Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10927


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Full Text

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AMO IL11. HUERO 71
PtrfMrteligteitrtdwlOiiasdol.'mex ,
dem depisfct i.0' i das do cwneco e dentro do qiartel
forte ao coritio por tres mezes
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Por ame pago deitrt-de lt das do i. mez.
Forte ao eorreio por wmm ......
49ooe
DE PERNAM
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio A1ex?ndrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro
frigo.es; Para, os Srs. Geraldo Antonio Aives &
Flhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SL.
Alagoas, o Sr. Clandino Faico Dias; Babia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Ga6parinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escad a estacdes da va frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Ignarass e Goyanna as segundas e sextas eiras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruani,
Altinho, Garanhnns, Buiqae, S. Bento, Bom
Gonselho. Aguas Bellas a Tacaratd, as tergas
eiras.
Serinhaem, Rio Formoso,Tamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta Plmenteiras, as quintas
eiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eocamercio: segundas e quintas.
Relagao: toreas e sbados s 10 horas.
Pao d Albo, Naiareth, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira Fazenda anfntas s 10 hnra
Ingaieira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis- a
ta, Ouncury, Salgueiio e Ex, as quartas
eiras.
Julzo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphaos: tergas e wxtas s 10 horas.
Primeara Tara do cirel: largas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas sabbades- 1
hora da tarde.
EPHEMER1DES DO MEZ DE MARCO.
1 La cheia as 9 h., 33 m. e 16 s. da m.
Quarte roiag. a 1 b., 33 m. e 53 s. da :
16' Lna nova as 7 b., J7 m. e 33 s. da t.
23 Quarto crese. as 10 b., 44 ro, e 27 s. da m.
31 La cheia as 2 h., 12 m. e 22 s. da m.
DAS DA SEMANA.
26. Segunda. Ss. Ludgero e Braulio ab.
27. Terga. S. Leandro b. S. Roberto b.
28. Ojuarta de Trevas. Sss. Prisco e Maleo mra.
29. QninU. S. Bertholdo c.; S. Baractiisio m.
30: Sexta da Palxo. S. Rndezindo t.
31. Sabbado de Alleluia. S. Vereroando.-
1. Domingo. S. Macario b.; S. Valerio ab.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 18 m. da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manhia.
PARTIDA DOS VAPORES C08TEIR0S.
Para o sol at Alagoas a 14 e 30;. para o non*
at a Granja a 7 e 2i de cada raer; para Fernan-
do nos dias 14 ios mote:- de Janeiro; margo, mi->
julho, setembro e novembfo.
ASSIGNA-SE
o Recife, na livraria da proco- da Iadependencia
ns. 8, dos proprietarios Manoel Figuerroa de Faria
& Filbo.
PARTE OFFIGIAL
REL4TORIO
apreseutudo. pelo Hxiu. Sr. con-
selhelre aoiio Lnstosa da cu-
nta Paranaga. assembla-
provlnclal. por occasio da
abertura da sesso do corra-
te auno, no da 1 de marco.
(Golinuagio.j
> 1864 a 1868. 285
Total.--------
4123
Destes algansmos resulta que o termo medio de
exporlago n'aquelle exercicio foi de 400 escravos
animalmente. ,
Qnasi todos esses individuos foram arrancados
aos trabalbos da agricultura, e a sna falta deveria
ter concorrido mnito para diminuir a produgao ;
mas os dados officiaes do mevimento commerclal
desta provincia demonstran) o contrario, isto O, que
a quantidade de productos tem sempre augmenta-
do annoalmente, o que prava aiuda urna vez a ver-
dade do principio econmico ; qoe o trabalho livre
que felizmente vai-se desenvolvend) entre nos,
do encarregado do expediente da repartigao da po- rlor, ata de acompanbar a proctsso do Seohor
llcia em offlcio de 10 dsste mez sob n. 320. Bom Jess da Cruz, que d'alli tem de sahir no dia
Circular aos commandantes superiores da guar-
da nacional menos o da capital. Cumpre que V.
S. active pelos meios a seo alcance a vinda-para
si todas as nagoes a hostillsem com forteis impos-
tes, sem se lembrarem que, difflcultandoo oonsu-
rao desie valioso producto, ao mesmo tempo que
nos prvam de meios para comprar seus-anlefactos,
reduzem impolticamente o commercio reciproco
RMIORAglO.
Entraram no porto desta provincia, durante o multo mais productivo, que o trabalho escravo.
anno prximo flodo, 430 estrangeiros
ora do imperio, sendo :
Sexo.
flomens..... 433
Muiberes .... 17
Nactonalidade.
Blgica .
Dinamarca. ..
Estados-Unidos
Franca .
Hespanha .
Inglaterra. .
Italia ....
Portugal .
Hamburgo. .
Hanover. .
Chile ...
Bremen .
China. .
Profissao.
Agricultura ... 17
Commercio 298
Artes...... 51
Clero...... 4
Servlgo domestico. 16
viudos de
1
1
2
27
13
30
22
327
1
5 2 .
2
Industria
Sem offlcio
o::::
(Cqnttnuar-se-ha.)
CO VERVO IIA. IHO VI VIA.J.
LE N. 649.
O ur. Manoel Clemeolino Carneiro da'Cunha, vi-
ce-presidente da provincia de Pernambuco : Faco
saber a todos os seus habitantes qne a assemblea
legislativa provincial decreton e eu saneelonei a re-
solugao seguale:
Art. 1. Fica o presidente da provincia autonsa-
do a mandar estudar e a contratar com urna ou
mais oompanhias ou com pessoas reconhecidameo-
le idneas, urna rede de estradas de redagem qu
de carris de ferro, conbeeidos sob a denominago
de tramways, que ligue os centros populosos do in-
terior da provincia com as diversas estagdes da es-
trada de ferro do Recite ao S. Francisco, com as
actuaes estradas de eommuoicacao para esta capi-
tal ou com os puntos do littoral de facii accesso
navegago.
Art. 2. Para execngao do artigo precedente po-
der o mesmo presidente adoptar as seguintes me-
didas.
1 Conceder as companbias ou aos particula-
res que se encarregarem da construegao dos tra-
mways ou que os collocar de ora em diante as
No mesmo periodo legitimaran) se pela repart
Qio da polica, com o Ora de obterem passaporte acluaes espadas, urna subvencao k.lomejriea pro-
* l ___ r nA*niAi\i ti\ Ainitil amnparroiln a iiAf nm*o fin VflT
para fra do imperio, 173 estrangeiros, sendo
Sexo.
Homens..... 147
Molheres. 26
Nactonalidade.
Estados-Unidos. 12
Franga..... 18
Hespanha .... 6
Inglaterra.... 11
Italia...... 29
Portugal..... 62
Aliemanha. ... 2
Austria..... 1
Russia..... 1
Hollanda .... 1
Profisso,
Agricultura ... 6
Commercio ... 66
Artes...... 48
Servigo domestico 10
Nutica..... 3
Lettras..... 2
Sem offlcio. ... 38
Alcm destes obtiverara portaras da presidencia
no mesmo decurso de tempe, paia fra do impe-
rio, 123 estrangeiros, sendo:
Sexo.
Homens..... 104
Mulheres .... 19
Nacionalidade.
Portugal..... 59
Franga..... 15
Inglaterra .... 17
Suissa..... 5
Hespanha .... 5
Hamburgo. ... 4
Aliemanha. ... 2
Italia...... 5
Estados l'uidos 5
Dinamarca. ... 3
Oldemburgo... 1
Per'...... 1
Chile...... 1
Como vejes, do pequeo numero de estrangei-
ros, que procuraram esta provincia no anno prxi-
mo findo, somente 17 sio agricultores, dos quaes
deduzidos os seis, que se retiraran), e os que se
achata comprehendidos nos estrangeiros que se-
guirn) com portara da presidencia, e coja profis
porcienal ao capital empregado, e por urna s vez,
licando o contrato, que para isso se celebrar depen-
dente da approvagio desta assemblea.
O contratante poder, iodepeodeote desta appro-
vago'dar comego aos estudos e preparagao dos
planos das obras, os quaes Qcaro mediante in-
demnisagao, perteneendo a provincia, caso nao
seja approvado o contrato celebrado
2 Contrahir um emprestimo dentro ou fra do
paz, mediante condigoes que nao obriguem a pro-
vincia a um despendi superior a qualro centos
contos de ris anouaes.
Art. 3. Ficam revogadas as disposiges em con-
trario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a quera
o conheclmento e execugao da presente resolugao
pertencer, que a cumpram e fagam cumprir to
inteiramente como nella se contm.
O secretario do governo desta provincia a faga
imprimir, publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco, aos 20 de
margo de 1866 45 da iadependencia e do impeno.
L. S.
Manoel Ctemenlino Carneiro da Cunha.
Sellada e publicada a presente resolugao nesla
secretaria do governo de Pernambuco, 20 de mar-
co de 1866.
O secretario Dr. Francisco de Paula Salles.
Registrada a fl do iivro 7* de leis provinciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco, 20 de
margo de 1866.
0 eseripturario Theodoro Jos Tavares.
18 do crreme.
Dito ao ctofe da repartigao das obras publicas.
Pode V. & conforme solicita era offlcio de 10'do,.
esta capital com a maior brevidade possivel dos corrente so n. 77, mandar fazer por empreitada.' as mais acanhadas prooorce
guardas que faltara para o completo do contingente os reparos das arcadas da varzea doeogenho Buja-I No sentido de animar o consumo seria mil o em-
queeoubedar aos batalbSes sob sen commando *> K----- --*-
superior.
Dito ao director do arsenal de guerra.
V. S. conduzir para o respectivo quartel, cor' ao seo cilado offlcio que ac ssim respondido, tuna modiflcagao conslderavefnos d'ireJts simen ni
solicita o general eommandante das armas em om- ao director geral Interino da instruceo pu- j vincos estrangeiros, por isso que o oreco a ana o
co de hontera, sob n. 497, os objectosque se acham blica Em vista de sua informacao de 8 do cor-' elevara as despezas de transporte, de seguros de
nesse arsenal vindo da corle no vapor Paran*, rente, sob n. 51 autoriso Vmc. a mandar adrattir commisses, etc., alm do impost naopoderia'ia-
com destino a corapanbia de cavallaria, apresen- no gymoasio provincial, como alumno externo mais prejudicar o consumo dos v'inhos indgenas
tando-me a coma da respectiva daspeza para ser gratuito sem prejuiso dos qoe ja obtiverara Igual ou de outras bebidas fermentadas.
PaRa- concesso, o "menor de nome Jos, fliho do 2. te- A respeito do mercado de vinnos no Brasil co-
Diio ao delegado encarregado da repartigao da nenie reformado do exercito, Jos Rabello Padilha. piaremos textualmente o que se l na consulta :
polica.Annuindo ao que soliritou o general coro-1 Dito ao director interino das obras militares. consumo de vinhos do Douro no-Brasil di-
mandante das armas em offlcio de honlem datado, Mande Vmc. com urgencia fazer os concert* ne- minuio espantosamente, em razao de aconteclmen-
sob n. 499, recoramendo a Vmc. que mande apre- cessarjos no arrombaraeoto feito pelos disertores,no los extraordinarios e de erros legislativos que per-
sentar ao mesmo general o desertor do extincto xadret do deposito, e bem assim examinar as pa-; mittiram a iotroduego dos vnbos catales e do
corpo de guarnigao da Parabybs Firmlno Jos de redes do mesmo xadrez, a lira de se conhecer se sol da Franca, que vierara supplantar os ossos
Sant Anna, que >e ada prese na casa de delengao lem a necessaria solidez para os conter. : embora nelies mu tas vezes tenham sido reconne-
e est sendo process do por erime de roobo pela Dito ao juizde direito de Santo Aolao.Uevolvo cidas as mais nocivas falsificagoes.
subdelegacia do i* districto da Boa-Vista desta ci- a Vmc. as doas inclusas conus em duplcala cjue : Desde agoslo de 1832 at igual mez do anno
dade, adra de ser elle recolbido a priso militar. I vieran annexas ao sen offlcio de 20 de fevereiro de 1833, nem urna pipa de vinho do Douro pude
a disposige daqoella autoridade, emquanto nao dr ultimo, e sio relativas ao sustento dos presos po "
deiiuuivameoie julgado. < be es da cadeia da cidade da Victoria, durante os
Dito ao joii municipal da 1* vara desta cidade. mezes de dezernbro e Janeiro prximos nodos,
Passo as mos de Vmc. incluso offlcio do dele- aflra de que de conformidade com o parecer da
cootadoria da thesouraria provincial, a que se refe-
re o offlcio do respectivo iospector, n. 82 de 12 do
correte, seja autheoticada a do citado mez de de-
zernbro e se explique a incluso em taes conlas do
1 preso Manoel Matheus.da Cosa, que nao esta cora-
preheodido na relagao
daquella cidade.
Dito ao tenente-coronel eommandante do bata-
Ibo n. 39 do municipio dj Cabo.Dei o-conve-
niente destioo o guarda nacional do batuHtao sob
1 seu commando Antonio Francisco Matbens de
1 Sant'Anna, que Vmc. me fez apresentar con o seu
offlcio desta data sob n. 65 para o servigo da
' guerra.
Portara.O vice-presidente da provincia, tendo
1 em vista o que requereu o eapito do 3* batalbo
tos, por occasio de pedir este o pagamente inte- i de infamara da guarda nacional do municipio do Figueira, que estavam livres de to alia proteegao.
ral do forneclmenlo de cera, e assim tambem o | Recifa, Francisco Antonio de Assis Goes e bem | Nio deve porm descorocoac-se. Depois da
original da coota e recibo encontrado na repart- i assim o que a esse respeito informou o respectivo [ Graa-Bretanba, o Brasil o paz cora quem enlre-
commandante superior em oIBclo de 23 de fevere-1 temos maiores relagoes comraerciaes, sendo elle o
ro ultimo, sob n. 55 resolve conceder-lhe 6 mezes que quasi exclusivamente nos suppre de assucar,
de licenga para ir as provincias do norte, tratar de de caf, de cacau.de algodo.de madeiras rijas, de
seus negocios particulares. gomma, de couros, e de muites outros objectos,
Evpeciiente de secretaria de gsrerno 4o dia 14 que poderiarnos haver de oolras procedencias; e
de maree de 1806. 'de ferl0 de Carte a|ftaraa alcaoga o Brasil bragos
N. 41.-Offlclo ao Dr. secretario da assemblea i !LUeiSJ 21!?!! 5 dos fDO',s operario por-
legisiativa provincial.-8. Eo. o Sr. vice-presiden- "gP^.f* > la emigrara. Por tanto ha van
te di provincia, manda. remeUeF a V. S. aflra de I *en?.r.eciPro9* em se estreitarem relagoes entre
gado encarregado do expediente da repartigao da
polica de 8 do correte, sob n. 308, remetiendo me
por copia o de 7 deste mez do administrador da
casa de delengao, para qoe Vmc. devolva m'os com
sua ioformago acerca da providencia de serena re-
medidos para o presidio de Fernando, os senten-
ciados de que ralla aquelle administrador.
Dito a cmara municipal do Recife.Para satisfa-
zer a reqoisigo da assemblea lagislati va provincial
comida em offlcio do respectivo 1* secretario, da-
tado de 12 do corrente e sob n. 15, envie-ma a c-
mara municipal do Recife copia da corresponden-
cia bavida entre essa cmara e a commisso eo
carregada do exame dos seos livros e comas, bem
como a informacao do respectivo contador dada
sobre o requerlmento de Angelo Custodio dos San
ser enviada do Porto para o Brasil.
< Fol o anno do calamitoso e meraoravel cerco
desta cidade, ao levaotamento do qual, a perversi-
dade mais inaudita de om estrangeiro que com-
mandava um inimigo desmoralisado,.fez langar fo-
go aes mais preciosos depsitos de vinhos.existen-
tes em Villa Nova, causando a ruina de innmeras
familias.
< Quando se abriram as linhas, os pedidos, im-
rainlstrada pelo derogado. mensos em relagao a' pobreza das existencias, fl-
zeram algar os pregos, e como qne se isto nao bas-
lasse para nao apparecerem os vinhos do Douro
naquelle imperio, qoe nao os consom geralmente
sendo dentro de certos limites de valor, urna lei,
que at attribuira ao vmbo do Porto qualidades
medeinaes, para suppor indispensavel seu uso em
todo o raundo, Ihes iropoz o direito por sabida de
125 era pipa, que acabou de decretar a sua ezclu-
so dos mercados daquelle paiz,, em proveito da
Franga, da Hespanha, e mesmo de Lisboa e da
gao compleme, e por copia a parte do mesmo con-
tador dada por occasio da cobranea dos impostos
sobre estabelecimenlos a qoe se recusaran) os con-
tribointes e o fundamento da recosa destes.
Portara.O vice-presidente da provincia, atlen-
dendo ao que reguereu o bacbarel Antonio Aones
Jacome Pires, offlcial chele da 1* secgao da secre.
lana do governo, e tendo em vista o que dispde o
art. 1 da lei n. 622 de 16 de maio-do anno prxi-
mo passado, resolve conceder-lhe um anuo de li-
cenga cora lodos os sens vencimentos para tratar
de sua saude onde Ihe convier.
Dita.O vicepresidente da provincia, era visia
da ioformago do juiz municipal sopplente era exer-
cicio do termo de Serinhaem de 2 do corrente, e!
da do juiz de direito interino da respectiva comarca I
de 3 deste mez, ambas indicando um cidado para
ser submeti.do a eonsideragio da assemtta legis-, ??J* *2* or'*m' ^^^ Peli l">-
lativa pvincial, a inclus* copia do offlcio do ios-1 ^,aliei)eA0-scos,omes' e ('a? s6PI conveniencia
peclor J thesouraria provincial datado de 9 do! Kgg[ se a8roPao> em voila de duas bandeiras
corrent#sob o. 81 ea demonstrago a que elle se ?,"' H__l*
refere, pedlndo um crdito supplementar na im-' m^,paJ'sai,d!zeDdo Ia? c?m lraPeri do Brasi1'
portaocaa da 5:114*636, para continoagao das des- S,onvJ[la conclusa fe ata tratado com-
pezas at o llm do corrente exercicio, do art. 44 S!frL'JLS es,e "jfW? lorna"se pIec,S0
= direitos dos gneros chama-
Expediente do dia 13 de mareo de 1866.
Offlcio ao Exm. e Rvm. bispo diocesano.Para
satisfazer a deliberago dar assemblea legislativa
provincial, comida era offlcio do respectivo primei-
ro semestre de 12 do corrente e sob n. 16, rogo a
V. Exc. se digne de eraittir o sou juizo acerca do
incluso projecto n. 43 do anno prximo findo, jun-
to por copia.
Renov a V. Exc. os meus protestos de estima e
conslderagao.
Dito ao Exm. commendador Domingos de Son-
za Leo, presidente da associago Protectora das
Familias dos voluntarlos da Patria.Remetto a V.
Exc. copia do offlcio que ao meu antecessor dirigi
o juiz municipal de Goiaooa, aQm de que essa as-
sao se nao declara. Qcara aquelle numero reduzi- sociago tome em consideragao oque nelle expoe o
do a menos de onze. 'me9ra0 J,z cora referencia ao voluntario do o cor-
A nossa principal' fonte de riqueza, qoe todos os I po Joo Jos da Silva,
das reclama o auxilio de bragos que Ihe fallecen), I Dit. ao Exm. general comraandaute das armas,
neohurn recurso peder obter da emigrcao, se esta I S"va-e V. Exc. de informar sobre o que pede i
continuar como tem sido at agora. Dellloa Rodrigues do Desterrono incluso requer-,
Bem que sei que, para anima-la e dar-lhe o de- melo coberto cora a mformagao do coronel com-
senvolvimento, quo exigem as necesidades sempre I mandante superior de Olmda. .
rescentes da agricultura, da raisler providen- Uiioao mesmo.-Em vista de sua ioformago_de
cias que sao da competencia dos altos poderes do 6 deste mez sob n. 4o4. dada com referencia ao re-
estado. querimeoto do voluntario da patria Leonel Caval-
Comtudo n'aquillo que podis, e no louvavel era-, canti de Albuquerque, que, segendo declara o Dr.
penho, com que promovis os interesses da pro juiz especial do commercio em offlcio de 10 do cor-
vincia, a vos encontrar meios de coadjuvar de alguma forma | fraudulenta, autoriso V. Exc. a mndalo conside-
aquellas providencias que nao podem tardar, del rar eliminado do tu corpo de voluntarios desta pro-
modo que se consiga da emigrcao mais vantajosos vincia em que se alistara.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar
acerca do qne expde o inspector da thesouraria de
fazenda nooffleio incluso era original, salisfazendo
a exigeocia nelle comida.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Providencie V. S. para que se ajaste conlas ao ea-
pito ex-commandante da Torga de guardas nacio-
nas de Olinda que destacou para a comarca de
\ Flores, Francisco Lutz Vires, qoe assim o solicita
. no incluso requerlmento documentado.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
! Mande V. S. pagar ao regedor do Gyronislo pro-
vincial, conforme soliciten oArector geral interino
exercer interinamente o offlcio de escrivo A-'i^^^E^ ^ vil, enme, ausentes, capellas e residuos, e *k+lV!!&lLW.*!^*!^!!t*2P*'-? Ao sexto e ultimo quesito responde a consulta
lio de notas daquelle termo, dorante o imped- J?.".-?.1?" ?73 deTde ab? d 1864 avaliando os direi,os differenciaes como multo pre-
memo do effectivo Joo Affonso Riqueira, resolve | "*42'_r,i,: an mesmo -SKir o Sr v.ra.nra- JQd'c'aes ao commercio por Ihe causaren) embara-
nomear o cidadio Antonio Jos Pimentel para suns- ..Lda "" ZJFJtgjSiLiri?nr rinh 3 na Promplldo que para" desejar na remessa
iiMiro preduo escrivo, emquanto achar-se lm-;s,d?"e g>*%* ^1^ S,^ffl *os sapprlmenios que pretende o consumo.
pedido. F,zerara-se as neessanas corarauoica-, V.^p .re. 93g?*g&' jotre os,a eadade e L sba e os de
5 Dita.-OsSrs.ageoles da comparta Brasileir* i Jg un'c,P^ do Mediterrneo, e
de paquetes a vapor, mandem dar passagem para ; ^,Je'rcem A%JSmmm Sa autorisado id Brasil'leraos ama navegago regular a vapor
a corle por coma do ministerio da marinha, no va-1 *J .Z^^d^tTSSJSf.
por Tocantins, que esperado do norte ao
'"'- para a coostrocgo de 2 mercados nesla cidade. I I SKS^^SSSMHfte ;" ?** m 6"a
N. 43.-D.toao mesmo.-Para serem presentes &&22J1 2!**S*S5 Ba. pd9m)S rece"
missar.o Manoel Jorge Velloso. a a8semb,a |eglalWa provinojal> paS30 as ^
Bipediente do secretario do geverfo da 13 de de V. S. de ordem de S. Exc. o Sr." vice-presideo-
marco de 1866. '. te da provincia, as inclusas copias das demonstra-
N. 39.Offlcio ao Dr. Io secretario da assemblea : C<5BS documentadas e esclarecmentos exigidos em
legislativa provincial.De ordem de S. Exc. o Sr. i offlcio de V. S. de 7 do corrente sob n. 8, relativa
presidente da provincia, transmiti a V. S. para
serem presentes a assemblea legislativa provincial,
40 exemplares do balaogo explicativo da receita e
despeza no exercicio prximo flodo e outros tantos
do baiancete da raesma despeza e recelta no 1 se-
mestre do corrente exerejeio.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.S.
Exc. o Sr. vice-presidente da provincia, manda
iransmittir a V. S. os doas inclusas ordens do ihe-
soure nacional, sob ns. 45 e 46.
14 -
Offlcio ao Exm. e Rvm. bispo diocesano. Para
satisfazer a deliberago da assemblea legislativa
provincial, rogo a V. Exc. se digne de dar o seu
parecer acerca do incluso projecto o. 6 do corren-
te anno.
ber nenhuns arligos, elevadamenle laxados, que
nao sejam doproprio paii, qne elles cobrem res-
pectivamente. Por consecuencia, a' falta de rae-
Ihor emprego os vapores trazem os gneros nacio-
naes, e aquellos qne adraittimos com direitos s
nomioes, e quando o commercio quer haver cha,
assucar, caf, fazendas de la e seda do centro da
Aliemanha, da Suissa, ele, etc., ou tem de esperar
, que caualmente o venba servir alguna vapor por-
\ tuguez, por frete muito superior, ouento de apro-
: venar algum barco vellado nacional, que pela mo-
, rosidade da vagem ihe cause perdas de juros,
Secretaria do folspsdo de rer- alm de ora supplemento no premio de seguros,
nambiico. | muito mais avallado por urna bandeira, notavel-
Sua Exc. Rvma. o Sr. bispo diocesano, manda mente infeliz nos mares do norte, circumstancla
fazer publico, que administrar o santo chrisma no \ qoe nao pode atiriboir-se senlo a impericia de al-
domingo de paschoa da resurrelgao na igreja ca- i guns captese pilotos, que as vezes para la'se
thedral de Olinda aos adultos, que se mostraren) \ destinan), e a debilidade da construegao dos navios
preparados com o sacramento da coofissao. i que nao podem fcilmente haver os materiaes pre-
Previne mais, que d'aquelle dia era diante admi-1 clsos a sua solidez por causa da elevagSo des di-
mente aos crditos aberios as diversas verbas do
orgaraento, bem assim sobre a indemnisago do
terreno de propriedade do brigadeiro Gaspar de
Meoezes Vasconcellos de Drummond, denomina-
daTrapiche.
nlstrar regularmente essB sacramento as matri-
Reltero a V. Exc. os meus protestos de estima e!zesdoRet,fe> 0liada e circoravisiohas, nao adrail
considerago,
tindo da mesma sorte a sua rueepgo se nao aos
! adultos, isto aos maiores de seis annos, que se
J3SS V ExcCrra su ?piSacerrelaaQd3a0s I "KSSst^SSS etmS' ^^ I
^u,,a,. ....t.. Z.i. i..i^ j '. a ,rn.' com o sacramento exigido. No
reitos, que deviam ser abolidos sobre ludo de que
carece a construegao navdl, seus apparelbos, apro-
visionamento e agasalho de seus tripofSntes, como
se pratica na Grr-Bretanha, a nossa mais temivel
resultados para a nossa agricultura.
E' to importante este assnmpto, que estou con-
vencido de qne nao deixareis ds Ihe prestar a vos-
sa mais seria attengo.
As associages que comegam a forraar-se na pro-
vincia para proteger colonisagao, qualquer que
seja a nactonalidade e as creogas dos colonos, sao
dignos da vossa animago e favor.
Convira aoxilia las no intuito de fazer os adian-
tamentos indispensaveis que para as passagens e
recepgo dos emigrante?, obrigando-se estes a re-
smbolgalos n'ura certo periodo.
Mas, antes de tudo, myster prepararmos os ter-
renos que tiverraos para offerecer-lhes por foro rao- da instrucgao publica em offlcio de 8 do corrente
dico ou venda para a cultura, as proximidades da sob n. 49 a quantia de 48M em que importara as
va frrea, ou cj lugares nao muito distantes do! meosalidades .dos alumnos internos Rratuitoii do
orando mercado da capital mesmo Gymoasio relativos ao trimestre de janeiro
Alii essa raga enrgica, e emprehendedora, que < a margo deste auno como se v da inclusa relagao.
hoje langa da America do NoM as anas vistas para, TCommnicoa-Se ao director interino da instruc-
o sul do imperio encontrar para empregar sua ac- gao publica. 4 ,,,. na cniotlnn n
tividade infatigavel eletnentornaturaes de riqueza Dito ao $^*M^***&^
e de prosperidade, que explorados mediante os pro-1 tenonte-coronel eommandante do batalhao n. 39 de
cessos aperfeicoados de cultura, e trabalho Intelli-1 infamara da guarda nacional do municipio do U-
gente Ihe prop'orcionaro sobeja corapensaeo, e II- bo em offlcio de hontem sob n. 41, recoramendo a
nitivo s saudades da pama no seio de um paiz V. S. que, em vista dos prets juntos em duplcala,
nao menos livre e hospitalero. e nao bavendo inconveniente, mande pagar os ven-
Conveogamo-nos porm de qne a corrente dalciroentos relatros ao mez de tevereiro ultimo, do
emieraco nao se estabelecer em quanto prepa-lHesiacamemo de guardas Mcionaes existente na-
radas as trras e facilitadas as commonicagoes, os quella villa.-Communlcou- ao predito cotn Dan-
colonos nao encoatrarem om disliao certo e segu
ro, podendo applicar-se proveitosamente i agricul-
tura. ,
Sem que cuidemos dos preliminares indispensa-
veis ao porvir da colonlsagao nio fora prudente
provocar a vinda de emigrantes. Nem esperemos
ji mais que o colono, europeo oaamerlcano, sugei-
te-se a trabalhar par do escravo por conta de la
vradores proprietarios.
Escravos exportndos.
No exercicio decorrido de 1853 a 1864 orara ex-
portados desta provincia 4,123, como se v do qaa-
dro geguinte :
Anno flaanceiro de 183o a 1856. 33
> > 1856 a 1857. 145
* > > 1837 a 1858. 8
' 1858 a 1859. 2
1859 a 1860. 138
> > 1860 a 1861. 950
> 1861 a 1862. 1016
1862 a 1863. 516
> 1863 a 1864. 103}

>
>
>
danto superior.
Dito ao mesmoRecommendo a V. S. qoe em
vista da foltia e pret junios era duplicata, e nao ba-
vendo inconveniente, mande pagar ao negociante
Francisco da Costa Maia, conformdl8olieilou o eom-
mandante superior da comarca '.do Rio Formoso
eo offlcio de 5 do correte, os vencimentos corres-
pondentes ao mez de fevereiro ultimo do destaoa-
ments de guardas naclonaes existente naquella ci-
dade.
Dito ao mesmo. Devolvendo a V. S. a conta
junta em duplcala qoe velo annexa ao sen offlcio
de 16 de fevereiro ultimo sob n. 57, relativa ao
aloguel de tres mezes vencidos em 20 de Janeiro
desle anno da casa que serve de quartel ao desta-
camento existente no districto de Jaboato, recom
meodolne que mande pagar a Luiz Pereirade
Mello para isso indicado em offlcio de meu anteces-
sor de 6 do citado mez de fevereiro a quantia inte-
arde 30# em que importa a mencionada conta,
visto ter havido autortsigao para o augmento *
aleguel de que se trata segando informa o delega-
duvldas expostas no offlcio incluso de 4 do corren
te do juiz de direito interino da comarca do Rio-
Formoso.
Dito ao Exm. general commanttaele das armas.
SiFva-se V. Exc. de infermar-rae acerca do que
pede no incluso requerlmento Tneodora Marta da
Conceigo.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de informar-
me acerca do que pede no incluso requerlmento
Jos Narciso Peres d'Assurapgo.
Dito ao mesmo. Queira V. Exc. informarme
acerca dos inclusos offlcios que me serao devolvi-
dos do eommandante superior da guarda nacional
dos municipios de Olinda e Ignarass e do inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Dito ao Inspector da thesouraria de fazenda.
Restituo a V. S. ja reformados, de conformidade
com o parecer da contadoria dessa thesouraria, a
que se refere o sen offlcio de 8 de fevereiro ulti-
mo sob n. 77, as relagdes e prets Jontos em dupli
cata, correspondentes aos vencimenius a contar de
19 de setembro do anuo prximo passado at 14
de fevereiro ultimo de doze pragas e um sargento
destacados em Villa-Bella, aflra de qne, nc*tiaven-
do mais Inconvenientes, mande pagar a importan-
cia de taes vencimentos ao sargento Mantel Alves
Pereira Chaves, ou ao seu procurador Joaquim
Caroeiro de Andrade, visto assim o haver solicita-
do o eommandante superior da comarca de Flores
em offlcio de 2 do corrente.
Dito ao mesmo.Tendo submettido ao conhecl-
mento do Exm. Sr. ministro da guerra a oceurren-
cia que se den acerca da guia passada por essa
thesouraria ao tenente do 6 corpo de voluntarios
desla provincia, Manoel Eloy Meodes, e a que se
refere o seu offlcio de 8 do corrente sob n. 126, de-
volvo a V. S. os documentos a que se refere o fi-
nal do seu citado offlcio.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Recommendo a V. S. qne, em vista da inclusa con-
ta, mande pagar a Manoel Joaqnim de Miranda e
Souza a quamia de 274J5TD proveniente da enca-
dernagao de diversos livros da secretaria desta
presidencia.
Dito ao mesmo, Annuindo ao que solicitou o
chefe da repartigao das obras publicas era offlcio
da hontem, sob n. 79, recommendo a V. S. que
mande entregar ao agente fiel pagador daquella
repartigao, a quantia de 600000 para occorrer as
despezas com os estudos graphcos da estrada de
Pedras de Fogo at o povoado de Carle, por onde
(em de passar i mesma estrada.
Dito ao eommandante superior da guarda nacio-
nal do Recite. Sirva-se V. S. de expedir suas
ordens para ser postado em frente da igreja de N.
S. d) Rotario da fregaezia da Boa Vista, um bau-
IhSo da guarda nacional sob sea rommatdo supe-
gido.
Palacio episcopal da Soledade, 23 de
1866.
O conego Marcelino Antonio Dornellas.
Secretarlo do bisoado.
Sua Exc. Rvma. o Sr, bispo diocesano, manda
fazer publico, que no domingo da paschoa da re-
parecer da direegao da asociagao consulta
margo de da seria vaolajoso o direito ja reclamado pelos ar-
madores portuguezes de longo curso, que os gene-
ros Importados debaixo da bandeira porlugueza
dos nossos portos da Asia e frica Orieota+, fos-
sem considerados para todos os efMios, eomo na-
cionaes, ou s subjeltos a um mdico imposto
surreigao, depois da missa conventual da cathedral Essa navegago, boje quasi perdida, e a que se
de Olinda, dar a bengo papal a todos os fleis : e
para que possam lucrar as santas indulgencias de-
vero preparar-se com os sacramentos da coofissao
e commnnho.
Palacio episcopal da Soledade, 23 de margo de
1866.
O conego Marcelino Antonio Dornellas.
T
1
EXTERIOR.
associam saudosas recordagSes, urna grande es-
cola de marinha ; e nao seria dispendiosa se o
cha, o arroz, o caf, e alguns poneos de objectos
manofactorados, que por ella se recebessem de
to importantes possessoes. fossem declarados na-
cionalisados, embora produzldos em terrenos dol-
as visinhos. Actualmente toda a vaetagem da
nossa legislago a este respeito para a Inglater-
ra, qoe nos soppre indirectamente todos os gene-
ros mencionados, desde qoe seu estupendo com-
mercio com a Asia Ihe perroittia o emprego de
enormes embarcarles, qne podem fazer fretes ba-
ralissimos ; e que a abertura de diversos portos
no BI V da China, fez perder toda a importancia commer-
clal qoe outr'ora tinha, a feitoria de Macu.
Passando a outros assumetos diremos que tres
questoes de muito Interesse para as povoagoes do
norte do reino se ventilam actualmente na im-
prensa. Sio as das directrizes para os projecta-
dos caminbos de ferro do Porto Regoa, e do
Porto a Braga, e a localidade onde dever ser
construida a estagao principal da va frrea do
norte nesla cidade.
Pelo que respeita quellbs dous projectados ca-.
mintios sao bastantes as representares dirigidas.
OOBBESPOMOBlffClAS
BIO DE PBBMAMBVCO
POBT9.
26 de fevereiro de 1866.
(Cominnagao.)
Respeltante ao quesllo quinto, dlx que como
principio geral conviria fazerem-se esforgos para
que em toda a parte os nossos productos fossem
recebidos em p de igualdade com as das nages
mais favorecidas, sem ser a titulo oneroso, da mes-
ma forma que se franqueiam os nossos portos a, -
todas as industrias e bandeiras, sem dlstlocgo ou! ao governo pedlndo, segundo as conveniencias io-
preferencia, recorrendose para esse fira as neg-\Caes, que as vias frreas em projecto sigam certo
ciagSes diplomticas, que de presumir tero fe- e determinado tragado particular,
liz xito. Pari i va frrea do Pono a Braga est estada-
Os vinhos portuguezes, especialmente os do Don- do o tragado que a faz partir do passelo das Fon-
ro, sio naturalmente muito sacharinos, e por isso tanhas desta cidade (estagao prinoipalX e seguir
mais fortes do lcool, que aluda se julga geralmen- pela quima da China a cortar a estrada de Lam*
le que preciso ser adeionado para sua conser-1 panha, segnindo o valle ae Gondim a passax a
vago. estrada de Penaflel; segu a Contomil e Ranua, e
Entretanto quando sua forga alcoolica excede a cortando depois Rio Tinto, entra no valle da
26 grus, e difflclmente se podem embarcar abai- Maia ? passa para o valle de Ermezinde ; corundo
xo desle typo, pagara ellas em Inglaterra 2|6 por em seguida o rio Leca, entra no valle de S. Pedro
galao ou libra 14.7. 6 por pipa de 534'litros, em Fins e S. Romao de Coronado, passa o Alto da
quanto que os vinhos francezes unos e ordinarios,
e os da Aliemanha e de potros estados, que nos
faaem concorrencia, s pagara geralmente 1|9 ou
libra 5.15 por pica, m
Esta deslguatdade qoe oonstitne ama differenca
de 7,800 por hectolitro, ja teria exclido completa-
mente do coasumo brttannico os vinhos do Douro
a nio serem as mais apreciaveis qualidades.
Que sendo a industria vincola aquella qoe me-
rir se presta para ilimeotar o nosso commercio
exportado e navegaeio. para sentir que qua-
Vella e desee at o rio Ave. Adianto deste rio
pouco mais de 1 kilmetro, se projecta o segu-
memo da linba pelo litoral para Vianna e Cami-
nha. D'aquelle local segu pela reguezia e logar
de Santo Gido, cortando a estrada da Povoa para
FamaJicao, em tampinhos da Serra ; passa nos
logares de Fonllio, Cazal e Louzadllo, atraves-
sando o rio d'Este abaixo da ponte de D. Benta;
entra no, lugar de Fiaes e contina junto a igreji
de Goo'jifellos, seguindo por esta fregUMii at
rjouca i Cova e lugar da Caenadiaha. Sega? po-
PERNAMBUCO.
ASSBIILE4 LEGISL4T1VA PROYLMlil,
SESiO ORDINARIA EM 22 DE MARCO
DE 1866.
PBES1DKNCU DO SR. VIG ARIO FRANCISCO *EDRO DA
SILVA.
As ouze horas e tres quartos fax-so a chamada
e veriflea-se estarem presentes os Srs. depuU-
dos Francisco Pedro, Ramos, Ayres, J. Rjjm. "af-
ros, Correa da Silva, Joaquim Tavares, Hlsbello,
Mergulho, Andr Cavalcanti. Gaspar, Boarqne,
Amerim, Sergio, Amyntas, Epamlnondas, Aagosto
de Souza Leao, Arrainio, Paea de Andrade, Bur-
gos, Costa Ribeiro, Cicero e Sabino.
Abre-se a sessao. .
L-se e approva-se a acta da soasio interior.
O Sr. 1* SKcnETARto l o seguinle
EXPEDIENTE.
Um offlcio de secretario du governo, remetiendo
o offlcio de 14 do corrente di cmara municipal
desta capital, que acompanhi o relatorio da com-
misso nomeada para eliminar os livros aconta-
blidade da raesma eamara.-A' qoem fe a requi-
sito. ..... -r
^P
las freguezlas de Minboies e Va-Todos, atravessa
a estrada de Barcellos para Famalico. jomo i Iza-
belmba(aldeia); enlra na-reguezia deNine, lu-
gares de Peonas, Caparoz, Palhares, Cruz do
Cooio e Vout. Depois entra as fregueziasde
j Arentim. Prisco, Tadim Rnilhe e Aveieda, at
entrar na cidade de Braga.
Esle tragado eomprebeode ama exlenso de 57
kilmetros e 800 metros, e flea ligado com quasi
todas as estradas da provnola do Mloho, porque
atravessando a maior parte d'ellas, aJgumas Ihe-
tlcam entre 60 e 200 metros paralelamente.
O casto da construegao por kilmetro orgado
em 11:000^000 aproximadameote, e inelundo vias
estagdes etc., ser aproximadamente por kilmetro
37:000*000 a 38:000*000;
As obras Importantes sao um tnel em 286 me-
tros e urna ponte de 7 reos sobre o rio Ave. Ter
sete estages intermedias fora a do Porto e a de
Braga.
Agora pretndese que o-governo mande estudar
ootra directriz que entroneaodo na via frrea que
deve ligar o Porto com a Rcgoa passe pelos con-
ceibos de Penaflel, Conzada, Felgueiras, Guima-
res e Braga.
Em quanto ao camiobo de ferro a Regoa tam-
bem impognada a conveniencia de elle seguir a
directriz ja estudada, pela-margen do To Douro.
Pretende-se que a directriz, marginal at foz do
Souza siga o longo valle deste rio at as alturas
de Villame, no conceibo de Lousada, onde poder
di vidir-se, ou bifurcarse em duas: urna seguindo
para leste pelo extincto conceibo de Santa Croa.
valle do rio Odres, Mareo de Canavezes, Baio,
.Uezofrio, acercndose do Maro at i Regoa;
ouira para o norte pelo valle de Pombeiro, Vizella.
Gulmares, e Taipas, rodeando a Falperra at
Braga.
O governo mandou estudar novas directrizes, e
por consegu ule nao sera to breve como era para
de.-rjar o comego da construegao de qualquer dos
caminbos de ferro em questao.
Resta fallarmos da esiacao, nesla cidade, da via
frrea de Lisboa ao Porto, qoe pelo novo contrato
celebrado eotre o governo e o Sr. marqnez de Sa-
lamanca, como mandatario da companbia dos ca-
minbos de ferro portugueses, tem a dita estagao de
ser construida no campo, do Cyrne.
Contra esta parte do novo contrato, qoe j foi
approvado na cmara electiva, e snbia para a c-
mara dos pares, promoveu-se nesla cidade urna
representago pedindo.a cmara alta que de aceci-
do com o governo que tem i sua disposigo habis
eoganbeiros, sobreesteja na approvago do con-
trato, at que se eslude competentemente a va-
riante que aprsenla.
Segando o contrato, a linba frrea que ba de
ligar a estagao das Devezas com o Porto, ter de
passar a grande distancia d'esta cidade e fazer
um largo rodeio, para vir terminar no campo do
Cyrne ou suas immediagdes.
Este plano aloogao demasiadamente a linha en
tre as Devezas e o Porto, tornando excessivamente-
cara a passagem entre pontos to prximos, cora
o qae o estado gastar, segundo os orcamenlos,
417 contos para subvencionar o caminbo e pagar
expropriages da margem direita do Douro, dando
em resultado langar um pezado tributo as mer-
caduras, e tornar intil a estagao para os passa.-
geiros, porque nao s em tempo como em despe-
za, ser multo mais penoso ir das Devezas ao Cyr,
oe pela va ernea, do que por onde actualmente
se faz esta viagem pela pente pensil ou por barcos.
O campo do terne anda dista mais de nra kilo-
metro do centro da cidade, e esta distancia reuni-
da dallara frrea at as Devezas, (arique esta
seja a estagao preferida pelos viajantes.
Na passagem de urna para ootra margem do rio
ba um projecto que anda nao foi devidamento es-
tudado.
Consiste em atravessar o rio por mel de urna
ponte carril e carreteira na direegao do fondo da
ra das Foniainbas para a Serra do Pilar. A
largura do rio n'aquelle sitio nao mede mais de
140 metros, e ha exemplos de pontes d'igpal vo,
que vera citadas no tratado elementar dos cami-
nbos de ferro de Perdonnet.
Sendo isto possivel como a estagao.deveria ser
no extenso campo qae meda entre as- Foniainbas
e Bataiba, que mede urna rea de aerea 150,000
metros quadrades. A distancia desta. estagao para
as Devezas, sera de dous a dous kilmetros e meio:
e a cidade teria nma mol conveniente e commoda
estagao, assim como facilidade de communicar-se
pela ponte carreteira com o alto da. liandeta e
oojras povoacoes.
Da execugao deste projecto resultara :
1 Urna grande economa para. o. Estado.
2a Reodimentos da ponte carreteira, auxiliando
o estado o custo da ponte.
3a Augmentar extraordinariamente de valor a
cerca e convento da Serra do Pilar, que proprie-
pade do estado.
4* Augmentar tambem de valor as propriedades
rusticas e urbanas de urna e ootra margem, que
podero ser mais tributadas.
5 Finalmente, azer-s o. servigo com granda
economa dos viajantes e do commercio.
Sao estes os fundamentos do representago qae
vimos de dar noticia.
No governo civil do Porto, reaniram-se ha dias
os mesarics das ordens terceiras, irmandades e
contrarias que teem cemiterios privativos e nelies,
contra a expressa determioago das leis, se azem
enterameotos.
O Sr. goveroador civil quiz ouvir sobre to im-
portante assumpto aquellas corporaedes religiosas,
e propoz-lbe os soguiotoa quesitos a qae devem
dar resposta dentro de certo praso.
IaSe dispensara cemiterio privativo, sngeltan-
do-se aos enlercamenlos nos cemiterias municipaes
sem distlmcao.
2Se prelandem adquirir terreno particular,
dentro dos cemiterlos municipaes.
3Se por sua conta e separadamente se promp-
tiQcam a adquirir terreno em sitio apropriado para
cemiterio exclusivo da ordem.
4"->S& pertendem associar se a outras confrarias
para mais fcilmente e com mais commodidade
adquicirem terreno proprio pefa Iniciativa da au-
loridade.
( Conttnuar-se-ha).
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J.
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Diarias *e rersMss.fcn.eo Te#ea felra 1J de Maree de 1866.
II
t> 1
Outro, remetiendo orna postar aJfoelOBal da
cmara do Reclfe.-A' commisso de negocios ec-
Uma Mttcia do padre Joao Jos Pereira, pedio-
o a eilraccio das loierias concedida a igreja de
de Olinda.-A'commisso de or-
=r
=
larem presentas os Srs. epatados Francisco Pedro, qae se reonem a nolte na roa do Crespo canto da
Ayres, Ramos, Mergulbo, Paes de Andrade, Buar- do Imperador, fazendo ternvel lgurrnj)tueo con-
que, J.
Barros, Correa, da fiilfa. 4s
do _
S. Pedro Mrtyr
amento provincial.
Ootra do Instituto Archeologioo, pedlndoaei-
tracfio de orna das partes de ana lotera.A com-
misso de orcamento provincial.
Oatra de Silvino Antonio Rodrigues, collabora-
dor da secretaria do governo, pedindo augmento
de ordenado.A' commisso de ordenados.
Oatra de Antonio Jos Rodrigues de Souza, para
que lbe sejam pagos os bilhetes premiadas inde-
pendentementede exames.A' commisso de pe
ticdes.
E' lido, posto em disewsao e approvado um pa-
recer da commisso de legislaco, pedindo nior-
macoes sobre a pretenjao de Andr Avelino ae
Barros.
Oatro da mesma corcmissio, coocluindo um com
projeclo interpretando ama dispostco de le, que
isenta a Claudio Dubeo do pagamento de certos
Imposto A' imprimir.
O Sr. Gaspar pede dispensa da Impressao, o que
lbe concedido. .
L-se e flea adiado por ter pedido a palavra o
Sr. Gaspar, o parecer das commissdes de consti-
toicao e poderes e de negocios ecclesiaslicos so-
bre as duvidas offerecidas a' casa pelo Sr. depu-
tado Baarque, por occasio do projecto que alte-
ra o compromisso da Ordera Tercelra do Carmo.
O Sr. Buarque requer a impressao do parecer
no jornal da casa, o que concedido.
ORDEM IX) DA.
Discussao do parecer da commisso de peticSes
indeferiudo a p?ti$5o de Feliciano Chacn, em qoe n. 26 deste anno.
solicita da assembla a admisfo dos seus tres Q-
Ihos menores no Gymnaiio Provincial, como alum-
nos pobres.
Eslava o parecr adiado por ter pedido a pala-
vra o Sr. Ba^rquf, que oilerece algumas coaside-
racoes, impuguandoo parecer da commisso.
O Sr. Buarque pensa que a commisso de peti-
c5es nao compreheodeu bem o sentido da supplica
que Feliciano Chacn dirigi a assembla.
O peticionario nao veio reclamar da assembla
ama medida administrativa, mas sim urna auiori-
saco, a' presidencia para poder mandar admittir
os seus tres filhos menores no Gymnasio, por se
acbar preenchido o numero dos alumnos pobres
daqoelle esiabelecimeoto. Eotendeo orador que a
commisso devia antes ter apreciado as raides al-
legadas pelo peticionirio, e ver se elle eslava no
caso de merecer a graca que impetrava. O Sr.
Buarque diz que Feliciano Chacn nm velho ser-
vidor do estado, hoje laucado na miseria, paraly-
tico, e porta o tu ioutiiisa Que um pobre pai de familia, que pede arrimo
para a eduracao dos seus lhos que mais tarde se
lornaro cidados prestaveis e pagarao de sobejo
a' provincia essa esmoia que,
ella Ibes estende. (Apoiados )
A excepcao que vamos estabelecer com este fa-
vor, dix o orador, parece devidamente justificada ;
e nao temamos que a opinio publica nos estigma-
lise por actos, desta ordem : livreroos das torturas
da ignorancia a esses infelizes que nos pedem o
pao do espirito, e acreditem todos que os pais de
familia que se acharem as condicoes de Felicia-
no Chacoa nos bemdiro. (Apoiados, muito bem.)
Vem a mesa, apoiada e entra em discussao
urna emenda ao parecer, assignada pelo Sr. Baar-
que, mandando admittir no Gymnasio Provincial,
como alumnos pobres, os fllhos menores de Fe
ciano Chacn.
Ora em sustentarlo do parecer o Sr. Arminlo.
O illostre depotado diz que o peticionario alle-
goa apenas pobreza e qae paralytico ; mas qoe
nestas condicSes estiio muitos cidados, qae se
achato igualmente no caso de pedir a admfsso dos
seus filhos no Gymnasio Provincial.
Nao consta, diz o orador, que o peticionario ser-
visse ao estado, pelo menos nenhnm documento
juoton elle qae comprovasse esta soa qnalidade.
A commisso, pois, jolgando em vista do que Ihe
foi preseote, nao podia opinar por forma diversa
da que o frz. O Sr. Armimo insiste pela approva-
go do parecer da commisslo.
Encerrada a discussao o parecer regeltado.
Julga-se objecto de deliberacao o projecto substi-
tutivo do Bnal do parecer, e entra na forma do re-
giinnto, em primeira discussao. Encerrada esta,
ayprovado o projecto.
Eutra em discussao nm parecer da commisso
de negocios ecclesiasticos, sobre qoe tem a pala-
vra o Sr. Gaspar, qoe pide o sen adiamenlo por
tres dias, o que concedido pela casa.
2.a discussao do projecto o. 25 deste anno sobra
a collocacao de trilitos uibaoos na actual estrada
para a cidade de Olinda.
E' approvado o art. Io com urna emenda do Sr.
Correa de Brillo, que tixa o ponto de partida na
ra do Hospicio.
Entrando em discussao o art. 2 failam sobre elle
os Srs. Brillo, Ramos e Aroyntas, que propoe a
suppresso do 1 e o artigo approvado com orna
emenda do Sr. Correa de Britto, que eleva o pra-
zo para a concluso da obra dez mezes, sendo
regatada a do Sr. Amyntas.
entra em disconso o art, 3o e seus paragra-
phos, coocedendo o auxilio, por orna s vez, de
qnarenta contos de rls a empreza que se encar-
regar da obra, e Impondo Ihe diversos onus.
L-se e entra em discussao urea emendados Srs.
Buarque e Britto, para qae a empreza fique obri-
gada nao s pela conservaco e reparos da estra-
da e pontee como tambem das respectivas cons-
truccSes.
Ora contra o artigo o Sr. Costa Ribeiro.
O Ilustre deputado observa que embora deseje a
realisaco do melboramento que se projecta, nao
pode prestar o sea voto ao artigo em discussao.
A assembla, diz o honrado memoro, ja* conce-
den um privilegio por viole annos a' ama empre-
za de trilhos urbanos para Apipaces, sem subven-
gao algoma Esta empreza ja' dea comeco as suas
veniente i quein passa e aos moradoras.
Hoje tem lagar n'esta requera de1 Santo An-
tonio a procisso do Senhor Sacramento aos enfer-
mos.
belro, Joaqoim Tvares, Andr CataTeantl, Gaspar,
Amorim, Sergio, Amjolbas, Epammondas, SaWoo,
Burgos, Cicero e Cosa Ribeiro.
Abre-sea sessio. ,
L-se e approva se a acta da sesso anterior. Qaelxam-se-nos de ura individuo que ba para
O Sr. secretarlo da canta do seguate as bandas da estrada Nova ; o qaal oo por alluci-
EXPEDIENTE nagio de espirito habitual, ou por oatro qualquer
Um offlcio do secretario do governo, remetiendo motivo, traz a populacho d'aqoelias paragens em
as informacSes ministradas pela secretarla da tne- constante pressaole susto; pola costama a capa
eourana provincial, aoarca do projecto a. 62 do d'aqaelle estado entrar pelas casas, a ahi fuer
anno pastado.A' qoem fet a requisteo, quanto insulto ha aslamllias.
Urna peticio dos empregados da secretaria da Convwn, por tanto, que essa peasoa se]a recolhi-
presidencia, solllcitando augmento de ordenada da a algara logar, que Ihe sirva de paradeiro a
A' commisso de ordenado. sse proceder irregular, qae eneorame dando, pode
Oatra dos moradores da freguezia da Varzea, pe- bem ser qae tenha por causa motivo alhelo a saa
dindo a oreacao de ama eadeira de iostroeoio pri- vootade, mesmo por qae a policia local nem sera-
marta para o sexo femenino. A' commisso de pre o poder conter, previnindo as snas aggressdes
instrueco publica. '' as casas, cojas familias descoidosas e sera coota-
Ouira da irmandade do Sr. Bom Jess das Dores, rem com tal visita sao por elle assaltadas por modo
pedindo a approvaco de seo compromisso. A'
commisso de negocios ecclesiaslicos.
oletea e juloaado improcedente o recurso, hon-
ras o loavores sejam dados a to conspicuos e
justicsiroe magistrados.
Afradtce o abaixo asslgnado igualmente a todas
as peasoa qoe coocorreram para a cabal justifica-
fia lo uta sen Sino, e finalmente a.lodos os habi-
tantes desta cidade e do termo de Cimbres qoe
desapprovaram esta injusta perseguidlo.
Illms. Srs. redactores. Com a publicarlo dess
tiohas e do documento junto em seo acreditado
jornal muito obrigado Acara o seu atiento, venera-
dor e erlado obrigado.
Recita, 14 la margo de 1866.
ilanoel los Soares de Avellar.
Documento.
Antonio Joaqoim Ferreira de Carvalno eacrivo de
appeilaffee e aggravos do superior tribunal
da relago de Peroamhur.n por Sua Magestade
o Imperador, que Deas guarde etc.
Certifico que revendo os autos de recurso crirae
viodos do juizo de direilo da comarca d Brejo,
phos: dcimo segundo, que o documento> n. 53, in pro<(yjer .rimiiajaenle conira elle or cansa
nrovaser.indamaiscalamaiosa,senaop.rvers,. fS^SSSn^^S^^m^S
L-e e entra em discussio a redaegao do pro
jecto h. 10 do correte anno. E' approvada sem
debate."
Parecer da commisslo de instrueco publica de-
ferindo a petico de Joaqoim Antonio de Castro
Nunes, professor publico de primeiras letras na
cidade da Victoria.A imprimir.
Outro da commisslo de postoras maoteipaes,
opinando pela approvagSo do artigo* addicciouaes
s postaras da cmara municipal do Recife. A
imprimir.
ORDEM DO DA.
Cootinoaco da segunda discussao do projecto
entre partes, recrreme o juizo exofflcio recurrido
descommonal. o juis municipal Joaqoim Theotonio Soares de
- Continua boje o leilo de cha, principiado A""> g e accordo de que trata a
hontem por intervencao do agente Pinto, no arma- Peilc*o tro do theor seguinte:
xem do Baro do Livramento caes do Apollo.
Amanhaa seextrahira a ultima parte da pri-
meira e primeira da segunda lotera (5i*) a benefi-
cio da igreja de Nossa Sennora do Livramento des-
la cidade, sendo o malor premio 6;OOO,'50OO.
Com data de 25 do correte escrevem-nos de
Pi d'Alho o seguinte :
i Vamos em paz e da neabuin facto notavel sai
para commonlcar-ltie.
O invern vai a seu caminho e o rio, anda
nao d passagem ; alada bontem receben um pe-
queo reforjo d'agua.
Contarara-rae que para a grande chela ultima
fS!SHmSS* S SfS" J' Re8 B*^r0S,: ""i"0 "correa o arrorabameino de um formida-
.oSES. tSSRA Tu aVde fmS
vat.Approvado sem debate.
Primeira discussao do projecto n. 5 de 1860 sup
primindo o instituto commerclal, e Gymnasio, e
creando orna escolado agricultura. E' regeitado
sem discussao.
Terceira discussao do projecto n. 48 de 1865, au-
torisando a eonstruccao de cadeias no interior da
provincia, al o dispendio de cem contos de ris.
L-se e entra em discussao urna emenda dos
Srs. Buarque e Soares Brando mandando suppri
mir o artigo 2, que estabelece preferencia sobre
todas as mais obras.
Encerrada a discussao approvada a emenda,
ficando preso o projecto prra se votar depois da
segunda discussao d'aquella.
Primeira discussao de projecto n. 13 deste anno
obre o ofOcio de primeiro tabelliao de notas de
Rio Formoso.
Falla contra o projecto o Sr. Gaspar, em respos-
com'mao protectora, u iterpella$o que fez o Sr. Lopes Machado.
U Ilustre Sr. Gaspar mostra que o projecto con-
signa umainiquidade ; que a medida por elle au-
torisaia, alm de ser dispensavel redaz, miseria
um dos servidores dos ofHcios de Rio formoso
(apoiados).
Entra em considerares acerca do rendimealo
dos dous cartorios d'aquella cidade, e mostra a
procedencia da opposicjio que faz ao projecto.
O honrado orador conciue leudo na casa infor-
magoes do juiz de direilo da comarea de Rio For-
moso e de outras autoridades, que reconhecem a
Inconveniencia do projecto.
Falla o Sr. Andr Cavalcanti.
-O honrado orador diz, que as lnformac,ues dadas
pelo seo collega o Sr. Gaspar sao procedentes ; que
elle nao tinba couhecimento deltas, por isso havia
prestado o seu assentimento ao projecto ; entre-
tanto, nao desejando sanecionar nenbuma injustica,
nao hesite em declarar que vota contra o projecto,
para que assim fique reparado o mal para o qual
involuntariamente ia concorrendo (moito bem).
Encerrada a dlscu?so, o projecto rogmtado.
Segunda discussao do projecto n. 80 Je 1854, so-
bre o estabeleclmento de orna colonia orphanolo-
gica.
Verificndose nohaver casa,o Sr. presidente
levanta a sesso, dando a seguinte ordem do da :
l discussao d' s projectos ns. 24, 27 e 28 deste an-
no ; 2* dos de ns. 33 de 1862, 12 e 14 deste anno ;
continuado da anterior.
Untes. Dlsseram-me mais que no Limoeiro se
rarara do rio algumas saccas de II, de qne havia
grande porco na tal fazenda. Nao garanto a
ticia, qae pode nao ser verdadeira. >
Repartiqao da polica.
00:
Examinados os presentes autos ele. Por e'les se
mostra, qae pelo offlcio a Mhas 2 da presidencia
provincia, em referencia ao aviso do ministerio da
jostica de 20 de abril do anno passado, fai manda-
do responsabilisar o juiz municipal deste termo
Joaquim Theotonio Soares de Avellar pelos actos
criminosos por elle pratieados e constantes da re-
presentado de Unas 4 a Unas 7 da cmara mu-
nicipal deste termo de Cimbres.
Considerando dita represenuc) v-se que nao
sendo ella queixa formulada na forma prescriba
pelo art 152 do cdigo do processo, a cmara como
representantes de seus munleipes levando aos altos
conhecimentos dos poderes do estado, os excesos,
tropelas, persegoicoes, iojusticas, ilegalidades,
violencias, e crlmes do dito juiz municipal, limi-
tou se em taes impuUgoes a eiposigo vaga de
palavras, que as exprimem, citando apenas inteira-
mente soladas de nuaesquer documentos ou pro
'"us ditos e qoe podessem servir para
...ueoUr o procedimento judicial contra dito
REVISTA DIARIA
S. Exc. Rvma. resolvea abrir domingo da resur-
reicao o santo chrisma na igreja cathedral de Olin-
da para os adultos.
No intuito de extender a iodos a graca da con-
firmaco, d'aquelle dia por diante administrar S.
Exc. Rvma. regalar e successlvamente este sacra-
mento as matrizes de Olinda, desta cidade e das
adjacencias, aos maiores de 6 annos.
E' condico para ser admittldo a recepgao do
chrisma o achar-se devidamente preparado o chris-
mando pela confisso, cuja prova fara com. attesta-
do do reverendo sacerdote que o ti ver ouvido.
Domingo de paschoa da resurreico S. Exc
Rvma. dar a iodos os fiis a bencio papal, depois
da mis-a conventual da cathedral de Olinda.
Os fiis para auferirem as indulgencias que re-
saltan) d'essa bencao, devem estar preparados com
os sacramentos da confisso e commanbo.
O Sr. Dr. Buarque de Macedo, secreUrio da
commisso a qoem U incumbida a direccao da ex-
posico dos productos aercolas e indstriaes da
provincia, acha-se eucarregado de prestar aos ar-
tistas faltos de recorsos os auxilios precisos para
acqoisigo das materias primas essenciaes aos seas
artefactos, urna vez qae qaeiram com elles coacor-
rer a referida exposicao.
Os devotos do Senhor Santo Christo dos Mi la-
gres, cuja imagem se venera na igreja do Espirito
festejar
mmSmSimmS&M.m de marco de a'^^sa^nr-^5r
A' ordem do Dr. delegado da capital, Jos Maria!**5'05 criminosos : proceder o dilo jQrZ M ade*
de Mello, para averiguaos em crime de estupro, "'^ao d justica a seo careo eontriia IlUeral
JooGomesda Cruz, e Guilherme Hermn, para I disposicao da le munido por eeito de odios, de
correccao,eJustioa,ecravadeFelippeBenicioCa-:Pa-l",os fffoe e corao lostrumenlo.deiseus
valcantT, por ter fgido do poder do depositario. | patronos : proceder irregolarnwnte ***g
A1 ordera do subdelegado do Reeife, Hesbelto i PPe"ar | absolvicio da re Joaquina Leit de Si-
Barbosa da Silva, por feriroeolos, Bernardino Alves ; W* fr* PJ rebasus, sendo por lcren
Salazar, por crime de rapto e estupro, George Ja- ? fal ter sido dito jai peludo por tres contos
accosacio da demora pelo mesmo juiz de outra de-
marcado requerida em (ver de orphos por Fran-
cisco Lefte de Siquelra, porque tal cousa Imagi-
narla e de pura invenci da amara represen-
tante, qoe da mesma forma creon urna queslao de
aaalgnaco de 10 dia, sendo nella autora urna mi-
seravel vfuva e reo Francisco de Sonta e Mello, de-
morada na concluso delle jais por 4 mezes e reco-
Ibida ao cartorio sem despacho com prejuizo dos
orphos, falsidade esu' provada com o documento
n. 54; os documentos ns. 55 a 60 referlado-se ao
facto comprebendido no art. 130 do cdigo crimi-
nal, e que foi pratlcado pelo juiz acensado no ca-
rcter de juiz de direito como j foi dito, nao com-
petindo-me aprecia-loa os delxo em silencio.
Concloio o mesmo juiz* aecusado a sua defeza
com os documentos de numero sessenta e nm a
eessenta e cinco, dizendo com elles provar quem
sao os individuos persguidores violentos, e cajos
factos vergonbosos, fleam sepultados as estradas
de Pesqueira, conforme a elle juiz alinde a mesma
cmara.
De quanto flea ex posto claro que pelos factos
impuudos ao mesmo juiz municipal, e constantes
ppr o mal setsaio e Completo deepreso.
Relveme, flaalraente, o publico imparcial qaal-
quer expresso mais forte, atteodendO a que mni-
tas e repetidas teem sido as provocacfl>s qne tenho
soffrldo, provocagoes alias a qne nao tenho dado
cabimento, pois qne nao mea eostome traclar
mal a nlngoem. ,
Villa de Garantan, 10 de mareo de 1866
Antonio Bapliita de Meito Prizot.
Illm. Sr.Convda ao servio poWlco qoe V. S.
assuma a exereicio daa funecf s de juiz municipal
e de orphios desse termo, se anda nao o tiver
: feito, visto como sendo o segondo sopplente tenen-
' te-coronel commandante da guarda nacional desse
; municipio, deve, como Ja ordeoou S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, esur no cocoreando de seu
batalhao.
Nio sera eslranbo a V. S. o alternado qae dta-M
na madrugada de hontem na povoaco da Pal
meira; e conveniente que V. S. quanto antes
proceda como fr de direito nao somente a respei-
to desse facto corao do qoe teve lugar no dia 3
deste mez no districlo do Correle. Muito confio
da mencionada represenuco, sendo a. prados | % "v TVJBffJESi
o monto A nnlrnc daeuirlnaitnc a nnlrnc fnicns *V. _. p"w
mes, ioglez, a requisco do respectivo consol
A' ordem do de Sao Jos, Marcos, escravo de Ma-
ra da Silveira a dlsposigo do procarador da se-
nhora.
25
A' ordem do subdelegado do Reeife, Mara Feli-
cia, por insultos.
A' ordem de da Boa Vista, Loiz e Danie1, escra-
vo, este de nm fao Vieira da Silva, e aquelle de
Manoel Luiz Vires, ambos por desordem.
A' ordem do da Capung Ado, escravo de An-
dr de Abreu Porto, por infraeco de posturas mu-
nicipaes.
. O chele da 2' seccSo,
J. G. de Mesquita.
Passageiros do vapor inglez Amazon, sabido
para Liverpool:
E. Johlistn Jnior, A. B. Cuervo.
1251000
300U0
20^1000
2000
205000
Relacie das pesseas da comarca de Santa Anto,
que mandaram stia effertas ae respective juiz
de direito Jas Felippe de Sonu Leo, para se-
ren entregues a commisso desla provincia pa-
ra fundaro de um Asylo de invlidos da Patria \ legaes,
na crte.
Os seemores :
Bacha.rel Jos Felippe de Souza Le3o.
Jos Ignacio de Sooza e Afbuqaerqoe.
Vicario Francisco Xavier dos Santos.
Cap to Manoel Se verino de Albuquer-
qa.......................
Joo Jos Ferreira.................
Alferes Francisco Jos da Costa Ger-
mano..........................
Teneote Joo Laorentino Cavalcanti
de Albuquerque.................
Frei Augusto da Iramaculada Concei-
ce............................
Manoel da Costa Ventara...........
Tenente Jolino Conealves Lima.....
Manoel Gomes Silverio.............
Joaquim Jos da Rocha............
Felippe Aolonfo Rodrigues da Costa..
Alferes Belarmino dos Santos Bnlco.
Tnsate Josa Patricio de Moura Cas.
Antonio Jos Rodrigues da Coste.....
, Santo, pretendende este anno festejar a mesma
obras, e nao conste que se ache em mas condicoes magem( deliberaram nomear pelos bairoe e fra-
por falta de subsidio. guezias desta cidade as commissSes abaixo decla-
0 honrado orador diz que nao v agora razoes ra(jaSi afjra ,je agenciai em esmolas para a mesma
plausiveis para alm do augmento do praso no festividade.
previlegio, conceder-se mais
como subveoco.
to avallada somraa
Bairro do Reeife.-Primeira commisso.Anto-
nio de Souza Parolide, Manoel Moniz Tavares Cor
Em vista destas consideracSes e de oulras qne [ deiro e Manoel Jos da Silva Oliveira.
adduz, declara o illustre Sr. Costa Ribeiro que vo
u contra o art. 3* do projecto.
Falla o Sr. Brito em apoio do art. 3.
O honrado orador diz que em condicSes diver-
sas daquellas qoe disiwe o projecto, nao fcil ob-
ter-se a realisaco do melhoramento de qoe faz
elle roencto.
A cidade de Olioda nao se acha no caso dos ar-
rabales desta capital at Apipocos ; toda a zona
atravessada por esta linha multo hablUda e con-
tera diversos povoados ; o movimento por tanto
consideravel, e a empreza tem assim grandes pro-
babilidades de xito ; entretanto a estrada qae
se projecta dilflcilmenle poder nos primeiros an-
nos auferir vantegeas animadoras. Alm disso,
accrescenta o honrado deputado, empreza_ de
Apipueos nio se impoz o onus da conservadlo e
recoostrocgo das pontes e das estradas, condico
esta que por si s justifica o subsidio (apoiados).
O orador pondera atada qoe seu pensamento
modificar o art *, para o qae aceitn urna emen-
da do seu collega o Sr. Buarque, restringalo o
privilegia a 30 anno, lado os quaes ticara a em-
preza peftaocendo a provincia.
Em condicoes to ventajosas acredita o orador
que a poovincla s tom a lacrar com a empreza
dos carris para Olinda.
L-se e entra em discussao urea emenda do Sr.
Coste Ribeiro mandando sopprlrofr o art. 3*
Segunda commisso.Francisco de
Albuquerqu
ice Jos do
Mello, Joaquim Lulz Vierra e Francisco
Passos Gairaares.
Bairro de Santo Antonio;Primeira commisso.
Firmino Jos de Oliveira, Joo Carlos Lomacby,
Pedro Simlo da Silva Braga e Agostinho Jos de
Oliveira.
Segunda commisso.Jos de Mello Coste Oli-
veira, Theotonio Flix de Mello e Manoel Jos de
Mattos.
Terceira commisso.Antonio de Souza Reg,
Jos Fernandes Lima e Antonio Joaqoim de Al-
meida Cruz.
Sao Jos.Primeira commisso.-Joo Fernn-
' des Lopes, Ignacio Ferreira da Costa, Joo Jos de
1 Carvalho e Ignacio Pessoa Esleves da Silva.
Segunda commisso.Antonio Pereira de Faria,
Jos Martina da Silva Braga e Tbomaz Francisco
Sales Rosas.
Bairro da Boa-Vista. Primeira commisso.
Luiz Pereira llapozo, Jos Alves Lima a Joaqoim
Ignacio Ribeiro Jnior.
Segunda commisso.Symphromo Olyrapio de
Queiroga, Joaquim Pereira Arante a Joao Loiz Fer-
nandez Ribeiro. r
A campaobia do Uro continua a servir se de
todos os elementos, para a cooseeocio de seas flns.
Anda na sexta felra ultima lancon ella mao de
De Santo Anto reraetterara mais a
os Srs. :
Coronel Jos Cavalcanti Ferraz
Azevedo.....................
Capitao Jos Severlno Cavalcanti
Alboquerque..............
de
de

Communicados
A propaganda protestante.
VIII
No artigo de hoje sob este dalo sabio, entre ou-
tros, um erro que se nao pode prescendir de emen-
dar, por que pode trazer venenoso alimento ao es-'
pinto de qoem nao o possa bem supprir. Em vez
de prescripqoes da igreja, foi impresso prevarica-
coes da igreja, no seguinte pequeo paragra-
pho :
Queris ser livres? curapri religiosamente a
le. Qoeirais respeiu-la assim, sede escravos do
dever, do preceito moral, de todas as prescripifies
da igreja catbolica, que assim vos farels fortes e
algara dia livres. >
Reeife, 26 de margo de 1866.
Affonso d"Albuquerque Mello.
mi i
de ris: nao cumprir dito juiz sea dever por exi
{encas, influencias e favores do coronel Leonardo
de Bezerra de Siqoeira Cavaleante: proceder no
exercicio de seu cargo com violencia, maltratando,
insultando com palavras speras e duras a cida-
dos honestos e pacificas : abafar e deixar o dito
juiz de proceder contra os tactos mais nota veis e
escandalosos: demorar com proposito e prejuizo
de orphos demarcares em trras destas requer
das por seus respectivo tutores e curadores: de-
morar da mesma forma prolongadamente a expe
dico e andamento de urna quesio de assignaco
de 10 dias de urna mlseravel viuva; despachar o
mesmo juiz contra a le expressa, tirando do poder
de sua madrinha um orpbaof por ella creado sem
dispendio e qoe Ihe fura entregue em artigos de
morte por seus propnos paes, e isto por sugesldes
e intrigas de prenles.
Nao teodo a cmara representante fornecido ou
untado a saa represeniacoquaeiquer documentos
e elementos constitutivos de todos esses crimes,
procedendo o governo imperial e da provincia do
modo proscripto pelo art. 153 do cdigo do pro-
cesso, mandando fazer efectiva a responsabilidade
do juiz autor de Ues crimes, e procedendo este
juizo conforme as ordens recebidas nos termos
instaurando o presente processo, foi nelle
ouvido por nolifieacio o Jala aecusado, que deu a
sua respo.-te de foi has 10 a foi has 30 com os docu-
mentos de Unas 32 a folhas 230.
Sendo o processo ordenado ex-efflcio e nao por
queixa formulada regularmente conforme o citado
art. 152 do mesmo cdigo do processo, emende por
isso este juizo nao baver legitimo queixoso para
que podesse a sea respailo proceder como dlspde o
art. 80 do mesmo codito, e anda em face do mes-
mo art. 152 efudo e aviso de 2 de jineiro de 1834
qae nSc jalgam necessario o reo comparecimenlo
nos crimes de responsabilidade, e nao sendo oestes
crimes obrigatoria a inqoiricio de testemuohas em
face do que dispoe o aviso de 28 de fevereiro de
1859 e existiodo nos autos quanto baste para po-
der-s fazer a justa apreciaco dos actos imputados
XX ao mesmo juiz, passo a anlisa los e jo'ga-los con-
2JJ2JI forme o direito e justica.
ITXXq I Entre os meemos factos nao me cabe o tomar
vaXa i conheeimento e sim a relaeo, do que est compre-
^touo; hendido na dlsposico do art 130 do cdigo crimi-
rjX' nal (isto ) ter o juiz aeccasado deixado de appellar
J*^" da sentenca do jory que absoiveo do crime de
innsOO roorte a re Joaquina Leite de Siqueira por ter o
V-iosn, mesmo juiz em seraelbante facto obrado no carac-
eoramissao ter de jQlz ^ direjt0 (j pre,jdeote ao juryi e por
isso delle nao me occuparei.
losnnn' Quant0 aos outroa sendo a represeniaco que deu
iu#uw base ao processo defflciente.de qoaesquer provas,
Aiattole fQdada s na divagaba de palavras de cinco
u^uuu. raeB1bros ,ja cmara municipal, como j flea dito,
3mm P^de esle J"'10 na<*a considerar sobre a impor
" tanda e peso de tees palavras no sentido de prova-
rem a criminalidade dojuiz aecusado, pascando por
isso a entrar na apreefacao da resposta do mesmo
juiz, para drlla em coofrontecao com as palavras
aecusadoras da mesma represenuco, poder dedu-
zir e formar acertado julze sobre a veraeldade dos
factos culposos imputados ao dito juiz, e poder en-
lio pronunciar com instiga o sea julgamento. Lidos
e apreciados os documentos de folhas 32 a folhas
230 e aegacoes da resposte ou defeza do juiz aecu-
sado, v-se qae este destrua i ntei rameo te a acco-
sagao coutra elle feite pela mencionada cmara
municipal, mostrando : primeiro que (oda essa in-
dlsposigo da cmara e representa gao contra sua
pessoa nada mais do que o effeito do odio e per-
segui(o do commandante superior da comarca
Candido Xavier Pereira de Brlto qae o hostilisa
desde sua chegada na comarca, como se v dos do-
cumentos de ns. 1 a 16 : segundo que dita repre-
seniaco comparada com o documento n. 13, con-
vence cabalmente o> ter ella sido imposta pelo
odio do dito commandante superior
iegalmente e outros desvirtuados e ouiros falsos
como foi demonstrado, em nenbuma culpabilidade
Incorreu o mesmo juiz aecusado. qae nao pode se-
melbante accosaco ser tomada n'outro carcter se
nao de um monstruoso artefacto filho da ma' voo-
tade eodio de um ioimigo desse juiz, iuimigo sem
generosidade e meos apto, o qaal servindo-se da
simples possibilidade e ignorancia dos camaristas,
sem consciencia dos seas actos e da degnidade de
seu cargo, ImpgBsadameote o sem re^exo presU-
rara suas assignaturas para a caarmaco do que
ji linba dito esse mesmo inimigo, que tambera o
presidente da cmara em o seu ailesiado (donu-1
melo numero trese) atim de poder susienur quan-
to pode levar por meios mysteriosos ao anime da
governo da provincia para delle conseguir, como
succeden e se allega nos outros a negativa do cum-
pra-se na carta ou titulo de recooducgo do mesmo
juiz. .i
Em face do que nao se podendo mesmo do leve
presumir no juiz aecusado a' menor unputaca ou
voniade de commetter os crimes que lbe sao impu-
tados, nao se podendo dos actos por elle pralicados,
e que constiluem a aecusago inferir a menor of
fensa ou damno a qoalquer individuo ou mesmo a
sociedade, nicos prucedimentos que podenam no
pensar do nosso legislador criminal, consumir os
elementos de taes crimes, nao haveado qaaesquer
indicios, coocludentes e capazes, segundo o pensar
do iliusirado jurisconsulto Pimeou Baeno.de gerar,
ja' nao digo certa, mais provavel coovicco da exis-
tencia dos mesraos crimes, e pelo contrario vend-
se ijue a mesma accusaeao, coasunte da represen-
uco da cmara de folhas quatro a folhas sete, des-
tituida integramente de privas acha-se no lodo des-
truida pela defeza e documentos citados de folhas
a follas, julgo improcedente o preseote proeesso
contra o mesmo juiz municipal nacharel Joaquim
Tbeoionio Soares d'Avellar, pagas as cusas pela
municipalidad?, em qu a coodemno, e recorro ex-
offlcio para a relaeo do destricto. O escrio re-
mella o precesso incontinente a superior instancia.
O mesmo escrivo esta publique em seu eartorio.
Juizo de direilo da comarca em o termo Pesqueira
tres de Janeiro de mil oito ceios sessenta e seis.
Lanreugo Francisco de Almeida Cauoho.
Negocios de tanta ponderagao como as graves ac-
cusages irrogadas ao juiz aecusado com offensa a
sua reputecSo de magistrado par do interesse da
juslica, aim de pedlrem lempo para poder o mes-
mo aecusado produzir convenientemente sua defe-
za, e o juizo processaote tambem o necessario para
suficientemente conhecer a verdade e esclarecer-se
para conscienclosamente poder pronunciar o seu
julgamento, unido aos accumolados trabaibos do
juizo em done termos populosos e na presente qua-
dra de guerra em que muitas tem sido as distrae-
rles do servlco da jastica, deram motives para a
demora no julgamento do presente processe. Era
ut supra.
Loorengo Francisco de Almeida Galanho.
Aceordao em relaeo etc.
Que feito e sorteioe relator io do estylo. Negam
provimento ao recurso i visu dos autos, provas e
a justa sentenca de folhas e condemnam os denun-
ciantes as cusas.
Deus guarde a V. S. Villa de S. Beato, 29 de
novembro de*l666.
Illm. Sr. tenente Antonio Baptisu de Mello Pei-
xoto.
Carlos de Cerquetra Pinto,
----- Jaiz de direito.
Publicares a pedido
Pede- mnnicado do Diarto ae 24, que declare qual o po-
tentado da aldeia com qoe lutou o juiz Cintra em
Serinhaem e bem a^sim qual o raUzona Sjae a
montanha pari; isso ne prazo de 3 diaa rio de
que de qnaiqoer modo tera' a conveniente res-
posta.
O veriU?.
HUMA VIDA SALVA!
104000
104000
54600
Reeife vlnte e sete de fevereiro de mil oito ce-
ios e sessenU e seis. Fermiao Aatooio de Souza,
presidente Laurenjo santiago, Almeida Albu-
querque, Motla.
Nada mais se continha em dita sentenca e aceor-
dao aqu bem e fielmente copiados dos proprios
autos, dos quaes me reporto; e vai a presente cer-
tido sem cousa qae duvida faca, conferida e con-
certada, subscripta e assigoadanesta cidade do Re-
eife de Pernambuco aos sete dias do mez de marco
de mil oito ceios sessenta e seis.
Subscrevo e asslgno em f de verdade. Anto-
nio Joaquim Ferreira de Carvalho.
Correspondencias
Senhores redactores.O abaixo assignado corao
pai que presa a honra edignidade de seos filhos,
logo qae vio publica lo no Diario de Pernambuco de
13 de maio do anno passado no expediente do go-
verno um offlcio dirigido ao Illm. Sr. Dr. Juiz de
direito da comarca do Brejo acompaobado de um
aviso do Exm. Sr. ministro da jasttea mandando
syndicar e responsabilisar sea filho Joaquim Theo-
tonio Soares d'Avellar, juiz municipal e orphos do
termo de Cimbre, pelos (actos calumniosos qoe
Ibes foram imputados pela cmara municipal do
mesmo termo -, pedio no Diario de Pernambaco
n. 112 de 16 do dito mez de maio, ao respeiuvtel
publico e a seos amigos, e do dito seu filho para
que suspendessem seus juizos at qae elle apresea-
tessesda justifleagSo.qaetioh froba-ta quesera
plena e cabal a toda a luz d evidencia e na mes-
ma occasio agradeca ao Exm. Sr. ministro da
justiga, a opportuntdade que tinba proporcionado
Srs. redactores. Ha bomens que s servero de
flagello a seos semelhantes, quaes os espirites re-
probos s vivem do mal, a maledicencia, a intriga
e a mentira, sao elementos constitutivos da saa
triste e misera existencia.
A este numero de entes to pervertidos pe'rleoce
um pasquineiro qae, para desgraca desla infeliz
trra, velo a ella ter j corrido de outros lugares
onde mostrara que, entre as suas pessimas quali-
dades, tambem se contava a de falsificador. Se-
melbante individuo, para qoem nada sagrado,
levando a sua audacia ao ponto de nao respeiur
nem o pudor das familias, nem as cinzas dos mor-
ios, sob o aoooymo, e ora no Liberal/'tira na
Ordem tem consporcado caracteres que Ihe
esto muito superiores; por que, pelo menos, an-
da nao deserrara a emparelhar-se com elle em
actos lio degradantes, qne Ihe teem attrabido des-
presivel celebridade I Ainda ha pouco, em nma
correspondencia publicada no Liberal de 17
do mez prximo passado, a qaal bem mostra a in-
dolO desse individuo, pelo desfacamento com que
falta verdade, sou de parceria com o Dr. chefe
de policia e oulras autoridades aecusado de vio-
lento, tendo-o j sido, de-oulras vezes, de venal,
alm do ridiculo que se me tem querido langar,
em diversas pubhcafOes de igual jaez nos referidos
peridicos.
Sobre o Dr. ebefe de polica; natural e muito
cabida a ogerlza que Ihe tem tal correspondente,
pois qae os mos instinctivamente aborrecer a au-
aos mesmos I toridade, principalmente quando esta sabe compre-
Encerrada a discussao o artigo approvado com ; um menino de 7 para 8 annos, que fortou de cima a0 a emenda do Srs. Buarque e Corroa de Britto. de um balco de urna loja da ra do Crespo, ama
Entra em discuso o art. 4*. PeCa de chita, quando vio que os caixeiros estavam
Vem a mesa ama emenda dos Srs. Buarque a "retidos com os fregoeres ; entretenlmento que
BriUo restnngindo o privilegio 30 annos, Ando nao foi suficiente para fazer passar desapercebtdo
os qoaes devera a empreza perteaeer a prtviocia. sse acto por quanto o menino foi agarrado, con-
Encerrada a discussio, approva-fe o arttgo com
a emenda.
L-se e entra em discussao nm artigo additivo
fessando qne realfsra esse furto por ordem da
propria mli.
Moradores da ra da Esperase! nos pedem
dos Srs. Baarque e Britto, sugeiundo a empresa, reclamemos a extinccaa de um grande lamacal que
na conlinuacao das suas obras, ao sea servigo e na
forma de regular as respectivas tarifas, fiscalisa-
go do governo
Encerrada a discussao, o artigo additivo ap-
provado.
E' ilda ainda e entra em discussao urna emenda
all existe, no caato da roa Real, com grav detri-
mento para elles e mesmo para os transentes.
Chamamos para isso a attengao do respectivo fis-
cal.
- Aebando-se eticado em roda
do Sr. Soares Brando, para ser collocada onde! Prioeezas-, tembramoa a conveniencia de organisar-
convier, declarando qoe os onus Imposto* com- se em seu centro um jardim com nm bello chafara
panhia durarao por todo o tempo do privilegio, que ooderi ser construido pela eoropanhia de Be-
E' approvada. beribe, urna vez que os cofres geraes coneorram ._r.a(. saroalnr p-
Segunda discussao do projecto u. 2* deste anno. pelo menos eom a roetade da despeza, visto que de- Sou admlnistraco desta praMawu
Falia contra o projecto o r. J. Reg 'Barro, a ve ser e le de grande cnstoe sendo mais de aformo- u digno 1- vice prudente foi o primeTro
ni n Ci- ;i, Dnn.nn saimnntn rin niiR (Ir ntiliflade. au deve ser sn- .. ,
surda que Ihe faziam seos gratuitos iaimigos (gra-
tuitos sim porque tenho toda a certeza que nunca
foram offendidos nem directa e nem indirecta-
mete).
O referido seu filho tambem fez o mesmo no
Diario de 14 de junho do mesmo auno.
Chegando agora a occasio de dar essa satisfago
de saa parte e da de dito sea fllho que se acba
ausente offerece a apreciago do respeitavel publi-
co, e dos seas amigos a sentenca do mafto mostra-
do e reto jal, de direito da comarca do Brejo,
o Illm. Sr. Dr. Lourenco Francisco de Almeida
Caianbo e juntamente o venerando aceordao do
egregio tribunal da relago desta provincia, qae
' eampo das eonfirmoa a justisslma sentenca daqoelle digolssl-
mo magistrado.
i O abaixo assignado fallarla ao d9ver de^ratidao
seno approveUasse esta occasio solemne para
favor o Sr. Silva Ramos.
Verieando se nao baver numero, o Sr. presiden
te levanta a sesso, dando a segrate ordera do da:
searaento do qae de ntildade, nio deve ser so-
mente executado a coste dos cofres da eompanbia.
Agora, que o inverna nos bate a porta, qne se
! discussao dos_praleclos ns. 24, 27 e 28 deste deve cuidar do pianito oa iransplaougo das.arvo-
anno ; 3* discussao do projecto n.
e contiuago da anterior._____
SESSO ORDINARIA BM 21 B MAfl^O DE 1866
PIlESmBNCU DO SR. VIGA RIO FRAKC1SC0 PEDRO DA
SILVA.
2 deste anno' res oeeessarias ao jardim, afira de nao serem vic-
tima do calor do verio.
Lembraode esse melhoramento de grande lote
reste para a cidade, deeejamos que nelle se pefise
com sartedade e prompiido.
I 3 j
Ao Sr. flseal de Santo Antonio pedem-nos qae
anjo da gnarda qoe' o referido bacnarel Avellar
encontrn para com o governo imperial, ao Illm.
Sr. Dr. Lourenco Francisco de Almeida Catanho
moito digno juiz de direito da comarca oo Brejo
pelo criterio esclarecido com qae lavroa saa justa
seoteoea, ao Exm. Sr. desembargad or Francisco
Vieira Coste qae cerno relactor dos aatos fez so*
exposicao com teda a mioaetotidadn, e aos Exms.
Srs. desembargadores Loareoeo Santiago, Almeida
Albuqaersjoe e MotU, pala apuren (lo unnime
Ao meio dia faz-se a chamada o reriflea-se es-, reeommendemog ama sacia 'de morques e pretaj,' qae aeram aquella exposicao joDflniaodo assim a
camaristas, feitura sua e seus submissos servido- hender os seus deveres nao transigrado com o cri
re, visto serem as palavras e pontos da accusaeao me. Esle magistrado esta to cima desse escre-
da represeougo ioteiramente combinadas, oo as \ vinbador, sao lo relevantes os servicos por elle
proprias do atteslado do mesmo commandante su- j prestados i ordem publica nesta comarca e era
perlor (documento n. 13) ambos com o tira de im: outros lugares da provincia e do Brasil; que, nem
pedir a reconucgao delle juiz : terceiro, que ne-1 de leve, poder ser estremecida a sua reputacao
nfaam conceilo merece semelbanle represenuco pelas declamares bombsticas e pilheria,s insul-
pela absoluta ignorancia de seus signatarios, a!untes deque se acha reeheiada a correspondencia
maior parte dos quaes sabara apenas lr e porque i a qne me reSro.
azados ou acosturaados a semelhantes representa-1 S os protectores dos sceleratos de Timb e St-
(des, quando s veem a cmara para satisfazer as, tuacao; s aquelles que em escriptos pblicos e
ordens e vingaocas do mesmo commandante sope-I particular mente declamara contra as autoridades,
rior de qoem cunhado um dos camaristas e por i aconselhando a perpetrado de crimes, que infeliz-
que fallando em nome de seus manicjpes nao s; mente se teem-realisado, ero capazes de censurar
nao procuraran) provar com documentos lo gra- o muito justo procedimento do Dr. chefe de policia,
ves acensares, como porque cahem na contradi- mas semelhante censura, atientas as causas e a sua
(o de o pintaren) ora como ura novoYerres improcendencia, o melhor elogio qae se possa
que com violencias e medo afugenu as partes, ora fazer a urna autoridade enrgica, prudente e illus-
qoe est intelramente desconsiderado e que nin- irada. V
guem faz caso delle^quanto que com os documen- Cumpre-me ainda dizer, em relagao a este ma-
a?
tos ns. 3 e 4 A e 4'*B, 6, 7 e 8 prova sua boa con- glstrado, qae, se tenho estado- em contacto com
docta e regular proceder :' quinto, qne com os do-! elle, communicando o algumas vezes, porque a
cumenlos as. 1, 24,26 e 26 prova saffloieoiemente. isto sou obrigado em virtude de estar fonecionao-
no ser injusto, violento, perseguidor e maltratedor, do com o juiz municipal deste termo, a quem pri-
das partes e qoe ellas o teem sempre tido em coa- vativamente pertence instaurar o processo dos cri-
sideracao e confiaoca, recorrendo de preferencia a mlnosos de Timb assummdo eu o exercrcio des-
elle juiz acensado em suas queixas, do que aos de-, te cargo, por ver que devia providenciar de ma-
legados e subdelegados, seos amigos, e conforman-, neira a ser garantida a tranquilidade publica, e
do-se com suas decisoes, sem procurar qnaesqaer mesmo por assim me ser ordenado pelo Dr. juiz de
recursos mesmo de habeas corpas, sendo qae ae- direilo da comarca qae me coafloa to ardua u-
nbuma queixa al boje contra elle juiz foi tente- rea, documento abaixo ; e nio por outro qaal-
da por orna s parte : sexto, qae os documentos quer motivo menos digno, pois que^alera da re-
as. 6,8, 27 e 28 provam no termo a existencia de conheclda independencia e reelido do Dr. chefe
sea juizo e qae elle tem camprido as suas obriga- de policia, nao tenho por costumes bajlar a quem
ces: stimo, que os documentos os. 29, 30,31, qaer que seja : respeito aquelles que se tornara
33, 34, 36 e 37 provam nao ser elle juiz sectario dignos de consideraco, sem olhar para sua posicio
ceg da poltica decabida como se allegou em dita official.
represeniaco: oltavo, qae os documentos ns. 38,
39, 40, 41, e 42 provam nao ter elle juiz de ne-
nhum modo sido dependente do coronel Leonardo
Bezerra de Siqoeira Cavaleante oo de outro qual-
quer e que tem sempre vivido com a independen-
cia necessaria I> carcter e cargo do juiz : nona,
qoe os documentos ns. 43,41, 45, 46 e 47 provam
Quanto a mim, anda direi que ha mais de dez
annos, qae occupo> lagares pblicos, qor como
subdelegado e delegado de policia oatr'ora, qor
como sopplente do juizo municipal em dous qua-
trienios, e que em nenhnm tempo me neguei a
discussao dos meas actos por nao ae desdourarem
sendo que ama vez aggredido por nm calumniador,
qae nenbuma Injustica s fez a Joo Leodegarlo de cbamel-o perante as tribunaas do paii, achando-se
parias Indefenno-lbe a petigo em que pedia a elle ainda hoje sob a pressio legal por causa de
entrega de um orpho, e qae pelo contrario se dea-. sen criminoso procedimento.
pacbou de accordo com a le e beoeflcio do mesmo Portanto, tome o autor de taes pablicacoes a
orpblo, sendo que semelhante questSo priocipioo responsabilidade dellas, delxe o anonymo e assigne
eom o supplente e nao com elle juiz: dcimo, qae o seo nome, o qaal parece envergonhar-se de si
com os documentos ns. 48, 49 e 60 prova ser la-, proprio, qae lbe darel a devida resposU, aquella
exacto o ter o curador geral dos orphos, pedido' que costamo a dar de conformidafle com as lele
exoneraco por causa de semelhante questo: de-. qoe nos regem; ao coutrario, eentinae a exercero
cimo primeiro, que os documentos ns. 51 e 52 pro-
vam ser ioteiramente falsa e calumniosa a aecusa-
ler ae juiz com proposito demorado* no lu- porque iqaelles qae se esconden, com o scelerato
flatro" tintos, a demarcaco da trras dejo faz de emboscada, para i sea salvo e cobarde-
it Barbo dos Santos em prejulio dos or-! mente ferirem soa victima, na falte de nao se no-
Nao temoe conliecimento algum de nenhnm
caso que to perfeitamente mostr d'nma ma-
neira a mais clara e persuasiva o peder da
Beieneia iediea sobre a molestia; qnal seja o
de Antonio Joaquim Psrxiiu, da Baha.
Este homem infeliz havia mais d'um anno qne
soffria as dores as mais atrozea e pnngentes
proveniente de
Trezo
Terriveis (llagas Alertas
espalhadas por sobre difterentee partes de sen
corpo, sendo urna das qoaes sobre o peito de pe
urna fonda e maligna ehaga, a qual o pri va va
de andar, caozaado-lhe as doree as mais agoni-
santee quer de dia quer de noote; oontiauadav
mente atormentado por taes amicedes e dores,
e quasi qoe aborrecido da continoacaO de sim-
ilhante vida, tendo poeto de parto toda a e
ennfianra em medocipaa, e na realidade paiecta-
qu para elle nio lbe restava mais esperanea
alfuma; asshn pois resignado eeperava cota-
paciencia o termo final de seos mntipHcadoa
Borrrimentos, eis que milagrosamente por tar-
tana soa Ihe receitarSo o grande purificador
do sangue
A Salsaparrilha
DE BRISTOL
e mediante & sna grande eficacia e exceUenci*
elle se achoo dentro de pouco tempo, livre de
seo irremediavel estado de desespero, e a doce
e risonha esperan ca trnoo de novo reviver
em sen coracSo; sob a poderosa e benvola in-
fluencia deste admiravel medicamento, as suas
hagas em breve principiarse assnmir um ca-
rcter favoravel diminuindo o aspecto de sua
malignidade. A ma do sangue e mate
humores do systema tornou adquirir urna
apparencia clara e saudavel, s dores ator-
mentadoras d'oufro ora o deizarSo, e orna doce
e suave tranquildade principiou precorrer
todo o seu systema, restaurando-lhe a desejada
paz e eocego d'eepirito; as chagas urna un
ae forio fechando at que finalmente ae cica-
triza rio d'um todo, e hoje acha-se perfeita-
mente sao, gosando d'um perfeito estado de
saude, depois de se ter visto privado d'esto
grande gozo durante mais d'um anno. Elle
durante esta sua cura,, apenas fea uso de
Desasei garrafas da Oenuina Salsaparrilha
da Briitol, preparada exclusivamente por
LANMAN & KEMP,
De KTOTA YORK.
Beeommenda-se mui particularmente aos
Doentee d'ambos os sexos, que empregneaa
toda a cautella na esoolha d'esto admiravel
remedio, afim que nio obtenhSo outra com-
posicao qualquer, que ato seja a Balsa pe rrfl-
h Oenuina de Bristol, pote que todas as
mais preparajdes e imitaoSea d'esto naturesa
sao falsas nao pcesuindo virtude algum.
Vende-se as boicas de Gaors 4 Barnoas-
e G. Bravo de G.
Pastllhas Tertnifugas de kemp.
Criangas atormentadas por vermes podem
ser alliviadas com orna s dse de paslilhas
vermfugas de Kemp, que s3o incitantes em
apparencia, e deliciosas demais no seu gos-
to para serem regeitadas. Eatas paslilhas
sSo muito procuradas por quatro motivos:
nio contm mineraes; n5o precisam depois
de purgante; eEfectam o que se de;eja sem
causar dr; as criangas esto promptas a
tomar maior dse do que a marcada na re-
ceita. Nenbuma mi que j as tenhas expe-
rimentado urna vez quer outro vermfugo
na saa casa.
A' venda por todos os primeiros droguis-
tas no imperio, e em Perpambuco*por Caors
Barbosa e J. da U Bravo & C.
COMMERCIO
PRAgA DO RECIFIS.
cotacoes oMelaes.
26 de narco.
As 3 1|S horas da urde.
Aasucar mascavado bruto americano bomlW30
por arroba.
Assncar mascavado Canal1^680 por arroba.
Algodio 1" sorte10*300 por arroba.
Algodo de Macei posto a bordo 16*800 por
arroba.
Cambio sobro Londres 90 djv. 37 3|i, 27 5i&V
e 27 1|2 d. por 1*600.
escontos12 0i0 ao anno.
Dnbourcq Joniorr
Presdante.
^ SUveira,
Secretario.
Caia Filial dt Banco da Brasil e
Pernambuco 10 de marco de 1866a
De ordem da directora se faz "publico aqaellas
pessoas que tem objettos de ouro, prata e diaman-
tes depositados sob eauco nesta caia, qne estan-
do ja vencidos e nio pagas as letras, que aeeila-
u genio malvolo conservando-ae occolto, certo ram pelos referidos depsitos, se val proceder a
de que nao estou resolvido a responder-mmaiif 'vendaem basta publica dos mesmos objectos, ron-
forme o proscripto aos estatutos desta caia
O guarda livros,
Ignacio Nunes Crrela.
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e-novo, banco paga o 16 dividendo na*
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ftMdiaetfa do dia 1 a 24..... 630 216
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rados coiWuendas... 30
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fuiuraes sabidos cera azoadas...
< < com gneros
1,710
132
770
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-\
ftesearregamjpje 27 do arco
ir instasG/a :a francezaSpAidem.
Bca ingttufifcanar-fltlirtla d# trigo.
Hitte amemano -= /oAn Rett fariaha ee trigo
mus gneros.
Bngue inflez Lt-n mercadotias.
Brigue portugueiLaxa I = diversas geoeros.
Bngue HornagueasePrestodem.
Bngue austraco Bwnij* Caboga. lariaka de
ifigo. j IB 2.
Bngue portoguzLataZlagado.
Stira fiera -ffcraiaii'-.CTrto de pedra.
Barca iogttza-Orndaid***. ,
Barca ingieraAftgandre-ldess-
Brlgue nacional-* F7nnit7iiv charque.
Brigue CtaiavalManato 7-Mera. aTA.
Patacho igentiQaIfafctWWtr^-ldem.
Patacho -tm^anholAdMaute-idem.
SMBaca hesnaoholaGuadalupe idea.
Barca inglesa HV/(/(omercaduras. Ierro e car-
iRlo.
Escuna injjezal-infcrinlia de trigo. .
~jua hajanveriana Jacobus batatas, Tarello,
uda mais se continka em dita carta de
editos aqu copiada, que eu escrivlo bem e
fielmente copiei do propiio original, a que
me reporto; e esta fie na verxlade em cou-
sa que duvids faca, conferida e consertada
na forma do estylo. Cidade do Recife, 6 de
marco de I86(i. Escf*vfre asstgno em f
de verdade.0 escrivao, Pedro Tertuliano
da Cunda.
0 Dr. Tristo de ALeocar Araride official
da imperial ordenada Rosa, juig. de di-
reito, especial do cominercio denla cida-
de do Recife de Pernambuco, e'f eu ter-
mo, por Soa Magestad i Imperial e Cons-
titucional o Sr. D. Pedro II, a quem
Dens guarde etc.
Paco saber pelo presente, que no dia 30
do mez de abril do cerrente anno, te ba de
arrematar por venda quem mais dr em
praca publica deste juizo depois da audien-
d respectiva, os bens segukntea: .
Urna cata larrea de pedra -a cal, sita
po^oacSo do Mooleiro, em chJos Ibreiros,
temi i janella e 2 portas na frente, 2 salas,
1 cuartos, cozinha fra, quintal morado e
cacimba, teada mais 3 qcartos no quintal,
avallada por 1:2004000.
Urna casa terrea de taipa, sita na travs-
sa do Quiabo da mesma povoacao do Mon-
teiro, eat chaos foieiroi, com 3 jaiellas de
frente, 2 sales, 3 pequins quartos, cozinha
1ra, quintal cercado a cacimba ^ropria.
tendo mais 1 quarto no quintal, avaliada em
iSOAOttO, as quaejvo a praca por execu-
ei de Antonio Moreira de lllendonaa, con-
tra Jorge Vctor Ferreira Lopes e aua mu-
lber.
Em falta de licitante ser arrematado
mita pelo prego da adjudicacao com o abati-
nwwa respectiyo da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
nebra e plmenta.
edria de rendas M1WHa > to&6, mandei fazer o presente edital que
HUES DE PERNAMBUCO
Rendlmeaso do dia 1 a 24...... 47156*463
dem do dn. 2o................ 4:804*152
52:120*615
NSULA () PROVINCIAL
Rend rente do da 1 a 24...... 8:111*98
am do dte 26.............. 8:4*9*769
:*
i:36:MU7
MOAHMENTQ DO P^flft
Nanos entrados no dimim.
Baha 25 das, lancha brasilera buida Etcolha,
78 toneladas, capilao Jos Maria BYai i Pon-
seiM, eqoipahem 7, carga 2,000 alqaeires de ta-
ri una de mandioca; BaWutf i Oliveira.
:New Zealand, 90 das, barca americana Adelun
Gebb, de 351 motiladas, eapMao Heares W. O*-
rhi, equipagtti ti, carea azelte ti pvixe; ao
mesinn rapito, veio rereaear, e segura paca
N^w-Bediferd.
Navios entrados no dia 26.
Triestj, 66 das, patacao banoveriano everdina,
de 165 toneladas, capitio H. Kewicel, eqaipagsm
8. carga 16if6 barricas com (anaha de trigo; a
H'.nry Foster i C
Alagoas, 35 diaa, barca iagjeza Maranhao, 248
toneladas, capitao Tbomaz PoweU, eqnipagem 9,
carga carvSo a Thomaz B. Beerts.
Sahuba ao mesmo dia.
Coiurguiba,= patacho nacioual Santo Antonio ca-
pitao Antonio Jo- de Araujo, em lastro.
Liverpool,vapor inglez Amazon, capitio J. Reny-
dds, carga bigodo.
EDITAES
O Or. Virgilio de Gusmao Coelho, juiz mu-
nicipal supplente da segunda vara em ex-
ercicio nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, etc.
Fago saber aos que a presente carta de
editos virem, emeomo a junta administra-
tiva da Santa Gasa de Misericordia do Reci-
fe, me fez a petico do theor seguinte:
Diz a junta administrativa da Santa Casa
de Misericordia do Recife, que quer fazer
sitar aos herdeiros de Miguel Ferreira de
Mello, para a primeira deste juizo fallarem
aos termos de um libello em que Ibes quer
pedir o sitio n. 15 particular, sito no lugar
denominado Salinas, do qual se acha de pos-
se em virtude do aforamento feito a aquello
fallecido, visto terem cabido em commisso,
como melormente expressara em sen hV
bello pena de reveia, cando logo citados
para todos os termos da eausa at nal exe-
cuco. E porque a suppJicaate ignore quaes
sejam os nerdeiros Jo mesmo fallecido, per
isso requer ,aV, S. sa digne de mandar
pissar carta de editos com o praso de 60
lias para serena citados os supplicados por
todo o conteudo nesta: Pereira e Souza
proc. civ. nota 203: portanto pede ao il-
Justrissimo Sr. Dr. jub. municipal da se-
gftnda vara Ihe defira. E receber merc.
Como pro;ur dor Jos Theodoro Gomes.
Cuja petico send-rae apre*eniada, nel-
la dei o meu despach do tbeor seguinte:
Distribuida, como requee. Recife 24 de
fevereiro de 1866V. Coelbo.
Em virtude do dito meu despacho foi a
accao distribuida ao esorivo Cunha, e es-
te passou a presente por bem da qual e seu
theor sao citados os herdeiros de Miguel
Ferreira de Mello para fallarem aos termos
de um libello civil, que lhes vai propor a
junta' administrativa da Santa Casa de Mise
ricordia do Recife, em que mes pede a en-
trega do sitio n. 15 no lugar das Salinas,
visto terem cabido eme mniisso como tudo
declara a petiriio aqui transcripta, afmde
que no prs de 60 dias, contados da data
do presente comparecam em juizo por si
ou pnr seu procurador a allegarem seu di-
reito ejustica, sObpena deaovelia, para
qua mando a todas as pessoas prenles,
amigos, e conhecidos dos- ditos hereirps
de Miguel Ferreira de Mello lhes facam avi-
so de que pela presente sao citados para o
que cima fleadito.
E para que chegue ao coaheeimento de
todos mandei passar o presente que ser
publicado e amxado no lugar publico do
costume.
Dada e passada com o prazo de 60 dias
nesta cidade do Recife, aos 3 de marco de
)66. Eu Pedro Tert'rtano da Cunha, es-
rivao o escrevi.Virgilio de GnsraSo Coa-
Jbo.
Vai pagar a quantia de 260 rs. de direi-
tos de cliauceHaria n. 1224. 230 rs. Vagn
250 rs. dedirettos de chmcellaria.Chaves
Limoeiro.
Vai pagar o sallo deste edital, que im-
porta em a quantia de 400 rs. O escriv3oj
Cunha.
Eslava o seUo n. 55400 rs. Recife 3 de
marco de 1866.Chavea Sena.
Eslava o sinete das armas imperiaes do
tribunal da relaco. Firmino Antonio de
Souza, presidente.
Traositmi pala chancellara. Recife, 6 de
marco de 18^6.-0 escrivao, Francisco dos
Ri3ts Nunes Carapello Jnior.
Lancada a fl. 10o do livro competente n.
13. Recife 6 de marco de 1866. Campello
Jnior.
sei affisado nos lugares do costume, e pu-
blicado pela imprensa.
Dado e-paseado n sta cidade do Recife de
Fernambaeo aos 20 de marco de 1866.
Eu Maaoel SHvno de Barros FaleSo, es-
crivao interino, o subscrevi.
Trtst de Menear Araripe.
DECtiRACaES SBSma
Exposica^ dos productos a-
griCDlas e iodustriaes a
pro?inda.
A eommissSo incumbid i de dirigir os ne-
gocios daoxposicio desta provincia, previ-
as aos artistas que desejaremconcorrer com
os seus productos ausma exposifo. e
que nao o pos>am hzer por falta de recur-
sos, que devem dii'igir-st; ao secretarlo da
commissao para obterem os auxilios neces*
sarios acquisicfio das materias primas des-
tn das aos ditos productos.
' Saf da commissao 15 de marco de 1866.
O secretario,
Manoet Buarqae de Macedo.
Tribunal do eommercio
Pela secretaria do tribana! do eommercio de
Pernambuco se faz publico que em sessao do mes-
mo tribunal de 12 da correte foi considerado va-
tro o offlcio de corretor desta pra$a, que exercia
Frederlco Lopes Guim iraas, o qoal o abandoooa,
quo a fianca prestada em favor do mesmo cor-
retor persiste por seis roezes, contados desta data ;
e que flea marcado o praso de 00 dias, para dentro
delles se babilitarem o concorrentes ao referio
offlcio.
Secretaria do tribunal do eommercio de Per-
nambuco 13 de margo de 1866.
O offlcial-maior
-Julio Gulmares.
" O Illm. Sr. capit do porto manda convidar
em vista do disposto do ari. 41 do regnlameoto das
capitanas, a qoem pretender tirar do lugar Jem
qoe se acha a barca ingleza Frfnbeita, carregada
de earvo de pedra, e desmancha-la, a ajreseatar
sua proposta em carta fechada at o corrente.
Capitaaia do porto de Pernambnco 23 de marco
de 1866. O secretario
____________Pecio de Agomo Fonsett.
De ordem do illm. Sr. Dr. delegado d 1 dis-
tricto desta capital, encarregado do espediente des-
la reparlicao, na ausencia do Ilim. Sr Dr. chefe de
polica, fago publicar para conhecimento de quem
interessM^possa, que prohibido nos dias e noites
de quinta e sexta feiras sanij,.a ixansito, pelas
ras d'esta cidade, da carros, matas, e qnaes-
ner ontros veliculos, de oondnccaia> com excep-
cao d'aquellas qua pertenctro4n ao mdicos, dos
carros fnnebres, e das earroeas desiaiadas a' con-
durejo de carne para os acotigr.es.
Secretaria da polica de Perntabiwo 26 de mar-
de 1866.
O secretario,
Eduardo de Barros F. de Lacerda.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Teodo os legitimos proprietanos das aegoes des-
la coiupaaia abaixo mencionaoos, declarado que
haviam se deseocatninhado de sej poder as de ns.
886 a 895 e 2736 a 27a8, pela gerencia da Compa-
nhia PeroamOucao* e por ordem da directora se
declara que da data deste a 30 dias, a vista da
requisfeio dos mesraos lhes vo per entregues no-
vas acedes de igoal nnmeraca em supstituico
aquellas que licam assmsem valdr algum,
FernambacB 1 de margo de 1866.
1 O RerenteF. F Borges.______
Arremataclo
Terga-feira 27 do corrente,'depois da audiencia
do Dr. jaiz-de orphaos, vai pfaga de venda a
parte da casa terrea o. 10, outr'ora 2o, com urna
porta de trente o duas janella. duas salas, tres
quartos, despensa, cezinha fra, quintal murado,
cacimba meeira, em solo foreiro, avaliada por
5395287, para pagamento dos credores do tinado
Joae Nepomnceno de Aranjo.
Terga feira 27 do correle, depois da audien-
cia de juiz de paz da freguezia de S. Fre Pedro
Goncalves do Recife, pelas 11 horas da raanhaa
nm rollo de tamo com 3 1|2 arroba penhorado a
Antonio Marttns Tkboa, por xecugao de Manoel
Alves Pereira. r______________
ALFANDEGA
A capataza da allandega acaetsa de serventes
para o ser vico da mesma, vence ndo a diaria do 25:
a pessoas que pretenderen) servir na tntsma ca-
pataila deverao aprsenrar-se a* porte da alfande-
ga, w8hi de Paraaratmco 23 da margo di 1866.
O administrador
' Joio Atf.anasfo totelno.
E\TRAORIn\ttlOS BULES
DE
Masearas e sn eHas, ras salles do
Glida Casrdtr, barg do 9 senil
e Geerra, i caes do Ramo*, sab-
bado de alleluia e domiogo de
paschoa. .
Nestes deas dias htvere dcroi maptoosos bailes,
os quaes sero destribuidos Dla forma segua-
le : as 9 horas da aoole urna las mais acreditadas
msicas dirigida por um hbil pr jfesser dar co-
meeo aos divertlmentos desempenhando excUtea-
les cavatinas, e nesta occasiao soltarse ba urna
girndola do logeles de bombas reae; se-
guir-se-ho diffarentes daog.dos pelos illustfes
concurrentes, sendo que as quadrtlhas, sebotz e
walsas, etc. etc., sao em grande parte de camposi-
co nacional, e militas dus mellares compositores
de Branca. Os salSa*, e agranda e mifestoso pa-
vilho, aatanio ncaiasaru urnufus com bastos e
riqoissimas vMas alegricas sa goslo moderno,
bem como lltnmlnados com rfquissimos lustros de
vidro viodos nllimamenle de Londres.
Segundo o regulamento do Illm. Sr. Dr. chefe de
polica que aera curaprdo excruputofameote, sera
vedada a entrada a qualqoer pessoa, ou mascara
qoe senao apresentar deseentemente vestido.
N. B. No guarda roopa da ra do Imperador
n. 52, ha nm rteo sortlmento de ronpas por demi-
nuto prego, e no baile dar se-hSo dminos grates
as pessoas que qoizerem daogar.
s
AVISOS MARTIMOS
I
CoHpaabla das Meaiagerie la-
perlale.
No dia 30 do
crreme mez es-
perase dos por-
tes do 8tl 0 va-
por fraocez Ex-
tramada re, com-
mandante H. de
Somer, o qnal
depois da demo-
ra do costme seguir' para Bordeaux tocando em
S. Vicente e Lisboa.
Em S. Vicente ha nm vapor em correspondencia
coro Gore.
Para c,ndiccoes, fretese passagens tratase na
agencia roa doTiapiche n. 9._____________ i
COfp kXilIA BRSILEIRA
DE
P4IUETES A VAPOR.
E esperado dos portes do norte
are o da 3 de abril o vapor
Santa Cruz, com mandante Carlos .
Gomes, o qual depeis da demora:
do costume seguir' para'os por-
os do su
Desde ja rece bem-se nassageiros e engaja-se a
cargaqoe o vapor podar eooduzir. a .ual devera'
ser embarcada no dia de sua chegada, eocommen-
das e dinheiro a frel at o' dia da sabida as 3 ho-
ras : agencia ra da Cruz n. 1, escriplorio .de An
Ionio Loiz de Olivera Azeveae S C.
CiMNtiA .RASILEIKA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sai esperado
at o dia 30 do corrente o vapor
Crmtetro do Snt, commandante
Alcoforado, o qual depois da de-
mora do costme, seguir para
os portos do norte.
liecebera-e passagelros e engaja-se a carga que
o vapor poder coodnzir a qual dever ser embar-
cada no dia de soa chegada ; ensommendas e di-
nheiro a frete at o dia da sabida as 2 horas :
agencia roa da Cruz o. 1, escriplorio de Antonio
Lolz de Oliveira Azevedo Si C
Para a Babia pretende sahir com muila bre-
vidade o veleiro patacho Santo Antonio, por ter a
maior parte da carga tratada, e para o pouco que
Ihe falta trala-se om o consignatario Joaqun) Jos
Gongalves Delirio : na ra do Vigario n. 17 pri-
meiro andar.
Para oBio de Janeiro
pretende seguir at o Om da presente semana a
basca nacional Ouarain, apenas recebe carga mia-
da e escravoa, para os quaes tea excedentes cora-
modos : tratase com os seus consignatarios Anto-
nio Loiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escrip-
lorio rna da Cruz n. 1.
~a 200'toneladas
na roa da Con-
I-EILMO
De aoTfis, prita, tnsUea lHra e muitos
bjeetsa.
iiojrcu
NO AHMAZKM A RA DA CADEIA N. 29.
Cordelro Slaaea
por coma e risco de quem pertencer tara' leilio
de urna mobilia de Jacaranda'e urna de arnarello,
1 rico loilet de Jacaranda a Lntz XV, 1 mesa els-
tica de 6 taboas e outra de 3 taboas, 1 cama fran-
cezs, 1 marqueso, mesas, cadeiras e butro; ami-
tos movis nevos e usados, 1 apparelho de jantar
de porcellana tino e i dito atol, prata, calixes,
compoieiras, copos, garrafas de crystal e oulros
mollos artigas qqe se torna enfadonhd mencionar.
De 4ao giges com Matas.
IIOJE
O agente Pestaa rara' leilao por conta a risco
de quero pertencer de 400 glgos com batatas de-
sembarcadas ltimamente era lo es a vontade dos
compradores : boje 27 do correle pelas 10 horas
da maohia no armazem do Aones defronte da ai-
fandega. ________
LEILAO
De 50 caixas com ceblas,
HOJE
O agente Pestaa nao podeodo effectuar hontem
o leilao de ceblas, far heja em lotes a vontade
eos compradores palas M> horas da raanhaa no ar-
aazem do Annea defroole da asnndega.
De mobilns, muitos- trastes avulsos, objectos de ou
ro e prata, 1 cavallo de sella, grande quanlida-
de de pedra marraore pretas e brancas, crystaes
e mnitos artigos que se torna enfadonha men-
cionar.
QuarU-feira 28 do correte as II horas.
NO GRANDE ARMAZEM DO AGENTE
OLYMPIO
48 Praca do Caminereta 48
LEILAO
Liquidacao de movis crystaes, joias de
ouro e brilnahtes, prata, candieiros e
ontros artig >s de gosto.
AMA XIIA A AS 11 HORAS.
Hu da Gadeia do Recife numero 8.
O agente Marlms fara' leilao por conta e ordem
do Sr. Araerlco P. S de todos os movis existentes
era sea eetabeleciratnte comisando em 1 mobllla
de arnarello, V mesa elstica, 1 eommoda de jaca-
randa, 1 secretaria de arnarello, I lavatorio com
pedra, I cama de Jacaranda para casal, 1 armario,
1 carteira, 1 apparelho para al mogo, 1 marqneza
larga. 1 mesa de piano, 1 lavatorio, 1 sof', 1 bom-
ba de japi, t violo, e oulros mailos artigos que
se torna enfadonho mencionar.
Freta-se om navio dt loO
para o Rio de Janeiro: a tratar
cordla cora C- H. Bradly.
O capitao Th, Sahlsberg, da barca
sueca IGNEZ, legalmente condemnada oeste
porto, aoade eiitrou por forca maior na sua
recente tiagem da Babia para o Canal, pre-
cisa fretar um navio para levar o carrega-
mento da dita barca IGNEZ de cerca de
500 tonelladas de assucar em caixas e sac-
eos ao porto do sen destino.
As condicOes da carta de fretamento estHo
patentes no consulado da Suecia e Noruega I
ra da Cruz o. 4, aonde os pretendentes
podem dirigir as soaa propostas em carta!
fechada at terca-feira 3 de abril ao meio
dia.______________ _________
Para o Aracaty
O hiale Dous Irmaos, para carga tratase com
Tasao Irmaos oo com o Sr. Quintal no trapiche do
Igodad.
LSILSES.
AVISOS DIVERSOS
LOTERA
Aos 6:00O$00O.
Corre amanha.
Quarta feira 29 de c rrenta mez, se ex-
traer a ultima parte da 1.* e 1.a da 6*
lotera ($t), a beneficio da igreja de Nossa
Senhora do Livramento do Becife (se antes
desse dia tiver seguido para o sul o vapor
ioglez que se espera da Europa) sendo a
extraer'") no lugar e hora do costume.
p& bi I he tes, meios e quintos acham-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Cfespo n. 15.
/ Os premios de 6.-000^000 at 10500G
erSo pagos utna hura depois da extracglo
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicSo das listas.
As encommendas sero guardadas so-
mente at a noite da vespera da extraccSo.
O tbesoursiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Francisco do Reg Maia filbo do major Joo
Francisco do Reg Maia vai para a Europa.
Jos Lopes uias Peixoto e sua senhora reti-
rara se para Portugal a tratar de sua sande.
Joo Manas do Rio, vae a Europa.
Caalahelro.
Precisa-se de om eosinheuo par comprar a co-
stal) ir : na luja da ra Nova o. J8.
Precisa-se de om eaixeiro de idade de ll a
14 anuos : na roa da Concordia n. 6i, padaria do
gK.-----------
AMA
Precisa-se de urna ama para coslntur eengom-
mar para urna casa estrangeira de pequea lam-
Ha : na ra Nova n. SO, toja._____________ '
Precisa-se de urna ama para todo servipo de
casa de ponca familia : no largo do Hospital n. 13'
Ama de leite
Precisa-se de ama ama de leite : na roa do
Progresso n. 7 (Soledade.)
Ofhreee-se um hotnem que sabe ler e es-
crever para criado ou copeiro e da conhecimento
de soa condacta : a pessoa que precisar dirija-se
a raa do Tambi n. 21 ou aononeie por este jornal
para ser procurado.
Americo P. S. tendo de mudar seo estabe e-1
cimento de coramissoes a ra da Cadeia do Recife
o. 8, roga a todos sana amigos que hajam de vi-!
rem reeeber seus objectos ou importe del jes no ca-!
so de vendidos no prazo de 3 dias, a contar desta
dala fiado os qoaes serlo vendidos em leilao peto '
maior prego para isto aonuneiado.
FLORES DA NOITE
ro:/1 v
LYCURGO l. F. B PAIVA.
I m volme formato era em bruchura. com o
retrato do autor. Ai-ijjfTa-se o* ivraria franceza
dos 8>*.Garrauxde Laiihactr & C, ama do Cres-
po n. 9. Preco 35.
Antonio Moreira Res, previne as pessoas a
qocra elle eostamava a mandar i cixe na Quarta-
fetra dalrevss, que e razio da chela qoe honve a poucos dias, Ihe haver
arrorabado o viveiro h n pixn ler fgido.
VERDADEIRO LE ROT
de SIGNORET, Docteur-Mdecin
Ru de Seine, 51, PARS.
mmm
iCA
CASA DE BVM10S
26 Pateo do Carmo 26.
Neste estabelecimento to impor-
tante para a saude e asseio do cor-
po, acham-se montados 20 banhei-
ros, que sao servidos com a ordem
e asseio qoe para desejar-se. Qaa-
tro destes banbeiros sao especial-
mente reservados para senboras e
por isto acham-se collocados em lu-
gar reservado, aonde s tem entra-
da as pessoas de urna mesma fami-
lia.
PIEOOS DE BA.NHOS AVLSOS.
i banbo fro, momo ou de
chotisoi T 0 500
1 dito de choque .... 1,5000
i dito defarello...... 10000
1 dito aromatiaado 1000
PREgOS POR ASSIGNATRA.
30 banhps por mez fri,
momo ou decbovisco. 10^000
25 banhes com cartees pa-
ra oe mesmos .... 100000
12 ditos ditos ditos 50000
42 ditos ditos de choque. I O/JOCO
12 ditos ditos de farello.. IO000
O estabelecimento estar aberto
nos dias uteis das 6 horas da ma-
nbaa as 10 da noite, nos dias san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
lmcada carrab, ni, tatn a ralba coawaaibaal
ue lera o bmu alacie, nm relulo InprtMO tan ama-
relio enm a Sello iHrtmiAL do covebh* raANCii.
.V. B. Rcmeltendo-se uma lettra. de OOfrai
obre Paria, aceitare! a 60 dias de vista, ao mximo
goja-se do akaliajMato e do maior descunto.
Deposito principal
Ido lefitfcno Le Roy
em Caza de nosaa
ii ko axente pele
Brazil a Ski Anto-
uro Princ : de L*-
cehd na Baliii e
nos principa*-* phar-
ceii leos.
Leilao
Terga-feira 27 as II horas raa da Gadeia n. 55,
primeiro andar-
PELO AGENTE EUZEBIO.
De 13 temos de pedra superior marraore pira
consoios.
Oe urna roobilia nova de Jacaranda tarapos de pe-
dra.
Oe ama meia agua o. 1 dentro do becco da As-
sumpeao.
Do sobrado n. 27 silo a ra da Moeda.
E dividas oo valor de 994d700 rs.
Por mandado do illm. Sr. Or. juiz especial do
eommercio, reqnerimenlo de credores se vender*:
as dividas da massa de Jos Antonio Domingues
de FiKueiredo no valor de 996700 rs-, provenien-
te de charutos, fumo e cigarros uo armazem n. 2,
sito a' ra aa Madre de Oeos, a relaeo esio no
escriptorio do referido agente.
Leilio.
HOeftE
Ter?a-felra 27 de margo as 11 horas rna da Ca-1
deia n. 55, prlmeiro andar.
Pelo agente Euzebio.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. Joao Antonio de
Araojo Freitas Henriques, jaiz de direite da pri-
meira vara e autorisaco da directora da caixa -
lial se vender era leilao os predios:
Casa terrea n. 2 defronte da fabrica de sabao na
ra do Bram, com 3 portas de frente sera divisan
interna, quinal morado, alera de grande terreno
extra muros at o allobamento do novo caes pre-
jectado. i
De um sitio em BemBca Passagem da Magdalena:
propriedade qoe foi (4/3) do fallecido Sebasao
Jos da Silva, sobrado de om aodar e solio, com I
5 portas, (rente cerca de 50 palmos e 140 de fon- j
do, com salas e quartos para numerosa familia,,
alm de diversos quartos externos independeoles
da casa, latada de ferro, jardiro, casa de banho
particular e outras bemfeitoria-, grande baixa de
capun. vaotageas reconhecldas que s com a vista
satisfaro aos pretendeotes.
Amanilla 28 do correte as 7 horas do
dia bavera' urna missapor alma do Qaado
conselhelro F. X. Paes Barrete na igreja de
S. Francisco.
FROFH M PIANO
Jos Cuelho da Silva e Araujo contiua a
leccionar piano:, na roa do Livramento n
21, terceiro andar.
WDf.
1
rancisc Fims
Portella
Mcha
f
Desde o dia 20 du corrente auseotou-se da
casa da ra Imperial n. 235, o escravo Bernardi
no, mulato, claro, 23 aonos de idade pouco mais
on menos, official de alfaiate, com os sigoaes se-
gointes : estatura regular, rosto comprido, cabel-
hs anellados, sem barba, dedos dos ps corapridos
e apalhelados, e cora pintura nos bracos de pico de
agulba cora plvora : quem o pegar e levar a seu
senhor Jo5o Jos Henriques sera' gratificado.
Yeneravei rdem tercelra de
N, S. do Carmo.
Por delibaraclo da mesa regedora desta venera-
vel ordem terceira, convidamos a lodos os oossos
carisslmos irmaos a comparecerem aoiformisados
em nossa igreja para encorporados assislirraos to-
dos os actos da semana sania na convento do Car-
rao. Secretaria 26 de marco de 1866.
secretario,
Manoel Gomes de Sa.
Msooe de Mesqoi'ai Cardoso retira-se para a
Europa deixando por seu advogado o Sr. Dr. los
Bernardo Galvio Alcoforado e procurador o Sr.
Rodolpho Joao_Barata de_Aloeda.______ _
Pesca-se o viveiro da rpiranga nos Afogados
dos dias cuarta, quinta e sexta d*sia semana:
quem quizer comprar boas curimaes all se dever
apresentar das 6 as 8 hars do dia que achara
com quem tratar.
Precisase de 2 oa 3 escravos alogados para
servico de bordo neste porto : a tratar na travessa
da Madre de Ueos n. 2.
Jo q ni ni Ferreira de Carvalho
julga oo dever um real em Pernambuco (bem
como em outra qnalquer parte) mas tendo de re-
tirar-se desia cidade nestes das roga a quem quer
que se joJgue seu credor o obsequio de dirigir-se a
sua casa defronte do palacio do Bispo n. 13. Re-
cife 26 de margo de1866._______________
Precisa-se de urna ciiada para o servigo de
pouca familia; na rna Augusta n. 5,1 andar.
'- NaToados Coelhos n. 10, dir-se ha quem da
algumas qnanlias a premio de 2 por cento sobre
boas garantas.
Precisa se de uma ama
mado o. 15, loja de ourives.
FERRO QUEVENNE
Approrarto peln Acodem i de Medicina,
Auctorisadu por circular eiptciul do Minittro.
O FERRO OUKYF.NKK sc llsa cnl tdo ca-
sos pura os quaes os ferreos sao proscriptos; nao
iva os denles Baarew prcios; he a preporacao a
mais activa, a mais agradan! e a nrait econ-
mica; muias inri mu Irasco he sutliciente para
Wfar unta clitorosis.
' X eipeiitiRii me provou auc ncehunia pre-
Mrae|o lenca li supportada niuis fcilmente
que o ri.mu .iukvemve, cm observando as
limites do doses muilo reculadas.
Boi'ciURUAT, .liuiwun'u da therapeutica, 1863.
O l'F.o Qi'tvr.ssi: rende-ta em Irascos de
~^------- ltllililn 3 S9
10. 'i'VTii: i^^inn|imiiii 5
li,l,,la ,ln ,lo. UUtSS, i
Deposito zeial em casa de Emlle Geae**ti,
14, ru des IteauE-Arts, i-m Parit, e em todas as
boticas. Exigir-o Sinete Queoenne e a marca
de Fabrica cima.
na ra do Qie >
s
.. MEDICO E OPERAHOB
PELA
Facilidad de Paria.
continua'no ejercicio da sua profisso,
especialmente as molestias de olhos, de |
vas urinarias e de palle, para cujo ira- j
tomento juJVa-sa nabiPbdo aUanta a pra- S
tica adquirida nos hospiiaes Jaque la ca- |
pital, e os nsrrumenlo's mais modernos I
que possue.
Accode promptamenle a qualquer cba- SB
B mado para fora da cidade.
E encarrega se de coMocar olhos arti- !
m Qciaes. m
n No patee do Carmo o. 2, esquina da jj|
5 ra de Hurtas das 6 as 10 horas da ma- 5
K tia, e das 3 as 5 da urde.
I Alaga-seo prlmeiro andar da casa n. 69 da
rna de Raogel : a tratarse aa mesma roa n. 77
taberna.
\----------------------------------------------
' Precisa-se de uma ama para cosinhar para
duas pessoas : quem quizer dirija se a ra das
Triocbeiras n. 40, primeiro andar.
Continuaco do leilao de eb em
perfeHo estado (parte do earregn-
meato da barca americana Lucy E.
shbey.)
Hoje 27 demarco.
Jnho P. Ashbey capitao da barca ameri ana Lu-
cy i. Askbey, naufragada oeste porto, (ara leilao
com licenca do inspector da alfandega em presen
oa de um empregado da mesma reparlicao para o
flm noraeado, com assistencia do consol dos Ksta-
dos-Uaidos, por iaterveacao do agente Piato, por
coma e risco de qoem pertencer de 400 a 500 cai-
xas com cha, tantas quanlas forem precisas para
occorrer as despeas feitas pela mesma barca nes-
te porto, o leilao ser eflecluado as il horas em
donto do da 27 do correnta no armazem do baro
I do Livramento, caes do Apello.
.': >.
----
Leilao
De 40 birria com pescada.
IIOJE
O aente Pestaa fara' leilio por conta e risco
de quem pertencer de 40 barris com pescada mili-
to frasca, vindos pelo vapor inglez GLADIATOR,
sero vendidos em um ou mais lotes a vontade dos
compradores : terca-fei-a 27 do correle pelas 11
oras da msobaa no armazem do Sr. A*"
fronte da alfandega.
Precisase de ama ama forra nn captiva, para
cosinba e mais servico interno de uma casa de
familia ; na roa Direita n. 91 1. andar.
Offerece-se um mogo com algumas babilita-
ces para eaixeiro de esorlpturaco, oa mesmo
balco ; qoem precizar aononeie por este Otaria.
Precisase de um caireh-o de 14 a 16 asnos,
para taberna ns roa do Mandego i'l?.
Dase sociadade em umaTtaberna qe esta,
bem afreguazada para a terrs a qoem entrar com
um cont de ris: qnem quizar fazer este negocio
dirija-se a ra do BaftholoTriea d. 69, sobrado que
olha para casa de detenco era carta fechada cora
as iniclaes M. A. G. &.
Irmaaiade do IIimun Espirito Saaio
recti ao coYeato de S. Frao-
cisco.
Por delibera?io da mesa regedora convido a to-
dos os nossos irraos para comparecerem em o
nosso consistorio aflra de encorporados asslstirmos
aos actos seguintes, nos das e horas abaixo decla-
rados.
Quima feira sania mlssa canuda e exnosico do
SS. as l horas da raanhaa (oo convento); sex-
, ta-Ioira, procissio de entorte, as i horas da tarde ;
domingo seguinte, procissio da RessurreiQao. as 6
' horas da manbia, ni malm de R. Antonio.
Consistorio t de marco de 1865.
Francisco Undelioo da Silva,
Secrretirio interino.
Fugiodo eogenho Para' no da 21 do cor-
rente mez, o imilatinho Urabellno, de estatura re-
gular, cabellos corridos, olhos grandes, naru aula,
do, com um dente quebrado na frente, cr dar.
com algumas marcas de biso nos calcanbares. re
presento ler i j' a 16 anoos de idade, o qual ja foi-
visto um destes dias nesta praca.
Recompensar-se-h a quera o aprehender e leva
lo em dito engeaho, oa nesta praca em casa de
Sevenano de Siqtxeira Cavalcante Pena na ra de
Santo Rita n 7._____________
Est para se alugar-a casa da ra do Tara-,
bii n. 30 : a tratar na rs da Iraporairtz loja'nu*
mero 28. _______________^
Hontem 26 do corrente pelas 5 ou 6 horas
da tarde roobaram do porto das canoas do Recife,
uma trouxa de roupa lavada, coasla que foi nm
pardo acompanhado de um molque .quem a con-
duzira ; nao se conhece uenhum delle : assim pa-
fle-se as autondadaae roais pessoas que descubr-
Bem dito roano de Inwarem a ra do Vigarfa n.
18 1. andar. -- "
. I.e M- UO .11 un > 1 cu r ai tH /'llJfwilttCm
A rleclricidadr boje eMftrrgada por loilos o
iiM-iliciisafaniailos. para o tralanunlo di- mua*
molestia, ni-MUo pura as que n-tMtcmasouiras
ue dieacr*.
A clectricladc proilitiida pela friegan lem uma
sniKiii>riilade Hconleslaxel, ca vanta^em de nao
dar ali.i'n-, ede >oder ser graduada pelo doente.
A e.i.i-a a mais frequenle das molestias a
esuigiiaca do saogne ou dos oulros lquidos i-
laes. Resl.iblecenilo sc a c culaca no orga-
nisnio, cura?an-se as nioleslias.
Quaiido se scnle aliromu dr em quelquer
parle do corpologo, e iusliiictivamcnle, secrfreg
o logar endoloririo cun a ma, e islo allivia. Isto
explica o resultado incontestavd que deve pre-
duzir um ap-parelho e'cctrico. Por isso temos
prazerero aniiiiuciarao l'ulilicn queoSnr Buisson
de Bivilliers res denle, bonk'varl du Priuce-
Euptne, 4 cm Puriz, dotou a medicina de um
apparcllio-JBIectro-Magnetioo, sob a forma de
turna esrova, com o qual os doentes se podera
curar sem nehania otMra medicacad. Os_mdicos
que a teto experimentado, aitestara que a
Saco va. io:cTHoaiAG>BTiCA e ellicaz par
curar: os Khcumtiimo,a Varalysia, Gotta,
Traquea dos membros e da Columna er-
tcbral debidado gera), Ktvialgias, etc.
Eslaiaofcertos qne breve cada familia possuira
sata eseova que prestara grandes serv icos.
A pedido de umitas pessoas, o autor decidio-se
a establecer um deposito de seos apparelhas no
> Rio de Janeiro, em tata do Su Didiea Rotrv*,
ra nnv do Ouvidar, a* U. >
HEDUHi DI OIBI. pkmiodeis.goof.
auiNA
IWM11H
11
O estabelecimento de fazebdas que exista na
villa da Independencia (provincia da Parahiba do
Norte ) com a firma de Joao Ferreira de Mello
& Irma que depois passoo a Joao Ferreira
de Mello & C. e par,ultimo a Ferreira Mello
& Filbo, passa d'agora em diaote a ser represen-
todo pela Arma soraenta Ferreira Mello do
abaixo assigoado; visto ter desaparecido todo ge-
nero de sociedad que era dito sstobeleclment
houve com as Armas sociaes acim*.
Recife, U de Marco de 1866.
Joo Ferreira de Mello Milanaz.
Precisa-se de uma ama
casa de pequea familia: na
dencia n. 5.
que cosiohe, para
praga da Iudepen-
Precisa-se d um caxeiro qoe lenba prolica
de taberna ; na rna da Matriz da,Ba-Vito n. 27.
Quem quizer comprar de 40* ( 50 pipas de
mel bom ; dirlja-se a Tn Ditena n 30 segundo
andar. ___________i_____________
vfaelsa-ea de asa Mor pasa njonho, assim
como de nm distillador; preere-s ponngaes na
.roa Direita n. 30 2* andar.
I O mocoque diz ter algumas haiiilitago^ para
eaiielrode escrlplragfo, ou mesmo balcJJ.fleue
sea nome e raorsda era carta fechada com ss ral-
. ciaes A. B. C. na loja Sr. Bertraud (relojoeito) oa
praga da Independencia n. 20.
ELIXIR Febrifago e Fortificante
lirniN 1M TIIM I UMrlS K tlll.
Eipermentada com pleno successo nos
hospiloes, a quioa Laroche (ou extraato
completo de quioa) uma preparacao
excepcional, por ser privada do amargo
da quina. Agrada por consqrttinte as pessoas
as mais intolerantes e aos paladares os mais
delicad s,pakDem aullo doce nem muilo
viscosa, if ndo de ama" limpidez constante.
Eniprega-se om muilo proveito nos casos
de gaatrlfeia, dy,pepcia, nevral g ane-
aail, caaiicuiu, eaohesiai, magtaxa,
fa > lio sem cauta ajip are ut e, co aval e icen-
ear demoradas, ulorose e eserophula*
E o especifico das molestias febrh.
INI LAROCHE FERRUGINOSA
Islas ti prtpitlaau do bm [ la liu.
KMPARIZ,
P. JxUTTUsl &
raa Noa n. 18.
o do ai
w I
' no armaxem da bola amarolla no oitio da secreto-
ria da policis, recebem-se encommendas de logo
' do ar para dentro e fra da prorlncla.
l3
Du da Silva Rumos, me Jico I
"(iel universida e de Coimbra, d '
consultas em sua casa das 9 as >
I! horas da manhaa, e das 4"as G (i
da tarde. Visita o doentes em suas.
casas regularmente as horas para ?
isso designadas, salvo os casos or- !j
geaies, que serlo soccorridos em
qualquer occasiao. Deoosirlias aos
pobres que o procura rem no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6's 8 horas da
manhaa,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para reeeber qual-
quer deentej tiiida mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apruprlados e nella pratica qualquer
opperaco cirurgica.
Para a casa de sa/3e.
Primeira classe. .30000 diarios.
Segunda dita....35300
Terceira dita .StfOOO
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons ser vi eos qua
tem prestado,
0 propietario espera que elle
continu a merecer a confiaoca de
[que sempre tem gozado.
(:\
Preciaa-se ds orna ama ana taina cozoohar a
comprar : na roa da Crui n. M, prlmeiro andar.


&
lumm
wm
*er$a
1866.

I 01
1
FAKH1C A A VAPOR
99 RA W MONDEGO 99
Deposito m ra Kova a. &* foja de relojoelro. .
Deloache donos deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa-
brica est montada com as melhores machinas que existem na Europa, e que pode
fabricarcom melhor perfeirao possivel. Todo o chocolate desla fabrica est garantido, e
paro, o qae nao se pode encontrar naquelle que vem de fra, e que se vende por preco
baixo, visto os productos serem do paiz. Na etiqueta tem sempre unta aguia
PRECO.
Meia libra......... 400
Urna libra......... 800
Urna arroba ........19)0000
Na mesma fabrica acaba de se montar urna officina com serrara a vapor para
obras de marcineiria propria para edificio, para o qae encarreg -se de fazer portas, ja-
dellas, assoalhos (parqu francez como se asa na Europa,) e armaces, tudo com brevi-
nade e.perfeicSo. Toma-se qoalquer encommenda para fra da cidade, entregando-se
prompta a collar-se no lugar.
L
DE

j
COEJLHO Una da Cruz n
FUEITAN
16.
Continua a ha ver diariamente om sortimento de pastis, podirfs, bolos inglezes,
empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-se as melhores condices
de poder satisfazer encommendas concernentes sua arte, em coosequencia do socio
FreitaS ter sido administrador cbefe de algumas das princi, aes fabricas na corte, sendo
urna a do Sr. Joao Goncalves GuimarSes (confeilaria do Leo) antiga casa de Carceller.
Todos os trabalhos sao differentos dos que se fazem em casas particulares.
Os proprietarios deste estabelecimento nao se tem poupado a despezas, nem se
pouparo, se houver concorrencia como esperara ; tendo continuadamente bom sorti-
mento de doces para cha; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar annos em perfeito estado.
Para jamares e paYiidas recebem-se encommendas dos seguintes objectos; ban-
deijas ricamente enfeitadas sem armaco pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, pes de l enfeitados com disticos anlogos a qualquer fim; ditos montados,
kechs simples e eBfeitados com fructas ingleza; gatheaux de la reine, ditos de le d-
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne; eremos e doces de ovos
de differentes especies.
Tambem temum completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vinho
do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cberez, Bordcaux, Champagne fino, ser-
veja, licores, charopes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con-
feitos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
condicionar tanto para a provincia, como para fra.
FIGURAS
Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
baptisado, casamento, annos, ditta a phantasia, bonitos enfeites para bollos e circular pra-
tos de doces finos, tudo por precos razoaveis.
Vende-se licores em duzia muito em conta.
k OARESMA
Acabam de receber G. Paes do Amaral & C.
5 RA DO CRESPO 5
Antiga casa de Ciailherme da Silva GnlmarSes
Ricos cortes de vestidos de gros-de-naples preto, com lindas barras bordadas.
Moire-antique preto em cortes e em pecas, liso, ondeado e com palmas.
Gros-de-naples preto, de diversos precos e larguras.
Gorgurao preto, fazenda superior a todas pela qualidade, e bonito tecido.
Este estabelecimento
acha-se sortido com numerosa quantidade de filos pretos, de algoda"), de linho e de se-
da, manufacturados em
ckales
retondas
algerienes fbournus)
anamites
atricaines
pompadour


DE FANTHASIA
Receberam tambem bonitos cortes de popeline de listras de cores, e matisadas,
muito modernas, de gostos inteiranentenovos; e outras muitas fazendas de gosto, via-
das pelo ultimo vapor.
G. P. DO AMVRIL
5 RA DO CRESPO 5
DE
J.
N. 55----RIJA
DE
VIGNES.
PERADOR M. 55.
O pianos desta antiga fabrica sao hoje asss mohecidos para qae sej necessario insistir sobre a
ma supenoridade, vamugense garantas queoflerecera aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os qae tem ipparecido nesta praca : pos-
indo uro teclado e macbinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se eito ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto is vores, sao melodiosas eflauUdas, e por isso muito agrada-
eis aos ouvidos dos apreciadores.
Faxem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel.vle Pars, socio
correspondente de J. Vignes, em enja capital foram sempre premiados em todas as exposicoes.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e planos harmnicos, sendo tudo vendide por
precos commodos e raioaveis.
PEChMHA SEM IGUAL
Ricos cortes de gorgurao de seda pretos adamascados para vestido com 13 metros
ou 18 a 20 covados cada corte, largara de chita francesa, pelo baratisslmo preco de 0OJ
cada cort : na loja das columnas da roa do Crespo n. 13 de Antonio Correia de Vascon-
celos & C.
A NACIONAL
Compaa, geral hespanhola e seguros mutuos
. sobre a vi4a
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 24 OE DEZEMBR DE 1859
Usa fiaaca em rtlteiro, depositado ios cafres ministraco da companWa.
BANQUE1R0S DA COMPANHIA DIRECgO GERAL
Banco Ae Hespanha Madrid: Raa d Prado n. IO
Esta companhia-liga pelo systema mutuo todas as cotrrbiiiacoes de supervivencia dos segu
oe sobre a vida.
NeUa pode se taxer a subscripto de maneira qne em ce-nhum caso mesmo por morte do
segurado te perca o capital nem os jaros correspondentes a estes.
6o tao opreheoentes os resaltados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,qae anda mesmo diminuinrio urna terca parte do imereese prodoiido em receutes liquida-
coes ecombinaado-o com a mort&lidade da tabella de Depareieux que adoptada pela compaohia
para seo* calculse I iquidac5es, em segurados de idade de 2 al9 annos, urna imposico annua.
de 1001 produz em eflectivo metlico:
No fim de 5 annos....... 1:1(9*300
de 40........3:9UIM0
i de 15 i.......11:208*200
d 20 .......30:256*000
de 25 .......80:331*000
as idade* menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais considerareis.
Prospect e mais irrformacoes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia.
oa quim Pinza de Oliveira, caz da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n. IS, estabelc-
meato dos Srs. Raymundo, Carlos,Leite k Irmo.
^TINTURARA
AO GRANDE S- MAURICIO
PROCESSOS APERFEI^OAMO
PARA
Tinglr, llmpar e lustrar a vapor.
F. A. SALINGRE & C.
29 Kua 7 de setembro 29
Defroote da roa aova do Oovidor (Rio de Janeiro)
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no sea genero no Brasil, por;
trabalbar com as machinas mais aperfeicoadas para tiogir e lastrar, de que se faz aso na!
Europa, e ajadados por atguDs dos melhores officiaes de Paris e Ly3o, podem assega-
rar seas fregaezes ama perfeijao no trabalho, a qual sen2o pode chegar pelos proces-!
sos ordinarios.
Tingem, lavara, limpam e demofam com a mai r perfeicao e brevidade qualquer
qaalidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem mollar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.
DE
FAZENDA E ROPA FEITA
RITA MOTA M. 24.
Reg & Moara, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita rua~ova
n. 24, verdadeiramente penborados e reconbecidos para com seus amigos e freguezes,
pela aceitacSo e confianca qae delles tem merecido do carto espaco de tempo em que
se acbam estabelecidos e perfeitamente escudados na sinceridade dos seus tratos, decla-
ran! para sciencia daqaelles que o qaizerem honrar com seus olicios, que, em vista da I
grande concurrencia que tem merecnto o seu estabelecimento, especialmente no que
relativo a roupa feita; acabam de adn^ittir para a sua officina de alfaiate maior numero
de artistas, in lusive o sea contramestre, dirigido pelo hbil mestre Lauriaoo Jos de j
Barros, o qual nao se poupa a exforcos para satisfazer com a presteza possivel qualquer
obra de encommenda.
Os mesmos annanciam aos seus freguezes que acabam de comprar um novo e
muito variado sortimento de fazendas fin as e de bom gosto, proprias para o tempo da j
quaresma, as quaes esto dispostos a vender por precos muito commodos e mais barato'
que em outra qualquer parte.
Gomo sempre escusamos essa enfadonha prolixidade dos annuncios bombsti-
cos ; preferimos mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos que nutrimos
para bem servirmos quelles que vierem ao nosso reclamo.
Companhia fidelidade de segaros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luii de Olireira Azevedo C,
competentemente aatorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam segaros de navios, mercadu-
ras e predios no sen escriptorio ra da 3
Cruz n. i.
RAnSW JwSRJsxjRSR jBJK^SKarXa
SO Dr. Carollno Francisco de Lima San- H
tos continua a morar na rna do Impere- 9
dor n. 17, segando andar, tendo aliis seo
gabinete de consullas medicas, logo ao W
entrar, no primeiro. m
O mesmo doctor, qae se tem dado ao I
estado tanto das operacoes como das mo- 1
lestias internas, presta-se a qoalquer cha-
mado, qaer para dentro quer para fra
da cidade.
MARTIMOS
Cosinheiro.
Precisa-se de um cosinheiro qae seja escravo a
na ra Nova n. 60, armazem da Liga.
- O Sr. Francisco Jos de Freitas Gui-
mares, qaeira ter a bondade deappare-
cer na livraria n. 8 da praca da Indepen-
dencia.
Em casa de Tbeod Christiaosen, ra do Tra-
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil,
de Brandenburg frres, Bordeaox, encontra-$e ef-
fectivamente- deposito dos artigos seguintes: J
St. Julien. i
Si. Pierre. f
Larose.
Cbateau Leoville. /
Cbateau Harganz. /'
Grand vin Cbateau Lafitte 18S8.
Cbateau Lafiue.
Haut Santernes.
Chatean Santernes.
Cbateau Lataur Blancbe.
Chaleau Yquem.
Cognac em tres qaalldades.
Azeite doce. Precos de Bordeaux.
s
o sobrado da roa Nova n. 66, aloga-
8 se oa coropra-se urna escrava que seja j
4>erfeita engomraadeira. Sfe
Ettajoaama-ae
com asseio, promplidac o preces r.zoaveis: na roa
Augusta n.5, loja.
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaderas e mobilias :
na roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Na praca da Independencia n. 33,~ loja de
ourlves, compra-.>e ooro, prata, e pedras preciosas,
e tambem se faz qoalquer obra de encommenda, e
todo e aualquer concert.
Lavam-se chapeos de palha para se-
nhora e do Chili para homem e se informam
pelo systhema moderno: na ra da imp -
ratriz n. 28, loja.____________________
OfTerece-se dous engenhos moentes e cor-
rentes com agna a quem qnizer arrendar ou com-
prar, sendo om na freguezia de Santo Antao dis-
tante da cidade da Victoria 4 leguas e 3 para a es-
co de Frexetras, boa ea.
cercado em valado e muia mata, e montado do
uecessario como seja casa para bagasso e estafa.
Outro na freguezia delpojoua distante duas leguas
e meia para a estacao da Escada : quem pretender
dirija-se ao engenho Slbir da Serra ou da Atba-
laia que achara' com quem tratar____________,
Thereza de Jess Ribeiro Campos, parteira
examinada, moradora no pateo do Hospital u 26
annos, defronte do oiilo da reSnacao, casa n. 5,
faz sciente ao respeitvel publloo que continua sua
morada na mesma casa.
N. O. Bieber & C., sucessores, sa-
cam sobre o Rio de Janeiro a vista ou a pra-
zo conforme se convencionar.___________
Precisa-se de urna pessoa para entrar de so-
ciedade em nma taberna : a tratar na ra do Hos-
picio n. 28.
Precisa-se alagar om sitio perto da cidade,
agradando paga-se bem : quem ti ver quelra ter a
bondade de apparecer no armazem da ra da Ca-
deia n. 36.
Luvas de pellica pretas e ou
iras cores.
miadezas a
Chegaram para a .loja de
Uaeimado n. 16.
O hospital portagaez de beneficencia precisa
de um enfermeiro : qoem se jolgar habilitado o
quizer contratar-se dirija-se ao Sr. provedor An
m An wnio loP8 PeMlra de Mello oa ao secrftario Joo
0 Pereira Rabello Braga.
J0S0 Marpnes de Sooxa Centinho compron a
taberna da rna dos Coelhos com quina para a roa
do Jasmim, pertenceote ao Sr. Joao Antonio Alves,
livre e desembaracada de todo e qoalquer debito.
Antonio Luiz de OHveira Azevedo & C. tem
para vender no seo escriptorio, rna da Cruz n. i,
vinbo do Porto em caixa de duzia, fio bambnrguez,
cola da Babia superior.
Manoel Jos Moreira, amigo negociante de
gneros de estiva nesta cidade, e presentemente
sob a firma de Moreira i Braga, recommenda ao
Sr. passageiro qae veio do Porto na Sympi.thia,
(Manoel Jos Moreira), qae para evitar algum
equivoco para o futuro, altere o sea nome, fazendo
publico por este jornal.
ATTEN(AO
Alaga-se n permutase, o sobrado amarello da
Ponte d'Uchoa : a tractar na ra do Imperada/
n. 27.
Eugenio Goncalves Cascao manda celebrar
na matriz da Boa-Vista urna missa pelo re-
pouso eterno de sua presada raai Mara Fe-
llsmina da Assampco Casco, as 8 horas da
manba do da 27 do corrente anniversario
do falleeimento da mesma, no B10 Grande do
Sul, e convida aos seas parentes e amigos
para assistirem a este acto de nossa religio.
Na praca da Independencia livraria n. 8,
existe nma carta para o Sr. Dr. Gandido Casado
Lima.
FUGA
Desappareceu da ra da Espranca casa n. 7,
no dia li do corrale um cabra (bixo) toda pre-
ta e algumas malbas na barriga, tem nma orelba
trincada e outra turada : quem achou quelra en-
tregar na mesma casa cima, qae sera' recompen-
sado, 00 de declarar onde esta' o dito animal.
Arrenda-se orna das olarlas da propriedade
de Sinu-Anna, a' margem do rio Capibarlbe com
casa de vivenda, eom o seo competente forno e
embarque para tyjollos ao lado do mesmo em nma
camboa; quem a pretender pede dirigirse a mes
ma propriedade qae acbara com quem tractar.
INJECCAOe CAPSULAS
.VEGETAES aoMATICCT
GRIMATILT&CLepharmaceuticosemPARIS
Novo tratamento preparado com as folkat de Matico, rtore do Per, para a cura rpida e nfallivel
da Gonorrhea sem reccio algum da contracto do canal ou da inflammarao dos intestinos. O celebre
doutor RiconD, de Paris, ter renonciado, desde sua appari^io, ao emprego de qualquer outro tra-
tamento. Emprcga-se a Injectao no comido de fluxo; as capsulas em todoi ot casos chronicos inve-
terados, que resistirio s preparares do copahu, cubeba e s in]ec(6es com base melallica.
Deposito em Parit, 45, ru Riehelieu.
INJECTION BROU
yilealea lafalIlTel c Preservatlva, abaohiluwBio a uaiea que cara tero nenhum addiliro. Vtude-st
d pnneipaes botica do mundo. (Eligir a initruccM do uso). (M UBOt de exitUncia.) Paris, em casa
do inventor SBOtJ, boulevard MagenU, lia.
al:sah:it3
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. M.URER & C.
PERNAMBUCO
Esta tinta recommendarse pela sua com-
posica e fluidez como a melhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pasmas de ac, d at
tres excellentes copias, mesmo inuitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros de commercio, documentos etc de
que se careca longa conservaca.
Pernajnbuco, ra Nova n. 18 pharmacia franceza de
P. MAURER i C.
PERFUMERA da casa oger
Boulevart Sebastopol, 56, Pariz. .
Dea medalhas, a condecorado da Legin
d'honneur e a grande reputacao qne tem lhe
dado o publico, taes sao as recompensas qne os
services prestados a industria raenecerao a
etu importante casa desde sua fundacao em
1804.
N'um sortimento de mais de 500 artigos,
as pessoas elegantes escolhera os seguintes:
rosee DU PARADIS, extracto superfino
para lenco.
POMMADA CEPHALIQUE contra a cal-
ricia.
AGUA VERBENA para 0 toucador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE PLANTAS HYGIENICAS.
TINTURA VIRGINALE de beijoim.
ROSEE DE LYS, verdadeira agua de
Jouvencio.
CREME labiale de sueco de Rosas.
POMMADA VELOURS para amaotar a
pelle.
ELIXIR odontophile.
SABAO dedicad* as damas americanas.
SABAO de bouquet de Franca.
4* de flores de alcea rosea.
d* de flores printaniires.
d* de bouquet do outono.
d* de perfumes exticos.
d* aurora, dedicado aos dedos cor de
rosa.
d* de flores das montanaas.
d* de cheiro de foins nouveaux.
d de bluets cheirosos.
d* de althea balsmica.
d* diapr, caixa rica, fantesia pari-
neace.
f?C'
f

-<
AM4SS4D0R.
Precisase de om amacador, na padaria da
dos Pires n. 42.
ra

AMA
Alaga-se um moleqoe para criado e.T casa
de homem solteiroe vndese um outro bonita fl-
i gura para engenho com 13 anuos de idade: no
-I Corredor do Bispo n. iS, a tratara qaalquer hora,
tambem se vende om palanqun) muito em conta.
Precisase de ama ama que saiba coriohar e
comprar, paga se bem : no lugar da Capooga, por-
to do Jacobina, ou ra das Peroambucanas, sitio
que fot d.> tinado padre meslre Caprstano.
Precisase alogar uma ama para comprar e
connhar: a tratar na roa do Apollo n, 9.
I-


-
firo d rern*#bn4 ferva lelra t de arco de
1866.
PASTILHAS
VERMFUGAS



.

NOVA YORK.
DE CORGHEIRO E SABOR AGRADAVE18
TiafiDitamente mais cfficazes do que todos
os mais remedios perigosos enauseabundos
que existem para a expulsao daslombrigas-
8o causam dores e produzem seu effeito
sem precisar logo depois de purgante ne-
nhum e toincitantes emapparenciae deli-
ciosas em gosto, que ascriancas este
proniptasa tomar mais do que marca a re-
ceita.
Uteis como um xcellenle meio de fazer
remover as obstraogoes do ventre, meswo
no caso de nao esistirem verme algum, as
VASTILHASVERMfjflGAS DE KKMPS SftO prttlip-
xs einklliveis na soa operado c por-todos
\respetos dignas deconfianca e approva-
C^de todos os-paes de familias. Prepa-
rad" wnicamere por Lanman d,
*vafork.
nePito geral em Pernambttoo ra di
Cgjg-8 em casa de Caros
nha* "^'"ete ma ama pan comprar e cosi-
nnarpejra e,a de hornera solteiro": tratar [na
UEPOSFO DE G1T.CAD0
PIBRICIDOw CASI DE!HSNC0
Ra Vovan.^1.
Ah -se enc^trarao obras de di- .
S Tersas qualidade., e por preco mai J"
diminutos, a rtala ^h porces. m
V "So se vende a dint^ 9f
lBilCB||f|li
1
Medico e opepaior
' O Ur. Joo Raimundo Pereira ta Silva.
tendo frqaenlado os mals< sota veis bospi-
taes deiParis.pde ser^rorarado pra os
mysteres de sua profisso oa ra da irire
n. 40, segundo andar, consultas tolos
os di.-.-i-das 7 as 10 boras-da manha. Es.
pecialidades molestias do-othos, partos*
vas urinarias.
GASA DA FORTOi
Aos 6:000^000.
Bllhetes garantidos.
V RA DO CRESPO N. 23 B CASAS DO COSTUME
O abaixonssif nado vendeu nos seus omito (li-
tes bilhets garantidos da lotera que se acabo*
de eitrabir, a beneficio do lueatro de Santa Isa,*
bel, os sgaintes premios :
N. 1105 bilbete inteiro com a sorte de 6:000J.
N. 3016 um meio com a sorte de 1:200*.
N. 3841 um meio com a sorte de 004.
contras muitas sortes de 1005, 405, 20*.
Ospossnidores podera vir receber seos respec-
tivos premios sernos descontos das leisuacasa
da Fortuna ra de Crespo n. 23.
Acham-se venda os da ultima parte da 1'
e 1* da 2' lotera (51') benedcie da Igreja de
N. S do Livaraento do Recita, que se exirhira'
quartafeira 28 do eorrente.
PREGO.
Bilbetes.....65000
Meios......35000
Quintos.....15200
Para s pesseas que compraren de 1000000
para cia.
Rlhetes.....55500
eios......25750
Quintos. 5100
____________Manqkl MabtinsFiuza.
GARRAUX DE LAILHACAR & C.
LIBRAIRIE FRANQAISE
Roa do Crespo n. 9.
LIVROS NACIONAES E ESTRANGEIROS
RellfiioPhilosopbia Jurisprudencia Littera-
turaSciencias e artes.
Papelaria, objectos para escriptorio.
Samuel Power Johnston Camaaaiia
Ruada SeazalaNova n, 4.
AGENCIA DA
Fundido de Low Moer,
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendasc meias moendas para engenho.
Taias de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arretos-dc carro para um e dous cavallos.
Rologios de ouro patento inglez.
Arados americanos.
i Machinas para descarcear algodo.
Motores para ditos.
, Machinas de costura. _______'_______
^Precisa-se de orna-ama de leite, qaeseja bera
morigerada : a tratar na ma do ApoHo n. 9.
Club Pernambmano
A partida do mez nenotte do dia 31.
Admittem-se mascaras, as quaes sero ti-
madas da aeia nofte [em diante.
-llavera urna commisso no andar terreo
para reconhecer os Srs. socios que vierem
mascarados.
Antonio Jos-Rodrigues de Souza na ra de
Crespo n. 15, toma dinbeiro para mandar entregar
na Bthia, Para e'Earaobo._______________
x- Precisa-se alujar urna [.reta de meia idade e
J fjoesirva para todo servco : a tratar na rea Im-
pert n. 39, tabena.
Aspas fortes para boloes.
Na ra do Qoelmado toja de miudeas n. 16, ven-
de-se aspas Je ac fortes, e de differentes larguras
para baldes.
Bonitos* quadros para retratos. -
Vendem-se na roa do Qaetmado toja de miude-
, xas n. 16, bonitos quadros con mordura preta t
tendidos contra os ataque* da bunudade, dourada, todos por precos rasoaveis.
CALCADO.
5-~-Hua-Vireita-4$.
A primeira condic5q indispensavel con-
servagarJ da sde (fazer os ps bem de-
calcado bom e seguro o nico preserva-
tivo dessas mil enfermidades a que est su-
jeito o nossoeu. JJm chnelo velho cal-
cado por um dandy plBkanto,' ou u*M
botina acalcanhada em pequenino p de en-
cantadora deidade alm de aecusar que-
bradeira horripilante, prora contra as f*cul-
dades intellectuaes dos calcantes, e nao ha
qpem, tendo bom senso, queira passar por
maluco, ou pobre de surrlo : ergo,.cor-
ram a:
4*RA DIREITA4.
e attendam a' barateza.
Homens.
Borzeguins barcelloezes de lus-
tre-e de porco 6)jO00
Ditos de Bordeaux .... 70000
Ditos parisienses de bezerro e
cordavao ....... 8)?000
Sapatoes de Nantes de duas ba-
teras rasas ...... 5^000
Sapa tos de lona, sola de borra-
cha..... ; 20000
Ditos aveludados..... 10600
Ditos de tranca bons. 10660
Senhoras
Borzeguios enfeitados. 50000
Ditos de laco...... 40800
Ditos Usos....., 40500
Sapalos de borracha .... 10600
Selleiros, corrieiros e segeiros 1
Sola de lustre, meios grandes 200000
E um completo sortimento de calcado fa-
bricado nopaiz._______________________
LIQUIDADO
De ferragens, alambique, si-
nos e outrs obres de co-
bre e bronze.
as lejas da ra Nova ns. 33 e 55.
A viuva de SebastISo Jos da Silva vende acom-
Tnodo preco por junto e atacado as (erragens e
'Obras cima mencionadas para pagamento dos
credores de seu casal. ^__________^^__^
FABRICA
De caldeireiro e fondtcao de ferro, si-
nos bronze; eom os estraves.
Vende se a grande fabrica de calderelro e (un- e r
ir/ao de-m?taes da ra Imperial ns. 154 a 158 ;
e tratar com a viuva de Sebastio Jos da Silva,'
na ra Nova 35, ou na ra da cadeia n. 57.
Garrafas brancas
e de cores com superior agua da colonia.
Vendem-se na roa do Queimado, *} de mittde-
xa* n. 16.
Novo gosto
Pentes, Qvdias, e brincos de felifrana.
A aatiga e bem conhecida loja .'16 na roa do
Queimado, recbeu om sortimento de diversos ob-
jectos de novo e bom gosto, sendo peales br ancos e
dourados de moldes enh-irameule novos e mol a-
Diademas dourados,
enfeitados eom aljofares, pedras,
cte. pira meninas e sentara*.
A agulabranca vende bonitos ? modernos dia-
dema! dourados, enfeitados com aljofares e pedras
proprras para menlas asennoras. ^ 07
llonilos chapcoziuhos
de patilla'fiaa e avencies para menioas.
Sao obras estas de que os bons pas de familia
se nao podem escosar.de comprar, por faierem el-'
las parte do asseio bom gosto com que trajarb
suas bella? (ilhinhas. A aguia branca tem o pra-
1er de ver que tao bellas e precisas obras foram
devidamente apreciadas e compradas em sen nl-
ubo. Os cbapeoiinhos, alm de serem d'uma pa-
Iha mui fina, sao de mu bonita forma e ultimo
gradaveis, tendo enlre ellesalguns.demigraa obra posto, enfeitados com toda a porfelco : os aven-
de multo gosto e deficil xecuc.ao, e bem assim fi- tae. porm, sao de tina cambraia, guarnecidos de
|Cat*eiro.
Precisa-se -de um caiiwiro que tenba pratica de
taberna : atua DireiU.^73.
Precisa-se de urna escrava sem vicios para
engomtmr eazer o mais servico de casa d fami-
lia : a tratar sa ra doQaeimado n. 17.
Um moco bastante habilitado offerece-so para
leccionar traccez e portogoez eso algum eoeenho;
a tratar na ra Direita n. 78.
Carfcalbo Nf^ueba na ra do pol-
lo n. 20, sacam a n$A* ou a praio sobre
.Lisboa, Porto, lina de S. 'Miguel e:Rt'o de
Janeiro._________________
O PciAoral de Ccreja,
do Da. ATiaa,
ta 4e lodos t molestias 4o < daaargaDta, tosses, conetipAf,
Irnaljii(',.!-snia, defluxofi, do, Otn-iuelucl', angina, l>iptheiia.
Este xarop" jieitoral 6 o ititr
tado A longos anuos de atad*
por mu do8-pimeiros moeos^da
America do Norte, e de zgaeri-
encias aalnuai".4t-i4 nos procjps
lOSf-laeg do ihulAi i i KceitAdo jrUm me4icos mais dutinctos
dcstcoculo na sualinica particular, portaut dljrnodeitoda
comiaKra, 1,por*e--ecfl~, alcancmidoeou^imacerteraIdIW-
ivel o f sent da molestia e arraucaado le os raizes, assim
dndolos orjrios aS-cWcos urna nnrjk. -natunrl c uii: 9:jinr
ser innocente applioarai a qualipicr tpt*ti>a de /jualquer Mide
cada.Crasoc sendo noaomjMnhado de dirrefasjninuciosas:
-':, i' //."/-. jior tiiotervM, remedio teaneto, te'ualquer med-
ico ou pUarmaceutioo pude obter a rbnanla da sua coniposeiq,
i .'ui-igintio-^ pessoalmeitto \i por cartao-ageategernl, H. 31.
XuUR, a roa Direita Se-3i. liio de Jiuattro.
AI Ditos <;* os que trabu zombodo de uu .os recursoe
^iv Hfinfin uuii sillo ctu-ndts raUicalmcDlc wta o uso do
1* A* yossoas atacadas de lassr, deflnxos, Dr to garganta,
BnutSike, asma,*te., t oatsss j-mptomall'a fsica prima-
ria -sin ihiicnte &zcm poneo sao do seu pakeimento at
que fc-^jn-tarde para cura-lo. So descuidis d' um tosse
porqac .agora.pwecc de poett importancia; uiiia tosse
descuidada diego,:& ser chroBiea c induz a formaco de
7\ili rriu. j*# pulmwes.
Ni-niimm. aso de familia dvc estar sem um rateo
dste xarejte mo-; poia nos taques repaitinos .te
Angina, te dnoiip, ditos paroxknos do Coqudnche;.Qt
tosse comprdu a .que .cSo .njeita as criancaa, nao 'ha
tempo de chaar um medico, nem de fazer remedios,, e
. este xaropc alii a i inmediatamente e jc o finio qocridp
.sao e salvo, lorae pcrigQ.
As molestias qe stSo no Alcance das virtudes eurataKte
,do PEITOMAJJ DE tr.HXJA muy
.tjailuxoa, Tosses, Asmi, Esquinencia, Bronchite,
Coqueluche, Tosso forioa oa oonvulaiTa.
Hoquidio, Todaa aa ncaaatiaa ,c\p peito
e garganta, Conamn#io dos Pul.
mes on Tsica pulmonar.
Acnd^.m todas u Botica e Drogaras do ImpMio.
Precisa-se do om1 homem
um filio com piac;a de capim
n..
para trabaltiar em
: na ra Oreita
Precisa-se e'e om amassador
ta,#adarian.9.
na ra Direi-
Ama
Precisa-se deesa, ama pan o servico interno de
nm casa de posea familia : a tratar na pro(a do
GoBpo Santo n. f7, 3 andar.________________
ManoelJoeMoreira at verte ao Sr. Manoel
Jo? Moreira, ^bc continua a assignar-ee .Maooel
Jos *loreira.
vt-ilas e brincos as mesmas circumaUocias.
Tamben receben algons cintos o.qoe de mais
moderno e bonito, se pode encontrar na tal genero.
Alm disso encontraro os pretendenles um com- i
pleio sortimento de Qvellas de malreperola, chris-
tal, tartaruga, e dourados, brincos de christal, e
jaspe, vollas e cruzes de dito e minios ontros objec-
tos de gosto, os quaes continua-se a vender commo-1
dameote.
Penentes de madreperola, e enfeites filete
A loja de miudezas na roa do Queimado D. 16,
receben bonitos pentes com chapa de madreperola,
e novos enfeites filets ornados de lantejoilas don-
radas, moedlnhas, aljofares, vidrilhos etc., tendo
grandes para toda cabeca e pequeos para coque,
regulando os precos de 2# a i J000 rs.
B j ni tas caixinbas
com arranjos dourados para costnra, tendo eom
msicas e sem ellas. Vendem-se na roa do Quei-
mado loja de miudezas o. 16.
Trancas pretas
com vidrilhos, e bicos com ditos e sem elles para
enfeites ou vestidos.
Ka ra de Queimado n. 16 loja de miudezas a-
charo os pretendentes um bello sortimento dos
objectos cima ditos, cascarrilhas, franjas etc. etc.
e ludo est sendo vendido por precos com modos.
Botos pretos
de vidro enfeitados d'aco.
A loja de miudezas a. 16 i roa do Queimado
vende mui bonitos botoes pretos de vidro com en-
feites de ac, os quaes muito se uzam para nfeitar
vestidos, quem os pretender pode dirigir-se a dita
loja d. 16 roa do Queimado.
vendem-se na loja de miudezas
a ra do Queimado 16.
Bonitos leques de sndalo e ootras qualidade?.
Bonitos cintos com Qvellas de diversas cualida-
des e moldes.
Brincos e cruzes de crystal.
Abotoaduras de dito para colotes.
Bonitos port-relogios.
Delicadas caixas com msica e sem ella, para
costura.
Agnlnas e linhas para cbrochel.
Retroz superior em carriteis.
Beodas pretas e bicos com vidrilhos.
Pitas de velludo com listras de cores para en-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdenapoies, lisas e lavradas, brancas
Para
Mho a 6#50O
a sacea, em cnia a 360 rs., novo : no armazem
da estreUa, largo do Paraizo n. 14.
Superior do Garantios
Pomo o melhor pussivel : na ra do Queimado,
segunda loja n. 18.
Vendem-se toneis para destilace de engenho
e deposito de mel, e pipas vasias : na fabrica da
travesea o Carioca n. 2, caes do Ramos.
na
Ungir cabellos.
Holld Walter.
ra do Queimado, loja miudezas
Vende-se
n. 16.
Chre maco-nic
Para Ungir cabellos.
Vndese na loja de miudezas, a roa do Quei-
mado n. 16.
Tintura de L. Marque*
Qara fazer os cabellos pretos.
Vende-se na roa do Queimado, a loja de miu-
dezas n. 16.
Missaogas miadas, aljofares imitaodo
acevidrilhos decores
Attencao
s*erdeiros,4eFeliciano Augusto de Vascon-
cetloc vendem o-sitio que Ihes pertence da roa do
Mootineo n..'24 ;-a tratar eom-es mesmos herdeiros
no *ntkcado sitio, a qualquer hora do dia.
O ahaixo asMgnado tendo deixado de em-
presior dinheiros-r-ubre penberes, desde qae esse
genero de transacgSes oi prohibido, e tendo anda
em seo poder algu mas obras de ouro, roga s pes-
seas a quem ellas fertencam, curar m seu eslabeiecimento aa ruados-Quarteis
ns. 17-e 19.
_____________:Bernardo Alves Pirjheir .
lloje o uulo deposito de lauca
da fabrica do srhalho no
Cabo
Est stabftlecido oo pateo de Ik. S. do Terco n.
12 que at agora ena no mesmo pateo n. 130, que
em grande sortimento de loucaque vende mais ba-
rata 40 aliO por.cents do que eoioatra qualquer
parte, urabero'faz seieoie aos seus freguezes que
mandn faoer urna porco de caooc^iara agua que
ai vender,por preco muito mdico e tem lou de todas ae-^ualidads.
Qoeos.ver para jtlugar urna &egra qae s ia engommar dirija.se c roa do Trapiche ,n. '44,
cgunda andar, ou annnccle para ser procurado.
Marlohc,. interprete do commerio, rua~do
.^garioo.2L
Vendem-se dous motores para 2 e 4 cavallos,
proprios para mover machinas de descarocar al-
godo e-cyllndros de padana, etc., e urna prensa para enfeites de vestidos; vende-se todo |isso por
hydraulica de grande forca, propria para enfardar precos razoaveis na roa do Queimado n.l oja 16,
algodiot na fabricada travessa do Carioca n. 2, de miudezas. _____________________
caes do'Ramos.
Vende-ee urna porcao de ferro bruto, serve
para obras de ferreiros, e por prego muito com-
modo : a tratar na ra Imperial n. 1, andar.
Atten$o!
Atten^ao!
Graade moi Lmenlo de fazcHtlas pro-
pr:r.s para a quaresma.
Acahd# ri..gar teste nevo stabelfcimenlo
om grande e variado sortimento de fazendas pro-
prias. para a quaresma, a saber :
6r sdeoipUs preto a 1600 o cavado.
Vinde-se um grande sortimento de grosdena-
ple a. 1^600, IJbO(>. 2# e 2AS0O o covado ; dito
moilo soperlr a 2800e 3* : na ra da lmpera-
triz n. 7, loja de buimares iSi Irmo.
MoriaDtique prelo a 2800.
Vende-se um pinta sorumento de moriantiaue
a 800, 3 e 3^)0 b covado.
Chales de renda pretas a 8*000.
Vende-se tamhem ura variado sortimtnlo de cha-
les de renda a 9,, 9*800 e 10 ; ditos mnlto finos
a 115 e 125 ; ditos de seda fazenda muito fina a
10*000:
Retondas pretas a iO.
Vendem-se relonoas pretas pelo barato prf^o de
10* e 11* : na roa da Imperatriz n. 72, loja ce
Guimaraes & Irmo.
Grande pechincha panno preto a 2(5000 o
covado.
Vtnde-se panno preto proprio para calcas e pa-
litots a i k 2*200 o covado ; casimiras pretas
a 1*800,5>*, 2*400 e 2*500 o covado.
E' muito barato corles de casimira a 3&>00.
Vendem-se corles de casimira preta a 3*500
4* e 4*500 ; dita muito fina a 6*.
Admira cortes de brim de cores a
1,280
Vendem-?e cSites de brim de eflres para calca a
1*280,1*600, 1*800 e 2* : na ra da Imperatriz
n. 72, loja de Guimares & Irmo.
E' liaratissimo a 120 ris o covado:
Vendem-se riscadinhos tnnito proprios para roo-
pa de estraves, a i20 ris o i-ovado; ditos escoce-
zes rruito fios a 240, 280 e 300 lis o covado.
Laazintm a -ko rs.
Laazinhas de qoadrinhos a 300, 320, 360 e 400
rs. o covado ; ditas muito finas a 500 e 560 : ua
ma da Imperatriz n. 72, loja de Gnimaraes fi lr-
mo.
Cortes de 15a a 5,5000.
Acaba de chegar a este importante esfabeleci-
menio um sortimento de cortes de la que se ven-
de por 5* e 5*500; ditos a Mara Pa, fazenda
muito moderna a 12#, 14*, 18* e 20* ditos com
camisinha, cinta e grvala a 25* e 28*.
Chitas francezas largas a 260 ris.
Vende-se nm grande sorlimeoto de chitas a 260,
280, 300, 320 e 360 rs. o covado : ditas preciares
a 400, 440 e 500 rs.
Laubraias de cores a 280 rs o
covado
Vendem se camLraias francezas a 280,300, 320,
360 e 400 rs. o covado.
Cambraias lisas a 3.000 rg. a peca.
Vende-se um grandt sortimento de cambraias
poder etofeiur um bom vestido prelo ou de c6r,; ,isas ptlo barJ(0 d9 u um 4300 e
unan Da a van/Ion. .!* Hn lnQim,/1f) lAM rt'Aflnn I M_ \.^ m*JA/\ nm ... .
o* : ditas muito linas a o*500 e 6*; ditas victoria
a 6*500 e 7*; ditas de urna vara de largura a 8*
e 9* ; ditas para forro a 1*600, 2* e 2*200 : na
roa da Imperatriz n. 62.
ROUPA FEITA.
Vende-se om completo sortimento de ronpa e-
ta lelta. assim como tejan paii,ots, calcas, coleies.
camisas francezas a 1*600 t I58O0 ; ditas rias a
2* e de linho a 2500, o* e 3*500 ; seroulas de
1*J.00,1*400 e 1*600, de linho a 2* e 2*500 : na
roa da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
mo.
babadinhos hord.dos ; o que Ibes da murta graca.
Os precos destes, 5*000, e daquelies, 10*; e de
quanlo sao ellts baratos conhecera o pretenderte,
que se dirigir a' luja o'aguia- branca, na roa du
Queimado n. 8.
Vidrilhos de cores e aljofares,
imitaodo ac, para enfeites de vestidos.
A agnia-branca na roa do Queimado n. 8 reee-
neu om bello sortimento dos objectos cima pro-
prios para enfeites de vestidos, etc., etc., e est
vendendo commodamente.
Novidades.
Na Agnia branca ra do Queimado n. 8 rece-
beu diversos objectos de muito g isto e intelramen-
te novos, sendo :
Bonitos e delicados pentes doorados e prateados,
tendo entre elies alguns de filigrana obra mai per-
feita e de elevado gosto.
Ditos com chapa de madreperola.
Briocos de filigrana e oulras qualidades.
Flvellas de dita e oulras tambera de diversas
qoaiidades.
Cintos mui bonitos, enfeitados em toda a exten-
cao com caracteres dourados e prateado*.
Filets enfeitados com moedinhas donrads.e lan
tejollas, aljofares & &, sendo para coque, e toda a
cabeca, e outros com plomas &.
Booitas vollas de jaspe com cruzes, tendo lam
bem algumas de dnas cores.
Lavas e meias
de laa vegetal, para quem sofire de frialdade, pa-
ralesya ele. Vendem-se na roa do Queimado loja
d'Aguia branca n. 8. _
Bandoline de roza
para segurar ou conservar perfeitamente atado os
cabellos das senboras. Vende-se na ra do Quei-
mado loja d'Agoia branca, a 1*000 o frasco.
Enfeites pretos para vestidos
A Aguia branca receben novos enfeites pretos
para vestidos, sendo bicos com vidrilhos e sem
elles, irangw com pendentes de vidrilhos e sem
elles, cordo grosso tambtm com vidrilhos e sem
elles; assim como galoes e franjas de diversas lar-
guras, fitas de velludo etc. como sempre os bons
fregnezes encontraro commodidade de precos dos
objectos qne se vendem na loja d'Agoia branca roa
do Queimado n. 8.
Boles de vidro
com enfeites d'aco no centro.
Esses botoes que tanto servem para melhor se
COInres Royer on colares ano-
| dlnos
acbo se a venda na ra do Queimado loja d'Aguia
branca n. 8.
Acaba de chgar aloja da agoia branca
a ra do Qoelmado n. 48.
Cbromaco-me para trngir cabellos,
iloild walter para dito.
Tintura de L. Marques para dito.
j gmia oranca
a ra do Quimadon. 8
acaba dereceber:
Lentiyonlss d'aco para enfeites.
Pennas branca' e de cores, para gorjos e chapeos.
Enfeites filets. mui bonitos e modernos.
Sapatinhos de setim par baptisados.
Meias de seda para o mesmo.
Bonitos chapeosinnos de setim para dito.
Rosas camelias e oulras qualidades.
Novos brincos, flvellas, peales e pulsaras de fili-
grana.
Fitas de seda de cores para debronbar vestido.
Dita de sarja com differentes cores e lurguras.
Cal de ILIsboa
Na roa do Livramento, armazem da nalha
n. no, vo*o-ao ii uiiiina enegaua por menos pre- ca80S fle convulsoes, e denticao das
50 doque-em ootra qoalquer parte. | altamente elevado o seu bm merecid
... .acuitar a g-" *"- DU Z T^Z, taSSZlXo? e b=Va
AAOr\C* r\n Amiiinlnnn.i n dnilhAliq ri 1 f Afi
Vende-6e ama rotula nova de loare
tarja rua^o Hospicio n. 28.
Vendem-se duas pretas mocas e sadtas sa-
bendo lavar e coser e firoprias lambem para la-
voura, o motkro da venda fi ter-se de retirar o seu
senhor para fora do imperio : para tratar no ar-
mazem ruada Croz n. 38.
Vende-se superior potassa ; na ra do
lo armazem n. 26.
Farinlia de mandioca a 4$8oo
reis o acco, multo nova, e ltimamente chegadl;
vende-se na roa da Croz n. 33.
- I e hoje j se pode dizer que estao geralmente con-
a lra' 1 ceituados, e eslimados de innnmeraveis pais de
____j familias : de ons porque do uso desses saiutares
colares viram salvos do perigo seos cbaros fillii-
nhos, e de outros porque colheram daquelies to
proficuo eiemplo para igualmente preservar os
seos. Assim, pols, a aguia branea, tendo em vis-
tas a aUJidade e proveito desses prodigiosos cola-
res anodinos oa Royer, mandou vir o novo sorti-
mento que agora receben, e continuar a recbe-
los para que em tempo algum a falta delies possa
d'WE Grande armazem e loja da
Arara.
Roa da Imperatriz o. 06.
Apol-
0.
Neste eslabelecimento encontraro sempre ura
completo sortimento de fazendas francezas, sois-
sas, allemaes e inglezas a vontade do comprador,
se vende mais barato qne em outra qoalquer parte
Chitas da Arara a 6$ a pefa.
Vende-se pecas de chitas de cores com 38 co-
vados a 6JJ, em covado a 160 rs._riscadiDho para
tenco.
r- Na amiga e bem conhecida refinado a' ra das,
Larangeiras o, 12, encontrara' o respeita.vel pu-
blico um completo sorlimeoio de assuear de caro-'
co, refinado e candi, bem como caf em grao e rs-a vara.
moido, sevada moida, cha' verde e preto de muito Lencos bancos para algibeira duzia a
boa qualidade, velas de coroposico ; e tudo por 2000 rs
precos muito eommodes.
Precisa-se de um menino para calzelrode
taberna, de idade de 10 ni anuos : na roa da
Eeperanga n. 4L______________________
tm sU para se alugar a casa da roa do Tam-
bB. 30; a tratar na roa da Imperatriz loja nu-
mero.28.
jtgenela de passaporte.
Ciaadino do Reg Lima despachante de passa-
porte.e,portaras, tira-os para dentro e fora do im-
perio por commodo prego e presteza : na roa da
Praia prmeiro andar n. 47.
Por aatorisacao do lilra. sr. l)r. cnsul de
Portugal, .-laudino de Araujo Guimaraes, aluga-se
um sitio na povoaco dos Afqgados com casa de
wveoda, otaria, eom bastantes ps de eoqueiros e
oiwas arvoces de fructos, 6eodo esto sitio deno-
minado o sitio dos Portoes : a tratar oa ra Im-
perial n- 112 com o depositario e iypoihecario
Maooei Dias da Silva Santos.
Vende-se o esubeleelmeoto da ra da Paz
n. 44, com 4 carrocas e 3 sois vende-se per preco
commodo : quem pretender dirija se a ra cima
a tratar com Antonio Pereira Sampaio.
ser funesta aos pais de familia, os quaes ficaro W de '-vesa 120 rs. o covado : na ra da
certos de os achar constntemente na ra do Quei "fP"*11'1* so.
Grosdenaple prelo para r quaresma a 1^600
Vende-se grosdenaple pido para vestidos a
lJMfOO, 1*800, 2* e 2*500, moreanlique preto pa-
ra vestido a 3 e 2jf00 o covado: na ra da Im-
peratriz n. 56.
Arara vende laazinia para luto a 500 rs.
Vende-se lazinha lis para vestidos de luto a
500 rs. o covado, cassas pretas a 320 o covado, al-
paca preta a 500, 600 e 800 o covado, bombazina
para vestidos a 1*100 e 1*600 o covado : na ra
da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Algodao avariado da Arara a 3|.
Vende-se pec,as de algodo com pequeo toque
de avana a 3*, dilas limpes a ia500, 6*, 7*
mado, loja d'aguia branca n. 8.
FAZENDAS HARTAS
Ar 27 fhia do Queimado N ^7
GRANDE PECHI.\I\
Gambraia branca para forro a 240 e 400
Retondas pretas a9#000
Gambraia morsulioa de cores propria para 8*: ra da Imperatriz loja da Arara n.'o6.
No sitio da capella de Nossa Senbora dos 3>5tOOO 0 covado.
vestidos o covado a 300 rs,
Moreantiqtre preto superior a 20800 e
emedlos, vende-se peixede viveiro nosdiasquar-
;fa, quinta e sextt-feira desta semana.________
Cliapos manilha
Vendem-se chapeos manilha a 10* cada um :
na .nna estreita do Bosario travessa do Queimado
n. iti C. loja de miudezas de Maia A Laodelloo.
Vende-se na travessa da estrada de Joo de
.Bscros, muito perto do Recife, um grande sitio,
com eicellente casa de sobrado muitos arvoredos,
baias para capim e pasto para vaeeas, e para
xnaior cararaodidade dos compradores se vende a
prazo que ee convencionar, pagando ura mdico
jaro : a quera interessar pode dirigir-se ao mes-
ao sitio que tem porto de ferro ou no largo do
Caimo n. 20.
Grande sortimento de grosdenaplespreio
para todos os precos.
Rotondas de seda riqoi-imas algerinas para
senboras.
Guardanapos para meza a 30500 rs. a du-
zia.
Superiores baldes de arcos a 30200 rs.
VENDE-SE
Pilulas Cathartica8 do Dr. Ayer
cubIo
Ih-ixo de entr, Indigest, ConntIjxteao, Mheu-
mutMnio, Henn-iorrl4rtdas, J>6r de eabeem, X HevrmU
fia, *oI do cttonutQO, Etueaqueea, mal d Flgad,
OatlrUe, Febre gaslro-ttepatiea, Lombrtgas. Krytiip-
illa, flydropsia, Inenemento do bajo.
Todas ai
(turino,
molftias q*e provm do uso execniro do
0 melhor purgante at hoje conhecido.
Esla pilulas assuearadas sao puramente vegitaes.
PinMO E WEIFICO SEM KEBCVXIO.
A venda em toda a> Boticas e Drogaras do Imperio.
A6EXTE tlKKAl.,
H. K. LAE, Un Direito Xo. 16,
Rio da Janeiro.
Vende-M em Pernambaco:
na
|PHARMACIE FRANCAISEfc
^mmsmm
RA NOVA N!
COMPRAS
tkwjpra-se ouco, prau e pedras preewsas
em obras veihas : na ra da Cadeia do Reeife
cja de oafwtee no arco da Conceicao.
Compra-se carosso ^seme7Tu armazem de al#odao de Sanndets Brothers & Cv
no eaes de Apollo.
Compra-se ana casa de sobrado no aterro
da Boa-Vista oa ra da Aurora : a fallar na roa
do Crespo n. 17.______________^_^^_
Ouro praia,
Em obras velbas : compra-se tu praca da ln
dependencio n. 11, loja de bilbetes.
Compra-se urna burra de ferro, jnglezaa
mesmo das antigs; na roa Nova n. 31.
Laa.de barriguda, o que de melbor
enener travestiros: vende-se na ra da Madre
de eqs, no araazemtjunto i', igreja.
Vender aa casa terrea na Capunga Ve-
Iha oa porto do Lasserre : quera pretender din-
ja-se a ra ais f leres n. 2, loja de sirgaeiro qae
achara eom quem tratar.
o grande armazem da roa do Apollo n. 38 e 40,
proprio para nm armazem de assuear oa prensa
de algodao em ponto grande, por ter 6 portas de
I frente com mais de 67 palmos de largara e 300 e
i I Untos palmos de comprimente, indo coberlo e so-
h?.p?ra "re arc*das e para comodidade dos compradores
e vende com o prazo de 2 annos oa o qne se coo-
encionar urna ves qne seja com seguranca e pa-
ande-se pela demora om "mdico joro: as Des-
loas a qoem cenvier esta compra podero enten-
ler se com Antonio Alves Barbosa oa ra dos Gua-
arapes n. 78. .
Mho
Compram-se libras esterlinas ; na praca da
i Independencia n. 22, junto ao relojoeiro._______
Compra-se na prensa de algodo do Saunders
Brothers & C. semeotes de algodo a 500 rs. por
arroba.
Selim e silhao.
Compra-se oro selini e nm silbo osados: na
ra do Caldeiro n. 74, das 6 as 10 da manha e
das 3 as 5 da urde. _______
Compram-se duas rodas para eirroca oa
orna carroca que esteja em bom estado : no arma-
zem da bolla amarella do oilo da secretaria da | algibeira e de porta para o anno~del86Vo
No trapiche baro do Livramento, vende-se tac-
eos com milho de Lisboa a 7*500 o sacco conten-
o 6 alquelres cada ura daquelle mercado.
iara a semana santal
Ma roa da Santa Craz taberna n. 7. vendem-se
eieelieotes camaroes seceos viudos do Maranho a
210 rs,j libra, a elles aotes que se acabem.
. Favas da IlhaT
Vende se favas muito novas caegadas da liba :
na taberna em frente a roa do Vigarto n. i.
luvas de pellica
preus, brancas e oulras differeaiaj cores chega-
das de novo: a roa Nova n. 7, loja do vapor.
Velas de carnauba
Gomes de Mallos Irmos recebem do Araeaty, e
vendem commodamente : na roa larga do Rosario
numero 24.
OHMKBIINMKiaaa
91 Brides epicadeiras de IpajHca M
g Vendem-se a roa do Qoeimado loja de ,
M Azevedo & Irmo. M
MKBMMMffa-MjKS
F0LHI1VHAS
PARA 1806o
Acabam de sahir luz as folhinhas de
polica.
VENDAS
mais correctas possivel tanto no calculo das
las e eclipses, como as diversas festas! do barateiro.
[que a igreja celebra; "vendem-se unicamen-
S8AID
I\ovidade!
O barateiro vende:
.Chales de fil preos pelo baratissimo preco de
i 6*000.
Moreantiques preos de diversos padrdes a
! 8*400, 2*600 e?*800.
Grosdenaples de diversas largaras e qualidades
a 11600, 1*800, 2*, 2*400 e 2*800.
Cambraias de cores finas a 300 rs. o eovado.
E ootras muitas fazendas de gosto que se ven-
dem por menos do qae em ootra qualquer parte,
para poder sustentar sua fama de barateiro, e de'
tudo se di amostras: na ra da Crespo n. 1, leja
Arara vende o panno de linho a 640.
Vende-se panno de linho para lenges e serou-
las a 640 e 700 a vara, cobertores de algodo a 1*
e 1*400 : na roa da Imperatriz loja da Arara nu-
mero 66.
Cortes de casemira preta da Arara a 30500.
Vende-se cortes de casemira preU para calca a
3*500, 4*, 5} e 6*, cortes de castores para calca
a i*, corles de colira a 1*280. cortes de ganga e
brim a 1400 e 1*600: na ma da Imperatriz nu-
mero 56.
Arara vende as saias a 30500,
Veode-se saias bordadas para senboras a 3*500,
vesdos braneds bordados a 4*300, ditos bordados
a laa e seda a 6*500 e 9*, ditos de barras de la
a 6* e 8* : na roa da Imperatriz loja da Arara
n. oo.
Panno preto da Arara a 20 o covado.
Vende-se panno prelo para calcas, palelots e
colletes a 2*,. 2*500, 3*. 4* e 5*, casemira preta
mono fina a 2*, 2*500 e 3*200 o cpvjdo ; oa ra
da Imperstri o 56.
Arara vende os guardanapos a 20800 a
duzia.
"ufe10 Buardaoapos para mesa a 2*800 a do-
ria e 240 cada um : oa roa da Imperatriz loja da
Arara o. 56.
Arara vende as chitas a 160 rs.
Vende-se chitas escuras de cores fizes a 160,
300 e 240 o covado, ditas francezas a 280, 320 e
400 o covade, cassas finas a 280, 320 e 360 o so-
bado : oa rna da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Madapolo eDfettado a 40 de 12 jardas.
Vende-se pecas ee madapolo entestado de 12
jardas a 4* e 4*500, dilo com toque de avarla de
24 jardas a 4*. 6*. 6*. 7*, 8* 9* e 10* : na roa
da Imperaiuz loja e armazem da Arara n. 56.
Arara vende os vestidos a Maria Pia a 50.
Vende-se vestidos de cassa com baaras a Maria
Pa a 5*. ditos de la a 6* : na ra da Impera-
triz loja e armazem da Arara n. 56.
Chales da .irara a 80 de fil.
Vende-se chales de fil a 8*, retondas a 10#,
chale de bi de seda a 14* e 18*. chales de me-
rino estampados a 2*, 2*500, 1* e 5* : na roa da
Imperatriz loja da Arara o. 6.
PGrande armazem de tin-
g tas medicamentos etc, g
Roa do Imperador n. 22.
3*.loo Pedro das Xeves (ge-S
rente) tena a Tcnda o
segnintr ?
?. Productos chimicos pharm,. S
jW ceuticos os mis empreg(!-s em
B medicina.
g Tintas para todo o genero de pi- |
m tura e para tinturara. I'
m Productos ioduslriaes e tintas m
^ para fl( res, como botoes de flores m>
' e modelos em gesso para imitar S
frucias e passaros COm o comp- 5
tente desenho. SK
Productos chimicos e industriaes B
para photographia, tin:uraria, pin- M
H^ tura, pirotecnia ef. ^
g Montado em grande escala e sup- k
i prido directamente de Paris, Lon- l
3 dres, Hamburgo, Anverso e Lisboa S
g pode offerecer productos de plena M.
fm confianc^ e satisfazer qualquer en- rfe
|H commenda a grosso trato e a reta- ^
y0 lbo e por prego commodo. ra
WM*HBaa;tt
Farinha de mandtoea
ltimamente desembarcada, vende-se por prego
cemmodo : no armazem da rna da Moeda n. 43.
Amendoas
Vndese por 5* a arroba : no armazem da roa
da Moeda n. 43.
Mho miudo
Vende-se por preco commodo : no armazem i
ma da Moeda n. 43'.
Charutos da Babia
De differentes qualidades e por preco commo-
do : vndese no armazem a raa da Moeda n. 43.
Cha da India
Em caixas e em latas de 1, 2 e 4 libras a i*3G0
a libra : no armazem a ma da Moeda c. 43.
Tapioca.
De superior qualidade em saceos cu paneiros a
4* arroba : no srmazem a rna da Moeda n. 43.
BoI*Qfuba americana
De superior qualida** Por PrC0 commodo :
vende-se no armazem ra 2* Moeda n 43.
Feijo do Torio
De differentes qoaiidades e por preco comm-
vende-se no armazem roa da Moeda o. 43.
do
m.
No armazem da ra do Imperador n. 3 ou no
Caes de Pedro II n. 2, tem para ^vender-se o me-
nor gaz existente no mercado.
Vende-se sai groo ; t fritar na raa da Ma-
dre de Dos o. 1
Vende-se e faz-se todo negocio com o depo-
tona livraria da praga da Independencia,i.sn-d*rna do Vigario n. 29, multo proprio pera
160 ris as de porta e 320 rii as de alrir' &^!cip?ln ?ue qaelra Dnnclpiar sua vida
holra w m pooeo dpbelro ; ao comprador se dir o mo-
oe'ra. i lie da veoda.
Na ra da Imperatriz n. 28.
Vendem-se corles de oambra3 brauoos com 4
5 e 6 babadus a 20* e 25*.
Fil de seda preto com flores a vara 1*.
Cambraias braneas de urna vara de largura fl.
ni a 1* e 800 rs.
Ricas lampadas e candieiros a gaz por grosso
e a retalbo.
Grande pechincha de madapolo con
a varia..
Paredes Porto vende urna grande porcao de ma-
dapolo avariado, fazenda de 10* e 12* a peca a
6*500 e 7* com pequeo loque : na ma da Impe-
ratriz n. 52, armazem da porta larga junto a pa-
dara franceza. ^
Collares de crystal
A loj i da Aurora na ra larga do Rosario
n. 38, pertencente a Manoel Jos Lopes
* Irma"o,
receberam riqnissimos collares de crystal, ditos
de jaspe, brincos, pulceiras de jaspe, cruzes e
*!* '*?" c,ruM8 de "y*'1, veas de dito!
fivelas mono modernas a prineeza, dooradas e Pra:
hdas P"aJsenhoras. e meninas, fitas de mono
ooa qualidade para cintos, tanto largas como es-
trenas, bons leques de raadeira a imltaco de sn-
dalo multo baratos, ditos de marfiro, ditos do ma-
dreperola, ditos de osso Unto grandes para senho-
ras como pequeos para meninas, riquissimos en-
eiles m6demos paracabega mfeitados com fitas e
aljofares prateados, ditos de mais gosto enfeitados
de ores tudo islo s na loja da Aurora na ma
larga do Rosario d. 38, qnalqner senhora que
queira comprar f?zendas e que queira amostras
pode mandar buscar pois dase a qualquer pessoa-
que traga peahor.

CARN4UB4
Vende-se cera de carnauba mais barata do que
em outra qoalquer parte.:|na roa da Madre de
Dos o. o.
Vendem-se 400 pedras para ladrllhaT vidas
da Ilha : a tratar na rna do Vigario n. 14.
I MWPHtt

;

dMu


UH
m
I
Diario de rerwuafcra ~ Tere letra t de Marco de 1866.
..
PARA A QtJARESItIA
Chegaram a loja de Augusto Porto & 0.
11 Ra do Queimado 11
Pannos pretos, caserairas pretas, boaabasinas.
La' caotao, merino e selestnnas gretas.
Lindas mantas de seda para pescoQO.
Ricos cortes de seda de cores para bailes ou casamentos.
Ricos cortinados bordados dos mais bellos desennos.
Muir branco, seda branca, capellas e manus para dqvm. r
Bellas colchas de seda e de lia e seda para cama de noivjs.
Saias de Qaissima cambraia ricamente bordadas.
Faiendas de pregas para saia que se fazem com urna s costura e tanbem tem com
cordo tecido.
Madapotao franeet a 400 e 480 rs. a tara.
Alcalita de llnho para salas e gabinetes a 480 rs. o covado.
Faxenda especial de qaadroe para fater redes a 34300 a vara.
Superiores esteiras da India para
11Moa do Queimado11
ILEIAM TODOS!
$00$
$
salas.
NOVOS GERENTES
DOS
TItES GRANDES
ARHAZENS DE MOLAMOS
DENOMINADOS
PROGRESSIVO pateo do Canno n. 9
UNIO E COMMERCIO ra do .Queimado n- 7.
VERDADEIRO PRINCIPAL ra do Imperador n. 40
DE
DUARTE CARVALHO PERIRA C.
!TSa
CORTE! DE SEDA
Ghegaram pelo paquete ingle riquissimos cortes de moreantique de cores, e seda lama *
ggg^ quadros por nooo o corado
5RA DO CRESPO5
Gregorio Pae do Amaral A Compannia.
Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidade aos sentares de en-
genhos, lavradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
beraran! os proprietarios dos tres grandes armazens, reanir todos os seas estabeleci-
mentos em um s anuuncio, pelo qual o prego de ura ser de todos, promette-
mos que nao infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, aanunciar os generes
por um prego, e na eccasiao da compra quererem por outra, como socede constante-)
mente em oatras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos n5o se dar isto)
ainda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seos famnlos que
ier3o tamben! servidos como viessem pessoaimente fazendo-nos o favor de mandar seos
pedidos em cartas feixadas; pora.evitar qualquer engaos, remetiendo nos orna conta
pela qual se ver os preces tal qual aonun ciar oos, o que senao arrepender pessoa
alguma que fizer sua despenca em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por cont na sua despeza diaria.
CONSULTORIO MEDKO-CIRRfiHJO
DO
R. PEDRO DE ATTABOfBE LOBO MSGOSO,
MEDICO, PABTBIM^ B rERitOH.
3Ra da Gloria, casa do Fundi g
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os das das 7 as i I
Horas da manho, e das 6 e meia s 8 horas da aoite, excepcSo dos dias santificados.
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio na sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tobos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacoes e pelos procos seguate-
Carteiras de 12 tobos grandes. 128000
de 24 tubos grande. 18(5000
> de 36 tubos grandes. 240000
* de 48 tudos grandes. If000
> de 60 tubos grandes. $000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios
que se pedir. t'fi 9
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 10000. .
Sendo para cima de 12 custaro os procos establecidos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 900 res.
BOM S0BT1E\T0 DE
FAZENDAS PRET4S
vado.
Gros de aples preto a 1500,10600, U, U, Hg**M o corado.
Gorgurao preto de superior qualidade a 20500, 2*800, U e U o co-
Superiores moreanques a 20500, 20600, 30, 30500, 4>a#MD>o
covado.
Bons cortes de moreantique.
dem de gorgurao adamascados.
Bons pannos e casemiras. .
Sup riores alpacas, princetas, merinos e bembazinas.
Bons villudos-pretos.
Grande variedade de chales de filo preto e de guipure a 50, 60, 0,
100, 120, de 160 a 203, a de 250 a 800 cada um.
Superiores retondas de fil preto e de guipure a 80, 100, 120 e *50,
e de 300 a 600 cada urna. .
Superiores algerienes de fil preto e de guipure de 120 a 250, e ae
300 a 600 cada urna.
Boos chailes de seda preta.
Ditos de Merino preto bordados e outras multas fazendas pretas que
seria enfadonhe enumerar, na
LOJA HAS COLUMNAS
DE ANTONIO CORREIA DE VA.SCONCELLOS & C.
RIJA DO CRESPO X. 13
RUI DO BttlJM tfo 38.
O proprietario deste estabelecimento deseja chamar a attenc5o dos senhores pro-
prietarios aos acre litados mechanismos que continua afornecer; os quaes garante ser,
como sempre, da melhor qualidade possivel:
Machinas de vapor
motore sde
for< a de 2 Vi cavallos para cima. As menores s5o mu propnas para
e: armamentos de a'g.-do; as maiores para moer canna; ha tambera que podem junta
'.v ^paradamente moer canna e descarogar segundo suas proporcoes. Estee vapores
35o simplissimos na construccio, e se regem por qualquer pessoa intel tgente, a facilida-
de da euuducco sea lo especialmente considerada, tanto que nlo ha lugar em que nao
se o mm con Juzir, anr oor trra, qur embarcado. Ha com moendas juntas ou sem
ellas e'nodem-se applicar'a qualquer moenda j existente-sem outra mudanca do que
a stmstituicao das rodas da almaujarra. Ellas tem depsitos dagua e boeiros de ferro
e nlo precisara para o seu asseutamento de .obra alguma, quer de carapina, quer de al-
venaria. O lempo para assenta-las n5o excede de doze dias ao mais, e em casos de
morios le aoimaes ou arrombamentos de agudes, etc., garante-se o assentamento em
oito dias. Lembra-se aos senhores de eogenho que a venda dos animaes e o servico da
ente oceupada no seu tratamento osho de recuperar da ma.or parte da despeza do
vaoor deixando-lbes a vantagem de urna moagem certa e acoderada; -e acabando com a
ebspeza da compra continuada de novos anlmaes. com os desgostos do trabalho que
Rodas1' d'agua de ferro, mu maneiras e moendo com qualquer altura
' dgUa'sarllho8 eom eruzetas de ferro para as mesmas, quando se desege fazer
e resto da roda de madeira, tomando-se assim a roda ligeira no trabalho.
Mateadas de caana de todos os tamanhos, desde as mais pequeas chama-
das do sertao. Obra perfeita em feitio e acunhamento. _
Rodas de espora e angulares de todos os tamanhos e proporgoes.
Paroes on coches para receber o caldo. ...
crivos de foraalha para assentamentos, frescos para o foguista, azendo
grande calor com pouco combustivel, e duradouro.
portas de fornalha de todos os tamanhos e de diversos systemas
Fornos e molnhos para a fabrica de farnha e tambem chapas redondas
pira fornos pequeos.
Rombas simples e de repucho.
Taifas de ferr batido e fundido e de cobre.
Formas de ferro batido galvanisado para purgar assucar, leves
e isemptos de quebrar-se.
Alambiques de ferro de todos os tamanhos, custando so a terca parte do
oreco dos de cobre, mais regulares na dislillaco e igualmente duraveis.
Elxos e rodas de carro com mang-s de patente, obra mui segura para
carresago de peso. ... j
Arados, srades, cuchados a cavalio e outros instrumentos de agr
cultura. E finalmente todo o objecto de que possa precisar um engenho. g
Machinas de descarogar algodSo.
Na fabrica se fazem obras novas encomraenda e concertos, com a maior preste^
solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este nm.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder ter qccasiao de dar mrormacoes ou
e -larecimentos aos senhores que seservirem de seu prestimo.
D. W. Bowman, engenbeiro
MOTEIG4
Manteiga ingleza perfeitamente flor che-
gada ltimamente a l,ooo rs. a libra, e
em barril ter abatimento.
Manteiga fraoceza da safra nova a 8oo rs.
a libra e em bail ter abatimento.
BANHA
Banba refinada superior a fio rs. e em
barril ter abatimento.
CHA
Cha uxim de primeira e superior qualida-
de a 2,8oo rs.
dem bysson o melhor neste genero a
2,6oo rs., e sendo em porgao ter abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,8oo a 2,5oo rs.
a libra.
Rlseoufos
Latas com superior biscouto inglez de di-
versas marcas a l,2oo rs. a lata.
Rolaehlahas
Latas com bolachinhas da acreditada fa-
brica do beato Antonio, proprias para dar a
doentes de 2,ooo a 3,ooo rs. a lata.
dem com quatro libras de bolachinha de
soda a 2,ooo rs. a lata.
Queijos
Queijos flamengos chegados pelo ultimo
vapor de 2,3oo a 2,5oo rs.
CHOCOLATE
Chocolate hespanhol a l.ooo e l,2oo rs.
libra, francez e suisso a l.ooo rs. a libra
e portuguez a 800 rs. a libra, em porgao
ter abatimento.
VEVHOS S
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tados marcas, como aojam: Madoira SUca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do
Douro, Mara Pia, D. Luiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a l,ooo a garra-
fa e 9,ooo a 12 ooo rs. a duzia.
Vinho Figueira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4.000 rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. a garrafa e a 4,5oo rs. a caada.
Superior vinho de Lisboa e Figueira em
anceretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada.
Caixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa e
7oo rs. a garrafa. ~
CAFE1
Caf do Rio de 1. e 2,* qualidade de
6,8oo a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
SARAO
Sabio maga de primeira qualidade de 24o
rs. a libra.
za e
Rlll A CAMBIA N* 56 A,
Serveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers & BelL T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a 7oo rs.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como seja Victoria e Alcope a S,ooo rs. a du-
zia e a 5oo rs. a garrafa.
BOlOES VASIOS.
Boies vasios, louea ingleza muito pro-
pria para manteiga e deposito de doce de 4
a 12 libras a l,2eo e 2,5oo.
FARINHA DO MARANHO.
Farinha do Maranho a 240 rs. a libra.
SAG'.
Sag muito novo a 4oo rs. a libra. (
ARARTA. >
a libra'.
Vinagre
Superior vinagre de Lisboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
maisuaixo para 2oo rs; a garrafa e l,4oors.
a caada.
Azeite doce
Superior azeite doce de Lisboa a 7oo rs. a
garrafa e a 5,5oo rs. a caada.
FHO CAPORAL.
Latas com superior fumo caporal a l,8oo
rs. a lata.
Paosas
Superiores passas a 2,5oo o quarto e
9,5oo rs.j a caixa de arroba hespanhola e a
56o rs. a libra.
Genebra de laranja verdadeira a lo,5oo a
duzia e l.ooo rs. ao frasco.
Genebra de Hollanda verdadeira a 6,ooo
rs. afiasqueira e a 56o rs. o frasco.
Idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da ums.
Garrafies com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,ooo rs. o garrafo. Tambem
ha garrafies com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
6,ooo rs. cada um.
VELAS
Velas de spermacet a 64o rs. a libra.
dem de carnauba de lo a 12,ooo rs. a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de l,ooo a
l,2oo rs. a lata
ALPISTA E PAINCO
Alpista e paingo muito novo de 3,8oo j
4,ooo rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS.
Superiores charutos do fabricantes Simas,
Imperiacs, Delii/ias, Parisionaoo o outroe do
2,2,5oo e 3,ooo rs. a msia caixa: tambem
temos Suspiros, Havaneiros, Ligueiros e
outros muitos que vendemos por mdico
prego.
Licores
Licores francezes e portuguezes a l,ooo e
l,4oo rs. a garrafa ou frasco.
Doces
Do;e da casca da goiaba em caixes e la-
tas a l,2ooo eaixo e 2,8oors. a lata.
Frutas
Frotas em calda e em latas fechadas her-
mticamente, muito bem enfeitadas, conten-
do pera, pecego, ameixa rainha Claudia, al
perche e outras frutas a oo rs. a lata.
Tambem ha latas grandes para l,2oo rs. a
lata.
AZEITE DE REFINADO
Superior azeite francez refinado a 8,ooo
rs. a garra'a e a 9,ooo rs. a duzia.
MOLHO ING1EZ SAUCE
Molho inglez Sauce em frascos grandes
com rolba de vidro a l,8oo rs. o frasco em
duzia ter abatimento.
BATATAS.
Gigos com 3o libras de batatas a l.ooo rs.
o gigo.
SARD1NHAS.
Latas com sardinhas de Nantes O Lisboa
de 4oo a 46o rs. a lata.
FUMO AMERICANO.
Superior fumo em chapa a 1,400 rs. a
libra.
ERVILHAS
Latas com ervilhas e feijao verde j pre-
parado 64o rs. a lata.
MASSA DE TOMATE
Latas com 1 libra de massa de tomate a
64o a lata.
VERMUTH
Esta bebida muito fresca e estomac il e
muito propria pan a presente estago. a
qual vendemos a 2,ooo rs. a garrafa e 185
a duzia.
IIVROSo
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jaro
dous grandes volumes com diccionario............ 20000
Medicina domestica do Dr. Hering......., 101000
Repertorio do Dr. Mello Moraes t 6O0O
Diccionario de termos de medicina........... 300f
Os remedios deste estabelecimento sao por domis conhecidos e dispensam pr
tanto de serera novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remed*
?erdadeiros, enrgicos e duradores: ha todo do melhor que se pode desejar, globoso
rerdadeiro assucar de leite, notareis pela sua boa conservagao. Untura dos mais acei-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparado, e portante a ia'or
energa e certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lk' QoalTW
operaco, p ira o que o annunciante julga-se suficientemente habilitado.
O Iratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como J medica,
funecionando a casa ha mais de quatro anuos, ha muias pessoas de cujo cuceito ae nao
pode duvidar, qae podem ser consultados por aquellos que desejaru mandar sen*
doentes.
Paga-se 24 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operacOes serSo previamente ajustadas, se n2o se quizereBr^J6*4*1" aoi preco
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
AlivIAXEM jOE FAZIUDAS

SE
CUSTODIO CARVALHO
27 RA DO QUEIMADO N. #
Madapoln francez muito fino, tendo poaco mofo, ada peca com 27 varas por
10*000.
La de cores a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a prego de 800 rs a vara.
Lengos brancos para algibeira a 2^00 a Aizi.
Fin is perclaras a prego dfi 400, 440 a 5*0 rs. o covado.
Ricos cortes de la de barra de 100 a 3*0000.
Chales de fil preto e outfas muitas tzendas.
Ara ruta verdadeira a 4oo rs.
Pimenta, comlnho, cravo, canela, ervadoce, alfaema, tijollo para limpar facas pa-
litos para dentes, palitos de fogo. e outros muitos gneros que se ternaria enfadonbo
mencionar, afiangahdo cinceridade nos pregos e o bom acondiconamento de qualquer
gen ro.
Conlinaa acer grande e completo sortimento de
Machinas americanas para descarogar algodo
do melhores fabricantes de 10, If, t4, 16, 18. 0, i5, 30 e 35 serrotes qa asvende por pre?o
mids.eo eoaseqaeocia d?
Mtimam'ent as ter recebido de conta propria dos Estados-Unidos.
resa-
ROMANCES BARATOS
Veedem-se, na livraria da praca da Inde-
pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro-
mances portuguezes seguintes, em brochura:
A voz do sangue, 2 volumes.
Connemara, a ditos.
A noite de S. Silvestre, 1 dito.
O filho de Titiano, i dito.
Adonis ou o bom negro, 1 dito.
As da s amadas, 1 dito.
O pacha de Buda, i dito.
Trilby, I dito.
Ignez de la Sierra, 1 dito.
Joven Siberiana, 1 dito.
""Cevadinha de Franca
a 160 rs. a libra, e de 8 libras para cima a 120
r.: no armazem da Liga, roa Nova n. 6d.
Lantljlas.
A loja da Aurora, na roa larga do Rosario n. 38,
receben sortimento de laniijolas multo delicadas e;
proprias para qualquer enfeit, assim como tam-!
befo receben tnvas de JoovId trancas e de cores!
para bomem e enhora, muito Trescas, chegadas .
nelo aliimo vapor, tado isto na loja da Aurora, w' .e "" ,' f
Ka larga do ttonrlo n. 38. escriptono de Leal Res.
Veude-se nma masseira de amarello em per-
feiio etado, e mais pertences para orna padaria,
na estrada nova, segunda taberna a direiu, depois
do sobrado grande : a tratar na mesma, das 4
horas da urde em diante.
Pechiiiclia
Na rn de Queimado b. 46
Cortes d latinha de'cor, bonlU gostos, com
15 cavados a 3*600.
Cassas organdys de cores, eovade a 210, pecas
de algodaoilnho largo com 17 varas a 4.
Ditas de dito com 17 varas, muilo encorpado,
com pequeo defelio, a 4800.
Orosdabaple preto moit superior, covado 29-
Dito dito a 1*600. *
Reondas de renda preta a 10*.
Chales de rende preta a 8*.
VINHO COLLARES.
Vende-se vinho collares de superior qua-
lidade, como ainda nao veio a este merca-
de quinto: roa da Gadeia,
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sortido come todos sabem,
hoje mais que nunca, nao s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de consignares; parece sem
duvida que deve offerecer grandes vanta-
gens para o respeitavel publico tanto em
precos como na escolha dos objectos, e co-
mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor tDouro e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionaro alguns,
por n5o ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
teceo de todos.
Riqnissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos -porta joias e necessarios.
Riquissimos est jos a feitio de um bausi-
nho on chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinhos e touquinhas de muito
gosto para enancas.
Meias e Sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de Adres proprias
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
seuhora.
Riquissimos porta boquets.
Boquet de flores com urna borrachinha
com cheiro.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda ede Escocia.
Riquissimas plumas e guarnieres para
enfeitar chapeos.
Contas e tubos d ac branco, que ba
muito se desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e cruzes de crystal.
FiveUas e cruzes de tartaruga, madripe-
rula e dourados.
Alflnetes para grvalas.
Botoes com croas para punhbs.
Gravatinhas e mantinhas de muito gosto,
tanto para tomem como para senhora.
Riquissimos aderecos pretos, assim como
caixinhas com alflnetes pretos.
Bengallas de canna com cabo de marfim.
Ditas, de baleia, borracha e de outras
muitas qualidades, assim como chicotinhos.
Riquissimos pentes de tartaruga do ulti-
mo gosto; assim como de arregaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as qualidades.
Diademas para cabeca do ultimo gosto.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
Trancas pretas com vidrilho e dejares.
Pul se iras tanto para senhora como para
meninas.
Ligas de seda e de algodo.
Suspensorios de seda e de algodo e mui-
tos outros objectos qae se nao podem an-
nunciar por nao e tornar enfadonho.
S no Gallo Vigilante ra do Crespo a. 7.
MACHINAS DE PATENTE
DE TRABALHAR A MO PARA DESCA-
RugR ALGODO
FABRICAD POR
PLANT BROTHERS & C.
OLDAM.
Estas machi-
nas podem des-
^carocar qual-
quer especie de
algodo sem
estragar o fio,
sondo bastante
duas pessoas
para o traba-
lho; pdedes-
carocar urna
arroba de al-
godo em ca-
roco em 40
minutos, ou
18 arrobas por dia ou cinco arrobas de al
godSo limpo.
Assim como machinas para serem movi-
das por animaos, que desearecam 18 arro-
bas de algodo limpo por dia; e motores
para mover urna, duas ou tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender um bellissi-
mo vapor que pode fazer mover seis destas
machinas mencionadas; para o que convi-
dare aos senhores agricultores a virem ver
e examina-lo, no a mazem de algodo, no
largo da ponte nova n. 47.
Sftnuders Brothers t: C*.
Recife praca do Corpo Santo n. 11.
Os nicos agentes neste paiz.________
O castello de Grasville.
T rain lid o da francex por A. J. G. ia Gnu.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo proco de 300C
ua praa da Independencia, livraria ns.
6 e 8.
ameisco Jos ttermano
RA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de octrlos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
los de alcance para observaces e para os
martimos. __________^__
Vende-se ceblas a 640 o cento, e gaz de pri-
meira qualidade a 500 rs.a garrafa : no Pateo do
Tergo n. II.
Roopas feitas de todas as qualidades
Vende-se ronpa feita, sendo caigas de cores e
pardo a 24, ditas de brim branco de Moho a 34300
a 4& calcas de casimira preta a 54. 64 e 84, di-
tas de cores, meia casemira, a 34 e 34310, ditas
de casemira a 64, 74 e 84, paletots de brim d
cores a 24, 34600 e 34, ditos de brim branco a
a 44600, ditos de alpaca preta a 34 e 44, ditos de
casemira de cores a 84, 7, 8 e 104, ditos de
panno preto a 64, 7, 8 e 104, colletes de cores a
14600, de casemira a 34 e 44, ceronla francesa, a
14600 e 24100, camisas francezas Anas brancas e
peilos de cores a 24 e 14800, ditas inglezas de li-
nho de pregas largas a *4S0", 34 e 34500 : na
ra da Imperatriz, loja da Aran n. 56.
Em casa de Kabe Schmettau & c.
rna da Gadeia n. 18, vende-se:
Cbampanha.
Cognac de superior qualidade.
Vidros para espelhes de todos os tama-
nhos tudoa pregos muito commodoe.
ara eaerespar.
. Tesouras de todas as grossuras para encrespar
baado: veoem se na roa do Qaeioado toja de
Axrvtdo VJrniSo.
Vertfem-se
f'
I

J
<
na roa da SeataU a
laseorocv
41
ttBUB)MBimM>MMMHBCi
' I.




V

Diarto ie pcrnaa_*ueo Vera* felra t de Marca a-1866.
NOVA
ENCICLOPEDIOA
a a Raa a impcratrlx arnuzcm
da porta larra ftt.
JhdIik a pactarla fradceza de
Paredes Parto.
Neste estabelecimento encontrara o respeitavel
publico nm variado sonimento de fazendas france-
sas, ligleas, sulssas e allemes, qae se venderio
por prego eommodo.
Paredes Parte
Vende chales de renda de cores qne se vende-
rn, a .8 est Tendeado por 6*. dites pretos, fa-
zenda nova, 5*, 6*, 8* a JO*, nm sortimento com-
pleto de moteletes, cipai e soutambarques 14* a
wf.Ru da Imperainr n. 42, junto a padarla tran-
cis, armazem da perla larga.
Paredes Forte
Receben nm completo sdrtimento de laasiebas a
140, e 280 rs, covados, para acabar, cmbralas de
c6r a 240 rs. o conde, riscado escosser para ron-
Ki de menino, fustao de linbo a 420, 400 e 500 rs.
na da Imperatrii'n. 52 junto a padana Tranceu,
armazem da porta larga.
Paredes Porta
Receben para cortinados pan cama franceza a
11* a pega oambraia lisa flna a 3* 4* at 10* a
peca, cortes de tarlatana de bonitos gestos a 3*500
4*, cambraia com flor de seda, gostos inteira-
mente nevos a 400 e 500 rs. o covado, no armazem
da parta larga n. 52, ra da Imperatriz judio a pa-
dana franceza.
Paredes Parta
Receben pelo ultimo paquete nm sortimento de
crines com pedras para opescogo. benitos caxinels
de lia pan Descoco de senhora. Ra da fmperatriz
n.52, armazem da porta larga.
Paredes Parte
Vende cortes egorgnrio preto para vestido com
"21 aovados cada um 35*000, grosdenaple preto a
1*600,1*900 e2* o covado, lias lias finas a 400
rs. o covado, lias de qnadrinho pan vestido, entes-
tada, a 320 rs. covado. Rna da ftnperatrix n. 52,
armazem da pena larga.
Roapa feita
Rna da Imperatriz n. 52 armazem da porta lar-
ga junto a pegarla franceza, encontra-se neste es-
ubetectoenlo nm completo sertlmento de paleis-
saceos e sobrecasacos, de todas as qnalidades, cal-
gas, colletes, ceroulas, camisas, grvalas, metas,
chapeos de sol, ditos francezes para cabega, por
pregos commodos, ronpa para menino e outras
muitas hiendas por oreos commodos, armazem
da porta torga.
No mesmo estabeleciment encontrar o respei-
tavel publico, sempre am completo sortimento de
roupas -fetas de todas as qnalidades, como -sejam
paletos de alpaca preta de cor, ditos sobrecasa-
cos a 4* e *, ditos de bri pardo a 2*800, 3* e
3*500, ditos linos a 4*, ditos meias eazemira a
*50Q, 4* e 5, ditos eazemira saceos a 6*,"7*, 8*
e 10*, ditos sobrecasacos a 10 e 12*, ditos de pan-
no saceos a 6*, 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 12*
a !!*, ditos de merino preto a 6*, 7* e 10*, cal-
cas de brim de diversas qualidades a 1*800 a 4*,
ditos brancos a 2*5C e 6*00, ditos eazemira 5*,
ti* e 7*, ditos pretos a 5*, 6*, 8* e f0*, ditos
meias eazemiras a 8* e 4*, coletes de diversas
qnalidades, seroulas'francezas de algodeo, ditas de
ilaho, ditas de bramante a 2* e 2*500, carnizas de
algodo de linho fnaacezas de 2*500 e 3*. Gran-
de pechincha neste genero, gravatas*de todas as
qnalidades e brancas para casamento, grande sor-
imento de meias para senhoras, ditas-para bomens
a 3*. superiores a 8*500 e 4*.
Um completo so.-timeato de chapeos de sol de
-alpaca a 3*. ditos de seda a (Jy 7*, 10* e 14*,
-ditos francezes para cabeca, grande sortimento
a 6*.
Vestidos
Pccnincha sen tgnal.
Ghegon a toja de Paredes Porto nm bonito sor
timento de vestidos de tarlalata de- cores e branca:
que serve para partidas por ser urna pbantasia lo-
teiramente de gosto pelo barato preco de 4* *
brancos a 4*300, esto acabando-ee : no armazem
da porta larga rea da Imperatriz o. 52, junto a na-
dara franceza.
Cortinados.
Cbegon a leja de Paredes Porto am complete
sortimento de cortinados ricasaeae bordados a
prego de 25*, 35 e 45* : na roa da Imperatri:
O. 52, porta larga junto a padaria franceza.
Rteas romeias.
Paredes Perto receben pele ultimo paqoete nm
sortimento de romeira de guipure. pretas e de file
a preco eommodo : na ra da Imperatriz n. 52,
porta larga judio a padaria franceza.
4000
'O
Cortes de las escocesa para vestido a 3* o cor-
te : na roa a Imperatriz n. 52, leja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, eslao-se acabando.
Para luto.
Laas pretas com salpicas brancos.a 400 e 500
rs. o covado : na roa da Imperatrizc. 52 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
1^400
Chapeos de sol
Vendem-se chapeos de sol de panno a 1*400 e
urna grande pechineha-s pan acabar : na rna da
Imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare-
des-Perto.
A 1^00.
Yendem-se pecas de tranca preta para enfeites
de vestidos, soutembarqnes, capas de -senhora a
1*600 com 10 varas, urna grande psebineba: na
roa da Imperatriz n. 52 junto a padaria franceza.
48000
Chales de renda pretas.
Vender cuales de renda RWto a 4*000, nnicc
loja qae pode vaader na roa da Imperatriz a. 52,
arpazea da .porta larga, da Paredes Porte.
m u> T Cu
4 SALSA PAMILHA DE AYfil
PARA A CURA RADICAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulcera, chigas, f ridas ve-
Ibas, broDchocele, papo ou papeira, a syphis, enfermidades venenas ou mer-
coriaet.
AS MOLESTIAS DAS MULHERES
retencSo, menstro doloroso, ulceracSes do tero, flores brancas, etc., ulcera-
cSo, debilidade, expoiiacSo dos ossos, a nevralgia e convulsoes epilpticas
quando cansadas pea escrfula.
ERYSIPELAS ERPE8: ETC.
Enfermidades cutneas, ernpcSo, borbulha, pstulas,
aseldas, etc.
0 extracto composto de salsa parrllba, con'eccionado pelo Dr. Ayer, uma
combinafao dos melhores depurativos e alterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado ereceitado pelos priaeiros mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias, e
mHitas outras partes do munde : o resultado ,de estudos apurados e minuciosos, e de
experiencias feitas pessoamento pelo Dr. Ayer,' por muitos annos, nos principaes nos-
pitaes e enfermaras da America; tcm sido approvado pelas academias de medicina e
juntas de bygienne das principies capitaes da America do Norte; para prova disto vede
os attestados authenticos no Altoanak e Manual de sude do Dr. Ayer, os quaes sedts-
tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende*o remedio.
A SALSA PARILHA DE AYER
Especialmente effleaa na enra daa molestias qne tem sna orlgem
na eserofnla, na Infeceio Teneres, no nao
excesslvo do meren lo en qnalqner Impureza do sangne.
A molestia ou infeccto peculiar, conbecida pelo nome de escrfula, um dos ma-
les mais prevalecentes e universaes que ha em toda a extensa lista das enfermidades que
atacam a nossa raca; disse um ct-lebre escriptor da medicina que mais de urna terca
parte de todos aqHelles que morrem antes da velhice s5o victimas, on directa ou indirec-
tamente de escrfula; por isso so nao to destructiva, porm a principal causa de
muitas outras enfermidades que nao Ihe sao geralmente altrituidas.i
urna causa directa da tsica pulmonar, das molestias do figado, do estomago
e afflecces do cerebro; ntreseos numerosos symptomas acham-se os seguintes: falta
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvura transparente e outras
vezes corado e amarellento irregular, fraqueza emoeza nos msculos ao redor da boc-
a; digesto fraca e appeWite, falta de energa; ventre enchado e evacuacSo irregular;
quando o mal tem seu assento sobre os putmoes urna cor azulada moslra-se em roda dos
olhos ; quando ataca os org5os digestivos, os olhos tornam-se avennelbados; o bali-
to ftido, a lin* ua carregada; dores de cabeca, tonteiras, etc. as pessoas de disposi-
c5o escrofulosa apparecem frequentemente erupcoes na pelle da cabega e outras partes
do corpo ; s3o predisiiostas s affeccoes dos pulmSes, do figado, des rins, dos orgos
digestivos e uterinos. Portante, nao sao smente aquelles que padecem das formas ul-
cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam de proteccSo contra os seas estragos;
todos aquelles em oujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagello (e s vezes
bereditarte), estao expostos tambem i soffrer das enfermidades que ele causa, que sao4
A tsica, ukeraces de figado, do estomago e dos rins; erupcoes e enfermidades
eruptivas da cutis, rosa ou erysipela, borbulbas, pstulas, nascidas, tumores, rbeoma,
carbunoolos, ulceras e cbagas, rbeumatismo, dores nos ossos, as costas e na cabeca,
debilidades femmkias, flores brancas causadas pela ulceracao interior, e enfermidades
uterinas, hydropesia, indigestad, enraquecmenio e debilidade geral.
Offerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um acidlo efficaz contra esta
molestia e suas conseqnencias na
SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre o sangue, purcando-o e expulsando delle a corrupcao e o
veneno da molestia; penetra todas as partes-e todos os orgaos do corpo humano, livran-
do-os da sua-aocio viciada e mspirando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo
para a renovac5o do sangue, e d ao corpo j enfraquecido pela doenfa, torcas e ener-
gas renovadas como as da joventude. v itar
E tambem o melhor anty-syphilitieo conhecido
cura permanentemente as pciores formas de sypbilis e as suas consequencias. Pouca
necessidade !ha de informar o publico do inesmavel valor de um remedio que, como
este, livra o sangue desta eorrupc5o e arrebata a victima das garras de urna morte lenta
e ignominiosa, porm inevftavel, se o mal n3o logo-combatido com energa.
um poderosissimealteraiiteparaa renovago do sangue epata dar nova for-
9a ao corpo j enfraquecido pela doenca.
Sendo composto de productos vagtaes, esiemedicamentoinnocenle eao mes-
mo tempofficaz, um facto de immensa importancia para aquelles que otomana; por-
que muitosdos remedios alterantes offerecidos ao publico tem por base o ^mercurio ou o
arsnico; e sendo assim, bem que s vezes podem etfectuar curas, comtudo-deixam suas
victimas ean-egadas de urna longa serie de males, muitas vezes peor do que o mal ori-
ginal. A nica cousa neoessaria para obter urna cura radical eguir com joizo e cons-
atncia as deccoes que acotnpanbam cada frasco.
Nao pretendemos promulgar, nem queremos que se inBra que esu cemposicaoa
um remedio infallivel para a cura de todos os padecimentos humanos ; infelizmente
escrfula e;a sypbilis sSo enfermidades to satis as suas naturezas, e arreigam-se to
firmemente 00 systema, que muitas vezes evadem e resistero aos remedios mais pode-
rosos que sciencia humana j)de inventar para combate-las: o que dizemoe que o
Extracto -composto de salsa .parnlha de Ayer
a melhorpreparaco at ama combinaq^o dos alterantes mais efficases conhecidos, e que-esta combinado tem sido
regulada por longas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos consciencia deof-
ferecer ao publico o melhor resultado que possivel produzir.-da intelligencia e pericia
medica dosnossos lempos.
Este remedio deve er tomado com systema e*egularidade, e nao coaa^bandono,
pois um remedio e nao bebida.
Quando as molestias do figado rotem suaerigem na -escrfula, -o remedio
mais proprio as pilulas catbarticas de Ayer, que sao efficazes na cura da molestia, que
sn por causa um desarraqjo dos orgaos digestivos. Pedi a salsa parrilha^de Ayer e
nao aceitai outra preparaco.
Pernambuco, rusova n. 18, pbarmacit fraacezade P. Maurer 4 C
GRANDE ESTAbELEIIIENTO
DO
ana da Imperatriz, M. 60
DI
GAMA & SILVA.
LOJA E ARMAZM DR FAZENDAS.
TeDdo os proprietarios dete grande estabeleci-
mento feito um grande a batimento em muitas de
suas fazendas, pela occasiao do balando que deram
do Ditimo de deiembro de 1865, resolvern veoder
muio mais barato do que costomam aflm de cada
vez mais agradaren) aos sens numerosos fregu
zes ; por tanto Ibes offererem um avalado sorti-
mento de fazendas fram-eiss, ingleas, as quaes
vendfrao mais barato do qne em outra qualqoer
parte, comprometteodo-se a mandar levar qualquer
fazenda em casa dos fregnrzes que nao poderem
vir a loja, ou a darem as amostras, deixando ficar
o penhor, assim como eonvidam as pessoas, que
negociam em menor escala que neste grande esta-
beleeimento encontrarn nm grande sortimento
tanto a retalbo como por atacado, vendeodo-se-lhe
apenas pelos precos que compram as casas ingle-
zas, sendo com o dinheiro a' vista.
Peehlneha a 3#0*>0 e *5C
AS MELPOMENE9 DO PAVAO.
Vendem-se bonitos cortes de melpomene para
vestidos de senhoras, sendo dos padrees mais mo-
dernos pelo baratissimo preco de 3000 cada um.
Ditos de indiana, terrdo oito e 'niela varas, pelo
baratissimo preco de 21900 r?.
Isto para acabar oa loja do Pavao, ra da Im-
peratriz d. 60, de Gama & Silva.
As toalhas de 11 lio do Pavao.
Vendem-s3 superiores toalhas de linhos para
rosto pelo baratissimo preco de 75300 a dnzia ou
a 640 cada urna.
Goardanapos de linbo adamascado para meza a
24800 a duza ou a 240 rs. cada um;
Superior atoalbado de linbo com oito palmos de
Cortes de cambraia com palmas na loja do
Pavo.
Veadem-se cortes de cambraia branca com pal-
mas, senda fazenda multo boa, pelo baratissimo
preco de tfiOO para aeabar .' na loja e armazem
da Pavao na rna da Imperan iz n. 60, de Gama &
Silva.
Lenco brancos a 90OOO reia a
dnzia.
Vendem se lencos brancos fazenda maito boa
pelo baratissimo preco de 2f a duzla, Ditos com
barra de cor a 2000 isto para acabar na loja do
Pavio na ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Sil-
"GRNDE PECHINCHA!
Lsiuhas a 120 rs. na leja do Pavao
Yende-se lsinbas pretas proprias para lato sen-
do boa fazenda a 120 rs. o covado. Ditas muito
finas de qnadrinhos a 480 e 320 rs., ditas entela-
das a 400 rs., ditas raalhizadas a 320 rs., ditas
transparentes com palma de sedas 400 rs., ditas li-
zas e com salpicos a 500 rs., para acabar na loja e
armazem do Pavo na ra da Imperatriz u. 60. e
Gama & Silva.
Poupelinas modernissimas a 400 e 500 rs.
o covado na loja do Pavao.
Vendem-se poupelinas multo finas sendo fazenda
muito moderna de qnadrinhos e liza vendendo-se
pelos baratos preoos de 400 e 300 rs. o covado na
loja do Pavio na ra da Imperatriz n. 60 de Gama
& Silva.
drnsdenaples prctes do Pavo.
Vendem-se superiores grosdenaples pretos pelos
baratissimos precos de 1,3500, 1*600, 1*800 e 2*
o covado, sendo fazenda muo boa. so para aca-
bar : na loja e arnazem do Pavo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva,- ._
Bramante de linho do Pavo.
Vndese superior bramante de llnhoNeooi 10
Ealmos de largora, proprios para lences, pfelos
aratissimos precos de 2* e 2*600 a vara, assim
como panno de linho muito fino pelos baratissimos
mmm mmmt.
Para a quaresma
a chales dn Pava a 6,J U e 85.
Vendem-se ricos chales pretos de renda rcoito
graadea com qoatro ponas, sendo os mais moder-
nos por terem chegado pelo ultimo vapor francez,
e vendem-se pelo baraliss.mo preco de 6*. 2* e
8# : na loja do Pavao, ra da Jmperatrlz n. 60, de
dama & SU va.
As retandas do pavo a 8 e 1Q#.
Veniem-se as mais ricas rotandas de renda pre-
ta, sendo muito grandes, que s5o as que mais se
usam, pelo baratissimo prego de 8* e 10* : na
loja e armazem do Pavo, roa da Imqeralriz d. 60
de Gama A Silva.
Os chales de guipure a 12A e
16#000,
Vcndem-se os mais ricos chales de Guipure e de
renda de linbo e soda, pelos baratissimos precos te
12* e 16*; grande pechincha em reiacao a boa
qaalidade e lamanho delles : so na loja do ParSe,
roa da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Chitas pretas a 160 rs:
Veodem-se chitas pretas inglezas, sendo fazenda
muito boa, pelo baratsimo preco de 160 rs. o co-
vado, ou 5*500 a peca com 38 covados : sd oa
loja de Ravo, roa da Imperatriz d. 60, de Gama &
Silva.
Ldazinhas a 200 rs., so o
Pavo.
Vendem-se modernas lazinhas com lindsimos
gostos, pelo baratissimo prego de 200 rs. : gran-
de pechiocha : s na loja do Pavo, ra da Impe-
ratrif n. 60, de Gama & Silva.

largura sendo branco e pardo, e fSg Em^P^ruaTa mpVamz nV^Ga:
rato do que em outro parte, na loja do Pavo na roa D ao> n
da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os corpinbos oe seda pretos do Pavao.
Vendem-se os mais ricos corpinbos de seda pre
ma & Silva.
Cambraias lisas do Pavo.
Vendem-se pegas ae cambraia lisa muito supe-
..?..-? M m'V'C08 fTT8 "e "" Wi I rior, pelo barato prego de 3*200 e 3*500 a pega
^^'g^JP^STS^ ditas'muito finas a k 6**7* e 8* : na .ojal

VENDE-SE
X-arinazeni de ti. .Hamos e Silva deatro. ama do vtfprlo
n. 4i, constantemente, os seguintes artigo, qne
recehem por encommenda proprla de
IEW-YORK
Legitima sisa parrilha de Bristol, preparada por Lanman & Eemp.
Verdaderaagua Florida, preparada pelos mesmos.
Cax em hrtae de cinc gales, o mais purificado que se pode desejar da aorea*-
tada marca F. W. D. & C. 1 .,".
Relogios perfeitos reguladores, com corda de quatro a oito dias, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch. '' f, _.., ,
Craixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Pbilaoel-
phia).
a- 4 S

sfffflISf*
* 3 tr. D y^.
iipe
"2? O
II **
~ Bren em barricas pequea*.
Ora em velas de todos os tamanbos.
Boftas.
Mereurio.
Na ma do vigano n. 19, primeiro andar.
"H'veode-'ie um escraro para agenbo, crioulo
de boa figura e mestre carreiro : a tratar na ra
do Queimado n. 44.
Qofijos da sertao
Vande-sa snpertor qaeljo do sanio : na roa da
Madre de Daos, armazam junto a igreja.
Superior oleo para machinas de costura.
A gulhas para as mesmas.
Breu em bar icas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
Principe Real.
Pedro V.
Maria Pa.
Princeza 0. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque.
Malvazia.
Vinbo fino do Porto embarris de 5/, 10/ e 20/.
Soperior viabo doRheno. /
Cera de Lisboa em velas e em grame.
BORDEAUX
1.a qaalidade.

i
cada um : na lora do Pavio oa ra da Imperatriz
o. 60, de Gama & Silva.
Os cortes de cambraia brauco bordados na
loja do Pavao.
Vendem-se os mais ricos ertes de cambraia ri-
camente bordados com barras e babados a 20* ca-
da um : na loja e armazem do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ricos vestidos a 80000 rs.
peehinoha admir 1.
S o Pava receben pelo ultimo vapor francez
um grande sortimento dos mais ricos cortes de
vestidos transparentes com lindas barras e enfeites
de seda, sendo estes vestidos muito proprios para
baile e passeios, e vendem-se pelo baratissimo
preco de 8*000 rs. cada um, na leja do Pavo na
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os chales pretos de renda de Pava* a 8000 rs.
Vendem-se os mais ricos cbales pretcs de renda
com quatro ponas, senda muito grandes pelo ba-
ratissimo preco de 8*.
Ditos de guepure a 15*, 18*, 20*, 25*.
Retondas de dito a 10*.
Manteletes de renda, lazenda muito superior a
15*000.
"Capas e sastianbarques de grosdenaples bor-
dados, fazenda inteiramente nova, por precos mais
baratos que em outra qualquer parte.
Isto na loja armazem do Pavio na ra da Im-
peratrls d. 00 de Gama & Silva.
Oscbales Vendem-se chales de merino estampados a 2*
e 2*500 cada um.
Ditos de merm liso a 3*500.
Ditos estampados de CTepoo a 6*, 7*. e 8*000.
Ditos pretos bordados cotn franja de seda a 14*.
Na loja e armazem do Pavo na rna da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende o Pa8o.
SetimdaCbina com O palmos de largara, fazen-
da preta para loto, propria para vestidos e rcopas
para hojueBs, sendo esta de mu boa qualidade, garantindo-se nao ticar
russacam o tempo e vesde-se pelo barato preco de
2* e 2,5500 o covado, assim como neste estabeleci-
mento tem nm grande sortimento de todas as fa-
zendas presas como sejam eassas e chitas pretas,
las tipadas e transparentes, princesas, alpacas,
sarjas, etc. : Da loja e armazem do Pavao na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os ba;es do PavSo.
Vendem-se superiores -baldes de muculina com
muita roda a 5*., ditos orinoiines com 35 arcosa
3*500, ditos com 20 e 25 a 3*, ditos para meni-
nas, sendo brancos e encarnados a -2* e 2*500 :
na loja do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cambraia* de forro .a 1(5600 e 2$ na loja
do "Pavao.
Vendem-se-pecas de cambraia de forro com no-
ve varas cada peca, pelos baratissimos precos de
1*600 e 2*: na loja e armazem do Pavo na ra
4a Impcratrie d. 60, de Gama & Silva.
Ofi cortinados do Pavao.
Vendem-se superiores cortinados adamascados
ara camas pelo baratissimo preco de 1* cada par,
ditos multo finos ricamente bordados para camas
oa janellas a 15*, 20# e 22* o par : na loja e ar-
mazem do Pavao oa ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Panno preto a 20 na loja do Pav5e.
Vende-se panao preto. facenda muito boa, pelo
barato preco de 2* o covado, dito muito fino a
3*000. 4*, 5* ew*, assim como casimira pre la de
cordo a 2* o covado : na loja do Pavao naVrua da
Imperatriz n. 60, de Gama .& -Silva.
Os esf artilbos do Pavao.
Vendem-se urna grande e variado sortimento de
espartilhos dos mais bem feitos que tem 'vindo ao
mercado, sendo de todos os tamaobos, vendendo-se
por oa prego molla razoavel : isto na loja do Pa-
vo na roa da Imperatriz o. 00, de Gama & Silva.
As salas bordadas do pavo.
Vendem-se saias bordadas sendo fazenda muito
boa, sendo ricamente bordadas e com muita roda
vendendo-se pelos baratos precos de 6* 89 e 10*
res cada ma na loja do Pavao na raa da Ioipera-
irir. n. 60 de Gama & Silva.
firetaahaa de rolo a 3$000fl
Vendem-se pecas de bretanha de rolo com 10
varas cada peca, pelo baratissimo prego de 3*':
na loja e armazem do Pavo, ra da imperatriz n.
60, de Gama di Silva.
Ronna felta.
Na loja do Pavao
Vende-se neste estabelecimento nm grande sor-
timento de roupas, tanto de panno como eazemiras,
e orJag* e pelos baraiissimos precos como sejam
calcaf^s caxemira preta a 6* 7* e 8*000re-s, pa-
letolsjjt panno preto saceos a 6* 8* e 12*000 rs.
ditosfobrecasacos de panno Gnissimo a 12* 18* e
25*000. reis, e outros muitos artigos que serla en-
fadonhos aqu relata-los; s na loja e armazem do
Pavio ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Leja do Pavo
.:, Crandes pechlnchas.
Sedinhas a 500 rs. o cavada
Sediaias a 500 rs.
Sedinhas a 500 rs.
Pechiirha adanrayel
LaaziDbaa de qoadrlnhos que parece seda a 140
rs. o covado, urna grande peebinena, est se aca-
bando : na loja n. 52, armazem da porta larga de
e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
PECHINCHA !
a 2(5000, para calcas, s Pavio.
Vendem se superiores cortes dmela casemira
com msela de seda a 2*, ditas Garibaldlna's a
2*800, ditas esenras a 2*800, ou a 1*600 o cova-
do : na loja e armazem do Pavo, ra da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
PENTEADORES
ou roupoes de cambraia bordados proprios
para as senhoras veslirem de manbaa.
Cbegon esta oovfdade paia a loja do Pavo,
muito lindos e do melhor gosto at boje, por pre-
cos muito razoaveis : na loja do Pavo, rna da
Imperatriz d. 60, de Gama & Silva.
Chitas rosas
a 6000 reis a peta
S na loja so Pavao
Se vendem pegas de chitas txas inglezas, sendo
cores ti xas tendo 38 covados cada urna pega pelo
baratissimo prego de 6*000 reis, a retalho a 160
rs. o cavado, ditas escoras e claras a 200 rs. o co-
vado, lija do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma & Silva, Gama & Silva.
Novidades do Pavo.
OU PECHINCHA ADMIRAVEL.
Escossezas a 35200
Cegaran os mais lindos cortes de escossezas,
proprios para vestidos, sendo fazenda inteiramente
i ova no mercado; e vende se a 3*200 o corte ou
1260 rs. o covado na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz, n. 60, de Gama & Silva}
Canas franceta's a 240 rs. e evado.
Vendem-se bonitas eassas francezas de cores fi
xas pelo baratissimo prego de 240 o covado.
Ditas a 280, 320 e 360.
S na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama <& Silva.
Grosdenaple preto a 1$600.
E' grande pecbioeba !!
Vende-se grosdenaple preto, sendo muito encor-
nado e de boa largara, pelo baratissimo prego de
1*600 o covado : na roa da Imperatriz n. 60.
Os cachnez do Pavo.
Vendem-se bonitos cachinez de 13a ou agazalbos
ipara cabega pelo baratissimo prego de 3*000, s
na loja do Pavo, na ra da Imperatriz d. 60.
P4RI A QtARESM
PECHINCHA ADMIRAVEL.
Grosdenaple preto a 1600
Vende-se superior grosdenaple preto, fazenda
muito encorpada, pelo baratissimo prego de 1*600
o covado, sendo fazenda que val muito mais di-
nheiro : na loja e armazem do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
MANTAS PARA O PESCOCO
a 1*, s o Pavo.
Vendem-se bonitas mantas para o pescogo, pelo
barato prego de I* : na loja do Pavo na ra da
Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Hadapoloes a 3,300 rs. a pessa.
S na loja do Pavo.
Vende-se pegas de raadapolao fino com 12 jar-
das, ^elo barato prego de 3*500 e 1*000.
Grande pechincha.
Lasinhas a 240 o covado
Vende-se bonitas lasinhas com os mais lindos
gostos escoceses a 240 rs. o covado; na loja do Pa-
vo na roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva,
Chales de renda.
Na loja do Pavo.
Receberam-se os mais lindos cbales pretos de
renda, assim como as mais modernas e compridas
retondes, e manteletes da mesma fazenda,e vende-
se mais barato qoe em outra qualquer parte: oa
loja e ajmazem do Pavo na ra da Imperatriz n.
66 de Gama & Silva.
CaMor a 3(10 rs. o covado.
Para caJcas.
Vendem-se soperiores castores muito encorpados
padroes escaros pelo barato prego de 320 rs. o co-
vado, servlndo esta fazenda tambem para escravos
por ser de muita duragao ; na loja e armazem do
Pavo roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Chapeos para meninas a 6,000.
S na loja do Pavo.
Se vendem os mais bonitos e mais bem endita-
dos chaposlnhos de palha da Italia, proprios para
meninas, pelo baratissimo prego de 6*000; aa loja
a armazem do Pavao oa ra da Imperatriz o. 60
de Gama & Silva.
Atten$io.
ULTIMA NOVIDADE
Para sabbado de Alleluia
PENTES, ENFEITES, CINTOS.
Gama & Silva, acabam de receoer pelo ultimo
Paredes Porto.
Pechincha
Vende-se a taberna da ra da Gula n. 36 pro-
prio para principiante, e o motivo se dlrt ao com-
prador. "_____________
Oh qne bella pinga 11!
Cbegon aflnal a travessa do Qaelmado n. I, o
verdadeiro vinho verde de Bastos e vende-se par
6*500 a eaixa con 12 garrafas ou 640 rs. a gar-
rafa, a elle que muito fpssco e proprio para a
estacao.
~TVendem-se garrafas e botijas vasias e lava
da : m roa da Soledade n. 38.
Magnas
Na ma da eadeia do Recife n. 53,vende-sa linguas
de primeira qaalidade djRio Grande do Sul a 190
reto cada ama.
avariado.
Francez barrica 5*000
Portland dem 8*300
Em perreite estado:
Pruacaz barrica 10*000
Portland dem 12*000
No armazem de Tasso Irmos caes do|Apollo.
Fazendas para a quaresma.
Ka aroMiem da parta larga, ra da imperatriz,
grosdenaple preto a 1*400, 1*600, 1*800, 2*
2*300, moreantique preto de diversas qnalidades,
os mais ric'os chales de renda pretos, e retondass
com moita roda, fazenda da ultima moda so mer-
cado : do armazem da porta larga a. 52, na ra
da Imperatrix.
Gomma de mho bronco
americana,
Vende-se empacotes de 1|2 libra : no arroem
de Jos Fernandos lima roa Nova n. 3.
No armazem de azendas
baratas de Santos Coelho
Ra do Uucimado n. 19.
Vende-se o seguinte :
Cobertas de chita da ledras 2*400.
Lencoes de panno de linho a 2*200?-----_.
Ditos de bramante de linho de um s panno* &
3*200.
Lengos de cassa brancos proprios para algibeira
a 29000 a duza.
Algodo enfestado com 7 1|2 palmos de largura
a 1*200 a vara.
Atboalbado de linho a 2*800 a vara,
Oito de algodao a I* a vara.
Goardanapos de linho a 3*800 a dnzia.
Pegas de cambraia de salpicos a 44500.
Lazioba abena de cores a 320 o covado.
Cambraia branca de forro a 3* a pega.
Fil de linbo liso fino a 800 rs. a vara.
Dito da dito com salpicos a i* a vara.
Panno de linbo fino eem 9 1|2 palmas de .'ardu-
ra pelo barato prego de 2*400 a vara.
Madapoloes finos a 85, 9*, 10*. 11* e 12*.
Cambraia lisa de 4*300, o*. 6*, 7* e8* a pega.
Pegas de bretanha de algodo com 10 varas,
propria para saia, pelo baratissimo prego de
3*500.
Lazioba lisa de cores a 500 rs. o covado.
Cambraias finas de dores miudinhas a 360 rs, o
covado.'*'
Esleir da India propria para forro de sala de
4,5 e 6 palmos de largura, per menos prego do
que em outra qualquer parte.
Neste armazem tambem se encontra um graBde-
sortimenlode roupa feita e por medida^_______
Quem duvidar venha ver.
Moreantique superior a 2*800, grosdenaple su-
perior a 2*, dito mnito larg a 1*280, chales ren-
dado maito grandes a 7*, retondas novos desenbos
a 8*, cortes de cambraias riquissimos gostos a im-
peratriz Eugenia a 3*500, ditos de la a Mana
Pa por 6*. cobertas de chita da Persia a 2*200,
chitas inglezas a 6* a pega ou 160 rs. o covado,
para acabar : s na roa do Queimado n. 17, Junto
a botica. ____________________________
Vende-se um escravo preto, crinlo, de 20
annos de idade, pouco mais ou menos, do servieo
de campo e sem defeitos : na roa de Apollo n. 7.
1 andar.____________________________
Tasso lrmftob
Vendeui no seu armazeos roa fio
Amtti'iiu o. 3o.
licor fino Curagao em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos era garrafas com ania! <
vidro e em lindos frascos.
Vinhosliberes.
Santernes.
Cbambertin.
Hermitage.
Borgonbe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ton.
PAezei lagniol.__________________
Fimileiro
Vendem-se caixes de folha de Flandres
a 500 rs. cada um na ra da Cruz n. 6, ar-
mazem.
semnnas a oow rs. vap0r fTiDceit tra grande sortimento dos mais ri-
Vende-se na loja do Pav3o, nm grande srtlmen'^ eos enfeites pretos e de e6res proprios para cabeca,
to de sedinhas listradas com as mais bonitas cores.
sendo os padrds mais novos qne tem vindo ao mer-
cado, e vende-se pelo paratisslmo preco de cdco
toslSes o covado, sendo fasenda que valem muilo
mais dinheiro, e grande pechincha por se ter
comprado urna grande ponida desta fasenda, na
loja e armazem de fasenda do Pavao, roa da Im-
peratriz n. 60 de
fara a quaresuia.
Vende o Pavo.
Superior grosdenaple preto a 1*600.1*800 e 2*,
e outro muito largo a 2*800, 3* e 32O0, e o supe-
rior moire-antique a 2*800 e 3*, seda preta lavra-
da a 2* e 1*809, e seUm preto a 3*600; oa toja
do Pavao ra da Imperatriz n. 60. .
Corles de vestidos.
Pretos a 30*000.
Vendem-se cortes de vestidos pretos bordado a
velodo pelo barato proco de 30*. para acabar; na
loja do Pavao n. 60 de Gama & Silva.
Lasinhas matisadas a 320 rs.
Vendcm-se as mais lindas lasinhas matisadas
com os mais bonitos desenhos, pelo barato prego de
320 rs. o covado; na toja do Pavio a ru da Im-
peratriz d. 60 de Gama & silva.
sendo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
vollas das mais bonitas perolas; assim como os mais
modernos e engragados pentes da verdadeira tar-
taruga, marchetados sendo a ultima novidade
qne tem viudo de Pars, e os mais neos cintos com
fitas matbisadas e flvelas largas, conforme ltima-
mente se usa as primeiras capitaes da Europa, e
vende-se por preg ,em conta por ter chegado em
direUura para a loja do PavSo, ra da Imperatriz
n. 60 de Gama A Silva.
Grande pechincha
Em chitas.
A mala pataca.
A niela pataca.
A aaela pataca.
Vende-se na loja do pavo um grande sortimento
de chitas inglezas, sendo r6xas e cor de rosa, com
padroes mala miudos e mais grados, afflagando-
se ser de cores xa, e veDde-sa pelo bsrtlsimo
prego de 6* a pega, tendo 38 covados, e relama*
a 160 rs sendo faxeoda que sempre se vendan a
9* a pega ou se retalbou a 280 rs.; esu grande
pechincha llquida-se por este prego na loja e -
zem do pavio, ra dalmpeutm u. 60, de Ganad
Silva.
Escravos fgidos
150$ de gratificado.
Fugio no dia 21 de margo do anno prximo
passado, da casa de seu senbor, o escravo cabra
escuro, de nome Benedicto, com idade de 25 a 26
annos, levou vestido caiga de algodo de Hsira,
camisa de algodo da trra, chapeo de couro de
abas largas; tinba cortado cabello a escovioba,
altura regular, ebeio do corpo, olbos pretos e muito
vivos, nariz e boca regulares, muilo ponca barba
no qoelxo e um pequeo bosso, todos os denles,
ps regulares, etc., etc. Foi comprado naqutlle
mesmo dia 9 ou 10, ao Sr. Jos Antonio Borges,
como procurador do Sr. Audr Alvos de Paiva,
morador na cidade de Sonza, para onde faglo o
referido escravo, segundo aviso qne temos do refe-
rido Sr. Paiva, e all anda refogiando-se algumas
vezes para a serra deneminaoa Jo.-c Luiz. Roga-
mos portanto a todas as autoridades policiaes e aos
senhores capitaes de campo, a captura do dito
escravo, e remette-lo a casa de nossa residencia
a ra do Imperador n. 83 segundo andar, e por
cojo trabalho gratificaremos com a qoantia su-
pra.
Reclfe, 28 de fevereiro de 1866.
Abre A Veras.
Fugio
em principios de fevereiro ultimo, o escravo criou-
lo Clemente, pertencente aocapilo Francisco do
Reg Barros Goiabeira, e tem estes signaos : bai*
xo, grosso, de 30 annos nariz achatado, pouea
barba, dentes limados, tem o dedo pollegar do p
etqnerdo affastado do immediato, de cor preta,
bem espadado e um pouco gago. Foi visto ha
das no eogenho Beija-Flor (Agoa-Preta) e suppd-se
procurar a coropanhia de outro escravo do mesmo
senfcor, por _ome Jote, da Uosta, tinha algans
cabellos brancos, corpo regular, faces com tainos,
falta de dentes Da frente, ps feos, cojos dedos
slo vedados para fon ; asta' fgido ha 6 annos e
consta ter andado pelos engeuhos Conselbo, Ca-
choeirinha etc., (Agua Preta) e se diz forro. Pro-
testa-s contra quem os honver aeoutado, recom-
meada-ee-oe as autoridades e regase a quem os
apprehender, haja de Ir entrega-Ios ao seu senbor
no engenbo Rebougas (BarreJrosJ onde sera' bem
recompensado.
Ausentou-se da.casa a preta crioula Benedie
ta, de estatura regular, ps apalhetados e tem
ama marca de ferida em nm dos bracos, levou
vestido de 15 com ramagem de cores e panno fino
preto bandado de ourefo : qut=m a pegar leve-a a
rna Direita padaria n. 24, qae ser* recompensad*.
No1jir7drcOT>7nirfn|lo~f)reto Matroel,
baixo, grosso'do corpo, tem as patflaa um pooco ar-
qoeadas, a muito conbecide por Manoel cangalha,
quem o levar ra de Apollo o. 30 armazem de as-
sucar de A. H. Rodrigues, sera bem gratificado.
Ausentou-se da casa de Feliciano Jos Go-
raes o seu escravo crioulo de nome Felippe, est-
tora regalar e picado no resto de signaos de to-
xinas, tendo sabido do lugar da Boa-Viagem sab-
bado a tarde 10 do correte mez e foi visto em 1S
no engenbo Camassan, d'onde se ausentou no
riestno dia : quem o pegar e levar a sen dono na
rna O* Apollo n. 36, ser getteronnente taean-
peosado.


'




r
!



i

8
-,
.

Penaoibnc Ter^a felra t e Msrfo de 1866.
LTITEBATORA
CUMMltM elTtS.
SKRMAO PPEGADO NA CArLlA IMPBBUL EM 18 DO
COMKNTli PELO DR. JOAQUIH DO MONTE CARMELO,
csase da S D2 s. pavlo.
m, nio te envergonhoude inserir urabem era seo
enligo o brbaro direito concedido aos paisde veo-
derem seus fllhos, o de os assassinarem, ja"1110
na:cessem defeituosos f E desse dtreilo, diz um
historiador lamoso, usa va m todos ae nio Untara
meios de crear seos fllhos! > E se o homem era
assini para seos proprios fllhos, cora que compai-
xao olharia elle para os rutaros escravos TI...
Ah I cbrislios, qaem pode, sem se sentir possui-
Nos assomos de sea mal entendido patriotismo,
elles nao duvidam exclamar : c Substtua-se o sa-
cramento matrimonial pelo contrato civil do casa-
siento, e veremos logo nossas vastas selrdSes coa-
vertidas em cidades magnificas; nossas immensas
florestas descortinar-se-hao, como por encanto, e os
nossos porto?, pejados de navios de todas as na-
c5es, mostrarlo ao orando inteiro qaanto pode ura
povo livre, entregue, as snas proprias (oreas, des
c Si Ftm Dei es dic, ut laptts
uta panes fiant. Qui respondens ti-
xit: Non solo pane vivit homo sed in d <" iudignagao a raals profunda, ter os soffrimen- embaragado dessas leis tacanhas, dessas antlgoa-
omni verbo, quoi proceda de ore Dei.
(S. Math. 4, 3 e 4 .)
A virlude, por mais esplendida e acrysolada que
se mostr, nanea poder escapar aos ataques da
inveja.
Sun, christaos, seja maito embora o homem um
santo, suas aeges, suas palavras, seus menores
pensamnlos, estavam sempre sujeitos 5 critica
mordaz lio invejoso, a qaem o pouco nunca agrada,
e o multo sempre excesso.
A extrema prudencia de David provoca as sus-
peitas de Sal, a nenhuma reserva com que Jos
narra os seus sonhos estimula o furor de seas ir-
ruios, que cartamente o teriam assassinado, se por
ventara nao ncontrassem madianitas que o cora-
praram. Mil outros exeraplos offerecem nos os li-;
vros santos em abono do mea enunciado; mas, pa-
ra que cita-Ios todos, quando temos o Tacto que a
santa igreja nos recorda no Evaogelho que acaba '
de cantarse T
Gerado no esplendor dos santos, lo grande, tSo
perfeito, lio poderoso como seu Eterno Pai, Jess-1
Consto havia dado j de si os mals estupendos tes-
tmannos. A seu nome s, o cu, a trra e os in-1
ferno3 reverentes ajoelharam-se. Entretanto, o ten:
udor ousa anda pedir-lhe, como prova de 9a li-
liaco divina, a conversio das pedras cm pais !
bi Fihus Dei es dic, m /pides si panes fiant. >
Essa lioguagem, porm, que (alia anda hoje o
egosmo, paixo mesqainha e ante-social, que, apo-
derando-se dos homens, transtorna-lhes a razao e
os leva a desejar que o Salvador, em lugar dos pro-
digios com que manifestou o sea poder, a sua in-
contestavel divindad'e, os faga antes inaccessivels
aos males inherentes natureza humana; conver-
ta Ibes o pranto em alegra, as lagrimas em riso,
os soffrimentos era prazeres, mudo-Ibes, emflra, as
pedras que embaracam os seus passos no caminho
escabroso da vida em outros Untos elementos des-
sa (elicidade ideal, que, no mondo, neste vale de
miserias, pode smente existir na imaginago exal-
taba dos poetas, t Si Films Dei es dic, ul lapides
isla panes fiant.
Mas nao, a verdade, t3o absoluta como o ser de
qaem procede, nao pode estar sujeita as tresloaca-
das pretencues do bomem. Nem a bondade infinita
do Altissimo, nem os planos de sna inde(ectlvel
providencia, medir-se-hio jamis pelo bem-estar de
alguns individuos, pelos commodos deste ou da-
quelle filho Ado, que deve reconhecer, antes de
todo, a necessidade indeclinavel em que estamos
todos de um alimento sobrenatural e divino, qne
nos fortaleca contra a lyrannia das paixoas, qae
nos faga resistir aos estmulos do mundo, do diabo
e da carne, tornando nos assim aptos para o bem,
milagre este que smente obteremos se ouvirmos
submissos a voz d'Aqaelle que nos diz anda boje,
comooutr'ora Salanaz : < O homem nao vive s de
pao, mas de toda a paiavra que procede dos labios
de sea Deas.
Son solo pam civil homo, sed in omni verbo quod
pvocedit di ore Dei.
Desenvolvamos, pois, esta mportanlissima ver-
dade, christaos. Vejamos a eflicacia dessa paiavra
divina que regenerou o mondo, e que o tem trazi-
do ao grao de prosperidade em que o vemos.
Virgem Santa O que pode o homem sem a pro-
leccao de vosso Filho, SenhoraT Eia, pois, alcan-
gai-m'a e s nesta esperanza que ouso erguer
aqu a rainba voz.
Principio.
Para avaliarmos bem a eflicacia da paiavra divi-
na, e os maravilhosos effeitos que s ella pode pro-
duzir, coovera que nos recordemos do estado de-
ploravel a que a culpa original reduzira o bomem.
Rei da creacao, mas re destronado, superior a to-
dos os outros animaes pela admiravel estructura
de sea corpo, e, raais ainda, pelos dotes incompa-
raveis de sua alma, inferior, porm, a todos pelos
erros a que o arrastram os sentidos, como o infe-
liz a quem (alta de repente a luz dos olhos, expos-
to a precipitar-se a cada passo; ou, como o menino
sem mentor, cercado de objectos nunca vistos, em
sua pueril ignorancia, o bomem cbamou Deas, ado
rou servilmente, offereceu victimas humanas, o
sangue innocente de seus filho?, ao sol, la, s
estrellas, ao ceu, trra, agua, ao (ogo, pedra,
ao pao, ao ferro, aos animaes, a tudo, excepto ao
proprio Deus I
Sim, christaos, (oram estes os terrveis effeitos
desse egosmo diablico, que produz ainda boje tan-
tos males, e pelo qual o bomem qniz elevarse
ordem suprema d'Aquello qae o tiroa do nada 1 E'
assim que, destratado a harmona da creaco pela
criminosa desobediencia com qae corresponder
aos preceitos divinos, o homem trocou a ordem pe-
lo cbos, a luz pelas trovas, a verdade pelo erro 1
Privado entao da grac de sea Deus, sua vida tor
non sa Ibe cada dia mais insapportave e a raulber,
dora precioso qae Ibe fura outorgado no Edn, com-
panheira inseparavel de suas innocentes delicias,
convertea-se em cmplices odiosa do seo crime,
em causa immediata de todos os seas males I Da-
qui surgi esse antagonismo qae se nota as civill-
sacoes antigs entre dous seres destinados a vive-
rem sempre unidos I D'aqai a polygamia com todo
o cortejo de seus vicios I Quebrados assim os pri-
meiros lagos da farai ia, sem amor para a esposa,
podendo, sob os mais frivolos pretextos, repudia-la,
vend-la, assassinala raesrno, como olharia o ho-
mem para os fjlhos ?
Consului Minos, Lycurgo ou Platao, revolvei as
difireme. coostOlcdes dos povos primitivos, e ve-
ris em todas o infanticidio tolerado, proscripto
mesmo, cu como determinadlo econmica, ou como
meo efflcazlssimo de applacar a colera dos deusesl
E Roma, a senhora das naces, o pretendido poro-
tos desses desgrasados parias TI Entregues a lodo
o rigor de sua triste sortej'alm dos peridicos cas-
tigo que se Ihes inflinga, sem que dessom para is-
so a menor cansa, e smente fpara qae s lerabras-
sem que eram escravos, senliores crueis os assas-
sinavam muiias vezes |>or sorpreza, para assim se
exercilarem as estrategias da guerra I Certamen-
te, nunca a prepotencia, a lyrannia e a forga bruta
abusaram tanto da inerme fraqueza III E o qae di-
remos dessas guerras de exterminio, qae acabavam
empre pelo incendio e destruido completa das ci-
dades, a pelo captiveiro,ou raassacre dos vencido I
Fallai por mim vos mesmos circos de Tarqainio,
jardins eosaoguentados do parricida ero, araphi-
theatros de Favio, vos qae tendes visto untos mi-
Ihares de victimas humanas immoladas para mero
divertimento de povos que se diziam os mais civi-
Usados da trra, fallai por mim aos meus ouviotes,
e dizei-lhes de qae crueis applausos retumbavam
vossos vastissimos reciotos ao extorcer dos cada-
veres qae cahiam palpiuntes ao encontr das (eras
esfaimadas que ibes devoravam as entranbas f Di-
xei-ihes o que era abi mais brbaro, mais cruel o
mais repugnante, se os ledas, os ursos, as pante-
ras, as byennas, os lobos ou os monstros de figura
humana que os excitavam contra as vicimas des-
grasadas de sea odio, e muit vez coaira os seas
mais prximos prenles ?!
E' assim, christaos, que o homem, esqaecido de
Deas, e em constante opposico cera a sua le, tra-
ta va peior aos ootros homens do que aos proprios
seres irracionaes I Tanta craeldade parece, com
effeito, incrivel; mas, ah est a historia qae a des-
creve com mSo firme e sempre igual, como a pro-
videncia, de quem ella instrumento. E qaem
tirar o bomem das profundidades desse abysmo
em que-elle se deixoa precipitar ? Quem Ibe co-
rar sua cegueira T Quem ibe fallar de Deas da
vida futura, da necessidade de um joizo final T
Quem trocar regras que o dirijam na difflcil ca-
minho da vida T Porventora a philosopbia operar
esse prodigio ? Ah' .hristoos, os prticos, as aca-
demias, os lyceus, au eram fecundos em erros I
Snas maiores illastragoes claadicavam tanto como
os ltimos de seas membros I Grandes em planos
sublimes, em admiraveis tbeorias, na pratica, elles
todos mostravam-se tao 'frivolos e tao ignorantes
como o mais frivolo e o mals ignorante de seas
miseros discipolos I Ese n5o esctalo maior de
seos orculos. Porventura nao reconbeceu elle a
impossibilidade absoluta em qae eslava o homem
de dar aos ootros homens preceitos de moral e de
virtude T Acaso nao seotio a necessidade' de um
ser superior, de um genio sobrenatural que des-
cesse ierra para nos instruir nesta materia, alias
tao importante T Quando vira elle T Sao as
proprias palavras de Platao:Eo o verei com ale-
gra, qaem qaer qae seja, mortal ou Deas I
u esse Deus, ie ardentemente desejado, espe-
rado com tanta canfianca, bai xoa, com effeito, so-
bre a trra, na.hora justamente prediu pelos pro-
pbeUs I O sol divino desponto no horisoate infi-
nitamente mais bello e radiante do qae o astro do
dia, depois de proceilosa tempestade. O povo qae
andava em trevas e os que estavam sentados na
regio da morte virara urna graude luz I Elles
alegrarao-se como os que se alegrara no tempo da
messe; exultaro como exoitam os vencedores
com a preza que lomaran, porque Ihes appareceu
o admiravel, o conselhejro4o Deus, o (orle, o pae
do secuto futuro, o principe ua paz I > A sna
voz, o mundo sente-se inteiramente outro I A sea
aspecto, os templos da idolatra baqoeiam.oolympo
desapparece com todo o cortejo de suas divindades
infernaes; acabam-se os sacrificios humanos, e
os homens, entrando no perfeito coohecimento do
que devem a Deas, a si, a os ootros homens, corae-
$am a se amarem como irmaos, e perdoarem as
oflensas, a fazerem aos outros todo aqaillo que
desejariam qae os ootros Ihes fizessem I
Assim inaugaroa se o caito do verdadeiro Deas,
e de ento por diante a familia achouse em con-
dicoes perfeitas de existencia I O homem concen-
irou suas mais caras affeices em orna s mulher,
qne, entrando em igoaldade de direitos, deixou de
ser logo o ludibrio do marido, a victima infeliz de
seus caprichos I A unidade do matrimonio, sua
indissolubilidade, firmadas na presenta do altis-
simo, recebero d'elle a mais solemne consagra-
cao Era sna entrada ao mando, o menino foi
acolbido, abenQoado pela egreja, que imprmindo-
Ihe na fronte o oscalo suavlssimo da santidade,
con-.'sou aolba-lo como a imagem fiel da inno-
cencia, o reflexo de Deas mesmo T E o escravoT I
Nao flcou mais abandonado ao rigor da sua sortel
Elle encontrn Umbem no templo do Deas vivo as
mesmas consolacoes, a mesma f, as mesmas espe-
rances que encontra sea senhor, com qaem se
sentara hombro a hombro no banquete sacro santo
d'aqaelle que nao fax outra distinecao entre os ho-
mens senao a da virlude e do vicio I
Deste modo, christaos, mostroa o salvador do
mando os maravilhosos effeitos de sna doutrina 1
Foi assim que elle fez sentir a eflicacia de sua pa-
iavra divina e a saodavel influencia que ella exerce
sobre todos os fllhos de Adao, sem excepgio de
sexo nem de ciasses 1 E' desta maneira qae < a
rellgiSo christa, qae nao parece ter por objectu
seno a (elicidade da outra vida, faz ainda nesta
nossa maior ventara. >
Entretanto, espiraos superficiaes, corecoes levia-
namente ingratos, inlelligencias desvairadas, ou
sam descoobecer esta verdade I Elles pensam qae
o christianismo, suas praticas saadaveis, e at seus
sacramentos, em nada esneorrem para o bem estar
dos individuos, e que as naedes pode prescindir
impunemente desses sacramentos, dessas praticas,
como prescinden) de um costme, de um aso, de
ama moda Indefferenle !
Ihas anacbronlcas qae entorpecer o sea progres-
sas do cordelro immaculado, aseas discipulas illas-
tres do evangelho I
Igual admiracSo mercenos a esperanzosa mo-
cidade que se forma actualmente em Franca sora.
bra dos santuarios catbolicos, essa pleiade brilban-
te de levitas qae se inspiraos no ezempln dos mais
zelosos missionarlos de ootr'ora (3), e, como elles,
espalham-se por todas as extremidades da trra,
afim de annunciarem a paiavra divina ao brbaro,
ao gento, ae pagao, ao selvagem I Elle; a annun-
ciam com o mais heroico desinteresse, sem espe-
pampbletos que eram do partido da corte invectl
vavam sem temer resposla.
Me aocnsam, escrevia no entretanto Milln & um
de seas amigos estrangeiros, em nma carta depois
recotblda ; me aecusam de ser pobre por qae nan-
ea qoiz me enriquecer deshooesUmente : me ac-
ensara de ser ceg por qae perd a vista no serv-
so da liberdade ; me accasam de ser cobarde, e no
eatanio quando eu tinha o aso da vista e poda pe-
so I Mas, ahi est a esperiencia de povos mais ranea alguraa da parte dos borneas, que Ibes pagam
provectos, abi est a lgica irresistivel dos factos, sempre com desprezos, com allronta--, com calum-
que falla-nos multo mais alto do qae lodos os nto- nas, cora perseguirles e com marlyrios I Elles a
pistas, para dizer-nos o qoanto elles se illadem annuaciam com tanta fe como a de S. Pedio quan-
com som risonbas esperanzas I do confessoo a diviadade do seo Mestre; com tan-
Nao, christaos, a natureza nao costuma caminhar to entbusiasmo como a do guerreiro que va ao
de salto *, e assim eomo o menino nao anda sem campe de batalba cerlo de colber os loaros da vic-
baver primeramente eogatinhado ; assim como loria; com tanta caridade como a dos primeiros
nao apparecem as searas, sem o iraualho do culli- discpulos da cruz, que por ella derramaram o seo
vador assiduo ; assim como as arvores nio do sangue I E esse sangue alada boje derramado nos
(roclos, sem qae antes desabrochen) as Adres que sertoes da frica, da Asia, da Australia, tem falto
os gerem e os alimeotem ; assim tambera as naedes apparecer cidades, provincias e Imperios, onde ha
nao ctwgario ao ponto de grandeza em que as poaco s se oovia o uivar das. (eras eossinislros
vemos seno paulatinamente e a amito cnsto. alaridos do antropophago I
Qnerer abrir urna excepcio a esta regra invaria- E ainda dir que o christianismo indifleeente,
vel, querer arriscar muito f E' querer imitar o seno nocivo, a felicidade dos povosT Ainda sj
especulador insensato que, levado de desejo de tor- querer regeitar as suas praticas, abandonar seas
oar-se millonario de repente, atira-se a toda a sorte sacramentos como outras tantas antignalhas ana.
de emprezas temerarias, e por flm, d na bancar- chronicas e caducas ? Caducas, porm, sao as vos-
rola, na miseria, no descrdito sas theorias sacrilegas, qae nem ao menos leem o
Demais, se pareca duro qae os estrangeiros qae mrito da origloaldade, pois que todas j hao sido
qaerlam trocar sua patria pela nossa, tivessem de por demtis experimentadas na Europa, onde cabio
renunciar as snas creogas (1), muito mals claro e ama por ama, como cabe mirrada a (rucia da ar-
ate humilhante deve parecer qae nos qae estamos vore, nio aclimatada, em slo eslranho 1 Caducas
em nosso paiz, alera dos commodos e vanugens sao as vossas creogas, qae ja' a ningoem illadem
qae Ibes assegaramos, sacriflqaeraos-lhes anda a mais, que vos tornara antipnaticos a todo o mondo,
nossa religiosa, as crencas de nossos pas e avs porque todo o mondo sabe hoje que sem religio
nossas instituicoes (andamentaes I E qae nacao, nao ba moralidade, e sera moralldade todo o patrio'
que povo algam do mando dea o exemplo de se- tismo ama eapa em que se envolvem as paixoes
melhante sacrificio T Qaem se acboa melbor por mais ignobeis 1 Caducos eslo os vossos coracoes.
abandonar os preceitos da egreja, os seas dogmas, que, sempre fechados a voz de Jess Cbristo, j nao
suas praticas saodaves I Id; Franca, christaos, teem forca de se abrrem as doces insplraces de
a esse paiz, tanus vezes invocado como typo de *oa graca l
legislacao e de poltica, e veris o qaanto elle se Para taes homens; christaos, fdra preciso ama
acboa mal soeeedido com a celebrrima adopgo nova scena de Damasco! Sem razdes qne os con-
dos chamados casameotos elvis I Eolio maltipli- j vencam rebeldes a todos os preceitos da lgica, ce-
earam-se os divorcios, e a p domestica, o (atoro gos aos raios da luz meridiana, qoem pode d'ootra
das familias acharam-se tao profundamente amea- \ sorte trazer os novos santos ao eoohecimenlo da
""."tf. P*rredda d,e ,2?.,/, 9^,ptore8d,e,'esta Poderoso meio de commanicaeio lio aprecia-
do e introdox-se tao profandaraente nos cottumes,
qne por toda a parle as localidad* seoeda^as re-
clamara a sna applieaso e nao recuara pernte as
despezas necessariof, aflok da blele.
No l de Janeiro de 186t>, perto de 7080 esUgoes
telegranblcas esiavam abortas na Europa.
Doas telegraphos ligar a Europa a frica.
Um dos arames val de Marsal (Sicilia) 'al Bi_
serta (Toois); commnnica com Argel porcia aa
gar na espada, noaca tem os mais afoatos; eraflm rede elctrica, que atravessa a regencia de Taois. -
me aecusam de ser disforme, e posso dizer-lhe, o outro vai de Malla at Bengazbt (Trpoli), e
que ninguem (o lo bello como eu na idade da prolongase al Alexandria (Egypto) por urna sec-
belleza. Nao- me lastimo hoje por ser ceg ; na gj0 qUe sege ao i0Dg0 jas cosas.
esenridao que me cerca, a preseoca divina brilha e.-u segnnda linha esta va destinada a tornar-fe
para mim com mais viveza e magnificencia ; Deas um dos elementos para a commaoicaejio com as-
me observa com mais temara e compaixao, por Indias; porm, a difflculdade de conservar um fio
que s a elle posso enxergar. A desgrana devia elctrico sobre os baixos semeados de coral do gol-
servir-me de proteccao contra as iojurias e tornar- pho arbico, obrigou a procurar outro caminho.
me sagrado, nao por que seja privado da claridade! A sua utilidade portanto limila-se boje as rea-
celeste, mas por que estou assim a sombra das azas (des da Europa com o Egypto.
O Egypto comraunica tambera cora a Earopa e"
/
.'
gados, qae todos os bous francotes, afiaal reco-
nhecero a sabedoria cora que Jesos Cbristo ob
vira Untos males e consolida'ra a felicidade das
nagoes, elevando dignidaie de sacramento da lei
nova, nio o pretendido contrato civil, a qae elle
verdade TI Como as Monteas, choremos a cegueira
dos novos Agostinhos, o pecamos fervorosamente a
Deas qae os conver u, qae os faca arripiar de seas
desvos, e qae, afiaal, reconhecara qne o homem
tem ama existencia alm do tomlo, a qual sera'
canamente-nao se referi quando disse: quod Mil oa desgrasada, eonfbrme elle ouvir nesU, ou
Deus conjunxi homo non separet; mas o contrato | aeixar de ouvir, a voz InetTave! daquelle aue, ehelo
natural que serve de materia a esse sacramento | de amor e de bondade> nos diz ainda hoje : Kao
(2) contrato que preexistio a todos os contractos,
e no qual lotervelo vjsivelmente a divindade, de
FOLHETIM
A SEPULTURA DE FERRO
POR
Henrique Conscieace
(Cootinaagao. )
XVUI
Passaram-se doze das antes qae en me avent-
rasse a apresentar-me em casa do Sr. Pavelyn.
Mas mestre Joao tinna-me dito varias vezes que
Rosa nio esuva doente.
Nio poda, portanto, estar mais lempo sem ap.
parecer, sob pena de ter de dar explicacSes acer
ca da minha ausencia, visto qae era chegado <
domingo em qae eu devia ir janttr a casa dos
meus protectores.
Apresantei-me com premediucao em casa do Sr.
Pavelyn na ora em que era de costme ir para a
mesa.
Achel, por consegoiote, toda a familia janu.
Rosa esuva muito meUncolica ; comtado, note i
nella signan de azedame que nio eram os de ex-
s de pao qne vive o homem, mas de toda a paiavra
qae procede dos labios misericordiosos de sea Deas.
qaem a egreja orgio legitimo, e a qaem, como Non Ul, compete o direito impreseriptivel de estabelle-' nrocedit de ore Dei.
cer leis, ritos, ceremonias, regras, das qoaes nem !
um catbolico pode jamis eximirse (3)
Foi assim qne a ebristianissima patria de S. Loiz
Clodoveo reagio umbem contra todas as outras
sacrilegas ioaovaces que precedern) a sua famo-
sa revolugo de oilenustres. Foi assim, por exem-
plo, que as erdens monsticas, contra as qnaes tan-
to vociteroo a impiedade do ultimo seclo e princi-
pios do presente, reapparecem ahi cheias de forga
e de vigor; e, acolladas e auxiliadas no desempe-
nho de sua mlsso sublime por um governo sabio,
enrgico, moralisado e verdaderamente intereses-
do na felicidade daquella importante parte da Eu-
{Jornal do Commercio do Rio.)
MIXTO*.
(Lamartine.'
fraduccao de T.A.A. Jnior.)
XVII
Carlos II tlnba sabido da retirada de Milton, e
fiagira acreditar na realidade de sua morte. Nao
quera manchar seu reinado com o sapplicio de
am destes homens histricos cajo sangue brada
vioganga posteridade.
Carlos II mandou generosamente offerecer-lhe a
ropa, do o bello exemplo do qne pode anda o es-1 restltaigo de soas funcgdes de publicista do go-
pirito de seas alustres fundadores 1 | verno, se qoizesse consagrar seos talentos a causa
E na verdade, qaem pode escarecer os relevan- j real. Soa segunda mulher o instiga va i commetter
tissimos ser vigas dos padres da Missao, a qoem de- esta baixesa.
ve a Franga a vida ea edacagao de milbares e mi- Sois molber, lhe respoodeo Milton, e pensaes so-
ltares de creangas, expostas por mais degeneradas | mente nds interesses domsticos da casa; eu, pen-
a voracidade dos caes, ao atirilo dos carros, ao pi-1 ^ na posteridade, e quero morrer conforme com
sar dos viandantes T Qaem nao admira a immensl- o que pens.
dade de escolas que floreicem na Fransa a sombra! ... ., .. .
dos mosleiros, onde o filho do artista, do aideao, do *'> em um. tal med.oer.dade qae
... .se aviziahava da indigencia. Seus olhos qae sem-
indigente encontra edacagao e sasteulo, qae nao___.. .__.. "" ,. ,.
| pre baviam sido (reos, tioham qnasl perdido a luz.
S andava condolido pela mo das ti I has. Carlos II
| passeaodo ura dia a ca vallo, encontrn o ceg no
parque de S. James. O rei perguntou qnem era
aquello venerando ancio privado da vista. Disse-
encontraria as casas dos pretendidos pas da pa
tria T Quem se nao comraove eo vista do qne (a-1
zem os discpulos venerandos de S. Joao de Deus, |
cojos hospiues eslo sempre abortos ao pobre, qoe
nuiles acha leito, sustento e remedios, toda a sor-
te de consolagoes e de cuidados, que nao acbaria
nos palacios de seas mais poderosos prolecto
res TI (4)
E o qae diremos desses aojos de ternura, dessas
hospitaleras e Ilustres, qae se cruzara diligentes
pelas roas e pragas de Pars, de Marselha, de Leao,
de toda a Franca, da Europa, da Asia, da frica,
da America, do mando inteiro T O qae fazem ellas?
Aonde vio ? Vio acudir ao reclamo de nma fami-
lia desgrasada 1 Vo atar as feridas do soldado
abandonado I Vo lavar com as proprias mos as
ulceras asquerosas do desventurado jornaleiro, que
encontrn, a dr e a morte no rude traba!no qne
lhe promedia a vida e o sustento para si, para sua
molber, para seas fllhos I Sem os boas offlcios da
|rmaa de caridade, (oda essa infeliz casa perecera
cerumente I Seus miseros movis seriam penhora-
dos, vendidos, e ella mesma, arrastrada desapieda-
d amen le a algam obscuro calaboago, al qae o se-
nborio do predio, o medico e boticario fossem pa-
gos do que exigissem! Mas o caibolocismo tem re-
mediado tudo isto, e as santas filbas do here de
Dax jamis consinliro que os pobres soffram em
suapresenga! Sem rendas e sem recursos algam
material de qae disponoam, am verdadeiro pro-
digio dos lempos modernos, om milagre vivo da
Providencia Divina o qae fazem essas castas espo-
(1) Este inconveniente, qae nunca exifjio no
Rrazll tal como o pintara, esta' hoje removido pela
lei de 14 de setembro de 1861.
(i) Se o contrasto civil fosse a materia do sacra-
mento do matrimonio, haveri o entre Domados
convertidos a' (, que o contrahem perante os
nossos missionarios, e em paizes quasi selva^sT
(3J Veja-se o cap. 2 e os segs. da excellenlMbra
t De la Jurisdiciion de fglise sur le contrXde
mariage. Parts, 1837. T
(4) E' preciso nio ter Ido a Paris, nem visto al-
l a enfermarla desses dignes religiosos, sita a roa
Odinot para nio admirar a acgo da caridade evan-
glica de qae elles dio lio edificante exemplo 1
---------------------------------------------------------
trema frieza e certa affectagio em nao me fallar
directamente. Evitava 03tensivamenta conversar
canto para contentar nimos sombros.- Mas Rosa
nao quiz tocar piano ; at pareca que liaba medo
commigo e tinba quasi sempre os olhos baixos on da'muslca, porque quando, para corapraaer ao Sr.
pregados em sua mi. Afora isto, nio parela de {Pavelyn, me preparei para cantar, bem contra a
nenbum modo embaragada e conversara com pie-1 minha vontade, declarou Rosa qoe se senta Inca,
na liberdade de espirito. S orna ves pronancion' paz de soffrer o som da ffiinha voz e o do piano.
o meo nome, mas a frmula ceremoniosa de < -Sr.
Wolvenaer nao sooa com tanta amargara como
na ultima vez em qoe a oovl da sua bocea.
E' claro qae eu nao poda (azer nada para am-
Disse que Ibe doia a cabeca e qae os seas ervos
agitados eram de extrema sensibilidade.
Depois de mallo forcejar por fawr Rosa alegre,
reconbeceu o Sr. Pavelyn qae perda o lempo.
mar a conversagio nem para aviva-la com grace- Cbamou urna criada com mal dissi mulada impa-
jos ou dictos agudos. Flz todo o qu! pude por ciencia e mandou collocar em lugar conveniente a
parecer alegre, mas os meus pensamentos toma- mesa de jogo, pedindo que jogasse com elle nma
vam sempre nm romo diverso e eo calila em irre-
sistivel melancola.
O Sr. Pavelyn qneixon-se de nos ambos. Qaan-
to a Rosa, podia deseulpa-la, porque andava um
pouco indisposu, como fndieava a sna vizivel pal-
lides, mas en, qne nao tinba nenbnma razio para
esur triste oa carregado, (azia mal, ditla elle, em
augmenUr com o mea silencio a tristeza de sua
filba, em lngar de consola-la, conversando com
anlmacio.
Fiado o Janttr, quiz q Sr. Pavelyn qae eu can-
tase com Rosa, dizendo qne nio ha nada como o
partida de dados, como costumavamos fuer lodos
os domingos, mas s de nonte.
Mal tinbamos comecado a jogar qoando a Sra.
Pavelyn nos annancion qae, a pedido de soa Sitia,
iam ambas passear nm pouco para tomaren) ar.
De passagem, irlam talvez fuer nma visita ao
banqneiro da roa do Imperador para Rosa poder
paasar alguns minutos com a soa amiga Emilia.
Porttnto, era multo possivel qne l se demoras-
sem. Pediam ao Sr. Pavelyn que, nosse caso, Ihes
mandasse o carro para as trazer a casa.
Em qaanto ea assim eslava dianto do tiboleiro,
ram-lhe qoe era Milton. Elle aproximoo-se do ao-
tigo "coaselbeiro da Cromwell aposlrophando com o
tom de um gracejo mistorado de severidade.
js' o co, amigo, disse elle, quem vos Inflinge
semduvida este castigo por ter sido cumplice no
assassinato de mea pai I
Senhor, replicn o velho revestido de ama
nobre franqueza, se os males que nos affligem nesle
mundo sao o castigo de nossas (altas ou dos nossos
pas, preciso qae vosso pal (osse umbem mallo
culpado, por qae lendes sido maito infeliz t
O rei nao se offendeo com a replica.
xviiv
Milton attingia a idade de sessenta annos, porm
tinba o verdor do espirito e a belleza do semblante
da mocidade. O genio devora os (reos e conserva
os fortes. Sua ociosidade o havia forgado a tirar-
se poesia, ootr'ora objecto de seas passatempos,
e agora consolago de sua vida. A idea do grao-
de poema com qoe viera da Italia e emprasada para
a idade dos Iazeres mais do que nunca revolvia-se
em seu pensaraento. Prosegua em seas estados
hebraicos, gregos, latinos e italianos com o fervor
de am adolesceote. O mundo imagiuario o arre-
balava cheio de delicias do mundo das realidades.
Morrendo sna segunda mulher, desposoa ama
tercelra joven e anda (ormosa, para ter quem desse
vida a soa casa, e servisse de mii snas ulnas.
Esta o amou, nio obstante a inferraidade de seus
olhos e soa miseria.
Milln escreveu alguns livros*e a Historia de In-
glaterra aflm ganhar o pao de sua familia e jun-
tar am dote para as flihas. Porm seo nome pre-
judicava a popularidade de taes livros, e o seu poe-
ma despresiiglava a historia qae elle escrevera.
Os realistas indignavam-se por deixarem viver e
(o) Ainda bem qne o autor do Maldito exceptaoa
de sea odio flgadal os digaos padres de S. auipicio-
parecendo calcular o jogo, no qoe pensava era na
partida de Rosa. Ella ia roa do Imperador,
exacumenle casa onde morava aqaelle qne me
privara para sempre da soa affeigio I lapassar
urna parle da nonte na companbJa de Conrado de
Somerghem I A idea de qne a sna pardida s ti-
nba por flm bumilbar-me magooo-me profunda-
mente. Ia passear por am tempo (rio e desagra-
davel, porque nio queria estar onde en eslava (
Tinha concebido Unta aversao por mim, que nem
podia soffrer a minha presenga I Nio me podia
dar mais evidente teslemunbo do seu odio I...
Distrahido por estes pensamentos, jogava ea eo-
mo nma ereanca ignorante. Ao principio o Sr.
Pavelyn rio da minha distraegio, us quando pe-
la segunda vez cahi em erro grave, perdea a pa-
ciencia a censurou-me a falta de altencao com nma
severidade qoe me moveu ao seniimento do de-
ver : desde entao Is am esorgo sobrehumano pa -
ra concentrar no jogo toda a minha attengio.
Por fortuna, ganbei a primeira partida, mas
perd a segunda e a tercelra.
Deitamos de jogar -, a brevidade dos dias de in-
vern trazia cedo a nonte e a sala comegava a nao
tej los.
divinas que parecem produzir em mim as trevas.
Attriboo com effeito a isso a crescente assidaidade
de meas amigos, suas atteogdes consoladoras, soas
freqaentes visita?, sua cordialidade e respeilosas
deferengas para comigo.
A mlnba dedicago a patria, escrevia elle ao
mesmo amigo, era nada tem me recompensado ; e
no entretanto este doce nome de patria nunca tem
deixado de me encantar. Adeus. Pego-vos que
descolpets a incorrecgo latios desU carta. O me-
nino a qaem me vejo toreado a diu-la nio sabe l-
tiro, soletrando lhe ea syllaba por syllaba para que
possaes 1er dentro de minha alma.
XIX
Sua ultima esposa, Elisabeth Minshal e suas tres
filbas, punham-se em roda do poeta a escrever e
ler para elle poder corregir os cantos de seo poe-
ma a medida que seu genio lb'os inspirava. Me-
ditava seas versos durante a noite e os ditava ao
nascer o dia, antes qoe o rumor da cidade desper-
tada as ras viesse attrahir sea peosamento para
as cousas terrestres. Ouvindo o raido da peona de
suas filbas prodazido sobre o papel, parecia-lhe di-
ur o qaolidiano testamento de sea genio, e depr
em lagar seguro o tbesouro qae havia trazido al
ento em sea pensamento. O resto do dia empre-
gava em ouvir a leitura dos poetas, da Biblia e da
historia, oa entao mandava qae ama das filbas
o condozisse pelos campos solitarios dos arredores
da cidade, para respirar o ar paro, e para sentir
ao menos sobre soas palpebras os raios do sol qoe
elle s devisava pelo calor.
XX
Foi ao p de am carvalbo exposto ao vento solt
situado na collioa de Hampstead, onde Milln nm
dia ditou esta pathetica apostropbe dirigida luz,
introdoegao de seo tercelro canto, admiravelmeote
Imitada por Vollaire e Delltle. Neste treeho faz-se
seniir a paixio por am bem para sempre perdido.
A saudade duplica-lhe a reminiscencia do goso.
Salve I sagrada luz, fllha do firmamento, primo-
gnita do creador ou coeterna de Deus I ffende.
mos-te porventura luz I qoando te invocamos por
este oome T Nio ser elle tambera luz T e nao tem
habitado por toda a eternidade na ioaccesslvel cla-
ridade emanada de si T Quem poder dizer qoal
o lagar d'onde flaes T Aates do sol, antes dos cos,
j existias, e a voz de Deas, revestiste como de am
manto o mando brotado das tenebrosas agoas..
Qaands em mea vo ( Satn qaem falla) era
levada atravs das trevas exteriores, cante! em ac-
cordes diferentes da lyra de Orpheo, o chaos e a
noite eterna 1 Urna inspiragio eeleste, sob o nome
de musa, me indazio a qae nao me precipitare
as sombras profundezas do abysmo e eu sobi;
entao de novo me aproximo de ti, e sinto ante olbos
toa lampada vital e creadora I..
Porm la, luz 1 nao desees para vlr visitar es-
tes olhos d'ora em diante sem aurora, qae em vio
gyram em soas rbitas, sem encontrar teas doces
raios, tanto os obscurece am negro veo I
Entretanto nao deixo de vagar pelos campos f re-
quemados pelas musas, pelas chrysUlinas fontes e
bosques cheios de sombras e coliioas douradas pelo
sol I Nio rae esqaego destes doas poetas, ah 1 se-
mejantes i mim no infortunio (e proovera a Deus
qae seja semelhante elles na gloria I) Thamyris
e o ceg Homero I...
Embebo-me ento em imagens qae se revestem
por si de metros harmooiosos, como a ave que ve-
lando debaixo das folhas canta na ebscuridade I
Assim de anno anno, volvem esugoes e esu-
goes. Porm para mim nanea volta o dia I Nao
vejo mais]os brancos crepsculos dourados da tar-
de, as floridas plantas da primavera, as rosas do
vero, os animaes pastar, nem o rosto divino do
homem. 0 livro universal onde todas as obras do
Creador se acbam escripias, apagou-se-me, e s
apresenta miobas vistas urna pagina em branco I
O sentido por onde penetram no hornera toda scien-
ciae sabedoria acabou-se-me para sempre.
Resplandece pois com maior torga no intimo
de minha alma a celeste claridade perdida para
meus sentidos I Penetra com teas raios todas as
petencias do mea espirito I coneede olhos minha
alma, aflm de qae possa^axergar e repetir as coa-
sas iovisiveis aos olbos dos mortaes I
(Continua.)
com a Asia, por meo de am rame, qae atravessa
a Syria, passaodo por Jerasalem, Alap, Trpoli, Bey.'
rootb, transpoe o Bospbero, e vai ligur-se com as
linbas da Turqua da Europa.
Os telegrammas para as Indias podem seguir
doas itenerarios. 'f
O prlmeiro serve-se das (lobas italianas, do fio
d'Olranto a Vallona, atravessa a Turqua da Euro-
pa e a Turqua da Asia, e chega at Bassora, no
golpho prsico.
D'alli vai reunirse em Knrrache a linda das In-
dias, por meio de fios costeiros sobmersos as agoas
do golpbo prsico e do golpho d'Oman.
O segando itenerario atravessa a Russia, o Cau-
case, a Persia e ebega igualmente a Bassora. -
A rede telegraphjca das Indias conta 1 SI esta.
g5es ; existem quatro d'estas na iiha de Celio.
E' ainda por via do territorio russiano qae os
despachos telegrapbicos sao dirigidos a China.
Seguera as snas linhas na Earopa e na Siberia
at a fronteira de Klaenr. D'alli sao transportados
a Pek'm pelo correio cblnez, o qual gastt quinze
dias para dar conta do trajelo.
A Earopa ainda nao conseguio estabelecer com*
mooicagoes (elegraphlcas com a America.
A Russia traballia para estabelecer um fio neste
sentido, qoe passe pela Siberia e pelo estreno de
Behring.
A Industria ingleza ainda nao renaocioa a codo-
cacao de um rame transatlntico.
Esta' em vesperas de ser levado a effeito na pre-
jecto, de que antor o engenheiro Balestrinl, e para
coja execagio nio de concorrer varios estados do
velho e do novo continente; mas, por emquanto
os despachos da Earopa para America sao expe-
didos, por via de om barco de vapor, de Liverpool
a Nova-York, Rali fax, Poriland, Saint-Johns sa
Falberpoini, e d'alli pelo telegrapho at ao seu .des.
tino.
E do Sr. Lycurgo J. H. de Paiva esU poesia :
MCU TMULO.
Um dia do lidar do mundo insano,
Irel das esperangas segregado,
Partido o coracao, *
Aos bragos de nm amor talvez mais lhano,
E de om beijo lascivo embriagado,
Rolar na solidao.
Na escarpa de am morro bem deserto/
A par da viragio da gente ingrata,
De martas povoado;
Eu quero, que mea leito seja aberto
E descance mea corpo demcrata _..
Na vida abandonado.


O manto seja a Urde nebulosa,
A brisa qae suspira a vos do sino,
A morte annunciando;
Seja o padre a rola pesarosa,
Mandando em sen gemer a Deas am bymno,
Minh'alma encoraraendando.
.
S
Lamenten) minha dr as cachoeiras,
Rumores da floresta era torno ao leito,
E sombras pavorosas;
E suspirera por mim as larangeiras,
como pranios derramen) no mea leito
As flores tSo cheirosas.
Por mai e por irmias que me pranteien
A morte eternamente, cresgam flores,
Em roda a sepultura;
Sejam as virgeos do co, as qae anceiem
Na lembranga infeliz dos meas amores,
Dos sonhos de ventara I
-
Havia urna ao mundo qae ea soahava,
Mas essa oo'tr chorar o morto,
Ali na solldo;
Venha a filba da noite, em quem mira va
Seus bellos attractivos to absorto,
Sentirme em lentido!

>S(
DI POCCO DE TUDO.
As reducgSes que se operaran) em quasi to-
dos os paizes, desde o principio deste anno, nos
pregos da iransmisso dos telegrammas trocados
entre os diversos estados da Earopa, sao destinadas
a Imprimir om novo Impulso as relages telegra-
phicas.
Nao sera' aqoi, portanto, fra de proposito indi,
car summariameote al onde a telegraphia estn-
dea o sea domiaio, e quaes sao as vas de commo-
nicagao por ella eslabelecidas entre a Europa e as
outras partes do mando.
Na Earopa, nio s cada capital, mas umbem ca.
da urna das cidades, qne tem alguma importancia
sob o ponto de vista poltico, industrial oa commer-
cial, faz parte da rede telegraphica. Ainda mais:
9
O Sr. Pavelyn ebegou a soa eadelra para o (ogo
e ppz-se a conversar commigo sobre varias coa-
sas.
Falloo-me do.prximo concurso da academia e
pediu-me qne flzesse todos os meus esforgos por
ganhar a medalba de ooro. No seo entender, o
premio grande difflcilmente me escapara ; com-
tndo, jolgava qoe ea nio devia ter em mim urna
coofiaoga maito cega. Portanto, recommeadoq-me
com instancia qae posesse toda a diligencia em sa-
hlr victorioso da Iota; pedin-me^qae Ibe dsse es-
sa satlsfagio como om signa I da miaba graiidio a
Teve lugar ba poucos dias em Ganda, ua provn-
via de Valencia (Hespanba), ama scena da mais fe-
roz selvageria.
N'uma casa contigua ao hospital de S. Marcos,
habitada pelo padre Vicente Escoto, cofa do esta-
belecimenio, dava-se albergue a om pobre traba-
jador, que pretextando talu de saude, se mantt-
nha a' costa do seo caritativo protector.
ltimamente, sem ter havido a menor disputa,
o trabalbador accommeltea aleivosamente o sea
bemfeilor, descarregaodo-lhe ama foocada qae me
prodazlo urna grande ferida sobre a soorancelba
direiia ; o paciente pode rugir para o hospital, sem
deixar de segoi-lo o assassino, qae retroceden a
vista de om convalescentesque tratoa de proteger
o fugitivo. V
Recomend a casa,- o aggressor procurou orna
velha di 83 annos e dega, qae habita oa mesma, e
fez-lbe tres grandes feridas na eabega.
Os visinhos acodero, e entra nm rapaz de 13 an-
nos, filho do medico do estabelecimeato, qne rece-
be imraediatamenie ama grande ferida no peseoeo.
Ao querer secundar .o golpe sobre o rapaz que
esuva estendido no chao, j se achavam reunidos
algojw horneas qae pederam prender o assassino o
arraaear das som ruaos a fatal (once.
Parece qfae a cansa desles altenUdos era nio es-
tar a cobiga do malvado saiisfeiu com os donativos
que recebia do sea bemfeilor, pois aspirava a eri-
girse em dono da casa.
mu humor, e, apesar de ser de natural melga e
serena, mostrava-se spera e desagradavel para
todo o mundo. Tlnham-se feito diligencias por
saber se ella desojara alguma cousa, mas ella di-
zia que nio desej'ava nada, e pensava que urna
indisposigio nervosa era a causa nica do sea
aborrecimento e da soa teimosa melancola.
O Sr. Pavelyn tinha alguns receios ; sabia que,
na sna adolescencia, soa Alba Uvera ama sade
maito delicada e que mesmo entao nio podia per-
der forgas. Disse-rae qne logo qoe podesse ira
Broxellas consultar am medico celebre sobre o es-
como"recompensa de todo o que por mim havie udo de Ros*> mis A06 no 1ueri* in'Wo a saber
feito desde a infancia. wm chaoaar medicos da ciaade. Prqae recejara
Tocou-me profundamente o benvolo interesse asta-la e assosttr soa mBi.
qae me testemanhava o mea bemfeltor e prometti Esgouda a conversagio sobre esse assompto,
apresentar-lbe o premio qae elle desejava para P*d' "cenga ao mea protector para me retirar,
mim, ainda qae para alcanga-lo tivesse de tentar femis, elle j me tinha dito qae tinha tengao de
o impossivel. ir ter com soa molber e saa filh, se ellas nio
Tambera fallamos de Rosa. Qeixoa-se da inex- noavessem voltado ao anoutecer. Na despedida
plicavel melancola qne de algam tempo Ibe som- dlsse-me anda algnmas pilavras pan animar me,
breava o animo e at ameagava consummir lhe a recommendando-me que flzesse ludo o qoe podes-
sade. No oltimos oiio dias soa mii tinba dado u Pr alcnSr o Prmto do prximo coocorso.
com ella qnatro vetes, ssinha no sen qoarto, com (Contmta
os othos chelos de lagrima?, Eslava sempre. de PBRNAMBUCO.-TYP. DE M^F.|>G F. 4 PIL8Q

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