Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10926


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Full Text
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SEGUNDA FEIRA 26 DE MARCO DE 1866
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Por asno pago deitro de lo das do 1. mez......
Porte ao correio por om asno ,..........
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DE PERNAMBUCO.
-
.
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BNCARRGADOS DA SUBSCR1PCO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio A bx andrino de Lima!
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araeaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos' de
Oliveira ;' Maranhio, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Par*, os Srs Geraldo Antonio Atves 4
Filhos; Amazonas, o Sr. Je ron y mo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SUL.
Alagons, o Sr. ClaodinoFalco Dias; Babia,
Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, Sr. Jos
Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Eseada e estafes da va farrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala. Bezetros, Bonito, Caruar,
Alinho, GaranhuDS, ISuique, S. Beato, Boni
Conselho- Aguas Bellas eTacarat, as terga.s
feiras.
Pu d'Albo, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Oaricury, algaeiio e Ex, las quartas
feiras.
Serinhem, Rio Formoso,Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta a Pimentei ras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e' quintas.
Relago: tercas a abados as 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Julzo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
a 1
Primeira Tara do civel: tercas a saltas o meio
dia. .
Segunda vara do civel: qnartas a saObades
hora da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARgO.
1 Luajcheii as 9 h., 33 ro. e 16 s. da m.
9 Quto ming. a 1 b., 33 m. e 53 9. da t.
16 La? nova as 7 h., 17 m. e 33 s. da t.
23 Quarto cresc. as 10 h., 44 m. e 27 '. da m.
31 La cheia as 2 h., 11 m. a 22 s. da m.
DIAS DA SEMANA.
26. Segunda. Ss. Ludgero e Braulio ab.
27. Terca. S. Leandro b.; S. Roberto b.
28. Quarta de Trevas. Sss. Prisco e Maleo mra.
29. Quima. 8. Bertholdo c.; S. Barachisio ro.
30. Sexta da Palxo. S. Rodezindo b,
31. Sabbado de Allelnia. S. Veremundo.
1. Domingo. S. Macario b.; 8. Valerio ab.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 0 horas e 30 m. da tarde.
Segunda as 0 horas a K4 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTURO*.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o aorta
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; pan Femaa-
do nos dias 14 4os mezes de Janeiro, marco,
ulbo, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
.
no Recife, na livraria da praca da Independencia
ns. 8, dos propietarios Manoel Figuelroa de Faria
& Filbo.
PARTE OFFICIAL
GOVERVO IA PROVINCIA.
Expediente de dia i 2 de marea de 1860.
Offlcio ao Exm. cooselheiro presidente da rela-
co.Sirva-se V. Exc. de informar acerca do que
| Dito ao juiz municipal e de orphaos do Rio For-
| Pormoso.Para salisfazer a requisigo da assem-
1 bla legislativa proviociel, feita em offlcio de 9 do
1 corrente, sob n. 14, enveme Vme. copla do offlcio
dirigido por esse jnizo aode orphaes desta capital,
acerca da menor Annanias do'Amor Divino Mello.
j Portarla.O vice-presidente 4a provincia, con-
; forruando-se com a proposta apresentada pelo te-
neate-rornnel commandante do 2* batalho de in-
fantana da guarda nacional do municipio do Reci-
fe, sob que informan o respectivo commandante
superior em offlcio de 9 do corrente, resolve pro-
mover a capillo da 2' companhia do mesmo bata-
lho, o tenente da 3* Juvino Bpiphanlo da Cuaba e
primas, e aquellas que s soffrerem a primeira
transformado, e sio assim empregadas as fabri-
cas, com impostos paramente estati ticos, entraado
nesta classe os despojos de animaos, as ls e pel-
es ; as sedas cruas ou Badas, o algodo, as flacoes
pede o marecbal commandante das armas no in
clnso offlcio que me ser devolvido, acerca do sol-
dado sentenciado do 7 batalho de infantera Jos
Felippe Bezerra
)ito ao Exm. marechal commandante das ar- nom'ear aiferes da 8* "guarda Joaqaim PereTra"dos
Santos. Comrauuicon-se ao respectivo comman-
mas.Sirva-se V. Etc. de informar me acerca do
que pedem nos inclusos requerimenlos Jos Lean-
dro de Barros e Jos Obmiugues de Ulivelra.
Dito ao mesrao.Respondendo ao seu offlcio de
8 do corrente sob n. 471 dizendo-Ihe que em vista
de um outro que em data de 7 da feveriro ultimo
n. 233 V. Exc. dirigi ao meu antecessor, autorl-
son este por offlcio de 8 daquelle mez a dispensa
do servico da guerra da guarda nacional Joao
Paulo Barretto de qae trata visto soffrer de
eplepsia.
Dito ao mesmo. Mande V. Exc. dar baixa ao
voluntario do 6 corno Ignacio Antonio de Paixao
visto que fot considerado incapaz em inspecco da
saude como consta do termo annexo ao seu offlcio
de 9 do corrente sob n. 488. -
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de informar
acerca do que pede no incluso requerimento o ox-
alferes em commisso da companhia de zuavos
Justiniano .Wanoel de Barcellos.
Dito ao mesmo, Queira V Exc. informar-me
daote superior.
EXTERIOR.
ceitos que em seu espirito se baviam formado, pro-
carava-se coaci-lo por meios al torturosos.
Um jornal, diz o honrado memoro, que nesta ca-
pital se pnblicou com o titulo de Gazeta do Norte,
e que pregava principios oa mais adversos i causa
Ungidas, o Moho, o cahamo e semelhante, em ra- nacional, servio para se indispr o espirito publico
contra o alistamento dos voluntarios, e isto te ve
lugar, forcoso dize-lo, antes da organisacao do
ralis, o ferro estaohado, zlncado e condnlado, etc.;! batalho e com o auxilio de alguna que mals tar-
o roeiaco, muitos productos cbinezss, e outros que de vieran a (atar com essa difflcuidade por elies
CORRESPONDENCIAS MOBI.l
RIO DE PERNAHBVCO
POBTO.
26 de fevereiro de 1866.
Em novembra ultimo o governo convidou as di-
versas associagoes commerciaes do romo a estuda-
rem as reformas que convinham fazer as leis de
commercio e navegacao submettendo a considera-
cao das mesmas associacoes os quesitos a que de-
viam responder.
Para salisfazer ao pedido do governo a direccao
da asociacao commerciai desta cidade, norneou de '
seria longo enumerarse.
As reduccdes nestes artigos iriam beneficiar a in-
dustria nacional, e simultneamente o thesouro pu-
blico, fazendo correr para os seas cofres, os direi-
tos que sao extraviados pelos transgressores da lei,
que encontrara na vasta raa secoa, e no grande
numero de pequeos postos em toda a costa, os
precisos elementos para favorecer sea trafico illi-
cito.
Respondendo ao 3 qaeslto, que tem intima liga-1
cao com o antecedente, a consulta sustenta que to-
das as relacdes, sejam ellas de que natnreza forem, >
irrespectivamenle dos objectos sobre que recaiara,'
oecessariamente beneflciam nao s o. consumidor,
Duramente dito, mais anda aquella que tambera ;
productor, e que pela modicidada do prego com
que possa produzir seus artefactos, aniqulida pela
baratera das cousas indispensaveis subsistencia
do operario, e a sua insdustria, se langa em um
circulo muito mais extenso de consumidores do seu
fabrico.
Favorecer a barateza da vida, esse o empenbo
que boje preoccupa todos os estadistas, por se notar
urna grande tendencia para a sabida, de tudo que
se Ihe torna necessario. A admisso de algaos ge-
proprios preparada. (Apoiados.)
O goveroo, diz o honrado Sr. Uargos, nomeoa
auxiliares para a organisacao do 4 batalho, lo-
dos tirados do partido conservador; com quanto
este proced i ajenio tivesse causado um certo des-
posto aos membros do partido progressista, emen-
de o orador qne fui elle louvavl, para que oa or-
gaaisadores, que perleocem aquello partido, nSo
tivessempretexlosou motivos de queixas, anda
manres, dos seus adversarios. (Apoiados.)-
Quando, pwm, se acreditava que esses auxi-
i llares iriam promover o alistamento, vimos que fo-
' ram fazer na comarca o mais atroz reerutamen-
to de que o paiz tero'tal vez noticia. (Apoiados.) .
A agricultura, a industria em toda a comarca de-
Flores foram tatmensamente prejudicadas, porque
os bracos livres fogiam do trabalho, para poderem
escapar do recrutamento. (Apoiados.)
Ao chagar aquella comarca o Sr. Fre Serafim,
notou que os hmeos se occultavam, e que nem
ao menos vnham ajada-lonas proclssoes, sendo
preciso qne as mulheres carregassem o andar da
imagem. Informe! Ihe, diz o orador, do reeeio que
todos tinham de serem recrutados.
O Rvd. sacerdote garanti eom a sua palavra,
acerca do que pedem nos inclusos requerimenios
Jo- Antonio de Souza Paes, e Joao Tnomaz de !entra os ns membros urna coramissao que Bcou
Almeida composia dos Srs. Justino Ferreira Pinto Basto,
Dito ao raesmo.-lma vez que segundo informa faimdo Moser e Jos Joaqaim Rodrigue Freitaa !
o tenente-coronel comraaodanie do 2 batalho des- ,ni". aQ.ue,le presidente e estes secretarios da |
tacado e actualmente Io corpo provisorio, nooffi :io ,dl,a, .[r*^Sa0:,,
annexo ao de V. Exc. de 7 do corrente sob n.
eros, absolutamente isentos de impostos, pode pa- que nenbnm seria recrutado eroqaanto elle alli es
recer, primeira vista, que causara um desfalque i tivesse ; com esta promessa algnns appareceram,
ao erario, mas quando se cosclue om exerclcio, i masquando em rompanhia do proprio fre SeraOm,
se vai encontrar a differenca no augmento insensi- se approximaram de urna pa-trulha, esta den um
468 nSo pode ser cumprida a ordeih desta presi-
dencia de 17 de fevereiro ultimo mandando dis-
pensar do destacamento do presidio de t-'eroando,
ao guarda do 10 batalho de Iguaras- Jpo Maia-
quias do Mello por ser o nico arrimo de sua fa-
milia, visto ja haver este anteriormente seguido
para o mesmo presidio, sirva-se V. Exc. de pro-
E tanto uacionaes como estrangiros, e os industriaes
nao s desta. cidade, mas de qualquer parte do
paiz, a fornecerem-lhe por escripto qoaesquer es-
clarecmeatos sobre o assnmpto da consulta.
Poucos resultados obteve-a commisso deste sao
convite, e se nao se resolve.-se ella propria a rea
nir os elementos necessarios para se desempenbar
videnciar para que a referida ordeno seja "exec- d "rea de que se havla incumbido de certo nao
U(ja f lbe terla sido possivel concluir os seus trabamos
Dito ao Dr. chefe de polica. Para satisfazer a' Pw os apresentar, como apresentou em sesso da
dellberaco da assembla legislativa provincial, direccao do da 23 do correnta. *
comida em offlcio da 9 do corrente sob n. 14 ea- Nes,a, mMma sess9 ^am aquelles trabamos
vieme V.S. copias daordem que expedio para a'..discutidos e approvados.
menor Anoanias do Amor Divino Mello ir a sua A desposta a consulta do governo, foi redigida
presenca, do termo de depo>uo da mesraa menor Pek) t'r- EJuardo Moser, inteligencia robusta, mu
feito nessa repartido, flnalmeota de todo o pro- versado era cousas commerciaes, e um djjs c
cesso feito cora assistencia de V. S.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Em vista da inclusa conta em duplcala, e nao ha-
vendo inconveniente mande V. S. pagar a Jos
Ferreira do Nascimento, conforme solicita o direc
tor ao arsenal de guerra em offlcio de 10
reme sob n. 537, a quantia de 1005000
condnzio para bordo do vapor Paran com destino
a corle 91 caixoes cora artigos de fardamentos e
e equipameuto. Communicou-so ao director do
arsenal de guerra.
fervorosos e convictos enthusiastas da iberdade
do commercio.
E' um documento- importante, e muito extenso.
Diz verdades amargas, e nao poupaem lingua-
gem seropre commedida como curapria que fosse i
do cor- 'empregada os erros do governo na materia sujeita
porque jan exame, e funda-se era argumentos solidos para
desiliudir os que em boa f pensara que nos eleva-
dos direitos das pautas esta' a protecco as indus-
trias.
Resumindo os pontos principa s da consulta
procuraremos dar urna idea do como nella sao tra-
val da receita, s vezes inesplicavel, pelo modo ex-,
traordinario porque se opera, quando cresce a pros-
peridade publica.
Pede a consulta ama lei permanente de cereaea
que acatando os interesses da lavoura nao despre-
ze os da industria e os dos consumidores era peral.
(Conttnuar se ha.J
PERNAMBUCO,
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROEMIAL.
SESSO ORDINARIA EM l DE MARCO
DE 1866.
PRESIDENCIA DO SR. VICARIO FRANCISCO PEDRO DA
SILVA.
Ao meio dia faz-se a chamada e veri6ca-se esta-
rem presentes -os Srs. deputados Francisco Pe-
dro, Ramos, Ayres, Buarque, J. Reg Barros, Cor-
rea da Silva, Arminio, Andr, Hlsbello, Sergio,
grito de alarma para que todos fossem agarrados!
Eu proprio testemunhei ser recrutado um me-
nino, qne sendo torturado, e estando estropeado
foi levado presenca do Sr. Dr. delegado, que o
mandou por em Iberdade.
O Ilustre Sr. Burgos diz, qaa ae nao fosse a be-
nelica intervengo do Sr. Dr. Adelina, delegado !
de Florea, nenhunu garantia haveria contra os
abusos dos recrotadores (apoiados).
O orador diz que nao obstante todos os males
que sotfriam em Flores, os raUbros do partido
progressista entenderam nada dever reclamar pa-
rante o goveroo da provincia, para qae nao ser-1
visse isto de pretexto ; e qae se assim procedendo,
sao hoje, elle e os seas amigos, victimas de tanta
injustiga, o que nao teria acontecido se essas recia-
macoes apparecessem ? E' certo, porm, que pro
videncias a mais enrgicas foram dadas pelo Sr.
conselheiro Paranagua logo qae dos nossos ma-
les teve sciencia.
S. Exc. fez cacar as cartas de recrotadores dadas
a capital:
illegalraente, e fez quanto antes recolher
Cicero, Lopes Machado', Tiburllno, Augusto de S~ou- a(>?Ie-lle ll,Jalfatlado *"* wln>rios.
za Leau, Soares Brando, Burgos, Jerooymo, Giti- Nao_ P3"1? POan'*> o presidente da provincia ser
rana, Epaminondas. Amonm, pies de Andrade,: reapdtaavel per abasos d-st ordem e que s par-
Candido Martins, Brillo, Emygdio, MerguIhSo e Ur-* oi Se* agentes (apoiados).
Gaspar. Honro Sr. 9m observa q
Dito ao mesmo.Transmiti a V. S. para os tins,
convenientes, copia do contrato pelo qual o padre ; taos esses pontos.
Francisco Aciano de Souza Araujo se obricou a governo formulou os segnintes quesitos :
servir de capeliao do presidio de Fernando. Qne influencia tem exercido a pauta geral das
Dito ao mesmo. Attendendo ao que pedem o alfandegas em vigor sobre o commercio ?
capitao. o teneote quartel-mestre e o aiferes do 4'
Gaspar. I u >cor sr-Bitttos observa qae alguna boa- j
Abre-se a sesso Ilos corriani em Flores e at nesta capital, sobre os
L-se e approva-s'e a acta da sesso anterior. I desperdicios dos dinbeiros pblicos na orgapisecao |
O Sr. 1* Secretario da' conta do seguiote
EXPEDIENTE.
Offlcio do secretario do governo, remetiendo as
copias exigidas sobre o canal construido no enge-
2." Sobre que classes de productos podem redu-
zir-ae os direitos das alfandegas, sem compromet-
ter os legtimos interesses nacionaes e os do ihe-
sooro ?
3." Quaes sao as reducces que mais directa
mente podem aproveitar ao consumidor ?
4. Quaes sao as materias primas, ou producios
manufacturados, cuja exportaco pode ser promo-
vida com mais V3nlagem ?
5.a Que reclam.>coes convm fazer aos paizes es-'
trangeiroj ou seja quanto aos direitos da alfande- (
ga, que pesam sobre os nossos productos, ou seja
dizem respeito
corpo de voluntarios desti provincia Samuel de Si
Montenegro, Joaquina Jos do N'ascimento Wan-
deriey e Francisco Leopoldino da Silva Silva Lis-
boa, nos 3 iuclasos requerimentos que rae remet-
teu o marechal commandante das armas com
oficios de 8 e 9 do crreme sob ns. 474 e 483 re-
commendo a V. S. que se no huuver inconvenien-
te mande pagar aquelles offlciaes o quantitativo
que despendern) com a conducho de suas baga-
gens da villa de Flores para esta capital como se
v dos mencionados requerimentos.
Dito ao mesmo.Ao teneote do 9o batalho de quanto a s leis e regulamentos que
infantaria do exercito Emiliano Ernesto de Mello a' navegacao f
Tamborim, promovido aquelle posto por decreto de I 6." Que effeitos tem produzido no commercio e
22 de Janeiro deste anuo, maode V. S. abonar tres! navegacao os direitos differenciaes ?
meza* de sold nos termos do art. 28 da lei n. 514'. Ao 1 destes quesitos responde a consulta que a
de 28 de outubro de 1848 e circular do ministerio tarifa aduanera, estabelecendo sobre qaas toda a
da guerra de 10 de novembro do mesmo anoo. | producco estrangelra, direitos exorbitantes era
Dito ao mesmo.Se nao houver inconveniente, I muitos casos, quasi prohibitivos em outros, e favo-
mande V. S. pagar a quaolia de 18 despendida | recendo s a entrada de algumas materias consi-
peio teneote quartel-mestre do 4 corpo de volun-' deradas primas, encitou ao- contrabando e coacor-
arios desta provincia Joaquira Jos, do .Nascimento! reu para que as nagoes que se Julgaram hostilisa-
Wanderley, com a condugo de artigos de farda-i das pela pauta tomarem medidas que prejudica-
mento, equlpamento e ulensis perlencentes ao mes-1 ram em grande escala o nosso commercio de ex-
mo corpu do arsenal de guerra para o quartel do
Hospicio, como se v do incluso requerimento do-
cumentado a que se refere o offlcio do marechal
commandante das armas de 8 do correte, sob
n. 473.
Dito ao inspector da thcsouraria provincial.
Annuindo ao qae solicitou o commandante superior o slo portuguez frtil, oa qae
interino deste municipio era offlcio de 9 do corren- se elle nao da' o rendimento, que
portacao e a navegacao.
fundamente este pedido da maneira seguinte :
E' um facto incontestavel que o pao, geral-
mente fallando, muilo mais caro nos dominios
de vossa magestade, do que na mxima parte dos;
estados europeas. Todava nao pode negar-seque
productivo; e
rasoavelraente
te, sob n. 74, reeommendo a V. S. que estando em 'devera esperar-se porventura porqce ha desle-
termos os inclusos documentos, mande pagar os. xo no su amanbo^ou porque ha obstinacao em
vencaenlos dos destacamentos de guardas naci-' nao se adoptaremos processos mais approvados.;
naes existentes as freguezias da Varsea e Poco para conseguir a maior producco, em beneficio
da Panada, bem como na povoaco da Capunga, nao s do lavrador, mas d toda a socledade que
sendo os du Io relativos a Ia qunzena do mez de j affectada pelo augmento do salario do operarlo,
fevereiro a timo e dos outros a todo aquelle me?,! que nao pode deixar de ser regulado pelo custo
como se v dos mencionados documentos. i da farioha.
Dito ao mesmo.Para salisfazer a deliberacao j < Vossa magestade ainda permittira' benevola-
da assembla legislativa provincial, comida em uf- mele a observaco, que apesar da lei ominosa,
ficio do respectivo 1 secretario, datado de 8 do que exclua absolutamente o pao estrangeiro dos i
corrente, sob n. 12, emita V. S. o seu parecer (nossos mercadosdessa lei que protega a inr*
acerca do Incluso projeclo n. 33 do auno passado, ca, e condemnava a' tome e a privaco multa gen-
que roe ser devolvido. te que, vivendo de tenues rendimentos pecuniarios ]
Dito ao commandaote superior da guarda naci-1 on da parca retnbuico do seu trabalho, nao traba
nal do Recife. Sirva-se V. S. de expedir suas or-' meios para chegar ao alimento, pelo qual implora
dens nao s para que um dos corpos sob seu com-' quotidianameme.a graca divina as suas oracoes,
mando superior esteja postado em frente da matriz a lavoura nao tem tido maior desenvolvimiento en-
do Corpo Santo, s horas da tarde do da 13 Jo tre nos, e de certo nSo proporcional ao favor ap-
correnie, adra de acoropanhar a sagrada imagem prente de que gosa, anda boje com o peso do tri-
do Senhor Born Jess dos Passos daqnella igreja,' bulo nos cereaes estrangiros.
para a do convento do Carmo, mas tambera para c Desde que a Hespanha melborou sua vlaco
que toda a guarda nacional desie municipio se publica, e que ella encentra nos mercados iberi-
acbe om frente do referido convento s 3 horas da eos, e na Gra-Bretanha extracQo regular aos
tarde do dia subsequeme, adm de acompanhar a S'us abundantes cereaes, raro o anno, que nao
mesraa imagem em procisso desta para aquella! tenba sido necessaria a admisso excepcional de
igreja. cereaes estrangiros em Portugal.... E* porque
A goarnic3o da praca dever ser feita no ultimo' outr'ora nos celleiros das provincias Estremadora
dos preditos dias pelas pracas da mesma guarda' hespanhola, de SalaraancFRV*:eon estava quasi
nacional que nao marcharen), para o que devela I de graca o trigo acenmaladiTOm imroensas quan-
V. S. tambera providenciar. Communicou-se ao! tidades : e alguns lavradores raanos, fama pa-
general commandante das armas. j blica, d'alli reeebiam enormes porcoes de faria-
Dito ao commandante do presidio de Fernando.: ecos, qne realisavam com maior lucro, do que se
tratassem de have-lo das suas trras, cujo abando
no era mascando, sendo manifestadas como niui-
' to productivas.
Pede a reduecao dos direitos do assucar, do ba-
argumen-
Transmuto a V. S. para seu conhecimento, copia
do contracto celebrado com o padre Franciseo
Aniano de Souza Araujo, para servir da capello
nesse presidio.
Dito ao direct r geral interino da instruccSo pu- calhu, etc. fundando-se em fortissimos
bliM.Para salisfazer a deliberacao da assembla tos. I
legislativa provincial, comida em offlcio do rspec- j Tratando do qoesito 4 menciona as materias on
livo i* secretario, datado de 9 do correte e sob n. \ objectos cuja exportaco mais conviria animar, taes
13 relativamente ao incluso requerimento que me' como sal, eortfca fructas verdes, leguroes, gado
seri devolvido, de Hermenegildo Marcelino de Mi- j vaccom, peixe salgado, seda era casulo, em rama-
randa, bedel do Gymnasio, faz se preeiso que Vene. I ou Bada, cera, isa em ramar vntw, aguarda, vina-
ouvindo o regedor do mesmo Gvmnasio, informe : gre, azelte, cortumes, obras de laa ordinarias, teci
4* se houve augmento de servico para o peticiona-
rio, T ae este augmento de natnreza tal que
tambem deva ser augmentado o seu ordenado;
Dito ao juiz de orphaos desta capital.Para sa-
tisfazer a requisico da assembla legislativa pro-
vincial, comida em offlcio de 9 do corrente, seb n-
14, faz-se preciso qae Vine, me envi copla de todo
o processo instaurado por esse jnizo acerca do ca-
samento da menor Aoaaias do Amor Divino Mello.
das ou era ponto de meia, ferragens, panno de li-
nho, de fabricaco domestica, carnes preparadas,
on conservadas, fructas de conserva, doce secco,
on de calda, tabaco manufacturado, sabio e mina-
raes.
tra quanto ao 2* qae*ito diz qae ha interesse
evidente para a industria, qae os direitos indirec-
tos sobre os artefactos sejam convenientemente re-
butido?, e qae i ella se proporcionen a* materias
nho Trapiche.A' quem fez a requisico.
Outro, remetiendo as informaces da repariicae
de obras publicas, sobre a petigo da vinva Ma-
mede Alves Ferreira.A' quem fez a requisico.
Outro, remetiendo o parecer do prelado diocesa-
no sobre o projeclo n. 6 deste anno e n. 43 do an-
no passado.A' quem reqaereu.
Outro, remetiendo urna postara addicional da
cmara municipal do ltecife.A' coramissao de
posturas.
Outro, remeltendo copia do despacho que inde-
ferio a pelico do ex fiscal da freguezia dos Afoga-
dos.A' quem fez a requisico.
Urna petigo de Andr de Abren Porto, pedindo
a concessao de um privilegio, para construir duas
pontes de madeira do lugar denominado Torre pa-
ra o Poco da Panella.A' commisso de obras pu-
blicas.
Outro De Aristides Duarte Carneiro da Cunta Ga-
ma, pedindo om privilegio para construir urna
poete de ferro na Camba de SaufAnna.A' com
misso de obras publicas.
Outro finalmente, do commendador Manoel Ga-
millo Pires Falco, pedindo a restiluico de 605,
que deixoa de ser contemplada na lei do orea-
memo vigente.A' commisso de fazenda e orna-
mento. '
L-se e entra em discussao um parecer da com-
misso de petices, indeferlndo o requerimento de
Jos Mara Ramooda.Approvada. >
OutroJa mesma, indeferindo a petico de Feli-
ciano Francisco de Hollanda Chacn.'Adiado por
ter pedido a palavra o Sr. Buarque.
entra em discussao a reJacco do projeclo n. 1
deste anno.Approvada.
L-se um projecto, assigoado por pelos Srs. S.
Brando, Pies de Andrade, Buarque e Ramos, aa-
torisaodo a eonstracco do telegrapho eletrico de
Trombetas para o centro da provincia.A' im-
primir
Continnoa a discussao adiada do requerimento
do Sr. Drommend.
Teve a palavra o nobre dapntado o Sr. vigario
Silva Burgos.
O ilustre depntad.o diz que ao oavir lr o re-
querimento em discussao, resolveu preslar-llie n
seu voto, alim de que viessem casa os documen-
tos qae nelte se pedem. Que assim praticava para
poder chegar ao conhecimento exacto do dispendio
que hara causado os cofres poblicos o 4a bata-
lho de voluntarios, organisado em Paje de
Flo-es.
Infelizmente, diz o honrado membro, o seu nome
se acha envolvido na organisacao dette corpo, e o
orador sent a necessidade de se prevalecer da op-
porlunidade para dizer algumas palavras em sua
propria defeza, entrando depois na analyse do re-
querimento.
Quando se projecton a organisacao de um bata-
lho de voluntarios no serto, foi convidado pe-
los seus amigos para prestar-lbe toda a coadjuva-
cao. Era ento designado para sea commandante o
Sr. major Jos Rodrgaos de Moraes, qae mals
tarde resolveu pedir dispensa desta commisso.
Ponco depois recebeu cartas dos aens amigos, pe-
dindo para qae me prestasse a auxiliar a organi-
sacao do corpo, que bavia sido confiada ao Sr. te-
nente-coronel Siqueira Campos. Nio ponpei-me a
qualquer sacrificio, e com a mlnha palavra, com
os meas freos estreos promov, quanto em mlm
coube, a acquisico de voluntarlos para o dito ba-
talho.
Entretanto, diz o Ilustre depetado, imputava-se-
me o empenho de obstar a organisacao do corpo,
e al de promover a deserco dos sens soldados.
To seria i aecusacao se levantsva igualmente
contra todos os seus amigos da comarca de Paje
de Flores, e at contra o respeitavel e digno sacer-
dote fre Serafim. .
Nio se apresentavam fados, diz o iUOstre Sr.
Burgos ; os boatos da todos os das eocontravam
desmentidos, mas estes nio eram acceitos e se ca
mava OMstantemeote contra a sua humilde pessoa.
O honrado Sr. Burgos, dix que a Inexperiencia,
o descado, o desaso mesmo foram as verdadeiras
causas de se nao ter organisado o corpo de volun-
tarios da comarca de Paje de Flores.
Em vez da prudencia e mederaco. em vez
de se pregar ao povo e de dissuadile dos precon-
do 4 corpo de voluntarios.
E' real, diz o orador, que nunca se formn o cor-
po com um numero de pragas superior a pouco
mais de cero, nao obstante serem tirados os prets
para numero muito superior a dutentas pragas.
Mas, diz o orador, nenhuraa prova se pode adduzir
de que nisto se desse verdadeira delapidago. Se
apenas compareca aquelle pequeo numero de
soldados em forma, auppoe o orador que os de-
mais, alistados no papel se acbavam em outros
pootos da comarca e deveriam comparecer no acto
da parlida para a capital. Nisto houve um erro,
e um erro fatal aos rgausadores. Confiaran) tai-
vez de mais nesses alistados, e n> os aquartelan
do facilitaran) as fugas, ou mesmo muitos que ape-
nas deram os seus nomes, nunca tiveram o pro-
posito de marchar.
O orador diz, que nao faz cbo dos boatos de de-
lapidago dos dinheiros na organisago do 4 ba-
talhu ; que explica antes os fados relativos aos
prets pela forma porque o fez.
O honrado Sr. Burgos pondera qaa a discussao
do requerimento se tem tornado odiosa, e estallan-!
gada no terreno da conOanga ao Sr. cooselheiro
Paranagua (apoiados e nao apoiados) ; que nestas
condices, presiaodo elle adheso aquelle adminis-
trador, nao pode deixar de votar com os seus ami-
gos da raaioria da casa (muito bem, muito bem).
Toma a palavra o Ilustre deputado o Sr. Correa
de Brillo.
O honrado membro diz que ouvio dos labios de
pessoa para elle muito respeitavel a segrate m-
xima : a aecusago feita ao amigo ausente um
appello lealdade do amigo presente (apoiados).
E' com esta divisa que o Ilustre deputado entra
na discussao.
Do correr da discussao o orador v que se quer
levantar suspeitas sobre a applicago que dos di-
nheiros pblicos fez na provincia o seu amigo o
Sr. conselheiro Paranagua ; que o requerimento
em discussao nao mais do que o sello dessa igno-
miniosa suspeita, e que nao pode elle concorrer
com o seu vol para que sobre a admnistrago
d'aquelle conselheiro se lance a pecha de delapda-
dora dos dinbeiros poblicos (apoiados, muito bem).
O orador nio desee i analyse dos fados, nem
entra na refutago dos argumentos adduzidos pela
opposigo, porque os seus collegas e amiges da
maioria j o fizeram da maneira a mais completa
(apoiados).
Mas observa urna coincidencia que nao pode pas-
sar semfreparo. As tropelas, os abusos, as irre-
gularidades que a palavra aulorisada dos seus col-
legas da minora tem denunciado casa, nao par-
tirn) dos membros do partido progressista (apoia-
dos).
Se exaroinarmos o que se fez em Paje de Flo-
res, vemos os membros do partido conservador aa-
tonsando, animando, pratlcando ellos proprios
aquelles abusos (apoiados); se vamos Goyanna,
encontramos um ruembre do partido liberal quand
mime feito recrutador, e persegaindo atrozmente
aos seus concidados, como a propria minora o
referi (apoiados).
E-tes tactos, diz o Ilustre Sr. Correa de Brillo,
nio podem ser (aneados conta do partido pro-
gressista (apoiados). Nao devem os membros da
opposigo arrancar dos saos essas fallas para Ian-
carera aos membros do partido progressista (apoia-
dos).
Desgragadaraente a opposigo da assembla velo
rebaixar os bros da provincia de Pernambuco pa-
rante o paii imeiro, diz o Ilustre orador. Se ba-
viam chagas, era preciso encobri-las ; se baviam'
pernambucanos baldos de todos os sentiraentos de i
patriotismo abnegaao, era preciso nio expolos
indignago publica, e antes lamenta-los (apoia-.
dos).
Mas a opposigo assim nao qulz : veio dizer-nos
que na provincia hoove pernambucanos, qae para
defenderem a causa 03010081,400 para repellirem
o estrangeiro audaz qne prsava o solo sagrado da
patria, precisavam ser amarrados. Quando, Srs.,
desgragamente assim fosse, ojjoe estou bem longe
de acreditar, devamos ser os prfmelros a oceultar
tanta miseria (apoiados).
O orador di que oio v motivo para tanta gri-
ta da opposigo pelo tacto de se transformar re-
crutados m voluntarios.
Ainda quando isto se tivesse dado, accrescaota
o illustiado Sr. BrMto, a bons -Rberaes deviam an-
tes louvar o administrador qae pratcasse acto de
tanta nhilaairopia (apoiados).
i O recrutado nm cidado qne estando no caso
de servir no exercito a lei obriga-o a alistar se as
suas filenas ; e se a sua forte pode ser snavisada
pelas vantagens de voluniario, e se o governa Ih'as
concede, porque nos, liberaes, delegados do povo,
argimos um acto to generosa 1 (apoiados).
O orador, respondendo a diversos apartes da op-
posigo, declara que poltico dos principios, e
nao flas pessoas 5 qne adhero a liga com a mais
profunda conviegao e lealdade; que nao imita
aquelles que estendiam a mo direita aos seas ai-
liados e os apunhalavam com a esquerda (apoia-
O honrado membro membro diz, que o partido
progressista o verdadeiro partido de oplaio;
que s nelle se encontram ideas, e s delle espera
o paiz a safislago de suas mais vitaes necessida-
des (apoiados).
O (Ilustre Sr. Corre? de Brillo declara qne o
partid progressista era o partido dos sonhos do
eminente e demcrata parlamentar portuguez, Jos
Esievao, que nao suspeito aos membros da op-
posigo ; que o partido lorte e popular do-pata,
e que elle orador estara sempre prompto a erguer
a sua voz em sastentagao dos slos principios que
formara a bandeira desse partido.
O honrado deputado l na casa as seguintes pa-
lavras de #os Estevo, que constltnem, diz o ora
dor, o futuro de onro do paMdo progressista e que
o pintam com as suas verdadeiras cores :
t Para o futuro pertencerei de certo ao partido,
qoe comeea a formar-se, que ja esta' erescldo, que
vive entre nos sera termos dado por tal, que eos
inspira sem nos o sentlrraos, e qae mesmo do ber-
go dirige as coasas publicas e domina at os ho-
mens da man torle ventado. Este partido sera'
am producto de todos os partidos que ora existen),
anda quecora oro nome poltico, mas sem substan-
cia doutrinal, producto alcaogado, nao pelo concer-
t de individualidades, de coalses ephemeras, de
parcerias ambiciosas, mas pela trituracio da opi-
ni publica, pela acgo da consciencia universal,
pela solibilidade das pequeas paixes, e das im-
portancias artifieiaea no g. ande e irresistivel senil-
mente nacional, que transforma lado quanto Ihe
convem asaemelhar, e destroe todas as heterogeni-
dades que me resistero, ou que Ihe nio servem.
Este partido nao se parecer' em carcter a ne-
nhura dos partidos existentes, nem se filiara' as
glorias de nenbum d'elles, nem seri um eogenho
poltico incapaz de acgo propria e embargante de
aeco dos outros. em seu gremio oeioso e solipso,
que aliaste e maltrate como apostatas todos os que
se nao carvem s suas idolatras.
t Este partido sera' a ligago de todas as capa-
cidades prestaveis para a govereagao publica, ten-
do por intuito coramura a civilisgo do paiz em
todas as suas formas. Se este partido fosse obra
dos homens, ou a sua creagao podeseser contra
riada por elles, talvez se flzesse; ana esta ordem
das cousas surge, rebenta da nossa sitnago.
E' assim qae o orador emende o partido progres-
sista, assim que este reallsa as suas ideas (apoia-
dos, muito bem). O orador conclue declarando
que vota contra o requerimento.
Encerrada dtKaaee e-o havendo nenhnm Sr.
deputado com a palavra, o Sr. presidente poe a
votago o requerimento o qual rejeilado.
Passa-se a'
ORDEM DO DIA.
1.' Discussao do projecto n. 25 deste anno, auto-
risando'o estabelecimento de trilhos urbanos para
a cidade de Olinda.
E' aprovado sem debate, e dispensado do Inters-
ticio a pedido do Sr. Bnto.
1." Discussao do projeclo ti. 26 deste anno, rilan-
do a subvengao da companhia pernambucana.
Approvado sem dbale, e dispensado do intersti-
cio a pedido do Sr. Ramos.
1.' Discussao do projeclo n. 23 desle anno, auto-
rlsando os-reparos do agude da Villa do Bonito.
Approvado sera discussao.
3.a Discussao do projecto o. 10 deste anno, con-
cedendo a grauBcago pedida por Vicente de Tor-
res Bandeira, pele lempo em que exerceu o cargo
de esenvo da fazenda.
Approvado sem debate.
3.' Discussao do projecto n. 21 deste anno. auna-
do um credilo supplementar, pedido pela presiden-
cia ao art. 14 do orgamento vigente.
Approvado sem discussao.
i.' Discussao do projecto n. 18 desle anno, auto-
risando a construego de urna ponte sobre o rio Se-
rinhaera.
L-se e entra era discussao um additivo dos Srs.
Sergio, Cicero, Arminio, Ramos e Andr, autori-
zando igual construego para o riolpojuca.
Encerrada a discussao approvado o projecto e
igualmente o additivo, sendo dispensado o intersti-
cio a pedido do Sr. Gaspar.
1." Discussao do projecto n. 16 desle anno, sobre
a divisio do cartorio de Goyanna.
Fallam sobre a materia os Srs. Ramos, Lopes Ma
cbado e Reg Barros.
Vera a mesa e entra em discussao um requeri-
meuto dos Srs. Correa da Silva, Corro de Melio e
Soares Brando, pedindo para qaa seja oavido so-
bre o projecto, o juiz de direito de Goyanna.
Encerrada a discussao o requerimento appro-
vado, ficaodo o projecto adiado.
1.a Discussao do projecto n. 4 de 1862, prohibin-
do a abertura de crditos supplementares.
E' regeitado sem discussao.
1.* Discussao do projecto n. 6 desle anno, sobre
a transferencia da sede da freguezia de Taquarelin-
gua para Vrteme.
Sao lidas na casa as informaces do Sr. bfspo
contra a conveniencia do projeclo.
Fallam sobre a materia os Srs. Ramos, Amorlm,
Costa Ribeiro, Gitirana, Gaspar e vigario Jerooymo
Requerendo-se o adlamento da discussao por 24
horas, veritica-se nao haver casa, pelo qne o Sr. pre-
sidente levanta a sesso dando a segrate ordem
do da : 1.* disenssao dos projectos ns. 27 de 1857.
37 de 1859, 29 de 1860, 5 de 1861, 49, 63 e 107
de 1864; 2.a discussao dos de ns. 3,9, 25e 26 deste
anno, e continnago do anterior.
REVISTA DIARIA
A' noticia qoe demos sobre a soleinoidade reli-
giosa da protettago de e baptismo dos dous di-
sidentes da commnnho catholica, e os seus varia-
dos incidentes, temos a additar para sen comple-
mento integral o segrate :
S. Exc o Sr. barao da Vera-Cruz, entrando no
conhecimento de qae o sea afllhado achava-se de-
tido por falta de implemento de contrato de locago
de servicos, que entre elle e o Sr. F. H. Caris ba-
via, resolveu logo em seu anima generoso e com o
cavalheirismo qae Ihe reconhecido aligeira lo
desse incommodo, abriodo lbe as portas qoe Ihe
coaretavam a Iberdade, por meio do pagamento ao
referido Sr. Caris de quinhentos e tantos mil res,
que Ihe elle devia por adiantamentos. Mas como
nao tivesse conhecimento pessoal cora elle, e sa-
nando que se achava entre os espectadores daqnel-
la augusta solemnidade, fez manlfestar-lbe os seus
desejos pela offlciosa iotervengio do Sr. Luiz de
Moraes Gomes Ferreira, que entretioha relacoes
amistosas com o Sr. Caris.
Este, sendo assim solicitado, nao quizdcar some-
nos em generosidade ao Sr. bario da Vera-Cruz, a
quem para logo maoifestoo qae desista de sua
querella contra Willlam Botieber, e abra de mi
do recebimento da quantia qae lbe elle devia.
Como, porem, esta simples declaracac a puridade
quasi nao fosse sndente para a soltara do detido,
tomn ento o Sr. Caris o carro do Sr. bario, diri-
gio-se sem ietenga ao jnizo de paz do Recife, e pe-
! rante elle fez a competente deelaraeao em forma
j legal, que abri ao preso, regenerado pela bengo
lustra 1 do baptismo, as portas da priso, i qual pa-
rece que um destino provideocial o havla levado.
Si a ioiciativa do honrado Sr. bario da Vara-
r.ruz ura fado que engrandece, o proceder edn-
sequenle do Sr. F. H. Caris muito o honra, a fax o
elogio do seu corago.
Ante-hontem renden a alma ao Creador a
Exma. Sra. D. Candida Rosa Bezerra de Mello, lr-
roa do nosso amigo o Sr. Dr. Joao Bezerra de Mel-
lo, que ora acha-se no Rio de Janeiro.
Flor qae se desprenden da vida, para enoastrar
o chao da morte com suas ptalas, ella voou dater-
| ra como se tora om sonho a sua existencia nella,
d'onde a arrancn nma affecgao pulmonar.
Em orto mezes extinguise ama vida qoe tanto
prometlia, e a qual cercara a natnreza de dons em
larga copia.
Soffria a alma, o corpo nio poda deixar de re-
sentirse dessa crreme sympathica I
Curvou-se a om destino fatal: adormeeeu para
o mondo f
Silencio I
E reclinada no arehaejo da morte, foi orar aos
ps do Eleroo.
a
A proposito da appreheoso de plvora na
Gloria de Goit eoraraonicam-oos o seguiste :
c Tendo o Sr. subdelegado da Gloria, capitao
Francisco Virginio Rodrgaos Campello, recebido
do delegado de Pao d'Albo ordem para velar sobre
os escravos qae se acbavam na malta, e recom-
raendacoes a respeito de orna pessoa moradora Mi
Gloria qae se diaia implicada no movimento dos
mesmos escravos, tratar de tabelecer piquetes
em varios pootos em- sua freguezia, sendo qae foi
am desses piquetes o qae eslava a ponca distancia
da povoaco, qae fez apprehensio de 8 harria de
poWora qne haviant sabido do estabelecimeMo qoe
na mesma povoaco tea o Sr. Mello, indo elles em
direccao a' malla.
Feito isto e lando immediatamente o Sr. Vir-
ginio conhecimento do facto, parti para a povoaco
onde, encontrando debaixo de cerco a casa do es-
labeleciroeoto d'aquelle Sr. a tez varejar, sendo
entio ainda apprehenddos mals om barril de pl-
vora ja' aberto, 21 ou 22 facoes, 5 espingardas
grossas, 1 pistola de algibeira, 3 saceos de chombo
e i balleiras aovas, o qae poz a' disposico do res-
pectivo delegado, o Dr. Chrislovo dos Santos Ca-
valcante.
< Compre anda dizer qne pelo mesmo subdele-
gado foram presos e postos a' disposigo do dele-
gado, am irmo do Sr. Mello, e nma sua escrava,
que se acbavam em casa e mais a mi do mesmo
Sr., um seu sobrinbo e um conductor da carga dos
barris de plvora, sendo qne tanto a mi como o
sobrinho do Sr. Mello acompaobavam a mesma
carga.
Deixou de ser preso o Sr. Mello por se haver
evadido. >
O agente Olympio faz hoje leilio do cascol
mastreago e apparelho do brigue inglez Jeddo, ta,
qual se acha tundeado: ao meio dia em ponto, na
porta da Associagio Commerciai.
A numerago dos bilheles da lotera 64a of-
ferecides pelo tbesoureiro das loteras, para auxi-
lio das despezas da guerra.
Bilhete n. 3,625
Meios ns. 630, 925. 1241, 1811. 2071, 2146.
2611, 2612, 2692, 2906, 3161, 3361, 3539, 3540,
384S, 3849.
Quintos 06,520, 1313, 2395, 3496, 3739.
Os bilhetes da lotera 53a, produzirara 229200.
Total i:905800 res.
Comegaram honlem, as igrejas da cidade,
os actos da semana sania, pela bengo e destribui-
gao das palmas, que comraemora a gloriosa entra-
da de JesOs Christo em Jernsalem.
A' tarde pererrau, algumas ras dos bairros de
Santo Antouio e S. Jos, procisso do Snhor Bom
Jess das Cbagas, a qual este ve decente e multo
concorrida.
Hoatem Inuve cortejo em palacio, por ser o
anniversaro do juramento consliiugo do im-
perio Durante o da estiveram embanderados
os navios de guerra e mercantes, os edificios po-
blicos e as casas consulares; salvando aquelles e
a fortaleza do Brum.
Escrevem-nos de Nazareth, o seguinte :
de dons enmes igualmente horrorosos. O primelro
teve logar na manhaa do dia 3 do corrente.
t Els o facto :
< Joaquim Manoel do E-pirito-Santo,tendo cerca
de 60 annos de idade, offlcial de sapateiro e mora-
dor nesta cidade, era casado pela quarta vez, vi-
vendo, segando consta, em perf-ita harmona com
sua mulher, da qual tinba cinco filhos menores.
c Esse homem, sendo irainenlemente laborioso,
gnsava de urna cena considerago publica relativa
a sua posigo social.
Ha mais de om anno que se notava na vida
de Joaquim Manoel certos desarranjos, qae coinci-
dan) ordinariamente como abuso de bebidas alcoo-
licas. Eulretanlo essa embriaguez, nao sendo cons-
tante, mas peridica, poda elle nos intervallos tra-
balhar, comprar e vender como de antes, gosando
qoasi do mesmo crdito.
c Ha alguns mezes, foi Joaquim Manoel'aoeom-
meltido. de am accesso de dtlirtum trement, e
sahind de sua casa em estado de furor ful ter
pela madrugada a porta do Dr. juiz municipal, onde
dea em si proprio ura golpe na garganta com nma
faca e diversos outros no abdomen com am crava-
dor proprio de seu offlcio. De-urna e outra cousa
conseguio elle restabeiecer-se, gracas aos cuidados
do medico assistenle.
< Parece que ficra reservado para am oatro
enrae.
c Na noute de 2 do corrente deu elle raostras de
desarraujo mental; mas isto a ningnem preoccnpou
porquanto ningnem suspeltava o horroroso crime,
que Incubava aquella iraagloago enferma.
|Ao amanbecer do dia 3 do corrente, desperloa a
poputagio desla cidade dolorosameote impressiona-
da por ura deploravel acontecimento. Joaqaim
Manoel havia assassioado sua infeliz mulher, que
plcidamente dorma a se lado no leito conjugal,
dando-lhe no peito direito ama panhalada com
mo to certeira qoe a desgragada perecea baoha-
da em sea proprio sangae.
c O autor desse horrivel alternado, depois de va-
gar alguns dias pelas estradas, foi capturado as
pro ximidades de Pu d'Alho.
a Um facto nao menos horroroso leva lugar
nesta cidade no dia 10 do correnta, as 7 horas da
nonte.
Francisco Antonio dos Santos, tendo nma alter-
cago com Jos da Mella dorante o dia, separouse
delle e as 7 horas da nonte, estando Jos da Molla
i mesa a jogar com alguns camaradas, enirou pre-
cipitadamente Prancisco Antonio e-*ravoa as cos-
tas do infeliz Jos da Motta nma to horrenda pa-
nhalada, qae tez cabir quai instantneamente sua
victima, deiando jorros de sangae peta bocea.
c Este crime perpetrado no centro 4a cidade
com toda a ostentacio por entre o fusilar do re-
lmpago e o estrondo do trovio, impreseionoa ex-
tremamente a populago desta cidade, que anda
se achava borrorisada palo oatro facto do qual
baviam apenas 8 dias.
t O assassino, ainda novel na carreira do crime.
perseguido talvez pelo agailbao do remerso, foi en-
tregar-so a prisio e acha-se recolhido a cadeia
desta cidade, onde espera a saa jost punleie.














rasaram
.i&.j,.\-'-~ .'~,':-"*Jl
Marl te *eribic Segnoda felra t de Marc de
1866.
--------------------r-f--------------------------------------------------------
Oatn tirt da cidade de Goyanna, cora data
de 18 do correle, nos du a respeito do facto qne
noticiamos bootero, o seguinte :
Houtetn, aenam onze horas da noote, ai) re-
colber-i* *asa de volta do ttaelr, escapou o
capitio tnabateo de Mandooca d Bear com o roslo
retalbado pelos pedamos de uom garrafa, com qoe
den Ihe aro rolseravel mandatario, e oodoaoo pitia
linU preu da escrever, que etla coaiinha.
i Este facto, qoe manifesu rancor selvtico la
.parte de seos mandante, aorqo* alm de mate
tristes coosequencias qoe pedia ter para a soeieda-
de, revela a loieu$Io de detall na face de om ci-
dadao respeiiavavel e prestate sigoaes iodeleveis
de nma affronta, que_Jbe aeria mals dolorosa do
embargos.
que a marte peranle oe seo* sentimentos conheci
dos de digoidade e paadonor, ato novo o'esU Antonio, frica, 5 alios, escraro,
cidade, e por isso medio invoca a altencio do go- patita.
verno e a punigjo legal. Hara, frica, 70 aonts, escrava,
< Aoles do Pinheiro foi victima de igual tenia- bepalUe.
tiva, ba nns det annos, urna pessoa que entao ne- 22
Damlio, Pernambuco, 45 annos, solleiro, Santo An- de Amorlm, Fragoso, Santos & G.;
tolo, pulmonlte. s Doraingues Maia.
Joanna alaria da Conceico, Pernambuco, 40 annos, Poi confirmada Mulenga appefli
vva,8o*Vhtaj.1oewootopalooar. { Appellantes, os ditos adrainlsti
Joaquina di Costa, Portoga), 43 amos, casado. Boa-; do, Pedro Cardoso Vieira.
Viste,-bepat. J I Desprezaram-se os emba
Gaspar'de Sonta, Pernambuco, 50 annos, solt i ro.
Boa-Vista, gloscite.
Mana "Hieren das Chagas, Pernambuco, 45 asnos,
i solteira, Boa VitU, interne.
Victorianna, Pernambuco, 10 annos, Santo Anto-
nio, erysipela.
Balbina Mara da Conceico, Pernambuco, 19 an-
nos, solteira. S. Jos, desyatena.
Antonio Alves Das, Portugal, 60 annos, soltelro,
Boa-Vista, antrai.
le
W*+
Roa-Vtete, be-
mm *
Santo Antonio,
Appellantes, os ditos administradores; appella-
do, Joaquim Jos Ferreira da Bocha Jnior.
Despreiaram-se os embargos.
AppellaDte, Domingos da Silva llampos; appel-
lada, D. Anua Josepba ffereira dos Santos.
Mandou-se pegar a dizima pora poder ser julga-
da o desistencia.
Appellantes, Francisco Gomes Prente e ou-
tro; appellados, a vlava d Mancel Goncalves da
Silva ontro.
Nao se toroeu eonhedmento da appejlacio-
PASSAGRN8.
Do Sr. dezembargador Silva Guimaries ao Sr.
dezembargador Beis e Silva.
Appellantes, os administradores da roassa US"
ja esse pTecelto civil (le) oa moral, e nunca para
iofriagi-iu oes cuutra elle nos revoilar.
A observancia oa obediencia ao preeeito nao 6
rnenle ae qoe esta escriplo, como cada um o an-
tead*, toas tambero faz parte delle, tambem pre-
eeito o modo por qne se maada en leo d-lo.
Qualquer nao tem poder para emendar o pre-
eeito e somente o tem em tedas as sociedades a
autoridade Isgalmeote constituida.
Tocar no preeeito sera ter para isto autoridade,
nao -segoi-lo nem obedece lo; revoltar-se. Nao
est nisto a llberdade que nao ella para ferl-lo ;
d'abl so resalta a desordera e a anarchia, o despo-
tismo do roais forte que sabe se aproveitar desses
transtornos sociaes, quando essas revolus sao gran-
des a ponto de prodnzirem taos transtornos.
Ero toda soeiedade, religiosaou civil,oa coilecco
de preceitos que formam os seos cdigos, esli efles
mais ou menos combinados para produzr a harmo
le. Querais respeita-la assim, de escravos do
dev#r, do preeeito moral, de todas as prevarica-
(des daegreja catholiea, que assim vos fareis fortes
e algum dia llvres.
O primeiro passo para um povo ser livre fa-
cerse moralisado; qaando se corrompe neces-
sariamente escravo e ten) pao era pedra, ins-
trumento da vontade dos raais fortes.- A reerguer
de um tal abatimento nao a moral de urna reli-
giao livre que o ha de ajudar, que pelo contrario
o perder' mais depressa; porque um povo sera'
tanto raais livre, quaalo mais escravo fr do pre-
eeito moral e da le.
Emquauto por labio tiverdes em despreso a mo-
ral e a lei, emquanlo vos nao subjeitordesa todos
os sacrificios para respeita-los e cumprl-los, seja em
que assuropto for, civil, poltico oa criminal:
saja publico ou privado; emquanlo olbardes
com indiffereoca para as prascripcaes da egrt-ja
gclaoa n'esta etade, e qne hoje se acha empre- Manoel Rodrigues de Albuquerque, Bio Grande do da de Joo Baptista Goncalves Bastos; appeliado, ceden). Infringido o preeeito esta pertarbada a bar-
m-.- m ....._ a i.. t...i__i~ "'" n~ de Oliveira lestamenteiro de monia e a ordero, o qoe vai necessarlamenle ferir
gado no (oro d'esta capital.
Qne terrivel mel de ultrajar I Que cruel
ignominia- esta, qne em soa perpeloidade e.-tar
samare, cada da, cada hora, cada instante, des-
afiando os odios e a vinganea da victima deforme,
e assignaiada ao mundo como um bomem, qoe se
deixou deshonrar 1 11
.Norte, 46 annos, casado, S. Jos, hydropesia.
Joaquina Mara da Conceico, Pernambuco, 32 an-
nos, solteira, Boa-Vista, hepatile.
Mara Francisca dos Beis Cunba, Pernambuco, 40
annos, vinva, Recite, tubrculo pulmonar.
Fausima Mara do Espirito Santo, Pernambuco, 74
annos, pneumona.
uu uesuuui di i i i- auuus, pueuujuui*.
De qnautos perigos para a tranquillidade pu- Joanna Mara dos Passos, Pernambuco, 28 annos,
blica poda aer caosa um fado d'esta ordem I solteira, Boa-Vista, hydropesia.
Pens' bem o governo, pondere as consequen- Maria Celestina, Pernamboeo, 36 annos, solteira,
cias que a repeticio de ignaes alternados pode ter,
e d om exemplo de necessario rigor. 1
Se o uoieo feri ment qne soffreu o Pinheiro,
porque felizmente a garrafa tomoo tal direccao que
baten-lbe coro a parte menos frgil na testa, nao
grave (fallo bypoibeticamente), bem se v, pela
natareza do instrumento empregido, que se tioha
em vistas, nao dire matar, porm com certeza mu-
lUar, "troir ou pelo menos inhabilitar membros
e ergioa moito mporUnles, de movimento dls-
Unci e fooceao especifica, como os qoe tem o
rosto. I
< ^o-os facios previstos nos aris. 202 e 203 do deputados Bosa, G. Alcoforado, Basto e Miranda
cdigo erlmiual, contra os quaes, realisados ou Leal, o Exm. Sr. presidente declarou aberta a
simplesmeote tantades, eabe o procedimento ofli- Oesso.
clal da justica. Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
E atienda anda o governo que ha symptomas dente.
graves de perturbago social, desde que se mull- expediente.
plicam facas como o assassinato de urna aotorida-, Offlcio do Exm. Sr. presidente do tribunal do
de no sertso ; o espanoamento de um Ilustre commerclo da corle, datado de 7 do corrente, ac-
(uneciooario publico, honrado e respeitavel, en\ casando o recebimento do que Ihe fora dirigido
Santo Antonio, tubrculo pulmonar.
CHKONICA JIIDIGIAKU-
TBIBITTMi DO C03IX1SRCIO
ACTA DA SESSO AMIWISTRATIVA DE 22 DE
MARCO DE 1866.
PRESIDE.NCIA DO EXM. SR. DISBMBA.RGADOR
Francisco Gomes
Henry GiBson.
Do Sr. dezembargador Beis e Silva ao 8r. de-
zembargador Accioli.
Appellantes os administradores da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Sanios & C ; appeliado,
Custodie Jas Vianna.
Appellantes, os ditos administradores; appella-
1 do, Joo Valente da ''.ra.
Appellante, Vieente Moreira da Silva; appella-
\ da, D. Rita Pereira com assislencia de seu 2.* ma-
j rido, por seu bstanle procurador.
I Do Sr, dezembargador Accioli ao Sr. dezembar-
gador Silva Guimaries.
Appellantes, os administradores da massa falll-
da de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appeliado,
Uenriquu Jos Alves Ferreira.
oamuoDicoKs.
Ao Sr. dezembargador liis e Silva.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Pacheco & Mendos; appeliado, o Dr. Fran-
nia social, a ordem, smeote onde cada um individuo catholiea, vos nao erguereis do Kiste abatimento
acha liberdade no grao qoe as instituicdes m'a con-, era que nos acharaos e seroiroproficuos e perdidos
lodos os esforcos e expediooles em busca de liber-
dade e para lirar-nos da desordena e do chaos.
ANSELMO FRANCISCO PERETTI. ua wv rwnMuu u kuuw api
A 10 horas da manbaa, estando reunidos os Srs. cisco A minias da Costa Barros.
Ao Sr. dezembargador Silva Guimaries.
Appellantes, os administradores da mana falli-
da de Arres & Cruz; appeliado, Manoel Joaquim
da Silva Loo & C.
Ao Sr. dezembargador Accioli.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appeliado,
Antonio Doroingoes Pinto.
Nada mais havendo a despachar, o Exm. Sr.
soa propria reparticao, no centro da grande cida- em 22 de fevereiro ultimo, acompanhado da copia presidente eocerrou a secsio as 1 hora e meia da
alo, com visos de do relatorio dos irapalbos deste tribunal durante o tarde.
de do Becife ; oulro espaocamenlo.
tentativa de mor te, em Cruangy, sendo o paciente
proprietario e pessoa de disllncco ; e agora o
attenlado, de que me occopa Nao se estes os
errases commons e ordinarios de lempos regula-
res...
E' necessario prestar alteuco seria e zelosa
ao mal, que se deseovolve.
t Eu nao quero tomar o papel de aecusador,
faium-me dados seguros; mas apontarei os Indi-
cios que a opiniao publica n'esta cidade tem reco-
Ibido e pniala.
Na adralnistracio do conselheiro Taques, sen-
anno prximo findo.
Aos Srs. deputados foram distribuidos os se-
guintes livros:
Diario de Joaquim Moreira da Silva.
Protocollo do cor re lo r geral Loiz Amavel Du-
bourcq Jnior.
Diario de Manoel Alves Ferreira.
dem de A. SchalTtet i C.
Copiador de Joaquim Jos Gongalve; Bellrao.
DESPACHOS.
Bequerimento de Francisco de Paola Mindello,
TBIROAL BA BlSLAf lO.
SESSAO DE 24 DE. MARCO DE 1866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELIEIRO
SOUXA.
s 10 horas da manha, presentas os senhores
desembargadores Santiago, Gitirana, Lourenco
Santiago, Guerra, procurador da corda, Molla, Al-
rneida Alboquerqae, Asis, Doria, Domingues da
Jos topes de Oliveira e Bernardiao Lope de Oli-| Sllva' Accwli, Vieira, e ejnizde direito Silva Nel-
do o PiDhelru juiz municipal sopplente, escrivio velra, pedindo que se admita a registro o distrato' va, abri se a sessao.
braga em seu eanorio insnltou-o e qutz darlhe social, que juniam, da firma-Mindello, Oliveira Passados os felos, deram-se os segrales
quaado aquelle 14 foi a servico publico. | & G.Registre-se, juntando os supplicanles a peii-
A desafaicio, que ja exista entre ellos, tomn (So em que foram proferidos os despachos do 1.* e
" de fevereiro.
desde esse lempo as proporefes de Inimisade eapi- i
tal, qoe fados posteriores vieram cevar.
c Em mais de urna occasiao se di figutou em tentativas de espancanwitos eontra Pi-
oheire, oe escapou milagrosamente de diversas
emboscadas ao camlnbo do engenbo Novo e n'esta
mesma cidade.
Emioi, ba dous annos seguramente, pode-se
dizer qoe ne ha da em qoe nao se tenham dado
entre el les briga, insultos e-ameacas.
Por mais de ama vez Pinheiro lem procurado
na. iei remedio contra as demoras caprichosas de
papis qoe procura, como sollicitador de eausas;
contra as exigencias de gratificacSo e emolumentos
nao determinados por le, e contra as injurias qne
diz solfear sempre qne lem negocids pelo cartorio
de Braga.
O jola de direito, nao ba mutto, aonullon um
procesao instaurado pelo juiz municipal, sob -fun-
damento de qoe a jurisdiccao que este tem para os
processos de respoosabilidade contra os ofllciaes
de jusiiea, que peranle elle servem, nao passa
alm das pessoat dos meirtnhos ; e sao instaurou
novo proeesso, competentemente, segundo a inter-
pretado que firmn I
Braga, suppondo-se protegido por certo paren
tesco, que cootrabiu, reqointou o seu genio Iras
clvel e violento: a impunidade dos fados, que fo-
ram levados a jnizo, deu-lhe largas para augmen-
tar os motivos de que i xa de seu inimigo, e este,
teimoso e emperrado como foi proporcionalmen
le augmentando a reaccao, do modo que Ihe resta-
va possivel.
< E' natural que o odio crescesse ainda mais, e
efectivamente cresceu. Braga premedita vlngar-
se. O sen proeesso tinba cahido, elle quer levan-
tar ontro e por facto raais grave contra Piulfeiro :
apparece contra este ama denuncia de erime de
morie, sem o miniroo fundamento, e taes sio as
artes de berliquet e berloques, que, quando menos
se esperava, o denuociado soube qoe o delegado
d'esie termo expeda contra elle mandado de prisio
em viiluiie de ordtns do che fe de polica, a quem foi
dada a denuncia.
Binhero, seohor do segredo da jastiet, occal-
la-se, corre a essa capital, expliea-se peranle o
presidente, e volla victorioso a bradar que o sea
inimigo impotente para mette-lo na cadeia.
Poda Braga, le eoq du village, pelo lado da
valenta, quasi re da trra, ficar assim a soffrer
qoe o seu adversario eotoasse hymnos de victoria,
em que os louvores proprlos se misturavara com
os aHMios vituperios 7
Ifio, nio era possivel; e eis como a voz do
povo bga os antecedentes ao consequente...
Nio Sea ah a versao geralmente atceita :
pretende-se que no horrivel atlentado de 17 do cor-
rente esteja envolvido eerto figurio, que tem toma-
do parle desde o principio as questdes de Braga
contra Pinheiro, a quem demas a roais quer ater-
rar, para que nao promov execucoes contra
elle.
t Al ahi nao chego eu. Nao quero adiaotar
joizos que nao sejam fundados; mas prometi con-
tinuar a referir todas as occurrencias relativas a
este erime, por coja punicao nao cessarei de
bradar.
Javei.
Depois d'amanhia se extrahiri ultima par-
te da 1.a e 1.a da 2.a lotera (54.a) a> beneficio da
igreja de N. S. do Livraraento do Recife.
19 escrivio dos protestos Jos Mariano, est de
semana.
A's 11 horas em ponto de hoje 16 do corren-
te, effectua-se a venda do cha (em perfeito estado)
salvado da barca americana Lucy E. Aikbey, no
armazem alfaodegado do barao do Livrameolo
caes do Apollo. Em contrauaco vender o mes-
roo agente Plato, ama caixa com chapeos de ma-
nilos.
BlPARTIQAO BA FOLICIA.
Extraeto das partes dos das 23 e 24 de marco de
1866.
Foram recolbidos casa de detencao no dia 22 do
corrente :
A' ordea do Dr. delegado da capital, Vanoet Pe-
dro Alexandrino, para correceao ; Jlo Basilio,
como wsoetto de ser escravo fgido ; Gregorio, es-
cravo de Felippe Benificio Cavalcantede Albnquer-
que, por ter fogido do poder do depositario; Joo
do Rosario Azevedo e Luiz dos Santos Molla, para
a veriguaeoes sobre erime de roobo.
A'ordem do subdelegado de S. Jos, Miguel
de Queiroz Leal, Francisca Isabel Moreira, por
briga.
-23 -
A' ordem do Dr. delegado da capital, Joo Fteh,
por ter atacado a sentinella da guarda do ihe-
souro.
A' ordem do subdelegado do Becife,Vicente Fer-
reira da Silva, para correccao.
A' ordem do de Santo Antonio, Joaquina Tbereta
Nones, para correccio.
A' ordero do da Boa-Vista, Deodalo Maaoel da
Silva, por desorden).
O chele da 2a seccio,
/. G. de atoma.
Passageiro do palhabote nacional Sobralense,
sabido para Acarac: Francisco Rodrigues Santos.
OBITUARIO DO DA SI DE
re-
Dito de Guilherme da Silva Gaimaries, para
ser registrada a procnraeio, que junta per publi-
ca forma, e dar se-lhe por certdao o registro de
dita procnraeio.Sellada a peuco volte, visto
como aella nio se pede nicamente ceriido. i
Dito de Joo Donsley Jun, pedindo por ceriido
se sio ou uio commerciaates matriculados os Srs.
Jos Joaquim da Silva Gomes, Jeronymo Joaquim
Fiuza de Oliveira e Jos Ferreira da Silva, socios
que compoa a firma de Jos Joaquim da Silva Go-
mes Si CCoiro requer.
Dito de Jos Fioza de Oliveira, pedindo a mes-
ma certdao.Como requer.
Dilo do mesmo Jos Finta de Oliveira para qoe
seja registrada a sua noraesco de caixeiro de Jo-
s Joaqaim da Silva Gomes & C.-Begisire-se.
Dito do sobredito Joo Doosley Jun, pedindo
que seja admettida a registro a sna uimeacao de
Suarda livros da casa coromercial dos ja referidos
os Joaquim da Silva Gomes & CCuno requer.
Dito de Jos Joaquim da Coba e Guilherme
Jos de Soma, para qoe se mande registrar o do-
JULGAHXNT06.
Recurso erime.
Recrreme, Francisco Jos Galvio e ontro ;
corrldi, i jastica.
Relator o Sr. desembargador Gitirana. Sortea-
dos os;Srs. desembargadores Doria, Vieira e Lou-
renco Santiago.
Deram provimento ao recurso para classificar
a pronuncia no art. 119.
Proeesso de responsabilidade.
Do juiz de direito da comarca do Serid, bacba-
rel Paulino Ferreira da Silva, fot o reo absolvldo.
AppeHac5es erimes.
Appellante, Manoel do Reg Barros; appella-
da, a jastica. *-
Improcedente.
Appellante, o jaizo, appeliado, Marcolino Gomes
da Silva.
A novo iury.
Appellante, Estevio Jos de Franca; appellada,
a justica.
A novo jury.
As appeUacdeseiveis.
Appellante, a cmara municipal; Flix da Cu-
nta Teixeira e outros.
cumenlo, que juniam, d'onde consta anear se dis- Confirmada asenteoca.
solvida e liquidada a sua soeiedade comraerclal Appellante, Maria Magdalena da
sob a firma deJos Joaquim da Cuaba & C. appellada, Cypriana Maria de Mattos.
Vista ao Sr. dezembargador fiscal.
Dito de Manoel Alves Barbosa apresentando a
procnraeio bastante exigida por despacho deste
tribunal de 15 do corrale, afirn de ter lugar o
registro da escriplura de compra da botica da ra
da Cadeia do Becife o. 61.Como requer.
Dito de Juvencio Augusto de Atbayde, pedindo
Conceico ;
I
dos segrales
Nao ba declaracao a fazer.
Assignou-se dia para julgamenio
feitos :
Appellac5es civeis, V
Appellante, Lino Jos da Silva; appeliado, Jos
Francisca Taboca.
Appellante, D. Francisca da Conha Bandeira de
ser prvido no offieio vago de eorretor geral desta Mello-, appeliado, Francisco Rodrigues dos Santos.
praga.Visti ao Sr. dezembargador fiscal.
Dito de Cabors & Barbosa (dirigido 8. Exc. o
Sr. presidente), pedindo qae por seu despacho
mande que a jnnta dos corretores certifique o pre-
go dos francos (moeda franceza), nos das 18 de
julbo e 3 de setembro de 1864, e 20 de Janeiro de
1865, segundo o cambio desses dias para os sa-
ques.Como requeren.
Appellante, Francisco Luiz de VasconceUos ; ap-
peliado, Thomai Loureiro da Silva Castro.
Appellante, Manoel Rodrigues da Fonseea; ap-
peliado, Felippe de Albuquerqne Moufnoegro.
Appeilanle, Joo Correa de Araojo; appeliado,
o Dr. Possidouio de Carvalho Moreira.
DILIGENCIA CRIBE.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
Dito de Caelano Pereira de Brito, (tambem diri -1 jastica ^,a. .
gido i S. Exc. o Sr. presidente), pedindo por certi-! Appellante, Luiz Goozaga da Silva j appellada, a
dio o dia, mez e anno em qae foi registrada a es-, justica.
crlptora de venda do estabelecimento de fazendas, A appellao clvel.
com as dividas activas e passivas, silo na roa da Com vista ao Dr. carador geral
Cadeia do Recife n. 60, entre partes: como ven- Appeilanle, Joio Gomes Ferreira ;appeliado, ten-
dedores Candido Nones de Mello A C, e compra- cinda Maria da Conceico
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desembar-
gador Gitirana
Aappellaco clvel.
Appellante, Joaquim Jos de Almelda; appella-
da, D. Francisca Caelana de Abren.
Do Sr. desembargador GUiraua ao Sr. desembar-
gador Lourenc.0 Santiago
A appellacfe clvel.
Appellante, a Santa Casa da Misericordia; appel-
iado, Antonio da Silva Ferretra Janior.
Do Sr. desera bargadorLoarenco Santiago ao s>r
desembargador Almeida Albuquerqae :
A appellaeio erime.
Appellante, Jos Felippe Baodeira deMoura,
appeliado, Jjf de Sonsa Pereira. ,M'
Do Sr. desembargador Almeida e Albuquerque,
ao Sr desembargador Mottt :
i As appellacoes civeis.
' Appellante, Joao da Cri Silva; appeliado,
Manoel Joaquim de Souxa Leo. __.^.^,
Appellante, Vicente Jos de Brllo-, appeliado,
Joaquim Antonio metra.
Ao 8r. desembargador Assis:
Appeilanle, I^ren^ezer'raMarns Cavalcau-
ti; appeliado, Antonio Marques :de Albuquer-
1 que Cavalcaoti. i _. _
j Do Sr. desembargador Motta aoSr. desembar-
gador Assis
s onze horas e meia da man haa o Exm. Sr. pro- j pocllante Manoel Gregorio Barroso de Mello ;
sldente declarou aberta a sessao, estando rsunidos apDeliado a usllca
os Srs. desembargadores Silva Guimaries, Beis e iDoellaote o iuizo i appeliado, Manoel Saraiva
Silva e Accioli, e os Srs. depoudos Rosa, Candi-: ^ jj^jes
do Alcoforado, Basto e Miranda leal. j D s desembargador Assis ao Sr. desembrga-
Lida, foi approvada a acta da precedente ^ Dorja e
dor Francisco da Rocha Passos Lins; assim como
se Luiz Bernardiao da Costa registrn a gum titu-
lo de caixeiro ou guarda livros da casa dos sobre-
ditos Candido Nunes de Mello & C. no decorso dos
annos de 1860 a 1861.Corao requer.
Dito de Albino de Amorlm & C, outr'ora Albi-:
no, Amorim & C, pedindo para que se consinta
que os livros diario e copiador abertos e encona-
dos para servirem Aquella firma, slrvam para a
adual de Albino de Amorim & C-, alleracio esta
qne se dera, em principio do corrente anno, em
dita firma social.Como reqoerem.
Com informacio do Sr. dezembargador fiscal.
De Antonio Ferreira da Silva Maia e ontro*, em
que pedem o registro do seu contrato social.Sa-
iisfacarn o parecer fiscal.
De Antonio Francisco Carueiro Monteiro Pirio e
outros em que pedem o registro de seu contrato
social.Regstrese de conformidade com o pare- j
eer fiscal.
E por nada mats haver a despachar, houve o
Exm. Sr. presidente de encerrar a sessSo s II bo-'
ras e meia do dia.
SESSAO JUDICIARIA EM 22 DE MARCO DE
1866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. BESBMBARG VDOR
A. F. PERETTI.
Secretario, Jttito Gumaraes.
sessio.
Foram apresentados dous offlclos de 6 do pre-
sente mez do Exm. Sr. conselbeiro presidente do
tribunal do commerclo da corte remetiendo em
curaprlmento do artigo 17 da le de 18 de setem-
bro de 1828, os autos de revistas interpostas de
juramentos deste iribooal e decididas por aquelle,
entre parles.
Recorremos, oa administradores da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Santos & C ; recorridos,
Cals Irroao.
Becorrentes, os ditos administradores; recorri-
dos, James Crabtree A C
E o Exm Sr. presidente mandn acensar o rece-
bimento dos ditos offlcios e recolher os dous feitos
aos respectivos cartorios.
O mesmo Exm. Sr. determinou tambero que
descesse para
As aopellafoee civeis.
Appellante Joio da Costa Porosa, appeliado, u.
Joanna Mara das Dores.
Appellante, Antonio Goueotves da Silva; ap-
Mliado, bacbarel Galdloo Ferreira Gomes e ouiras-
Appellante, Damiao Goncalves Rodrigues Fran-
ja 5 appeliado, Francisco Jos Viaoua.
Appellante, Manoel Pinto de Araujo Pllho; ap-
pellados, Porlellaft Brance.
Appellantes, Pantaleio e Marganda -, appeliado,
Joio da Silva Paria e ontro,
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da Sllva :
As appejiiacdos civeis.
Apoellante, Joaqaim Mauricio Waodertey ; ap-
peliado, Luiz Ferreira da Silva.
Appellante, D. Maria Cordelro -, appeliado, Pau-
Do Sr. desembargador Vieira ao Sr. desembarga-
r Santiago.
A appellacao oivel
anuos,
tJMTRBW PUBLICO,
MAngo ds 186C.
PrudicioVual libeiro, Pernambuco, 40
casadQ,ooM Antonio, scyrrho no figado.
Mantel, Pertamboco, 3 dias, Boa-Vista, espasmo.
Romana LMa da Conceico, Pernambuco, 24 an-
, soUMm, Santo Antonio, coliie aguda.
", Pernirabaeo, 2 ancos, Santo Antonio, in-
Amando, Pernamboeo, i anuo, S. Jos, coqaelu-
do supremo tribunal de justica, enlre partes
Recorrentes, Maooe Jos Salgado Cotito e ou-
tros ; recorridos, Tasso & lrmao.
Asigooo-se o acordara proferido na ultima ses-
sio ne feito entre partes.
Appellante, D. Maria Tbeodora da Costa Alves
Ferreira e outros ; appeliado, Joao Frederlco Jorge
Kladt.
JCLGAMENTOS.
Appellantes, os administradores da massa fallida
i de. Joo Baptista Goncalves Bulos; appellados,
Monhard & C.
Foi reform^a a seotenca appellada.
f Appellantes," os administradores da massa falli-
da de Bastos & Lemos; appeHados, os administra-
dores da massa fallida de Pacheco & Mendos.
Adiado a pedido de um do jfs. depoiajos.
'da;
sessao.
a liherdade de alguem.
So portanto na rigorosa obediencia ao preeeito
est a garanta da liherdade.
Se o preeeito Infringido por um membro parti-
cular da soeiedade, pede a liberdade pouco soffrer;
se o pela autoridade no exerciclo de suas fonc-
cSes e com abuso do sen poder, a liberdade mullo
padece.
Quando a moral se relacha, Isto qnando um
povo despreta oa preceitos divinos, nao ha le civil
que tema raais valor, eemao gobernantes e gever-
nados Tazem regra do abuso e da nfraeco da lei.
Ento ajliberdade, por mais qne, se ostente escripta
e fallada, urna mentira. A verdade em tal caso
o reinado da tyranuia, por qae sendo a lei ferlda
em alta escala, est intelramente perturbada a har-
mona e a ordem social, e desapparece a liberdado
por tanto. Onde i liberdade desapparece, o povo
escravo, se exalta o reinado da tyrannia, qae con-
siste em tomar o rogar da lei a ventado do mais
forte.
A tyrannia nio se exerce sempre pela espada,
nao se lava sempre no sangne de suas victimas,
Ah I ueste caso ainda nio tao infeliz ara tal povo,
qae tem victimas a offereeer ao faror da tyrannia,
sangue para resgaiar a liberdade, laucando o ep-
probrlo sobre aquella. Mas essas vctimas, esse
sangue so sero um tributo de tanto mais valor
liberdade, qaanto forem pacificas victimas do de-
ver, do curaprimento do preeeito e da lei, contra as
exigencias da tyrannia. Assim peidem esses sacri-
ficios moito ou todo o valor as lulas enfurecidas,
e mxime qaando de nenhoma das partes ella de-
fend algara sao principio, algum dever, e sement
sio aligadas pelo sentimenio do odio ou vinganea.
Eolio nio ba sacrificio ao dever; a tyrannia con-
tra a tyrannia, d'onde ha de resaltar o thumpho de
urna deltas, sem algum puro tributo d'onde se pos-
sa esperar germine futura liberdade.
Quando porm un poro so prevarica, quando
perde a moral, quando meoosuresa o preeeito di-
vino, e por lano quando a lei civil se loma va, a
tyrannia nao carece mais da espada para exercer-
se sobre am povo assim abatido e escravo pelo des-
prezo da moral e da le; porque os tyrannos, os
mais fortes qoe teavposto a soa vontade no lugar
da lei, nao encontram mnima resistencia no po-
vo aos seos caprichos e desejos, doceis todos como
sio os escravos, em obedee-los em todo. Encon-
trando a tyrannia todos assim doceis, nao carece
nem tem occasiao de puchar da espada, e ao altar
da llberdade nao se olTerece urna s5 victima cojo
tributo possa concorrer ao seu nafuturo sciraento
ou-renasciraento.
Nao por tanto a desobediencia ao preeeito, a
sua infracQo, a vontade de cada om, que pode Wa-
ter cedo ou larde a llberdade ao povo que nao a
tero, nem mant-la naqueile que a gosa. Pelo con-
contrario a primeira senio a nica condifao da
liberdade futura ou presente est na observancia
do preeeito, sejam quaes forem as mas coosequen-
cias que d'abl resuforem a cada um, por mais im-
periosa que seja a vontade do mais forte qae exige
de vos alguma aeco contra a moral ou a lei.
Pralique cada um o seu dever; seja a lei tao res-
petada por nm povo too a moral, seja a moral
lio venerada como o manda a igreja, que a tyran-
nia impossivel, a nao ser um povo dominado por
outro mais poderoso, como a Polonia pela Rassia;
por que os mals fortes nao podero adiar instru-
mentos de suas voattdes e capuchos, nem condes
cendencias as suas exigencias; e em tal caso, so
pucharam da espada, tanto peior para viles, que,
sem pao nem pedra, so pela resistencia pacifica,
todo o sangue que derramaren) cabrado sobre suas
cabecas, sua ruina ser prxima e certa.
Mas uo isto qne se tem visto : sem lata a li-
berdade nao tem dado am passo dir-se ha Mas
por que de detraz j vera o erro. E' por qoe o res-
peilo e devotaco pela moral evanglica muiio se
tero prevaricado, desde que seqoiz fazer consistir a
liberdade na revolta contra os precetu s da igreja ;
desde qoe o protestantismo levantou seu col
orgulhoso, e a dissideocla rompen a nnidade
da soeiedade christa, d'onde e com a qual come-
gara a aascer e pacificamente a liberdade no man-
do ; e smenle pelo sacrificio de snas victimas, das
victimas do dever, era obediencia ao preeeito, pelo
amor da fralernidade entre os horneo?, pelo amor
do prximo que so se firma e so nasce do amor de
Deus.
Mas isto ja se nao pode, oa pelo 'menos tio cedo
esperar que renasea ? Pois bem, tanto mals um
povo respeilar a le e o dever, tanto mais venerar
os preceitos da igreja, t d'onde pode nascer a li-
berdade, quanto mals desta se approximara.
Se a liberdade so pode vir da veneraeao e ob-
servancia do preeeito, e do precedo da egreja,
como qae se pode suppor am instante qne Ihe
seja propicio o protestantismo qne consiste sim-
plesmeote oa revolta contra esse preeeito ? c' por-
que, diz-se, as seitas protestantes cada um tem a
liberdade de lar e estudar os preceitos como Ihe
parecer; e assim faz-se livre o espirito do pro-
tstame e nao servil como o do catholico, habi-
tuado a obdecer cegameole s ordenandos daegreja;
e assim livre e espirito do protstame, elle apto
para pugnar e fazer manter a liberdade na soei-
edade civil.
Nao est porm a liberdade no preeeito, isto ,
em enlend-lo o reforma-lo, o que tanto valena
destru lo; mas na aeco, dentro do preeeito, j o
disse, no qoe ella faculta. O preeeito para ser
entendido como a cada om parece, nao preeeito;
neste caso elle excusada Entender o preeeito
como a cada om parece, ortica lo como a cada
um apraz. EnlaO elle nao mals regra, nao
mais obriga.
Com efleilo baveria oslo grande somma de li-
berdade, liberdade inleira, indefinida, e par tanto
Infinita. Us borneas assim sem freio, o iyranino
o mais forte, e por Unto desaparece a liberdade,
que, assim ueste grao sem limite, se deslroe por
si mesma. E' absurdo na curteza |da inielligencia
do hornero a de todas as suas facilidades, urna li-
berdade assim Ilimitada, o qoe tanto vale deixar
a sen arbitrio a Inielligencia de preeeito e por
tanto a pratica de suas acebos.
Se isto na soeiedade civil, porque nao o era
na religiosa? Seareiiglo urna verdade, por
queo? Nao s lo-ha a nossa porque foi ins-
tituida peto hornero. Boas, pela puresa e sanli-
dade de sua moral, pelos preceitos que nos manda
seguir para bem vivormo na trra e merecermos
o ceu, f Em preeeito for interpretado a' vonta-
de, o que da moral, e que resalta para a trra e
para o cu do sacrificio do libo de Deus.
O qoe surada soeiedade civil sem a moral, o
qne ser a moral com o preeeito entendido a' v.m
tade? .
nos.
Recife, 12 de margo de 1866.
Aflonco .de Albuquerque Mello.
HUMA VIDA SALVA!
Nfio temos conhecimento algum de nenhom
caso qne tio perfeitamente mostr d'uma ma.
neira a mais clara e persuasiva o poder da
Bciencia Jedica sobre a molestia; qoal aeja o
de Antonio Joaqcim Pereira, da Babia.
Este homem infeliz baria maia d'um anuo qae
soffria as dores as mais atrozes e pungentes
provemieate de
Trozo
Tcrriveis dagas Aberta?
espabiladas por sobre differentes partea de seo
oorpo, sendo urna das quaee sobre o peitodo p*
ama funda e maligna chaga, a qual o privara
de andar, tauaando-lhe as dores as maia agoni-
gantee quer de dia quer de nonte; continuada,
mente atormentado por taee affliccoea e dores,
e quasi qae aborrecido da eontinuacio de aim-
lhante vida, tendo posto de parte toda a f e
eonflaaca em medecinaa, e na realidade pareca
qu para elle nao Ihe resta va mais esperan ca
alguma; assim pois resignado esperava cosa-
paciencia, o termo final de seu* mutipUcadoi
ofrrimentoe, eis que milagrosamente por te-
tuna sua Ihe receitarao grande- paricador
do sangue m..
A Salsaparrilha
DE BRISTOL
e mediante & sua grande eficacia e excellencia
elle ae achou dentro de pouco tempo, lirre de
seu irremediarel estado de desespero, e a doce
e risonha espranos tornou de novo revivar
em seu coracio; sob a poderosa e benvola in-
fluencia daste adinlravel medicamento, ae suas
shagas em breve principiarao aasumir um ca-
rcter favoravel diminuindo o aspecto de sna
malignidad) A massa do sangue e mais
humores do systema tornou adquirir ama
apparencia clara e saudavel, as dores ator-
mentadoras d'outro ora o deizario, e urna doce
e suave tranquillidade principiou precorrer
todo o seu systema, restaunmdo-lhe a desojada
paz e socego d'esptrito; as chagas urna urna
ae forio fechando at que finalmente se cica-
trizarlo d'um todo, e hoje acha-se perfeita-
mente sao, gosaado d'um perfeito estado de
saude, depois de se ter visto privado d'este
grande gozo durante mais d'um anno. Elle
durante esta sua cura,, apenas fez uso de
Detasei garrafas da Oenuina Salsaparrilha
da Bristol, preparada exclusivamente por
LANMAN & KEMP,
De XOVA YORK.
Recommenda-se mui particularmente aos
Doentes d'ambos os sexos, que empreguem
toda a cautella na escolha d'este admiravel
remedio, nflm que nao obtenhSo outra com-
posico qualquer, que nao seja a SalaaparrO-
ha Genuina de Bristol, pois que todas as
mais preparaedes e imitacoes d'esta nati
alo falsas nao possulndo virtude alguma.
Vende-se n as boicas de Caors de Bar ti oas
eC. Bravo 4C
COMMERCIO
FBACA PO ftBOFte.
Coi ac es o file I a es.
24 de marco.
As 3 1|2 horas da tarde.
Assucar maseavado bruto amoricano bom1^830
por arroba.
Cambio sobro Londres 90 d|v. 27 3ii d. por
14000.
Frete de assocar para o Canal -3| 6 e 5 0|0 de
primagem.
uubourcq Jnnior,
Presidente.
Silveira,
Secretario.
MOT
baoeo de l'eroam
buco.
O Novo Banco descoma, letras a 12 por ceoto
ao anno, toma dinteiro i praso fixo ou em conta
corrente pelo premio e condigoes que se conven
clonar, e -saca sobre a praco da Baha
Caixa Filial do Banco do Brasil e
pernantace lOde marco de 1866m
De ordem da directora se fat publico aquellas
pessoas que tem objectos de ooro, prata e diaman-
tes depositados sob cangao nesta caixa, que estan-
do ja vencidos e nao pagas as letras, que aceita-
ran) pelos referidos deposito?, se val proceder a
venda em basta pubhca dos meemos ibjectos, con-
forme o proscripto nos estatutos desta calxa filial.
O guarda livros,
Ignacio Nunes Correr.
E o qae sera'da propria llberdade entre nos, __ T~*t __v .
para a qual se pretende acbar salvacao pelo profes- flJOVO MaiCO (16 r6riianiDllCO.
lantiiBDo, o que ainda mais seria delta quando nos fosse
dado entender e seguir a' voaude o preeeito ran-
goso, a moral 7
Nesta soeiedade so nao ba o dever ( regra na
pratica) de cumprir a le, o preeeito moral, e
muius veie nem a liberdade de os cumprir. Ha
porm quasi Ilimitada liberdade para interpretar
a lei e a moral, e todos os preceitos religiosos
para obrar conforme a cada om parece, assim o
passa: isto porm na pratica, e as primelras
classes ; anda nio esta' isto erigido em principio,
nao esta' escripia Quor-se o protesuntsmo par*
m tornar legal aquillo de qoe sa fea regra pratica
e para levar a s ul-
0 novo banco paga o 16 dividendo na
razio de 6150 po ac5o.
ALFANDEA.
Rendimento do dia-' .....
dem do du 24...... ........
Appellan
Parnov, Penunuboco, S annos, Boa-Vls, diar-, da de Joo
rhoa. Henrrqoe4_
Halla, Pernamboeo, 11 motos, S. Josa, coaoolnebe.' Foi reformada a sentetca appellada coo o voto
Josopaa Maria do Espirito Santo. Macotd, 19 annos, do Exm. Sr. presidente. .,,.,,
solteira, Boa-Vina, iabtrcolopoltaoaar. Aon les. o
A propaganda protestante. (*)
Vil
A liberdade, qoe emana do cbrlstiaaiaso, e qne
so dalle nasceo, na acolo, dentro do preceite, e
inrfl da min fall- n* para locar no preeeito, aeoitavMtaelle delatU-
ygmt&z wss. aanataraat..,..
preeeito porttllta, para etcolkerm* deatro debo, so

AppellaBles, administradoros da massi alUda'i i) Vida o Diario o. .
Appellante, Fraoklin Leopoldo Alves de Almei- por abusa entre os prlmeiree, e para I
.appeliado, Patricio Jos Freir Marte. urnas carnadas do pavo a liberdade de entender o
preeeito moral conforma a cada am mais convier,
e por unte para banir tedwree scropulo?, e assim
banir-sa as uliiroas sombras de resisteocia a voa-
ude dos mais (ocies.
Se nos, presos pelos preceitos da egreja catholiea,
temos Uulo despreso a' moraUjueella ordena, qoe
seria se (aogotad o protestannsmo) aos fosse
permstiido adaptar a moral a's nossas convenieo?
las T Perdeodo o freio dos preceitos cainoUeos,
qoa-lor{a nos restarla, qoe esporanea teriamaa- de
poder Herabjam dia:nioaos roais tortee que
i> bs ekigero a mfracco de acosos dever 7
Nio por uoto desso arelo qoe pede vrr lber-
dale, e sim mais prevarlcacao, qoe sos faria alada
mais escravos; qae a liberdade de infringir o
preeeito nio llberdade, dospaimo.
Queris ser livjes ? compri iungtosaaieote a
617:9971560
i4:303*656
6*2:301*2161
UOViMEiTO DA ALPANUEtiA
Volnaas entrados cota faieuda...
c c com gneros...
Volamos sabidos cem faieodas...
com gneros....
493
646
------ 1,138
99
1.39
------ 1:238
beecarreoam boje 26 do marco .
j Vapor ingleWtiatsr^mercadorias.^ -
Briaue ingleL*-*roercadorias.
Barca frtneea-^pbfo*-iaom.
Barca iaglea Eleonor farnba de trigo.
Hiato americano lokn Rou farinba de trigo e
ais gneros.
Brigoo portogueiLata I *V diversos gneros.
BrigeooniaiooBse--Jrsfo*--i*em.
Barca \ni\eii-Hidalgo -ferro e carvao.
Escuna iaflezaIdafarinba de trigo.
Brlgoe ingleHety Marymercadonas.
Galera oapeaa-Taioiuarvao de pedra.
Barca iaglea-Ofmda-idem.
Barca aJezaAlesandre~idm.
Barca francezaJenne MarieLautas e mate g-
neros.
Escona austraca HeUne divenas gneros.
Brlgue nacionalFluminense -charque.
Brigne Me*onal-illariaae /-ideo.
Patacho argentinaMenUvido-^tm.
Patacho nespauholAde/aid-idea.
Barca ponugueza-SswpolAia-ceblas e arcos.
Iwportaco.
Hiate americano John Rose, entrado de New-York,
consignado a H. Forster 4 fL :mamfe$ton o se-
guiote :
400 barricas farinba de triga. ijUOQ barriqoinhas
bolachinhas, 198 barrls breu, 160 ditos banha, 2
machinas para algodao, 1,2*80 cateas kerosioe, 8
volumes untas e 1,381 ditos aduetea e barricas aba-
tidas, 1 volme livros; aos mesmos.
Brigue noruegaense Presto, entrado de Antuer-
pia, consignado a Thcod Chrisliaoseo, manifestou o
seguiote :
11 cabas papel, 50 barricas e 60 mateo dius
geuebra, 6 barricas objectos diversos ; a firander
a Brandes.
8 barricas ferragns, 50 caitas azulejos, 60 ter-
dos papel, 20 latas verniz, 1 volante typos e 82
barricas tinta ; a ordem.
4 volumes objectos diversos; a Linden W'ild
& C ,
200 caitas vldros para vidracas; a Sauoders
Brothers & C
9 volumes machinismo -, a Barroca.
4 caitas papel ; Olio Robres.
Barca ioglaza Orion, entrada de Liverpool, con-
signada a J. Paier & u, manifestou o seguinte :
60 pecas cabos ; a Carnelro & C
106 barricas chumbo em canos -, a J. Paler & C.
30 bai ricas cerveja ; a Jobnston.
138 ditas dita ; a Adamson Howie & C
10 diUs dita ; a Goncalves da Ponte.
20 ditas dita ; a P. Ramos.
106 ditas diu ; a Sauoders.
300 arrobas de ferro; a Isidoro Netto.
40 dius de dito e 750 barrasde dito; a Jobnston.
50 gigos loa;a ; a ordem.
25 ditos dito ; a P. Carnelro & C.
20 caitas tintas ; a ordem.
30 barricas ditas; a T. Jeffers.
25 diUs ferragns ; a ordem.
50 ditas dita ; a Prente Vianna & C
11 ditas dIU ; a J. A. M. Oas.
7 ditas dita ; a I. Netto & C.
9 diUs dita ; a Patn Nash & C
2 volme barbante ; a J. da S. Farte.
1 dito dilo ; a Jobnston. *.
37 barricas enchadas a I. Netto & C
60 dozias de pas; a ordem.
30 ditas diu : a Moreira Dias.
720 caitas sabio ; J. Pater
1 volme tecido de algodao a M. Lobo & C
1 dito dilo ; a L. Wild & C.
10 ditos diio ; a 11. Schmelteau.
1 dito dito; a J. A.Jf. Dias.
8 ditos dito ; a Phipps Brothers.
8 ditos dilo ; a Soolhall Slellors
66 diios dito ; a P. Nash & C
3 cofres de ferro ; a P. Brothers 4 C.
20 caitas machinas para costara ; a Prente V.
AC.
2 ditas dita -, a Olio Bohres.
8 volumes objectos diversos ; a M. Lopes.
33 ditos dito ; a T. Jefferis.
2 dito dito ; a I. Netto & C.
11 ditos dito ; a Jobnston. *
200 fogareiros -, a J. A. H. Das.
100 saceos arroz ; a J. Pater & C.
20 canas pbospboros; a T. i L
8 volumes tecidos de lia ; a Phipps Brothers.
50 barris manteiga ; a J. Pater.
20 ditos breo ; a P. Nasb & C.
96 toneladas de pedra para calcamenlo ; a J.
Paler & C.
10 barricas salitre; a Jobnston.
31 pegas de ferro -, a Johnslon.
Brigue inglez Wllswater, entrado de Liverpool,
consignado a Saanders Brothers & C, manifestou
o seguinte :
2 volumes tecidos de llnbo; a Sootball Hellcrs
6. C.
10 folhas de chambo em lencol; a ordem.
166 gigos louca ; a ordem.
5 ditos diu ; a Th. CbrUtiansen.
i dilo dita ; a Caors & Barbosa.
35 ditos dita; a A. D. M.
100 ditos dita; a Saanders Brolbers & C
9 volomes vldros; a J. Pater.
5 fardos saceos vasios ; a H. Forster 4 C
23 volomes ferragns ; a J. A. M. Dias.
60 oitos diu; a Paln Nasb.
90 barricas cerveja ; a Saanders Brolbers & C.
20 ancoras; a I. Netto & C.
2 correles ; ao mesmo. .
10 volumes machinismo -, a Sannders Urothers
dC.
100 caitas sabao ; ao mesmo.
25 barris maolega ; a J. M. Palmeira.
30 ditos dita ; a Tasso Irmios.
38 toneladas carvao ; a ordem.
42 caitas k-r.sitie ; a T. J.
5 volumes tecidos de algodio ; a A. D. Monlt.ro.
15 ditos dito ; a Isidoro N. & C
7 ditos dilo; a A- Howie & C.
3 volomes objectos diversos; a A. D. M.
5 ditos ditos -, a T. JetTenes.
38 tooeladas earvio ; a ordem.
5 caitas phosphiros; a Tasso Irmos.
60 barricas barrilba; a T. J.
40 barris brea ; a Patn Nasb & C.
211 ditos dito ; a'T. Jefieries.
3 cofres de ferro ; a A. D. M.
3 fardos barbante ; a Patn Nash.
5-ditos dito ; a S. P. J.
Patacho nacional Sinauior, entrado do Rio Gran-
de do Sal, consignado a Amorim Irmios, manlfes-
lou o seguinte :
10,009 arrobas de charque, 50 coaros vaceuns de
refugo; aos mesmos.
Escuoa nacional Formosa, entrada do Rio bran-
de do Sul, consignada a Amorim Irmios, manifes-
tou o egnfnte :
8,140 arrobas de charque, 60 arrobas de sebo
em rama. 220 ditas de grata em bexigas, 2,000
lingoas seccas, 12 saccas cevada, 400 resteas ce-
bolas, 2,000 utubas salgadas ; aos metaos.
ALFANDEUA DE PERNAMBUCO.
PAUTA DOS PBKCOS DOS GBNKROS SrtlIOi A DIRKITOS
D8 KXPORTACAO-SEMANA DB 26 A 31 DO HOZ DB
MAR^O DR 1866. .....
Mercadorias. Unidados. Valores.
Abanos......... ** mg
Agurdente de cana .... cjuaada
dem reslada ou do reino 800
Idemcaxaca,. ....-
dem genebra.......
dem alcool oa espirito de agua- 900
ardente....... *
Algodao em caroco .... arroba 3J87&
dem em rama oa em lia 15#500
Arroz com casca.....
dem descascado oa pilado MO
Assucar maseavado..... 1!900
dem branco.......
dem refinado...... 3#90O
Azeite de amendoim ou mendo-
bim casada !|000
dem de coco ...... !$?,
dem de mamona ....
Bautas alimenticias .... arroba 10900
Bolacha ordinaria, propria para
embarque.......
dem fina........ ^H 7W0
Caf bom ....... ^H *500
dem escoiha on restolho. b#000
dem torrado...... libra 440
Caibros........ um 360
Cal.......... arroba 320
dem branca .... > 680
Carne secca (xarqae) ... i
Carneiros ....... um
Carvao vegetal ..... arroba
Cavernas de sicupra ama
Cera de carnauba em bruto. libra
dem dem em velas ... > 800
Cha ......... 2*000
Charutos ....... cento
Cevados (porcos) ..... om
Cocos (seceos)..... cont
Colla........ libra
Coaros de boi, salgados^.
dem dem seceos espichados 240
dem dem verdes .... 100>
dem idem cabra cortidos om 360
dem idem de onca .... 10J00O<
Docesseccos ...... libia
dem ea gela oa massa
dem em calda 620
Espaaadores grandes ....... om
dem pequeos*. 2#00#
Esteiras para forro dj|3
Estopa nacional >^H $b |^K
Farinba da de uanda^H are 2*500
Frechaes um 5$000
> I
7
i
*



_J
2



Mr****,..*, Begnmn fefrit* de***, de
1860.
dem ordinario ou restolho
Idmem rajabom %^j
krdnEo o a restolho. i i
i as "-J. *~ .
WD
::
::
a
Ipaeacu
Lente em
Listes e esletos .
Hel ou raoHRi .
MHto VT\ .
Panngaios .
PBras .
dem de jangada.
Pedras de amolar
Idene de filtrar
dem de rebolo
Piaisava .
Paks, ou hires de viseas ou
nsttrn'. y__-
PraachSes de amarello d deas
tetados
dem de looro
Sal. .' .' .'
Sais parrBa,
Sebo em rama
dem em veas
Sol empaqueta. .
Tabeas de amarello.
diversas .
Taffecas.....
Ta tajaba .
r
c
urna
arroba
i
ceWo
um
canda
arroba
um
quintal
um
. um

molbo
800
14600
294000
SJ900
114000
64000
160
14800
34000
54000
54000
800
800
14900
120
GOMM
nercs.
Observacao.
Nao houveram miradas.

EDITAES
Mhnmlec ge- capitana, lea pretende tirar
que se acha a barca inuleu fMi
de carvo s pedra, desaamcaa-
saa proporta em cari fechada
corrasste.
Capitana do porto de Pernambnco 23 de marco
de 1866.-0 secretario
Deelo de Aqalno Fonseca._____
Dividendo.
Oropanhia Perni6ta
Navegado cottclra par vapor.
Traufereaela.
Flea transferida para o da 24 do correte a
sahida do vapor Mmnanguape, para os porto do
norte at Acarac.
Recebe anda carga at o dia 23 ao meio da.
Para o Rio de Janeiro
.94600
. um

i:-";
libra
::

204000
104000
14000
alqoeire 400
arrofia 25000
54000
." 7400f>
urna 24OOO
1 duzfa 1404000
-
. arroba
. .. quiatal
.' .urna
. cento
.caada
de boL ....
_..ie pfcssaa.
Din* de tfsjh .
Dita d carnauba >
Aifandega de Pernamteo, M# marco 4VME
EXDlT.OftiEtrtlJ
Cera, de carnauba arroba
Casaueiras-de Jacaranda. dazia
Enchamais......
Esleirs de carnauba. .
Osaea. .'......
Pito, de carnauba .
Poma de ema ....
Sapatos de cOuro branee.
Ert ut tapra.
Approvo^AUandega de Pernambnco,24 demar-
co de 186*-* A. Eulalio.
(Asignados):
O *> confctente, Jos Miguel de Ur.
O 2." conferante, Carlos Awjmio Lim itSouza-
Conforme. -*- O 4.a escriplntano, Akcmtdrino
Ihomai de Afumo Coelho. ^S. }
RECBUfiDORU DE RENDAS INTERtB 6E-
I4S DE PERNAMBUCO
Reudlmento do dia 1 a 23...... 463244300
dem do dia<4fc................ 02*163
um
urna
arroba
molbo
libra
par
6M
954000
44500
460
200
800
aoo
0 Dr. Tristlo de Aleacar Araripe, oficial da im-
perlal ordem da Rosa e joiz de direlto especial
do comraercio desta cidade do Recife de pernam-' Pga-se no escriptorio di Companhia Pernara-
buco por Sua Maaeslade Imperial e Consulado- bacana, somente aos sabhados e em prejenca das
nal o Sr. D. Pedro II, a quera Deus guarde etc.' respectivas acodes o primeiro dividendo a razao
Fago saber aos que o presente edilal vinim edel- de 10 por accio : no escriptorio largo da Assem-
le noticia tlverem que por parte do consol porto- D|ea n. 4.
guez, como administrador da heranca de Jos Mara
Itlbeiro, me fot dirigida a petico 00 theor guite:
Illm.|rrJ)r. juiz do eaemercio.O coasal.de Por- u eompaohia balxo mencionados, declarado que
tugaltjoiia provincia devendo Jos Francisco Coi- haviara se desencaminhado de sen poder as de ns.
lares* beraoca do fallecido subdito portuRez Jos 886 a 898 e 2786 a 27t)0, pela gerencia da C impa-
Marta Rlbeifo a importancia de qoatro letras que nbia Pernambocana e por ordem da directora se
acceitra, e qae estio vencidas desde 186lk sendo declara qoe da data deste a 30 das, a vista da
urna de 1:0004, era 31 de Janeiro, outrade 4624150 : reqoislcao dos mesmos Hie vo ser entregues no-
era 29 de margo, ontra da 6814200, em 29 de abril,' as accOes de igual numeraco era subtiluicao
eouira lioalmenredo 7M4780, rm 28 de Jalho do aquellas que llcam assltn sem valor algam,
tlManaMo, e quereoo o supplicante, c(*o legi- Pernambuco 14 de marco de 1866.
Ha adoai filtrador da raesraa heranca, Inte Romper j o gerente F. F. Borges.
a presevipco qoe j M acba mminente, raqaer a ;----------;t*~"-----r~i---------r_-----
V.S.se digne mandar tomar por tormo sea protes- 'BSpeCCaO d* irseial de maana
lo, a que sejn intimado por editos ao snppltaado na Faz-se publico joa a eoramissio de peritos,
forma do ari. 4>3 jjj 3 Jo Cod. Cira., vfjto Ur el- examinando, na formaiMormiaada no regularaen- T.K1KT *. ti
le ausente em hurar nao sabido, designando V. S. to anaaio ao decreto n. 1,31* de 5 de fevereiro do MJ I^IIJ.IV
lia e bora para a iostiflcaco da ausencia e incer- 1854, o casco, machina, caldeiras, apparelho, mas-! nn /we/vi mu vi rv.iri n>, nve
tasa do lugar. troaco, vtame, amarras o ancoras do vapor Ua- j UOG**W% m(Mtr6 Pode a V. S. assira daOra-r-E. R. II.Rfnseca. manguapedacompanhia Pernarobueana de navega-! [fio e SOOrecellenteS do OT%QU
seguate dospacbo :Tmese o cao eesleira, achoa todos esses objecus <"n "st^rfo
pretende seguir at o Am da pre-eote mana a
barca naoioaal Guarain, apenas recebe carga miu-
da e etcravos, para modos : tratase com os seas consignatarios Aoto-
" COMPANHlTWRNAlftUnT" | Pi8,^,,.*f j!e,a **vedB 4 C, ko ten escrip-
Teodo os legtimos proprleurios das acgdw des- {torio rna aa Unz n. 1. ^^_________
Para Araeaty
O hiato Dous rmos, para carga trata-se cora
Tasso irraos ou com o Sr. Quintal no trapiche do
algoaao._____________
Freta-se um navio de 150 200' toneladas
para o Rio de Janeiro: a tratar na roa da Con-
cordia com C. H. Bradljr.
_
LSIIIS.
avisos DiyEjts^
INJECCAO BROW.
Reniddi inaUivei as agnorrheas antigs
-r /'nTfl ~n W ^ifWen.tes, uaio leiMtito aa pliarmacia
jU 1 JOjtl A??^^SoK Cha, ao^recode
Carvalbo Nogueira na rua.do Apol-
K), sacam a vista ou a praio sobre
Aos 6:OOO.sOOO.
Corre depola d'amaohSa.
Quarta feira 28 do c rrente mez, se ex-
em estado
de poder o vapor nagegar.
Inspeccio do arsenal damariah de Peina
23 de margo ddi86|^
oco
inspector,
r
H._A. Barbosa de Almm)da.
lo blspdo de Per-
*
inglez hado,
ftO#B
unda-feira M do eorre
na aorta da Assoctacao
eMe
OLYMPIO
ao meio dia
mercial.
Na qnat dei o
proieato o^Mra qae se jasulique a ausencia marco
a primita audiencia.
Recife 20 de Janeiro de 1858. -Alencar Araripe.
um virtade do qual fra a meseta pf t gio des-
OJaaid ao escrivo dette juio Manoel Maris lio-_______
drtfta daWascimenio, o qaal latrou o termo de M m-m, J
protesto do leor seguiuCe : CCreiari
Termo da protesto : nambuco.
Aos 20 de janwro da 4466, na cidade do Recite, Sua Exc. Rvma. o Sr, blspo diocesano, manda!
em meo cartorio, appareceu o supplicante per seu fazer publico, que administrar o santo chrisma no veudera' em leiio publico por ordem de Archl-
bastaate procurador e advogado Dr. Joaquim Jos domingo de paschoa da resurreicao na igreja ca-' bald Wilson capao do brigue inglez 1EDDO, com
da Foataea, e disse peraale mtm e as tesiemunhas thedral de Olioda ao adaHo, aa so moslrarora auiorisaoao do lllra. Sr. inspector da alfandega,
rafra aHigoadas qw redzia.a protesto o coatedo pteparados con o saerameato da coofcaio. em presenea do Rlm. Sr. cnsul de 5. M. Rritan-
de snapetigo retro a qual offereceu eorae parte Previne mais, qoe d'aquelle da em dlante adrai-; nica e de umerapregado da alfandega para o ef-
da presente que tica sendo; o de como asa o dis- oistrar regalarmente esss sacramento as matri-1 feito nomeado do casco, mastreago e (apparelho
SffJyVr sbt t*)testou lavrei este termo, no qual, depois de es do Recife, Olinda e circumvisinhas, nao admit- tal quai se acba tundeado.
Ildo se flrmou com as ditas testemunhas. tindo da mesma sorre a saa recepefo se nio aos
se
Eu Manoel Mara Itodrigues do Naselmeato, es- adultos, Isto aos maiores de seis annos, que se 1jE11.A^
crivio o escrevi Joaquim Jos da Fonseca, Claudia- moatfarera, por testados de lacerdotes, habilitados -\ /*. a~ irai ion
no da Silva Reg, Coholaoo de Abreu e Silva, com o sacramaoto exigido.
B lendo o aipplicaote prodotido soas testemu- Palacio episcopal da Soledade, 23 de margo de
nhas, sellados e preparados
os autos subiram a 1866.
O coaego Marcelino Antonio Bornellas.
Secretarlo do Mssado.
Exc. Rvma. o Sr. nispo diocesano, manda
inlia concluso, e nelles dei a sentenga do theor
seguinlo :
Procede a ju>(iflcaeag pela qual mostra se a- Sua
ebar-se ausente era lunar nao sabido o jusli- fazer publico, que no domingo da paschoa da re-
cado Jos Francisco Collares, e assim, mando que surreigo, depois da missa conventual da cathedral
seja citado por editos de trinia das para o fira re- de Olinda, dar a bengao papal a todos os eis : o
queml a folhas 2 ; paga* as cusas ex-causa. 1 para que possam lucrar as santas indulgencias de-
Recltt 13 Be fevereiro de 1866. Tristao de. verao preparar-so com os sacramentos da cooflsso^ D Cerca
IfltUi*1 Menear Araripe. e commonhao.
Por Torga daqual o referido escrivo fez passar j Palacio episcopal da Soledade, 23 de margo de
da barca JLney E. Ashbcj.)
HOJFo
Por intervwice do a^snte- P*nto no armatem do
bario do Livramento caes do Apollo. O Diario
de amnala designar a hora e a qdantidade pre-
cisa.
CONSULADO PROVlNClad Pres,>te edMal, pelo qaal chamo, cito e hei por
ftaiutiuiAiitn dn da l a ?t t9kialO20 citado o ditnpplieado^ara-^ue compareca nesto
donfdo da 24 !!.. l!, .'.*.'' 6?9i34066 ?o dentro do dito prazJliflmde allegar oque fr
128:1114986 E para que chegne ao conhecimento de todos
, maadei passar o presente que ser publicado pela
irotrensa e atflxadi nos lugares do costume.
Recife 17de fevereiro de 1066.
Eu Manoel Marte RoaYignes do Na-c ment, es-
crivo o subsoreri.
IVmIoo de Alencar Araripe,
O Dr. Tristao de AleQcar Araripe, oficial
da imperial < rdeta da Rosa ejuiz especial
do commercio nesta cidade do Recife de
Peroamboco per S. M. I-, etc.
Faco sabr aos que o presente edital vi-
ren e dele noticia tiverem que no dia 26
de marco do corrente anno
1866.
O conego Marcelino Antoaio Doraellas.
PRAgA DO RECITE
4 DE IARM BE ISWO.
A'S TRES HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios........Saccou-se sobre Londres de 27
Vi a 28 d. or 1*000, sobre Pa-
r a 340 rs. por fr. -. elevndo-
se a S? 70,000 os saques efec-
tuados para a Europa.
AlgoJo.........Vendeu-se o de Pernambuco do
164500 a 174700 por arroba, o
de Macei. posto a bordo, de1
. Pela inspectora da alfandega desla cidade, se
faz publico, que em virtod da porua da tnesou-
raria n. 28, de 22 do crreme, so precisa contratar
o concert de qae carece o cter Relmpago, em-
pregado no servigo d'esta repartigao; tudo de con-
formidade com o orgameoto, que ser presente aos
licitantes ; os quacs apresentaro a esta inspecto-
ra as snas propostas em cartas fechadas, isto at
o dia 13 deste mez.
Qaarta secgo da Alfandega de rernambuco, 24
de margo de 1866.
O escrtptoario
Joao de Assis Pereira Rocha.
Conselli de compras navaes
O conselho promove a compra no da 2a do cor-
ohjecios do material da
!SadT.eZdUSSegl|llte8
rejOO a 18*300.
Assucar........Venden-so o branco de 34300 a
!a7mbem7S.eoXT.^.'. f ^ venda a qaem m.is der em praCa
publica deste juizo o seguiote:
Duas canoas de carregar tijollos, sendo
SSdo de24O00 a 24300, e o **& >> ">>as por 180^000.
Urna dita de carreira em mao estado por
30,5000.
bruto de liC'.iO a 14800.
Agurdente.....Vendeu-se de 72*000 a 73*000
a pipa.
Couros ........Os soceos salgados venderara-
se de 140 a 130 rs. a libra.
Arroz..........O pilado da India vendeu-se a
3*030 a arroba.
Ateiledce......Vendeu-se o de Lisboa a 3*000
o galao.
Bacalbo.......Em atacado ultima venda foi de
17*600 a onrica, e a retal bo a
47* a dita; ha vendo um depo-
sito diminnto.
Banhadeporco.. Venden-se de 500 a 520 rs. a
boa
Batatas.........Venderara-se a 600 rs. o gieo.
Caf...........Vendeu-se de 54600 a 64400 a
arroba.
Cha............dem de 14700 a 24200 a libra.
Cerveja........Vendeu-se de 3*000 a 6*300 a
dazia de garrafas.
Farmha de trigo. A de Phiadelphia retalhoa-se de
24*000 a 25* por barrica, a de
22* a 23*. a da
LEILAO
de 500 caias eom cha en
peiTfio estar* (parte do carrega-
raeie da barca americana Lucv E.
Ashbey.)
Segunda-feir* S8 de mar?o as i I horas no
armazem do bario do Livramento.
John P. Ashbey, capito da barca americana L-
ea fi. \shbfij, naufragada oeste porto, ara leilo
com lic-nca do inspector da alfandega em proseo-
ca de um mpregad 1 da mesma reparligio para o
um nomeado, com asstslenei* do cnsul dos Fila-
dos Uaidos, por mtertttdgao Je agente Pinto, o por
conta e risco de quera perteneer de 400 a 508 cai-
xas com ca, tantas quantas forem precisas para
occorrer as despezas feitas pela mesma barca oes-
te porto, o leilo ser etfectuado as 41 horas em
ponto do dia 26 do corrale no armazem do sarao
do Livromeoto, cae do Apollo. _
trautraa ultima parte da i.1 e 1.a da 6*
lotera (5i), a beneficio da igreja de Nossa
Senhora do Livraoeoto do Recife (se antea
desse dia tiver seguido para o sul o vapor
ingle* que se espera da Europa) sendo a
extraegao no lugar e hora do costume.
Os bilhetes, meios e quintos achan-se
venda na respectiva thesouraria, ra do
Crespo n. 15
Os premios de 6VOOO0OOO at 104006
serlo pagos urna hora depois da extraccSo
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicaoa* aislas.
As encommendas sero guardadas so-
mente at a noUeda vospera da eatracoio.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigue de Sotua.
Francisco do Rogo llaia Bho do raajor Joio
Francisco do Reg Maja v para a Europa.
Jos Lopes uiae Peixoto e soa sennora reti-
rara se para Portugal a tratar de sua saude.
PROFESSOK 1 PIANO
Jos Coelho da Silva e Araujo conliua a
leccionar piano: na ra do Livramento n
2!, terefliro andar.
mmmmmmmm mmmmmn
u Dr. Fraucisco Pires Hachado
Portella
MEDICO E OPERArOR
PELA
Faculdatle de Parla.
eontinua na ejercicio da sua proflssao,
especialmente tas molestias de olhoo, de
vks trinarlas e do pello, para cujo tra-
tamenio jnlga-se nabihtado atienta-a pra-
tica adquirida nos hospitaes daqaella ca-
pital, e os instrumentos mais modernos
que possue.
Accode aromptamente a qualquer cha-
mado para Tora da cidade.
E encarrega-se de collocar olboa arli-
flciaes.
Mo pateo do Carmo n. 2, esquina da
roa de Hurtas, daa 6 as 10 horas da ma-
. uha, a das 3 as 5 ia Urde. M
8RRHBI 3aSI^'9m[9
60 travs de qoalidado do 32 a 34 palmos de
comprimento e 8 a 9 polegadas de grossura, 80
travs de qualidade de 40 a 43 palmos de compri-
dazias de
duzias
de limas triangulares de 40 a *6 polegalas, 20 car-
rinhos de mao, 16 duzias de tabeas de assoalbo de
louro, 10 duzias de tabeas de forro de amarello, j
Seiscadeiras de madeira de Jacaranda, SSttfflf """^ d9 amarel,e ,0 i
sendo duas em mo estado, por 24#000. Promove o cons'ettio a compra sob as condigSes I
Dous COOSlos da mesma madeira COm do estylo e vista de propostas recebidas naquelle i
tampos de pedra, ambos por 32-iOOO. I dia 24 do crrente raez at as 11 horas da maohaa.
Um sof' da mesma madeira por 25#000.
LEILAO
Detna caixa cem chapeas de manilha
IIO.IE.
1 !fo armazem do baro do Livramento.
Era conrtnuaoeo ao leilo do cha e por interven
aod(
gaodo agente Pisto.
LEILftO
Quatro cadeiras de bracos da mesma ma-
deira a OfHMX) cada ama.
Doos espelbos da mesma madeira, gran-
des, a 4C000 cada um.
Duas cadeiras de balando, de Jacaranda,
sendo usadas, por I.'-mXH) cada una.
Urna cmoda de amarello em bom estado
por 204OOO.
Urna marqueza usada por 4000.
Um aparador de amarello por 12(5000.
Tres camas de ferro em mo e tado a
: 54O0O cada urna.
Sala do consolho de compras navaes 19 de mar-
co de 1866.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos
De 50 caixas cora cbalas.
Ka-aTBS
O agente Pestaa fara' leilo por conta e risco
de ijuem perteneer de 50 catxae coa ceblas des-
embarcadas ltimamente em lotes a vontade dos
compndores : seronda f ira 26 do corrente pelas
10 horas da manha no arrrraiem do Annes.
Arremataco
Terga-feira 27 do corrente, depois da audiencia
do Or. joiz de orphios, vai pvaga de venda a
parte da casa terrea n. 19, outr'ora 25, com urna | Terga-feira 27 as 11 horas a ra
Leilo
53,

Feijo.

New-York de 225 a 23*. a
Riclimond de 22*000 a 23*000,
a rraaceza a 244000, e de 254 1 ello por 454000.
a 264oao a o> Trieote; dcandoi Os qttads forana pcahorados por execu-
B.deo^^ti!^a8na c5e &> Francisco Aiaas de Moraes Pires
fnJC oSu8 qna?2?|"ontra Francisco Botelho de Audrade.
8,000 da quinta, ao todo I5,6t>01 E nao liavendo lancador que cubra o
barrica?, inclusive doas carrega-' preco da avaliacio a arremata mentoscrregadps deTrieste, dous pelQ fnQ da ajjudicac5o na f6rma da le.
porta de frente e duas janella?, duas salas, tres
quartos, despensa, cozioha fra, quiotal murado,
cacimba raeetra, em solo foreiro, avaliada por
5394287, para pagamento dos credores do- finado
Joao Nepomuceno de Araujo.
Terga feira 27 do corrente, depois da audien-
cia de jais de paz da freguezia de S. Fre Pedro
Urna flMtt de iaotat' de midoira de ama- Goncalves do Recife, polas 41 horas da manha
,____inftn w rollo de fumo com 3 412 arroba penhorado a
Antonio Martina Lisboa, por execogao de Manoel
Alves Pereira.
da America o 300 barricas fran
cezas, chegadas esta semana.
Vendeu-se de 10*000 a 12*000 o
sacco.
dem a 7*550 a caixa.
A ingieza ordinaria vendeu-se
comlie por cont do premio so-
bre a factura.
Manteig.......Vendeu-se a ingieza a SM a II-1 ^ escribo, O subscrevi.
bra, e a franceza a 600 rs. a M^ de 4ewcar Araripe.
Fogo da China..
Louga..........
E para que ebegue ao conhecimento de
todos mandei passar o presente que ser
publicado pera imprensa e ailxado nos lu-
gares do costume.
Recife, 7 demarco de 1866.
Eu Manoel Mara Rodrigues da Nascimen-
Massa?......... Venderam-se a 7*500 a caixa.
Passas.........dem a 6*000 a onixa.
Presuntos.......Venderam-se a 16*000 por ar-
roba.
Queijos........Os flaraengos venderaffl-se de
4*750 a 1*800 cada um.
Sabao..........0 inglez vendeu-se a 150 rs. a
libra, e o do Mediterrneo 240
rs. dita.
Toucinho.......Vendeu-se o de Lisboa de 9*500
a 10*000 por arroba.
Vinagre........O de Portugal venden-se de 90*
a 110* a pipa.
Vrahos.........Venderara-se os de Lisboa de
180* a 190,5000 a pipa, e os de
outros paizes de 145* a 1709 a
dita.
Velas.......... As de composigo venderara-se
de 600 a 650 rs. por pocote' i
seis velas.
Desconto.......O rebate de letras regoJod a
12 por cento ao anno.
Frete?.......... Para Liverpool 1 d. e 1 d. X Por
8 /. a vapor, 1 d. sem primagem
o 4 d. 5 f, arela, para o Canal,
50 d. a 52/6 por tonelada 5 %.
pan Bareoioaa t d. % por MhW
5 por cont.
m
.OTIMENTO Di PORTO
iVarios entrador na da 24.
JtiarfJranSw do 9ul22 das, asenta nacional For-
*>, de 164 toneladas, capttao Aotonio Pnrncis-
co de S)oza, eqnipagern v carga8O1IOO arrobas
de carne; a Amorim Irma.
Umrpool 33 dhrs, barca ingieza ffdifn afanon,
3i7 toneladas, capillo Mfcrtefl, eqnipagern II,
carga eirvao; a Wilson 4 Hett.
Haaborgo 92 das, escuna hauoveriana Jacobus,
de 12 toneladas, capito I. Laoker, equtpagemj
7, carga iazendas e oatros gneros; a Manoel
Joaquim Ramos e Silva 4 Genros.
Trieste 6 das, brgoe austraco Bernja Caboga,
de 26?'loneladas, capItSo L. Claich, eqalpagem
11, carga 2085 barricas com farfnh de trigo e
ootroi gneros; a N. O. Bieber & 0.
H no me sino da.
Rio da Prata 10 nacional Mana Thereza, c-
pitao Jo.' taAraojo, carga assucar.
Rio dn Jweirc He nacional Piedade, capi-
to Jos !*aona, carga assucar o ou-
tros '^efl^^H
Partos do liorte Vapor nacionah Mimanguape,
commaadanle Mello, earga differentes gneros'
Navio takiit no dia 25.
Acarac -Palhabote nacional Sbrateme, capito
*-

DECLARACOES
MISOS MBITHQS
COM PA XIIIA BRASILEIR.1
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portes do norte
at o da 3 de abril o vapor
Sania Cruz, commandaote Carlos
Gomes, o qaal depois da demora
do cosame seguir' para os por-
os do sol.
Desde ja recetem-se passageiro3 e engaja-se a
carga qae o vapor poder cooduzir, a qaal devera'
ser embarcada ao dia de sua chegada, encommen-
das e dinbeiro a (rete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia roa da Cruz o. i, escriptorio de An-
tonio Luiz deOliveira AzeveOo & C
COlfANHl! BR4SILEIRA
DE -
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sol esperado
at o dia 30 do corrente o vapor
Cruzeiro do Sul, commandaote
Alcofbrado, o qaal depois da de-
mora do costume, seguir pira
le.
Recebem-se pas'sflgetros e engaja-se a carga que
o vapor poder condazir a qual dever ser embar-
cada no dia de saa chegada ; encommendas e di-
acquisico das materias primas des- nheiro a frete al o dia da sahida as I horas
Exposicao dos productos a-
gricoias e iadustriaes da
provincia.
A commissSo incumbida "de dirigiros ne-
godos da exposico desta previncia, previ-;
ne aos artistas que desejarem concorrer com i
os seos productos mesma exposicSo, e ____
que n5o o possam fazer por falta de recur- os portas
que devem dirigr-se ao secretario da
isso para obterem os auxilios neces*
primeiro andar.
PELO AGENTE EZEBIO.
Ue 12 ternos de pedra superior raarraore para
consolos.
De urna roobilia nova de Jacaranda tampos de pe-
dra.
De urna meia agua n. 1 dentro do becco da As-
sumpeao.
Do sobrado n. 27 silo a ra da Hoeda.
E dividas no valor de 991:700 rs.
Por mandado do lllra. Sr. Dr. juiz especial do
commercio, a requerimento de credores se vender'
as dividas di massa de Jos Antoaio Domingues
de Fi/ueireda na valor de 99*5700 rs., provenien-
te de charutos, fumo e cigarros uo armazem n. 2,
sito a' ra aa Madre de Dos, a rejaca > esto no
escriptorio do referido agente.
tinadas aos ditos productos.
Sala da commissao 15 de margo de 1866.
?> secretario,
Manoel Bnarque de Macedo.
SftntarCasa de Misericordia do
A junta adrnrnistrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife manda convidar as pesadas que
qaiierem tapaV o arrombo e a porta d'agaa do vi-
veiro da ilha do Nogueira a comporecerem ni sa-
la das ssssoes da mesma no da 26 do correte pe-
las % horas da larde com suas propostas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 12 dfe marco de 1866.
O amanuense,
Francisco Gomes Castellao.
.-
agencia ra da Cruz n. 4, eecrlptorio de Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo A C.
Para o Rio de Janeiro
Pretende seguir com rauila brevidade o palha-
bote nacional PIEDADE, lem doas tercos do seo
carregamento tratado, para o reste que Ihe falta
trata se com os seas consignatarios Antonio Luiz
da Oliveira Ate vedo'de' C, no
ca Cruz n. 4.
sea escriptorio ra
Tribunal do commercM)
Pela secretaria do tribunal do commercio
Peraamtaco se faz publico que em sessao do mes-
mo tribunal de 12 dn torrente foi considerado va-
go o offlcio de corretor dosta praca, qoe exercia
Fredenco Lopes GuimarSas, o qaal o abandoaon,
e qao a flanea prestada em favor do mesmo cor-
retor persiste por seis mezes, contados deso data ;
e que flea marcado o preso d> 60 das, para dentro
del les se babilitarem os concor rentes ao referio
offlcio.
Secretaria do tribunal do eoramercio de Per-
nambuco 13 de marco de 1866.
O offlcial-maior
Julio Gnl maraes.
lllm. Sr. capito do porto manda convidar
em vista do dispasto ao ari. 41 do regtamento das
Para a Bakia
Pretende seguir com malta brevidade o palha-
bote nacional Dous Amigos, tera parte do sea car-
regamento prompto para o resto qa* ihe falla tra-
ta-se cora es seu- consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C no sea escriptorio ra da
Cruz n. 4.
Para a Baha pretende sabir com malta bre-
] vidade o veleiro patacho Santo Antonio, por ter a
de raaior parte d carga tratada, e para o pouco qoe
Ihe falla trata-se com o consignatario Joaquim Jos
Goncalvas Btltro : na ra do Vigario n. 47 pri-
meiro andar. *
"TortoT
Vai sahir em poucos das por ter a carga
omptaabarca porlugueza LIMA I, rece-
passageifos para os qaaes tem boas ac-
commodacoes e ptimo tratamento; quem
pretender dirijase aos consignatarios Car-
valho 4 Nogueira na rta do Apollo n. 20
on ao capito na praca.
Leilo.
Terca -reir 27 de marco as ti horas raa da Ca-
deia n. 55, primeiro andar.
Pelo agente Euzeblo.
Por mandado do IIIm. Sr. Dr. Joao Antonio de
Araujo Frenas Henriqoes, joiz de direlto da ori-
eir vara e autorisaeo da directora da caixa fi-
lial se vender em leilo os predios :
Casa terrea n. 2 detronte da fabrica de sabio na
ra do Bram, com 3 portas de frente sem divitao
interna, qaintal morado, alm de grande terreno
extra muros ateo aliohamento do novo caes pro-
jectado.
D8 am sitio era Bemflea'Passagem da Magdalena
propriedade que foi (2/3) do fallecido Sebastiao
Jos da Silva, sobrado de om andar e soto, com
5 portas, frente cerca de 50 palmos e 410 de fun-
do, com salas e qaartos para numerosa famftia,
alera de diversos quartos externos mdependentes
da casa, latada de (erro, jardiro, casa de banbo
particular e outras nemfeitoria-, grande bafxa de
capim. vantagens reeonhecidas que so com a vista
satisfarao aos pretendentes.
-------------------------------------------;------------------ ------' -XJ '
f'De movis, prata, crystws, loaea e omites
objectos.
Amanha 11 do corrente as 11 horas.
NO ARMAZEM A RA DA CADEIA N. 29.
Cordelro lines
por conta e risco de quena perteneer Tara' leilo
de urna mobiliade Jacaranda'e urna de amarello,
1 rico (oilet de Jacaranda a Luiz XV, i mesa els-
tica de 6 taboas e outra de 3 taboas, 1 cama fran-
ceza, 1 marquesao, mesas, cadeiras e outros ami-
tos movis novos e usados, 4 apparelho de jamar
de porcellana fino e 4 dito azul, prata, calixes.
compoteiras, copos, garrafas de crjatal e outros
mallos arngos que se torna enfadonho. mencionar.
"Leilo
. De 40 barris com pescada.
Terca-feira 11 do corrente.
O agente Pestaa fara' leilo por conta e rlseo
de quem perteneer do 40 barris com Deseada mul-
to fresca, viudos pelo vapor inglez GLADIATOR,
serlo vendidos era um ou mais Toles a vontade dos
compradores : terca-fei 27 do corrente pelas 41
horas da msnnSa no armazem do Sr. Annes, de-
fronte da alfandega.
De mobiliis, muitos trastes avulso*, objectos deoa-
ro e prata, 1 cavallo de sella, grande qoaotida-
do de pedra marmore pretas e brancas, cryslaes
e muitos artigos'que se torna enfadonho men
cionar.
Qoaria-feira 28 t!o corrente as 11 horas.
NO GRANDE ARMAZEM DO *GBNTE
OLYMPIO
FUGA
Desapparetten da rna da Bsperanca casa n. 7,
ao dia 14 do corrente urna cabra (hizo) toda pre-
ta e aigoroas maihae na barriga, tem urna orelha
trincada e outra furada : qaem achoa qaoira en-
tregar na mesma casa cima, que sera' recompen-
sado, oo de declarar on le esta' o dito animal.
O primeiro tenenre Ernesto Ignacio Car-
dim, o Dr. Joo Bezerra de Mello e D. Maria
Francisca Rezerra de Mello, tutor e irmos
da fallecida O. Candida Rosa Bezerra do
Mello, agradecen) as pessoas de saa amizade,
o cartdoso obsequie de acenrpanharera ao
cemiterio publico os restos mortaes de saa
estimada tutelada e irmaa, assegarando-ihes
eterno reconheciraonto.
Antonio Alves da Fon-eca, Antonio Al-
ves da Fonseca Jnior, Jo.- Marcelino Alves
da Fonseca, Fre Ludagero do SS. Nome de
Mara, Thereza de Jess Fonseca (ausente),
Joonna Alves da Fonseea e Gertrndes Alves
da Fonseca, marido e lilhos da finada D. Isa-
bel Feliciana d-ts Anjos Fonseca, cordialmen-
te agradecera a todos os seas amigos qoe
comparecern) no dia 23 do corrente mez as
exequias feitas aos restos mortaes de dita fi-
nada e acompanbaram at o cemiterio publi-
co, com especialidade ao Rvd. guardio do
convento de S. Francisco e seus religiosos,
e ao irmao ministro actual Adriano Xavier
Pereira de Brito, e aos ex ministros Flix
Francisco de Sooza Magilhes, Justino Pe-
reira de Fana, Aotonio Ramos, Manoel Gon-
calves Ferreira e Silva e Manoel Ferreira
Antones Villana, pelas maneiras obsequiosas
e religiosas porque se prestaran). E convi-
dan) a lodos os prenles e amigos para ou-
vlrem a missa de stimo dia, que ter lugar
no dia 28 do carrete pelas 7 horas da ma-
nha na igreja do convento de S Francisco.
Eogeno Goncalves Casco manda celebrar
na matriz da Roa-Vista urna missa pelo re-
pooso eterno de soa presada rai Maria Fe-
lisraina da Asaompcia Casco, as 8 horas da
manha do dia 27 do corrente anniversario
do fallecimento da mesma, no Rio Grande do
Sal, e convida aos seus parales o amigos
para assistirem a este acto de nossa rellgio.
FLORES DAOlTE

Lisboa, Porto, Ilha de S.
Janeiro.
Miguel e Rio de
Prerisa-se de ama ama que saiba cozonhar o
comprar : na roa da Cruz n. 86. primeiro andar.
Hoje o Mnilea deposito de louea
da fabrica da Barbalho
Caba
Est estabelecido no pateo de Y S. do Terco a.
12 qae ate agora era oo mesmo pateo o. 139, qae ,
(ora grande eorlimeuio de louga que vende maia ba-
rato 40 a M por cento do que era ouira qualquer
parte tambe* faz sciente aos sena freguexes qae
raandoa fazer urna porcao de canos para agua qae
vai veedor por prego atao mdico e tem lolas
de tod ^aMMades. ^.________________
Qaem ti ver para alagar ama negra qoetai-
ba eniomraar dirija-sea roa dd Trapiche n. 4%,
segn Jo andar, oaanouucie par ser procurado.
Marlnho, interprete do com inercia, rae do
Vigario n. 21. ____
Precisa-e de um
taberna, de idade de tO
Esperanca n. 41.
menino para calieiro de
a 15 annos : na roa da
Esta para se alagar a casa da rna
bin. 30 ; a tratar na ra da Imperairiz
mero 28.
do Tam-
loja nu-
Innanilade i a fregaezia da Boa-Vista.
Teodo a nossa Irm^ndade de levar em solemne
irocisso, o Senhor SatKissimo Sacramento aos en-
fermos, pelas 7 horas d'arranhS, do i a^aaeta- let-
ra 28 do corrente roer, donvida por isse a todos os
nossos irmaos para que compareca na nossa igre-
ja matriz no rndiesdo dia e hora, afira de encerpo
rados acompantiarem a dita proci-sao.
Consistorio, 22 de marco de 1866.
O escrivo,
Manoel Polycarpo Moreira d'Azavedj-

IICi'M
!
Os herdeiros de Feliciano Augusto de Vascon-
celos vendem o sitio que tries pertence da roa do
Mondego n. 24 : a tratar cora os mesmos herdeiros
no indicado sitio, a qoalquer hora do da._______
O aboixo assignado leado deisado de em-
prestar drahelros sobre penhores, desde que ess
geuero de tran>accoes (o prohikio, e leudo atnda
em seu poder algutnas otiras de oaro, roga s|ies-
soas a qaem ellas pertengam, qtfe as venbam pro-
curar em seu estabelecimento na fu dos Ojuarteis
ns. 17 e 19.
Bernardo Alves Piaheir .
GASA DA FORTOiU
Aos 6:000*000.
Bllhedea a ara
A' RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTUME
O abaixoassignadovendeu nos seas muitofeii-
ses niIhetes garantidos da lotera que se acabou
de extrahir, a beneficio do theatro de Santa Isa-
bel, os segaiotes premios:
N. 1405 bilhete inMro cora a son de 6:000.
N. 3316 ara" meio eom a sorte de 1:2004.
N. 3841 am meio com a sorte de 200*.
B outras muitas sortes de 1004, 404, 204.
Ospossuidores podem virreceper seus respec-
tivos premios sernos descontos das leisnacasa
da Fortuna raa da Crespo n. 23.
A-eham-se a venda os da ultima parte da 4*
e 1- da 2' lotera (o'i-) beneficio da igreja de
N. S do Livameoto do Recife, que se extrahira*
qaarta feira 28 do torrente.
PRECO.
Bilhetes.....6400
Meios......34000
Quiutos.....14200
Para as pessoas que eomerarem de ItOjOOO
para cima.
Bilhetes.....34500
Meios......47S0
Quintos.....14400
Manoel Martins Fidza.
aLF.WGA
A capatazia da alfandega precisa de serventes
para o servico da mesma, vencendo a diaria do 24:
as pessoas que pretenderen) servir na mesma ca-
patazia devero apresentar-se a' porta da alfande-
ga, as 8 horas da manha em ponto. Alfandega
de Pernambuco 23 de marco de 1866.
O administrador
_______ Joao Athanasio Botelno.
Associaco ommercial Beneficent?
Nao se tendo reunido numero snfficiente dos
senhores associados para a reuniad da assembla
geral desta associaco. convocada para boje, a di-
recQo convida de novo aos senhores associados
para o dia 26 do corrente, as 2 horas da' tarde, e
que se constituir com o numero que comparecer,
segundo determina o art. 21 dos estatutos.
Associaco Comraercial Beneficenie d) Pernam-
buco 23 de marco de 1866.
Candido C. G. Alcoforado
Secrelario.
POEZI1S
DE
LYCURGO J. H. DE PAIVA.
Um volume formato em 4* em brechura. com o
retrato do autor. Assigoa-se na livraria franceza
dos Srs Garrauxde Lailhacir 4 C a ra do Cres-
po n. 9.. Preco 34-________________________
Aloga-se um moleque para criado em casa
de hornera solteiroe vndese um ouiro bonita fi-
gura para engenho cora 13 annos de idade : no
Corredor do Hispo o. 48, a tratara qualqaer nasa,
tambera se vaode am p langa i m mnito em con.
Antonio Moreira Res, previne as pessoas a
quem elle costamava a mandar peixe na Quarta-
feya de irevas, que este anno deixa de fazer em
razao da chela que hoove a poucos diae, ihe haver
arrorabado o viveiro e o peixe ter fgido.
Arrenda-se ama das ohrias' da propriedade
de Sania-Aooa, a' margem do rio Capibaribe eom
casa de viveuda, c >m o seu competente forno e
embarque para lyjollos ao lado do mesmo em ama
camba ; quem a pretender pede dirigirse a mes-1
ma propriedade que acharaa com quem tractar. -^
Alnga-se o primeiro andar da casa n. 69 da I
ra do Rangel : a tratar-se na mesma roa n. 77
taberna.
Manoel de MesquitaCardoso retira-se paran!
Europa deixando por seu advogado o Sr. Dr. Jos j
Bernardo GalvSo Alcoforado e procarador o Sr. i
Rodolpho Joao Barata de Alaeida.
Precisase de ama ama forra ou captiva, para
cosinha e mais sorvico interno de nma casa de
familia ; na ra Direita n. 91 i. andar.
Offerece-se um moco com algumas nabita-
Qes para caixeiro de escrlpturagao, ou mesmo
balea o ; quem precizar annuncie por este. Diario.
Precisa-se de um caixeiro de 44 a 16
para taberna na ra do Mondego o* 97.
annos,
AMASSAMR.
Precisa se de om amacador, na padaria da
dos Pires n. 42.
-a-
rua
AfflN(A0
Pergunta harinoaiosa.
Quera se livrara' dos couces de ara animal pre-
venido ?
O cavallo trluraphante.
Agencia de passaporte.
Claadino do Reg Lima despachante de passa-
porte e portarlas, tira os para dentro e fura do im-
perio por ejmmodo pre?o 8 presteza. : na ruada
Praia primeiro andar o. 47.
Lote ia.
O bilhete loteiro garantido o. 1403 cora a sorte
de 60004, foi vendido na feliz ioja da ra Nova
n. 5*.
Joo da Silva Ramos, mdico
pala universida ie de Coimbra, d
consultas em sua casa das 9 as
11 horas da manbla, e das 4 as 6
da tarde. Visita os doentes em suaslj
casas regatarmeote as horas para
isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, qae serto soccorridos em
qualquer occasio. D consultas aos
pobres que o procuraren) no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
mauba,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, aiuda mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apropriados e nelia pratica qualquer
opperacSo cirurgica.
Para a casa de sade.
Prmeira classe. .33000 diarios.
Segunda dita....30500
Terceira dita .24000
Este estahelecimente j*bem
acreditado pelos bons servio que
tem prestado.
O propietario espera que elle
continu a merecer a confiaoca de
que sempre tem goxado.
F
oar
48 Praea m c
48
AI|a-S-oa permolase
Pon dTJcWa
n.2.
.- ., OMbrado amarello da no armazem daJola amatelia no oito da seeneta-
a tractar na raa do Imperador ria da polica, Tecebem-se encommendas de toga
; do ar para dentro e fonda provincia.





MSBSSSSSSSSSSSSl
sssssa
BU
PWtf^^W"11^ **""* Jf||l.M4flPi4e 1866
^v
FABRICA VAPOR
09 RA DO MONDEGO 99
Deposito na ma Nev 3 loja de relojoefro.
Delouche dooos deste estibelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa-
brica est montada com as melhores machinas qoe existem ni Europa, e que pode
fabricarcom melbor perfeigao possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e
puro, o que n3o se pode encontrar naquelle que vem de fra, e que se vende por preco
baixo, visto os productos serem do paiz. Na.etiqceta teta sempre urna aguia.
PRECO.
Meia libra......... 400
Urna libra.......... 600
Urna arroba........190000
Na mesma fabrica acaba de se montar urna ofQcina com serrara a vapor paral
obras de marcinejria propria para edificio, para o que encarreg i-se de fazer portas, ja?
dellas, assoalhos (parqu francez como se usa na Europa,) earmacoes, tudo com brev-
nade e perfeicao. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade, entregando-se
prompta a collar-se no lugar.
ITARIA DOS M1ZES
Compaiihia* geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PEJU) REAL DECRETO DE 2i DE DEZEMBRO DE 1859
Una lauca em dinheiro, depositada, nos cofres do estado, garante a boa ad-
Hiniatraco da compaihia.
BANQUE1R08 DA COMPANHIA* WRECCO GERAL
O naneo de Hespanha Madrid: Ra do Prado n. IO
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia dos sega
os sobre a vida.
Nella pode se taier a subsfiripco de maneira que em nenhum
forado se perca o capital oem os juros correspondentes a estes.
Sao to suprehendentes os resaludos que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,que ainda mesmo dimlnuindo ama terca parte do interesse produzido em recentes liquida-
ces ecombinando-o com a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia
para seus calctrtos e liquidacSes, em segurados de idade de 3 al9 annos, urna imposico annua.
de 100J produz em effectivo metlico:
mmm......... *mm.. .,;. No fia do 8 annos.......1:119*300
de 10........3:942*600
de 18 i.......U:JO8*2O0
de 20........30:286*000
M .de 28 ........ 80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospectw e mais informales serao prestadas pelo sub-director nesu provincia,
oa qajm Fiaz deOliveira, roadaCadeia n. 82, ou a Boa-Vista ra da Imperatrii n. 12, estabeleci-
mento dos Srs. Raymundo, Carlos.Leite k Irmo.
TINTURARA
AO GRANDE 8. MAURICIO
DE

tOEJLHO Ra da Cruz n. 16.
Continua a haver diariamente um sortimento de pastis, podios, bolos ingleses,
empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-se as melhores condicSes
de poder satisfazer encommendas concernentes soa arle, em consequencia do socio
Freitas ter sido administrador ebefe de algumas das princii aes fabricas Da corte, sendo
urna a do Sr. Joao Goncalves GuimarSes (confeitaria de Leo) antiga casa de Carceller.
Todos os trabamos sao differentes dos que se fazem em casas particulares.
Os proprietarios deste estabelecimento nao se tem poupado a despezas, nem se
pouparao, se houver concorrencia como esperam ; tendo continuadamente bom sorti-
mento de doces para cha; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar annos em perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objeclos; ban-
dijas ricamente enfeitadas sem armacao pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, pSes de l enfeitados com disticos anlogos a qualquer fim; ditos montados,
kechs simples e eafeitados com fructas ingleza; gatheaox de la reine, ditos de le d-
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne: cremes e doces de ovos
de differentes especies.
Tambem tem um completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vinho
do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeaux, Champagne fino, ser-
veja, licores, charapes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con-
feitos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
ondicionar tanto para a provincia, como para fra.
k K K w FIGURAS
Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos pira
PltOCESSOS APERFEI^OAUOS
PARA
Tlnglr, llmpar e lastrar a vapor.
F. A. SALN URE & C.
29 Kua 7 de setembro 29
Defrotte 4a roa nova do Oovidor (Rio de Janeiro)
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Brasil, por I
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na'
Europa, eajudados por alguns dos melhores officiaes de Paris e Ly5o, podem assego-j
rar seus freguezes urna perfeicao no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavara, limpam e demofam com a mai-T perfeicSo e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, liram nodoas e limpam secco sem molliar as sedas e as vestimen-
tas de senboras e de liomens.
DE
FAZENDA E ROPA FEITA
HITA MOTA Y. 34.
Reg & Moura, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita ra Nova
j n. 24, verdaderamente penhorados e reconheciilos para com seus amigos e freguezes, I
-i^M^
tos de doces finos, tudo por precos razoaveis.
Vende-se licores em duzia muito em conta.

A OAHESMA
Acabam de receber G. Paes do Amaral & C.
5 RA DO CRESPO 5
Autiga casa de nilherme da Silva Gulmaries
Ricos cortes de vestidos de gros-de-naples preto, com lindas barras bordadas.
Moire-antique preto era cortes e em pecas, liso, ondeado e com palmas.
Gros-de-naples preto, de diversos precos e larguras.
Gorguraj preto, fazenda superior a todas pela qualidade, e bonito tecido.
Este estabelecimento
acha-se sonido com numerosa quantidade de filos pretos, de algod5), de linho e de se-
da, manufactura ios em
ckales
retondas
algerienes fbpurnus)
anamites
africaines
pompadour
DE FANTHASIA
Receberam tambem bonitos cortes de popeline de listras de cores, e matisadas,
muito modernas, de gostos inteiramentenovos; e outras muitas fazendas de goslo, viu-
das pelo ultimo vapor.
G. P. 1IO AM.IKAL

ram para sciencia daquelles que o qaWerem honrar com seus officios, que, em vista da
grande concuwsucia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no que '
relativo a roupt feita; acabam de admtir para a sua officina de alfaiate maior numero
de artistas, inlusiveoseu contrameslre, dirigido pelo hbil mesire Lauriauo Jos de
Barros, o qual nao se poupa a exforcos para satisfazer com a presteza possivel qualquer
obra de encommenda.
Os mesmos annunciam aos seus freguezes que acabam de comprar um novo e
muito variado sortimento de fazendas fin as e de bom gosto, proprias para o tempo da
quaresma, as quaes esto dispostos a vender por precos muito coramodos e mais barato
que em outra qualquer parte.
Como sempre escusamos essa enfadonha prolixidade dos annuncios bombsti-
cos ; preferimos mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos que nutrimos
para bem servirmos quelles que vierem ao nosso reclamo.


.
Companhia fidelidade de seguros
maritimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES EM PERNAMBCCO
Antonio Liiiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de,.toraam seguros de navios, mercade-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Crui n. 1.




5 RA DO CRESPO 5
DE
DE
L VIGNES.
M. 55. RA DO IMPERADOR Jtf. 55.
s pianos desta antiga fabrica sao hoje asss conhecidos para que seja necessano insistir sobre a
toa supenoridade, vantugense garantas queofferecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
tulado um teclado e macbinismo que obedecem a todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
aunca falbar, por serem fabricados de proposito, ter-se feito ltimamente melboramentos Importan-
tsimos para o clima deste paiz ; quanto as vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, Unto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foraffi sempre premiados em todas as exposiedes.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um eiplendido e variado sortimento de msicas dos
melhores autores da Europa,-ssim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
precos commodos e razoaveis.
O Dr. Carollno Francisco de Lima San-
tos contina a morar na roa do Impera-
dor D. 17, segando andar, tendo alias sen
gabinete de consultas medicas, logo ao
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estudo tanto das operares como das mo-
lestias internas, presta-se a qnalquer cha-
mado, quer para dentro quer para fra
da cidade.
Cosinheiro.
PECHIiNCIIA SEM IGUAL .
Ricos cortes de gorgoro de seda pretos adamascados para vestido com 13 metros
ou 18 a O covados cada orte, largura de chita franceza. pelo baratisslmo preco de 804
cada corte : na loja das columnas da ra do Crespo n. 13 de Antonio Crrela de Vascon-
celos & C.
Precisa-se de um cosinbeiro que seja escravo a
na roa Nova n. 60, armazem da Liga.
O Sr. Francisco Jos de Freitas Gui-
mares, queira ter a bendade deappare-
cer na livraria n. 8 da praca da Indepen-
dencia.
Em casa de Theod Christiansen, roa do Tra-
piche-novo n. 16, nico -agente no norte do Brasil,
de Brandenburg frres, Bordeaux, encontra soief-
fectivamente deposito dos artigos eeguintes:
St. Julien.
Si. Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Cbaleau Margaux.
Grand vin Chatean Lafltte 1858.
Chateau Latine.
Haut Saoternes.
Chatean Sauternes.
Chateau Lataur Blancbe.
Chateau Yqaera.
Cognac em tres qualidade?.
Azeile doce. Precos de Bordeaux.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
\ i da nesta praca, toma segaros maritimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias :
na ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Na praca daIndependencr~733,~lo)a de
ourives, compra-se ouro, prata, e podras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e aoalqner concert.
Aluga-se o 3 andar do sobrado sito na ra
Imperial n. 1, com commodos sofflcientes para fa-
milia e por preco razoavel: a tratar no 1 andar
do mesmo sobrado. _^_.______
Lavam-se chapeos de palha para se-
nhora e do Chili para horaem e se informam
pelo systhema moderno: na ra da Impc-
ratriz n. 28, loja. _______________
Offerece-se dous engenbos moentes e, cor-
renles com agua a quem qulzer arrendar ou' com-
prar, sendo um na freguezia de Santo Anulo dis-
tante da cidade da Victoria 1 leguas e 3 para a es-
cao de Frexeiras, boa cata de vivenda, senzala,
cercado em valado e muita mata, e montado do
necessario como seja casa para bagasso e estufa.
Outro na freguezia de Ipojoca distante duas leguas
e meia para a estacao da Escada : quem pretender
dirija-se ao engenho Sibir da Serra oa da Atha-
lala que achara' com quem tratar^____________
Thereza de Jess Ribeiro Campos, parteira
examinada, moradora no pateo do Hospital a 26
annos, defronte do oito da reflnacao, casa n. 5,
faz sciente ao respeitavel poblioo que continua sua
morada na mesma casa- 9
INJECCAO e CAPSULAS
JVEGETAES aoMATI W
GRIMAULT&GLPrtARMACEUTICOSEMPABIS
Noto tratamenlo prepsrado com as folhas de Matico, rtore do Per, para a cura rpida e nfallivel
da Gonorrhea sem reccio algum da contrae^io do canal ou da inflammacao dos intestinos. O celebre
doutor Ricord, de Paris, terrenonciado, desde sua apparicao, ao emprego de qualquer outro tra-
lamento. Emprega-se a njtcfio no comcro de fluxo; as capsulas em todos os casos ebronicos inTe-
terados, que retistiro s preparares do copaba, cubeb* e as njecefles com base metallica.
enosito em Parit. 45, ru Richelieu.
INJECTION BROU
ralcnlca luraliuti e Preacrvatlva, absoluiaun-mu a uuica uuc cura kbi ueulium addi
as prineiiMe boueui do mundo. ( Exigir a inslrucc.o do uso). (M unos de cxuncia.) -ari, em casa
do latenlor OD, bonlerard Magenu. /.,-.



H No sobrado da roa Nova n. 56, aluga-
2 se ou compra-se urna escrava que seja
t perfeita engommadeira. jp
ttffn^ mmmmmmwm
lagonima-se
com asselo, promptidao e pre(js razoaveis: na roa
Augusta no, loja.
Precisa-se alugarum sitio peno da cidade,
agradando paga-se bem : quem iiver queira ter a
bondade de apparecer no armazem da ra da Ca-
deia n. 36.
Luvasde pellica prieta* e ou
tras core.
Chegaram para a loja de miadezas a ra do
gueimado n. 16.
Joo Marpues de Sooza CenUnho comprou a
taberna da roa dos Coelnos com quina para a rna
do Jasmim, perteocente ao Sr. Joao Antonio Aives,
livre e desembaracada de todo e qualquer debito.
Manuel Jos Moreira, amigo negociante de
gneros de estiva ne*ta cidade, e presentemente
\ sob a Arma de Moreira & Braga, recommenda ao
O hospital portugus de beneficencia precisa Sr. passageiro que veio do Porto na Sympathia
de um enfermeiro : qoem se jnlgar habilitado e (Uanoel los Moreira), que para evitar algum
quizer contratar-se dirija-se ao Sr. provedor An-, equivoco para o futuro, altere o seu nome, fazendo
tonio I opes Pereira de Mello ou ao secretario Joio publico por este jornal.
Pereira RabelloBraga. j -ZT^SWi%ieorraate d'esapparecea dosillo
i do Arraial, onde ootr'ort aoroo o Dr. Thom Ma-
Antonio Luiz de Ollveira Azevedo & C. tem deira, urna vacca e urna cria sendo a vacca ver-
para vender no seo escriptorio, ra da Craza, i, inelha e tendo a cauda cortada : quera a pren-
vinho do Porto em caixa de duzia, fio hamborguez, j der oo delta der-noticia' qoeira dlrffrr-se ao mes-
cola da Baha superior. uto sitio qoe era' generosamente graOflcade.
N. 0. Bleber & C, sucessores, sa-
cam sobre o Rio de Janeiro a vista on a pra-
zo conforme se convencionar.___________
Deseja-se comprar orna negrinba de 1 a 2
annos de idade : a tratar no becco do Pombal,
casa de frente encarnada.
Urna senbora viuva de maior idade e bons
costumes, se offerece para fazer companhia i al-
guma senbora, ou familia honesta, a qual da nesta
cidade o conhecimento de moitas pessoas; na roa
de Hurlas n. 8.
AUeaco.

StSmssga
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. JMAIRER i i\
PERNAMBVCO
I-^ta tinta recommenda-se pela sua com-
posica e diuidez como a mellior e a mais
segura d todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao ataca as pennas de ac, da at
'tres excellentes copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e prfeferivel a qual-
quer outras tintas particularmente para
livros do commercio,-documentos etc de
que se careea longa conservaca.

f


r i
Pernambuco, ra Nova n. 18 pharmacia franceza de
P. MAURER & L
i
Na ra do Imperador n. 17. segando andar, pre-
cisa se de um criado cosinbeiro da bons loslomes.
Precisa-se de orna pessoa para entrar de so-
ciedade em urna taberna : a tratar na ra do Hos-
picio n. 28. ____________
D-se sociedade em urna taberna que esta'
bem afreguezada para a trra a quem entrar com
nm cont de rls: quem quizer fazer este negocio
PERFUMERA da casa oger
Bouievart Sebastopol, 56, I*ar*l5B.
Des medalhas, a condecoracao da Legin
d'honneur e a grande reputacao que tem lhe
dado o publico, taes sao as recompensas que os
serricos. prestados a industria merecerao a
esu importante casa desde sua fundacao em
1804.
N'um sortimento de mais de 500 artigos,
as pessoas elegantes escolherao os seguintes:
ROSEE DU paradis, extracto superfino
para lenco.
POMMADA CEPHALIQUE contra a caJ-
vicia.
AGUA VERBENA para o toucador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE PLANTAS HYGIENICAS.
TINTURA VIRGINALE de beijoim.
ROSEE DE LYS, verdadeira agua de
Jouvencio.
CREME LABIALE de sueco de Rosas.
pommada velours para amaoiar a
pelle.
ELIXIR ODONTOPHILE.
SABAO dedicad* as damas americanas.
SABAO de bouquet de Franca.
d* de flores de alcea rosea.
d* de flores printanieres.
d* de bouquet do outono.
d* di perfumes exticos.
d* aurora, dedicado aos dedos cor de
' rosa.
d* de flores das montanhas.
d* de cheiro de foins nouveaux.
d' de bluets cheirosos.
d* de althea balsmica.
d* diapr, caixa rica, tuttesia peri-
sience.
Aos senhore armadlores
Palmas de flores de diversas qualidades para or-
nar sepulchroe porcSo de dhalias rdxas e rosas
s*2=; s sa*- ,*>_ ffsar f?issfs?i! sss
AMA
olha para casa de deleocao em carta fechada com
as iniclaes M. A. G. S.
as Cinco Ponas n. 128, precia-se de urna
ama secca para casa de familia que faca todo ser-
vico.
do que em qualquer onlra parte.
Na praca da Independencia livraria n. 8,
existe urna carta par* o Sr. Dr. Candido Casado
i Lima.
Precisa se de urna anu i corionar e
comprar, paga se bem: i lugar da Caponga, por-
to do Jacobina, ou ra das Pernamliucanas, sitio
que foi do finado padre mesire Capristano.
Precisa-se alugar ama ama para comprar e
cottaiur: a tratar na roa do Apollo d, 9.



y


v '


co -- Segunda felra de Harc 4c. 1866.
A LE8ITIMA
SAISAPARRILHA
GARRAUX DE LAILBACAR & C.
LIBRAIRIE F
SE
Ra do Crespo n. t
LIVROS NACIONAES E.ESTRANGE3ROS
ReligioPiitosophia Jurisprudencia Littera-
tura-Scieaejas irles.
Papelaria, objectoS para escriptorio.
DE BRISTOL.
PREPARABA UMCAMEMTE POS
LAN1N & KEMP,
NOVA YOKK.
Composta de substancias, gozando das
propriedades eminentemente depurativas;
approvada pelas juntase academias de me*
oficina; usadajnos principaes bospitaes, ci-
vil militares e da marinha as Antilhas e
no continente americano; receitada pelos
facultativosos mais distinctos do imperio do
Brasil e da America hcspanhol
CURA RADICALMENTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
ormidades venreas e mercuriaes, chagai
antigs, morpbea e todas as molestias pro-
venientesd'um estado vicioso do sangue.
Emquanto existen varias imitacoes e
falsificacoos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAORS 4 BARBOZA
JOO DA C. BRAVO A C.
Joao da G. Bravo & C.
Deposito geral em Pernambuco ra da
Cruz n.22 em casa, de Caros
OfTerece-se uma ama para comprar e cosi-
nbar para casa de hornera solteiro : a tratar loa
raa do Fogo n. 5a.
DEPOSITO DE CALCADO
W FABRICADO NA CASA DE DETENCAO
Hj Raa. \ova n. I. f
Ah se encontrarlo obras de di- mt
t versas qualidades, e por preco mui !
I diminutos, a retalbo e em porgues. I
S So se vende a dinbeiio. |
Samoel Power Johnstoo & Companhia
Ra da enzala Nova n. 4.
AGENCIA DA ..
FundicSo deLov Woor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Moendas e meias moendas para- engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios de carro para nm e dons cavallos.
Relogios de o uro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.________________
Aviso.
Precisase de ama ama para comprar e cosinhar
para uma casa esirangeira : na ra Nova d. 50,
'*'_________________________________________________________________________________________________________________
Precisa-se de uma%made leite, que seja bero
morigerada : a tratar na ra do Apollo n. 9.
Club Pernambucano
A partida do mez de marco tera' lugar
nanoitedo dia 31.
Admittem-se. mascaras, as quaes sero ti-
radas da neia norte [em diante.
Haver uma commissao no andar terreo
para reconnocer os Srs. socios que vierem
mascarados. _____
Antonio Jos Rodrigues de Souza na ra do
Crespo n. 15, toma dioueiro para mandar entregar
na Bnhia, Para o Maranhao._________________
Cozlnhelro.
Precisa se de um bom cozinheiro : na casa de
pasto da ra da Moeda n. 33.________________
Aloga-se a toja da ra das Cruzes o. 18, tem
comraodus sufflcienle para estabelecirhenlo de qual-
qaer negocio ou artista, e juntamente para inora-
dla, tem pequeo quintal e cacimba, esta' porm
estragado o ladrilho, mas todo o negocio se Tara';
ra N va de Sania Ritta, ribeira do peixe n. 19.
Precisa-se alugar uma preta de meia idade e
gue sirva para todo servido : a tratar na ra Im-
perial p. 39, taberna. _______________
Precisa-se de um homem para traBalhar em
um sitio com planta de capim : na ra D reia
o. 69.
CALCADO.
45 > Km Direita 45.
A'primeira condicJo indispensavel con-
serva-cao da seode irazer os pea bem de-
fendidos contra os ataques da hmida de;
calcado bom e seguro o nico preserva-
tivo dessas mil enfermidades a que est su-
jeito o nossoeu. Um chinlo velho cal-
cado por um dandy patuscante, ou uma
botina acalcanhada em pequenino p de en-
cantadora deidade alm de aecusar que-
bradera horripilante, prova contra as f,cul-
dades intellectuaes dos calcantes, e nao ha
quem, tendo bom senso, queira passar por
maluco, ou pobre de surrao : ergo, cor
ram a:
4RA DI RE T A4*.
e attendam a' barateza.
Homens.
Borzegnins barcellonezes de lus-
tre
Ditos de Bordeaux : 70000
i Ditos parisienses de bezerro e
eordavio....... 80000
Sapa toes de Na n tes de duas ba-
teras rasas...... 50000
Sapatos de lona, sola de borra-
i cha.....; 2^000
; Ditos aveludados..... U600
Dito de tranca bous.. 1*600
Senhoras
Borzeguins enfeilados. .. 30000
i Ditos de laco .' 40800
! Ditos lisos .....,, 40500
Sapatos de borracha. 10OO
Selleiros, corrieiros e segeiros 1
Sola de lustre, meios grandes 200000
E um completo sortimento de calcado fa-
bricado nopaiz.____________________
LHpip
De ferragens, alambique, si-
nos e outras obras de co-
bre e bronze.
as lujas da ra Nova ns. 33 e 55.
A viuva de Sebastio Jos da Silva vende acom-
modo prego por junto e atacado as ferragens e
obras cima mencionadas para pagamento dos
credores de seu casal.
Boa Fama ra do (Juei-
mado.
Receben pelo toltimo vapor chegado de
Aspas fortes para boloes.
Na ra duQuelfcadb loja de mludeiis n. 16, ven-
de-se aspas de ac furte, e dertiflerentes larguras
parabaiaes.
Bonitos quadros par retratos.
Vendem-e na roa do (iueiroado leja de miude- Paris chapeos para menina do ultimo gosto
zas n. 16, bonitos quadros coa moriato preta! e
dourada, todos por preeos rasoaveis. ^
Garrafas brancas
e de cores com superior agua da colonia.
v'endem se na ra do Queimado, loja-He miude-
zas o. 16. rM 9
Novo gosto *
Pentes, (JveJIas, e brincos de fellgrana.
A aotiga Lera cotiecida lija n. 16 na ra do
Queluido, recljeto um sommeDto de dWersos ob-
jectos de novo e bom goslo, sendo pente* trancos e
donrados de moldes enteiramente novte mol a-
gradaveis, tendo entre elles alguns de UMffrana obra
de multo gosto e deflcil execugo, e bem assim Q-
vellas e brincos as mesmas circumslanclas.
Tambera recebeu alguns cintos oqsedemais
moderno e bonito, se pode encontrar mi tal genero.
Alm disso encontrarao 01 pretendeotes un com-
pleto sortimento de Qvellas de madreperola, cliris-
tal, tartaruga, e dourados, brincos de christal, e
0 de DOrCO 60000 i350'1 '"'"as e cruzes de dito e muitos ouiros objec-
- tos de gosto, os quaes conlirma-se a vender commo-
Preclsa-se de um amassador :
ta, padaria n. 69.
na ra Direl-
Medico e operador.
O Dr. Joo Raimundo Pereira da Silva,
tendo (requentado os mais notaveis hospi- |
taes de Paris, oode ser procurado para os Si
mysteres de saa proflsso na roa da Cruz
o. 10, segundo andar. Da consultas todos
os di. s das 7 as 10 horas da maohaa. Es- Xa
peeilidades molestias de o los, partos e
vas urinarias. 9
Ama
Precisase de uma ama para o ser vico interno de
uma casa de punca familia : a tratar na praca do
Cerpo Santo n. 17, 3o andar.______________
Manuel Jos Moreira adverte ao Sr. Manoel
Jos Moreira, que continua a assignar-se Manoel
Jos Moreira.
COMPRAS
iafr;v.ru'.v'a
(Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro que tenba pratica de
laberoa : na roa Direita n. 71__________^^^
Precisa-se de uma escrava sem vicios para
engommar e fazer o mais servico de ca>a de fami-
lia : a tratar na ra do Queimado n. 17.
TJm moco bastante habilitado cffereee-se para
ieccionar francez e portuguez em algum eogenbo ;
a tratar na ra Direita n. 73._____________
OPeitorsal de Cereja,
DO DR. AYER,
Para a cura rahicai. e cer-
ta de todoa a molestias do pelto
e da garganta, tosses, constlpa^es,
Itroncliite, asmn, defluxos, roqul-
do, Coqucluclic, angina, Diptheria.
Ksto xaropc peltoral o resul-
tado de longos anuos por um dos primeiros medico da
America do Norte, e lo experi-
encias minuciosas nos principas
liotpiUes do mundo; reeditado pelos mdicos mais distinctos
de-.te sceulo na raa clnica particular, porlanto digno de tod
confianfn, 1, por ser ejjicaz, alcatifando com urna certeza inial-
ivel o o?sent da molestia o anaticando lhc as j^izes, assim
dando aos orgos atTectadoa uma aefio natural e si: 2, por
ser innocente t applicariU a qualguer peua de gualqutr idadt
oh >ezo, ao hornera robusto ou 4 enanca da mais tenrn idade,
cada fiasco sendo accompatiado de dirrecfues minuciosas:
;i, e ultimo, por nao ser um reuutlio secreto, pois qualguer med-
ico ou pharmaceutioo pdc obter a formula da sua composlco,
dirjgindo-ae pessoalmenlc on por esrtu no agente geral, H. SI.
Lae, a rna Direita No. 10,(Kio de Janeiro.
Mitos.-asos que tinhaoiombado do textos os recursos
da scicBCi tem sido curados radicalmente com o uso do
Peitoral de Cereja.
As pcsnoas atacadas de tost, dcflnxos, Dr da garganta,
Brouchitt,-turna, tte., c outros ymptomas da tsica prima-
rla geralmaste fazcm ponco aso do scli padecimento ot
que seja tarde para cura-lo. Jo descuidis d' uma tosso
porqnc npora parece de pouca importancia ; uma tosse
descuidada Chcga a ser chrorea c induz a formacio de
Tubrculos nos pulmocs.
Xcnlmmn casa de familia dore estar sem um fraseo
liste xaropc i mo ; pois ne ataques rcpeajlnos de
Angina, de -Crmip, c nos paroxismos do Coqueluche; ou
tome compfida a que esto sujetas as enancas, nao ha
tenpo de chamar um medico, nem de fazer remedios, e
este-xaropc alivia immediatamente c ]kx o filho querido
sao; salvo, fora.ae pcrigo.
As -molestias que estio no alcance Ais Tlrtndes curativa!
do reiTOHAL ns cereja. Deflncoa, Tosaes, Asma, Esquhw-ncia, Broncblte,
Coqueluche, Tosse ferina ou convulsiva.
Boquidiio, Tudas as molestias do peito
e garganta. Consumpcio dos Pul-
moas on Tnica pulmonar-
Acba-se esa sodas as 'Boticas e Drogaras de imperio.
Pilulas Cfitliartlcas do Dr. Ayer
CUBA.O
Trixao de reir*, IuMoetto, Constipo^*, Mheu-
inatijno, JKemmei ihoidat, Dr de eabeea, A Ke*ra-
*ja, nial do nfamoso, Ewrmqueea, mal do TtQmdo,
Gattr.it*, Fot** gastra-lirpaticn, J.nmhri.jti*. Jryfjf-
tjlaj ff0droptia, Incremento do baeo.
Todas a* molestia que provem da uso excestlro d
guhtiAO.
O wthor purgante at hoje conhecido.
Estat pitia* assucarada* sao puramnte vegltaes.
PRG* X PTJHIPICO 8EM MESCTTRIO.
J venda em todas as Boticas e Drogaras do Imperio.
ACESTE OEBAl,
H. M. LAE, Bu* Direito No. 18,
- ^ Kio de Janeiro.
Yende-se em Pernambuco:
na
PHARMACIE FRANCAISF
.^deRMAREE
I RA NOVAN^
Comprt-se ouro, prata e pedras preciosas
em obras velhas : na ra da Cadea do Ilecife
cja de oorives no srco da Conceicao._________
Compra-se carosso (sement) de algodo : no
armazem de algodo de Saunders Brothers & (1.
no caes de Apollo. ___________
Compra-se ama casa de sobrado no aterro
da Boa-Vista ou ra da Aurora : a fallar na ra
do Crespo n. 17._________________________
Ouro e prata.
Em obras velhas : compra-se na prca da ln
dependencio n. 22. loja de bilhetes.
Compra-se uma burra de ferro, inglesa ou
fresno das antigs ; na ra Nova n. 31.
Comprara-se libras esterlinas : n.i praca da
Independencia n. 22, junto ao relojoeiro.
Compra-se na prensa de algodo da Saunders
Brothers & C. ementes de algodo a o"K) r?. por
arroba.
Na fabrica de charutos e cigarros sita na roa
de Borlas n. 1, compra-se joroaes ara eoibrulbo
a 120 rs. a libra.______________________
Seiim e silhao,
Compra-se nm selim e um silhao osados: na
ra do Caldeiro n. 74, das 6 as 10 da manha e
das 3 as oda tarde.
Comprara se duas rodas para carroca ou
uma carroca que esteja cm hora estado : no arma
zem da bolla amarella no oitao da secretaria da
polica.
- r.....ssatsssssasjwssaasaiaj
VENDAS
POLHIJVflAS
PIRA 1806.
Acabam de sabir luz as folhinbas de
algibeira e de porta para o auno de !*86fi, o
mais correctas possivel tanto no calculo das
las e eclipses, como as diversas festas
que a igreja celebra; vendem-se tnicamen-
te na livraria da praca da Independencia,
i6Q ris as de porta e 320 ris astde algi-
i)eira.___________________________
Acaba de ehgar aloja da agoia braaea
a roa do Queimado a. 48.
Chromaco-me para Ungir cabellos,
Hoild walier para dito.
Tintura de L. Marques para dito.
j\ gmia orarla
a ra do Quimado n. S
acaba dereceber:
Leotityonlss d'aco para enfeites.
Peana* .branca^ e de cores, para gor|os e chapeos.
Enfeites Alis, mol bonitos e modernos.
Sapaliobos de selim par baptisados.
Melas de seda para o mesmo.
Bonitos chapeusinhos de setim para dita.
Rosa* camelias e outrae qualidades.
No vos bxineos, fiveflas, gentes e pulsfii as de fili
grana.
Filas de seda de cores para debrnnbar vestido.
Dita do arjaota differentes cores e lorgurae.
Dita de gorgorao, desenhos novos e bJnitos para
cintos. *"
Carleiras com aguihas.
Laa de barriguda,^ que de inelbor ha para
enrher travesseiros : vende-se na roa da Madre
de eus, no armazefiVjmUo a' Jgreja.________
Vende-se sai grosso : a traiar aa ra da Ma-
dre de Oeus o. t.
Fnnileiro
Vendem-se caixOes d folba de Flandres
a iOO rs. cada um : na ra da Cn i o. 6, ar-
mazem.
Vendt-se orna casa terrea na Capunga Ve-
Iba ou poro do Lasserre : quem prtender din-
ja-e a raa das Plores o. 2, loja de sirguero que
acbar cota quem tr.tar. %_
Milho
No trapiche baro do Llvraroento, vende-se bac-
eoa com milho de Lisboa a 7\o00 o s,eco conten-
do 6 alqnelres cada nm da^nelle menado.
Na ra da Imperatrin. 28.
Vendem-se cortes de cambrala brancos.com i.
5 6 babados a 20* e V&.
Pil de seda preto com Qor* a vara isV
Cambratas brancas de ama rara de largura fi-
n a 15 e 800 rs.
Ricas lampada; o candieiros a gas por grosso
e a retalbo.
De caldeTeiro c. fundico de ferro, si-
nos ebronze; cuinoseseravos,
Vende se a grande fabrica de calderelro e fun-
dico de m?iaes da roa Imperial ns. loi a 138 ;
e tratar com a viuva de Sebastio Jos da Silva,
na ra Nova n 35, ou na raa da cadeia n. 57.
Milho a 6,j!5Mi
a sacca, em coia a 360 rs., novo : no armazem
da estrella, largo do Paraizo n. 14. ________
Vende-se per preco commodo uma opa de ca-
simira tina para irraao da matriz: na raa das
Aguas-Verdes n. 5.
Superior do Garantiids
Pumo o melhor possivel: na ra do Queimado,
segunda loja n. 18.
CAbWLU
Vende-se cera de carnauba mais barata do que
emoutra qualquer parte,:|na raa da Madre de
Dos n. 5*.
Collares de crystal
A loja da Aurora na ra larga do Rosario
n. 38, pertencente a Manoel Jos Lopes
& Irmao,
receberam riquissimos collares de crystal, ditos,
de jaspe, biincos, pulceiras de jaspe, ernzes 6
brincos iguaes, cruzes de crystal, velas de dito, I
Qvelas muilo modernas a prineeza, dooradas e pra-1
teadas para senhoras e meninas, flus de muito
boa qualidade para cintos, tanto largas como es-
trenas, bons leques de madeira a imitaco de san-
dalo muito baratos, ditos de maifim, ditos do ma-
dreperola, ditos deosso tanto grandes para senho-
ras como pequeos para meninas, riquissimos en-
feites modernos para cabera nfeitados com fitas e
aljofares pialeados, ditos de mais gosto enfeilados
de flores ludo isto s na loja da Aurora na ra
larga do Rosario d. 38, qoalqner senhora que
queira comprar fmndas e que queira amostras
pode mandar buscar pois d-se a qualquer pessoa
que iraga peahor.
da mente.
Pnenles de madreperola, e enfeites filets
A loja de miudezas na roa do Queimado n. 16,
receben bonitos pentes com cbapa de madreperola,
e novos enfeites filis ornados de lantejoilas dou
radas, moedlnba?, aljofares, vldrilbos etc., tendo
grandes para toda cabeca e pequeos para coque,
regulando os precos de ti a 44000 rs.
B .mitas caixinbas
com arranjos dourados para costara, tendo com
mosicas e sem ellas. Vendem-se na ra do Quei-
mado loja de miudezas n. 16.
' Trancas pretas
com vidriiho?, e bicos com ditos e sem elles para
enfeites ou vestidos.
Na roa dt Queimado n. 16 loja de miudezas a-
cbaro os pretendentes um bello sortimento dos
objectos cima ditos, cascarrilhas, franjas etc. ele
e tudo est sendo vendido por precos com modos.
Botoes pretos
de vidro enfeitados d'aco.
A loja de miudezas n. 10 ru do Queimado
vende mui bonitos botoes pretos de vidro com en-
feites de ac, os quaes muito se uzam para enfeliaT
vestidossaquem os pretender pode dirigir-Be a dita
loja n. lo roa do Queimado.
venden-se na leja de miudezas
a ra do tueimado n. 16.
Bonitos leques de sndalo e outras qualidades.
Bonitos cintos com fivellas de diversas qualida-
des e moldes.
Brincos e cruzes de crystal.
Abotoadnras de dito para coletea.
Bonitos port-relogios.
Delicaaas caixas com msica e sem ella, para
costara.
Aguihas e linbas para chrochet.
Retroz superior em carriteis.
Rendas pretas e bicos com vldrilbos.
Fitas de velludo com listras de cores pare en-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdenapoles, lisas e lavradas, brancas
! e mausadas._______________________
colares Royer ou colares ano-
i dinos
para facilitar a denticao das enancas e preserva
las das convulsoes.
O feliz resaltado obtido immensas vezes pela
prodigiosa forra magntica dos colares Royer, nos
casos de convuis5es, e denticao das criancas, tem
altamente elevado o sea bem merecido prestigio,
e hoje ji se pode dizer qae estio feralmente con-
ceituados, e estimados de innumeraveis pais de
familias: de nos porque do aso desses salatares
colares viram salvos ao perigo seas charos filbi-
: nbos, e de outros porque colheram daqoelles tao
proficuo exemplo para igualmente;- preservar os
\ seus. Assim, pois, a agoia branft, lendo em vis-
tas a uiilidade e proveito desses prodigiosos cola-
res anodinos ou Royer, mandn vlr o novo sorti-
mento qae agora receben, e continuar a recbe-
los para qae em tempo algum a falta delles possa
ser ^nrpsta aos pais de familia, os quaes ficaro
cer a os achar constantemente na roa do Quei-
rr ;.|n, loja d'agnia branca n. 8.
Dfdems 'orddos,
enfeitados con aljofares, pedras,
etc. para meninas e seuliors.
A agufa-branca vende bonitos e modernos dia-
demas dourados, enfeitados com aljofares e pedias
proprias para meninas e senhoras.
HonKos cbaiiozinhos
de pallia fina e avencaes para meninas.
Sao obras estas de que ns linas pais de familia
se nao podem escusar de comprar, por fazerem el-
las parte do asseio e bom gesto rom qae trujara
suas bellas lllhrahas. A agina branca (em o pra-
wr de ver que tao bellas e precisas obras foram
devjdamente apreciadas e compradas em sea nl-
nno. Os chapeozinhos, alm de serem d'uma pa-
Iha mui fina, sao de mui bonita forma e ultimo
gosto, enfeitados com toda a perfelco: os aveo-
taes, porm, sao de Ona cambraia, guarnecidos de
babadinlios bordados; o que Ihes da muitagrac.
Os precos desles, 5^000, e daquelles, 10; e de
qoanlo sao elles baratos conhecera o pretndeme,
que se dirigir a' loja d'aguia-branca, na roa do
Queimado n. 8.
vldrilbos de cores e aljofares,
imilande ajo, para enfeites de vestidos.
A aguia-branca na raa do Queimado n. 8 rece-
ben um bello sortimento dos objectos cima pro-
prios para enfeites de vestidos, etc., etc., e e.-i
vendendo commodamenle.
Novidades.
Na Agola branca ra do Queimado n. 8 rece-
beu diversos objectos de muito gjsto e intelraraen
te novos, sendo :
Bonitos e delicados pentes dourados e prateados,
tendo entre ePes alguns de migraa obra mui per-
eita e de elevado gosto.
Ditos com chapa de madreperola.
Brincos de filigrana e oulras qualidades.
Pivellas de dita e oulras larobem de diversa
qualidades.
Cinios mui bonitos, enfeilados em toda a exlen-
cao com caracteres dourados e prateado*.
Filis enfeilados com moedinhas dourad,e lan
tejoilas, aljofares & &, sendo para coque, e toda a
caneca, e ontros com plumas &.
Bonitas voltas de jaspe com cruzes, lendo lam
bem algnmas de duas cores.
Luvas e meias
de laa vegetal, para quem sore de frialdade, pa-
ralesya etc. Vendem-se na raa do Queimado leja
d'Aguia branca n. 8.
Bandoline de roza
para segnrar ou conservar perfeitamente atado os
cabellos das senboras. Vende-se na ra do Quei-
mado loja d'Agoia branca, a 1J0OO o frasco.
Enfeites pretos para vestidos
A Agoia branca recebeu novos enfeites pretos
Atten$o I
Atten$o!
Attenco!
Grande sor timen lo de faiendas pro-
prias para a cuaresma.
APaba d*j ebegur a este novo estabelfcrmeoto
unrgrande e vanado sortimento de (azendas pro-
prias para a quaresma, a saber : .
ir denapl' s preto a .sGOO o covado.
Vrnde-se um grande sortimento de grosdena-
pf a l600, tHOP, 3* e 2.U.0O o covado : dito
muilo Mi|ieiior a 80Oe 3 : na ra da lnpera-
triz 0. li. loja de Guimares & Irmao.
Moriantique prelo a 2^800.
Vende-se uro grande i-orliionuo de raoriantique
a 2$800, 3$ e 3$SW o covado.
Chales de renda pretos a 8000.
Vende-se lamtem um variado sortim oto de cha-
les de renda a 8, 9o00 e 10J1; ditos muito finos
a HA e 12 ; ditos de seda fazenda muito fina a
20*000.
Refondas pretas a iv#.
Vendem-se retoodas pretas pelo barato prf 10 e llj : na ra da Imperatriz n. 72, loja de
Guimares & Irmao.
Grande pechincha panno preto a 2000 o
covado.
Vtnde-se panno preto proprlo para calcas o pa-
litois atje 2200 o covado; casimiras pretas
a 1,8800, -i, 2i00 e 2#00 o covado.
E' mnifl haralo cortes de casimira a -1)0(10.
Vendem-se corles de casimira preta a 3*500
i* ti 4*500 ; dita n.uito fina a 6*.
Admira cortes de brim de cores a
1,280
Vendem-se rSites de brim de cores para calca a
1*280,1*600, 1*800 e 2* : na rna da Imperatriz
n. 72, loja de Guimares 4 Irmo.
E' bai-a tissimo a 120 ris o covado.
Vendem-se risradiohos muito proprios para rou-
pa de eseravos, a 120 lis o covado; ditos tscoce-
zes trilito fleos a 210, 280 e300 lis o covado.
Laazintns a 3oo rs.
Lazinhas de quadrrohos a 300, 320, 360 e 400
rs. o covado ; duas muito linas a 500 e 560 : na
ra da Imperatriz n. 72, loja de Guimares A ir-
mo<.
Corles de laa a StfOCO.
Acaba de chegar a este importante estabeleci-
mento um sortimento de cortes de laa que se veo-
de por o* e 5*500; ditos a Mara Pa, fazenda
muito moderna a 12, 14*, 18* e -A> ; ditos com
camisinha, cinta e grvala a 25* e 28*.
Chitas francezas largas a 260 ris.
Vende-se uro grande sorlimeDto de chitas a 260,
280, 300, 320 e 360 rs. o covado ; ditas preciares
a 400, 440 e 300 rs.
Cambrais de cures a 280 rs o
covado
para vestidos, sendo bicos com vidrilhos e sera ,
elles, trancas com pendentes de vidrilhos e sem ,JeD,d^mrf "mlr'a*rancezas a 280' 30- 3->
nQO' ^.hsa .noc iLk.. nm irfr.irmc a m 360 o 400 rs. o covado.
elles, cordo grosso tambum com vidrilhos e sera
elles; assim como galoes e franjas de diversas lar-
!uras, Utas de velludo etc. como semore os bons
regaezes encontrarao commodldade de presos nos
objectos qae se vendem na loja d'Aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Botoes de vidro
com enfeites d'aco no centro.
Esses boloes que tanto servem para melhor se
poder enfeitar um bom vestido preto ou de cor,
Cambraias lisas a 3.000 rs. a peca.
Vende-se um grande sortimento de cambraias
lisas pelo barato preco de 3*, 9*500, i*, 4*510 e
3* ; ditas muilo (loas a 5*500 e 6*; ditas victoria
a 6*300 e 7*; ditas de uma vara de largura a 8*
e 9* ; ditas pira forro a 1*600, 2* e 2*200 na
ra da Imperatriz n. 61
ROUPA FEITA.
Vende-se uro completo sortimento de ronpa fei-
acho se a Venda na roa do Queimado loja d'Aguia la felta. assim como sejam palilots, calca?, toletes,
branca n. 8.
Grande armazem e loja da
Arara.
Ra da Imperatriz d. 56.
Neste estabelecimento encontrarao semprs um
completo sortimento de fazendas francezas, suis-
sas, allemes e inglezas a vontade do comprador,
; se vende mais barato que em outra qualquer parte
Chitas da Arara a 6 '? a peca.
Vende-se pegas de chitas de cores com 38 ca-
vados a 69, em covado a 160 rs., riscadinbo para
caigas de eseravos a 120 rs. o covado : na ra da
Imperalnz n. 56.
Grosdenaple prelo para r quaresma a 1#600
Vende-se grosdenaple preto para vestidos a
l-rcOO, 1*800, 3* e 2*S00, moreantique preto pa-
ra vesiido a 39 e &S00 o covado : na ra da Im-
peratriz n. 5C.
Arara vende lazinha para luto a o00 rs.
Vende-se taazinha lis < para vestidos de luto a
500 rs. o covado, cassas pretas a 320 o covado, al-
paca preta a 500, 600 800 o covado, bombazioa
para vestidos a 1*400 e 1*600 o covado : na ra
da Imperatriz loja da Arara n. 56.
AlgodSo avariado da Arara a 3$.
Vende-se pecas de algodo com pequeo toque
de a vana a 3*, ditas lirapcs a 4(500, 6*, 7* e
8* : na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Arara vende o p<-nno de linho a 640.
Vende-se panno de linho para lences e serou-
Grande sortimento de grosdenaplespreo las a 640 e 700 varai e0bertore! de algodo a 1*
para todos os precos. | e 1*400 : na ra da Impertir loja da Arara nu-
FAZENDAS BAHATAS
N 27 Ra do Queimado N. 27
GRANDE railMI
Cambraia branca para forro a 240 e 400
rs. a vara.
Lencos bancos para algibeira duzia a
20000 rs.
Retondas pretas a 9#000
Cambraia morsuliDa de cores propriapara
vestidos o covado a 300 rs,
Moreantique preto superior a 20800 e
amostras 30OOO 0 covado.
camisas francezas a 1*600 e 15800 ; uilas linas a
2* e de linho a 2o00, 3* e 3*oo0 ; seroulas de
1**00, 1*400 e 1*600, de linho a 2* e 2*o0 : Da
ra da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
mo.
travessa do Carioca n. 2, caes di Ramos. senhoras. t-ortesae csemiia pela ua Al ai a a .j#5uu.
Hinr.tinnnnc nim mo7a a tAXflf r 9 rln- Vende-se cortes de casemira preta para caiga a
; Ouardanapos para meza a dflouurs, aau ^^ ^ ^ e ^ cw|f-g de^l(ore^ para calea
a I*, cortes de colim a 1*280, corles de ganga e
Veudem-se dous motores para 2 e 4 cavallos,
proprios para mover machinas de descansar al- zta.
godo e cylindros de padaria, etc., e uma prensa I Superiores baloes de arcos a 3#2O0 rs.
hydraulica de grande torca, propna para enfardar i -* ---------,.------,---------, "'
algodo : na fabrica da travessa do Carioca n. 2, brande peclllttClia tic lUadapiMUO C0D1
caes do Ramos._____________ avai'a
Vende-se uma porgo de ferro bruto, serve Paredes Porto vende uma grande porco de ma-
para obras de ferreiros, e por prego muito com-: dapolao avariado, fazenda de 10* e 12* a peca, a
modo : a tratar na roa Imperial n. 1, 1- andar. 6*500 e 7* com pequeo toque : na ma da lmpe-
; ratriz n. 52, armazem da porta larga junto a pa-
daria franceza.
no-
Cal de Lisboa
Na ra do Livramento, armazem de molbados
n. 20, vende-se da ulma ebegada por menos pre-
go do qae em outra qoalquer parte." ________
Vende-se uma rtula nova de louro : a tra-
tar na ra do Hospicio n. 28.
VENDE-SE
"vj. .. ,<.... ....-.__~>. ...i...... proprio para um armazem de assncar oa prensa
. V."ttmse dQas pre,as- mofs f sadias i*- de algodo em ponto grande, por ter 6 portas de
& ?Il^TS!ffSSSJ?^W'S^ maisPde 67 palmos de largara e 300 e
%oura, o motivo da venda terse de retirar o sea | ttotos de mmpSmm^ lDdo ?oberto e so-
senhor para fora do jmperio :
mazero a ruada Cruz n. 33.
para tratar no ar-
Vende-se superior potassa
lo armazem n. 36.
na roa do Apol-
rasttBttiMttttftm)
m Aviso
jtj| Na ra do Vi gario n. 24, escrip-
mi torio, vende-se cera de carnauba
y de superior qualidade, por barato
preeo.
Velas de carnauba
' \ vendem commodamenle
', numero 24.
na rna larga do Rosario
" IllRWSIJIf
Attenco
Na 1*113 do Vigario n. 24, escrip- I
torio, vende-se velas de cera de
carnauba de superior qualidade por
barato pr.ec\
i
VINHO COLLARES.
Vende-se um escravo de 28 a 30 auno?, sem
vicio algum : ruada fecha n. 25.
Mogiias
Na roa da cadeia do Recife n. 53,vende-se linguas
de primeira qualidade do Rio Grande do Sul a 120
rea cada ama.
Para
na
tingir cabellos,
Hoild Walter.
roa do Qoeimado, loja miudezas
Vende-se
n. 1C.
Chrniaco-me
Para Ungir cabellos.
Vende se na loja de miudezas, a raa do Quei-
mado n. 16.
Tintara de L. Marques
Qara faier os cabellos prems.
Vende-se na ra do Queimado, a loja de
dezas n. 16, '
brim a 1)400 e 1*600: na ra da Imperatriz
mero 56.
Arara vende as saias a 3#500,
Vende-se saias bordadas para sent iras a 3*500,
vestidos braneds bordados a 4*300, ditos bordados
a la e seda a 6*500 e 9*, ditos de barras de la
a 6* e 8* : oa ra da Imperatriz loja da Arara
D. 56.
Panno preto da Arara a 2$ o covado.
""" Vende-se panno preto para calcas, paletots e
colletes a 2*, 2*f00, 3#, 4* e 5*, casemira preta
' muilo Ona a 2*, 2*500 e 3*200 o covado : na roa
' M e HPSr? gaardanapos a 2800 a
duzia.
Vende-se guardanapos para mesa a 2*800 a du-
zia e 240 cada um : na ra da Imperatriz loja da
bre arcadas e para comodidade dos compradores Arara n. 56.
se vende cora o prazo de 2 annos oa o qae se con-; Arara vende as chitas a 160 rs.
vencionar uma vez que seja com segnranca e pa- ] Vende-se chitas escaras de cores flxes a 160,
gande-se pela demora nm mdico joro : as pes-; 200 e 240 o covado, ditas francezas a 280, 320 e
soas a quem convier esta compra poderao enten-: 400 0 COvado, cassas tinas a 280, 320 e 360 o co-
der se com Antonio Alves Barbosa na raa dos Gua- faij0: na rna da Imperatriz loja da Arara n. 06.
"aPes n- 78- MadapoUSo enfesUdo a 44 de \2 jardas.
Vende-se pegas ee madapoln entestado de 1S
. jardas a 4* e 4*500, dito com toque de avarla de
i Irroaos recebem do Aracaty, e | J24 jardas ^ ^ ^ ^ 8f 94 e 10* : na roa
' da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56.
Arara vende os vestidos a Maria Pa a 50.
Vende-se vestidos de cassa coro Laa ras a Hara
Pa a 5*, ditos de la a 6* : na ra da Impera-
triz loja e armazem da Arara n. 56.
Chales da Arara a 84 de fil.
Vende-se cbales de Gl a 8*. retondas a 109,
chale de tilo de seda 14* e 18*, chales de me-
rino estampados a 2*, 2*500. 4* e 5* : na ra da
i Imperatriz loja da Arara n. 56.
Farinha de mandv ca
i ltimamente desembarcada, vende-se por prego
cemmodo : no armazem da ra da Moeda n. 43.
mendoas
Vndese por 5* a arroba : no armazem da raa
1 da Moeda n. 43.
Milho miado *
Vende-se por prego coro modo : do armazem a'
roa da Moeda n. 43.
Charutos da Babia
De dilTerdotes qualidades e por prego commo-
do : vende-se no armazem a ra da Moeda n. 43.
Cha da India
Em caixas e em latas de 1, 2 e 4 libras a 1*500
a libra : no armazem a roa da Moeda u. 43.
Tapioca. ,
De superior qualidade ero saceos ou paneiros a
4* a arroba : no armazem a ra da Moeda n. 43.
Itolactainua americana
De superior qualidade e por prego commodo :
vende-se no armazem raa da Moeda o 43.
Feijo do orto
De diferentes qualidades e por prego commo-
tark). do : vende-se no armazem ra da Moeda n. 43.
jGrande armazem de tiiH
I tas medicamentos etc. '
w Roa do Imperador n. 22.
IFjoo Pedro das Xevcs (ge-!
*3 rente) tem a venda o *
ifk segulntr:
H Productos chimicos e pborma-
MK ceuticos os m*is empreg^di s em s
a, medicina. [
JE Tintas para todo o genero de pin- !
B| tura e para tinturara.
W^'. Productos induslriaes e timas i
^ para li res, como botoes de flores \
^ e modelos em gesso para imitar
sg fruclas e passaros com o compe- |
B tente desenho.
Productos chimicos e induslriaes *
SK para photographia, tin'uraria, pin- 1
^ tura, pyrotecoia et<*. i
^ Montado em grande escala e sup- %
S'prido directamente de Paris, Loo- l
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa !
pode offerecer productos de plena i
m confianca e satisfazer qualquer en- i
^ commenda a grosso trato e a reta- ij
w lho e por prero commodo. g
Vestidos
sor-
iL
w^rides epcadeiras de Ipojac
Vendem-se a ra do Queimado loja de
W Azevedo & Irmo.
IlrMiD
J\oyidade!
O barateiro vende:
Vende-se vinho collares de superior qua- fi? de 10 pre,os pe]0 binssimo pre^de
Jidade, como anda nao vek) a este merca- Moreamiqoes pretos de diversos padroes a
do, em barris de quinto : ra da Cadeia, **MK), 2*600 e ?*800.
escriptorio de Leal Beis._____________I J^T*t/i'uJSVSBa' ^^
Vendem-se 400 pedras para ladrilho, vindas Cambraias de cores Anas a 300 rs. o covado.
da llha : a tratar na ra do Vigario n. 14. E outras muitas faiendas de gosto que se ven-
dem por menos do qae em outra qualquer parte,
para poder sustentar sua fama de barateiro, e de
tudo se d amostras
do barateiro.
na roa do Crespo n. J, ioja
Vende-se uma parte do engenho Caianna, no
termo de Iguarass, coja parte foi avallada pelo in-
ventario qae se proceden nos bens do finado Joa-
qun) Jos Cavalcanti. em 4:300*000, sendo o valor
do dito engenho 16:000*000; advenindo-se que o
engenho se acha montado e tem todas as obras,
com trras para saffrejar dous mil pes, cojo eoge-
nbo vai a praga em roaio prximo foturo : a tra-
tarse em o engenho* Mussupiobo com o proprie-
Pcehlncha sem Igual.
Cbegoa a loja de Paredes Porto um bonito
timento de vestidos de lamala de cores e brancas
qae serve para partidas por ser uma pbantasia iu-
teiramente de gosto pelo barato prego de 4* e
brancos a 4*500, estao acabando-se : no armazem
d porta larga ra da Imperatriz n. 52, jamo a pa-
daria franceza.
Cortinados.
Cbegoa a loja de Paredes Porto um completo
sortimento de cortinados ricamente bordados a
prego de 25*, 35* e 45* : na roa da Imperatriz
n. 52, porta larga junto a padaria franceza.
Sicas romeiras.
Paredes Porto recebeu pele ultimo paquete um
sortimento de romeira de guipure preas e de Dio
a prego commodo : na rna da Imperatriz n. 52.
porta larga juolo a padaria franceza.
Cortes de laa escoeesa para resudo a 3* o cor-
te : na rna da Imperatriz n. 52, ioja da porta lar-
I ga, junio a padaria /ranceza, esto se acabando.
Para luto.
Laas pretas coro salpicas brancos a 400 e 500
rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 52 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
1^400
Chapeos de sol.
- Vendem-se chapeos de sol de panno a 1*400 e
urna grande pechincha s para acabar : na ra da
Imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare-
des Porto.
A
1*500.
Vendem-se pegas de tranca preta para enfeiie>
de vestidos, soutembarques, capas de senhora a
1*600 com 10 varas, orna grande pechincha : na
(aa da Imperatriz n. 52 junto a padaria franceza.
rpin-
mindas, aljofares imitando
acoe vidiilhos decores
para enfeites de vestidos; vende se tudo isso por
pregos razoaveis na roa do Qaeimado n.l oja 16,
de miudezas.
G\Z.
No armazem da roa do Imperador n. 3
Caes de Pedro II n. 2, tero para veoder-se
bor gaz existente no mercado.
ou no
o me-
Chales de renda pretos.
Vende se chales de renda prelo a 4*000, umee
loja que pode vender na roa da Imperatriz n. 52,
armazem da porta larga, de Paredes Porto.______
Vende-se e laz-setodo negocio com o depo-
sito da roa do Vigario o. 29, muito proprio pera
om principiante que queira principiar sua vija
com pouco dinheiro ; ao comprador se dir o mo-
tive da venda.


T

-*rrs
mm



H
HHHMB
Diarlo iU Pergnfcict... egai
4 Mar$# de 1866.


fmimm paitas
PARA A OVABBSMA
Chegaram a loja de Augusto Porto & C.
11 Ra do Queimadot\ *
Superiores cortes de seda proU.
Molreantique preto de flores e de listas bellos padroes.
Grosdenaple preto de diversas largaras e qualidades.
Retondas, bournus e chales de guip e de reodas.
Pannos pretos, ca&emi.' as pretas, bombasina.
Lias, canto, merino e selestrinas pretas.
Lindas mantas de seda para pecoco.
Ricos cortes de seda de cores para bailes ou casamentos.
Ricos cortinados bordados dos mals bellos desenhos.
Moir branco, seda branca, capellas e mantas para noivas.
Bellas colchas de seda e de lia e seda para cama de noivas.
Saias de flnissima cambraia ricamente bordadas.
Fazendas de pregas para sala que se fazem eom urna so costara e tambera tem
o cordao tecido. ? _'" v
Madapolo francex a 400 e 480 rs. a tara.
Alcatifa de lioho para salas e gabinetes a 480 rs. o covado.
Fazenda especial de quadros para fuer redes a 3*500 a vara.
Superiores esteiras da India para
U liua do QuehBado~ll
coa
salas.
CORTES E SERA
Chegaram pelo paquete ingle* riquisalnos cortes de moreantiqae de cores, e sed larras par
oes inteiramente dovos. i haaa ja
Seda de quadros por 1#000 o covado
5RA DO CRESPO5 .
Gregorio Pac* do Amaral t Companhla.
$M8
w
LEIAM TOBOS!
NOVOS GERENTES
DOS
TRES GRANDES
AKMAZENS DE MOLAMOS
DENOMINADOS
PROGRESSIVO pateo do Carmo o. 9
UNIO E COMMERCIO ra do Queimado n* 7.
VERDADEIRO PRINCIPAL roa do Imperador n. 40
o*
CONSULTORIO MED
*?*
DE
DARTE CARVALHO PERIRA # C
Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidad^ aos senhores de en-
genhos, lavradores e mais pessoas do ceBtro, que para mais facilitar roas compra deUV
berarsm os proprietarios dos tres graodes armazens, reunir todos os seos estabeleci-
mentos em um s annuncio, pelo qual o preco do ma ser de todos, promette-
mos que Dio infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, aununciar os gneros
por um proco, e na occasiSo da compra quererem por outro, como socede constante-
mente em outras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos nSo se dar isto
ainda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus mulos que
serio tambem servidos como viessem pessoalmente fazendornos o favor de mandar seus
pedidos em cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo dos urna conta
pela qual se ver os procos tal qual annnnciarmos, o que seoao arrepender pessoa
alguma que zer saa despenca em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
8 por ceoto Da sua despeza diaria.
Gros de aples preto a 1,5500,10600, 24, U, 30500 e Gorgurao preto de superior qualidade a 20500, 20800, 34 # o co-
Vad' Superiores moreantiques a 2*500, 2*600, 3*. 30500. 44 e ADOO 0
covado.
Bons cortes de moreantique.
dem de gorguro adamascados.
Boas pannos e casemiras.
Sup riores alpacas, princetas, merinos e bombazinas.
Bons villudos pretos. .
Grande variedade de chales de fil preto e de guipure a 54, 4, <**
404, 124, de 164 a 20*, e de 254 a 804 cada um. m la aKtl
Superiores relondas de fil preto e de guipure a 84, 104, 124 e 254,
e de 304 a 604 cada urna.
Superiores algerienes de filo preto e de guipure de 124 a 254, e ae
304 a 604 cada urna.
Boos chailes de seda preta.
Ditos de Merino preto bordados e outras muitas fazendas pretas que
seria enfadonhe enumerr, na
IOJA DAS COlVMTSA
DE ANTONIO C0RREI4 DE VASCONCELLOS & C.
Rll DO CRESPO X. 13
RA DO RRIH *. 38.
0 proprietaro deste estabelecimento deseja chamar a attenco dos senhores pro-
pietarios aos acre litados mechanismos que continua a fornecer; os quaes garante ser,
como sempre, da melnor qualidade possivel:
Machinas de vapor
,V a de 2 /> cavallos para cima. As menores s5o mui proprias para motore sde
.lov-arocamentos de a'godo; as raaiores para moer canna; ai tambem que podem junta
separadamente moer canna e descarocar segundo suas proporces. Estee vapores
sao sitnplissimos na construccio, e se regem por qualquer pessoa mtelltgente, a faclda-
ile hconducc^ sen lo especialmente considerada, tanto que n3o ha lugar em que nao
m pasara conluzir, qur por trra, qur embarcado. Ha com moendas juntas ou sem
Jilas e podem-se applicar a qualquer moenda j existente sem outra mudanca do que
a sabstituico das rodas da almanjarra. Ellas tem depsitos d'agua e boeiros de ferro,
i nao precisam para o seu assentamento de obra alguma, qur de carapina, qur de al-
veniria. O tempo para assenta4as nao excede de doze dias ao mais, e em casos de
morios e animaes ou arrombameotos de acudes, etc., gar*nte-se o assentamento em
ito dias. Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o servio da
gente occupada no seu tratamento os to de recuperar da maior parte da despeza do
vapor deisando-lhes a vaotagem de urna moagem certa e acelerada; e acabando com a
despeza da compra continuada de )dovos animaes. com os desgast* do trabalho que
se tem com elles. ..
Rodas d agua de ferro, mui maneiras e moendo com-qualquer altura
Sarilhos eom cruactas de ferro para as mesmas, quando se desege fazor
resto da roda 4e madeira, tornatdo-se assim a roda ligeira no trabalho.
Hoeadas de canna de todos ostamanhos, desde asmis pequeas chama-
das do sertao. Obra perfeita em feitio e acunhamento.
Roda de espora e angulares de todos os tamanhos e proporces.
Parces ou coches para receber o caldo. '
'lvos de fornalha para assentamentos, frescos para o foguista, fazendo
arande calor com pouco combustive!, e duradouro.
Portas de fornalha de todos os tamanhos e de diversos systemas.
* Pernos e molahos para a fdbrica de farinha e tambem chapas redondas
pira fornos pequeos.
Bombas simples e de repucho.
Talxas de ferro batido o fundido e de cobre.
Formas de ferro batido galvanisado para purgar assucar, leves para carregar
e isemptos de qnebrar-se.
Alambiques de ferro de todos os tamanhos, custando 30 a terca parte do
preco dos de cobre, mais regulares na distillaso e igualmente duraveis.
Elios e rodas de earro cora maag-s de patente, obra mui segura para
carregacSo de peso.
Arados, grades, enehados a cavallo e outros instrumentos de agn-
u tura. E finalmente todo o objecto de que possa precisar um engenho^
Machinas de descarocar algodao.
Na fabrica se fazemohrasnovas encommeoda e concertos, com a maior preste-
solidez. O grande deposito de pegas e objetos habllitam-na muit) para este fim.
O proprietario ser sempre mui feliz de podetter oceasio de dar informaces ou
e-.,larccimentos aos senhores qu sesertrem de seu prestimo.
D. W. Bowman, engenlleiro. ,
MAMTJBIGA
Manteiga ingleza perfeitamente Sor che*
gada ltimamente a l.ooo rs. a libra, e
em barril ter abatimento. #
Manteiga franceza da safra nova a 800 rs.
a libra e em barril ter abatimento.
BANHA
Banba refinada superior a 64o rs. e em
barril ter abatimento.
CHA
Cha uxir de primeira e superior qualida-
de a 2,8oo rs.
dem hysson o melhor neste genero a
2,6oo rs., e sendo em porcSo tera abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,8oo a 2,5oo rs.
1 libra.
Blscoutos
Latas eom superior biscouto ingles de di-
versas marcas a l,2oo rs. a lata.
Bolaehlnhas
Latas com bolachinhis da acreditada fa-
brica do beato Antonio, proprias para dar a
doestes de 2,000 a 3,000 rs. a lata.
dem com quatro libras de bolachinha de
soda a 2,000 rs. a lata.
Qtfejjos
Queijos fiaraengos chegados pele ultimo
vapor de 2,300 2,5oo rs.
CHOCOLATE
Chocolate hespashol a 1,000 el,2oo rs.
a libra, francez e snisso a l,ooo rs. a libra
e portuguez a 800 rs. a libra, em porcSo
ter abatimento. i
VINHOS '
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tadas marcas, como sejam: Madeira Secca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do
Douro.Maria Pia, D. Loiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e entras marcas a 1,000 a garra-
fa e 9,000 a 12.000 rs. a duzia.
Vinho Figueira e Lisboa das raelhores
marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,ooo e 4,ooo rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. a garrafa e a 4,5oo rs. a caada.
Superior yinho de Lisboa e Figueira em
ancoretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada. '
Caixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,000 rs. a caixa e
7oo rs. a garrafa.
CAFE
Caf do Rio de 1.a e 2,a qualidade de
6,800 a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
A1IAO
Saba"i? auca de primeira qualidade de 24o
rs. a libra.
z 1 e se
RA BA CADEIA N< 5 A,
1
Continua a ter grande e completo sortimento de
Machinas americanas para descarocar algodo
do nitlhorej fabricantes de 10,12, 14, 16, 18, 20, 25,30 e 33 serrotes qne as vende por preco resu-
m Jotera eons9qaeDcia de altimamente as ter recebido de conti propria dos Estados-Unidos.
Sarveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a 7oo re.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como soja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du-, libra,
ziaa 5oo rs. agarrafa.
BOIOES VASIOS.
Boioes vasios, louca ingleza muito pro-
pria para manteiga e deposito de doce de 4
a 12 libras a l,2oo e 25oo.
. FARINHA DO MARANIIO.
Farinha do Maranho a 240 rs. a libra.
SAG'.
Sag muito dovo a 4oo rs. a libra, y
ARARUTA. A
Araruta verdadeira a 4oo rs. a libra, r
Vinagre
Superior vinagre de Lisboa a 2,ooo rs. a
caada 280 re. a garrafa. Tambem ha
mais barxo para 2oo rs. a garrafa e l,4oo rs.
a caada.
Azeite doce
Superior azeite doce de Lisboa a Too rs. a
garrafa e a 5,5oo rs. a caada.
FUMO CAPORAL.
Latas com superior fumo caporal a l,8oo
rs. a lata.
Paseas
Superiores passas a 2,5oo o quarto e
9,5oo rs.; a caixa de arroba hespanhola e a
56o rs. a libra.
<.lvtl IftilV
Genebra de laranja verdadeira a io,5oo a
duzia e 1 ,ooo rs. ao frasco.
Genebra de Hollanda verdadeira a 6,ooo
rs. a fiasqueira e a 56o re. o frasco.
Idom d Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da ums.
Garrafoes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,ooo rs. o garrafao. Tambem
ha garrafoes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
6,ooo re. cada um.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
dem de carnauba de 4 o a 12,ooo rs. a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de l.ooo a
l,2oo re. a lata
ALPISTA E PAINCO
Alpista e painco muito novo de 3,8oo a
4,ooo re. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS.
Superiores charutos do fabricantes Simas,
Imperiaes, Delicias, Parisieoses e outros de
2,2,5oo e 3,ooo rs. a msia caixa: tambem
temos Suspiros, Havaneiro3, Ligueiros e
outros muitos que vendemos por mdico
preco.
Licores
Licores francezes e portuguezes a I,ooo e
l,4oo re. a garrafa ou frasco.
Doces
Do:e da casca da goiaba eracaixes e la-
tas a l,2ooo caix5o e 2,8oo rs. a lata.
Frats
Frutas em calda e em latas fechadas her-
mticamente, muito bem enfeitadas, conten-
do pera, pecego, ameixa rainha Claudia, al
perche e outras frutas a oo is. a lata.
Tambem ha latas grandes para I,2oo rs. a
lata.
AZEITE DE REFINADO
Superior azeite francez reSoado a 8,ooo
rs. a garrafa e a 9,ooo rs. a duzia.
MOLHO ING1EZ SAUCE
Molho ingloz Sauce em frascos grande/
com rolhade vidro a l,8oo rs. o frasco em
duzia ter abatimento.
BATATAS.
Gigos com 3o libras de batatas a i.ooo re.
o gigo.
SARDINHAS.
Latas com sardinhas de Nantes e Lisboa
de 4oo a 46o rs. a lata.
FUMO AMERICANO.
Superior fumo emchapaa 1,400 rs. a
DO
DR PEDRO DE ATTAEHHB LOBJ
MEDICO, PARTEIRO E OPERADO!
3 Ra da Gloria, cas do Ftmtfo g
O Dr. Lobo Moscoso da consultas gratuitas aos pobres tedos os dias das 7 as II
oras da manhlo, e das 6 e meia as 8 horas di soite, excepefo dos dias santificados
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimesto de carteiraa
tobos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacSes e pelos precos seguintei
Carteiras de 12 tubos grandes. 12|9P0w
> de 24 tubos grandes. tlOOO
de 36 tubos grasdea. 24J0D0
de 48 tudos graodes. 300000
f de 60 tubos graodes. 350000
Prepara-se qualquer car trra conforme o psdido que se fizr, e coa Os remediot
qne se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 10000.
Sendo para cima de 12 custarlo os precos eslabelecidos pata as carteiras.
Ha tobos mais pequeos cada um a 500 ris.
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dous grandes volumes com diccionario........ 20|JK)00
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Repertorio do Dr. Mello Moraes........... 4 6HMQ
Diccionario de termos de medicina........... 30000
Os remedios deste estabelecimento s5o por demais conhecidos e dispensam por
tanto de serem oovament recommendados as psssoas que quizerem usar de remedios
verdadeiros, enrgicos e duradores: ha todo do melhor que se pode desejar, globos de
rerdadeiro assucar de leite,jiotaveis pela sea boa conservacjfo, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparado, e portaoto s maior
energa e certeza em seus effeilos.
Casa de saude para cscrepos
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade o fazer-se-lhe qualquer
operaejio, para o que o annunciante julga-se sumeientemente habilitado.
O Iratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica
funecionando a casa ha mais de quatro aonos, ha muitas pessoas de cajo conceito se nao
pode duvidar, qae podem ser consultados por aquel les que desej aren mandar seus
doentes.
Paga-se 20 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
. As operaedes serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
VRMAZEJII DE FAy.l\lK%S
DE
* c.
ERVILHAS
1 Latas com ervllhas e feijiSo verde j pre-
parado 64o rs. a lata.
MASSA DE TOMATE
Latas com 1 libra de massa de tomate a
64o a lata.
VERMUTH
Esta bebida muito fresca.e_estomac.il e
muito propria para a presente estacSo. a
qoal vendemos a2,ooo rs a garrafa e 180
a duzia.
CUSTODIO CARVALHO
27 RA DO QUEIMADO N. 27
Madapolo francez muito fino, tendo pouco mofo, cada peca com 27 varas por
100000. ^
La de eres a300rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a preco de 800 re a vara.
Lencos brancos para algibeira a 20TOO a duzia.
Finsperclaras a.preco de 400, 440a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de la de barra de 100 a 300000.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
MACHINAS DE PATENTE
DE TRABALHAR MO PARA DESGA-
RgAR ALGODAO
fabricad ron
PLANT BROTHERS & G.
OLDAM.
Estas machi-
nas podem des-
carocar qual-
quer especie de
algodo sem
estragar o fio,
sendo bastante
duas pessoas
para o traba-
lho; pode des-
carocar urna
arroba de al-
godlo em ca-
rolo em 40
minutos, ou
48 arrobas por dia ou cinco arrobas de al
godo limpo.
Assim como machinas para serem movi-
das por animaes, que de sea regara 18 arro-
bas de algodao limpo por dia; e motores
para mover urna, duas ou tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender um bellsi-
mo vapor que pode fazer mover seis destas
machinas mencionadas; para o que convi-
da-se aos senhores agricultores a virem ver
e examina-lo, do a mazem de algodao, do
largo da ponte aova o. 47.
Sanadm Rrothers *fc C.
Recife praca do Corpo Santo n. 11.
Os, nicos agentes oeste paiz._________
O castello de Grasvle.
Tratando d frisset por A. J. C. da Cru.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 30OOC
ua praga da Independencia, livraria ns.
6 e8.
Pimena cominho, exavo, canella. ervadoce, alfazema, tijolld ara limpar facas pa-
litos para dentes, palitos de fogo, e ontros muitos gneros que sis tornara enfadonho
mencionar, afiancando ciaceridade nos presos e o bom acondicionamento de qualquer
genero.

ROMANCES BARATOS
Vendem-se, na livraria da praca da Inde-
pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro-
mances portuguezesseguintes, em brochura:
A voz do sangue, 2 volumes,
Connemara, 2 ditos.
A noite de S. Silvestre, 1 dito.
O filho de Titiano, 1 dito.
Adonis ou o bom negro, 1 dito.
As duas amadas, i dito.
O pacha de Buda, 1 dito.
Trilby, I dito.
Ignez de la Sierra, 1 dito.
Joven Siberiana, i dito.
Veude-ae ama masseira de amarello em per-
feilo eftado, e mais pertences para ama padaria,
na estrada nova, segunda taberna a dimita, depols
do sobrado grande : a tatar na mesma, das 4
horas da tarde em di ante.'
Cevadinha.de Franca
cha
i
Na rea do Queimado a. 40
Cortes de laazioha de cor, bonitos gostos, com
15 ovados a 3*600.
Cassas orgaadys de cores, eovade a SiO, pecas
de atgodSoztnha largo com 17 varas a 4*.
Ditas'de dito eom 17 varas, muito encorpado,
eom pequeo defelto, a 4*500.
Grosdenaple preio muito superior, covado 2S,
Dito dito a 1*600.
Retondas de ronda preta a 10*.
Chales de renda preta a 8*.
a 160 rs. a libra, e de 8 libras para cima a 120 -
rs.: no armaiem da Liga, ra Nova n. 60.
Vende-so ou arrenda-se o engenho Aeauass,
moente e corrate, distante da praca tres leguas,
Lantljlas. j sito na reguezia de Jaboatao, sen terreno de boa
A loja da Aurora, na roa larga do Rosario o. 38,' prodcelo, com maltas bem conservadas e com
recebeu sortimento de lantijolas multo delieadas e cercado bem tratado. Tambem se divide em pro-
ropxias para qualquer enfeite, assim eomo tam-' prledades ou aios, a vontade dos compradores,
em receben lavas de Joavin brancas e de cores sendo nos pelo i i e outros pelo rio
para hornera e atnhora, muito frescas, chegadas! AeauasM : pal dot referidos negocios
todo isto na loja da Aurora, procoreerMwn o-*ronl Jos Gomes dos
Santos Pereira do BMtos.
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se acbar bem sprtido come todos sabem,
boje mais que nunca, n5o s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de consignares; parece sem
duvida que deve offerecer grandes vanta-
gens para o respeitavel publico tanto em
presos como na escolba dosobjectos, e co-
mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor Douro e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionarao alguns,
por n3o ser possivel mencionar tedos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
tecc5o de todos.
Riquissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica taoto de veio como
de cerda.
Ricos porta joias e necessarios.
Riquissimos est. jos a feitio de um bausi-
nho ou cbapeuzinbo.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinhos e touquinhas de muito
gosto para enancas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
mas. % '
Meias de seda para senhoras.
Capellas e gfinaldas de flores proprias
para casamento.
Enfeiles e capellas de muito gosto para
seubora. 4
Riquissimos porta boquets.
Boquet de flores com urna borrachinha
com cheiro.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Riquissimas plumas e guaraices para
enfeitar chapeos. '
Contas e tubos de afy) brancft, que*na
muito se desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e crozes de crystal.
Fivellas e cruzes de tartaruga, madripe-
rula e dourados.
Alnelag para -gravatas.--------
Botes com croas para punhos.
Gravatinhas e mantinhas de muito gosto,
tanto para homem como para senhora.
Riquissimos aderecos pretos, assim como
caixinhas com alune tes pretos.
Bengallas de canna com cabo do marfim.
Ditas de baleia, borracha e de outras
muitas qualidades, assim como chicotinhos.
Riquissimos peales de tartaruga do ulti-
mo gosto;. assim como de arregaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as qualidades.
Diademas para cabeca do ultimo gosto.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
pelo ultimo vapor,
raa larga do Rosario o. 38.
mi
Trancas pretas com vidrilho e de cores.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.-
Ligas de seda e de algodao.
Suspensorios de seda e de algod
tos outros objectos que se nao
nunclar por nao se tornar eofadi
S do Gallo Vigilaate ra do Crespo n. 7.
ameisco Jos Germano
MA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de oculos, lonetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
los de alcance para observacs e para os
iflarilimos. j__________________
Vende-se ceblas a 640 o rento, e gaz de pri-
meira qualidade a 500 rs. a garrafa : no Pateo do
Terco n. 11,
Roupas toitas de todas as qualidades
Vende-se roupa feita, sendo calcas de cores e
pardo a 2*, ditas de brim branco de linho a 3*500
e4*. calcas de caseroira preta a 3*, 6* e 8*, di-
tas de cores, meia casemira, a 3* o 3*500, ditas
de casemira a 6*, 7* e 8*, paletoU de brim do
cores a 2*. 3*500 e 3*. ditos de brim branco a
a 500, ditos de alpaca preta a 3* e 4*, ditos de
casemira de cores a 5*, 6, 7, 8 o 10*, ditos da
panno preto a 6*, 7, 8 o 10*. colfetes de cores a
1*600, de casemira a 3* e I*, ceroula franceza a
1*600 e 2*200, camisas francezas finas brancas a
peitos de cores a I* o 2*500, dita inglezas da li-
nho de pregas largas a 2*500, 3* a- 3*500 : na
ruada Imperatriz, loja 4a Arara m. 56.
Em casa de Kibe< SeBsettau c.
ra da Gadeia n. l8,veDd-se:
Champanha.
Cognac de soperior qffalldade.
Vidros para espe'hos de todos os tama-
nhos tudoa precos muito commodoe.
tara encrespR
Tesouras de todas as grossoras paja
Tondotn se na roa do ^
Irraa.
descarocar


S
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fc,

.

Diario de peraiafcnee -I Seguida I eir t de Mareo de
4866.
MOJLOJA
PEDIDA
Itrls muc
a pwalarga .
Jamto a paeHrta fradeeza de
Paredes Parto.
Nesle esubelecimenlo encostrara o respeitavel
publico am variado sortimento de ftenas franee-
xas, liglezas, tulssas e allemes, que se veaderao
por proco commodo.
Paredes Perle
Vende ebale* de renda de cores qoe se vende-
rn a 18 est vendendo por 6*, dites pretos, fa-1
senda nova, 51, & 81 a 201, nm sortimento com-
pleto de manteletes, capas e sootambarques 141 a
MI. Rna aaJnmaramzn. M, Jnnto a padarta (ran-
een, araaxem da porta larga.
Paredes Porte
Receben am completo sorthnento de ISasinhas a
540, e 280 rs. ovados, para acabar, cambralas de
cor a 140 rs. o covado, rlscado escossez para rou-
pa do DMino, fastio de Moho a 420, 400 e 500 rs.
Roa da Iraperatris n. 62 jnnto a padaria francea.
armazem da porta larga.
Paredes Porte
Receben para cortinados para cama francesa a
111 a peca cambraia lisa Boa a 3* 41 al 10* a
peca, corte de tarlatana de bonitos gostos a 3*500
4#, cambraia cora flor de seda, gostos inteira
mente novos a 100 e 500 rs. o covado, no armazem
da porta larga n. 52, ra da Imperatrlz junio a pa-
dara francesa.
Paredes Porte
Receben pelo ultimo paquete nm sortimento de
cruzes com pedras para o pescoeo, bonitos caxinels
de lia para pescoeo de senhora. Roa da Imperatriz
n. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Vende cortes de gorgnrlo preto para vestido com
21 eovados cada nm 351080, grsdenaple preto a
1*600, 1*800 e 2* o covado, lias lizas finas a 400
rs. o covade, lias de qnadrmho para vestido, enfes-
tada, a 320 rs. o covado. Ra da toperatriz o. 52,
armaaem da porta larga.
Roapa feita
Ra da Imperatriz n. 52 armazem da porta lar-
ga junto a padarla francea, encontrase ueste es-
tabelecimento nm completo sortimento de paletos-
saceos e sobrecasacos, de todas as qnalidades, cal-
cas, colletes, ceronlas, camisas, grvalas, meias,
chapeos de sol, ditos franceses para cabeca, por
pregos com modos, roupa para menino e ontras
muitas fazendas por precos commodos, armazem
da pona larga.
No mesmo estabelecimento encontrar o respei-
tavel publico, sempre nm completo sortimento de
ronpas [titas de todas as qnalidades, como sejam
paletos de alpaca preta e de cor, ditos sobrecasa-
cos a 4* e 5*. ditos de brlm pardo a 2*800, 3* e
3*500, ditos inos a 4*, ditos meias eazemira a
3*500, 4* e 5*. ditos casemira saceos a 6*, 7*, 8*
e 10*, ditos sobrecasacos a 10 e 12*. ditos de pan-
no saceos a 6*, 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 12*
e 25*, ditos de marin preto a 61, 71 e 10*, cai-
cas de brim de diversas qnalidades a 1*800 a 4*,
ditos brancos a t*500 e *, ditos eazemira 5*,
6* e 7*. ditos pretos a 5*, 6*, 8* e 10*, ditos
metas cazemiras a 3* e 4*, coleles de diversas
qnalidades, seroulas francezas de algodo, ditas de
'inbo, ditas de bramante a 2* e 2*500, carnizas de
algodo de linho francesas de 2*500 e 3*. Gran-
de pecnincba neste genero, gravatas de todas as
qnalidades e brancas para casamento, grande sor-
timento de meias para senhoras, ditas para bomens
a 3*. superiores a 3*900 e 4*.
Um completo sortimearto de chapeos de sol de
alpaca a 3*, ditos de seda a o*, 7*, 10* e 11*,
ditos francezes para cao ra, grande sortimento
a 6*. '
Pechindia admiravel.
Grande sortimento de chambres a 4*600 e 5$,
lencos de cambraia para homem a 2* a dnzla, di-
tos de linho a 4* e 5*.
Grande sortimento de roopa para meninos e on-
tras mnitas' qnalidades qne seria enfadonbo men-
ciona-las.
Paredes Porto
Recebeu pelo ultimo paquete francez ricas laas
granadinas com flores de seda a 400 e 500 rs. o
covado. esto aeabando-se, cambraia preta para
Into. Porta larga junto a padarla franceza, a ra
da Imperatriz a. 2.
9tr edes Porto
Receben pelo ultimo paquete espartilhos a pre-
guicoso por 39, sao bons, lencos de seda para se-
nhora e homem a ls, ricos cortes de cambraia
bordados de 18$ a 7$, por ter nm toque de mofo,
esto se acabando, na ra da Imperatriz n. 52, jun-
to a padarla franceza.
Paredes Porto
Vende um completo sortimento de faaendas
brancas, como sejam madapolio a 4*500, ai, 6* e
109, pecas de algodo por barato preco, chita "fran-
ceza a 240, 280, 320, 360 rs. o covado, precalias
muito finas a 306,400 rs. o covado, chita isgleza
;200 e 240 rs. o covado. Rna da Imperatriz o.
52, junto a padaria franceza.
lazcadas.
Vende-se superior merino preto proprio para ca-
pas de senhora e vestidos a 2*, lustrn! da 'China
a 1*800 o covado. Ra da Imperatriz, porta larga.
Paredes Porto.
Vende em sen estabelecimento tiras e entrecielos
bordados, grande sortimento de corplnhos rica-
mente bordados a 3*, 4* e 5*. So o Paredes Por-
to, rna da Imperatriz no 52; porta larga jnnto a
padaria franceza.
4 SALSA PARRILHA BE AM
PARA A CURA RADICAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, chafas:, lridas ve-
lhas, bioncbooele, papo ou papeira, a syphilis, enfermidades venenas ou mer-
curiaes.
GRANDE E*TABEL8CIHE?T0
DO
aaa da Iaaperatrlz, M. 60
BE
GAMA & SILVA.
LOJA E ABUAZEM DE FAZINDAS.
Tendo os proprietarios deste grande estabeleci-
mento feilo um grande abatimento em multas de
snas fazendas, pela occasiao do balnco que deram
no ultimo de dezembro de 1865, resolvern vender
mnito mais barato do que costomam afim de cada
vez mais agradarem aos seos numerosos fregu-
zes ; por tanto Ihes offerecem nm avulado sorti-
mento de fazendas francezas, In'glezas, as quaes
vendero mais barato do qoe em oolra qaalquer
parte,comprometindose a mandar levarqualqner
fazenda em casa dos frego< zes qne nao pederem
vir a toja, ou a darem as amostras, deixando ficar
o penhor, assim como con vid a m as pessoas, que
oegoclam em menor escala que neste grande esta-
belecimento encootraro um grande sortimento
tanto a relalho como por atacado, vendendo-se-lhe
apenas pelos precos que compram oas casas ingie-
ra?, sendo com o dinheiro a' vista.
Pechincha a 3 A8 MELPOMENES DO PAVAO.
Vendem-se bonitos cortes de nelpomene para
vestidos de senhoras, sendo dos padroes mais mo-
dernos pelo baratissimo proco de 3 000 cada um.
Dllos de indiana, tendo oito e meta varas, pero
baratissimo prego de 2*600 rs.
Isto para acabar na tuja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As toalhas de li lio do) Pava*.
Vendem-ss superiores toalhas de linhos para
rosto pelo baratissimo preco de 7*500 a dnzla ou
a 640 cada urna.
Goardanapos de linho adamascado para ateza a
2*800 a dnzia ou a 240 rs. cada um.
Superior atoalhado de linho com oito palmos de
largura sendo braoco e pardo, evende-se roars ba-
rato do que em ontro parte, toja de Pava* na roa
da Imperatriz n. 60 Gama dt Sirva.
Os corpinhos ue seda pretos do Pavao.
Vendem-se os mais ricos corpinhos de seda pre-
-?"- = "-?J"--- j~.f ~ ------ r-- nor pgjo barato preco de 32l0 e 3fioUU a p<
V^me ?nfeia?do f10 b^*SrZ^S dita muito finas a 5*. 6* 7* e 8*: na lo
> E b 'T? P3V5 Da rUa lmpera,riZ, armazem do Pavao, 7ua da Imperatriz n. 60,
n. b, de Gama & aiva. I Gama & &ilyL
Os cortes de cambraia tranco bordados di
lo ja do Pavao.
Vendem-e os mais ricos corte* de cambraia r-
tmente bordados com barras e babados a 20* ca-
da um : na toja e armazem do Pavao a rna da
Imperatriz a. 60, de Gama 4 Silva.
Rlcma vestidos a 0000
rs.
pecfaiieka admirare!.
S o Pavao receben pel ultimo Vapor franeez
um grande sortimento dos mais ricos cortes de
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9

AS MOLESTIAS DAS MLHERES,
retenclo, menstro doloroso, ulcerarles do tero, flores brancas, etc., ulcera-
cio, debilidade, expoliacSo dos ossos, a nevralgia e convulsoes epilpticas
qaando causadas pela escrfula.
ERYSIPELAS ERPES; ETC.
Enfermtdades cutneas, erupcSo, borbalbas, pnslalas,
aseldas, etc.
0 extracto composto de salsa parrilba, con'eccionado pelo Dr. Ayer, eurna
combinacSo dos melhores depurativos e alterantes conhecidos a medicina; confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado e receitado pelos priEeiros mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias, e
muitas ontras partes do mundo: o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de
experiencias feilas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por muitos annos, nos priocipaes nos-
pitaes e enfermaras da America ; tcm sido approvado pelas academias de medicina e
jnntas de hygienne das priocipaes capitaes da America do Norte; paraprova disto vede
os attestados autltenticos bo Almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes sedis-
trihuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
A SALSA PARILHA DE AYER
Especialmente efflcaz na cura das molestias que tem sua orlgem
a escrfula, na lufeccao Tenerea, no uso
excesslvo do mereui fo ou qnalqner Impureza do sangue.
A molestia ou infeefao peculiar, conbecida pelo nome de escrfula, t um dos ma-
les mais prevalecentes e universaes que ha em toda a extensa lista das enfermidades qoe
atacam a nossa raca; disse una celebre escriptor da medicina que mais de urna terga
parte de todos aqaelles que morrem antes da velhice sao victimas, ou directa ou indirec-
tamente de escrfula; por isso s nao 15o destructiva, porm a principal causa de
muitas outras enfermidades que n3o Hie s5o geralmente attriluidas.
nma cacsa directa da tsica pulmonar, das molestias do figado, do estomago
e affeccoes do cerebro; entre seus numerosos symptomas acham-se os segnintes: falta
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvura transparente e outras
vezes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos' msculos ao redor da boc-
ea; digestio fraca e appettite, falta-de energa; ventre enchado e evacuacSo irregular;
qoando o mal tem seo asiento sobre os pulmoes urna cor azulada mostra-se em roda dos
olhos ; qoando ataca os org5os digestivos; os olhos tornam-se avermelbados; o bali-
to ftido, a linsua carregada; dores de cabeca, tonteiras, etc. Kaspcssoas dedisposi-
?3o escrofulosa apparecem tYequentemente erupces na pelle da cabepi e outras partes
do corpo ; sao predispostas s affeccOes dos pulmSes, do figadr, d< s rins, dos orgaos
digestivos e uterinos. Portante, nao sio smente aquelles que padecem das formas ul-
cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam de proteccao contra os seus estragos;
todos aqoelles em cujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagello (e s vezes e
hereditario), estao expostos tambem a soffrer das enfermidades q^m^^: WJ/ vestid'os transparentes tcm lindas barras e enfeiies
A tsica, ulceragoes de Ogado, do estomago e dos rins; erupcoes e enrermtaaaes de sed3j send0 mm vesdS ^0,,^roprios para
eruptivas da cutis, rosa ou erysipela, borbulbas, pustoras, nascidas, tumores, rheoma, jjaiie e passeio?, e vendem-se pelo '
carbuDcalos, ulceras e cbagas, rbeumatismo, dOres nos ossos, as costas e na cabeca, i
debilidades feaaininas, llores brancas causadas pela ulceracao interior, e enfermidades
uterinas, bydropesia, iodigestao, enfraquecimento e debilidade geral.
Offerecemos a estas pessoas um aarigo seguro e um antidoto efncaz contra esta
molestia e suas consequencias na
SALSA PARRILHA DE AYER
(fQB opera directamente sobre o sangue, purincando-o e expulsando delle a corrupcao e o
veneno da molestia; penetra todas as partes e todos os orgts do corpo bumano, livran-
do-os da sua acc5o viciada e inspkando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo
para a renovacSo do sangue, e d* ao corpo j enfraquecido pela doenca, forjas e ener-
gas renovadas como as da joventude.
. tjimbem o melhor anty-syphilitico conhecido
cura permanentemente as ptiores formas de syphilis e as suas consequencias. Pouca
necessidade ha de mformar o publico do inestimavel valor de um Tfioedio que, como
este, livra o sangue desta < orrupc3o e arrebata a victima das garras de uma morte lenta
e ignominiosa, porm inevitavei, se o mal n5o logo combatido com-eoergia.
um poderosissimo alterante para a trenovac5o do sangue* para dar nova for-
Ca ao corpo j enfraquecido pela doenca.
SeodM composto de productos vegetaes, este medicamento kmocente eao mes-
mo tempo efficaz, um fado de immensa importancia para aqoelles qne o tomara ; por-
que moitos dos remedios alterantes offerecidos ao publico tem por bese-o mercurio ou o
arsnico; e sendo assim, bem que s vezes pode effectuar curas, comtudo deixam suas
victimas carregadas de uma tonga serie de males, muitas vezes peicw do que o mal ori-
ginal. A unie cousa necessaria para obter uma -cora radical seguir com juizo e cons-
atncia as direccoes que acompanbam cada frasco.
N5o-pretendemos promulgar, nem queremos que se hifira qoe esta cqjnposicSo a
um remedio infallivel pata cora de todos os padecimentos humanos ; infelizmente
escrfula e-a syphilia sao emermidade tao suVis as suas nalurezas, e arreigam-se o
firmemente no systema, que muitas vezes evadem e resistem aos remedios mnis pode-
rosos que a sciencia humana pode inventar para combate las: o que diremos que o
Extracto composto de salsa parrilha de Ayer
a melbor prepararlo at boje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que
uma combina^- -o dos alterantes mais efficazes coobecidos, e que esta ombinago tem sido
regulada por longas e labociosas experiencias, e finalmente que toases consciencia deof-
ferecer ao publico o melhor resultado que possivel produzir, da iotellgencia e pericia
medica dos oossos lempos.
Este remedio deve ser tomado com syStema e regulandade, nao com abandono,
pois um -remedio e nao bebida.
Quando as molestias do figado rrao tem sua origem na escrfula, o remedio
mais proprio as pilulas carbarticas de Ayer, que s5o efficazes na cura da molestia, que
m por causa nm desarranjo dos orgSos digestivos. Pedi a salsa parrilha.de Ayer e
n5o aceitai -outra preparaco.
Pernambuco, ra Nova n. i 8, pharmaoia francezade P. Maura & C.
Cortes de cambraia com palmas na leja do
Pavao.
Vendem-se corles de cambraia branca com pal-
mas, sendo fazenda mnito boa, pelo baratissimo
preco de 2*500 para acabar : na loja e armazem
de- Pavio na rna da Imperatriz n. 60, de Gama i
snva.
Lateos braateos a tfC^O res a
dtala.
Yendem se lencos brancos fazenda mnito boa
pelo baratissimo preco de -i a duzia, Ditos com
barra de cor a 21000 isto para acabar na loja do,
Pavio na rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Sil-
'grsnde PECHINCHA! i
Lsinhas a 120 rs. na leja do Pavo
Vende-se lisinhas pretas'proprias para luto sen-
do boa fazenda a 120 rs. o covado. Ditas mnito
Roas de qoadr-tnhos a 480 e 320 rs., ditas entesta-
das a 400 rs., ditas mathizadas a 320 rs., ditas
transparentes com palma de sedas 400 rs., ditas li-
zas e com salpicos a 500 rs., para acabar na leja e
armazem do Pavo na ra da Imperatriz b. 60. de
Gama & Silva.
Poopelinas modernsimas a 400 e 500 rs.
o covado na loja do Pavio.
Vendem-se poopelinas mnito Unas sendo fazenda
muito moderna de qnadrmhos e liza vendendo-se
pelos baratos precos de 400 e 300 rs. o covado na
toja do Pavo na rna da Imperatriz n. 60 Qe Gama
& Silva.
Orosdenaples pretos do Pavio.
Vendem-se superiores grosdenaples pretos pelos
baratlssimos precos de (500, i600, 1,5800 e 2*
o covado, sendo fazenda muito boa, s para ac
bar : na roja e arrtazem do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante de linho do Pavo.
Vndese superior bramanle de linbo coro iO
.palmos d largara, prcprios para lentes, pelos
baratissimos precos de 2 e 2A600 a vara, assim
como panno de linho mono fino pelos baratissimos
precos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do Pavio, ra a Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Cambraias lisas do Pavio.
Vendem-se pecas oe cambraia lisa mnito supe-
rior, peto barato preco de 3$200 e 3300 a peca,
na lojs*e
de
mmm nmmmL
Para a quaresma
Os chales do Pavio a U 76 e 85.
Vendem-se ricos chales pretos de rea mnito
grandes com quatro ponas, sendo os mais moder-
nos por terem chegado pelo ultimo vapor traneez,
e vendem-se pelo baratlss.mo preco de 6, 7 e
8J : na loja do Pavio, rna da Imperatriz o. 60> de
Gama & Silva.
is ratarias da pavo a 8 e 1Q,>.
VenJem-se as mais ricas, rotandas de renda pre-
ta, sendo muito grandes, que sao as que mais se
usam, pelo baratissimo preco de 8 e 10 : na
loja e armazem do Pavo, roa da Imqeratri?. n. 60,
de Gama & Silva.
Os chales de guipure a 12$ e
160000,
Vendem-se os mais ricos chales de Guipure e de
renda de linbo e seda, pelos baratissimes precos de
12 e 105 ; grande pecbmcha em reiaco a boa
qualidade e tamanbo delles : so na loja do Pave,
rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chitas pretas a 16< rs:
Vendem-se chitas pretas inglezas, pendo fazenda.
mnito boa, pelo baratissimo preco de 160 rs. oco-
vado, od 5500 a peca com 38 eovados : so na
loja d* Ravo, ra da Imperatriz o. 60, de Gama &
Silva.
Lazirihas a 2(il) rs., s o
l'avo.
Vendem-se modernas liazinbas com lindsimos
gostos, pelo baratissimo preco de 200 rs. -, gran-
de pechincha : s na loja do Pavo, ra da lxpe-
ratnz n. 60, de Garra & Silva.



VENDE-SE

Xo arnaaxeui de M- J. amos e Silva Genro. raa do vigarlo
a.H, constantemente, seguales artigo*, qne
recebem por encommenda proprla de

XEW-lTOllK,
_.
Legitima salsa parrilha de Brlstol, .preparada por Lanman & Kemp.
Verdadeiraagua Florida, preparada pelos mesmos. r -
Gai em latas de cinco gafes, o mais purifleado que se pode desejar da acredi-
tada marca F. W. D. & C. '
Relogios perfeikis reguladores, com corda de quatro a oito das, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch. ,, ,* JS a i
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Ptnladel-
e passeios, e vendem-se pelo baratissimo
ja
roa da Imperatriz n. 60 Be Gama & Silva.
Os bates pretos de renda do Pavie a 8^000 rs.
Vendem-se os mais ricos chales prehs de renda
com quatro f cutas, senda muito grandes pelo ba-
ratissimo preco de 8.
Ditos de goepnre a 15J, 184,20, 25.
Retondas de dito a 10,5.
Manteletes de renda, lazenda muito superior a
155000.
Capas e saulhambarqoes de grosdenaples bor-
dados, fazenda intelramente nova, por presos mais
baratos que em ontra qoalqner parle.
Isto na loja armazem do Pavao na rna da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva;
Osttiales 4a pava a 2oo e 2oo rs.
Vendem-se chale de merino eslampados a 21
e 21300 cada um.
Ditos de merm liso a 31600.
DHos estampados de crepon a 61, 71, e 81000,
DMos pretos bordados com franja de seda a 141.
Na loja e* armazem do Pavio' na roa da impera-
triz a. 60 de Gama & Silva.
Para luto vt nde o Pavo.
Setim da China com 0 palmos de largura, fazen-
da preta para Into, propria para vestidos e ronpas
para horoens, sendo esta nova fazenda sem lastro e
de mnito boa qualidade, garantindo-se nao ticar
rnsi-a Jcom o tempo vende-se pelo barato preco de
21 e pioOO o covado, assim como neste estabeleci-
mento tem um grande sortimento de todas as fa-
zendas pretas como Kjam eassas e chitas pretas,
lias tapadas e transparentes, princesas, alpacas,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavao na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os baioes do PavSo.
Vendem-se superiores bales de mncnlina com
moita reda a SI., ditos crinoltnes com 35 arcos a
31300, ditos con 20 e 26 a 31, ditos para meni-
nas, sendo brancos e encarnados a 21 e 21500 :
na loja do Pavio na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cambraias de forro a i"600 e 24 na loja
do Pavao.
Vendem-se-pecas de cambraia de forro com no-
ve varas cada peca, pelos baratissimos precos de
11600 e 21: na leja e armazem do Pavo na ra
da Imperatriz n. 00, de Gama & Silva.
Os cortinados do PavSo.
Vendenvse snperiores cortinados adamascados
para camas pelotaralissimo preco de II cada par,
ditos multo finos ricamente bordados para camas
oo janellas a i*$, 20 e 23! o par : na loja e ar-
mazem do Pavao na roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Panno preto a 20 na loja do Pavao.
Vende-se panno preto. fazenda muito boa, pelo
barato preco de 21 o covado, dito mnito fino a
31300, 41, 51 e 61, assim como casimira preta de
cordo a 2! o covado : na loja do Pavao na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os espartilhos do Pavio.
Vendem-se uma grande e variado sortimento de
espartilhos dos mais bem feitos qne tem 'viodo ao
mercado, sendo de todos os tamanbos, vendendo-se
por nm prego muito razoavel : isto na loja do Pa-
vao na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aa aalaa bordadas do pavo
pbia).
Tasso Irmao8
Vende bo seo armazeu roa da
Jtueria a. 3o,
licor fin (Anaci em botijas e meias botijas.
Lieores finos sonidos em garrafas com rolhas a
vidro e em lindos fraseos.
VinbosCheree. .,,
Santernes.
Cbambertia.
Hermitage.
Borgonhe.
Champagne
tfmmtel.
Retan.
Befaau.
Od Ton-
PAozei lagaiol.
Superior oleo para machinas de costura.
A guias para as mesmas.
Bren em harneas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
BORDEAIX
1.* qaalidade.
St. Estephe.
SI. .Julien.
C. Margaux.
C. LaBtte.
iMedoc. .
PORTO
laquliad>,
Principe Real.
Pedro V.
Mara Pa.
Priuceza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque.
Malvazia.
Vnho fiop^ao torio em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinbo do Rheno.
Cera de Lisboa era vete e em grane.
PECHINCHA
a 2000, para calcas, s Pavia.
Vendem se superiores cortes de meia casemira
com msela de seda a 21, ditas Garibaldlnas a
zjMO, ditas escuras a 21800, cu a 11600 o cova-
do : na loja e armazem do Pavio, ra da Impera-
triz o. 60, de Gama & Silva.
PENTEADORES
ou roupoes de cambraia bordados proprios
Sara as senhoras vestirem de manlta.
iegon esta novidade paia a loja do Pavo,
multo lindos e do melhor gsto at boje, pur pre-
Smcito rnoaveis : na loja do Pavo, ra da
.Krairiz a. 60, de Gama & Silva.
Chitas roas
a 6(00 res a peca
S na loja so Pavo
Se vendem pecas de chitas rxas inglezas, sendo
cores fizas tendo 38 eovados cada uma peca pelo
baratissimo preco de 61000 res, a retalho a 160
r. o covado, ditas escuras e claras a 200 rs. o co-
vado, h ja do Pavio ra da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma & Silva, Gama & Silva.
Novidades do Pavo
OU PECBINCHA ADMIRAVEL.
Escossezas a 30200
Cegaram os mais lindos cortes de escossezas,
proprios para vestidos, sendo fazenda inteiramente
nova no mercado; e vende se a 31200 o corte ou
260 rs. o covado na loja e armazem do Pavo, rna
da Imperatriz, n. 60, de Gama & Silva|
Casias francezas a 24(1 rs. o covado.
Vendem-se bonitas eassas francezas de cores ti
xas pelo baratissimo prego de 240 o covado.
Ditas a 280, 320 e 360.
S aa toja do Pdvao, rna da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Grsdenaple preto a 1$600.
* V grande pichincha i!
Vende-se grsdenaple preto, sendo mnito eneor-
pado e de boa largura, pelo baratissimo prego de
11600 o covado : Da ra da Imperatriz o. 60.
Os cachinez do Pavo.
Vendem-se bonitos cachinez de ISa ou apazalhos
para cabeca pelo baratissimo prego de 31000, s
na loja do Pavao, na ra da Imperatriz n. 60.
PAB A OliARESMA
PECHINCHA ADMIRAVEL.
Grsdenaple preto a {600
Vende-se superior grsdenaple preto, fazenda
moito encurpada, pelo barattssimo preco de 11600
o covado, sendo fazenda qne val muito mais di-
nheiro : na loja e armazem de Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
MANTAS PARA O PESCOCO
a 15, s o Pavio.
Vendem-se bonitas mantas para o pescoeo, pelo
barato preco de i! : na loja do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Hadapoles a 3,500 rs. a pessa.
S na loja do Pavo.
Vndese pecas de raadapolo fino com 12 jar-
das, pete barato prego de 31500 e 4!000.
Grande pechincha.
LasiDhas a 240 o covado
Vendes bonitas lasinhas com os mais lindos
gostos escocezes a 240 rs. o covado; na loja do Pa-
vo na ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva
Chales de renda.
Na loja do Pavao.
Reeeberam-se os mais lindos chales pretos de
renda, assim como as mais modernas e compridas
retonoes, e manteletes da mesma fazenda,e vende
se mais barato qoe em ontra qualquer parte: na
No armazem de azendas
baratas de Santos Ooelb.o
Rna do Qucimado u. I.
Vende-se o segninte :
Cobertas de chita da India a 21400.
Lencoes de panno de linho a 21200.
Ditos de bramante de lmbo de nm s panno a
31200.
Lengos de cassa brancos proprios para algibtira
a 29000 a dnzia.
Algodo entestado com 7 I|2 palmos de largura
a 11200 a vara.
Atboalhado de linho a 21800 a vara,
Dito de algodo a 21 a vara.
Gnardanapos de linho a 31800 a duzia.
Pecas de cambraia de salpicos a 41.100.
Lazinba aberla de cores a 320 o covado.
Cambraia branca de forro a 31 a pera.
Fil de linbo liso fino a 800 rs. a vara.
Dito Se dito com salpicos a 11 a vara.
Panno de linho fino com 9 1|2 palmes de larga-
ra pelo barato preco de 21460 a vara.
Madapoloes Unos a 81, 91,101. 1U e 12!.
Cambraia lisa de 41500, 5!. 61, 71 e 81 a peca.
Pegas de brelaoha de algodo com 10 varas,
propria para saia, pelo baratissimo prego de
31500.
Liazinba lisa de cores a 500 rs. o covado.
Cambraias finas de cores miudinbas a 360 rs. o
covade.
Esteira da India propria para-forro de sala o*
4,5 e 6 palmos de largura, per menos prego do
qoe em outra qualquer parte.
Neste armazem tambem se encentra nm franco
sortimento de roopa feita e por medida.
Quem duvidar venha ver.
Moreantique superior a 21800, grsdenaple su-
perior a 21, dito mnito largo:a 11280, chales ren-
dado muito grandes a 71, retondas novos desenbc s
a 8!, cortes de cambraias riquisslmos gostos a im
peratriz Eugenia a 51500, ditos de la a Mana
Pa por 6!, cobertas de chita da Persia a ?lz00,
chitas inglezas a 61 a pega ou I6'J is. o covado.
para acabar : s na rna do Queimado n. 17, junto
a botica.
Vendem-se salas bordadas sendo toiandB. ,|oj, ajawMIB'ldo p4v3o na rna da Imperatriz n.
boa, sendo ricamente bordadas e com muita roda
vendendo-se petes baratos pregos. de 61 89 e 101
res cada nma na loja do Pavao na roa da lmpera-
"' ijre,u em barricas pequea*,
Cera em velas de todos os tamanbos.
N* roa in%nano n. W, primairo andar.
-Tvende-se um escravo para engenbo, erlonk
de boa figura e mestre carreiro : a tratar aa
do Qnelmnan te **.______________ ^
(iieijis daierlit
Veade-sasopnrterqoeijo^a L
jUdra de Dos, armazem ;ant > V
Pechincha admiravel
Lazlnhas de qnadrinnos qne parece seda a 140
rs. o covado, ana granda pocblncba, esta se aca-
bando : na loja n. 62, armazem da porta larga de
Paredes Porto.
Pechincha
Vende-se a taberna da rna da Gola n. 36 pro-
prio para principiante, e o motivo se dir ao com-
prador.
" Oh que bella pMa i if
Chegon aflnal a travessa do Qaelmado n. 1, o
verdadeiro vinho verde de Bastos e vende-se por
61500 a caixa com 12 garrafas 00 6 rs. a gar-
rata, a alie qne mnito fresco a proprio pava a
eetago.
r^TVen4em-se garrafas e nottjaa amas e lava
das; na roa da Soledade .0. 38. ^^____
GAZ BBftOZNg:
na raa
Tam nafa vendar am latas Antonio Lata da Ol-
^5SR3&ra S ^a7
a variado. "
Francez barrica 51000
Portland itam 81500
Em perfeito estado:
Francez barrioa 101000
Portland idean #000
No armazem de Tasso Inaao oes doApollo.
Fazendas para a quaresma.
No armazem da porta larga, rna da Imperatriz,
grsdenaple preto a U400, 11600, 1*800, 9! t
21500, moreantique preto de diversas qnalidades,
es mais ricos chales de renda untos, e retondass
com nanita roda, fazenda da ultima moda no mer-
cado : do armazem da porta larga a. 52, aa rna
da Imperatriz.
Gomma de milho branco
americana,
no armazem
triz n. 60 de Gama di Silva.
Bretaabab de rale a 3j000B
Vendem-se pecas de bretaoha de rolo com 10
varas cada peca, pelo baratissimo prego de 31:
na loja e armazem do Pavio, rna da Imperatriz o.
60, de Gama di Silva.
Hompa feita.
Na loja do Pavao
Vende-se neste estabelecimento na grande sor-
timento de ronpas, unto de panno como cazemiras,
e hrins e pelos baralissimos pregas como setam
careas de eazemira preta a 6! 71 e 8JO00re;s, pa-
letas de panno preto saceos a 6! 81 e 121000 rs.
ditos sobrecasacos de panno OntsaiaM a 121181 e
251000 res, e oulros muitos artigas qne seria en-
fadonhos aqu re.iata-los; s na teja e armazem do
Pavio rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Loja do Pave
Grandes pechinehas.
SediaiM a 500 rs. cavado
Sedinhasa SOOrs.
Sedtiaas a 500 rs.
Vende-se na teja doPav5o, api grande sortimen-
to de sedinbas listradas com as mais bonitas cores,
sendo os padros mais novos qne tem vlndo ae mer-
cado, e vende-se palo paratissta prego de ciaao
testoes o covado, sendo fasenda qne valem mnito,
mais dinbeire, e grande pechincha por se ter
comprado urna grande ponida desta fjsenda, na
loja e armazem de Tasenda do Pavio, roa da Im-
peratriz n. 60 de
Pira a quaresma.
Vende o Pavo,
Superior grsdenaple prto a 11600.11800 e 21,
e outro mallo largo a 21800, 31 e 39900, e o supe-
rior moire-anliqne a 2!800 e J#, seda preta rana-
da a 21 e 11809, e setim preto a 1&N0; aa loja
do Pavao roa da Impartir n. 60.
Cortes de vestidos.
Pretoi 305000.
Vendem-se cortes de vestidos pretos bordado a
velado, pelo barato prego de 301, para acabar; na
loja do Pavo o. 60 de Gama & Silva.,
Lasinhas matisadas a 320 rs.
Vaadem-se aa mais lindas ttastabas maUsadas
66 de Gama & Silva.
. CaMor a 3(.0 rs. 9
Para caigas.
Vendem-se superiores castores muito encorpados
padroes escaros pelo baralo prego de 320 rs. o co-
vado, servlndo esta fazenda tambem para escravos
por ser de marta duragso; na loja e armazem do
Pavao raa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Chapeos para meaiaas a 6,000.
S na loja do Pavo.
Se vendem os mais bonitos e mais bem entorta-
dos cbaposlnnos de palba da Italia, proprios para
menina*, peto baratlssftno prego de 61000; na loja
e armazem do Pavao na rna da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
Atten$o.
ULTIMA NOVIDADE
Para sabbado de Alleluia
PENTES, ENFEITES, CINTOS.
Gama & Silva, acabam de recener pelo nlmo
vapor francez, nm grande sortimento dos mais ri-
cos enfeiles pretos e de cores proprios para cabega,
sondo guarnecidos com as mais lindas flores, e com
voltas das mais bonitas perolas; assim como os mala
modernos e engragados pentes da verdadeira tar-
taruga, marchitados sendo a ultima novidade
qnelem vindo de Pars, e os mais ricos cintos com
pas mathrsaas e rtelas largas, conforme oltffna-
meate so osa nas.primeiras capitaes da Europa, e
vende-so por preco em coma por ter chegado ero
dlreitura para a loja do Pavo, ra da Imperatriz
a. 60 de Gama 4 Silva. ;
Grande pechincha
Vende-se um escravo preto, crioolo, de 20
annos de idade, pouco mais ou menos, do servios
de campo e sem defeitos : na roa de Apollo u. 7.
1" andar.
Escravos fgidos
150$ de gratificarlo.
Fugio no dia 21 ile warco do anno proxitr
passado, da casa de seu Manar, o escravo cabra
escoro, de nome Benedicto, rcm idade de 2o 2t
annos, levoa vestido caiga de algodo de listra.
camisa de algodo da trra, chapeo de courn de
abas largas; tinha cortado cabello a escoviona,
altura regular, cheio do corpo,olhos pretos e mnito
vivos, nariz e boca regulares, muito pouca barba
no qneizo e um pequeno basto, todos os denles,
ps regulares, etc., etc. Foi comprado naqulle
mesmo dia 9 ou 10, ao Sr. Jos Antonio Borges,
como procurador do Sr. Andr Alves de Paita,
morador na cldade de Souza, para onde fugio o
referido escravo, segundo aviso que temos do refe-
rido Sr. Paiva, e all anda refugiando se algumas
vezes para a serra denominada Jo: Lui. Roga-
mos portanto a todas as autoridades policiaes e aos
senhores capiles de campo, a captura do dito
escravo, e remelte-Io a casa de nossa residencia
a ra do Injperador n. 83 segundo andar, e por
cujo'trabalho gratificaremos com a quantia sn-
pra.
Reclfe, 28 de fevereiro de 1866.
Abren & Veras.
Fugio
em principios de fevereiro ultimo, o escravo crioo-
lo Clemente, pertencenle ao capilo Francisco do
Reg Barros Goiabeira, e tem estes signaes : bai-
xo, grosso, de 30 annos, nariz achatado, pouea
barba, denles limados, tem o dedo pollegar do p
esquerdo affastadn do immdiato, de cor preta,
bem espadado e nm pouco gago. Foi visto ha
diasnoengenho Beija-Flor (Agoa-Preta)e suppo-se
procurar a comtanbla de outro escravo do mesmo
senbor, por nome Jos, da Costa, tinha alguos
cabellos brancos, corpo regular, faces com tainos,
falta de denles na frente, pos fotos, cojos dedos
>ao voitados para lora ; esta' fgido ha 6 annos e
consta ter andado tol engaaos Conseibo, Ca-
cboeirinha etc., (Agua Preta)* so diz forro. Pro-
testa-s contra quem os houver acontado, recom-
menda-se-os as autoridades wga-se a quem os
appreherter, baja de ir entrega-tes ao seu sentwr
no engaito Reboueas (BarrelrotJ onda sera' bem
recompensado.
com os mais bonitos desenos, polo barato
320 rs. o covado na loja do Pavao
peratriz d. 60 de Gama & Sirva.
a roa
i darm-
Em chitas.
A maeta pataca.
A aula pataca.
A mela pataca.
Voado-oe na loja do pavao um grande sortimento
de chitas inglezas, sendo rozas e efir de rosa, com
pafSes mala miudos e mais grados, amanendo-
se ser de cores zas, e vende-se pelo bafMlsslmo
proco de 61 a peca, tendo 38 eovacto*,-* r*tt|ha-oe
a 160 ., seado fazenda qne sempre se venden a
9! a peca on se retalbou a 280 rs.; esta grande
pechincha liquidase por este prego na loja e arma-
zerfdo pavio, raavda Imperatriz b. 60, de Gama ir
Silva. ^
Ausenlou-se da.casa a preta cncula Benedic
la, de estatura regular, ps apateetados e tem
uma marca deferida em nm dos bracos, levon
veslido de 12 com raroagem de cores e panno fino
preto bandado de oorelo i qobm a pegar leve-a a
rna Dlreita padaria n. 24, que aera recompensado.
Ausentou-se da casa do abalxo assignado, desde
o da 12 de fevereiro passado a mnlafa sua escra-
va por nome Luiza, de Idade 30 annos, pouco mais
ou menos, a quai tem os signaos seguales : est-
tora regular, bem fallante, levon vestido on roupio
a domin, cor escara, nm pouco curto por n2o ser
delia, coja escrava tem sobre o labto saperior uma
cicatriz da lado esqoerdo, costuma qaando foge
iolUaiar-se forra e alugar-se : portanto, en abarza
assignado, rogo s pessoas qne della soaberem en
trazerem me a' ra da Cadela do Reclfe h. 31, on
ao Bairros Balsos n. 14, serio bem recompensadas.
Marcos de AImeida Lima.
'-Auseniou-sedacasa.de Feliciano Jos Go-
mes o son escravo crioolo de nome Felippe, esta-
tura regular o picado no rosto de signaes de bo-
sigas, tendo sabido do lugar da Boa-Viagem sab-
bado a tarde 10 do crreme mez e foi visto em 15
no engenho Camassan, donde se ausentou no
mesmo dia : qoem o pegar e levar a sen dono .aa
roa do Apollo b. 36, ser generosamente recom-
pensado. ',
Desde 12 do carrete mat de margo qoeea-
t fgido o pardo Sebastian de 18 annos, alto, ca-
bellos earapmhos e rulvos, olhos- castanbos, sem *
barba, nariz chato, com tetas as dentes. ^relias
pequeas, tem a marca de nm taino sobre o labio
superior, trajava catea de brim e camisa de algo-
dio branco : quem o pegar le veo as Cinco Pontas
esquina do basco do Peisoto defronte da matris do '
S. Jos n. H, qne sera' recompensado generosa- i
mente. ____________ '
No dte 7 do correte fugio o preto Uaaoel,
biixo, gromo do corpo, tem as pamas nm ponen ar-
queadas, e multo conbecida por Manoel canjralba, .
qoem o levar i roa de Apollo n. 30 armlznm m as-
sncar de A. H. Rodrigaes, serrbem grauBca*.


^*.


4
8
Mari* ele Periaabiea megmm* felra ele Hnr^o de 4866.


LTITERATDIA.
< E' esta a minha humilde opioiao. Entre unto
accresceotarei: se a eleigo no nosso paiz e tem
si(, sempre, ou qaasi sempre,.a expresso da too- '
lade do governo, em todo caso melbor que seja'
HLTOS.
(Lamarline.= Traduccdo de T. A. A. Jnior.)
X
A esta recmojliago segaio-se ama serie de an-
A reforma eleitor al.
IV
twn-se oTerecido differeotes tracas, a respeito das ?,e.^l,if'.*tJbo(8:_e ,popo,,5io B'"?tlH* V8lhlce PMU|- Rei0l,va a P" em ca
por nm modo menos immoral, e qne menos encom- nos de paz e nVarnf. dotante os qtfes nasceram
reforma eletoral a effeito, mwe a Pop^So, acabndose com as saturnas|tres Qlhasqle devlammils tarde^errlrdeconsolo
quaes nao existe anda opinio asseotada entre os
seas proprios partidarios.
Alguns julgam conveniente que se proceda a
urna qualiflcago, segundo o projecto apresentado
em Pernambuco pelo Sr. Dr. Moraes Sarment, e
gue acaba do ser transcriptc em um opsculo pu-
blicado tiesta corte.
Ha quem pense que, para tirar toda a sombra
de exclusivismo aristocralivo e alalhar a celeuma
que pedera levantar se por suggestes mal inten-
cionadas, convirla decretar que fossem eleitores
natos todos os etdadios de certas classes, e o resto
dos volantes elegesse d'entre elles mesmos ura nu -
mero razoavel de eleitores. Assira os abusos das
eleiges primarlas nao mancbariam ledo o corpo
eleiloral, e a massa dos votantes condonara a con-
correr para a eleigo, leudo at iotlaencia mais di-
recia de que tem com a legislacao vigente, a qual
s Ihe permute eleger a individuos de ontras clas-
ser.
tada Qcarla livre das vexagdes e perseguigOes dos
agentes policaes nessas calamitosas occasies. Na
minba opinio al as cmaras raanicipaes deveriam
ser assim eleitas, e etc. >
Ha anda urna solugao do problema, talvez a mais
concluiente e cabal, que desde j nos licita en-
trever. A le estabeleee a reada liquida que deve
ter o votante e o eleitor. O estado da fazeada na.
i consternaco no palacra de Wnile-Holl. Crom
well acaba va de permittir ou gratuitamente Incitar
o assassinato do rei vencido e preskraeiro. Milln,
que baria seguido o protector durante a guerra, e
seguio tambera no crime.
c Recommendo-te tua mil depois de miaba mor- exercicio do governo, e pm senso poltico qne re-
te ; lembra-ie fue ella, vallando de Franca man pugnava com as chimeras, mesmo em toa causa
grado mea, quix parlilhar meas pangos e soffrl- XVI
mentos, qniz soffrap comigo e por taraba causa, A restaorago de Carlos II o snrprebendeu em
comtigo e por ti, levada por ama magoanlmldade, seos trabalbos, que se tornaram inateis com a trai-
que aencaracSo demnlher e da mil Iba fizera gao do exercito e havia vendido a patria depois
n ,C"eifn,p,M' de t la conquistado. Carlos II nao ara vingativo,
. Quando me tlverem decapitado, meas Albos, e sim lev.ano. Amnistiava todo o mondo, al mes-
para que nao derrame sobre este mo os regiedas; porm sna viada trazia de novo
o perdi de Carlos I. ou lavar as mitos de seu san
gue, on entao abandonar gemendo urna cansa que
se tornava criminosa. Qaer fosse por dedicarlo
c-onalex.g.ra brevemente a creaco do .mpostos ao proU>c,or ,, 0 de derramar
directos, e enlo ser fcil Axar de um modo serio
qner fosse por fanatismo, nao testemuohou nem he-
"JnZT111 QUaeS S qUe Pa*am ,mp8,a8 COrreS- 8i^ Pledade. oo horror, Per mais do qae
nnndflnlps a acaa randa VA n,,-:;, 1..4. .,. <
pondentes a essa renda. S flcarao tendo voto
concorrer para o regicidio, por que jastiAeou-o de
pobre povo as urnas de sua colera.
< Oala' t vos lembrels sempre de mea nome e
Elle poda on implorar j minha temara I
Adeus I at quando nos podermos encontrar
no cu, porque sobre a ierra nao nos tornaremos
mais a ver l
i Oxala', erga-se sobre vossa infancia om scalo
mais feliz l >
XIII,
Semelhantes paginas encontradas em om ataode
recordavam os Psalmos de um David dos reis. O
o sangue,
nanceira trar a eletoral.
_ todos inconcladentes e falsos. Milln poda
O reslabelecimooto das defender a opinio de que os reis, sendo apenas ho-!
nossas flaangas pode produzir o melhoraraento do mem tare9tWos COB0 ^ os oalros m^Tlr-r
systema representativo. y de om poder.coadlcci00lj e necessari.mente Pes-
Pela reforma eletoral pronunclam-se d.:sde j P009**61- nio ,en perseus rrimes o privilegio da
bomens notaveis de todos os partidos. Entre on- mpunidade.
provar tres
e diz-nos o segaiote :
< Nao creio que no estado de egosmo a que
chegamos seja possivel realizar cousa alguma a
bem do paiz. Observo Ihe que nao convira' para
ser bem succedida qualquer tentativa neste senti-
do, fallar nem em reforma eletoral, nem em diml-
nuigo de direitos- Na minha opinio, o que con-
vm fazer simpiesmente urna lei explicativa do
modo de provar a renda exigida pela constltuicio
para onferir o direito eletoral ao cidadao. Tu*1o o
que for mais do que sto, dar' logar a intermita
veis discu>>oes trar delongas sem Ora, e dar' ar
mas aos patrioteiros das cmaras e dos peridicos
para clamarem que se querem diminuir os direitos
constitocionaes dos seus caceteiros. Limitando-se a
je; a r rescrever o modo pratico de provar a reali-
uade da renda e insiituindo um tiibunal com tre-
menda e effactiva respoasabilldade para reconbecer
essa realidade est acabada a compressao do ccete
da cacbaxa dos dez tostoes, e tambera a maior par-
te da compressao policial. E' natural qne o prodo-
lo da eleicao seja melhor, e qne se olbe Analmente
os interesses reaes do paiz. Se este remedio nao
passa de cataplasma inefficaz, deixemos o tumor
vir a furo, e aogmeatem-se os nossos filhos e ne-
tos, qaando e-ioorar a appostema. >
Alguns adoptariam de boa vonlade a qualifica-
gao dos jurados. Urna pessoa moradora no interior
de urna provincia, homem de poneos estndos, mas
ue discernimento, aviso e experiencia, escreveu-
nes o segointe:
< Passo a responder ao qoeslto qae me propoz
sobre a reforma eletoral: se reformada a legisla-
do eletoral, de modo que vote logo directamente
para deputados ou senadores qum estiver qualiA-
cado jurado, ou tiver o privilegio de ser dispensa-
do do jury, sendo a eleicao presidida por magis-
trado e urna mesa seria, a eleicao assim feita seria
livre, cu o governo ou as sutoridades quer judicia-
rias, quer policiaes exercriam nella demasiada in-
fluencia.
1 moh? fraca opinio que,felta a eleigo por
essa frma, daramos um grande passo, camlnhan-
do para a manifeslago mais ou menos real da opi-
nio do paiz. Emendo que o governo e as autori-
dades contrauariam a exercer influencia mais ou
menos benfica mais ou menos perniciosa, no re-
sultado da eleigo, mas nunca tao immoral e vio-
lentamente como se tem feito at hoje, empregan-
do a baioneta, porque ja nao tera' de haver se com
a r.;.is-a brnta, levada na maior parte pelos agen-
tes policiaes forjadamente, mas com gente de ou-
tra ordem, salvo exepgoes, e qae pela maior parte
sabera' repellir essa affronta; e portanto ha de
procurar influir por meios mais razoaveis, dirigin
do a opinio cuidadosamente, sem nunca se apar-
tar no todo delta, e sem nunca a ferir no todo e da
frente; influencia esta que me parece seria ben-
fica.
< Mas, para ebegarmos a essa aliura, seria pre-
ciso que aaqualiflcaco e a exclusdo do jurado, da
data da lei em diante, tivessem bases mais slidas,
<: nao icassem a' merc do arbitrio de ningnero;
sendo em todo o caso respeitado o direito d'aquel-
les que serviram al aquella dala, porque a res-
peito destes nao houve nem poda haver calculo
eletoral, smente eram chamados para exercer
um direito onerosissimo do qual todos procuravam
afastar-se. Do contrario, teremos o governo remo-
vendo o magistrado com o qual nao cont, e in-
fundo directa e violentamente as eieigoes das
cmaras municipaes para ter presidentes e.vice-
idad?,,^"10'65 IT^ le8>1 8 qU6 neSU q"* Pis d0 K'Pe de cutl0 qeeitara por trra a
lioaaetambem contr.buirem para as despezas do beca do rei, captivo do exercito. Seos argnmentos Pvo as lia como ora arrasoado celeste, que justifi-
mposto decidir do voto? A relorma fl- ,5o ua^ mroneindenis tMtm. uL ni "va Jepois do sapplicio as iotengSes e o eopaeio
do soppllciado. Milln as cbasqueava como se fosse
nma declamagao poltica feita para attestar somon-
te o talento potico da victima.
c'Naverdade dizia Milton procurando rldienla-
rlsar as lagrimas e osangoe do rei mmolado.Carlos
Ha muito os poetas, e pde-se crr que elle qalz
deixar nestes captulos ensaies poticos capaxes de
attestar a posteridade sens talentos de escriptor.
XIV
Em breve, as invectivas qu assaltavam da Fran-
ga e de todo o continente o povo inglez Ibe espro-
bando o regicidio, obrlgaram Milln a vingar seu
paiz.
O patriotismo o nspirou melbor do qae o regi-
cidio. Elle publicoa a defeza do povo inglez con-
tra o escriptor francez Saumaise; o ataque e a de-
feza eram igualmente venaes. Saumaise bavla re
cebido do re de Fraaga 100 pegas de ouro para
Um dos mais distinctos propugnadores da eletgao tros, doas sanadores, ex-presldentea de eonselhe de porm Milln lioba aleo d'isso de
dtreela, pede-nos qne examinemos nm projecto de ministros, que militara era campos diamelralmen- .consa8 Qne nunca tentn fazer:
reforma eleiloral, ou de qualifleago dos votantes, te oppostos, e cada um dos quaes considerado | Pritneiramente, se Carlos I. attacado e deposto
00 scQlido das suas ideas, que Ihe consta haver si-' summidade no seu partido, tem-se manifestado em Pp sen parlamento rebelde era criminoso por de-
do proposto as cmaras pelo Sr. Jos de Alencar,' favor da eleigSo directa. Um dalles obser /ou nos fender contra o exercito de Cromwell a constitui-
' apenas, que para realisar-se a idea era mysler um $3o, sen tbrono, e seu povo, afrente de suas hosles;
accordo entre os homens das differentes parcial!,
dades, para que urna deltas nao se aproveitasse de
semelbante arma como meio de guerra de popnla-
ridade.
Secundo, se o crime (se por ventara o era) me-
reca amorta;
Ter lio, se era justo, raciona vel, humano e religio-
so immolar nm ecercito victorioso o seo rei venc-
Nao eremos que pessoa algnma, depois de media-j do. desarmado e prlsioaeifo.
na reflexo e estado, possa duvidar que, segundo a Milln nao poda provar nenhnma destas tres
nossa constituicSo, as condlgdes do voto que nao proposicSas de saa argamentago regicida. Nao
se achara comidas nos artigos 68 e 179 da consti-
tuido, podem ser alteradas por urna legislatura or-
dinaria. Anda agora veio nm dos eseriptos do Sr.
Alexandre Herculano robustecer a nossa opinio
a esto respeito.
O artigo 144, (I) diz elle, declara constitucio-
nal to smente o que respeita aos limites e attri-
buigdes dos poderes e aos direitos polticos e indi-
yiduaes dos cidados. Nem a nma nem a ootra
cousa se refere o artigo 6." E" a legislatura ordi-
naria que pode approvar o projecto do cdigo ei-
provou se nao nma cousa : ou o endurecimento do
coragao de nm poeta, pelo fanatismo do partido, ou
a complacencia do genio levado pelas sedueges da
fortoaa.
Qualquer destas dnas supposigoes depje contra
o nome deste poeta
Se a piedade eslava proscripta do mondo, deve-
ria ser encontrada no coragie do poeta, resnmo
vivo' de todas as vibragSes patheticas das consas
humanas. K quanto ao genio, nao isso descnl-
vil, a mesma que poderia modificar o artigo 6.*, se' pa, e pelo contrario nm aggravante; por qne se elle
fosse, que nao neeessario modiBca-lo para man- j se abaixon diante do poder ao ponto de mclhar os
ter as disposlges do projecto acerca do casamento.' ps no sangue do cadafalse, mais culpado deste
O que essa ou ontra legislatura ordinaria nao pode adatacao sanguinolenta do qne a plebe, por qnanto
annullar ura direito poltico e individual dos ci-
dados, e o artigo 145 (2) inelue entre essses di-
reitos o de nao serem perseguidos por motivos de
religio, garanta limitada nnicamente por duas chas estas qne a gloria apenas torna nm ponco
condigdes, a de respeltarem a do estado e a de nSo mais desmaiadas na vida de nm homem illnstre,
cnrvou se at ao chao. Milton fez assim respin-
gar sobre sen nome o eterno salpico deste sangue
real: que para sempre Ihe ha de ficar 1 Sao man-
oflenderem a moral publica.
> por que sao esclarecidas por maior quantidade de
Comparando a doatriaa nos artigos 6 a 14>, V ff privilegio e infelicidade dos grandes ho-
4, o illnstre autor do opsculo conclue por deca- meas adqnerlrem suas faltas para seu nome a ta-
rar, que o principio fundamental da carta que mortalidade do genio,
s aos estrangeiros sao permittdas as religides que XI
nao forem a catbollca. Em recompensa deste fanatismo cruel on desta
A proposigao parece-me demasiado audaz. A complacencia servil, foi Milln elevado por Crom-
mim afigura-seme que pela natureza das cousas e WdII dignidade de secretario Testado da repn-
pela propria declaragao do grande principe que blica e seu -secretario particular para lingua la
duas vezes nos deu-a liberdade, declaragao solemne t|na. Precisavam de sua eloqnencla para refutar
feita no artigo 144 da arta, s duas ordens de dis- i ao livro.
posigoes nelia haviam que conslilubsem principios! "Este livro, sabido do tmulo de Carlos I., per-
fundamentaesa das que se referem aos limites e tornava a Inglaterra com remorsos qne* se fasia
attnbuiges dos poderes polticos, isto a nova |mister acalmar; produza sobre a opinio de Uni-
forma do exercicio da soberana, e a das que res- dres o effeito que o testamento de Lniz XVI pro-
palara s garantas dos direitos individuaos, conti- duzo em Pars e na Europa depois da orte d'este
don no artigo 145, isto a santicagao da uberaa- rei. Era o "grito do sangue, a voz da conscipncia
de, aa segurauga pessoal e da propriedade. Quan- | qoeseguia apoz da paixo. Altnbuiam este livro
to aos outros preceitos da caru, vi, e permita-me poslhomo Carlos I. muito capaz de o ter escupi
o nobre autor do opsculo que continu a ver, pe- na priso quando esperava pela morle. '
5as mais ou menos importantes do edificio, porm, I Milton respoodeu ao Etkon Bazutn com ontro
uao pedras dos alicerces. Se erro, nao e, pelo me- ; ^ro intitulado o Iconoclasta, chelo de argnmentos
nos, em m companhia : erro com o rei libertador:' e injurias; ma estas injurias atlradas um cada-
erro com o dador da carta. i ver decapitado pareciam sacrilegios. E contra ia-
Quaudo a proximidade de nma eleigo geral esta grimas o que podiam taes argumentos ?
. XII
O livro poslhumo de Carlos I. s pedia misen
cordia Deus, piedade ao povo, e mansuetude ao
eu Qlho,
Era a cooflsso de um rei captivo, qae no fundo
presidentes deltas a sen geito, que, com os seas Queato de lempo. Todos sentem, e o estado dos
nossos partidos denuncia, que o systema represen-
tativo nao pode assim contionar por muitos annos.
___________( Do Correto Mercantil, do Rio)
dizendo a todos que a futura cmara de deputados
ser do partido que as circumstancas, interpreta,
das pela cora, levarem ao ministerio, e excita lo-
dos os corrimos e ambiges a conquista do poder
execntivo, seria talvez para desojar que os bomens
importantes das diflerenles parcialidades, procuran- ^e sai prisao recordava as faltas de sua vida, e
do entender-se ou reunidos em eomrnisso pelo go- .I06 n^ a'lenuava a maior destas faltas, concesso
verno, desde ja adoptassem os meios de estabelecer
condges de liberdade para o paiz, de verdadelra
rresponsabldade constitucional para a cura, e
de dignidade para elles proprios.
Nao onsamos espera-lo. A attengao publica, em
vez de ser oceupada com qaestjs de tao vital n.
teresse para o grande principio da monarchia cons-
titucional, est talvez condemnada a ser exclusiva
e estrilmente entretda com as questdes pessoaes
acerca da capitulagao da Uroguayana, do processo
de Canabarro e da demissaa do ex-presidente da
estrada de ferro de D. Pedro II.
Para nos, porem, a reforma eletoral apenas
promotores, fare em todos os janeiros om eleito-
rado a sabor; e entao sera' a eleigo smente do
governo, porque bastar-lheha fazer pender a ba-
langa com algnmas tnclases e exclosfes, e gover-
no nenbum deixara' de o fazer, podendo.
*
FOLHETIM
A SEPULTURA DE FERRO
POR
Henrigoe Conscience
(Conti nnagao.)
XVII
Quando me aprsente! nos dia egonte em casa
do men bemletor para saber da sade de sua filha,
encontr! a porta o Sr. Pavlyn, qae ia sabir.
Disse-me qae a ldisposigo de sua fllha nSo ti-
nha valido nada, como elle ja' havia previsto. Ro-
sa pareca ura pouco triste e fatigada, mas nao es-
lava realmente doente, como en podia verificar,
porque a ira acbar assentada ao piano.
Dito isto sabio.
Abr a porta, e acbei me em um salao contigno
ao quarto onde Rosa e seus pas costumavam de
ordinario ajuotar-se. Sent os sons do piano e fl-
eeram-me to funda impressao que parei para es-
colar.
O que Rosa tocava uo era outra cousa seoo a
meloda do grande daeto que tantas vezes taa-
mos cantado junios. Era ama melodia viva e ale-
gre, que delieiava o espirito e expellla a metan
coila.
Mas n'esse momento pelo contrario, assemelba
va-se a queixumes de ama alma em amargaras. O
eompasso era lento e pansado; as notas extranldas
sem forga, cantavam plangentas como se lenta e
distrahida corresse no teclado a mo de nm artista
abysmado em funda tristeza.
Essa msica ettranba fez-me estremecer. Qae
magua desconhecida havia ho coragao de Rosa pa-
ra que nm canto alegre se transformas em senti-
do qoelxomeT
Abri a porta e entrel. Rosa eslava s.
A atiaba apparc canson-lhe visivel abalo; co-
brio-se-lbe o rosto de vivo rubor, a qne se seglo
extrema paJIidez.
(1) E'o 178 da constitaigo brasileira.
(2) E' o nosso 179.
da morte de sea fiel ministro, o conde de Strafford
na espranos de por este meio reconciliar o parla-
mento,
c Ab I diz elle, para acalmar urna borrasca po-
pular, levantei em meo coragao ama eterna tem-
pestade.
f Visto como os acooteclmentos da guerra sao
sempre lcenos e os dacommogo civil sempre
deplora veis, seja qual fr a mioba sorte, sou desti-
nado a soffrer quasi o mes rao na derrota quena
victoria. O Deus I concederme pois o dom de sa-
ber soffrer I
< Aesta priso apenas os meus inimigos me dei-
xaram da vida a pelcula que a envolve.
Meo filbo I nao tornars mais a ver o semblan,
te de leu pai!
c Deas ordena qne en seja para sempre sepul-
tado nesta tenebrosa e hornvel priso I Recebe
portanlo meu ultimo adeus I
A minha entrada tinha-a assostado. Hivla entre 'cas para eonter me. O respeito e aconscieocla da
nos um segredo. Provavelmenie tinha sorprehen- miBha verdadelra pOsigo relativamente aos meus
dido n'aqaella gemebunda melodia nma emogo bemfeitores flzeram-me passar por aquella dolorosa
qae ella nao quera qae se revelasse.
Soffrendo a custo as miabas irapressSes, fallei-
ibe da sua indispoiige da vespera e exprimi-lbe a
minha alegra de a achar completamente restabele-
cida. Parecen me fiear muito embarazado s
responden por palavras confusas, mas de repente
provago sem dar nenham signal de descontenta-
memo ou de mor proprio offeodido.
Procurei um pretexto para retirar-me e abreviei
a minha visita tanto quanto m'o permittiam as con-
veniencias.
Quando pegava no chapeo para sabir, Rosa saa-
iangar em rosto dos Ieglezes o assassinato do rei
de Inglaterra. Milln receben de Cronwell 1,000
pegas de ouro para justificar o sangue derra-
mado.
( Saumaise, diz Vollaire fallando desta polmi-
ca, esertseu como peante, Milton responden como
um animal feraz.* j
Este jnizo posto que brutal, justo. Cada nma
das pbrases de Sanmaise respirava o cheiro da
lampada, e nao havia urna palavra de Milton que
nio destilasse sangue.
No entretanto no Ora destes volumosos arrasoa-
dos sobre o cadver de nm re, Milton parece ter
sido entre seus compatriotas o prmeiro que devi-
sou o alcance futuro da revologo de Inglaterra so-
bre a liberdade do mundo.
< Enslnamos aos povos a ser livres, exclamava
eile, e nosso exemplo fara' tratar ao continente es-
cravisado urna nova planta muito mais benfica
aos bomens do que o grao de Triptolemo: a se-
ment da razo, da civiiisago e da liberdade I>
Milln era propbeta, e smente e.-quacia que esta
sement, para ser fecunda, s devia ser ominada
de sangue pelos combatentes e martyres. Os ca-
dafalsos de Luiz XVI e Carlos I nao faziam mais
do que laogar nma sombra fatal sobre a liber-
dade.
A morle nada prova, e nem os remorsos fortifi-
cara o espirito dos povos ; pelo contrario o pertur-
bara e enfraqueeem.
XV
Todos sabem de que modo foi por Cromwell
transformla a repblica de Inglaterra em dicta-
dura soldadesca, e como esta dictadora e esta re-
publica expiaram ao mesmo tempo no dia em que
Cromwell deu o ultimo suspiro. Anda a repbli-
ca nao era nem o pensamenlo dos loglezes nem da
Europa. A iraigo prevista de um general egoiita
e impostor, de Monk, e de um exercito que procu-
rava nm senbor, as ambiges do sold e das honras
entregaram a loglateraa ao filbo de Carlos I, o vo-
luptuoso Carlos II.
Fagamos jusliga a Milton : no enro intervallo
que decorreu durante a hesitago da nago entre a
morle de Cromwell e a Iralgo de Mouk e do exer
cito, Milton ergueu corajosamente a voz e exbortou
o povo inglez para que tivesse constancia e digni-
dade.
i Se Traqueronos, escrevia elle, verificaremos as
predicgoes de nossos Inimigos; seremos alvo dos
motejes da historia; todas as nossas victorias sobre
a tyrannia sero vas,todo o sangue derramado se-
r perdido, e assim os filho; voluntariamente tnuti-
lisaram o prego das vidas dadas por seus pais a
causa da liberdade.
Ao menos propoz salvar a liberdade parlamentar,
dando mais extenso ao direito eleiloral ,para fazer
contra-peso, por meio da representag3o de todas as
classes do povo ao despotismo da aristocracia, do
clero e da corte, coja prxima reslaorago j eo-
xergava; porm quena que este suffragio universal
fosse apurado do elemento demaggico, esclarecido
pela indiligencia dos eleitores, bierarebisados por
moitos graos de eleigo.
O numero s era a seas olhos como aos nossos o
materialismo da eleigo. Todo e direito, segnndo
elle, presuppunha a moralidade e a capacidad.
Todo tem suas condigoes de ordem na poltica, al
a liberdade. Seus ltimos eseriptos como estadis-
ta, aile.-tam-lhe urna experiencia amadurecida pelo
os realistas para o parlamento, e os realistas, como
todos os partidos eram implicaveis. Violentaran)
o carcter de mansuelude do rei mogo, e exlgiram
d'elle proscripges e cabegas.
Milln, que havia merga'hado, senao saa mo,
ao meaos sua peona no sangue do regicidio e nos
morticinios da irlanda, mnito peiores do que.os de
seterobro de 1792 em Franga apresson-se em des-
apparecer afta de ser esquecido. Demitlio-se de
suas fuocgSes e retirou-se a om arrebalde obscuro
de Londres, para deixar passar a vioganga de seus
inimigos. Para melbor apagar seu nome do res-
sentimento dos realistas, em pooco tempo, fez com
qae se espalhasse o boato de sua morle, e manden
celebrar, estando vivo, seos faneraes. Este snbs-
terfugio lbe salvon a vida. S o vierara a descobrlr
depois que o prmeiro furor das reaeges fleu
farto e como exhausto de supplicios. Milton vira
de suas jineilas o cadver de Comwell exhumado
pelo carrasco, levado pelas mas de Londres, e ex-
posto no patbulo aos insultos da muktido.
(Continuar-se-ha.)
dem empregar continuamente dez mil operarios'
sem receto de esgotar esta riqueza vegetal.
01 POCCO DE TODO.
Na Prnssia um domador de feras, emulo e rival
de Balty, foi devorado no circo de Renz, na pre-
seoga do pnblico.
As feras que lioba eram quatro leoes e nma
leda ; querendo obrigar a teda a abrir a bocea, foi
mordido em urna mo.
A' vista do sangue que coi na da fenda, desper-
taram-se to de repente os ferozes iostioctos dos
ammaes que, arremessando-se todos ao mesmo
tempo sobre o domador, desOzeram no em um mo-
mento, sem que fosse possivel auxilia-lo com a
barra de ferro em braza qne eslava preparada ao
p da jaula.
O publico presenciou aterrado to horrivel es
pectaeolo, que se comprehende melbor do que por
qualquer descripgo qne fizessemos.
As taxas uniformes e rednzidas, adoptadas pela
conferencia telegraphiea interaaoonal de Paris,
que leve logar no invern do anno passado, esto
em pleno vigor desde o 1." de Janeiro do correte
anno.
: As taxas do despacho de viole palavras trocado'
entre a Franga e os Estados da Europa, sao as se-
guimos, segundo diz nma folba econmica france-
za, pouco mais ou menos em nossa moeda.
Bade (gria-ducado de), Ba viera, Blgica, Ho-
benzollern (principados de), Loxemburgo (gra-
ducado), Suissa, Wnrtemberg, Prnssia, estages
situadas ao oeste do Weser e do Werra, 1080.-
Hespanha, Italia, Paizes Baixos, Prnssia, estages
situadas a leste do Weser e do Werra, 1440.
Estados da Igreja e Portugal, 1*800. -Austria,
Hannover (reino de), Mecklemburgo (gra-dneado
ue), Saxoma (reino de), 2*160.-Dinamarca,....
2*880.-Suecia, 3*060.Grecia, Tarqhia da Eu-
ropa, isorwega, Russia europeia, 2*980.'
Para se poder apreciar o alcance das redoegoas
operadas, acccescenta a mesma folba econmica,
basta recordar que debaixo do rigime das conveo-
gues de Berna e de Bruxellas, o despacho de 20
palavras custava entre :
Paris e Vienna, 4*3z; Pars e Copenhague,
5*220; Paris e Stokolmo, 6*840 ; Pars e Cons-
taulinopla, e Albenas, 7*560 ; Paris e S. Peters-
burgo, 8*020.
O capito de fragata Roox, diz a Sentmelle tou-
onnaise de 3 do corrente, apresenton domingo
passado, ao imperador Napoleo, urna memoria
sobre o seu cabo elctrico.
A invengo deste ofllcial, accrescenla a mesma
olha, offerece vantagens que Ihe assegaram om
successo iacontestavel.
A fabricago tornar-se-ba menos dispendiosa, os
cabos sero mais leves e podero ser inmergidos
com grande rapidez, permittindo aos navios encar-
regados desta operaco navegarem sua vontade,
sem receio de qaebrarem o apparelho oo soffre-
rem as numerosas avarias a que at boje csto su-
jeitos.
u que torna extremamente apreciavel este syste-
ma, a certeza de tornar os cabos submarinos in-
destrnctlveis com o auxilio de ama capa felta de
esparto qae os cobre e que tem a propriedade de
os conservar indefinidamente na agua do mar.
O novo systema proposto pelo Sr. Roux ser
alm disto nma origem de prosperidade para as
eostas da Argelia, onde se prodaz o esparto em
prodigiosa quantidade ; em Arzew principalmente,
esta gramnea cobre o littoral de modo qae se po-
Ha poneos dias os frequeotadores 4o jareta das
TuUjerias, em Paris, parasam**! Mkm das
jardms reservados admirando asa fastinador de
passaros, o qual fazia c-xeeotar cariosas evolaces
aos pardaes, pintasMgos e aos pombo, qae Ihe Vo-
litavam por cima da cabeg.
Collocava algomas mlgalbas de pSo, qoe lioba
o cuidado de contar per ante os espectadores e ati-
rava-as ao ar.
Immediatamente acudiam aquellas aves a apa-
nhavam-nas, sem deixarem cahlr por trra ama
s migalba.
Acabados estes exercicios os paedaes vinbam
poisar na raao deste mgico, comeado o qoe Ibes
offerecia.
Depois dos pardal?, raga atrevida,* vfnham os
pombos, mais tmidos porm mais doceis, a nm
signa! do fascinador ; poisavam-lhe sobre a safio
esqoerda e comiaro, delxando-se no entretanto
acariciar com a mao dreita.
Qaando o fascinador j oiga va qne o appetita dos
seus convidados estava salisfeito, abastava-ot com
um signal, sendo o logar preenchido por ontro
pombo qae esperava a saa vez.
E' do Sr. I, T. esta poesia :
CASTA DIVA.
Eleva o leu viver d'aojo celeste
A' candida morada do Senhor I
E na trra em qae vives, decaidsa
Nao te deixes vencer por ontro amor.
Qoe nao aquelle amor singeilo e poro
Qae flzeste por encanto em mim nascer,
Bem como em Irda noile, nm co escoro
Urna estrella,*s urna a resplender I
E' elle o doce lo que me prende
A nm destioo feliz; roseo porvlr
Eu contemplo as asas da esperanga
Qoe de longe me parece sednzir 1
E' elle a inspiraco qnasi divina
Qoe, pobre de mim t quero alcancar
Como um louco talvez qne saa sina,
Nao sabendo qual deseja amar I
Bem vs: eo nao le oceulto o sentimento
Que n'alma me nascen qnal linda flor
Possa elle viver dentro em tna alma
E per ti ser chamadomen amor 1

Ser moho! e talvez lonco desejo
O pedir te um lugar no coragao I
Nao maldigas, entanto este lampejo
Qne se atira das cnammas da paixao.
D-lbe ao menos um ai de piedade
Se ao tocar ao ten peito se extinguir
Qae longe ea irei viver chorando sempre
A morte d'nm amor e do porvir.
Mas, se anda fr alm minba ventora,
Se a lei do Creador me conceden
O amor de toa alma toda pora,
Casia diva gentil, filha do ceu.
Guardemos nosso amor sejamos creles
Da vida que longe nos sorri
Que das flores de minha alma nma cora
Hei de nfano tecer, guardar p'ra ti!
i i m
Um jornal italiano faz as segaintes observagdes :
Temos notado que no eslado maior dos partida-
rios de Napoleo prevalece a mana de mudar de
neme on altralo.
O mareohal de Saint-Arnaud cbamava-se sim-
piesmente Leroy; o duque de Persigny era nnica-
mente Flalin ; Muro y nao tinba nome hereditario;
om Talleyrand quiz cbamar-se Montmorency.
Drooyn de l'Hais assignavase ordinariamente
Orouy de l'Huis, que quer dizer da saluda ou da
porta.
A apostrophe supprimida bonvera podido fazer
sappr a algoem que o pai ou o av do ministro
tinba sido porteiro.
Durante o prmeiro imperio havia nm ex-repu-
blicano, qne, tendo sido noroeado ministro e tendo
a desgraga de chamarse Cocbon, sopplicon a Na-
poleo que ihe mndasse o nome.
E o imperador annuia, dando-lhe o Ululo de
conde de l'Apparent.
Assevera se qoe o Qlho do almirante hollandez
Veruhel fazse boje chamar.... e que nm irmo
do mesmo, til ho do general Flahant, ajudante de
Napoleo I, morreu com o nome de...
Kmbra mudem de nome, a opinio publica sa-
be quem elles sao.
A historia jnlga-los-ba pelos seus actos l
levantoo-se, e pediodo-me qne a descnlpasse, por- dou-me, inclinando se profundamente, e ao tempo
qne tinha alguma coasa qoe dizer a sua criada par- aat desprenden dos labios as ceremoniosas pala-
vras Sr. Wolvenaer, deitou me nm olbar penetran,
te to chelo de exprobages, que dira quem o vii-
ticalar, locou urna campaioba.
Nao pude ouvir a ordem que Ihe deu em voz bal-
xa, mas pouco depois entrn a Sra. Pavelyn e per-
goDiou com visivel Inquieiagio r
Mandaste-me chamar, Rosa? Eslai indis-
posta 1
E' qoe, mami, nao sei. Tenho nma violenta
dr de cabega, nao eston boa.
Vai deitar-te, menina; o socego ba de tazar-
te bem.
* Nao, minba mi, nao consa to grave; mas
pego qne se deixe estar aqni ao p de mim.
A Sra. Pavelyn, entre triste e risonha, assentou-
se e poz-se a fallar da indisposlgo de sua flina, a
anima-la e a consola-la, dizendo-lhe qne era ama
cousa muito ordinaria e que eslava longe de apre-
sentar symptomas de perigo. Depois cabio a con-
versa sobre a ultima noile. Rosa, na presenga de
saa mi, tinha-se animado nm pouc e mostrava
mais algnma liberdade de espirito. Pronnncion
algnmas palavras em nm tora qne en nanea deseo-
brira na saa voz. Mostrou quasi completa indiffe-
renga quando sua mi falln da minba estatua e
testemunhava-me, todas as vetes qoe se ibe olle-
recia occasio, urna polidez to ceremoniosa, qne a
feigio dada as suas phrases pareca faxer-me com-
prebenier com certa affectagio qoe estava irritada
contra misa. A estranha amargura da sua voz, ca-
se qne ella me jarava odio eterno.
Na rna camlohel com a cabega descahida sobre
o pello, sem ter consciencia do qne se passava de
redor de mim e es tonteado pelas ideas qoe me sal-
teavam.
Havia ja' mnito tempo qae en eslava s no mea
quarto e no men espirito continuavam a lavrar as
trevas. Pode ser qne eu repellisse a claridae
qne, como fugitivo relmpago, se abria as vezes
as minhas Ideas. Com effeito, nm abysmo de
desgracas eslava aborto aos meus pos e eu tinha
medo da Inz com qne poderia soodar-lhe a profuo-
didado.
Mo me sabia de ante os'olhos aimagem d'a-
quelle qae nao deixara Rosa emqaaoto dnrou o
baile.
Li as suas feges o desejo de agradar, e nos
olhos e labios de Rosa o fogo e o sorriso qae evl-
denciavam que aceitava as suas homenagens com
extremo contentamenlo.
Rom amara t As suas ineiplicaveis singularida-
des; a sua melancola, a sna senslbilidade nervo-
sa nio tinbam ontra causa seno a torvago do
sen coragao qne abrir a ama paixio iavasora e
debalde Inctava contra o ardor do priraeiro amor.
Era, pois, nma verdade I um homem flzera im-
como barreira invensivel entre ella e o seu infeliz
protegido.
E, anda que as recordacoes do nosso passado
parecessem dar-me algara direito a tomar parte da
sua affeico ao novo eleito de sua alma, ella recu-
sava-me essa parle para dar sua alma inleira
qnelle que ella prefera.
Sim, ella viria a odiarme, devia odiarme, j me
tinba odio.
Nao me linham seus olhos dirigido nma expro-
brago pungente como declaragao de eterna fnimi-
sde ?
Como a vida-do homem chela de Tfcisitudes e
dominada pela mais cruel fataiidade I
Aquella noote em que en tinha exposto a minba
pnmeira obra de arta, em qne en tinha, na presen-
ga de Rosa, colindo os mais llsongeiros elogios e
qne devia ser para mim o ponto de partida da mi-
nba futura reputago,essa noote ia, pelo contra-
rio, ser a cansa da desgraga da minba vida; ia
da tes que me cbamava Sr. Wolvenaer, poderia pressao no coragao de Rosa, e a inclinago para
mesmo fazer crer qae pretenda hnmaar-me on esse homem era lio poderosa e lomara nelle unto
magoar-me. logar, qae chegara a desarraigar-lhe o sentimento
Ea Boffria cruelmente e teria chorado se profun- da amlsade.
do despelte, secreta amargara, nao me dessem 1er-1 Portanto, o amor de oatro taoraem ergoera-se
men peito; cobri o rosto com as mos e cabio-me
atravez dos dedos nm torrente de lagrimas ar-
demos.
J nao era possivel llloso nem duvida 1
Eu amava a filha dos meus bemfeitores l
Havia muito tempo qne a amava com toda a
forga e todo o ardor de um amor sem limites. Esse
amor nascido na minba infancia, vivera e eres cera
comigo.
Tinha sido a causa do meu gosto pelas artes, da
minba ambigao, da f no futuro?...___ Minha
pobre mil ella tinha previsto que seu Qlho cabi-
ria em culpa e viria a ser desgragado pelo sea or-
gnibo insensato.
Que Ingratidio I Um rapas da aldela, o fllho de
nm lamanqaeiro, tirado da miseria pela genero-
sidde de pessoas ricas; d se Ihe meios de desen-
volver a sna intelligencla e de distinguirse no
mundo como artista.....
E elle, para pagar tanta bondade, ultraja os sens
irar-me toda a miaa c*agem e toda a minha f,] bemfeitores, ousa erguer os olhos para sua Alba,
fazer pesar sobre mim o odio de Rosa como nma ptr, a aat fl|hl onc,,
maldigao, matar todas as minnas recordages, e E8t9S peosamentos fJxeraa-me estremecer e
separar violentamente, e parasemppeo men passa- arrancaramme lagrimas abundantes,
do do mea dlnro. .| cneguel a erguer as naios para o cea pedindo
Com reflexoes assim jnlgava eu engaar a mira a Dea* que me perdoasse a minha criminosa
mesmo sobre a verdadelra natureza dos meas paixo e me dsse corageni para resistir a minba
senil men tos e da minha extraordinaria agitagao f raqneza.
interior. Qaal era o mea dever nesse lance ? Qae devia
Pensava estar so, triste e desanimado; aos olhos fazer? Ir acabar a miaha vita em nma cidadV
nao me vieram lagrimas, remota, em um paiz ettranbo? Mas como explica
Senta na fronte o fri de mortal pallidez; os essa desapparectmenlo a meus pais e ao Sr. Pave-
denles aperlavam-se-me coavalsos, e as vezas, sem lyn T Havia de convencer os mens bemfeitores da
o saber, fecha va as mos por nma contraego to minha culpa, de ama ingratido infame e fugir
nervosa, qne fazia estalar as phalanges dos mens com a sua maldice ? Demafs, estavam prximos
dedos. os concursos da academia.
Se eo tivesse podido repellir por mais tempo a O Sr. Pavelyn, meas pais e mesmo meas condis-
claridade qae coava pooco a ponco no mea espiri- cipulos nao davidavam qne en ganhasse os priraei-
to e qoe a final dissipou completamente as trevas ros premios.
do mea pensamento! Mas nao I a minha razio, j Essa victoria devia decidir do men futuro e arre
como desapiadado accasalor, arrancava-me a. dar do meo caminbo muites obstaeolos.
Diz om jornal italiano que mu provavel a
eleigo de Jos Mazzini para deputado do segundo
coliegio de Messina.
A democracia de Messina, a qaal consegoo fa-
zer eleger Nicolao Fabrizini em Modena, e Saverio
Friscia em Palermo, espera fazer salar da ama o
nome de Jos Mazzini.
Dz-se qae o eleitor da Hesse vai deportar sen fi-
lbo o principe Mauricio, para Bruxellas, para o cas-
tigar pelas suas tendencias liberaos.
venda e forgava-me a sondar o fondo do mea co-
ragao.
Um grito day terror e de desesperagito sabio do
Nao poda renunciar probabllidade de ganhar
o grande premio da academia, porque, se en eslava
dominado por nm sentimento qoe crneloente ore
fazia soffrer, o amor da arte e o desejo de distin-
guirme pela arte erara, todava, bastante vivos em
mim para que os podesse abafar o receio de ama
desgraga irnminente.
Por Om cheguei a encarar a minha posigo com
mais serenidade.
Amava ilusa, verdade, e senta qae esse amar
durara em quanto palpitarse o meu coragao, mas
podia lelo escondido em minha alma como nm se-
gredo cuja existencia nao devia ser revelada por
nenbum signal, por nenhuma palavra.
Assira nao havia ingratido nem aggravo no mea
amor a Rosa, pois que niognem no mundo salvo
eu, saberia que sentimento me tomara posse da
alma.
Fazia-me tremer a idea de que na presenga de
Rosa nao seria senbor de mim e trabiria talvez
in voluntar lamente os- movi mentos do mea co-
ragao..
Has enlo dizia eo a mim mesmo qae Rosa me
liaba odi e alegrava-n peonado qae osea dtspo-
go boslii me dara torga para conservar o mea
segredo com religioso cuidado; serrir-me-ia de
amparo om respeito loabalavel, ea serla cirenms-
pecio, prudente e simplesmenle-pollido, e assim
evitara todas as occasies de acordar mais leve
suspeita no animo de Rosa on de otra qualqaer
pessoa.
Se eo podesse camprir fielmente esta resolocao,
nao havia grande perigo no sentimento qoe em
mim se revelara.
E podia ser qae da energa da miaha vontade e
da saa aversio por mim coinasse a forga necessaria
para iriuraphar do meu amor insensato.
Por alguns instantes consoloo-me nm pooco esta
idea, mas iosensivelmente tornei a cahir em orna
dr mnda e sem limites.
O vn mgico qne desde a minha *Vnflt me
eovolvera a existencia esteva feito, laadaoee f Rosa
odiava-me \
(Coafiauer-M-isc)

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