<%BANNER%>

Diario de Pernambuco ( Wednesday, March 14, 1866 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10916

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, March 14, 1866

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10916

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10916

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, March 14, 1866

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10916

Full Text
Aimo xui. humero 60

ti

'


r qiirtel ptf deitrt its 40 4ias do 1.* Hez ... v
m tepois dts l.M ! das d ctneco e dettro dt fiarte!
Porte frei* **" *""* enes.....*^^H5
tfftM
75*
DIARIO
**
OBfiT FEIRA 14 DE MARCO DE 1866
Ptr ant pago oitro de lt dias da 1, nez.
Porte ao correio
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o 5r. Antonio Alexr-ndrino de Lima;
Natal, e Sr. Antooie Marques 4a Silva ; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
ORveira; Maranhio, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves
Filaos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr.--Clandino Falco Das; Babia, o
Sr. Jos Manas Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gasparlnbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estafes da via farrea at
Agoa Preta, todos es dias.
Igoarass 0 Goyanna as segundas e sextas fefras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Carnard,
Altinho, Garaohuns, Btiique, S. Bento, Bom
Conseibo. Aguas Bellas e Tacarat, as tercas
feiras.
Pao d'Alho, Naxarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqneira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgoeiro e Ez, as qnrtas
feiras.
Serinhem, Rio Formoso,Tamandar, Una, Bar-
reros, Agoa Preta Pimentelras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas..
Relago: tercas e sbados is 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 boras.
Jolzo do comraercio: segundas as 11 boras.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 boras.
Primeira vara do civel: tercas sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas aabbades a 1
bera da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ UB MARCO.
1> La cbeia as 9 h., 33 m. e 16 s. da m.
9 Quarto raing. a 1 b., 33 m. o S*. da t.
16 Lna nova as 7 b., 17 m. e 33 s. Ja t.
23 Quarto cresc. as 10 h., 44 m -27 s. da m.
31 La che as 2 h., 12 m. e 22 p. da m.
DAS DA SEMANA.
12. Segunda. S. Gtegorio Magno dout. da egr.
13. Jerga. S. Sancha prlnceza v. i S. Mardoni.
14. Quarla. S. Mathilde ralnha de Allemanba,
U. Quinta S.Zachanas 0.; S. Unguiuho aoU.
16. Sexu. Ss. Cyriaco e Taclano diac. mm.
17. Sabbado. S. Patricio b. ap. da Irlanda.
18. Domingo. S> Gabriel arcb.; S Narciso are.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 54 m. da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manbaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTRIROi,
Para o sol at Alagoas a 14 e 30; para o aorta
at a Granja a 7 e 21 de cada mez; para Parlan-
do nos dias 14 ios mezes de Janeiro, margo, nulo
julbo, setembro e novembro. ^
ASSIGNA-SE
no Recife, na livrarta da praga da Independencia
ns. 8, dos proprietarios Manoel Figneiroa de Faria
& Filuo.

J
PARTE OFFIGIAL
RGL1TORIO
ap recentado, pelo Eun. Sr. con
selheire Jouo l.ustosa da Cn-
nha Paranaga, assembla
provincial, por occaslio da
abertura da sesso do correo
te anuo, ao dia 1 de mareo.
(Conlinuago.)
KSTBADA DO NORTE.
Esto feitos os 45 kilmetros dcssa estrada at
a ('.han da Maogoeira. Os 4 kilmetros d'ahi ao
rio Bd deviam ser executados pela empreza Ma-
mede, cujo contrato foi rescindido nos termos do
artigo 551 3 da lei n. 635.
Em consequencia desta reciso e de conformida-
de com a citada le, foram orgadas em 54 contos
as obras que deixou de fazer aquella empreza, e
se-acham em hasta publica.
Toda a estrada do norte, excepto o lauco do Re-
cife a Olinda que vai ser empedrado, e 1,672 me-
tros executados pela empreza Mamede que nao fo-
ram anda entregues definitivamente, acha-se em
bom estado* de conservado, sendo este servico fei-
to por administracio. No lango do Recife a Olin-
da fazem-se os reparos mais urgentes.
Representndome o engenneiro em chefe das
obras publicas a necessidade de construir se um
lasco de estrada no eogenho Itapirema, onde o
transito ae achava interrompido por causa dos es-
tragos feitos pelo riacho que all corre, autorisei
essa obra que est em praca no valor de 8:667*320
Alera deste lango a facilidade de communicago
entre esta cidade e a povoacao de Pedras de Fogol
exige que se coostruam as estradas das ladeiras,
de Itapirema e de Bujary, e a da Varzea entre
Goyanna e Pedras de Fogo.
Nesta nltima flzeram se por empreitada os con-
ferios das pontea de Iguarass e Bujary e por ad
mraistracio as da ponte de Goyanua.
Tendo sido a ponte sobre o no Araripe. na es
irada de Pasmado a Tres Ladeiras, oreada era
1:700*000, quanlia superior a qtiB fora consigna
da na le do orf amento, acabo, nao obstante de
resolver a sua construego atienta a urgencia d'a-
quella obra.
ESTRADA DO PAO DO ALHO.
fist feita at as vzinhaogas de Nazaretb, fal-
tando para ebegar a esta cidade o ultimo lango de
930 metros de extensa o que ja se acba em praga
para ser arrematado, visto ter sido rescindido o
contrato da empreza Mamede, que o devia cons
truir.
Concluida essa obra e recebidos alguns tangos
que brevemente estao acabados, a entrada de
Pao do Alho offerecer a agricultura e ao comraer
ci, &lm de urna linha de 42 kilmetros que ha
muito se acba aberta ao transito publico, a partir
desta capital aquella villa, 35 kilmetros de ama
bella estrada de rodagem entre Pao do Albo e a ci-
dade de Nazaretb.
Torna se porm indispensavel unir a estrada de
Pao do Albo de Nazaretb por meio de urna pon-
te sobre o rio Capibaribe na passagem do Tahyba,
dentro d'aquella villa.
Nao esta anda estudada nem oreada esta obra,
mas parece ao eogeoheiro era* chefe da repartigao
das obras publicas, que se tera de despender com
ella a quanlia de 40 0005000.
Tornam-se precisos alguns melhoramenlos nessa
estraa, como sejam a reconstruego do arco di
bomba do riacho Agoas Corapridase o emp
dramenlo em diversos lugares : obras orgadas en
cerca de 14:0005000.
Achara-se em perfeito estado as pontes do Brum
zmho, Caiara', S Joan, Tirnbi e Bicopeba, que foi
reparada dos estragos causados pelas chuvas.
Da ramicago da estrada de Pao d'Alho a Li
rooeiro na extenso de quatro kilmetros foi arre
matado o primeiro lango e o segundo esta' em
praga.
Organisa-se o orgamento dos terceiros e qoarlos1
langos.
Todas estas obras importaran) em 20:000*.
ESTRADA 00 SUL.
Acha-se construida al o engeobo Massangana,
na extenso de 37,400 metros.
Precisa ser empedrada em alguns lugares, corr
o que se lera' de despender a quantia de 8:0005
As pontes de Pirapama e do Giodaby esto muiti
arruinadas e devem ser quanto antes substituidas
Para a primeira neressaria a quota de20:t00*
e para a segunda a de 6:0005-
RAMIF1CACAO DE MURIBECA.
Os trabalhos desta estrada estao interrompidos
desde muito lempo. Tem 4,400 metros de extenso.
Convm construir uro lauco de 470 metros, que
com a ponte sobre o rio Jaboato importan' em
cerca de 14:0005
RAMIF1CAQA0 DA ESTRADA DO CABO.
Tem esta errada 9,900 metros d exteosio.
Esta' em andamento a obra da bomba sobre
riachoMei de Cavallo -; flzeram-se os reparos d
ponte do Guerra sobre o rio Gurjah, os da bo
ba n. 1 de sexto lango; e acha-se era praga pa
ser arrematada a construego de urna bomba e 1
metros de estrada, autorisada pelo art. 55 da lei do
orgamento vigente orgadas era 3:352*.
ESTRABA DA BOA-VIAGEM.
Foi orgada era 5:9103 e esta' em praga para ser
arrematada a sua construego.
ESTIIADA DA VICTORIA.
Tem esta estrada 52.700 metros de extensaoj e
acba-se nm ponco estragada, sobretudo de M te-
os cidade da Victoria, onde nunca se uterara
trabalhos de eonservago.
Entretanto procedeu-se aos reparos mais urgen-
tes, e ao servigo da eonservago, tendo-3e creado
para esta flm mais tres termos de conservado.
Convm empedrar alguns leos dessa estrada
para facilitar o transito e diminuir o costo da eon-
servago. Com estes trabalhos se podera' despen-
der a quantia de 10:0005.
Alm disto necessaria a reconstruego parcial
da ponte de Tapacura', cora o que se lera' de dis-
pender cerca de 12:0005 e a construego de urna
bomba no lugar denomioadoM-i- -; adra de
evitar que as aguas pluvia damnifiquen) a estra-
da como ja' fiz raro.
Nao foi pdssivel effsetuar-se a prolongado des-
sa estrada, para o que consigriasles a quantia de
30:0005 no art. 15 6 da lei do orgamento vigen-
te, por falta de uro estudo completo, que aotore
a direcgo mais conveniente que ella deve ter.
Entretanto o grande movlmento de productos,
que deseando pela serra das Russas proearam a
estrada da Victoria em direcgo a esta capital,
aconselbam a eontinnago dessa estrada at o alto
daqnella serra, e segundo dahi pela margem da
Ipojuca a passar pelas villas de Grvala' e Beier-
ros a cidade de Caruar.
Sao grandes os beneficios que essa estrada ha de
trazer a' prodcelo e a riqueza de nma parta im-
portante do serto, pelo que deve merecer toda a
vossa aiteoglo. a
RAMiriCACO DA ESCADA.
Desta estrada esto feitos 12,124 metros. A es-
trada da forro veio diminuir a sua importancia;
comtada, como por ella remeltido o assocar de
alguns eogeahos sitoados na xona atravessada pela
via ferraa, convm continua la at o flm do 9* lan-
C0,ia BrflfaeU4o-4rfado em 17:0005-
A ana consm t laffl sido feita regularmente;
mas a ponta de Jabosto precisa ser quanto antes
reconstruida, visto achar-se muito arrniaada.
Com esta obra sari neceasario despender a iJiMH*
Uada?;096f.
ESTRADA DE APIPUCOS.
Concluio-se o erapedraraenio entre o Mondego e
o Maogoinho; tizeram-se alguns reparos em outros
lugares, e por falta de licitantes deixou de ser ar-
rematado o empedramento da estrada de Santa Au-
na, devido isto talvez a isuffljiencia do orgamento,
que por esta razo acaba de ser reconsiderado.
ESTRADA DOS REMEDIOS.
Acna-se em bom estado de eonservago a estrada
dos Remedios e dos Afogados; porm indispen-
savel fazer o empedramento da parte compreben-
dida entre a ponte e a igreja de S. Miguel que se
torna intraosilavel durante o invern.
ESTRADA DE UEBEMBE.
Mandei i-r em hasta publica a execugao da es-
trada de Beim a. Bebenbe, decretada pela lei n.
626 de" 16 de maio do aono prximo Ando.
O orgamento desta obra exceden em 6:7005 a
qnantia votada no art. 2 da citada le por causa da
solidez que preciso dar aos alicerces da ponte
sobre o pantano no logar por onde passam as aguas
do Capibaribe em suas grandes cheias, e onde o
terreno bastante frouxo.
Com esta estrada e os meliioramentos da de Joo
de Barros, o carainho para Beberibe se tornar bom
em qualquer estacan.
PONTES.
POTE DE FERRO DE MOTOCOL0MB.
Est prestes a concluir-se a sua construego, di-
rigida pelo gengenbeiro Williara Martineau, que
arramatou-a por 53:7655400.
PONTE DA TAt.ARUXA.
Acba-se concluida : toda de madeira e foi feita
por administrago. t .
PONTE PENSIL DE CACHANG.
Terminou-se o soalho desla ponte, e foi pintada
de novo.
PONTA DA BOA VISTA.
A boa construego desta ponte e qnalidade das
madiras nella empregadas, tera concorrido para
que inda boje preste-se ao grande trafego, que
constantemente se observa. Com tudo o seu estado
de ruina aconselba que seja substituida por ootra.
PONTE DE FERRO DE SANTA ISABEL.
Fizerara-se alguns reparos no soalho desta ponte;
e o engenbeiro em chefe das obras publicas receta
que era breve seja necessario substituir por outro
de vinhatico todo o assoalbo de ferro que a expe-
riencia tem mostrado ser de pouca durago.
Esta substituigo e o novo calgamenio da ponte,
que dever ser de parallepipedes, pode elevar se
a quantia de 20:0005.'
PONTE DA MAGDALENA.
Esta em mao estado; mas com os concertos que
se esto fazendo, poder prestar-lhe ao transito pu-
blico ajnda por alguns annos.
CALCAMENTO DA CIDADE.
Contina a ser feito este melhoraraeulo da cida-
de, estando j calgadas as se^uintes ras : Aurora,
Sol, Nova, Flores, Crespo, em seguimiento pela pra-
ga da Independencia,Imperador, Cadeia, Trapiche,
Campo das Princesas, largos da Matriz de Santo
Antonio, Caes de 22 de Nombro entre o largo do
collegioe o becco do Ouvider e parte da travessa
da Camboa do Carmo <: a do corpo Sauto, prefazen-
da urna rea de 34,000 metros quadrados.
As ras da Iraperatriz, Rosario larga e estrella,
Cruzes, Ces do Trapiche e travessa da Lingneta,
brevemente o sern.
Tem-se feito os canos necessaii s para.o esgoto
das aguas pluvlaes.
GYMNASIO PROVINCIAL.
Cora a construego deste edificio lera gasto a pro-
vincia nos exercicios lindos a quantia de........
205:1855196, e ser ainda necessario despender
cerca de 50:0005 para que possa elle prestar-se ao
liraia que destinado.
Com tudo cora as obras q e se esto fazendo po-
de o Gymoapio funecionar este anno no seu edifi-
cio, economisando-se deste modo a renda que os
cofres provinciaes pagam pelo predio era que se
acha actualmente aquella esiabeleciraeolo.
Na construego do edificio do gyranasio nao se
attendeu a urna coudigo importante para nm es-
tabeleciraeoto de semelhante ordem, a saber o seu
completo isolaraento. Agora j nao possivel re-
mediar se seno era parle essa falta, desaproprian-
do-se ora terreno do lado do sul na extenso de 60
metros para um pomar e um tanque, que em com-
raunicago com o rio sirva para bauhos e escola
de natago.
No terreno ja' desapropriado do lado do uorte,
com algum accrescirao convm fazer-se um pas-
seio publico, que pode ser consideravelmente afor-
moseado pela canalisago das aguas que por ali se
espraiam. Alm de um recreio para a popuia-
go mais um ornato que reclama esta bella ci-
dade.
CASA DE DETENCO.
Estao em andamento as obras do quarto raio
deste edificio, orgadas em 53:9005000, quantia su-
perior em 23:9005000 a cousignago votada pela
lei n. 035.
As despezas fetas e a fazer se com a construego
da casa de detengo at a sua conclnso importara
em 715:0005000.
E' urna somma avultada, mas a provincia Oca
dotada com ara bello edirlcio, que ofTerece as con-
digoes precisas ao flm, a que destinado, g
Acham-se estragados pelo cupim os cachorros
de madeira que sustentara as varandas do l. e 2."
andar dos raios do norte e sul, e convm que se-
jam substituidos por outros de ferro fundido, iguaes
aos que vo ser empregados no raio de leste.
Convm tambera substituir os aparelhos de la-
trina, que pela maior parte se acbam em mo es-
tado per outros a sypho comj os adoptados para
o raio que se est construira
THEATRO DE SANTA ISABEL.
b'ez-se de novo com amento o l&drilho do ierra-'
co que se acbava arruinado pelas aguaes pln-
viaes.
A' requisigao do emprezario e informago do
engenbeiro em ebefe da) obras publicas, mandei
abrir nma porta na parede do fondo do palco, afim
da po-io em communicago directa cora o arma-
zem dos movis.
Julgo de necessidade construir-se n'aquelle edi-
ficio um tanque para deposito d'agaa a tira de ex-
tinguir era seu comego qualquer incendio qne pos-
sa apparecer.
CONSERVACAO DAS ESTRADAS.
Chamo a vossa attengo para o que acerca deste
assnrapto o engenbeiro em chefe das obras publi-
cas expSe no sen rotatorio.
Pela demonstraco qne elle faz da applicago da
quota de 100:0005000 votada a eonservago das es-
tradas se reconhece que essa quantia insafflciente
para as necessidades do servigo.
Alm disto por essa verba, tem sido feita tarabem
a eonservago das pontes para a qual nao ba quota
especial.
Assim. pois, tendo-se de cuidar na eonservago
de 230 kilmetros de estrada, a calculado em 00
res esse servico e o de reparos para cada kilme-
tro, necessaria a quantia de 92:0005000 a qual
reunida a de 42:0005000, para igual servigo as
pontes, calculada pelo termo medio dos 3 ltimos
annos, se eleva a 134:0005000.
Aa avultadas soturnas que a provincia tem des-
pendido na construego de suas estradas e pontes,
exigem qne o servigo de eonservago seja o mais
perfeito possivel; o que nao se podera conseguir
sem os recursos necessarioa.
BARREIRAS.
as estradas da provincia exlstem smente 11
barreiras as quaes se arrecadam a qnantia de
37O645O0O.
Entonto com o engenbeiro em cliefe das obras
publica, qne se poda construir mais 3; sendo
ta estrada do norte, urna na to Pao d'AJbo,
e ootra na da Natareth.
A despeza de 8:0005000 que se tera de fazer
com o estabelecimenlo e-construego destas bar-
reiras ser, em pouco tempo compensada pelo pro-
ducto do imposto, que nellas se arrecadar.
ENCANAMENTO D'AGUA PARA OLINDA.
Urna das mais urgentes necessidades qne soffria.
a populaco da cidade de Olinda, a falta d'agua
potavel vai brevemente ser satisfeila.
Autorisado pelo artigo 55 g 4" da lei dd orga-
mento a despender para este flm a quantia de
10:000, determinei ao eogeoheiro em ebefe das
obras publicas, que procedesse aos estudos neces-
sario sobre os trabalhos que mais convinha fa-
zer-se, e de conformidade com e seu parecer, or-
denei que quanto antes se proseguisse na abertura
do anal que comegado em 1856 tinba sido, aban-
donado e achava-se inutllisado por falta de eonser-
vago.
Esta obra orgada em 6:7325560 est concluida,
faltando somente as obras d'arte, qne estio sendo
feitas com a maior actlvidade, afim de qne o abas-
tecimiento d'agua principie na presente estago.
Convm entretanto enea ral nhar-se as. aguas por
meio do canos de ferro aproveitando-se os traba-
lhos ora execntados. Aquella amiga cidade nao de-
ve por mais tempo ser privada da satlsfago de
tao instante necessidade.
OBRAS EM EXECUCAO POR ADMJNISTRAgAO.
Canal no pantano fie Olinda para abastecimeoto
d'agua na mesma cidade.
Reconstruego da bomba do Panlista.
Conservago do 3o termo na estrada do sol.
Reparo da ponte do Magdalena.
Gymnasio provincial.
Reparos de edificios e de diversas estradas e
pontes.
Reparos e desobstruego de caes e canos de es-
goto.
Conservago permanente das estradas norte o
sul, Victoria, Escada, Pao d'Alho, Afogados, Re-
medios, Maoguinho, Passagem e pontes da ci
dade.
Por arrematado.
Calgamento da cidade.
Concluso da 1* parte do raio central da casa de
detengo.
Ponte de ferro de Motocolomb.
Empedramento de 336 bragas correntes na es-
trada da Victoria entre os marcos 13 a 14,000.
Reparos e embarreamento de 2,095 bragas cor-
rentes da estrada-do sul do marco 8,000 ao porto
da ponte dos Carvalbos.
Estradas do norte (empreza Mamede.;
dem do Pao d'Albo (dem dem.)
Caxilbos das jnellas do Gymnasio.
Reparos ds bomba do 4 lango da ramifleago da
estrada do Cabo.
Reconstruego do arco da bomba sobre o riacho
Mel de Cavallo.
OBRAS RBCBBIDAS NO ANNO DE 1865 PROVISORIA-
MENTE.
268 bragas da estrada do norte (empresa Ma-
mede.
Ponte do pontal na Ilha de Itamarac.
Aterro da ra do Lima 200 bragas de eropedra-
mendo na estrada de ulinda.
Estrada provisoria entre os tangos 14 e 15* da
estrada do sol.
Estrada d Bujary a Goianna.
Construego de muralhas da ra da Praia em
Goianna.
Diflnivamente reparos da ihesouraria provin-
cial.
Ditos da rampa do Caes do Ramos.
Ditos do empedramento da estrada da Victoria
entre os marcos de 8 a 12 mil bragas.
Ditos da ponte dos Carvalbos.
Ditos da cadeia da villa do Cabo.
Ditos da estrada do Porto de Gallinhas.
Ditos da ponte de Goianna.
Hitos do empedramento da estrada da Victoria
entre os marcos o a 8 mil.
Ditos e pintura da casa onde funeciona a the-
souraria provincial.
Ditos da estrada do Pao d'Alho, da bomba do
Pimeotel ao marco 10 mil bragas.
Ditos da punte do Timbo.
Varanda de ferro da ponte de Santo Amaro.
Pintura da ponte de Santa Isabel.
Empedramento da 1* parle da estrada de Api-
pucos.
Pintura da ponte do Canxaga.
dem de diversas pontes da estrada da Victoria.
Embarreamento entre os mareos 4 a 5 mil bra-
gas da estrada do sul.
dem idera idera de 5 a 8 mil dem idem.
Conservago do 3 termo da estrada da Victoria.
Ponte de ferro de S. Joo.
Concertos da cadeia de Serinhem.
Pintura da thesouraria provincial.
Estrada do norte (contrato Mamede 14, 15, 16*,
17 e 20).
Estrada do Pao d'Alho (contrato Mamede) 11*
e 12*.
A despeza realisada no exereleo de 1864 a 1865
com as obras executadas por arrematago fot de
468:7065099 a por administran 77.51*5958-,
e a que se tera de fazer no exercicio de 1865 a
1866 calculada pelo engenbeiro em chefe das
obras publicas do modo segrate :
Pagamento dos empregados..... 26:1205000
Expediente e asseio da casa..... 2:40O5OOC
Reparos e construego das estradas 92 :000a00C
Reparos das pontes............. 42:0005000
Reparos dos caes............... 5:0005000
Reparos dos edificios........... 10:0005000
Calgamento da cidade.......... 120:0005000
Estrada do Norte..
Estrada de Pi d'Alho..........
Estrada do Limoeiro...........
Estrada de GravajA........... v
Estrada do Sul..............'..
Estrada de Mur i beca..........
Estrada da Escada.............
Empedramento;da eslra de Olinda
Dito da estrada do Sul..........
Dito da estrada da Victoria.....
Dito da estrada dos Afogados....
Ponte de Pao d'Alho............
Ponte do Pirapama.............
Ponie do Jundi................
Ponte do Tapacura.............
Ponte de Jaboato..............
Ponte do Trapiehe..............
Ponte de Pasmado.............
Bombado Mes...............
Bomba de Macoj...............
Barreiras........................
Jardim de Pa lacio.............f.
Gymnasio provincial...........
Estndos graphtcos..............
60:0005000
14.0005000
30:0005^00
30:005000
18.1
14:1
17:1
8:0005000
8:0005000
10.0005000
8:0005000
40:0005000
20:0005000
0:0005000
12:0005000
3:1)005000
15:0005000
1:2005000
5005000
8:l.
2:500500
30:0005000
50005000
_____
(Cdnfwwar-M-ha.)
!
GOVERXO D. PROVINCIA.
Expediente de dia I le urea de 18M.
Offlcio ao Exm. general commattonte das ar-
mas.Sirva-se V. Exc. de informaf acerca do qne
expe o oomraandaale dp presidio de Fernando no
incluso offlcio datado to de Janeiro ultimo.
Dito ao mesmo.Queira V. Bxc. mandar desu-
ar do corpo a que eetiverem pertencendo, os
guardas do 9* batalbio de infamara do municipio
de OlintoL Manoel Bernardo de Senna e Bernardi-
do de Sorna Xavier, viudos do presidio de Fernan-
do, visto que, segundo o seu offlcio n. 409 Je 28
de feverelro nltimo, foram considerados incepezea
do servigo em inspecgo de sade.Commnnicou-
so ao respectivo commandapte superior.
Dito ao mesmo.Fica dispensado do servigo da
guerra o guarda do batalho n. 36 de inTantaria do
municipio do Brejo, Jos Francisco do Nascimento,
vi.-to que, segundo o offlcio de V. Exc. de bontem
o. 405, foi julgado Incapaz do servigo era inspec-
go de sae Communlcou se ao respectivo com-
mandante superior.
Dito ao mesmo.Attendendo ao que V. Exc.
ponderou em seu offlcio n. 411 de 28 de fevereiro
ultimo, conveoho em que o-4 corpo de volunta-
rlos da patria seja reduzido tres companbias,
visto nao ter forga sufflciente para conservar a or-
ganisago que se Ihe deu :. ueste sentido pois pide
V. Exc. expedir as convenientes ordens.Commu-
nicou-se a' thesouraria de fazenda. i
Dito ao mesmo. Mande V. Exc. por em liber-
dade o recrota Manoel Alexandre Xavier Torres,
que serve de arrima a familia de seu velho
pai.
Dito ao inspector de thesouraria de fazenda.
Era vista dos inclusos prets era dnplicata, e nao
bavendo inconveniente, mande V. S. pagar os ven-
cimentos relativos a' primeira quiozena do mez de
fevereiro ultimo, das pragas do 6 corpo de volun-
tarios da patria, conforme solicilou o mareebal
eommandante das armas, em offlcio datado de hoja
e sob n. 423.Comraunicou-se ao general cora-
mandante das armas.
Dito ao mesmo.Estando em termos as folhas
juntas em dnplicata, a que se refere o offlcio do
mareebal eommandante das armas, datado de bon-
tem e sob n. 413, e nao havendo inconveniente,
mande V. S. pagar os veocimentos relativos, aos
mezes de ootubro a dezembro do anno prximo
pa-sadQ a de Janeiro ultimo, dos offlelaes do 4
batalho de voluntarios desta provincia. nteiron-
se ao general eommandante das armas.
D to ao mesmo. Annuindo ao que solicilou o
raarechal eommandante das armas em offlcio de
hoje, sob n. 421, recommendo a V. S. qne estando
era termos a folha e prets juntos em duplcala, e
nao havendo inconveniente, mande pagar os veo-
cimentos dos offlciaes e pragas do 1* corpo provi-
sorio dos voluntarios do 6* corpo desta provnote e
dos gua|das nacionaes a elle addidos, sendo as fo-
lhas correspondentes ao mez de fevereiro ultimo e
os prets da 2" quinzena daqueile mez. Communi-
cou-se ao marechal eommandante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Se
nao houver inconveniente mande V. S. pagar a
quantia de 6:0615130. proveniente do gaz consu-
mido com a iliurainago publica desla capital, du-
rante o mez de jrneiro ultimo, como pedem os res-
pectivos emprezarios no incluso requerlmento do-
cumentado.
Dito ao mesmo.Recommendo a V. S. que em
vista da inclusa folha, e nao havendo inconve-
niente, mande pagar a quantia de 135440, que,
segundo consta de offlcio do eommandante da com-
panhia provisoria de policia, dotado de hoje, foi
despendida durante o mez de fevereiro ultimo, com
o forneciraeoto de diarias abonadas aos dous sen-
tenciados Mstenles no qoarlei daquella compa-
nhl'.Pez-se a necessaria commuoieacio.
Dito ao mesmo.Constando de offlcio do ebefe
da repartigao das obras publicas, datado de boje e
sob n. 61, haver o arrematante do primeiro lango
da estrada do Limoeiro exeeutado o segundo terco
das obras do seo contrato, achando-se por isso com
direito o recebimento di segunda prestago, re-
commendo a V. S. que em vista do competente
certificado mande effectuar esse pagamento na im-
portancia de 1:4375480 Coraraunicou se aquel le
chefe.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. fornecer com urgencia s pracas do 4 bata-
lho de artilharia a pe, viodaa do presidio de Fer-
nando, os artigos de fardamento mencionados na
relago inclusa, como solicitou o eommandante
das armas em offlcio desta data Communicou-se
ao general eommandante das armas.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Mande
V. S. alistar na corapanhia de aprendizes artfices
desse arsenal o meoor Joo, fllho de Maria Alexan-
drina da Conceigo, visto que segundo os inclusos
documentos a que ailude a sua inforraago o. 1,074
desta data, est as condicoes do respectivo regu-
lamento.
Dito ao eommandante do presidio de Fernan-
do.Pela leitura do offlcio que V. S. me dirigi sob
n. 345 e data de 3 do corrente, fiquei sciente de ter
desapparecido desse presidio o seotenciado militar
Antonio Coutinhodo Nascimento.Communicou-se
ao mareebal eommandante das armas.
Dito ao chefe da repartigao aas obras publi-
cas.Concedo a autorisago que V. S. pedio em
seu offlcio de hontem, sob n. 60 para mandar la-
vrar termo de recebimento definitivo dos langos
13, 14, 15 e 16, da estrada do Pao d'Alho (empreza
Mamede). Communicou-se a thesouraria pro-
vincial.
Dito ao mesmo.Em vista do que me represen-
tou a cmara municipal da villa da Escada em
offlcio de 24 de fevereiro prximo findo, recom-
mendo aV.S. que mande com a possivel brevdade
nm dus engenbelros dessa repartigao aquella villa
afim de que eolendendo-se eom a referida cmara,
levante a planta e orce a factura de urna bomba
qne precisa fazer-se no riachoLava-Pesna es-
trada da mesma villa a estago da Escada.Com
municou-se a predia cmara.
Dito ae censelho de compras do arsenal de
guerra.Recommendo ao cooselho de compras do
arsenal de guerra que compre com brevidade para
a pharmacia da enfermara do presidio' de Fernan-
do, os medicamentos e mais objectos indicados na
relago por copia Inclusa, sendo aa 2 libras de es-
ponja fina substituidas por & oncas della e urna
libra da ordinaria.Communicou-se a thesouraria
de fajenda.
Dito ao mesmo.Autoriso o conseibo de compras
do arsenal de guerra, a comprar para provimeoto
do respectivo almoxarifado os objectos menciona-
dos nos dous pedidos inclusos.Communicou-se a
thesouraria de fateoda.
Dito a cmara municipal do Recife.Concedo a
autorisago que solicita acamara munnicipal do
Recife, em seu offlcio de 21 de fevereiro prximo
findo, sob n 15 para despender a quantia de
1:7505, com algnmaa obras qne necessitam seren
feitas no matadouro publico da Cabanga, para
conservago das existentes, e com a factura de um
pogo qne d agua para bebida do gado que aill
estaciona.
Dito ae presidente da cmara municipal jo Bo-
nito.Tendo o conde d Jasienski ido visitar os
terrm da colonia militar de Plmenteiras e outros
adjacentea cora refaco a calonisago, recommendo
a Vmc. qne nao s Ihe facilite lodos os metes que
forem neceasarios para qne elle possa bera exami-
na-los, mas tambera preste-lhe todas as informa-
gdes de que Carecer eos melos de transporte apre-
sentando me a conta da despeza que fker para ser
ndemuisada.Igoal ae* donwres jmaes de direito
do Bonito e de Palmares, aos juizes. mivrjicipaes do
Bonito e de Agua Preta, ao disecto", da colonia, a
cmara municipal de Agua-Ptet e ao engenbeiro
Jos Tiburcio Pereira de Magatt^es.
Dito ae co i mandante da companhla provisoria
de policia.D Vmc baixa ao soldado do corpo de
policia, Jos Pa,lo da Contreroao, que foi conside-
rado incapaz do servigo em inspecgo do sade.
Portarla O presidente da provincia, attendendo
ao qne requeren a. professora publica de iostruc-
pie primaria da freguesia de Grvala, Guilhermina
Basilissa de Oliveira e Silva, a tendo em vista a
inlermago, do director gerat Interino.da instruccao
publica de. 13 de fevereiro prximo Ando, sob
0- 37, rjitMve prorogar por 901 mez, cora veqc(s
mentos, a licenca que Ihe foi concedida por porta-
rla de 25 de Janeiro ultimo, para trata de sua
saude.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que Ihe requeren o msico do 9 batalho de infan-
taria, incorporado ao deposito, Eleuterio Jos de
SantAnna, o tendo em vista informago do mare-'
chai eommandante das armas datada de 27 de
dezembro ultimo, sob n. 2,559, resolve conce-
derme 3.mezes de licenga de conformidade cora o
disposto no % 2- art. 4* cora referencia ao 8 1 do
art. 1- do regolamento n. 3.579 de 3:de janeiro do
corrente anno, para tratar de sua saude no centro
da provincia.Communicou-se ao general com-
mandaole das armas.
Dita.Os senbores agentes da companhia Brasi-
lera de paquetes, mandem dar transporte por con-
ta do ministerio da guerra no primeiro vapor que
passar do norte ao teuente coronel do corpo de es-
tado maior de segunda classe Jos Lucas Soaes
Rapozo da Cmara, que tem de-seguir para a corte
na fcrraa das ordens irapenaes.Offlciouse a the-'
souraria de fazenda para ajustar contas a esse offl-
cial e communicou-se ao eommandante das ar-
mas.
Expediente do secretario da gorerno do dia Io
de mareo de 1866.
Offlcio ao Exm. general eommandante das ar- '
mas.O Exm. Sr. presidente da provincia, manda!
declarar a V- Exc. que por despacho desta data se 1
mandou salisazer os pedidos que acompanharam
os offlcios de V. Exc. ns. 415, 420 e 422.
Dito a Dr. Hisbeio Florentino Correa de Mello,'
joiz de direito de Cabrobo.S. Exc. o Sr. presiden- i
le da provincia, manda acensar a recepgao do offl-
eio de 28 de fevereiro prximo passado, em que V. I
S. participou que renuuclou o resto da licenga de
3 mezes de que eslava gosando para tomar assen-1
to na assembla legislativa1 provincial.
Dito ao joiz municipal supplenie em exercicio do
termo do Granito. -O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, manda aecusar a recepeo do seo offlcio de |
28 de janeiro prximo findo, e em resposta remet-
ter-lbe um modelo dos mappas de offlcios de jus-'
tiga para os fins convenientes.
Dito ao jeiz municipal quarto supplenie do ter-
mo do Cabo.O Exm. Sr. presidente da provin-
cia, manda aecusar a recepgao do offlcio, em que
V. S. participa ter assumido no dia 24 do mez pr-
ximo passado, o exercicio do cargo de joiz munici-
pal desse termo na qoalidade de quarto snpplente.
Coramunicou-se a thesouraria de fazonda.
Dito aojuiz municipal supplente em exercicio do
termo de Cabrob.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, manda aecusar a recepgao do offlcio de 29
de Janeiro prximo fiodo era que V. S. participa
que n'aquella data, poz a concurso os offlcios de es-
crivo de orphaos. residuos e capellas e o de escri-
vo de eiecog5es civeis e crlme desse termo, cojo
edital acompanhou o mesmo offlcio para ser repro-
ducido nesta capital.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do eomuando das armas de Per-
nambueo na cidade de Recife, 13 de margo de
1866.
Ordem do da n. 213.
O mareebal de campo eommandante das armas,
faz publico para conhecimento da guaroigo e de
qoem interessar possa, os avisos circular do minis-
terio da guerra em seguida transcriptos, que por
copia Ibe foram traosmittidos com offlcios da vice-
presidencia datados de 10 do correle.
4." directora geral.2* secgo.Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da guerra, em 30 de Ja-
neiro de 1866.-Illm. e Exm. Sr.-No competin-
do aos instructores .de cavallaria e iofantaria van
tageus especiae por isso que a labe la de 1 de
maio de 1858 s nao designa, fique V. Exc. na io-
telligencia de que os offlciaes em tal exercicio nao
tem direito se nao as vantagens geraes, embora in-
dividualmente se Ihes tenhara designados ouiras.
Deus guarde a V. ExcAngelo Munlz da Silva
Ferraz.Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Circular.Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cios da guerra, em 3 de fevereiro de 1866.Illm. e
Exm. Sr.Manda S. M. o Imperador declarar a V.
Exc. que derendo os offlciaes do exercilo, empre-
gados na guarda nacional como cheles do eslado-
maior, majares e ajudantes dos corpos, perceber
sold pelo ministerio da guerra nos termos dos arts.
49, 77 e 78 da lei o. 603 de 19 de setembro de
1850, fica entendido que a circular de 4 de julho
do anno prximo passado, declarando nao lerem
direito a sold pelo ministerio a meu cargo os offl-
ciaes empregados era servigo estranbo a repartigao
da guerra, nao comprebende aquellas que por lei
esto exceptuados.
Deus guarde a V. ExcAngelo Muniz da Silva
Ferraz.Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Assignado.)Francisco Sergio de Oliveira.
Cst conforme.Ettevao Jos Ferraz, tenente
ajudante de ordens interino encarregado do deta-
Ibe.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SES5A" ORDINARIA EM 12 DE MARCO
DE 1866.
PRESIDENCIA DO SR. VICARIO FRANCISCO PEDRO DA
SILVA.
As 11 boras e 40 minutos da maoba faz-se a
chamada e veriflea-se estarem presentes os Srs.
depuiados Francisco Pedro, Ramos, Ayres, vigario
Silva Burgos, Joaquira Tavares, J. Reg Barros,
Correada Silva, Aodr Cavalcante, Jeronymo, Ar
minio, Buarque, Soares Brandan, A. de Souza Leo,
Lopes Machado, Brillo, Emygdio, Cicero, Gitirana,
Epaminondas, Hisbello, Souio Lima, Manoel de Car-
valho, Amorim, e Candido Martins.
Abre-se a sesso.
L-se e approva-se a acta da sesso anterior.
EXPEDIENTE.
Um offlcio do secretario do governo, remetiendo
os balangos de receita e despeza para o futuro exer-
cicio e mais documentos relativos as cmaras mu-
nicipaes de Barreiros, Ipojuca, Pao d'Albo, Cim-
bres e Limoeiro.A'comramisso de orgamento
municipal.
Outro, remetiendo dous projeetos de posturas das
cmaras, da Victoria e Floresta A' commissio de
postoras.
lima petigao de Rodilio Toleotioo de Figoeiredo
Lima, solicitando o pagamento do que Iba esta a
dever a cmara da Victoria.A' commisso de or-
gamento municipal.
Urna petico do inspector da thesouraria provin-
cial Jos Pedro da Silva, solicitando da assembla
a graga de mandar contar para a sua aposeotadoria
o'aquello cargo os servigos prestados como profes-
sor de geometra do collegio das arles desta capital.
A' commisso de legislago.
Foi lida, posta em dscusso e approvada, depois
de orar o Sr. Correa de Brilto, a redaego do pro-
jecto de lei n. 3 deste anno.
Pede eobtem a palavra pela ordem o Sr. depu-
tado Lopes Machado, que couclue requereodo o se-
grate :
1.* Copla da correspondencia trocada entre a ca
mar* municipal desta cidade e a commisso,Jf
unbidade examinar os seus Hwos e <9fiV
nade;

2.* Copia da informago do contador da mesma
cmara sobre os-fornecimentos de cera ; e sobre a
cobranga dos irapostos a que se recusanvaatisfater
os contribuimos.Approvado sem debate.
O Sr. Corroa, de Britto requer para que qnanto
antes d a commisso de legislago o sen parecer
sobre o projeeto n. 107 de 1864, que foi submettido
a sua apreciaco.
Falla anda pela ordem o Sr. Paes de Andrade,
que conclue apresentando um projeeto de lei que
augmenta os veocimentos dos professores da Es-
cola Normal.
ORDEM DO DIA.
Segunda dscusso do projeeto n. 2 deste anno,
concedendo urna lotera de cem contos de res
matriz do Bonito.
Falla sobre a materia o Sr. Aramio, que con-
clue propondo um additivo para se conceder iguaes
loteras as igrejas de Nossa Senbona do O' de Goian-
na, e do recolhimento da Sol dada.
Sao iidos apoiados e entrara em dscusso mais
os seguinles additivos, depois- de orarem os Srs.
Gaspar e vigario Jeronymo:
Um do Sr. Soares Brando propondo igual lotera
para a igreja matriz de Santo Amaro Jaboato ;
Outro do Sr. Correa de Britto, para a igreja de
Santa Cecilia;
Outro do Sr. Buarque propondo duas loteras
para a capella de Nossa Seobora da Conceigo da
villa de Flores e para a matriz do Seohor Bom Je-
ss da Igreja Nova na villa da Boa-Vista ;
Outro do Sr. Gaspar propondo urna lotera para
cada urna das matrizes do terceiro districto ;
Outros dos Srs. Amorim e Arrqioio propondo
nma lotera para a igreja do Pilar de Itamarac,
e do primeiro para a Igreja do Rosario de Seri-
nhem ;
Outro do Sr. vigario Jeronymo propondo duas lo-
teras para as grojas de Cruangy e do cemiterio
de S. Sebastio.
j se, apoia se e entra em dscusso nm reque-
riraecto do Sr. Buarque, para que o projeeto seja
remedido commisso de legislago, afim de con-
templar smente as capellas ou matrizes que nao
tiverem loteras j concedidas.
L-se igualmente um additamento do Sr. Soares
Brando para que se contemple igualmente as ca-
pellas e matrizes, cujas loteras estejam esgotadas.
Encerrada a dscusso. foi approvado o addita-
mento com a emenda do Sr. Soares Brando.
Primeira dscusso do projeeto n. 43 de 1865,
sobre a remogo da sede da freguezia de Itamara-
c para a povoacao do Pilar.
L-se e entra em dscusso um requerimento do
Sr. Arminio, para que se ouga o Sr. bispo diocesa-
no sobre a materia do projeeto.
Encerrada a dscusso o requerimento appro-
vado e addiado o projeeto.
Primeira dscusso do projeeto n. 67 do anuo
passado, desligando o offlcio de escrtvo de orphaos
de Garanbuns dos actuaos cartorios.E' regeitado
sem debate.
Segunda dscusso do projeeto n. 1 deste anno
sobre a flxago do subsidio dos deputados provin-
ciaes na utura legislatura. Approvado sem de-
bate.
Segunda dscusso do projeeto n. 19 de 1865,
que approva os contratos celebrados com os Srs.
Drs. Paula Salles e Joaqnim Portella, para a publi-
cago do ndice e classicago das leis provinciaes.
E' approvado sem dscusso.
Terceira dscusso ido projeeto n. 49 de 1856,
sobre a acqoisigo e deraarcago de seis leguas de
trras devolutas concedidas pelo governo geral a
esta provincia.
L-se, apoia-se e entra era dscusso a seguinte
emenda do Sr. Buarque :
< Suppnma-se desde o 2 al o final do pro-
jeeto ; e seja approvado o segrale additivo :
ArtigoEssas (erras sero postas i disposigo
da Sociedade Auxiliadora da.Colonisago, ltima-
mente fundada nesta cidade.
Encerrada a discusso o projeeto approvado
com a emenda do Sr. Buarque.
Terceira discusso do projeeto n. 10 de 1864,
reunindo os offlcios de escrivo de orphaos, resi-
duos, capellas e execugoes civis e criminaos da
villa de Salgueiro em ura s cartorio.
Falla o Sr. Correa de Brilo, pedindo esclarec-
mentes sobre o projeeto ao juiz da direito daqueile
lugar, que se acba com assenlo na casa.
Ora em seguida o Sr. Hisbello.
O honrado deputado mostra a ntilidade do pro-
jeeto, e o recommenda approvago da assembla.
Eocerrada a discusso o projeeto approvado.
Eatrara era discusso os regulamenios dos ce-
miterios do Pogojda Panella e de S. Lourengo da
Matta.
Sao approvados todos os seus artigos com nma
emenda do Sr. Silva Ramos, que toma parte na
disecusso.
O Sr. presidente pede aos Srs. deputados, mem-
bros de commlssdes, que aprsenteos, os trabalhos
que teem a seu cargo, porque ba falta de materia
para a discusso.
Em seguida levantou a sesso, dando a seguinte
ordem do da :
Primeira discusso dos projeetos ns. 6 e 7 desle
anno, 37 de 1858, 17 de 1865, 94 e 101 de 1864,
8 e 10 de 1860, 52 de 1858 e 23 de 1856 ; 2* dis-
cusso do de n. 45 do anuopassado e eontinnago
da anterior.
REVISTA DIARIA
Segundo relatorio do Sr. engenheiro director das obras pu-
blicas da provincia, Dr. Gervasio Rodrigues Cana-
pedo, durante os exercicio decorrido de 1834 a
1865, tem =e feito & expensas dos cofres provin-
ciaes 230 kilmetros de estrada inclusive pontes e
empedramentos.
as estradas dispendeu se a qnantia de........
2,493:630158v e era pontes a de 501:344*941 pre-
bendo ora tota!, de 2,994:9753099.
Em reparos e conservago no mesmo espago foi
dispendida a importancia de 847:299*925 na pri-
meira especie, o de 416:266*480 na segunda dita ;
tudo o que elevDU-se a somma de i,263:566*405.
No calculo feito distribuido por eiercicios a
despeza media por cada kilmetro corrente de es-
trada foi regulada na razo de 10:841*870 com ex-
cluso das pontes; e incluidas estas, eleva-se a
13:021*630 a mesma despeza.
O quadro a que nos referimos, e do qual extrac-
tamos estes importantes dados, um annexo ca-
rioso e digno de ser apreciado, quer como docu-
mento estatiatieo, quer copia de nao termos negli-
Senciado este ramo dos melhoramenlos materiaes
a provincia nesses ltimos trinta annos de.nossa
vida.
Remettem-oos a seguinte communicago :
t Causa compaixio ver a manira brutal com
que certos carroceiros tratara os pobres animaos,
qne condoxem carrocas. O* bpis o cavallos que vi-
vera (coludos 1) magros e mortos de tome sao obri-
gados, por esses desalmados, a pucharen da esta-
go das Cinco Ponas at o Recife, por cima de bu-
racos e pedras solas, quioie desosis saceos com
assucar e as vejes dezoilo grandes saccas com al-
godo, como j temos visto com os nossos proprios
olhos I 11
f Quando os animaos estafados do cansaco, to-
mo o sede paran), pela torea da necessidade, para
tomarera algum alent, 00. por que a carioca jopon
n'alguma podra, ou flcoa enterrada n'algum bura-
co, sobre ellos ebove ama tempe*tado de pauladas,
Tilhoadas e taradaa, qtw caen* do ladon *e
I presenciara tal espectculo* e as teto^frfajeaa -




-




MI


--v. 4

#

Diario c Fernambejeo
felra 14 de Har* de 1861.
t.
-v
-r
"
grimas de coracoes seosiveis, os berros, oivos e
gemidos que soltam etis'tristes eute, aperrladds
pela uerga frrea de seas barbaros conductores,
patenteanld -iHlresie modu ao publico a Jalla dn
caridade qae d*vem 1er para com os irracionaes,
que por Isa o8 deixam de ser creaturas lie Deas.
O' s-nbores, como se consente isto t Qae do
Acal, a qoeui assiste a mais rigorosa obrigagao de
azer cumprir as postaras da aunara 7 Sero ellas
letra mortas T Nao deve ser asm.
< Pedimos portaoto providencias a autoriade
competente afim de que faga deaapparecer to mos
costamos d'eotre um povo ementado -we profess
a religio christa.
t Haja providencia, qae os abuso* i.eaafa>are
cerio.
Assim o esperaras*. *
Escrevem-nos de Villa-Bella, era 3 do cor-
reme :
f O r. Eduardo Piodahiba de Mallos, digao che-'
(e de polica no dia 23 do correla acompanhado somente de
duas ordenarnos, um cargnelro e o amanuense
Auiran. Em urna ligeira visita qae Ihe fk no da
segmnle (4) soabe delle proprio qua eslava em
Papacara de viagem para Panema, quando Ihe de-
ram, supposto qae vagamente a nefasta noticia do
assassioato perpetrado oesla villa no dta 37 do
mez prximo passado, na pessoa do ju municipal
e delegado desle termo Dr. Estevao Benedicto
Franca. S. S. disse-me igualmente que nao poden-
do pela multa celendade com que ueeessitava fater
essa viagem conduzir comsigo (orea alguma. ofi-
ciara de Paoema ao E*ra. oonselheiro presidente
da provincia, communicando-ibe (sem duvida) a
visajera, e parti cun as pesseas cima menciona-
das e una pequea torca, com mandada #elu cap'
to Borges Leal, a qua I mais adiante, era Manoel
Alves, fol-lhe foreoso detxar.
As torturas de tome e sede por que S. S. pas-
soa nessa videra, principalmente ao travesea* aa
seccas e ouasj lob(*iii Ribeiras o Moxot e Na-
vio, sao fictos qoasi incriveis, sobretodo para qata
ignora o que sao aquellas serioes na estaco aeoca
em que elle os aaravessoa.
i Poaso porm asHeverar-ltaa que S. S. com os
seas#nlrepidos coropanheiros para poder resistir
aos tormentos da fome e da sede vio-se obrigado
mais de ama vez nesse viagem a recorrer a Ma-
cambira e Gorda de Erade. E' sobremodo admi-
ravel, e al certo ponto bello, ver este homem su-
perior aos trabalhos a fadigas cootar crmio de re-
sigoacaoe curagem os immensos vesaraes e tortu-
ras por (pie passou nessa viagem. Escolba sempre
o governo para os argos superiores autoridades da
quaiidade o Dr. Plndabyba que muito ganbar
em poueos lempos a causa da jusca.
c Sobre quem seja o aseassino do bt. Franca
nada posso alada communicar-ttie, por ser lodo
mysterio, e pesco eu nada terem feiw as autorida-
des poeiMs* 4a kom aera reiaeo ao deseobri-
meoto e punicao do criminoso. E, Se como qae*
reo muito parti o assassinato de pessoas, que
sao contractas em petitica e aml-adeas autorida-
des petiotaee 4o termo, julgo difflcil, se nao impos-
sivel, a despetto dosesforcos e recarscs do chefe,
ir-se tao eed ao fundo do mysterio. Como quer
qae seja a posicao io chefe sera, ae meu vdr, dif-
iicil e embarazosa emquanto occupanm os cargos
de confiaoca autoridades que se prendera por aros
de poltica e intima amizado aos preltnsos autores
do assassinato do Dr. Franca.
c Nos das 24, 25 e 26 do correa e o chefe es-
teve dia e noite cora as portas abert s recebende
visitas e tomando os mais minuciosos apontamen
tos acerca do assasslnio, qner das diversas autori-
dades do termo, quer dos particulares
c No da 27 parti as 5 boras da manhaa acom-
panhado do seu amanuense, do joiz municipal em
exerclcio Sebastio Jos de Magalhes e sea mano
Leonel Cordeiro de Magalhes, em Areceio a fa*
zenda Santa Rila, 7 leguas distante desta villa. As
6 da aoile cfiegou de voila a fazenda de morto,
Poola 4a Sorra, em cuja casa perno)ton. No da
seguinte que foi lioje 28, parti oovamenle para a
fazenda Carnauba, 3 leguas distante, desta villa,
d'oede depois de alguma demora torneu a voltar a
Pona da Serra. As 8 ta noite chefot a esta villa,
tendo aBtes teito seguir presa Francelina de Tal,
molher de um iodividho tambera prese pelo mes-
mo facto, de nome Manoel Monteiro.
t Consta-me qae o chefe tem feitt todas esses
pesqnizas e viagens com o raaior segredo, oio ad-
mittiodo era sua comprahia outras pessoas, alera
das j cima indicada*. Soppoe-se porm que,
taote a viagem de Santa Rita, como l qae fez de-
pois a Carnauba, tiveram por pnncip I tira averi-
guacoes e interrogatorios em pessoas uspeitas all
residentes. Quanto aos dous presos Manoel Mon
teiroe saa molher, suppoaho que br a venante se-
ro posto* em liberdade, visto como ja vejo, ne.-ta
vilta vanas pessoas importantes da Seros da Bata
Verde, entre esles o tenente-coroael Braz Nanea
de Magalhes, os qnaes alrmam que no di* do as-
>assinato do Ur. Franca, estiveram at as 6 boras
da larde em Baixa-Verte, 7 leguas distante desla
villa, em compaabia do referido Manoel Monteiro.
Chegaram hontem coramunica-oes offlciaes
do Sr. Dr. chefe de polica, com data de 3 do cor-
rente de Villa Bella, declarando nada ter anda
podido descobrlr sobre o assassinato do Dr. Bene-
dicto Franca.
Pessoa, porm, de nossa amizade acaba de com-
municar-nos que, cartas que receben de Flores,
ibe dizem se ter descoberto ser o assassino desse
Dr. o ir nao de um seu ex-vaqueiro, a quem elle
conservara preso.
Se en tfcfesse entrado e-a alguma combioaijao
para favorecer ao captao Joao Paes, por cerro tra-
taramos seas protectores di obter logo sua abi
soarfia io ape*wiawaii d* , daaflItndfM
depots de ter *<- 4ei*lo o aiaceici.
< Saiba o nobre redactor a o declaro para qne
todos rae oucam, qae apezar de pertencer de gran-
de partido conservador, nao tenho at o presente
contraarido aompromisso polticos em minaa co-
marca, enda ai quera a devo ser raagistrade: aai-
ba umm qua aem ao menos coobeco ao capitaa Joo
ffaes, sando aUe um 4as membros mais proeclnen-
les do partida conservador; saiba ajada, que se en
croizesee lavawcer ae mesmo capillo Jlo Paes, nao
o tenia pronaaciado ao art. 123 do cod. crim, e que
se oaauesse ver absolvido, tena a coragem a inde
pendeneta areaisa pan a facer por xnim mesmo :
saiba atada mais o notare redactor, que estive gra-
vemente doente e para prava, da que digo, leu os
doeameatos ionios, sratro o PTimeii u fui necldo ueto
Rvra. vigario d'asta freguezia Jos Antonio Mar-
ques da Silva Cuimares, chefe do partido liberal
d'esta cidade e a qaera deve o mesmo redactor dar
todo o crdito.
Alem deases documentos qae jalgo bastantes
para nmha 4a efeca, appello para o Dr. Gasto
Belleza, ez-juiz de diroito da comarca de Pombal e
tambera liberal, para que declare em que estado me
encoatrou no dia 2 de dezetnbro, qaando aassou por
esta cidade.
c Appello anda para todos aquelles senhores
que rae flzeram o favor de visitar durante o lempo
era que estivo doente para qne tamben declarem
se no estado em quu me acbraoa nodia sea rUco
de raaha vida exercer as funches do meu em-
preo.
Asaevero ao Ilustra redactor, que nada me sa-
tisfaz tanto como a cooscieacia de nimba innocen-
cia e justikaco, conciuo dizenio-lhe, que Deus
nao permita que em sua vida publica acantega que
elle nao teuha o desgeste de ver eavenenadas as
suas melhores intengoes a actos tnai.-. paros.
< Cidade de Souza, 26 de -aiwir de 866.-U
juiz de direito.Fernando Maranbense da Caoba.
CIIROMCA JlDiCUaiA-
No districto de Daas Barras, em Serinhera,
foi mona Laiza Mendes, no da 5 do cprrente pela
tarde, cora ama facad, que Ihe dea no pescogo
urna sua jimia de nome Bernarda de Sena; a
qual foi preza, bem como Jos Francisco d Sales
e Pranetsco Rodrigues da Silva, que mon va m na
mesma casa da mona, como indiciados em compii
cidade no assassinato.
Hoje o agente Olympio, no sea arraazem da
praca do Commercio n. 48, faz leilo de diversos
trastes, ebristaes, objeclos de ouro e prala, grande
quantidade de papel para embrulbos e outros ar-
tigos.
E' hoje (14) do correte mez de marco as
2 horas da tarda, a audiencia do juizo de paz da
fregdezl de Santo Amonio, qae por circunstan-
cias nao pode ter lugar boatem.
Fot provislooado de coadjutor ja parochia
de Agua Preta o Rvd. Sesostres Abdon Freir de
Carvalbo.
Temos as melhores inforraaQoes desle joven sa-
cerdote, cuja ordenacao teve na pouco lugar; e
estamos que elle inspirando se na mssio sagrada
que campre-lhe etercer, ha da corresponder
cooBaoca que merecen ao nosso digno diocesano,
desempnbando o sea ministerio na altura do sa-
cerdocio oalholico.
Foi approvado o Sr. Lydio Porpurario de 011-
veira Santiago em msica, sendo a prova dada na
Cavatina da opera Beatrtu de Tmin, de maestro
BeNiM.
Dando publicidade a seguate correspoLden-
"cia do Sr. Dr. Maracbense, digne juiz d dlreito da
comarca de Souza, na Parahysa, temos a satisfa-
go de ver, que arredou de si a censara que trans-
parecia do mudo porque o contemporneo do Des-
pertador ge bouve para com elle acerca do faci,
de que se oecupa o mesmo doutor em aa corres-
pondencia.
Essa ffetiKa'ao'Dr. Maraheuee assenta em ama
carta do respectivo vlgarlo, qae confirma ter acha-
do S. S. gravemente doente, bem como em outra do
Sr. t. Jos Paulino de Figaeireu'o, qne referiodo-
se ao mesmo Avai. vigario, diz ter-ihe S. Rvma.
pedido para que accnselbas.-e a Exma. Sra. do ur.
Maranbense ama Jama medica, visto como pare-
tia-lhe graveo seu eslado e carecer de um trata-
memo serio. Alm disto, Brma anda S.S. a sua as-
setefcSo bo atfestado medico do Sr. Dr. Lutz Ja-
s Correa de Sa', que capimia os seos iucommo-
dos de dores oslescopas, que sobreveie urna
pneumona aguda, de qae eslevemaitb mal.
Juizes que hoflraai a toga qae vesical, horneas
que s prezam, quando feridos em sua reputacao
assim que se vlngam ; pols deixam de plaao co-
nbecfdo que a verdade nao se enreda fcilmente,
t Tratando o jornal Despertador n. 427 de 23 de
dezembro ultimo do jtrlga*wto do capitio JoSo
Peres de S Barfeto, lameotou qne eu adoecess
por occaslo desse julgamento.e bem assim algans
dos meas substitutos at qne fosse o mesmo cap-
tao Joio Paes jotatdd ptft qneffl conviesse 4 sos
abstv*fie, awerweentaodo que foi m escanddro
semeHiant julgaraeoto.
Bnenergaado as palavrts do redactor do D-
pertaatr ama teeusacaD e censara falta a mrnha
pesan, an mea dewr deertar, rae nao deixef
o exerclcio do mea cargo por occaslo desse jal*
g'ain,t??LffB*) *8fB o mesmo redtesor.
nn'^Ja1F^to*'.?P1,,0,oSo --4W. tew lagar
5S.W8Jl22!eBbr?', rwnmt*e-o elle a pri-
Til Ce MMineordfi fdtstaMi oeiMa eidade Unta a
tantas legoas) presidir o jury qne Uv eoovaav
do para o dia 13 do mesmo mez.
TRIBI-1L DO COnHERCIO
ACTA DASESSAO ABMiNISTRATIVA DE 12 DE
MARCO DE 866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESESIB.VnGADOR
ANSELMO FRANCISCO PBBBTTt.
As 10 horas da manhaa, estando reunidos os Srs.
deputados Rosa, C. Aleoforado, Basto e Miranda
Leal, o Exm. Sr. presidente declarou abena a
sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
viiiiim
flicio do deputade ae ene tarto iaterino do meri
tissimo tribunal do commercio da Babia, datado
do 1.* do correte, aceusaodo a reoepeao de qua
Ibe fura dirigido em dala de S-de feveretro prxi-
mo passado.Archvese.
Dito da mesa regedora da iranndada dos Pas-
sos da matriz de S. Fre Pedro Goocalves do Recl-
fe, cara data de 7 do andante, convidando este
tribunal para acompaohar a Lrasladacao e a pro-
cissao do Senhor Bom Jess dos Pacaos as tardes
dos das lo e 16.Sciente, e que se respondesse
agradecendu.
Dito de Joaqnim Marinho Cavalcante de Alba-
querque, firmado do 8 do correato, deelaraudo
aceitar o lugar de interprete do commercio para
que (ora Borneado.Archvese.
Dito da junta dos corretores, datado de boje,
enviando a cotagao dos precos correales da sema-
na ltimamente liada.Arcbiv-se.
Aos Srs. deputados foram distribuidos os se
guintes livros:
Copiador (por machina) de Augusto Frederico
de Oliveira.
Diario, de Linden Heydmana & C.
Copiador e diario de Manoel de AJiaei-la Bastos.
Copiador de Joao Querioo de Agailar & C.
bKSPACHOS.
Requerimenlo de Amonio de Souz N'eves & C,
pedindo o registro do seu contrato stcial que jun-
tan..Vista ao Sr. dexembaroador tisiwl.
Dito de Ignacio Pereira do Valle, pedindo que
se Ihe mande facer entrega de urna procuragao
que juntara aos paoeis de Jos Guilherme & C,
passada por Bernarda Pereira do Valle Porto, e
qae fora registrada neste tribunalComo requer.
Dito dos administradores da massa fallida de
Amorim, Fragoso, Santos & C, pediodo por certi-
dao o tbeor do contrato da dita firmaoom declara-
cao dos nomes dos coramauditarios, e das quaoas
por que se obrigarara*Como requerem.
Dito de Aotouio Francisco Carneirp Monteiro Pi-
rao, salisfazeodo a exigencia fiscal mandada com-
prir por despacho de 8 do andante aflm de ser or-
denado o registro do sea contrato social.Vista ao
Sr. dezerabargador fiscal.
Dito de Amonio Ferreira da 8tlva Maya, Manoel
Alves Correia e Narciso Jos Monteiro, pedindo
que se admita registro o contrato de saa socie-
dade commercial sob a rasao deMonteiro, Cr-
rela it Co qual juntara.Assigaado pelos sup-
piteantes, voltear.
Lito de Mills Lalham & C, para que sejara re-
gistradas tres procuragoes bastaales qae juntara.
Como reqaerem.
Dito de Thomaz Peraaades da Cunta Jnior e
Silvestre Pereira da Cunba, pedindo o registro do
sea contrato social que janlam.Vista ao Sr. de-
zembargador fiscal.
Dito de Joaqnim Rodrigues Tavares de Mello,
Jos Loiz de Mello e Dominga Jos Antunes Gui-
mares, salisfazeodo a exigencia fiscal, mandada
cumprir por despacho deste tribunal, relativamen-
te a qnota pane que deve caber cada um dos
socios as perdas sociaes, e pedindo qu se admit-
a a registro o seo contrato de socledade.-Vsu^
ao Sr. dezembargador Urea I.
Ja vistes pelo Sr. detembargador fiscsl.
De Amonio de Souza Oliveira e Mello e Antonio
de sooza Oliveira em que pedem o registro do seu
distrato social.Regstrese.
De Alfredo Garca A Irmao, em qae pedem o
registro de sea centra social.Regislre-se.
De Soasa Soares $ Irmo, para o registro do
sea contrato social.Reglstre-se.
De Francisco Botelbo de Mendonca e Manoel
Medeiros de Souza em que pedem o registro de
sea contrato de commercio de raadeiras. Regis-
lre-se.
De Jos Joaqun) da Silva Gome', Jeronvmo Joa-
quim Pioza e Jos Ferreira da filva, para ser re-
gistrado o contrato d sua sociedade.Como re-
querem.
De Joaqnim Jos de Medeiros, coramerclante da
capital do Rio Grande do Norte, em que pede ser
matriculado.-Como requer.
De Domingos Jos M Amorim, para ser admit-
tldo a registro o contrato de sua sociedade sob a
rasao de-Amorim De Pedro Tinoco d JoaqainY Ferreira Dltfli, para
qae se admitta registro o dislrato qne fiteram
da firma-Vianna & Guimar5es Dos mesmos Pedro Tiooco e Joaquim Ferreira
Dlniz para se admittr a registro o contrato de sda
sociedade.Registre se.
Sommari* ex-officto contra o corretor ausente
Frederico Lopes Guiraare.
O tribunal 4 vista do parecer flseal e documen-
to* que Ihe servem de base, eonsVdeta vaga o Ib-
querque; appellados, esa*n
fallida de Rostrou, Rooker &
Addiado na sesso de o do
Foi reformada a sentenca appellaa,
Appellante, Joio Antonio Gongifleai
Rozeado Alves da Silva.
Addiado na sesso de 5 do crrante.'
Foi confirmada a sealenga apiielUda por antro
fundamento.
Anillantes, os administradores la massa falli-
da Amorim, Fragoso, Santos i C; appellido,
FYajaflico Jos d Silva Guinaaafci, es-ionarlo de
UMx los da Stlra Gotoaraes.
Addiado a pedida de aun dos S-. aputados.
AppeMantes, es admlaisiradores daaredita mae-
s MMda ; appalavlq, Antonia Jos Candido de
ten.
espreearam-se os embargos.
aanMo Marques.
es de Souza Pitanga.
no Das Fernandos.
Iqneira Varejo.
rrea de Oliveira.
?
i 11
ditera
5>*Jpa OEte pej m. usar Hp em diaute.
Tqual sedbferlo o respeciivo -jnramento7Yol^! ^^ ""^.f de natareza aCM,a* deter' b"^o, abaixo de Dws, devido o seu resta-
ro interrojado e hdo o procesan da fermagao *a,J-'X e calmante. belecunento a rajricia -de -V. S., e por isso
caipt deaaswolvida a acensaos* edefeza e depots Os cidos possuem a virtude de produzi- p(je V. S., seraore Oatarteom os meus ai-
J,1.^"^^".^^'^ a materia da.arcu- rem bons effeitos nessa enfermidade, por vmmits p-g 7^Tj rm ?n n
faco-s da^eleza foram propostas as questw de aue n3o sa cootrihuprn a iw^oar a sede ~a Piebumos' eSfaWl em todo O
ttaotomialaaain entregues cora oprocassoao pre- 'L LSS. rl ^^^ 2~ tem-K) *"" um* t,r*,a d0 sWQ reconheci-
8ideMMfiio dojuiyde senteaca, se e ret- 1ua ldo accommeUem a febre etbica, mas
ambem a refreacsv o saague.
Aos doentes |i eBformitkde, gaando O! dJT^
seu estado de grattfate tal que a febre
thica os accommette, prescrevo-lbeso-sa-i
ee de ora limo drssolTido em urna crcara
senteaca, que se ret
rou com oa da mais membros delle a sala arela
das conferaaaias pela 1 1|2 hora da larde da onde
voltou as I aom saas resposias, qa forain lidas am
alta voz pala presdeme do jury ate satenes, am
vista de coja decisSo o Sr. Dr. juiz de direito coo-
AjUiellinhH, oa admlaiOMideMO-da-pwitUa mi- -demrroq o-ro a 1 rnnns da nrtftr com traiiatho a
sa -fartlda; appetlado, Luiz los da Silva Guima
meato.
Dejot V.S. toda as
.amito re6p9Haterbrigadissimo
: criado. Franemo Bermftm Cesar de Me-
nezes.
saas.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Manoel -Ignacio de Siqueira Caval-
cante ; appetlado, Joaqnim Salvador Pessoa de Si-
queira Cavalcante.
Addiado a pedido de um dos Srs. deputados.
AppeMantes, Flix Sauvage & C.; appellados,
os administradores da massa fallida de Amorim,
Fragoso,- Sanios de C
Addiado a pedida de nm dos Srs. deputados.
Appellante, D. Mara Theodora da Cosa Alves
Ferreira por si e como tutora de seos fllhos meno-
res ; appetlado, Joao Frederieo Jorge Kladt.
Ofdeaoa-se orna dejigencia.
Appellante, Luiz Antonio de Souza Ribeiro ; ap-
petlado, Maeoel Joaqnim Hodrigu-s de Sonsa.
Desprezaram-se os embargos do appellante e re-
ce6eram-se os do appellado.
Appellante, Manoel Jos Leite; appellado, o
c^asm aortagu-f.
Addiado a pedido de nm des Srs. depotados.
O Sr. dezembargador Silva Guimares juma
suspeigio, e vista da suspeigo jurada pelo Sr.'
dezerabargador Reis e Silva em 6 de novembro do
auno passado, apresenton mesa e pedio as provi-
dencies legaes para o andamento do feito entre
partes.
ApneMaote, Maooer Antonio Nogueira ; appella-
do, Joo Peretra Castetlo Braneo.
E o Exm. Sr. presidente offleiou ao Exm. Sr.
couselneiro presidenta da relago reqaisilaodo a
desigaacao de um juiz.
PASSAQB-IS.
Do Sr. dezembargador Silva Galmaries ao Sr.
dezerabargador Reis e Silva.
AppeMantes, Francisco Gomes Pareles e ou-
tro; appellados, a viuva de Manoel Goocalves da
Silva e ootro.
Appellante, D. Marta Theodora da Costa Alves
Ferreira por si e como luWra de seus fllhos meno-
es ; appellada, a directora da Cana Filial do Lon-
don and B-asiliau Banck.
Do Sr. dezembargadsr Accioli ao Sr. dezembar-
gador Silva Gurnares.
Appellautes, os administradores da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appellada,
a junta administrativa do Hospital Portuguez oesla
cidade.
Nada mais havendo a tratar, encerroo-se a
sesso a ama hora e meia da tarde.
custas e levamou a sesso addiando ajjara odia se- d'agua com gastante assucar em um grande
I copo para misturar com um papelinho dog
pos refrigerantes para tomar, com que ali-
viam no acc inmettimento da febre. e pela


Publica^oes a pedido
MONTE PI PORTUGUEZ.
A directora provisoria desta lnsttuc.ao scien-
tifica ao Sr. Manoel Angusto Candido Pereira qne,
pela circunstancia, qne passa a mencionar, se pe-
dio a S. S., bem como a varios outros sacies, em
am aaoancio publicado neste Diario, o obsequio
de indicar o lugar da sua residencia para poder
sur _proTor*oo.
ATTEMCIU
Xarope alchoolico de veame, preparado
manhaa o xarope eZrto de veSL. TeK I SbKir^SS da**aarifos'
aconselhado, que facam uso de vegetaes de S^erJSSc? D*
natureza acida, como Uranias, HmSes, pi- vn^ , ;r^-.4 w .
tangas, uvas, etc., e applca5es de plantas' &^^eI^^^?aK*!,IS
amargosas, que fortific o estomago e ser-! LiSScfa o 2 ^ SS11 ^l
vemao me,mo tempo para destruir e ^J^9*J^S^**
ASra. D. .o^oina *^^SKE^
purificarle do sangue; assim pois
VTn- a ora. t. juaqoma ue sa narreto, tcnuo ; a*,, m^Wt,. <>i h. -mmU-4 -*--*-
-s. assignou como jnstaiiador ama lista na urna sua escrava faUecida desta molestia, sub- i 7 3EfT i^T^S ^S"
reuniao que hou^ no gabinete portuguez de leitu- meltitla ao tratamenlo e %cn nu-ilirn rpsnl- pur cagie do saague assim peie se
ra era 30 de mareo de 1864 e posteriormente ins-1 ~!ll^?^^^^^r^?;: tem verificado per muitas pessoas que se
creveu tambera oV sen nome ,em outra lista confia- veu procorar-me para tratar de um outro h desengaadas ae-^acbem-se
da ao nossq digoo cQnsocia,.o Sr. Jos Joaquim Al- escravo, que soffria da mesma enfermidade, hoj re8tabelS: ,
ves. ooando se recoineram todas as listas foram! prescrevMhe o xarope de veame, tem me-1 KXn 2 i? Ji,S,r 5 S
oes dos signatarios levado a um registro, e inorado Cfiastili-rawkiu-nt I aicooltco de veame; eotretantO que al-
Ihorado coasideraveimente.
A senhora do Sr. Antonio Francisco li-
os nomes
como o sea nome flgurasse em duas listas foi re
gislrada duas vezes por natural inadvertencia, e
em duplfcaia.se extraaio tambem o recibo da^ua. norato foi desengaada por habis mdicos
jola,-sem qae o secretario bouvesse nisso reparado- desta cidade, esteve prostrada, e nos ulti-
A dlrecloria, por iovestigagoes a qae hoje proce-. roofi narasismos da mirtp (ni ci\m n xaro-
dea, veriflcon que effectvamente o Sr. Manoel Au- ^, , J?8 mGrte' tl COm. Xar?
gusto Candido Pererra i pagoa a sua joia, mas aoP6 ae velan salva, como se v oa carta
impressa no Jornal da Recife de 9 de feve-
reiro de 18G3.
gar de cofretor geral, para qae fora ntiteado e
qae etfetett Frederico Lopes Gnimarlfen, o qual
ausentou-se desta ddd, e manda que persistindo
a flanea pelo tempo de seis ratees seja a vaga an-
nunciada durante sessenta- Un a contar da pri-
meira poblicago, para que se habiliten os pre-
tendentes ao offleto qae vagoa.
Nada mais havendo a tratarse, foi por S. Eac. o
Sr. presidente encerrada a sesso s H horas e
mefa do dia.
TRIBUNA!. DA BEL \ClO.
SESSO DE t3 DE MARCO DE 1866.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0NSELHEIR0
SOUZA.
s l horas da raanha, presentes os senhores
desembargadores Santiago, Giliraaa, Guerra, pro-
curador da eora, Loureogo Santiago, Almeida Al-
buquerque, Motta, Assis, Doria, Domingaes da Sil
va, e Vleira, abrise a sesso.
Passados os feilos, derara-se os seguimos^
JULGAMEHTOS.
Appellacoes crimes.
Appellante, o juizo : appellado, Joaquim Gomes
de Moara.
A novo inry.
Appellante, o juizo; appellado, Joaquim de Souza
Ferraz.
A novo jury.
Appellante, o juizo; appellado, Josepha Mana de
Jess.
Improcedente.
Appellaco civel.
Appellante, Josepbina Sebastiana Cavalcanl;
appellado Bernardo Jos de Barros.
Desprezados os embargos.
Revista eivel.
Recrreme, Jos Borges e saa mulher ; recorri-
dos, Jos Mendes da Cosa Rodrigues e outros.
Sorteados us Srs. desembargadores Assia e
Vleira.
Aonulloa-se oproeesso de fl. era liante.
HABBAS CORPUS
Concedea-se ordem' a Jos Gomes Ferreira de
Lira e a Joao Jos de Souza para o da 17 do cor
rente as 11 horas do dia.
Assignou-se dia para jalgamenlo das appellages
egumies :
A appellaco crime
Appellante, o juizo; appellado, Marcolino Go-
mes de Moura.
As appeUagoes civeis.
Appellante, Jos Lopes Barreiros; appellado, Ber-
nardino Gomes de Oliveira Franco.
Appellante, Maooel Googalves de Souza ; appel-
lado, padre Jos Barbosa Mendes Rocha.
PASSAGENS.
DoSr.desembargador Santiago ao Sr.desembar-
gador Giliraua
A appellaco civel.
Appellante, a cmara municipal; appellados, F-
lix da Cunha Teixeira e outros.
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. desem-
bargador Guerra :
As apoellagScs civeis.
Appellante, Fraacisco Caodide Paz ; appellado,
Candido Alves Lima.
Appellante, o cnsul portuguez; appellado, Ma-
noel Jos Leite.
Do Sr. desembargadorLourenco Santiago ao Sr.
de sem barga dor Almeida Albuquerque :
A appellaco clvel.
Aupellanle, Lourenoo Bezerra Martins Cavalcan-
ti; "appellado, Antonio Marques de Albuquer-
que Cavalcanl.
DoSr.desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Assis
As appellac5es civeis.
Appellante Joao da Costa Perusa, appellado, D.
Joanna Maria das Dores.
Appellante, Manoel Rodrigues da Fonseca; ap-
pellado, Felippe de Albuquerque Montenegro.
apellante, Antonio Marcolino do Prado; appel-
lada, D. Maria Barbosa de Mendonca.
Appellante, Manoel Pinto de Araujo Fillio; ap-
pellado*, Portella & Braneo.
Appellante, Francisco Luiz de Vasconcelloi; ap-
pellado, Thomaz Looreiro de Castro e Silva.
Appellante, Antonio Gonealves da Silva; ap-
pellado, bacharel Galdlno Ferreira Gomes e outros.
Do Sr. deserobargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Doria
As appellages civeis.
Appellante, Andr Pires Visgueiro; appellado,
Jos Felippe Bezerra de Meneies.
Appellante, Joaquim Mauricio Wanderley ;ap-
al.*. IJ11-; tmrrmtrm da Silv*.
Sr. Jos Joaqnim Alves, que, em diligencia de ul-
timar a cebranga de outras jolas, ainda nao entre-
gou ao Sr. thesoureiro do Monte-pio as importan-
cias ja recebidas, e por isso nao poda a directora
provisoria ter ainda scieacia de baver S. S. reali-
sado o referido pagamento. Por outro lado pedindo
a directora ao cobrador, a qnem enlregou os reci-
bos dos socios insultadores, urna nota daquelles
cujas residencias ignorasse, nessa nota veio inclui-
do o nome do Sr. Maooel Augusto Candido Perei-
ra, de quem o cobrador nao sabe a raoradia, no-
tando-se qae nao se acba esta designada na lista
que S. S. primeramente assigpou no Gabinete.
Dada esta .xplicpgo, a directora julga dever
observar ao socio, Sr. Candido Pereira, que o au-
nnncio qae fez pedindo a diversas pessoas o ob-
sequio de declararen, as suas raoradias para poda
rem ser procuradas, neuhuma oSnsa envolve pa-
ra essas pessoas. e por isso parece nada haver que
justifique o final da declaracao que S. S. hoje tez
neste Diario; entretanto S. S. obrara' como rae-
Ihor o aconselhar o seu bom senso, depois de ma-
dura reflexao.
Secret.ria do Monte po portuguez em Pernam-
baco, 13 de margo de 1866.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastos,
2o secretario.
O escravo Emilio, do Sr. tenente-corenel
Rodolpho Joao Barata de Almeida. foi tam-
bem desengaado por habis mdicos, e
com o xarope de vellame acha-se completa-
mente restablecido, como se v tamben
da carta impressa do mesmo Sr. teneBte-
coronel no mesmo Jornal do Recife.
O Sr. Antonio Christiano Fogt, Qlho do
Sr: Chrisliano Fogt, proprietario e estabe
lecido na cidrJe de Macei, o primerro bem
conhecido nesta cidade, pois que fci empre-
ado na casa do Sr. Len Chapcllin, retra-
tista estabelecido na ra da Imperatrir, ac-
commettido desta molestia, foi daqui desen-
gaado por habis mdicos: retirou-se para
a Babia, e all contiuuou em tralament > ate
que foi segunda vez desengaado pelos m-
dicos dalli, chegando eu em Macei, um
amigo pedio-me, que o aeompanhasse at a
casa do Sr. Christiano, para ver um doente
e prescrever-lbe algum remedio, encontrei
o filho em urna cama desanimado e em es-
tado de prostrac3o, pois que escarrava sua-
gue, e tinha completa inapetencia e fraque-
za a ponto de nao se poder por em p, no
fim de urna garrafa do xarope ethereo de
veame j se achava elle no estado de pas-
seiar em casa, desapparecida a inapetencia e
os escarros de sangue ; e a tosse mitigados.
No fim da segunda j achei em estado de
faze-lo passearpelo sitio todas as manhSas.
Acabada esta o aconselhei, que continuasse
no uso do mesmo xarope etherio alternado
mas sim tambem com jarope alcoolico de vellame, e que
faz remover todas as maculas que desfeiam | usasse dos banhos salgados na pancada do
a formosura das feicoes, dando aos vasos ,mar- Sent'0 elle nos primeiros banhos al-
superflciaes um aspecto saudavel e vigoroso g.uns choqnes, mas eu o aconselhe- que con-
restituindo as feifoes a primitiva cor rub-'linuasse com o que se tem dado muitobem
cunda e macia, dan da transparencia e elasticidade. Todas es- jem *iue se -*- communtca o sen bom estado,
sas agas adstringemes, pos e pommadas,! Nesta molestia os expositores de medici-
etc, do dia, nSo fazem mais do que arrui-1na n5 aconselbam banhos salgados, apenas
nar a pelle e estragar a formosura conta-
Agua florida de Morraj e Lanman.
As sen horas que estao acos turna das a
usar pos de arroz, que s faz intumecer o
rosto, feixando os poros da pelle, privando
a evaporacao da superlicie; obrariam com
juizo em por inteiramente de parte seme-
luant ingrediente, substituido em seu lu-
gar este puro cosmtico floral; o qual nao
s perfuma a pelle com urna fragrancia tao
fresca e deleitavel como o respiro e cheiro
das flores meias aberlas;
guns, tendo usado do xarope de Crmier,
de Larrey, de salsa parrilha, de aaponaria,
oleo de ligado de bacalbo, e entro* gentes
desta ordem nada conseguir. ' Ue de
fcil digesto, agradavel ao paladar e ao ol-
phato. Alguns mdicos desta cidade e da
de Macei o teem recommendaio para a cu-
ra das
Impigens, tinha, escrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto.
Cancros, sarna degenerada, fluxo alvo.
Todas estas affeccoes provm de orna cau-
sa interna; nao ba pois razao alguma em
crr que ellas se podem curar com remedios
externos. Tambem se presera** o xarope
alchoolico de veame para o traiamento das
affeccoes do systema nervoso e fibroso, taes
como:
Gotta, rheumasmo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade,
Marasmo, hypocondria, emmagrecimento.
O xarope alchoolico de veame . sobre
tudo, da maior atilidade para corar radi-
calmente, e em pouco tempo o rhenma-
tismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se
vende nesta cidade na botica cima indica-
da, do abaixo assignado; e em outra qual-
quer parte que se tem annunciado n3o da
mesma composic3o, e nem o abaixo assigna-
do se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranhos.
ERBATA.
No communicado hontem publicado de um ir-
mao terceiro. dorara se os seguintes erres.
Oode se lum facto que nao ha applicaca
s liobas59 e 60 lea seum facto qae nao ha
explicacao.
Mais abaixo a' tinha62 -onde dizsenao fosse
o cunhado-leia seseno fosse o cuohadio.
C0IYIIV1ERCI0
minando mais tarde ou mais cedo a propna
saude; em quanto que a tendencia desta
agua saudavel e aromtica, inteiramente
opposta. Quando misturada n'uma pouca
d'agua, torna-se nm excellente e exquisito
meio de lavagem, para os denles e gengives,
dando boca e ao paladar um delicioso gos-
to aromtico. (Em consequencia das mui-
tas imitaces que por ahi existem, recom-
mendamos s pessoas qne comprarem esta
exeleBte agua, tenham o cuidado de ver e
examinar que os nomes de xMurray e Lan-
man se achem devidamente inscriptos sob
ca !a envoltorio, letreiro, e at me-mo gra-
vado no vidro das proprias garrafas, e na
faltt dos mesmos, claro esta' que toda a
mais falsa e para nada serve.
Vende-se as pharmacias de J. C. Bravo
e Caors Barbosa & C.
SESSAO JUBfCIAR!a EM 12 BE MARGO DE
1866.
HUCSTBKffCIA DO EX*. SR. MSBraXRC?DOR
A. r. P8BRTTI.
Secretario, Julio Gumara.
As onze horas e meia da manhaa o Exm. Sr. pre-
sidente tteclarou atera a sesso, estanflo rstmidus
os Srs. desembargadores Silva Guimaraej, Reis e
Silva e Accioli, e os Srs. deputados Rosa, Gandido'
Aleoforado, Basto e Miranda Lsat
Lida, foi approvatta a acta da sesso antece-
deoTe.
Assignaram-se
sesso sos feitos entre parles.
Appellautes, os administradores da massa falli-
da de Amorim, Pragoso, Santos & C.; appellado,
Jos Ribeiro Galmaries Scbrinbo.
Appellantes, os ditos adrrrinislradores; appella-
do, Henriqne Jos Alves Ferreira.
Appellantes, os ditos administradores ; appella-
do, Jo8o Ferreira da Silva.
Appetlarotes, D. Marta Tbeedora da Costa Alves
Ferreira por si e como latera de seas fllhos meno-
s; aa>pertado, Jofo Fretfertco Jorge Kladt.
JLGAMENTOS.
Appaiiaate, o Dr. Esievo Cavalcante de Alba-
pell*o, Lu Pwrwra da Silva.
Do Sr. desembargador Bora ao Sr. desembar-
gador Dotwngues da Silva :
Aappella-aodvel.
Appellante, Joaquim Jos de Almeida; appella-
da. D. Praucisea Caetaoa de Almeida.
Do Sr. desembargador Domiogues da Silva, ao
Sr. desembargador Vleira.
A appellago eivel.
Appellante, a masada; appellado, Agostrnoo
Eduardo Piaa e irraios.
Do Sr. desembargador Vietra ae Sr. desembar-
gador Sanliagt)
As appellages civeis.
Appellante, Joaquim Jos de Almeida; appella-
do Francisco Caetaoo de Almeida.
Appellante. Patricio Jos da Costa Lima; appel-
, lado, Dr. Seba*iio Mauncto Wanderley.
Appellante Mara Jos das Trevas; appellado,
Francisco Jos Vianna.
Aappellagaecrime.
Appellante. o juizo ; appellado, Flix Kohy.
A t hora da larde eocarrou- se a sesso.
JIRV DO RECIFE.
8 I Mxbco el (666.
os acordaos proferidos na ltima'* PrMiaseta do Sr. Dr. Joao Antonio de Artmjo PVif
tas Henriques, juiz de difeftc d trmetra tura
criminal.
Prometer pabffee Dr. Jlo Thom da Silva.
Eserlvio Joaqaim Praneisco de Paula
Clemeate.
Advogado o Sr. Dr. fos Rodrigues Pererra.
Reo Manoel Mariano dee Sanios.
Peta a chamaea as W da maaoa, acham-se pre-
sentes H seabere jorades. >
Foram mu lados em 0|000 cada wn He Jara-
dos J marrados ase anteriores oMau de seasae e a
cada na dos aagotakas :
Dr. Benio Borje da Fonceca.
Phhysiea.
O xarope etherio de veame por mim pre-
parado muito tem eproveitado aos que sof-
frem desta molestia, e de lamentar-se, que
no obtoario desta cidade a maioria dos que
suecumbem de tubrculos pulmonares,
sem procurarem o recurso do pratico e do
experiente, que Ibes podem encaminbar o
meio de sua salvacSo.
O Sr. Braga com loja de ferragens na ra
Direita, foi desengaado por dous habeist
mdicos, acha-se bom com o tratamento por
mim proscripto.
A Sra. Jeronyma Maria da Conceic5o, mo-
radora na travessa do Monteiro n. li>, achan-
do-se desengaada, tambem mim recor-
rea eacha-se restabeleeida,
Um sobrfho do Sr. professor ae Naza-
retb do Cabo, acha-se bom, como se v de
saa carta abaixo transcripta, alm de outros
fados, qae poderia aqui mencionar.
A phthysica a destruido e a magreza
de todo eorpo, em consequencia de chagas,
tubrculos e conoreccSo dos bofes e de em*
pyema, atropina nervosa e ontras molestias
qae vidam os humores, como escorbuto,
alporcas, gallico, astbma, bexigas, sarampo,
eto.
N phthysica, ebegaodo ao estado de gra-
vidatie, o qae mnito pode coacorrer para a
salva.cao do doente e ajudar os medicamen-
tos , o ar do campo, exercicto conveniente
e dieta, a qual Bao deve ser de nenhuma
cousa quente, ou de defficil dlgestSo; e a
bebida campre que seja de natureza branda
e fresca.
Todo o sea alimento se- ha de dirigir a
moderar a acrimonia dos humores e a nu-
trir e suster o doente, ara o que preciso
reduzi-lo ao uso de vegetaes e leite.
Toda comida e bebida, que se tomar ba
de ser em poucas porces, para evitar que
o' excesso tYifa trem opprima qs-bofes
e accelere mato a circulacao do sangue
aluites doeoles desta molestia se teem en-
trega e ao o do oleo de ligado de bacalbo,
e outras preparacoes de resmas e palsamos,
sem que deltas teabam tirado proveito; e
algans expositores de medicina combatem
com mwla raa3eeee trataaeato.
costme earregar o estomago do doen-
te aom medicamentoaoleososebalsmicos;
porm e&teeemvM deUrir acaonaug-
mentam-na, esquentando o sangae, ao mes-
quando delles tratam, dizem ser applicados
as escrophulas, hypocondria, estherismo,
amenorrhea, raelbismo, etc. ; entretanto'vi
este bom resultado no filho do Sr. Cristiano,
e outros fados iguaes tenho visto as om-
leslias siphyliticas, e outras muitas que com
o uso do xarope alcoolico de vellame tem-se
obtido cura radical.
O Sr. Dr. Silva, medico hbil de Ma<:ei,
depois de ter applicado a um seu doenie de
rheumatismo o xarope alcoolico de vellame,
logo que elle se poz em estado de largar as
moletas, em que andava arrimado, o aconse-
lbou que continuasse com o uso do mesmo
xarope conjunctamente com os banhos sal-
gados, com que se tem dado muito bem, e
um dos mdicos que all em Macei tem com-
pleta confianza as preparacoes de vellame
por mim feitas, pelos bons resultados que
tem obtido emsua clnica.
Quando alguem se v com tosse vai ao me-
dico, este o examina e declara-o senhor es-
t affectado dos pnlmes-o doente desani-
ma com esta sen tencas eotcade estar sem
mais cura, quando os fados e a experiencia
teem demonstrado que muitos tendo procu-
rado o lugar apropriado, se teem salvado ;
assim explicam muitos expositores de me-
dicina.
Ora, nessa provincia temos facilidade ho-
je e recurso do ar; por qae a vi a frrea
nos proporciona, pois que em pouco tempe
ama pessoa que existe nesta cidade fcil-
mente se t'ansporta para as ultimas eslaces
de Gameleira e Una, lugares perto do Boni-
to e de outros pontos que sao considerados
ser tito, quanto mais que os mesmos lugares
j n5o sao mos, segundo pens, principal-
mente no verSo.''
Mas dir-se-haurna pessoa pobre nao tem
meios de se transportar e all estara isso
se responde, qae naquelles lugares existem
asas vastas e alugam-se por prego commo-
4o, e mesmo muitos gneros de primeira
necessidade all se vendem pelos meamos
precos qae aqu.
Aquelles, pois, que estiverem nestas cir-
cumstancias, eu lhes facilito explicar os meios
pelos quaes se de vera reger, e Ibes furnece-
rei os medicamentos gratuitamente,
Nao deixarei d advertir ao publico, qu
as miabas preparacoes de veame sao reu-
nidas com ontros ingredientes, e com elles
tenho obtido ptimos resultados: n5o se en-
gae o mesmo publico com outros qae por
ah se an'nunciam, cujas preparacoes ignoro,
assim cerno o 8proveitemeote aos enfermos,
a qnem portentora tenham sido applicados ;
cada um responde por si, e eu afllrmo coffl
verdade o que aqui tenho relatado, cajos me-
dicamentos Bosta proviocia s vendo em mi-
nha botica aa roa Direita n. 88.
Jos da Rocha Paranhos.
Nazreth do Cabo, 7 de setemiwo de 1863.
Uta. Sr. Jos da Rocha Paranhos.-t
o maior prazer levo ac conhecimento de V.
S., qua o doente qae V. S. acha-se admi-
nistrando-lhe re uedios, acha-se no todo res-
tabelecido, portante, nada sent, tendo des-
apparecido no todo a tosse, tem muir dispo-
sic-50 comida e acha-se nutrido. Deixou
tomar os ultimes remedios que Y. S. recei-
toa no dia 30 do passadoir esta agora a V.
S. mandar-me dizer qual a dieta qae
doente deve conservar e por qaantos tem-
IPRAfA DO RECIPE.
Coiafocs olQolaes.
13 de marco.
As 3 i|2 horas da tarde.
Algodo da Parahyba 1 swle posto a bordo
185600 por arroba.
Cambio sobre Loodres 90 d/vlsta 2% d. por
laooo
Cambio sobre Paris3iO rs. por franco,
uubourcq Jnior,
Presidente.
Silveira,
Secretario.
.\'oto banco de Pernazn-
baco.
O Novo Banco descoma letras a IS por centc-
ao anno, toma dinhero a praso fixo oa em conta
corrate pelo premio e cundicoes que se c oiivtu
cionar. e saca sobre a praca da Baha
Calxa filial do banco do Brasil
era Pernambnco.
De ordem da directora se fas pulico qae o
thesoreiro ile-ta caixa se acha aoorisado a pagar
o dividendo do semestejBodo em 31 de dezembro
prximo passado, na razo de 12000 por accao.
Caixa filial do banco do Brasil 15 de Janeiro
de 1866.
O gnarda-lvros,
Ignacio Nones Crrela.
ALFANDEGA.
Rendlmento do dia 1 a 12..... 369:5030U
dem do dia 13............... 33:060*407
3:563*iol
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
Volnmes entrados com fatendas...
com gneros...
Volumes sahidos ce ra fatendas... 333
coa gneros.... 499

732
Descarrecam boje 14 do marctf
Barca franr-ezaJean Bafttslcmercadorias.
Sumaca argentinaNoca Carlotacharque.
Brlgue nacionalFluminensedem.
Barca nacional Gnnrnhinidem.
Polaca argentina Montevideodem.
RECEBEDORIA DB RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBOCO
Rendlmento do dia 1 a 13...... 32:5235170
dem do dia 13................ 2:1665670
34:79580
CONSULAOO PROVINCIAL
Rendlmento do da 1 a 12...... 75:0895985
dem do dia 13.............. 5:9915348
81:0815233
ammmmmmamm
M0V1MENT0 DQ PORTO
Navio entrado no dia 13.
Rio de Janeiro 16 dias brigoe sueco Gilfe, da
433 toneladas, capitio S. N'a>kolm, quipagem
11 era lastro a Taeodoro Chri6Haosea.
Rio de Janeiro 22 dias briguo melkaeaaeargaez
Hermami, de 284 leoeladas, eapito Frederico-
Niejakr, equipagem 8 em -lastro, a Angosto Fpade-
rico de Oliveira, sem receber ordena e seglo para
a Parahiba.
Navms saludos no mamo dia.
Rio Grande do Sal patacho oaolonal Adeiatde,
cap tao Joo Manoel de Footes, carga aamear
agurdente.
Havre por Macelo' galera frBcea* AieU eapi-
to Galher carga algodo o cairos generas.
Canal lugre ioglaz Mtsierys oapilao Sammoat
Morrison earga assucar.
Falroo-wtbe barca aaiea Seph*a Theoiortmt, ca*
pito Hourbert carga algodao e outros gneros.
Observado.
Suspenden do lamarao para a Parabiba a ajelara
sueca Amphitrite eapito Siaakelm tprn a metma
carga que trouae da Babia.
EDITAES
O Dr. Yirgiyje Gusmlo Co
uicipal suppleote da segunj ara em ex-
ercicio aea4a eidaete da Recife 4a Per-
HaHibuca, etc.
' Fago saber aos que a presenta e Ita t*e>
-

<

.........
am| I
~r*~


d fllliat^g |(I<|I1H II Jl Marea dtoM86*>
W
'(

I

Caf, eofr3o, idem,
Cha' tontn, dem.
Arrjx d do- Maraav
Bafialbafcidem. HsanMffl B
/atalas, dem. Wk.
Altlria, idem.
'oodano de- Lisboa, idem.
Ceblas, cento.
Fanoha de mandioca da trra, alqaotre ovo.
Feijio malatinho, idem.
Aieite doce, garrafa.
Vinagra de Lisboa, idea.
Sal, cafa.
Lenba em achas, cento.
Carne verde, libra.
Dita seca, idem.
Balactia, idem.
Pao, idem.
As propostas devera ser especiaos ja' para os
edite viren em como a junta administra-
tiva di Sarta Casa de Miser i
ti, rao fez a patico do taeor
Diz a junta administrativa d
de Mwotcordia" otoRecifo, que
citar aos herdeirot d Miguel Ferreira de
Mello, para a primeira desta juizo fallarem
tos termo de umlibello em qu3 lhes quer
pedir o sitiffir, tS particrjlar, sito no lujar
deBomioade Salinas, do qaal se acha de pos-
te unirtude do aferamento feito a aquella
fallecido, visto terem cah do em commisse,
como mol nrmente expressar em seo li-
belle pena de revelia, flcando foto-citados
par* todo os termos da causa at final exe-
CucSo. E porque a supplicante ignoce quaes estabelecimenlos decaridade e ja' paraoscollegios
seta a nerdeiros do mesmo fallecido, por ojambem aceitas propostas somente, decarne ver-
*;rt Pn v en rii-nA rln manHor a de pao e bolacha para consumo dos hospitaes
I3S reqoer V. &. se digne de mandar Pfl(lroII e d03 Lazaros e para a casa dos expostos.
pastar carta de editOS CO'. o praso de 60 Recommenda-se aos concurrentes qne observem
dias para ser citados os supplicados por em snas propostas a ordem, pesos, medidas e qaa-
todo o conteudo nesia : Pereira e Souza "^^Su* na r8la$* do3 *eneroJ de8Cr,P-
proc. civ. nota 203 portanto pede ao il-, Nata ttewurll se daiio os esciarecimentos de
lustrissimo Sr. Dr. juiz municipal da se- que os coacorrentes precisarem, e no acto da ar-
guada vara lhe defira. E recebera merc. remataco devero ellos comparecer cgm seus fia-
Como Droinrador Jas Thandorn Romes dores 0H monidos de nniS destes. 1na flcara0
r iLP2-B-i L 1Qoaoro y"0'- responsav is pelo nteiro camprimento dos respec
Cura ettcSO sendo-me apresenuda, nel- livo; comra,0g.
la dei O meu despacho do theor seguinte : Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
Distribuida, come requer. Recife 24 de eife 28 de fevereiro de 186&
fevereiro de 1866 V. Coelho.
Em virtude do dito meu despacho foi a
acclo disldaida ao escrivao Guaba, e es- DlVlGIldO,
t8 pastoa a presente porbem da qual e seu Paga-se nr. escriptorio di Coiopanhia Pernam-
tteer sao citados as henieiros de Miguel bucana, somente aos sabbados e era presenca das
Frrra de Mello para fallarem aos termos respectivas acopes o primeiro dividendn a nao
de um libello civil, que lhes vai propor a J^* pfr ac^: no escnptono larg0 d* Assem"
junta administrativa da Santa Gasa de Mise-
ricordia do Recife, em que lhes pede aen-
0 amanuense,
Francisco Gomes Castellao.
trega dsitio n. 15 no lugar das Salinas,
visto terem cabido em c mmisso como tudo
decan a peticSo aqu transcripta, afim de
qae no praso de 60 dias, contados da data
do presente comparecam em juizo por si
ou por seu procurador a allegarem seu di-
De ordem lo Mro. S/. inspector da theson
rana de fazenda desta provincia se faz publico ao
ex-cabo Severiano Antonio de Freitas ou a sea le-
gitimo procurador, que devera' procurar na secre-
taria da mesma thesoataria, para fazete sellar na
estacao competente, o seu titulo de divida de exer-
cos Dados qae nao podera' ser reconbecida sem o
preenchimento dessa formalidade.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
M*., sob pena de revelia, para ""> de .gg* tBj^ ^
que maodo a todas as pessoas pareates.j canos Joo de Soaza Correia.
amigos, e conhecidos dos ditos nerdeiros
de Miguel Ferreira de Mello lhes facam avi-
so de que pela presente sao citados para o
que cima lica dito.
E para que chegue ao conhacimeoto de
todos maodei passar o presente que ser
publicado -e afllxado no lugar publico do
eos turne.
Dada e passada cera o prazo de 60 dias
nesta cidade d) Recife, aos 3 de marco de
1868. Eu#edro Teruliano da Cunhi, es-
crivao o eserevt V.rgilio de GusmSo Coe-
Iho.
Vai pagar a quanlia de 230 rs. de direi-
tos de chanceflaria n. 122 i. 250 rs. Pagou
230 rs. de direitos de cluncellaria.Chaves
Limoeiro.
Vai pagar o sello deste edital, que im-
porta em a quanlia de-409 rs. O escrivao
Cunha.
Estava o sello n. 55400 rs.
margo de 1868.Chaves Sena.
Estava o sinele das armas imperiaes do
tribunal daelac5o. Firmino Antonio de
Souza, presidente.
Caia Filial do Banco do Brasil em
Perita tare10 de narco de 1866
De ordem da directora se faz publico aquellas
pessoas que tem objectos de ovo, prata e diaman-
tes depostalos sob caaco nesta caixa, que estan-
do ja vencidos e nao pagas as letras, que aceita-
ran) pelos referido* depsitos, se val proceder a
venda em hasta publica dos mesmos cujee-tos, con-
forme o proscripto nos estatutos desta caixa filial.
O guarda livros,
________ Ignacio Nunes Correia._____
Pela secretaria da amara municipal desta
cidade se faz publico, que a mesma cmara dar
principio a sua primeira sesso ordinaria deste au-
no no da 14 do correte, e nos seguintes.
Secretaria da cmara mancipa! desta oMfed 12
de marco de 18 6.O secretario, Francisco Canu
to da Baviagem.
Ceeselho de compras navaes
O cooselho contrata no dia 17 do correte mez a
iavagem de roupa dos estabelecimenlos de raari-
| ntia, e o forneeinento dos objecios de faldamento,
Recife 3 de aba'xo declarados, por lempo de tres metes at ju-
"abo vindouro.
OBJECTOS.
Para aprendizes artfices.
Bonets do uniforme, ditos para o servigo, blusas
de brirn branca, ditas de algodo azul, aitcas de
algoilio azul, ditas de brkn hranco, ditas Transitou pala chancellara. Recite, 6 **B i^eafil camisas de algodozinho, cobertores de la,
marco de 18 6.0 escrivao, Francisco dos' colchas de algodao, colch e litim chotos de pa-
Reis Nanos Gampello Juaior. Iha.ronhas de algodozinho, frdelas de panno
100 do vro competente n. ^Xo,15S2S ST* **
inno
4.a Fantasa na rabeos, peto Sr, lunlz Barreto.
o.* Grande galope de conc*riofcielo beneflciado.
2.'
i.* UujII. di opara Arestal- Bccadantepeto Sr.
Raatonda e M. Llgpori. i
! Cavatina da opera Maebeth-terdi pela Sra.!
Pierrt, .
3.* Romance da opera Eleonora Mercadaato
pelo Sr. M. Liguori.
4." Miserere do Trovador executado ao piano udI-
} carnele coa a mSo esqaerda, pelo beeeli-
i ciado.
5*.* Grande terceto dos Lombardl-verdlpela Sra.
Pierrt, M. Liguori e Ramonda.
N. B. Todas as peca atrio, actmpanhadas ao
piano pelo destnelo maestro o Sr. Smoltez.
o beneficiado agradece deede ja-aos artistas ci-
ma mencionados, que graciosamente se prestara a
coadjuva-lo em seu beneficio.
Comegar s 8 h' doras.
*>< bacas de
tei a
talas, 1 bar
lo e ni**, orna porca?
rafeada,Jfip.xastita de pa
o, peets da>tttr% par* forro d
de ferro e otrtres muito anigos. flS f-QAA/rl
MB,
Quarta-ferra U do correte as 11 horas.
NO GRANDE ARMAZEM DO AGENTE
Aos 6:00rl
OLYMPIO
48 Praca do Comaiercle 48
LEILAO
^k

grvalas,
i"1TVUr""." *"" u"j" Vrto"""l'X"^*x' ul' "Je algodozinho, sapatoes feilos no paiz, faccoi de
13. Rectfe 6 de marco de 1866.Campello mto roupa e travesseiros de muo chelos de
patn.
Para imperiaes marioheiros e aprendizes
ditos.
Bonets de panno azul, camisas de brini branco,
caigas de algodo ata!, ditas de brirn branco, ditas
Jnior.
E nada mais se continua em dita carta de
editos aqui copiada, que eu escrivao bem e
fielmente copiei do proprio original, a que
me reporto; e esta flca na verdade sem cou- de panno atl, eamists de aigodlo azu, fardetas!
sa que duvida faca, conferida e consertada de panno awl, lencos de seda preta para grvalas,
na furnia do estylo. Cidade do Recife, 6 dei..1?!8 feUos n0 ^ e Mceo ** 1 marco de 1866. Escrevi e assigoo em f
de verdade.0 escrivao, Pedro Tertuliano
da Cunha,
a .'
DECIARACOES
Cantara municipal.
Pelo contadura da cmara municipal desta ci-
dade se faz publico que nos mezes de fevereiro e
marco se recebe a bocea do cofre o imposto mu-
nicipal sobre casas de negocio, e aquellas que nao
pagarem neste tempo esto sujeitos a multa na
forma junho de 1844.
Contadoria Io de fevereiro de 1866.
O contador.
Caetano Silverio da Silva.
De ordem do lllm. Sr. Dr. delegado do 1 dis-
tricto de-ta cidade, encarregado do expediente des-1 nandes Agr, Portuguez, commerciante, e D. Mara
nbagem.
P.ra fuzileiros navaes.
Bonets de chapa e palla, calcas de britn branco,
ditas de algodo azul, camisas de brim braaeo, fr-
delas de panno azul, fardas de brim brinco, gra-
vatas de couro de lustre, polainas de pauno preto,
e sapatoes feilos no paiz.
Ctntrata o eonselSo sob as coodicffes do estylo e
vista de propostas em cartas fecbadas raebidas
no reforido dia 17 do correte mez at as 11 horas
da raanha.
Sala do cooselho de compras navaes 13 de mar-
co de 1866.
O secretario,
Aleltndre Rodrigues dos Anjos
Tribunal do comuercio
Pela secretaria do tribunal do commercie de Per-
nambuco se faz publico de ordem deste, que Oca
nesta dala registrada a eseriptara de contrato an-
tenupcial que celebraram nesta cidade Jos Fer-
ia repartido, fago publico para conheciraento de
quem interessar possa, que pelo subdelegado do 1"
districto da eidade do Rio Formoso, foi apprebendi-
do um (-avallo furtado, castaoho, om manchas
brancas o qual foi depositado pelo juizo municipal
daquella cUade, parante quem deve, a pessoa que
se julgar com direito ao dito cavallo, requerer a
sua entrega, mediante provas do seu dominio legal
Secretaria da polica de Pernambuco 9 de mar-
co de 1866.
Eduardo de Barros Falco de Lacerda.
Secretario.
Acham-Se recolbidos a casa de detengo, e
sero entregues a quem provar pertencer-lbes, os
escravos segointes: Antonio, que diz ser escravo
de Jo3o Ferreira, residente em Caruar, e Castro,
que diz tambera ser escravo de um Sr. Guimares
com arraazem de assucar na ra do Trapiche,
Acbara-se tarabem iegalmente depositados dous
cavallos, um pequeo, cor rodado, e outro rogo :
quem, portanto. se julgar com direito aos mesmos
cavallos, provando, ser-lbes-ho entregues.
Subdelegaciade polica do 1 districto da fregue-
sa da Boa-YUta 10 de margo de 1866.
O subdelegado,
_ _______Pecio de Agito Fonseca,
Santa Gasa da Misericordia
de Kecife.
A lllm* junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico qae
do dia 15 do correte, pelas 4 horas da tarde, na
sala de suas sessoes tem de ser arrematado o for-
neciroenlo dos gneros em seguida declarados, que
OOQver de consumir os diversos estabelecimenlos
pos a cargo da mesma Santa Casa no trimestre de
abril a janho prximo futuro, a saber :
Estabelecimenlos de carldade.
Mameiga franceza, libra.
Ca f em grao, idem.
Cha' preto, idem.
Cha' hyssoo, idem.
Aswicar refinado 1' sorte, idem.
Dito de'2a serte, idem.
Sitoem torreo 1 sorte, dem,
rroz pilado do Maraoho, idem.
Toucinho de Lisboa, idem.
Bacalhao, idem.
Tapioca, idem.
Alelra, idem.
Carne seca, idem.
Sabo a-mtMIo, idem.
Pumo, idem.
Velas de carnauba, dem.
Ditas de spermacete. idea.
Farinna de mandioca da trra, alqueire novo.
Feijao mulatlnho, idem.
Vinbo tinto de Lisboa, garrafa.
Dito branco de Lisboa, idem.
Vinagre rfe ttbm, dem.
Agurdeme tranca, idem.
Afeite doce, idem.
Bito ce carrapato, idem.
Oetwtas.tWlo.
Fareiio,iaf*o.
Carne verde, ora.
BttochVtdtm.
Pio.idtta.
Collegio dterphos.
Mtetega franceza, libra.
Aasucar refinado 1" son, dem.
Difbttito, sorte idem.
Florencia de Souz Pinto, Brasilelra, entrando
aquelle para o casal com a quantfa de 'i:0003 que
tem era sea negocio, e esta com &:350 no valor
de tres casas terreas sitas do bairo da Boa-Vista
desta mesma cidade, de dous escravoo, e noe ob-
jectos no seu aso domestico, com a conicgo de
nao entraren) taes bens em commonhao.
Secretaria do tribunal do commercio da provin-
cia de Pernambuco 9 de margo de 1866.
O offlcial-maior
Julio Guimares.
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico qne em sesso do mes-
mo tribunal de 12 da corrente foi considerado va-
go o offlcio de corretor desta praga, que exercia
Frederico Lopes Guimarias, o qual o abaodonoa,
e quo a Manga prestada em favor do mesmo cor-
retor persiste por seis mezes, contado, desta data ;
e que fica marcado o praso de 60 das, para dentro
delles se babilitarem os concurrente; ao referio
offlcio.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 13 de marco de 1866.
O offlcial-mai jr
Julio Guimares.
AVISOS MARTIMOS
compi^hia mi\sh.i:ir i
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portes do sui
at o da 14 do corrente o vapor
Sonta Cruz, o qnal depois da de-
mora do costme seguir' part
os portos do norte.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder conduzir a quai dever
ser embarcada no diada sua chegada, encoraraen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia ra da Cran. i-, ttcriptorio de Ab-
nio Lniz de Oliveira Azedo & t. _____
COMPAmiATuSLEIBA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o dia 20 de margo o vapor To-
contins, commaadanie o primeiro
nte Arando, o qaal depois da
demora do coslume seguir para
os portos do snl.
Desdej recebera se passageiros e engaja-se a
carga, qne o vaptr poder conduzir, a qnal dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sabida as
2 horas : agencia ra da Crat n. 1, escrptorio de
Antonio Lniz de Ohveira Aaevede & C.________
Compaaiiiadas Housas;erles Im-
periales.
At o dia 14 do correte mez,
espera-se da Europa o vapor fran
cez Estramadure, o qual depois
da demora do costnme seguir'
para Babia e Rio de Janeiro.
Para codicges, fretes e passagans trata-se na
agencia roa do Trapiche n. 9._________^_^_
Rio de Janeiro.
f retende sabir otm brevidade a barca Jovem
Pplmira, por ter a raaior parle do carregamento
prorapto para o resto qae lhe falta e escravos a
frete trafa-se com o consignatario Joao Francisco
da Silva Novaos travessa da Madre de Dos n. 5.
Para a-Bahia pretende sabir com multa bre-
vidade o veleiro patacho Santo An'onto, por ter a
maior parte da carga tratada, e para o pouco qne
loe falla trata-se com o coasiguatario Joaqnim Jos
Goocalves Qcltrao : na rna do Vigario a. 17 pri-
raeiro andar.__________________________
Para o facaty
O hiare Bous IrmSo, [ri carga trata-se com
Tasso Irraos ou com o Sr. Quintal no trapiche do
algodo. ^_____________________
Cena"
Segne por estes qotrcdlas o hiate Baribaldi, re-
cebe anda alguma carga ; a tratar tana Tmso Ir-
ruios oa com o capillo Custodio Jos Viaana.
Companhia de piquetes a vapor entra
es Estados-lhii-les e o Brasil.
Al o dia 17
do correle es-
pera-se de New-
, York (com esca-
la pirS. Tnomaz
e Para) o vapor
americano South
America, cora -
roaodaatoTinkle-
paogh, o qual depois da demora do costnme se-
guir' para os portos do sui.
P.ra fretes e passageos trata se com os agenies
Henry Forter & C, roa d Trapiche o. 8.
Companhia Peruambucaaa
DE 1
Xavegaeo costelra por vapor.
Parahiba, Natal, Maco, Aracaty, Ceara'
e Aearac.
O vapor Mamanguape, com-
mandante Raies, eahira' paraos
portos cima no dia 22 as 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga so-
mente at o dia 21 ; passageiros,
encommendas e dinheiro a frele at as 2 horas do
dia da sahida : escrptorio oo Forte do Maltes n. 1.
CUMPAM1IA PERNAMBUCANA
DE
Ravegaeo costeira por vapor.
racaj e escalas.
O vapor Parahyba, comman-
dante Martins, sahira' para os
portos cima no dia 20 do cor-
rele as o horas aa tarda. Be-
cebe carga somente at o dia 19,
passageiros, iKttamendas e-ditrhsfro a frete at
as 2 horas tt tarde do dea da sabida : -escrptorio
ao Forte do Mallos o. 1.
Para a Baha
Pretende seguir com mui brevidade o ptlba-
bote nacional Dous Amigos, tem parle do sea car-
regamento prorapto para o resto qoe loe falta tra-
ta-se com os seos consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C, no seu eseripterio roa da
Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro
Pretende seguir com rauita brevidade o paraa-
bote nacional PIEDADE, tem dous tercos do seu
carregameoto tratado, para o resto que lhe falta
trata se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo &,C, no seu escrptorio roa
ca Cruz n. 1.
Qoarla-feira i4 de marco as 11
. horas oa ra da Caieia a. So, pri-
neiro ao lar.
Pelo agente Eireebio.
Por autorlsago to lllm. Sr. Bv. juit erpecial do
commercio, a requerlmMitQ da cr ro as dividas da masa de Jm Anualo Domio-
gaes de Flgoelredo no valor de 994^700 rs., a re-
lagao esta' no escrptorio do referido agente.
Leilao
De ama casa terrea com porta a }amUa (pedra e
cal) cbaos proprios, cent i tala, 1 quarto e ca-
cimba na. iravessa da Fuodico n. 4, tora de
portas rende 1> a 89.
BOJE
Quarta-feira 14 do correle as H horas.
NO GRANDE ARMAZEM DO AGENTE
OLYMPIO
48-PRACa DO COMMBRC10-48
De 100 resmas de papel de cores para embrnlho
e 34 bacas de follu eaverni$ado.
iioji:.
Qjiarta-f ira II do correot- as 11 horas.
NO ARMAZEM DO AGESTE
Kfflco
pafio dia
Corre sStfe
uencia de lestd transferida
a sahida-do paquete bras leiro
lA CiSA DA FORTai
Aos 6^)00^)00.
itilhetea garantidos.
A' RA DO CRESPO If. 23 B CAJJA DO CCmTJaTg
Oanaizoassignadovendeu nos seus mnHofeli-
Vm* A-i*rila cnrtPnara "rinrto* rln nnr. !? Wne,es *rantdos da lotera qne se tcabon
> tt, tka deUfcnado 0 dB 17 iara J e^tracSo neordla para canalisagao d'agoa e gaz oo bespital
da 1* parte>,da Ia lota^a (52), a benefici)|**1T0k2ie^0!ales Premis:
Htttriz VSalgueirt, qntaera lugar
do cottome.
N. 6zb' ai meio com a son de 6:0004,
N. 87a bilhete inteiro eom a sorte de t:itO.
N. 906 um meio com a sorte de 500.
N. 704 dous quintos com a sorte de 200f
E outras maltas sortat de 1004, 40, e 20JI.
Ospossnidores poden ir receber seus respec-
tivos tramiot wn os descootos das leis na Casa
da Fomsat roa de-tespo n. 23.
Actam-sn anda otl 1" page da Molerla
(32a) beneficio da tutriz de Sajguairo, fue se
exlrahir sabbado 17 do correte.
meo.
Bilbetes.....62000
Meio*......3*000
Quintos. .... r*200
Hura as pesetas qne eomaurea dt lOi^OOO
ptra cima.
Bilheles.....64300
Melan......|750
Oaiotos.....1*100
_^__^ Mawoel Urtius Fjjza.
Medico e operado?.
O D. Joao Rajmunda Pereira i SU va, tendo
frequentado os ais notaveis hosphaes de Pars,
p'ftde ser procurado paracas toj/steres de sua pro-
lisso oa ra da Cruz n. 40. pguodo andar. Da
oajuiu lodos os iii-s das 7 a 10 horas da ma-
nta. Esnatitlidadesfaclesas d* u:los, partos e
vias-awimwaa._________.
* Dei xa ai o de fta ver mesa falla de huid ro lega], naovida.s Sr.ipreaidetSe da
da
ho
Os bilhetes, meios e quintos acjjam-se
a venfla na respetiva tjhetowarta a rna do
Crwpo D. f5.
Qt premies de 6:W)03000 at lOOf
serSpagos urna hora>4Jeyoii d-oxtMcr;5o
at a* 3 horas da tarda, e osoutros depois
da distribuido das lisias.
As encoatmeadas sern guardadas so-
mente at i ooite da jsspera da extracc5o.
O rhestureiro,
Antonio Jos Rodrigues de-Boma.
islosinira Reieira Uarroso subdito jprtu
toguaa vai Mapei.___
O padra.Felix jarreto de V'u*conc#llos extin-
guio a aula particular do iaiira que liaba era saa
casa, e d'ora qa diaete antinar tmente no col-
legio do Sr. professor Jeronymo Villar, oa ra lar-
ga do Rosario, e no ido Boni-^onaelbo, -na ra da
Aurora. Osjttnmnot que quijerem aprender com
o aonuociajtB-, entepdam-e cwn o director da
qoalqner nmdas reftrldoejolttajjtt.__________
PfiOUSSORMPlilO.
Jos CoeNt0 da Silva e A^aup contina a leefta
narptaoo : na jua do Livtamento n. 21. .lerceiro
andar.
-js----->r---------rr----;;------ ii mit la*Ddade de Nossa Sennera da Ginceieao eos Mi-
Manoer Carneiro PiSo declara ao^eat^fcJiaaas,<,ga aos atesarlas da comparecern na
commercio qae de hoje e diante taanlgnara pwr' f,otru4aira (14) do-cormpte, ae 6 borae da tarde
Manort^Jos Carnelro Piale. Recife 12 de marco no conseiorio da rafcridt igu*, aljm de tratar-se

de 18 OLYMPIO,
48-PRACA DOCOHMER(^0-48
IaEIIiAO
De 69 Iwrris com baeha de poico,
Quinta-feira 15 do corrente.
O agente Pestaa faca' leilao por conta e risco
de quem perlencer de 69 barr* com banba de
porco desembarcada ultimndote em am ou raais
lotes a vontade dos compradores : quinta feira 15
do corrente pelas 10 horas da manht no arma-
zera do Anees defronle da alfandVga.
De 16 cuvas com agaa do flor de Ia-
ra nja.
Quinta-feira 15 do corrente.
O agente Pestaa fara' leilao por conta e risco
de quem perlencer de lOeaixa* com ajjua de fljr
do laranja em lotes a vootade dos compradores :
quinta feira 13 do corrente pelas 10 horas da ma-
nha no arinazem do Anues.
Ausenlou-se da casa do ahaixo signado, desda
o da 12 de fevereiro passado a muiala sua escra-
j va por nomeLniza, de idade 30nonas, poucomnis
ou mano, a qjMl tem os signaos segnintss : esta-
tura regular. a>m fallante, ievonwesticavm nenpao
a doraki, cor escara, um r"""* taatl" par nao ser
dela, coja escrava lera sobre o labio superior um a
cicatriz da ladp esquerdo, c, i.-turna quando tag\
Intiioiar-se fatt e alugar se : portauto, eu abaixo
assignado, rogo as pessoas que della souberera oa
irazeramme a' .roa da Cadoia do Reci|al..il, ou
ao Baleros aixos n. 14, sero bem recompensadas.
'le negocios da ni enmonada irmandatte.
O sealario
____ JosfrCaeltao da Silva. _
"Aon d lelte.
Unta mulhar do mato, moca, cora abundancia de
leit se propo a seavir dt anta, quera .precisar en-
tenda-se na luja do Alvaro, ra do Creado qae dir
gftem .
gna iPEet
Precisa-se de urna mulher cora lelte
amameniar urna cnanga, prefere sea qae livor o
leite velho.
Aviso.

Rflaco das cartas segnrts existentes na adminis-
tragao do correio desta cidade para ts senhores
abaixo declarados:
Bernardlno de Sena Pontual.
Dr. Jo3o Lins Cavalcanti de Albuqoerqae.
Dr; Joo Hara Seve.
Tobias do Souza Lima.
Victorino Jos de Soaza Travasso.
Para Lisboa
Sahira depois de pequea de-
arara oeste porto por ter a maior
parle da carga engajada o brigne
portuguez Lata I, o qnal se espe-
ra a todo o momento de Lisboa,
para o resio da canga e passagei-
ros trata-se com E. R. tabello, roa do Trapiche
n.44. '__________
Para Lisboa
THG1TRO
S. ISABEL
GRABE CONCERT
Vocal e instrumental
NO SALO DO THEATRO DE SANTA ISABEL
SaWtade7docorreBte
A BENEFICIO DO PIANISTA HRASrLEIRO
HERMENEGILDO LIG01U,
com o concurso dos destnelos artista : a Sra.
Pierrl, o* Srs. maestro SasaiU, altwia Barreto, Ra-
monda e M. Liguori (*>a4).
WteGHAMM^.
!. Grande daelo da opera Lucia de LatoeTmoor
do maestro Dooizetti cantado pelos Srs. H. Li-
guori e Ramonda.
2.* Fantasa sobre motivos da sonmbula executa-
. do pelo beoeflcltdo.
3. Daeto da pera Atiln-veTdi, pela ra.#err
e M. Liguori.
LEILAO
Francisco Jos l.uiz Ribero faz publico que nes-
ta data.comproa a armado da taberna da ra das,
Cruzat.n. 41 que t n Sr. Monoel Joaquira dos
Res ao Sr. Castodio Jet de Oliveira, livre e des-
embancada de todo e qaaljquer debito qae possa,
apparecer.
Recife, 9 de marco de 18&6.____________
Joaquim de Aljenla Gomes lando de fazer
viagata a Europa, faz scieote ao publico que veo-
(leu o seu armatemde sal, na ra imperial o. i3 a
! Jos Pifes da SilvaHnta por SS03, (tajos ja rece-
ben), flando a ser caixeiro al o dia ata soa sahida.
ttenco
De caixas com batatas.
Quinta-feira 15 do corrate.
O agente Pestaa fara' leilao por conta e risco
de quem perlencer de caixas de i arrobas com
batatas em lotes a vootade dos compradores: qoin-
ta feira 15 do crreme pelas 10 horas da manha
no armazem do Annes. |
IlEMltimO Joo Pereira Pedroso de Lima & Irmaos declarara
fa A iA m>(>ftj r-n h millin Pe|o presente que eompraram a taberna sita na
IIC 1 UU 88CLS 09 > HltllO. yna dQ coseno n. 49 ,0 gr. Jos Paa|ia0 Lopes
Quinta-feira 15 do COrreotr. de AlmeWa, e nao a Jote Paalino da Silva, como
O agente Pestaa fara' leilao por canta 6 risco yor engao se annuncion ; se alguem se julgar
de quem perlencer de 100 saceos com milho de- cem direito a mesma, aprsente se na praso de tres
sembarcado ulllmaraonte ern lotes a vontade dos' dia?, findosos quaes nao se altender a reclamagao
compradores : quinta-feira lo do corrente ao meio alguma. Recife 13 da margo de 1866.
dia em aonto no trapiche do Cuana no Forte do '
Atteica*
Dccira se que os qaarlaos do engenho Florenta
esto de orelbas coMadas trupeten, crinas e eaudas, e la rentes que a cau-
da est no sabugo, cum> larabem torrados no lado
direiloda anca e queixo por twn triangulo de tres
ponas, de cup forma esto iseniptos de negociar-
se ; rogase nortanto asautotidadas policiaes que
nao deoe pastar quem eenduair alguin desses ca-
vallos sem carta ou sigoaes do supradito engenho.
Deste mesmo engenho o .escravo Ftdelrs. crioulo,
idade de 40 aauos, bom mestre de assucar, reta-
oaaiio e-earreiro, eheio do corpo, altura regular,
nariz chato, barba r;i-pada e * vetes ojeixa suissa
a*enai, ama sicattiz de um laido em um lado da
testa, promvel qne esteja trabalhando*m algum
ngeiilio, andn de wpin^/ rd-i-a talvtz cora sur rio
davelha as cosas, desappaaccea rao dia ti de
f-vereiro para se casar otra a escrava de um Bino
do lente coronel Joao Barbota Maciel : quera o
pegar ou levar noticia certa ao referido engenho
aera' generosamente recompensado, pagaado-se
anda qoaiquer desf pza.
N8s abaoo aMigOMlos declaramos ao publico
e principalmente ao corpo do comatercto qae dis-
solvtmos amitaveimeote a sociedade qae lindamos
no pnarol do comuercio na roa de- Rtngel n. 73,
qoe-gyrava debaixo.da firma de Villar 4 C, flcan-
do respaasavai o socio ViiUr pelo activo e passivo.
Recife 10 de marco de 1866.
Villar & a
I m
Matos.
Precisa-se de urna ama forra oa escrava para
j casa de pouca familia : a tratar na -ra Uireita n.
68, Io andar.
O abaixo assignado declara qne morador
com sua familia na rregueza de Santo Antonio, a', Precisa se de am caixeiro
LIT IF \f\ ra Direiu sobrado n. 3, ba mais de 28 annos, tratar na ra imperial n. 37.
i*i| I .iftrtT ; on(je tem sido constantemente qualieado e ende
De um sitio com casa de pedra e cal, cacimba presentemente o , e por isso. embora tenba ar-
com oxeelleote agua de beber, baixa para ca- rendado no termo de Serinhfiem e freguezia des-
film, e muios arvoredos de fructos, denominado $e mesmo nome o engenho denominado Sant'An-
Uorias, silo por deira'5do palacio do Sr. Bispo na na, nao pode ser considerado ah morador e ana-
cidade de Ounda liflcado nesse lapar, como pretendera seas de-
(Juinta-feira 15 do corrente as 11 horas. safectos. Recife 13 de marco de 1866.
No armazem a ra da tadeia do Recife n. 29 Jo! da Fonseca Silva-
para taberna : a

Predio pira alugar.
Ainda est por alugar o primeiro andar da ra
da Cadeia n. 29 : a tratar com o agente Simoes Da
roa da Cruz a. 57, oa no pavimento terreo do
mesmo predio n. 29.
alugar urna ama para casa de
na rui de Agoas-verdes n. 22,
Pede-se s pessoas que souberem onde se
acoita o raener Joaquim da Gesta Maia, quw mu1*
noute de quinta-feira 8 do correte ausentou-se
clandestinamente da easa o. 25 rna do Crespo ;
que por especial obsequio transmutara ts infrma-
goes queativarem a tal respailo, ao abaixo assigoa-
do.Jos da flota Mala.____________________
O abaixo rseignadis scieulifica ao respeilavel
iv *> ;a Wn. a, Con. ,ift n < publico que nesta data vendeu ao Sr. Francisco
De 2 meias agaa em tora de P ta, j05 LuizRrbetroa-annaco da taberorftaTaa das
n. \t e 14 Da trave.Sa da FnmlicOS frutes o. 41 rmefoldo ^r. SfanoeTJoaqalni dos
Cordeiro rimes
competentemente autorisado fara' leilao do sitio
cima desenpto, o qual desde ja' pode ser exami-
nado e quaiquer informaco o referido agente sa-
tisfar', rajo leilao ser' effeetaado no dia, hora e
lugar cima dito. ^^^^^^
Precisa se
urna so pes3oa :
1* andar.
Leilao
Res, livre e desembarazada de
tendo eitao para aa dosGaararapes ZJ^ru^Vri.&^.Sn0.
e rende 7S niensaes cada u ma do de nenirerm erreito as anuncios pnMcaaos oo
Pnr^Pim ^..,a yoraeiro simoes ca(taspelos Srs.Terr6lra & Almefda por me acbar
ettida a competente autorisacao fara leilao das pagt e salisfeito da imporuncia da referida arma-
duas meias aguas cima meocionadas, as quaes
podem desde ja serem examinadas, cujo leilao ser
effectuado no dia
SesLta-feira 16 do eorreuleas 11 koras
No armazem a ra da Cadeia do Recife nurae
ro29._______i _____________
Lil^laLVO
de movis, looea, eryslaes e mais objectos perten-
centes a casa de familia.
1 carro de 4 rodas em perfeito estado.
2 cavallos proprios para o mesmo e um cabrio-
le! americano de duas rodas, com arreios.
Terga-feira 20 de marco f!866) na travessa
de Joo Ftroandes Vieira,
Jeseph Lathaa tendo de retirar.se com saa fa-
milia para fora do imperio fara leilao por Interven-
cao do agente Pinto, de todos os movis, lonca,
crystaes e mais objectos existentes era casa de sua
residencia, e tambera, de um carro de 4 rodas, 2
cavallos proprios para o mesmo e 1 cabriolet ame-
ricano de-duts reas odm arreios oa travessa de
Joao Fernandes Vieira, onde se effectuar o leilao
as 11 horas em ponto do da cima dito, deveodo
segoir para ah um mnibus, o qaal partir as 10 X
oras da Praga do Commercio.
AVISOS DIVERSOS
Sahira' oestes noacos dias a barca portugueza
cConstante III, por ter prompto quasi todo o sea
carregamento, para o restante e passageiros tra-
ta-se cora Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, lar-
go do Corpo Santo escrptorio n. 19, ou com o
oapito na praca.
'Par Fort.
Sahira rmpreterivelmente at o dia 16 'do cor-
rete mez a barca portugueza Seguranga, por ter
todo o sea carregameoto prompto, para passagei-
ros aos quaes otferece excelleotes commodos, tra-
ta-se com os consignatarios Cunha Irraos & C,
roa da Madre de Dos escrptorio n. 3 oa com o
capitao na praga.
Para o Araeaty
Sai nestes dias, o hiate Afana Amelia, mestre
Francisco Thoraaz de Assis; para carga tratase
com Prente Vianna & C, ou-oo trapiche da Algo-
do com o Sr. Quintal.
LEILOES
LFJIO
Aos estudantcs de phllogttphla.
Acaba de ebegar e acha-se venda as
principaes Iivrarias desf cidade o addewdo
S QUESTES DE PHILOSOPHIA DE A. CHARMA.
Amplac5o sobre a doutrioa das Proposicoes,
e sobre a applicac5o d i methodo s sciencias
phj-Mcas, s exactas, s moraes e historia.
Brodhura indispensavel aos esludantes qae
tiverem de fazer exame de philosophia.
mmmmmmmmmm^-
0 Dr. Fiaucisco nres Machado
Poitella
MfiDICO -OPERA rOR
MM
FacuIdade de Pars.
continua no exercicio da saa profissao,
especialmente as molestias de olhos, de
vas urinarias e de palla, para cujo tra-
tamenio jnlga-se Habilitado atienta a pra-
tica adquirida nos hospitaes daqaella ca-
pital, e os instrumentos mais moderos
que potsae.
Mnade promptameote a quaiquer cha-
mado para fora da cidade.
i-te de enllocar olhos arti-
Qactssigno o presente.
Castodio Jos de Oliveira.
Irmandade dt Nossa Senhora
Metidos Homens.
Dt ordem da mesa regedora convide a todos os
irmios desta irmandade a comparecerem oa igre-
ja da Matlre de Dos oo dia sexta-fetra iti do cor-
rente pelas 2 1|2 horas da tarde, para encocora-
dos acompanharraos a procisso do Seohor Dora
Jess dos Passos para a qaal fomos convidados.
Recife 13 de marco de 1866.
Jos Ribeiro da Fonseca,
Escrivao.
AVI
_
Fugio no domingo de entma, dh ma larga do
Rosario o. 40,terceiro aDdar, *m ;paf agaio : pe-
de-te a pessoa qae tiver appr#bind*to t qalttr en-
tregar ao seu dono, dirija se a a larga do Rosa-
rio n. 26, loja, oa 40, 3 andorj qae ser,gentrosa-
raeate racoaapeosado.___________________
"Precisa-se de una aoja 'para caa 3fl Jtmem
soltairo : na roa do Codorniz n. 8-_____
Ama.
liatMel AugosloUnodiao Pereira iaaossig-
nado 105 como socio do Monte Po Partuajnez, e
xu> dita jaaaD-idia a* Bastado, ac atece ver o-ato nome chamado pelo
pario iotopeaada perder ns direitos do sotto, em
vista de tal chamado, o mesmo ananoetaate ideixa
de perlencer a tila sociedade, fateodo presente de
saa jota.
--------,------r.-----r------.-------r-,M'*r ^
Irmandade di Divino Espirito Santo d
Cotkgit.
De ordem da mesa regesdora onvido a todos os
nossos irraos a comparecer em nossa igreja no
da 16 d) correte, pelas 3 horas datarte, afim de
encorporados acorapaoharmos a procisso do Se-
ohor Bom Jess dos Passos, para a qaal fomos con-
vidados pela respectiva irmandade.
Consistorio da irmandade do Diviso Espirito
Santo do Collegio 12 de marco de 1865.
Francisco Belarmno dos Santos Freitas
Escrivao.
Precisa se de ama qae saiba cosiohar
do Imperador n. 57.___
na rna
De 1 mobIHa de amarello, 1 tjuarda vestido, 1
JMHtftlIa (rtga), tmlets-do nfoe Jacaranda, can-
diairosafax,relag4osie*e*da'iiB de otm, di-
tos dattwro e prata para alglbelra, conmodat com
datapt de pedrt marnj ore, marquezas largas e es-
Irmandade do Divino Espirito
Santo erecta ni convento de
S. Erancisco,
De ordem da mesa regedora convido a todos os
nossos irmaos a comparecerem em nosso consis-
torio no dia 16 do corrente pelas 3 horas da tarde
afim de encorporados acompanharmos a procisso
do Senbor Bom Jess dos Passos para o qual fo-
mos convidados.
Consistorio da Irmandade do Divino Espirito
Santo erecta no convento de S Francisco 13 de
marco de 1806.
Francisco Landelino d? Silva,
Secretario interino.
Offerece-se urna pessoa para fazer eseriptu-
racao mercantil por partidas simples a (obradas
por menos preco que outra quaiquer fizer, quem
disso precisar pode dirigirse a roa larga do Ro-
sario na loja do sobrado n. 22, qae ahi achara com
quem tratar.
Precisa-sede urna ama que cosinhe ean-
gomme ptra urna pessoa : na roa das Cruzes
o. 21, primeiro andar.
Irmandade acadmica de Nossa Senhora do Btm
Coaselbo.
De ordem do nosso irmao joiz convido a todos
os'oossos Irraos a comparecerem ao consistorio
desta irmaodade, sexta feira 16 do correle, pelas
3 horas da urde, afim de encorporados acompa-
nharmos a procisso do Senhor dos Passos.
Consistorio da Irmandade acadmica de Nossa
Senhora do Bom Cooselho 13 de marco de 1866.
A. dos Passos Miranda,
_____________________Secretario._____
Pede-se ao presidente da irmandade de Nos-
sa Senhora da Conceigao dos Militares qne observe
o artigo 27 do compromisso qne rege a mesma Ir-
mandade, por ter sido chamado irmaos para cora-
por a mesa regedora qne se acbo comprehendido
no dito artigo ;assim espera o bom camprimento
^^^_______O guarda.
-= Preciza-se da nn?a mulher de meia idade
para orna casa de um boraem solteiro, que saiba
engommar e cosiohar e qne seja capaz de tomar
conta da casa, a tratar na roa da Cadeia n. 24.
Irmandade do Divino Espirita Santo do
Collegio:
Achando-se vago o lugar de guarda de nossa
igreja, convido de ordem da mesa regedora aos
nossos irmaos que estejam as circutnstaucias de
oceuparem o dito lugar, a apresentarem me seus
requerimeolos na ra do Imperador n. 81, segan-
do andar, at o dia 17 do correte, aflm de serem
presente mesa mata regedora em sua primei-
ra sesso: os pretendeoles devera instruir snas
peticoes com a banca de que trata o | 16 do art.
40 do nosso compromisso.
Consistorio da irmandade do uivmo Espirito San-
to do Collegio 12 de marco de 1866.
O escrivao,
_______Francisco Belarraino dos Santos Freitas
Um moco habilitado offerece-se para ensinar
meninos em algum engenho, sendo portugaez, la-
tim e francs : a pessoa que precisar deixe carta
fechada com as iniciaes A. L._____________
""NJTcochelra da roa da Roda n. 60, ba para
vender am excedente barro novo, grande, de sella
e canga Iba e maito barato.
~ Precisa-se de ama ama para casa de pouca
familia : na ra do Hospicio n. 62.
HIMNCA.
o arraazem
o da ra da
O agente Gordeiro Simoes "mudou
ae tinha na ra da Croe o. 57, para
adeia do Recife o. 29.
Na praca da Independencia existe urna crta
para osr. Dr. Candido Casado Lima.
Aluga-se por um auno oa mais annos, ou
vende-se am bom sitio com boa casa de moradia e
jardlra na*Capunga nova, ra das Pernamlraranas
n. 20, eontrgao ao do fallecido padre t.apistrano.
para melhores informacSes a tratar aa ra da
Cruz n. 33.______________________________
Joo Jos de Carvalho Moraes tlrmo, ste-
cao sobre a praca do Rio de Janeiro.
Precisa-se alagar mensa'mente um escravo
possaote : a tratar na rna do Creso n 4._______
INJECCAO BROW.
Remedio, iofallivel as agnorrheas antigs
recen, tes, nico deposito na pliarmacia
e (raoceza roa da Cruz n. 22 e ao preco de
30000. '

-.
J
m
-" i

-..__..



~ -
486.

=
.'
Pernambuco, ra Nova n. 18 pharmacia franceza de
P NIAURER i C.
PERFUMERA da casa oger
JBouleva
Dez medalhas, a condecoi
d'honneur e a grande reputa,
dado o publico, taes sao as rec
servicos prestados a indi
esta importante casa desde
1804.
N'um sortmento de mais de 500 artigoi,
as pessoas elegantes escolherao os seguintes :
ROSEE DU PARADIS, extracto superfino
para lenco.
POMMAOA CEPHALIQUE contra a cal-
vicia.
AGUA VERBENA para o toucador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE LLANTAS WYGIENICAS.
TINTURA VIRGINALE de beijoim.
Sebastopol, S56, r*arlz.
da Legin CREME LABIALE de sueco de Rosas,
quetemlhe POMMADA VELOURS para amaoiar a
que os pelle.
merecerao a ELIXIR ODONTOPHILE.
fundacao em SABAO dedicado as damas americanas.
SABAO de bouquet de Franca.
ROSEE
Jouvencio.
D LS, verdad eir agua de
i* de flores de alcea rosea.
d* de flores printanieres.
d* de bouquet do outono.
d* de perfumes exticos.
d* aurora, dedicado aos dedos cor de
rosa,
d* de flores das montanhas.
d* de cheiro de foine nouveaux.
d* de bluets cheirosos.
d* de althea balsmica,
d diapr, caixa rica, antesia pari-
sience.
CASA DE BWHOS11
26 Pateo do Carino 26.
Neste estabelecimento 13o impor-
tante para a saode e asseio do cor-
po, acbam-se montados 0 banhei-
ros, que sao servidos com a ordera
e asseio qoe para desejar-se. Qua-
tro destes banheiros 3o especial-
mente reservados para sermoras e
por isto acham-se collocados em lu-
gar reservado, sonde so tem.entra-
da as pessoas de urna mesma fami-
lia.
PRESOS DE BANHOS aVLSGS.
4 banbo fri, momo ou de
chovisoo...... 500
10000
1I00
m
No sobrado da ra Novan. 56, alaga-
se ou compra-se ama escrava que teja
per feita engommadaira.
AGUA FLORIDA
Ift
1 dito de cboque .
i dito de farello.....
I dito aromatisado .
PRESOS POR ASSIGNATURA,
20 bachos por roez fro,
momo ou de el io vi seo. 10 25 banlies com cartes pa-
ra os mesmos .... lOOOO
12 ditos ditos ditos . 30000
12 ditos ditos de cboque. 10,5000
12 ditos ditos de farello.. 10*000
O estabelecimento estar aberto
nos dias uteis das 6 horas da ma-
nha as 10 da noite, nos dias san-
tificados das 5 as 5 horas da tarde.
s
Perdeu-se
O abaixo assignado previne ao respetavel pu-
blico qae leodo perdido urna letra da quaotla de
3-26 sacada por Jjs do Reg Mello e aceita por
Guedes & Mello, por isso previne ao publico para
que nenhuma pessoa faca negseio algum com essa
lelra, e se alguem a tiver acbado e a qnizer rcstU
luir teoha a bondade do a levar a roa da praia o.
tf- iiatitm. Recife JO de marco de 1866,
Jos Jo Reg Lima.
oao da Silva Ramos, mdico ?
pela universida le de Coimbra, da |
consultas em sua casa das 9 as I
11 horas da maDh5a, e das 4 as da tarde. Visita os doentes em suas'j
casas regularmeote as horas para i
isso designadas, salvo os casos ur- fl
gentes, que scrao soccorridos em i
qualquer oceai5o. D consultas aos 0
pobres que o procurarem no hos- fl
pital Pedro II, .sonde encontrado II
diariamente das 6 s 8 horas da |
manba,
Tem sua casa d aade regular- I
mente montada para receber qual- !
quer doente, ainda mesmo os alie- I
nados, para o que tem eommodos I
apropriados e nelia pratiea qualq uer ?
opperaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira ciasse .3*000 diario*.
Segunda dita____30500 >
Tefceira dita . .20000 >
Este estabelecimento j bem |
acreditado pelos bons servicos que l
tem prestado.
O propietario espera que elle
continu a merecer a coofiaoca de
que sempre tem gozado.
a!TEN(aO
A agua florida de Marra? 4 Lanman
olhada como um artigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas preparares
as mais custosas: conserva sen aroma, co-
j mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eficacia tao delicada, como elegan-
tes sao seus multiplicados osos, qur seja
jempregada como artigo de toucador, qur
no uso do banho, ou como suavisador da
pelle, depois que se tenha feitoabarba;
j para limpar as gefiftvas ou aromatisar o
balito.
D suavidade, brilho e eiasticidade as
compleicoes, depois de se baver lavado; al-
livia a irritado de erupcoes ordinarias; faz
desapparecer o desagradav aspecto dos
pannos, das sardas, do rosta, rugas e toda a
casta de ebulices, e d vigor e frescura a
parte onde quer que se applique. Sua efi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli*
| veis nos casos.em qqp seja preciso applica-
, la como estimulante e antisptico, nos con-
corsos e assemblas numerosas, as loca-
lidades infeccionadas, na alcova de um en-
fermo, assim como tm antidoto excellen-
te para os desmaios causados por cansaco
ou suffocacao. Preparada nicamente por
Lanman 4 Kemp, Nova-Yode, e a veuda por
Caors & Rarbosa
Joao da i;. Bravo & C.
Depusiui perai eu Fernaumoco ra da
Oruzn. em casa de Caros Rarboza
Professora.
Em um engenho perto do Passa de Camaragibe
(Alagflas) preclsa-se de nita senbora que queira
ensinar primelras letlras e mesmo francez e mosi-
ei, cao saiba : prefere-se solteira ou viova com
p inca familia; a tratar natravessa da ra Bella
n. 6.
Gampanfaia. geral hespanltola de seguros mutuos
sobre a vida
AUT0R1SADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Una flanea em dinheiro, deposiUdo dos cofres do estado, garante a boa ad-
ninistracio da companhia.
BANQVBiROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespanba
DIRECCAO GERAL
Madrid: Roa de Prade n. !
Esta compaobia liga pelo systema mutuo todas as combinagoes de supervivencia dos segu
os sobre a vida.
Nella pde-se tazer a ubscrip?lo de maneira que em nenbum caso mesmo por morte do
segurado se percato capital nem os jaros correspondentes a estes. vtrin.
Sao to soprefaendeates os resultados que produzem as sociedades da ndole deA pA*>'
NAL,que ainda mesmo dimlnuindo urna terga parte do tnteresse produzido em recentes liqu-
efles ecombinando-o com a mortalidade da tabella de Depareieui que adopuda pela companwa
pa seuscalcaioee liquidacdes, em segurados de idade de 3 a!9 annos, urna imposicaoannua.
de iOOf produz em-efTectivo metlico:
No flm de 5 annos.......1:119*300
. de 10........3:942*600
de 15 .......11:208*200-
de 20 .......30:286*000
de 25 >.......80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospect is-e mais informacSes serio prestadas pelo sub-director nesta provincia,
oaquim Fiuza de Oliveira, ra daCadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n. 12, estabeleci-
mento dos Srs. Raymundo, Carlos,Leite & Irmao.
TINTR
AO GRANDE 8. MAURICIO
PARA
Tinglr, limpar e lastrar a vapor.
FUAliM
Madama MIHocbM declara ao respeitavel pu-
blico e as soas fregnezas que todas as modas de
soa casa provm de Pan ou a imliaco dessas
sao rcDfecciooadas- por ella, mesma e nao por ootra
pessoa, essa deelaragao filia para desmentir cer-
ta geohora qoe par adquirir Iretraezia vai gabn-
do-se que os chapese vestidos da casa de Mada-
ma MUtochao sao fritos por ella.
Dao-se de 10 a *2T
a joros mdicos, com
bypotbeca em predios nesta cidade, reeebendo-se o
premio de 3 em 3 mezes ou pela forma qae coa-
vier melbpr a quem o precise : na roa do Crespo
n. 2 B, lo)a da esquina._______
Na ra do laapeador d. 27, precisa-ce alu-
gar urna ama forra ou escrava para r.osinnar so-
mente. _____^_
Lava-se e engomma-se coro toda perfelgao e
por prego commodo : na fregutzia da Boa-Vista
no beoco do Tamb casa n. 21.
Copeiro
Preeisa-se de um copeiro, no. hotel Trovador ra
larga do Rosario n. 44.
Aloga-se o Io andar do sobrado n. 7 da tra-
vessa da aladre de Dos -r a tratar na magma nu-
mero 15._______________
Precisase de urna ama forra ou captiva para
cozinbar e comprar para casa de rapaz solteiro :
na roa do Queimado n. 7._______________
Precisase lugar ama ama para comprar e
cozlnhar: a tratar na ra do ApoHo o, 9:
Preclsa-se de urna escrava para o serviao in-
terno e externo de orna casa de pouca familia : na
ra da Soledade n. 38. ______
Antonio Jos Rodrigues de Souza na roa do
Crespo d. 15, toma dinbeiro para mandar entregar
na Bahia, Para e Maranbo.______
Carvalho de Nogueira na roa do Apollo n.
20sacam sob Lisboa, Porto, liba de S. Miguel
Rio de Janeiro, a vista ou a prazo.________
Na ra doJVigario n. 24 precisa-se de d as
amas cozinbeiras para liomem solteiro.
29 Kua 7 de setembro 29
Defroale da roa nova do Onvidor (Rio de Janeiro)


Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. tem
para -vender no seu escriptorlo, ra da Cruz n. 1,
vioho co Porto em caixa de duzia, So bamburguez,
cola da .Babia superior.
Samuel Power Jobnstoii & Companhia
Ra da SenzalaNova n. 4.
AGENCIA DA
Fundido de Low Hoor.
i Machinas a vapor de i e ti cavados.
; Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para euge-
nho,
Arreios d. carro para um e dous cavallos.
Relogios de o uro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costara.
Precisa-.'e de urna pessoa com as babllita-
c5es necessarias para ensinar primeiras letras em
um engenho perto desta praca, e muito perto da
via frrea : quem se julgar babilitado dirija-se a
cua do Apollo n. 28, pnmeiro andar, que achara'
rom quem Iratar.
A Salsaparilha
w
I>E -A.YER.
Para a cura radical de
EMroftu, ulcera, chagai, fer-
idas velhaa, molestias iypnil-
itieM, mercuriaes, Enfenni-
daiet das mulhere, como re-
Uncio, memtro doloroso, oloer-
eio do tero, e flores brancas.
A Nevralgia, ConvnlsSas, Ery-
sipela*, Enermidadei Cutneas,
borbolhas, nascidas, etc.
O extracto con/posto de SALSAPARILHA, confeccion-
ado pelo Dlt. AYER, urna combinaco dos mclbores depura-
tivos e alterantes conhecidos medicina; composto segunde
f lcis da eciencia, approvado e receitado pelos prlmeiros
mdicos dos Estados unidos, da America do Sul, do ltezico,
das Indias e dos princlpaes Estados da Europa.
A ALSAPARILHA de ATES especialmente efflcaz na
cura das molestias que tem sua origem na escrfula, na
infeccio venrea, no uso czccsslro do mercurio ou em qualquer
impureza do Sangue.
Entre todas as molesUas que aftligem o genero humano, nao
ha urna mais universal e terrivel do que a cicrofula; por si
nao to destructiva, porem .o causa principal de muitas en-
fermidades que io lbc sao geralmente attribuidas.
i urna causa directa da fnica pulmonar do mal do
fijado, c ettomago, affeecoe* do cerebro, Klieumatiamo
e affec$6es do Jtiiin : entre seos svmptomas ha os seguintes;
Falta de apetito, Fraqueza e moleza em todo corpo; Mo
cheiro 4$, teca, semblante plido e inohado, s vezes d'nma
alvura transparente, ontras vezes corado e amarcllo ao redor
da boca; Digesto fraca e apetito irtegular; Ventre incluido
e cvcua?ao irregular; Quando ataca os pulmoes urna cor
azulada mostra-se a roda dos olhos, quando no estomago
sao avermelha dos, as pessoas de disposicao escrofulosa
apparecem frequentemente trupqSes na pelle da cabeca e outras
partes do corpo ; sao predlspOstas s affecces dos pulmoes, do
Jlgado, dos rint-e dos orgos digesUvos e uterinos. Portanto,
nao sao somente aqueUes que padecera das formas ulcerosas
e tuberculosas .da escrfula qae neceesitam de proteccao
contra os seos estragos ; todos aqueUes em cujo sangue existe
. o virus latente deste terrivel fiageUo (e s veses hereditario),
esto expostqs tamhem a soSrer das enfirmidadas que elle
causa.
Oflerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um anti-
doto efficaz contra esta molestia e snas consequencias, na
Salsaparilha de Ayer
i
qne opera directamente sobre o sangue, purifleando-o e ex-
pulsando delle a corrapcae e o veneno da molestias penetra
todas as partes e todos os orgos do corpo humano, livrando-
os da sua aeco viciada e inspirando-lhes novo vigor. K' um
alterante poderosissimo para a renovacao do sangue, e d ao
corpo j enflaquecido pela doenca forc e energa renovadas
como as da jpventude.
XAMBE31 O MELBOU AjrTJ-BTPMXITMCp
CUXHECIVO ; /
i cara permanenmente as pelores Cormas de STPHILIS e as
, snas consequencias. Pouca noeessidade ua de informar o pub-
lico do inestimnvel valor de um remedio que, como este, livra
i sangue dessa corrupeo e arrebata a victima das garras de
' urna morte lenta e Ignominiosa, porem inevitavel se o mal
nao logo combatido com energa.
Nao pretendemos promulgar, nem queremos que se inlra
que este remedio infalivel para a ttxu de todos os padeci-
ueutos humanos, o que dizemos que a
Salsaparilha de Ayer
i a methor preparaeo at hoje deseoberta para estSB e outras
molestias anlogas, que urna combinaco dos alterantes
mais cfflcazes conhecidos, e que temos cousciencia de offerecer
ao publico o racllior resultado que possrvql produzir, da
InlfJllgeaciae pericia medica dos nossos lempos.
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no seu genero no Rrasil, por
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso ha
Europa, e ajudados por alguns dos ruelhores officiaes de Paris e Lyao, podem assegu-
rar seus freguezes urna perfei;o no trabalbo, a qual senao pode ebegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tiogem, lavam, limpam e demofam com a mai r perfeiclo e brevida'de qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem moll.ar as sedas e a vestimen-
tas de senhoras e de homens.
DE
FAZENDA E ROUPA FE1TA
HUA MOVA M. 4.
Reg & Moura, proprietario da loja de fazendas e roupa feita, sita rusTova
n. 24, verdaderamente penhorados e reconhecidos para com seus amigos e freguezes,
pela aoeitaco e coafian^a que delles tem merecido ao curto espaco de tempo em qoe
se acbam estabelecidos e perfeitamente escudados na sinceridade dos seus tratos, deca-
ram para sciencia daquelles que o quizerem honrar com seus officios, que, em vista da
grande concurrencia que tem merecido o seu estabelecimento, especialmente no que
relativo a roupa feita; acabara de admittir para a sua olicina de alfaiate maior numero
de artistas, inclusive o seu contramestre, dirigido pelo hbil mesire Lauriaoo Jos de
Barres, o qual nSo se poupa a exforcos para satisfazer com a presteza possivel qualquer
obra de encommenda.
Os mesmos annunciam aos seus freguezes que acabam de comprar um novo e
muito variado sortimento de fazendas finas e de bom gosto, proprias para o tempo da
quaresma, as quaes eslo dispostos a vender por precos muito eommodos e mais barato
que em outra qualquer parte.
Como sempre escusamos essa enfadonha prolixidade dos annuncios bombsti-
cos ; preferimos mostrar na singeleza deste nosso convite os bons desejos que nutrimos
para bem servimos quelles que vierem ao nosso redimo.
Os seoho(es acadmicos do 3o anno podem
querendo, dirigir-se a ra da Saudade n. 9 a' com-
prar o compendio de direito civil patrio, approvai
do pelo governo imperial.______ ;
Precisa se de urna pessoa que saiba cosiuar
bem; na roa do Hospicio n. 41: paga-se bem.
A luga-se
um grande sitie na Cruz d'Almas ou Parnamei-
rim conhecido pelo sitio da Eslreila teodo grande
baixa com capim para sustentar 4 a 6 cavallos,
solas para 3 ou 4 vaccas, com arvores de fructo,
jardim na frente e aos lados, boa casa e banbeiro,
com casa Independente para feior, coebeira e es-
tribara e outros eommodos mais : a tratar com
Manoel Pedro de Mello na ra do Livramento n.
38 ou no largo da alfandega n 4 ou no mesmo
sido das 8 heras da tarde as 7 da raanhia
N. 0. Rieber 4 C, -sucessores, sa-
cam sobre o Rio de Janeiro a vista ou a pra-
zo confu me se convencionar.
Precisa-se de um bom copeiro para casa es-
trangeira : trata-se a' ra do Vigano n. 2, escrip-
torio.
Precisas/ de um bom copeiro para urna casa-
estraogeira : trata-se a i ua do Vigario n. i, es-
criptorio.
.
/
inta
Precisase de
solteiro, ua roa
zenda.
urna ama, para casa de rapaz
do Queimado n. 39 loja de Ci-
nc l'lfM'iti'H
gK Companhia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Axevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Crui n. 1.
GUIOS
MARTIMOS
Na ra Bella n. 22, precisa-se de um criado
de boa condneta, e que saiba cosinbar, para andar
com urna pessoa em viagem pelo mato, e garan-
te-se bom tra (amento.
Offerece-se urna ama para comprar e cosi-
nbar para casa de homem solteiro: a tratar na
roa do Fogo n. 51.____________________
0 hospual portugoez de beneficencia precisa
de um enfermeiro : quem se julgar habilitado e
quizer conlratar-se dirija-se ao Sr. provedor An-
tonio Lopes Perelra de Mello ou ao secretario Joao
Pereira Rabel lo Braga. |
-:- Precisa-se de um criada
e comprar : na ra do Crespo n
para
9.
cotinhar e
i AVISO AS VENDAS
S6 Na fabrica de vinagre a' ra Imperial
?* d. 1, prximo a estaco do camuiho de
I ferro vende-se vinagre tinto superior em
qualidade a outro qualquer e por pre(o
morjico, assim como branco e Incolor.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos contina a morar na ra do Impera-
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seu
gabinete de consultas medicas, logo ao
entrar, no primeiro.
' O mesmo doutor, que se tem dado ao
estude tanto das operacSes como das mo-
lestias internas, prestase a qualquer cha-
mado, quer para dentro quer para fra
da cidade.
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na
ra do Imperador n. 46 armazem.
GARRAUX DE LA1LHACAR & C.
LBRAME francaise
Roa do Crespo n. 9.
LIVROS NACINAES E ESTRANGEIROS
KeliyioPbilosopbia Jurisprudencia Littera-
lura Scieneias e arles.
Papelaria, objectos para escriptorio.
i*ra$@Mei$ mmm
\ DEPOSITO DE CALCADO g
m FABRICADO NA CASA DE DETENQAO g|
)K Ra XoTa n. I.
gg Ahi se encontrarlo obras de di-
* versas qualidades, e por preco mui
* diminutos, a retalbo e em porces.
0 S se vende a dinheiro.
m
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra.
fogo em edificios, mercldorias emobilias : \i1^^S%^qZ^J%ff^
na ra do Vigano n. 4, pavimento terreo, va, dlrija-se ao mesmo sitio, que faz estrema com
__________________________________o sitio da igreja nova.
Hotel de Italia.
M"0". Ferro, proprletaria deste estabelecimento,
avisa aos seus freguezes que contina a receber
passageiros e pensionistas, em quanto nao effectuar
a venda do dilo hotel; pelo que, as pessoas inte-
ressadas nessa compra podem dirigir-se ao mesmo
para os necessarios esclarecimentos. No mesmo
hotel precisase de urna ama que saiba lavar e
engommar; paga se bem.
v., SO
Engomina se
com asseio, promptidao e preces rizogveis: na ra
Augusta 0.5, loja.
Na ra Bella d. 22 pagase 204 e mal se i
agradar, por urna ama escrm, par? W?a de pon
ca fmula, i
REMEDIO BE AYEB PARA SEZES
Iufalivel as febres intermitientes, remitientes,
Fobrea Biliosas 0 tercia, mal do osado, in>
cremento do ba$o, ceguaira. Der no*
urjdos 0 palpitefoes, quando
sao causados pelas
FEBRES INTEEMI1TENTB8, O REMIITENTES.
As preparaeoes de Dr. Ayeb sao vendidas em todas as
Hotlcas e Drogaras do Imperio.
Vende-se em Pernambuco:
na
PHARMAC1E FRANCAISE!
deP.MAURER&CI|
losinlieiro.
Precisa-se de uro cosinbeiro que seja escravo a
na ra Nova d. 60, armazem da Liga.
150MBAS M
Eua Nova
PATEME
n. 30-
f?UA N1VA N
w
Chegaram as n elhores borrihas americanas do
melbor systema qoe ba, assim como as pessoas
que pretender encanamentos para agua pode se
dirigir a mesma luja que tem sempre canos, chum-
bo, torneiras, choques, vlvulas etc.__________
O Sr. Francisco Jos d Freitas Gi-
maraes, queira tt-r a bondade de appare-
cer na livnria n. 8 da praca da Indepen-
dencia.
. Em casa a Theod Christiansen, ra do Tra-
piche-novo n. 16, nico agente no aorte do Brasil,
de Brandenburg frsVes, Bordeaux, encontra se ef-
ectivamente deposito dos artlgos seguintes:
, St. Julien.
SU Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Chateau Marganx.
Grand vin Cbateau Lafitle 1658.
Chateau Lafitte.
Hant Sauterues.
Chateau Sauternes.
Cbateau Lauur Blancbe.
Chateau Tqoem.
Cognac em tres qualidades.
Axeite doce. Preeoe de Bordeaux. _____
Precisa-se de urna preta escrava para o seF-
vico de casa, e que saiba engommar : na ra da
Cadea n. 27, Ia andar.
A.HYVEIINAT^"
lORa do Imperador99.
Deposito de joias francezas por atacado.
Casa em Pars e Bi de Janeiro.
Becebem directamente por todos os paquetes.
Aluga-se a grande casa da ra da Florentina
n. 20 com muitos e excellentes eommodos para
urna grande familia morar muito fugadamente :
quem a pretender entenda-se eom o proprietario
Ba ra do Hospicio n. SO, das 6 as 9 boras da ma-
nbia, e das 3 as 6 da tarde.
Na praca da Independencia n. 337~loja de
onrives. comprare ooro, prata, e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e aualquer concert.
Trocam-se duas imagen de Nossa
Senhora da Concoic39 e Santo Antonio, obra,
perfeita vioda de Portugal; a ra da Ca-
deia n. 47.
Precisa-se alugar urna preta de meia idade e
gne sirva para todo servjco : a tratar na ra Im-
perial n. 39, taberna.
Joseph Latham, socio gerente da casa
commercial sob a razao Mills Latham e
C.a. tendo de retirar-se para a Europa,
faz sciente que a mesma casa continua seu
gyro commercial sem alteraco alguma sob
a direceo de seus bastantes procuradores
os Srs. Henry C. Wrlls & John Roberts que
ficam munidos dos precisos poderes para
gerencia da mesma casa.
Recife, 9 de marco de 1806
Veneravel ordem terceira de S. Francisco do
Recite.
Em virtode do offlcio deconvile dirigido pela Ir-
ma odada do SenhorBom Jesos dos Passos, o nosso
cbarissimo irmao ministro manda convidar a todos
os nossos charissimos irmaos a comparecerem pe-
las 3 horas da tarde do dia 16 do correte, em nos
sa Igreja paramentados de seus hbitos, para em
communidade acompaobarmos a procissio da mes-
ma sacra santa knagem que Uta. de sabir da igreja
do Carmo.
Secretaria 12 de marco de 1866.
Jeronyrao Emiliano de Miranda Castro
Secretario.
O cirurgio Joaquim Jos Alves deAlbuquerque
mudou o seu consultorio para a freguezla de ~an-
to Antonio, ra Direita casa n. 13, onde pode str
procurado das 8 horas da manba at as 4 da tar-
de. Pede encarecidamente a seus amigos e mais
pessoas que o proonrem na freguezla do Recife
que deixem os seus chamados por escripto na bo-
tica do fallecido Luiz -Pedro das Neves, ra da
Cruz n. 21, onde ser encontrado al orna hora- da
tarde.
Declara mais aue tendo sido por espago de 33
anuos e nico prole.-sor da enfermara de marinho
desta provincia, teve sempre a seu cargo um nao
| pequeo numero de doentes atacados de diversos
sofTrimentos, alera das operacoes por elle pratica-
das antes e depois da revoloco de 1819, que em
1832 fra encarregado do lazareto da ilha do Pa,
por occasio da febre amarella, assim como em
1856 do hospital de cholencos na tregueiia do Re-
cife, que os seusconhecimentos professionaes, tbeo-
ricos e praticos adqueridos no decurso de lautos.
annos em taes estabelecimenta, o tem habilitadj a
tratar de qualquer eafermldade ; por isso espera
que continuar merecer a eslima e condanea de
todos aqueiles que qoizerem utilisar de sua pro-
(fsso.
Desappareceu da proprledade de Sant'Anne
urna vacca com cria a qual veio de Naiareth ha
vinte dias pouco mais ou menos, levando yima
corda a ra-to e um cbocalho no pescoco: qflern a
tiver pegado ou della tiver neticia dinja-se a mes-
ma propriedade que sera' bem recompensado.
Precisa-se de urna ama que saiba cozonhar e
comprar : na roa da Cruz n. 56, primeiro andar.
islsllstsls ftfii MsWi'MIMimm
Alienciifi
Precisa-se de costureiras para f
9 fazer caigas de brim e cohetes: na I
jQ| ra da Cadeia do Recife n. 38, pri-
g meiro andar.
mmmm mmm mmmmm
Jecl arabio.
Joaquim Ellan^Maciel de Lyra e Albuauerque
Reg Barros, professor -i Abren d* Una, declara
aos seos amigos eoMegag, e ao publico, em geral
uue, d ora avante, ssgnar-se-ba Joaquim Elias de
Albaqoerque Barros.
Ero 9 de marco de 1866.

c*


<


-

_
i



st
aMafla d r rm%tohni\t
- ~' "--T"T- '
^Si^^-Si^:
Antonio Pires Ferreir Filho pirte par a'.
Europa tova era su corapnhi seu sobrinho Jo
s Pires COMPRAS
m&m \"V\V^
-^

t
l;
FABRICA A VAPOR
99 RA 00 MONDEGO 99
Deposito fh xov n. 50 lo ja de rclojuefn.
Compra-se oaro, praU e prdras precios*
en obras velhas : na ra da Cadeia do Recite
cja de ourives no rco da Cotice igao.
Comprase carosso (sement) de algodd : no
armazem de algodo de Saanders Brolbers & C,
do ees de Apollo.
Compra-se tom escravo que seja moco, sadio
e tem vicio : M roa larga do Rosario o. 34, bo-
tica._______________.
Compra-se urna casa de sobrado no aterro
da Boa-Vista ou ra da Aurora : a fallar na ra
do Crespn. 17.__________ _________
Oaro e prata>
Em -obras velhas : compra-se na praca da lo
dependenclo n. 22, loja de birbetes.
Compra-se orna burra 'de ferro, ingiera on
mesmo das amigas; na roa Nova n. 31.
Compra-se a obra de Camino Meneos inti-
tulada Direito Cambial: na roa dos Coeltos n. 10,
naga-se pelo duplo de sen valor.____________
Delouche donos deste estAeteciraeato partecipa ao respeitavel publico que sua la* i coml-se nma ca*a no bairro fia Boa-Visfa
trica est montada com as melhores machinas que existem na Europa, e que po ate a.ooo* : > rea prreiia n. 43, kgn, se dir.
fabricarcom melhor perfeicjto possivel. Todo o chocolate desta fabrica -est garantid, \ comprase nma-escrava mocare 16 a 20 an-
puro, o que nao se pode encontrar aquello que vem de (ora, e que se vende por pwfo nos, sadia e de muito toa condocta, on duas ne-
haivr. vistn n* nmrlmMm sprp.m do na7.. Na ftlintifita tem StWinrft urna acula, gnnhasde i a M unos, _s_endo tambera sadlas :
baixo, visto os productos serem do par. Na etiqueta tem sempre urna aguia.
PREQO.
Meia libra......... '400
Urna libra. ..... 800
ma arroba........I9000
Na mesma fabrica acaba de se montar urna officina cora serrara a vapor para
obras de marcineiria propria para edificio, para o dellas, assoalhos '(parqu francs como se usa na Europa,) e armagoes, tudo com brevi-
nade e'perfeicSo. Tomarse qualquer encommeoda para fra da cidade, entregando-se
prompta a oollar-se no lugar.
no Recife, roa da Gruz n. 29.
Compra-se -garrafas vazias trancas e vidros
vaslos; oa roa Larga do Rosario v. 10.
VENDAS
D
COEJLIIO Roa da Crac n. 16.
Continua a baver doriamente um sortimento de postis, podios, bolos inglezes,
empatias-etc., etc. Os deoes deste estabetecimento, acbam-se nasmlbores condiooes
de poder satisfazer encommendas concernentes sua arte, em consequencia
Freitas ter*Mo administrador chefe dealgomas das princijaes fabricas na corle, seodo
urna a do Sr^JeSo Goncalves Guimares (confekaria dVLeo) antiga casa de Carceller.
Todos os traba Utos 5o differentes dos que-se fazem em casas particulares
Os propietarios deste estabelecimento fio se tem poupado a despeas, nem e
pouparao,-se-houver concorrencia como esperara ; leudo continuadamente bom sor-
mentodedoees para cha; .presuntos c ditos em fiambre, tambem se reeebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj aovo superior, secce e crystalisado, dito era
calda em latas hermticamente fechadas, poden do durar onos em perferto estado.
Para jantares e partidas recebem-e encommendas dos segointes objectos; bao-
deijas ricamente enfeitadas sem armaco pecas de amendoas (nogaces), -ditas de tmaras
de ovos, pes de l enfeitados com disticos anlogos a qualquer tiro; ditos montados,
kechs simples e enfeitados -com fructas i inglcza; gatheaox de la reiae,- ditos de le n-
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixeecarne; cremes e doces de wes
de diferentes-especies.
Tambem tem um completo sor ti ment de vinhos engarrafados, como sejam: rba
do Porto superir, Figueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeaux, Champagne fino, ser-
veja, iicores,, charapes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, eon-
feitose mais enfeites. Muitoe destes objectos mencionados podem-se perfeilamente ac-
condkionarrtanto para a provincia, como para fra.
FIGURAS
Acabam de receber bonitas figuras para bandejas de doces, setdo grupos para
baptisado, casamento, annos, tilta a phantasia, bonitos enfeites para bollse circular pa-
tos de doces Ados, tudo por precos razoaveis.
Vende-se licores em duzia muito em conta.
PAR 1866
Acabara de sahir \5 luz as flhtuas de
agibeirae de portaipara o anno de 1866, o
mais correctas possivel tanto noealculo das
inas e eclipses, orno as diversas festas
qoe a igreja celebra; vendem-se'unicamen-
te na livraria da praca da Independencia,
160 ris as de porta e 320 res as de algi-
beira.
CALCfiO
45 -t Hua ireita 45.
A primeira cndilo indispensavel con-
servarlo da 8atide trater ospes b?m de-
fendidos contra os ataques da humidade;
calcado bom e seguro o nico preserva-
tivo dessas mil enfermidades a que est su-
jeito o no^soeu. Um chnelo vtlho cal-
cado por um dandy patuscante, ou urna
botina calcanhada em pequenino p de en-
cantadora deidade alm de aecusar que-
bradeira horripilante, prova contra as f -cui-
dad es intellectuaes dos calcantes, e nao ba
qnem, tendo bom sen so, queira>pas.sr por
maluco, ou pobre de surrSo : ergo, cor-
ram a:
4RA DIREITA4*.
e attendam a' baratera.
Homens. |
Borzeguins barcellonezes de lus-
tre e de porco, .
Ditos de Bordeaux ....
Ditos parisienses de bezerro e
cordavSo .....
Sapatties de Nantes de duas ba-
teras raras .. .
Sapatos de lona, sola de borra-
cha.....,* .
Ditos avelodados.....
Ditos de tranca bons ...
Seonora
Borzeguins enfeitados. -.
Ditos de kco .......
Ditos lisos .,...,,
Sapatos de borracha....
Selleiros, corrieiros e aegerres I
Sola de lustre, meios grandes 200000:
E um completo sortimento bricado nopaia.
No^"
Boa Fama ra do Quei*
mado.
Recebeu pelo ultima vapor chegado de
Pars chapeos para meina do ultimo goslo
Diademas dourados,
enfeilados com aljofares, pedras,
ele, para meninas e seobori*.
A agula-braora vende b( mtos e modernos i!ia-
dems dourados, eoreiados rom aljofares e pedras
proprias par meninas e enhoras.
Bonicos cha de palh fina e avencars para menius.
SSo obras esia^ de que. us bous pas de familia
se nao podem escusar de comprar, por fazerem el-
las parle do asseio e bom posto rom que trajara
suas bellas filhinhas. A aguia biamra tem o pr*-
ler de ver que lo bellas e prreisas obras foram
devidamenle apreciadas e compradas fro seu nl-
nbo. Os chapeozinhos, alera de serem d'uma pa-
Iha mui fina, sao de mui bonita forma e ulumo
gosto, enfeitados com toda a perfeicao: 06 aven-
taes, porm, sao de fina cmbri, guarnecidos de
- toabadinhos bordidos; o que Ihes da moita graca.
7*000 Os precos destes, 55000, e daquelles, i O; e de
I qnanto sao ellts baratos conbecera o preleodenie,
que se dirigir a' luja d'agnia-branca, na ra do
Qoeimadon. 8.
Vldrilhos de cores e aljofares,
imitando a{0, para enfeites de vestidos.
A aguiabranca na rna do Queimado n. 8 rece-
beu nm bello sortimento dos objectos cima pro-
prlos para enfeites de vestidos, etc., etc., e est
vendendo commodamente.
Novidades.
Na Aguia branca a ra do Queimado n. 8 rece-
beu diversos objectos de muito g)8lo e inteirarcen
te novos, sendo :
Bonitos e delicados pentes dourados e prateados,
i t nn Xea0 en,r* e,les al80DS de ull8rana obra mni per'
Ifll"i00 fgjta e de levado gosto.
Ditos com chapa de mdrenf-rola.
6000
7)5000 j
8)5000
i
5)5000,
4^000
1)5600
1600;
5(5000'
4,5800
Vestidos
Pechlneha sem Igual.
Cbegou a loja de Paredes Po. lo um bonito sor-
timento de vestrtos detartalaia de cores e brinca*
qne serve para partidas por ser nn>a phani-i* ra-
teramente >ie gosio jeio barato priyo t i e
bf ancos 44300, .4ao icabaedo-se : no arnuzem
da^porta larga rna da Imperatriz n. 52, jaa'.o a pa-
daria france'za.
Cortinados.
Gbegon a.Toja de Paredes Porto um eomuleto
sortimpoto de cortinado? ricamente bordados a
prtc-i de 25, ll '.5 : na ra da Imperatriz
n. 52, porta larga juuto a padarla franceza.
tticas romeiras.
Paredes Porto receben pelu ultimo paquete um
sortiuiento de romeira de ulpure pretas e de 5l
a preco cuu u.uJu : na ra da Imperatriz c. 32,
porta larga junto a patria franceza.

Acabam de receber G. Paes do Amaral & C.
5 RA DO CRESPO 5
Andiga easa de tnilherme da *iHva Mimarles
Ricos cortes de vestidos de gros-de-naples ppeto, com lindas barras betdadas.
Moire-antique.preto em cortes e em pecas, liso, ondeado* com palmas.
Gros-de-naples preto, de diversos precos e largaras.
Gorguro preto, fa/emla superior a todas pela Este estabelecimento
jaefa-e sortido com numerosa quanlidade de filos pretos, de .algodl;>, de linhp. de se-
da, manufactura ios em
ckales
retondas
algmenes (bournus)
aaamites
armazem de iazendas
baratas de Santos Ooelb.o
Rna do Queimado u I.
Vende-se o segulme :
Cobertas de chita da'Iadia a *'iiio.
l.eEcees' de panno de Itako 2200.
Ditos de bramante de lioso 4e um s panno a
3*200.
Lencos t -cassa braocos proprlos para algibeira
*4eQ0a4am.
Algodo-enfestado com 7 i)2 palmos de largara
4 t 200 vara.
Ainoalbado de linho a 2&W a vara,
Dito de Gaardaeapos de liibo a S800 a dozia.
| Pecas de cambraia de salpicos a 4500.
i.Laazinhataberta de cores a 320 o covado.
Cambraia branca de'forro a 3 a pega.
Fil ie lKiho liso fino a 800 rs. a vara.
Dito de dito com saiptoes a l a vara.
Panno de linbo fino com 9 1|2 palmos de larpe
i ra pelo barato preco de "l&iOQ a vara.
nma oeheira na rua.de Sanio Amare Madapol&es finos sr8, 9JS, 10*. 11A* 12.
n.4, com 3 carros e ama caiessa em: Cambraia!a de 4*500,3*, 65, 7J e8>a pega. ^ -
perfeito-esUdo com todos es arreios Pecas de bretanha de algodo con 10 varas,*'
Veode-se sat-grooto : a tratar- dre de Deus n. . ^^^
Tende-se u eabriolet americano de duas re-
do SOCIO j'as'defealancine cubera, tudo em pereito esudo,
' quero pretender iri}a-se a coebetra- de Sr. Claodte
Dubeux que achara'- com qnem tratar.
Veode-se
Brinco? de filigrana e cutras qualidades
Fiveltas de dita e outras tambem de diversas
qualidade.
Cintes mui bonitos, enlatados em toda a extt n-
cao com caracteres dourados e prateado*.
Filets enfeilados com moedinhas dourads.e lan
tejoitats aljofares & &, sendo para coque, e tod* a
cabera, e oolros coro plumas &^
Bonitas voltas de jaspt comxruzes, tendo lam
beai algumas de duas cores. .
Luvas e meias
de laa vegetal, para quem suffre de frialdafie, pa-
!ralesyac. Vendem-se na ra do Queimado leja
d Aguia branca n. 8.
Bandoline de roza
para segnraT on conservar perfeilamenle atado os
cabellos das senboras. Vende-se na ra do Quei-'
nudo loja d'Afima branca, 1#000 o frasco.
Enfeites pretos para vestidos
A Aguia branca recebeu novos enfeites pretos
-para vestidos, sendu lucos com vidnlrrose sem
ellos, trancas com pendentes de vidrilhos e sem
ellos, cordao grosso tambem com vidrilhos e sm
elles-; assim como galoes e franjas de diversas iar-
;nras, fitas de velludo etc. como sempre os bons
regnezes encootraro comrnodidade de precos nos
objectos que se vendem na loja d'Aguia branca rna
do Queimado a. 8.
Botes de vidro
o
Cotes de laa escocesa para vestido a 35 o cor-
te : na roa ua Imperatriz n. 82. loja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, esto se acabando.
Para luto.
Laas pretas com salpics brancos a 400 e 500
rs. o covado : i:a ra da Imperatriz n. 52 junto a
paarir. franceza armazem da porta larga.
lj|400
Chapeos de sol.
Vendem se chapeos de sol de panno a 15400 e
urna grande pechincha s para acabar : na ra da
Imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare-
des Puno.
A 1$500.
Vendem-se pegas de tranca prrta para enfeites
de ve-iiUos, s^utembarques, capas de senhura a
15600 reo 10 varas, urca grande pechincha : na
ra da Imperatriz n. 52 junio a paliara franceza.
Chales de renda pretos.
Vende se cnales de renda preto a 45000, unoa
leja qne pode vender na ruada Imperatriz u. bi<
I armazem da porta larga, de Paredes Porto.
orooria ara narati nreco Esses bo,5es ^ue Unl 'erveIB para rae'hr,se,
a #ara sata, pelo baratissime preco oc ^;peder eftfotr w bo(B ve5ldo prel0 oa de cor,
-or^Ho |*chao se a -venda na ra do Queimado loja d'Aguia
O CwaQO. Lhrana n
oc permutta-se por algama i Canjbr'fts nas de . perteocentes aos meemos bera como 20 cavallos
>jansnados :qoempretenderaobar* com quem 35509.
tratar na ditacoebeira. Lazione. lisa de cores aSOO rs
Vende-se
caza terrea desta -cidade um -sitio de ierras
covado. Aspas fortes para boloes.
Estotra da India, propria para forro de sala de Na roa doOoctmado lojade miudezas n. 16. ven-
nollogar do Lonete,.com arreres fructferas 4,8 e palmos de largura, per menos prego dorfe.se aspas dooco fortes, e de difTerentes larguras
quasi todas oowas, grande porc5o de ce-1 que em ouira qualqaer parte. ,#arabaloes.
queires.quem o pwtender drija-se-ao- pateo! N.esto omero umbemee encontra nm graBde; Boaitos quadros para retratos.

de^S. Pedro
tratar.
r.:2, que acttar com quem
-sortimeoto de roupa feitac por medida.
F42ND4S BAbATAS
Vende-se o engeoho Carue-irc, situado na
il^tSSl^^^i^^,^^ 27 Ra doQueimado N. 27
.K.WDE raixm
''- nibratc branca para forro a 240 e
mcenie e correte, com todas as obras no melhor
estado, muito bom tfagoa, e Ierras deta preduc-
oo; para tomareoDta-delle na m.de maio : os
pretendentes dinjatn-se ao pateo do Carano n.15, a
tratar com Gabriel Aoteaki.
400
Hm||IS WtAtH, aljofares asilauda
^co e vidrilhos deeeres
paca enfw.es de vestidos.; vende se. tade bisso por
.preces razoaveis na raa da Queimado ci oja 16,
de mjudezrs.
ssja .vara.
Vende>se^t'Uberna da ru da Guia a. 6 pro-
prto.para priEeipiante, e o activo se dir ao com-
prador.
Vendera-se na ra do Queimado luja de miade-
jsas n. 16,-bonitos quadros can mordura preta e
dourada, todos por pregos rasoaveis.
Garrafas brancas
e -de cores com-seperior agua da colonia.
Vendem-se na ma do Queimado, loja de miade-
tas n. 16.
I JSovo gosto
Ifenles, fivellas,* brincos de fetrrana.
. A antiga e .bem conbecida loja n. 16 na ra do
neos bancos para .algibeira duzaa a Quenada, recbeteam sortimento de diversos ob-
0 rs. jecto* de ovo e boa gosto, sendo pentes brancos e
RctOndas nretas a !)-S00O doeados de moldus enteiramente novos e mui a-
n.t,.-.^ ~,il a .A-n n.n.:n .. grada-vea, tendo entoe elles alguns de filigrana obra
Cambraia morsa lina de -cores proprwpara 5e ^^o e dSei\ exerocao, e bem assim fi-
estidos O covado a 300 PS, vellas o brincos as esmas circomstancias.
Jtforeanti^ue preto superior a 2j>800 e' Tamfcem receben alguns cintos o qne de mai?
3-4QU0 o covado i moderno e bonito, e,pode encontrar em tal genero.
>ranrfp enrtm irranae sortimento de grosaenapiespreto p|8io soriwnento de flvellas de madreperola, chris-
para todos OS precos. tal, .tartacuga, e dourados, brincos de christa!, e
Rotondas de seda riqusimas algerinas para jaspe, voltas e cruzes de dito e muitos outros objec-
"


africaines
pompadouf
DE FANTHASIA

Receberam tambem bonitos cortes de popeline de listras de cores, e matisadas,
muito modernas, de gostos inteiramente novos-; e outras muitas fazendas 4e gosto, viu-
das pelo ultimo vapor.
G. P. DO Allft RAL e C.
5 RA DO CRESPO 5
DE
DE
J. VIGNES.
.\. 55. Rl'A DO 1NPER.4DOR X. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje asss conbecidos para que seja necossario insistir sobre a
na snperioridade, vantugense garantas que offerecera aos compradores, qualidades estas incontesta-
uts que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparocido nesta praca ; pos
miado um teclado e machinismo que obedecer todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
aucca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melboramentos Importan
tosimos para o clima deste paiz ; qnanto t vozes, sao melodiosas e flautadas, e por isso muito agrada
?ais aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondei, de Pars, socio
eorreeoeodente de i. Vignes, em cuja capital focara sempre premiados em todas as exnosigfies.
Noaaesmo estabelecimento se achara sempre um explendido e variado sortimento do msicas dos
melJioM autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo todo rendido por
oracos commodos e razoaveis.
senboras.
Gucrdanapos para meza a 500 rs, a du-.'
zia.
Superiores balse de arcos.a.3^200 rs.
VEW1E-SE
L.antijlas.
A 4oja da Aurora, na roa larga do Rosario c. 38,
recebea sortimento de laotijolac multo delicadas
proprias para qnalquer enfite, assim como tam-
bem recebeu iuvs de Jooviu brancas e de cores
parabomem e sechora, muito frescas, chegadas
pelo oWrao vapor, tudo isto oa.loja da Aorora, o grande acaiazem da r&a do Apollo n. 38 e 40,
ra larga.do Rosario n. 38. ^oprio.paraum armazem de assucar jso prensa
Vendem-se garrafas e botija* vasias e lava e a'Koao em ponto grande, por ,ter 6 -portas de
das: na rna da Soledade n. 38. ireai& com ms de 67 Pa,fiaos dt largora .e 300 e
,, ., tantos palmosdecomprimacto, tudo coberW e so-
Vende-se um e*cellente piano de Jacaranda! broarcadas eara comodidade dos compradores
quasi novo em.perfeito estado no .armazem de u ^^^ xm oprazo de 2 annos ou o que se.con-
!. firl'^SSSJ! " e' venoionar urna wz que seja eom seguranga e pa-
gando-ee i-eja demora um mdico juro : as pes-
soas a quem convier esta compra, poderlo enten-
der se com Antonio Alves Barbosa na ra dos Gua-
rarapes n. 78.
; tos de gosto, os quaes confinua-se a vender commo
idamente.
iPenentes de madreperola, e enfeites filets
A loja de miudezas na ra do Queimado n. 16,
recebeu bonitos pentes com eftapa de madreperola,
e.novos en/cites filis ornados de lantejoilas don-
radas, moedinhas, aljofares, vidrilhos nc, tendo
grandes para toda cabeca e peqnenos para coque,
j regulando os preeos de i> a 4IW00 rs.
Bo&ilas caixinhas
com arcanjos dourados paraj costura, leudo com
i msicas o sem ellas. Vendem-se na roa do Quei-
| mado loja e mjudezas n. 16.
Trancas pretas
com vidrilbs?, e lucos eom ditos e sem elles para
enfeites ou vestidos.
Ka ra do Queimado n. 16 loja de roiudezas a-
i charao os pretendentes um bello sortimento dos
1 objectos cima ditos, cascarrilhas, franjas etc. etc
e todo est sendo vendido por precos commodos
Grande BechiaSTde ma'dapolo com L wdro amJ>S^ prelos
alaria i A loja de miudezas n. 16 i ra*. do Queimado
Grande armazem de tn-g
1 tas medicamentos etc. g
Roa do Imperador r, 22.
S^oo Pedro das Kevca (fC-2
P rente) tem a venda o
W segHtnte:
H Productos chimicos e| pharma-
a^ ceulicos os mais empregados em ,
'&. medicina. ^
B Tintas para todo o genero de pin- j,
W tura e para tmluraria.
&*> Productos induslriaes e tinta?..
^ para flores, como botes de flores
^ e modelos em gesso para ilutar
g fructas e passaros com o compe-
S tente desenlio.
Productos chimicos e industriaes
r para pbotograpia, tinturara, pin-
% fura, pyrotecoia etc.
Montado em grande escala e sup-
g prido directamente de Paris, Lon-
g dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa
; pode offerecer productos de plena
i eonarNja e satisfazer qualquer en-
g commenda grosso trato e a reta-
lho e por preci? commo'1 -\

i

m

^
tratar eom o mesmo senhor.
" "" fiOA EiNG&MMADEIRA.
Vende-se nma boa eserava, eogomma e lava
perfeitamente e tem algn principio de .eozinha,
representa ler JO annos de idade : trata-re na ra
Nova, loja de miudezas dos Srs. Antonio Pedro de
Son Scares g Irmo.
BOLITA MINCHA
Plorite de seda para vestidos a 720 rs. o covado,! rairiz n. 52, armazem da porta larga junto a pa
cortes de la com 15 otados nm 3,2500, leos! dara franceza.
tSSSrtUZ^l Pa"nep"">s etBentoa, ao- Vende-se e faz-se todo' negocio'com" odepo-l a rna do nefmado n. 16.
ZUI0ZOU cnaies ae iinno nnos a 79, 8*. 12* e gjl0 da rDa do vigario n. 29, muito proprio peral Bonitos leques de sndalo e outras qualidades.
it>, retondas de linho Boas uluma moda, a 8* Uj, prncipiaote""que queira principiar sua viaa Bonitos cintos com fivellas de diversas qualida-
iOfcgrosdenaple encouragado, covado l800 e U, com pouco dinbeiro ; ao comprador se dir o mo- \ des c moldes.
Paredes Porto vende orna grande noreo de ma-! vende mui benitos botSes pretos de vidro com en-
dapolo avanado, azenda de 10* e 12J a pega, a i fei'es ** a?", os quaes muito se uzara para enfeltar
6*500 e 7* com peqoeno toque : na rna da Impe- vestidos, quem os pretender pode dirigirse a dita
loja o. 1 ra do Queimado.
Vendem-se na loja de miudezas
Atiendo!
Atten#lo!
Atten^o!
(raade sortimento de fazendas prv
pn'as para a Acaha de chegar a este no\'o estaLeleein>nic
um grande, e variado sortimento de fazenda- pro-
prias jiara a quaresma, a saber :
Gr sdenapl. s pelo a 1600 o covado.
Vende-se um graede sortimento de erosdeoa-
ple a U600, 1*800, 2* e 2*500 o covado ; duc.
muito superior a .S800e 3 : na rna da Impera-
triz n. Wk loja de Guimares & Irmao.
Moriantique preto a 2^800.
. a^SSle1fD,B-S22,e 60rIQe'1o de moriamique
a 2S800, 3* e 3*500 e covado.
Ckales de renda prttes a 8(5000.
Vende-se tambem um variado sortimento de cha-
les de renda a 8*, 9*500 e 10* ; ditos muito fino,
a il* e 12* i ditos de seda fazenda muito tina a
dito.com duas larguras, covado 2*800 3*, e ou-
tras muitas fazendas proprias para a quaresma :
na ra do Queimado us. 43 e 45, lojas pintadas de
amarello, oa esquina que volia para a eongre- i
gagao.
Vende-se por jauto ou a retalho o terreno sito
no principio da ra Imperial junto a fabrica do vi-!
nagre: para tratar na roa do Imperador n. 43.
Uva da venda.
IHI
B
pides e picadeiras de Ipojaea
Vendem-se a ra do Queimado loja de
Azevedo & Irmo.
Vende-se um terreuo na ra do Progresso,
tendo 30 palmos de frente e 380 de tundo, existe
no mesmo 8 meias aguas novase bem construi-
das e uma exceliente cacimba com agua para be*
pao m mam
Contina haver pao de Senieio nos das quartas
e sabbados, na nadarla de Santo Amaro, atraz da
Brincos e cruzes de crystal.
Abotoaduras de dito para coletes.
Bonitos port-relogios.
Delicadas caixas com msica e sem ella, para
costura.
Agulhas e l.nhas para chrochel.
Retroz superior em carriteis.
Rendas pretas e bicos com vidrilhos.
Pilas de velludo com listras de cures para en-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdenapoles, lisas e iavradas, brancas
e matisadas.
preta.
a 35G0.
preta a 3*50':
Conceigao do bairro da Boa-Vista o. 56.
PECHINCHA SEM IGUAL
Ricos cortes de gorgoro de seda pretos adamascados para vestido com 13 metros
ou 18 a 20 covado? cada corte, largora de chita franceza, pelo baralisslmo prego de 50*
cada corte : oa loja das columnas da ra do Crespo n. 13 de Antonio orreia de Vascon-
celos & C.
Ama.
. Precisa-se de orna ama para
no e externo de uma casa de
ra do Torres o." 14,2 andar.
o servigo interno
pouca familia ; na
Quem tiver par alugar uma eterava que
cosinhe e engomme, apparega a' roa do Trapiche
n. 44, sagondo andar, 00 anuuoe|e para ser pro-
curado.
mM
Joo Perefra Pedrozo de Lima: h IrmSos, com-
praran) a taberna da rna do Cotovello o. 49, ao Sr.
Jos Paulin > da Silva, se alguem se julgar com
direito a ella, dirlja-se a mesma no praso de 3
das, Mudos os quaes nao se attender reclama
co. Peroamboco 3 de margo de 1866.
Vende-se a pruyriedade Viragao, com meia
iegoa, malas, fe terreno muito proprio para planta-
goes de cana por serem de ptima prodocgo, tan-
to as ladeiras como as varzeas, acrescendo ter p-
timo cercado j desmamado, muito peno da es-
tago da via-ferrea de Gameleira : a entenderse
com Barinolomeu do Reg Barros, no povoado de
Gameleira.
ga do Rosario, taberna da esquina n. 50, rna Nova,
armazem da Liga, roa da Imperatriz, taberna do
Sr. Lemos n. 34..
;-|CWares Royeron eolares ano-
para facilitar a dentigao das criangas e preserva-
las das convulsdes.
O feliz resultado obtido immensas vezes pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer, nos
casos de convu Isoes, e dentigao das criangas, tem
altamente elevado o seu bem merecido prestigio,
e hoje j se pode dizer que esto geralmente con-
ceituados, e eslimados de innumeraveis pas de
Vende-se cera de carnauba mais barata do que familias : de uns porque do uso dsses sal ota res
Vendem-se 400 pedras para ladrilho, vindas
da Una : a tratar na ra do Vigario o. 14.
uwmu
Moleque de 18 annos1
Vende-se um moleque de idade de 18 annos,
sadio e sem vicios : na ra Larga do Rosario
n.50.
M Aviso
HI Na ra do Vigario o. 24, escriptorio, im
5 vende-se cera de carnauba de superior !
qualidade, por barato prego. m
na ra da Madre de
Atleuco H
Na roa do Vigario o. 24, escriptorio,
~ vende-se velas de cera de carnauba de
m superior qualMade por prego barato
ATTfiMCAO
Vende-se a loja de louga da tua larga do Rosa-
rio n. 32, junto a botica : qusm a pretender diri-
ja-se a mesma loja das 9 horas do da as .5 da tar-
de, que achara com quem tratar.
Na rna das Trincheiras 26, se dir quem
vende um mulato bom boeiro. bom aifaiale e de
] boa conducta,
em outra qualquer parte
Dos n. 5. ^^^______ _________
Grande pechincha
Ero chas.
A meia pataca.
A meia pataea.
A meia pataca.
Vende-se na loja do pavo um grande sortimento ' mdV
de chitas ingleza, sendo rozas e cor de rosa, com '
padroes mai miudos e mais grfido, amanendo-
se ser de cores das, e vende-se pelo baratissimo
prego de 6 a pega, tendo 38 covados, e relalha-se
a 160 rs., sendo fazenda que sempre se venden a
9* a pega on se retalliou a 280 rs.; esta grande
colares viram salvos do perigo seus charos fllbi
nhos, e de outros porque colheram daquelles iSo
proficuo exemplo para ignalmenie preservar os
sens. Assim, pols, a aguia branca, tendo em vis-
| tas a bUIoIm e proveif desses prodigiosos cola-
res anodinos ou Royer, mandou vir o novo sorti-
mento que agora recebeu, e continuar a recbe-
los para que em trmpoalgum a falta ielles possa
ser funesta aos pas de familia, os quaes Ecarao
| cortos de os achar constantemente na roa do Quei
"oja d'agula branca n. 8.
&C,
Em casa de Kabe Schmettau
roa da Cadeia n. 18, veode-se:
Cbampanha.
Cognac de superior qualidade
Vidros para espe'hos de todos os tama-
pechincha liquidase por estepreg" na loja e arma
, zem do pavao, roa da Imperatriz o, 60, de Gama j nhos tudo'a precos muito commodoe
Silva.
GtZ.
No armazem da rna do Imperador n. 3 ou no
Caes de Pedro II n. 2, tem para vender-se o me-
to or caz existente no mercado.
Vende-se uma loja de eharut.s cuja armagao
e-dous teiros cSo excede de 160J : quem qoizer
dirija se a raa do Caboga n. I B.
Retoaidas pretas a t&$.
Vendem-se retondas pretas pelo barato prego de
10* e II* : na ra da Imperatriz- n. 72, loia de
Guimares & Irmao.
Grande pechincha panno preto a 2#000 o
covado.
Vende-se panno preto proprio para calca* e p?
Iitots a 2* e 2*200 o covado : casimiras
a 1*800, -i, 2*400 e 2*500 o covado.
E' muito barato corles de casimira
Vendem-se corles de casimira
4* e 4*500 ; dita muito Gna a 6*.
Admira cortes de Itiim de teres a
4,280
Vendem-se cSrtes de brim de cores para calca .-.
1*280,1*600, 1*800 e 2* : na ra da Imperatriz
n. 72, loja de Guimares Irmo.
F baratissimo a f 20 ris o covado
Vendem-se riscadinhos muito proprios para rou
pa de eseravos, a 120ris o covado; ditos escoce
zes mono finos a 240, 280 e 300 ris o covado.
Laazinlns a 3oo rs.
Laazinhas de quadrinhos a 300, 3z0, 360 e 40u
rs. o covado , ditas muito finas a 500 e 560 : na
rna da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
mo:.
Cortes de la a SiJOOO. -
Acaba de chegar a este importante estabeleci-
mento um sorliroento de corles de la qne se ven-
de por 5* e 5*500; dnos a Hara Pa, fazenda
muilo moderna a lj, 14*, 18* e 20* ; ditos com
camismba, cinta e grvala a 25* e 28*.
Chitas francezas largas a 260 ris.
Vende-se um grande sortimento de chitas a 260.
280, 300, 320 e 360 rs. o covado ; ditas preciares
a 400, 440 e 500 rs.
Cambraias de cores a 280 rs o
covado
Vendem se camlraias francezas a 280,300 320,
360 e 400 rs. o covado.
Cambra'as lisas a 3.000 Vende-se um grande sortimento de cambraias
lisas pelo barato prego de 3*, 3*500, 4*, 4*500 e
5* ; ditas muito finas a 5*500 e 6*; ditas victoria
a 6*500 e 7*; ditas de una vara de largura a 8*
e 9* ; ditas p;ra forro a 1*600, 2*e 2*200 : na
ra da Imperatriz n. 62.
ROUPA FEITA.
Vende-se um completo sortimento de roupa fei-
la felia. assim como sejam palilols, raigas, coleles,
camisas francezas a 1*600 t 16800 ; ditas tinas a
2* e de linbo a 2t500, 3* e 3*500 ; seroulas de
1*200. 1*400 e 1*600, de linho a 2* e 2*500 : na
ra da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
mo.
Fa relio
A' 4*j500 Vende-se uma tapa de gorguro roxa
Rna rln Marina Ia TWkj ti & em muito Dom ^^do com murfM, propria
itua. aamaare ae ueus n, o dairmandadedasChaga3: M afa,,p0(}a
Saceos grandes farello novo. I n. 4.






C



n
mmamarnt
m&ffi>'&&Ggm>4g?
$
PARA l QCABESM A
Ckegaram a loja de Augusto Porto & 0.
11 Ra do Queimadol\.
Superiores cortes de seda prea.
Molreaotiqoe preto de flores e de listas bellos padrdes.
Grosdenaple preto de diversas largaras e qualidades.
Retondas, bournus e chales de guip e de rendas.
Pannos pretos, casemiras pretas, bombasinas.
LIa9, canto, merino e selestrinas pretas.
Lindas mantas de seda para pejcoco.
Rios corles 4 seda de cores para bailes ou casameatos. *
Ricos cortinados bordados dos mals bellos desanos.
Moir branco,-seda branea, capelias e mantas para noivas.
Bellas colchas de seda e de la e seda par* cama de noivas.
Saias de finisslma cambraia ricamente bordadas.
Faaendas de pregas para saia que se faiera eom urna s costara e tambera tom oom-
o cordo tectdo.
Madapolo francez a*400 e 480 rs. a vara.
Alcatifa de liaba para salas e gabinetes a 480 rs. o covado. }
Fazenda especial de qaadros para (azer rede* a 3*500 a vara.
Superiores esteiras da India para saias.
IIRoa do Qiielmado-ll _^ ^A
M TODOS!
NOVOS BEBENTES
DOS
TRES (ItAVIHS
mmm m molahos
coi
M
I
DENOMINADOS
. PRQfitESaiVO pateo do Carmo n. 9
UNIO, E QMMERCK) na doQueimadu a- 7.
VERDADEIRO*RWCIPAL ra do Imperador n. 40
DE
DARTE CARVALHO PERIRA C.
>&
CORTfiS BE SEDA
Chegaram pelo paqaete inglez riqaissimos cortes de moreantiqae de cores, e seda lavada P^J^ *J" ^nrUo^t^
Aes inteirameote novos. ,< quai. se vera os precos
Seda de quadros por 1^000 o covado
5RUft DO CRESPO-5
Cregorlo Pac do Ainaral fc Companhla.
Fazemsctente aa respertawl publico,ecom especialidade aos. senhoresdeen-
f enhos, lavradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
beraram os proprietarios^os, ttes grandes armazens, reunir todos os seos estabeleci-
mentos.jtm.um. s.-aonuncio, pelo .-qual o preco de um ser de todos, promette-
mos que nao infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, annunciar os gneros
por um preco, e, na ocoasifio da.coppra quererem por outro, orno socede constante-
mente em, outras.inuite casas, ponm nos nossos, estabelecimentos alo se dar isto
ainda mesmo com .prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
orlo tamben} servidos como viessem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar seus
qualquer engaos, remettendo nos urna conta
annuuciarmos, o que senao arrepender pessoa
alguma que fizer. aaai'despenca >n nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por cento na &ua deapeza diaria.

Gros de aples preto a 05OO, 1,5(600, 20, 3&, 34300 e 4 o ctrVadcs
Gorgurao preto de superior qualidade a 20500, 20800, &3# e U o co-
" Superiores moreantiques a 20500, 20600, 30, 30500, 4$ e 'SflOOO o
covado.
Rons cortes de moreantique.
dem de gorgurao adamascados. 4>
Bons pannos e- easemiras.
Sup rieres alpacas, pancetas, merinos e bombaziuas.
Bons vHlude pretos.
Grande variedade de cbales de fil preto e de guipure a 50, 64. 85,
100, 420, de W a 203, e de 250 a 805 cada um.
Superiores retondas de fil preto e de guipure a 8$, 105, 125 e 255;
e de 305 a 605 cada urna.
Superiores algerienes de fil preto e de guipure de 125 a 255, e de
305 a 605 cada urna.
Bons cbailes de seda preta.
Ditos de Merino preto bordados e outras muitas fazeodas pretas' que
seria enfadonbe enumerar, na
IOJA AS COLUMNAS
DE ANTONIO CORREU DE VASCONCELLOS & C.
RA WO CRESPO HV18
RA DO BRUH 1%. 38.
O proprielario desle estabelecimento deseja chamar a attenco do senhores pro-
prietarios aos acre litados mechanismos que continua a fbrnecer; os quaes garante ser,
3om.) sempre, da mellior qualidade possivbl:
Machinas de vapor
torca de 2 '/* cavallos para cima. As menores sao mui proprias para motore sde
de^-arocamentosde algodo; as maiores para moer canna; ha tambem que podem junta
. u separadamente moer canna e descansar segundo snas proporges. Estee vapores
sao simplissimo na construceo, e se regem por qualquer pessoa intelligente, a facilida-
de Ja condcelo sent especialmente considerada, tanto que nao ha lugtr era que nao
se \> >ssam conJuzir, qur por trra, qur embarcado. Ha com moeudas juntas ou sem
ellas e podem-se applicar a qWilquer moenda ja existentesem outra mudanza do que
a suustituico das rodas da almanjarra. Ellas tem depsitos d'agua e boeiros de ferro;
e uao precisara para o seuasseotamento de obra alguma, qur de carapina, qur de al-
venaria. O tempo para asseota-las nao excele de doze dias ao mais, e em casos de
morios le auimaes ou arrombatnentos de acudes, etc., garante-se o asseotaraeoto em
oito dias. Lembra-se aos senhOres de engenho que a venda dos animaes e o servico da
gente oceupada no seu tratameoto os ho de recuperar da maior parte da despeza do
vapor deixando-lhes a vantagem de urna moagem certa e aceelerada; e acabando com a
despeza da compra continuada de novos animaes. com os desgostos do trabalho que
se tem con elles.
Ho4as Tagua de ferro, mui maneiras e moendo com qualquer altura
d'agua.
SariHios eom crnzelas de ferro para as mesmas, quando se desege fazer
e resto da roda de madeira, tornando-se assim a roda ligeira no trabalho.
Mocadas de enana de todos os tamanhos, desde as mais pequeas chama-
das do serUto. Obra perfeita em feitio e acanhamento.
Rodas de espora e angulares de todos os tamanhos e proporces.
aaroes ou coches para receber o caldo.
Crlvos de fornalha para assentamentos, frescos para o foguista, fazendo
grande calor com pooco combustivel, e duradouro.
Portas de fornalha de todos os tamanhos e de diversos systemas.
Fornos e molnhos para a fabrica de farinha e tambem chapas redondas
para fornos pequeos.
Bombas simples e de repucho.
Talias de ferro batido e fundido e de cobre.
Formas de ferro batido galvanisado para purgar assucar, leves para carregar
* semptos de quebrar-se.
Alambiques de ferro de todos os tamanhos, distando s a terca parte do
preco dos de cobre, mais regulares na distillaco e igualmente duraveis..
Eiios e rodas de carro com mangos de patente, obra mui segura para
carregaejo de peso.
Arados, grades, enchados a cavallo e outros instrumentos de agri-
cultura. E finalmente todo o objecto de que possa precisar um engenho.
Machinas de descarocar algodao.,
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e cenceos, com a maior preste-
za e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fim.
0 proprietario ser sempre mui feliz de poder ter occasio de dar infortnacOes ou
e.v.'larecimentos aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman, engenheiro.
>
>

>
MIUTTEIGA
Manteiga ngleza perfeitamente fljr che-
gada ltimamente a l^oo rs. a Upa, e
em barril ter abatimeeto.
Manteiga franceza da safra nova a 8oo rs.
a libra e em barril ter aiatlmento.
BANHA
Banha refinada superior a 64o rs. e em
barril ter abatimento.
CHA
Cha uxim de primeira e superior qualida-
de a 2,8o6*r8.
dem hyssoa o mellior oeste. genero a
2,6oo rs., e sendo em por^o ter abatimen-
to, tambem ha [M'oprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,8oo a 2,5oo rs.
a libra.
Blscoutos
Latas com superior bisarato ingles de di-
versas marcas a l,2oors. a lata.
Bolaehlnhas
'Latas combolaWnhjs da acreditada fa-
brica do bdato Antonio, proprias t>aNt dar a
doentes de 2,ooo a 3,ooo rs. a lata.
dem com quatro libras de bolachioha de
soda a 2,ooo rs. a lata.
Queijos
Queijos flamengos ohegados pelo ultimo
vapor-de 2,3oo a 2,5oo rs. m
CHOCOLATE
Chocolate bespaibol l;oo el)2oo rs.
a libra, frncez e suisso a l,o rs. a libra
eporttgQWa'i8ar8. fibra,'em 'poroso
ter ^batimento.
VINHOS J
tgre de Li
Superior vinho do Porto das m-^micredi-
tadas marcas, como sejam: Madelfa Secca,
re
Superior vinagre deLisboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais baixo para 2oo rs. a garrafa e l,4oors.
a caada.
Azee doce
Superior azeite doce de Lisboa a 7oo rs. a'
garrafa e a 5,5oo rs. a caada.
FUMO CAPORAL.
Latas com superior fumo Caporal a l,8oo
rs. a lata.
Passas
Superiores-passas a 2,5oo o quarto e
9,5oo rs. a caixa de arroba hespanhola e a
56o rs. a libra.
CELEBRA
Genebra de Uranja verdadeira as4o,5oo a
duzia e l,ooo rs. ao frasee.
Oenebra de floflanda verdadera a 6,ooo
rs. afiasqueira a^a 56o rs. o frasco.
Idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da ums.
Garrafoes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,000 rs. o garrafao. Tambem
ha garrafoes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
6,000 rs. cada um.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
dem de carnauba de lo a 12>ooors. a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de 1,000 a
l,2oo rs. a lata
ALPlSTA PATNgO
Alpista e painco muito novo de 3,800 a
4,ooo rs. a arroba e de l'4o e 160 rs. a li-
bra.
. CHARUTOS.
Superiores hartttos'do fabricantes Simas,
Duqae^do-Porto, Voiho Sccco, LagrLas d imPi'?^* fflSt,6.0?1.'
Douro, Maria Pia, D. Luiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a 1,000 a garra-
fa e 9,ooo a 12 000 rs. duzia.
Vinbo Figueira e Lisboa das memores
marcas a 4oo e 600 rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4,000 rs. a caada.
Superior vinbo ebamisso em barril a 64o
rs. agarrafa ea 4,5oo rs. a caada.
Superior vinbo de Lisboa e Figueira em
anceretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
co reta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
xo para 4oo, 5oo rs, % garrafa e 3,2oo a
3,500 a caada.
Caixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa e
700 rs. a garrafa.
CAF
Caf do Rio de 1. e 2/ qualidade lie
6,800 a 8,200 rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a'libra.
SABIO
Sabio maca de primeira qualidade de 24o
rs. a libra.
Serveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a 7oo rs.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como seja: Victoria e Alcpe a 5,ooors. a du-
zia e a 5oo rs. a garrafa.
BOIES VASIOS.
2,2,5oo e 3,eoo rs. a nuia caixa: tambem
temos Suspiros, Havaneiro3, Ligueiros e
outros muitos que vendemos por mdico
preco.
Licores
Licores francezes e porWguezes a l.ooo e
l,4oo rs. a garrafa ou frasco.
Doces
Doje da casca da goiaba em caixes e la-
tas a l,2ooo caix3o e 2,8oo rs. a lata.
Frutas
Frutas em calda e em latas fechadas her-
mticamente, muito bem enfeitadas, conten-
do pera, pecego, ameixa rainha Claudia, al
perche e outras frutas a 00 rs. a lata.
Tambem ha latas grandes para l,2oo rs. a
lata.
AZEITE DE REFINADO
Superior azeite francez refinado a 8,000
rs. a garra'a e a 9,ooo rs. a duzia.
MOLHO IXGIEZ SAUCE
Molho inglez Sauce em frascos graodes
com rolba de video a i,800 rs. o frasco em
duata ter abatimento.
BATATAS.
Gigos com 3o libras de batatas a 1,000 rs.
o gigo.
, SAflDINHAS.
Latas dbto sardinhas de Naflles e Lisboa
de 4oo a 46o rs. a lata.
FUMO AMERICANO.
Superior fumo em chapa a 1,400 rs. a
libra.
ERVILHAS
Latas com efvilhas e feijSo verde j pre-
OR. PEDRO DE ATI fBfttflB HOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 Eua da Gloria, can A Fundao g
O Dr. Lobo Hoscoso 4 eonaaltas gratotto e-pvta-es todos os dias das 7 s 11
oeras da manhio,4as 6 e PbarmBua especial ommpathica
No mesmo consultorio ba sempre o mais appropriado sortimento de carteiraa
tobos avulsos, assim como tinturas:de vanas dymnamisac5es e pelos precos secuintei
Carteiras fle 12 tokaa^randes. 120OO ~-^-
de-44.JiBbt.'gi andes. . 18000
de^6.tatoaraBdas. . 24,5000
de 48 taftas.^raades. ,. 30^000
de 60 tubos grauleB. . 350000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido jjue se fizer, e con os remedioi
que se pedir.
Um tubo avulso ou..fraeEO de tintura de meia taca 15000.
Sendo para cima.ae H auslMfio as psasflB eatabeecidos bftm as carteiras.
Ha tubos mais pequeos ada urna 600 ris.
LIYRON.
A mlhor Obra da homeopathia, o.Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jai*
dous grandes votames com diccionario *......... 200OO
Medicina domestica do Dr. Hering.........] [ 10.5000
Repertorio do Dr. Meo Moraes........'. ) 6000
Diccionario de termos de medicina........- \
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conheoidos e dispensampor
tanto de serem noramente recommendados as pessoas que quigerem usar de remedios
Terdadeiros, enrgicos e juradores: ha todo do melhor que se pode desojar, globos de
Terdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservac3o, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparado, eorlantoa maior
energa e certeza em seus'effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operario, para que o^annunciante julga-se suficientemente habilitado.
O Irataraento emeihor poseivel, tanto na parte alimentar, cetoo na medica
funecionando a casa ha-raaisde quatro nnos, hamaiia*pessba--deciij aonieito le nao
pode duvidar, q podeto ser consultados por iqaeHes 4jae flesejifreln mandar seo
doentes.
Paga-se 20 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As o^raees selSto-prcviamente ajustadas, i*Bao-se*quizerem sujeitar aos precei
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
UlMiZEM DE FAZEffAAS
*c.
DE
CUSTODIO CARViTiHO
27 RA DO QUEIMADO Ni-27
Madapolo francez muito fino, tendo pouco mofo, cada peca eom 27 varas per
10OOO. ^
La de cures a 300 rs. o covado. ,4k
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos orgaodisa preeode80Ors.a vara.
Lencos brancos para algibeira a 20000 a duzia.
Finas perlaras a prego de 400, 440e 860 rs. o covado.
Ricos cortes de la de barra de 1 Od a 300000.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
- -
18 arrobas
consignacoes; parece emjg0(j|bKnipo"
Boies vasios, louca ingleea muito pro- parado 64o rs. a lata.
Kll 1 CA1IEIA n. 56 A,
pria para manteiga e deposito de doce de 4
a 12 libras a l,2ooe2,5oo.
FARINHA DO MARANHO. .
Farinha do Maranho a 240 rs. a libra.
SAGU\
Sag muito novo a 4oo rs. a libra.
ARARUTA.
Araruta verdadeira a 4oo rs. a libra. .
MASSA DE TOMATE
Latas com 1 libra de massa de tomate a
6io a lata.
VERMUTH "
Esta bebida muito fresca e estomacal e
muito propria para a presente estaco. a
qual vendemos a 2,ooo rs. a garrafa e 180
a duzia.
Pimenta, cominho, cravo, canella. (ervadoce, alfazema, tijollo para limpar facas pa-
litos para dentes, palitos de fogo, e ontros muitos gneros que se tornara ehfadonho
mencionar, afiancando cinceridade nos presos e o bom acondicionamento de qualquer
geot ro.
ROMANCES BARATOS
Vendem-se, na livraria da praca da Inde-
pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro-
mances portuguezes segrales, em brochura:
A voz do sangue, 2 volumes.
Connemara, 2 ditos.
A noite de S. Silvestre, 1 dito.
O filho de Titiano, 1 dito.
Adonis ou o bom negro, 1 dito.
As duas amadas, 1 dito.
O pacha de Buda, 1 dito.
Trilby, Idito.
Ignez de la Sierra, 1 dito.
Joven Siberiana, 1 dito. ^ _______
vinattre, roa Imperial d. i,
de ferro, vndese
Coatnna a ter grande e completo sortimento de
Machinas americanas para descmwar algodo
dos melhores fabrieaates de iO.H, 14, 16, 18,10, *5,30 e 3 aeites (jue g'vode por jfreco rai-
ido, em eooseqneacia da altirntrnaote as ler ivaeDido de cOMt propria dos EsMdos-UnWts.

Na fabrica de
proiimo a estaco do caminbo
vinagre tinto superior era qualidade a outro qual
quer, e por preco mdico, assim como branco e
tncoior.
Para os bailes mascarados.
A aguia branca est vendendo por baratissimos
precos, para acabar, os objeetos segointes, que ser-
vem mal bem aos que tomam parle nos bailes mas-
carados, s#ndo :
Melas de seda a i$ o par.
Enfeites de Dores a 13, 25 e 3 cada um.
Fitas lavradas de 320 a 1$ a vara.
Cintos largos cora ponas cabidas.
Veude-se urna masseira de amarello em per-
feito eftado, e mais pertences para orna padaria,
ka estrada nova, segaoda taberna a direita, depols
do sobrado grande : a tratar na mesma, das 4
boras da tarde em diante.
Ceyadin
Franca
a 160 rs. a Irbra, e de 8 tibraa Han cima
rs.: -no armazem da Liga, rea Nova n. 60.
a 130
Cal de Lisboa.
Vndese na raa do Bram-o. 6,1 <* ^ o barril.
Pechincha
j
Na roa do Qoeinado n. 40
Cortes de laaijpha de eor, bonitos tostos, eom
13 ovados a 35600.
Cassas orimdn cores,-eernas t 240, pecas
de algodlozrfibo largo com 17 varas a 4.
Ditas de dito con 17 varas, multo encorpado,
com pequeo deleito, 4*500.
Grodenaple Dto muito superior, corado 18.
Dito dito a 1*600.
Re tondas de renda jwau a 10|.
Chales de renda preta a 4$).
No^daes do Vigilante
RUADO CBESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sonido* coa 'WdOs sdbem,
hoje mais que nunca, nao s peto que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de
duvida que deve offerecer grandes vanta-
gens para o respeitavel publico tanto em
precos como na escolba dos objectos, e co-
mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor Douro e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionar3o alguns,
por nao ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
tecc5o de todos.
Riquissimas caixiuhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda. .
Ricos porta joias e neoesiarios.
Riquissimos estojos a feitio de um bausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de oufros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinhos e touquinhas de muito
gosto para criancas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para serihoras.
Capelias e grinaldas de flores proprias
para casamento.
Enfeites e capelias de muito gosto para
seuhora. ?
Riquissimos porta boquets.
Boquet de flores com urna borrachmha
com cheiro.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Riquissimas plumas e guarnieses para
enfeitar chapeos.
Contas e tubos de ac branco, que ha
muito se desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e cruzes de crystal.
Fivellas e cruzes de tartaruga, raadripe-
rola e dourados.
Alfinetes para grtalas.
Botoes com croas para punhos.
Gravatinhas e mantinhas de muito gosto,
tanto para homem como para senhora.
Riquissimos aderecos pretos, assim como
caixinhas com alfinetes pretos.
Bengallas de canna com cabo de marflm.
Ditas de baleia, borracha e de outras
muitas qualidades, assim como chteotinbos.
Riquissimos peales de tartaruga do ulti-
mo gosto; assim como de arregaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as qualidades.
Diademas para cabeca do ultimo gosto.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
IWACWN4S DE PATENTE
1 tium tse ron
PLANT BBOTHERS & .
OLDAM.
Estas machi-
nas podem des-
cansar qual-
quer especie de
'algodo sem
estragar O fio,
sendo -bastante
duas pessoas
Sra o Iraba-
0; ptSdedes-
carocar urna
arroba de al-
godo em ca-
roco em 40
minutos, ou
por da 00 eirtcb arrobas de al
Afcim cerno machitas para Serem movi-
das pOr animaes, que dsftatftcam 18 arro-
bas de algodo hmpo por dia; e motores
para mover urna, duas ou tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender um bellissi-
mo vapor que pode fazer mover seis destas
machinas mencionadas; para o que convi-
da-se aos senhores agricultores a virem ver
e examina-lo, no a mazem de algodo, so
largo da ponte nova n. 47.
Siaunders Brothers Recife praca do Corpo Santo n. 11.
Os nicos agentes neste paiz.
O castello de Grasville.
Tradntida do francez por A. J. C. da Cris.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo .preco de 30OOC
ua praca da Independencia, livraria ni.
6 e8.
Trancas pretas com vidrilho e de cores.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Ligas de seda e de algodo,,~
Suspensorio de seda e de'algodo e mui-
tos outros objectos que se nao podem an-
nunciar por nao se tornar enfadohho.
S 10 Gallo Vigilante Toa do Crespo n. 7.
Frameisco Jos Germano
RA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
los de alcance para beervaces e para os
martimos.

manual do Cidado
Vende-se o Manual do Cidado em tan
Governo Representativo 00 principios de
Direito Publico Constitucional Administra-
tivo e das Gentes, por Silvestre Pinheiro
Ferreira, em 3 volumes broxurados por 3
cada obra : na livraria n. 8 da praai da
Independencia. ___________________
Na roa da Praia n. 10 vende-se um escravo
crionlo com idade de 50 annos, o mais proprio pars
todo o servico._____________^
Roapas feHas de todas as qualidades
Vndese roopa fci, sendo calcas de corta e
pardo a 2,5, ditas de brim branco delinho a 3J500
e 45, calcas de cneeraira preta a , 4 e 8fc -
tasdecores, melartsemira.a 3 e 34500, ditas
de casemira a 64, 7 e8, pateMfs de brim da
cores a Ifi, 34500 e 34, ditos de %rlm branco a
a 4*500, ditos de alpaca preta a 34 e 44, dito* de
casemira de coras a 54, 6, 7, 8 e 104, Moa fe
panno preto a 64, 7, 8 e 104, eoHetes de cotes a
14600, de casemira a 34 e 4f, ceroula franceua
14600 e 4*00, camisas fraaceas finas braneu
peitos de cores a 24 e 24500, ditas incleas U-
Bbo de pregas largas* iffft, 94 VafO : u
roa da Iroperatrtt, lafa^a Arwa n.
LuYdS de Jaavii irelas e ai tras

tosas: na roa

* 'l:
'. I




Diarto de pe**Vvo -1
Ira td de Mrco d i8G.
*
amw
*9RaadaIapcrat
da porta larga *1.
Jnnto a padarla fradceza de
Paredes Porto.
Neste estabetecitnento encontrar o respeltavei
publico um. variado sertimento de fazeedas frtace*
xas, le^leas, suissas ailanaes, que se v
por prego commodo.
Paredes Porte
Vende chales de renda de cores que se vende-
rn s 18 est vendando- por "64, ditos pretos, fe- <
xenda nova, 54, 6*, 84*.204, um sortimento com-
pleto de manteletes, capas e.soutambarques 1.44 a
254. Roa da Imperatriz n 42, jnnto a padarla fran-
cesa, armaiem da porta larga.
Paredes Perto
Receben um completo sortimento de arinhas a
240, e 280 rs. covados, para acabar, cambraias de
cor a 240 rs. o covado, riscado escosse para rou-
pa de menino, fusto de linho a 420, 400 e 500 rs.
Roa da Imperatriz n. 52 junto a padaria franceza,
armazem da porta larga.
Paredes Porto
Receben para cortinados .pan cama franceza a
-114 pe? cambraia lisa fina a 34 44 at iO a
peca, cortes de tarlatanade bonitosgostos a 3*500
* 44, cambraia com flor de seda, gostos inteira-
mente no vos a 400 e 00 rs. o covado, no armazem
da porta larga n. 52, ra da Imperatriz junio a pa-
daria franceza.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete um sonimento de
crnzes com pedras para o pescogo, bonitos caxinels
de la para pescogo de scohora. Ra da Imperatrii
n. 52, armazem da porta larga.
Paredea Parto
Vende cortes de gorgurao preto par* vestido com
SI covados cada ura 35*000, grsdenaple preto a
1*600,1*800 e 2* o covado, lias lizas finas a 400
rs. o covado, lias de quadrinho para vestido, enfes-
Uda, a 320 rs. o covado. Roa da Imperariz n. 52,
annazem da porta larga.
Reepa feita
Ra da Imperatriz n. 52 armazem da, .porta lar-
ga jnnto a padarla franceza, encontra-se aesle es-
tabelecimento um completo sortimento. de paletos-
saceos e sobrecasacos, de todas as qualidades, cal-
cas, colletes, ceroalas, camisas, gravatas, meias
chapeos de sol, ditos francezes para cabe;, por
precos commedos, roupa para menino e outras
muitas fazend&s por pregos commodos, armazem
da porta larga.
No mesmo tabelecimento encontrar o respei-
tavel publico, sempre um completo sortimento de
roupas ferta? de todas as qualidades, ,ccrao sejam
paletos de alpaca preta ede cor, ditos sobrecasa-
cos a 4* e*, ditos de briro pardo a 2*800, 3* e
3*500, ditos finos a 4*, ditos meias eazemira a
3*500, i* e 5*. ditos eazemira ssccos a 6*, 7*, 8*
e 10*, ditos sobrecasacos a 10 e 12*, ditos de pan-
no saceos.* 6*, 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 12*
e 25*, ditos de merino preto a $*, 7* e 10*, cal-
cas do bnm de diversas qualidades a ,1*800 a 4*,
ditos forneos a 2*500 e 6*00', ditos eazemira 5*,
6* e 54, ditos pretos a .5*, 6*, 8* 10*, ditos
metas cazemiras a 3* e 4*, coletee de diversas
qualidades,. seroqlas /an.cezas,de algodao, ditas de
linho, ditas de bramante a 2* e 2*500, carnizas de
algocap de linho francezas de 2*500 e 3*. Gran-
de pcctiincha neste gener, gravatas de todas as
qoalidades e brancas para casamento, grande sor-
timento de meias.para sentaras, ditas para borneas
a 3*, superiores a 3*500A*.
Um completo sortimento de chapeos de sol de
alpaca a 3*, ditos de seda a 5*, 7*, 10* e 14*,
ditos francezes #ara cabeca, grande sortimento
a 6*.
Pediincha adrairavel.
Grande sortimento de chambres a 4*600 c 59,
t enees de cambra la para hornera a 2* a duzla, di-
tos de linho a 44 e 5*.
Grande sortimento de roupa para meninos-e ou-
tras mnitas qutdades que seria enfadonbo 'men-
ciona-las.
Paredes Porto
Receben .pelo, nliireo. paquete francs -rteaslaas
granadinas com flores de seda a 400 e 506 rs. p
covado, esto acbando-se, cambraia preta para
luto. Porta Isrga junto a padaria franceza, a ra
da Imperatriz n. 52.
Paredes Porto
Recebeo pelo Qltimo p*30te esparlilhoe a pre-
guicoao pat-4, sao bons,.lencos.de se*ia, par se-
nbora e hornera a 19, ricos cortes de cambraia
bordados de i8S a 79, por ter um toque de mofo,
esto se acabando, n roe da Imperatriz n.!62, jun-
to a padarla ianeeza.
Paredes Porto
Vende ucr. completo soriiment de fazendas
brancas, como sejam ma-J-i [olao a 4*500, 54, 6* e
109, pecas de algodao por barato prego, chit fran-
ceza a 240,280, 320. 360 rs. o covado, precaiias
muito finas a 360, 400 rs. o covado, caita iagleza
;200 e 240 rs. o covado. Ra da Imperatriz n.
52, junto a.padaria franceza.
Fazendas.
Vende-se superior merino preto proprio para ca
pa- do senhora e vestidos a 2*, Instrim da 'China
a 1*800 o covado. Ra da Imperatriz, porta larga.
Paredes ;4?orto.
Vende etn-*cu estabeleeimento tiras e entrmelos
bordados, grande sortimento de corplnhoe rica-
mente bordados a 3*, 4* e o*. S o Paredes Por-
:o, rna da Imperatriz na.52 j porta larga jnnto a
padaria franceza.
na
;ort$s de cambraia con., paUoaA-na lijado
Pav3o.
Venflem-se cortes de ca
*S is^m$
ITOa da iMperatrlz, 2*.
DE
GAMA, & SILVA.
LOM E ARMAZEM DE FAZENDAS.
60
preco da 2*500 para acabar : na ioja e romero
,, 4o pavo na rna da Imperan iz av. 60, d*flaai*'3f
Silva.
Leos brancas a 1 res a
dmzla.
Vendem se lencos brancas fazenda muito boa
suis fazendas, pela occaslao do balnco que deram
no, ultimo de dezembro de*. 1865-,;.resolvern vender
maito roais,barato do^quaxostuman. afijn da,cada
vez mais agradaren! aos seus numerosos fregu- .
zes; por tanto Ihes offerecem ora avulado sorti- LaSllyiS a 120 I'S. Da leja (10 PavtO
ment .de fazenda francezas, ieglezas, as antes Venderse lasinhas pretas proprlas para luto sen-
vepderao mats barato do que em otUta qualqoen, do.ba fozenda a 120 rs. o covado. Ditas muito
parte, comp/oajeliendo-se a mandar levar quai/jser tuinas da qnadriohos a 480 e 30 rs., dltas-enfesta-
fazenda. enl casa dos freguezes que nao poderem das 400 .rs., ditas malbizadas a 330 rs., ditas
viii a ioja, ou a darem as amostras, deixando ficar transparentes com palma de sedas 400 rs., ditas la
o penhor,asan como conwdare.asipasaaas,. ue-uas e com salpicos a 500 rs., para acabar na Ioja e
nettoejam era .menor escala qu.neste,*randft.flsiar.aBnaiem do Pavo-na ra da Imperatriz n. 60. de
belecimentec encootraro um grande sortimento jjama & Silva.
tanto a retalho como por atacado, vendendo-se-lbe .Poopenasmoderiiigstmas a 400 500 rs.
apena* pelo, peecae que compramntwwsas mgle- A ,AvaiA Z in, ft jo,.-**
Bavao na a>da imperatriz n. 60 de Gama Sil-
^GRANDE PECHINCHA!
mn FARWLHA fifi AYER
PARA A CURA RADICAL
de,4(i4a5 wiestia eswioiilows, tumores, tdeeras, chigas, feridaat,ye-
Ibas, brnchocele, papo ou papwraj a syphilis, enfermidades venerias oumer-
ouimc.
AS MOLES9HAS DAS MLHERES^
reteocSo, menstro dstemso, irlceragSes do tero, Aeres hrtneas} etov, Kfa-
Cio,dd)idad^. Miioiacao dos oasos, anevralgia e otwulses epHeptieas^
quando causadas pela escrfula.
CRYS4PELAS ERPES; ETC.
Enfermidades cutneas, crupeo, borbullitts, pstulas,
uasefdas, ete.
O extracto composto de salsa parrllha, confeccionado pelcrDr. Ayer, uma
eombinacSo dos melboxes depurativos e alterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado ereceitado pelos priireiros mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, dtr Mxico e das Indias, e
muitas outras partes do mundo: o resultado de estudos apurados e minuciosos, ede
experiencias feitas pessoalmente pelo Div.Ayer, por muitos annos, nos pmeipaes bos-
pitaes e enfermaras da America ; tcm sido approvado pelas academia e mediciiw e
juntas dehygienne das principaes. capitaes da. Americano Nerfe;-faraprva diste os attestados autbenticos no Almanak e Manual de Saudedo Dr. Ayer, os quaes sedis-
irihuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
A SALSA PARILHA DE AYER
Especialmente efflcaz na cura das molestias que tem suaiorlgem
na escrfula, na Infecc&o venrea, no uso
excesslvo do uereutlo ou qualquer Impureza dosangue.
A molestia ou infecc5o peculiar, conbecida pelo nome de escrfula, um dos ma-
les mais preralecentes e universaes que ha emtoda a extensa lisia das enfermidades que
atacam a nossa raca; disse um edebre escriptor da medicina que meis de urna terca
parte de todos aquelles que.morrem anteada velhice s3o vietimas, ou directa-ou indiree-
lamente de escrfula;, por.isso sn5o . 13o destructiva, porm 6 a principal causa de
muitas outras enfermidades .que no.lhe s3o geralmente attrituidas.
urna causa djrcta da tisjca pulmonar, das molestias do figado. do estoroag
e affectoes do cerebro; enlre se,u numero&os symptomas acham-se os seguintes: falta
de appetite, q semblapte.palido e.eaqbado,; .as vezes de urna alvura transparente e ontpas
vezes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos msculos ao redor da boc-
ea; digestSo fraca e appettite, falta de enwgia; ventre encbado e evacuado irregular;
qnapdo o mal tem seu assento sobre ospulmoes urna cor azulada mostra-se em roda dos
olbos; quando ataca os orgaos.d'gesti\os, os.olhos tornam-seavermelhados; obali-
to fetidoJ a Jinjiua artegada; dores: dwabeca, tonteiras, etc. as pessoas- de-dispesi-
c3o escrofulosa apparecem frequentemente erupges na j>elle da cabeca e eutras partes-
do corpo ; s3o prqdi^postas s affecces dos pulmes, do Egadr, des rins, dos-orgos'1
digestivos e uterinos. Portanto, nao sao smente aquelles que padecen* das formas ul-
cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam.de prctecc3o contra os seus estragos;
todos aquelles em cujo sango existe o virus latente deste terrivel flagello (es vezes S o Pa,xao .receten _netQ.iu.iUmo.-. yapor rancez oa roripoes de cambraia bordados proprios
iweditarfo)^

r*ipa ^iirofit.
esdo o--Pavo.
zas,*eadi)vOom o,dinheiro a'.-vita.
pechinclia a $Q*9 e, 250O
AS MELPOJtEKE$,,DO PAVAO.
Tendem-se bonitos coi tes de melpomene para
vestidos de senhoras, sendo dos padrues mais mo-'
demos pelo barattssimo proo de 3000 cada um:
Ditos da.judiaua,,tendp okvo e.rotia varas, paloi
baratissimo prego de ?500 rs.
Isto para, ac bar na Ioja do Pavao, ra da Im-
peratriz .-60, de fiama &-Sirva.
s toalhas de li lio do Pavo.
Vendem-ss superiores toalhas de Itabos para
rosto .pelo baratissimo preco de 7*300 a.duzia ou
a 640 cada urna.
o covado na Ioja do Pavao.
Vendem-se poupelinas muito finas sendo fazenda
nruito moderna de quadrinhos e liza vendendo-se
(pelos baratos precos de 400 e 500 rs. o covado na
ioja do Pavo ua ra da Imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Grosdenaples pretos do Pavo.
Vendem-se superiores grosdenaples pretos pelos
baratsimos precos de USOO, 1J600, 15800 e i
o euvado, sendo fazenda muo boa, s para aca-
bar : na Ioja e armazem do Pavo, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
liraniante de linho do Pavo.
L.,*859,,e M,m Pret 358O0; na ioja
do Paviroa da Imperiarta.-n. 60.
Certs de vosirtos.
Pretos a 30)JO0O.
Venem-se cortes da vestidos pretos bordado a
veludo pelo barato preco de 304, para acabar; na
Ioja do ravo n. 60 de Gama &-Silva.
Lasinhai mntisadas a 3*21) rs.
Vtaden-M as mais Jtodas liasohas HMtisadas
com o ms- bomtes daanke^ielo barMMprefo-de
320 rs. o covado ; na Ioja do P.vao a,ra daiJm-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Graode arroazem e loga da
Arara.
Roa da Imperatriz o. 56.
Neste estabeleeimento encontraran sempre nm
completo sortimento de fazendas francezas, suts-
sas, alleroes e mglezas a vonude^ compador,
se vende mais barato qne em ontra qoalquer parte
Chitas da Arara a 60 a peca.
Vende-se pecas de chitas de cores com 38 co-
vados a % em covado-a |<)0 rs., risftfmho para
calcas de escravos a lOOys. o ovado : na ra da
Imperatr.z n. 56.
Grsdenaple preto para r quaresma a i*6C0
Vende-se grsdenaple preto para \eslidc a
1**00, 1/800, U e 2*S00, moreaotique pret pa-
ra vestido a 3 e 2S00o covado : na ra da im-
peratriz n. 56.
aai-jttrjftsi'^-^sswarffisriPiSS:-*
Arar vend laazinha para luto a 500 rs.
Vende-se laazinha lisa para vestidos de luto a.
Vndese superior bramante de linho com 10-500 rs. o covado, nm mas a 320 o covado, al-
_i!2J Ji LS^L2?'i.* .!.. Jfl.komo panno de linho molto fino pelos baratlssimos
SupeHor-atoalhado de Imbo coro oHo palmos de r:recMKde m m 80fr rs ^ Da |oja e .
largur*endo beneo..fra, e-vende-ee ma*ba.i^ev p - da Imne-airiz n 60 de Ga-
zato do que em oUtrA,W>rte,,ua.l0a. do,Pavau.ua*M< STsSa
da Imperafr-U n. 60 de.Gama & Silva.
Os corpinbos.ae seda, pretos do Pav3o.
\>ndem-se os rnais ricos corpinhos de seda pre-
tos, ricamente ilutados, -petotiarato rr'co de-12
cada um : naloia.do^avaoceirua da Imperatriz
. 60. defama, i.&Aya.
0 cOrte.%,dfi1iambraia,Jbraftco .bordados.na
Ioja do Pavo.
Venden>-se os mais ricos cortes de cambraia ri-
camente bordados com barras e babados a 20 ca-
da nm : na leja e armazero de-Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Garfia & Silva.
Rico* vestidos a -8U0U0 rs.
Bechiucha adniravel.
Canbraias lisas do Pavo.
Vendem se pecas ue cambraia lisa muito supe-
rior, pelo barato preco de 3/200 e 3/500 a peca,
ditas muito finas a 5/, 6/. 1& e 8/ : na Ioja e
armazem do Pavao, la da Imperatriz o. 60, de
Gama & Silva.
PECHINCHA 1
a 2^000, para calcas, s Pavo.
Vendem se superiores rrtts de meia case mira
com mtela de seda a 2/, ditas Garibaldlnas a
: 2/800, ditas escoras a 2/800, ou a i/600 o cova-
do : na Ioja e armazem do Pavao, ra da Impera-
' triz n. 60, de Gama & Silva.
PENTEADORES
A tsica, ulceraces de figado,. da estomago e dos rins; eropces e enfermidades
eruptivas da cutis, rosa ou erysipela, borbulhas, pustolas, nascidas, tumores, rheuma,
carbnculos, ulceras e cbagas, rjbe.umatismo, d6res nos ossos, as costas e na cabeca,
debilidades fmininas, flores brancas causadas pela.lcera(f3a iaterM
utejinas, hjdropesia, indigest3o, enfraquecimento e debidade.gecal.
Offerecemos a estas pessoas um, abrigo seguro e.*im anlidotOpefJScazWftlra esta
mojegtia e suas consefluenias na
SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre o sangue, purificando-o e expulsando delle a corrup?3o e o
veneno da molestia; penetra todas as partes e todos os orgts do corpo humano, livran-
do-os da sua a#io viciada e inspirando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo
para gas, renovadas como as-da oventude.
E tambem o melhor anty-syphilitico conhecido
baile* e passeips, e yepdem-se pelo baratissimo muito lindos As memo:'geste-at troje, porpre-
prfco de 8/000 rs. cada'om, na Ioja do Pavao na^muito/oaveis11:_ na Ioja do Pavao, r
6 cnferpiida.des rua da Imperatviz n. -CO de Gama A Silva.
Os chales pretos de t na-do Pao a 8*000 rs.
de seda, sendo estes vestidos muiuxppprios. para :
nnnf n senhoras"veslirem de manba.
C|fon'esta' ncr'idade pata a Ioja do Pavo,
Sl||i|?l|f|Il||
cat*?

gSp.JSSS..ft^"e.9-.
65 ce
65
Crt
c>o. .
-3 w r? - c
s-2.-,
3 3 o -
5
,CB
3LB

o.*r2Tb


a
P- B v ?f en
.S.S-&
a> ca,'
o

illl
I*- 1
5-
o.
i
te
5
o
s
s
en
M
- a*
S
a
o _
o o-
a,--2 a> o
gti'O-S
S-8&
a
. =j g .
s,
-sr?
O
13 a>
65
r.
5
a
ve
lasso Irmaos
Vendem m sen armazem rna d
4orim d. 3Sf
Licor fino Cnracto em botijas e meias botijas.
Lieows finos ortioeeiBfarraa'Oiin rolhas'de
vidro e em lindos (rseos.
ViabosLheres
cura permanentementeasp.(ior,es formas de syphilis essea&tconsequeneas. Puea
necessidade ha de informar o publico do inestimavef valor dfjm remedio que* como
este, livra o sangue desta (orrupc3o arrebata a victima das garras de urna morte lento
e ignominiosa, porm inevUavel, se o mal- nao logo combatido com energa.
/qm, poderossimo alterante para,a oenovaco do-sangoe para dar novaior-
ca ao corpo -j enfraquecido pela doenga.
Sendo composto do-productos vegetaes, esle medicamento nocente MaMMB*
mo tempe efficazr,um tacto de armenia importancia para aquelles que-otomam ; por-
que muitos dos remedios alterantes offerecidos ao aniblico ten por base o-aercur ou-o
arsnico^ e sendo assim, bem que s vezes- podem effectuar cusas,, cemtuddeiwa.8uas
victimas-carregadas de urna longa serie de males, meitas veeS'>peor do-qoe o mal-ori-
ginal. A nica cousa necessaria pera obter urna cura radical seguir.ioem.ijizo cons-
atncia as direccoes-que acompanuam cad* Irasco.
>ao pretendemos promtitgar, nemqaeremos que.se mficatiua.estaiXomposicoa
um remedio infallivl pata a cura de todos os padeoimentos Romanos; telizmeate-.
escrfula e a syphilis sao enfermidades tao sulis as suas naturezas, e arreigam-se tao
firmemente no systema/que muitas vezes evadem e-resistemaos remedios mais pode-
rosos que a sciencia tumana pode inventar para combate-las: o que dizemos que o
Extracto composto de salsa parrha de Ayer
a melhorpreparaoao at beje desooberto para estas e outras molestias anlogas, que
urna combinado dos alterantes mais efficaaes conhecidos, e qne esta combinacSo lera sido
regulada por longas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos oensciencia de of-
ferecer ao publico-o melhorresultado que possivel prodyzir, da intelligencia e pericia
medica dos nossos lempos.
Este remedio deve ser tomado cora systema e regulaidade, e nS com abandono,,
pois um remedio en3o bebida.
Quando as molestias do figado b3o temeua origem na escrofala, o'remedlo
mais proprio as-pihrlas-catbanticas de Ayer, que3o efficazes na coraba molestia, qae
m rxir causa-um-desarranjo dos orgSos digestivos. Pedi a salsaparrtlha- dcAycre
nao aceitai outra preparaco.
Pernambuoo, ra Nowa-n. 48, ipnarmaciafrancejade P. Maurer 4 C
1
Vendem-se os mais ricos chales,pretcs de renda
com cuatro ^o/atas,, studa muip grandes pelo ba-
rotissimo prego de 8$.
I .pitos de goepnre a I5,f8j, 205, 25.
Rotondas, de'dlto a. tOj.
Maotelrtes.de renda, tajeada er!kir> a
5000.
Capas e sauthanbarques de grosdenaples bor-
dados, fazenda inleiramente nova, por presos mais.
paratoso/wem outraoualqoer parte.
Isto na Ioja armazem do Pavo na ra da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Ose hales do nava a 2ooo e 2ooo rs.
VENDE-SE
No armazem de H. I. Ramos e Silva & Seaaro. rna do vigcrlo
m. 11, coastaniesaente, ossegnintes arig*- que
veceftem por encounenda pro|ria d
tfEW-YOKK.

Legitima salsa parfilha de Brlstol, preparada por Lanman & Kemp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesmos.
Gaz em latas de cinco gales, o mai6 purificado que se pode deserar m acredi-
tada marca F/W. D. & C.
Relogios perfei'os reguladores, com corda de quatro a orto dias, 4os aramadosfa*
tricantes E". N. Welch. '.____.
Graixa em latas grandes da bem. conbecida mrcalas. S. Masen (de-Philaaet-
'bhia).
Superior oleo para machinas de costura.
Agulhas para as mesmas.
Breu em bar i teas grandes e pequeas.
Venderse tambem:
iiohi>i:ai \
i* qaalidadf.
St. Jalien.
C. llangaux.
C Lafitte.
Medoc.
PORTO
l^djsaUdade,
Peincipe BeaL
Pedro V.
Mara Pa.
Princeza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque.
Malvazia.
Vinhoflno,dotPl5rtO'mbarrisdeJj;,"10/ e 20/.
Superior vmho dft'Rhvsno.
Cera d tlsboa em vel e"em -gram.
Santernes.
Ghambertin.
HsrMMge.
MuaeatK
Rhio.-
tmmxx.
Cofnac
Od Toa.
Aezei lagniol.
Boa occasiao para iimpi-m-
cipiante.
Vendd>Ttea ae^io*a'n.pS9i'#ow
dos.nMhto eos oooia, em totaiugar e -.bem aoradt-
tada : pm pretender dttijvae . ra. Aqgasta,
taberna n. I, que se dir quem tem para- vWraer.
'Na mesma taberna se dir quem tem para vender
^naaa^^>'iedunti Pechiacha admirm!
L8aztnhas-de qojrtflrrtws-qne-pipeereed*1*
o evado, fraavertat pinMiilMn mtitu aaaH
:.o Ioja o. Si, tmtim M portaJarg de
avaniado.
Francez barrica 6000
Portland dem 8#B00
em -perfelto eettdo:
Francez barrica tOIOOO
Portlaad i4em 1Q00
xNaarmazem deTasso Irmes cae* doJApollo.
Vendem-se chales de merino estampados a 2>
e-850O rada um.
Uilos.de merm liso a 3fioOO.
Ditos-estMpa'ios.de crepon a 6, 1S>. e 8O0O.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 144.
Na Ioja & armazem do Pavo na ra da fmpera-
triz n. 60 de Gama-&'Silva.
Para luto vende o Pavo.
Setim da China com 6-palmes de larf ura, /alen-
da preta para loto, propna para vestidos e roupas
para borneas, sendo esta nova fazenda sem lustro e
de muito boa qualidade, garanttndo-se nao Mear
rnssa com o teropo e vende-se pelo barato prego de
,?> e 2309 o covado, asnm como' neste eslaheleci-
mento tem um grande sortimento de todas as fa-
zendas pretas como sejam cassas e chitas pretas,
laas tapadas e transparentes, princezas, alpacas,
sarja's,<*c- : na Ioja e armaran do Pavo na ra
da Imperatciz d. 40-, de Gama & Silva.
Os baioes do Pavao.
Vendem-se superiores bal5es de muenlina com
moita roda a 5J., ditos crinolmes com 35 arcos a
34600, ditos com 20 e 25 a W,-ditos para meoi-'
as, sendo branca e.encarnados a 2e-2oOO:
na Ioja do Pavio na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cambraias de forro a 1(5600 e 2$ na Ioja
do PavSo.
Vendem-se pegas de cambraia de forro com bo-
ve varas cada pega, pelos baratlssimos pregos de
14606 e2>: na Ioja e armazem do Pavo na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cortinados do Pavo.
Vendem-se superiores cortinados adamascados
-para camas pelo baratissimo prega de 14 cada par,
ditos an&t*iftno8 rtcamonii bordados para amas
ou janeilas a 154, 90$ e 254 o par : na Ioja e ar-
mazem do Pavo na roa da Imperatriz n. 60, de
ama Panno preto*^5 nalojado Pave.
Vende-se* panno ppe barate prego de 24 o covado, dito muito fino a
94^08) 44, K4 e 64, aesim como casimira preta de
cordao a 24 o covado ; na Ioja do Pavo na ra da
Imperatriz n. 0; de Cama" & Sirva.
Os -espartHhes do Pavo.
Vendem-se nma grande e variao-sortimento de
espartrlhos dos mais bem feitos que tem 'viudo ao
mercado, sendo-de todos, os tamaitos, vendendo-se
por um prego muito racoavel : isto na Ioja do Pa-
vo na ra da Imperatriz o. G0, de Gama & Silva.
As satas' bordadas do pavo.
Vendem-se-salas bordadas sendo zeTtfla muito
boa, seado Ticamente4>ordadas eem mnila-roda
vendendo-se-pelos baratos preces de 64 8 e 104
reis cada urna na Ioja do Pavao na roa da Impera-
triz, d 60 de Gama & gilva.
Mretanhas de rolra 3.S'OG0fl
Vendem-se pegas de bretanha de rolo com* 10
aras cada peca, pelo Uiratissimo- pr*eo>de-34'r
a ioja e armazem do Pavao, ra da imperatriim
16O, de Gama & Silva.
Gama Silva
Pcehineba graode.
Oa madapotoes do Pavo.
Vende-se soperiores pegas madapolao, sendo
muito largo, e muito encorpado tendo 24 jardas
cada pega, petchaTatissimo prgo-de'84'e 9SO00}
ditos' a-ejUOO e 74/ toa pechincha/e vende-se
aloja e armazem--do Pa\o, ra da imperatriz o,.
60 de Gama & Silva.
Casimiras da escocia.
Na Ioja da Pavo
Cliegou esta nova lsenda com o nome de ca-
xemlras da escocia sendo muito encorvada pro-
pria para ealeae,Mates e veude-iwpeW baratis-
simo prego de 80800K. o corle.au l>6O0 rs. o co,
vado, pec.hiD.eha porque tem duaslarguras, isto
s na foja e armazem do Pavo, ra da imperatriz
n. 60 de Suma &-Silva.
Roupa feita.
Na> toja do Pavo
1 Vende-se wats esta*elmento'nuingrtnde-sor-t
(iroento de roupas, tanto de.panno oomo caiemiras,
e. bros e. peloi baxaiiesimos pregos como sejam
caigas de caxemira preta a 64 74 e 84000reis, pa-
letots de panno preto saceos a 64 84 6 ItflOOOTs:
'dites obreoasaeos de panno firtattaoa a^pe
mperairiz n. 60, de Gama & Silva.
Mantas a I$000.
De pura seda
Vende-se na Ioja do Pavo, mantas de seda pre-
tas e de cores, lindos oslo pelo baratissimo prego
da 14000 reis, sao das mas largas, assim orno tem
nm grande sortimento de gravatas de-sed de cor
bordadas e.de-setim preto e ditas de setim braneo,
e vende por pregos muito resumidoss, o Pavao na
roa da Imperatriz n. 60 Ioja e armazem de Gama
'Siiva.
Chitas roas
a 6t)0 reis a peta
S na Ioja so Pavao
Se vendem pecas de chitas rxas Inglezas, sendo
cores fizas tendo 38 covados cada nma pega pelo
baratissimo prego de 64000 reis, a reTalho a 160
rsi-o covado, ditas escoras e claras a 200 rs. o co-
vado, lija do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma & Silva, Gama & Silva.
Novidades do Pavo
OU PECHINCHA ADMIRAVEL.
Escessezas a 3200
Cegaram os mais lindos cuites de escossezas,
proprios para vestidos, sendo fazenda inteiramente
nova BffBrcado; e vendese-a'34t6-o corte on
260 rs. o ovado na leja- e armazero-do Pavo, roa
da Imperatriz, n. 60, de Gama 1 Silvaj
Cassas francezas a 24o rs. o eovado.
Vendem-se bonitas cansas francezas de cores
xas pelo baratissimo prego de 240 o covado.
Ditas a"280,"820 e SCO.
S na Ioja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Chitas avadadas.
Vendem-se finissimas chitas francezas, com pe-
queo toque de avaria, pelo baratissimo prego de
280 o covado.
grande pechincha.
Assim como ditos ingleeas rosas e claras, sem
mofo nem avaria, pelo baratissimo prego de 160 o
covado'; assim como, ditas muito boas a 2G0 e 240
o covado, isto na Ioja e armazem doPVo, rna da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Grsdenaple preto a 10600.
E' grande peebiaeba !!
Vende se grsdenaple preto, sendo muito encor-
pado e de boa largura, pelo baratissimo prego de
14600 o covado : na ra da Imperatriz n. 60.
Rascados a 1*0 rs.
Vende se riscadiobo escoro proprio para vesti-
dos ou roupas para homem, pelo baratissimo pre-
go de 120 rs. o covado : s na rna da Imperatriz
n.60.
Os cachinez do Pavo.
VTBdenVM^toftosieaeBlnerde;ISaon agaaHios
para eabeca pelo bar.tis.--.inu prego de 34000, s.
na ioja do Pavo, na ra da Imperatriz n. 60.
Aigodozinho avariado.
Vendem-se pegas de algodozlnho sendo muiro
encorpado, e com 20 jardas, pelo baratseime prego
de S40O, por ter um pequeo toque de avaria.
O bramante do Pavo.
Vende-se superior bramante de linho cr tendo
quatro palmos de largura, pelo baratissimo prego
de 800 rs. a vara, dito eo-nr Mr palmos* a "24460 e
1^4800 a vara, aloalhado deiinno'admmwe4o,ivo
e pardo, pelo baratissimo prego de 24800 rs. a
vara, na ioja armazem do Pavo, na ra da Impe
ratrli n. 60.
paca preta a 500, 600 e 800 o covado, bomba-tina
para vestidos a 14400 e 14600 o covado : na ra
da Imperatriz Ioja da Arara n. 86.
Algodao avariado*da Arara a 3#.
Vende-s* pegas de-algodo com pequeo toque
de avaria a 34, dita bmpes a 4|0OO, 64, 74 e
8*4 : na ra da Imperatriz Ioja da Arara u. 06.
Arara vende o panno de linho a 640.
Vende-se panno de linbo para lenges e seroo-
las a 640 e 700 a vara, cobertores de algodao a 14
e 14400 : na ra da Imperatriz Iota da Arar nu-
mero 66.
Cortes de casemira preta ta Arara a 3,5500.
Vende-se cortes de casemira preta para 'caiga a
34500,<44, 8a e 64, cortes de castores par* caiga
a 14, cortes de colim a 14*80, cortes de ganga e
brim a 18400 e 10600: na ra da Imperatriz no-
mero 56.
Arara vende as saias a 30o00,
Vende-se saia(s*tordadas para senhoras a 349G0,
vestidos braneds bordados a 44300, ditos bordados
a la e seda a 64500 -94, ditas de barras de la
a 64 e 84 : na ra da Imperatriz Ioja da Arara
n.56. ---------_
PaBDO preto da Arara a # o covado.
Vende-se panno preto para caigas, paletots e
colletes a 24, 24500 34 44 e 54, casemira preta
muito fina a tfi, 24500 e 34200 o covado : na ra
da Inrperafrik n. 56.
Arara vende os guardrtenos a 2^06 a
ftuiia.
Vende-se gard-anepoS para mesa a 24*00**0-
zia e 240cada um : na ruada imperatriz Ioja da
Arara n. 56.
Arara vende as chitas a 160 rs.
Vende-se chitas escuras de cores fixes a 160,
200 e 240 o covado, ditas kaocezas a 280, 320 e
400 o covado, cassas finas a 280, 320 e 360 o co-
vado : na ra da ImpfaYriz Ioja da Arara n. 56.
Madapolao enfestado"a 45 de 12 jardas.
Vende-se pegas ee fflSdapolio entestado de 12
jardas a 44 e 44300, dito rom toque* de avarfa de
24 jarda,- a44. '4, 64, 74,84. 94 e 104 : na rna
da Imperatriz Ioja e armazem da Arara n. 56.
Arara vende os vestidos a Mara Pia a $4\
Vende-se vestidos de cassa com baaras a Hara
Pra a 54, ditos de la a 64 : na roa da Impeffe-
tria Ioja e armazem da Arara n. 56.
Chales da a rara a 8,-> de fil.
Vende-se chales de fil a 84. retondas a H-,-
chale de tilo de seda a 144 e t84, chales de me-
rino estampados a 24, 2J500, e 55 : Da roa da
Imperatriz Ioja da Arara n. 86. ____
Remedio efficaz para ery-
sipdte.
Oleo de jandlroba.
Vende-se eso incomparavel remedio nb grande
armazem de drogas e tintas na praga da Boa-Vtsia
n. 24, esquina da ra do Tambia. _______





Oh que bella pinga! i!
Cbegou aflnal a travessa do Quelmado n. '1, o
verdadeiro vmho verde de Bastos e vende-se por
64500 a caixa com 12 garrafas uu 640 rs. a ar-
rala, a elle que muito fresco e proprio para a
estagu.
Rap yrosso
A Ioja da Aurora, na ra laga do Rosario n. 38,
recebeu rap grosso da fabrica de Estevo Gasse,
domis fresco que tem chegado, assim como de
muitas qatidattes.
Vende-se a taberoajsita na ra dos Cuernos
n. 2, propna para-um^prlic*|ahn'&*ypor ser de pon-
eos fundos, bem cotloada, e pinada de novo : a
tratar na ra da Madre dd-Dnso. 32.
*'!' *a * ei-ii1-j.i .i
'Zil breo, am barricas pefloeo
Cera em velas de tddos os tanjasho
Botflis.
Mercurio.
Na.Bi
t.
serrote p-ira descarogar
la irviJ. 1
..... ^......-
um
Madre JPti^
aigreja.
it|i!de prarwi
oro de ler pelo.. dimionio
di. Gideia do Re-
fifflis, para ^^naiesmi
j-ta larga, ra da Imi
WQQ, MW. ttfo
preto-^H Hti qua
No armazem da porta larga, roa da Impeairjz,
SMdenapia. preto, a 4400, AUML. i^00, 24
1300, moreaatttjue preto dvjl nu quTttJades,
os* malyrlcos-emifs-ew-Teul'-anna, eretoBdiM
coawaaatlar **, fazetad* -da iHkMyrinedSioo.4T
oadw : d^*niaenv4*rta,larga,..av 82,,m> wa
da-imperatriz.
Goiiima de milho brauc-
americana,
y^Uw^m^mttriAln: o"roim'
de otsnrnnm umsMbmn.3.
fadonhos.aqul relata-los; s na Ioja e armazem do
Pava roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
LW-MoPavl
Ciraoaes pcchlnchas.
Seiiihas aJiOtt rs. e covad
Jeto*a*.S00rg.
SeiioJui.aOO t.
Ven4e.-8a.na lokJo Eavao, nm gran* crimen*
lo d uinmiai 1ISOTdw -com* ibtbIwsnav oewu.
cado, fiiiM-M ^k,<*immifi*>+U#> 4* cinco
o mador seadft. fainada qne valem multo
mala. dioW|o e leeljieehiojotii por av ter
comprado
________oniwii>q meninas, pelo baratl ^
P4R4 0U4RESM4
PECHINCHA ADMIRAVEL.
Grsdenaple preto a i>600
Veade-se superior grsdenaple preto, fazenda
muito encorpada, pelo baratissimo prego de 14600
o covado, sendo fazenda que val muito mais di-
ntaeiro : na ioja e armazem do Pavo na roa da
hn pepatri n. 60, d fiama & Silva.
MANTAS PABA O PESCQCO
a 14, s o Pavao.
Vetrdln-se bonitas- mauus para o* psoe^o, pelo
baFto Imperatriz n. 60, de Gama de Silva.
Madapoles a 3,300 rs. a ^essa.
S na tajado Pavo.
Veode-se pegas.' dei-madapolo fino coa 12 jar-
das, pejo bar Mo prego de 34500 e 44W.
Gtarade pechineha;
Uaswhas a.240 o covado
Vfende-se bonitas liasinhas cora os mais lindos
'gottweseoeezes a-tWrs. o covado; na-loja doPa-
1vao-na-iai'*'d*impera Chaksuformda*
Nb**roja-d Recebevrm-se os mais Itndoe obeles pretos- de
renda/ awam*eomoas mais modernas e oompridas
reuNides, manteletes- da mesma tafeada, e vende
*5#(^^,a.o0tWs,nwitea artigas aa.MTis.eB.. mais barata que en omn qaalauer parte:; na
Ioja e aamazem do Pkvao"WTua; da Imperatriz* n
m dff-6wn,drt6ira.
Ct a dfHHw^-mffit.
Paracicas.
V^deal-M-aoperlores'aiBiores'wato ancerpadM
ipaarieeasonvos-pela-beato pe0i4a 310 *u o c<
..


(eneja pelada
Ha diariamente a venda por prego commodo
no armazem da Liga, ra Nova n. 60.
PEDRA MARMORE
Vende-se superior pedra marmore para conso-
los, modelo a Luiz XV e urna mobia de jgaal mo-
delo : na ra a Cadeia n. 55, e^criptorio, nj pn-
meiro andar.
v
Escrarvos fa^ios
150,? de gratificado.
Fugio no dia 21 de margo do anno prximo
passado, da casa de seu senhor, o escravo cabra
escoro, de nome Benedicto, com idade de 28 a'26
annos, rvoa vesttdo cle d algodao de lstra,
camisa de algodao. da trra, ca peo de couro de
abas largas; tinha cotuda cabello a escovinha,
altura regular, cheio do corpo, olbos pretos e mofto
vivos, nariz e beca regulares, ninito ponea Barba
no quelo enttpeqoeno'bttsso, tedoe os^MSea,
ees regatares, etc., etc. mesmo dia 9 orno procurador do Sr. Anr Al ves de Parva,
morador nacidade de Souza, para dfide fugio o
rtfetido'escrtvo, serondo athwque temos refe-
rido Si.'Paiva, e at*anda MWffando-se alganas
vezes .para a ierra denominada Jos Lniz. Roga-
mos portanto a todas as autoridades policiaes e aos
senhores capitaes de camto, a captura do tto
escravo, e remeUM-lo a ct de noesa residencia
a roa do .Imaerador. nu84 aegundo andar, e Rr
cu/oKabalho grafloareaos com a quantia su-
pra.
Recife, 28 de fevereiro de r866
Abnu & Veras.
'.., 4 '-
Fugio ne dia 6 do correte o molato de nome
loao, com os slgnaes segnintes : Idade de" 12 para
'13 airaos pone mais oo lenos, cabellos cortados-
nariz ambilado) levou vetMo aalga de algodaoxie
nto escoro com remendos brancos no assento o
joelbo, camisa de algodao de listra com remend,
braneo, costumase intitular forro e trocar o nome,
regrista, tem sido *iBla>MliePaBsaB*8m da Mag-
dalena:, pede-se eacareoidamente as. autoridades
poiici*es,ft capitaes de campo o favor de apprebea-
de-lo e leva-lo a ra do' Sebo'casa n. 33, qne sari
Tecompensao.
190$ dvgrrtftfko
vado, servlndoesta fazenda tambera, para eseravos .^di^iSte2,,
Pav*J roa dtmpwarrr n: 60 #Om*-&mint.
Chapees para meninas a 6,000.
S na Ioja dO'PWo.
Se vendem os mais bonitos-
dos-abapMtaaec ae
esslsrv' s
itnajBjiL r*ifjf.Jarirf tutr * 'MH^^Hk
para amarrar ; esta escrava veio do Rio Grande
do Norte, onde a a1aa|Wn'o -Sfr caplt' LbDafrr
Gammas saaa, e
J o gatea 91 oalmas da^W, iotuolando


8
Diarlo de Perftaflibfcco Qtiarxa tetra t e Mareo de 1866.
n

r


. *
4
LTITERATARD
A mulher.
, o aojo peregriao da trra, qae oseera de um | panhado de seas dieipalos,entrn ba Igreja de um
iso de Daosre?ame am sea (oda o que ana- bomilde convent cajo nome a trai&cio nio de-
tureza tem de mais primorosa e collo indora royslicaencerrava em si todas as perfei j Poaco oa nada encontrou qae admirar o Ilustre
artista naqaelle p.bre e desmantelado templo, e ja
Salve mimosa e deUeada flor, qae embalsamas a- *rj e*;; "babi-w o'om reqoebro de uhia para proseguir as soas investga^^ando
issa ealencia, levando-nos ao amago do corago ,ls,w*tar s arelas do deserto, e'ooUaam qoadro meio occalto as sombras de
rirj*? ", m*\ ,!!">MM eStreUa' de am !am "* 5 PProximou se delle" dea nm grito
co tropical; respira! o balito embalsamado qae se de espanto. .
evapora de seo seio oloroso, e havareis aspirado os Os seas discpulos rodearam-n'o logo pergadtao-
mala doces perfumes qae trescalara os Ivrlos do do-Ibe
; iremelear um beljo
dos;
felicidades e ventaras 1
Qae seria a sociedade sera fi? Seria nm jardim
sem flores, ama flor sera aroma ; seria um viver
montono, nm viver sem praieres I
A malber o anjo que nos condal as tortuosas
veredas da vida; o qaadro em que se esmerou o
pincel do sabio artista; a rosa qae sobresahe
vrente no centro dos folgoedos; o raio de lu
que esclarece o sanctnario da nossa intelligencla ;
a obra prima da natareza I
Sua influencia e importancia na sociedade est
boje geralmente reconheclda. O mondo cvilisado
u atiesta.
Se como historiadores, disse um disuado escrip-
tor, indagamos o motor das guerras mais encarni-
r.idas, se como revolucionarios estndamoj as ori-
gens das transforraagas humanas, se, em qual-
quer genero, pretendemos eslndar a (onle d'onde
dimaoam os actos importantes do homem, encon-
tramos sempre, directa ou indirectamente, a mu-
Iher a dizer :caminha.
O hornera sera' sempre o qae a raulher quizer
que elle seja,disse Joo Jacques Rousseau : e quem
o duvidar ?
Nasce o homem, e o primeiro sorriso que recebe
ao entrar no mundo o de ama raa'h.-r, e de
urna mal; o leite de urna mulher que Ihe mi-
nistra o sea primeiro alimento ; urna mulher
que ihe ensina os primeiros preceitos da educacao,
qae Ihe inspira o amor do Altissimo ; urna mu-
lher que ihe forma o corago, que Ihe dirige os
mal-segaros passos nesse longo caminhar da
vida...
Cresce o homem, e com elle a necessidade de
amar nma mulher. Em seus sonhos, em saas vi-
gilias, no velejar do seu pensamento, em tudo, em-
tii;, encontra elle um vacuo que so a mulher po-
dera' encher... Scisma de amores, e mais larde
encontra o anjo dos seas sonhos; araa-o, e esse
amor Ihe accende o togo da imaginado, e mil sen-
timeotos, to nobres como a sua origem, se Ihe
ispertam porfa : eolio as inspirares, os deli-
rios, os xtasis se Ihe desenvolvem...
K perfume da vida, a pedra de toque da felicidade
do bomem 1...
Qaantas vezes elle fatigado de saas occupacSes,
pungido por um dos espanos qae o cercam no de-
correr da vida, nao descr do mando, nao deses-
pera?!... Mas vlvea' casa; e encontrando a es-
posa Gel, que com os bracos abertoso recebe, basta
um sorriso, que Ihe doura os labios, para dissipar-
Ihe as nuvens do desespero, eapagar-lhe as nodoas
do corago I...
Em quauto o homem, diz aioda o escriptor j
citado, indaga as sciencias, em qae esluda, os se-
gredos das coasas, a mulher ensina-lhe com abra-
eos e beijos os mysterios da alma. E' junto a"
mulher que o lempo passa como o relmpago, que
os das sao horas, e as horas minutos. Os instan-
tes atropelam-se rpidos, porque s3o de fetieldade.
O mal que encerra o genero humano quebra-se
seas ps. l
Se o jogador acaba de perder n'uma carta os
lesos da fortuna ; se o assassino val, anda ba-
nhado no sangae da victima, pedir que Ihe lave as
mSos ensanguentadas; se qualqaer malvado que
seja foge para junto da mulher a quera ama, nao
enconlra sella urna censura, acha sempre urna
amiga, como as mulheres sabem ser. Em vez de
o reprehender, lastima-o. Nao o leva pela reflexo
nem pelo raciocinio, encaminha-o pela candura,
lei d'alma, que nenhum poder da ierra pode pro-
mulgar.
Assim : se o homem nao tivesse esse luminoso
pharol para gualo no ocano da vida se nao ti-
vesse essa estrella polar para conduii-loa' sea
norte, teria de ver seu frgil batel despedagado de
encontr aos rochedos, teria de naufragar a cada
passo ; a Providencia Divina,perm, antevendo os
males que elle teria de soffrer, deu-lhe por com-
pahheira a mulher, seu nico anjo da guarda oes-
te pramo em que vive exilado.
Eis, por conseqaencla, a mulher, esse beijo do
Creador, o balsam: das desditas do hornero, o anjo
de sua consolagao I
t A lampada divina qae se prende ao co por
cadeias de ouro, e que oscilla ao ramorejar de aa-
ras desconhecidas; eslrophe cadente e harmomosa
do poema da elernidade; vivo simulacro das belle-
zas d'alm tmulo ; a mulher, o corago da natu.
as rosas puoiceas que
se debucham em suas faces assetinadas, e tereis
osculado a corolla da bonina que dobra-ae na ver-
gontea ao bafejo do vento da tardlnha. 'Anda
mals : admirai a immensldade do ocano no amor
infinito da mulher; procarai a perfectibilidade har-
raooica da natareza no seu todo
deusa.
peregrino de
Que pesoasles, mestre ?
Oihal, disse Rbeos apootando para o qoadro
como resposta nica.
Os mancebos Acarara to maravilhados como o
autor do Desciment.
Representava o qaadro a morte de nd reli-
gioso.
Era este mnito novo e de ama belleza qoe nem
i da lyra dos a penitencia, nem a agonfa tinhara podido eclyp-
sar.
Acbava se estendido sobre o ladrilho da celia
velados ja' os olhos pela morie ; tioha nma das
anjos; o bergo oode se embalara os mais risonbos
peBsamentos; o instrumento da gloria de Dos'!
Seus cabellos sedosos, perfumados e longos, dis-
se um musir Iliterato brasileiro, fluctuara como
um vo que pode locobri la. Negros e lustrosos
como o aseviche ellas tomara mil formas graciosas
e bellas. A fronte pura e serena denota a Intelli-
gencia, a graga e a pureza. As faces-graciosas e
roseas convidara, bem curao os labios, a mil arden-
tes sculos, priacipalm inte se com o sorriso, for-
num-te essas coviahas, inorada das gragas e' dos
amores. O eolio alteroso e alabastrino da mais
encantadora perfeigo, e os dous glbulos de belle-
za extrema palpitara como duas rolinbas, que es-
tremecer ululando, a cintura flexivel convida os
desejos, os ps mimosos mal tocara oslo; eroquao-
to as mos nevadas e perfumosas sao prodigas de
caricias.
Sua linguagem meliflua,. ensinnante, como a,
poesas de Gessener appresenta um nao sel que de
agradavel e persuasivo, que arrebata e eleva o es-
perito, fazendo o tocar essas regioes ethareas, onde
em formas voluptuosas adejam as harmonas sa-
gradas, tangidas por choros de anjos. Um olhar
seu mpressiona a alma, como no corago do mou-
ro cala respeitosa da voz d'Allah!
O riso da mulher nao ara desses risos estri-
dentes e assustadores, que despregados de repente
podem mover urna cootraego nerva : nao;
um sorriso anglico e faceiro, como o sonriso do
lyrio desabrochando aos beijos da maabar ou o
desprender das plalas da magnolia aos sorrsos
do luar, doce e mavloso como a nota fiual do cnti-
co dos anjos no seu primeiro accordo em audagio
as gragas do Senhor!
A mulher urna vicosa grlnalda, cujas flores-fe-
ram colhidas por Deus, e entrelagadas pelos ao-
jos !
E o campanario que a fallar-nos de longe nos
inspira um sentimento religioso I
Deus, na sua poderosa e immensa croago (j-o-
disse alguem) copiou neste- ser a bondade que os
anjos temengrinaldou-a com- as odoriforas flores
do paraizo, posou Ihe sobre a fronu ama corda de
vinudes, e entornou-lhenoeorago todo o amor de
que encheu a nalureza.
Que poesa nos nao inspira orna lagrima a ma-
rejar nos oihos de ama donzella?
E' o nctar do^eu corago, que se nos vem mos-
trar lnguido e puro, suicando-lbe as faces purpu-
rinas do seu purpurino rosto!
ama golta do liado orvalho da manhia^pon-
sado no calix de nma rosa, qae buligosa brisa.com
seu suave balancear depeodurou em saas vinosas
e escorregadias folhinbas !
A molher o iris de felicidade qae corOa a-fron-
te do poeta, o santuario do seo eor.go, a laspira-
go das suas trova, o asylo dos voos da su* ima-
ginacao e a delicia da sua vida.
Coosulte-se a cada homem qoe tem amado-e ver-
se-ha o qae diz.
Quando a alma se Ihe dilata a recebe uro su-
premo goso, ou quando se ihe comprime-por al-
guna atroz soffriraento, a prraeira idea que Ihe
assalta a iraaginago, ler junto a si a molher que
ama, para que ambos parlilhem igual sentimento.
Dai as paixes todo o ardor que puderdes, disse
Alexandre Herculano, o primeiro vallo da litera-
tura portuguesa, aos prazeres mil veaes mais in-
tensidade, aos sentidos a mxima energa, e coa-
vertei o mundo em paraizo, mas lirai delle a mu-
lher e o mundo ser um ermo melancholico; e os
deleites apenas o preludio do tedio.
Realmente assim . Onde falta a mulher a vida
nao existe.
Caelano M. e- Farta Neves.
As duas glorias
Percorrendo um dia os templos de Madrid o ce-
lebre pintor Plamengo Pedro Paulo Robens, acora
ja' os
m&os esleodida sobre ama caveira, e apertava com
a outra centra o corago nm cracifixo do madeira
e cobre.
No fundo da lela percebia-se outro qoadro, qoe
figurava estar peadurado na parede da ella por
cima do leito d'onde sem duvida o religioso daba
sabido para morrer com maior humildad* sobre a
dura trra.
O segundo qaadro representava ama mulher no-
va e formosa, igualmente morta e estendida no ata-
de entre fnebres barandoes e negros e luxaosos
cortinados.
Nlnguem olharia para aquellas daae scenas, coa-
tid-a orna na outra, sem compreeoder que se expli-
eavam e completavam reciprocamente.
Um amor infeliz, urna mulher morta, nm desen-
gao da vida, nm esquecimeato eterno do mondo,
eis o drama misterioso que brota va dos done pavo-
rosos quedros que encerrava aquella obra.
Pelo que respeitava a cftresj deseobo, composi-
go, todo revelava nm genio- de primei.-a or-
dena.
De quera pode ser esta magnifica obra V per-
gantaram a-Rubens os seus diseipulos qoe >a-U-
nbam tirado-o qaadro.
Neste ngulo boave um norje escripto, res-
ponden o mestre ; porm ha poucos-mezes que foi
apagado. Era quanto a pintura, nA tem mais i
30 annos nenv menos de 20.
Porm o autor...
O autor, segando o mrito do qvodro, poderla'
ser Velasquei, Zurbar, Rivera oa Manilo. Po-
rm Velasqoez nao sent assim. Zurbaru menos,.
se attendendo- a cftr e a maneira de ver o assump-
to. Menos aioda se deve attriboir a Morillo e a
Rivera; aqueUe -mets terno, e este -mais som-
bro, e alm disso o qaadro nao perteace nem a
escola de um aem-a do ostro: em resumo, en nao
oonhego o autor- desle- quadro, e at.-jpraria que
nanea vi obras suas.
Von mais longe; creio-qae o pintor dweonheci-
do que legoa ao monda esta obra sublime, nao
perteoceu a escola alguau, nem pintos,, quera sa
be, ouiro quadro alm. deste, era poderia te-lo
piolado qne se-lhe-aproaimasse era mereeiraento,
nao obslaote o sea irameaeo talento... fiesta nma
obra de pura iosplrago, una assumpto preerio, am
reflexo da alma, urna copia da vida-- Queris
saber quem pintn o auadro? Pintotvoesse mes-
mo que ah vedes-mor to.
Estaes mangando, mestre I
Nao :. eu c me entena.
Como- concebete- porm qae cb defunto
podesse piolara sua vidat
Cottoeoendo qae- am vivo possa aiaur a sua
morte!
AW acreditaes- issoT
Cseio qoe aquella naulber, que asta decorpoj
present no fundo-do qaadro, era a alma e a vida-
deste frad que est agoaisando no chao ; creio
que, quando ella morreo, elle se jolgoa morto e
morrea effecti*ameate par o mundo;, creio
flm que esta otaca, mais qae o alttato instante- do
sea hroe ou do sea autor, qae sem. duvida, sao
ama mesma pessoa representa a grofissao de-am
mancebo desengaado da vida.
De qualqaer modo...
De qualquer modo o assumpto tem data. De-
vemos procurar o deseonhecido artista e saber se
chegou a faier outra? obras.
E dizendo isto Rabeos dirigile a um foade que
eslava reseado no altar-mr, e disse-lhe com a sua
habitoat deliberagao.
Teode a bondade de dizer ao padre prior qae
Ihe desejo fallar da parte de ei>rei.
O frade, qoe era homem de algona idade, le-
vantoo-se a ensta e disse coa)-voz bnmllde e que-
brantada.
Qae me queris ? Sou eu o prior.
Perdi, padre, por interromper as voasas
oragdes. Podereis dizer me qnem 'o antor deste
quadro?
Dease qoadro ? repello o religioso.
Nao me lembro.
Como ? Soabestes o sea nome e podesles
esquece-loT
Sim mea (iliio; esqueci-o completamente.
Pois, padre, disse Rabeos com ar de mofa e
mu amor, tendes mailo m memoria.
O prior lornou a ajoelhar.
Venho em nome do ral! gritou Robens
enfadado. .'
Qae mais queris, mea frmio? mermaroa o
frade levantando lentamente a cabera.
Comprar-vos este quadro !
Esse quadro nao se vende.
Pois bem preciso saber onde eneontrafei o
sen antor.
aso tambem irapossivel. O seo aotor j
nao est nesle mundo.
Morreo t esclamoo Rabeas com desespera'
gao.
Dizia bem o- mestre, murmuron sm dos discpu-
los; O quadro-foi pintado por um defunto.
Morreo r repetio Rabeos. E mngnem o co-
oheceo I E esqaeceuse o seu nome, que devera
ser immortal, e que teria eclypsado o meo! Sim,
o meu... repetio o- artista com orgulbo- aebre; eu
sou Pedro Paulo Robens!
A este glorioso come, qae nenhum homem con-
sagrado a Deus descenbecia por andar ligado a
icem qoadros mysticos-, verdadeiras maravilhas da
arle, o rosto paludo do prior croa sbitamen-
te; O sacerdote levanton- os olhos e flxoa os- no
semblante do flamengo eom> tanta veneragao como
sai-prez*
-Ah eooheceis-me, esclamoo Rbeos com
ama satisfago iofantil. Alegrme deveras. Seris
menos- prior e menos frade eoraigo. Vamos... veo
deis-me o quadro ?
*so - impossivel, respondes o prior.
Poi bem, conheceis ootra obra desse infeliz'
talento? Nao podis recordarlos do seu no-
me ? Queris dizer-me quando morreo ?
Nao- me comprehendesteS' bem, replicn o
frade. Disse-vos que o autor dessa pintura nao
pertencia ao mondo; porm isto< nao- qner dizer
que morresse.-
Oh! vive I exclamaram ao. mesaao lempo
iodos os apreciadores. Fazei eom- qoe> o confie-
ra raos.
Para qne ? O infeliz reaaocioa todo da
ierra; j nada tem com os noroens;.. nada!
Isso nao pode ser, meu padre 1 disse- Rabeos
eom exallagao. Quando Deas accende o'oma alma
o logo sagrado do genio, nao para que essa alma
se sopulte na obscuridade, mas para que atoan a
soa misso sublime de Iluminar a alma dos ootros
boraens. Dizei-me em que raosteiro se eccalla o
grande artista, e eu irei basca-to e o restorei a
sociedade. Oh! 'qaanU gloria o espera!'
Porm.___se elle recusa?", perguoton o
prior.
Se recosa? jecorrerei ao papa,-com. caja ami-
sade me honr,-3 opapa o convencer- Mito do
oa en.
O papa ? exclaman o prior.
. Sim, padre ; o papa, repetw- Bobeas^
Eis porque vos nao dira o neme desee- prior,
atada que me lembrasse, e porque vos nao direi o
coaveolo onde se refugiou.
Pois bem# padre; o re e- o papa vo-lo lOrao
.dtaer; responde Rabeos desesperado.
Obi nao-o-faris, Sr. Rbeas, esclamon o
Jtade. Farieis^naiio mal. Lev! o qaadrey seo
qoadro se o queris, deixai porm traqoillo aera
esta em deseaos. Fallo-vos em nome de Deas. Sim,
cooheci, aroei-, eonsolei, resgatel e salvel-das ondas
da sociedade, naufragado e agsnisante- esse gran-
de como vos- ttie chamaes, esse desgrasado e cgo
mortal, como.eu Ihe gharao;.esqoecldo. hootem de
Dens e de si.proprio, hoja ptouimo da suprema
felicidade. A gloria I Conheceis algama que seja
maior do que aquella a qoe elle aspii? Com que
direito quejis resuscitar em sua alma os foges
fatuos das- vaidades da trra, quando em se"u cora-
gao ardeapyra loextingnivel da caridade? Peo"
saes que-esse homem, aaies de doixar o mundo, de
reoaDciar. a fortaoa, a faraa, o poder, a mocidade,.
o amor,ludo quanto lisoogeia.as creaturas, nao sus-
tentoagrandeluta cora.o seu.corago? E qaereis-
de novo chmalo a lula de qua sanio trumphaot
te? Naoadivinhaes-os.desengaaos, as amarguras
que o levaram o eonhecimeoto da verdade das
cansas humana* ?
Mas isso renunciar a immortahdade disse
Rabens.
Isao aspirar ella.
E com qoe direito vos metais entre esse ho-
mem e o mundo? Consent qae en Ibe falto e alie
decidir.
Fago-o com o direito de om irmSo mais ve-
Iho, de am mestre, de am pal, qoe todo isso soo
eu para elle.
Fago-o em nome de Deas, torno a dizer. Res-
peitat-o para bem da vossa alma.
E dizendo assim, o frade cobrio a cabega com o i
capaz a afastoa-se.
e Venas dispatavam o pomo das
Pailm Ao.
Hespej^^H
Seooo impoisivel qoalquer coociliacto entre as
tres cemearrentes, ea Parts, abaixo assigoado, niho
legitimo de Priamo e fieeoba, foi nomeado jota da
caosa por Joplter, par dos deuses, e Uve de adjudi-
car o ppmo desojado a' maii'Brmosa, na rma
das lela, do bom senso e da raso.
Em-flomprimenlo de miabas ordens, o sarao de
Thelis e Pelo transformoo-se emforum, e, ao toqoe
- Vamonos,disse Robens. J sei oque lenho **-npaiuba, aadiencia foi aberia s deozas leti-
a fazer. 8an,e8-
Mestre, exclaraoo um dos discipolos que du- Guardando respeitos dividos a' sezodez de Pallas
rante toda a cAveracao havia estado olbaodo al- a padica virago a M. de Stael dopolytbeismo
ternativamente para o qaadro e para o religioso, grego, dei nao jolgaes, como ea, que esse frade velilo se j,nt arenga e3]easi ,bnndanlimen|e ferdeadjt
parece mallo con o mancebo qua esta a morrer cora as doulrioas de Cajacios e outros sabios da
chlcana, terrainoo por este insidioso epilog.
Pars, adjudcame o frocto das Hesperies-
nos nte a piulara ttdica, e ver-se-ha qne o mestre "'o Tlln 'afiSf' D ' Cm dSW ^
ttnha razao quando disse qne o frade m^rto era u^ 2Ts^'' ^ f ^r *** *'
ao mesmo lempo retrato e obra de nm religioso %* de L1^ T - d C*nC *
vivo. Dos me conloada se o religioso vivo nao Jj ZtlT*?' fT "*'
o-padre prior >wimgua as doguras do -mal, e nos seos de leite
Entrelanio Rabeos, triste, eovergoohado e pro- J uva WCi* das mootanhas de Cythra: a mais
fondamente enternecido, via afastar-se o velho, o!Iorm09' e a qae n,nna *** idade, o as-
cetismo, a sabedoria e a seandez. Par, da gaoho
' verdade f exclamaram lodos.
Tirai-lhe as rogas, as barbas e o (finta an-
qaal o saodoo cruzando os- bracos sobre o pello an-
te de desapparecer.
Era elle... balbuci o artista. Vamonos,
disse Rabeos para os discpulos: Aqoelle homem
tem razio: A sua gloria vale' mals do que a mi-
nha. Deixemo-io morrer em paz:
E dirigindo um ultimo olhar para o- qoadro, qae
lana sorpreza Ihe causara, sahio do convento e
dirlgio-se ao palacio real oode suas majestades Ihe
davam a bsara'de o admittir a'sua mesa.
Tres dia depois voltou Rbeos em procura do
qoadro par tirar ama copia.
Tioha desapparecldo.
Notoo, porm; que se estav eclebtando missa
de rfautn.
Approximon-se para ver o roste-dodefuoelo, qae
estava de corpe-presente no meio-da igreja, rn-
coabeceu o padre-prior.
Era grande pintor, disse Rbeos.- Agent
qne mals se parece-!'
P. A. de touMOBV-
EM 9996% DE TDDO.
Da Illostrag5es,.d0c amigos devotadds da fot-
mosa Thelis brasileira>'arcados ambo, assistiam a
fe^ta, e como os ouiros fbraro testemunttas da arte-
ra ,'gaoha da Discordia.
Era oSr. Aubertm um d'elles.
Ef* o- oolro a radaego do Diario d-S: Pdulo:
eotidade moral, om- poueo abstracta eorao urna
Id oototogica, um pooco rfwa el una ao mesmo
lempo- orno o Jonat*bifr&m das eras primi-
tivas. -
Esta doas illustra^ees-comprehendemto a sfgoi-
ticacao oo enigmtico presente da Discordia, e con-
cordes-a urgencia ds -urna boa estrada- entre So-
rocaba-e o porto de Saatos, separarara-ee, entre-
tairto- en> pleno chisma-sobre a questo de saber :
se dita estrada, partiado de Sorocaba, devia procu-
rar a via frrea era Atadiab? passando por It,
ou se- a-devia procurar em &- Paulopassando por
S. Roque.
O Sr-. Aubertin dioMio-ee eom todas- as veras
pelo- primeiro tragada : a estrada deve-passar por
It.
A redaceo do Oiwie-pafraoa pela ootra idea :
a estrada deve passar por S. Roque.
Emquaato os dous campeaes de l) e- S. Roque
diseotiam ealorosacseate sus sempre aqaem das
ralas- do pugilato, a maliotosa Discordia, escondida
em nm reeanto, a maneira do curo das- tragedias
gregas-, estruga o recioto-eom a palavra : cami-
nhos! caminhos I oaraiohos !
Oatras vezes, fazendo tomos ao campeo de S;
Roqoe, eom esgares^e siMIla, caolarolava a cao-
cao do maestro Sneca : quoi volmrw facile crt-
dmus : facile ctewwfptod volumue*.
O -sarao de nupcias tlnha-se transformado er.i
verdadeira conaadia. mylltoiogica.
A.Discordia letaava eomo a Tfcalia da occas4o.
de caosa a estas verdades. Oiogene prgou as oa
anliguidade. Na idade medt Sant* Theresa as
poz em moda. Nos tempos modernos o santos la-
zaristas susteniam-n'as com sincera iogeaadade.
Cett'e ponme la c'eit mon lol t
A casta virago nao me convencen:
IodiflrMhe, mi i mine, o requer ment, desaaebei-
a, e oceupei-me da quesio entre Juoo ir Veaaa ex-
clusivamente. Eatre estas o negocio era- asis
serio.
Juno e o seu pairen failaram em seguida.
Nao gostei de ou>vit-os.
A causa'era ma', eera defendida a" forja d ar^
guciosos afgameotos.-
Havia esbaojamenie'VistveJ de dialctica.
O verbo ouaarestava- em pratica.
Em quanto se deraoustrava, que Juno e Vaos--
eram dous pontos equidtotBiMs do principio do bel-
lo, eu va moito bBm que, en favor de Venas", a
faroigerada equidistancia tinba ama difTerengazinha
como a que vae de-dous tergos pora nm terco,*
queafflrmar Kil-coasa er* o nmemo que dizer:
3-1-3.
FOLHETIM
A SEPULTURA DE FERRO
POR
Uenriqae tonscicnce
( Continuacao.
VIII
)
O meu mestre orgalbava-se com os meas pas-
mosos progressos, cajo mrito attribala s a si.
Com effeito, elle nao podia saber que parle consi-
deravel tinba tomado Rosa na minha' instraegao.
O bom hornera cttava-me nos arredores como
urna prova do sea saber e da so actividade ; e
segaio-se d'ahi qoe se occopoa da minha instruc-
gao com satisfago crescenle e com am cuidado
muito particular.
Adiantei-me tanto nesse invern, qae a prdldo
ae meas pais abri escola em nossa casa, e vim a
ser zeloso mestre de meus irraos e de minhas Ir-
mas.
A primavera approxfinaja-se poopo a pooco e as
arvores desenvolvala a suaprimeira verdura. Ca-
da dia, anies e depois das horas de escola, a at
estrada real para ver se Rosa viria.
Qae longo lempo de ausencia I Os iilazestinbam
florecido e emmnrchecido. A cerejas comegavam
a avermelbar, e o castello com as saas persianas
corridas permaneca silencioso e litarlo no meio
bello jardim I
Um dia do mez de junho, estava eu assentado
em am banco em casa do mestre, entre as ootra
criangas, eslodaudo a liceo que me tioha sido
marcada, quaodo o Sr. Pavelyn apparecen de re-
pente. Del am grito e Aquel, tremendo, com os
olhos pregados na pona, na etperanga de ver ap-
parecer mais alguem. Engaava-me.
O Sr. Pavelyn nao deo attengao miaba com
mogd. Conversn um instante era voz baixa com
o mestre escola e provavelmente pergnnton Ibe se
en la adiantado, porque Uve de mostrar logo todos
os meas caderoos. Maodaram-me lr em francez
e em flamengo ; deram-me ama multiplieagio dif-
ficil para fazer; maudaram-me indicar em ama
carta geographica as cidades e ros, e mesmo o
Sr. Pavelyu ex-me escrever em francez algumas
liabas, qoe na dictoa em voz ali
Como ea tahisse satisfactoriameate de todas es-
tas provas, o pal 4e Rosa baleu-ma familiarmente
ao iRMalrv e ditet RM com molla benevolencia :
feris estadado' amito, meo rapaz! Eston
pleaajaeule satisfeito. Teas empregad) bem o leo
tempo e tens recompensado bem os cuidados de leo
mestre. Contina assim... Mas porque ests a
olhar para mim de nm modo to exquisito ? Que-
res saber se Rosa veio ? Breve fallaremos esse
respeito.
Dito isto, enlrou com o mestre em casa e dei
xou-me era dolorosa incerteza. Hosa eslava no cas-
tello oa nao ? Estara deente ? O que ira sea pai
dizer-me a respeito della ?
Passados algaos instantes voltou o Sr. Pavelyn
e disse :
Vem comigo, pequeo ; tens sueto para esta
pabia.
Segaioo. Contoa-me nocamlntio que aSra. Pa-
velyn linha passado moito mal o invern com urna
inflammago nos bronchios e que tinha partido
com Rosa para Marselha para curar-se da sua mo-
lestia do peito.
Em Marselha tinba a Sra. Pavelyn am irroao es-
tabelecido com casa de commercio. Rosa passarla
alguos mezes com soa mai em casa de seo tio. Ro-
sa nao tinba ama saade vigorosa e a sha estada
em ierra de clima to ameno nao podia deixar de
'he fazer bem.
E' o qne comprehendi do qae disse o Sr. Pave-
lyn. Nao respond nada, mas ea meas olhos esta-
vam arrasados de lagrimas, qoe nao podia repri-
mir. O pai de Rosa vio-as e tratou de consolar-me,
assegorando-me qae soa Alba voltaria antes do Ora
do anoo e qoe anda poderia eu brincar com elrt,
dorante o vero, no jardim do castello. Disse-me
mollas coasas affectoosas. Iocltou-me a esladar
com zeio, para poder entrar brevemente emapren-
dlzagem de escnlptor, e fez-me entrever o bello fu-
turo que podia ser o galardo da mloha applica
^ao. uepois deo-me a entender qae raras vezes
Iria ao castello e quando fosse sena s por alga-
mas horas. Contado permittio-me'o ir cada dia,
depois de sabir da escola, passear com meas pal?,
e brincar com meas irruios ao sea bonito jardim,
em quanto assim me aprouvesse. Nesia occasio o
Sr. Pavelyn nio tinha tempo para ir ver meas pas,
mas ea podia annunciar-lhes que elle tria com cer-
teza fazer-lhes ama visita a primeira vez qae vol-
tasse a Bodegbem.
Depois dess benvolas palavras, diste com mei-
guiee:
Vai, brinca al ao meto dia ; V preciso ter
sempre jalao e ser estudioso. Hel de ser sempre
tea amiga e bal da ter cuidado em qae nio lo (al-
te nada ao aado.
Deixoume e tomn por oro camlnho que ta dar
i quinta arrendada.
Cabisbaxo e regando com mlobas lagrimas o po
do caminho, fui com custo al a casa e conteia
mens pais, com todos os signaes de verdadeira itlv.
leza, tudo o que me tinha dito o Sr. Pavelyn. "Jra-
taram de consolar-me, dizendo que alguns mezes
de pressa passariam e que depois havia de tornar a
ver Rosa. Por flm, resignei-me a essa cootrarieda-
de e appllqoei-me oom mais ardor do qae at ahi
ao estudo dos principios da lingua franceza-
Durante o vero, o Sr. Pavolyo foi mollas ve-
zes ao castello e a casa de meas paes. Mostroa-se
muito bondoso commigo e duas vezas jantei com
elle; mas, apesar de lio bem me tratar, a sua ge-
nerosa protecgo nao p-Jle suavisar a dr qoe me
causava a ausencia de Rosa.
IX
Em um domingo de tarde fui passear na estra-
da, a meia legua da nossa casa. O outomoo j ia
adiantado e as arvores comegavam a despedir-se
das saas folbas.
Havia um mez qae eu tioha amarguras aa al-
ma como se livesse de nao tornar a ver Rosa. Vi-
va completamente desanimado ; um vo de triste-
za e dr aooaveava-me o espirito ; nao podia al-
indar e o mestre ralhava-me lodos os das, por
orna distraego inexplicavai.
S. Roque sysbolisava a ciumeoia luso.
Venos era l.
A villa de -Una, fondeado os toros de Minsrva,
envin immsduiaineaie o Sr. Gttfdi, como ba-
laate procarader de seus habitantes, para disputar
o premio votado mais formosa^ requerendoque
a estrada pcojectada, deixando. a* sna direlia.it e
S. Roqoe, passasse pelos terreaosde Uoa envdifec-
go a' S. Paulo.
OSr. aldino apresentou-say.por esta vez.syra-
bolisando. a deuza Pallas, ca verdade da. rbula
tornou.;se completa.
Como esta! tedas as-rasSes offereeidas cahiram, -
3" meos olhos, aote a luz da verdade, e plenamen-
te coovenci-me de que-a aumenta Irmaa de Jpi-
ter nao poda cempetfr cow-saa rrvaf a nascida
.idas escamas do ocano:
Se-Jobo formosa (disse-eo,.logo acre flodon-se
a caleroea apologa)'a soa belleza- assemelha-se,
muri e muito, a belleza do paveo,.se favorito.
Vede-o: a magnifica plumagam qnel*o cobre a
andes nao tem igual na zoolagia : o iaoua de mi)
eoresque orna-lhe o parte, e-o-far garboso, om
nimo magnifico de exagaragae, que s encontra
Kxstmih nj seu eafatoado orgulho : ame os sens
ps- sat>grosseiros}o negaos; sao fetos, muito
leios.
Analoreza creoa a'eWes-umoorrectivao orga-
Iboso.
Assim - Juno : hefia, mas a-sua bettoaa tem as
pamas de pavo.
Juoo- e o pavao sao duas eaades-qae- se com-
pletara.
Eu s darei o ureo pomo mais- formosa.
Mea j-iao prodazio o desejsdo-effeito-: Juno re-
iirou-se : vio bem qae- opomo-deeejade- aa Ibe era
de direMo.
Quando chegou a' Venus a .eeeMio-d rallar, ella
rgoeo-s, deo alguns paesos para o raen lado, des-
preodea o broche de sea cinto-de perolee.e deixoa
cahif- job ps a nuvem de-gaae-, qne- mal a encobria
come-as aevoas ndeeisaade BBMMto
Nua, respfandecente em sua nudes como devia.
ser a Eva primitiva, a mao aadioameate recorva-
da sobre os seios, perleita parodia de soa estatua
a Venus de Mediis^ dfrieio-me, ** sorrir, estas.
usieas palavras:
Filho de Becuba, nae. 3 ai&a o meu corso
d* rethorica : cae teoho o> taieoto< aristhetelico da,
miabas rivaes: au sei compor eothimemmas, nem
longos panegricos: o espelho das fonles, a oode-
banhomeu corpo,ensinoa-me uras dilemma,para
eoovencer os incrdulos ^ -esta :
Oo feixa.os olhos, ou adueira-me.
Sera' precisodiaer, qoe-o pono de ouro tualja-.
dicado a' mais formoxa f.
d'essa vez, quando j lanas vezes o mesmo carro
tinha ido sem ella a Bodeguera ?
Em quaotoea permaneca immovel, entre espe-
rangas e dvidas, o carro passou. EanSo tinha
visto Rosa I Mas de repente abaixoa-se ara vi
dro do cairo e oavi a sua voz suave i
Leao Leo (
E vio seu rosto anglico, que mesorria, e a sua
mao,Que apona va para mira com signes de ale-
gra.
O carro paroo Aproximei-rae devagar e vacil-
laote, apesar de gritar-me o oocheiro qae andasse
depressa. Eu treraia, o mea corago halla oom
violencia e todo se escureeeo aos meas olhos, &>
mo se fosse saecumbir i commoglo. Mas o co-
cbelro levaolou-me, metleu-rae oo carro e fechou
a porlioho-la.
Eoto olbei bem para Rosa e ouvi a soa voz,
qoe me dizia com jubilo :
Aqu est ootra vez toa mal pepena !
E sent que as suas mos apertavam as minhas.
Apesar de todo o qoe me disseram sens paes
para traoquillisar-me, nio podia ser superior a
minha commogio. Ellos bem sablam que era a
volta de Rosa que me abalara d'aquella maneira e
folgavam com esse slgnal de grtidio para com sna
Nio pensava seno n'ella desde pela manbaa al' Alba.
noatee mesmo adormir aconteciame multas Eraflm as ternas palavras de Rosa tornaram-me
vezes chorar lagrimas amarga*.. At eolio tinba' lodo o accordo e entre lagrima radiou para os
escotado as consolagSes de mhrha mil; tioha ti- meos bemfeitores am sorriso de ntimo contena-
parado em quanto durou o bom lempo ; mas desde meato.
qae as folhas amarellejavam as arvores e as ma-1 Mas, Leao, oave o qae te digo, elamou Rota.
obias frias annunciavam o invern, dolorosa in- Nos viemos a Bodeghem para te Ievarmos eom-
certeza tioha amortecido pooco a pooco a derra- nosco
deira lu de conflanga. Ella nio viria n'esse anoo Olhei para ella assombrado.
a Bodeghem-e qoem me dizia a mim se ea tor-j Sim, sim, para te Ievarmos; vaes comoosco
naria a ve-la ? para Antuerpia. Morars oa cidade e viras a ser
Taes eram os peasaraentos que me persegua" escnlptor, artista 1
de continuo ; e, apesar de bem convencido de qe O Sr. Pevalyo explicoa coa mais socego qoal
nenhum caso poda ella vottatjaiat da prlmivVa era a sua lotengio. Nio podia demorar-se no cas-
segninte, havia algama coa.sa, talvez ama espera*> tallo com a toa ramilla sanio at ao dia segalnte
ca secreta, qoe me mova airpattear para bem pela maabia. Paliara com meus paes lisporia
longe na estrada real, como te minha alma qaizaf- todo para qae ifl&resldir na cidade cora elle,
se arremessar se ao seu encontr. Os corsos de lajf| da Academia acabavam de
N'esse da eslava eo asseutado"na beira da estre- abrirse e a minha | nao permittia que ea
da, com as costat vaUadas para ama malta de pl- perdesse ubi anno Bteear os meas esladot
oheiros oovos, e, abysmado m minhas tristes re- de artistas. Qaatn^^Bpados escolares, elle
flexSas, desfoihava maehinalmente u flores ana- proverla para qae os eonUaatsse ao mesmo tempo.
relias dos malmeqoerea^oaiando da rapaata jaj la sar om artista, om ateulplor I Estava tio
cbamou a atteogo o i am carro. De va commevldo, lio abalado com esta feliz certeza, qae
saltopuzme em'p c >o de aladre adjal-'na maior foroa do mea naataaraanio, agarrei as
raalo. Braocarro vayaaaa a vlaia mioaomeo pe#^| Boljeias malta veze o
looge. Viria o'efle Rota ? E porqaa Mil v fbTt-W coa> grimas de amor a de gralMlo, (meu Iofar W ilif
Braiqoanto elle me retraJaia a sua mor.recom-
meodaodo-rae com affeclo qne fosse estudioso e
applicado, parou o carro- defrcnle da porta de fer-
ro, do castello.
Logo que chegamos. ao sali, comeijeu Rosa a
fazer-me perguoias para saber em que altara es-
lava a minha instroccio. Ficou pasmada quando
reconheceu que j Ibe levava vantagemem mailas
coasas; mas, coralado, lisongeava-a o ser mais
versada do qae ea, na lingua fianceu i fez-me ler
e escrever reprebaadeodo-me ou. loavaado-me se-
gundo o modo como ea satisfazla a os exames. Era
ama palavra, coQstitafo-se de aovo anglica protec-
tora do pobre aldeio, e eo, qoe qaizera ser toda a
minha vida saa escravo para, v-la de continuo,
sObmetti-ma cora tanta horatldade como nm filbo.
se snbmeoa soa mi. Rosa falln me do bello pala
onde flareciam as ameudoeiras e as oliveiras^de
montanbas alias comoocu, e do mar azul de Mar-
selha. Gaboa-me a rica natareza do sul, o sao, cea
pura, e a sua temperatura sadia e vivificadora. E
com effeito, oolel que ella era eolio menos paluda.
Dava-lbe ceno ar de foroa e de sade un colorido
trigueiro-claro qae o sol do raeio-dia Iba derramara
sobre o rosto. *
Conversando assim sobre essas cousas admira-
veis e acerca do futuro qae se abra diaote de
mim, passamos am serio tio completamente feliz,
pelo menos eo, qoe cheguei a esqoecer todo o moa-
do para nao ver senio os seos olhos meigos filos
nos meas e para recolher em miaba alma cada
urna das saas palavras como aoat de mgica mo-
stea.
Fiquei mallo admirada quando am criado ao-
nunciou qae unaara dado nove horas na torre da
Igreja e que era tempo de ir daltar-me. Aquella
meio dia tinba tido para mim a daracio de meia
hora.
Em quanto eu brincara no castello com Rosa, es.
qaecido de todo, seas pas tinhara ido a casa e li-
nham manifestado aos meas o sea desojo de mo le-
varen ao dia seguale para Antuerpia. Miaba mai
Acara inquieta pensando qas o Albo a quem mais
estagao traaer-me-hia comsigo no seu cairo. Moas
pais nao teriam de darse a cuidados com.as.d06-
pezas da mloha sostaotacio na eidade> nem eom
as de roupa, nem mesraocom as qae e-iflzosse-am
cousas de recreio. O-Sr. Pavelyn proverla. em 'ido;
e se eu fesse semer de bom proced seoto a iai-
zesse eetadar cora, zeio, me protegerla Q.ampa*arla
al ebegar o estado de abrir um camioho nc mun-
do e ajeangar ama posigao indepeadente.
Na.manbaa seguiole, qnando miaba mai me ves-
lio ornea melaor faci e entrouiou tudo o mais
qoe era meo, poz-se a chorar em, silencio e a es-
treitar-me ao seu pelto com tersura inquieta. Mi-
nhas. irraas e meus irmios tambem caoravam, a
ea, posto que satisfeito entre lodos, suspira va e so,
lugava oom a cabega no seiadamioha mai. Cofr.
riam m nossa casa lagrimas, de dr e de inqoie-
tagio, eomo se tivesse de sac para sempre o adeus.
qoe lodos amos dizer. S. atea pai resista i, saa.
commogo e tratava de dar-nos Ideas mais tiaras,
da realidade. Nao via naqnella separago sanio,
am favor particular do cea, a felicidade da am d&
seos fllhos, e parecia-Uae qoe em lugar da chocar,
deviamos estar contentes e dar gragas a Deas pela
sna bondade.
Quaodo parou d*fronte da nossa casa, o carro do
Sr. Pavelyn e chegou o fatal momento, da separa-
cao, minha mai apartou-me outra vac sobre o sea
corago, mormoraado-me ao ouvido.:
Leo meu querido filho, nuaca parcas o amor
a toa pobre mai 1 nunca o orgolba te faga esqoe-
cer que- alo es mais do qae am pobre Bino de goa-.
te da ajdeia, respeila os teas bemfeUores e nanea
percas Deas de vista...
Ella quena dizer mais, mas a voz abafoa-atrUta
ao pello aociado.
Meas irmios e miabas irraas vieran dar-ma o
beijo de despedida, e por Qm mea deMou-ate a
ana bengao com solemne simplfctdade.
Eolio as lagrimas carreram abandanles pelas
minhas faces live am momenv> do beshaoio. Es-
uva j para correr para minha rai, qae chorava
atraz da aorta da nossa cata, cobriado o rosto com
Y

s

\
i
ti
l
1.
quera, a criaug qae todos admiravam por causa' 0 india para ella os bracos e a pedlx
da belleza das toas feigoas a dos grandes olhos pre-! para i )s saparassem, mas meu pai e o eo-
tos, la apartar-.se della para sempre j atajaos pais i oaetro para abreviarem essa soeoa aoierosa, leva-
de Rosa nnbam Ihe falto compreh logo para
sacrificio da sai parte era uece aram aps si o
felitdade fatara. varad
Deroais, flooa resol vid *to meoc ssa casa e
te em ahue-dla i - a aideia otiai. SLrl'j" .'.'
r>0 oa in*roaT^a^a^a^aBa^a^a^Hal ____' < a^a^Br^W^r,