lvramento, armatem de
raoihados o. i.
Aviso-

.l:^.?.:it-;
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAUREB C.
PERNAMBUCO
Esta tinta recommenda-se pela ua cm-
poeicad e fluidez como a mellior e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as peanas de too, d at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos eto de
que se careca longa conservaca.
Rogase ao Sr. Tnomaz de Pigueiredo a honda-
de de apparecer na roa da Praia o. 23 a' tratar ne-
gocio de seu interesse.
WJECCIO E CPSULAS-
VEGETAES AO MATICO
GRIMAULT & C. PHARMACEUTICOS DE PARS
Novo tratamento preparado com as folhas
de matice, arvore do Per, para a cura rpi-
da e infallivel da ganorrhea sem receio al-
gum da contraego do canal ou da inflamma-
cao dos intestinos. O clebre doutor Ricord.
de Paris, tem renunciado, desde sua appari-
cSo.ao empergo de qualquer outro trata-
meato. Emprega-se a injeccao no comeco de
fluxo; as capsalas em todos os casos chroni-
cos e inveterado, que resistiram as prepara-
coes da copahiba e as injecces com base
metlica. _________________.
Na praca da Independencia o. 3?, loja d
oorives, compra-: e ouro, prata, e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e aualquer concert.
Trocam-se nous do banco do Brasil e das
cairas flliaes com descont ruoavel: aa praca da
ndependencia n. 12.
A
S. Antonio.
fJA apreciada mui procurada-tresena de glorio-
so S. Antonio, acna-se a venda na roa do Iperador
o. 1 Mrm de 8. Prancstco.__________
ise de aa feitor qne seia moco enao
tenha familia : na Ponte de Uehoa,'sitio do teen-
le-coronel Tnomaz Jos 4a Silva Gnemao.
Yeode-sa oa livraria franceza ra do Crespo e ra Nova n. 18 de
Criado.
Precisa-se de un criado de 10 a IS anoos: ea
roa Direfta n. 68,1* andar.

i
ZLm
sasassasas.
I mam 1
-M


BH
Diario de i ern&nbuco marta feir 4c Whinho de 1866.
&
MACHINAS AMERICANAS
verdadelras do fabricante X. Y. Canitonglu C.
Moinhos americaeos para moer oiilho. .
Na rus Nova n. 20 e 22, grande deposilo
das verdadeiras machinas americanas de todos
os f brcantes; se emontra neste deposito
grande porcJo de machinas, e se vendem por
menos preco do que em outra qualquer parte,
por se recber era direitora da Amrica; se
fornece todas as explicacoes netessarias ao
comprador para conservado das mesmas;
neste grande estabelecimento se encentra mu-
tos artigo? americanos, que muito deve agra-
dar aos agricultores que usam de taes artigos,
encontra-se tambera todas as collecces de de-
senhns sobre os quaes se aceita qualquer urna
encommenda, que com promptioao ser execli-
tada ; i este grande estabelecimento, encon-
tra-se em grosso e a retalho, -gr nde porgao
de fenigens, emiudezas que se vendem. por prego commodo, pedindo-se a atten5o
de todos para este estabelecimento que moito lacraro em fazer soas compras: na
ra Nota^. 20 Carnero Vianna.
\
COHTBS IE ME I A
Chegaram peh paqaete inglez riqaissimos cortes de moreantique de cores, e seda lavrada p-
res inteiramepte no-os.
Seda de quadros por IjjJOOO o covado
5RA DO CRESPO 5 ti
Gregorio Faeo do Amaral Jt Companhia.
FABRICA
NACIONAL

DE
VIOItOS
Estabelecimento na ra da Unifto n. 11
PROPRIETARIO MANOEL LOHBOS
No deposilo, ra do Carao d. 63, existe am grande aortimento de vid ros e crystaes, que se
vendem por precos mais baratos do que em qualquer parte : frascos de 1 at 8 libras, bocea larga e
bocea estreita ; copos de 6 corle?, de mela otava at meio qoartilho ; ditos de iOcortes, de ns. i e 2 ;
globo para lampedes de kerosene, lavrados, lapidados e foseados; ditos para candieiro de gaz; lam-
peoes de kerosene grandes e pequeos, lamparinas de metal; vasos para conteitaria com p e seta
elle,-grandes e pequeos ; ba mines para lampeos de kerosene de todas as -dimensoes; compoteiras
moldadas de cortes largos, escarradeiras de-cOres para salao, ditas de mo com aza, pequeas ; vento
sas e biche i ros, calizes moldados, copos lisos para agna e vinho, pratos moldados, redomas, garrafas
para vinho e agna, grandes e pequeas, ditas para Leroy, ditas para licores, ditas para minas, ditas
para agua de Colonia, ps para pianos, brancos e de cores, tubos para machinas a vaper, de crystal;
globos com goarnicao detnelal amarello, maniegueiras de vidro, vidros avalsos para galheteiros lapi-
dados, vidros para lampadas de igreja, g_altietas para mwsa, ditas para galheteiros, mangas para cas-
tices lisas, lvradas e lapidadas ; lampmees de parede para kerosene, ditos de pendurar; copos gra-
duados de i ate 16 com p e sem elle, acacenas para castigaes, chamins para lampeSes de aceite, ditas de cores para illa-
rainacoes, viprospara agua forte com rotna. Coropram-se vidros e crystaes quebrados.
O deposito desta fabrica em Pernambuco na ra da Imperalriz n. 19, onde existe constante-
mente cbamins para candieiro a gaz de ns. 2 e 3 a 320 rs. e de o. la WO rs., lamparinas completas
a 2*, lampees completes a 7* e 8, eseerradeiras de eres a 25800 o par, pratos para-copos d'agua a
500 rs., copos de dei eorles a 600 rs,-globos lapidados-e lavrados para candieiros a gai a 1*800. O
proprietario deste novo estabelscimento convida ao respeitavel'pnblico para que visitem o mermo, cer-
tos de que comprarlo os artigos indispeosaveis a urna casa de familia pela sua baratez e utilMade,
principalmente acs Srs. pharmaceuticos pela grande queatidade de frascos e vidros proprios de phar-
rxacia. Tambem recese encommendas. O encarregado do proprietario Joo Luiz Encreoaaz.
\ WTICl E HOfilMA
DE
BARIHOEOMEO & C.
3i kr-A DO ROSARIO IjiUA 34
Y Vcfrticse**
Xarope de^uiy.
Granulos d'atropina.
Capsulas d'apot.
Vinho de quinquina de Belline.
Past'nhas de. st'.vss de pepsina Wasmam.
Granulos de Bisauth de Chevrier.
Licor e Malas detaville.
Iojeccao feaugs.
Xarope verdadeiro os Botigny.
Granulos d'Ergotina e BOngean.
Capsulas e injecc3o ao natico.
Xarope bypophosGto deca e soda.
Elixir anti-asthmatico de Guilli.
G-nfeitos de cubebina de Lalelonije.
Perolas de ether.
Xarope antigotioso deBoubfc.
Ole de ligado de baca I bao desinfectado de
i Chevrier.
I Eixir de citro-lactato de ferio do Dr.
Thermes.
Injecc3o Brou.
Esseocias superfinas de Hermam, Piver e
Chardrin Hadancoul.
Granulos de Digitalina.
Vinho de quina ferruginoso de Moi'.ier. -
Xarope de Iodureo de ferro de Blancard.
Agua das caldas da Rainha.
Xarope de tndacio d Abbadie.
Confeitosde lactato de ferro deGeHs
Conte.
Ferro e Quevene.
Rob de Laffecteur.
Agua denlifica de quinina.
Perolas de assafetida.
Oleo de figado de bacalho ferruginoso de
Chevrier.
Xarope de digitales de Labellony.
Ole iodado de persone.
Xarope de cudeina de Berth.'.
Emais as principaes drogas, pioductos,
especialidades pharmaceulicas e chimicas
dos principaes paizes da Europa.
E' baratissimo!
Roa do Queimado v. 49
* E^i dlsposto a continar a vender por prego
qce a todos admira queirara apreciar e vir ver paia
, crer.
'roa de peanas de ;.co moito boas a 320 rs.
Libras da noz- s moito boas a 40 rs.
Pciiies de alisar coa costas de metal a 600 rs.
Pecas de tranca list.de todas m cores a 40 rs.
Capachos redondo compridaa a 300 r?.
Pokeiras de epotas para .-> nh'.ras a 308 i. \
Caixas de papel amlzade a 600 rs.
Quadtrnos de papel rotiii > bom a 20 rs.
Pentes de tartaruga a 2500 rs.
Realejos para meninos a KO rs.
Escotas para llmpar drntes a 200 rs.
Baraihoa muito finos a 200 rs
Caixas de p de serr muito superior a 80 rs.
, Caixas de liona do gaz oO.ooveltos a 760 rs.
. Caixas de lamparinas para tres mezes a%0 rs.
Caixas de obreias de massa a 40 rs. Grozas du Loioes de louca a 160 rs.
Eofiadores de cordao e lila a 60 rs.
. Pegas de fila de cores con 10 varas a 330 rs.
. Cartas de alOnetes francezes a 100 rs.
Libias de alfioetes francezes 1* qualidade a 2.
Pegas de tranca branca e de
Novellos de linba com 400 jardas a 60 rs.
Ditos ditos com 200 jardas a 30 rs.
Caixas cera alflnetes a 20 rs.
Pares de lavas brancas e de cores a 400 rs.
Grvalas de todas as qaalidades a 300 r?.
Resmas de papel almaco superior a 24O0.
Caixas redoodas com estampas a 100 i s.
Livros para asseoto de roopa lavada a 108 rs.
Bunecos do choro muito bonitos a 160 rs.
Frascos de superior agua de colonia a 400 rs.
VAKELL
Nesie impirlaute estabel'cimento encottra ores-
p.iiavri (.ublk-o um variado soilineoto de fizec-
,-j aasfrancezas, ioglezas esuissas.eas quaes se veu-
dero por ^reco ccraitdo a saber:
Chales de renda preta a 5|j500.
Ttndk-se um scrilmeoto de chales de renda pre-
ta a o#500 e 6,5, dnos de **fta a 1?^; l* e 16j ?
' ist" na roa da lm[eialfil n. 72 de Guitnaies t g
' roa.
! Reonds pitias a 8>.
Vc-bde^se re1';ni:as unas ytlo barato preco de
8. 8^300 e 95 ; Da ra da Irnpi rali iz o. 72, luja
de Guimaie & lin ao.
Grande pexincha a 2jS o corle.
Vende-se renes de casemia da China a 2,5000,
2600, ?S800 e 3, ditas de brira a 1*280,1400,
| 14600, l,K' e id.
E' muito barato, tarlalana de cotes a 40
rs. o covado.
I Vende-se um grande .-orirni-oto de tarlaiana de
cores muito proprlas para vestido, fazeoda mais
,., a moderna que lem vlode ao mercado a 240 o covi-
maas as qoanaaae. do e Jg0> diU| ^ finas % m e m |3as(Dhag
. escocezas moito modernas a 360 e 400 rs. o cova
do, ditas mnilo tinas 460 e 800.
i Cobertores de algodSo a 800.
Vende-se cobertores de algodo a 800 rs. diUs
melhores a Ij60 e l800, cobertas de chita a 2,
. ?*500 e 3. '
Quem duvidar venba ver.
Carobraia de cores a 240 rs. o covado dita fina a
280 e 320 chitas Boas a 280, 300, 320, 360 e 400
rs., dilas percalas a 400 e 500.
Est se acabando chitas a 160 rs. o covado.
Vtodc-se chitas a 160, 180 e 200 r?. o covado,
riscadinhos francezes a 240 e 280 rs. o covado, tua
da impera ir i z n. 72, de Goimaies & Irmo.
Lencos brancos a2j e 20500 a duzia.
Ditos tinos a :i e 3*300. ditos de linno a 3000,
5*500, 69 e 7
Cambraia branca a :>.
Vende-se um grande soriin.ento de cambraia a
3*. 3*300, i*, 4*500 e 5*.
Baloes a 20.
Vende-se baldes de arcos a 2*,'2*300 e 3*, di-
tos americanos a 3;3CO 49 e 4*500, ditos d rcur-
cehna a 3*, 3*300 e 6*, ditos para meninas a 4*
e 4*500; isio na roa da Emperatriz n. 72, loja de
Guimares & Irmo.
a 30(00 o corte. ,
a 30000 o corte.
a 30000 o corle.
Vende-se cortes de la rom 12 covados a 3*. di-

DE
FAZENDA E ROUPA FE1TA
1UJA WOVA S. 4.
Reg tfoura, proprietario da loja de fazendas e rcupa feita, sita ra .Nova
n. 2 i, verdaderamente penhorados e reconhecados para com ?eus amigos e freguezes,
pela aceiiac3o e confianca que delles tem merecido eo curto espaco de lempo em que
e acham estabeiecidos e ptrfeitamei te escudados na sinceridade dos seussiratos, decta-
ram para sciencia daquelles que o quizerem honrar com ss officios, que. em vista da
grande concurrida que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no que
relativo a roupa feita; acabam de admittir para asuaofficisa de alfaiate maior numero
de artistas, imlusiveoseu contramestre, dirigido pelo hbil meslre Lauriaoo Jos de
Barns, o qual nao se.poupa a estorbos para sattsfazer com a presteza possivel qualquer
vbra de encommenda.
Os mesmos anaunciam aos seus freguezes que acabam de comprar um novo e
muito variado sortimento de fazendas finas e de bom gosto, proprias para o tempo da
quaresma, as quaes eito dispostos a wnder por prefos muito commodos e ais barato
que em outra qualquer .parte.
Como sfmpre escusamos essa .enfadonha frolixidade dos annuncios bombsti-
cos.; .preferimos mostrar'Ba singeleza doete nosso eoovite os^bons desejos qae nutrimos
para bem servirmos quelles que^viereraao osso reclanao.
Cantos e phantaslas.
Um volume in 12," impresso e en-
cadernado em Paris: em casa dos
edictores
LIVRARIA FRANCEZA
9 Ra do Crespo N. 9.
N.
5
Fogos
de artificio
Ha grande porcao de fogos de artificio na conhe-
cida fabrica da viuva Rufino, o qual vendido por
commodo pre(o, e como seja penoso ir l pela dis-
tancia, as pessoas que qnizerem fazer suas encom-
mendas para S. Joao e S. Pedro, as podem deixar
no armaxem da bola amarella, no ouao da secre-
taria da f oficia, onde bavera' um portador para
ir buscar e levar ao logar coavenclonado. .
Frascos de bocea
larga com rolhas de vidro de 1
libras.
na ra larga do RoJton!H, botica de Bartbo- if.s fe
[orneo (L______________________________
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do iuefmado n. 49, loja de
lindezas
a 15
DE
Jos Bigodinho
Est queimando as mindezas abaixo declaradas:
Frascos de oleo babosa fino 200 a 320 rs.
Ditos dito de pbilocome verdadeiro a 800 rs.
MKSSilSIlGI 9 ^IS^BttH frascos da ebeiro muito bonitos a 200 e 500 rs.
Albino Baptista da Rocha relo- I Ws de macaca perola a 200 rs.
joeiro e dourador portuguez, faz Dllos ccm soper,or baDba a 20 r"
qualquer comerlo perteocente a
Caixas com 6 frascos dec beiro a 800 rs.
sua arusasslm cou#tambera"om. S*??*!^ a l60'J^ e,2?) rs>
nra JIj an. o-n.,j- _. Ditos de bolla superior a 240 e 320 rs.
pra relogios em segunda mao e
obras de ouro : na praca da Inde
pendencia o. 12.
&
VISO
aos senhore* logistas.
Livros para meninos com estampe a 320 rs.
Caixas de 12 frascos com cheiro a 15.
Frascos de oleo babosa muito fino a 400 rs.
Duzias dmelas superior malidade para senbora a
1*500.
Cbegaram as agulbas balao (papel) a GO rs.
Caixas com bonitos soldados de chumbo a ICO rs.
Frascos de opiata para denles a 500 rs.
Ditos de agua para limpar denles a 500 rs.
Pedras de escrever (pequeas) a 160 e 200 rs.
Na travessa do arsenal de guerra, por baixo do Sapatos de tranca para meninos al}. ?
sobrado aonde mora o Sr. director, faz se todo e Sapar- de tranca para nomens e senbora a lfioOO.
qualquer concert em boleas de viagem mais ba-1 Per- aj flus de la preta para vestidos a 600 r?.
rato do que em outra parte, assirn corno chapeos C ...* de botoes de madreperola finos a 480 e
deso. ,ji0rs.
a Caixas de colchetes francezes a O rs.
j Pecas de troco de todas as cores a 200 rs.
, Caixas com superiores envelope a 600 rs.
Pares de -aiisiirihns i Djtos de nielas
360 rs.
COMPRAS
Compra-se
pretas para senhora, superiores a
orna escrava que seja boa figura e que saiba bem ^IDras ,de P**gos de todos os tamanbos a 240 rs.
eogommar, nao exeedendo de 25 unos da dad*-, a*$? com doas ,olhas mu,ln Qnos a 320 e
e pagase bm : no escrlptorio de Vicente Ferrei- c ^ -. iaA
Sabcnetes ie familia, superior a 100 e 120 rs.
ra da Costa & Filho, ra da Senzala n. 138, on em
seu armazem junto ao arco da Couceicao.______
Compra-se urna secretaria de Jacaranda
mogno, ou de amarello, na roa Kova n. 7.
Resma de papel de peso muito fino i>.
Frascos com tinta superior a 100, 110 e 320.
Acabam 5 RA DO CRESPO 5
Antiga easa de Cinllhernie da Silva Gnlmures
Ricos cortes de vestidos de gros-de-Baples preto, ora lindas barras bordadas.
Morre-antique preto em cortes e em pe^as, liso, ondeado e eom palmas.
firos- Gorgoraa preto, azenda superior a todas pela qualidade, e bonito tecido.
Este estabelecimento
acha-se sonido com numerosa quantidade de fHs pretos, de algodl?, de linho 4& se-
da, manufacturados em
ekales
retondas
algerienes fbournus)
anamites
africaines
pompadour
DE FANTHASIA
Receberam tambem bonitos cortes de popeline de listras de cores, e matisadas,
muito modernas, de gostos inteiramente do vos; e outras muitas fazendas de gosto, v in-
das pelo ultimo vapor.
G. P. DO AMARAIi 4t C.
5 RA DO CRESPO 5
Aos agricullores
Saunders Brothers & C acabam de receber de
Liverpool vapores de forra de 3 a 4 caaallos com
todos os pertences, e mai proprios para fazer mo-
ver machinas dedescarocar algodo, podendo cada
corapram-se na praca da vapor trabalbar ate com 140 serras, tambem ser-
( vtm para enfardar algodo on para ouiro qualquer
ingleza oq servigo em que usam traoalhar com aoimaes. Os
raemos lambem tem a venda machinas ameika-
- Compran na prensa de .^dJo'de'SaunTer ?f*g?!i ^airalei **
Brothers & C. sement* de algodo a 500 rs. por g --^ banl 'i1-____________
erroba. r* n
Ouro e praia.
Km obras velhas : coirpra-se na praca da ln
dependencio n. 22. taja de bilhetes.
i,ibras sterlioas
Independencia n. 22.
Compra-se urna burra de ferro,
mesmo das antigs; a ra Nova o. 31.
Compra-se um bem seliim ingiez em segun-
da mao, .paga-s bem : na ra Bella o. 22.
Compra-se ouro, prata e pedras preciosa
em obras velhas : na roa da Cadeia do Recite
cja de ourives no arco da Conceicao.
Compra-se urna esccava de meia idade, sem
vicios, e qce saiba engommar, lavar ^ coziahar :
na rea doCabug n. 2, sobrado.
Compra-se ouro amoedado e olas da caKa
filial do Doeo do Brasil naahla : uarua da Ca-
deia do Recre a. 54.
Compra-te urna negra eu mulata escura que
saiba vender ina ra, de 30 anuos, pouco mais ou
menos: quem a tiver pode dirigir-se a' -Caponga,
ra das Crioalas n. 23, ou aonuncle.para ser pro-
curado para se tratar este negouo,
Compra se ama escrava qoe seja boa quitan-
deira e a tiver e quier vender, procure a ruada Cadeia
n. 40, l' andar, qne achara com quem tratar.
Compram-se .3 lachos e 1 dito para limpar,
para refia&eSo, anda mesmo usado, asslm cerno
qualquer ulenctlio pertencente a' mesma 4 preci-
sa-se de ora noraem habilita o para tomar coca
do trafico
na ra
Ribeiro.
Compra-se am sitio pequeo, ou urna eaw
com quintal grande fra da cidade : na roa des
Pires n. 34 se dir quem compra.
c.immh:
ARMAZEM
DE
VENDAS
liba do frrvilk*.
Quadros representando o ataqie daqueila Una
e a derrota des Paraguayos, assim como mappas
do Passo da Patria a j cada am.
Roupa feita e por medida.
26 Rna Xora n. 26.
Jos Antunes Guimares, proprietario deste novo estabelecimento de roopas
fazendas finas, participa ao respeitavel publico em geral e a todos os seus freguezes,
que estando sua casa sobre a direcSo de dous dos melhores mestres de alfaiate, sendo um
de lies o Sr. F. E C. Miranda, e o outro o Sr. M. J. G. Carneiro, ambos com grandes
habtHtac8es tendentes a sua arte, pelos quaes dirigida a sua ofcina, e acbando-se bem
montada a desempenhar qualquer encommenda por grande que seja, se esforzar para VftTldp-SA
sabir a contento dos freguezes, vendendo ludo por menos do que em outra qualoueF. ^. h ._ Y ,rirDO
parte, roga as pessoas interessadas que venbam examinar seu estabelecimento, e verificar SSSiSi? ii burguei a secre,; Da rw
por si mesmo o que declara, sendo enlregue qualquer encommenda no prazo de 24] VeQd, sa
horas.
Avidente ou sortes lidas por
urna sonmbula.
Vende-se na livrai ia da praca da Inde-
pendencia n. 8 a 1 > cada exemplar, tambem
ba papis da mesma a 80 rs. cada um.
40SSR8. ACADMICOS
Vendem-se as seguintes obras de direito
com pouco uso : Manuel du Droi Romain
por Mackeldey, 1 volume por 44; Didcio-
naire du Contentieux Commeral, por Mas-
s, i volume, por H', Elemtnts du droit
romain, por Maynz, I volume por ifi; -
prit de la jurisprudente des sucemions,
por Confiaos, I volme, por 46 ; Code pra-
tique des faillites, por Geoffroy, 4 volume,
por 3;?; : na ra do Crespo n. 4. fabrica
de chapeos de sol.
1 85. 8,5500,95 e 125, grvalas finas para hornera
a 640, 800 e 15000, mantas moito Unas a 15200 e
1*400; islo na ra da Imperalriz n. 72, loja de
Guimares & irmo.
Roupa feita.
Roupa feita.
Neste importante estabelecimento eocentrato os
freguezes um completo sortimento de rrupa feita
assim como palitot, calcas, camisas finas a l600.
15800, 25 e 25500. dilas de linho a 35, 35500, 45
e 45500, coi les de brim, ditos de casemira de co-
rt i d pretas, seroulas de algodo a 15600 e 15800,
ditos de linbo a 25, 25500 e 35.
Ito na ra da Imperatriz n. 72, loja c*e
Gnimarfs e Irmaos._______
Aspas fortes para boloes.
Na roa doQuelmado loja de miudezas n. 16, ven-
de-se aspas de ac fortes, e de diferentes larguras
para baldes.
Bonitos quadros para retratos.
Vendem-se na ra do Queunado loja de miude-
zas o. 16, bonitos quadros con mordura preta e
dourada, todos por prcos rasoavei?.
Garrafas brancas
e de cores com superior agua da colonia.
Vendem-se na ra do Queunado, loja de miude-
zas o. 16.
Novo gosto
PeDtes, fivellas, e brincos de felierana.
A anliga e bem conhecida loja n. 16 na ra do
Queimado, recbeu um sortimento de diversos ob-
jectos de novo e bom gosto, sendo pentes brancos e
dourados de moldes enteiramente novus e mui a-
gradaveis, tendo entre elles alsnns de lgr&aa obro
de muito gosto e deflcil execucao, e bem assim fi-
vellas e brincos as mesmas circumstaocias.
Tambem recebeu alguns cintos o que de mais
moderno e bonito, se pode encentrar em tal gener\
Alcm diooo soo-otiMo oc proiuadenU'3 mjj com-
pleto sortimento de fivellas de madreperoTaT cnris-
tal, tartaruga, e dourados, brincos de christal, e
jaspe, vollas e cruzes de dito e mnitos outros objec-
tos de gosto, os quaes conlinua-se a vender commo-
damente.
Penentes de madreperola, e enfeites filets
A loja de miudezas na ra do Queunado n. 16,
recebeu bonilos pentes com chapa de madreperola,
e novos enfeites lilets ornados de iantejoilas deu-
radas, moedinnas, aljofares, vidrilbos 11,-., lendo
grandes para toda eabeea e pequeos para coque,
reculando rs precos de 25 a 45000 re.
B initas caixinhas
cora arranjos dourados para costura, tendo cora
msicas e sem ellas. Vendem-se na ra do Quei-
mado loja de miudezas u. 16.
Trangas pretas
cora vidrilhos, e bicos com ditos e sera elles para
enfeites ou vestidos.
Na ra do Queirnado n. 16 loja de miudezas a-
charo os pretendentes om helio sortimento dos
nn Qn-nf rv A *if/\i/\ 0DJect0S acima dil0S cascarriihas, franjas etc. etc
yl a OilllIU AUlOniOj e ludo est sendo vendido por precos commodos.
fe. JOUO e O. redPO. 'devidro enfeitados d'aQo.
Vendem-se na cfflcina de encadernaco n. 13 A loja de miudezas n. 16 rn*. do Queimado
da ra do imperador, tanto em folbetos como em vende mui bonitos boioes pretos de vidro com en-
avulso. (eites de ago, os quaes muito se uzam para eofeltar
I vestidos, quem os pretender pode dirigirse a dita
loja n. 16 ra do Queimado.
Vendem-se na loja de miudezas
a roa do Queimado n. 16*.
Bonitos le'iues de sndalo e outras qnalidades.
Bonitos cintos com fivellas de diversas qualida-
des e moldes.
Brincos e cruzes de crystal.
Abotoaduras de dito para coletes.
Bonitos port-relogios.
Delicadas caixas com msica e sem ella, para
cosiura.
A guias e liabas para ch roche t.
Retroz superior em carriitis.
Rendas pelas bicos com vidrilbos.
Filas de velludo com listras de cures para en-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdenapoles, Usas e lvradas, brasas
e malisadas.
Para Ungir cabellos.
Holld Walter.
Vende-se na roa de Qnermado, loja miudezas
n. 16.
Chromaco-me
Para Ungir cabellos.
Vende se na loja de miudezas, a ra do Quei-
mado n- 16.
Ta tira de L. Marqaes
Qara farer os clbellos pretos.
Vende-se na roa do Queimado, a loja de min-
dezas o. 16.
Visgaagas biu'Iis, aljofares imitoi*
acoe >idnlbes derores
para enfeites de vestidos ; vende se todo isso por
prejos ratoaveis na roa do Queimado n.l oja 16,
de miidezas.
No armazem da roa do Imperador n. 3
Caes de Pedro II n. 2, tem para vender-se
bor az existente no mercado.
on no
o me-
Sortes
MINIAPIIEV
HADA
Vende-se urna muUtinba de idade 17 annos, ba
pouco vmda do Maranbo, que engbmma, cozinba
e cose : quera a pretender comprar diriia-se a rna
do Crespo o. 20 B.
Quey'os do Strid.
Vendem-se qaeijos do sertao. locar do Sirid
Ift^'JlTZ? ac,ar*do?Sfacf>aitofrescaes: no pateo doCarmo, esquina dn
das oco Pootas n. 61, junto a padana do raa de Horus, armazem o. i. '
Vendem-se 46 caibros de qualidade, a ver e
a tratar na ra Augusta onde se esto fazendo duas
casas.
E. R. Rabello tem para vender no seu escripr
torio na roa do Trapiche o. 44, segundo andar,
seguile:
Vinho nedeira superior em caixa de duas duzias
de garrafas,
dem do Porto dem em ancoretas.
dem de Lisboa e da Piguefra.
Cera em velas.
Vende-te um bonito e bom moleque idade 13
anoog, um bom eecravo idade 26 annos, um mula-
to idade 19 annos, urna linda oegrinha Made 14
anuo*, urna escrava para todo servico Made 20
annos : na travessa do.Carino n. I.
CLCALO-
i5 Hua Direita 45
A primeira condicao indispensavel con-
e'vagao da Sadt nter os ps bim de-
ferdidos contra os ataques da luimidde;
calcado bom e seguro o nico preserva-
tivo dessas mil enfetmid;:des a que est su-
jeiio o nossoeu-. Uro chinelo vtldo cal-
fado por om dandy patuscante, ou urna
botina acalcanbada em pequenino p de tn-
cantadora btdade alm de aecusar que-
braueira-burnji.'.-mte, p;o\a cmlra as f iul-
dades intellectuaes dos cacantes, e nao ba
pem, tendo bun's. a*.,, ^ueira passar por
maluco, ou pobre de surrSo : ergo, ccr-
ram a:
4*RA DIREITA4*.
e attendaoi a' barateza.
Homens.
Borzeguins barcellonezes de lus-
tre e de, porco 6*000
Ditos de Bordeaux .... 7*100
Dius parisienses de bezerro e
cordavJo........ 8f5COO
Sap-itos de lona, sola de borra-
' l['a.....; 2(0
Ditos aveludados..... 1OO
Dio^ de (ranea bons 1^600
SODllOiVB
Borzeguins enfeitados. 5G0O
Ditos de lago...... 48C0
Ditos rfsos......t 4^500
apalos de borracha .... l^tOO
Seeiros, corrieirt s e segeiros I
Sola de lustre, laeios graedes &0C00
E um completo sortimento de calcado a-
bricr.do no paiz.
MGrande armazem de tm>J$
tas medicamentos etc. M
Ra do Impera 'or o. 22.
Ffoo Pedro da Xeve (e-S
H rente) te a venda a ^*
segnlnte: m
Productos chimicos e pbarma- ^|
ceuticos os mis empregados em s^
^ medicina.
S Tintas para todo o genero de pin- S
g mra e para tinturara.
g Productos industriaes e tintas W
Wi para lie res, como botoes de flores )ff
M e modelos em gesso para imitar *M
M fructas e passaros com o compe- ^
^ lente desenho. M
H Productos clomicos e industriaes ,*
M para photographia, tin'uratia, pin- M
Jfe tura, pyrotecnia etc. %&
^ Montado em grande encala e sup- '*
l prido directamenie de Paris, Lon- M
S dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa S
ap pode offerecer productos de plena te
?& con flanea e satisfazer qualquer en- M.
H comineada a grosso trato e a reta- fl|
1 Ih e por prego commodo. 0j
Grande Liquidaco de Fa-
zendas
Ai u.izcn da Arara rna da
peratriz n. 56.
!jh-
FE
.1
Vende-se
mmu mmmm.

- tcuuc-sb ama negrota de \i aono, na Tra-
vessa do Poclnho n. 20.
am escravo mualo escuro, de 28 annos de idade,
pouco mais ou meos, do ser vico do campo, sem
achaques; na roa de Apello n. 7, andar,_____
, Vtndem-se travs e enzams de Massaram- ____________
dobaecaibro de mangue, por pre^o coauaodo :i WM'lm'l V V ifVUinviUH^
trtUr'BQ Caes do Ramos o. il._____________ O* chales da Pari a 6* 74 e 80.
- Vende-se urna pr,u crioula de idatfede 28 Ve^em-fe neos chales pretos de renda muito
aoow, sadia e bonita Agora : a tratar na raa es- rndes eom quatro ponta*. sendo os mais moder-
treila do Roario n. 31, armarem. iB0 Pr *!*m chegadpxpelo ulUmo vapor funcex,
' pe[o baratiss.mo preco de 6#, 70 e
AHENgiO.
Veode-s palba hamburguera rec niimente che-
npara ampalhador, por preoo mais odmmodo
...e em ootra qualquer parte : na ra ft Hor-
taao.1. M'"
am terreno com 30 palmos de frente
e vendem se r.., r...lw, f.,^^ v^, 0
80 : na loja do PavSo, roa da imperalriz n. 60, de
Gama & Silva.
r Irinhos mgicos.
tos a 300 de fundo, "na roa do Lima, em Santo
Amaro : a tratar no caes d Ramos, armatem na
10.
aataii e al* canea.
111 Na ra .jelmado, loja de miodeas a. 16,
, vendem-se.- 00re. esses benitos pwMrinhos raa-
[ gleos que cantara e nao comera, e servem mol bem
ifl e un- par* lwli,DenW crlancas e sent ora-, e raes-
no para excitar o canto aos de gawlas.
Vende-se oleo d ricino em latas de 30 li-
bras : oa roa da Cadeia-velha no Recite n 1.
Cassas de cores
pecbincha, porque sSo floas e bons padrSes, e
melhor aioda o diminuto prego de 280 rs. o cova-
do : na Boa-vista, roa da Imperairii o. 20.
Loureoco P. endes Giinares.
Chitas da Arara 160 r- o covado.
Vende >e i hitas rsenras e t. a 160 o o
covado,cortts de dius a 2,5 et \ lio Ja
Imperalriz loja da Araia, o. 86.
6nam frneefts lioas a 0 o c !o.
Vende-se cassas- fraue, zas finas a 2b.,
O covado. Corles de ea>sfa a 2*100 e 3*. Ra da
Impi-ratnz loja do Arara n. i6.
Arara vende chitas l'r,.mezas a 2i0 rs. o
covado.
Vende se r-hias franerzas escuras com pequfoo
loque de mofo a 240 o cuvado, ditas francezas .cas
largar a 280. 320 e OO rs. o cuvado. Itua da ni
peratriz o. .'.i.
Brfcla.ha de roio a 30rO.
Vende-se pecas de brelanha de relo a .''.jOtO
hnm lizopara lenges a 300. 560 e 40 o covado
Hua da Imperatru loja to Arara n. 56.
Cambraias lizas do Arara a 3;>(00 a pica.
Vende-se pecas de cambraia finas a 3, 1$, e
of. Roa da Imperalriz loja do Arara o. 56.
Arara vende cobertor*s a i500 e l0C0,
Vendf-se co! erloresa I51C0, dit.s linos de ne-
los a 1*500, iobertas de lista 2*000 e 20GO.
ceberas de damasco 4*000, cobei tas de fasta j &
oiOOO. Ra dalmperatriz loja do Arara n. 56.
Madapolfo francei do Arara a 36000.
Vende-se pefas de madapolao (rancez de 12 ja:
as a 3*500 e ijOOO. vende-se pecas de madap^io
inglez de 24 jardas a 4*, 5*5t0, 6*, 7* e 8-3000.
Ra da Imperalriz o. 56.
Arara vende pegas dealgod5ozinhoa3it (o
Vende-se pegas de algot'oznbo encorpado a 3*,
4*, 5*, 6* e 7*. S na luja do Arara vende-se
azsirn barato, ra da Imperalriz n. 66.
Lasinlias do Arara a 200 rs. o covado.
Vende-se laasinbas para vestidGs de senhora ; t lo
barato preco de 200, 240,320 e 4C0 rs. e cevad.v
Ra da imperelriz n. 56.
Baloes do Arara a 2^000.
Vende se banl.s de s reos a 2*000, ditrs rio.;,
de0 2o e 30 arcos a 3* 3*500 e 4*, ditos de"
"PynliBa para s.nbra a 5*, d.los para men:nS
a dj e 3*500. Ra da Imperatriz Irla da Arara
0. 00.
Lencos da Arara a M 00.
Veade-se a ditos com barras tarotem de cores a 2*000. meias
croas para temeos a 2*400, 3*500 4*500 a du-
zia, aberturas para carnizas a 510. Roa da imie-
ralriz n. 56.
Roupa feita per medida.
Vende-se palekl? & panno e de rastira prtus
e de cores a 4*. 6*, 8* e 10*. caigas de brim a
2*, 5*300, paletots de brim a 2* e 3*, calcas de
casemira 4<- cores a 3*, 5*, f*. 8*, ditas pretas a
4*, 6* e 8*, co isas francesas finas a 2*e 2*-f
camisas inglezs de prega .larga de linba a 3*.'
3*500 e i*. Ceroulas de algodo a i*, de brim a
1*600 e 2*. roupa frita para escravos propria para
servico, caigas e camisas a i* e 1*120. S na
ra da Imperalriz lija da Arara n. 56.
Arara vende as sedas a 10500 o covado.
Vende-se sedas para vestidos a 1*100, oreandins
finos para vestidos de senbora a 640 e 800 o co-
vado Roa da Imperatriz loja da Arara o. 56.
Loja decido
Vende se urna armacao e utencilios de gar, que
lera servido de calcado, em bom local para obras
da ierra, sita na i. ja da travessa das Cruzes o- 12,
e garaote-se o alague! da mesma loja : a ir,;..-
oa roa larga do Rosario o. 21, fabrica de cigairos.
Vende-se por commodo preco tima mol.ilia
de amarello em bom estado : no paleo do Terco c.
31, sobrado.
Panno de algodo da Dama paia saceos d
a.-s^car e roupa de escravo, vende Antonio Luiz
de Olivelra Azevedo & C; no seu escripigrio roa
da Cruz n. 1.
------rrrsr.rj--------------------
Vendem-se
machinas americanas de serrote iara descarocar
ilgodo: na raa da Senza'.a Mova n. 42.
Farello.
.Ventc-j* fttetio eperior de Lisb a, recf cle-
mente chegado : no escripuno de Maaoel Ignacio
de Oliveira e Pilbo, largo do Corpo Sau o n. 19.

]
mam
V^-~<-
ILEGVEL


RM
BjssssssssssssssssssB
I "~ TT"**
Dlarl de PerBamfaKsj ..-ftfetftt WlW 4e Ju.hr, 1866.
0 que occupa hoje majs a attentfft) do mtittW
econmico? o novo systhema do proprietario do ar-
mazem de moHrados
53 RA DA CADEIA 53 ^
r assa*to o arco da comceicao.
Que surge de novo basteando a bandeira da modicidade de pretfos em todos os
eos superiores gneros.
Que o publico recooueca as vantagens que de tal systhema lhe resolta, e o que o
proprietario do sitado armazem deseja, a quedssde ja o coavida : passaudo tambem a
itotar-lhe os preoo6 de alguns dos gneros do seu explendido sortimento, e para os quaes
pede
ATTEN^O
Couinaa de rnlllio bramo anericaoa
Esta excellenie gomsoa, muito se recomcommenda como o aliasento mais subs-
tancial e saudavel; servindonau sopara papa (no que superior de todas as ostras
gommas e farinhas) mis tambem della se pode fazsr po-de-l, cangjca, crema, bolo
ranceZj podim, etc.: o preco de cada pacote de urna libra 8oo rs., era. caixa tem aba-
fimento.
KANTiSIGA INGLEZA de superior qualida-
de a 1,28o e l.loo rs. a libra, em barril
se fjz abati'mento.
DEM FRANCEZA a mais nova qae ba no
mercado a 6 lo rs. a libra, em barris ou
meios a 600 rs.
CI HISSON de primeira qualidade a
MOLHO INGLEZ de diversa quallchdes, a
72o rs. o frasco.
MOSTARDA UVGLEZA muito nota, a 800,
rs. o frasco
DEM FRANCEZA a 64o rs. o frasco;
SALMAO E LAGOSTIN chegado ltima-
mente, em latas de 2 libras, a 1,600. rs.
cada urna.
2,800 rs. a libra, alem desta h muitas on ARENQUES em latas a 64o rs.
tras propinas para vender a retalbo, queSARDINHAS DE JUNTES em ltase meras
Gros de aples preto a10300,10800, 2#, 30, 30800 e 40 o corado.
Gorgorto preto d* superior qualidade-a: 2*300, 2#W0, 30 o 40o>eo-
Yudo
' Superiores moreaoiiques a 20500, 20600, 30, 90300, 40 e 9000* o
covado.
Bons cortes de ffinreantiqoe.
- dem de gorguro adamascados.
Bons pannos e casemiras. .
Sup riores alpacas, princetas, merinos e bvmbaataas.
Beiw villudos-pretos. ,, aM. a
Grande variedad* de chales de fil preto e de guipare*' W, W; 80,
100, m, de 160 aW a de 250 a 800 cad* um. M-,Q^H1
Superisres retondas -de fil preto e de guipare a'85, 10, fe-w,
e de 300 a 600 cada urna-; ._,,, '1 '
Superiores algerienBs de fil-ptett e-de guipare de 0 a 2o0) ede
300 a 600 cada urna.
Boas bailes de seda prett. .. ... ..
Ditos- de Meritf* prote- bordados- e oalrastnitay feodas pretas-que
seria enfadonhe enumerar, na
E.OJA ftAH mMUMXA8
RCA I>0 CRESPO S. 13
se vendem de i ,60o a 1,80o rs. a libra.
DEM PRETO o mais espacial que tem-rin-
do a este mercado a 2,2oo rs a libra.
DEM regular de 4.600 a i,8oo rs. a libra.
QUEUOS DO REINO ltimamente chegados
pelo vapor 2,4oo: ditos do vapor passado
a 2,000 rs.
a 600 e 36o rtis.
V1NHO DE COLLARES o legitimo vtnoo
desta localidade, muito superior e sem
confeicao algoma, a 8eo rs. a g**fi^
IDFM MADURO o verdadeiro do alto Dou-
ro em barris do lo em pipa por 35,ooo
cada um.
LATAS DE CHOURICAS com 6 libra er- VINHO DO PORTO de diversas qnaltdades
engarrafado, inclusire o mais fio que na
n'este genero, por 800, l.ooo, l^oo,
l,4oo e 1,500 rs. a-garrafa.
FEIJO verde e carrapato em latas emti-
camente fechadas-a 600 rs.
CHOCOLATE fraocezrem-paeotes; de-* libra
por 5oo reis.
AZELTON'AS dascheiradas- ultimaB e
Lisbi a4,2oo rs. aaqtroreta, e^QQ*?
guarrafa.
CAF avado a 24o rs. a libra, e 7roop rs.
a arroba, e regular a 22o a libra, jp 6 800,
a arroba. .
VINHO CHERJff don soperiCM-.daiier-
cade a l,5oo rs. a.gwfav e 4S*oo rs.
a duzia.
MUSCATEL o verdadeiro de Setabal, a
1,800 rs. agjrrad.e 20^000, a dalia.
VINHO BORDEAUX das mais acreditadas
marcas, S. Emilion. Sant Julien Haut
Brirm a "00 e 8oo rs. a garrafa, e em
caixa dedozia, a 7,5oo e 8,ooo rs.
VINHO BRANC i de Lisboa de excelente
qualidade, e proprio para missa, a 800,
rs. a garrafa, oa 8ooo rs. a eaia de duzia.
MADEIRA SECO al,2oo a garrafa, e 12;ooo
rs. adazia.
VINHO DO RHENO superior, a 2.000 a
garraf*, e 22,ooo rs. a duzia.
VERMOUTH de superior qualidade em cai-
xas de i2 mei.as garrafas por 12,ooo,e
garrafas por l,3oo rs.
meticamente fechidas, a: 4^Joo, de barril
a 64o. a libra.
E5TREUNHA para sopv em caixas sortidas
de 8 libras, por 4.000 rs.
VINHO VERDE do verdadeiro sumo da nva,
e o mais proprio para se beber n'este
imperio, pela sua extraordinaria fresqui-
diio e agradavel gosto a 64o rs. agar*
afa.
AMEiXAS FRANCEZAS em frascos de 4 e
2 libras, a 2,8oo, e l,4oo rs. em caxi-
nbas muito eneitadas com diversas estam
pasa2,900, l,8oo, l,5oo el,3oo,reis.
BISCOITOS INGLEZES emlatss contendo
diversas qualidades al,oooe l,2oo rs-. a
lata.
PRINCIPE ALBERTO bolachinhas as melho-
res presentemente conhecidas a l,6oo
rs. a lata.
SALAME HAMBURGUEZ chegados no ulti-
mo navio a 1,600 a libra.
PREZUN TOS verdadeiro de Lamgo, a 64o,
rs. a libra, e 56o inteiro.
TRAQUES n. 1. em caixas de 4o cartas, por
8,5oo, e 24o rs. cada urna.
MARMELADA em latas de 1,1 VrO li-
bras a 600 reis a libra.
JALE\ DE MAR MELLO em latas, a 800 rs.
FRUCTA8 EM CALDA pera, peaego, alper-
ce, rainlia Gtaulia, e ginja a 64o reis
a lata.
RHOSPHATO DE FERRO DE LERAS
1. KM SCIESCIAS
INSPECTOR DA ACADEMIA DE FABIS.
Nao existe medHamento ferruginoso taonotaveicomo o phos^bato de ferro ae
Leras; assummidades naeica da mando inteiro adotaram-no coro solicitade sem-igual
nos-annaes da soiencii; As cores pallidas> dores d^estomagoy dlgestoes penosas, ane-
mia, convale cencas difffcais, idade critica das senboras, irregularidade na'inensiruacao,
pobresa do saiigue, lyfnpbatsio s3o curados rapidafloaote ou m*ftfieados por este ex-
celteotecompofito. to <0ffva ior por.'escefencia da saude*- e declarado superior nos
bospitaese pelas acjdoraias.a,todos os ferruginosos cocheados, aoidoretoeao.trato ;
de ferro, porque -o nico (pe correm aos estmagos dolreados-, que b5o provoca^consii-
paco nico tameem que nao enegrece a-bocea e oedeotasv
Em Parrh nrrua da Feuillade n. 7.
venda em casa deltfawrer, e A, Caors.
Cem'LTOIrlO MEDK(H!8t!B(C0
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYBE EORO MOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 Eua da Gloria, castf o FmiSuo g
O Dr. Lobo. Moscos da consultas gratuita fw pebres todos os diat das 7 s H
horas da manho, edas 6 e meta s 8 horas da'ffltt*, excepcS dos das'itotificadoi.
Pharmmtu especiad SmmftxthSm
No mesmo consultorio ba senrpre o mais apnropriado sortimento de carteiraa
;nbos avulsos, assim como tuaturas de varias dynussMsecSes e pelos procos seguime*-
Carteiras de 12 tupos grand7\. ^ 12*300 ^ w'
de 24 tubos grandes. .. ISdOOO
> de 36. tubos grande. 24^000
' de 48 todos graides. 30,5000
> de 60 tubos grades^ 355000
Prepara-se quaquer carteira conforme o" pedido* dne se ffer, ecom js remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 15000.
Sendo para cima de 12 custaro os procos estabelecidos pac a.oartira8.
Ha tobos mais pequeos cada um a 500 ris.
A melbor obrada homeopathia, o Manual de Medicina H*>patbico do Dr. JarS
dousgrandesvolumesco8idieiennrio .. ... ,-,,.. ,. r ; 2(W)0
Medicina domestica do Dr; Herlhg' ...... v..... 10J000
Repertorio do Dr. Mello Moraes ^ ........ 6)5000
Diccionario de termos* de medicina ........ ... 3^900
Os remedios dste eStabefeciment s3 por dems conhocidos e dispensam por
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de -remediot
! verdadeiro, enrgicos e duradores: ba todo do melkor que se pode desojar, globos de
verdadeiro assucar de leite, notareis pela sua boa cnservacao, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e aburada preparacao, e portante a maior
energa e certeza em seus effeitos.
Gasa* de saude para, esermos*
Recebe-se escravos para tratar de qual^uer enfermidade ou fazer-se-lhe qoalquer
operacSo, p^ra o que o anounciante julga-se sufficientemente habilitado.
O Iratamento o melbor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica,
fonecionando a casa ha mais de quatre annos, ha muias pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, qae podem ser coosultjdos por aquelles que desejarem mandar seos
doentes.
Paga-se-2,5 po dia dur*e 60 ditf-e d'ahi em ditf rl|50.
AsoperacOes |er3o ppevlanieute abitadas, se aae so quasrem ssrjeitar atrproco
rasoaveis que costina pedir o-*nnciante.
f
PEGHRCHA SU IOJ.\L
Ricos-crte de-gwgwo de seda pwto adamascados para vestido co i3. metros.
00 18 a corados cada.corte, lanrora d ciUa franceza. pelo baraussimo preijo de o*
cada, corte: o toja das otemna da roa do Gespo o. 13 de Antonio orre de V ascon-
eosllst & t. -
A.
Acabam de ^regaras muitootb"popm lingnasseccasdo Rio G
vendem por 120 rs.
TEKDA11EIRA. AGUA MIMEBAIi
PASTtLHAS OOS SES NATRAtS DE VIHY.
VENDE-SE
Na botica o drogania de Bartholorneu & C. Ra larga do Rosario n. 34.
AKYUZEII BE FASKEMilt^
DE
CirSTOMO CARTA&HHT' C. ,
27 RA DO QUEIMADO N. 27
Madapolo francez mnito fino, tendo pouco mofo, cada peca- coa 27 varas por
Laa de cores a 300 rs. o covado,
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a preco de 800 rs a vara.
Lencos brancos para algibeira a 2*000 a duzia.
Fin -i perclaras a preco de 400, 440 a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de lia de barra de 10i a 30^1000.
Cbales de fifo preto e ootras muitas fazeodas.
RUI D4l CADEIA D BBCIP2 W. 4*
Nesta nova
to d" roupa de c semira e de bnm
parD se tazar obra per tueida. __,_-_ j
Mdapolao avarao
Calcas de caseraira escuras proprias para a estaQo a 7*000
Palewts de panno nao preto a 8*000, ditos de alpaca bra-ica a 4*a00.
de
sol de seda com 12 asteas a 9 e 10#
Ohapos
Enes chapeos de sol todos vendem por 12*000,
com
mas o Balso iiuerodo mostrar qae ninguera
11 fsis s e.s snsxtr% ssssrasi sz ^k
^ maior nemero do treguo*;
^"ni duvidar a veraeMs* do qae diz o Balao venba venn-ar^e.
Venham
qae aiz o uaiau veuua w- ni-
uera bamteza da toja do Balan
Rirns hrncos de crnul Upidados de Arenles formas e cores, o qne ba de mais moderno em
....., Sm'foM SoSf SS coletes ; fivellas modernas de madreperla para ernto, : estes art-
' gos se veBdem por menos de sea valor no armazem da roa da Cadea do Recite n. 60.
O proprietario dasle estabeleeunento leseja cliamar a attenv"o dos senaores pro-.
prietarios para os acreditados mediantmos que continua a forrvecer; os quaes garante;
ser cono aomprc, domolfaoi ^uolidader puaji,cl t
Machinas de vapor
forca de um carvallo Dar. cima. As.menores sao mui proprias para motores de des-
carocamentos de algodao ; ellas via}am armadas e podem trabalbar dentro de 24 horas,
depois.de cheg.rem no lugar. Ellas levara todo quanto preciso para o trabalho, e
diversos sobrecellentes. As marhioas maioies sao proprias para a moagem de canna,
e ha deltas que podem junta e separadamente moer canna e descarocar. Ellas podem-
seapplicar aquakjuer moendi jexstente sem outra mndanca do que asobstituicaodas
rodas da almanjarra. ha tambem com moenda junta. Ellas tem depsitos d'agua e boei-
ros de ferro, enao precisam para seu assentamento de obra al>?uma, qur de carapina,
qur de alvenaria. O tempo, para. assenta-Ias n excede de oze dias ao mais, e em
casos de mortes de animaes ou arrombamenios de acudes, etc,. garante-se o assentamen-
to em oito dias. Todos estes vapores sao simplissimos na construcco, e se regem por
quaquer pessoa intilligente, a facilidade da condcelo sendo especialmente considerada,
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bom sortido como todos sabem,
boje mais que aunca. n3o s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de consignares; parece sem
duvida que deve offerecer grandes vanta-
gens para o respeitavel publico tanto em
precos como na escolha dos objectos, e co-
mo acaba de chegar grande remessa pelo
de
, qu8 t >eo servia da diversos <*>***<* de osto e ProPrios do
Lembra-se aos senbores deengenho que a venda do i animaes e o serv.co da VJ5S2? JSSSviS?1^!,
gente ocoupada no seu traamento os hao de recuperar da maior parte da despeza dotop^ to qojj mencon Jm
deixando-lhes a vantagem de urna moagem certa e accelerada; e acabando com a 5?^^ P^1!,^:^!?11?!-??0!*
Kovoe grande deposito de superior carvfto de Cardiffna
Bahia.'
Antonio Gomes dos Santos & C, roa de Santa Barbara n. 1, eslo habilitados a sappnr >.
oarvao, mSS^TtSSS&^i ootro^ J^lio, iodo. o. navios a v.por qne
ccarem naquelle porto. A contratar nasta com Domingos Alves Matbens.,
Sirop du
li affec?6es dos bronchios,
oela machi, e outra i n
igmpo o doenle e o medico.
JARABE DO FORGET.
Ene jarope wt ipprovado pelos mais eminentes mdicos de Par,
uno sendo o melhor para curar conapatoes, losse convulsa e ostras,
auqnjn de peto, irriucees nervosas e insomnoieueta
-,eia maob ile' sSg "sufftcietes. 0
satisfaz M
V**
is'l**
-*^a* mUH*
Deposito na ra larga do Rosario, bolita de Rartbolomeo & C. n. 34.
T'T.H'H !-
ano-
cMares Royer oa colares
di BIOS
'para facilitar a denticao das criancas e presrva-
las das convulsoes.
O feliz resaltado obtido immensas vezes pela
p-: .tifiiosa forca magntica dos colares Royer, nos
eaws de convulsoes, e denticao das criancas, teso
ai: .aiente elevado o sea bem merecido prestigio,
e hoje j se pode dizer que esto geralmeste con-
eetjados, e estimados de innnmemeis paig de!
familias : de ans porque do aso desses salajares!
e*i -. e de outros porque .colneram daqnellei tac
pr -uo exemplo para igualmente preservar os-|

Vende-se farinha de mandioca em saceos gran
iep,.receHtewieoe.chegada.ilo Rio de Juaeiro : na
ra de Apollo n. 20. escriptorio de Carvaino & Wo
gneira, o va fraf**e do Cunta.
.i i .....'
pu-. Assim, pols, a aguia branca, tendo em vis a 4X : Da rna di Radera *. 5T.
F:\BI\NA BAHATA.
4$m* com s*Mo
grandes de boa farinha ao reduzdqjffec
Saccos
tai i uUMdade e proveitr desses prodigiosos oola-
r andinos on Royer, mandn vir o novo sorti-
p.to que agora receben, e continuar a receoe-
>,- -at qae em lempo algam a falla delles possa
v-: fanesta aos pais de familia, os qnaes ficario
ecr-is de os achar constantemente na raa do Qpei
loja d'agaia branca n. 8.
W.
\wmi\
A loja Esperanza na rna do Qaeimado n. 33 A,
rerefciu e-,us cintas, que urna coasa indispensa-
vei a lualquer sennora ; consiste sfia ntHidade era
suspender 9. vontade a saia por mel de cordle?,
rm cijas extremidades estao presos clcheles qor
se pr^odem agoardaplsa do vestido : vende-se por
i300 cada cinta ; da-se aaeetm con penhor.
Ae.s Sf&. fogifileirws.
Ma drogara da risa larga do Ro-
sarlo u. 94
06
BARTHOLOMEO
Veode-ie-
Litnailia de ferro.
Dita de aro.
Sita de dito de Leso.
Saiitio refinado dx l'-qoaUadfr
LKf,
Cofn'dife'MfW
Vndesa ora eo/w ce pao^ dnyttiir de
vligrm. dTjnrjram dp mala?, tndn vir "Iwni ^esta-
do : quera nreiendep dirija- a roa J
Ponas n. 140.
das Cinco
vapor, .
despeza da compra continuada de novas animaes, e com os desgostos do trabalho que se
tem com elles.
Ser talvez desnecessario lembrar aos compradores de vapores a vantagem que |
Ibes resulta de comprarem suas machinas garantidas em urna fabrica, tendo artistas com-
petentes para assentar as mesmas e ensinar a maneira de trabalhar com ellas, e j pre-
paradas para arremedhr quaquer desarranjo; facilidades estas que jamis podem en-
contrar comprando-as aos simples negociantes, os quaes por falta de conhecimento na ma-
teria nem se quer podem garanti-los de que as machinas que vendem sejam proprias ou
suficientes para o tfabalbo em que se queira emprega-las, e no caso de des3stre nao
podem prestar-Ibes soccorro algum.
Igualmente nao se esquecerao os mesmos compradores de quanto podem perder
em ter suas machinas paradas por desarranjos no tempo das safras, sendo que ainda
quando venham s fbricas para concertar as machibas alheias torna-se ha preciso fazer
repentinamente moldes novos, etc. para as pecas estragados.
Tambem ha sempre prompto Rodas d'.gua de ferro Sarilhos com cruzelas para as
mesmas |Moendas de canna de todo o taraanho Rodas de espora e angulares, Paroes ou
coches para recber o caldo, Grivos e portas de fornalha, Taixas de ferro batido, fundido e
de cobre, Formas de ferro gabanisadas para purgar assucar, Bombas simples e de repu-
cho, Alambiquas de ferro. EUos.e rodas d carro. Arados, grades, enchadas a cavallo
outros instrumentos de agricultura, MuimW eorn.s para fazer farinha e finalmente
todo o objecto de mecbanismo de, que se costuma precisar.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e concertos. com a maior p este-
za e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fim.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder dar ioformacSes ou esclarecimento
aos senhores que se servirera de sea preslimo.
D. W. Bow.MAN,,engenhe.iro...._-- ,
dono deste estabelecimento espera a pro-
teccSo de todos.
Riquissimas caixinhas ornadas e com
msica'propria para um delicado mimo.
Caixinbas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porta joias e necessarios.
Riquissimos estojos a feitto de um bausi-
nho ou chapeuzinbo.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Gbaposinhos e touquinhas de muito
gosto para criancas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para senheras. .
Gapellas e grinaldas de flores proprias
para casamento.
Enfeites e
seuhora.
Riquissimos porta boquets.
Boquet de flores com urna borrachinha
com cheiro.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Riquissimas plumas e guarnieres para
enfeitar chapeos."
O castello de Grasville.
Tradui ie franeei por A. J. C. a Cre.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 3dOOC
oa praca da Independencia, livraria n.
6 e8.
#
RICOS VESTIDOS BRANCOS
A' toja de fazeudas de Angosto Porto & C.
11Ra do Queimad&v-il
A' loja de fizfndas de Augusto Porto & C, chegaram os mais bellos e msdernos
vestidos brancos e bordados agolha.
Superiores vestidos de btond com manta e capella para noiva. 1
Cortinados bordados para camas e jaaellas de 12j a 804.
Golkas de^eda e de laa, e seda de coree para ama*, f 1 i I
Balees, espartilbos, Invas fle pellica asBoWadi* 4, ',
Bou/ds, aigerninnel e chales de renda preta.
Sebreiudos de panno da doe* vistas a capas de borracha.
Grsdenapoles de rOres e preto, e aboiv pwt<> do diversas qnalladeg.
Encbovaes para baplisados com vestidos bordador que bada mais gesto oeste genero.
Filos bordados, de salpicos e lisos, cambralasVictoriae transparentes.
____Chapeos, bonets e gorros de palha da-UBliapara-senhonis.
Gtijineiyprts de seda para borneas, e abapos-da sol seda inglezes.
Camisas franeeras e inglesas para hornera, meninas e senboras.
Tapetes-para vt\i, plano e am, e dito superior (?m pee*-
Aleatifas de listas, baratas pois se vende a 480 rs. o covado.
Breaoha de Kobo sopertor en peciohas de 6 jardas e em-pecM grandes de 30-dita*.
Na mesma casa se vendem-sempre as melhores e.taais baratas
EUertl da India para for ar salas
11lUsa ds) luelmado11
Frameisoo Jos Gennano
RHA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e oce-
los de alcance para observares e para oa
martimos. _____________________
Tasso Irmos
Vendem no sen armazem raa <1
Amoiim a. 3o.
Licor fino Curago em botijas e meias botijas.
Licores finos sortidos em garrafas com rolhas de
vidro e em lindos frascos.
VinhosCheres.
Santernes.
Cbambertin.
Hermitage.
Borgonbe.
Champagne-
Mnscatel.
Reino.
Bordeanx.
Cognac
Od Ton.
PAezei lagniol.
o armazem de azeudas
baratas de Santos Coelho
R11 a do lucimado sa. 19.
Vende-se o seguate :
Lengoes de bramante de nm s panno pelo ba-
rato preco de 34200.
Ditos de panno da Hnho a 2J200 e 25600.
Gobertas de chita da India a 2#400 e 25800.
Lencos de cambraia brancos proprios para algi-
beira a 39OOO e 25200 a dnzia.
Ditos de cambraia de linho fino a 45300 a 55 a
duzia.
Aloalhado de algodao branco a 25 a vara.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largn-
capellas de muito gosto para a 25300 a vara '
Panno de linho flao com 9 1|2 palmes de largu-
ra pelo barato preco de 25400 a vara.
Bramante de linho fino de orna largnra, pelo ba-
ratissimo preco de 800 a vara.
Toalhas de linho acolchoadas para maos, a 135
a duzia.
Ditas felpadas a 135 e 155 a d^zia.
Goardanapos de linho a 35500 a dnzia.
Flnela de toda3 as cores para coeiros, a 880 rs.
o covado.
SareTuos de aco^tlnmso, que haj fj^ZlAXuX '
Cambraia de linho fin a 4-J500, 85500 e 9J a
muito 9e desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e cruzes de crvstaL **
Fivellas e cruzes de tartaruga, madripe- ambraia pm w^dn-vestido a lVOO 35 a
rula e douradgs. ,j, ^ %% ? j?!Sp* ** br*fta 4* I0 c00 10 w.
ira fravafSss'.
Botoes com croas para punos.
Gravatinhas e mantinbas de muito gosto,
tanto para bomem- como para senhora.
\ Riquissimos aderemos pretos, assim sopoj
^inhas com alfinetes pretos.
engallas de cama cora cabo de marOm.
Ditas de balsfa, borrtcha e de ootras
litas qualifllflesT'assin como chicotinhos.
Riquissimos pentes de tartaruga do ulti-
ma gosto; assim como de arregaco para
nrenina, pois oeste artigo ha um completo
orUneoto de todas a-quabdades.
: Diademas para cabeca do ulmp oOo~
Riquissimas fitas lavradas e uzas

Xr^icas preta com vidrlhe n- s cores.
Pulseiras tanto para seoboa como para
mfinjpjfl
Ligas de seda d algodao.
Swpensopiosdsdate de a^DdSo e-mui-
pt0.OHto8. objectos que se nao podem au-
nunciar por no se tornar enfedosbo.
Pecada madapotto fino e largo a 79.
Latinha lis* da cores a 500 rs o covado.
Pecas de cambraia branca de salpicos com 8 a
meja va jas a 45500.
iros de casemira bordados pelo baratissimo
de 95. ;-
Esteira da India propria para forro saja de
4,3 e pairase largara. '%
Cambraias finas Se coree aiiudas a 350 m a vara
Nest armnenTOnTWnt "Se encontra SS| pande
sortimento de roup? !3,i: o uor medielf '
US
Farinha.
So armazem de Vicente Ferreii
fitlro jante ao arco da Conceicao,
farinha de mandioca ulti
Saceos de tres aiqueires on
pasn^nelo,i^aUltiimo nfa^ft^> o^pacco.
da aJKeto da, Baiwa, prapa> >ar
de asoncar a roupa de esccatos; tam tara
vender Antonio Luiz de- CMiveita Atgveao & C>, no
sesos
ven
sen
rna da Croan. I.

*-?-
Vemk-sa-em asde Stanndm BrotBera V C
no la/M do Corp>Sato-n. 1,1, ^nates latentes
,. contonios perlances Droprlspari Jaier mover
So no Gallo Vigilante roa do-Crespo rr.-T. tres ovsjntro machinas para (Kroir a!s>iSo.







5.,

1
\
Ot&rto+t vtmhmwtm*- 4*ara IWra 6 NOVA LO JA
MCiaOPEDIOA
fe t Ruada Imperatriz irnazca
da porta larga fe*.
Ato a padaria traukeza de
JParedes rorto.
Neste estabeleeimento encontrar o roepeitavel
publico am variado sertteento de tascadas frase-
las, ingleaas, suissas e alemeos, que se tenderlo
por preso comino do.
Paredes Perla
Vende ebalee de renda de cores que se vende-
rn a 18# esta renflendo or tj>, ditos prlos, tt-'l
enda nova, 55, 6& 8$ a Of, nm sortimento com-
pleto de manteletes, capas e.soutambanjues li$ a
25J. Ra da Imperatriz n. 42, Junto a padafla fran-
ceza, armazem da porta larga.
Pareis Porto
Receban am completo sortimento de lasiabas a
240, e J80 r*. oovados, para acabar, cambraias de
cr a 340 rs. o ovado, riseado escossez para rou-
pa de menino, fusto de linho a 420, 400 e 500 rs.
nua da Imperatriz n. S2 junto a padarla franceza.
armaaem a porta larga.
Parets Perla
Receben para cortinados para cama franceza a
111 a peca eambraia lisa Boa a 3$ 4 at 10J a
peca, cortes de tarlatana.de bonitos gostos a 39800
*i; eambraia com flor de seda, gostos inteira-
mente novos a 400 e 500 rs. o covado, no armazem
4a porta larga n. 52, ra da Imperatrlz junto a pa-
daria franceza.
Paredes Perte
Receben pelo ultimo paquete una sortimento de
cruzes com pedras para o pescoco, bonitos caxinels
de lia para pescoco de senhora. Ra da Imperatriz
n. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porte
Vende cortes de gm-gtn-o preto para vestido com
21 covados cada um 35^000, grsdenaple preto a,
iJ600, 1800 e 2 o covado, lias lizas finas a 400'
rs. o covado, laas de quadrinno para vestido, enes-
tada, a 320 rs. o covado. Ana da Imperatriz n- 52,
armazem da porta larga.
Roopa fefta
Ro> da Imperatriz n. 82 armazem da porta lar-
ga junto a padaru franceza, eoconlra-se neste es-
:abelecimento um completo sortimento de paletos-
saceos e sobrecasacos, de todas as qnalidades, cal'
cas, colletes, ceroulas, camisa, grvalas, meias,
tnapos de sol, ditos francezes para cabeca, por
precos commodos, roopa para menino e airas
cuitas fazendas por precos commodos, armazem
a porta larga.
No mesmo estafoek-cimento encontrar o respei-
iavel publico, sempee um complete sortimento de
roupas feus de Mas aa qnalidades, como sejam>
paletos de alpaca preta ede cor, ditos sobrecasa-
cos a Ai e 54, enes de briro pardo a 3*800, 3fe
3*500, ditos fines a 4*, ditos meias eazemira a>
3*500, 4* e 5*, ditos eazemira sa ecos a 6*, 7*, 8*
e 10*, ditos sobrecaeacos a 10 e 12*, ditos de pan-
no saceos a 6*,-8* e 10*, ditos sobrecasacos a 12*
r 25*, ditos de merino preto a ti*, 7* e 10*, cal-.
cas de brim de diversas qualidades a 1*800 a 4*,
ditos braucos a 2*500 e 6*00, ditos eazemira 5*,
<-* e 7*, ditos pretos a 5*, *, 8* e 10*, ditos
meias cazemiras a 3* e 4*, colotes de diversas
cualidades, seroulas francezas de algodo, ditas de
iubo, ditas de bramante a 2* e 9500, carnizas de
-igodo de linho francezas de 2*iO0 e 3*. Gran-
de pecbinena neste genero, grvalas de todas as
jsaudades e brancas para casamento, grande sor-
'.ioento de meias para senboras, ditas para bornees
3*. superiores a 3*500 e 43.
Um completo sortimento de chapeos de sol de
alpaca a 3*, ditos de seda a a, 7*, 10* e 14*,
litos francezes para cabeoa, grande sortimento
a .
Vestidos
fec hincha sena tgnal.
Chegoc a loja de Paredes Porto nm bonito sor
tmenlo de vestidos de tartalata de cores e bronca:
que serve para partidas por-ser urna pbantasia ln
tetramente de gosto pelo barato prego de '41 t
trancos a 4500, estSo aebando-se : no armazem
d porta- larga ra da Imperatriz n. 32, junto a pa-
itara frarvo*a
A SALSA PABB1LH4 DE AVM
PARA A CURA RADICAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, hagas, fridas ve-
lhas, broiicuocele, papo ou papeira, a syphilis, enferadades venerias ou mer-
cuxiaea.
AS MOLESTIAS DAS MLHERES
reten?3o, menstro doloroso, ulceracSes de ulero, flores branca*, etc., ulcera-
{5o, debilidade, eipoliac3o dos ossos, a nevralgia e convulsoos epilpticas
quando cansadas pela escrfula.
WkM TAfiLfiCi*Ei\iO
o
&
60
M da Imperatriz, X.
DE
GAMA (S SILVA
loj.'. i. AiiMAaaa de fazbndas.
Tente- os proprietarios dete >granda estabeleci-
mento feiio um grande abatimento em umitas de
suas fazendas, pela occasiao do bataneo que derain
o:u(timo de dezembro de 1805, resol ve rara vender
muito mais barato do que cosiumam am de cada-
vez mals agradarem aos seus numerosos fregue-
zes ; por tanto Ihes offerecem um avulado sortl-
razenda em casa dos fregu zes que nao puderem
vir a loja, ou a darem as amostras, eixndo fitr
o penhor, assim como convidara as pessoas, que
nesociam em menor escala que ueste grande esta-
beleeimettto encontrarlo Oto grande sortimento
tamo a retalho como por atacado, ventlendo-se-lh
apenas pelos precos que compran as casas ingle-
zas, sendo com o dinbeiro a' vista.
As toa ibas de li< bo do Pa>ao.
Vendm-S3 superiores loalbas de linbos para
.rosto pelo baYatissimo pre^o de 7*500 a dozia ou
a 040 cada omaj
(iuardaaapoi de linho adamascado para meta a
8 a duaa ou a 240 rs. cada um.
RVStPLAS CRPES; ETC.
lCnferauldaden entaoa, ernp^o. borbuih^s, putulaa>,
naseldas, etc.
O extracto composto de salsa p:\rrllha. confeccionado pelo Dr. Ayer, urna
cambinaco dos melbores depurativos e alieraDies conbecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da ciencia, approvadc ereceitado pelos prrmeiios jnedicosdos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilbas, do Mxico e das Indias, e
mius outras partes do mundo: o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de
experiencias feitas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por amito* annos, nos priocipaes hos-
pftaes e enfermaras da America; tcm sido approvado pelas.academias de medicina 6
juntas de bygienne das priocipaes capitaes da America do Norte; papa prova disto vede
os atestados autbenticos no Almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes sedis
tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
A SALSA PABILHA DE AYER
Especialmente efflcaa na'cura das molestias que tcm snaoHgem
na escrfula, na Infecco venrea, no uso
cxcessiTo do mereu lo ou qualtfuer lmpiirea do sanguc
A molestia ou infecg5o peculiar, conbecida pelo nome de'wcrcr/UAa, ut dos ma-
les mais prevalecntes e universaes que ha em toda a extensa lisia das nfermidade6 que
atacam a nossa raca; disse um celebre escriptor da medicina que mate de urna terca,
parte de todos aqtelles qne morrem antes da velhice 5o victimas, on directa oo indirec-
tamente de escrfula; por isso s nao fao destructiva, porm a principal causa de
|murtas outras enfermidades que n5o Ihe Sao geralmente altribaidas.
urna cansa directa da tsica pulmonar, das molestias do figado, do estoaago
e affeccoes do cerebro; entre seus numerosos symptomas acham-se os eguintes: falla
de appetite, o semblante plidoe enchado; as vezes deuma ritan transparente eoutras
vezes corado e amarelrento irregular, fraqueza e moeza nos msculos ao redor da boc-
ea; digesto fraca e appeuite, falta de energa; ventre enchado e evacuarle irregular;
quando o mal tem seu asiento sobre os pulmes urna cor azulada moslra-se em roda dos
oltac* i quande ataca os orgSos dgestivo6, os olhos tornam-se avermelhados; o bali-
to ftido, a fo#na carregada; dores de cabeca, tonteiras, etc. as pessoas de disposi-
go escrofuloea apparecem frequentcmente eropces na pelle da cabera e outras parles
do corpo ; sao predisposlas s afieccoes dos pulmoes do figadt, dos rms, dos rgos
digestivos e uterinos. Portanto, nao sao smente aquelles que padecem-das formas ul-
cerosas e tubetculosas da escrofula> que necessitam de proteccSo contra es seus estragos; iogooo.
todos aquelles em cujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagelio (e s vezs ^gp ^mamnu^m mytmmfflM-*-
nereditark), estao expostos tambem a soffrer das enfermidades que elle causa, que sao: ES* 'SS^^T P ^
A tsica, ulceragoes de figado, do estomago e dos rins; erupeoese enfermidades bt0 0a i0b b armazemdo Pavo na ra da im-
eruptivas da cutis, rosa ou erysipela, borbulbas, pstulas, nascidas, tumores, rheuma, perafrfz n. w e tama & 9iLva.
loja do
Cortas de eambraia com pcumas na
Pavo.
Vendem-se cortes de eambraia braaca com pal-
mas, sendo fazenda muito boa, pelo baraiUsso
preco de 2*500 para acabar : na loja e armazem
do Pavao na roa da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Leaeo* Atrancos a *#<># vela a
dnxia.
Vendemse lencos brancos fazend* muito bo
peto baratissimo (ireco de 25 a duzla, Ditos com cortes de vesidos decambraiaYranla^r'm"1^^!
Chitas a loO t&.t- so o Patt.
Vndese o a.sk bonito sertimeoto dechnas sb-
fllezas, padroes iniiidiobos, ciaros e escures, e ten-
do tambem roas para luto, afiancaado-se crea
core flxas, e ver.i:- *.b pelo baratlssfmo ftrtc* de
?vep;5Dr.pC0Vi"*''*** en 28 covados
por (5800 : Isto na loja e armazem do Pavo, u
rna da Imperatriz n. tlO, de Gama fe SIIto.
Vestidos trateos.
Cbegaram para a loja do Pavio os mais bonita
barra de cor a 2*000 isto para acabar na loja t
Pavae aa r
va.
Poupeunas modernissimas a 400 e 500 rs.
o covado na loja do Pavo.
Vendemse poupelinas muito finas sendo fazenda
fas barra todas brancas, assim como com Ljrr
da Imperatriz n. u6 de GarnaAiStoJ-deeoree, aendo fazenda transoareuie e muo fina,
teodo cada nm corte bstame fazenda e mana ro-
da, e vetdem-se pelo baratissimo preco de *
lOl :- na lo a do Pavao na ra da tooerairii au
60, de Gama & Silva. *
maulo de raztmlas francezas, ioglezas, as quaes muito moderna de quadrinhos e liza vendendo-se
vendero mais barato do que em oulra quaiquer pelos baratos precoa de 400 e 500 rs. o covado na
Cortes de tailatana na lnj t!o Ymw.
Vendem se os mais modernos corte* c trlauo
parte, comprometteniose a mandar levar qualqoer loja do Pavao na ra da Imperatriz n. 60 de Gama; com as mais lindas barras de cor, po Uirati-t
f'JTPIrla Pm /1CQ Ane tennn&*atr tina non i.n.lurum 1^1 SV3 naAAA 4.. Sf 9 ... -I Mn. ...J. ..... '
(i Silva.
vrotdenaplea pretea do Pavao.
VeEdem-se superiores grordenaples pretos i^los
baratissimos presos de t500, 1600, 1800 e i
o ovado, seado fazenda muo ba. .para aca-
bar : na loja e araazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 0, de Gama & Silva.
Bramante de linho do Pavao.
Vndese superior bramante de linho com 10
preco de ojeada um, sendo neste artigo o rnelner
que tem vindo ao mereto : isto na l'ja e arm-
zem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, Je Ga-
ma & Silva.
C*mbraias trancas,
Com 8 palmas de largorac
S na loja do pavao.
vende-se cambraias brancas transpareutes .todo
Superior atoaloado de Imbo com qito palmos de
largura sendo branca e, pardo, e vende-se mais ba-
rato do que em outro'parte, na l<-.ja do Pavo na rda
da Impesatrien. 60 danOafea &i Silva.
Os corpinhos ae seda pretos do Pavao.
Vendem-se os mais ricos corpinhos de seria.pire- armazem do Pavo, raa
'ros. ticamente enditados, pelo barato prego de 12 Gama Silva.
palmos de largura, pnprios para lenges, pelos < Paimos oe largura, ou duas larguras das reyula-
baratissimos pregqs de l& e 'OO a vara, assim : res> ^ue faceHta fawr-te om vestido apias c 4
Como panno de linho muito fino pelos baratlssimos ; T^A e vendemse pelos baratissrmos precos de..
precos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-! **wu reig> e >*280 a vara- nicamente na ioja e
ftnazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga- i *na.ze d0 Favao.roa da Imperatriz o. 60 de Ga-
ma & Suva.
Canuraias lisas dj Pavao.
Vendem se pecas ae eambraia lisa muito supe-
prlor, pelo barato preco de 3#2G0 e 3500 a pega,
ditas muito finas a o>, ti. 7 e 8^ : na loja e
PECHIKCHA
2;j00, para calcas, so e Pavo.
cada, um : na o|a do Pavo na ra da imperatriz
n. .60,>e Gama & Silva;
Rico veafldeo a 80000 rs
pnciiineba admiravel.
S o Pavo receben pelo ultimo vapor francs ijiSOO, ditas escuras a 3fl00, ou a 1600 o cova
um grande sortimento dos mais ricos corles de do : na lojae armazem do Pavo, ra da Imperar
vestidos transparentes com rindas barras e enfeites i triz n. 60, de Gama & Silva.
de "seda, sendo e?4es vestidos muito proprios para PENTEADOKES
bAp precn tfe 8*1000 rs. tada um, na loja do Pavatt na Mrara- ,pn|ln,K vpMrrpm dn rrianha
ruada.Imperatrte d. 0 ae Gama & Silva. i)lara as Senuo.as \estliem e mauDaa.
4K kalps aawfcM d r^ml Aa Pavin a SAftflfl ra Chegou esta novldade para a foja do Pavao,
M anales avetos de renda M nvat a oww ire.. mQit0 ,m(Jos do ffiefhoF ^ ^
Vendem-se os mais ricos obalw pntoa de renda! gj raoiU) razoaveig M e|oja do Pavdo ruap u
com qoatro ponas senda moito^grandes pelo.ba- feperairiz n. 60, de Gama & Silva.
ma & Silva.
Chitas bran as a 280 r?.
Mende-se chitas francezas acentos brancos pa-
droes miudinhos, pelo baratissimo pnco de 80 rs.
o covado, na mja e armazem do Pa*, ra oa !m-
da Imperatriz n. 60, de peratnz a. 60, de Gama & silva.
Chapees de sol.
Vende-se um gfande sortimento de chapeos de
sol, sendo de seda e de varios precos e qualidbd-s;
Vendem-se superiores cortes de mela casemira! ditos de alpaca e de panno, e veeoem-se por precos
com msela de seda a t&, ditas 6ribaldlnaB a i muito commodos, na loia do Pavo na ru da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
ratisslmo preco-de
Ditas de goepore a tSS, 18, 20, 25?.
Ketndas de dito a 105.
Manteletes de renda, tazenda muito superior
Cassas francezas a 240 rs. o covado.
Vendem-se bonitas cassas francezas* de eores fi-
zas pelo baratissimo preco de ^40 o covado.
Ditas a 380, 320 e 360.
S na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Grtsdenaple preto a I$6O0.
E' grande pechincha
'carbnculos, ulce7a7"cb^srrnia"tis"ordores nos sso^aTco&Us-e na cabecai I." Gbales do pavo a-& 2oM TB. Jf^S^^^X't^^mX
debilidades femininas, flores brancas causadas pela ulceracio Bteriot, o enfermidades/ Vertro^cfcates de merino estampados a 2$ ^-0 Si : Sa rni
uterinas, bydropesia, iodigesto, enfraquecimento e debilidade geTak
Ofiferecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um antidoto efficaz contra esta
molestia e suas consequ-eiictas na
SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre o sangue, purificand-o e-espulsando delte a cortp5o-o
veneno da molestia; penetra lodas as partes e todos os org do-os -da sua accao viciarJa e inspirando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo
para a reoovacao do sangue, e d ao corpo j enfraquecido pete doen?a, forjas i ener-
gas Tenpvada6 coaw as da jorantude*
E tambem o melbxH* anty-syphilitrco eonhecido
e tim cada nm.
Ditos de merm liso a 3*500.
Ditos estampados de erepoo a tjt, "i, e 80t)0.
Ditos pretos bordadbs com franja de seda a 14J.
Na" leja e arrnazenr do Pavo na fu da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende o Pavo.
6etim da China com 6 palmos de largura, fazen-
da preta paralofo,.f*opna para vestidos e roupas
para litigeos, seodt e*ta nova faseada sem lustro e
dft-muito boa ^ualidade, aarauliodo-se Bao ncaTt
|-rrj6f a com o tempo e vnde-se pelo barato prego de
2& e SJ9308 o co*srdo, assirh Como neste estabeleci-
daria franceza.
Cortisados.
Chegou a loja de Paredes Porto um complete
sertimeoto de cortibaders Hcamnte BoiVItMos
preco de 25J, 35* e 4 : na rna da fmbGratri:
n. o2, porta larga junto a wdaria franceza.
Ricas r^meiras.
Paredes Porto recebeu pelo ultimo paquete um
sortimento de romeira deguipure pretas ede fil
a preco commodo : na ra da Imperatriz -n. 52,
porta lar^ra junto a padaria franceza.
Chapeos de sol.
Vendem-ee chapeos de sol de panno a i4-30 e
urna grande pechincba sopara acabar : na ra da
Imperatriz -a. 52 armazem da porta larga de-Pare-
des Porto.
menta tem tiro grande sonrmeoto de todas as a
cura ipermanenteaiehte-as ptiores formas de sypbiks o as -snas consequencias. Pouca zendas pretas como ajan cassas e ewta? preus,
necessidade ha de informar o publico do inestimavel valor de um remedio : que, como' *a .pidas Transparentes, princezas, aipa-as,
este, livra o sanguedesta e ignominiosa, pormmevltavei, se o mal n5o logo combatido com energa. ,q.5 tj'aggs do Pavao.
E um poderosissimo alterante para a reno^ar;o do sangue e para dar nova for-: Veadem-se uperiores baes de mucufina com
ca ao corpo j enfraquecido pela doenca. moluroda aS*.rdiserinoiines com 35 arco*a
Sendo compoato de prwitfctos vegetaes, es'e medicamento nmxente e ao mes-: *>, ditos em 20 e 25 a u, ditos para meni-
motempo efficaz, nm facro do immensa importancia para aquelles que o tomam; por-; ^\ff. jjjjfe Ktfe^zCde
quemuitos dos remedios attrantes OSerecidos ao publico tem por base e mercorto Ou o Gdma & sii-va
arsnico; e sendo asstm, bem quesvezes podem efectuar curas, comtodo deixam sirs "Cambraias de forro a 4^600 e %$ na loja
victimas carregadas de urna longa serie de males, multas vezes -peior do que omal ori- do *avo.
gioal. A nica -cousa necessaria paraobter urna oata raticfel segerreom jufzo e cos- Vendemse .pegas de eambraia de forro oom no-
atncia as direccoes que acompanliam cada frasco. IlSla?.*da *?'/ pelos bara,lsiin,s -Pr*?os *
N5o pmendamo.. pSatea, nem queremos queseinBraque esta cotnposicao a Kperiz" JV. nSSm*
um remedi tnfalHvl pdia a cura de todos os padecicuentos humanos ; ififelramente e 's cortioados do Pavao.
escrfula e a syphilis ao enfermidades tao stis tas suas nalurezas, e arreigam'se tfo
<*
Cortes ae laa escocesa para vestido a 35 o cor-
te : na ra aa Imperatriz n. 5% loja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, estao se acabando.
Para luto.
Laas pretas com salpico.- brancos a 400 e 500
rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 52 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
1$500.
Vendem-se pecas de tranca preta para enfeites
de vestidos, soutembarques, capas de senhora a
i 5600 com 10 varas, urna grande pecbincba : na
ra da Imperatr 48000
Chales de renda pretos.
Vende-se enales de renda preto a 45000, unicc
loja que pode vender aa raa da Imperatriz n. 52,
armazem da porta larga, de Paredes Porto.
f 3lgS'|'|.B:S-8 3S8
roses que a scieneia- banrana pode-inventar para combate-tes: o crte temos e que o
Extracto omposto de salsa parnlha de Ayer
amelhor preparacSo at boje desberta paeaestas e oulras molestias anlogas, que
urna combina^ dos alterantes mar6.efficazes conbecidos, e que esta coratinacio tem sido
regulada por kragas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos conscieficia deof-
ferecer ao publico o melhorresuitadc quo fr-possivel produzir^ da ioteHigencia e pericia
medica dos nossos tempes. '
Este remedio deve ser tomadecom systema e regularidade, e n?o com-ebandono,
po>s um remedio e n5o bebida.
Quando as molestias do figado notem-oua origen na escrfula, o remedie
maisproprio as pilulas catharticas de Ayer, qutao efficaxes na cura da molestia, que
m per causa um desarranjo dos orgaos digestivos. Ped a salsa parrilba de Ayer e
nao aceitai outra preparaco.
Pernatabuco, rna Nova a. ?, pharwacie francezade P. Maurer de C
= 5P""5
o^ B 8
a>

B.S-
VENDE-SE
No aratazem de H. 3. Ranos Silva dr euro, rna 4 Vigario
a. 11, tmastnutemente, ossegafates arllgos, qne
recebem por cncemmenda profarfa de

9
=-*W..griBSta.s3SSgg.
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Vendem-se superiores -cortinados aamascados-
firmemente no systema, que multas vezes evadem e resistem aos remedios Tdiais prjde- Pra camas oeo naraiissimo preco de 15 cada par,
ortos moito Osos ricamente boraaoos para camas
ou jauellas a <.o, 50j> e io$ o par : ua loja e ar-
mazem do Pavao na ra da Imperatriz 60, de
'Sma 4 5ilva-
Panno teto a 25 na loja do Ptwo.
Vende-se paino preto. fazenda moito 4oa, pelo
barirto preco-ele H o coi'fido, dito morto fino a
5-500. 4, j i (J,assim coma casimira preta d
corio a 2 o covado : na loja da Pavo &a ra da
Imperatriz 0. <60, de Gsma & Silva.
Os--<3spartlhos do Pavo.
Vendem-se orna grande e variado sortitsento de
esparulbos dos mercado, seodo de todos os lmannos, vendendo-se
par um prec/o rauito razoavet : isto na loja do Pa-.
-vio i)a ra da iBipemtriz n. 00, de Gama Sirva.
: As salas Montadas do pavo.
Vendem-se sai.-.s bordadas sendo fazeuoa muito
ii'a, sendo ricamenie bordadas e com mui'a roda
vcodendo-se pelos baratos-precos de (S'SS e 101S
reis cada ama na loja do Pavao na ra da impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Bn;Uiiil;at> de res a 3.s00
VeBdem'sepseas debretanba.de rolo eoMOt
varas cada peca, .pelo banaus&uio preco de 3 :
na ioja e armazem do Pavao, raa da Imperatriz n.
00, -de Gama & Silva.
noarpa feifca.
Nalaja do Pa\o
Vende-se neste es labe I eci ment am grande eor-1
trmeato de roupas, tamo de panno como cazemicas,
e .bros e pelos baraiissimos precos como sejam
calcas de caxemira Lpreta a b& ~5 e 8JO0Ores, pa-
letots de panno preto saceos a 6# d$ e 12^000 re.
ditos sobrecasacos de (aaoo finissHBO a fif 185*
20O0 reis, e uutros mmtos arligoa que seria en-
fadonbos aqu reltalos; s na loja e armazem do
Pavao ra da Imperatriz o. 60 de Gama & SiiTa.
Loja dwjpavi
Cirands peetaincbas.
edinltas a S80 rs. -a eevada
Seiliuhas a OOrs. _
Sediabas a oOO rs.
Veade-se oa loja do Parto, un grande sertlmen-
to de sedinbae listradas com.as ais bonitas cores,
sendo os padros mais noves ano tem vindo ao mer-
cado, e vende-se pelo paratisslmo preco de cinco
toctoes o covado, sendo fasenda que valem muito
mais dinheiro, e grande pechjpcba por se lar
comprado um grande ponida desta fasenda, oa
loja e armazem de fasenda do Pavo, ra da Iffl
peratriz n. 60 de


hew-yorh;

Legitima salsa parrilha de Bristol, preparada por Lanman a Kemp.
Verdadeira agua Florida^ preparada pelos mesmos.
Gaz em latas de cinco gaides, o mais parificado que se pode desejar tada marca F. W. D. & C.
Relogios perfeUos reguladores, com corda de qoatro aoitodias, des, afamases fa-
bricantes E. N. Welch.
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Prntedel-
pbia).
Imperatriz n. 60.
Os cachinez do Pavo.
Vendem-se berrilos cachinez de 15a on agazalhos
para cabida peto baratissimo prego de 3,8000, s
na loja do Pavan, na ra da Emperatriz n. 60.
MANTAS PARA O PESCOgO
a 15, s o Pavo.
Vandem-se bonitas mantas.para o pescoco, pelo.
jarato prego de 15 : na loja do Pavo Ba ra da
imperatriz n.'df, de Gama & Silva.
Madapoles a 3,)00 rs. a pessa.
S na loja do PvSo.
Vende-se pegas de madapolao fino com 12 jar-
das, pelo barMo preco de 350TO e 45000.
Chales (le renda.
Na loja do Pavao.
Receberam-se os mais lindos chales pretos de
renda, assim como asmis modernas e compidas
mondes, e manteletes da tsesma tazenda,e vende
ser mais barato que em outra quaiquer parte: na
loja e aimazem do Pavao Da ra da Imperatriz n.
66 de abia & Silva.
CaMor a 3(;0 rs. a covado.
Para calcas.
Vendem-se superiores castores muito encorpados
padrees oscuros pelo barato prego de 320 rs. o co-
vado, servlnd esta fazenda tambem para escravos
per ser de toita dura^eo ; na loja e armazem do
Pavao ma da Irmieriitr>iz n. tiO de Gama & Silva.
Chapees para meninas a 6,000.
S na toja do Pavo.
Se vendem os maistonHos e mais bem enfeita-
"i.ai,('.nsiniios de i>alha da Italia, proprios para
meninas, pelo baratissimo. prego fle two, aa m*
e rmazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
Attencao.
ultima mwm
PENTES, ENFEITES, CINTOS.
Gama & Silva, acabara de rceDer pelo ultimo
vtpor francez, um grande s'riimeoto dos mais ri-
os enfeites pretos ede cores proprios oara cabega,
seodo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
vrtas das maisbonita? perolas; assim como os mais
modernos e engrasados pentes da verdadeira tar-
taruga, marebetados sendo a ultima novidade
que tem vindo de Pars, e as mais ricos finios com
rilas mathisadas e {velas largas, cesforme uitima-
mante se usa as pfJfBeiras capitaes da Europa, e
vende-se por preco em conta por ter ebegado em
direituva para a tejando-Pavo, roa da Imperatriz
n. 00 de Gama di Silva.
As rolautlas |'a\ao a 8 IQs,
Veniem-se as maiericas rotandas de renda pre
ta, seodo muitu grandes, que sao as que mais se
asarn, pelo barati.-sime prego de 85 e 105 na
loja e -armazem do Paveo, roa da rmqeratriz n. 60;
de Gama & Silva.
Chitas pretas a 160 rs:
Vendem-se chitas pretas ingieras, sendo fazenda
muito boa, pelo baratsimo prego de 160 rs. o co-
vado. oa 05500 a peca om 38 covados : sona
loja de liavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
ATLANTA
Superior oleo para machinas de costura.
A guias para as mesmas.
Brea em bar icas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
DORDEAO
fulidade.
St. M-tiha.
Si. 1 ten.
G. Margaux.
C. Lafitte.
iMedcc.
PORTO
1Jqnalidade,
Principe Real.
.Pedro V.
[Mara Pia.
Prioceza D. IsabeV
i Vctor Emmanuel.
[Duque.
Malvazia.
Vinho fino do Porte embarris de 5/, iO/ e 20/.
Superior vinhe do Rheno.
Cera de Lisboa em velas e em gromo.
Breo nm barricas, paquea**.
Cera em velas de todos os tamaitos.
Bogias.
Mercarlo.
Na ra do vnano n. iO, primelro andar.
Baldes
Grande sortineit*.
Cbagoaa-tnadalmparatrizn. a, jamo* na-
darra frtncezn, tm f raaMa ortlmanto qu* se ven-
de a 25500 r. paraacaabar.
tt ttCA DO QUEIHADO **
JHadapQldo.
Finas peras de madapelio com 20 varas a 9$.
LENCOS,
Lenco de eambraia braaca, duzia 2.
dem de cores fixas para meoaos, duzia 24&00,
Cambraias de crea a preco de 260 300 rs. o covado.
Ciuardaus,ps.
Guardampcs de linho, duzia 34500.
Al(do
Algodo trancado de das larguras, proprio para toalbas de mesa, a preco de
avara.
Superior bramante de linho inglez e .francez.
ICaioJtfaia de linho prppria para teos.
ATOALHADO.
Atoalhado branco para mesa a 1)5600 a vara,
Enlremeios de eambraia muito finos, preco Ifi.
Lencos de seda para algibeira a 5-GOO,
' Ldaznhas a %QQ ts.,so
Grande novldade a SOO rs.
Atlanta a 200 rs.
Atlanta a 200 rs.
Atlanta a 200 rs.
Chegou para a loja do Pavo o mals lindo sor-
timento desta nova fazenda, com o titulo de allanta
proprla para vestido e roupas para meninos, sen-
do eala modernissima fazenda da la* com os mais
liados gostos de qaadrinbos e listras tendo entre
ellas de corroa e preta, cora listras e quadros
crneos proprias para luto, vendtn.se pelo ba-
ratissimo prego de 200 rs. o covado nicamente na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As chitas do Pavao a 200 o covado.
Vende-se o mais bonito sortimento de chitas es-
LaaSinhaS matlSadaS-a-$12Q rearas e rozas sendo inglezas, mas com os pannos
' Venflwn-se as mais lindas lasinbas maiisadjs tao eneorpador cerno os das francezas que se ven-4
cem os mais bonitos desenbos, pelo barato prego de ep a-400 fjs.-e liquidao-se peto bar ,{*ec de
330 rs. o covado-; na loja do Pavao a roa da fC '** reis o covado ou a 75200 a.paM,^ar*fUtndo-
peratriz n. (S0.de Gama & Silva. seilerem 38 covados cada pega e serem de cores
Jijas isto na-loja e armazem o Pavo na.ra da
aciales JW41^* ^i^T^'do'Pavllo.
luj^VUV, Vende-se cera d carnauba dattelhorqaalidade
Vendem-se os mals ricos chales de Gnrpure e de emCaaeeos, mate barato que em ontra quaiquer
renda de linho eada, pelos.barassimoe jkbcos d#. pane noarmazeca do.Pavao na ra da Imperatriz
AU e li ; grande pechincba em reiag^o a boa n. W, de fian 6 Silva. .
(jnalldade e tjmanbo delles : s pa loj do Pavje. ......
lis cabaias do Eav^o a %$vu
i o oovaro. i
ru Vt*.- i tbegarara para ldja do Pifio as mais Andas1,
Vandem-se modernas latiinas eom hadlseimos' aiaiae-da safa para vastidoe, sendo com os coaisi
estoa, peto bartissimo prego de00 /s.; gran- julios gostos de flores e listas,.4en4o.entre ells aj-
de pecbincba at) aa loja do,Pa,vao, jrjaa da Ip- gruas roas e preU* *ii (jaem esver te loto,,
ratnzfl. 90, de Gama snva. leafao esu nova fazenda '4 paimps de largura que
S-flac 1 apsas ficfnt fazer-s mn vestido cem penos- tvme*,
M u j n8?* **bsneW*rassimo praeo de 1*80, JN a loja o fa vao, [m|. M l0;a A *&&& do v a va* o 4 . hegon para aloja do Pavo um moderoUsTmtf "?ZZ_ 60,\ie^ama,& Silva-
sonmeiHOdasnfs-tordas sedas pan 'W^1 ^ ^^X J^
sfada mus de lirtrtaoas e oatni te oramas' jJdJl/ftuLUtt
cam as mals lin las coces,.e algumaspropruspa, *_- .^m..
as enboras que estivarem de loto e vendem-se,
neto barato pre^ de000 o covado, eno *tt ^^^ ^m*************
Cortes de chitas.
Vendem-se cortes de cbaas inglezas, senda pa-
droes e-curos tendo 10 covados pelo barato prtca
de 25OOO rs.; ditos com II e 12 cavados a 'J'_0
e 2-O0 rs; ditos de chita franceza escu-ra e ale-
gre, tendo 10 covado-3fi200 ; ditos cc-m 1L e 18
covados a 3520 e 3840 rs: pechincha, ua i( ja
e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. -JO Je
Gama & Silva.
Rodelas de borraxa
proprias para atar mas-sos de papis, e para ?er-
virem de ligas para poobos, manguito?, etc. etc.
Vendem-se oa rna do Qoeimado loja d'agura brin-
ca n. 8.
Mui finas carias
frarjceaas, com cantos dourados, e sem dourado.
Vendem-se na ra do Queimado loja d'agnia irn-
can.8.
Envclopts azues
b rs. o cento.
Vendem-se na ra do Queimado loja d'aguu
branca n. 8.
Appareleos de porcelana
douradcis e protados.
Na ra do Queimado loja d'aguia branca a. 8,
vendem-se bonitos apparelhos de porcelana para
almogo e janlar de bonecas.
Bonitos quadros
para retratos.
Vendem-se na ra do Queimado loja "agola
branca n. 8.
Perfurnaria ogleza
A agua branca ra do Queimado n. 8, receben
nm novo sortimento de finas perfumaras inglezas
de I. Gosnell & C.; sendo pairados dos agrada-
veis cheiros Bonq da Itainha Victoria, do P. Alber-
to, do imperador S'spoleo, da imperatriz Eugenia.
Garlbaldl, Hiss Lind, Joch Club, frangipane, ran-
dalo, ele. etc.
Oleo-tino para cabellos.
Opiat para pentes.
Agua da Colonia.
Sabonetes finos creme de amendoa para bsrbi.
Penoas d'a?o inglezas
douradas e sem a ser.
Chegou para a loja d'agua branca ra do Quei-
mado n. 8, um exceilente soriimento de penoas
d'ago inglezas, douraoas e sem a sert porm todas
de qnalidade eztrafina, e erntinua-se a vende-la; a
255OO, 25OO e 1S500 a caixa.
Tinla azul e preta
tinta rocha e preta.
Estas tintas cujas excellentes qualidades j' san
bem conbecidas e apreciadas pelos entpndedores,
acham-se a venda na ra do Queimado loja d'ap,u
b*o^a n. 8.
Lacre fino de corea
com cheiro e sem elle.
Na loja d'agura branca raa do Queimado n. 8,
vende se lacre lino encarnado aromtico e sem u
ser ; dito verde, e umss caizinras cem ditos de
cores pelo barato prego de 500 rs. cada urna.
Papel inglez
em caixinhas.
Na loja d'aguia branca a* ra do Queimado o. &.
veude-se desse superior papel inglez em oaixicbas.
Luvas de camursa
brancas e amarellas.
Vendem-se na ra do Queimado loja d'ogi
branca n. 8. ,
Meias preas para padres
Vendem-se na ra do Queimado loja d'aguia
branca n. 8.
Aspas largas e fortes
para balao.
Vendem-se na ra do Queimado loja d'agsia
branca n. 8. _________ __^^_
Para Santo Antonio e S. Joo, algoidares de Ge-
nova de lodosos lamanhos, muito baratos por et
grande porgao, jarras finas, entrefinas e gross&,
de todos os lmannos, assadores para ir ao ferno,
vasos francezes em tersos de seis, e toda a mais
louga de Genova e da trra : na raa do Bangel
numero 4.
Escrayos fgidos
Escravo fijgido.
Do eogenho Serigi, freguezia de Goianna, fngio
o,mnlatinbo de nome Raymnndo, com os signaes
seguintes : cor clara, cabellos nem crespos oea
pegados no casco, altura regular, peritas um tanto
arqueadas, iam todos os denles, esta com o rosta
eoberto de pannos pretos, e costuma fumar muito:
quem o pegar leve-o a sea sensor uaqhelle enge-
nho, oa a M noel Ignacio de Oliveira & Filho nes-
ta praga, largo dq^oepo Santo n. 19, qne ser
bem recompensado.
, wvido! 3o*& Cbegaram5,"" l^'rtttwwin^
3U0# d gratificado,
Em 31 de outubro do anno passado, fogio a es-
crava Claudrt*, aira alta e seca do corpo, qoa
perlenceu ltimamente aoglIlms.Srs. Jos Joaquia
da Silva, Manoel Mauricio de Sena e D. Mariana
igoacia de Castro e Silva que a vendeu a Jos Ma-
ifieos Ferreira que pagara 2OO5OOO a quem Ite
entregar dita escrava na rna da Cadeia 0. 62.
Amrw
Desappareceu desde o dia 2 do corrate mez, a
pfeta Vlctorina, crionia, idade 26 annos poueo
maisou menos, tendo os signaos seguintes: altan
e corpo regalar, rosto redondo, tem o andar rauiw
apressado, levou nm vestido de cbita escora j
usado, chales de la encarnado, esta preta foi es-
crava d Kxm.- Sr.'D. Mara Candida Salazar da
Viga Peasoa moadora na ra do Hospicio, conato
ijue anda peto Cachang a vender troclas: quena
a Degaj Jeva-a,a toa do Crespo a. 18, segundo an-
dar, qne sera' recompensado.
_..___.....- -.__. 1...... ........... -
Fago noiia 22 de dezembro de 1865 a escrava
Felicia, fle W armos de idade, com os slgnaes se-
gantas : yarda dan, de eatatora baiw, magra,
rosto ossiSo,-oilm nsjvados, (alta de oestes na
tcents, eahalto crescida ; foi escrava ara o late
de Paollsta, porm jalga-se ella andar mesmo peto
Recife, Afogados oa seas arrabtlaes; rog-se, oor-
ante, as ajatorUsteii ipoHciaes e capitaes te r



tola aamazam te Pato m Btetti i u lojaewieBitePwo pa rnaia mpaad/ >tc {rancea, que se racompensat genar^a-
f60de GamaTSHva *W^' n. 6?te Gama & Silva. 'nenie.-
IIEGVEI
-a.



_ LITTERATDRA.
Prelesfle do Sr. Agtuslz, 14 de
Malo de 1866.
REGMBN DAS AGCAS DO' AMAZONas.
A constitugo geolgica do valle do Amazonas
jd foi descripla. Agora coovm mostrar qua; o
reamen das aguas da bacafoteira.
Ji anteriormente o dissenns : um fado funda-
mental da a esta grande biela om canho exoepch- falmos (c'coeota ps, dezesele metro?);
mi. Nao um valle circunscripto por alta mon- Ce *rarenta cineoptlmo, (finta ps,
taauas, demorando em consideravel profundidade
c em cujo undo se accumulam as aguas. E' um pde ser de d0Z6' e al m9nw de 1"
Plinicie immeasa, cojas extremidades sao um tan- m v,Dle o levantadas, que so aprsenla om declivio mui J9 c"* resultantes do accrescimo na ve-
leve, de maueira que de Tabatinga ao ocano a in- loc,dade opcional, e entre quatro milhas no
c.iuagonio de mais de setenta e um metros, islo mximo edaas milbas e menos no mnimo, que
, de om decimetro por legua. E as extremidades deve ser 'culada a velocidade ordioaria, a da
uesu planura ligeramente Inclinada aeham se to correte do rio em exleosSes conslderavels e
alli-tadas do centro que mesmo as immadiages na0 a prodatlda por corvas rpidas ou pelas ma-
ao no principal, mesmo as proximidades da foj, i rs Ia0 o* se faem seD,ir emObidose em San-
Mas ento, conforme ja' vimos, a chela dos f-
flueotes da margem direiu eomega jostameote a
toroar-se sensivel no leito principal; de maneira
que qoaodo os affloentes da esquerda se acham
vatios os da direlta se enebem, e gracas a esta al-
ternaco, o Amazonas, que chega ao seu mximo
em moho e qoe desla poca em diaote bata cons
laoteraeote, at o mez de oumbro, poca das mais
banai aguas: depois toro* a eogrossar.
O zimo e o mnimo sao porm moito varia-
veis. nivel mais alto chega a setenta* cinco
o mais
...ota ps
dez metros.) A velocidade tambero varia muito
c carcter de planicie domina.
Nai pois de admirar que o rgimen das aguas
ditira, oo Araawnas, do dos outros grandes ros
ij. ..',:.ios. A primeira differeaca est no volume ,,
enorme das aguas arrasadas palo rio bras.leiro, **? *7#en'_,r*Cf;
v,;.. no tao prodigioso que se toraa quasi impossi-
Vil dar a respeito dalle orna idea de fcil compre-
h.-a.-o. O Sr. Agassiz buscou traduzir de urna
maueira apreciavel, a de oatro modo qoe oSi por
aigarisaios, este volume eztraordioario. A' vista
das informages ministradas pelos viajantes que o
precedern) e das suas proprias medidas, da pro-
fuuiidade aproximada, da dos lagares estreitos,
tarm e manifestam-se com grande [orea em Mon-
talegre.
A observaclo da temperatura das aguas do
Amazonas offerece resaltados nao menos curiosos.
O m-
ximo chega a -i- 29*; o mnimo a -I-26'; tres
graos de variacSo apenas. Cinstitue isto nm phe-
nomeno bem diferente do que se nota dos grandes
ros das regioes temperadas.
A temperatura das aguas do Mississipi dssee no
invern a 0 e abaixo. O rio gla, e tao profunda-
meote, qoe os carros podero passar sem perigo
por sobre as suas aguas solidificadas, e nao so car-
etc, nao possivel avaliar em menos de dous mi- ros pequeos; mas at mesmo carroches tirados
lito1: e quinhentos mil metros cobicos o. volume por tres ou quatro cavallos. O proprio Sr. Agassiz
das aguas que, em urna hora, passam por om pon-
to .'.'. Mas este numero nao pde dar orna idea
clara e de immediata percepcao. Supponha-se pois
que se fechou o rio e quo a agua do Amazonas fo
fo.-gada a correr por nm tubo de un metro de di-
metro ( quatro palmos e meio ); pois bem, este tu-
bo teria de attravessar o ocano de um continente
ao outro e de eslender-se at ao interior da frica
pira poler conter sanente a quanlilade de agua
gittj corre en urna hora. Eis por certo om tacto
que confunde a Imagioacao I
E-te volme, porm, sujeito a variar segund0
a: pocas-, com offeit) o nivel dorio vana, sua
largura varia ; tuo quaoto se prendo ao rgimen
di: aguas incessantemente variavel; por quaoto
e uatra particulari laie do Amazonas nao estar elle j metros cima do nivel do mal, Sua inclina0o
suieito a eocbentes e a visantes aepeodeotes da; pois trila vezes mais consideravel do que a do
tem atravessado o Mississipi oo Invern, tanto a
p como em treno. No verlo, pelo contrario, es-
sas mesmas aguas fazem subir o thermometro a
-I- 16, -1- 18, -1- 20", e at mesmo as margeos
do rio, a nma indicaglo soperior. A amplitude das
varlages tbermometrlcas pois de dezeseis oo de
viole graos, ao passo qoe do Amazonas apenas
de tres graos.
Emfim a inclraago do Amazonas, ioclinacao tito
ligeira que de Tabatinga ao mar, alo passa, con-
forme ja' se vio de um decimetro por legoa, ,
qoaodo compara-la com a de outros ros, realmen-
te prodigiosa, Examinemos om rio da provincia
do Rio de Jaoeiro, o Parabyba do Sol. Em Ealre-
Rios, este rio acba-se collocado na altura de 300
vjita peridica das estacos, como se nota nos ou-
tros grande* ros. Tarabim toroa-se uotavel por
ser o ooico, por assim dizer, entre todos, que corre
de O a E. O Nilo e o Mississipi dirigem se do nor-
te ao sul ou do sul ao norte. Passam por varias la-
titudes e os territorios que elles baubara gosam de
cumas diversos. O Amazonas, pelo contrare, acba-
se por assim dizer ioieiraraeute staado o'uma mes-
ma iatitude e o cima das trras por onde se rami-
Ocam seos numerosos afUaentes idntico, clima
eq aatonal. Anda outra dilfereaga : as c ti uvas que
c ii -m na superficie immeasa desla vasta baca, a
Amazonas, e esta differenca anda maior se torna
quando comparamos o declivio do mximo rio bra-
sileiro com os de algoos aflluentes do qoe ba pou-
co citamos.
O i'ulianba, o Parabybana descem, em 15 le-
guas, de ama altara de 3,000 pes a orna de 1,000;
tem pois orna velocidade dez vezes soperior ao Pa-
rahyba, e a sua inclinarlo trezeotas vezes mais
consideravel do que a do Amazonas.
Agora algumas palavras a respeito do clima. A
temperatura atmospherica o mais das vezes de
-I- 28- a -I- 29. Raras vezes desee abaixo de -I-
mais vasti do mnodo, bem longo esto de cabir na: 23: raras vezes tambem superior a -I- 32 oo
misma establo, i-t> na mesma jtoca do auo ao
norte e ao sul. Entre estasjauas zonas do valle, ba
a este respeito, differen;as e mais de seis mezes)
as vertentes da Bjliva, na planora elevada do
norte do Brasil, as ebuvas cabem em setembro-
.N i plaaura da Guyana pelo contrario em margo.
Nesteinlervallo de seis mezes eogrossam alternati-
vamente os afilenles da direla e os da esquerda.
Q lando o Mideira, o Pur;, o Xing esto vazios(
o apo, o Ija, o rio Negro acham-se ebeios e vice
versa.
II. aieda ootra causa de moJiBcarao ce rgi-
men das aguas : o derretimento da nev lem lu-
gar nos Andes, em principios de abril ou de se-
f.mbro ; logo em outubro, pois, os affiuentes supe-
riores que descera deslas monunhaehim-seniiil-
'to cheios. Todava a progressio da cheia quasi
ioseosivel. Por exemplo, em Tell, s em oo-
vembro que come;am a ser Dotados os etTeitos do
derretimento das nev, de maneira que passam-se
doas oo tres mezes pnmeiro que as suas conse-
quencias se tornem sensiveis em Teff -ou em
Minaos.
i\a vertente da direita, o Madelra e os outros
afflaentes collocados em condi?5os anlogas, tam-
bera nao manifestam o effeilo dai cbovas senao no
mez de setembro. Em outubro este effeilo aioda
e ) sensivel seno na parte soperior destes grao-
des baocos, e somenle parto de dezembro qne a
la'.umescenca commumea-se ao Amazonas e se
rranifesta no confluente dos doas rios. S ao cabo
d; porto de quatro mezes 6 que as aguas lntumes-
c2as doMadeira e dos seu> congeneres, chegam
ao seio da arteria principal. Os grandes tributarios
da direita engrossara tambem, e o Amazonas com
elies al nnreo, e eutao o mximo para os af-
fiuentes da vertente meridional. Todava a vasao-
te a principio s se torna sensivel na parte supe-
rior dos rios; quanto ao Amazonas, s no mez de
junbo que elle ebega ao seo mximo do Para'.
Nesta poca, juuho, o Rio Negro e os tributarios
da margem esquerda aioda nao bao ebegado ao
mais alto grao de ebeia. Comeraram a eogrossar
em abril, e em junbo a ebeia s sensivel na par-
le media do rio; muito depois, em setembro, que
os afQuentes, de qne o Rio Negro para nos o ty-
po, chegam ao seu mximo. Depois deslntumecem-
se e o nivel das mais baixas aguas apparece em
dezembro.
F0LHETI1
TRISTEZAS k BEIM-MftR
POR
M. PINHEIRO CHA GAS
XVII
(Conlinuacao.)
Nao soccedia o mesmo ao capito Raivoso O
honrado veteraoo costumra-se ao coochego d'a-
queila casa, oahiiaara-se aos silenciosos seres,
passados por elle a sos com Leonor na sombra
sala da velba babiaco, affeicoara-se cada vez
mais sua gentil menina e oem remotamente con-
ceba a idea de qoe fosse possivel o separarem-se
ou mesmo o lolervir alguem n'aqaella sua doce
intimidado. O bom do capitao Raivoso nao sup
punha que boavesse felicidade maior do que & de
estar orna noute inteira defronte de Leonor, canta-
rolando em voz biixa : Rataplo I rataplo I ra-
taplo I > dispond: do nm ba ralbo de cartas para
jogar a Paciencia e concentranio todas as suas fa-
culdades na soluc3o i) difflcil problema de alinbar
os naipes em seguida ao cadox, trocanio de vez
em qoaodo algumas palavras com a sua menina,
sentindo chlar a agua nachileira e delieiando-se
primeiro com o aroma, depois com o sabor da
reia. Noute em qoe o padre Christiano viesas lo-
terromper o tite lite ji era mareada com tinta
negra nos (utos do digno capiti).
Imaginera o qoe elle sentira, qoando percebea
as manobras dos ieoes t quando pensou qoe Leo-
cor poda casar com algnm dos assaitantes. A im-
-I- 33. A variacao oscilla entre 8 e 12 grao. Do-
ze graos, eis o extremo a vari.ir.ao mais ordinaria
apenas de oilo. Ora, na zona temperada, os ex-
tremos de temperatura podem apreseotar ama dif-
ferenca de cincoenta graos. Mudancas de trinta
graos em ama hora nao sao raras nos Estados-
Unidos.
A difforenra entre o mximo e o mnimo pde
ser de quarenta graos no espado de vinte e quatro
horas. Ciocoenta graos podem ser a differenca es-
tro a mais alta e a mais baixa temperatura de om
anno. Ja' se v qoe tamanhas e tao repentinas va-
riares do cal t atmospberico devem por forca im-
pressionar profundamente os habitantes do paiz.
Nao reagem ellas somente sobre o seo- pbysieo,
seuo tambem sobre os seas costames, sobre o-
seu trabalho, e ar mesmo sobre o sea systema
social.
A nniformidade da temperatura do valle ama-
znico, a pouca iotensidade das variaces thermo-
melricas iofluem -tambera sobre o carcter de seas
habitantes. Todavia o clima, uniforme e hmido,
mu salubre, moito mais do que se poderia sup-
por, incomparavelmente mais do que se poderia
suppor, iocamparavelmente mais do que algamas
pessoas o tem descripto.
A salubridade deste clima em grande parle
devida a' acQao quasi constante de um vento que
sopra uniformemente de E para O, e que alias na-
da mais do qae a grande correte dos ventos ge-
raes. Esta corrente entra na immonsa abertura
formada pelo Amazonas e sob o valle do grande
rio. Urna branda viraco fez-se all constantemen-
te sentir e produz orna evaporaco, grabes a' qaal
a temperatura baixa, e o solo nao se esquema in-
definidamente. A constancia desta viracao refrige-
radora loma o clima do Amazonas agradavel e at
mesmo dos mais agradaveis. De manha, a tempe-
ratura fresca o ar serena ; s perto do meio da
qoe o calor vai-se tornando mais e mais intenso
em razao da acelo directa dos ralos solares; mas
depois das 3 toras da larde volta o fresco, o qual,
a' medida qae se approxima a noite, toroa-se ca-
da vez maior. Estas leves differenca? na tempera-
tara prodazem como se v, dorante o da, sensa-
ces diversas, mas em sarama a impressao total,
geral, favoravel nao se parece de modo algom
com a prostraco qne resulta inevitavelmente de
um da inteiro de calor excesslvo.
Nao intil insistir nestas coasas. A oplnio
geral, com eff-ito, qoe o clima do Amazonas
dos mais insalubres. Nao ha am s viajante qae
nao o descreva de om modo assustador..'%' o paiz
das febres, dizem todos.
E' certo que ba febres e qae ellas s5o, por assim
dizer, estacionarias em certos logares. Mas a
causa dellas parece dever ser antes attrlbuida aos
proprios habitantes, aos seus costuraes, sua ma-
neira de viver, ao sen modo de alimentario sobre-
ludo, do que natoreza ou ao clima.
Citaremos nm (acto, entre mil, para corroborar!
esta assergo. Perto da cidade de Manos, am
tanto ao norte, ba ama babiasinba serena e pouca
funda, cajas aguas se acbam ao (acil alcance dos
habitantes. E, pois, -lhes ella de summa utib-
dade. D-lbes agua para beber; nella qae vo
lavar a roopa; serve, emfim. para mil diversos
misteres.
A temperatura das aguas dessa babla de
f 33* a + 34. Fcilmente se concebe, pois, que
em taes coodicfos, naa agua ebeia e materias
anlmaes oo vegeta es sujo i tas a' fermentarlo deve
ser delelerla, lmpatavel e lornar-3e para qoem
della osa nm lento mas iofallivel veneno. Um
pooco mais adiante demora nm tgarap de agua
frescas e lmpidas, wia tempvatura a nao excede
de r 21* e qae ministram nma bebida roafs sa e
agradavel, mas... para isso serla necessario dar
mais algoos passos (hiiaridaie), e, oosejapor
natural indolencia, oo por desmuelo proveniente
do habito, os habitantes preferem beber com agoa
a febre de qoe foco a bacia situada mais a sea
alcance.
Mas o qne principalmente determina as tfoencas
nos habitantes *> valle amaznico a rea' alimen-
tario. Isto igualmente nma consequencia da in-
dolencia nataral dos iocolas, indolencia alias qae
deve por sua vea, at certo pcato, ser attribsida ao
clima.
Nos seos costames, jasto diz-lo, ne indo
resaludo da incuria; como o corto das estacos
determina as occepajes do povo, Imprime-lbe h-
bitos unto mais iiresistiveis, qaanto tm no- clima
a sua erigem e raiio de ser. Todavia, parece qae
sdos proprios amazonlenses dependera terem ou-
tro rgimen de vida.
as margeos do rio nota-se nma vieosa e snpe-
rabondute vegeteco berbacea magoificos pastos
nato rae, capazas de darem susteuto a noaerosas
manadas das mais bellas racas de gado. Esta ri-
queza aeba-se nteiramente perdida; o gade ex-
tremamente rato, a Industria pastoril nao existe,
e u poocas pessoas qae crlam. bois nicamente
para os vender aos paquetes da companbia de na-
vegajao ou para os exportar. Nioguem, porm,
pensa em mndalos para o corte, e o oso da carne
excepcional. O proprio leite esperdipado ; or-
denbar as vaccas nm trabamo em qae ninguem
se auer occapar.
entretanto, durante todo o anno, 03 habitantes
sustenum-se de peixe salgado e mal salgado, que
em um clima queme e hnrrtido \t' sereba, no mo-
mento de ser consumido, com um principio de fer-
mentaco ptrida. A este al monto detesiavel
bem raro ajantar-se nm rgimen vegetal,"salvo se
se deve dar este nome ao consumo da farinha
fagua, que numerosas lavagens bao perfellamen-
te despojado de toda a substancia alibile, e que s
pelo nome se parece com a farinha de que os ou-
tros povos fazem o pao. Ajunte-se a isto, eomo
tempero, nao sabemos que corpo gorduroso, raa-
eido, salgado, repogoante, vlodo de Inglaterra ou
da America, e que cbamam manteiga, ao passo que
a verdadeira manteiga, das mais frescas e memo-
res, podia ser .abundantemente ministrada pelas
vaceu. All onde os productos agrcolas deveriam
ser suficientes nao s para o consumo, mas a.
para o commercio, onde, em caso de necessidade,
se Ibes poderia ajootar o peixe freseo, s se acba
para comer o piraric mal salgado e mal secco.
E' a este modo de allmentaco, ao oso, mu
pouco justificado pela necessidade, de aguas insa-
lubres, que devem ser attriboldas as febres, e as
doencas que soffrem os habitantes do valle. O Sr.
Agassiz tratar de novo deste assumpto, n'uma das
prximas prelecces, quando fallar as occopa-
ces dos habitantes e dos costnmes aetuaes. Hoje
quer concluir o qae tem a dizer sobre .os rgimen
das aguas.
O volme tao consideravel das aguas prodozio
no solo pouco inclinado eroses numerosas, e n'uma
infioidade de pontos cavou sulcos na trra firme e
foi assim que formn a ioestricavel rede de canaes
de que oa passada prelecgo, buscamos d ir ama
idea.
Esta rede tao complicada anda imperfeita-
mente contienda, at as publicares em qoe se
trata della nao ba nogdes exactas.
O Sr. Agassiz pde esluda-la de um modo mais
completo, gracas s cartas bydrograpbicas que Ihe
emprestou a companhia de navegaco do Amazo-
nas. Os officiaes que commindam os paquetes
desta associacao assigoalaram nm grande numero
de detalbes, e o Sr. Agassiz deveo ao obsequio do
gerente da eompanbia, o Sr. Pimenta Baeno, nma
communicago sem reserva de todos os documen-
tos que ella possoe. Alm disto ba tambem, no
ministerio das obras publicas, numerosos trabalbes
sobre este assumpto.
Todavia evidente qae urna das pnmeiras ne-
cessidades para essas regioes a existencia de
urna boa caria suficientemente grande para nella
poderem ser mareados os limites das propriedades,
e bem assim para ser convenientemente represen*
tada a natura dos terrenos..
Esta necessi Jade de ama boa carta em grande
escala das mais imperiosas; na instrumento
que nada p;'e substituir e de qoe ha absoluta
falta. Infelizmente esta caloa nao pde ser fcil-
mente preenebida, porqoanto a respeito da grande
bacia amaznica aioda nao ha noces perfeitas, e o
Sr. Agassiz acredita qae cada afflueste tem o sen
rgimen particular. O Amazonas, de aguas bran-
cas ou amarelladas pele lodo qae conserva em sus-
pensa, tem nm curso mais rpido do qoe o dos
seus afDuentes; forma um numero enorme de |
ilbas de tal modo que mui difflcil poder o obser-
vador avistar ao mesmo tempo as suas doas raar-
gens. Em cerlos lagares um veradelro archi-
pelago espalhado sobre urna depressao de 20 a 25
leguas.
Os afflaentes, exceper do Madeira, nao tm
este carcter ; mas o Madelra, pela su extensao,
eomo um rival do Amazonas; suas aguas, bem
como as deste, arrastam lodo, formam ilbas e sao
rpidas e profondas. Mas o Purs, o Jwua, o
Coary, o Ucayal, te., tm nm corso mais leato,.
om leito sinuoso- onde u ilbas sao raras, menor
profondidade, mas nao obstante favoravel-i nave-
gaco.
Assim o Pars, explorado por nm geograpbo in-
glez, o Sr. Bates, que o subi e esfcidou na estn-
sao de 600 leguas, offerece .500 leguas de navega-
gao at mesmo para navios de maior porte. Todos
estes affiuentes coolm recursos Iramensos.
O Rio-Negro e os tributarios da margem esquer-
da. apo, lea, Japar, Trombetu, Garucataba, etc.,
difierera moi notavetmente dos da direita. Rio-
Negro, por exemplo, deve o seo nome cor rani
escara das soas aguas, alias extremamente lmpi-
das ; sao leito, mui largo, pooco profundo, pe-
dregoso. As ilbas que aelle se acbam sao do nata-
reza idntica a das rochas das margeos-,, as mesous
qoe tambem.appareeem as margeos limpidas
um pbeoornene que captiva a allencao.
A colorisaco das aguas dos rios tem-agacado- a
coriostdade dos pbysicos e dado lugar a estados io-
teressantes. Quaudo- a* aguas sao torvas, lodosas,
intuitivo qae a colorisaco provro sfmplesraeote
das materias miaeraes oa de outras quaesauer em
snspeasao no liquido-. Mas como se ha de explicar
a cor negra das aguas lmpidas T.Algoos suppoem
que ella devida a substancias vegetaes nao tem
suspensao, mas em solugo no rio. K certo qae os
nos das regioes temperadas, que rolam aguas trans-
parentes e coloridas, e cujas margeos sao cobertas
de arvores resinosas, pinbeiros, abetos, etc., podem
dever dissolucao das resinas distilladas de taes
arvores a sua cor particular. Portaoto, bem pos-
sivel que a cor do Rio-Negro seja devida dissolu-
cao de materias resinosas.
Na vrteme do lado direito nota-se igualmente
colorisacio de aguas no Teff, Coary, Xing, Ta-
pa'oz e tamben, posto que em menor grao, no To-
eantins. Esta colorisaco sobretodo evidente no
grande canal de Tupiuamburans que o Madeira
estende parlE. e que por sua vez recebe um gran-
de numero de afilenles. Mas, oeste caso, as aguas
esbranqoicadas llmitam-se i parte soperior cestas
ramincaoes, e na parte inferior tornara-se lmpidas.
Provm isto de os lodos colorantes, conservados
em suspensao, tarem lldo tempo de se depositare ro.
O proprio Rio Negro tem afQueoles braceos cujas
agoas sao lodosas. Sua colorisaco particular nao
por isso alterada, e nada mostra melbor a exten-
sao consideravel e a lenlido desles rios do que o
pooco effeito das ramiScagoos sobre o afilente
princoal.
As materias suspensas se depositam e nao che-
gam ao sen leito, ou, se cbegim, sao insuficientes
para I no alterar a edr; e o Rio Negro vai ter ao
Amazonas com sua cor particular, apezar das
aguas esbranqoicadas dos seus tributarios. O Ro
Negro, por seu turno, confundindo se com o rio
gigante, nao deixa ais aguas deste o menor vesti-
gio da sm propri oloraco. Abaixo deste con-
Qaente o Amazoou tao branco como se nao hou
vesse recebido agoas negras.
Todo este enorme volume liquido, depois de ter
tragado sua rede inextricavel, ebegande finalmente
ao mar, nelle prodaz efieitos nota veis e nm pheno-
meno dos mais portentosos qae o Sr. Agassiz sent
nao ter podido presenciar. Nao ha qoem nao tenha
oovido fallar as pororocas, no embate formldavol
que prodaz o encontr das agoas do rio oom as do
ocano. Sao duas impetuosas e medonbas moles
de agua que correm ao encontr urna da outra, e
logo ambas, como paradas, levantam-se em espan-
tosos vagalhoes que se chocara, enroscara-se e aca-
bara final monte por passar qma por cima da outra.
A accao do ocano sobre o rio e, por toda parte,
no continente das mais sensiveis. E', pois, o Sr.
Agassiz nao exagerou qoando disse qae a trra fir-
me devia ter sido invadida pelo mar em ama ex-
tensao de perto de cem leguas. J den elle a prova
disto fazeado notar a idemidade de structara e de-
composici do valle amaznico e dos das provincias
do Maranbo e Piaaby.
Em varios pontos, as margeos dos rios, notam-
se as mesmis carnadas oa mesma ordem : 1, as
argas lamioadas de varias cores; 2a, o gres em
stralificacio ora parallela, ora torreoclal; e 3o, fi-
nalmente, as argas ocbreu; formaco que nao se
pude produz ir senao em urna grande bacia de agoas
tranquillas, e que por sua Ideotidade atiesta serem
as mesmas as circamstaocias que a originaran! e
suscita irresistivelmeote a idea de nma immensa
planara liquida, represada do lado do uasceole
por um pujante dique.
Opportunamente se indagar em qae ponto esta- Maeap. Toda esta zona foi rebaixada a nm nivel-
ya situado este dlqoe. Totkfvia, aedida da sua Dferior pelo mar.
extensao j so acba dada no tacto de o declivio ob-
servado no valle principal, o do Amazonas propri*
mete dito, ser apenas, desde Tabatinga al ao mar,
de nm decimetro por legoa.
Ora, justa mete na foz do rio notam-se ribaocel-
ras com vinte e cinco a trinta ps de al ora, e se
essas ribanceiras sao o resaltado ae depsitos for
Neste terreno qae desappareceo .actava-se on-
tr'ora, tal e a convicio do Sr. Aguiz, o dique
que represava o grande lago em cojo fondo se
precipitaran) os depsitos.
O Sr. Agassiz adquirir a este respeito urna con-
viego to completa qoe nio reeeioa predizer onde
devia estar o limite desse dique. Com efleito, tu-
rnados na agoa doce etrajljulia, seu nivel, com o portava deseobrir as suas extremidades, os lados,
declivio coohecido, exlgt'para descer at ao ocea- *s margeos. O 8r. Agassiz annunciou de antemo
no, qae prolongnetiwitlnba qae marca a super- Pe'os J0"^ eBUflc que Ira procurar, em
i .i i i /. a nm ponto delerminado, essa limite. Comprio o
flele dellas at perto de cem leguas para o lado io que bavia promettido. Quando voltava aoRio de
oascente. Janeiro, desembareou para tal fim, na provincia
Mas, dirt alguem, acba-se por ventar bem de. Je Cwrt; chovas da estacao, o mo estado
mi. '.. j ... dos raminbos o impediram de continuar as suas
monstrado que essas ribancetras nao sao m depe- pesqotas, mas teve elle a satisfaeao de acbar as
sito marinboou o effeito de om levantamento gra- prova da exlsteacia de urna immensa morain.
Um geograpbo com quera se encontrn afflrmon-
A esta objecflo pode-se afootamente responder lhe ter observado os deslrogqs dessa moraina des-
qe nao; as provas abondam. Sr. Cipanema, K,^?,ir *, M 'i6*"* direc5*1 da Ierra de
cert, em nma bcao que n.ogoem .em dovlda ter 9^^S?^TSZSS
au torna menos completa a prava de ter elle
existido; porqoanto us-tmeomo nm panno de
maro basta para nos ajadar a determinar a
extensao e a direceo que esse mesmo moro
tinba, assim tambem om panno do dlqoe gi-
gantesco de que se trata basta para anlorisar o
naturalista a afflrmar qae elle existi e com elle
todos os pbenomeoos caja ctmplieada concatena-
gao se Ihe prende.
Na prxima- li?o, domingo qoe vem, o profes-
sor fallara ao seu auditorio a respeito deste dique'
e da sua ongem.
Jornal do Commercio do Ro.
esqaecido, proveo que o littora* brasileiro emerge
lentamente do faado do ocano, e estes phenome-
nos de levantameato qae elle tilo bem descreveu
eslenderam-se inconteslavelm^nte at ao norte. Um
dos membros da coramisso scieotica que o Sr.
Agassiz dirige coDftrmoa esta assergo, descobrin -
do indicios do phenomeo) as provincias do Emi-
rilo-SaiMo e da.Biliia. As margen do Jequilinbo-
nha, do rio Djce, do Mucury, na soa foz, ministra-
ran] pravas irrecasaveis deste facto: Mas impos-
sivel dar-se esta mesma causa como explicagao da
lurmagao dos depsitos amaznicos-. A natureza
destes depositas o veda-.
Demais, do seu interior foram descobertos des-
trogos de vegetaes, folbas qae sao aaracteristicas'
Estas folbas nao provm de vegetaes que s me-
drara as praias do mar. Os destroces achados re-
soltam de nma vegetacao continental.
Quando a vegetacao se approxima. do mar, us-
me um carcter especial. E' entao qoe appareeem
os mangues (Rbisopbora mangle) tao oonbecidos
em todo o Brasil e cujas ratzes mltiplas se iotri-
eam e favorecem os depsitos. Nos depsitos ama-
znicos nada disto se vi';, mas nota-se evidente-
mente urna vegetago continental rodeando nma
b..cia de agua doce.
E demals, nm deposito marinho est sojeito i
todas as influencias da mar ;. nao pode ser uni-
forme e soffre a incestante aeco das ondas. as
carnadas que estudamos o carcter principal a
delgadez, a homogeneidade, a ausewia.de ondola-
gdes. Nio se notam as rogas qae prodaz a acgo
das vagas, nem animaes marinaos ; em sarama
ha completa susencia de tudo qoe- caracterisa a
influencia do mar. Temos, pois. Ojiante de nos,
por certo, o deposito effectuado por orna bacia de
agoa doce.
Ora, boje o mar cobre em parte estas carnadas,
foi cora, detrimento destas qae se formaram os lei-
tos dos rios e essas bahas, que se alargara e es-
tendera se cada vea mais pela Ierra firme, forman-
do, como em Viga, bacas de mu tas legoas de
profundidade. Em Byaganga a baha, que ootr'ora
apenas avangava. aaaia legua pela Ierra dentro,
tem boje mais d* djias leguas; o mar avaogou-se
mais de meia raga do interior. Recoobeceu-se
em dote annos urna eroso de mais de cem ps.
O pbaro i de Viga, constraido longe do mar, era
poucos aon os depois batido pelu ondas que Ihe
solapam e c arcmem a base. Um mastro de sig
oaes, levantado em dezembro fra do alcanee das
aguas, ja no mez de Janeiro segrale se acbava
invadido por ellas. Isto mesmo se nota em Ma-
raj, qae o mar invade desde multo tempo, como
de certo o damonstraro algumas ilbas cuja base
formada de deposito aoiigos.
as margeos do Caroca, no territorio amaz-
nico, observam-s donas que as aras arrasiadas
pelo vento do mar alto formarara moito antes de
existirem os estuarios onde boje se interna o mar.
Em Soure, as praias da ilba de Maraj, o Sr.
Agassiz obsorvou um (acto anda mais importante.
Ha all um riacuo, o Rio Grande (oo Igarap Grao-
de); cojas altas ribanceiras mostrara as tres ca-
rnadas de argilla> oebreas, de gres e ae mamas
lamioadas de que j se tem fallado tamas vezes.
Essas rtbauceirn sao cobertas de vegotagao ar-
borescente propria do clima, palmelras, myrtaceas>
etc. Se, desenbassemos a prospectiva dessa ponto,
no ultimo plano, no lando do qoadro, ficariam as
altas ribanceiras do fio, e no primeiro plano, per
to do espectador, a praia do mar levantndose le-
vemente de ambos os lados, e coberta i direita e
esquerda de duoasiohas reaentemente formadas.
A prova evidenja de ter sido a costa rompida pelo
mar est em acharem-se na praia, avaogaodo mui-
to para o mar, troncos de arvores, inteiramenle
idnticos aos da torra firme, que cresceram em
om terreno sobmergldo e attestam a presenga de
urna floresta que o mar invadi. Isto se nota as
duas margeos da babia de Soure, separadas alias
por urna distancia de seis leguas. Com effeilo,
defroBte, no lado opposto, as proximidades do
pbarol da Viga, observam-se os mesmos phenome-
nos; urna invasao do mar, qoe ja nao deixa distin-
guir as mamas varlegadas, oem gres, nemas arg-
as oebreas, e da parte d'aquem, sempre a floresta.
Urna floresta de seis legoas de largora foi destrui-
| da, snbmergida. O proprio canal do Igarap-
! Grande foi formado pela ablacto dos terrenos. U'
um sulco cavado pelas aguas.
At onde pode o explorador deseobrir provu
desle cootacto da agua doce e da agua salgada 1
Em toda a costa oriental, desde Gurupy al Mar -
j, Bragaoca, Maranbo, Piauby, a ao norte, at
1M POUCO DE TUDO.
Ha em Par orna sociedade, que se intitula So*
siedade do Principe Imperial, qoe cunta ja' quatro
anoos de existencia, e tem por fira fuer empresti-
mos aos operarlos para a compra de instrumentos
de trabalho e de materias primas.
E' exemplo moito para seguif-se aqu e em to-
dos os grandes centros industriaos, e coma tal di-
remos da sociedade pariziense o que referem os
diarios franceses-, para amnar-mos os de espirito
iniciador a impertarem para o pan a reallsaeao de
to proficoas ideas.
Os emprestimos, que podara elevar-se at 500
fraocos (90W)), sao reembolsareis em 3: annos
(praso mximo} por pagamento semanaes ou men-
sas a' caixa econmica.
No meiado do corrente mez os emprestimos em
Paris e as provincias eram em numero de 8-:iI'6
no valor de quasi 398:000*000 ris, sendo com-
preheodido n essa qoamia o departamento do Sena
na qaantia de nm pouco mais de 3$9:000j060.
Os reembolsos, segundo nm relatorio lido pelo
vice-presideate da sociedade na presonga da kope-
ralriz, oas lulherias, apresentavam os segrales
resultados:
A qnantia exigivel em 31 de marco d'este anno
era de I53:t85#000 ris.
A qaantia reembolsada orgava por 190c&70*000
ris.
Faltava, pois, cobrar apenas 4:713*00ris.
O numero dos emprestimos integralmente reem-
bolsados era de 1:183.
O relatorio aprsenla o- qoadro da situago U-
nanceira da soeiedade qoe se salda cora um activo
de mais de 360:000*000 ris. Esta quantia, com-
parada com a dos emprestimos mostra qae, gragas
a' applicago a novos emprestimos das qoantias ja'
reembolsadas, a sociedade tem emprestado quasi
37:660*000 ris, mais do que tem recebido.
m *.....> ~
Esta poesa foi recitada na sasso maguada
abertura da sociedade musical Pfailarmonica Fa-
miliar.



J
presso, qne lbe prodozira a noticia da marcha do
conde de Bomflm para Torres Vedru, fura nma
noticia agradavel em compararlo da qae sentir
ao suppor por nm instante a possibilidade do ca-
samento de Leonor.
Todas as noutes entra va tremendo na sala, es-
perando ver algnnm dos lisboetas campeando todo
ufano na sua querida cadelra de espaldar. Todas
as noutes linha nm alegro ao ver os seos recelos
desmentidos, mas a inqoietacao voltava sempre de-
pois do primeiro jubila.
Essa inqaiaUcao tradaiia-n em mamarios,
que redobravam de intensidade, se por acaso era
noute de setnala.. Urna vez Leonor perguntou-ibe
quea, era essa gente, que tanta indignadlo lbe cau-
sava. Raivoso, assustadisstmo com a pergenia,
balbncion nma resposta inintelligivel, em qae s
se percebiam as palavras : tVadios I Siltres I *4
'Paisanos l> saprema injuria, tornada mais acer-
ba pela terminacho feminlna. Leonor suppoz qoe
os lisboetas teriam zombado do forte da Ericeira e
do seu intrpido commindante, e nunca mais tor-
nou a exacerbar a bilis do sea velbo amigo com
essa pergunt indiscreta.
Informados de todo isto, supponhara os. leitores
como ficaria o cepitao Raivosa, qoaodo deas pre-
tndanles lbe vleram supplicar qoe advogasse a
sua cansa pente a reqnestada senhora. Essas
doas pretendemos eram (credite, posleri I) o ad-
ministrador e o boticario. Cada am d'eiles tomar
de parte o capitao e pedira-lbe qne o favorecesse
com o sea crdito oo espirito de Leonor.
O capitao cabio du navens, qaando o adminis-
trador lbe commoleou o seos projeclos aatrimo-
niaes, e fleoo de bocea abarla, qaando o boticario
Ihe fex igual confidencia. Apezar dos quarenta e
tantos annos do administrador serem pooco de
inspirar sustos, nao podera Rilvoso delxar de es-
tremecer, mas dissipou-se-lho o medo, quando o
boticario entrn em sceoa. O capillo mostroa nes-
ta espinos cirenmstancia rara babilidade estrat-
gica e consommado tacto poltico. Em vez de op-
tar por qoalqoer dos pretendemos e de o favorecer
casta do oatro, resol veo favorece-los a ambos, de
forma que nenbnm tlvesse razio de qoeixa nem
elle tambem, porque, nio podendo Leonor casar
com os dons ao mesmo tempo, o nico expediente
qoe liaba para satisfazer o imparcial capitao. era
oio casar nem com om nem com entro. Picava
da mesma forma provada a babilidade com qae o
Raivoso advogara u causas dos seus dous clientes.
Nio foram neeessanas tantas snbtllezas. Ape-
nas o capillo expot os desejos do administrador e
do boticario, Leonor soltou om sonora gar-
galhada, primeira. nica que Ihe sabio dos labios
depois da partida de Magdalena. Ficou Raivoso
polando de contorne, mas, fiel ao papel qae adop-
tara, mostroa se compungido (hypocrita I) e quiz
insistir. Um M teosamente velo intorromper-lhe o capcioso
arrasoado e entornar-lne o alma torreles de ale-
gra.
Pasmase isto oacua de jaotar, As ooze boru
da manha. Sable logo Raivoso, saboreando de
antemo o maligno prazer de commonicar a des-
agradavel noticia aos dous veterenos namorados.
Deparoo-lb'os em breve orna ada maliciosa.
Ao passar pela sal, dea com os ollto oo boti-
cario, qoe ponba o chapeo em cima d tota eael-
r e tentava deblde aboioar ama luv moostroe-
sa. Quando o capillo se diriga para elle com nma
cara de psames, assomou a porta a esguia figura
de administrador, entalado n'uma casaca preta e
precedido por amas botas de polimento monumen-
taes, qne avaocaram em vedetas, explorando o
terreno, urna boa toeza adiante do magro vulto do
fancciona.rio.
' Eslava travesso n'esse dia o capitao Raivoso,
travesso como urna creanca o bom do velbote !
Passou-lhe pela mente urna idea extravagante e lo-
go tratoa de a por em execugao.
Meas seobores, disse, folgo de os encontrar.
A Exma. Sra. D. Leonor, agradeceodo-ibes moito
a honra qae lbe flzeram, recosa as propostas ma-
Irimoniaes, qae Vv. Ss. por meo intermedio, (be
dirigiram.
Segando veem, o nosso capillo arrendondara o
discurso, como um verdadeiro diplmala. Mas os
doas pretendentes nem flzeram caso dos primores
de estylo do capillo e prestaram at nma alinelo
secundarla ao desengao, qae Ibes cortara pela
raz u suas esperancas. Eslavam ntrelidos a
contemplarem-se mutuamente com o mais desde-
nhoso espanto.
- Pois o senhor I... exclamoo o boticario,'
apontando com o dedo para o seu rival.
Pois o senhor I... exclamoo o administra-
dor, imltaodo-lbe o gesto.
Estas reticencias resuraiam em si orna allavlo
de satyras. Epllogou-as ama gargalbada irnica
de cada um d'lles.
Logo o boticario se offondea com o riso do ad-
ministrador. Pegn no chapeo a exclamoo, diri-
fiodo m para a porta :
Caturra pretencioso l

Jarreta 1 resmuogou o administrador.
Por isso que nos somos assim governados I
E os fregueses na botica a espera du dro-
gas I
Era melhor qoe Tese es tu dar a soa obriga-
gio I torooo o boticario do limlar da porta com
solemne despreso.
Nao fazia nada de mais, se fosse estadar
pbarmacopa I bradou o admioisirador, vendo su-
mirse o s)versarlo.
, O senhor o qoe nm tyraono t bramio U
do fundo da escada a voz do pbarmaceuiico.
O' Sr. Silva, nio mchame tyranoo I barrou
o administrador, sablado atru d'elle e meneando o
chapeo com gestos Indignados.
Raivoso ria a bom rlr, e, esfregando as mos de
contente, fra-se por i janella para presencear a
conlinutgao da scena, quando sentio por traz d'elle
a voz de Leonor, qoe pergontava :
O que Isto ?
Olhe t responden Raivoso, apontando para os
doas velhotes, qoe ahiam am atru do outro, con.
errando ettre si urna'*erta distanci, e gesticu
lando e fallando cora aolmago.
De vez em quaodo o boticario parara, e, voltan-
do-se para ira, diriga alguma invectiva ao seo
compaabeiro de infortanio. O administrador logo
parara tambem cora toda a prudencia e responda
meneando furiosamente a bengala. Depois conti-
nuava a marcha, al qoe a iolerrompesse ora ex-
paosio da bilis do pharmacopola. O sol bata-Ibes
de chapa oo rosto e affogaeava-lh'o, faaendo encar-
nlgado o robor, qne a eicltagio da dispata prodo*
ifr
' Coltidcs I exelamto Lwnjr, sorriodo-se; qae
Ea abrago satisfeito
A idea qae nos nnlo,
Essa idea qae meu peito
Por longo lempo nutri.
Por isso, sem estro embora
Venho, amigos, nesta ora
Erguer aqui miaba voz,
Dizer-vosbaja concordia
E que nio venha a discordia
Perlobar nenbum de nos.
Convivas, sempre constantes
Do barmomoso feslim,
Irradie dossos semblantes
Urna alegria sem tira
Nao percamos os momentos
Dos nossos bons instrumentos
Eia... arranquemos os sons,
Vamos manda-Ios unidos,
Misturados, confundidos,
Percorrer as amplidoes.
E' doce a msica aos peitos
Como ao labio doce o ml
Por isso en Ihe rendo preilos
Como a lyrao mtoestrel
No brando sopro da brisa
No ribeiro que desusa
No canto da sabia'
No rumor que as folhas fazem
Nos sons qae as auras nos trazem
Era todo harmona esta'.
E se Deas bondoso espalba
Em todo, harmona e sons;
Se em nossa alma se agasalba
O dulcor das vibrages,
Nos que al aqui ebegamos
Prasenteiros, prosigamos
Que bello assim caminhar:
A constancia todo vence,
Viva pois Capunguense
A nossa Familiar.
Um cbronlsta de a poca escreve de Pars que
vinte mil operarios trabalbam constantemente oo
palacio obde se ha de fuer a prxima exposicao
universal, e anda qoe nao boove pomposa Inaogu-
guragao, nem msica, nem versos, nem nenbuma
d'essas Pesias filhas de imaginagdes meridionaes, o
futuro palacio da industria nao lera igual no mun-
do.

Fallecen em Paris o banco Balanqu.
Este bom.artista foi quem creou o papel de Me-
pbislopbeles, na opera Fausto.
discordias eu fui fazer I Parece-me que os vejo
dispostos a virem as raaos I
Pouco se perda, redargaio esloavadamenle
o capitao, se elles qoebrassem a cara nm ao oa-
tro I O administrador nuoca fu caso dos meas
offlcios e o boticario um eio, qoe me leva cin-
coenta por cento, qoando rae rebate os recibos I
Pois o capitao rebate os recibos T pergontoo
Leonor espantada.
Raivoso Bzera-se vermelbo al i ral dos cabel-
los, mal proferir irretloctidamenie a mal aventu-
rada palavra. Foi balbuciando qae responden :
Eolio, mlnba menina, os lempos vio to
mos l
Mu eu que nao quero semelbaote eoosa I
Nio (atibo eo a minha bolsa a soa disposicio T Ora
torna, eonllnaoa ella graciosamente, torne qne ea
lbe ral I
!js, miaba menina___balbneioa o capitao.
Eu posso fazer islo ao mea noivo, tornoa Leo-
nor, wrrindo-se, e parece-me que, ae ebegar a ca-
sar, bao se nio com o capillo Raivoso.
Ah I ab responden o bom do veterano, es-
fregando as mos ; ento qne en fazia p d al-
teres !
E desaton a rlr como om perdido do bom dito,
ijae se abalancr a proferir, e qae lbe. parela
phrase mais chistosa, qne sahira ba multo tempo
de labia i bem'em.
Mu Leonor cabira ootra vez na soa profonda
melancola. Fra sentar-se ao p de Osa janella
qae deitava pa o mu a eravava os oinos raga-
mente na amplidio. O cadver Uvera mi bulante
de vida galvnica, mas o tomlo reclamara o saos
direitos e Leonor voltara i soa glida immobili-
dale.
(Contnuar-ti-htt.)
PWN.-tVp. D^M.F. 4. DE .r
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