Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10949


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Full Text

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WO XLH. HUMERO 93
PorqiartelpagMMdoslOdiasdoI.'mez
dem depois ds i.0! lt das de comeco e dentro do qoartel
Porte ao correio por tres metes
S
"




BNCARREGADOS DA SUBSCRJjgAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Afofcdrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olifeira j Maranbao, o Sr. Joaqnim Marques Ro-
drigeos ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Flaos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costo.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO SUL.
A^lagoas, o Sr. Clandino Falco Dias; Babia, o
Sr. Jos Martins Alves: Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribefro Gasparnho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
SEGUNDA FEIRA 2* DE
Por amo pago deitre de l#diasll.0mez. .
Porte ao correio por im aoao...... .
*->.
19|ooo
Slooo
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar
reros, Agua Preta Pimentelra, as quintas
feiras.
Olinda, Cabo, Escada e estibes da tia frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyaona as segundas e sextas feiras..
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar, Aimiir'vrrAS nos TnmnvAES na paditat
Aitinho, Garanhuns, Bleme, S. Bento, Boro AU,EINLIAS D0S> TRIBINAES DA CAPITAL.
tenllb' AgU3S B8'JaS 6 5'acaraUi' naste*v*8 Tribunal do comraercio: sagitadas e quintas.
D*,.A'l'n,n m. ... t. /Relagio: tercas e sbados s 10 horas.
Faod Alno, Nazareth. Limoeiro, Brejo, Pesqaeira *.,._,,. -;_, c 1au.0
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis- ,a ,a qmDtas as 10 horas-
ta, Ouricury, Salguen o e Ex, as quartas Ja,z0 do commereio: segundas as 11 horas.
feiras. mito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas sabbadss a 1
hora da tarde.
EPHEMER1DE3 DO MEZ DE ABRIL.
8 Quarto ming. as 6 h., 22 m. e 2 s. da m.
15 La nova as 4 h., 44 m. e 10 s. da m.
21 Quarto crese. as 8 n., 12 m. e 4 s. da t.
29 La eheia as 7 h., 4 m. e 14 s. da t.
DIAS DA SEMANA.
23. Segunda. S. Jorge m.; S. Adberto b.
24. Terca. Ss. Honorio e Mileto bb.; S. Leoncio m
25. Quarta. S. Marcos evang.; S. Hermlno m.
26. QuinU. S. Pedro de Ralis b.; S. Cleto p. ni.
27. Sexta. S. Tertuliano b.; S. Turybio are
28. Sabbado. S. Vital m.; S. Agapito m.
2. Domingo. S. Pedro m. S. Tertulia v. m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 11 horas e 42 m. da tarde.
Segunda as 12 horas e 6 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPOR COSTURO.
Para o sui at Alagoas a 14 e 30; para o nor;
at a Grauja a 7 e 22 de cada mez; para Peman-
do nos dias 14 4os mezes de Janeiro, mareo, aaai
julbo, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independ
ns. 8, dos propietarios Manoel Figneiroa de
& Filho.
PARTE OFFICIAL
MINISTERIO DA l'lZEW.l
director geral do contencioso pelas razues expostas
era sea parecer.
O conselheiro vlscoode de Jequitinhonha, po-
! rm, juiga de sea dever declarar que nao lh pa-
rece iateiramen'e liquida a doutrina de que a per-
fil haco do fllho Ilegitimo ou de coito punivel nao
o p5e emperfeita igaaldade com o fllho simples-
mente natural para poder sacceder a sea pai no
. caso de que se trata.
A nossa legislacio antiga chamava, verdade,
2. secgo.Ministerio dos negocios da fazenda.
Ro da Janeiro, 31 marco da 1866.
Sendo consultadas as secc5es de fazenda e de
. Justina do eosselho de estado, por ordem de Soa
Magostado o Imperador se as Binas nataraes tem perfeitamentelidimo, o legitimado por'seguiote raa-
direito a percepeo do monte pi de marinha, trimonio (Ord. Man. liv. 2. tit. 17 10), qoerendo
vista do disposto no art. 4. do respectivo plano e assira fazer distlucgio entre estes e os legitimados
do decreto n. 1039 de 3 de ooventbro de 1854, o- pelos oulros meios reconhecidos em direito ; mas
ram as ditas secc5es de parecer com o quat con- depois que a lei de 11 de agosto de 1831 recoobe-
formoa-se o mesmo augusto senhor, por Imme- i ceu o direito hereditario do fllho do clrigo ou de
diata resolugao de 28 do mez passado que, attenta algara oatro damaado ou punivel coito, em relago
a doctrina dos arts. 4*. 5o e 10 do citado plano e a seu pai; depois que o decreto n. 463 de*2 de
a disposlcao do art. 4o do decreto n. 1059, fra
de duvida que o abono do raoate pi s Albas oa-
turaes est autorisado expressamente por lei, nao
podando ser-lhes recasado sem grave e notoria
injustiga ; mas que sa os filtras nataraes reconbe-
cidos e legitimados pelos meios admittidos na le-
Kislagao em vigor (lei n. de 2 de setembro de
1847,) sao equiparados aos Albos legtimos, a per-
filhaco do fllho Ilegitimo nao natural nao o p5e
a par dos desta classe e apezar della, nao pode
ora tal fllho succeder a seu pai: sendo consequen-
temente preciso que a lha nao legitima de ofBciai
seja natural isto ex-solw-o el soluta, para poder
perceber o meio sold do monte pi, nos termos
do plano, art. 4* e maU dlsposigSes citadas.
O que declaro a V. S. para sua intelligencia e una de
devidos efleitus. tada, o
setembro de 1847 declarou extensivos aos Albos
nataraes dos nobres os mesmos direitos heredita-
rios que pela Ord. competera aos Albos naturaes
plebeus; licito, e talvez seja regra de razoada
hermenutica nao entender a legislagio vigente
tao restrictamente como se fez.
Se os pas podem herdar a seus Albos de coito
punivel e estes quelles era seus respectivos testa-
mentos, comanlo que nao tenharn herdeiros ne-
cessarios, porque, sendo os filhos legitimados devi-
damente, nao podero herdar o monte-pio corres-
pondente, guando para isto nao mister ser Albo
legitimo (decrete a. 1059 de 3 de novembro de
1852, art. 3.-), e basta ser fllho natural ?
A' vista do exposto o visconde de Jequitinho-
parecer que a lei necessita ser loterpre-
que s pode fazer o poder legislativo e
o conheeimento e execugio da presente resolugio
pertencer, que a curapram e faeam cumprir to
inteiramente como nella se contera.
O secretario do governo desta proviacia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do goverdo de Pernambuco, em 18 de
abril de 1866, -45 da independencia e do Imperio.
L. S.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugao nesta
secretaria do governo de Pernambuoo, aos 18 de
abril de 1866.
O secretario, Dr. Francisco de Paula Salles.
Registrada'a rh doL. 7 de lels provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuce, 18 de
iril A (fifi ^
abril d 1866.
O escripturario
vara:
da 4' seccJo, Theodoro Jos Ta-
Deus guarde a V. S.Joio da Silva Girrao. para issoseja re'mettido a' asseinbla geral legisla-
Sr. conselheiro director geral da contabilidade. Uva.
Cunsnlta das seccoes reunidas de fazenda e de jus- Vossa Magestade Imperial resolver o que em
tioa do conseino de estado, a que se refere o sua sabedoria jolgar raais acertado.
aviso sapra. | Sala das conferencias, 27 de Janeiro de 1866.
Senbor. Mandn Vossa Magestade Imperial, j Visconde de Itaborahy.Manoel Felizardo de Sou-
por aviso do ministerio dos negocios da fazenda, za e Mello.Visconde do Uruguay. Jos Antonio
de 18 de dezembro do anno prximo passado, que Pimenta Bueno.Visconde de Jeqaitinhonha.
as secedes reunidas de fazenda e justica do conse-1 Resola$io.Como parece a' maioria das seccoes.
Iha de estado, consultassem com seu parecerse Paco, 28 de fevereiro de 1866.Com a rubrica de
as Albas nataraes tem direito percepeo do men-
te pi de marinha, a vista do di -posto no art. 4*
do respectivo plano, e do decreto n. 1059 de 3 de
novembro jle 1862.
A puestao a que se refere aquella aviso foi mo-
vida no thesooro a vista do requerimento de I).
Maria da Conceico Paiva e Silva, que pretenda
perceber o monte-pio de sea pai, o coronel Jos
de Palva e Silva.
Sua Magestade 5 Imperador.Jos Pedro Das da
Carvalho.
GOVERVO DA PROVINCIA*
LEI N. 656.
O vr. Manoel Clementino Carneiro da Conha, vi-
ce-presidente da provincia de Pernambuco : Faco
Sobre esta pretengo foi ouvido o director geral, saber a todos os seus habitantes que a assembla
do contencioso, que deu sua opiniao nos termos legislativa provincial decretou e eu sanecionei a re-
seguales :
O monte-pio
da armada, creado segundo o
solugo segulnte:
Art. 1. Fica restaurada a cadeira de desenho do
t plano da resolugao de 23 de setembro de 1795 Gymnasio provincial que ha va sido supprimida
e urna Instituigao, posto quu philantropica, mui-! pelo artigo 4 da lei n. 511 de 20 de junho de 1861.
to diversa da concessao de meios sidos, auto
risada em favor das viuvas, lhas solteiras, e
filhos menores dos ofQciaes do exercito, pela lei
de 6 de nevembro de 1827, a qual, sendo pura-
mente graciosa, pode o governo limitar, como
quizer e melhor entender.
As restriegue, pois, que prohiben] essas res-
triegues de meio sold viava, desde que con-
trabe novo casamento, aos Albos e fluas que
nao forera legtimos ou legitimados per subse-
quens matnmonium, ele, nao podem ser appli-
cadas ao monte-pio, a menos qua eslejam ex-
pressamente declaradas no referido plano ou
as disposigoas que posteriormen-e o tenharn al-
terado.
O art. 4o do plano diz : Se por marte de
qualquer dos contnbuintes nao ficar viuva,
mas sm fillias donzellas ou viuvas por lodas ellas
se repartir igualmente o meio sold de seu pai
habilitndose perante. o auditor geral da mari-
nha da tua fitiago, estado de donzella ou viava;
e esta porcao se lie continuar ..
O art. o" nenhuma disposigao contm que
possa induzir a idea de que houvera proposito
de excluir as Albas naturaes do beneAcio do
monte-pio.
O art. 10 qae diz :Se a viu'a que passar a
Art. 2. Ficara revogadas as disposigdes em con-
trario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quera
o conheeimento e execugo da presente resolugao
pertencer, que a cumpram e fagam cumprir to
inteiramente como nella se contm.
O secretario do governo desta provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambaeo, aos 18 de
abril de 1866.45" da independencia e do imperio.
L. S.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugao nesta
secretaria do governo de Pernambuco, 18 de abril
de 1866.
O secretarlo Dr. Francisco de Paula Salles.
Registrada a fl do livro 7o de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 18 de
abril de 1866.
O escripturario Theodoro Jos Tatares.
LEI N. 657.
O Dr. Manoel Clementino Carneiro da Cunha,
vice-presidente da provincia de Pernambuco : Fa-
go saber a todos os seus habitantes qae a assem-
bla legilativa provincial decretou e eu sanecionei
a resolugao seguate :
Art. 1." Fica aberto ao presidente da provincia
segundas nupcias sobreviver do segundo marido um crdito supplementar ao orgamento vigente, na
licando com meio sold que pertencia a este por
morte da mesmi viuva ser repartido este meto
sold por todas as fithas que se achnrem no esta-
do de donzellas, ou viuvas, sejam do pnmeiro ou
segundo matrimonio... nao iroporia a prohi-
bigio de abonar-se monte-pio s Albas natu-
raes.
A tiipothese de que cogtou este artigo espe-
cial e por isso se reportou a filhas de um e
outro matrimonio; porque era smeote entre
Albas dessa especie que se poderia dar a alter-
nativa ou duvida.
' Morto um offlcial, o monte-pio pertence de
preferencia sua viuva. Esta conserva o be-
neficio, anda coutralnndo novo casamento cora-
tanto que o f;ii; i com algam ollhial militar,
t No caso de segunda viuvez, cessa o monte-
pio anterior e passa a perceber o que Ihe com-
petir pelo segundo marido ; e ser este monte-
po que em todo o caso se abonar s lhas por
fallecimento da viuva, sejam ellas do .1. ou do
2,* matrimonia ; porque as filhas que soccedem
a' mai viuva, ja nao percebem o beneficio na
razio dos descontos feitos pelo offlcial em sua
vida, mas em razio dos qae conlinaoa a fazer
mai emquanto percebea esse mesmo beneficio
(art. 5." do plano).
< Mas, ^aando duvida houvesse essa devia des-
apparecer diante do art. 4.* do decreto n. 1059
d 3 de novembro de 1852, que diz. As fi-
lhas, na falta de viuvas ou no caso das viuvas
suas miis passarem a segundas nupcias ou
por morte de suas mais viuvas, para haverem
o qae Ibes pertencer do monte-pio, na coaiormi-
dade do dito plano, art. 4., 5. e 10 Justificarlo
da mesma forma, 1." sua filiago anda que s
natural teja; 2. o estado de solteiras honestas
ou viavas e Bao religiosa professa ; 3. se sao
nicas ou lera mais irmios a qaantos no mesmo
estado.
Porta ato o abono de monte-po s filhas nato
raes est autorisado expressamente pela le,
pode recusar-se Ibes, sem grave e notoria in-
jostica.
< Mas ie os filhos naturaes, reconkeados ou le-
gittmadn pelos meios admittidos na legislago
em vig.jT (iel de 2 de setembro de 1847) sao
equiparados aos filhos legtimos; a perfllhago
do filho ilegitimo, nao natural nao o poe a par
dos desi a classe, e apezar della, nao pode um tal
filho sacceder a seu pai; consecuentemente
preciso qae a filba nao legitima do offlcial seja
natural, isto ex soluto et soluta (ord. liv. IV,
flt. 92) para poder perceber o meio sold do
monte-pio, nos termos do plano, art. 4. e mais
dspowgoes citadas. >
t Sendo, porm, certo qne tanto a sopplicante
quanto seu irraao Joio Carlos nasceram qoando
ainda viva a malher do coronel Paiva, qae as-
sim o declarou na escriptura de perfilhagao, nao
sendo, por isso, filhos naturaes, apezar dessa
escriptura ttao pode a sopplicante sacceder no
monte-pio qae reaner, o qaal como Oca dito, s
eompetindo s Binas legitimas naturaes, nos
termos das disposigdes em vigor, s Ihe poderia
ser abonado se o sea nascimento houvesse sido
legitimado per subsequent matrmonium, nnlco
meio poroon os litios de punivel coito se podem
tonar aptos para sneceder a san pal, em quaee-
qusr Amito* ou vantagens.
Directora geral do contencioso, em 7 de
detemtro de 1865.Menezes s Sonta.
A antora das secgoes reunidas concorda com o
importancia de 5:1143336 rs., para occorrer s
despezas decretadas no art. 14 da lei do mesmo
orgamento.
Art. 2. Ficara revogadas as disposcoes era con-
trario.
Mando portanto, a todas as autoridades a quem
o conheeimento e execugo da presente resolugao
pertencer que a cumpram e fagam cumprir to in-
teiramente como nella se contm.
O secretario do governo desta provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, aos 18 de
abril de 1866, 45 da independencia e do imperio.
L. S.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugao nesta
secretaria do governo de Pernambuco, aos 18 de
abril de 1866.
O secretario, Dr. Francisco de Paula Salles,
Registrada a 0. do livro 7" de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 18 de
abril de 1866.
O escripturario da 4' seccioTheodoro Jos la-
vares.
LEI N. 658.
0 Dr. Manoel clementino Carneiro da Cunha,
vice-presidente da provincia de Pernambaeo : Fago
saber a todos os seas habitantes qae a assembla
legislativa provincial decretou e eu sanecionei a
resolugao segniote :
Art. 1 Fica aberto um crdito supplementar ao
orgamento vigente na importancia de 3:8713070
para occorrer as seguales verbas de despezas :
1* Ajada de casta dos membros
da assembla provincial............ 1:428(992
S 2 'Despezas jodioiaes.......... 1:250(000
1 3, Com as obras da casa de de-
tengo..........,-,.............. 275*438
1 Exp^ Ja mesma..... 916(640
Art- 2-.r" vogadas as disposigoes em con-
UQ.Jjta'-
asgT -<,o. por tamo, a todas as autoridades a
quem o conheeimento e exscagio da presente re-
solugao pertencer, que a cumpram e fagam cum-
prir tao inteiramente como nella ss contm.
O secretario do governo desta provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambaeo, aos 18 de
abril de 1866, 45a da Independencia e do imperio.
L. S.
Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugao nesta
secretaria do governo de Pernambaeo, aos 18 de
abril 1808.
O secretario Dr. Francisco de PauU Saltes.
Registrada a fl do livro 7* de leis provinciaes.
Secretarla do governo de Pernambaeo, 18 de
abril de 1866.
O escripturario da 4> secgo Tftxioro Jote Ta-
rares.
LE N. 659.
O Sr. Manoel Clementino Carneiro da Cunha,
vice-presidente da provincia de Pernamuco :
Fago saber a todos os seas habitantes qae a as-
sembla legislativa provincial decretou e en sane-
cionei a resoluge segulnte
Art. 1. Fica o presldentt.4 provincia autorisa-
do a rescindir o contrato -OTnkiado snm o finado
Jos Mamede Alves Frreirn, para a construegio
das estrrdas de Pi d'AIbo'f Jnzaretb.
Art. 1* Ficam revocadas as disposigSes em con-
trario.
Mando, portanto, a ttda as autoridades, a quem
Expediente do dia 19 de abril de 1S66.
Offlcio ao Ezm. e Rvm. bispo diocesano.Pelo
offlcio que V. Exc. se dgnou dirigir-me em 16 do
crrente fiqoei inteirado de ier sido conferida a
collagio cannica na fregaezia de Nossa Senbora
do O' de Goianna ao Rvd. Lourengo de Albuqner-
que Loyolla.
Renavo a V. Exc. os protestos de minba estima
e considerago.
Dito ao Exm. general commandante das armas.
Para cumprimento do disposto no aviso da re-
parligo da guerra de 26 de margo ultimo, queira
V. Exc informar desde quando servem em sobsti-
tuigo aos cirorgides militares os mdicos civis Pe-
dro de Alhayde Lobo Moscoso, Jos Joaquim Dias
Fernandes e Joio Baptist Casa-nova, e se teem
servido gratuitamente.
Dito ao mesmo. Para que en possa resolver
acerca do destino a dar-se ao soldado do 1 corno
provisorio Manoel Peres Adriano que foi considera-
do incapaz do servlgo em inspecgo de sade, se-
gundo consta do termo annexo ao sea offlcio n. 637
de 13 do correnie, faz-se necessario que V. Exc.
informe se o referido soldado est comprehendido
na disposgio do artigo 23 do regulamento do 1 de
maio de 1858.
Dito ao mesmo.Haja V. -OExc. de mandar ins-
peccionar pela junta de sade o soldado da compa-
nhia provisoria de polica Manoel ngueiroa Cara-
do de Menezes que assira o pede.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Peia leitura do aviso da rapartigio da fazenda de
10 de margo prximo lindo, constante da copia in-
clusa fleari V. S. inteirado de ter sido approvada
a delegagio feita pelo procarador fiscal interino
dessa reparligo na pessoa do bacbarel Pedro Alfon-
so de Mello para representa-lo as deligencias do
vinculo de Itamb.
Dito oo inspector da thesouraria provincial.
Recommendo a V. S. que em vista dos prets jun-
tos em duplcala que me reraetteu o commandante
superior da comarca do Rio Formoso com offlcio
de 3 do correte, e nao bavendo inconveniente,
mande pagar os vencimentos relativos ao mez de
margo ultimo, dos destacamentos de guardas naci-
naes existentes na villa de Serinbiem e na povoa-
cao de Gatnelleira.
Dito ao mesmo.Remeti incluso o offlcio que
em 11 do correnta me dirigi c commaadonte da
compaohia provisoria de polica acerca do soldado
do corpo policial Jos Paulo da Conversagio para
que V. S. informe com o que ihe constar relativa-
mente ao mesmo sold.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal dos municipios de Olinda e Iguarass.Expe-
ga V. S. as suas ordens para que o batalho n. 9
de infantariada guarda nacional do municipio de
Olinda faga as honras fnebres do estylo ao Aado
coronel reformado do exercito Antonio Jos Victo
riano Borges cujo cadver tem de ser dado a se-
pultura no ceraiterio publico d'aquella cidade
amaoha as 8 horas do dia ficando V. S. certo de
que o director do arsenal de guerra est autorisa-
do a fornecer o cartuxame de mosquetaria-que for
reqaesitado por parte desse commando. superior
para as descargas do costume.
Dito ao presidente e raembros^da commissao de
exposigo agrcola e industrial. Tenco-me com-
municado a cmara mnnicipal de Iguarass em
offlcio de 7 do corrente ha ver dado tedas as pro-
videncias affixando edtaes e erapregando os meios
ao sea alcance a Ara de que o maior numero de
seus municipes concorram para a axposicio que
tem de ser aberta nesta capital no dia 1 da julbo
prximo vindouro com os productos agrcolas e
industriaos; assira o declaro a V. S. para seu co-
nheeimento.
Dito aocapitao do porto.A Vmc. fago apresen-
tar o recrata de marinha Pelycacpo Jos de Mello
para que Ibe d o conveniente destino depois- de
inspeccionado.
Dito ao gerente da Companhia Pernambocana.
Constando do parecer da commissio encarrega-
da de examinar os objectos remedidos para o
presidio de Fernando por parte do arsenal da
guerra no vapor Mamangiuwt- nao tere sido en-
tregue alii 32 libras de banna de porco que foram
embarcadas no mesmo vapor como se declara no
recibo por. copia incluso baja Vmc. de informar
tinho, sollicitando o pagamento do qae Ibe deve a A barra nonn^ n i j
cmara municipal de Pao d'Albo. A* commissao r a* r?/ J'or.,QSueza ova Amizade, proceden-
de orgamento unicipal commissao te do Rm de Janeiro cora destino a Portugal, foi en
Ura anaixo assigml dos moradores de Palmei- SfSflSSP MaCe'6 D da 18 d "*
&3SffiTgL&f&tt LT. 0*^Sy *' Pe^o esta pofeg

manifestar sua sincera e cordeal
a ESL ffBBS-defenndo (S8M SSSoXSr SETJS
Jos Rodrigues de Sooza, no Brasil^a colonisagio polaca ei ipeSaliente aos
mandando oavir ao governo.Approvado.
Um parecer da come
a prciengao de Antonio
Concedea-se.
Oatro do mesmo, informando sobre o requeri-
mento no qnal Francisco Mendes Martins, arrema-
tante da obra dos consenos da rebeira e aeoogae
da fregaezia da Boa Vista, pede ama indeanlsagao
em eonsequencia de maior qaanlidade de aadeiras
' que impregon na obra, e augmento da mesma fora
do orgamento, declara ser o peticionario um ponco
exagerad na sua enposigio, por ouanto tendo ido
pessoalmente examinar a obra em questio, acom-
panhado do mesmo peticionario, tomou nota de to-
thesoorero das loterias.-A Imprimir. lms 7pro^XrVnlp,l especialmente aos da a madeira empregada, e fez com qae ess nota
Outro la mesma commissao, deferindo oulra pe- commissfl^LSSJSl K -" meam^e ** i fosse Pr ell<> asignada, para em todo e lempo
tigodo referido thesoureiro.-A Imprimir M?a n rlSS mW genCiar a sibscr.pcao j eonstar e qne confrontada cora as madeim des-
OSr. Ramo reqner a dispensa de impressao k' nm w*Td h...nii -.. .. cr'Pta do orgamento, resulu apenas ama diferen-
troje lendo de retirarse effl poneos dias vem
repetir os seos protestos de gratidio, nao s em
diversos crditos sapplemeatares reclamados pelo
govarno.Approvado, e dispensado do intersticio
a pedido do Sr. Buarque.
Terceira discusso do projecto n. 40 deste anno,
autonsaudo a canlisago d'agua potavel para a
cidade da Victoria.Approvado.
Terceira discusso do projeeto n. 51 deste anno,
aotonsando a arrecadagao do imposto sobre o
gado pelas colleetorias.Approvado depois de ora-
rem os Srs. Cosa Ribelro e vigario Jeronymo.
Primeira discusso do projecto n. 63 deste anno,
regalando a forma de fiscalisagio dos gneros
viudos de oalras provincias e qae sin exportados
desta.
Fallara os Srs. Lopes Machado Costal Ribeiro.
Quanto a ladrbo, rea de toda a ribeira, easi-
nhas, alpendres e calgadas, mede 19,690 palmos
qoadrados, abaleado a quarta parte desta area-para
os rijollos amigos qne foram conservados o qne di
aue lem^Tn^ 6. *eM cmPa,rio,s iD^l cuadrados. Acara 14,768 palmos mar-
MutaAR IT, esPirar.da amizade e frater- cando o orgamento W.OOO, o que da' urna diferen-
^ilnd j^ ? ^T-Re?'fe' 2',de abril d8 ,866>: ? P,VAomais de t' luadrados no valor
_ o JSStJ*S? ^'T^A,* de *765800 "r sta arenga unida a de 78(200
i protestos Jos Mariano de Al-! r?, ja veriAcada em favor do peticionario, foi.....
5455000, que -O'qae jalga que em justlga Ihe po-
de ser pago como accressimo do trabalho que for.
Posto em discusso resolveu-se, requerimento
baqoenae, est de semana.
RPARTigAO BA MtlCIA.
Extracte da parte de dia 21 de abril de 1866.
Foram recolhidos casa dedetenco no dia 20 do
corrente :
A,' crdero do Dr. delegado da capital, Reg de
tal, para ter destino como alienado, Manoel e Felio-
Encerrada a ^^0^^^^,^^ ^Z* te*6*'6 ^ de CfaS,'8 ?'
xerceira discassao do projecto n. 31 deste anno, I a' ordem do snbdelflMdn d ? inu rn3n w
autorisandooestabeleciraento de ama liaba tele- fc BriioVpVteSrbfcl '
graphica oo interior da provincia. m
Falla contra oSr. Ribeiro.
Vem mesa urna emenda dos
Srs. Buarque e
O chefe da 2* secgo, ,
J. G. de Mesquita.
Passageiros do vapor braslleiro Mamanguape
Soares Brandio, tornando o contrato dependente I sabido"mmMmtMaouai"
Terceira discusso do projecto
do Sr. Gustavo de Reg, declarar no requerimento
do peticionario, qne requeresse elle o pagamento a
quera competisse, visto que a cmara nao se aeba
autorisada a iodemnisa-lo, por quanto, tendo sido
apresentado o orgamento da obra, e osudo a mes-
ma em praga, este orgamento devia elle cirgir-se.
Ontro do Aseal' da fregoezia de S. Fr. Pedro Son-
sa I ves, informando nao baver inconveniente era
permittir-se que James Ryder & G\ montern ama
machima a' vapor na casa n. 26 da roa do ApoHo,
visto ser a mesma bastante espagosa.
Concedeu-se, votando contra o Sr. Costa Moa-
teiro.
Outro do fiscal da- fregoezia de S. Jos, romet-
Joao de Oliveira Rabello, Manoel Jos da Fonceca tendo a parte inclusa dada pelos guardas Jos An-
, ei criado, Caelano Ferreira da Silva, Joaquim Per- ionio Baplista e Epipnanio Jos de Souza, da apre-
reira umvi, Manoel Thomaz Aquino, Benedicto, hensio de nm barril coai pelxe salgado, que- des-
Jose Bezflrra, Manoel Goyanna, Jos Machado, Fran-1 embarcara de urna, alvarenga no caes do Ramos,
cisco ae sota Lavalcanti, D. Epiphania de Sooza 1 enjo barril achava-se depositado em mi de Manoel
Carvalho Jos Torquato de Sa Cavalcanti e 1 filba, Antonio da- Silva.-Qae se offlciasse ao inspector
_.2J?.*s5,pfnden.ci'?' Antonio Lulz Muniz, Ma- da alfandega, dando parte deste facto, e remetton-
n. 35, alterando
a diviso dos dlstrictos de paz da Escada e deMu-
ribeca.
rallara os Srs. Ribeiro e Soares Brandio, reque-
rendo aquella qne se oaga sobre o projecto o jaiz
de direito desta capital e a cmara municipal.
tap^appovadS ojelo reqQermemo "Ba|- no,el Theolonio e 1 eriadrFranWin^e-oTivra Mal-
e roi'"
;M- V roanaa f se",c.os 0* 1 bador. Antonio Francisco da Sil ti. Victoriano Fer-
l.tares para as aposentadonas provinciaes.-; relra da 8,|w> vlgario 6reg0 VerSa Lnstola.
Segunda-discassao do projecto n. 59 deste anno, \ SSScSSft tt^V^^t^s
Appr
concedendo urna sobvengo ao conservatorio
matico.Approvado.
Seganda discossa do projecto o. 46 deste anno..
E approvado com urna emenda do Sr. Paes de
Andrade.
Sagunda discusso do projecto n. 38, conceden-
do privilegio com o estabelecimenlo de pedago
para a constrnecio da Ponte no Rio Capibaribe nos
lugares Sant'Anna e Torre.Approvado, com urna
emenda do Sr. Lopes Machado mandando dar a
preferencia era Identidade de circamstancias a
Aristides Duarte, sendo reeeitada urna emenda do
mesmo Sr. elevando o privilegio a 30 annos.
Seganda discusso do projecto a. 48 deste anno,
autorisando a reforma da secretaria
Approvado.
Barabona, Antonio Carlos A. Albuquerque, Vicea-
te A. Magalbes, Jbaqaina Maxmiana Pestaa.
Passageiro do pataeho brasileiro Arroto Gran-
de, sabido par o Rio de Janeiro :
Joaqnim A. Guimaraes.
HW# *g
GA14R1 MCMlPAL DO RECITE.
SEGUNDA SESSAO ORDINARIA AOS 17 DE
MARCO DE 1866.
Presidencia do Sr. Pereira Stmoes,
Presentes os Srs. Thomaz Aqaioo, Costa Moutei-
do governo. ro,. Santos,. Gustavo do Reg, abrio-sa a stsso, e
Ifm'ida e appprovada a acta da antecedente.
terceira d*scussao do projecto n. 37. deste anno. 1 Leo-ee o segmnte
marcando ordeaado aos repetidores do Gymnasio, EXPEDIENTE
e creando nm lugar de preparadores.Approvado. Um offlcio do presidente da amara municipal
Terceira discusso do projecto n. 10 de 1860| da villa do Ourieury, Toomaz Pedro d equino com -
autorisando o governo a fazer um emprestimo municando qne nao achando-se reunida a mesma
comarca do Donio para a construegio de um mer- cmara, e sendo necessaria algura. demora para
cado.-Approvado. : q,ue se reauisse tomou a delibarago de por si s Rsrnardi lar A ftiii WrVnrl'
Primeira discusso do projecto n. 44.deste anno,. Promover a subscripgao para a offeru de ama es- i K2' Kncisco MaS da SUva Ta
concedendo. ama moratoria a Bencio Cavalcante! Pada de onrn a S. M. o Imperador por seu feliz re-J w^!lS^im*X^^SGX
-Approvado. gresso dos campos da guerra, conforme o convite 1 S, XastofRodrXs Sete D JoanS\m Ma
Dada, a hora o Sr. presidente levanta a sessao da cmara desta cidade era offlcio de 3 de novem- i S dos PraX ^jZvS%mtS^i^
marcando a seguinte ordem do-dia : 1 discusso > o anno passado, ao qual acorapanharam oatro QJ1 LeowE%m ffidn l5Sn% iSSln"
dos projectos ns. 69, 77 e 78 deste anno 5.* do* i Por copia, da cmara geral e dua7 listas para as I fi0M1M0? MaaS do Sas&nte Rotas
de ns.50, 62 e 74 deste anno ;3- dos de ns. 32. e- resmas, serem langados os nomes dos subscripto-! XSSilIse fesso Nascimento Rosas,
do-se-lbe copia, do- offlcio do fiscal.
Outro do fiscal-da fregaezia de Boa-Vista,.infor-
mando o requerimento em qae Laiz de Franca, pe-
de para, edificar ama casa na Capuoga ;. declara
que examinando o terreno, acba que est o peti-
cionario no caso- de obter a licenga.Maudou-se
eordear.
Oatro do mesmo,. informando nao boaver incon-
veniente era permitlr-se que Antonio da Silva Fer-
reira Jnior, faga- e cano, como reqner, para- des-
pejar as aguas-de suas casas ns. 9 e 11, sitas a ra
por traz da. matriz da mesma freguezia, no oano ge-
ral que acba-se coasiruiodo naqnelle logar-a repar-
ligo das obras publicas. Que o peticisnario obti-
vesse a concessao- primeramente d'aquella repart-
gao, para poder ento ser deferido.
outro do llsoal da freguezia dos Afogados, pedin-
do a cmara Ihe mandasse pagar a qaaniia de 85
qae dispendera- cem o enterramente de ara cavallo
e ara boi, apparecidos morios as estradas de Bem-
fiea e dos Remedios, sem qae podesse saber quem
erara os sens- donos.Que se passasse mandado de
pagamento.
P/estou juramento o continuo Jos Miguel de
Souza Magalbes,. noraeado em sesso de 7do cor-
rente.
Despacharam-se as petigoes de assooiagao dos
pratlcos, Antonio da Silva Ferreira Jnior, Antonio
Alves de Carvalho Veras, Antonio Roges de Souza,
37 deste anno, e lels nio sanecionadas.
REVISTA DIARIA
rs, que deviam ser intregues li2(Q00 rs, pelo pro-
curador do promotor publico d'aquella villa, nesta
O Exm.Sr. conselheiro Dr. Pedro Aatran dftMBlta ^R'eJXP rs> P*0 Dr JB' de ireilo Anto-
e- Albaqaerque, presidente da reumo que.com o "Sy8^ .. .
Ara de promover subscripgao era favor da emigra-! Ms;en^"doldeclara' qae "" bastanle seF pre"
gaoe colonisagio polaca, leve lugar no dia 4 do ?;^*S?"'L2pr?n,0Ver a SU^cnpgao, pois-que,
corrente mez. nos saldes da Associagao Gomaercial HC^W? espago, e em am paz tao pobre como
frtrrrf, ^J^t^J? 222? aos,seus.es- Eu Francisco Canuto da Boaviagemv secretorio a
da? listad rt/vaivi'bnCr,Pa0 fM aDie wx^\ sabscrevi.-Pereira Simoes, pro, presiWnte.-San-
3tas,que devolva na importancia de 218,5000 us.-Dr. Seve.-Fonceca.-Rego^-Costa Monteiro.
aquella termo, nao Ihe foi possivei obter meibor
resaltado.
Acabada a leitura do alucio cima, o secretario
aprsenla a cmara aqoaotia de 2J8#000. rs> no
mesmo mencionado.
Resolveu-se que fosse recolhida. ao corro- para
bastante patriotismo e convenientemente fazer-se a remessa, e que-se ac-
espirito de phllantropa para que nao-imittam todos cusasse o recebtmento, louvando-se a prompta exe-
e cada nm de per si o prestigio e a influencia, de cugo qae teve o pedido feto pela cmara.
que devidamente gosam, ao sentido de se conse- Outro do Dr. juiz.de direito a 2. vasa^ remet-
guir cora a mxima brevidadepossml o maior nu-,leQdo uma certido de cusas qae Ibe petiencem na
j mero de subscriptores. 1 importancia pe 25BO0 rs, era que fra eondemna-
sobre semelbante talla com possivei brevidade. E assim sollicita dos mesmos Srs. membros das do oof'8 municipal, pede o pagamento das mes-
Portaria.O presidente da provdeia attendendo commissite, qae abaixo damos individual e no-; mai custas.
Benecente, considerando da maior importancia o
rpido desenvolvimecio da subscripgao,. pois esta
que tem de servir de iherraomesro do numero de
colonos, que se devam mandar importar neste
mesmo corrente anno, declara por nosso interme-
dio, que folga de reconhecer nos raa*s membros
das commissoes nomeadas
ao que requeren o jaiz municipal e de orphaos do
termo de Iguarass bacbarel Joao. Carlos Augusto
Cavalcaate Vellez resol ve conceder-lbe um mez
de licenga com vencimentos.
Dita o Sr. gerente da Companhia Pernambuca-
na.Mande dar uma passagem de estado a r at
o Ric Grande do Norte no vapor Mamanguape a
D. Anua Epiplunia de Sooza Carvalho.
Expediente do secretario da gtverno do dia 19 >
abril de 1806.
N. 106-Offlcio ao Dr. Joio da Silva Ramos 1
secretario da assembla legislativa provincial
Psra ser presente a assembla legislativa provin-
cial passv por oopia as maos de V. S. de ordem
de S. Exc. o Sr. vice-presideote da proviacia em
solngio do sea offlcio de 9 do eorrente sob n. 46 a
inclusa inlormagio qae raialstoa a thesouraria pro.
vocial acerca do requerimento qae devolvo de
Jos Cesara de Mello.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda-
S. Exc. o Sr. vice-presidenta da proviacia mando
transmittir a V. S. as duas incusas ordens do m-t
nisterio da guerra datadas de 33 de margo uliaiie
e 6 d corrente,
^^^^^^^^^^^
____PERNAMBUCO,
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 19 DE ABRIL DE
1866.
PRESIDENCIA DO SR. VICARIO FRANCISCO PEDRO DA
SILVA.
Ao meio dia faz-se a chamada, e verifica-se
a presenga dos Srs. depatados Francisco Pedro, Ay-
res, Ramos, Jos do Reg Barros, Correa 4a Silva,
Joaquim do Reg Barros, Costa Ribeireyll',rga-
IbO, Cicero, Aodr, Buarque, Angosto Sonsa Leao,
Lopes Machado, Jaronymo.CandldoMartin, Burgos,
Amrim, Correa de Brilto, Jansen, Amyotas, Soa-
res Brandio Armlnto, Sergio, Gaspar'Drnramond,
Emygdio, Paes deAndrade e Tiburuno.
Abre-se a sesso.
L-se o approva-se a acta da sassio anterior.
O Sr. 1* Secretario da' eonta da seguinte
EXPEDIENTE.
Uma peticiiq de Antonio Barbosa d Sotjza Coq-
meadamente, o concurso de sna coadjavacao effl-1 Que cootadpr. inormasse.
caz ao- Sr. conde Jasienst na promogo d'aquella 1 Ontro do juii de paz do V anno o 2. districto
pensamento patritico, prestando-lhe quaesquer (da freguezia dos Affogados, Antonio.Caldas da Sil-
esclarecimentos tendentes ao bom xito de tal fim.! Ta> coraranaicando ter assamido o exercicio do
coieassAO. central. mesmo cargo por molestia do 3. em exercicla do
Conselheiro Pedro Aatran da Matta e Albaqaerque. 1 2-' Por mosto do primeiro.
Dr. Sabino Olegario Lodogero Pinbo. Inteirada, e que se eaosasse n I. sapplente para
Saaaders Brothers, presidente da assoeiagio com- jarameoiar-se, e completar a Ustt como de lei.
mercial benecente.
Dr. Antonio Witravio Pinto Baadeira e Accioli de
Vasconcellos.
Dr. Diodore Ulpiano Coelho Catanho.
Dr. Jos Eastaqaio Ferreira Jacobina.
D. Abbade do Mosteiro de S. Beato de Olinda.
Fre Antonio do Patrocinio Araajo.
Jorge Tasso, negociante.
COMMISSOES AUXILIARES.
Freguezia do Recife.
Joaquim Marnho Cavalcante d'Albuqaerqae.
Caodido Alcoforado.
Reg & Irraao.
Ma noel Jos dos Santos.
Freguezia de Santo Antonio.
Vigario Joio Jos da Costa Ribelro.
Dr. Manoel de Figuelrta Faria.
Tenente-coronel Justino Pereira de Faria.
Antonio Duarte Carneiro Vianna.
Gaimaries & Oliver.
Freguezia da Boa-Vista.
Vigario Soberna.
Conselheiro Lourengo Trigo de Loureiro.
Floriano Correa de Bruto.
Dr. Joaqnim Jos da Fonceca.
Bernardino Jos Monteiro.
Freguezia de S. Jos.
Vigario Angosto A. Soares Vasconcellos.
Dr. Maximiano Lopes Machada
Juaquim Lopes Machado.
No presento numero encelamos a noWtoaeio
do bello romance de distrae eriptor portofaez
Pinheiro Cbagas, iotitulado Trttetas betra mar.
Esta prodaegie tem sido publicada ltimamente
no Porto, e ahi ha oktido a acaitage, de qae se tac
credora pela panza ds pbraseologia, peto bello do
enrod o pelas senas arrebatadoras, de qne est
chela. ......
Chamando para este romanee a atlengo dos nos-
sos leitorw, prestamos ao distincto autor a devida
homettm, ao mesmo tempo que propwio^iaos
'irqi Wtqra ag;radavel ao publico.
Oulros (3) do promotor, remottendo os balancetes
da reeeita e dispeza nos meses de dezembro^ janei
ro e levereiro ltimos.
A commissio de polica.
Ontro do engenheiro Cordiador, informando o
requerimento de Francisco Jos Regallo Braga, diz
qae nio correado por contada cmara o caiga men-
t da cidade, nao pode ella conceder ao peticiona-
rio a llceoca qae pede para levaua-lo, afim de fa-
zer a obra qae pertende.
Quanto a subsiituigo do cano de ilnco por oatro
de barro, nada ba qae oppor.
Concedeu-se a 2.a parte, e o primeiro qne raque--
resse ao director das obras publicas.
Oatro do mesmo, informando o requerimento da
Gonsalo Jos Alfonso, declara qae nada ba qae op-.
por a pretengao do peticionario, ama vez qne o
frontio qae pretende fazer no sea sobrado sito a
roa de S. Francisco a. 72, seja convenientemente
guarnecido de cornija em todos os sentidos,
Concedease.
Oatro 00 mesmo, informando sobre o requwi-
meoto de Victorino Jos Monteiro, declara qne nada
ba qae oppor a pretengao do mesmo de faier nma
sotea na casa de soa propredade sita a roa do
Sebo o. 38.
Concedeu-se.
Ontro do mesmo, ioformando o requerimento no
qaal Victorino Jos Monteiro, proprietario da casa
sita i roa do Sebo n. 34, peda para que loe seja
nermettioo substituir a trapelra qae existe na mes-
ma casa por nma sotea; diz qne dita casa tem de
ser cortada por nma roa projeotada na planta da
cidade, com o fim de por enoommunicagao as roas
do Cotovello, Sebo e Caiga d'Agua etc. mas como
nio se trata de abrir agora seta roa, nem a obra
que o peticionario pretende fazer leude a aogms*
tar o valor da sua easa, parece qne oentinoa razio
ba para qne se ihe negu o qne reqo.er.
Qaanto a ser nm dos oitSes 4a r\n singello, a
cmara era igaae* circamstancias, {to ji coneedjdQ,
I ontros o qne elle pede.
r> g>-*-
CHROMCA JIMCIARIA.
TRIBUNAL DA RELACO.
SESSAO DE 21 DE ABRIL DE 1866.
POES1DENCU DO EXM, SR. COSSELHE1RO
SOUZA.
s iO horas da manhaa, presentes os senhores
desembargadores Santiago,. Gitirana, Guerra, pro-
curador da corda, Lourengo Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Assis, Doria, Domingues da
Silva e Vleira Costa, abri se a sessio.
Passados os feitos, deram-se os segaiutes
JULQAMBKIOS.
Appellagoes crimes.
Appellante, Manoel Joaquim Ferreira; apellado
Joio Ferreira de Sooza.
Absolveram o reo.
Appellaote, Manoel Ribeiro da Silva; appellado>
a justiga.
Improcedente.
Appellante, ojuizo o Pedro Alexandrino dos San-
tos ; appellado, Manoel Flix Inojosa e a jostiga.
Improcedeate.
Appellante, o.juzo ; appellado, Manoel Mar-
ques de Souza.
A novo o/y. *
Appellante, Manoel Gregorio Barroso de Mello ;
appellado, a jaslica.
Reformada a senteoga para o grao mnimo.
Appellagoes eiveis.
Appellante, Andr Pires Visgueiro; appellado,
Jos Felippe Bezerra de Menezes.
Receberam os embargos.
Appeante, Jos de Barres Pimentel; appellado,
Joaquim Mariobo Falco.
Confirmada a seotenga.
Appellante, Jos Soares do liego; appellado, Jos
Joaquim de Oliveira.
Desprezados os embargos.
Appellaote, Jos Francisco Taboca; appellado,
Lino Jos Nogneira.
Confirmada a sentenca.
Appellaote, Josepba alaria da Conceigao e sene I.
nos ; appellado, Joie Ribeiro de Lemos.
Confirmada a sentenca.
HABEAS COSPUS
Negaram soltura a Manoel Joaqnim do Nasoi-
mento.
DILIGENCIA CRIMK.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
jostiga
Appellante, Manoel Francisco da Sonsa appel-
lado, a jostica.
Assignou-se dia para julgamento dos segatntes
feitos : ? -
Appellagoes erlmes.
Appellante, o promotor; appellado, Ignacio Mc-
reira.
Appellante, o julio ; appellado, Vicente, escravo.
A appella,g5es eiveis.
Appellante, U Mara Cavalcanti Meira Lima; ap-
pellado, Feliciano Rodrigues da Silva. .
Appellante, Vicente Jos de Brlto; appellado,
Manoel Jos Ferreira de Guralo.
PASSAOBCS.
Do Sr. desembargador Gitirana 0 r. 49H0h
bartador Guerra;
*
-






;





I .
I
ie Abril de 186.
Cao clvel
iros
aria
aiuo Beierra
Carvtllii
Geerra o Sr. desemfcar-
l civeis.
M, Sanios; appei'
la Lele; ap-
iSr.4|iembarga-
8866 Janeiro 2Pagament i da
da capel<
31-Pagamento da grali8ccio ao pro-
curador, reteiiva m enritMe mea ao-
menta, par-ter de eatmetu o logar.
Margo 31 Pagamento aoeapellao,
aoeiro ai eje..
-IdM aoMwipkaraKc m
*tC*ttertodedon*vf, eujarlJ*-
pa* eetavam dilacerad*!.............
tura
Se
aldo existente em caia.
Apipocos, 3 de abril de 1866.
I2#W0
16#60
W6#0O9
JMtWO
3#000
3f*fb
7S0|8t0
liMOJOOO
U thesooreina
li* Cesaro de m
ello.
As apoeilaoSes civeis.
vlexMdjdbaOBU-de Oreira-, appel-
Cibral Estrella.
Ao 8) itseraba/fador ommfneda SHa:
AaepellgSo clvel.
Appellante, Manoel Montriro de Macedo; appefta-
o, Borges 4 Mello. .i,w
DoSr. demb*gala|eTia ao-Sr. desembar-
jb%ppellagles civels. Reoebi do Sr. Antonio tope Pereira de Mello, a
Appellante Segismundo' Sergio do< Santos; ap- quantia de 30*660, importancia, segando o dlzer
Dellado \ t !nte Ferreira Padilha Galumby do meamo senhor, das curtas coudas no processo
AppellaOte, Jos Barroso de Araojo; appellado, intentado pelo cnsul portugus, contra o refeiido
Francisco Rcgerio Correa. senhor, e do qnal deeawo aquel le por sentenca do
Appellante, Joaquim Gongalves d Lemos; ap- ju20 municipal da primeira vara, e de dlreito da
pellado Manoel Rodrigues de Aievedo. i segunda, cusas a que o' mencionado cnsul foi
Do Sr deembargador Doaiogues da Silva ao condemoado a pagar e q ie o Sr. Mello offerece
Sr desembareador Gaerra. como esmola a este hospital.
A appellacao clvel. Thesowaria do hospital portugus debeneflceo-
Anasucio Jos da Silva; appellado, ca em pernambuco, aos !l de abril de 1866.
Marasmo, bypco;
O xarope alctio
todo, da maior utihdade
ramente, e en pouco temf
timo.
Adverte-se uroe o verdadeiro xarope so se
vende nesta cidatte na botica cima indica-
da, de abaixo aasifnado; e em outra qual-
quer parte qoe se Um antwaciado nao da
compoeicJo e nem o abaise assigna-
Jot 4*ockm Farmthoi.
]*-.-~ .
^^Hm* ....
Cwad (poraos) ....
Cocos (seceos^ .....
Colla ....
^salgados.,. .
espichados
daae reapoi
Cl
ERClT
Appellante,
Alexaoirioo Marlins Correa Barros
Do Sr. dessmbargador Vleira ao Sr. desembarga-
dor Santiago. .
A*appdUacao enme.
AppeHanu, Jos Francisco de Arroda Cmara;
appellado-, ojuio. ,.
Do Sr. desembargador Almeida e Aibnquerque
ao Sr desembirgador Motta:
As appellaedes civeis.
Appellante, Bento Vleira Pintor appeMado, Uau,
dio Galumby e Azevedo.
Chrlslovo Ferreira Campos,
Esmoler.
Lendre Pereira Barbosa.
Asi horas encerrouse
Xarope tnico refrigerante de veame e de
forro preparado pelo pharmaceotteo Jos
da Rocha Paranhos,estabelecido nacidade
do Recife provincia de Pernambuco, roa
Direita o. 88.
Este xarope, que d tom ao movimento
AppeTott^Beroard" Antonio de Miranda, hoje muscular por sua qualidade frrea, ao
seus herdeiros; appellados, Leopoldo do Reg Bar- megmo tempe purgativo pela parte do ve-
ros e ootros. lame que eneerra, e refrigerante pela par-
Ao Sr. ^f^gg^ffnU, | te acida, alm da precisa para perfidia so-
Appellante, Francisco Canudo Paz; appellado [UC3o e combinacio do ferro; este atacado
Virginio Horacio de Preit. pelo acido ica em extrema divisSo, e as-
Appellanl*, Manoel Vicente Tavares ; appellado | sm q majg ^^ ^^ de mrU
' a sesso^ \ que j nao to dependente de ser digerico
__ m^m^^ss^^BI pelos cidos fracos, que se aoham no suedo
e=B*!^^ gstrico durante a digesto. Os expositores
FubllCaC06S a pediaO de medicina so de opiniao qae o ferro e
--------- i t0(jas as saas prepara^5es gozam das viri-
8uum caiqac tribuere. des eminentemente tnicas, q*e aproveita
No da 4 do correte retiroo-se desta comarco o em todas as molestias que sao caracterisa-
ex-juizdedireito Dr. Carlos de Cerqueira Pinto as por fraqueza; e com effeito acho exac-
qoe acaba de ".honrado pelo governo imperial {- fl-0 dado Q ferr0 m
f&Z&* ** de P"CU d* Pr i substancia pelo mo resultado que tenho o>
Apreciador das eminentes qualidades qoe or- servado, (e que j 62 publicar) em certas e
nam a pessoa deste illustrado magistrado, o qual, determinadas mole -lias ; por exemplo : ane-
qaer as nobres funecoes de sen oarfo,^S"*6"?" mia, e febres intermitentes, terminam mui-
SSil^SSLSS:i!VSX tas'vezes por^rca. ******
tracto, imparcialidad*, prudencia e ioteirera de ca- de serosidade no tesc.do cellular (agua quan-
racier 5-nao posso deixar de publicamente paten- do est entre a pelie) e depois ascite ou hy-
VZ:^rTAT^Tdo6S, dropesia do ventre, que accumulacao de
como de agradecer-lbe a delicadeta com qoe mo serocidade no peritoneo,
tractou, e que era antes devida sua bondade do E' sabido que O ferro um dos agentes
que a merecimento meo. mais importante para que o sangue se pre-
Taitomals me animo a exprimir-me deste modo, anprfAirp devidamente e oor CO-
qoaoto nio se podera' boje diier que, por sobser- Pare aperreicoe aeviaamenie, e por uju
vieocia o aco, pois que s. s. ja' nao esta' nesu co- seguinte o mats proprio para impedy O des-
marca, ondu alias ea quereria t lo sempre por envolvimento destas molestias; mas sendo
superior, pdas ratas qoe acabo de expender e eHe am efflcaz excitante, sorbente e secer-
que estio na conseienda de todos os homons mo- t dar0 s ass0ciado como se
6 de abril de 1866.-0 ta- acha neste xarope, pode dar o re*oltado
?RACA DO REQFE.
Ctae#es offlclacN.
91 de abril.
As 3 1|2 horas da tarde.
Assucar branco, americano, 1 j"75 por arroba.
Olmbio sobre Londres90 d|v. 17 i|2 d.
8obre Paris90 d|v. 347 rs.- por Iraaco.
uubourea Jnior,
Presidente.
Silveira,
Secretario.
Xo*0 fcaaco de Pernam-
buco.
O Novo Banco desconta letras a It por cento
ao anuo, tema dioheiro a praso flxo ou em conta
corrente pelo premio e condigSes que se conven
eionar. e saca sobre a praca da Babia
Novo Banco de Pernambuco.
0 novo banco paga e 16 dividendo ne
razSo de 6)91150 por aego-
aLFANDEGA. _.-_.
Rendlroento do dia 1 a 10..... 39J'%?Sri
Idemdo-dia 10.............. 14:10i#8t
611:143,1696
cortios .
n?a ....
M......
I ou massa .
dem em cala .....
Espanadores grandes .
dem peqneiwi......
Esteiras para forro d estivas
de nario........cento 15*000
Estopa nacional .....arroba 1*800
Farinha de de mandioca alqueire 1*600
orna
libra

cento
am
ceato
liara

*
um
libr*

am
3*000
300
500
2*000
3*000
151000
4*000
600
1W
140
95
860
BarcelonaPolaca austraca Sotirentr du Havrefii.- Laneaao a Os.
pUio Debeaovib,.catga*lgodao. Recife, 3 Liverpool-Patacho dinamacttaei Btatme, ttpilao f mm., Aotaa t> So<
tJR
1*000
arroba
c
um
arroba
*
>

urna
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volumes entrados com fazendas... 213
c c com gneros... 474
Volumes sabidos cem fazendas... 131
< com gneros.... 989
687
1120
dem de ararnta
Feijao de qualquer qudlidade
Frechaes ......
Fumo em tolha, bom .
dem ordinario ou restolho
dem em rolo bom ....
dem ordinario ou restolho. .
Calimbas ......
Gomma........ arroba
Ipecacuanha (raz) 1
Lenha em aehas.....-cento
Toros ..... .
Linhas e esteios...... um
Mel oamelaco...... caada
Milho ....... arroba
Papagaios ....... um
Pao Brasil....... quintal
dem de jangada...... am
Pedras de amolar .... urna
dem de filtrar ......
dem de rebolo ? >
Piassara........ molho
i Pontas. ou chifres de vaccas ou
novilhes....... cento
: Praschoes de amarello de dous
costados ........ am
dem de loaro ...... *
Rap ......... libra
Sabao......... 1
Sal........... alqueire
Salsa parrilb*. t arrooa
Sebo em rama ...... >
dem em vetas '......
Sola empaqueta...... orna
rahsados doste lunar.
Villa de GaranhuDs,
bellido de notas e escrioo de orpkaos da mesma
villa.
CURA
Esquite* c .UiLmavei
DK LMA CliA'lA
CiRGSOSA E ROEDORA
MI
I0LYP0 Sd-JUNff*
que se espera, e a experiencia me tem de-
monstrado sem risco de offender as entra-
nbas.
Os effeitos dos incitantes, s3o : promover
as secreces, e absorcoes, augmentar o ca-
lor natural, e remover aquellas dores que
nascem da falta dos movimenlos irritativos.
Os sorbenles sao tambera aquelles agentes,
, os quaes augmentam os movimenlos irrita-
| tivos, que formam all>sorc3o, e os s- cernen-
tes aquelles que augraeotam os mo?imentos
irritalives que constituem as secresoes.
I Asshn, pois, v-se que som a precisa combi-
! nac5o e modificacSo to 1 de ser elle appli-
Descarregam hoje 13 de abril.
Vapor inglezGassint mercadorias.
Barca loteckense Hayierlarinha ile trigo e
oduellas. -*
Brigoe austriacoAtrondem.
Barca portogaeaBeUem diversos gneros. _
Brigue ingleElla Bruc-mercadorias.
['alacho dinamarquezPa/tice-farinha de trigo
e bolachinbas.
Galeota hamburgueaaEclpticagenebra.
Escala inglesalaroncerveja.
Barca loglezanne Kaycobre.
Barca iogleu-ditA sVarumcarvSio.
Brigue inglez Har Bell\deca.
Brigue iogiei=;o/in & Elaabethdem.
Galera nacionalMtndeltodem.
Barca nacional Amtzaaecharque.
Brigue portoguezS. Jos -dem.
Sumaca heapanholaGiwdaiupe dem.
lmportacio.
Barca porlugueza Janota, entrada do Ro de Ja-
neiro, consignada a E. R. Rabello, mamfestoo o se-
guirte :
Gneros estrangelros.
197 volme, 100 ternos barricas abatida,
barriqulooas vatlas ; a ordem.
401 saceos caf, 2,100 ditos farinha de mandio-
ca ; a diversos.
Patacho nacional Dom de Dezembro, entrado do
Rio Grande do Sol, consignado a Amorim I
ruanifestou o segainte :
13,000 arrobas de charque, 100 ditas de graxa
em bexigas, 2i barricas peixe, e 13 cooros vac-
cons seceos ; aos mesmos.
Barca naciooal Thereza 1, entrada do Rio bran-
de do Sol, consignada a Bailar & Ohvelra, maoi-
fton o segrate:
11,866 arrobas de charque, 94 ditas de graxa e
96 couros vaccons : aos mesmos.
Brigue nacional Belizano, enirado dePaysandu,
consignado a Pereira Carnetnj & C, manifestou o
segointe : _
3,600 qutataes (hespanhoes) de charqn^-4,wo
lingoas salgadas aos mesmos. .
Brigue nacional .ureiano, entrido de B
duzia
4*000
1*800
5*060
15*M0
8*000
10*000
8*000
800
2*600
15*000
1*000
11*000
6*000
160
1*500
3*000
5*000
5*000
800
600
1*000
120
3*600
20*000
10*000
1*000
160
400
15*000
5*000
7*000
2*000
W. -von Deors; carga lgodao.
demBarca mgleza Olinda, capitao Prowse, carga
assucar e algodio.
Portos do norte Vapor nacional Mananguape,
eommandaote Trajano da Costa Netto, carga difj
mrentes gneros.
Navios enttadot no da ,
Aa9 das biate brasileiro Uout lrmSot, de 64
toneladas capitn Viceate Ferreira da Costa,
equipasen) 7 carga aal e ootros generas; a Tas-
so Irmio.
Kaw-York 30 dias patacho ngl*Ca*8*#Uray,
,- de 176 toneladas- eapttae Tbora^i> equipagtm 9
earga varios generor; a Sauooers- Brothers
c
Adeaide (na Australia)73 dias barca ingleza Oryx
de 281 loaetada?, capuo Gell, eqopagera 12,
carga cobre e Uta; ao mesmo capiuo. Veio lar-
gar dous passageiros, e refrescar e seguio para
New-York.
Navw$ sabidos no mesmo dio.
Rio de Janeirobarca ingleza Traveller, capito
G. M. Penfield, em lastro.
Liverpoolbarca tngleza Hidalgo, capltio Roberto,
carga algodo.
0
EDITAES
140*000
87*000
3*090
2*000
6*080
300
10*000
8*000
6*000
600
Taboas de amarello.
f diversas......
Tapiocas......... arroba
Tatajoba........ quintal
Travs......... urna
Urinas de boi ...... cento
Vassouras de de piassava
Ditas de timb......
Ditas de carnauba..... >
Vinagre. ......... caada
Alfandega de Pernanraoo, 21 de abril de 1866.
EADITAMMENTO.
Cera de carnauba arroba
Cassueiras de Jacaranda, duzia
Enchameis...... um
Esteiras de carnanba. urna
Ossos........ arroba
Paba de carnauba molbo
Peona de ema..... libra
Sapatos de couro branco. par
Era ut supra.
ApprovoAlfandega de Pernambnco, 21 de abril
co de 1866.-------A. Euhlio.
(Assignados) :*
O 1. conferente, Jenuino Jos "lavares
Ot*conferente, Joo deFreitas Barbosa.
Conforme. O 4. escriplurarlo, Joo de A. Pe-
RECEBEDORIA DK RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO nnn.nm
Rendlmento do dia 2 a 21....... M-S
dem do di 10............... 684*990
65400
95^000
13500
160
200
800
24'JOO
800
17:778*337
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do dia 1 a 11.
dem do dia 30.........
79:003*419
4:419*358
83:322*787
Van cn-.ic: de scrrlr v .-Ul-it.- mu Pt-tt
buco e |*cBcet i Ex":' S-rii ViscflSURB&i
de OoiAXNA. toi tliiciula d'uisia ti-rrir.-! clia
ga ota amea e nudfirn011 Polypo 110 Nariz.
A mesilla involvi e totu&va t>ii" prte in
ierior ilo nariic, niucuviwi" j lUstcwr tanto
\*rt- cartilaginosa como o mesmo oso : Come,
cou primeiro ixir aclarecer seb o liei^o eu;-e
or e mrte da luc-, extenendn* por tal
forma u com tal s*s>Ue9i. qnc em p"eo anu-a
<;ava trr.iisfonnir 1 il:arfri viva e asquerosa. Durantu toi'.o itr
itrrivul estado. Lodos t rocuracis niodic'uati*
qie eul tuen cazos uyo forjo olmndant
mente fiuriivpidoo, na cue de. leve fizessr
jiaiar u iiuirclu lauta u distroiiloia iltt tao lior-
rivel (nfermUladtt, e Knlns os meW*e eefrr'.os
forao lialilaflcji, c no em liinto o mal crnela tis
lili I" 1 mlimrw fortuna r. intVliz estando
as Guaya* neate ipnto, so expcriuinitou pela
vez priuieiraa
SiLLSAPAEEILHA
DE BRISTOL.
O ffi-ito proilozio, quasi qoe instantneo
por este inestimavet remedio fol verdadeira-
ment-j uiara-vU.tso e sem ig al; este .grande
pnrificador/do sanguo e do homorea do sys
*ma in:mediatamente pos um termo-i intr
cha dlaastrora e fatal da moi>stla, derramndo-
se e infiltrando-se atraves dos treido os nuvie
deoidos do eorpo, 'expCHhido t ultima
pror'iedtde'on TWrtlgio'virolento-da molestia,
e dentro d'um curto espado de tempo produzin
urna
CURA
Completa e Radical.
Este feliz quao dnrovel xtanttaio foi obti
do senos com o simplos n*ir
Ihtiua so nica Carrafa!
d'es:eincotBpar&vel e inapreciavel depnruiorio,
recommendamos portante h torios os Ihnmtew
qne procunrn oliter cora-e maloT Cuidado a
unie-i e verdadeira SalsapaiTilha de Bristol,
uniciimente preprarada por
LANMAN AVKEMP.
w* ivovfi ronit.
na certeza d imiativas nio valem pura couza algum
Ventle-se as boleas dCaors 4 Barbosa
6 C.Bravo C
cado indistitlCtamente. Muitas vezes 0 pra-1 do, consignado a Mala & Espirito Santo, mamfes-
tico deixa de fazer applicacSo do ferro por touoseguinie:
conhecer suspeiUr que o figado, o bofe on
I pulmSo, e or:3oesstncial da respiraco, oa
outra enlraoha est offendida; entretanto y07kj"consignada a Henry Fo'rster &C, manifeg-
1 que, se se tivesse applicado em tempo se tou o Mguinw:
poderia ter evitado o desenvolvimento
molestia. Assim, pois, O xarope prepara- i riVba'hade'porco, 6 ditos carne de dito?
! do como oca exposto se pode osar sem ris-' farinha de aveia, 84 canas cha, 28 volumes ca-
1 co por d5o offender as entranhas. As mo-i deiras, 4 caixas tamo, 5" o ditas fogo i
3,159 .qulotaes ( hespanhoes) de charqae ; aos
mesmos. v
Barca Inbeckense Bayder, entrada (
2,050 barricas farinha de trigo, 1,263 oInmes
. prefazendo 2,000 melas barricas abatidas. 100 bar-
S- 1 *\ .----------- a Ja um. Ao dltn 5 QltOS
; lestias contra as qaaes o xarope tnico re-
frigerante pode ser applicado com proveito,
s3o: as ameuorrheas, ou suspencao do flu-
xo menstrual das mulheres, anemia, ou di-
minuir;o da massa do sangue e sua consis-
1 tencia alterada, dores de estomago, debili-
1 dade dos org5os digestivos, fastio, floxos
mucosos, flores brancas, cblorose, molestias
do sexo femenino, caraclerisada por lan-
guor geral, acclorisacjo paluda da cor ou
esverdtnhada, empobrecimento do sangue,
eofartes-ehronicos das visceras abdominaes,
alporcas ou escrophulas, escorbutos, opila-
?3o, pallidez, e os estragos produzidos pe-
las molestias sypbilittcas: asthenia on falta
! de for?as; fraqueza geral: e ha bydrope-
1 sia anazarca e ascites; tendo-se o cuidado
de observar nestas doas ultimas molestias
priocipalmente, e era todas s entras, qoe
um dos effeitos saludares deste xaropa te-
! ro-ventre corrente, e as urinas desembara-
! cadas.
0 modo de usar- se e regular-se vai des-
cripto no lelreiro pregado no frasco.
Vende-se nicamente na botica, da roa
Direita n. 88 de
- Jos da Rocha Paranhot.
aos consignatarios.
50 caixas drogas, 1 dita fumo, 19 ditas machi-
nas de desearoear, 20 ditas banha de porco, 1UO
barricas nolachrabas, 25 caixas gai, 10 barris bren;
a M. Joaqnlm R. e Silva & Genros.
15 caixas machinas para desearoear algodao, 5U
ditas gaz; a M. F. Corga Jnior. "
114 machlnaa para decarocar algodao, 1 barri-
ca graixa 5 a Isidoro Nelto & C. _..
Brigue anstriaee Atron, entrado de l neste
consignado a N. O Bieber & C., manifestou :
2-128 barricas farinba de trigo aos mesmos.
Brieoe portugnez Adelina, entrado do Rio-Gran-
de do Sol, consignado a D. F. Bailar, manifestou :
10:114 arrobas de charque, 124 barricas 791 ar-
robas de sebo coado, 3 qnarlollas e 65 barr-
14:000 tainbas, 174 arrobas da graixa em bexigas,
50 conros de refogo; aos mesmts.
Hiate nacional Dous Amtgot, entrado da Baha,
coosigoado a Antonio L. de Oliveira Aievedo & C,
manifestou :
Genero estrangeiro
30 barricas genebra; a J. M, Pln>'- .
50 aaccos larello; a Bernardo Jos de Arapjo.
100 eaixas traques, 320 garrafCes 100 ditos
com geaebra: a Jos Vicente de Lima,
43-oarvica geaebra, 143 ditas cerveja, 11 far-
dos algodozinho, 9 ditos madrasta); a ordem.
Gneros nacionaes
12 fardos 65 arroba de fumo; a Vicente Jos
de Lima.
17 tes 437 arrobas de d*o ; a Candido A. So-
dr da Motta. ( _. _
30 saceos 110 arrobas caf; a Antonio Jos Dan-
O Dr. Virgilio dfr Gusm5o5Coelho, juiz mu-
nicipal supplente em exercieio da segunda
vara desta cidade do Recife de Pernam-
buco e seu termo, por S. M. I. e C. o Se-
nhor D. Pedro 11, a quera Deas guarde,I?06 a
etc., etc.
Face saber pelo presente que a junta ad-
ministrativa da Sai.la Gasa da Misericordia
do Recife, por seu procurador, me indire-
cou a peticio do theor seguinte:
Diz a junta administrativa da Santa Casa
da Misericordia do Recife, que quer fazer
citar aos herdeiros do fallecido Manoel Pin-
to, para a primeira deste juizo fallarem aos
termos-de um libello, era que lhes quer pe-
dir o sitio 0. 21. particular as salinas, no
lugar dedemiaado Garreira dos Mazombos,
do qual sitio se.acham de posse os suppli-
cados por titulo de aforamento feito quelle
fallecido, visto terem os supplicados cabido
em commisso, como melhormente se exprs-
sar emseu libeo.opteposdarevelia; flean
do logo citados parasoue termos da cau-
sa at final execugo.
E porque a sopplicante ignora quaes se-
jam os herdeiros, por isso reqoer a V. S.
se digne mandar passar carta de edital com
o prazo de 60 dias, para serem citados os
supplicados por todo o conteudo nesta. Pe-
reira e Souza, Proc. civ. n. 203 : portante
pede ao 111ra. Sr. Dr. juiz municipal da se-
gunda vara assim Ibe delira. Esperareceber
merc. Como procurador. Jos Theodoro
Gomes.
E nesta petico que me fot apresentada
dei o despacho do theor seguinte: Dis-
tribuidas como reqoer. Recife, 28 de feve-
reiro de 18B6.--Coelho.
E sendo feita a distribuicao ao escrivo
d'este juizo Guitherrae Angosto de Athayde,
este emjobservineia a*este meu despacho,
fez passar o presente, pelo qual e seu tbeor,
chamo, sito e lie i por sitados aos menciona-
dos herdeiros do fallecido Manoel Pinto,
para que dentro do prazo de 60 dias compa-
recam ante este juizo, por si 00 por seus
procuradores, allegando e provando o que
for a bem de seus direitos e Justina, sob pe-
na de se proceder suas revelias.
Por tanto toda e qualquer pessoa, prente,
amigo ou conbecidos dos referidos-herdei-
ros, po ler-lhes-ho fazer scienle de todo o
expendido. E para que chegue ao conbeci
ment de todos mandei fazer o presente que
ser afiBxad nos fugares do costume, e pu-
blicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de
Pernambuco, aos 3 demarco de 1866.
Eu Guilherme Augusto de Athayde, escri-
v5o o subscrevi. Virgilio de Gosmo Coe-
lho.
N. 60.Rs. 400 rs. pagou 400 rs. Reci-
tas.
421 caixas 17:300 charnlos; aos consignatarios.
1
*___Ciw ilaadministracii la pmpriea
deAiiaicos.
18436 Janeiro 1-SMKV me pama. 404000
Mareo 31~ReedW>nillMi1iMi da
mltu Miguel JonM *W*I?W
ros, d toa prinw^4eg>:,iMWWda ^^J^^q^j
do corrente anuo, iMMlpiijpn
aflecco*o
Marco 31Receido do-rwnUnie da
a mewnaee*fermlt#te-#m
Pedro Josa Bstevee.
soafUft
1:0101000
ATTENCiO.
Xarope aleboolico de veame, preparado
pelo pharmaceutico Jos da Rocha Paranbos,
estahelecido com botica na ra Direita n.
88 em Pernambuco.
Este xarope incontestavelmente superior
a todos os xaropet depurativos, de caja
composicio o sea maior ele a en to a salsa
parrilha, pois que se tem conhecido ser 0
veame mais energ co para a prompta cura
das molestias, cuja base essencial depende
da purificado do sangue; assim pois se
tem verificado por muitas pessoas qne se
achavam desengaciadas, as quaes acham-se
hoje restabelecidai com o referido .xarope
aleboolico de veame; entretanto que al-
guns, tendo -osado do xarope de Cormier,
de Larrey, de sala parrilha, de saponaria,
oleo de figado de bacal bao, e outros agentes
desta ordem nada conseguirn}. E' elle de
fcil digesto, agradavel ao paladar e ao 0!-
phato. Alguns mdicos desta cidade e da
de Macei o teem recommendado para a cu-
radas
Impigens, tinha, oscropbolas,
Tumores, ulceras, escorbuto.
Caneces, sarna deirenerada. fluxo alvo.
Todas estas affaocoes pawai de um cao-
sa interna; nSo-ta pws razio alguna **
crtr qaeeaa8;sfl{odem corar eomromedios &'!E^mfm i l .
eijAndi, J#^Da prwtfaw O xarope! dem torrado......libra
lae-.jjara'.o trataaseato das .Caibros .... um
m liervoao a flfaroto,*, g^- -;. "*?*
00.01 1 f Carne seeca (xartioi)'
Gotta, rbeumatisnio, paralysia, Cameiros .......tun
Dores, iopelencU., esterilidade, Cirvao vegetal .....arroba
ntrntos; aos cooigiii iu. p iQf.........Vendeu-se a 12*000 o saceo.
17 volumes 157:950 cbarotes} a J. Jos Gonoal- .' .........A ,ng|eza or(jiDaria vendea-
Tes Beltro.
50 molbbs piassava, 1:000 qnartlnhas, 2 voln-
raes eom ama rea de vinbaUoo, 1 lavatorio, 1 ea-
deira de recreio, 30 latas oleo de ricino, 16 fardos
98 arrobas e 16 libras de fumo, 20 fardos panno
de algodao, 4 volomes e 1073 caixlnhas com
156:400 charetos : a' ordem.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAUTA DOS PREQQS DOS GNEROS SUJE1T0S A DIREITOS
DI EXPORTAR AO. SEMANA DE 16 A 21 DO MEZ D3
ABBL DE 1866.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Abanos......... eento 2*500
Agurdente de ana .... caada 800
dem restiiada ou do reino 800
dem caxaca ........
dem genebra.....r. 808
[dem alcool ou espirito de agua- a 900
ardente ....... >
Algodao em caroco ... arroba
dem em rama ou em laa
Arroz com casca .....
dem descascado ou pilado
Assucar mascavado ....
dem branee........
dem refinado......
Azeite de amendoim on mendo-
bim ...... caaada
1 Wem de cOco...... >
1 de de mamona ....
Batatas aMmenticias .... arroba
Bolachepwdaara, proprta para
PRAQA DO RECIFE
91 1E ABRIL BE 18.
A'S TRBS HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios........Saccon-se sobre Londres de 27 M
a 17 V Pr i*? bre p*rl8 de
346 a 350 rs. por fr.; e sobre
Lisboa a 100 por cento.
Algodao ......Vendeu-se o de Pernambuce es- fe 3 de margo de 1866. Chaves.Sena.
colhido a 18*800 e o regular a
18*500 por arroba, o de Macei
posto a bordo, a 17*500 e o da
Parabyba, tambero posto a bor-
do, de 19*500 a 19*700.
Arros .......Opilado da India vendeu-se de
3*050 a 3*150 a arroba, e o do
Maraobo a 3* a dita.
Azeite doce......Venden-seo de Lisboa a 2*750
o galao.
Baealbo.......Em atacado vndense a 17* a
barrica, e a retalbo de 17*000 a
18*000 a dita; ficando em depo-
sito 4,000 barricas.
Batatas.........Venderanvse a 520 rs. a arroba.
Bolachmhas.....dem a 5*000 a barnquinha.
Carne secca.....A do Rio-Grande do Sul vendeu-
se de 3*000 a 35600 por arroba,
ficando em deposito 126,000 ar-
robas ; e a do Rio da Prata de
2*000 a 3*400, ficando em de-
posito 56,000 arrobas.
Caf...........Venden-se
arroba.
Cha............dem de 1*700 a 2*100 a libra.
Cerveja........Vndense de 5*000 a 6*500 a
dnzia de garrafas.
Farinha de trigo. A de Philadelphia retalhoo-se de
22*000 a 15* por barrica, a de
New-York e Richmond de 22*
a 13*080, afraneeia a 14*000,
e a de Trieste a 15*000 ;.fican-
do em deposito, inclusive dou
carregamentos chegados nesta
semana, 1,800 barricas da pri-
meira, 5,000 da segunda, 5,000
da terceira, 800 da quarta, 9,000
da ultima, ao lodo ll,3u0 bar-
ricas.
Venden-se a 12*000 o sacco.
Louca..........A ingleza ordinaria venden-se
com 310 por cento de premio so-
bre a factura.
Hanteiga.......Vendeo-se a ingleza de 900 a
960 rs. a libra, e a franceza a
560 rs. dita. *
Passas.........dem a 6*500 ac i xa.
Presuntos.......Venderam-se a 16*000 or ar-
roba.
Os flamenos venderam-se de
1*700 a 1*800 cada, um.
Rabia..........O Inglez vendeu-se de 440 a 150
rs. a libra, e o do Mediterrneo
a 240 rs. a dita.
Toacinho.......Vendeu-se o de Lisboa a 9*500
por arroba.
Vinagre........O de Portugal vendeu-se de 90*
a 110* a pipa.
Yinhos.........Venderam-se os de Lisboa de
teo a SOWOO'apipe, eos de
.airopanes alia*.
Queijos......
atata* ataaealieia
lolactaflndtaaxiVP
Vai pagar 250 rs. de direitos de chancel-
lara. Recife era supra.O escriv5o, Athay-
de.N. 1221. Pagou 250 rs. de direitos
tle chancellara. Recife 3 de margo de 1866.
Chaves.Limoeiro.
Transitou pela chancellara. Recife, 3 de
margo de 1866.Oescrivo, Francisco dos
Res Nunes Cara pe lo Jnior,.
Langado a fls. 100 do competente liv.o
n. 13. Recife 3 de margo de 1866.Cam-
pello Jnior. Firmino Antonio de Souza,
presidente. Estavam as armas imperiaes.
E nada mais se contioha em dito edital
aqu copiado do proprio original.
Dado e passado nesta cidade, aos 5 de
marg de 1866. Eu Guilherme Augusto de
Athayde, escrivo o subscrevi.
5 2S25?8" Ctwv\. Dr- Vir8il0 de Gnsro3o Coelho, juiz municipal
de 5*500 a oaouu a SUpp|eBte em exercieio da segunda vara desta
cidade do Recife de Pernambuco e seu termo,
por sua raagestade imperial e coestiteciooal o
Sr. D. Pedro II, a quem Deus guarde etc.
Face saber pelo presente que a jnnta administra-
tiva da Saota Casa de Misericordia do Recife, por
sen procurador me enderecen a peticio .de theor
seguinte: ,
Diz a juDta administrativa da San Casa de Mi-
sericordia do Recife, qoe quer fazer citar aos her-
deiros de Miguel Ferreira de MeMo, para a primei-
ra deste juizo fallarem aos termos de um libelk
em que lhes qner pedir o si lio den. 18 particular,
no lugar denominado Salns, do qna seacnam de
posse por titulo de aforamento feito ao dito Miguel
Ferreira de Mello, visto terem os supplicados ca-
bido em commisso como menormente se expres-
sara' em seu libello, pena de revelia, fleando logo
citados para todos os termos oa causa at final exe-
coci.
E porque a supplicante ignore quaes sejam es-
ses herdeiros, por ieso reqoer V. S. se digne
mandar passar cartas de editos. com o praio de 60
dias para seren os supplicados otados por todo o
conteudo nesta.Pereira e Sonza.Proc civ. n.
Portanto ipede ao Illm. Or. j* ^olpal da
segunda vara assim Ibe defin.fi-
mo, procurador Jos Theodoro Gome
E nesu pertcao qne- me foi apresentada
despacho de tbeor segainte: .-'-.
Destnbuida emo tequer. Recife, 28 de feve-
relro de 1866.Coelho.
E sendo feita a distribuigao ao escrivao deste
jafzoGuilhermeAogU6to deAlhayde.este em obser-
vancia este meu despacho, tez passar o presente
edita! pelo qnal e sen tbeor, chamo, cito e toei por
todos os herdeiros do mencionado suopli
.-- Co-
uei
Velas..........As de edmaeal|ad nderam-se
. a 600 rs. por paote de seis
Descootos.......O rndt ida leWs regnkm
12 por cento ao anno.

fflOVtmllTO 00 PORTO
eleale ivro n. 13.
mpello'Jnalo.--
, sldeme.
Estavam as armas meeriae*.
E nfeda mais Se conlidtia em' dit edital aqoi co-
piado do proprio original.
Dado e passado nesta cidade do Recife, aos 5 de
margo de 1866.
v En AaHkcrme Aofnsto de Ataayde, escrlvie o
subscrevi.
Vl#fflio de Gusmi Coelho.
Dr. Viriio drGussflao Cedtto, juiz mr>
nicipal svppleala da ** ara em exerci-
eio nesu cidade' do Recua de Pernambu-
co etc. etc.
Faco saber aos que a presante carta da
edHw^trem-enrcorao a unta admioislrativa
da Santa Casa de'Mf ericordra do Recire.me
fez a peticSo do theor seguinte:-* Diz a
junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife, que qoer fazer rilar a
vinva de Manoel Antonio Carneiro,. para
primeira d'este juizo fallarem aos termos da
um libello em que Ibe quer pedir o sitio n.
20 particular no lugar Carreira dos Mazom-
bos, as salinas, do qual se acha de pose a
supplicada por titulo de aforamento feito ao
dito Manoel Antonio Carnero, visto ter a
supplicada cabido em commisso, como me-
Ihormente eipressara era seu libello pena
de revelia, ficando logo citada para iodos os
termos da causa at final execucao. E por
supplicante-.ignore quem seja esta
viuva, por isso requer a V.S. qne se digne de
mandar passar carta de editos com o praso
de 60 dias para ser citada a supplicada por
todo o con tendo Basta. Pereira e Souza.
Proc. civ. notta 203 per tanto pede ao Iflm.
Sr. Dr. juiz municipal da 2.* vara lhe deli-
ra. E Jt. M. Como procurador Jos Theo-
dore Gomes,
Cuja petico sendo-rae apresentada n'ellar
dei o dispacho do theor seguinte:
Destribuida, como requer. Recife 23t
de fevereiro de 1866. V. Coelho.
Em virlude de dito meu dispacho foi a
ac$o distribuida ao escriv3o Cunba, e esta-
passou a presente por bem da qual a sen
tbeor citada a viuva de Manoel Antonio
Carneiro, para fallar aos termos de um li-
bello civil que Ibe vai propor a junta admi-
nistrativa da Santa Casa da Misericordia do
Recife, pedindo-lhe a entrega do sitio n. 20
no lugar' arreir dos Mazombos as salinas,
visto ter eahido em commisso; como ludo
declara a petigao aqu transcripta, afim de
qne no praso de 6U dias contados da data
do presente, compareca em jurzo por si ou
por seu procurador a allegar o san direito,
e defesa, sob pena de revelia; para o que
mando a todas as pessoas, parentes, amigos
ou conhcidos da viuva de Manoel Antonio
Carneiro, lhe fagam aviso de que por este;
citada para oque cima iea dito.
E para que chegue ao conhecimento de
todos, mandei passar o presente que ser
publicado e affixado no lugar publico do
custume.
Dado e passado com o praso de 60 dias-
nesta cidade do Recife aos 3 de marco da
1866. Eu Pedro Tertuliano da Cunba. es-
crivao o escrevi, Virgilio de Gusm8o Coe-
lho. Vai pagar a quantia de 250 rs, de di*
reitosde chancellara.-- 0 escriv3o Cuoha.
N. 1223 250 rs. Pagou 250 rs. dedirei-
tos de chancellara. Recife 3 de marco de
1866. Chaves,Limoeiro,
Yai pagar o sello d'este edital que impor-
ta em a quantia de 400 rs. O escrivao
Cunha. Estava o sello n. 56400 rs. Pa
gou 400 rs. Recife 3 de marro de 1866.=
Chaves.Sena.
Estava o sinete das armas Imperiaes do-
Tribunal da Relacao. Firmino Antonio de
Souza, presidente. Transitou pela chancel-
lara Recife 6 de marco de 1866. C+
escrivao Francisco dos Reis Nunes Cam pello
Jnior. Lancado a fl. 100 do livro-
competente n. 13. Becife6 de marco de
1866. Campello. E na mais se continha
em dita carta de editos aqu copiada que ea
escrivao bem fielmente eo iei do proprio
original a que me reporto, e este fiz sem.
cousa que duvida faca, conferido e concerta-
do na forma do estylo. Cidade do Recife
aes 6 dias de marco de 1866. Escrevi e
assigno emf de verdade. O escrivao Pe-
dro Tertuliano da Cunha.
0 Dr. Trtsto de Alencar Araripe, oficial da im-
perial Ordem da Rosa e joiz de direito especial
do commercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco por Sua Magestade imperial e Consti-
tucional o Senhor D. Pedro II a quem Deas
guatde ele.
Fago saber ao? que o presente edilal vrem
delle noticia tiverero que no diatnnia de abril
do eerrenle auno se ba de arrematar por venda, a
quem mais der em praga publica deste juizo o se-
guate :
Duas pequeas casas terreas sitas na Capunga
no logar Baixa Verde, as quaes nio tem numero,
tendo cada urna desenove palmo* de largura e trin-
ta e seis 9 raeio palmos de largura, digo d fundo,
com urna porta e janella na frente, duas pequenai
salas e um quarto, cosioha, na sala de detras quin-
tal em aberto, avallada jor quatrocentros mil reis>
cada urna; as ques foram penhoradas por execo-
go de Llbanio uandido Ribeiro & C*. contra Anto-
nio Luiz Nunes.
E nio bavendo langador que enbra o prego da
avaliago, a irrematagao sera feita pelo prego da
adjudicago na forma da lei. E para que chegue
ao conhecimento de todos mandei passar o presea-
te qoe ser publicado pela imprensa, e affixado non
lugares do custume.
Recife 11 de margo de 1*6.- Eu Manoel Mana
Rodrigues do Nascimento, escrivao, o subscreve.
tal^tSo de Alencar Ararine.
O Dr. Tristio de Alencar Araripe, oficial da Im-
perial ordem da Rosa e juiz de direilo especial
do commercio desta cidade do Recife de Pernam-
buco por Sua Magestade Imperial e Constitucio-
nal o Sr. D. Pedro II, a quem Deus guarde etc.
Fago saber pelo presente que no da 14 do mu
de malo do corrente anno se ha de arrematar por
venda a quem mai9 dr em prag p.obltca deste
juizo, depois da audiencia respectiva, a eal terrea
de pedra e cal, u. 31, cita a povoagaofc enterro,
em chSo proprio, com 3 janelfas na frente, por rao
de madeira, com 3i palmos de largura, e 65e Ir*
i funde, 4 qnartcs, S salas, copiar eejt.jejaeiro
>ado por padaria esunra fra e am pernea
sitio murado, que Boda al a estrada d inM*
avaliada vpo.r 1:700*000, a qual val a pracajwr
execucao de Visele Nunes da Serra, contra -Bata
Mara de Lima omo Uerdeira d finado Antoni
Franeiseo Pereira e Joaqu'rm Juvencio da Silva
como testamenteiro do mesmo finado.
E na falta de langador que cubra o prego da
avaliacao ser a arremalecaofeita pela adjudicago
'

citados a---------.....------ ...---------
cado Miguel Ferreira de Mello, para que dentro do _com 0 abaUroenio respectivo da lei
praio de 60 dias coraparegam por i ou por seos; E ^h que chage ao conhecimento de todos
procuradores ante este jomo, allegando e provando | mandpl bier 0 presente edital qne sari afflxa-
o que fr a bem de seu direito e justlga, sob-pena | ^ j^ iUgares do costume e publicado pela im-
Navtos Miradas no dta 11.
Babia 7 dias, hiato naciooal Dou Amteos, de 75
Eustaquio Rodil-,
6 e outros e-
Azevedo & C-
gorttncia, de tt
Costa, eqoipa-
iafltt; A,P-
lonloL'de
S
Bio-Oraaae 1
Granit, eapUSo|_
ga assucar. I^I^I^B
Liverpool -r> Brigoe anco Gy^m fftTwitom,
carga algodio.
e se proceder as tas revelias.
Portnnto todae qnaiqner pessoa, prente, amigo
ou onMcidoe des> referidos herdeiros, poder-Ibes-
bao fazer seieote do todo o expendido.
E pan que chegne ao conbeclmeno de lodos,
mandei fazer o presente que sera' affixado nos lu-
gares do costume e punteado pela Impreosa.
Dado passado nesta cidade do Recife de Per-
namboce, aos 3 de margo de 1868. ;
Eu Guilherme Angosto de Athayde, escrttSo o
subscrevi.- VrffW* 0** elM. ^.
S.mn. aT-PW*JO0T. Beeire, 3 de marco
de
Rectfe."3 "de
"J. IK!. *
laria. Recife, SJ
moeiro.
Transitou
de'lttB. J
Campello Jnaiori
de enance
escrlv'
altos de elrteeel-
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, 16 de astil de 1866.
En Manoel Silvino de Barros Faleao, escrivao in-
terino o subscrevi. .
Tristao it Alencar Aretrift,
O Bf. Virgilio de Cosmao GoeH, juii aan-
nicipal supplente da segunda vara eta ex-
ercieio nesta cidade do Recite de Per-
namboce, etc.
^Kp saber aos que a presente carta de
^K viren, em-wmo a jun
de Miserieei L
citar aos EHR Miguel Ferreira de





i
i
I
j

W'
BMaHfeal
am
tmmsmmw






~WBio, para a prneira desto juio faarem
aws tenaos de um tiltili em qua Ibes quer
podii o sitio o. 15 purtknitr, sito no lugar
diinooMlo Stan, do qual ae acha de pos-
sc. em virtude do atormiento feito a aquelle
fallecido, vato tersa ctodo ea corarais,
como flMlhrmetto expressar em seu li-
buU* pesa di rwrife. Mido fogo citados
pira todos os tornos da caos* at final exe-
j a supplicanieignore quaes
do mesmo fallecido, por
requer V. S. se digne de mandar
de 60
>
^^^^^aj^^^FPaWlB |^w#BWw*^iP AJPW ocHo.
Dr. Roneo Dr. THorliDD Barbosa iNogueira.
Dr. Trfttio i)e AlencarJkariaO.
iorrefogerfi
Pela admlnlilraclo do correio desu cidade ae
faz publico quo boje as 4 horas da tarde techar-se-
na amala qae o vaioof bra*i Wro Barowta do Li-
vranunto, lera de conduzr para o Rio d Janeiro.
Correio de Pernambaco 3 de abril de t8W.
administrador.
Dwnrefo dos Passos Miranda.
CORREIO GEEAL
Pela admioiiraco do crrelo desta cidade, se
z publico qun em virtude da convenci postal
e rancez, se-
no dia 30. do
LilLO.tS.
pissar caria de editos com o praso
dias pira set Citados OS SupplicadOS po celebrada pelos goveroos braaleiro
todo o conteado nesta: Pereira e Souza S^S^JStSS "
proc. Civ. rjota 203 : portanto pede ao il- As cartas sero recebidas at 2 horas antes da
lustrisno Sf. Dr. juiz iiniicipal da se- qoe fr marcada para a sabida do vapor; e os jor-
ganda vara Ihe deflra. E rWeber merc. naes at 3 horas antes.
Administrado do crrelo de Pernambaco, 21 de
m:ilvo
De baalia de porco.
IOJ E.
O agente Pestaa tara' leilo por eonta e risco
de quera pertencer de 54 latas cora banba de por-
co era nm da raafc lotes a vontade dos compra-
deros : stgunda-feira 23 do corrate petos lt ho-
ras da mantm no armazem do Annes defronte ds
alfaodega.
CASA DA FOETMA
rmiAfto
45
CAL
ADO
trato-- 45
Cano procurador Jos Tbeodoro Gomes.
Ceje peticso sendo-me apresenlida, nel-
la dei o mea despacho do theor seguinte:
Distribuida, como reqoer. Recife 4 de
fetefeiro de 86f3.V. Coemo.
Em virtude do dito meo despacho foi a
acco distribuida ao eserivSo Cunha, e es-
abril de 1866.
O administrador
Domingos dos Passos Miranda.
Pela adminislracao do correio desta cidade, se
faz publico para flus convenientes, que em virtude
do disposto no art. 138 do regolamento gerai dos
te paseo a presente por bem da qoal e sea correio; de ?l da alambro de 18, e art. 9 do
theor sao nados os herdeiros de Miguel decreto n. 783 de 15 de malo de 1851, se procede-
ricordia do Recife, em que lhes pede a en- j acba desde ]a exposu aos ioteressados.
tregadegitio .15no lugar das Salinas,; .Adainistra530.decomi dePernaabaeo
17 de
visto teera cabido em c ramisso como tudo
teclara a petirtfo aqui transcripta, afim de
que ao prase de fl dias, contados da data
o presente comparecam em juizo por si
u por sea procarador a allegarem seu di-
reito e justica, 96b pena de revelia, para o
qoe mand a todas as pessoas prenles,
amigos, e conheeidos dos ditos herdeiros
da Miguel Ferreira de Mello lhes facara avi-
se de que pela presente sao citados para o
que cima tica dito.
E para que chegue ao conhecimento de
todos manJei passar o presente que ser
publicado e alfixado no lugar publico do
costuae.
Dada e passada com o prazo de 60 dias
nesta cidade do Recife, aos 2 de marco de
1866. EuPedro Tertuliano da Cunha, es-
crivo o escrevi. Virgilio de Gusmao Coe-
Ibo.
Vai pagar a quantia de 250 rs. de direi-
tos de chancellara n. 4224. 250 rs. Pagou
250 rs. de direitos de en mediara.Chaves
Limoeiro.
Vai pagar o sello deste edita], que im-
porta em a quantia de 400 rs O escrivo
Eslava o sello n. 55400 rs. Recife 3 de
marco de 1866.Chaves Sena.
Eslava o sinete das armas imperiaes do
tribunal da relaco. Firmino Antonio de
Souza, presidente.
Transitou pela chancellara. Recife, 6 de
marco de i8a6.0 escrivo, Francisco dos
Res Nones Campello Jnior.
Lancada a fl. 106 do livro competente n.
13. Recife 6 de marco de 1866.Campello
Jnior.
E nada mais se continha em dila carta de
ditos aqui copiada, que eu escrivo bem e,
fielmente copiei do proprio original, a que
me reporto; e esla flea na verdade sem cou-
sa que duvida faca, conferida e consertada
ua furma do eslylo. Cidade do Recife, 6 de
marco de 1866. Escrevi e assigno em f
dt verdade.O escrivo, Pedro Tertuliano
i Cunba.
abril de 1868.
Domingos dos Passos Miranda.
Administrador.
DECURACQES
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernarabueo se faz publico que em sesso do mes-
mo tribunal de 12 da corrente (oi considerado va-
o o u8eio de corretor desta praga, que exercia
redenco Lopes uuimaras, o qual o abandonou,
e o.uo a llanca prestada em favor do mesmo cor-
retee persiste por seis mezes, contados desta data;
0 que (ica marcado o praso de 60 dias, para dentro
d>!|..-s se habilitaren) os concorrentes ao referio
otHeo.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
bambuco 13 de mar^o de 1866.
O official-maior
Jalio Gulmaraes,
Saufa asa de .Misericordia do
Recife.
A Ill-rn.* junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
precisa contratar para o servido interno do colle-
gto dos orphos, quatro mulheres com obrigaejio
ae entrarem as 6 l\i horas da manha e sabirem
as 5 M- da tarde. As pessaas desse sexo que qui-
tercm contratar-se para dito fim devem dirigir-se
naquinla-fjira prxima pelas 4 horas da tarde a'
sala das sessdes da mesn junta.
- [:.m da Santa Casa de Misericordia '20 de
abril de 1866.
OescrivSo interino,
Francisco Gomes Castellao._____
Recife.
A Uiin.'junta administrativa da Santa Casa de
Usencordia do Recife manda fazer publico que
na df.i i do (arrete pelas 4 horas da tarde, na
sala de saas ses5es, Ira' a pra(a o fornecmento
de carne verde qne heaver de consumir os esla-
blecnentos de caridade e os dons collados- de
orpaos, nos mezes de maio e jnnbo prximo fu-
tara. Oj'prteodentes podem dirigir-se ao indi-
cada tugar aQm de se lhes dar as intorraafoes de
qo pr.ciiarera, e na occasio da praga devero
at'.'e^eiiur suas propostas em cartas fechadas e
trazerem seas fiadores.
Santa Casa de Misericordia do Recife 20 de
. abril de 186.
O escrivo Interino,
Francisco Gomes Castellao.
Administracao do correio desta cida-
de precisa de seis homens para o servico
decanaiaaeiro, qaem estiver nestas condi-
5es e quizerengajar-se dirija-se a mesaa
administracao.
' ercafeh-aTs* do corrente mez, por ser a#
tiaia pra? depois da audiencia do Dr. juiz muni-
iftal da t' vara, tem de ser arrematada por quem
nus d>, a casa terrea a. 8 na travessa do Caree-
reire, era chao proprio, com 3 porta de frente, 19
falsos de vio na largara, 23 de fundo, i sala, 1
qnarto e soto, avallada por 800#, por exeencao de
Maaeel de Soua Asevedo Pires, cessiooario da
Ybereta Catharna da onceir;o Cuaba, contra
Hocica.[tfaez da Silva, sea marido Deaciano Jos
da Saai'Anna e o manor Jos.
PR\CA
S
TIIEATRO
DE
*
I.LIlilO
na m d
Sabio aflal luz o N por um daody paoscante, ou urna Marja> &-edicto cefrecta
bote acalcaBhada em pequenmo p de en- com um egun(|ft xemplo, tirad |5rfc5o
de aecusa^qoe- de ^boa, Uloatrada coietamp^roprias
e anlogas a cada oro dia do mesmo mez
avariadas
E.IPREZ4--C0HIBRA.
4.a recita da asilgmtam.
Representar-e-ha o excedente dranu de Damas
Pflbo
M I) S CAMELI4S.
Amanhia -ira' cirenrastaeoiadameate annnn-
ciado o espectculo.
AVISOS MARTIMOS
COlIP.i5tlIM Illt.lWlLEIRA
DE
PtOtETES A VAPOR.
Dos porlos do norte esperado
at o dia 5 de maio o vapor
Paran, commandante o capito
da fragata Santa Barbara, o qual
depois da demora do costume
seguir para es porto do sul.
Desde ja reeebem-se passageiros e engaja-se a
earga que o vapor poder eooduzir, a qual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, eocommen-
das e dinheiro a freteat o di i da sahida as 2 ho-
ras : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de An
tonlo Luiz de Oliveira Aieveao & C.____________
G0MP1NHIA BUS.EIHA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portas do sal esperado
o vapor Tocantins, commandante
o primeiro tenente Araujo. o qual
i_depois da demora do costume se-
__Pguir para os portos do norte.
Recebem-.-e passageiros e engaja-se a carga que
o vapor poder conduzr a qua
cada no dia de sna chegada ;
nheiro a frete at o da da sahida as 2 horas :
agencia ra da Cruz o. 1, escriptorio de Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Para o Para' pretende sahir em poneos dias
o patacho PARAENSE, por ter o sea carregaraen-
to quasi prompto, e para o pouco qae Ibe falta tra-
ta-se cora o consignatario Joaquira Jos Gongalves
Beltrao, na ruf. do Vigario n. 17, Io andar.
Tambem se recebem gneros estrangeiros.
e limpas
Hoje 23 do corrate
Augusto C. de Abren fara' lailao por interven-
fio do agente Pinto, de diversas fazendas inglesas
avariadas fd'agua salgada e de ontras limpas :
hoja 23 do crreme em sea armazem rna da Ca-
deia, as 11 horas era ponto._________________,
LELO
Do armazem de molhados a ra do
R^ngel b. /3. intitulado Pharol.
(Era pequeos lotes;
CORDEIRO SIMES
por despacho doWm. Sr. Dr. jaiz de direito espe-
cial do commercio levara' novtxneate a leilio o
estabeleciment de raolbadoi cima dito, o qual
lora arrestado a Joo Jos da SWva Villar A C, a
requefimento de Antonio Jos Sftva do Brasil, sen-
do o leilo feito em pequeos lotes a ventade dos
concorrentes, prlneiplaado-se pela armado de
amarell) envidragadi e seus pertences a qual ser-
ve para qnalqaer estabelecimento, isto
Terga-feira 24 do corrale as 10 boras
em ponte no mesmo estabelecnento.
i" L.KIL14I
De 84 barricas com farinlii 4e
coiiiaratia.
Terca-feira 24 de abril.
Precfia-ie alagar w am
para andar cora urnajjiaocj
1 A" prMai oadi^ idiepensavel con-1 *J9*
___________________COSWJMB 8ervaCJhyd*ade Irjzef os ps bem de-1
P^J^*8f"*ovOTienooaoaAajBoiieii. fadidos contra os ataques da buaaidade; e
sjsss rsssvssts^ss: &% ^r it'*** r%r:; ^ fc
os segoiotes premios: "vo deisas mil enfermidades a que esta su-
Um mel u. 3806 com a serie de :000#. J0% o noseoeu Um chioelo velho cal- (
Bilhete inteiro n. 3J09 com a sorle de 1:2005. ead0
U Dm meio n. 9t*m a sorle de 208*.
E outras maitas sones de 100, i*. e 201. antadora detdade alem
Ospossaidores podem vir recefcer sera reapaa-rbrarleira borripilaate, prova contra as f^cul-
aPorm9.?* ,e0,C0W,,*,* d^es intelleetoaes dos calcantes, e n5o ha
Ach.i\,aT*flS^S,^Bfkrle da **-1*' tend0 bm SDS0' 1ueira Parpor
eria (89j j beneficio da igre}adc 8. Goneatoda maluco, Ott pobre de SurrSo : ergO, COT-
Boa-Vista, ,]Ue se extrahira' qointa-fetra 10 do ram a :
CrrPn,e- MMA a -*~RUADIREITA-4*.
Bilhetes. ."!T 0W0O .6 atteDd a' barualeia-
Meios......3*000 ^ Homens.
Quintos....._ 1*200 Borzeguin barcellonezes de lus-
a pesceos fue csatprattm de OO^COO tre e de porco .
Ditos de Bordeaux ....
Ditos parisienses de bezerro e
cordavSo .......
Sapatoes de Nantes de duas ba-
teras rasas ......
I
i manan,
Para
Bithaus.
Meios. .
Qafbtos.
para cima.
> .
m
1*100
Mawokl M*nTrwsFiXA.
eootendo A jngtilucao e in iulgen-
cia. e o modo de meditar oflptissimoRosa-
rio, os m-ysterios gososo*, sdWoresOs e glo-
rioso, aeraos proprios parwMarem no
mez de ae, em que se rompfejide a de-
finico do dogm*la Coneeico por Pi IX,
e om apuendice com o ordinario da missa
, Ilustrado cora ^inheiaspr^rias, e as ora-
coes neci-asarias ao abiyMSo em cada da;
acba-se venda na oca de ncidernagao
n. 15 da roa do Impeador._____
<#
1*000
8,5000
Precisa se de urna criada para tomar con-' a '' ', WOOO.
t de urna cesa, e de um criado: na rna do Impe- Sapatoe de lona, sola de borra-
radora.17. j cha.....; 2000
i Ditos aveludados..... 1*600;
I Ditos de tranca bons 1*600
Precisa-se na ra das Grates n. 36 de ama ama, Spnhnr*^
que tenha bom comportamento e qae seja fiel nao'
Ama
importando ser forra ou captiva.
irigo
Precisase de oma pessoa capaz que t:nha
todas as habitiueoes neeessartas para lomar
conu de ama nadara nesta praea, dando-se nte-
I resse : a tratar na roa d is Crozes n. 42 com o
i Sr. Joaqnim Ferreira da Costa, ou na ra Dtreita
n.100, ____________
Na ra da Florentina n. 36 prepara-se comi-
da com asseio e promptido, e por preco razoavel:
quem quiter dirija-se.
,
5^000
4,5800
4^500
1,5^00
Perguuta O Sr. Haaoel Alves Ferreira no dia 22 de julho
do anuo prximo pamdo foi a laja do abaixo as-
E. A. Borle & C. faro leilo por intervengo do signado cosa un seacummiuente do mato e pedio
agente Pinto e por conta e risco de quem perten
Cer de 84 barricas com farinha de trigo marca
Barn avariadas a bordo do navio francez Jenne
Marie, as 10 horas do dia.terca-feira 24 do cor-
rente no largo do Apollo em frente ao armazem
dos Srs. Tasso & Irmo, ealre as duas pontes.
LEILO
Terca-feira 24 do carrente
Mello Lobo & C. farao leilo por intervenco do
agente Pestaa, de nm complete sortimento de
ferrageos, entilaras, mladezas, perfumaras e cha-
peos de baeta para hornera, deveado principiar o
leilo pelos aitigos chapeos o encielas o qual te-
r tugaras 11 horas em ponto'do dia marcado
para o que pedem aos seus amigos e freguezes se
dignera comparecer a ora cima mencionada.
Em cousequencla da prxima partida do socio
Mello para a Europa aproveitara' esta occasio
para despedir-se pessoalmenle de lodos es fregue-
zes de seu armazem. ^_^____
LEILO ~
Das dividas da mass> fallida de Ano-
riffl, Fragoso, Santos C iia im-
portancia de 104:6904283 rs.
Cordelro SlatSes
por despacho do lllm- Sr. Dr. juiz de direito espe-
cial do coinmercio, levara' pela abasta e ultima
vez a leilo os ltalos de dividas pertenceutes a re-
ferida raassa,todos na importancia de 104:590^283
rs., servindo de base a ollera obtida no leilo pas-
sado, isto
Quarta-feira 25 do corrente
as 11 horas em ponto no arraazem a ru da Ca
que mandasse a urna casa da ra das Barreiras
algaraas fazendas para se comprar; o abaixo as-
signado promptamente naodoa fazendas a' dita
casa, e o sea camnateme comprou 555820 e nao
pagou ; pergunta-e : qnem responsavel pela
quantia cima? O Sr. Manoel Alvea nao me quer I
pagar, hei de perder o meu dinheiro ? Em qae
trra estamos f I
Hecife, 18 de abril de 1866.
Jos Gomes Villar.
Borzeguins enfeitados.
Ditos.de laco .
Ditos Usos .
Sapatos de borracha
Seileiros, corrieiros e segeiros I
Sola de lustre, meios grandes 0S000
E nm completo sortimento de calcado fa-
bricado nopaiz.
GARRAX, DE LAIXHACAR & C.
LIBRAR1E FRANCAISE
RA DO CRESPO N. 9.
Livros nacionaes e estrangeiros.
Religio, direito, litteratura, etc.
Papelana, objeetos para escriptorio.
Papis pintados para forrar casas.
Assignaluras para os jornaes da Europa.

Attenco.
dever ser embar- deia do Recife td-
encomraendas e di
Compaotiia de paquetes a vapor entre
os Estados-Dnilos e o Brasil.
Al o da 2o
do corrente es-
Dera-se de New-
York e escalas
por S. Thoraaz e
Para um dos va-
pores
nos, o qual de-
pois da demora
do costme sefraira' para os portos dn sol; para
passageiros frates etc., trata-se com os agentes
Heory Forster & C roa do Trapiche n. 8.
AVISOS DIVERSOS
... i w. \
Miguel Francisco da ouza Reg, pungido
da roals profunda dr pela morte de sea
presado primo e amigo Adolpho Liberato Pe-
reira de Oliveira, convida a ledos os seas
prenles e amigos para asisiirera a ama
missa do stimo da que por alma do mes-
mo finado tem-se de celebrar na igreja de
Nossa S-nhora do Livramento no da 23 do
correte as 7 horas da maoha. Desde j
agradece a todas aquellas pessoas qae se
prestaren) a comparecer no mencionado dia.
Jos Goocaives Ferreira Costa, seas ir
mos cimbados agradecen) cordiarmente a
todas as pessoas qae se prestaram a assisti-
rem ao enterro de sua fallecida mi e sogra
D. Mara Theodora da Assumpgao e de novo
lhes pedem o ondoso obsequio de compare-
cerera a missa do stimo dia qae lera lugar
of segunda- feira prxima 23 de correBte
pelas 7 horas da manha na eapella do ee-
miterio publico. Por mals este obsequio
desde ja se confessam sommamenle gratos.
Antonio dos Santos e Silva tendo justo e contra-
tado com Thomaz de Aquino Rosas a compra de
nm% pequea casa com parte de tijollo e cal na es-
trada nova do Casanga' em terrenos da Sra. D
Mana do Carme Carneirn Campello e como que ir
evitar qualquer divida qae possa apparecer da
parte do vendedor ou trazaco que haja na dita ca-
sa ou direito por qualquer maneira; faz este an-
nuncio para constar a todos que o virem, terem
tres dias para suas reelamaedes e nodo os quaes
nao se recebera' era conta rerlaroaco alguma.
LIVROS
DE
VERDADEIRO'IE ROT
de SIGXORET, Doctear-Mdecln
Pue de Seine, 51, A PARS.




Km f.ida parrara, al, rnfre a rolda e o aafd a*iJ|
1ii<- Irva n nini inrl', nm rotulo hufrfOM '' *'
Irrll Colll o StLLO lMl'l.Uk fc*-M ri-c: i.
iV. *. I emelln.,lo->r una lellrj ir 50 i Irjncoi
J-..I".- I'ir., arriUTrl :i III
  • !ji>7a-- iln il.:iluiir iiln r iU iim.t. 4a->iil.
    Ivi-i|.. i-riiicit
    .> If.'illnm l.t R
    d'*m iua ilu utisu
    gn.iir<* H!r-iite pilo
    lli.t/ a Snr Ih#v2
    Imh I"i-.i>c : il* I.-
    ii:v>iia na Bahia e
    |irinr(|iar. phar-
    rilliTU.
    iiiritloi- i!.. lll.li.T fkWHltl
    l b

    A|viuva & Filhos do fluado Joao Joaquira de
    Souza Abreu Luna, continan) cora seo estabeleci-
    j ment de cirgneiro ra do Cabog, onde seos atTPro^rvaran nP' 9 Prlir-ln
    amigos freguezes acharo ura completo sortimento r*j?o FreserTac0 pessoai. 42. elCao
    CHERNOVIZFormulario ou guia medi-
    ca, 7.a edic5o in 12.
    CUERNOViZDiceionaro de medicina
    popular, 3.a edigo, 3 in 8.;
    LANGGARDArte obstretica, in 8.
    Diccionario de medicina
    domestica e popular, 3 in 8." 4865.
    BONJEANNovo manual do fazendeiro,
    2 in 8._
    BEIRO -Compendio de miteria medica
    e de therapeuti a, 3 in 8.
    GOMES -Elementos de pharmacologia
    geral, in 8.
    aos <;:oooooo
    para quaiqaer encommeuda qae Ihe seja necessa
    na, tendente a sua arte. Outro sin, pede encare-
    cidamente a lod:is as pessoas qae Ihe sao devedoras
    I por conta de livro ou por letras, tenbam a bondade
    1 de vir satlsfazer seus dbitos no prazo de 30 dias,
    visto que tem grandes corapromlssos a cumprir, e
    nao o pode fazer sem receber o que Ihe devem.
    Para o Rio de Janeiro pretende sahir era
    poneos dias a veleira galera MINDELLO, por ter
    quasl lodo o rarregamento tratado e para o resto
    qae Ihe falta e escravos a frete para o qae tem
    boas coromodos: trata-se com o consignatario Joa-
    quira Jos Gon^alves Beltrao, na ra do Vigario n.
    17, primeiro andar.
    Tambem se recebera gneros estrangeiros.
    Fara Lisboa.
    Corre qaiata-feiro 26.
    Acham-se venda na respectiva tbesou-
    raria, ra do Crespo n. 15, os bilhe- j
    tes, meios e quintos da 21 parte da t* lo-!
    america- teria (59), a beneficio da igreja de S. Gon-
    zalo da Boa-Vista, sendo a extraco no lu- j
    gar e hora do costume.
    Os premios de 6:OO0iJO00 at iOgOOO
    sero pagos urna hora depois da extraccao
    at as 3 boras da tarde, e os outros depois |
    da distribuico das listas.
    As encommendas sero guardadas so-
    mente at a noite da vespera da extraccao.
    O thesoureiro,
    Antonio Jos Rodrigues de Sonza.
    "ManoeT PerTrTda"Cha7"subdito brasiieiro
    vai a Portugal. ^_^^_
    Preeisa-se de um caixeiro de 13 a 14 annos,
    para Tracunbem : quem qnizer dirija-se a praga
    da Santa Craz d. 6, que achara' com quem
    tratar.
    Korque motivo ao vai a sceoa omagesiso
    drama Atriz Hebrea?... istoperganta o
    _______________Hebreu.
    Preciza-se de urna ama para cosinhar, na rna
    Larga do Rosarlo n. 46 se dir quera precisa.
    MACDO-PINTO-Guia do alveilar 2.1
    edico in 12.
    MELLO MORA ES Physiologia das pai-
    x5es2.aedic3o3in8.
    MESMER-Magnetismo animal, 1 in 8.
    MURE-Medico do povo, 1 in 12.
    NA LIVRARIA FRANCEZA
    _ N. 9 Ra do Crespo N. 0.
    = Na raa do Imperador, casa n. 22, segundo
    andar, ha para alugar urna escrava moga, engom-
    i ma e cose ; quem a pretender t i rija-se a ra do
    Queiraado, loja u. 1 para tratar.
    Segne com brevidade a velleira barca portugae-
    i:. Belem, capitao J. Joaquira de Frenas. Recebe
    um resto de carga a frete, para o que trata-se no
    escriptorio de Amonm traaos, roa da Crnz n. 3.
    Para o Porto
    Pretende seguir com maita brevidade a velleira
    barca portuguesa Iris, capito Mathias de Sonza
    Maciel, tem dons tercos de sea carregameoto
    prompto, para o resto que Ihe falta trata-se com os
    gens consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Aze-
    edo & C, no seu escriptorio, rna da Cruzo. 1.
    Pa,ra o Aracaty.
    O velleiro e bem conhecido palbabote nacional
    Dous Amigos, pretende seguir com muita brevida-
    de, tem porte do seo carregamento engajado, para
    o resto que lbe falta tratase com os seas consigna-
    tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no
    sea escriptoriC', roa da Crui n. 1. ^^
    oca
    Ama
    na roa
    Precisa-se de ama ama para cozinhar
    da Cadeira n. 52, terceiro andar.________
    Precisa se de urna ama. para comprar e colohar
    Antonio Fernandes Velloso tendo entregado em t
    12 ^t^^^.^^^"^*^ para urna mora : na ra de BorlasB. 16, segundo
    Ferreira de Paula Jnior, diversas letras, red- Z**** *
    bos e cartas de ordens, conlas de livros para co-------'-----------------------------------------------------
    brar de seus devedores, moradores no centro, I Precisa-se de um eaixeiro que tenha bstanle
    acontece o mesmo senhor, seguodo me participa pratica de venda, para tomar conta de urna per
    Gregorio Jos de Mendonga Jnior, portuguez,
    vai a Europa.
    Joaquta) Ignacio Ribeiro Jooior
    a Europa a tratar de sua sade- sea
    Joaquira ElesbSo Ribeiro.
    ter perdido os referidos documentos hontem na
    roa do Queimado, em vista do que vm o annun-
    cianle avisar aos rcesraos devedores abaixo men-
    cionados, que nao pageera os seus dbitos, e nao
    balaco ; e, querendo entrar com alguns fundos,
    tambem se convenciona, isto na melhor casa da
    roa do Amorim n. 36.
    Versos
    CLUB PtMMBUCAW
    A partida do do corrente mez ter lugar
    na in/it-i do dia 26.
    para o mez mariaono : vendem-se na ra do Im-
    perador n. 15, offleina de encademacao. _______
    P'ara a Baha.
    Pretende seguir coro maita brevidade
    sumaca nacional Bortencia, a qual tem
    seu carregamento prompio, pora o resto qoe lbe
    falta trata-se com os s>'us coasignatarios Antonio
    Luiz de Oliveira Azevedo & C, em sea escriptorio,
    ras da Craz n I.
    A pessoa qae na nolte em que se representou no
    theatro de Santa Isabel aVida da Bohemia-por
    engao levou um chapeo de sol que se dea a guar-
    dar a ama preta qaitandeira, queira ter a bondade
    de manda-lo entregar na roa larga do Rosario n.
    48, oa 37, se por ventura lbe dor a consciencia
    de possuir um objecto que nao lbe pertence, alus
    pnblicar-se-ba o seo nome por este Diario, visto a
    a velleira respectiva qaitandeira conhecer todas as pessoas
    parte de qae lbe deram chapeos a guardar. O chapeo e
    qaasi novo, de seda verde, de lt hasteas, e tem
    nos entalhos braocos sobre a votta da bengala,
    com am enfeite de corres.
    , um
    New York
    Manoel Ignacio Ferreira capillo da barca nacional
    Rtai Ptdro, prncisa de um navio do lote de ^rinta a
    cinco mil arrotas para conduzr o sao carg, cor-
    ea do jObso mil coaros, porto do 300 fardos, sac-
    eos svrcoe com cabello e lio e ontras mindezae,
    com qoe entro a oeste porjo, coa agaa aberto, oa
    saa rescento v ajero do Rio Grande do Sal, pora o
    porto de New York, nos Estados-Unidos ; a psra
    Se a 24 o andante peraote o Ura. Sr. Dr. jaiz
    naval do 1* varo, oo sala do* audiencias, se
    feao 4e arrematar oe. bees segualas: i caso terrea .
    a. 40 o, Allegado cajos proprtos ovalute por Um oaiW^w"a<> criptorio dos eeaeifaelarie Mar-
    oatra ti. nojoe&ma roa e freguezla eMo qnes, Barros k C As propostas, em carta fecha -
    i raa! da, tanto podem ser eotrefoo no escriptorio. dos
    [ resortdes coomftat arios, como ao eoonrlado dos
    torcko potUO% ora ootra o. 73 oa
    das Canoro por 3C0J; u naos vio a p^prp
    ecoeacao oe Joaiurat Jos Gooaeo de
    Correi
    Bate(i*dascartaotfoias eaoOtoaias i
    aracio cortlo asla atdao, poroos wahir
    abatce declarados :
    Jiii LsTonao dos Santn.
    St (irneiro Rodriooas Campello.
    Or. los Baptla fioTyana
    im JUtia-Pamt doCoaoa.
    feito Aapaael do Anor Sisioa.
    HMaflHa0|t
    Bado-oido?r onde serie Herta poio respoert-
    ve eooool oa cresetica deo eaocorraMao, sotta-fei.
    aa S7 do corrite mee de abril o om ora da
    aareo.
    (eJaneiro
    O brlfaM-lmi<***WarumtiH> Orelos a Mfuir
    par o fed do Jaoairo, anda recebo ai|ama carga :
    s preteBdente.'i poeai dtr(|ir-fo aos cemsijoata-
    rios araaes, IJarros S ~f V largo do Corno
    Santo o. 5.
    manda para
    Qlho menor du e ezeeocao as suas cartas de ordens para aqael-
    ' les qae eram dirigida?, senao ao abaixo assignado
    ou pessoa pelo me-mo autorisado, posteriormente
    a esta data, proteslanos desde ja' contra quem In-
    devidamente era legal procurar receber as mesmas
    debit >s. Rogando a pessoa qoe os livor acbado,
    os entregar a' ra da Madre Deus 16, visto nada
    servirera, ou mesmo por se ter expedido ara porta-
    dor avisar aos mesaos devedores do- occorrido :
    1 letra de Jos Oliveira Pontes Melcaco, 1 dita de
    Joao Baptisla Pereira, i dita de Jos Pedro Footes
    Jnior, 1 dita de Antonio Manoel Figueiredo, 1
    dita de Jos Antonio Brlto Guiraaraes, 1 dita de
    Manoel Pereira Barreto, i dita de Francisco Joa-
    quim da Silva, 1 dita de Franciseo Jos dos Santos
    Carpina, 1 dita de Benedicto B. Fragoso, 1 dita de
    Silvestae Ferreira da Silva, i dila de Manoel Ray
    mundo do Ifaotouencolo, i recibo de Loorengo
    Gomes PiuuipWlW 1 letra, f" dito-Or los Manoel
    Lima, e 1 carta de ordens para Domingos Alves de meninos, preferindo eogenho, para isso
    Oliveira e Joio Flix Ramos para entregarem 2 litacSes bastantes ; a tratar na ra
    letras : gratiQca-se a quem entregar estes docu-
    mentos.
    Recife, 20 de abril de 1806.
    Antonio Fernandes Velloso.
    Preci?-e d'uma ama para comprar e cozinbar
    na ra de S. Francisca n. 54.
    Precisa-se de uraa ama forra oa escrava que
    saiba cozinhar e comprar : a tratar na ra da Cruz
    n. 56, armazem.
    Precisa-se de nm feitor:
    piche Noto O. 42.
    Eeitor.
    a tratar na raa do Tra-
    illa secca
    Offerece-se ama ama para casa de hornera soltei-
    ro oa de pouca familia : qaem precisar derlja-se
    arua_da Sonortlo Velba .40.
    O afcaixo assignaoo letdo o> sefoir aera o
    Rio de Janeiro, e nao podendo despedir-se dos pes-
    soas de sea conhecimento por erabaracos de via-
    gem, pede desculpa de.-u falta, offereceao sea
    prestlmo naqaella cidade; e bem ansia declara
    suppr nada devr 4 pessoa alguma, meo se al-
    apea so joigar crodor deoootaoor oaaiio, podo
    dirijir-se i rna do Trapicho n. 16, segando andar,
    na rreote, at o dia de sai sabida, qae teri lagar
    a 94 do corrente, o cu} Ooto eos Oante nao at-
    tender reclamaoio algaata. Recife ti do aaril do
    1866.
    Candjoal MBM Vianna Jnior
    iva Gai-
    , brincos.
    Aluga-se |
    por se retirar para lora o actual morador, a cas
    da roa Formssa o. 25, em bom estado de asseio,
    a toda esleirada : trata-se na raesma easa, das 5
    bor das be rafeitorias do predio.__________^____
    Precisa-se de nm caixeiro qne lenba pratica
    de Hiberna ; na rna da Matriz n. 7, (Boa-vista;
    Passepartouts.
    Para nm retrato floissimo e de lindos gustos,
    tambera para 1,4, 5, 6 e 8 retratos de familia :
    vndese na cosa de baos ra da Cruz n. 17.
    wferlW rom metijo pTtagaez para ensinar
    tem hab-
    Direita n. 32.
    Na raa da Imperalnz na Boa-Vista, laja n. 17
    de Carlos Playa 4 Paul Chanvin, se acba deposita-
    do para se vender oma maquina ingleza de cozer
    calcados, saceos e roopa grossa ; qaem pretender
    dirija-seo dita leja, toe achara' com quera tratar.
    los
    FERRO QUEVENNE
    Approtadoptla Academia de Medicina,
    Aucoriado por eircultr especial do Mintro.
    O FCnno QUEVENNE se usa em lodos es ca-
    sos para es quaes os ferreos sao preseriptos; nao
    (as os denles ficarem petos; he a preparaclo a
    mais activa, a mais agradavel e a maig econ-
    mica; multas veies nm frasco h sufficiente para
    curar urna chlorosis.
    A experiencia me provou que nenhuma pre-
    paracio frrea be supporlada mais fcilmente
    que o FERRO QUEVENNE, em observando as
    limites de doses muio reguladas.
    Hoi-c.HARiiAT, Annuario da ikerapeuHca, 1S63.
    O Feruo Qgiinuit vende-ie aa frascos da .
    - ^..,.^-__. 10 i*4u. 8 SS
    O: OEWTIG^ ^^.v------- ,
    Hedida dt d,e. IOS manta. S
    Deposito geral em caa de Eaalla Geaev*lx,
    14, rae des Beaux-Arts, em Pars, e em todas as
    boticas. Exigir-o Sinelt Quete*ni e a marca.
    tte Fabrica cima.


    Le ae do Uoniteur Oe la fharmaete.
    Aelectricidade hoje empregada por todos os
    mdicos afamados, para o ira lamen lo de militas
    molestias, mesmo para as qoe resisten! as outras
    aicdicaces.
    A eleclridade produiida pela friccao tem urna
    isuperioridade inconteslavel, e a vantagem de nao
    dar abalo;, e de poder ser graduada pelo doente.
    A causa a mais frequenle das molestias a
    estagnaca do sangue ou dos outros lquidos vl-
    laes. Restablecen do se a circulaca no orga-
    nismo, curaeao-se as molestias.
    Quando se sent aluma d*r cea e^ielquer
    parte docorpo logo, e iastinctivanente, seerfrega
    o lugar endolorido com a ma, eisto allivia. Isto
    explica o resultado ine*otestad que deve pro
    duir um apparelho eleclrico. Por Isso temo
    prazeremannunciarao Publico queo9nrBui-son
    de Bivilliers residente, bookvart da Prince-
    Eugene, 18, em Paria, doteo a medicina de um
    apparelho leetro-MagaetiM, sob a forma de
    urna escova, com o qual os doeates se podera
    arar san nehuma oulra niedicaca. Os mdicos
    qoe a tem experimentado, aitestara qne a
    .acva iBCTEO-BfAOMTiCA tficapara
    >enrar: es Bhanmatiso, a Paralyla, Ootta,
    Iraqueu dos mrmkros e da Columba ver-
    lebral. debilidade geral, Vevralgias, ate.
    Estamos certos qne breve cada familia ponuira
    ata escova qae prestan grandes ser vi eos.
    A pedJda de mto pessoas, o autor oecidkMa
    a estabtseer nm deposito de seos appaieftte no
    tRioda Janeiro, em cata S* DiDiaa Ronrrt,
    inmiiH o Ou9dr,\ 83._________
    auiNA
    LAROCHE
    Fonfifo e Firtictate
    mam m mam i uun n ai.
    Experimentada com pleno meces** aos
    hespNaea, a quini Larocae tam nniaaa
    naa|Mi d fui) s oh pinaiian
    exceaoonal, par ser privada do aaargo
    da apta. Agrada por eoBseaninteas peaaoas
    aamhiaMoleraaaase aos paladares os asis
    MasOo*, pois nam 4 alto doce nem raao
    rlaiili, sendo de nasa npidei constarte,
    fwga-se ata ataiu araiaao nos
    daaCaatl(M,dy

    Gue-
    A Sra. D. Joaquina Mara da Conceco
    dos, mil do Sr. major Gabriel de Sonza Guedes,
    que se acba oo sal, digoe-se mandar, receber no
    escritorio do bario do Llvremeito, o qoe o Sr.
    seu Qlho Ihe mandou.
    Faz se este annnnclo, poaojoe ha perto de doos
    mezes, qae se indaga de su morada, e se sao tem
    achado.
    OSr. Praaclso Jos da Costa Guimares
    Saetra vir oa mandar Oa ra do Senhor Bom Jess
    as Creoalas o. 37, concluir o negocio que bem
    sabe, do contrario sera' publicado qual o negocio
    no prazo de 4 das. ___ ___
    Aluga-se nma escrava para aarvico tatemo
    de casa de familia, a qual cote, cociaba e engom-
    an ; qoem precisar dirija-se em Saoto Amaro, so-
    brado juato ao eeaUcrio iofies._____________.
    Mudanja do estabelecimen-
    Fabrica de carros e
    tamMaMmmnmmmmkmthmiat,
    **ruaz,
    10, ra Drtuot.
    P. MaMJR&aV't G.
    rao Hoti n. !S.
    V

    Perden-se umi puL-eira d* curo, desde a ra de
    Santa Hita fio.ya a icava^a ,i s. Pedro, pelas oito
    F" Poirir i idou-se da raa 1tofmr^!hora**w*,*' c..rrent-. qUem a i-
    F5=5sSH-EJ*!!!S*?i ^ia^.V&>^itt&^2:Z?
    ------------------------- limado n. 3, 'uriinelro andar, qoe se
    i fe !hi.C4ra'agrdtcido._:____
    se de uiii trabalhid ir de vkasseira,
    m oeserajjeisiiar n smt logar : a tratar

    valldade, sera qoe aej> teoaJmenle assignado n
    rWrtoAtforlbs Pires Ferrelr,lo-
    ^E^^^^T^^r^^z^^:-:.
    sea genro o _
    arobde da aeroBta do lodos sen*
    lo *do ter-se, oo
    -- nauMikiina
    ontos Iraoolaoooa.
    ------------------------- -araEornpa,
    ^eeTMCr?5W^WS Paa *o*ataeo*o So* esposa o nm mo roe-
    , do- goaraar catrw cvanos tratar; as pas- m* ion aoia mwfa di Siiv-a Gnemanes. Deua
    itada soas qoe a os quizerem deiur teein t ^ |H "*
    . gy.y^LS1 J-fi" taaUgem de fazer-ae.ram promp idto qoafi1
    no Pae.- do
    ~ Wara^doriiahrrtirlTAeoroWooaacar-
    ta^lfi opajoAjrio pon o Sr. Eoos e Arro-
    oootanle e
    Na padarja o]
    /roa
    e ferro.
    iu o. 84, ..se dir"
    quem
    , tva uauana ua coa anioiia i>
    10terrif$H) (qae MO pode lmt qoah eoesora 300 ps de cano de ferro de daos polegadu
    quer coxeira. 'de dimetro.

    ILEIVEl



    ?



    MWa* acftHlrtWH aWf0 >#ilH c 1866.
    A LEGITIMA
    mam
    DE BRISTOL.
    PSEPARJfii NICAMENTE POR
    UNAN & EEIP,
    NOVA YORK.
    Composta de substancias, gozando das
    propredades eminentemente depurativas
    approvada pelas juntase academias de me-
    dicina; usada.'nos principaes hosphaes, ci-
    vis militares e da marinha as Antilhas e
    no continente amenoMro ; receitada pelos,
    facultativosos mais distinctos do imperio do
    Brasil e da America hespanhol
    CURA RADICALMENTE
    escrophulas, rheumatismo, escorbuto, eo-
    erraidades venreas e mercuriaes, chagas
    antigs, morphea e todas as molestias pro-
    venientesd'um estado vicioso do sangue.
    Emquanto existem varias imitares e
    alsificacoos, preciso a maior cautela para
    evitar os engaos,
    A legitima salsa de Bristol vende-se por
    CAORS 4 BARBOZA
    JOO DA C. BRAVO & C.
    Jo5o da C. Bravo & C.
    Deposito geral em Pernamnoco ra da
    Crazn.22 em casa de Caros____________
    Samuel Pwwer JhsUiu k Companhia
    Ruada SenzalaNova n. 4.
    AGENCIA DA
    Fundido de Low IIoor.
    Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
    Moendas e meias moendas para engenho.
    Taixas de ferro coado e batido para enge-
    nho,
    Arreiosdc carro para nm e dous cavallos.
    Relogios de ouro patente inglez.
    Arados americanos.
    Machinas para descansar algodo.
    Motores para ditos.
    Machinas de costura.
    mwMmmmmmm mmm
    B DEPOSITO DE CALCADO *
    *S FABRICADO XA CASA DE DETEN'CO ffl
    5g Ra \ovan. 61. g
    Ahi se encontrarlo obras de di- m$
    versas qualidades, e por preco mui
    wt diminutos, a retalho e em porcoes. BE-
    B S se vende a dinheiro. W&
    *%

    FABRICA A VAPOR
    99 RA DO MONDEGO 99
    Uf psito na ra Hova a. & loja de relojoeiro.
    Deloucbe donos deste esubelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa-
    brica est montada com as melhores machinas que existem na Europa, e que pode
    fabricarcom melhor perfeicJo possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e
    puro, o que nao se pode encontrar naquelle que vem de lora, e que se vende por proco
    baixo, visto os productos serem do paiz. Na etiqueta tena sempre urna aguia.
    AMA
    Jas-
    Precisa-se de urna ama : a tratar a ra do
    mim bairro da Boa-Vista n. i.
    Na ra estrella do Rosario n. 43, segundo
    andar, precisa-se de urna ama (una ou escrava
    pera casa de familia, e paga-se bem.
    ATTENGA5.
    Henry Forster & C, ra do Trapiche n. 8
    lem para vender:
    Prensas para enfardar algodo.
    Machinas de descarocar algodo, de 30 a
    00 serrotes, com motores, assim como moto-
    rs que servirao para qualquer servico, e urna
    machina de 120 serrotes comjuma machina a
    vapor, propria para a mesma.
    UIYI PEDIDO
    Pede-se ao Illm. Sr.Dr. jolz de orpliaos de Olioda
    que por sua boodade digne-se de proceder o in
    ventano da fallecida D. Joaona da Silva Medeiros,
    am de por este nielo obstar qualquer prejuizo
    que possa reeahir sobre al*uns dos herdeiros.
    Recife, 21 de abril de 1863.
    0 macack).
    Aluga-se a casa drfronte de S. Jos do Man-
    guinho n. 94, ten ama boa sala na frente, alcova,
    e outra sala, com quiol, boa cacimba com agua
    para teber : a tra ar na roa da Madre de Deas
    n. 14.
    O. Francisca de Paula Figoeiredo, cordeal-
    rnente agradeee aos amigos e a lodos as pegsoas
    qoe se dlgnaram acompaonir os resto? mertses da
    sea presado Jos AntonloFerro de Figoeiredo ao
    cemlterio publico desta cidade; ede novo convida
    os mesmos senhores para ashhrtirem a missa no s-
    timo da terea.fefra 34 do corrate na orden ter-
    ceira de S. Francisco.
    AMA
    Precisa.se de orna ama; na ra do Livramento,
    loja a. 14.
    PREgO.
    Meia libra.....". 400
    Urna libra......... 800
    . Urna arroba........19000
    Na mesma fabrica acaba de se montar urna officina com serrara a vapor para
    obras de marci aeiria propria para edificio, para o que encarreg i-se de fazer portas, ja-
    delks, assoalhos (parqu francez como se usa na Europa,) e armaces, ludo com brevi-
    nade e perfeicao. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade, entregando-se
    prompta a collar-se no logar. '
    m NACIONAL
    Oompanhia. geral hespanMa de seguros mutuos
    ai*r?f gQ^ a = vida
    AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
    Urna fiaiea em dinheiro, depositado nos cofres do estado, garante a boa ad-
    ministraco da compaobia.
    BANQUE1ROS DA COMPANHIA DRECCO GERAL
    O Banco de Hespanha Madrid: Ra de Pradon. I*
    Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia dos seg
    e s sobre a vida.
    Nella pode se tazer a snbscripco de maneira qne em nenhum caso mesmo por morie do
    segurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
    Sao to suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
    NAL,qne anda mesmo dimlnuindo urna tere* parte do interesse produzido em recentes liquida-
    ces e combinando-o com a murtalidade da tabella de Depareienx que adoptada pela companhia
    para seus clculos e liquidacoes, em segurados de idade de 3 al9 annos, urna imposieaoannua.
    de 100# produi em effectivo metlico:
    No fim de 5 annos.......1:119*300
    > de 10........3:9424600
    de 15 ....'... U:i08*200
    ivi I > de 20........30:2564000
    de 25........80:3314000
    as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
    Prospecta e mais informaedes sero prestadas pelo sab-dlrector nesta provincia.
    Joaquim Fiuza de Oiiveira, ra daCadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n. 12, estabeicl-
    mento dos Srs. Raymundo, Carlos.Leiie & Irmo.
    ENTURARA
    AO GRANDE S. MAURICIO
    PltOCESSOS APEKFEICOAltOS
    PARA
    Ungir, limpar e lustrar a yapor.
    DE
    COEE.HO Ra da Cruz n. 16.
    Continua a haver diariamente nm sortimento de pastis, podins, bolos inglezes,
    empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-se as melhores condices
    de poder satislazer encommendas concernentes sna arle, em consequencia do socio
    Freitas ter sido administrador chefe de algumas das princifaes fabricas na c6rte, sendo
    urna a do Sr. Joo Goncalves Guimares (confeitaria de Leo) antiga casa de Carceller.
    Todos os trabalhos slo differentes dos que se fazem em casas particulares.
    Os propietarios deste estabelecimento nao se tem poupado a despezas, nem se
    pouparao, se houver concorrencia como esperam ; tendo continuadamente bom sorti-
    mento de doces para cha; presuntos e ditos em fiambre, tambem-se recebem para se-
    rem preparados; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em
    calda em latas hermticamente fechadas, podendo dorar annos em perfeito estado.
    Para jantares e partidas recebem-se encommendas dos segointes objectos; ban-
    deijas ricamente enfeitadas sem armaclo pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
    de ovos, pes de l enfeitados com disticos anlogos a qualquer fim; ditos montados,
    kechs simples e enfeitados com fructas ingleza; gatheanx de la reine, ditos de le d-
    chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne; crems e doces de ovos
    de differentes especies.
    Tambem temum completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vinho
    do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cberez, Bordcaux, Champagne fino, ser-
    veja, licores, charopes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con-
    feitos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
    ondicionar tanto para a provincia, como para fra.
    FIGURAS
    Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
    baptisado, casamento, annos, ditta a phantasia, bonitos enfeites para bollos e cifcnlar pra-
    tos de doces finos, tudo por precos razoaveis.
    .Vende-se licores em duzia malte em conta.
    A QUARESMA
    Acabam de receber G. Paes do Amaral & C.
    5 RA DO CRESPO 5
    Antiga casa de Gnilhcrme da Silva Culmaries
    Ricos cortes de vestidos de gros-de-naples preto., com lindas barras bordadas.
    Moire-antique preto em cortes e em pecas, liso, ondeado e com palmas.
    Gros-de-naples preto, de diversos precos e larguras.
    Gorgurio preto, fazenda superior a todas pela qalidade, e bonito tecido.
    Este estabelecimento
    acha-se sonido com numerosa quantidade de filos pretos, de algodo, de linho e de se-
    da, manufacturados em
    ckales
    retondas
    algerienes (bournus)
    anamites
    africaines
    pompadour
    DE FANTHASIA
    Receberam tambem bonitos cortes de popeline de lislras de cores, e matisadas,
    muito modernas, de gostos inte ira mente no vos; e> o u tras mui tas fazenda s de gosto, viu-
    das pelo ultimo vapor.
    ,. P. DO 1MIRAL 5 RUADO CRESPO 5
    '

    .
    DE
    DE
    f VIGNES.
    X. 55. RIJA DO IMPERADOR N. 55.
    Os pianos insta amiga fabrica sao boje asss conhecidos para que seja necessario insistir sobre >
    ua superioridade., vantogens e garaatiu.qne offerecera aos compradores, qualidades estas incontesu-
    eia qne elies tem definitivamente conquistado sobra -todos os que tem apparecide nesta praca ; pos-
    inindo nm teclado e macblnismo qne obedecem i todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
    nunca falbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos Importan-
    tssimos para o clima deste paiz ; qoanto s voces, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
    reis aos ouvidos dos apreciadores.
    Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
    correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposicSes.
    No mesmo estabelecimento se achara sempre nm esplendido e variado sortimento de msicas dos
    nelhores amores da Europa, assim como harmnicos pianos narmonieos, sendo todo vandide por
    precos commodose razoaveis.
    PECHINCHA SEM IGUAL
    Ricos cortes de f orgorio de seda pretos adamascados para vestido com 13 metros
    on 18 a JO covados cada corte, largura dt calta francesa, pelo baratisslmo preco de BQ$
    cada corte : na loja das columnas da roa do Crespo n. 13 de Antonio Crrela de Vascon-
    celos & c.
    mV Wl \Kt BT \Xr 19S9 oa^wBBTTWnsil! U!V w >UQcT W
    F. i SALINSR
    29 Kua 7 de setembro 29
    Defronte da ra nova do Oavidor (Rio de Janeiro)
    Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Brasil, por
    trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para fingir e lustrar, de que se faz uso na
    Europa, e ajudados por alguns dos melbores officiaes de Paris e Lyao, podem assegu-
    rar seos freguezes urna perfeiglo no trabalho, a qual seno pode chegar pelos proces-
    sos ordinarios.
    Tingem, lavam, limpam e demofam com a maior perfeiclo e brevidade qualquer
    qalidade de fazendas, liram nodoas e limpam secco sem moluar as sedas e as vestimen-
    tas de senboras e de homens.
    DE
    -
    PHOTOGRAPIIIA
    artstica amebicana
    RA DO IMPERADOR N. 38.
    Artista americano
    Artista americano.
    Artista americano.
    Artista americano.
    RetratosRetratosRetratos.
    Em porcelanaNiepcotypie.
    Etn lencosArchrolypie.
    Em vidroAmbrotypie.
    Em metal=Daguerreotype.
    Em papelTalbotypie.
    No grande salao da ra do Imperador n. 38 -
    No grande salo da ra do Imperador n. 38
    Neste estabelecimento tiram-se retratos
    em todos os systemas, com asseio e promp-
    tidao, desde as nove horas da manhaa
    at as cinco da tarde ; assim como tem
    sempre a venda grande sortimento de cai-
    xas finas de diversas formas. Qnadros
    ovaes Passepartouts e todos os mais ob-
    jectos e productos chimicos, relativos a ar-
    te e reabidos ltimamente dos melhores
    foroecedores de PARS e Nova York, tendo
    de tudo, para todos os gostos e para' todos
    os precos.
    Salo da ra do Imperador n. 38.
    Sal5o da ra do imperador n. 38.
    8*
    vr. Francisco Pires MacliadoB
    Portella |
    MEDICO E OPERA! OR
    PELi
    H Faculdade de Pars.
    S continua no exercicio da sna profisso, 5
    M especialmente as molestias de olhos. de H
    J vas urinarias e de pelle, para cujo tra- S
    tamenio julga-se Labiliado atienta a pra- S
    tica adquirida nos hospitaes daqneila ca-
    pital, e os n.-lrumeolos mais modernos ME
    que possue.
    Accode promptamente a qualquer cha- M
    mado para fora da cidade.
    E encarrega-se de collocar olhos arti- 35
    Gciaes. sm
    No pateo do Carmo n. 2, esquina da m
    ra de Horts, das 6 as 10 horas da ma- i
    nhaa, e das 3 as o da tarde.
    FAZENDA E ROPA FEITA
    RA MOTA M. ftn
    Reg & Moura, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita rua~va
    n. 24, verdadeiramente penhorados e reconhecidos para com seus amigos e freguezes,
    pela aceitaco e confianca que delles tem merecido no curto espaco de tempo em que
    se acham estabelecidos e perfeitamente escudados na sinceridade dos seus tratos, decla-
    ram para sciencia daquelles que o quizerem honrar com seus cilicios, que, em vista da
    grande concurrencia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no que
    relativo a roupa feita; acabam de admittir para a sua officina de alfaiate maior numero
    de artistas, inclusive o seu contramestre, dirigido pelo hbil mestre Lauriaao Jos de
    Rarros, o qual nSo se poupa a exforcos para satisfazer com a presteza possivel qualquer
    obra de encommenda.
    Os mesmos annunciam aos seus freguezes que acabam de comprar um novo e
    muito variado sortimento de fazendas finas e de bom gosto, proprias para o tempo da
    quaresma, as quaes esUSo dispostos a vender por precos muito commodos e mais barato
    que em outra qualquer parte.
    Como sempre escusamos essa enfadonha prolixidade dos annuncios bombsti-
    cos ; preferimos mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos que nutrimos
    para bem servirmos quelles que vierem ao nosso reclamo.
    Companhia fide!idade de seguros
    martimos e terrestres
    estabelecida no Rio de Jueiro.
    AGENTES EM PERNAMBCO
    Antonio Luir de Oiiveira Azevedo k C,
    competentemente autorisados pela direc-
    tora da companhia de seguros Fidelida-
    de, tomam seguros de navios, mercado-
    rias e predios no sen escriptorio roa da
    Gru n. i.
    s
    s
    O Dr. Caroiino Francisco de Lima San-
    tos contina a morar na ra do Impera-
    dor n. 17, segundo andar, tendo alias sen
    gabinete de consultas medicas, logo ao
    entrar, no primeiro.
    O mesmo dontor, qne se tem dado ao
    estado tanto das operares como das mo-
    lestias internas, prestase a qualquer cha-
    mado, quer para dentro qner para fra
    da cidade.
    Em casa de Tbeod Chrisliansen, ma do Tra-
    piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil,
    de Brandenburg f reres, Bordean i, encontra-se ef-
    fectivamente deposito dos artigos segointes:
    St. Jolien.
    St. Pierre.
    Larose.
    Chateau Loville.
    Chatean Marganx.
    Grand vn Chateau Lafilte 1858.
    Chatean Lafitte.
    Haut Santernes.
    Chatean Santernes.
    Chatean Lataur Blancbe.
    Chatean Yquem.
    Cognac em tres qnalidades.
    Azeite doce. Precos de Bordeani._______*
    Casa de commisso de escraves na ra do Impe-
    rador n. 4o, terceiro andar.
    Recebem-se eseravos tanto do mato como da
    praca para serem vendidos por commisso, afilan-
    ca-se o bom tratamento e seguranca para os mes-
    mos. 0 abaiXQ assignado nio ponpa esforcos aflm
    de os vender com promptido, nesta mesma casa
    ha sempre para vender eseravos de ambos os sexos.
    _________________Antonio Jos V. de Soma. .
    Antonio los Rodrigues de Souza na ra do
    Crespo n. 15, toma dinheiro para mandar entregar
    na Babia, Para e Maranbao.
    Dr. Ignacio Akibiades Velloio, )g
    medicu m
    RA DA IMPERATRIZ N. 48. S
    Trata especialmente das molestias sy- |
    leas e de criaoeas. a
    11* 11*11111
    Carvalha 4 Nogueira sacam sobre o
    Porto, Lisboa e Rio de Janeiro, a' vista ou a
    prazo; na roa do Apollo a. 20.
    Joao da Silva Ramos, medico
    pela universidade de Coimbra, d |
    consaltas em sua casa das 9 as j
    11 horas da manhaa, e das 4 as 6 a
    da tarde. Visita os doentes em suaslJ
    casas regularmente as horas para
    isso designadas, salvo os casos ur- 8
    gentes, que serlo soccorridos em
    qualquer occasio. D consultas aos |
    pobres que o procurarem no hos- |
    pital Pedro II, aonde encontrado j]
    diariamente das 6 s 8 horas da {
    manhaa,.
    Tem sa casa de sade regular- ]
    mente montada para receber qual- 8
    quer doente, anda mesmo os alie- I
    nados, para o que tem commodos I
    apropriados e nella pratica qualquer I
    opperacJo cirurgica.
    Para a casa de sade.
    Primeira classe. .3(5000 diarios.
    Segunda dita____3500
    Trceira dita .25000 >
    Este estabelecimento j bem |
    acreditado pelos bons servicos que i
    tem prestado.
    O proprietario espera que elle 5
    continu a merecer a confianca de I
    [que sempre tem gozado.
    Precisa-se
    alogar nm preto para servico de padarla, paga-=e
    bem : na ra Dlreita n. 24, padaria.
    Precisase de nina ama forra ou captiva para
    cosinhar para casa de rapaz solteiro : na roa do
    Imperador n. 40.
    .Antonio Luiz de Oiiveira Azevedo i C. lem
    para vender no sen escriptorio, ra da Cruz n. 1,
    vinho do Porto em caixa de duzia, fio hambureuez,
    aoja da Baha superior.
    Eagomnia se
    com asseio, promptido e precs razoaveis: na ra
    Augusta n.5, loja.
    PAPIS PISTADOS
    Sortimento de papis pintados e
    lindas guaroices para forrar casas. ftt
    NA LIVRARIA FRANCEZ A.
    N. 9 Ra do Crespo N. 9-.
    Precisa-se do ama am eserava tara ser-
    vico de comprar, lavar e engommar para ama caa
    de pooca familia ; na roa das Crozas n. 9, segun-
    do andar.
    Ama 16#00G. '.
    Preciu-se de otra coxinhelra boa, preferlndo-s
    captiva, pelo preco' aeima: aa roa do Hospicio
    n. 36".
    CMlahelro
    Precisa-se da nm cainheiro para casa de t-
    milla : a tratar a rafeda-Ctoa-n. 6, escriptorio.
    Preclsn-ae de ama ana para eotwbar a a-
    gomar rraeaaaesfraafelra pooca ama: a
    trattr m ron dJHBftn. 8, segundo anda
    Dfcm bdUt ag aaliaieni-au oate iwral
    maaba, e avlam taawijwa wtafliiM de
    los, etc.: na roa Imperial n. St.
    Csiaae!r.
    Precisa-se de um coinheiro forro ou cap-
    tivo qoe de fiador a sua ax da Crqt n. 48,
    8
    Preelsa-S:
    um* casa : ua ra di
    "leo de
    lamuuoaca'*
    *> Fr. C
    clarecimeotos na roa da Cruz o.
    bella
    ^Jar^
    ores es-
    VAKELLl
    Cantos e phantasla.
    Um volme in 12." impresso e en-
    cadernado em Pars: em casa dos
    edictores
    8 LIVRARIA FRANCEZA
    N. -9 Ra do Crespo N. 9.
    m'mgmmimamm aw w mMMMWLM
    ftWI HMal ^pkjW lW ^B **WaW^W**^WaWI
    Fog*o do ar
    Valdlvino da plvora se acha com fabrica de
    fogns artificlaes na liba do Maroim, com grande
    porcio de fogos de 1* sorte, j preparados a espera
    da festejar o grande dia qoe tiver noticia de qual-
    quer trinmpbo de nossas armas dentro de Para-
    guay : todos aquellos qne tiverem a mesma satis-
    faci dirija-se ao armaxem do sal na rna Imperial
    n.m.
    ~ Aloga-se a ca da rna Imperial denonUnaaa
    viveiro do Monis, com nm sobrado de nm andar
    qne accommoda grande familia, doas grandes vi-
    velrospara peixe,grandeurreno para nlantaeSes,
    ^olarias; quem pretender dirija-te a rna do
    Na padarja da Torre precisa-se de o fornei-
    hajatoo. -
    lama dos Coe-
    r, das mate-
    bV A 10S Udi
    e fallar.
    0.24.
    ama : na roa ias Crnxes
    wmfmmmmRmmmm
    CASA DE BANHOS i
    26 Pateo do Carmo 2G. 5
    Neste estabelecimento tao impor- *
    tante para a saude e asseio do cor- B
    po, acham-se montados 20 banhei- ^
    ros, que sao servidos com a ordem 1
    e asseio qoe para desejar-se. Qua-
    tro destes banheiros sao especial- as
    mente reservados para senboras e *
    por isto acham-se colloeados em lu- B
    gar reservado, aonde s tem entra- W
    da as pessoas de urna mesma fami- SU
    lia. JH
    PREgOS DE RANHOS AVULSOS. &
    l banho fri, morno ou de
    chovisoo....... 500
    I dito de choque .... i 000
    l dito de farello.. ... i 000 ffi
    i dito aromalisado i000 l
    PRECOS POR ASSIGNATURA. M
    30 banbos por mez fro, W<
    morno ou de chovisco. 10000 &
    25 banhos com cartoes pa-
    ra os mesmos .... 10f)006 ^
    12 ditos ditos ditos. :i,5000 B
    12 ditos ditos de choque. 10*5000 *
    ~l i2 ditos ditos de farello.. 104000 fl
    P O estabelecimento estar aberto M
    ^ nos dias uteis das 6 horas da ma-
    ^ nha as (0 da noite, nos dias san- gis
    S tincados das 5 as 5 horas da tarde. ^
    mmm^mmmmmmmmm
    Na roa do Imperador n. 48, jrmaxem, pr-
    cisa-se de ama ama para cozlnbar.____________
    Precisa-se de urna ama de bons coslumes,
    para andar com am menino em casa, e mesmo en-
    gommar : quem estiver n'esfas cirenmstancias di-
    r.ja-se a' rna do Queimapo, loja n. 46, de Goes &
    B astos.
    Aviso aos Srs. commer-
    ciantes.
    O administrador da lythographia de Al-
    bert Ridoox, sita a ra da Cruz do Reci-
    fe n. 46, avisa ao respeitavel corpo do
    commercio qoe eMr estabelecimento a-
    "eha-se competenlemeate prvido de todos
    os materials antofnAB e de- boas oQl-
    ciaes, tanjLgaUdjteff como Impressores
    para a Ixectajao nel de todo e qualquer
    trabalto, garantindo ao mesmo tempo as
    siduidade, promptido e asseio n'aquelle
    trbalho de qoe se enearrepr. Outre
    slm declara qne alen doque exoceto fica,
    trabalha se em quakjaer; obrannr mais
    mdico preco do qoe en eottualqner
    parte; potunto raga se a benevolencia *
    pro teccio os Sre. eommerdaotes para
    prosperidadn #o esubelecimento.
    Prec
    daaspenoas,
    n. 44.
    r &,-.c DMI
    Mher forra ou tap-
    parn o servico de
    na roa do Hospicio
    Precisa-se de awaer torta on escrava para
    comprar e cotinhar aa casa de horaem solteiro :
    na roa do Qamado a 17.
    IkMBli
    V


    *..,
    te
    i

    o
    s
    I
    ce
    1
    Diademas dourados,
    enflato* $m ajotares, pedras,
    teaiat e suhiim.
    PredBi^e-* iftLpil^eosi^r e nafi .* tibitbABM^^ftoiiirirmodero
    rtig delima casa de pone* familia; a tratar riJ dems doaraios, enfeilados comiajBfiires e
    a da Guia o. 33 segundo ag^r ,< fi.gTfi :;tlTyias para meninas e senbori,
    I
    'a.,. _
    Itonlto ehapoclnnos
    de palhi fina e Tenues sfrC mbbi
    Sao obras estas de qoe os baas'pais de (I
    JFescusar de comprirfpor fazere
    las Jane* d^ asseio e bom gofo,*im que; f
    trecisa-se
    _ Alagar um moleque, ou negro moco on de rneia
    Hade, para todo servido se ipa cas
    nueua (amula; 1 trailr** fa _
    8, toja. _____ spas teUas Qlhinbas, A aguu)raaa teo e-ara
    ' O Sr. da ra do Vigario a. fe que qscr'fallar ser de ver bellas e pr*Wli obras ftr-in
    eom D. Claudios de Ler>s Cavalcaui, tinta do|devullMtolp*W e toAAdasem sen.Bi-
    , fallecido Jos Rabello Tavares, dirija-se a ra do nbo. Os cbapeoznhos, alero de jaMp d omj pa-
    1 Aragao n. 20 que ahi acbar a mesma visiva, mal Una. sao de mu. bontuToroa e ultimo
    H ------------------rr,t---------------r-.-..'fofti enfeiudos coro toda a plMasgao: os aven-
    Joo Chrysoslorao de Albuquerque, soentilica Utf_ 9w6/A. s0 de fiDa camtjria, guarnecido de
    ao corpo docommercio que cortfprou a taberna,. badJDhos Dordidos; 0 que ihesToa muita graca.
    s'ja roa do Nogueura n. 49,ao Sr. Francisco Jote fl prf es, 5l000 e daajolles, 10*; d<
    INJECTION BRO
    U>*lrnle Inlalllvcl e Prescrvatlva, absolulamemo t nica que curi fem nenhum auditivo. Yeude-K
    nai principie* boticas do Hundo. (Eligir a initructao do wo). (a*anuos de exitlaneU.) Paria, en casa
    fe UTenurBlOO.bMileTard Magenta. .
    INJECCOeCAPSIAS
    TEGETAES aoMATIC:
    GRIMAULT&ClepharmaceuticosemPARIS
    Noto traUmento preparado eom as folhat de Matico, rtore do Per, para a enra rpida e Intellitel
    da GoDorrhea sem recco algum da contracto do canal ou da inflammacao dos intestinos. O celebre
    doutor Ricobd, de Paria, ter renonciado, desde sua apparico, ao emprgo de qualquer outro tra-
    tamento. Emprcga-ae a njecfio no com?o de fluxo; at capsulas em todos os casos cnronicoi inve-
    terados, que resistirao as prparae6es do copaba, cubeba e as injecces com base metallica.
    Deposito em Parit, 45. ru Richelieu.
    Vende-se na ra Nova n. 18, pharmaciaframeza de
    P. MAURER & C.
    PERFUMERA da casa oger
    Boulevart Sebastopol, 56, Parlz.
    Dea madalhas, a condecoracio da Legin
    d'honnaur a grande repaUcao me tem lhe
    dado o publico, taeaaao as recompensa que o
    serticos prestado a industria merecerao a
    esta importante can desde saa fundacao em
    180i.
    N'um sortimento de mais de 500 artigei,
    as pessoa elegantes escolherao os seguintes:
    ROSEE OU PARADIS, extracte superfino
    para lenco.
    POMMADA CEPHALIQUE contra a cal-
    vicia,
    AGUA VERBENA para o toucador.
    OXIMEL MULTIFLOR.
    VINAGRE DE PLANTAS HYG1ENICAS.
    TINTURA VIRGINALE de beijoim.
    ROSEE DE LYS, verdadeira agua de
    Jouvencio.
    CREME LABIALE de sueca de Rosas.
    pommada VELOURS para amaoiar a
    pelle.
    ELIXIR ODONTOPHILE.
    SABAO dedicada as damas americanas.
    8ABAO de bouquet de Franca.
    d* de flores de alcea rosea.
    d* de flores printaaieres.
    d* de bouiruet de ouUne.
    > de perfumes exticos.
    d* aurora, dedicado aos dedos cor de
    rosa.
    d* de flores das montanhas.
    d de cheiro de foins nouveaux.
    d* de bluets cheirosos.
    d* de alinea balsmica.
    d* diapr, caixa rica, antesia pari-
    sienes.

    AMA
    Precisa-se de nma ama para casa de ponca fa-
    milia, qoe salba|engommar e cozmhar : a tratar
    na praca do Corpo Santo n. (7.
    I

    SEGUROS
    MARTIMOS
    CONTRA FOGO.
    A companhia Indenioisadora, estabeleci-
    da oesta praca, toma seguros nwrilimos so-
    bre navios e seos carregamectds, e contra
    fogo em edificios, raerodorias e mobilias :
    na roa do Vigaaib xuAf pavimento terreo.
    Na praca da Iodep4idfocU D. 33, loja de
    ooiites, essspiaisoaro,(ata,e pedraspreciosas,
    e tambeea se fas qaalqaef obra oe eocommetida, e
    S-
    de Freitas GaimarSes, litre e desembarazada
    qaem se julgar com direito mesma, queira en-
    tender-se com o comprador oestes tres das.
    Prevengo.
    O abaixo assignado previne ao Sr. Thomaz de
    Figneiredo, qui^ falso diier-se que o abaixo as-
    signado o mandn citar, porm em vista das amea-
    cas feitas pelo mesmo Sr. Figneiredo, o abaixo as-
    signado o fara' citar nesta data para que nao se
    considere Hercules ou Sansao.
    Recite, 21 de abril de 1866.
    Manoel Ferreira Lima Jnior.
    COMPRAS
    Compra-se ooro, prata e pedras preciosas
    em obras velhas: na rna da Cadeia do Recite
    ja de euriyes ao arco da Conceico_________
    ~ Oaro prata.
    quanio sao ellts baratos conbeejra o preleoSesrte,
    que se dirigir a' luja d'aguiabranca, na rna do
    Queimado n. 8. :< *
    Vidrllbos de cores e aljofares,
    imitando aeo, para enfeiies de vestidos.
    A aguiabranca na roa do Queimado n. 8 rece-
    ben um bello sortimento dos objectos cima pro-
    prios para enfeites de vestidos, etc., etc., e est
    vendendo comoodamente.
    Novidades.
    Na Agula branca rna do Queimado n. 8 rece-
    beu diversos objectos de mu i lo gosto e intei rame-
    te novos, sendo:
    Bonitos e delicados pedes doorados e prateados,
    tendo entre el les algnns de filigrana obra moiper-
    feita e de elevado gosto.
    Ditos com chapa de madreperola.
    Brincos de filigrana e outras qualidades.
    Aspas fortes para bolees. i
    Na ra do Qbetma e-tBiudesas n. 16, ven-,
    de-se aspas debajo fortes, e de diferentes largura_ WS lOja e_ar
    para balCes.
    Bonitos |tadroi|)ara retratos.
    Vendem-se natm dajficiaiado loja de mirte-
    las o. 16, b.nltc9na-xoTi mordura preta e^
    doorada, todos poTfyf^rIW5s. **
    Garrafas brancas
    e de} cores conv superior apiia.da coionra.
    'Venrftnso na ra do Qeimadr/.TtiJa de miude
    zas o. 16.
    Novo'gosto
    Pentes, Ovellas, e brincos de fegrana.
    A antiga e bem conbecida loja o. 16 na rna do
    Queimado, recbeu um sortimento te diversos ob-
    jectos de novo e bom 'gosto, sendo pentes brancos
    donrados de moldes eoleiramenle novos e mu -
    gradaveis, tendo entre elles algnns de filigrana obra
    Se muito gosto e drficil execueo, e bem asslm fl-
    vellas e brincos as raesmas circumstaneias.
    Tambem receben alguns cintos o qne d mais
    moderno e bonito, se pode encontrar em tal genero.
    Alm disso encontraro os pretendenies nm com-
    pleto sortimento de fivellas de madreperola, ebris-
    tal, tartaruga, e donradts, brincos de christal, e
    jaspe, vollas e f mies de dito e muitos outros objec-
    tos de gosto, os quaes conlinna-se a vender commo-
    damente.
    Pnente de madreperola, e enfeites filets
    A loja de raiudezas na rna do Queimado n. 16,
    recebeu bonitos pentes com chapa de madreperola,
    e novos enfeites filets ornados de lantejoilas dou
    radas, rooedinhas, aljofares, tidrilbos etc., tendo
    grandes para toda cabeca e pequeos para coque,
    regulando os presos de 2 a 4000 rs.
    B mitas caixinhas
    com arranjos dourados para costura, tendo com
    =e na ra do Quei-
    ffln.Hcas ; -~, ;;;;.
    Cuvaut'
    Fivellas de dita e outras tambem de diversas
    qualidades.
    Cintos mui bonitos, enfeilados em toda a exlen-
    q5o com caracteres dourados e prateados.
    Filets enfeiudos com moedinbas dourads.e lan
    ingleza on i tejoilas, aljofares & &, sendo para coque, e toda a
    cabeca, e outros com plumas &.
    Bonitas voltas de jaspt com ernzes, tendo lam
    bem algumas de duas cores.
    Lavas e metas
    de laa vegetal, para quem soffre de frialdade, pa-
    Vendem-se na roa do Queimado loja
    Em obras velbas : compra-se na praca da ln
    dependencio n. 12. loja de bilhetes.
    Compra-se urna burra de ferro,
    mesmo das antigs ; na ra Nova n. 31.
    ^""Compram-se duas rodas para carroca on
    orna carroca qoe esteja em bom estado : no arma-
    zem da bolla amarella no oito da secretaria da
    Pllcia-________________________________'ralesyaec.
    Compra-se na prensa de algodSo de Saunders d^guia branca ""s"
    Brothers & C. semeotes de algodo a 00 rs. por.j Bandolioe de roza
    VTIS-^.--------------------------.------------------ | para segurar ou conservar perfeitamente atado os
    Compram-se latas vazias de gaz : ca ra da j cabellos das senboras. Vende-se na ra do Quei-
    Goia n. fl. I mado loja d'Aguia branca, a 1W00 o frasco.
    Enfeites pretos para vestidos
    A Aguta branca recebeu novos enfeites pretos
    para vestidos, sendo bicos com vidrilhos e sem
    elles, trancas com pendentes de vidrllbos e sem
    i elles, cordao grosso tambem com vidrilhos e sem
    Cobre lato e chombo
    No armazem da bola amarella no cita o da
    secretaria de rllela, estupra se cobre, lato e
    chambo.
    T
    VENDAS
    Compra-se ama carroca qne esteja em bom; eifes; assim como galSes e franjas de diversas lar
    estado : na ra da Cruz n. 55, 3o andar. Na mes-1 gnras, fitas de velludo etc. como sempre os bons
    ma casa se dir quem vende dous escravos cabras, fregnezes encontraro commodidade de precos nos
    de idade 40 annos, bons carreiros. objectos que se vendem na loja d-'Aguia branca rna
    do Queimado n. 8.
    Botes devidro
    com enfeites d'aco no centro. -
    Esses botoes que tanto servem para melbor se
    poder enfeilar um bom vestido preto ou de cor,
    acbo se a venda na ra do Queimado loja d'Aguia
    branca n. 8.
    Acaba de cbgar aloja da aguia branca
    a rna do Queimado n. 48.
    Chromaco-me para Ungir cabellos.
    Hoiid walter para dito.
    Tintura de L. Marques para dito.
    guia branca
    a ra do Quimado n. 8
    acaba de receber:
    Lantijonlas d'aco para enfeites.
    AOS SBS. ACADMICOS
    Vendem-se as seguintes obras de direito
    com pouco uso : Manuel dn Droit llomain
    por Mackeldey, 1 volume por 4$; Diccio-
    wat're du Contentieux Commercial, por Mas-
    s, 1 volume, por 5$ ; Elements du droit
    romain, por Maynz, i volume por 4)5; Es-
    pril de la jurisprudence des successions,
    por Confiaos, 1 volume, por 14 ; Traite de
    droit penal, por P. Rossi, 2 volumes, por
    6$; Code pratique des faillites, por Geof-: Penns branca e de cores, para gorjos e chapeos,
    froy, 1 volume, por U; Elements de l'Eco- S^St&IS^S^T
    nonue PoUtigue, por Garnier, 1 volume, por Meiasde seda para o mesmo.
    26 ; e Organisation du travaii, por Louis Bonitos chapeosinbos de setim para dito.
    Blanc, 1 volume, por <#200: na ruado Rosas camelias e ootras qualidades.
    Crespo n. 4, fabrica de chapeos de sol. Novos brincos> Bve"as Penles e pulsClfas de fll1"
    r ___t_____________- grann.
    Fita? -eda de cores para debrunbar vestido.
    Di' iie sarja com differentes cores e larguras.
    I1'!. de gorgoro, desenhos novos e bonitos para
    nulos.
    Carteiras com agulhas._____________________
    No armazem de tazendas
    baratas de Santos CoeLb.o
    Rna do Queimado n. 19.
    FOLHIMAS
    IMLR1 1866.
    Acabam de sabir luz as folbinhas de-,
    algibeira e de porta para o armo de 1866, o
    mais correctas possivel tanto no calculo das
    las e eclipses, como as diversas festas
    que a igreja celebra; vendem-se nicamen-
    te na livraria da praca da Independencia,
    160 ris as de porta e 320 ris as de algi-
    beira.
    Cal deXlsboa
    desembarcada do vapor inglez Cassine, vende-se
    I por cemmado preco, no escriplorio de Manoel Ig-
    nacio de Oliveira &i Filho, largo do Corpo Santo
    1 numero 17.
    Pechiacha admiravel
    Laazinbas de quadriouos que iiar.ece seda a.240
    is. q covado, urna grande pechincha.est se aca-
    bando : na loja n. 52, armazem da porta larga de
    Paredes Porto.
    Luvas de pellica /pretas e ou
    tras cores.
    Chegaram para a loja de miudezas a roa do
    Vende-se o seguinte
    Cobertas de chita da India a
    Lencues de panno de llnho a 2J200.
    Ditos de bramante de linho de um s panno a
    3*200.
    Lencos de cassa brancos proprios para algibeira
    a 2^000 a duza.
    Algodo entestado enm 7 1|2 palmos de largura
    a 1*200 a vara.
    Atboalbado de linho a 2*800 a vara, -
    Dito de algodo a 2* a vara.
    Guardanapos de linho a 3*800 a dnzia.
    Pecas de cambraia de salplcos a 4*500.
    Lazioha aliena de cores a 320 o covado.
    Cambraia branca de forro a 3* a peca.
    Fil de linho liso fino a 800 rs. a vara.
    Dito de dito com salpicos a 1* a vara.
    Panno de linbo fino com 9 1|2 palmes de largu-
    ra pelo barato prego de 2*400 a vara.
    Madapoloes Unos a 8*, 9*, 10*, 11* e 13*.
    Cambraia lisa de 4*500, 5*. 6*, 7* e8* a peca.
    10
    > mado loja de miudezas n. 16.
    Trancas pretas
    com vidrilhos, e bicos com ditos e sem elles para
    enfeites ou vestidos.
    Na ra dt Queimado n. 16 loja de miudezas a-
    cbaro os pretendentes nm bello sortimento
    objectos cima dito, cascarnlhas, franjas etc.
    e tudo est sendo vendido por precos cooomodos.
    Botoes pretos
    de vidro enfeilados d'aco.
    A loja de miudezas n. 16 ro do Queimado
    vende mui bonitos botSes pretos de vidro com en-
    feites de ac, os quaas muito se uzam para enfeli.tr
    vestidos, quem os pretender pode dirigirse a di la
    loja n. 16 roa do Queimado.
    Vendem se na loja de miudezas
    a ra do Queimado n. 10.
    Bonitos leques de sndalo e ontras qualidades.
    Bonitos cintos com fivellas de diversas qualida-
    des e moldes.
    Brincos e eruzes de crystal.
    Abotoaduras de dito para ecletes.
    Bonitos port-relogios.
    Delicadas caixas com msica e sem ella, para
    costura.
    - Agulnas e linbas para chrochel.
    Retroz superior em carriteis.
    Rendas pretas e bicos com vidrilhos.
    Fitas de velludo com listras de cores para en-
    feites de gorros e vestidos.
    Ditas de grosdeoapoles, lisas e lavradas, brancas
    e matisadas.
    Para fingir cabellos.
    HolId Walter.
    Vende-se na ruado Queimado, leja miudezas
    n. 16.
    Ghromaco-iue
    Para Ungir cabellos.
    Vende se na loja de miudezas, a ra do Quei-
    mado n. 16.
    Tintura de L. Marques
    Qara fazer os cabellos pretos.
    Vende-se na roa do Queimado, a loja de raiu-
    dezas n. 16.
    Missangas miuilas, aljofares imitando
    ac e vidrilhos de cores
    para enfeites de vestidos; vende se ludo iisso por
    pregos razoaveis na rua do Queimado n.l oja 16,
    de miudezas. _______________________
    Atten^ao 1
    Attencao!
    Attencao!
    GMsdenaplfs preto a 1S600 o covado.
    Vende-se um grande sortimento de grosdena-
    ple a U600, 1*800, 2* e 2*500 o covado ; dito
    : muito superior a 2*800 e 3 : na rua da Impera-
    triz n. 72, loja de Gnimaraes & Irroo.
    Moriantique preto a 2^800.
    Vende-se um grande sortimento de moriantique
    a 2S800, 3* e 3*500 o covado.
    Chales de renda pretos a S000.
    Vende-se tambem um variado sortira-nto de cha-
    les de renda a 8*, 9*500 e 10* ; ditos mnito finos
    a 11* e 12* ; ditos de seda fazenda muito fina a
    20*000.
    Retondas pretas a 10$.
    Vendem-se retonoas pretas pelo barato preco de
    10* e 11* : na rua da Iroperatriz n. 72, loja de
    Guimares & Irmo.
    Grande pecbincba panno preto a 2000 o
    covado.
    Vende-se panno preto proprio para calcas e pa-
    litots a 2* e 2*200 o covado ; casimiras pretas
    a 1*800, '*, 2*400 e 2*500o covado.
    E' muito barato corles de casimira a 3S0O.
    Vendem-se cortes de casimira preta a 3*500
    ' 4* e 4*500 ; dita muito fina a '.i5-
    GiMde novi*3ae
    azem da Arara rua
    da liuperatrlz n. '
    DE
    Uurefco P. Meodes6uimai#i'$.
    A raa venda cliha* a 160 rs. o.-covado.
    Vende-se chitas escuras e claras
    160 e 200 rs. o covado, ditas frac
    280, 3ifl, 360 e 400 ft. o
    triz loja da Araran.TO*
    Oassas daifara a*T4<
    Vende-se caSsjrrTrancczas tinas
    24, 280 e 320o covado, meado
    tidos a 240 o covido : rua da lm
    Arara u. G.
    Arara vende riscado para calcas
    covtdo.
    Vende-se riscado proprio para caigas camisas
    de escravos e saias de escravas por ser muito ror-
    te se venda esta fazenda a KOrs. o covad.0. risca-
    do de lioho-para cateas epaletots a 240 o rovaeo
    s na loja da Arara roa da Iroperatriz n. 56,
    Arara quer vender as saias a 30500.
    Vende-se saias bordadas paajsenbora a 3*500,
    4*, 6* e 8*. camisas fara seonora e meoiuas a
    1*500 : s no barateiroA*wroa dVlmperairiz
    n. 56.
    Os vestidos da Ara** a 5*.
    Vende-se vestidos de cassa a Mara Pia a 5* c
    8s, ditos de ia mnito finos a 10* 12* e 18#, ditos
    com camisioha e sinto a 25* e 28* : roa da ;m-
    peratriz n. 66.
    rara vende as crinolinas dacores a 3500.
    Vende-se crinolinas > baldes m cores e bran-
    cos a 3*,35O0 e 4*, baldes de arcos a 2j> e 1*SC0:
    rna da Iroperairiz loja da Arara n.66.
    ^'1^ u* rara a $.
    Vende se chales do merino estampados a 2*,
    2*500, 4* e 5* : roa da Imperatriz loja da Ara-
    ra n. 56.
    Arara vende laazinbas a 200 rs.
    Vende-se iaazinhas para vestidos a 200, 240,
    320 e 400 o covado, ditas malisadss a 00 e 5CU :
    rUa da Imperatriz loja da Arara n. 56.
    Chales de fil de linho a 6.
    Vende se chales de fil de bobo a 0?, 7* e 8*,
    retondas de Mi de linho a 8* e 10*, cbales de se-
    da de fil a 14* e 18* : rua da Imperatriz loja e
    armazem da Arara n. 16.
    Boupa feita por medida.
    Vende-se paletots de panno preto a 6* e 8*, cal-
    cas de casemira a 6* e 8*, camisas rancezas a
    2* e 2*500, camisas de pregas largas de lindo a
    2J5C0, 39, 3*500 e 4*, paletots de blim de cores
    a 2* c 39, caigas de brim e ganga a 2j> : roa da
    Imperatriz loja da Arara n. 56.
    Arara vende casemira enfestada a i.
    Vend-se oasemira enfestada para caiga e pale-
    to t alio covado : rua da Imperatriz loja da Ara-
    r n. 56.
    Cortes de casemira a 20.
    ende-se corles de casemira-de cores a 2*, ?or-
    es de brim e ganga a 1*. 1*400 e 1*600, cortes
    de casemira preta a 3*500, 4* e 5* : rua da im-
    peratriz n. 56.
    Balees para meninas a 3$.
    Vende-se baldes para meninas de mnsselina a
    3* e 3*500, ditos para senbora a 4*300, 5* e
    5*500 : roa da Imperatriz loja da Arara n. 56.
    Arara veade as mantas para peseoco a 11
    Vende-se manas Oara peecogo a i*, grvalas
    de seda de cores a 500 e 800 rs., colarioho de pa-
    pel a 500 rs. a dazia : rua da Imperatriz loja da
    Arara n. 56.
    Lazinba para lulo a 500 rs.
    Vende-se lazinba para Into a 500 rs. o covado,
    alpaca preta a 500, 6GO e 800, cassa preta a 320 o
    covado : rua da Imperatriz loja da Arara n. 50.
    Pegas de brelanha de algodo com 10 varas,
    prpna para saia, pelo baratissimo prego de Admira COftesde brim de COP
    Queimado n. 16.
    Vendem-se garrafas e botijas vasias e lava
    das: na roa daSoledade n. 38.___________
    Favas da- liha.
    Vende-se na rna da Cacimba n. 2, taberna em
    frente a roa do Vigario. pelo commodo prego de
    120 rs. cada libra.
    Vende-se urna taberna bem afreguezada ; a
    tratar uo pateo do Terco n. 12, loja de looca.
    Vendem-.e 400 pedras para ladrilho, viudas
    da Ilha : a tratar_na rna do Vigario n. 14.____
    Aos amantes dos bailes.
    Vende-se luvas de pelica de todas as cores para
    horaem e senhoras, (pelo admiravel prego de 600,
    800 e i* o par : a roa do Queimado n. 67.
    Cvallo.
    Vende-se nm bonito cavallo, bem gordo e anda-
    dor, para ver e tratar na coxeira defronte da est-
    gao da estrada de ferro._______
    Vende-se orna taberna nos Qualro Cantos em
    Olinda n. 4, proprla para familia; a tratar na
    mesma, e no Reclfe com Joo SimSes Pimenta, na
    rua do Amorim n. 36.
    ser e habitar i
    predfir- s)WjBie-i
    i;
    LIVROS
    BE
    PREPARATORIOS
    LINGUA INGLEZA.
    HILLARD'S-First ClassReader. in 12.
    MOTTA Grammatica pratica da lingua
    ingleza, in 8."
    SADLER Cours complet le langue aa-
    glaise.
    SADLERDictionaire francais-anglais
    i anglais-francai, in 8.t
    ! SP1ERS Dictionaire francais-anglais
    anglais trancis, 2 n 4.
    OLLENDORF.Methode d'anglais, in8.
    RUSSEIr Curso de lingua ingleza, se/
    gundo o metbodo Roberlson 3 in 8.
    VIEIRA Dictionary of lhe english and
    portogoese languages, 2 in 4.
    WALKER -- PromjnctDg dictionnary. in 8*
    NA LIVBAR1A FRANCEZA
    N. 9 Roa do Crespo N. 9.
    "^ Qaem pfttfsaTae ob ciiseiropiriTeicripto-
    rago simples, aanoocje por este Diaiio, onde de-
    ve ser procurad r
    eir para Preci ailor para administrar
    madama: quem ajudar ci !:io d
    Postas n. 27 dade, e que si illa : a tratar na
    rua Lrga|do|Fosario a. 16 (padaria).
    3*500.
    Lazinba lisa de cores a 500 rs. o covado.
    Cambraias finas de cores miudinbas a 360 rs. o
    covado.
    Esteira da India propria para forro de sala de
    , 4,5 e 6 palmos de largura, per menos prego do
    ! que em ootra qnalqner parte.
    Neste armazem tambem se encontra nm grande
    j sortimento de roupa feita e por medida.______
    \ Na rua da Imperatriz n. 28
    Vendem-se corles de cambraia brancos com 4.
    5 e 6 babados a 20* e 25*.
    Fil de seda preto com flores a vara 1*.
    Cambraias brancas de urna vara de largura fi-
    na a 1* e 800 rs.
    Ricas lampadas e candieiros a gaz por grosso
    e'a retalno.______________________________
    Pecbincba
    Vende-se a taberna da roa da Gnia n. 36"pro-
    prlo para principiante, e o motivo se dir ao com-
    prador.. .
    Os chales do Pa to i67e 8*.
    Vendem-se ricos cbales pretos de renda muito
    grandes com quatro ponas, sendo os mais moder-
    nos por terem chegado pelo ultimo vapor francez,
    e vendem-se pelo baratissimo prego de 6*, 7* e
    Relogios americanos
    OKua 9iovaO
    E. Augusto Delooche acaba de receber um gran-
    de sortimento de relogios americanos para parede
    e cima de mesa, com despertador e sem despert- j **i.J lo_d0 Pavao rua da 'oiperatrlz 8^60, de
    dor, corda de oito das, affianga a qualidade, ven-
    de-se por prego em cont. ______ .
    Fazendas avadadas.
    Algodaotlnho superior largo com um pequeo
    defeito, com 20 Jardas, a pega por 3*500 e 49, diio
    muito largoda marca T com 24 jardas a pega por
    7*500, este pela qualidade superior parece brim,
    raadapolo mnito lino largo lalvez o melhor do
    mercado por ser de o. 6 verdadeira por 9*, ludo
    isto com nm pequeo defeito, por este prego estQ
    se acabando : na loja da roa da Madre de Ueus a.
    16, defronte da guarda da alfandega.
    Gama & Silva. ^^____ ___
    Vende-se na rna da Cruz n. 33. trinas, vo-
    lantes e gales, esplgoilha e renda, cera branca
    em reas, escovas para calgado, duas pipas vazias
    com torneiras para deposito de azeite, cera de
    carnauba, ludo por pregos commodos._______^^
    Vende-se um escravo
    B. 46.
    na rna da Imperatriz
    Farinha
    Ras U Madre de Dos a.
    A 4$o00.
    Armazem das machinas
    56-lit .a cadeia do Iecife-56 "K.'*
    l'iORm daSenzala
    VelhaUO
    Vende-se farioba de mandioca desembarcada
    boje do palhabole Bebertbe, pelo barato preg 5 ci-
    ma, a melbor qoe existe no. mercado, saccas
    grandes. ___ :_________ ___
    < Vende-se nma armaco para divisio de es-
    criplorio, de amarello, com porta e balausiros,
    obra mult Oca: a tratar na roa do Moodego, ota-
    *.// t>?__________
    Vende-se sal grosso; a tratar ua ruajla Ma-
    dre de Deas n. 2.
    1,280
    Vendem-se cSrtes de brim de cores para caiga a
    1*280,1*600, 1*800 e 2* : na rua da Imperatriz
    n. 72, loja de Guimares & Irmao.
    E' baratissimo a 120 ris o covado.
    Vendem-se riscadinhos muito proprios para ron
    pa de escravos, a 120 ris o covado; ditos escoce-
    zs muilo Anos a 240, 280 e 300 ris o covado.
    LSazinh'is a 3oo rs.
    LSazinhas de quadrinhos a 300, 320, 360 e 400
    rs. o covado ; duas muito finas a 500 e 560: na
    rna da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
    mo*.
    Cortes de lia a 55000.
    Acaba de chegar a este importante estabeleci-
    mento um sortimento de corles de la que se ven-
    de por 5* e 5*500; ditos a Mara Pia, fazenda
    muilo moderna a 129,14*, 18* e 20* ; ditos com
    camisinba, cinta e grvala a 25* e 28*.
    Chitas francezas largas a 260 ris.
    Vende-se nm grande sortimento de chitas a 260,
    280, 300, 320 e 360 rs. o covado ; ditas preciares
    a 400, 440 e 500 rs.
    Cambraias de cores a 2S0 rs. o
    covado
    Vendem-se camlraias francezas a 280,300, 320,
    360 e 400 rs. o covado.
    Cambraias lisas a 3.000 rs. a peca.
    Vende-se um grande sortimeato de cambraias
    lisas pelo barato prego de 3*, 3*500, 4*, 4*500 e
    5* ; ditas mnito finas a 5*500 e 6*; ditas victoria
    a 6*500 e 7*; ditas de nma vara de largura a 8*
    e 9* ; ditas para forro a 1*600, 2* e 2*200 : na
    rna da Imperatriz n. 62.
    ROUPA FEITA.
    Vende-se nm completo sortimento de roupa fei-
    ta feita. assim como sejara palitots, caigas, eoletes,
    camisas francezas a 1*600 e 1S800 ; ditas finas a
    2* e de linho a 8*500, 3* e 3*500 ; serqolas de
    1*200, 1*400 e 1*600, de Huno a 2* e 2*500 : na
    rua da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
    mao. *.
    bmm ac Baca
    Cafnmietial
    O superior caf" do Rio de Janeiro, ven-
    de-se a 12* a arroba ; na rua do Vigario
    n 24, escriptorio.

    &
    <-;*
    Grande armazem de tin-J|
    tas medicamentos etc.
    Rua do Imperador n, 22. p%
    laJoo Pedro das Kctcs (gc-|A
    | rente) tem a venda o *j
    K seguinte:
    K Productos chimicos e" pharma- j|
    E ceuticos os mais emprr$rados em \
    medicina.
    | Tintas para todo o genero * tura e para tinturara.
    I Productos industriaes e timas
    | para flores, como botes de flores
    f e modelos em gesso para imitar
    I fructas e passaros com o compe-
    | tente deseriho.
    Productos chimicos e industriaes "
    para pholographia, tin'uraria, pin- x?<
    tura, pyrotecnia etc. H
    Montado em grande escala e sup- .-:
    prido directamente de Paris, Lon- ^,
    dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa jg
    pode offerecer productos de plena |
    confianca e satisfazer qualquer en- m
    commenda a grosso trato e a reta- }
    lho e por preco commodo. 3j
    rua
    Sm & Alves
    Avisara aes teobwes sgricnltores e tes sen fre-
    gnezes em geral, qoe acabam de receber de New-
    Vork um completo e ment das ver,-
    dadelras .
    c>roc*jWpjdn^nnjnnnnj|

    dem dla do Recife o. W oa ao armazem da ruda
    Senzala Verba n. 140.
    Vndese
    Um carro americano novo de 4 rodas e 4 arrestes
    cota competente arreios: na rua da Ppnte Vetea
    n. 8. i i .. ..'
    Che; loja dama do
    ij^Ho n. 7 A
    as n*^^^^^K de labvrialho, assim como ri-
    cas froohai e lencos de dito, mallo fiaos.
    mmmtmmmmm as:"
    HOTEL
    e
    familias : de
    colaros vira.ro sal
    ikosldeAmi
    proficuo exemplo
    Vende-se O bote! de Italia, sMo na roa do Trap*.
    che, com grandes accoramodagSe acceiadas e me- .
    biltudN conamdo aMf-UM.- ajmm hm do sea seas. Assw, pols, a agua branca, leudo em vis-
    trafeVtBMramn9 LlHries retirar-se Usa uUlidade e proveiu- dessss prodigiosos ccia
    eo-.estado 1 B0V0
    dltA) ao
    o.
    Veode-se urna rotula nova de loar o : a tra-
    MM\Wf'doJfopjc|o n.28
    VssHaia era sorii-
    rcousia
    a d'agata brant
    **.
    Tasso Irmaos
    Vendem no seu armazem
    Amorim n. So.
    Licor fino Curago em botijas e meias botijas.
    Licores finos sortidos em garrafas com rolbas de
    vidro e em lindos frascos.
    VanosChores.
    San ternes.
    Cbambertin.
    Hermitage.
    Borgonhe.'
    Cbampagae.
    Muscatel.
    Reino.
    Bordeauz.
    Cognac.
    Od Ton.
    PAezei lagniol.
    nmm
    De calde'reiro c luudicio de ferro, si-
    bs e broaze; cornos escravos,
    Vende se a grande fabrica de calderelro e fur-
    digo de metaes da fu Imperial ns. 154 a 158 ;
    e tratar eom a viuva de Sebastio Jos da Silva,
    na rua sova n. 35, on na rua da cadeia n. 57.
    BnmmaHMMiif
    M Boa acquisicao. P;
    S Vendem-se 4 casa; terreas novas, lim- ae
    *^ pas, bem alugadas e por mdico prego : ^
    ft os pretendentes entendam-se com o es- JK
    \m crlvo AtLavde que se acha autorisado 08
    S pelo respectivo propietario a realisar as **
    W referidas vendas. "
    llllllllilllll
    colares Royer a colares ano-
    dinos
    para facilitar a dentieo das eriangas e presrva-
    las das convulsoes.
    O feliz resaltado obtido Immensas vezes pela
    prodigiosa ferca magntica dos colares Royer, dos
    casos de convu" *
    aitamen ele






    -


    t

    V e dentigao das criancas, tem
    o seu bem merecido prestigio,
    r que esto geralmenie con-
    de innumeraveis pais de
    |ue do uso desses salotares
    do perjaq. jbus charos filbi-
    porque cdheram daquelles to
    para igoalraeme preservar os
    Inuar a recebe-
    tlia delles possa
    os Ojones fifaro
    te aa rua do Quei-
    renUem'Se
    de campoesem defeitos: na rua de Apollon-T, machinas *?* "P*nra4,tsc*^
    tnoaV. aliodio: aa roa da Sosala ova n, 43.
    a^^^w
    n


    I
    m&#m&mm*
    A'Joja de uzeadas de Augusto Porto & O
    iiRa do Queimadpli
    Chegaram polo uHimo paquete superiores enchovaes completos com vesdlahos bor-
    08Molr braocr, lavas do pellica/manlaa capailas brancas para nolvas.
    indas eoteb;i seda de cor e de Ii e seda para camas de noivas.
    fraodesortiineoto de cortinados bordados para camas e janellas.
    manos bonetes e gorros de pilha de Italia para senboras,
    perealles, cansas e chitas boas dos gostos mais modernos.
    Aleriennes, retondes e chales de renda pretos.
    Camisas flaa con paitos, punhas e colariubos de linho para horneas.
    Lindas caseniiras de cores, lasiobas, pannos e casemiras pretas, n
    bari* Bramait mnito largo a 300, 700 e 3#200 a vara.
    Tapetes e alcatifas para forrar salas e tapetes grandes e pequeos para sof'.
    Camisas de flmella, colarinhos de linho, seronlas de liabo.
    Camisas de meia Anas, baldes de arcos, de musielina e de madapollo,
    efltM manguitos bardados. .
    Esteiras da India para for ar salas
    as melhorese por iitts mdico freco. ^
    11Ra do Qneinaado11
    VOVOS GEBENTW
    DOS
    TRES ORAIDE .
    AMAZENS DE MOLAMOS
    DENOMINADOS
    PROGRESSIVO pateo do Carmo n, 9
    NIO E COMMERCIO rna doQueimdo o- 7.
    VERDADEIRO PRINCIPAL ra do Imperador n. 40
    BE
    DUARTE CARVALHO PERIRA C.
    11
    CORTES BE SEDA
    Chegaram pelo paqoete ingles riquissimos cortes de moreantiqae de cores, e seda lavrada pa-
    IrSes inteiramente novos.
    Seda de quadros por 1#000 o covado
    5RA DO CRESPO5
    regarlo Pae do A mar I aflc Conpanhla.
    g bou soRimEwo de
    Fazem sciente o respeitavel publico, e com especialidade aos sentaore* deen-
    f^Dos,iavradore8emaispes3oas do centro, que paramis facilitar suas compras deli-
    22? Proprjetano dos tres grandes armazens, retmir todo os seis estabekci-
    ww era um so anmracio, pelo qaal o preco de uta ser de todos, promfjtte-
    *?ji "A**" tffilla V abaixo vai publicado, annunciar os geaeros ^ ZFZSZ^ 9 **"* Medicina-Jloni,
    S? oa^BmlM8M- Pr,anos nossos estabelecimentos nlo se dar isto ^S^m^^iiuS9--* '^^ 5 A *..
    ._ XE m*.m nosso, q^lqoer pessoa poder rnandar seus fmulos que' 5torio*tade^ ".........~'
    rio tambera servidos como viessem pessoalmente azendo-nos o favor de mandar aeus
    * em cartas fexadas; para evitar qualquer engaos, remeUendo nos urna conta
    DR. -PEDRO DBATTAflVDE f Ofc^Hbsoso,
    lEiuco, PAutNno e mmmuvBfmm
    3 i da Gloria, casa Jtf^Bfc^-g
    aoras da manhao edu 8 e meta s 8 horas da noite, exceda dos iuj
    Pnaimacia especial kameopathica
    ak imesmot 7>11|Dlirio ;la lfimPre _Js appropritjto aorfimento del carteim
    ftbos flaos, assim TSftio tratucas di vanas Jafcsaftamisaces e pelos presos geS
    Carteirasde ?2 tttos graftdss. UifOOO
    de 14 tubos grandes. 4t$ooo
    de 96 tobos grandes. T^StJOOO
    4e 48 todos grandes. |6^G00
    -__ 4e 80 tubos fraudes. .450000
    e s^dira"8e,,ialtrtr C2rfeil>wmfon* ***>. q se flzer, e om o remedio.
    um tubo afolso oif fraseo de tintura de meia onea liWOO.
    si'- MTtf%
    i melfcor r^on^pathi,JhMd MeAcina *omiopathco d. Dr. Jarh
    20,5000
    ISpertorio 8o te^ello Mon ....... i ,9{0^0
    odOOO
    31000
    tanto*fle serem novamen*e i ilHBili] "
    TJT M Cra 8 P^3 W qual "^ciarmos, o que senao arrepender pessoa SSiS ^^T^^^^fS que ^zem ^ar de remedios
    Jlgoma que fizer sna despenca em nossos estabelecimentos m. nSnnari m. ri !E5?2S?*t^5^? .e..?.ura*T?!.: ha>do do mlhot^e,-
    por cento na sua despeza diaria.
    estabelecimentos; pois poupar mais de
    FAZE^DA
    i
    Gros de aples preto a 1,5500,11600, 20, U, 3^00 e 40 o covado.
    Gorgurao preto de superior qualidade a 20500, 2J800, 30 e 40 o co-
    vado.
    Superiores moreantiques a 20500, 20600, 30. 30800, 40 50000 o
    covado.
    Bons cortes de moreantique.
    dem de gorgurao adamascados.
    Bons pannos e casemiras.
    Sup riores alpacas, princetas, merinos e bombazinas.
    Bons villudos pretos.
    Grande variedade de chales de fil preto e de guipure a 50, 60, 80,
    100, 120, de 160 a 20S, e de 250 a 800 cada um.
    Superiores retondas de fil preto e de guipure a 80, 100, 120 e 250,
    e de 300 a 600 cada urna.
    Superiores algerienes de fil preto e de guipure de 12# a 250, e de
    300 a 600 cada ama.
    Bons chales de seda preta.
    Ditos de Merino preto bordados e outras muilas fazendas pretas que
    seria enfadonbe enumerr, na
    IiO.IA ISAS COLUMNAS
    DE ANTONIO CORREIa DE VASCONCELLOS & C.
    RA DO CRESPO IV. 13
    RA DO BRITM W. 38.
    0 propietario deste estabelecimento deseja chamar a attncSo dos senhores pro-
    irios aos acre litados mechanismos que continua a fornecer ; os quaes garante ser,
    .mu i sempre, da melbor qualidade possivel:
    Machinas de vapor
    forca de 2 '/ cavallos para cima. As menores sao mui proprias para motore sde
    '1e-.iar<>canaentos de a'gndo; as maiores para moer canna; hi tambera que podem junta
    ii s^jiarada-nente moer canna e descarocar segundo suas proporces. Estee vapores
    $3)1 siiupssimos na construci.-o, e seregem por qualquer pessoa intelligente, a facilida-
    je li ciindiicgo sen lo especialmente considerada, tanto que nao ba lugar em que nao
    ; i i-siracaniuzir, qnf por trra, qur embarcado. Ha com moendas juQtas ou sem
    * \:\i ij podem-se appli s.utituii;3o das rods da almanjarra. Ellas tem depsitos d agua e boeiros de ferro,
    e nao precisam para o seu assenlamento de obra alguma, qur de carapina, qur de al-
    venaria. 0 tempo para a?senta-las nao excede de doze dias ao mais, e em casos de
    mor es Je animaes ou arrombamentos de acudes, etc., garante-se o assentamento era
    oito dias. Lembrase aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o servico da
    gente occupada no seu tratamento os h3o de recuperar da maior parte da despeza do
    vapor deixando-lhes a vantagem de urna moagem certa e accelerada; e acabando com a
    despeza da compra continuada de novos animaes. com os desgostos do trabalbo que
    se tem com elles.
    Rodas d'agua de ferro, mui maneiras e moendo com qualquer altara.
    d'agua.
    Sarilhos eona crazetas de ferro para as mesmas, quando se desege fazer
    e resto da roda de madeira, tornando-se assim a roda ligeira no trabalho.
    Hoendas de canna de todos os tamanbos, desde as mais pequeas chama-
    das do sertlo. Obra perfeita em feitio e acunhamento.
    Rodas de espora e angulares de todos os tamanhos e proporces.
    Paroes eoehes para receber o caldo.
    Crivos de fornalha para assentamentos, frescos para o foguista, fazendo
    grande calor com pouco combnstivel, e duradouro.
    Portal de fornalha de todos os tamanhos e de diversos systemas.
    Fornoa e molnatos para a fabrica de fariuha e tambem chapas redondas
    para fornos pequeos.
    lombas simples e de repucho.
    Taifas de ferio batido e fundido e de cobre.
    Formas de ferro batido galvanisado para purgar assucar, leves para carregar
    e isemptos de quebrar-se.
    Alambiques de ferro de todos os tamanhos, costando s a terca parte do
    preco dos de cobre, mais regulares na distillacSo e igualmente duraveis.
    El aos e rodas de earro com oaang-.s de patente, obra mui segura para
    carregac3o de peso.
    Arados, grades, eneuades a carallo e outros instrumentos de agrv
    cuitara. E finalmente todo o objecto de que possa precisar um engenho.
    MAUTEICJa
    Manteiga Ingina prfeitamente flor che-
    gada oltimamente a 1,12o rs. a libra, e
    em barril ter abatimento.
    Manteiga fraaceza daBafra nova a 8oft rs.
    a libra e em barril ter abatimento.
    BANHA
    Banha refinada superior a 64o rs. e em
    barril ter abatimento.
    Cha uxira de primeira e snperior qualida-
    de a 2,8oo rs.
    dem hysson o melhor neste genero a
    2,6oo rs., e sendo era porc3o ter abatimen-
    to, tambem ha proprlo para negocio de 2 a
    2,4oo rs. a libra.
    dem preto superior de l,8oo a 2,5oo rs.
    a libra.
    Rlseomtos
    Latas com superior biscouto inglez de di-
    versas marcas a l,2oo rs. a lata.
    Rolaehlnhas
    Latas com bolachinhis da acreditada fa-
    brica do beato Antonio, proprias para dar a
    doentes de 2,ooo a 3,ooo rs. a lata.
    dem com quatro libras de bolachinha de
    soda a 2,ooo rs. a lata.
    Queijos
    Queijos flamengos chegados pelo ultimo
    vapor de 2,3oo a 2,5oo rs.
    CHOCOLATE
    Chocolate hespanhol a l.ooo e l,2oo rs.
    a libra, francez e suisso a l,ooo rs. a libra
    e portuguez a 800 rs. a libra, em porcSo
    ter abatimento.
    - VINHOS
    Superior vinho do Porto das mais acredi-
    tadas marcas, como sejam: Madeira Secca,
    Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do
    Douro, Mara Pia, D. Loiz, Pedro V, Lagri-
    mas Doces e outras marcas a l,ooo a garra-
    fa e 9,ooo a 12 ooo rs. a duzia.
    Vinbo Figueira e Lisboa das melhores
    marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
    3,5oo e 4,ooo rs. a caada.
    Superior vinho chamisso em barril a 64o
    rs. a garrafa e a 4,5oo rs. a caada.
    Superior vinho de Lisboa e Figueira em
    anceretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
    co reta.
    Superior vmh branco proprio para mis-
    sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
    xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a
    3,5oo a caada.
    Caixas com urna duzia de garrafas de su-
    perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caisa e
    7oo rs. a garrafa.
    CAF
    Caf do Rio de 1.* e 2,* qualidade de
    6,8oo a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
    rs. a libra.
    SARAO
    Sab3o maga de primeira qualidade de 24o
    rs. a libra.
    Vinagre
    Superior vinagre de Lisboa a 2, ooo rs. a
    caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
    mais baixo para 2oo rs. a garrafa e l,4oors.
    a caada.
    Azeite doce
    Superior azeite doce de Lisboa a 7oo rs. a
    garrafa e a S,5oo rs. a caada.
    FIMO CAPORAL.
    Latas com superior fumo caporal a l,8oo
    rs. a lata.
    Passas
    Superiores passas a 2,5oo o quarto e
    9,5oo rs. a caixa de arroba hespanhol a e a
    56o rs. a libra.
    GEIEBRA
    Genebra de laranja verdadeira a lo,5oo a
    duzia e l,ooo rs. ao frasco.
    Genebra de Hollanda verdadeira a 6,ooo
    rs. afiasqueira e a 56o rs. o frasco.
    Idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
    da ums.
    Garrafoes com 24 garrafas de genebra de
    Hollanda a 8,ooo rs. o garrafSo. Tambem
    ha garrafoes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
    6,ooo rs. cada um.
    VELAS
    Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
    dem de carnauba de lo a 12,ooo rs a
    arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
    PEIXE
    Peixe em latas j preparado de l.ooo a
    l,2oo rs. a lata
    ALPISTA E PAINQO
    Alpista e painco muito novo de 3,8oo a
    4,ooo rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
    bra.
    CHARUTOS.
    Superiores charutos do fabricantes Simas,
    Imperiaes, Delicias, Parisienses e outros de
    2,2,5oo e 3,ooo rs. a meia caixa: tambem
    temos Suspiros, Havaneiros, Ligueiros e
    outros muitos que vendemos por mdico
    preco.
    Licores
    Licores francezes eportuguezes a l.ooo e
    l,4oo n. a garrafa ou frasco.
    Doces
    Doce da casca da goiaba em caixes e la-
    tas a l,2ooo caixo e 2,8oo rs. a lata.
    Frats
    Frutas em calda e em latas fechadas her-
    mticamente, muito bem enfeitadas, conten-
    ISI^SJSS leite, n^^jiaTua boa conrtf? trfdmtfiSif
    dos estabeleciaeotos europeo, a auts saeta eacuradarpremracjo, e poitSo a m2r
    energa O certeza n seus effeitos. T "vunamo a
    Gasa de saude para escravos.
    Racebe-se escravos para tratar de qrutier enferntidade ou fazer-se-lhe analrmr
    eper^o, p:ira o que o annunente julga-se sufficientemente habilitado qaai(^er
    Olratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica
    foncctonando a casa ha mais de quatro asnos, ha muias pesssas de cujo conceito w nao
    Sl" 9Qe P *" CODSuUados Pr V*1^ W desejarem^SZ
    . Pega-se H por dia duraste 60 dias e d'ahi em diante 1J500
    Asoperacoes serSo^reviameste ajdBtadas, se5o se qttzerem aojeitar aos dmm
    razoaveis que costuma ps*r o annunciante, J prafiM
    HOIAZEM DB FAKOD1M
    DE
    TSTODIO C ARVAMIO c.
    ti RA DO QUEfMADO N. 27
    10.J000MadaP13ofrancezmuitoffiW' teDd0 Pco ofo, cada peca com 27 varas por
    L5a de cores a 100 rs. o covado.
    Cambraia franeeza a 260 rs. o covado.
    Finos organdis a preco de 800 re a vara.
    Lencos brancos para algibeira a 2^00 a duzia.
    Finisperclaras a preco de 400, 440 a 560 rs. o covado.
    Ricos cortes de la de barra de 100 a 300000.
    Chales de fil preto e outras militas fazendas.




    Novidades do Vigilante
    RA DO CRESPO N. 7.
    Este estabelecimento apezar de sempre
    se acbar bem sortido como todos sabem,
    boje mais que nunca, alo s pelo que rece-
    be de sua propria eonta, mas tambem pelo
    que recebe de sosfassss; parees sem
    ouvida que deve offerecer grandes vanta-
    gens para o respeitavel publico tanto em
    mlicamente, muito nem enreitaoas, conten- "'~ r ^'u w^ uuuoeui
    dopera,pecego, ameixa rainha Claudia, al flTL0001^escolba dos obectos e co-
    nfirr.hA a nntra^ fruta* > na > i,, mo acf de chegar grande remessa pelo
    vapor Douro e o navio c Solferino de
    diversos objectos de gosto e proprios do
    Machinas de descarocar algodao.
    Na fabrica se fazem obras novas encommenda e conoertos, com a maior preste-'
    t3 e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitara-na multo para este fim.
    O propietario sera sempre mui feliz de poder ter occasiao de dar informaces ou
    e- 'larecimeotos aos senhores que se servirem de seu prestio.
    D. W. Bowman, engenheiro.
    Serveja
    Superior serveja Bass dos melhores fa-
    bricantes, como sejam: Shlers dt Bell. T. F.
    Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a Too rs.
    garrafa. Tambem ha de outras marcas
    como seja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du-
    zia e a 5oo rs. a garrafa.
    B JIOES VASIOS.
    Boi5es vasios, louca ingleza muito pro-
    pria para manteiga e deposito de doce de 4
    a 12 libras a l,2o e2,5oo.
    FARINHA DO MARANHO.
    Farinha do Maranhao a 240 rs. a libra.
    SAG'.
    Sag muito novo a 4oo rs. a libra.
    ARARUIA.
    Araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
    perche e outras frutas a oo rs. a lata.
    Tambem ha latas grandes para l,2oo rs. a
    lata.
    AZEITE DE REFINADO
    Superior azeite francez refinado a- 8,ooo
    rs. a garrafa e a 9,ooo rs. a duzia.
    MOLHO ING1EZ SAUCE
    Molho inglez Sauce em frascos grandes
    com rolha de vidro a l,8oo rs. o frasco em
    duzia ter abatimento.
    BATATAS.
    Gigos com 3o libras de batatas a l.ooo rs.
    o gigo.
    SARDINHAS.
    Latas com sardinhas de Nantes e Lisboa
    de 4oo a 46o rs. a lata.
    FUMO AMERICANO.
    Superior fumo em chapa a 1,400 rs. a
    libra.
    ERVILHAS
    - Latas com ervilhas e feijSo verde j pre-
    parado 64o rs. a lata.
    MASSADE TOMATE
    Latas com 1 libra de massa de tomate a
    64o a lata.
    VERMUTH
    Esta bebida muito fresca e estomac >1 e
    muito propria para a presente estaco. a
    qual vendamos a2,ooo rs. a garrafa e 18$
    a duzia.
    Pimeata, cominho, cravo, canalla, ervadoce, alfazema, tijollo para limpar facas pa-
    litos para denles, palitos de fogo, e outros muitos gneros que se tornara enfadonho
    mencionar, aQancaodo cincertdade nos precos e s bom aeondieioeamento de qualquer
    genero. H
    CfVadinhI dft PrflTIPft I "~ Ven*M orna mssseira de amarelfo em per-
    ien 'S^T .,k rUV falto enado,e mais perteaces para nma pad.ria,
    rs. a IH ra, e para cima a ISO na estrada nova, segunda uberoa a -direita, depois

    BASTOS
    RA DA CAISRIV \. 46 A.
    rs.
    a armazem da Llfa, raa Noa n. 66.
    Laotljlas.
    A lo ja (U Aurora, na. ra larga, do Rosario n 38
    recebea sortimeat d UnSjelas molto delicadise
    proprias para qualquer enfejte, assim eomo tam-
    fcem rswbes low de Jmim MSeaifVla cotes
    para bomem e sethora, multo frescas, chegadas
    pelo ultimo vapor, ludo isto na loja da Aurora,
    ra larga do Rosarlo n. 28.
    Z Vde se urna par$*~iierro*bmoTlervB.
    para obras de ferreiros, e por preco moli com-
    modo : a tratar a roa. Imperial r. i, andar.
    do sobrado grande : a tratar na'mesma,'
    horas da tarde em diaote.
    das 4
    tempo dos quaes se mencionado" algnns,
    por nao ser .possivel mencionar tedos. O
    dono deste estabelecimento espera a pro-
    teccao de todos.
    Riquissimas caixinhas ornadas e com
    msica prppria para um delicado mimo.
    Caixinhasjiemusjpa tanto de veio como
    de corda*" -***
    Ricos porlarjoias e necessarios.
    Riquissimos estajos a feitio de um bausi-
    nho ou chapeuzinho.
    Ditos em casca de aoz e de outres gostos.
    Leques de.madep.erola .demndalo e de
    faia e madeira.
    fbjarjQ6ii*ss e. toajssiskss de aauito
    oslo para crianzas.
    Meias e sapatinhos, de seda jaraas mes,
    |3S.
    Meias de seda para senhoras.
    Cjjpelbse fPraaMs de flores popriai
    iara* easameiito.
    Enfeites. e capellas de muito go6to paMi;
    ahora.
    Riquissimss psrta boquets.
    Boquet de flores com au borrachinba
    om cbeiro.
    I Luvas verdadeiras de Jovin.
    ^ Ditas de seda e de Escocia.
    Riquissimas plumas a, guarnieses para
    nfcar caapos.
    'Contas e tubos de ac- toranco, que ha!
    muito se desejava para enfeites.
    Brincos, fivellas e ernzes de crystal.
    Fivellas e crtizes de tartaruga, madripe
    rula e doprados.
    Alfiaetes para gravatas.
    BotSes com croa9 part punhos.
    MACHIJMS DE PATENTE
    DE TRABALHAR MO PARA DESGA-
    RUCAR' ALGODAO
    FAKRIC \l>e POR
    PLANT BBOTHERS & C.
    OLDAM.
    Estas machi-
    nas podem des-
    carocar qual-
    Iquer especie de
    algodao sem
    estragar o fio,
    sendo bastante
    duas pessoas
    para o traba-
    lho; pdedes-
    carocar urna
    arroba de al-
    godao em ca-
    rolo em 40
    minutos, en
    is arroow por ca ou croco arrobas de al
    godao limpe.
    Assim como machinas para serem movi-
    das por animaes, que descaracam 18 arro-
    bas de algodo limpo por dia; e motores
    para mover urna, duas ou tres dessas ma-
    chinas.
    Os mesmos tem para vender um bellissi-
    mo vapor que pode fazer mover seis dest33
    maehinas mencionadas; para o que convi-
    da-se aos senhores agricultores a virem ver
    eexamina-lo, no aunazem de algodo, do
    largo da ponte nova n. 47.
    Manadera Brothers & C
    Recife pra?a do Corpo Santo n. 11.
    Os nicos agentes neste paiz.
    O castello de Grasville.
    Tradniido de fraatez per A. J. C. da Gnu.
    Vende-se este bello romance em qnatr
    tomos pelo baratissimo pre$o de 3tfOOC
    oa praga da lnde#endecJa. livraria os.
    6 e 8.
    rman<
    -i
    VMDE-
    o grande armazem da ra do Apollo a. 38 a 40,
    'asauear o.n prensa
    jr ter 6 portas de
    de largura e 3004
    Ha na do Qaeimads n. 40
    Cortes de IXazinba de cor, bonitos gostos, eom
    errados a 3SS00.
    Cassasorfandys de cores, eo^ade a *40, pecas
    de abjudiuilulio largo com 1T raras a if.
    - #|MU dt-SKoi com 17 rasas, meita encorpado,
    com pequeo defelto, a 4*500.
    RttondM d reste prsMkSitt*V
    Chales de renda preta a 8*.
    ' *"*'M v" ^ s>m'M^i '
    Gnutfe ssckist ds aJaaolas
    Recebea grande sortitoento de machinas verdadeiras americ kHbH_
    1$ 18, SO, 15, 30 e 35 sennUes de ae<> refinado, as aaaessiodasc amartada.* que
    vende peio prefe de 4 <> s^rote, e qae conStotra' a vetder, vfitowapfr grasen wttmentos
    em direltara da Aniriea.
    tfirit,
    nfaa
    RA NOVA aa,
    acaba de receber um lindo e anagflfico sor-
    timeatsde ocotos, lonetos, binculos, do ul-
    timo e mais aparado gosto da Europa e ra-
    los de alcance pan obaervacoes eara os
    iMatisMe.
    ----------______--------------- ........_ f
    Lia de barriguda, o qae 'de melhor ha para
    encher traresselros : vende-se na roa da-Madre
    de Deas, no armazeropnnto a' igreja.
    Roopas feitas de todas as qualidades
    Vende-se roopa feita, sendo calcas de cores e
    pardo a 21, dj* da arjra branco de lindo a 3*500
    e 4*. calcas da casemft preta a 51, 6J e 81, di-
    tas de coree, meia casemira, a 31 a 31500, ditas
    Gravatinhase mantUas de muito gosto, &?sTZ$o 'Al'UTtA toSJl
    a 41500, ditos de alpaca preta a 31 e U, artos de
    aaemlr de cares a 5#, &J. 8 a loa|aa da
    PMnoprito a 61, 7,8 a. it$, olfciaTsiJorM a
    600, decasemira a :'
    USOS e UHO, cao*.
    peSosdeaorasaU.
    nho de pregas lanas a"
    ra da Imperatrig toja
    Em casa de
    tanto para hOmem cmo para seflhora.
    Riquissimos dere?os pretos, assim como
    caixinhas Com alfinetes pretos.
    Bengallas de canina com cabo de marfim.
    Ditas de baleia, borracha e de outras
    muitas qualidades, assim como cbicotinhos.
    Wqrjfssimos pentes de tartaruga do ulti-
    mo gosto; assim como de arragaco para
    menina, pois neste artigo ha um completo
    sortintento de todas as quindes.
    Diademas para caneca do ultimo gosto.
    Riquissimas fitas lavradas e lizas.
    Trancas pretas com ?drilho e de cores, j
    Pulsstrss tanto para senhora como para
    meninas. .\
    Ligas de Bada e de algodio.
    Suspensoriosiseda ede 'naui-
    toj/iidroa objsai
    _jhmettaa & C.
    ra da Cadeia n. 18, \iende-se:
    C__pR_ia.
    Cognacde superior qualidade.
    Vidroe para espe'hes de todos os tama-
    sboe todo a sseess moits comniodse.
    Ven*-S4 em casa, de gauriers Rrotbers & C,
    tres oa quatro


    Vende se fejio nota
    a estas f r



    Diarlo de p<
    i-#e $co|Mlfel
    6.
    >
    )
    f
    I
    EM tt Rala iMeratitz muea
    a Ma larca ftt.
    iml a palbirli ftadeeza de
    Paredea Parto.
    Neste estabelectmeato encontrar o respeltavel
    publico dio miado sortimento de fazendas france-
    xas, ligMte, alisas e allemes, qne se venderlo
    por proco eomowdo.
    Pareces Parta
    Vende chales 4a renda de cores qne se vende-
    rn) a 18$ esti venciendo por 65, ditos pretos, a-
    aenda nova, 55, 65, 85 a 205, utn sortimento com-
    pleto de manteletes, capas e" sontambarques 145 a
    255. Roa da Imperatriz n, 45, junto a padarla fran-
    ceza, armazem da porta larga.
    Paredes Porta
    Receben um completo sortimento de liasinhas a
    540, e 58a rs. eovados, para acabar, cambralas de
    cor a 540 rs. o eovado, riscado eseossez para ron-
    na de menino, ftutio de lnbo 450, 400 e 60 re.
    Roa da Imperatriz n. 55 junto a padaria franceza.
    armazem da porta larga.
    Paredes Porte
    Receben para cortinados para cama frabeeia a
    i 15 a pega eambraia lisa fina a 3A M at 10* a
    peca, cortes de tarlatanade bonitosgostos a 3,1600
    i, eambraia com flor de seda, gostos inteira-
    mente oovos a 100 e 500 rs. o eovado, no armazem
    da porta larga n. 55, roa da Imperatrlz junto a pa-
    daria franceza.
    Paredes Perte
    Receben pelo nltimo paquete nm sortimento de
    cruzes com pedras para e pescogo, bonitos caxinels
    de lia para pescoco de senhora. Ra da Imperatriz
    n. 52, armazem da porta larga.
    Paredes Perte
    Vende cortes de gorgorito preto para vestido com
    51 eovados cada nm 33*000, grsdenapie preto a
    i600, 15800 e 5 o eovado, lias lizas finas a 400
    rs. o eovado, lias de qoadrinbo para vestido, entes-
    tada, a 350 rs. o eovado. Rna da Ioiperatriz n. 82,
    armazem da porta larga.
    Roipa feita
    Roa da Imperatriz n. 55 armazem da porta lar
    ra junto a padaria franceza, encontrase oeste es
    tableeimento nm completo sortimento de paletos
    saceos e sobrecasacos, de todas as qualidades, cal-
    cas, eoHetes, ceronlas, camisas, gravatas, meias,
    chapeos de sol, ditos franceces para cabera, por
    procos commodos, ronpa para menino e ontras
    muitas fazendas por precos commodos, armazem
    da porta larga.
    o mesmo e-ubelecimento encontrara o respei-
    tavei publico, sempre nm completo sortimento de
    roopas fetas de todas as qualidades, como sejara
    paletos de alpaca preta e de cor, ditos sobrecasa-
    cos a 45 e 55, ditos de bro pardo a 2*800, 35 e
    3*500, ditos finos a 4*, ditos meias eazemira a
    3*500, 4* e 5*. ditos eazemira saceos a 6*, 7*, *
    e 10*, ditos sobrecasacos a 10 e 15*, ditos de pan-
    no saceos a 6*, 8*-e 16*, ditos sobrecasacos a 15*
    y 55*, ditos de merino preto a 6*, 7* e 10*, cal-
    ras de brim de diversas qualidades a 1*806 a 4*,
    ditos brancos a 5*560 <6*00, ditos eazemira 5*,
    O* e 7*, ditos pretos a 5*, 6*, 8* e 10*, ditos
    meias cazemiras a 3* e 4*, coletes de diversas
    cualidades, seroulas francezas de algodo, das de
    iinbo, ditas de bramante a 5* e 5*500, crnicas de
    algodo de liado francezas de 5*500 e 3*. Gran-
    de pechincba neste -genero, gravatas de todas as
    qualidades e brancas para casamento, grande sor-
    timento de meias para senhoras, ditas para toomens
    a 3*, superiores a 35500 e 4*.
    Um completo sortimento de chapeos de sol de
    alpaca a 3*. ditos de seda a 5*, 7*, 16* e 14*,
    ditos franceses para eabega, grande -sortimento
    a 6*.
    Vestidos
    Peebtacha sem Iget!.
    Cbegou a toja de Paredes Porto nm 'bonito sor-
    timento de vestidos de tartalata de cores e branca:
    que serve para partidas por ser urna .phantasia tn-
    teiramenle de .gosto pelo barato prego de 4*
    brancos a 4*500, estao acabando-se : ao armazem
    d porta larga raa da Imperatriz n. 32, junto a pa-
    daria franceza.
    Cortinados.
    Cbegou a loja de Paredes Porto um completo
    sortimento de cortinados ricamente bordados a
    prego de 55*, S5* e 45* : na ra da Imperatrii
    n. 55, porta taiga junto a padaria franceza.
    Ricas romeiras.
    Paredes Porto receben pele nltimo paquete um
    sortimento de romeira de guipure pretas e de filo
    a preco oomroedo : na ra da Imperatriz n. 52,
    porta, larg. aauj a padaria franceza.
    A SALSA PAamHA fit AYEtt
    PARA. A CWRA RADIO
    de escrfulas netesiiai escrofolosaa, tumores, ulceras, caagaa, lridas v-
    luas, br:mchocele, papo eapaeeira, a syabilis, eaferaaidaes venera* a mer-
    eoriaoi. '-''/-1
    AS MOLESTIAS DAS MULHERES
    retencSo, menstro doloroso, ulcerafSes do tero, flores brancas te-, ulcera-
    cSo, detilidade, expoliadlo dos ossos, a nevralgia e convulsBea epilpticas
    quando (usadas pela escrfula.
    ERYSIPEUS ERPES; ETC.
    Enfcrmldadles cutneas, ernpcio, borbatthasi, pisimas,
    uascldas, etc.
    0 extracto composto de salsa parrilha, coleccionado pelo Dr. Ayer, euma
    combinaejo dos melhores depurativos e alterantes conhecidos medicina; 6 confeccio-
    nado segundo as regras da sciencia, approvado e'receitado pelos priaeiros mdicos dos
    Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das indias, e
    multas outras partes do mando : o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de
    experiencias feitas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por muitos asnos, nos principies boa-
    pitaes e enfermaras- da America ; tcm sido approvado pelas academias de medicina e
    juntas de hygienne das principaes capitaes da America do Tforte; para prova disto vede
    os attestados aulbenticos bo Almanak e Manual de Saude do Pr. Ayer, os quaes te dis-
    Iribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
    A SALSA PARILHA DE AYER
    Especialmente elficaz na cura das molestias que tena sua origen
    na escrfula, na Infecco venrea, un uso
    excesslTo do mereu; lo ou qnalquer Impureza do mugue.
    A molestia ou infeccSo peculiar, conbecida pelo nome de escrfula, um dos ma-
    les mais prevalecectes e universaes que ba em toda a extensa lista das enfermidades que
    atacam a nossa raea; disse um celebre escriptor da medicina que < mais de usa terca
    parte de todos aquelles que morrem antes da velbice sao victimas, ou directa ou indirec-
    tamente de escrfula; por isso s rao e tio destructiva, porm a principal causa de
    moitas outras enfermidades que nao lbe sao geralmente altriluidas.
    urna causa directa da tsica pulmonar, das molestias do figado, do estomago
    e affeccSes do cerebro; entre seos numerosos symptomas acham-se os seguntes: falta
    de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvura transparente e outras
    vetes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos msculos ae redor da boc-
    ea; digestao fraca e appettite, falta de energa; ventre enchado e evacuagao irregular;
    quando o mal tem seu assento sobre os pulmoes urna cor azulada mostra-se em roda dos
    olbos ; quando ataca os orgaos digestivos, os olhos tornam-se avermelhados; o bali-
    to ftido, a lingna carregada; dores de cabeca, tonteiras, etc. Naspessoas dedisposi-
    cSo escrofulosa apparecem frequntemente erupces na pelle da cabeca e outras partes
    do corpo ; sao predispostas as affecces dos pulmes, do figadf, dos rins, dos orgSos
    digestivos e uterinos. Portante, nao sao smente aquelles que padecem das formas ul-
    cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam de proteooo contra os seus estragos; i5*ooo.
    Capas e
    iSDE 8TABBLKIMKT0
    DP
    *na da Imperatrlz. 60
    01
    GAMA & SILVA.
    LOJA E ARHAZm DB F.VZINDAS.
    Tendo os proprletarios flete grande wtabeleci-
    meatoleitean frnele aiMtnaento e BitttM de
    ettek neeadaavitetaocoutledo balaogopedern
    no nltimo de dezembro de 1865, resolveram vendar
    mugo mais barato do que costumam aSm de cada
    vez mais agradarem aos sens numerosos fregu
    es; por tanto Ins efferecem um avulado orti-
    Crtes de eambraia com palmas na leja do
    PavSo.
    Teedem-se cortes de eambraia branca com pal-
    mas, sendo farenda moito toa, pelo baratisslmo
    Ede 2*500 para acatar : na, loja e armazem
    vio na ra da Imperatriz a. 60, de Gama i
    enees brancos a t$0QO res a
    dula.
    Vendem se lencos brancos farenda moito boa
    '~ baratissimo preco de 2* a duzla, Ditos com
    le cor a 5*600 isto para acabar na loja d-
    na rna da Imperatriz n. 60 de Gama a Sio
    Venden
    Me bara
    %rra,4e
    Avio na
    Chitas a 180 rs., soPavo.
    Vndese o majabaato scriimento de cbitas in-
    " lezs, padrSes nuttws, claros e escuros, e ten-
    o tambem rosas para loto, aSancando-se sexem
    cores fizas, e vendem-se pelo baratisslmo preco de
    aove vintens o eovado, ou a peca c m 38 eovados
    por 6*800 : isto na loja e armazem, do Pavo,. oa
    roa da Imperatriz n. 66, de Gama & Silva.
    Vestidas araacas.
    Cbegaram para a loja do Pavo os mais boajtos
    cortes de vestidos de eambraia branca coa Si-
    tas barras todas branca, assicn como com barras
    de cores, sendo fazenda transparente e muito fina,
    tendo cada um corte bastante fazenda e muiu
    da, e vendem-se pelo baralissirao prego de 8* e
    IOS : na' loja do Pavio na roa da Imperatrna.
    zas, sendo com o dinheiro a' vista.
    As taalhas de li ho tl Pavo.
    Vendem-ss superiores toalhas de linbos para
    resto pelo baratsimo preco de 7*500 a dozla ou
    a 646 cada orna.
    Gaardanapos de lidho adamascado para meza a
    9*800 a dos on a 249 rs. eada um.
    Superior atualhado de Iinbo com oito palmos de
    largura sendo branco e pardo, e vende-se mais ba-
    rato do que em ootro parte, na loja do Pavo na rna
    da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
    Os corpinhos ae seda pretos do Pav5o.
    . Vendem-se os mais ricos corpinhos de seda pre-
    tos, ricamente afeitados, pelo barato prece de 12*
    cada nm : na loja do Pavo na roa da Imperatriz
    n. 60, de Gama & Silva.
    Rlcwa vestidos a 8000 rs.
    pccliineha admirareI.
    S o Pavao receben pelo ultimo vapor franeez
    om grande sortimento dos mais ricos cortes de
    Vonpelinas modernissimas a 400 e 500 rs.
    o eovado na loja do PavSo. -
    tu- *endm-se poopelinas muito finas seado fazenda i j' j ". ,
    ment de fazendas francezas, inglezas, as quaes moito moderna de quadriutios e liza vendendo-se tarle* e UlIaUtna Da loja 00 favaa.
    venderlo mais barato do que em outra qualqner *elos baratos precos de 400 e 500 rs. o eovado na Vendem-se os mais modernos corles de trlaiasa
    parte, comprometindose a mandar leva* qualqner toja do Pavo na ra da Imperatriz n. 60 de Gama' com as mais lindas barras de cor, pelo baratsimo
    fazenda a casa dos fregoezes que nao poderem & Silva. i prego de 5* cada om, sendo neste artigo o ejhor
    vir a loja, on a darem as amostras, deizaudo ficar Crosdenaples pretos do Pavo.' qne tem vindo ae mercado : isto na iojae
    opennor, assim como convidara as pestoas, qne] Tendero-se superiores grosdenaples pretos pelos
    negociara em menor escala que neste grande esta- bafatissimos pregos de 1*500, 1*600, 1*800 e 2*
    beleeimento encontraro nm grande sortimento o^eevado, sendo fazenda moiio boa, s para aca-
    lanto a retalbo como por atacado, vendendo-se-lhe, bar : na loja e aruazem do Pavio, rna da Impe-
    apenas pelos pregos que eoropram as casas Ingle' raim n. 66, de Gama & Silva.
    Bramante de Hubo do Pavo.
    Vndese superior bramante de linho com 10
    peimos.de largura, preprios para lenges, pelos
    earatksimos pregos de 2* e 2*600 a vara, assim
    como panno de Iinbo moito fino pelos baratissimos
    precos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
    mazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
    ma & Silva.
    Cambrsias lisas do Pavio.
    Vendem se pegas oe eambraia lisa muito supe-
    rior, pelo barato preco de 3*200 e 3*500 a pega,
    ditas muito finas a 5*. 6*. 7* e 8* : na loja e
    armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
    Gama & Silva. r
    PECH1NCHA I
    a 2000, para caigas, s e Pavao.
    Vendem se superiores cortes de meia casemira
    com msela de seda a 2*, ditas Garibaldlnas a
    2*800, ditas escuras a 2*8U0, on a 1*660 o eova-
    do : na loja e armazem do Pavo, ra da Impera-
    zem do Pavao na roa da Imperatriz 0. 60,
    ma & Silva.
    Vende-se um engenkT
    d'agna denominado Triumpho na comarca de San-
    to Ailo junto ao engenbo Coqoeiro, com trras
    para safrejar de 506 a 800 pes, com boas obras, e
    easa de.vivenda por prego commodo : guem o pre-
    tender qoeira dirigirse a ra da Praia o. 76, para
    tratar at o flra do correte raez de abril.
    Vende-se e laz-se todo negocio coro o fleoo-
    sito da roa do Vigario n. 29, mdito proprio pera
    om principiante que queira principiis soa vida
    com pouco dinheiro ; ao comprador fe dir o mo-
    tive da venda.
    ''------'
    G\Z.
    No armazem da ra do Imperador n. 3 ou no
    Caes de Pedro II o. 2, tem para ,vender-se o me-
    bor gaz existente no mercado.
    i.......-
    vestidos transparentes coaeliodas barras e f.nfeites triz n. 60, de Gama & Silva.
    de seda, sendo estes vestidos muito propries para
    baile e passeios, e vendem-se pelo baratissimo
    prego de 8*000 rs. cada nm, na loja do Pavao na
    rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
    Os chales pretos de renda do Pavo a 8000 rs.
    Veodem-se os mais ricos chales pretca de renda
    com quairo ponas, senda muito grandes pelo ba-
    ratissimo prego de 8*.
    Ditos de gnepnre a 15*, 18*, 20*, 25*.
    Retondas de dito a 10*.
    Manteletes de renda, tazenda muito superior a
    santharxbarqoes de grosdenaples bor-
    kereditario), estao expostos"tambem a soffrer das enfermidades que elle causa, qoe s5o: BHf-Y^ "^"W "*>?*
    A tsica, ulceraces de figado, do estomago e dos ros; eropcSes e enfermidades isto na loja armazenijo Pavot
    eruptivas da cutis, rosa on erysipete, borbulhas, pstulas, nascidas, tumores, rbeuma,
    carbnculos, ulceras e cbagas, rbeumatismo, dores nos ossos, as costas e oa cabeca,
    debilidades femininas, flores brancas causadas pela ukeracao interior, e enfermidades
    todos aquelles em cujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagela (e as vezes m^ ^^ ^^^ TOVa-por pre-?os ma(s
    iee(
    loja
    peratrlz n. 60 de Gama & Silva.

    SOOO
    Cortes oe k.- escoces a para vestido a 3* o cor
    te: na ra aa imperatriz n. 32. loja-da porta lar
    ga, junto a padana franceza, estilo se acabando.
    Para luto.
    Las pretas com salpicas brancos i 460 e 500
    rs. o eovado : na roa da Imperatriz o..~2 junto a
    padaria franceza armazem da porta larga.
    1#400
    Cfaojaeos de aoi.
    Vendem-se chapaos de sol de panno a 1*400 e
    urna grande pechincba s para acabar : oa ra da
    Imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare-
    des Porto.
    1*51500.
    Vendem-se pegas de tranca preta para enfeites
    de vestidos, soutembarques, capas de -senhora a
    1*600 com 10 varas, urna grande peohmcha : na
    ra da Imperatriz d. S2 junto a padaria franceza.
    48000
    Chales e rsnda predas.
    Vende-se cnaiet de renda preto a 4*000, nnicc
    loja-que pode vender na rna da Imperatcic n. 52,
    armazem da porta larga,-de Paredes Porto.
    ' (fi n~ft*io as so 3>- nacB^Hg
    ^.B'g-aes.aar'i?^*
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    8 o-
    S.f
    .&*
    r
    ?S.i
    e
    uterinas, bydropesia, indigesto, enfraquecimento e debilidade geral
    Offerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um antidoto eflkaz contra esta
    molestia e soas consequencias na
    SALSA PARRILHA DE AYER
    que opera-directamente sobre o sangue, purificando^) o expulsando deUe a corrupcao e o
    veneno da molestia; penetra todas as partes e lodosos orges do corpo humano, livran-
    do-os da sua acf3o viciada e inspirando-lhes novo vigor. um alterante ipoderosissimo
    para a renovaejo do sangue, e d ao corpo j enfraquecido pela doenca, forcas e ener-
    gas renovadas como as da joventude.
    E tambem o melhor anty-syphilitico conhecido
    cura pennanentemeote as pciores formas de sypbis e as suas oonseqaencias. Pouca
    necessidatle ba de informar o-publico do nestimayel valor de um remedio que, come
    este, Irvra o sangue desta e ignominiosa, porm inevkavel, se o mal nao logo combatido com energia.
    um poderosissimo alterante para a renovacSo do sangoe epara dar nova for-
    Ca ao corpo j enfraquecido pela doenca.
    Sendo composto de productos vegetaes, esi medicamento innocente eao mes-
    mo tempo eficaz, um tacto de immensa importancia para aquelles que o tomam ; por-
    que muitos dos remedios alterantes offerecidos ao publico tem por base o mercurio oao
    arsnico; e sendo assim, bem que s vezes podemeffecluar curas, comtudo deixam suas
    victimas carregadas de urna longa serie de males, muitas vezes peior do que o mal ori-
    ginal. A nica cousa neeessaria para obter uma-oora radical seguir com juizo e cns-
    atela as direccoes que acompanbam cada fraseo.
    Nao pretendemos promulgar, oem queremos que se inira que esta composk;So a
    um remedio infallivel para a cura de todos os padecimentos liumanos; infelizmente
    escrfula e a sypbWs sao enfermidades ao sulis as suas natureaas, e arreigam-se tSo
    firmemente no systema, que muitas vezes evadem e resistem aos remedios mais pode-
    rosos que a sciencia humana pode inventar para cmbate-las: o que-dizemos que o
    Extracto composto (te salsa parrilha d Ayer
    amelhor preparacao at boje descoberta paraestas e outras molestias anlogas, que
    urna combinado dos alterantes mais effieazes conbecidos, e que esta -combinacio tem-sido
    regulada por longas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos consciencia de of-
    foreeer ao publico o melber resultado que possivel produzir, da irrtelligencia e pericia
    medica dos nossos lempos.
    Este remedio deve -ser tomado com systema e regularidade, 'ei3o com abandono,
    poi-D um remedio e nao bebida.
    Quando as molestias do figado* nao tem-sua origem na escrfula, o remedio
    mais proprio as pilulas caharticas de Ayer, que sao effieazes na cura da molestia, que
    tn.por causa um desarranjo dos orgaos digestivos. Ped a salsa parrilha de Ayer e
    nao aoeitai outra preparaco.
    Pernambuco, roa Nova n. 18, pharmaeis francezade P. Maurer & C.
    i na ra da Im-

    VENDE-SE
    Xearmazem de M. M. Ramos e Uva & C^enro. -rna do ligarlo
    u. 11, eoDStaNteniene, os segante* artifos, que
    recefreat por eneommenda proprla de
    XEW-IOilH.
    Legitima salsa parrilha de Bristol, preparada por Lanman & Kep.
    Verdadeira agua Florida, prepaftda pelos meemos.
    tada marca F. W. D. 4 C
    . Relogios perfotos regaladores, com oor bricaotes E. N. Welcta.
    Oaixaem latas grandes da bem conbecida marca las. S. Masn (de Philaei-
    phia).
    Superior oleo para machinas de costura.
    Agulbas para as mesmas.
    Breu em baruca* grandes e pequeas.
    Y-ende-se tambem:
    BORDEAUX
    1/ qaalidade.
    St. Estepbe-
    St. Julien.
    C. Margaux.
    C. Lafitte.
    Medoc.
    /
    PORTO
    l'fiaiitade,
    Principe Real.
    Pedro V.
    Diaria Pia.
    Princeza D. Isabel.
    Vctor Emmanuel.
    Duque.
    Malvazia.
    Cara eaa velas de todos oe tamauboo.
    Bojiaa.
    Mercorio.
    Na roa do vigario n. 19, primelro andar.
    "11 '.i M
    Vende-se aro escravo para en
    de boa flgan.e mostr carrelro : a tr
    do Qoeimado o. (i.
    crioola
    na ma
    Qaeijs serU
    Veade-se gapuilm iipMltiI:
    Madre de eos, armazem jonto a ijrrejji.
    ida
    Vinho fino do, Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
    Superior vhibo do Rbeoo.
    Cera de Lisboa em velas e em gromo.
    9 RIJA DO QlIEmAOO M. *7.
    Madayolo.
    Finas pecas de madapelSo com 20 varas a'lty.
    |: LENCOS,
    Lencos de eambraia branca; duzia 2jf.
    dem de corea fixas para meninos, duzia tiMOO.
    (ambraln.
    Cambraiat de cores a preco de 260 a 300 rs. o eovado.
    aarthraapos.
    Gnardanapwlf linho, drjzt* 3 AlgOwSO.
    AlgodSo trancado de do largaras, preprio para toalbaa o> esa, a preco de}
    1^00 a rara.
    Rramate.
    Superior branaante de linho ingte'e'lrawsez.
    Goabraia de linho propria para lencos.
    AWaWwiB -branco. para mm tlfSed' a vara,
    mmmM* eambraia nraito finos, prefo U.
    Len(ei de'W*i para aJgibelra HOWOO,
    Otchales do pavo a 2ooe e 2ooo rs.
    Vendem-se diales de merino estampados a Vk
    e 2&50 cada um. '
    Ditos de merino liso a 3$.i'00.
    Ditos estampados de crepoo a 6, 'i, e 8000.
    Ditos pretos bordados com franja de seda a lii.
    Na toja e arraaiem do Pvo oa ra da foipera-
    triz. n. 60 de Gama & Silva.
    Para luto vtnde o Pavao.
    Setim da China com 6 palmos de largara, fazen-
    da fireta para loto, propria para vestidos e roopas
    para toomens, sendo esta nova taceoda sem lastro e
    de muito boa qoalidade, garaotiodo-se oao ficar
    rossa com o tempo e vende-se peto barato preto de
    43J e 2,5500 o eovado, assim como neste estabeleci-
    mento tem om grande sortimento de todas as fa-
    zendas pretas como sejam cassas e chitas pretas,
    lias tapadas e transparentes, princezas, alpacas,
    sarjas, etc. : ca loja e armazem do Pavao na roa
    Os ba oes do Pavao.
    Vendem-se superiores baloes de mucolina com
    moita roda-a ii., ditos crinolroes com 35 arco a
    3J500, ditos com 20 e 25 o 3S, ditos para meni-
    nas, sendo brancos e encarnados a ?Je 2,3500 :
    na loja do Pavao na ra 4a Imperatriz n. 60. de
    Gama & Silva.
    Cambrakts de forro a 14KHX) e 2j5l na loja
    do Pavao. ^
    Vendem-se pecas de eambraia de forro com no-
    ve varas eada pega, pelos baratissimos precos de
    15600 e a* : na loja e armazem do Pavo na rna
    da Imperatriz n. 60, de Gama Se Silva.
    Os cortinados do PavSo.
    Vendem-se superiores cortinados adamascados
    para camas pelo baratisslmo prego de 1 cada par,
    ditos mnHo figos rica mate bordados para camas
    oa Janellas a 15, 20j>-e 255 o par : na toja e ar-
    mazem do Pavo na roa da Imperatriz n. 60, de
    Gama ,& Silva.
    Panno preto a 2jJ na loja do fttve.
    Vende-se panno preto. fazenda muito boa, pelo
    barato preco de 2 o eovado, dito moito fino a
    35500, 45, 55 e 65, assim como casimira preta de
    cordo a 25 o eovado : oa loja do Pavao na roa da
    Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    . Os espartithos do Pavo.
    Veodem-se orna grande e variado sortimento de
    esparlilbos dos mais bem feitos que tem 'vindo ao
    mercado, sendo de todos os lmannos, vendendo-se
    por om preco moito ratoavel : isto na loja do Pa-
    vo nana, da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
    A alas bordadas do pavo.
    Vendem-se saias bordadas sendo faienda muito
    boa. sendo ricamente'bordadas e com muita roda
    vendendo-se pelos baratos precos de 65 e e iOf
    reis cada ama na loja do Pavao na roa da Impera-
    triz n. 60 de Gama & Silva.
    Bretaahaa tk rolo a Zsm
    Vendem-se pecas de bretanha de rolo com 40
    varas cada peca, pelo -baratiss>mo preco de 35 l
    na loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n.
    60, de Gama & Silva.
    Ronpa feita.
    Na loja -do PavSo
    Vende-e oeste estabelecimento om grande sor-
    tlmeoto de-foupas, tanto do panno como caiemiras,
    e brins e pelos baratissimos pregos como sejam
    caigas de caxemira preta a 65 75 e 85000 reis, pa-
    letots de panno preto saceos a 65 85 e 12*000 rs.
    ditos sobrecasacos do panno finissimo a 125 165 e
    255000 reis,-o ootros muitos artigos qne seria en-
    fadonhosaqot reltalos; s na loja e armazem do
    Pavo roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
    1 Loja dofavo
    Ciraodca pediinchas.
    Sediahas a 500 re. e eovado
    Se&nhas a 500 ra.
    Sedinhas a 500 rs.
    Vende-se na loja do Pavo, um grande sortimen-
    to de sedinhas llstradas com as mais bonitas coree,
    sendo es padros mais oovos qne tem vindo m mer-
    cado, e vende-se pelo paratisslmo prego de cinco
    tosioes o eovado, sendo fasenda que valem muito
    mais dinheiro, e grande pecblocba por se ter
    comprado ama grande portida desta fasenda, na
    loja e rmate) de fasenda do Pavo, roa da Im-
    peratriz n. 60 de
    Lasmhas matizadas a 320 rs.
    Veodem-se ai mais lindas lasinhas matisadas
    com os mais bonitos deseahos, pelo barato prego de
    320 rs. o eovado ; na loja do Pavo a roa da Im-
    peratriz o. 66 de Gama & Silva.
    Os chales de guipare a 12$ e
    16$600,
    Vendem-se os mais ricos ebales de Guipare e de
    reoda > liBtio e seda, pelos baratissimos pregos de
    125 i65; grande pechiacha om raiagio a boa
    qoaWade e laman do de 11 es : s na loja do Pavo,
    roa da Imperatriz n. 60, do Gama di Silva.
    Lazinhas a 200 rs ,so
    Pavo.
    Vendem-se modernas lazinhas com lindlssimos
    Otos, petehaMtissimo prego de 106 rs. grw^
    s peeMawta : o lata 6o Pavao, roa de Impe-
    ratrU o. 60, da Gama & Silva.
    Setlas Largas
    Na loja do Paiao, i
    ,Ctaegoa,paza a loja do Pavo om. medarnissimo;
    sariimento das mais lindas sedas para vestidos,
    setMo nmag de strlribas e outras de floninbas1
    coa as natls Halas cores, a algomas propriae para
    aa Miharaa ana estivacem de luto e vtaftp-aa
    Feiio.
    Vendem-se saccas com feijo
    rajado e preto, mais barato que
    te : na rna da Madre de Dos n. 5.
    amarello, branco
    em qualquer par-
    SAWHSETfS
    medlclnaes de alcatrSo
    Remedio'ffflcaz contra as doengas cutneas, as
    caspas, Implgens, borbulhas, cemidies, postulas- e
    sarnas ; na pbarmacia do Pinto, roa larga do Ro-
    sario.n. 0.
    Sacadas e portas-
    Veode-se na rna do Qoeimado n. 7, dnas saca-
    das de ferro com 22 palmos cada ama, tambem so
    vende 8 pares de raixiihos e algomas portas, todo
    por prego eemmodo.
    Vende-se
    na officiaa de encadernador da ra do Im-
    perador n. 15, Red ucoes mui facis para
    trabalhar com o compendio do systema m-
    trico decimal do Sr Jos Antonio Gomes
    Jonior. por Francisco de Freitas Gamboa.
    Sabonetas
    Medicioaes de alcaro.
    Remedio f fficat contra as doengas cutneas; as
    Impigens, borbolbas, comiebes, postulase sarnas;
    na pbarmacia do Pinto roa do Rosarlo larga n. 10.
    Algodao avari do
    A preco de 2# cada peca.
    N 27 Ra do Queimado /V ^7
    Vende-se a casa terrea silo na Boa-Vista, rea
    do Jasmim n. 4 : quem pretender dirija-se a'
    Oireita, casa terrea n. 52, que achara' ah
    quem tratar.__________
    Vend9m-se malas e batios asados mui: >
    conta : na ra estrena do Rosario u. s';, \<>
    trastes.
    rna
    *ii'
    t-in
    MUwm- ww-,,
    Escravo3 fgidos
    PENTEADORES
    on roopSes de eambraia bordados proprios
    para as senhoras veslirem de manbaa.
    Cbegou esta novidade paia a loja do Pavo,
    muito lindos e do melhor gosto at boje, pur pre-
    cos moito razoavis: na loja do Pavo, roa da
    imperatriz d. 60, de Gama & Silva.
    Cassas francezas a 240 rs. o corado.
    Vendem-se bonitas, cassas francezas de eores fi-
    xas pelo baratissimo prego de 240 o eovado.
    Ditas a 280, 320 e 360.
    S na loja do Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de
    Gama & Silva.
    GTosdenaple preto a 1#600.
    E' grande peebineball
    Vndese grsdenapie preto, sendo muito encor-
    pado e 15600 o eovado : oa ra da Imperatriz n. 60.
    Os cacbinez do Pavo.
    Vendem-se benitos cachinez de la oa agazalbos
    para eabega pelo baratissimo prego de 35000, s
    pa loja do Pavo, na ra da Imperatriz n. 60.
    MANTAS PARA O PESCOCO
    a 15, s o Pavo.
    Vendem-se bonitas mantas para o pescogo, pelo
    barato prego de 15 : na loja do Pavo na ra da
    Imperatriz n. 6, de Gama & Silva.
    Madapeles a 3,500 rs. a pessa.
    . S a loja do Pavao.
    Vende-se pegas de madapolo fino com 12 jar-
    das, pelo barato prego de 35500 e 45000.
    Chales de renda.
    Na loja do Pav5o.
    Receberam-se os mais lindos ebales pretos de
    renda, assim como as mais modernas e compridas
    relondes, e manteletes da mesma tazenda, e vende-
    se mais barato qne em outra qaalquer parte: na
    loja o ajmaiem do Pavc na ra da Imperatriz n.
    66 de Gama & Silva.
    CtMor a 3(0 rs. a cavado.
    Para caJcas.
    Vendem-se superiores castores muito eneorpados
    padrees escuros pelo barato prego de 320 rs. o eo-
    vado, servindo esta fazenda tambem para escravos
    por ser de moita durago ; na loja e armazem do
    Pavao roa da Imperatriz o. 60 de Gama & Silva.
    Chapeos para meninas a 6,000.
    S na loja do Pav5o.
    Se vendem os mais bonitos e mais bem enfeita-
    dos chaposiDtios de palha da Italia, proprios para
    meninas, pelo baratisslmo prego de600; na loja
    e armazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60
    de Gama & Silva.
    Attenc&o.
    ULTIMA PO VIDA DE
    PENTES, ENFEITES, CINTOS.
    Gama & Silva, acabara de receDer pelo ultimo
    vapor franeez, om grande sortimeato dos mais ri-
    cos enfeites pretos e de cores proprios para eabega,
    sendo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
    vollas das mais bonitas perolas; assim como os mais
    modernos e engracados pentes da verdadeira tar-
    taruga, marebetados sendo a ultima novidade
    que tem vindo de Pars, e os mais ricos cintos com
    fitas matbisadas e fivelas largas, conforme ultima-
    mente se asa as primeiras capitaes da Europa,
    vende-se por prego em conta por ter che gado em
    direitura para a loja do Pavio, ra da Imperatriz
    n. 40 de Gama & Silva.
    s rolandas do pavo a 8 e !Q>\
    Ven Jem-se as mais ricas rotandas de renda pre-
    ta, sendo mnito grandes, que sao as que mais se
    usam, pelo baratissimo prego de 85 e 105 a
    loja o armazem do Pavo, ra da Imqeratriz n. 60,
    de Gama & silva.
    Chitas pretas a 160 rs:
    Vendem-se chitas pretas inglezas, sendo fazenda
    muito boa, pelo baratisslmo prego de 160 rs. o eo-
    vado, ou 85500 a pega com 38 eovados : s na
    loja de Kavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
    Silva.
    ATLANTA
    Cirandc novidade a SOO rs.
    Atlanta a 200 rs.
    Atlanta a 200 rs.
    Allanta a 200 rs.
    Chegou para a loja do Pavio o mais lindo sor-
    timento desta nova fazenda, com o titulo de allanta
    propria para vestido e roopas para meninos, sea-
    do esta modernissima fazenda de lia com os mais
    liados gostos de qaadrinnos e lislras tendo entre
    ellas do cor roza e preta, com listras e qoadros
    brancos proprias para lnto, e vendem-se pelo ba-
    ratissimo prego de 200 rs. o eovado nicamente na
    loja 4o Pavao roa da Imperatriz n. 60 de Gama &
    Silva.
    As chitas dPavo a 200 o eovado.
    Vende-se o mais bonito sortimento de chitas es-
    curas e rozas sendo inglezas, roas com os pannos
    tio encornados como os das francezas que se ven-
    dem a 400 ri?, e liquldao-se peto barato preco de
    200 ris o eovado oa a 75-200* peca, garaotiodo-
    se terera 38 eovados cada pega e serem de corea
    fizas isto na loja e armazem do Pavio na roa da
    Imperatriz n. 60 de Gama & Silva,
    Armazem do Pavao,
    Vade-se cera de carnauba da melhor qualidade
    empaceos, mais barato que em outra qnalqaer
    parte no armazem do Pavio na roa da Imperatriz
    H.-60, da-Uatia fcIM.
    A8cabftiawto Pavo a 2$)00
    o eovado.
    Chegaram para a loja do Pavio asmis lindas branca, camisa dialgodao f acalcada chapeo velbo
    cabalas de. seda para vestidos, sendo com os mais ..de couro.temcart lrad,vei|tas fegacadas, naris
    lindos gostos de floreselistas, tendo entre ellas al-l'orrtto taiodr*V.etjNOo Je*qvJrm'PraBclS.
    guau rows e pretas para quero esti ver de luto, {too Lavra, e tenttMO'eneoatnHlo Mamas doRan-
    tendo esta nova fazenda 4 palmos de largura que i gal, pateo o Garro o e Campo finado : roga-se a
    facilita'
    vende
    wMll'ua
    fMMta.
    aUfca
    Contina fgido o escravo pardo Sena.-; aa
    de 18 annos, alto, cabellos carapiuhus e iuiv-s,
    olbos castanbos e grandes, sem barba, nariz cha:,
    com todos os dente*, orelhas pequeas, (era a mar-
    ca de om talho sobre o labio superior, marcas de
    bichos oos calcanhares, sabe ler e escrever, traja
    caiga de brim e camisa de algodo branco : quem
    o pegar leve o as Cinco Ponas n. 1 o-, que ser
    recompensado generosamente.
    200$ de gratficaeao,
    Em 31 de ontobro de anao passado, fugio a es-
    crava Claudica, cabra alta e seca do corpo, que
    perteocea ltimamente aosIllms.Srs. Jos Joaquim
    da Silva, Manoel Mauricio de Sena e D. Mariana
    Ignacia de Castro e Silva qne a jrenden a Jos Ma-
    tbeos Ferreira qoe pagar 2005000 a quera loe
    eotregar dita escrava na ra da Cadeia o. 62.
    Desappareceu desde o dia 2 do correte mez a
    preta Victorina erloula de 26 annos de idade poueo
    mais ou menos, tendo os seguntes signaes: altura
    e corpo regulares, rosto redondo, tem andar moito
    apressado levou nm vestido de chita escura ja usa-
    do e chales encarnado; esta preta foi escrava da
    Esma. Sra. D. Mara Candida Salazar Oa V. Pessoa,
    moradora na roa do Hospicio consta que anda pelas
    roas da Boa-Vista, rnde foi sua antiga residencia;
    qnem a pegar leve a roa do Crespo n. 18 2" andar,
    qne sera' recompensado. _
    Fugio no da 18 do correte ao meio dia a
    escrava de nome Aolonia, idade 40 e tantos annos,
    corpo regalar e o rosto com marca' de bezigas
    bem visiveis, mal encarada, levon vestido de chita
    velbo e desbotado, e om chales de lia rbxo tam-
    bem velho e dos volado, j foi apanbada ao Poco
    lavando roupa e de sappor que continu oo mes-
    rao orBcio : quem a pegar leve a roa da Cadeia
    do Recife o. 10, que sera' gratificado. /
    Fugio no dia 10 de abril correte, o escra-
    vo Antonio, de naci, cor preta porm nm poooo
    fulo, estatura om poueo menos que regalar, de
    rosto miodo, nariz bem afilado, qoaoao anda abre
    os ps para os lados, om pouco cambado ou como
    derriado das cadeiras, emende alguma cousa de
    sapateiro porm ja' a multo tempo nao asa do ot-
    Ocio, moito regosta e mnito bebado, foi escravo
    do Sr. Jos Rodrigues Ferreira a roa do Qoeimado
    e por isso bem conhecido pelas diversas fgidas
    qoe fez em poder daqaelle senhor, os logares por
    onde costumaandar 01 inda, Caxanga e Varzea :
    quern o pegar e levar a ma da Concordia n. 6, re-
    flnagao, sera' generosamente gratificado.
    Fnglo no dia 24 de fevereiro prximo passa-
    do, do engenbo Batican, do termo de Barreiros, o
    mulato de nome Francisco, idade 34 annos, estatu-
    ra alta, seco do corpo cor um tanto plida, com
    pannos pelo rosto, um pouco helgado, ponca barba,
    alguns denles podre?, cabellos carapfotem, teado
    em ama das pernas urna sica tria de orna ferida, o
    consta ter dito que ia sentar praca de volunta-
    rio. Roga-se por tanto Srs. commandadts de cor-
    pos, as autoridades polfcaej, cpitiee de cawpet
    bem como a quatoner pessoa, de o pegare), e do
    remette-lo a seo legitimo senbor Francisco Paes
    Brrelo, lavrador do referido engenbo, oa a roa do
    Imperador n. 42 tereelfo andar, qoe se gratifi-
    car. _________
    Esti aosente da casa de seu sertof desde 31
    de marco pretirao 'pawato, o seravo por ion
    Joao, agio Zoogo, de meia idade, levou caiga
    l









    .
    j
    -;

    W
    garam as d
    _^^pcom
    i> iMfO ailo
    Par* TeaUdoa.
    aa iaja arroma do Pavao oa r oa OlapuadaY
    1, 10 de Gama & Silva.
    ttiitaor'4t wm twttso afe ot'menos,
    shjDWM'asf aiaM: oatatar rata!*, rosto i______
    sea tarta,' aatattaa grataos e bem ealira*
    von caiga a joaaU de panno aso] fino; ton ido
    W9fm+ aa^l'taia^ eaO'tt- M mbtt.VM^
    -talas
    transpareotes e
    ar rtcoopaaaado,
    ,-aa roa da 'lasaran*
    MBtm. i
    i


    Diarlo de Feriaa*** fttgjIMa frtra f i Ir Abril ie 1866.
    !
    LTITERA1TIRA.


    fc.
    Queremos mais, que este quadro completo da
    bumanidade, desenfaldo em ponto grande pelos
    olbos do povo em logar de ser una guadro analyti-
    co sem vida come toda chnwologia, e sm inte-
    rene eontotodo o rosaron o seja vivo como o
    homem e palpitante como o drama.
    O inleresse a verdadeira mnemnica do cora-
    gao buraano. Este foment recorda-se do que o
    cabala, e o apaiiooa.
    Ora, o que excita e apaixona as massas na
    historia?
    Sao as coasa oa os horaens ?
    S-o os horneas ou os homens sos.
    Desafio-yos a que clieis ioteresse em um map

    de nigao, tern'po, proflssi, espago e i ll res que
    por alguos das a natnresao ejaerta. Vivera *
    iNUa.
    IV de LamartineTrd. de T. A. A. Jaaior.)
    O que a historia?
    1: o ofendo escripto, o genero humano em
    relevo fevoeado de todos os tos sepolchros, recu-
    perando alma, a vida, o raovirmiuto e a palavra,
    peraote oihomens nascidos t por nascer, repre-
    sentando por meieda instrucgo', iicgio e exeraplo
    do paseado, o drama eterno da lumanidade neste
    grande ci co guarnecido de tmulos, coja poeira |
    formada' pelas proprlas cintas iaqaillo qne fci pjraQndo ou a apaixonac-vos por ama chronolo-
    bomem antes de nos. 8*'
    A historia o espetacolo das coasas humanas, j Estes processos abreviados e analyticos sao a
    ao qaal os dado assistir por mel da memoria, ^ algebra da historia; a historia enregela-rios entio
    causando-nos ora admiradlo e aplauso, ora horror esclarecendo.
    e estremecimento, conforme esto em scena a vir-1 Compre deixar esta algebra da memoria para
    tale on crlme, a barbaria oa a civilisagao, e isto ^ os saDios na ^^ dos |jvrogj os qaaeJ depois de
    sempre cora proveito do nosso tnelhoramento. | ler iiio toda sua vi(la) e acnm^^j em se0 r6per-
    A historia, em ama palavra, para o povo o qae; tor0 mraoes de factos, nomes e datas, querem
    a faculdade da lembranga para os individuos, constituirse a tabella resumida do sea saber, adra
    vinculo de unidade e de contlnutdade entre a nossa de poderera collocar a cada momento o dedo em
    existencia de hontem e a nossa existencia de hoje, Clma da cifra de urna data do globo, oa no nome
    e por via da experiencia, mel do todo o aperfei- de ama dynastia.
    i;.'amento. A turba dos le lores nao procede assim; nao
    Sem a historia, pois, nao ha raoralisagio para erudicta, mas pathstica. Nao liga importancia
    un povo, assim como tambera nao ha para elle algnma estas cartas dos seclos, estas ramifl-
    apereigoamento, nem progresw de civilisagao. cagoes confusas da arvore genealgica da especie
    Com a bisloria qnesl qae nao ha necessidade humana, que enegrecem sem proveito a esphera
    a'gcmad'oulraceSo-, ella sabe, contm e diz tudo, histrica de tantas liabas entre-cortadas, quantas
    e em lagar de diz-tocom palavras fugitivas, qae pie tragar e recortar na epiderme do seu globo o
    passam pelos oavidos sem deixar recordago, dito compago do geograpbo.
    em feltos arrebatadores e patheticos. Nio, o povo busca, o pequeo numero de factos
    Nosso coragio, violentamente impressionado, culminantes, que domlnam a historia, como as
    torca-se assim actor svmpathico das scenas passa-' anas serras dominam e devidem os contioentes;
    ________:a.. ______ i..._____.________:._________. j.
    alent de todas as
    mas parcella
    todo.
    iTaOL ff^
    IM
    do para cima. A lai Asnbio mnilo ; tempo de [res, e aspiragiie?, e palavras, n'es
    descer. A verdade je * tempo de fazer-se mollidio.
    mem,
    sabemos qeanto' isto dlfflcil.
    O povo o os estr i plores nao fallirim at aqu a
    mesma lingua, aos escriptores compete transfor-
    raar-se, e
    rnao das massas
    genio, humanisa-lo. Quem o kumanisa o divt-
    nisa. Conhecemos a nossa insufeiencia ; porm
    inclinar -a para collocar a verdade na
    assas. neiiaar-se assim nSo abater o
    $is o efTeito da historia personifcala na alma dos
    homens: ella os transforma e depara; e a reli-
    gio da memoria,.assim como a poes.'a o da ima-
    ginagao, e a lgica a do raciocinio.
    Fax-se mistet urna religio para todas nossas fa-
    culdades, por que todos devem sabir i Dea, para
    Ibe transportar o homem : o homem, obra prima,
    que o Creador esbogou, e que completar-se-ha pela e'orgar-nos.hemos por elevar o estyro dos nossos
    propria liberdade, trabalbo e vlrlade. ,contos a, Priraor da art?> a s'^phcidade : a
    simplicidade, lingua universal, que renova entre o
    Ora, para exhibir este espectculo do genero ha-' rCo e o pobre, entre o doato e o ignorante, entre o
    mano ao povo illiterato, nao aecessario como se MD|0 e a creanga, este milagro symbolico dos pri-
    suppoe, evocar ama multido de nomes e de perso- meiros mensageiros do Evangelho, que s fallavam
    nagens histricas das catacumbas das bibliothecas. | nm idioma, e que erara comprehendldps pelos
    Nao : o genero humano vasto, mas nao infl- dispalos de todas as nagoes I Tomai e lie, dir
    das.
    A historia trodaz-se em nossos olbos as lagri-
    mas, em nosso corscao nos movimentos do san-
    gos ; transforma-nos pelo o enthasiasmo oa peda-
    4 \ qae nos communica na pessoa destes hroes,
    destes sabios ou dessas victimas, qae se identifi-
    cara conosco n'alma e na carne; e como a distan-
    cia dos fados nos toroa mais imparciaes, e como a
    imparcialidade nos torna mais instos, aproveita-
    mos moralmente muito mais o espectculo da his-
    toria, do qae o espectculo das coasas preseo-
    tes.
    Peraote esses homens, qae j nao existem, nada
    altera a nossa consciencia.
    All nao acharaos nenbam interesse pessoal, que
    nos corrompa, nem popnlaridade, que nos fascine,
    era impopularidade, que nos repalse; contempla-
    mos, sentimos e jolgamos com o desiateresse e
    infallibiiidadfl de todo nosso senso moral.
    A conclaslo interna de todas as nossas ira-
    presses 6 horror do mal e o enthasiasmo do
    bem.
    A virtade engrandece e fortifica-se as nagoes
    adiantadas em idade com estas irapressSes e con-
    clasoes histricas, e poderiamos dizer sem erro,
    qoe o povo, que mais historia tem, por isso mes-
    mc o povo, que mais virtades conta.
    Ao passar pela trra, nao faz o homem sempre a
    si estas daas perguntas: D'owte venhof Onde
    estou ?
    As philosopias e as regioes responden, na or-
    den; sobrenatural, sem qae todava de seculo em
    seculo se deixem de renovar para o homem, qae
    peregrina neste mando, estas daas obstinadas
    questoes.
    Na ordem da clvilisagao puramente humana, o
    homem se interroga da mesma maneira : tD'onde
    venhot Para onde coui
    A' maior parte delles nao tem se qner a pacten-
    cia de esperar pela resposta, e passam inscientes
    do mysterio de sua orlgem, sea caminho e sea
    fioa: filbo de ama familia, cuja heraoga imperi-
    vel, e que nem seas ttulos, nem ascendentes
    conhece.
    A historia smente responde quelles, qae, como
    rios, teem segara a subsistencia, e tempo de escu-
    ta: a resposta.
    Queremos, que responda agora a todos.
    Queremos, que nmguem veuha a este mnndo e
    deile saia sem dar conta do lugar, que occupa no
    tempo, da origem, e filiagao de sua raga, do ponto
    de partida e do seguiraeoto de saas ideas, e das
    cousas, que formam o que chamamos sua civili-
    sagao, e dos progressos suceessivo?, interrompidos,
    proseguidos, crescentes ou decrescentes desta civi-
    lisago, poca por poca, povo por povo, e por
    assim dizer homem por homem.
    personifica esses factos na memoria por meio de
    algons nomes de horaens eminentes, e verdadera-
    mente histricos, qae ligaram a sua alma, vida, e
    morte a esses factos; e se o historiador tem a arte
    on o don de penetrar por meio do pensamento no
    espirito, no corago, na vida publica ou mesmo
    domestica destes grandes bomens, a maioria dos
    leitores despreza com elle os homens e acconteci-
    mentos secundarios, iderntifica-se pelo pensamen-
    io, pela admiragio, pela emogo e pelas lagrimas,
    com os pnsamentos, actos, vicissitades, virtudes,
    grandeza;, quedas, triumphos, e supplicios desses
    grandes actores da tragedia humana.
    Inlrodaz-se em seas destinos, assemelha seo
    coragao ao delles, palpita-com os mesmos senli-
    mentos, sangra pelas mesmas feridas, arde com
    igual zelo pelo bem publico, ergue-se com a mes-
    ma indignago contra o crime afortunado, vinga
    as mesmas injustigas, as mesmas ingratidoes, as
    mesmas perseguig3es do tempo com igaaes appel-
    los a posteridade; e enlao tambem o paiz, o povo,
    a poca em 'que estes grandes avs da familia hu-
    maos viveram, pensaran), escreveraro, cantaram,
    e obraram, e os accontecraentos em qne tiveram
    parte, tomara corpo, alma, forma, nome e indivi-
    dual idade para o leitor.
    O sentimento apaixonado e interessado idemtB-
    ca-se com a memoria; a sciencia ha passado na
    libra mais intima do coragao, e a medalba ardente
    da historia imprime-se em nos.
    A historia estava mora, parque havia-se tornado
    livre, e viviflca-se, porque tranfunde-se no ho-
    mem.
    nito.
    Bastara algons actores trincipaes para represen-
    tar sob a penna do historiador esse drama, alga-
    mas vezes vanado, e quasi sempre uniforme, das
    vicissitades humanas.
    Todo consiste em escolber bem os personagens.
    Ha duas manelras tambem de escolhe-las.
    Podemos escolhe-los pela altara e importancia da
    sua cathegorla convencional no mundo, pela no-
    breza, pelo esplendor do tbrono, extenso do impe-
    rio, orgulbo dos ttulos e numero dos subditos e
    exercitos.
    Podemos escolhe-los ao contrario pelo de sua na-
    tureza, multlplicidade das ideas, influencias de sea
    apparecimento sobre o espirito dos homens, pela
    grandeza pessoal da represeatagao, sandade da
    missao na trra, pelos trabalbos, perseguigoes e su-
    plicio, algumas vezes salario das verdades, qae tra-
    zeos ao mando.
    Devemos escolhe-los pelo interesse pico oa dra-
    mtico da sua vida.
    Sob esse litlo tanto mais desgranado, mais des-
    ccnbecido, maior victima um desses grandes ac-
    tores do drama humano, qaanto mais suores, mais
    vicissitades e mais lagrimas de sangae ha em sua
    historia, qaanto mais interesse, amor, paixao e
    cnlto no sentimento da posteridade ha para com
    elle, e quanto mais gravado tica na imaginagao.
    Sob este ponto de vista do corcSo humano, qae
    o das massas, Scrates mais histrico do qoe
    Alexandre Maguo, Cbristovo Colombo do qoe Car.
    los V e Jacquard do que os Medicis oa Francisco!.
    Sao estes os caracteres qae temos Investigado
    em nossas bguras histricas.
    Nao negamos a importancia immensa, qae dio a
    posigao, o sceptro, a espada, o poder bardado das
    dynastias aos chefes das nag5es, e aos pastores
    dos povos, nos tempos modernos e antigos.
    O alto destino o pedestal das elevadas influen-
    cias : as mesmas faculdades naturaes qae, collo-
    cadas em baixa sltaagio pela forlana, apenas bn-
    Iham em estreito circulo na medlocridade de ama
    vida commam, levantadas pela providencia", bri-
    Iham para todo o genero humano ; e nm grande
    pensamento marre inerte no bomem obscuro e fra-
    co, e realisa-se em expleodidos resultados no ho-
    mem cordado.
    Somente negarao esta verdade os cegos e ociosos.
    A situacao dos homens ama das condigSes
    ordinarias de saas acgftss em vista de seas se-
    melhantes.
    mos, como o filbo do relojoeiro, as familias dos ar-
    ezados menos Iliteratos.
    Eis a historia, descida das empoeiradas pratilei-
    ras das bibliotbacas, despojada da purpura e da
    pompa, fallando a lingaagem familiar em aarragdes
    sobrias e claras com vossas mulheres e filhos.
    Tentaremos fazer-nos sea ioterprete. Cantamos
    ouir'ora na lingaagem dos poetas para os felizes e
    ociosos da ierra. Fallamos depois a lingua dos
    oradores as tribunas dos borneas de estado, e as
    tempestades civi3 da patria. Mais humildes e tai-
    vez mais uteN, nao coramos de aprender a lingua,
    que cbega a vossa indiligencia por via do coragao,
    e tornar-nos simples como os simples e pequeos
    cerno os pequeos.
    Porm dir-nos ho, de qae serve a historia ele-
    mentar aos homens do trabalbo e humilde profis-
    sao ? Que Ihes importam vossos hroes, res, ph-
    losopbos, e polticos, qae necessidade ha de saber
    os azares da fortona, as catastrophes dos imperios,
    o governo das cousas humanas, para forjar o ferro
    dirigir um navio, podar a vinha, e fiar no foso ?
    Sem davida a multido nao aecessita de coohe-
    cer a historia para exercer qaalqaer destes mys-
    teres, nem necessita d'ella para vlyer, mas precisa
    para pensar.
    Se sendo o pensamento o caracterstico do bo-
    mem, se queris, qae a multido componha-se de
    homens, e nao de machinas humanas, dai-lhe os
    elementos da reflexo. A historia talvez o mais
    santo e morallsador destes elementos.
    Ella desenvolve-no povo o qoe mais Ibe falta a
    consciencia.
    Patenteia a providencia na remcneragao e na
    espiago infallivel do bem e do mal. Se cem-
    mentada par nm espirito reeto e religioso, um car-
    so de historia torna-se urna liecae de justiga e nm
    verdadeiro corso de consciencia para as nagoes.
    ias obras, bao ,er a
    Ilotismo, sao-
    deposito com-!
    m$m de fradelas, de desiateresse, de dedfeagao
    * seus semelhaotes, de engeobo, de piedade, e de
    generosidad, qne constitoa a gloria ltalo da es-
    pecie ; se inspirarnos assim no povo a santa raH-
    gio do enthasiasmo pelo nome, pnsamentos, ac-
    tos, exforgos, reveze?, e at morte d'estTlypos d
    humanidade, Acal certos, que osprraveis simolta-
    neamenle aos vossos filhos a emulagao de assemO-
    Ibar-se a quanto admiraro, e que este enlbusiasmo
    parecendo apenas no primeiro momento a chama
    da imaginagao, descera' at o corago, alli logo
    constituir' ora foco de moralidade nacional. O
    homem imitador, por qoe purfectivel. O qoe
    mais Ibe falta nao sao as ligOes, sao modelos. To-
    maros na historia, e conserva! os sempre diante
    dos olbos dos vossos filhos. Estes filhos viro a
    ser am povo, e este povo vos honrar, excedendo-
    vos. Levara' o vosso nome a" posteridade, e o
    vosso tributo de civilisagJo ao supremo civilisa-
    dor.
    i f m m i--------
    O povo pode assim aprender tudo quanto verda-
    deirameote Ibe importa saber no passado do man-
    do : os grandes homens e as grandes coasas, as
    grandes trevas e as grandes I uzes, as grandes per-
    versidades e as grandes perfelgoes moraes *de sua
    especie. O conjunto destas [cousas transparecer
    (sofflcientemente por entre os pnsamentos e actos
    dessas individualidades prlncipaes e culminantes,
    caja resenha vai elle fazer.
    esta carta viva e palpitante do genero humano
    entrever a obra e plano de Deas acerca da huma-
    nidade, come os entrev nos alimentos ante a carta
    morta do geographo. Elle jalgar-se-ha ver nos an-
    tepassados, do mesmo modo por que antecipada-
    mente se v nos filhos. Nao desanimar com o
    cansago e tropegos, considerando a immensidade do
    caminho, os progressos da marcha e o infinito da
    meta. Vira a saber, qae esta familia de que faz
    parte, avanga eternamente, aotes delle, com elle, e
    depois delle para desliaos providenciaos, qae por
    saas virtudes se acceleram, e se retardara por seas
    vicios. Tudo quanto de bello e grande se cogitou
    e se fez no mundo resumir-se-ha em seu espirito;
    os preconceitos cahiro pouco a pouco com a igno-
    rancia.
    Ja' nSo vivera em si s, ou no estreito recintho
    m
    FOLHETIM
    A posigao a predestinado da gloria.
    Quando encontramos valor pessoal em soberanos
    on em legisladores cordados, collocam se saas fi-
    guras no primeiro plano da historia; ovando po-
    rm vemos n'oatras condgdes obscuras da vida
    bomens par si eminentes, ordinariamente despre-
    zados ou postos nos derradeiros planos pelos dis
    tribudores de ceiebridade, como vaticinadores,
    pbilosophos, poetas, oradores, historiadores, artis-
    tas, artesos, martyres por ama f mil ao mando,
    convm restituir a essas grandezas naturaes o pre
    dicamento e alcance, que ibes pertencom entre os
    senbores e modelos de sua especie.
    A historia, no mea pensar, como o /mizo final
    de Miguel Angelo : ningoem comparece diante de
    Deas com roupageas, mas sim conforme a nata
    reza.
    Quando o povo tiver estudado comnosco algons d
    grandes bomens, mais apto estar para compre-
    hender, ennobrecer e civilisar a sea paiz. As no-
    vas phases do mundo moderno, destruindo a escra-
    vidio e chamando os povos para tomar parte mais
    ampia em seas proprlos destinos, fazem da mora-
    lidade e da instrueco suas condigoes necessarias
    liberdade. Essas duas felizes condigoes do nos-
    so tempo ordenara aos pbilosophos e aos escripto-
    Mas nao smeme orna Iiccio de justiga, e nm
    curso de consciencia popular tambem nm corso
    de enthasiasmo pelo bello.
    Este enthasiasmo pelo bello moral um dos
    instintos mais aproximados a' virtades, que Deus
    conferio aos bomens, a aspiragao voluntaria e
    apaixonada da alma por subir ao pinculo da per-
    feigao em todo, o sursum corda do genero bo.
    mano, qoe de admirago em admragao faz com
    qae os coragoes subam at Dos, fonte e abysmo
    de toda a belleza. Como todas as outras, esta fa-
    culdade nao se fortifica nos individuos e as mas-
    sas seoao por va do exercicio mais magnifico des-
    te enthusiasrao do qae a historia? Com razio se
    ha dito, qae o ambreate, em qae vivemos tanto no
    phy-ico como no moral modifica ao cabo de eerto
    tempo o nosso temperamento, e, nossa alma. Se
    delxardes pois na povo vi ver em sociedade habi-
    tual, e exclusiva com esta philosophia trivial; com
    os instinctos ignobeis com os hroes cynicos, com
    essa lilteratara Immunda, de que esta' saturado
    em suas officinas e cabanas, o qae esperaveis das
    geragoes futuras T Socceder-se-hao com geragoes
    de vicios, com a estupidez na Ironte, a Incrednli-
    dade no coragao, o riso sardnico nos labios, le-
    gendas infames na imaginagao, copulas cyoicas
    n voz, tendo o bom xito por justiga, a cnbiga
    por^peos, silenciosas oa liberdade, servs no
    despotismo, vei&pjLba de si mesmas, de soa nago
    de am seulo^*S porm as elevardes por meio
    da historia bem escomida e apropriada a' contam-
    plagao das grandes obras da providencia na hu
    manldade, a' inteligencia dos grandes destinos do
    bomem em sociedade, a' comprehensio das gran-
    des leis religiosas oa civis, que regera o mando,
    aperfigoando-o: se as poderdes em sociedade ha-
    bitual, por via das vossas narragoes cora os gian
    UM POCCO DE TODO.
    Extrahimos do Correio Patulano este lolhetlm:
    A' f e bomem de bem, que eu dara agora o
    meo mais bello castello... as Hespanhas, a quem
    me dicesse d qae modo ea devo principiar este
    folhetim I
    Mister difflcil o meo I
    Encher de continuo, cada semana este tonne1
    de Danaides I
    Rollar ad eternum esta verdadeira rocha de Sisy-
    pho a qne chamam o folhetim 1 .
    O folhetim I
    A parte amena, Iliteraria, desse ogre qne falla
    sem cessar, toda a hora, a todo o instante do que
    v e do qae nao v, do que sabe e do que nio sa-
    be : o jornal l
    Palladiura de todas as glorias, o clarim de tods
    as famas, sentenga viva, mltipla de todos os vicios
    e todos os escndalos.
    nica voz qoe retumbar nos scalos, o livro
    nico, o nico qae restar da nossa idade.
    Tal o comprehendeo, o grande poeta das -Me-
    d tagoes, > o emulo dos Hugo e dos Chateaubriand:
    A. de Lamartine.
    Nao vera sem proposf) transcrever parte des-
    sas bellas palavras com que elle descreveu o que
    e o qae vira a ser o jornal:
    Sim, disse Lamartine ao parlamento francez,
    preso me bastante da comprehener a minha po-
    ca para qae possa repetir esse absurdo cootra-sen-
    so, essa inepcia coatra a imprensa peridica : com"
    prehendo demasiado a obra de que a encarregoa a
    Providencia.
    Antes qae o scalo fiade, o jornalisrao ser
    toda a imprensa e tolo o pensameaio humano.
    Apoz dessa raulliplicagio prodigiosa qae a arte
    .tem dado a palavra, raultiplicagao quj se multipli-
    car mil vezes anda, escrever seu livro a huma,
    nidade, da por dia, hora p)r tura, pagina pr pa
    gina ; o peasameoto se derramar oo mundo com
    a rapidez da loz.
    c Cracehido logo, e logo escripto, e logo ouvido
    inay de Mgraalisno, tornou-st mais- po-
    deroso diis agentas o-gaveran, do qae o pro-
    pfloi-ifr BTWT
    E" pof peweWuWVrtwfo peier milco
    em nm estado livre, en anwsoodo cono o de boje:
    a imprensa ; cabega d rebelde que os tvrannos
    nao decapan (yftps apvdra, voz que
    nio se abato, qoe m8c ehos1 ( os seos
    chos, o infinito r) nSo fatdica que escreve lettras
    de fogo, eternas, nos fesrls dosUalthisares.
    A tribuna pode derrobar-se : os puritanos de
    Cromwel e os granadeiros de Bonaparte podem.es-
    pedaga-la, atira l praga publica e de snas tabeas
    fazer' o catafalco aonde armb. a liberdade.
    Mas & imprensa, aonde darMhe com a morada, se
    ella est por toda a parte 1
    Abafar a sua voz I mas s olla a voz do man,
    do t Extiogair aquella luz I Apagai antes o sol-
    ser mais fcil t
    Urna hora de poder I
    Mas tu proprio, Giraadln, nio trocaras a (oa
    penna por muilos tbronos desta trra.
    A pouca gloria de ler-te o mundo inteiro I
    A pouca gloria de fnfiamroares mil cerebros ao
    fogo das tuas ideas, de balerem mil corarles por t
    e pelas verdades qoe enuncias t
    Masa oveja,a injostiga, o odio, dirs tu; esse
    fatal cortejo de todas as glorias, esse eterno aco-
    Ihimento todo o mrito que surge t
    Esse apedrejamento ao sol no occaso ; esse cde-
    profandis as vezes da sepultara do genio f
    Dexai pas3ar a vaga, bater e revolver-se; o
    rochedo fica ; annovele-se qaando quizer o fumo,
    por fim a luz resurge.
    Q rochedo a torga em si proprio, a conviegio
    innata e crescente, o individualismo : a Inz o
    talento; ceg quem o nao qaer ver, mas nao dei-
    xar por isso de seotir-lhe o calor.
    A imprensa tudo, porque a nica cousa qae
    apavora os tyrannos.
    Na Hespaoha um homem infame, impoe ama
    raioha inepta e esta a ama nago intelra o mais
    broto e o mais feroz dos despotismos.
    0 espingardeamento o uraco espectculo qae
    aprsenla ao mundo aqoelle infeliz paiz.
    A espada de O'Donnel parodia a espada de Ale-
    xandre e corla os nos gordios, solvendo em san-
    gae os problemas sociaes. .
    Mas um n existe inextrfcavel e contra o qaal
    nao pode a espada; a opinio publica.
    E a opinio publica a imprensa e O'Donnel
    qoe sabe acabar com todos os insurgentes e com
    todas as rebeldas, aioda nio ebegoi a termo do
    nao mais se fallar e menos se escrever na Hes-
    paoha.
    >;rl
    TRISTEZAS A BEIRA-MAR
    POR
    M. PINHEIRO CHA GAS
    I
    Era urna casa simada beira-mar, pendorada,
    como nm ninbo de gaivota, na solitaria fraga, coja
    base minavam as ondas no incessante combate.
    As janellas do poente deitavam para o ocano, as
    de late para ama estril planicie, qne terminava
    ao fando n'ama cortina rareada de pinbeiros ente-
    zados -, das meridionaes divisa-se a branca villa da
    Erlcelra, com as suas pobres casas de pescadores;
    quem se encostawse ao parapeito das que deitavam
    para o norte nio va senio a tonga filelra de pene-
    dos qne se aprnmavam como phantaslicas vdelas,
    postas alli por Deus para repetrem s vezes a or-
    dem: Nao passareis d'aqui e para receberem,
    as noites tempestuosas* a senha da procella.
    A praia ficava em blxo, orla estreita de areial,
    qoe as vagas cobriam na mar cheia, e qae s na
    vazante mostrava tmidamente os seas verdes limos
    e as anas conchas cinzeladas. Uns grosseiros de-
    eraos, cavados na face ragosa dos penedos, estabe-
    leciam a communicagao entre a psendo-prala e a
    casa qae descrevemos. De cima oavia-se constan-
    temente esse vago murmurio que a onda entoa
    qaando acaba de bater na rocha, depois de erguer
    o sen primeiro bramido de desespero e furia. E"
    como a respiracao do selo olfegante da vaga, qae
    esgotou as torcas na lata e no raglr o alent. E' o
    protesto dessas gotlas d'agoa, arrestadas no tarbi-
    lbao peleja, contra a violencia qae Ihes foi feiu-
    E essa meloda, qae mal se percebe, porque a aba-
    fa o concert gigante do ocano, tem para mira nm
    indescriptivel encanto, o encanto da idjlio eatre os
    horrores do drama, da melanclica aria do pibroeh
    higblandez no centro de am dps qnadrados de Wa-
    terloo, da ingenua bailada da Margarida, qne brota
    do seto da colloasal epopa do Fausto.
    A casa triste e desamparada; em noites de ln-
    vernia a aia do vendaval agoata-lhe os vidros e o
    mato eogoila-se aai escadan, uivando lgubremen-
    te. As melancolas tondas tio mar, as lanaentacdes
    dos nufragos, tudo se confunda nasas grito tongo
    e pungente qae as vagas ergneas qaando a lormeu-
    ta as agona para as sombras paredes dessa Isota
    da hiibtacio. A espuma das tempestades parece
    anvolv-la s vezas n'nm veo de gaze, a o tnfo vai-
    Ihe poosar no temado as algas os limos qsa Iba
    revololeiam no vrtice. Os faraedes de deiembro
    parecem a cada instante querer arranca-la dos ali-
    cerces para a arrojarem ao seto das ondas, mas ella
    acrra-se cora tenacidade sua base de granito, de
    forma que parece aotes ama extravagante excres-
    cencia dos fraguedos do qae o ninho de pedra cons-
    truido por ama frgil creatura humana..
    Nao julgaem, comtado, que deshabitada esta
    casa, collocada em tio estranhas condigSes. A casa
    (em moradores, e moradores que muito de sua von-
    tade a escolheram para residencia. Um velbo quasi
    octogenario, urna velha aioda mais Idosasua irmaa,
    dous criados e ama criada, qae entre si colabo-
    rara para prefazerem a respeitavel conta.de seculo
    e meio, e junto deste grupo decrepito urna rapariga
    de vinte e dous annos, flor dos alcantls, qne desa-
    brocha e crescia ao sopro agreste da brisa do alto
    mar.
    Leonor se chamava ella e era neta do velho, que,
    tio"prximo da eternidade, se fora a esperar a mor-
    te junto dessa vastidao solitaria, coja voz tremenda
    at is extremas do mondo, correr de am polo a
    ootro, sbito, instantneo, abrasado de calor da al.
    ma que Ihe dea o ser; ser o reino do verbo har
    mano era toda a sua pleaitade ; oao ter o tempo
    de amadurecer e de accumolar-se sob a forma do
    livro ; tardo sera este; o nico livro possivel des"
    de hoje, o jornal I
    Venbam-me agora fallar em tarefa improba e em
    trabalbo inglorio.
    Qae valor ur a palavra de Emilio de Girardin,
    ante aquellas de Lamartine ?
    Aotes am da de poder, do qae dez annos de jor-
    nalismo I disse o famoso redactor da Preste.
    Falavra sceptica e qoe s valle pela extravagan.
    cia.
    Negava-se si proprio, qaaodo a proouociava
    aquello homem'.
    Partido das lasses pobres, solitario no meio da
    multido, ama nica luz allumiava-o oas trevas da
    vida social : o seu talento : mas essa luz, esse ta-
    lento podia se extiogair ao mais leve sopro ( bas-
    ta va para isso a inacti vi ja Je) se o jornal, esse f-
    til pedago de papel que se l pela maaba e qoa se
    vende tarde pelo peso ; essa voz qae os inters-
    sados simulam nao rmvir, essa folha volante que os
    ventos cardeaes aiiiam todos os confias da trra
    ( caraioho do infinito) nao o bcuvesse amparado'
    nao Ibe houvesse feito- de suas columnas em que
    o arebitecto o genio, orna moralba inexpogaavel
    aonde todes os odiosos, todas as lojostigas, as ove-
    Estou longe do men folhetim.
    Evoquei dous homens: urna espada sanguinaria
    e urna penna gloriosa; duas celebridades : urna
    carniceira e oatra Iliteraria,
    Trocara ama por oatra o grande escriptor
    trancez ?
    Tu que nio a trocars, O'Donnel I
    Tu o homem verraelho, que segues a loa
    trilha de sangae.
    Ah I se podesses, collocar sobre o crneo dessa
    nobre Hespanba, a tu a mo sanguinaria e impe-
    di-la de pensar 1
    Se podesses rodea-la de to altos muros, tio
    altos, que o mundo nio assislisse s saas agonas
    e aos teus crimes I
    Se te fosse possivel eccadear o ar para qae esse
    nio levasse tio longe. al a posteridade O'Don-
    nel I os gemidos de toas viclimas ?
    E a la mo ensanguentada, que aguas Jamis
    conseguirio lava-la !
    Torcer-te, ravolvete em teu destino: serpes
    que te estrangulara as carnes, modernos Lacoonle
    Caim das novas eras, assassino de teas proprios
    concidadaos f
    Tyramoo caricato, era sequer como aos de-
    mais, urna cora real, ennobreca a toa fronte !
    des bomens, com os homens virtuosos, com espiri- las batem e se amortecem
    tos Iluminados, com os beres, com os pollos, com
    sse homem qae disse preferir urna bora de po-
    bater a idea do maoo. Por isso, depola de feites na
    vivenda os reparos indispensaveis, para alli se trans-
    portaran! os penates de Bartholomen Soares e a
    mobilia veneranda que adornava a casa qne pos-
    suiam dentro da villa da Ericeira desde tempos ira
    memoriaes.
    Alli viveu, crescendo todos os das em fon
    ra e vigor, a nela do mannbeiro. Vida tal s
    montona e faslenta para menina qae nao tiv
    o caractee de Leonor. Em casa erara todos de .
    cas fallas ; pareca qae a proximldade do mar e do
    tmulo impunha silencio quelles velbos, qoe j se
    sentiam deslocados no mondo, e que atravessavam
    com passo de phantasmas as salas sombras e as
    sonoras escadas. A atcova de Leonor tinha janella
    para o mar ; adormeca todas as noites ao som do
    sen eterno rugido e acordava pela manbia ouvin-
    do o mesmo canto qae a enfeiligava. Assim que
    abra a janella, a primeira cousa que va era a or-
    la de espuma, franjando a coroa das vagas. Ves-
    Em Turim occupa a attengao de qoasi todos os
    circuios am processo dos mais escaodaiosos: o
    qoe foi ioteotado pelo ministerio publico e pela fa-
    milia do defooto marquez de VlUa-Formosa contra
    os individuos que fizeram um testamento falso em
    prejoizo dos herdeiros legtimos. Eotre estes in-
    dividuo?, diz a Independencia belga figuram um
    ex-ministro do ro de aples e om frade.

    tem como qoe am echo das torraidaveis palavras j *-. a dar am beijo no av, a quera encontrava
    que encerram o enigma de alm-tomnlo. Aos dez sentado ja' na sua cadeira a contemplar a immen-
    annos privada de pai, aos doze de mai, encontrara sidade, almocava, sabia correndo como nma doudi-
    a pobre menina, abertos para a receberem, os bra-: nba e abl la ella s dar os bons dias ao sen velbo
    eos robustos de sea av paterno. Urna irmaa, seis amigo ocano. Os pescadores, se acera van de-a
    annos mais nova do qae ella, tora recolhlda por ver, no pinoaro de aigam rochedo, qaando solia-
    uma tia materna, senhoravinva, qae reclamoo tam-1 vam a vela ao sopro da vragao, sorriam-se para
    bem um qainhao oo santo encargo qae o velho ella com jobito e diziam uns para os ontros :
    quera tomar todo para si. Este, rudo capito de Bom agonro para a viagem La* anda a fa-
    navlos, qne fora sempre desaffecto a sua ora e a dazioha serenando o mar.
    familia della, acceden com repugnancia, mas acce- { E tinha, realldade, am nao sei qne de sobrena-
    den, e, sacrificando aos pes da soa querida neta, toral, nvqptto para infiammar a potica imagina-
    qne era o retrato do filbo, o seu brigue, a quem gaOdosmatinbeircs, o aspecto dessa geetil oreanca
    tanto quera, e os prazeres atsteros da vida do' de quinte annos, alta, espigada, elegante, coma
    mar, qae erara os seos enlevos, fnndeon para san- tes um tanto qaeimada pelo vento da costa, em pe
    pre no ancoradooro e reslgnon-se a nio empreen- no cimo das fragas, eavolta n'am vn de espuma
    der mais viagem qne nao fosse a ultima, a tremen- [ domado palo sol, saendindo as tongas trancas ne-
    da, aquella em que teria qne desforir as velas ao gras e mostrando, n'am sorrtso alegre as vagas
    sopro descouhecido da morte e aflrontar os ignora- que a namoravam, os trentes mais alvos Qae as
    dos pareis da eternidade. perolas qne ellas escondem nos seas bomudes
    Mas ao menos, por ultima consolago, quiz o bom abysmos.
    do mariuheiro vlver a dous pasaos do sen elemento A' noite agropavam-setodos na. casa de jantar.
    favorito e poder adormecer todas as noites embalado ou se era o invern, e o norte soprava agudo e ri-
    peto canto amigo das vagas. A neta, crianca nm jo, na eosmua em torno da iareira, e conversa vam
    Unto selvagem, enjo maior divertlmento era cor- os velbos e a rapariga at darem dez horas na pen-
    rer de fraga em fraga e ir orla ettrema dos ro-
    ebedos peodarados sobre o cceano esperar com in-i
    trepMez o embate das ondas, batea u pilmas de in* era qoasi sempre o asanmpto Inexgowrei das
    contente qaando soube da resolncio do av; es
    criados, antes velbos amigos da casa, acompanba-
    ram sem um queltamu a ata qnsrida menina, a a
    irmaa do velho, depois de averiguar qne ha va nana
    capaila a ponen distancia da casa escomida, capai-
    la onde poderla ir oovlr asna mlssa qaotiiana,
    nSo aehou razio plausiva! com qoe podes** com-
    dula da sala, venerando traste ejas mareara a hora
    exacta do nasciraento da quasi centenaria ta. O
    os olbos, do seio das ondas, que se Ihe cavavam em
    torno do batel ou da Jangada. E, quando todos en-
    iavam de susto o bradavam : < Jesns I > Leonor
    erguia-se, com os olhos iocendido*; em entliusias-
    mo, edizia para o av, todo risonbiea^avir :
    ', Oh I como en gosiava de estar ao san lado
    sa occasiao l
    E que bavias de tu razar, miaba herona ?
    w Havia de dizer s ondas que nao fizessem
    l a#men av.
    \( pellas obedeclam-te ?
    Pois o av nao sabe que u soa a fadazlnba
    e qae as tenbo a todas por amigas ? Pergunte alli
    ao Loogenco se isto nio 6 verdade.
    BjMer.dade, confirmava o velbo Lourengo,
    assim-o dnem os pescadores.
    Bom I tornava iartholomeu, sorrindo-se, mas
    tu julgas que estas ondas das costas sao as mes-
    mas qne as ondas desses mares por ah i alm 1 As
    que tu conheces sao bou, sao melgas, sio fadas co-
    mo lo, com a diffo/enea que a minha Leonor tem
    as madeixas negras como o bano, emquanto ellas
    sacodem as trancas de espuma prateacla ; mas as
    do mar alto sao mnilo diversas, san dominios bra-
    vos qne nao respeitam nem aojos nem fadas.
    E Leonor abra os seus grandes olbos negros
    omito pasmados, e ficava scismando na dlflerenca
    qne havia entre as ondas da praia e as ondas do
    alto mar. Depois orna das criadas contava alguma
    tonda on entoa va orna cantiga melanclica at da-
    rem as dez horas; ento retiravam-se todos, e Leo-
    nor, entrando na sea aleova, abra a janella para
    ver o mar no seto das trevas.deitavase e adormeca
    como sofnao tranquillo da innocencia,era qaanto as
    vagas gemiam ao longe as suas lgubres endeixas
    e dlos ares dsela um anfo manso e manso, qan
    me la pousar, sorrindo, a' cabeeeira do leito, e cu-
    jas azas.se vlam al vejar vagamente na escuridio
    do qnarto. ?.
    Leonor ia assim, creada a' le da naturesa; a
    ana educaco pbysiea, moral e intellecinal fasiam-
    ' na s ondas e os fraguedos; e infinito do mar en,
    sinou-lhe a idea de Deas, os relmpagos naostra. ,
    ranvlhe essa palavra santa escripia em ledras de to"e' militr reformado, qaeWnmra com ufana
    a sinecura; o administrador, sojelto engravaudo
    e cortez, que passava a sua vida a meditar as
    pratlcas: allava-se nos pescadores, qne and a vam
    'i por fr, nos naufragios, oa trisasen dan fami-
    lias, a* fleavam desamparadas tem saaerem no-
    va do pobre
    pois o vettO
    das suas nal
    em qae o espectro di
    sei qa das saas graciosas corvas; a soa imagioa'
    gao guardara todos os caprichos, que sio caracte-
    rsticos das ondas; o seu genio tinha tambem a
    impetuosldade irreflectida, a selvagem violencia
    das serras de ajua... e a iodizivel megoice com
    que iostantes depois acariciara a penedia, qae
    ameagavam sabmergir.
    A phrase conbecida vi unda prfida nao me ser-
    ve de Obstculo coraparago. Esta phrase ama
    calumnia atroz que se tem assacado s ondas.
    Nao traidora a sna ndole, Impressionavel s.
    Meigas, serenas, qaando se Ihes reflecte no seio a
    luz alegre do sol, tornam-so furiosas e indoma-
    veis, qaando a tormenta as agita nqaaodo o bul-
    cao as sacode, louco, desgrenhado, pbrenetico, nos
    seus bracos de fogo. Durmam as tempestades no
    seu antro e nunca terao as ondas esses accessos
    de raiva, em que ameagam soverter os conti-
    nentes.
    Era assim o carcter de Leonor. A soa alma,
    que dorma embalada no seio da tranqulllidade e
    que se agiiava apenas em caprichosos sonbos ao
    sopro da sua pbantasia ardente, poda desentra-
    nhar-se em impetos de tigre, qaando um incidente
    qualquer Ibe desencadeasse as paixoes, qae por
    ora Ibe ferviam represadas no intimo do peito, mas
    qne a nada se domariam, qaando Ibes ebegasse a
    hora do despertar. Eolia ai d'aqneile qae se
    echaste no caminho dessa leda brava, a quem a
    sociedade nanea podra por o agairao das snas leis
    e da sna frleza convencional. as salas ha genios
    assim, ha ondas tambem, mas vestidas de sedas,
    que sio os rochedos era. que se Ihes quebra a fu-
    ria. Habituara se ao obstculo e resignam-se ao
    papel sereno.de lagos; ai dos qae se iUndem com
    a soa tranquilla superficie I Esse espelbo cryslali-
    no esconde traigoes e lagos sem fim, que prendem
    o desgragado, a quem se firraos, e o submergem
    vagarosamente. Essas qae sao as ondas prfi-
    das do poeta.
    A casa de Leonor era pooco frecuentada; reu-
    niam-se is vezes alli i noote pana jogarem o ga
    mo com o velho Bartholomeu o eommandante do
    fogo na* nuvens da procella ; a sua intellgencia
    all se desenvolveu, sem cultivo, nao tendo por mes-
    tra senio a rude poesa desses selvagens ermos. Es-
    toa qae as leitoras protestara contra semelbnte
    edoeacio, e prevem na herona urna aldeia braa?
    ea e malcreada; nio tentarei dissnadi-las nem
    grangear, i costa da verdade, symi.aihias para
    Leonor. Tal como ella era, assim >. retrato fiel-
    Era tuna vaga trae se fizara raolher ; as onanla-
    aoie' edes airosas da sna atora coosermara am alo,
    eielcoes e qae nunca se podia lembrar com certe'
    za do grupo poltico a que pertenciam os diversos
    governea, qoe se snecediam rpidamente no po-
    der; e do boticario da trra, opopetcionista fer-
    reobo e constante, que, sendo o vigsimo quinto
    nombro de nasa ec-ilfgagao qoe sa formara na vil-
    la asa o piadoso fim 4e terem ansa aaaigsatura de
    raaaa da capital, commeuia umbem os
    mata fis irroi de declamagaa poiitiea, em
    Parece que o principe Couza, ex-hospodar da
    Moldo-Valachia, vai Oxar a sua residencia em
    Pariz.
    Ira habitar no pal, ci que possuo no bairro de
    San Germano, onde comer o pao... branco do
    exilio.
    razio do atraso de viole e quatro das com qae Ibe
    chegavara mo as noticias das mudangas de mi-
    nisterio.
    O azoogamento ae Leonor galvanisava um pou-
    co este grupo cadavrico ; a sua alegra franca e
    ruidosa aquecia a velbice do av, que, anciao ver-
    de e robusto em quanto andar aas iidas marti-
    mas, ia peodendo cada vez mais para o tmulo a
    soa cabega regelada. A irmaa- de Bartholomeu,
    essa j ultrapassara os limites da qaadra triste em
    que de a decrepitud, porque anda ha vida bas-
    tante no espirito para sentir a proximidade da
    morte. Ficavam-lhe longe as tristezas do creps-
    culo e a sua existencia, que j nSo era Iluminada
    pelo sol dos vivos, tinba a serenidade infantil das
    noates de luar. Era bello ve-ias ao p ama da
    outra, a ancia sentada na sna cadeira de bracos(
    immersa n'nm torpor sereno, sem luz no ollmr,
    sem cor as faces, mas com om sorrlso de bema-
    Ventnranga estereotypado nos labios, e a creanga,
    inquieta e buligosa, toda fulgor e vida, dardejan-
    do ratos das papillas, soltando dos labios um riso
    sonoro, e cuidando, comtudo, da tia com uns ex.
    iremos, nma delicadeza nstinctiva, que espanta-
    vam a todos. A estatna de Pygmalio beira de
    urna estatua inmolar I Aquella presentado fogo
    das paixoes, qae bao de incende-la e anima-la, ri-
    sonha, febril, impaciente de descer do pedestal
    onde brotou ; a outra fra, inerte, pyra apagada
    onde s restam cinzas.
    A's vezes Leonor, apesar de extremosa e dedi-
    cada, como qoe se revoltava contra o destino qne
    a amarrava a um cadver, impaciente, irritada,
    incapaz de bypocrlsia, encolerisava-se com a po-
    bre velba e mostrava-lbe certa rudeza. A decre-
    pita senhora encolba-se toda e fitava na sobrina*
    nm olhar medroso. Bastava isto para anuciar a
    selvagemsinba. Cobria de beijos ai mees transpa-
    rentes de Dorotha e pedia Ihe mil parddes, der-
    rameado torrentes de lagrimas. A tia contempla-
    va-a anda com mais espanto do qne ao ve-la Irri-
    tada, e recahia na sna habitual immoblHade.
    Estas eram as pessoas que, oas tercas, quistas
    e sabbados, se reunate na velba sala de Bartholo-
    men Soares.
    Um da entrn em scena um novo personagem,
    qne velo perturbar a tranqulllidade sepulcral d'a
    aneis casa e dizer i creatara viva, qoe os aer<
    tos prendlam comsigo no tomlo, como ao
    de Sindbad : < Ergue te neste mundo ha sol,
    vida, ha fogo, ha esplendor t
    i

    -a
    I
    (CotUtnwxr-te-hi).
    ,-tTp. is rt.!W rV 4WB5


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