Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10960


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Full Text
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.
AMO XLII. HUERO 1Q4
PopqHirtelpaitdeitrfoslOdiasdl.'mez .......
Idcu depois dos l,05 lo Mas do comeco e dentro do jeartel .
Porte ttcorreit fr\mmtm..............
6S000
75o
Por ano ia|o deitro de odiasdo l.mez.......
Porte ao comi por nm auno .........
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PERNAMBUCO.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
Parabyba, o Sr. Antonio Alax?ndrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva ; Aracatv, o
Sr. .A. de Leraos Braga; Cear, o Sr. J.Jos de
Oliveira Maranhao, o Sr. Joaquira Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraido Antonio Aires &
Filios; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNGARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO SL.
Alagoas, o Sr. Clandino FaicSo Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estafes da via frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Gravat, Becerros, Bonito, Garuar,
Altinho, Garanbajn, Buique, S. Beato, ftora
Conselbo. Aguas Bellas Tacarat, as tergas
feiras. 4SJJ|. *
Pao d'Alho, Nnzarelh Limoeiro, Brejo, Pesqneira
Ingaieira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Oaricury, salgueho e Ex, as qnartas
feiras.
Serinhem, Rio Formoso.Tam andar, Una, Bar-
reros, Agua Preta Plmentelras, as quintas
feiras.

AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio; segundas e quintas.
RelagaO: tercas -e sbados as 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Julzo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphlos : tercas e sextas s 10 horas.
Pritneira tara do civel: tercas t sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas sabbades a 1
hora da Urde.
EPHEMER1DES DO MEZ DE HAIO.
t.
7 Quarto%iing. as 7 b., 92 m. e 31 s. da
14 Lna nova aos 38 m. e 58 s. da t.
21 Quarto cresc. as 7 h., 38 m. e 46 s. da m.
29 La cbeia as 10 h., 82 m. e 25 s. da m.
DIAS DA SEMANA.
30. Segunda. S. Catliarioa de Seana v.
i. Terca. Ss. Felippe e Tbiago appSi
2. Quarta. Ss. Vindimal e Anastacio mm.
3. Quinta. S. Rodopiano ra.; S-. Amaro id.
4. Sexta. Ss. Floriano e Sacerdote mm.
5. Sabbado. S. Angelo c. m.; S-. Geminiano hk
o. Domingo. S. Joo anie-portam latinam.
PREAMAR DE HOJE.
IPrimeira as 9 horas e 18 m. da manhia.
I Segunda as 9 horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTSIfiOS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; pa o non*
at a Granja a 7 e 22 de-cada mez; pana Pernai
do nos dias 14 *os meies de Janeiro, mateo, aa;.'
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independencia
ns. 8, dos proprietarios Manoel Figueiraa de Far*
& Filho.
PARTE OFFICIAL
MI\ISTKRIO DA 3AV.KI( l I/rl
RA C OJ1HM IO
K OBRAS PVBLICAS.
Decreto n. 3,633 de 21 de abril de 1866
Approva a modiflcago feta n) art. 4o dos estatu-
tos da companbia de navegago e commercio do
Amazonas.
nvn qUe me/eauereu a coropanhia de ,
navegagio e commercio do Amazonas, e de confor- chianos nos enviou por nossa promocao esta sede
corrente, providenciei como convinha, no sentido
de recolherem os Rvds. Rencvato Pereira Feij,
1 Joaqnim da Cunha Cavalcanti e Francisco Urbano
de Albuquerque Montenegro arecebedoria das ren-
das internas os direitos qnedevem pagar para ob-
tengo de seos ttulos as freguezias em que foram
apresentados.
Io de maio.
Dito ao Rvd. vigario encommendado daparochia
de S. Anna do Upanema.Recebemos o offlcio que
V. Rvma. em 12 de marco Ando nos enviou.
Agradecemos mu cordealmeate as congratula-
cues queV. Rvma. por si, e em norae des sea paro-
midade com a mioha immediata resolugio de 13
do correte mez, tomada sobre o parecer aa sec-
cao dos negocios do imperio do conseibo de estado,
exarada em consulta de 24 de margo ultimo, hei
por bem approvar a modiflcago feita no art. 4
dos estatutos approvados pelo decreto n. 2,827 de
14 de setembro de 1861, flcando o dito artigo con-
cebido nestes termos:
A companbia podera' ter livros para as trans-
ferencias de suas accoes, nao so no escriptorio
principal desta corte, como em qualquer natra
praga nacional ou estrangera, flcando, porm, o-
brigada a recolber mentalmente a recebedona do
municipio a importancia do sello das transferen-
cias verificadas fra do imperio.
Antonio Francisco de Paula Sooza, do mea con-
seibo, ministro e secretario de 6Stado dos negocios
da agricultura, commercio e obras publicas, assim
o tenha entendido e faca execatar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de abril de
1866, 43 da independencia e do imperio.Com a
episcopal, e por. nossa chegada a esta cidade em
paz.
Informndonos sobre o santo jubileo que teve
lugar no anno prximo passado, nos diz V. Rvma.
que quasi nenbum (rucio prodazio ah I
Visto o limitadsimo numero de fiis que se-
gando nos assegara V. Rvma. concorreram ao san-
to tribunal da penitencia, e a sacrosanta mesa eu-
charistica, a-ssim o eremos infelizmente, pois que .
certo que nenhum fiel pode ter jus as gragas supe-!
rabundantes que o chele supremo da igreja em
nome de Jesos Christo p5e a disposicao de seus fi-
nios por meio das indulgencias e jubileo se nao
prtica os actos de caridade e piedade que elle de-
termina, dos quaes o principal incaalestavelmen-
te a condsssao sacramental de todos os peccados
acompanhada da compungi e dr de os ter com-
mettido e de sincero desojo de nio mais os com-
metter.
A que attribuir esse nenbum ioteresse e empe-
oho, essa indifferenga para o maior dos favores
rubrica de S. M. o Imperador.-Dr. AmonioFran-: que lhe pode conceder a santa igreja?
cisco ae Paula bouza. Nos estamos persodido que smenle a falta de
--------^ i i sofflciente instrucgao religiosa que occasiona es-
se resfrio de piedade do que se ressentem os Seis
desta diocese em geral e em particular os dessa
parochia.
E V. Rvma. mesuio como que nos confirma nes-
se pensar dizendo-nos que presume esse nenbum
excitamento dos scus parochianos a lucrar o sanio
jubileo a vulgarisacao de urnas oraedes conbeeidas
sob o especioso titulo- Oracao do Monte Serrale
que por ahi se tem propalado, as quaes se promet-
iera todos os beos da trra e os da vida eterna aos
que as irouxerem ao pescogo e as recitaren) em
certo numero de aonos.
Equeisso? Como deixar-se assim embar o
povo senao porque falla-ibes o conhocimento das
COVERm DO RISPADO.
Despachos do dia 25 de abril de 1866.
Offlcio ao vigario de Barreiros, Joo Baplista
boares.Em resposta ao offlcio de V. Rvma. de 13
do corrente, temos a dizer-lhe que por acharmos
justas as observagoes que V. Rvma. nos fez relati-
vamente a capeila d- S. Joao Baptista, que se esta'
construindo na povoago do Abreu ; e por estar-
mos persuadido de ter o Sr. Antonio Moreira
Borges Ucba as quaiidades que V. Rma. nos asse-
gura-, aceitamos a proposta qua V. Rvma. nos fez,
e em virtude della, nomeamos ao dito Borges Ucha
administrador da obra do capeila de S. Joo Bap
tista, que se acha em construeco naqaelle povoado- verdades mais elementares do cathecismo 1 Como
Prevenimos a V. Rvma. que esse senbor devera' Pieria elle assim fcilmente fanalisar-se e en-
antes de comegar a exercer o referido cargo, pres. buir-se de prejuisos, preconceitos, superslig5es,
tar o juramento dos Santos Evangelhos em suas seoao porque seu espirito pouco cultivado das
maos, de servi-lo com zelo e integridade, o que V. sas e PQras verdades da f catholica?
Rvma. certificara' no verso da proviso em como Os preconceitos de ara povo eslo sempre na
presin. i mesma relago das sapersligSes que nutre sea es-
27 pirito, e o espirito tanto mis a ignorante das ver-
Offlcio ao conego provisor da diocese.Sirva-se dades evanglicas quanto mais supersticioso.
V. S. Rvma. de mandar diariamente a comegar do Contamos pois que V. Rma. pondo-se na altura
1 de maio em diante ao Rvd. conego nosso secre- 'da m'sso sancta de que se acha encarregado na
tario, amanla assignada por V. S. Rvma. do nu- Qualidade de parocho dessa porgo de rebanho de
mero de dispensas despachadas que remetter, de-:Jesos Cbrisio que apezar de todo o nosso demerito
clarando nelia as que forera devolvidas aos res- nos '' confiado se dar' d'ora em dianie com um
pectivos parochos por carecerem de esclarecimen- ze' de mais em mais ardente ao deserapenbo de
tos ou por qualquer ontro motivo. sous deveres, e mais que ludo da ioj-trucgo calbe-1
Outro sim, lembraraos a V. S. Rvraa. que as dis- chista e evanglica de seos parodanos para que, do dia sobre a margem do rio, esperando com aa
pensas qae tiverem malta devem vir especificadas os poupe em occasioes idnticas as que estiveram i cledade que clareare,alim de saber xito do com
tas prisioneras ou snccnmbiram, tanlo era Ierra
como no rio, pois nio ha nadadores que possam
vencer a distancia da ilba trra sem serem vis-
tos pelas forgas brasileiras.
t U boletim da Maguo Argentina diz o seguate :
< As forgas brasileiras que, como se sabe, oceu-
pavam urna ilba em frente a costa paraguaya fo-
ram atacadas no dia 10 por urna forga de 1,200
bomens, que vieram em 50 de suas grandes candas,
e depois de um renbidissimo combate a victoria
declarou-se pelos nossos, que Ibes flzeram 700 pri-
sioneros e 300 morios.
< De nossa parle livemos oprejaizo de 40 e lan-
os morios e 90 feridos.
Este triampho de grande importancia, se se
atlender a que os Paraguayos principian) a entre-
garse pela forga em crescido numero, desistindo
do fanatismo estpido que os fazia morrer antes
que miregarem-se.
t Para complemento desta vicloria, a esquadra
se apprcximon da costa onde se acbavam as for-
gas paraguayas, e conseguio com vlvissimo fogo de
raetralha calar sua artilharia e afugenta-los.
< Suppde-se que a mortandade deve ter sido
horrorosa.
t Detalhe sobre a acgo do Passo da Patria.
Depois de publicadas as noticias em bolentins, re-
ceberam era Buenos-Ayres por carias alguns deta-
llas com respeito a' acgo do dia 10.
t Paonero escrevendo a sea Albo, e o vicealmi-
rante Tamandar ao ministro Octaviano, dizem o
seguale:
< As forgas brasileiras que haviam na iiha nao
eram duas divisos, como se disse, porm sim oi-
tcceios e tantos bomens, compondo-se dos bata-
Ihoes de voluntarios da patria 17 do Rio de Janeiro
e 7. de S. Paulo.
t Os Paraguayos se metteram em 50 grandes ca-
noas, calculndose que cada urna levava 25 ho-
rneas, que exceda a 1,200 homens.
< Quando se aproximaran) a' ilha foram presen-
tidos pelos Rrasileiros, porm estes os deixaram de-
sembarcar sem dar um tiro, e quando todos em ter-
ra cahiram de sorpreza em cima com urna des-
carga de fazilaria e depois a' bayoneta calada, que
os destrocaran) completamente. A artilharia da
ilha ( 9 pecas) nao den um so tiro.
Os Brasiieiros linbam sangas e forlificacdes na
ilha, porm nao se serviram dellas ; descerar a'
praia e carregaram o immigo a' bayoneta calada.
A celebre guarda de Lpez, qae foi a que elle
maudou a ilba, por ser gente toda escolbida, fcou,
mora ou prisioneira.
c Das 50 canoas, 30 ficaram all mesmo em po-
der dos Brasileiros, e outras foram agua abaixo
com a correnteza, e as poacas que se iam escapan-
do foram meitidas pique pelo vapor brasiieiro '
Henrique Marttns, que nesse momento ao romper:
do da se aproximava em proieccao da ilha, pois
durante a noile a esqoadca em nada poda prole-
ge-Ia.
O capito Romero, ohefe da expedigio e cora-
mandante da guarda de Lpez, foi feilo prisioneiro,
entregando sua espada ao coronel Cabrita. .'
i Este prisioneiro 6- amito importante, pois pode
dar-nos todas as ioformacoes qae se precisan) com i
respeito ao Passo da. Patria.
Todo o exercitoalliado estava aa. amanbeceri
gento do 9o corpo provisorio de cavallaria de guar-
das nacionaes Cassiano Jos de Lima, qoe estave
prestes a afogar-se na passagrm do rio Guabij;
Foi concedida ao Dr. Possidonio de Carvalho
Moreira a exonerag/j que pedio do cargo de
cretano do governo da provincia das Alagoas.
-26-
Eoirou nontem do Ro
se-
nomerosa forga escolhidade ealre seas
dazes e adestrados batalhoes.
Com effeito, pelas 3 horas da madrugada do
da Praia o paquete in-, da 10, os paraguayos ero numero superior a 1,000
as dais a?!9 dn te L,verpo1' ad'alaQd "omens, de infantaria, daquelles que" se compro-
I melleram a abordar e tomar, os nossos vasos- en-
couragados, tendo vlndo no silencio da nouteem
50 chalanas de 20 a 30 bomens, preciptaram-se
com grande resolugo sobre as obras de nossas
forlficag5es, dando os seus gritos de guerra como
alarido das hordas selvagens. Os nossos bravos
concidados os receberam qoeima roupa, e com
pelas bateras que all esiabelecemos na noile de 5.
e do lado do inlmigo, tentando rehave la
de campo.
com urna
mais au-
os pormenores do glorioso
Sao interesantes
combate do dia ID.
Os por ten los Ocaram eothusiasmados com esta
brilhante eslra de nossos voluntarlos.
Sabem j os leitores qae o leneute-coronel Car-
valho oceupra urna ilha em freote a Iiapir, com
9 pegas la Hitie, calibre 12, e della principiara a
fazer um fogo morlilero sobre o inimigo, auxilian-
do as operagdes da esquadra.
Para guarnecer a ilha havia sido escolbida a 19*
brigada, composta da guarnigao das pegas do 1*
batalho de artilharia a p, do contingente do ba-
lalho de engenheiros, do 7- de voluntarios da pa-
tria, do 14? provisorio de liona e de cerca de 100
pragas da guarda nacional da curte, ao todo 900
horneas, commandados pelo lenente-coronel, com-
mandanle do batalho de engenheiros Joo Carlos
de Villagran Cabrita.
Os Paraguayos vivamente encommodados com
esta vizinhanoa projeciavam dar um golpe atrevi-
do sobre nossos bravos, e nesle intuito mandn
Lpez na madrugada do dia 10 marchar urna ex-
pedlgo sob o mando do capito Jos Mateo Rome-
ro, ebefe das forgas invasoras de Maito-Grosso,
composta de cavallaria escolhida, e da famosa gen-
te com que o dictador pretenda tomar os nossos
enconragados.
A!s 4 horas eram os nossos soldados acommetti-
dos por cerca de 1,200 fanticos que saltaran) de
0O-candas> e de ama luta homrica, brago a bra-
go, ficaram estendidos no pequeo campo de bata-
Parle do combate qae se dea na madrugada de
10 de abril de 1866, segando as notas do l-
ente coronel do corpo de estaVraaior da
artilharia Joao Carlos de Villagran Cabrita,
commandante da guarnigao da ilba em frente
ao forte do Iiapir (na qnal se dea o combate)
mono por ama bala de artilharia. seis horas
depois do combate, com sea. secretario, no
momento em que redigia a presenta parte
offlcial.
f Parte.Illm. e Exm. Sr.Pio tenbo lempo de
dar ama parte minuciosa sobre os differentes epi-
uma impaciencia temeraria, saltaran) por'cima dos^sodlos qae P^cederam o combate qqe mallo hon-
nossos proprios fossos e agarftram-se corpo a cor-i ra e aDrilnanla os foros da digaidade nacional,
po com o inimigo. D're' simplesmente que erara-4 >horas da ma-
Cumpre atlender a que desde a noite de 5-es-; dru8ada de hoJe, quando a ilba foi- atacada pelo
ses bravos, em numero de oitocenfs a mil, nao ti- \ ,DlmiK em forCa superior a l^OO^segundo se ve-
nham ldo descanso, qaer-trabalhando, quer sos-! V 1oal' favorecido pela noite,.aqi fez um
tentando fogo contra o forte, quer velando nonte! desembarque, e procurou envolver nossa linba
pela seguranga- da ilha ; e nunca qoizeram ser i,orllBcada '"endo avangar forgas consideraveis
substituidos, declarando que reputavam sua honra pelos nancos- A luta darou at aiar o dia, hora
somenie era qae o inimigo acabo., conwigo qae
nunca qoizeram ser
reputavam sua honra
empenhada em nao sabir senao triompbanies oa
morios daquelle posto de honra.
Duas horas dorou aquella peleja
corpo a cor-
seria infructfero qualquer esforgo, nao obstante as
canoas que para reforga-lq, airavessawam cheias
po. O resultado Foi o"ra"als completo* irTmpho^- de comba'entes o canal qae separa a lina do forte
ra os Brasileiros, deixandoos Paraguayos 300-mor-' 1DirD|8- A Pso qae deserabarcava, o inimigo
tos.Saprisioneirose mais 16. chalan sera nosso eJeai^ Paptanal que circaittvotw a ilba, e
poder, devendo se conjectorar com probabllidade dAh' '*'* vivo fogo.
de acert qae as outras. chalanas a pique leria'1 .,AJ.e.B...eJf 10e.deste modo
havido grande perda de vidas.
Entre os prisioneros figura o capitn Juan Ma-
leo Romero, qoe parece ter sido u dos chees
principaes da expedigSo contra Mato-Grosso. Q>ge-
neral Paunero, em urna carta de onde colhi a maior
parte deslas informagoes, observa qae a captura
de Romero preciosa as actoaes circumstancias
por ser bomem muito pratic naquellas paragens
iba, tfaeatro de tanta gloria, 640 Inimigos, e 64, ir- e terrenos e poder assim esclarecer os generaos so-
clusive o arrojado chefe, enlregaram as armas: bre o melbor ponto para a passagem e desembar-
cahiram tambera em nosso poder 30 canoas e 70O que dos exercilos alliados.
espingardas. t De Corrientes me escrevem, com a chegada
Este glorioso combate nos custoo 43 mortoso alli dos vapores hospilaes t deJunho 6 Duque de,
106-feridos. i Saxe, que os-nossos mortos foram 40 e os feridos
A nossa esquadra fez ora fogo horroroso sobre 94.
as forgas paraguayas, que estavam prestes a em-
barcar, atim de soccorrer a expedlgo do capito
Romero, causando lhe muilos estragos.
Tanto os nossos feridos como os Paraguayos fo-
ram transportados inmediatamente para os vapo-
res Orne d* Junlio e Duoue de Saxe, onde se acba
No ralar do dia o Henrique Martins. entre a
costa paraguaya e a ilha dispotada, auxiliado pelo
Brasil fizeram calar as bataria do forte e da mes-
ma costa,, qae em desespero de causa atlravem so-
bre a mesma ilha.
t O Enrique Afa7ins-recebeu um rombo ao lu-
vam reunidos os Drs. Carlos Frederico, cfcee de me d'agua, e leve de encalbar para compr-se.
Escrevo a V. Exc. apressadamente e lhe pego
sade da esquadra, Joao Jo* Damasio,.Manoel
Pedro Moreira, medico do hospital de sangu, Syn-
frooio Olyrapio Alvares Carvalho, Alfreda da Ro-
cha Bastos, Joaqun Monteiro, Coimbra, Vallado,
o medico argentino Dr. Elzear Bear e os pbarma-
ceulisos Piulo e Pinheiro. Aos feridos moribun-
uLt? a so"orros PfHe o Rev. Francisco .
Manoel das Chagas Xavier, capellao da armada actos, pens conveniente que V. Ex communiaue flanco direilo,.tendo sido morlo, no principie
imperial e do hospital de sangue da manaba ; os aos-jornaes o que tenho tido a honra de levar ao! accao> befa-da forga qae atatava pelo flanco
desculpa pelo desalinho desia carta. O Recife a vai
levar a Montevideo para ver se alcango o vapor da
linha de Liverpool.
Mando tambem os bolelins que deram osjor
a oossa uzilaria nao
alcaugava orna vantagem bem. decidida sobre o
inimigo por se nao poderem acertar as pontanas,
(ai largado a ordenar a carga a bayooeta, que o
repetlio ali com grande estrago dalle.. Por ootra
parle, vendo que era possivai asar da metraiba,
por estar o inimigo em distancia,.como- que es-
pera de reforgo, para avangar com seguranga.
mandei abrir logo urna bombardeira no ngulo
difc/to da batera da direaa, e com.a pega respec-
tiva dispararam-se doos tiros,, cuje effeito se ma-
oifesiou immediataraente pela quast cessago do
fogo inimigo.
i Ao amanbecer teettraro escapar -se algnns do
atacantes qae foram depois tomados pelos navios
de nossa esquadra o-eslava o campo coberto de
cadveres e na praia canoas abandonadas e outras
desciara a merc das aguas de rio com os cadve-
res dos que raorreram dentro dellas. No campo
s bavia 640, sem contar os que- motreram dentro
da agua e foram levados pela, corrente, nem os fe-
ridos e prisioneirosxojo numero anda nao posso
fixar.
Temos tomado at agora 70O> espingardas com
suas mumgoes e grande numero de espadas, es
perando qae o camero saba.aanito mais, pois a
cada momento so encentra en morios e armamento
as lizirias da ilba. Entro os prisioneiros qae se
naes d'aqui chegada do RoUwk que trouxe estas' 'enderama1cnatSe "Po.'Romero qoe comman-
noticias. Mas sendo elles ora incompletos, ora iaex-!dava os 400 bomens que tentarara penetrar no
da
es-
reslanles seguiram para Corrientes, prodigallsan- coabecmento do governo.
do-|he os soccorros necessarios os mdicos do .Rogo a V. Exc. que pormim se dignado bei-
jar a mo de Sua Magesude o Imperador por este
failo de armas que foi aquilatado pelo general Pan
na nota pedida.
Offlcio ao Rvd. vigario da freguezia dos Afoga-
dos.Avisamos a V. Rvma. que no domingo 6 de
maio prximo futuro iremos as 9 horas da m>nha
a essa matriz conferir o Sacramento da Confirma-
go aos adultos que se apresentarem nessa occa-
siao para recebe-lo munidos do atteslado de con
fisso.
Recommendamos a V. Rvma. que exhorte os liis
a se prepararan para receber dignameote esse Sa-
cramento, e que explique a todos os que confessar
para esse tim quanto seja necessario para po-Ios
scientes do que cumpre aos chnsmandos.
No mesmo sentido offlciou se ao Rvd. prefeito do
Hospicio de Nossa Senhora da Penha, marcando o
dia 10 de maio, ao Rvd. vigario do S. S. Sacramen-
to da Boa Vista marcando o dia 22 na igreja da
Santa Cruz, e ao respectivo provedor da irmaodade
do Sr. Bom Jesos da Via Sacra, ao vigario de Nos-
sa Senhora do Rosario da Varsea, marcando o dia
13, ao de Nossa Senhora da Saude do Pogo da Pa
por occasio do ultimo jubileo do representar o
triste papel de (i is resfriados na f e sardos a voz
do supremo pastor que animado do mais vivo e
paternal sentimento de caridade abri amoroso os
cofres dos celestiaes Ihbsooros. e os convidou a vir
enriquecer delles suas almas, e j para que desap-
parega d'entre el les esses pergosos e damnificado-
res preconceitos e supersticiosos sentimentos.
Esperamos, exhortamos em nomo do Divino Pas-
tor Jess Christo que de um modo particular cuide
de lazer-lhes ver em praticas siagellas e apostli-
cas qoe a perversao d'aquelles que provavelmenle
de roa' f tem. vnlgarisado ahi oragoes nao auctori-
sadas pela santa igreja, faaalisadoras e inconse-
quenles, demonstrando-ibes que o exercicio cons-
tante da caridade e a pratica das obras de miseri-
cordia inseparavel da devogo, donde vera diser
o apostlo que a f- sem as obras e mora, Isto
de nenhum valor oa merecimento para a salvago,
nao se descuidando do significar-ibes qne os que
trooxessem essa oa oatra qualquer oragao ao pes-
neila o da 27 ao de S Pedro Martvr da niinda n! co5 Provaria o mesmo bem qoe o doente qua se
da 21edao de S no Ama o de JablS o a a 3 de ^.asse de mar urna caixa de plalas oa ama
iunho prximo futuro rece,la PeDdenle ao pescogo em vez de usa della,
' 28 i ioteirando-os que nao bastara' para a saWago a
Offlcio ao Rvd. ex-parocho da freguezia de S. f60"3530 l001^80.4 de todas as oracSas que se
Jos de Piranhas Manoel Lias de Albuquerque.-r ,-emKes>Pto.senao fosse esta reciUcao seguida
Fo-nos presente orna petigo de dispensa dos ora- observanc.a dos mandamentos de Deas e da
dores Gregorio Barbosa de Oliveira e Rila Mara san' lgr.eJa da frequencia dos Sacramentos da
de Sam'Anna, dessa freguezia com o despacho do V*** e Eocharlstia; que finalmente para pu-
nosso Rvd. conego provisor Francisco Jos Tava-1 depem Pudentemente ter jos a salvago, e espe-
res da Gama, da maneira seguinte : avista 0 fe, D0.a sem Dresompgao de ter entrada no reino da
dugenose'pole verificara dupl icago que se K'"' do Todo Poderoso wcessar.o .nd.spensa,
declara do i grao alt.ngente ao 3- portanto ne- ve) viver christameDte, Mp e viver segando os
essario que notamente se douza com a precisa P/'nnc,pias. da mo!;a, evanglica que a santa igreja
' por sen unignito filho Jess
fBCSBi.*"* ~Reci,e> 6 de oa,obro de i SSW 3E
Entretanto estando errada a predita deduego de-1
vendo Vmc. prestir-se ao exclarecimento exigido,,
pelo qual se coohecesse a existencia daquelle pa-,
reatesco aa attingeocia que Agora, deslisou-se da ,
senda da delicadeza e respeito devido a aqae'.la aa-'
toridade alias respeitavel por seus coohecimentos
e servigos prosudos a igreja, e exarou a seguinte ,
descommuaal informago : tA dedoegao esta' bem I
clara e especificada, de maneira qae s quem n;o
sabe grammat.ica ou nao lem estados qae nao en-
(ende ; parentheses urna phrase inlerposta na
oragao (+) ou um sgnal orthographico : por con-
seguin'.e esu' claro que Maria IrmSa de Aooa, e
Genoveva irma de Antonio,
vtjrijbro de 1865.Los.
Deas guarde a V. Rvma. etc.
INTERIOR.
RIO DE Jl\KIRO
25 de abril.
Entrn hontem, mas em hora muilo adiaotada,
o transporte S. Paulo, procedente do Rio Grande
do Sul.
O Commerctal de 21, com qae fonos obseqaia-
So Jos, 4 de o-' dos, d a importante noticia que em seguida publi-
' camos, extrabida de bolelins que no dia 15 se des
Avista do expendido, corre-nos o de ver de estra- tribuir m na cidade de Montevideo, e que alli foi
nbar a Vmc. o reprebenslvel procedmeoto qoe te- levada pelo vapor de guerra Recife, portador de
ve para com o Rvd. provedor desta diocese, certo datas do Passo da Patria at 10.
de que jamis consentiremos no manejo, que pro Corrientes.Ainda chegamos a terapo de pre-
carou dar com a lgica do insulto. senciar o primeiro ensato de campauha que Uve-
Era qualidade de parocho, devia Vmc. ser e pri- raro os nossos alliados.
meiro a dar o exemplo de obediencia a aquella aa- < Hoje (10) pelas 4 e meia horas da manha os
toridade, ama mansido a toda prova devia distn- Paraguayos com 50 candas e 1000 e tantos homens
gui-lo nessi emergencia. Em conclusa j lhe deter- invadirn) a ilba em frente a Itapir, onde se acba-
minaip.b?, sob sua responsabilidad1, qae com toda
a brvidade dirija ao Rvd. conego provisor Fran-
cisco Jos Tavares da Gama, ama satlsfagao qoe
desafronte a sna autoridade do insulto que Ibe ir-
rogn com inqualidcavel audacia.
va ama forca brasileira de 1400 homens de arti-
lharia, 7* e 46 de voluntarias da patria, comman-
dados pelo lenente-coronel Cabrita, conseguindo
desembarcar e quasi sorprender as nossas forgas.
Aos vivas e fogo dos paraguayos, o exercilo brasi
Offlcio ao Rvd. parocho encommendalo da fre- leiro contestn dignamente sustentando um vivs
goezla de S. Jos de Piraobas Manoel Vieira da
Silva.Convindo que o offlcio incluso chegue as
mos de padre Manoel Lfns de Albuqaerque ex-
parocho dessa freguezia, eucarregamos a V. Rvma.
de o fazer entregar com seguranga, dando-nos par-
te de assim o ter feto.
Malo 2
OflQcio ao Rvd. Renovato Pereira Feij.Para qae
seja passada a sna carta de apresentigo na Igreja
parochial de Nossa Senhora da Conceigo de Qai-
pap, em que foi V. Rvma. apresentado por decre-
to de 24 de Janeiro, coraoam tempo Ibe participa-
mos conven qoe V. Rveaa. recolha na recepedoria, ment; o mesmo Sr. visconde
das rendas internas, as despezas constantes va no-! mo amigo do qoe inimigos.
ta inclusa, qoe nos foi aunada pelo Exm. presiden-
te desta provincia em data do 1* do correle.
De igual iheor aos reverendos Joaquim da Cu-
nha Cavalcaeti e Francisco Urbaoo de Alboqoer-
(Cosme e Daoao de Iguarass e aquelle pura a de
Nossa Senhora da Cooceicio do Booito.
simo fogo at s 6 horas da manha.
t O resultado deste combate fot completo da nos-
sa parte, pois, segundo mlnba oplnlio e as decla-
rares dos prisioneiros, doos tercos da forga do
inimigo ficaram feridos ou morios, entres elles'o
capito Romero, chefe paraguayo qoe eommandava
a expedigio.
< Tive o goslo de ver esta aegio de bordo do
vapor Apa, onde se achava o Sr. vtce-almiranteTa-
mandar, e preseneiei qae apenas ebegavam os fe-
ridos paraguayos eram inmediatamente enredos,
e os mdicos tlnbam toda a atteoeio no seo trata-
os iratava mais ed-
o qae inimigos.
< Felicito a Vmc. e aos seos amigos por este
triampho, preeorsor de prompla queda do ultimo
tyraono qne alada existe no Rio da Praia. *
t Carta imfortantt.Qaerido Horacio. Alada
qoe seos irmios loe teoiam enviado boletins, toda-
va aecreseeotarel alfanas Untas oonmuoicando-
1 lhe qne todas as enu paraguayas estio em po-
ler da esquadra bfUlieira j tito nos communieou
Dito ao Exm. vlce-presidente. -Iateirado do qoe o Sr. Barfqta.
Vt Exc nos conmunicoo es seo oficio do 1* do < i Pqf eetsegrjjnte, sus tripolaofes ou es|o fot-
bate, e quando se pode distinguir a baodeira bra-
sileira arvorada na ilha romperam enthusiasticos
hurrahs aos vaiaales defensores. _^J
A mesma fo!ha, sob o titulo Bombaraeimenio
de Valparaizo.-diz; ,.-'
c Em Montevideo havia dalas do Chile at 31 de
margo.
Quando. omValparaizo se soube do ullimalum
dos HepacJioes, os habitantes abandonaram a cida-
de sahinoem tropel para o. interior, por todos os
meios (ce estavam ao sea alcance as coaducgdes,'
levando, oque podiam de suas fortunas a baveres 11
< O. almirante Mendes Nnnes maadou romper o i
fogo sobre a cidade as M). Inras da manha do
dia 31.
As primeiras bombas e granadas foram diri-
gidas sobre os ediieics. fiscaes, depois sobre a esta-
gao docamioho de ferro de Santiago.
c Mais tarde o bombardearaento se tornou geral,
assemelbando-se a um grande volca o que liona de-
sabado sobre Valparaizo e que reduzia a cidade a
cinzas.
t Nao eram ainda conbeeidas as desgragas que
se tinbam a lamentar.
t A B jima tinlia ja* feito allianga com o Chile e
esperava-se a lodos os momentos iguaes resultados
com a Colombia. >
O vapor Brasil obegra de Montevideo ao Rio
Grande no dia 30, e fura elle o portador das noti-
cias que Qcam transcriptas.
^pnjn^ ^n ^BBmnww
Passou hontem no senido o reqaerimeato do
Sr. Otloni, cuj discasso licra encerrada no dia
21, e era 2* disemsao o parecer sobre a liceoga
pedida pelo Sr. senador Candido Borges Monteiro. i
-Tambem passarara em 3' disc jssj as proposi-
goes approvando varias peasoes, sobre matricula
do esludante Luiz Antonio da Fonseca Vasconcel-
los e outros, e mandando passar carta d9 natura- ,
lisago a Antonio Marques da Silva e outros.
Foram approvadas em 1* disensso as proposi-
goes approvando varias pensSes concedidas ; defi-
rindo as pretengoes de D. Mara Antonia da Con-
ceigio Pinto e D. Josepha Pinto da Veiga ; e man-'
dando passar carta de naturalisago a Joaquim
Das Mederos Jnior e outros.
Foi posta em 3' disensso a proposigao que au-
torisa o governo para fazer ajustes com a socie- i
dade Montravel, Silveiro & C. Ora am os Srs.
marqoez de Olinda, Souza e Mello e Jobim, e foi
adoptada a proposigao.
Passando-se a 2' parte da oedem do dia, entrn
em disensso o requerimento do Sr. Souza Franco,
pedindo informagoes sobre o banco do Brasil. Ora-
ram os Srs. Carneirode Campos, Dias de Carvalho e
Souza Franco, e ficou a discasso adiada.
Hontem nao hoqve sesso oa amara dos depu-
lados por falla de numero legal.
W o ia i
Por decretos de 20 do corrente mez foram con-
cedidas as seguales pensSes:
A D Feliciana de Alencastro Pitanga, vluva do
1* clrurgio do cerpo de saude do exercilo Dr. Jos:
Augusto de Souza Pltanga, morto em coaseqoencia
de molestias adquiridas em campanha, a de 304
mensaes.
A Delfina Marii de Barros, vinva do soldado do -
10* corpo de voluntarios da patria Francisco da
Silva Lendacio, a de 204 mensaes ;
Ao cabo de esquadra reformado do corpo de iro-
periaes marlnheiros Luiz Antonio de Lima qoe, \
lendo perdido a perna direila em servigo no Rio'
da Prata, acha-se impossibilitado de procurar os'
meios de subsistencia, a de 124 mensaes.
Ao 2* cadete 2* sargento do 20* corpo de vo-
luntarios da patria Silvestre Antonio Chaves, que
lendo ficado inotilisade em ser acba-se impossibilitado de procurar os meios
subsistencia, a de 14200 diarios;
Finando, porm, as ditas pensSes dependentes
da approvagio da assembla geral legislativa.
Por decretos da mesma data :
Foi nomeado cavaffelra de ordem da Rosa, na
coourmidade do art. 1* do decreto n. 2853 de 7
de desamoro de 1861, o chefe de scelo fe conta-
biiidada da directora central fe ministerio da
agrieoltora, commercio e obras pabltaas, Bernardo
Jos fe Castro. .
Fot concedida a medalha humanitaria de 1'
se ao alferes do 6* regiment de cavallaria llgeira
Joo Pereira da ||lv; t salvado M> sar-
axareito.
mos que lamentar a morte do bravo comman-
te Cabrita, o hroe da jorca 'a do 10, do major
deiestado-maior de artilharia Luiz Fernandes de
Sa^paio, do lente Francisco Antonio Carneiro
da, Cunha e do alferes Carlos Luiz Woolf, os quaes,
concluida a lata, se haviam dirigido a bordo de
urna chalana afim de redlgirem- a parle do cmba-
le. Estando o lenente-coronel. Gabnia dictando a
um dos seus ajudaotes, uma.bomba dos inimigos
rebentou so meio do grupo, matando instantnea-,
mente o major sampaio e o lenla Woolf e ferio-,
do mortalmente o rommaeianle Cabrita. Esto, com
a mai r serenidade, pedio que concluissem aparte,
lamentando morrer sem haver feito grande* servi-
gos a* patria.
Do interrogatorio feilo. ao prisioneiro capito Ro-
nero, como um dos mais brilfaantes qae houve e
haver nesta eampanha.Ue V. Exo. amigo, res-
peilader e criado. F. Octaviano.
y m m '
ORDEM DO.DIA.
O genawl em chefe dos exercitos alliados.
t Recommende-se sonslderaco dos exercitos
alliados do imperio do Brasil, do Estado Oriental e
da Repblica Argentina, o comportamento brilhan-
te c valoroso da guarnigao da ,ma da Batera, em
frente de Iiapir, na madrugada do dia de hontem.
t Essa guarnigao composta totalmente de forgas
do exercilo brasiieiro, do balaihO n. 7 de volun'ta-
querdo.
t A nossa fqrga, como V. Exc. sabe compunba-
sodo 14 de. infantaria, gjianwgu j das pegas do L-
balalho de artilharia a p, contingente do baia-
ihao de engenheicos e 7* de voluntarios da patria,
subindo a Mju pracas,.inclo>ndo a offlcialidado.
< Tivemos fra do combate 149 homens, destri-
buidos ao modo segrate: batalho de engenhei-
ros, cinco soldados morios e um sargento ferido;
balera de morteiros dons soldados morios, dous
feridos gravemente e dous levemente; bate-
ra ds-1" ha tal lia de artilharia a p, o 2* cadete da
3' companbia, Antonio Joaquim Rodrigues.Torres,
que muito se distingui, e ferido o soldado Fran-
cisco Jos Ferreira; 14* batalbo de infantaria,
morios um sargento, am i* sargento 2 eadte, om
cabo, um panculas, um corneta e ^soldados;
feridos, o major do batalbo Jos da Cunha Mo-
rios da patria, do 4 de l.uha, soldados novos pela reira A,?es> capiti0 S(mao Qnjto LlWi alferes
Eduardo Paulo dos Santos e Jos Torres Baodeira,
maior parte, de 100 engenheiros e com os artilhei-
roero a bordo do Apa. deprehende se qoe as forgas ros queserviam as pegas, reehagou triurophante-
do inimigo compoem se de 10000 homens de in- m^te e com o maior vigor e denodo, fazendo urna
fantana, 8,000 de cavallaria e 60 pegas, de campa- sorlida, o ataqus que Iho oflereceu o inimigo, em
"*"* numero superior, na madrugada do dia 10 obrk
Assegurava o mesmo Romero que- todo o acam- < gando-o a deixar no campo cerca de doos tercos,
pamenio paraguayo estava fortificado. fe seus soldados morios, e precipitando o resto as
Lpez e o bispo de Assumpgao haviam sido les-, aguas do Paran, ondea maior parte encontrou a
temunhas da derrota \ na vespera o primeiro aren--; morte sobre o fogo da esquadra brasileira, qca lio
gara aos seus, recommenaandorihes que nao re-
gressassem sem urna cabega brasileira cada um.
Tres divisos de 400 bomens, forma vam a expe-
digo ioimiga: a Ia e a 2" desembarcaran) e foram
derrotadas completamente; om coronel Diaz, qae
eommandava a 3a, nao se atrever a desembarcar,
mas na travessia a esquadra fez-lhe estragos, met-
iendo a pique as canoas e manando multa gente.
Alguns cadveres levados pelo rio haviam chegado
a Corrientes, e outros ainda mais abaixo.
iio dia 12 foram passados pelas armas seis sol- fe Iiapir.
dados brasileiros, que abandonaran! seus compa-
nbeiros no glorioso combate do dia 10.
A Tribuna de Montevideo diz ser offlcial a noli-.
cia de que o general Mitre marcara a madrugada
de 14 para a passagem do Paran'.
Alravessaro 20,000 homens a's ordens dos ge-
neraos Osorio e Flores.
Na tarde de 13 o exercilo havia carneado e re-
recebido muoigoes para dous dias.
O Nacional accrescenta:
No dia em que esliverem aglomerados no Pas-
so da Patria todas as forgas da allianga, o exercito
imperial oceupara' a direila; o oriental o centro e
efcaz e dignamente coniribuio para o complemen-
to deste triumpho.
c As 800 espingardas do inimigo, delxadas no
campo ae lado de 650 cadveres, perto de 200 afo-
sados, 30 canoas, quantidade de arligos bellicos e
30 prisioneiros, entre elles'o ebefe da expedigo,
sao os tropbos desta victoria, tilo gloriosa para o
exercilo brasiieiro e cuja gloria reflue em honra
das armas alliadas.
Hjnra e gloria aos bravos da ilha em frente
tres 1' sargentos dous furrieis, om 1. cadete (Ma-
noel Ferreira. liufinu), um paisana 'Benjamn) Pi-
naj), ciaco cabos, oro anspegada e 40 soldados;
7? corpo de voluntarios da patria morios 12 pra-
gas de pret i feridos um capito, am lente e 36
soldados.
i Espero occasio opportona parador a V. Exc.
noticia dealbada sobre a brilbaqte .maneira por
que se porlou a nossa tropa; no entretanto apres-
so-rae desde ja' a felicitar a V. Eao. por mais este
assigoalado triumpho que honra/sotoemaneira as
armas alnadas.
Deas guarde a V. Exc Ilha am frente a Ita-
pir, Id de abril de 1866. IUm. e Exm. Sr. ma-
recbal M. L. Osorio.Conforme. O capito Anto-
nio Gjrmano de Andrade Pinto, secretario militan.
Honra e gloria ao mallogrado tenente-coronel
Cabrita, que dirigi com tanlo acert como energa
este brilhante feito de armas e suecumbio no seu
posto, escrevendo a parte da sna victoria, assim co-
mo, ao major Sampaio que o acompanhou nos seus
perigos e na sua gloriosa marte Milre.
Qusrtei general, Passo da Patria, 11 fe abril
de 1866. >
c Commando em chele do exercito imperial em
operagdes contra o Paraguay.
f Quartel-geoeral no Passo da Patria, 11 fe abril
de 1866.
c Illm. e Exm. Si.Tenho a honra de remetter
a V. Exc, para os Gns convenientes, copia dos
apontamentos deixados pelo fallecido tenente-coro-
nel de estado-maior de artilharia, Joo Carlos Vil-
lagran Cabrita, qoe eommandava a guarnigao da
ilba de Itapir, desde a sua oceupago por forgas
deste exercito, qoe ali repellio o ataque feito pelos
paraguayos na madrugada de hontem.
c Devo accresceoiar qne essa guarnigao corapu-
Sobre o mesmo assumpto escreve o commandan- i nba-se do 7 batalbo de voluntarios da patria, nm
te Miguel Martnez de Hoz, em data de 12 : I contingente fe batalbo de engenheiros, a gnarni-
f Para depois de amanha, s 2 horas da ma- 5j0 j batera do 1* batalbo de artilharia, e do
drugada, prepara-se urna expedigo, em que toma-: i^ provisorio de linha, coroposto de recrotas; de
rao parte os Brasileiros e o nosso primeiro corpo; voluntarios das provincias do norte do Imperio e
de exercito, em sua maier parte de linba. [ ae joo pragas pouco mais ou menos de guardas
t De aggredidos passaremos a aggressores : se* i Bacionaes voluntarios da c&rte, e qoe ao todo sobia
ra um importante reconhecimento sobre o acaro- a 900 bomens, inclusive offlciaes.
pamento paraguayo. As nossas forgas se comporp q comportamento da referida guarnigao
de 20,000 bomens commandados pelos generaos, satisfez-me.
Osorio e Flores. Todava ama desgraga ronba ao uioropbo
O vapor Henrique Martins recebra duas balas 1 grl0de parte da salisfago que lhe era de-vid; re-
o argentino a esquerda, diz se que nesta ordem se
effeciuara' a passagem.
< Toda a cavallaria foi posta sob as ordens do
general Hornos, excepgo do regiment San Mar-
tin que segu com o general Flores.
< Tem-se trabalhado activamente na collocago
das pegas as chalas, afim de facilitar o embar-
que.
flor d'agua, no combate'de 10. Ja' estava repara
da essa averia.
A lancha a vapor Fidelis tambem recebra
ama bala. Fora a pique, mas esperava-se suspen-
de-la.
firo-me a morte do citado e mu distlnoto lenle
coronel Cabrita e do major do estado-maior de ar-
tilharia Luis Fernandes de Sampaio, e ferimentos
graves do alferes Carlos Loiz Wooll e lenle Fran-
cisco Antonio Carneiro da Cunha, ambos offlciaes
A' ultima hora tinbam o vapor enconracado do o batalho de engenheiros, nortes cansadas por
Brasil e os navios da esquadra ido se collocar de-, oma bomba Inlmiga qne cabio a rebentou em urna
baixo das bateras paraguayas. j chata, na qual o lente coronel redigia a partici-
Complettmos as noticias com a publlcago dos pac.o do combate, 6 horas depois della.
sejnJjMes documentos : O tenente-coronel Cabrita calcolava era 1,200
os-Ayres, 15 de abril de 1866.Exm.
leiro Ferrar..Os featalbdos qae oocopa-
ra noite de 5 do corrente, com o tenene-eo-
Rmalbo a pequea ilha renteira ao forte i
se asslf nalaram por orna brilhante fie- iam abandonadas pelo rio abaixo
toria sobre o Inimigo. Esses batfioes, segontt
una carta particular, eram o 7* fe vofunurioi,
14* de infantaria e parte do de engenheiros. Sinlo
nao ter noticia offlcial exacta para desde ja' os re-
commeodar i estima nacional. Has posso dlzef a
homens o numero dos qoe abordaram a liba; desses
o inimigo deixou vislveis 640 morios, 16 prisioeei-
neiros saos e 48 feridos, tendo sido tomados pela
esquadra outros (eridos e morios em canoas que
0 general em chefe do exordio allado.
a Qaartel general no Passo da Patria, abril M
fe 1866.
1 Ao Illm. e Exm. Sr,, marechal de campa D.
Manoel Luiz Osorio, general em chefe do exercito
brasiieiro. Tive a honra de receber a nota de V.
Exc. desta data, acompaando copia dos aponta-
mentos deixados pelo mallogrado tenente-coronel
do estado maior dearjUbarla D. Joo Carlos. Villa-
gran Cabrita, chefe da guarnigao da ilba.atacada
pelos paraguayos ca, madrugada de hornera.
t Agradecendo.a, V. Exc. esta eomrounlcaco,
cumpro o agradayel dever de felicitar cordialmen-
te tanlo a V. Exc, como o exercilo brasiieiro, e mui
especialmente apa bravos soldados da guarnigao da
ilba, pela brilhante faganba em qua Ilustraran) as
armas dos exercitos alliados na vigorosa resisten-
cia e destroco, das forgas paraguayas.
< Remall' a V. Exc, a copla aqterUada da or-
dem do dia, que exped aos exercitos alliados em
honra fes. valentes da goarnigp da. Una da Bate-
ra, en frente a Itapir, esperando qua V. Exc. se
sirva dar conhecimento della ao ejercito sob seo,
digno commando.
c Ao terminar esta nota,devo consignar tambem.
O profundo sentimento que. me causn a mol sensi-
vel perda do infeliz tenante coronel Cabrita, e ma-
jor Sampaio, nortos ambos no sea posto de honra
e ao p da bandeira que tp bravamente sustenta-
ran) no renhldo combate da Uha.
f Deas guarde a V. Exc Barlolomu Mitre.
Proclamaqao sognsbal osomo ao kxbocito naa-
stutuo.
Soldadas do exeroito imperial t A margem qae
tendes a' vista o termo das voseas fadigas e Jos
sacrificios da nagio brasHeira.
t Chegou a hora da expiagao para esse inimigo
ernel qoe fevastou nossos campos indefesos, e cora-
mellen untos actos de ferooWade contra povoagoos
inatmes.
t O ingrato, a quem o Brasil enebeu de beaen-
cios, vera' agora qae nos neo anedrootoo coro a
importancia dos seos reenrsos; ja' nnilo.urde,
vai conbecer qae a politiea generosa do gpverno
imperial em relago ao Paraguay, era, jafairada
pela nagnanimidade dos seus prin?ipi08#pel no-
breza do carcter braaileire.
Contare entre os prisioneiros o capjt&o Joo
Mateo Romero, qae com es oatros (o posto i bor-
do da esquadra.
Segando declaron o capito Romero, a infantaria
inimiga que desembarcou
c Soldados e conpatri
a vosea constancia nos i
renldade no maio das pr
* Tendes dado o miuvl
lenbo' presenciado
e. a vossa se-
na ilha tinha sido esce- i patria, a
mete, Tinto
V. Exc, por informigo do genetal Paunero. qod | Ihid fe diversos baUlWes paraguayos; eontro pri
disiinfuiram-se en i' Ma.os volontaro* lun-1 siooeko de eaaliarla feciarM queUmbem deten
nenses e paulistas. cono se tossem aAt|ti vetara barcaram 186 pragas desta arna, armadas
rinos do ere espatos.
< Aquella liba nn exctltafe tonto de apoto' Dos goarde i V. ExcIllm. e Exm. Sr.
psra a fn|sagen dn pe ambos os acam- neral f^ Bartholomau Mitre, general em entre


%





Diarlo ic PeriiBbM* gMbi> te Malo de 1868.

horaens livres; basta mostrar-Ibes d wtoioTltrrpost"f?~govern dever.
c O oosso camilriio est all] em frente. Nao -
necessario lembrar-vos que loimigo vencido e o
paraguayo desarmado ou pacifico, devem-eer con-
sagrado para um exercito completo de horneas de
honra e de coracao.
Aioda isais urna vez mostremos ao mando,
que as legides brasileiras no Rio da Prata coa-
batem s o despotismo, e fraternisam com os potos.
Avante -soldados I
< Viva a riossa santa religiSo !
Viva a naci brasileira t
Viva Sua Magestade o Imperador t
< Vlvam os eiercitos alliados I
Manat Luiz Ozorio.
O transporte S. Pauto, entrado ante-hontem a
noute, trouxe datas de Porto-Alegre at 18, e do
Rio Grande do Sal at 21.
As noticias sao pela maior parte de inleresse
local.
O Sr. visconde da Bia-Vista, qae veio no S. Pau-
lo, deixou o governo da provincia entregue ao prl- j
melro vice-piesidenle Dr. Vicente Pereira da Cu-
aba, e o commando das armas ao general Jos
ra do Rio Grande pelo corone. Manoel Ignacio\t^SSSB^SFSSS.
n '-..i ---------------- n, .irt-rfa n Rio Jacintha Mara de Andrade Maia, D. Josephina
fra da> Pr decrel de ^1 de fevereiro do crrante
, anno, ao cabo de esquadra da companbia de in-
financeiro de 1866 a 1867, ua parte relativa ao
ministerio da jostica. Oroa o Sr. Dantas.
Ambas as discussoes tlcaram adiadas peladora.
OSr. Lopes'Nelto fndamnnto* o segoinre re-
querimento, caja discussko flcou adiada para sab-
bado, por ler pedido a palavri o 6r. ministro da
marinha:
Requeiro que sepe? ao governo as sefolntes
informacoes :
l* Se a 12 do correte eomo noticia o Corran
Mercantil de boje, foram pascados pelas armas,
no acampamento dos exereitos alliados, seis solda-
dos brasilciros, por terem abandonado seas com-
panheiros no combate do dia 10 do raesmo mez T
2* Se a pena de morte imposta a militares bra-
sileros pelos conselhos de guerra dos exereitos em
operacSes contra o Paragnay, executada antes
da respectiva entonga ser sabneltida ao poder
moderador ?
Paco da cmara, 26 de abrii de 1866. L.
Netio.
Foram lidas as seguintes redactes :
< A assembla geral resolve :
Art. I? Fica approvada a penso de 504* n-
nuaes concedida, por decreto de 10 de Janeiro do
correle anno, a D. Francisca Tbomazia de Andra-
naou um bere. Fustes vos qne Ihe ensinastes a
servir' patria, (osles vos que Ihe inspiraste* a
aubieo dos loaros. Para que cbora-lo se cabio
elogiado cora almejada I
* "lo, vosso Albo nao morreo, bere nao mor-
u'm, 33:6004; compra de armamento e concert do mrecupsam-^e, para, iram avirentar brilbo do
guarda, sraliicacSes a 3 ordenancas^-JMOJOOO
373:3854702.
S 13. Guarda urbana, sendo para o poiaoal
281:4674 ( na forma da tabella n. 4 do decreto n.
3,598); tardamente de 560 guardas, a
Brasil.
O major Francisco Raphael de Mello
Reg
"arsr s kss ^saas xl. [ s**** ***. *Mar-
ferido em combate.
grapbico, que'deve ligar a cidade de Porto-Alegre a tins,^ ^ ^ _^ ^
o diae'l2 lora submetlido a julgamento o pro- data dos respectivos decretos.
aecusado
concedidas desde
raesmo, 4:6004 ; aluguel das casas para estaco,
6:0004 i 200 guardas e 5 commandaotes de distrlc-
to as fregaezias de S. Chnsiovo, Eagiioho-Velho,
Espirito-Saato, Gloria e Lagoa, 101:6024500 ; far-
darotnto dos mesmos gaardas, a 604 cada um,
12:000-440:269#om
U 13 passa-a ser 14. Accrescente-sesap-
primida a despesa com o Instituto dos Minores Ar-
tezaos, e passando para o ornamento da receila a
despeza a annultar referida na tabella relativa a
este paragrapho.
t Em vez de=.2"3:740*diga-se50:9404.
t Aoari. 3 Einverde3,139:338*360-diga-
se-3,400:0064702.
c A cemrai'sao justificar succiotamente as
emendas olterecidas, reservando mais ampio deseo-
volvimento para a discusso, caso sejam combati-
das.
< A redacto de 5004 na verba do 1* provm
de estar boje aposentado o director da 4* seceo, a
quera competa a gratificagio addlcional de 10 Oo
dos seus vencimenlos, conforme o ari. 18do decre-
to.o. 2,350 de 5 de fevereiro de 1859. .
O augmento da verba do 6 resulta da ne-
cessidade reconhecida de conceder ajudas de custo
aos Juizes munieipaes, funecionarios mal retribui-
dos e cujo ordenado do 1 anno em muitos casos
absorvido pelas despezas de viagem, qaando no-
meados para termos longinquo?.
< A diminuido da verba do 8" tem saa razo
de ser na snppressao da despeza com a companbia
de pedestres, que tem de ser extincta por torca da
FthsanoUfara eete* caty cidados corajosos-e bemfasejos, e foram todos
cao do Conservatorio chegaro a este resnltado, 4
torga-de estudo, de pacieacia, de habilltftde e de
amor da arte, completando -slm es dea** pa- ,,*<*, tmkBptas pr^iMin^igM:
tnocos da assembla legislativa provincial, a g0c|Miof, ovSr,MieBto4*naNlgBn-
qaem, por esU oeeasiao, o Conservatorio'de/que ad Azevedo e capitao Antonio Candido Aotuaes
submettido
cesso feito ao negociante Frederico Bier,
de homicidio na pessoa de um seu escravo. O pro-
cesado foi absolvldo pelo vuto de Minerva, mas o
promotor appellou desta deciso para o tribunal da
relaco.
Na noite de S para 10 em S. Leopoldo fra br-
baramente assassinada ein sua cama a viuva Mar-
garida Muller, de 74 annos de idade. O assassi-
no, Antonio Jos de Oliveira, depois de ter saquea-
do a casa, retirou se, sendo perseguido pelo sub-
delegado Francisco Henrique Muller, que leve a
fortuna de efectuar a priso no dia seguinte,
achando se ainda o criminoso rom a roupa en-
sanguentada e com o dinbeiro e mais objectos rou-
bados.
Pelo ebefe de polica tinba sido pronunciado o
tenentecoronel Manoel Ignacio da Silva eco no
art. 192 do cdigo criminal, como autor da morte
de saa escrava Josepha.
L-se no Diario do Rio Grande :
t Um attentado horrivel e que demonstra muita
perversidade tentou-se perpetrar nesta cidade na
noute passada (4), incendiando-se o armazem de
molhados do Sr. Domingos Ribeiro Guimaraes, a
ra Dezaseis de Julbo n.2.
t O fogo foi langade pela parte exterior do edifi-
cio, chegando a queimar parte de urna porta, por-
tada e soleira.
i O malvado, porm, nao conseguio realisar o
sea Intento criminoso, provavelmenle pela forte
chova que cabio essa noute, que apagou o fogo. >
< Mais urna prifo importante realisou-se na ad-
ministrado policial do Sr. Dr. Gervasio Campello
Pires Ferreira.
t Em 1861 (ora brbaramente assassioado em
Uruguayana o infeliz Jos Aives Coelho de Souza,
empregado da alfandega daquella cidade, e oulr'o-
ra desta alfandega.
O autor de tao nefando crime fra Orlando
Rubim de Medeiros, que se acbava refugiado em
paiz estraogelro. Tendo regressado provincia, foi
nomeado capitao de voluntarios.
Com o auxilio do Sr. barSo de Porto Alegre,
e Dr. joiz de direito de Algrete, acaba de ser
preso.
Fallecer na cidade de S. Gabriel o abastado,
propietario D. Pascoal Iglezias com 84 annos de
idade. Era um dos mais aotigos moradores da
mesma cidade.
Consta-nos que o Sr. conselheiro Jos Dias de
Carvalho, viee-presidente do banco do Brasil pedio
demsso dease cargo.
i i i HW i i
Nao boave hontem sessao no senado por falla de
numrro legal para deliberar.
Conlinaou bontem na cmara dos deputados a
terceira discu>sao do projecto, que manda vigorar
o ornamento do exercicio de 186o a 1866 durante
o anno flnanceiro de 1866 a 1867. Orou o Sr. C.
Ottoni.
Continuou tambera a segunda discusso da pro-
posta do goveroo para a le do ornamento do anno
oanceiro dei866 a 1867 na pane relativa ao mi-
nisterio da Justina. Orarara os Sr?. Andrade Pinto
e Moreira Braado.
Ambas as discussoes licaram adiadas pela hora.
diadema de patria.
< Mam Barros, Silveira, Vassimon, Henrique
Martios, toro Affonso, Willagrao Cabrita e untos
outros pojantes campeoes do pendi nacional; nao
psreceim, foram lases um momento veladas polo
tumo dos combates e que fulgurara no firmamen-
to brasiMro. Oxal saibamos guiar-nos por esses
eeletes phares, oxala sigamos sempre'-a vsreda
de honra e trlumptios que elles descobrem e acla-
rara I i
S. Paulo. Nada de importante occorrera na
capital, at 24 do passado, ultima data.
Em Santos, na noite do dia em que fez ora
mez que nascera o principe D. Pedro, Albo de Saa
Alteza o Sr. duque de Saxe, bavia-se illaminado a
cidade.
Na Revista commeraal l-se o seguinte :
Vimos hontem um ovo de galinba, posto re-
centemente, de um tamanho enorme ( malor do
que o de pera ordinario), que, quebrado, conhe-
ceu-se estar perfeito, lato conter a clara e a ge-
ma. O que pjrm, anda mais extraordinario,
e casta a crer, que este ovo monstruoso conti-
vesse dentro de si ura ontro, de tamanho um pou
co maior que o commum, o qnal se achava tambem
peritamente organisado.
< A galinba que deitou esse ovo, ou antes esses
ovos, e pertence a- especie ordinaria, nao morreo.
hegra, procedente de Pernambueo, com 16
dias, a barca Quarm.
Aioda estavam carga com esse destino o
brigue Trovador eo palbabote l'tedade.
Baha. Arribara, do da 29 a' meia noite, o
vapor BartAna do Lwramemo, por ter-se-lhe par-
tido urna peca chamada-excntrico do machi-
nismo.
Fora nomeado secretario da Relagao Metro-
politana o Rvm. ftalostiano Jos da SilvaAyres.
Pelo vapor francez foram para a Europa
mais 89 oitavas e 50 graos de diamantes, alera das
reito do Recife os estudantes Jos Vicente Meira polica, e da guarda urbana, operada pelo citado'que mencionnos em orados nmeros passados.
de Vasconcelos e Ceciliano Mamede Aives Fer- decreto o. 3,598. Estende-se o servico da guarda i O cambio regalava : sobre Londres 27 1/4,
reir, ficando-lhes dispensados os poucos dias qne urbana a maiscioco freguezias da corte, para gaar-1 sobre Franca 348 rs, sobre Haraburgo 676 rs, e
dar harmona no systema estabelecido pelo citado sobre Portugal 100 103 /
decreto, o que nao se fez na instituir; o da dita Sergipe e Al aguas. Nada occor reu, qae me-
guarda, para nioxcederse o numero de praeas i reja meocao.
liado pelo decreto o. 2,081 de 16 de Janeiro de 1858.
Art. 3o Ficam revogadas as disposigoes em
contrario.
c Sala das commissoes, 24 de abril
Silva PereiraSouza Bandeira.
c A assembla geral resolve
disposigo do art 27 do decreto o. 3,598 de 27 de
Janeiro ultimo. E' baseada nos calclos da secre-
taria de estado a despeza com os mdicos verifica-
de 1866. I dores de bitos, de qae trata o art. 11 do citado de-
I creto u. 3,598.
m A emenda substitutiva ao 12 e o augmento
Artigo nico. Fic o governo autorisado para | da despeza com a forga policial da corte tem por
mandar matricular no Io anno da faculdade de di- causa a recente organisaQo do corpo militar de
faltam para completarem a idade exigida pelos es-
tatutos, revogadas as disposi(des em contrario.
Sala das commissoes, 25 de abril de 1866.
Silva PereiraSouza Bandeira.
< A assembla geral resolve :
t Art. Io Fica o governo autorisado para man-
dar matricular no Io anno da faculdade de medi-
cina da corle, os estudantes Candido Jos Rodri-
gues de Andrade Jnior, Manoel Luiz da Silva
Souto, Albino Jos do Amaral, Antonio Francisco
de Siqueira, Joaquim Pereira dos Santos, Aurelia-
no Pires de Campos, Luiz da Cunba Moreira, Jos
Ricardo Pires de Almeida ;e no 3o o estadante F-
lix Rodrigues Selxas ; no 1 da faculdade dejroe-
dicina do Babia, o estudante Jos Antonio Ribeiro
de Araujo.e no segundo os estudantes Joviano Re-
ginaldo Alvim e Antonio de Araujo Bastos; na 1*
da faculdade de direito de S. Paulo os estudant-s
Joo Baptisla da Conceicao e Jacintho do Nasci-
mento Mouia ; na da do Recife os estudantes
Francisco Cielo do Kego Toscano de Brito, Jus
Luiz Peixoto de Vasconcellos
Carvalho ; e no Io da escola
O augmento da verba do 10 provm de pas-
sarse para o ornamento da receila a indemoisa-
gao da-despeza eora os escravos recolhidos ao ea-
labouco e casa de detenco da corte E' om aug-
mento de despeza que se modifica por baver igual
augmento na receila. Deste modo ha mais verda-
de no ornamento.
c A diminuido na verba do | 43 funda-se na
suppressao da despeza com o Instituto dos "Meno-
rea Arlezos por virlude do avizo de 30 de agosto
de 1861, e nao maior a diminuicao por que passa
para o orcamento da receila a renda proveniente
das offhinas de alfaite, canteiro e carpioteiro, na
importancia calculada de 17:6004000, a qaal
considerada despeza a annnllar oa tabella relativa
a esta verba.
O augmento da verba do 14 procede de pas-
e Feliz Ribeiro de: sagera para o orcamento da receita do producto de
de marinha o estu- duas loteras concedidas para as obras la casa de
dante Jos de Araujo Pioheiro. correeijao da corte na importancia de 22:0004000,
Art. 2o Antes dos respectivos actos deverao os | a qoal considerada despeza a annallar na tabella
mesmos estudantes mostrar-se habilitados em to-
das as materias exigidas pelos estatutos, cujos exa-
mes deixaram de fazer.
t o governo levar em conta aos esludanles
Candido Jos Rodrigues de Andrade Jnior, Joa-
quim Pires dos Santos e Jos Ricardo Pires de
Almeida os exames feitos na faculdade de direito
de S. Paulo ; ao estudante Carlos Jos de Araujo
Pinheiro os que tez na escola central: e ao estadan-
te Flix Ribeiro de Carvalho Jnior o de rheto-
rica.
t Art. 3* Fica o governo igualmente autorisado
para mandar conferir o grao de bacharel em scien-
cas physicas e malhemathicas ao 1 tenente da
armada Francisco Soares de Andrea, se se mostrar
habilitado em todas as materias da juelle curso
levaodo-se Ihe em conta os exames feitos na escola
de marinha.
i Art. 4 Ficam revogadas as disposices em
contrario.
t Sala das commlss5es, 25 de abril de 1866.
Silva PereiraSouza Bandeira.
28
relativa a este paragrapho.
Sala das comroissoes,-8 de abril de 1866. -E.
de Andrade Pinto.Leito da Cunta.T. Franco
de Almeida, com restriegan.
t Ao | 7o accrescente se : da polica.
Ao 10 ( substitutiva da emenda ja apresen
tada,) accrescente-se : Ioclasive 12:0004000 para
sustento dos presos as diferentes casas de deten-
gao e condaegao de ornas para outras provincias;
passando para o orgaraento da receila adespeza a
annullar,refenJa na tabella relativa a este para-
grapho. Em vez de 100:0004000 diga-ss
96:0744000. N
t Ao art. 3o (substitutiva da ja apreseotada ).
Emvezde3,139:3364S0O-digase-3,382:OO6#702.
Andrade Pinto.Leito da Cunha.Franco de
Almeida. \
Occapoa-3e em ultimo lugafxcom a continuagao
da discusso das interpellagdes onanciadas pelo
Sr. C. Ollonl, sobre estradas de ferro. Orou o Sr.
Franco de Almeida, Meando a discussai encerrada
PERNAMBUCQ.
sou orgo, vota o mais vivo e sincero reconbeci-
mento.
A msica marcial dos menores tocava em festi-
val celebracao do acto, e ao terminares se todas
as solemnidades, o Eira. Sr. vice-presideote da
provincia levantando a sessao, dea como definiti-
vamente reaberio e constituido o Conservotoflo
Dramtico de reroaartMKo.
S. Exc Rvraa. o Sr. bispo dioeewoo, n seo
zelo pelo que respeita areligio, acaba.de dar mais
urna prova de sua paternal dedicag&o a igret da
Santa Cruz; a qaal offertoa no dia 3 do corrente,
por oecasioda festa alli celebradam honra da
inveogo da Santa Cruz, que a padroeira da res-
pectiva contraria, ama cruz donrada, rica em si, o
rica pelo primor eora que trabalhada. Tem ella
no centro urna pequea parle do verdadeiro Lenbo
era que morrea Nosso Senhor Jess Christo ; e
quer na baste, e quer}nos bracos que a formara ha
trala e ama reliquias dos santas, que compem as
Litanias.
Esta cruz assenta sobre ura rico pedestal, onde
estao esculpidos em alto relevo os emblemas da
paxo de Nosso Divino Salvador.
A esta dadiva de tao subido valor, e digna de
tanto aprego, juntou S. Exc. Rvma, outra nao me-
nor, na concessao de 40 dias de Indulgencia que
lber-alisa a todas as pessoas que, durante os oilo
dias qae vio decorrendo, resarem diante da sagra-
da reliquia 5 Padre Nosso, 3 Ave Mara e 5 Glorias
Patri, orando ao mesmo lempo pela prosperidade
do imperio da Santa Cruz.
A cruz est exposta no altar de Nossa Senbora
da Cooceigo a venerago publica; sendo recolhida
a conveniente lugar, na fgreja, logo que se conclua
o oitavario da festa.
Remettem-nos o segointe artigo a'cerca do
tbeatro de S. Isabel :
< Mais urna vez o peregrino talento de Adelaide
Amaral se fez apreciar em todas as manlfestages
do sea genio creador. Depois de urna ioterrnpgo
de algons mezes, reabrise o theatro publico, e
apparecea de aovo a gentil artista que-tantos loa-
ros e palmas legtimamente conquistou quando
pela vez primeira pisou'triuraphante o palco per-
nambucano.
t aaudemos novaraente esse astro radioso, e
congratalemo-nos com tanto mais enthusiasmo,
quanto elle nos parece anda mais bello e magnifi-
co depois de to longos dias de ausencia.
< Esto ainda bem vivas as impressdes causadas
no animo de todos, pelo perpassar rpido mas as-
signalado de Margarida Gautier, e da impagavel,
da immortal Judilh, nos plangentes e dolorosissi-
mos transportes com que a eximia actriz abalon e
commoveu um auditorio ioteiro.
c Ainda na noit de qnarta feira, na repetido da
Actriz Hebrea, Adelaide Amaral, mais arrebatado-
i ra e expansiva que nunca, fez palpitar e eslreme-
| cer os coragoes ao eom de seu verbo Inspirado, ao
, arquejar anhelante de seu peito, a' mobilidade de
i seu olhar expressivo e insinuante, a' flexibilidade
i de seu corpo e facilidade de seus gestos; denotando
i lado o'ella orna ntida structura artstica, urna
completa consciencia do typo que copiva, modu'
lando-so perfeitamente a conveniencia das paixes
REVISTA DIARIA
A sessao de reabertura do Conservatorio Dra-
mtico de Pernambueo foi elTectivamente urna tes-
ta Iliteraria, que pelo sea brilho e concurrencia
de pessoas dislinctas corresponden 'ao qae era de
esperar da directo >rie am tal instituto, sendo ahi
notavel a presenta de varias senhoras, que mais
embelleciam aquella funego.
A sessao foi presidida pelo Bxm. Sr. vtee-presi-
dente da provincia, que por essa qualidade o
presidente do Conservatorio j e no decarso della
pronaoeiou o Sr Dr. Boares-de Azevedb este dis-
curso, segoindo-se-lhe os Srs. Drs. Firmo Xavier,
Tavora, Torres Bandeira e Aprlgio Gnimares oa
* ._ a -. i lauuu'su uui iriicittuic a buu&uicui/ia u j-li.-h-
recitagao de guaes pegas, bem como a Sra. D. Eo- das a|?00Jag das ,orturas e do martyrlo sublime a
gema Cmara que rectlou ama poesa. se TOto. Uffoctndo e recalcando em si os
Meus senhores.-Ha perto de qoatro seclos stimolos dos sentiraentos mais affectuosas da ron-
que no da de hoje, e pooots horas tes desta em |h fa progega|r D0 fadarl0 arlislico a qae con-
que nos acharaos reunidos, ora offlclaUao intr-; sagrara V|da loda> seme|hando ella a verdadeira
; actriz hebrea, que personilicava, tai caracterstica
acharaos reunidos, om oITleial tai intr
pido como feliz acabava de plantar sobre um cd-
moro da trra qae piza-nos o santo e angosto sym-
bolo do christianismo. Nao poda pnrtanto ser me-
Ihor escolhido o dia em qae Pernambueo abrisse
de novo este sanctuario 'das artes ancledade pu-
blica que o dia 3 de maio, de grande recordagao
nacional. O christianismo, e a civilisago qae el-
le diffunde com a soa dootrlna, abragam-se com
elTeito nste da notavel; e o acto Imponente da
restaurago do Conservatorio 'ama solemne e
respeitosa homenagem eslhtica chrislaa, qae
tantos prodigios nos ha revelado desde o seculo
XVI, na estatuaria, na pintura, na msica, e so-
bre tudo no drama, em quanto nao foi abastarda-
do em cada um de seos gneros.
< Digo abastardado, porque, desde que foram
postas de parte as formas severas e castigadas da
tragedia, e os chistes ligeiros. facetos porm mo-
ralisados da antiga comedia, renovaran) se as
composicoes extravagantes do scalo XV, foram-
se-lhes pouco e pouco succedendo as concepgSes
oaciooaes informes do principio do XVI, al que
que
Depois,
, < sr. o*... DIARIO DE PEENAMBnCO.
de estara' hoje exposia, urna rica espada, primoro- i
smente acaharta c nn vai ser offerecida nelocora- Pelo vapor Cruzeiro do Sul, chegado hontem
memo br S e CSflS^Mi dos portos'do su. do imperio recebemos joroaesd^eoio, uepo.s e desde o cornego do Mal, por
tevido ao Sr baro do Amazonas. Rio de Janeiro at 28 do passado, da Bahia at o urna degeneragao rpida, e sob d.fferenies denq-
0 puoho de ouro delicadamente lavrado e tem e de Alagas at 2 do corrente. K.l^a6j._a!*j ,ou, mens 8"clas' chegou-se ao
de um lado a efflcie em relevo, de S. M. o Impera-' Sob as rubricas Parte Oficial e Menor vao por Hnm "Kuinolenlc>, *h *"** "**?
dor e do oulro a insenpeo P 11 extenso as noticias mais importantes, as quaes d-. ern Inglaierra, e espalhado d all por toda a Euro-
A baioha lambem de ouro tem na parte superior mos bontem em um supplemento que distribuimos p*^i>qr todaa America, a que se cbamou drama
a cora de baro, sobre a figura em relevo do va- tarde, para satisfazer a anciedade publica. Alm de grande efffeit.
dessas encontramos mais as seguintes : > a ancia de fazer effeito tem sido em verdade
a repartigo dos lelegraphos, os Riachuelo, 11 dejunho de "186o ; mais abaixo : Ro de Janeiro.-Foi nomeado e ja' havia toma- at hoje e hade ser sempfe-^im dos maiores inimi-
e dignamente se identiQcou com o magestoso papel
qne Ihe oiconflado.
O espectculo de qnarta felra correu menos
mal, e todos os artistas revelaran) desejos de agra-
dar, e alguos o conseguirn).
t O pessoal da companbia que trabalha n'esla
epocha theatral numeroso, e d'elle se destacan)
algoraas figuras dignas de apreciar-se.
Nao vemos porm na scena reapparecer o t-
lenlo festejado, a intelligencia esmerada de urna ac-
triz cuja ausencia se torna notavel, principalmente
quando essa entidade dramtica foi serapre recebi
da e victorlada na altora do seu grande mereci-
mento. Estranho inteiramente aos motivos de um
tal acontecimento, conjeciuramos que essa consu-
mada actriz, fatigada das repetidas ovagSes e do
perfume das fl res que juncarara o caminho de
saa gloria, retrahio se a' obscuridade domestica, e
ahi vegeta era ociosldade criminosa para a arte.
Como quer que seja, a saudade dos deleitosos mo-
mentos que nos foi concedido gosar na Indefloivel
de Oliveira, que mandaran) transportar em lanchas
o povo desees lugares para as essas altas da cida-
de, sachnslias e consistorios das igrejas, e moitas
familias raceberam em soas easas. E nao salisfei-
tos desta boa acgo que praticarara eom coragem
cvica everadeira prillantrofia, foram aioda sal-
var outros das iraraedligoaMa eiade, levando^ua
earidarie ao ponto de tfestribulr vveres a mais de
quiaheotts pessoas esvalides por espago de seis
dias, at qae en 24 de abril melando o rio a
baisar, poden esw suas habitagoes, abengoaodo a/juelies destioclos ei-
dados-o>e tanto a^emptrltres maudaiam"5oceor-
ros de ssus abundantes rae ios, e os livraram do
tantos perigos e incmodos.
E ainda que tanto maiores sao os bens que Deas
concede, tanto maior o dever da caridade para os
favorecidos da fortuna; compre qae nao fiqoe es-
quecida esta aegao meritoria dos Srs. tenente-coro-
nel Guilherme de Azevedo e capitao Antonio Anto-
nes, que em to tristsimas oircumstancias nve-
ra m feliz ensejo de exercer a caridade cvica, com
os seos concidados, eomo verdadeiros filos da
boa ierra aracatyense.
Qum pratica destas acgSes merece as bencoes
do cu e a gratidao dos entes a quem benefi-iam.
Esta nao Ibes faltara'.
Aquellas nunca Deus as recusou a quem segne
a sua mais querida virtudea caridade.
Pela publieago destas lionas em seo acreditado
jornal Ihe Acara' muito agradecido, o de V. S.
constante leilor
Justos.
Publicares a pedido
Agua de mor ida de Mnrrav *
Laaman.
Em consequenca da sua grande e vasta
popnlaridade e justa celebridade em lodos
os mercados da America do Sul e das Anti-
Ihas, para o uso de cujos paizes, ella foi
exclusivamente manufacturada, ha mais de
vinte annos; a mesma tem sido exclusiva-
mente imitada e conirafeita neste paiz. Po-
Tm presentemente o artigo original foi in-
trjoduzido, e em virtude do mesmo a presen-
tar a distioctiva marca commercial dos pro-
prietarios, pode fcilmente ser distinguida
pela sua a p par ene i a exterior dessas outras
similadas e fraudulentas composices. Os
signaes internos de perfeita genuidade sao
muito menos fcil de eng.mo, por qoanto a
Agua de Florida de Mttrray e Lantnan tem
e desenvolve o aroma proprio das frescas e
florescentes flores e plantas do trpico das
quaes ella deriva a sua bella e exquisita com-
posico, e a exposifo ao ar, em lugar de
diminuir, augmenta a delicadeza de seu fino
aroma, em'lagar de produzir-oma emana-
co acre ou urna certa effluvia desagradavel
como acontece, com esses perfumes e aguas
de cheiro as quaes s5o preparadas e com-
postas com leos baratos e fortissimos de
essencias.
(Tenha-se, pois, todo o cuidado de exami-
nar e ver que os nomes de Murray e Lan-
man, se acbem inscriptos e gravados sob
cada envoltorio, letreiro e garrafa e na falta
dos mesmos, fcil .uspeitar da sua falsi-
dade)
Vende-se as pharmacias de Caors &
Barbosa e J. da C. Bravo & C.
a raso e o oslo delicado prepararam lodosos es- Cnteaip|a?ao de sau genio, ser-nos-ha sempre gra-
plendores que a arle ostenta no XVII e XVIII se-
25 do correle foram no- P.r Amazona* e a inscripgao :-Combate naval do
Por portaras de
meados adjunto
praticaotes:
Jos Carlos Pereira de Oliveira, Caodido Jos
Fernandes Jnior, Jos Mililo de Sant'Anna, Cus-
todio Jos de Sant'Anna, Manoel Jos de Vasconcel-
los, Estacio de Oliveira Leal Bittencourt, Francis-
eo Antonio da Silva, Jannario Jos da Costa, Aoto-
nio Marinho Falco, Manoel Jos da Silveira Moore,
Bento Mooiz Tello de Sampaio.
- 27
Entrn bontem dos porlos do sul o vapor Brasil.
As datas que trouxe da provincia do Rio Grande
sio as mesmas qne recebemos pelo transporte S.
Paulo. As de Santa Catharina alcangam a 24 do
corrente.
Urna terrivel cataslrophe cobrio de luto algumas
familias da capital da provincia. Pelas 7 horas da
manha do dia 23 urna explosao, cuja causa era
ignorada, fez voar a alfandega, arrazando-a at aos
alicerces. Todas as pessoas que se achavam perto
do edificio foram victimas, Picando urnas debaixo
das paredes, e outras em numero superior a 20,
mortas oa fendas por estllhagos de pedras
No Brasil vierara o Sr. general Caldwel e alguns
oJBciaes do exercito.
O vapor Gerente, sabido do nosso porto, ebegoa
ao do Desterro no dia 22, e seguio para o sul.
Passou hontem em segunda discusso no senado
o'parecer da mesa, a respelto da publicago dos
debates, depois de orar o Sr. Zacaras.
Sem debate foram approvados :
Em terceira discusso, a indicago do Sr. Para-1
nhos, para serem feitos dons additameotos ao reg-
ment interno.
Em segunda discusso, a resolago declarando!
qae o simples legado ou do-gao de servigo por de-!
terminado tempo, e sem clausula expressa devo-
tar ao captivelro, constltue o ventre livre.
Caho em terceira discusso a proposigo auto-
Passagem da esquadra pelas bateras de Mercedes e ao posse de presidente do Banco do Brasil, o hxm.
pontificio, cavalleiro
Io vice-
Cuevas, 18 de junho e 1 de agosto de 1863, e de-
pois al a extremidade inferior :- O commercio
brasileiro e os Brastletros em Montevideo, ao liere
de Riachuelo, o distmcto chefe barao do Amazonas.
Por cartas imperiaes de 24 do corrente mez,
foram norteados:
De Domious Tos ti, subdito
da ordem de Cbrlsto;
Antonio Rodrigues de Souza Brando,
presidente da provincia do Espirito Santo.
Por decretis do mesmo da foram exonerados, a
sen pedido:
O bacharel Esperidiao Eloy de Barros Pimentel,
do cargo de presidente da provincia de Alagoas ;
O conselheiro Joo Lustosa da Cunha Paranagu,
da de Pernambueo;
O bacharel Manoel Pinto de Souza Dantas, da da
Bahia ;
O bacharel Eduardo Pindahyba de Mattos, de de
vic-epresidente da do Espirito-Santo ;
O Dr. Manoel do Reg Macedo, do logar de vac-
cinador supranumerarlo do Instituto Vaccinieo;
O Dr. Joo Fortunato de Saldanba da Gama, do
de ajudante do bibliotecario da faculdade de me-
dicina da corte.
Por decretos da referida data foram nomeados :
O Dr. Antonio Jos Moreira Guimaraes, para o
lugar de vaccioador supranumerario do Instituto
Vaccinieo;
Antonio Homero Bandeira do Amaral, para o de
ajudante do bibliotecario da faculdade de medici-
na da corle.
Sr. visconde de Jequtinhonha.
- N'uma visita que fazia S. M. o Imperador ao
eocouragado Lima Barros, den urna queda o Exm.
Sr. viscoode de Sapucaby, ficando bastante ferido
no rosto.
L se no Correio Mercantil:
t A's presidencias das provincias expedio o mi-
nisterio da guerra as seguintes circulares:
t Illm. e Exm. Sr.Tendo o governo imperial
absoluta necessidade de saber em qoanto Impor-
tan) as despezas occasionadas pela guerra qae sus-
tentamos contra a repblica do Paraguay, ordene
V. Exc. ihesonraria de fazenda que envi, com a
maior brevidade, urna nota exacta de toda a que
houver realisado, a contar do Io de Janeiro do an-
no passado, discriminando a natareza della, se-
gundo as differentes rubricas da lei do orgaraento,
e extremando a dos corpos de linha, de voluntarios
da patria, e finalmente da gaarda nacional desta-1
cada, quer para a campanha, quer dentro da pro-
vincia em substituido do exercito e da polica.
c Deus guarde a V. Exc.Angelo Mooiz da Sil-
va Ferraz.Sr. presidente da provincia de...
lllm. e Exm. Sr.Manda Sua Magestade o Im-
perador declarar a V. Exc. que, devendo os offl-
ciaes do exercito, empregados na guarda nacional
como chefes de estado-maior, majores e ajudaotes
dos corpos, perceber sold pelo ministerio da guer
ra nos termos dos arts. 49, 77 e 78 da le ni 602
de 19 de setembro de 1850, fica entendido que a
circular de 4 de jalho do anno passado, declarando
nao terem direito a sold pelo ministerio a mea
cargo os offlciaes empregados em servigo estranho
repartigo da guerra, nio comprehende aquellos
gos da arle. Dispr a ccasia e os lanees tai-
vez a maior difflculdade que no theatro se encon-
tra a vencer; e por isso mesmo qae esses lances
devem ser raros mas muito calculados, ^enrgicos
mas muito prudentes, brilhantes mas trazraps a
proposito. Esse o difficil, e nm dos maiores se-
gredoi da arte, mas nao o irapossivel. A pre-
sompgao, a vaidade, a prssa de compr, raras ve-
zes alternara nestas necessidades, e perdera-se.
i O drama, como eu o eoteodo, un genero
mixto, poa assim dizer, que reqner sobretudo um
gosto apurado, grande saber quando histrico, e
grande estudo das convenieccias sociaes qaando
la e duradoira.
Serla multo agradavel ao publico pernarabu-
cano applaudir convicto duas vocagoes feminlnas
no mondo artstico, Adelaide Amaral e Eugenia
Cmara, quando ellas, conscienciosas do seu ver-
dadeiro mrito relativo, desenvolvessern todos os
recursss de sua fecunda intelligencia e prodigioso
genio na execugo dos papis caractersticos que
lhes fossem coufiados: duas raulneres, ambas sa-
cerdotisas fanticas da arte, eniagadasjtro amplexo
fraternal, caminhando altivas para o altar glorioso
da fama que as espera, seria a glorificago do
drama no tbeairo de Sania Isabel. Recife, 4 de
maio de 1866. C.
Era consequencia das noticias vindas de thea-
tro da guerra, estivejam llluminados diversos edi-
ficios pblicos e algumas casas particulares.
>- Veio bontem a bord) do Cruzeiro do Sul, o
Rvm. Dr. Jeronymo Kajsiewicz, mu digno proposi-
to do collegio dos padres polacos em Roma.
S. Rvma. tem de demorar-se alguns dias nasla
provincia, e parece-nos que ter aqu de promover
familiar ; ou antes qaasi sempre estas qualidades um donativo popular em favor do seminarlo polaco
juntas. Talvez seja este o genero que mais coo- fondado em Roma.
venha pintura no tbeairo, das pochas mais lu- s- R3- |>a & f8"" Por eert0 correspondido em
miosas da historia ; porque, para retratar com a expectativa pela nossa populagao, a qual nao
possivel similhanga as fegoes de orna sociedade, e desconbecido o sea nome. Nos mesmos. nao ha
forgeso sera copiar igualmente o sublime e o ridi- mO'to, demos a eslampa am discurso seu. que o
Nao houve hontem sessao no senado por falta de que por le esto exceptuados,
numero legal. < Deus guarde a V. Exc Angelo Maniz da Sil-
Nao obstante, foi sorteada a depulago que tem va Ferraz.Sr. presidente da provincia de...
de ir pedir a Saa Magestade o Imperador a desig- O ministerio da justiea sollcilou do da mari-
risando o governo para mandar admutir a exame nagio de dia, bora e logar do encerramento da pre- nba que declare se tem algum destino especial a
o estudante Gustavo do Reg Macedo. sent sessao, e bem assim a do dia e horada missa dar as marinbas qne sao dependencias da chcara
Prosegaio a discusso do reqerlmento do Sr. do Espirito-Santo, e a do lugar e hora da abertura comprada a Jos Luiz Dias Dioiz, em Nitberoby,
Souza Franco, offerecido na sessao de 17, e adiado da seguinte sessao legislativa.
na sessao de 21 do corrente. Orou o Sr. Ottoni, e __ a
conciaio offerecendo a segurle emenda addiliva,
que foi apoiada e posta em discusso conjunta-
mente com o reqaerimento :
1 Qaal a somma de ttulos era liquidago
as caxas filiaes de Pernambueo e Bahia.
< 2a Qaal a somma que tem sido' treditada a
lacros e perdas has mesmas caixas, por virtude de
fallencias ?
< 3 Se na coversao do banco de Pernambueo
em caixa filial do banco do Brasil foi baldada para
a caixa filial a carteira do banco convertido, pelo
seo valor nominal.
< 4 Copia da acta de qae conste a elevagao a
20,000:000*, do crdito concedido a Antonio Jos
Aives Souw&C
t 5 Qaaesquer represeotaees que possa ter
feilo a directora do banco do Brasil no ultimo tri-
ennio acerca da emlsso do mesmo banco-
A cmara dos deputados approvou bontem em
primeiro logar, depois de orar o sr. Urbano, o
projecto que manda vigorar o orgaraento do exer-
cicio de 1866 a 1866 dorante o anno fioanoeiro de
1866 a 1867 ; bera eomo nm reqerlmento do Sr.
Souza Carvalho para qne o artigo addiilvo sobre a
snppressao dos consultores seja redigido em pro-
jecto separado, tendo felto algumas observagdes os
Srs. Martinho Campos, ministro dos negocios es-
trangeiros e Ratisbona.
Approvou depois em segunda discusso a pro-
posta do governo pora a lei do orgaraento do anuo
oanceiro de 1866 a 1867 na parte relativa ae mi
nisterio da justiga, eom as seguintes emendas :
* Ao g 1." Accrescente-se : -suppnmida a gra-
tificago addoional de 5005 ao director da i.* sec-
eo.
Em vezde158:140,5-diga se-137:640.
para asylo de Invlidos, oa se sao necesarias pa
ra logradouro publico ; afim de qae se possa re-
solver sobre algumas pretengdes que tem sido
presentes ao primeiro daquelles ministerios. >
c Hontem (26), por occasi&o da missa do Io l-
ente Mariz e Barros, morto em combate, o Sr.
Dr. Duque Estrada prununciou o discurso se-
guinte :
culo dellas, afim de que o traslado seja possivel e
todos o reconbegam.
t Tem entendido alguns que o rlsonhoda phra-
se, o folgazo e o gracioso do estylo, disfargam os
lagos perniciosos que o drama possa armar ao es-
pectador. Enganam-se os que assim pensara. O
drama, a comedia, oa o qae qaer qae seja, perfu-
mado por fra, gangrenado por dentro, sa o vicio
por todos os poros, repassa os vestidos engaosos,
chega aos falsos recamos, ennegrece o ouropel, e,
em poucos momentos de grave e sissuda attengo,
toda aquelle edificio to polido, to luzldio, io bri-
Ihante, to chistoso de si, lo elegante na forma,
to variado no aspecto, to prasenleiro, to socia-
vel, lo seductor, to bordado e eofeitado, e aberto
os prazeres dos sentidos, lod) esse lo pintado edi-
ficio dcsaba no p, e nao ficam delle seno frag-
mentos rudes e disformes, algumas ciozas sem
calor : despida a purpura ao esqueleto, a vida da
sensualidade troca-se em horrenda morte para a
alma.
t O Qagello do ridiculo oa verdade ama arma
terrivel, mas a boa arte, a arte verdadeira, pdica
nos gestos, casta n;s fallas, compassiva, melindro-
sa, ingenua, delicada e affectuosa, como deve ser
qaando ao espectador abre as ponas de urna casa
e Ibe descobre um qaadro de familia ; esta arte ao
mesmo passo, amena e pungente, e s aos vicios
que dirige os seus golpes. Zumbar das Intimas do-
res do corago, expor a virtude vergonhosa aos
apupos das turbas ebrias de sensualidade, apontar
discurso seu.
recomraenda assas quer pelo lado literario, qaer
pelo de religiosa caridade, que o domina nesta sua
peregrinago em prol de seus compatriotas.
Acaba de ser prorogado, pelo ministerio, at
fim de dezembro do corrente anno o praso marca-
do para a substltuigo, sem descont, das notas de
3 da 4' estampa, que tem no emblema duas figu-
ras e urna cora do lado opposto ao laio, com as
letras P II.
. Deve por coosequencia comegar em Janeiro de
1867 o descont progressivo de 10 % na forma da
lei.
Repartico da polica :
Extracto das parles do dia 4 de maio de 1866.
Foram recolhidos a casa de deleogao no dia
3 do corrente :
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Hay-
mundo Jos de Lima, para correcgo ; e Felippe,
escravo de Manoel Jos Fernandes Barros, a reqae-
rimento deste.
O ebee da 2* secgo,
J. G. de Mesquita.
Commumcados
Em seguida fizeram abrumas observagdes os Srs.! Ao"j] 6""Accrescot"-seregulando-se as des- emmudecer pranto e gemido.
Carneiro de Campos, Dias de Carvalho, visconde tes neta cabella das do3 Jaizes de direito na razo A esses tamulos gloriosos,
de Iiaboraby e Sooza Franco, sendo apoiada a se- ^ f^ge
gainte sobmeoda do Sr. Ottoni, offerecida pelo Era vez de-14:(0#-diga-se-30:000#.
Sr. Das de Carvalho: ] Ao j 8. Aw.reseente se-mcloslve 9:600*000
iraeiro crdito aberto no ban- pm os medicos verificadores de bitos, e soppri-
- Senhores.-Ura toraulo ora monumento de: as gargalhadas para qualqaer invengao de eterna
tristeza e Iccto, ningoem toca sem estremecimen- infamia, escarnecer de todos os respelto manda-
to essa pedra gelsda pelas Itffadas das plagas g- nosisso nao/ Qaem tal fez, mentio i religiao,
notas d'alm mando, niogaem fita sem pezar e pa- meno moral, menuo a si,meatio a aus e a
vor a reTrlvel porta qae fecha o peregrinar desta sociedade, que meor a todo I
vida e franqueia as sembras e mysterios da vida O Conservatorio Dramtico de Pernamtmco,
futura. Mas ba lmalos qae na phrase do poeta,: tem pois por fim restaurar a arte, libertando-a do
irradiara luz, tmulos sobre os quaes nao se veem jago vergoonoso e igoebil a que a juogiram as
somente tristes goivos, mas corasoo tirantes loa- aberrages licenciosas de urna escola moderna, a
ros, tmulos era redor dos quaes se nao ouvem quem aproave dar-se o nome preteacioso de rea-
nicamente prantos de saudade e gemidos de ti-^lula, como se j livessemos chegado a ultima de-
flieco, mas tambera uymoos de gloria qae tazeos gradago de cosiames, e como se o tbeatro devesse
ser ara cepo, onde o cutello da abjeegao livesse de
degolar a nonestidade, a titulo de fazer effeito '
eo i firma de Antonio Jos Aives Souto & C. T
2* Era qoe -poca foi elle aogmeoudo, vindo
cada ama separadamente T
c 3* Se os crditos votado foram integralmente
asados pela firma 1
c 4' As copjas das actas em que se lomaram as
resolages sobre o aagowpKo do crdito at aquel-
la a qae se refere u iMKMiento do 8r. Olio
mida a despeza com a companbia de pedestres.
Em vez de 428:576-dlga-se391:276*.
i Ao g 10 Aceresceoto-se-passando para or-
garaento da recela adespeza a aooullarreferi-
da oa tabella relativa a este paragrapho.
< Em vez de-100:0OO*-diga-se-l 14:074*.
O 12 substitua-se pelos seguintes :
2 Corpo roilliar de polica, sendo para
*[ S IX'UKpO miniar ee polica, seuuu ynx
parle relativa a llaiBMOjpto. pessoal 279:134*952 ( na forma da ubellan.
Picoa a-tftoffMto" eoeerrada, nao se votando, deereto o. 3,898 ); faldamento de 200 praeas
verdadeiros pedes-
taes das ntidas estatuas dos vardes qoe vivem pa-
ra a patria e por ella sabem saenfiear-se ; a esses
pertence o do charo Marix Barros, por cujo eter-
no rapooso acabamos de dirigir ao eu nosus fer-
vorosas preces.
< E'pungente contemplar viuva e orphios, fe;
ridos do golpe qae la' oa arena prostrou o bravo,
solador presenciar a solicitado e gra-
que se corre a mitigar-lhes a dr e o
rguendo a oago a voz para louvar e
feiios^-e memoria desse sen digno de-
Ac$o meritoria.
Srs. Redactores. As cartas que recebemos do
Aracaty pelo vapor Persinmnga, ltimamente che-
gado dessa procedencia, do-nos a noticia de gran-
de endiente no no Jaguarlbe, qne passa junto des-
sa j boje importante cidade.
No dia 17.deabril passado, o rio sahindo de seu
leito invadi toda a margem oriental da cidade, en
trando as roas e alagando de altura de quatro
palmos e mais, os pobres balrros da camhoa, Var-
z-a ePilho. Aos dias seguintes crescendo a eheia,
poucas casas exceptooo de toda a cidade, em cojas,
ras se fazia o transito em canoas. No geral, as
casas sendo larreas, foi de ceno urna horrivel ca-
lamidade para o Aracaty ; mas os que mais soffre-
ram, foram os pobres habitantes d'aqaeiles tres
balrros, cujas casas construidas de barro e madei-
_________COMMERCIO
Novo Banco de Pernambueo.
o novo banco paga o 16 dividendo ne
razo de 60150 por aeco.
.\ovo banco de Pernam-
bueo.
O Novo Banco desconta letras a 12 por cento
ao anno, toma dinheiro a praso fixo ou em costa
corrente pelo premio e condiges que se convea-
cionar. e saca sobre a praga da Babia
aLFaNDEGa.
Rendimento do dia 1 a 3 ...... 103:160*797
dem do da i................. 27:645*M2
132:806*229
MOV MENT DA ALFAN'DEUA
Volumes entrados cora fazendas... 23
i c com gneros... 342
-----365
Volumes sabidos cem fazendas... 133
t t com gneros----- 1405
-----1538
Descarregam boje S de maio.
Brigue portugaezConstante //-diversos gene-
ros.
Encuna austraca-Peteriem.
Rrigue inglez-Cassic-Grayidem.
Brigue inglezElla Bruce-mercadorias e ferro
Barca ingleza-Jtmmercadorias.
Brigue inglezAuonfarinha de trigo.
Polaca hespanholaJoven E/isa-idem.
Patacho bespanholJoven Adele-farinha de trigo
e vinhos.
Barca francezaFgaromercadorias.
Lugre inglezJfaroniecarvo.
Brleoe iogiez=Joftn & Elisabethidem.
Barca nacional Amtzadecharque.
Brigue nacionalBe/uanoidera.
Brigue nacionalAureliano idem.
Sumaca hespanholaGuadalupe idem.
Patacho portugaezS. Josidem.
Patacho portugaezGarret idem.
ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendlmento do dia 1 a 3 ....... 2:925*527
dem do dia 4................ 1:864*188
4:789*715
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do da 1 a 3 ...... dl;303*J
Idem do du 4............., Jj890#60O
14:393*008
MOYiMENTO DO POBTO
por nio eslir'prsenle oomero tegal
nadores.
ContiBoon hon*,
terceira diseosso
o orcameoto do tt
o anno fioancelro de Tooo a wn, i
de St .se- a cj 0ro, 12-.800* ;
gees do 241 oavattos e
rs. por da, 6a:
des a despeaa do hospUalj"
vigorar. teis e postos de gaarda, 6
PNldile Daru pastos de gaarda, 7,1
Oroa o Sr. w- metrto, cdrreiame e arr*ios,
om, curativo e forra-
angustioso ver am pal no derradeiro esta-
da,vida sentir arrebatado o filbo e com elle a
es persoga e bordao da soa velhice, roas qoe con-
Uto de 4-bois, a 750 ta/ho, que motivos de ufana nessa mesma perda
Medicamentos e mais /fue prania 1
" DiaaffKt dos quaiy Morrea-lbe o filbo Idolatrado, sira, porm le-
alaguel das casas gou-lhe, expirando, ama palma Immwcessivel, en-
ma- derecou-lhe, moribundo, palavras de sciprema des-
dos pedida qae valem am poema,
mesmos e dos carros de transporte, 8)8*7*bmpra Oh i nio podis dizer. venerare! e brioso mi-
de oteocillos Decenarios is companbias e postos ft l'Ur, qoe perdestM um filbo, qaando o Brasil ga-
^T
m hmck trihnnao irir de sobre o rosto o ve fttaM peogo es-1 raa vuer.
em nossas tribunas, e tirar
com qae at aqu se cobria, porque, as mielligen-
cias esclarecidos de qae se compoem as nossas sec-
goes, veiam d'ora em diaote dia e noite para qoe
nem a arte se adoltere com composlgoes raons-
truo-as, nem a lingoa se deturpe com tradaeges
miseraveis ou innovages hybiidas.
A tome e a miseria, triste pariilba da pobrefa,
em mera- da calamidade qoe assim os a*saltava improviso, sem recursos para a vida, e seas meios
de transporte para os lugares altos; anara arrau-
car dos pellos oestes infelizes am grito supremo de
agona, ao verem diaote de si em meio desse delu-
seraveis OU innovages uyuuuas. l,,-,^' n Aanrlrn d marlanira ai a lias das-
' A P^C^IarfL^0;iT,Va?*ar I agadTtaraXTo"S*^?S&
orna escota nacional histrica, qaer P" *;J *01L B0S bel, dias do eolio, uva agora lera
aventuras e ISd!? U^SnM- !^*iJj^'?i? ^^^I^ras.a-
qaer papa a comedia,
reinado, sejam exposias e aproveltadas cona tino, MvjMj *"*^IJffiXiKJS!
com dlscrljao, com gosto, cora- docencia, p*ios en- >"J 3^^ wei 8
genhos robWcs o amigos do rriliilno^j^^j^^ ftffS^JJ^oi!
Navios entrados no dia 4.
Rio Grandevo Sul-17 dias, brigue nacional Ti-
gre, de 163 toneladas, capilao Francisco Dias da
Costa, eqnipagem 11, carga 8000 arrobas do
carne a Bailar & Oliveira.
Rio de Janeiro e portos intermedioso das, vapor
nacional Cruieiro do Sul. de 1107 toneladas^
commandante Alcoforado, eqoipagem 64, carga
differentes gneros; a Antonio Luis de Oliveira
Azevedo & C.
Macei e portos intermedios12 horas, vapor na-
cional Parahyba, de 104 toneladas, commandan-
te J- J. Martins, equipagem 20, em lasiro.
Navios sabidos no mesmo dia.
Baha pelo Aracaj paucho nacional D. Luiz,
capitao Joo Teixeira de Azevedo, en.bulto.
Rio da Prata-brigue argentino Montevideo, api-
o Aaeclete da Siiva Vieira, carga assocar
CanM-barca ingleza Atexaoira, capio Thomas
Lopey, carga assnoar.
Yendeba um cabrlolet em perfeito .estado,
com os competentes arreios, lanterna e chicote,
na.offleina do Sr. Poirw, ra do Imperador o-
fronte de, 8. Francisco. -
\
*
EDI Ti ES
cara anparecer, e qae essas composlgoes possam
servir ft enaloo ao povo, e de templar segar* *
inexperiencia ingenaa, tsansviada pela moda, qw
todo Invade.
Estoa persaadido qae os conselhos e a airee-
carencia .
tencia, bata aa poru do infeliz pal de familia, qae
nem os molos de coaimanicagao tinba. Era um
quadro aflictivo, qoe pungia n'aloa vr-ie, sem
de prompto se-lhe bao dar rsmedio.
O Dr- Trisio de Aleoear Araripe, offlcial da flBpo-
rlalordem da Rosa, jaz de direito esnMlaido
commerclo desta cidade do Recife de Pernam-
bueo e sea termo, por S. M. imperial Cosmi-
tuciooal o Sr. D. Pedro It a qaem Deas gaarte,
ele.
Fago saber qoe pelo presente cadoe >
todos os credores do commetclante Joo d"ol^fa*i-
%
L


Diarlo de rmtmhmeo afebad* s de Halo de 1866.
ra Ferrao, estabelecido a roa do Queimado desta |
eidade, i eomparecerem no di 13 do.correte mez | testemunhas sellados 6 preparados 08 autos

pelas ti dora da raanhi, na sala das audiencia*
coma fra designado por este juiz>. afm de reuni-
dos bids e possa deliberar a cerca da moratono,
que ae meretisimo tribunal do commercio implo-
cava o dito commerclanle de conformidade cora os
arts. 899 e 900 do cod. cora.
E para qoa chegue ao' conhecimeuio de todos
rnaadei later o presente, que sera' afflxado nos lu-
gares do cosime e publicados pela traprensa.
Dado e passado nesta ctdade do Recife de Per-
nambuco aos 4 de malo de 1866
En Maooel Silvino de Barros Falcad, escrivao
interino, o subscrevi.
TristSo de Alencar Araripe.
Joaqoim4a Silva Reg, cavalleiro da ordena
dis Ghrrsto e escrivao do juizo de paz da
\
E tendo os supplicaotes produzido suas
au
n'elles dei a
subiram rainha conclusto e
sentenca do theor suguiate:
Hei por justificada a ausencia do suppli-
cado, que,mando saja citado por edites de
30 dias para o fim requerido, pagas as
costas ex-causa. Rocife 28 de abril de 1866.
Tristao de Alee ir Araripe.
Por torca da qual o referido escriv3o fez
passar o presente edital, pelo qnal chamo
cito e bei por intimado o dito snpplicado
para que compareca n'este juizo dentro do
indicado prazo afim de allegar o que for de
justica.
fragaeia do SS. Sacramento do iwirro de g para que chegue ao conhecimento de
Santo Antonio da cidade do Recite, pro-,iodos mindei passar o prosete que ser
viada de Pernamboco, e interinamente na publicado pela imprensa e afDxados nos
subdelegada de dita freguezia, em virtude
da lei, etc.
Certifico ser a carta de edites, entre par-
tes, autorwParias 4 Borges e reo Manoel
Francisco dos Santos e Silva, do theor se-
guirte ;
O cidadao Antonio Augusto da Fonceca, ca-
vatleiro da imperial ordem da Rosa e juiz
do .paz do segundo aaao em exercicio da
freguezia do SS. Sacramento do bairro de
Santo Antonio da cidade do Recife, pro-
vincia de'Pernambuco, em virtude da lei,
etc.
Faco
ditos virem, que por parte
lugares do costme. Recife 2 de maio de
1866.
En Manoel Mania Rodrigues do Nasci-
mento escrivao o subscrevi.
TristJo de Alencar Araripe.
DECURACOES
ExpoaleSo los productos agr-
colas, ladnstrlaes e obras de
arte en Pcrnambneo.
Constando commissao directora da ex-
saber aos que a presente carta de' Pos^o que, por falta dos necesarios escla-
de Farias & recimentos, pela comparacao havida entre
outros -similares de
prr outros motivos
peticao do theor se- 3 nossos productos e
diversas provincias, e
pejas de cabo de manllha de 5 porgada?, 3 pe-
Cas de cabo de manilba de 4 pollegaday, 3 pegas
de cabo de manilha de 3 e meia poll.'gadas, 3 pe-
cas de oabo damanilha de.3 pollegadas, 2 pegas
de cabo de llnho de 8 pollegadas, 200 dldaes de
repncbo, 6 pecas de liaba de soudareza, 40 dnzias
de lapis, 6 pramos de patente, 20 dunas de pran-
choes de amarello, pin carga, .licuplra ou ange-
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Kavej;aca4}ieira por n^r.
Para F mando de Noronha.
No dia 8 de maio, erguir' para a ilha de Fer-
nando, um dos vapores da companbia. Recebe
carga at dia 7. Encommeodas, .passageiros e di-
llra amargoso com 35 ps de comunmente e 5 pol- nheiro a freie af as 10 horas da maobaa do dia da
legadas de grossura, 20 dusias de pranchoes de
amarello, pao carga, slcupira ou angelim amargo-
so, com 33 ps de comprmanlo e 6 pollegadas de
grossura, 20 ditas de prancbdis de sicopira ou
angelim amargoso com 40 ps da comprimento e 7
pollegadas de gro soalho do pu carga, 8 vigas de qualidade com 63
a 70 palmos de comprimento e 14 a 12 pollegadas
em qoadro, 100 bandejas ferradas,' 60 chapas de
(erro Loowmoor com 36 ps de comprimento 4
pollegadas de largo e 9(16 de gicssura, 4 arrobas
de prego* ripares de cobre, 4 arrobas de pregos
de batel de cobre, 16 dnsias de taboas de assoa-
Ibo de louro, 12 duzlas de taboas de assoalbo de
amarello, 10 dozias de taboas de torro de ama-
rello, e madeira de construego para o transporte
de guerra.
Tambem o conseibo contrata no. mesmo dia o
o forneeimento, at dezembro do correte asno, do
cemento de boa qnalidade para as obras cargo
do arsenal de marioha
Promove o conseibo a compra dos referidos ob-
jectos e contrata o forneeimento de cemento, sob
as condicSes do estylo e a vista de propostas rece-
bidas n'aqnelle da o do correle mez at 11 ho-
ras da rnaohaa.
Sala do conseibo de compras navaes, 2 de maio
do 1866.
O secretario,
________Alejandre Rodrigues dos Aojos.
No dia 5 do crreme mez depois das audien-
cias tem de ir a praga orna escrava de nome Seve-
ria, sor fula, Idade de 40 aun os pooco mais ou
menos do servigodomestico e stm a chaqus, ava
sabida. Escriptorio no Forte do Mallo, n. 1.
Bordes me foi feita a
"US.'*, i* de p da h^.l. San-!f^^^^^. ^LZ^ZZ^l^
to Antonio. -Farias Borges por si ecomo ^X1SKd^r!SSS da-
ri0rVd| ^2"SS 4asP Pela ZZ SZSFffiSZt
Francisco de Salles Rosa, requereado lazer r (.tnn lar a Manoel Francisco dos Santos e Silva ^XnV^ ant^Knoffii L1
par* por meio> conciliatorios Ihe pagar.ftcto "ff"18 *tfi* pawMWyJttre-
a
jantia de l:4178iO rs., proveniente de cusam a concorrer com novos productos
o!!,!,, ih. vU nara setiestabele- exP0Slca0 do *' & julho prximo ; resol-
veu, em urna de suas sessoes, mandar fazer
publico o seguinte
1. Haver na provincia, para os traba-
mos da expsito, um jury especia!, no qual
nao ter5o voto os membros da commisso
gneros que lhes vender para seu estabele
cimento pena de revelia, e como o suppli-
cado se ache ausente em lugar nao sabido,
eqiierem a V. S. se digne admitti-lo a jus-
tificar ausencia do supplicado, o que feito
quatuo baste juJgado por s^ten^sepas^ da exceenci
carta de edita, poi-f ^s' Siaforios feigoamento e utilidade dos productos ex-
citado o supplicado os meiO- CDBWWtorios. | v v i
2. Este jury se dividir em duas sec-
Ces, sendo urna para os productos agrco-
las, e outra para os industriaes propriamen-
te ditos, e obras de arte ;
3. FarSo parte do jury as pessoas de re-
conhecida aptido e especialistas;
4. Segundo o juizo do jury, a commis-
o
-- Pelo que poden V. S. -se digne assim
mandar E R. M. Farias A Borges.
Na qual peticao dei o despacho seguinte:
Justifique-se. Freguezia de Santo Anto-
nio 2 de maio de 1866. Augusto da
Fonceca.
Em virtude do qual despacho se proce-
deu-a inqu.ricao de ^Mg;is5o dslrfbuir aos"productores e demais ex-
seram sob o luramento dos Sanio Lvange-___......__a-n* j- a.....i__^ j
prata
sendo
e as da 2a de co-
wraiu su o ju.au.cmu o _"- positores medalhas" de duas classes,
lhos arespeito da ausencia, incerteza uoiu-j*' (1 .
mbas acomp.i
- A commisao far acquisigao, median
preparado me foram os autos <+! le valor ajustado, do3 productos que para
por m,m dos. nelles profer a sentenca do .^ ^J ^^ digs pelo -^ eFque
ar da residencia de Manoel Francisco dos f a -" ue PW* e/%- ue-
gara rannm u ,.,. mnlMAn P bre, ambas acompanhadas de diplomas.
Santos e Silva ; sendo.todo ao do e, 5_0 A ^JJ fdra a isi JL median.
theor seguinte:
Visto provar-se pelo depoimento das tes-
lo possam ser cedidos gratuitamente para
.., n etmniipiif. Mmopl Qgurarem na exposicao central,
temunhas de fls. qo^ o .W^^ i BA commssao directora espera que estas
Francs o dos, San tos e Si [ Q<^ medidas servio de garanta ao verdadeiro
em paite *^*EJg** apreso dos productos expostos, e qufaro
T?VC^l5fffllSE desapparecer o desanimo que a ajuns ex-
so de 30 das pagas as cuitas pelos juana- f' rWionaldarie ane ari-
cantes Freguezia de S. Antonio da cidade positores causou a desigualare a que aci-
do Recife 3 de maio de 1866. Antonio flg commiss3o cnama aUeD.
"SSL nScontinha em dita senten-!c5ojlos Srs. expo3itoref_ e- maisjndojriaea
ca da
sou as
,i, o. aotos, por bera da ,oal se pas- &MU
a circumstancia de um
, dos seus membros ter de acompanhar ex-
i n&?X%& *maCeU Psi5ao eemral os produc.es^d^qui to-
o referido Manoel Francisco dos Santos
Silva, para que dentro dos 30 dias ompa
3 rem enviados, e fazer parte do jury julga-
. dor na corte, achando-se por esta forma
do Rosarlo, para pagamento de ispezas de botica'
medico eenterro, feito com a mesma finada. ,i
O ir. Domingos Jos Poreira da Costa, quei-
ra vir ao corn-io 4esia ntdade, afim de recebor
urna carta vinda de Lisboa pelo paquete iogle
Rhone._______________________________
Pela subdelegada do Peres foi mandado reco-
Iher ao deposito um burro rugo com pintas de
pedrez, juntamente um avallo castaobo castrado
moito novo e gordo, consta que estes aoimaes fo-
ram furtados de urna casa de rancho no logar da
Estrada Nova, ou no Remedio, qoem for seu dono
comprela que provaodo ser do mesmo Ihe sero
entregoe.
Subdelegada do Peres, 2 de |raaio de 1836.
O subdelegado,
Aiesaajrici? Martins Correa Sarros.
Consulado de Portugal
Sao chamados, pelo preseole annuncio, os ere-
dores do finado subdito portuguez Jos Pedro Mar-
ques da Silva, para apresentaretn suas cootas den-
tro do praso de quinze dias ; aflm de serem con-
feridas e pagas.
Consulado de Portugal em Peroambuco, aos 3 de
maio de 1866.___________________________
Correio gcral.
Pela adminislracao do correio desta cidade se
faz publico qoe boje, as 3.horas da urde, fechar-
se ho as malas que o vapor tCruzeiro do Sul> tem
de coDduzir para os portos o norte.
Os joroaes sero receidos at 1 hora da larde,
e os seguros at 2 boras.
Correio de Pernambuco 5 de rnaio de 1866,
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
nrnrnrn.tnr habilitado para ministrar todos os esclareci-
reca por si, ou por seu bastante procurauoi,
para se procede;
na forma da pe
pessoa para que i ?m egta forIa a commissao ju)ga ter re.
mentos necessarios ao porfeito conliecimen-
*rTmiIaawWOori!toaos Productos, e fater valer o direito de
.4 .' ___ paila nm His ATnnsitarp.s desta nrovincia.
para se proceder aos termos de conciliac5o
na forma da peticao, e a qualquer outra .
Ihe faca saber desta mesma ;Caaa um ais expositores aesia provincia.
im ldi.doauc uwh ffr.rmn a Cfimmiwan 111 OS tAF Tfi-
cttaco, afim de que elle nao Gque indefeso.
porteiro deste juizo Manoel Francisco de
O
mais um dos embaracos, com que
moc porventura venha a lutar na acquisico de
Almeida publ.cara es e no legare ma^ P dM gi do |0 de
pblicos desta freguezia, e o anisara pas r
eando certido em, forma jJ Aida4ima vez appella a commissao para
Uado e P?f a n&?*a re;uf
f na t 1860 Fu Joaquim da' instancia que promovam com esforgo a re-
me/, de maio de 1866. 2L??aX1imswi de productos destinados a flgurarem
Silva Hego escrivao que o escrev.-Anto ^ ^ industrial onde se empe-
rno Augusto da tonceca. nha ihrin Ao sello 300 rs.. vale sem sello ex-causa.
Augusto da Fonceca.
Nada mais se continha em dito original a
que me reporto e dou f
Recife 3 de maio de 1866, subscrevo 'e
assigno.
Em f de verdade O escrivao,
Joaquim da Silva Reg.
O Dr. Tristo de Alencar Araride oficial
da imperial ordem da Rosa, juiz de di-
reito, especial do commercio d'esta cida-
de do Recife de Pernambuco, e =eu ter-
mo, por Soa Magestade Imperial e Cons-
Sala da commissSo, 23 de abril de 1866.
0 secretario,
Dr. Manoel Buarque de Macedo.
Santa Casa de Misericordia o
Recife.
O Sr. thesoureirs da santa Casa de Misericordia
do Recite, commendador Jos Pires Ferreira, man-
da fazer publico que no dia qoarta-feira 9 do cor-
rele, pelas 10 horas da manbea, no sali da easa
dos,8pe,st06,-fafa' pagamento das mensSIidades
*oeiaidejaoeH'o a marjo 'rJrdtfmo' passado a
todas as amas que se apresentarem cora as crian-
cas que lhes foram confiadas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia 3 de
Relaeo das cartas seguras viadas do sul pelo va-
por Cruzeiro do Sul para os senbores abaixo
declarados:
Antonio Goncalves Costa.
Antonio Nobre de Aimeida.
Andr Avelino Ribeiro Lima.
Bernardo da Rocha Bastos.
Francisco das Chagas Olivetra Birbos.
Dr. Felippe Jaosem de Castro Albuqoerque
(Olinda).
Galdino da Silva Martins.
JoSo Cando Prospero Montanha (Olinda).
Joao Jo> Barroso da Silva (Afogadon).
Jos Jeronymo Monteiro.
Jos Ramos de Sonza.
u. Mana^Jos Duano ivnnp (Olinda).
Paulo Gomes de Aimeida.
Companbia feruambucaita
DE
Navega$at costeira pr vapor
Parahyba, Natal, Maeao, Aracaly, Cear e Aca-
raoo'.
Segu no da 7
do correte as o
horas da tarde pe-
ra, os portas ci-
ma, o *apor ftr-
stnunaa, ao m -
mandante Ralis.
Rsceber car-
ga at o dia 5,
encommeodas, passageiros e dioheiro a frete at
o dia da sahid-M 3 notas da larde : escriptorio
no Forte do Mettos 1.
COM'SlIIA BRASlXEIRA
BE
PAtjDmS A VAMR.
Dos portos do norte esperado
at o dia 5 de maio o vapor
Paran, eommandante o capitao
da fragata santa Barbara, o qual
depois da demora do costume
seguir para os portos do sul.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera'
ser embarcada no dia de sija chegada, encommeo-
das e dioheiro a frete al o dia da sabida as i ho-
ras : agencia ra da Cruz a-1, escriptorio de An
Ionio Loiz de Oliveira Azeveao h C___________
Para o Aracaty.
Ofellelroe bem eonbecido palhabote nacional
Dous Amigos, pretende seguir com muita brevida-
de, tem parte de seu carregamento engajado, para
o resto que Ihe falla tratase com os seus consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no
sea escriptorio, ra da Cbiu n. 1. __________
Para o Ko^deJaneira.
O veleiro e bem coohecido brigue Adelaide,
pretende sabir com multa brevidad? por ter a
maior parte do carregamento engajado, e para o
pooco que Ihe falta e escravos a frete, trata se com
canslenatarioJ^-----:~ los Gomjalves Beltrao na
ra do Vi|arj. -ro andar.
quem perlencer de 10 qoeijo soissos em um oo
mais lotes a vontade dos compradores : terca-feira
7 do uuxeftlt pelas 10 hora* da manbaa, no arma-
zem dj Aaaf
JLHILtO
DE
novela e objeetos e ouro.
O agente Martins far leilo a requerlmento
de Joo Ferreira da Silva, por mandado do lllm, Sr.
Dr. jniz de orphaos, de nm sola de amarello, t
cama (ranceza, 1 meia commoda, i cadeiras de
balanco, 2 consolos, 1 tocador de amarello, 1 mesa
redonda, 10 cadeiras de dito, I eabide, 1 candieiro
a gaz, 1 par de jarros, 1 relogio, 3 trancelins de
i .euro, 1 correte e 1 traocellm fiao, 4 moedas de
ooro, 1 par de botoes de moedas, 3 alflnetes de
peito, 1 casoleta, 4 aunis, 2 pnlseiras, 1 par de
brincos, 1 par de botoes para camisa, 3 Ogas, 3
alunles, 5 pares de rosetas; tudo pertenceate ao
espolio de Hermilla Flora da Cesta
Terca;feira, 8 docorrente no armazem da
ra da Cideia n. 53 s 11 horas.
Para o Porto
Pretende seguir com muita brevidade a velleira
barca portugueza lr,. capitao Malinas de Souza
Maciel, tem dous tercos de seu carregamento
prompto, para o resto que Ihe falta trata-se com os
seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C, oo seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
s
THE.VffKO
DE
Para a Bahia. .
Pretende seguir com muita brevidade a velleira
sumaca nacional Hortencia, a qul tem parte de
seu carregamento prompto, para o resto que Ibe
falta trata-se com os s- us consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, era seu escriptorio,
ra .da Cruz n. 1.
LBHISB04
sahira' com toda a brevidade o brigue portuguez
Consani // por ter prompto quasi todo o seu car-
regamento : para o restante e passageiros, para os
quaes tem excellentes commodos, trata-se com Ma-
ooel Ignacio de Oliveira Filho, escriptorio no lar-
go do Corpo Santo n. 19, ou com o capitao na
praga. _________________ __________
Liverpool por Lisboa
Pretende sahir no dia 9 ou 10 do correte mez
o vapor inglez Cassin, para Liverpool e Lisboa,
recebe passageiros, para os quaes tem excellentes
commodos; a tratar cora os ceosignatarios. Sann-
ders Broters & C, praca do Corpo Santo n. 11.
Para o Porto por
Lisboa u
'\ v;-|..iri o bcni ooohooida baPAA ,..jtlUpUrta
Tentador, pretende seguir com muita brevidade,
em parle de seu carregamento engajado, para o
sto que Ihe falta trata se com es seus coosignata-
as Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu
criptorio na ra da Cruz n. 1.
AVISOS DIVERSOS
aos o: 000*000
Corre terca-feira 8 do cor-
rentemez.
Acham-se venda na respectiva thesou-
raria, ra do Crespo n. 15, os bilhe-
tes, meios e quintos da 12a parte da lo-
tera (61), a beneficio das familias dos vo-
luntarios da patria, sendo a extracao no
lugar e hora do costume.
Os premios de 6:000|)I000 at 10^000
serao pagos urna hora depois da extraeco
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicao das listas.
As encommendas serlo guardadas so-
mente at a noite da. vespera da extracto.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Sonza.
Henrlques Jos de Pontes, manda sua filha
menor Henriqueta para Europa.
02!J!3!r> Jos de Oliveira,
Lisboa a tratar de soa sau-.'.
Preeisa-se de una aa para* coroj-rar e cozi-
nbar : na ra da Cadeia. onecif", loja do balo.
Prepia-se de urna ;raa que saiba cozinhar
e eogomaiar : na praca da Independencia n. 39.
Preeisa-se de urna aaa : na ra de Aguas-
verdes tx 70.
O senhor qoe eniregou ao propietario da
Ordem, urna caria do Sr. Apolinarlo Florentino
Ha Albuqoerqoe Maranri), vinda de Papacaca,
lenha a bonoade de entregar igualmente, a quan-
tia que acosapanhou a mesma carta, soo pena de
publicarse o seu nome para conhecimento do
pnb'ico.
Ama de leile
Precisa-se de uan ama de lelle : na ra da Pon-
te Velha, easa prxima ao caes oto Gapibaribe.
Precisa-se de urna ama para comprar e cozi-
nhar : na roa do Crespo o. I i, luja.
O abaixo assigoado faz cenle ao regpeilavel
publico e com especialidade ao corpo do commer-
cio, qoe nesta dato vpnden ao Sr. Albioo Jos dos
Santos o seu estabelecimeoto de molbados sito no
largo do P-iraizo n. 16, livre e desembragado :
julganada dever, mas se aiau-m se jolgar credor
queira apresentar guas comas po praso de tres
dias, no mesmo estabelecimeoto, ou na reflpagao
o. 2 no largo cima referido. Recife 4 de maio
de 1866.Jos Aotonio da Casia Volante.
retira-se para.
Joo Jos Marques
sua saude.
vai a Europa tratar de
Martiniano
nelro.
Jos Bezerra, vai ao Rio de Ja-
I. F. M. Braga, so^o gerente da casa cora-;
meroial de Braga Son & C, tendo de retirar-se para
Inglaterra deixa na gerencia da dita sua casa em j
primeiro lugar ao Sr. T. W. Royle e em segundo .
ao Sr. J. O. C. Doyle, os quaes tem procoragao
baslaote para esse tim.
I. F. M. Braga sua seohora e nina Mlba rae"
or, retiram-se para Inglaterra, levaodo em sua
companhia nma criada. ___
I. F. M. Braga pede a qualquer pessoa com
quem tenba tido contas de as apresentar no praso
de sete dias para serem pagas.
Recife, 3 de maio de 1866._______________
Club Pernambucano.
Domingo 6 do correte haver reunio
familiar._________________________
Precisa-se fallar ao Sr. procurador ou pessoa
encarregada dos negocios do padre Vicente Mana
Ferrer de Alboquerque, por se ignorar a sua mo-
rada, na praga da Independencia n. 8,
O escrivao interino,
Francisco Gomes Castellao.
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tribunal do prnercio de
Pernambuco se faz publico que em .. /iko do mes-
mo tribunal de 12 da corrente foi considerado va-
offlcio de corretor desta praga, que exercia
o abandooeu,
e quo a flanea prestada m favor do mesmo cor-
retor persiste por seis roezes. contados desta data
' i Frederico Lopes GoimarSas, o qual
titiicional o Sr. D. Pedro II, queIHMMK
Deus guarde etc.
Faco ?aber aos que o presente edital vi-
rem e d'elle noticia tiverem que por parte
de Amara! Moreira & C, me foi dirigida a
peticao do theor seguinte:
lllm. Sr. Dr. juiz especial do commer-
cio. Diiem Amaral Moreira 4 C.
ciantes moradores nesta cidade, que tendo
vendido Manoel Francisco dos Santos e
Silva nara sua taherna Cita roa das Laran- e qne fica marcado o praso de 60 das, para dentro
bilsa ParYJVDr "1?,, pi,r%mpr I delles se babiurem os concorrenles ao refeno
ge i ras n. 16, tambem nesta cidade as mer- j offlco
cadorias constante da conta junta na impor- secretaria do tribunal do "commercio de Per-
taacu de 649fJ440 rs. por conta da qual nambnco 13 de margo de 1866.
pagou apenas o supplicado a quaniia de
193500 rs, ficando conseguinlemente a
dever a quantia de 455,9940 rs., queremos taspeceo da arsenal de mannna
SlippliCintes Chama-lo a este juizo afim de i A inspeegio reeebe pedreires e serventes para
vir propr a competente a^So Manara^^^^^nu^^mVBtmiB
ojmmercial, e porque se :enha o supplica- 2 de mal0 de ^^,
LSILOSS.
O oflScial-maior
Julio Gulmaraes.
do ausentado para lugar incerto e nao sabi-
do, dando logar a que os supplicantes fi-
aessem por es'" mesmo juizo assento nos
- "-aeros achados na rfiSTCionala cbiTiS, 8 O
liamassem a juizo conciliatorio por editos,
ucrem os supplicaotes justificar a ausencia
O secretario,
Alexandre Pereira dos Anjos,
fernamboco. aos 3
Ooasulado 4e 'ortagal
Sao chados, pelo presente annnnclo, os credores
da finada subdita portogoeza Jnstina Mara da
Conceigao, para apresentarem suas coatas dentro
3o supplicado'e julgada" esta por sentenca,! do praso de quinze das, aQm de serem conferidas
pedem que V. S. se digne de mandar pas- P?- em PeranibaC0) ao8 3
sar e alfixar editaes com o prazo legal afim de mai0 de 1866.
de que na ausencia posterior a expiraco do
mesmo Brazo, veja o supplicado propr a
dita accao em que os supplicantes Ihe pre-
tenden! pedir a dita quantia, joros da mora
e cusi-s, ficando logo citado para todos os
termos da aegao at final sentenca, e res-
pectiva execuco sob pena de revelia,
N'estes termos peiem a V. S. qoe man-
dando distribuir o presente ao escrivao Nas-
imeoto por dependencia visto que oj S0 chamad08f peio presente annuncio, <
senvao do arresto, se digne de marcar'dorosdofiQad08Sl)dl8 p0rtogae Joo 4e feM
lia e hora para a iustiftcacSo reqoerida se- Lamego, para apresenurem saas contas dentro ao
aindo-se ns demais termos.-E.R.M.O praso de quinze das ; aflm de serem conferida
advogado Paola Penna. [ gfi^TlSSSl em :Pernambaco, Ms 3
Na qual dei o despacho do theor flgainte. de rall0 ^ l866-
Jutliqoe a aosencia no dia 27 do correo-1 r~r _,.,,__ ,....,----'
Umez as M horas da manhSa. Recife 25 tifMWi r cwwn m "'
- ii. ao I fifi .aiPnwir Ararine ^ coaselbo prowove no da 5 do corrale mez a
4a abral 0 w~A,en.Mr .Ara"e.' .,,n' compra dos segolntes objeclos do material da ar-
got irtttde do qual fora mesma peticao jg. *
istrbwda ao escrivlo dacte jujk Manoel, 300 acamas de lona, 300 agolhas de brim, 300
*Ha*artras de palomlbar, 6 brquinhas de patente, 2
mnei-coiMBRA.
(6* recitadaassignatura.)
Sabbado 2 de raaio.
Representar-se-ha-o uWwoflpoHiadido drtma em
S actos.
4 ACTRIZ mi
Segoe-se prta'Sra. Cllia e o r. TeliA, a ex-
travagancia burtesoa, etn cinto.
ma noite de carnaval.
PBnSONACBNfr.
Narciso Beija-flor artista
emdispmibilidade........ Sr. Texeira.
Rosa Margarida, florista em
exercicio................. Sra. Clelia.
-TWtofna o'-espCtaculo com a nova comwia em
um acto.
Tffbulacoes Se um tu-
tor
Musiea -do Sr. -Golas.
PERSONAGENS.
Mauricio, totor............... Sr. Raymundo.
Augusto, boticario.......... Manhonso
Paulino, autor.............. t Santiago.
Palmira, pupila deWauncio. Sra. Leopoldina.
Mara, riada,..*........... Jesuina.
Principiara' as 8 horas.
Nutrindo esta emprea firme crenga na victoria
das armas imperiaes sobre aquellas do Paraguay ;
e contatdo que de momento para momento deva
esta cidade ser inundada com a jubilosa noticiada
tradocgo e facto desta sua renga, tem re-
lolvido no mesmo dia da chegaa do vapor, que or
portador de tao faustosa noticia, dar um especiba-
lo em solemaisago do bro e valor brasileiro, co*"
applicage do respectivo produeio ao asylo dos i
validos da patria.
Com Isto nada mais faz esta empreza qae solve,
ama divida do coragao, pagando tambera um tri-
buto de admiracao quelles que, Incendidos pelo
(ogo do amor da patria, a esta derara todo qoanto
de precioso tinham com as mutilagdes e inutilisa-
ejBaf lorias qne apresentaui comtJ-exBple--t
concidado?.
Conbecedora esta empreza dos senlimentos pan-
dunorosos da popnlago desta cidade, nao convida-
se a eiiwrreijcia a -este espectculo ; pois seria
isto ocioso. Mas ao contrario (oiga de proclama-la
desde ja esta concurrencia como faci infallivel,
consamado ; visto qae o coraco de Pernambuco
; s paisa para as ideas grandes e generosas. As-
! slm, pois, espera que desde agora os benemritos
habitantes desta cidade trafem de tomar os respec-
tivos bilhetee, no mesmo iheairo, ou dar os-seas no-
mes nara Ibes serem elles re^7?"ajs uma vez 1ne

LEILAO
Liquidacao de movis e mais
objeotos
110.1*:.
O agente Martins desejaodo eniregsr o armazem
Em casa do photographo Len Chapelin, ra da
Imperatriz n. 15, eslo expostos a venda os retra-
tes do Io tenente AntoDlo Carlos de Mana Barros,
raorto no Passo da Patria. A mesma casa receben
uLimomnnt.. oooe prodnptos chimicos para o uso
da photographia____________________
Roga-se a pessoa muito conhecida, que tenha
a bondade de entregar em Santo Amaro junto a
fundigao, em casa do Inspector, o cha neo de sol
que procuruu na mao de uma muala no dia quar-
la-feira 2 do correte, na porta do theatro, cujo |
nao Ibe pertence, e nao o fazendo sera' publicado
o seu nome por ser muito eonbecido. ^^^^
*wm i?
Joao da Silva Ramos, medico ?
pela oniversidade de '.uirabra, da m
consnltas em sua casa das 9 as i
11 horas da mantiSa, e das 4 as 6 I
da tarde. Visita os doentes em soasw
casas regularmente as horas para j&j
isso designadas, salvo os casos or- y
gentes, que serSo soccorridos em s
qualquer occasilo. D consultas aos n
pobres que o procuraran no hos- 81
pital Pedro 11. aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da a
manhaa, ,-#
Tem sua casa de sade regular- |&
mente motilada para receber qual- *
quer doente, ainda mesmo os alie- H
nados, para o que tem commodos I
aprupriauos e nella pratica qualquer |^
upperac5o cirurgica.
Para a casa de sade. m
Pfjffleira cJasse.. 33000 diarios. M
Segunda dita."".. "3d80C H
Terceira rtita .2(5000
Este estabelecimento j bem '|j
acreditado pelos bons servicos que m
'M tem prestado. 4,
* O proprietario espera que elle 3
I continu a merecer a confianca de Sfi
^que sempre tem gozado. ^
ATTENCA.
Henrj- Forster & C, ra do Trapiche n. 8
tem para vender:
Prensas para enfardar algodao.
Machinas de decarocar algodo, de 30 a
60 serrotes, com motores, assim como moto-
rs que servirao para qualquer servico, e uma
machina de 120 serrotes eom.'uma machina a
vapor, propria para a mesma.
da ra da Cadeia n. 35, hra' leilo de todos os ob-
jeclos existentes no dilo armazem, os quaes sero
vendidos pelo maior prego por conta e risco de
quera pertencer._________________________
Leilao
DE
erragens avariadas
HO JE
Prente Viarma & C, farao leilo de diversas
ferrageos avariadas de agua salgada a bordo do
navio ioglez Orion, era sua recente viagem, sero
vendidas por conia e risco de qaem pertencer,
sabnado 5 do correle, as II horas em ponto, em
sea armazem da ra da CeJei*. *#$?_________
EIIiAtt
DE
43 barricas com genebra.
HOJE
As 10 horas era ponto.
O agente Pestaa tara' leo por conta e risco
de qaem pertencer, de 43 barricas com genebra,
de 10 dnzias de botijas cada barrica; as quaes
sero vendidas em ara oa mais lotes, a vooiade :
taoje a's 10 boras da maobaa ero ponto, no trapi-
che do baro do Livraraente no Porte do Matto.
UlliO
Hoje faz leilo o agente Martins, a roa da Cadeia
do Recife n. 53, de ricos- movis, cadeiras santua
ros e outros mallos objetos de gosto._______
LEIULO
Consulado de Portugal
Sao chamados os credores do finado subdito
portuguez Jos Antonio de Carvalho *>eiel, para _
apresentarem suas contas denro do pra&o de quin- |nao possivel saber-se ao certo determinar a
ze dias ; afim de serem conferidas e rateado o re- gada do vapor, e por consegrante o dia do referido
ma necente.
Consulado de Portugal em
de maio de 186a.
Consulado de Portugal
liara ftodrigoes do NasetmeiHo.
espectculo ; o' %w1 ser coa) fica dito ao derra-
mar se tao grata sojicia pela.sossa popnlago.
lRTTIMOS
Para Iisboa.
Sefae com brendade a Tellslra l>arca portogoe-
za Beln, capKio J. Joaquim de !?reitas. Recebe
om resto de carga a frete, para o qae trat-se no
escrlptorro de Amorim frmon.roa da Croz n. a.
Para Lisboa
Val aahir breve a barca portugueaa JA50TA,
de primeira classe, capitao Joafoim Pedro Yiaona,
recebe alguma carga miada ti passageiros, trata-se
com o consignatario E. R. Raleloia do Trapiche
n. 44, segando andar, oa com o cajfti,
91----------'
^j^aiios^Jm poosphoros do gaz com
peqoena avaria.
Cordelio SlmM
por conta e risco de quem perteocor, far leilo de
6 caixSes com ptaosphoros, send > 3 de 100 grosas
e 3 de 23, viudas de Liverpool na barca iogleza
James, chegada a poucos dias; cujos calxoes se
acbam depositados na escadloba da alfaadega ar-
mazem de Vieira Paulo Lopes, aonde ser effectua-
do o leilo, isto
Segndna-feira 7 do corrente as 11 horas
Joao Antonio Carpinleim da Silva faz sciente
ao respeltavel publico e com especialidade ao cor-
po do commercio, qoe, tendo de retirar-se breve-
meirie para Europa a tratar de sua saude, deixa
por sens bastantes procuradores durante a sna au-
sencia, em 1" lugar o seu filho Manoel Carpinteiro
da Silva, em 2o o seu sobrinho Jos Carpinteiro da
Silva, e em 3o os srs. Matheus Austln & C. ; e por
isso quem tiver negocios com o anounciante ou
com a firma social de Joo Antonio Carpinteiro da
Silva & C, relativamente aos estabeleciraentos do
Manguinho, podera' dirigir-se aos ditos seus pro-
curadores pela ordem em que ticam colocados.__
~ Precisase de um caixeiro de 12 a 16 annos
de idade : na padaria da roa do Rangel o. 9. _
~ PraciscoPires, subdito porlogaez, retirase
para Eoropa._____________________
"^Precisa-se de um pequeo de 12 a 14
annos se idade para criado, tambem serve
um moleque, na ra Direita n. 2 i padaiia
se dir quem precisa._____________.
Ao amaohecer de hnjn fogiram desie engenho
Pares da comarca de Nazareth, 3 escravos sendo
um de nome Joo, alto, barbado, quebrado de uma
verilha, com idade de 3j annos pouco mais ou me-
nos, tem as costas varias cicatrizes velha de
chicote. Oatro de noTe Joai.niat, cora Idade de 2'*,
annos pouco mais ou menos, caora, powa barn*
boa altara, bom corpo e boniu ligara; e mais um
mulato de nome Benedicto com mais de 30 annos,
boa altora e pouca barba. Pego a toda e qualquer
aoteridade e capite de campo a apprehengo dos
referidos escravos, qne seram generosamente re-
compensados.
Eogenbo Paroes, Io de maio de 18bb.
Antonio da Motta Stlvrira Cavalcanle.
P. S. O eseravo Joo crioolo e foi comprado
em margo de 1866. bo Recie ao Sr. (Joogalo Jos*
aHooso, tendo vindo do serto do Riacho do
Saogoe.
O de nome Joaquim, foi comprado em margo
prximo passado, oo Recife, ao Sr. Antonio de
Moora Robtm, tendo vindo do Uear; e o de nome
Benedicto, foi comprado, ha lempas.'a Josias de
Til, morador em ueicaadas da freguezia do Bom
Jardim. m '
Pogio oo da 16do-mez' passado ama escrava
enome Isbel.'de nagao Costa, baixa, bem preta,
muito bexigesa, representa ter 40 annos de idade,
anda vendeodo troclas, leodo sido vista oas ras
desta cidade e seas arraboldes mallo embriagada,
dizendo qae forra : roga e a .autoridades poli-
ciaca, capilaes de campo e qualquer pessoa a ap-
pretaeosao da dita escrava, e maodem a roa da
Cadeia velha oo Recite n. 1, qae sera pago wao
o sen trabalfca.
~Offerece-se uma pessoa habilitada para tnsi-
oar primeiras letras, grammatica e aritl
em algum engenho : a iraiar na praga
vista, casa de Droga n. 24._________
1
Irrit Jfio dos pulmoer. angi-
nas, tosse, escurres de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquido
e todas as innumeraTei molestias que affec-
jao aos org5os da respiracao
i k* a i p a r k r i: n
ediante a accao da balsmica e irrev
ANACAHUITA
da Boa-
LEILAO
BOA CASA
OB
Ferrayens avariadas
Segunda-feira 7 do crranla.
Itidoro Netto & C, torio lelio por lolervengo
do agente Pinto e por conta e risco de qaem per-
teocer de differtntes farrageas avariadas a tordo
barca ingleza Ona;m eootinnaci vender
urabem atgumas (erragens limpas, parafusos e
facturas -, existentes en sea armazem a roa da
Cruz n. 2. MX
Leilao
1)E
Dez queijos suissos
Sefiida-feira, 7 4o corrate
O agente Pestaa tara' Uilao por cenia e riaco da
A luga-se na ilba de Bem-fici, a raargem de rio,
a rato de 15# mensaes, a primeira n. 2 A ;
traia-se na roa ttova n. 88.
Alguma-mulber branca, de idade pouco mais
oo menos, 40 annos, qae tenha capacidade se
queira snjeitar a coziohar e tratar de ama menina
de 2 reos, em nasa de um homem vlavo, ptde'
dirigirse para tratar em Santo Amaro, taberna
jnoto ao chafarli.
Os abaixo asignados /zem saber a qaem
interessar possa fue sea irm>> Aotonio Domlngnes
da Costa Albp4tV*ei**e W1*,*!*
o 1* de marco do corrente anno, da socledade que
tintillo no engenbo Boaetca, cando lodo o actrvn
epassivo da mesma soeiedade 2?8
aballo ajaitnadS. Bnatcs*8de anrU de lao.
jU> EeUiiiioe* ArbWPi^ae.
JoafUtmffeXano-aa^toU jna^wntie.
>
/

PEITORAL oe KEMP.
a anacahuiU injyc*a que d o nome es-
pecala este jncojnpajavel j^medio, uma
afrvore, cuja mdlra por milito lempo se
ta osado no Ta^npico para a cura das n-
fermia*!**" eneienadas. Foi tam-
bem ensaiada e approvada pela academia
madiu defterku. Qpeitoral deKemp
| -livre de
ingre-
i
1
^


Mario de frrianbnco Nabbado & de Sal* de C8G6.
i -
AGUA JLORIDA
UURRAY& LANMAN
A agua florida de Murray & Lanman
olhada como am artigo de perfume, nao
tern podido ser igvalada pelas preparacSes
as mais-costosas: conserva seo aroma, co-
mo se formasse parrte da prenda a que ella
se applica.
Sua efficacia to delicada, como elegan-
tes sao seus multiplicados osos, qur soja
empregada como>rtigo detoocador, qur
o-oso do banho, oo como soavisador de
ptM'e, depois i qoe se tenha feito a barba.;
ja para limpar as.-gengivas oo aromatisaro
balito.
D soavidade, fcrilho e elasticidade a
coropleices, depois de se baver lavado; al-
l va a>rritaf5o- desappzrecer o desagrada vel aspecto dos
pannos, (ias--sardas, do rosto, rogas e toda a
^OLATde ^a7
FABRICA A VAPOR
99. RA DO MONDEGO 69 [Ka> *
Deposito oa ra Nova n. &0 loja de relojoeiro.
f Belouche donos 'deste esubelecimento partecipa ao respeitavel publico que sut fa-
brica est montada em as melhores machinas que existem na Europa, e qoe pode
fabtrioercom melhor, perfeicJo possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e
pcrc, o que nao se pede encontrar naquelle que vem de fra, e qoe se vende por prego
bako, -visto os productos serem do paiz. Na etiqueta tena- sempre urna aguia.
PREgO.
Meia libra......... 400
Urna libra......... 800
Urna arroba........9.5000
Na mesma fabrica acaba de se montar ama offiGiaa com serrana a vapor para
asta de ebulices, e d vigor e frescura a I obras-se de fazer portas, ja-
parte onde quer qoe se applique. Soaefli- deltas, assoalhos (pajqu francez como se osa na Europa/) earmacoes, ludo com brevi-
cieQcia e elegancia sao igualmente infalli-; nadejoperfeic5o. Toma-se qualqoer encommeuda para fra da cidade, entregando-se
veis nos casos era que seja preciso applica- promete a collar-se do logar,
la coe&o estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assetafelas numerosas, as loca-
lidades infeccionades, na alcova de om en-
fermo, assim como um antidoto exceden-
te para os desmaios causados por cansado
cu sufiocaco. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp>lfcva York, e a venda por
Caors-* Barbosa.
i Joo da C. Bravo Deposito geral em Pernamonco roa da
Irazju22 em cas 4e Caro ... ,--------.
SieJ-f'er> 1nstoii i Campantea.
-Ra da Senscla Nova n, 4.
AG>C(A OA
i'uadieSo de Low Noor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados,
ioendas-e meias.moesdas para engeebo.
Taixas de ierro cuao e batido para enge-
nta o,
Arreiosd carro para am e dous ca.va.tieg.
Re(ogios.tdeonro.paeaie inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
mmmmmmmmm mmm
DEPOSITO DE CALCADO g
FABRI&A&o-.XA CASA ttE DETENQAO
Ana Xova a. 61. j
Ahi -se eocontrarc obras de di- w
versas qualidades, e por preco moi '
diminutos, a retalho e em porces. 9K
S se vende a dinheiro. ffi
m
w>
\Sr.
iraX
m\
\
.. Lrbanio Lopes de Carvalho, de Xossa
SeDDor^n O', e de presente nesta cidade, pde-se
dirigir risa Bella D. 22, onde the deseja fallar,
a negocio dftseu interesse, coro urgencia.
O Pvitoritl de Cereja,
DO'lEB. AYEB,
PARA A Cl"ItA: RADICA!. E CEB-
TA.do todas as mofcstias do pcito
..dagargantn, toases, constipajoee,
Broncliite, asma, dffluxoe, roqui-
. .Erte xarope peitoral o resul-
tada de longo- :;n! ,, de cstudo
-por.uin dos primeiros mdicos da
America do Norte,, e de experi-
encias minuciosas nos principaes
hoepitaes do mundo; reeeitado pelos mdicos mais distinctoi
deste secuto na sua clnica particular, portanlo o digno, de toda
confia Dea, I, jior ser eficaz, nlcaocaado com urna oerteta infal-
ivel asento da molestia c arrancando lhc as raizee, assim
dando (.os orgos nflcctario tuna aecio natural c sa;-!-2, por
ser bmoeemtteapplicavala qualquer pe*ia de qualquer idadt
oh sato, ao homem robusto ou crianza da mate tenro Mude,
cada fraseo sendo accompanhado de dirpeccoca minuciosas :
."1, e Wf.no, jwr nao ser MM remedio secreto, pois qualquer raed-
ico ou pltrmaceutico pode obter a formulada sua composioo,
:irijrit..lii i. ne8soalmen(e ou por arta ao agente geral, H. Jf.
J.anu, a u. Uireita So. 15. Kio c .laueiro.
Miiiws.oasos cjne tinlio zombao.de diodos os rccureoe
la scicneia-tem sido curados radicalmente com o uso do
JPciloral de Cereja.
As peflBOM atacados Broiichite, asma,.etc., c outros symptotnas da tsica prima-
rla gerai mente -futan pouco caso do sen padecimento at
que seja tarde -parn cura-Io. Nao descaidoi.s d' urna tosse
porque iigora parcoe de pouca importaaeia; ujna tosse
descuidada chegaa-ser chronica c induz a iocmaco de
Tubrculos nos ptrlmcs.
Ncnhuma casa de 'familia deve estar ten wn irasco
diste xarope mu-, pois nos ataques repentino* de
. 1 /./'i, (,c Croii/i, B4Mf paroxismo* i Coqududie; ou
tottt compria a qe cstao sujeitas ti ianca, nao ha
tempo de chamar ubi mdico, nem il ocr reanedios,
este xarope alivia mmcliinamcntc c p o filha querido
sao e salvo, fra de perigo.
As molestias que eet&o ao .alcance das virtudes cativa
lo Fr.ITOltAL J)B CEflBJA. ae ''-
^^__J!lnajia_jCB_ji^O-- *-----
~ 'GonTiiraSTbaver'iliariamente um sortimento de pastis, podios, bolos inglezes,
empadas-etc, etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-e as melhores condices
de poder satisfazer eooommendas concerneates sua arte, em consequencia do socio
Freitas>4r sido administrador chefe de algumas das principaes fabricas na corte, sendo
urnaa-do-Sr. Jo5o Goocalves GuimarSes (confeitaria deLeio)antiga casa de Carceller,
Todos os"trabalbps-5o differentes dos qoe se fazem em casas particulares.
pouparac, se bou ver oonoorrencia como esperam.; tendo continuadamente bom sorti-
meato de-doces para cha; presuntos e ditos em 'fiambre, tambem se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior,-sece e crystalisado, ditoem
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar anoos- em perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se eocommondas dos-seguintes objectos; ban-
deijas riGamente enfeitadas sean armac5o pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, pges de l enfeitado6 com disticosaoalogos a qoalqerm; dilos montados,
kecbs simples e enfeitados com fructas ingleza; ^afteaux de la reine, ditos de le d-
chese, tortas de fructa, maesa folhada; ditas de peixe-e carne; cremes e doces de ovos
de deferentes especies.
Tambem tem um completo sortimento de vinhosengarrafados, comosejam: vinbo
do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cherez, -Bordcaux, -Champagne fino, ser-
veja, licores, charopes e conservas. Para festas: bonitas caixiBhas com amendoas, con-
feitose maiseofeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
condieionar'tanto para a provincia, como para fra.
. k FIGURAS
Acabam de receber bonifas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
baptisado, rasameoto, annos, ditta a phantasia, bonitos enfeites para bollos e circular pra-
tos de doces finos, tudo por presos razoaveis.
Vende-se licores em duzia, amito em conta.
CaiseiFO.
Para nmia casa comraercial estraDgeira, preci-
! sa-se de dous caiseiros rial>iliU(o para Jpda o viqo exterao, dociaslve despachar oa alfar!
que tenluuo Jaoa .letra e escrevam com c ogra-
AIN ACIN AL
Companhia. geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
ATORISADA PELO REAL DECRETO DE 2. DE DEZEMBRO DE 1859
Orna fiaaca m ditrteir, depositado dos cofres do estado, garaate a boa ad-
miaistraco da companhia.
BANQUEIROS DA COMPANHIA I DIRECCO GERAL
O Banco de Hespaoha Madrid: Roa da Prado n. I
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia dos sega
e s sobre a vida.
___Nelia-pde se laier a subscrip$5o de maneira que em nenhum caso mesmo por morte do
segwtdo se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Sao to suprehendffntes os resaltados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL, qne anda mesmo dimlnaindo ama terca parte do interesse prodazido em recentes liquida-
cees ecombioando-o com a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia
para seus clculos e liquidacoes, era segurados de idade de 3 ai9 annos, ama imposicao annoa.
de MOjproduz em effectivo metlico:
No fim de 5 annos.......1:119,5300
de 10 .......3:9424600
de 15........11:308*200
> de 20 ........ 30:236*000
i de 25 .......80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
?Fospect>s-e-mais informa5oes serao prestadas pelo snb-director nesta provincia.
Joaejmm Fiuza deOliveira, ruadaCadeia n. o2, ou a Boa-Vista ra da Imperatrit o. 12, estabeleci-
mento dos Srs. Raymundo, Carlos.Leite & Irmao.
TINTURARA
AO GRANDE S- MAURICIO
CASA DA FORTJik
Aos 6:0001000.
Bllhetes garantidos.
A D0 CRESpO N- 23 E CASAS DO CQSTUMB
?.,ixo*88'l?n*do venden nos seas maito ffdi-
zes bilhetes garantidos da lotera que seacaflon
de extranir, a beneficio das familias dos volcnta-
^10vd?r,SflrJa, os "ntatef premios:
fn doas qnin,os com a orle de 6:000a000.
N. J329 am meio com a sorte de 500*.
E ontras mailas sortes de 100J, 40, e 20i.
Ospossuidores podem vir receber ses respec-
tivos premios sem os descontos das leis na casa
da Fortuna ra de Crespn. 23.
Acbam-se a renda os da 12- parte da lotera
(61*) beneficio das familas dos voloniariof da
patria, que se extrabira' terca-eira 84o correte
PREgO.
Bilhetes.....6fi000
Meios......3*000
Quintos.....1*200
Para ai aesteas que eeapraren it 100 para cia.
Bilhetes.....5*500
Meios......2*750
Quintos.....14100
_____________ Manobl Martn PintA.
PARA
Tiugir. I Impar e lastrar a vapor.
F. 1SALINSRE & C.
29 Kua 7 de setembro 29
JMreite,jlajciia nova do Oavidor (Rio de Janeiro).

Casa de commisso de escraTos na raa de Impe-
rador n. i'i, terceiro andar.
Recebem-se escravos unto do mato como da
praca para serem vendidos por commiteSo, afllan-
ca-se o bom traumento e seguraoca para os mes-
mos. O abaixo assigoado n5o poupa esrorcos afim
de os vender com promplidSo, nesta mesma casa
ha sempre para vender escravos de ambos os sexos.
___^____________Antonio Jos V. de Souz.
Deposito de pao e cestas na ra
larga do Rosario n 36
Fructuoso M. G. convida a todos os seas fre-
gaezes a virero munir-se de obras de vime, palha
e gestas chegadas recentemente de Lisboa, sendo
sortimento de bercos volantes para os rescem-nas-
cidos, berciuhos finos para boneeas, cestas de vi-
me para compras no mercado, bandeijas de dito
para roopa engommada, cestas grandes para depo-
sito de ronpa suja, acafates de diversos gostos,
tanto brancos como de cores, condecinbas
amendoas e doces seceos, cadeir.s de vlme,...
cas de palha e ootras muitas obras de Franca,
Allemanba, qoe se tornam ndispensaveis
godas casas de ramilla, aqu e aciub -soTtimento
e a precos os mais favoray/i5 qoe nos 'possivel'
cdelos. y'
Ufierece-se
JarjdiavBrg:
s proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Rrasil, por
trabafbar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na
EuFopa, eajudados .por algnns dos melhores officiaes de Paris e Lyo, podem assegu-
rar seos freguezesuma perfei.o no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai r perfeigo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas/tiram nodoas e limpam secco sem molliar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de nomens.


DE
FAZilNDA E ROPA FEITA
UIJA \ OVA \. 941.
-tima ama de leite : na roa do
. Na roa Nowi n. 63, segundo aodar precisa-se
ed um criado de conducta afiancada.
No coliegitf da Conceicao na ra dos Coelhos
n. 12 ensina-se a meninas, alem das materias e
disciplinas comidas nos estatutos, a liogaa italiana
ea liogna ingleza a ler, traduzir e fallar._______
Aluga-se a casa n. 6 da ra dos Praseres nos
Coelhos, em completo estado de cencerto, e aceio
na roa do Rapgel o. 36 segundo ardar.
Deseja-se fallar com o Sr. Antonio Luiz Ma-
chado, a negocio de seo interesse visto ignorar-
se a sua morada : na ra do Vigario n. 19. primei-
ro andar.
Reg & Moora, propietario da loja de fazendas e roupa feita, sita ra Nova
o. 24, yerdadeiramente penhorados e reconhecidos para com ?eus amigos e freguezes,
pela aceitacao e confianca que delles tem merecido no curto espaco de tempo em que
se acham ^stabelecidos e perfeitamente escodados na sinceridade dos seus tratos, decla-
ram para soiencia daquellee que o quizerem honrar com seus officios, que, em vista da
grande concurrencia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no que
relativo a roupa feita; acabam de admittir para a sua officina de alfaiate maior numero
de artistas, inclusive o seu ontramestre, dirigido pelo hbil meslre Lauriano Jos de
Barros, o qual n5o se poupa a exforgos para satisfazer com a presteza possivel qualquer
obra de encommenda.
Oo meemos auuuncwn aos seus freguezes que acabam de comprar um novo e
ea. e mttito variado sortimento de fazendas finas e de bom gosto, proprias para o tempo da
' pbra.Ta^oTeVm'aux'llarTabairos" dt Jcr** estao dispostos a vender por preCos muito commodos e mais barato
turacao : fMB se considerar, nestas circndTstan- Que em outra qualquer parte.
ciasqueira deixar .carta fechada com^tticiaes! Como sempre escusamos essa enfadonba prolixidade dos annuncios bombasti-
?^&W2S5Z -Xvt C0S; Preferim.os mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos que nutrimos
^^Z^'u^mll^n^nZ Parabemservimos aquelles que vierem ao nosso reclamo.
sa ofierecer a respeito das suas babilitac5es e bom
compor lamento.

cfluxon, Toises, Jumo, Esquinencia, Broncht,
Coqueluche, Toca* ferina ou convulsiva.
EoquidAo, Toda a mole*tia do peito
e Karganta. Ooamuagei doa Pul.
moe ou Tiao p.uimonar.
Achua em toda ai BoUcas e Drtfwjaa o Imperio.
Pulag ^S^SSU^S. Ayer
CTJEAO
PHz&o lentre, Indigesto, CimsUpmfmo, TCh'u-
matiimt; ITemnuirrhoidas, Dr de eabefm, A Xevral-
Ola, mu do estomago, Enxaqueca, tumi do Figmdt,
<-''trile,Fe*ro0tutro-kpaUcm,Lombros- Bryslp-
'llu, Jl^plropttm, /iuMMalt do omf.
Toda a molealJaa que provm do um exmam. *
Qulnlno.
0 mlhor purgante at hoje conhecido.
Estas pilulas atsucaradas &> puramente veqitaet,
rvsako e Ftntmcio ta xnoraio.
A venda em todat ai Botleai e Drogarlai do Imperio.
AE1>,TB SIBIL,
^ H. M. LAini, Boa DnHo So. IB,
Bo de Janeiro.
Vende-se em Pernambuco:
na
^PHARIHIACiE FRANCAISI
|brRMAURER
ilRUA NCVA NHJ
PHOTOGRAPIIIA
ARTSTICA IMEBIGAlfi
RA DO IMPERADOR N. 38.
Artista americano
Artista americano.
Artisti americano.
Artista americano.
RetratosRetratosRetratos.
Em porcelanaNiepcotypie.
Em lencosArcbrotypie.
Em vidroAmbrotypie.
Em metal=Daguerreotypie.
Em papelTalbotjipie.
No^rande salo da ra do Imperador n. 38
No grande salo da ra do Imperador n. 38
Neste estabelecimento tiram-se retratos
em,todos os systema s, com asseio.e promp-
tidao, desde as nove horas da manha
at as iaco da tarde; assim eomo tem
sempre a venda grande sortimento de cai-
xas finas e diversas formas. Cuadros
ovaes iPaasepartouts e todos os naais ob-
jectos e productos chimicos, relativos a ar-
te e reabidos ltimamente dos melhores
foroecedtes <1e PARS e Nova York, tendo
de todo, para todos es gostos e para todos
o precos.
Salo dama do Imperador b. 38.
Salao da raa do imperador n. 38.
(torrarla de Sania Hila de
CMMbl.
jocoropromiaao que rege esta contra-
ria, ao coniB!&WM comparecerem domingo 6 do eorrei_
horas da maohaa no consistorio da mesma confra-
ria, aflm de eiegerem a nova mesa.
Consistorio da contraria de SaoU Rita de Cassia,
i." de malo de 1866.
O eserivo,
Antonio Dias da &lva Cardeal.
Caf de tariz
69-RCA UA IMPERATRIZ-71
O novo dono de.-ie decente estabelecimento sci-
entiflca ao respeiiavel publico que acaba de pre-
parar a casa convenintemenle, encontrndose ahi
magnficos bilbares fabricados em Parjs, ucellente
caf, bons charutos e cigarros, cerveja das melho-
res marcas, refrescos de todas as qualidades e sor-
vete bem feito todas as ooites.
69-Rna da Imperatrit71.
Aluga-se na Uapuoga porto do Lasserre urna
casa terrea com soto, tendo 8 quartos, copiar,
cosinha, quartos para criados, estribara e coebei-
ra : a tratar na mesma Capunga casa da Sr* viu-
va B. Lasserre ou na roa Imperial n. 20.
Precisa se de um hnmem para tratar de um
sitio pequeo todo plantado de arvoredos grandes,
e encher algum pequenc espaco que regla de ver-
duras e legumes, tratando dos raesmos arvoredos,
e se soober enxertar e podar melhor sera"; este
sitio na cidade de Olinda no meio de casas habi-
tadas, quero estiver as circumstancias dirijase a
livraria n. 8 da praca da Independencia, ou na ty-
pographia na_ruajias Cruzes n. 44.
Francisco Jos Mues Machado, coraprou por
ordem do Sr. Herculano Julio de Albuquerque um
biluele inteiro garantido da 61' n. 1476.
knnuncio
Na ra da Aurora n. 76, retratista brasileira,
:ira-se retratos em carios a 6 a duna e em cai-
ijphas a 3jt.____________
mi fe ielte. *"
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na lo-
ja de livros ao p do arco de Santo Aitonio.
4uriaT(taRoT!gae^eTnello^o7dear
mete agradece aos amigos 4e seu 'finado es
poso Maooel Pedro de Mello, que se digna-
ram assistir a missa resada ,por intengio do
mesmo. e com especialMlade aos caxallelros
autores d. missa resada na agneja do.Carino,
em o dia 30 do mez passado, a ijual por Jus-
tos motives nao pode asssfotir.
CAIXEIRO.
Precisa-se de oa dos ltimos chegados : na la-
vtina da ra do Principe n. 31
Inmandade do Divino priU-Saj[to
recta no conveito de Santo Ante-
ii i de fteeife.
O secretario convida a todos os nossos irmaos
para comparecerem em o nosso consistorio, no
domingo i do andante mez, pelas 9 horas da raa
nha, afta de reunidas proceder-se a eleicao da
nova mesa qoe tem e administrar a mesma Ir-
mandade nos annos de 1866 a 1867. Consistorio.
2 de maio de 1866..
Franciico Landelino 'da Silva,
Secretario interino.
Na padaria do pateo do Tergo n. 38 precisa-
se de um caixeiro que tenha prajica deste servico,
saiba ler e escrever, e exhiba agestados de soa
conducta : a tratar na mesma.
O Sr. Joaquim Antonio de" Castr Nunes
meslre de meninos em Santo Aolo, tenha a bod-
dade de dirigirse a loja da roa do Crospo n. 17 a
nogocio do seu interesse, e deve ser qosnio antes
porque nao se pode esperar muito.
I
DO IR. CHARLE
MEDICO 1 PROFESSOfi DE PHARMACIA, DE PARS,
AS
PLUS DE
COPAHU
ARA 0 TRATAJHMITO E PMPTO CURATIVO
ERFCKMIDADES -SB1AES, D TODAS AS AOTECCOES CUTNEAS, VIOS
.Gitrato de rerro Chable.
Xarope mu preferivel ao
Cepahiba, e as Cube-
\bat, cura immediatamen-
Ue qnalquier purgacio.,
relaxagao e debilidade, .e igualmente fluxos e
flores braneas das mulberes. Injeecao le
Chabie. Esta ii>j'ecco benigna emprega-se mes-
mo tempo do xarope de citrato de ferro, urna vez
de manh, e urna ez de tarde durante tres das;
ella segura a cura.
E ALTERAgOES DO SANGCE.
DEPURATIF
do SANG
Depurativo de aangue.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico conhecido
e approvado para curar
_con promptida e radi-
calmente impigeos, pstulas, herpes, sarna, co-
mixo's, acrimonia e alterages viciosas do san-
gue; virus, e qualquer affecao venere. Ba-
jho mineraea. Tomao-se dous por semana, se-
guindo o traumento depurativo.Paaaada aa-
iiheipeiica. De um effeito maravilbuso as af-
fecoes cutneas e comixoes.
Hemarraaidaa.Pomada 4iue as cuaa em 3 dias.
.v33S.
Deposito na ra larga do Rosario haica de Bartholomeu 4 C. n. 34.
'MM
Aluga-se um primeiro audar na roa do Arabio
com bastantes commodos para familia : quera
dirlja-se ao segundo andar da mesma
rna n. ~"
Precisa-se de urna ama para todo se'rvico de
urna casa de doas pessoas : a tratar na esquina da
roa da Madre de Deas, loja a. 46, oo na roa da
Sentada Veiba n. 138.
'enflores.
O abaixo assigoado tendo annonciado pelo Dia-
rio de Pernambuco de setembro de 186* e mareo
do correte anoo, qoe tendo deixado de emprestar
dinheiro sobre peohores desde qoe esse geoero de
traosaego foi prohibido, e tendo anda em seo po-
der alfanas obras de ouro e prata, aiuda roga s
pettQM m quera ellas perlencem, qoe aa venham
resgatar at o flm do correte mez, pois que o oio
azeod'i, as vender'
maio de 1866.
para liquidar. Recite S de
Bernardo Al ves Pinneiro.
Aluga-se orna casa no bairro de S. Jos com
grandes commodos para familia, com nm forno,
orna rnasseira, e preparos para qoem qolzer prin-
cipiar negocio de pi, por ser o logar de||moita
concurreocia de povo, faz-se todo o negocio: quem
pretender dinja-se a Praga da Independencia n. JO
Precisa-se de dols officiaes de serralhelro : na
ra da Imperatriz D. 17.
Na roa do Guararapes n. 1 se alugam mo-
bilias por pregos commodos.
A Sr* D. Joaquina Mara da Conceigio Gue-
des, mi i do Sr. raajor Gabriel de Sooza Guedes,
que s aeha no sal, digne-se mandar receber do'
escriptorio do baro do Livramento o qoe o sensor
seu fllho Ihe mandou. Faz-se este annuncio por-
que ha perto de dous raezes qoe se indaga de sua
morada e sa nao tem achado.
---------i.

/.i:z/.?.:its
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. IMAURER k il
PERNAMBUCO
Esta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, d at
tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
^uer. outrag ^vntQg particularmente para
m
m
livro de cornnircJ^X~^*3Gmentos etc de
que se careca longa conservacad.
Vende-se na livraria franceza ra do Crespo e ra Nova n. i 8 de
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia, que saiba eogoramar e eczinhar : a tratar
na praga do Corpo Santo o. 17.
mmmmmmmmmm
Companhia fidelidade de seguros
maritimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES BM PERNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C,
competentemente autorisados pela dlrec-
- toria da companhia de seguros Fidelida-
de.tomam seguros de navios, mercado-
J? rias e predios no seu escriptorio ra da
S3 Crut n. 1.
mmmmmmmmmm mxmm
Na ra Bella n. 22 paga se i j' por urna ama
escrava para o servigo de pequea familia.
CHOCOLATE MENIER.
CHOCOLATE DE SACDE.
CHOCOLATE DE BAMLHA
CHOCOLATE DE CITRATO DE FERRO.
CHOCOLATE LACTATO DE FERRO.
CHOCOLATE DE MUSGO.
Vende-se
Afa botica e drogara
DE
MRTII0LO.HEO A C.
3JRuadeResarie largai
Trocarase nous. do banco do"Brasir"e~das
caixas flliaes com descomo razoavel : na praca da
Independencia n. 22.
Alfaiate francez.
Quem precisar de um perito mestre de tbesoora
para roopa confeccionada, oa por medida dirlja-se
a ra do Rangel n. 17 officina do cuteleiro, para
tratar das 9 horas da manba at meio dia.
Irinaiidade do Divino Espirito-Santo
(docollegia).
De ordem da mesa regedora, convido a todos os
nossos irmaos a comparecacero em nosso consisto -
Ju duttlfl -*^*~ a Bm de em mesa gerat, proceder a ele


i

.
DE
Precisa-se de ama ama sem filaos para andar
com um menino e cuidar e sua roopa : aa roa
l.rga do B rio, PoUca n. 34,
Ma raa 4o CabOfi n. II eticl* urna Imsgem
1 do Tnnmpbo io Coracio do Marta a qasl se troca.
AMA
Precisa-se de urna ama para comprar e eozinbar
para urna pessoa s : na ra da Cruz n. 13, prj.
meiro andar. '
/ Ama.
Na roa daCadeiadoReofe n. %) precisa se le
orna ama para coiinhar.
DE
f. VIGNES.
%. 55. RA DO IMPERADOR N. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao boje asss conhecidos para qoe seja necessario Insistir sobra a
.na superioridade, vantugems e garantas qoeofferecem aos compradores, qualidades estas incontesla-
eis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca; pos-
uindo um teclado e machinismo que obedecem i todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca falbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos Importa
tissimos para o clima deste pais ; quanto is votes, sao melodiosas e flautadas, e por isao multo agrada-
rais os onvidos dos apreciador**.
Faiem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blon.de], de Paria, socio
orraspondeate de I. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposlcdes.
No mesaso estabelecimento se achara sempre um ezpieadido e variado sortimento de msicas dos
oettores Mtbres da Earopa, assim como harmnicos e pianos barmonieos, sendo tudo vendido por
fteeos commodos e razoaveis.
i -*j>haa,
o aa _.- -
sa icgedora para o fuctaro anuo de 1866 a 1867.
Consistorio da irmandade, S de maio de 1866.
Manoel Luii da Veiga, escrivao interino.
Na botica e drogara
DE
Bartothomeq^ C.
34Ra de Rezario larga3 i
VENDE-SE
Preparados da America ,
Do Dr. Radways.
Pilulas reguladoras.
Prompto alivio.
Rezolttvo renovador.
Do Dr. Ayeir:
Salsa parrilha.
Pilulas catharticas.
Xarope peitoral de cereja.
De Laramam di Kernp.
Verdadeira salsa parrilha de Briatol.
Pilulas assncaradas.
Pastilhas vermfugas.
Ole puro de figado de.bacalho.
X."


-


i

-- -= i
tu**.* de era F;
i
DrFORG. I
JARABE DO F0R6ET.
Este xarope est approvado peloi mais eminentes mdicos de Paria,
>mo aeado o 'melhor para curar coMtipacoes, tosse convulsa e outraa,
dos broncMM? ataques de p*(lo, irriUoOM nervosas e inaomnoleocias: ama colherada
pela macha, e outra i noiu sao suficientes. O tffeilo desle excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doente o medico. ~r
Deposito oa roa larga do Rosario, botica de Barlholoineo & C. o. 34.
IsHaKH WflRX JBR MakarH
CASA DE BANDOS i
26 Patee do Carne 20,
Neste estabelecimeoto tao hapoc-
lante para saude e assero do tjor-
po, acha-se montados 40 banhei-
tos, e asseto que para desojarle. Qua-
tro (testes banherros -So -especial-
mente reservados para-seaboras e
por rsto acham-se collocados em lo-
gar reservado, sonde s tena entra-
da as pessoas lia.
PRgOS DE BANHOS AVULSOS.
1 banbo fre, morno oc de
chovisoo ..;.. 500
1 dito de choque..... I5000
i dito dolare1 lo...... i 000
i dito aromalisado I<$000
PRE^eS POR ASSIGNATURA.
30 baobos por mea fri,
moroe ou de dio visco. 10,->0O3
25 banlios com cares pa-
ra os mesraos.....'i 00009
12 ditos ditos ditos 5(5600
.2 ditos ditos de choque. IO00OG
12 ditos ditos defarello.. 106000
O stabelecimeoto estar aborto
nos das uteis das 6 horas da ma-
nhaa as 10 da noite, nos das san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
Pnbllencie jurdica
DOS
Responsaveis nos crimesg
De hberdade de exprimir os pensa-
menlos.
litiies de rreHo riotMl.
PELO DBv
Braz Floreatino Hearitiucs de j
Sen*,
enle de direito civil na FciiIJados
de Direito do ftecife.
Acaba de sabir a' luz esta interesan- 9t
8'!e publicado e acha-se a1 venda na Ir- 1
vraria Econmica si' Taa (Jo Crespo n. i
2, pelo preco de 4* cada exemplar.
III MmMBfeM*
Na praca da independencia n. 38, lo]a de
orives, compra-: e ooro, prata, e pedras preciosas,
e tambera se faz qoalqoer obra de encommenda, e
todoe aoalqadr 'concert._____________
Precisase de 'ama ama para casa de pruca
va :
ama para casa
familia, que faca todo servijo, prfere-se
na ra de S. Jos n. 2.
SEGURO
GABBAUX, DE LAILHACAB & C.
LIBBARIE FRANQAISE
RA DO CRESPO N:9.
Livros naciooaes e estrangeiros.
Religio, direito, litieratura, etc.
Papelaria, objectos para escriptorio.
Papis pintados para forrar casas.
Assignaluras para os jortiaes da Europa.
Diademas dourados,
eafeitados com aljofares, pedras,
etc, para meninas e sellaras.
A agula-branca vende bonitos e modernos dia-
i dems dourados, enfeilados com aljofares e pedras Ias D. jg, bonitos quadros con mordura preta
' proprias para meninas e senboras. dourada, todos por precos rasoaveis
lionltos ehapezhios Garrafas brancas
de sala Ina e aveicaes para meninas. | e de cores rom superior agua da colonia.
Sao obras estas de que os bons pas de fami
- obras estas de que os bons pas de familia
i se bio pdem escusar de comprar, por fazerem el-
~Tendo lembranc que multo sofTre os pas ls parle do asseio e bom goslo com que trajaro
de familia por Via dos cbsrs e alarme qoe fa- sus bella lblubas. A aguia branca tero o pra-
zem os filhos, e qaerendo nao s descantaros,*".?* m-que lao bellas e precisas obras ir..m
pais como tambem os filhos lembrei me abrir co
rao de (acto se acba abena urna loja na roa 'do
Rangel n. 49, tendo um completo sortimento de.
calunras, boneculos eaparelbos de porcelana o
melhor que tem apparecido neste genero, com
ptmeo se satisfaz odesejo do vendedor como tam-
bem daquelle que recebe o objecto.
Ama
Precisa-se de orna ama : na ra de S. Francis
es n. 51. y
Aspas fortes para bolees, pal pinA
Na roa do Queimado Iojade miudezas n. 16, ven- u ALUA U*
SJX.daago forles'e de differw,,e8 targur" 43 Ra Direita 45
Bonitos quadro para retratos. a primeira condic5o ndispensavel con-
7!Dd??^?1^/^^^t^e,^de; frvadjo da sade azer os yes b.-rn de-
retdiuos contra os ataques da humidde;
Cilcado bom e seguro e ,o nico prerva-
tivo dessas mil enfermidades a que est u-
jeito o nossoeu -. Um chindo velho cal-
cado por um dandy patuscante, ou orna
botina acalcanbada era pequenino p de en-
Vendem se na ra do Queimado, loja de miude-
zas n. 16.
Novo gOtO
Kf.Tt?m%Sc^ tito alm' de ^nue,
Queimado, recbeb btn sn,|.,tento 1sdiversos ob- bradeira horripilante, pieva cintra as cul-
jeclos de novo efiora goslo, stbdo penies brancos e dades intellectuaes dos calcantes, e nao ha
dourados de moldes enleiraineute novos e moi a- nnorn [guJo [},ra S. nso, queira passar por
zer de
devldamente apreciadas e compradas em seu nt
nbo. Os cbapeozinbos, alera de serem d'oma pa-
Iha mui fina, sio de mui bonita forma e ultimo
go.-to, enfeitados cora toda a perfelco: os aven-
taes, porm, sao de fina cambraia, guarnecidos de
Sbadinbos bordados; o que Ibes da tnuita graca. vellas e brincos as mesroa5 ciicumstancias. ram a
s precos desles, 5*000, e daqoelles, I0-, e de Tambem recebea alguus cimos o que de mais 44 RA DIREITA**
quaoto sio elits baratos conhecera o preteodente, i moderno e bonito, se pode encentrar em tal genero.' 9,}anflain a' haratpza
que se dirigir loja d agola branca, na ra do Alm disso encontraro os prelendentes um com-. Queimado n.8. pleto sortimento de flvellas de madreperola, chris* .lOlliena.
vldrllhea de cores e aljofares, tal, tartaroga, e dourados, brincos de cbristai, e Borieguins barcellonezeS de lus-
imitaodo afo, para enfeiles de vestidos. j jaspe, vollase cruzes de dito emuitosoutros objec- lie 6 de porfi .
A aguia-branca oa roa do Queimado o. 8 rece-1 'i58 de Rsl0' os 1UMS continua-se a vender commo- n. RArd#ttY
beu om bello sortimento dos objectos cima pro-! damente. \s nwuwax ..
prios para eofeites de vestidos, etc^ etc, e est Pnenles de madreperola, e enfeites filete Ditos parisienses de bezerro e
vendeodo cora moda mente. A loja de miudezas na roa do Queimado n. 16, cordavo.......
recebeu booitos pentes com chapa de madreperola, Sapates de Nantes de duas ba-
e novos eofeites lilets ornados de lantejoilas dob- (crias rasas
radas, Kiedlnhas, aljofares, vidrilhos etc., tendo e_ 'a.,'..* .'
grandes para toda cabeea e peqoenos para coque. ap-*tus de lona, sola de borra-
giadaveis, tendo caire elles alguus de filigrana obra 9 ?_*.
de multo gusto e deficil exeourio, e bem assim B- ma'uco. OU pobre de SVrjao ergo, cor
Novidades.
Na Agola branca ra do Queimade o. 8 rece-
MARTIMOS
tugio o Jacob /
lis tres dias se aoseotou do poder de seo senbor,
o abaixo assignado, o escravo de oa;ao, de oome
Jaoob.com osstgnaes segrate*. dallo, reforcado,
oKios grandes com o ventr/r um pooco proemi-
eute, anda *e vagar pocroffrer de cansaco, tem
a perna diraiu um po*o forelra provenjeote de I bea ^^^^^'^^^^1^^^.
urna queieadela que solfrc-u ba pooco, ladino e I te 00vos sendo
ratitola-se forro, pr'esume-se que esteja acootado Bonitos e delicados pttriM doorados e prateados,
por algara parceiro, furtoa antes de fogir alguns ; lendo eDtre e|les 4JfUfiS ^ fil^rana obraH mx per.
objectos, e e costume facer isto qoaodo Toge, acn- [e^a e e elevado costo.
selhade^alver por algoew ioteressado no forto; o Tjtos com criapa de madreperola.
abaij aaftgoado proiesia proceder onminalmenle Brincos de Irgnma e orrtras calidades.
conl qSm o acootar t gratificara a quera delle i Flvellas de dita oolras Mfmbem de diversas
def ooticM na roa da troz o. 33. qoalidades.
Domingos Jos Rodrigues de Andrada. Cintos mui bonitos, eofeiladtos em toda a exieo-
; cao com caracteres doorados e prateados.
| Pilets afeitados com moediohas doarads.e lau
Precisa-se de oa feitor para ra engeono perto tejoilas, aljofares & r, sendo para coque, -e toda a
t>,-ta capital e que seja portugeez, pagase bem, eabeca, e ouvros com plumas &-
testando oas condicoes qoe se deseja : a tratar no j Bonitas vallas de jaspe com cruzes, tendo tara
engenho Saotos Vendes, oa fregoeza de Traca- bem algomas de duas cores.
Feitor,
)
M BOTICA DROGARA
DE
BARTHOLOMEO & C.
34 RA DO ROSARIO LARGA 34
Vende se
Xarope de Guiy.
Granulos d'atropina.
Capsulas d'apiol.
Vinho de quinquina de Belline.
Pastiihas degestivas de pepsina Waiam.
Grauulos de Bismulh de Chevrier.
Licor e pilulas dcLaville.
Iojeccao Feaugs.
Xarope verdadeiro de Botigny.
Granulos d'Ergotina de Bongean.
Capsulas e injeceo ao matico.
Xarope hypopbosfito de cal e soda.
Elixiraiili-asthmatieo de Guilli.
Cqnfeitos de cubebina de Lalelonije
Eixir de citro-lactalo de
Thermes.
InjeccaoBrou.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, esiabeieci-
da nesta'praca, toma segaros -martimos so-
bre navies e seus carregaorentos, e coitra
fogo em -edificios, mercadorias e mobilias:
na rea-do Vigario n. 4, paAimento terreo.
mmmm mmmmmm
O'Br. Carolloo Praocisco de Lima San- jH
ws-eoBiraa a morar na ra do Impera- |
ior'O. 17, segando aodar, tendo alias -sea
gabinete de consultas medicas, logo ao flf
DtFflr, ao primeiro.
O-mesmo dootor, que -se tem dado ao 1
estado tanto das operares -como das i.io- Wk
lestias internas, presta-se a qoalqoer cha- S
roado, quer para deolro quer para ra M
H da oidade. m
mmmm mmmmmm mmmm
Hot-el Veneza 4o Norte.
Ra das Cruzes n. 39.
Foraeoe-se comedonas para fra com todo as-
seio,-e a*> mesmo estabelecimeoto acharo om cem-
pletn soilimeoto de diversos petiscos a qualqoer
hora ; nos domingos e dias saotos havera' mo de
yacca e ohocolale com lelte de madrugada. Tam-
bem se recebe qualqoer encommenda para fra
j seja ella qual for.
Aloga-se urna casa e sitio na estrada do Ja-
lerro CO Dr. cobina (Capooga), com lerracos e caoieiros ao la-
I do, baoheiro, cocheira, estribara, gallioheiro e
| qaartos fra, bastante fresca : a tratar na roa do
Eeociaa superfinas de Hermam, Biv.r e^S M!* log depoisdo
Cnardrin Hadancoul.
Granulos de Digilalina.
Vinho de quinaferrugir.oo de Moitier.
Xarope de lodureto de ferro de Blancard.
Agua das caldas da Rainha. i
Xarope de tndacio de Abbdie.
Confeitos de lactato do erro deGe!ie.;
Contc.
Ferro de Quevene.
Rob de Laffecteur.
ferolas de ether. !
Xarope antigotioso de.Boufe.
Ole de figado-de bacalo desinfectado de
Chevrier.
Agua denlifica de quinina.
Perolas de .issafetiila.
Oleo de figauo de bacallio ferruginoso de
Chevrier.
Xarope de digitales de Labellony.
Ole iodado de persone.
Xarope de cudeina de Berth'.
Emais ag principaes drogas, p:.oductos,
especialidades pharmaceulicas e himicas
dos principaes paizes da Europa.
XA ROPE
W
IIVPOPIIOSI'HITO DI CAl
DR
GRLM1UXJ & C.
f*barjaacntifJO de S. A. :I. o principe Na-'
poleo em Paria.
Desde mui tos seeulos .os mdicos e os
tmicQ tinham procurado um medicameBr |
to que podesse curar as molestias do peito,!
todas as jpesquizas feitas al hoje nao ti-
nliau tido oenhum resultado^ I
('..M':n os irabalbos que bram .communi-'
cados iilmaiti.'hIl' academia de medicina',
de Par* ,e asnais serias experiencias feitas e mt "E? PeUhr' P3ra 3 CUPa rap!"
no hospital romptos de Londres, que es- ti E ?JL!S ^norrbe,a sem 'h* al"
peciairriento rese/vado para o traUmoato da g.* ?* f g f ,nflRamraa-
tisici. provaram *ue 4a terrivel molesa. Spda?V !?! ? Cf b6 Utr R,COr^
quando ella nao uva ainda no seu ultimo |nP^ 'pL Z^nc.ado desde sua appan-
gro, linhaDoawo^ de hypophosphito do g?;*0 SHia! ffiSEf^S tral?'
cal um f specifico poderoso. F -^.l^ggg* a W^ no ***> d.e
As losses, deflxos, -catarrhos, bronchi- tt'ZSST em ^.os^schron.-
uhaem, ou nesta praca com Manoel Ignacio de Oli-
ve i r a de Filtao, 'largo do Gorpo Santo, escriptorio
n. 19.______________________
Precisase de urna ama: oa roa do Encan-
tamento n. 42, 2 andar.
Luvas e meias
de laa vegetal, para qtrem soffre de frialdade, pa-
ralela etc. Vendem-se na roa do Queimado loja
d'Agta branca o. 8.
Bandoline de roza
regulaudo os pre?os de 2 a 4^000 rs.
B mitas caisinbas
cha.
Dilos aveludados
com arranjos dourados para costara, tendo com Dito- de tranca bons .
msicas e sem ellas. Vendem-se na ra do Qoei-, c-.k,.,,
mado loja de miodezas n. 16.
Trancas pretas BorzeguiDS enfeitados.
com vidrilhos, e bicos com ditos e sem elles para tiilos de la^o .
enfeites ou vestidos. Ditos lisos .
Na ra dt Queimado n. 16 loja de miudezas a- SapalOS de borracha -
cbarao. os pretenderes um bello sortimento dos
objectos acuna ditos, cascarriibas, franjas etc. etc
e tudo esla sendo vendido por presos con modos
Botoes preios
de vidro enfeitados d'ac.
A loja de miodezas o. 16 ra do Queimado
vende moi bonitos boioes pretos de vidro com en-
feites de ac, os quaes muito se uzam para enfeiiar
vestidos, q'uem os pretender pode dirigirse a dita
loja o. 16 a ra do Qoeimado.
moa
70000
8^000
53000
20000
40600
14800
50000
40800
40500
*>00'
Selleiros, corrieins e segeiros I
Sola de lustre, meios grandes 200000
E um completo sortimento de calcado la-
briego nopaiz.
COMPRAS
Compra-se os Diarios de U "43
Agosto ga-se bem apeessoa que quizer >en'
ve-osa Praga da Independencia n,*
livros. ^
I
de
pa-
le-
de
Cempram-se
Goian.^.
latas vazias du gaz:: ca roa da
Libras sterlioas coropram-se na praga da
Indepondencia d. Vi.
Coropra-sc om prelo moco qoe *eja bom cc-
zinheiro e de boa comlocta : a tratar na roa do acnao se a ventla na rna do Queimado loja d Agola
para segurar oo conservar perfeitamente atado os Y eu drill e na loja (le miudezas
cabellos das seoboras. Vende-se na roa do Quei-
mado loja d'Agoia branca, 1000 o frasco.
Enfeites pretos para'vestidos
A Agoia branca recebea novos enfeites pretos
para vestidos, sendo bicos com vidrilhos e sem
elTs, trancas com pendentes de vidrilhos e sem
elles, cordao grosso tambera com vidrilhos e sem
lies; assim como galdes e franjas de diversas lar-
guras, fitas de velludo etc. como serapre os bons
freguezes encontraro commodidade de precos nos
objectos que se vendem na loja d'Agoia branca roa
do Queimado n. 8.
Botoes de vidro
cora enfeites d'aco no centro.
Esses boioes qoe tanto servem para melhor se
poder enfeiiar om bom vestido preto oo de cor,
Queicado o, 6, loja.
PASTA XAROPE de NAT da ARABIA
1>I 1F.I, MltlMIIt
Sio ns nicos peiloraes approvados pelos proressores da
/ Y acullJjj de Medicina de Franca, e por so mdicos dos Hos-
pilaea^ Pariz, os quaea certificara*) tanto a sua superio-
ridadWobre (odos os outros peiloraes como sua poderosa
efticacia contra os Defluxos, GripfM, Irritac5e e as
ArTeicSe do Mito e da |arcanta.
RACAHOUT DES RABES
lc II I \.IHMI u
nico alimento approvado pela Academia de Medicina de
Pariz. Elle reKabelece as pessSas que eoffrem do Bato-
aa|-o p dos InWatinos; fortalece as enancas e as pessoas
debilitadas, alem aiaso cm Tirlude de eua propriedade ana-
lptica he o melhor preservativo das Febrea amarilla e
typhode.
Cada frasco e cada caixinha deslas preparacOes lerdo
Memjire o sello a firma llelangrenier, ra Richelieu, 26,
em Pariz. (Fazer serizSo attencSo cora as falsificarcs.)
Depositarios no Pemambueo .- Cien e Barhor; Bar-
thalomeo F de Bwu y Cia.
Gompra-se ooro, prata e pedras preciosa,
em obras veihas : na >raa da Cadeia do Recife
cja de ourives no arce da ConceiQo.
Our> e prata.
Em obras veihas : -compra-sena praca da ln
dependencio n. 22. loja de bilhetes.
-Gompra-se urna borra de ferro, DgiezToa
mesmo das antigs; na ra Nova n. 81.______
Comprase na prensa de algodio de Saunders
Brothers & G. sementes de algodo a 300 rs. por
erroba.
Notas da caiva flliai da
com pequeo descont : oa ra
A, taberna.
Babia, compra-se
das Crozes o, 41
Libras sterlioas
assim como qualquer outra especie de ouro amoe-
d;do -, compra se na roa do Trapiche-novo nume-
ro 22.
5a ra da Imperatriz n. 15 compra se n-,
eroo de medidas de pao e qoatro oa cinco de i -
Un em bom estado, propno para taberna, nma
balanca romara para balcio. ___________
(nmpra-se um bom seliim inglez em segan-
da mi, [aga-se bem : na roa Bella n. 22.
Vende-se as pliarmacias de Manrer e de
A- Caors,
(ompra-se
um joco de pistolas boas, em segunda mao : na
ra Bella o 11.
VENDAS
branca n. 8.
Acaba de chgar aloja da apia branca
a roa do Queimado n. 48.
Gbromaco-me para tingir cabellos.
Hoild walter para dito.
Tintura de L. Marques para dito.
j\guia oranca
a roa do Quimado n. 8
acaba dereceber:
Lantijonlas d'aco para eofeites.
Peonas brancas e de cores, para gordos e chapeos.
Enfeites lilets. mol bonitos e modernos.
Sapatinbos de setim par baptisados.
Meias de seda para o mesmo.
Bonitos cbapeosinbos de setim para dito.
Rosas camelias e outras qoalidades.
Novos brincos, flvellas, pentes e pulsaras
gram,
Fil- o seda de cores para debranhar vestido.
P'. oe sarja com dififerentes cores e lorguras.
i < de gorgoro, desenhos novos e bonitos para
ciatos.
Carteiras com agjilhas.
No armazem
baratas de Santos Coelho
Rna do Uueimatlo a. I.
Vende-se o segointe*:
Gobertas de chita da India a 2J400.
Lencues de panno de llnho a 2^200.
Ditos de bramante de linbo de um s
3200.
ama do Queimado n. 16.
Bonitos leqoes de sndalo e ootras qoalidades.
Bonitos cintos com Qvellas de diversas qualida-
des e moldes.
Brincos e crozes de crystal.
Abotoaduras de dito para coletes.
Bonitos port-relogios.
Delicauas caixas com msica e sera ella, para
costara.
Agulbas e linhas para chrochel.
Retroz superior em carriteis.
Rendas pretas e bicos com vidrilhos.
Fitas de velludo com lisuras de cores para eo-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdenapoles, lisas e lavradas, brancas
eimatisadas.
Para tiogir cabellos.
Hoild Walter.
Vende-se na roa do Qaeimado, loja miodezas
n. 16.
Cine maco- me.
Para tingir cabellos.
Vende se na loja de miodezas, a ra do Quei-
mado a. 16.
Tintura de i. Marques
Qara fazer os cabritos pretos.
Vende-se na roa do Queimado, a loja de miu-
dezas n. 16.
Hissangas miadas, aljofares inntaiidi
acevidrilhos decores
para eofeites de vestidos ; vende se tudo isso por
pregos razoaveis na ua do Queimado n.l oja 16,
Grande loja
Armazem da Arara ra da Im-
peratrlz u. 56.
de fin- de miodezas.
"Tftencao!
Attenc& o!
Attencjio!
panno a
m
i' X
-'aio' e phautasias.
m Um volme n i :' impresso e eD-
f3j cadernado em Pais: em casa dos 3
|H edictores ae
LIVRAIUA FRANCEZA
91 N. 9 Ra do Crespo N. 9.
BH3^ftMg**i*IIS3,
INJECCO CAPSULAS
VEGETAES AO MATICO
niMAULT & C. PHARMACEUTICOS DE PAniS
Novo tralamento preparado com as /binas
Lencos de cassa brancos proprlos para algibeira
a 25OOO a dozia.
Algodo enfestado com 7 li2 palmos de largara
a 15200 a vara.
Atboalbado de linho a 2800 a vara, .
Dito de algodo a 24 a vara.
Guardanapos de linbo a 3J800 a dozia.
Pegas de cambraia de salpicos a 4SO0.
Laazinha aberta de cores a 320 o covado..
Cambraia branca de forro a 3 a peca.
Fil de linho liso fino a 800 rs. a vara.
Dito de dito com salpicos a 15 a vara.
Panno de linbo fino coro 9 1|2 palmes de largu-
ra pelo barato preco de 2,8400 a vara.
por G ^nflans i volme/ por 4 ; "defi>: ^{affi X *^#el#/. ^-
lique des fatllttes, por Geoffroy, 1 volme,! Pecas de bretanha de algodo com 10 varas,
por 3$; Element de l'Economie Polique,' P/opria para saia, pelo baratissimo preco de
por Garnier, 1 volume, por 2; e Organisa- *t3,.a. >u. a e
tion dutravail, por Louis B.anc, i v'o.ome, ctttPtt+*JKtk.
por UiOO:
40S SRS. ACADMICOS
Vendem-se as seguintes obras de direilo j
com pouco uso : Manuel du Droit fomain
: or Mackeldey, volume por 40; Diccio-
naire du Contentieux Commercial, por Mas- j
s, i volume, por f#; Elements du droit
romain, por Maynz, i volume por 40; Es-'
prit de la jurisprudente des successions,
na ra do Crespo n. 4, fabrica
de chapos de sol. ________________'
011L.IAS
as. grippa, coqueluche, cedem tambem ra- SJJTSS&'"eBre8?tira-m s PrePfra"
pidamente ao uso de*te xarope, e os asthma- %*$* "**** e as N*MM ra base
ticos acbain nelle um elemento certo para .". __
urareai-se. Recoramendam-se aos doentes ni r **.* Theo Christiansen, roa do Tra-
do fazerem uso ao mesmo tempo das delicio- SetaSnrgVre SS?. SSuS
sas pastiihas peitoraes do suco de alfaco de I fectivameoie deposito ioe snigoe seguintes
huiro cereja, dos senliores Grimault & C.
Esta esleyente preparago se compe de
doac substancias as mais calmantes o ao mes-'
mo tempo a* mais inoffensivas da materia;
medica, e nao conten opio.
Deposito as pharmacias de P. Maurer &
C. e A. Caors, em Pernambuco.
Eagomma-se
com asse. o, promptidao e preces razoaveis : na roa
Aagosta n.5, loja. __________
.Antonio Luiz de Ollveira Arevedo & C. tem'
para vender no sen escriptorio, roa da Croa n. 1,
vinho do Porto em caia de dozia, do bamburgaez,
jola da Babia superior._____________________ ,
0 baebarel Jco Vielra de Araojo advoga nos
termos de ipojuca, Escada, Cabo, oo em ootro
qualquer oas proximidades da estrada de ferro :
pode ser procurado na villa do Cabo, onde reside.
ivde-se toda attencSo aos senhores sapateiros
e vendedores d borrachas, tanto em p*ca como a
retalho, qoe vsoha a roa do Rangel 0. 49 para fa-.
zerem o eu sortimento, que o preco convida e
juntamente a boa qnalidade._________________
Precia-se de ama ama qoe saiba eozinbar
bem e quo nao seja moc, para casa de pouea fa-
milia : 0.1 ra Nova n. 38 se dlra' quera precisa.
Aloga-te oaa ama eacrava para cata da pe-
quea familia : a tratar ao i* andar do sobrado
da roa d is Crozas o. 24.
AMA* "1
Precua-w de orna ama escrava, qoe salba cozi-
>ar e qo ie a flel: oa roa do Queimido n. 46
St. Jolien.
St. Plerre.
Larose.
Chateau Loville.
Chateao Margaux.
Grand vin Chateau Lafltte 1858.
Chateao Lantte.
Haot Saolerues.
Cbatean Saoternes.
Chateau Lataur Blaoche.
Chateao Yqoem.
Cognac em tres qoalidades.
Azeite doee. Precos de Bordeaos.
PARA 1860.
Acabam de sabir luz as folhiobas de
algibeira e de porta para o anno de 1866, o
mus correctas possivel tanto no calculo das]
las e eclipses, como Das diversas feslas 1$ftl\ff!!)t? fi)g^flflffl^fflaA
que a igreja celebra; vendem-se unicamen- 5P w ?y/T vmU/VWWWN*
te na livraria da praca da Independencia, v. a doLPaT *WUe 85.
160 rf^is a<5 rlft nnrla a 19l tp no Aa oi venaem-se ricos chales pretos de renda muito
iw res as ae porta e W res as de alg- grandes com quatro ponas, sendo os mais moder-
nos por terem chegado
beira.
de tazendas ^r sdeBapUs preto a ls600 o covado.
Vende-se um grande sortimento de grosdena-
ple a l6O0, 1*800, i$ e 250O o covado ; dito
muito superior a 2*800 e 3 : na roa da Impera-
triz n. 72, loja de Guimaraes & IrmSo.
MoriaDtique prelo a 26800.
Vende-se um grande sortimento de moriantique
a 2S800, 3 e 3*500 o covado.
Chales de renda pretos a vjOOO.
Vende-se tambem om variado sonim les de renda a 8*, 9*500 e 10* 5 ditos muito Anos
a 11* e 12* ; ditos de seda fazenda muito fina a
20*000.
Retondas pretas a i&$.
Vendem-se retondas prelas pelo barato preco de
10* e II* : na roa da Imperatriz n. 72, loja de
i Guimaraes 4 Irmo.
; Grande pecbincha panno preto a 2000 o
covado.
Vtnde-se panno preto proprio para calcas e pa-
litots a 2* e 2*200 o covado ; casimiras prelas
a 1*800, ->&, 2*400. e 2*500 o covado.
E' muito barato corles de casimira a 3 Vendem-se cortes de casimira preta a 3*500
4* 4*500 ; dita muito fina a 6*.
Admira cortes de brim de cores a
1,280
Vendem-se c5ites de brim de edres para calca a
covado. 1*280,1*600, 1*800 e 2* : na ra da Imperatriz
Esteira da India propria para forro de sala de -72> N de Guimaraes & Irmo.
4,5 e 6 palmos de largura, por menos preco do.fi bai'atissilUO a 1 20 1'S 0 COVado.
qTstarmUmal,qamLPr B a ^^^ riscadinhos muito proprios para roo
aartiml?2 7 w eocontra om grande pa de escravos, a 120 ris o covado; ditos escoce-
imento de roupa fella e por medida zes muito finos a 240, 280 e 300 ris o covado.
Laazinh-s a 3oo rs.
Laazmhas de quadrinbos a 300, 320, 360 e 400
rs. o covado ; duas muito finas a 300 e 560: na
roa da Imperatriz n. 72, loja de Guimaraes Ir-
mo?.
Cortes de 15a a 5$0CO.
Acaba de chegar a este importante estabeleci-
meoto um sortimento de cortes de la qoe se ven-
de por 5* e 5*500; ditos a Mara Pia, fazenda
muito moderna a 12, 14*, 18* e 20* ; ditos com
camisinha, cinta e grvala a 25* e 28*.
Chitas francezas largas a 260 ris.
Vende-se nm grande sortimento de chitas a 260,
i
W do
Caf imperial
O superior caf do Rio de Janeiro, ven-
de-se a 12* a arroba ; na rna do Vigario
n 24, escriptorio.
DE
Lourenco P. Mendes Guimaraes.
O proprieiarlo desle eslabelfcimento recebeu pe-
lo ultimo vapor de Europa diversas qualidadts de
fazendas para vestidos de senhora.
Sedas de cores a 10500 0 covac'o.
Vende-se sedas de cores para vestidos de senho-
ra a 1*500 o covado, laasinhas de lindos gostos a
210, 320 e 400 rs. o covado. Ra dalmperalru lu-
ja e armazem do Arara n. 56.
Melodiques de laa para vestidos a 4( 0
o covado.
Vende se urna nova fazenda por nome melodi-
ques toda de la para vestidos a 400 rs. o covado,
cbilas unas a 320 e 400 rs. o covado. Roa da Im-
peratriz loja do Arara n. 56.
Arara vende susim para vestido a 240.
Vndese nova fazenda susim para vestidos de
senhora e roupa de meninos a 240 rs. o covado,
ditas a 160, 200 e 240 rs. o covado. Roa da Im-
peratriz loja do Arara n. 56.
Tarlalana de la para vestidos a 240.
Vend-se tarlatana de 13a para vestidos de se-
nhora a 240 rs. o covado, fil de linho a 160 o co-
vado, cortes de chita a 2*000. S no Arara, ra
da Imperatriz n. 56.
La a traviata a 320 rs. o covado.
Vende-se nova la a traviata para vestidos de
serJior a 320 rs. o covad>, s no Arara toda? es-
tas fazendas novas vindas pelo ultimo vapor da
Europa. S ua loja e armazem da Arara, ra da
Imperairiz n. 56.
Arara vende cobertores a 16500.
Vende-se cobertores de pellos a 1*500, ditos sem
pelo 1*000, roberas de lisia 2*000, coberlas de
damasco 4*000, cobertas de fostio a 5j000. Ra
da Imperatriz o. 56.
Laasinhas do Arara a 200 rs. o covado.
Vende se laasinhas para veslido a 200, 240, 390,
4C0 e 500 rs. o covado, colarinhos para homt-m a
5X0 rs. a duzia. Ra da Imperatriz loja do Arara
n. 56.
Artra vende as cassas a 240 rs. o covado.
Vende se cassas francezas finas a 240, 280, 320
e 400 rs. o covado. pessas de *>raia de f irro a
2*000, ditas finas a 3*000, 4*001 000 e 0(0.
Ra da Imperatriz loja do Arara d. ('.
Chitas a 160 e 200 rs. o co\ar!o.
Vndese chitas escuras e claras fi<\ 260e
240 o covado, lias francezas finas a 280, 3*0, 400
e 500 r-. o covado. percales maiisadas escuras a
500 rs. o covado, s se vende assim barato o Ara-
ra. S na loja e armazem db Arara, ra da im-
pera :riz n. 56.
Is'ovidade no Arara.
Algodo a 3#-
Veno'esepfca de algodo encorpado a 3, 4$,
e b* a dita e 8* e 7*. Ra da Imperatriz loja do
Arara n. 56.
Arara vende madapolo enfestado a 3o00.
Vendf-se pecas de madapolo enfestado 3*500,
4* e 4*500 ditas de 24 jardas a 4*, 5*, 6*, f>* e
10*, ra da Imperatrix loja do Arara n. 56.
Gama & Silva.
prio para hotel oa casa particular
'. travesea da roa Bella o. 10.
1
Francisco Lacas de Souza Rangel, Julio
Pire Perreira, Joio (Soocalves Pires Fetrti-
ra e Francisco Campeilo Pires Ferrelra pos-
sidos da mais jnata dr pelo falleclmento
da sea ogro e pal Domingos Caldas Pires
Perreira maodo oo dia 5 do corrale, e 7
do falleeimeoio, pelas 6 1|2 horas da manbla
celebrar ralssas por soa alma na Igreja, do
Carato, e eonvldib pira esse piedoso acto a
seos amigos e prenles.
Panno de algodo da Baha para saceos de
attQcar e roopa de escravo, vende Antonio Loiz
de Olivelra Azevedo & C, no seo escriptorio roa
da Croz n. I.
Vende-?e e faz-se todo negocio com o depo-
sito da roa do Vigario n. 29, muito proprio pera
om principiante que queira principiar soa vida
com pooco dinheiro ; ao comprador se dir o mo-
tive da venda.
Vende se nma escrava creoula, meca, qoe sabe ra da Madre de Deas o 16
cozinhar e engommar : na roa Imperial o. 45. yende-se
e vendem-se ^'l^&jS^V&Vi f&fitftfZ **' *" ^^
na loja do Pavo, roa da Imperatriz tTo/de '
Aos Srs. Tamanqueiros e
Alfaiates.
Panno de algodo
trancado
Canrbraias de cores a 280 rs.
cavada
Vendem-se ca mi raas francezas a 280,300. 320,
360 e 400 rs. o covado.
por ser fazenda larga e encorpad, : na loja da jjjjJ**&?$ *g^
'.----------------------" *500 e 7*; ditas de orna vara de largora a 8*
urna armacao enveroizada e en vi- e 9* ; ditas p; ra forro a 1*600, 2*e 2*200 : na
dracada propria para loja de miozezas, fabrica de roa da Imperatriz o. 62.
eparntos oo ootro qoalqoer estabelecimeoto: a j ROUPAJFEITA.
fqr *7ir*Ur D0 caf de Parl1 roa d* ,mP*r,,r'1 Vende-se om completo sortimento de roupa fei-
j w"e '* ta 'tu. Mata como ^ejam palilots, calcas, coletes,
da fabrica de Pernio Velho : vende-se na roa da! Na. ra Aa T~nrn>rntrir *i 4 ?'D,M* '"ncetas a 1*600 e 1800 ; dius Anas a
Cadeia n. 4, armazem de S.lva Barroca. i a<* iWiperO frtZ fl. ZO 2*,je Uuho t USd0, 3* e 3*300 ; seronlas de
vn,i. .. m ln-, a. t~.----------- Vendem-se cortes de cambraia brancos com 4. 1*200, 1*400 e 1*600, de linho a 2* e 2*500
Vende-se nm fogao de ferro americano,' 5 e 6 babados a 20* e 25*
ande, com lodos os pertences necessarios, pro- Pil de reda prelo cbm Gires a vara 1*.
Cambraias brancas de orna vara de largara
ni a l*e 800 rs.
m JLfAlVVil
MGrande armazem de tin-*:
tas medicamentos etc. |
Roa do Imperador n, 22.
loo Pedro das Neves (ge-!
rente) tew a venda o
segal ote:
Productos chimicos e pharma-
ceuticos os mais empregados em j
medicina.
Tintas para todo o genero de pin- :
tura e para tinturara.
Productos induslriaes e tintas I
M Para flrres, como bot5es de flores j
SK e modelos em gesso para imitar a
|g fruclas e passaros com o compe-
l tente desenho. ]
Proiiuctos chimicos e induslriaes
m para photographia, tinuraria, pin- 1
m tt""3. pyrotecnia el''.
^ Montado em grande escala e sup- |j
| prido directamente de Paris, Loo- i
i dres, Mam burgo, Anvers e Lisboa ;
J pode offerecer productos de plena fl
R confianca e satisfazer qualquer en- ]
commenda a grosso trato e a reta- I
wL lbo e por preco commodo.
w
m
m
m
fia
a tratar na
Para lien precisar
Vende-se ama pequea taberna propria para
nm principiante por ter poneos landos : na Sole-
i dade, roa de Joio Pernandes Vioira a. 14 ; quem
Ricas lampadas
e a retalho.
e candieiros a gaz por grosso
- La de barriguda, o que de melhor ha para '
0<*M' travesseiros : veude-se na rna da Madre
a pretender dirija-se a Boa-Vista, esquina do Jas-1 _lieu8 D0 armazemjjunto a' igreja.
miro, 1 andar, gara Irar. ^ | Vende-se urna rica armaco eovldracada,
i com grande lastre de qaairo bicos. e jontamenie
i om..?on>P|eto oriimeBto de cilunga?, bonecos, ap- '
37 e! paremos de porcelana, mobilias e moitos objectos'
de gosto que a vistaavKflra o bom goslo ; faz se I
na
roa da Imperatriz n. 72, loja de Guimaraes & Ir-
mio.
Tasso Irmos
Vendem no sen armazem rna do
Amorim n. 35,
Ucor fino Curacao em botijas e meias botijas.
Licores finos sortldos em garrafas com rolhas da
"tdro em lindos frascos.
Precza-se fallar ao ir, procurador do padre
Vicente liarla Ferrer de Alboquerqu?, pir se Ig-
norar
B.8.
CalQido barat
Vende-se na praca da Independencia os.
39, pelos baratissimos precos os segolntes calca
, dos:
Borzsguios de bezerro para homem a 9* e 6*.
' SapatSes de betarro para bornea a 9*.
Borzeguins para senhora a e 3*.
Sapato oe borracba a i* e I*fi00.
I Vende-se ama casa na roa dos Paleadores
n. 30, com alnas salas e doas qaario, e coiioba
fra e um quintal. Como tamban ana meia-agoa
co becco dos Pintos, n. 12: quera pretender diri-
negock) om ludo por motivos moilo jslos qoe s
a*? l*tdeBtes : a tratar na roa do Rangel
n. 49 das iw da nbaa as 4 da larde._______
Pychinchou.
Vende se a Uberaa ita oa ra da Se mala-nova'
n. 9 : a tratar na mesma i
VibosGheres.
Saiiternes.
I Chambertin.
Herraitage.
Bori


IIZ.
Cognac.
Ot* Ton.
exe Iagniol.
Veoda-se ama armac*o para dlvisio de es-'
mwMWinapr.^
1 cm quem iraur. I rja n 13. "wPfo, **
a tratar na roa do Ifotego, ola- oos da ferro, proprios para g e agua com lit
^lares Royer en elares ano-
dinos
para facilitar a denlicio das enancas e preserva-
fas das convalsSes.
O feliz resoltado oblido Inmensas vezes pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer nos
casos de convolses, e denticao das criancas,' tem
alumente elevado o sen bem merecido prestigio
e hoje ji se pode dizer qne esli feralmente con-
ceiloados, e estimados de innomeraveis pais de
familias: de ons porqoe do uso desses salutares
colares viram salvos do perito seos cbaros filhi-
nhos, e de ootro? porqoe jlberam daqoelles to
profleoo exemplo para igoalmeme preservar es
ens. Assim, pol, a aguia branca, lendo em vis-
tas a utllidade e proveitr desses prodigiosos cola-
res anodinos ou
ment qoe
los para qne
ser funesta
certos
mado,
mandan vir o novo sorti-
u, e comineara a recebe*
(bita delles possa
VS! Jatt
o* i
m-sei
conia : oa ra e
Hraatee.
rr ero
loja de


. 1
*er
---***! *t U ai# 1866.
#
A' loja de fazendas de Augusto Porto & C.
11 Rua do Queimado11
Chegaram pelo ultimo paquete superiores encbovaes completos com veslidinhos bor-
dados par baptisados.
Hoir brinco, lavas de pellica, mantas e cape'.las brancas para noivas.
Lindas colchas de seda de cor e de la e seda para camas de noivas.
Grande sortimento de cortinados bordados para camas e janellas.
Chapeos, bonetes e gorros de plba de Italia para senhoras,
Percaltes, cassas e chitas Boas dos gostos mais modernos.
Algerienoes, retondes e chales de renda pretos.
Camisas finas com peitos, ponhos e colariuhos de Unho para bomens.
Lindas casemiras de cores, lasinhas, pannos e casemiras pretas, merino e bom-
b"'n Bramante mnito largo a 2*300,2*700 e 3J200 a vara.
Tapetes e alcatifas para forrar salas e tapetes grandes e pequeos para sof.
Camisas de Amelia, colarinhos de lioho, seronlas de Unho.
Camisas de meia finas, bafes de arcos, de musselina e de madapolao, espartilbos
e finos manguitos bordados. R ,
Esteiras da ludia para for ar salas
as melhorese por mais mdico prego.
I iRua ttV tnelnaad11
HOYOS GERENTES
DOS
TKE
MHMZEN8 BE_________
DENOMINADOS
PROGRESSIVO pateo do Carmo n. 9
UNIO E COMMERCIO rua do Queimado o* 7.
VERDADEIRO PRINCIPAL na do Imperador n. 40
MOLAMOS
DUARTE CARVALHO PRIRA C.
COSO,
*_?&
.mm
CORTES DE SEDA
Chegaram pelo paquete ingles riquissimos cortes de moreantiqoe de cores, e seda lavraaa pa-
Teda de quadros por 10000 o covado
5RUA DO CRESPO-5 m
Gregorio Pae* do Amaral k Conipannia.
Fazem scieate ao respeitavel publico, e com especialidade aos senhores de en-
fermos, Iavradores e mais pessoas do centro, que para mais1 facilitar suas compras deli-
beraran os proprietarios dos tres grandes armazens, reunir todos os seus estabeleci-
mentos em nm s annuncio, pelo qual o preco de um ser de todos, promette-
mos que nao infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, aonunciar os gneros
por nm preco, e na occas5o da compra quererem por outro, como socede constante-
mente em outras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar isto)
anda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seos fmulos que
serSo tambem servidos como viessea pessoalmente fazendo-nos o favor op \mandar seqs
pedidos em cartas feiadas; para evitar qualqner engaos, remettendo/n urna ctmta
pela qual se ver os precos tal qual annunciarmos, que seoao arrpender petsoa
aJguma que fizer. saa despenda em nossos estabelecimentos-; pois poupar mais de
5 por cento na sua despeza diaria.
Dit PEDRO DE ATTAHYBE
MEDICO, PlRTEmO EffffUMI.
S flll <--- fliAlft Mflft gl^ 12>_p_y|___w-_____
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 s i {
aoras da manhab, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepc-O dos dias santincactof
Pharmacia especial homeopatfca
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteirii
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dyainanaisacoes e pelos precos saguintei
Cartearas de 12 tubos grandes. 120000
de 24 tobos grande. 18*000
> de 36 tubos grandes. 244000
de 48 tudos grandes. .. 300060
. de 60 tubos grandes., 350000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com o remedkH
que se pedir. ""
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia enea 10000.
Sendo para cima de 12 custarao os precos estabelecides para as carteiras
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 res.
BOU SORTIHEWO DE
FAZENDAS PRETAS
moreantiques a 20500, 20600, 30, 305OO, 40 e 50000 o
.

Gros de aples preto a 10500,10600, 20, 30, 30500 e 40 o corado.
Gorguro preto de superior qualidade a 20500, 2.?800, 30 e 40 o co-
vado.
Superiores
covado.
Bons cortes de moreantiqne.
dem de gorguro adamascados.
Bons pannos e casemiras.
Sup riores alpacas, princetas, merinos e bombazinas.
Bons villudos pretos. .
Grande variedade de chales de filo preto e de guipure a 50, 60, 80,
100, 120, de 165 a 203, e de 2o0 a 800 cada um.
Superiores retondas de fil preto e de guipure a 80, 100, 120 e 250,
e de 300 a 600 cada urna. _.____. a
Superiores algerienes de filo preto e de guipure de 120 a 250, e de
300 a 600 cada urna.
Bo:is chailes de seda prela.
Ditos de Merino preto bordados e outras muitas fazeidas pretas que
seria enfadonhe enumera, na
DE
iesk
IiOJA DAS COIiUMWAS
ANTONIO CORREU DE VASGONCELLOS & C.
RIJA. DO CRESPO S. 13
PHOSPHATO DE FERRO DE LERAS
INSPECTOR DA ACADEMIA DE PARS.
Nao existe medicamento ferruginoso lio notavel como o phosphato de ferro de
L ; s assummidades medicas do mundo inteiro adotaram-no com solicitud sem igual
.. ,1,'naes da sciencia. As cores paludas, dores de estomago, digestoes penosas, ae-
ro mv ile -eneas .liffics, idade critica das senhoras, irregulandade na menstruacao,
i sadosaagae, lyaiphat srao sao cralos rpidanenteou ni>diQcados por este ex-
! nte composto. t: o conserva lor por excelencia da mu-Je e declarado superior nos
ademias a todos os ferruginosos conhecidos, ao idoreto e ao citrato
rro porque o nico que convem aos estmagos delicados, que nao provoca consli-
da sau Je
itaes e pelas academias a todos
rro, porque o unioo que convt--------
pai 5o nico tambera que nao enegrece a bocea e os dentes.
Em Pars na rua da Feuillade n. 7.
venda em casa de Maurer, e A, Caors.


I'ECHIMMA SEM IGUAL
Ricos cortes de gorguran de seda pretos adamascados para vestido cora 13 metros
ou 18 a 20 covades cada corte, largara de chita franceza. pelo baratisslmo preco de 500
cada corte : oa loja das columnas da rua do Crespo n. 13 de Antonio Correia de Vascon-
celos & C.
Hfe
YJERDADEIRA AGUA
PASTURAS DOS SAES NATURAES DE VICHY.
VENDE-SE
Na botica e drogara de Bartholomeu & G. Rua larga do Rosario n, 34.
HUMERAL
Acabam de receber G. Paes do Amaral & 0.
5 RUA DO CRESPO 5
Antiga casa de Cinllhcinic da Silva Ciuimares
Ricos cortes de vestidos de gros-de-naples preto, com lindas barras bordadas.
Moire-antique preto em cortes e em pecas, liso, ondeado e com palmas,
Gros-de-naples preto, de diversos precos e larguras.
Gorguro preto, fazenda superior a todas pela qualidade, e bonito tecido.
Este estabelecimento
aetn-se sortido com numerosa quantMpie de filos pretos, de algodSi, de linho e de se-
d;i. manufactura ios em
ckales
retondas
algerienes fbournus)
anamites
africaines
Pippadour
DE FANTHASU 1
Receberam tambem bonitos cortes de popeline de listras da cores, e matisadas,
i*to. modernas, de gostos inteiramentenovos; e outras muitas fazrodas de gosto, fia-
das pelo ultimo vapyr.
G. P. BO AMARAL C.
MAATEICA
Manteiga ingleza perfeitament flor che-
gada ltimamente a i, 12o rs. a libra, e
em barril ter abatimento.
Manteiga franceza da safra nova a 800 rs.
a libra e em barril ter abatimento.
BANHA
Banha refinada superior a 64o rs. e em
barril ter abatimento.
CHA
Cha uxim de primeira e superior qualida-
de a 2,800 rs.
dem hysson o melhor neste genere
2,600 rs., e sendo em porc5o ter abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,800 a 2,5oo rs.
a libra.
Biscoutos
Latas com superior biscouto inglea de di-
versa marcas a I,2oo rs. a lata.
Bolaehiahas
Latas com boiachinhas da acreditada fa-
brica de beato Antonio, proprias para dar a
doentes de 2,ooo a 3,ooo rs. a lata.
dem com quatro libras de botachinha de
soda a 2,ooo rs. a lata.
Queijos
Queijos flamengos chegados pelo ultimo
vapor de 2,3oo a 2,5oo rs.
CHOCOLATE
Chocolate hespanhol a l,eoo e l,2oo rs.
a libra, francez o suisso a l,ooo rs. a libra
e portuguez a 800 rs. a libra, em por$o
ter abatimento.
VINHOS
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tadas marcas, como sejam t Madeira Seeca,
Duque do Porto, Velbo Secco, Lagrimas do
Douro, Maria Pia, D. Luiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a t,ooo a garra-
fa e 9,000 a i2 000 rs. a duzia.
Yinho Figueira e ^isboa das melbores
marcas a 4oo o 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4,000 rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. a garrafa e a 4,5oo rs. a caada.
Superior vinho de Lisboa e Figueira em
ancoretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada.
Caixas com urna duiia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,000 rs. a caixa e
7oo rs. a garrafa.
CAFE
Caf do Rio de 1.' 2.a qualidade de
6,800 a 8,200 rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
SABIO
Sabo maca de primeira qualidade de 24o
rs. a libra.
Serveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a 7oo rs.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como seja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du-
zia e a 5oo rs. a garrafa.
BJIES VASIOS.
Boies vasios, looca ingleza muito pro-
pria para manteiga e deposito de doce de 4
a 12 libras a I,2ooe2,5oo.
FARINHA DO MARANHO.
Farinha do Maranho a 240 rs. a libra.
SAG'.
Sag muito novo a 4oo rs. a libra.
ARARUTA.
Vinagre
Superior vinagre de Lisboa a 2,000 rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais baixo para 2oo rs. a garrafa e i,4oo rs.
a caada.
Azeite doce
Superior aierte doce de Lisboa a 7oo rs. a
garrafa e a 5,5oo rs. a caada.
FUMO CAPORAL.
Latas com superior fumo caporal a l,8oo
irs. a lata.
Passas
Superiores passas a 2,5oo o quarto e
9,500' rs.| a caixa de arroba hespanhola e a
560 rs. a libra.
* GVEBIU
Genebra de laranja verdadeira a lo,5oo a
duzia e l,ooo rs. ao frasco.
Genebra de Hollanda verdadeira a 6,000
rs. afiasqueira e a 56o rs. o frasco.
Idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da ums.
Garrafoes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,000 rs. o garrafo. Tambem
ha garrames com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
6,000 rs. cada um.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
dem de carnauba de lo a 12^>oo rs a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
timos.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeooathico do Dr Jai"
dous grandes volumes com diccionario.........* 2AV11
Medicina domestica do Dr. Hering........'. lOOO0
Repertorio do Dr. Melio Moraes..........] Jw)
Diccionario de termos de medicina.......... MQqO
Os remedios deste estabelecimento s3o por demais conhecidos e" dispensam or
tanto de serem novamente recommendado as pessoas que qokerem osar de remedioi
verdadeiros, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor que se podo desojar, globos de
verdadeiro assucar de leite, notaveis pela ana boa conservaco, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparado, e portante a maior
energa e certeza em seus efleitos. "7.*
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualqner enfermidde ou fazer-se-lhe analouer
operac5o, para o que o annunciante julga-se sufflcientemente habilitado.
0 IraUmento o melhor possifel, tanto na parte alimentar, como na medica
funecionando a casa ha mais de quatro annos, ha omitas pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, qae podem ser consultados por aquellos que desejarem mandar seos
doentes.
Paga-se 23 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 15500.
As operaces sero previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annunciante. ^^
PEIXE
Peixe em latas j preparado de 1,000 a
4,2oo rs. a lata
ALPISTA E PAINCO
Alpista e paiaco muito novo de 3,8oo a
4,000 rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a. li-
bra.
CHARUTOS.
Superiores- charutos do fabricantes Simas,
Imperiae, Delicias, Parisienses e outroe de
2,2,5oo e 3,ooo rs. a m temos Suspiros, Havaneiros, Ligueiroe e
outros muitos que vendemos por mdico
prego.
Licores
Licores francezes e portuguezes a l,ooo e
i,4oo rs. a garrafa ou frasco.
Doces
Doce da casca da goiaba em caixes e la-
tas a l,2ooo caixo e 2,8oo rs. a lata.
Frutas
1KMAZEM DE FAZEVDAS
DE
CUSTODIO C ARVAlilIO C .
27 RUA DO QUEIMADO N. 27
Madapolao francez muito fino, tendo pouco mofo, cada peca com 27 varas oor
103000.
La de cures a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rSs o covado.
Finos organdis a preco de 800 rs a vara.
Lencos brancos para algibeira a 2$000 a duzia.
Finasperclaras a preco de 400, 440a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de laa de barra de 105 a 30|$000.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
MACHINAS DE PATENTE
DE TRABALHAR MAO Pj\RA DESCA-
RGAR ALGODAO
FABRICADO POR
FLNT BROTHERS & C.
OLDAM.
Estas machi-
nas podem des-
^tiLaJl j| Hg^sCarocar qual-
quer especie de
algodao sem
estragar o fio,
sendo bastante
duas pessoas
para o traba-
lho; pdedes-
carocar urna
arroba de al-
godao em ca-
roco em 40
minutos, eu
18 arrobas por dia ou cinco arrobas de al
Novidades do Vigilante
RUA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sortido come todos sabem,
boje mais que nunca, n3o s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de consignaces; parece sem godao hmpo.
duvida que deve offerecer grandes vanta- Ass,m como achinas para serem movi-
dn nara npAon ammxa rainha dandis al PreCos como na escolha dos objectos, e CO-
e outras frutas a oo
Tambem ha latas grandes para l,2oo rs. a
lata.
AZEITE DE REFINADO
Superior azeite francez refinado a 8,000
rs. a garrafa e a 9,ooo rs. a duzia.
MOLHO ING1EZ SAUCE
Molho inglez Sauce em frascos grandes
com rolha de vidro a l,8oo rs. o frasco em
duzia ter aba limen *.o.
RATATAS.
Gigos com 3o libras de batatas a l.ooo rs.
o gigo.
SARDINHAS.
Latas com sardinhas de Nantes e Lisboa
de 4oo a 46o rs. a lata.
FUMO AMERICANO.
Superior fumo em chapa a 1,400 rs. a
libra.
ERVILHAS
Latas com ervilhas e feijSo verde j pre-
parado 6io rs. a lata.
MASSA DE TOMATE
Latas com 1 libra de massa de tomate a
64o a lata.
VERMUTH
Esta bebida muito fresca e estomacil e
muito propria para a presente estaco. a
qual vendemos a2,ooo rs. a garrafa e 180
a duzia.
Araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Pimenta, cominho, cravo, canella. ervadoce, alfazema, tijollo para limpar facas pa-
litos para dentes, palitos de fogo, e outros muitos gneros que se tomara enfadonho
mencionar, aflamando cinceridde nos precos e o bom acondicionamento de qualquer
genro.
Cevadinha de Franca
a 160 rs. a libra, e de 8 libras para cima a 120
rs.: dj armaiem da Liga, rua Nova n. 66.
Lantljlas.
A loja da Aurora, na rua larga do Ro?ario o. 38,
receben sortimento de lantijelas multo delicadas e
proprias para qualqner enfeite, assim como tam-
bem receben lavas de Jouvin brancas e de cores
para bomem e senhora, multo frescas, ebegadas
pelo nltimo vapor, tndo isto na loja da Aurora,
roa larga do Rosario n. 38.
5 RUA DO CRESPO 5
t
Ven
Uir.a casa sa villa da Ecada no patea d reir,
m rada com lijoll, proprifl para q'ialaer ts-
ia>"i'-''in)oto : a tratar na meas* villa com An-
tooif Torqnato.
- Vende-se casa'tefrea slla na Bo-Visu rsi
60 J-'-mfn d. 4 : qoem pretender dirija-se a rsa
Dir la casa terrea 1. 5?, que achara com quem
trat'.
Cigarra* autbsthmatleo de *oj
A videncia e a reptlicao dos accessos desU mo.
lestia sito prevenidos, impedldoa e corados com 0
aso constante deste remedio : htica do Pinto, roa
do Rosarlo Larga n. 10.
vende-senma buaescravit toado tt asnos,
com boas habilidades, nm eserivo, nma meleca,
um moleqoe e dnas negras com habiHtede de
idade de 13 i3 anaos : na travessa te Carmo
n. 1.
Pee b i u cha
Vende-se a taberna da roa da Gnia n. 36 pro-
prio para principiante, e o motivo se dir ao com-
prador.___________________________________
"Vendem-se garrafas e botijas vasias e lava
das: na roa da Soledade n. 38. ____ ^
Veodenwe 400 pedraasara ladrilte, vindas
da liba : ajfattr. na raa do Vitarlo a. 14.
Yeude-se nma masseira de amarello em per-
feito eflado, e mais pertences para nma padaria,
na estrada aova, segunda taberna a direita, depols
do sobrado grande: a tratar na mesma, das 4
boras da tarde em diante.
'
GAZ.
No an
Caes te
te roa te Imperador n. 3
l. S, tem para render-se
tente no mercado.
on
O I
no
Na roa do Queimado n. 40
Cnes de liaxlaha te cor, benitos gostos, coa
15 covados a 3#600.
Cassas organdys de cores, covado 40, pecas
de algodaozlnbo largo com 17 varas a 4.
Lilas de dito com 17 varas, OMit encorpado,
com pequeo defelto, a 40500.
Grstenaple preto-molto superior, covado Sf.
Dito dito a 10000.
Retondas te randa preta {00.
Chale* de renda preta a 80.
i
Grande Bcchiacka le maapelt ctl
anfia.
Paredes Porto vende ama grande porcio te omI
dapolao avartate, faxente de 104 e 110 a peca, tnii_>-_-
60500 e 70 cam peqaeoo toqae : ni roa da Impe- ^
ratrk n. 5a, armaiem te pena larga Junto a pa
darla franceza.
vapor tDouro e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionarlo alguns,
por nSo ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
tecc5o de todos.
Riqoissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinbas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porta joias e necessarios.
Riquissimos estojos a feitio de nm bausi-
nho ou cbapeuzinbo.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Ghaposinbos e touqoinbas de muito
gosto para criancas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de Adres propria
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
seuhora.
Riquissimos porta boquets. .
Boquet de flores com nma borracbinba
com ebeiro.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Riqoissimas plumas e guarnieres para
enfeitar chapeos.
Con tas e tubos de ac branco, que ha
mu i lo se desejava para enfeites.
Brincos, flvellas e crozes de crystal.
FiveUas e crozes de tartaruga, madripe-
rola e dourados.
Alfioetes para gravatas.
Botoes com croas para ponhos.
Gravatinhas e mantinhas de muito gosto,
tanto para homem como para senhora.
Riquissinfos aderegos pretos, assim como
caixinhas com alfinetes pretos.
Bengallai de canoa com cabo de marflm.
Ditas de baleia, borracha e de outras
muitas qualidades, assim como chicotinhos.
Riquissimos pentes de tartaruga do ulti-
mo gosto; sstm como de arregaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as qualidades.
Diademas para cabecA do nltimo gosto.
Riqoissimas fitas lavradas e lizas.
das por animaes, que descarecam 18 arro-
bas de algodSo limpo por dia; e motores
para mover orna, doas oo tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender nm bellissi-
mo vapor que pode fazer mover seis destas
machinas mencionadas; para o que convi-
da-se aos senhores agricultores a virem ver
e examina-lo, no a mazem de algodao, no
largo da ponte nova n. 47.
Sauuders Brothers de C.
Recife praca do Corpo Santo n. 11.
Os nicos agentes neste paiz.________
O castello de Grasyille.
Tratando do franeei por A. J. C. da Cru.
Vende-se este bello romance em qoatr
tomos pelo baratissimo preco de 30OOG
oa praga da Independencia, livraria na.
6 e8.
Trancas pretas com vidrilho e de eres.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Ligas de seda e de algodao.
Suspensorios de seda e de algodao e mui-
nonciar por nio ae tomar enfadonho.
S no Gitio Vigilante roa do Crespo n. 7.
Frameisco Jos tfermano
RUA NOVA N. 22,
acaba de receber om lindo e magnifico sor-
timento de ocolos, lonetos, binculos, do nl-
timo e mais aparado gosto da Europa e oco-
los de alcance para obaervacoes e para os
martimos.
_i i i -1 -......- ----- -- -
Vendem-se
machinas americanas de serrote para descarocar
algodao: na roa da Sentala wova n. 41________
Roupas feitas de todas as qualidades
Vende-se ronpa feita, sendo calcas de cores e
pardo a 20, dilas de brira branco de linho a 30500
e 40, calcas da casemira preta a 50, 60 e 80, di-
tas de cores, meia casemira, a 30 e 30500, ditas
de casemira a 60, 70 e 80, paletots de brim do
cores a 10, 30500 e 30, ditos te brim branco a
a 40500, ditos de alpaca preta a 30 o 40, ditos te
casemira de cores a 50, 6, 7, 8 e 100, ditos te
panno prole a 60, 7,8 e O0, colietes de coras a
10600, de casemira a 30 e 40, ceroala franceza a
10600 e 20200, camisas francesas Boas brancas a
peitos de cores a 10 a J08GO, ditas ingieras de B-
aho te pregas largas a 10800, 30 e 30500 : na
roa te IroperatrU, leja da Arara n. 86.__________
VapDres.
Vende-se em casa de Saooders Brotbors & C,
ao larao do Corpo Santo n. 11, vapores patentes
coas lodos os pertences proprios para haer mover
tres oo qoatro machinas par teBcarntftr algodao.
FABRICA
De ealde:reirt e liadife t ferra, si-
sekraaze; fjanasesertftav
s calderelro o fo-
difio te maiaes te roa; Imperial ns. 154 a 15
o tratar com a vfan te Senaatta Jos te -Sil
na roa Nova a 35, oa na rua da cadeia n. 67.
-Msa
M
i
i
> -


Diarlo de
o Salteado t lalo de 1866.
+
MOICLOPEDIOA
t t Rui da laaperatrlz amn
la porte larga ftt.
Jnit e podarla fradeeza de
Paredes Porto.
Neste estabelecimento encontrar* o respeitavel
publico om variado sertitnento de hiendas franee-
zas, lagteons, sulssas e allemes, que se'vendern
por prego offlttodo.
Paredes Porto
Vende c nales de renda de cores qae se vende-
ram a 18 est vendendo por 6*, ditos pretos, fa-
senda novn, 5*, 6*, 8* a 20*, nm sortimento com-
pleto de manteletes, capas e soutambarques 14* a
25*. Ra ca Imperatriz n. 42, Junto a pactarla [ran-
een, armazem da porta larga.
Paredes Parto
Receben om completo sortimento de laasinhas a
340, e 280 rs. covados, para acabar, cambraias de
armazem da porta larga.
Pandes Porto
Receben para eortinados para
cambraia com flor de seda, gostos inteira
mente notos a WO e 500 rs. o covado, no armazem
da porta I; rga n. 52, ra da Imperatriz junto a pa-
daria franceza.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete um sortimento de
cruzes com pedras para o pescoco, bonitos caxinels
d la para pesclo de senhora. Ra da Imperatriz
o. 52. grpmem da porta larga.
' ~>v-- PateifitPorto
Vende corles de gorgorlo preto para vestide com
SI corados oda usa 35*000, grsdenaple reto a
1*600,1*800 e 2* o covado, las lizas finas \ 400
rs. o covado, lias de qnadrnfao para vestide, enfes-
tada, a 320 rs. o covado. Ra da Imperatriz n. 52,
armazem da porta larga.
Ranpa feita
Ra da Imperatriz n. $2 armazem da porta lar-
ga junto a podarla franceza, encontrase neste es-
labelecimento em completo sortimento de paletos-
saceos e sobrecasacos, de todas as qnalidades, ai-
ras, colleles, ceroulas, camisas, grvalas, meias,
chapeos de sol, ditos fraoeezes para cabeca, por
pregos coraraodos, reopa para menino e ontras
mnitas fazendas por pregos commodos, armazem
da porta Larga.
o mesrao estabelecimento encontrar o respei-
tavel publico, sempre um complet sortimento de
roupas fetas de todas as qualidades, como sejam
paletos de alpaca preta e de car, ditos sobrecasa-
cos a 4* e o*, ditos de'brlra parlo a 3*800, 3* e
3*500, ditos tinosa 4*, ditos meias eazemira a
3*500, 4* e 5*. ditos eazemira-saceos a 6*, 7*, 8*
e 10*, ditos sobrecasacos a 10 e 12*, ditos de pan-
no saceos a 6*, 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 12*
e 25*, di tes de merino preto a 6*, 7* e 10*, cal-
cas de briol de diversas qualidades a 1*800 a 4*,
ditos'brancos a 1*500 e 6*00, ditos eazemira 5*,
f* e 7*, ditos pretos a 5*, *, 8* e 10*, ditos
meias caremiras a 3* e 4*, coletes de diversas
jnalidades, seronlas francecas de algodao, ditas de
inno, ditas de'bramante a S* e 2*500, carnizas de
algodao de linbo francezas de 2*500 e 3*. Grao
de pecnincba neste genero, grvalas de todas as
qualidades e 'brancas para casamento, grande sor
'.imento de meias para sechoras, ditas para bomens
a 3*, superiores a 3*500 e 4*.
Um completo soriimento de chapeos de sol de
alpaca a 4*, ditos de seda a 5*, 7*, 10* e li,
titos franceses para cabeca, grande sortimento
a 6*.
Vestidos
PeeMaeha sem lgn.il.
Cbegou a loja de Paredes Porto -um bonito sor
timento de vestidos de tarta lata de cores e branca.1
que serve para partidas por ser ama phantasla Id-
tetramente de posto pelo barato prego de 4* e
trancos a 4*500, esto acabando-ee : no armazem
da porta larga ra da Imperatriz n. 52, jamo a pa-
lana franceza.
Cortinados,
Cbegou a loja de Paredes Porto nm complete
sortimento de cortinados ricamente bordadas a
preco de .'o*. 35* e 45* : a roa da fmperatri:
n. 52, porta larga junto a padaria franceza.
Ricas romeiras.
Paredes Porto receben pele ultimo paquete um
sortimento de romeirade guipnre pretas e de fil
a preco coaimodo : na ra da Imperatriz n. 52,
porta larga junto a padaria francesa.
3S000
Cortes ae laa escocesa para vestido a 3* o or-
le : na rus. aa Imperatriz n. 52, loja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, esto e acabando.
Para luto.
Las pretas com salpicas brancos a 400 e 500
rs. o eovado : na ra da Imperatriz n. 52 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
A SALSA PARRILHA DE AYER
PARA A CURA RAWCAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, Itera, ckagu, litas, bronchocele, papo ou papeira, a syphilis, enfermidades venenas ou mer-
cantes.
AS MOLESTIAS DAS MULHERES
retengo, menstro doloroso, ulcerarles do tero, flores brancas, etc., ulcera-
c3o, debilidade, expoliado dos osos, a nevralgia e cennsoes epitepticas
quando causadas pela escrfula.
ERYSIPEliS ERPES; ETC. t,
Enfermidades cutneas, ernpeSo, borbnlhas, ptistuias,
nascidas, etc.
O extracto composto de salsa parrllfaa, confeccionado pelo Dr. Ayer, eurna
combinado dos melhores depurativos e alterantes conhecidos medicina; e confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado e receitado pelos primeiros mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias, e
cora 240rs.o coyado, riseado mnwiiniw| mBtas oulras partes ^ mundo 0 reSuliado de estudos apurados e minuciosos, e de
t&SSgSL m,mVISS experiencias feilas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por nmitos annos nos princpaes, hos-
pitaes e enfermarias da America; tcm sido approvado pelas academias ae meaicind e
juntas de hygienne das principaes capitaes da America do Norte; para prova disto vede
cama franceza a. os attestades authenticos no Almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes se dis-
!_?,* KT^J!?^fL.a.iy/J!L,M^ t"Duem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
peca, cortes de tarlatana de bonitos gostos a d#ouu _,_ ... n r- awr-n
. 4*, camoraia com flor de seda, gostos inteira- J SfiLSA PARILHA DE AYER
Especialmente cffleaz na cura das molestias que tem ana orlgem
a escrfula, aa infeceo Tenerea, no uso
exccsslTo do mereu lo ou qnalqner Impureza do sangue.
A molestia ou infeccSo peculiari conbecida pelo nome de escrfula, um dos ma-
les mais prevalecentes e universaes que ha emtoda a extensa lisia das enfermidades que
atacam a nossa raca; disse um celebre escriptor da medicina que mais de.urna terca
parte de todos aquelles qu morrem antes da velhice s3o victimas, ou directa o indirec-
tamente de escrfula; por isso so nao lao destrucliva, porm a principal causa de
muitas outras enfetmidades que n5o ibe s5o geralmente attribuidas.
* -urna cansa directa da tsica pulmonar, das molestias do ligado, do estomago
e affeceties do cerebro; entre seos numerosos symptomas acham-se os segmntes: taita
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvura transparente eoutras
vezes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos msculos ao redor da boc-
ea; digestao fracs e appettite, falta de energa; ventre enchado e evacuado irregular;
quando o mal tem seu assento sobre os polmoes urna cor azulada mostra-se em roda dos
olhos; quando ataca os orgSos digestivos, os olhos tornam-seavermelnados; obali-
to ftido, a lingua carregada; dores de cabeca, tonteiras, etc. Naapessoas dedispost-
c3o escrofulosa apparecem frequentemente eropgoes na pelle da cabega e outras partes
do corpo ; s5o predispostas s affecces dos pulmes, do figado, des rins, dos orgaos
digestivos e uterinos. Portanto, n5o s5o smeote aquelles que padecem das formas ul-
cerosas e tuberculosas da escrofula> que necessitamde proteccao contra os seos estrago^;
todos aquelles em cujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagello (e s vezes *
bereditario), est5o expostos tambem a soffrer das enfermidades que elle causa, que eao:
A tfsica, ulcerares de figado, do estomago e dos rins; erupces e enfermidades
eruptivas da cutis, rosa ou erysipela, borbulhas, pstulas, nascidas, tumores, rbeoma,
carbnculos, ulceras cbagas, rheumatismo, dores nos ossos, as costas e na c?j*>ca>
debilidades femininas, flores brancas causadas pela uloeracao interior, e .enfermidades
uterinas, feydropesia, iodigesto, enfraquecimento e debilidade geral.
Offerecemos a estas pessoas om abrigo seguro e um antidoto efBca contra esta
molestia e suas consequencias na
SALSA PARRILHA DE AER
que opera directamente sobre o sangue, purifleando-o e expulsando delle a corrupcao e o
veneno da molestia; penetra todas as partes e todos osorgts do corpo humano, livran-
do-os da sua acc5o viciada e inspirando-lhes novo vigor. um alterante poderesissimo
para arenovago do sangue, e-d ao-corpo j enfraquecido pela doenca, forcas e ener-
gas renovadas como as da joveotude.
E tambem o mdb@r anty-sphilitico conliecido
cura permanentemente as pe-iores formas de sypbilisj e as suas consequencias, Pouca
necessidade ha de informar o publico -do inestimavel valor de um remedio que, como
este, 'iivra o sangue desta (orrupc5o e arrebata a victima das garras de urna morte lenta
e ignominiosa, porm inevitavel, se-o mal n5o logo combatido com energa.
um poderosissimo iterante para a renovado do sangue e para dar nova for-
ca ao corpo j enfraquecido pela doenca.
Sendo composto de productos vegetaes, es'-e medicamento c innocente caomes-
mo tempo efficaz, um fado de immensa importancia para aquelles que muitos dos remedios alterantes offerecidos ao publico tem por base o mercurio ou e|
arsnico; e sendo assim, bem ques-vezes podem effectuar curas, comtudo deixam suas'
victimas carregadas de umalonga serie de males, muitas vezes peior do que o mal ori-
ginal. A nica oousa necessaria para obter urna cura radical seguir com juizo e cons-
atncia as direceoes que acompanbam cada frasco.
Nao pretendemos promulgar, nem queremos que se inflra que esta composicoa
um pemedio infallivel para a cura de todos os padecimentos humanos ; infelizmente
escrfula e a syphilis sao enfermidades <3o sulis as suas naturezas, e arreigam-se tao
firmemente no sistema, que muitas vezes evadem eresistem aos remedios mais pode-
rosos que a scieacia humana.pde inventar para combtelas: o que dizemos que o
Extracto composto do salsa parrilha 4e Ayer
a melhor preparado at hoje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que
urna combinado dos alterantes mais efficazes conhecidos, e que esta combioagio tem sido
regulada por longas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos consciencia de of-
ferecer ao publico o melhor resultado que possivel produzir, da intelligencia e pericia
medica dos nossos lempos.
Este remedio deve sentomado com systema e regularidade, e nao com abandono,
pois -um remedio e nao bebida.
mais proprio as pilulas catharticas de Ayer, que sao efficazes na cura da molestia, que
m por causa um desarranjo dos orgos digestivos. Pedi a salsa parrilha de Ayer e
nao aceita i o.utra .preparacao.
Pernambaco, ra Nova n. 18, pharmacia franeezade P. Maurer & C.
(ftANiE MTABBLECItEfVTO
no

Cortes de cambraia com palmas na leja do ]
Pav3o.
Vendem-se cortil de cambraia branca com pal-
mas, sendo fatenda muito boa, pelo baratisslmo
Sreco 4e 8*500 para acabar : na loja e armazem
o Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Uva.
Lencos forneos a 10 rel 1
darcla.
Vendem se lencos brancos fazenda moito boa
pelo baratissimo preco de 2* a dozia, Ditos com
barra de cor a 2*000 isto para acabar na loja d-
Pavao na ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Sio ,
ta.
Poupelinas modernissimas a 400 e 500 rs.
o covado na loja do Pavo.
,. Vendem-se poupelinas muito finas sendo fazenda -
ment de fazendas francezas, inglezas, as quaes muito moderna de quadrinhos e liza vendendo-se LOfleS uC lailalana B8 li-ja (i l'avf.
vendero mais barato do que em outra qualquer pelos baratos precos de 400 e 300 rs. o covado na Vendem se os mais modernos corles de llrlfami
parte, comprometindose a mandar levar qualquer toja do Pavao na ra da Imperatriz n. 60 de Gama Com as mais lindas barras de cor, pelo baraiijiruo
& Silva. preco de 5* cada nm, sendo neste artigo o ir.elhor
Grosucnaples pretes dO Pavao. que tem viudo ao mercado : isto na lojae arma-
VeDdem-se superiores grosdenaples pretos pelos' zem do Pavo na roa da Imperatriz n. 00 de Ga-
baratissimos precos de 1*500, 1*600, 1*800 e 2* ma & Silva.
sendo lazenda
da Iaaperatrlz, W. 60
DE
GAMA & SILVA.
LOJA E ARMAZM DS FAZENDAS.
Tendo os propietarios deste grande estabelecl-
mento feito om grande abatimento em muitas de
sois fazendas, pela occasiao do balnco que deram
no ultimo de dezembro de 1865, resolveram vender
muito mais barato do qae costumam aflm de cada
vez mais agradarem aos sens nnmeroaes fregue-
zes ; por -tanto Ihes offerecem nm avulado sorti-
Chilasa J80rs., &Pa\e.
Vande se o mais bonito sortimento de' chita? in-
glezas, padrees miudinho?, claros e escaros, e ten-
do tambem roas para lulo, aflaDcandose serem
cores fixas, e vendem-fe pelo baratissimo j.reco de
5nJ8fil5?n8 ,eoyi0' oa Peca c.m 38 covado*
por 6*800 : jsto na loja e armazem do Pavao. na
rna da Imperauiz n. O, de Gama & Silva.
Vestidos brancos.
Jegr,ID ??" loja d0 PaTSo os mii8 boaito
cortes de vestidos de cambraia branca com booi-
las barras todas braocas, assim como com barra*
de cores, sendo fazenda transparente e muito Una.
lendo cada um corte bastante fazenda e muita ro-
da, e vendem-se pelo baratissimo preco de 8* a
100 : na loja do Pavo na ra da Imperatriz n.
60, de Gama de Silva.
fazenda em casa dos regaezes que nao poderem
vir a loja, ou a darem as amostras, deixando ficar
o penhor, assim como convidam as pessoas, que
negociara em menor escala qne neste grande esta-
beleeimento encontrarlo um grande sortimento
tanto a retalho como por atacado, vendendo-selhe
apenas pelos precos qae compram as casas ingle-
zas, sendo com o diDheiro a' vista.
As toalhas de Un boda Pavo.
Vendem-83 superiores toalbas de linhos para
roo pelo baratissimo preco de 7*500 a dozia ou
a 640 cada nma.
Gnardanapos de linho adamascado para meza a
2*800 a dozia oa a 240 rs. cada om.
Superior atoalbado de linbo com oilo palmos de
largura sendo branco e pardo, e vndese mais ba-
rato do que em ontro parte, na loja do Pavo na ra
da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os corpinbos ae seda pretos do Pav3o.
Vendem-se os mais ricos eorpmhoe de seda pre-
tos, ricamente enlutados, pelo barato prego de 12*
cada um : na loja do Pavo na roa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Rice vestidos a 80000 rs.
[lediincba admirare!.
o cu vado, sendo lazenda muito boa, s para aca-
bar : na loja e arn-azem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante de linho do Pavo.
Vndese superior bramante de linho com 10
palmos de largara, preprios para lences, pelos
baratissimos precos de 2* e 2*600 a vara, assim
como panno de liobo mullo fino pelos baratissimos
precos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar- [
mazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Canbraias lisas do Pavio.
Vendem se pecas ae cambraia lisa moito supe-
rior, pelo barato preco de 3*200 e 3*500 a peca,
ditas muito finas a 5*, 6*. 7* e 8* : na loja e
armazem do Pavo, ra d Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
PECH1NCHA 1
a 2f$000, para calcas, s o Pavo.
Vendem se superiores cortes de meia casimira
com msela de seda a 2*, ditas Garibaldinas a
MICHIMS
S o Pavo receten .pelo ultimo vapor francez [ **800, ditas escuras a 2*800, ou a 1*600 o cova-1
om rande ser timento dor-mais rjcos corles de | do : na loja e armazem do Pavo, ra da Impera-1
vestidos transparentes com lindas barras "e eofekes-ttriz n. 60, de Gama & Silva.
1#400
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol de panno a 1*400 e
ama grande peehmcha so para acabar : oa ra da
Imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare-
des Porto.
A 1#500.
Vendem-se pegas de tranca preta para eofeites
de vestidos, soutembarques, capas de senhora a
1*600 com 10 varas, ama grande pecbincba : na
roa da tyr-peratnz n. 32 junto a padaria franceza.
48000
Chales de renda pretos.
Vende se cnales de renda preto a 4*000, nice
loja qae pode vender na roa da Imperatriz n. 32,
armazem da porta larga, de Paredes Porto.
S ff* cooi sr*-< a> P o S o
Sg-S
flgg-O
a o o sr"^5 a
3 S. o. p. S o
a
O. os
03
o- os i q cr o. 5- S
00 =->
S K a>
fflt
VENDE-SE
Xo armazem de M. *. Ramos e Silva & Senro. rwa do Vlgarlo
au H, constantemente, osseguintes rticos. |ae
recehem por eneommenda propria de
lEW-YORH;

Legitima salsa parrilha de Bristol, preparada por Lanmao & Kemp.
Verdadeira agna Florida, preparada pelos mesmos.
Gaz em latas de cinco gales, o mais purificado que se pode desejar da acredi-
tada marca F.W.D.4C. .
Relogios perfeilos reguladores, com corda de quatro a oito das, t
br cantes E. N. Welch.
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las
S. Masn (dePhiladel-
phia).
rji ^ 2- S?

C en
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Superior oleo para machinas de costura.
Agulhas para as mesmas.
Breu em barricas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
BORDEAl'X
4.a qnalidade.
[St. Estephe.
St. Julien.
C. Margaux.
C. Lafitte.
I Medoc.
PORTO
Ia qualidade,
Principe Real.
Pedro V.
Mara Pia.
Princeza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque,
I Malvazia.
Vinho fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinho doRheno.
Cera de Lisboa em velas e em gromo.
, Breu em barricas pequea*.
Cera em velas de todos os tamanhos.
Bofiaa.
Merenrio.
Na roa do vayioa. W,prtoeu-o andar. ..,
Vende-se om escravo para engenbo, crioalo
de boa figura e mastre carreiro : a trattr na rna
do Qnetinado n. 44.
V/inde-se nm escravo preto, crioalo, da 20
annos 9 dade, ponco mais on menos", do servieo
dnimnmwmfrftiiw *+ ** poHon.7
aSar.-
7 RCA O QUEIMADO
Madapolo.
Finas pecas de madapelSo com SOvataa a'9^t.
LENCOS,
Lencos de cambraia branca, dtrzia 20.
dem de cores fixas para meninos, daxia 2#400.
camfrralas.
Cambraias de cores a preeo de;260 a 300 n. o covado.
nardanapos.
Guardanapos de linho, duzia 3^600.
Algodao.
Algod5o trancado de dnas largows, proprio para toalbas de mesa, a preco de
I #360 a vara.
Bramante.
Superior bramante de linbo ingiere francez.
C3briia de linho propra para lencos.
ATOALHAD0.
Atoalhado branco para mesa -a ifflQQ a vara,
Entremeios de cambraia maito finos, preco 10.
Udcos de seda para algibeira rjj(600,
de seda, sendo estes vestidos muito proprios para
baile" e passeios, e vendem-se pelo baratissimo
prec/) de 8*000 rs. cada nm, na loja do PavSb na
roa da Imperatriz a. 0 de Gama & Suva.
Os chales pretos de renda do Pavo a 8>000 rs.
Vendem-se os mais ricos chales pretes de renda
com quatro ponas, senda muito grandes pelo ba-
ratissimo preco de 8*.
Ditos de trepare a 45*. 18*, 20*, 25*.
Retondas de dito a 10*.
Manteletes de renda, lazenda muito soperior a
15*000.
Capas e santhambarqnes de grosdenaples bor-
dados, farenda Inteiramente nova,- por "precos mais
baratos qae em outra nnalqner parle.
Isto na loja armazem do Pavo na ra da Im-
peratriz d. 60 de Gama & Silva.
Ostiales do pavo a 2ooe e 25oo rs.
Vendem-se chales de merino estampados a 2*
e 2*900 cada um.
Ditos de merm liso a 3*500.
Ditos estampados 4e crepon a 6*, .7*. e 8*000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 14*.
Na loja e armazem do Pavo na ra da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende o Pavo.
Setim da China -com O palmos de largura, fazen-
da preta para loto, propna para vestidos e rcupas
para homens, sendo esia nova lazenda sem lastro e
de muito boa qualidade, ,garantiodn-se nao tirar
rassa com o tempo e vende-se pelo barato preco de
* e 2*508 o covado, assim como neste eslabeleci-
mento tem om fraude soriimento de todas as fa-
zendas pretas como sejam cassas e chitas pretas,
las tapadas e transparentes, princezas, alpacas,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavo na raa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os baes do Pavo.
Vendem-se superiores baldes de muculina com
moita roda a 5*., ditos crinolmes com 35 arcos a
3*500, ditos coro 20 e 25 a 3*, ditos para meni-
nas, sendo brancos e encarnados a 2* e 2*800 :
na loja do Pavo na ra da Imperatriz n. 60. de
Gama & Silva.
Cambraias de forro a ItffXK) e 2$ na loja
do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia de forro com ao-
ve varas cada pega, pelos baratissimos pregos de
1*600 e 2*: na loja e armazem do Pavo na na
da Imperatriz n. O, de Gama & Silva.
Os cortinados do Pavo.
Vendem-se superiores cortinados adamascados
para, camas pelo baratissimo prego de 1* cada par,
ditos omito Anos ricamente bordados para camas
ou janellas a K*, 200 e 23* o par : na loja e ar-
mazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Panno preto a 20 na loja do Pavo.
Vende-se panno preto. fazenda muito boa, pelo
barato preco de 2* o covado, dito muito fino a
3*300, 4*, o* e<6*, assim como casimira preta-de
cordo a 2* o covado : na loja do Pavo oa ra -da
imperatrlajj. 60, de Gama & Silva.
< Os epartilhos do Pavo.
Vendem-se nma^raode e variado sortimento de
esprtilhos dos mais bem feitos qne tem 'vindo ao
mejeado, sendo de todos os tamanhos, vendendo-se
ponum prego maito razoavel : isto na loja do Pa-
vao! na ra da Imperatriz n. 60, de Cama & Silva.
A salas bordadas do pavo.
vendem-se saias bordadas sendo fazenda mnlto
bOa, sendo ricamente bordadas e com muita roda
vendendo-se pelos baratos pregos de 6* 09 e 10*
rete cada urna na loja do Pavao na raa da Impera-
trir. n. 60 de Gama Silva.
brctaiihaMle rolo a 3,s000]
Vendem se pegas de bretanha de rolo com 10
varas cada pega, pelo baratiss ino prego de 3* :
na loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
itoupa feita.
Na loja do Pavo
Vende-se neste estabelecimento om grande sor-
timento de roupas, tanto de panno como caxemiras,
e bros e pelos baralissimos pregos como sejam
caigas decaxemira preta a6* 7* e 8*000res, pa-
letots de panno.preto saceos a 6* 8* e 12*000 rs.
ditos sobrecasacos de panno finissimo a 12* 18* e
25*000 rie, e ontros muitos artigos que seria en-
fdennos aqal reltalos; s na loja e armazem do
Pavo raa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Loja do pavo
Grandes pechlnehas.
Se dianas a 300 rs. covado
Sedinha* a 500 rs.
Sedinhas a 500 rs.
Vende-se na loja do Pavo, um grande sortimen-
to de sedinhas Iletradas eora as mais bonitas cores,
sendo os padros mais novos que tem vindo ae mer-
cado, e vende-se pelo paratisslmo preco de einco
tostoes o covado, sendo fasenda que valen) maito
mais dioheiro, e grande pecbincba por se ter
comprado urna grande ponida desta fasenda, na
loja e armazem de fasenda do Pavao, rna da Im-
peratriz o. 60 de
Laasinhas matisadas a 320 rs.
Vendem-se as mais lindas laasinhas matisadas
com os mais bonitos desenos, pelo barato prego de
320 rs. o covado ; na loja do Pavo a roa da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Os chales de guipiire a 12$ e
16#000,
Vendem-se os mais ricos cbales de Guipare e de
renda de linbo e seda, pelos baratissimos pregos de
12* e 16* ; grande pecbincba em relaco a boa
qnaljdade e lamanho delles : s na loja do Pave,
ma da Imperatriz n. 80, de Gama & Silva.
Ldazinhas a 200 rs9so
Pwo.
Vendem-se modernas ISazinhas com Iftrdisshnes
gostos, peto baratissimo prego de 100 rs.; gran
de pechincha : s.na leja,ido Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Sedas argas
. Na loja do Pavo,
Chegon.cara alpjado.Ravp um modernissimo
sortimento das mais lindas sedas para vespnos,
sendo ornar de HMrfnbas e ootrt-Se .Sentonts
com as mais lindas corea, eatgnmaa^ropnaspa
as senhora* que atufaren de loto e vendem-se
pelo barato prego de.'|*000 o covado, tendo esta
fazenda quatro palmos de largura, qae facilita fa-
zer-senm vtstido com pencos covades, isto a
loja araus do Pavo na roa da loporatril
60 de Gana PENTEADORES
on roupoes de cambraia bordados proprios
iara as senhoras veslirem de manba.
begou esta novidade paia a loja do Pavao,
muito lindos e do melhor gosto al boje, por pre-
K muito razoaveis: na loja do Pavo, raa da
.leratriz n. 60, de Gama & Silva.
Gassas francezas a 240 rs. o corado.
Vendem-se bonitas cassas francezas de cores fi-
xas pelo baratissimo preco de 240 o covado.
Ditas a 280,320 e 360.
S na loja do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Grsdenaple preto a 1$600.
E' grande pecbincba I!
Vende-se grsdenaple preto, sendo muito enca-
pado e de boa largara, pelo baratissimo prego de
1*000 o covado : na ra da Imperatriz n. 60.
Os cachinez do Pavo.
Vendem-se bonitos cachinez de la cu agazalhos
para cabega pelo baratissimo prego de 3*000, s
na loja do Pavao, na ra da Imperatriz n. 60.
MANTAS PARA 0 PESCOQO
a i*, s o Pavo.
Vendem-se bonitas mantas para o p?scogo, pelo
barato prego de 1* : oa loja do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Madapoloes a 3,500 rs. a pessa.
S na loja do Pavo.
Vende-se pegas de madapolio fino com 12 jar-
das, pelo barato prego de 3*500 e 4*000.
Chales de renda.
Na loja do Pavo.
Receberam-se os mais lindos cbales pretos de
renda, assim como as mais modernas e compridas
retondes, e manteletes da mesma lazenda, e vende-
se mais barato que em outra qualquer parte: na
loja e ajmaiem do Pavc na ra da Imperatriz n.
66 de Gama & Silva.
Castor a 310 rs. o covado.
Para caigas.
Vendem-se superiores castores moito encorpados
padroes escuros pelo barato prego de 320 rs. o co-
vado, servlndo esla fazenda tambem para escravos
por ser de moita durago ; na loja e armazem do
Pavo roa da Imperatriz o. 60 de Gama & Silva.
Chapeos para meninas a 6,000.
S na loja do Pavo.
Se vendem os mais bonitos e mais bem enfeia-
dos cbaposionos de palha da Italia, proprios para
meninas, pelo baratissimo prego de 6*000; na loja
e armazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60
de Gama & -Silva.
Attenc&o.
ULTIMA NOVIDADE
PENTES, ENFEITES, CINTOS.
Gama & Silva, acabara de rececer pelo ultimo
vapor francez, om grande soriimento dos mais ri-
cos enfeiles pretos e de cores proprios para cabega,
sendo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
voltas das mais bonitas perolas; assim como os mais
moderaos e engranados pentes da verdadeira tar-
taruga, marchelados sendo a ultima novidade
que tem vindo de Paris, e os mais ricos cintos com
filas maldijadas e iivelas largas, conforme ltima-
mente se osa na? primeiras capitaes da Europa, e
veude-se por prego em conta por ter chegado em
direitura para a loja do Pavo, ra da Imperatriz
a. 60 de Gama & Silva.
As tolandas do pavao a 8 e 1Q&
VenJem-se as mais ricas rotandas de renda pre-
ta, sendo moito grande?, que sao as que mais se
usaro, pelo baratissimo prego de 8* e 10* : na
loja e armazem do Pavo, ra da Imqeratriz n. 60,
de Gama de Silva.
Chitas pretas a 160 rs:
Vendem-se chitas pretas inglezas, sendo fazenda
maito boa, pelo baratissimo prego de 160 rs. o co-
vado, oa 5*500 a peca com 38 covados: s na
loja de Ravo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
ATLANTA
Grande novidade a tOO rs.
Atlanta a 200 rs.
Allanta a 200 rs.
Allanta a 200 rs.
Cbegon para a loja do Pavo o mais lindo sor-
timento desta nova fazenda, com o titulo de atlanta
proprla para vestido e roupas para meninos, sen-
do esla moderoissima fazenda de la com os mais
lindos gostos de quadrinhos e listras tendo entre
ellas 'de edr roa e preta, com listras e quadros
brancos proprias para lato, e vendem-se pelo ba-
ratsimo prego de 200 rs. o covado nicamente na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As cli i las do Pavao a 200 o eovado.
Vende-se o mais bonito sortimento de chitas es-
coras e roas sendo Inglezas, mas com os pannos
to encorpados como os das francezas qae se ven-
dem a 400 ris, e liquidao se pelo. barita prego de
200 ris o covado ou a 7*200 a pega,, garaondo-
se terem 38 covados cada pega e serem de cores
Oas isto na loja e armazem do Pavo na roa da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Armazem do Pav&o,
Vende-se cera de carnauba da melhor qualidade
empaceos, mais norato que em outra qoalquer
parte no armaxem do Pavo na ra da Imperatriz
n. 60de Jooaa 4 Silva.
As cabaiaio.Pavda 2$000
o cyado.
Chegaram para a loja do Pavao as mais lindas
cabalas lindfjkfoatos de flores e lisios, teodo entre ellas al
jtguKfosaa e pretas para quem estiver de luto,
tendo esta nova fazenda 4 palmos de largura qae
facilita fazerse nm vestido com poucos covados, e
vende-se pelo baratissimo preco de 28000, Motena loja o armaiera dowvioi roa da Impe-
ratriz n. 60 de Gao & Silva.
Novidade
para desearocar algodao a
9.00> a serra
No Forte do Mattos prenga de algodao n. 17, da
Medeiros & U, vende-se machinas americanas >
melbor sysiema que ha apparecido por serem
muito maneiras de 14,16, 18 e 20 serras, a 9* a
serra.____________________
Cal de Lisboa
desembarcada do vapor inglez Cassine, vende-so
por cemmado prego, no escriptorio de Manoel l-
nacio de Ollveira & Filho, largo do Corpo Santo
numero 17.
Pecbim-ha admiravel
Lazinbas de quadrinhos qae parece seda a 240
rs. o covado, orna grande pecbincba, est se aca-
bando : na loja n. 52, armazem da porla larga do
Paredes Porto. ^^^^^
Luvas de pellica pretas e ou
tras cores.
miudezas a roa do
Cbegaram para a loja de
(ueimado n. 16.
Potassa
Vend -se potassa nova, de boa qualidade : na
ra da Cruz n. 23, 1 andar.escriptono de Antonio
de Almeida Gomes.
N
Algodao avaji.do
A pre^o de 8# eada peea.
27 fua do Queitnado N. 27.

Na antiga e bem conhecida refioagao raa das
Lararjeiras o. 12, encontrar o respcitavel publico
um completo sortimento de assucar de carogo por
barato prego conforme a qnalidade, assucar refina-
do maito bom a 80, 100, 120 e 140 rs. a libra, su-
perior assucar candi a 340 rs. a libra; assim co-
mo caf em grao boa qualidade a00 rs. e superior
a 240 rs. a libra, caf moido a 360 rs., sevada
moida a 200 rs. a libra, cba preU e verde de moi-
to boa qualidade, este a 2*800 e aqoelle a 2*400
a libra : o assucar e caf sendo em arroba se fara'
o abatimento de 5 por cento nos pregos cima
marcados, velas de carnauba e de cempo'-igao a
400 rs. a libra._____'__________
Sabonetes
Hedlelnaes de alcalrSo.
Remedio efflca? contra as doengas cutane
impigens, burbulha?, comichoes, postulase :-
na pbarttacia do Pinto roa do Rosarlo larga r
Vende-se urna rotula nova de looro '."8-tr
lar na raa do Hcpicio n. 28
; .i
r:;:-;
. 10-
Escravos fugidt s
El Estigarribia ] [ ugio!!!!
No da 2o do mez passado, as 10 horas da noite,
fugio da ra da t Piala desta cidade um cao de
fila geraimente conhecido pelo epitheto de EL ES-
TIGARRIBIA II padaria sttn dmketro fago
certeiro vicissimo de cruzeta victoria
- certa ( PARA ONDE O FRADE VLTA O CA-
PELLOII.. )
Recommenda-se, pois, acs eapites de campo e a
todos em geral, que apprehendam o -indicado EL
ESTIGARRIBIA II e o entregueni ao abaixo asig-
nado, certos de que sero generosamente recom-
pensados.
_____ Ferreira do Costado Salgado.
No da 7 de margo de 1864 fugio da cidade
da Fortaleza, capital do Ceara', Marcellino, escra-
vo do juiz de direito da dita cidade o Dr. Joaquim.
Jorge dos Santos, com os signaes seguintes : mu-
lato, escuro, cabellos carapiobos, nariz cbato, com
marcas de beiigas pelo rosto, ditas de sarnas pelo
loutigo e cosas, baiio, corpo regular, idade 13 pa-
ra 16 annos, natural da cidade da Victoria, em
Santo Anto, sem cuido e muito ladino Quem o
trouxer ao abaixo assignado, ra do Crespo a. 19,
loja, sera' generosamente recompensado.
Jof dos Santos Neves.
Desappareceulo da Io do corrente, pelas 8
horas do dia, um moleque lor nome Germano, com
os signaes seguintes: cor fula, rosto redondo,
ebeio do corpo, baao, de idade 10 para 11 anuos,
tem um calombo atraz da orelba esqnerda, qoe fal-
lando-so com elle enxerga-se perfeitamente, levos
vistido caiga de algodao de riscado escaro suja a
camisa de riscadinho azul, chapeo de palha velno,
quando foge tem por costume dizer qne forro,
portanto roga-se as autoridades policas, capitaes
de campo, o prendam e levem a sea senbor na roa
estreita do Rosarlo n. 23 hotel, que gratificara' ge-
nerosamente^________________ _____
Foglo no dia 29 do mez passado, urna escr&va
crioula de nome Felicldade, representa ter 20 an-
nos de idade, cheia do corpo e levoa vistido de
chita, chales asul. Consta qoe foi sednzida, o a-
baixo assignado, protesta contra quem a tiver em
seo poder, e roga as autoridades policiaes e capi-
taes de campo a aprendo, e mande a ra da Ca-
deia Velha n. 1 que sera' pago todo sea trabalbo.
Esta escrava veio da Macei a pcaco tempo.
Jos Gongalves Torres.
2.
Para vestid
Cbegaram as desojadas cambrtav oo tartatana-
jrtnets cora -lUtrinbatJseodo transparentes e ven-
loowo.rjow *m_imo proco de**00>0 eoite,
i loja- o armazem do Pavo na ra da Imperatriz
Escravo fgido.
Fugio em das do mez prximo passado do en-
genho Dous Irmos, freguezia do Poco da Panella,
o escravo Tbom, carreiro, cor preta ; representa
ter trinta e tantos annos, de estafara baixa, chelo
do corpo ; tem om lobinbo sobre o olbo direito, o
quando anda fgido eos turna trazer o chapeo in-
clinado para este lado, com o fim de nao ser co-
nhecido. Fot escravo de Urbano Jos de Mello,
rendeiro do engenbo Cumbe de Cimi, na freguezia
de Iguarass. A quem o aprehender, on d'ello
dr noticias, promette-se generosamente gratifi-
cago.
Escravo fgido.
Fugio em dias do mez pasudo o escravo Amaro,
crioulo, de idade 30 annos ponco mais oa menos,
estalara regular, c5r fala, olhos pequeos, nariz
chato, boca grande e com falta de denles, e os bei-
gos bastante grossos; rogase, por tanto, a suaiap-
prehenso, o quem o pegar on delle der noticia,
dirija-se ao largo da assembla no Forte do Mattos,
armazem de assucar de Jos da Silva Loyodi C,
qtre seti generoninwnte grarlftendo.
200,11 de ratificado.
Km '3fjae 'MtatffO dontinn posMievfsgto I
crava Claodma, cabra alu e seca do (
pertoneen pltinmmejJto aos Illm. Srs. Jos
da Silva, Manoel Mauricio de Sena e D.
lanada de Castro e Silva que a venden, a
eoFerrelr
-? dh*scrtvaoam***_





Diarto e
fondo &
1866.
LITTERATRA.
i:ai serio escolaatlco.
I
Mas que o Octavio, replicn Godofredo, eo- L calmos, em que a corle te torta ioliabltt vel pela I anda a gravidade altiTez nobre, propria de sua
la escola moderna eomprehende sua aihroosphera quemle e doeotia, um grande na-) profluo.
mero de familias das mais notavels, tequiosas de
beber o ar paro do campo, e de banhar-se em fras
perfeiameote as malheres ; rl-se das qae se riaar
delle! Pencas bem Octavie, e eu t'o promeita se-
guir de boje tai diaate a escota-de que s fiel sec e lmpidas aguas, s
ro. Estou radicalmente regenerado I Prsenle-
meaC tnenso ccmo 9aetD i <*' que; desejava
quetoda's as moiu.?88 ,IVciSe, s bocea para
Em m q'aario de um dos tois bellos sitios do
arreidlJe de *, estavam tres mtalos, que
por entre as furaagadas de optoio3 havanen-cs, si- poder beijar!....
botavara as delicias de urna das mais adubailis c- ,, .
"unum"s E eu promello, respdndeu Alfredo, sustentar
a rainha theoria com iodos os argumentos e provas
O aposento, em que elle* se achavam acampa- de que poder dispor. E desde ja /ago a todos aquel-
do*, era d>) urna siropieicrde, e ik. ilioho tal, que les que enr-,ram a mulher pelo prima da perver-
por si s aecusava o deleno do seu aquilino. sao, responsaveis pelos erros e desvos que ellas
Urna grande meza de amarello, sobre a qual es- 'DtCenlemeote commettem I
lava collocada nma estante cheia de livros urna.' ~ Como l sso ? perguntoo Godofredo; eis
red*, am lavatorio cheio de perfumaras, um ca-1 umf proposifao al lamente hertica, e contra a qual
bid, urna cama de ferro, daas mallas, urna ca-1prolesla a bumaniaa<"> e !*>'<
deira deballanco de palha, urna espingarda
Apoiadissimo I
Octavio; este oc*s
- ..Kv..uiiuju i ajantes
Alfredo merece dignamente as honras de nma es-
' tata colossal, erigida por toda as malheres pre-
ca$a e un jogo de pistolla pendurados parede
e Qaalmente alguns quadros, que poderiam natu-
...___>.__,Z___".... y ., : sentes,fu uras, e a passadoj .., Accusador gra
taimente excitar o pudor as faces avelludadas da ,; .. "VT_. _._
donzella recatada ; eis o que compunha a mobilia 10,t0 J sexo masco1lDO>ella meretre ainda Pr
de,se qaario, que pella desordem de seus objectos' """>8">. aamos uiua fleB,a Pa'
-8ublimel
dadelro Edem!
um namoro I,.
Interrompen Octavia nmter-
Que bello lagar para se poelisar
ollerecia
tico.
o .typo. do verdadoiro aposento escolas-
Alguraas roseiras, plantadas ao redor, urna co-
pada mangueira, que defroA'.e se ergua garbosa-
saberla de flores e fructos, e qma larangeira,
cujos pomos dour-uos poder se-hia enlber de urna
das janellai do qaarto, dAvajn-lhc' eileriormente
un aspecto tao potico, tac- encantador, que junto
a harmona dos pausaros, que visinhos entoavam
seo, liym^ iocilaVa otjssostrez jovens se
.regarem a orna amorosa oonversago.
lm derlas, que tinha as- honras de dono deste o
asi escolstico, era dolado de ama pbisionomia
franca, e agradavel ; sua cer morena revelava
urna alma ardente e indomavel seas lbos pre-
tos e pequeos expriman) todo o logo de ara co-
ragao apaixouado, e vehemente: ehamava-se Al-
fredo, e corsava o segando anno da faculdade de
uireito.
O outro, Octavio, era um rapar de um semblan-
te fvmpalhico 5 a expresso sempre alegre de sea
rosto, tambera moreno; fazia coohecer toda a bon
dade, e uobreza dos sentimentos.que borbultiavam
em sea-eoracao.
Finalmente o ultimo, Godofredo, era tambera
estudanle do segundo anno. Sea rosto pallido re-
algava cora o brilho ardente de seas azues escaros;
e os semimentos de sea bello coracao traospare-
ciam por entre as palavras aflectuo^as de sna con-
versago.
Alfredo, deitado na cama,, com a cabeca apolada
sobre a mo esqoerda escutava attentamente a
Godofredo. E Octavio, na rede, ouvia-o com igual
atiengo.
Oacamos-lhes a couversa. __
- Eis aqoi, meas amigos, disse Godotredo coo-
cluindo; eis orna pagina da historia de minha vida,
urna folha rasgada do livro do meu corceo, que
Ibes offerto"confiado na doce smizade qne nos liga.
E' urna historia slngella do sentimento puro, que
urna mulher me insplrou para depois calca-lo aos
ps sem temer os remorsos, que Ihe resultaran)
da ferida sangreuta, que ella abri em meu peito I
Oh !-sim i ella escarneceu, e blaspheraon de todo*
os thesotiros, aue Deus collocara em meu coragao!
Que valen tanta dedcago, tanta ternura, tanto
enthusiasmo I
- Entretanto eu amo-a ainda I
Eu pronuncio ainda o seu nome com respeito e
veneragao I e urna lagrima de saudade raolha-me
a face, sempre que me record de alguma passa-
i'p.m de mioha existencia dourada de outr'ora !
Nao aaaldigoarei nunca aquella, que mereceu o
meu amor, e se ou'.ro sentimento couber em meo
coraQae ser o de compaixo, que sempre lif
para com essa iraca porgo do geuero humano.
Foi urna ternvel pravacao aquella, que me arrai-
gou para sempre n'alma esta mxima de Diderot :
E' iao ridiculo serem os homens fiis, como acre-
ditaren) na fidelidade das mulheres 1...
Muito bem I meu amigo, disse Alfredo sen-
tndole ; muito bem, aprecie! extremamente a tua
bistafi: ella triplicoo a crenca que eu tinha nos
elevados senlmentos, que te ornara. Mas entre-
tanto, compre confessar, que te tornaste, a respeito
das mulhrses, um perfeito pessimista I por urna
que te trahio, queres julgar todo o sexo femtnino :
noadmittes qoe hajam entre ellas, anjos laes
quaes devem ser estas creaturas confiadas por
Daos de urna missao tao nobre, tao sublime, to
magestosa, e to caritativa I Perianto, quanto a
mim, protesto alta e categricamente contra o
pensataento, de ten Diderot, qensamento, a que
indevidamnte das o nome de mxima ouod
proftandum. E para prova do que te digo, vou
contarte lambem urna parle de minha vida;
ella um protesto vivo contra as toas proposicoes;
um episodio, cuja memoria venero tanto, como
a memoria de minha mi 1 Qaeres ouvi-lo, e
confessares-te vencido ?
E ainda o perguntas! Estimarei muito que a
tua historia me convenca ; porque cora argumentos
recelo que o nao consigas. E' para mim objeclo de
f que : s tres coasas movem poderosamente a
mulher : o interesse, o praier e a vaidade.
Vamos a Isto, disse Octavio espregaicando-se
na rede; poetise o nosso Alfredo como quier, que
eu ca seguirei sempre a escola moderna : amar,
digo mal, namorar, por necesstdade, lsto para
no vegetar; e casar para ser rico I E escutem
mais: tenho ordinariamente o maior numero de
namcradas, que m possivcl comportar; e quando
alguma infiel me flauteia, digo muito pbilosophi
menta com Vctor Hago: lout fuit, tout paswlll..
ra memosea lo no da em qoe elle-levar alguma
tremenda taboa...
Coitado I percorrers, meo pobre Alfredo, lodo
o orbe terrqueo; tua cara se tornara- engelhada
como um jenipapo, sem que tenhas encontrado o
leu ideal de virtudes assombrosas !
Deixa-te de fumacadas poticas, meu Alfredo e-
pensa como Lamartine, qae compara o coragao das
mulheres a essas caixas de sorprezas, qae se com-
pra as lojas de quinquilharias, e das quaes-logo
que se abre, sahem dlabos de todos os lamanhos e
formas 1.. .
- Eis urna comparaco espirituosa; mas gra-
tuita. Na minha convivencia coqn as mulheres, te-
nho as encontrado verdadeiros protoiypos de vir-
lude e moral a mais solida; e se algumw aberrara,
repito, nao por culpa propria ; roas porque nos'
somos os primeiros em as seduzir e perverter eom
as mais periosas palavras, e..*om os mais perni-
ciosos exemplos. -
Alto l I bradou Octavio, no adraittimos que
erijas o leu Pautheon s mulheres sobre as noseas-
ruinas : se queres moralisar, faze-o a tua vontade;
mas respeltando as nossas importantes individaa-
ldades; assim como as suceulentas ideas que pro-
fessamos de accordo com o pensamento universal.
Saj excelleates estas las ideas, responden
Alredo, para os paizes da Asia 00 frica; mas em
um como o nosso, e que professa um religio to
santa, sao ellas urna verdadeira aberracao do es-
pirito, e prova exhuberantemente a corrupeo que
reina em urna parte da mocidade.
Agradecido pela parte que me toca ; respon-
deu Octavio ; ests hoje temo Se soubesse que
a poesia deste tea aposento, te inspirava pega-
mentos to sublimes a respeito das mulheres, en
traria um tachygrapho para copiar as toas pala-
vras, e publica-las; porque estou certo qae serias
desde ento amado por todas as nossas deidades!..
Neg, respoudeu Godofredo; sena isso um
mal iucommeusuravel para Alfredo; porque seguo-
do a sapientissima mxima que reza : as mulheres
pegam sempre no peiorelle passaria ama vida
coupletamente vegetativa, sem jamis encontrar
unfaojo, que na phrase delle, Ihe dourasse a exs
tencia pelapratca constante das mais rechunchu
das virtudes!...
Receio at, ajuntou Octavio, que ella seja
considerado maniaco, e lancado n'algum hospicio
de alienados!*
E eu teria rauita gloria era ser martyr de
ideas tao sublimes, que tem por objecto defender a
mais bella, a mais magestosa, a mais sensivel por-
cao dos entes creados I
Basta de synoniraos gritoa OoUvio; a loa
Havia ji, continuoQ Alfredo, um raez que eu
gosava desie delicioso arrabalde, caja vida campes-
tre me oflerecla ama' lnguida imagem da vida
celeste; e que pela sua natureza potica me convi-
da va a passar urna existencia contemplativa, longe
do ruido da cidade. admirando e estudando os sen-
lmentos novos, qae senta nascer em meu
coracio.
E' cerfo, que na solidao
nascem as ideas romanescas, e que no mondo,
que ellas se destroem e disnpam I
Pela primeira Tez, em miada vida de 18 annos,
comecei a perceber, que me faHava alguma coosa
para eompletar a miaba existencia! Ha-vi em
miaba alma, eu o senta, sentimento e sensafSes,
cojos deseavolvimenlos me fariara experimentar
gosos, qas nao ti vera al- emao.
Um peneamento secreto me dizia, que en oo
A outra era ama senhora, que figurava ter 38
annos; mas coja belleza era anda capaz de fazer
morrer de inveja moita moca de 16. De rosto oval
e moreno, deisaido advlnhar a aroabilidade seo
corae, olhos pretos e rasgados, exprimindo toda
a ternura de urna alma candida; becca orlada de
labios nacarinos entre-abertos por sorriso de felici-
dade e mostrando o marflm de seos belllssimos
denles; finalmente corpe airoso, dolado de alguma
gordura bem disposta e que dava-lhe um aspecto
formoso e imponente.
A ultima, que nao poda deixar de ser a fada do
paraizo, o anjo tutelar deste templo, era, meus ami-
gos, um ente impossivel de ser descrito em toda a
sua formosura, e que se eu nao me tlvesse imposto
1 no sunelo, que a obrlgaca0 de tracar-lhe ara esbogo imperfeito,
renunciara agora faze-lo, nao s por confessar-me
incapaz; como porque as creaturas ideaes e an-
glicas nao se descreve, imagina-se.
-* E' modestia toa, disse Godofredo, vamos des-
entre esse aojo, principiando pelos cabellos.
Pois bem, oagam e soppranv as laounas e im-
perfeicoes do meo esboce.
Suas madeixas eram finissimas- e negras, for-
linba anda fruido a vida do coracao; s qae, assim mando duas longas trancas, qe solas, cabiam so
como a oatareza era ento liberal e-prodigad- bre um eolio moreno e asmis elegantes espa-
sar-me todas as suas marwilhas, todk>s os seus, duas, urna fronte alta, lisa e arqueada, olhos pre-
encantos; assim eu devia lambem proeurar al-; ios, vivos, ebeios de unn languidez tema ; (bees
guem, que parutiasse de todos os thesooro9, qae vivamente coradas-pelo pudor virginal'; um nariz
via abrir-se em miaba alosas e qae admirasse pegueDo e delicado, ama boeca cinglda de labios
eomigo as belleaas-da crea^o. Comecav a sentir hmidos da eor do ncar, escondendoje-esmalte de
a necessdade de- amar, e nao- era tarde; porque o duas ordens de denles alvos- como as peonas bran-
novicado do amor- pode estender-se at a velbice,teas do cysne: um rosto de forma arredondada)
quando o corago l ebega coro ama parte inconta- brilbando com o fulgor da mocidade; daas graeio-
miaada.
Conclao deste tea pensamento, disse Godefre
sas covinbas as faces, quando um sorriso matador
assomava em seos lobios; um eolio perfeitaroenie
do, interrompendbi que nanea- mais amareis por torneado, arfando suavemente, como se os-mais ce-
lestes anhelos se anlnbasseav dentro delle-, nma
dntara, que comdnas mosse abrangeioda; bra-
qos do urna perfei$oadmiravel; mosinaas deehe-
rubini, que ningaem as aportara com receio de
as quebrar; psiatoos delgados, macos delicados
estatura medianat;; corpo airoso e e)egati muito
bem esculpido pela mo da natureza, qoe-, qoeren-
do aperteigoar-lbe- mais as formas, ajontoo-lhe al-
guma gordura, roas to bem dividida, qae- am per-
feito realce a bellea- dessa malher-anjp ;. s final-
mente .* "\ meas amigos, orna copia mal tragada,
do origjoal.'que ea tive a feWeidade de- admirar.se
ajpntarem s mais sublimes qnalidades moraes
ama vcasooora e melodiosa, que feria, o tympano
como o mas mavioso hymno!
SoberUrr-lsfadram Oetaio a Codofredo ao
mesmo lempo. E. foste amado por eHaY
Nao precipitem os acaniecimeatos; escutem ;
conttnuou Alfiado.
Nao Ihes posso descrew a sea&ago que ex<)e-
rimeatei, e a.impresso qae ma nroduzio aquelle
quemen corago- est radicalmente contamina-
do r E' pena!.. -.
Nao te creio* disse Alfredo, continuando, hsio
ba de passar.
Em ama tarde, ea liaba sabido a passeio, e-ca-
mlnbava admirando o azulado do ea, o trinad
mavioso das aves,oreflexo do so as montanhas^e-
a simplicidade rustica de algumas pequeas casl-
ohas aii dispostas, guando, passando por ama
lindissima cbacriaba, nao pode- deixar de parar
extasiado ante a seena a mais ideal, a mais poti-
ca, qoe liana at ento deliciado meus- olhos (
Nao posso furtar-lhes, meas amigos, a desorip'
cao dessa bellissima habitago campestre, e das
pessoas, que l estavam nesta occasio; nao s
porque foi ahi, que teve lugar o-principio da histo-
ria, que Ihes estou. narrando j oomo porque serla
roubar-lhes um. quadro digno do pincel de-Van
Oick, ou da peona do Lamartine.
Vamos a isto-, disse Octavio, e conforme a
tua discripgao eu irei casteilaodo urna namoro
com alguma habitante, deste- teu paraizo terres-
tre,
tambem mioha queda para tisis cousas. .-.
Imaginem, prosegaio Alfredo, ama casa
Gostoum tanto de uamoros idaes : tenho qaadro da fellcidade domestica destas tres ereatu-
ras, como que privilegiadas, gozando de um ar,
qae Inculcava a mais robusta saide e habitando.
terrea com seis jaaellas gotbicas de freute, e oito: contornes aquella delieiosa chcara,
de fundo, ornadas da unlssimas cortinados de Depois de ter dado tres 00 qaatro
camnraia adamascada.; um terrago coro gradara
de ferro, circulando toda a babitacao urna porta
lateral de entrada,' caberla por uiua cpula de
passeios aa
frente daquelle potico sitio, que pareca alsgre
(estejar a vento daqneUes entes felizes, o que
dir-se-hia ter sido cuidadosamente esealbido para
parsitas de todas as qualldades; um magnifico ineatro de sua vida traoqu'lla e risonha j ful para
jardm, guarnecido de canteiros, e pilares ebeios miana casa> profundamente absorto as mais agra-
de jarros, onde as magnolias, s camelias, os baga-
rys, os cravos, asrosas, os heliotrepos, e mil outras
diversidades de flores esparziam seus recendeates
perfumes; royriadas de delicadas trepadeiras, abra-
gando a grade.que cercava o terrago, eslendendo-se
at os bancos toscos, que o ornavam; um elegante
repuxo de marmore esguinchando urna agua crys-
n
oral horrivelmente soporfera I da-me um cha- jtatioa, e borrifando as fiares, qae Ihe Bcavara visi-
ruto, e vamos tua historia.
Ha de ser, ajuntou Godofredo, urna soberba
preleegao saturada de poesia e abnegago vlrtuosal
Adevinhaste; respondeu Alfredo ; ao menos
nao fui trahido, era to pouco reservo em meu co-
rago outro sentimento que nao seja da mais doce
saudade, resultante mais temo e puro amor, que
sempre me dedicou aquella que se a morte nao
m'a livesse atrozmente roubado, seria hoje o mo-
delo das esposas, e a mais completa refatago das
suas beresias.
Ah 1 bradou Octavio; a historia fnebre I
teremos sem duvida biographicas, nenias, lagrimas
e luto I Dexa-me portanlo tomar um copo da es-
pumante cerveja para que possa.sem chorar gor-
das lagrimas, ouvir a tua lgubre narragao. Mo-
Iba tu tambem, Alfredo a palavra, e tempera-a com
a fumara de um charuto.
E os tres jovens esgolaram sem obstculo urna
garrafa de cerveja Bass, qae Alfredo mandara vir;
accenderam os charutos, e retomaram as posigSes.
- Eu souo presdeme da sesao! bradou Godo-
fredo, tem a palavra o Sr. Alfredo : AltemdUe el vi-
cele I .111
Conficure omnse, intenUque ,ors tenebanl l
ajunfou Octavio, langando urna famagada ao ar.
II
c No mez de outubro de 1862, eu habitava urna
Irada chcara na Tjuca, bello e potico arrabal-
de situado em um pitoresco valle do Ro de Ja-
neiro.
Era justamente por este tempo que este f irmoso
lugar se tornava um verdadeiro paraizo terrial.
A frescura de seu ar puro e saudavel, a mages-
tade de suas gigantescas montanhas, seus crysta-
linos ribeiros, que, brotando dos roebedos, serpen-
nbas; urna porgo de peixes dourado-, nidaodo
na baca de marmore do repuxo, onde urna inoni-
dade de passaros vinham banhar-se, sacudindo as
azinhas, e soltando cantos de alegra; um pombal
em forma de castello, em torno do qual esvoaga-
vam alvos pombos, e dentro pequeos pombinhos
piando esfairuados, esperando o ultimo alimento do
dia; um pitoresco regato, que despenhando-se de
ama caseatinha, quasi coberta de parsitas, desli-
sava-se atravessando o jardm, e, costeando a casa,
ia perder-se no meio da pequea chcara n'um
lago, onde algnmas aves aquaticas soltavam, na-
dando, gritos de prazer; jaboticabeiras, peceguei-
ros, macieiras, araoreiras, ameixeiras, e outras:
auuidadt-s de arvores delicidas, e de fructos pro
ciosos circulavam o layo, e ornavam toda exlenso
da chcara, formando avenidas, cheias de bancos,
cadeiras,sopbas de relva, e mesas rusticas; algaus
kiosqaes; e se ainda ajunlarem a Isto um bello
porto de ferro, e grade, delxando ver esta ridente
babl'ago, tero, meas amigos, ama idea da pers-
pectiva verdadelramente buclica, qae deleitoa-me
a vista, e o coragao.
E nao havia alguma fada por ali a vista? per-
guntou Oclavio.
Hava; e era o que tornava o qaadro mais
vivo, mais sublime, e mais delellavel!
Eram tres pessoas, que sentadas sob urna vigosa
jaboticabeira, e teodo defronte de si orna mesa
tosca, onde jaziam ainda tres chavenas de caf,
entregavam-se a mais intima e agradavel conser-
vagao.
Urna della?, que pareca ser o dono da casa, era
um homem alto, magro, de semblante moreno e
sympatblco, olhos pretos e vivos, sobrancelhas ne-
gras e densas, bocea contrahida por um constante
sorriso de bondade, ara blgode basto, assombreao-
teavam em mil caraces, o vgo de suas arvores as
mais delicadas e silvestres i de tractos os mais do-lhe o labio inferior, um cayaignac, e cabellos
saborstnuCplida vista, todo is- grisalhos. Offerecia o typo do verdadeiro militar,
saborosos seas Deitusimos pomo e a expresso de seu rosto delxava transparecer
to era mais que seductor para altranir na esw^ao
da veis reflexoos, suggeridas por aquella sceua en-
cantadora.
Todas as minbas facullades acbavam-se entre-
gues ao mais deleitavel gozo. O coracao, nica
fonte de felicidade na trra, se me expanda t)
cbeio de prazer, que senlia-me renascer, e princi-
piar a gozar de urna vida para mim desconhe-
oida I
E' que a felicidade to necessara ao espirito,
como a agua e o ar o para o corpo 1
III
No dia seguiote continuou Alfredo, fui irresis-
tivelmente altrahido a passear defronte da chca-
ra, que Ihes acabei de deserever. O mesmo qua-
dro da vespera se desenbou a meus olhos. As
mesmas pessoas, o mesmo ar de boadade, e satis-
faco em todas ellas.
Del o primeiro passeio, e no segundo parei junto
da grade em distancia que nao me podessera des-
cubrir.
Ah l meus amigos, nao Ihes posso exprimir o
prazer intimo, que experimente! ao ver urna scena,
cuja belleza naturalmente se concebe !
Um lindissimo pombo branco, com ama fita ver-
de ao pescogo, da qual penda um pequeo casca-.
vel de onro.voou alegremente por algam tempo ao
redor daquelle grupo feliz, e pousando no delicado
dedinho, que Ibe foi ofierecido pelo anjo deste pa-
raizo, beijoa-a repetidas vezes, sacudindo as azas, e
possuido da mais viva satisfagao !
O pi e a mi olbaram-se sorrndo ; ea aproxi-
mei-me devagarinho o mais qae foi possivel, e pode
ouvir estas palavras, sahidas da bocea anglica da-
quella creatura divina, com ama voz repassada de
ternura :
Vera, Branco vem dar as boas tardes a tua
senhora, que te ama tanto Vem, meu fiel amigo,
vera dizer-me um adeus. antes de tres aquecer
teas innocentes filbinhos Coitado de ti! re dos
meus pombos, morrea tua candida esposa I e tu
vens dar a mim os carinhos, que darlas a ella, se
fosse viva !...
Eu tinha insensivelmente me avisinhado tanto
qae eslava junto do pona o, e permaneola Immovel
com os olhos Otos naqoelle espectculo de ama
poesa sublime Minha alma eslava Inmersa no
mais delicioso xtasis (
/
FOLHETIH
TRISTEZAS ABEIRAMAR
POR
M. PINHEIRO CHAGAS
(Continaago.)
Com qoe tens um noivo ? perguntou Magda-
lena.
Como o sabes ? tornoa Leonor, rindo.
Disseste-o ainda agora, quando temas qae
elle tivesse o destino do D. Aleixo da chcara.
Amalo rauilo T Quero elle ?
Se o amo, oh I nem podes suppr, Magdale-
na, como 6 immenta este anecio que Ibe consa-
gro t Quero-lhe mais qae a mim mesma 1 Qae
digo T mais do qoe a ti talvez, mais do qae ao
nosso av I Nao posso conceber nem se quer o
pensamento de qoe nos podemos separar. Por al-
ie .Icaria aos ps os vincalos mait sagrados, por
elle despresaria todos, porque elle a minha vida,
o tr.eu coracio, a minha alma, porque toda me
enlreguei a este amor ineffavel!
E s feliz T perguntou Magdalena eom triste-
za, inlerrompendo as pbrases exaltadas de tua Ir-
ma. M
Son feliz tornon Leonor, como qae absor-
vida n'am xtasis delicioso.
Mas o vento soprava rijo no forro do tocio, as
00c as embravecidas arrebentavam nos rocuedos e
no \'4o negro nem ama estrella brilbava.
Magdalena relanceoa os olhos para o medonho |
panorama do temporal e sentin as navens da
amargara, am instante dissipadas, agglomerarem
iil e pensativa.
Leonor, sorrndo se
nma vez me atravessou o
to looca, qae nem me atre-
se-lhe de novo na
Sabes, M
meigamente,
espirito ? E'
vo a confiar-
O vendaval, ql? parecer am instante reponsar,
temara no descanso novos atentos para a la e
ergua mais alto a sua voz bramidora ; o mam-
Ibar das vagas ia tomando ama entoago cada vez
mais sinistra e a chava recomecava a acontar os
vidros da janella.
O que foi que pensaste 1 perguntou Magda-
lena.
Pensei... v qae loacara a minha !... Pen-
sei qae ta eras muilo mait galante do que en, qoe
vinhas da cidade, prendada, sabia, formse, em
qoanto en son nma pobre ignorante, qne preflro
soletrar o livro do Ocano a folhear papis, qne
nada sel senao amar... Acadio-me ento a Mea
qoe eras bem mais digna do qne en de ser amada
por Jorge...
Tontinba, qae nem conheee os tens encan-
tos I Nao ba espelhos ea em casa, mana Leonor T
Magdalena dizia eatat palavras em tom de ga-
lhofa, mas o coracio confraogia-se-lbe involanta-
rtamente ao atestar aa palavrat de sua irma.
E -montono rugido das vagas aagmenuva ca-
da vez mait de iotensidade e a asa looca do tem-
poral fastigava fremrnte os vldroe la janana ; ca-
bla a chava e iigeiros relmpagos tnleavam a at-
Fiearia all embevecido por mallo tempo ; mas
ella ergaenda msigamenta os olhos, ebeios ainda
da mais doce temara, encontrn os meus fltos
nella, e animados domis vivo fulgor. Melo-con-
fuss.ella absixou a vWa, corando levemente, como
se receasse abrasar-se ao fogo pare de oteas olhos
apaixooados
Fugi fugi trmulo, inebriado, eomrootidb, e
com o mais afSiclivo remorso de ter perturbado o
doce entretenrmento daqtielta menina com- a sna
ave favorita!/..
Mas nessa fogida fleoo, o qoe devera ter fngido
o coragao- f
E para oade foste ? perguoton Octavio.
Camnbet pensativo na dirwgo da estrada-
real, e, depois o* ler dado uns ctoeoenta passos,
tomei por um deevio, e fui subiodo por ora cr-
reiro sinuoso e e^reito, esmaltado- de flores can-
jiestres, para urna- elevago, coberta-de mata, e re-
gada por ama correte d'agua fresca e fioissima.
Abi senlei me n'uraa podra, e fique! entregue aos-
variados pensameatos que me assailavam o ce-
rebro.
Fgarel-me ja' amado por aquella geatil e inno-
cente menina, gozando de seus temos earinbos, be-
bendo-a vida na luz pura de seas olhos, eXjtasian-
do-me em seus sorrisos e admirando es-datas mo-
raes de- seu coragao.
Ea tinha de propcsie procurado aiogenlar do
raen espjrito qualquer idea, qae aao fsse-a de fe-
licidade;
fazias bem; icterrompeu Godefiredo; de
qae serve pasar-se em.dores, quaado-oMas real-
mente nao exlstem?
ToJ> entregue a-esses pensamaDtos, conti-
noou.Alfredo, e abstracto-para tndo qa* nao fosse-
os sentimeatos novos, que eu senta brotar em mea
coragao, permanec sentado n'aquelle logar-alJjue-
a laz do >oi foi subsiltaia pelo brilbo candido ci>
loa..
Etgni-m ento, dirig-ate para a minha chca-
ra, e encetvei-me ero meu gabinete; dlsposto a
passar toda a noite abismado em meas- pensaman-
tO..
Nao saftia-me de ante os meus olhos o qoadaa e
a.scena, cue eu tinha presenciado alarde.
Urna forca irresistivel me altrahia.para aqaella
chacrinba; e parecia-me qpe s meo. corpo es lava
comig.o > mas que miaba alma eslava l, prestando
culta a sua deusa.
Finalmente nao pciendo mais Intar, tome o bo-
net e sabi.
A frescura da nuite me alivina um pouco do peso
que en.senta no peito, e sem pensar no que fazia
camnbei al o pariUa da cbacxinba. e coiloquei-m
encostado a um dos pilares.
Dah eu via perfeiameote urna sala,, qae me par
pecera a principal; e sentados lendo duas pes-
soas.
leriam decorrido cinco minutos, que me asna-va
all quando elta entrou radiante e risonha, beijou
na testa as duas pessoas, qae la' estavam, qae
eram prova>velmeole os pas, e sentou-se ao piano.
I ni mediadamente uia trrenla da harraouia es-
palhou-se peta sala; dir-se-hla. que o piano.gema
debaixo aquellas mosinhas. de eberubira, L
Ella pceladiou um acompanhamento, e era se-
guida urna voz terna e insidiosa echoou como um
hymno celeste l
Era a seotlmentalissima poesia do mraorial Ca-
simiro de Abreu.Minha alma triste...
Nao sei se possa aaver no genero sentimental
outra mais sublime; em minha opaio ella ama
das melbores, quo pode poelisar ura corag) ebeio
de melancola.
Imaginem agora, meus amigos, que effeito pro-
duziria em mim essa modinha cantada all, naquel-
le logar de poesia, por urna voz argentina, qoe as-
semelhava se a um choro de anjos entoando h\ ra-
nos ao redor do throno do Senhor! Oh! situ; a-
quella modinha cantada pela pessoa a quera ea a-
mava com um acompanhamento tarnissimo, pene-
irata-rae do ntimo d'alraa, extasiava-me, a ter me-
hia enloaquecido de prazer se se livesse prolonga-
do por mais cinco minutos!,..
O canto tinha j emmudecido, o plano tinha ja'
se fechado, e eu con$arvava-me ainda no mesmo
lugar, parecendo ouvir anda o som daqnella voz
graciosa, arrebaladora e sublime!...
Nao sei que ieu,,.u permanec assim '. desper-
taram-me estas palavras, ditas perto de mira:
\ me. quer fallar a meu senhor I
Acordei I como de um sonho e encare! o meu
interlocutor.
ra um negra, que provavelraenle vinba lechar
o porlo.
Vmc. quer fallar com o meu senhor ? repe-
li o preto, vendo-se sem resposla.
Nao; respond-Ihe simplesmenle.
Mas de sbito, accorrendo-mc ama idea lami-
nosa :
Vem c; dsse-lhe dando algum dinheiro;
toma para teu charuto, e dz-ma ama cousa.
As ordens mea senhor.
guem mora nesta chcara ?
Pois V. S. nao sabe I disse e preto, mudan-
do o tratamento, em consequencia do dinheiro que
Ihe pesava as raaos; o Sr. coronel Mascare-
nbas, casada com smh o pai de siobasinha !
Que dizes, rapaz ? grlei eu quase doudo de
prazer.
E isso mesmo-, e ea soa escravo delle.
Jara disse ea davidando.
Oxente 1 tartamuoeou o negro, espantado;
joro, e pode V. S. pargunlar a qaem quizer. Nos
chegamos do Bolafogo ha quiaze das, mas lodos
aqu nos conhecem; porque meu senhor o done
desta chcara, e de ama fazenda em Itaboraby.
Tama ; disse eu dando mais dinheiro ao pre-
to, e quasi o abragando; toma, mea ptimo rapaz;
fizeste-roe fclir sem o saberes
Mr part ebria de alegra deixando o preto bc-
queaberto, JolganNvme ttlvez am lonco.
Mas que en aebo sua razan no negro dis-
se Octavio ; eston completamente esMpMo a res-
pailo da causa dest toa alegra !
E eo, ajuntou-Godofredo, confessome e-ro
da mesma ignorancia
E teS-tozlo; eonttnoon Alfredo-; e* Ihe? ex-
plico o enigma :
Quando part d'aqai para o Rio de Janeiro,- ful
voluntaria e espontneamente offertado por alguns
amigos coro- algumas carias de recomaaendago,
verdadeiro passaportes para entrada eo casas de
familias.
Eatre ellas-havia urna dirigida pelo Dr. E *"* *
a sea to o coronel reformado A *" rde Mlsca-
renbas, qne possnia urna grande fazenda em Ita-
boraby, onde passava os tres mezes ae festa ; resi-
dindo todo o resto do anno em urna ebaearaem
Bota fogo.
Ah I percebe agora r bradaram Gbdofredo e
Octavio ao mesmo tempo. R's am velbaci'o mmto
fitz r
Logo qoe saitei no Rio do Janeiro, proseguio
Alfredo, procure o coronel nar especial recommen-
dago do sobrioo o meu amigo Dr. E ** ; po-
rm encontrei a casa do soa residencia feabada, a
ama pessoa da mnbanga roe dMsse qne elle com
toda a familia tinha ido para o campo, donde, se-
gando o costme, s voltaria ero Bns de jyneiro.
A vista deste desengao, nolralai maw da procu-
rar o coronel, esperando faze-lo quando elle re-
gressasse de soa lazenda.
Como ento achava se ello na Tjuca ? per-
gnatou Octavie; teria porveaWra o aacio o dom
da ubiquidada ?
Nao, respondeu Alfreda ontinoando,. soube
depois, de bocea propria, qoe tendo comprado
aquella chacra, prefereria ello passar a festa nella.
Bem ; eontiua, disse Octavio.
O resto da noite eu passei enlevado nos mais
Tisonhos pensameatos. Aneiava qae romgvssi'a
aurora ; e unto maior era a-^aWwwrcedade, tan-
to menor era a.Mtoa carrira do tempe Pareca
qae todos oVrelogios se tinbam conspirado contra
mim oonsorvando immovoie-os ponteiros I
Emlim quando o cantar dosgallos me aanuncia-
vam a approximago do di>> ja' as 4 horas da ma-
drugada, consegu concillar o somno. Bol nm dor-
mir suave, como o quasi sempre o que se segu
s grandes- agilacoes do espirito : tive nm sonho
em qae vi-reproduzidas pela imagioaejo todas sce-
nas que eo linha tido a felicidade de apreciar.
Affigurou-se-me, qoe eo linha Ido a presentar a rai-
nha carta de recommeodaeo ao coronel; e qae
elle havia me tratado eom muita boadade, otlere-
ceodo-me- a sua casa, o pondo com slnceridade a..
minha. disposigo a sua pessoa eos seus servigos-.
CConfinaof-se-oaJ

LM Ml-CO. DE TtM.
le que o govecno
Vamos a dizer o que esta
ingles suspenden na Irlanda.
Em 1215 os sanhores ioglezes fizeram assignoe a
Joo Sem Terra a magna carta cojo principal aati
go este :
1 Nenhum homem livre deve ser detido o posto
em priso senao em virtdde de am jolgameao dos
seos pares dado c-m forma legal segando odireito
dopaiz. >
Tal era o habeos corpuz da dada media, mas a
acta que rega agora nao se redigjo. senao no se-
clo XVII.
Pela restaurago dos Stuards. ao reinado de Car-
los II, um habitante da Londres Francis Jeuk.es
pronuacioo-no conseibo municipal da cidade um
discurso qqe foi causa de qua fosse preso em se-.
gila por ordem do re. Igual serte soflreu o fa-
moso pamphelista John Wilk.es. O parlamento in-
glez commoveu-sa com estas prises a em 27. de,
maio de 1679 vota va a famosa acta de habeos-
corpas.
Nesta acta convertida em lei do reino ba s tres,
artigos distinotos e neitas um paragrapho qne se
pode applicar ao actual caso dos fenianos o qual
est/ concebido neslas termos:
t Todas as pessoas presas por determinados ca-
sos de traigan ou felenia, podem exigir qne os ae-.
casera 00 Ihes admitlam fianga na primeira serna-
na da audiencia mais prxima ou na sesso se-
gu nte ... Do contrario a pessoa presa deve ser re-
levada do mandado de priso quo contra ella se
tenha decretado pelo delicto em qaesto.
Qual a sanega desta lei T
E' a facnldade qae tsm todo o prente ou amigo
do preso, quando v passados os prazos leeaes de
apresentar ao juiz um un ie Itabeascorpus, isto
, um mandado que obriga os careereiros a que
toroem a apresentar a pessoa do preso. Habeas-
corpus ad subjiciendum diz a lei qne assim cha-
mada como as balas des. papas das pnmeiras pala-.
vras qae comegam o seu texto.
Ninguem ba senao- o parlamento aue tenha di-
reito de suspender a execnco de babeas corpus, e
ento entende-se que se volta a redea arbitrarle -
dade a mais absoluta.
mosphera, seguidos por um roldo distante, mas
grave, solemne, magestoso como o echo da pala-
vra de Deus.
Pensei que Jorge poda reparar nisso mesmo,
qae eu noto, e esquecer a sua pobre selvagem pa-
ra se enlevar nos aprimorados encantos da lisbo
nense. Oh eoto, mal sabes o qoe ea soflri; ti
ve ama ddr aguda como se am pannal me tras-
passasse... ddr qae rpida passoo, to rpida co-
mo o louco pensamento que a motivara.
E jalgavas qae ea fosse to vil, Leonor, ex-
clamou Magdalena agitada, que acceitasse amor
tal, que nao seria menos qae ama infamia"!
Um relmpago formidavel illaminoa o qaarto e
o sen claro azulado fez sabir do sio das trovas,
dando-lne formas pbantasticas, o quadro medonho
do Ocano enralvecido. Nesse instante rapidissi-
mo pareceram as ondas am cortejo de phantas-
mas, envoltos em roupas aivejantes, atropellando-
se loucamente n'um redemoinho infernal. Logo
depois estaioo am trovad, qoe fez estremecer a
casa, e o vendaval desenfreado, respondendo eom
os seas brados insensatos provocaco do co,
tolln am ragido immenso e arrojou-se s campi
as. Abriu-se a janella de sbito e o rijo sopro,
qne entrn, apagn Instantneamente a vela,
Jess, Leonor t bradou Magdalena, looca de
susto e abracaado-ie a nnia.
Leonor, paluda tambem, proearou cem voz ir-
mala anima-la, mas a pobre menina nao a escota
va e collava-se-lbe ao eori oonvnla de pavor,
m tetando relmpago illnroinou aquella seeM
tngostiosa. a essa vida lot pode Leonor ver o
assustador estado de sna irma. O vento furioso,
qne entrara pelajanella, desatra-lbe as (rangas,
qae Ibe flaotaavam em onlas pelas costas. O ros-
to paludo linha nao sei qae expresso de desvair-
ment, os oibos pareca qae ibe saltavam das r-
bitas, os dentes batiam-lhe nos nos outros, eomo
se ama sezio a agitasse. E o espectculo do tem-
poral pareca ao mesmo tempo exercer sobre ella
ama fascioacao sinpular -, nao poda desfilar a vis-
ta anciosa do horisonte, nominado pelo esplendor
infernal dos relmpagos.
Leonor, apesar do sea denodo varonil, nao se
podera esquivar a ama rapresso de medo, e mais
assastada ficou ao ver o estado quasi epilptico de
soa irma.
O medo contagilo. Por isso foi com voz qae
trema bastante que Leonor Ihe disse, apenando-
a ao pello :
Que loucura esta, iBntena ? Creanpa !
Poii aatim te assustam os tmoes ?
Nao, nao, dizia Magdalena com voz qae nio
parela humana ; foi qae a ti... va-a nesse re-
lmpago... ai t lio triste como quando morreof
mas severa oomo me nao lembro de a ter visto
nunca I
De quem fallas, Magdalena T perguntou toa
irma, sem poder reprimir nm movlmento de
susto.
De nossa mil, Leonor... nio a vs alm, en-
volta na mortalha e fluctuando as vagat T Oh 1
como ella uta em mim tua ornar sinistro... qoe
! melancola a do sea rosto Oh!...
E, upando o? uirtos com as raaos, detatoo a
Transcrevemos a seguinte
ORELHA DA SOTA.
Ea em honra e lonvor do lansquenet
Tenho adama, perdi, soa bom parceiro,
Perco o somno, a noite, o meu dinbelro,
Nao fago desta vez grande fil.
Viro ara conde, infame, que rel !
Este biltre patife, traicoeiro,
Tem bigodes, nao gsto do bregairo
Que i rao a caria, que azar, nao leo no f.
Parceiros adeus, que voum'embora,
Ja na bolga levei forte sangra,
Meu dinheiro l foi, ja botei lora.
Me apnpam, qae horror, qae vozeria,
Me insultam, me chamara de caipra,
Jugar nao quero sais Ave Mara t
POLITICARlA.
Soneto vou fazer de serio estado ;
Poltica infernal, monstro atrevido,
Sei bem que o solo meu tens dividido,
Quer um farrapo ser outro cascudo.
Mas ea qae esperto sou, ja nao m'illudo,
Ser soldado fiel, eis meu partido,
Cora as armas na mo son, destemido,
Quando falla o soldado e-a!a ludo.
Quer um d'all a aovemanga,
Grita ara p'ra outro mariala I
Nao presta este governo, baja mudanga 1
Todo isto Brasil corrila,
Queresa, lodos bem sei encher a panga,
O qae qaerem dar comtigo sola.
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chorar. Leonor era animosa, mas accessivel a to
dos os terrores das poticas superliges, com que
a tinbam embalado. Acreditava sinceramente qne
em noutes de temporal os mortos fluciuavam de
vaga em vaga, gemendo e pedindo aos vivos nma
oragao, orna saudade ou ama lagrima.
Por isso, murmurando por entre os labios as
pbrases tremendas de nma prece, nao fez mais
do qae aportar Magdalena bem ao peito e dizer-
Ibe:
Slm, Alba, sim, rezemos, retemos, qae a ora-
glo consola!
Tambem to a viste, Leonor ? acudi Magda-
lena, desviando as mos dos olbos e cravando-os
em soa irma. Tambem filn em ti aquello olbar
to torvo ? Oh I oo, nao, bem o sei; foi s a mim,
a mim, qae soa a precita, a amaidicoada I
Socega, Magdalena, socega, miaba irma,
Allucina-te este espectculo, a qoe nao ests hab
toada. Deixa-me fechar a janella e acosador Int.
Nao, nio, tomata Magdalena, relanceando
em torno de si os olhos assoslados ; nio le abastes
de mim, nio me daixet s l
A los disalpara' o terror qae u trevas te
causara, minha irmaasinha.
Pois ilm, acndio-lbe Ma, mas ea vou coat
go, eo acompanho-te.
PoU vam.
E ambas, bem agarradas orna a onlra, foram
bascar phosphoros para aeeenderem as velas. Iam
pira tachar a janalla, mas Leonor rette toa \i-
maa e dia*-loe ea tom grave :
Nio bom cerrar os postigos, Magdalena.
quando os mortos fluctuara no ocano. Seria ama-'
injuria, caspida as faces do phantasma, e tu nao
queres injuriar a sombra de nossa mii, nio, minha
boa irmia ?
Nio, mas tanbo medo !
Pois obega-te para ao p de mira, irmaasi-
nha -, sema-te aqoi e retemos por alma daquella
santa I
E ambas, agarradas nma onlra, aenUraoMe
ao p do leilo, e eom os bracos entrelacados e as
frontes unidas, all estiveram, rezando, chorando
e trocando de vez em quando algnmas palavras em
voz manta.
Quando a aurora rompen, encontroo-as no mes-
mo sitio, ambas pallidas, ambas prosiradas pelo
eansago e pelas commoces.
Os lvidos ralos de urna mannia triste de ontom-
no da vam nm tom amarellado as frontes de mar-
flm das dnas meninas, qae mais parecaos freirs
ascticas e maceradas. A chava alagara o chao do
qaarto e os restos das velas eipiravam nos casti-
gaes, fazendo fogaeirai com o| pedios de papel
qoe ae einglam. A cama eslava intacta, as paredes
nnas do quarto tingiam-se levemente eom o Inde-
ciso alvor da madrugada, qoe Ibes da va tua as-
pecto fnebre. Acalmara-se a procelia, emmoiece-
ra o vento e as ondas aplacadas entoavam inania-
mente o seo cntico montono, quebrando pregnj-
cosamente as rochas e praiando-se com laagul-
dez no areal.
(Continuar-u-ha.)
PRNAkC. -WP. DE y- r-- ttS lF
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