Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10969


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Full Text



I
Pr qaartel pags tpt dos *0 ^ias do \: mez......-,.
lien depos das i.0' lo das do comcco e dentro do fiartel .
9orto ao correio or tres mezes..............
IMERI
6$ooo
75o
QUINTA FEIRA 17 DE MAIO DE 1866
Por ano fago ioitro de lo das do i. mez.
Porte ao correio por nm anno ...,..,
19ee*
Slooo
DE PERNAMBUCO
E.NCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da lira; Aracaiy, o
-Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. i. Jos de
Oliveira ; Maralo, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filhos j Amazonas,' o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPgAO DO SUL.
Alagons, o Sr. Claadino Falrao Dias; Babia, o
Sr. Jos Martina Alves; Rio-'de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gaspartnbo.
PARTIDA DOS ESTAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estafes da ria torrea at
Agoa Preta, todos os das.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinbo, Garanbuns, Buique, S. Bento, Bom
Conselbo. Aguas Bellas e Tacaratd, as tercas I Tribunal ao commercio:
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta Pimenteiras, as quintas
'reiras.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAES DA CAPITAL
feiras.
segundas e quintas.
[Relago: tercas e sbados is 10 boras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira p1MDfl.. nntes i(, in hftM,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis- ,.,? *,'2!, If"
ta, Oaricury, SalgueTro eEx, as quartas Ja,z0 o commercio. segundas as 11 boras.
feiras. Dito de orphos: tergas e sextas s 10 boras.
Prlmeira vara do civel: tergas i sextas ao mel
te.
Seguida rara do civel t quartas sabbadee a 1
hora da tarde.
PHEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
T Qnarto ming. as 7 b^M m. 34 s. da t.
14 Loa nova aos 38 m. e 5 s. da t.
21 Qnarto rese, as 7 h., 38 m. e 46 s. da m.
'29 Loa ebeia as 10 h., 82 m. e 55 s. da m.
DAS DA SEMANA.
14. Segunda. S. Athaaasio b.; S. Bonifacio m.
15. Terca. S. Isidro lavrador; S. Torqoato m.
jo. Ouarta. S. Joo Nepomuceno conego m.
17. Quinta. S. Pascboal Baylon f.; S. Aquilioo m.
18. Sexta. S. Flix de Cantalice f.; S. Prisco rei.
19. Sabbado. S. Pedro Celestino f.; S. Ivo f.
20. Domingo. Pascboa do Espirito Santo.
PREAMAR DE HOJE.
iPrlmeira as 6 horas e 5im. da manba.
ISegunda as 6 horas e-18-minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTKffiOi.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o norte .
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Finan-
do nos dias 14 os mezes de Janeiro, margo, mato
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praga- da Independencia
ns. 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de Faria
& Filho.
PARTE OFFICIAL
OVERVO Il.l PROVI.\CI.l.
LE N. 679.
O Dr. Manoel Clemeotino Carneiro da Caoba,
vce-presidente da provincia de Peroambnco. Fago
saber a todos os seos habitantes que a assembla
legislativa proviocial decretou e eu sanecioneia re-
sol ocao seguate :
Ari. 1. Fie annexado ao offlcio de eserivo pri-
vativo do jory de Serionaem o de eserivo priva-
tivo do crime, execogSes civeis, capellas e residuos
do mesmo termo.
Arl. 2. Ficam revogadas as disposicoes em con-
trario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quera
o conhecimento e execugo da presente resologo I te da igreja do coleg no d'ia 20'do corrente as 2
niente sejam pagos ao negociante Francisco da
Costa Maia, conforme solicitou o commandante su-
perior da comarca do Rio Formoso, em oficio de
2 do corrente, os vencimentos correspondentes ao
mez de abril ultimo, do destacamento de guardas
nacionaes existente n'aquella cidade.
Dito ao mesmo.Antorlso V. S. de conforroida-
de com a sua mformacao de 28 de abril ultimo,
sob n. 160, a mandar pagar a Angelo Estoves da
Porciuncala.como pede no requerimento que Inclu-
so devolvo a consignado que mensalmente deixon
nestaprovincia o flibodo supplicaote forriel do cor-
po de polica, Adellno Estoves da Porcioncola Go-
; mes, que se acba no theatro da guerra contra a re-
publica do Paraguay.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Recife.Expela V. S. as soas ordens, para
que urna brigada composta da guardas nacionas
sob seu commando superior, se aprsente em fren-
Por este artigo, diz o orador, v-se que esta pre- d'aena na > .a.t.i..
cisado o caso em que o contrato podia ser refor-1 %SS L ""V/^ E*m a parle ; pr"
mado. llavera quem conteste que o Sr. conselbei-
ro Paranagua acbou se exactamente as coQdicoes
deste artigo t Pensa o orador que nao. Tratava -1 orador repn-u -
se de applicar no servico de limpeza e asseio um -
Boiretanto em presenta destes (actos o que fez o
Sr. Paranagua ? Contraiou
om "servico, que o
que o do Rio de Ja-
pelos primeiros
allantado praticado pelos Timbdzeiros, fornecendo
ate seu proprio offieial de jostra e outros.
Um amigo, pasiicipando-me, em data de 2 do
crranle, a sua priso, assim se exprime :
Hoje, pelas-nove hora* da manbaa, foi preso
, Outro, remetiendo os autographos das lei*
sanecionadas.A archivar-se.
Lem-se e approvam-se as redacebes do
projectos ns. 77, 78- e 60 deste anao, e 97 de
1864.
Contina a discnsslo adiada do requerimento
do Sr. Gaspar Druramond e mals membros da mi-
noria sobre a innovago do contrato de limpeza e
asseio desta cidade
Tem a palavra o Sr. Baarqne.
O Sr. Buarque diz que o requerimento apresen
tado hontem pa casa pelo illasire ebefe da minora,
o Sr. Drummond, veio revelar quealgomas duvidas
palravam no espirito dos nobres deputados da op-
posigo, acerca da regularidade do acto pralicado. viociaes e sn sobre os- particulares que se u'tili- parananna^Mtn TlZZSEZ'iL ~,'?u.in.r2 ximo- P'"*"eia- a arma memio logo
pelo Sr.conselbeiro Paranagua innovando o con-'sassem dos apparelbos da empreza: foi oque se SSI!S!LSSSS !***,$ qae, tal crimioow arada
novo aystema, novos apparelbos raais aperfeicoados I SUl.'SC SLS7TZLSS T1 ap' Joa1u" J*e TeixeiraTima iuu de oaz d Popo-
equemerborpreenchlamofim a que'se destina-Ka^*J2& SS^^SSSi.W edlreoior do J m ^
perlencer qne a cumpram e fagam cumprir to tn
tetramente como nelia se contera.
O secretario do governo desta provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, Io de maio
de 1S66 45" da independencia e do imperio.
Manoel Clemrntmo Cmaro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugao nesta
secretaria do governo de Pernambuco, Io de maio
de 1866.
O secretarioDr. Francisco de Paula Salles.
Registrada a folha do livro 7 de
- ciaes.
horas da tarde, aSm de acompanbar a procissao do
Divino Espirito Santo, como solicitou a respectiva
irmandade,
Dito ao jnlz de direito latericio da comarca de
Garanbuns.Com o seu officio de 9 de abril ulti-
mo, recebi por copia o que Vmc. dirigi na mes-
ma data ao primeiro supplente do juiz municipal
do termo de >em Conselho, ManoeldeAlbuqoerque
C Neceo, teobo a dizer-lhe em resposts, que bem
trato de limpeza e asseio dssta cidade.
da novagao que mereceram
ser explicados.
estipulon; foi anda om ponto da novacSo, fpoia-
------ nao poz duvlda em pu-
cnar pela (ac e com ella resistir, a ponto de ha-
- ver alguma luta, resultanto-iho apenas um levissi-
nao existiam no contrato primitivo.
A leiiura desse requerimenTo e'Vs'a susienUgo dos)." E" evideoeVcoTYSrV Ba'arqa'e;qae se""p^r S'dff o'srbftL?ttSCa^CSK e Ve'
pelo seu relator, deram a conhecer quaes os pontos! esle artigo nio se pode reformar o contrato da "'*'00,erno n Tarh ?* SS mo. arimeBt^e couce d'arma na cabega, cujo cu-
reparo e que devem empreza, no caso por elle previsto, a sua disposi- oualaue melhorampnln nn, r?L? TiE rat,T0 U '"do em cinco dias.
gao letra morue nunca pWia ter .oplicigao, SSaSSRSTS rZr "TrSllJ *!. "- segu o auto de resistencia
O Sr. Buarque declara que, tendo algum conhe-1 (apoiados, mnito bem).
imento da questo que hoje se ventila, n3o pode! Ainda com relaco a este artigo o Sr. Buarque
execugo do servigo
A caus^daXlSOT sera m^ta depois fiL ,6SteaiQnhaS ^ "ta^ fe **
conservar-se silencioso,tanto' mais qmndo se trata, nao v como o S. Gaspar pode colligir que ra t^SSlS^tS^'^^J!^.l Cad* vez mais recommenda a attengo
que elle.repau decidioVmc. a consulta que Ihe fez o referido sup-
pl i cante, sobre poder elle assumir as funecoas da-
, quelle cargo, e exerce-lo conjanctamente com o de
leis provin- jaj de paz para que ful eleito.
E por que o consultante tenente-coronel chefe
Secretaria do governo de Pernambuco, Io de do batalhao n. 29 de infantaria da guarda nacional
maio de 1866. I ,ja comarca de-Garanhuns por patente de 24 de
O escriturario da 4* seogao-Tteoitoro Jos Ta- margo de 1860, tenbo por conveniente declaraHbe
que deve elle deixar o ejercicio desse posto em-
_ _. f,EI quaoto estiver no de Juiz muoicipal snpplente (lei
O Dr. Manoel tlementioo Carneiro da Conha, n. 602 de 19 de setembro de 1830, art. 16, decreto
vicepresidente da provincia de Pernambuco : Fago D. 1354 de 6 de abril de 1845, rt e avisos de
habitantes que a assembla' 3 de junho de 1863 e 12 de dezembro de 1864)
vares.
legislativa provincial
resolugo seguate
decretou e eu saneelonei a
Dito ao engenbeiro fiscal interino da estrada de
ferro.Ioteirado pelo seu officio de 11 do corren
Art. 1" Fica o presdeme da provincia aotorisa- le sob n. 103, de se achar novamente interrompido
do mandar fazer cmara municipal da villa do
Bonito pelos cofres da provincia, um emprestimo
de 4:000000 aBra de qne ella mande construir
no lugar mais conveniente da mesma villa
casa de mercado destinada as feiras.
Art. 2 A quantia de que trate o artigo antece-
dente ser restituida em prestagb~es aneaaes de
''iOJOOO, Qcand) hypotbecada fazenda provincial
para garanta at a completa restituigo deste em-
prestimo todos os rendimentos da referida casa
de mercado.
o trafega da estrada de ferro em consequencia dos
estragos occasionados pelas muitas chuvas destes
i ltimos dias, tenbo a recommendar-lbe que d as
ama j providencias ao seu alcance para que se Tagam com
urgencia os reparos precisos e se reslabelega 0
transito da mesma estrada.
Dito a cmara municipal do Buique.Declaro a
cmara muoicipal da Villa do Buique que Reara
approvadas as arrematageies dos impostos de que
I tratara os termos de contrato que por copia acora-
! panharam os offlcios que dirigi
. a mesma cmara
Art- 3 Ficam revogadas as disposigSes em con- eru 12 de Janeiro e 11 de abril ultimo, devendo
trario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a
quem o conhecimento e execugo da presente re-
sol ugao perlencer, que a cumpram e fagam cum-
prir tao inteiramente como nelia se contera.
O secretario do governo desta provincia a fag
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo da Pernambuco, aos Io de
maio de 1866, 45 da independencia e do imperio.
L. S.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugao nesta
secretaria do governo de Pernambuco, ao* 1
maio 1866.
O secretario Dr. Francisco de Paula, Salles.
Registrada a O do livro 7o de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, Ia de
maio de 1866.
O escriturario da 4J secc-ao Thcoioro Jos Ta-
rares
LEI N. 681.
ser novamente posto em praga o imposto do dizi-
mo de roiungas do districto da Pedra, que segundo
consta do Ia de seus citados offlcios deixou de ser
arrematado por falta de licitantes.
Dito ao commandante do brigue-barca Itamarac.
Transmiti por copia a Vmc. para sen conheci-
mentn e dos senhores offlciaes da guarnigo do
navio sob seu commando, o aviso da repartigo da
marinha de 30 de abril ultim >, do qual consta ter
a legagao norte americana dirigido urna nota ao
Exm. ministro dos negocios estrangeiros agrade-
cendo os servigos prestados por Vmc. e os referidos
d* aeiaes e pelo capito te >orto m soccorro da,
barca norte americana L. B. Ashbuj que naufra-
gon no recife do porto desta cidade.
Dito ao bacharel Miguel Jos de Almelda Per-
nambuco Jnior, juiz municipat supplente da 1'
vara.Por se achar impedido para offlciar as
causas da Santa Casa da Misericordia o joiz muni-
cicipal da 1' vara, como declarou-me o respectivo '
, provedor, em officio de 11 do do corrente, tenho
O ur.: Manoel Clemeotino Carneiro da Caoba vi-: reS0|vldo desanojar a Vmc. para funecionar em di-
ce-presidente da provincia de Pernambuco : Fago. ,a) causas como supplente iracoediato daquelle
saber a todos os seus habitantes que a assembla' \na
legislativa provincial decretou e eu saneelonei a re- 0 qne Ihe declaro para ter execugo.
solugao segolnte : Portara.O vice-presidente da proviocia, alten-
Art. 1. O imposto sobre o consumo de gado se- dendo ao que requeren o secretario da thesoura-
ra arrecadado pelas collectonas, e nunca por arre- ria provocia| Antonio Ferrtira da Annnnciaca)
maugao, senao nos lugares em que nao houver resolve, de conformidade com o disposto no arl. 1
collector. da lei n. 664 de 18 de abril ultimo, conceder-lhe 6
Arl. 2. Fitam revogadas as disposigScs em con- ( metes de |icen5a com os respectivos venclmentos
tra,r'- ,. 1 para tratar ae sua sade.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quem: s.mH;ni Ha ci, j a ju 19 a
PnnhAP;mntns;wm a, nroemo r0Jnn Expediente io secretario do governo do da 12 de
maio de 1866.
de justificar urna medida
; dade publica para a provincia, e da defeza de um
seu amigo ausente, cojos actos, oreados de pru-
dencia e sabedoria, praticadew nesta provincia,
terao sempre no orador um fraeo, porm decidido
defensor.
O orador pede toda calma na discusso; sabe
que infelizmente a questo relativa ao contrato de
limpeza e asseio da cidade impopular e al
odiosa; que todo isto devido a opiniao mal pre-
parada e ponco esclarecida qne se tem forma-
do. (Apoiados)
O Sr. Buarque desoja acompanhar ao sen collega
pelo3 districto em todasas considerares que apre-
' sentou na Casa, e por isso dar ao sea discurso a
mesma ordem.
E' exacto, diz o orador, qne o Sr. Castalio Bran-
| co reuni em sua casa quasi todos os deputados
da sesso do anno passado, para pedir-Ibes nma
autorisacao flm de rever o contrato de limpeza
desta cidade.
S. Exc. nao se consideran aotorisado pare isto,
e todos os senbores deputados preseotes, com ex-
cepgo do orador, abnndaram as suas ideas com
relago a este ponto.
Entretanto, nao tendo sido concedida a autorisa-
gao pedida, o Sr. Dr. Caslello Branco entendeu, e
na opioiao do orador muito bem, que so por si
podia innovar esse contrato, sera maiores onus
! para a proviocia, isto as mesmas condlgoes em
que foi concebida a autorisagio mallograda.
A prova de qae assim pensou o Sr. Castello
Branco est no fado de ternomeado ama eommisso
para examinar as bases de om novo contrato, de
acord com o emprezario, e nos actos bem signili-
cativos de S. Eic, que por mais de ama vez deca-
I roa estar disposto a realisar a subsiitalgio do
I systema de limpeza consignado no contrato primi-
! tivo.
A eommisso nomeada chegou i nm acord
com a empreza, e mloistrou ao Sr. Dr. Castello
Branco as bases para a innovacao do contrato, que
I nao realisou-se, presuma o orador, porque pouco
depois constou a exonerago de S. Etc.
Foi nestas condigoes que o Sr. Paranagua
vos apparelbos, partisse do empresario; a le-
tra do artigo presia-se antes a intelligencia con-
traria, e assim deve ser, porque o governo, pri-
meiro zelador dos interesses pblicos, nao podia
deixar de ter a iniciativa de fazer adoptar qual-
quer melboramento desta ordem. Mas ainda quan
vlgos que tem prestado^ em prol da
1 pubica e da represssao do crime.
ser-
tranquilidade
pno governo; e nestas condigdes todos querem o
melboramento. (Apoiados).
O Sr. Buarque diz que infelizmente se tem pro-'arZAcabamos.de ,er 0ID* me sbio e
curado Iludir a populago iSStSe7pSt 12?^Pm?L,,SJSS p S d,e %5S di"
Nao hapovo qae receba "> imnmi7^T^L f"*10 ao /. M. de Carvalho Paes de Andrade a
urna imposigo que elle
quer melboramento desta ordem Mas ainda quan-. re7e| e (poiados) Se melboramento den^'e Proposi, 6 soas PMiM. oltlmameote pablica-
do fosse procedente a censara do Sr. Gaspar, elle [rapla na(0 ^z. oTneceSr ratSuadS o *- das; e em Donra ao aPre 1Q9 nea expressado
orador podia asseverar que a proposta parti da' "SZ^T^Sl^^S!^JSS!^.lR ao nosso comprovioeiaoo. acharaos convenanle in-
r MU aseverar que a proposta parti da ^^^^SJTSS^^S^^ I SgSfBSS f SS?"*a"
m, ; era iuu com o novo, (apoiados ; ludo que a este "?r!22Li&5! lrech03 da roesia carta t
m*; i respeto se tem dito, e essa resistencia que figurou' c.oogratulo-me com os seus 25 annos tao bem
propria
O Sr. Bufrqae diz qae val entrar em orna
teria par, a qual nao est preparado, por ser ex
tranbo tyiestdes de direito; pede aos seus col-
legas que o corrijam, se por ventara eseapar-lbe
algum principio menos corrente; que nessas ma-
terias da as mos ao sea collega o Sr. Gaspar;
entretanto, o sea collega ha de permittir-lhe qae
elle orador cooteste a sua theoria de juizo arbi-
tral, exposta bootem na casa.
Nao verdade, diz o orador, qne a constituido
do imperio prohiba a imposicao do juizo arbitral,
O que all se v a garanta d'aquelle juizo,
incontestavelmente o mais nacional de todos os
julgamentos, o de menos delongas e o menos dis-
pendioso.
O Sr. Baarqne diz, qae o qae os escriptores
ensinam que esse juizo seja imposto com toda a
cautella e em casos especiaos, mas nem por isso
elle deixa de ser necessano ; que esta a opioiao
do Sr. Pimenta Bueno, que aatoridade.
E' verdade, diz o orador, qae pela legislago
amiga o Juizo arbitral era simplesmente laculia-
livo, mas pela legislago moderna elle em raui-
tos casos necessario.
Este principio est consignado no cdigo com-
mercal do pais.
E sendo assim, perguota o Sr. Buarque, como
veio o nobre deputado o Sr. Gaspar, com o pesi e
autorldade dos seus talentos e illustrago, dizer
que a constitnigio do imperio prohibe que se ira-
ponha o juizo arbitral ? (Apoiados, reclamagdes).
J veem os nobres depotados, diz o orador, que
nem ao Sr. conselheiro Taques, nem ao Sr. con-
selheiro Paranagua cabe o titulo de infractor da
constiluigio, eom que Ibes mlmoseou o nobre de-
o uobre deputado pelo terceiro districto .
sam de receios infundados ; porque, senbores, nem
o governo impde o que o povo repelle, nem este
recebe raposigdes contrarias aos interesses do paiz,
que sao seus proprios Interesses (apoiados, multo
bem).
O melhorameoto- qne o Sr. conselheiro Parana-
. logrados*
" I t Respirei com delicias as suas flores, a qoem
V. Exc. levanten nm grande testemunho chaman-
do-as paludas.
Tornei a sentir nellas todos os enlevos d mi-
nba" primavera. Agradego-lb'c do corago.
1 Contine a cantar assim : o ouvi-lo um
o conhecimento e execugo da presente resolugao
pertencer, que a cumpram e fagam cumprir to
inteiramente omo nella se conlm.
O secretario do governo deala provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, aos 2 de
maio de 1866.45 da independencia e do imperio.
L. S.
Manoel Ctemenlino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugao nesta
secretaria do governo de Pernambuco, 2 de maio
de 1866.
O secretario Dr. Francisco de Paula Salles.
Registrada a fl do livro 7 de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 2 de
maio de 1866.
O escripturario da 4' secgo Theoioro Jos la-
vares.
Officio ao inspector da tnesouraria de fazenda.
S. Esc. o Sr vicepresidente da provincia manda
transmiltir a V. S. as cinco inclusas ordens, sendo
qoatro do ministerio da guerra e nma sob n. 78
do ministerio da fazenda. i
COJSIMO DAS ARMAS.
Qaartel general do commando das armas de Per-
nambuco na eidade do Recife, 16 de maio de
1866.
Ordem do da n. 228.
O marecha! de campo commandante das armas
faz certo a' gnarnigao para os fins convenientes
que o Sr. 2 cirurgio do corpo de saude do exer-
cito, Dr. Joaquim da Silva Gusmo, nomcado por
aviso de 10 de abril ultimo, para reassurair e
exercicio de medico da colonia militar de Pimen-
teiras, como se fez publico em ordem do dia do
exercito n. 513, apresentou-se neste qaartel gene-
ral vindo da corte a 4 deste mez.
(Assigoado.) Francisco Sergio de Oliveira.
Esl conforme.Estevao Jos Ferraz, tenente-
ajudante de ordens interino encarregado do deta-
lhe.
que o
enconu-ou esta queMio,,^ _' 1 MJ**> %!&*>* (alto bn).
O Sr. Paranagua, -Mim coteo o Sr. Castello O-Sr. Buarqne observa que nao
Branco, achava na prnffia nm contrato celebra-
do regularmente para o servido de limpeza,nma lei
que tornava obrigatorio o uso do sytema e appare-
lbos adoptados nesse contrato, e latava, como os
sens antecessores, com difficuldades quasi invenci-
veis para a sua execugo.
E' obvio, diz o Sr. Buarque, que qualqner admi-
nistrador bem intencionado faria o que fizeram os
Srs. Castello Branco e Paranagua, isto procura-
riam estudar as cau-as do mal, para remo-
v las. (Apoiados)
Era opiniao geral qoe o mal da emprezi eslava
nos meios empregados na execogo do systema
por ella adoptado; foi, portanto, com o Hm de
substituir esses meios cu esse systema por outro
que o Sr. Paraoagu reallson a innovago do
contrate.
Pensa o orador qoe a verdadeira causa da re-
pugnancia da populado em acceitar o apparelbos
da empreza, eslava principalmente na' Inefficacia
d'aquelles, por isso, que tratando-se de nm servigo
que tende a memorar as condigdes de salubrldade
da cidade, de cada babilago, todos reconhecem
que indispensavel que seja elle geral, uniforme;
e ningoem se recusara em aceita-lo desde que fdr
completo (apoiados).
O Sr. Buarque coogratula-se com o Sr. conse-
lheiro Paraoagu por ter celebrado ama innovago
que apenas merecen as ligeiras e por veolura fu-
teis censuras que hontem revelou na casa o nobre
deputado o Sr. Gaspar (apoiados) O nobre de-
putado pelo terceiro districto duvidon da aulorisa-
gu realisou parece ao orador antes digno do lou-'grande C0DS0' ,5? ? 1ae >' *2 e,antm: e
vor publico, do qne das censuras bitas e que nao: JaramkqDL,a'? na0 can,a0 p ,ornar-se
resistem analyso cora que auizeram condemna- a|Sm a,a ""* veja. ....
lo os nobres depuiados da minora (apoiados, mui- K A s?a musa. l0da W*& nos nao desse tao
in ham mniln hmi PUIU0S, U1UI ^^ ^^^ ^ mmfmi glor|as
lo bem, muilo bem),
Fca a discusso adiada pela hora.
ORDEM DO DIA.
Contina a discusso do orgamento provincial.
Arl. 49. A meiade das leterias que tiverem de
ser extrabida dentro do exercicio da presente lei, -,
pertencer ao theatro de Sania Isabel, ao Gymna-i T&ar,a de "*' a esla sua joven
slo provincial e Santa Casa da Misericordia desta aDeD5aas ierras transatlnticas,
cidade.
Approvado sem debate.
n'um fu-
turo nao remoto, ja' hoj9 merecerla ser coroada
pela innocencia e candara dos seas amores; a ne-
nhnma outra competera melbor a rosa de Sale-
ney, peregrina flor, que alminha, Ulna prodiga do
paganismo, nunca procoroa para si, mas com qae
ir ma das
Celebra-se hoje pelas 8 }i boras da manhaj
na matriz desta freguezia de Santo Antonio, nma
arqoe observa qne nao basta isto para
responder nesie ponto ao sea collega; preciso
mostrar-lhe qae o jalzo arbitral, foi estabeleeido
precisamente para om desses casos especiaos que
a sciencia o recommenda.
O coverno, diz o orador, contralou o servigo de '
limpeza e asseio da cidade, come representante da
popnlago; impondo-lbe a obrgago de acceltar
esse servigo, liaba tambero o direito de regular a
forma de julgamento das quesides relativas a esse
mesmo servigo e a empreza : o direito de impor
a forma desse julgamento parece que conse-
quencia do principio de obrigarao estabeleeido no
contrato.
Por outro lado, diz o Sr. Buarque, em emprezas
de seraelhante natureza outro qualquer julgamen-
to, a nao ser o arbitral, para as questSes relati-
vas ao servico da empreza, seria om grande em-
barago pelas delongas e despezas meditavels
(apoiados).
Alem disso o orador de opioiao que esse jul-
gamento se refere principalmente a qnestoes em
qae o governo o principal interessado, e nellas
nao se deve eomprehender o pagamento do ser-
vigo que, segundo o contrato, corre exclusivamente
por eonta dos particulares e nao do numero das
duvidas de que falla o mesmo cootrato.
Sendo assim, diz o orador, o juizo arbitral
mais ama garaotia para os particulares.
O Sr. Buarque observa que a clausula da inno-
vago, pela qual o emprezario temo direito de ele-
var a annudade do servigo, se no fim de cioco
annos nao liver empregado dez mil apparelhos, e
Art. 50 A preferencia da outra metade das refe- missa trigsimo da em suffragio da finada con-
ridas loterias ser regulada pela forma seguinle, for'e f comraendador Antonio Marques de Hoi-
no podendo sua ordem ser alterada : :laD(,a Ca.valcao,i- _.
PrimeiroAs partes de loterias concedidas pela' H?le a8enle. Olympio no sen armazem da
lei n. 635, e que deixarem de serextrabidas dentro Pra5a do Commercio n. 40, faz leilao de guardas
do exercicio da mesma leL I roPa wrda louga, saniaanos, mobilias comple-
Segundo...........'tas trastes avultos, relogios de algbeira, grande
Segue-se a lista' das preferencias das loterias Quantidade de joias de ouro, e outros muitos arli-
propostas pela eommisso. 8s- ..,... ,
Vem a mesa diversos artigos additivos, sendo! ~ Hole faz Ieila0 o agente SimSes, de movis
approvados os seguintes ; Dovos e Dsados, aparemos de louga, e 80 e tantas
Um autorisando a mandar concluir o ceraiterio!dniias de acas Para sapateiro ou selleiro e outros
da villa do Cabo; 1 mQi|0 artigos etc., as 11 boras no armazem a roa
Outro a melborar o rio Goyanna : Ida Cadeia do Recife n, 29.
Outro regulando as flaneas
da provincia;
Outro mandando regular a dlsposigao da lei n. dl manbaa em ponto.
jara obras publicas i ^ ""ua agente Pestaa o leilao da
taberna da ra da Senzalla-Nova n. 9 as 10 horas
gao que tlnha S. Ese. para pralicar aquello acto, de forma a perfazer urna somma correspondente
censurou a idea da subrogago do contrato, que a este numero, nao da iniciativa do Sr. Para-
Expediente do dia 12 de maia de 1866.
Officio ao Exm. general commandante das ar-
mas. Sirva-se V. Exc. de fazer constar ao segon-
do tenente reformado do exercito Manoel soares
de Figueirdo, que para ser tomado em considera-
cao o requerimento em que pede o abono da eta-
pe concedida pelo decreto n. 1254 de 8 de julho do
ann) fiodo, aos offlciaes que serviram na luta da
independencia, deve provar melhor o seu direito
como se deelarou em aviso de 27 de abril ultimo,
visto qae da sua f de officio nao se pode conhecer
se esta' ou nao comprehendido as dsposigSes do
citado decreto, e as da imperial resolugao de 26
de outubro do citado aooo.
Dito ao inspector da thesoararia de fazenda.
Annuindo ao que solicitou o chefe da repartigo
das obras publicas, em officio de hontem sob n.
178. recommendo a V. S. que mande pagar a Rufi-
no Manoel da Ciuz Cousseiro, a qoantia de 30000
a qae tem direito. por baver concertado o estiva-
ment da companhia de cavallaria, em virtude de
ordem desta presidencia.
Dito ao mesmo. Recommendo a V. 8. qae em
vista da inclusa conta, e nao havendo ioconveoien-. nondas, Candido Marlins.Tirbutino, Jos J. do Reg
te mande pagar a Agostlnbo Morelra, conforme so-1 Barros, Gaspar, Gitirana, Sonza Leo, Jeronymo,
licitou o director do arsenal de guerra, em officio! Joaquim Reg Barros, Emygdo, Amyntbas e Sonto
de 9 do corrente sob n. 127, a qoantia de 364000,1 Lima.
PERNAMBUCO,
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 9 DE MAIO
DE 1866.
PRESIDENCIA DO SR. VICARIO FRANCISCO PEDRO DA
SILVA.
Ao meio dia, bita a chamada, veriflea-se a pre-
senga dos Srs. deputados Francisco Pedro, Rimos,
Ayres, Mergulbo, Baarqne, Arminlo, Sergio, Joa-
quim Tavares, Ribeiro, Aodr, Amorira, Epami-
em qae importoa a conduelo da fortaleza do Brum
para aqoele arsenal, de diversos artigos para se-
ren concertados de conformidade com as ordeos
desta presidencia.
Dito ao mesmo.Restituindo a V. S. os papis
qae vieram anoexos ao su officio de 9 do corre-
te sob n. 274, relativos ao pagamento da quantia
de5835140,que se est a devera diversas pessoas
proveniente de concertos feitos nos qaarteis e br-
utezas da provincia, e de despezas de expediente
da extincta directora das obras militares, recom-
mendo-lbe, qne nao obstante o parecer do procu-
rador fiscal dessa thesouraria, a qne se refere o
sen citado officio, mande effecluar esse pagamen-
to sob micha respoosabilidade, como ji se deler-
noinon.
Dito ao mesmo.Remeti a V. S. para os con-
venientes exames as conlas documentadas por da-
plicatt da receia e despeza da enfermara militar,
relativas ao mez de margo ultimo, indo annexo o
pareeer da junta que as examinen.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Providencie V. S. para qne em vista da folba 0
prst juntos em duplcala, 0 nao havendo inconve-
Abre-se a sesso.
Lem-se e approvam-se as actas das sessSes
anteriores.
O Sr. 1* Secretario d eonta do secninte
EXPEDIENTA.
Um officio do secretario do governo, cemmuni-
cando acto pelo qnal S. Exc. o Sr. vce-presiden-
te da provincia, proregon a assembla provincial
al o dia 16 do correle.Ioteirada.
Outro, remetiendo o autog rapho da lei que aug-
menta os ordenados dos empregados da thesoura-
ria provincial, e que deixon do ser sanecionada.A
eommisso de constituigo e poderes.
Outro, remetiendo a ioformago dada pela the-
souraria provincial i policio de Domingos Soriano
Alves da Silva.A qaem fez a requisigo.
Outro, remetiendo o requerimento de Jos Au-
gusto d'Araojo, em qne pede u-otM marque da le
do orgamento a neewsaria q iota para pagamento
das prestaedes das obras da casa le detengao. A
commtsso de orgamento.
Outro da cmara municipal do Recife, sobre es
meios de realisar o asseio da cidade,A oommii|c
de orgamento municipal..
nao foi inserida na novago como condigo essen
cial, e aitacou dous artigos do contrato primitivo
que nao forana iniciados pelo Sr. Paranagua, e que
al boje nao tinbam causado reparo.
Antes de responder ao seo collega sobre cada
om destes pontos, o Sr. Buarque deseja fazer ama
observago, e que sendo o Sr. Gaspar, por assim
dizer contemporneo do contrato que se discate,
tendo assisiido a todas as soas phases, s agora se
lembrasse de attaca-lo por esses artigos que nelle
foram inseridos desde 1858.
O orador pede perraissao para dizer ao seu col-
lega, sem a menor intengo de ofbnde-lo, qoe se
elle assim praticon foi por nm descuido, persoa-
dindo-se que as soas censaras irlam brir apenas
ao Sr. Paranagua; mas que engnou-se, porque
nao foi s a este iltastre cavalheiro qae foi langa-
da a pecha de infractor da constituigo, mas tam-
bera ao Sr. conselheiro Taques, correligionario do
Sr. Gaspar, e qae foi o iniciador da pretendida
modida Inconstitucional; entretanto o sen collega,
pode (car tranquillo que nao este o mel de defeza
que o orador tem de apresentar, porque propde-se
a mostrar que o principio sobre que foi formada
essa lnconstitucionaiidade nao verdadeira. O Sr.
Buarque chama a attengo dos seas collegas para
a inconstancia do Ilustre Sr. Gaspar guardar si-
lencio sobre a clausula da obrgago na aceltago
dos apparelbos da empreza. Isto veio revelar ao
orador qoe o sen collega pensa qne essa clausula
deve subsistir, (apoiados e nao apoiados); e outro
nao podia ser opensamento do nobre deputado,
por isso que foi dos qne promovern a aotorisa-
gao pedida pelo Sr. Castello Branco; e S. Exc. pe-
diodo essa aulorisago (oi franco e leal declarando
que aquella clausala era Indispensavel, devia sub-
sistir e esteva na lettra do contrato (apoiados).
Nao foi sem amere pense qoe o orador pedio ao
Sr. Gaspar que manlbstasse de nma s ves todas
as snas duvidas, indicaste todos os pontos da sua
opposlgo ao novo contrato; e desde qne em rea*
posta Ibe declaran nada mais ter a dizer, obvio
que nao pode boje sem contradicho mostrar-se in-
fenso aquella clausula (apoiados).
Passando a responder as objecgSes do honrado
Sr. Gaspar, o Sr. Baarqne trata primeramente da
antorisago, e para isto soccorre-se a este mesmo
art. 48, que parecen ao san collega completamente
estranho a qoeito.
L o artigo qae dispSe o segninte: Se novos
apparelhos forera inventados mais proprios para o
servigo aque se obriga o empresario.ser esteobri-
gado a adopta-los, sendo ajustada com o governo a
iiemnisagao qoe devera o empresario receber pe-
lo augmento de despeza resultante das al|erag_5e5
eligidas par* esse fjm.
nagua ; acha-se no contrato primitlivo, e S. Exc,
pelo contrario, transcrevendo-a na innovago re-
duzio o numero de 12 mil d'aquelle cootrato a
dez mil.
Entretanto, diz o orador, esta clausula pouca
signifleago tem, e o sea collega nao reflectio qae
existindo actualmeute mais de 0110 mil predios
nesta cidade, nao provavel qne as condigdes do
contrato se nao realise o emprego de des mil ap-
parelhos da empreza.
Quaoto seosura relativa a subrogago, parece
qoe foi bita por demais, pensa o orador.
A idea do governo sobrogar-se no pagamento do
servigo do contrato, est apenas consignada na
novago, sem outro compromisso mais do que o
do governo pedir para isto a necessaria antorisa-
go esta assembla.
A nos compete regular as condigoes, segundo
as quaes pode ella ser concedida.
Sobre as snas vantagens, pensa o Sr. Buarque,
que existem tanto, para a empreza como para os
particulares, muitos dos qaaes prebrem pagar nm
imposto addicional com aquella applicagao, do
que sujeiurem-se 6 aceitago obrigatoria dos appa-
relhos da empresa.
A idea nao nova, dii o orador, e esta' em
execugo no contrato de limpeza do Rio de Janeiro.
A censara tanto mais injasta quanto o prin-
cipio da subrogago, Iniciado no novo contrato,
mais nm meio de melborarmos as condigdes do
mesmo contrato que nos forneceu o presidente
da proviocia.
O Sr. Baarqne diz que desejava entrar no exa-
me de todos os artigos da novago, compara-los
com a proposta apresenlada pelo empresario e at
eom o contrato celebrado no Rio de Janeiro ; mas
que ji tendo o Sr. presidente observado que ex-
plrou a bora do expediente, elle forgado a resu-
mir o mala qne tem a dizer.
Tratando das bases eapitaes da proposta, diz
qae o erapreiteiro exiga, para substituir o syste-
ma de limpeza por outro mals aperfeicoado, o pa-
gamento de ama annudade de 60*000 por cada
predio, sea excepgao alguma ; a somma de cerca
de sessenta contos de ris pelo servigo da remo-
gao do lixo das pracas a roas desta cidade i a ex-
tenso do seo privilegio a 60 annos; reousiva-se
a acceitar todos os onus impostos por esta assem
bla ete: finalmente modelava|a sua proposta pelo
cootrato do Rio de Janeiro.
All efbcttvamente as vantagens de que gosa o
empresario sao Innmeras ; o servigo pago di-
rectamente pelo governo. seomprehende todos os
predios; a annudade 6 de 60*000 com excloso
do servigo 4a retnoglq Q |xo e 4o sapprimento
63o relativa s melas cizas.
E' approvado em segunda discusso o orgamen-
to assim emendado.
O Sr. Buarque pede e obtem dispensa do inters-
ticio.
Contina a discusso da lei nao sanecionada
sobre o compromisso da irmandade das almas na
matriz de S. Lourengo da Malla.
Fallara sobre a materia os Srs. Gaspar e Jero-
nymo.
Proclamas do dia 13 de maio de 1866.
1' denunclago.
Manoel Ferreira Bartholo, cora Amelia Alves
Ferreira.
Honorio Jos Ferreira, com Margarida Luiza de
Saboia.
Jos Eusebio Marques Coelbo, com Joaeaioa Al-
ves de Castro.
2a dennnciagao.
Joo Baptista Carneiro da Cunha, com Cordolina
Mara do Carmo.
Henriqoe Gomes de Oliveira, com Carolina Lu-
Encerrada a discusso, o Sr. Gaspar requer a
volagao nominal, no que a casa consente.
Votarama favor do requerimento de adiamento' zia 9> V .elTa LoDes ,
para ser ouvido o bispo diocesano os Srs. Gaspar Joao Jose Damasceno, vinvo de Joaquina Mana
Costa Ribeiro, Joaquim Reg Barros e Sonto Lima,: da Conceiglo, com Anna Mana da Concel3abe
e contra os Srs. Ramos, Ayres, Augusto Souza : Manoel Jose de Campos Baroosa, comcao
Lelo, Correa de Brillo, Soares Brando, Arminlo,; Leoni1
Sergio, Buarque, Jeronymo, Jansen, Emigdio, Amo-
rio, Burgos, Amyntas, Jos Reg Barros, Gitirana,
Candido Martins e Paes de Andrade.
Votaram contra a le e a emenda os qoatro Srs.
deputados da opposlgo cima designados e que
votaram pelo adiamento, e a favor os mais se-
nbores.
Tendo dado a hora o Sr. presidente levanta a
sesso e designa a ordem do dia.
REVISTA DIARIA
A assembla provincial foi prorogada, pela ter-
ceira vez, at 22 do corrente, por portara da pre-
sidencia.
Acba-se restabelecido o-trafego da estrada
de ferro para passageiros, em toda a linha.
=- O vapor Santa Cruz segu hoje para os por-
tos do norte do imperio, tirando a mala no correio
s 3 boras da tarde.
Segne boje para o Rio de Janeiro em direl-
tura o vapor americano La Oriental.
Ioformam-nos qae alada por estes dias nio
havera transito pela via frrea desta cidade para
o centro, em consequencia das damnifleagdes can
sadas pelas chovas.
Dizem-nos igualmente que do Cabo a Gameleira
eorrem os trens; mas qoe do ultimo ponto a Una
ba interceptaco do transito por baverem impor-
tantes obstculos.
Acha-se actualmente n'esta'cidade o Sr. Jos
Araal, que por muito tempo dirigi com applauso
a Opera Nacional no Rio de Janeiro. -
Consta-nos que elle soUiciU, e esta prestes a
obter da assembla provincial, nma sobvengo
para dar, na estagao conveniente, dous meses de
represenlacoes ly ricas entre n-, para o qae orga-
nisar urna companhia, qae possa vantanjosamen-
le apresentar-se ao pobco das cidades do Rio de
Janeiro, Babia, Pernambuco e Maranho ; e por
isso qoe nma mdica sobvengo o poder habilitar
a ter bons artistas.
O publico mostrado d'esta| capital anela por
boras deleilavets, qne lbe preporcionara o Sr.
Amat Para dar a conhecer agediegao dos cantos
do nosso poeta Googalvas Dias, postos por elle em
msica, dari prximamente ara concert no salo
do Santa Isabel, aonde de certo concorrer a so-
eiedade Ilustrada e de bom gosto d'esla capital.
Escrevem-nos de Garanbuns em 3 do cor-
rente : ...
No dia M do passado aqoi chegou escollado
Justino Tintlm, viudo de Pesquelra, onde fra pre-
so. E' um dos que malor parte tomn no attentado
de Palmeira: a jostiga lera de ajustar contas coa
elle.
Ha dias morrea na cadeia desta villa o preto
Matheos que, como Ihe noticiei ba dous annos pou-
co mais ou menos, tentou matar sen sensor, o Por-
tugnez Jos Alves da Silva, morador na povoagio
do corrate, deste termo.
Alera disto, s tenho a dizer-lhe mais que o
invern tem sido rigoroso,
t Foi hontem (3) preso pelo subdelegado da Pal-
meira, e acaba de chegar a asta villa Joaquim Jo-
s Telxeira Lima, jais 49 paz do districto de Poco
Coipprldo(!!!),o<|jni.i6ve urna pafle activa no
Antonio Gomes Per eir Machado, com Luzia Ma-
ra de Meira.
Joaqnim Coelbo dos Santns, com a exposta Sa-
bina Mariz.
3* denunciago.
Antonio Alves Carneiro Veras, quer se mostrar
livre e desempedido.
Jos Ignacio de Oliveira Guedes com Brgida Ma-
ra da Conceigo.
Cosme Jos de Paula Lopes N'ery, com Maria
Martins de Carvalbo Azevedo.
Francisco de Paula Liberato, com Antonia Ma-
ria.
Pedro Candido Lopes, com Luiza Maria da Con-
ceigo.
Jos Joaquim da Costa, com Felismraa da Por-
cluncnla de Andrade.
Freguezia de S. Antonio do Recife, 13 de maio
de 1866. O vigario Joao Jos da Cosa Ribeiro.
RBPARTigO DA POLICA l
Extracto das partes do dia 16 de maio de
1866.
Foram recolbidos a casa de detengao no dia
15 do corrente :
A' ordem do Dr. delegado da capital Joaquim R.
da Silva e Custodio Jos de San 1'Anna, por terem
finalizado as suas sentencas, Sebaldo Aotonio da
Rocha, e Jos Gomes de Oliveira, por vezes pro-
cessados, Vicente Ferreira da Rocha, para servir
de testemunha, e Pedro Jos de Arroda, por ter
sido requisitado, vindos do presidio de Fernando.
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Vctor Ma-
noel do Nascimento, por suspeito em crime de
furto; e Joo Manoel, para correego.
O chefe da 2* secgio,
J. G. de Mesquita.
Casa de detenqao.
Movimento da casa de detengao do dia 15 de
maio de 1866.
Existiam 345, entraaam 22, sahiram 5, exis-
tem 361
A saber:
Nacionaes 261, nwlberes 12, estrangeiros 28
multares 2, eseravos 56, escravas 3, total 362.
Alimentados a costa dos eofres pblicos 196.
Movimento da enfermara do da 16 de maio da
1866.
Teve baixa
Antonio Vicente Ferreira dos Santos, anemia..
Tiveram alia:
Luiz Antonio do Nascimento.
Luiz, escmvo sentenciado.
Passageiros do vapor nacional Santa Cruz,
vindos dos portos do Snl:.
Rapbael Paulo Elias, Vicenzo Nevolino do Par-
quella, Francisco Bonifacio de Mecbell, Elias Fran-
cisco, Goessepe Ferres e sua mnlher, canillo Jos
Joaqnim Lopes de Almeida, desembargdor J. N.
R. Costa, S. Rodolpho Cavbante de Albuanerque,
Dr. Francisco de Paula Cavalcante de Albuquer-
que e 1 escravo, los Ferreira Texeira, tenente-co-
ronel Felippe Rodrigues Coelhp, capllo Rufino Jo-
s da Cunba, atieres Theotonio Leopoldino de A.
Cavalcante, fre Jos de Santa Julia 1 orado, Jo-
s Dias. da Silva Santos, Francisco da Costa, Anto-
nio da Costa, Felippe Antones, 1 escravo de Jos
F, Martins, Joaqofm da Fonseca Scha, D. Renri-
Meta Finck, 1 Olbo de paito e 1 escravo, D. Mara
Joaquina de Albuquerque Maranho, Eugenio B.,
Esmael, africano livre, Pedro da Silva Reg rl


C
cravo, Antonio qe Honra Roiim, 11 ex priesa.
tr
''.*^.


Diarlo de rcmatact Qntna teira 1* de salo de 1866.
_
?
Soguera para o Norte: \
M. A. Falco, Guide Pedro, capilo Jos* F. C. de
Albuqaerque, Meche! Elias, Jos Miguel, D. Ma-
ra da Costa a Silva e 1 sabrinbo, chefe de divisao
Francisco da Stlva Lesbao e 1 escravo, Dr. Anto-
nio de Souia Manins e seo escravo, capilo JOa-
quim Lopes da Silva, Belarmino, Francisco Aluas-
co, 1 escravo do cooselheiro Tristo, e 16 ex pra-
vas do exercito.
UEMITKRIO PUBLICO, 0B1TO1WO DO DA S DE
II410 DB I86G.
Bartbolea Mara da Conceigao, Pernambuco, 30
airaos, solteira, Boa-Vista ; taberculos pulmona-
res.
Morgucia, Pernambuco, 6 annosBoa-Vista; diar-
rba.
Mara, Pernambaco, 8 anuos, escrava, Boa-Vista-;
desinteria.
11
Hanoel, frica, 40 aonos, escravo, S. Antonio-,
pulmonite. ,
Domingos, Pernambaco, 3 meies, S. Antonio; destn-
Marianna, Pernambaco, 9 meies, S. Jos; enovul-
cngc
Estanislao, Pernambuco, 78 annos, S. Antonio;
byreslpelas. I ; ,
Maria, Pernambuco. 1 mez, S. Jos; desinteria.
Felicia, Pernambuco, 19 aanos, S. Antonio; val-
lbanla, Pernambuco. 8 meies, Boa-Vista; desio-
Luiz, Pernambuco, 32 annos, solteiro, Boa-Vista 5
luberculos pulmonares.
Joao, Pernambaco, 3 annos, S. Jos; desinteria.
Delflna Maria de Andrade, Pernambaco, 26 annos,
casada. Boa-Vista; febre perniciosa.
Francisco Jos da Piedade, Pernambuco, 32 annos,
casado, S. Antonio; hynsipela.
Francisco, Pernambuco, 4 annos, Boa-VisU; desin-
Antonia Perpetua da Silva, Pernambuco. 76 aa-
nos, viuvi, Boa-Vista; anazarea.
Josepha, Pernambuco, 6 mezes, S. Antonio; den-
tincao.
_ 12
Antonio Jos de Mello^ Pernambuco, 63 anno6, sol-
teiro, S. Antonio; gasir intente.
Flora, Pernambaco, 8 mezes, S. Jos; convulsoes.
Pedro Lineal, Hespanha, 44 annos, casado, Pogo
da Panella; diarrba.
Antonio, Pernambuco, 2 annos. Recite; febre.
Ludgero Correia de Araujo, Pernambuco, i anno,
S. Antonio; desinteria.
Francisca Maria de Mello, Ceara', 40 annos, casa-
da, Recife; pnlraonite.
Lucinda Guilhermina de Fgueiredo, Pernambuco,
22 annos, solteira, Boa-Vista; febre maligna.
Joaquim Theodoro Al ves, Pernambaco, 2o annos,
solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Jos Baptistt Ribeiro de Faria, Poi legal, 76 an-
nos v'uvf Boa-Vista; tubrculos pulmonares.
Feliciana Maria da Gonceicao, Pernambuco, 22 an-
nos, S. Jos; tubrculos pulmonares.
Luiza, Pernambuco, 6 mezes, escravo, S. Jos; t-
tano. ,
Joo, Pernambuco, 30 anuos, escravo, S. Jos;
hernia.
13
Joaquina Maria da Conceigao, Pernambuco, 30 an-
nos, viuva, Boa-Vista; cancro.
Andr, Pernambaco, 40 annos, Boa-Vista ; aspbe-
xia.
de Azevedo Sanjajtatirourse. abenas coegoa o Sr.
Antonio Jos Silva de Brasil, que sea*) sufflciente
para-funecionaj a iaea, tratou, tojo dfl segundo disset atn reunivam-se ni casa do Sr. Pla-
to de ttagalhaes. caasa na reunlao'da mesa, es consequencla de ser ne-
cessario mandar chamar irmos em saas casas II
68. SS. assistiram a sesso em que se discuti e
approvou o requerimento paca que se representas-
seaentra a revogage dos estatutos como pois SS.
SS. na sesso immediata requereram a mesma
mesa, que representase a favor ( se nao nos falta
dia ella dizer, que fosse ftaver de sua existisse, ou que' perdeese no caso eateyio; do,
caito, que nao ; logo, uto fui regula* S. S. tirar o
nitaeiro fater acreditar peto etcessoaatet da ter
a effecva obrigacao de .pagamento. Se tal tafite o
autorisado pela praliea commercial, cremas, qae
o'outras circamsiaadae que nao nessas em que ae
achou S. S. Alm de tica commercial, cuja aaptieagao s tem logar en-
tre oa negoejautes.
No* inforuiam sar aratica, qoe aquelles que tem
draheiros de outrosen saas maja, custumam sem-
pre acredita-ios por urna somma de joros corres-
poudente ao capital de que estao de possa, e de
a memoria ) e quera que (o estraubo e. impensa-
do procedimeoto foese aceito pelos de mais IrmosTI .
Orna tal pretencao s poderla exigir aquellas,'flue sa fataw devanares: pedimos a S. S. que nos
que procurara desconsiderar as decises da mesa; diga se verdada aoanfortne a praliea oomraewttl
qae desejam provar falta de rircumspecgao, pro- j um tal printrtpio, a sendo o que se deva pensar de
resolvere poTipedldos
em (2o serio qaie imoor-
dencia, e jastfea em snas deeiscos; s podertam al-
mejar decisao favoravel, aiulles que queresa mos-
trar contradicho as deelsSes da mesa ; que estan-
do em menora nao querern sa sujeitar as decisdes
da rnaioria, e que procurara trotas oa meies para
reslstirem as Justas resolucdes de seus companhet-
rao.
Nao pensaran SS. SS. qae alm de atlrar nos
collegas seo desprezo publico, se approvassem sua
pretengao, nao estava ella conforme com a dispo-
sigo do artigo t93 dos estatutos f
E' verdade e se diz qae para os esplritos fortes,
um principio T
Cnagamo* aoquartoe nltlaa motivo do soa aete-
sa, qae realmente importante I! I efaz admirar
soa sagacidada na desaoberla de banalidades Jusl-
Qoativas de seu actoaiada quando o syndico ti;
vesse auferido qualquer premio (veja S. S. que
seu amigo quem esta dizendo, que S. S. auferlo lu-
cro do diabeiro que tirou I nao somos ns; por-
tanto cuidado com taes defesas) por haver retirado
aquella quanua com justa causa (qual ser ella T
autorsaco da mesa para tirar o dinhelro antes do
pagamento, sua fesponsabijldade no eftectaar a
que mentem perjurando..... com a mao sobre o transaegio ? nao ; logo.ootra a causa, a qae seu
Evaogelho, nao ha artgos dos esta(utos que possa, amigo se refere, e por nos desconhecldaj desde a
e deva merecer obediencia e r-espelto ; ludo pou- data do saque ; mas muilopnfenor a sua inte(
co e insigoiflcaate, urna vez, que se adquira o po-
der, que vai escapando, que por muito tempo so
desfructou.
Assim (lelmante historiado o sem comentario,
uflerecemos a opinio os factos, e seus autores,
sem intuito de os offender; mais com o im de qae
cada um seja responsavel pelo qae Gzer, e pelas
DIARIO DE PEBNMBUCO.
Chegou bontem o vapor Santa Cruz nada adian-
tando do Rio e Babia, por ter sabido d'alli dous
das antes e desta algumas horas depois do vapor
inglez Rhone, qae tocoa em nosso porto ha tres
das. De Sergipe alcancam os jornaes 4 e de
Alagoas 15 do correte.
SKRtiiPB.-Em snbtituicao do Dr. Jos Louren?o
de Magalnes qne segu viagem a-Europa, foi no-
meado o Dr. Tbomaz Diogo Leopoldo por acto da
presidencia, para fazer parte da commissao da
expsita*) provincial.
Foi assassinado no dia 23 do passado, com
dous (iros, Joo Nepomuceno, morador na Boa-
Vista, do termo de Itabaiana.
Os assassinos lograram evadir-se, mas a polica
deu providencias para a captura delles.
Na villa da Capella foi capturado o criminoso
Antonio Joaquim Leite qae em das do anno pas-
sado assassiooa Angelo dos Reis Faleiro.
A diligencia foi um pouco singular, pois que a
realisou um inspector de quarteiro seguido de o
mulheres.
Foi tambem preso, no lugar chamado Plan-
ga, do termo de S. Chnstovo, o Individuo Antonio
do Carmo do Nascimento, queaili resida por muito
terapo com o nome do desertor do eorpo policial
da provincia, bao mesmo declarou elle peranle o
Sr. Dr. chefe de polica, accrescenlando qae sua
deserco era de 12 para 14 annos.
Alagoas.Teve logar, no da 3 do correte, a
abertura da assemblea provincial, cuja mesa ficou
assim crganisada : Dr. Ganavarro Wanderley pre
sidente, Dr. Tiburclo vice-dlto, Tiririca e Jos Pe-
dro Carneiro da Conha secreiarios.
4- seccao. Rio de Janeiro, etc. Em 26 de feve
reiro de 1866.
ommunicados
ordem terceira de s. Fraocisco.
importancia, nem por essa nfima va se-niam compensados (mas minorados dirio al-
guns) os sacrificas de ordem superior (quaes lo-
rara elles, onde sua existencia t) que fizera, nao s
de assumir toda a responsabilidade ao pagamento
dess letra desde a poca do respectivo saque (na
verdade Idea predominante seu pensameato a tal
acQes qae pratearera^ e que o futuro boro ou mis responsabilidade, eslou lando receio desse symplo-
da veaeravel ordem tanha seus responsaveis, e; roa do espirito, responsabilidade e nuls respoosabi-
bemfeiiores.
III
Nao tamos apresentad facto s que possam ser
considerados offenslvos do carcter pessol do Sr.
Silva Brasil e Rosa ; sement nos temos limitado a
narrar o proeedimento dos irmos da ordem, qae
lidade I) se nao tambara de adiantar de saa proprla
bolsa na poca do pagamento delta, a quantia de
1:047 j sem jaro algam, e sendo por tempo inde-
terminado esse sea desembolso.
Esto motivo que S. S. offerece, alm de admittir
os juros da quautia retirada, ainds mesmo qne nao
i
Foi publicado no Jornal do Recife de 7 do cr-
reme, urna longa correspondencia contendo 13 ca-
ptulos distraaos, a qual nao nos podemos furtar a
urna resposia, que >lemonstre cabal e completa-
menta a sem razo d'aquelles a quera requer de-
feader, e as embaeadellade que sea officioso ami-
go lancou mo na supposi(o de que o publico nao
tem senso commum bastante para disdnguir a
verdade da mentira, o phantasma da realdade, o
que mente perjurando com a mo sobre o Evaoge-
lho, do qne com sacrificios procura enmprir seu
juramento. Nao I O publico conhece melhor que
nenhum vossa tristissima posigao, sabe quanto infun-
dada vossa defezi- ,que ella s poda nascer d'a-
quelles, que guiados por oulros motivos que, o bem
da ordem, e permita Deus que nao maligno, pre-
tendem ludo justificar.
Se, pois, acertadamente se disse em urna corres-
pondencia < que a seis mezes o espirito maligno
se introduzira na ordem ; nao menos acertadamen-
te e judiciosamenle se demonstran em ama outra.
que o espirito maligno acom(>aabava de cerlo
aquelles que desrespeitavam ao veneravel ministro,
mesa e maoria da ordem ; do que se deveria ter
pena, e rogar a Ueus qae os illumloasse, am de
nao viverem eternamente as trevas.
II
Nao leudo a correspondencia de qae fallamos,
contestado o que dissomos acerca do proeedimento
de alcons irmos disstdeates, e sendo nosso fira
demonstrar, e tornar patate de qna lado est a ra-
zio, pedimos ao publico sua respeitavel atteacao
para os factos qae passamos a expender; qna to-
dos conspiran e revelara a intencao d'aquelles que
pretenden a reforma dos estatutos; d'aquelles que
tem feito constante opposicio ao ministro exlsieo-
te, sem attenderem, que procurara prejudicar a or-
dem.
Na verdade ha amitos annos qae existe nos es-
tatutos os artgos 15 e 17 ; qae tem sido religio-
samente obedecidos, e exeeutados por muitos mi-
nistros, entre os quaes foram no anno findn o Sr.
Antonio Jos Silva do Brasil, em 1864 o Sr. Joa-
quim Mauricio Gon^alves Rosa, no anno de 1862
o Sr. Antonio Peretra de Farias ; os quaes tendo a
mesa de sua affecao nao se lerabraraa de pedir a
revogaco de laes artgos; por sem duvida; qae
sempre reconbeceraro na sua permanencia o pro-
gresso, e sustentculo da mesma ordam ; por tanto
outro motivos tiveram.
E' verdade que o Sr. Silva do Brasil fora eleito
ministro a esforcoa do Sr. Rosa, ( o anno passado);
mas iiuilo sua administrado, nao coneordou cora o
Sr. Rosa na pessoa qae devia occapar to impor-
tante lugar no anno correte, e por que teve rnaio-
ria, levou de vencida a seu amigo Rosa cora quem
por isso ficou devergido ; at qne no cerrante an-
no, suscitando ama questo acerca da legitimidad
de um mesario, encontraram-se na mesma opinio;
fizeram as patea, a reunidos tem feito opposico de-
sabrida ao actoal ministro, qae resignado v per*
der-se o (ampo das sessoes da mesa, em discoasoes
iouteis, a prejudiciaes ; e nao poucas alliciarem os
irmos para nao comparecerem, oa retirarem-se
por ve atura j se achara no consistorio.
Que um tal proeedimento tivessem outros, qne
nao os Srs. Antonio Jos Silva do Brasil, Joaquim
Mauricio Goacalves Rosa, Jote Pinto de Magalbes,
Jos de Mello Costa Olivetra, Maooel Jos do Aze-
vedo Santos, poda se eoBjecturar ; mais SS. SS.L
nao, mil vetea nao II
Entreunto si ettea, que lando sito vencido
numadecisaodainasa.eenessaode27 de abril,
retkaa-ser e Utaiwaaa atoe iatun; qae sendo
avisados para a reoniaa ie 4 do crreme, nao com-
se tem apresentado em opposico ao ministro e de-, fizesse adiantamentos, confessaroos, nos sorpren-
cisoes da rnaioria da mesa ; nao temos por lira in
jnriar nenhnm dos membros da veneravel ordem ;
e tanto creemos, que nao nos hemos alfastado deste
ponto, que o proprio autor da correspondencia de 7
nao exhibe um s faci contra o carcter de nen-
hum destes senhores ; restriogindo-se a largamente
defender o syndico, Costa Oliveira, contra quem
tem os i Arrecido algumas censaras; e neste ponto
houvesse a defeza com (al dezaso, e que torna-sa a
verdadeira e spera censara ao mesmo syndico.
E' publico e j o svndico confessou ter retirado
da caixa da ordem 3:0005000 trinta dias antes de
den, parece, que sentio, nao ser elle bastante para
compensar os sacrificios de effectuar a transaeco,
e de por ella se tornar responsavel, coja respon-
sabilidade ja' demonstramos o qne e a qne po-
da vr a ser ; portanto nesta parte, nao diremos
mais palavra.
Se S. S. como diz no final de sna considerado,
fez ura adiantamento de 1:047$ por tempo inde-
terminado, para effectuar o pagamento do saque,
se esse adiantamento foi real, o nao ficticio ; por-
que n> fez S. S. o saque a vista, oo que s terla
de adiantar oito contos e tantos mil ris 1 Ora, se
se realisar o pagamento de urna letra de cambio, | S. S. tivesse realisado o saque a vista Iinha feito
que mesmo fra autorisado pela mesa a effeetnar, i um servico a ordem, tinba-lbe dado proveito. ti-
afira de se transportar fundos da ordem para ou- nha provado que era credor por dnbeiro que real-
Ira praca
Nos temos sustentado qae desde o dia em que
S. S. retirou o dinheiro da caita, e se constitnio
credor do que faltava; o que fez no mesmo dia em
que lomou o saque a 30 dias de prazo ; desde en-
to para a ordem o saque foi tomado a vista ; por
que foi della retirado o dinheiro que exista, e debi-
tada pelo resto ( oito ceios e taotos mil res ); e
que nao sendo assim S. S. nao proceden bem, reti-
rando o dinheiro (2:1429900) e acreditndose
pelo restante, antes de dever effeciuir o pagamen-
to ; que S. S. assim procedendo fez-so credor antes
de pagar a divida, e tomou o dinbtiro com muita
antecipagio ; qae S. S. devia defender, mostrando
que o prejaizo do saque a prazo nao recahira sobre
a ordem ; mais S. S. looge de proceder por essa
forma, vem a seu tlente envenenando nossa nieo-
c,o, suppondo-nos dominado de intences injurio-
sas, dar outros motivos de justificacao do seu pro-
eedimento. Entretanto vejamos attentamente se
elles sao procedentes, e capaz de attenuar a falla
de S. S.
Diz o oficioso amigo do Sr. Melle Costa que
a S. S. nao podia tomar a dinheiro aquelle saque
< de 3:000$ quando para seu complemento faltava
na calxa quasi a terca parte, isto 857$100,
< que era desde logo necessario adiauar e nao lhe
aprouve faze-lo. Ora, se S. S. nao aprouve fazer
o adiantamento de 837,6100. com o qual iraria van-
tagem a ordem; porquanlo o saque a vista era van-
idoso ; como aprouve S. S. metter em si os. .
2:142900, e debitar a caixa a S.S. pelos 837100,
como deveria fazer-se o saque se tivesse realisado
a vista f
Assim procedendo S. S. devia saber, que bem
longe de evitar o prejuizo da ordem, o tuina rea-
mente havla adiantado, tinha mostrado seu tino fi
nanceiro, sua pratica, nessas transacces, e que a
bem da ordem retirara os 2:142$ qae existan),
qae tinha espirito religioso ; mas uo tendo assim
praticado, claro que nao justifica cora o adianta-
mento que mostra ter feito; restando-nos dizer, que
os adiantamentos feitos n'um da, podera deixar de
existir no outro por algum rtcebiraento que se
possa fazer.
Assim, pois, o adiantamento feito nao servio pa-
ra evitar o prejuizo da ordem no saque tomado a
prazo, e S. S. nao o fez com o espirito de acaote-
lar tal prejuizo, perquanto o terja feito no da em
que retirou o dinheiro e se fez acreditar pela diffe-
renca : portanto nao lhe pode aproveitar esta con-
siderado, tanto mais que os adiantamentos podem
s durar horas.
Temos demonstrado o deservico prestado ao
syndico pelo sea amigo autor da correspondencia
de que fallamos.
V
Agora remos apreciar a resposta.quenos foi da-
da acerca dos factos que apresentamos, como tendo
occasionado o pedido da revogaco dos arls. 13 e
17 dos estatutos, e a roaneira porque se eslabelle-
ceu a competencia de taes irmos para requere-
rei a assemblea para conceder Ibes a revogaco,
segundo o pensar do correspondente.
Eutende o autor da publicaco, quenao existe
nos estatuios : ura so artigo que lome a mesa
competente ; e que assim tendo a maiorla dos ir-
mos requerido a revogaco, est no caso de ser
attendida. >
Vejamos se a vista dos estatutos podiam os ir
mos requererera directamente, e sem precisa au-
diencia da mesa ; dito art. 189o que decidido.
VL
idea vos ataeatjou com a intervencae do Exm.
' fa entrega poltica de vossa pretenco ?
i tu eerto os que pretender a conservado
dos artgos 15 e 17; porquanto sabido, que nao
Um amigos poderosos no seu grajaw, qne possam
pedir a conseguir da assemblea consa alguma; ae-
aelhaQteraente perante o Exm. hispo, qae nao se
prestara' a qnalquer pedido e soliclta?io de quem
quer qne seja; por tanto para que sata iotrlgui-
nbas proprlas de quem nao tem razio, ode quem
esta' delacerado pelo remorso; mas, que inda bat-
ea eocobrir o gro da consciencia, a fia) da que pu-
blicamente, aa nao eonheca a' aaortsiade de saa
falta, conseqnenoias e fins; por abi vo mal, nao
ha quera compre petas, e creta uestes phantasmas;
o publico K sabi qaeaJBnmstes sar. a maoria
dos irmos da Ordem, que meatlsies perjuranlo
com a mo sobre o Evangelbo, e que como taes
podes faser e diser coasas iguaee a semelbantes.
* VI.
Diris, a eleigo directa o desidertum das
ideas modernas, e tem por fltu destruir a olegar-
chia da Ordem I
E' correte, qae as sociedades civis, a eleico
directa satisfaz melhor loteresseses sociaes, urna
vez que tomem certas medidas garantieras da me-
lhor capacidade dos volantes; o que se observa em
todos os paites, onde tal principio foi accceito, mas
qoando se trata de pequeas sociedades, que vi-
vera no centro do estado, o poder publico, garan-
te-Ibes toda faculdade de se organizarem, segundo
a vontade dos associados, que tornam-se responsa-
veis pelo aso e abaso de saa liberdade; nunca nos
palzes civllisados se iraodem os principios qae re-
gulara a eleico do estado, as pequeas cupora-
Qoes nelle existentes; ura tai-principio seria a raor-
te do espirito da associaco, a maior tyrannia em
nome dos principios liberaes.
E-ta theoria s pode nascer dos oligarchas e
aristhocratas mascando?, ou distargados em libe-
raes, progressistas.
Pretendis chamar olygarchia a mesa da Ordeml
Entretanto se assim se podesse denominar, os oly-
garelias estariam de vosso lado; porquanto esto
U' os dois ltimos ministros elles sao os caberas,
e cheles da opposico qae se faz ao actual minis-
tro, e mais membros da mesa que sao novos; logo
parece, que os opposicjonlstas, que bontem erara
os grandes, que sentem nao continuarem, e a
todo o transe querern reconquistar o poder que de
todo vo se Ihes escapar puis tem onze Srs. mesa-
rlos sempre compacto?, e para tudo dicididos; por-
tanto a quera de vem ser applicadas taes palavras ?
A olygarchia em todos os palzes jamis resig-
uou-se vendo-se despojarse dopoder, sua arca
sancta, Sf u Dos, e por isso, que se encontra ella
reagindo por todos os meios contra aquelles que a
buscara destruir, e lanzar por trra; as promessas,
affagos, ameacas, perjuro... e tudo mais...,
cousa alguma para ella; urna vez qae se possam
de novo collocar, ou melhor segurar as portas do
poder, donde m) com raaiores sacrificios a podem
destruir I
Tal (em sido, e continuara' a ser o carcter dos
olygarchas.
Assim quaes sero elles na ordem terceira de S.
Francisco ?
Nos Ihes responderemos n'outra occasjo, e des-
pedimos
Au Reooir.
SrdiSSS& J2. caaak^or SS!L0.*!!^ !Z&J.- ^
da qual ha ura imposto, que iacontesiavelmente
ooega para a despeza e sobra. A provincia ganna
:L-ado, que longe de ter feito um adiantamento real, j pora' o rmao ministro lodos os negocios tenden-
era apenas ficticio, e escripturado sem mais vanta-1 tes ao bem ser da ordem, os quaes depois de discu-
gem para a ordem, que nao fosse S. S. creditado, I tidos, etc.- Ora, se a reforma pretendida tenden-
nem se lirasse da caixa o dinheiro l existente ; S. te ao bem ser da ordem; consequeocia que a
S. nao pensou, que se podia tirar muitas cense- primeira autoridade a' conhecer e decidir, deve set
quencias de se ter S. S. tornado credor antes de. a mesa, (e nao irmos dlssidentes); portanto em
effectuar o pagamento, e de se ter para mior ga- face dos estatutos nenhum irmo pode requerer,
rantia e seguranca apossado dos 2:142$900 exis- aos poderes pblicos, sem antes consultar a mesa,
tentcs na caixa; mas engao fatal e de tristes con-' (o contrario anarchia.)
sequencias para S. S. que se tem visto obrigado a i e mais, o art. 192 diz:i compete a congrega-
fugir do ponto principal da questo para com este caoa defeza dos direitos da ordem, que estive-
e outros fundameotos querer justificar seu fino fi- rem de harmona com as leis erclesiasticas, orvis a
policiaes. Ora, os arts. 15 e 17 conlm um direi-
to da ordem, e o mais importante, e nao opposto
as leis ecclesiasiicas, civis e policiaes : logo, so a
mesa compete decedir, se convm ou nao sua per-
manencia ; logo, os irmo s por si, nao podem
nanceiro, que est perdido e conhecido, e sem apoio
nos seus proprios motivos.
Assim analysado o priraeiro seu motivo de sua
defeza : vejamos, se S. 8, foi mais feliz no se-
gundo.
Contina o amigo segundo* anda tomada essa requerer, por maior que seja seu numero
c quantia a praso de 30 dias, como foi, e nao a di- Como seno bastassem os arts. citados, veja o
nheiro, a differenca do descomo por esta ultima' publico a disposico termname dos estatutos no
t circumstanc ianunca serla compensada ou alias arl. 202 pr.:E' da competencia da mesa con-
superior ao computo daquella quanua, que era i < juncta nos alterar e interpretar os presentes
< preciso aquelle syndico adiantar de saa bolsa. > estatutos etc.. Ora, os irmos dessideotes nao
Ora, neste motivo fallase apenas na dillerecra requereram perante a mesa nem pedirara a reuio
do saque a vista ou a praso, come foi, e que sendo; da coojuncta ; por tanto nao procedern) na con-
a vista, nao seria a dilf-reDca igual ou superior a formtdade do art 202, que firma a competencia da
Importancia, que seria necessario adiantar; mas mesa erabora coojuncta ; logo, urna verdadeira
nem ao menos S. S. nos quiz dizer qual sena a dif-1 falsidade dizer qne nos artgos nao se lirmou com-
ferenca, e qual foi portanto o prejuizo, que S. S.' peteocia de quem devia Iniciar qaalquer.relorma.
causou, nao obstanie ter-se creditado como credor | Nao menos falso e com o fim de Iludir os igno-
desde o dia da realisaco da transacao, por cajo; rantes, dizer se, que a maoria dos irmos reque-
credito todos os homens competentes que vissem a rerara a revogaco ; O publico que ajuize de to
escripia, jurariam que S.S. tinha tomado.o saque a descommunal mentira, e daquelles que asuslentam
vista. Saber S. S. dizer-nos quanto sena a diffe- n'um jornal. Na vedado casta a crer, que se diga
renca do saque a vista, e se essa differenca reunida' em boa f, on por ignorancia, qne98irmos
aos juros dos 2:142, anda assim faltara multo numero dos qae assignarara o requerimento, (al-
para completar o adiantamento, qne porventura se guus dos quaes ignorara) seja a maoria de 466,
bouvesse de fazer, cujo adiantamento pode ser feito de que se corapoe a irraandade, nao contando cora
n'um dia, e no outro deixar de existir, por effeito as seoboras II.. ,
de algumas rendas da ordem, qae como se sabe to> ( Aquelles que sustentam lo disparatada assergo
dos os dias se esta recebendo quantias mais ou me- se poderla dizer, sao capazas de tudo, menos de
nos crescidas ? Se nos fizesse o favor de responder, promoverem o bem e deseovolvimenlo da ordem II
teriamos mais uraa prova do nenhum fundamento [de baler em outra porta, o publico desta cdade
deste motivo apresentado a favor da sua defesa. jamis vos pode acreditar; muito faltar a verda-
Por este de S. S., o adiantamento se teria realizado de, e to desassombradamente : Sao vossos pro-
i,e porventura o lucro do descont fosse superior,
ou igual ao adiantamento; mas S. S. nos ha de per-
railtir, que se tal se desse, ento nao havia adan-*
lamento a fazer; portanto S.S. Dose poderla con-
siderar credor, visto corno o lucro do descont de-
vendo voltar para a caixa, e sendo elle igual, ou
superior ao que faltava, consequencia, qae ella
nao ficava restando a pessoa alguma ; nem S. S.
teria o desvanecimento de ser considerado credor
em seus livros
justilica?o Sr.
prios argumentos, que vos condemnam a nm com-
pleto desprezo, e revelara a mascara com que en-
cobris vossas intencoes.
Demonstrado como flea, qae pelos estatutos os
irmos nao sao competentes para requererem di
rectamente qualquer alteracao, e nao meaos pa-
tente a claro, como Oca, rrfie o numero dos irmos
que to infundada pretenco requereram nao sao
a maoria; coosequenoia, nao a Ilustrada as-
que a
outros devem ser os motivos de sembla provincial, deve desprezar lio exagerada,
cyndico, os offerecidos sao vossa como falsa pretenco, cajos defensores se fazem
propria censara, nao vos aproveitam. rearesentantes da rnaioria ; sendo apenas 98 I Sao
IV elles qae o dizem pelos seus argumentos II
Passaodo ao terceiro fundamento, diz vosso amt-' Se o senador, o deputado nao perjura, como di
go desde que elle (syndico) aceitou aquella le-' ieis, e nos confirmamos; porque pelos meios legi-
< tra com a sua nica tirma, sem responsabilidade timos propde e revoga as leis e constituico; a con
< alguma da mesa, qua assim aolorisou contraaio trario sensu, isto quando ura senador ou deputa-
exclusivamente a obrigaco de paga-la, consti- do propszer e revogar por meios nd legtimos as
c taio-se nico dovedor delta. leis e constaico, commette perjurio; Ora, ja de-
Ora, lendo a mesa aoioriaado o syndico, e sendo moostramos, que a mesa o poder (constituido pe
este e nico, qne neste carcter podia realisar, los os dous poderes civil e ecclesieetioo) corope-
eoBsequeucia, qae elli s ao carcter de thesourei- tente da ordem para propor a alterajo e revogaco
ro da ordem qua se tinha. obrigado; elle nossa, dos estatutos; mostramos, que nao representes
transaego era o echo, o braco da mesa, que nao se ao menas a maiorja da ordem ; que portanto nao
podia mais eximir da responsabilidade; portanto sois competente, nem empregastes mlios legtimos;
para qne S. S. ha de encarecer sua assignatnra, e lego, a contrario censo, e segando vosso principio
agencia de semelbante transaego T Acaso proteo- praiicasses o perjurio, isto memistes perjurando
dera que o publico nao eonheca que o unieo res- com a mi sobre o Evangelho II...
ponsavel era a mesa a quem S. S. nao podia det- .
xar de obedecer ? so tal foi seu proposito, enga- Assim sao os argomemos ero favor oes mesarios
non-se ; por qae todos sabem que os tbesoureiros signaurios da repreenta?o qae conflrmam o per-
nessas circamstancias ebrigam os associados, e nao
snas pessoas ; mxime, quando as astociaedes sao
ricas, e tem por si crdito bastante, como suceede
com a ordem terceira de S. Francisco ; por conse-
quinte por este motivo S. S. nao tam justincago.
Ser porventura, que S. S. anteado ser sua uai-
cameute a responsabilidade; per que outros ir-
mos nao assignarara tambem a letra ? Sa assim
descorrea, urna novidade do espirito progresslsta
de S. 5-; porquanto at hnje nao se vio nos eorpos
conectivos tssignareni laes obrigacoes, todos os
membros da admlnistraco, que na hypothese, de-
veriam ser 29 11. Qae felit idea, que novidade
Cajo flm era salvar
juro de taes senhores. Procoral sahlr da dlfflcul- assistlr a sna classiflcacao,
dada em qae vossos amigos collocam-vos a cada
* lnspecco do algodo.
Em ama correspondencia desta provincia para
o Jornal do Commercio da corle, lemos o se-
grate :
> Quanto ao segando (o projecto qae cria a
lospecco), urna le do auno passado autorisou o
governo da provincia a crear essa reparuco; mas
"nem o Sr. Castello-Rraoco, nem o Sr. Paranagu
julgaram acertado fazer uso dessa autorsaco,
em miaa opinio bem procedern), porque acbo
que a idea de iospeceo um anachronismo, alera
de que urna longa experiencia nesta e em outras
provincias, mostrou a todos que ama inspecgo
importando despetas para a provincia, qne tem de
pagar os ordenados do pessoal da reparlco, ao
commercio nao traz beneficios, antes peas, eraba-
reos, os quaes boje, em certas occasioes, se tor-
nara veiame insuportavel, ltenla a grande
qaaotidade de saceos que entram diariamente,
mxime na torga da safra, quando se tora dado
entradas de mais de 2000 saceos 1
Nao ha cousa petor do que eraittr-se opinio
sobre assumptos que a gente nao conhece, nem
os tem estndado. Se nao fora a ignorancia era
que o correspondente est da materia de que se
oceupou, certo nao avangaria as inexaclidoes que
coramelteu.
Convem por (amo mostrar-lbe o engao em que
labora.
E' inexacto que a lospecco do algodo tenba
sido disptoveitosa ao commercio, e maito menos
que a experiencia nesta e noutras provincias a
tenha condemoado.
Ella existe na provincia das Alagoas, e na da
Parabyba, onde foi ltimamente creada, como me-
dida protectora da cultura do algodo.
Nesta provincia houve em poca nm pouco re-
mota ama inspecgo provincial, que fot depois
supprimida pela razo de ter-se deixado ao con-
sulado geral o respectivo trabalho.
At a extinegao desta repartigo, com o facto
de sua reunio a alfandega, a inspecgo do algo-
do se fez regularmente, sem que por parte do
commercio ou dos agricultores houvesse urna re-
preseotacao aos poderes pblicos, o qua prova que
a medida satisfazia a uns e outros.
Era 1860 foi o consnlado extincto, e d'ento
para c nao houve mais inspecgo.
Em seguida occorreu a guerra dos Estados-Uni-
dos, e e algodo soblo a pregas taes, que animaram
e desenvolvern grandemente essa cultura, que
havia cahido em decadencia e desalent.
Tanto basura para que e commercio do algodo
se coovertesse n'uma torpe especulaco, para
nao diier uraa ladrolce, que devera estar ao al-
cauce da polica. E o que certo que s aos
productores tem cabido pagar o pato I
Provavelmeote como medida protectora da cul-
tura do algodo, e meio acaotelador das defrau-
dages qae soffrera os productores, a assemblea
provincial, em sua sesso de 1864, inicioa a idea
da restaurado da inspecgo..
Esta medida tras os segrales resultados.
1 fidelidade no peso das saccas.
2 retirar do prensarlo o arbtirio de dar o sen
valor, e arbitrariamente a sorte do algodo.
Prevenidas assim doas partes dos abuzos, eslo
deffendldos os interesses do prodoctor.
O incremento qne tem tido a callara do algo-
do, os elementos de prosperidade que desenvol-
ven na provincia, e o prodigioso augmento das
rendas, sao motivos ponderosos para que todo o
favor se faca aos lavradores de algodo.
A falla da inspecgo o que tem occasionado 1
Nada menos que isto. Pessoas que nada teem
de seu, que nem mesmo dinheiro teem para com
prar urna ballanga, estabelecem-se com prensa, pa-
gando 3$000 por carga de algodo ao corrector
qne Ib'a traz, e outros 2$000 ao cargueiro, quan-
do o seu ganbo licito apenas de 2$000 por
cargal
Occasioes ha, em qne at pagam. prego maior
do qne aquelle porque vendemao exportador I
O qoe indica isto ? Que a faculdade de pesar
e qualificar o algodo da' pannos para as mangas.
Masera que se fundara os impugnadores da
idea t No diier dos exportadores a Inspeego
nao d vasao ao algodo qua diariamente entra ao
mercadoa inspecgo prejudica-nos, porque sendo
feita por agentes pblicos nao temos de quem re-
clamar as differancas de peso a de m classficago
da sorle I
Allegago improcedente esta.
A inspecgo faz o peso das saccas pelo qual o
prensarlo paga ao agricultor, a vende ao negociante;
assim como d a sorte do aigodao. Est visto que
a di Merenga de peso, na oecasio da exporugo do
genero, corra por coma do mesmo prensarlo,
quando em seo arraazem o recolher.
Quanto a sorle, Incumbe tambem
tendo "
em vei de perder.
E' pena, porem, qae os iateresstdos em qae
permanega o actual estado de coasas, consigan]
inutilisar urna idea de otilidade manifesta e at da
moralidade publica.
Apenas se inicion na assserabla a idea da ins-
peccSo, na praga do commercio assegoroo-se ira-
mediamente que ella nao ira avante. Promoveu-
se subscnpgao, e fet-se representa gao...
Afinal, um ano depois passou a medid; mas
a administrago foram logo dous eslringeitos em
norse da associaco commercial, pedir a nao exe-
cago da lei, e o tem conseguido I
O presidente qae saaccioaoa a lei, acceitou sem
mais reflexo o pedido dos interessados I Nao
examnou os fundamentos dos motivos allegados,
nao esludou es meios de remove-los, nao cogitou
na importancia da medida I Agarreu-se a tan-
gente de ser a lei facultativa, e nao eiecutou, tor-
oando-se contraditorio com o acto da sanego
dada I
Mas na parte do imposto da capalazia que a le
obrigatorla, tambem nao lhe deu execugao, pri-
vando assim a fazenda provincial do producto de
semelbante renda I
E o que ora faz a assemblea ? Quer votar nova
lei, o que desnecessario, desde que est em vigor
a de que se trata.
Basta appellar para a sollicitude de alguma ad-
ministrago, que se destine a tomar em consiaera-
go negocio de to alta monla.
Se a lei nao completa, |se algumas garantas
convera dar ao commercio, tudo isto podera ser
attendldo no regulamento que deve a administrago
confeccionar.
Se ha por parte dos adversarios di medida boa
f a Usara, porque nao se limitam a notar os in-
convenientes da le para serem remediados no re-
gulamento ?
Mas a questo impedir a sua execugao l Isto
mostra bem a iligitimidada da pretengao, que o
Ilustre correspondente se fez cargo de deffender.
Sua alma, sua palma.
15 de malo de 1866.
D. Fuas.
Correspondencias
Senhores redactores do Diarto de Pernambu-
co.Tendo ea recebido de mea pal o Sr. Jos Mar-
lias Ferreir, ama procarago para a liquidacao de
heranga de meu Irmo Maooel Jos Mr us Fer-
reir fallecido na cidade do Pernambaco, substa-
beleci esta procarago no rfieu particular amigo o
Sr. Manoel Fructuoso da Silva commerciante
daquella praga, ao qual vou por meio da imprensa
agradecer o sarvigo que me prestou para a liqui-
dago desta heranga, pois sao por mira devida-
menie avahadas as difBculdades com qae latou
para tal liquidaco, difBculdades motivadas pela
recusa de pessoa que se tinha apoderado da' heran-
ga e em casa de fallecer meu irmo.
S a sua muita energa e dedicago, e a efflcaz
coadjuvac.au do muito. honrado e digno coosul de
Portugal em Pernambaco devo ea o ter-se podido
liquidar alguma cousa. Para com este cavalheiro
me condsso tambem por isso devedor do maior
reconhecimento.
O lilm. Sr. Dr. Claudino de Araujo Gaimares
digno cnsul portoguez era Peroambuco a quem
dirig a miaba sapplica para iotervir e empregar
os seos bons. officios, afim de obter do cabega do
casal a entrega do que se recusava entregar, nao
s fez a entrega (depois que examinen os docu-
mentos) do espolio que se achava no cofre do con-
sulado, mas tambem interpz seus valiosos servlgos
e conselbos, para com o mesmo cabega de casal,
conseguindo-se levar a effeito uraa transago rela-
tiva a parte que este se recusava a entregar, e evi-
tando por este meio, urna contestara o judicial.
O Sr. Dr. Claudino de Araujo torna-se credor de
grandes e merecidos lonvores pelos muitos e va-
liosos servgos que na qualidade de cnsul de Por-
tugal em Pernambuco all est prestando ao paiz,
e dos meus sinceros agradec meo los pelo ser vlgo a
mim prestado, folgo que se me proporcione este
ensejo de prestar a devda bomeoagem a lo digno
funecionario, que honra o paiz quesrepresenta, e
mamfestar-lhe os meus senlimentos de grati-
do.
Porto, 23 de abril de 1866.
O negociante desta praga, Antonio Jos Martins
Ferreir.
mos doutores, quer sejara ou nao lentes das respec-
tivas facultades cominuem a asar da borla e ca-
pello, segundo o modelo j recebido. O que com-
muuico a V. Bxe. para saa ccmbecimeolo e eseca-
co.
Deus guarde a V. Etc. Maranaz de Onda.
Sr- director da facoldade ds direilo do Recife.
Rodolpho Joao Barata de Almeida, commendador
da imperial ordem da Rosa e cavalheiro da de
Christ), tenente-coronel commandante do 2ba-
lalhn de infamara da gnarda nacional do mu-
nicipio do Raclfe e presidente do cooselho de
qualcago da fregueaia de S. Jos por S. M.
Imperial etc.
Fago saber-aos qae o presente edital vlrem, e
a quem possa Interessar, que se tem de reunir na
terceira dorainga de malo o conseibo de qoahfica-
go para a reviso e qnallflcagao dos guardas na-
ciooaes da referida fregnetla, no consistorio da
respectiva matriz, como determina o art. 1 2o
do art. 9a do decreto n. 1130 de 12 de margo do
1833, e instrncgdes de 23 de oulubro de 1850,
E para que ebegue to conbecimenlo de todos,
mandei passar editaes qae serna publicados pila
imprensa e afiliados nos lagares designados.
Cdade do Recife 12 de maio de 1866.
Rodolpho Joo Barata de Almeida.
Tenente-coronel comraaBdante.
Jos Francisco Pires, offlcial da imperial ordem
da Rosa, tenente coroael commandante do 4.
batalho de infamara da guarda nacional do
municipio do Recife, etc.
Fago saber a quem possi interessar qne, em
cumpriraento de ordem superior, lenho coovocado
os concelhos de qualincago e reviso dos goardas
naciooaes das freguezias do Pogo da Pauella e
Varzea, districlo do balalho sob meu cornmando,
para o 21) do corrale, os quaes se reuniro nos
coosistorios das igrejas raalrlzes daquellas fregue-
zias, dando priocipio a seas trabamos as 9 horas
da manda do indicado da, que dararo quioze
dias consecutivos.
E para constar mandei passar o presente que
sera' adiado nos lugares mais pblicos das refe-
ridas fregaezias e publicado pela imprensa.
Quartel do comraando do 4* batalho de infanta-
ra da gnarda nocional do Recife, 12 de maio de
1866.
Jos Francisco Pires
Tenente coronel commandante,
. .'
COMMERCIO
Novo Banco de Pernambuco.
o novo banco paga o 16 dividendo ne
raz5o de 6^150 por aefo.
SOTO banca de Pernam-
baco.
. O Novo Banco desconta letras a 12 por cento
ao anno, toma dinheiro a praso fixo ou em coma
crreme pelo premio e cpndigOs que se cooven-
clonar, e saca sobre a praga da Babia
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 13...... 315:593*709
Idemdodtal6................ 23:500*006
DECURACOES
369:093*775
M0V1MENT0 DA ALFANDEGA
Volamos entrados com fazendso...
< c com gneros...
Voluntes sabidos cem fazendas...
t com gneros.
-----341
81
1118
-----1199
Descarregam hoje 17 de maio.
Brigue inglezDantebacalho.
Barca ingleza -JaneIerro e pedra.
Barca nacionalAmizadecharque.
Brigue nacionalBehsariodem.
Brigue nacionalAurelianodem.
Sumaca hespanholaGucufaupeidem.
Patacho portuguezS. Josidera.
Patacho portuguezGnrrffdera.
Hiaie porluguez- Serra Idem. __
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 15....... 12:34'*^08
dem do dia 16................ 453*811
12:793*319
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do da 1 a 15.
dem do di;, 16.........
48:586*828
3:681*620
52:268*415
em qae vossos amigos eoirocam-vos a
passo, melhor nao ter defesa e oo silencio arran-
jar Indo. ~ *
Feridos pelos vossos, proprios argumentos,
certo nao procurareis aa credulidade publica
apoio; roas estamos cortos, que as promessas,
compromissos pata ebegardes ao poder de que a
pouco fostes apeado, connuaro; no silencio com
o qual melhor se podera' arranjar os talaros con-
tractos de remecedores de toda especie; de melho-
ramentos de salarlos, pensoes, uso de propriedade,
e tantos oulros com qne se pode faser maiorla era
commercial I Cajo flm era salvar nicamente a
responsabilidade do Sr. Costa Oliveira, syndico da, facis, e provaveia; tanto"mais nao devals desaoi-
ordem terceira de S. Francisco. Admitamos (por
bypoibese nicamente, pois na realdade seria uan Iluminadas por taes ideas, e tendes para realiza
tafelicidade para S. S. a para a ordam) qua doas las o amigo Pareira Stades, que dsp5e de algant
ou- tres dias depois da falto o saque, e tirado o dV' deputados, eom os quaes diseo, qoe se tem entpe-
nheiro da caixa, e acreditado pelo resto, S. S. en- j nhado; o que nao eremos;' qrJer por que nd jal-
a alma ao creador, e que o portador da [gamos o Sr. Pereira Simoe capaz de pedir; quer,
parecern), e leudo appracido o Sr. Manoel Jos letra a aprsenla va ao novo syndico, oa a meta, po' porque Julgamos os Srs, deputaders muito cima de
ao prensarlo,
o direilo de re-
Christiansem.
Havre -56 das, brigue francet Notctel, da 135 to-
neladas, capillo Greban, equipagem 11, carga
clamar sempre qae injustica se der. Bem se v mercaduras; a Tlssat Freres & C.
que deste modo nao pode haver qualiQcago inda- CardifT- 40 das, patacho ingles Momeo, de 210 lo-
vida, a menos qae nao seja por negligencia dos neiadas, capilo W. Peterson, equipagem 8, car-
de proprios prnsanos, case era qae deven ser elle ga carvo ; a Wilson i HetL
os responsaveis para com os exportadores. Navio sonido no mesmo dia.
E'claro, pois, que a inspecgo era nad. affecta Liverpool por Macelobrigue ingles John Elisa-
os interesses legtimos dos exportadores : soffrerao ({a eapo Bathay, em lastro de assucar.
sim os illlcitos. Observago.
Em relago a praticabilMade da medida, est: Suspenden do. lamard para Babia no Ola 13 a
ella no modo de fazer o servico. escuna ingleza Rletrece Fias, capitio Charles P.
Rara vez, oa nanea, occorre haver entrada ala- Hocquard, com a mesma carga qae tronxe de
ra de 2,000 saccas; mas dado que isto aeontega, Trieste.
M0V1MENT0 DO POETO
Navios entrados no da 16.
Liverpool12 dias, barca Ingleza Isabella, da 356
toneladas, capitio David Arklay, equipagem 10,
carga carvo ; a Wilson & Uett.
Portos do sul7 dias, vapor nacional Santa Cruz,
de 960 toneladas, commandante primeiro tenente
Francisco Manoel Alves de Araujo, equipagem
58, carga differentes gneros; a.Antonio Loiz de
Oliveira Azevedo & C.
Trieste86 dias patacho dinamarquet Hasnta, de
177 toneladas, capilo S. W. Brasib, equipagem
7, carga 1560 barricas com lar i o ha de trigo ; a
Johnstoo Pater & C.
Baha6 das, patacho hespaobol Sapho, de 189 to-
neladas, equipagem 11, em lastro ; a Theodoro
urna elelgo directa, as qnaes agora nao sao to. 4 opede qpe a inspecgo tenha expediente
prompto. Seis balangas, funocionando regalar-
mar, quando so aforad, que vossas cabecas lorttn mente, postro. 1,620 saccas ma novevhoras (das
8 da matmla as 8 da tarde), e oko, pesara 2,160,
Tado est no numero das balangas, e na apiidao
do pessoal.
As prensas actualmente nao qvallfleam e pesan
as saccas em menos tempo. '
A blstorJa de snbearregar aproyinciacom des-
EDITAES
,.
IIlm. e Exm. Sr.Nao tendo sido approvado o
modelo de que trata o art. 96 do regulamento ota-
pteoentar anaexo ao decreto. 1,598 de 14 de fe-
vereiro de 1855 para o eapello dos dootores em audiencia.
)
'
Pela inspecgo da alfandega se faz publico
que no armazem n. 9 desta, reparlco, se acham
vinte e cinco barris cora viaoo da marca a f SI
vindos do Porto na barca portuguesa Sympathia,
entrada neste porto em 2 do prximo passado, os
quaes se acham em mo estado.
E como se ignora a quem pertencem se faz o
presente para qoe no prazo de 8 dias, comparega
nesta alfandega seu dono ou consignatario, afim de
reqnerer o que fr conveniente, e no caso contra-
rio proceder-se-ha a sua venda na forma do cap.
6 til. 3 do regulamento de 19 de setembro de
1860.
4* secgo da alfandega de Pernambuco, lo de
maio de 1866.
O 4o escriptnrarlo,
_______Alexandrino Thomaz de Aquino Coelho.
Governo da provincia.
4.' secgo.Secretaria do governo de Pernam-
buco, em 1 de malo de 1866.
ED1TAL.
Pela secretaria do governo, se fat publico
quem interessar possa, que tendo o Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, de dar execugao a lei n.
649, de 20 de margo ultimo, abaixo publicada, se
convida todas as pessoas qne pretendan) con-
tratar a constrnego das estradas de que trata a re-
ferida le, a apresentarem ao mesmo Exm. Sr.' as
snas propostas, e mediante as bases nella estabele-
cidas, afim de serem examinadas e preferirse
aquella que melbores vantageus offerecer.
O secretario,
Dr. Francisco de Paula Salles.
LEI N. 649.
O Dr. Manoel Cleraentino Carneiro da Cunhar
vice-presidente da provincia de Pernambuco : Fa-
go saber a todos os seus habitantes que a assem-
blea legislativa provincial decreten e ea sanecicuei
a resolugo segointe :
Art. 1. Fica o presidente da provincia autorisa-
do a mandar estudar e a contratar com urna pu
mais companhias ou cora pessoas reconhecidame'n-
le idneas, urna rede de estradas, de rodagem oa
de carrls de ferro, conhecidas, sob a denoraioago
de tramways, que ligue os centros populosos do
interior da provincia com as diversas estag5es da
estrada de ferro do Recife a S. Francisco, como as
actuaes estradas de commnnicago para esta capi-
tal ou cora os pontos de littoral de fcil accesso a
navegagao.
Arl. 2." Para execugao do artigo precedente po-
dera' o mesmo presidente adoptar as seguintes me-
didas :
l. Conceder as companhias ou aos particula-
res, que se encarregarem da conslrucgo dos
trainways oa que os collocar d'ora em diante as
acluaes estradas, urna subvengo kilomtrica pro-
porcional ao capital empregado e por urna s vez,
ficando o contrato, que para isso se celebrar de-
pendente da approvago desta assemblea.
O contratante podera' ndependente desta appro-
vago dar comego aos estudos e preparago dos
planos das obras, o> quaes editlcSro mediante in-
demnisago pertencente a provincia caso nao seja
approvao o contrato celebrado.
2. Contrabir nm emprestimo dentro ou lora
do paiz, mediante condiges qne nao obriguem a
provincia a ura dispendio superior a quatro ce-
ios contos de ris anoaaes.
Art. 2. Ficam revogadas as disposig5es era con-
trario.
Mando portanto, a todas as autoridades a qu- m
o conbeciraent e execugao da presente resolugo
pertencer qae a comprara e tacara cumprir lo ra-
teramente como nella se contera.
O secretario do governo desta provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambaco, aos 20 do
margo de 1866, 45 da independencia e do imperio.
L. S.
.Mano?/ Cft'mt'niiio Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugo nesta
secretariado governo de Peroambuco, aos 24 de
abril de 1866.
O secretario, Ur. Francisco de Paula Salles.
Registrada a 0. do livro 7 de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 20 de
margo de 1866.
O escrpturarlo da 4' secgo Theodoro Jos Ta-
cares._________________________________
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio do
Pernambuco se faz publico que em sesso do mes-
mo tribunal de 12 da crreme foi considerado va-
go o offlcio de corretor desta praga, que exercia
Fredenco Lopes Guimaraas, o qual o abandonen,
e quo a nanga prestada em favor do mesmo cor-
retor persiste por seis mezes, contados desta data ;
e qoe fica marcado o praso de 60 dias, para dentro
delles se habilitaren) os concorrentes ao referio
offlcio.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 13 de marco de 1866.
O official-maior
Julio Gulmaraes.
Kxposlco dos productos agr-
colas, IndnsCrlaes e obras de
arte da provincia.
Em consequeocia de resol u?5o da cora-
miS'o directora da expsito desta provin-
cia commonico aos Srs, delegados d mes-
ma commissao, industriaos e mais pessoas
que tem de concorrer aquella (esta com os.
seus productos, que foi transferida a aber-
tura da fxposigao para o dia 15 de agosto
prximo futuro ; outro sim que a remessa
dos productos deve ter lugar de i5 de ju-
lho em diante.
Sala da comroissao 9 de maio de 1860,
M. Buarqiw de Macedo,
Secretario.
1
. AdmiDstracao do correio desta ida-
de precisa de se hometrs para t>. erfico
de caminheiro, quem estiver nestas condi-
ces e quizer eagajar-se dirija-se a mesma
administracao.
Arreitiila^
A arrematacao do asgan ho Dos
tranxlefida
em
Irmos foi
utaida para o dia 18 do cortante, sextt/faira
costaquateia ds tar deixado 5 haver oda
r


I

1
i



BhrH le iBIWrtlW **< Mr f f Je M ie 1866.
I Sf
I
ExnoslcEo loa prodaetM agr-
cola, MaMtrlaes e obras de
ar*e car *.
Constan lo commiss33 directora da ex-
posicjo que, por falta dos necesarios escla-
recimentos, pela comparacSo hvida entre
os nossos prodactos e outros similares de
d^ersrs provincias, e ptr outros motivos
de que nio teve completa sciencia, n5o bou-
te a desejavel igualdade na distribuicio fei-
ta pira esta provincia das recompensas da-
das pela commisslo central do *io de Ja-
COIPANHIA
DAS jm-
lesaageries Imperiales.
At o da 14 da crreme espe-
ra-se da Europa o vapor trancez
Gweniw o qnal depols da te-
] mora Jo cosiume seguir para a
Bahia e Rio de Janeiro. Para
condlc5es freteg e passgeiros irata-se na agencia
roa do trapiche n. 9.
Oe passageiros de Penumboeo para os portes
da Europa que queiram segurar as mesases passa-
gens a bordo dos paquetes desta companhia nos
roezesde maior aflaencia tem a (acaldada deas

neiro na ultima exposicSo, e que por este tomar o dia m que os vapores aguirem para q
fado alguns dos aatigos expositores se re- sat, pagando porm como se fos9e do Rio de Ja-
cusam a ooncorrer com botos productos BeJ:________ ________________
Coapaniia Peroatubucana
da por moleslia da propietario, a 10 horas
man has.
LE
De movis, joias de euro e
prata e outros artgos
E9TR
Urna mobillu de Jacaranda' moderna tambo de
pedra, 1 dita de Jacaranda maU antig com lampo
A* pedra, 1 dita de amarello,! tolltet com pedr, 1
santuario de Jacaranda, 1 gnard* loue, 1 gaarda ros entre as esttc5es de Cinco PODtas 6 Ga
roopa pata bomem, 1 dito para seohora, 1 eapelho rnelieira.
DE FEKHQ
Kecife a m JPraHciseo.
Raa restablecido o rafego de passagei-
j
xposieao do Io de julho prximo ; resol-
veu, em orai de suas sessoes, mandar fazer
publico o seguinte :
1 Haver na provincia, para os traba-
!hos da exposicSo, um jury especial, no crasi
nao terSo voto os membros da commissao
directora, que julgar da excellencia, aper-
feicoamento e utrlidade dos productos ex-
postoe;
2." Este Jury se dividir em duas sec-
ases, sendo urna para os productos agrco-
las, e outra para os industriaes propriamen-
te ditos.-e obras de arte ;
3. Farao parte do jary as .pessoas de re-
conhecida aplido e especialistas;
4. Segundo o juizo do jury, a commis-
sao distribuir aos productores e demais ex-
positores madamas de duas classes, sendo
as da i^classe ue prata e as da 2a de co-
bre, ambas acompanuadas de diplomas.
5. A commissao fara acquisicao, median-
te valer ajustado, dos productos que para
isto forero jnlgados dignos pelo jury, e que
nao possam ser cedidos gratuitamente para
figurarem na exposiro central.
A commissio directora espera que estas
medidas servirlo de garanta ao verdadeiro
apreco dos prodactos expostos, e qu faro
desapparecer o desanimo que a alguns ex-
positores causou a desiguadade que ci-
ma S' referi.
Alm disso, a commissao cbama a atten-
cao dos Srs. expositores e mais industriaes
da provincia para a circumstancia de um
dos seus membros ter de acompanhar ex-
psito central os productos que d'aqui fo-
rero, enviados, e fazer parte do jury julga-
dor na corte, achando-se por esta forma
habilitado para ministrar todos os esclareei-
mentos necessarios ao perfeito conhecimen-
to dos productos, e fazer valer o direito de
caln m fes expositores deeta provincia.
Por-est forma a commissao julga ter re-
movido mais um dos embaracos, com que
porventura venha a lutar na acquistco de
prodactos destinados expsito do Io de
julho.
Ainda urna vez appella a commissio para
os dignos Pernambucanos,.pedindo-lnes com
Mbiocn que promovam com esforco a re-
messi de productos destinados a figurarem
n'aqnella festa industrial, onde se empe-
oham os bros da provincia
Sala da commisso, 23 de abril de 1866.
O secretario,
Dr. Manoel Buarque de Macedo. i
Crrelo geral
Relacao das cartas segaras vindas do sul pelo va
por fSaota Cruz para os senhores abaixo de-
clarados :
Antonio Jos Leal Res.
Guillierme Augusto Ricardo.
Goncalo Vieira de Mello Prado (3).
Jaciuilio Febrooio E-meraldo.
Jos Rodrigues de Souz.
L,'>urencoGoncelves da Silva.
Marques Barros & C.
ScbapbetlMB & C._______________________
Prtla alraiuistracao do corraio desla cidada
se faz publico que o fechamento da mala que o va-
por americano tLa Oriental era direltura ao Rio
de Janeiro foi transferido para boje (17) as 10 ho-
ras da manha.
CQRRglt CltiAl .
Pela administrago do correio desta cidade se
faz publico que hoje {11) as 3 horas da tarde, fe-
cliarse-lo as unas que o vapor eSanta Cruz tem
de. cjnduzr para os portos do norte.
Os jornaes seraj recebidos at o mio dia e as
cirtas serlo adraettidas a seguro at as 2 horas
da larde.
C)rreu de Pernimbuco 16 de mato de lobo.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Correio.
Pela admioisorajo di correio desta cidade se
faz publico qu boje (17) as 3 h)ras da tarde fe-
char-se-ho as malas que o vapor cosleiro Para-
hyba tem de conduzir para os portos do sul at
Aracaju'.
Correio de Pernambuco 16 de maio de 1886.
O administrador
Dominhos dos Passos Miranda.
TlIE.lTltO
ISABEL.
E1IPREZ4COIMBRi-
S.a recita da asslgaatura.
Sihbaio 19 de maio de 1866
!' mi ira representafa) da comedia em 1 acto
OS CONSPIRADORES.
RSOSAGESS.
Delannei, fabricante de atas. Sr. Pinto.
Cagnarrt, seu socio.
Prosper i, sobrioho Oe jDelau-
net e tenante da guarda
naeioaal.......
Maui-i'i -, sapateiro de oseada.
Hademoiseila Delaunet, mu-
Iherd fabricante, .
Julieta, rnalher de prospero.
gueda, irma da dita. .
Sr:-
.
>
RaymuHdo.
Manhonga.
Graga.
Jesuina.
Clelia.
Joaquina.


. Visinnos.
Oiiava represeoiacao do muito applaudido dra-
ma em 3 actos.
ACTRIZ HEBREA.
Ordem do eipecucolo.
t ActrU hebrea.
* Os conspiraaores
Principiara' as 8 horas-
O sro musical auonciado para sexu-feira 18
do crreme eotn o flm principal de fazer connecer
os ltimos cantos do inmortal poeta Gonjalves
Dias, posto em msica por
OSE' AMiT .
tara' lugar ao sabbalo 26 do mesmo mez. -
AVISOS WARITimOS
Trausferencit
A sabida do vapor Maangua-
para Maeei, Penedo e Araea-
flea transferida por ordwn su-
pertor, para o dia 17 do carente
______ as 5 horas da tarde-_________
COMPANHIAT^NMBUCANA
DI
favegacao co&teira por vapor.
Parabyba, Natal, Maco, Aracaty e Cear.
O vapor Parahyba, commaodante Martina, sahi-
r para os portos cima no da SS du corronte as
3 horas da tarde. Recebe carga at o da 21 :
passageiros, encommeodas e dinbeiro a frete at as
2 horas da tarde do dia da sabida : escriptorio no
Forte do Matos n. 1.
Para o Rio de Jaaeiro.
Segas no dia 17 do eorrecte pa-
ra o porto cima o vapor america-
no La Oriental : recebe passagei-
06 pera os qaaes tem exeelleates
ommodos, trara-se com o consig-
natario Saunders Brothers & C, praca do Corpo
Santo n. 11.
Para o Porto
pretende seguir com malta brevidade o brigoe
portoguez S. Jorge de Acero, o qual tem parte de
seo carregamento prompto : para o resto que lhe
falta tratase com os seas consignatarios Anlonio
Luiz de Olivaira Azevedo & C,, no seu escriptorio
ra da eras n. 1.
Para oPerto.

Pretende seguir em poneos dias o patacho por-
toguez N"VO LIMA, por ter Ja prorapt) todo o sen
carregamento : para passageiros os quaes offerece
excellentes commodos, trata-se com o capitSo a
bordo ou com os consignatarios a' raa da Madre
do Dos n. 3, escriptorio.________________
PARA A BAHA.
No dia 10 do correte devia sahir da Babia pa-
ra esta provincia o patacho Sanio Antonio, que
chegando nao deve ter demora e seguir' com bre-
vidade por ter parte da carga prompta, para o
resto da carga trata-se com o consipnatano Jos
Mana Palmelra, praca do Commercio n. 4.
Para o Porto por
Lisboa.
A veleira bem conhecida barca portugueza
Tfnador, pretende seguir com multa brevidade,
tem parte de seu carregamento engajado, para o
resto que-lbe falta trata-se cora es seus consignata-
rios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu
escriptorio oa ra da Cruz u. 1.
Pretende sahir era poneos dias para Lisboa a
barca portugueza Mara, recebe carga e passagei-
ros, para os quaes tem excellentes commodos e p-
timo tratamento : a fallar com os consignatarios
Carvalho & Nogueira, ra de Apollo a. 20, ou com
o capito.__________________________
Para Lisboa.
S 'gne com brevidade a velleira barca portugue-
za Beln, capitio 1. Jonqaim a Froitae liai-ohp
um reto d crga a frete, para o que trata-se no
escriptorio de Amonmlrmaos, ra da Cruz n. 3.
Para o Aracaty.
O vellelroe bem conbecido palbabote nacional
ous Amigos, pretende seguir com umita brevida-
de, tem parte de seu carregamento engajado, para
o resto que ihe falta trata-se com os seus consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no
seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O velefro e bem coohecido brigue Adelaicle,
pretende sabir com muita brevidade por ter a
maior parte do carregamento eqgajado, e para o
pouco que lhe falta e escravos a frete, trata se com
o cansignatario Joaqnira Jos Goncalves Beltro na
ra do Vigario n. 17 primeiro andar.
Para a Bahia.
Pretende seguir com rauila brevidade a velleira
sumaca nacional Hortencia, a qual tem parte de
seu carregamento prompto, para o resto que Ibe
falta tratase com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, em seu escriptorio,
ra da Cruz n. 1.
Para o Porto
Pretende seguir com muita brevidade a velleira
barca portugueza Iris, capito Marolas de Souza
Macial, tem dous lercos de seo carregamento
prompto, para o resto que'ItleTalra'rntta-sfl cffm os
seus consignatarios Antonio Late de Oliveira Aze-
vedo & C, no seu escriptorio, roa da Cruz n. 1.
"~PUS IISB04
sabira' com toda a brevidade o brigue portoguez
Constmtte II por4er prompto Trtrasi todo o sen car-
regamento : para o restante e passageiros, para os
quaes tem excellentes commodos, trata-se com Ma-
noel Ignacio de Oliveira Filho, escriptorio no lar-
go do Corpo Santo n. 19, ou com o capito na
pra?a.
grande, 1 estante para livre, i cama moderna pa-
ra casal, 1 marqoezio, 1 par de apparadores, 2
cadeiras de bataneo de friauaMl, O esdeitas pi-
ra sala de Jantar, I cabide torneado, 1 lavatorio, 1
cama de amarello para easal, 1 mesa de amarello \
parajaolar, 1 comraoda, 1 torneira, 1 baldao, 2
relogios pan parado, 1 lavatorio com pedra.
Na mesan eceaefio vender em lelluo nm va-
riado sortimeoto de joias de ooro, brithantes. pe-
dras preciosas, prata em paliteiro*, salvas e outros
objedoa. ___ ____
SO ARfJAZB 00 AGENTE
LYMPIO
48-Praya Coanaacrcl->4fl
LEILO
DK
Fazendas a,vwiadas
ffOJNB
O agente Pinto rara leilao, por coota e risco de
quera pertencer, de dlmirentes fazendas avanada-,
as iODras do dia cima ; dito no arinazem da ra
da Cruz n. 37.
EILAO
De 6 massos de chapeos de chile.
(resto de orna factura)
HOJE
Por intervenco do geme Pinto no armazem da
ma da Cruzn.67. ; ______ ',
Leil&o
DE j^.
Um escravo
HOJE
O agente Pinto levara a ieao, por
Reci fe 16 de maio de #866.
6. O Mano.
Sgperiotendeale.
400S000.
t
El fsiigarribia l.
Contina fgido o chicanista mor Joaquim
Salprezo, que iniitala-se de VALENTO e
EL ESTIGARIUBIA II.
Pagase a qnantia cima a quem o ap-
prebender, amarrar e conduzir a roa da
Prala, armazem de genero
Salgado. __
~COLLEGIOS E AULAS
PEDR4S DE ARII0SI4
Fabrica de Faher.
Pautadas, envernisadas ou simples.
A Livrarii Franceza recebeu um peque-
m n fortm
AeaBseOO^OOO.
mltb^tm gttramtos.
tt RCA DO CRfiRr. 23JfC*SAB DO COSTUMal
O abaixoassignadoventreti nos sens muito feli-
at bilhetes garatidos darloteria qoe se acaboo
de extrablr, a beneficio das familias dos vo.unta-
rlos da patria, os- seguintes premios :
N. 1917 oouro qaiutos com a sorte de 6:000|>.
N 109 dous -quintos coma sorte de 1:200.
N. 629 nm meio-jra a sorte de 509}.
N. 2493 um meioaom a sorte de 200}.
Eflutras muitas sortes de iOO}, 40}, e 20J>
Os possnfdores podem vir receber sens respec-
tivos premios sernos descontos das leisnaoasa
da Fortuna ra de Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 14a parte da lotera
(63a) i beneficio das familas do3 voluntarios da
patria.jjue se extrahira' segunda feiaa 21 do cor-
rente. ^
PRECO.
Bilhetes.....65009
Meios. ..... 33000
Quintos.....1}200
Para at pessoas qae compraren de 1000000
par cima.
Bilhetes.....oJoOO
Meios......2}7o0
Quintos.....15100
Manobl Mabtins Fiuza.
Ama de leite
Na ra do Imperador n. 27, segundo andar, pre-
cisa-se alugar urna ama de leite, pagase bem.
A njos de procissan
Na praga da Independencia ns. 37 e 39 se dir'
quem veste ricamente anjos para procisso, por
commodo prero. ___________________
Aloga-se de novo a cana n. 6 da ra dos
Prazeres, nos Coelhos, em completo estado de con-
Dp sortimeoto d'estas tajjoas de ardosia in-', certo e aceio : na raa doRangei n. 36, segundo
contestavelmente de qualidade superior, e
Irmandade do Senhor Bom
Jess dos Passos 4o Re-
ctfe,
laoMai da aw-a reaedora-ao** a todos os
nossos ruaos a comparecerem no dia 20 do cor-
rente pelas duas horas-da tardeu so consistorio de
nossa irmandade, para encorporado *companbar-
os a procisso do Divino E-pirit) Santo.
ftecife, 15 de marco de 1866.
O escrivo,
Manoel Jos dos Santos.
Ao respeitavel corpo do commercio e a quem
interessar possa, a arma oe Meirelks & Cardoso,
rega a todas s pessoas que tiverem contas com a
mesffia firma, tenham a bondade de apresentar no
prazo de 3 dias para srrem conferidas e immediata-
mente pagos, na ra das Aguas Verdesm. 15, das S
hora d'amantia, at s 4 horas a kunle em dian-
te, na ra das Calcadas n. 10 segundo andar, ti-
cando a dita taberna de boje em diante pertencen-
do a Jos Joagtrim de Abren Cardoso.
Na ra de S. Jos n. 2, precisase de um ca-
eiro qoe tenha pratica' de taberna.___________
Aluga se nma ama que compre cozlnhe, e
faca o mais servico de ama caca : a na do Ran-
gel n. 55, 1 andar.
Precisa-se ae feitor para tratar de um peque-
no sitio perto da praca : tratase no caes do Apol-
lo n. 55.
andar.
hoje geralmente adoptadas as aulas da
classica Allemanha.
Hua do Crespo n. 9.
Ama de leite.
Precisa-ee de urna ama de leite : a tra-
tar Dtr-uido'Ctegpo'D. 45._______________
Precisa-se de urna prela forra ou escrava
para o servido interno de ama casa de (milla : a'
roa dos Cusrarapes a. 18. ^^_^_____
Precisa-se de urna
ama ama forra oa escra-
do Quei-
despacho do
Illni. sr. Dr. joiz do commercio, em virtude do re-1 va para casa de pouca familia : na ra
querimento do depositario geral, do preto Thom. r* n- *
criouio de 25 annos, escravo de Manoel Pereira
Magalhes e existente em deposito ; o letlo sera'
effectuado as 11 horas do dia cima dte, no arma-
zem da ra da Cruz n 57.
LEIIiAo
De palitos de dentes.
O agente Marti os fara' leilao de 4 caitas com
palitos de dentes.
Sabbado 18 do correte.
No arraazem da roa da Cadeia do Recite n. 53,
as 11 horas.
LiEILAO
DE
Urna escrava coi duas crias.
O agente Martios fara' leilao a requer ment dos
administradores da maesa taludado Joao Baptisia
Gon;alves Barios e por mandado do lllra. Sr. Dr.
jura especial do commercio de urna escrava com
duas crias.
Sabbado 49 do corrate
as 11 horas do dia no armazem da ra da Cadeia
do Recife u. 53.
LEILAO
De predi # e terrenos
de marinha.
Un sobr4. do rinnQ ttnrlnrps A antart na TU3 da
Imperatriz n. 17,com duas portas de ra senao
urna para o primeiro andar e outra para o segun-
do, com 39 palmos de vo e 127 de fondo, teodo
4 portas de frente, varaoda de ferro no primeiro
andar, no segundo duas janellas e nma sacada
com varanda de ferro, com grandes salas e quar-
tos, cosinha, grande gabinete interno para serven-
ta do primeiro e segundo andar na -parte poste-
rior, aparelbo e canos para toda a propriedade,
systerna, cambrone, gaz e agua potavel.
Um sitio na estrada do Poc. j da Paoella todo mu-
rado sob n. 10, com fructeiras, 2 porldes de ferro
sendo um-de-esda lado, gcame-e-elegante asa de
vivenda com 3 salas, 9 quartos, cosinha, ctftbeira,
estribara, casa par* pretor, 2 cacimbas,2 tanques,
bomba de ferro, jardlm, chafariz collocado em nm
tanque.
Um terreno foreiro a marinha no caes do Capi-
baribesob n. 53 A, bem-Bciado com caes e aterro
com 45 palmos de vo e 295 de fundo.
ra dlro contiguo ao supra mencionado. oreiro
a marrtba sob n. 4 C, benefcrado com eaes e
aterro teodo HO-palmos de "frente e 63 de undo
m ditoalaado'foreira a mariona na estrada
do Motdcolomro sob n. 19, ao la"lo "Be leste, com
15 bracas de frente e 60 de fundo.
Um dito dito zambem foreiro a marinha e na
raesma estrada ao lado de leste, sob n. 20 A, com
40 bracas de frente e 60'de fundo.
Um terreno pToprlo no largo da matriz do Poco
da Paotla, com 24 palmos de frente pouco mais
ou menos e 42 de fundo.
U agente Martios far leilao a' requerimeoto de
Di-MarlaTheotlora Alves Ferreira meeira e Inven-
tariante dos beos que ficaram por fallecimento de
aaaaaHa t. Jaao,MaaKBn Alfas Ferreira e por
mandado do lllm. Sr. Dr. juiz de orphos dos pre-
dios e terrenos cima.
Tcrca-fcra22 doco-rente.
No armazem da Foa da Cadeia do Recife o. 53,
as 11 horas.
Os pretendamos se podero entender com o
mesmo agente para qualquer mforraacao.
Companhia de paquetes a vapor entre
sEstados Unidos en Brasil.
De New-York
e escalas espe-
rado at o dia 24
do crreme um
dos vaporas a
com pan-tora, o
qnal depols da
demora do cos-
tme seguir' pa-
ra os portos do sul : para passagens, fretes etc.,
trata-se com os agentes Henry Forster i C, ra
do Trapiche n. 8.
___________________________________________________________________________________________________
Precisase de urna ama que saiba cozinhar
bem e sirva para ir as compras: a tratar na ra
da Imperatriz n. 84, 1" andar.______________^
- OfforecB se urna pessoa de boa conducta pa-
ra ama de casa de pessoa solteira : a tratar na
roa da Aurora n 54.
Pedro Joaquim da Silva Amaral, sua seohora bem para duas pessoas
D. Adelaide Amaral e Eduardo Jos da Graca con- segundo andar._____
vidam a todos os seos amigos e onecidos para
assistirem a urna missa que mandam celebrar
quinta-tetra 17 do correte, na igreja de S. Fran-
cisco, as 1)2 horas da manha, por alma dos
bravos primeiros tenenles da armada imperial, Ma-
riz, Barros e Vasslmo, eommandaote e imme-
diato do encouracado Tcmnndar, morios era de-
fesa de sua patria. ^^^_^_^_
Chocolate de Menier
CHOCOLATE DE SAUDE.
CHOCOLATE D BAUNILHA
CHOCOLATE DE GITRAT0 DE FERRO.
CHOCOLATE LACTATO DE "FERRO.
Veide-se
Na botica e drogara
BE
BARTHOLOMEO & C.
34Raa de Rosarle larga34
COZIt\HGlKA
Precisa-se de urna eozinheira para casa estnn-
geira.; na praga do Corpo Santo n. 13._________
Precisa-se de nma multier que eogomme
na roa da Cruz n. 19,
Precisa-se^e urna ama com leite, que nao
tenha fllhos : na ra do Arago n. 24._______
AMA
Precisa-se de urna ama para engomraar
do Trapiche n. 36, segundo andar.
na ra
Carvalho & Nogoeira na ra do Apol-
lo n. 20, sacam para o Porto e Lisboa, a
vista od a prazo.
Preclsa-se de nm prinuiro ou segundo an-
dar ou ambos de nm sobrado em boa ra : na ra
Augusta n. 2, segundo andar.
Ama
Na ra do Hospicio n. 36 paga-se 16J por mez
a urna ama cosinheira.
na noite de 29 de abril prximo passado, do enge-
nho Dous Bracos de Cima propriedade tro abaixo
assignado, um cavallo azalo castrado, com dinas
e caud i da mesma cor, tendo urna lista branca da
[esta al ao beico superior, p esqoerdo e mao di- |
reita branca at os travadores, bemfeilo de corpo
a pesclo, novo, gordo e bom andador de baixo a |
raeio, sendo o baixo um oonco spero : dase BOJ j
a nnom umr n dita enienbo ou delle der noticia
certa.
Iede-se
ao Sr. Caela.no Pereira de*Oliveira que venha re-
tirar o objecto que arrematou no leilao que teve
lugar no dia 4 do corrente, no armazem a' roa da
Cadeia do Recife n. 29, visto ignorar-se sua rao-
rada. ____.
" A RlVOMJl Rezolutivo retnvador.
E o DoDr. Ayeir:
IMjPEIM ALISMO Piluias cathartica?.
~*,23 pKmm,;! -fiiRraSW',,,V%y ( Yaeooft-oAilnral do r***i*
Manoel Rodrigues da Silva Camera, j estraogeifos; pela meditafo reconnecerao >e Lammam A Kemp.
CAS4 1)E 6ANH0S S
26 Pateo do Cama 26.
Neste estabelecimento tao impor- >
tante para a saude e asseio do cor- ~
po, acham-se montados 20 banhei- S
ros, qoe sao servidos com a ordem i
e asseio que para desejar-se. Qua- ^
tro destes banbeiros s5o especial- aajj
mente reservados para senhoras e \
por isto acham-se collocados em lu- !
gar reservado, aonde s tem entra- *R
da as pessoas de urna mesma fami- %
PRECOS DE RANHOS AVULSOS. g
i bar to fri, momo ou de $f(
cbovisoo....... 500 m
1 dito do choque .... 15000
i ditodefareilo...... 4^000 S
i dito aromatisado ... i 000 |fe
PRECOS POR ASSIGNATURA.
30 banhos por mez fri,
momo on dechovisco. IOiJOOO K|
25 banhos com carles pa- |g
ra os mesmos .... 10000 jar
12 ditos ditos ditos .'5000 \
~~\ 12 ditos ditos de choque. lO^OCO H
SR 12 ditos ditos de farello.. lO^OCO Wi
Wl O estabelecimento estar aberto W
^ nos dias uteis das 6 horas da ma- ||
m nhaa as 10 da noite, nos dias san- >M
I tifcados das 5 as 5 horas da tarde, m
mmmwmmmmmm
Na botica e drogara
DE
Bartothorneo C.
34Raa do Rozario Larga34
VENDE-SE
Preparados da America
Do Dr. Radways:
Plalas reguladoras.
Prompto alivio.
Aluga-se a casa terrea n. 7 da ra do caes que falla COm a
de DetenQo'jnto ao sobrado ao norte do gazome-
tro, por 12J> mensaes, tem 2 quartos, 2 salas, co-
sinha, quintal com cacimba e esta' pintada.
Quem se quizer incumbir de tomar coota de
urna meomalaraoca com dous annos de idade, po-
de iodicar senome e moradia na ra das Cruzes
n. 13, para ser procurada. ,_______________
amm
luz da salvacSo
voz da raz5o e proclama a
da nacSo (Jornal do Com-
mercio.
Prejo 500 rs.
Desencamlnhou se urna carta vinda do Pitar das
Alagoas dirigida a Manoel Jos Machado dentro
da qual vinba urna letra da quantia de 2:493^180
rs. aceita por Farias & Bastos e sacada pelo abai-
xo assignado ; prevnose a qualquer pessoa que
nao tacara iran.sacc.ao alguma pois os aceitantes ja
se acbam prevenidos para nio pagarem a qu9m
quer que lhe aprsente a nao ser ao mesmo abai-
xo assignado.
Recite 16 de maio de 1866.
Manoel Jos Machado.
na ra
Precisa-se de-nma-escrava que soja fiel
do Que i ruado n. 46.
CABIVKE
Eiposico des verdatieiros priaci-ios
sobre que se base
A LIBERDADE RELIGIOSA
demonstrando ser a separado entre a igre-
ja e o estado urna melida de direito absolu-
to e de summa utilidade por
lelas poros.
Preco 500 rs.
Da liberdade religiosa no Brasil.
Estudo de direito constitucional por
A. .1. de Macedo Soares
Preco.500 rs.
Ideias sobre colonisacao
precedidas d#uma sueciota exposicSo dos
principios geraes que regera a populacho
por
L. P. de Lacerda Wernect
Preco 20000.
Verdadeira salsa parridia deJJttol.
PiJulas assucaradas. ^-"^
PastiiLas vermi/ugr?.
Ole puro de figado de bacalho.
Xarope pectoral de anacahuita.
Agu i florida.
PASTA e XAROPE de WAF da ABASIA
DE DKI,A\Gni:\IEB
,: Sao os nicos peitoraea approvados pelos protessorts da
/ Facultad de Medicina de Franca, e por M mdicos des Hos-
pitaes de Pariz, os quaes certificarlo Uata asna superio-
ridade sobre todos os outros peitoraes como sua poderosa
efHcacla contra os Defloxos, Srippa, Irrttao e as
AfTeioes do peito e da (arcanta.
RACAHOUT DES RABES
De ni:nM.iiF\ifR
nico alimento approvadopelaAcademiadeMfdicinade
Pariz. Elle resubelece as pesadas que aoflrem do eto-
maro e dos Intestino; fortalece as enancas e as pesadas
debilitadas, alera aisso em Yirtude de sua propriedade ana-
lptica, he o melhor preaervallvo das Fa*r aznaraUa e
typhode.
Cada frasco e eda calilnha destas pfepara(5es /re
mmrt o ttto a firma DtltmsrtKiir, na RickeUeu, 26,
em Pariz. (Fazer serizjo allenco com aa falsincacoes.)
DeposiUrios no Pernamhaa : Ofn Barbora ; aar-
tholomeo T" i. aoauu Ota.
DIVERSOS
1EI0ES.
LlilllO
urna carraca e um
IKl JF.
Por ntervengao do agente
Cordelro Maies.
De
De moris
LEILtt
e aWS
abjectos.
Instituto \rcheologico e Ceographico
pernaiubQcano.
llavera setal ordinaria quinta-feira 17 de maio
corrate; as4M>oras da manha.
Ordem do dia.
Discossao do orcamento para o anno social de
1866-1867.
Belalorio e pareceres de cornmiss5es.
Secretaria do In-lituto 14 de maio de 1866.
J. Soares de Azevedo.
Secretario perpetuo.
^Vai para dora do imperio KodlpBo Lauritsen
subdito dinamarqnez.

PAW,
B '^V
mobilias, UiaiqiJBf, cama*, cadeiras, sof;
des, quarlinheiras, m isas, santuarios, relogios, um
aparelho de jantar azul, nm dito de porcelana Apu-
rado para almoco, lar terna?, candfrat $ aailtoa
objectos novse BiajM_ iMk#,.|*fa|f a
PORTlJtilKZ o LblillK EM PER-
De ordem do lllm. Sr. presidente sobstitnto do OS J ESUII? A.S
conselho deliberativo, coavido a todos os senhores historia secreta da fundaejo, propagac5o e
conselheiros a rennirem-se ero sessao ordinaria DflueDCa sobre os fjestinos do mundo exer-
sabbado 19 do corrente, pelas 6 horas da tarde, na *V"uo .,, ..(,. ,j.ffl rWrlo ana
saladas respectivas se/s5es. ctda por esta celebre ordem desde a soa
Secretarla do conselho deliberativo do Gabinete origem at a Sua suppressao por Clemente
Portuguez de Leitura era Pernambuco 16 de XIV, pelo
ftev rende Ildefonso Llanos Godnez
NOVA EDICAO
maio de 1866.
Jos Ribeiro da Fonseca
2o secretario.
Acha-se justa e contratada a compra da ta-
berm sita na roa dos Acouguiubos o. 20, prten-
teme a Aatoaio Jos Coznjfves Plexe, quem se
irrigar com direito a mesma pparecti no prazo de
3 dias a contar dea dala, paisados os quaes nao
se attendera'a reciamaej'algocDa.
Precisa-se de uma-aaia para contprar e co-
zinhar para urna pequea familia de tre pessoas
sen meninos : na ra do Brnm n. Si.
Preco;..
20000.
Quem deixou urna pouca de carne do Cear
em urna escada da ra dolmperador, procure-a
na mesma roa n. 26. ....
Offerece-se urna mulber para ama,
pfcrt coinhaT ou eogommar : na ma do Senl
Bom Joao das Creoalas n. 41_________^
seado
enaor
-'i
No armazem a raa di Cadeia do Recite b. 29.
HiSILMA
S A VAPOR.
partos do noate eaptrado
o Vapor Crvtetro do Sul ao dia zl
do crrante, commandante-alcaa-
tortda, oaul deaot* d> d90,or* d0 pa
aaimn, tagoirapaM oe* partos Oa
do sai. necebem-te desde ^ passageiros enga-
< "]le-a eirrfa qne o vapw pWer eoaltntr, a qual
dever ?r embarcada no dia de sua cnegada; en-
eommeudas e dinaeiro a frete at o da da aahlaa
as' 2 hora: as passagens s serio recebidae na Por nao se ter podido realisar
agencia rnif da Cruzn. 1, escriptorio 4e Aatoulo
liUtz de Oliveira Azevedo & a
MSto
Uberaa di na da Senula Ra-
ya muero 9.
mi
bontem a venda
aataberna cima "tera lujar bojeo lelio assegu-
raudo se ter bastantes gneros em ser e ser vend-
nrooo ooo
-trre 80|ida-ferra .
Acham-se venda na respectiva theson-
ajja do Crespo n. !5, os bilhe-
eTe quintos da i 4a parte da lo-
a beneficio das familias dos volun-
danMStaOB^3 exlra?5 D0
IftCOStMaV
"Os premios de e.-OOOfWOO at iOfOOO
serQ^agos urna hora depois da extracto
at as boras da tarde, e os outros depois
lasdiatrifcaticSodas lisias.
As encommandas serio guardadas so-
mente at a noite da vespera da trcelo.
.Utiiesoarko,
Aotooio Jos Rodrigues je Soma.
Wrttft 4asatB''a. *1 vende** ce de
goiaba Uno a f JW8 a laH'de l-Wwts, |ao nie-
Inor a 10)1 a lata e a 110 a ?arrafs, a todos os
roals teneros da merhor quiMdade pf precos
eommodos. ...'..!_,
Precisa-se de um caixeiro: no" pateo aS W"
(0 n. 12.
WflfflA BE WM. weiw k ii.mo r.
aU'NA
T+ ** ** 'i fr:
e faAiiicaite
ranei iitmnri uuro m wu.
Experlmential ceta rrleno jccmo nos I
as mais lBI*Wr>ifos paladares oa mais
;nem milite
I constante.
BmprtRa'ae-^jtai-aiBtt^Teito nos casos
" rana
^^ejaaj, magreza,
ate,eamral*MB>.
l awroatktjU
euiM umche Kaauaoou
taaare Mu m iripriisaiii aamiapiu.
Bal PARS,
II, m DrtwA.
P. MAUREE A
roa NoTiii. 1.
Saldos contra o paiz
primeira conta correte
uefleses polticas ale Mareo
Antonio
Preco.....SOOrs/jj,^,
PAGINAS 1TA ACTL-AUDADE
OS PARTIDOS
Preco sao rs.
O Imperialismo e a refofena
Preco 1*5000. ; ,
___
as obras cima vendem-se
Ha IhTarif franeeia rna rft Crespo
a. 9;
Iratanade do^iatissiato aeraiB
lamatris da Bea-Vfeta.
c.
nlo
cha-
rlsTmos iranios pimaaSparecerem no da quinta-
feira 17 do co-rehte aei, pelas 6 horas da tarde,
aOm de em mesa geral proseguir-se na dtecussao
e aapppTaoao do nosso comprorafsso. Outro sjaf
scianliflco ao? nossos charitsimos (rmaos quedo-
aSfOjlO do corrente, as 10 horas .da manha, te-
ra' lugar a eleQSb para a nova mesa rege4ora que
ar dorante o anao wooromissal
Vende-e aas plrarmacias deMaurer e de
A. Caors. _
^ Os"8ehores_doos de obras on empleiteros
que precisarem de tijolos de arv^naria grossa de
boa marca e qnalldade, ditos de cacimba, ditos de
tapamento, ditos de arveoiria balida e ttlha, diri-
jam se ao pateo do Carmo, esquina da ra de
Hortas, armazem n. 2, e oa ru do Crespo n. 20,
loja, que indicars pessoa que roaniia botar.
Precisa-sede um carrocelro : no Corredor
do Rispo taberna n. 38.
Antonio Pereira da Costa Gama retirou-se
hontem para Portugal a tratar de sua saude, seus
incommodos o privaram de pes-oalmente despedir-
os de seus amigos, o que faz por este jornal, e Ihes
oflerece san diminuto presumo as cidades de L!s-
boa e Porto._______ '_______________
Costnrrirasdealaiale
Ta roa do Crespo n 14. andar. '
RlUIOIMPflttUOl!
numero $
O padre Flix Rarreto de Vasconcelos achando-
se corapelentemenie auiorisado, abre um curso
particular de Irancez em sua casa.
O mesmo precisa de urna casa no centro da fre-
guezla d Santo Antonio, que tenha acommodan5es
para 16 camas.
O mesmo lambm precisa de orna ama forra ou
escrava qne slrva'para todo wrvieo interno e ex-
terno coro as devldas excapefas. _________.
"^0igawos de S. Paulo
He -ftinio'd^Belm do Descah-ado fabri-
cados pelo celebra-WCA.
Ra do Crespo n. 9.
67.
Goasstorio 14 de maio de 1866.
O eserivao u
Manoel Polycarpo Morelra ia.^gedo.
""Os dministrdoresda massa fallR de
JoaoJoeAxHFiaaierredftpijam o"
divirtendo na ratito de 8 por canto,
da Cadaia escritorio de leal Res,
s 10 Boras da mantea e fliw 3 as 3
Aa
>--. a
Presisa-se 'pifa fluti c*A"straogeira de urna
mulher recomida, qne saiba bem costnhar engo-
mar e lavar : oa ru do Rangel n. 3.
Arraoda se um sitio no lugar daPiran-
ga^'Cfrmyms de-plabtaY e pasto, e varias
arvoreVt frucloj oa:rM 4b Tmperador es-
criptorio :,n. 12.
i *-:-;
recisa se
*e bem.
andar
a tratar



1 ILHJWfl
ii aBaaasaaaMarsaaaBaWa^aaajsaai
BBaBBaBBBaaai


I)

i


A LEGITIMA
UIUHMH
DE BRISTOL.
PBIPARADA NICAMENTE POR
LANMAN & KMP,
NOVA YORK.
Composta de substancias, gozando ds
propriedades eminentemente depurativas a
approvada pelas juntase academias de me-
dicina; ,usadanos principis hospitaes, ci-
vis militares e da marinha as Antilhas e
no continente americano ; receitada pelos
facultativosos mais distinetos do imperio do
Brasil e da America hespanhol
CUBA RADICALMENTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
ermidades venreas e mercuriaes, chagas
antigs, morpbea e todas as molestias pro-
venientesd'um estado vicioso do sangue.
Emquanto existen* varias imitaces e
falsificacoos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAORS A BARBOZA
JOO DA C. BRAVO & C;
JoSo da G. Bravo & C.
Deposito geral em Pernambnco ra da
Gru n.22 em casa de Caros__________
Samuel Power Johoston & Conpanhia
- Ra da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA .
Fundido de Low Woor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engento.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nhOj
Arreios d- carro para um e dous cavallos.
Re.ogios de ouro patente inglez.
Arados, americanos.
Machinas para d escarogar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
DEPOSITO DE CALCADO g
W FiBRlC.4DO>AC.4SADKl)ETEXgO 91
H ,ll,:l Xova n. GI. $(
Ahi se encontrarlo obras de di- m
K versas qualidades, e por prego mui :
m diminutos, a retalho e em porges. SK
$| S se vende a dinheiro, ttf
imiii mmmm mmm
fti
de msica e piano, acceita
lQp.iDnlAG Tanff\ nQ rodado oo-
mo nos engenhos e acha-se
tambem- habilitado para o
ensim gerl das linguas e
sciencias modernas; alivra-
ria franceza ra do Crespo
n. 9, presta-se a dar e rece-
)er iuformacoes.
Gustovo Wertheimer
S. Antonio.
A apreciada e mui procurada treseaa do glorio-
so S. Antonio, acha-se a venda na ra do Iperador
n. 15 defronte de S. Francisco.
Precisa-se de um caixeiro que lenha
de taberna : no pateo da ribeira n. 23.
pratica
As Pilulas Catharticas
DE A.YER.
O purgante malt efeeaz at hoja conhecido.
Estas pilulas sao puramente reg-
itaegf aao tendo na sua compo-
sljso nem intrcurio nem outro
ingrediente mineral; sao inno-
centes para as eriuncas e pessoas
mal delicadas, ao mesmo tempo
qae, eompostas como sao de vegi-
taes mu fortes, sao bastante acti-
vas e eficazes para os pessoas nuda
robustas.
Estas pQulas catharticas purgo e puriHco todo systema
humano sera mercurio.
No se tem aoupado trabalhs nem despeza para levar estas
pilulas a um gra de perfeccio tal, que nada drixa a desejar;
to o resultado de anuos de estudos laboriosos e enlistantes.
Para alcancar todas as vanUgeni que resolta* de so de cathar-
ticos, tem-ee combinado smente as rriudet curativa das
plantiis que sao empregadas na Aeeio daa pillas. Sua
composico tal que as nfermidades que esto ao alcance
de soa necio, raras vezes podem resisti-las on erad! la*.
Suas propriedades penetrantes ezplorao penetrio, purifleo e
dio vigor i todas as partes de organismo humano; pois corrigem
a sua aceo viciada e faz recuperar a soa rKaliaade. Urna das
consecuencias distas propriedades que o doente, abatido de
Mr e debllldade pbysica, admira se de ncontrar, tao depresea,
ua saudc e eaergia recuperadas por mel d' um remedio tio
simples e agradavel.
As molestias que es tio ao seo alcance sao.
eruto dt watre NmmatUmo, D6r da enteca, A Nnrdgia,
Enxaqutcm, Indifutoentoldoatomago, Btmorrkotdat,
PADECIHERTOS DO FIGADO,
Fbre gatre-htpatica, GastrUt, afecciet Biosat Lombrigai,
ryiipela, ydropiia, turdez, ctguira parcial, t Paralytia.
No aunanak e Maaial de Saode do Dr. Ayer, au se publica
todos os anuos para dlstrilmieio gratuita, eacontra-se um tra-
tado sobre as diversas deencas que estao ao alcance de
EE10CDI08 PBOANTES.
Acha-se em toda* as Botloos Drogarias do Imperio.
O Peitoral de Cereja
DE AYER,
PAUA A PEOMPTA CUSA DA
Angina, do Oonatipaeoes, Tomos, Beuquldio Influ-
taz, Bronobito, TiUaa primaria, Tabarealoa
pulmonares, e toda a* mnlaaHaa do
Falto, assim oomo para aliviar
o% thiooi rtaalaradot.
As preparaotes do Dr. Ana aso Tendidas as lait'taai
drogarias boticas do Imperio,
Vende-se em Pernambnco:
na
e______ m
JPHARMACIE TRANCIS;
RA NOVA N:Ea
FABRICA A V1POK
9 RA DO M0NDEG0 99
Deposito na ana Nova n. ao loja de re!o|oeiro.
Belouche demos deste esUbelecimento partecipa ao respeitavel publico que suafa-
brica-est montada com as raelhores machioas que existem na Europa, e que pode
fabrcaccom melhor perfeicao possivel. Todo o chocolate desta fabrica eet garantido, e
purc,.o que d3o se pode encootrar naquelle que vem de fra, e que e vende por preco
balxo, visto os productos seren do paiz. Na etiqueta tem sempre urna agota.
prego.
Meia libra......... 400
Urna libra. .-....,.. 800
Urna arroba !9j$000
Na mesma fabrica acaba de se montar urna officioa com serrara a vapor para
obras de marcineiria propria para edificio, para o qae encarreg-se de fazer frtas, ja-
dellas, assoalhos (parqu francez como se usa na Earopa,) e armares, ludo eem brevi-
nade e pereic3o. Toma-se qoalcjaer encommenda para fra da cidade, entregando-se
prompta a Gollar-se no lugar.

COEIilIO c TKEITAS
Ra da Cruz n. 10.
Continua a haver diariamente nm sortimento de pastis, podins, bolos inglezes,
empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-se as melhores eondices
de poder satisfazer encommendas concernentes sna arte, em consequencia do socio
Freitas ter sido administrador chefe de algumas das princij aes fabricas na corte, sendo
urna a do Sr. Joo Goncalves GuimarSes (confeitaria do Le5o) antiga casa de Carceller.
Todos os traba 1 los sao difierentes dos que se fazem em casas particulares.
Os propietarios desle estabelecimento nao se tem poupado a despezas, oem se
pouparo, se houver oncorrencia como esperam; tendo continuadamente bom sorti-
mento de doces para eh; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem para se-
ren preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar annos em perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objectos; ban-
deijas ricamente enfeitadas sem armaejo pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, pes de lo enfeilados com disticos anlogos a qnalquer fina; ditos montados,
kechs simples e enfeitados com fructas ingleza; gatheaux de la reine, ditos de le d-
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne; cremes e doces de ovos
de diflerentes especies.
Tambem tem um completo sortimento de vinhos engarrafados, cmosejam: vinho
do Porto superior, Figneira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeaux, Champagne fino, ser-
veja, licores, charopes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con-
feitos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
condicionar tanto para a provincia, como para fra.
FIGURAS
Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
baptisado, casamento, annos, dilta a phantasia, bonitos enfeites para bollos e circular pra-
tos de doces finos, todo por precos razoaveis.
Vende-se licores em duzia muito em conta.
. A NACIONAL
Cofflpnhia. geral hespaiihola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISDA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBR0 DE 1859
Gaa flanea em dinheiro, depositado nos cofres do estado, garaate a boa ad-
ministraco da compaahia.
BAIfQUEIROS DA COPANHIA* l DIRECTO GERAL
O Banco de Heapaaha Madrid: Ra do Prado 19
Esucompanhia liga pelo gystema mutao todas as combinacoes de supervivencia dos seg
os sobre a vida.
Nella pode se tazer a sefescripcao de maneira que em nenhum caso mesmo por morte do
^CVado se perca o capital neovos juros correspondentes a estes.
mai l" saPrehendentes os-resultados ML,que ainda mesmo dimlnuiodo ama terca parte do interesse produzido em recentes liquida-
coes ecorabinando-o eom a mortalidade da tabella de Depareieuz que adoptada pela companbia
P*r,an^at clculos e liquidacoes, em segurados de idade de'3 a!9 annos, unu imposiao anuua.
aeUMf produi em effectivo metlico:
No flm de asnos.......1:119,1300
t de ,10 s.......S:941#600
s d 16 SB.......11:208^200
> fe-fO........ -,30:2I!6000
de3S .......80:331#0OO
as idades menores de 3 asnos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospeot >s e mais InformaoSes sero prestadas pelo sab-director nesta provincia.
Joaqcim Flua de Oliveira, rna da Cadeia n. 52, on a Boa-Vista ra da rmperatrlz n. 12, esUbeleci-
mento dos Srs. Raymundo, Carlos.Leite & Irmao.
TB\TURAr
AO GRANDE S. MAURICIO
I II s. II .
ikoc ksj^os \iim iivotos
Tlnglr, limpar lastrar a vapor.
F. i SALINR
29 Kua 7 de setembro
Defroote da roa nova do Onvidor (Rio de Janeiro)
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Brasil, por
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lastrar, de que se faz oso na
Europa, e ajudadoB por alguns dos melhores ofiiciaes de Paris e Ly5o, podem assegu-
rar seus freguezes urna perfeivo no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
T5n|em'lavam l'mpam e demofam com a mai. r perfeiclo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem moldar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.
iv CALCADO.
4-5 NtwDireita 45,
A primeira condico indispensavel con-
servac5o da sade trazer os ps bem de-
fendidos contra os ataques da humidade-
calcado bom e segoro o nico preserva-
tivo dessas mil enfermidades a que est su-
jeito o nosso-eu-. m chnelo velho cal-
cado por um dandy patuseante, ou urna
botina acalcanhada em pequenino p de en-
cantadora deidade alm de aecusar que-
bradera horripilante, prova contra as facili-
dades intellectuaes dos calcantes, e n5o ha
quem, tendo bom senso, queira passar por
maluco, bu pobre de surrao: eriro cor-
ram a: ^
d*~RA D1REITAd*.
e atteadam a' barateaa.
Homens.
Borzeguins barcellonezes de lus-
tre e de porco 6,5000
Ditos de Bordeaux .... 7J000
Ditos parisienses de bezerro e
corda?3o...... 80*000
Sapato de lona, sola de borra-
Ditos aveiudados 1 '.. S. ?S2S
Ditos de tranca bons. Jlgoo
Senhoras
Borzeguins enfeitados. gooo
Ditos de laco ..... SS
Ditos lisos .... JSx
Sapatos de borracha '. '. '. ^60o
Sselleiros, corneiros e segeiros !
Sola de lostre, meios grandes 200000
L um completo sortimento de calcado fa-
bncado no paiz.
Casa deaM,,8i# rader n. lo, tereeivo indar.
,L. m'se escravos nto do mato como da
?. nPl" Se.rem veDdid0S CT commissao, affian-
itf .1? '"^N0 e segnranca para os mes-
^U Sf"0 ass'RDad0 3o poupa esforcos afim
de os vender com promptidao, nesta mesma ca=a
ha sempre para vender escravos deampTo?sexos
________________Antonio Jos V. de Soma.
mT ti'rf.a;Se a ^P0113 Prt do Lasserre ma
rJfJ, re> com so,a0' tnd0 8 Quartos, copiar
cos.nha, quartos para criados, estribara e cocheU
ra a raur na mesma Gapunga casa da Sr' viu-
va B. Lasserre on na rna Imperial n. 20.
mZtSeM,Z*;slf,llar Io Sr P'ro^rTdoTdTpldre
V cente Mana Ferrar de Albuqnerque, por se ig-
norar a sua moradia; na praca da IndePpendenca
^

k I
v
DE
BOA GASA
Aluga-se na ilha de Bem-flca, a margem do rio,
a razo de 13 mensaes, a primeira n. 2 A :
trata-se na ra Nova n. 38.
CONTRA F0G0.
A companhia Indemnisadora, eslabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Aluga-se urna casa e sitio na estrada do Ja-
cobina (Capunga), com terragos e cantelros ao la-
do, banheiro, coebeira, estribarla, galliobeiro e
quartos fra, bastante fresca : a tratar na ra do
Pilar, primeiro sobrado a direita logo depois do
arsenal de marinha, 2o andar.
Em casa de Theod Christiansen, rea do Tra-
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil,
de Brandenbnrg frres, Bordeaux, encontra se ef-
fectivamente deposito dos artigos seguintes :
St. Julien.
St. Pierre.
Larose.
Cbateau Loville.
Cbateau Margaux.
Grand vin Cbateau Lafitte 1858.
Chateau Lafitte.
llaut Sauterues.
Cbateau Sauternes.
Cbateau Lataur Blancbe.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite doce. Preijos de Bordean!._________
EB|0Bima-se
com asseio, promptidao e preces razoaveis : na roa
Augusta n.5, loja.
Aluga-se o pequeo sobrado de um andar e
soto da roa do Calabooco n. 20 : na roa Nova
numero 14.
g
m
m
m
s
primarios e secun-
EXTERNATO GA||AULT
NO
Principio da ra do Hospicio
Recebe alumnos
darios.
Professores
De primeiras lettras Tito Augusto de
Albuquerque Porto Carreiro.
Do francez, geograpbia e arimethica
Hippolylo Gadault.
De desenbo Eduardo Gadault.
5

s
FAZENDA E ROPA FEITA
1UJA NOTA N. 4.
Reg & Moura, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita rua~Nva
n. 24, verdaderamente penhorados e reconhecidos para com eus amigos e freguezes,
pela aceitacao e confianca que delles tem merecido no curto espaco de tempo em qu
se acham estabelecidos e perfeitamente escudados na sinceridade dos seus Iratos, decla-
ram para sciencia daquelles que o quizerem honrar com seus officios, que, em vista da
grande concurrencia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no que
relativo a roupa feita; acabam de admittir para a sua oflicina de alfaiate maior numero
de artistas, inclusive o seu contramestre, dirigido pelo hbil meslre Lauriaco Jos de
Rarrr.o, o qual s>so oo puuyd d eiiuryos para satisiazer com a presteza possivel qualauer
obra de encommenda.
Os mesmos annunciam aos seus freguezes que acabam de comprar um novo e
muito variado sortimento de fazendas finas e de bom gosto, proprias para o tempo da
quaresma, as quaes estao disposto* a vender por pregos muito commodos e mais barato
que em outra qualquer parte.
Como sempre escusamos essa enfadonha prolixidade dos annoncios bombsti-
cos ; preferimos mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos que nutrimos
para bem servirmos quelles que vieren* ao nosso reclamo.
GARRAX, DE LAILHACAR & .
LBRAME FRANQAISE
RA DO'CRESPO N. 9.
Lvtos nacionaes e estrangeiros.
Religio, direo, lilteratura, ele.
Papelada, objectos para escriptorio.l
Papis pintados para fi rrar casas, i
Assignaluras para os jornaes da Eu-!
iropa.
DROGARA
mmmmmm m mmmmmmm
Precisa-se alugar urna ama para casa de
ponca familia; na roa da Imperatriz n. 36.
Na roa Bella n. 22 paga se25 por ama ama
escrava para o servico de pequea familia._____
Criado.
Precisa-se de um criado para lodo o ser-
vico, prefere-se eferavo na livraria da ra
do Crespo n. 9.
Antonio Jos Ferreira Alves, Serafim Al-
ves Rodrigues e Jos Alves Rodrigues ni-
miamente compungidos pela sentida morte
de sen conbado e pal Domingos de Sonza
Rodrigues, que teve logar na eidade do Por-
to no da 23 do paseado, eonvidam todas as
pessoas da soa amizade para asslstirem a
ama missa rezada que os mesmos mandara
celebrar na groja do Espirito Santo 00 dia
18 do corrate pelas 7 horas da manbaa,
pelo eterno detcanen de sua alma.
Sitio.
Esta' para arrendar ou alagar se um sitio com
alguns arvoredos, boa casa de vivenda com 2 sa-
las, 4 quartos e cosicba fra, por preco razoavel :
quem pretender dirija-se ao paleo do Lirramebto
n. 20, segando andar.
!
O Dr. Carollno Francisco de Lima San- {
tos contina a morar na ra do Impera-'
dor n. 17, segando andar, tendo alus sea
gabinete de consultas medicas, logo ao
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se toa dado ao
estado unto das operarse oomo das mo-
lestias interna, presta-se a qaakjuer cha-
nudo, quer para dentro quer para lora ]
da eidade.
Publicado jurdica
I DOS
[Rsponsaveis nos crimes
SDe Itberdade de exprimir os pensa-
menlos.
Lices de direilo criminal.
i PELO DR.
; Braz Florentino Henriqoes de j
Soma",
Lente de direito civil na Faculdade
de Direito do Recife.
Acaba de sabir a' luz esta interessan- i
i te publicagoe acbase a' venda ua II- j
vraria Econmica a' roa do Crespo n. |
2, pelo preco de 4i cada ezemplar.
* *?**
X4BOPF
PEITORAL E DLC'FICANTE
DE
sai\t-geor;ks
Preparado por GRIMAULT & C.a pharma-
ceuticos de S. A. I. oprincipe Napoleao.
Cura rpida das molestias seguintes:
tosse, catarrbos, pleuresa, coqueluche, an-
ginas, fortes constipares, irritaces dos bro-
neheos edo peito, bronebite, phtysica pulmo-
nar, asima.pneumonra, anginas, amygdalites,
tosse ebronica, rouquidao.
Os mdicos recommendam ao mesmo tem
po o uso das excellentes pastilbas peitoraes
eom o soco da alface o laureiro-cerejo, que
se preparam no mesmo estebelecimento.
A venda as pharmacias de Maurer e A.
Caors.
Precisa-ee de ama ama para Ms*) de pene*
familia, que faca lodo servlco, prefere-se escrava:
na rna de 8. Jos n. 2.________
PECBINCH4!
OccasiSo nica de adquirir ai obras de
Alexandre Dumas.
A' 500 RIS
Cada vtliae eacaderaado
EDICTO LEW
Llorarla Fraaceza
Ra do Crespo n. 9.
.V-h*--.---'
DO DR. CHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
*RA 0 TRATAMENTO E PRMPTO CDRATIVO
DAS EWFEHjUDAIUS sexoaes, di todas as affeccoes cutneas, virus
PLUS DE
COPAHU
DEPURATIF
du SAIVG
E ALTERAfOES DO SANGUE.
Depurativo de aangue.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico conhecido
e approvado para curar
con promptidao e radi-
calmente impigens, poslulas, herpes, sarna, co-
mixds,.acrimonia ealtera^des viciosas do san-
goe; virus, e qualquer affecao venrea. Ba-
saba* mineraen. Tomo-te dous por semana, se-
guiodo a tratamento depurativo.Pamstsla aav-
tiherpedea. De um effeito maravilhoso as af-
feces cuuneas e comixdes. .....
narrohidaa.Pomada que as cuaa em 3 dias.
Citrato de IerroChalilc.
Xarope mui preferivel ao
Copahiba, e as Cube-
bas, cura immediatameii-
te qualquier purga cao ,
relaxacio e debilidade, e igualmente fluxos e
flores brancas das mulheres. injeeea* de
Chabie. Esta Bjecco benigna emprega-se mes-
mo tempo do xarope de citrato de ferro, urna vez
de marina, e urna vez de tarde durante tres dias;
ella segura a cura.
Deposito na ra larga do Rosario botica de Rartholomeu & C. n. 34.
MSLk
Precisa-se de urna ama escrava qae cosinhe
eDgomme paracas de multo pequea lamilla -
na roa da concordia n. 34, sobrado do armasen
do sol, paga-aasitia. ________;
Treeam-te nolis do banco do BMsil -e das
caixas filiaos cota descomo razoavel : na praevi
ndependencia n. 22. "^^.
ALIZ/.?.:iT2
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAURER i C.
PERXAMBUCO
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posico e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, d at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de coinmercio, documentos etc de
que se caree a longa eonsrvaon.
1 1 iisasa-a-saisss.ssi n (i i
Vende-se na livraria franceza roa do Crespo e ra Nova n. 18 de

----------
DE
DE
f. VIGNES*
. 55. RA DO IMPERADOR M. 5o.
Os pianos desu aotif a fabrica sao boje asss couhecidos para qne seja necessario insistir sobre a
wa superioridade, vaatugens e garantas que flerecem aos compradores, qualidades estas ncontesta-
vais que elles tem defioltivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
tado nm teclado e machinismo que obedecem i todas as vontades e caprichos das planistas, sea
nunca falhar, por seren fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos lnaortan-
tlsabnos para o clima deste pas; quanto s voies, sao melodlesas e flautadas, e por isso multo agrada-
ais aos oovidos dos apreciadores.
ganan se conforme as encommendas, unto nesta fabrica como, na do Sr. Blondel, de Pars, socio
jfcorTaspondente de J. Vignes, em cuja capiul foram sempre premiada em todas as eiposicdes.
No messso eettbelecimenU) se achara sempre nm explendidc e variado sortimento de msicas dos dentro, para ceiinhar em casa de duas ou tres pes-
tethoj^s antoree da Eoropa, assim como barmonlcos e pianos barmonicos, sendo tudo tendido por {soas, dirija-se a ra Imperial n. II; a pessoa
precos rrnM riiloie razoaveis. I fiel e de boa conducta.
BOTICA E
DE
BARTHOLOMEO & C*
34 RA DO ROZARIO LARGA 34
Vende-se
Xarope de Guiy.
Granulos d'atropina.
Capsulas jl'apiol.
Vinho de quinquina de Beiime.
Pastiihas degestivas de pepsina Wasmam.
Granulos de Bismuth de Chevrier.
Licor e pilulas deLaville.
Injecco Feaugs.
Xarope verdadeiro de Botigny.
Granulos d'Ergotina de Bongean.
Capsulas e injecco ao matico.
Xarope hypopbosfito de cal e soda.
Elixir anti-astbmatico de Guilli..
Cfrnfeitos de cubebina de Lalelonije,
Eixir de citro-Jaclato de ferro do Dr
Tbermes.
Injecco Brou.
Essencias superfinas de Hermam, Piver e
Cbardrin Hadancout.
Granulos de Digilalina.
Vinho de quina ferruginoso de Moitier.
Xarope de Iodureto de ferro de Blancard.
Agua das caldas da Rainha.
Xarope de tndacio de Abbdie.
Confeitosde lactato de ferro de Gelisd-
Conte.
Ferro de Quevene.
Rob de Lalfecteur.
Perolas de ether. '
Xarope antigotioso deBoub.
Ole de figado de bacalho desinfectado de
Chevrier.
Agua dentifica de quinina.
Perolas de assaftida.
Oleo de figado de bacalho ferruginoso de
Chevrier.
Xarope de digitales de Labellony.
Ole iodado de persone.
Xarope de eudeina de Benh'.
Emais as principaes drogas, pioductos,
especialidades pharmaceuticas e chinacas
dos principaes paizes da Europa.
MMMai a !
VAHELLt
Cantos e phaotaslas.
Um volume in 12. impresso e en- JL
cadernado em Paris: em casa dos
edictores "
LIVRARIA FRANCEZA
N. 9 Ra do Crespo N. 9.
mmmmmm
Precisa-se de um caiseiro par taberna qae
teuba prattea e seja de 13 a 1S annos ae Idade -
na ra da Poote-velna n. 39.^
Na praca da Independencia n. 33, loja do
ourlves, compra-.-e ouro, prat; e podras preciosas,
e tambem se fax qnalquer obra de encommenda, e
todo e aualquer concert.




Antonio Luis de Oliveira Azevedo & a te
para vender oo seo escriptorlo, roa da Croa n. 1,
vinbo do Porto em caita de duiia, fio hamburgus,
ooia da Babia superior. '
Ama de leite.
Precisa-se de um ama de leite, para amaman-
tar urna nenio* emito manetnba', paga-te bem
ra Nova de Santa Rita n. 35 primeiro andar.
i
PAPIS PISTAMS
Sortimento de papis pintados e
lindas guinric5es pan fofer casas.
N i LITRARIA FIttISCEZA.
N. 9. Ra do Crpo N. .
i

Qaem precisar de urna ama de portas para,
^1

r-X


^^^H


1 .
\


__
Pan, tambera crines e botdes para eoletes ; flvell modernas da madreperola para cinto e Sos se veaJarn por menos de sea valor no armaiem da roa da Gaieij. do Recite d. 60 '? *
FABRICA
NACIONAL
m rio de r crnambuco <|itinu felra 19 de Halo de
------'. ti hl.nl------------------- -* -- -"* :
DE
YIlHtOS
Compase
urca escrava que leja fea ligara e que saiba bem
tngoramar, nao excedendo de 23 annos de idade,
e papa-se bem : no eserlptorio de Vicente Ferrei-
ra da Costa & Filho, ra da Seuzala n. 138, on em
sao arrozero junto ao arco da Conceigao.
Compran-sa carrafas vasias: na ra da Ca-
deia do jtecife n. 53.______________________
Compra-se ama secretaria de Jacaranda
,, mogno, ou de amarello, aa roa Nova o. 7.
VENDAS
Estabelecimento na ra da Uniao n, 11
PROPRIETARIO MANOEL LOMBOS.
No deposito, ra do Carmo n. 63, existe am grande sortimento de vidros e erystaes, que se
vender por precos mais baratos do que etn qoalqaer parte : frascos de i at 8 libras, bocea larga e
bocea estrella ; conos de 6 cortes, de meta oitava at rneio quartilho ; ditos de 10 cortee, de n.. 1 e 2 ;
globo para lampeos de kerosene, lavrados, lapidados e (aseados; ditos para candleiro de gaz ; lam-
peSes de kerosene grandes e pequeos, lamparinas de metal; vasos para confeltaria com p e sem
elle, grandes e peqaenos ; chamins para lampeSes de kerosene de todas a* dlmensCes; corapoteiras
moldadas de cortes largos, escarradeiras de edres para salao, ditas de nao com a xa, pequeas -, vento-
sas e bicheiros, cafixes moldados, copos lisos para agua e vioho, pratos moldados, redomas, garrafas
para vinho e agua, grandes e pequeas, ditas para Leroy, ditas para licores, ditas para minas, ditas
pira agua de Colonia, ps para piraos, brancas e de crese tobos para machinas a vapor, de crystal
lobos com guarnilo de metal amarello, nantegoeiras de vidro, vidros avulsos para galheteros lapr-
dados, vidros para lampadas de igreja, f albeus para mtssa, ditas para galheteros, mangas para cas-
tictes lisas, Is'vradas e lapidadas -, lampecees de paredepara kerosene, ditos de pendnrar; copos gra-
duados de i ate 16 ooeas para pharmacia, garantindo-se a exaclidao da metda ; vidros para penes
com p e sem elle, acoceis para eastieaes, chamins para lampeSes de azefte, ditas de cores para lllu-
minacoes, vipros para agua orte com rolba. Compraai-se vidros e erystaes quebrados.
O deposito desta fabrica em Peraambuco oe ra da Imperatrte n. V, onde existe constante-
mente chamins para andtelro a gat de as. 2 e 3 a 320 rs. e de n. a SW r?., lamparinas completas
as*, lampeoes completos a 75 e8*. escarradeirasde cores a 2*800o par, pratos para copos d'agua a
500 rs., copos de dex curtes a 600 rs., globos lapidados e lavrados para candletros a gaz a 5800. O
proprietario deste aovo estabelsciraenlo convida ao respeitavetf publico tpara que visitem o mesmo, cor-
tos deque comprarapos arligos indispensaveis anima casa de familia pela 3o* barateza -e atilldade,
principalmente aos Srs. pbarmaeeutlcos pela graade quanUdade de-frescos e vWroa proprios de pbar-
maste. rambem recefce encommendas. O eacarregado do propietario Joo Luiz Enorenaaz.
BALAO
RUA. DA C1DEI4 DO ECIFE IV. **
Nesu ova loja vende-se fazendas ailo baratas, assim como tambem tem nm completo sortimen-
to de rorjpa de easemira e de brim ; sortimento de casemiras de cores pretas. e bom brim tranco
para se fazer-ebra por medida.
Madapoln variado
Calcas de easemira escuras proprias para a estacao aT75000.
Paleiots de panno ftoo preto a 8500a, ditos de alpaca branca a 4*500.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas a 9 e
bmXSS&S. uV01 t0d0S T<5BdT por W**-** Balo quereaoo mostrar qnen
pode rivalisar com elle em preco?, resoiveu vender os mals peqaenos por 9nil ris e os alores por
10 mil res, baloes de arco para seatoora a 3*. Ha mottas'atrs fazendas e roapas feitas, que tudo
se vende com grande batimento para se apurar dtnheiro e adquirir waior numero delreguezes;
quem duvidar da veracidade do qoed: o Balo veoha verificarse.
Veriham
m
ver a barateza da loja do Baldo.
MACHINAS AMERICANAS
vei'dadefras de fabricante X- Y. Caottongin C.
Mointws amerieaiws >para moer uitao.
deferragens, e miudezas que
de todos para este -estabelecimeato
ra Nova o. 20 Carnei o Vianna.
Narrua Nova n. 20 e 22, grande deposita
das verdadeiras machinas americanas de todos:
os fabricantes; se encentra ueste deposito
grande porcao de machinas, e se menos preco fio que-am outra qaalgaer parte,
por se receber em direitura da America; se
fornece todas as esplicacoes neeessarias ao
comprador para conservaco das mesmas;
neste grande estabelecimento seencontra mui-
tos arligos americanos,
dar .aos agricultores que sam de taes artigos,
encoDtca-se tambem todas as coliecces de de-
senhos sobre os quae6 se aceita qualquer urna
encommenda, que compromptidao ser ejecu-
tada ; ueste grande estabelecimeato, eucon-
tra-se em .grosso e a retalho, gTinde porc5o
se vendem por prego coatmodo, pedindo-se-a altenco
que tauito lucraro em ajer suas compras: aa
PB0T06B4PI1I.4
artstica americana
RA'DO IMPERADOR N. 38.
Artista americano
Artista americano.
Artista americano.
Artista americano.
RetratosRetratos^Retratos.
Em porcelanaNiepcotypie.
Eiu lencosArchrotypie.
Em vidroAmbrotypie.
Em Hretal=Daguerreotypie.
Ea papelTalbotvpie."
No grande safto da ra do Imperador n. 38
No grande salao da ra,do Imperador n. 38
Neste estabelecimento tiram-se retratos
m todos os systemas, com asseio e promp-
tidSo, desde as nove horas da manhla
at as inco da tarde; assim como tem
sempro a venda grande sortimento de ca-
xas toas de diiersas Jorris. Quadros
ovaes Passepartouts e todos os mais ob-
jectos e productos ohimicos, relativos a ar-
te, -e recibidos ni tima mente dos memores
fornecedores de PAftISe Nova York^endo
de tudo, para todos os gostos e para todos
os precos.
Salao da-rw do Imperaor n. 38.
Salao da Taia do (mpewdor n. 38,
JECCAO E CAPSULAS
YE6ETAES AO MATICO
GRUIAULTM: C. PnAMIAflETlCOS 'DE PARS
Novo tratamento preparado com as folhas
de matico, arvore do Per, para a tira rpi-
da e nfaflivel da gonorrhea sem receio al-
gum da contraego do canal ouda inflamma-
c5o dos intestinos. @ clebre doator Ricord,
de PaFis, tem renunciado, desde sua appari-
c3o,ao empergo de qualquer outro trata-
ment. Emprega-se a injeccSo no comeen de
l!uxo;-as capsulas em todos os casos chroni-
coso'inveterado, qae resistiram as prepara-
oes-da copahiba-sas injecedes cera base
metlica.
de
las e eclipses, como as diversas festas
que a igreja celebra; vendem-se nicamen-
te n livraria da praca da Independencia,
> ris as de porta e 320 ris as de algi-
Apas fortes para boloes. .T?> V>QrnfooTA T
Na ra du Quelmado lojade miudezas n. 16 ven- -^ valulioMiilU ,
%S>, I8 *"*e de ~ """" E' baratsimo I
Bonitos quadros para retratos. \.
Vendem-se na roa do Queimado loja de miude-
ras n. 16, bonitos quadros coa mordara preta e
dourada, todos por presos rasoaveis.
Garrafas braceas *-
e de cores com superior agua da colonia.
Vendem-se n ra do Queimado, loja de anuda-
ras n. IC.
*'' Novo gosto
Pentes, Avallas, e brincos de felierana.
A amiga e bem condecida kja n. 16 na rna do
Queimado, receben Bm sortimeto de diversos ob-' v A neiuiiudb pretas a &&. -
jecto de novo e bom gosto, sendo pentes brancos e 2S2$e r#f;l'ulias prtjs velo barato preco de
donrados de moldes enteiraraeote novos e mui a- Y'&zrJ M; na roa da Iroperatrlz n. 7, ioja
gradaveis, lendo entre olles alguns de filigrana obra aa uimaraes ".>.
de muito gosto e deficil execucao, e bem assioj fi- brane pexincua a 20 O COI te.
vellas e brincos as mesmas ciroumstancias. Vende-se corles de easemira da China a jJOOO
Tasabem recebeu alguns cintos o que de mais 2J300, 2^800 e 3f, ditas de brim a IJ280, l|iO,
moderno e bonito, se pode encentrar em tal genero. '600, Ij&OO e 2.
Alm disso encontrarao os pretendentes um com- E' muito barato, tarlalana decies a 240
pleio sortimento de flvellas de madreperola, ebris- r n aaada
e donrados, brincos de ehristal, e
E' baratissimo!
Neste impertaote estabelecimento encontra ores-
potavel publico uta variado soitiaenlo de fzer.-
das francezas.inglezas esutssa,eas quaes se ven-
derao por preco crame do a saber:
Chales de renda preta a 530>.
*. ^.e;le nw sorl'Oiento de ehales de renda pre-
ta a oJoCO e 6, ditos de seda a i&, 144 e 165;
feto na ra da roperatrlz n. 72 de Gulraares A r-
rj.aj.
PARA 1806a
Acabam de sahir a luz as folhinhas u
algtbeira e de porU para o anno de 1866, o! a pe'^Sus^e'cr^s" dTd^to'muitos^utrorobkc6 ,VeDde"se ura 8rande Or,imeoto de ,arlalaDa rt
raais correcus possivel tanto no calcule das {gSiSS tOUSXST^S. ffirSeBRiiK S BR S
Pnenles de madreperola, e enfeites filis E.SotodSs l S/?,,11?^'
A loja de miudezas na rna do Queimado n. 16, do, ditas muito linas 460 e 500
recebeu bonitos pentes com chapa de madreperola, Cobertores ,te aloniisa a SAO
e novos enfeites fllets ornados de lantejoiias don- v^A.^lCZ^ Mgoaao a v
radas, moedlnhas, aljofares, vidrilhos etc., tendo
beira.
AOS SRS. ACADMICOS
Vendem-se as seguintes obras de direito
com pooco uso: Manuel du Droit Roma in
por Mackeldey, l volume por 4; Diccio-
naire u Contentieux Comtaercial, por Mas-
s, 1 volume, por i>#; Elemenis du droit
romain, por Maynz, i volume por 45; Es-
prit de la jurisprudence des successions,
por Conflans, rvolome, por 4# ; Codepra^
ligue des failUtes, por Geoffroy, l volume,
por ty; : na ra do Crespo n. 4, fabrica
de chapeos de sol.
Rodelas de borras a
proprias para atar massos da papis, e para ser-
viren a Hgas para punbos, manguitos, etc. etc.
vendem-se na rna do Queimao loja d'aguia bran-
ca n. 8.
Mui finas artas
wiSwls' 1xm cantos donrados, e seo dourado.
Veaiem-se aa roa do Qoeiniado loja d'aguia bran-
,8.
Envelopes azues
A 500 rs. o cento.
na roa do Queimado loja d'aguia
Vende-se cobert'jres de algodo a 800 tp\ d.tcs
m,e^1resa ll6j0 b Ii38CO, cobertas da chita a 2,
? joOO e 3j*.
I ajuera duvidar venha'ver.
on >'* de cores a 240 rs. o covado "dita fina a
280 e 320 cbitas finas a 280, 300, 320, 360 e 400
r.,, ditas percalas a 400 e 300.
'Est se acabando chitas a 160rs. o covado.
Vende-se chitas a 160, 180 e 200 r?. o covado,
' riscadinhos francezes a 240 e 280 rs. o covado, raa
Na ra do Queimado n. 16 loja de Httau a-! da 'n,Peralr'z > 72> de Onimaraes & Irroo.
cbaro os preieodentes nm bello sortimento dos) LenCos brancos a 2 e 2^1300 a duna,
objectos cima ditos, cascarrinas, franjas etc. etc. PlLans a $* e 3o00, ditos de linho a 5#0C,
etc.,
grandes para toda cabera e pequeos para coque,
regalando os pre;os de 2 a 4000 rs.
B mitas caisinhas
com arranjos donrados para costura, tendo com
msicas e sem ellas. Vendem-se na ra do Quei-
mado loja de miudezas n. 16.
Trancas pretas .
com Tidrilbos, e bicos com ditos e sem elles. nara
enfeites ou vestidos.
* eoeravel rdem tcreira de S,
francisco.
A convite da nrwaadade do Bivino Espirito San-
to, recta no canvento de S.-Fraacisco e Ha do Col-
legio, e-por dettberacao do irme ministro, convido
aos nossos ctarissimos irmas a comparecerem em
nessa ordem paramentados can seus hbitos, no
da 20 do corrente, as 9 horas da manha, para
asistirmos a teste lebrada no referido convento pela primeira das
ditas irmanad*s, as-2 lj2 aeras da tarde para
acompanharmos-a procissaoaue tem datater a se-!
^anda.
Secretaria da veneravel ordem terceira de S.
Francisco M de laio de 1866.
Jeroayoio Emiliano de Miranda Castro
_______________ Secretario. ______
WGmmSvM ordem ercelro le L
Para curapriroento dos arts.97 e 98 dos estata-
les, e para regutaridade da-escripturacao ltima-
mente adoptada, scientiaeo a todas as pessoas que
twerem coalas com a mesma ordem, por qualquer
titulo que seja,-qeio apreseniar oo res-
que muato deve aera- S5ciIV0 c^sisln0 as 9-aeras, da manhaadodia
?.-----i ." de cada am, nao senda-admiesiveis a apresen-
lacao por terceiras pessoas.
Consistorio .da veneravel ordem terceira de 5.
Fcancisco t de-maio de 1806.
ieroaym j Emiliano de>Hiranda Castro
Secretario.
Vendem-se
tranca a.*.
Apparelhos de porcelana
donrados e pintados,
fia raa do Quelmado loja d'aguia kragea n. 8,
venaeai-se 'bonitos apparelhos de porcelana para
almoca e jantar de bonecas.
'Bonitos qoadros
_ para retratos.
Vwdem-sa aa ra do "Queimado laja d'aguia
UrSOCaa D. o.
-Perfumara ingleza
A agua branca ra do Queimado n.8, receben
uta novo sorWmento de finas perfumaras inglezas
a i. GosaeH 4 C.; seBdo extractos dos agrada- i
veis cheiros'Boflq daRaioha Victoria, do P. Alber-
to, do imperador.Napoleao,. da imperatriz Eugenia,! mado D M
fiMNf L"d' '"* C"">' """'"' futura
Oleo ao 'para cabelles.
Opiat para pentes.
-Agua da Colonia.
Saboaetes finos crerae de amendoa para barba.
Peonas d%co inglezas
douradas e sem a ser.
Chegou jara a loja d'agua branca roa do Quei-
mado a. '8, um eicellente sortimeata de pennas ,
d acp leas, douradas e sem a ser, porm todas miudezas.
\2 '"l*? extraina, continua-se a vende-las a 25-lu, joo e 19500 a caixa. | I IDA) O U
Tinta azjjl e preta
tinta roeba e preta.
EstasKinas cujas reelleutes qualidades ja' sao
beii conhecidas e apreciadas pelos entendedores,
acham-s*.a -venda na roa do Queimado loja d'agua
branca-n.8. ^^ "
e tudo est sendo vendido por r,re?os eommodos.
Botes prelos
da vidro cnfeltados d'aso.
A leja de miudezas n. 16 a ra. do Queimado
vende aiut bonitos botSes pretos de vidro com en-
feftes de ago, os quaes muito se uzara para enfeltar
vestWos, qnem os pretender pode dirigirse a dita
loja n. .16 ra do Queimado.
Vendem-se na loja de miudezas
a roa do Qnelmado n. 16.
Bonitos leques de sndalo e outras qualidades.
Bonitos cintos com flvellas de diversas qualida-
des e moldes.
Brincos e ernzes de crystal.
Abotoadoras de dito para coletes.
Bonitos port-relogios.
Delicadas caixas com msica e sem ella, para
costura.
Agnlnas e linbas para chrocbet.
Retroz superior em carriteis.
Rendas pretas e bicos com vidrilhos!
Fitas de velludo com listras de cores para en-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdenapoles, lisas e lavradas, brancas
e;matisadas.
Para Ungir cabellos.
Holld Walter.
Vende-se na rna do Qneimado, loja miudezas
n. 16.
Clnf niaco-mc
Para tinglr cabellos.
Vende se na loja de miudezas, a ra do Quei-
5*300, 65 e 75.
Cambraia tranca a 3#.
Vende-se nm grande sortimento de camblUa a
31,34500, 44, 4J500 e :&.
Baloes a 2$.
Vende-se bal5es de arcos a 25, 3500 e 3>, lil-
tos americanosa 3iSC0 k# e 4oC0, di 05 de n -
celina a oi, 3500 e %&, ditos para m -ninas a '-
e 4500; isto na ra da Imperatriz n 72. loja ae
Gimares $ Irmo.
a 35COQ o corle.
a 3)5000 o cor'
a 3Sr
Vende-se cortes de laa co- J^ COI le.
tos finos a 3500 o i$, di' '2 cova(lS a 35. di-
85. 85500,95 e 125, gr? os a Maria Pa a 75'C0
a 640, 800 e 15000, m? vaUs fiDas Para In rr.'-nj
latiOO; isto na ra <" D,tas mQ'lo Unas a 152v0 e
GuimarSes & Irmio. Ja 'mperalriz n. 72, leja de
Eor'apa feita.
Nesteimpo- lan,p^UPafeite.
freguezes o- 'lante f^belecimento enccEtrar.v; :s
assim cea '" cmPo sortimenio de r(Upa f- ta
I5S00, r .* calcas camisas Onas a 15600,
e 450V i?,2*?0: d.llas de "ho a35, 35500, 45
J> cortes de brim, ditos de ea5 ., T
de L. Marques
Qara fazer os cabellos pretos.
Vende-se na ra do Queimado, a loja de miQ_
dezas n. 16.
lissangas miadas, aljofares instando
acevidiilhos decors
para enfeites de vestidos ; vende se 'iodo is^o por
precos razoaveis na rUa do Queitr.ado n.l oja 16,
res a :',"'"" ""."rn? ditos de easemira de ,
ff, nuntigg&a ** o,
" -o na ra da Imperatriz n. 72, loja "o
________Goimara' s e Irmaos.
(irande loja
ai niazem da Arara rna da Jim-
peratrlzn. 56.
Lourenco P.
DE
'
\
Jo5o da Silva Ramos, medico
pela universidade de Coimbr-a,d
consultas em sua. casa das 9 as
l horas damanbaa, e das 4 as 6
da tarde. Visita os doentes em soasi
casas regularmente as horas para
isso designadas, salvo os casos or-
eantes, que serio soecerridos ene
cruaiquer occasiso. Dconsnltas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro II, aoedeeqcontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
eiannaa,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, anda mesmo os alie-
nados, para o que tem ommedos
apropriados e nella pratka qualqaer
opperaeSo eirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira tese..3000 diarios.
Segunda dita___35500
Terceira da ..2)J0OO
Este estabelecimento j bem
.acreditado pelos bons servicos que
tem prestado.
O proprietario espera que eUe
coainue a merecer a confianca da
: sempre tem gozado.
*
Agencia de passaporte e por-
tara.
Ciandioo do Baja Lima, despachante de passa-
porte e poruria : tiram-os para dentro fra do
imperio com presteza 6 eommodo preco; na rna
daPraian. *7, i aadar.
WW ttrWJKBflf SrflWA
Companhia fideTfdade de seguro' M
maritimos e terrestres
Attabelecida no Rio do Janeiro.'
AGIKTBS KM PBIHAlffiCCO
AnBie Lii ie Oliveira htntok G,
competantemente antorisados pala direc-
tora da eompaobia de segaros Pidelrdi-
de, toman segaros de navios, mereado-
rias e pralaa no san eaeriptorio roa da
Crox a. L dan
iWtM MfaaOtK MQKMl
(1MI1M
Precisa-se de urna ama que cosiniw, para ca-
sa derpoqea familia: a tratar aa praca da lade-
pendencia n. g.
Rogase ao 8r. Joaqiint de taTCyrna' qae
orou na primeiro andar da rna das Aguw-verdes
D^ie, Derteoeeote ao abalxo assignado, toaba a
ooaoaae de entregar as chavas do dito sobrado do
praso de tfes das, a contar dada ta deste, poisj
fasaaa mals da das das que se mudos e twm cha-
ve neai dlnneiro.
Ireerfe M de malo da 1800.
Jos da Casta Dourado._____
Pieeiat-M alojar oa* escrava para crregar
nm peqwoo Uboleiro de fazendas com outra pet-
aca : na roa do Hospicio n. 61.
\iROPK
se
8VP0PH0SPIIIT0 OE OAL
GRiMAULT & C
Phamaceutko de S. A. I. o prinipe Na-
pele5o em.Pars.
Desde muitos seculos.os molieos e os
cbimicos tinham procurado um medicamen-
to que podease curar as molestias do peito,
todas as pesquizas feitas at hoje nlo ti-
nham tido nenhum resultado.
Porm os trabalhos que foram communi-
cados ltimamente .4 academia demedieina
de Pars e as mais serias exporien ias feitas
no hospital Bromptos pecialmente reservado para o tratamento da
.tsica, provaram que essa terrivel molestia,
quando ella nao estava ainda noseu ultimo
gco, tinha no xarope de hypophosphito de
cal um especiOco poderos.
As tosses, defluxos, catarrhos, bronchi-
tts, grippa, coquetuebe, cedem tambem r-
pidamente ao uso deste xarope, e os aalhma-
ticos aebam nelle um elemento certo para
curarem-se. Recommendam-se aos doentes
de fazerem uso ao mesmo lempo das delicio-
as pastillas peitoraes do suco de alfece de
iouro cereja, dos senhores Grimault & C.
Est excediente pr,eparac5o se eompoe de
duas substancias as mais calmantes e ao mes-
mo tempo as mais inoffensivas da materia
medica, e nao conten opio.
Deposito as pharmacias de P. Maurer &
C. e A, Caore, em Pernambnco.
A irmandade do Divino Espirito Santo, ten-
do da vestir a tt pobres afim de assistir a festa do
seu Divino Padroeiro do da 20 do corrente. dando
um vestuario completo e urna esmola de 29 a cada
nm, como disp5e o 2* do art. 34 do compromisso,
convida aos qae estiverem nestas circurastancias
a se apreseniarem ata o dia 18 do correte, ao ir-
mao tbesouraro na roa do Crespo n. 7.
Mo impedimento do escrivJo,
*o Joaqolm daCosu Lela, 4* definidor.
artaii
Os erapreeados da cDanhia dos meno-
-res do arsenal de guerra .convidam aos pa-
peotes e amigos do Guado Agri^iao Clodoas-
do de Gouveta Castro, para assislirem a
rmssa do setime dia 19 da orreote as"7 ho-
| ras da maoha aa igreja dasEspirrto Santo.
Ama deleite.
Prteisa-se de ama ama de leite : a tratar a'
de Hortas n. 68.
ra
-- Qcem anauaciau vender oa dar -ociedade
ntMua taberna na ireguezia de Santo Antonio,
fna.se a ra de Hortas n. 114.
Lacre fino de cores
com. chairo e sem elle.
Va toja cTagula branca roa do Queimado n. 8,
vende-se %cre flno encarnado aromtico a sem o
ser-; dilo-aerde, e urnas caixinbas coca .ditos de1
cores peloearato preco de 500 rs. cada uta.
Papel jnglez
em caixinbas.
' m lojaiffagoia braocaa' ra do Queimtdo n. 8.1
. vende-SfrJesse superior papel inglez em caixinhas,
j Lavas-de camursa
j brancas e amarellas.
Veadeai.se aa rna do-Queimado lola.d'agoia
oranca a.- 8.
Meias prelas para padres
Vendemse aa ra do gueimado Kja d'agaia
.Aspas largas e fortes
para balo.
Vendem.se na ra do Queimado loja.d'aguia
branca n. 8. "
PC.
O ehales do PavSo a 6^ 75 e 85.
Vendem-se ricos chales pretos de renda muito
grandes com quatro ponas, sendo os mais moder-
nos por terem chegado pelo ultimo vapor francez
e vendem-se- pelo baratissimo preco de 65, 75 e'
Sma& Slfv0 rUa da ,mperatriz n- 60' de
Grande armazem de tin-
tas medicamentos etc. i
Rna do Imperador n, 22.
Joo Pedro da Neves (ge-S
reo(e) tem a venda o
segnlnte:
Productos cbimicos e pharma-
empregados em
- heniles GuiBiarcs.
O proprietario deste estabelecimento recebeu Le-
lo ultimo vapor de Europa diversas Sdades da
fazendas para vestidos de senhora ^ua,iaaa-' "8
vaHedas cres a W00 o covado.
80 3)?4rfl^rlad0' ,aas,nhas de ,lds rwoJi1
ja e armazem do Arara n. 56.
Melodiques de !a pata vestidos a 4(.o
.. o covado,
vndese urna nova fizeeda por neme n\ Irdi
ques toda de laa para vestidos a 400 r" o r, ';
Sil" ^ 8 0 ^ COVado d:'
peratriz loja do Arara d. 56.
Arara vende snsim para\. rido a c"')
cDh e se Dova fzenda susim ,.., vestido- '
senhora e roupa di meninos a 240 i< oova/r.
ditas a i60, 200 e 240 rs. o covado
peratriz loja do Arara n. 56.
Tarlalana de laa para vestidos a 240.
damSzdr^aXW- "*-?2.
Ven^SU3-0^000^-
m-
se-
:U3
mais
Garlaba de maadiojea a 4^000
O SAC.CO.
a .vander-se no ar-mazem da ra da
Continua
Cruz n. 33.
-Fugio da casa de seu seohor no lagar da es-
traa de Jaao de Barros, urna escrava de nome
fzwSra,com os sigoaes seguintes: cnoula, alta
bem parecida a quai ausentou-se desde o dia 12
do carrate .mez : pede-se a polica aos capUas ~ ve
de ano a-captara da dita escrava, tevandoT a >- --eDd-e ?e ama Par'le ,do
casa de seu-senhor Sebattio Marques do Naacl-
meato tai da.lmperatrirrf. 2.
Na ra das Aguas-verdes n. 6 vende-se urna
escrava moca com urna cria.
eogenho Inbaman.j
a tratar na ra do Quei-'
Enrayo figido
Evadio-se.boje da reoacao doSouza na ra da
Concordia o escravo Filippe, cabra escuro, altura
regular, cneio do carpo, com falta de um dente aa
frente eco o dedo pollegar da mo esquerda
aleijado, coa anana para dentro, levando camisa
de chita escura e calca preta toda velha e saja e
ojiapo de paJOa grossa. foi comprado pelo Sr.
fcoronha da padana do ga ao Sr. Cbiaa do Rio
brande do Norte ; fluem o appreheoder pode levar
a renacao cima ou a casa do Sr. Vicente Alves
Moreira, roa da Viraco n. 3, junto a S. Pedro,
que sera gratificado. '
fiSr. erapregadopublico que hjntam 15 d
correte /o a* roa Bella a. 22, oflerecer ama es-
crava por aluguel de 255 mensaes, tenha a bon-
dade de mandar levar a esta casa oa fazer o /avor
mandar aaUa dizer onde poda sar procurado, oois
precisare faUar-se-lhe a respeito da mesma escra-
va por quem te esta' a espera,
"~ Apessoa qae annnncit vender
do temo de r^aarasa :
mado,,loja n. 44.
Vende-se gaz de primeira qualidde em pe-
, quenas e randes poreee e barris com farinha de
mtlho mutla fresca e no*a, tudo por precos ra-
zoaveis : ao armazem de Matheus Aostto & C
ta da Senaala Velha p. 160. a' '
luvasde pellica pretas e ou
tras cores.
Chegaram para a loja de miudezas a rna do
Quelmado n. 16.
Veade-se por eommodo preco urna mabilia t
[ ceuticos os
\ medicina.
Tinlas para todo o genero de pin-
1 tura e para tinturara.
Productos induslriaes e tintas
; para flores, como botoes de flores
e modelos em gesso para imitar
/rucias e passaros com o compe-
tente desenho.
Productos cbimicos e industriaes
, para photographia, tinturara, pin-
| tura, pyrotecnia etc.
Montado em grande escala e sup-
pndo directamente de Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa,
pode offereeer productos de plena
confianca e satisfazer qualquer en-
commenda a grosso trato e a reta-
mo e por preeo eommodo.
***Mwm-mummw<.
de
- traviata para vellidos de
t ?,,. ccvad0'0 no Arara todas es-
iSLJS^Sf T3-3 VIDdas Pe'o uliimo vapor da
Arara vende cobertores a 300.
iTe?SS colier(ors de pellos a 15500, dit-js em
pelo 15000 robe, tas de lista 25000. el berta*
damasco 45000, cobertas de fusilo a y000
da Imperatriz n. 56. "
LSasinhas do Arara a 200 rs. o covado.
Jl!e "tabas para vesiido a 200, 240,320,
400 e 500 rs. o covado, colarinhos para bom.-
JO rs. a duzla. Ra da Imperatriz loja do /rar
Arara vende as cassas a 240 rs. o covado.
a MftSf' 2SK ran"zas loas a 240, 280, 320
.42r-, ronv"do- P^. 25000 ditas finas a 35000, 45C00 350C0 e 7m
Ra da Imperatriz loja do Arara p. w.
Chitas a i60 e 200 rs. o covado.
240 BS.!ae5Sf fscnras e claras a 160. 200 e
at i ?' di3S fraDCezas Bdas a 280, 320, 400
e oOO r?. o covado, percales matisadas esca as a
ir l-C0.'fd0's M vende assim ba"to o au-
eratriz n f 3rmaZem d Arara' rua da Jir" "
de amarillo em bom estado
31, sobrado.
Veade-se orna nortina multo grande e gorda
proprla para jcougue : qnem pretender dirlja-se
a banio Amaro, sobrado junto do cemiterio inglez.
Farinha.
No armazem de Vicente Perrelra da Costa &
Filbo junto ao arco daConceitao, vndese supe-
9 mandioca ltimamente chegada
Novidade no Arara.
AlgodSoa35-
M lf! PtC.a de al8dao encorpado a 33, 4f
KIB77ra|o ara azem wm M -'^ 'e Rna da mperalrir ,oia d0
xiv dJiuazei ae iazendaS Arara vende madapoio enfestado a 35WO
barates de Santos Coelb.o ^rS^^S^^^^j^.
No armazem de Jos Joaquim Lima Biiro a
rua da Croa n. 18 tem para vendar mate em Jaca-
res, o melnor qwj^ presentehanomercado.
JlV"df1!* Uti ""o?8 im carrinho todos
ImprM68^! : qaem8pretenderdiriJ*wma
COMPRAS
Compra-se os Diarios de II 13 14 d
Agosto de 1860 on qualquer numero pa
Rua do tuclmado n. IO.
Vende-se o segulnte :
rat^r8? oe HgoT M m Pe' *
Ditos de panno de llnho a 25200 e 25600.
Cobertas de cbiu da India a 25400 e 25800
Lencos de cambraia brancos proprios para aki-
beira a 2000 e 25800 a dazia. P g
Ditos de cambraia de llnho fino a 45500 e 55 a
3?. wvv ai? oe 24 ardas a 45, 5 65 8* *
105, rua da Imperatriz loia do Arara n 06 ^
AS81ICA.
Na antiga e bem conhecida reflnacao
Laranjeiras n. 12, encontrar o raspeSve pobl co
a rua ca;
No corredor do Bispo quartairao da casas do
Amorim, na 6 casa, rindo pela roa dos Pires, ha
orna Mllente escrava para alagar, aesia meinu
casa ha ama salva da prau eom 500 oittvaa para
se vender. ________________. *^
7- W. G. Fenoelly retira-sa pari Europa, e nio
podendo pessoalmente despedir-se de seos amigos
nio s pelo mi lempo, como pelo sea estada de'
sade o nio permfltlr, pede descolpa e offerece o
sen presumo em qoalqoer lagar qoe se achar.
Pede-ta encarecidamente a Illm.- cmara
rannlelpal lance suas vistas para a passima estra-
da do eatnuerio, verdadairo forvedonro de qaantot
carros diariamente all pasean. Nao justo qae
pagando-se impostes alguns bem pesados, vejam-se
os proprietarlos na dora necessidade de perder
seas carros e cavallos.
'- V1" flgejsperajtrQvldenciM.
Ofteraee-sa ama pe-soa qae costnha"a~"
Vende-se ama armacio envidracada, propria
achara com quem tratar. 1
ve-os a Praca da Independencia n. 8 loja de
ivros
_ 7" Compram-se latas vazias de caz : oa roa da
Gola n. 9.
Libras steriiaas
Independencia n. 22.
compram-ae na praca da
Compra-se onro, prau e podras
em obras velbas : na roa da Cadea do
dozia.
'no cafem grao boa qnal.dade a 200 rs. e sopera
a 240 rs. a libra, caf moido a 360 rs.
um completo sortimento de assucVr *V o po?
barato preco conforme a qualidade, assucar7ee0"-
do multo bom a 80, 100, 120 e 140 rs. a libra
540
Panno de linho fino com 9 i|2 palmas de larao-
ra pelo barato preco de 25400 a vara. ^
Bramante de linho fioo de urna largura, pelo ba-
ratissimo preeo de 800 a vara.
Tealbas de linho acolcooadas para mJos, a 135
a dozia.
Vende se alguidares de Genova de todos o
lmannos, por menos preco do que em outra qual-
1*. P/rte'as8im eomo lrrai finas e entre fiaas,
ne toda a mls louca, assadeiras comprldas do
wrio para ir 9 tan: na rea do Rangel n. 4.
cja de onriyes no arco da Cooeeicia
preciosa
Becife
Brotbert iC teme.a.d.TaodT. 600*" p
en-
gboma com perfeiclo para ama de casa de hornera
solteiro a qoal tem a devida capacidade para dirl-
Oiroe prata.
m obras velbas : aompra-se na nraca da ln
dependeoclo n. H. toja daffifaTtos. ^^
Gwpra-ee ama borra de ferro, ingleza 00
mesmo das antiga; M roa Nova n. 31.
ZuZri*?.L".p/.9B ^ to4ad*Sawtars
Armacao
Vende-se ama armacao sita na loja di travesea
.i.8.- u* ** ma,H Braprta para oalcado : e
BnT:iM*??~a^, traur na "a fina'do
Rosarte n. 21^ fabrica de elgarro.
r?.
Compra-se nrn-bom selllm
da mo, pagaba bem : na roa Bella n. 22.
Compram-sa duas
gr ama cas. ; do Cwlhos rruioTiiw 'i' quem tlrr aSJonci
carroeas novas ou com "i0*2-
???!?.?!?!? ***** Parias para dous bois
Glvbos
Veode-se umjag de globos (celeste e
terrestre; do aAaaio aator Delamarcher,
Ditas felpadas a 135 e 155 adexia.
Guardanapo de linho a 35500 a daza.
Plaen de lodat as cores para coelros, a
o eovado.
Tarlalana de cores a 800 rs. a vara.
Baloes de 35 arcos 35500, de 40 a 4. u
Cambraia de linbo floe a 4*500, 65500 e 9a a
Cambraia para forro de vestido a 25700 e 31 a
peca. r ^"
Igeas da bretaaha de rolo coa 10 vtras, a
: Peca de madapoio fino e largo a 7a.
Laiioha lisa de cores a 500 rs. o covado
metalas tiSab\ ^^ &* M,pC0S COm 8 *
Coeirosdi caaemi'ra bordados pelo baratissime
praco de 95.
Esleir da India propria para torro de sala de
4,5 e 6 palmos de largura.
Caasbraias finas de cores miudas a 560
Neste armazem tamben aa
moida a 200 rs. i libra, chaVretoTrerda' d'mrf*
to boa qualidade, este a 25800 e aquello a 25400
a libra : o assucar e caf sendo em arroba se fara"
i.tliimeD'. d5Pr ceo nos precos cima
marcados velas de carnauba e de compoMcio a
wu rs. a libra.
Fogos
de artificio
'-iaSJ^nde porcao de fogos de artificio oa coohe-
^S10* d" Tiava RDfl00 1' *eKHdopor
eommodo preco, e como seja penoso ir l nela dis-
Unca, as pessoas. que qoiierem fazer suas encem-
mendas para S. Jlo e S. Pedro, as podem deixTr
no armaxan da bola amarella, ao ohio da secre.
iugar couvenciouado.
Fariiha de milh
Vende-se i a tabenja bem afreguezada pa-
Vende-se um selimglez usado, nm excel-
eacr.vam05ac0mnm.crla. I t^esueo: a.roaesueiu ASo^ ^^4^22^^



i



\
\
Diarlo 4c renanhiet (tlala lelra II e Malo de
18

0 que occupa hoje mais a attenco do mando
econmico? o novo systliema do proprietario do ar-
mazem de molhados
NIO MERCANTIL
53 RA DA CAOEIA 53 _
FlSSiDO O ARCO DA CONCEtyAO.
Que surge de novo basteando a bandeira da modicidade de presos em todos es
seus superiores gneros. ..
Que o publico reconheca as vantagens que de tal systhema lhe resulta, o ojie o
propietario do sitado armazem deseja, e a que desde j o Gonvida : passando tambem a
notar-'ihe os precos de alguns dos gneros do seu expleadido sortimento, e para os quaes
pede _
\TTEN$0
(.omma de mil lio branco americana.
Esta exeellenie gomma, multo se recomcommenda como o alise.uo mais subs-
tancial e saudavel; servindo nao so para papa (no que superior a de toda as outras
gommas e farinhas) mas Umbem della se pode fazer p3o-de-l, caogica, creme, doio
francez, podim, etc.: o preco de cada pacote de urna libra 800 rs., em caixa tem aoa-
MANTfilGA INGLEZA de superior qualida- MOLHO INFLEZ de diversas qualidades, a
de a i,28o e l.ioo rs. a libra, em barril i 72o rs. o frasco
se faz abatimento. MOSTARDA 1NGLEZA muito nova, a 800,
frasco
DEM FRAKCEZA a 64o rs. o frasco.
SALMO E LAG03TIN cbegado ultima-
mente, em latas de 2 libras, a i.600. rs.
2,8oo rs. a libra, amdesta ha muitas ou-. ARENQUES em latas a 64o rs. cada urna.
tras proprias para vender a retalho, que SARlNHAS DE NANTES em latas e meias
se veadem de l,6oo a l,8oo rs. a libra-, a 600 e 36o reis. .
IDEMPRETOo mais espcial que temvia- VUNH DE COLLARES o legitimo vinuo
A' lqja de fezendas de Augusto Porto & C.
11 Ra do Ominado*- 11
C^iaram peto ultimo paquete superiores encbovaes completos cora vestidinbos bor-
^ffiri KcoJuTvaa de pellica, manta e capetas branca para noivas.
Lindascolchas de aeda de c6r e de l e seda para camas de notas.
Grande iorno*nto de cortinados bordados para camas e jacillas.
Sapos, bonetes e gorros de plha de I.aha par. senboras,
Srcallts casis e chites-boas dos goslos mais modernos.
Aloerlennes. retonles e Chales de renda pretos.
SmlsaTflnas com pellos, punhos e colariubos de linho para hooene.
LtodascaVemir^decos;iasU #, mermo e bom-
DEM FRANCEZA a mais nova qoe ba no
mercado a 6io rs. a libra, em barris ou
meios a 600 rs.
CHA HISSON de primeira qualidade a
$
RramntP tnnlto larif' a M300, 700 e 3200 a vara.
TaoSe JSfl para forar salas e tapetes grandes e1 pequeos para sof.
P.m^dflane7e,colarii*osdelinbo,seroula3delinho.
clai?!aen?^ de *adaPlao. esparlbos
e finos manifnitos bordados. : -
Esteiras da Iadia para for ar salas
as melhores e per ais neodtoo preco.
11Raa do Qoelnaele>i i
MDlfXElROICO
BO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO HOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO K OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Tundao g
0 Dr. Lobo Moscoso daconsultas gratuitas aos pobresJodps ,$dias das 7b{|
Horas da manhao, edas 6 e meia s 8 horas da noiH, excepcie do^dias santificados.
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ba sempre o mais approprado sortimento de carteirai
rabos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacoes e pelos precos seguate;
Pirtolpos Aa 49 tnhns orramtaa 12)5000
18*000*,
WOQO
. 3d50OO
Carteiras de 12 tubos grandes.
de 24 tubos fraudes.
de 36 tobos grandes.
de 48 todos grandes.
000
etizer, e com os remedios"
co a este mercado a 2,2oo rs a libra.
DEM regular de l,6oo a l,8oo rs. a libra.
desta localidade, muito superior e sem
confe;c5o alguma, a 8oo rs. a garran.
t 'UEUOS DO REINO ltimamente chegados 1DFM MADURO o veriadeiro do alto Don-
ditos do vapor passado
5 DE CHOURISSAS com 6 libras er-
imente fechadas, a 4,5oo, de barril
i libra.
HA para sopa em caixas sortidas
, ^elo vapor 2,4oo
i *.,ooo rs.
LATA.
metic
a 64o,
ESTRELLNi
CaTES DE SEDA
Chegaram pelo paquete ipgU riqusimos cortee de moreantique de coree, e seda iamda pa-
*--g^te.flBidM8 p0r iiooo o corado
5-Rtll 00 CRESPO-5
por 4,ooo rs.
do verdadeiro sumo da uva,
^rio para se beber n'este
ua extraordinaria fresqui-
de 8 libra
V1NHO VERDl
e o mais prc^
imperio, pela a t0 a 64o rs. a gar.
dao e agradave) -t '
aVPiY* mAMUKti VS em fraSC0S de *.e
2 hbras, a .8oc, e xffl dversas um
nhas muito enTeaadae^ rei$
pas a2,900, i,oo, irst
. B1SC0IT0S INGLEZES m. ^ J^J
diversas qualidades a l,ooo. e 1'zo rSl
lata. ....
PR1NC PE ALBERTO bolacmnbas
r^s presentemente conhecidas
rs. a lata.
SALAME HAMBURGUEZ chegados no '
ibo navio a l,6oo a libra.
PREZN IOS verdadeiro de Lamgo, a 64. > ^ yiNHO BRANG J
a libra, e 56o, ioteiro. l qUaiidaae,
as melho-
a l,6oo
V e 2 li-
TBXdbStuC em caixas de 4o cartas, por
8,3oo, e 21) rs. cada urna.
MARMELADA em Utas del,!
iir.s a too reis a libra.
IALEA DE MAR MELLO em latas, a 8oo rs.
i'r":- "TAS EM CALDA pera, pecego, alper-
;;. rainha Claudia, e guija a 64o res
b eti.
roem barris do lo em pipa por 35i
cada um.
V1NH0 DO PORTO ee diversas qualidades
engarrafado, inclusive o maisno que ha
n'este genero, por 8oo, l.ooo, l,2oo,
l,4oo e l,5oo rs. a garrafa.
FEIJO verde e carrapato em latas emti-
camente fechadas a 6oo rs.
CHOCOLATE francez em pacotes de 1 libra
por 5oo res. '
AZE1L0NAS das chegadas-ltimamente de
Lisboa a l,2oo rs. aancoreta, e 5oo, a
guarrafa.
CAF avado a24o rs.aribra,,7,oooW.
. a arroba, e regular a 22o a libra, e 6 5oo,
a arroba.
VINHO CHERRY do mais> superior doimer-
cado a l,5oo rs. a garafa, e 15,ooo rs.
a duzia.
MLCATEL o verdadeijo de Setobal, a
l,8oo rs. aguraa, e 2o,ooo a duzia.
VINHO ROROEAUX das mais acreditadas
marcas, S. Emilion. Sant Julien Haat
Brion a 7oo e 8oo rs. a garrafa, e urna
caixa de duzia, a 7,5oo e 8,ooo rs.
de Lisboa de excelente
e proprio para missa, a 8oo,
rs. a garrafa, ou 8,ooo rs. a caixa de duzia.
MA.OEIRA SECO a l,2oo a garrafa, e 12;ooo
rs. adazia.
VINHO DO RHENO superior, a 2,ooo a
garrafa, e 22,ooo rs. a duzia.
VFRMOUTH de superior qualidade em cai-
xas de 12 meas garrafas por!2,ooo,e
I garrafas por l,2oo.
Groe de aples preta* tfSOO, WWO, U, U, 3j500 e hf o covad*.
Gorgrao preto de superior qualidade a 2*500, 2*800, 3i e 4* o co-
Wd' Superiores moreantiques a 2^500, 25600, 30, 3500, 40 e 50000 o
covado.
Bons cortes de moreantique.
dem de gorguio adamascados,
Bons pannos e casemiras. .
Sup ores alpacas, prlncetas, merinos ebombazinas.
Bons villudos pretos. ___
Grande variedade de chales de fil preto e de guipure a 50, 60, 8*,
m, de 460 a 200, e de 25* a 800 cada um
Superiores retondas de fil preto e de guipure a 80,100, 12$ e 250,
e de 304 a 600 eada urna. =.!*** <** a*
Superiores algerienes de fil preto e de guipure de 120 a 250, e de
300 a 600 cada urna.
DtosIS Merino prefbofdados e outras muiUs fazeadas pretas que
seria enfadnos enumerr, na
UOJ A DAS COMJMWAS
DE ANTONIO CORREU DE. VASCONCELLOS C.
M7A 0 3E8PO 9.18
100,
de 60 tubo grandes.
Prepara-se qualquer carteira conforme o
ijue se pedir. l J*m
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 10000.
Sendo para cima de l custaro os precos establecidos parras carteiras.
Ha tobes Mis pequeos cada um a 510 reis.
A melbor obra da homeopathia, o Manual de Medicina fiomeopathico do Dr. Jare
dous grandes vol ames com diccionario............ 20000b
Medicina domestica do Dr. Hering ........... 400000
Repertorio do Dr. Mello Moraes ............ 60000
Diccionario de termos de medicina............ 3900
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispeosam por
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedio i
rerdadeiros, enrgicos e duradores: ha todo do melhor que se pode deeejar, globos de
verdadeiro assucar de leite, notaveis pela sna boa eonservacao, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparante, e portanto a maior
energa e certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-Ihe qualquer
operaco, p ira o que o annunciante julga-se sufGcientemente habilitado.
O irat'imento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica,
funecionando a casa ha mais de quatro annos, ba muitas pessoas de cujo eonceito se nlo
pode duvidar, qoe podem ser consultados por aqultes que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se 20 por dia durante 60 dias e d'ahi em diente 40500.
As operarles sero previamente ajastadas, se nlo se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
ARM1ZE19I DE FAZGH1IAS
CUSTODIO C ARVAIIIO A C.
27 RA DO QUEIMADO N. 27
MadapolSo francez muito fino, tendo poaco mofo, cada pega com 27 varas por
100000.
L3a de cores a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a preco de 800 rs a vara.
Lencos brancos para algibeira a 20OOO a duzie.
Finns perclaras a preco de 400, 440 a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de la de barra de 100 a 300000.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
L0.A A FRAGATA AMAZONAS
\. 5 Kua do Qoeiiiit'o o, 5.
\j ,P r i luimuas proprietarios este joven estabehwimento, participam a
. I sossl 1-:.'.se"freuei.U receben decoma prupria por lodos os vapores
S Eoum i-"'." :-^l -s p1wa^BMls,eo tr.s m*^ anuo le grande m-da
SSrirdr feliz Mobom esempenbo que tem .ido tola, as suas encommendas
pisTscorrc-c.Centes de Hamburgo, Pars, e Ladres, tem sabido acera.-com o
hm Sr/rZt^l^^ l^combarras coloridas e: de grande
rr.vidade na Europa, assim como tamboretes atapetados para as senhoras deitrem os
"s cores de grana bordados a agulha, ditos de pnpelioe, ditos de esmerald.ne 4,tos
$:SrCMfis de seda, ricos cortinados bordados, bons bramantes de linho boas
i Se bpafbreunhas retndas dealgodo, ditas delinho, ditas de sed. ^gerienes.
( us) africaines, pompadour, transparentes para janellas com luidas passagen etc.
ebutrosmutoso3Jectos quesera eafadonho mencinalos.
Sirop du
Ieorgeti
JARABE DO FORGET.
Este sarope est spprovado pelos, mais eminentes mdicos de Pars,
orno sendo o melhor para corar constpacoes, tosse. convulsa ei outras
tempo o doente e o medico. .. ^,. i
PHOSPHATO DE FERRO DE LERAS
WR. EM SCflEMCIAS
INPECTOBUA ACADEMIA DE PAMS.
Nao existe medicamento ferruginoso tao notavel como o gbfitHMeae>*"
I oras- assummidades medicas do mundo inteiro adotaram-no con.sobcitode- sem .goal
nSnuSs E. Al cores paludas, dores de estomago, d gestes penosas, ane-
m?a Se^encas d^ficis, idade critica das senhoras, Wregularidade na menstruaC5o,
ZbZlio san"ue Ivapbatismo sao curados rpidamente-oa miAficados por esteex-
LlSScomposto E o conservalor por excelencia da sauie e declarado superior nos
SSi^ac^aaallldiM os ferruginosos conhectdos, ao idoreto o ao citralo
dCTpofqueB^o uni que convem aos estmagos delicados, que n5o provoca consl-
paQo nico tambem que nao eoegrece a bocea e osdeutes.
Em Paris na ra da Feuillade a. 7.
venda em casa de Maurer, e A, Caors.
PECHI\CII\ SEM IGU4L
Ricos cortes de gorgora de seda pretos adamascados para vestido com 12 metros
on IR iMi coradoi cada corte lareora de chita franceza. pete baratissimo preco de 50*
SSd. e^S: SLS Ss^SSiwS t na. do Crespo is, tSO AMooto Vorrcto de Vascon-
cellos & C.
VERADEIUA AGUA HUSKRAIs
%%a^^^^ ^ ^IV
PASTILHAS DOS SAES NATUMES DE VICHY.
VENDE-SE
Na botica e drogara de Barthlomeu & C.
Deposo na ra larga do Rosario/botica de Bartuolomeo & C. n. 34.
Novo e grande deposito de superior carvao de Cardiffna
Bahia.
Antonio Gomes dos Santos & C, roa de Santa Birbara o. 1, eiao habilitados a sopprir de
cjrro em condicCes mais favoraveis que em ontro qualqner depoMto, a todos os navios a vapor que
i ...rer naquelle'porto. A contratar nesta com Domingos Alves Malheiis.
Cevadinha de Franca
a 160 rs. a libra, e de 8 libras para cima a 190
rs.: no armazem da Liga, ra Nova n. 66.
amo-
COIares Royer on colares
dinos
pi. facilitar a dento das criancas e preserva-
las das convnls(5es.
*"> feliz resoltado obtido Immensas vezes (ela
pr ..ligiosa torga magntica dos colares Royer, dos
it. i de coDvuls?3es, e dentigao das crianzas, tem
a:: :neiite elevado o sea bem merecido prestigio,
e h <. iS se pode dier que estio geralmente con-.
ce< ados, e estimados de nnomeraveis pais de
f" lias : de ees por jne do oso desses saloUres
r -es virara salves do perigo seos charos fllhj.j
nh ;, e de ootros porque colheram daqoelles tao pTd
pr v'tjo exemplo para igoalmenie .preservar os!
i-;. Assim, poli', g'a bfanca, tendo em vig-
w- a utllidade e proveitr dessee prodigiosos cola-
re? anodinos ou Royer, mandn vlr o novo sorti-
b"io que agora recebeo, e contlnoar* a recbe-
las para que em tempo algum a falta delles possa
ser funesta aos pais de familia, o qoas flearao
certos de os achar consta ntemeote na roa do Qoe-
ma-T--. loja d'agnia branca n. 8.
A' na da Imperatriz n. 28.
Vendem-Mortes de oamirata brancos com 4,
fi e f. babados a 20* e 38*.
Fil de seda preto com Aeres a ar i$.
Cambraias brancas de orna vara de largura fi-
n a 13 e 800 rs.
Ren lampadas o candielros a gaz por crosso
e'a retalho.
MULCHIMlS
descarocar algodo
9,000 a sena
a
Ra larga do Rosario n, 34.
No Forte do Mattos prenca de algodao a. 17, do
Medeiros & C-, vende-se macafnas americanas do
melhor svstema que ha apparecldo Boft-aerem
muito ma'neiras de ti, 16,18 e SO serras, a 9 a
serra. ?
FAKI\HA.
Vende-se a 6000 a sacca de 3 alqoefre, no *r-
mszera da roa da Cadeia dORecIfe, confronte ao
arco da Concelcao.
Salitre refinado
Vende se a dinbeiro 7*000 a arroba no eserip-
torlo de A. J. Moreira Dias roa da Cruz n. 80.
Acabam de reeeber G. Paes do Amaral & C.
5 RA DO CRESPO 5
Antiga casa de Caimerme da Silva ulmares
Ricos cortes de vestidos de gros-de-naples preto, com Undas barras bordaaas.
Molre-antique preto em corles e em pecas, liso, ondeado e com palmas.
Gros-de-naples preto, de diversos precos e larguras.
Gorgur5o preto, azenda superior a todas pela qualidade, e bonito teciao.
Este estabelecimento
acha-sesortido com numerosa qaaodade de filos pretos, de algodSa, de linho e de se-^
da, manufacturados em
ckales
retondas
algerienes % f1)0urnus)
anainites
africaines
ponipdour
Receberam tambem bonitos cortes de popene de oetras de cores, mjtisadas,
muito modernas, de gostos inteirameirte novos; e outras muitas fazendas de gosto,, wu*
das pelo ultimo vapor- "'
C. P, O 4MARAL* C.
S- ftA no CRESPO 5
VapMm
Vender em cas* de Saaoders Brothers & C-,
no larf o do Cerpe Santn. 11, vapores patentes,
comtjdoeo pettenees proprlos para ftzer ner
tres on qoatre machinas para descarojar algodao.
"if '
Gal.
fo armazem Aa roa o imperador a. S
Caes de Pedro II n. 2, ten pan jrender-se
ti bjtf gt existente no mercado.
on no
o me-
Panno de algodio da Babia para saceos de
a$9qoar e ronpa de esoraro, vende Antonio Lnlx
de Olivelra Azevedo di C., no seo escripiorio roa
da Cruz n. 1.
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sortido como todos sabem,
hoje mais que nunca, n5o s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de coosignacoes; parece sem
duvida que deve offerecer grandes vanta-
I gens para o respeitavel publico tanto em
i precos como na escolha dos objectos, e co-
' mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor Douro e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionar5o alguns,
por n3o ser possivel mencionar tedos. 0
dono deste estabelecimento espera a pro-
teccao de todos.
Riqoissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porta joias e necessarios.
Riqussimos estojos a feitio de um bausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinhos e touquinhas de muito
gosto para criancas.
Meias e sapatinbos de seda para as mee-
mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de flores proprias
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
seuhora.
Riquissimos porta boquets. .
Boquet de lores com urna borrachinha
com cheiro.
Lavas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda O de Escocia.
Riqnissimas plumas e guaraices para
enfeitar chapeos.
Contas e tubos de ac branco, que ba
muito se desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e cruzes de crystal.
Fivellas e cruzes de tartaruga, madripe-
rula e dourados.
Alfinetes para graratas.
BotSes com croas- para ptmbos.
MACHINAS DE PATENTE
DE TRABALHAR MAO PARA DE5CA-
RugAR ALGODAO
FAIIRICADO POR
PLANT BROTHERS & C.
OLDAM.
Estas machi-
nas podem des-
carocar quatr
Iqner especie ae
algodao sem
estragar o fio,
sendo bastante
duas pessoas
para o traba-
Iho; pode des-
carocar urna
arroba de al-
godio em ca-
roco em 40
minutos, eu
48 arrobas por dia ou cinco arrobas de al
goda o limpo.
Assim como machinas para serem movi-
das por animaos, que descarecam 18 arro-
bas de algodio limpo por dia; e motores
para mover urna, duas ou tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender um bellissi-
mo vapor que pode fazer mover seis destas
machinas mencionadas; para o que convi-
da-se aos senhores agricultores a virem ver
e examina-lo, no a mazem de algodao, no
largo da ponte nova n. 47.
Satandera Brothers A V.
Recife praca do Corpo Santo n. 11.
Os nicos agentes neste paiz._________
0 castello de Grasville.
Trainiido do francs per A. J. G. da Crni.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 300C
aa praca da Independencia* livraria ns.
6e8.
Vendem~se %m
machmas amorleants de serrote para iee*iri^^^
algodio: na roa da Sentala ova n. 42. l S no Gallo Vigilante ra oofirespo n.
Graratinhase mantinhas de muito gosto,
tanto para homem como para senhora.
Riquissimos aderegos pretos, assim com
caixinhas com alfinetes pretos.
Bengallas de caima com cabo de marfim.
Ditas de baleia, borracha e de outau
muitas qualidades, assim orno chicotinho*.
Riquissimos peotes de tartaruga do alti-
mo gosto; assim como de arregaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as qualidades,
Diademas para cabeca do ultimo gosto.
Riquissimas filas lavradas e lisas.
Trancas pretas com vidrilho e de cores.
Puteeiras tanto para senhora como para
meninas.
Ligas de seda e de algodio.
Suspensorios de seda de algodao e mui-
tos outros objectos que ae nao podem an-
7.
imeisco Jos tiermano
RA NOVA N. 2i,
acaba de reeeber um liado e magnifico sor-
timento de ocelos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gesto da Europa a ocu-
los de alcance para observacbes epira os
martimos.
Ra daslarangeirasn: 16.
Vicente Aqoino de AlboojMrqoe tem a honra de
presentar ao respeiu^el publico um variavel sor-
timento de molbados m seo nove estafcelecimento
na roa cima mencionada, casa que onlr'ora fra
de Manoel Francisco dos Sanios e Silva,
cando a todos os frefneni toe- neste r
meato encootrarao sempre nm comptoto
to de todos os geperos e por precos mais i
do quo em outra qoalqubr parte. CQ bys
21500, dito miudinho superior ataOMe
caf libra t40 a 0 rs. snpflrtor, latas r
chiBhas da aoda n41< nf Mfriannnmv4,--------
dita francera a 7*0 rs. a libra, eai nrttfjnito
nom a 11800 a libra, cerneja Bass a 680 rs n gar-
rafa, diu marea H a 0O0 rs, f oeMea nwMpnscos
Tindos pelonltUao vanor a Wt. oerwj Mu a
gsjrafa a 6W rsvjg^i.ygj ^B* k
11linee ttii Itti tjiWji^S aderra a 400,
980, B o a 40 r. a garrafa, grata em boioes
- grandes a 180 rs., eognae, ebarntos, papel armado
e ontros mnitos gneros, que serla qnerr massar
aos regaeies em aaendona-loainda pelos precos
mais moaveie que a oom eoaiqaer narte, e
- qne a oon anaiqner narte, e
convencido desta verdade espero qoe mnjMMavel
e iodos aqaelles qna j ee fref oeaee iaw co-
nbeclda rasa, dignem-s* em bttHummmm^ats
preeencas e fregqeiias, eertaa doqne sem tem
servidos, com promptidio bom. peen eaaetldio.
__________________________._________________________- -- ________._________*__________________ .-
Algodao
1K
avaria
*-
4'

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N 27 Km doQueitnodoN.VI.
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j iitarnl



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1
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Diarlo 4c peuajjrimco Quinta felra 19 de Malo de 1866:
ENCIOLOPEDIOA
* Roa da Inaperatrlz
da poto larga *>.
Jtmto a padarla fraafeeza de
Paredes Porto.
Neste esUbelecimento encontrar o respeitavel
publico om variado sortimento de fazendas france-
xas, iaglexai, salseas e allemies, que si Tenderlo
por prego commodo.
Paredes Parta
Vende chales de renda de cores que se vende-
rn: a 18 est vendendo por 65, ditos prelos, fa-
zenda nova, 55,65, 85 a 205, om sortiraento com-
pleto de manteletes, capas e.sooumbarques 145 a
235- Rua da Imperatm n. M, juato a padarla fran-
ceza, armazem da porta larga.
Panto Parto
Receben una completo soriimento de laasinhas a
240, e 280 rs. covadoi, pan acabar, cambraias de
cor a 140 rs. o covado, riscado escosser para ron-
6a de menino, fusto de linho a 420, 400 e 800 re.
na da Imperatrix n. 52 junto a padaria franceza,
armazem da porta larga.
Paredes Parta
Receben para cortinados para cama, franceza a
t15 & peca cambraia lisa Boa a 35 4J al 10) a
peca, cortes de srlatana de bonitos gostos a 34500
t 44, cambra ia com flor de seda, gostos inteira-
mente do vos a OO e 500 rs. o covado, no armazem
da porta larga n. 52, rna da Imperatriz junto a pa-
lana franceza.
Paredes Parta
Becebeu pelo ultimo paquete um sortimento de
cruzes com pedras para o pescoco, bonitos caxinels
de la para pescoco de senbora. Rna da Imperatriz
a. 32, armazem da porta larga.
Paredes Porta
4 SALSA PAKRILHA DE AVE
PARA A CUBA RAmicAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, chagas, feridas ve-
Ibas, bromcaocele, papo ou papeira, a syphllis, enfermidads vttietias ou mer-
curiaes.
AS MOLESTIAS DAS MULHERES
reteSo, menstro doloroso, ulceracBes do tero, flores brancas, etc., ulcera-
cao, debilidade, expoliado dos ossos, a nevralgia e convulsSes epilpticas
quaado cansadas pela escrofqla.
ERISIPELAS ERPES; ETC. t,
Enfermidads cutneas, erupeo, borbulhas, pstulas,
na sidas, ele.
O extracto composto de salsa pnrrllba, confeccionado pelo Dr. Ayer, e urna
combinacjio dos melhores depurativos e alterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da. ciencia, approvado e receitado pelos priaeiros mdicos dos
Estedos-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias, e
limitas outras partes do mundo: o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de
experiencias feilas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por muitos annos, nos principaes hos-
pitaes e enfermarias da America ; tem sido approvado pelas academias de medicina e
juntas de hygienne das principaes capitaes da America do Norte;, paraprova disto vede
;os attestados authenticos bo Almanak e Manual de Saude doDr. Ayer, os quaes se dis-
tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
A SALSA PAR1LHA DE AYER
Especialmente effleaz na eura das molestias que tem sua orlgem
a escrfula, na InfeccSo venrea, no uso
excesslvo do mereut lo ou qualquer Impureza do sangue.
A molestia ou infeccao peculiar, conbecida pelo nomo de escrfula, um dos ma-
les mais prevalecentes e universaes que ha em toda a extensa lista das enormidades que
disse um celebre escriptor da medicina que mais de urna terca
armazem da porta larga.
fienpa feita
Rna da Imperalrit n. 52 armazem da porta tar-
areos commodos, ronpa para menino e outras
omitas [azendi
da porta larga.
No mesmo-estabelecimento encontrar o respei-
tavel publico, sempre om completo sortimento de
ronpas fetas de todas as qnalidades, como sejam
paletos de alpaca preta e de cor,ditos sobreeasa-
cos a 45 e 85, ditos de brim pardo a 25800, 35 e
3*500, ditos finos a 4?, ditos meias -eazemira a
GRANDE ESTABELECIIEHO
N. 60
Ba da imperatriz.
'- na
GAMA & SILVA.
LUJA I ARMAZBM DE FAZENDAS.
Tendo os proprietarios dete grande estabeleci-
meuto (eilo um grande abatimento em muitas de
soas fazendas, pela occasiao do balanco que deram
no ultimo de dezembro de 1865, resolveram vender
muito mais barato do que costumam aura de cada
vea mala agradaren) aos sens numerosos trege-
les ; por unto Ibes offerecera um avulado sorti-
mento de fazendas francezas, inglezas, as quaes
Cortes de cambraia com palmas na loja do
PavaU
Veadem-se cortes de cambraia branca com pal-
mas, sendo tazenda muito boa, pelo baraUsslmo
prego de 2*500 para acabar : na loja e armazem
do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Lencos Jaraneo a *$OQO res a
duzla.
Chitas a 180 rs., su o Pavo.
Vende se o mais bonito sertimento de chitas in-
glezas, padroes miudinhos, claros e escuro?, e ten-
do tambem rozas para luto, afianzando-se serem
cores fizas, e veadem-se pelo baratissimo prego' de
nove viotens o covado., oa a peca c m 38 covados
por 6*800 : isto na toja e armazem do Pavo, e.i
ra da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Vestidos brancos.
Cbegaram para a loja do Pavo os mal? bonitos
cortes de vestidos de cambraia branca com bcui-
Vendem se lencos brancos fazenda muito boa
pelo baratissimo preco de 2* a duza, Ditos com
barra de cor a 2*000 isto para acabar na loja d- j tas barras todas brancas, assim como com barras
Pavio na roa da Imperatriz n. 60 de Gama a Sio de cores, sendo fazenda transparepie e muito Sea,
ta. 'tendo cada um corte baiane fazenda emujtan-
Poupelinas modernissimas a 400 e 500 rs. da, e vendem-se pelo baratissimo prego de 8* a
o covado na loja do Pavao. i j^J "r\!?* %uV,5 Da rua da Ia>Ptriz u.
Veodemse poupelinas muito finas sendo fazenda 1J? j* ,' ." .
muito moderna de qoadnnhos e liza vendendo-se 1 L0rl68 Qt lailatana na luja 00 P\ai.
vendero -mais barato do qu era oulr'a qualqner pelos baratos pregos de 400 e 500 rs. o covado na Vendem seos mais modernos cortes de lrlatou*
parte, comprometindose a mandar levar qualqner loja do Pavo na rua da Imperatriz n. 60 de Gama com as mais lindas barras de cor, pelo baratissimo
fazenda em casa dos (reguezes qne nao poderem & Silva. preco de 5* cada um, sendo neste artigo o melhor
vir a loja, ou a darem as amostras, deixando iicar Cirosdcnaplcs prees do Pavo.' qne tem viudo ao mercado : isto na loja e arm*-
0 penhor, assim como convidam a pessoas, qne
negoclam era menor escala que neste grande esta-
beleeimento encontrar um grande sortimento
tanto a retalbo como por atacado, vendendo-se-lhe
apenas pelos precos qne comprara as casas ingle-
zas, sendo com o dioheiro a' vista.
As toalhas de li h do Pavo.
Vendem-ss superiores toalhas de linhos para
rosto pelo baratissimo prego de 7*500 a duzla ou
a 640 cada urna.
Goardanapos de linho adamascado para meza a
2*800 a dnzia on a 240 rs. cada um.
Superior- atoalbado de linho com oito palmos de
largura sendo branco e pardo, e vende-se mais ba-
rato do que em outro parte, na loja do Pavo na roa
da Imperatriz- n. 60 de Gama & Silva.
Os corpinbos ae seda pretos do Pav3o.
Vendem-se os mais ricos corpinbos de seda pre-
tos, ricamente enieitados, pelo barato prego de 12*
cada um : na loja do Pavao na rua da Imperatriz
a. 60, de Gama & Silva.
Rleea. Temidos, a. 8#000 rs.
af pichincha adniira>el.
S o Pavo reeebeo pelo ultimo vapor francez
mais ricos cortes de
Vendem-se superiores grosdenaples pretos pelos ae do Pavo oa roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ta ratissimos pregos de 1*500, 1*600, 1*800 e 2* ma & Silva.___________-__________________
preco de 8*000 rs. cada om, na loja do Pavfc na
ruada Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os chata pretos de renda do Pava a 8000 rs.
Veadem-se os mais ricos chales pretcs de renda
com qoatro ponas, senda muito grandes pelo ba-
ratissimo prego de 8*.
Ditos de goepnre a L5*. 18*, 20*, 25*. "
RetoDdas de dito a 10*.
Manteletes*) renda, tazenda muito superior a
I atacam a nossa raca; .
I parte de todos aquelles que morrem antes da velbice sSo victimas, ou directa ou indireo
Vene cortes de gorguropretofara vestido com emente de escrfula; por isso s n5o to destructiva, porm a principal causa de
iS^^^&S^!^^^^ outras enfermedades que nao loe so geralmente attntuidas..
rsTo covado, lias de ^adrinho para vestido, enfes-1 E urna causa directa da tsica pulmonar, das molestias do figado. do estonio
cada, a 320 rs. o covado. Rua da imperatriz n. 58, e affecgoes do cerebro; entre seus numerosos symptomas acbam-se os seguintes: falta
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvuratransparente e outras
vezes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos msculos ao redor da boc-
ea jnnto a padaria franceza, ncontrvse neste es- ca' d'gesto fraca e appettite, falta de energa; ventre encbado e evacuado irregular;
tebelecimento um completo sortimento de paletos- quanao o mal tem seu assento sobre os pulmoes urna cor azulada mostra-se em roaa aos.
saceos e sobreca*acos, de todas as qnalidades, cal- [ olbos ; quando ataca os orgaos digestivos, os Ofhos tornam-se avermelhados; o bah-
gas, coiletes, crenlas, camisas, gravatas, -meias, to ftido, a lragua carregada; (tres de cabeca, tonteiras, etc. Na pessoas de disposi-
^rcom^^Tarf mtnno^ut?2 ^^^'^ ^ecem ^entemente epc5es na pelte da cabeca ioutraspartes
omitas fazendas por pregos commodos, srmazem do corpo ; s5o predispostas as affeccoes dos pulmoes, do figado, dos nns, dos orgaos
digestivos e uterinos. Portanto, nao s5o sawnte aquelles que padecen das formas ul-
cerosas e tuberculosas da escrofula> que neoessitam de proteegao contra os seos estragos; 18*000
SSff^J? C0j Sfngf ?Ste tm atento destotyrivel *"*'^^ISSSX^ISSS
Hereditario), est5o expostos-tambem a soffrer das enfermidads que elleeausa, que sao. baratost]uero outra^uaifaer par.
A tsica, ulceraces -de figado, do estomago e dos rins; erupcese enfermidads ( is[0 n loja 0 armazem.do Eavo na roa da Im
, ewaptivas da cutis, rosa ou erysipela, bortiulhas, pstulas, nascidas, tumores, rheuma,
iWfiStsssri^^ \**4rheuma^- d4 r zf a *****e f.sSft-
no saceos 16*, 8* e io*, ditos sobrecasacos a 12* debilidades emimnas, flwes brancas causadas pela ulceragao interior, e entermiaaaes
e 25*, ditos de merino preto a 6*, 3* e io*, cal-. uterinas, bydropesia, indigesto, enfraquecimento e debilidade geral.
gas de brim de diversas quaiidades a 1*800 a 4*, Offerecemos a estas pessoas um abrigo sefuro e um antidotoefficaz contra esta
ditos brancos a 2*eO e 6*00, dttes eazemira 5*, 'j^pe.;;, fi cIias rnnsprmflnrias na
6* e 7*,4itos pretos a 8*, 6*, S* e 10*. ditos mi0lGSUa e suas^consequencias^na
meias cazemiras a 3* e 4*, coletas de diversas
qnalidades, seroulas francezas de algodo, ditas de
nbo, ditas de brareaote a 2* e 2*500, carnizas de
algodo de linho francezas de 2*560 e 3*. Gran-
de pecbtflcba reste genero, gravatas de todas as
qnalidades e brancas para casamento, grande sor-
timento de meias para senhoras, ditas para bomene
a 3*, seperieres a 3*500 e 4*.
Um completo-sortimento de ebapos de sol de
alpaca e 3*, ditos de seda a 5*, 7*. le* e 1*
ditos frencezes para cabega, grande sor tmente
a 'J*.
Vestidos
Pecbfncha sen igual.
Cbegou a loja de Paredes Porto um bonito sor-
timento de vestidos de tanalatade cores e branca;,
que serve para partidas por ser ama pbantasia to
teiramente de posto pelo barato. prego de 4* -o
brancos a 4*500, estao acabande-se : no armazee
da pona larga rua da Imperatm n. 52, junto a pa-
daria franceza.
ortina Cbegou a loja de Paredes Porto um completo
sortimento de cortinados ricamente bordados -a
prego de 25*, 33* e 45* : na roa da Imperatri:
n. 52, porta larga junto a padaria franceza.
o covado, sendo fazenda muio boa, s para ac
bar : na loja e araazem do Pavo, rua da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & SHva.
Bramante de linho do Pavo.
Vndese superior bramante de linho com 10
palmos de largura, preprios para lenge?, pelos
baratissimos pregos de 2* e 2*600 a vara, assim
como panno de linho muito fino peles baratissimos
pregos de 640,700 e 800 rs. a vara t na loja e ar-
mazem do Pavio, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Cambraias lisas do Pavo.
Vendem se pegas ae cambraia lisa muito supe-
rior, pelo barato prego de 3*200 e 3*500 a pega,
ditas muito nas a 5*, 6*, 7* e 8* : na loja e
armazem do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
PECH1NCHA !
a 2000, para caicas, s Pava.
Vendem se superiores cortes de meia casemira
com msela de seda a 2*, ditas Ganbaldinas a
2*800, ditas escuras a 2*800, ou a 1*600 o cova-
do : na loja e armazem do Pavo, rua da Impera-
um grande sortimento dos _
vestidos transparentes com lindas barras e ehfelles j triz n. 60, de Gama <& Silva.
de seda/ sendo estos vestidos muito proprios paraJ PENTEADORES
baile e passeios, e vendem-se pelo baratissimo I oa roupoes de cambraia bordados proprios
Ricas romearas.
Paredes Porto receben pelo ultimo paquete oes
sortimeflto deromeira de guipare pretas e de fil
a prego commodo : na rua da imperatriz n. 32,
porta larga junso a padaria fraseeza.
1$400
Chapeos de sol.
Vendem-se eaepos de sol de panno a 1*400 -o
urna grande peciiincha s para acabar : na roa da
Imperatriz n. S2.armazem da port larga de Pare-
des Porto.
Cortes de laa escocesa para vestido 'a 3* o cor
ie: na rna da Imperatriz n. 52, loja da porta lar-
ga, junto a padaria -franceza, esto se acabando.
Para luto.
Laas pretas com salplcos brancos a 400 e 500
rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 32 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
a um.
Vendem-se pegas de tranca preta para enfeites
de vestidos, sourembarqoes, capas de eenhora a
i*6O0 com 10 varas, urna grande peohincba : na
rua da Imperatr". >. 52 junto a padaria franceza.
48000
Chales de renda pretos.
Vende se cuales de renda preto a 4*000, nnicc
loja que pode vendes na rna da Imperatriz n. 52,
armazem da porta larga, de Paredes Porto.
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. Brea em barricas pequea.
Gen em velas de todos os tamanoos.
Bogias.
Mercorio.
Na rna do vigarto p. 19, primeiro andar.
Panno de algodo
trancado
dafabrl*.*FfsioValhb: veosa-sa na rusa
Udeia d. 4, armazem de Silva Barroca.
SALSA PARRILHA DE AYER
que operadirectamente-sobre o sangue,purificando- eexpulsandodelle a corrupto e o
-veneno da molestia; penetra todas asertes e todos 'os orgifos do corpo humano, livran-
do-os da sua accao "viciada e inspirando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo
para a renovado do sangue, e d ao-eorpo j enfraquecido pela doenca, forcas e ener-
;gias renovadas como as'da joventude.
E tambem o melh@r anty-sjphilitico eonhecido
cura permanentemente-as peiores formas de esyptfilis e as suas conequencias. Pouca
necessidade ha de inforaiar o publico do inestimavel valor de um remedio qoe, como
este, livra o sangue (testa torrupcoe arrebata a victima das garras de urna morto lenta
e ignominiosa, porm ikievitavel, se-o mal n5o'kigo combatido com-energia.
om poderosissimo alterante para a renevaejo do sangue 'e para dar'fiova tor-
ca ao corpo j enfraquecido pela doen$a.
Sendo composto de productos vegetaes, este medicamento innocente eaomes-
mo tempe efficaz, um facto de immensa importancia para aquelles qtie o tomam ; por-
que muites dos remedios alterantes oferecidos ao publico tem por base o mercurio ou o
arsnico; e sendo assim, em ques vezes podea effectuar caras, comtudo deixam suas
victimas carregadas de^umalonga serie de males, muitas vezes peior do que o mal ori-
ginal. A nica cousa Becessaria para-obter urna cura radie! seguir com juizoe cons-
atncia as direcc5es qne acompaDham PKo pretendemos promulgar, nem queremos que se nfira que esta composico a
um remedio infallivel pata a cura de todos os :padecimentos humanos; infelizmente
escrfula e a syphilis sao enfermidads to sutis oas suas oaturezas, e arreigam-se to
firmemente no systema,,-que muitas^^ezes evadem e resistem aos remedios mais pode-
rosos que a sciencia humana pode inventar para combate-las: o que dizemos que o
Extracto eomposto de salsa parnlha de Ayer
a melhorpreparaco at hoje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que
urna combkafi>o dos alterantes mais efficazes conhecidos, e que esta combinacio tem sido
regulada por longas e laboriosas experiencias, e fiaalmente que temos eonsciencia de of-
ferecer ao publico o melhor resultado que possivel produzir, da intelMgencia e pericia
medica dos nossos tempos.
Este remedio deve ser tomado com systema e regularidade, e n5 com abandono,
pois um remedio e nao bebida.
Quando as molestias do figado nao tem sua origem na escrfula, o remedio
mais proprio as plulas catiisrticas de Ayer, que sao efficazee na cura da molestia, que
m por causa ara desarranjo dos org5os digestivos. Pedi a salsa parwlha de Ayer e
aao aceitai oura prepararlo.
Peracmbuco, rua Kwa n. 18, pharmaciafoncezade P. Maurer 4C.
VENDE-SE
H*armazem 4c U. I. Hamos e lira & temo, rua do Vlgailo
n. II, constan emente, oaseguintes rticos, que
recebem per encommenda propria de
SEW-YOilK.
Legitima salsa parrilha de Bristol, preparada por Laamao k Keap.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesmos. /-
Gaz em latas de cinco galoes, o mais purificado que 66 pde- tada marca F. W. D. & C. ,
Relogios perfeHos reguladores, com corda de quatro a oito dias, os afamados fa-
bricantes E. N. Welch.
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Philadei-
phia).
Superior oleo para machinas de costura.
Agulhas para as mesmas.
Breu em barricas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
* ...
St. Estephe.
St. Julien. PORTO
C. Margaux.
C. Lafitte. 4*palidade,
Modoc.
BORDGAIX
1.a qualidade.
Principe Real.
Pedro V.
Maria Pia.
Princeza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque.
Malvazia.
Vinho fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinho do Meno.
Cera de Lisboa em velas e em grume.
t? BA DO QUEOIADO X. ti.
Madapolo.
Finas pecas de madapelo com 20 varas a 9^.
LENCOS,
Lencos de cambraia branca,, duzla 25.
dem de cores fixas para meninos, duzia 25400.
Cambraias.
Cambraias de cores a preco de 260 a 300 rs. o covado.
Guardauapos.
Guardanapos de linho, dozia 35500.
AlgodSo.
AlgodSo trancado de duas larguras, proprio para toalhas de me3a, rpreeo de
aoOawa.
Bramante.
Superior bramante de linho inglez ftfrancez,
^Cambraia de linho propria para lencos,
ATOALHADO.
Atoalhado branco para mesa a 14600 a vara,
Entremeios de cambraia muito finos, preco 15-
Lencos de seda para algbeira 15600/
peratrlr n.^ de Gama 4 Silva.
i Oscbates do pavo a 2ooo e 2ooo rs.
Vendem-se chales de merino estampados a 25
e 25300-cada um.
liltos de merm li?o a 3oOO.
Ditos estampados de repon a 6$, li, e 8J0O0.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 145-
a loja e armazem do Pavao na raa da Impera-
triz n. 60 da Gama & Silva.
Para luto vende o Pavo.
Setim da Cbina com 6 palmos de largura, fazen-
da preta para loto, propria para vestidos e ronpas
para horaens, sendo-esta nova fazenda sera lustro e
de-muito boa qualidade, garantiodo-se nao iicar
rnssa com o tempo-e vende-;e pelo barato preco de
25 e 2550O o covado, asfim como neste eslabeleci-
mento tem ura grande sortimento de todas as fa-
zendas pretas como sejam cassas e chitas pretas,
lias tapadas e transparentes, princezas, alpa-as,
sardas, etc. : na loja e armazem do Pavo na rna
da Imperatriz n. 68, de Gama & Silva.
Os >fea oes do Pa^So.
Vendem-se superiores balSes de mosolina com
moita roda a 85:,-ditos crinolines com 35 arcos a
35500, ditos com 20 e 2o a 35, ditos para meni-
nas, sendo brancos e encarnados a 25 e 25500 :
na loja do Paveo oa rua da Imperatriz n. 60. de
Gama & Silva.
Cambraias de forro a 15600 e 25 na loja
do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia de forro com no-
ve varas cada peca, pelos baratissimos pregos de
15600 e 35: na loja e armazem do Pavao na rna
da Imperatriz n.-OO, de Gama & Silva.
Os cortinados do PavSo.
Vendem-se superiores cortinados adamascados
para camas pelo baratissimo preco de 15 cada par,
ditos muito tinos ricamente bordados para camas
ou jauellas a 155, 20 e 255 o par : na loja e ar-
mazem do Pavo sa roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Panno preto a 25 na loja do Pavo.
Vende-se panno preto. fazenda muito boa, pelo
barato preco de 25 o covado, dito ronito fino a
35500, 45, 55 e 65, assim como casimira preta de
cordo a 25 o covado : na loja do Pavo na rua da
Imperatriz n. 60, de Os espartilhos do Pavo.
Vendem-se urna grande e variado soriimento de
espailbos dos mais bem feitos qne tem vindo ao
mercado, sendo de todos os lmannos, vendendo-se
por um preco muito razoavel : isto na loja do Pa-
vo na-nua da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
As saiaa bordadas dm pavo.
Vendem-se saias bordadas sendo fazenda muito
boa, sendo ricamente bordadas e com moita roda
vendendo-se pelos baratos precos de 5 89 e 105
res cada urna na loja do Pavao na rea da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Bretanhah de rolo a 3$O0O2
Vendem-se pegas de bretanha de rolo com 10
varas cada pega, pelo baratissimo preeo na loja e armazem do Pavo, rna da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Ronpa fela.
Ka loja do Pavo
Veade-se oeste estabelecimeoto um grande sor-
tfmenio de ronpas, tanto de panno como caxetniras,
e brisa e pelo* baralissimos precos como sejam
calcas de casemira preta a 65 75 e 85000 re-s, pa-
letots de panno preto saceos a 65 85 e 125000 rs.
ditos sobreeasaetfs de panno finissimo a 125 1&5 e
255000 reie, e otilroe monos arligos qne serla en-
fadonbos aqu relata-Jos; s na loja e armazem do
Pavo rna da ImperatrtZvD. 60 de Gama & Silva.
Loja dof&o
rumie* pecitid*
Sediihas aaOO rs. cari
Sedioh a 500 rs.
Sedabas a 300 rs.
Vende-se na loja do Pavo, nm grande ser. 'en/|
to de sedinbas Iletradas eom ae mais bonitas c s,
sendo os padros mais novos que tem vindo ae n
cado, e vende-se pelo paratisslmo preco de ci.
tostoes o covado, sendo fasenda qne valem muit
mais dioheiro, e grande fiecbincha por se ter
comprado ama grande ponida desta fasenda, na
loja- e armazem de fasenda do Pavo, raa da Im-
peratriz n. 60 de
Lasmhai matisadas a 320 rs.
Vendem-se as mais lindas lasinbas matisadas
com os mais bonitos desennos, pelo barato preco de
320 rs. o covado ; na loja do Pavo a roa. da Im-
peratriz d. 60 de Gama & Silva.
Os chales de guipure a 12$ e
16^000,
Vendem-se os mais ricos chales de Guipure e da
renda de linho e seda, pelos baratissimos pregos de
125 165; grande pechincha em reiaco a boa
qoalidade e tamanho delles : s na loja do Pave,
rna da Imperatrix n. 60, de Gama & Silva.
Ldazinhas a 200 rs ,$o
Favdo.
Veodem-se modernas lazinhas com lindlssimos
gostos, pelo baratissimo preco de Od rs.; fcraa-
de pechincha : s na loja do Pavio, roa da Impe-
ratrix n. 60, de Gama & Silva.
Seto Largos
N loja doPavSo,
Chegon para a loja.do Pavo om modernieiiaao
sormeolo das mais lindas sedas par;t vertidos,
seado urnas de listrinhas e outras de florznhas
com as mais lindas cores, e algumas prepnas para
as sennorat que estiverem de Into e vendem-se
pelo barato preco de 35000 o covado, lando esta
fasenda quatro palmos de largara, que facilita fa-
zer-se nm vestido com poneos covadi s, isto na.
loja e armazem do Pavo na raa da ltr peratrlr n
00 do Gama & Silva.
as.
V,
para s senhoras veslirem de manba.
Chegou esta novidade paia a loja do Pavo,
multo lindos e do melhor gosto at boje, pur pre-
cos muito razoaveis : na loja do Pavo, rua da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas francezas a 240 rs. o covado.
Vendem-se bonitas cassas francezas de cores fi-
xas pelo baratissimo preco de 240 o covado.
Ditas a 280, 320 e 360.
S na loja do Pavo, rua da Imperatrix n. 60, de
Gama & Silva.
Grosdenaple preto a 1$600.
E' grande pechincha!!
Vende-se grosdenaple preto, sendo muito enecr-
pado e de boa largura, pelo baratissimo preco de
15600 o covado : na rna da Imperatriz n. 60.
Os cachinez do Pavo.
Vendem-se bonitos cachinez de la on agazattios
para cabeca pelo baratissimo prego de 35000, s
na loja do Pavo, na rua da Imperatriz n. 60.
MANTAS PARA O l'ESCO0
a 15, s o Pavo.
Vendem-se bonitas mantas para o pescoco, pelo
barato prego de 15 : na loja do Pavo na rua da
Imperatrix n. (K, de Gama & Silva.
Hadapoloes a 3,of)0 rs. a pessa.
S na loja do Pavo.
Vende-se pegas de madapolo fino com 12 jar-
das, pelo barato prego de 35500 e 45000.
Chales de renda.
Na loja do Pavo.
Receberam-se os mais lindos chales pretos de
renda, assim como as mais modernas e compridas
retondes, e manteletes da mesma fazenda, e vende-
se mais barato qoe em oatra qnalquer parte: na
loja e ajmazem do Pavc na rua da Imperatriz n.
66 de Gama & Silva.
CaHor a 310 rs. 9 covado.
Para caigas.
Vendem-se superiores castores muito encorpados
padres esenros pelo barato prego de 320 rs. o co-
vado, servlndo esta fazenda tambem- para escravos
por ser de muita dnrago; na loja e armazem do
Pavo rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Chapeos para meninas a 6,000.
S na loja do Pavo..
Se vendem os mais bonitos e mais bem entena-
dos ebaposiohos de palba da Italia, proprios para
meninas, pelo baratissimo prego de 65000; na loja
e armazem do Pavo na roa da Im^ieralriz n. 60
de Gama & Silva.
AtteBcao.
ILTIMA NOVIDADE
PENTES, ENFEITES, CINTOS.
Gama & Silva, acabam de receoer pelo ultimo
vapor francez, nm grande sortimento dos mais ri-
cos enfeites pretos e de cores proprios para cabeca,
sendo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
voltas das mais bonitas perolas; assim como osmais
modernos e engragados pentes da verdadeira tar-
taruga, marebetados sendo a ultima novidade
que lem vindo de Pars, e os mais ricos cintos com
fitas mathisadas e fivelas largas, conforme ltima-
mente se osa as primeiras capitaes da Europa, e
vende-se por prego em conta por ter chegado em
direitara para a loja do Pavo, rua da Imperatriz
n. 66 de Gama 4 Silva.
s rotundas do paio a 8 e IQs,
Ven Ji m-se as mais ricas rotandas de renda pre-
ta, sendo muito grandes, que sao as que mais se
usam, pelo baratissimo prego de 85 e 105 : na
loja e armazem do Pavo, rua da Imqeralriz n. 60,
de Gama & Silva. >
Chitas pretas a 160 rs:
Vendem-se chitas pretas inglezas, sendo fazenda
muito boa, pelo baratissimo prego de 160 rs. o co-
vado, oa 55500 a pega com 38 covados : s na
loja de Ravo, raa da Imperairiz o. 60, de Gama &
Silva.
ATLANTA-
Grande novidade a tOO rs.
Allanta a 200 rs.
Atlanta a 200 rs.
Allanta a 200 rs.
Chegou para a loja do Pavo o mais lindo sor-
timento desta nova fazenda, com o titulo de allanta
propria para vestido e roopas para meninos, sen-
do, esta moderoissima fazenda de la com os mais
lindos gostos de qoadrinbos e listras tendo entre
ellas de cor roxa e preta, com listras e qnadros
brancos proprias para lato, e vendem-se pelo ba-
atissimo prego de 200 rs. o covado nicamente na
oja do Pavo rua da Imperatrix n. 60 de Gama 4
i I va.
As\clritas do Pavo a 200 o covado.
VenW*.o .mais bonito sortimento de chitas es-
caras e roas sedcP'taiglezas, mas com os pannos
to encorpados como os as francezas que se ven-
dem a 400 res, e liqnido se\pelo barato prego de
200 ris o covado ou a 75200V^ega, garantind-
se terem 38 covados cada pega esfn de cores
fixas isto na loja e armazem do PavS? na rua da
Imperatriz n, 60 de Gama & Silva. v
Armazem do Pavao,
Vende-se cera de carnauba da melhor qualidade
empaceos, mais barato qoe em outra qaalqnsr
parte no armazem do Pavo na roa da Imperatrix
n. 60, de Gama & Silva.
Afl cabaias do Pavao a 20000
o covado,
Ghegaram para a loja do Pavo asmis lindas
cabaias de seda para vestidos, sendo com os mais
lindos gostos de Dores e listas, tendo entre ellas al
Tasso lrmos
Vendem no seo armazem roa do
Amorim n. oo.
Licor fino Curago em botijas e meias botijas.
Licores finos sonido em garrafas com ro.'fca i*
vldro e em lindos frascos.
Vinhos Cheres.
San tamas..
Cbambertin.
Hermilage.
Borgonbe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeanx.
Cognac.
Od Ton.
PAezei lagniol.____________ ___
Vende-se on arrenda se o engenho Maoass
sito na fregnezia de Jaboato, moente e correte,
com boas trras, ptimo cerca'io.'maias e distante
da prsca apenas 3 legua.- e meia, qnalquer dos
negocios se faz por prego comraodo, com algum
dinbeiro a vista e garantas a contento : a fallar
nos Argados com o proprietano Jos Gomes dos
Santos Pereira de Bastos.
uadros
das passagens de Cuevas, Mereedes e combate de
Riachuelo, vendem se na rua do Crespo o. 4 ende
se assigna a Semana Illustrada e o Bazar Volante a
ba um sortimento de albuns para retratos.
Escravos fgidos
No dia 26 de abril prximo pausado, fugio Je
engenho Gravat em Agua Preta, o escravo Modes-
to, com os signaes segointes: idade 30 acnes,
pardo claro, cabellos regular, chelo do corpo, sem
barba conlendo apenas alguns cabellos, dente?
limados, ps regulares e um tanto largos; leveu
urna troucha contendo roupa: rega se port?oto a
autoridades policiaes e capiles de campo a captu-
ra do dito escravo, e le.va-lo no referido engenho a
sea seobor Ignacio Ferreira de Mello Lessa, cu
nesta praga ao Sr. Manoel Antonio de Santiseo
Lessa, morador na rua do Moodeeo, e cem escri-
torio na roa do Appollo, que sera gratificado.
Ha muito tenipo.
Desde 10 de fevereiro deste anno, ufas do eniru-
do, que fugio o escravo Paulo, cojo foi comprad-" j
Sra. viuva Gibms e cem os sigeacs segointes: a-
fula, baixo, cabega entre hombro?, naris rhakor
comprido, bocea feia, e seu todo : olhar por baixo
de manhoso", natural des sertoes da Parabyna do
Norte, ja'leve outra fgida e fui tncontrado na
Torre procurando senhor d'onde veio-me as maos
e s estove em casa 3 lias e logo fugio segunda
vez e anda se acha fgido, por isso pego as aun -
ridades sociaes e militares por sua bondade fie
pegar, ou os Srs. capiles de campo o peguem u
levem ou mandem a casa de seu senhor, que :"; .
muito grato e paga rem o trabalho, a rua n< va i
Santa Rita b. 17 e 55._________________
K&cravo fgido.
Fugio em dias do mez passado o escravo Amr.ro
crioulo, de idade 30 annos punco mais on mem
estatura regular, cor (ola, olbos pequeiw, nariz
chato, boca grande e com falla de denles, e os ht"
gos bastante grossos; rogase, por lano, a sU p-
prehenso, e qoem o pegar ou delle der noticia,
dirjase ao largo da assemb!anoFr!e do Mal! t,
armazem de assucar de Jos da Silva Lovc & C.
qoe ser generosamente gratificado.
Fugio do abaixo assignado, no dia 27 de atril
prximo passado. e seu escravo J s, crioolo, idade
2o annos, cor bem preta, altura regular, bem cor-
po, sem barba, bocea regular.com falta de dentes
na frente, nariz chalo, roacaas um tan'o altas, Laa
o Joelho direito para dentro, ps e naos grande?.
tem algumas cicalrizes de chicote, e tambem de
bacalhao; o qual foi escravo do Sr. Manoel Pedro
de Jess, proprielano do engenho Gua iba da /re-
guezia de Porto-Calvo: roga-se portanto as autori-
dades policiaes e aos capiles de campo a captura
do dito escravo, e leva lo aoabaixo assignado no
engenho Gravat em Agua Preta, ou nesta praga
ao Sr. Manoel Antonio de Santiago Lessa, morador
na roa do Mondego, e com estripte rio na rua do
Apollo, que ser gratificado.
Manoel de Botaros Franco Mello
Desappareceu no Io de maio do correte nm
roolequinho por nome Germano, com os signaes
segointes : cor fula, rosto redondo e carnudo, bo-
nitote, pode ter de idade 10 para 11 aunos, muito
traquino, lem nm calomlo atraz da on ha esquer-
daj e por esle signal qualquer pessoa conhece, le-
vou vestido caiga de algodo de listras escara e
camisa de riscado aznl suja, chapeo de palha ve-
Iho, desconfia-se que tenba seguido para dinda
ou mesmo aqui na cidade : portanto roga-se as
autoridades policiaes e capitaes de campo que o
prendam e levem a rna eslreita do Rosario n. 29,
botequim d'aguia de ouro que recompensa genero-
samente^_______ _____
"~200# de gratifica^aoT
.Km 31 de outubro do auno passado, fugio a es-
crava Clandma, cabra alta e seca do corpo, qjm
pertenceu ltimamente aos Illms.Srs. Jos Joaqun
da Silva, Manoel Mauricio de Sena e D. Mariana
Ignacia de Castro e Silva que a vendeu a Js Ma-
ibeos Ferreira que pagar 2005000 a quera Iba
entregar dita escrava na raa da Cadeia a. 62.
A amanhecer de hoje fogiram desta engenho
Pares da comarca de Nazareth, 3 escravos sendo
um de nome Joo, alto, barbado, quebrado de r. ma
verilha, com Idade de 30 annos pouco mais oa me-
nos, tem oas costas varias cicalrizes velhas da
chicote. Outro de none Joaquim, com idade de 24,
annos pouco mais ou menos, cabra, pouca barba
boa altura, bom corpo e bonita ligara; e mais um
mulato de nome Benedicto com mais,da 30 annos,
boa altara e pouca barba. Pego a teda e qoalqoar
aotoridade e capitaes de campo a apprebengo dos
referidos escravo, qne seram generosamente re-
compensado.
Engenho Parees, 1 de maio de 1866.
' h!W'o da Moita Silveira Cavbanle.
P. S. O escravo Jc0 crjonlo e foi comprado
em margo de 1866, no Reci/ o Sr. Googalo Jos
Alfonso, tendo vindo do se.r'a Singue. ^
O de nome Joaquim, foi cornpi "'"> en> margo
prximo passado, no Recite, ao Sr.;Antonio de
Moora Robiro, tendo vindo do Cear; a o $* nome
Benedicto, foj comprado, ba tempos, a Josias da
Tal, morador m Quelmadis da freguezia do Be2
Jardim.____________
Fugio em principios do mez de fevereiro do
anno prximo passado, um moleque de nome Eu-
zebio, da idade de 13 para li asnos, ..cea os'sig-
. mes segointes: cor bem preta, secco do corpo,
gamas roits-e pretas para qoem estiver de lato, | ag e bracos flD0Si ps e maos seccas, cabega
teidc-esta nova.laxeada 4 patatos de largara^ que! M6 e un> ponco chata, olbos regalares e afa-
facUiu faze^8 um vestido com poucos avades e-i Jlcl((los eostueia a olhar por baixo dos olhos,
vende-se pelo baratissimo prego de 28000,^ oalca-1 ^^^ nM, ebpcca regulares, lem dons dentes
mente na toja e armazem do ravo rna da Impe-
ratrix n. 60, de Gama Silva.
Novidade
rara vestidaa.
Cbegaram as destajadas cambalas oa tariauoa-
brancas com lhtrinhas fsendp transparentes-e ven-
dem-se peto naratlsslmo prego de 55000 o corte,
na loja e armtxem do Pavio na raa da Imperatriz rua das Cruzes n. 41; e gratiflearse-b* eom
i. 00 drGaaa Silva. ?00#000 ris, a qoem o fjoaier.
da frente um pouco pobres, e a presa tirada de to-
do, restando s a raz; muito esperto, e costnma
dizer qoe forro. Roga-se a's autoridades poli-
ciaes e capillas de campo que o apprthendam e le-
ven-no, oa cidade do Recite, na rna da Mangueira
o. 6, a' sna senbora D. Mana Luisa de Mello, viu-
va do.Dr, Fernando AtTonso de Mello, oa a' sea fi-'
Ibo Dr. Pedro Affenso de Mello, no sea escriptono

v




I
ILEGlVEL
i


m
Diarlo de Pernmbnco Quinta felra i 9 de nato de 1866.
-
-
I >
TTERATRa.
Loavores Santissima Virgea.
A sanU igreja interprete Bel do Espirito Santo
conhecendo o qaanto til para a salvagao dos
sema victoriosos ao re para dar-lhes a cora da
gloriosa Imtnortaiidade.
E a estrella do mar, e pharol luminoso, que guia
aos navegamos do tempestuoso mar do mondo, ao' gou
porto da salvagao.
E' a loz salvadora dos aflictos coracSes, a doce
A LEGENDA DE FAUST.
Corra o anno de 146! da era christa, a um tal
Joo Faost, que se dizia cidadao de Mogoncia, che-
a Paria e obteve ama audiencli do rei Loii
XI, a quera fax um presante sifolar.
Consista n'ama sobarba biblia m folio,
que
fiis a devogao Santissima Vlrgem Maria, e qoau- esperauga dos desesperados, a saude dos enfermos. Faust aflTrmava ter copiado e escrlpto de sen pro
t eila digna das reverentes horenagens dos yda e dogura nossa diz a santa igreja pela
enastaos, dedicoulbe urna ora no dia, um dia na intercesio de Maria, que os peccadores recobrara
semana, e um mez no anno, apesar das raurmu-
ragoes herticas dos protestantes.
O mez dedicado a Mara, c o mez de maio, moi-
tos lhos seus proslrados aos ps de sua iinagem
sagrada elevam ao co fervorosas snpplicas, e en-
cuera o ar de melodiosos hymnos entoados em sua
Loara.
Para inilammar o amor de Maria nos corages
de seus servos, para com mais fervor solemnisa-
rem as suas festas, que nw animo a fazer um
humilde panegyrico a aquella,que superior a todo
iouvor.
Eu sado a engranada fllha de Syao, cujas vir-
tudes voa louvar, narrar o poder, e pintar as gra-.
fas, sei que s Deus podera' louva-la dignamente,
mas se o temor de nao louva-la dignamente impu-
zessfl silencio aos humanos, as virtudes de Maria
fiarlam em silencio, e o seu culto seria esque-
cido.
Sim Virgem nao vos louvare como devo.-mas
sid" comoposso.
Maria nascida do Jpeccador Ado toda pura e
Immaculada, comegando desde o primeiro momen-
to do seu ser, a mostrar sua santidade sobre todas
crealuras anglicas e humanas.
Predestinada antes dos seculos para ser a Vir-
pera Mi do Filho de Deus foi escolhida para a
rainba do co, senhora dos anjos, e a imperatriz
dos monarchas do universo. Mana nao se ensober-
bece com estas elevadas dignidades, olha como seus
irmaos os homens peccadores, trata-os como seus
Cibos amados, e os serve como seus senbores.
Maria aquella estrella d'alva, que nos sepa-
rou das trevas do peccado, que nos annunciou o
dia de paz e salvagao, e que nos trouze o sol da
instiga.
Mara foi sempre cheia de graga e o archanjo
depois deibe dizer cheia sois de graga, Ihe falla
que ella achou graga perante o Senhor. Como ? se
ella nao perdeu um s momento a graga do Se-
nhor como a poderia acbar V Responde o cardeal
H ages, nao foi para ella que a possuia, mas para
os peccadores, que a perderam. E' assim que Ma-
na consegue o perdo para os peccadores, ella le-
va a todos que a implorara o sen auxilio das tre-
vas do peccado, a luz da graga.
Mana o auxilio dos christos, qoando o fiel que
esta' a suceumbir debaiio do peso das tenfagSes a
implora, ella se apresenta como exercito formida-
vel arranjado em o campo da batalha, ella comba-
te e desarma o iniraigo, que foge a vista do poder
lie Maria, e nao onza mais ferir ao christo, que
por ella protegido.
Maria a arca santa, em que habitou o Filho
de Deus, o mana' escolhido.
Mana a escada mystica de Jacob por onde des-
ecu Deus a' ierra, e sbem os justos para o co.
E' a porta do co por onde passam as gragas,
qce de Deus veem aos homens, e as snpplicas,
que dos homens vao a Deus.
E' urna prudentissima Virgem, que tendo sua
lampada cheia de oleo, tem anda para dar aos
loceos desprevenidos, segundo S. Alfonso Lig.
E' o throno de Salomo, o assento da sabedoria,
a teroa, compassiva e grande rainba, que s trata
paz e perdo como nos pavilhoes do grande Sa-
lomao, esta grande rainba s cuida em nossa sal*
vago ?
O arco-iris para No um signal de paz, e Ma-
ra para o chrislao um signal de salvagao.
O forte Sanso achou na bocea do feroz leq nm
favo de mel, e Deus achou em Maria tirada do pec-
cador Ado um thesouro de gragas e delicias.
Maria a mi da castidad?, o symbolo de pure-
za, o espelbo das virtudes, a soberana das virgen?.
Maria aquelle jardim ameno, que encerra em
si as flores aromticas de todas as virtudes, e que
pela sua suavidade attrahio o sol da justiga, que
com o doce calor da seus raios vivificou, e deu no-
vo explendor e magnificencia a suas virtudes.
Jardim delicioso, em que nao entra tristeza,
aquelles, que se aproximara a Maria'vivera em-
briagados em castas delicias e purissimo amor.
Maria mais, que a bella e prudente Abiigail,
que desarma o Omnipotente, e o congraga com o
hornera, e tambera ella falln ao Senhor que Elle
Ihe disse: Toda sois formosa amiga rainha, em vos
no seacha macula alguma, vera esposa minha<
vera do Lifcano para serdes corada com as caver
as dos leSes, e os montes dos leopardos, estes
Jees e leopardos sao os peccadores, que se tornara
iguaes a estas feras pelos seas crimes, e Maria ha-
bilsima advogada e poderosa protectora deffen-
endosuas causas os transforma em brilhantissima8
estrellas, que formam o diadema que orna a fronte
augusta da Virgem, esta a opiniao do Ricardo de
S Lourengo.
Maria a invicta Judith, que esmagon o poder
do Satanaz, a piedosa Estber, que consegne a vi-
dalita seu povo, a formosa Rachel, que deu ao
mundo o seu Salvador.
a graga espiritual, que a vida da alma, e a moi-
tos ella tem conservado a vida temporal.
Ella allivia com sua misoricoadiaos males que
nos opprimem, e nos enebe de dores" consolagSes.
Mara a delicia do padre, a ternura do fllho, a
amada do parclito e o templo sagrado da trindade
augusta.
Mara o canal por onde correm as gragas para
os desterrados fllhos de Eva, um compendio de
maravilbas, Joia preciosa, tiiesourelra da miseri-
cordia e perdo.
Que afflicto recorren a Maria e della nio rece-
ben soccorro t
Podera ser que algnm nao tenba recebido o soc-
corro implorado, por que esse Ibe seria prejudicial
para a salvagao eterna, mas em lugar desse bene.
ficio nao conseguio um superior, que nao sollicita-
va e que Ibe mais necessario ?
Satanaz podera gabar-se de ter em seu Imperio
nm verdadeiro servo de Maria ? Nao certamente.
L'm verdadeiro servo de Maria nao tem parte
com Satanaz, e nao pode entrar em os carceres in-
fernaes, assim como no co nao tem nm s bem-
aventurado, que-nao Ibe deva a sua cora, mesmo
os do amigo testamento.
O' minha doce mi, vos sois toda belleza e amor,
misericordia e dogara, toda digna de sen amor e
respeito, se ha homens to desgranados, que nao
vos conbecem e tributam o seu amor, nos que te-
mos a clicidade de vos conbecer, queremos vos
amar de todo o corago, e para prova deste amor
faremos com todj o fervor os obsequios, que vos
sao devidos no mez de maio, e para mostrar que
aceitaes o nosso amor, eu vos snpplico dulcissi-
ma Virgem, que nao permitaes que a trra da San-
ta Cruz perca um s grao da sua f, e que seus
Albos substituam o santo sacramento do matrimo-
nio pelo casamento civil, protegei aos brasileiros
para que brilbem em f e virtude como os Santos
da primitiva igreja, attendei as snpplicas desta vos-
sa Ulna, que se glorifica em ser
Urna devota de Mar id.
prio punho cora intengo de ofTerecel a ao rei cris-
tiansimo.
Lulx XI, acceton.o presente, abri o- livro e fi-
con sorprendido da obra de Faust.
Como leria podido este borneen tragar aquelles
caracteres tifo ntidos e uniformes?
Com que peona de ago on de bronze teria elle
formad aquellas maiusculas monumenlaes T
Onde teria encontrado aquella tinta encarnada
Os operarios 4o Faust coaseguiram salvar-se,
fagram de Moguncia, e dispersram-se por todos
os palies da Europa, e por. *-1- --te difandiram
a -naravllhosa Invengio, que lhes rtabam confiado
Faost e seo sogro Schoeffer.
TodosHtes revezas nao debilitaran* a energa do
|eitieeiro. ^
Como o clero era qoem o persegua, Faost de-
clarou guerra ao clero.
Al entao nio tinba posto em circolagao mais
que livros orthodoxos os Donis, os Specuhm', os
Psaltenos, cora gravuras, um Catholtcon em 1460,
e nraa i Nesta occasiao deu a' luz um Irvro profano, o
tratado de Cicero de Offiois, pequeo in folio, em
cajo final apparecta nma ioscripeo que <3izia :
Esta obra de Mareo Tulio Cicero escripia sem
pennas nem tinta, foi concluida felizmente pelos
t^b/_,lha,n!..fe Parecl*mordercom ** discpulos de Joio Faust, cidadao de Moguncia, por
mel de urna arte preclara (ars, per pulchr).
Qoal era esta arte, o que Paust teve coidado
de nao revelar.
o pergaminbo ?
Quiz o rei que o'ettrangelro Ibe explicasse o seu
segredo, mas Faost declarou que ali nao baria ne-
nbum mysterlo, que nao era seoo um caligr.pho Troa m e ,are8 e l|0 Pari acom.
cora mais paciencia que seus collegas, e accresceB- ^ de m mu,her e de Qm m a
ton que era um desgraeado, que se vio obrigado ZUZm ** nm ,i. ..i.,^a. .m,
para sustentar sua familia, a copiar manoscriptos
antigos, que* a' torga de vigilias tinba conseguido
transcrever certo numero de biblias, e que se da-
rla por omito feliz se podesse obter orna autorisa-
co para poder vende-las em Parix.
Encantado o rei com o presente eoncedeu-lhe a
licenga sem calcular as conseqoencias, e Faust de-
positoo em casa de muitos livreiros da cidade todas
as biblas que tenba trasido de Alleraanba.
As biblias alcangaram grande voga, e o mais no-
ta vel foi que medida que se iaoa vendando, se
mnlliplicavam os exemplares.
Apenas urna biblia desappareci da estante do
llvreiro era substituida por ootra receatemente es'
cripta. Effeclivamente era preciso que o copista
tivesse urna actividade espantosa para poder re-
producir com tanta presteza aquelles grossos in
folios.
O negocio marebava a's mil maravilbas; mas
Faust nao tinba contado com os interesses que sua
nova industria ia effender.
Os monges de Parix, aquelles bons riligiosos que
havia seculos dsfructavam o privilegio da venda
dos manuscriptos, inquietavam-se com a formida-
vel concurrencia que lhes fazla um desconbecido,
ignorando-se de onde viera, e que szinbo traba-
lbava mais n'um dia que toda a communidade
a'um anno.
ti POICO DE TIDO.
L-se no Annuario do Archivo Pittoresco, o se
guinte :
De Pernambuco vem-n )s um volme de versos
do Sr. Manoel de Car val bo Paes de Andrade, vol-
me a que o seu autor poz o sympatbico titulo de
Flores fallidas.
O titulo diz ludo. E' urna grinalda de flores que
nos nao deslumhrara pelo esplendor das ptalas,
nem nos loebriam com a viveza das fragrancias
mas que nem por isso deixam de nos agradar, pela
suave tristeza que respiram e pela inspiragao no-
bre e casta que lhes preside.
E' um scismar descuidoso do poeta beira da
crreme, que desusa com montono murmurio ;
talvez o cbo desse mesmo sussurrar, que nos afa-
ga brand*mente o ouvido, sem nos accender o en-
tusiasmo, mas predi-pondo-nos asympathia;
um canto rouxo, dbil, mas (armonioso, que re-
percutindo-se de quebrada em quebrada, nos vem
Irazer um vago perfume da immensa poesa das
serras, das suaves melancolas dos crepsculos, das
feiticeiras tristezas dos ampios borisontes.
Cerram e coroam este volunto (que tem para bra-
sileiros um valor ainda maior do que para nos
por que o producto da sua venda destinado a au-
xiliar a associagao protectora das familias dos vo-
luntarles da patria); cerram, pois, este volume al-
gumis notavels paginas de critica, firmadas pelo
Sr. Tobas Barreto de Menezes.
Indica este escriptor brasileiro, com apurado bom
senso e muita perspicacia critica, as tendencias
sensualistas da moderna litteratura, e louva o Sr.
Paes de Andrade por nao ter cedido influencia
contempornea. Censura e Iouvor sao igualmente
merecidos. Com effeito, a litteratura actual est
mostrando as mais furiosas tendencias para o ma-
terialismo, consequencia talvez de iguaes tenden-
cias qae a philosophia revela. E' no theatro a es-
cola realista a manifestago desta idea, e no estylo
em geral o colorido exagerado que algons escrip-
tores adoptam, a mana de fazerem entrar nos pro-
cessos Iliterarios a maneira da pintura, mana que
foi talvez implanuda pelo Theopbilo Gautier, e de-
pois delle pelos Ernestos Feydeao*, pelos Gustavos
Flauberts e consocios. Agrnpemo-nos todos quan-
tos temos certa venerago pela inspiragio casta,
pelo ideal, eraflm, em torno da bandeira que has-
team esses vollos grandiosos que se chamara Octa-
vio Feuiiiet, Jalio Sandean e mais alguns que an-
da nao sacrifiearam nos altares de Belial.
Louvemos tambera, de accordo com o Sr. Br-
relo de Menezes, esse merecimenlo do poeta das
Flores palhdas, que pode dizer affoitamente, cora o
suave cantor do Amor e malancoha.
Nova Eva, que nos deu a paz, que a primeira
nos roubou, sabia e virtuosa Debbora, que comba-
te pelos seas devotos, atcanga a victoria, e os apre-
FOLHETIW
TRISTEZAS A BEIRA-MAR
POR
M. PINHEIRO CHAGAS
Leia-me a virgem que tarde,
hora em que-baixa o sol,
no jardim passeia e para
escatando o rouxinol.
L
As suas queixas levaran* a universidade a orde-
nar um ioqaerito judicial; todas as biblias forara
sequestradas. Porm quai foi o assombro e a tn-
dignagao dos perseguidores qoando observaram
que todos os exemplares, a' excepgo das iniciaos
pintadas de diversas cores, erara absolutamente
idnticas I
Nao podiam acreditar o que vlam.
Em todas as paginas com o mesmo numero d'a-
qoelles enormes infolios, a forma de eada lettra era
a mesma, o sitio de cada palavra o mesmo, o corte
de cada linba igual.
Se apparecia urna falta de ortbograpbia commel-
tida pelo copista, aquella falta reproduzia-se em
todos os exemplares.
Nao restava a menor duvida; todos aquelles e-
xemplares tinbam sido copiados com urna penna
diablica. Aquellas lettras encarnadas tiobam si-
do tragadas com sangue.
Para se ter atrevido o copista a reprodazir com
semelbante tinta a palavra de Deus, era lndubita-
vel que tinba feito pacto com o diabo.
Joo Faost era feitlceiro.
No seclo 15 oem era preciso tanto para ora ho-
rnera ser queimado vivo.
Um processo se intaurou a Faust, todos os liveiros
que tinbam vendido aquellas biblias foram presos
e metlidos na tortura. Faust foi preso, acensado,
jolgado e condemnado como feitlceiro.
Ja' estava preparada a fogueira, o arebote acceso
e a multidao apinbada na Draga de Greve, para
presencear a execugo, quando ao abrir-se o car-
cere para fazer sair o ru, se vio qoe estava de-
serto.
O feiticeiro tinba fgido.
Como ?
E' o que a chrooica nao pO Je jamis explicar-
nos.
Esta evasao era devida a alguma intriga do pre
so oo a' intervengao de alguna elevado persenagem?
Nao se tem podido saber nada com certeza, mas
as gentes d'quella poca asseguraram qoe era isto
devido a' proteccao do diabo.
Como quer que fosse, Faost, orna vez livra da
priso, julgou que o melbor qoe tinha a fazer, era
voltal o mais depressa possivel a Moguncia, sua
cidade natal. Mas seus infortunios nio tinham a-
cabado; em Moguncia tinha o seu laboratorio, a
officina tenebrosa d'oode baviam sahido a' loz as
novas biblias. Faust empregava urna duzia de
operarios, a quera tinha obrigado debaixo da tefrV
veis juramentos a nao revellar jamis o sfgredo da
sua arte, e qae estavam afiliados como elle na
grande contraria do Inferno, por que em Mognncia,
assim como em Pariz bavia frades -a quem arrm-
nava a nova invengao. *
Amotinado o povo em'27 de ootubro de 1463,
assaltou a casa de Faust, roubou o seo laboratorio,
destroio as retoas e alambiques, as formas e ap-
parelhos para fundir os metaes, aquellas prensas
mgicas qoe escreviam por si sos, o quadros caba-
que, oh I profanago I as lettras do al
phab^pestavam gravadas as avessas.
protecgo de om alto magistrado amigo das lettras*
poode vender secretamente certo nnmero de exem-
plares do livro ciceroniano.
A cbronica conta que esta propaganda impa nao
poda ficar impune, e nSo tardn que apparecesse
ama horrorosa peste que fez 40,000 victimas; sem
qoe se tenba sabido mais de Faost, cuja desap-
parigo repentina se attribuio a justo castigo do
co.
Debaixo d'este poDto de vista edificante appare-
ceram numerosas biograpbias de Faust, e entre ou-
tras, urna legenda escripia por Palma Cayet e tra-
duzida em varias lingaas, na qual se refere que
Faust era filho d'um camponez dos arredores de
Weimar e adoptivo de nm de seos tos, rico pro-
pietario- de Witemberg, que nao tendo lhos, pro-
vea a sua educagao, fazeodo-lhe estodar tbeologia*
facoldade em qae se formn doctor.
Sabendo qoe existia em Cracovia orna escola de
magia celebrada, ali foi estudar, e depois de ter ad-
quirido a sciencia mundana, ebegando a ser pro
fessor de astrologla e mathematicas, sanio orna tar-
de em direego ao bosque Mangaran, e depois de
certas conjuras evocoo o diabo, qae Ihe appareceu
com o nome de Mephistofles a quem vendeu a al-
ma, debaixo de certas condigoes que segundo Pal
ma Cayet constam do contrato authentico, existan-
te anda no seu lempo na abbadia de Wieliczka na
Polonia.
D'esta tegeoda proceden* entre ootras versdes o
drama inglez de Marlowe, o allemo de Goethe,
que tanta celebridade tem adquirido, e a opera do
maestro Gouood.
Dorme em naz, frgil menino
Dorme o somno da innocencia,
Ao som festival de um bymno
Puro, celeste, divino
Por Seraphins entoado;
Qae eu son ten anjo da guarda
Velare! sempre a teu lado.
Tua caudida roupagem
Nao manches na impureza,
Foge do mundo voragera,
Nao le abandone a coragem
Que tu, lilhc meu amado
Ao som festival de um hymno
Por mim, seras embalado I
i No seio da ebristandade
Sers, meu filbo educado,
Despreza a louca valdade
Nao te innocule a maldade
Dentro d'alma fel atroz 1
Segu o trilho da virtude
Do bom Deus escuta a voz !
f Vs um caminho de Dores
Eoutro de espiohos cercado ?
N'aquelle sentem-se dores,
N'aquelle soffrem-se horrores,
N'aquelle trevas s ha ;
Mas n'este cheio de espiohos
E que o HomemDeus est II

Vs o co ? vs as estrellas 1
\i a lua radiante ?
Sao obrasprimasto bellas,
Qoe s pudera faze-las
O supremo Creador ;
Araao pols dentro do peito
Filbiabo do meu amor. >
Depois... eu despertava, e junto ao bergo
Vi-a uma iraagem de encantado brilbo,
Era uma santa que resava o tergo
Uma mi qae velava por sen filho.
E' sabido qne o governo inglez apresentoo na
cmara dos comm nn s nm bil de reforma eieitorai
tendente a' extensa o do direito de votar.
Os impugnadores d'este bil negam absolutamente
que boje baja- motivo plaasivel na Inglaterra para
se proceder a um acto d'esta natorexa.
Mr. Lowe, entre outros, deputado independente,
qae nao nem whig nem lory, sustenta que o cen-
so actual tem tornado o corpo eleitoral accessivel
a todo o cidadso qae deseja conquistar o direito
de votar, com o auxilio de alguma ordem e eco-
noma.
INo estado era que hoje se acha; esse censo, lio
mdico, Ihe parece orna alavanca qae tem contri-
buido para elevar sensivelmente as classes ope-
raras, pondo-Ibes ao alcance o direito de vo-
tar, e exigindo-lbes, para o obterem, um leve es-
No dia seguate, a testemonba vio Mr. Eagle-
ton, e Ibe rostiluio os doze soberanos.
Perganta : E votaase pelos liberaos ?
Mr. Jone : Sim, senhor.
Pergunta: Por dioheiro T
Sim, eabor.
Pergunta : Qaanto recebeste T
lo libras e 10*hillings.
Pergunta : Do qoem T
De Mr. Foulsban*; deu-me 16 libras; po-
rm, dea-Iba 10 sbilliogs pelo trabalbo qoe te-
ve......
Mr. Montn : Eu sou eleitpr de Varmoutn.
Mr. Eagleton pedio-m^que votasse a favor dos
candidatos conservadores Lacn e Goodsnn ; assim
lh'o prometa; de resto, isto combina com as mi-
aras opiniSes polticas. Alguns das depois, Mr-
Eagleton deu-me 10 libras, dizoado-me ao mesmo
lempo : t Notae bem que Isto nada significa, e
que o dinheiro meu. Nao considerei este di-
nbeiro como podendo ser a paga do meu voto, por
qoe em nada influio sobre mim ; terta do mesmo
modo votado pelos candidatos Lacn Hloodson.
Mr. Jame3 Smitb: Recebi dinheiro dos azues
para lhes daro-rneu voto. Nao conbego a pessoa
qae m'o eatregou ; era um estrangeiro.
Quanto recebeste ?
20 libras. Juro que nSo conhego a pessoa
que m'as entregoo.
Mr. William Smiih, sapateiro : Recib 15
libras de Mr. Wilsbak. Votei d'esta vez por La-
coa e Goodsoo. as ultimas eleicSes, tinba eu
votado a favor dos liberaos. Nao sei o motivo por
que me deram estas 15 libras.
Podis jurar Isso que dizeis T
Juro qoe a este respeito nao houve conver-
sado alguma. Mr. Wilsbak disse-me smente :
Trago-vos isto.
- Comprebendeste o sentido d'estas palavras?
Vi-o de relance.
Mr. Edmond Qarke disse qoe recebera tambera
15 libras de Mr. Wilshak para votar a favor dos
conservadores, mas qne deu o seu voto ao partido
contrario.
Que fizesle t
Metti o dinheiro no bolso, e votei a favor dos
liberaos.
Por quanto
raes ?
vendeste o vosso voto aos libe-
A sagrada congregago do Iodix, prohibi as
obras seguintes :
Cdice ecclesiastico sicolo, con note edwillus
'raxionl opera dello Andrea Gallo Palermo, 1847. i Ior5-
t Philosopble rellgeuse Terre el Clel, par Jean j Este esforgo, fcil, mas necessario, Ibe parece
Reynaud, quarta ediego; Paris, 1865. j ao mesmo tempo uma cansa de molhoramento mo-
f Gescbicbte der KircblicbenTrennungzwischem ral para o cidadao e orna garanta para a nagao,
dem Orieot und Occident vou D. O. Bicbler. Muo-! visto que o eleitor s influe nos negocios pblicos
chen. Latine vero : Historia occlesiastici schs ma- depois de h>ver-se mostrado capax at certo ponto
lis inter Orientem el Occldentem, auctore doct A.
Picbler. Volumen secundum. Russiaca bellenica et
reliquia? orientales ecclesioe com parte dogmtica*
Mooacbi, 1865.
t II Filomaria, ossia una vita romntica persag-
gio da un nuovo ganen di romanzi, vol, 1 Bertino-
ro, 1863.
f Publica coofessione d'un prigionieri dell lo-
quisizione romana, ed origine.dei mali della Cbiesa
cattollca. Tormo 1865. Decr. S. Off Feria IV die
20 decembris.
c Aoctor operis cui tituius. Della Constituzione
civile del clero dell'incameramento dei beni ec-
clesiastici, discorso di Francesco Dini: probib Decr.
die 8 octobris 1861, laodabillter se sobjeeit et opas
reprobavit.
t Auctor operis coi tituius : catecbismo poltico
ad oso delle classi, inferior! dad can D. Mariano
Maresea probib Dec. die 19 decembris 1861. Lao-
dabilter se sobjeeit et opas reprobavit.
t Miscelnea philosophica, Eosaio .sobre a re-
forma catbolica obras postamas de Bordas-Do-
moulin.
t Sciencia do espirito >, de Fluet.
t Problema da vida de Legrand.
Aponlamentos histricos obre o poder tempo-
ral dos "papas e a questo romana stndada a nova
loz ( em italiano ), de Tarcotli.
Problema da tbeologia chrlst (em italiano),
do deputado Maresea.
VIII
O forte da Erceira/* um a-estes recintos for-
tificados, quoMj-ftg teram sido construidos de
proposito para^jeni um commando qualquer aos
captesjjv"j|jd0g e ama capoeira betlicosa a al*
U?*spacificas gallinhas, guarnigao nica de
'que desde a sua fuodagSo o dito forte se pode van-
gloriar.
Perder na noote dos tempos a fundacao desie
castalio; caplto Raivoso attribue-a ao conde de
Lippe; o boticario ao rei Gregorio, com cuja Alba
Calypso estove para casar Ulyssos, segando o in-
suspeito testemnaho de fre Bernardo de Brlte, frei
Claudio da Conceigo e outros historiadores to
virtuosos qu o barrigudos, tao barrigudos qaanto
verdicos.
O administrador, amigo de conciliar todas as di
vergencias, partidario acrrimo do juslemiheu
alo optou nem polo conde de Lippe nem pelo rei
Gregorio. Adoptoo o meio termo o votou om el-re'
D. Manoel.
Esta loavavel ioieogo icndea-lbe, corno cos-
1 =
turne, o ser descompoeto pelas doas parles. O bo-
ticario cbamou-lhe tyranno, o capitao Raivoso fer-
rou-lbe a mais tremenda estopada de que ha noti-
cia na Ericeira desde o re Gregorio al actaali-!
dade. s------
Depois de ter expostos^go letor as tres autori-
sadas opiatdes de pesjou to competentes, retir-
me com modestia,- deixo-lhe plena libordado de \
optar por quaMbe parecer mais plaasivel oa de'
to opt-j-'por nenbuma d'ellas. O qoe eu Ihe af-
flrmof qoe o pobre forte, nos tempos actuaos.com
as suas muralbas arruinadas, as suas settelras,
onde cresce a re va, a sua pega nica jaxendo'
para um canto, o seu capito commandante, o
seu veterano coxo o as suas gallinhas defensoras
apresenta am aspecto melanclico, a que di
maior realce o panorama que se divisa da plata-
forma.
Esse panorama o mar, sempre o mar, o mar
solitario, immenso; alm as escadarlas naturaes
dos fraguados, aqu aos ps do forte as doas praias
de banhos o a praia do desembarque. Para esta
ultima desce-se por amas oseadas. D'alll partera
os botes dos pescadores para as suas sombridas
perigrinages.
Uma especie de easeada pequenlssima, formada
por doas roebedos, qae avangam om pouco mais
pelo Ocano dentro, o onde as ondas quebrara a
furia, oflerece um abrigo sereno, mas demasiada-
mente limitado, aos barcos acossados pela tempes-
tado.
O forte domina sereno o triste este panorama.
O escrlptor anglo-americano Prescott, deixoo,
quaodo morreo, & sua familia, 23,000 duros de
renda.
O capital que produz este rendlmento, o reuni
em poneos annos escrevendo.
Lord Macauiay, coja morte tem sido sentida pe-
los amadores das lettras, legn a sua irp lady
Trevyiian, 80,000 libras esterlinas : a melade d'es-
tVsomma, a tinha ganho com a pena o celebre his-
toriador.
S pela primeara parte da sua Historia de Injla-
.erra Ihe pagramos editores-15,000 libras ester- con e Mr. Goodson.
de gerir os seus proprios negocios
Mais de ama quinta dos suffragios nos burgos
pertence ja' as classes operaras; justo, pergon
ta Mr. Lowe, que estes operarios eleitores, que
adquiriram esta distinego com o seu trabalbo, se-
jam boje confundidos com aquelles qae nao sou-
beram mostrarse nem to laboriosos nem to mo-
rigerados ?
Finalmente, diz Mr. Lowe, (e foi sobretodo esta
parte da sua argumeotagao que suscitou contra s
tamanba procella) so indagardes em que fraegio
do corpo eleitoral se encontrara os mais lamentae
veis exemptos de venalidade, de ignorancia, de
embriaguez e de violencia, se fordes em busca da
eleitores Incapazes de reflexo e obrando s cegas.
em qne parte do corpo eleitoral Atareis a vista, n-
parte elevada oo baixa dos nossos collegios eleito,
raes? (Ihe top orlhe boltom of constituencus ?)
A resposta facillma ; es eleitores mais pobre*
teem orna tendencia natural a mercadejarem com
o sea voto, assim como os menos instruidos sao
aquelles que obram com menos discernimento.
D se uma circunstancia que imprime a esta
parte da argumeotagao de Mr. Lowe o cunti da
actualidade, e da qual soube tirar partido o hbil
representante do burgo de Calne.
Esto n'este momento tuocciooaodo, por ordem
da cmara dos comamos, varias commisses de
ioqaerito, eacarregadas de examinar um certo nu-
mero de eleigdes contestadas, e a corrapgo inge-
uoa, exposta assim aos elhos do poblieo, passa
alm da expectativa.
Eis aqol, para exemplo, alguns depoimentos
qne transcrevemos da sesso de 21 de margo da
commisso da Inquerito sobre a eleigao de Great-
Yarraooth:
Recebi 10 libras de um desconheeido.
Achaes decoroso acceittr 15 libras de um
partido a 10 do ontro ?
Oh I senhor, acceitei o dinheiro, mas eu voto
sempre a favor dos liberaes.
Mr. Roben Nobbs declara no seo depoimonto
qoe recebera a principio 15 libra de William
Blytb, e que prometiera votar a favor des conser-
vadores.
Era seguida receben mais 15 milhas de am des-
conheeido, e votou pelos liberaes.
Declarou que ao todo metiera no bolso 30 li-
bras.......
- E', portanto, n'este terreno qne vai debater-se,
no parlamento inglez, a qaesto da reforma elei-
toral.
Ao governo, qae tem, para sustentar a sna cau-
sa, oradores laes como Gladstone e Brigbf, nao bao
de faltar, sem duvida, argumentos elevados a no-
bres em favor do bil de reforma.
Uma das cousas mais cariosas da exposigSo uni-
versal de Paris, no prximo anno, ser orna plan-
ta de New-York, do comprimento de 25 ps sobre
8 de largara, comprebendendo nao smente as
roas, pragas, etc., mas tambem as casas designa-
das minuciosamente, com o numero e o nome dos
inquiiiaos qae habitara cada orna dolas.
Cada casa ser representada com a sna arebitec-
tora e colorido particular ; de sorte que cada um
podera recoobecer o seu d )micilio como se o ti-
vesse diante de si.
Foi reservado om espago de 40 ps a este pri-
mor da arte typographca, que nao podera deixar
de altrahir a attengo do poblieo.
O Cosmos, jornal scieotifico, diz o seguate, re-
lativamente quantidade de sal qoe se contera nos
diversos mares:
As aguas do Mediterrneo contm 3,7 por cento
de sal, o Atlntico, 3 por cento, em algurnas para-
gens, 3,6 ; ao norte de Cattegat, o sal representa
1,8 a 2 por cento ; a agua mais salgada do Bltico
nio contm mais de 1,7 por cento de sal.
E' a este motivo qae se attriboe a ausencia de
bancos de ostras no mar Bltico.
t Mr. Jones, dentista em Yarmont, declara co-
nbecer Mr. Eagleton.
Na vespera das eleigoes, Mr. Eagleton fl vis!-
talo, e pedir-lhe que votasse por sir Edmond La-
.inas.
E' do Sr. C. A. Machado :
n'um lbum.
Outr'ora nos meus sonhos de crianga
Vi-a nm anjo sorrindo junto mim
Mostrar-me o co azoltodo boaanca :
Depois cantava, e era o cauto assim,
ezes sinistro, sempre melanclico. As suas
redes, vlrgens de balas o sangue. esto hmidas
lagrimas qae all vao derramar as pobres om-
itieres dos pescadores, que esperara em vo a volta
do barco onde iam o esposo e o filho, que atorre-
ram talvez n'essa noute, em quanto ellas raxavam
diante da iraagem da Virgem o aeceadiam a lam-
pada do oratorio.
K elles soltaran* talvez na immensidade o sen
grito do agona sem que nm cbo Ih'or epetisse,
sem que uma tremola mi Ibes apettasse as mios
ioteiricalas n'essa hora tapftuM I
Declinava uma tarde de dezembro. O da esti-
vera carregado; as nuvens, cerradas ao cu, mal
deixavam do ves om quando nma aborta, por onde
so coa va um timido ralo do sol de invern, que
alegra va n'um -relance as fachadas brancas das
casas da Ericeira. O vento soprava rijo e agreste
das bandas do mar, e ameagava chova. As ondas
davam j ons vagos indicios de inquietagio; a non-
promeitia ser tempestuosa.
O forte cooservava, no meio d'esses sloistros
agouros, a sna ioalteravel tranquillidade, o pareci
olhar com desdem para as ondas verde-negras da
pequea ensoada, qae arreb&avam no rochado,
arrojando ao ar as anas nuvens do espuma o os
seos clamores de desespero.
O caplto Raivoso passeiava, encostado ua
bengala do veterano, na plataforma da cidadella
que tinha a honra do commaudar (esta phrase
d'elle). A orga da goarnlgio recolhiase a quar-
tels, capitaneada pelo gallo, forrageando dorante a
marcha algom talo de couve que Ibe ficava a geito.
A pega abandonada jazla muda no seu canto. O
caplto passeiava ufano da sua Importancia.
"A vanguarda dos visitantes habltuaes assomava
porta o dirigia-se para o canho, seo pouso eos-
turnado. Essa vanguarda compnnba-se de algnns
velbos martimos, que vinbam pausadamente e de
cachimbo na bocea para conversaren* sobre cousas
do mar. Cada um d'elles, passando por diante do
capitao, rava rspeitosamente o seu barrete o
murmurava, on:
Salvo-o Deus, Sr. govtrno (governador.)
Boas tardes nos d Deus.
O capitao Raivoso corresponda com dignidade
a todos os camprlmenlos e os velbotes iam sentar-
se irreverentemente' no bojo fri da pega de artl-
Profanagio ara esta a qae ja' o caplto Raivoso
estava habituado, mas que nio poda, ainda assim,
contemplar sem despeito. Como nao bavia um s
daquelles pobres homens a quem elle nao devesse
favores, o bom veterano devorava em silencio a
affront feita sua artilharia, e contentava-se em
resmungar, passeiando de um lado para outro,
ameagas terrlvels contra os pacficos martimos,
que mandara fazilar, dizia elle, so nio pensasse
que tinham todos mulberes o fllhos, em quanto
que elle nio tinba... nem espingardas nem pl-
vora.
Comtudo, nesse dia o capitao Raivoso, consclo
da sua importancia militar n'uma pocha revolta,
' como a qoe la correado, aproxlmoa-se dos velo-
Ao mesmo tempo eollocoa doze soberanos em
ima do rebordo da cbamin, dizendo:
c
Ficaes salando que nao vo-los don.
A testemunha respoodeu.
Se eu nio votar por vos, restituir-ro-los-hel.
Mr. Eagleton sabio depois d'isto, tapando a boc-
ea com um tengo, como se os dantas Ihe doas-
sem.
tes e disse-lhes eom um certo modo semi-ironico :
Regalem-so, regalem-se, meus amigos, que
se nao hio de regalar por multo tempo 1 Esse ca-
nho de calibre 36 (o calibre diise-o elle ao acaso
com o fim piadoso de produzir effeito) nao havia
de estar sempre abi a servir de canap a paisanos i
Ah I ah I aflnal bavia de se por cobro nlsto I
Entio que mal laxemos nos, Sr. governo ?
acudi um dos pescadores. A gente, como diz o
outro, esta' costumada a vir sentarse para aqoi, e
nossos pais tambem ja' o estavam. Ca' a nos, que
somos velbos o nio embarcamos, di-nos assim ale-
gra ouvir aqoi de porto asta cantona das ondas,
com que lomos embalados. Que o mar nao sel que
feitigos tem o maldito, mas certo que qaanto
mais mal no faz, mais nos gostamos delle.
Pols, sim, sim, resmoneou o capitao, mas a
pega ba de ser necessaria.
E para que ha de ser necessaria a pega, Sr.
governo T tornou outro pescador. A pobresinha
nanea den fogo na sna vida I
Uma vez a primeira, responden gravemen-
te o capitao; saibam vocemecs qoe ja' recebi
aviso do ministerio da guerra para preparar aloja-
menios para nma guarnigao de quindenios homens
(o bom do capitao menta desaforadamente ; qnl-
nbentos bomens amontoados ons em cima dos on"
tros nio cabiam no forte.) Em tempos de guerra,
meus amigainhos, nio pode assim ficar desarma-
da nma fortaleza qoe domina o littoral.
Qae domina o qoe T acudi assombrado um
dos velbos.
Os joroaes italianos fallara de preparativos mili-
tares que se estao fazendo com grande actividade
as provincias italianas da Austria.
Us caminhos de ferro esli transportando mate-
riaes de guerra; trocam-se amiudadas communi-
cagoes entre Vienna o as pragas do quadrilatero ;
visitam-se diariamente as fortalezas, e os alfalates
militares trabalbam da e noote; todo, finalmente,
d indicios de om prximo rompimento de hostili-
dades.
Isto dizem os peridicos italianos, sem comtudo
qoerermos assumir a respoosabilidade destas as-
serges.
Atriboe-se nos circuios polticos da Italia som-
ata Importancia s 'requemes entrevistas do prin-
cipe Nasoleao com o rei Vctor Emmanoel.


I


Dizem de Jerosalem qne foram concedidas ao
clero grego as galeras superiores da copla do
santo sepolchro.
i
V
O litoral, repeli o veterano.
Nao conbego, tornou o qoe pergootara, de-
pois da reflectir maduramente no caso.
Isso pelos modos ha de ser sujeiio qae vem
com a guarnigao, auibou outro mais esperto, aju-
dando benvolamente a traca Intelligencia do seo.
vUMbo.
Pois, Sr. governo, acndio assomado este ulti-
mo, s* o tai Sr. littorai nos vem tirar do nosso pou-
so, ha de haver abi mosquitos por cordas I Somos
muito capazos do fazermos como es do Porto o de
darmos cabo desse littorai I
Mas, moas amigos, tornou o capitao Raivoso,
atarantado com estes symptomas revolucionarios,
o litoral como qoem diz as praias do mar.
Seja elle o diabo que o leve 1 acndio o pes-
ados. Ja' todo vermelbo tirando o cachimbo da
bocea. A poca nao se vai d'aqui I
Nio se zaoguem voces, homens, tornou o
capitao, t*lvez ludo se possa arranjar. Sun, porque
para dtermos a verdade...
*R*Tvoso ia metter os ps polas mios,quando ama
diversao o veio favorecer a proposito. Um novo
grupo, composto de deas senhoras o nm homem,
appareceu i porta do forte.
Era Jorge, acompanhando as doas notas de Bar*
tbolomou Soares.
(Confiauar-S-Aa.)
PKRNAMBUCO.-.#tP; DS M- F-lHt 14 FlUKl

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}
Jl-


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