Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10922


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Full Text

I
AMO XUl HOMERO 66
ta Um tofts dos I 'U tas do cimeco e dentro dt qoarte! 6**>
PiKi ttt*iwfowtw*eies ............ i$9
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60AHTA FEIRA 21 DE MARCO DE 18K
Por atio- tagt dottro t lodiasdo 1. mez.
Portotocorwio for uoi odio......
- --.
i9m
30OOO
KNCARKBGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonia Marquen da Silva; Aracaty, o
8r. A. de Lemos Braga f Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira Maranbo, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filhos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
ENCABREGADOS DA, SBSCRIPGAO DO SUL.
Alagese, o Sr. Clandi Falco ufas; "Baha, o
Sr. Jos Martina Aires; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro (iasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAPETAS.
Ojinda, Cabo, Escada e estacSes da via frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Ignarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
AJtinho, Garanhuns, Buique, S. Bento, Boro
Conselho*- Aguas Bellae Tacaratii, as tergas
feiras. ...
P d'Alho, Nazareth, Liraoeiro, Broto., Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, CabroM. Boa Vis-
ta, Ouricury, Salguen o e Ex, as qnartas
feiras. *
U-----------------------.-----------------i----------------
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
Agua Preta Plm'entelras, as quintas
reros,
feiras.
AUDIENCIAS DOtJ.TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas e quintas.
Relago : tergas e sacados s 10 horas.
Fazendf: quistas s 10 horas.
Julzo do commereio: segundas as ti horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
" I
.rara do cyJ: tercas sextas ao mel
qnartas sabbao i
Prim
Segunda vara do civel
hora da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MARCO.
1 Loa cheia as 9 h., 33 ro. e 16 -s. da m.
9 QntMo miag.-a 1 h., 33 m. #53 s. da t.
1 Lok|ova as 7 b., 17 ro. e 33 s. da t. :
23 QuHo cresc. as 10 h., 44 m e 27 s*. da m.
31 Lot eheia as 2 h., 12 m. e 2 s. da m.
DAS DA SEMANA.
19. Segunda. 8;Jos-fsposo do N. Senhora.
20. Terga. Ss. Faustino e Anatolio ron.
Si. Qnarta. S. Beoto ab.; S. Birillo b.
22. Quinta. Ss. Basilissa e Calecina rara.
23. Sexta. Ss. Victorino e Fromenejo mm.
24. Sabbdo. S. Agapito m.;S. Latina ej.
23. Domingo de Ramos.
PREAMAR DE HOJ.
Primeira as 8 horas e 30 m. da manha.
Segunda is 8 horas e 51 mi notos da Urde.
-
PARTIDA DOS VAPORES COSTBIROS.
Para o sul at Alageas a 14 e 30; para o nort*
at a Granja a 7 e 22 de cada raez; para Fsrnxn
do nos das 14 os meses- d Janeiro, margo, aui j
julho, seterobco e novembro.
ASSrGftVSB
no RecMe, na livraria da -pjaca da Independeacia
ns. 8, dos proprietaros Mawoel Pigueiroa de Faria
& Filho.
____________
PARE OFFICIAL
MINISTERIO A AGRICULTC
RACOBUHEBCIO ,
II OBRAS PUBLICAS.
Decreto n. 3375 de 30 de dezembro de 1865.
Autorisa a Incorporacao da companhia anonyma
denominadaPromotora de colonisagao polaca
no imperio-, e approva os respectivos estatu-
tos..
Atiedindo ao que me requerera o conselheiro
Zacaras de Ges e Vasconcellos e ootros, e de con-
formidad i coru aminha lmmediataTe*olugo de 13
do correcta mez, tomada sobre o parecer da secgo
dos negocios do imperio do conseibo de estado,Cla-
rado em consulta de 30 do raez ultimo, bel por bem
autorisar a incorporacao de urna companhia ano-1
Estatutos da sociedad! Beneficente Promotora da
Colonisacio Polaca.
CAPITULO I.
DA SOCIEDADE, SUA SED FUI, CAPITAL K DUBACiO.
A r 1.1.* A sociedade lera' sua sede no Rio de Ja-
neiro, mas suas operares poderlo eslender-se a
ooiras provincias, onde convenha estabelecer-se
| colonias, ou procurar emprego aos colonos oo emi-
grantes.
Art. 2.a Seu fin promover a vinda para o
Brasil de colonos poneos, principalmente agrcolas,
e estabelece-los segundo suas habilitagos e von-
tade :
1.* Em trras que a sociedade adqaira por qual-
' quer modo legal.
2.* Em estabelecimentos agrenlas particulares
por meio de contrato de parceria ou de salario.
3. Em offleinas u empregos fabris.
A." Em servico domestico.
Art. 3. A sociedade nunca podera' ocenpar-ze
nyraa denominadaPromotora da colonisagao po- de assumptos polticos, nem rejativos ao Brasil,
laca no imperio, e approvar os respectivos esta- nem a patria dos colonos, nem mesmo limitando-
tutos coni as seguales alteragoes: se a simples manfestago de d*sejos, esperangai,
1.a Que no art. 8* a prorogagao do prazo da da-: temores, approvago ou reprovacao de actos dos
racao da sociedade deve sojeitar-se a approvago governos de seus representantes, ou agentes,
do governo. % Art 4, Sao socios todos os naeionaes e estran-
2' Que no art. 14 fique entendido que o vice- geiros, que tomarem e pagarem urna ou raais ac-
presidente, quando nao substitua ao presidente tem ces; e todos os socios tem oireito a intervir nos
as attriboicoes de um s director. negocios da sociedade nos limites e formas estabe-
3.* Que nos g| 7 do art. 18 e 4do art. 23, Oque lecidas nestes estatutos,
claro que o presidente pode regular os negocios de Art. 5." Cada accao sera' de 10J000, pagos era
conforraidade com os estatutos. urna s ou duas prestagiies cora Inlervallo de tres
Antonio Francisco de Paula Sonza, do mea con-, mezes de urna a outra.
seibo, ministro e secretario de estado dos negocios Art. 6.a O (ando social sera' de 300:000^000;
da agricultura, commereio e obras publicas, assimi mas as operages da sociedade comegareo, logo
o tanba entendido e faea-executar. | que esteja arrecadada a somma de 25:0004000.
Palacio do Rio de Janeiro em 30 de dezembro de i Art.7. Se,porm,passadosl2 meza contar do da
1865, 44 da independencia e do imperio.Com a' da mstallago da sociedade, esta ultima somma nao
rubrica de 8. M. o Imperador.Dr. Antonio Fran-' e-liver reunida em poder do Ibesoureiro, se dar'
cisco de Paula Souza. j por dissolvida a sociedade, e o saldo existente sera'
Etmgraco e colonisarao polaca no Brasil. < restituido pro rata a' pessoas que tivrem realiza-
parecer [ do suas entradas.
e resaltado dos trabalbos da commisso creada na
3.* Substituir 1* vicepresidente, guardada a mente admittidas neste genero de sociedade, e em (untarlos desta provincia, recommendo-lhe que
mesma regra estabelecida no art. 20. todos os casos se conformar com os preceitos da munde pagar os vencimentos de taes offlciaes sen-
Art. 22. N falla de qoalquer dos secretarios a. le i v._ 1,088 de 22 de agosto de 1860, e"jlo de. reto ', do os do guarda nacional a eontar do da de'
pirectorla nomeara' um interino que o substitua
em todas as suas attribuigoes.
Art. 23.* Ao thesoureiro compete :
1.* Arrecadar todas e quesquer somnias.bens ou
ttulos, a que a sociedade tenba dimito,
2.* Collocar sob sua responsabilidade, quando'
nao for por decisao da directora, os dioheiros dis
*l u. *,vw- ^ ... utj ajunu u low, o J1U ut> ICIU
n. 2,71* de 19 de dezembro de mesmo auno, e cttt
leis doioferio. -
CAPITULO V. te
"> IHSPOSieOEO 1RANSITORIAS.
Art. 45. Os presentes estatutos depois de appro-
vados'peta rennio das pessoas que se propdem a
fundar sociedade, serio pelo presidente interino
sua
apreseou^ao e os de commisso da data da porta-
ra de suas nomeacoes, qaanto ao sold, e do exer-
cicio quanto as demais vairageas.
Dito ao mesmo.Em vista de sua informacao de
hontem datada sob n. 116, mande V. pagar sob mi-
nba responsabilidade, na forma do decreto n. 2884
va, que segundo a sua nformaco n.. 459 de 6 do
correle fol considerada apto para isso em inspec-
gao de sande,
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar so-
bre o que pedem nos inclusos requerimentos Jose-
pha Mara da Conceigao Jos Domingos de Oli-
' veira.
Dito ao inspector da ibcsourarla de fazenda.Ao
lente do 9* batalho de infamarla Francisco An-
ponivelsda sociedade em hfteos' convenientes, em subineuldos^'a apprvao 'o gover imperial, tem diretoTT^cofeefe^da^nli^d^ 'cArlt toD'e S? ^frtoel Jonk)r> m*Bde v-** ianUr a
i>nni< mrnuiu niuui. b.. i~-ii*a act< ja. nKiM. n^o, -.l0;^, ., n.j__.____>_, "a^i""ul ,r18 importancia de 3 mezes de.sold, para Ibe ser des-
coma correte vencendo juros.
3.* Fazer os pagamentos que determinar a di-
rectora.
4.a Propr quesquer meios lcitos de augmentar
os haveres da soeledade. -
5. Apresentar a' directora um balancete Iriraen-
sal demonstralivo do estado da caixa da sociedade
e de eos recursos. .
6.* Apresentar no flm do anuo social ao presi- Presidente interino.
dente as contas das despezas do anno nudo e orea- 1 icarias de Ges e yascqneeflos.
ment do anno futuro para serem submettidas a' > HomnnsSeg.
assembla geral. Conselbelr Sergio Teixeira da Macedo.
7." Finalmente, concorrer com os mais membros Monsenhor Flix de Albuquerque.
da directora as deliberacdes desta. Dr. Caetano Alberto Sosres.
Art. 24.a Em suas faltas o thesoureiro sera subs-: Joo Baptista Viaona rommond.
logo'qe, estator obtlda o mesmo presidente con- Pedro Alexaodrino de Barros Ca>acanH
vocera a assembla geral dos socios para proeedr a Dito ao mesmo.Tendo em 28 de feverelre olti-
eleigio da directoria^efhiltlva. mo autorisado o eoromaadanle superior da guarda
Art. Uk Esta directora proceder* a cobranga nacional do municipio o Recife a mandar addlr,
das acedes ao convite do maios numero possivel de *o 3* batalho de infamara, actualmente desueldo, \sla das 3 inclusas
contada pela quinta parle do mesmo sold, visto
estar compreheodido na dlsposlcao do art; 28 da
lei n. 514 de 28 de outobro de 1848.
Dito ao mesmo.Recommendo a V. 3. qne em
jira socios,: e a i rticacao do disposlo no os offlciaes d*"d>0^"i^~cor^'TO^S'; endo"'8 inclDsas conla9 em dP'ic*<> ha-
^^?<^k -malo s ^^^7^r^^pz^ ^Tsa-sr. ps s'as:
suas dllgeuttasu mgao da p^: imIb o commun.co a V. S. para provenientes de passagens-dadas*por conta dcVift
M&5*ygggr. .. ^ I nisterios da justiea e guerra, nos vapores daquella
t ms*ctorA d* hesooraria provincial.- Bompanhla, orno se v dos documentos aoneosas
Tomando em consideragio o que V. S. expoz em preditas cootas wuomu-*
sua informacio de 22 de feverelro ultimo sob n. i Ditoao mesmo.-Communico a V. S.
reumao que teve lugar no consistorio aa matriz
da Candelaria a 26 de agosto.
Tendo examinado os papis relativos ao projecto
originado em Pernambuco, de crear urna associa-
co promotora da colonisagao polaca que se. ramifi-
que por todo o Brasil, apressamo nos em apresen-
tar-vos as seguintes observa{5es.
O desejo de convidar emigrantes qne venbam es-
tabelecer-se no Rrasil to geral e antigo que,
tem-se procurado todas as formas, tem-se abriga
do a todos os gneros de protecgo, e tem-se esgo
tado todas os meios de seduegao
brir.
O projecto originado em Pernambuco procura
urna proteccao nova, que a do sentimento catbo-
lico.
As divergencias do culto religioso na mor parte
dos p;.izes da Europa que, por nao terero estabele-
cimemos seus ultramarinos, nos podem fornecer
colonos! tem dado lugar a algumas difflculdades e
escrpulos at de consciencia, que nascem princi-
palmente dos casamento* mixtos, da necessidade de
subvencionar o thesouro ministros de religidos que
nao sao a do estado e escolas em que se nao ensi-
nam as doutrinas desta.
Numerosos emigrados polacos se acham espa-
Ihados em differentes pontos da Europa, qne nf>o
saben! em que emprega-los e os veem delinhar na
miseria e agitar-se em perigosas convulsoes polti-
cas. Estes emigrados sao catholicos. Transporta-
dos para o Brasil oo nos trasera aquellas difflcul-
dades religiosas. Tendo entre sle a patria do nasei-
mento o ocano, coraprehendero a impossibilidade
de ioBair nos destinos daquella e dedicar-se-ho ex-
clusivamente a patria de adopgo.
Parecen a conspicuos e esclarecidos Pernambu-
Ari. 8. A duragao d sociedade sera' dez anuos,
mas podera' continuar se assembla geral dos so-
cios assim decidir."
CAPITULO II.
DA DIRECTORA
Art. 9.a Sera' implorada de Suas Magestades Im-
peres, de Suas Altezas a Sra. princeza Imperial e
seu augusto esposo, a Sra. princeza D. Leopoldina
tituido pela pessoa que a directora designar. Se
esta, porm, nao fr j memoro da direcona, nao
exercera' a 7. altribaicjio.
Arl. 25.* Os vice presidentes, nao estando no exer-
ciclo da presidencia, tem as raesmas attribuigoes
dos directores, aos qoaes compete :
1.* Comparecer s sessoes ordinarias e extraor-
dinarias da directora, expondo nellas seos votos e
opinioes em tudo que esta' a cargo da mesma di-
rectora.
2.* Execolar em commissoes de nm ou de dous
mmbros, ou isoladamente os trabalbos que Ibes
distribdir o presidente.
3.* Exercer interinamente os cargos que os In-
cumbir o presidente oo a directora.
4.a Coadjuvar os funcionarios no cumprmento
de seus deveres.
, Art. 26.* O fundo social de que trata o art. 6.
sera' formado das addicSes seguintes :
1.* Acgoes dos socios;
2." Contribuigoes voluntarias, subscrlpgoes pro-
movidas no Brasil e em pases estrangelros;
3.a Producto das restituigoes que poderem fazer
os colonos, que prosperaren), das despezas com sua
e seu augusto esposo, a graga de acceilarem o titu- i vinda, e estabelecimentos feitos;
lo de protectores da sociedade.
Art. 10.* Sera' offerecido o titulo de presidente
honorario ao Exm. hispo do Rio de Janeiro e ao de
que pode deseo- \ qualquer dlbcese a que se possam estenter as- ope-
ragoes da sociedade.
4.* Da venda das trras da sociedade aos colonos
ou emigrantes que as poderem pagar;
5.a Da venda que a sociedade fizer a outras pes-
soas, das ierras que em rasao do estabelecimento
de colonias ou por outros motivos adquirirem to
Alm da imervengo que nesta qualidade terao grande valor que convenha vendel-os;
nos negocios da sociedade, poderlo SS. EExc. Re-
verendsimas ser eleltos presidentes effectivos.
Art. 11. A gesto de todos os negocios da socie-
dade sera' confiada urna directora composta de
um presidente, dous vice-presidenles, dous secreta-
rlos, um thesoureiro e quatro directores, todos elei-
tos por um anno em assembla geral dos socios no
da Art. 12,* Palleoendo no decurso do anno, ausen-
tndole ou por qualquer mOUo desligando-ve al-
6.* Juros dos dinbeiros da sociedade
7.* Producto de quesquer licitas acqnisigoes e-
ventuaes.
CAPITULO III.
DA ASSEMBLA GERAL.
Art. 27. A assembla geral dos socios se reuni-
r no da anniversario da mstallago da sociedade
para :
j I.* Ouvir o relatorio da directoiia, que sera luto
pelo presidente, impresso e distribuidos pelos so-
Senhores socios.
Monsenhor Antonio Pedro dos Res.
Francisco Jos Pacheco Jnior.
DomiDgos Jos de Campos Porto.
Dr. SeMstiao Jos de Carvalho.
Jos Goelho Gomes Ribeiro.
A. E. R da Costa. v
Vigario Joo Rodrigues da Purificaoao.
Carlos Joaquina Mximo Pereira.
Militad Mximo d Souza Jnior.
Fernando Augusto da (locha.
Joaquim Saldanha Marinho.
Jos Liberato Barroso.
Fr. D. abbade Jos da Purificagao Franco.
Fr. Bento da Trindade Cortes.
MaGoeUos Gonclves Machado Jnior.
Dr. Pedro Autran da Malta Albuquerque Jnior.
Jo5 Francisco Velho. r
Jos Caetano de Andrade Pinto.
Jos Agostinbo Moceira Guimafes.
Padre Gustavo Gomes dos Santos.
Dr. Carlos Honorio de Figueiredq,
Cooego Jos Joaqun) da Fonseca Lima.
Jos Mara de Araujo Gomes.
Jos Duarte Coelho Jnior.
Commendador Jos Lopes Pereira Bahia.
Joo da Costa Fortinho.
J. R. Muniz.
Mathias Bernardino Alexandre.
Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello.
Promotor da Colonisagao Polaca no Brasil.
Conde ntonio Ladislao de Jasienski.
SenhorOs abaixo assignados, desejsndo pro-
mover a colonisagao estraogeira no Brasil, cojo
immenso territorio se acba em grandissima parte
despovoado e incali, e considerando que a colo-
nisagao polaca a>]oella que mais convin actual
Prfivalegome desta opportonidade para reiterar
ao mesmo Sr- cnsul os meus protestos de estima
e conslderagao.
Dito ao director do arsenal de guerra.Em de-
ferencia ao requerimento do 2* tenente Honorio
Domjogues de Meoezes Doria sobre que versa a
saa informagon. 546 de 5 do coorrente, resolv
exonera-lo do lugar de instructor da companhia de
menores aprendizes desse arsenal: o que ihe de-
claro para sea coohecimento.
Dito ao inspector da alfandega.Faga Vmc. en-
tregar ao director do arsenal de guerra os volomes
com artigos de equipamento reraetlldos da corte
com destino a companhia de cavallajia desta pro
do anno
2 Eleger urna commisso que examine as con-
tas do thesoureiro
gum membro da directora, esta nomeara' quem o j cios, e comer a relacao ds todas as cccurrencias
substitua.
Art. 13. A directora lera' duas sess3es ordina-1
ras por mez, e as sessoes extraordinarias para que
o presidente ou vice-presidente em exercico as
convocar. Os negocios sero nellas decididos a'
raaiona absoluta de votos dos membros presentes,
tendo o presidente on vice-presidente em exercico.
mente promover, j pelas circunstancias especiaos vincia.Communicou-se ao director do arsenal de
dessa feliz Dacionaldade, oalr'ora tao fulgurante guerra.
nos faa da historia, ho|e to opprimida, e ja' pe-
la unirermidade da rellglo cathottea, qne profes
sa ; resolvern) fundar urna sociedade anonyma
Promotora da Colonisaco Polacacom os es-
tatutos, que teem a honra de levar com esta sua
petlgo a augusta presenga de Vossa Magestade
do, entraram na circulago as notas da emisso
daquelles estabelecimentos dos valores e particu-
laridades constantes das duas relagSes Juntas por
copla.
* Dito ao inspector da tbesooraria provincial.De-
claro a V. S. para seu coohecimento e flm conve-
niente, que segundo participou o presidente da
Caixa Filial do Banco do Brasil nesta capital em
offlcio de 2 do correle, dorante o mez de feverei-
ro prximo Qndo, entraram na clrcolacao as notas
da emisso daquelle estabelecimeuto dos valores e
particularidades constantes das duas relagSes juntas
por copia.
Dito ao mesmo.Restitoindo a V. S. a conta em
i duplcala qne na Importansia de 42$780, veio
ao seu ofBcio de 3 do crreme sob n. 78,
alm de seu voto, o de qualidade nos casos de em-
pate.
Art. 14. Os vice-presldentes, quando nae substi-
tuirem os presidentes exercerad as mesmas func-
canos que promover sua vinda para o Brasil era goes que exercerem os quatro directores.
3.* Eleger a nova directora por escrutino se- Imperial, requerehdo a Vossa Magestade Imperial
creto ; que se digne autorisar a incorporago da mesma 4.* Decidir as questSes que forem de sua compe- sociedade e approvar os referidos estatutos, para ministerio da marinha de 20 de margo de 1859 se
lencia, e s que Ibe forem submettidas pela dlrec-; ella poder fanecionar legalmente pelo tempo que ao rerere ao Besmo empregado de que trata o art. 31
loria; |governo de Vossa Magestade Imperial aprouver do regulamento de28de fevereirode 1854, recom-
Art. 28. A assembla geral celebrara' as sessSes conceder-lhe, e oiendo-lhe que faga effectivo o pagamento da gra-
diarias que forem necessarias para exereer suas | P. a Vossa Magestade Imperial que haja por bem tjflcagD de 505 ao empregado a que alinde o meu
funegoes, em das consecutivos, ou com intervallos deferir benignamente a esta respeitosa e patritica 0m,c0 de 45 d met proxmo fl0d0.
J^StriZ ^r vt '^ comPanh !| P^J80/^ .recommendo-lhe une daquella iropqrtancia, maud,
^.71 *X? *'SUr ncoiTannhT- \* pagar a Eduardo^e Souza Reis, para Isso indicado
,u^^^/3L8.noRay'!iandodosPasso-sP/" em offlcio de meu antecessor de 22 de fevereiro
na que foi julgado apto para Isso em inspecgao de
saude.
Dito ao capitio do porto.Nao sendo procedente
a davida suscitada por Vmc. em seu offlcio de 16
urna obra meritoria que Deus abengoara', que
Santa S ja' dea moslras de favorecer, e que o cle-
ro brasileiro e todos os espirites caritativos e reli-
giosos coadjuvaro coro zlo.
Os estatutos que aquella reunio de Pernambu-
canos nutaveis organisou e sobmetteu ao gover-
no imperial, nao nos admira que at hoje nao te-
nham obtldo a necessaria approvago, porque evi-
dentemente escaparan) neiles disposigdescontrarias
a lei e aos decretos que regulam a matara no nos-
so paiz.
!feni esses estatutos, porm, nem o espirito com
qne a idea desta empreza foi acolhida em Per-
nambuco, nem considerago alguma de conve-
niencia, se oppe a creago, nesta nossa capital,
de urna sociedade que tome a si a mesma empreza.
Neste sentido fui a vossa decisao na reuniao que
a pedido do dislincto polaco, o Sr. conde Antonio
Ladislao Jasienslc, leve lugar a 26 do crreme.
Os multiplicados eosaios que se tem feito de co-
lonisagao europea no Brasil, tem patenteado os es-
forgos que sao precisos paa vencer os obstculos
que Ibe oppoe a distancia da Europa, a differeoga
de clima, da alimentago e do modo de cultivar a
trra; o carcter de certas eofermidades, e final-
mente a mesma composigo de populago que aqu
vern os emigrantes encontrar.
A idea de exigir sempre do colono a indemnisa-
cao dt saa passagem e dos gastos do seu primeiro
estabelecimento mata aqu toda a colonisagao. Nao
ha lucro possivel a esperar dessa fonle. Se o hou-
vesse, nio era nossa missao agora procurar os
meios de obte-lo.
Entendemos que as vossas vistas s est a crea-
gao de orna sociedade que neste objeelo veja uni-
caraenie um campo aberf> ao exercico de urna be-
neficencia consetanea cora o bem do paiz, o aug-
mento de sub populagse, de sua riqueza e de. sua
moralldade.
E' c que procuramos com a apreseotagito dos es-
tatutos que otlerecemos a vossa approvagiq,
A sociedade, tal como neiles se constitne, nao
tem carcter algum commercial.
S por devermos pd-los inteiramente de accordo
com a le de f2 de agosto de 1860 e respectivo re-
gulamento que oo reproduzknos a idea feliz dos
Pernainbucanos de dar a presidencia perpetua, ao
Rvm. nispo diocesano.
Procuramos a protecgo da familia imperial que
esta' sempre prompta para fazer o bem.
OBerecemos nao s ao nosso diocesano, mas aos
outros bispos que possam proteger esta empreza um
titulo consentaneo com a ua alia posieo. *
Nao s chamamos os estrangeiros entre nos resi-
dentes, mas propomos a creago de socios corres-
pondentes, residiodo em paizes estrangeiros Alm
dos nossos agentes diplomticos e consalares, po-
dem-nos auxiliar na Europa muitas outras pessoas,
corporales e autoridades. A afUuencia de emigra-
dos polticos em alguma cidade pesa de tal modo
sobre a caridade publica e particular, que clara
a vantjigem de com nma despeta ama vez feita dar
destinos a estes emigrados e por termo a continuos
e repetidos sacrificios. |
Nio eremos ter desviado meio algum de pro-
curar recursos e protecgo para esta obra meri-
toria.
A or^anisago da sociedade, sen governo e eco-
- oomla interna estc de accordo cora o que costo-
mom ser as sociedades deste genero.
Qnaesquer explicagas.qoe possais desejar este
respeiic', e que de nos dependan), daremos com
prazer.
Parece-nes entretanto que a adopgo destes esta-
tutos com ot retoques e aperfelgoamentos que de
vos podem receber, e a eleico de orna directora
tal como a vossa reunio pode offerecer, sero os
meios raals adeqaados de dar principio os serv-
os qne temos em vista prestar bumanidade e ao
mil.
Rio de aneiro, 29 de seterabro de 1865.Sergio
Teixeira de Macelo.
necessarios para se poderem preparar os trabalbos
Arl. 15.* Para a directora poder deliberar pre- que tem de conbecer e meditar os assumptos sobre
ciso que se achera presentes o presidente ou um | que tem de deliberar,
dos vice-presidentes, um dos secretarios e tres di-, Art. 29. Apezar de haver dia certo para a rea-
rectores. nio da assembla geral, o presidente o (ara' anoun-
Art. 16." Alm dos socios effectivos bavera" so- ciar pelas gazetas, indicando o dia, lugar e bora com |
cios correspondentes, qur as provincias do Impe- antecedencia de 15 das.
supplica.E. R. M.
Rio de Janeiro, 29 de setembro de 186o.
,'- .Ww-
rio em que nao esteja a sede da sociedade, qur
nos paizes estrangeiros. Estes, porm, nunca po-
dero (art. 3.*) oceupar a directora com noticias
on questes relativas a' posieo poltica e esperan-
gas dos colonos na Europa. As communicagoes
que contiverem taes materias nem sero lidas oas
sessoes da directora, nem conservadas nos archi-
vos da sociedade.
Art. 17." Todo o socio tem direito de propr a'
directora qualquer medida a beneficio da socieda-
de, e requerer a convocago de ama assembla ex-
traordinaria, quando suas propostas ou requeri-
mentos ao sejam atlendidos pela directora, pode-
ra' leval-os ao conhecimento da primeira assem-
bla geral qne tiver lagar.
Art. 30. Cada cinco acgoes d direito a um voto,
mas nenhum socio lera direito a mais de dez votos
por si ou como procarador.
Art. 31. A presenga de tantos socios cora direito
Dito a cmara municipal do Recife.Para satis-
fazer a deliberago da assembla legislativa provin-
cial, informe a cmara municipal do Recife secn-
(rabio o empreslimo autorisado pela mesma assem-
i bla para a construido de dous mercados nesta
: cidade, e noeaso contrario quaes os meios que para
! isto empregou e o resultado que obteve.
Portara.O Presidente da provincia em vista
nOVEHO DA PRUVI\n.l.
4.* secgo.Palacio do governo de Pernambu-
co, 6 de margo de 1866.
Illm. e Exjn.Sr.Entregando a admintslrago ] .
desta provincia a V. Etc., como seu 1 vice-presi- da ""'ormagao do inspector do arsenal de marraba,
dente, por ter eu de spguir para a corte, afirn de resolve conceder 3 mezes de licenga com ordena-
tomar assento no senado, satisfago o disposto no i 00 somente ao profassor de 1." letras do mesmo
1 tV uip 1 aoje tiii'j wj jtua uv( ot ciayu v ** ti >J t r% ----------------------------
de votar, quantos representen) um quinl d*s ac* i aviso de 1 i de marco de 1848 offerecendo a V arsenal Gatuiino jogalves Lessa para tratar de
ges emitiidas, que anda do direito de votar,
sua saude.
Dita.O presidente da provincia altendendo ao
ultimo, smente a quaniia de 32S360, em que se-
gundo o parecer da contadoria dessa ibesouraria
a que se refere o seu citado ofJfii 10 importan) as
despezas feitas durante os mezes de novembro a
Janeiro prximo rindo-, com o fornecimento de luz
e agua para o quarlel do destacamento de guaudas
naeionaes existente em Santo Anto.Communi-
cou-se ao delegado encarregado do expediente da
repartico da policia.
Dito ao commandante do presidia de Fernan-
do.Respondo aa offlcio de V. S. o. 338 e data de
15 de fevereiro ultimo, remetiendo Ihe por copia a
inlormagao que minisiron o director do arsenal de
guerra no 1 do crreme, relativamente as travs
que foraoi remedidas no biale Sergipano, para as
obras desse presidio.
Dito ao mesmo. -Respondo ao seu offlcio n. 346
de 10 de Janeiro ultimo, remetiendo Ihe por copla
as informales ministradas pela thesouraria de
fazenda, relativamente a passagem que o conselho
econmico maodou fazer dos saldos da enfermara
desse presidio para a caixa dos dinbeiros destina-
dos para as despezas a cargo do respectivo almo-
jarife.
Dito ao chefe da repartigo das obras publicas.
. Exc. o relatorio que apresenlei a assembla legis
bastante para poder a assembla geral deliberar |agn na d|a de gaa ,nstaaco no ,. do correnie,
(ar. l n .J expondo o estado dos negocios pblicos da provin- ano requeren o professor publico da cadeira de i .p^j saljSfazer adeliberago da assembla lecis-
I Art. 32. O socio ausente pode ser representado cla acerca dos qUaes encontrara' V. Exc mais mstrocgao primaria de Malhadmha Torquato Lau- |aUva provincial informe V. S acerca do que pede
por procurador, que tambera seja socio, mas nao i moucl0SfJ8 esclarecimentos na secretaria do go-'" Ferreira de Mello, e tendo era vista a in-
podera votar as eleigoes de directores e de quaes- yerD0 I lorraago do director geraf interino da instruego
quer funecionanos. A lNo curt0 espaQ0 de cinco dias que de ento lem publica do 1. do crreme, sob n. 40 resolve con-
Art. 33. A disslucao da sociedade e a reforma jdecorrido nenhum faci importante se deu qne me- ceder-lhe 15 dias de licenga com vencimentos a
des estatutos s podem ser deliberadas em assem- a Ser meoCiODado contar do dia 23 de fevereiro ultimo em di-
bla geral extraordinaria, convocada expressamen- Felicitando a V. Exc. pela prova de conflanga aDte-
Art. 18.* A" directora compete : te para este.Ora. que recebeu do governo imperial e manifestando1 ita.O presidente da provincia atlendendo ao
1.* Formullr o regiment interno por que se deve Art. 34. A convocago extraordinaria e sempre j ^0 mesrao l8mpo a salisfaQao de que me simo pos- Qne requeren o 1.* sargento do extracto corpo de
reger, assim como os mais empregados e agentes decidida pela directora, mas ser obngatona todas | sn|(Jo ao ver ,ao bem arapirtdos os destinos desta goarnigo desta provincia Joaquim Mlgoel do Ama-
da sociedade, ficando dependente da approvago da
assembla geral os ordenados,emolumentos ou por-
cenlagens destes, e em regra as despezas que sero
Uxadas ou autorlsadas em orgaraemos ananaes;
f Fazer contractos de comprase vendasde ter.
ras ou de outros quesquer objectos para que esleja
autorisada ;
3.a Solicitardos poderes do estado ou de quem pos
as vezes que a requererem taotos socios quantos
possnam o dcimo das acgoes emitlidas que anda
do direito de votar (art. 43).
I Arl. 35. A convocago extraordinaria se tari pe-
los raesmos annuncios porque se faz a ordinaria,
mas repetidas tres vezes com nter vallo de tres dias
, de modo que o ulttmo annunci se faca dez dias an-
tes do fixado para a reunio..
sa fazel os os favores e concesses proprias para! Art. 36. as.-sessoes extraordinarias nao se po-
obter os Sos da sociedade; | der tratar de assomptos*lheo* ao da convoca-
4.* Nomear e demittir os empregados e agentes ; gao
da companhia, crear provisoriamente os qne forem
bella provincia sob o patriotismo e illostrago de V. add,id?, ao deposito resolve
Exc.,prevalego-me da opportonidade para asse- me*Le, licen,Sa.de^ntotmldade
gurar a V. Exc. os protestos de mraha subida con-
slderagao e estima. ,
Deus guarde a V. Exe.Illm. e .Exm. Sr. Dr.
Maooel Clemenlino Carneiro da Cahha, 1 vice
presidente da provincia.Joo Lastosa da Cunha
Paranagua'.
-
na inclus apetigao a viuva e leslamenteira de Jos
Mamede Alves Ferreira.
Dito ao delegado encarregado do expediente da
repartigo da polica. Devoivo a Vmc. a relagao
ero duplcala que veio aDnexa ao seu offlcio de 6
i de fevereiro ultimo sob n. 165, relativa as despezas
feitas com as diarias abonadas a 3 recrotas e 1
disertor que vierara do termo do Brejo, afim de
que conforme solicita o inspector da tbesooraria
de fazenda em offlcio n. 18 do 1 do corrente se
declare a que anno pertence os mezes de fevereiro
necessarios, e propor a creago definitiva a assem
bla geral na forma dog 4.*;
6.* Fiscalizar a escripturaco eludo quanto se re-
ferir a' marcha da sociedade :
6.* Representar a sociedade parante as justigas
do paiz, nomear arbitros quando a elles se ten ha !
CAPITULO IV.
DISPOSigOES GERAES.
Art. 37. A sociedade, sendo puramente benefi-
cente, applicar quesquer recursos extraordinarios
e vamagens que possa outer os incrementos de suas
operaeoes, e bem estar dos colonos,
Art. 38. Suas operagdes teno por objecto a emi-
conceder-lhe 3
com o decreto
n. 3579 de 3 de Janeiro deste anno para tratar de e mar0 indicados a predita relago.
sua saude no centro da provincia Cominunicou- Portara.Os Srs. agentes da Companhia Bra-
se ao general commandante das armas. s|era de paqaeies mandem dar transporto para
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasilera a capjta| do Kio Grande do Norte por conta do
de paquetes mandem dar transporte para a corte, mjD,slerj0 da guerra no primeiro vapor que passar
por coota do ministerio da guerra no vapor que 1 do sui ao a|(eres (* guarda nacional daquella pro-
se espera do norte, ao soldado do exllncio corpo 1 vjnca Ludgero Vilal de Bastos que veio d'ali con-
de guarnigo desta provincia Francisco Manoel dos: dUzmde recrotas
Santos Vital Cavaco.Communicou-se ao general i Dita.Os Srs agentes da Companhia Brasflira
de recorrer, defender por todos os modos lcitos os i gragao para o Brasil de nm povo eminentemente
direitos da sociedade e os dos colonos collocados sob catholico, sem prejnzo da tolerancia e da caridade
sua protecgo ; 1ue se esleQrle todos os homens, a sociedade re-
1 Finalmente decidir todas as questes, regu-! conhecer sempre como seus prolectores natos e
lar todos os negocios da sociedade que nao forera auxiliares efflcazes os ministros da religio do es-
reservados assembla gerai dos accionistas; lado, as confrarias e as ordens religiosas eslabele-
Art. 19.* Ao presidente compele : cidas e reconstruidas no imperio.
i. Dirigir os trabalbos da directora as suas' Art. 39. As acgoes ou as prestages por conta
sessoes ordinarias e extraordinarias, convocar a dellas sao doages feitas para um tira puramente
Expediente do dia.6 de mareo de 1866.
OIBcio ao Exm. general commandante das ar-
mas.Hoje ao meio dia entrego a administrago
desia provincia ao Exm. 1* vice-presidente Dr. Ma-
: noel Clementino Carneiro da Cunha, visto ter de
retirar-me para a corte no vapor Paran, arlrn de
"MoluTo^ d y*"* d dia de
deeer a V. Exc. a eooperago que presin a minha de 1866.
administrago, cumpnndo com zelo e solicitu.de as I Circular aos Exras. presidentes das provin-
determinages que Ihe dirig no interesse do serv- cas do sul e norte.Tendo prestado boje jnramen-1
o publico.Igual ao inspector da thesouraria de i to e tomado posse da administrago desta provin-
uzenda, thesouraria provincial, director do arse-1 cia, na qualidade de seu i.* vice-presidente; assim
commandante das armas.
AdmiuUtro do Exm. Sr. Dr.
Manoel Clemeatlno Carneiro
da Cunha.
de Paquetes mandem dar transporte para a corte
?o vapor Paran por conta do ministerio da guer-
ra ao tenente Manoel Eloy Mendes e soldado Anto-
nio Feliciano do Espirito Santo ambos do 6 corpo
de voluntarios.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
nal de gnerra, inspector do arsenal de marinba,
eoromaadanle superior do Recife, Dr. ebefe de po
licia, administrador do consulado provincial, enge-
nheiro chefe da repartigo das obras publicas, ins-
mesma directora para estas, e distribuir os traba- benefleente, e s podero ser restituidas no caso de j _8Ctor da.t|(aodeKa, engenheiro fiscal da estrada
ihn nem* saik membros: ; se reeonhecer a imposibilidad* de comegarera as Sa i,n rt,r,nr ur*\ d, inurn^iA nnhiins a n
Ibos pelos seos membros; | se reeonnecer a impossibiiidan oe comegarera
2.* Convocar as sessoes annaaes e exlraordina- j operages da sociedade ou de obter-se seo flm
ras da assembla geral dos socios, e dirigir as saas (art. 1.*)
dlscusses romo seu presidente nato ; Art. 40. Igualmente serao restitudas aos socios
3. Assiguar com os secretarlos os contractos' pro rata as somatas que existirem ero caixaj no caso
eiios em nome da sociedade, e as communicagoes deje reconbecer, ai oda depois de coniegadas suas j
que por sua imporUnci. nao devam ser s assig-1 operagoes que ellas nao podera continuar e decidir ,
nadas pelo ir secretario- I a assembla geral a dlssoluge da sociedade.
4. Organisar e apresentar a'
de ferro, director geral da instruego publica e ao
administrador do Curreo.
uito ao mesmoInforme V. Exc. sobre o qne
pede 00 incluso requerimento Mancel Rodrigues
dos Santos, pudendo V. Exc. mandar inspeccionar
logo o filho do sapplicante se julgar conveniente.
uito ao Inspector da thesouraria de fazenda.
o que V. S. expoi em
., a assemo ea gerai a aissoiugae aa socieaaue. Tomando em considerago o que V. S. e
assembla geral # Art **' 0i direJ,0S -dos lotos'seudo fundados! seu offlcio de boje, sob n. 118, o amorise
aiicuiuio ciai o ni mi onnunuiiliila nin si.i lrin*miivpu or .1___t_. _T_. v?. ___'._!;..-.___
a man-
Hontem a tarde chegon o vapor brasileiro To-
cantms, procedente dos porto do norte do impe-
0 commnico a V. Exc. assegurshdo-lhe que wrel rio, sendo portador de jornaes do Para at 11, do
solicito em satisfazer as suas ordens, quer tendam Maraoho ata 13, do Cear at 16 e da Parahyba
ao servigo publico, querao particular de V. Exc. al 18 do crreme, e do Piauhy at 24 do passado.
Igual coromunlcago se fez a todas as autoridades Delles colh-mos as seguintes noticias,
e chefes das reparliges desia provincia. Pbru'.-Do Diario do Gran Par extrahiraos as
_ 7 I noticias abaixo, trazidas dessa repblica polo va-
Offlcio ao Exm. presidente da provincia do Rio por Manut:
Grande do Norte.Commonico a V. Exc. que nes- A repblica acaba, cora o tnnmpBO da revo-
ta data expeco ordera para regressar a essa pro- locao sobre o governo constitucional do general
vincia no 1.* vapor que passar do sul o alferes da; Pezet,de soffrer urna roudanga radieal na sua for-
guarda nacional Ludgero Vital de Rastos que d'abl. ma. E' este um tacto de snmraa fravidade para
veio conduzlndo recroUs. esse paiz. O general Canseeo, qne era segando
Dito ao Exm. general commandante das ar-, viee-presidente da repblica, querendo conservar,
mas.Sirva-se V. Exc. de mandar dar baixa aos I depois do trlompho qae obteve contra o general
reljtorlo'da trab Borridc na sua generosidade, nao sao rransraissiveis por 1 i" 100"0^. wrminh7respo"nsabiirdad'nosW"m^^ voluntnos Mathias Per- Petet, a mesma forma do governo, a repnblie
Ifi^nnLnAr ^.mntoS ^.'5 >nZ. i 'en.da de *&? doaao' "f4?^ W*<1 <"*<> i do decreto n. 2,884 do 1 de fevereiro de 1862, vis
sico de qualquer^ assumplo que deva.sersabnet- modo fle ^^ ^p^^e,,^.
udo sua deliberago, quer em- sesso ordinaria,
quer extraordinaria, e o resumo da receita e des-
peza extrahido das comas de thesoureiro.
Art. 20.* Os vicepresidentes substi taera o presi-
dente em todas as saas attribuigoes, sende i.* vice-
presidente o que tiver obtido raais votos, e em caso
de igualdade, o mais velho em idade.
Art. 21.* Os secretarios dividifa entre si o tra-
balbo como parecer mais conveniente, deeidindo o
presdeme qualquer duvida: aos secretarios com-
pete :
1.* Ler tanto as sessees da directora, como da
assembla geral, os relatorfos, offlcios ou cartas,
requisigoes, propostas e quesquer communicagoes
que Ihes tenuam de ser feitas.
2.* Redigir, expedir e assignar as cartas,offlcios
e quesquer communicagoes em nome da soeieda,--
de, salto o disposto no art. W f 3,*
reir dos Santos, Jos Ferreira de Andrade ao. democrtica, foi expulso, e, era sen logar, sob o
to nao haver crdito para esse Hin a ajada de'eos-' guarda nacional addido ao corpa provisorio Hy-j titulo de dictador, se inauguren o general
Art. 42. As acgSe serao numeradas e assigoadas na mpona,,,.,, de 4ai a qa8 tem direito para! potito Cassiano de Siqueira Lopes, os quaes
pelo presidente e um dos secretarios e centerao no preparos de ,i>tem,o 2* escriplurario removido
verso o recibo das prestagdes assignado pelo the- a a|faodefa da cq^ jano da silveira Lobo.
soureiro. jjio ao mesmo.Se nao -toonver conveniente
Art. 43. Os ames dos socios sero langados em ande V. 8. pagar a'Henrique Jos Vleira da Sil
om iivro tendo em frente de cada nome o numero va como pede no incluso requerimento a qnantia
das aegdes de que possuidor, e nma columna em de 2349900 proveniente do frete de madeiras, que
branco para observagdes. Os nomes dos socios que
fallecerem ou se ausentaren) para distancia d'onde
se presuma nao puderera vir cumparecer as sessoes
da assembla geral por si, ou por procurador, e
dos que declararem nao querer mais formar parto
da sociedade, sero eliminados e as acgoes corres-
pondentes deducidas do numero das que dio direiio
a votar.
Art. 44. No* casos de deficiencia dos presente
estatuios,serio adoptadas as regra ais commom-
por conta do governo ronduzio para o presidio de
Fernando no hiate Sergipano em dezembro do an
o prximo passado.
Dito ao mesovxDevolvendo a V. S. ja' refor
absoluto -, for-
d harmona com os
mado de eonforasMade com o parecer da coudo-' JoSo Felippe dos Santos.
ria dessa loesouraria as lolhai em duplcala qo.e
vieran anexas ao sea offlcio de 3 do correte,
sob n. 112, relativas aos vencimentos correspon-
dentes aos meses de ootabro e dezembro lo tono
prximo pastado dof offlciaes doV corpo tdevo-
foram i E' a primeira vez qne e Per soBre tamanha mu-
considerados incapazs do servigo ero inspecgo de danga no seu regimem. A leitura da circo jar que
saude, segundo consta dos termos annexos ao offl-1 abaixo vai transcripta, dirigidas aos Prefe.',0V>"0'
ci de V. Exo. n. 458 de 6 do correte. ; departamento, d bem a conbecer o qne e a ova
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar i ordem de cousas plantada no Per. Bota a cois-
sobre o que pede Silveru Maria da Coneeieao no | tituigo, morta a repblica, e extracta
requerimeato que aqu ajumo com o offlcio do de-! cia, o Per actualmente um
legado o 1.* districto deste termo datado de 6 do | ni de governo que nao esta
correte. prinoipios dos peruanos, educados, desde o 1* dia
Dito ao mesmo.-Faco apresentar i V. Exc. para da sua emancipago poltica, as erencas democra-
- ticas. Com razio, os bons peruanos, amigos da
liberdade prallea e do progresso racional de saa
patria devem estar desgostosos..
< Eis a circular a qae alladimos.
t Secretoria do governo, policia e obras pu-
blicas.
< Lima, 28 de novembro de 1896.
sr inspeccionado e recoibido ao deposito o recruta
Dito ao" mesmo. Deferindo o incluso requeri-
mento do sargento do 4.* corpo de volodlarios
da patri Firmo Antones de Csrvalho, autorlso
V.Eic. a mandar darme balfa do servico, acei-
tando em seo logar o paisano Antonio Jos da >il-


Sri?BrSl caJ ,d or?a[ne,n,0^0 decreto delO daquelle mez foi nomeado l- cofe-
2-ffi1lenoKnl^Hl^T,e T*' d,e re*e da alfandrgadocrte o2* conferente da desta
d?2TJ i3r*SK n Lr/ L,hesonrarla captol Renjaraim Amonio da Rocha Faria, a quem
f*W&***f* que se despenden por con-, de conformidade com o disposto em ootro aviso de
niin LT i*.a. v c a ;' i 22>serSo abonad ajpdas de custo de prepares
blica SrTSar^SS.L5r?mJ,fSU?a" h*e vi*gem e transporte seu e de sua tamUa na
vlnnJf\.WH ,rad d0 ^ moe,.ro' frraa da legislaccTera vigor, devendo esse abofo
.bM? a e9saa."emataCaoascln?als ser effectuado sob minha re^onsabilidade nostor-,
mfS,l. por copia, bem assira a planta mos do decreto n. 2,884 do i de fevereiro de 1862,
I-SSSISPT jDnU. qne 2ar# J*86 B5.me !^is, n5 a*er crdito para esse Bm.
2ZT5i?!?ldarePart,lca das obras publicas Dito ao mesmo.-Communico a V. S. para sea
Tr^ciJ 7? co"eote sob n. 65.-Communi-; eonbeciroenlo que o engenheiro das obras do me-
Mhitoa eVenne,ro cnefe da repartigo das obras ^fhoraraento do porto Amonto Vicente do Nascimen-
niL.AniHii..i. t i* ftoFeitosa Filho, renunciando o restante da llcenca
iJ2y! HesPanhaTendo fallecido no1 que ibe fol concedida por portara de 14 de feve-
c^t^T^'^T^'00'1^00^0,^ reiro DlUmo, entrn no exereio do seu emprego
SPS tt~r?rT.T ja'h%r?USC,pal'Kd.atTad2 em 5 d0 correnta> como leclaroa-me em offlcio da
de 22 de fevereiro ultimo, o subdito hespanhol Jos mesma data
nm/ML^H'ir1"' d,6ixan 8.fllb0,Vncl rLi,,l "LS?-! Sa,ro,0'u,en- nhecimeoto e flm convenleme, qae segundo parU-
I h?2.2? f """ores, n-tendodeizado algons bens Cipou o presidente da Caixa Filial do banco do
e dividas, fago ao Sr. consol igual comraunicacio Brasil nesta capital em offlcio datado de 2 do
para o flm conveniente. COrrento, durante o mez de fevereiro prximo fln-

..


3*
Im




______^____J_-____________
Prnambic* *aart* felra ti As Marco de (866.

=
3T
- Circular.--Sr.Prefe.ft lBb deparlamer,to de..
Dous foram es Principios qwprucWxi.ai
s povos da repblica, auando alearan sua voz
contra a luaasia admiotsuacao do ei-geBerar.
Joao Antonio flnel: o primeiro, a restauracao da
honra naaoaat; e o-segando, a reforma- dos
abusos existente no rgimen interior,
> u general I). Mariano Ignacio Prado, iniciador
da gloriosa revoluco de fevefstro, Teeebeu eOtad
a autorisaco cc-mpetente para levar o cabo esses
principios, era quauto se predisponha o general D.
Pedro Diez Canseco S* vice-Bteidente constitucio-
nal da repblica.
*k aatujeza d) movimeato popular e a ampia au-
torisacio conferida oo chefe da revoluco, determi-
navara, desde lo^o, o carcter do.governo que de-
veria estaberecer-se, o qae o era era poda ser
constitucional. O aeiavassmo de revolucionaren!-
se os povos contra o gasfno do ex general Pezet,
era contrario a' (onstltMcio, que, em nenhum caso,
Uies conceda esse direito.
CoDforme a carta vigente, por grandes qne
fossem os crimes que eommellesse ura governo,a
responsabilidade devla fazer-se eflectiva por meio
de ama previa dtclaracSo do congresso e um jal-
gamento posterior.
Nao se procedeu asslm com o ex general Pezet. |
Fazendo a nacao uso de seus direitos primordiaes,
reassumio sua soberana e com sua deciso inap- i
pellavel, depoz o governanie traidor e perjuro. A
constituico (icou desde ento rota e conseqnentes
os povos com o seu acto primitivo, invesliram o
chee da revoluco com poderes ampios para con-
cluir a obra de derrocar o goveroo e realisar os
principios proclamados.
< 11 governo revolucionario usou desde ento
desses poderes para expedir decretos e revoluc5es
conducentes a missao que Ihe bavia confiado. en-
bum desses poderes eslava dentro da esphera cons-
titucional; por que nao poda estar, desfleque o
governo raesmo e es poderes que investa, dimana-
vara da vontade do povo. Durante a carnpanha o
governo revolucionario fol em seus actos conse-
queole com sua origen). Todas as meidas adop-
tadas, todos os decretos expedidos, todas as resolu-
c5es tomadas, nao pjeonheciam ootra norma, nem
se dlrigain a outro Bm, se nio ao triumpho da
cansa nacional, desde logo, e a preparar, para mals
tarde, o cumprimeoto do programraa revoluciona-
rio. Se se examina, pois, esses actos, nenharfl s
se encontra com carcter estrictamente constitu-
cional.
t As armas restauradoras iriarnpharam por fira
no dia 6 do actual, e os povos de Lima e Calhao e
o exercito, esperaram confiadamente que o general
Canseco entfasse de plano na realisaQo dos prin-
cipios proclamados pela naco em massa, ao er-
guer-se contra o goveroo do general Pezet.
Sem demora experimentaram, porm, um de-
sengao completo. O general Canseco e o gabinete
que nomeou, se chamarara governo constitucio-
nal, e, sem embargo, era adoptaran) na prati-
ca esse rgimen, que deixava impunes os traido-
res, sem revelnaicacao e honra da patria, e sem re-
forma sltoaco, por de mals triste e afflictiva do
paiz. Com b proposito de chegar a estes fin, adop-
tou ama poltica anmala, constitucional smente
para tornar illusonas as esperances da naco, e por
de mais dictatorial, come o manifestara seus ac-
tos.
i Apercebidos desta conducta os povos de Lima
e Calhao, e o exercito restaurador, que, pela cir-
cunstancia de baver sabido voluntariamente de to-
dos os povos da repblica urna genuina repre-
sentoslo delles, exigiram do general Canseco, que
reassumisse os poderes cora que foi investido pelas
actas primitivas, e reallsasse os bus da revoluco,
designando, no caso de negativa, o general D. Ma-
riano Ignacio Prado, commandante em chefe do
exercito, afim de que assumisse a autoridede su-
prema. O general Canseco se negou decididamen-
te a esta exigencia ; e en consequencia, o general
Prado se vio na necessidade de aceitar a Investi-
dura quelbe confenram. Moje, pois, se naugu-
rou o novo governo, pela forma que consta dos de-
cretos que acompanliam esta corumunicaclo.
c A rpida e verdica relacao dos acontecimen-
tos que produzlram n situacao actual, dar a co-
nbecer a V. S. e aos povos desse departamento,
que o feito de hoje nao importa urna mndanca na
poltica, nem ao programma da gloriosa revoluco
que acaba de triumphar; pelo contrario, a con-
tinuaco dessa poltica e desse prognmraa.
O general Canseco se separan do carainho que
os povos em suas actas Ihe haviam tracado ; e ne-
gando-se a voltar a esse carainho, o povo e o exer-
cito Ihe retiraran seus poderes para outorga-Ios ao
general Prado, priraeiro chefe da revoluco. Tal
em poucas palavras, a explicacao do aconteciraen-
to que acaba de consumrnarse.
O enverno que se naugurou ueste dia, e se
r em sua poltica, francamente revolucionario.
Esta revestido de plenos poderes, mas s fara aso
delles pnr.i restaurar a honrado paiz e introduzc-
as reformas que a situacao exija : quanto ao mais
considera subsistente e em toda sua torga e vigor o
rgimen legal da repblica. As garantas naci-
naes e do cidado, serao por elle religiosamente
respeitadas, e cumprira' e fara' cumprir com o
mesmo religioso respeito as resolucSes que tome,
para as quaes nao lera' em vista mais do que os
bem entendidos Interesses do paiz.
O actual estado de cousas nao ser de looga
duraco. Conforme as actas que Ibe bao dado ori-
gen), o governo convocar opportunamente elei-
c5es para urna asserabla constitumte, que dar ao
paiz as instituicoes que seu estado de civilisaco
exige, e a que submeitera' o exame de seus actos.
< O general Prado e os merabros de seu gabine-
te se propoem, primeiro que tudo, tomar a jusiiea
por norma de sua conducta : premiar os bomeos
honrados e fazer que pese sobre os criminosos, se-
ja qoai fr a classe a' que perleocam, o castigo
que merecam. O paiz osjolgara, e esperara con-
fiadamente que seas actos os tornem credores da
gratidao nacional.
O governo estabelecido, conbeGendo que as
ideas que abriga e os fins a que se propoe, sao os
que todos os novos manifestaran) as suas actas
de pronunciaraento, nao duvida que os cidados
do departamento, qne V. S. dirige, Ibe prestaro
toda sua cooperario.
Deas guarde a V. S.J. M. Quimper.
O governo do Per acha-se composto deste
pessoal:
Dictador, general D. Manoel Ignacio Prado.
Secretarios : da guerra e marlnha, coronel D.
Jos Galves.
t Ue rea.oes exteriores, Dr. D. Toribio Pa-
checo.
Da justica, culto, etc., Dr. D. Jos Semion To-
jada.
t_Do governo, polica, etc., Dr. D. los Manan-
no Ouimper.
Da fazenda e commercio, D. Manoel Pard).
O departamento fluvial de Loreto adherio
nova ordem de cousas inaugurada nesse paiz.
O vapor Pastaza, entrado no porto de Taba-
tinga na manbaa de 17 de fevereiro prximo pas-
sado,r foi portador de noticias de Lima, que alean
cam a 4 de janeiro ultimo.
c O dictador general Prado esta va empeobado
em fazer grandes reformas no paiz ; tinha ja sup-
primldo as confrar a-, irraandades e semeibantes
corporales, entregando a administraco de seus
bens a' Socledade de Beneficencia de Lima. P.e-
dazio o numero do-i empreados dos secretarios do
senado e da cavara dos depulados; das dos ex
tinctos ministerios; crrelos, etc. Iteduzio a gen-
darmearia. Impoz a todo o cidado a obrigaco|de
acceitar, sob pena de tres meses de prisao, qual-
quer emprego oa commisso do governo, gratuita
ou estipendiada, l^erogou todas as pensos e mon
te-pos existentes. Anullou todos os empregos con-
feridos pelo governo do x-general Pezet, em favor
de deputados ou leadores da ultima legislatura.
Inntilisou os accetsos a postos de generaos, con
tra-aimirantes, coronis, capitaes de mar e guerra,
etc., dados pelojmesmo governo, desde o dia 7 de
mareo de 1868. Manda eliminar do quadro do
exercito e armada todas os generaes, contra-almi-
rantes, coronis, cipltes de mar e guerra, teen-
tes coronis, etc., rae servirn) no exercito do ex-
general Pezet, at 6 de novembro do asno prximo
passado.
< Sapprimio o corpo poltico da armada, a ins-
pecgo geralda guarda nacional,etc.
De Moyobamba se diz que all era esperado o
novo prefeito, o qual trazia om supprimento de
ceta mil pesos, para occorrer s despetas do de-
partamento.
< Corra como eerta a noticia de qne e Per ef*
fectuana, dentro de pouco lempo, um arrenda-
meato por tres annss, das ilbas gnaneiras de Chin-
cha, a ama companliia norte-americana.
Este mar de gelo (Glacier) formando ante si
om dique (morame) pelas materias que impeilia
formen ama barretra que tendo ama espessura
talvez de nao menos de cem leguas a separou do
mar, nao permitiiudo o sen escoamento, e por
outro lado formando por sua qaltago o deposito
das differeotes formaedea de que ora se observara
vestiglos.
< O diqoe vindo afinal a romperse, a massa de
aguas precipitando-se no mar, produzio a demida-
cao da mesma massa de depsitos que existan)
-entre as duas planaras ja' meacionadas, redjuindo
0 rio s dlraensoes em qae -ora o vemos, e qne
grandes crrarotB ida -jfissta da um vestigio da
enorme massa de aguas que antes existir]
C luindo o 9r. Igatstt por agradecer ao
Sr. Dr. Coutinho o aoxilib que Ihe presura du-
selenrlca irttl p^vincia;
dexot a todo (i auditor o qfie o ouvia eom a maior
attencio extasiado ante tanta illustracao e aloquen-
ca como sao as de qua dspoe aquello sat>io. >
Ja' tioham chegado alguns caixoes com o
raachtaismo do primeiro vapor para a nt,vegaco
do Toeantins, bem como os aparelhos para auxiliar
a subida dos vapores as cachoeiras; e eiperava-
se a todo momento as pecas competentes do casco
do vapor.
Estava asseotada a 3a peca ralada de calibre
100, no Castalio. Pela sua poslco, dsve ella
varrer todo o littoral entre a alfandega e a colonia
de N. Senhora do O.
LO se no Jornal de Amazonas :
c Pelo ultimo paquete do Amazonas, chegoa do
Maito-Grosso o Sr. major de 1* linba Joo Antonio
de Magalbaes Garcez, que toado sabido de Cuyab
no dia 20 de novembro, seglo pelos nos Pretos,
Arins e Tapajs, pelo qual desembocou no Ama-
zonas. .
i As informacoes prestadas por este Sr., relati-
vas a' provincia de Malto-Grosso nao sao desagra-
da veis i segundo elle, o sal que se bavia elevado
ali ao preco de 6000Q o alqueire, ja' ; bundava
nos mercados, gracas s remessas que desse gene-
ro haviam sido feitas pelos Esms. srs. presidentes
das provincias de Minas, S. Paulo e Goy;z.
t A parte, porm, da provincia de Mallo-Grosso
conhecida com o nonw de Brttxo Paragvay, con-
tinuava oceupada pelas torcas de Lpez que de-
vastavam ludo, e com especialidade o gado vac-
: cura e cavallar. A popnlacao brasileira, que co-
mtgava a medrar, nessa regio, abandonou-a in-
teiramente ao furor dos vndalos, e nao prova-
vel que durante muitoa a*nos queia voltar para
alli.
As torcas que haviam no Coxim, oa que ah
estavam a' chegar e que montaran) ao tc-do 3,700
homens, tinbam ordem de marchar sobre Miran-
da.
i A viagem feita por este senhor, indica um ca-
minoo em annos anteriores muito seguto pelos
1 cuyabanos que vionham ao Para' em demanda do
guaran". Esse camnho foi depois esqaecido eom
as llusoes e phantast cas esperaneas, despertadas
no espirito dos negociantes de Mafio Grosso, pela
navegacao a' vapor do rio Paraguay. A guerra
' vem de novo lembrar-oos o anexim qae diz:
4 Mais vale um mo caminho pela nossa casa, do
'< que urna boa estrada pelo quintal do visinho.
c Refere o Sr. major, que a maior difficuldade
! da navegacao do Tapajoi consiste na passagem do
; Salto do Principe, onde necessario varar por
trra as candas. Abi existe a tribu de indios A-
; piacs que se prestara a fazer esse servico, traba-
! Iharn dous das sem descanso, e sao ordinaria-
mente pagos cora um pouco de plvora e chumbo.
Estes homens dirigidos e aproveitados convenien-
temente podiam tornar se em um elemento pode-
roso para auxiliar o commercio desse rio >
Maranlio. Para o seminario das Mercs fo-
ram nomeados: reitor o padre Arias Theorigo
Alves Serra e vice reitor o padre Rayraando da
PuriQcacao dos Santos Lemos.
Fallecer o Io conferente do alfandega
Jos Flix de Azeveo ; e a baroneza de Coroata
com mais de. 70 annos de idade.
Estavam a sahir : a barea Ocadtntt para o
Para'" o hate A Darcen para Porto Rico ; os
patachos Boa f e asimplo aquelle para Lisboa e
este para Barcelona.
A alfandega renden, de 1 a' 10 do correte,
77:9999994 reis.
Ptauliy. O presidente da provincia bavia che-
godo a' capital de volta de urna viagem de explo-
rado ao Parnahiba. cima da Theresioa, e pelos
exames do engenheiro qae o aeempaohoa o Sr.
Dr. Newton Barlaraaque e do eommandaote do
vapor o Sr. Moreira de Carvalho reconheceu ser o
rio navegavol a" vapor at o Porto dos Valos, 75
legoas distante da capital, tendo sido passadas sem
diriculdade as cachoeiras Varzea da Cruz e Ca-
jueiro.
Para a commissao directora da exposicao
provincial, feram nomeados os Srs: Jos de Arajo
Costa, Drs. Antonio de Souza Mendes, Newton Ce-
zar Boulamarque, Coostatina Luiz da Silva Moura
e Deolrado Mendes da Silva Moura.
A nova directora da companbia de navega;
a' vapor da provincia ficon assim composta : Jos
de Araujo Costa, Firmino Alves dos Santos, An-
nestes o promotor pubeo, e aos
naquelles'os pitearatturos das
comprenendidos
compreheadidos
partes. | o patriotismo -abnegacao que delles exiga a pa-
Os crimes foram commettidos oa vm 18, am tria ultrajad.
em 1862,2 em 18*3, ura em 1864 e na* em syfto*. I Erte nwtr-fraaedimento nao pode ser contestado,
Dos referidos reos i sabera ler e escrdvar, i pe- a multo Morio no termo de Flores. D'entre
as asslgoa seo nome e os demats sao analpfraos- fijoellw qae'tiao devem ser suspeitos aos meas ad-
is ; 1 sem proBsso e 7 vivem da agricultura. versnrlos en ciiarei, como testemunnas de mens
A laaaio foi presidida pelo jaiz municipal Anto- actos, os Srs. capltao Benedicto Hortencio de Sl-
cWas peto goveroo em seus decretos; destrlbui es-1 No empenbo em que nre arito de Mplicar tod
tes, e proeurai-despertar no coraco daquelles todo os factos, para que nenbnma duvida resto aobrea
aielwsias, que se levaotam a mhn e meas amf
gos, referirei o (acto a que alindo.
nio Fertandes Trigo de Lourelro, funccionou como
promotor publico interino o Dr. Jos da Costa Doo-
radoeofflciou como eacrivo interino Francisco
Joaquina Padilna.
Comegou boatera a funecionar o aosso
grapUo, api os eoocertos qae ah se flteram.
tela
quelra Campos, qde achando-se em S. Caetano e
Malbada dos lois, ao tempo em que eu alli diriga
palavras ao povo, presenciou minlta llnguagem, te-
Demetrio, somera pobre, achava-se ausente de
sua casa, e era pregado ne servico-do* Sr. Ignacio
Ribelro, quando entregaram a sua mnlher para ser
goardado um pequeo volume da roupa, qae loi
recebido, e pouco depois procurado. A* pessoa que
bavia solicitado este favor da mulber de Demetrio
era om voluntario, que mais tarde desertou. Este
faci dea lugar a prisao de Demetrio, que amarra-
deTfderonto
Neme daS<
se aebam certas de que nao fui indidarente i can-
sa nacional na minha fregaeiia O Sr. Dr. Joio
Baptista do Antaral e Mello, lodo visitar me ara
companbia de alguns amigos na fazena S. Joao
alli preienciou o empooho que por meu actos sig-
ntflqaet no allsraraento d voluntarios. Quando o
appello qne faco a estes senhores, nao baatasse, eu
1 recorrera a todos os que me cona*cen> oa (regue-
zia de Flores, e que a urna s voz coofirmariam o
qae acabo de expdr.
Entretanto, ao passo que os meas actos revela-
vam bem as minbas intengdea, que nao rae poupa-
va a sacrificios, que os meus amigos no intento de
I melhor significaren) os seus servicos em tao triste
Depoisd'amaftia se extrahlr i ultima par- conjunctura, prttendlam organisar urna eompanhia
te da S- e 1 da 6* lotera (53), a beneficio do thea- tro de Santa Isabel, sendo o maior premio 6;000*., desatTectos, a frente dos quaes se acho o Sr. te-
neuie-coronel siqueira Campos, esses mesraos a
Rbparticao da polica. quem se bavia commettido a tarefa de organisar o
Extracto das partes dosdias 18 e 19 de marco de batalho de voluntarios, propalavam que eu prega-
1866. '-' I ra ao povo, dissnadintfo-OTte se alistarlas snas B-
Foram recolhidos i casa de detenco no dia 17 do le ras. Dizia-se, em justiiieaeo de um setnelhante
correte : '| proceder cootra naim, qae eu bavia sedosido ao Sr.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Alexandre Joaquim Avitae, filho dp Sr. Heorique Beserra;
Manoel do Espirito Saoto e Marcos ou Manoel es entretanto eerto^ae desde o com eco do alista-
era vo de Jacinlho i IrmSos, para correcgo, Aoto- ment de voluntarios at ento nao bavia eu diri-
nente-coreoet Christovo de Campos Barbosa, e te- do e algemado, depoii de muitos dls de cadeia,
nente coronel Oldrado Nunes Perelra da Si va, que foi conduzdo para a Baixa-Verde a preaaaca do
Sr. juiz municipal. All iustaorou-se o competente
Pelo Sr. Dr. Ladgero Goncalves da Silva, dig-
no juiz de dlrelfo do Rio Formoso, foi agenciada
urna subscripeao no valor de 8805 para e Asvto de
Invlidos da Patria) que acaba de ser entregue
commissao garal da provincia.
Em consequencia da chegada do Toeantins e
a pedido de varios Srs. negociantes que por elle re-
ceberam diversos pedidos, tica transferida a sahlda
do vapor Mamaaguape para os porto- do norte, para
u dia 34 s 5 horas da tarde, recebendo-se carga
at 33 ao meio dia.
processo com as tostemunbas do proprio corpo de
voluntarios, e taes foram as provas qae fol elle
jalgado improcedente 1
Entretanto, tal era a injustica qne se faziia De-
metrio, to estranho (o elle as desertes, que estas
tiveram lugar em maior numero dorante a sua
priso.
Em lm escripto do jornal Vinle e Cinco de Mar-
go, dizem-me, que se me attnbue a desergo de
nma grande parte da eompanhia do Sr. capitae Be-
nedicto Hortencio de Siqueira Campos. E' at onde
vai o requinte da maledicencia Faco justica ao
Sr. capiao Hortencio, e acredito que nma to feri-
na aleivosia nao parte de S. S., cora quera conver-
se! depois qantesta desercio se dea, e que a attri-
balo a causas1 bem diversas da minha influencia.
A desercio qae se me attribue teve lugar no dia
30 de Janeiro das quatro para cinco boras da ma-
nbaa. Desde o dia 18 achava-me ausente, assio-
do ao Rvm.Sr.'Fre "SeraOm no extremo da fre-
guezia, onde elle a mea pedido missionava ; no dia
39 pela manha viro para a villa, e a tarde ret-
re me em eompanhia uaquelle missonario, reco-
Ihendorae a' casa a ooite. Fui Informado que du-
rante a noiie de 39 o Sr. capito Hortencio estive-
nio Pinto Cardoso da Gama, por erime de injuria e gido urna s palavra aqvelle mo*o, com quem, da- ra com os seos soldados, a quera proporcionava
Antonio Jos de Saol'Auaa, como suspeito de ser rante aquelle lesapo, nosca tive oceasio de eaeon- entretenlmento?, recejando ja' a sua debandada,
escravo fgido, trar-me, como elle proprio podera afflrma-lo. Bem que elfectuou se pela manha. Como, e porque
A' ordem do subdelegado da Boa-Vista, Joaquina | longe de ter o procedimento, quesera generosidade i melos eu facilitei a desergo dessa companbia,
Mendes de Lima, por disturbios. i se rae impata, fui o proprio qae animei a seu pai, composta apenas de alguns crilos da malbada dos
18 que manifestava desgosto'pek) alistamento de seu'boiiComqoemoentrelInbaearelacdesYE'oque
A' ordem do Dr. delegado da capital, Laiz Anto- flibo, fazendo-lhe seutir as vantagens que para es- os Srs. redactores do ViMe e Cinco de Marco, de-
bi do Nascimenlo e Caetano Jos da Costa, para te resultavam, principalmente sa posicao deonlcial. vem fazer conbecer ao publico. Diversos foram os
correceo. .- qae se Ihe offerecia. Para o proprio Sr. Henriqae juizos qne. se formaram em Plores sobre as causas
A'ordem do subdelegado do Rea fe, Carlota, Bezerra, qae considero am homem de bem, e que
africana livre, por insultos. ao suspeito ao Sr. ienente-coron-1 Siqueira Cam-
A' ordem do de Santo Antonio, Joao Ligardo, Jo- pos, appello.
s Itibeiro Guimares e Josepha, escrava de Tho-. Neo obstante a injastica eom qae en e os meas
mazia Mara, para correceo. amigos eramos tratados, porquera estes se caluroma-
A' ordem do da Boa-Vista, Mara Luiza da Con- va pela mesma forma, prosegu na prorao$ao do
ceico, Isabel Ignacia do Espirito Santo, Severina alislamento dos voluntarios, aconsalhando ao povo
7 fol promovido a 3 te-
__jt cdrjte. Marcbon
para a ssBMBp^BBjMas do Imoda o
de Abril de 1833, recomen se era jalbo do meimo
aono, flcando pertencendo a 6a claase dos offlelaes.
Por ordem da presflencia de 7 de agosto do dito
anno foi nomeado 3* commanlMM da 3a eompa-
nhia do corpo de mnnicipaes pera*aantes: em 14
de setembro do referido Me marenou em diligen-
cia para S. Antao contra os meamos revoluciona-
rios de Pantllas le Miranda, e recolhea-se por
doeote em It de ienmtro de 1834. Em o 1* de
agosto de 1835 paason neeu meama qoalidade a 3*
commandante para a 1' compn*a-4o mesmo cor-
po. Por despacho da presidencia de 34 de dezem-
bro do rnesmo anno oble ve 20 das da iicsoea, e a-
presentonse a 13 de Janeiro de 1838, continuando
a servir no .rnesmo corpa at 13 de joabo do men-
cionado anno. Por ordem do dia do commando
das armas de 34 de novembro de 1837, passon a
pertencer a 3* eompanhia do 4' corpo de artilhe-
ria em consequencia da proposta approvada pela
imraediata e imperial resolaco do conselho su-
premo militar de 13 de setembro do mesmo anno,
conttnaando em servico no mesmo corpo munici-
pal em o 1* de julno de 1836, das em qae licou
pertencendo a' aquelle corpo-a provincia com de-
nominaco de corpo policial, al qae por decreto-
de 3 de marco de 1839, foi reformado no mesmo-
porto.
Mara de Jess, Raymunda* Mara da Concelcao, qUe coocorresse as ftleiras do corpo qae em Paje
Mana Theodora de Mello, Francolina Maria do Es- Se crganlsava.
pirito Saoto, Jos Dereingues dos Santos a Jos | Os raeos adversarios, poucos generosos, e talvez
Luiz Mara das Neves, por disturbios. i recelosos de qae ea e os meas amigos partlcipas-
19 sernos das glorias que s para si reservavam, a
A' ordem do Dr. delegado da capital, Victorino Dada no9 poopavam, e nio recnaram : flzeram se o
Jacintho de Olivelra, por infraccio do regulamento echo das mais torpes calumnias, a presentando-nos
da estrada de ferro ; e Mara, menor, at qne se a opisio publica, como seductores de voluntarios,
verifique sua verdadeira condico.
A' ordem do subdelegado do Recife, Faustino e
Christovo, escravos da Jacinlho Gomes Borges, e
requermento deste.
A' ordam do da Caponga, Antonia Joaquina
Francisca Soares, por insultos.
O chefe da 2' sec$io,
J. Q. de Maquila.
Casa de detenco.
Movmento da casa de deteoj do dia 19 de mar-
ee de 1866.
Existlam 402, entraram 5, sahiram 11, existem
396.
A saber: on
Nacionaes 269, mnlheres 20, estrangeiros 30
mulheres 2, escravos 70, escravas 5, total 396.
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 219.
Movmento da enfermara do da 20 de marco de
1866.
Teve baixi :
Jos Negro Vllella ; syphiles. -
Joao Guilherme; dearrba.
Tiveram alta ;
Francisco Barbosa Camello.
Lzaro Francisco Bezerra.
Joo Antonio Pacheco.
Joao Jos Barbosa.
Alexandre Manoel do Espirito Santo.
Alexandre, escravo de Luiz Antonio de Siqueira.
O vapor nacional Toeantins, entrado do nor-
te, trooxe os segnintes passageiros
t dessa desergo, sendo cerio que a mim nunca foi
i lia attrlbuida com visos'de fundamento, e al se-
melhante presoncao consta-me ter sido repelllda
! pelo proprio Sr. capito Hortencio. E' notorio em
Flores, que se attnbue em parte o desanimo que
| sempre reinou as Qleiras do quarto corpo de vo-
' lomarlos, e principalmente a debandada desse pe-
queso grupo de soldados da companbia do Sr. ca-
pito Hortencio, pessoa muito respeitavel, cojo
nome nao desejo declinar, qae per lagos do cora-
cao e excesSiva affeico por algnem, qae della
devia separar-se, fazla votos pa" QO*3 a or6a"
msaco daquelle corpo nao fosse por diante.
Poseo invocar para o qae alBrmo o testemunbo
de muitas pessoas respeltaveis, o entre ellas o dos
Srs. Manoel Domingues dos Santos, e um filho do
Sr. Francisco de Salles, moradores na Cavalbada.
Nao desejo, e agradeco toda essa influencia, que
se me quer attribuir na comarca de Flores, para
qne podesse eu arredar tao consideravel numero
de soldados-das flleiras do quarto corpo, de volun-
tarios.
A minha defeza esta' na con ciencia de todos os
homens de bem e sensatos daqella comarca, sem
distmcoao de partidos; ella achara' echo, eu o es-
pero, entre alguns dos proprios interesados na or-
ganisago do quarto batalho, dos quaes cita-
re os Srs. Dr. Joo Baplists do Amaral, capito
Benedicto Hortencio de Siqueira Campos, tenente-
coronel Christovo de Campos Barboza, tenente Ol-
drado Nunes Pereira da Silva, Manoel Jos de Cam-J,
pos, filho do tenente coronel Antonio Jos de Cam-
pos Barboza, pessoas estas qde ja' me declararan)
Ser (aleo todo qae este respeito se propalava coo-
tra mim, aecrescentando qae antes Ibes constava
interessar-me en pela organisagao do corpo
'OSr. capito Viraens, em urna correspondencia
e fazendo crer, qne eramos o maior obstculo que
se oppunha organisigao desse corpo, nao obstan-
te serem, por seos nicos recursos, impotentes, co-
mo mostraran}, para realisa la.
Era para mim doloroso o aprego erofque se tinha
os meus pequeos serviges; era profunda a magna
que causava-me am procedimento lio revoltanle.
Entend qae a minha eoadjnvagao eradesoeces-
saria; qae incommodava aos meus desaffectos; e
(iara que nenbnm pretexto-se podesse mais allegar
resolv recolber-sse 4 minha casa, e dexar os or-
ganisadores do corpo entregues tao smente aos
recursos offlciaes. Atada aaeim o meu amigo o
professor Luiz Ignacio deOliveira Jardlm promova
voluntarios para a coeapaDnia sob o commando do
Sr. Dr. Amaral; lembro-me distisetamente "de um
irmo e filho do finado Jos Antonio de Souza Paz,
que a seo pedido, efdctivameote se alistaran).
Nada disto desmenta os boatos a que ledos os
das se da va vulto, e se procarava fazer chegar aos
oavidos da administraco da provincia, e dos meas-
amigos nesta capital.; A par de tao calculados tra-
mas, erguia-se a estulta preteBCOO de quererse or- publicada no Vintc e Cinco de Marc, a turma por
ganisar em Flores ura batato ande voluntarlos cora
a cor poltica de ura partido.
Desta capital se dirigirn) cartas em forma de
circulares dndose ama completa fe i gao poltica ao
corpo de voluntarios de Pajea. Kra o batalho do
partido conservador ; era preciso que, embora com
a capa da autoridad*, aroaoca se tivesse illaquiado
e abusado da boa f desta, os raembros daquelle
Pedro Antones do Sacramento, Antonio Vicente .partido em Pajeo-viessbm inoaloar nesta cidade, e
M., Henrique Pontea e sua familia, Aristides Cesar
e Joao de Castro Lins e Almeida.
Cear. No Ico comegavam a sentir se os ellel-
tos da secca.
?Fallecerara os Srs. Manoel Jos de vascon-
cellos, com 70 annos, oa capital; e Antonio Fran-
cisco de Vasconcelos, com 60 annos, em Agua-
Verde.
Vasconcellos, Pranklim W. da Silva, Lniz Sond,
Dr. Francisco Cordeiro da R. Campello e 1 esra-
vo, Nlcacio A. Cordeiro, Frandsoo Flix Carsjelro
de Almeid, Francisco Alves RcdritfOas, Amaro
Brrelo de Albuqnerque Maranho, sua senhora e
2 Sitios, Manoel Alves Texelra, Manoel Francisco
i do Soto e seu filho, Joo Ferreira de Mello e sua
Bem connecido no patz oSr. Dr. Henriqae Pe-
reira de Lueesa, actualmente mui digne joiz mu-
nicipal e de orphaos do termo de Goianoa.
Carcter honesto esummmente apreetavel como-
cidado e como fancclonano publico, elle um
magistrado zeloso, iclegrte ntetligente. Sempra
apreciado por servicos nouveis, ha grasffeado ge-
ral conceito entre os seus concidados e lem mere-
cido consderaco do governo imperial, que o tem
destingoido com inequvocas provas de aprco.
Essas qaalidades do Sr. Dr. Henriqae Pereira de
Lucena todava o nio isantaram de arre censara
na assembla provincial por parte do depotado Ar-
minio Tavares: censura que causou admiracao a
quantos conhecem a sisudez e criterio do (Ilustre
magistrado.
Cheio de despert, o depotado Arminio tavares,
na sesso de 14 do correte mez, atira-se sobre o
honrado Sr. r. Henriqae Pereira de Lucena, ac-
cusanuo-o de baver procedido por modo arbitrario
e violento no exercic.io do cargo de recrutador por
oceasio de alislamento de voluntarios na comarca
de Goianna.
A acrimonia da argnigao sem prova algnma,
torna sem torca as votes do deputado aecusador,
que assim abnsa da inviolabilidade da tribuna par-
lamentar para desabafar pequeninos sentimentos
de despeno, e desabonar o zloso funecionaria pu-
blico.
A comarca de Goianna est, para assim dizer, s
nossas vistas ; e per qae s agora conston esse
procedimento violento o Sr. Dr. Henriqae Pereira
de Lucena?
Pis se elle devastaste a comarca de Goianna,
como diz o sea aecusador, era possivel conter at
agora o brado des offendidos ?
Era possivel, qae s agora transprasse tanta
prepotencia 1
Nao : o deputado Arminio Tavares acensa assim
o Sr. Dr. Henriqae Pereira de Lacena, por que em-
quaoto o magistrado prestava mais um servigo ao
paiz cora a obtengo de voluntarios, o depotado via
patentear-se a nulldade de influencias improvi-
sada.
Os homens sinceros e de criterio applaudem o
procedimento do nosso amigo, a quem nao ferenr
desvaradas argulgdes.
Recife, 19 de marco de 1866.
Um amigo.
nos campos do sol. ama torca qae ao tioham.
sua vez serem verdadeiras as imputagoes calum-
niosas que se me fazem, e aos meus amigos.
Nao preciso dizer jue pouco valo* merecera as
palavras do Sr. capito Viraens, que devia antes
procurar defenderse das graves faltas qus a im-
prensa denancieu contra S. S. Felizmente as pala-
vras do Sr. Viraens, jamis podero vir acorapa-
nhadas de provas. Eu eomprehendo a triste posi-
cao de dependencia em qne se aeha o Sr. Viraens,
e nao Ihe desejo mal pelas offensas qae a mim e
E' faci bem conheeido que*) proprio presidente' aos meus amigos fez: Deas Ihe perdoe, assim co-
os
Continaam a' precos extraordinarios
eros alimenticios.
As bexigas e as varilas, tinhara se desenvol-
ge- filha, John C Fisher e 1 escravo a entregar
Seguem para o sul :
Joaquim Nolasco da Fontoura Pereira da Cuoha,
vdo na capital e orna epidemia com os sympto- Joao Antonio de Magalhaes Garcez isua familia
mas docholera-morbus.em Trahiry.tendoJellecido Neotel de Alencar Arar.pe, Antonio Pedro Gomes
30 pessoas e Asando dorales cerca de 100. de Castro Dr. Zoz.no Barroso, k^J**M
-No dia 11 do correte teve lugar, na capital, a Silva, Jos Pacheco, Manoel Monteiro, Prudenc o
2. reunio da sociedadede eraigrago, sendo no- de Albuquerque Claudina Joaqo.oa^ do pinto
meada urna commissio, composta dos Srs. Drs-, Santo, Dr. Joao da Costa Machado Ji
Jaguaribe, Jos Jnlio e Goncallo Souto, e d03 Srs.
J. Brigido, Rocha Jnior e Sands, para organisar
os estatutos da Sociedade.
Cbegara, no dia 13, o vapor Auugustine. que
veio inaugurar a liara de navegacao a' vapor en-
tre Liverpool e o Para', pello Ceara' e Maranbo.
Depois da demora necessaria para descarregar o
que trouxe, seglo para o Maranho.
O vapor Persinunga seguir, a' 16, para o
Acarac.
L-se no Cearence: vapor Agustine da li-
nha de Liverpool veio para esta provincia o V. Wil-
liaraes, engenheiro ncubido de estudar os terrenos
mineiros da Granja, Sobral, lp e Vinosa, coja
exptoracM fol dada era previlegio a' urna casa de
Londres. Si as informagoes que ministr o Sr.
Willlames forera animadoras, urna eompanhia se 0 Tiaario da freguezia de Pajn de llores Pedro
Jos A. Rodrigues, Joaquim Tertuliano de Medei-
ros, Graciada Constanca de Brito e 6 escravas,
Manoel da Fonseca M., 8 escravos da fazenda na-
cional, 70 pragas de pret, 1 dita de marinha e 3 es-
cravos a entrenar.
Passagelros da barca portugueza Stjmpatnia,
viudo do Porto : ,
Manoel Jos Moreira, Berbardino Antonio Perei-
ra, Henrique J. V. de Carvalho, Jos Ctm Falcao,
Mariano Alves de Araujo, Jos da Silva Costa e 17
menores.
Communicados
Je vea' organisar n'aquella praga para a ex
plorago concedida.
Rio Grande oe Parahtba Nada occorren, qu
merega menge.
REVISTA DIARIA
No dia 17 reoutndo o provedor da irmanda-
de de S. Pedro regularmente a respectiva mesa,
pde-se preencher as vagas que nelia exisliam do
modo seguinte:
Rvm. Antonio Manoel da Assumpco, escrivo.
I'ivm. Jos Esleves Vianna, zeiador.
Rvm. Augusto Fraaklin Moreira da
soureiro.
Rvm. Valeriano de Alleloia Cortea, procarador
do patrimonio.
Rvm. Joao Gomes de Oliveira, zeiador.
Rvm. Vicente Ferreira de Siqueira Varejo, me-
Mauoel da Silva Banjos
AO PUBLICO.
Ao chegar a esta capital foi informado queros
meus desaffectos tem procurado depreciarme na
i opiniao publica, propalando pela imprensa, qae op-
pnz obstculos em minha freguezia i organisagao
do 4o corpo de voluntarlos da patria; e promov a
desergo de grande numero dos seus soldados.
A Dar de to grave imputaco meu nome vinha
cercado de apreciagdas menos generosas ao mea
carcter, e de juizos infundados do meu procedi-
[ melo em semetnanle questao.
Nao desejo entrar em nma polmica com aquel-
! les que me oneaderam : o mea carcter de sacer-
! dote um titulo, que por demais me recommenda
a prudencia, e aconselba-me que perde aos meus
Silva, Ihe- j offensores. Assim o fago, desprezando lado com
\ que calculadamente me feriram, e qaizeram per-
| der-me no conceito dos horneas de bem.
Entretanto, o respeito que todo cidado deve a
opfniio publica, e o intoresse que tenho em resta-
belecer a verdade, trazem-me a imprensa, para ex-
plicar o mea procedimento, e o dos meas amigos
sano.
- Hoie ao meio dia reunem-se os accionistas do n,lca?"aJde F,ore' PQr,oc"fo de organisar-ss
Novo Baleo de Pernambuco era assembla geral, '*> po de '^o'^ f e, Pa]eu. Jj
afim de serem apreciadas as contas do anno lela I.11S0,,.U' ,sne *B5a.nc?? ISS^S^SS
findo, e proceder se a elelcao da mesa da ssem- ulhoa0 de '""01?"^, S sert'usob comiS?!r-
bla geral, da commissao Bscal e da direego que o Sr- major Jos Rodngoes de Moraes recebl rej
deve funcetonar no bienio prximo futuro. commendagAes dos meos amigos desta capital
1 i mais pessoas respeitaveis, para que prestasse aquel-
Informara-nos em complemento da noticia le major toda a coadjuvacao. Para esto fira dirigi-
que demos a respeito, que a apprebenso da 8 bar- j me a pessoas influentes do Interior, e lodos esta-
ris de plvora que eram transportados da Gloria vamos dispostos a concorrer para a organisaco do
do Goila para as matas, fol effecluada pelo subde- dito corpo. Mals Urde, por motivos que me sao
legado daquelle districto, visto terem os mesmos desconbecidos, resolveu o Sr. major Jos Rodrigues
barris sahido da toja do Sr. Mello alli eslabelecido. pedir dispensa da commissao qae Ihe bavia sido
da provincia censaron qae desta capital se tivesse
querido dar semelbante cor a organisago de am
batalho de voluntarios auxiliado pelo governo. in-
felizmente o espirito de intolerancia na comarca de
Flores, durante a organisago do 4 corpo, veio
confirmar que outro nao era o procedimento dos
seas organlsadores.
Todos os que tem viajado a comarca de Paje
sabem das indisposig5es, dos odios mesmo que de
longa data tem alli o Sr. tenente-coronel Siqueira
Campos; e nestas condigdes, querendo ali menta-Ios,
nao poda elle por si so levantar na comarca um
corpo de voluntarios. A coadjuvago de todos, an-
da mesmo dos seos adversarios, que como o Sr. te-
nente-coronel se empenharam na causa da patria,
pareca ser indispensavel; todo leva va a crer que
o Sr. tenente-coronel Campos, esquecendo no altar
da patria resenlimentos e opinioes polticas, nao
hesitara em associar sua obra os horneas influen-
tes e de prestigio da comarca; mas assim o nao
fez, e acreditou qae o auxilio offlcial, empregado
por forma diversa daqnella para que Ihe foi facul-
tado era o preferivel, como foi sem sciencia do go-
verno da provincia, para fazer-se a leva ou aotes a
cacada dos meas pobres freguezes, que, amarra-
dos e torturados era sua maior parte, vieram at
as ponas desta cidade,
Quando o Sr. conselheiro presidente da provin-
cia, carcter honesto, mandava para a comarca de
Flores, nm tenente-coronel de linba, para auxiliar
a organisaco do corpo, e fiscalisar o emprego dos
dinheiros p'ublices,\eao Igualmente amlsso de re-
crutar cora moderacao para o exercito, viraos este
agente delegar os seas poderes, com mais ampli-
lude ainda do que a que Ihajbavia sido conferida, na
maior parte dos raembros da familia Campos, qne
em forma de bandos se laogavam pelo Interior a
cata de homans, que, recrutados e algemados, vi-
nbam se alistar as Qleiras de am corpo, que se
quera denominar de voluntarios. Felizmente a re-
sistencia de algumas autoridades locaes, as acer-
tadas providencias doSr. conselheiro Paranagu,
qae fez retirar semeibantes delegagoes illegaes, e
reprehenden ao agente que de sua confianga abn-
soo, vieram salvar o serto da provincia de urna
confiagrago, e arrancar das garras daquelles re- I sao que tinha o povo de
crutadores volantes as tristes victimas j marcadas quarto corpo.
mo eu o fago de todo o meu coraco.
As contrariedades que na comarca de Flores en-
contrn o tenente-coronel Pessoa Campos na orga-
nisago do quarto batalbo de voluntarios, nao po-
den) ser langadas a' micha conta e de meus ami-
gos. Oulras foram as causas bem patentes naquel-
I a comarca. A pjudencia e moderago no alista
ment, teria sido a medida mais acertada, em vez
das tropelas e abusos dos recrutadores. Osmeios
suasorios para com a populago em vez do temor,
teriam sido mais proficuos, e nao a fugentariam a
esses infelzes, bons e mos, que procuravam, os
bosques como refugio.
No proprio alto serto vimos um vigSrio e um
juiz de direito, sem o auxilio dos recrutadores, sem
os cootos de ris a discrigao, sem algemas e cor-
das, alistaren) e trazerem a esta capital, com nm
trajecto de cento e oitenta leguas, cerca de trezen-
tos voluntarios, todo em dous mezes de tempo. E
porque o mesmo nao se fez em Paje de Flores 1
Porque os proprios organisadores do quarto corpo
de voluntarios, talvez levados por ura espirito par-
tidario e pouco generoso para com os seus adver-
sarios, destrairam todos os elementos que para islo
podiam encontrar alH. E'cerlo tambera que aos
proprios amigos se desgostoo, e o Sr. tenente-coro-
nel Siqueira Campos sabe que pessoas que Ibe
eram dedicadas, e com quem S. S. conta va, o aban-
donaran) ; e entretanto nao eotretnha eu com ellas
estreitas relagoes de amisade.
O espirito da populago era Paje de Flores nu-
tria apprehensoes cootra o alislamento de volunta*
nos da patria pelasdoulrlnas, que de publico pre-
gavam contra a guerra alguns membros da fami-
lia Campos, anteriormente a organisago que Ibes
foi confiada, e outras pessoas qae influirara e boje
fazem parte do quarto corpo.
Nio desejo declinar nomes e nem referir factos
eom relagoa este ponto ; mas direi tambera por
amor a verdade, que oSr. tenente-coronel Siquei-
ra Campos reprovou esse procedimento de alguns
de seus amigas e prenles. Nao fol tambera nm
pepueno embarago com que teve de lular o Sr. te-
nente-coronel Campos o derramamento dessas dou-
trinas, qae maito concorreram para a geral aver-
alstar-se as flleiras do
O tal industrioso de quem hontem tratamos
com a exposigo da esperteza que praticara na loja
da roa do Livrameoto, na terca-feira proseguio na
pratica da sua industria, apropriando-se por modo
semelbante de tres pegas de madapolo, qae da loja
ra do Queimado n. 45 fez Ir a mostra a lugar
por elle indicado.
Dizem-nos que um rapaz qae ter.ao multo
20 annos, tendo um bigodinbo, anda bem trajado ;
e asa de cabellos grandes em forma de cabellelra.
Convm qae a polica tome aos seas cuidados
esse esperialbo, qae mogo como promette de
futuro dar bons (rucias na arte de fnrtar.
Na seso do jury do termo de Boique, cujos
trabalbos comegaram a 14 de desembro do anno
I passade e terminaran) a 30 do mesmo mez, foram
i jolgados 9 reos, sendo todos braslleiros, e destes 7
do sexo masculino e 3 do femenino ; 1 menor de
, 17 annos, 1 menor de 21 e 7 de 31 W annos; 5
! solteiros, 3 casados e 1 viuvo ; 6 estavam presos e
3 afflaogados; todos autores, de tomada de prese 1,
! de ferimentos e offensas physioas 7 e de estupro i,
foram condeonados 2 a prisao simples^ absolv-
dos 7, sendo por deciso do tribunal 3 e por se-
rempgio S, e aouveram 3 appellagSes das partee.
Os 9 reos cima mencionados se comprebendia
em 6 procesaos, teade sido instaurados por qnelxa
2 e a ex-offlcio 4, sustentando a accosacao dos reos
commettida, e desta foi incumbido o Sr. tenente-co-
ronel Pedro Pessoa de Siqueira Campos. Ao mes-
mas recommendagdes que em favor do Sr. major
Jos Rodrigues me foram dirigidas, recebi-as para
remover qualquer embarago que em minha fregue-
zia porventura encontrasse o Sr. tenente-coronel
Siqueira Campas, e para presiar-lhe a minha traca
coadjuvacao e a dos meas amigos. Todos os qae
desta capital se dirlglram a mim, e aos meos ami-
gos de Flores eram unsonos em declarar, que nao
se tratava de ama questao de partido, e sim de dlg-
nidade nacional; qne nao deviamos olhar para as
i convicgoes polticas do Sr. tenente-coronel Can. pos;
! mas to smente para o fim da misso qae ibe ha-
, via sido auada. Tal era tambera o aseo pensa-
j menlo e odosmeus amigos igualmente; e todos nos
eslavamos na eouviccao de que o Sr. tente-coro-
nel Siqueira Campos e os seos amigos, por sua par-
te, nao tinbam a triste velleldade de organisar um
batalho de voluntarlos, qae trouxesseo distloetivo
de um partido poltico.
Bm cumprimeoto domeudever, costo sacerdote
e cidado brasileiro % em attencio aos meas ami-
gos, nao hesitei em assoeiar-me a obra da organi-
sago do V corpo de voluntarios, e para eate fim
del os necessarios pasaos. Assim foi, que labiado a
percorrer a fregoezia eni deaobrfgi, exhorte* aos
meas paroobianos % se alistaren as flleiras dos vo-
lunarios da patria; iastrni-os das vintageti olere-
no negro livro das vingancas.
Os membros do partido progressista eram os
primeiras apontados para engrossar as flleiras dos
recrutados; e se ao fosse**, -benfica intervengao
do Sr. Dr. delegado Adelino Antonio de Luna Frei-
r, qne auxiliando a acquisigo de voluntarios a
fazla sempre com moderacao, e era o nico para-
deiro dos recrutadores, velbos, torios, casados, me-
ninos, e todos qae tivessem isengao em preseoga
da le, seriara arrastados al esta capital pelo ni-
co enme de perteoeerem a om partido adverso aos
organisadores do pretenso batalho de volunta-
rios.
Em tao deploraveis cendgoes ja' nao era possi-
vel que o partido progressista de Paje de Flores
auxiliasse ao tsente-coronel Siqueira Campos ; o
que o partido procarava era, que cessassem quan-
to antes os males, que a forma da organisago do
sea batalho bavia causado aquelle lugar.
E foi om corpo de voluntarios organisado por
semelbante forma, qne em numero, pouco superior
a cem soldados, se apresentou ao governo, a quem
se Iludi 1 Era preciso ama jusliflcago ; ccnvi-
nba achar pretexto para que nesta capital nao fi-
casse para sempre perdida a apreguada influencia
da ramilla Campos; e custa da minha humilde
pessoa e do conceito dos meus amigos, foi que se
quiz fazer valer prestigio e valar que, digo-o sem
offensa, nunca teve em tao grande escala aquella
familia.
Impnta-se-me a desergo de voluntarios por ha-
ve-Ios seduzido. Apontem os factos; nao decla-
men) ; indiquem os individuos, a quem seduzi, oa
a quem tentei arredar das flleiras desse corpo. Se-
ra' crivel que nessa massa inmensa que se incul-
ca de voluntarios, qne entre esses que se dizem
dedicados ao Sr. tenente-coronel Campos, que en-
tre os evadidos mesmo, om s nao tenha al hoje
denunciado o mea procedimento T Seria preciso
que eu dispozesse de urna influeacia, prestigio e
con flanea para aquella gente, O que nunca me ar-
roguei, para qne as minis palavras bouvessem
traaido no espirito de todos a convtetao, on que
peto terror os fizesse catar, o que os meas prece-
dentes nao autorisam.
Para se fazer crer- na propalada sedugo, prati-
cou-se um acto da verdadeira atrocidade, qual foi
a priso de Demetrio Martn Vianna, como agen-
to sedolor de voluntarios, encarregado para seme-
ntarte Jim por nm mea amigo; e at se fezrpubli-
car en am dos jomase desta capital, que a prisao
as baria effectuado em flagrante.
Al ao veneravel Frei Serafim se tem querido
imputar a desergo de voluntarios do batalbo de
Pje de Flores.
Quando os que conhecem a bondade de corago
daquelle digno ministro souberem que a sua mls-
so em Flores foi apenas religiosa, fazendo ouvir
a sua voz cloquete em doutrinar ao povo, em pro
mover a construego de urna importante capella,
em clamar contra o martyrio das victimas, e acn-
seluar a caridade, nao podero deixar de laogar
ora gnto de anatbema contra os seas detractores.
Foi objecto de censura, de clamar entre os orga
nisadores do quarto corpo, a humilde supplica
do digno sacerdote ao Sr. Dr. delegado, para que
snspendesse o recralamento daranje as misses.1
Nio pretend escrever a historia da organisago
do batalho de voluntarios de Paje de Flores. Es-
tava no proposito de conservar-me silencioso e la-
mentar com os meus freguezes os males que nos
causaram os organisadores daquelle corpo; mas a
injustica com que eu e os meus amigos daqnella
comarca temos sido aggredidos, impuiando-se-nos
a desergo dos seas soldados, alias em numero
mui lo inferior ao que se inculca, obrigou-rae a le-
vantar pela imprensa nm grito de defeza, que boje
offerego aSpreciago do publico.
Hecife, 16 de margo de 1866.
Vigarlo Pedro Manoel da Silva Burgos-
Correspondencias
Senhores Redactores.Os elogios teeidos, aos
que se acham na cpula do poder, podem ser sidos
como effeltos da adulagao, e do servilismo; nao
assim aos desauelorados, de quem ja' sa nao de-
pende para os favores relativos aos seos empre-
gos.
Ja nao joiz de direito da comarca de Sanio
Aniao o Sr. Dr. Jos Felippe de Souza Leo, no-
meado desembargador para a relacao do Mara-
nho.
Por tanto, quanto dissermos a sea respeito, os
sera' attrlbuido a' servilismo, e a' bajulaco.
Sim, a comarca de S. Aniao, eom quaato fe-
licite, e se congratule com o Sr. Dr. Jos Felippe
de Soaza Leo pela sua elevago a cadeira desera-
bargatoria, todava sent cerdealmente a privaeo
de om magestrado, que faz tanta honra a classe,
e a alta gerarchia, a que pertence.
E' sem duvida, que foro algom nesta provincia
lenba tido urna carreira mais honesto, e regalar,
qne o da cammarca de Santo Anto; e todo na
verdade devido ao zelo, e honradez exemplar do
Sr. Dr. Souza Leo.
Alli todos os faccionarios quer civis, quer poli-
ciaes, tendo em frente esse brilhante espeten, e
oelle mlrando-se, procuravam por elle formular
as suas acgdes, ataviando-as com as mesmas ves-
tes.
De certo qne muito valor tem o exemplo da-
quelle, que na ordem social occopa a posieo mais
elevada 1
Quando o deleixo, a falta de zelo, a corrnpglo
affectam ao mais alto: a immoralldade neeessa-
mente se volgarisa entre os subalternos, em-
bora com soas excepgoes.
A moralidade pois partindo da primeira aucto-
ridade jndiciaria da comarca de S. Aniao, veio in-
nocular-se nos nimos de todos os fonecionarios,
tornando-se asslm respeitavel, e da maior confian-
ga o foro d'aquella comarca.
Felizes dos Maranhenses, que leem de gozar da
pre-enca desse integerrimo roagesirado, a qnem
devero apreciar pelas suas ptimas qnalidades.
Nos o saodamos; e Ihe desejamos prosperrima
viagem
Transcrevemos abaixo a copla da f d'officio do
Sr. tenente reformado Jos Rabello Padilba, qae
depois de ler prestado a soa patria os servigos
constantes da mesma f d'offlcio, e servido no cor-
po de policia vinte e um annos, foi demltido por
causa de dinheiros em duplcala em algumas re-
lagoes de moslra, pela responsabilidade moral qne
tinha como major fiscal do referido corpo. En-
treunto qae, sabio pobre, e hoje acba-se reduzldo,
a completa miseria sem ter com que alimentar sua
mulber, e oito Albos menores, e ainda para pior,
em poder dar a seas-fllbss a edueaco precza, por
Isso que s tem de vencimenio vinte e dous mil
rdis meosaes.
Copia.
Jos Rabello Padilba, natural de Goianna com
idade de 19 annos, solteiro, com cinco ps de al-
tara, cabellos caslanbos, olhos pardos, sentn pra-
ca voluntarlo no corpo de artllheria, e jaron bao-
dera em 1J de fevereiro de 1833, foi reconaeeldo
1* cadete, marebou para a guerra do Piaubi a fa-
vor da indepeadeacia contra o general portognax
Ffdi, ende se dasaorou oito mezes, e de volta des-
Publicagoes a pedido
Agua de Florida de Morra; k Lanman.
Em virtude das Senhoras serem a pre-
ciosa porcelana do barro humano, porisso
mesmo ellas teem todo o soberano diroito
eleicSo de toda a especie de elegante wra-
rias, ajae* arte estimulada pela gaiantaria
pode inventar. Entre todas as que perten-
cem ou figurara no Toucador nenhuma ha
que possa exceder em aromtica delicadeza
e finura, aquella cima mencionada no alto
deste paragrapho. Possuindo urna mimosa
e delicadissima fragrancia, summamente til
e agradavel em varias formas, quer j com
aformoseadora da compleico, excellente
misturada com agua com meio agradavel
para enxaguar a boca e al vejar os denles, e
finalmente como um excellente e adniravel
meio curativa em todos os casos de nervo-
srdade, desmaios, vertingens e atlaqqes.hys-
tericos, em si ella merece um nome de Va-
leria Medica, assim como em occopar um
lugar indspeo6avel sobre o toucador. (A-
fim de^e comprar ura genero o desgosto de
se comprar um genero de inferior qualida-
de, nada mais se preciza fazer, do que per-
guntar-se pela Agua florida de Murray e
Lanman. Vende-se nicamente as dro-
garas de Qaors & Barbosa, e Joao C. Bravo
4 C. '
COMMERCIO
m
rRACA DO REdWE.
Cota^es offlciaes.
30 de marco.
As 3 1|3 horas da tarde.
Algodio i*, sor te16#3O0 por arroba.
Cambia sobro Londres90 d|V 38 \ por 1*000.
ubourcq Jaa*otr
Presidente.
Siman,
Secretario.
Hovo banco ale Pernaai-
bitco.
O Novo Banco descoma letras a 13 por cento
ao anno, toma dinheiro a praso fixo ou em coala
crreme pelo premio e condierjes qae se conven
clonar, a saca sobre a praca da Babia
i

-
.

i
i
- .
A-




r


te *t>rwmmh*? marta Mr* ti de aare*4e 1866.
=
i Filial d Baaco *#, |nii J
tabuco 10de mireU18662
Deoe* ddireeW**(H|rpblleo aquellas
pesseas que lea oijectos de ouro, prata e diaman-
tes depositados eaocio netU caixa, que estan-
do ja vencidos a nao ptpuldru, que *ceiu-
rara pelos referido; deposito*, se val proceder a
venda em hasta publica dos meamos objectos, con-
forme o preicriplQ nos etUlutos desta caixa final.
O guarda livros,
Ignacio Nuues Correia.
Rendi ment do dia l a 19.... .* *^:!__*f?]|?
dem do di. 20............... 31:900*467
SiOsfi 1*840
MOVIMEiNTO DA ALFANDKA
Volumea entrados oom fazendas... 13
cpm gneros... dio
Volames sabidos cem fazendas... 175
t < cora gneros.... 1,314
do nm eWor rodado, mn rwo, am easiajm ora < 0> agente Pestaa fera leilao-por con a e risco pasrae, *-.*, BortMnx, F|iMr%aniwcerraja,
easttnbofizilho rquem, ptiTse Julgar cora direi-; de qrwmperleoeer de 20 barr.svcom pe de sai- uarMuras* cad** to afeemos caVallfl?,piXWser-lbes.to en- i*irauo frejeo desembota* esta eeman, J ba^iwenen.* eWro rt^oi qpe? etarao
treges ? < loieronieje: quarta-faire.it do correnle ns ao ertm- dos-coocorrenlee^o pftmerr* andar do
A* casade detencao seaeham reeolbldos, Castro, ataaewn do S* Annes defreite de atfandega
que diz ser escravo de um Sr. GuiraarSes, arma
ario de assuear na ra do Trapiche, e Guilber-
mina, que diz tambera ser escrava de D. Mara,
residente na Ibura : quem, portaeto, julgar se-
nbor dos referidos escravos, apresentando titulos
de dominio, matricula e cenbecimento de taixa ser-
lhes-hao entregaes.
Subdelegada de policiarTo 1" districto da fregu-
zia da Boa-Vista 19 de marco de 1606.
O subdelegado,
Decio de Aqnino Fonseca.___
Consulado de Portugal.
Sao chamados os credores do finado subdito por
tuguez Joaquim Amaro da Silva Passos, a apre
De movis, realejo, chocolate, lenca,
pr te, oa o, vidros et.
Cordelro lines
por Conta e risco de qaera pertencer fara' leilo de
raobilias de amarello e Jacaranda, guarda roupa de
amarello e Jacaranda, camas francezas nova e usa-
da, camas de armacao, cadeiras, marquezas, so
fas e rauitos oatres trastes novos e usados.
MAIS
ama salva e um paliteiro de prata, 1 rico realejo
de 3 cylindros cenlendo cada cylindro 10 pega
luguez joaquim Amaro aa aiiva rassos. a apre- ,..'. d rWnli .rcao de ioias de ouro.de
sentar suas conUs neste consulado dentro do pra- gy.ggg^ Vg&JSS^?"0'
368
1,409
Descarregam hoje 11 de marco
Vapor iBglezG/sda/or=mercdorlas.
Baria inglezaHidalgodem.
Brigoe portuguez Lena l diversos gneros de
etlrre.
Escuna dinamarqueza Beatrtce cerveja e al-
catraz.
Gelera ingleza1/ermwnecarvo de pedra.
Barca inglezaOlinda -idm.
Brlgue nacionalF/unn!ieiue-HJn*rqu.e.
Brigue nacionalMartnlio //idem.
Barca nacional Ouarakin idem.
Polaca argentinalftmfit>i>dem.
ftECEBEDRlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
Rendlmento do da i a 19......
idem do da 20.................
zo de 30 dias, para serem conferidas e pagas. Re-
cife 19 de margo de 1066.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Tendo os legtimos proprletarios das accSes des-
ta compnbia abaixo mencionados, declarado que
baviam se deseocaminhado de seu poder as de ns.
886 a 895 e 2786 a 27y0, pela gerencia da Compa-
nhia Peroamhucaoa e por ordem-da directora se
declara que da data deste a 30 dias, a vista da
requisigo dos mesmos Ibes vo ser entregues no-
vas accoes de igual nnraeraco em substituido
aquellas que acara asslm sem valor algam,
Pernambaco 14 de margo de 1866.
O gerente -F. F. Borges.
brilbantes, esmeraldas, rubios, parola etc.
CoBselho de compras navaes
O conselho proraove a Compra no da 24 do cor-
rente mez dos seguintes objectos do material da
armada.
60 travs de qualidade de 32 a 34 palmos de
comprimento e 8 a 9 polegadas de grossora, 80
9I6180 travos de qualidade de 40 a 45 palmos de oompri-
__=! ment e 8 a 9 polegadas em quadro, 10 duzias de
43:129*439 limas meia-cana de 12 a 20 polegadas, 10
as ti horas no armazem a ra da Cadeia do Reci-
te n. 19.______________________________
Leil&o
De 3 rolos com fumo.
HOJE.
QuirU-feira 21 de correte as 11 eras.
No armazem a ra da Cadeia do Recifen. 29
a reqoenmento de Joaquim Francisco da Silva J-
nior e despacho do Illra. Sr. juiz de paz da fregue-
ziado Recife ira a leilo os tres rolos de fumo ci-
ma dito os quaes foram arrestados a Antonio Mar-
tina Lisboa_____________
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimento do da 1 a 19.
dem do dia 20..........
97:477*832
3:898*245
NOVIMERTO DO PORTO
Navios entrados no dia 20.
Rio Grande do Sul-13 dias, brigue escuna nacio-
nal Si(sne, de 257 toneladas, capito Jos Hontei-
ro de Almeida, equipagem 13, carga 14:000 ar-
robas de carne; a Amorim Irma o.
Buenos-Ayres25 dias, brigue portuguez S. Joy,
de 168 toneladas, capito Jlo Goncalves Tinoco,
equipagem 10, carga 4:000 qnintaes bespanhoes
de carne; a Marques Barros & C.
Trieste71 dias, escuna ingleza da, de 236 tone
de limas triangulares de 10 a 16 polegadas, 20 car
rinos de mo, 16 duzias de taboas de assoalho de
iooro, 10 duzias de taboas de torro de amarello,
12 dalias de taboas de assoalho de amarello e 100
chapeos de oleado. '
101:326*097 Promove o conselho a compra sob as condicoes
_____________ | do estylo e vista de propostas recebidas naquelle
dia 24 do correnle mez at as 11 horas da manba.
Sala do conselho de compras navaes 19 de mar-
go de 1866.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos
LFIMO
De c&ndimros* gaz
ana da fanperatrii armazem de fazendas n.
O proprietario deste importante
datlis't6ai0 de M rellrar Para EarPa
fDlilCfi) MMl
Relago das cartas seguras vindas do norta pelo
vapor Tocaotinspara os senhores. abaizo de-
clarados :
Dr. Emiliano Jos Rodrigues,
i Francisco Ignaeio Pidi.
.: Desembargador Francisco Domfngues da Silva.
tadas. piT iFwSSSZmmtt caTga &***g& ,aM'-
WSScjra farlDha de ,rigo; a s' S ESBfiS*
Aners- di, brigue noroeguense Pretfo. deU>r. Melcades Pereira da Silva.
179 toneladas, capito Lund, equipagem 9, HS&*S* ga fazendas e outros gneros; a Tbeodoro Chris- Silvio Pillo Pereira Ferraz (2).-----------------------
tiansen.
Navh sahido no mesmo da.
Lisboa-barca portugoeza Constante III, capito
Eduardo Jos da Costa, carga assuear e otros
gneros.
Observado.
Miodeou do lamaro urna barca ingleza, mas
nao leve communicago com a trra.
DECURACOES
Expsito dos productos a-
gricolas e iudastriaes da
Correo.
Pela administrago do correo desta cidade se
faz publico que as malas qoe tem de conduzir o
vapor nacional tTocantins para os portos do sul
feehar-se-had hoje (21) as 3 horas da urde.
As cartas admeltidas a seguro sero recebidas
at 2 horas da tarde, e os jornaes at 2 horas.
Administrado do correo de Pernambaco 20 de
margo de 1866.
Domingos dos Passos Miranda.
Administrador.
AVISOS MARTIMOS
provincia.
A commisso incumbida de dirigir os ne-
gocios da exposico desta provincia, previ-
ne aos artistas que desejarem concorrer com
os seus productos mesma exposico, e
que nao o possam fazer por falta de recur-
sos, que devem dirigir-se ao secretario da
commsso para obterem os auxilios neces-
sarios acquisieao das materias primas des- ^gtR^SS^^t
tin idas aos clitos productos. '
Sala da commisso 15 de margo de 1860.
O secretario,
Manoel Buarque de Macedo.
' cmara municipal.
Pelo contadoria da cmara municipal desta ci-
dade se faz publico que nos mezes de fevereiro e
margo se recebe a bocea do cofre o imposto mu-
nicipal sobre casas de negocio, e aquelles que nao
pagarem oeste tempo esto sujeitos a multa na
forma do art 32 do regulamento n. 360 de 15 de
iunho de 1844.
Contadoria 1 de fevereiro de 1866.
O contador.
Caetano Silverlo da Silva.
"~ TbSSTdo commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que em sessao do mes- lqij e Oliveira Azevedo & C.
mo tribunal de 12 da correte foi considerado va- ------------^p-----^------T~Z r*~
go o offlcio d: corretor desta praga, que exercia
Fredenco Looes Guimaras, o qual o abandonou,
e quo a anga prestada era favor do mesmo cor-
retor persisto oor seis mezes, contados desta data;
que flea marceo o praso d 60 das, para dentro |JW SwrteheTk
delles se habilitarem os concorrentes ao refeno I no nwao irapicne n. m.
offlcio.
Secretaria do tribunal do commercio de Per
nambuco 13 de margo de 1866.
O ofQcial-maior
Julio Gulmares.
tOMlM\HIi nilAWlLGlR.l
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portes do norte
at o da 3 de abril o vapor
Santa Cruz, commandante Carlos
Gomes, o qua' depois da demora
do cosame seguir' para os por-
os do sul.
De3de ja recetem-se passageiros e aagsfe-aa a
- qual devera
meti-
das e dinheiro a frete at o dia da salida as 2 ho-
ras : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de An
tonio Lniz de Oliveira Azevedo & C.___________
toiPlM BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 30 do correte o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
Alcoforado, o qual depois da ie-
mora do costme, seguir para
os portos do norte.
Recebem-se passageiros e engaja-se a carga que
o vapor poder condozir a qoal devora ser embar-
cada no dia de sna chegada ; eiicommendas e di-
nheiro a frete at o dia da salilda as 2 horas:
agencia roa da Croz n. 1, escriptorio de Antonio
estabelecimento
fara leilo de
grande sortimento de candieiros a gaz coloridos,
em um ou mais lotes a vontade dos compradores.
Quinta-feirar 22 do corrate as 10 ht-
__________ras em poato.
I Ill.Ao
De fazeudas Cimpas e ava-
riadas.
Quinta-feir 22 de marco.
Mills Lalham & C. faro leilo por intervengo
do agente Pinto e por copia e risco de quem per-
tencer de deferentes fazendas avalladas a bordo
de diversos navios inglezes, em contiuuagio vende-
rlo tarabem diferentes fazendas ioglezas lmpas,
enjas facturas deverlo ser fechadas antes da via-
gem a Europa do socio Joseph Latham, o qual
apoveitar a occasiSo para despedirse de seus fre-
goezes e amigos.
O leilo principiara' as 10 horas em ponto.
Leilo
De dividas da massa filuda de Vmo-
rim, Fragozo, Saalos i C, na im-
portancia de 104;690S283 rs.
Cordeirt Simis
a' reqoerlmento dos administradores da massa fal-
lida de Amorim, Fragoso. Santos & C, e despacho
do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commeroio, fara
leilio das dividas ea Uinlos na importancia de
104:6904283 rs., pwtenceote a referida massa,
cuja relago ss acha em poder do referido agente
a exame de quem pretender, e o leilo ser efec-
tuado
Quinta-feira 23 do corrente
as 11 horas no armazem a' roa da Cadeia do Re-
cite n. 29.__________________
IKIIV
De trastes avulsos, escravos de ambos os
sexos, crystaes, 1 cabriolee, cavallo de
sella com andares e outros muitos artigos.
AMAMiA
Quinta-feira 20 do correnle as 11 boras.
NO GRANDE ARMAZEM DO AGENTE
sobrado da ra da Imperatriz n. 12.
Sabbado 24 de marco.
O agente Pinto aniorisado pelo procurador bas-
tante do Sr. Manoel Antonio de Axevedo (o qual
retirouse para Europa com sua familia) fara-lei-
lo dos objectos cima mencionados, as 10 horas
em ponto do dia 24 do correte, no primeiro an-
dar do sobrado da ra da Imperatriz n. 12.______
bLEIIjAO
Do armazem de molhados a na (kas
Laraifeiras n. 16.
Oreirt Simes
a reqorlmeato de Joaqnim Francisco da silva J-
nior e mandado do Illm, Sr. 9r. jote especia! do
commercio fara' leilo de magnifico sortimento de
gneros de primeira qualidade, armac&o e utensi-
lios do estabelecimento cima mencionado, o qual
torna-se recommendavel por sei em bom local e
muito afregaezado; isto era nm ou mais lotes a
vontade dos licitantes e garante as chaves cojo
aluguel mdico.
Sabbado 24 do corrente as 11 horas em
ponto.
No mesmo estabelecimento.
AVISOS DIVERSOS
A grande respoosabililade
que pesava sobre a nsssa casa por angas aos
nossos iofelizes prenles Pacheco & Mendes, de
que por falta de eonflanga, resultou a paralisrcaO
do nosso commercio por mais de o annos que te-
mos sollrido, cessou felizmente pelo pagamento de
nossa parte aos credores. Communicando ao pu-
blico a nossa desoneraga3, e rehabilitaban para
continuarmos em nosso commercio, comprimos
um dever ero manifestar nosso eterno agradeci-
mento aos mesmos sonbores credores, por se te-
rem contentado com o que nos foi possivel pagar-
Ibes por tao grande debito. Ceara' 9 de margo
de 1866.Mendes & Irmao.
Da constituido n. 48 de 11 de majgo de 1866
= aniel Pancracio Wild, cidado suisso, sua
mnlher e dous entiados vo para a Europa.
Luiz Coffraue, Suisso, vai para a Europa.
Atn
CALCADO
45 kmtHreita:-45
s
Precisa se de- ama ama pira ea'sa de orna
pessoa : na ro*do Torres n. 14,sagflndocandar.
Preciza-se de urna ama captiva para fazer o
servigo de dentro-de ama casa : na ra do Ifonde-
go n. 99 fabrica a-vapor.* ____^_____
Precisa-se d nm epsiabeiro livre vo : na roa do Rangel n. 9.
A primeira condi?*) indtspeniivel eon-
srva3o da sdo trazer os ps bem de-
fendidos contra os ataques da bumidade;
calcado bom e segaro o nico preserva-
tio desws mil enfermidades a que est so-
jeite o dossoeu. Um chnelo vtlho cal-
ifado por um dandy patuscante, ou urna
Precisa-se alagar nma ama para comprar e botina acalcanbada em pequenino p de en-
cozlnhar: a tratar na roa do Apollo n, 9. I cantadora deidade alm de aecusar qoe-
Na ra Nova n. 69, segundo andar, precisa- bradeira horripilante, prova contra as facol-
se alagar ama engommadelra escrava ou HrVades ntellectuas dos calcantes, e n5o ha
i------' quem, tendo bom senso, queira passar por
maluco, ou pobre de surro : ergo, cor-
ran a: ..
4*-RUA DIREITA-4*.
Gratlfica-se com a quimia cima a quem der e altendam a' baraleaa.
exacta noticia on entregar na roa estrella do Rosa- j llomens.
''? ? 3I; S'nnd,r' ai?a tro,u? *roupa com as Boneguins barcellonezes delus-
| miciaes J F R, marcad cem linha encarnada, e ,rjl6Q Aa nn,.,.n
alguma dita de senhora com as ditas M R, coja
roupa esta' perdida ou ronbada desde o dia 7 de
Janeiro, e foi entregue no porto das canoas a um
canoeiro por nome Urai, para entregar em Apipa-
eos i lavad eir por nome Aooa Joaquina que lava
no agude._____ __________^^__
LOTERA
Aos 6:00O00O.
Corre depois d amauha.
Acham-se venda na respectiva thesou-
raria, ra do Crespo n. 15, os bilbeles,
meios e quintos da ultima parte da 5.a e 1.a
da 6.a lotera (52), a beneficio do theatro de
Santa Isabel, sendo a extracto no lugar e
hora do costume.
Os premios de 6:0000000 at 10)9000
serao pagos urna hora depois da extracto
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribnicao das lisias.
As encommendas sero guardadas so-
mente at a noite da vespera da extraerlo.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
(U Dr.
70000
80000
AMA
Precisa se de ama ama que saiba corinbar e
comprar, paga se bem: no lugar da Capunga, por-
to do Jacobina, ou rna das Pernambucanas, sitio
que foi do tinado padre meslre Capristano.
tre e de porco W??
D.tos de Bordeanx ....
Ditos parisienses de bezerro e
cordav3o .......
Sapafes de Nantes de duas ba-
teras rasas...... 50000
Sapatos de lona, sola de borra-
cha. .....;... 24000
Ditos aveludados .* ". 10600
Dito-de tranca bons 10600
Sentaras
_ Borzeguios enfeitados. .
Francisco Ignacio Pinto deseja fallar ao Sr. Ditos de lafO......
Evaristo Teixeira Pmto Jonior, deixando de pro- n;QS lisos
cura-lo por ignorar sna moradia. SapatOS de Wracha *. '. '. '.
Selleiros, corrieiros e segeiros 1
Na rna Bella n 22, precisa-se de
preferindo-se escrava, para casa terrea,
familia, paga-se bem.
orna ama
de pouca
50000
40800
40500
10)OO
Na roa Relia o. 22, precisa-se de um criado
que cosinhe para andar no mato com urna petsoa
paga-se bem.
binoclo
Sola de lustre, meios grandes 200000
E um completo sortimento de calcado fa-
bricado no paiz.
Na ra Bella n. 22, comprase
com bons vidros en segunda mo.
um
Francisca Pires Hachado
Poriella
s
s
:
s
Na praga da Independenria livraria n. 8,
existe ama carta para o Sr. Dr. Candido Casado
Lima.___________________________
Precisase de urna ama de leiie para criar
am menino de dous metes: na ra do Brum largo .
do chafariz n. 61 A, casa da esquina._________
Preciza-se de nm caixeiro para padaria, que
tenha pratica e d coohecim>*nto de sua conducta :
na ra Oireita dos Afogados n. 66 A._______
O vigario Joo Jos da Costa Ribeiro mndou
a sua residencia para a ra da Roda n. 17.
Pardease sexta-feira de Passos do Carmo at
Corpo Santo, ama pulseira de cambos com
coraz |e requiflfes de ouro : pede-se a pessoa que
a aohou que tenha a bondade de trazer na ra do
Apollo o. 7, qoe ser reompensado.__________
VERDADE1R0 LE ROT
de SIGNORET, Docteur-Mdedn
Ru de Seine, 51, PARS.
Precisa-se de um menino com pratica de ta-
berna para caneiro : no pitw do Ter^o n. 141.
f recisa se de nm menino para criado forro
ou captivo : na roa da Palma n. 25.
OLYMPIO
48 Praga do Commcru-*
Leilo
De un batello com velas e mais per-
teoces
Quinta-feira 22 do coraente as 11 horas.
NO ARMAZEM DO AGElNTE
OLYMPIO
-PttACA V CMMKHT.iu-4?
MEDICO E OPERADOR
PELA
Faculdade de Pars.
continua no exercicio da sua proSssio,
especialmente as molestias de olbos, de
vas urinarias e de pelle, para cujo tra-
tamento julga-se habilitado attenta a pra-
Mica adquirida nos bospitaes daquelia ca-
pital, e os instrumentos mais moderos
'qoe possne.
Accode promptaraente a qualquer cha- |
mado para fora da cidade.
E encarrega se de collocar olbos arti- 2
Gciaes.
itu io^.'j uu 1..11 n ... a, t,-,,.;..., Ai aa
rna de Hurtas, das 6 as 10 horas da ma- S
nha, e das 3 as S da tardo.
MM*B*a **
Manoel Lopes Rodrigues Guimaraes, vai a
Eur pa._____________________________
Paschoal
para Europa.
Brande, subdito italiano, retra-se
A. B. Cuervo, cidado dos Estados-Unidos de
Colombia, vai a Eoropa. .______
Rio de Janeiro.
Vai sahir at o dia 28 do corrente o brigue bra-
silero Mara & Alfredo, recebe nicamente
ga miuda e escravos a frete, trata-se com
car
E. R.
poco da
Acham-se recolhidos casa de detengo, e
serao entregues a quem pror-r pertencer-lhes, os
escravos seguintes: Antonio, que diz ser escravo
de JoSo Ferreira, residente em Caruar, e Castro,
Para o Rio de Janeiro
Pretende seguir oom muita brevidade o palha-
bote nacional PIEDADE', tem dous tercos do sea
carregamento tratado, para o resto que Ihe falta
trata-se com os seus consignatarios Antonio Lula
de Oliveira Azevedo & C, no sea escriptorio raa
ca Cruz n. 1.
_ Para a Baha pretende sahir com muita bre-
nue diz tambera'ser escravo de am Sr. Gaimares: vidade o wlelro patacho Sanio Antonio, por ter a
*_____________. t. fP..n:nkA I -.^._ nA_t. Ar, Altaran |att*rl O niri A nfMlPll fl fl fl
com armazam de assuear na ra do Trapiche,
Acham-se tambem legalmente depositados dous
cavallos, um pequeo, cor rodado, e ootro rujo :
quem, perianto, se julgar com direito aos mesmos
cavallos, prevando, ser-lhes-hao entregaes.
Subdelegaba de polica do 1 districto da trege-
la da Boa-Vista 10 de margo de 1806.
O subdelogado,
Decio de AqoiBO Ponseca,
sia
Dividendo.
Paga-se no escriptorio da Compannia Pernam-
bucana, somente aos sabbados e em presenta das
respectivas acedes o primeiro dividendo a razio
-de 10 por acc.o : no escriptorio largo da Assem-
bla n. 1.
raaior parte da carga tratada, e para o pouco que-
lite falta trata-se com o consignatario Joaquim Jos
Goncalves Beltro : na ra do Vigario n. 17 pri-
meiro andar. ___________
Novo Banco de Pernambnco.
Para a Baha
Pretende seguir com mulla brevidade o palha
bote nacional Dous Amigos, tem parte do seu car-
regamento prompto para o resto qae Ihe falta tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C, no sea escriptorio ruada
Croz n. 1. ______________.
Para o Aracaty
O hiale Dous IrmSos, para carga trata-se com
Tasso Irmos oa com o Sr. Qaiotl no trapicho do
algodao. -
LEILO
De urna casa com sitio no
Panel la.
Sexta-feira 22 de marco as 40 horas.
O agente Pinto far leilo a requenmento de
Antonio Bezerra Cavalrante d Aibuquerque ad-
ministrador de sua mulher Erminda H. Pires de
Figueiredo Camargo e Isabel A. Pires de Figuei-
redo Camargo e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz
dos feitos da fazenda, da casa terrea com sitio no
Poco da Panella, que pertenceu a fallecida D. Vir-
ginia Candida de Figueiredo Camargo, para paga-
mento da execo?5o promovida pela fazenda pro-
vincial, pelo sello de heranca da dita casa : o lei-
lo ser effectuado no escriptorio do raesmo agen-
te rna d Cruz n. 38. _____________
"~ LEILO.
Sexta-feira, 23 de marco as 11 horas, a ra da Ca-
deia n. 55 Io anoar.
Pelo agente Euzebio.
De urna mobilia nova de Jacaranda.
De urna casa terrea n. 1, do beco da Assumpcao,
rende por anuo 9ti.
Do sobrado n. ?7, chaos proprios, na ra da Nos-
da no Recife, rende por anno 360a e das dividas
da massa Jos Antonio Dias de Figueiredo, no va-
lor de 9945700, por autorisago do Illm. Sr. Dr.
juiz especial do commercio; a requeriraento dos
credores, proveniente de fumo, charutos o cigar-
ros fornecidos ao armazem n. 2 na ra da Madre
de Deus, os objectos cima sero entregues pelo
raaior prego._______________
LEILO
De escravos, mobilias e objectos para
escriptorio
Sexta-feira 23 do corrate as ti horas.*
NVRUX DO APOLLO H. 23, PRIMEIRO ANDAR
Constando que o Sr. Fragoso que teve socie-
dade com o abaixo assignado, sob a raxao de Lo-
mos, Irmao & C, no armazem denominado Pro-
pheta na ra das Cinco Ponas n. 86, depois de se
haver oceultodo e desapparecidi desta praga, anra
agora pelo matofazendo cobrante que ja' tivera
receida na Escada 30t de um devedor; o abaixo
assignado se apressa em publicar que o mesmo
Sr. Fragoso na5 tem nuis gerencia alguma no re-
ferido armazem Propbeta, e previne a todos os se-
nhores devedores que na5 fagam transaccao alguma
com outra pessoa que nao for o mesmo abaixo as-
signado.Elias de Almeida Lima__________
__D. P. Wiid scientiflea ao commercio que du-
rante a sua ausencia deixa por seas procuradores
em primeiro lugar os Srs. Manoel Ignacio de Oli-
veira & Filho e em segando o Sr. Carlos Flix.
Aviso
Na rna do Vigario n. 24, escrip-
torio, vende-se cera de carnauba
de superior qualidade, por barato
preco,
Ule
Attencao
Na ra do Vigario n. 24, escrip- i
torio, vende-se velas de cera de
carnauba de superior qualidade por j
barato prec/>.
mmmmm wm mmmmm \
Carvalho & Nogueira na ra do Apol-
Io n. 20. sacam a vista ou a prazo sobre
.isboa, Porto, lina de S. MtguS e fus c
Janeiro.__________________________
= Precisase de urna araa para casa de pouca
familia : a tratar na ra do Cabuga' n. 1 A.
Liquidacao de gneros para acabar na ra
do Rangel n. 49, e tambem se faz negocio com
urna rica armacao para flear ou tirar, a qual tem
todos os pertences qoe compete ter urna taberna.
Em cada garrafa, vai, entre a rolba e papel ut
que lera o meu tinele, um rtulo iapresM em a
relio com o Siilo Imvcmal do covikm fmanciz.
If. B. Remetiendo- nma lettra de 500 franco
sobre Pars, aeitavrl a 60 dia de vista, w mimo,
joia-ie do aballmento e do malor descont.
Deposito principal
do legitimo l.e Knv
i-ni Caza do nosso
nnico agrnte pelo
Braril a Snk Anto-
nio Fiunc : de I.a-
cerda na Babia e
nosprincipat phar-
macrutcos.
Ama.
Precisa-se de. nma ama para
externo : na ra da Roda n. 25.
servico interno e
O abaixo assignado declara que nlnguem con-
trate com o Sr. Elias Emiliano Ramos a compra
do sitio do Arraial, visto o mesmo abaixo assignado
pretender revindicar.
Felisbino Carvalho Raposo.
Offerece-se urna senhora portugueza para o
servido domestico de ama casa de familia; a tratar
a ra do S. Rom Jess das Crionlas n. ti.
Ama
Precisa se de urna ama para casa de pouca fami-
lia, sendo pessoa de bom comporlamento e que
seja de idade : no paleo de S. Pedro- n. 13, casa
terrea,________________________________
Precisa-se de urna ama que saiba cozonhar e
comprar : na roa da Cruz o. 56. primeiro andar.
Ama
Ama
Macei e Peoedo.
Pretende sahir com muita brevidade o cter
Erna, e para o resto da carga que Ibe falta, trata-
I se com os consignatarios na raa do Rosario n. ti,
Chaves & Vianna, oa com o capito na raa
i gario, taberna de Manoel Jos de Aguiar.
do Vi
Em comprimento do artigo 23 dos estatutos do
Novo Banco de Pernambuco, convido aos Srs. ac-
cionistas a reunirem-se em assembla geral no dia
21 do corrente, ao meio dia na casa do mesmo
Banco ra do Trapiche n. 34, aflm de Ibes serem
SK^'df Sr:6 ammo, ? pSerS |'"- Freta-se ara navio de iSTTWTonel.adas
S.n."mela'daTeraba i^r^l^1^^;^^ M m d'UB-
sao fiscal e da direccao que teem de funectonar no c
biennio prximo.
Racife, 16 de marco de 1866. |
O presidente da assembla geral,
V. de Camaragibe^_________
Preciza-se alugar urna orna escrava para o servi-
co de ama casa de pouca familia : na ra Velha
n.17.__________________________________
O abaixo assignado morador neMa cidade, era
comprimento do regulamento da polica, faz publi-
co que vai tratar de negocios a povoacao de Abreu
de Una termo de Barreiros da comarca de Palma-
res onde tem de se demorar por algans dias, se al-
gama pessoa o qulier encarregar de algum nego-
cio ou cobranza pode dirigir-se a raa do Senhor
Bom Jess das Creoulas, n. 37.
Jastino Gomes Villar.
Precisa-se de urna ama que cozinhe para casa
de familia : a tratar na travessa dos Expostos nu-
mero 16.________________
'"Eu abaixo assignado declaro que tendo volla-
do da' minha viagera, tenho de abrir o meu arma-
zem de carne secca na semane santa, na roa da
Praia n. 33, bem no meio da rna.
' _______Goncalo Alves Tavares.
Z PSIOR.
Preclsa-se de ara feitor qae entenda cereita.
mente de planta^ de capim e d conhecimento
de sua conduca : na rna da Cadeia n. 54, loja, se
dir com quem se deve tratar____________
FERRO QIIEVENNE
A provado pela Academia de Medicina,
Auclorado por circulur especial do Ministro.
0 fep.iio QD-f/ENNE se usa cm lodos o ca-
sos para os quac* os frreos sao prescritos; nao
faz os denles ficwem prctos; lie a preparaco a
mais activa, a mais agradavcl e a mais econ-
mica; imiiius vezes um fiasco li suflicicnte para
curar una clilnrosis.
. A experiencia me provou que nenhuma pre-
paracio frrea lie supportada mais.faeiimcnte
que o FERRO quevexne, cm obsenando as
limites ile oses muito reguladas.
oi'chardat, Annuario da therapeutica, 1863.
O Fkbio Quevense venje-se em frascos de
To. cKNTta_
Medida da dote.
Deposito geral cm casa de F.mllt- 6eeU,
>r4i4ai. S SO
O0fr|tias. 5 -
lOOiraifiM. 3
14, ru des Bcaux-Arts, em Par, e em todas as
boticas. Exigir-o Sintie Quevenne *
de Fabrica cima.
e a marca
De ordem do Illm. Sr. inspector da tbesou-
raria de faienda desta provincia o convidados
aquelles Srs. offlciaes neila residentes que servi-
rara o eiercito durante a luta da independencia
e que n:1o percebem etapa alguma a comparece-
rem a dita thesooraria para o flm de llquidarem o
sea direito a etapa de qui trata o decreto n. 1254
de 8 de jnlho do anno prximo Ando.
Secretaria da thesooraria de faienda de Per-
nambaco 17 de marc,o de 1866.
Servindo de oficial maior,
Carlos Joo de Soaza Correia.
~ Jissociac Coro inercia 1 Beneficentc
mo se tendo reunido uumero suficiente dos se-
nhores &ssociadoi para a reuniao da assembla
geral de ta jssociaco, convocada para hoje, a di-
reepao n)varaente convida os senhores assotanoi
para o da 23 da corrente ao meio dia, aflm de tra-
tar-se do objeeto que Ihes foi commuolcado,
Assoaa^SoCommercial Beneflcohie ds Pernam-
baco 20 de marco de 1866.
Candida C. G. Alcoforado
Secretarlo. __
Airham-se legalmente depositados qaatre*
?altos que foram a pp re hendidos por f arlados, set-
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir at o flm da presente emana a
barca nacional Guarain, apenas recebe carga miu-
da e escravos, para os quaes tem excellentes cora-
modos : trata-se com os seas consignatarios Anto-
nia Lnii de Oliveira Azevedo & C, no sea escrip-
torio rna da Crnz n. 1.
PORTO,
Vai sahir em poneos dias por ter a carga
prompta-abarca portugueza LIMA I, rece-
be passageiros para os quaes tem boas ac-
commodacoes e ptimo tratameoUr; quem
pretender dirija-se aos consignatarios Car-
valho 4 Nogueira na rna do Apollo n. 30
ou ao capito na praga.
IIILOII.
UEUlQ
De 20 barris com peixe
HOJE
OLYMPIO
A^equerlmento da Exm.' Sr.' D. Mara Isabel
Baptista da Fonseca, viuva e inventariantede Jo
Baptista da Fonseca Jnior e mandado do Illm.
Sr. Dr. juiz dos orphaos fara' leilo de daas es-
cravas sendo urna de 33 annos de idade e outra
de 30, ambas pardas, 1 mobilia de Jacaranda, urna
cama de dito, um espelho de dito, 1 sof, 11 cadei-
ras, 2 carteiras grandes, 1 dita pequsna, 1 estan-
te, 1 balanga, 1 dita com prensa de copiar, 1 lava-
torio, l costoreira e outros objectos que estarlo
patentes no dia di leilo. ___
LEILA
De movis, louga, crystaes, jar-
ros de marmore e outros
i objectos.
A saber: 1 piano forte de transposigao era per-
feito estado, 1 dito tambem de armarlo, i harm-
nico, 1 mobilia de Jacaranda, 1 dita de amarello,
2 grandes espelhos, 3 lances, cortinados e perln-
ees, 2 pares de jarros dourados, ricos e <.8r4Ddes
jarros'de marmore, 1 candelabro, 1 relogio, 10 fi-
aos quadros a oleo, ll.uras de porcelaua, candiei-
ros a gas, 1 altmm para 200 retratos, 2 guarda
roupa, 2 commodaa, 1 cama francera de jacaran-
kr, 1 dita de amareilo, 1 lavatorio de raogntf, 1 se-
cretaria, 2 consolos com tampos de pedra, 4 bancas
de jogo, 4 cadeiras da balanco, 1 .callente e per-
fe ita machina de costara, 43 arandellas para gaz
carbnico, 1 ditas para velas, 1 mesa elstica, 4
frnculcM de marmore, 4 jardioeiras, louga para
almooe,copos, calixes, garrafas para vinbo, compo-
teiras, 1 paliteiro e salva da prata, garlos, facas
colberes, garrafas coa rinhos, vermoutb, cbam-
Irmandade das Almas.
Por ordem da mesa regedora, sao convidados
nossos charissimos irmaos a comparecerem sexta-
feira 23 do corrente as i horas da tarde no conn-
lorio da nutria da Boa-Vista, aflm de abi reunidos,
irem acompanhar a procisso do Senhor dos Pas-
sos, que sahe da igreja da Santa Cruz para a qoal
foi esta irmandade convidada.
Consistorio, 21 de marco de 1866.
O escrivao,
Joo Francisco dos Santos.
Sociedade Bella Harmona.
Previne-se aos Srs. socios desta sociadade, que a
mesma continua como de costume a dar suas fuac-
c5es nos das marcado, e como ha espirltos malig-
nos que s anda no mando para plantar a discor-
dia e intriga, como querem faier capacitar que
esta sociedade est dissolvida, por isso avisa ao
respeitavel publico e oom especialidade aos Srs.
socios que a sociedade Bella Harmona est planta-
da de modo qae h*. d ser eustoso osles inslffl-
cientes furaco a deitirem por trra.
. Um socio proposlo.
Farinha de mandvea
ltimamente desembarcada, vende-se por prec,}
cemmodo : no armaiem da ra da Moeda n. 43.
Amendoas
Vende-se por o$> a arroba : no armaiem da roa
da Moeda n. 43.
Milho miudo
Vende-se por prego commodo : no armazem a'
raa da Moeda n. 43.
Charutos da Baha
De difiranles qaalldades e por prego commo-
do vende-se no armazem a ra da Moeda n. 43.
Cha da India
Em caixas e em latas de 1, 2 e 4 libras a l$o00
a libra : no armazem a ra da Moeda n. 43.
Tapioca.
De snperior qualidade em saceos ou paneiros a
DE ORO. PREmooEie.eooF.
lUINA
IW-.M'liN
ELDffll Febrifngo e Fortificante
nniMi im iiim i mors i ocm.
Eiperimentada com pleno saccesso nos
hotpitaes, a quii La roche (oa tracto
conplato de quina) nma preparaco
excepcional, por ser privada do amargo
da quina. Agrada por conscfUinteaspessoai
as mais intolerantes e aos paladares o mais
delicad s, pois nem e muilo doce ncm mullo
viscosa, sendo de urna limpidei constante.
Emprega se un muito proveito nos casos
de gtlg'a, dyipepcia, nevralgia, ano-
lino, caehezia, magreza
tartio tem cauta apparente, eon*a]eeen-
ca demorada., chloroie e esoropnnlas
E O especifico da molestia teferia.
QUINA LMOCHE FBMMnUM
liwint I** ii fntrMditti hm i |iit.
EMPAHIZ,
15, ru Drouot.
P. MAURER & C.
raa Nora n. 18.
.

Pelida justo.
Roga-se aos Srs. Jos Ribeiro da Fonseca e Jos
Maria Belfort, qae firmaran am artigo Inserido
boje n'este Diario, sob a eplgrapbe Bbxla. Harmo-
hia, para fazerem publica a aulhoruagao legal, com
as devidas asignaturas, que os habilita a proceder
a' liquidacao e extineco da sociedade conhecida
nesta cidade debaixo d'aqaelle ltalo.
Recife 20 de mar$o de 1M6______^^^
Fagio a 16 do corrente o escravo Manoel,
idade 18 annos, cor preta, alto, secco.pernas acam
Letadas, ps pisando para banda .por Ihe sabirem
cravos, levou camisa e caifa de algodao listrado,
bonet preto, montado em am cavallo castanbo es-
i curo com a marea 5 no quarto direito, com cas-
suaes, foi visto em Catno pergontando pela estra-
da de S. Loureofo e Btwaro, onde foi escravo de
um Ailemlo por all mora : quem o pegar le-
ve-ojJMtthyMitfa ao Sr. Innocenclo Golaana ou
Veierarel eenfraria de Senhor Bom Jess da
Va-Sacra da igreja da Santa Cruz.
O escrivao da mesma confraria por ordem d&
ffleza, convida a todos os sens carissimos irmos
llolacliinna americana de jncorporados acompanharem a procisso
De superior qualidade e ppr^reco commodo do Sr B)m Je;(ls d03 Passos a SrJt Mai sIntissima
que tem de sahir da mesma-Igreja da Santa Cruz.
Recife 20 de marco de 1866.
Jar C P. Soares,
Escrivio.*

43.
vende-se no armazem ra da Moeda n
Feijo do orto
De dlfferentee qnalidades e por preco commo-
do vende-se no armazem ra da Moeda n. 43.
De ferragens, alambique, si-
nos e outras obras de co-
bre e bronze.
as tojas da rna Nova ns. 33 e 55.
A viuva de Sebastio Jos da Silva vende acera-
modo preco por junto e atacado as ferragens e
obras cima mencionadas para pagamento dos
credores de seu casal.
F4B8IC4
De caldeireir e fundic.t de ferr, si-
nos ebrwze; cora es escravos,
Vende-se a grande fabrica de calderelro e fon-
dlcie de matees da rna Imperial ns. 154 a 158 ;
e tratar com a viuva de Sebastlio Jos da Silva,
a raa Nova n 35, ou na raa da cadeia n. 87.
Veaeravel confraria de SatU Bita
de Cassia.
Em nome da mesa regedora da confraria de
Sama Rila de Cassiat cenvido a todos os nossos
charissimos irmos a se reuolrem em nosso consis-
torio no dia 23 do correle, as 2 horas da tarde,
para em corporaco acompanharrtos a procissa
do Senhor dos Passos, i que tem de sabir da igreja
da Santa Cruz. Consistorio da coofraria de !>ania
Rita de Cassia, 19 de mareo de 1866.
O escrivao,
Antonio Das da Stlva Cordial.
"UrTbaixo assignado pelo presente sotentifica
ao Sr. Antonio Martins Duarle que do dia 5 do mez
de malo em diante nao mais responsavel pela
carta de flanea da sna casa da ra. da Concordia
n. 22, e para constar passe o presente para nao
se chamar a ignorancia, assim como a tez particu-
larmente. Recife 19 de mareo de 1866.
Luiz da Silva Ferreira.
Precisa-se de am criada para compras
ru do Imperador n. 17, andar.
na
J
1


Diarlo te Pernaaiimeo 4*nrU WIm ti de Mar** 4t 1866.
AGUA FLORIDA
FABRICA A VAPOR
%9 RA DO MONDEGO 99
Deposito na ra Xova n. 30 loja de relojoelro.
Delouche donos deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico que -sua fa-
brica est montada com as melhores machinas que existan na Europa, e que pode
fabricarcom raelhor perfeicJo pogsivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e
puro, o que n5o se pode encontrar naquelle que vera de fra, e que se vende por pf eco
baixo, visto os productos serem do paiz. Na etiqueta ten sempre urna aguia.
PREgO.
Meia libra.......... 400
Urna libra.......... 800
Urna arroba .........19,5000
Na mesma fabrica acaba do se montar urna offieina com serrara a vapor .para
obras de marcineiria propria para edificio, para o que encarreg i-se de fazer portas, ja-
dellns, assoalhos (parqu francez como se usa na Europa,) e armacoes, ludo com brevi-
nade e perfeicSo. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade, entregando-se
prompta a collar-se no lugar.
A NACIONAL
'Com^anhia. ^geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
.AUTORISADA PBLO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
'Orna flanea em dinheiro, depositado nos cofres do estado, garaste a boa ad-
ministraco da companhia.
DIBECCO GERAL

DE
I
COEIiHO Roa da cruz n. 16.
Continua a baver diariamente nm sortimento de pastis, podios, bolos ingtezes,
empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-se as melhores eondices
de poder satisfzer encommendas eoncernentes sua arte, em consequencia do socio
Freitas ter sido administrador ebefe de algumas das princif aes fabricas na corte, sendo
urna a do Sr. J0S0 Goncalves Guimar5es (confeitaria do Leo) antiga casa de Carceller.
Todos os trabamos s3o diferentes dos que se fazem em casas particulares.
Os proprietarios deste estabelecimento nao se tem poupado a despezas, nem se
pouparo, se houver concorrencia como esperara ; tendo continuadamente bom sorti-
mento de doces para cha; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj uovo superior, secco e crystalisado, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar annos em perfeito estado.
Para jamares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objectos; ban-
deijas ricamente enfeitadas sem armaoao pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, paes de l enfei lados com disticos anlogos a qualquer fim; ditos montados,
kechs simples e eBfeitados com fructas ingleza; gatheaux de la reine, ditos de le du-1
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne: cremes e doces de ovos
de differentes especies.
Tambem tem um completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vinho
do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cberez, Bordeaux, Champagne fino, ser-
veja, licores, charopes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con-
eitos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
ondicionar tanto para a provincia, como para fra.
A h I FICURAS
Acadam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, sendo grupos para
baptisado, casamento, annos, ditta a phantasia, bonitos enfeites para bollos e circular pra-
tos de doces finos, tudo por precos razoaveis.
Vende-se licores em duzia muito era conta.
MURRAY & LANMAN
A agua florida de Murray & Lanmanf
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparaces
as mais custosas: conserva sen aroma, co-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia tlo delicada, como elegan-
tes sao seus multiplicados usos. qr seja
empregada como artigo de toucador, quer
no uso do banho, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenha feito a barba;
j para limpar as gengivas ou aromajisar o
hlito.
D suavidade, brilho e elasticidade as
compleices, depois de se baver lavado; al-
livia a irritado de erupces ordinarias; faz
desapparecer o desagradavel aspecto dos
pannos, das sardas, do rosto, rugas e toda a
casta de ebulices, e d vigor e frescura a
parte onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
feis nos casos em que seja preciso appltea-
la como estimulante e antisptico, nos con-
cursos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como um antidoto excelen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffocacao. Preparada nicamente por
Lanman & Kemp, Nova-York, e a venda por
Caor* A Barbosa.
Jo3o da C. Bravo & C.
Deposito geral em Pernamouco roa di
Crn n.22 em casa de Caros _______
O padre Flix Barreto de Vasconcellos extin-
gui a aula particular de laiim que tinha ero sua
casa, e d'ora em diaate eosinar somente no col-
legio do Sr. professor Jeronymo Villar, na ra lar-
ga do Rosario, e no do Born-Conselbo. na ra da
Aurora. Os alumnos que quizerem aprender com
o annunciante, entendam-se com o director de
qualquer nm dos referidos collegios.
Samuel Power Johuston & Companhia
Ra da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
FundlfSo de Low Hoor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos,
Moenda6 e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho.
Arreios de carro para um e dous cavallos.
Relogios de ouro patente "inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
BANQE1R0S DA COMPANHIA
O Banco de Hespanha
Madrid: Roa do Prado n. i
Esta companhia liga pelo sjrstema mntuo todas as combinacSes de supervivencia dos seg
os sobre a vida.
Nella pode se tazer a subscripelo de maneira qne em nenhum caso mesmo por morte do
segurado te perca o capital nem os jaros correspondentes a estes.
Sao tao suprehendentes os resoltados que prodozem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,que anda mesmo dimlnuindo ama terca parte do interesse produzido em recentes liquida-
coes ecombinando-o com a mortalldade da tabella de Depareieux qoe adoptada pela companhia
5rr?nnSSus ca'culos e liquidacSes, em segurados de idade de 3 a!9 annos, orna imposico annoa.
ae ouf produz em effectivo metlico:
o flm de 5 annos.
de 10
de ir
de 20
de 25
* *
1:119*300
3:9441600
11:2084200
30:256*000
80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30,os prodoctos sao mais conaideraveis.
n.nn^r^pec / fma'.s ,Dformaoes serao prestadas pelo snb-director nesU provincia,
oaquim Fuza de Oliveira, roa daCdeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n. 12 estabeleci-
mento dos Srs. Raymundo, Carlos,Leite A Irmo.
TINTUR
AO GRANDE S. MAURICIO
<
PBOCElSiOS 11*1 ICI 1 IVOAE'OS
PARA
Ungir, limpar e lastrar a Tapor.
CASA DA FORttrj
Ara &000 A'n A P CRESpO E CASAS DO COS
.., *} _uo*M,t7do venden nos seos multo
es bilhetes garantidos da lotera qne seac^,
Zt!lib rl* beBflc"> a "Mtriz de Salgad
os seguales premios : "
N. 85 doos quintos com a sorle de 5001.
Eoutras muitas sortes de 100*", 401, V 20
Ospossoiores peden vjr receber seas respee-'
vo8>remios sem os desontos das leisnaCasa
da Portona roa de Crespn. 23.
Acbam-se a venda os da ultima parte da 8
o da 6 lotera (83J benedeie do theatro de
Santa Isabel, qne se extrahir sexta feira 23 do
corrate.
PBECO.
Bilhetes. 6*000
Meios......3*000
Quintos.....1*200
Para as pesseas qae comprarem de 100*009
para cima.
Bilhetes.....oJ'OG
Meios. ..... 3*7
Quintos.....iioo
______________Manoel Martin-s Fidia.
------- ..
Precisa-se de urna ama forra ou escrava pa-
ra casaddpouca familia: a tratar na ra Direita
n. 68,1 andar.____________
Ui erlado ou um escravo.
^i,!01!8*'^ e Dttl criad0 0Q de Dm 'o qifr
mt Lde"eQ,e : Pa8-se bem, a raa do Hos-
Joaqom Bernardo dos Beis subdito brasilei-
ro vara Europa e dorante a sua ausencia delxa
como seo pnmeiro procurador o Sr. Francisco
Antonio da Rosa, e em segundo o sea caixeiro o
Sr. Manoef Baptista de Atbaide.


r. Ai
29 Kua 7 de setembro 29
Defrootc da roa aova do Ouvidor (Rio de Janeiro)
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no seo genero no Brasil, por
trabalhar com as machinas ma.s aperfeicoadas para fingir e lustrar, de que se faz uso na
Europa, e ajudados por alguns dos melhores officiaes de Paris e Lyao, podem ssegu-
sos ordinarios8"6268 "** ^ ^ mMh' qual Sen3 pde c^gar pelos pro?es-
nnai^JDIem,^mV1mi)am/ m,o{m cm perfeicao e brevidade qualquer
quahdade de fazendas ttram nodoas e limpam secco sem moldar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.
QUARESMA

Acabam de receber G. Paes do Amaral & C.
m 5 RA DO CRESPO 5
Antiga casa de Ciuilhcrme da Uva Gulmares
Ricos cortes de vestidos de gros-de-naples preto, com lindas barras bordadas.
Moire-antique preto em cortes e em pecas, liso, ondeado e com palmas.
Gros-de-naples preto, de diversos precos e larguras.
GorgurSo preto, fazenda superior a todas pela qualidade, e bonito tecido.
Este estabelecimento
acha-se sorttdo com numerosa quantidade de filos pretos, de algoda, de linho e de se'-
da, manufactralos em
ckales
retondas
algerienes (bournus)
anamites
I africaines
pompadour
DE FANTHASIA
mnitn rn^erbnJcamflfllam!)em ^ODtos cortes de PPeline de ,islras de cores. alisadas,
Ss peto nS'va or inle,rameDte novos; e outras muitas fazendas de gosto, vin-
J. P. DO 4MIIUL $ C.
5 RA DO CRESPO 5
JoSo Jos de Carvalho Moraes & I/m5o, sc-
cao sobre a praca do Bio de Janeiro.
mmmmmmmmmmmm
\ DEPOSITO DE CALCADO *
W FABRICADO XA CASA DE DETE.NCAO
M Hua \ova n. O.
m bi se encontrarlo obras de di-
I Toroaa quaiiuaues, e por pre?o mar
i diminutos, a retalho e em porces
S se vende a dinheiro.
(** *hm* mmm
Precisa-se alagar orna preta de meia idade e
gue sirva para todo servi$o : a tratar na roa Im-
pena) n. 39, taberna.,
Precisa-se alugar um escravo que seja fiel
para o servifo de portas dentro de urna lithogra-
pbia, vindo as 8 horas da mannaa e largando as 4
da tarde : qoem a tiver e qoeira alagar, dirija-se
ao 1. andar do sobrado n. 46 da ra da Cruz do
Recife, que achara' com qnem tratar
robustos
na roa
Precisa-se de orna ama para comprar e cosi-
nhr para casa dehomem solteiro : quem estiver
?nllSrC^C?mn aDcias *5a-se a |0 da Aurora na
roa larga do Rosario p. 38. para tratar.
im/J^D3' ""? Mjna a Conceico e os Srs.
Antonio Ferreira Alves da Silva e Jos Firmino Bw
beiro Filbo, qaeiram vir a adromistracao do cor-
reio desta cidade para receberem cartas vindas do
sol.
Antonio Jos Bodrigoes de Soma na rna do
trespo n. 15, toma dinheiro para mandar entregar
na Bahia, Para e Maranhao.
Os senhores academicos~do 3~a'no~podem
querendo, dingir-se a roa da Saudade n. 9 a' com-
prar o compendio de direito civil patrio, approvai
do pelo governo imperial.
Offerece-se ama ama para comprar e cosi-
nhar para casa de hornern solteiro: a tratar na
ra do Fogo n. o.
DE



FAZENDA E ROPA FEITA
KUA WOVA IX. 4.
Alaga se dous pretos que sejam
para o servicodepadaria, pagase bem
Direita o. 24.
Reg & Moora, proprieUno da toja de fazendas e roupa feita, sita r
n. 24, yerdadeiramente penhorados e reconhecidos para com seus amigos e freeuezes
pela aceitaC5o e confianca que delles tem merecido no curto espaco de lempo em qu
se acbam esUbelectdos e perfeitamente escudados na sinceridade dos seus tratos dech
ram para saencia daquelles que o quizerem honrar com seus oflicios, que em vista da
grande coacurrencia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no nnp p
;^zs?i% l0s astas: S
Os mesmos annunciam aos seus fretmezes ma araham rtA pnmnrw
rauito variado sortimento de fazendas finas eg de bo'm gS propriHan oTempo d
qT^ouS^Irlair08 3 VCnder Pr PreCS -'coramosi?fi
Como sempre escusmos essa enfadonha prolixidade dos annuncios homhasti
nfri hP/erS m?ar,?a 8Dge,eza desle nosso ^nvite s bons deseos que DuTriraos
para bem servimos aquellos que vierem ao nosso reclamo. ouwimos

hia udehdade de


DE


DE
J. VIGNES.
X. 55. RA DO IMPERADOR M.
>M"
55.
0$ pianos desu antiga fabrica sao hoje asss conhecldos para que seia necessario insistir *nhr a
ua supenondade, Tantogense garantas queofferecem aos compradore qoaHdadts estta^ ioc^testa*
v61s que elles tem defloluvamente conquisudo sobre todos os qie tem ppwecidc^nesu nraca not
umdo am teclado e machln.smo que obedecem todas as vontde" e Khot das oUnTsUs s,^
?ssnimo?S o^cHma^sV>S^MaSn^M,' ^, !f "S-ifiSSSW%S
S aol oPuvado^t?ap^SctaPdork ^ &* '^ Sa0 meId,0SaS e flauUda3' e "r 80 ffluit Sn
rnrrL^^AD,VT as ncommendas, tonto nesto fabrica como na do Sr. Bloodel de Pars socio
iE^^e,J Y'gnes' em CQJa capitol foram w"P"> Premiados em todasTexpsicSes
m6^SX^T^6rniC^ Tpre ?m "pleQdid0 e varad0 ^rtimen^detusicas dos
KWW^wSveg harmoncese p.aoos harmnicos, sendo tudo vendide por
PECHINCHA SEM IGUAL
oo 18 a 20 Sos^CT/i0 ?riedaP/et0KS1adamascados^" ve8,id0 ">* 13 metros
cada >n* T il S!d*.C.rte' ,arfQra de,ctla rance. Pelo baratisslmo preco de 501
cellos & 'ja dMeo,nn,na8 d> rn d Crespo o. 13 de Antonio Correia dT Vas^o
Ama de leite.
Offerece-se para ama de leite orna senhora casa-
da; quem precisar dirija-se ao Corredor do Bispo,
becco amarello em frente ao palacio, que ah acha-
ra com qoem tratar.
As Pilulas Catharticas
X>E AYER.
O purgante mal efeeax at tufa conhecido.
Estos plalas sio puramente veg-
itaet, Dio tendo na san compo-
sleio nem mercurio nem outro
ingrediente mineral; sao inno-
centes para as crian? e pessoas
ais delicadas, ao mesmo tempo
qne, compostas como sao de regi-
taes mui fortes, sao bastante acti-
ras e eficazes para as pessoaa mais
robustas.
Estas pilulas catharticas purgao e pnrlficio todo systema
humano sem mercurio.
Nao se tem poupado trabalho nem despeza para levar estas
pillas a um grao de perfeocao tal, que nada deixa a desejar;
ao o resultarte de annos de estudos laboriosos e constantes.
Para atcancar todas as vantagens que resulto de uto de cathar-
ticos, tem-se combinado somente as virtud* curativa das
plantas que sao empregadas na confeccao das pilulas. Sna
composieao Ul que as enfermidailes que estao ao alcance
de sua aeco, raras reres podem resistl-las on evad las.
Suas propriedades penetrantes exploro penetrio, puriflcio e
dio vigor todas as partes de organismo humano; pols corrigcm
a sua aeco viciada e faz recuperar a sna vitalldade. Urna das
consequeneias distas propriedades que o doente, abatido de
d8r e debUidade physica, admira se de encontrar, tao depressa,
na saude e energta recuperadas por meio d' um remedio Uo
simples e agradavei.
As molestias que estao ao seo alcance sao.
I'rixao de ventre RheumUUmo, Dr da eabeca, A Ntvralgia,
Enxaqueca, iiuligeHio e mal do ettomago, Ilemorrhoida,
PADECIKEHT08 DO FIOADO, '
Febre gatlro-lupatk*, QattrUe, afic<;Sei Biliosas Lombrigat
Erysipela, Bydroprta, turdez, ceguira parcial, e Paralysia. '
No almanalt e Manual de Saude do Dr. Ayer, que se nuhlt.
do,fXa,m",5,,,"rH di"tribui*io r,Uuita. <-'cona- iTuS
tado sobre as diversa doencas que csUo ao alcance de
REMEDIOS POfiGANTES.
Acha-se em todas as Bolleos e Drogaras do Imperio.
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luiz de Olireira Atevedo k C,
competentemente aotorlsados pela dlrec-
Storia da companhia de seguros Pidelida-
de, tomam segaros de navios, mercadu-
ras e predios no seo escriptorio ra da
Crui n. 1.
mmmmmmmmmmmmm
M O Dr. Carollno Francisco de Lima San- *
mt tos contina a morar na roa do Impera-
K dor n. 17, segundo andar, tendo alias sea
jp gabinete de consullas medicas, logo ao
entrar, oo primeiro.
O mesmo dootor, qae se tem dado ao
estudo tanto das operacCes como das mo-
lestias internas, prestase a qualquer cha-
_. mado, quer para dentro traer para fra
m da cidade.
**********
Cosinheiro.
m
5
Precisa-se de um cosinbelro qoe seja
na rna Nova n. 60, armazem da Liga.
escravo
SEGUIOS
martimos
, CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
Ore navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e mobilias :
na_rua ^oj^ig^o_n^^p^y|mentojerreo.
rr Na pra?a da independencia n. 33, lola de
l!lZ'lms,!3'*e ?ro- Prata> e Pedras Preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e aoalquer concert. '
Joo da Silva Ramos, mdico
pela universidade de Coimbra, d
consultas em sua casa das 9 as
11 horas da manhaa, e das 4 as 6
da tarde. Visita os doentes em suas'J
casas regularmente as horas para
isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em
qualquer occasi5o. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
manba,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, anda mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apropriados e nella pratica qualquer
opperac5o cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe. .30000 diarios.
Segunda dita____3,5500
Terceira dita .20000
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons servidos que
tem prestado.
O proprietario espera que elle
continu a merecer a confianca de !
que sempre tem gozado.
Luvasde pellica pretas e ou
tras cores.
C^Te?m^n!6.de,Dadeias.a-ad0
Ama.
Precisase de urna ama, prefere.se escrava
roa daPralan. 3, aromem.
na
O hospital poriuguez de beneficencia precisa
de um enfermeiro : qoem sejolgar habilitado e
quizer contratar-se drija-s ao Sr. provedor An-
tonio Lopes Perelra de Mello oo ao secretario Joc
Pereira Babello Braga.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C. tem
para veoder no sea escriptorio, ra da Cruz n. I,
vinno do Porto em caixa de doiia, fio bambargoez,
1 coia da BabJ uperior. *****?**,
O Peitoral jde Cereja
DE YEB,
TASA A I'IIOMPTA < un a DA
Angina, do Consttpaces, Toases, Bouquido lnflu.
enea, Bronohite, Tsica primaria, Tubrculo*
pulmonares, e todas as molestias do
Feito, aaaim como para aliviar
os ethioos declarados.
As preparaces do Da. Ara sao vendidas ns principae
drogaras e boticas do Imperio.
Vende-se em Pernambuco:
na
| PHARMACIE FRANCAISE|
IdeP.MAURER&C1^
y RU/ N^VAWia
O Sr..Francisco Jos de Freitas Gui-
mare8, queira ter a bondade de appare-
cer na livraria n. 8 da praca da Indepen-
dencia^^_______
Em casa de Theod Christiansen, ra do Tra-
piche-novo n. 16, uoico agente no aorte do Brasil,
deBrandenburg frres, Bordeaux, encontraseef-
fectivamente deposito dos artigos seguintes:
St. Julien.
Sl Pierre.
Larose.
Chateau LoTille. H
Chateaa Margaax.
Grand vin Chateau Lafitte 1858.
Chateau Lafitte.
Haut Sauternes.
Chateau Sauternes.
Chateau Laiaur Blancbe.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualldads.
Azeite doce. Pregos de Bordeaux.
Na fabricai a vapor de marcenara da ra do
Moodego n. 99 precisa se de alguns rapares de 16
a i annos, de boa conducta e sem offlcio para
aprender a trabalhar com as machinas, se dar'
alguma cousa logo que entrar, e quando souber
bem trabalhar podera'ganhar bom Jornal.
Precisa-se de n rna escrava para o servico de
casa e que saiba engomroar : na roa da Cadeado
Becife n. 27,1 andar.
atoga-
seja
SNo sobrado da raNovao.-66", .
se ou compra-se ama escrava qae
perfeita engommadeira.
liWssIilJl'^ II mI9IIkjrM9I
Kagomaia-se
com asseio, promptidao e preces razoaveis: na roa
Augusto D.5. loja.
- Precisa-se de urna pessoa para criado, e que
saiba bolear :, no pateo do Carino n. 13, Io andar
achara' cora qoem tratar. '
Aluga-se o 3 andar do sobrado sitcTna ra
imperial n. 1, com commodos suficientes para fa-
milia e por preco razoavel: a tratar no Io andar
do mesmo sobrado.
O abaixo assignado, estabelecido com taber-
na na ra das Cruies n. 24. julga nada dever nes-
ta praca nem fraoella ; mas se alguem se julgar
seu credor, tenha a bondade de apresentar-lbe no
praso de tres dias para ser paga. Becife 19 de
margo de 1866.
Custodio Lollaco Pereida Jnior.
FEITOR.
Precisa-se de um feitor para um silio em Santo
Arnaco : a tratar na roa do Brum n. 66.
-- Na ra da Senzala-Nova n. 387~es-
criptorio, compra-se urna escrava boa en-
goramadeira, nao se olbaa prego agradando.
Precisa-se de um homem que entenda do
servico de campo para trabalhar em um sith per-
to desta praca : a tratar na estrada de Joao de
Barros, seguudo sitio a direita passaudo a bomba,
CAXEIBO.
Precisa-se de nm caixeiro que tenha bastante
pratica de taberna e qoe d conhecimento de sua
epuducta, prefere-se portuguez : na ra Direita
|if* mmmmmmmm
Medico e operador
O Dr. Joo Baimnndo Pereira da Silva, J
tendo frequentado os mais nouveis bospi- I
toes de Paris, pde ser procurado para os Jj
mysteres de sua profisso na roa da Crnz
_ n. 40, segando andar. D consutlas todos
Sos dias das 7 as 10 horas da manba. Es-
pecialidades molestias de oihos, partos e
vias urinarias.
AMA
Precisa-se de,ama ama para comprar e coziohar
para ama pessoa s : na roa da Cruz n. 13, pri-
melro andar. _______
Aloga-se um criado para copeiro e tambem
cozinba soffrivelmente: na praca da Indepeodedcia
ns. lie 16. ^
Troca-se om bonito relogio de ouro, patele
Ingles, novo, de preco de 2505, por um cavallo de
Igual valor : altera qulrerjinnancie.
Aluga-se o segoodMdar da casa da ra do
Eacanumento n. 12 : a tratar na roa da Cideta n.
64, primeiro andar por cima da loja de looca.
Na ra Bella o. 22, compra se am floete
de peito para seatiora, moderno, em segunda mao.
Alaga-seuma sala com dous quartos, propria
para dormida de rapaz solteiro ou escriptorio, na
raa da Croz n. 62 : a tratar no armazem.
O Sr. Manoel Jos Lopes Braga, qoeira com
parecer becretori da S. Casa da Misericordia
desta cidade, a oegocio que Ibe diz respeito.
___________ Jos Theodoro Gomes.
Alugam-se duas casas novas multo frescas,
na Capuoga, com cemmodos para familia, quintal,
arvoredos, poco d'agua de bebe, e preco, commo-
do : na ra das Trinchelras o. 9, se dir quem
aluga.
- Lavam-se chapos de palba para se-
nhora e do Chili para homem e se informam
pelo systhema moderno: na ra da Impe-
ratriz n. 28, loja;
_ Onereo*-se ddus ngenbos moeotes e cor-
rentes com agua a qoem quizer arrendar ou com-
prar, sendo um na freguezia de Santo Anto dis-
tante da cidade da Victoria i leguas e 3 para a es-
gao de Frexelras, boa cata de vi venda, senzala,
cercado em valado e amito mata, e montado do
necessario como seja casa para bagasso e estafa.
Outro na freguezia de Ipojuca distante duas leguas
meia para a estacao da Escada : quem pretender
dirija-se ao engenho Sibir da Serra oa da Atba-
laia qne achara' com quem tratar.
Thereza de Jesos Ribe'ir"Campos, parteira
examinada, msradora no pateo do Hospital a 26
annos, defronte do oitio da refioago, casa n. 5,
fax sciente ao resneUavel publloo qoe contina sua
morada na mesma *%?
N. O. Bieber camsobre o Rio de Janeiro a vista ou a pra
Albino Baptista da Bocha, re|o-
joeiro e doorador portogoex, na
praga da Independencia n. 12, faz
qualqner roncerto pertencente a
sua arte mais barato do qne outro
qoalqoer e respoosabilisa-se pelo
-'sea trabalho, assim como tambero
compra relogios em segooda mao e obras de dhro.
Urna senhora viuv de maior idade e bons
costumes, se oflerece para fazer compactla a al-
gama senhora, ou familia honesta, a qual da nesta
cidade o conheciment de muitas pessoas: na roa
de Hortas n. 82.
A eoromisso encarregada de expdr a' vista
dos liis na sexta-feira 23 do correte met, pelas
3 horas da tarde, em proelssao solemne, a imagera
do Senhor Bom Jess dos Passos e sua Saatissima
Mi, que tem de sahir da igreja da Santo Croz, faz
sciente ao publico das roas qoe tem de percor'rer
ao sahir, roa da Santa Cruz, Cotovello, travesea da
Trempe, ra do Sebo, pateo da Santa Croa, rna da
Manguen a, Gloria, Matrii, uospicio, principie da
ra Formosa, Perreiros, Imperatriz, Praca, travs-
sa do Veras, ra Vaina, pateo da Saota Craa, raa
do Arago, iConceigo; Bosario, a recolber-ae. A
mesma comraisso pede aos senhores moradores
das roas aonde tem de passar a procisso obse-
quio de mandaren] limpar as frentes de suas casas.


so conforme se eonvencionar.
' No dia 7 do correte fugio o preto Manoel,
baixo, groeso do corno, tem as peroas am pooco ar-
queadas, e muito coobecide por Maooel caogalha
quem o levar roa de Apollo o. 30 armazem de as-
socar de A. H. Bodrigoes, ser bem granOcado.
BovaseaosSrsrBamos"(i C que procorem
ama encommendinba que Ibes fra remeuii do
Bio de Janeiro ha tres mezes; na roa Dimita rn
,8'* nAu' "* -
Boobaram no da 18 do ootrente, da loia de
sobrado qne fu quina eom o becco do CamaraS
um relogio patente inglez n. 22934. levando ama
fita preto; assim qoem o tiver ou delle der noti-
cia, dirija se a mesma loja, oo no sobrado, que
sera bem trapicado. ______
Precisa-se de alfaiate e costoreiras :;na roa
Nova n. 26, loja.
\


DUrlo de JrerMmbnc* -. Qnarta le!r%*t,jU*ajfc>4?966.

IA
4.
r


?LXZA.3Z1T3
Tinta Inalteravel
Para escrever
de IV MAl'RER & PERNAMBICO



Esta tinta recommenda-ee pela stia com-
posica e fluidez como a nrelhor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. "Nra ataca as pennas-de aoo, d at
tres excellentes-copias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e preferivel a qual-
quer tmtras tintas partieularmente para
livros de eommerc, documentos etc de
que se careoa lomga, conservaca.
Com*-i
COMP

--se ouro, prata pedras preciosas
em obras veihas : na ra da Cadeia do Recife
cja de o orives arco da Conceicto.
Compra-se carosso (sement) de algodo : o
armazem de algodo de Saunders Brothers & C
do caes de Apollo.
Compra-se um escravo que seja moco, sadio
*im vicio: na roa larga do Rosario n. 34, bo-
Compra-se ama casa de sobrado do aterro
da Boa-Vista ou ra da Aurora : a fallar na ra
do Crespo n. 17. _______________
Ouro e prata.
Em obras veihas : compra-se na praca da Id
dependencio d. 22, luja de bilbetes.______
Compra-se urna burra de ferro, ngleza ou
mesmo das amigas; n> roa Nota d. 31.
(Jompram-se libras esterlinas : na praga da
Independencia n. 22, junto ao relojoeiro.
Com
aiguns am
ra-se um cavado de boa figura e com
res : na ra do Livramento d. 19.
Compram-se portas feitas de amarello qoe
tenbam 13 palmos de alto e 6 e 1|2 de largura :
quem tiver atgumas (alie na ra larga do Rosario
loja de tonca n, 26.________________
Compra-se na prensa de algodo de Saund8rs
Brothers & G. semeutes de algodo a 500 rs. por
arroba.
Gomnra-se as OrdenacSes do Reino, estando
em bom estado : quem tiver esta obra annnncie.
Comprase urna borra de ferro com prefe-
' renaa de Haffuer : na ra do Trapiche Novo nu-
mero 12.
Mo
VENDAS
FOMIMAS
PARA 1806.
Acaba de sahir luz as folhrahas de
algibeira mais correctas possivel tanto no calculo das
las eclipses, como as diversas festas
que igreja celebra; vendena-se nicamen-
te na livraria da praca da ledependencia,
f 60 ris as de porta e 320 ris as de aigi-
boira._______
Vende-se um cabrielet de quadro rodas ame-
Ticano, atratar: parua do Lfrramento n. 38.
m.
No armasen da ra do Imperador n. 3
I Caes de Pedro TI n. 2, ten Dar vender-se
bor gaz existente no mercado.
ou no
o me-

(steande pechincha
t caifas.
A mIa pataca.
Amela ptftaea.
A meta pataca.
Vd'3^e na loja desavi um grande-sortmwBto
de ebita; inglezas, sendo roase cor de rosa, com
paroes-mate miueos-e mais grades, affiaucMido-
se ser de cores flias; e vende-se -peto-baratissimo
preco'de'65 a peca, tendo 38 eovades, e retaiba-se
a'180'rs^ sendo laceada que-sempre se vendeu a
9Sape.ea ou se talhou *t80Ts.; esta fraude
pechincha Ilquida-se por este precu na loja e arma-
se de pavo, roa-da Imperatriz n. 60, de Gata &
Gfaoe*
azem ie azendas
de San|os Coelbo
Ruado Veae-ie o seguate:
Cobertas de ehlta da India a 40.
Lencoes de panno de Hnho a 2200.
Ditos de bramante de linho de un so panno a
3*200.
Lencos de cass trancos proprlos par algibeira
a 2J000 a dum.
Algodo enfestado com 7 i|2 palmos de largura
a 1*200 a vara.
Atboalhado de llr.ho a 2*800 a vara,
Dito de algodo a 21 vara.
Guardanapos de linho a 3*800 a dotia.
Pegas de cambraia de salpicos a 4*500.
Laiinha abena de cores a 320 o covado.
Cambraia branca de forro 3* a peca.
Pil de linho liso uno a 800 rs. a vara.
Dito de dito com salpicos a 1* a vara.
Panno de lnh fino coro 9 1|2 palmes de largu-
ra pelo barato preco de 2*400 a vara.
Madapoloes Unos a 8*, 9*, 10*, 11* e 12*.
Cambraia lisa de 4*600, 3*. 6*, 7* e 8* a peca.
Pecas de bretanha de algodo com 10 varas,
propri para saia, pelo baratissimo prego de
Laaziuha lisa de cores a 500 rs. o covado.
Cambraias linas de cores anadiabas a 360 rs. o
covado.
Esleir da India propria para forro de sala de
4,5 e 6 palmos de largura, per menos preco do
que em outra qualqaer parte.
Aspas fortes para boiOes.
Na roa doQuelnado loja de mludeza* n. 16, ven- j
de-se aspas de ico fortes, e de dlfferentes larguras'
para balSes,
Bonitos quadros para retratos.
VcDdem-se na rui do Queimado Ma de raiude-
s n. 16, hooftos qoadros coi montura prata e
arada, todos por pn eos rasoa veis.
Garrafas brancas-
e de cores com superior acua da colonia.
Vendem-se na ra do Qwlmado, foja de minde-
zas d. 16.
Novo gosto
Pentes, fuellas, e brlnro* de felierana.
A antiga e bem cohecida loja n. 16 na ra do
Queimado, recbeu um sortimemo de diversos ob-'i
jectos de novo e bom gosto, sendo pentes brancos e
donrados de moldes eDteiramente novos e mui a-
Sradaveis, tendo entre elles alguna de filigrana obra
e muito gosio e dencil execuc_ao, bem assm fi-
vellas e brincos as mesmas circumslaocias.
Tambem receben alguns cintos o qoe de mais
Atten$ol..
Attencao!
Aftencq!
0rai4e sorlimentode fazeedaBpro-
priag para a Ac?ba de bfgar a este novo estabeleeimento
um grande e vanado sirtimento de fazendas oro-
prias para a quaresma, a saber :
(ir siena!, s preto a 1600 o cavado.
Vende-fe um grande sortimento de grosdena-
ple a I600, *800, 2* e 2*500 o covado ; dito
mullo superior a 2*800 e 3j? : na roa da Impera-
triz n. 72, loja de Gnimares & Irmo.
Moriantique preto a 2#800.
Vende-se um grande sortimento de moriantique
a -2}S00, 3* e 3*500 o cov..do.
Chales de renda ptetos a 8,5000.
Vende-se tambero um variado sortimcnlo de cha-
moderno e bonito, se pode encontrar em tal genero.' les de renda a 8*, 9*500 e 10* -, ditos muito finos
Alm disso eocontraro os pretenderles um com
pleto sortimento de flvellas de madreperola, ebris-
tal, tartaruga, e donrados, brincos de cnristal, e
jaspe, voltas e cruzes de dito e muitos oulros objec-
tos de gosto, os quaes contiuna-se a vender commo-
damente.
Penentes de madreperola, e enfeites filets
A loja de mindezas na ra do Qaeimado n. 16,
recebeu bonitos pentes com chapa de madreperola,
e novos enfeites lets ornados de lantejoilas dou-
radas, moedinhas, aljofares, vidrilhos etc., tendo
Neste armazem tambem se encontra am grande grandes para toda cabera e pequeos paraceque
sortimento de roupa feita e por medida.
fMAQg
IMovidade!
O barateiro vente:
pelo barafissimo preco de
padroes a
qnalidades
Chales de fil pretos
6*000.
Moreantiques pretos de diversos
2*400, 2*600 e 9*800.
Grosdenaples de diversas larguras e
a 1S600, 1*900, 2*, 2*400 e 2*800.
Cambraias de cores finas -a 300 rs. o covado.
B outras muias fazendas de gosto que se ven-
dem por'menos do que etn outra qualquer parte,
para poder sustentar sua fama
todo se d amostras : a roa
do barateiro.
as miudas, aljofares imitando
acc^idrilhos decores
para enfeites de 'vestidos; vende se tudo pisso por
preoos razoaveisna roa do Queimado c.l oja 16,
fla^Dindezas._____________________________
-DUMWA
Amepcfias de Serrotes de Ac
Vianna 4 Guimarae?, estabelecido? na ruada
Cadeia d. 59, avisam aos Srs agrioaltores, que aca-
ban) de receber de New-York as verdadeiras raa-
I chinas americanas de serrotes para descarocar al-
godo, coa elxo patente, e rodas de dentadura de
1 movimento rpido, asseguraado que seu machinis-
! mo omeihor que.[era viudo a este mercado, pela
rapidez-com que em penco lempo descaroca o as
| soas machinas multo algodo, sendo em seu ar-
mazem o nico deposito das cachinas de serras |
patentes de ago temperado .para fazer seis saccag
de algodo em um s di a com o ser viro de urna
s pessoa.
Vende-se e /az-se todo negocio com o depo-
sito da ra do Vigario n. 29, muito proprio pera
um principiante que queira principiar -sua vida
coa pouco dinheiro ; ao comprador se dir o mo-
tive da venda.
regalando os pregos de 2* a 4*000 rs.
15 mitas caixinhas
com arraojos donrados para costura, tendo com
msicas e sem ellas. Vendem-so na ra do Quei-
mado loja de miudezas n. 16.
Trangas prelas
com vidrilhos, c bicos com ditos e sem elles para
enfeites ou vestidos.
Na ra o Queimado n. 16 loja de miudezas a-
charo os prelendentes um bello sortimento dos
objectos cima ditos, cascarrilhas, franjas etc. etc.
etudo est send* vendido por preces eoromodos
Botoes pretos
de vidro enfeftados d'ago.
A loja de miudezas n. 16 re do Queimado
vende mui bonitos boioes pretos de vidro i-om en-
feites de ac, os quaes muito se uzam para enfeitar
vestidos, quem os pretender pode dirigirse a dita
loja s. 16 ra do Queimado.
a ra do Queimado n. 16.
Bonitos leques de sndalo e outras qualidades.
Bonitos ciatos com flvellas de diversas qua.ida-
des moldes.
Brincos e cruzes de crystai.
Abotoadoras de dito para coletes.
Bonitos port-relogios.
Delicadas caizas com msica e sem ella, para
costura.
Agulnas e linhas para chrochet.
Retroz superior em carriteis.
Rendas pretas e t <> com vidrilhos.
Fitas de velludo cum listras de cores para en-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdenapoles, lisas e lavradas, brancas
e matisadas.
peekiocha de HaftHt com
avaria.
Paredes Porto vende urna grande porco de ma-
poloavariada.r/azenda de O* e 12* a p*;a, a
*0 e 7* com pequeo toqae.: na ra a impe-
tria 0.-52, armazem da porta .Urga junto a pa-
arta franceza.________
Vende-se sal.grosso : atraar ua ra da Ma-1
4re da Deus n. 1.
Crides e pieadeiras de Ipejuca
Veadem-se a ra de Qoeimado loja de
7K Azvdo & Irmo.
mr ^mmmmm
f, Veadem-se 400 podras para ladrilho, viodas
d> Una : a tratar na ra do Vigario n. 14.
Clas-es Royer ou colares ano-
dinos
Vendem-se duas prelas mecas e sadias sa
bendo lavar e coser e proprias tambem para la-
wwra,-o motivo da^veoda tee-se de retirar-o seu
eemhor ,para fora do -imperio : para tratar qg ar-
aazsm .a ra da Cruz n..,33.
Veodem-sa escravos de arabos sexos, ire
e*tes ba.alguns moleQues, duas reolecas de tO.a 11
aaoos.de idade.e ama preta. bea qoitaudeira ; na
ros da imperador a.f43, 2 andar. Na mesraatcasa
se ende-cerca de ima a duaswxtas de daacite
caitj;sec3?, muito tmzSeno.
Attenco

" para facilitar a denticao das criancas e preserva-
las das convulsoes.
O fehz resultado obtido immensas vezes pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer, nos
casos de convulsoes, e denticao das enancas, tem
altamente levado o seu bem merecido prestigio,
e hoje j-se pode dizer que estao geralmente con-
ceituados, e estimados de ranumeraveis pas de
familias : <3e uns porque do aso desses salutares
I colares viram salvos do perigo seus charos filbi-
nho, c outros porque eolheram daquelles tao
profleoo exemplo para igualmenie preservar os
seus. Af.sim, pols, a aguia oranea, tendo em vis-
tas a utilidade e proveito desses prodigiosos cola-
res, anodinas ou Royer, maodou vir o novo sorti-
mento los para qoe em tempo algum a falta delles possa
ser funesta-oos pais de familia, os quaes ficarao
certos de os achar constantemeMe na ra do-Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 8.
m
VENDE-SE
INJECGAOe CAPSULAS
1^ tti^ES^oJHATICO
AIT&C&I^CETIGOSEHPARIS
icnids, que res siiio s |neparavocs do topahu, cubeba e's injeccSes com base melallica
""nnsu.i iu l'nrix. |;. rur lli.-h.'lifu.
INJECTION BRO
TflaMea,
Pernambuco, ra Nova n. 18 pharmacia franceza de
P. MAURER & C,
flini flOYIDME
Para sabbado de AUeluia
FEUTES, ENEEIfES, CINTOS.
Gama & Silva, acabara de recener pelo ultimo
vapor francez.uai grande ortimento dos mais ri- Krande annasem da ra do Apollo n. 38 e 40
eos enfeites pretas e de eras proprioe para cabeca, ^T"*opro para um armazem de [assucar ou pren
sendo guarnecidos com as ais lindas flores, e com '
voltas das ais-bonitas peroias; assim como os mais
modernos e engracados pestes da verdadeira larta-
ruga, marelieudos a 4*. aesdo a ultima jwvidade
que tem viudo de aris, e os dais ricos ciatos com
fitas malhi6adas ejfcrelas largas,, conforme ultima-
menle se asa oas priaieiras capitaes da Beropa, e
vende-se por proco sen conta por ter ebegado em
direitura para a loja do Pavo, jua da Imperatriz
n.-i'U de Gama & Silva.
Ayso.
.VBde-se urna padaria na raa do tondego n. a7,
com,tcdos os pertences para trabibr :' a tratar
na mesma padaria.
MACHINAS
PARA
de algodo em.jjnnto grande, por ter 6 portas de
trente com mais de 67 palmos de largura e 300 e
tantos palmos de eomprimento, todo coberto e so-
tes arcadas e para comodidade dos compradores
se. vende com o prazo de 2 anuos ou o qoe se con-
veacionar urna vez.que seja com seguraoca e pa-
gasdo-se pela demora um mdico juro : as pes-
soa*. a quem coiwier esta compra podero enten-
derse com Antonio lves Barbosa na ra dos Gua-
nrapej o. 78.
Velas dtmmauba
Gomee.de Manos Irmos recebem do Aracaty e
vendem ommodamenle : oa roa larga do Rosario
numero 2.
Boa Fama ra do Quei-
mado.
Recebeu pelo ultimo vapor chegado de
Paris chapeos para menina do ultimo gosto.
Diademas donrados,
enfeitadas com aljofares, pedras,
ele, para meninas e senhoras.
A agira-branca vende bonitos e modernos dia-
demas donrados, enfeitados com aljofares e pedras
proprias para meninas e senhoras.
Bonitos ebapozlnhos
de palba fina e avencaes para meninas.
Sao obras estas de que os bons pais de familia
se nao podem escosar de comprar, por fazerem el-
las parte do asseio e bom gosto com que trajam
suas bellas filhinhas. A aguia-branca tem o pra-
zer de ver que tao bellas e precisas obras foram
devjdamente apreciadas e compradas em seu ni-
nbo. Os cbapeozinbos, alm de serem d'uma pa-
lha mui una, sao de mui bonita forma e ultimo
gosto, enfeitados com toda a perfeicao: os aven-
taes, porm, sao de fina cambraia, guarnecidos de
babadiobes bordidos; o que lhes da muitagraca.
Os precos desies, 5*800, e daquelles, 10*; e "de j
quanto sc elles baratos conbecera o pretndeme,!
que se dirigir a' luja d*aguia-branca, na ra do wc
Queimado n. 8.
Vidrilhos de cores e aljofares,
imitando ac, para enfeites de vestidos.
A aguia-branca na ra do Queimado o. 8 rece-
beu um bello sortimento dos objectos cima pro-
prios para enfeites de vestidos, etc., etc., e est
vendendo commodamente.
ovidades.
Na Agula branca ra do Queimado n. 8 rece-
ben diversos objectos de muito gasto e inieiramen-
te novos, sendo :
Bonitos e delicados pentes donrados e prateados,
tendo entre elles alguns de filigrana obra mei per-
feita e de elevado gosto.
Ditos com chapa de madreperola.
Brincos de filigrana e outras qualidades.
Flvellas de dita e outras tambem de diversas
qualidades.
Cinios mui bonitos, enfeitados em toda a exien-
co com caracteres douradose prateado*.
Filets enfeitados com moedinhas dourads.e lan
tejoilas, aljofares & &, sendo para coque, e loda a |
cabega, e oulros com plumas &.
Bonitas voltas de jaspt com cruzes, tendo tam i
bem algumas de duas cores.
Luvas e meias
de la vegetal, para quem soffre de frialdade, pa-
ralesya etc Vendem-se na ra do Queimado loja
a 11* e 12* -, ditos de seda fazenda muito fina a
20*000.
Retondas pretas a iO.
Vendem-se mondas pretas pelo barato preco de
10*ell*: na roa da Imperatriz n. 72, loja de
Guimaraes & Irmo.
Grande pechincha panno preto a 2#000 o
covado.
Vf nde-se panno preto proprio para calcas e pa-
lito! a 2* e 2*200 o covado ; casimiras prelas
a 1*800, -l, 2*400 e 2*500 o covado.
L' muito barato corles de casimira a 3-jOO.
Vtndem-se cortes de casimira preta a 3*500
4* e 4*o00 ; dita muito fina a 6*.
Admira ci-tesde brim de cores a
1,280
\Vndem-?e cortes de brim de cores para calca a
1^280, 1*600, 1*800 e 2* : na ma da Imperatriz
n. 72, loja de Guimares & Irmo.
E' baratissimo a 120 ris o covado:
Vendem-se riscadinhos muito proprios para rou-
pa de escravos, a 120 ris o covado; ditos escoce-
zes auno fleos a 240, 280 e 300 ris o covado.
Laazintns a 3oo rs.
Laazinhas de quadrinbos a 300, 320, 360 e 400
rs. o covado ; ditas mii'to finas a 00 e 360 : na
ra da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
mo;.
Corles de 15a a 5(JCC0.
Acaba de chegar a este importante estabeieci-
mento um sortimento de cortes de la que se ven-
de por 3* e 3300', ditos a Mara Fia, faz-nda
muito moderna a 12, 14*, 18* e -A>& ; dito: com
cami.-inlia, cinta e grvala a 23* e 28*.
Chitas francezas largas a 260 ris.
Vende-se um grande sortimento de chitas a 260,
280, 300, 320 e 360 rs. o covado ; ditas preciares
a 400, 440 e 300 rs.
Cambraias de cores a 280 rs o
covado
Vendem se canil raas francezas a 280,300, 320,
360 e 400 rs. o covado.
Cambraias lisas a 3.000 's. a peca.
Vende-se um grande sortimenio de cambraias
lisas pelo barato prego de 3*, 3*500, 4*, 4*300 e
3* : ditas muito finas a *5'00 e 6*; ditas victoria
a 6*500 e 7*; ditas de urna vara de largura a 8*
e 9* ; dilas para forro a 1*600, 2* e 2*200 : na
ra da Imperatriz n. 62.
ROUPA FEITA.
Vende-se um completo sortimento de roopa fei-
ta felta. assim como sejam palilots, caigas, coleies,
camisas francezas a 1*000 e 1800 ; ditas finas a
2* e de linho a 2ao00, 3* e 3*300-; seronlas de
1*200, 1*400 e 1*600, de linho a 2* e 2*300 : oa
ra da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
mo.
pGrande armazem de tin-^
| tas medicamentos etc. 1
g Roa do Imperador n, 22.
Joo Pedro das Neves (go-5
rente) tem a venda o |
segnlnte: m
Productos chimicos t i'iarma- ^Jjf
ceuticos os mis emprgau' l; em Ug
medicina. >ag
Tintas para todo o genero de pi;.- !
tura e para tinturara.
Productos industriaes e tintas '0
para flVres, como botoes de flores jfi
e modelos em gesso para imitar *
frucias e passaros com o compe- S?
tente desenho.
Proiuctoschimicos eindustriaes
para photographia, tin'uraria. pin- Ht
tura, pyrotecDia etc.
Montado em grande escala e sup- S
prido directamente de Paris, Lon- 5
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
pod Gurecer productos de plena
confianca e satisfazer qualqaer en-
commenda a grosso trato e a reta-
lho e por preco commodo.
sl
Cal Nova
de Lisboa obejada no Laia -: na roa do Vigario D.
eprimeiro andar.
Para a
mmmm.

PERFUMERA
DA
Bouleyart Sebastopol,
Dea medalhas, a condecoraco da Legin
d'honneur e a gnmde reputacao que tem Ihe
dada o publico, taes sao as recompensas que os
servicot prestados a industria merecerao a
esta importante casa desde sua faadacao am
180i7^
N'um sortimento de mais de 600 artigo*,
as pessoa* elegantes escolherao os seguintes:
ROSEE OU PARAOI6, extracto superfino
para lenco.
POMMADA CKPHALIQUE contra a cal-
vicia.
AGUA VERBENA para o toucador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE =L A NT AS HYGIENICAS.
TINTURA VIRGIN ALE de beijoim.
rosee DE LYS, verdadeira agua de
Jouvencio.
___^ '"- *'
CASA
56, Farlz.
OGER
Bscaro(?ar algodo.
As verdadeiras
Americanas de serroea de ac. tara a quaresma
Vendem-se dmente na ra da Cadeia n! 36 no S efcflles do Pavo a 6$ 76 e 83.
armaiom de Silva & Alves, fue aflancam aos Vndense ricos chales pretos de renda muito
seubows agcicpliores a superioridade do seu ma- grandes eom qualro pontas, sendo os mais moder-
cnioismo, prefetwel a outro qualquer e>je aqu tem nos por lerem hegado pelo ultimo vapor rancez
vinao, por poderejn as suas machinas tirar qua- e vndem-se pelo baratisstrtio preco de-61 7* p
urna s pessuaj ^endo ditas machinas de rodas de. Gama Silva. f* u. ou, ae
ierro com dentaduras de eixo patente de rpido i lg rolandu do iasi* fl a Aia
movimento. com serra* de ac especialmente tem-1 ruutnOdS UO paVdO a b t 1Q^'.
perado para fazer muito algodo de pluma en I. v'enm-se as mais ricas rotandas de renda pre-
pouco tempo. a> senao muito grandes, qoe sao as qne mais se
GA7 KFRn/PVF------------------- P8*' pel bara,isno preco de 8* e 10# : na
rem para ven^eSSnio Luiz de OU- S GaK^v0 P"^ fUa *lmdm"1 *>
d'Aguia branca n. 8.
Bandoline de roza
para segurar ou conservar perfeitamente atado os
cabellos das senboras. Vende-se na ra do Quei-
mado loja d'Aguia branca, a 1*000 o frasco.
Enfeites pretos para vestidos
A Aguia branca recebeu novos enfeiles pretos
para vestidos, sendo tacos com vidrilhos e sem
e les, trancas com pendentes de vidrilhos e sem
e es, cordao grosso tambem com vidrilhos e sem
elles ; assim como gal5es e franjas de diversas lar-
guras, fitas de velludo etc. como sempre os bons
ireguezes encontrado commodidade de precos nos
objectos que se vendem na loja d'Aguia branca roa
do Queimado n. 8.
Botes de vidro
com enfeites d'aco no centro.
Esses boioes que tanto iervem para melhor se
poder enfeitar um bom vestido preto ou de edr
achao se a venda na ra do Queimado loja d'Acuia
branca n. 8. 6
CREME LABIALE de sueca de Rosas.
pommada VELOURS para amaoiar a
pelle.
ELIXIR ODONTOPHILC.
SABAO dedicada as damas americanai.
SABAO de bouquet de Franca.
d
d
d*
d*
d
d
d*
d*
d
d
de flores de alcea rosea,
de flores printanires.
de bouquet do outono.
de perfumea exticos.
aurora, dedicado aos dedo* car
rosa,
de flores das montanas*.
da cheiro de foins nouveaux.
de bluets cheirosos.
de althea balsmica,
diapr. taixa rica, fantesia pari-
(lenct.
veira Azevedo & p., ao seu eserlptorio ra da Cruz
Domero 1.
p
De prlneira qualiJade.
CHEGADOS NO VAIs0R.
Vende-w na rof- da Cadeia do Recife armaren o. 60.
Vende-se ceblas a fiiO o canto, e gaz de pri-
raeira qualidade a 500 rs. a garrafa : no Pateo do
Tergo n, U,
a tratar com Antonio do Reg Medeiros em Santo
Amaro venda confronte o chafariz.
Farinha da trra
Vende-se no eseriptorio de Leal & Irmo. a
da Cadeia n. 56.
ra
Os chales de guipare a 12S e
16#000,
Vendem-se oc mais ricos hales de Guipare e de
Vender duas bjcas de aroanba de 25 a S*da dS'Dh,0 e Ma' P*108 '""'''nios preces de
35 palmos eijuatorze cavernas para canoa grande *, r*' Rrande pechincha em relacao a boa
qualidade e tamanho delles : so na loja do Favae,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chitas pretas a 16 fs:
Vendem-se chitas pretas inglezas, sendo fazenda
muito boa, pelo baratissimo preco de 160 rs. o co-
vado, ou 5500 a paca com 38 covados : sf) na
loja de Ravo, roa da Imperatriz, (30, de Gama &
Laazinhas a 200 rs,so
Pavo.
Vendem-se modernas laazinhas com lindlssimos
gostos, pelo baratissimo preco de 200 rs.; gran-
de pechincha : s na loja do Pavao, ra da Imne-
ralnz n. 60, de Gama & SjUa. -____________
Vende-se ou permutta-se por alguma
caza terrea desta cidade um sitio de trras
Chegaram a tempe! I
A boa fama despachou hornera lindos enfeites
pretos para cabeca, leques muito ricos tambera
pretos e Invas de pelica prelas e de cores : em a
ra do Queimado o. 55.
* Cabriole!
Vende-se um cabriole! de qnatro rodas con eo-
berta, arreios e um bon cavallo do mesmo : para
tratar do preco com Vleira de Sooza, na alfandega.
FAZENDAS BARATAS
^V 27 Aua do Queimado N. 27
r GRANM PECHIlNXHi
Cambraia branca para forro a 240 e 40C
rs. a vara.
Lencos bancos para algibeira duzia a
2#)00 rs.
Retondas pretas a 9000
Cambraia morsulina de cores propria para
vestidos o covado a 300 rs,
Moreantique prtto superior a 25800 e
3O0O covado.
Grande sortimento de grosdenaples prelo
para todos os precos.
Rotondas de seda
senhoras.
******* Ka**
Vestidos
Pechincha sem Igual.
Chegotj a loja de Paredes Porto un bonito sor-
tmenlo de vestidos de tar.aiatde cores ebrancX
?B"e T. para parlldas Pr "f Pbantasia i
teiramente de gosto pelo barato preco de U e
brancos a 4#500, esto acabando-se: no amafem
d^aTanSrUadalffiperalr"D-52'^toaPa-
Cortinados.
Chegou a loja de Paredes Porto um completo
sortimento de cortinados ricamente bordados a
preco de 25, 33 e m : na ra da ImpeSr,
n. 52, porta larga junto a padaria franceza.
Ricas romeiras.
Paredes Porto recebeu, pele uliimo paquete um
sortimento de romeira de guipure pretas e de filo
a preco commodo : na ra da imperatriz n 51
porta larga junto a padaria franceza.
>0
o
Cortes de Iarescce's7p"ara vestido* an ,
te: na ra oa Imperatriz n. 52, loja da oorta lar
ga, junto a padaria franceza, esto se lSSo
I rara luto.
Laas pretas com salpica brancos a 400 e 00
mo
Chapeos de sol.
Vendem se chapeos de sol de panno a 1400 e
urna grande pechincha s para acabar : na ruTda
SfRS armaiem dS Prla WSe'llr?
INJiCCAO BROW oo logar do Lorelo, com arvores-fr uctiferas
Remedio wfallivel as agnorrheas antigs quasi todas novas, e grande porcao de co-
recen, tes, nico deposito na ptarmacia queiros .quem apretnder diriia-seao cateo
e franceza roa da Cruz rt, 22 e ao preco de' de S. Pedro n. 24, que achara com 5uem
3tHWQ, I tratar,
v t A 1^500.
l*MW com 10 varas, 6 urna grande pechincha : na
Guardanapos para meza a 3^500 rs, a du- imperatriz n. 52 junto a padaria
zia.
Superiores baloes de arcos a 3,5200 rs.
Farello
A" 4^500
fiua da Madre de Deus n, 5
Saceos grandea ftrello novo.
Vende-se urna preta moga e de bonita Bgura
boacozinheira e engommadeira ; atratar na ra
da Cadeia do Recife o, 47, loja do balio.
Chales de renda pretos.
Vende-se cnales de renda preto a 4000 unir
loja que pode vender na ruada Imwffi
armazem da porta larga, de Paredes Porto '
Vende-se urna capa de gorgurao roxa
em muito bom estado cora mure, propria
da irmandade das Chagas: na roa da Roda
D. 4.
i -


->'
,1



i
m*


Mari t *rowmfcme Qnarla Mr* ti e Marro de f866.

i
PARA A QUARESMA *
Chegarai a loja de Augusto Porto & C.
11 Ra do Queimado-li
Sapariores cortes de seda preta.
Moireantique preto de flores e de listas bellos padrees.
GrOsdenaple preto de diversas largaras e qualidades.
Retondas, boumus e diales de guipu e de rendas.
Pannos pretos, casemiras pretas, bombasmas.
Lias, caotao, merino e selestrinas pretas.
Lindas mantas de seda para pe.coco.
Ricos cortes de seda de cores para bailes ou casameotos. ,
Rio cortinados bordados dos mals bellos desenbos.
Moir branco, seda branca, capellas e mantas para noivas.
Relias colchas de seda e de la e seda para cama de noivas.
Saias de floisSima cambraia ricamente bordadas.
Fazendas de pregas para saia que se fazem com ama s costar e tambera tem con
o cordao tecldo.
Madapolao francez a 400 e 480 rs. a vara.
Alcatifa de linho para salas e gabinetes a 480 rs. o covado.
Fazenda especial de qaadros para faier redes a 35-500 a vara.
Superiores esteiras' da ludia para salas
11Una do Hucliuado i
CORTES BE SEDA
Chegaram pelo paquete inglez riqoissimos cortes de moreantique de cores, e seda lavrada pa-
iros inteiramente novos. urk/\/\ a
Seda de quadros por 1#000 o covado
5RA DO CRESPO5
Gregorio Pae do Amaral t Companhla.
BOM SOKTIME^TO DE
fazendas PRETAS
Gros de aples preto a 10500,10600, 20, 3& 30500 e 40 o corado. ,
Gorgurao preto de superior qualidade a 20500, 2?800, 30 e 40 p co-
Superiores moreantiques a 20500, 20600, 30, 31500, 40 e 50000 o
covado.
Bons cortes de moreantique. 4
dem de gorgurao adamascados.
Bons pannos e casemiras. *
Sup riores alpacas, princetas, merinos e bembazinas.
Bons villudos pretos.
Grande variedade de hales de fil preto e de guipure a 50, 60, 80,
100, 120, de 160 a 20$, e de 250 a 800 cada um.
Superiores retondas de fil preto e de guipure a 80, 100.. 120 e 250, ^
e de 300 a 600 cada urna.
Superiores algerienes de fil preto e de guipure de 120 a 250, e de
300 a 600 cada urna.
Boos cbailes de seda preta. CflB
Ditos de Merino preto bordados e outras muitas fazeadas pretas que ^
seria enfadonho enumerar, na
w LOJA das coxuinarAjs
DE ANTONIO CORRElA DE VASCONCELLOS & C.
RA DO CRESPO ff. 1
TORIO MEDICO-CIRIR
NOVOS GERENTES
DOS
N TltfiS GRMDES
AHAZENS DE HOLAHDOS
DENOMINADOS
PROGRESSIVO pateo do Carmo n. 9
UNIO E COMMERCIO ra do Queimado n- 7.
VERDADEIRO PRINCIPAL ra do Imperador n. 40
I
DE
MM8
DUARTE CARVALHO PERIRA *C.
RA DO BiftUlI H". 38.
O proprietario deste estabelecimento deseja cbamar a attenco dos senhores pro-
pri taos aos acre litados mecbanismos que continua a fornecer; os quaes garante ser,
como-sempre, da melhor qualidade possivel:
Machinas de vapor
forja de 2 '/ cavallos para cima. As menores sao mui proprias para motore sde
des':arocamentos de a'godio; as maiores para moer canna; ha tambera que podem junta
.u separadamente moer canna e descarocar segundo suas proporces. Estee vapores
sao simplissimos na construcco, e se regem por qualquer pessoa intelligente, a facllida-
de Ja eonducco sendo especialmente considerada, tanto qfle nao ha lugar em que n3
se o )ssam conduzir, qur por trra, qur embarcado. Ha cora moendas juntas ou sem
ellas e podem-se applicar a qualquer moenda j existente sem outra mudanca do que
a substituto das rodas da almanjarra. Ellas tem depsitos d'agua e boeiros.de ferro,
e d3o precisara para o seu assentamento de obra alguma, qur de carapina, qur de al-
venaria. O tempo para assenta-las nao excede de doze dias ao mais, e em casos de
raerles deanimaes ou arrombamentos de acudes, etc., garante-so. o assentamento em
oito dias.- Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaos e o servico da
"ente oceupada no seu tratamento os ho de recuperar da maior parte da despza do
vapor deixaudo-lbes a vantagem de urna moagem certa e acoderada; e acabando com a
liespeza da compra continuada de novo* 'animaos, cora os desgostos do trabalho que
se tem com elles.
Rodas d'agua de ferro, mui maneiras e moendo com qualquer altura
d'agua. .
Sarllhos eom cruzetas de ferro para as mesmas, quando se desege fazer
g resto da roda de madeira, tornando-se assim a roda ligeira*no trabalho.
Moendas de canna de todos os tamanhos, desde as mais pequeas chama'
das do sertto. Obra perfeita era feitio e acunhamento.
Rodas de espora e angulares de todos os tamanhos e proporces.
Pames ou coches para receber o caldo.
Crlvos de fornalha para assentamentos, frescos para o foguista, fazendo
grande calor com pouco combustivel, e duradouro.
Portas de fornalha de todos os tamanhos e de diversos systemas.
Fornos e molnhos para a fabrica de farinha e tambem chapas redondas
para fornos pequeos.
Roabas simples e de repucho.
Tafias de ferro batido e fundido e de cobre.
Formas de ferro batido galvanisado para purgar assucar, leves para carregar
e isemptos de quebrar-se.
Alambiques de ferro de todos os tamanhos, custando s a terga parte do
preco dos le cobre, mais regulares na distillaco e igualmente duraveis.
Eflxos e rodas de carro com mangos de patete, obra mui segura para
carregaco de peso.
Arados, grades, enchados a cavao e outros instrumentos de agri-
cultura. E finalmente todo o objecto de que possa precisar um engenho.
Machinas de descamar algodao.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e concerlos, com a maior preste-
za e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fim.
O proprietario ser sempre mui feliz de poder ter occasiSo'de dar informaces ou
e^larecimentos aos senhores que seservirem de seu prestimo.
D. W. Bowman, engenheiro.
- "
II I I 11 I
RIA 0A CAUBIA H 56 A,
CLontit aa a ter grs loto sortimento de
Machinas ame\ para descargar algodao
do mfMWftiricanles de 10 \I 18, 20; 5,30 635 serrote* as pof freso resu-
miics.em conseqnencia de ltimamente n ter recibido de conta proprla dos Eiudos-Unidos.




Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidad* aos senhores de en-
fenhos, lavradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
eraram os proprietarios dos tres grandes armazens, reunir todos os seas estabeleci-
mentos em um s annuncio, pelo qual o prego de um ser de todos, promette-
mos que nao infringiremos a tabella, que abaixo vai publicado, aononciar os gneros
por um preco, e na occasiao da compra quererem por outro. como socede constante-
mente em outras multas casas, porm nos nossos astabeiecimentos nao se dar isto
ainda mesmo com prejuito nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
serao tambem servidos como viessem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar seos
pedido em cartas feixadas; para svjtar qualquer engaos, remetiendo nos ama conta
pela qual se ver os preces tal qual annunciarmos, o que senlo arrepender pesso*
alguma que fizer sua despenca em nossos estabeieetmentos; pois poupar mais de
5 pox cesto na sua despeza diaria.
vinagre
Superior vinagr* de Lisboa a 2,ooo rs.
caada e28(frs. a garrafa. Tambem ni
mais baixo para 2oo rs. a garrafa e I,4oo rs.
a caada.
Azeite doce
Superior azeite doce de Lisboa a 7oo rs. a
garrafa e a 5,5oo rs. a caada.
FUMO CAPORAL.
Latas com superior fumo caporal a i,8oo
rs. a lata.
Passas
Superiores passas a 2,5oo o quarto
9,5oo rs.! a caixa de arroba hespanhela e a
56o rs. a libra.
OEMCBRA
Genebra de laranja verddeira a io,5oo a
duzia e i,ooo rs. ao frasco.
Genebra de Hollanda verddeira a 6,ooo
rs. a fiasqueira e a 56o rs. o frasco.
Idom de Hollanda em botijas a 'too rs. ca-
da ums.
Garrafdes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,ooo rs. o garrafo. Tambem
ha garrafes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
6,ooo rs. cada um.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
dem de carnauba de lo a i.ooo- rs a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de l,ooo a
1,2oo rs. a lata
ALPISTA E PANGO
Alpista e painco muito novo de 3,8oo a
4,ooo rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS.
Superiores charutos do fabricantes Simas,
Imperiaes, Delicias, Parisienses e outros de
2,2,5oo e 3,ooo rs. a meia caixa: tambem
temos Suspiros, Havaneiros, Ligueiros e
outros muitos que vendemos por mdico
preco.
Ucores
Licores franceses eportugoezes a 4,ooo e
1,4oo rs. a garrafa ou frasco.
Doces
Doce da casca da goiaba em caixes e la-
tas a l,2ooo caixo e 2,8oo rs. a lata.
Frutas
Frats em catas e em latas fechadas her-
mticamente, muito bem enfitadas, conten-
do pera, pecego, araeixa rainha Claudia, al
perche e outras frutas a oo rs. a lata.
Tambera ha latas grandes para 1,28o rs. a
lata.
AZEITE DE REFINADO
Superior azeite francez refinado a 8,000
rs. a garrafa e a 9,ooo rs. a duzia.
MOLHO ING1EZ SAUCE
Molho inglez Sauce em frascos grandes
com rolba de video a l,8oo rs. o frasco em
duzia ter abalimento.
BATATAS.
Gigos com 3o libras de batatas a l.ooo rs.
o gigo.
SARDINHAS.
Latas com sardinhas de liantes e Lisboa
de 4oo a 46o rs. a lata.
FUMO AMERICANO.
Superior fumo em chapa a 1,400 rs. a
Manteiga ingleza perfeitamente flor che-
gada ltimamente a 1,000 rs. a libra, e
em barril ter abatimento.
Manteiga franceza da safra nova a 800 rs.
libra e em barril ter abatimento.
BANHA
Banha refinada superior a 64o rs. e em
barril ter abatimento.
CH4
Cha uxira de primetra e superior qualida-
de a 2,8oo rs.
dem hysson o melhor neste genero a
2,6oo rs., e sendo em por cao ter abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,8oo'a 2,5oo rs.
libra.
Iliscou tos
Latas com superior biscouto inglez de di-
versas marcas a i,2oo rs. a lata.
Bolaehlnhas
Latas com bolachinb'as da acreditada fa-
brica do beato Antonio, proprias para dar a
doentes de 2,000 a 3,000 rs. a lata.
dem com quatro libras de bolachinba de
soda a 2,000 rs. a lata,
Queijos
Queijos flamengos chegados.pelo ultimo
vapor de 2,3oo a 2,5oo rs.
CHOCOLATE
Chocolate hespanhol a i,000 e l,2oo rs.
a libra, francez e suisso a 1,000 rs. a libra
e portuguez a 800 rs. a libra, em porco
ter abatimento.
VINHOS
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tadas marcas, como sejam: Madeira Secca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do
Douro, Maria Pia, D. Loiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a l.ooo a garra-
fa e 9,ooo a 12 000 rs. a duzia.
Vinho Figueira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4,ooo rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. a garrafa e a 4,5oo rs. a caada.
Superior vinho de Lisboa e Figueira em
anceretas de 8 e 9 caadas a 24,000 rs. a an-
coreta*
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambera ha mais bai-
xo para 4oo, 5oo rs, a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada.
Caixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa e
7ors. agarrafa.
CAFE
Caf do Rio de 1.' e 2,* qualidade de
6,800 a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
SABA-O
Sabio maca de primeira qualidade de 24o
rs. a libra.
eo
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de 24 tubos grandes. MfBOO
de 36 tubos grandes. 141000
de 48 tudos grandes. 30t000
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Prepara-se qualquer carteira cajiforme pedido que se fizer, e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 1(000.
Sendo para cima de 12 custaro os preco estabelecidos para as carteiras.
Ha tobos mais pequeos cada ana 500 ris.
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Rp*torio>dor.JgloMoraes.........s 6O0O
Diccionario deOermoj demeicina.......^ 3^900
Os/emedios deste estabelecimento s5o por deaajs conhetdos e dispensan por
tanto de .serena nvamete racommentodos as peatoas que quizetem usar de remedios
verdaderas energicoa e duradores: ha todo do melher que-se ode desejar, globos de
ferdadetro.assucar de leite, notaveis pela sua boa conservace, Untura doe mais acredi-
tadas estbelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacao, e portanto a maior
nergia e certeza em eeus effeitos.
Cam de saude para eseruvos.
Recebe-se escravos para tratar de qrlq*r enfermidade 00 fazer-se-lbe qualquer
operaco, para o qne o annunctaote julga-se sufficientemente habilitado.
O fQtamento o melhor possivel, Unto na parte alimentar, cerno na medica
funecionasdo a casa ha mais de quatro annos, ha muitas pesaeas.de cajo conceito se nao
pode duvidar, qae podem ser consultados por quefles ^ue desejarem mandar seu*
doentes.
Paga-se 2-5 por dia durante 60 dias e d'abi em diante 1-5500.
As operacoes serlo previamente instadas, se nao se quizerem -snjeitar aos preces
razoaveis que costuma pedir o^nnonciaate.
,---------
AIIVIAZEJI DE FAZEIIDA
DE
Serveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F.
Ashe a 7,5o e 7,ooo rs. a duzia e a 7oo rs.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como seja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du- j libra,
zia e a 5oo rs. a garrafa.
BOIES VASIOS.
Boi5es vastos, louca ingfeza muito pro-
pria para manteiga e deposito de doce de 4
a 12 libras e 1,200 e 2,5oo.
FARINHA DO MARANHO.
Farinha do Maranho a 24Q rs. a libra.
SAG'.
Sag muito novo a too rs. a libra.
ARARTA.
CUSTODIO CAItVAMIO
27KA DO QUEIMADO W. 27
Madapolo francez muito-floo, tendo pouco-mofe, cada
10J000.
L5a de cores a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a preco de 800 rs a rara.
Lencos brancas para algibeira a 2(5000 a dazia.
Finas perclaras a preco de 400, 410 a 560 rs. o-covado.
Ricos cortes de la de barra de 104 a 30^000.
Chales de fil preto e outras muitas faaendas.

peca eom 27 varas por





ERVILHAS
1 Latas com ervilhas e feijao ver Je j pre-
parado 64o rs. a lata.
MASSA DE TOMATE
Latas com 1 libra de massa de tomate a
64o a lata.
VERMUTH
Esta bebida muito fresca e estomacal e
muito propria para a presente estagao. a
qual vendemos a 2,000 rs. a garrafa e 185.
a duzia.
Araruta'verddeira a 4oo rs. a libra.
Pimenta, cominho, cravo, canel^i. ervadoce, alfazema, tijollo para lirapar facas pa-
litos para-dentes, palitos de. fogo/ outros muitos gneros que se tornara enfadonho
mencionar, aflancando
rento.
cinceridde nos precos e o bom acondicionamento de qualquer vonias e l^D0S ae aco orani
muito se desejava para enfertes.
Brincos, fivellas e cruzes de crystal.
ROMANCES BARATOS
Vendem-se, ha livraria da praca da Inde-
pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro-
mances portuguesesseguintes, em brochura:
A voz do sangae.'Hl volumes.
Connemara, 2 ditos.
A noite de S. Silvestre, i dito.
O filho de Titiano, i dito.
Adonis ou o bom negro, 1 dito.
As daas amadas, 1 dito.
O pacha de Buda, 1 dito.
Trilby, 1 dito.
Ignezdela Sierra, 1 dito.
Joten Siberiana; 1 dito.
Cevadina de Franca
a 160 rs. a libra, e da 8 libras para cima a 120
rs.: na armazn da Liga, roa Nova n. 60.
l.antljola*.
A loja da Aurora, na roa larga do Roarlo d<- 38,
receben sortmento de lanlijslas omito delicadas e
proprias para qualquer enfeite, assira como lam-
ben reeebea lavas de Joovia braaeas e de cores
para boraem a saabwa, multo friscas, chegadas
palo ullimo vapor, todo isto oa laja da Aurora,
ra larga do Rosario n. 38.
Veude-se urna masselra de amarello em per-
feito eftado, e mais pertences para urna padaria,
oa estrada aova, segunda taberna a direita, depois
do sobrado grande : a tratar na mesma, das 4
boras da tarde em diante.
. 1 i 1..... 11 1 11
Pechincha
Na roa do Queimado n. 40
Cortes dt llaiinba de cor, bonitos goslos, coa
1S covados a 3600.
Cassas organdys de cores, eovade a 340, pecas
de algodaoilnho-largo com 17 varas a 4#.
Ditas de dito com 17 varas, muito encorpado,
com pequeo deleito, a 4J50O.
Grosdeoaple preto muito superior, covado 3S.
Dito dito a 1*600.
Retondas de renda preta a 10*.
Chales de reoda preta a 8*. ^^^^
Novidades do Vigilante
RA-W) CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se adiar bem sonido como todos sabem,
hoje mais que nunca, nao s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo'
que recebe de consignaces; parece sem
duvida que deve offerecer grandes vanta-
gens para o respeitavel publico tanto em
precos como na escoma dos objectos, e co-
mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor tDouro e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionarlo alguns,
por n3o ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
teccSo de todos.
Riquissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda. .
Ricos porta joias e.necessarios.
Riqnissimos estojos a feitio de um bausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Cbaposinhos e touquinhas de muito
gosto para criancas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de flores projrias
para casamento.
Enfeiles e capellas de muito gosto para
seuhora.
Riquissimot porta boquets.
Boquet de flores com urna borracbinha
comeneiro.
Lo vas verdadeiras de Jovin."
Ditas de seda e de Escocia.
Riquissimas plumas e guarnicoes para
enfeitar. chapeos.
Contas e tubos de aco raneo, que ha
MACHINAS DE PATENTE
DE TRABALHAR A MAO PARA DESCA-
MjGAR ALGODAO
FABailCAIM POR
PIAIT BROTHERS & C.
OLDAM.
Estas machi-
nas podem des-
carocar qnal-
uer especie de
algodao sem
estragar o fio,
sendo bastante
duas pessoas
para o traba-
lho; pdedes-
carocar urna
arroba de al-
godao em ca-
roco em 40
minutos, oa
4S arrobas per dia ou cinco arrobas de al
godo limpo.
Assim como machinas para serem movi-
das por animaos, que descarecam 18 arro-
bas de algodSo limpo por dia; e motores
para mover ama, duas ou tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender um bellissi-
mo vapor que pode faaer mover seis destas
machinas mencionadas; pare o que convi-
da-se aos senhores agricultores a virem ver
e examina-lo, no a mazem de algodao, no
largo da ponte nova n. 47.
s muder Brothers Wt c.
Recife praca do Corpo Santo n. ii.
Os nicos agentes neste paiz.
O castello de Graaville.
Tradirid de franeet por 1. J. c. la Crur
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 3*00C
ua praca da Independencia, livraria n.
6 e8.
_ Vende-se oo arreada-se o engenho Acauass,
moente e corrale distante da praca tres leguas,
sito na fregueiia de Jaboatao, sea terreno de boa
produccSo, coa maltas bem conservadas e com
cercado bem tratado. Tambem so divide em pro-
piedades oa sitios, a rontade dos compradores,
sendo -ons pelo rio Ho^abiba e outros pelo rio
Acauass : para qaalquer dos referidos aegocioa
procorea nos Aondoi eironel Jos Qoam dos
Saolos Pareira de Battos.
Fivellas e cruzes de tartaruga, madripo
rom e dourados.
Alfinetes para gravatas.
Botoes em crias para punboa.
Grayatinhae e rtntffihas u> mufto gosto,
tanto pare hornera como para senhora.
liquissimos aderegos pretos, assim como
caixinhas com alfiaetes prelos.
Bengalla de caana com cabo de raarim.
Bitas de bate, borracha e de outras
maltas quadades, assim orno ciieotinhos.
Riquissimos penles de tartaruga do ulti-
mo gosto ; assim como da arregaco para
metina, pois neste artigo ha ora completo
soimento de todas as qualidades.
Diadema pare caneca do ultimo gesto.
Riquissimas fita* lavradas e lizas.
anoj
RA NOVA N. *2,
acaba de receber um lindo e aaftifico sor-
timento de oculos, lunetos, bwoeelbs, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
los de alcance para observacoes e para os
martimos.____________________
Cerveja gelada
Ha diariamente a venda per preco commodo;
oo armaiem da Liga, ra Nova n. 60.
Trancas pretas com vidrUho e de cores.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Ligas de seda e de algodao.
Suspensor ios de seda e de algo dio e mui-
tos outros objectos que se n3o podem an-
fpnciar por nao se tornar enfadonho.
S no Gallo Vigilante roa do Crespo n. 7.
Reapai foaejre todas as qnahdaies
Vane-st nod .'teita* sendo eticas de oares a
par* a a*, ditai briti braoeo d liobo a 3*500
e acalcas dcasMDl>a*prU* U6* e8 di-
tas de cores, meia casemira, a 3* e 3*300, ditas
de caseroira a 8, ?$ e 8*, paletols de brim dt
ejres a *, 3*W0t*, ditos d* bro, bmeo a
a 4*500, dllodt alpaca preta a 3* 4* dios de
oaeeaaira.de cores a 5*, 6, 7, 8 10*, dilts de
paoprelta6*,7,8e 104, coaletMdt cares a
1*000, dtoaatmra a.3* e 4*, cera* fwoceza a
1*600 e 2*100, camisas f rjpcezas Hat braicas a
rtosdtMreal*aS*NS, dlMi Hglnas de h-
bodei>rtfaslaraa *, 3*.e 3*fiO0: oa
ma q> toptrOfix. lota-v:ArawmJt-
Luvs de Jofift ftd** eettris
eoree
Cbegaram para a loja de miudet j^aa mi
qneimadu n. 16- -" ,,
C
a de Kabe Scbmettau
roa da Cadeia n. i8, vende-se:
Cbampapi*
Cognac de superior qualidade.
Vidros para espelhes de todos os tama-
Dhostudo a pregos omito cipjiiiiliw.
Ovas do seita,
Vtodea-te ovas do serto moflo frseles por
preco commodo : na ma doQaeimado loja o. 14.



1
V


I
& lf
MHHflBIHIHIi
Dlaxl de per amblan <*ara felra 1 de Mareo de ltf&-



*

LOJA
ENCICLOPEDIOA
t Ana da Emperatriz arnazen
da porta larca *. *
jpnnto a padarla f rafeen de
Paredes Porto.
Neste estabeleeimento' encontrar o respeitavel
publico um variado sertiraento de fazendas france-
ias, inglezas, sassas e allemes, que se venderao
por prego commodo. .
Paredes Porte
Vende chales de renda de cores que se vende-
rn) a 18 est vendendo por 6*, ditos pretos, Ca-
lenda nova, 55, 65, 8,5 a 205, um sortimento com-
pleto de manteletes, capas e sontambarqaes 14$ a
25$. Ra da Imperatrun. U, junto a padarla fran-
ceza, armazem da poru larga.
Paredes Porto
Receben um completo sortimento de lasinhas a
140, e 180 rs. aovados, para acabar, cambralas de
cor a 940 rs. o covado, riscado escosset para ron-
a de menino, fasta* de lioho a 410, 400 e 600 rs.
na da Imperatriz n. 52 junio a nadara francesa.
armazem da porta larga.
Paredes Porta
Receben para cortinados para cama franceza a
11$ a peca cambraia lisa fina a 3$ 4$ at 10$ a
peca, cortes de tarlatana'de bonitos gestos a 35500
4$, cambraia com flor de seda, gostos inteira-
mente novos a 400 e 500 rs. o covado, qo armazem
da porta larga n. 52, roa da Imperatriz junto a pa-
daifafranceza.
Paredes Parto
Receben pelo ultimo paquete nm sortimento de
ornzes com podras para o pescogo, bonitos eaxinels
de la para pescoco de senbora. Ra da Imperalrix
n. 92, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Vende cortes degorgnrao preto para vestido com
SI eovados cada um 35$00O, grsdenaple preto a
15600,1$800 e$ o covado, lias lizas finas a 400
rs. o covado, las de quadrinbo para vestido, entes-
tada, a 320 rs. o covado. Ra da emperatriz n. 52,
armazem da porta larga.
Mapa. MU
Roa da Impera triz n. 52 armaren) da porta lar-
ga junto a padarla franceza, encootra-se neste es-
tabeleeimento um completo sortimento de paletos-
saceos e-so brecasacos, de todas as qualidades, cal-
cas, coHetes, ceronlas, camisas, gravaras, nieias,
chapeos de sol, ditos franceses para cabeca, por
precos commodos, ronpa para menino muitas fazendas por precos commodos, -armazem
da porta larga.
No tnesmo estabelechrrento encontrar o respei-
tavel publico, sempre om completo sortimento de
roupas fe i tas de todas as cualidades, como sejam
paletos de alpaca preta e de cor, ditos sobrecasa-
cos a 4$ e 5$, ditos de "brira pardo a 25800, 3$ e
35500, ditos Anos a 4?, ditos meias ezemira a
35300, 4$ e 5$, dttoscazemira saceos a 6$, 7$, 8$
e 10$, ditos so brecasacos a 10 e 1-2$, ditos de pan-
no saceos a 6$, 8$ e 10$, ditos sobrecasacos a 12$
g 25$, ditos-Me merino preto a 6$, 7$ e 10$, cal-
cas de brim de diversas qoalldades a i $800 a 4$,
ditos braacos a SffSOO e 6$00, ditos ezemira 5$,
0$ e 7$, ditos pretos a 5$, 6$, 8$ e 10$, ditos
metas cazemirasa3$ e 4$, coietes de diversas!
qualidades, seroulas francezas de algodao, ditas de
iinho, ditas de bramante a 2$ e $500, carnizas de
algodao de Iinho'francezas de 25500 e 3$. Gran-
de pecnincba oeste genero, grvalas de todas as
qualidades e raneas para casamento, grande sor-
timento de metes para senhoras, ditas para bomens
a 3$, superiores a 35500 e 4$.
Um completo sortimento de chapeos de sol de
alpaca a 3$, tr.es de seda a 5$, 7$, 16$ e 44$,
ditos francezes para cabeea, grande sortimento
a 6$.
Pochinelia afaiiravel.
Grande soroiento de ebembres a 4$000 e 8?,
lences de caratraia para beraem a 2$ a dozla, di-
tos de Iinho a 4$ e o$.
Grande sortimento de ronpa para meninos e on-
tras muitas cualidades que seria enfadosto men-
ciona-las.
Paredes Torto
Receben peto ultimo paquete irancee rieas lies
granadinas- oom flores de seda a 400 o 560 rs. o
covado. estilo acabando-se, cambraia preta pare.
luto. Porta-larga junto a padaria franceza, a roe
da Imperat.-iz n. 52.
Paredes Porto
Receben.pelo nltimo paquete espartimos a pre-
guicoso por 3c, sao boas, ieocos de seda para se-
nbora e horsem a lj>, ricos cortes de cambraic
bordados de 18$ a 7$, por ter nm toqos de mofo,
esto se acabando, na roa da Imperatriz n. 52, jac-
to a padarla franceza.
Paredes Porto
Vendo ora completo -sortimento do fazendas
brancas, coso sejam madcf olo a 45800, 5$, 6$ c
109, pecas de algodao por barato preco, ebita fran-
ceza a 240,-280, 320, 366 rs. o covado, precalias
muito finas a 360, 400 rs. o covado, chtta ingleza
s200 e 240 rs. o covado. Ra da Imperatriz n.
52, jnnto a. padaria franceza.
Fazendas.
Vende-se-superior merino preto propro para ca-,
pas do sentara e vestidos a 2$, lustrina da Cbina
a 1$800 o covado. Ra da Imperatriz, porta larga.
Paredes Porto.
Vende em-aen estabeleeimento tiras e stremeios
bordados, grande sortimento de corplobos rica-
mente bordados a 3$, 4$ e 5$. S o Paredes Por-
to, rna da imperatriz no 52; porta larga junto a
padarla franceza.
QQ <.q : 33 t* n- o s a 5 g s
20"ge~ -a o g 2 S o
B6|A" 2 ss-g 2 .
A SALSA PARR1LHA DE AB
PARA A CURA RADICAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, cbagas, feyidas ve-
Ibas, broQCQOcele, papo eu papeira, a syphilis, enfermidades venaras ou mer-
curiaes.
AS. MOLESTIAS DAS MULHERES
retencSo, menstro doloroso, ulceragoes do tero-, flores brancas, etc., ulcera---
c3o, debilidade, expoliaco dos ossos, a nevralgia e convulsoes epilpticas
quando causadas pela escrfula.
GRANDE ESTABELECIIEKTO
no
BU
Wftfc
60
belecimento
tanto a retalbo como por atacado, vendendo-se-lbe
apenas pelos precos que compram as casas ingie-
ras, sendo com o dinheiro a' vista.
Pechincha a sG0 e %50
AS MELPOMEiNES DO PAVAO.
Vendem-se bonitos coi tes de melpomene para
vestidos de senboras, sendo dos padroes mais mo-
dernos pelo baratissimo prego de 3000 cada um.
Ditos de indiana, tendo oito e niela varas, pelo
baratissimo prego de 25500 rs.
Isto para acabar na leja do Pavo, rna da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As toalhas de Iinho da Pavo.
Vendem-sa superiores toalhas de linhos para
rosto peloTraratlssimo prego de 7$500 a duzia ou
a 640 cada urna.
Gna|danapos de lioho adamascado para meza a
2$800 a doza on a 240 rs. cada nm.
Superior atoalbado de Iinho com oito palmos de
largura sendo branco e pardo, vende-te mais ba-
rato do que em oofro parte,na leja do Pavao na ra
da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os corpinhos ae seda pretos 4o Pavao.
Vendem-se os mais ricos corpinhos de seda pre-
tos, ricamente enfeitados, pelo barato prego de 12$
cada nm : na loja do Pavo na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Os corles de cambraia trapeo bordados na
loja do Pavo.
Vendem-se os mais ricos cortes de cambraia ri-
camente bordados com barras e babados a 20$ ca-
da um : na loja e armazem do Pavao na ra da
franeez
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"* 2 8 3
o, E5 -i
o 2 o
o.
^8" P
aW
3
f
Tasso Irraos
Veidea no so armazen na
Amerim 11.15. I *
licor Qno Corceo em botijas e meias botijas.
da
Licores finos sortidos em garrafas com rolhas do
vidro e em lindos frascos.
VinhosGheres.
Santernes.
ChambertiB.
Hennitage. j,
Borgonhe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Oliton.
PAezei lagniol.__________
~ Brea em barricas pequeas.
Cera em velas de todos os taraanhos.
Bogias.
Mercurio. .
Na rna do vigano p. 19, primefro andar.
Vende-so nm eseravo para eogenho, crioalo
de boa figura o mostr earreiro : a tratar na roa
do Qneimado n. 44.
I^ieijas t serta
Vende-. superior qaeijo do sortto : na ra da
Madre de Dw?, armazem junto a igreja.
ERYSIPEUS EBPES; ETC.
Unfermldudes cutneas, ernpcio, horbnlhas, pnsinlas,
ascldasa, etc.
0 extracto composto de salsa parrllha, conreccionado pelo Dr. Ayer, urna
combinago dos melhores depurativos e alterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado e receitado pelos primeiros mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias, e
muitas outras partes do mundo : o resultado de estudos apurados e nunuciosos, e de
experiencias feilas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por muitos anuos, nos principaes hos-
pitaes e enfermaras da America; tcm sido approvado pelas academias de medicina e
junlas de bygienne das principaes capitaes da America do Norte; paraprova disto vede
os attestados authenticos no Almanak e Manual de Saude doBr. Ayer, os quaes se dis-
tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
A SALSA PARILHA DE AYER
Especialmente efflcaz na cura das molestias que lena ana origen
na escrfula, na Infeceo venrea, no use
exeesslvo do mercurio ou qnalquer Impureaa doaangue.
A molestla^ou infeceo pecuar, conhecida pelo nome de escrfula, um dos ma-
les mais prevalecentes e universaes que ha emtoda a extensa lista das enfermidades que
atacam a nossa raca; disse um celebre escriptdr da medicina que mais de urna terca
parte de todos aqutes que morrem antes da velhice s5o victimas, ou directa ou indirec-
tamente de escrfula; por isso s nao e lao destructiva, porm a principal causa de
muitas outras enfermidades que nao lbe s5o geralmente attribuidas.
urna causa directa da ttisica pulmonar, das molestias do figado. do estomago
e affeccoes do cerebro; entre seus numerosos symptomas aebam-se os seguintes: falta
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvora transparente e outras
vezes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos msculos ao redor da boc-
ea ; digestfo fraca e appettite, falta de energa; ventre encbado e evacuafo irregular;
quando o mal tem seu assento sobre os pulmes oma cor azulada mostra-se em roda dos
olhos ; quando ataca os orgaos digestivos, os olbos tornam-se avermelhados; o bali-
to ftido, a lngua carregada; dores de cabeca, tonteiras, etc. Naspcssoas dedisposi-
c5o escrofulosa apparecem frequentemente erupcoes na pelle da cabeca e outras partes
do corpo ; s5o predispostas s affeccoes dos pulmoes, do figado, dos rins, dos org5os imperatriz n. 60, de Gama & silva.
digestivos e uterinos. Portante, nao sao somonte aquelles que padecem das formas tul-, Ricos vestidos a 8000 rs
cGrosas e tuberculosas da escrfula que necessitam de protec$2o contra os seus estragos; pecliincha admiravel.
todos aquellos em cujo sangue existe o virus latete deste terrivel agello (e s vezes j So o Pavao receben pelo ultimo vapor
bereditario), esto expostos tambem a soffrer das enfermidades que elle causa, que sao:, "") fr'^fl *?J Mfi JSS
A tsica, ulceacoes de figado, do estomago e dos rins; rupooes e enfermidades Y1'*'
eruptivas da cutis, rosa ou erysipeki, borbulbas, pstulas, nascidas, tumores, rheuma,
carbnculos, ulceras e chagas, rheumatismo, dores nos ossos, as costas e na cabeca,
debilidades femininas, flores brancas causada* pela ulceraco ioterior, e enfermidades
uterinas, bydropesia, indigesto, enfraqoecim'ento e debilidade geral.
Offerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um antidoto efficaz contra esta
molestia e suas consequencias na
SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre e sangue, purificando-o e pulsando delle a corrupcSo e o
veneno da moleatta; penetra todas as partes, e todos os orgaos do corpo humano, livran-
do-os da sua aeco viciada e jaspirando-lhes" novo vigor. um alterante poderosissimo
para a renovacao do sangue, e da ao corpo j enfraquecido pela doenca, Coreas e ener-
gas renovadas como as da joventude.
E tambem o melhor anty-syphilitico conhecido ,
cura permanentemente as peiores formas de sypbilis e as-suas consequencias. Pouca
necessidade 'ha de informar o publico do inestimavel valor de um reardio que, oemo
este, livra o sangue desta corrupeo -e arrebata a victima das garras de urna morte lenta
e ignominiosa, porm inevitavel, se -o mal no-logo combatido com energia.
um poderosissimo alterante para a trenovacao do sangue e>para dar nova for-
Ca ao corpo j enfraquecido pela doenca.
Sendo composto de productos vegetaes, este medicamento 'innocente eaomes-
mo tem po efficaz, um facto de immensa importancia para aquellesque otomam; por-
que muitos dos remedios alterantes "Offerecidos ao publico tem por base o mercurio ou o
arsnico; e-sendo assim, bem que s vezes podem effecluar curas, comtodo deixam suas
victimas carregadas de-amalonga serie de males, muitas vezes peior do que omal ori-
ginal. A nica cousa neoessaria para obter urna cura radkal seguir com juizo e cons-
atncia as difecces que companham cada frasco.
Nao pretendemos promulgar, nem queremos que se inOra que esta composicao a
um remedio infallivel pata a cura de todos os padecimentos humaoos; infelizmente
escrfula e a syphilis sao enfermidades to -sulis as suas naturezas, e arFeigam-se to
firmemente no systema, que muitas vezes evadem e resistero aos remedios mais pode-
rosos que e sciencia humana pode inventar para combate-las: o que dizemos que o
Extracto imposto de salsa parrilha =de Ayer
a melhor;preparacao et hoje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que
urna combinac^o dqs alterantes mais efcatee-conhecidos, e que estacombinaco tem sido
regulada per tongas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos consciencia de of-
ferecer ao publico o melhor resultado que possivel produzir, da mtelligencia pericia
mdica dos-nossos tempos.
Este remedio deve ser tomado com sytema e regulafidade,^ ojo com abandono,
pois um remedio e nao bebida.
Quaao as molestias do figado nio'tem sua origem na escrfula, o remedio
mais propric as pilulas catharlicas de Ayer, que sao eflicazes na cura da molestia, que
m por causa um desarranjo dos orgaos digestivos. Pedi a saisa parrilha de.Ayer e
ao aceitat outra prepacaco.
Pornmbueo, ra Nota n. 18, pbanmacia franofzade P. Maurer & C.
Corlea de cambraia com palmas na leja do
Veedem-ae cortes 4 cambraia branea^com pal.
mas, sendo fazenda muito boa, pelo baratissimo
o de 2*500 para acabar: na loja e armazem
do Pavao na rna da Imperatriz n. 60, de Gama &
va.
Lencos brancas a t$*Q* res a
duzia.
Vendem se lencos brancos fazenda mnlto. boa
pelo baratissimo prego de 2 a duzia, Ditos com
barra de cor a 2U00 isto para acabar na loja do
Pavo na rna da imperatriz n. 60 de Gama & Sil-
'GRANDE PECHINCHA!
Usiuhas a 120 rs. na leja do Pavo
SSSfrif eDKas frcea9 >!. aS qaes Vende-se lsinhas pretas proprlas para lnlo sen-
\enderao mais barato do qoe ero oulM qualquer d0 Ma aien(!a a 120 rs 0 covado. mxu mmt0
parte coropromeueudo-se a mandar levar ejoatauer fl0I8 de qDadrinhos a 48o e 320 rs., dius enfesta-
faieDda em casa dos fregutzes que nao poderem das a 400 rs., ditas mathizadas a 320 rs., ditas
vir a loja, ou a darem as amostras, deixando ficar transparentes com palma de sedas 400 rs., ditas li-
0 penhor, assim como convidam as pessoas, qne ias e com fa|pieos a 500 rs., para acabar na 1(jh e
negoclam em menor escala que neste grande esta- arniazem do Pavo na rna da Imperatriz n. 60. de
* encootrarao um grande sortimento Gana Silva.
da Impcratria, W
M
GAMA & SILVA.
LOJA E ARMAZEM DE FAZENDAS.
Tendo os proprietarios deete grande esubeleci-
meoto feito um grande abatimento em muitas de
suas fazendas, pela occasiao do balnco qne deram
no ultimo de dezembro de 1865, resolveram vender-
muito mais barato do que costumam atm de cada
vez malsagradarem aos eus numerosos fregu
zes; por tanto Ibes offerecem um avulado lorti-
Poupelinas modernissimas a 400 e 500 rs.
o covado na loja do Pavlo.
Vendem-se.poupeHnas muito finas sendo fazenda
muito moderna de quadnnhos e liza vendendo-se
pelos baratos precos de 400 e 500 rs. o covado na
loja do Pavo na ra da Imperatriz n. 60 de Gama
& Silva.
resuenapies pretos do Pavao.
Vendem-se superiores grosdenaples pretos pelos
baratissimos pregos de I500, i/1600, I$800 e2J
o covado, sendo fazenda muo boa, s para aca-
bar : na loja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Hramante de Iinho do Pavo.
Vende-se superior bramante de linbo com 10
palmos de largura, preprios para lences, pelos
baratissimos precos de 2# e 2^600 a vara, assim
como panno de liobo muito nao pelos baratissimos
precos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do Pavo, rna da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Camltraias lisas do Pavo.
Vendem-se pegas ae cambraia lisa muito supe-
rior, pelo barato preco de 3200 e 3500 a peca,
(lilas muito finas a 5, 6}, 75 e 85 : na loja e
armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
PECHINCHA I
a 20000, para calcas, s 0 Pavo.
Vendem se superiores cortes de meia casemira
con msela de seda a 25. ditas Garibaldlns
de seda, sendo estes vestidos muito proprios para
baile* e passeios, e vendem-se pelo, baratissimo,
prego de 85000 rs. cada um, na loja do Pavo na
roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os chales pretos de roda do Palio, a 8000 rs.
Vendem-se os mais ricos chales preus de renda
com qoalro pomas, senda muito grandes pelo ba-
ratissimo preco de 85.
Ditos de goepore a 1-55, 185,205,235-
Retondas de dito a 105.
Manteletes de renda, lazenda muito superior a
155000.
Capas e santhamtar^ties de grosdenaples bor-
dados, fazenda inierramente nova, por precos mais
barates qee em ontra qualquer parte.
Isto na toja armacem do Pavo na roa da Im-
peratriz o. 60 de Gama 4c Silva.
Oscbates do pavea a 2ooo t 2ooo rs.
Vendem-se chales e 255OS cada um. I nova no mercado; e vende se a 35200 o corte ou
25800, ditas escuras a 258U0, ou a 15600 o cova
! do : na loja e armazem do Pavo, ra da Impera-
! triz n. 60, de Gama & Silva.
PENTEADORES
ou ronpoes de cambraia bordados proprios
para as senhoras vestirem de manlia.
Clwgou esta no vida de paia a loja do Pavo,
muito lindos e do melhor gosto at boje, por pre-
cos muito razoaveis : na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chitas rosas
a 6000 res a peca
y 1 S na loja so Pavo
Se vendem pegas de chitas rosas inglezas, sendo
coree fizas tendo 38 eovados cada urna pega pelo
baratissimo prego de 65000 res, a retalho a 160
rs. o covado, ditas escoras e claras a 200 rs. o co-
vado, leja do Pavo roa da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma & Silva, Gama & Silva.
Novidades do Pavao,
OU PECHINCHA ADMIBAVEL.
Escossezas a 3200
Cegaram os mais lindos cortes de escossezas,
VENBE-SE

Va armasen de H. Ramos e silva enro, na do viga* lo
n, '.\, conscaniesiente, osseguiues arillos, qne

recenem pon* encommenda proprla d

Legtima-salsa parrilha deBrlstol, preparada por Lanman & Eemp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesmos.
Gaz em latas de cinco gales', o mais purificado que se pode desejar da acredi-
tada imarca F. W. D. & C.
Relogros perfeilos reguladores, cora corda de quatro aoito dias, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch.
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Philadel-
pbia).
Superior oleo para machinas de costura.
Agulhas para as mesmas.
Ereu em barucas grandes e pequeas.
Vende-se tambem


BORDEAUX
1/ naUdafc.
St. Estephe.
St. Julien.
C. Margaux.
C. Lafitte.
Medoc
p-
PORTO
l^talidade,

Vinho fino do Porto em barr s de 5/, lO/ e 20/.
Superior vinho doRheno.
Cera de Lisboa em velas e em grumo.
Principe Real.
Pedro V.
Mara Pia.
Prioceza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque.
Malvazia.
-..

Pechioch ainiravel ;
. Liaflnfaas de quadrinbos qne parece seda a 240
rs. o covado, ama grande pecnincba, est se sea-
bando : na loja n. 52, armazem da porta larga de
Paredes Porto.
Pechincha
Vende-se a taberna da rna da Guia n. 36 pro
pmp, principiante, e o motivo se drri ao com- F^endas para a quarcsma.
avariado.
Franeez barrica 55000
Porlland dem 85500
Em perfeito estado:
Franeez barrica 105000
Portland idem 115000
No armazem de Tasso Irmos caes doJApollo.
No armazem da porta larga, rna da Imperatriz,
grsdenaple preto a 15400, 15600, 15800, 25
255OO, moreantiqne preto de diversas qualidades.
Oh que bella pinga 11!
Cbegon afinal a travessa do Qneimado ti. 1,
verdadeiro vinho verde de Bastos e vende-se por m,,7iios"(ffle/a reSa'W^ e wtoSi
65500 a cana com 12 garrafas ou 640 ra. a gar- co g^^ &, fuenda da nltima moda no roer
rafa, a elle qae muito fresco e propro para a c|do ^0 umKm ,ja porta Urga. a. 5,. na roa
estaglo.
v
A agula branca.
A rna do Queimado numero 8.
Acaba de reoeber lavas de pellica de todas as
eores Inclnsive preta. __________ ,
^"Vendem-se garrafas e botijas vallas e lava
das; oa roa da Soledade d. 38.
da Imperatriz.
Gomma de milho branco
americana,
Vende-se empacte de l|i libra : 00 armazem
de Jos Fernandes Lima roa Nova n. 3.
Ditos de merm liso a 35500.
Ditos estampados de crepon 8 65, 75, e 5000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 145-
Na loja e armazem do Pavo na ra da Impera-
triz n.OO de Gama ii Silva.
Para loto vende o Pavao.
Setim da China-com 6 palmos de largura, fazen-
da preta para luto, propna para vestidos e roopas
para bomens, seodo esta nova fazenda sem lustro e
de muito boa qualidade, garantindo-se nao linar
russa foro o tempo e vende-se pelo barato preco de
25, 2550O o covado, assim como neste estabeleei-
mento. tem nm grande sortimento de todas as fa-
zeadas pretas como sejam eessas e chitas retas,
las tapadas e^transparentes, princezas, alpacas,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavo na ra
da Imperatriz a. 00, de Gama Os baoes do Pav5o.
Vendem-se superiores baloes de moculma com
mui'.a roda a 55-, ditos rrioolines com 35 arcos a
35800, ditcs com 20 e 25 a 35, ditos para meni-
nas, sendo braceos e encarnados a 25 e 25500 :
na loja do Pavo na ra da Imperatriz n. 00, de
Gama & Silva.
Cambraias de forro a 1^600 -e 20 na loja
do Pavao.
Veodem-se pecas de cambraia de forro com no-
ve varas cada.peca, pelos baratissimos precos de
15830 e 25: na loja e armazem do Pavo na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cortinados do Pavo.
Veodem-se 'superiores cortinados adamascados
para camas pelotaratissimo prego de 15 ca(!a Par>
ditos muito Anos ricamente bordados para camas
oa paellas a l, 20# e ia o par : na loja e ar-
mazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 0, de
Gama di Silva.
Panno preto a 2# na loja do Pav.3o.
Vende-se panno preto. fazenda mnito boa, pelo
barate preco de 25 o covado, dito mnitonoa
35500, 45, 55e 65, assim como casimira pr-eta de
cordac a 25 o covado : na loja do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, do Gama & -Silva.
Os espartilhos de Pavao.
Vendem-se nma grande e variado sortiroeoto de
espartilhos dos mais bem hitos que tem Ivindo ao
mercado, sendo de todos os amanhos, vendendo-se
por um preco muito razoavel : isto na loja doPa
vo na rna da Imperatriz a. 60, de Gama & SiWa.
As sala* bardadas do pavo
Vendem-se saias bordadas senda fazenda muito
boa, sendo ricamente bordadas ecom mulla roda
vendendo-se pelos baratos precos e 65 89 e 105
res cada ama na loja do Pavao na rna da Impera-
itriz n. 60 de Gama & Silva.
Bretanbas de rolo a
Vendem-se pecas de bretanba de rolo eom 10
varas cada peca, pelo baratissimo preco de 35 :
na Joja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n.
6Q,4eGama& Silva.
Gama Silva
Peebincba rande
Os madapotes do Pav5o.
Vonde-se superiores petas madapoiao, sendo
mnito targo, e matto encorpado tendo 24 jardas
cada pm, pelo baratissimo preoo de 85 95000,
ditos a*5500 e 75, boa peenineha, e vende-se
na loja e armazem-do Pavo, ra da Imperatriz n.
60 de Gama & Silva.
Casimiras da eseoela.
Na loja da Pavo
Cbegon -esta nova asenda ftm o ame de ca-
iemlrasda escocia sent muito encorpada pro-
pria para calsas, e coietes. e vende-se pelo baratis-
simo pre^o dt 25800 rs. o corle oa I36OO rs. o co-
vado, pecbincba por qne tem duas larguras, isto
s na loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
lio apa felta.
Na loja do mvSo
Vende-se neste estabeleeimento nm grande sor-
timento de roupas, tanto de panno como caxemiras,
e brios e pelos barallseimos precos como sejam
calcas de caxemira preta a65 75 e 85000res, pa-
letola.de panno preto saceos a 65 85 e 125000 rs.
ditos "sobrecasacos de panno fiussimo a 125 185 e
255000 reis, e outros muitos artigos qno serla en-
fadonhoi aqu relata-los; ( na loja e armazem do
Pavo rna da Imperatriz n. 60 de Gama A Silva.
Loja do pava
Grandes peeninehs.
Sedinhas a !>00 rs. covado
v Sedinhas a 500 rs.
Sedinhas a 500 ra.
Vende-se na loja do Pavo, um grande sortimen-
to de sedlnbas listradas com as mais bonitas cores,
sendo os padros mais novos qae tem vmdo ao mer-
cado, e vende-se pelo parasalo preco de cinoo
loja-e armazem
peratriz n. 60 de
260 rs. o covado na loja e armazem do Pavo, ra
da imperatriz, n. 60, de Gama & Silvaf
Cassas francezas a 240 rs. o covado.
Vendem-se bonitas cassas francezas de eores fi
xas pelo baratissimo preco de 240 o covado.
Ditas a 280, 320 e 360.
S na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama <$ Silva.
Grsdenaple preto a ljJdOO.
E' grande pccbintha !!
Vende-se grsdenaple preto, sendo mnito encor-
pado e de boa largura, pelo baratissimo preco de
15000 o covado : na ra da Imperatriz n. 60.
Os cachinez do Pavao.
Vendem-se bonitos cachinez de la ou agazalhos
para cabeca pelo baratissimo prego de 35000, s
na loja do Pavo, na ra da Imperatriz n. 60.
PARA A QLARISMA
PECHINCHA aDMIRAVEL.
Grsdenaple preto a 1 60 0
Vende-se superior grsdenaple preto, fazenda
mnito encorpada, pelo baratissimo prego de 15600
o covado,.sendo fazenda que val muito mais di-
nheiro : na toja e armazem de Pavo na rna da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
MANTAS PARA O PESCOCO
a 15, s o Pavo.
Vendem-se bonitas mantas para o pescoco, pelo
barate prego de 15 : na loja do Pavo na rna da
Imperatriz o. 66, de Gama & Silva.
Madapoles a 3,O rs. a pessa.
S na loja do Pavo.
Vende-se pecas de madapoiao no com 12 jar
das, pelo barato prego de 35500 e 45000.
Grande pechincha.
L5asmhas a 240 o covado
Vende-se bonitas lasinhas com os mais lindos
goatos escocezes a 240 r?. o covado; na loja do Pa-
vo na ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Chales defender.
Na loja do Pavao.
Receberam-se os mais lindos chales' pretos de
renda, assim como as mais modernas e compridas
retondes, e manteletes da msma lazenda,e vende-
se mais barato que em outra qualquer parte: na
loja e aimazecn do Pavo na ra da Imperatriz n.
06 de Gama & Silva.
Castor a 300 rss 9 covado.
Para calcas.
Vendem-se superiores castores mnito encorpados
padroes escaros pelo barato prego de 320 rs. o co
vado, servlndo esta fazenda tambem para escravos
por eer de mona durago; na Joja e armazem do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama Silva.
Chapeos pira meninas a 6,000.
So na loja db Pavo.
Se vendem os mais bonitos e mais bem enfeita-
doa cbaposlDbos de paiba da Italia, proprios para
meninas, pelo baratissimo prego de 65000; na loja
0 armazem do Pavo na ra da Imperatriz' n. 60
de Gama & Silva.
para a quaresma.
Vende.o Pavo.
Superior grsdenaple preto a 15600,15800 e 25,
e outro mnito largo a 25800, 35 e 39200, e o supe-
rior moire-antiqne a 25800 e 35, seda preta lavra-
da a 25 e 15809, e setim preto a 35500; na loja
do Pavo roa da Imperatriz n. CO.
Cortes de vestidos.
Pretos a 30)J000.
Vendem-se cortes de vestidos pretos bordado a
velado pelo barato preco de 305, para acabar; na
loja do Pavo n. 60 de Gama & Silva.
Lasinhas matsadas a 320 rs.
Veodem-se as mais lindas lasinhas matsadas
com os mais bonitos desenbos, pelo barato prego de
320 re. o covado ; na loja do Pavo a rna da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
i
Vendem-se
machinas americanas de serrote para descarocar
algodao: na rna da Senzala Aova n. 42.
BONITA PECHINCHA
Florite de seda para vestidos a 720 rs. o eovado,
cortes de la com 15 eovados nm 35500, lencos
de Cambraia de cor para meninos e meninas, da-
zia l|2O0, chales de Iinho finos a 79, 85, 125 e
- pelo ,
tosida* o covado, sendo asenda qae vaiem mnito
mais dinbelro, e grande pecbincba por se ter ---------
comprado urna grande ponida desta fisenda, na- >rodoQwiaadon. 3 45, tetas pintadas de
azemde asenaa do Pavio, roa da la- aawralto,**** ^w voJ*; para a coagre-
185, retonda da linbo finas, nltima moda, a 85 e
105,grosdenaple encooracado, covado 15800 e 25,
dito com duas larguras, covado 25860 e 35, e B*
traamnitas fazendas proprias para a quaresma*
Grande araiazem e loja da
Arara.
Roa da In^eettrk i. 56.
Neste estabeleeimento enconiraro sempre nm
completo sortimentode fazendas francezas, aots-
sas, allemes e inglezas a vontade do comprador.
ae vende mais barato qne em outra qnalquer parte
Chitas da Arara a 6# a peca.
Vende-se pegas de chitas de cores com 38 eo-
vados a 6#, em covado-a leo rs., riscadinho para
caigas de escravos a 120 rs. o covado : na ra da
Imperatnz n. 56.
Grsdenaple preto para r quaresma a I 600
Vende-se grsdenaple preto para vestidos a
iWO, 15800, 25 e 25500, moreantique preto pa-
ra vestido a 39 e 2j>00 o covado : na ra da Im-
peratriz n. 56.
Arara vende lazinha para luto a 00 rs.
Vende-se lazinha lisa para vestidos de luto a
500 rs. o covado, cassas pretas a 320 o covado, al-
paca preta a 500, 600 e 800 o covado, bombazina
para vestidos a 15400 e 1*600 o covado : na ra
da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Algodao avariado da Arara a 3#. t
Vende-se pegas de algodao com pequeo toque
de avaria a 35, ditas limpes a 4&500, 65, ?5 e
5 : na la da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Arara vende o panno de Iinho a 640.
Vende-se panno de linbo para lenges e serou-
las a 640 e 700 a vara, cobertores de algodao a 15
e 15400 : na rna da Imperatriz loia da Arara nu-
mero 66.
Cortes de casemira preta da Arara a 36300.
Vende-se cortes de casemira preta para caiga a
35500, 45, 5)1 e 65, cortes de castores para caiga
a 15, corles decolim a 15280, cortes de ganga o
brim a 11(400 e 1*600: na ra da Imperatriz nu-
mero 56.
Arara vende as saias a 3^500,
Vende-se saias bordada para senhoras a 3550,
vestidos braneds bordados a 45300, ditos bordados
a la e seda a 65500 e 95, ditos de barras de la
a 65 e 85 : na roa da Imperatriz loja da Arara
n. 56.
Panno preto da Arara ajo covado.
Vende-se panno preto para caigas, palelots e
cohetes a 25, 25500, 35, 45 e 55, casemira preta
mnito fina a 25, 25500 e 35200 o covado : na ra
da Imperatriz n. 56.
Arara vende os guardanapos a 23800 a
duzia.
Vende-se guardanapos para mesa a 25800 a du-
zia e 240 cada nm : na ra da Imperatriz loja da
Arara n. 56.
Arara vende as chitas a 160 rs.
Vende-se chitas escuras de cores fixes a 160,
200 e 240 o covado, ditas francezas a- 280, 320 e
400 o covado, cassas finas a 280, 320 e 360 o co-
vado : na rna da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Madapolo enfettado a 4 de 12 jardas.
Vende-se pegas ee madapolo enlestado de 12
jardas a 45 e 45500, dito com toque de avaria de
24 jardas a 45, 55, 65, 75,85. 95 e 105 : na rna
da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56.
Arara vende os vestidos a Mara Pia a 50.
Vende-se vestidos de cassa com baaras a Mara
Pia a 55, ditos de la a 65 : na rna da Impera-
triz loja e armazem da Arara n. 56.
Chales da > rara a 8# de fil.
Vende-se chales de fil a 85, retendas a 109,
chale de fil de seda a 145 e 185, chales de me-
rino eslampados a 25, 2*500. 5 e 55 : na ra da
Imperatriz loja da Arara n. 56.

CAfiMBA
Vende-se cera de carnauba mais barata do que
em outra qnalquer parte. :|na ra'da Madre de
Dos n. 5.
Quem duvidar venha ver.
Moreantiqne superior a 25800, grsdenaple su-
perior a 25, dito mnito largo a 15280, chales ren-
dado muito grandes a 75, retondas novos desenbos
a 85, cortes de cambraia? rlqnisslmos gos^os a im-
peratriz Eugenia a 55500, ditos de la a Mana
Pia por 65, cobertas de cbita da Persia a ?5-00,
chitas inglezas a 65 a pega ou 160 rs. o covado,
para acabar : s na ra do Queimado n. 17, junto
a botica.
La de barriguda, o que de melhor ha para
enchur travesseiros : wnde-se na ra da Madre
de Deus, no armazem junto a' igreja.
1lmm aa i, ......i11 ni.....~"^""
Escravos fgidos
150)? de gratificado.
Fugio no dia 21 de margo do anno prximo
passado, da casa de seu senhor, o eseravo cabra
escuro, de nome Benedicto, com idade de 25 a 26
anuos, levou vestido caiga de algodao de listra,
camisa de algodao da trra, chapeo de conro de
abas largas; tinba cortado cabello a escovinna,
altura regular, cheio do corpo, olbos pretos e muito
vivos, nariz e boca regalares, mnito ponca barba
no queizo e um pequeo busso, todos os dentes,
ps regulares, ete., etc. Fol comprado naqu5lle
mesmo dia 9 oa 10, ao Sr. Jos Antonio Borges,
como procurador do Sr. Andr Alves de Paiva,
morador na cidade de Souza, para onde fugio o
referido eseravo, segundo aviso qne temos do refe-
rido Sr. Paiva, e all anda refugiando-se algumas
vezes para a serra denominada Jo Luiz. Roga-
mos portanto a todas as autoridades policiaes e aos
senbores capitaes de carneo, a captura do dito
eseravo, e remelte-lo a casa de nossa residencia
a ra do Imperador n. 83 segundo andar, e por
cujo trabalho gratificaremos com a qaantia sn-
pra.
Recife, 28 de fevereiro de 1866.
_________^^ Abreu A Veras.
Ausentou-se da casa do abaixo assignado, desde
o da 12 de fevereiro passado a mn!afa sua escra-
va por nome Luiza, de idade 30 annos, penco mais
ou menos, a qual tem os signaos segnintes : esta-
tura regular, bem fallante, levou vestido on ronpo
a domin, cor escara, um pouca curto por nao ser
delta, cuja escrava tem sobre o labio superior ama
cicatriz da lado esquerdo, costuma quando foge
inlitnlar-se forra e alagarse : portaoto, eo abaixo
assignado, rogo s pessoas qae della souberem oa
trazerem-me a' rna da Cadeia do Becife n. 31, on
ao Bairros Bajos n. 14, sero bem recompensadas.
~ Ausentou-se da casa de Feliciano Jos Go-
mes o sea eseravo crioalo de nome Felippe, esta-
fara regalar e picado no resto de signaes de be-
xfgas, tendo sabido do lagar da Boa-Viagem sab-
bido a urde 10 do correte mez e fot visto em 15
no engenbo Cantusan, donde se ausentou no
mesur dia : quem o peg.'r e levar a sea dono na
ra do Apollo n. 36, ser generosamente recom-
pensado.
Fugio no dia 9 do correte o mulato Fausti-
no de idade de 26 annos para mais, baixo, grosso,
olbos pretos, ps e.paralbado e nariz afilado, mos
curtas, roupa de algodozinbo : qnem o pegar
qneira leva lo em Santo Amaro em casa de Manoel
Custodio Peix'-to Soares, qae ser gratificado.
gaao.
50# de gratificado
qpem apprbender a escrava Benedicta que cata
fgida desde o dia 27 de setembro de 1865, com
os signaes seguintes : alia, cor fola, testa larga,
pouc cabello e mnito pegado qae faz abertas pelo
case esoadoas largas, secca do corpo, nadegas
empinadas, tem urnas marcas pelo rosto qae pare-
ce ter tido bexiga, belgas muito pretos avista da
cor qae parece ter sido calor de figado, fama mni-
to cachimbo e muito beberrona, e quando esta
bobada fie lesa sem saber o qne faca, julga-se
andar nesta cidade vendendo agua, qne isto era a
sua oceupago, ou ento para o sol em nm eoge-
nho de prenles do Sr. Gabriel Antonio, aonda ella
tem Olbos, e que de l j em ontra oa
amarrida : roga-se a todas as aotoridj
policiaes como capitaes de campe, a appw
de dita escrava, e leva-lo no Recife no seio Pu-
blico, loja n. 5, qne recebara' a gratlfll cima,
4005 de graflcaoiii.
Anda se acha ausente desda labro passado a
escrava Luiza, cabocla, de idada 9 ws, estator*
regular, com Taita de dentes, s .com cabello
apparado, mas de snppor qae o 4 rtusse cresoer
para amarrar;esta escrava veio d> Rio Grande do
Noria, onde a enmona o Sr. capttao Lobato, e do
peder desta Mgfca versas fgidas, sendo en-
to captara Barro, Caminho Novo, e ontrn
lugare: cad>, inkuUndooe forra :
quem alanr .1*0 Appolio n. ^Buem,
recebar a graufleagao cima de lOOf


>'-t
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MM .-.-I-'

r


Qna
jHarf i66.
.-nVTflM
..

-
Estas malicias da pessimo geato pratcam-se, se Ihe represeauva u.ue nada poda pela salvagio
como sabido, e logo que urna tarea apereebe que do Imprudente pobresinho, da balde eram postes
orna ooira Moer cortar, faz MQa de renos para diante dos seus olnes oa outros seas Bino ; ti sen-
evitar esta epecie deaffronta; d'ahl urna Iota de lindo entranhas por aquella que pefedj|fslla repel-
ligeireza entre as duas barcas, lata quasl sempre lia os oatros com un especie de violeocla, e ret-
cortei, mas que algomas vates tambem de gaerra da mi grado seu m prata, seos bracos se esten-
io a ioiipicafrej Andr s cuido ora dei-
-se do aarrlvai i mortal anorto, ambas as
Andr Dabois (esta entendido que o nomo sup
posto), Andr Dabois ara Bino notco deom distinti am disputa onde qaaliflcages mais on menos gra- **m para o rio com indisvol angustia,
esculptor que, amando apasionadamente o especia- etosas se trocam de parte a parte com rara velo- O' prodigio I podeV ella acreditar seos olhos T
culo da vida activa dos portos, traba laucado aneo- cidade.. O lbo sobre o qual as aguas profundas feebaram-
ra sobre as margeos do Sena, como elle diiia por Sobre a Armonca, que a outra ba/ea ni8 conse- ss> filno Ia* ella suppunha ja mais ver, era-lbe
amor as expresses nuticas. gira cortar, se oppii o mais desdenhoso silencio restitaido ; alguera Ib'o depSe a seus bes.
Todas as janellas da habiUgd de Mr.Dub.is s'DJa>"ias davam sobre o rio, d sorte que da sua pequea 1ae Dao e defxaria vencer de ba,ptale, aaa> trauva, roargulhoa no mesmo lugar em que a sua ultima bora.j mais achando que tlvesse bas-
officina asslm como do seu modesto sal5o e da sua l,nha >?nbam desjo de jogar pala vTdis com sed*, criang eahlra e veio cima, com as mSos vaslas, untemente expiado o que elle chama va seu crime.
premo
ftaer-i
suas mios levando-se convulsivamente ao redor do
pescoejo do seu amgatela s o largaran) toando
elle proprio recobrou a hberdade dos seus mov-
mentoa, tet quando o outro misera ve! jovea per-
dea as forjas com o sea ultimo suspiro de vida I
Somos a nica pessoa a quem madama Dabois
referi este doloroso mysterio, e, tanto quanlo ella
e os seas vivera, o reEpeitamls.
Seu Qlhoji mais soube que elle livesse sido pe
alcova, via-se correr a agua.
A julgar pelo numero asss consideravel de
pessoas constantemente debrugadas sobre o para-
peilo das puntes, ver correr a agua urna occapa-
<;o particularmente attractiva.
antagonistas; alm do que a presenja de madama
Dabois serla sufflciente para prender e tornar mu-
das as liognas. *
Este silencio exasperou a outra canda. Abi nao
se acbavam nem madama Dubois para Inspirar o
respeito de si mesma, nem Mr. Dubois para man-
Essas pessoas fazem a eterna aproximago da ter ama prudente disciplina, de sorte que, gritan-
agua que corre e da vida que passa ? Nio ousa-, do, questlonando, nao se entendendo, remando sera
riamos afflrma-lo beoiqae nio seja impossivel. ordem, ioclinando-se de renpente de um lado para
Quanto a Mr. Dabois, nao era precisamente por onlro- "l118 devia ,er lmnr*suceeden; ama
que a vista d'agua Ibe fornecesse materia a rede- 8rande clamagoferio os ares ; a barca oimiga
xoes philosophicas que elle se mostrava to amo
raao della, amava-a iostinctivamente; se fosse
peixe, nao a amara mais; se fosse obrigado a
perder de vista o rio, tena morrido de nostalgia;
elle amava as gelydas cerrajes da manbaa, quan-
do deuram se e depois dissipam-se ao nascer do
sol, e bera assim os murmurios mysteriosos e quasi
-erriveis da noute.
Quando Andr veio ao mundo, Mr. Dubois foi
mergulba-lo as ondas nem sempre lmpidas do
sea querido rio, e quasl que o Qlbo morre desla
immerso Ulvez prematura; verdade que Mr.
Dabois nunca mais conveio nisto.
Logo que Andr pode agarrar-se ao pescogo de
seu pai, Mr. Duboi?, que era excellenle nadador,
deu-lhe a sai primeira ligio de natagio.
A seis annos, nao s Andr nadava como um
golfinho, m?s ja sustenlava com mo firme o leme
da barquieba de seu pai; porque Mr. Dabois tiaba
una barquinba: epoderla deixar de assim ser? A
oito aunos, elle conhecia todos os termos de mari-
nba to queridos dos amadores lobos do mar, os
quaes qaasl sempre s teera navegado peloSena, de
Villeneuve-Sainl-Georhes a Saint Cloud; e pelo
Mame, do sea confluente a aldeia cbamada Petit
Buy ; masque importara os espacos traspostos?
A' medida que crescia, Andr sentia desenvolve-
rem-se em si todoa os gostos paternos, e, a vinte
vnnos, era sem duvida o melbor nadador de Pars,
ao mesmo tempo que tena podido dar quinaos a
iodos os piflos juramentados da cidade.
E'escasado dizer que Andr tlnba escolhido seas
amigos entre os rapazes que preferiam as pranchas
alcatroadas de um navio trra Arme. Todos os
domingos de esto, o bando divertido reuna se na
ponte das Tournelles onde a barqunha eslava
amarrada, e. sob os auspicios de Mr. e de madama
Dubois, ia pelo rio cim, remando com maito
gosto, e achando supremo prazer era nra exerclcio
reputado penosissimo pelos mais vigorosos mano-
oradores.
As provisoes de bocea nao faltaram a bordo
aa Armorka, nome inscripto na poppa da bonita
oarquinha de Mr. Dabois, jamis madama Dubois
esquecia-se desemelbantes provisoes; assim, quan-
ao depois de '.res ou quatro horas de navegago, se
descobria urna plaga hospitalero, isto um pe-
queo comoro re voso as margens do Sena ou do
Mame, como se saltava depressa em trra e que
acolhiraenlo se fazia ao rosbif e a empada de ma-
dama Dubois I Alegres festinsl nao se estava a
mais de cinco ou seis kilmetros de Pars, mas
pareca que sn.disiava de saas lidas diarias mais de
r.'i milbae; eFs linham ficado atraz, no saleo da
barca, na tiuvem que ia no encalco do vento, na
poeira que se elevava do caes, e cujos turbilhoes
insalubres corriam sobre os infelizes obngados a
ficar em trra, por falla de barcas, oa porque eram
privados da fortuna de apreciar as delicias das
excursoes fluviaes.
virn A noute, nos o dissemos, estava bella; a
noute nao brilhava no cu, verdade; anda nao
tinha sabido, mas as estrellas resplaadeeiam
nelle; todava, as aguas estavam escuras como o
Acberonte ; a dez passos de si nao se poda distin-
guir nada.
Esta impenetrabilidade das aguas a notite, faz
experimentar um sentimento de mysterios Horror
de que difflcil defenderse.
Anda assim nao se imagine que esta lo tactiva
repulso impedisse om nico dos bomens da Armo-
rica de precipitar-se em soccorro dos Impradentes,
cuja perda sem elles seria inevitavel, porque
nenhum sabia nadar; todos com Mr. Dnbois na
frente affrontram o negro e profundo abysmo, e
todos rearpareceram sustentando e condatindo ao
ar umbomem meio asphixiado; todos excepto um,
excepto Andr; e coaio a equipagem da barca so-
gobrada era Igual em numero a equipagem da
Armorka, snbindo Andr s a superficie d'agua,
conheceu-se que tlnba-se a lamentar a mor le de
urna victima.
A partir desta noute memoravel, operon-se no
humor de Andr urna notavel mudaoca; de maito
divertido e sensivel que atnto tinha-se eoastan-
temente mostrado, tornou-se taciturno e moroso;
as alegres roanioes de oat'ora, as sabidas pela
manbaa, quando a preguigosa cidade anda dorma,
os jamares sobre a berva, o delicioso e potico fr
mente do regresso ao impulso da correnfeza, toda
essa felicidade da vespera parecen de repente a
Andracousa mais aborrecida do mando, e-elle |>
reeusoa positivamente fazer parte de enfe) em
diante, de passeios hebdomadarios.
Mas se havia felicidade e alegra a bordo
Armonca, a alegra jamis ullrapassava certos-
limites, que franqueara muito fcilmente um gran-
de numero de senbores nautas parisienses. A
agua, por ma-s fanatismo que inspire, nem por isto
deixa de ser mais prfida do que a boa e velba
trra; all pncisa-se de calma, de prudencia, e de
presenga de espirito, sem contar a experiencia do
chefe e a obediencia da equipagem e dos passagei-
ros. As barcas em que se v as pessoas move-
rem-se inconsideradamente de um para outro lado,
e donde partem cantos ruidosos e gritos de alegra,
raras vezes fazem sua carreira sem algum sinistro,
alm deque os marinheiros serios professam pouca
estima por ta js navegantes.
Por ama bella noute de junho, quando a Armo-
nca dsela iranquillameate pelo Sena, acariciando
os remos a agua com graciosa indolencia, e nao
undo a canna do leme outra tarefa que manter a
ligeira barca na correnteza, Andr e seus amigos
acabavam de entoar um bellissimo coro de quairo
vozes masculinas, celebrando os esplendores da
noute e Aquelle a qaem devemos as estrellas do
cu assim como a humilde floresta das praias,
quando urna deseas barcas turbulentas de que
fallavamos pataou nao longe da Armonca, e
urna louca faoiarronada, quiz corta-la, isto quiz,
por meio de urna rpida manobra, tomar e rio a
travs da proa da barca de Mr. Doboirf
Se, deste modo, Andr tomou em mortal descos-
to innocentes divenimentos, seu desgosto, dwve-se
crr, nu se ebtendea at o rio que aprender a
amar antes de fallar, porqae ah vjraro-n'o ermr
cora mais frequencia, principalmente qaando faifa
mau tempo; o que rafea a sna mai, ja muito
afflicta por cansa do sea novo modo de vidar aro
accresclrao de profundas inquietages.
Sobre a margem esquerda do Sena, no logar
chamado Gare d'fvry, se estende orna prala a^a-^
nosa onde vem brincar as crlangas.
Se ellas nao se aproxiraassem j mais di ca-vatt
los que tornam neste lugar sen baoho quotidrano
se nao a respeitosa distancia, e se soabessem
tenlar-se com seus jogos da bola, seria boa ; mas-
como resisttr ao attractiv de saltar em um batel
encalbado, de subir pelo seu eoslado, de passar
deste batel para outro, e de avangar assim al qae
se esteja em cima de um pero,onde o maior prawf
zer langar com forga raminhos que a corratela'
conduz ? De ceno, ao menos all, nao se fazem
aproximages entre essas palbiobjas arrastadas it-
resistivelmente e os nossos das que o lempo leva
j muito se couhecem todas as lettras que conv
poem a palavra phylosophia ; mas segue-se- com> a
vista, cora gritos de alegra e com batimentos d
da | palmas a cousa frgil laucada ao acaso, e se sueco-
de que alguma dessas crianeas avance at a extta-
midade da estreita praocha onde cmbale, e que
esquecida das prohibges paieroas e das ternas- ce-
commendages maternas,se debruce, se debriice-.e
acabe por cabir, tambem a ella, pobre palhioaa, a
correnteza arrasta, e a mort; abre e fecha desama-
ravelmenie sua grande rede, como so se trataase
de um travesso cadoz ou de urna mugera l Anda,
quando a cnanga tmmediatameaie arrasuda. ao
largo, o nu^ nao absolutamente irreinediavL;
lem-se visto mais de ama reconduzida 4 praia por
ageis nadadores ou babeis mannheiros; mas. se
ella escorrega por debaixo dos grandes' talis que
costeam a nbancira, raro que os seas vestidos
no se agarren nelles, e, entao, nao na mais- re-
medio.
mas para mergalbar de aovo at debaixo do batel,
para o qual peMava indiciosamente qae a criauga
fra arrastada ; tres vezes Andr recomegou sua
generosa tentativa, e tres vezes nada consegnio ; na
quarta, com todo, julgcu descobrir n'agua escara
um ponto anda mais escaro ; redobra os esforgos>
avaoga ; nao tlnha-se engaado ; a crianca cuja
Madama. Ada* BoiGoifrrM/
( Trad.A. de Mendcnca.)
DI PODCO DI TDO.
*
Esta poesa foi recitada pelo Sr. Victoriano Pa-
musa est presa a nm prego que tal vez Ibe tenba liares no concert, qae nouve sabbado passado no
arranbado a carne ; elle a toma, arranca-a do farro
mortfero, e vem restitui-la i sua mal fra de si I
Assim, durante o longo tempo que o menino nao 1
abri os olhos, apezar de todos os cuidados qae Ibe'
foram prodigalisados, Andr nao se ausentou, mas i
ao primeiro suspiro do pequeo, elle retiron-se pre-!
clpiiadamente, como se livesse jurado sobtrabir-se';
s bengos e acedes de gratas.
Este salvamento perigoso do Qlbo da favadeira
itieatro de Santa Isabel, em favor d'aqaelie a quera
fot ella offerecida.
A Hermenfilde Lignor.
Sempre qae o genio appareee
foi para Andr o preludio de aeges semehantes
Hao eile pareces procurar apaitonadamenlo. Tan-
to mais os obstculos pareeiam inrenciveis a o pe-
rigo eminente, quanto mais tal tarefa o attraMa
prestando-se-lhe as ce^as e com incrrvel abnegado ,
eile pareca zombar da aoite e da tempestado ; at |
mesmo n'am invento, viram-n'o affroatar banco i
de gelo, bancos de gelo que o roelhor nadador nao
encara sem temor, e qae, sobre pondo se e agglo-,
merando-se sobre as cabegasy flgaram sinLiraraen- i
te a cpula de qm lmmenso uranio I
Mas, (odas estas aeges multiplicadas, nc mo- i
dificavam o- humor taciturno de- Andr. De balde
sua nal Ibe pedir chorando que- Ibe abrisse o-seu
coragao, elle se conservara impenetravel, e sua
fronte severa e triste nao se esclarecer.
Quizerara qae elle aceitasse medalbas, justo pre-
mo da sua'coragerw;- mas elle as repellia com ef>
traordinorio horror. (Juando seu nome era man'
clonado nos jomaos proposito de algoma nova
torova de dedicagio e Intrepidez, o menee qae elle
razia era atirar a folba para longe Vst;*, um da,
quando se iratava de seus salvamentos- arada com
mais entbueiasmo do qae do costum, viram-n'o
tremer e rasgar o jornal, coa se Selle- tfvesse des-
coberto a mais mortal ijoria.
Havia poueo mais ou menos seis annos qae du-
ravaeste estad* de cousas,- quando madam Da-
bois, de accorde com ama amiga, procorou ama
entrevista entre sen HIto e- ama amavel doazeila a
quem ella excesivamente desejaria ter po era.
A principio^ Andr paresea-prestar-se aos-- dese-
jos de sua miii-; alguns insume-depois p&sstdos
jonto da meiga -e pentil JaHa? sen semblante des-
coron ; o sorrsse-ao voltoivmtisa seas laMM,.pc-
recia que elles- tktbam desaprendido a sorrir ;.ma
sen olhar modereta-se, e o eorago a pobre mad
ma de Dubois seotio-se mondado de ifeRerdad
Ella se persuada de que urnaxerna o gracleea es>-
posa Ibe res ti luir la o seu Aadr-d ouir'ora e j,
entrevia o tempo em que, teds- o petares amon>
toados sobre a- fronte de Aodro a destipariam,
nevo se derrele aos-prinawros raas-de

- como a
'abril.
Aht

Das trovas rasgando os veos,
A bnmanidade estremece
Debaixo do olhar de Deas:
As almas arrebatadas,
Como rosas desfolhadas
Se abracara n'ura turbilhao;
Os pensamentos sintillaro,
As existencias oscillam
Na proceda da ovagao.
Em cada boraem om preito;
Cada molber urna flor;
Ya em cada palma um peito,
Em cada peito um amor.
N'aucia dessa idolatra
A bocea n de alegra.
Que o coragao nao tradoz;
E na mais pallida fronte,
Rompe, como no borlsonte.
A gargalbada da luz.
E' nestas horas solemnes
Que* Deas olhando p'ra si
Diz: s trevas nio condemnes
A estrella qae brlna alli.
Mas a le da natureza ?
O nafla reclama a presa
Qae o Senbor Ihe prometteu ;
E apenas a divindade
Concede que a eternidade
Ronbe o nome ao mausoleo.
E nisto consiste a gloria,
Gloria qae toaos soobais :
Urna existencia illosoria,
Qae nio vos promette mais. 1t
Que treva e Inz no honsonte,
Espinhos, rosas na fronte,
lioso e dor no coragao:
Um nome que sempre va.
a posteridade c'ra
as festas da tradlcgo.
Era digno de seu pai.
Coma general 4o> cscreito pitmontez, permane-
cen affecto ao rei da Sardenha at qae este monar-
cha se deixoa levar do turbilhao revolucionarlo.
Tinha dous Olhos varoes, qae esli defendendo
a cansa catbolka no exercito pontificio.
O conde de Maistre sustentou sempre lea I mente
com a espada a causa qae denodadamente d deu seu pai com ama peona adralravel.
______________^___________________"
i iiiii^--------------1 T i ------T------
Ante-hontem em Pars, conu o Jornal do Havre
de 13 do correte, apresentava-se em casa da ira.
T., adeleira, ama bonita rapariga, mas de orna
ilesa pouco ideal, e offerecia-lite venda ama
aia de Seda, n'outro tempo garrida e audaeiosa-
mente arrastada.
Heloisa B. delfberava-se a vender a sua saia pa-
ra ter que jamar I
Ha destes dias na vida.
A adeleira nao quiz dar peia sala mais que tres
francos.
Heloisa acceitou.
Como recasar?...
Apenas ella sabia, a Sra. T. deu a sala a ama
raparigaita, aprendiz de costareira, mandando-ffie
qne a descozesse.
Esta dea logo principio obra, mas ao cabo de
cinco mnalos solloa um grito de surpreza.
Acabav de encontrar um bilbete de mil flan-
cos, to delgadamente enrolado como om cordo
por balxo do atacador da cintura.
A adeleira langou-lhe a mi rpidamente.
Em seguida a rapariga encontrn segundo e ter-
cero.
Havia cem embrulninhos semelhantes.
Era demasiado para a virtude de urna adeleira.
A Sra. T. recomraendou rapariga que guardas-
se segredo. Porm a pequea, qae receben ex-
celentes principios, exlgiu a immediata restitui-
do do achado, sob pena- de denunciar o facto a
polica.
Porgada a despojar-se do fascinador thesouro, a
Sra. T. mandou procurar Heloisa B., porm as
saas investigag3es nao tiveram resultado feliz.
At agora tem sido impossivel tornar a encon-
tra la.
Ella sabe que myterto
Esse canto exprime etj s;
De manhaa morre pdr elles.'
*}^Qand*^u b betevl.
Muitas yetts se falla nos joroaea da doatrioa de
Monroe, e pencas pessoas sabem o qm seja, e pola
a essas serio uteis as s*guintej eaplicaces sem
duvida alguma :
A2dedezembro de 1823 o presidenta Monroe
dos Ustados-Unldos dizia ao congresso americano :
Esto os cidados dos Estados-Unidos animados
de alTectuosissimos desejos a beca da Hberdade e
prosperidade dos seas irmlos.de alm do Atlntico.
Nanea nos Intromettemos as guerras empre-
hendidas pelas potencias europeas per interesses
seus ; a nossa poltica veda-nos que lomemos parta
nellas. S quando ameaoam directamente os nossos
direitos, que, seoliodo a injuria, nos aposenta-
mos para deeoder-no3.
De necessidade somos mais interessados as agi-
tagoe do nusso liemispbeno; a razio obvia para
qualquer observador esclarecido e imparcial.
O systema politicodas potencias ailiadas a es-
se respeito, esseocialmente diverso do da Amrica.
A diITerenga pruvm da que existe entre os nossos
respectivos governes.
Quanto ao nosso, conquistado casta de tanto
sangue e sacrificios, amadarecido pela sebedoria
dos nossosos eidadaos mais (Ilustres, e sob o qual
temos gosadode urna felicidade sem exemplo, .lhe
dedicada toda a naco.
Devemos, pois, i nossa re, s relages amigareis
que existem entre os Estados-Unidos e aquellas po-
tencias, de declarar qae consideraramos perigosa
para a nossa tranqaiilidade> e seguranca, qualquer
tentativa sua para implantar sen systema em
qaalquer parte deste hemlspherio.
Quanto s colonias e dependencias actuaos das
potencias europeas, nlo internemos nem interv-
remos nos seus negocios. Mas quanto aos goveroos
qae se declararam independentes, qae maativeram
a sua independencia e qne nos reconhecemos de-
Refere o diario de Paris La France que no mezj poU de maduras reflexdes e attendendo aos pria-
Um da qae Andr sabia lentamente pala mar-
gem esquerda do Seoa, deacobrio a ciaooenta pas-
sos diante de si ara grapo d malheres. d'onde se
escapavara gritos de borror e desespero. Adivi-
nbando alguma desgraga, elle se apressa. Com ef-
felto, tinha cahido n'agua um menino e deeappare-
cera sob um immenscbarco de carvao.
Era o filho mats velho de ama lavadeira mb/a-
por dora no caes, perto d'alli., -
A infeliz mai invocava a compaixo de todos os
presentes para que se a delxasse correr em basca
de sea filho; ella pareca tonca de dor. De balde
esta primeira entrevista, d qne madama*
Dabois auguraba taalo, nao- .iadoo-a sem deseng-
.na-la cruelmente. i \
Urna horaou daas tiabaia-se passado sem qen'"^
tivesse pronuaaiedo o nomo de familia de Ola
quando alguemrdisse este aome e eta, na verdade,
'cousa multo natural. Andr -experknentoa ostra-
Oka commocao. Pondo so en p tmmediaUmente,.
paludo, com o es olhos espaotade, o peito ale-
gante :
Qne I exetamoa elle-,.com oso>ntes cerrado
pela emoglOj.eis como elte- se chama ? E' este o
sea nome ?. eaio pareata de.. desse infeliz...
qne cahio o'goa encontrando a Armorica, ha. seis
annos, e que. qne morrea ?... o nico que-moF-
reu Ti..
E' verdade, aecrescentoo ello, |observando a
donzella que esut. atterrava, vordade 1 recoaheco
suas feigSas como nao dei por Isto logo a princi-
pio ? Sao- seos oibos augmentados excessivamaale
pelo terror !
E a tacabundo com violencia as portase- sea-
Ibante a.am louce, Aadrdea urna furiosa carrei-
ra, que s nadou quando se. loe esgotaraca* tor-
gas, e quando o conduxiram as margens o 'Sena,
na altura da ponte de NeuUy, eile era vuUaur de
urna, febre cerebral egravtseima.
tfoi durante osea delyrio que elle eisou esca-
pas o seu funesto, segredo.
Ab t pobre A mir, sua mai eompreoeadeu, desde
eatao, que seu lbo podara recobrar a-.saude, mas
nunca a serenidad d'alma t
Parece qae por. occasio do naufragio da barca
qaeforadeeuconiro. Armorica, quando Andr
como os oulfiot mengalhare, teauodoi de balde on.-
dar as aguas, sombras com o sen olttar exerciUdo>-|
elle fra agarrado pola gaela por dad de ferro, e-
um rosto tocara.o-seu. Este rostoque nio espera
Ser genio levar a arca
Das grandes aspiragdes,
Cmbora chore em Petrarca
X va' morrer com Camoes.
E* ser Cbristo na agona;
' morrer dia par da
Sem nanea viver p'ra si;
E' de martyrio no fundo
Comente dizer ao mnndo:
Ca dar-te vida morri!
Ser genio sentr-se nobre
Sem precisar de nm brasao,
Que afasia o rico de pobre,
Que rojam no mesmo chao.
Os pergaminhos se gasum;
Qe tnesouros se desbastara;
Porm o talento nio:
Tacteia em balde a cegneira
P'ra sulfocar com poeira
-A crtera do* volcad,
Ser genio dizer : eu ciio
P'ra levantar-me depois
Co'a claridade de um raio,
Coa astatura das hroes,
E triumpliar n'ura momento;
Vencer por deslambrameato
O novo de horneas sem f ;
Do mea Golgolha no monte
Sentir Deas beijar-me a fronte,
O ipando beijar-me o p.
Agora palmas e bravos,
Amanhaa dores crois.
Os horneas sao leus escravos.
Mas nq lhes digas quem s.
Vai gosando esses amores;
Vai ap&abando essas flores,
Qae bordam mil escarceos.
Depois da gloria, que isto,.
As agooias de um Cbristo,,
A resurreigo de um Deus.

passado o rei Goilherme da Prassia nomeou, por
um decratoj um'limpador de chamins da crtP, e
que ltimamente annaaciam os diarios de Berlina
que, tambem por nm decreto, foi cooferido a Joo
Maurer, de Colonia, o titulo de esfregador da
crfe.
Sao cargos verdaderamente excntricos, e que
j nioguem cria, salvo o rei da Prassia.


'
L-se n'am jornal:
Vamos referir aos nossos leitores um successo
ajtameote dramtico, e que se assimilha muito a
nma iei da Corsega.
O facto nos traz memoria a recordagio das an-
tigs e terriveis vendettas que levavam a cabo os
habitantes de Corsega.
Paulo Paoletti tinha-se casado ha lo mezes com
urna joven de extraordinaria formusara, chamada
Livia Borelli.
O matrimonio foi alm da unio de daas almas
qae se amavam, o acto de reconcliagao de duas
familias, divididas largos aonos por odios e ranco-
res que se julgavam inextnguiveis.
Pascal Torre concebeu i de repente nma paixo
criminosa pela joven desposada, e teve o atrevi-
mento de a confiar ao objecto dos seos desejos.
Livia queixon-se amargamente a sea marido.
Pascal era Unto mais culpado quanto estava
unido por vnculos de parentesco ao homem a
qaem altrajava, pois sua molber era irma de
Paulo.
Este resolveu viogar-se :
No dia 12 de juitio passado, s 11 horas da noi-
te, qoaodo os habltaotes do pov'o se eutregavam
ao descango, se poz espera de seu cunhado, e ao
ve-lo passar, Ihe disparoa am tiro de pistola.
A bala levoa am dedo da raao direita a Pascal,
e Ibe atravessou o palmad.
Jalgaudo prxima a mora Pasdal Torre, man-
doa chamar um padre, a quem coofessoa o propo-
sito do sea crime, desculpando sead justicaodo
a violencia que c> ntr elle se tinha exercido.
O aecusado Paulo wm 12 annos, o seu aspecto
interessante, e a sua physionomia revela grande
Intelligencia.
Pascal curou-se da ferida, e parece regenerado
completamente, e descaiga Paulo, porque o jolga
inspirado per um prente rancoroso, dezjoso de
vlngar o av de Livia Borelli, assassinad por um
individuo da familia de Torre.
O jury absolveu livremente Paule a sua familia
e os seis amigos ao volur este da prizao Ihe fize-
ram nma ovagio completa, entregndose o povo
aos maiores regozijos, porque a sentenga dos jara-
dos fra a expressd do sentimento publico.
ciplos da justiga, nio pederemos deixar de ter co-
mo manifestagao de disposiges hostis contra os Es*
tados-Unidos a iotervengo de qaalquer potencia
europea para ;opprirai-los, oa de qaalquer modo
Influir no seu destino.
Tres annos depois em 1826, em nma discussio e
votago que houve no congresso, disse o Sr. La-
vingston as seguales palavras antes da votagao:
A declarago do Sr. Monroe foi jalgada am com-
promisso, e assim a considero en.
E am compromisso nao s a no>so respeito e da
posteridade, espresso que na essencia considero
como subterfugio indigno do nosso pait e na forma
como solecismo ; mas um compromisso tomado por
nos, para com o mundo, de resistir por todos os
meios iotervengo europea na America.
K compromisso qae, embora tomado por um
s dos grandes poderes, foi ractifleado pelo conseu-
limentj unnime da nago.
Em seguida o congresso approvou a segaiute de-
clarago :
Os Estados-Unidos estavam e estario sempre
promptos, era todas as circunstancias, a oppor-se
a qualquer intervengo de alguma potencia euro*
pea na Entrica.
FOLHETIM
A SEPULTURA DE FERRO
va achar to porto, essa mi que o soflocava, eau-
sando-lhe urna especie de vertigom, om terror su-
POR
llcfitte Lonscicnce
(Coolinaago. )
XIV
Desde esse dia, Rosa mostrou-se igaalmeote
bondosa para commigo e eu tinha motivo para es-
tar contente uom a afeigo que ella me testemu-
nbava; mas, apezar da resolago qae ea baria to-
mado de reptllir sonhos vaos, faluva alguma cra-
sa para a minna ventara. Secreu inqnietago des-
da como am nevoeiro ao meu espirito. O senti-
mento do dever da va-me forga para esconder dos
olhos de Rosa e de seas paes essa melancola que
me salteava, mas nlo para vence-la inteiramente.
A amisade que Rosa me testemnnbava.e as nos-
sas mais intimas conversagdes nunca iam alm
das regras da mais estricta conveniencia, e nunca
ella proferia o mea nome sem Ibe acrescentar a
ceremoniosa palavrafnAor. A sua lingnagem,
sempre aflama, revesta urna polidex muito estu-
dada para qc.e podesse ser familiar e franca.
Quanto a mira, aue me tinha condemnado ao
respeito e deferencia, e me obrigara a nao ir mais
longe, fcil comprebender qae o seu exemplo me
impanba ainla maior circamspeccao.
A consequsncU da nossa poslgo respectiva fei
que eu j nao me sentia untado a ir a casa dos
meus bemfei lores senao unto quanto me ordesa-
va o dever. Em compensaco, occapei-me mais
com a mlnba esutua, que me repri piara a ver-
dadeira, a simples, a melga Rosa, qae me resti-
tua a mioba irmaa de ontros lempos, a minha
querida mai pequea. O mais das vzes passavam
se quinze das entre cada urna dasminhjs visitas
o, Sr. Pavelyn ; porque, tanto qaanto possivel, s
apparecia ao.domingo, dia que, desde alguas annos
era aquello em que nunca deixava de jamar em
casa dos meus bemfeitores.
Depois de tres mezes assim passalos, radical
madanga se operou pouco a poaco e "quasl insen-
Isivelmeoie na maoeira de sar de Rosa para com-
migo. Havia mais sensibilidada as suas palavras
mais cordialidade no sea sorriso; parecia-me qae
ella comegava a desejar a minha presenga e ss
mostrava contente -todas as vezes que me va em
sna casa. Cbegou a instigar seus pas para qae
mo rapozessem como um dever urna visita de oilo
em oito dias.
Sobreveodhe singular vontade.de cantar com
Acaba de moirer em Borgo, perto e Torira, e
em casa de sua. irmaa a anqueza de Leval-Mont-
moreney, o conde de Maistre, filho do clebre au-
tbor dos Ser-oes de S. Pelersbargo k n
cusavam-na de exquisita, e diziam qne multas ve
fies se deixava abysmar em sueoeioso meditar du-
rante largas boras e que-depois se estraga va a
transportes de alegria em 3x,remo singulares que
davam immediatamente oaa urna melaaaoliigual-
mente iaexpltcavel. luljavajn qae sua fdba tinha
saudades do bello clima do co azul de
mas Rosa, sem repelllr abaolmaiQeate
sigao, afflmava, com lado, qm nio. tinha
leve desojo de sabir outta voz da sua cidade na-
tal. r
Asslm foi chegando o mez em qae cania b da
annlversario do naswmento de Rosa. A minha
estatua estira de todo acabada e ja tinha feitoVos
necessarios preparativos para molda-la em gesso.
exeeutar so>uma creagio minha, sem consultar
nem pedir auxilio a mestres ou a amigos. Pare-
cen muito, impaciente de julgar por seus olhos do-
successo dos meas esforcos; interessava-se unto
por este primeiro ensato, da va tanto aprego a esse
primeiro producto da miaba arte, qae nio desen-
volverla mais amor proprio se commigo o tivesse
emprehendido e se suas mios tivesnm neite tra-
3! balnado.
Tive
efficina
{Ora do molde e que lhes tivesse dado a ultima de
mo.
Passados alguns .das, conduzio o Sr. Pavelyn
ao meu quarto e mostrei-lhe o meo grupo aca-
Xa nofte de 9 para 10 de Janeiro houve am ter-
rivel desastre em Constradt (Rassia europea).
A's 2 horas da noite, urna barraca de raadeira,
construida na batera n. 10, e servindo de habita-
cao a 250 operarios, incendion-se.
Em poneos momentos esta barraca ficoa redazi-
da a cinzas, e os Si operarios qae estavam dentro
della nessa occasio morreram todos.
Outro ineendio destruio urna parte da cidade bai-
xa de Quebec (Canad).
As irmaas da coagregago de Santa Rocha, foram
as que soiTrerara mais com este Ineendio, cajos
prejuizos sao calculados em 1,350:000a.
B* do Sr. K. S. T. esU poesaEnigmtica :
Quando caoU o bemtevi.
Que d'encantos 1 que magia I
E se for de madrugada,
Que snblim poesia f
Simo prazer, gosto inmenso,
Como igual jamis sent,
s > bem cedo no meu leite .
Ouvr cantar o bemtevi.
urna acgo qae te honra. Leo, estnu satisfei-
tissimo.
Euto poz-se a enumerar rudamsnte as belle-
zas que jalgava descobrir na minha obra ; a affei-
gao que me consagrava fazia-lbe de certo exage
ar os seus elogios, porque, no sen entender, eu
tinha produzi do usa obra prima. *
Escutava-o com alegres palpiueoes do coragao e
lagrimas de felicidade. E' to doee e tao sednc-
de promelteMbe que o varia i minha Poeira approvagio^e n artista recebe
logo que as nhas estatuas estlvessem ^^*_to*!t.*.*m**"tn'ot
O Sr. Carlos Bataille. coma a siguite ancdota,
no jornal Iraucez Charivari :
a semana passada desembarcou em Genebra
urna barrica raysteriosamente sellada qne largou
repentinamente um dos Umpos ao cahir ao chao.
Comeearam a sabir da barrica algamas cabecas
e membros humanos envolvidos em serradora t
Houve logo grande atropellamento, tumulto, gri-
tos de horror, etc., quando a chegada de um cele*
are professor de anatoma veio felizmente acalmar
a efervescencia dos fabricantes de relogios.
Elle tirou da sea cartefra nma carta de guia que
meocionava do 230 kograramas ; frote pago, etc.
Era um prseme da facaldade de Nova-York aos
sabios genebrezes.
Os presentes sustentara a amizade.
L se no Cotuttlucionel:
A industria do papel pintado oceupa oo deprta-
me ato do Sea um lugar consideravei, powenj-
prega perto de 4,500 operarios e pe em cirenU-
gao .todos oa aonos para cima de 17 rnados fe
productos fabricados.
migo ao piano e ensinou-me as mais bonitas arias duzidas pelas jumas, doiiolde, o raen quarto e a
que entio esUvam ero voga. 'Diza que a minha escada da gasa onoo eu viva foram de Ul modo
voz tinha nio sabia o que, expressivo, sympathico, tapetados de gesso, que o Sr. Joo failoa nlsso ao
penetrante, qae a dellciava. As vezes escapava Iba Sr. Pavelyn e disse-the que havia muitos mezas
o meu nome sem a palavra-senAor; mas, cada que eu tinha trabalhado por assim dizer sem
vez qae isso aconteca, -como se ticasse envergo- comer, nem beber, em duas tatas, e que lUe*s-
nbada do seo esqueeimeoto emendava-se immedia- uva ento snjando Unto a casa como se tiandassa
tamente e repeta o meu nome acompanhado pela a trabaihar na duzia de aedreiros.
palavra que a urb&uldade pedia. AJescripgo qa elle fez das miuhas estatuas e
Tambem acantela que eu va oraros olhos fitos do que ellas representa|m moveu' a Ul ponto a
em mim de om modo estranbo, con ama protn
Qaando chgoel com* o meu trabalbo a ponte da: D40> assema sour^ um pedestal de madeira e al-
eomecar a tirar a oinzel as linhas salientes, pro
lumlado em ebeio pela luz da miaba janella.
Esteve a olhar sgaos segundos par a minha
obra sem dizer nada, ia o mau coragao comegava
a con(ranger-se pensando em que esse silencio era
admirava a ohra das minhas mo*.
Eu era, pois, realmente om artista ral vez anda
tmido e inhbil, mas era am artistt I
O Sr. Pavelyn entenda qae a miaba composigo
era bastante notavel para merecer exposigao pu-
blica e senta qae no curso d'esse anno nao bou-
vessa exposigao. No meio das saas reflezest ba-
tea de repente na tesU e exelamon cov alegra:
Ah, que boa lda i Oiha. lenciono dar
n'este invern um baile para festejar a volu de
Ulvez am signa! de desaprovecho, quando de re- j miaba Alba ou antes para apresenla-la no mnndo.
ponte o Sr. Pavelan mo pegou na mao, aperlou-a | porque nao ha de ser no dia auniversario o seu
com forga e disse-ow cora o to de emogo sin- nascimeoto T Depois do Jantar faies-lhe presente
da tea grupo- Eu mandarei preprarar por armar-
cera
didadee firmeza que m* fazlam estremecer sem
eu entender porqae. Eu quera explicar essa im-
presso peta razio de qae esse olhar era o mesmo
que brilhava nos olhos de Ros quando eramos
ereangas. O que me torvava era, pois, apenas urna
recordagio.
Se Rosa era sempre alegre e jovial na mioba
presenga, cabla |K>r momentos em inexplicavel
tristeza e no meio du nossas cowrsfl6ai absor-
tti-se em estranho scUwr. Sw Pi. rl*>i'M*
Leio, vejo que nio s creaste urna bella obra dores, no fundo do nosso salo, am nincbo onde
de arle, mas e isso inda vale mais s am posaa ser collocada a la obra. A' noute ser o
honrado rapaz. Ab, nio me engao quanto a mais bello ornamento da (esta, o todos os .meus
idea da toa composigio. O anjo da protocolo que amigos e condecidos, o que ha roelhor ao eom-
sobreleva ao grupo minha Alba, nio verdade T mercio deAntuerpia, apreeiario e kdmlrarao o
Por um sentimento de delicadeia,'reproduxisto as,tett lento.
saas feigoes como ellas erara na poca em que Aventnrol algnmas objeegoes, e procure! con ven-
compramos o castello de Bodegbem. Nao pode cer o meo protector de qae ea era muito moco e
prebende-la mais*agradavelmento, dando-lb a mi-! haf nls perfeita semeihaoca; est a parecer-m! multo ineiperiente para submetter-me j ao Jol-
uha obra acabada, se obtivesse a sua apprcajioJqae toda essa poca revivo a meus oraos. E jumento do publico ; mas era negoeio assente no
como esperava. quem e este rapazinho qae corva a caneca f Leao
' O meu protector folgou devoras di saber que ea mus bamildade de mais; mas ter feito da toa pri-
toba bastante conUanca qat miabas forgas emlntelra creado m slgoal de rewnboclm,nl9
enriosidade do Sr. Pavelyn, qae quiz saber de mim
mesmo em que tinha eu trabalhado tamo tempo
em segredo.
Disse Ibe a verdade, accrescentando qae quera
offerecer a Rosa a mlnba primeira obra de arto
e qne Ihe tinha oecaiiado esse projecfo para' sor
seu animo, a unto Ihe sorrla a saa Mea, que nio
pode daMhe de mi.
Antes de se retirar, tomou todas as dspoc5es
relativas exposigao da miaba estatua, e depois
de ter descido a escada, anda me mandoo para-
bens e palavras de incitamento.
i Qaando entrei no mea quarto, ergu as maos e
os oibos para o cea. agradeceado a. Deas aquello
inesperado favor.
Estiva muito lempo em contemplagao diaite da
inb estatua ; aproxlmava-me, affastava-me an-
va-lhe de redor, gagueijava palavras sem nexo
ria, dansava. iNo mea transporte pareca mo des-
cobrir, com efTeito, na minha obra urna mnliideo
de bellezas qae ao nxiafitpio me baviam escaaado
e nao esuva longe de*senur Unta admiraga coma
o Sr. Pavelyn. **
Por im o meo quarto era j maito estreito para
poder dar largas aos impulsos da alegra que ma
trasbordava do coragao.
, esc a escada quairo a quatro e corr para a
roa. Tinha o peito entumecido ; caminbav de
cabeca erguida, com os oibos radiantes de altivez.
Parecia-me que todos os qae pxssassen deviam
saber qae encootravam um arilsu. Na mlnba
agiUgao quasi infantil esuva espantado de ver a
maior parle d'elles que passavam sem ao meos
olbarem para mim. Mais ainda assim, senta ama
felicidade ineffavel e continua va a passear exutioo,
at ao memento em que a bora do estado mo
chamoa academia. ,
Os meus condiscpulos aeharam-me amajadar a
aborrecido, porqae ea lio dav'a attengSo ao que
se dizia de redor de mim e nao responda as suas
perguntas.
Esuva profundamente submerso am *wm ftt-
giuges. O que me attardia era om fetif segredo
qae ea nio poda profanar revelando-o fosse a
quem fosse.
(ContUmvu ha).
P8RXAMBQ).-ttP. bE *tf-\>jt. ^^SQ
I
r
i
i
'i
*z

4


-
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X


Full Text
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