Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10965


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Full Text
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/ AMO XLII, HUMERO 109
Per qaartel pag dentrt dos 10 dias do 1.' mez.....
dem deptis des i.0' lo dias do comeco e dentro do qaartel
Porte ao corrtio pr tres mezes '..........
ENGARREGADOS DA SBSCRIPQAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alex?odrlno de Lima;
Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva ; Aracaty, o
Sr. A. datemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquira Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alago: s, o Sr. Clandino Falco Dias; Babia, o
8r. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
*m'
SOBADO 12 DE MAIO DE 1866
i
Por aaio pago dei^de lo dias do 1. me*. ...... 4a,w
Porte ao crrelo por,, tili......--------; ,; ; *JgJJ
:.
Serinhiem, Rio Pormoso.Tamandar, una, Bar-
reiros, Agua Preta Pimentelras, as quintas
Reirs.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Eseada e estafes da Tfa frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarassti e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanbons, Buique, S. Bento, Boro
Conselbo. Aguas Bellas e Tacarat, as tercasjiribunal do commercio: segundas e quintes.
..,.,". ,. ,. "_., fc [Relaclo: tercas e sbados s 10 horas.
Pao d Albo, Nazarelb, Limoeiro, Brejo, Pesque rap*j,. JL.. 4ft u
Ingazeira, Flores, Villa Belh, Cabrob, Boa Vis- ?f! qom,a8 as ,0 horas-
ta, Ouricury, Salgueiio eEx, as quartasJu,z0 d0 commercio: segundas as i 1 horas.
eiras- 'Dito de orphaos: tercas e wxtas s 10 horas.
?arado civel: tercas t sextas aomeio
Primeira
dia.
Segunda vara do eivaj
hora da tarde.
quartas sabbadea a i
EPHEMER1DES DO MEZ DE MAIO.
7 Qnarto ming..as 7 b, 22 m. e 34 s. da t.
\4 La nova aos 38-m. e 58 s. da t.
21 Qnarto creso, as 7 h., 38 m. e 46 s. da m.
29 La eheia as 10 h 52>m. e 25 s. da m.
DIAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. Estanislao b. ra.: S. Flavia m
o. Terca. S. Heladio b. -.
9. Qoarta. Ss. Gregorio Nazianzeno douf: da etr
111 rlnmra -T- Irnnn^A j, o.._i___ *. &
PARTIDA DOS VAPORKs\pSTEIROf.
Para> sn] at Alagoas a 14 e OgMra o non*
at a Graua a 7 e 22.da cada mex; fura Fernaa-
10. Quinta & Ascenso da Senbnr. S. Blanda m. do nos dias *< motes de Janeiro, uarfo, acu
INTERIOR.
IIO IK JI\EIBO
29 de abril.
Hontern nio bonve sesso no senado por falta de
numero legal.
A despeza creada pelo | 8, para fazer face a
servigos nao previstos ao tempo da organisagao da
proposta, e boje de necessidade manifesta,
i Sala das commisoes, abril de 1866. E, de
i Andrade Pinto Leilao da Cunha, T. Franco de
Almeida, cora restriegues.
=S
ii' e?^S*oF,,DI0' Anas'acro e Sereno mm.
ii. Sabbado. S. Joanoa princeza v.; S. Nereo m.
13. Domingo. S. Pedro Regalado f.; S. Glleeria m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 54 m. da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manba.

julho, setembro., novembro.
3SGNA-SE
no Recife, na livraria praca da Independera
ns. 8, dos proprietarios kanoel Figueiroa de Farit
& Filbo.
Hoje, poucos minutos depois de levantada a ses-
j sao da cmara dos deputados, all ebegoo o Sr.
Hontem nao hoove sesso na casara os depu- c?pl,ao,FraDclseo Sabino Preitas dos Res, secreta-
lados por falla de numero iatti i ""r"111' da nosWlnlsso extraordinaria no Rio
------ ii iiiuu, i da Prata, trazend ao Sr. ministro dos negocios
foi aposentado o bacbarel Raymundo Ferreira estrangeiros as importantes noticias n'aqnelle mes-
de Aran jo Lima, no logar de chefef de seceo da mo instante chegadas pelo Recife.
secretaria de estado dos negocios da justiga com : O Sr. presidente tocou a campainha, reunindo-
os vencimentos correspondentes ao lempo de ser- ise inmediatamente os Srs. depotados que anda
vico que tiver prestado, na forma do art. 15 do D, se l'nbam retirado,
decreto n. 2,350 de 5 de fevereiro de 1859. I Levantou-se ento o Sr. conselbeiro Saraiva fot
Foi reformado Jos du O' de Almeida, capitao. n,stro dos negocios estranpelros), possuido de
addido ao 1 batalhao de rtierva 4a guarda nado- grande commocao, e proferio estas palavras :
nal da provincia do Para, no posto de major. Sr. presidente, por um offlcial que oSr. con-
Concedeu-se a Pedro Tertuliano da Cunha, ca-! selheiro Octaviano enviou ao governo com as no-
pitao reformado da guarda nacional da provincia < "cias d0 'beatro da guerra, consta-me que no dia
de Pernambnco, melhoramenta de reforma no pos-
to de major.
Foi designado o estado maior do commando su-
perior da guarda nacional da capital da provincia
do Maranhao para a elle ser aggregado o capitao
quartel-mestre da guarda nacional do municipio i r0
de S. Bento da mesma provincia, Joaouim Leandro
itibeiro.
Foram nomeados :
O amanuense da secretaria de esudo dos nego-
cios da justiga Thomaz Gomes dos Santos Jnior,
z ofBcial da mesma secretaria de estado.
O tenente-coronel Antonio Jos de Carvalho Pi-
Tes Lima, coronel commandante superior da guar-
e
16 de abril o general Ozono, desenvolvendo a co-
Cpia.-Exm. Sr. general D. Bartholomeu Mi-
nbeiros e provam mais nma vez a lealdade com <
que nos fazem justiga aquellos aous chefes das re- tre.
publicas nossas alliadas. Meu estimado amigo e general.
Os paraguayos se retiravam para sen campo! O Sr. marechal Ozorio, destingoio-se com as
fortificado. Mas este acampamento fleava doml- forcas brasileiras combatendo como hroes,
nado pelos fogos de nossa esquadra, que ja' tinhaj Hoje tomaram ao Inimigo duas pecas e urna
econhecer o canal mysterioso do Itapir bandeira. Ja estamos reunidos cem todas as for-
de'l866artel ener"* PMS0 da Patria' 16 de abril
Auxiliados por aquelles fogos, os
eacavara Humayta.
:em do Paran eflectuou-se tora toda
e e ordero, pelas providencias acerta-
vlce-almirante e pelo zelo do chefe Al-
vim, incumbido de presidir e.dirlgir aquella opera-
Cao. A commissao de engenheiros dividio-se pe-
general
al Ozorio
Presado amigo.
ntlJt 'niA^dK lerrltorl P"gaayoja' esta' rea-
lisada, jaooo homens braslleiros, s ordens do
mareehal Ozono, foram os primelros a quem con-
hVeofn, e ^R^fSZSZ^^^
meu para combinar o ataque j nho no territorio inimigo. em face de todo o ?x^ L
mtI felicHacSes pelo r.umpbo das ar- SoTEThSB .TXtTSn,,
^tt^yn e al=rtUDS-"ve- t,odo os PrePara'vos ra o emoarqS\Zl
i !. corpo argentino. Hoje poderao vir crtos, comecand'-- ""> ........"<-
que seja possivel mandar-se durante o noute e ficando
terral Da vara
exer-
guarnicSes, um piquete de cavallana um contin-1 \m,\mm Flores.
gente do batalbao de engenheiros com varios offl- Campo, l?de abril de 1886.-
ciaes de commissSes e o sen chefe o tenentecoro- O melhor desembarqae em frente
l Larvalbo. campo, com quaoto
manba.
A essa hora o general em ebefe qne, tinha;
marchado para o passo desde o toque de alvorada,
a este ordenon a marcha da torca brasileira, que sahio
r"Uiej*.^? puco V^i0' c.om ?ffeit0 d0 Psl0> dingndo-se
K,?110 "c'erlsa, avanCando com uro pu- dia 16 o rio Paraguay, em quanto outws exDedi-
phado |de nossos soldados, em numero muito limi- coes ameacavam P&. ** Ku
tado, passou para o lado opposto do rio.
Os transportes que levavam esta, forcas e as sa ; o'w* est"T^SS^Vdi to ou te de toZiffiBkSEStlZl 22TE
Muitas Vozes :Viva o valenle general Ozo-
Coes ameacavam o Passo da Patria.
Chegados a' costa immiga e no terreno previa-1
mente escotbido, saltou prlmeiro o general Ozorio i
O Sr. Saraiva :Feilo o
* forca brasileira, nica que estava
atacada pelos Paraguayos, que se apresentaram
em guerrilbas; ma o general e seus bravos com-
panheiros de armas os flzeram retirar, emquanto
se effeciuava a passagem de parte do exercito em
numero de 10,000 homens.
Nesse
Flores. *
O'general era chefe do eiercito oriental.
Itapir, 18 de abril de 1866.
Ao Mm. e Exm. Sr. brigadeiro-general D.
arvorado na fortaleza e que mais de oito vezas
cahira da haste arrancada pelas balas da esquadra
brasileira.
O nosso amigo Miguel Martnez voltou a to-
mar o commando da sua brigada. Nao esta' com
ludo bora das suas feridas: nao quiz porm delxar
seus companheiros quaado estes partem em busca
do combate e da victoria.
O general Flores, que esta' com o general
Pawero unido ao general Osorio, escreve o se-
grate :
O Sr. marecbal Osorio distinguise com as
forgas brasileiras, combatendo como beres.
Hoje se lomaran ao inimigo dous canbees e
urna bandeira.
. J estamos reunidos com todas as forcas.
Receba as minbas Ielicitac5es pelo iriumpuo
das armas adiadas.
t /tainas de Itapir,
Abril 18.
Hoje pela manhaa as forcas alliadas avanza-
ran) al Itapir, tomando posicao nestas ruinas e
eslenderam se em direccao ao "norte da fortaleza,
arvorando celia as bandeiras das tres nac,5es al-
da naciona. dos mm^TWtimiiYu. da *>r w\W(M?S I LfE 2!222i JH2. os I *S^^^.^^^^SS
ryass, da provincia do Maranhao. j ram repellidos, deixando no campo cerca de 500
no
O capilao Jos Maria Alves de Oliveira, tenente-' roortf e muitos feridos, tomando-se-lhes duas pa-
coronel commandante do batalhao de infantaria n.! 5a5 de campanha e duas bandeiras.
10 do servico activo da guarda nacional da prc- No dia 6 nao Pde Passar o resto do exercito
vincia do Maranhao. por causa de um borrivel temporal, conservando-
Fez-se merc a Ernesto Emiliano de Gouvea'se Pr ,aDt0 a '*? brasileira que estava do ou-
Monteiro, da serventa Vitalia dos offlcios da 3o ,ro lado sera receber mais auxilio.
No dia 17 o general
tabellio do publico judicial e notas e escrivo do
civel e crlme do termo da capital da provincia da
Parahyba.
Por yertarias de 28 do correte foram nomea-
dos :
O praticante da secretaria de estado dos nego-
cios da jusiica bacbarel Cesar Ociaviano de Olivei-
ra, amanuense da mesma secretaria de estado.
Obacharel Francisco Julio da Veiga, pralicanle
da mesma secretarla de estado.
30
Por decreto n. 3,630 de 27 de corrente foi decla-
rado extracto um dos lugares de ajudanle de sfe-
reoroetra da alfandega da Babia.
Por decretos de o e de 27 do corrente foram
Horneados :
O segundo escripturario da thesouraria de fazen-
da da provincia de S. Paulo Jos Francisco de
Camargo Alvarenga para o lugar de primeiro es-
cripturario da mesma tbesouraria, e o terceiro Cy-
riaco Antonio dos Santos Silva, para o de segundo.
O bacbarel Luiz Joaquim de Magalbes Castro,
para o logar de offlcial da secretaria da tbesou-
raria da mesma provincia ;
O ajudante do stereomelra da alfandega da Ba-
ha Alexandre Hippolito Perret, para primeiro con-
ferente da mesma alfandega ;
O quarlo escriplurario do thesouro nacional Car-
los Hippolyto Ewerton de Almeida, para ierceiro
escripturarii do roesmo ibesouro.
Por portaras de 27 e de 28 do corrente foram
nomeados :
Augusto Ludgero Fernandes da Costa, para ter-
ceiro escripturario da alfandega da Uruguayana'.
.Os praticanies do thesouro nacional Joo Au-
gusto de Souza e Silva, Henrique Joaquim de Al-
meida e Joaquim de Freltas e Vasconcelos, para
quartos escripturanos do mesmo ihesouro;
O praticante da recebedona do Rio de Janeiro
Marcolino Rodrigues da Costa Jnior, para tercei-
ro escripturario da tbesouraria de fazenda da pro-
vincia de S. Paulo.
- Io. de maio.
A cmara dos deputados ap3rovou hontem suc-
cessivaraenle sem dbale as redacoes dos projecios
concedendo peosoes a D. Francisca Thomazia de
Andrade Maia e ao cabo de esquadra Joao Baptista
iuartios, e mandando matricular as faculdades do
Imperio varios exudantes.
Approvou depois em urna s discusso, tambem
successivamenie, os projectos concedendo ptnsoes
aos soldados Ignacio Alves de Carvallio, Antonio
Raymundo das Cbagas e Francisco Manoel Joaquim
da Conceirao, e s viuvas e Alnas do capitao Anto-
nio Fernandes Borges e do 1 tenente da armada
Henrique Francisco Martins.
Occupeu-se em seguida c:m a continacao da
discusso nica do projecto com o substitutivo so-
bre a concessao da etape aos offlelaes da armada,
igual a' que foi conoedida aos do exercito. Depois
de algumas observaedes dos Srs. de Lamare, J. Ma-
dureira, e Alvim, cou a discusso adiada pela
bora.
Tratou em ultimo lugar da 2* discusso da pro-
posta do governo para a lei do orcamento d anuo
linanceiro de 1866 a 1867, na parte relativa ao mi-
nisterio dos negocios estrangeiros. Oraram os Srs.
Jos Bonifacio e Barros Pimentel, ficando a discus-
so adiada pela bora.
Foram apresentadas as segulntes emendas :
Ao 1'. accresente-se-supprimido o augmen-
to de 10 / ao director da 3" serco. Em vez de
137:945-diga137:445^000.
f Ao 5 2." acerescente-se :sendo 30:0003 para
um enviado extraordinario e ministro plenipoten-
ciario em misso especial na repblica Argentina,
V.OOOS para um secretario na legaco junto mes-
ma repblica, 3:4833334 para tres vice-consules
em Venezuela e Nova Grande, e nio comprehendi-
dos 28:0003 para urna legaco no Mxico.
Em vezde500:8733diga-se-471:3583333
t Ao 3. em vez de-14:9333333-dgase
13:3333333.
8." commissio de demarcado de limilgs en-
tre o imperio e as repblicas Argentinas e do Pa-
raguay, e da liquidaco das reclamecoes brasilei-
ras contra esta ultima repblica, 65:0003000.
Ao art. 4." em vez de 848:7533332z=diga-se
882:1363666.
A commissao motivara' succesivamen'e as e-
mendas, reservando mais ampio desenvolvimento
para a discusso, se forem impugnadas.
f A dfmiouico de 5003 na verba do 1. pro-
vm de ja' Bao fazer parte da reparlicao o director
da 3.' seceo, a quem competa, na forma da lei, a
gratificaba j addlcional de 10 % dos seus venci-
mentos.
A redueco da verba do 2. resulta de nao
se consignar fundos para urna legaco (anda por
criar) no Mxico. As dilllculdades finauceiras
com que luamos por effeito da guerra contra o
Paraguay, exigindo a mais severa economa, acen-
selho qua nao se cree essa legaco. Um cnsul
defender' all nossos interesses. E nao mais
importante a redueco, atienta a despeza com a
misso espacial e extraordinaria na repblica kr*
gentina, determinada pelos gastos de representacio
e circumstancias peculiarias da misso; e tambem
por ter sido nomeado um secretario para a lega-
co na dita repblica, quando ao lempo em qua foi
apreseutad a pnaosu era esse cargo servido por
um addido de l.'xlasse.
A diminuido na verba do % 3. procede de
haver actualmente em disponibilldade menos dous
secretarios de legaco do que ao tempo da apre>
seoiaco da proposu.
desembarque da expedisao, mas a'
esquerda al eutesfar com a primeira das Tres! fu"
Boceas, por donde penetrou sobrado orn Para.! n
guay, emquanto o primeiro" corw do exercito a'a eneraJ em, ^e,e, palS00 *"* ?*.,*-
do do vapor brasiieire Ltndoya, sendo abi recebi-
do pelos generaes Osorio, Flores e Paunero.
O general Ozorie entregou-lbe pessoalmente a
cumprlmento das sposicSe adoptadas, *3XEXZB'^%Z7Z2!l2!^\1u* do lorioso
t A pequea distancia da costa havia u
nbado que difflcultava a marcha do exercito, D
vez toase conveniente ir escolher outro ponto; mas | rilorio rimigo s ordens do Exm. Sr. general Ozo-! vivo tiroteio cerca de meia u Illa! VL.? Escr8T0 estes aP<>niamentos pisando trra pa-
o inimigo que ja traba comprebendido a operacio, no, cerca de mela legua cima das Tres Boceas ra das Tres ^^oMmt^^STt^SSZ rauaya. e o lugar onde existi a fortaleza do I ta-
carregava com bastante cavallana contra o gene no sio Paraguay ; chegando ao dito ponto s cinco JAJ^wff?Ettf^TS*+2!l"Z \ Plr. As balas, bombas e granadas da esquadra
tiroteio affastava.se com mulla rapX em d->ec Sabinas *"*'* ** """ redlram- ^
forcas s mmhas or- cao a' Itapir, por traz do momo me .m men,.e.a -ra,Das' ,
corpo do exercito margem do r o Paran' nSuSo tres vaioret' iN,k re8,a mais do qae Dm pedac de Darede
argenl.n- e de tuna d.viso de infaulara do exer- brasilelros avanCando tambem por esta melma SS 'ha para aTe'?>s alra? da des,ru,da or"
a,. ffli, hnr, ,a C08,a' subiam lamb'm a' ItaSr, fazendo ?m vi- S"" em 0ma ^^^ m a0 Se V d lad d0
Tanto pela hora adtantada, quaoto por outras vo fogo de bala e metralha do outro '
reconhecimento.foirn^
stava do outro lado, | desembarcavam. ", Em cumprlmento da* disposicSes adoptadas, SoVS38 e?m S+SmUSt ?>? Hff l T" COmba,e qne sas"
i um ba- marche! em direccao ao mesmo ponto em que de- que lado o attacaria esta segunda^ffin tea,0U 5*,"Sli* de D0B,em com uma forva Para"
ito, e tal- sembareara a primeira eipedico invasora do ter- perto das 11 horas d manta. Mrt^M nm gnay de 3,50 honMB? das lres armas-
paraguayos galhardamente em fortes guerrilhas. I ordenei o daiembarque das
Ao ruido da fusilara, os nossos atiradores ar-' deas que se compunham do *.?
rojaram-se-com intrepidez ao banhado, passaram-
n'o com agua pelos peitos e foram entreter o ini-
migo, cujas flleiras se engressavam com infantaria
e depois artitharia.
Ento a tropa foi saltando para a Ierra ; de-
sembarcadas as 8 bocas de fogo, o tenente-coronel eopiosa chuva do dia, tive qne suspender esta ope-
I Camino fqrue! dlsffoiVncuro- RSSSST abnrara as PW do bMalhlo
lado do mon-
dliaculdades que oflferecia o esudo do rio'e o pon- te, at que cessou completamente Vicio""
A' uma hora o general em obefe ?ecebeu uma ^^f. ^estao hoje servlndo de abrigo as
to mesmo do desembarque, era conseqnencia da
Ficaram tambem em p alguns ranchos, ve-
bandeira brasileira
bido.
t No dia 19 passaram os generaes Flores e Pau-
nero, com a mais forca.
A maior felicidade que nos acompanhou foi a
de nao termos que lamentar seo mpito pouea
perda da nossa parte; de offlciaes houv apenas a
morte de um do 1. batalbao de infantaria,
Vozes: Honra a esse bravo 1
O Sr. Saraiva :De maneira, senbores, que
est o nosso exercito acampado na margem dreita
do Paran, trmula a bandeira brasileira no terri-
torio paraguayo, e em frente do acampamento ini-
migo esperam os alliados novas victorias.
Apenas as nossas linbas se foram reforcando,
o Inimigo, apesar deja' ter as tres armas em jogo,
foi cedendo o terreno repeliido pelas bayonetas dos
nossos soldados, que ficaram senbores do eampo
em uuu grande exteosao ateas proximidades do
forte do* Itapir. sclarome em seguida uma
grande tempestado de vento e chuva, mas pela
volta da meia uoite o inimigo tornou a' carga e de
novo foi repeliido com grande perda.
No dia 17 entrincheirou-se o flanco esqoerdo,
onde se acbavam assestadas nossas becas de fogo,
e susteotaram-se diversos ataques de fuzilaria. Ca-
a o exercito bra- \ S SJSS^StST Campanba
oranrta Anihn ." exerclt0 "ando do general Flores reu-
nu- D10.se ao orasileiro. A nossa
raco, depois de ter desembarcado uma parte da
referida forca coro a qoal me puz em marcha pro-
ssa^s? & aasiTwss; para^a",; c
parte do general Ozorio; succedera o segrate :
A's 9 horas da manhaa desembarcou em ter-
ritorio inimigo, cerca de meia legua da foz do rio
mente que pessoalmente dirigi o general Ozorio,
acorapanbado de 12 bomens de cavallaria.
sileiro
Este viva -foi correspondido com
siasmo por todos os Srs. deputados e pelo povo que! dflsemharrm
se apinhava na galera e sala das sess5es
S =
THEATRO DA GCKBttA.
Passagem dos exerettos alliados pelo Passo da Pa-
tria-Tomada da fortaleza de itapir pelo gene-1 forte, que j es'tava em ruinas pelos liros da nossa
ral OzonoDerrota dos ParaguayosBombar- esquadra.
deamento do campo inimigo e das bateras das Estas informacoes me foram fornecidas por'
pelas dwuoes da esquadra brasi- testemunha presencial. Embora en nao tenha re-
cebido anda as partes offlelaes, su to importan-1
com toda ordem, assim eomo parte
das tropas do general Mitre.
Finalmente no da 18 o exercito bpslleiro
avancoo sobre o Itapir, levando o inimigo por
diante e arrojando o bayoneta do caminbo do
nossas forcas.
O general em chefe com o general Ozorio,
Flores, Hornos,. Paunero e Sampaio, foi fazer um
reconhecimentodo riacho qne nos separa do acam-
pamento paraguayo, e sobre o qual deixaram os
inimigos a ponto que ahi naviam construido, e que
Encontrn um profondo e uanTaoso banhado na0 !iveram timPPar" dl'r. A escolta do ge-
que s dava passagem por ora tr Iho coro agua pe- 'SS&ESVSfS? apeD" de qna,r SOldados de
los cavallo Ah iravon n ninnlto 1. .5 -Pif cavallana brasileira e nao contenie com o ter che-
^l^^^SSSS^^ gad0 al ullimo riach0' passaram a -^rt-
xara, confinuou o desembarque do resto das for5as qete immediatamente proteeS nStna ^V ao acamPamen.t0 P^guayo.
as rumbas ordens sera neabura accidente encor- Sca de infantaria X nZ^V^^PlT^' J./Tn^?16 Utl SKgQd2 M- pene,rar
ne-lle, se por fortuna uma emboscada inimiga, nao
exforco para que estas guerrilhas,
ga de (rima fazis, como para dar-Ibes sigjial de
do ames lido lugar na manba de hontem o ataque I mSTpia ti3^3buS VShSXttZ 2"e e?,aVam em camP0.!D"DlB. de loe nopo-
as forcas brasileiras por parte de outras para-!cas de arlilbaria e cavallana que appareci e de-
sapparecia no momento; mas reforcadas as guer-
ras brasileiras, com orna ala do 2o batalhao de
voluntarios da patria, .muito bem ommandada, a
cojo corpo pertencia a guerrilha .de infantaria, foi
me separara, que era um profundo banhado, lo-
grando me por em .communieacao e accordo com
o dito Exa. Sr. general nessa mesma noite.
< Na manhaa de hontem o Sr. general Paunero,
em conforoiidade com as instruccoes que Ibe del-
porando-se m seguida. i puo 0 acompanbasse ao desembarcar
Reunida ass.ro toda esta segunda expedico ario grande exforSo para quistas guerrilhas lTJtlVT^^0',^ Io cm,aH como
em communieacao com a primeira do Exm. Sr. oui tMt^au&J^nm?Inimlfoon a M- WM de d,slancia- 'ando-lhes uma desear-
general Ozorio temos avaocado at este ponto, ten-1 as aggredia com as tres armas e em nume o eres-
'- hontem o ataque cido, pois tinham 3 batalhoes de infantaria 2 m S c?lt,aiu *w c.aT0in,m,B
de outras para-!p '.hiik," /J^SST". .i"I,J]f'? S! diam niernar-se to facilmenie.
guayas, o que ter communica tercefra expedico Sr. marechal, assim cerno do seo brilhanle trium-
pho das armas alliadas. Felieito a V. Exc.
xito feliz Que teve o plano combinado para
vasa do Wrilorio inimigo, realisada com
pelo!
a in-
Tres Boceas
leira.
Coube ao exercito brasilero com o sen bravo ge- tes estas noticias que faco s
neral a frente a honra de pisar primeiro o territo- tradueco dos documentos publicados
rio inimigo e de primeiro arvorar o pavilho na- buna
perda e desmoralisacao para este, como gloria e! a' oosico ab
honra para os exercitos alliados.
< Deus guarde a V. Exc.
Venancio Fores.
Commando era chefe do exercito imperial ao
norte do Itapir, 18 de abril de 1866.
Ilim. e Exm. Sr. Depois de mraba primeira
tanta | fcil Uvar os paraguayos em completa derrota'al
Isto succedeu na iinba do acampamento para-
guayo, e nao houve mais desgrana a lamentar alm
de um soldado brasileira ferido no braco.
Uma guerrilha de um batalbao oriental que
i a retaguarda dos generaes, avaocou com rapidez
ImTlactVSetldl^^R10' SSSSSSSS RR& obserladoo
ca^oQ,Dheaoroa S'iSS. 5S2 VSl ^T 9* -. V**"* Bw. Sao os sol
cional sobre as ruinas do forte de Itapir.
Tal ero resumo a grata noticia que nos trouxe
o Recife, ha pouco entrado do Rio da Prata, trazen- nente Silveira da Motta particularisa dia por dia o<
do para o governo as commumeaedes offlciaes des- movimentos importantes e bera combinados da
S e il0.8i!i05?L .- mestDa eS(Iuadra e do exercilo n passagem do rio
Foi a 16 do passado que se emprebendeu a pas- Paran e a oceupacao do territorio paraguayo
sagem, rorapendo a marcha uma diviso brasileira I Congraiulando-me com V. Exc. e com a naco
de 10 mil homens as ordens do marechal Ozorio, brasileira por lio digno e heroico procediroento'de
que efr-ictuou o desembarque a esquerda do Ilapi-1 nossos concidados, ooso solicitar de V Ese a
r junto as Tres Boceas. graga de felicitar a S. M. o Imperador e beijar-'lhe
Dah parti o mesmo general com uma pequea a augusta mo por estes acontecmentos
escolta de cavallana a operar uro reconbeciroento 1 riosos.
sobre o bosque onde se acbava o inimigo, atraves
sando profundo banhados. Detido
pela fuzilaria dos Paraguayos, veio um contingente
de infantaria auxiliar o reconbecimento e bayo-
neta calada, por que as municoes se haviam alaga-
do, desalojou o inimigo e tomou posic,ao no campo.
Atacado durante a' noite, em meio de uma hor-
rorosa tormenta que desechou nesse dia, repellio
os assaliantes e na madrugada de 17 acbou-se em
corren o seguinte
Felizmente o extracto que tambem remeti a' O inimigo foi outra vez vencido, deixando no
_ J?^,.?0. diari0.da esquadra redigido pelo Io te- campo urna bandeira, qoatrocenios mortos, muitos
feridos graves, alguns prisloneiros, duas pecas de
artilharia, porcao de armamento de todas as clases
e bastantes ca val los arreiados.
vanlajosas posicSe?, e onde podia a-
:on
comecara s
os brasilei-
a parte datada de hontem s 8 1|2 horas da manba,: campar o exercilo mesmo n(
pela Tri- quando comecava o terceiro ataque do inimigo, oc- nasse a chav^TissL7qe ^1T, Ti i nao p?detldo passar Para se campo, por estarera
horas da tarde.
i Quando cessou a persegucao que
ros fizeram ao inimigo, qne se liavia internado no
bosque que tinham em frente, voltou carga uro
corpo de cavallaria paraguaya contra um piquete
do 12 de linba que se achava a' frente da artilha^
dados que haviam fleado perdidos no bosque e que
* 1 cortados, preferiram'entregar-se ou cabero em pc-
! der das nossas forgas que esto de posse dos bos-
ques.
Segundo todas as noticias dadas pelos prisio-
neros e os ltimos passados, Lpez est ainda no
acampamento paraguayo. Parece que perden de
s vem entrin-
glo-
V. Exc. os protestos da maior
frenle de 3 mil e tantos Paraguayos, das tres ar-
mas. '.
Rod foi o combate que se travou.
O inimigo, que nao teve meio nem coragem para
se oppor passagem do exercito, mostrava-se dis-
posto a disputar o terreno palmo a palmo.
Mas dentro de pouco, nao podendo supporlar o
arrojo dos nossos bravos soldados, foi picado fer-
ro fri e posto em debandada, deixando ero poder
das forga brasileiras uma bandeira, duas pecas de I
artilbana, 600 homens fra de combate e grande
copia de armamento e municoes.
As nossas perdas foram de 80 mortos e 200 fe-
ridos.
Durante esse tempo continuou o general Mitre a
operar a passagem das forcas.
Referindo-se aos combates sustenlados pelos bra-
sileros, escrevem os generaes Flores e Paunero, o.
seguinte:
O general Ozorio distioguio-se com as
Lrasileiras, batendo-se como beres
Renov a
em sua marcha considerago.
c A S. Exc. o Sr. conselbeiro Angelo Muniz da I
Silva Ferraz, ministro e secretario de esudo dos
negocios da guerra.Francisco Octaviano de Al-
meida Rosa.
c Illm. e Exm. Sr. brigadeiro general D. Bartho-
lomeu Mitre.Campo em frente do Itapir, 17 de
abril de 1866.
t Tendo bontem as 9 horas da manba desem-
barcado, segundo o convencionado, no territorio
inimigo, cerca de meia legoa.acima da embocadu-
ra do rio Paraguay, venfiquei o conveniente reco-
nhecimento, que dirig pessoalmente, acompanha-
do de 12 homens de cavallaria: eneontrei um pro-
fundo e lodoso banhado, vadeavel smenle por uro
desflladeiro que d passagem com agoa ao pello
dos cavallos.
Abi travou o meu piquete uma guerrilha com
penetrou esta manhaa
situado o acampa-
o flanco direito une traba coberto J J? f*o.e 10 frido .clandom office: ^iraaCrampament0 n3 Se nd00> 1ue Para
subalterno. Ne-ta mesma noite foram morios i Estive tambem nos lni?arpsem nne se efTerma
fSSSSeSSSS:- 22OQlro qoe T \ 52MSSS3 1""iTJRS!Sto
va 5cado escondido nos grandes malagaes qoe exis-1 cadveres naraenavns e s mi rnnini mais A Iff
tem uaquelle caropo e que, protegidos pela wmJiTS!SSVm^S^Vi^
"*!^~&.V*~***m !de uroTyrann?SS&lESBftSS
-Zj ? ?i0r^da mTa *5. ala,caram.as pr,-;me impressionou foi ver o corpo de urna creanca,
raeiras linhas da guarda avancada brasileira, po- aae renresentava le de 11 Mlann. iU ic\*
rom foraro rechagados, recolhendo-se ao lugar de "endfda co?s mios sobre os olhos e atedia
onde haviam partido, sem causar maior damno que Sravessada? or umThaia
feridas leves em tres soldados do !. batalhao que; (fSrbaro
qoe traha coberto
com a sua artilharia e que reconhecdo, mandei
ataca lo pel referido flanco direito por outro bata-
lhao, e tornando-se o choque geral, a fuga do ini-
migo, como tica exposto foi o resultado.
a Nossas tropas comportaram-se com galbardia
e temos qae lamentar a perda de alguns bravos e
180 feridos.
A presea com que fago esta communieacao a
V. Exc. nao me d logar para mais pormenores,
hei de faze-lo com
a conveniente regularidade. Ac- ,
cresceniare que os Srs. generaes Flores e Paunero,! formava a dila vanguarda.
Sf. ?1S?aId0, M noUe-d! 16d0 correote! Como flea dito, a tormenta que se estava for-
T J,SS"r8en,,inM ? orientaos que comman- mand0 desde a manba, cabio s 2 horas da tarde
dam, chegaram oontero posicao que eu oceupa- com tremenda violencia e continuou cbovendo
va
ate
que assim langa aos combates e
morte, tenras crlaogas arrancando-as do regaco
materno, nao pode contar com a proteecio divina,
pelo contrario deve estarib reservado o castigo
donde observaram a operacio que deixo rea-, 7teow2finnim'Im^oTl eb^'^Ma e"mpla' JQl*ar Pela seriedos revezes 1Qe,enj
tada. ".IJT.." 1.^
auando porm, uma forte ventana que durou toda
Felicito a V. Exc. por este successo. Esta ma- a noite
nha ebegararo nossas forcas ao norte '
avangando at a frente do ultimo
de Itapir,
riacho que nos
o inimigo- qoe se me apresentou, sendo o piquete I separa do acampamento inimigo, tendo est aban-
immediatamente sustentado por urna pequea forja donado as ruinas do forte de Itapir, 2 pegas de
artilharia de calibre 68 de 1* classe, e effectuando
a retirada com tanta precipitaco, que deixou in-
de infantaria que en mandara seguir-me ao desem-
barcar.
c Foi necessario nm grande reforco para que
estas guerrilbas mui iracas ero numero contivessem
o inimigo que nos atacava com as tres armas e em
numero crescldo, Agorando tres batalhes de in-
fantaria, duas ppgas de artilharia de campo, e
que appareci e desapparecia do bos
O general Ozorio se vio, pois,
para continuar sua marcha at Itapir, acampando
no meio do caminbo, e foi em consequeacia disto
que o general em chefe ordenou a marcha dos
transportes, chatas, etc., em que s acbava o 1."
corpo de exercito argentino s ordens do general
Paunero, bem como os batalhdes orientaos debaixo
do commando do general Flores, que tambera tinha
vocada, pode dizer-se que o espirito de Deus esta'
comnosco, e que, era nossas roaos esta' o martello
9 com que ha de ser golpeado na fronte esse con-
dennado de Deus e dos l.ornen.-.
< Junto remello a Y. um desenbo representan-
do o Itapir, bem como a planta do terreno d-
reita e a esquerda da mesma fortaleza desde o
ponto do rio onde se eiectuou o desembarque, at
aquelle em que se aeba situado o acampamento
paraguayo. A planta e o desenbo sao do general
orcas, cavallarla
que.
Desse modo, desesperancado Lpez de poder op-
por uma seria resistencia, tendo-se reunido as for- i < Reforcadas as guerrilhas com uma ala do 2-
Cas brasileiras os generaes Flores e Paunero com batalhao de voluntarios da patria, muito bem com,
alguma forga das duas nagoes, marebaram em di-, mandada, cojo corpo pertencia a guerrilha de
recgo a' Itapir. O exercito paraguayo dispoz-se I infantaria, fcil foi levar os paraguayos em com-
a' retirada para os seus intrinebeiramentos inte
riores e as forcas alliadas ao soro dos clarins pene-
iraram na arrasada fortaleza
Abaixo publicamos as parles officiaes e as cor-
respondencias relativas a esses feilos gloriosos para
as armas alliadas, e sobre tudo honrosas ao exerci-
to brasilero que se acaba de cobrir de louros.
Honra a esses bravos que sabem dignamente sus-
tentar o pavilhio nacional em frente do ioiroigo I
Honra a' causa da allianca que a cansa da ci-
viiisagn e do libertamento de um poro 1
O jubilo de que est possuida a popnlacao da cor-
te demonstra bem al que ponto o coracao nacional
estremece de enthusiasmo ao ver honrado o sym-
bolo da patria as campias do Prata.
Uma carta que temos a vista diz o segrate :
Ja' estamos seobores do lorie de Itapir e do
Passo da Patria, gragas ao exercilo brasilero. O
oosso exercito tem brilbado. Os zuavos da Babia
portaram-se como verdadeirqs zuavos. Os feridos
e mortos dos exercitos alliados sao avaliados em
200. .,>,.,
, Misso especial do Brasil.
Buenos-Ayres^24 de abril de 1866.
.Illm. e Exm. Sr- A esquadra brasileira fez
calar os fogjs do forte de Itapir, sobre cojas rui-
nas ja' ireroulava no dia 18 a bandeira auri-verde.
Tambem nesse dia os exercitos da allianca, ja' es-
tavam acampados no territorio paraguayo, lando
cabido ao exercito brasilero, dirigido pelo seu bra-
vo generai-em chefe, o marecbal Ozorio, a honra
pleta derrota al a posicao que agora oceuparam
em um bosque espess baixo de Itapir.
Por ser tarde estabeleci o campo das duas
divlsSes e 8 pecas de arlilbaria de que se compdz
a expedico do meu commando em bom terreno,
com posigoes vantajosas e onde pode acampar todo
exercito, caso continu a ebuva que cahe copiosa-
mente desde bontem as 2 horas da larde.
< Do desembarque este ponto ha um bom ca-
minbo de rodagem,- que provavelmenle vai a Ita-
pir. Quando cessou a persegnlgao que flzemos
ao inimigo, que se eroboscava nos bosques que te-
nho em frente, volven sbitamente carga um
corpo de cavallaria paraguaya sobre um piquete
do 12 de linba que estava a frente da artilharia.
Com uma descarga e uma carga de bayoneta do
piquete voltou a cavallaria paraguaya i seus mon-
tes, deixando alguns mortos. Fizemos ao inimigo
5 prisioneros feridos e 41 mortos, tendo a minha
torca at hontem noite, 3 mortos e 10 feridos,
inclusive um offlcial subalterno.
c No correr da noite foram mortos dous Para-
guayos e um gravemente ferido, dos que ficaram
escondidos nos grandes palhesaes que ha neste
campo e que protegidos pela noite atiravam sobre
as senlioellas.
A's 8 horas da noite atacaram-me a primeira li-
nba de vdelas ; foram rechagados voltando ao
palhegal d'onde tlnbam sabido e causando apenas
feridas leves em tres pragas do 1. batalbao de li-
de torear a passagem'no da 16 e de repellir o Ini- nha que ijrmavam a dita lintia.
migo a' bayoneta todas as mes que ousou acom-, Ao anoitecer velo ver-roe o Sr. general Flores
meiter-nos. i com quem logo me puz em accordo sobre os alte?
As manifesugoes publicas a' respello daquella. riores acontecimentos.
jornada, ieitas pelos generaes Mitre e Pinres, lypoj Oxonto.
de bravura e sangos fri, sao testemonhos de r1"
ra para o general Ozorio e seus valegtes fonj;
Q inimigo apresenta-se,
vivamente.
tactas as poetes de communieacao deste lado do
riacho, 2 carretas e pergo de raonigoes.
JJM gnardf V-ffS^t lExffl- Sr^bri" I embarcado, para reforjar o general Oaorio dorante S"K
gadeiro general D. Bartholora Mitre. Com- a noi,e aue se approxlmavaf e e"
mandante em chfe dos exercitos alliados coBtra o Tranquillo o general em chefe pela sorle desta
tyrannoido do Paraguay. I expedico, qoe era de 20000 bomens, e tendo a
Asslgnadc-Moioef Lmz Ozono, marechal de certeza de qoe ja' nada poderla impedir a passa-
campo. | gem do resto do exereilo, regresson a' noite ao
^,a-~Qaarle' gene/al as ruinas de Ilapi- qaartel general, distante nmas 8 ou lOqnadras da
' ShaSdeiraa' alliadas tremnlam snhre as rni- c05ta>dei"do ver 9 semblaute o contenlamento, I SosMoSrelo; aiTotaUnte a^har menos "Tpo'co
<"- o prazer que expenmeniava pelo feliz xito do B,ais de meia legua de diitancia nm dn ontrn. A
plano audaz posto em eieeneao para passar um rio Bem seqaeF despreode
de mais de 3 000 varas de largo e penetrar no ter- roo nm a homem
ritorlo inimigo a' frente de seu exercito. Esta ar-
dua empreza, cojas difflculdades nao me compete
enumerar por motivos de delicadeza qoe eslo ao
seu alcance e que todos pensamos custar millares
Abril 19.
c Contina boj a passagem da artilharia, ca-
vallaria etc., qm> ainda nao se acbavam em terri-
torio paraguyo.
inimigo permanece intrlacbeirado em seu
acampamento. Nenbuma tentativa fez contra o
as do forte de Itapir.
Os exercitos alliados acbam-se acampados as
mesmas posigoes que ba dous dias occopava o ini-
migo. A passagem e desembarque do exercito ve-
rifleon-se sobre s gloriosos auspicios da victoria,
e esta Importante operago realisada face de to
de distaicia um do outro, e
nma guerrilha, nem mes-
c Voltraes vida de Uruguayana, de dolorosa
e immorredoara memoria. Minha mesa de escre-
vr o chao e o tecto que me cobre, as folbas de
ft.0fSS,to 'D,mg0* 'aPeMS CBS,a 3 m0r,0S 61 "ZZX mli^eTem'ro^is^da-'quTdl I ^Eg^'g^F^S
uez 'or>uos. ... om ioslgoiflcante numero de morios e feridos, das
O inimigo que intentou impedir o desembar-; 1^,, do general Ozorio.
que foi severamente punido em dous renhidos A esquadra brasileira contribolo tambera e 0 DB,B,DeCr 0 nos-
combates ero que apresentou as tres armas, e dei-1 eficazmente ao bom xito desta grande empreza, | ?VaiTsadl coS todo o aflectS ?
xaram no campo 450 cadveres e 48 prisioneiros, protegendo-a na sua realisaco, e bombardeando | ^ -. ^ >,
.imnlianeamentftoacamDamenloin.mico.oauese; lnc|ao nm Men,p|ar do (amoso semanario
duas pegas do calibre 4 de bronze, alm de gran-
de porcao de armamento e equlpamento abandona-
do em foga.
O marecbal Ozorio foi o bere desta jornada, e
os soldados do exercito brasilero sob suas ordeos,
que tinham a vanguarda no desembarque e reco-
lherara os primelros louros, combaletam com om
valor e enthusiasmo digno dos defensores de um
povo livre e de uma causa nobre justa.
tero sido at aqu.
fiesta ingrata trra paraguaya, na qual dese-
omais
nao esperava,
Brasil, cojos tiros seriam mais eticases pel al-.
canee de sua artilbana.
Abril 17.
Os paraguayos soffreram na madrugada de
boje um novo e lerrivel escarment.
c Em numero de 3 006 alacaram de novo as
avangadas do exercito brasilero: porm, foram
O inimigo abifeo hontem a sua bandeira em t*o opp .rtuna e valeuiemenie carregados a'bayo-
Itapir seb os fogos da esquadra brasileira, aban
donando as rumas da batera duas pecas de cali-
bre 68, carretas, raunicSSx ole.
O inimigo reeonceBlrou-se em sen campo en-
trincheirado, e as bala* de fuzil do nossas avanga-
das aleangam at suas trineheiras.
Esies sncoessos felizes e gloriosos asseguram
a grande e prxima victoria das armas alliadas.
1
por haver tocado o nMuracado' wragnay0) de Ido corrente, que Jolgo foi aabado
ua cartuebeira de algum soldado inimigo. mono
ao combate de 17, e qoe me foi dado poz Miguel
Martnez. Far-lbe-bei presente de uma colleco
dos lamosos (olbetos sobre as molas de Oavegoya,
se tiver a coragem de ler de principio nm qual-
quer dos artigos comidos neste numew do sema-
nario.
Abril SO
Em carta do general Paunero, datada de 20 se l:
c Estamos as mesmas posigoes ecreio que boje
e amauba permaneceremos aellas, comecando
provavelmenle o alaqne do acampamento inimi-
go no dia 22 ou 43. >
f NOTA DO GKNEB.U KM CHEFB.
O general em ebefe do exercilo alliado.
Quariel general. Ruinas de Itapir, 19 de
neta, pois que as mnojces em parle se aebavam'
molhadas, que os paraguayos deixaiam em teste-
munbo de sua sanguinolenta derrota, duas pegas
riquissimas e novas, que perieaceram a Portugal,
nma bandeira de nm dos tataibaes e muitas ar-
mas em poder dos brasileiros. No campo de ta-
taib encontrou-se tambem 40 cadveres de pa-
D.
7fftlrlYt*lS
. Durante todo o da de hoje continuou a pas- abril de 1866.
Honra e gloria ao marechal Ozorio, e aos sol- sagem dos exercitos alliados para a costa inimiga, Ao Exm. Sr. vicepresidente da repblica
dados do exercito brasilero, que combiterJ.ni de^ o que se ax com mais facilidade, pois as tropas Marcos Paz.
hsim na en desembarcam agora em nossa frente, por eslar a Tenho a honra de remeiler a V. Exc. o boletim
cosU naraguava completamente dominada pelas! n. 2 do exercilo alliado, qne registra as noticias da
nossas torgas 1 lBvasa.o do territorio Inimigo pelo n
baiio de Sons ordens.
_ 4 VlTBR.
Da facao Argentina, extractamos a seguinte
f'nrts }ioje, e cmbale correspondencia escripia por Aotar, e que
nuciosos deta-lbes da inyasao :
Passo d "Patria,
m> 1 Na 1 nhaa de hoje os- paraguayos abando- pelas torgas do exercito alliado, cujo fellx e glorioso
' naram Itapir, amando a bandeira que Uuham
-
'
I



IIEGVEL
MMHMMM^(f*


afcfc*


TMBo'
'

"*<

Diarlo ie f*rji salmeo Safobado lt de Halo de 1866.
J
x
contra as do immigo qae se oppoxa
e ouiras que se aptesentaram quando estavarn a
meio caminho para Kaptr, teodo as ditas Torgas,
na ; ua louiidade brasileiras, e as orden do Sr.
marechaTozorio, se portado com toda 4 honra e
bravura, derrotando o iniraigo, -causando-Ihe sen-
siveis perdas era niortos, terides e prisioneiros e
apoderando se por.trogheo, de urna bandeira para- naram tamber
guaya e duas pecas de ruinara l-rla argentin?
.Felicito a V. Esc. por este* importantes (titos
da tanta transcendencia para a ultlmagao da cam-' n;
panda e que fazem tanta- ho/ra aos governos e po- mente c
vos Hitados. P* "
assanhados contra
im a* do ioimieo ano se oppoxaodesembarene, conservon durante o boH>,,ra8i,ulB,"u ^* Uacit uma e5auadra se a hirmtnwfli do (age
t O Henrique Uarli' Mve
por bala de artUb..'*
nm soldado morto I para arrasa-la, E' esta a prova que vieran dar*
e quatro feridos, e o!nos da amiga arroganciaeastelhana*
os e armada, e dos nossos alnados, espero ver em
pouco lempo terminada a guerra.
c Continuara Inalteraveis as nossas relaces cora
m antras nagoes do mundo.
< Estad .restabelecrdas as relacSes diplomticas
airo feridos. A* i hora da da Hespanba moderna, qoe agora masroo alardea.^W?..*| Gra-Breunba.
'^desembarcar nossas tropas as ter ama historia em cada urna de cujas paginas se
*%&&*> PT o ilapir.; Conll-
"l^dlv"'0' reforcadacomo Tamaniar e Mea-
Dens guarde a V. F*c.
Bartholomeu Mitre.
carta do^theatro da guerra.
19 de abril, 1 *i da tarde.
A bordo do fwon. Enserada de Itapir..
rolau uma gloria T
*^ O almirante que nos pedio o desagravo das
Imaginarias offeotts ettas a* baadeira hespanhola,
agora a empunba pira arruto-la pelo p da trra,
i posigao que Fbe bava sido ultima [manchando-a com o aanga de criabas e velhos
.Jenada em frente ao acampamento inimigo j Inermes.
A's 4 horas da madrugada comega- t Chilenos em valente 6 magnnimo.
wtf e os actes brutaes do ini-
nm poro caito.
rarl,is tropas alladas a mover-se sobre o lupird,' mostral o contraste entre os acl
bando parallolamente a' marsem do rio. A's migo e o proeedlroWMo nobre de
-rioras da manhaa, leudo nossa linba de atlradores
transposto este ponto, fel o tenente-coronel Carva-
lho,.chefe da rairaissao de engenheiros, basteara
bandelra brasileira sobre as rumas desta fortiflca-
t Saot'Iago, 89 de maree de 1866.
quim Prez.
. los loa-
t Com sincera satisfcelo vos comraanico este
facto importante, devido em grande parte aos es-
treos e perseveran do augosto mediador el-rei
de Portugal, meu multo prezado sobriuno.
< Penetrado de intimo pezar, coranaeraoro a
raorte do rei dos Belgas; nm tributo de reco-
nheclment que devo memoria dente rei consti-
tucional e amigo.
estado de nossas flnancas embaaacoso;
para este bjecto chamo principalmente a vossa al-
tenco. Recommendo vos, peis, com o maior em-
pentio o melhoramento do meio circulante,
E o Sr. Torrent proferlo a segrate ailocugao:
, Peco a V. M. liceoga par felielta-lo oeste acto
pelas importantes noticias .recebadas boje do tbeatro
da guerra,
A essas coogratulagijes responden Sua Magestade
o Imperador:
c Gom igual prazer me congratulo com os
alliados'do Brasil. >
Poi examinado e obleve carta de cirurgio
dentista o Sr. Eduardo da Costa Mesqnita.
DIARIO BE PERWAMMJCO.
Cbegoa bontem pela manhaa do Rio de Janeiro
TT e Baha o vapor americano Morning Star, com da-
" tas daquerte ar 4 e desta at 8 do crreme.
A impren'sa do Rio da mu ergueu nm toado mM^dnosso crdito-e o equilibrio da despeta Soba rubnca Jnlrtor vai ,Qdo quaDt0 d9 novo
hnJmViJImra, TrlnSm^flres0^^* ?ao 1-e ha" csado lai'os e*lr8p$ e ,anUS P*-
hontem s laboras treraulam as tres Da jm ^lgU|Mvete ao exercil0 e es ri< uin nina* de 80 a 90 mo>os bras'- Ao mesmo temP aiuflante de orens Car-
Dos jossos nem neiro da Rocha levanlava outra bandeira em norae
da esquadra. ao meio dia estavam nossas avanca-
2 pecas das no arroio prximo ao acampamento inimigo.
leiros e Hbs450 a 200 teridos.
unnime contra a deslroko da imieeia Valparai- com a receita.
zo, quentcr responden cora um so tiro ao canto- Augustos e digmsslmos Srs. representantes a
neio hespanhol. n,?- .
_ j Agradeco-vos os meios concedidos na sessao
A cmara dos deputados approvou bontem em qae dada ao governo para acudir s necessidades
uma s discusso, sem debate, o projecto que con- publicas ; e contando com vossas luzes e patrio- it0 earnaua brasileira gravada em horas va
cede pensoes a D. Candida Alves Valenca, D. Vi- tismo, espero que na presente habilitareis o gover- """S Sr Luster "i-"- ".- ..5/
talioa Fernandes Fortes, aos segundos sargentos no P^ ubshxer obrigac^es do "'o ordina- nD|or jal0 sea*
occorreu ao tbeatro da guerra e na corte; a essas
noticias temos a accrescentar as seguales que en-
contramos nos jornaes.
Ro de janeiro.D-se no Correio Mercantil:
t Acabamos de ver ama medalha dedicada ao
e cnbada cora approvacao
Um os prafoayos perderam iOOiomens, 2
de 80/63 e urna bandeira.
enco<^acados eslo bombar
"rtistoSlOTO^tS^uoo^ie"^ im ao qoarlel general do general Osorio. De-j Occupou-s 5pois com a con.muaca a i ..-w- j"-v -vuc,,,^ r gW6n feit8 a Eoropa
-.idadn ,iri mundo. dois da conferencia tornou o general Mitre a vol- cossao do projecto qae concede aos ofBehws da ar- za puu ica. ..'.- merecem pelosseusnobres feltos, taes lembrancas!
.0 KrSats mr/tos de que Ihes fallo, os vi lar para a roargem esquerda do Paran. mada e que durante a lula da ndepeadeoc.isr-, '^"^^\J^^^ e abeW a O retrato de Sua Magestade'o iraplrador, "que
na n ie estiva s 10 ioras em Itapir. A' medida que avancou nosso exerc.to os na-, v.ram, qnr como offleaes, quer como simples quarta.da duodcima 'eg,s'a'ura-' coreado de ioaro oceupa o anverso, o mais pare
.q .P^andarecolhendoou^ para melbor di-: vios da esqnadra entravam pelo canal al hoe' praQas do. navios da esqaadra nacUnal, urna di* a^l^ne^j^Jrf"^-^'lpt;il^ cido que conhecemos. perfeitamente modelado e
>e recS *f dos? ^"eme hoje temos desconhec.do dos es.range.ros, que leva ao acam-i ria de 1*000 correspondente a etapa concedida ^be0^ "Xtomi^ raJo; os tropheos do exercito e da marinba
curado^Twwsbrasileiros, inclusive 3 paraguayos,! pamento do Passo da Patria. Os navios da 1.a e aos offleaes do exercito pelo decreto n. t,2Si de18 recjDmos.eim meo .aumente o br. presidente le- bem TODCeDldos e arli5tlcamente executados. Se
A vanguarda do nosso exercito tem avancado : 2.'divisaoatirarara algumas bombas sobre o acam- de
uma legaa mais ou menos para perto do acampa-
mento paraguayo.
t Creio que islo se conclue de hoje para ama-
nhaa, por que parece que eiles esperara.
Noexcedem a 20,000.
Assim, pois, se esperara, peior; e se nao es
peram, nao podem escapar.
Eo (o PatxMi) vou e volto. Creio que hoje Ire-
mos a Corrientes, e amanhaa quem sabe se nao
segnirei para ah.
t De todas as maneiras, paciencia.
c Va esse rascunho para explicar o passo mila-
groso* que nao nos caslou- uma unha.
e i Ricardo.
OIARIO DAS OPERACOES.
Dia 13 de abril.Contina o bombardeamen-
to do Itapir, pelas bateras da ilha e pelo Turnan-
dar. Foi nomeado cemraandanle do Greenalgh o
Io tenente Augnsto Netto de Mendoofa. Uma ba-
la de 68 do Itapir ioutilisou uma das peras de 12
raiada da ilha.
Da 1*.Parou a crescente do Paran.Lon-
tin a ilba a bombardear o Itapir, onde duas pe-
cas de grosso calibre eslo anda assestadas e res-
pondona ao bombardeamento. Ao pdr do sol, quan-
do se arriava a bandeira na esqaadra, seguudo o
estylo, um cffleial do Bairoso, vendo as cores pa-
raguayas no forte do Itapir, disse aocommaudan-
te que ia cora uma bala arriar a bandeira inlmiga J^KZS
que se constrvava icada diante da esquadra, e com !
pamento inimigo, que produziram diversos incen-
dios. Durante todo o dia continuaram a passar as
artilharias brasileiras o argentinas.
Dia 19.Passou delnitivamenlepara a margem
direila o general Mitre. Continuaram a passar as
cavailarias brasileiras, argentinas e orlentaes.
Contina estendida a linba do exercito alludo des-
de a embocadura do Paraguay at o arroio prxi-
mo ao acampamento inimigo. Foi o almirante col-
locar a 3.* diviso sob a.- ordens do capitao-tenente
Corte.SS. A A. os Srs. duque e duqueza de Saxe .
receberao na segmrda-felra 7 do andante, das 4 as.collares.
. de 11000 correspondente etapa concedida perlaes com o mesmo ceremonial com que
Os navios da 1." e aos offlciaes do exercito pelo decreto n. 1,234 de 8 recebldos, e Immediatameate o Sr. presidente le
de julbo de 1865. Depois de algumas observa- vantou a sessao.
coes do Sr. Arago e Mello, ficou a discusso en-j
cerrada.
Foraui lidas as seguinies redacedes :
A assembla geral resolve : :
c Art. 1. A lei o. 1,245 de 38 dejuohode 1863,
decretada para o exerclcio de 1863 1866, conli-
nnara' em vigor no anno flnanceiro de 1866 a 1867,;
emquanto nao fr promulgada a lei do orcamento
deste exercicio.
c Art. 2." Ficam revogadas as disposicoes era
esta medalha pequea, tem ao menos a vanta-
gem de poder trazer-se em botfles, braceletes e
7 horas da iarde, as pessoas qae os forera compri-
tar, sendo esta a ultima recepcao antes da partida
de SS. AA. para a Europa. v !A
MI A
No dia 1 do andante pelas 6,' horas da tarde : A
foram recebidos em audiencia publica de apresen-1
lagao, por S. M. o imperador, os Srs. D. Andrs i
Nossos bravos sao dignos desta consideraco.
Durante o mez prximo passado renderam :
alfandega.................. 2,069:7395000
recebedoria................. 362:611^000
mesa provincial............. 156:615461
Mamede cora os vapores Mag, loahy, Iguatemy, contrario.
Itniahu e Henrique .Var/ms na bocea do Atajo. Paco da cmara dos denotados, ero 1 de maio
Desde o dia 16 que o rio est crescendo extraordi- de 1866.=Esperidiao E. de B. P.M. >. Dantas.
nanamente. F.ram encontradas no Itapir duas t A assembla geral resolve :
pecas, sendo nma de calibre 68 e outra de 80. Artigo nico.Ficam suppnmidos desde ja o
Da 20.Al o meio dia nao havia outro raovi- lugares de consultores das diversas secretarias de
raeoto seno a passagerr das cavallarias. O cap- estado ; revogadas para este Bra as-4sposlcoes em;
to de mar e guerra Alvim foi quem dirigi o era- j contrario.
g-rque e' desembarque das tropas. Paco da cmara dos deputados, em 1de raaio
de 1866.Ksperidiao E. de B. P.- M S. Dantas.
Lamas e D. Joo E. Torrent, enviados extraordina-M
Total......... 2,588:996iiol
Alista geral dos desembargadores, pela or-
revisia
,,jCa dem de suas anliguidades, revista este anno pelo
Oriental do^TS^a^S. supremo tribuna, de juatlca, acaba de ser publica-
tina.
S. Exc. o Sr. Lamas, no acto de entregar a sua
carta de crenca, proferio o seguate discurso :
Seahor.Venho ter a honra de depositar as-
da, conforme com as allerac5es mandadas fazer pe-
lo mesmo tribunal, quaado julgou provadas as re-
clamares que fuerara alguns des-e.* magistrados,
c Pomos < bsequiados com um exeraflar desta
lisia, da qual eonsta que ha as relaces do imps-
^^^ZK^SFv'ffiE*' no7? deseraba
Juntamente com estas gloriosas noticias trouxe-
nos o Recife a confirmaco de uma, de que, em
quinto foi possivel, qulzemos dvidar em hon-
3
Hootem, immediaumente que foi aberta
sao do senado, deu o Sr. Silveira da Molla
, do UraSyP,eOPOleaCarg ^ RePUb"Ca 0reOlal "S^SlXSbO. Cavalcantl.
a ^s-1 A raisso especial qae devo desempenhar junto
conla a V. M. Imperial
t ,~,m A no hiniiBira' commercial e indefeza que como
effeito fez a pontana edea com o pao da banaeira lpUla.
. _..___.___ n_ ...k ^m Ma nn ai oe imies
Io lente Fe-
percorreu
da ilha. Este offlcial foi o disiincio
lippe Firmino Rodrigues Chaves.
* Dia 15.-A's 8 horas comecou o Itapir a ati-
rar sobre a ilha qae ref pondeuihe com o borabar-
deamento durante todo-o dia. A's 3 boras da lar-
te subi Paraguay cima o Sr. capito-tenente Ma-
mede SioiSe da Silva com os vapores Mag, Ava-
hy e Araguay, aura de reconhecer o ponto mais
convenienie para fazer-se o desembarque de nosso
exercito. Regressam da bocea do Atajo, tendo a-
chado que o melhor ponto de desembarque era a
barranca da margem esquerda da embocadura do
rio Paragaay.
Ao por do sol fez o nosso almirante signa!,
chamando os commandantes, os qaaes, reunidos a
bordo do Apa, receberara do almirante as instruc-
eoes para o desembarque de nosso exercito na
margem inimlga, que devia effeetnar-se no dia se-
grate. Ao escarecer approximaram-se das pontes
era que deviam embarcar as tropas os vapores que
as deviam transportar.
Da 16. Ao romper o dia tomaram os navios
da esquadra as posic5es seguinles:
2 diviso sob as ordens do Sr. capito de mar
e guerra Jos alaria Rodrigues, coroposta do Bar-
roso, Belmonte, Itajay, Henrique Marlins, desti-
nada a bombardear o acampamento do inimigo
fundeou pouco cima da ilba da Batera por haver
encalhado neste lugar o Barroso. O Tamaniar
achava-se prximo a esta diviso e linha ordem
para bombardear e Itapir.
A 3" diviso sob as ordens do capitao teoente
Mamede Simoes da Silva, cora os vapores Mag,
Beberibe, Ivaliy, Araguay e Iguatemy, subi o rio
Paraguay e conservuu-se junto a margem esquer-
da deste'rio, em frente ao exercito, para proteger
o desembarque das tropas. Al* diviso composta
dos encouracados Brasil e Baha, e das canhonei-
ras Parnahyba, Mearim, Ipytanga, Greenalgh e
Chuhy, fundeou em linha paralelamente ao Itapi-
r e a disiancla de 50 bracas da margem esquer-
da do rio. Como a 2* diviso nao pode oceupar a
posico que Ibe linha sido designada entre a una
de Sanl'Anna e o acampamento inimigo, coraeccu
cora a 1* diviso e a ilba o bombaideamento do
Itapir s 8 boras da manhSa.
c A's 8 horas e 30 minutos parti a primeira
expedicao de desembarque com duas divises de
infamara e um meio esquadro de cavallaria nos
transportes seguinles: IFeilfink, Fipr, Suzon,
Beame, Marcdio Das, Presidente, Riachuelo, Du-
que de Saxe. Beberibe, Voluntario da Patria e Ge-
neral Ozono. Cada um desies vapores levava pon-
toes, chalas e canoas a reboque. Nos transportes
embarcaram-se 8,000 hom.ens de infamara, e as
embarcacoes menores os cavallos dos estados-maio-
res, quatros pecas de artilharie e o meio esqua-
dro de cavallaria com o piquete do general O-
zorio.
< O general Ozorie erabarcoo-se no vapor do
seu nome e foi o prieaeiro a desembarcar no terri-
torio inimigo, e foi elle pessoalmente quera reco-
nheceu o terreno. Logo que o general penetroo
no mato que borda a margem do rio. vio-se cerca-
do de guerrubas e descobrio diante de si uma for-
ra inimiga das tres armas, sendo obrigado a guer-
rilhar tambero com o seu piqueleemquanlo desem-
barcavara seas primeiros batalbes, que carrega-
ram sobre o inimigo e o dispersaran).
< Avancando nossas torgas encontraran! o ini-
migo j leudo recebido retorcos consideraveis.
Apezar dos accidentes do terreno o general Ozorio
fez ama manobra hbil e conseguio carregar sobre
o flanco do inimigo, ficando no campo mais de
400 morios, uma bandeira, duas pecas de artilba-
ria, muito armamento de mo e 14 prisiooeiros em
nosso poder.Calcula-se que a terca inimiga era
de 3,000 homeos.A nossa que atacou foi mullo
menor. O terreno em qoe o general Ozorio tomou,|
posico quasi todo baobado, tendo apenas uma
liogua de trra firme onde estafdeu sua linba, des-
de a bocea do Paraguay al o Ilapi.
t A' i hora da tarde Lcahio um fortissimo tufo,
acompannado de copiosa chava que durou at o
da segrate, tornando-se i ropo* tve I a cootinua-
(,-ac do embarque ou da passafjm das tropas. A's
5 horas da tarde, tendo acalmado o vento, segoi-
rain para o mesmo lanar de desembarque os va-
pores Isabel e Galgo carregados, o primeiro oom as
inlaotarias do^eneral Flores e o segando com uma
brigada nossa. Este general tambera desembar-
cou com suas tropas.
* A's 5 horas e 30 minutos seguiram os vapo-
res Argentino, Guarda Nacional, Chacabuco, Liber-
tad, Pavn, BuenosAyres, e osdons vapores dos
fornecedores do exereito brasileiro Provedor e Al-
liado, com 5,t00 borneas de infamara sob as or-
dens do general Paunero, e desembarraran) no
mesmo ponto em que baviam desembarcado nos-
sa tropas. Veio a nole e nao foi possivel conti-
nuar a passagero das tropas Ufando o genen 1 Ozo-
no com as suas avancadas a 200 bracas de distan-
cia do itapir.
c A passagero do exercito nao nos costeo ama
s gota de saogne, e se quizermos chamar resis-
tencia ao desembarque, os encostres que tiveraro
nossas toreas com o inimigo, anda assim nossas
perdas sao insignificantes quanto ao numero en
relacso a's do inrmIgb,pol6 s-tivemos 230 horneas
fra do combate, dos qnaes sraente 40 montos e
os ootros, feridos, qaasi todos levemente.
Da 17. A's 5 boras da machia approxi-
marara-se ao Itapir os encooracados Brasil e
Baha e as canboneiras -PartmAf/Oa, Mearkn, Ara-
guary, Ypyranga, Menrtque Martint e Greenalgh e
roraneram com o liba o bombatdeamento do forte,
qoe tambero reoebia as bombas da 2" dlvjsae e do
lamandar. A's 10 boras os paraguayos arriaram
a Bandeira do tone o o abaodmram.
t A's 11 boras e 30 minutos os vapoies Henri-
que Marti* Srema^k dobraram a gaott do Ita-
nir>toi:dBr o canal ecnapnatamao entre
a liba de Sat'Aoia e a roargem direlU.
Na enseada qoe ten cima do Itapir ansa
- torca de 1,000 paraguayos oceollos no mato, fes
fogo vivo de fozilaria e animarla sobre estes doas
navios, qoe respondern: com metralba e bombas
< Tnstio Antonio Alvarenga.
Joo Booifacio Gomes de Siqueira.
Henrique Jorge Rebello.
Jos Innoceocio de Campos.
Jos Nicolao Rigueira costa.
Jos Fellppe de Souza Leo.
= Eis as ultimas noticias chegadas a' ultima
data do Rio (4) pala manhaa :
i Acaba de entrar do Rio da Prata o paquete
Inglez Amo com datas de Buenos -Afros al 28 e
Montevideo 29 do passado.
c A' ultima hora tinbam c.negado noticias do
theatro da guerra al 24 de abril. Na madrugada
do dia anterior tinha apparecido em charamas o
acampamento do Passo da Patria.
t inmediatamente penelrou all a cavallaria do
refere-se exclusivamente a lote-
ra da Hespanba. qu tanto se prezava de cavalbei- Vresposta de S. M. o Imperador a' deputaco que resses permanentes do meu pa, que os governos
ros. I foi saber o dia, hora e lugar do encemmento da prienlaes comprehendem to inosmo modo, qae. a
Desengaoada de que nada serio poda emprehen- presenie sessao da assembla geral legislativa, e todos ellos unifica pela mais iniima solidanedade,
der contra o Chile, a esquadra hespanbola, para da abertura da seguinte, declarando que essa ce-! e a que lodos os cidadaos onenUes leera o direilo
nao se retirar sem haver feito consa alguma, pre | rem0nia seria hoje, a' hora da larde, do paco da de servir, qualqner que seja a sua posicao em nossa
ferido a essa vergonha outra lalvez maior, a de CK|ade> ^qqo a m|88JL d0 Espirito 8anlo a's 10 1(2' poltica interna.
Valparaizo, cidade exclusivamente horas da manbaa, na capella imperial. Chamado pelo Exm. Sr. govarnador provisorio
tal, emdespeiioi Reoebda a resposta de S. M. o Imperador com a cumprir esse dever nacional, e aceitando esta
n exemplos qoe todos deviam jnlgar seno I mujl0 espacial agrado, obtendo o Sr. Prannos a' prova de alta cooaaoca, que esforcar-me-hei em
do forte por trra. ^^21 repetiriam era nossos dias, eslava pelo drreito das ^vn disse justiflear, cabe-me a (ortuua de poder manifestar
gentes ao abrigo de hostilidades uni mais iojusti- j gF. presidente, os jornaes deram-nos noticia de a Vossa Magestade neste mesmo acto que ae ins-
Hcaveis quanto meilos podtam influir nos destinos Uin graQoe acontecimento : as bandeiras aUiadas truccoes que reeebi foram inspiradas pelo sincero
da guerra. ja fluctuara victoriosas sobre os primeiros enirin- deseco de remover, por meio de solocoes qae con-
Debaldo protesten o corpo diplomtico estrangei- cheirameotos do inimigo do imperio.' sullem e conciten os di>ios e os legtimos inte- generalletto' e encon'trou-o inteiramenle abando-
era nome dos covernos cuios subditos tara sof- c Todo o senado esta'sob a emoco deste be lo resses dos dous paites, toda causa de ulterior nado>leado o inimigo deixado apenas varios b-
proximo e glo- perlurbajao as ramio estreiUa relacoes qae de- .eclos de raajs dlffici| transporte e que de maisuti-
actual. (Muilos apoia- vem unl-los. |lda(le )ne eram para as 0peracoes da guerra. "
Emprebendendo esta tarefa de paz no metodas Fo, )ogo t pos?ao occupa(ia p0r 20,000
o mesmo almirante declarado no seu manifest que Como manifestacao do nosso regosijo, e em emogoes da guerra,' indino-me humildemente, homeas de infanuria e cavallaria, destacando-se
ia bombardear a cidade pela Impossibiltdade.que honra dos bravos defensores do imperio, que sem- senhor, peraole os designios da frovldencia, qae unw forCaara observar a retirada do inimigo, e a
as continuas rvas e tortuosos canaesdo archipe- pre mereceram e ho de merecar da patria (apoia- quiz que os raesmos povos e as mesmas geracoes, direcca0 que l6vava. Pareca esla ser para os lados
lago para Chilo Ihe oppunham para ebegar a es- dos geraes ; muito bem), propooho que se levante que uni a alllanca de 1831, liguem-se de novo
qoadra chileno-peruana mandn Ihe o governo do a sessao. (Apoiados geraes; muito bem muito pelos vnculos do sacrificio commura, para garantir
Chile offerecer um duelo martimo com torcas bem I) | e completar a grande obra daquelia immorUl
iguaes a dez millias do porto de Valparaizo, sendo o Sr. Presidente (com voz commovida e de l'ns, P"a fazer triumphar as selvas em qae
o commodoro n.rtc-araericano juiz do embate, p) :-Antes depropor que se suspenda sessao, armava-se osen derodoiro inimigo, os dogmas dos
que decidira da sorte da guerra. A proposia foi consd,j senado para applaadlr ese grande acn- P,vos e dos go'ernoa Uvres, e iiberdades econo-
recusada, e o bombardeamento, fixado para o dia teciraento, dando vivas ao exercito e a" armada : mica, qoe encerraro todo o futuro dess novas
31 de marco. brasileira: nacionalidades. _
Para resistir a qnalqoer tentativa :- desonAaT-. Viva o exercito e a armada bnsileira II! L Ho(na,' pu *ce!,leiK oai>sao com que '.,. a ,.,
que reforcou-se ento a guarnicSo de Valparaizo, Todos os Srs. Senadores (levantando se):-, gooo-se o meu governo de bonrar-me, com o ar- vespera lanca ra lres bombas memojdentro da ca-
. i Vl_. i, l i denle desejo de que seja a nossa ultima guerra a sa que Lpez habitava no acampamento, deixa ella
ro era nome dos governos cujos .
frer prejuzos malores do que os mesmos Chilenos; triumpbo (apeados), percursor (
o almirante hespanhol allegou ordens positivas, a rioso termo da campanha -
que, como soldado. Ihe cumpria obedecer. Tendo dos.)
de Humada' ; desconfiava-se, porm, que a algu-
ma distancia a' quera daquelia fortaleza tioha L-
pez um acampamento tonificado, onde ulvez ten-
tasse defender-s. Fraco obstculo seria esse para
os exercilos alnados.
t Our a precipitada retirada do inimigo fosse
motivada pslo receio de se ver cortado por todos os
lados, qaer pelo activo fogo da esquadra, que na
que ficou elevada a 4,000 borneas, alera dos corpos y
de bombeiros para acudir ao incendio. Retiraran) 0Sr. Paranhos foi cumprimentado
se da alfandega as mercaduras que foi possivel numero de Srs. senadores.
despachar, e os habitantes removern) para as......
Quebradas os seus effeilos mais preciosos e ludo Seguem hoje a reunir-se a
quanto puderam transportar.
O commodoro uorte-americaoo ainda se odere-
aor gran e 1ue vai destruir o drradeiro poder autocratico, igualmente livre o eaminho de Huraaita', onde pro
que erguia-se no nosso continente, como urna vavelmente se pelejara' a anima balalha, se os
___ ameaca e um perigo para lados os progressos ua Paraguayos se atreverem a espera-la.
nossa esquadra em civilisaco nos povos vismhos. No acampamento abandonado eocontrou-se
operaedeso vapor enconracado Rio de laneiro, e i Porm, para que a guerra se nao reproduza, uma proclamaco de Lpez aos seus soldados, man-
as bombardeiras Ped o Affonso e Foi le de Coimbra' necessarlo firmar a nossa p>z internacional sabr dando re>peilar aos prisioneiros. Era o primeiro
ceu para impedir o bombardeamento com a es-
quadra do seu commando,' cootanto que o minis-
tro ou o almirante inglez Ibe emprestasse um s
navio que fosse ppr causa do elTeito moral.
O ministro ingle respondeu que nao tinha ns-
tmecojs para tanto, e limitou-se a pedir ao gover-
no chileno que evitasse a cataslrophe saudando a
bandeira hespanhola.
Este procedimenlo indiguou tanto os Chilenos
qne mais Urde foram repellidos os auxilios que
vieran) de bordo da esquadra ingleza para ajudar a
dominar o incendio.
Ao alvorecer do da 31 a cidade de Valparaizo
apresentava um aspelo festivo, tremulando ban-
deiras por (oda a parle.
A's 7 horas da manhaa os navios de guerra in-
glezes largaram o seu ancoradouro e foram pof-
tar-se a> largo, junio das prezas hespanholas. Se-
guiram-os os francezes; os americanos orara os
ltimos, e ento as fragatas bespanholas Numan- i
ca, Resolucin, Villa de Madrid; Blanca, Vence- \
dora e Berenguela approximarara-se dapraia.
A's 8 boras a Numancia, chegando-se a
milha do caes,' disparoa dous tiros,
ia principiar o bombardeamento.
indo rebocadas a primeira peto
segunda pelo Oyapock.
S. Frauctsco e a os seus verdadeiros alicerces; sobre a conservaco signal do seu terror e do temor que principia a ter
e o re.-peilo sincero da autonoma e da iniegridade do justo castigo.
de todas as nacionalidades existentes, em que as t Tendo ja passado para o outro lado do Paran
Foi cunhada na casa da moeda urna medalha de- presentes geracSes nao poderiam tocar sem se todo o material dos exercitosalliados, iamos trans-
dicada ao nosso exercito e armada, tendo de um prescipitarera em um novo abysrno desaogue; so- portes ser enviados ao exercito do barao de Porto
lado \ efflgie laur.-ada de S. M o Imperador, e do pre o respailo e a conciliaco dos diretos e dos Alegre, para que este, transposto o rio, possa lo-
me
outro um tropho de armas. iuteresses legtimos; sobre o respeito e a benevo
O producto da venda desU medalha patrio- lencia mutua era todas as suas relagoes.
ticamente destinado ao asylo de invlidos da pa-
tria.
4
SESSAO IMPERIAL
DA V E
mar na campanha a parte que Ihe compete
c Os aconiecimenios precioilain-se e brevemen-
te teremos noticia de oniros feitos imporuutes. Pa-
ra trarer-no la apenas chegue a Montevideo, ficava
all urompto o vapor luparan.
t Em seguida iranscrevemos a carta do nosso

A misso especial que me foi confiada pode
contribuir, embora em pequea parte, para esse
grandioso resultado; eeu espero, senhor, qae Vossa
UO MtfenliAMIiftlO.tem feito para o triumpho da allianca na guerra, correspondente ero Montevideo;
acoihero benvolamente os meus desejos e meus
leaes esforcos para que esta misso chegue a ser
um dos nietos que coucorram para qne a alliaoca
DA ABERTURA DA 4.' SESSAO DA
12.' LEGISLATURA.
DA
ASSEMBLA GEKAL LEGISLATIVA
EM 3 DE MAIO DE 1866.
PRESIDENCIA DO SR. VISCOS DE DE ABAET.
Ao meio-dla, reunidos os Srs. depuudos e sena-
\ dores no paco do senado, foram nomeados para a
I (tN,.),w,n.i _~. J.^.:. _...^-k.-.. ii C U a Tmnarirlnr
Montevideo. 29 de abril de 1866.
Ao me equivoquei quando disse na correspon-
se prooogae na'paz, pea paz *e par'a a paz: para dencia que raandei peo vapor de guerra R a 21 do crreme, que por este paquete tena que
aonunciar provaveimeote alguma imprtame no-
deputacao que devia receber a S. M. o Imperador
signal de que 0s Srs. deparados Luiz Felipr*. Souxa Brando,
Viam-se as emi- Carvalho Res, Carvalho de Meadonca, Ferreira da;
uencias coberUs de espectadores, quando a Resolu-1 Veiga, Araojo Barros, baio de S. JcSo do Rio
don su postou defronte da estacao da estrada de Claro, Barros Barreto, Raymundo Francisco R-i
ferro, a Villa de Madrid e a Blanca a 500 bragas! beiro, P.oto de MendonCa, Serapbico, Ferreira Ra- lio pennorMo neo da nova provai ae auei-
da alfandega, e a Vencedora em frente a' raa do; bello, Ratlsbona, Barres Pimental, Lopes Netto, Cao ^ meu boa amigo o governador provino do
: Andrade Pinto, Binlamaqoe, Horta de Araujo, Cor- [ flstaoj> Oriental.
para que, fioalmente, ebeguemos a ser o que a
todos ous, e conveniente: bons visinhos, amigos,
que se estimem e respeitem.
c Com estes sentimentos cumpro o dever, muito
grato para raira, de encelar as minbas funcg5es
oflkiaes, apresenlando a Vossa Magestade os votos
que faz o meu governo pela prosperidade do Brasil
e pela felicidade de Vossa Magestade e de sua
augusta familia.
S. M. o Imperador respondeu :
Multo peoborado Tico da aova prova de aflei-
var e estreilar-se, persiste em empregar estes
melos de guerra contra os povos da America.
< V. Exe. dar copia desta nou a S. Exc. o Sr.
ministro de esudo.de 8. M. catholica.
t Dens guarde a V. Exc. muitos annos. -Rufino
de Elizalde.
As ultimas noticias que ha do Chile, al 7 de
abril, rtferem que era grande a excitacao do povo
por causa do bombardeamento de Valparaizo, cla-
mando todos por vinganca. Ao mesmo tempo ac-
casmm- os ministro da guerra e fazenda pela
ieotido bavida nos aprestos militares e Taita de
medidas enrgicas, e rapuUva-se provare uma
reorganisao do gabinete. ,
Os Hespanhes queimama todas as presas que
tinbam feito, parecendo prepararse para se reti-
raren! das aguas do Chile. Nao era comtudo pro-
vavel que elles deixassem sem proteccao o sea
commercio martimo no Pacifico.
Consta que Lpez tomara esta resoluco, segun-
do assegura um passado, depois que uma bomba
da esquadra cahio sobre a casa em que elle hab-
uva, e ouira sobre a maioria, onde esuva o gene-
ral Barrios.
Presamem uns que elle se foi fazer forle em
Hnmayta', e outres que foi tomar posico no sitio
chamado Esteronelaco, onde o terreno Ihe favore-
ce para dar uma batalha campal.
Nao verdadeira a invaso do barao do Porto-
Alegre, qae esta' ainda em S. Tnomaz a' espera
de meios de transpor o Paran'.
Desde o desembarque de nossas (breas at o dia
21 trabamos lido 356 horaens-ff do combate,
sendo 3 morios e 10 feridos do da 16 (desembar-
que) e os mais dos ontros dlis.'. Morios 2 cffi. aes
e 52 soldados, e feridos 15 offlciaes e 287 soldados,
e mais 5 extraviados, dos qaaes ja' sppareccu um
altores.
O Io lente Rota val indo perfeilamenle ; o
que annunciamos para tranquilidade de seus nu-
merosos amigos.
Ja' sabiamo3 que a impreca argentina linha
estlgmatisado o bombardeamento de Valparaso ;
agora vemos que o governo da mesma naco pro-
testa tambera contra aqnelle aelo na seguinle nota
dirigida ao seu ministro eir. Madrid :
Sr. ministro O povo argentino acaba de ser
dolorosamen'e impressionado ao sabtrque a 31
de margo ultimo a cidade de Valparaso fot bom-
bardeada edeliberadamente incendiada pelas tor-
gas navaes do governo de S. M. catholica que a
bloqueavam.
A civilisagio dos tempos modernos erraquis-
tou ja o principie de que as operagoes da gueira
se limitara ao que possa influir direcumeule no
xito da luta, condemnando as qne nao podem ter
outro fim alm de fazer um damno desnecessario
ao inimigo, em satisfaco de uma cruel e estril
vioganga.
t Bombardeando e Incendiando uma cidade es-
sencialraente commercial, qnenauesuva prepara-
da para eppor resistencia de neniium genero, sera
que por to extremado rigor augmenusse o sea
poder, nem debjliusse o inimigo, nem mesmo se
approximasse do termo da guerra, o governo de
S- M. Catholica violoa manifesUmento o prinnpio
debaixo de cuja garanta descansara boje as nacSes
culUs.
O governo de S. M. Catbollca sabe o icteresse
com que o governo desta repblica tem seguido o
desenvolvimento dos successos qne desgradaga-
damenle se da vara no Pacifico.
Ligada a nago argentiha ao povo hespanhol
por um tratado recente que fortifica as suas ami-
giVeis relagoes, por um extenso commercio e por
uma avultada e industriosa populago que lllue
constaotemente para ella; ligada por ouiro lado
ao povo do Chile pelos mesmos vinculse pela
tradiego viva ainda da comnionidade nos perigos
e glorias da luta qae fuadoa sua independencia, o
sen governo, sem entrar na Indagago das causas
qne pozerara as armas as ruaos das duas nagoes
amigas, limitou-se a deplorar qae nao Ihe fosse
dado, nem Ibe bonvesse sido possivel evitar os ma-
les cousequeates de to terrivel exiremidade, ob-
servando os deveres da mais stricla imparclaii-
de, que espera lera' sido apreciada devidameme
pelo governo de S. M. Catholica.
Neste documento moderado, mas digno D. Rufi-
no de Elizalde, ministro das relagoes exteriores da
Confederago, oprolesta contra o emprego de meios
t que considera contrarios aoa principios consa-
t grados pelo dlreito das geotes, e-pelos prejuizos
que se causaren) por este motivo aos cidadaos ar-
t gentinos e suas propriedades, cuja indeinnisagao
t solicitara' opportunamente. e conclue manifes-
c tando ao(raesmo lempo as difficnldades que ha-
c vera para a conservago das boas relagoes que
< felizmente existem entre ambos os panes, e que
c por uma pane p5e seu especial esmero em cul-
t tivar e estreiUr se persistirem em empregar es-
tes meios de guerra cora os povos da America.
E' mu provavel que o governo oriental manifes-
t da mesma sorte o seu pensaroento. Consta de
uma maneira positiva, que os hespanhes se pre-
paravara para ir bombardear o Calbo, e que era
seguida se apnssariara das ilhas de Chinchas,
aguardando depois 03 successos. lista desgragada
questao tem sido pessimameMe encaminhada, e
devemos receiar as mais terriveis reprezalias da
parte dos Chilenos e Peruanos, que. pelo menos,
podem afuyentar dos mares a bandeira mercante
hespanhola.
Os prejuizos causados pelo bombardeamento sao
desta rma avahados:
Cabo.
A's 9 boras rompeu a Blanca o togo contra a
alfandega aos gritos de viva la reina, seguindo-se
ida das Notos, Moreira Brando, Souia Carvalho, nleresses de nossas duas nagoes ter-
Vinato, Junquera e Pedro Muoiz, e os Srs. sena-.nao-secada da mais ligados pelos sacrificio que r
se
de seus cida
e estou certo,
concorrera para que
tornera da mais cor-
tina do theatro da guerra.
Com effeito, pelo vapor S. Miguel, que sahio de
Corrientes no dia 22, se sabe o seguate, ajo al-
cance avaliaro os leitores.
O exercito alliado linha concluido de passar com
todos os seus elementos qe guerra, e se achava era
frente ao inimigo. que ainda se conservou em seu
acampamento intrlnchelrado, no qual ora nica-
mente incommodado pslos togos continuos da es-
quadra.
Separam os dous exercitos um arrolo, sobre o
qual havia tima ponte, qae os Paraguayos destrui-
rn). Este obstculo, porm, uo contera' nossos
soldados; porque ja' trabamos prumpu ouira
ponte para langar opportunamente.
Entretanto succede alguma cousa com que o ge-
neral Lpez nao contava, e que o colloca em serlas
diflkuldades e nos annuncia a torrainago promp-
logo a V.lta de Madrid, que fez chover balas razas dores marquez de Cax.as, Zacaras, Canha Vas-; ambas 'era ate do proprio saogne
bombas sobre a cidade. Coraecon depois a B/aca conceilos, Dias de Carvalho, Teixeira de Souza, daos, a bera da causa da cmiisagao,
a aiirar sobre os edificios da praga do commercio Araujo Ribeire, Pimenta Bueno, Pompeo, Silveira ar. Lama.s, que vossa missao
e da intendencia, cujas paredes eram atravessadas da Molla, barb de Maroim, Paranhos e Paran-15*J"22 Vlb'nt,ana
como se fossem de papel gn ; e para a depuiago que devia receber a S. aiaB'v' ',' ..^,.,n ,...... on.roo. i merra
A Resolucin peto Va-lado fazia fogo para a es- M. a Imperalriz os Srs. depuudos Macdo, LeitSo Sen emJ^"^^^*2",..,.,?,rl:
lacao do caminbo de ferro, e algumas bombas da Cunha, Arago e Mello, Pinto de Mendonga, e {I >ncrr/ndenc,a,> pwfer.o o Sr. Torrent o seguin-
eahiram na vizinhaoga de Barn, roaundo urna os Srs. senadores Mendos dos Santos e Carneiro de re %curhs 0 K_ 8 vice-nresidente da Renn-
raulher e ferindo nma crianga. Entretanto nutria Campos. ^,","' 22J Z !i,r m, S?
a Vencedora um fogo arrazador cora as suas pegas A-uma hora da tarde, annunciando-se a ebega-, ^ea -Argeot na fez-me a honra de nomear-me eu
de 68. da de SS. MM. Imperlaes, sahiram as depaucSes ^if^il^
Cdntinaou activamenle a obra de destruicao, a espera-Ios porta do edificio, e entrando S. M. o
mas felizmente sem perdas de vidas. O fogo di- imperador no sali, foi ah recebido pelos Srs.
rigia-se principalmente para o quartel da artilharia, presidente secretarlos qae, nnindo-se deputa-
e quaado afinal urna bala paro o paida ibandeira, jfe acorapanharam o mesmo augusto Senhor at ^"m'iao ^TdT^rm^ano'aoVcm- i te" po765000 homeos. sendo perto de 50 000 bra-
MnboeT'9 0,LoT-ineS M o Imnerador tomnu dssento e S S ^detoza d honTcommum, e ero s.leLs, e o melhor que o proprio Lpez est
Panbe^.............inoendiou'irseuu^m-siT^ ltSo8 ^vigo dos grandes principios da liberdade e da \ encerrado cora el.,, e naiuralmente cahira ara-
como o annuncia competentemente nesla carta que,
com todo o respoito, deposito as mos de V. M.
Imperial.
Quaado o sangae generosa dos Brasileiros e
O barao de PortoAlegre, que ja tinha pa-sado
em Itapu ao territorio inimigo, raarchou com tal
deciso e rapidez que se collocoo em posigo de
cortar a retirada ao exercito paraguayo, e accres-
cenu-se que o general Flores, por uma hbil ma-
nobra, tambem se inlerpoz entre o dito cxerciio
e Huruaita.
DesU maneira est este exercito, que Do pode
exceder de 25 000 homons, circulado estreitaraen-
A's 10 1/2 uma bomba de Vencedora
mandou assenUrerc-se os Srs. deputados esenado-
o Iforon Hotel, e ganhando as cbammas as ras reSj |ea a segQiote falla
Cochrane e Planchada, erguen se densa nuvem de |
fumo aue esenrecea a luz do dia. < nago.
Pouco antes do nwsio-dia manifestoa-se tambem : n0je) mas do que nunca,
fogo na alfandega envolvendo todo o edificio, mas | moiivo de lisongeiras sperancs para o
nem por isso doixavara as bombas de cahir bastas, como auxilio de rauita confianga para
sobre a cidade, deslrulodo nanitas casas e rma-
teos particulares.
Dez minutos depois do raelo-dia a Numancia fez
signal de por termo ao bombardeamento, e rarae-
justiga, qae sao nos dous povo= uma verdade prati- j bem em nosso poder.
ieu a sogumio na -. .- DOSave| caDarn a0 ooracc dos filDos I Alm disso, desde que nosso exercito pjssou ao
Augustos e dign.ss.mos Srs.. repreguntes da SSt2^5S^aa^M nao S outro lado, nao tero cessado de haver suas guerri-
vossa renniao iam os da mais viva sympalhia e da mais intima! Ibas e togo de canbflo por parte da esqo;
Proprielaces riscaes
dem particulares
Movis.....
Mercaderas .
Brasil,
o go-
unlo.
Tornar estes lagos perduraveis, o anhelo do
governo de minha patria, e elle, cheio de f na
Cheto de prazer tos anndacioo'tiafccimemo do lealdde do over9 im^> com a raai3 perf,!ila
principe D. Pedro, frocto feliz do consorcio de ra- correspondencia da sua parte.
a D. Leopoidroa- ^J^-g^.-te ffEX^wZ
dia 22, era qae sahlo o S. Miguel de Corrientes, se
semi all nm forte e vivlssimo fogo de artilharia.- ._-_...
Deixa-nos, portanto, o Amo em vesperas de re- nos-Ayres, tendo sabido de Corrientes no au z*.
Total.......10,183,000
Pertencem :
Ao fisco.......... 431,000
A'chilenos......... 33.S0O
A' estrangeiros....... 9,398.000
Fallava-se em ama mudaoga ministerial no Chi-
le, e dizia-se que o governo havia mandado reti-
rar seas representantes dos Estados-Unidos e da
Inglaterra, desgostoso pela attitude passiva que as
torgas navaes desUs potencias assumiram na pre-
senga do bombardeamento.
Em uma circular dirigida pelo ministro de es-
trangeiros aos diversos governos das nagoes ami-
gas pparecem al algumas recriminagdes contra
o ministro inglez e o conimandante das torgas na-
vaes de S. M. Britnica, qne leriam garantido que
nao baveria bom8ardea monto se o governo chileno
nao empregasse torpedos contra os navios da
guerra hespanhes.
Principiara a chegar os depuudos e senadores
ao congresso argentino, e assim nao ba duyida da
que elle se possa abrir no principio de malo. A
questao governador pouco terreno tem ganho, a
parece que o candidato mais provavel sera' real-
mente Alslna, ultra crudo.
Pela estalistlca de emigrantes publicada pela
respectiva repartlcao consta que no 1* trimestre
deste anno entraraio em Buenos-Ayres 67 navios
com 3,717 soldados da industria e do ppogressj,
predominando as procedencias de Genova, qae sa
eleva a 2,0i3.
Ultima hora.- Cbegou bontem oCysne a Bue-
dlauraeme se retiraram os navios hespanhes,- com 0 meu raaito prezado genro, o duque de Saxe., agesiaae
tendo lancado sobre a cidade 3,000 balas e bom-
bas. Aendiram eolio os babiUnies a extinguir o
incendio e salvar o qae ainda poda ser salvo.
O'prejnlza soflridopor subditos Ingleses foi ava-
hado em qnatro milhes esterlinos e -em igual
somma o que cahio sobre os ootros estrangeiros, | iargar as armas; alegro-'me porm
ao passo que os naturaes do paiz apenas perdeno q^ lem sidq locessante o concurso
urnas 100 000.
A's 3 boras da urde bandas de msica percor-
raro as roas da cidade aos gritos de viva o Chile;
o Incendio, porm, eontinuava a lavrar, nao po-
dendo ser dominado seno no dia seguinte. N'ama
conferencia cora o commodoro norte-americano o
almirante hespanhol declaren que nao repelerla o
bombardeamento de Valparaso, mas que ia exer-
cer a mesma vlnganga contra Valdivia, Conceigao
e outios porto?.
O presidente do Chile fez a seguinte proclama-
gao :
Coocldadosl
O bombareameote de Valparaizo sera' o es-
cndalo do seclo XIX. O arrasanrento de ama
praga eommercial, desprovida de moros qae a
protejam 6 caobdes une a defendam, imporU nm
grande attenudo contra a ciTilfsigao.
Nossos nrolgos heo de envergonbar-se d.
BUerra "."*""" ""y o """ a honra de ver pessoalmente nos acampamentos
OdesaggraTO da honra nacional offendlda pe- oiliures, compart.ndo epm toda a abnegatfo era
,o presidente do Paragna, anda E^1AU3'S^SSSSn
todosno I0*10 sSo capazes de fazer pelos seos povos"os
^TurilSuanllVX^^ ^ ^^ "'Va*0
foi ce'enS erare'9o^lSBrto5 asSpnblSsTr*'i^TSX^^TJ^A SSS'eI
antina b nriflOia Ita^lllanr-a tem sido manti- Dl5a0 de trabalhT para merecer a alta connanga e (
donde nos traz as seguintes noticias, que sao fi-
dedignas.
Os Paraguayos, vende qoe nao se podiam sus-
tentar em seu acampamento, por cansa dos fogos
da esquadra, retiraram-se no dia 2 com loda a
ceber noticias d algum outro importante aconte-
c memo.
So o baro d e Melgaca soubesse destes aconte-
cimento*, e avangasse com as torgas que hoje tem
a' sua disposico, podena ter a gloria de libertar;
toda a provincia de Malto-Grosso. e de chegar, sua artilharia, e o ineendiaram depois, sem seren
victorioso a' Assampgo simnlteneamente com os incommodados por nossas to *, qn
grandes exercitos adiados.
Me coraprax em deter-me na contemplago deste
quadro, qae satisfara ao justo orgullio do Brasil,
qoe tem mostrado ao muodo como sabe e pode
viogar as affroous que Ihe sao feius.
Ssli gfnerra toi um mal neeessario, de immen-
sos beneficios para o fataro, e qae aos peder ga-
rantir paz e respeito, se nossos esudistas aceita-
ren) todas as saas cooseqaencias ; porque agora
guite foram acampar na mesma ocattdade, mar-
chando o general Flores na vanguarda com torgas,
brasileiras e orientaes.
Baha.L-se no Diario :
c No dia 3 do correte reunise em capitulo a
Congregarlo benedictina para a eleigo dos novos
fuuccionarios no triennio de 1866 a 1869.
t Hootem 7 foi eJeilo geral da ordem o Rvm.
pregador imperial padre mesire Fre Maooei do S.
tereco cobardemente destruido rmateos, fabricas, nacional e o
estradas de ferro, telegrapbos, edificios pblicos e vaaa g^fc
particulares no floresceate porto do Pacifico, onde; jritdlc
flade.
t Invadida a provincia do Rio-Grande do Sal
por torgas paraguayas, julguei ser do mea dever
seguir para- all aflra de animar com minha pre-
senga e meu exemplo a ttefesa da integridade do
imperio. Mens muito prezados genros me acora-
panharam movidos de iguaes sentimentos.
, c O rendidTento deUrngaayana, inutilisando as
torgas invasoras, tornou desm'cessaria a contlnaa-
glo da minha presenoa n'aquella Brovtacia.
. A pro'imsia de ttgto' Grosso, com esforgo pa- .
trioco, tem consertdo a saa capital e grande:"}_*" w vl8,0MDva W tornea
parte do territorio livre da in vatio inimiga. e:
O nosso exarca, a nossa esquadra, a guarda
governo. >
S. M. o Imperador respondeu :
< Malte penhorado fleo da nova prova de affei-
Sao de mea bom amigo o vlee-paesldente da Co'nfe-
erago Argentina.
a Os iuteresses de nossas duas nagoes tornara-se
cada dia mais ligados pelos sacrificios -que arabas
fazem at ao padprlo sangue dos seas cidadaos e
bem da cansa da Jvillsag&o, e estoa certo, Sr.
Torrent, que vossa misso concorrer para qae as
fla mais cordial
estima. _stsi.
Os mesmos senbores, antes de BOl K-se, felici-
sombra dos loaros.
Teoho plena confianga no governo actual, e no
hbil e disllocto datomau encarregado de nossa
poltica no Rio da. Prata. .giles compleUro a
obra lo brilsanteotote encaminhada por nossos
generaos de mar ierra e palo palnolismo de
nossos cidadaos.
O governo argentino, perante a reprovago oaa-
nirae da iroprensa, e da opinlo pablica ao bom-
bardeamento desnecessario e infructfero de Val-
paraso, julgou conveniente manifestar sua des-
; approvago a este acto, em uma note dirigida a
seu ministro na corte de Madrid.
lo e
.Ja fra cada da pro-
dUelpou, msrecendo a
todos os estrangeiros, inclusive os mesmos hespa-," Baploro prodndaraente as v
oboes, encontraran! sempre bospitalfdade e pro- crflcadas nasta guerra, mas i
lecgo. |mo contemplando
t O Chile, bem o sabis, leve emOoLde aceitar | norap brnsitoif
a guerra que Ihe declaroa o almirante Pareja a 18
de Mteobro, dia &) gloriosa reeordagSo.
< Combateaos nobremeote. as aguas do Pa-
pudo oblivemos um triumpho esplendido. De
Abuo fogiram tristemente os nossos ioimigos, e
preciosas sa-
lival meaosga-
heroisme qae scompanba o
orla que Immortalisa a me-
tirar-me deste lugar sem
a V. H.oao jovo
paiz, no do oen govn
tissioa e trHrinpnai opera
allladas, de qno aeabamoi
aproteegao da Dlvuu ProTldencla,; qoal ocooji *giaaa o
ad vaJor t> diseliAw do nosst exercito os vajntes dados do BraaU.
i a Saa MagesUde pelos atImo*r trlnmphos Emende o governo argentino que esta mesma
das armas alliadasT especialidade de sna posico o amonsa a fazer eu-
0 Sr. Lamas exuressou-se nos seguinles vir a sua voz do de S. M. catholica, proiest
termos : contra o emprego de meios qae cooeWera eonwa-
t Perdfe me V. M. impsjlial, mas nao posso re-: ros aos principios consagrados pelo direito
rade felicitar gantes, e petes prejuizos eaasados ou
a hoc
j tremolao no territo-
das
que se cau-
se de sea sarem aos cidadaos a;
j iropoMMi- des, cuja indemoisag
as armas e a ponderar-lbe a
_Wa, e na que haTerfa para a col
posto de honra que filizmente i
e saas propreda-
mente,
Idades
tras relacoes
os piixes, e
que pe sea parle p5e especial esmero em colU- para da roa
Foi na mesma occaslao eleito visiudor pri-
meiro o Rvm. padre mesure Prei Lourengo de San-
te Cecilia.
t No lugar denominado Arumbepe naufra-
gou no da 30 de abril ultimo a lancha Santo An-
1 tonto de Padua, de que era mestre Fabnciano Tei-
xeira de Carvalho ; sendo logo os salvados arreca-
dados e postos ero deposito pelo respectivo juiz
municipal a quem o Exm. Sr. vice-presidente, logo
qae teve conhecimeuto, ordenou que procedesse
nos termos do art. 734 do cdigo commercial. A
lancha levava lastro de area, e poroso espeda-
eou-se logo.
t Recebemos o Correio Sergipenu- at 26 do
mas prximo passado. Le se nessa olna:
Um faci horroroso foi pratieado aa dias do
mez passado na povoado da C* Mr Jlo
Cbrysostomo de Goee, proprieuri son -escravo
Antonio e um deseoobecido, i a paasoa do
Andr Bonifacio, menor dr-tMoWs.
Rotor mo-to sem carregar as cores.
i Andr Bonifacbvagiregado do Joo -Uirisos-
bsao, caaoaioenteootrou por alte nonte ao quar-
to de ama fllha de seu amor e Isto ac teoso porque o dormito
t
ILEGfVEl J

1




1
Pataces.
431,000
430,500 .
100,000
9,200,000

ir -
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**:

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4

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Diarlo le rernamftaeo Sabbada f* fe Salo le 1866.
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ro de escravog e agregados da casa comronnica- infame qae aoles mereca-estar na-grista, oa pelo
se sem a menor reserva com o quarto Ce d irmir menos abandonado ao trabalho do esa tirapo,
dnsenhora. Esta grita ao sentir passos, e, manda
chamar sea paiqae nao dorma na mesraa caaa,
e slm em outra dentro do pasto do engenho.
c Andr fiooifaeio, tomado de susto, ausenta-
se, e procara asylo na casa de um sea irmo;
mas das depois, recebeodo repetidos chamados de
sen amo para trabalhar, oa melbor boa f voltoa a
proprledade.
< Logo qae all ehegoo, foi mandado em compa-
n'iia do *scravo Antonio, para em martas arredias
cortar madeiras. Sem medir o alcance daquella
ordem, Jos Bonifacio a observa, e qnando a seu
salvo loe pareceu estar trabalhando, eis que sur-'
gern seu amo e ata esconheeido, os qutes prati-
c.-itn a mais requintada maldade depois de bavp-
rom tirado a Bonifacio todos os movimentos com
nx grosso pu qae Ihe atacaram sobre os peitos.
Agua de Florida de Murray k Lannau.
Est com urna rapidez espantosa trans-
mittindo e entregando ao negro esqoecimen-
to urna chusma de esaencias e aguas chei-
rosas para o tomador, as quaes bem que
se diga, teem servido d'uma miserave! des-
honra ao gabinete de toilet, e de um des-
presivel desgosto todas as pessoas de re-
finado gosto. Alm de ser menos expen-
diosa do que os extractos e essencias euro-
peas, ella e a mais pora e delicada essen-
cia floral existente, e til i como um ex-
o proprio Joo Chnsostorao com uma faca cnente meto hygienico possuindo superior
pratica a eparacodos testicnios e o seo compa- qualidadescosmticas: e Analmente j como
nheiro do crime tenia bulos trabar pela victima, delicado e aprazivel adorno o dorifero e de-
qne resisti. Em seguida flreram um curativo y.nen
com sal, e obrigaram o paciente a declarar em
publico qae tinha sofrido ama chifrada de boi.
< So dias depois foi sabedora a autoridade dosse
faeto, que commanicoo ao Sr. Dr, chefe de polica,
em vista das providencias expedidas foi instaura-
do o competente procsso, achaodo-se os reos fo-
rajidos.
ClfflPlMl BlASILEIIU
DE
PAQUETE A VAPOR.
i i Dos ports do sal esoejadc
fartr leilao por coma de urna familia que se retira-
par tora do- objetos anima ditos ho)e .
12 do comit as- i 1 hwas.
48 Praca do Comftrercio 48
____PERNAMBUCO,
REVISTA DIARIA
O pavilho brasileiro trmula ovante em trras
paraguayas I
O Passo da Patria foi transposto, e o soldado bra-!
sileiro piza o solo do Paraguay, levando Ihe a Ii-
berdade e a ciyilisacao pelo derrocamento do po-
dero brutal do tyranno, que o avassallava I
A' esta^noticia, scencia da victoria das armas
alliadas, e mais anda lie ter esta sido filba exclu-
siva dos soldados do imperio da Santa Cruz, a ci-
uV! heroica dos Henriqaes Das, Vieira. Camaro
e -\--,'reirs exultou, e uma expaoso patritica
sabio de seus pulrnoes heroicos, dando copia do
prazer que ioundava a sua populagao.
Ao tundear o vapor norle-americano, qne foi
portador de lo faustosa nova, o telegraphe fez su-
bir omo annuneie a cidade, varios foguetes do ar;
a que seguio-se o festivo repicar dos sinos das
Igrejas. e logo apoz urna salva real dada pela for-
taleza do Bfum.
Dilondido assim o feto glorioso do nosso exer-
cito e da oossa armada as aguas do Paran e em
territorio do Paraguay; fecharam-se as repartieses
publicas e as casas coramerciaes.
A assembla provincial por uma raoco, asslg-
na la por lodos os membros presentes, encerrou os
seus trabalhos do dia.
Os navios surtos no porto erabandeiraram-so, e
as ca-as consulares igaram os pavilboes de suas
nacionalidades, commungando assim de nossas
exalta eds.
Os empregados da alfandega e consulado, apezar
da continuada chava qae caba, encorporaram-se ;
e leudo a sua frente os pavilhSes das nagSes trpli-
ce allianca e orna msica marcial, saturara em
passeaia pelas roas da cidade, seguidas do grande
acompanhamento de povo, que de instante a ns-
tame prorompiam em vivas. Desta forma dirigi-
ram-se a' differeutes pontos offlciaes, sendo o pri-
meiro d'elles a assembla provincial, onde alcaram
varios vivas, que foram correspondidos pelo pre-
sidente deste corpo legislativo com caloroso entu-
siasmo.
Esias manifestaroes tiveram lugar no correr do
dia; e a noute repetiram-se frvidas, sob aspectos
diversos.
A i i.ide illuminou se em grande parte, e sem
embargo do mo lempo as ras estavam aprobadas
da nossa populacao, caja alegra, cujo jubilo pa-
tritico -xpandia-se por tal forma.
E' um mimoso e delicado compos-
to de ludo quanto til, ao que ha de mais
agradavel.
Para os senhores que soffrem de irrita-
do e ardenca da pelle cansada pela raani-
pulacjo da navalna de barba, usando d'este
balsmico e refrigerante perfume, diluido
em agua, encontrario n'elle a virtude mo-,
dificante, o antidoto necessario, servindo ao
mesmo tempo, debaixo desta mesma forma,
como um meio excel lente de dissipar o gos-
to e cheiro que tica na bocea depois de se
haver fumado '
Antes da compra desta agua, bom aera
examinar com cuidado, se os nones'.de
Murray e Lanman, se achara inscriptos tob
cada envoltorio, letreiro ou garrafa, pois
claro est, que na falta dos meamos toda a
mais falsa.
Vende-se as pharmacias de Caors & Bar-
bosa e J. C. Bravo & G.
_ ports do sul esperado
ate o dia 14 do corrate um dos
vapore 4a compaobi.i, c qual, de-
pois da demora docostume, feegui-
_ r para oa-portos do norte. Des-
I de ja rocebem-se passagetros, e eogaja-e a earga-
, que o vapor poder coodtartr, a qual dever ser em-
barcada no dia da sua ebegda; encommendase di- De om lindo carro de 4 rodas com arreios
nheiro a frete ath o dia da sua sabida as 2 horas;
as passagens s serio receidas na agencia roa
da Crox n. I, escwptorio de Antonio Lniz de Oli-
veira Azevedo & C.
Liverpool por Lisboa
'COMPANHIA
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado;
COMMERCIO
Novo Banco de Pernambuco.
O novo banco paga o 16 dividendo ne
razao de 6I50 por aegao.
Xovo banco de Pernam-
bnco.
O Novo Banco desconta letras a 12 por cento
ao anno, toma dinheiro a praso Qxo ou em copia
corrente pelo premio e condic5es que se conven-
cional e saca sobre a praca da abiaB
VECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendlmenlo do dia 1 a 10....... 8:586994
dem do da 11................ 209*363
cidas, aflm de serem examinadas e preferir-se
aquella quemelhores, vantageus oflerecer.
O secretara,
Dr. Francisco fk Paula Salles.*
n LE N. 649.
O Dr. Nanoei Clementino Carneiro da Conha,
vice-presidente da provincia de Pernambueo : Fa-
?o saber a todos os seus habitantes que a assem-
bla legislativa provincial decretou e eu sanecionei
a resoluco segointe :
Art. 1. Pica'o presidente da provincia antori9a-
do a mandar esludar e a contratar com uma ou
mais companhias oa com pessoas reconhecidamen-
te idneas, pma rJe de estradas, de rodagem ou
de r-arris de (erro, condecidas, sob a denominaco
de tramways, qne ligue os centros populosos do
interior da provincia com as diversas estarce.- da
estrda de ferro do Recife a S. Francisco, como as
aetuaes estradas de commnnicacao para esta capi-
tal ou com os pontos do littoral de fcil accesso a Pretende aablr no dia 11 do correrte o vapor in
navegaco. glez Camne, para Liverpool por. Lisboa, para en-
Art. i.' Para execoc&odo. artigo precedente po- commendas. dinheiro a frete : a tratar com os con-
dera' o mesmo presidente adoptar as segniotes me- signatarios Saunders Brothers & C, praca do Cor-
didas : poSanton.il.
I.* Conceder as companhias oa aos particula-
res, qne se encarregarem da construecs dos
tramways oa qae os collocar d'ora em dianle as
actuaos estradas, uma subvencao kilomtrica pro-
porcional ao capital empregado e por ama s vez,
fleando o contrato, que para isso se celebrar de-
pendente da approvaco desta assembla.
O contratante podera' independente desta appro-
vago dar eoaeco aos estudos e preparagao dos
planos das obras, os quaes ediricrao mediante in-
demnisacio pertenceote a provincia caso nao seja
appro va so o contrato celebrado.
2.Ontrahir nm emprestimo dentro ou (ora
do palz, mediante condices que nao obrigaem a
provincia a um dispendio superior a quatro ce-
ios eontos di ris annuaes.
Art. 2.a Rtcam revogadas as dispoaicSes em con-
trarte.
Mando perianto, a todas as autoridades a quem
o conheeimento e execugo da-presente resoluco
pertencer que a cumprame fajara cumprir lio ra-
teramente como nella se contera.
O secretario do governo desta provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do overeo de Pernambuco, aos 20 de
margo de 1866, 45 da independencia e do imperio.
L. S.
Alanoel Clementino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolucBo nesta
secretaria do goverao de Perwrobuco, o 24 de
abril de 1866.
O secretario, Dr. francisco it Paula Salles.
Registrada a II. do livro 7a de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 20 de
mar^o de 1866.
O escripturarlo da 4a seccaoTheodoro Jos Ta-
'________________________________Kens a bordo dos paquetes desta companhia nos
HxpOSicio dos productos agrl- mezes de maior afluencia tem a faculdade deas
OLYM:PIO,
LEiLO
(coupd)
ero perfeito estado pr>prio para passeio.
hoji:
NO ARMAZEM DO AGENTE
OLYMPIO,
' 48-Praca do commerclo--48
JLEILA4I
re ile 300 barricas com ci
ment.
Seganda-feira i 4do corrente.
O agente Pestaa fara' leilao por conta e riseo
o vapor Cruzeiro do Sul ao da 21 de (l{iem pertencer de cerca da,300 barricas com
do torrente, commandante .lean-1 cimento desembarcado ultiinameqte, o qual ser
forado, oqoal depois da demora do
__, costme, seguir para os portos!
do sal. Reeebem-se desde ja passageiros e enga-
ja-se a carga qae o vapor poder conduzr, a qual
dever ser embarcada no dia de sqa chegada en-
commendas e dinbeiro a frete at o dia da sabida i
as 2 horas : as passagens s sero recebidas na:
agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Antonio
Luir de Olivera Azevedo & C.
vendido em um ou mais lotes a
pradores : segonda feira 4 do
horas da machia ero ponto no
Apollo.
vontade dos corn-
corrente pelas II
largo do caes do
Para Lisboa.
za
_VIS0S DIVERSOS_
ATTENQAO.
Desappareceu na manba do dia 9 do corrente,
vgue com brevidade a velleira barca portugue- da casa n. 110 da ra das Cinco Ponas um cachor-
Belrn, ^capito J. Joaqaim de Freitas. Recebe rinho d'agua, o qual acode pelo epitheo de -E garribiae com os signaes seguimes : orelhas e
cauda pretas, bem como no mew do lorabo tem a
mesma marca, e com a cauda cortada : quem o
achar far o favor de entregar msma casa cima,
ou nesta typographia, que se Ihe gratificar.
um resto de carga a frete, para o que trata-se uo
escriptorio de Amonmlrmos.rua da Cruz n. 3.
mvmw
DAS
Messageries Imperiales.
At o da 14 do correte espe-
ras da Europa o vapor francez
Gwmne o qnal depois da de-
moea do.costame seguir para a
Jaliia e Rio de Janeiro. Para
condiepes freles e passageiros trata-se na agencia
ra do trapiche n. 9.
Os passageiros de Pernambuco para os portos
da Europa que queiram segurar as mesraas passa-
bordo dos paquetes
8:7963o7
A abertura da nossa expsito provincial foi
transferida para o da lo de agosto prximo.
Estamos antorissdos a declarar que assembla
provincial nao augmentoa nem pretende augmen-
tar o imposto da decima, nem outro qualqner;
e que a emenda apresetatada, pela commlssao do
orcammto, para esse fim foi retirada antes de dis-
cutir se.
Chegoa ao Rio de Janeiro, no dia 2, o brlgue
Harta dente de Pernambuco.
ricava sabir desse porio para o de Per-
naniba.o, no dia 12, o brigue Trovador.
*, o vapor brasileiro portador da mala deste
me.: o Su ni Cruz, que devia partir no dia 7.
-- No dia 8, devia sahlr, para a Bahia e Per-
Darobnco, o-vapor inglez Rhne, em. viagem para
a Europa.
= Ero consequencia da fausta noticia do trium-
pho de nossas armas, a audiencia do juizo de paz
de Santo Amonio que devia ter lugar hontem, li-
cou ir.uiserida para boje 12.
Ananhaa celebra se, com -grande pompa, a
festivi Jarte do egregio patriarcha S. Jos da Age-
nia, n > conveut do Carrao. C)nsta-nos que a ir-
mand.iile nao tem poupado a esforcos, para cor-
respinder dignamente a tai sublime acto religioso
qu se de S. Exc. Rvma.
Boje no armazem da ra da Cruz n. 37 effec-
tua o agenta Pinto (conforme esta' annunciado) o
leil ) 11 tres canas com chapeos do Chil viudos
pelo ultimo vapor do norte.
Gracas a solicitude que o Sr. subdelegado
fiesta freganda Maaoel Antonio de Jess Jnior,
soe em pregar no policiameoto do territorio de sua
jQrisdiccio,foi prevenido a noe de 10 do correte
o rotibo da taberna da travessa da ra Bella, per-
teniente ao Sr. Estanislao Augusto Machado da
Paz.
Apezir ila noitc tempestuosa que fazia, rondava
aja;.. senhor por lies parageas com algaas ins-
pectora-, quaado presseniindo uro individuo acos-
tado a uma casa d all, dirigio-se sobre elle ; mas
deit ir. 11 o mesmo a fagir, logrou seropre evadir-se
a merc da escurido da noite e dos lugares por
que lotiuu na fuga.
Era sua tentativa de rouoo, ja havia cortado
orna par'.e da soleira da liberna, e levantado um
poaco o calcamento, que ja apresentava ama aber-
tura caoai de> dar Ihe entrada, quando foi deseo-
bert), como flea dito ; e no theatro do crime dei-
zou alguas ferros com que trabalbava para consu-
maijao d'elle.
Informam-nos qua na roa da Peana morara
em ama casa uns pretos, que tncoramandam asss
a visinhanga. com baralho ; freqoentes, dando-se
at a' casa de feiiicos e outras quejandas busoes,
coc qae vito especulando a cusa da sapersiigao
de ans e da credaiidade de outros slmplorios.
Dizem-oos igualmente qae para isto empregam
nma enanca paga, a quem infligen) um tratamen-
to brbaro, tendo-a fechada em um bah.
Convro qae seja isto pesquisado ; por tanto oa
qoem seja o competente trate de proceder a res-
pectiva averigaaeao, para apparecer a providencia
os no caso coober.
CONSULADO PROVINCIAL
Kendimento do da 1
dem do dii. 11....
a 10......
35:247*020
105*766
35:353,5386
MOVIMENTJ DO PORTO
Navio entrado no da 11.
Rio de Janeiro e Babia6 dias, vapor americano
Mormng Star, de 2,400 tonelaJ is.'coraman Unte
E. Horres, eqoipagem 73, carga dlffereules g-
neros; a Henry Forsler & C.
Navios saMdos no mesmo da.
CanalBrigue inglez Progrss, capltao John Davis,
carga assucar e algodo.
New-York e portos intermediosVapor americano
Morntnp Star, commandante E. Horres.
EOITAES
colas, Indnstrlaes
arte da provincia.
Em consequencia de resoluco da com-
mis-o directora da exposicao desta provin-
cia communico aos Srs. delegados da mes-
ma cjmmissao, industriaes e mais pessoas
que tem de concorrer aquella fesla com os
seos productos, que foi transferida a aber-
tura da i-xposicao para o dia <5 de agosto
prximo futuro ; outro si.r, que a remessa
dos productos deve ter lugar de 15 deju-
lho em diante.
Sala da commissao 9 de maio de 186G.
M. Buarque deMacedo,
______________Secretario.________
Arrematago.
No dia 15 do correte, parante o Sr. Dr. juiz de
orphos, Onda a audiencia, deve ser arrematada a
renda do engenho Dons Irmos, no lagar de Api-
pocos, sendo as balxas de capim perlencentes ao
mesmo engenho pelo espaco de o annos e 9 mezes,
e as trras de plantara de canoas, cercado, casa
de vivenda, etc., etc., qae fazern parte da renda do
mesmo engenho pelo de 6 anno?, ludo cumulati-
vamente : os pretendentes podem examinar o ec-
cripto que se acha em poder do porteiro Amaro
para Qcarem gcieot' s das condices com que dito
engenho vai ser arremaiado.
Iim rt#>lomar no da em 1ue os vapores-seguirem para o
uMi-a w-{jqJ, pagando porm como se tosse do Rio de Ja-
neiro.
Para o Aracaty.
O veieiro e bem conhecido palhabote naciooa.1
Dou Amigos, pretende seguir cora muiti brevida-
de, tem parte de seu carregamento engajado, para
o resto qoe'lhe falta tratase cora os seas consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C., no
seu e^enptorio, ruada Gru n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro e bem eoohecido brigue Adelaide,
pretende sahlr com muita brevidaJe por ter a
maior parte do carregamento engajado, e para o
poucoque Ihe falta e escravos a frete, trata se com
LOTERA
vos <;:ooosooo
Corre ter^a-feira 15
^Acham-se venda na respectiva lliesou-
ra'ria, ra do Crespo n. 15, os biihe-
tes, meios e quintos di 13a parte da lo-
tera a benefleio das familias dos volun-
tarios da patria (62), sendo a extracto no
lugar e bora do costume.
Os premios de 6:OOO$000 at iOOO0
ser5opagos uma hora depois da extraccao
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribuido das listas. .
As encommen-jas sero guardadas so-
mente at a noite da vespera la extracc5o.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
GASA DA F0RTO1I1
Aos 6:600^000.
uilhicM garantidos.
A'RUA DO CRESPO N. 23 E CASCAS DO COSTMS
O abaixoassignado venden aos seas muitofeH-
ms bllhetes garaatidOsdA lotera qne se acaboo.
J extrahir, a beBeflcio das familias dos voonta-
"1 15"""' 0i fe8uinles premios:
J um iaieiro com a son* de 6:000j000.
w i u,n in,eirocoma son de 1:2004.
N. oft ires qokMos com a sorte de 5004.
E outras muita sortos de 1004, 404, 204.
Ospossaidores podem vir receber seas respec-
tivos premios senas descontos das leis na casa
oa Fortuna ra dr reepo n. 23.
Acbam-se x venda os da 13 parte da lotera
(*) beneficio das familas dos voloaiarios di
pwrta, que se tatrjihira' terca-feira 13 do correte.
PRECO.
Bilhetee.....640"
Meios....... 34000
Quintos.....14200
Para as pessoas que comprare de 100-50'V:
para cima.
Bilhetes.....54500
Meios......2J750
Quintos.....13,490
Manoel IUrtins'Ficza.
Ama
Preeisa-se de uma ama para coiinhar : na roa
arga do Rosario n. 8.
Qaem tiver um MsisinTeTimi^randelaTpara
vender, dirija-se a ra do Rangel n. 41 que achara
com quem tratar.
COZIMEIA
Precisa-se de nma cotinheira para casa
geira ; na praca do Corpo Santo u. 13.
estr n-
Precisa-sa de uma ama para -ozinhar e com-
prar, que teoha bom c >Q>poriamnio, profere-e
eacrava : na ra do Queimadp n. 47.
Precisa-se de uma ama que .>aiba bem coz-
nhar : a tratar oa ra estreita do Rosario oume-
ro 2 A A.
AMA
Precisa-se de uma araa para comprar e cozinbar
para casa de hornero solteiro : a tratar na
da InJepeudencia n. 4 ou 3i.
praga
Junto a esta offleraa o. 4i veode-se doce de
goiaba lino a 14700 a lata de 4 libras, saz do me-
l^^^lm^^Qo^\ynM\t^^\lnT^mt^lk ,',-jg a(farrafa; ge lodosos
mais gneros da melhr qualidade e por precos
ra do Viga rio n. 17 priraeiro andar.
commodos.
Eduardo
Europa.
Para o Porto por
Lisboa.
A veleira e bem conhecida barca portugueza
Tentador, pretende seguir com mulla brevidade,
tem parte de seu carregamento engajado, para o Daniel J. Ring subdito britannico, val para
resto que Ihe falta trata-se com es seus consgnala-' Inglaterra.
Erasrao
Janeiro.
Gu i I herma- Menke, vai para a
Jos de Mello, vai ao Rio de

Pablicagoes a pedido
lia oa fregaazia da Boa-vista n. 3 batalbo
da guarda nacional nm ex-sapateiro, offlclal qae se
eostuma emareagar e qu maudou recolber pri-
sao um moeo-disttaelo pelos seos costumes, apesar
de ser menor e defeitoeee. E para qae esse mi-
seravel, que lauto deshonra a (arda qae enverga,
nao conliaae a valet-se d) cargo que tao injusta-
meu'.j Ibe couferiram (quando deveriam deixa-lo
kvtter tiaojiHilamaaie sua sola) para axercer ganns mesqainbas de qaem sempre teve para elle
o di'spreso qua menoeoa os biltres da sua laia,
fBde-s-3 a aamridade competente qae tire-lhe
aquella o.mda qae elle cig, pois faz orna issojo
s um favor aas perseguidos por esse atrevido,
aenao porque ple aproveita-io para o trabalho de
aap?'.am no arsenal, em poca em qae tandLie
Kicia de calcado para o nosso exercito. Eme
_g>rri,u saiba, que aquelle que nascaa parajM-
Cava botas e se dddicoa a esse offlelo, ao pode
lataotar as vistas dos ps da gente, anda que por
mdade a sorte capriche por dar-lhe uma falla,
l ,em vez de imprimir bro, oque prodoz.'.n
i:asa, ou^ada atrenmeo.
fles^atuiado, nm monstro, qae levanten mSo
sactitega para attrar com uns tamancos sobresea
proprio pai.
Trafica com os preto dos soldados a qaem de4a
pid 1 coro as ajaiora exiorso* : 00013.001 le-
pro como ae nao isnagiM. E a ua oem
Constando qne S. A. a Sr.* princeza D. Leopol-
dina e seu augusto esposo o Sr. Duque de saxe
vo viaiar a' Europa no prximo paquete inglez
que se espera do Sai, iaz-se puuucu (i,n conhe-
eimento dos habitantes desta cidade que, se S. A.
vier no referido paquete, a torre do arsenal de
marinha icar' como signal a bandera imperial, e,
no caso de que os augustos viajantes pretendo
desembarcar, sera' a bandeira imperial substituida
por un. galhardete encarnado.
Secretaria do Governo de Pernambuco, era 8 de
maio de 1866.
O secretario, Dr. F. de Paula Salles.
O Dr. Trislo de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa e juii de direito especial
do commercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco por S. M. 1. e C. o Sr. D, Pedro II,
que Dos guarde etc.
Fago saber aos qo o presente edita! virem e
del le noticia liverem que por parte de David Wil-
liam Bowmara me foi dirigida a pelicao do ibeor
seguinie :
IIIoj. Sr. Dr. juiz do commerclo.Diz David
William Bowmaro, que sendo-lbes Joaqoim Jos
Pereira de Lyra, devedor da quantia de 1:1334340
rs. e dos juros de uro e meio por cento ao raez
importancia de urna nota promissinoria vencida
em 13 de junho de 1361, quer o supplicante in-
lerromper a prescripcao para cajo fim requer a V.
S. se sirva mandar lavrar o respectivo termo, e
como o supplicado se acha ausente ero loga/ nao
sabido, quer justifica.- dita ausencia e juigada por
senten^a seja citado por edites, designando V. S.
dia e hora para inquirirlo de saas testemanhas.
Pede a V. S. assim rae. deQra.E R. MeAdvoga-
do Dr. Reg.
Na qual dei o despacho do theor saguinte :
Tome-se por termo o protesto e justifique a au-
sencia no dia 4 do corrente raez as 11 horas da
raaoha.
Recife 2 de maio de 1866.Alencar Araripe.
E em virtude do qual, fura a mesma distribuida
ao escrivao deste meu juizo Manoel Mara Rodri-
gues do Nascimento, qae fez passar o termo de
protesto qae do theor seguate;
Termo de protesto.Aos 2 de maio de 1866,oa
cidade do Recife em meu cartorio apparecea o sap-
plicaote por seu bastante procurador Flix Fran-
cisco di Souza Magalhes, e disse perante mim e
as testemanhas infra assignadas que reduzia a
protesto o conteudo de sua peligao retro, a qoal
offereceu como parte do pieseate qne flea senda e
de como assim o di$>e e protestou lavrel este ter-
mo, no qoal depois de lldo se flrmoa con as ditas
testemanhas. Ea Secandjno Eltodoro da Gonha
escrevanta juramen ado o escreviEu Mano*l
Mana Rodrigues do Nascimento, escrivao o subs-
crevi.Flix Francisco de Souza Magalhes.
Francelino Oiympio Pereira de Oliveira.Miner-
vino Jefferson Pereira re Oliveira.
E tendo o supplicaote produiido saas testemu-
nhas, sellados e preparados, oa autos snbiram a
mioba coocluso e nelles dei a sentenca "o theor
seguinte :
Procede a justificado e mudo que o jastiflcado
seja citado por edltos de 30 dias para o flm re-
querido, pagas as castas ex-caasa.
Recife 7 da maio de 18M.-Tnst5o di Aiencar
Araripe.
C Por forja da qoal o referido escrivao fez passar
o presente edita) pelo qoal chamo, cito e hei por
intimado o dito sapplicado para que compareca
neste juizo dentro do indicado prazo, aflm de al-
legar o qae for de jastica. y
E para qae chegae ao conheclajente'Vde todas
mandei passar o presente qae sesd publicado pala
imprensa e affixado nos lugares do costme.
Recife 9 de maio dai866. Eu Manoel Mara Ro-
drigues do NasoiaMflM, esertvao o subsefavi.
IflMio de Aaaaaar Arada*.
THEiTRO
DE
OECURACOES
t-overoo da provincia.
4.' seceao.Seeretirta do governo de Pernaav
em Io de maio e 4866.
EDtTAL.
Pela secretaria 4o goverao; se faz publico
qaem interessar pown, qae testo o Exm. Sr. vice-
presidente da provincia, de dar execuco a le n.
d4a> de M de asdlfe ultimo,- abaixo poblicada, se
convida i todas as oesaots qae pretendam
con-
dasses que sa-fas oflMal da guarda nacional pava tratar a aaoslruccio .las estradas de qae trata a re*
traur em atrpala atdadios bem morigerados, co- feria M, a apreseotareai ao bmmbo Exm. Sr." as
ao ': ossa moja a qaem alte tanto maltratoa -, Mr saas propostas, e meditante as bases uella estbale-
ros Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu --D. Hermeli'oda de Siquera vai para a Euro-
escnptorlojia roa_da Croa- n. 1.______________ pa, levando em sua companhia tres filhos e uma
Para o Porto
criada
EHPRGZ4-C0IHBBA.
HOJE
SaMwde i 2 de -k 4e 18M.
Recita livre la assignatnita.
ESPECTCULO EM REGOSIJO
PELO TMMPHO DAS ARMAS BRASILEIRAS NO
PASSO DA PATRIA.
Assim que S. Exc. p Sr. vice-presi lente appa-
recer na soa tribuna, a orchestra romper o
HWiO YICIII^l.
Em seguida represrniar-se-li.i o mullo applau-
dido drama, em 3 actos do actor Cesar de Lacerda.
AMSTOCtt&CK
E O
r
Pretende seguir com muita brevidade a velleira
barca portugueza Iris, cipilo Matliias de Souza
Maciel, tem dous tercos de seo carregamento
prompto, para o resto que Ihe falta trata-se com os
seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo (t C, no seu escripturio, ra da Cruz n. I.
" prI lIsboa
sahira' com toda a brevidade o brigue portuguez
Constante II por ter prompto quasi todo o seu car-
' regamento : para o restante e passageiros, para os
quaes tem excellentes commodos, tratase com Ma-
noel Ignacio de Oliveira Filho, escriptorio no lar-
go do CorpoSanto n. 19, ou com o capltao na
praga.________________ ._______
Para a Bahia.
"Pretende seguir coro mulla brevidade a velleira
sumaca nacional Hortencia, a qual tem parte de
seu carregamento prompto, para o resto que Ibe
falta trata-se com os s> us consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, em sea escriptorio,
ra da Cruz n. 1.
Termina o espectculo com o trialogo quasi co
mico em 1 acto
Tchang-teking-bung!
Principiara' as 8 lloras.
N. B. Previne-se ae respeilivel publico que o
espectculo qae tem de sabir a' scena (ao caso
que a sereoissima princeza Sr.* D. Leopoldina,
pernolte nesta cidade) o seguinte: Hymno naci-
isa*. -j4 *et Tckang-tcluug-buivj.
Oemprezario deste theatro, vendo que algumas
pessoas nao.alcancaaJQ bem a idea, que manlfes-
ton as fazataa diarias desta cidade relativamente
.dar um-e*pectaal*ujo producto,sera' appllca-
do ao asyxO dos invlidos da patria, de novo
previne a |ssas pessoas que a dita recita ter la-
gar quando se dr a victoria decisiva das armas
impjuaes contra o. despota que tao ousadamente
tantea marear o pavilho nacional.
: Avobraoaa desta recita sera' elf-c.tuada pelo
emprezario coadjuvado pela Exm.* Sr.a D. Adelai-
e maral, qae a isto de boamente |e presta.
THEATRO
(CAPUNGA.)
Sociedade diamaticahalia per- ?
oambuana.
Em consequencia dos dias invernosos qae
ferio, fica transferido o espectculo d'am
| para qoanao -de-aovo fr anamwiado.
Secretaria da sociedade dramtica Thalla Per-
nambucaoa 11 de maio de 486o.
O Io secretarlo,
Accioll de Vasconcello?.


Jooo Roberto Aafrn'to da Silva e rmaos,
pungidos da mais profunda dr pela s"ntii1a
rnorle de sua prezadissuna mi Antmia
Perpetua da Silva, convidam ao< prenles, e
amigos pera assist'ram a miaaa do 7. dia na
Igreja Matriz da Bda-Vista no da lo do cor-
rente pelas 6 horas da manha, e aprovei-
laro e-ta occasiao para agradecer a lodas as
possas que se dignaran) a-ssislir e acompa-
nhar o corpo aocemiterio pnbllco.
Os abaixo assigoados compraram aos Srs.
Jose^ Das de Castro H o deposito silo na ra
do Codorniz n. li, por isso se alguem ilver a re-
clamar, qneira fazer no praso de qoatro dias, a
datar de hoje, julgando livre e desambaracado o
estabelecimento seuinguem liier reclamar.).
Recife 1 i de maio de 1866.
Jos Goucalves de Oliveira Castro.
Domingos Antonio de Pinho.
Ama deleite
Na ra do Imperador n. 27, seguudo andar, pre-
cisa-se alngar uma ama de leile, paga se bem.
Precisa-sede uma ama que saiba~ coser e
epgommar : na ra Nova n. 32, 2 audar.
= Preciso-se de um feitor : no Hospicio, pa*.
sando o qmrtel general o primeiro sitio.
Precisase de uma ama que saiba~cozinli ir
bem e sirva para ir as compras: a tratar na ra
da Irnperatrizn. 34, Io andar.
Uuarte Carvalho Pereira 4 C. fazem scienie
a quem interessar, que o Sr. Joaquim Ramos Son-
to deixou de ser oosso caixeiro desde o da 11 do
corrente.
Precisa-se de um caixeiro fcara taberna, de
12 a ti aon )j; na ra do Rangel n. 69 se dir'
quem precisa.
Para o Porto
pretende seguir com muita brevidade o brigue
portuguez S. Jorge de Aero, o qual tem parte de
seu carregamento prompto : para o resto que Ihe
falta tratase com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C no sea escriptorio
ra da Cruz n. t.
Progrmala da fesla do glorioso patriarca S. Jos
d'Ayonia na igreja de N. Senuara ik Carmo
desta cidade.
A's doze horas do dia 12 do.corrente nma gi-
rndola de centenares de loga>-ts annuociar aos
habitantes desta cidade o momento solemne em
que tem de ser erguido o estauJarte do^glorioso
patriarcha na haste que se acba em frente tw igreja ,
o qual sera' sauddo pelos harraonisos sons da
Precisa-se de uma ama. para cozfunar e cora-
prar : na roa do Rangel n. 9.
Precis-se de uma ama q&'e nao leona flho :
na_raa do Arago o. 24.
v Aosentau-se do 3'andar n. 19 da rua~di
Cruz o mulalinho de nomo Joo, filho de Joaquim
de tal, morador em Gamelera, de ade de 10* a i
annos : a pesoa que o levar ao sobrado supra
sera' recompensada cora a quantia de 104.
Na ra Nova n. 63, 2 andar, anda se p;e-
i cisa da um criado de conducta aruoca la.
Preci-a-se de (Juas criadas para o servico in-
teroo de uma casa estrangeira pouca familia :
i tratar na roa do Trapiche-novo n. 42.
njO'i rfo proi-ja >
Na praca da Independencia ns. 37 e 39 e dita'
quem veste ricamente anjos para procisso, p.r
! oommodo prero._______________________
Amassador
Preclsa-se de um amassador para o Ri ,-Formc-
so : a tratar na ra da Ca'eia do lincife n. 2-i.
Aluga-se de novo a caa n. da ra dus
Prazeres, nos Coelbos, em completo estad" d^ con-
cert e aceio : na ra do Rangel n. 36, segundo
andar.
Pretende sabir em,poneos dias para.Lisboa a
barea portugueza Mara, recebe carga e passagei-
ros, para os quaes tem excellentes commodos e p-
timo tratamento : \ fallar com os coaslgntarios
Carvalho & Nogueira, ra de Apollo n. 20, ou com
o capltao.
Fara o villa de faneir*
o veleiro e bem conhecido brigue nacional' Santa
Cruz acba-se com parte da carea prompta e segu
-- Precisa-se de urna boa ama de leite pa-
ra uma casa estrangeira : a tratar na rita
da Gadeia n. 18._________________
Ana de leite.
Precisa-se de uma ama de leiie, para amaraen-
tar urna menina muito manciuha, paga-se bem,
mrsica do lerceiro baalhao da guarda, nacional rnaNova de Santa Rita n. 5o primeiro andar.
Precisa-se dejuma ama cozinheira para nma
Santo n. 4.
-
sob a direcQo do habilissimo professor o Sr. Cha-
gas, fioalisando o acto, uma salva real de 21 tiros.
As tres horas da tarde subir' aos ares lima
igual girndola, e as seis horas ama salva real in-
dicara' a entrada das vesperas, que Andar' como
de costume. -
As cinco horas da maohaa do dia 13, uma salva
mostrara' qae se tem dado principio a missa do
costme.
As onze horas do dia principiara' a solemne tes-
ta do patriarcha de cuja msica se acha encarre-
gado o muito conbecido mestre Mr. Smbllz que
tem envidado todos os meios, de satisfazer ajudao-
do em empenho, moitos dos mi-lhores cantores
desta cidade, sendo pregador o muito respeitavel
padre-mestre Joaquim Graciano de Araojo ja' tao
conhecido pelos seus eloquentes discursos, que
qualqner elogio se torna desnecessario, fioalisando
casa de ponca familia
0. 14, segando anda-
na ra das Larangeiras
com.toda a brevidade : para o resto da carga tra-
ta-se com Jos Mara Palmeira, no largo do Corpo 'a testa uma salva acompanhada de miniares de fo-
VIM
r~
,W
De ma mobilla d facjl-arid.a' cpro tamp^ de
pedra marmore, 1 jutarda vestid > de amarello, 2
cadeiras de bataneo de Jacaranda, iS cadeiras pa-
ra recrelo oo jardwn, 1 guarda lou?a, cadatoas
ericanas de balaufo, niogios de ouro e prata
ra algibeira, onodi^roia gaz, um grande por
o de cachimbo e fimo, 5 espnlhos' de Jacaranda
racima de consola, una ca xa de msica, uwa
r{o de dnih-dj hmacas que cnoram, diversos
Itrumentos d-1 musn?, revquezas, cadeiras,
kparulsas, 24 podras marmore brancas e de coyes,
3 tem objectos de ouro, cry-taes e outros multns artfifoi
anba % 00 omeatico. -^ P
guetes.
As seis horas uma salva demonstrara' aos fiis
que se da' principij ao serraao pregado pelo Rvm.
padre Antonio Manoel de Assampcso, seguindo-se
depois, o Peni Creatur tSsptrMs, qae pela prtmel-
ra vez resoara'aaqoelle explendido templo, fina-
Usando todo o acto com multlpilcidade de girn-
dolas.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & f.. tero
para vender no seu escriptorio, ra da Cruz n. i,
vinho do Porto ra caixa de dnzia, fio harabur^uez,
oola da Bahia superior.
S. Antonio.
A apreciada e mui procurada tresena do glorio-
so S. Antonio, acha-se a venda oa ra do Iperador
n. 15 defronle de S. Francisco.
jUkJLfLAS
W
(na
NDE BAILE
12 do corrente.
48
para
CAHaUMMaBO
m
8.
qae se
retira
48 Praga drrfiommerao
De trescaiwscm chapeos d* Chjli
L viailft uo 9\m yfr di, oaiple.
ISOS MARTIMOS
pa i > ii h*
Comptihia Pernan bocana
MavcgafSo eotUiv.i por vapor
Aweaj eeankM.
Sagas nodU tfcdo corra! o
vapor naeieoal Mananguam, pa-
Osaartasilosol.Reoatoe car-
ite odia 12. Eocoawmida*,
airos, e diaaeir a frete
aVdada sabida: scHf-
orio no Porta do-Matos t
OLYrflPIO
de msica e piano, aeceita
discpulos tanto nardade co-
mo nos engenhos e acha-se
tmbem habilitado para o
easitt> geral d^s linguas e
sciencias modernas; aliyra-
mfranceza ii ra do Crespo
n. 9, presta-se a dar e.rece-
to infcrnmcoes,
Gustov Wertheimer
Precisa-se de oro perfeito cozinheiro ; no .arrea-
xcm da Lita, roa Nova n. 60.________________
Alfitiate franqez.
Quem precisar de ora perito mestr de thesoura
para rom opafecciooada, oo por medMa dirija-st-
a ra do Rangel n. 17 oficina do cuteleiro, para
tratar das 9 horas da manha at meio dia.
Protessor.
Precisa-so de um professor habilitado para ensi-
llar a tres meninos em um engenho na Escada,
grammatica portugueza, latina e francez : a tratar
na roa estreita do Rosario n. 47:
Preclsa-se de um caxejro qae tenoa pratica
de taberna, no pateo da Ribeira n. 23.
.4
se
.0 agente Pialo tara-' leilao por conta o risco de
quem pertencer da^mcaixas marca WRP n. 1 a
3, cora chpeos do-qhyli, vlnds no ultimo vpor
do ene, lt horas do da cima dito no arma-
zem da roa da Crox ai. 87.
LEIUO
Alfonse Benet, saa seobara e um filho me-
Dr,rekmn-sa para rcj^'.; se alguem |iver con-
tas contra o mesmo, qaajra apresenla-las na rqa
do Trapiche, hotel de Franca.
Precisa-se de^nji^a atpreT ou ma-
laU que tentia muto ebom ^eite, page-se
j^mi e trata-se roa do Imperador n. 39
2. andar,
.PrecisaiM. de orna etSada qne saiba engom-
mar, na roa da Seatulja Nova a. 138, oq na coa
Deobjectosda .ouro e/irata, trastes ayols.08^
rtobilittlffiSawis crystaS, relogios de oaro e ""'?~.lZ~Z~' "l^Z^T"
lfVa,<* pSadadimade-*mesa,antua- ''"" m$' >-">-J[lVam^
ros de Jacaranda, ama mobilia de jacarand,|es-
*f*' ***** *^W**8 HHjj^^*de1ras de
i Na roa do Corredor
qartelrao novo dos Srs.
' i sa-se de ama ama.
. ultima casa do
m Si fririSo,' prert-
uma arca de leite sera fliho, com muito bora leite,
escrava de boa conducta; quero pretender diri-
ja-se a gamboa do Carmo, sobjado poyo n. 32,
l- andar: ^ J_ ___________
ima.de leite.
Precisa-se de uma ama de bom leite e sem
filho: na raa Imperial n. 87.________
Ama deleite.
Precisa-se de.uma ama,d*.leite a tratar na ra
da Praia ns. 13 e 15, armazem.
> un ii.
Miel
.i* lintmiaf
numwSS
O padre Flix Barret de Vasconcellos achando-
4e,ATop^e^aieote ..aafv^ado, .abre ora curso
particular de francez em 4As\6V4<
O mesmo precisa de uma casa no centro da fre-
guezla de Santo Antonio, que tenha acommodacoes
para 16 camas.
'arra oa
eer-

e co-


t I
m
Dn.
^aUlHi


.
-V

Mario de rermno.bne0 sabliai 11 de Malo de 1666.
AGUA FLORIDA
XM53
MURRAY&LANMAN
A agua florida de Murray 4 Lanman
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparaces
as mais ctwtosas: conserva sen aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia tao delicada, como elegan-
tes sao seu5 multiplicados usos, qur seja
empregada como artigo de toucador, qur
bo uso do banbo, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromatizar o
balito.
D suavidad*, brilho e elasticidade as
compleicoes, depois de se haver lavado; al-
livia a irritaco de erupces ordinarias; faz
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulices, e d vigor e frescura a
parte onde quer que se applique. Sua effi-
ciencia e elegancia s5o igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso applica-
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto excellen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffocaco. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp, Nova York, e a venda por
Caors & Barbosa.
Joo da C. Bravo & C.
Deposito geral em Pernamnuco ra di
3ruz n.22 em casa de Caros____________
Samuel Power Johnston A Companhia
Ruada SenzalaNova n. 4.
AGENCIA D
Fundido deLow Hoor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios d" carro para nm e dous cavallos.
Relogios de onro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descansar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
FABRICA A VAPOR
99 RA DO MONDEGO -99
Deposito na ra Sova n. 5 loja de relojoelro.
Deloucbe dono 5 deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa-
brica est montada com as melhores machinas que existem na Europa, e que pode
fabricarcom raelbor perfeic5o possivel. Todo o chocolate -desta fabrica est garantido, e
puro, o que nlo se pode encontrar naquelle que vem de fra, e que se vende por preco
baixo, visto os productos serem do paiz. Na etiqueta tem sempre urna aguia.
PRECO.
M Urna bra......... 800
Urna arroba........19,5000
Na mesma fabrica acaba de se montar urna officioa com serrara a vapor para
obras de marcineiria propria para edificio, para o que encarreg^se de fazer poyas, ja-
dellas, assoalhos (parqu francez como se usa na Europa,) earmaces, tudo cwa brevi-
nade e perfeicSo. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade, entrejando-se
trompta a collar-se do lugar.
A.INACIONAL
Companhia. geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUT0R1SADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Urna flanea em dinheiro, depositado nos cofres do estado, garante a boa ad-
miaistraco da companhia.
BANQUEIROS DA COMPANHIA I DIRECCAO GERAL
O Banco de Hespanha Madrid : Ra de Prado n. 19
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia dos seg
es sobre a vida.
Nella pode se tazer a subscripto de maneira que em nenhum caso mesmo por morte do
segurado te perca o, capital aera os j uros correspbudentes a estes.
Sao to suprebeadeates os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,que anda mesmo dimtnuindo urna terca parte do interesse prodazido em recentes liquida-
ces ecorabinando-o com a raortalidade da tabella de Depareieui que adoptada pela companhia
para seus clculos e liquiaaces, em segurados de idade de 3 a!9 annos, ama imposijioascua,
de 100J produz em effectivo metlico:
No fiade 5 annos.......1:1195300
de 10........ 3-.942J600
d 18 .......11:208^200
de 20 >.......30:256*000
. de 2o >.......80:331*000
Sis idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospectos e mais inormaeies serao prestadas pelo sub-director nesta provincia,
joaottim Piuza de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Visa ra da Emperatriz n. 12, estabeleci-
mento dos Srs. Raymundo, Carlos,Leite & Irmio.
^riTjSARIAr
AO GRANDE S. MAURICIO

DEPOSITO DE GALCADO "g
m FABRICADO NA CASA DE DETEXQAO l
H Rna Xova n. I. gg
g. Ahi se encontrado obras Je di- gs
.,-; versas qualidades, e por preco mu 5
^' diminutos, a retalho e em porcoes. fK
?*? S se vende a dinheiro. W
mmmmwm mmwm mmm
Trocam se notas do banco do Brasil e das
raixas filiaes com descont razoavel : na praca da
^dependencia n. 22.
A Salsa par i I ha~
DE A.YER.
Escrfulas, ulceras, chagas, fer-
idas velhas, molestias syphil-
iticas, e mercuriaes, Enfermi-
dades das inuiheres, como re-
tenco, menstra doloroso, ulcer-
acSo do tero, e flores branca*.
A Nevralgia, Convulsdes, Eri-
sipelas, Enfermedades Cutneas,
borbulhas, nascidas, etc.
O crtraeto composto de SALSAPARILHA, confeccion-
ado pelo Dn. AYER, urna comblnaco do melhores depura-
tivos e alterante conliccido medicina; compesto segundo
s leis da telenda, tpprovado c receitado pelo primeiros
mdicos dos Estados Unidos, da America do Sul, do Mxico,
ilas Indias c do principaes Estados da Europa.
A SALSAPARILHA do AYER especialmente efflcaz na
cura da molestia que tem sua origein na ctcrofula, na
infecco venrea, no uso excesivo to mercurio ou em qualquer
impnreza do Sanguc.
Entre todas as molestias que atBigem o genero hnmano, nao
lia urna mais universal c terrivel do que a ctcrofula; por si
uo tio destructiva, porem a causa principal de multas en-
feniiidades que nio llie silo -feralmente attribaldu.
urna causa directa da tUica pulmonar da mal do
fi'iado, e ettomago, affceeSet do cerebro, HhcumatUmo
e affeerfits do* Ring : entre seos symptomas ha os seguintes;
Kalta de apetito, Fraqueza e molcza em todo corpo; Mi
eheiro da boca, semblante plido e incoado, as vezes d'uma
sivura transparente, outrus vezes corado e amarello ao redor
e evacunjo Irregular; Quando ataca os pulmoes urna eflr
zulad* mostro-se a roda dos olhos, quando iS no estomago
to avermellia dos, Mas pessoas de disposico eserofulosa
apparecem frequentemente trupetu apelle da eabeca e outrus
partes do corpo; so predlspdsta* s afecete dos puhnSet, do
ligado, dos ras e dos orgos digestivos e uterinos. Portanto,
nao sao somente aquelles qnc padecen das formas vlctrotat
v tuherculota da ctcrofula que necessltam de protecco
contra os sens estragos ; todos aquelles em cojo saoguc existe
o virus latente deste terrivel flageUo (e s vezes hereditario),
estio expostos tambera a soSrer dos enflrmidadas que elle
causa.
Onerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um anti-
doto emcuz contra"esta molestia e suas consecuencias, na
^alsaparilha de Ayer
qnc opera directamente sobre o tangue, purlicando-o e ez-
pulBando delle a corrupeo e o veneno d molestia: penetra
todos as partes e todos os orgos do corpo humano, iivrando-
oii da sua aceao viciada e insplrando-lbo* novo vigor. E> ara
alterante poderosisslmo pan a reaovifo do sangne, e d ao
corpo jk enfraquecldo pela doen^a for^a e energa renovadas
como as da Juventud.
/ TAMBBM O MKLBOlt ANTI-BTTBIZITICO
CONUECIDO i
cura permanenmente as peiores forma de SYPHILl.s e as
m:;i- cOHSequencia. Pouca necessidade lia de informar o pub-
lico do in'' itimavcl valor de um remedio que, como este, Ilvrs
o sangue dessa corrupeo e arrebata a victima das garras de
nina morte lenta e ignominiosa, porem inevitarel se o mal
nao logo combatido com energa.
-V:o pretendemos promulgar, nem queremos que se lnfira
que este remedio infallrcl para a cura de todos os padeci-
mentos humanes, o que dlzemos e que a
"alsapai-ila de Ayer
a mtlhor preparaco at hoje descoberta para estas e outras
molestias anlogas, que urna oembiasfo dos alterantes
mai emeazea conhecido, e que temes coasciencla de onerecer
ao publico o mellior resultado que posslvel produzlr, da
intelligencia e pericia medica dos nossos tempes.
COEIiHO s FREITA^
Rna da Crnz a. 16.
Continua a haver diariamente nm sortimento de pastis, podins, bolos inglezes,
empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acham-se as melhores condicSes
de poder satisfazer encommeodas concernentes sua arte, em consequencia do socio
Freitas ter sido administrador ene fe de algumas das princii aes fabricas na corte, sendo
ama a do Sr. Joao Goncalves Guimares (confeitaria do Le5o) antiga casa de Carceller.
Todos os trabalbos sao dilerentes dos que se fazem em casas particulares.
Os proprietarios deste estabelecimento nao se tem poopado a despezas, nem se
poupar5o, se houver concrrencia como esperam ; tendo continuadamente bom sorti-
mento de doces para cha; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem jtara se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secce e crystalisado, dito em
ealda em latas hermticamente fechadas, podendo durar annos em perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objeelos;,. ban-
deijas ricamente enfeitadas sem armaco pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, pies de l enfeitados com disticos anlogos a qualquer fim; ditos montados,
kechs simples e eBfeitados com fructas ingleza; gatheanx de la reine, ditos de le d-
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne; cremes e doces de ovos
de differentes especies.
Tambem tem um completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vinho
do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordcaux, Champagne Ano, ser-
veja, licores, cbaropes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con-
feitosemaisenfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
ondicionar tanto para a provincia, como para fra.
FIGURAS
Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
baptisado, casamento, annos, ditta a phantasia, bonitos enfeites para bollos e circular pra-
tos de doces finos, tudo por precos razoaveis.
" Vende-se licores em duzia muito em conta.
hnnuncio
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, eslabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias :
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Na ra da Aurora n. 76, retratista brasileira,
lira.sp rptratos em carl5es a G& a duzia e m cai-
xinhas: a 9#.
O Dr. Carollno Francisco de Lima San-
tos contina a morar na rna do Impera-
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seo
gabinete de consultas medicas, logo ao
entrar, no pnmeiro.
O mesmo dontor, que se tem dado ao
estndo tanto das operarles como das mo-
lestias internas, prestase a qualquer cha-
mado, quer para dentro quer para fra
da cidade.
Offerece se urna pessoa habilitada para enci-
nar primeiras letras, grammatica e aritbmetica
em algum engenho : a tratar na praca da Boa-
vista, casa de Droga n. 24.
PROCESAOS APERFEICOA1IOS
PARA
Tlaglr, llmp.tr e lustrar a vapor.
F. A. SALIMR
29 Kua 7 de setembro 29
Defronte da rna nova do Otividor (Rio de Janeiro)
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Brasil, por casa 'err('a co,ra so,ao' J& 8 quartos, copiar"
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir ejustrar, de que se faz oso dtjnT^sSMnS^^nS^^/i^t.
CALCADO
45 Kua Direita-.-45.
A primeira condc5o indispensavel con
servaco da sade trazer os ps bem de-
fendidos contra os ataques da humidade;
calcado bom e seguro o nico preserva-
tivo dessas mil enfermidades a quest su-
jeito o nossou. Um chindo velho cal-
cado por um daody patuscante, ou urna
botina acalcanbaa em pequenino p de en-
cantadora' deidade alm de aecusar que-
bradera horripilante, prova contra as facul-
dades intellectuaes dos calcantes, e nao ha
qoem, tendo bom senso, queira passar por
maluco, ou pobre de- surro : ergo, cor-
ram a:
4*-RUA DIREITA4*.
e attendam a' barateza.
Hamens.
Borzegoins barcellonezes de lus-
tre edeporco 6,5000'
Ditos de Bordeaux .... 7(J000
Ditos parisienses de bezerro e
>rdav5o....... 8^000'
Sapatoes de Nantes de duas ba-
terias rasas...... 5,5000
Sapato de lona, sola de borra-
^.c03.....; 24000
Ditos aveludados...... moo
Ditos de tranca bons 1,5600
SenhordA
Borzeguins enfeitados. 5,0000
Ditos de laco...... 4,5800
Ditos lisos....., 4,5500
I Sapatos de borracha ... 1,5600
I Selleiros, corrieiros e segeiros I
Sola de lustre, meios grandes 20,5000
i E um completo sortimento de calcado fa-
I bnoado no paiz.
Casa decoramissiode escravos na ra de Impe-
rador n. 45, tereeiro andar.
I Recebem-se escravos tanto do mato como da
; praca para serem vendidos por commissao afflan-
; case o boro traumenio e segoranca para 'os mes-
, roos. O abano assigoado nao poopa esforcos aBm
de os vender com promptido, nesU mesma casa
1 ba sempre para vender escravos de ambos os sexos.
I_________________Antonio Jos V. de Soma.
Alnga-se na Capunga porto do Lasserre nma
Europa, eajudados por algunsdos melhores officiaes de Paris e Ly5o, podem assegn- i va b. asierre ou-pa rnrimpr"iarn."20.'
rar seus freguezes urna perfeito no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem "molliar as sedas e as vstimen-
tac t\p. pnhnras o do hnmonc
Precia-se fallar ao Sr. procurador do padre
Vicente Hara Ferrer.de Albuqnerque, por se ig-
perfeico e brevidade qualquer no"r a saa moradia; na praga da Independencia
tas de senhoras e de homens.

n.8.
DE
FAZENDA E ROUPA FEITA
RA IVOTA ^. 4.
Reg & Moura, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita rua~va
n. 24, verdaderamente penhorados e reconhecidos para com seus amigos e freguezes,
pela aceitacao e confianca que delles tem merecido no curto espaco de tempo em que
se acham estabelecidos e perfeitamente escudados na sinceridade dos seus tratos, decla-
ram para sciencia daquelles que o quizerem honrar com seus officios, que, em vista da
grande concurrencia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no que
relativo a roupa feita; acabamde admittir para a sua offleina de alfaiate maior numero
de artistas, inclusive o seu contramestre, dirigido pelo hbil mestre Lauriaao Jos de
Barros, o qual nao se poupa a exforcos para satisfazer com a presteza possivel qualquer
obra de encommenda.
Os mesmos annunciam aos seus freguezes que acabam de .r.rimprar um novo
muito variado sortimento de fazendas tinas e de bom gosto, proprias para o tempo da
quaresma, as quaes esto dispostos a vender por precos muito commodos e mais barato
que em outra qualquer parte.
Como sempre escusamos essa enfadonha prolixidade dos annuncios bombsti-
cos ; preferimos mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos- que nutrimos
para bem servirmos aquelles que vierem ao nosso reclamo.
Feitor,
Precisa-se de nm feitor para nm engenho perto
desta capital e que seja portuguez, paga se bem,
estando as condifoes que se deseja : a tratar no
engenho Santos Meados, na freguezia de Tracu-
uhaem, ou nesta praca com Manoel Ignacio de Oli-
veira & Filho, largo do Corpo Santo, escriptorio
n. 19.
Precisase de urna ama para casa de ponca fa-
milia, que. saina engomraar e cozmbar : a tratar
na praga do Coroo Santo n. 17.
GARRAUX, DE LAILHACAR & C.
[LBRAME FRANQAiSEj
RA DO CRESPO N. 9.
Livros nacionaes e estrangeiros.
Religio, direilo, litteratura, etc.
Papelada, objectos para escriptorio.'l
Papis pintados para ferrar casas. 1
Assignaluras para os jornaes da Eu-J
tropa.
"1- ~'i
boa gasa
Aioga-se na ilha de Bem-fica, a margem do rio,
a razo de ia mensaes, a primeira n. 2 A
trata-se na ra Nova n. 38.
I
A|uga-se nma casa e sitio na estrada do Ja-
cobina (CapuDga), com terracos e canleiros ao la-
do, banbeiro, cocheira, estribarla, gallinbeiroe
quartos fra, bastante fresca : a tratar na rna do
Pilar, primeiro sobrado a direita logo depois do
arsenal de mannha, 2* andar.
Em casa de Tbeod Christiansen, rna do Tra-
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil,
de Brandeoburg frres, Bordeaux, encontra se ef-
fectivamente deposito dos artigos segnintes :
St. Jolien.
Si. Pierre.
Larose.
Cbatean Loville.
Chateau Margaui.
Grand vin Cbatean Lofille 1838.
Cbatean Latine.
Haut Sauterues.
Cbatean Santernes.
Cbateau Lataur Blanctie.
Chateau Yqoem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite doce. Pregos de Bordeaux._______
EXTERNATO GADALT
NO
Principio da ra do Hospicio
Recebe alumnos primarios e secun-
darios.
Professores.
De primeiras lettras Tito Angosto de
Albuqnerque Porto Carreiro.
De francez, geograpbia e arimetbica
Hippolyto Gadault.
De desenbo Eduardo Gadault.
Penheres.
REMEDIO DE ATES PASA 8EZE8
Infalirel nsa febres intermitUnUs, remitentes,
Pebres Biliosas e tercia, mal do figsde, in-
cremento do baao, cecueir. Sor nos
ouridoe e palpitaeoaav quando
ao cauaadoi pelas
FEBRES IM'EEMUTENTES, OU EEMITTENTES.
As prepwatan de Da. Ates sao rendidas en toda* tf
Boticas e Drogailas do Imperio.
Vende-se em Pernambuco:
na
HARMACIE FRANC
PA NOVA iN.EJ
O abaixo asslgoado tendo annnnciado pelo sDia-
rio de Pernambuco de selembro-de 1864 e marco
do crreme anno, qne tendo deixado de emprestar
dinheiro sobre penhores desde que esse genero de
tranaejao fo probibldo, e tendo ainda em seo po-
der algomas obras de ouro e prata, anda roga s
pessoas a qoem ellas pertencem, qoe as venham
resgatar al o fim do correte mez, pois qne o nao
fazendo, as vender' para liquidar. Recite 2 de
maio de 1866.
Bernardo Alves Pinbeiro.
Aluga-se ama easa sita na roa da Guia n.
42, propria para taberna por ser de esquina e ter
armacao e gaz; a tratar na roa do Apollo n. 19,
primeiro andar.
s
EB^onaoaa-se
com asseio, promptido preces razoaveis : na roa
Angosta n.5. loja._____________________
Alaga se o pequeo sobrado de om andar e
soto da roa do Calboo$o n. 20 : na roa Nova
numero 14._____________________________
Alaga-ie um casa com 4 quartos, cacimba
nim n. 16 : a fal-
segundo andar
e quintal morado na roa do Jasm
lar na roa Velba beco do Veras
n. 20.
Ama
Precisa-se alogar ama escrava para- servico de
casa de ponca familia, paga-se bem ; na roa Ve-
I iba n. 17.
I Na roa Bella a. 12 pac* se 230 por orna ama
escrava par; o servico de peqeaa familia.
Criado.
Precisa-se de um criado para todo o ser-
tico, prefere-se e-cra"o: na livraria da ra
do Crespn. 9.
mmmmmm $ mmmmmmm
Precisa-se alogar orna ama para casa de
pooca familia; oa roa dalmperatriz n. 36.
Precisa-se de um pequeo de ii a 1 i
annos se idade para criado, tambem serve
um moleque, na ra Direita n. 24 padaiia
se dir quem precisa.
Arrenda-se o eogeoho Lobo, d'agua, distante
urna e meia legoa da esiagao de Gameleira, e safre-
ja de 1,500 a 2,000 pies, exige-se o adiantamento
de o'm trieonio: a tratar no engeobo Antas.
PubIIeat?io jurdica
DOS
Responsaveis nos crimes|
De hbtrdadc de exprimir os pensa- *
mentas.
Lites de direile criminal.
PELO DR.
Brai FUiPiiua Heriqoes de
fStua,
Lente de direito civil na Faculd
K de Direito do Recife.
H Acaba de sahlr a' los esla interessan-
te poblicago e acha-se a' venda oa II-
s vraria Econmica a' roa do Crespo n.
H 2, pelo preco de 4# eada exen
NOVO
DO DR. GHABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
ARA O TRATAMENTO E PRMPTO CURATIVO
PAS E1IFIR1HDADES SEXDAES, DN TODAS AS AFFECCOES CCTANEAS, UTOS
Citrato de fer v Chfele.
PLUS DE
COPAHU
Xarope mu preferivel ao
Copahiba, e as Cu be-
bas, cura immediatamen-
te qualquier purgar jo ,
relaxaco e debilidade, e igualmente fluxos e
flores brancas das mulberes. lajeeeao de
Cbabie. Esta iBjecco benigna emprega-se mes-
mo tempo do xarope de citrato de ferro, ama vez
de manb, e urna vez de Urde durante tres dias;
ella segura a cara.
DEPURATIF
da SA1YG
E ALTERACOES DO SANGEE.
Depurativo de sansuc.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico conbecido
e approvado para curar
con promptido e radi-
calmente impigens, pstulas, herpes, sarna, co-
mixos, acrimonia e altera^Oes viciosas do san-
gue; virus, e qualquer affecao venrea. Ba-
ahos mineraea. Tomo-ie dous por semana, se-
guindo o traumento depurativo. Fainada n-
tiheraetiea. De um efleito maravilhoso as af-
feces cuuneas e comixoes.
HemerrohsdsM.Pomada que as coaa em 3 dias.
js\ *'
Deposito na ra larga do Rosario hotica de Bartbolomeu & C. u. 34.
PEITO
GANTE,
1 lfOBQ
TE
SAi\K.ioi((;i:s
Preparado por GRIMALT & C pbarma-
ceuticos de S. A. I. oprmeire Napoleao.
Cura rpida das molestias seguintes:
tosse, atarrhos, pleoresia, coqueluche, an-
ginas, fortes constipacSes, irritares dos bro-
neheos edo peito, bronebite, phtysica pulmo-
nar, astma.pneumona, anginas, amygalites,
tosse chronica, rouquidao.
Os mdicos recommendam ao mesmo tem
po o uso das exceHeabS pastilbas peitoraes
com o suco da altace o lanreiro-oerejo, que
se preparam do mesmo estebelecimenio.
venda as pharmacia de Uaurer e A.
Caors.
rVeeissVdearoiu amanara casa de penan
familia, aae faca i^o sewlco,nreire-se esefaw:
I na ra de S. JeJL 1
ir
?LiSASiira
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. MAtRER i \
PERNAMBUCO
Esta tinta recommenda-se pela sua com*
posica e fluidez como a mellior e a mais
.segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, d at
tres excellntes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de conamercio, documentos eto de
que se careca longa conservaca.
Ama
Precisa-se de urna ama para
de Apollo o. 14, armazem.
coziohar : oa ra
Vende-se na livraria franceza ra do Crespo e rjia Nova n. 18 de
DE
r.
DE i'
VlfiNES.
N. 55. -- RA IMPERADOR W. 55."
Os pianos desu aotiga fabrica sao hoje asss coahecldos pata que seja oecessario insistir sobre a
toa soperforMade, vaotugens e garantas que offereoeffl aos compradores, qualidades estas iocontesta-
veis qoe lies tem deoltivameote conqoisudo sobre todos os qoe tem appareeido nesta, praca ; pos-
taiaio on laclado e machinismo que obedecem i todas as vooudes e caprichos das pianistas, sem
naca falbar, por aeren fabricad** de proposito, e ter-se lto oliimaaaeoie melboramentos Importan-
sanos para o ellma deste pas; quauto as vozes, sao iiisMiini e flaoudas, e por iseo muito agrada-
aattaodoovstodosapreeiadores.
Paaem se conjetme as larnmsMaa-, tacto nestt fabrftn como na de Sr. Bloaal, le Paris, sodo
aorrespondente de J. Vienes, n ak PJteam seeapre premiados em todas as ftptstQQes.
Nomesmo esubeleclnenloeni tjaj-a ttm esplendido e variado sortianeoto de asicas dos
dMlbores aptores da Europa, aeem mmm'mW
pracos coauDodea intoaaels.
NA m\i)i E DK0G.4RIA
DE
RARTHOLOMEO & C.
34 RA DO nOZARIO LARGA 34
Vcndc-se
Xarope de Guiy.
Granulos d'atrpina.
Capsulas d'apiol.
Vinbo de quinquina de Relline.
Pastilbas degestivas de pepsina Wasmaou
Granulos de Rismutb de Chevrier.
Licor e pilulas deLaville.
InjecQao Feaugs.
Xarope verdadeiro de Rotigny.
Granulos d'Ergotina de Rongean.
Capsulas e injeccao ao matico.
Xarope bypophosflto de cal e soda.
Elixir anti-astbmatico de Guilli.
C^nfeitos de cubebina de Lalelonije,
Eixir de citro-lactato de ferro do Dr.
Thermes.
Injeccao Rrou.
Essencias superfinas de Hermam, Pi ver 8
Cbardrin Hadancoul.
Granulos de Digitalina.
Yinbo de quina ferrugino o de Moitier.
Xarope de Iodureto de ferro de Blancard.
Agua das caldas da Rainha.
Xarope de tndacio de Abbulie.
Confeitos de lactato de ferro de Gelis &
Conte.
Ferro de Quevene.
Rob de Laffecteur.
Perolas de ether.
Xarope antigotioso deBoub.
Ole de ligado de bacalho desinfectado de
Chevrier.
Agua deotifica de quinina.
Perolas de assafetida.
Oleo de ligado de bacalho ferruginoso de
Chevrier.
Xarope de digitales de Labellonj.
Ole iodado de persone.
Xarope de cudeina de Berth'\
Emais as principaes drogas, productos,
especialidades pliarmaceulicas e cbimieas
dos principaes paizes da Europa. ______
tataMaian isa mWWUMkWmMkWmW
VAHELLt I
Cantna phancaslaa.
Um volme in 12.a impresso e en-
cadernado em Paris: em easa dos
edicto res
UVRARIA FRANCEZA

N. 9 Ra dei
nai
is
!
Precisase de um caixeiro par* Uberaa que
teuba pratica e seja de 13 a 15 annos de idade :
a ra da Ponte-velba a. 39.
Ifa praca da bdeaeadencia n. 33, loja da
oarlves, comprare otro, prau, e ped/as preciosas,
eos e pianos barmonieos, sendo todo vendido parla tamben se fu qaalquer obra de encommenda, e
lodo e onalqner concert.


-
a


*
/.
i
<


.


DK rio 4* ermumbuco Sabbado i a de talo de 1866.

i
i
"1 I
Ricos bnipcos de crysiil lapidados de diflerentes formase cores, o que hade mais moderno em
Pars, tambera ciruzes e iioloes para coletes; tlveilas modernas de madrept rola para cinto : estes arti-
gos se vendem por menos de seo valor no armazem da roa da Cadeia do Recife o. 60.
FABRICA
NACIONAL
DE
MOHOS
flUVULJUl
Estabelecimento na ra da fJniito n. 11
PROPIETARIO MAML LOMBOS.
So deposito, ra do Carmo n. 63, existo otn grande sortimento de vidros e crystaes, qne se
venden por presos mais baratos do que em qualquer parte : frascos de i at 8 libras, bocea larga e
bocea estreita ; copos de 6 cortes, de meta oHava at meio quarlilho ; ditos de 10 cortes, de os. 1 e 2 ;
glpbo para lampeoes da kerosene, lavrados, lapidados foseados ; ditos para candleir de sai; lam-
pese de kerosene grandes e pequeos, famparinas *e metal ; vasos para cenfejtaria com pe e sem
Ha, grandes e pequeos; cbamms para lampeOes de kerosene de todas as dHnens5es; compoteiras
moldadas de cortes largos, escarradeiras de cores fiara salSo, ditas de mao oom ara, pequeas ; vento
sas e bicheiros, edizes moldados, copos usos-para agua e viobo, pratos moldados, redomas, garrafas
para vinho e agea, grandes e pequeas, ditas para Leroy, 4(ias para licores, ditas para minas, ditas
para agua de Colonia, ps para planos, brancos de cores-: tubos para machinas a vapor, de crystal ;
lobos com gaaroico de metal amareilo, mantegueiras de vidro, vidros avnlsos para galheteiros lapi-
dados, videos para lampadas de igrera, palhetas para tnissa, ditas para galheteiros, mangas para cas-
ticaes lisas, tarradas e lapidadas ; lampeoees de parede para kerosene, ditos de pendurar; 'copos gra-
duado.; de I ate 16 ongas para pharmacia, -rjarantindo-se a eiaclido da medida ; vidros para penes
ovaes Passepartonts e todes os mais ob- M*e>.e "os com piernas &
com pi e sem elle, acucenas para asti'caes, cnamins para lampeoes de azeile,"ditas de cores para Mu
minacSes, victos para agaa forte-com rolaa. Compram-se vidros e crystaes quebrados.
O deposito desta fabrica em Pernanboco oa-rua da Imperatriz n. onde existe constante-
mente chaawas para caadleiro a gaz de os. 2 e 3 a 550 rs. e de o. la 400 rs., lamparinas completas
a 25, (m pedes completas a 7$ e 8, esarradelras de cores a 25800 o par,
500 rs., copos de de cortes a 00rs.,^obos lapidados e lavrados para cu.,.
proprietario deste novo estabelscimenle convida ao respeltavelfpablicopara que visitera o mesmo.cer- de tad, para todos OS gestos e para todos
tosdet^e'comprarposartigos indispensaveis a urna casa de familia pela sna baratera e utilftade, "
principalmente acs Srs. pbarraaceutlces pela grande quabtldade de frasees e vidros proprios de Far-
macia, rfambem recebe oeommemtBs. Oeacarregado do preprietarie "Joo'Luiz Encreunaz.
artstica amebicana
RA DO IMPERADOR N. 38.
Artista americano
Artista americano.
Artista americano.
Artista americano.
RetratosRetratosRetratos.
Em porcelanaNieppoiypie.
Em lencosArchroiypie.
Em vidroAnabrotypie.
Em metal=Daguerreotype.
Em papelTabotypie.
No grande salSo da roa do Imperador 38
No grande sali da roa 4o Imperador n. 38
Neste estabetecimento tiram-se retratos
em "todos os syatemas, com asseioo promp-
tidSo, desde as nev horas da manha
at as cinco da tarde; assim como tem
sempre a venda grande sortneoto de cai-
tas finas de diversas formas, Quadros
Diademas dourados,
enfeitados com aljofares, peers,
tic, para meninasesenhoras.
A agula-branca vedUe bonitos e modernos dia-
demas dourados, enfeitados com aljofares e podras
proprias para meninas e senboras.
Bonitos ehapozinhos
_ de palbi fina e aveneaes para meniHas.
Sao obras estas de que es bonspais de familia
se nao podem escusar de comprar, por fazerem el-
las parte do asseio e boro gosto com que trajam
suas bellas fllhinhas. A aguia branca tem o pra-
zer de ver quetao bellas e precisas obras feum
devidamente apreciadas e compradas m sea nl-
nbo. Os cbapeozinbos, atm de serem d'oma pa-
lha muf fina, sao de mu bonita forma e nltimo
gosto, enfeitados com toda a perflelo: os aen-
laes, porm, sao de una cambraia, guarnecidos de
qabadlnbos bordados; o qne ihes da rouitagraca.
Os precos destes, 3,8000, e daqnelles, 10*; e de
quanto sao ellts baratos eonhecera o preteadente,
que* se dirigir a' hija d'aguia branca, na roa do
Queimado n. 8.
vidrilhos de cores e aljofares,
imitando ato, para enfeiles de vestidos.
A aguiabranca na roa do Queimado n. 8 reee-
beu ntn bello sortimento dos objectos cima pro-
prios para enfeiles de vestidos, etc., etc., e est
venteado commodamente.
Novidades.
Na Agula branca ra do Queimado n. 8 rece-
beu diversos objectos de muito gasto e inteiramen-
te novos, sendo:
Bonitos e delicados pentes dourados e prateados,
tndo entre elles algons de filigrana obra moi per-
feita e de elevado gosto.
Ditos com chapa de madreperola.
Brincos de filigrana e outras qualidades.
Ftvettas de dita e outras tambem de diversas
qualidades.
Cines mu bonitos, enfeitados em toda a exten-
co am caracteres dourados Vtrelt afeitados com moediotias douradase lau
tejetla, aljofares & &,sendo para coque,toda a
jectos e proda6teshimicos, relativos a ar-
te e rectoidos ltimamente dos melhores
affiWH o fprnecedores do PARS e Nova York,te.de
BALO
RUI DA ADBI4 1IO RECIFC: 49
""Neste nova loja vndese* fazendas muito baratas, assim como tambem tem nm completo sartimen-
to de roupa de casemira e de-ferim ; sortimento de casetmrss de cores prstas, e bom brt branco
para-se fazer obra por medida.
. Madapolao avmado
Calcas de casemira escaras proprias para a estaco a"7O0O.
Paletots de panno "fino preto a 18*000,-ditos de alpaca m-anca a 44S00.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas a 9 e 10$
Estes chapeos de sol todos ~
os procos.
SalSo d rna do Imperador n. 38.
Salo da rna do imperador n. 38.
. vendem por 124000, mas o Balo querendo mostrar nue ni
pode rivalisar com elle em prego-, resolven vender os mais pequeos por 9 mil ris e os maiores por
10 m;l res, baloes de arco para senhora a 34. Ha rauitas outras fazendas e roupas feltas, que ludo
se vende com grande abaiimenlo para se apurar dinheiro e adquirir maior numero detreguezes-
queas duvidar da veracidade do que diz o Balo venha verificarse.
Venham
ver a barate2a da toja do Baldo
Sirop du
urFORGET!
JARABE DO FORGET.
xarope st approvado ; pelos mais eminentes mdicos
endo o melhor para ornar conitipacoes, tosse convol&a
Jeccoes tfs bronchios, ataques de peito, irriucoes aervosas e insomnolencias: urna
T'mpo1ondoteeo d9 SM6intes O effeito deste excelente xarope satisfaz a
l :' w **r.
INJECCAG CAPSULAS
MEGETAES AO MATICO
WMAWrr & C. PHMTMACETICOS BfiPARIS
Novo tratmento preparado com as folhas
de matico, arvore do Per, para a cura rpi-
da e infellivel da gonorrhea sem receio al-
gum da'contraecao do canal ou da inflamma-
C5o dos intestinos. O clebre doutor Ricord,
de Pars, tem renunciado, desde sua appari-
cao/ao emperge de qualquer outro trata-
mento. Emprega-se a injeerjao no comeco de
fluxo; as capsulas em todos os casos chroni-
('cos-e ioveterade, que resistiram s prepara-
coesda copabiba eas iojeccoes cem base
m?taiica.
!Besappareeeudo engeaho Linda-Flor, proprieda-
-ae do major Francisco da Soctia Barros Wander-
ley, o escravo 'Ignacio, qne tem os slgnaes seguin-
ites : cor bem.preta, pernas nasas, betxoe eros-
pretieoder leve-o a casa do-sr. Manoel Alves Fer-
^reira, no ReCffe, ou ao engeuho Lioda-Fior, que
sera genecesamante-gratiBcado.
Bonitas volus de jaspt com crazes, tendo tam
bem algunas de doas cores.
Lavas e meias
de laa vegetal, para qnem soffre de frialdade, pa-
ralesya.etc. Vendemse na ra do "Queimado loia
d'Agotfc branca n. *. i
Bandoline de Tosa
para segurar ou -conservar perfeitamente atado os
cabellos das senboras. Vende-se na ra do Quei-
ajado loja d'Agnia branca, H00 o frasco.
Enfeites pretos para vestidos
A Agnia branca receben novos enfeites pretos
para Vestidos, ?endo bicos com vidrilhos e sem
lies, trancas com pendentes de vidrilhos e sem
lies, eordao grosso tambtm com vidrilhos e sem
elles; assim como galdes e franjas de diversas lar-
guras, Olas de velludo etc. como sempre os bons
freguezes-encontrara o connaodidade de precos nos
objectos qne se vendem ok loja d'Aguia branoa-rua
do Qneftsado n. 8.
Botes de vidro
com enfeites d'aco do centro.
Esses- botoes que tanto servem paramemorse
poder enfeltar nm bom vestido preto on>de cor,
achaese a venda na rna do Queimado loja d'Agnia
branca n. 8.
Acato de chgar-aloja da agoia branca
a ra do-.Queimado n. 48.
Clrromaco-me para tingir cabellos.
Hoild walter para dito.
Tiatura de L. Marques para dito.
j\guia branca
a rna do Quimado n. 8
acaba de receber:
Isawijonlas d'aco para enfeites.
Aspas fortes para boloes.
Ka roa do Queimado loja de miudezas n. 16, ven-
de-se aspas de ajo fortes, e de diflerentes larguras
paravbaioes.
Bonitos quadros para retratos.
Veodem-se na roa do Queimado loja de miude-
zas n. .16, bonitos quadros coa mordura preta e
d urada, todos por precos rasoaves.
Garrafas brancas
e de cores com superior agua da colonia.
Vefldem-se ni ra do Queimado, loja de miude-
zas at6. ",
Novo gosto
Pentes, fivellas, e brincos de fellarana.
A aniiga e bem conheoida loja n. 16 na ra do
Queimado, recbeu um sorflmeulo de diversos ob-
jectos de novo e bom gosto, endo pentes brancos e
dourados de moldes eoteiramente novos e mu a-
gradaveis, teodo entre elles algnns de filigrana obra
de muito gosto edt-ticil exec(;.io, e bem assim -
veilas e brincos as mesmas circuir.siaucias.
Tambem receberf alguns cintos o qne de mais
moderno e bonitos se pode encontrar em tal genero.
Alm disso encontrarao os pretendenles um com-
pleto sortimeoto de fivellas de madreperola, chris-
tal, tartaruga, e dourados, brincos de cbristal, e
jaspe, vollas e rrnzes de dito e muitos outros objec-
tos de gosto, os quaes continua-se a vender commo-
damente.
Penentes de madreperola, e enfeites filete
A loja de miudezas na rna do Queimado n. 16, da Impera'trii n.56,
Grande loja
Art9xtm da Arara rna da Im-
perad-(z u. 56.
1)E
L(iuicr,fo P. Rendes Guimirts.
O prtprieiarlo deMeeMibel*cimtnio ricebeu le-
lo ultimo vper de Eurup.. diversai qualidades do
fazendas para v- Mldos d > sent.ora.
Sedas de core a I^OO o covaco.
Ve?tnA edas de c0re! ^Sfa ^stidos de rebno-
ra a (4500 o covado, lasinlias de lindos gostus a
20, 320 e 400 rs. o covado. Ra dalmperatriz 10-
ja e ainuznn do Ara,a u. 36.
Mclodiques de laa para vestidos a 4C0 '
o covado,
Vtnde-se una nova fazeoda por nome melod-
ques toda de laa paia vesiidosa 40o rs. o coudo,
ermas finas a 320 e 400 i. o covado. Ra da lm-
peratriz loja do Arara n. 66.
Arara vende usim para vestido a 240.
Vende se nova r-zenria susim para vestido: de
senbora e roupa de meninos a 240 is. o covado,
das a 160, 200 e 240 rs. o covado. Ra da Im-
perad iz-loja do Arara n. 56.
Tarlatana de laa para vestidos a 240.
Vendt-se tarlatana de 13a para vestidos de te-
nhera a 240 es. o covado, fil de llnho a 160 o co-
vado, cortes de chita a 24OPO. S no Arara, ra

Deposito na ra larga do Rosario, botica de Bartholomeo & C. n. 34.
I
Joo da Silva Ramos, medico
pela universidade de Coimbra, -di
1 onsnltas eta sua casa das 9 as
W-horas da manhsa, e das 4 as 6
I da srde. Visita os doentes e eaas
casas regularmente as horas para i
issO'esignadas, sslvo os casos ur- '
entec, que se*-ao soccorridos era !
(fuaiuter occasio. O consultas aos
pobres que o prosararem no hus- *
pctalriedro II, aone encontrado !
diariamente das s 8 horas da i
manbaa,
Tem sua casa de-saude regular-
metate oaontada para receber quai-
quer doeute, aiada raesmo os alie-
nados, para o que tem commodaf
apropiados e nela, ptatica qualquf 3
opperacSo cirurgica.
Para a casa de-eade.
Primera eJasse..3i0O0diarios. |
Segunda dita.... .3^500
Terceira dita ...2^060
Este estabelecimento j bem I
jreditado petes bons-servicos que 1
tea prestado. 1
O proprietario espera que elle S
continu a merecer a.coafianca de
jue-sempre tem guzza. I
Ta Jbotica e drogara
DE
Bartolhorneo & C.
21-lita do Rozara Laif ati
VENDE-SE
Preparados da America
Do Dr. Radways:
Pilulas reguladoras.
Prompto alivio.
Rezolutivo renovador.
DoDr. Ayeir:
Salsa parrilha.
Pilulas catharticas.
Xarope peitoral de cereja.
De tamma m di Kemp.
Verdacleira salsa parrilha de Bristol.
Pilulas assucaradas.
Pastilhas vermfuga?.
Ole puro de gado de bacalho.
Xarope pectoral de oacabuita.
Agut florida.
PASTA XABOPE de IAF da ARABIA
BELAlVCMUrariER
.- Slo 01 milco ixilones tpproT4o pelo* protttttt 4*
/ Ftculud i* MadieiM tt fnnf*, t por M mWiOM 4M Ho-
piuei d Piriz, MquMs cwlUctrCa luto iu luMrW-
ridide sobre todo* os oitros pcltortot como sai poderosa
efficci contri o* HlsIfHa do pMU e da nna,
RACAHODT DE8 RABES
nico alimtato approvado pola Academia da Kadkna da
Paria. Ella rattabeleca u pMsu que sofTram do Ms-
t do.i lartirtliw brttlM u criancas as peaaou
1 CASA DE BANHOS
5 26 Patee do Carmo 26.
H Neste estafeelecimento t impor- j
S taoce para a-seude e asseio do cor- '
po. acham-se montados 20 banhei-
Wk ros, que sao servidos com: a ordem i
e aaseio que ipara desejar-6e. Qua- -<
^ tro destes banheiros sao especial- '
^ mente reservados para senhoras e
fw por oto acham-se collocados em lu- 1
gar reservado, onde s tem entra--!
da aspessoas.de urna raesma fami-,!
1- \
%$ PREQGS DE BANHOS AVLSOS. j
% i banho frio.niorno ou de j
m chovisoo...... ^00 j
ajg dito de choque i^tddJO i
1 l dilodefareilo...... 4^0001
* 1 dito apomatisads I|ti00l
PRESOS POR ASIGNATURA. \
30 banbo* por.mez fri, j
morno ou decbovisco. lO^lXtO \
.25 banhos comcartes pa- 5
ra os meemos...... 10)$0Od *
12 ditos ditos ditos 30000 I
tv ditos ditos de choque. 10^000 |
.12 ditos ditos de farello.. 10,5000 1
O estabeleeimento ealar aberto i
nos dias uteis das 6,horas da ma-
nha as 10 da ooite, nos dias san-
tificados das 5 a 5 horas ,da tarde.
. 8fetes filets. mttt |-Sapatiabos de setim para baptisados.
I Meias de seda para o raesmo.
Bonitos cbapeosiohos de setim para dito.
Rosas camelias e entras qualidades.
Novos brincos, flvellas, pentes e puIsCiras de
iran.
Fit n seda de ceres para debrnnhar vestido.
3*' 'te sarja com diflerentes cores e Inrguras.
''.-> de gergero, desenhos novos e bonitos para
:/Ut0S.
Carteiras com agatbas.
receben bonitos pentes com cbapa de madreperola,
e nevos enfeites filets ornados de lantejoilas dou-
radas, moelnbas, aljofares, vidrilhos etc., tendo
grandes para toda cabeca e pequeos para coque,
regulando os precos de 2J> a 45000 rs.
I! mitas caisinhas
com arranjos dourados para costura, tendo com
msicas e sem ellas. Vendem-se na ra do Quei-
mado loja de miudezas n. 16.
Tringas pretas
com vidrilhos, e bicos com ditos e sem ettes para
enfeites ou vestidos.
Na ra do Queimado n. i6 loja de miudezas a-
cbaro os ptvtendentes nm bello sortimento dos
objectos cima dito?, cascarnihas, 4ranjas etc. etc.
e ludo.est sendo vendido por presos commodos.
Botoes pretes
de vfdro enfenados d'aco.
A loja de miudezas n. -16 rai do Queimado'
vende ui bonitos botSesjretos de vidro com en-
feites vestidos, quem, os pretender pode dirigir-se a dita
loja n. 16 a roa do Queimado.
veadem-se na loja de miudezas
a ra do Queimado n. 16.
Benitos leqoes de sndalo e outras qualidades.
Bonitos cintos com fivellas de diversas qualida-
des e moldes.
Brincos e erares de crystal.
Abotoaduras de dito para coletes.
Bonitos port-relogios.
Delicadas oaixas com msica e sem ella, para
costara.
Agulhas e Ilnhas para chrochel.
Retroz superior em carriteis.
Rendas pretas e bicos com vidrilhos.
Fitas de velludo com listras de cores para en-,
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdenapoles, Jlsas e lavradas, brancas!
elmaUsadas.
Para tingir cabellos.
Hoild Walter.
Vende-se na ruado Qneimado, loja miudezas
n. 16.
Gliromaco-me
Para tingir cabellos.
Vende se na loja de miudezas, a ra do Quei-
mado n. 16.
Tintura de I. Marques
Qara fazer os cabellos pretos.
Vende-se na ra do Qneimado, a loja de miu-
dezas n. 16.
Hissaogas miadas, aljofares imitando
aceYidiilhos decores
para enfeites de vestidos ; vende se tudo isso por
precos razoaveis na 'ua do Qaeimado n.l oja 16,
(l.; de miudezas.

Laa a traviata a 320 rs. o covado.
Vendc-se uovt la a traviata para vestidos
senhora a 3S0 rs. o covado, s no Arara todas es-
tas fazendas novas viudas pelo ultimo vapor da
Eurcpa. S na loja e armazem da Arara, ra da
iKperalriz n. 56.
Arara vende cobertorts a 1^500.
Vendc-se cobertores de pellos a lS0O, ditos em
pelo l#C0O, cobertas de lista 2000, cobertas ue
damasco 400O, cobertas de fostao a 5000. ?.oa
da Imperairiz o. S6.
Lasinhas do Arara a 200 rs. o covado.
Vende se lasinhas para vestido a 200, 240,320,
4C0 e 500 rs. o covad.>, co'arinhos para hocct m a
5X0 rs. a duzia. Ra da In.peralriz loja do Anru
[ n. 36.
> Arara vende as cassas a 240 rs. o covatic.
Vende-se cassas franciz.s finas a 240, 280, il2C
e 400 rs. o covado. pessas de cambraia de for'O a
2^000, ditas finas a 3000, i^COO 5,5000 e 6"C.
Ra da Imperairiz loja do Arara d. 6.
Chitas a 160 c 200 rs. o covado.
Vndese chitas escuras e claras a ICO. 0
240 o covado, ditas francezas fins a SSO, 3u, 00
e 500 r?. o covado, percales malisadas escor:.s a
500 rs. o covado, s se vende assim barato o Ar1-
ra. S na loja e armazem do Arara, ra da lin
pera:riz o. 06.
Novidade no Arar-a.
AlgodSo a 3r
Vende se pega de algodo encorpado a 3?, *C
e 6^ a dita e 8f e 7J. Ra da Imperatriz loj: di
Arara n. 06.
Arara vende madapolo enfestado a 3.j00.
Vendc-e pecas de rnadapoliioenfesiado a3--U(>,
\& e 4^500 ditas de 24 jardas a 4, S, 6J1, 'b$ o
1, ra da fmperatiiz ioja do Arara n. 56. .
E' baratissiio!
E' baratissimo!
E' baratsimo!
Neste impr ranle estabelecimento encontra o re*-
ipeitave publico nm variado toi tinento de fazen-
dasrancezas.inglezas esuissas.eas quaes se vea-
derao por preco ccmccdo a saber :
Chales de renda preta a .cOO.
Vende-se um sortimento de chales de renda pre-
ta a ofSOQ e 65, di los de seda a 1?>, 14 e i :
isto na ra da imperatriz n. 72 de GuimarSes s r-
mao.
s
Maoeel d)s Santos Mello cordalmente
agradeeecos pa rentes, mi ros e na4 pes-
soas que so digoaram honrar com.a sua
preseojaao enterro de aa carinbosa e cho
rada-espesa D. Uetflna 3faria de Andrade
Melle e ron aos meemos para ouvirem urna
missa no din 16 do corrate pelas da itenhL na matriz que antecipa j os seas sinceros a^radeci-
mentos.
tlen
r>*i
9|A
Madame Rna das Larangeiras n: 16.
Vicente Aquioo de Alboquerque tem a honra de
presentar ao respertavel publico um variavel sor-;
tmente de molhadosem seu novo estabelecimento
M rna cima mencionada, casa que outr'ora fra
de Manoel FraBeisco dos Santos e Silva, scientifi-
cando a todos os freguezes que neste estabeleci- '
tent encontrarao sempre um completo sortimen-.
to de todos os gneros e por precos mais commodos
do jiio em ontra qualqubr parte. Cha hyson libra
-SpSOO, dito miudinho superior qualidaoe a 2^600
ca libra 240 a 280 rs. superior, latas com bola-
chinhas de^oda a 1 e .1^100 primeira qualidade,
dita ranceza a .720 rs- a libra, cha preto nuito
; bom a 1*800 a libra, cerveja Bass'a 680 rs a gar-
rafi, dita marca Ha 600 rs., queijos multo frescos
i vindos pelo ultimo vapor a 220O, cerveja preta a
trurafa a 640 rs., velas de espermacete a libra a
GRAHQ,
O chales do Pavo a 6i 75 e 85.
Vendem-se ricos chales pretos de rea muito
grandes com quatro pontas, sendo os mais moder-
nos por terem chegado pelo ultimo vapor francez,
e vendem-se pelo baratissimo prego de 6#, 7 e
85 : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
No
armazem de azendas
baratas de Santos Ooelho
Ra do Queimado n. ie.
Vende-se o seguinte
a
Retonds pretas a 8.
oVo1nASe re'0Dd;,s Pre:as pelo barate prec
&, r30 e 9i 5 na ra da Imperatriz n. 72
de Guimaraes & Irroo.
Grande pexincha a 2> o corte.
o.Y?Dde,"se corIes de casemira da China a S0O0
JBStSS:?!:*-* *'.
E' muito barato, tarlatana de cores a -J'iO
rs. o covado.
Vende-se um grande sortimento de tarlataca di
corrs muito proprias para vestido, fazenda mais
moderna que lera vlndo ao mercado a 240 o c va-
do e 280, ditas mais ioas a 300 e 30, laa'
escocezas muito modernas a 360 e 400 rs. o
do, ditas muito linas 460 e 500 .
Cobertores de algoda^ 800.
Vende-se cobertores di algodo a & 0 r.. o Ir,
memores a 1,JGG0 e l^iO, cobertas dt .: ita : tt,
?JRW0 e 3J.
Quem duvidar venlia ver.
,se para Franca, esta' liquidando o seu negocio; e 640., vinho do Porto-superior a 1500 e a 1,
.i-desde ja' avisa aos seusdevedores de cotuas anti- gara/a, vinhos Figueira, Lisboa e Madeiraa 400
gas para irem -saldar so* eontas por todo o mez 500, .560 o a 640 rs. agarrafa, graxa em buioes*!
.de junho proaimj futuro; e quem nao azar sera" grandes a 280 rs., cognac, charutos, papel almaco!
obrado judicialmente como manda a le. e ootros muitos gneros., qu seria querer massar i
------------------------------------------------aos-ffe PergalOta-alC mais rrazoaveis que em outra qualqBer parte, e !
hw ? Ip'o pergfooto, porque iodo -sellar urna carta, e t0('08 arguelles que j sao freguezes da bem co-!
ompr Raposo, e esterfez-me pagar 80 rs. por urna .caca i Presentas e freguezlas, certoe de que sero bem
seliada com 60 rs. E' at onde .pode se estender a servidos, ,eom promptido bom peso e exactidao
proteccao'
COMPRAS
Cigarros de g. Eaailo
De fumo de Belem do escalvado fabri-
cada pelo celebre JUCA.
________Jtua do Crespo o. A.
-rjh a*mazem de Jos Joaqnim Lima Bairo, a
roa da Croe n. 18 tem para vender mate em jaca-
;.zes,,o melhor.qne de presente ha no mercado.
AlgodSo avariado
Cotupra-se os .Diarios de U 13 14 de ifl*** d,e ** l peca.
Agosto de t860.oo qnalqner amero pa- i" Z7 tiua O Queimado N. 27
ga-se bem apeessoa que quizer vender lft-
ve-os;a.Praca da Independencia n..8 loja dei
ijvros.
Lencoes de bramante de um s panno nelo ba- Cambraia de cores 240 rs. o covado dita 11 1
rato preco de 3^200. 280 e 320 chitas finas a 280 300 3*0 360 400
Ditos de panno de linho a 2200 e 25600. rs-' dilas Percalas a 400 e 500.
Cobertas de chita da India a 24C0 e 2,5800. Est se acabando chitas a 160 rs o C0\>d&
Lencos de cambraia brancos proprios para algi- Vtnde-se chitas a 160. 180 e 00 rs n mi-.h ,
be.ra a 2*000 e 25200 a dnzia. ricad.ahos francezes S 240 e 280*r o corado t
Ditos de cambraia de linbo lino a 300 e 55 a da Imperatriz n. 72, de GolmarSes 4 Irmlo
Atoalhado de algodao branco a 2* a vara. m&B!S&t WV dift
Bramante de linho fino com 10 palmos de largu- SSmjS e S. de 'IQh a Sim
*)ouu a V3T3. i r* u l.
Panno de linho fino com 9 1|2 palmes de largn- ,r ^amraia branca a 3.$.
ra pelo barato prego de 25400 a vara. k SEa6.2rn.SCan,Ie MrtimeDlo de camlnia a
Bramante de linho fino de urna largura, pelo ba- *> *oW)< 4*. *^0tH e 55.
ratissimotreco de 800 a vara. V Baloes a ).
Toalhas de linho acolchoadas para roaos, a 135 Vende-.-e baldes de arcos a 5, 25500 e 35 di-
a duzia. tos americanos a 3*300 i> e 4530O, ditos de mnr-
Dltas felpudas a 135 e 135 a duzia. 1 ce ina a 55300 e 65, ditos para meninas a
(juardaoapos de linho a 35300 a duzia. 'e 45o00; i-to na ra da Imperatriz n. 72 lo : de
Flanela de todas as cores para coeiros, a 880 r?.[Guimaraes & Irmao.
o covado.
Altenco.
Comptam-se
Cuia n. 9.
latas otzias de gaz : na ra da
Cosinheiro.
Preeaa-fie .de tun criado para cosjiiiar e
comprar; aa Ikvraria da roa do Crespo fla-
mero 9.
Libras berlinas
tfid^eodenciafl. 22.
eoipram-sd na praga 4a
Irmandade m SaatlMlm* *v
crzmeulo k matriz m
Boa-Nata. #
Pelo presente sao convidados todos os nossos
oharissimos irmaos para domic^o 13 do correte
mezs 10 horas da aunbiia, s* ; eunirem em me-
sa eral adra de traur-se da ajicovaco do novo
eopcaaisM).
Casjaorio 9 de mato de lt.
O escrivjio,
-Manoel Polycarpo Uoreira4e Axevedo.
Comprarse onro, prata s pedras preciosa
em otaras veibas; na rna da Cadeia do Beeife
cja de anriwa na arco dajCoBeicaa
jb Aauro e prata.
Em oteas velhas t compra-se na praca da la
dependeoeio a. 22. loa de bilbetes.
Compra-se ana iorra de eri, iogleza ou
roesroo das azUigas; na ra Nova n.3|.________
Compra-se na prensa de algodo de Sannders
Brothers & C. seaneotes de algodo a 300 rs. por
trroba. *^
Tarlatana de cores a 800 rs. a vara.
Baloes de 35 arcos 35300, de 40 a 4#.
Cambraia de linbo fino a 4{500, 65300 e 9a a
vara.
Cambraia para forro de vestido a 25700 e 35 a
peca. ""
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas, a
Peca de madapolo fino e largo a 7;.
Liaiinha lisa de cores a 500 rs. o covado.
Pecas de cambraia branca de salpicos com 8 e
meia rajas a 45300.
Coeiros de casemira bordados pelo baratissimo
preco de 95-
de
lamfieai urna meia-agua r.mhna finc a* ,r mia.. ka .
dabiliudM, ais alaso aa Tinada i$ toa prcpriedaila i
>^Wea ha o meiaor preaafravo tu rferw aaw
Ca4a fnace mU caljloha daalaa prtMracSM lar*.
"tfV "I"* *" Delmm^mUr, ral BiektUM, M,
\^l ?**' *Siaa U faliUcacoa.)
HiriM no ,; km BtvsMra; Bar-
Vend*-8B naa pharmaeias de Maorer e de
A. Caors.
' PredSii-ia alogar orna negrlnha ou mulati-
aba de 10 a tt asaos : na Passagem da Magda-
lena, taberna ao rollar para o Cajoairo.
Preelia-ta de um eai^efro : 88' travtjta do
Marisco n..7, fabrica de charutos.
A peasaa qne annunclou trocar oau imagem
de Santo Aatoaio, pode dirigir-* a roa ala Gloria
n. 36, que alH u acha orna perfeiaiastau iougem.
- Precisi.se de om trabajador de maseeira,
ou de alguma pessoa que queira aMnder o tra-
balho ; a trar na roa do Rosario da Boa-vit*
omero 55.
ipanhii fidelidade de segor^M
martimo e terrestres
estabelecida do Rio de Janeiro:
AGENTES KH PlklUMBDCO
lateis Laii le Oliveira Azevels G,
competentemente aotbrisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam segaros de narios, aereado-
ras e predios ao sea escriptorio ra
tu n. 1.
Ptde-.[e leda attecc5o aos seanoxes sapaletros
e vendedores de borracoif, ranto em peca como a
retallo, qne vufca a ros. do Rangel o. 49 para fa-
zereat o seo sortimento, qne o prtco convida e
jDDUmeaie a boa qualidade.
Compra-se am bom seltia inglez em eegun-
fo. mao, paga-se bem : aa raa Bella n. 21
Compra-se ama secretaria de Jacaranda
snogno, on de amareilo, na roa Nova n. 7.
Compram-se garrafas vasias: na rna da Ca-
dea Jo Beeife n. 33.
Vende-se a taberna s^a na ra da Seniala-nova
'': a tratar na mesma.
Vende-se urna cata aa roa dos Pescadores
o. 30, com duas salas e daus qi
noLeccT VSXimTiF'tS* ^JSSSK i ^i"'88 flI J mindas 56rs-a
ja-sea roa ak^iLKnii^StSmLSk ^ ^U6ta Umbem se enc0Dt" "> rand.
eom qorn traurT Jnnre,ro w" QDe b" sortimento de roop? al.. vor medida.
CttfeLisaea "
desesaoafcada do brigue porluguez Constante II:
vende^por barato preay no escriptorio de Ma-
StT<,e0,iv'*bo, largo do Corpo
a 3^(00 o corte.
a 3^000 o corte.
a 3^000 o corle.
to
VENDE-SE
rJloP"* OgtWnt "^ M fM tape-
Compra-se
ama eserava que seja boa figura e que siba bem
engommar, nao excedendo de 25 anuos de idade,
e paga-se bem ; oo escriptorio de Vicente Ferrei-
ra da Costa k PUbo. roa da Senzala n. 138, on em
sea armazem junto ao arco da Conceicio.
n-'-um '
Farinha*
p..h urr!lMm de Vicen,e freir da Cosu &
m*,l22*? *" maioCi nlumamente chegad,
S-^fi** ,re* *'Qlre on cinco arrobas de
peso, pelo baraU8slmo preco de 65 o saceo.
Fogos
de artificio
tt grande porcao de fogos de artificio M coobe-
eida fabrica da vinva Bnflno, o quai ven!''*0 Por
modo preco, e como seja penoso ir la pela u.'**
tela, as pessoas gue quizerem fazer suas encora-
mendas para S. Joao e S. Pedro, as podem deixar
no armazem da bola amarella, no onao da secre-
Uria da polica, oode havera' om portador para
ir buscar e levar ao lugar couvenclonado.
Vode-se cortes de la com 12 covados a 35 >-
i um lf,CJ! d"'os a ^aria Pia a 1*Sf{
e\n 3 V2. gravatas linas para homem
a ffi 0U e 1^00. mantas muito finas a 1520 e
1*400; isto na ra da Imperatriz n. 72, loja de
Guimaiaes & Irmo.
' Roupa ftita.
Eoupa feita,
Neste importante estabelecimento encontrarao or.
freguezes um completo sortimento de roupa fe;la
assim como palito!, caigas, camisas finas a 15600,
15800, 25 e 25500. ditas de linbo a 35, 35500, 45
e 45300, cortes de briro, ditos de casemira de co-
res 9 pretas, seronlas da algodo a {600 e 15800
ditos de linbo a 25. 25500 e 35.
Itto na ra da Imperatriz n. 72, loja de
Guimaraes e lrmaos.
Irmaos
VENDAS
v mimmm
nr^rlI*n.de"S*0mtl,0Tllb* m0't0 rde gorda,
a saoto Amaro, sobrado junto do cemiterio inglez,
Farioha de milho
Na roa Direila os. 84 e 86 ha sempre encllente
anona de milho de todas as grssuras, moida
vapor, e que se vende a preco razoavel.
40S-SRS. ACADMICOS
Vendem-se as segnintes obras de direito
com pouco uso: Manuel dn Droit Romain
por Mackeldey, 1 volume por 44; Diccio-
tiaire du Contentieux Commerciat, por Mas-
S, 1 volume, por $fi; Elemente du droit
romatn, por Maynz, 1 volume por 4d; Es-
prit dt la }ur{$prudence ,des sucemions,
por Confiaos, 1 TOtane, por 45 ; Code tra-
uque des failUtes, por Geoffroy, 1 volme,
por 30; : na roa do Crespo q, 4, fabril
'de chapeos de sol.
miMIAS.

Na amiga e bem conhecida reflnacSo 1 roa das
Laranjeiras n. 12, encontrara o respeitavel publico
um completo sortimento de assuear de caroce por
barato preco conforme a qualidade, assncar refina-
do multo bom a 80,100,120 e 140 rs. a libra, so
perior assuear candi a 340 rs. a libra; assim co
". eem Srboa qualidade a 200 rs. e superior
* *"* ,ibr. caf moido a 360 rs., sevada
moida a 20n rs. a libra, cha prete e verde de mni-
,0 boa qualidade, este a U800 e aqnelle a 25400
a libra : o assuear e caf sendo em arroba se fara'
aT 'betimento de 8 por canto nos precos cima
Svfolhinbas demarcadw, velas de carnal 1 e de emposiclo a
Tasso
Veadeiu no seu armazem ra de
Amorim n. So,
Licor fino Curaco em botija* e meias botijas.
Licores finos sort/dos em garrafas com roJbas dt
idro em lindos frascos.
y'^boav-eberes. N
'* Santeme?. ** -
(^mbertin.
Hermiu*8,
Borgoobe. >^
Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ion.
PAezei lagniol.
;.-
1866.
.A*** ** abir i-------------------------------------
atgibelra e de porta para o anno de 1866, o, UO ra.ibrsu_______
Z?r2f,M8Tel,aD,0n0CalralodMl perfeito estado
1 eclipses, como as diversas festas cw s competentes arreios, laaternas
-..v..^.- ,VH --------------------- -------- ^.-.e chcete,
que a igrgjg celebra; veodem-se*unicamen- 5i0DIBSM Sr.Poirier, roa do imperador defronte
timbi vraria da pra^a da Independencia, i^*?y----------_
160 ri as de porta e 320 rea aj de alai-L." *"^ nm* *"**&<> et>m ba*io por
feeira.
as de porta e30i ^
Si
.bornero 24.
iiitm i
Na ra da Imperatriz n. 28.
Vendem-se cortes le cambraia brancos com 4.
8 e 6 babadosa 205 e 23X
Fil de seda preto comieres a vara 15.
Cmbralas brancas de urna vara de larsura ft-
ai a 15 e 800 rs.
Ricas lampadas e candieiros a gaz por grosso
e a retalho.
Vende-se urna rica armaco envidracada
com grande lostre de quatro bicos, e ontamenie
um completo stnimento de calungas, noneco- ar-
parelho de porcelana, roobiuas e mnitos obitto<
de gosto que a vista avaliarJo o bom gosto ; faz se
negocio com tndo por motivos muito tastos que se
din aos preteodentes: a tratar na roa do Bangel
D^aodas nove da manbaa a? 4 da tarde.
OU
Luvas de flica pretas e
tras cores.
Cbegaram para a loia de miudezas a raa do
lo n. 16.
Uueimado


.
M?

m
tmm
i ^1




Diarlo de PernMlaee safobado f t de Hato de 1866.

A' loja de fazendas de Augusto Porto & C.
11 Ra do Queimado 11 "'
Gnegaram pelo ultim piqueta superiores encbovaes eoropletos com vestdlkos bor-
^"'Moi'r'ebralicojuvas de pellica, mantas e capellas brancas para noivas.
Sas colchas de seda de cor e de l e seda pira camas de noivas.
Grande sortimento de cortinados bordados para camas e janellas.
Chapeos, bonete e gorros dpMha de Italia para senhoras,
Percalles, cassas e chitas Unas dos gostos mais modernos.
Aloerienne retondes e chales da renda pretos.
(amisas finas coro peitos, pnnhos e colariohos de linho para homen.
Lindw casemiras de cores, lasinhas, pannos e easemlras pretas, merm e bom-
baii0 BramasM muilo largo a J#300, 700 e 3*200 a vara.
Teles e alcatifes para forar salas e tapetes grandes e pequeos para sof.
(Vmitsas de flanelia, colarlnhos de linho, seroolas de linoo. ..,;m.
SSsal de meia Anas, balees de arcos, de muselina e da madapoln, espartaos
anos mansmitos bordados. ___.
Esteiras da India para for ar salas
as melhorese por mais mdico preso.
11 Raa do Queimadoli
COKTBS DE SEDA A
Cbepram pelo paquete ingle* riquissimos cortes de moreantique de cores, e seda lavraaa pa-
""1& quadros por 000 o corado
5-RU DO CRESPO-5 M
* regarlo Pe do AmrI couipantala.
mwEiw
SP
Gros de aples preto a 1,5500,10600, 20, U, 30300 e 45 o covado.
Gorgurao preto de superior qualidade a 20500, 2-7800, 30 e 40 o co-
Vad" Superiores moreantique* a 20500, 20600, 30, 30500, 40 e 50000 o
covado.
Bons cortes de moreantique.
dem de gorgurao adamascados.
Bons panoos e casemiras. ... .-.
Sup riores alpacas, prtDcetas, merinos e bombazmas.
Bons villudos pretos. aa B9
Grande variedade de chales de fil preto e de gutpure a 50, U, 80,
100, 120, de 160 a 205, e de 230 a 800 cada um.
Superiores retondas de fil preto e de gutpure a 80, 100, 125 e *W,
ede 300 a 605 cada urna. i .
Superiores algerienes de fil preto e de gutpure de 120 a 25*, e ae
300 a 605 cada urna.
Bons chailes de seda preta.
Ditos de Merino preto bordados e outras multas fazeadas pretas que
seria enfadonbe enumerar, na
IiOJA DAS CaiiUHMA
DE ANTONIO COBREU DE VASCONCELLOS & C.
RIJA DO CRESPO W. 13
CONSULTORIO MEDKO-CRllGp
DR PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, P1RTEIRO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundao j~ g
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os das das 7 s H
aoras da manhao, edas 6 e meia s 8 horas da noite, excepcjfo dos dias santificados.
Pkarmaia especial homeopathibg,
No mesmo consultorio ba sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tobos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisac5es e pelos precc-s seguate;
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
> de 24 tubos grandes. 180000.
de 36 tobos grandes. 240OOO
> de 48 todos grandes. .. 3GO0O
% de SO tubos grandes. .. 350060
Prepara-se qualquer cartaira conforme o pedido que se^fber, e com os remedios
A qp se pedir.
Um tobo avulso oo frasco da tintara de meia onc^a W600.
Sendo para cima de ii custaro os precos estabelecidos parara carteiras.
Ha tobos mais pequeos cada om a 500 rii.
MA ROS.
A melbor obra da homeopatbia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jare
doos grandes volumes com diccionario............ 2O0OOQ
Medicina domestica do Dr. Hering........... \ 00000
Repertorio do Dr. Mello Montes............ 60000
Diccionario de termos de medicina........... 30000
Os remedios des te estabelecimento s5o por demais conhecides e dispensam por
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que qoizerem osar de remedies
verdadeiros, enrgicos e doradores: ba todo do melbor que se pode desejar, globos de
verdadeiro assocar de leite, notaveis pela saa boa conservarlo, tintara dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acarada preparacio, e portante a maior
energa e certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade oo fazer-se-lbe qualquer
operacSo, p >ra o qoe o anaunciante julga-se sofficientemente habilitado.
O Iratamento o meihor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica,
fonecionando a casa ba mais de quatro annos, ba muias pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, qae podem ser. consultados por aquelles que desejarem mandar seos
doentes.
Paga-se 20 por dia dorante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operacoes serSo previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis qoe costuma pedir o annoaciante.
ARlff AZE9I DE FAZK\I)1S
DE
CUSTODIO CARTAIiHO C.
27 RA DO QUEIMADO N. 27
Madapoln francez moito fino, tendo pouco mofo, cada pega com 27 varas por
100000.
LSa de cores a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a prego de 800 rs a vara.
Lengos brancos para algibeira a 20COO a duzia.
Finnsperclaras a prego de 400, 440 a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de la e barra de 100 a 300000.
Chales de fil preto e outras moitas fazendas.

INJECCAOe CAPSULAS


VEGETAES AoMATim
GRIMAIILT&C'JpHARMACEUticosEwPARIS
Noto :rataa:ento preparado com as folhas de Itico, rtore do Per, para a cura rpida e Infallitel
!.-. Gororrhra sem rceio algum da contracc&o do canal ou da inSammaeSo do intestinos. O celebre
loutor Ricobd, de Pars, ter renonciado, desde sua apparicSo, ao eiuprgo de qualquer outro tra-
luuento. Emprcga-se a njecao no cmico de fluxo; at captulat em iodos o casos chronicos nre-
lerados, que resisiiro s prepara(8es do copahu, cubeba e 4s injecQes com base metallica.
Deposito em Pas. 45. ru Richelieu. #
INJECTION BROU
HjRirnlra Intalllvel c Pretervallva, absoluumenio a nica que cura sem nenhum addilivo. Veude-ae
as principaes blicas do mundo. (Exigir a nsiruccao do uso). (M anno de exislancia.) Pars, em usa
do inventor IBl, boulerard Magtnu, lia.
V. !e-se na ra Nova n. 18, pharrnacia rr,n>zi de
P. MAURER C.
f.Tasam
PERFUMERA oa casa oger
Boulevart Sebastopol, 5, P*arlz.
Dei medalhas, a condecoracAo da Legin
d'lionneur e a grande reputacao que tem lhe
dado o publico, iaes sio as recompensas que os
servicos prestados a industria merecerao a
esta importante cr.sa desde sua fundacao m
1804.
N'um sortimento de mais de 500 artigas,
as pessoas elegantes escolherao o* seguintes:
ROSEE DU PARADIS, extracto superfino
para lenco.
pommada cephalique contra a cal-
vicia.
agua verbena para o toncador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE PLANTAS HYGIENICAS.
TINTURA VIRGINALE de beijoirn.
ROSEE DE LYS, verdadeira agua da
Jouvencio.
CREME labiale de sueco de Rotas.
pommada VELOURS para anaciar a
pelle.
ELIXIR ODONTOPHILE.
SABAO dedicado as damas americanas.
sabao de bouquet do Franca.
> de flores de alcea rotea.
d* de flores prmtaniiret.
d de botquet de OuUno.
d* de perfumes exticos.
d aurora, dedicado aos dedos cor de
rosa.
ds de flores da* montaahai.
d* de eheiro de foins nouveaux.
d* de bluets cheirosoe.
d* dealthea balsmica. .
d* diapr, caixa rica, fcatesia pari-
tieace.
PHOSPHATO DE FERRO DE LERAS
R. EM SCIETOIAS
rSPgOTOB D\ ACADEMIA. DE PARS.
' Nao existe medicamento ferruginoso to aotavel como o phosplian de ferro de
Leras; assummidades medicas do mando inteifo adotaram-no com soitcttude sea igaai
nos annaes da scienda. As cores paludas, dores de estomago desloes penosas, ane-
mia, convalescencas difficeis, idade criticadas senhoras, irregalandade na menstraacao,
pobresa do sangue, Ivmphatismo sao curados rpida meato ou inidificados por este ex-
peliente composto. E o conservalor por excelencia dasauiee declaradj superior nos
hospitaes e pelas academias a todos os ferruginosos conhectdos, ao idoreto e ao cttrai?
de ferro, porque o nico que convera aos estmagos delicadas, que nao provoca coasu-
paejio nnico tambera que n5o enegreca a bocea e os denles.
Em Paris na ra da Feuillade n. 7.
venda emeasa deMaurer, e A, Caors.
.v>
I PECH1NCHA SEM I614L
|K Ricos cortes de gorgorSo de seda pretos adamascados para vestido com 13 metros
W ou 18 a 20 covados rada corte, largara de chita franceza. pelo baratissirao prego de 50*
Aj cada corte : na loja das columnas da ra do Crespo n. 13 de Antonio Correia de Nascon-
cellos & C.
m
MAGHWiS DE PATENTE
DE TUABALHAR A MO PARA DESCA-
RU^AR ALQODAO
1MB lilCUDO POR
PLT BBOTHERS & 6.
OLDAM.
Estas macal-
as podem des-
carocar qaal-
quer especie de
algodao sem
estragar o fio,
sendo bastante
duas pessoas
para o traba-
lho; pdedes-
caroQar ama
arroba de al-
godao em ca-
roco em 40
minutos, ea
18 arrobas por dia ou cinco arrobas de al
godaolimpo.
Assim como machinas para serem movi-
das por animaes, que descare^am 18 arro-
bas de algodao limpo por dia; e motores
para mover ama, duas ou tres dessas ma-
B i chinas.
Os mesmos tem para vender um bellissi-
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sortido como todos sabem,
hoje mais que nanea, n3o so pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de consignaces; parece sem
duvida que deve offerecer grandes vanta-
| gens para o respeilavel publico tanto em
; precos como na escolha dos objectos, e co-
j mo acaba de chegar grande remessa pelo |
i vapor Douro e o navio Solferino
diversos objectos de gosto e proprios do I
tempo dos quaes se raencionarao alguns>o vapor que pode fazer mover seis destas
machinas mencionadas; para o que convi-
YERD.1DEIK1 AGUA KOnERAIi
FASTILrlfiS DOS SAES NATURAES DE VICHY.
- VENDE-SE
Na botica e drogara de Barrholomeu & C. Ra larga do Rosario n. 34.
'' '-
5]ares Royvr on lares
diada
ano-
Ceyadinha de Franca
para facilitar a demiejio das rrianfas e {reperr-
la? da? convalsSes.
'i feliz resaltado obtide lmmen?as veres pela
pn I.giosa for?a magntica du= colares Royer, nos
cas* de eonvalsSes, e deDii^ao das crianza?, tem
aiu ~enle elevado o seu bem merecido prestigio,
e t .? j se pode dizer que estao feralmente con-
t. sdos, e estimados, de innumeraveis pois de
fau.'bs : de uns porque do uso djsss sa!utr?s
eci.'t's viram salvy? ao perjgo seus charos fitbi-
Blu e de outros porque coiheram daquelles t3o, pCLTCL
prr.'uo exemplo para sualmeme preservar os m **
tu:. Assim, pol?, a ajgnia branca, tendo em vis-
tas t r.lilidade e proveitr cesses prodigiosos .cola-
re;, anodinos on Royer, mandn vir o novo- sorti-
Bif. ;: que agora recebeu, e eontlouari a recbe-
los par, qae em tempo algam a falta delles possa
wr fumista aos pas de familia, os quaes Oca rao
certis de os achar constantemente na roa do Qaei
ano, ioja d'agnia branca n. 8.
a 160 rs. a libra, e de 8 libras para cima
rs.: no armxem da Liga, raa Nova o. 60.
a 120
MAC11I3L1
a
desearocar algodao
9.00" a sexra
Ko Forte do Mallos, preuoa algodao a. i7, de
Medeiros & A-vcnde-se machinas americanaa-do
meihor sytemft que ha apparecido poit^Htma
rr.nltc maneiras de 14} (6, 18 e iO ierras, a Ojl a
serra.
AcabMii d reoeber G. Paes do Amaral & 0.
5 RA DO CRESPO 5
' Antiga casa de Gallberme da Silva nlmarSes
Ricos cortes de vestidos de gros-4e-naples preto, eom lindas barras bordadas.
Moire-aotiqqe preto em cortes e em pecas, liso, ondeado e com palmas.
Gros-de-naples preto, de diversos precos e larguras.
Gorgurao preto, fazeodi superior a todas pela qualidade, e bonito tecido.
v:a Este estabelecimeato
acha-se sortido com numerosa quantidade de filos pretos, de algodS?, de lmho e de se-
da,' manufacturados em ^_.
ckales
rotondas
algerieaes fbourBs)^
anamites
atricaines
3HHi2C^j pompadour
DE FANTHASIA
Receberam tnabem bonitos cortes de popeliue de lislras de cores, e matisac
muito modernas, de gostos inteiramentenovos; e ootrfs mnitas fazendas de gosto,
das pelo ultimo vapor. ^
G. P.Btt 4M1B1L A C.
?n-
Vende-se a
inarem da ra d
arco da C^H

billa:------"" l
i\3 roa.do Brura n. 48 primeiro andar vende- '
*> ti-rato 13 cadeiraa de Boarfcicio, fcde brefle,
i i-oii^, mesa de- mel de sal e *ott, ludo pbi
peif;;.) estado, e de j>cirnlar *-mM -atfwiw*
Mdf'.-i* ordinarias e 2 camas tunaros ,de
iflii vari. ? oolros objectos de orna familia que i Vende .-e i dinheiro a 700uaam
val a Europa. torio de A. i. Uoieia Otas roa.da Croi I
Sal
NoartoMMn da na lo Imporadr n. 3 oo n
da Padre II n. i, tan para ,vtader-M o Ba-
bor gaz existente no mercado.
CAfari-esaatUrtkraatteo de Jay
A violencia a repetlcao dos aceesao dMa o.
lestia sio prevenidos, impedidos e carados o~
aso contaote deste remedio: botina do Pi
do Rosarlo Largs n. 10.
Panno de aljfoaao da Bulla para saceos do
{sacar e r%npa da'eseravo, vende Antonio Lola
Ollvelra Atevedo & C, io seo aserlptorlo roa
da Craz n. 1.
. tal de Lisboa
desembarcada do vapor ingiei Cassini, veol
por commado prego, no escriplofio de Manoel
Malo de Ollveira & Fimo, largo do Corpo Bwilo
o 17.
por nao ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimenio espera a pro-
teccSo de todos.
Riquissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porta joias e necessarios.
Riquissimos estojos a feitio de um baosi-
nho oo chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leqnes de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinhos e touqninhas de muito
gosto para crianzas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de flores proprias
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
seuhora.
Riquissimos porta boquete.
Roquet de flores com ama borrachinha
com eheiro.
Luvas verdadeiras de Joviu.
Ditas de seda e de Escocia.
Riquissimas plumas e guarnieres para
nfeitar chapeos.
Coatas- e tobos 'de ac branco, que ha
finito se desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e cruzes de crystal.
Fivellas e cruzes de tartaruga, madrip
rola e dourados.
Alfinetes para gravatas.
Botes com croas para pannos.
Gravatinhas e mantinhs de muito gosto,
Unto para homem como para senhora.
Riquissimos aderecos pretos, assim como
caixinhas com alfinetes pretos.
Bengallas de canna com cabo de mar!
Ditas de baleia, borracha e de
muitas qualidades, assim como chicott
Riquissimos peales de tartaruga do ulti-
mo gosto; assim como de arregaco paxa
atenina, pois nest artigo ha um complM^!
sortimento de todas as qualidades.
g Diademas para cabeca do ultimo gosta.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
Trancas pretas com vidrilho e de i
Pulseirafi tanto para senhora cobuk{
seda e de algodao.
iriotdaaeda e > algMSo eumi-
HMtm objectos que se nao podan an-
nnnciar por n3o se tomar enfadonho
S ao Gallo Vigiarte ra do Crespo o. 7.
da-se aos senhores agricultores a virem ver
e examina-lo, no a mazem de algodao, no
largo da ponte nova n. 47.
Sannders Brothers dk C.
Recife praca do Corpo Santo n. 11.
Os nicos agentes neste paiz.
0 castello de Grasville.
Tradaiido do francs por 1. J. C. da Crns.
Vende-se este bello romance em qaatr
tomos pelo baratissimo prego de 300C
ua praca da Independencia* livraria ns.
6 e8.
Frameisco Jos Germano
RA NOVA N. 22,
acaba' de receber om lindo e magnifico sor-
timento de oculos, ltmetos, binculos, do ul-
timo e mais aparado gosto da Europa e eco-
Ios de alcance para observacoes epara o
martimos.
Vendem-se
machinas americanas le serrote para desearocar
algodao: na rna da Sonsala INova 4t
VapDres.
ainsjsni Brataera & C,
11, vafrw patentes
i* mover
algodao.
ti*.
rSSK^^^M aeaUMiB-
eien-
tambent rxas j kB*o* serem
lie
rraios
ir

t"i
I

Jfc^Cl


\


Bftftrifc *9**mmi*m Sablnadto if ealo de i816.
EN
tlluadaimpe
da porta lar
Junte a patfarta fradceza
Paredes iPerto.
Neste estabeidetmenfc) encontrar o respeitavel
publico un variado sertfroeMo de fazendas france-
las, liglens, sulssas e allemes, que se vendern
por prisco commodo.
Paredes Perte
Ven Je chales de reada de cores qae se tende-
ram a 18$ est vendendo por 6*, ditos pretos, fa-
zenda nova, 5*, 6*, 8* a 205, um sortimento com-
pleto ele manteletes, capas e soutambarques 14* a
25*. Ra da Imperatriz n. 42, junto a padarla fian-
ceza, armaiem da porta larga.
Paredes Parto
Recoben on enpleto sortimento de liaslnhas a
240, e 280 rs. covados, para acabar, cambraias de
cor a 1140 rs. o covado, riscado escossex para rou-
pa de menino, fasio de lio to a 420, 400 e 500 rs.
sames.
KRILH4 DE AYER
TORA RADICA],
escrofulosas, tumores, ukeras, ohajjaf feridas ve-
bu papeira, a syphilis, enfermidades Serias u mer-
AS MOLESTIAS DAS MULHERES
reteofao, menstro doloroso, ulcerares do tero, flores brancas, etc., ulcera-
do, debilidade, expoliado dos oasos, a nevralgia e convulsSes epilpticas
quando causadas pela escrfula.
_ M ERYSIPELJtS ERPES; ETC. ,,,
Enfermidades cutneas, erupeo, borbulhas, pstulas
nascidas, etc.
O extracto composto de talsa parrllha, confeccionado pelo Dr; Ayer, urna
combiuacao dos melhores depurativos e alterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da scieneia, approvado e receitado pelos primeiros mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias,
GIUSDE ESTABELEIESTO

no-
X
mtiitas outras partes do mundo: o resultado de estados apurados e minuciosos, e de
Ruada imperatriin. 52 junto a padaria franceza,jexperiencias feitas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por muitos annos, nos principaes hos-
armawim da porta larga. pitaes e enfermaras da America; tem sido approvado pelas academias de medicina e
! juntas de hygienne das principaes capitaes da America do Norte-; paraprova disto vede
1 os attestados auiheuticos bo Aimanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes sedis-
Recebea para cortinados para cama trauma
i* a peca cambraia lisa fina a 3*^1* at 105 .
peca, cortes de tariatana;de bonitosgostos a 3*500 tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
4*, cambraia com flor de seda, gostos inteira-
mente novos a 400 e 500 rs. o covado, no armazem
da pora larga n. 84, fita da taperatrlt junto a pa-
daria franceza.
Paredes Ptrto
Receben peto ultimo paquete nm sortimento de
erases com pedras para o pescoco, bonitos caxinels
de lia para pescoco de senbora. Roa da Imperatriz
b. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porte
Vende cortee-de gorguro preto para vestido com
41 covados cada nm 35*000, f rsdenaple preto a
1*660,1*860 e 9* o covado, lias lizas finas a 00
rs. o covado, las de quadrieho para vestido, eufes-
tada, a 320 ts. o covado. Roa da Imperatriz n. $2,
armazem da porta larga.
lUnanletta
Ra da imperatriz n. 52 armazem da porta lar-
ga janto a padarla franceza, ncontra-se neste es-
tabelec tmento nm completo -ortimento de paletos
saceos e sobrecasacos, de todas as qsaudades, cal
cas, eolietes, ceroulas, camisas, grvalas, veas,
chapees de sol, ditos raucezes para cabera, por
presos com modos, ronpa para menino e entras
nanitas fazendas por precos commodos, armazem
da porta larga.
No mesmo estabetecimento encontrara -o respei-
savel publico, sempre om completo sortimento de
roupas feitas de todas as qualidades, como sejam
paletos de alpaca ereta e de cor, dito* breeasa-
-os a 4* e 5*, ditos de brim pardo a 2*800, 3* e
3*500, ditos finos a '4*, ditos meias eatemira a
-3*500, 4* e 5*. dHos cazemira saceos a -6*, 7*, 8*
e 10*, ditos sobreeaeaeas a 10 e 12*, dites de pan-
no saceos a 6*, 8* e -10*, ditos sobrecasacos a 12*
e 25*, ditos de merra preto a 6*, 7* e 10*, cal-
cas de brim de diversas qualidades a 4*800. a 4*,
ditos brancos a 2*090 e 6*00, ditos eazemira 5*,
S* e 7*. dites pretos a 5*, 6*, 8*-e 10*. ditos
meias cazemiras a 3* e 4*, colotes de diversas
qualidades, serootes francezas de algodo, ditas de
nho, ditas de bramante a 2* e 2*360, carnizas de
algodio de linho'francezas de 2*800 e 3*. Gran-
ie pecbincha neste genero, grvalas de todas as
qualidades e brancas para casamento, grande sor-
cimento de meias para senhoras, ditas para homens
a 3*, superiores a 3*500 e 4*.
Um completo-sortimento de chapos de sol de
alpaca a 3*, ditos de seda a 5*, 7*, 10* e 14*,
ditos francezes para cabeea, grande sortimento
a 6*.
Vestidos
Pcchiucha sena Igual.
Chegou a loja de Paredes Porto um bonito sor-
timento de vestidos de tartalata de eores e brancas
que serve para partidas por ser urna pbantasta In-
leiramentede gosto pelo barato preco de 4* e
brancos a 4*500, estao acabndole : no armazeo.
d porta larga ra da Imperatriz n. 52, junto a na-
dara franceza.
Cortinados.
Chegou a loja de Paredes Porto nm completo I
.
A SALSA FARILHA DE AYER
Especialmente efflcaz na cura das molestias que tem sua orlgem
na escrfula, na lnfecco venrea, no uso
exeesslvo do nterciif io ou qnalqucr Impureza do sangue.
A molestia ou nfeccSo peculiar, conliecida pelo nome d escrfula, um dos-ma-
tes mais prevalecentes e universaes que ba emtoda a exiensa lisia das enfermidades que
atacam a nossa raca; disse um celebre escriptor da medicina que mais de urna terca
parte de todos aquelles que morrem antes da velhice s5o victimas, ou directa ou indirec-
tamente de escrfula; por isso s nao 15o desttucliva, porm a principal causa de
muitas outras enfermidades que nao lie sao geralmente attriluidas.
urna causa directa da tsica pulmonar, das molestias do flgado, do estomago
e affecces do cerebro; entre seus numerosos symptomas acbam-se os seguintes: falta
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvura transparente e outras
vezes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos msculos ao redor da boc-
digesto fraca e appettite, falta de energa; ventre encbado e evacuarlo irregular;
ca
Ba da imperatriz, X. 60
M
GAMA & SILVA.
LOJA E AllMAZKK DE FAZENDAS.
Tendo os proprletarios diste grande estabeleci-
mento feito um grande abatimenio em muitas de
uas fazendas, pela occasiao do balnco qae deram
no ultimo de dezembro de 1865, resolveram vender
muitu mais barato do que costumam aSm de c>da
vez mals agradarem aos seus nnmerosos fregu-
> por tanto Ibes offerecem nm avulado sorti-
Escravos fgidos
ISo dia 7de marco de 1861 fog/o da ridde
da Fortalez, cap tai .do Ceara', Marcelno, escra-
yo do juiz de direlt* da dita cidade o Dr. Juaqdim
Jorge dos Santfs, coro os sgase* seguintes : mu-
Crtes de cambraia com palmas na loja do
Pavao.
Vepdem-se cortes de cambraia branca com pal-
mas, sendo fazenda 'mditj'boa, pelo'bara;issimv
preco de 2*600 para acabar ; na ioja e aimazem
do Pavao na ruadajmperatiiz n. 60, de Gama U
Silva.
LeneOS brancos a S^OOO felS a>io7escuro, cab?llo7rapLhnanz"chalo,w
dnzia. i parcas de blicas pel ttott,- ditas de sarnas pelo
Vendem'se lencos brancos fazenda muito boa U.'LC e co^*t> bano, corpo regular, darte 15 p-
pelo baratsimo piteo de a duzia, DiKs am ', ,ni^s' BalurJ da cidade da Vioicria, em
barra decir a 3*000 sto para acabar na luja d-, f,"~ Anw. sem offlcio e milito ladino Quero o
Pavao na ra da Imperatriz n. 60 de Gama A Sio ', r0DXPr a, t,sl<> asslpcado, roa do Cre'i"1 i>,
va. ,0J^ era generosamente recompensado.
Poupelinas modernissimas a 400 e 5Q0 rs. ...... ____Jo!, dos S8nl(,s Neve<-
O covado na loja do PavSO. I r T Forlarm. Vendem se poupelinas muflo Goas sendo fazenda gIjJD.a__?.,_!*i!? "para, oamanheeer do u
ment de fazendas francezas, Inglezas, as quaes muito moderna de qaadriuJ venderao mais barato do que em outra qualquer Pelos baratos precos de 400 e 500 rs. o covado ua !reiaaos' um oveiro, tem a caber: ^<\ toda
parte, compromettendo-se a mandar levar qnalqoer loja do Pavo na ra da Imperatriz n. 60 de Gama riaci< bom estrdeiro, capado, pescoc i uo, err,
fazenda em casa dos freguezes que nao poderem dt Silva. ;ft^ carnes ede 7 para 8auno?, temi de raeio
vir a loja, ou a darera as amostras, deixaudo ficar Grosdenaples prrtos do Pavo. P.,.ra.c"5-(lllro~ rusS l"!,lrtZ' s,'m andares.
carnes ede 7 para 8 auno?, seaOv
para cima. Oulro russo pedrez, sern
assim como eonvidam as pessoas, que j Vendem-se pnores' groifeDapTel pretsTetos Sinie^R 8 ^" <,e-",e">' -'" *-**'*
Kn.'0,' ^Ca,a qUe neS'l 6rai*f9 6?ta' tara^simos prejos de 1*500, 1BG0, l60y e 2* '
rrt,DC0Dlrar' "m frandso^^?w10 o covado, sendo faz. uJa mui.u boa, s para ac
..? 1, h0 corao por aIacad0 vendendS.stf-lhe bar :na loja e ara a^em do Pavao, ra da Impe
apenas pelos precos que comprara as casas mgle '
zas, sendo com o dinheiro a' vista.
o penhor,
As Walhas de li ho do Pavo.
Vendem-ss'superiores* toalbas-de rrnhos fiara
rosto peto baratisslmo preco de 7*500 a durirou
a 640 cada urna.
a.?Ai>n,80'K,s de v,at* adamascado para meza a
zo a duzia ou a 240" rs. cada um.
Superior atoalhado de llnho com oto palmos de
largura sendo branco a pardo, e vende-se mais ba-
rato do que em outro parte, na loja do Pavo na ra
da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
us crpinhos Q'e seda pretos do Pavita.
Yende-se os'mais ricos crpinhos de setia pre-
tos, ricamente enlejiados, pelo barato preco-de 13* Gama & Silva,
cada um : na loja do Pavo na ra da lmperalm
n. 60, de Gama & Silva.
Rico vestidos a 8000 rs.
pechineba admirare!.
S o Pavao recebeu pelo ultimo vapor rancez
um grande sortlmebto dos mais ricos cortes de
u uitimo easusho, de roda, ser au-
daref, pequeo tirando a mala, inteiro. urna e-tM-
, la na testa e o p direito branco. de 7 para 8 au-
- nos, com o ferro .seguinte o: recouiineuda-se"
-;Sr^ -i : roga-M a todas as autoridad^ (olimaes d.^u cro-
Branianie de Hubo do Pavao. vtncia cmoda Parahiba nafam de se w venae-se superior bramante de linho i*.in 10 ra apparecerem ditos eavalios nos ttriels de
palmos de largura, preprios paia lences, pelos isuas jurisaiccoes apreheodc-ios e depf.m-io< co-
baratsimos pregos de 2* e 2*600 a vara, isim mo capturar em pod-r de quera ae encjntrem os
como panno de linho muito filio pelos baratsimos referidos cavallos quando suspeitoae lazando em
precos de 040, 700 e 800 rs. vara : ua lojs e ar- j cootineote aviso na cid Je do Recite ao "Cnrihte
mazernto Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-, Manoel Crrela Lima ou em Goianoa ao maj-jr Jo-
Joaqmm Hocha Faria.
ma & Silva.
CcuiLraias lisas do Paro.
Vendem se pecas ae cambraia lisa muito supe-
rior, pelo barato preco de 3*2CO e 3500 a peca,
ditas muito Coas a 6*, 6*. 7* e 8* : na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
vestidos transparentes com lindas barras e'enfeites
de seda, sendo estes vestidos mullo proprios para
baile* e passeios, e vendem-se pelo baralissimo
pTeco de 8*t)00 rs. cada nm, na loja do'PavSTj na
roa da Imperatriz ft.'t de Gama & Sirva.
Os cuales pretos de renda do Pavao a S0QO rs.
PECHINCHA I
a 2!000, para calcas, s o PaTSo.
Vendem se superiores r-ms de mela casimira
com mesla de-seda a 2*, ditas Garibaldicas a
2*800, ditas escoras a 2*800, ou a 1*600 o cova-
do : na loja e armazem do Pavo, ra da Impera-
l&cravo fgido.
Fuglo em das do mez passado o escrav.i Amaro, "
criculo, de idade 30 annos pooco mai? ou menos
estatura regolar, cor fula, olios pequera, nariz
Chato, b'.ca grande e tr-m falta de -entes, e os bei-
.qos bastante grossos; rogase, por tanto, a sua ap-
prehetiso, e qoem o pegar ou deli.- Jer noi:da
duij-se ao largo da assenibla no Forte do Mallo*
armazem de assnear de Jos da Silva Loyo & C,
quesera generosamentratificado.
triz n. 60, de Gama Silva.
PENTEADORES
quando o mal tem seu assento sobre os pulmoes urna cor azulada mostra-se em roda dos
olbos ; quando ataca os orgos digestivos, os lhos tornam-se avermeltoados; o bali-
to ftido, a lingua carregada; dores c3o escrofulosa apparecem frequenteaiente erupcoes na pelle da cabega e outras partes
do corpo ; sao predspostas s affecgoes dos pulm5es, do flgado, dos rins, dos ergos
digesthos e uterinos. Portante n5os5o smente aquelles que padecem das frmas ur-
cerosas e tobetculosas da escrfula -que necessitam de protecc5o ntra os seos estragos;
todos quelles em cajo sangue existe o virus latente deste terrivel flageHo (e s vezes
hereditario), estao expostos tambem a soffrer das -enfermidarjes que elle causa, que sao:
A tsica, ulcerages de figado, do estomago e dos rins; erupcoes e enfermidades
eruptivas da cutis, -rosa ou erysipela, borbulhas, pstulas, nascidas, tumores, rbeuma,
carbnculos, ulceras e cbagas, rheumatismo, dores nos osses, as costas o na oabec,a,
debilidades femioinas, flores brancas causadas pela ulceracSo interior, e enfermidades
uterinas, bydropesia, indigesto, enfraquecimento e debilidade geral.
Offerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um antidoto eficaz contra esta
molestia e suas coasequencias na
SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre o-sangue, purificando-o e expulsando delle a corrupto e o
veneno da molestia; penetra todas as partes e -todos os ortjSts do corpo humano, hvran-
do-os da sua aeco viciada e inspirando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo
para a renovado do sangue, e d ao-corpo j-enflaquecido pela doenca, forcas e ener-
gas renovadas eomo as da joventude.
E tmbem o mellior ary-sypbMitico conhecido
cura permaneirtemente as peioros formas de syphilis. e as suas consequencias. Pouca i
necessidade ha de informar o publico do inesmavel vor de um remedio que, como
este, livra o sangue desta (orrupcao e arrebata a vctima das garraspe urna more lenta
e ignomiiriosa, porm inevitave!, se o mal nao logo combatido com energa.
E um poderosissimo alterante para a renovaco do sangue -e para dar nova for-
oa ao corpo j enfraquecido pela doenga.
Sendo composto de productos vegetaes, esie medicamento^ innocente e-ao mes.- r
13 tempo eflkaz, um facto de immensa impertancia para aquelles^ue o tomam.; por- [ ^t SH ^ipiaS*^.
que muitos dos remedios alterantes offerecidos ao publico tem por base o mercurio ou o Gama & silva
arsnico; e sendo assim, bem que s vezes podem effectuar curas, comtudo deixam suas tCambraias de forro a l-r$600 e 2<$ na loja
victimas carregadas de urna longa serie de males, muitas vezes peior do que o-mal ori-' do Pavo.
ginal. A nica cousa necessaria para obter tima cura radical seguir com juizo e cons-; Vendem-se.pecas de cambraia de forro com no-
sortimento de" eortinados'ricamnte bordados a j alnc*a as direceoes que acompatlbam cada frasco. Ijewa? cada-peca, pelos feeratlssimes precos de
Z t^dll3* iJZJ!1*,.^!"* m 3" Pre^deinos promtriar, nem queremos que se inffra qae esta composigo a Sfl$$2 J" gJSK'sw!*1*0 ""
om remedio lofallivel pata a cura de todos os padeetmentos humanos; ififelltmeDte e Os cortinados do Pavo.
escrfula e a syphiHs sao enfermidades o utis as suas nalurezas, e arreigam-se to v*odem-se auperiores cortinados adamascados
firmemente oo systema, que murtas vezes evedem eresistem aos i>emedios mais pode- para camas peie baratissimaprego de l*cada par,
rosos que a scieneia humana pode inventar pora combate-las: o que dizemos qae o
Extracto composto de salsa parrilha de Ayer
a melhor prepara$5o at boje deecoberta para estas e outras molestias anlogas, que
urna combinado dos alterantes mais efficaze* oohecidos, e que esta combinaco tem sido
regulada por tangas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos consciencia de of-
ferecer ao publico o.melhor resultado que passivel produzr, da iotellgencia e pericia
medica dosnossos lempos.
Este remedio,(leve ser tomado com systema e regclaridade, e nao com abandono, lffiper iMmSSL dJSSi
pois um remedio e nao bebida.
Quando as molestias do figado nao tem sua origem na escrfula, o remedio
mais proprio as piiulas cathartieas de Ayer, qae sao efficazes na cura da molestia, que
m por causa om desarranjo dos orgaos digestivos. Ped a salsa ,parrilha de Ayer e
nao aceitai outra preparago.
Ha muito lempo.
Desde 10 de fevereir deste anno, das do eniru-
ou roupoes de cambraia bordados proprios Io- *'Uf ,afio "eravr. Paulo, cojo fdiVomprado a
para as senbo.-as vestirem de manbaa. r' v")Ya G,lm: c"l\ *?"" e*?t: cl
9 l.ia n paSn ?*' beca mire immbros, iians (hiltr
ava0, comprido, bocea feia, e sen tod :"f,lh
para
Chegou esta novidade pata
Vendem-se os mais ricos chales pretcs de renda IS*^***^ ^^^t
com quatrd pontas, senda mnilo grandes pelo ba
ratissimo prego de 8*.
Ditos de guepore a 15*. 18*, 20*, 25*.
Retondas de dito a 10*.
Manteletes 15*000. ....
Capas e sautharbarques de grosdeuaples bor-
dados, fazenda ineiramente nova, por pregos mls
baratos rjee em outra qualquer pane.
Islo na kqa armazem doPavacrua rna da Im-
peratriz n.OO de Gama & Suva.
Uscliatos do pavao a 2ooo e 2oo rs.
Vendem-se chales de merino estampados a 2*
e 2*500 cada um.
Ditos de merino liso a 3*500.
Ditos estampados de crepou a 0*, 7*, e 8*000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a i i*.
Na loja e armaiem do Pavo na ra da Impera-
triza. 00 de Cima ^ Silva.
Para luto^fldeo Pavo.
Setim da China coo 6 palmos de largara, taeen-
da preta para Ipto, propria para vestidos e roopas
para'bottens, sendo-esta tova fazenda sem rostro e
de mni boa qualidade, parantiodo-se nao ficar
russa com o lempo e eade-se pelo barato preco de
2* e^2*500 o covado, assim como neste eslabeleci-
mento tem om prende sortimento de todas as fa-
l zeudas pretas como sejam eessas e chitas pretas,
laas tapadas e transparentes, princezas, alpacas,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavo na ra
j da imperatriz a. 00, de Gama A Silva.
Os ba.oes do Pavo.
Vendem-se superiores baK>es de mnenlina com
mnia roda a o*., ditos criool'nes com 35 arcos a
3*890, ditos com 20 e 25 a 8*, ditos para meni
o. 52, porta Jarga junto a padaria franceza.
Ricas romeiraa
Paredes Porto receben pele ultimo paquete om
sortimento de romeira de guipure pretas e de fil
a preco commodo : na ra da Imperatriz n. 32,
porta larga unto a padaria franeeza.
5S000
- JQ
Cortes ae laa escocesa para vestido a 35 o cor-
te : na ra a a Imperatriz n. 92, loja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, estao se acabando.
Para luto.
Laas pretas com salplc*s brancos a 400 e 500
rs. o corado : na rna da Imperatriz n. 52 junio a
;.adaria franceza atmazem da porta larga.
1^400
Chapeo de sol.
Vendem-se chapeos de sol de panno a 1*406 e
urna griUde pecbincha s para acabar : na ra da
imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare
des Porto.
A 1^500.
Vendem-se pegas de tranga preta para enfeites
de vestidos, sootembarques, capas de senbora a
1*600 com 10 varas, urna grande pecbincha : na
ra da Imperatriz n. 52 junto a padaria franceza
.,
Pernambuce., .ra Nova n. -6, pbarmaoia francezade P. Maorer A C.
VED-S

Xo anatazen de n. A Ramos e Silva tienro. rna do Yfgario
11, constantemente, os seguintes artigo, ^iie
recebem por eneommenda propria de
XEH-YORR.
Chales de renda pretos.
Venda se cuales de renda preto a 4*000, uuiec
loja que pode vender na rna da Imperatriz n. 52
armazeu da porta larga, de Paredes Porto.
B
B
o
a-r a
o H)8"8 saS"2.jr-S 2 8 a.**
!ffnUp8Slaff3|Nl
l-S- ?35ImmI fi-arE"
*.i^gtli8S.i!fS:8"

a
-i
B 2
S 2.8
9?* ?
3.
s
I
1
:->

Broa em barricas pequea.
Cera em velas de todos os taminbos.
BofUi.
ifim.
Na na do vigario-n. 19, primelro andar.
m ma(a
Panno de algodao
trancado

da fabrica le Pernio Velan : rvada-ie m rol da
Udeia ii. 4, armazeo de Silva Barroca,
ditos muito finos ricamente bordados para camas
ou janellas a f*, 20 e 25* o par : na loja e r-
mate m do Pavao na ra da'Imperatriz n.^8, de
Gama & Silva.
Panno preto a 9| na loja do Pava-.
Vende-se panao preto. fazanda muito boa, pelo
barato preco de 2* o covado, dito muito fino a
3*500, 4*, 5*e 6*,assim como casimira preta de.
cordeo a 2* o covado : na loja do Pavo na ra da
**

-
4
Legitima salsa parrilha de Bristol, preparada por Lanmao & Kemp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesmos.
Gaz era latas de cinco gales, o ma6 parificado que se pode desojar da acredi-
tada marca F. W. D. & C.
Relogios pereitos reguladores, com corda de quatro a oito das, dos afamados fa-
bricantes E. N. Weleh.
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Philadel-
phia).
Superior oleo para machinas de costura.
Agu has para as mesmas.
Breu em barricas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:


BORDEAUX
1.a qonliilade.
St. Estephe.
St. Julien.
C. Margaux.
C. Lafitte.
Medoc.
PORTO
Ia analidade,
Vinho fino do Porto embarrts deS/, 10/ e 20/.
Superior vinho doRheno.
Cera de Lisboa- em velas e em grume.
Principe Real.
Pedro V.
Maria Pia.
frinceza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque.
Malvazia.



QUEIMADO M. 1.
Mmktpoldo.
Finas pecas de madapeto com^ 20 varas a O.
LENCOS, r
Lencos do cambraia branca, duzia 25.
dem de cores fixas para meninos, duzia 2400.
caaibralas.
Cambraias de cores a pre de 260 a 300 rs. o corado.
Cistardanapos.
Goardanapos de linho, duzia HQO.
.Algodo trancado de duas*largurai, proprio para toalhas do-mesa, a prljo do
WUOOa vara.
Bramante.
Superior bramante de linho inglez e francez.
^.Cambraia de linho prepria para loncos.
^ALHADO.
Attajpdo branco para mesa a /&600 a
meio? de cambraia muito I^^^T
Lencos de sed: para algibelra *t

-
*%
Osespartilhos doavao.
Veodera-se urna grande e variado sorlimeote de
esparlbos dos mais bem feitos que tem Ivinto ao
mercado, sendo de todos os lmannos, vendende-se
por um preco muito razoavel : islo na loja doa-
vao na ra da imperatriz n. 60, de Gama & Sitea.
s salas bordadas do pavo.
Vendem-se aaias bordadas sendo fazenaa muito
boa, sendo ricamente bordadas e-com nuita roda
vendende-se pelos baratos precos -de 6* 8 e fO*
reis cada urna na loja do Pavao na ra da Impera-
triz n. 60 de Gama [Silva.
UretaHltas de rolo a -(100,
Vtndem-6e pecas de bretanba de roto com 10
varas cada peca, -peio baratiss.mo pcetp de 3* :
na loja e armazem do Pav5o, roa da itaiperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Roupa feita.
Ka loja do Pavao
Vende-se neate estabelecimento um grande sor-
timento de roupas, lano de. panno comocaxemiras,
e brins e pelos baratearnos' precos como sejam
calcas de eatemira preta & & 7* e 8*000reis, pa-
letots de panno preto aaflta 6* 8* e 12*000 rs.
daos sobrecasacos de paawEfinissimo a 12* 18* e
25*000 reis, e outro mu Jb anigos que seria en-
fadontios aqu relata-loa;^ na loja e armazem do
Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama i Silva.
Loja do pavo
Grandes pecbioehas.
Seishas a 500 rs. covado
Sedinhat a 500 rs.
Sediubas a 500 re.
vende-se na loja do Pavo, um grande sortimen-
to de sedinhas listeadas com as mais bonitas cores,
sendo os padres mais novos que tea vindo ae mer-
cado, e veode-se pelo pa ratissimo prego de cinco
tostSes o covado, sendo faseuda que valem muito
mais dinheiro, e grande pechincha por se ler
comprado urna grande portida desta faeenda, na
loja e armazem de faseuda do Pavao, roa da Im-
peratriz n. 60 de
La8vnhas matisadas a 330rs.
Vendcm-se as mals IlDrJas lasfnlts matisadas
com os mais bonitos desenhos. pelo barato preco de
320 rs. o covado ; na loja do Pavao a rna da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Os ehales de-gmpure a
16^000,
Vendem-se os mals ricos chales de Guipure e de
renda de linbo e seda, pelos baratisslmos precos de
12* e 16* ; grande pechineba em rela5o a boa
qualidade e lmanlo delles : s na loja do rtvae,
ra da Imperatriz a. 60, de Gama & Silva.
Lazinhas o 300 rs, s o
PaM.
t
Vendem-se modernas lazlnhas com lindissimos
Sostos, pelo baratisslmo preco de 200 rs.; gran-
l pecbincha : 6 na foja do Pavto, na da Impe-
ratriz n. 60, de Ganda &. Silva.
Tp Sedas Urfas
Na lojs do Pavis,
Ohegon pan a loja da Pavio um
meato das mais lindas
Sendo nmas de listriobas e
cen ai mafs lin-fas cores, e
ai aeahorai que esttvef em
gelo barato preca 2*000 o canj
utro auos
l^se um vestido c
em do Pavio na roa
& Silva.
eos muito razoaveis : na loja do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas francezas a 2-i! rs. o covado.
Vendem-se bonitas cassas francezas de cores fi-
jas pelo bsratissimo preco de 240 o covado.
Ditas a.260, 320 e 360.
S na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Giosdenaple preto a 1$600.
E' grande pecbincha!!
Vende-se grosdenaple .preto, sendo muito encor-
pado e de boa largura, pelo baralissimo preco de
1*600 o covado : na ruada Imperatriz n. 60.
Os cachinez do Pavao.
Vendem se benitos caclunez de la ou agazajhoi
para cabeea ptlo baralissimo preco de 3*000, s
na loja do Pavo, na rna da Imperatriz n. 60.
MANTAS PARA O PESCOCO
a i*, s o Pavo.
Vendem-se bonias maulas para o pescoco, pelo
| barato preco de I* : na luja do Pavao na ra da
Imperatriz n. 6(, de Gama & Silva.
Matlapoles a 3,;i(,0 rs'. a pessa.
S na loja do Pavo.
Vende-se pecas de madapolo fino com 12 jar-
das, pelo bartto preco lie 3*500 e 4*030.
Chales ih renda.
Na loja do Pavao.
Receberam-se os mais lindos chales pretos de
renda, assim como as mais modernas e compridas
retonaes, e manteletes, a mesnia fazenda, e vnde-
se mais barato que em outra qualquer parte: na
Toja e ajmazem do Pavat na la da Imperatriz n.
66 de Gama & Silva.
Casle' a 31 0 rs. o couido.
Para ca.'gas.
Vendem-se superiores castores muito encorpadjs
padroes escuros pelo barato preco de 320 rs. o co-
vado, servldoesta faz-tida tambem para escravos
por ser de muita duragao ; na loja e armazem do
Pavo rna da Imperan i/, n. 60 de Gama & Silva.
Iriapos para ncninas a 6,000.
S na loja do Pavo.
Se vendemos mais bonitos e mais bem entena-
dos chaposlnnos de palha da Italia, proprios para
meninas, pelo baratisslmo preco de 6*000; na loja
e armazem do Pavo na roa "da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
Attengito.
MA NOVIDADE
PENTES, ENFEITES, CINTOS.
Gama .& Silva, acabam de receuer pelo ultimo
vapor francez, om grande sortimento dos mais ri-
cos enfeites pretos e de cores proprios para cabeea,
sendo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
vollas das mais booitas perolas; assim como os mais
modernos e engranados pentes da verdadeira tar-
taruga, marebetados sendo a ultima novidade
que tem viudo de Paris, e os mais ricos cintos com
fitas malbisadas e fivelas largas, conforme ltima-
mente se usa as primeiras eapilaes da Europa, e
vende-se por preco em conta por ler chegado erp
direitura para a loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
As rotabas do pavo a 8 e i(R
Veniem-se as mais ricas rolandas de renda pre-
ta, sendo muito grandes, que s3o as que mais se
usam, pelo baralissimo prego de 8*.e 10* : na
loja e armazem do Pavo, ra da Imqeratriz n. 60,
de Gama & silva.
Chitas pretas a 160 rs:
Vendem-se chitas pretas inglezas, sendo fazenda
muito boa, pelo baratisslmo preco de 160 rs. o co-
vado, ou 5*500 a peca com 38 covados : s na
loja do Ravo, ra da Imperalriz n. 60, de Gama
Silva.
.....ar por baixo
de manhoso, natural dos seildes da Parahvuado
Noite, ja' leve outra fgida e foi encontrado na
Torre procurando senhor d'onde veic-rue as mSos
e r esleve em casa 3 dias e logo fugio segunda
vez e anda se acha fgido, por isso peco as aoit-
I ridades sociaes e miliiares por sua bondade de o
; pegar, ou os Srs. capitaes de campo o pegoem e o
levem ou maodem a casa de seu senhor, que fica
muito grato e paga i em o trabalho, ra nova de
SaLt hita b. 17 e 55.
Mli

ATLANTA
rs.
e
Grande not idade a Allaata a 200 rs.
Allanta a 200 rs.
Allanta a 200 rs.
Chegou para a loja do Pavo o mais lindo sor-
timento desta nova fazenda, com o litlo de allanta
propria para vestido e roopas para meninos, sen-
do esta modernissima fazenda de la com os mais
lindos gostosde qnadrinhos e listras tendo entre
ellas de cor roxa e p{eta, com listras e quadros
brancos propria? para mo, e vendin-se pelo ba-
ralissimo preco de 200 rs. o covado nicamente na
loja do Pavq ra da Imperatriz o. 60 d Gama &
Silva.
te eailas do Pavao a 200 o covado.
Vende-se o mais bonito sortimento de chitas es-
curas e rotas sendo inglezas. mas com os pannos
15o encornados como os das francezas que se ven-
dem a 400 reis, e liquid.no se pelo barato preco de
200 reis o covado ou a 7*200 a peca, garantido-
s'lrem 38 covados cada peca eserem decores
fixs islo na-tja e armaiem do FSo na roa da:
Imperatriz U. 60 de Gama & Silva.
Armazera do Pavao,
Vende-se cera de carnauba da' melhor qualidade
ettijsiceo, tbUs barat que h tt' tjOalquer
parte no armaren do Pavao oa ruada Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As ctfbiS do Pavao a 2$00O
o covado.
CJMfiram para a loja do Pavo as mais lindas
.ahaja* de seda para vestidos, sendo cora os mais
Mus de flores e listas, tendo eutre ellas al-
ian e pretas para quera estlver de -luto,,
tittflrrcU aova fatenda 4 aIrrita de largura que
facilita fazer-se um vestido coja poneos covados, r
" se aala^afaUjsimo prapp de 2*000, nica-
na loja e armazem dqProd i roa d lmpe-
n. m, ima & f
Fopio a 13 do mez passado o-escravo Juo cera
25 annos mais ou mero, cabra claro, nm pocco
baixo, grosso (Jo corpo, p- e mos um pouc gios-
sos; nariz afinado, ro-io comprido, com falla de
denles cabellos-carapinhos meios russos, ponca
barba, as vezes co.-tunia indar calcado, regrirta
intilula-se de forro, 11 visto no bairro de Santo
Antonio, rna da Concordia, e S. Jo< ( de Gara-
nhuns) qoem o pfgar e levar a seu fenbor los
Perelra de Miranda Cunha ra da Imperatriz n. 15
segundo andar sera pm-ressmente gralificadu.
No dia 26 de abr prximo passado, fugio do
engenho Grvala em Agoa-Prel, o escravo Modes-
to, Cora os signaes sr-guintes: taade 30 anuo?,
pardo claro, cabellas regular, chelo do corpo. sem
barba contendo apenas alguus cahellos, denles
limados, ps regulare e nm tanto largos; ltvou
urna Ucucha contendo roupa: rogase porlanlo as
autoridades policiaes e eapilaes de campo a captu-
ra do dito escravo, e lvalo no referido engento >
seuenhor Ignacio Ferreira de Mello L-s... ou
nesia prca ao Sr. Manoel Antonio ttea^agu
Lessa, morador na ra do Mondeeu, e com i
torio na ra du Appollo. que ser gratificado.
Fugio do abaixo assiprrado, no dia 27 oY sti u
prximo passado. e Seu escravo J s, cnooio, #*
25 anno?, cor bem preta. altura regular, bumevr.
po, sem barba, bocea regular, com falla de n >
ua frente, nariz chalo, maca om tapio alta-. la
o joelho direito pata dentro, ps e mos gia:. -
um algumas cfcairizes de chicote, eiaot ::
bacalhao; o qoal foi e-cravo oo Sr. Man'*l '-/ro-
d Jess, prourietano Oo engenhu Gua iba gu^-zii. de Porto-Calvo: rojta-se portantu as ,:. -
dades policiaes e aos capnaes de campo a ra, :;. ^
do dito escravo, e leva lo aoabaizo assignado oo
engenho Grvala em Agua Preta, ou nesta praca
ao Sr. Manoel Amonio de Santiago Lessa, morador
na ra do Mondego, e com escriptorio na ra do
Apollo, que ser gratificado.
Manoel de Bagros Franco Millo.
Desappareceu
molequioho por nome Germano, com os
seguintes : cor fula, rosto redondo e carnudo bo-
nnote, pode ter de idade 10 para U annos, mallo
traquino, tem um ealcml.o atraz da orelha esoner-
da e por este signal qualquer pessoa- ronheco le-
vou vestido caiga de ajgodo de listras escura e
camisa de riscado azuftnja, chapeo de -palha ve-
Iho, desconfia-se que tenua seguido para O'ioda
ou mesmo aqu na cidade : portanto roga-^e as
autoridades policiaes e capitaes de campo que o
prendam e levem a ra estreila do Rosario n 29
botequim d'aguia deoun. que recompensa eenero-
S3inente. B
HM
^i-se
loja i t
. cambraias oti tariatana-
^Ho corte,
ro da Imperatriz
200^ de gratificaeao.
tm 31 d* outubro do anno passado, fugio a es-
crava Claudma, cabra alia e seca do corpo. que
pertenceu ltimamente aosIilms.Srs. J6s Joquim
da Silva, Manoel Mauricio de Sena e D. Mariana
Ignacia de Castro e Silva que a vendeu a Jos Ma-
iheos Ferreira que pagara 200*000 a quenAie
entregar dita escrava na ra da Cadeia n. 62.
Ao amatihecer de boje fugiram deste engeno
Pares da comarca de Xazareth, 3 escravos sendo
nm de nome Joao, alto, barbado, quebrajo de urna
verilha, cora idade de 31 annos ponco ruis ou me-
nos, tem as cosas varias cieatrizesfelhas de
chicote. Outro de nome Joaqnim, com idade de 24,
annos pouco mais ou menos, cabra, pouca barba
boa altura, bom corpo e bonita figura; e maie um
mulato de nome Benedicto com mais de 30 annos
a altura e pouca barba. Peco a toda e qualquer
autoriflade e dapltes de campo a apprehencao dos
referidos escravos, que seram generosamente re-
compensado*.
Eogenbo Pares, 1 de maio de 1806.
AnUnio da Molla Silveira Cavalcanle.
P- S. O sena Joo crioulo e foi comprado
em marco de 1860, no Recife ao Sr. GoBcale Jos
.affonso, tendo viudo do sei(o do Riacho do
Sangue.
U de nome Joaquina, foi comprado em marco
prximo passado, noRtcife, ao Sr.-Antonio Ua
Moura Robn, tendo vmdo doUar; e o de nome
Benedicto, foi cemprado, ha lempos, a Josias de
Tal, moradeV efli Qoerradas da fregueHa do Bom
Jardim.
Foglo, faVfificittos do mez deJeverelro-do
okimpissWq, i
anh prximo pssTdo, um molqu de nome Eo-
zebio, de idade de 13 para 14 annos, cornos sig-
naes #iI*.c cor bem preta, sece do corpo,
pernas e bracos Anos, oes e maos seccas, cabeea
grande e um pouc chata, olbos regulares e afa-
macados, cosluma a olhar por balzo dy olbos,
orelha, nariz e'bocea regalares, tem dous dentes
da frente um pouco pobres, e a presa tirada de to-
do, restando.sa rau; moito esperto, e costuma
dier qo forro. Roga-se a'a autoridades poli-
ciaes e pitaes de campo que o apprebendam e le-
vem-no na cidade do Recife, na ra da MantueJra
n. 6, a' sua senbora D. Mana Luisa de Mello, tin-
va do Dr Fernando Afonso de Mello, ou a' seu fi-
Ino Dr. Pedro ArTonso de Mello, no seu escriptorio
jrnrd Cruzes n. 4!; e gratlBcarseha com
twtofK'tUs, a qtreci o trowter.
-*1 Pto da 8 do correte fugio do engenho Lfn-
d-l situado aa villa da Brrateos, comarca de
Palmares, perienceule ao major Francisco da Ro-
cha Barros Wanderley o seu escravo Ignacio,
cTiodto, de taatntabaixa, calv, os ps pequeos,
}ua*c*'eB'|Wt>,as talos pequea*, os braco
groasoa a eorpo tanxaamtaaiso rapreaenia ter
#


1


.





:--"
-*


J*i

nnnnnnnn

.


m
8
Diaria ele Feraanilraen
AaM* tt 4 Mato e 1866.
Im serio escolstico.
i C.aclo)
IX
avam neceas, ratas olios ardenies, e meo corago .
tbatia cora violencia.
De repeate o medico largoa o pulso ; eatcou ama orago fnebre; Iuara esiremtceu, to-
cad.! de am iigeiro trenor; seus olhos descerra-
At aqu mea amigos, ities tenbo narrado a
parte felix e rueoba daqaeila poca de mioba vi ram-se nm pouco, seus labios tremaram ligalra-
i. agora vou comecar o capitulo das clores e sof
trimtntos.
ginto que ama sombra de vristea me escurece
gao sempre que tenhc de recordar o desen-
lace fnebre daquella existencia o curta porm
tio venturos*! Mas nao importa: quero ver se a
le mea cora?o consorra fiel o quadro 4)5
prazeres e angustia porque passei.
Vamos mea amigo, disse Godofredo; desear-
regaum pouco a atbmosphera pesada de tuas do-
res ; aarraudo-as t sentirs alom allivio.
Era. passado am mes-depois da paritda em casa
o coronel. Minha vida corra feliz, como um bar-
co je velas brancas em um lago sereno.
Izaura cada vez me tinba mais amor. E en vi-
va cemente, bebendo a luz lmpida de seus olbos
paros, enebriando-me em seas doces sorrlsos,
frutado a magia, de suas divinas palavras, e devi-
sando ja no horisonte a estrella de nosso araor}
ulgindo com brilho tranquillo e sereno I...
Ob I a miaba aniao como Isaura teria negado o
prtnc pi de que so no co qae pode ha ver fe-
iictdaie completa E Deus collocando aqu elle an-
jo na trra tere! nicamente em vista dar ama
idea dos outros aojos, que babitam o paraizo, eu e
ventura, que la se pode gozar 1 Nao entrava em
seus |)laaos providenciaes, qae ea, simples creara-
ra mortal, possuisse aqnelle ente celeste, cuja pas-
sagem por este mando foi mais ama prova da ex-
isteocia de am ser infinito 1.... Mas ea a teria feito
feliz i despeito de todos os obstculos I Ea a teria
adorado, respeitado, como se adora e respeila um
ente de essencia divina I Eu a teria preservado de
aualcuer contacto maligno! Foi, pois, crueldade
m a loobaram I
O destino inflexiveH>assou seu dedo de bronze
por sobre o livro de marmore, oDde eslava eserip-
to em caracteres de oaro e nome de Izaura, e.,..
ella morreo I...
AUredocaloa-se; limpoa saor, qne Ibe mo-
lo a vj. o rosto, e abismou-se em seas tristes peosa-
ma.os.
Conta-nos as circamsUncias desse desappa-
recimento, meu amigo; disse Octavio, poasaudc a
mo sobre o nombro de Alfredo.
Que cocile e qne receba
O mea pranto, earlnboto l
Sem ti o mea eoragio,
Qaal a rolioh* ferida,
Chorara t qne a norte
Extinga o sopro da vid l
i nao cruz amen te dos ralos, nanea perd a e
(ja, arlada chfrstla, nanea
^pe de ftante em inst

H
mente, e um^uz divina illuminou lije o sem-
blante :
Meu..... pal......minha......mii..
Alfredo...... Minha.....Virgen....\.Ma.....
ri:.....al......
E um estremec ment agitou-lhe o corpo, e daas
lagrimas brilharam-lbc: nos cilios.
O anjo da morte acabava de passar, e havia le-
vado em suas azas de nev a alma de ontro aoje!...
X
Resume o resto de toa historia, Alfredo, es-
tas soffrendo com esta recordacao : de mais ha do-
res para as qae debalde a sciencia dos homens tem
procurado expressoes, qae possam traduzi-la.
Obrigado, raen amigo; oave-me :
Ea velei sobre o corpo querido de Iuara da
rante toda a noite e at o dia seguate a' hora do
I no prtmeiro vapor para o Rio Grande do Sal, onde
Acompaohei o caixo at o cemiterio de S. Joao tinhaprenles, com cuja presenta esperava con-
Baptista ; e an ea s, com as michas proprias wiar soa esposa.
mos deposite, o corpo na sepultare permanec so-, % manieste % m
lugaodo cora o rosto encostado a parede da campa I ^ Mtm de par|ir proximinJente para
Aceita, Iaaura querida,
Esta lagrima saadosa,
Qae em loa campa depSe
Minh'alma triste'e cborosa
A aira... resta-rae um (amulo
Por preceo canto das aves t
E os orvalbos da noite
Ser-me-bo prantos suaves 1
Sabinos do cemiterio e forms atmocar em casa
do coronel.
Foi nm dia triste, e de recordares as mais pan-
gente*.
D. babel nao cewava de chorar.
Nossos olhos pareciam pedir consolares, qne
nossas almas afflictas recuavam dar I
coronel disse-me qae pretenda seguir viagem
o em qae o "brigue subi an- carne
pareceu-ne qae ea era arrebatado ao in/ini-
ei qae a regia o etbrea arda em fogo,
ternidade, vi mea fllao, qae por mim cha-
va !
ando o brigoe desceu, vi oabyimo do abysmo,
sepultadoso orgoho, a raaldade, a logra,
e a ambico.
Parece-me quo eolio perdi a razio, pois de nada
rnals me lembro.
Acorde! qoaodo o caplto com Corea me baten
no hombro, e me disseo vento rodoo, o temporal
amaioou, estamos salvos I
Quatro das depois acharaos asylo na ilha Gra-
ciosa, ama dos Acores; e ea achel hospedagem,
conforto, caridade, no convenio dos frades francis-
canos da orden) dos Desealcos.
No terceiro dia, ja' noite, me velo visitar o padre
goardiao do convento Fr. Ave-Maria, velho de 70
aoDos, figura oobre e respe tavel, pbysionomia bel-
la, mostrando em sen lypo e tragos a caima das
paixoes, a bondade, a franqueza de urna alma para.
Oltaou para mim e me disseirmo, ama gran-
de paixo vos mata I nao poderei dar-vos palavras
animadoras t I
minar-me a existencia.
at o dia segante 1
As 9 horas da maoba sahi da morada dos mor-
ios e fui para a casa do coronel.
l'm criado me den ama cartioha, em qae elle me
dizia, que liona ido a' instancia de ama familia,! dos vapores da companbia brasileira, qne traos-
sua pareota, passar o oojo em casa desta na roa do portou-me para aqui.
Sem querer cborel, chorel muito, e limpande o
" rosto beijei a veneranda mo, e Ihe confei toda a
*! minha vida,
miaba provmcta, e procorar no estado lenitivo Lmtoa_sej e # me [is_ ^^^i.^.
para as dores, que me opprlmtam, e ameagavam ^m por am loogo dorrxitono mais allnmia-
Lavradio, e qae ea poderla ir ve-lo la.
i :
Ha dores to acerbas, ha pensamentos, qne aba-
lara tao profundamente, qae nos, esmagados sob
seu peso nao desejamos se nao estar a' sos, iooge
de vistas indiscretas, para poder dar livre corso as
lagrimas, e as exclamares de agona, qae se nos
irrompem do coraco.
Tal era a minha sitoacao.
O somno, balsamo que a Providencia faz emanar
do seio das proprias penas para mitiga-las, traba-
do pelos raios da claridade da loa, qoe eotravam
Com effeito, 8 das depois en embarcava em um peas portas quebradas das verbas janellas do que
pela triste lux da soja lanteroa, que estava pendu-
rada na cruxeta dos dormitorios; deseemos urna
nao tost a Tijuca ? perguntoo Octavio.
Ah 1 verdade, responde a Alfredo ; visitei
todos os lagares qae baviam sido testeraanbas do
nosso amor, e s depois desta romaria aaorosa e
saudosa, foi qne embarquei-me.
E' eerto ;* disse Godofredo, qae a melhor das
herancas, qae podemos deixar a saudade I...
Contei-lhes, meas amigos, urna parte de mi-
nha vida ; bao de te-la comprehendido perfeita-
mente : para aquelies, porm. qae a nao quizerem
Ati! tens razo ; escuta:
Era fias do mez demarco Uve necessidade de
naseutar-me da corte por quatro dias para tratar
de um negocio, qae nao soffria adiameoto.
O coronel, D. Isabel e Izaura Acarara gozando a
nars feliz sade; parte sem cuidados, apenas com
alguraas saudades.
Seriara sete horas da ooite qoaodo eotrei em
rainta casa de volta de minha pequea viagem.
Eocontrei a escada um preto mea escravo, que
rae dea urna carta dizendo ter-lbe sido entregue
poucos momentos antes.
Abri-a, e lia-a all mesmo a claridade de cha-
role.
A ssignatura era do coronel e a caria dizta as-
sim :
c Segundlos disse, deve ja estar de volta de
sua viagem ; peco-lhe, pois, que se nao estiver
muilo fatigado, lome o incommodo de ebegar at
ca. Minha fiha est muito doenle,
Inimediatamente tomei um tilbury, que passava,
e disse ao bolieiro.
Dou-lhe o que me pedir se me transportar
n'ura segundo ao Botafogo, chcara do coronel
Ma:;carenhas!...
Dez minutos depois espera-rae no portao da ch-
cara, e despedia-me o tibary.
Urna tristeza terrivel rae apertou o corago a o
a;pecio da casa do corooel. rauda e melanclica,
apenas com ama laz fraca na escada!
Subi ligeiramente e toqoei na campainha.
O coronel veio me receber; abracoo-rae silen-
cioso, e conduzio-me ao aposento de Izaura.
Daas exclamares soaram no momento, em que
eu ;raospunba o lmiar da porta.
Foi am grito de dor, sabido de meo peito aogus
naco; e e em grito de alegra sabido do coracac
de izaura I...
Ob I meu; Deus! ella jazia em ora leito, palu-
da, desfigurada, com os olbos amortecidos, com
urna das maos eotre as de D. Isabel e cora a ou-
:ra estendida para mim I Oh I como estava moda-
va quatro dias apenas! Terfiwl o poder da
morte I...
~ Izaura 1.... murmure! ajoelhando-me, e mc-
lhaado sua mimosa mosioha com o mea pranto.
~ Venha, meu amigo venba dizer-rae o ulti-
mo deus c na ierra, para ea poder ir espera-lo
oo co f...
Eu nao poda dizer urna palavra; a voz estava
prea as fauces, una mo de ferro apertava-me
a c.tbeca, e confrangia-me o corago; mlnbas fa-
coilados estavam inactivas; senti nm snor gelado
percorrer-me todo o corpo, tonteei,
por *ja ohs.o ij|
(uaudo despertei, estava em um qoarto esteadi-
do em ama cama. Ergui-me apressado, e corr ao
gabinete de Izaura.
L'm padre estava a sua cabeceira, e am medico
tonava-lhe o pulso. D. I-abel liaba sido levada
dejmaiada para (ora do quarto; e o coronel jazia
imnovel, modo ao lado d) medico.
Approximei-me devagar do latto, tomei ama das
m: os da muribuoda e ajoelhei. Urna resignago
christa serenava-me o roslo; minhas palpebras es"
aconselbarei (como j o fez C. Casteilo Branco)
qne peco a alguem, qne Ibes traduza este peda-
cinho de Roocsean :
II eut faillu tre stupaide pour ne concivoir
tout eda'X
W. C. F.
VI
se recusado a vircerrar-me as palpebras. Ea pas" comprehender, on della escarnecerem, en Ibes
sava dia e noite a revolver na memoria, e a pedir
a mea corago todas scenas de minha existencia
dourada de outr'ora ; e a contemplar chorando o
amor perfeito, que Izaura me bavia dado, e que
coostituia a nica reliqua de nosso amor !.....
No stimo dia sahi para ir a missa, que o coro-
nel mandara cantar na igreja da Gloria.
O templo estava coberto de luto, nm grande ce-
notapbo erguia-se no centro, ornado das quatro
palmas symbolicas nos ngulos; mais dez sacer-
dotes entoavam oragoes fnebres, acompanbadas
pela orcbeslra lgubre; om crescldo nnmero de
coovidados eocbiam a nave do templo, e milbares
de tochas derramavara ama luz amarella e triste.
Eocostei-me a ama das columnas, que susten-
tara o curo, e mergolhei-me no pelago de pensa-
mentos qae agrapavara-se em mea cerebro.
Acabada a missa, fui ter com o corooel e disse-
ibe :
Peco-lbe mil perdoes por nao ter ido proco,
ralo ; tema perturbar a sua der, e nao poder dar
as consolagoes, de qoe V. S. tanto necessltava e ne"
cesslta aioda.
Como esta' paludo e desfigurado, Sr. Alfredo I..
disse o coronel commovldo; se quer ir ao cemite-
rio, venha comnosco ; mas depois havemo3 de ir
almogar juntos precisamo nos consolar mutua-
mente, mea albo 1
Tomei um lugar na calechedo coronel e parti-
mos para o cemiterio.
D. Isabel cahio de joelhos, solugaodo com a face
eocostada a sepultura de Izaura; u coronel crazon
os bragos, mudo resignado e impasstvel, e eu ajoe
mi j ii
tmulo on a vida de nm
la recordares qae s acabara qnando o homem
morre ; s ento com a vida flndam essas doloro-
sas impressoes do senti ment Intimo, essas abala-
das tribuales d'alma, qne lentamente levam o
borneo) a sepultara.
Nao olheis o homem tal e qaal elle se apresenta
ao mando vulgar estndai-o.
Nasei na ilha de Cuba, na cidade de Santiago.
Fui um negociante abastado, berdei rica fortuna.
Era 4800 armei a minha galera Concetgo, embar-
que! um rico carregameote de gneros coloniaes e
fiz seguir oella para Bilbao o meu Qlho D. Sancho.
Passaram-se dols anuos sem noticias do Qlho
querido, era do navio e carregameoto.
Ideas tristes periurbavara a minba existencia
senta um terrivel presentiraento sem saber a ra-
zo porque-a voz publica me assastava qoaodo
ella repelana oeeao em qae D. Sancho em-
barcava os sfoos da cathedral tocavam a defontos-
como ferido
cahi redondamente no
Em 1803 resol-me ir indagar se bavia em Hes-
paoha alguraas noticias de mea Qlho, bem como
alguos diziam, historias qoe contavam.
Armei o meu brigue S. Salvador e segu viagem
ihei-me, tirei d'uma caixinha de ouro um amor-per- para yjgo.
Ventos favoraveis pareciam concorrer para os
meus desejos, para as minhas doces esperanzas
feito, beijei-o, e meus labios repetiram baixinho es-
tas quadras sabidas do corago :
Quando o so! doura brilhante
As cumiadas do monte :
Que vem surgindo a la
Formosa la' no horisonte :
Minha alma triste e sosinha
Recorda a vida d'outr'ora ;
E emergida em saudade
Suspira, solnca e chora !
Qnando o sino tange triste
O toque d'Ave Mara :
Quaodo a briza perfam ada
Lamenta aqueda do dia.
O espiono da saudade
Mea corago fere tanto ;
Que minha alma compungida
Dirige aos cos este canto :
Cedo perdi-te, oh i I'.aura I
# -'Doce oorae, santo eterno,
Escripto em mea corago
Pela mo do Deas eterno :
Nome, qae exprime am poema
Da mais suave harmona I
- K qae soletra cadente
Pereza I amor^poesia I
Virgem, querida de Deas,
Aos cos volveste contente I
Foste brilbar na cora
Do Senhor omnipotente I
Acolberam-te rail anjos,
Cantando bymnos as yras,
E offert&ram-te incens,
Qae furaegavam as pyr s !
Sem ti, Izaura, estremosa !
Sem ti, anjo piedoso 1
FOLHETIM
TRISTEZAS A BEIRA-MAR
POR
M. PINHEIRO CHAGAS

alegre contemplara o ocano, e mioha phantasia
voava pelo espago.
S a noite quando deitado no raeu beliche sen-
ta e ba ter das ondas no costado do brigue acor,
dava assostado, e meio dormiodo parecia-me ter
recebldo aviso de ms noticiasurna tristeza mor-
tal eotao soccedia s risonbas esperancas.
Na altura das ilhas dos Acores nm medonho
temporal me fez ver a mortecara a cara.
As vozes do capillo determinando as manobras
do navio se perdiam no susurrar da chova e do
(arioso vento .que com a rapidez do raio deitava
abaixo nastaros, vergas e velas mal ferradas.
O grito dehomem ao marmal se percebia
com o sioistro assobiar do cordame, com o estri-
dor dos pols, com o assastador raoger dos mas-
tros e do casco do navio.
No "momento em qae o capitao com a buzina
gritn corre ao vento a ltncba, bordas falsas,
pipas da aguada, tudo em am instante desappare-
ceu : ondas sobre ondas, dispatavam o poder de ar-
rombar o tombadilbo-o navio ficou completamen-
te alagado, e oeste cabos s se oavlam as preces
Mii de Deas I Misericordia!... Misericordia 1..
A forca bydraulica das ondas levaoton e fez su
bir o oevio ao cume de ama dellas, e elle por si
se alliviou, qnando, porm desceu, ficou por ins-
tantes submerso.
Oovl os gritos do capitaomachados I macha-
dos I nao se cortaran) os raastros, o mov ment
das ondas dea moviraento ao navio, e tornoa
boiar.
Iostioctoalmeote abrasado ao mas tro grande,
desde o principio at o lira, resist s ondas qae
me qaeriam devorar.
Nao obstante o estampido dos trovSes, e o conti-
velba escada, abri ama porta, entramos na igreja
quasi s escuras, pois a luz da alampada do allar-
mr pareca prxima a Bndar-se : ajoelbou peran-
le o Sacrario, e eu, ebeio de f, fiz o mesmo.
Entramos na sachrislia, abri oulra porta e nos
acbamos no cemiterio do convento.
A la a mais brilhante me tez ver, que estava
na morada dos morios,
O goardiao dea alguos passos e paroo, e ea tam-
bera parei, vi, e exclamei nm tmulo II
Sim, um tmalo, me respoadea, e nelle esta' o
cadver de vosso filbo, assassinado por om dos
vossos. Apontou para am dos cantos do cemiterio
e me disse=-oaquelle logar tambera ja' esta' en-
terrado om dos tres.
Cahi sem seotidos.
Qoando surg da morte estava deitado na minha
dore cama, e i cabeceira estava o padre guardio
assustado, leudo em meia voz, a' luz de urna vela
de cera amarella, o offlcio de defuotos.
No ontro dia o donato qae me servia contou-me
a seguinte historia :
Em setembro de 1800, nos rochedos, nma milha
a' esqnerda do porto, naufragou ara navio, e s
tres homens se salvaram em um bote, e as autori-
dades da trra disseram que era o capito, o con-
ira-mestre e o cozioheiro. No segando dia um
barco da pesca trooxe mais nm liodo maocebo,
que aebo sobre as oodas seguro a ama das ver-
gas do navio.
Era noite, e no ouiro dia se actiou ella assassi-
nado. O povo eonduzio o corpo para o convento,
e quaodo se tratou de o amo talbar vio-se que em
roda do corpo bavia nm cinto, e nelle urna cartei-
ra com todos os seas papis, os quaes esto em
poder do palre-guardio.
O capito do navio, (osse qual fosse a razo,
mandn fazer ao morto nm tmulo, e seis mezes
depois, lendo a noite sahido um barco para a ilha
Terceira, se achou moribundo junto ao cruzeiro
do convento ; publicamente confesson ter assassi-
nado mancebo. Bino do dono da galera, para elle
nao poder denunciar o dolo do naufragio, e qae
agora, em castigo da Providencia, receben a mor-
te do punbal do cozioheiro; nao teve mais tempo,
den o ultimo suspiro.
Vinte dias me demorei na ilha para fazer os re-
daros possivels, e fazer aguada ; mudei de rumo,
e mandei seguir viagem para a cidade de Havana.
Deraorei-me tres anuos em Havana, frequentei
as ruidosas e extravagantes sociedades aristocrti-
cas, desci s orgias mais mysteriosas, lignei-me
aos clubs mais perigoso?, e nada consegoi; quera
esqaecimeoto, o esqaecimento do passado!
Quando estava mais folgazo, quando mais pen
sava em negocios polticos, era entao que a som -
bra do guardio Ave-Maria me diziaassassinados
pelos vossos 111
Todas as noites via o tmulo do meu Olho, e
qnando acordava banhado em snor a viso fugia,
porm ouvia a gargalhada dos mortos, e no espago
a voz de meu filbo, que me determinava-fugi'
fugi dos homens.
Eotregaei o resto dos meas beas a quera a le
mandava entregar ; e hoje amortalhado no pardo
Esta Mr!
de matar seu marido.
N'um domiogo,29 de ootubro de 1865, Wilha j
sentio-se iocommodado depois do aimoco e explroo I
alguraas horas depois.
Esta morte quasi repentoa devia attrahir neces-
sariamente a snsperta de um crlme Mjjlntopsla do
cadver deraoustroa aoe William tiufta sido enve-
nenado.
Sua mulher foi recoohecida cnlpada e cendem-
nada a morte depois de longos debates.
Mary Asbford tornou-se qaasl oaca.
ltimamente tinha procurado enforcar-se com o
lengo, mas aeudiram-lhe a tempo de evitar a as-1
pbixla completa.
Depois desta tentatjva a desgragada teve sempre
daas sentinellas a' vista.
Sua ennbada foi visita-la as vesperas da exe
cugo.
Mary Ashford tem aioda pai e um irmo, mas
eslao tao docntes que nlo poderam ir ve-la.
O carrasco Calern chegou a Exeler na Urde de
terca-feira.
Nessa noite Mari estava n'um tal estado de pros-
tragSo, que a julgavam quasi mona. '
Na maDha seguinte pode tomar algara alimen-
to, qoe lhe dea algamas forgas.
Um pouco antes das 8 horas, o governadorjjda
priso annunciou a assassina qoe a sua ultima ho-
ra tinha ebegado.
Ella receneu esta noticia sem mostrar tanta
emogo como se snppunba.
Dea alguns passos, mas de repente as pernas
vergaram sob o peso do corpo e foi preciso ajada-
la a caminbar.
Calern ligou slidamente a victima.
Tres homenseonduziram-a ao alto da forca.
Mary Ashford nao fez nenbum movimento, nem
mesmo qnando o algoz Ibe pas sen o fatal n vol-
ta do pescoro.
Ella estava tao iosensivel, qoe os fres ajadantes
do carrasco ifveram grande difficnldade em Ibe
manter a cabega levantada.
A execogo nao durou seno dols minntos.
Fiseram-se todos os esforgos possiveis para obli-
gar Mary a con fessar o sen crime, mas nunca o
confesson.
Limitava-se a responder :
Soa culpada e a sentenga justa.
V1F" ------
le Barros este soneto.
os rrAPiRi''.
c E nunca.quizeram ser substituidos,
declarando \|ne"jWtavara soa honra
< empenhada em nao sabir seno tri-
umpbaotes on moral a'aquolle_pos-
t to de honra. >
(Parte oficial.)
imperio do Brasil, ergne radioso
A fronte ornada pela excelsa gloria :
Mais am feito sorri na heroica histeria,
Mais um orado repele o nome honroso.
Vejo agora o'teu busto glorioso
E o teu povo coa prazer clamar victoria:
E' inda um louro d'elernal memoria
E' um iriumpho por de mais faustoso.
Veja o Paraguay, a Europa inteira
Dos brasileiros a beroicidade,
Da uossa ierra a.fama verdadeira:
Saibam os fllhos desta nova idade
Que ffris fcil ao sol vollar carrea.
Que o Brasil olvidar a hberdade I
E' do Sr. Firmioo Candido de Figueiredo:
PORQUE SOU TRISTE T
La vai a ablba perlostrando os campos,
Sagar Acores, qae deslila a dor,
Embebe as azas nos crystaes de orvalbo,
Vive de aromas, mas nao sent amor.
Das matas virgens eotre as verdes sombras,
O roxo lirio nao ueboia a cor :
La no deserto vai beljar-lhe a briza
Vive de beijos, mas nao sent amor.
Derrama as aguas crystalloa fonte,
Por sobre a relva maternal frescor,
E a relva sobe no verdor do vico
Vive das aguas, mas nao sent amor.
No floreo ramo, perfilado, esvelto,
Levanta as vozes campinar cantor;
Nessa lioguagem que Ibe den o eterno,
Vive cantando, mas oo sent amor.
Junto ao rebanbo, que tocar undoso
Desfere a gaita o juvenil pastor;
Tem livre o peito e o corago nao sabe,
As negras maguas, que nos ven do amor



4>


A seguinte poesa ro recitada no tbeatro de San-
ta Isabel, sabbado passado, pelo Sr. acadmico A.
Carneiro Antuoes Gaimares:
X eximia actriz D. Adelaide Amar al.
Do faodo da soledade,
Na qual a fatalidade,
Na qual a crael verdade
Do desengao do mundo
Somio-me a calida fronte;
Como o sol por traz do monte
Desee ao leito do borisonte,
A' tumba do mar profundo;
. .
Meus olbos tristes; macilento o rosto,
Gonfessa tudo de meu peito a dor;
Se outr'ora ura riso me agitava os labios,
Hoje son triste, porque sinto amor.


m
VII
(Coniinaaco.)
A presenca de Magdalena modificou moflo, se
nao altern de todo, os hbitos da casa de Bartho-
lonieu Soares. Tornaram-se menos enfadosas as
nomos, acalmaram-se nm pouco as discnssdes po-
lticas do administrador e do boticario, o gamo (oi
mellas vezes exilado em attengo ao plae. Mag-
da ana, condescendente em extremo, e desejando
captar a benevolencia das pessoas ojw formavam
a iocliidade habitual de ?eu avo, lisoogeava as pre-
dilecgies de cada nm. Tocava ao administrador
ot. trechos das opera* rae elle oovlra na na ju-
vontutle, quando a divina Cataln! tnthusiasmava
ni diktlantt lisbonenses; as modinbiu De saua-
di'-s rnvrraex e Subt con a mnk* imada*, predi-
Kctas lo boticario, tambem brotaran, evocadas
'palos dedos mimosos da gentil njanina, do laclado,
que moflo a celo se resignava a la nanha profa-
nlo; s o cap to Raivoso nao pode gozar o inef-
avel prazer de onvir no plano as soas melodas
predilectas ; o digoo militar fox esforgos vaos, au-
xiliado por Magdalena, para qne as teclas repro-
dozissen o rnfar do toque de recolher, meloda
que elle desassombradamente pnnha cima de
quantas operas escreveram Rossinl, Donixetti, Bel-
lini e o proprio Verdi.
Reeonbecida a Inalilidade das tentativas, o capi-
llo Raivoso deciaron alto e bom som a quem o
quiz ouvir qae o piano era, sem duvida alguma,
am bonito instrnmeoto, mas qae nao podia, aioda
mesmo qnando era locado pela Exma. 3ra. D. Mag-
dalena, disputar primazias ao rei dos instrumentos
ao tambor.
. Magdalena tocava indo quanto lhe pediam qae
tocasse, sorrindo-se para Jorge, qne, artista nomo
ella, era o nico com quem se podia entender so-
bre estes assomptos, multo do esludo e prebilec-
go de ambos elles.
Quaodo Magdalena acabara de pigar o sea tri-
boio ao dilettatismn dos velhotes e qoe o Gamo
reappareca, ajiroximava-se J^^^Kb embeve-
clam-se ento ambos as obras primas muscaes,
da qae eram enthn! iastas. Leonor estava tamben
com elles, as deremo (ta era na
pouco sacrificada a:
vidos n'ama discuso > ecimentc
ti vos da msica alleroa e da nrnsica italiana, re<
cordaado nm ao ontro este oo aquello trecho d'eeta
on d'aqoella opera, avivando memonai de S. Gar-
los, narrando as impressoes qne Ibes tinba produ-
zido o canto mavioso de nm artista celebre, Jorge
e Magdalena esqneiam-se da presenca de Leonor,
a traosponavs-se improdeoteraente para nm man-
do diverso d'aqaelle em qne vivia a sna irraa e
noiva. Esta ouvia-s calada, procurando adivlnbar
os enigmes, de qae para ella se companba essa pa-
lestra, lyri.
Finalmente Magdalena percebia a Inconvenien-
cia, a que se deixava arrastar, e prestara de novo
atteoco a soa irma; locara Ibe ento as suas
meiodias queridas, bajadas populares, alguns can-
tos singellos dos grandes mesires e trechos de m-
sica religiosa. A alma naturalmente potica de
Leonor ealevava-se e enternecia-se com estas bel-
las paginas em qoe reannbrava, sem artificios
nem recamos, a inspirago dos grandes poetas da
moflea e a maia rod, mais nao menos elevada,
d'esse grande artista, que se cbama poro. Pilha
da na i aba o corago aserto a todas as im-
prs
nona* natural singela, Ooenle, qoe brota do cora-
eerade, do espirito pairano por ana graode
habito dos Aotoninos estou sepultado vivo em um
conveoto. Dom R. M.
(Correto Paultstano)
W POLCO DE TUDO. .
Mary Ashford. cooiemoada pena de morte nos
tribunaes de Exeler, condado de Devon (Inglater-
ra), por ter envenenado seu marido, William Ash-
ford, foi enforcada na manhia de 29 de margo ul-
timo, diante da porta da cadeia, assistiddo a este
triste espectculo mais de 15,000 pessoas.
Posto que grande numero destas conhecessem
perfeitamente a envenenadora, ninguem mostroa
por ella a menor sympathia.
O crime borrivel qae tinha praltcado excitou in-
vencivel horror entre os pacficos habitantes do
djstricto. ^ ;,,.,,__
William Asbford era am honrado', sapateiro de
Honiton Clyst; tinha casado com Mary ba dezoito
anana.
inaccesslvels j as ingenuas impressoes, esses arti-
ficios maravilbosos nlo os comprehendia ella. Um
canto sereno, lmpido, melanclico, de Bellloi ar-
rancava lhe lagrimas; on psalmo de Marcello
inspirava-lhe nao sei que religioso xtasi ; ^n'algu-
mas das profondas composigoes de Meyerbeer pa-
recia-lhe onvir on ceo dos cnticos do feo mar.
Mas as fioriture, as 'combinaeSes meldicas, as dif-
ficuldades, os daetos e os quarletos, os contrastes
que Jorge applandia com entbasiasrae eram para
ella fructos prohibidos. As suas observares In-
genuas faziam brotar um sorriso nos labios de sna
irmia, inspiravam a Jorge ligeiros movimentos de
Ouvi o echo de um bymno,
Vago, saudoso e divino,
Como um canto peregrino,
Vindo de ethereas maosoes
Oh I era o echo do genio,
Que ante s aras do proscenio,
O alade sirnio
Dedilbava das paixoes I
Era a sibylla inspirada,
Que na trpode sagrada
Estremeca agitada
De sua aogusta misso!
Lr perante as multiddes
O poema das paixoes,
Ao corago dar licgdes
Com a voz do sea corago !
Imprimir em carne o drama,
Nos verbos cheios de chama,
Qae o entbusiasmo derrama
Aos labios do corago;
Dar a' saudade e ao amor
Lingua e voz e a' triste dr;
Viso e aroma dar a flor
Da epopeia em boto,
Do actor eis o destino!
Diadema de ouro fino
Que cioge o genio divino,
Como a c'ra de Jess!
Eis a senda gloriosa,
Que junca o myrto e a rosa,
Mas debaixo a venenosa
Serpe mrde-lhe os p ns!
Os principaes soberanos da europa tem os se-
grales subsidios ou ordenados por anno, moeda
portugueza:
Imperador da Russia, 765&eoBtos ; o sulto da
Turqua, 4994 cootos j o imperador Napoleo, 4300
contos; e imperador d'Austria, 3600 cootos; el-rei
de Italia, 2488 contos; ei-rel da Prnssa, 2160 con-
tos ; a raioha de Inglaterra, illa contos; a rainha
de Hespanha, 1620 contos; el-rei da Ba viera, 1123
conios; el-rei da Blgica, 384 cootos ; el-rei da
Hollanda, 450 contos; el-rei de Portugal, 363 con-
tos ; el-rel da Soeeia, 337 contos; elrei da Grecia,
234 contos; el-rei da Dinamarca, 218 contos; el-rei
Hanover, 216 contos; el-rei de Wnrtemberg, 198
contos; o santo padre, 180 costos.
Ao todo 19 monarchas con 34040 contos por
anno.
Para alguns paizes nlo se compreheodem n'estas
quanlias os subsidios dados a ontros membros da
familia real, alem do rei.
Em nenhura se menciona o rendimemo dos bens
da cora.

pea. i

Eis tua c'ra, ralfta, -*
C'ra de rosas, que espinua
O peito teu, a alma minha,
Qoando traduzes a dr,
Em acceotos to doridos,
Como se foram gemidos,
De doces sonhos perdidos,
Oo de um despojbado amor!


Ouvi te e quasi enlooqaego I
De meu ser, de mim me esqaeeo.
Preso aos labios teus, parego
Ser o echo da vox la!
Se sorristambem sorrlo;
Se choraso pranto fri
Desee era doce calilrio
Pelo- sangue, que me esta !
Orasol por entre raios!
Orala entre desmaios!
Versos meas, castos ensaios,
Do palco o astro saudai I
Genio, perda a ousadia,
8ons, frivolos, sem slgoiBcacao, sem encanto, qae
volleiavam em torno da idea principal como as
abelhas voltelam em torno de ana rosa, ouvia im-
paciente essas variagoes, cuja necessidade nao po-
dia perceber, esperando sempre com anciedade a
volta do singlo pretexto d'essa tempestado de flo-
reados. Volta va o motivo, mas para de bovo se es-
quivar enleiando-se nos mil bracos d'essa intrinca.
da e opalaat vegelagao musical, e 'Leonor final-
mente, nao podeodo resistir a' impaciencia, qoe
esse constante e frivolo borboletear lhe cansara,
dizia paria irmi:
Jess, mana Magdalena, por qae nao tocas
tn antes isso a qne chamas tbemas, qne tao boni-
to t Nao fazes se nao correr os dlos pelo tecla'
do com tanta ligeireza, qae parece qae ests douda
Impaciencia.
Em vistas d'estas manifestagdes, a pobre menina
cala va-se, mas ficava raminaodo na mente a idea
qoe preocupara. Una das censas, que mais a fa-. J"*" lrabalhw ""V"
ziamscismar.eramasvartages. uvia o thenaf a^ena-sorria-se e tenia va e;
e encantava.se omitas vates com a melancola, cam ereclmento das variagoes, Jorge en
a sos* adeneia da simples parase meldica; mas'^"^1^^"^Jff^S
depois, qoaodo julgava qne sua irm la continuar a
tocar a mesma couia, qua ia repetir amas poucas
de veres esse thema
peten em cada n
desesperava-se,
canto sra
"y
I
igSas populares re
liea da prlmelra>
ouvidoesse
^alnB
ftsjPrilena sorra-se e tentava explicar a' irm o
eocolbia os boa-
qae ihe'des-
te, abanara sempre a geatil cabaeinba, dizendo
ana nao entenda essas coasas qae Iba distan, as
que oioguem era capaz de a convencer qoe urna
conta qoe a f azi a chorar era fastidiosa e qne era
iiodssimo o que Ibe cansara somno.
im, ao meio
fanai AserdMelai, os aoras idfae a de Leo-
origiaai de
Urna grande garga foi apachada viva janto da li-
aba frrea da.Mealhada, na quinta da Tapada per.
tencente ao Sr. Dr. Adriano Baptista ; mas teodo a
dita ave raorrido dias depois, foi mandada para
Lisboa, para ser embalseraada, e exposta no gabi-
nete zoolgico do collegio de Nossa Seobora da
Conceigo, de que director e propietario o Sr.
Carreira de Mello.
O gabioele est j mntto baaito.
j.
Urna donzella formosa e instruida, den urna pis-
tola carregada a um irmo de 13 annos de idade,
pediodo-lhe que a desfecbasse contra ella.
O irmo obedecen, e poneos momentos depois
era cadver.
- O tribunaes de Jokoatak tivsram que julgar este
processo singular, e d*onde se conbeceu que a don-
zella, perdida a razo com a leitura das novelas,
acbava este mundo mo e posaico, e desgotosa, qaiz
pdr termo a sua existencia.
Aioda as ba!
E' falsa a noticia da morte do compositor Joao
Pacini, que demos ba poneos dias colheodo-a de
folbas fraocezas e belgas. Sao dous os Pacini que
esses peridicos confundirn), fazeodu delles orna
s pessoa. 0 aotigo editor Pacioi, qoe falleceu,
oo o compositor qne deu em alguos annos
grande numero de operas, e qne foi por multo
tempo am dos maestros mais populares da Italia.
As obras Ivricas do finado Pacini sao apeoas
daas, e foram compostas para o tbeatro fraocez.
Sao daas operetas: dzabel e Gertrndes e tNada
de adversarios. _
O compositor Pacini (Joo), tem 70 annos, e an-
da esta' bem vivo em Lacea, cojo conserratorlo
dirige desde .1836. .
A prova de qoe estava viva depois do fallec-
ment do editor Caetano Pacini, e qae pablicon a
sua auto-biograpbla em om jornal de msica de
Florenja.
Leonor nao perder o sea imperio sobre o ooracio
de Jorge, o as ingenuas proras de ignorancia, qne
ella continuamente estava dando, se urnas vezes
Uapacientavam o sea noivo, multas vezes tambem
despertavam n'elle este seotimento qae em todos
nos despertara as disparatadas, mas innocentes,
perguoias de ama crianca|; tinba vontade de a cin-
gir nos bragos, de lhe cobrir de beijos esses olbos
negros pasmados e interrogadores, essa bocea to
prompta sempre para o riso, esses cabellos; qne,
rnesmo presos em trangas, aociavam sempre pela
ttberdade.
ssa impresso, esseocialnente instantnea, con.
siaerara-a Jorge como nma prora da persistencia
e do ardor da sua paixo. Mas, en) conmunican*
do a Leonor, que ficava toda radiante, esse uno-
rado peosamaoto, j alga va qoe se desempenhara sof -
ficientemeoie dos seos deveres de nolvo, e nao de-
gyw- nroiengar o'duoto. qne ea-torearla iafalli-
vetnente monotomo. Por isso, n'essas occasioes.
te Magdalena apparecla, era sempre bem-vinda, e
Jorge aproveitava a occastao para sabir do terreno
pisgas,para o qual tenia sempra qae t sua noiva
oquizesse arrastar.
PWJUIW00.-.1
Mjjf/,4'



-r
L


Full Text
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