Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10912


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Full Text

r\
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AMO ILil. MINERO 56
ftr qnartelpagdeatrdeslOdiasdol.'Mez ,
idem depois dos 1.' lo das d gtneco e deitro do eartel
Porte ao cwreio por tres meflr
SEXTA FEIRA 9 DE MARCO DE 1866
6$ooo
75o
Por anno pago dentro de lo das Porte ao correio por om anno ,..,.,
BNCARREGADOS DA SOBSCRIPQAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alex?ndrino d Lima;
Natal, o Sr. Antonia Marques da Silva; Aracaty, o
8r. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves 4
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claodino Falcao Dias; Baha, o
5r. Jos Martina Al ves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DB ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagoes da via frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Ignarass e Goyanna as segundas e sextas feiras,
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruarii,
Altinho, Garanbans, Buique, S. Bento, Boro
Cooselho. Aguas Bellas e Taearat, as tergas
feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Lraoeiro, Brejo, Pesqaeira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueho e Ex, as qaartas
feiras.
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, aa, Bar-
reiros, Agua Preta i Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL- \
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos : tercas e sextas s 10 horas.
3oe
a i
Primeara tara do civel: tercas sextas ao meio
di.
Segtoda vara do civel: quartas e sabbades
aura da larde.
>EPHEMER1DES DO MEZ UE MARCO.
1 Lna cheia as 9 h., 33 m. e 16 s. da m.
Qnarto ming. a 1 h., 33 m. e 53 s. da t.
16 Loa nova as 7 h., 17 m. e 33 s.da t.
23 Quarlo cresc. as 10 h., 44 m e 27 s. da m.
31 Lna cheia as 2 h., 12 m. e 22 s. da m.
DAS DA SEMANA.
o. Segunda. S?. Focas e Palatino mm.
6. Terca. Ss. Vielor e Victoriano ram.
7. Quarta. S. Thomaz de Aqulno deut. aog
8. Quinta. S. QuiDtilo b. S. Poncio diac.
9. Sexta. S. Francisca Romana viuv.
PO. Sal.bado. S. Miliao ro. S. Droihoveo ab.
U. Domingo. Ss. Candido, Heraclio e Jovino
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 horas e 54 m. da manhaa.
Segunda as 11 horas e 18 minutos da tarde.
mrr.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o nort
al a Granja a 7 e 22 de cada-metr pa Fernas*
do uosdias 14 ?os mazes <1 Janeiro, marco, nuia
julho, setembrc e novembro.
ASSIGNA-SB
no Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 8, dos proprietarios Maaooi Figneirea de Faria
& Filbo.
PARTE OFFICIAL
REL1TOUIO
a presentado, pelo Exm. Sr. con-
efheire loo Lnstosa da Cu-
nta Paranaga, aseaabla
provincia I. por occaslio da
abertura da sesso do corren
te anno, no dia Io de mareo.
(Continuaco.)
WSTRUCGaO PUBLICA.
Este importante ramo do servigo publico chama-
r naturalmente a vossa ilustrada altengao, allm
de que a comrouoidade que representis obtenha
as vaniageos que (em direito de esperar da diree-
co do ensino n'um governo livre, e desapparegam
os obstculos que essa direcgo anda encostra na
marcha progressiva que Ihe iragou a lei.
ESCOLA NORMAL.
E' moralmente infpossivel que as materias que
compem o excellente plano de esludos da escola
normal sejam ensinadas em 2 annos, e por tres pro-
fessores smente, como a le dispe. E' mmha
opinio que em nieuos de 4 annos se nao pode con-
cluir o concurso dos alumnos-mestres, para se
aprenderem as disciplinas respectivas como devem
ser estudadas e obter-se ura diploma de proticien
cia que nos nao envergonhe em qualquer parte.
Convir pois, distribuir racionalmente as materias
do curso por es-es annos, e decretar a creago de
mais urna cadeira am de que o ensino se nao
atropello.
A escola pratica annexa normal funccltnoo re-
gularmente.
E' de justiga qoe tanto os professores da escola
normal como o da escola pratica annexa sejam
equiparados a todos os outros professores da pro-
vincia, quanto ao lempo de exerciclo que mister
decorrer, para que tenham direito perpeluidade
de seus eropregos : o contrario um privilegio
odioso, que nao convm sustentar.
O juigamenta nos exames da escola normal tem
sido rigoroso, salvas mu raras excepges.
De 23 alumnos examinados no 2" anuo, foram
approvados 18 e reptovados 5 ; e de 13 alumnos
do i" anno, foram approvados 12 e reprovado 1.
ESCOLAS DE INSTRUIDO PRIMARIA
Existem apenas 9o escolas primarias do sexo
mascolino, entrando ueste numero 19, qje foram
providas em 8 de Janeiro ultimo, e 1 que se acha
vaga ; e 46 escolas do sexo feminioo, contando
com 4 regidas interinamente, e 3 vagas.
Alera deslas, acharase oreadas mais 8 do sexo
mascolino e 12 do femenino, que aiada nao foram
providas, mas que o serao em breve.
Assiro, tem a provincia :
Escolas primarias da sexo mascolino 103
> > feminiuo 58
Ao todo 161
Este numera de ideiras insufflcieme para tfj
nossa populago, a qual, como a de todo o imperio,
necessita antes ae ludo, e mais que ludo, que a
instrucgo elementar Ihe seja dada as mos cheia?,
e Ihe entre por todos os poro?.
Convido-vos por unto a dotar a provincia com
um numero de cadeiras elementares que esteja era
relacao com as nossas preciso'?. Duzeotas cadei-
ras para ambos os sexos nao sera um algarismo
exaggerado. Todo o sacrificio que a provincia fi-
zer neste sentido sera generosamente compensa-
do pela regeneragao moral da erago que se edu-
ca, e pelas bengaos continuas de nossa patria com-
mum.
Os arts. 23 e 24 da lei proviocial de 13 de maio
de 186* carecem ser amp:iados : o Io deGoindo os
casos em qoe o presidente da provincia ple re-
mover os professores que o pedirem, e estes casos
me parece nao deverem ser outros senao a recom-
pensa de grande aproveitaraento de alumnos ou de
servicos relevantes prestados pelos professores ins-
trucgo publica, e o 2 fazeodo esteosivo, como de
justlga.aos professores de insirucgo secundaria as
vantgens que essa lei concede aos professores de
instrucgo elementar que, havendo completado o
tempo de servigo, qulzerem continuar ou ja estive-
rem continuando a exercer o magisterio.
A verba que costuma ser destinada no orgameu-
to para aluguel de casas, f jrnecimento de movis,
utencilios e expediente das escelas, sempre to
inferior as necessidades do servigo, que no 1" se-
mestre do crrente exercicio financeiro me vi obri-
gado a abrir um crdito, na importancia de.......
4:600*000, para obviar a taes despezas. E' por
taolo de necessidade indeclinavel augmentar essa
verba, em harmona com o numero das escolas.
O digno director geral da instrucgo publica, en-
tende que seria de granae vantagem que a assem-
bla provincial desiioasse annualmente urna verba
a compra de tasas para"as escolas, pelo menos
das cidades e villas -, porque deste modo (Icaria a
provincia em poucbs annos desassorabrado do
onus dos alugueis, e com grande numero de
propriedades, e as escolas seriam instHadas de
om modo mal conveniente. Deixo estas ideas
econmicas a vossa Ilustrada apreciago.
A lei de 13 de maio de que ha pouco vos fali-i
concede aos professores que tiverem frequeotado a
escela normal o ordenado de 8005000. alm dos
vencimentos dos outros professores. E' urna dispo-
sigo qoe nao tem por base a jusliga distribuid va,
sobretudq se se considera que alguos individuos
examinados ltimamente ^erante a directora geral
da instrocgao publica se sujeitaram as mesmas
provas que os da escola normal, e que os protesso
res do 2" grao se habilitaram em malor nemero de
disciplina* que os daquella escola. E depois, se
se mantivesse stmelhante excesso de vencimentos,
a provincia, no correr de alguns- annos, teria de
supportar nina enorme despeza, que a irapossibili-
tarla de crear novas aulas primarias, e as escolas
proflssiosaes de qne ella tanto necessita. Chamo o
vosso zelo esclarecido para es'e ponto importante,
aQm de qne o art. 16 da le possa ser reformado.
E' de necessidade decretar-se a creagao do lugar
de porteiroda instrucgo publica, com om ordena-
do malor que a diaria que vence o actual servente,
ha mnito sobrecarregado com servico da secreta-
ria qne nao da sua competencia, mas a que se
tem prestado com a melbor vontade e por isso com
certo direito adquirido ao logar coja creaco vos
propooho.
DELEGACIAS LITTERARIAS.
Os embaragos em que o director geral da ins-
trocgao publica se tem visto para conseguir qoe
monos dos delegados luteranos do interior, cum-
pram as obrigagocs que a lei Ihes irapoem, obri
escola; e que mnito menor o numero das es-
colas proporciooalmente ao da populago da pro-
vincia, que boje coota 1:200,000 habitantes, vindo
a caber 1 escola para 4,878 almas I
INSTUCgAO SECCUNDARIA PUBLICA.
GTHNASIO PROVINCIAL.
Vo em moito adiantaraento as obras do edificio
destinado a esta til instituigo, e espero que em
breve estar esse edificio coocluido, e prompto a
mo ou fazenda modelo, creado por ama le vossa,
com avallado capital e larga sabveogo; assim
que eu mesmo, que vos dirijo estas palavras de es-
tmalo; vi de looge perecer a mlngua d'alento
ama to esperanzosa, se bem qoe modesta, insti
tuigao agrcola que me cou.be a satisfaga de fun-
dar, n'ama provincia visinha ; assim que mimas
ootras teem apparecido e desapparecido rpidas de
nosso immenso territorio, que mais qae nenbum
receber todo o sea pessoal e a funccionar. Tenbo ; outro precisa destes poderosos auxiliares da rique-
tomado olsto o mais vivo ioteresse, porque s- za publica e privada.
mente passando o Gyranasio para a sua nova casa : Fagamos porm hoje alguma cousa, com boa e
qae as classes dos alumnos se podero separar i decidida vontade. Convidovos a am esforgo su-
uomo convm, e poder estabelecer a ordem o dis-' premo, dotando a provincia ao menos com nma es-
ciplina que taes institutos reclaman), e em qae o! cola pratica de agricultura, qae venha tirar a po-
digno regedor interino nao cessa de velar. pulago do torpor. qoe a affecta e a torna quasi to-
No eotanto, e anda depois de passado o inter-! da improductiva. Tudo est em fazer-lhe conheeer
nato para o magnifico edificio que se Ihe destina, I pelo exemplo qae o trabalho sempre nobre
ha om grandissimo obstculo a vencer, para que o e que as honras, os respeitos, as dignidades e
G y mnasio prospere : a falta de validado dos res-1 a riqueza nao sao o privilegio da toga, da espada,
pecti vos exames para os alumnos que pretenden) j do gabinete, nem da mitra, mas qae sao o bello
seguir as faculdades do imperio. Conviria pois, | apanagio de quem trabalha e honesto,
qaedirigisseis ao poder publico competente urna; Esloa persuadido que um estabelecimento desta
representarlo fundamentada, expondo-lhe o emba- ordem, com um director muito escolhido e muito
rago em que se v a instrocgao publica da pro- esclarecido (e este ponto o essencial), prodoziria
vicla, atira de que os exames feltos em nosso Gyra-
nasio, que sao alias os muito severos, tenham a
dentro era pbuco ama transfigurago completa nos
costumes pblicos, e terlamos em lugar de crimes
mesma validade que teem os que sao feitos no col- o espectculo econmico de um povo mtelligeaie e
legio de Pedro II. Se esta concesso se*dsse, pos- activo, regenerado pelo trabalho.
so afirmar que a nova casa do Gyranasio seria Quando seno possam crear por ora mais alguns
dentro em pouco povoada por mais de 300 alum- estabelecimentos industriaos, como a provincia o
nos internos. i est pedindo, d-se-lhe ao menos urna escola rnral,
Depois dlsso, nessario que me habilitis com e seja esta tentativa eraim ama realidade, com to-
a verba correspondente para nomear o regedor ef-; das as condigoes de vida e de felicidade pu-
fectivo, e ao menos dous repetidores que o ajudem blica.
as multiplicadas obrigagdes da admioistrago in-
terna ; Dorque nao possivel que o regedor inte-
rino cumpra ao mesmo tempo os seus deveres, os
de censor, os de esmoler, e os de 9 repetidores,
cargos todos estes criados pela lei de 14 de maio
de 1853. e que se acham vagos.
Junto como aonexos a esta parte do meu relato-
rio o orgamento das despezas a fazer com a ins-
trucgo publica da provincia no anno financeiro
de 1866 -1867, como rae foi remettido pelo respec-
| tlvo director geral, e assim os relatnos parciaes
Frequentram as aulas do Gymnasio dorante o : do regedor do gyranasio, do director da escola nor-
anno lio lo 102 alumnos, sendo 32 internos, 9 raeios mal, do bibHothecano provincial, do professor en-
pansionistas e 61 externos. Fizeram exames do' carregado dadirecgo do corso commercial.e mais
Io anno e foram approvados 5 internos e 3 exter-' tres quadros sob ns. 4, 5 e 6, que mostram o no-
nos ; do 2, 2 internos e 2 externos ; do 3, 4 in-' mero dos delegados Iliterarios da provincia, o das
ternos e 1 externo: ao lodo 49 examos feitos por j escolas de Iatim, e o dos alumnos que freqaenta
17 alumnos. Os do 4o e 5 annos,quasi todos
externosquerendo evitar a duplcala de exames,
foram presta-Ios no coilegio das Arles.
Art. 19. Nos das otis nao podera' o seminaris-
ta receber visita alguma, excepto a de seus paisou
tutores, durante o lempo do recreio, isto de nraa
e meia as duas e meia horas da tarde. as quin-
tas-felras, porero, mediante licenga do reitor, se
permittem as visitas as horas destinadas- ao
recreio.
Art. 20. Nenbum seminarista sanlr do semina-
! rio momentneamente, sem licenga do reiler, e sera
ser aeumpanhado de outro, ou pessoa da confianga
I do mesmo reitor
Art SI Para qae o semioarista possa ausentar-
se do seminario por um da oo dorante as ferias,
necessita de licenga expressa do diocesano. Bo
que transgredir este preceilo ou
artlfOi nao sera mais reoehido
missorias para diocese alguma do imperio.
Art. 22. Toda petigo qae o semioaristo Hverde
dirigir ao diocesano ser remtttida'com sobrescrip-
to fechado pelo reitor.
Art. 23. E' vedado ao seminarista dirigir soppli-
j cas ao diocesano para a recepgo de orden?. As
ord#oag5es se farao regularmente as tmporas, a
. comegar de dezembro prximo futuro, e terao lu-
| gamo flm do Io anno as menores, no do 2o as de
I sub dicono, no do 3 as de dicono, e ao fim do 4
! as de presbytero.
Art. 24. O seminarista que empreg-ar empenhos
para ser chamado s orden", sera' punido com urna
preterigo deeis mezes pela primeira vez, e de ura
anno pela segunda.
Art. 2o. Todos os seminaristas sao obrlgados,
sub gravt, a recorrerem, ao menos urna vez por se-
mana ao sea director espiritual para reconciliar se
no tribunal da penitencia, devendo tambem apre-
sentar-66 a' mesa da communho o maior numero
de vezes que for possivel.
ArL 48. Haver tambem umaclassede calhecis-
rao as quintas-feiras.
Art. 49. Cada uraa das classes das materias do
curso ideolgico, assim como as de philosophia, rhe-
torica e geographia duraro ama hora, e as de la-
t m e francez tres horas.
Arl. 50. Os professores darao sempre edificante
exemplo de stricta pootoalidade, apresentando-se
as respectivas cadeiras logo que tiver soado a
hora.
Art 5i. Os professores, que nao poderem com-
parecer, daro previamente parte por escrpto ao
reitor, ajlegando o motivo de sua falta.
Art. 53. Apenas estiver na cadeira o professor,
Pelo Amazonas as aguas deste grande rio e seos
tributarios, tem engrossado eonsideravelmente por-
que por toda a parte tem chuvido a valer. E" pro-
vavel avista d'isto qae tenhamo- alguma eheia, e
consecuentemente paralisagoo, perdas na lavoora
e na creago de gados.
Este mal accomulado cora os que por aqai se
sentem, por causa da gueira vo collocando esta
parte do pan em nao pequeos embaragos, por is-
so qoe os recursos e as footes naturaes da rique-
za publica tem soffrido seriamente f O com-
mercio n'esles ltimos tempes- nao tem estado ani-
mado ; se a borracha do fim do anno passado para
" do correte '
7nrZ'adZ>t* t rt"V 1""mhw na caaeira o professor, o comego do correte den alta oonsderavel, por
St i' Se'hi ChrSmad3' notaD,lo-se Da cae* ou ouir noticia auspiciosa datogla erra $o
i ***** alumnos qoe fal.arem. foi ella mui duradoura, ao contrario a animago
O reitor encarregara deste servigo um alumno, acaba de descer a um desanimo completo, nao s
em.c? n e* Pelas nollcias vindas da Inglaterra, eomo dos raer-
Art. oj. m cada classe do curso theologico e {cados dos Estados Unidos,
na de philosophia haver todos os sabbadosuraa A borracha deseen ou jm6w, -a primeira per-
sabbatma, e todos os mezes daro o< professores: gunta que se faz chegada dos paooetes, qoe se
um ponto para as disserUgoes, que devero ser presume trazer noticias da Europa, ou da Ameri-
apresentadas no prazo de quinze das pelos alum-; ca do Norte; resposta portante favoravel ou des-
nos, e lldas publicamente na classe era umdiafl- favoravel o termo metro para a aclividade das
xado.
Art. 54. No estado das materias oenhura alum-
no usar de outro compendio alera do que fr
adoptado pelo bispo diocesana.
Art. 55. No da 3 de novembro comegaro os
ex ames das aulas preparatorias, e do curso theolo-
gico.
Arl. 56. Todos os alumnos matriculados devero
prestar exames, cujo resultado se publicar nos
joraaes.
Art. 57. O reitor orgauisar dous quadros com
os nomes de lodos os examinados, afim de ser con-
servado um na parede da capella durante todo o



'
transaegoes commerciaes, para a lavoora, para lo-
dos erotim, porque a borracha neste pait o gene-
ro dos grandes negocios e a esperanga de melbor
futuro na vida mercante e agrcola deste povo.
Infelizmente o vapor Gerente condaito ms noti-
cias dos pregos dos differentes artigos do Har' as
quaes acabam de ser confirmadas pelo americano
entrado de Ntw York.
Entretanto esta praoa de dia a dia vae assamin-
do ama posigo importante no sea moviraento de
transaegoes, assim como na soa navegagao; todas
as semanas, e mesmo muitos das seguidos, vapo-
res de differentes companhias nacionaes e estran-
f.Sit2f' h L -m a a?D0 lectlv ^gurate; e outro para ser remettido ao' geiras fluctuam para toda a parteTTl

ram as escolas primarias, por comarcas.
(Continua.)
CiOVERIO OO BISPADO.
PALACIO EPISCOPAL DA SOLBDADE, EM 1 DE MAHOO DE
1866.
Parecendo-nos conveniente fazer desde logo algu-
mas modificagoes nos eslatut)?, qae regera aclaal-
mente o seminario episcopal de Olinda, al que
urna experiencia mais looga nos habilite a syste-
matisar um plano de reforma, em que trabem se
atienda aos resultados comparativos, que se obti-
verem de taes modiflcagoes; resolvemos e deterrai
namos qae se observem provisoriamente as segua-
les iostruegoes, conlinaandose porra Acamprir
, os ditos estatuios na parle em que nao forem por
ellas alterados: .^
Ari. 1. O pessoal eprei4o no seriHaario se
; compora' de ura reitor, um director espiritual, um
director de estudos, quatro prefettos, quatro i6-
prefeitos, dous enfermaros, om snc/irijo, am ze-
lador da capella, um ecnomo, am mordomo, doas
camareiros, um refeitoreiro, am cozinheiro, um
ajudante deste e um barbeiro.
Art. 2. As fuacgSes de prefeitos, sub-prefeito?,
enferraeiro?, saehri-lao e zelador da capella, sero
de&empeuhadas por seminaristas escolhidos pelo
reitor, queos mudara' por outros de tres em tres
: mezes.
Art 3. Os alumnos do seminario estaio d'ora
As pens5es dos alumnos arrecadadas no anno
lindo foram de 12:539^153 ris, e a despeza (me-
nos a dd botica, que se costuma pagar no 1 qnar-
tel do anno segrate) foi de 11:533*700 j ficaodo
am saldo em favor da provincia de t:005|fifl rs.
E-u differenga, que provm da fiscalisago rigo-
rosa e ecoiioiuh bem entendida, do intelligente e
zeloso regedor interino, ta\Bo mais notavel,
quinto sao miogaadas as penaos dos alumnos, e
excessivamente caros os gneros necessarios 4
vida.
MUZEU ANN'EXO AO GYMNaSIO.
E' de primeira necessidade destinar ama verba
no orgamento eom qae se pague a dois preparado-
res habis qoe pretendo mandar ir_da Europa,
para tomaren) a seu cargo *s rmportantes collec-
goes qae este estabelecimento possae, e as qoe elle
for obteodo d'ora em diante ; o oue se nao se fizer
e quanto antes, teremos de perdn- sem remidi o
que com tanto dispendio de dmbsiro, e com gran-
de sacrificio e at risco de vida do Ilustrado pro-
fessor Bruaet se adquiri em 7 aonos, e o que de-
pois delle se tem recebido.
CURSO COMMERCIAL.
No anno prximo passado nao se mathculou na
i' cadeira do Curso era om s estudante, mas
foram mandados admitir como ouvrates 14 indi-
UtiT' N? K >f ?Mrir "L'indan5 em diaDte rP"tidos em qmtro camaratas, deno
altas. Na 2- cadeira roatr.cn aram se 8 estudan- miQadas grammatos phitosephoSi m0ralis-
tes, dos quaes, per idntico motivo 2 perderam o v ocupara'um
auno. Na 3' mair.cularara-se 3, tendo 1 pjrdido | doj| ^ZSm* A. ***** uri
o anno por fallas, e outro fallecido.
refeitorlo, em espirito de humildad*.
Art:^7. E' absolutamente prohibido ao semina-
rista L
| !.%Passear pelos corredores durante o lempo
; de estao.
| 1.' Fumar, crearcabelleir, osar de pomadas,
perfumes, anneis, cadas de relogios, ou qualquer
ouiro ornamento secular.
% 3. Conservar algum livro, alm dos que forem
permittidos pelo reiler.
4." Ter em sen cubculo alguma arma, ou
! qualquer qualdad de comida, ou bebida espiri-
tuosa.
5 Reter ,em ssu poder qualquer quantia, por
menor que sep;^evento porm .depositar as
mos do reitor algom dinheiro que receber.
6 Escrever cartas ou bllhetes a qaem quer
, que fr, nem mesroo a outro alumno, sem licenga
|do reitor: exceptundose as qoe forem dirigidas
aos seus pas ou tutores, e ao bispo diocesano.
diocesano.
Art. 58. Os exames do curso serao feitos por
tratados, segando a forma que fr estabelecida pe-
lo diocesano. Para os de francez, Iatim e geogra-
phia haver ama prova escripia e ou\ra oral, con-
forme se determinar.
Art. 59. A presidencia dos exames compete ao
diocesano e na sua ausencia ao reitor.
Art 60. Sero feriados no anno lectivo, alm das
qu mlas-feiras (salvo se na semana bou ver da san-
to oa outro feriado) a quarta-feira de cioza, loda
semana santa, e os de festa nacional, a saber : 25
1 de margo, 7 de setembro e 2 de dezembro.
Art. 57. No seminario nao haver de ora em
diante castigo algum.
Art. 98. Os alumnos, que fallarem fiel e res-
tricta observancia dos deveres marcados no Hora-
cio, assim cerno dos estatutos e dos presentes arti-
gos ; sero admoestados paternal e caridosamenle
pelo reiior; mas, se recalcitraren), sero despedi-
a 7 Eotreter relees com os criados, ou eocar-1 d03 Cmo dscolos, perturbadores da disciplina e tal-
fega-los de entrega de cartas, ou do qualquer com- ; t0s de vocago para o estado sacerdotal.
Arl. 9. O alumno qae fr elimioado, nao pode-
ra mis obter ingressj nem demissorlas para dio-
A frequencia, no dizer do proprio professor en-
carregado da direcco do Curso, foi pouco regular,
a ponto dedar-se ao ultimo mez tactivo falta com-
pleta de comparec ment s ligo->s da Ia o 3* ca-
deiras I
ESCOLAS DE LATIM.
Fancciona urna em Goyanna cora 3 alumnos de
matricula, outra nesia cidade cora 8. Nao foram
nem devem ser-providas as que se crearam em
[Ouricury, Garanhuns e Villa Bella, porque nao I
descubro utilidade alguma nessas cadeiras era taes
lugares; e a conservago das 2 pnmeiras explica-
se nicamente pela <:i.curastancia de serem perpe-
tuos os respectivos professores, e nao se Ihes poder
dar raelhor destino.
INSTRUCGO SECCUNDARIA PARTICULAR.
Ha 41 estabelicimentos desta ordem, que foram
frequeotados o anno passado por 463 alumnos. O
costume de serem chamados para fazer parle das :
commisses de exames no coilegio das Artes al- i
guns directores e professores de estabelecimentos
particulares, assim como o fado de se admittirem
a lecciooar em taes estabelecimentos os proprios
professores daquelle coilegio, faz que os alanos
on qaem os representa prefiram os estabeler.imen-1
tos particulares ao Gymnasio provincial, qae Ihes
iacontestavelraeute superior gob todas as rela-
gSes.
BIBLIOTHECA PROVINCIAL. |
A bibliotheca provincial possue actualmente 656
obras em 2750 volumes, sendo : de jurispraden
dos corredores du edificio ; e estar sob a vigilaa-
! cia immediata de um prefeito, e sob a Invocago
! de um santo protector, a saber : a dos grammati-
cos lera' por sea pairono S. Laiz Gonzaga, a dos
pSilo-ophos S. Thomaz de Aquino, a dos moralistas
, S. Alfonso de Ligorio e a dos theologos Santo Agos-
' tinho.
Art 4. Nenhuma communicago haver' entre
j os alumnos de urna catarata e os de outra, qaer
no edificio quer fra delle, exeep'o nos das de Na-
tal, Resurreigo, Espirito Santo, S. Jos, festividade
de Nossa Senhora das Dores, S. Pedro, Conceigao e
nos das de ordenago.
Art 5. A cada caraarata ser designado um lu-
gar distinelo de recreio, durante o qual nao pode-
ro retirar-se os seminaristas sem licenga, nem
mesmo para irem ao proprio cubcalo.
Art. 6. Os alumnos do seminario contiauaro a
distinguir-se em pensionistas, raeio-pensionistas e
numerarios.
Art. 7. Os pensionistas pagaro 3605000 ao-
nuaes ; os meio-pensionistas 2005000 ; e os nume-
rarios estaro gratuitamente.
Art 8. O numerosos primeirossera' indetermi-
nado ; o dos segnndos de 5 ; o dos terceiros de 5
igualmente.
Art 9. Os meio-pensionistas e numerarios esta-
rlo a' cargo do seminario ; e sero destribuidos
proporciona I mente pelos jo veos da diocese, aspi
rantes ao sacerdocio, a saber : do Rio-Grande do
Norte 2, da Parahyba 2, de Alagoas 2, de Pernam-
buco 4.
Art 10. Nragjiem entrara' como numerario ou
raissao, sem couseutiinento do reitor.
Art 28. As portas dos cubculos, ou de dia ou
de noite, estarao sempre abenas, tanto para a re-
novgo dQar, como para facililar-se a vigilancia
Art. 9. Quem prelender aifaiss^ m> seminario
dever requerer apresentaffdb certido de baplis-
rao, follia corrida, licenga de seo pai ou tutor, se
fr menor, e atteslado de exame de liogua na-
cional.
Art. 30. Ninguem ser admiltido como alumoo
no seminario, sem autorisago escripia do dioce-
sano.
Art. 31. Ningnem ter ingresso como pensionis-
ta ou mei > pensionista sem depositar a quantia cor-
respondente ao auno, oa exhibir fiaog* idnea pe-
las mensalidades, as quaes sero sempre pagas por
trimestres adianlados.
Art. 32. Oque fr admiltido dar ao entrar a
somma de 35000 pelo u Ihe fornecera o seminario duraute a sua estada, e
que constaro de um leili de farro, mesa, estante,
lavatorio, bacia, jarro, qnartinhas e ourinol.
Art. 33. Nenbum individuo de oulra diocese se-
Resumo da exportago pelos gneros:
Foi frequenuda o anno passado por 552 iiessoas fraoceii Keographia e rhetorica.
e houverara 534 consoltas diversas.
Foi dotado o estabelecimento no mesmo periodo
com 14 volumes de diversas obras, alm de jor-
naes.
A erba de 2005000 marcada no exercicio cor
rente para compra de livros que faltara iasuffl-
cieale.
INSTRUCGO PROFESSIONAL.
Entre am povo Imrao o nosso, habitando ama i para ^0[a3 aflm de n0 Collegio-Latino-Americano,
zona extensissima de trras opulentas, e senhor dos; conclulr sea,Qrso e receber a iaarea de dou,or em
mais ricos productos nataraes, para deplorar i ,heologia oa em direito cannico,
que nada ou quasi aada se haja felo desde que nos; Art_ ,a Fra do recrei t(jdos 03 seranariilas
Art. 11. Fioara creados cinco postas de subsidia-
dos da caixa pia, os qaaes sero dados alumnos,
que, s condices do art 10, reunirem approvages
plenas com louvor e mrito oas materias d> Io e 2*
anuo, e procedimenlo ptimo.
Art 12 Os alumnos que obtiverem os postos de
subsidiados, sero mandados parle por coota da
caixa pia da diocese e parte por conta da mitra
emancipamos, para desviar as classes sociaes do serao obrigados
pernicioso pendor do funccionaMsmo, e inclina-las sempr(5.
as artes atis, aos offlcios de primeira necessidade Ar, jj. Apenas a sineta .
sobre indo ao exercicio da agricultura, qae deve i gam dos 6xercicios marcados no horario, devero
ser naturalmeote a nossa primeira foole ae n- j os seminaristas apresentar-se no ponto designado
guardar rigoroso silencio
tiver locado para al
qaeza.
Urna oa mais cesas de educago que vos decre-
lasseis nesle sentido, alm do provelto moral qae
troaxessem, poderlam augmentar consideravel-
menie as forgas productivas da provincia, e com
ellas os recursos do Estado e dos individuos.
cam-me a propor-vos a creago de tantas delega- meninos orphos, os indigentes qae vagaeam
O ,7 *.-... w I l__ a nolsn *,iha Afta K,A-\Ar,o 9ann\l\l
cas Iliterarias e lanos consolos de dislricto quan
tas forem as escolas de inslruccao primaria qoe
honverem cada'freguezia naocircurascritas na mes-
ma povoago.
Aetaalmente existem s 60 delegadas luteranas,
e ontros tantos conselhos de dislricto.
ENSINO PRIMARIO PARTICULAR.
Existem cooheeidas e fanecionando regularmen-
te 52 escolas do seso mascolino e 53 do feminino,
as primeiras frequentadas por 927 alomaos, e as
segundas por 587 alomoas.
Resamlndo agora o que ha quanto ao ensino pri-
mario, vd-se do que fica exposto que, dorante o
anno fiado, frequentram as aulas publicas e par-
ticulares 6,846 alumnos de ambos os setos. 9 qae
as escolas foram em numero de 246 ; d'onde re-
salta qoe o ouinero de alumnos nao gaarda pro-
porges com o das escolas28 alumoosjpara cada
ponto desigaade
pelo reitor; e d'abi reunidos seguiro de doas
doas, e em boa ordem, para o lugar do exer-
cicio.
ArL 14. O habito sera' uniforme para todos os
seminaristas, e consistir' em sotaina preta, pe^yi-
Os cinbo com colarinbo simples (sem bordado aigam),
pe- j facha azul de la, meias preas, sapatos sem fivelas
e chapeo desabado, quando sahirem.
Art. 15. Nao perraittido i seminarista algam
apresentar-se em publico, oa fra de sea cubculo,
sem o oaiforme indicado no artigo antecedente.
Art 16. Nenhum seminarista podera' usar de
lonsura clerical, sem ter recebido a tonsura cano
los campos e pelas ras das cidades, recolliidos a
laes estabelecimeotos, adqairiodo a ostraeco In-
dispeosavel mais em harmona com as fancgdes a
que se destioassem, produzinam sem duvida bas-
tante para taes casas se maoterem, cabando i pro-
vincia apenas as despezas da fnadago.
Alguns administradores esclarecidos e providen- ojea, qne deve ser precedida de exame do came-
les, teem tentado por vezes a fandago de estabe- i cismo.
lecimentos semelhaotes-indasiriaes oa agrenlas i Arl? 17. E absolutamente probltido ao semina-
nesta oa a'aqaella provincia, mas os seas es- rista entrar no cubculo de oatro, sem expressa II-
forcos, por forga das cicamstaacias qae nw sao cenga do reitor, quer de dia, qaer de noite. Eo
que for remisso na restricta observancia desta dis-
posigo ser eliminado.
Art 18. Neobama pessoa, excepcio do reitor
e directores do seminario, sera' admitida pelo se-
minarista em sen cubcalo. Sooieote na sala de
visitas, precedida a licenga do reitor, podera' o se-
minarista receber pessoas, qae carecerem, fa|-
lar-lhe.
pecalfares, ou teem encontrado na inercia dos
agentes urna barrelra invenolvel aos seos designios,
oa nem ao menos teem podido realisar as suas pri-
meiras experiencias'
Assim qae em Pernambaco se tem esterl Usado
o famoso Instlalo Agrcola, creado sob os mais
mais faustosos e lisongeires auspicios; assim qae
BOOOM lf r recebido como alumoo, sem que aprsente lettras 12.uapella (visita ao Sacramento)
corameodaticias de seu prelado : e arada neste ca- titanias de Jess, Mara, Jos e t
so renovar os exames que j tiver feito das mate-
rias de que se corape o curso do seminario.
Art. 34. Nenhuin alumno sera admiltido fre-
queoca das classes do curso, sem que tanha apre-
seotadoo biihete de matricula passado pelo reitor,
rubricado pelo-bispo diocesano e marcado com o
sello de suas armas.
Art 3o. Nao se dar bilhete de matricula para
o prlmeiro anno sem que o alumno exhiba atiesta-
dos de exames prestados no seminario em Iatim,
francez, geographia, rhetorica e philosophia.
Semejantemente, para a matricula dos annos
superiores, exige-se atteslado de exame das mate-
rias- do anno inferior, cursado no mesmo seminario.
Art 36. Os bilhetes, de que tratara os artigos an-
tecedentes serao enviados ao diocesano por inter-
medio do reitor, depois de terem feito os professo-
res duas listas dos matriculados, das quaescooser-. 8 1/2.Ceia'(meia hora")
ngressj nem demissorlas
cese alguma. para a Graa-
Mandamos ao Rvd. reiior que faca observar as Bretanha... 2.489:9445402
presentas disposics, devendo ser lidas no refeito- Paraos Estados
rio no comego do anuo escolstico, deslribaidas Unidos...... 1.802:2255927
com cada um dos seminaristas, e fixadas em cada Para a Franga. 1.372.4635053
um dos corredores do seminario. Para Portugal. 647:9625999
r Emmanuel, bispo diocesano. Para Allema-
Horario do seminario episcopal de Olinda. nha........ 106:3715970
De manhaa : Para Italia.... 39.4475600
5 hora. Dispertar (vestirse, banharo rosto) meia
hora. 6.459:3155951
5 1/2.Capella (recitagSo das oragoes vocaes da
manhaa, e oragao mental.)
Missa. Algodo....".. 159":7035'*99
6 1/2.-Esludo por urna hora. Arroz........ 32:7505i00
7 1/2. Refeitorio (almogo.) Assucar...... 24:9165490
8 s 9.-Aulas de philosophia, geographia, francez, Borracha..... 3.969:0365792
historia sagrada, instituigoes. Cacao........ 1.413:5945125
9 s 10.Aulas de rhetorica, tlieologia moral (pra- Caslanha..... 354:2525900
tica>, historia ecclesiastica, iheologia dogmtica. Couros de boi. 1910875730
10 s 11.Aulas de Iatim, theologia (sacramental), Dito de viado 47:7015390
li'hurgia. Cumar...... 3:4085800
recitago das Grade de peixe 41:2705250
todos os santos, Guaran'..... 7:5595000
revesadamente em cada dia, e ngelus Do- OleodeCupaiba 71:3995190
mini. Piassaba..... 16:5135463
De tarde: Puxiri........ 26855U0
12 1/2 horas.Refeitorio (janlar) e durante o raes- Salga parrllha. 31:3285315
rao leilura as segundas, tergas, quartas, sextas Uruc........ 46:3345950
e sabbados.
1 1/2.Capella (acgo de gragas e seguidamente
recreio por urna hora.)
2 1/2.Silencio por meia hora (repanso.)
3.Estudo por urna e meia hora.
4 1/2.Recreio ou esludo nao obngado por meia
hora.
5 1/2.Passeio por orna hora.on recreio, quaudo o
tempo nao permillir sahir passeio.
6 1/2.Capella (recitago da cora e leilura espi-
ritual) meia hora.
7.Estados por orna e meia hora.
annuncia a chegada para o mez seg
A'Qustine, da compaahia de Liverpool
lbe falle! em caria anterior.
A praga nao aesou conveniente a derrota annun-
ciada para estes paquetes, pois entendem mullos
que para eslreilar a loogitude, haver certeza e in-
teira commodidade as viagens, bastara qae estes
paquetes tocando em Lisboa viessem em direitora
ao Cear, fazendo apenas a escala de Marano, e
depois d'aqai, seguir em direitura para Europa,
sem que fosse necessrio regressar outra vez para
barlavento, e cuja derrota mais demorada, ni-
camente para locar de novo em Maranhao e Cear
oojos inleresses de regresso nao poderam ser de
grande considerago.
Pelo iauo de navegago a vapor o Para' esta'
suficientemente attendido; com a lioba de Liver-
pool fica em contacto immediato com os principies
portos d'Amerira e da Europa.
Como Ihe disse a posigo desta praga vala de dia
a dia assumindo maior importancia, e para prova
do qae levo dito basta apreciar os valores exporta-
dos para os differentes porlos estrangeiros, pelos
abaixos transcriptos.

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varao urna, passando a outra ao reiior.
Art 37. Ninguem ser admittido matricula
sem que seja alumoo interno do seminario, tendo
preenchdo as claosulas: preecrrptas as presentes
instrueges.
Art 38. Para a matricula nao serao vlidos ou-
tros exames seno = que se fuerero no seminarlo.
Art. 39. Do 1* a 15 de fevereiro inclusive estar
aberta a matricula.
Art 40. No dia Io de fevereiro, s 9 horas da
manhaa se celebrara na capella do seminario ama
missa cantada ao Espirito Santo, afim de se invoca-
rem os auxilios da Divina Sabadoria; sendo os pro-
fessores e alumnos obrigados a assistirem a esta
solemnidade.
Art! 41. Depois da missa, ter* logar urna con-
dos professores presidida pelo diocesano,
a falta pelo reitor, aQm de se regularen) as
e ciassificago dos exames, assim como o na-
dos que se devem fazer diariamente.
Arl. 42. Do '
clusive seraca
geographia, rnethorfea e philosophia, os'alumnos
externos que pretenderen) recolher se ao semi-
nario.
Art 43. Nenhnra dos alumnos de qae trata o
artigo antecedente, ser admitlido aos exames de
Iatim e philosophia, sem qae aprsente attestados
de exames de francez, rhetorica e geographia no
seminarlo.
-^.-------------.i .----------------- orgausauu na comarca ue riures,
se devem fazer diariamente. I que all oppozerara ao seo digao
d.a 6 de fevereiro al o da 13 in.-^era sso mxt di exnrmir o
dmitidos exames de Iatim, francez, (cidadaos que *#& se ffstaram,
9.Recreio (meia hora.)
9 1/2.Capella (prece da noite, exame ae cons-
ciencla.)
lO.-Repouso (silencio.)
C0MMD0D4S ARlAsT
Quarlel general do eomaando das armas de Per-
nambuc na cidade do Recife, 8 de margo de
1866.
Ordem do da n. 211.
Em comprimenlo as ordens da presidencia, se-
gue amanha para, a corle no vapor Paran o 4*
corpa de voluntarios da patria, composto de tres
companhias sob o commando do Sr. lente coro-
nel Pedro Pessoa de Cerqueira Campos.
Com quanto seja diminuto o pessoal deste corpo
orgaoisado na comarca de Flores, pelos entraves
commandante,
patriotismo dos
visto como por
amor ao pir, em desafronta a sua honra e dig-
nidade, abandonaran) seas lares, seas commodos e
suas caras affeiges, para tomar parte na luta con-
tra a Repblica do Paraguay.
Por to distincto componamenlo, o marechal de
campo commaodante das armas, prodigalisa s%ns
louvores a esses voluntarios da patria, e Acara'
multo satisfeile, se nnidos aos sens irmos d'ar-
aitinjam o grandioso e nobce-
Art. 44. A ninguem ser permittldo fazer exame ^^SE^iST
nhllnonnhi. oJn rjMMta* r *!. tr f. Of q06 lOVaiH em VISt.
(Asslgaado.) Francisco Sergio de OmnrtL,
de philosophia sem mostrar com certido ter fre-
qaeniado dorante um anno a aula dessa disciplina
no seminario.
Art 45. O corso theologico ser de qnatro aonos
constar por ora d* Historia sagrada, Ecclesiasti-
ca, Theologia moral, Theologia dogmtica, Institu-
goes cannicas, Eloqoeaeia sagrada e Liturgia.
Art. 46.Estas classes sero destribuidas pela se*
guate ordem :
! anno.
Theologia rooralJ(parle pratica).
Historia Sagrada e Novo Testamento.
2* anno.
Theologia moral (parte sacramental).
Historia ecclesiastica.
3 anno.
Theologia dogmtica (parte fundamental).
Inslitujces cannicas (l* parle).
V anno.
Theologia dogmtica (parle polmica).
Institoigrjes cannicas (2* parte) e Liturgia.
ArL 47. Alm deslas classes baver ama de
Canto Gregoriano, que todos os,seminaristas serlo
obrigados a frequeotar, e da qaal faro exame,
Iheorico e pratico, qo fim dq k" nqq o corso,
Est conforme.Estevao Jos Ferra?, lente
ajudante de ordens interino encarregado do dea-
Ihe.
IWTERIOR.
-^-S^" I I I ......^Ml II
CORRESPOSTOEXCIAS ROBU
BIO DE PEtttf AMBUCO
PIBA.
Belm, 16 de fevereiro.
Nao repare delxar de Ihe escrever pelo vapor,
Gerente, porqae ceno da chegada do paquete Nort, Araojo Roso Danln, enere
Americ, da oompanhia de New-York, entend que
ebegando amos a esse porto ao mesmo tempo
adiantava com ludo aluuns das a sabida daquelle
vapor, e assim succedeodo ahi val pelo americano
a minha carta do correte mez.
Estamos aqai com am inverso rigorossimo,
diu e das consecutivos de chuvas que impedem o como tem acontecido,
transito as ras e os sffazeres diarios, l t Respondeodo declaro
Alm desles aiada houveram ontros gneros
como agurdente, mel, raadeiras e farinna de ta-.
pioca, cujos valores nao foram de maior considera-
gao, calculando-se o; direitos deexpirtagao qae
podera aodar de 16 a 18 %, a 1.200:0005 pouco
mais oa meos.
Isto pelo que se refere ao commercio e a nave-
gago, quanto ao mais se o paiz nao progride com
mais aclividade e Impulso de que tanto precisa,
pela falta de capitaes que se associam para maiores
comraeltimentos e bem assim pela escacez de tra-
gos de que as riquezas naturaes tanto necessltam
para poderem apparecer em ceiros onde a Indus-
tria deltas precise para as snas^lfferente se multipli-
cadas transformares e necessidades.
De poltica nada posso adiantar porque dola nao
caro oemvivo, eotretanto lado vive entregue a um
marasmo inesplicavel pois as attencoes todas tam-
bem por aqu convergen) para o resultado da
guerra do sul.
Gregos e (royanos todos aguardam o desenlace
da maior lata do imperio e depois como disse o
ministerio Olinda, tratarse lia dos negocios de casa
e cada qaal ajustar suas comas.
Sei nao obstante que tanto esta como a provincia
do Amazonas marcham empar; qoe as eleiges
na ultima se fizeram em socego sahido deputados
provinciaes individuos dos difterenles credos, que
ali dirigem a palluca.
A manba davem seguir para a respectiva capi-
tal o novo commandante das armas e chefe de
polica, da masma sorle acaba de chegar no Belm
o Dr. Orlande qoe vai despachado para orna das
comarcas do Cear.
Nos mais pontos da provincia do Para por onde
desceu o vapor procedente do Amazonas, nada
bavia de importante em relagao a poltica e ao
socego publico.
A proposito da batera mallo cuidado causn ao
nosso diocesano o trabalbar se o domingo, e assim
S. Exc. Rvma. qnesendo qne se guarde o da do
descanco como manda os preceos religiosos diri-
gi ao Dr. ebefe de polica o segrate offlcio, do
qual leve a resposta que val abaixo transcripto da
Estrella do Norte:
i Pago episcopal em Belm do Para, 2 de fe-
vereiro de 1866.-Ilira. Sr. Dr. chefe de poli-
ca. Tendo se estes passados domingos trabalhado
e estando-se boje trabalhando, publicamente oa
obra da batera qoe por ordem do gove-no se est
conslruindo no largo da S, von rogar muito Ins-
tantemente a V. S. quelra ordenar aos empreteiros
das ditas obras, que nao prosigan nesse trabalho
nos das santificados, evilando-se assim um escn-
dalo, qae nao pode deixar de ser de raaito reparo
no meio de om povo tio catholico como o
nosso. .
t O fiel apoio qne V. S. tem-ae ja prestado, me
d loda seguraoca qne este mea pedido ser per-
feltaraenle acolhldo.
t Deas guarde a V. S.Ulna. Sr. Dr. Jos de
de polica da provin-
cia.Antonio, bispo do Para.
t Secretaria da polica da provincia do Para, 3
de fevereiro de 1866.Exm. e Rvm. Sr.Tendo
presente o offlcio que V. Exc. Rvma. dirigio-me
boolem pedindo providencias para qoe os empre-
teiros de obras nao trabalhem dos das santificados,



a Y Bip. Rvma. qae
#
L IB* J


Itrio ate Perunbieo exc* felra de Marco de 1866.
infelizmente a polica nao dispoe da talos para
obrigar os neis a exacta observancia dos preceitos
da Sania Madre Igreja, por isso coto bstanle senll-
mento deixo de satisfaier esse pedido de V. Exc.
Rvraa. a quem Dos guarde.
Bxm. e Rtm. Sr. D. Antonio de Hacedo Costa,
bispo da dwee.se do ParaO chefe de polica, Jos
de Araojo Roto Danin.
No mesmo peridico o. 4 e 5 do presente anno,
yero did coramunicado aioda nao concluido, em
qne refalada a doulrina expendida pelo Dr. Ville-
la a respeito da questo suscitada pelo jornal Etpe-
ranga dessa cidade sobre a posse do bispado qne o
Exm. D. Manoel de Medeirot tinba conferido a
pessoa de sua esoolba sem o placel do governo
imperial.
A Estrella do Norte refuta como digo a opinio
daquelle doutor, e por isso conveniente que.apre-
cie o referido communlcado, tanto mais qoanto
aqol corre que se este trabalho nao do Exm.
bispo D. Antonio de Macedo Co9ta, pelo menos
feito sob as snis vinas e inspirares.
ir-
gio, Tlbnrtino, Machado, Baarque, Amonm, Ans- dade ou ao menos peligo de alguoj dos seas
ato, Amyntas, Britto, Burgos, Hisbello, Soares Bran- mios ;
do, Jjaquim Tavares, Candilo Martios, Costa Ri- 1* Se em preseoca do acto addlcional e do reg
beiro, Gaspar, Eroygdio, J. Reg Barros, A. Souza
Leo, Andr Cavalcanti e Epaminouda.
Abre-se a sessao.
Presta juramento e toma assento o Sr. deputado
Gitirana.
L-se e approva-se a acta da sessao anterior.
EXPEDIENTE.
Ura offlcio do secretario do governo, remetiendo
a copia do offlcio da cmara municipal da villa do
Cabo, acompanbado do orcamento municipal da
MSIM cmara e mais documentos.A' commisso
do orcamento mnnicipal.
Ouiro, remetiendo contas e orcamento idnticos
da cmara de Uliada.A' mesma commisso.
Ouiro, remetiendo um reqnerimento do vlgario
de Goyaona, acompanbado de outros documentos.
A' commisso de orcamento provincial.
Ouiro, devolvendo os documentos enviados pela
assembla a cmara do Recife.Archive se.
A canhonheira Ibucuy tambem acaba de cbegar Ouiro, remetiendo um projecto de posturas da
a este porto da commisso em que se aebava em- cmara municipal de Cimbres.A commisso de
pregada, com o naturalista Agassis e o Dr. Cou- posturas,
linho. Outro, remettendo o orcamento municipal da ca-
Este naturalista veio maravilhado de ludo quan- mar de Goyanna com mais documentos.A' com-
i encontrou no Amazonas e especialmente pela misso de ornamento municipal,
inflnidade de differentes especies de peixes, tendo Outro, remettendo a informaco pedida na ses-
j obdo perto de duas mil das quaes apenas eram sao transacta, se algnns vereadores da cmara
conhecides al aqol n9o mais de casa.
Passava como principio que os rios eram inferio-
res qoanto a diversidade de seushabitantes; entre-
unto o sabio naturalista affirma que o Amazonas
superior ao mediterrneo e que compete com o
ocano.
Achave tambem que fexa os segredos deste
grande rio at aqui ignorada, disse o professor que
a encontrara as grandes serras de Monte-Alegre;
eralira muilo ganhou esta parle do Brasil com a
vinda desle di6tincto naturalista, e por certo a no-
ticia de suas riquezas que da dia a dia se val
conheceodo com mais realidade, fara attrahir a
necessarla correte de emigracao, de que tanto se
precisa -para se c.lher os frnctos dos terrenos da
natureza que Dos com mo larga espargio no
maior rio do mundo.
Est annuociada urna nova exposieo de produc-
tos agrcolas e iodustriaes nesta freguezia para o
dia 10 de junbo futuro, por meio da quai devem
ser escolhidos os que devero figurar na exposieo
geral da corte e depofs na universal de Paris.
A commisso ja foi a primeira reunio no pala-
cio da presidencia e sao delta mambros os Srs.
Eduardo Augusto Costa, Bruno Cabral de Gouveia,
Jos Aotooio Affoso, Jos Joaquim da Gama e
Silva, Jos frlho da Gama e Abren, Joaquim
Fructuoso Perreira Guiroares, Jos Ferreira Can-
to, Jos Flix Soares, Maucel Jos de Mello Freir
Barata, e Manoel Rocjue Jorge Rlbeiro.
De divertiroentos nvemos o entrado pouco ani-
mado, a nao ser os bailes de mascaras oo theatro
com a affluencia de lodos aquellos que tem o direi-
to da comprar um bilbele por 2.
O Costino Paraense, deu o seu baile do anniver-!
sario de iostallaco a 12 do correte: houve gran-
de ammacao e umita concurrencia de senhoras,;
snbindo a mais de 80.
eram devdores mesma cmara.-A' quera fez
a reqoisico.
Outro, enviando o orcamento e man documentos
da cmara de uzaretn.A' commisso de orga-
mento municipal.
Ontro, cora igoaes documentos relativos cma-
ra do Salgueiro.A' mesma commisso.
Urna pelico do padre Florencio Xavier Dias, so-
licitando preferencia para a extracco das loteras
concedidas ao recolbimento do Santis-imo Coracao
de Jesos, da villa de Iguarass.A' commisso de
orcamento provincial.
Urna petico dos ourives estabelecidos nesta ci-
dade, para que a assembla lance urna Imposico
sobre os mscales de joias.A' commisso de or-
namento provincial.
Foi lido e approvado um reqnerimento da com-
misso de orcamento, pediodo as demonstrarles
dos crditos sopplementares e informales sobre a
indemnisacao paga ao brigadeiro Drnmmond.
Um projecto de lei, concedeodo lrenga por um
anno ao professor Jerooyrao Tbeotooio da Silva
Loureiro, assigoado pelos Srs. Burgos e Buarque.
Foi julgado objecto de deliberacao e foi a im-
primir.
Foi lido uro parecer da commisso de negocios
ecclesiasticos, mandando onvir o Sr. bispo dioce-
sano, sobre o compromisso da irmandade das Al-
mas de S. Loureoco da Malta, Do obstante ja' ter
sobre elle dado o seu parecer o Sr. vigario capitu-
lar.Ficou adiado por ler pedido a palavra o Sr.
Buarque.
Fallaran) pela ordem os Srs. Machado e Silva
Ramos.
Em seguida pedio a palavra pela ordem o Sr.
Gaspar Drnmmond, para apresentar um requer
meoto, pedindo informacoes sobre o brbaro assas
sinato do Dr. Estevo Benedicto Franja.
O orador coraeca por declarar que vai apresen
meato da casa, o projecto deve ter urna oo tres dis-
cussOes.
Fallaram sobre a materia os Srs. vigario Jerony-
mo e Reg Barros.
E' approvado o requerlmeolo, e flca adatado o
projecto.
Entra em primeira discusso o projecto n. 2 des-
te anno, concedeodo orna lotera a matriz do 'Boni-
to.Approvado sem debate.
Segunda discusso do projecto n. 4 deste anno,
mandando correr desde j as partes da lotera das
familias dos voluntarios.
O Sr. A rayo ibas aprsenla orna emenda para eor-
rerem duas partes por mez.
Fallara os Srs. Gaspar e Soares Braodio.
Encerrada a discusso approvado o projecto
com a emenda.
A orden do da Capuoga, Jos e Lulz, escravos,
eete de fiartholameu Francisco de Souza, e aquelle
do Joao BaptisU, por infraeco de postoras mu ni
cipaev;- a Mara Cypriana do Llvramento, para
coireeeio.
A orden do do Peres, Jos Joaquim de Santa
Asna, par ferimentos.
O chefe da 2' scelo,
J. G. de Mesquila.
Caa de DETBN5X0.
Movimeoto da casa de detenco no dia 7 de mar-
ee de 1866.
oo?xisUam M7> entraran) 9, sahlram 8, existem
391.
A saber i
Nacionaes 269, mulheres 14, estrangeiros 29
mulberes 3, escravos 73, escravas 3, total 391.
Alimentados a costa dos cofres pblicos 199.
Movimento da enfermara no da 8 de marco de
1866.
Teve baixa:
Dada a hora o presidente levanta a sessao, dando
a segrate ordem do dia : con ti nos cao da anterior; Joao, afncano-llvre, indigesio.
segunda discusso do projecto o. 33 de 1803 ; ter- Tiveram alta ;
Joo M. Gomes.
ceira do de o. 4 deste anno.
REVISTA DIARIA
Segu boje para a corte o Exm. Sr. conselheiro
Paranago, a tomar assento na cmara vitalicia,
como senador pela provincia do Pianhy.
S. Exc. yai no Paran, cuja sabida foi transferi-
da para boje, feebando-se a mala para o sul as 3
boras da tarde na adrainistrscio d o crrelo.
Consta-nos qne seguera a' bordo deste vapor to-
dos os deputados a' assembla
a' assembla geral, que ainaa
aqu se acharo.
- Chamamos a attenco dos leitores para o re- WHJ5 Jo,s de Jranjo Boaventura J. -da Cas-
Antonio Jos Rodrigues.
Passageiros do biate brasileiro Novo Invenct-
velf entrado do Ass: '
Josa Alves das Neves, Jos Lourenco do Ama-
ral, Raynrondo Jos do Rosario e sua familia. .
Passageiro do biate brasileiro Sobralense, en-
trado do Ass:
Tertuliano Goncalves Pedroza.
Passageiros do vapor Paran' vindos do. Para
e portos intermedios:
Manoel Cardoso Barata e 2 escravos, Jos Anto-
nio Ernesto Par-ass, Casimiro Borges Godinho
de Assis, Antonio Ayres de Lacerda e 1 escravo,
gulamento do seminario episcopal de Olinda, ulti
mmenle reformado por S. Exc. Rvma.
h.' hoje esperado do Rio de Janeiro e Bata o
vapor americano Noria America, que devia ter *a-
hldo daquelle porto no da 2 do correte.
tro, Joaquim Lopes Lobo, Segismundo Antonio G.
e 1 escravo, Raymqodo Braole Pires Lima, Jos P.
da Fonseca e 1 criado, Leopoldo Cesar de Berredo '
e 1 escravo, Arestides Coelho de Souza, Rayaran-
do Joaquim Evestoo Maia e 1 escravo, Fabio No
de presidente do Instituto agrcola, fundada por S.
M. o Imperador, qne dignou se de honra-lo com a
sua presenca em sua fazenda, nica que mais Iba
desperiou a atteacao, ninguem Ibe podera' rasoa-
velmenie contestar a sua importancia e prestigio.
Entre lanto,Srs.Redactores,alguraas almas peque-
a as teera ^arrojo de querer macular o carcter
llibado do commeodador A. Uias pelo facto de ha-
ver elle, na qualidade de vicepresidente, assu-
raido as redeas do governo que se deslisavam as
maos do Dr. Angelo Ramos.
Por mais caprichoso que possa parecer esse acto
do llustre sergipano esta' muilo longe de chegar
ao nivel do interregno do Sr. Angelo Ramos, coja
administrado, durante o corto praso de alguns
mezes, foi marcada por actos de ama perseguico
elaudeslina a' alguas membros do partido liberal.
Carcter verstil em poltica o Sr. Dr. Angelo Ra-
mos em cergipe tem se abrigado a' sombra de todas
as baodelras, sem distlucco de er. A sua divisa
a sua pnstco, a quai incontesiavelmeote elle a
deve ao partido liberar, em que, ainda mal, tem
elle figurado ltimamente na provincia cora alguns
dos patricios de S. S. medame o apoio do commeo-
dador Antonio Dias, e de sua numerosa familia
que o tem cerrado de prestigio e de forca moral.
Entre tanto, qnal foi o resultado? quai a recom-
pensa que teve o commeodador Dias de sacrificar,
em 1863, a sua caodidalura para servir aos seus
amigos, e promover a do Sr.Dr. Barbosa, patricio
do Sr. Aogelo Ramos ?
Foi ademisso aciotosa com que o governo geral
acaba de presentear aquelle cidado benemrito,
a instancias d'aquelles mesrnos que devjam ser
gratos a' Sergipe pelo modo lisongeiro e altamente
benvolo com que tem acolhido os seus patricios,
que oceupo all os priraeiros cargos.
O Sr. Dr. Angelo Ramos era o menos compelen-
te para promover urna reaeco na quella provincia,
onde ja' bem conbecido... e da quai iem recei-
do nao pequeos favores. Apello para todos os
sergipanos.
Longe de minha provincia, ja' ha algons annos,
I____ r------------------~ .'- 'fu uiuMUbia, ja lia Mikuuj auuv.-|
I nes Lal e 1 escravo, O.avo Leal Galvao, tenente nao posso, todava, ser iodlffereDte s suas magoas,
Teve houtem lugar a funecao religiosa da (coronel "J" Caetano Vaz Jnior. I Olho e 1 escra- (e a' dolorosa mpresso com que foi geralmente ac-
benco da bandeira nacional offenada ao $ corpo, 7' Joao Vianna de Mello e 2 escravos, Agizilao P.' ceila a dimisso do com.oendador A. Dis, o qnal,
72:0000 e as outras repartigdes flscaes 1:0005.
Os navios durante o mesrao mez foram os se-
gnintes
Nac5es. Entrados. Sabidos.
Brasiieiros II 11
Pcrtogaezes 3 3
Francezes 2 2
Inglezes 7 1
Americanos 3 3
Hamburguezes 2 0
Haooveriano 1 1
Hespanhol 0 1
Hollandez 0 1
A nova directora tem promovido importantes
melhoraraentos nesta associacao que o nico (lar um reqaeriraenlo que devia partir de preferen
divertimeoto serio que aqui temos, pois alm do ca da maioria. Que o Dr. Estevo Franca, mero-
bora servic.i, luxo cora que acaba de ser decorada bro eminente do partido progressista, foi barbara
a casa, teve logar pala primeira vez a illurainaco mente assassioado aa sua fazenda em Villa Bella,
a gaz uos seus saldes. e que at esta data aioda nao consta quaes as pro-
Nada mais havendo da importante a mencionar | videncias tomadas pela polica para a captura do
fecho esta com os seguintes dados estalisticos e criminoso. (Nao apoiados.)
comraerciaec, que costuroo fornecer : O Dr. Estevo, diz o orador, era o homem dasi-
A alfandega renleu o mez passado, at 31 da ja- tuaco em Villa Bella ; cercado de prestigio da au-
neiro, 170:000301)0, a recebedoria de rendas..... loridade, nao coostava que livesse mdisposicoes
, pessoaes; estara tranquillo era sua consciencia, e
nada devia receiar. E' lastiraavel que a mo do as-
' sassino viesse cortar a existencia a um cidado to
respeitavel do partido, e que este se tivesse al ho-
je conservado silencioso. (Nao apoiados, reclatna-
des.)
E'certo que, diz o orador, o Dr. E4evi nao
tinha indisposicoes em Villa Bella (nao apoiados^ ;
1 que por sua nomeago para os cargos que oceupa-
va se fez questo, e que s quando elle, por amor
ao sendever, recusouse a ser o instrumento das
paixoes locaes, que veio a depreciarse uo con-
ceilo dos homos da Villa Bella. (N5o apoiados.)
; O orador refere que urna representado da cama-
; ra daquella villa foi dirigida contra o Dr. Estevo,
' que este foi ouvido, e que o Sr. conselhairo Para-
nagu julgou fundada a defeza daquelle doutor, pe-
| lo que recusouse conceder a demissao lo instada
j pelos desafectos de Estevo. Este facto nao deve
(passar desapercebido, e para verifica-lo, afim de
que sirva de esclarciraento ao orador, que elle
pede copia dessa representado e da resposta do
' aecusado.
O orador diz que nao confia as medidas do Sr.
Dr. chefe de polica que se se traiasse de-esbulhar
o direilo de algura proprielario, esse magistrado
correra presuroso era auxiliar to grave attenta-
I do. (Nao apoiados, numerosas reclamacoes.)
O orador diz que em lempo opportuno tratar
! deste ponto, que por ora se reserva a pedir tao s-
j mente as informacoes do seu requerimento.
carta de 16 do corrente, infelizmente nao pode ella I O Sr. Buarque e outros Srs. deputados declarara
alcangar as malas desse vapir, e por isso ficandolque aceitara a discusso, e se reservam para res-
era terr addieelono a' mesma o que se tera passa- ponder opportuaamente.
do n'estes dez dias. Toma a palavra o Ilustre deputado o Sr. Correa
Depois da partida do vapor supra mencionado de Brito.
para o sul, aqui chegou pela mesma tarde o Ha -, O honrado orador diz que para lamentar que
vana com noticias que nda adiantaram ao j sa-, no meio da raima com que teem marchado os ne-
bido, assim como este Paran, a nao ser a retirada ; gocios desla assembla, visse o orador que o pre-
do ministerio do conselheiro Silveira Lobo. cedeu, laocar sobre o tapete da sala um sudario,
A sitjago continua a ser aqui expectante, qur' que pela forma porque foi desenrolado perlurbou
a respeilo da marcha dos negocios poltico?, qur a serenidade com que at ento se havia discutido,
em relaco aos movimenlos da guerra com o Pa | Que estava habituado a ver no seu collega, autor
32
Os passageiros estrangeiros foram
Entrados
Portuguezes..
Francezes... ,
Inglezes......
Americanos...
Hespanhes...
Outras nacoes.
106
6
3
2
2
6

Sahidos.
21
o
O
6
0
13
~4o
Hoje segu o vapor americano para o sul a's
boras da maoha.
Belm, 26 de feveretro.
Pelo vapor Nort-Amerk Ihe escrevi a minha
de voluntarios desta provincia pelo Sr. Dr.-Fran-
cisco Ellas do Reg Uaolas.
O acto foi celebrado no paco episcopal da Soleda-
de, offlclando S. Exc. Rvma., qne nao s facoltoa
muito generosamente qne elle tivesse lugar em sua
capella, como se prestou com muito boa vootade a
conferir a respectiva beoco, a pedido do Sr.
tenente coronel Pedro de Campos, commandante do
referido corpo, e ao
Exm. Sr. conselheiro Pa
mentino s marecbal com
seohor Pinto de Campos, D. abbade de S. Bento,
a offlcialidade do mesmo 4 corpo, e de outros ba- j
tal!:oes, e dilerenies pessoas de elevada catego- j
ra.
O corpo formou em frente do pago episcopal; e, I
depois da bencao, o recebeu em suas flleiras, por
entre o som festivo da msica, o syrobolo da nossa*
nacionalidade, que nos campos da batalha ihe ser-
vir de fanal para cbnsecugo da gloria, de que
sera elle qulnboeiro comosdemais Peroaujbocanos
que se partlram em defenso dos bros nacio-
naes.
Foram os paranymphos da solemoidade o Exm.
Sr. conselheiro Paranagu e o digno offerente Sr.
Dr. Reg Danla, que por essa occasio pronuociou
a segulote allocuco.
< Srs. cororoandaote e mais offleiaes do 4 corpo
de voluntarios da patria INao podendo en pelos
meus solfrimentos physicos ir partilhar cora vosco
da gloriosa lula da guerra, que o Brasil faz ao sel-
vagem tyrannete do Paraguay, em deaffronfa de
seus brios e de sa honra conspurcada e vilipen-
diada por aquella audaz fera ; nao tendo um filbo
apto para engn ssar as flleiras dos defensores da
patria, nobre empeobo, a que vos dedicaes com
tanto ardor, mas desejando dar ao meu paiz urna
prova de que nao sou indiferente aos seas soflri-
meotos e as suas reclamares, assim como ajudar-
vos na honrosa tarefa da desaffronta dos bros na-
cionaes, lembrei-me de mandar bordar (pelas pes-
soas que me sao mais caras nesta juda) a presente
bandeira para offer lar-vos e ao roen palz, como um
pequeo contingente auxiliar de to nobre guerra,
facilitando assim vossa renoio.
Esta pequea offerta, senbores, insignifican-
te em relacao ao valor e imperfeicao do trabalho
mas grande em relacao ao symbolo que repre-
senta.
Senhores, a guerra que ides sustentar sum-
mamente justa, somroamente sania.
f E' justa, porque ides desaffrontar a honra da
nossa patria, a honra e a honestidade da familia
brasilara que foi, e contina a ser nltraj^d^por
om tyraonete selvagem, que desconheco oPnuls
Iriviaes pfeceiles de moralidada e de civilisaco.
E' santa, porque ides libertar um povo loteiro
do jugo frreo de um dspota audaz : ides levar a
civilisaco a este mesmo povo que permanece as
trevas, que vive na lacivia, no erro, porque assim
o quer conservar o Immoral Lopes, para melhor o
nada desmereceu do geral conceito em que
da Silva, Manoel Pinbeiro de Medeiros Ozorio e 11 todava
escravo, Francisco Muniz Brrelo Jnior, Jos Ro- tido.
berto Vianna Guilboa e 1 escravo Clemente Jos Agora um apello aos meus patricios. E' lempo
da Silveira Augusto Cesar de Mello Rocha e 1 es- de Sergipe sacudir a tutella da Baha. E' lempo
cravc Jos Jansem Pereira Jnior, Francisco Xa- de qoe os Sergipanos se convencara de que a sua
vier Rodrigues Lisboa, Carlos A. Quadros, Antonio provincia nao deve ser patrimonio, era feudo de
Jos de Souza Freitas, Antonio Pires terreira n-; nenhuma outra provincia.
Ino e 1 escravo, Justino J s Baptisla e 1 escravo,; jd- bem \oage vae esse
noel Jos Preslillo Vicente Cezario Ferreira Gomes,
Joo Firmno de Ilollanda Cavalcante, Virgilio Au-
gusto de Moraes, fheomoteo Epifanir Kerreira Li-
ma, Henrlque Bruno, Jos Barroso, Vicente Alves
Rodrigues de Albuquerque, Manoel Ambrosio Sil-
veira Torres Portugal, Dr. Jos Furtado de Men-
donga, sua senhora e 3 escravos Dr. Juo Capisira-
no B, de Mello Filho, sua senhora e 2 escravos,
vigario Gregorio Ferreira Lustosa, Jos N. do as-
cimento Jnior, Antonio Francisco Campos, Emig-
dio Bimont, Antonio Gomes Viera da Costa, Jos
Pedro da Costa, Antonio Ciimendes Maciel de Ara-
go, Vicente do Reg Toscano Barreto, Antonio A.
prego na provincia. Sergipe ainda sangra de urna
ferida que Ihe deixou a administracao do Srs. Cin-
cioato e Accioli. Nao quero irrogar urna censura
aos bahianos, nem estabelecer um exclusivismo
que seria odioso ; ma3 cbamo a atlenco da pro-
vincia para estes e oulros factos que podera ser de
multa consequenciano futuro: quero qoe a provin-
cia esteja de sobre-aviso para que faga urna repre-
sentado toda sua : nao ha msto egosmo. Lera
bre se ella do norae do commendador A. Das; faca
por crear amigos na corle, que o reducto d'onde
emana toda a for;a e apoio. Lembre-se a provin
cia de eleger deputados que zelem do seu bem estar,
Lima Barros a 1 filho, Manoel V. de Magalhes,. qae |ne deem importancia, e arranque iodos os pa-
Antonio Rodrigues da Costa, Joo Francisco A. da j rasitas polticos que vivem de sua seiva.
Fonseca, Joaquim Jos de Medeiros Correia, Anto-, Colloque no seio nio Barbosa Aranha, Angelo Lopes Pereira, Domi- Sebastio Pinto de Carvalho, esse sergipano talen-
ciano Nunes Soares, Jos Lino do Cooto, Jos Boa-' (050 e disiincto, e convenca-se de que, em (
ventura da Cosa, Dr. Manoel de Barros Barreto, -
Francisco de P. Aodrade, Antonio Ferreira Bailar,
Dr. Sebastio de Mello Reg, Severrao Antonio Lei-
te Ferreira, Adriano Jos Lucas, 2 criminosos, e 3
pracas que os acompanham, 1 escravo e 1 praca
que o acompanha, 1 escrava a entregar ao Dr. L.
X. Moraes Sarment, .Ni cola Bello e Gio va un Uas-
cio italianos.
Seguem para o Sul:
Senador Thomaz Pompen de Souza Brazil e 1
escravo, deputado Dr. Domingos Antonio Raiol e 1
criado, depotado conego Antonio Pinto le Mendon-
5a e 2 escravos, deputado vigario Raymundo Fran-
cisco Ribelro e 3 escravo?, deputado Dr. Antonio
quanto
tiver urna represenlago" bastarda', os seus chefes
bao de ser desprestigiados, ho de ser o joquete
dos homens da corte, que os faro passar por de
cepcoes iguaes a' que hoje lamentamos. Tera' islo
algum echo? o futuro mostrara'.....
Recife, 8 de margo de 1866.
Philoppemen.
Srs. Redactores.Ferido em minha reputago
pelo Sr. Manoel Lopes da Silva, que para escapar
a esta punigo, fez publicar no n. 52 de sen con-
ceituado Diarto, de o do corrente mez, e Isto de-
pois de sna retirada para a Europa, urna carres-
pondencia, na quai vesle sobre mim todo o el
raguay.
Por consegulnte os negocios pblicos nesta pro-
vincia vo na mesma conforraidade, a nao ser urna
ou oulra raudaoga de subdelegados de polica ou
de professores do eosino primario.
Para o segoodo districto desta capital acaba de
ser nomeado subdelegado o Dr. Jos Henriques
Cordeiro de Castro.
Ha muito que a polica se resmte da necessida-
da de oceupar os respectivos cargos por pessoas
habilitadas, na intelligencU e pralica da lei I
Infelizmente quasi todos os agentes da polica
sao homeos sem graodes conheciraenlos jurdicos,
do requerimento, urna docilidade e bonomia inve
javel, mas que foi arrebatado pela sorpreza que
Ihe causaram aspalavras por elle proferidas, cheias
de paixo e ailusivas a nm partido que s havis
dado provas de amor a ordem e que dte lava e
crimo. (Numerosos apoiados.)
_ O nobre depotado diz, que todo o coracao chris-
to estremecen ao correr a noticia do brbaro as-
sas-ioaio do infeliz r. Estevo ; que ora s grito
sahio de todos os peitos : anathema ao assassino
I ( apoiados ). Que sens.ouvldos, diz o llustre de-
1 putado, ainda sentem a agradavel impressaoda voz
1 eloquenle do Dr. Estevo ; em seu espirito ainda
e por isso a nomeago do Dr. Cordeiro deve offere- existem recordac.5es dos seus talentos, dos seus im-
cer melhores garantas. i mensos recursos oratorios. O orador, com seus
Outro tanto tem succedido quanto a' vara mu- amigos, lamentan) que o braco do sicario houvesse
cipal, entregue quasi sempre a homeos leigos, os
quaes, logo qoe enchergam queslo mais impor
tanle ou complicada, tratam de pdr-se a salvo de
qualquer responsabilidad.;; passando os trabalbos
aos substitutos, e o negocio tem chegado a tal pon-
to que hoje a vara se acha em maos de um' varea-
dor da cmara municipal, o quai, por muito favor,
condescendencia e uecesidade publica, tomou coa-
la de semelhante encargo.
Compre qne o governo imperial olhe para este
estado de cousas em referencia a' justica; porque
apcoas n'esta capital temos o Dr. Joo Caetano
Lisboa na 2* vara crime, e todo o mais em sup-
plencas, succedendo que o preprio juiz d'orphos
j tambem pedio.
Nao obstante o que Ihe disse na minha nllima
carta acerca da baixa d'alguns arligos desta parle
do Brasil, o vapor Paran acaba de trazer a boa
nova de qne tanto a borracha, como alguns outros
gneros melhoraram de prego, nos mercados, ra-
glez, francez e allemo; a' vista disto, o eommer-
cio com a chagada deste paquete sent se animado
e saiisfeito.
Sem mais nada accresceniar, apenas tenho a di-
zer Ihe que fleam n'esta porto os seguintes navios :
Graciosa.......=Brigue-escutra brasileiro.
Amazonas.....Barca portagueza.
Ltgeira.........-Dita.
Linda..........Dita.
Jacques de Mntay Dita ingleza.
Satinas........Patacho Inglez.
Suran.........Hiate americano.
Sahidos :
Para Lisboa e Porto a barca portagueza Vmao,
para o Havre* o brigne brasileiro Mrquez de San-
ia Cruz e barca Rato.
Os cambios regolaram at o dia 24 do correte
na razao seguate:
Sobre Londres a 27 d. 90 dias,
Paris360 rs. por franco.
Portugal a 100 a 103 por cento a 60 d.
O vapor Paran, demorado de bontem para hoje
por ordem superior, segu a' noite para o en des-
tino.
h
PERNAMBUCO,
ASSB1BLE4 LEGISLATIVA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 7 DE MARCO
' DE 1866.
PRESIDENCIA DO SB. VIGABO FRANCISCO PEDBO Da'
savA.
As 11 horas e cincoenta minutos da manha fax-
se a chamada e verifica-se estarem preaentes os
Srs. depatados Francisco Pedro, Raaos, Ayres, Ma-
noel de Carvalho, Mergulho, Rlbeiro, Cicero, Ser-
arremessado lo crlelro golpe sobre a cabera de
to llustre victima.
E sendo assim, com o Ilustre Sr. Gaspar, pode
alimentar em seo espirito apprehensdes de que o
partido progressista fosse indlfferento a tao mons-
truoso alternado ?
Nio certo qae o partido nao se apressasse em
clamar justica; seu primeiro grito foi de horror
para o assassloo e de dr para a victima ( apoia-
dos ).
O partido nao tioba que dispertar a admiaislra-
$o da proviocla. O Ilustre magistrado que gre
eatre nos os negocios pablicos, presuroso e zeloso
como correu em soccorro da justija ; expedio
proprios para o lugar onJe se achava o honrado
Sr. Dr. chefe de polica, recommendando-lhe que se-
guisse immediatamente para o lugar do crime -,
pouco depois enviou em sen auxilio forca material
sofficiente para facilitar as suas pesquizas; dea em
nm todas as providencias qae a justica e a morali-
dado publica exigiam.
O que tinha mais a fazer s> partido Dispertar
ainda mais os zelos do R Era offeode-lo, quando todos tinhara a consciencia
de que elle havia comprido o seu deveV.
E, senhores, descance o nobre deputado, acredi
tem todos os seus amigos, quem quer qoe seja o as-
sassloo do infeliz Dr. Estevo, perteoca mesmo ao
partido, progressista, nos o espargaremos do nosso
seio (apoiados), a justica ha de pesar sobre a sna
eabeca, e recebera a punico do sea horrendo at
tentado ( muito bem ).
O orador pede descnlpa de baver oceupado a at-
tenco dos seas collegas. ( mallo bem,muito bem).
Fallam anda sobre a materia os Srs. Costa Rl-
beiro e Rames.
Posto a votos o requerimento approvado unani-
raenle.
OREM DO DIA.
Continua a discusso addiada do projecto n. 10
do anno passado, sobre a cobraoca das costas jadt-
claes por indevlda detenco da renda provincial.
Encerrada a discussao-e posto a votos, foi appro-
vado o requerimento do Sr. Gaspar, mandando on-
vir a commisso de eonstitaicio o poderes sobre o
projecto.
Primeira discusso do projecto n. 1 deste anno
sobre o subsidio dos depotados na futura legisla-
tivo.Approvado sem debate.
Primeira discusso do de n. 69 sobre o compro-
misso da irmandade da ordem terceira do Carmo.
Falln o Sr. Buarque, qae conclalo mandando nm
poder dominar.
t De-afrontando, senhores, a honra do vosso
paiz, debelando e prendendo o selvagem Lopes, ou
expulsaodo o do Paraguay, tereis feilo urna cruza-
da santa, tereis prestado nm servico a patria, ao
prximo e a Deus.
< Estoa convencido, senhores, que foram estes
os nobres pensamentos qoe vos excitaran) e demo-
veram a virdes de to looge, a deixardes os doces
encantos do lar domestico, para irdes a tamanha
distancia, mostrar o vosso valor.
c Senbores, a defeza da patria o primeiro e
mais bem entendido dever do cidado. O nosso
virtuoso e heroico monarcha acabou de nos dar
esta proveilosae significativa ligio. Iraitemolo.
t Conheco, senbores, que bem a vosso pezar, a
nao obstante as sabias e enrgicas medidas toma-
das pelo Exm. Sr. conselheiro Paranagu, nao po-
deres chegar a completar o suficiente numero
para nm batalbo. Mas, senhores, o homem nao
val taoto pelo numero, como pelos sentimenlos de
bro, pelos estmulos de honra I A historia da
guerra nos tem dado este conhecimento.
< Ides poneos, senhores, verdade, roas cada
um de vos val por urna centena de homens. Vossa
coragem, vosso valor vos dar' superabundantes
foroas para defender? este estandarte, que acaba
de rceber as bencos santas do co, lascadas
pelo nosso virtuoso e Ilustrado prelado diocesano.
t Vossa honra, senhores, vossos brios, vos daro
superiores torcas para basteares cheios do nobre
orgulbo estf bandeira dentro dos muros d'Assump-
co. Assim Deus o permita, assim vos deseja o
vosso patricio, qae vos convida a entrardes com
elle:
t Viva 8. M. o Imperador I
t Viva o 4o corpo de volontarios da patria I
c Viva o Exm. Sr. conselheiro Paranagu I
1 Viva o fcixm. vice-presidente d provincia 1
t Viva o Exm. bispo diocesano I >
No dia 20 de fevereiro ultimo foi nesta cida-
de operado pelo Sr. Dr. Carolino Francisco de Lima
Sanios o Rvm. Sr. vigario Jacinlho Caodido de Meo-
dooga, da provincia de Alagas, d'onde veio espe-
cialmente a esta nossa'capital com o im de sob-
raetter-se as prescripgfles daquelle distlncto opera-
dor do tratameato de duas fstulas reetaes, deaiajue
ba tempe era elle victima..
Efectivamente a pratica correspoodea as saas
esperanzas; e radicalmente cusado, apesar de ter
nma das fistolas offerecido na operacao saas diffl
cuidados, era consequencia da ultima do respectivo
orificio interno, retlrou se ante-bontem o Sr. vira-
rlo Mendonca para sua provincia natal, bem digna-
do ao progresso d sciencia, e ao medico, qoe pelo
esludo a trabalho nao cansa em promove-lo para
allivio da bumanidade soflredora.
1
Amaoha alguns amigos mandam rezar va-
rias mlssas em sufragio da alma do Sr. Joio Joa-
quim de Abren e Liba, tocando por essa occasio
urna pega fnebre a sociedade musical UntSo Com-
mercial.
Acba-se em nosso poder o authograpbo origi-
nal da carta, qae o infeliz Dr. Estevo Franca diri-
gi a sea filbo, e qae ba pouco foi publicada oeste
Diario.
Quem duvidar da sua authentioidade pode vir
v-la, para combinar a lettra com a da correspon
dencia, que anteriormente havia publicado o mes-
mo Dr. Franca, cuja lettra por demais conde-
cida.
Amanha se extrahir a 3* parte da 2* lote-
ra (51a), a beneficio da Santa Casa da Misericor-
dia, para caoaiisaco d'agoa e gaz no hospital Pe
dro II, sendo o malor premio 6:000*.
Rbpabticao da polica.
Extracto da parte d dia 8 de marco de 1866.
Foram recolhldos casa de detenco no da 7
do corrente :
Joaquim Rodrigues el escravo,'depotado Dr. Jos gj- a
Moreira Braodo Castello Branco, deputado Dr.
Lindobho J. C. das Neves, Malaquias Antonio de
Almeida e 1 escravo, Jote Antonio de Mello, Gia-
come Nicolao da Costa, Lniz Rodolpho Cavalcante
de Alboqaerqne, Juvita Alves Feitosa, Loiz Felippe
Tavares Cascaes e 1 esciavo, Luiz Cardoso de
Moura, Joseah Michel e 1 escravo, Arlhur Aron,
David, r. Augusto Texeira Be fort Roxo el es-
cravo, Dr. Jos Loureoco de Castro e Silva filho,
Prudencia Jo- Botalbo, l.major, 4 offleiaes e
iracas par oexercito, 8 rcrutas para a armada,
Dr. Gentil (I. Almeida e 1 criado, 8 escravos a en-
tregar.
moia, procurando fazer que o publico acredite
em sua alevosia. 1
Canamente eu deixaria de responder ao Sr. Ma-
noel Lopes, se elle estivesse presente, e o podesse
levar a barra dos tribunaes do paiz, donde sem
duvida; sahiria cem o ferrete da ignominia prega-
do na fronte, por ser om calumniador.
Diz o Sr. Manoel Lopes, que ao relirar-se pela
primeira vez para Portugal, o que fez em mo das
...: cacetadas que apaohou, deixou em meu poder urna
Commimicados
Muito instado e com grande constraogiroeoto,
accetel a nomeaco de 2a supplente de subdelega-
do do districto da freguezia dos Afogados. Es-
tando no exeicicio deste pesado encargo, e por is-
to nao podendo nelle continuar por duas roes so- conla do sa|arj0 e||M
licile a minha demissao,e o Sr. Dr. Mailins Pe-1 0 que admira o calculo do Sr.
reir, disse-rae que eu requeresse ao presidente da
provincia. Foi isto em 27 dejaneiro
avultada quanlia, eseravoa, a que tuda i>io ren-
dendo teria elle hoje de 60 a 100 contos de ris, e
que eu nao Irte dei conla do gauho de seus escra-
vos, o que ludo falso. O nico dinhelro que Ma-
noel Lopes rae entregou, foi a quanlia de rea
1:813000 e dividas para cobrar no que tendo eu
empregado todos os esforcos consegu a cobranca
de algumas, e o sallario de seus escravos de que
lado Ihe dei conla, como se v da coota assigoada
por nos ambos.
i ^ Dessa coota consta que os escravos ganharam
5^722*070, e como diz o Sr. Manoel Lopes que
nao forrou a seus escravos, por que eu nao Iba del
prximo pas-
sado. No entanto li no Diario de Pernambuco de
21 de fevereiro, que fui demitlido a bem do servi-
co publico.
Se eu solicitei porm a mioha demissao e em
poca to prxima, como fui demitlido a bem do
servicj publico e nao a pedido ? Sera' por coman-
nicaco do subdelegado dos Afogados que espreila-
va despacho de pronuncia em mea processo de
fallencia, quando vio que eu fui pronuuciado
quebra culposa e fraudulenta f
Felizmenie,e como era de esperar, dos conspicuos
desembargadores da relaco nao podiam sanecio-
Manoel Lopes,
a volta da quanlia que devia ter em meu
quanto
poder.
Da conta dada e por nos arabos assignada se ve-
rifica, que o capital que o Sr. Manoel Lopes tinha
era 2o:ol7*770, conprehendendo elle 1:813*000
que me enlregou, e 8:567*06) de lucros bavidos,
pois se v a pequea quanlia que recebi dos dev-
dores, e como essa pequea quaoiia poderia em
poucos annos chegar a 100:000*000 de ris I
E" verdade que eu nao appliquei esse dinhero a
era; ganhar pelo modo, por que o razia o Sr. Manoel
j Lopes, que era o dar sobre peohores de um valor
I triplicado e com o juro de 3 e 4 por cento ao mez,
com a condlco de flcar vendido o penhor
_ a uuumcao ae ucar venaido o penbor se me-
par, como nao sanccionaram lao ra.qaa quanto | dianle 0 oouvco lem nio fosg(J reud0 negocio
tra.coeira persigmcao, e tao tralcoeira que pode qoe minha educago e consciencia repeliera.
sorprender a boa f e inteireza dos distinctos ma-
gistrados commerciaes, apesar de sua illuslraQo
reconhecida e illibada integridade.
Gracas a Deas pude mostrar com a maior evi-
dencia nao s como se me oo poda argir m f
oem culpa, mas tambem que se roe nao poda abrir
fallencia, e assim foi julgado. S me resta portan-
to agradecer cordialmente ao tribunal da relaco o
tea grande act> de jaslica qoe me aliviou de to
inlqua persiguicao, tangida cora a mais requintada
ma f pelo meu perseguidor.
Manoel do Amparo Caj'.
Correspondencias
Negocios de Sergipe.
._ repel...
Para qoe o Sr. Manoel Lopes vera em sna corres-
pondencia com vaporadas de philantrophia que
nunca teve e ero tem.
Se nao forroa a seos escravos, por que nao se
pode acommodar com fazer um beneficio, pois Ihe
dei conta do sallario delles, como fica demonstrado
e provad da conta cima referida.
Era melhor que o Sr. Manoel Lopes dis^esse nao
forrei a meas escravos, por que predominando em
a im a sorle delles, tanto que para nao gastar um
vintem se lava na mesma agoa tres e quairo ve-
zes, dorme embrulhado em urna coberta por es
paco de 11 mezes, sem que nesse lempo seja a
coberta lavada, e eu de mod 1 algura me pude
apaar do capital que esses escravos represento.
Que importa que eu possua um pequeo sitio,
quaodo commercio nesta cidade a 26 annos, e nao-
j ca foi estragado.
Sr. Maooel Lopes felizmente a popnlaco do Re-
cife oos conhece.... *
Jos Rodrigues Ferreira.
Srs. Redactores. No seu conceituado jornal de
2 do corrente mez deparei hontem com nm arti-
guinho, enjo autor acoberlou-se com os andrajos do
pseudonyrao o charlatdo epilbeio, por ventu-
ra, o mais cabido e apropriado que a frtil imagi-: Srs. redactores.-Lendo o Diario de Pernambuco
aacao de um articulista de sueco poda descobrir. do 1. de fevereiro sob n. 10, graode foi a mioha
Com qeanto nao mereca elle as honras da discus- surpreza, qnando deparei com um coramunicado
sao, e nenhum peso tenha na balanca da opinio assiguado pelo Sr. Dr. Joaquim Goncaives Lima,
publica, mesmo por que veio de envolta com os an- em que procurou elle manchar nao s a minha re-
nuncios de sabio e manteiga, todava o sileocio puiago, como a do meu parante a amigo Dr. Tl-
nesla coojunelura seria acondemnacao solemne da bnriino Barbosa Nogueira : forca porm, con-
idea do memo e da virtude, seria o prenuncio de fessar Sr.-redactor, qaa" a rolaba surpreza nao foi
urna consciencia abafada sob a presso magoadora devida ao desmentido que por ventura disse o Sr.
de um crime latente.
Felizmente nao assim... *
O epigramma atirado pelo articulista charla-
too contra a pessoa do commeodador Antonio
Dias Coelho e Mello, essa satyra paogeote com lai-
vos de sarcasmo vomitada as columnas do seu
conceituado jornal contra ura dos vultos mais proe-
Dr. Lima de alio conceito, que delle fizesse eu,
porque, conhecendoo como refinado hipcrita,
jamis poderia fazer eu delle outro conceito, qoe
o de um bomem detestavel; mas sim ao ver,que
to arrojadameote procurou mostrar-se ao publico,
fazeodo conhecida a sua falta de puder, desfigu-
rando a invertendo a seu sabor os factos occorrl-
minentrs da provincia de Sergipe, contra nm ca- dos nesta villa em a noite de 24 de dezembro do
racter probo e honesto, desperta indignaco em anno prximo passado, somente com o fim de
mullo peito sergipano, que nao sabe affagar os sen- moleslar-me, e ferir-me no qae mais przoa mi-
tmenlos vis do odio e da inveja, essa serpete nba reputaro ; cgo pelo amor proprio, pro-
lubrica que, quando impotente para manchar com curando por meios to ignobeis ostentar um pres-
a sua baba esverdinhada as reputagoes bem firma
das, arca raivosa contra si mesma mordendo a
propria cauda.
De-me no amago d'alma, Sr.'Redactor, quaodo
vejo assacar se injurias e doestos para deprimir
aquelles caracteres que, como o do commendador
Antonio Dias. cercados de prestigio, raorahdade e
poslco social este muito cima dessas vingancas
peqaeoinas, dessa chacotas e motejos proprios dos
gaiatos e pasqumetros.
Pilherias de man gosto'
prese a verdade, e quei-
ra fazer jostca ao carcter do commendador Das,
ja'mafs podera' contestar a' esse homem distlncto
ligio, que nao tero, nem o pode ter, baldo de justi-
ca, probidade, e pureza de sentiroentus, o que re-
vela no sea inslito modo de proceder para com-
go, jogando com a mais vil de todas as armas
a calumnia, Qne o Sr. Dr. Lima sabe com urna
pericia qne Ihe peculiar manejar tao vil, qao de-
lestavei arma, o que tenho por fim expondo ao
publico, sem cores, puros, como a propria verda-
de, os factos qae tiveram logar nesta villa a 24 de
dezembro.
Acbando-me nesle da em casa de mea primo e
"Nenhum sergipano que prese a verdade, e quei- amigo o vigario Manoel Lopes Rodrigues de Barros,
noite, as 10 horas, pooco mais, ou pouco menos,
ouvi na ra ura grande rnotim, que forcou-me a
A ordem do Dr. delegado da capital, Augusto o jas que elle tem a' gratido e as sympatbias dos sabir a calcada, e dirlglr-me a vanas pessoas qu
Orcherio da Silva, como indiciado em crime 4e seos correligionarios. Ha tempos a' esla parte col- se achavam assentadas s calcadas visinhasr para
estellionato; Antonio Ra y mando, escravo do Dr. locado a' freote do partido liberal de Sergipe, des- que me dissessem o que aqnillo slgniflcava; nao
requerimento, para que fossem oavldas as corarais-1 Gervasio Googalves, por fgido. de qoe o seu confiado, o commeodador Boto, ret-; obtendo resposta satisfactoria d'ellas, eis que chega
soes rearadas de constitoico e poderes e de neg-1 A ordem do subdelegado do Recife, Joba Wlllian rou-se ao sunelo da vida privada, nenhum acto' logo depois o delegado Francisco de Souza Maga-
cios ecclesiasticos sobre o projecto, e princip&lmen- e James Broro, inglezes, a requislgo do respectivo seu, Ja' como particular, e ja' como poltico, pode Iriaes, acompaohado de urna grande muHaJggg
te sobre os segnintes pontos : cnsul. ser allegado em desabono de sua repotaco. Sem-
I. Se pode esta assembla atorar nm compro- A ordem| do de S. Jos, Rosa Mara de Um, Pr eoosiderado e acatado em Sergipe, onde tem
mlsso sem preceder proposta da respectiva irman-' por embriaguez.
exercido o logar de vice-presidente da provlncra, e cootrado pela ronda, armado de punhal e pistola,
ao quai me diriglndo, responden, ter sido apresto-
nado o voluntario Antonio alfaiate, que, sendo aa-
com estas armasTeSIMio i prlsSo, atiraodV>s 1
rioso sobre o subdelegado Braz Ferreira da Wu
Ihes, que seria victima, se nio fosse dona 1
muita agilidad. At aqui Sr. redactor m ka
de notavel, apenas um bomem qoe resista a ro
prisao legal; mas quera ser este bomem T Qnal
a razao porqne assim procedeo? E'Anin alfaiate!
desordelro por totes condecido, espaBcador, ja
aioda mesrao depois de voluntario espanta* a*
quartel a nm sea companbeiro, inslenle e aaaaaav
do, qae esfaqaeoa a um escravo de Ignacio da
Lroz, insultante e audaz, qoe nao trepida en j-
riar e insolar os cidados paciieos e hooesK* can
suas proprias casas, como o fez ana o Sr. reJkelor
Francisco Gomes de Aodrade: assim procede,
porque em vez de ser processadff palos attenlados
' enroes coromettidos, ao oniro tfi*m1 poAo em B-
berdade pelo juiz municipal supplente em exerci-
eio o Sr. Galdioo Goncaives Linra, sobrtabo to Sr.
Dr. Lima; assim procedeu porque achoo apoio no
Sr. Samuel de S Montenegro, que no ael de san
pnsao vociferou que a nao ser o sen lio, colin-
do o Sr. Dr. Lima, irla a cadeia soltar o preso An-
tonio alfaiate : ora, vista de to inslito proeedi-
mento, forcoso foi que dissesse ao Sf. delegad
obre, fazeodo respeitar a sua aotoridade, teaas-
forca sufflciente para manter a ordem, e fater res-
peitar a lei. Verdade que lio bem nesta -
casiao fallei dos desatinos, e desordens doe volna-
tarios, que como taes nao estarlo isenlos das ptas
da lei, quando aellas incorressem. Mas responda
por quem o Sr. Dr. Lima, reprimir, 00 obstar as
desordens de voluntarios turbulento, garantir e
restabelecer a ordem publica pte obstculos a
organlsaco de um corpo de volltarios ? >ao
seria roelbor que o Sr. Dr. Lima se etraserv ss* em
silencio, aecusando a si proprio pela imprudencia,
I que comraeliera em querer sera prestigie- algons
organisar um batalho de voluntarios, do qne det-
xar cahir a mascara, e toroar-se conbecMo do pu-
blico?..
Accusame o Sr. Dr. Lima em um dos trecho*
de sea commaoicado de baldo de patriota- O
desmentido desu calumnia est na conseiew de
todos desta comarca, que virara, e queaabea ter
sido en, e o vigario Lopes R. de Barros,que pri-
meiro damos provas em conlrario, coneorrendo
com os volaotanos que d'aqui partiram eon o ea-
pito Jos Pereira, e auxiliando qoanto confee en
nossas forjas ao alferes Carlos Jos de Siqoewa.
Eoiretanto que o Sr. Dr. Lima que se dto patric-
ia nem um passo den para auxiliar to patritica
empreza, nao obstante fazer parte da commisso de
qoe nos encarregou o Sr. Dr. Castello Branco env
lao presidente da provincia, soraenle porqne o,
e o vigario faziamos parte de ama pareiadade
poltica, a que nao perlence o Sr. Or. Lima.
Hoje, porm, o contrario se d : tendo sido eo-
carregado os seus aliados de organisar 01 eurpo
de voluntarios, rebenta o Sr. Dr. Lima de patrio-
tismo, querendo por faz, ou por nefas, eoosrguir
urna gloria indebita, pois que para rensegetr em
pequeo numero de voluntarios foi preciso osar
da forja, cga e absolutamente prendendo e amar-
rando os cidados, e depois Ins dando o neme ds
voluntarios, como publico e notorio nesta villa,
e em toda comarca.
Por tal prego Sr.Dr. Lima, costo de bata
croeldade, de tantos desatinos, eo, por ew 10 re-
geito o ltalo de patriota, porque para mim, qne
nunca freouentei os bancos de ura FacoldaV, o
verdadeiro patriotismo consiste na abnegaeo de si
propiio, nao ponpando sacrificio pessoal em prol
da patria; mas nunca em perseguir com todos ca-
melos imaginaveis de atrocidades aos seas eonct-
dados, qoalquer que seja a soa elasse goanjaer
que seja a sna erudigo.
Accusa-me o Sr. Dr. Lima de haver en exclama-
do ter sido teoeote-coronel, e ser agora eeamss-
dante superior, e de ter querido mostrar a misa
patente. E' ama falsidade imperdoavel, ao Sr. Dr.
Lima nunca disse tal, e nem fiz nunca alarde de
mioha patente, nem mesmo consta ao Sr. Dr. Lima,
oem a alguem que a honvesse solicitado.
Accusa-me o Sr. Dr. Lima de baver eu maneado
chamar o capito Sebastio Jos de atagalfcae?, e
ordenado que al o da 2 de Janeiro apresentasse
os guardas nacionaes designados que se aebacsem
alistados como voluntarios na companbia aunte-
lada era Villa-Bella. E' verdade qae aaadei cha-
mar o capilo Sebastio, mas cem fim diverso do
que aquelle que me imputa o Sr. Dr. Lima : o fin
para dizer-lhe qae poda receber algons dos deig-
oados que quizessera alislar-se como voluntarios, e
nao como invrrteu o Sr. Dr. Lima.
Accusa-me ainda de haver chegado nesta villa
00 dia 1" de Janeiro deste anno, acompanbado de
urna forca armada, que desafiava e provocara a
qoanios encontrava, fazendo de mira nm dos per-
sonagens que tanto o impressionaram tal vea na
leitura doj fabulosos livros dos tempos que ja la.
foram, e para o provar juota dous attesiado que
nao merecem conceito algum, como passarei a mos-
trar ao publico.
Falta o Sr. Dr. Lima a verdade, quando assim
me aecusa, por que o facto real, sabido e noto/io
que cheguei nesta villa com o meu sogro o teaen-
te-coronel Victorino Lopes de Barros, e mea) ca-
ndado Amiano Lopes de Barros, acompantiadoa de
dous escravos inermes. S muito depois de mmba
chegada a esta villa, foi que chegou urna patrnlka
de 17 homens requlsilada pelo delegado, teado-se
dirigido a sua propria casa, e o Sr. Dr. Lima sao
ignora o motivo que dea lagar ao delegado da po-
lica requisitar-me urna forca, que nao tinha entro
fim que garantir a ordem publica, ameaeada seste
dia, segundo a voz publica, em que se esperavasa
grandes diswirbios dos mesmos voluntarios. Come
pois, Sr. Dr. Lima, desfigurar e inverler assim os
factos ?
Agora diga-me o Sr Dr. Lima, que alm de ser
formado em direilo, j oceupou o cargo de tola da
direito nesta infeliz comarca, que valor poda ter
um attesiado do Sr. Samuel Montenegro, seo so-
brlnho e cunhado? Que valor pode ter om attes-
iado do promotor interino Jos Leite, que alm de
ser casado cora urna sua sobriuha, pelo sen estado
de pobreza vive em completa dependencia de S. 5.7
Porqne nao procurou o Sr. r. Lima ailestados. de
outras pessoas de posico e independencia, ser
por que aqu os nao ha T A resposta fael, por
que nao achana quem se quizesse prestar a lao vil
ardil, se nao os que esto de tal modo eolitgados a
si, que bem se podera afflrmar, formara nma s
alma, urna s vontade, um s pensamento.
Muito mais lioha que dizer, porm o qne j lavo
dito bastante para que o governo e o publico co-
nbega o Sr.. Dr. Lima e de quanto elle eapaz.
Villa-Bella, 19 de evereiro de 1866.
Antonio Xavier de Moraes.
Publicares a pedido
Ao publico.
Grato ao paiz onde vivo, e pelo quai foi reeebt-
do hospede, e influido por alguns dos mees ami-
gos, alistei-me no 3 corpo de voluntarios da patria
no dia 17 de setembro passado, por S. Fie. eSr.
presdeme da provincia, foi autorisado a promo-
ver o alistameoto de voluntarlos da patria, tendo
percorrido diversas comarcas 00 esotro da provin-
cia, e sempre com feliz resoltado de adquirir vo-
luntarios, o que appello Dar as respectivas auto-
ridades do centro, e S. Ere. mesmo eonneaeder.
Os meas loeommodos de sade nio me pernaWe
de segnir para o sol, o qae muito sintc-, por nao
poder melhor manifestar o amor a gratldao ojo* te-
nho a este paiz; mas por outro lado sempre too
satisfeite, porque a minha propria cooscienem es-
ta' dictndome que tenho prestado algum eeqee-
no servico ao paiz, no prazo de cinco meses do
centro da provincia com o alistameoto de vomata-
rios da patria.
Recife, 9 de margo de 1866
Thomaz Bassicb.
Tristeza.
Mea pobre coracao nao acba aorif
Em qoe se aconte.
Bernardo Guiaran,
Vs ? descamba o sol no morro
E o lenbador tranquillo
Cantando, suspirando
Procarao sen asylol___
Affoito pescador
Qae a vela sempre ferra
Sem medo da procella,
Sea barco aproa trra !
A aguia que alianeira
Voara pelo espaco,
Agora baixa ao bosque
Levada de cansaco.
Assim, Mara, todo
O lenbador tem enees,
A aguia tem sen niabo.
S o pescador palboea.
:








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'f
Dlarl* ele Peraanikio sexta feira de My de 4866.
Onde vio a tarda
a-csr descanso e calma.
> vivera sn socpgo
Os prantos d miDi'*lma .'
L. S. Monteiro ie Barros.
Hone Pi Portuguez.
sar em sea libello, peaa de Mvelia; Sean-
do logo citados para todos os termos da can-
sa at final execuc3o.
E porque a supplicaute ignora quaes se-
jam os berdeiros, por isso requer a Y. S.
se digne mandar passar carta de editad com
o praio de 60 das, para serem citados os
fgoeraodo-se a residencia dos Srs. abaxo.men- supplicados por todo e COnteuflo nesta, Pe-
fie, sio os mesaos Srs. convidados a dtixarem m e a'/ro1c c'v- n- 203 portanto
so moradia, no prso de cinco dis pede ao Illm. Sr. Dr. juiz muoicipal da se-
la.data do presente annuncio, na Prca gunda vara assim lhe defira. Espera receber
Gabinete Ponaguei de_Leita- merc.Como procurador, Jos Theodoro
r, on o* a do Crespo n. 2, livraria do Sr. No-
wtraile aotna, afim de poderera ser procurados :
aw fazendo, coosiderar-se ha terem reounciado
aosdireitos qne Ihes davam as suas assignatoras.
Sefoem osjnemes.
O* Seohores: ^
Mot Soares Leite da Costa.
Joaoumi Estevas de Souza Pires.
Fcaociseo Joaquiro Moreira.
MaaaM ttnacio Cardoso.
-Aatooio Jos Ferreira Jnior.
-Aaiooio da Ol veira Leite Bastos.
BeMarmino Jos Pinto Qsorio.
Maaoel Joaqium Goncalves Carnetro.
Jos Pereira dos Santas.
Antoaio de Soma Pereira.
.Antonio Ferreira, Maia.
Maaoel Goncalves Torres.
Roberto Lujz Geocalves.
ssaat*--
.ktmeida Pinto.
Jow Fdu da Gunha Sanios.
Anteam Rodrigues Vieira
Fanstwo Jos Gomes Vieira.
Joaqatm Lopes de Azevedo.
*s Antonio Machado.
Boeaiagos Pinto de Freitas.
Manoel Ferreira Pontes.
Maoeel Augusto Candido Pereira.
Secretaria do Monte Po Portoguez em Pernean-
baca, a. de u*ves ds 1866.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joiqntm Gerardo de Bastos,
2 secretario.
ftoaeahnita peitoral de Kemp
A academia medica de Berlim teve perfeitamen-
te rano em seu judicioso jalgamento em pronun-
ciar o sueco da balsmica Anacabuita Mexicana
amo um especifico positivo e nfallivel para to-
da* a- irnlacSes oa infiaraaiagSes de garganta e
dos asos broochios.
Nao ba neohnm caso de ronqoidao, tosse, ca-
tarrea, excoriaco da garganta ou irritaco dos
feruachios que possa resistir as saas admiraveis
qoahaades aoti-irriantes.
Ella restune a voz quando perdida ou entregue-
clda petas aflecc5es oa sensacoes de aspereza no
palaa ; fazcessar a expecloracao saoguinia e iin-
|Wdo a accumulaco do mucosidades nos orgio*
da wpiracao qae parlem dos pulmdes. *
lateramente; diferente na sna composico de to-
dos o< mais peitoraes manufacturados de (rucias
aittnagen tes, cascas, raizes, etc., o mesmo nao
soatm nenhum acido prosaico; opio oa outro
Iia^Mfuer ingredientes venenosos.
Acfea-'e a' venda as pbarmacias de J. C. Bravo
*>C*xs C.
Gomes.
E nesta peticao que me foi apresentada
dei o despacho do tbeor seguinte : Dis-
tribuidas como requer. Recife, 28 de feve-
reiro de 1866.Coelbo.
E sendo feita a distribuicao ao escrivo
d'este juizo Guiiherme Augusto de Athayde,
este em observancia a este meu despacho,
fez passar o presente, pelo qual e seu tbeor,
chamo, sito e iiei por sitados aos menciona-
dos berdeiros do fallecido Manoel Pinto,
para que dentro do prazo de 60 dias compa-
recam ante este juizo, por si ou por seus
procuradores, allegando e provando o que
for a bem de seus direilos e justica, sb pe-
na de se proceder suas revelias.
Portanto toda e qualquer pessoa, prente,
amigo ou conhecidos dos referidos berdei-
ros, po Jer-lhes-hao fazer sciente de todo o
expendido. E para qae chegue ao conheci
ment de todos mandei fazer o presente que
ser affixade nos lugares do costume, e pu-
blicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de
Sania Casa de Misericordia da
Recife.
A Illma. jante administrativa da Santa Casa de'
Misericordia do Recife, manda lazer publico que I
contioa em praca a renda do sitio do Forte as
Candelas pelo lempo de 1 a 3 tonos pelo preco
aBttal de 100*000, o qnal to foi adjudicado a
mesma Santa Cata aa eiecneio movida centra os;
berdeiros de D. Aooa Benedicta Bjaventura do
Carmo : tem 655 palmos de (rente e 800 de fuudo '
com 81 ps de coqaeiro.
Os preteodentes compareco na sala das sessoes
da mencionada junta as qnintas-feiras as 4 horas
da tarde com os seas fiadores on caria dos mis-
mos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 5 de marco de 1866.
OolIWUI,
______ Manoel Antonio Viegsa.
fomnanhia. de paquetes a vapr entre,
tt.vsU4fts-0ni s-e e Brasil.
At o tla,9 do
correte spera-
toaaod)
se dos portos do
sal o vapor A'ora
America, coni-
mandanle Tim-
merraann, o qnal
depois da demo-
ra t costume
oo Para e S.
Santa Oasa.de Misericordia do
Recife
A Illma jonta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda convidar as pessoaa ,
qae qaizerem reedificar a casa sita na roa do Bur-'
gos n. 2 publico e 57 particular, pertencente ao
Patrimonio dos Estabelecimenlos de Caridade, e
bem assim as que qaizerem edificar no terreno da |
roa do Vlgano prximo a casa em que funccionoa
o consulado geral, e onde foi outr'era a casa n. I
70 pertencente ao Patrimonio dos Orphos a com- j
parecerem na sala das suas ses5es as qointas-
feiras as 4 horas da tarde afim de proporem qual-
quer negocio.
Secretaria da Santa Can de Misericordia do Re-
cite, 5 de marco de 1866.
O offleial,
____ Manoel Antonio Viegas.
Pela mesado coosulad.provincial se faz pu-
blico qae os trila dias otis par pagamento a'
bocea do cofre dos impostas annunciados no edital
de 30 de Janeiro prximo fiado, findam se oo dia
8 de margo correte, Incorreodo na respectiva itul-
Pprnamhnn anQ 1 o maren <1a I fifi __Io uo s" orr l ernamouco, aos de marco aeiBbb. i u aqaelles que pagarera depois deste dia.
COMMERCIO
-ti-j
PRAfA DO RECIKt.
Coiaees offlciaes.
8 de narco.
As 3 Ir* horas, da tarde.
Aifodo de Macei posto a bordo 17JO0O por
arroba.
CtsoM* obre Londres 28 1|8 d. por 1*000 90
Cauabio sobre Pars338 rs. por franco,
tleeetfitos11 0|0 ao anno.
uboureq Jnior,
Presidente.
Silveira,
Secretario.
- fiovo banco de Pernam
bueo.
thvo Banco desconta letras a 12 por cento
a*noo, toma djnheiro apraso fixo ou em conta
aocrnAa pelo .premio o conJicoes que se conven
<*ir. e saca sobr a praca da Babia .
Dalia filial do banco do Brasil
en Pernaubnco.
De rdem da directora se faz palico que o
tkesvreir) de-la caixa se acba aoorisado a pagar
* dividendo do semestd.flodo em 31 de dezembro
prximo passado, na razio de 12J0O0 por accao.
Catxa filial do banco do Brasil 15 de Janeiro
em*.
Beadc ment do
Urna Jo dii 8
O guarda-livros,
Ignacio Nones Correia.
aLFAlNDEa.
dia 1 a 7 .....
162:8205700
16:403171
17i23,J87i
Eu Guiiherme Augusto de Athayde, escri-
vo o subscrevi. Virgilio de Gusm3o Coe-
lbo.
N. 60.Rs. 400 rs. pagou 40 rs. Reci-
fe 3 de marco de 4866 Chaves.Sena.
Vai pagar 250 rs. de direilos de chancel-
lara. Recife era supra.O escriv5o, Athay-
de.N. 1224. Pagou 250 rs. de direilos
de chancellara. Recife 3 de marco de 4868.
Chaves.Limoeiro.
Transitou pela chancellara. Recife, 3 de
marco de 1866.scri vio, Francisco dos
Res Nunes Campello Juoior.
Laucado a tls. 400 do competente livio
n. 43. Rtcife 3 de marco de 4866.Cam-
pello Jnior. Firmino Antonio de Souza,
presidente. Estavam as armas imprtaos.
E nada mais se continua em dilo edital
aqui copiado do proprio original.
Dado e passado nesta cidade, aos 5 de
marc i de 4866. Eu Guiiherme Augusto de
Athayde, eserivSo o subsorevi.
O cdado Paulino Amonio de Souza Ayres, juiz
de paz em exercicio do 3 dislricto da fregnezia
dos Afogados em virtude da le, etc.
Fago saber aos qae a presenta carta de editos
virem, ou dalla noticia therem, em como D. Mara
Matliilde Cavalcanti e ski filbo o teoente corone
Manoel Joaquim dj Reg Albuquerque me fizeram
a peticao do theor seguinte :
Dizem Mara Matbilde Cavalcanti e seu filho Ma
JMesa do consulado provincial de Pernambuco 6
de marco de 1866.
Antonio Carneiro Machado Rios
Administrador.
pasageiros, frotes etc., ata-se- com os
Henry Fowter-4 C, roa d* Trapiche o. 8.
eMPA*IHA IHll<||.i:iHA
DE
PtOCTfiS A VAMR.
E'esperado don porto do sul
ata o da-14 do correte o vapor
Santa Cruz, o qual depois da de-
mora do costume seguir'
o*-portos dooofte.
ja reeebera-*e passagnire* gaja-se a
carga que o vapor poder cooduzir a qual devera
ser embarcada ap diada sua ofeegada, en com mon-
das e dinheiroa rete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia roa da Croz n. 1, escriptorio de An-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPilfHIA BIASLIRA"
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esparado
at o dia 20 de m veo o vapor To-
cantws, comioandaole o primeiro
.tem-nte Araujo. o qnal depois da
__ idemor^ido costume seguir para
os portos do snl.
Desdeji recebem se passageiros e engaja-se a Porta cinza, 6 (uadros, 4 frase*?,
[t'jue o vapor poder cooduzir, a qnal dever lavas, 4 castigaos e mangas, 4 langas com
iread no di, de sua coegada, encom- dos e 1 lustre de 3 bieos.
las e dinheiro a frete al o da da sabida as i Sala de espera.
1 horas : agencia roa da Cruz n. I, escriptorio de i mobilia de cedro, 2 cadeiras de (erro com
Antonio Loiz de Olj veira Azevedo A C.
LEIUO
De 2 iKirfj yiuio do porto
Sabbado 40 de matcojoo. aroiazem do Sr.
Anne?.
0 agente Pinto legalmente antoriwido far' lei-
lao por conta e risco de qaem pertencerom um oa
mats lotes, de 20 aneoreas com vinho de Porto :
as 11 e 1|2 horas do da a/ima d.to no armazem
d Sr. Annes em frente a alfaadega.
| Oraae leiio de movis
Segunda-feira 12 da marco
A. Schaffter, teodo de reiirar-e para Europa fa-
ra leilo por Intervescio do agento Pinto,, de todos
os movis, louca e cryslas existentes- em casa de
sua iwatdMoina Haseag'im da Magdalena, para'
onde seguir' am mnibus devendo partir as 10
1}2 horas da praca do Ommercio.
I ^11 \o ^ !
'para tte movis-, lauca e crysA
toes, a $abnr:
Primelra sala.' da visita.
1 mobilia de Jacaranda em 1 sof, i mesa de
raei de sala, 2 censlos com lampos de pedra, 2
cadeiras de bracos e 12 de anornicAo, 1 mesa de
Jacaranda para sof, 2 cadeiras de balando, 5 lan-
' gas para cortinados, fazenda para cortinados, 1 can-
delabro e 2 serpentinas de crystal, 4 vasos para
flores, 6 quadros, 2 escarraaeiras, I tapete de sa-
la, e 1 lustre eom 4 bicos.
Segunda sala- da-visita
1 piano forte do afamado fabricante Ctrl Scbeel
incassel, 1 eadeira para o mesmo, 1 mobilia de Ja-
caranda com lampos de padra, 2 cadeiras de ba-
taneo, 1 mesa de charo, 2 bancas de Jacaranda
para jogo, 3 peles, 1 panno do mesa, 1 campa, 2
2 caias porta-
cortina-
Paga se no escriptorio da companhia pernam-
bueana somonte aos sabbados, e ero presenca das
respectivas aceSes, o Ia dividendo a razSo de 1QF
por aeco : no escriptorio, largo da assembla nu-
mero 1.
O padre Flix Brrelo d Vaaooacellos extin-
gui a tola particular de latim que liaba em sua
casa, e d'ora em diaute ensinar somente no col-
legio do Sr. professor Jeronymo Villar, oa roa lar-
ga do Kosarlo, e no do Boin-'iunselho. na ra da
Aurora. Os alumnos qae qnizerem aprender com
, o annunciante, mtendam-pe com o director de
qualquer um do* referidos collejilos.
mmmmmmmm mmmwmm
90 Dr. Francisco Pires Maclindofl
Portella
A cmara municipal da cidade de Olinda e seu ter-
mo, em virtude da lei ;etc.
Faz publico a seus municipes, qne ten lo o Kxm.
Sr. presidente da provincia por oilhio circular de
S do correte coramunicad j a mesma cmara ha-
ver o goVgMio Imperial resolvido que em todas as
capitn djkji piVincias se faca no di 1 de julho
prximo vMMto urna eiposico dos prodneto
agrcolas e lodnstriaes e de obras de arte : tend
a exposico por fim nao s mostrar o estado de
oossa civ.ilisac.Ao, mas principalmente promover o
desetfr/WtTiento da nossa industria, espera que os
seos mfcipes em o maior numero que fr possi-
vel concorrerao para dita exposi'cio com os objec-
tos de suas artes.
Pago da cmara municipal de Olinda, em 19 do
fevereiro de.|*08.-Jo? Geraldo de Lima, pro-
presidente. Marcolino Dias de Araujo, secretario.'
Arrematado.
Finda a audiencia do da 28 do correte da
provedoria dos residuos, escrivo Vasconcelos, se-
ra' arrematada por venda a qaem mais der, urna
casa terrea com sotao n. 22 na, Capunga fregnezia
da Boa-Vista, fazendo frente e esquina para a ra
da Ventura e oitio para a roa das Pernambuca-
as, com 3 janeilas na frente, 32 palmos de lar-
gura e 70 de fondo, com porto no oito, i salas,
gabinete ao lado, 4 quartos, cosinha (ora, quintal
murado, com 130 palmos de comprimento
. I largara, com cacimba propria, casa para
COMPAMIIA PERNAHBCANA
D8
Navegaco eosteira por vapor.
Illia de Fernando.
O vapor Pora-
hyba, comman-
dame M artins,
p&hira' para o
porto cima no
dia 10 pelas 11
horas da menta.
Recebe aajga
poniente at o 1a
ipass*tfeiros, encommendas e dinheiro a frete
' 'as 10 h iras da roanhaa do dia da sabida : 00
piptorju do Forte do Matos n. 1.
Jpapanhliidas Heusagerfes Im-
periales.
ac-i i At o dia 14 do correle mez,
espera-se da Europa o vapor fran
cez Estramadure, o'qual depais
da demora do costume seguir'
para Baha e Rio de Janeiro,
ra conrtiecofs, fretes e pa>sagens trata-sena
aa jo Trapiche n. 9.
~*
Kio de Janeiro.
noel Joaqoim do Reg Albnquerque, senbores e pos-1 f000 Lu8 "voreflot e com urna entrada pelo on-
suldoras dos aforamentos dos engehos Peres e Gi-; r>01.ta0 de 0 Palmos de largura estando o sotao
travejado, sendo o terreno proprio, avadada por
2:000,3. A qual casa perteace a testamentaria dos
finados Francisco Xavier de Lima e sna mnlber
Mara dos Santos Gama, e vai a praca a dita casa
a requer ment do respectivo testamntelo.
Pretende nahir com brev'nlads a barca Jovem
Palmira, por ter a maior parte do carregamento
e 42 de | promplo para o resto que lhe falta e escravos a
baohos, frete trafa-se com o consignatario Joao Francisco
MOV MENT DA ALFANDEGA
Vtiaises entrados com fazendas... 297
< com goeros... 235
Vaowee sabidos cem fazendas....
com gneros.
-----532
51
706
----- 757
Descarregam hoje 9 do marco
Yapar io^lezAmazonmercadorias.
Patino mglezUndinefarinha de trigo e mais
geaeros.
Sanaca argentinaiVoz-a Carlotacharque.
BrtfiK nacionalFlwntsense dem.
Barca nacional -Un vahin dem.
Pataca argentinaMonte video dem.
KEEUORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO
estamento do dia 1 a 7...... 20:055*726
fima 4o du 8................ 2:063*578
22:119*204
Sfeadintenio
iVem do dia
CONSULADO PROVINCIAL
da i a 7
47:403*528
8:186*216
55:489*744
IflOVIMENTO DO PORTO
Savios entrados no da 8.
Asad -S dias, biale brasileiro Seroipano, de 54-to
ciadas, capillo Pedro Jos Fernandes, equipa-
geta 7, carga sal e oatros gneros; a Jos Luiz
ae Souza.
Ass dias, blate brasileiro Novo Invenewel, de
4$ toneladas, capitao Joaqoim Antonio de Fi-
gaetr Jo, eqnipagem 7, carga goma e oatros ge-
aeros; a Silva ^- Alves.
Assm 8 das, hiate brasileiro Sobralense, de 97 to-
abadas, capitao Aotonio Gomes Pereira, equi-
pagem 8, carga 719 saceos eom algodao a outros
aeras; a C C da C. Moreira.
Observacao.
Sin houveram sahidas-
EDITAES
O Dr. Virgilio de GusmSo Coelho, juiz mu-
nicipal supplente em exercicio da segunda
vara desia cidade do Recife de Pernam-
buco e seu lermo, por S. M. I. e C. oSe-
otur O. Pedro II, a quem Deas guarde,
etc., etc.
Faeo saber pelo presente que a junta ad-
ministrativa da Santa Casa da Misericordia
o Beci'e, por sea procurador, me indlre-
$011 a peticao do tneor seguinte :
Diz a junta administrativa da Santa Casa
da Misericordia do Recife, que quer fazer
citar aos nerdtiros do fallecido Maooel Pin-
to, para a primeira deste juizo fallarem aos
tensa* de am libello, era que lhes quer pe-
tfir sitio o. 31 particular as salinas, no
logar d^dtuninado Carreira dos Mazombos,
do qual sitio se acbam de posse os suppli-
cadoa por btulo de aforamento feito aquello
thAx visto terem oa snpplicados cabido
tt melrwrmenie 99 eipres-
quia, que querem chamar a' coneiliacao a Jos
Ferreira de Campos e sua mulher para lite paga-
rem tres annos de foros vencidos em trila de
janho do onno prximo passado de mil oitoceotos
e sessenta e cinco, a' razo de dezesels mil tresen-
tos e vinte ris anouaes, as-iui como desistirem
do direito de foro, e isto ter cahldo era comlsso, e
como os sapplicados nSo existam no lugar e se
acham ansentes em lugar nao sabido, e com os
sopplicantes pedirem sejam citados por editos,
como de lei. Pede ao seohor juiz de paz do 3
districto da paroebia da Afogados qne lhe defira
com justica. E recebera' merr. Manoel Joaqoim
do Rogo Albuqaerque. Afogados, cinco de feveret.
ro de mil ateoslos e uomwla-o seisi *
E mais se nao conlloha era diia peticao oa qual
dei o despacho seguinte :
JusliQquem a ausencia dos supplicados, para o
que marco o dia nove do correte, sendo-me de-
pois os aatos conclusos. Tercero dislricto de paz,
seis de fevereiro de mil oitocenios e se$senle e
seis. Sonza Ayres.
E mais se nao continha em dito depacho, pelo
que produzio o justificante suas testemnohas e em
vista aellas dei a senteoca do theor seguinte :
Visto provar-se pelo depoimenlo de testeroonbas
qae o sapplicado Jos Ferreira de Campos e sna
mulher acbam-se ausentes em parte incerta, hei
por jastiflcada a sua ausencia. O escrivo passe
carta de editos com o praso de trlnta das. Ter-
ceiro districto de paz da freguezia de Afogados,
vinte e tres de fevereiro de mil oitocentos e ses-
senta e seis. Paulino Antonio de Souza Ayres.
E mais se nao continha era dita senteaca aqui
copiada, por forca da qual o escrivo que esta es-
creveu e passou a presente carta de editos, com o
praso de trila dias, pela qual se chama e cita, e
hei por citados aos supplicados Jos Ferreira de
Campos e sua mulher, para que comparecam na
primeira audiencia deste juizo por si ou seu pro
carador, atim de se amcilUrera com os supplicari-
tes a respelto do qae ca declarado na peticao
cima transcripta, a qual lera' lugar a immediata
depois de nado o praso cima, sob pena de revelia.
Pelo qne toda e qualquer pessoa, amigos oa.co-
nhecidos dos mesmos justificados, o podero fazer
sciente sdo qne cima Oca exposto.
O porteiro do juizo afilara' a prsenle no lugar
do cosame.
Dada e passada neste tercein dislricto dos Afo-
gados aos tres de margo de mil oitocentos e ses-
senta e seis.
Eu Joo Mauricio de Sena, escrivo o eserevT.
Paulino Antonio de Souza Ayres.
Juiz de paz.
Cmara municipal.
Pelo contadoria da cmara municipal dasta ci-
dade se faz publico que nos mezes de fevereiro e
marco se recebe a bocea do cofre o imposto mu-
nicipal sobre casas de negocio, e aqnelles que nSo
pagarera neste lempo eslo sujeiios a mulla na
forma do arl. 32 do regularaenio n. 360 de 15 de
junho ds 1844.
Contadoria 1* de fevereiro de 1866.
O contador.
_______Caetano Silverlo da Silva.
" 20 de"
da Silva Novaes travessa da Madre de Dos n. 5.
f'ara.a Baha
Pretende segoir com muit brevidade o palha-
bote nacional Dous Amigos, tora parte do sea car-
regamento promplo para o resto que lhe falta tra-
ta-s com os seus consignatarios Antonio Lniz de
Oliveira Azevedo & C no- seu escriptorio roa da
Cruz n. 1. ____
Para o Rio de Janeiro-
' Pretende seguir cm muita brevidade o oalru-
bote nariooal PIEOADE, tem dous lerdos do seu
carregamenij tratado, para o resto qae lhe falta
trata se com os seus consignatario Antonio Luiz
ae tfcuvira Azevedo Oc il, mi eu escriptorio ra
ca Croz u. 1.
ba-
; lanco, 2 ditas de palha com bataneo, 8 qnadros, 1
banca de abrir, 2 jarros dqqradot., 1 jogo de cna-
drez, 1 dilo domin, 3 tapetes- a 1 lustre de 3 bicos.
Sala dejiatar.
1 mesa elstica, 1 aparador, 1 dito com pedra,
1 guarda louca, 2 mesas do abrir, 1 qaartiuheira,
1 jarra, 1 machina para fazer gelo, 1 caixa para
glo, 2 mesas, 12 cadeiras americana;, 1 a;>pare-
Iho de porcelana para jantar, Itdito para a I muco,
garfos, facas, colberes e 1 appardho de dissert, I
apparelho de oleclroplaies,2 frut^iras de marino-
re, garratw^&rapoteiras, *opas, clices de oo
cryoal a Corea da OO Mrafas vazias.
Sala, da frente, do sotao.
1* mobilia de Jacaranda com lampos de pedra, 3
tapetes, 1 candelabro, 2 jarros, 2 caixas de costu-
ra, 2 estantes, castlgaes e mangas, escarradeiras e
1 candieiro de gaz.
Sala de detraz.
1 guarda vestido de mogn > com es^elho, 1 guar-
da roupa, 1 toilete com espeiho, 1 commoda, 1 la-
vatorio, 2 camas francezas, 2 bids, 2 porta-loa-
Ihas, 1 sof e 2 tapetes.
Quarios.
2 guarda roupa, 1 gu?rda vestido, 2 commoJas,
1 cama de ferro e conloados, 2 cabides, tapetes,
espelhos, 1 cadeira privada e 1 banheiro de flan-
dres.
Diversos livros, I caixa com 1 revolver de 5 ti-
ros e seus perleneys, 1 pistola, 3 excellentes es-
pingardas sendo ama de am cauo, outra de 2 ca-
nos e ootra nraa carabina, 2 sellins inglezes, 1 ti-
Iho, Ibacatf lia, differentes caitas com charnlos
Havana e muitos oulros artigos qae estaro ao
exame dos concorrentes.
Segnnda-felra 12 de marco.
Na Passagem da Magdalena primeiro sitio
a esquerda depois do coafariz.
A. Schaffier tendo de retirar-se para Kuropa (a-
I r leilo por intervenco do agente Pinto de todos
os objectos cima mencinalos existentes em casa
I de sua residencia, as 11 horas do dia cima dito.
As 10 e 10 1|2 horas do referido dia pai tirio os
[ mnibus para transporte (gratis) dos concorrentes
; ao leilo sendo o ponto de partida a praga do Com-
me:cio devendo vollar os mesmos mnibus o pn
meiro as 3 horas ero ponto e o segando as 4 horas
da tarde.
MEDICO E OPERA OP.
PKLA
Facialtlade de Parla.
continua no exercicio da an profisso,
especialmente as molestias de olhos, de
vas urinarias e de pelle, para cujo tra-
lamento inlga-se tiabtl.iado atienta a pra-
tica adquirida nos hospitaes da.jao la ca-
pital, e os instrumentos mais moderaos
que possne.
Accode promptameole a qualquer cba- j
mado para fura da cidade.
E encarrega so de cullocar olhos ani- J
claes.
No pateo do Carmo n. 2, esquina da I
ra de Horta, das 6 as 10 horas da ma- i
nba, e das 3 as 5 da tarde.
m&mmmmmm-mmm
Manoel Pedro de Mello vai a Europa.
Manoel Joaquim da Silva subaito portuguez
retira-se para Europa.
Mara Francisca da Rocha Felo, parteira
avisa ao respeitavel publico que inudou se do pa-
teo do Paraizo para a ra das Crazes u. 19.
Joo Nepomuceno de Oliveira Figueiredo sub-
dito portuguez pretende sabir para Litboa.
O Sr. Pb. Scheibener retira se para Europa
Joo Pereira Pedrozo de Lima & lrmos, coro-
praram a taberna da ra do Otovello d. 49, ao Sr.
Jos Pjuo i da Silva, se alguem se julgar com
direito a ella, dirija se a mesma no praso de 3
dias. Mudos os quaes nao se altenler a reclama-
cao. Pernambuco o d marco de 186G.
Osabaixo assignados convidam ludas
as pessoas amigas do finado Jo Joaquim
|.de Souza Ahreu e I. ma, para assistirem a
missa que conjuntamente com mais alguns
-unges do mesmo tinaoo mandam celebrar
na ureja de S. Franci>cj pelas 4 1|2 horas
da manhaa do dia 10 d i rorrete, pelo re-. I
pou'o eterno do mesmo lioado.
Joaqoim la Mreir.
J.i.- Soares Pintu Correia.
Gabriel Antonio Castro Quataesl
Guarino de Souza Peixe convida aos amigos
e collegas alfaiates para'que *e digoemouvir urna
das missas por alma <]> f.i|leci-i<....... sabbado
10 d torrente na igreja de Nossa. Senhora do
Carino do Recite.
Attencao.
1 .... '
DECLARACOES
Santa Casa da Jlisericordia
do Kecile.
A lllm' jama administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
precisa contratar um apello para o hospicio de
alienados em Olinda; os rev, endos sacerdotes qae
pretenderem exercer as funecoes deste cargo po-
de m dirigir as suas petiedes a' mesma junta, a
qual se rene as quinlas-feiras na respectiva sata
de suas sessoes..
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re-
cife- 28 de fevereiro de 1866.
O offlcial-maior,
________________M anoel Antonio Viegas.
^anta Casa da Misericordia do
Recife.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, manda convidar as pesssoas
qae qaizerem alagar as casas abano declaradas,
fazendo a sna casia 03 concerlos de qae ellas .pre-
cisa m, a comparecern na sala de saas sesoes as
qnintas-feiras as 4 horas da larde afim de apresen-
tarem soas propostas, poendo o arrendamento ser
feito at nove annos com antorisacao do Exm. Sr.
presidente da provincia.
Patrimonio dos Eslabelecimentos de Caridade.
Roa Uireita.
Casa de nm andar n. 33 publico e qoatro parti-
eular-
Rna do Azeite de Feixe.
Casa de dois andares n. I publico e 35 parti-
cular.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 5 de marco de 1866
O offleial,
Manoel Anlonio Viegas
Arseaal de guerra.
O conselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar para o presidio de femando de
Noronha o seguinte :
1500alqueires de farinha de mandioca em saccas
de dous alqneires.
At pessoas qae qui'erem vender ditos artigos
apreseniem soas propestas oa sala do conselho, s
II horas da manh do dia 5 do correle.
Sala do conselho de compras do arsenal de guer-
ra 1 de mar;o de 1866.
O eocarregado da escrpturacio
Manoel Josii de Azevedo Santos.
Capitana do porto de Peroambueo,
fevereire de 18C6.
O Illm. Sr. capitao do porto, manda publicar em CoDsiante Hit, por ter promplo quasi lado
virtude de ordem de S. Exc o Sr. conselheiro pre-
sidente da provincia, o aviso circular de 10 de
jaoeiro ultimo, em qae o Exra. Sr. ministro da
agricultura, commercio obras publicas, commu-
nicando a existencia de ama eslsco telegraphica
no Cabo-fi 10, declara ao mesmo tempo o modo
porque devem os navios procedentes do norte,
coramunicar-se com a raesraa esUeo, ^e no caso
de cerracao ou noute com a Ponta-Nrgra oo a
Saii/a-6'ctiz.
Circular.Directora das obra* publicas.2' sc-
elo.Rio de Janeiro. -Ministerio dos negocios da
agricultura, commercio e obras publicas, ero 10 de
Janeiro de 1866.Illm e Exm. Sr. Commanico a
V. Exr. para qae faca publicar nes;a provincia,
afim decbegar ao conhocimento dos donos ou con-
signatarios dos navios que no Cabo-frio existe urna
estacan telegraphica para a qual, aquellos que
demandarem a barra do Rio de Janeiro, devem
foroecer as informales seguintes :
A saber
1." O nome do navio;
2.* A sna procedencia;
3.* Os das de vlagem;
4. A carga que traz:
5." O nome d> consignatario;
6. As noticias martimas ou cororoerciaes.
Com a declaracao de qae oesta Informarles ser
transmillidas por mel de signaes Maryath a
referida estaco, e quando os navios nao possam
com ella por causa da noole ou de cerracao no
mar o devem fazer para a Punta Negra, o'n para
Santa-Cruz, em qaanto estiverem fra da barra,
cumprindo admittir que os navios procedentes dos
portos do sul, devem transmittir as communica-
goes exigidas para o lelegrapho da barra, oa Baby-
lonia, logo que se possam corresponder com laes
esta^oes.
Deas gaarde a V. ExcDr. Anlonio Francisco
de Paula Souza.Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
Cumpra-se.Palacio do guverno de Pernambu-
co, em 19 de fevereiro de 1866.Lunha Parana-
gu.
O secretarlo,
Dedo de Aquino Fonseca
I Do armazem de molhados
ra d9 ngel n 49.
Segonda-feira i2 do torrente as 11 horas.
Elias de Almeida Lima
com consenso de seos credores e por intervenco
magni
qualidade
Para Lisboa
Sahira' oestes poucos dias a barca portugueza
o seu
carregamento, para o restante e passageiros tra-
" ._ p_" l_________________________comprados a bem pouco lempo, irraaoo qaasi no
Para a i iba de S Misnei va>lu5lre de vldro a ?az e noairoente todos os
pretende segoir uestes dez dias o patacho portu-i/maif intenfilios do estabelecirnento cima dito o
guez Fernandes, tem dous tercos de sn rrre. ment prurapii
para o resten ha K'p |!
sageiros, para os quaes tem excellentes <*.ommodos,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
ser ef-
fectuado em um ou mais lotes vontade dos lici-
tantes, e o balanco est em poder do referido agen-
te a exame.
Em conhnuaco

Lina t sera va
Elias de Almeida Lima
fara' leilo por intervengilo do agente Cordeiro Si-
pouco
P.va o Podo.
Sahir impreterivelmeote al o dia 16 do cor-
rente mez a barca portuguez* Seguranca, por ter
to*) o seu carregamento promplo, para passagei- mges de urna rnulatinlnde idade 10 annos
rosaos quaes offereceexcelentes commodos, tra-! ma 0Q menos, com principio de habilidades' para
la-se com os consieoatanos Cunha lrmos & C, a 0 que obteve consenso de seus credores, cujo lei-
rua^a Madre de Dos escriptorio n. 3 ou cora o '"
capitao na praga.
Para Lisboa
Sahira depois de pequea de-
mora ae^te porto por ler a maior
parte da carga engajada o brigue
portuguez Laia I, o qual se espe-
ra a lodo o momento de Lisboa,
para o resto da carga e passagei-
ros trata se com E. R. Rabello, ra do Trapiche
n. 44.
LS.ILES.
mmim mu
Relaco das cartas segaras viudas do norte pelo
vapor Paran' paraos senbores abaixo decla-
rados :
Dr. Jos liento da Cunha Figueiredo.
Jos Bandeira de Mello (Olinda).
Jos Eufrezino Rodrigues Franca Leite (Olinda).
Jos Rodrigues de Souza (2).
Manoel Gomes de Monra e Silva (Limoeiro).
Manoel Juvenal de Miranda Du rao.
Maooel dos cantos Villaga.
Rufino Loiz do Reg Rraga.
Silvio Ribeiro Pereira Ferraz.
S. T. Bastos & Irmo.
IEILAO
DE
Correia.
Pela admioistraco do correio desta cidade se
faz publico que o fechamente das malas qne o va-
por nacional Paran' em de conduzir para os
portos do norte, foi transferido para boje (9) as 3
horas oa tarde.
As cartas admetlidas a seguro sarao receb'idas
at 2 horas da tarde, e os jornaes at mel da.
Admioistraco do correio de Pernambuco 8 de
marco de 1866.
Domingos dos Passos Miranda.
Administrador.
A.iSOS MARTIMOS
-
Para o Eio de Janeiro
vai sahir com pencos dias o brigue Adeltiide por ler
I maior parte do carregamento tratado, o para e
resto qae lhe falta e escravos a fine, trata se com
o consignatario Joaqoim Jos Gongalves Beltro,
na rna do Vigarlo n. 17, primeiro andar.
Para Lisboa pretende sahir com brevidade o
patacho portoguez JOS' por ter parte da earg*
tratada e para o resto que Ibes falta trata-se com o
consignatario Joaqoim Jos Goncalves Beltro, na
rna do Vigarlo n. 17. primeiro andar.
O geme Martins fara' leilo a reqaerimento
dos administradores da massa fallida de Joo Bp-
tlsta Gongalves Bastos e por mndalo do Illm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, de ama mobilia
d* caranda' constando do am sof', 2 consolos
com podra, 1 mesa do meio de sala sem lampo, e
16 cadeiras de guarnlco, lado pertencente a mes-
mi massa.
HOJEt
' Era o armazem da rna da Cadeia n. 8, as 11
horas._________________________________
LEILO
HOJE.
Sexta feira 9 as 41 horas oa ra da Cadeia
n. 55, primeiro andar.
Pela agente Eiizeblo.
De ama mobilia de Jacaranda nova a moderna
com lampos de pedra marmore._____________
LEa
De movis, jotas, relogios e candieiros.
HOJE.
A RA DA CADEIA N. 8.
Martins fara' leilo por conta e ordem do Sr.
Americo P. S., de diversos movis, crystaes, can-
dieiros, relogios e oatros maitos artigos de gosto
que se torna enfadonho mencionar.
Na mesma.occasiao vender uro aderecode bri-
Ihanie, uro anel, 2 argolas de brilbante e outros
muitos artigos de tost de ouro de lei-
lo lera lagar no estabelecirnento de molhados a
rna do Rangel n. 49.
NO DIA
Segnnda-feira 12 do corrente as ii horas.
LlilO
De roupa feita, fazendas, ar-
mago e pertences da luja de
alfaiate do patro do Livra
ment n. 34.
O agente Martins far leilo a requeriroento do
inventariante dos bens deixados pelo fallecido Jo-
s Joaqnira de oraes e por despacho do Illm. Sr.
Dr. juiz de orphos, da armaco, fazendas, roupa
feila, mesas e pertences da toja de alfaiate do pa-
teo do Livrameoto pertencente ao mesmo fallecido.
Segunda feira 12 do correte
As 11 horas do dia na dita loja.____________
"lexAo"
De urna casa terrea na tr.ivessa do Carce-
reiro n. 2, em chSos proprios e rende
16.) mensaes.
Urna dita n. 12 na ra da Mangueira fo-
reira, tem 2 portas e janella corredor ao
lado.
Cordeiro Simes
por conta e risco de qaem pertencer far leilo
dos predios cima descriptos os quaes podera des-
de ja serem examinados e qualquer informaclo o
mesmo agente satisfar, cojo leilo ser effectoado
oo dia terca feira 13 do corrente, as 11 horas, no
armazem a roa da Cadeia n. 29.
Leilo
e 75
De 200 pares de botinas para bomem
ditoajlitos para senhoras.
Sabbado 10 de marca as 10 leras era poni sm
frente a alfaudfna.
O agente Pinto fara' leilo a requermenta de
Joaqun) Pereira Arantes,eom autorUaco do Sr.
contal de Franca a par conta e risco de qaem per-
tencer de ama caixa marca J |P. A. n. 57, com
calcados averiados a bordo de vapor ingles Douro,
as 11 horas do dia cima dito em (reote a alian
dega.
AVISOS DIVERSOS
LOTERA
Aos 6:000*000.
Cerr amanha.
Acham-se a venda na respetiva thesou-
raria a ra do Crespo n. 15, os billetes,
meios e quintos da 3a parte da 2a lotera
(51), a beneficio da Santa Gasa da Miseri-
jcordia para eanalisaoio d'agua e gaz no hos-
pital Pedro II, coja extracto ser no lugar
e hora do costume.
Os premios de 6:0004000 at 10,5000
serSo pagos urna hora depois da extracto
at as 3 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicao das listas.
As encommendas 9ero guardadas so-
mente at a n>ite da vespera da extracto.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Mara Joaquina Wanderley I.os tendo por no-
ticia que o Sr. Jos Aotonio Pereira Janior trata
de vender alguns bous perUmceutes a mesma em
virtude de urna pro.-uracaj ijue um, f.z sciente
que pessoa alguroa fa^a negoeio cora ditos bens
pois que dita procuraco se acha inutilisada e sem
effelto.____________
Precisa-se de um forneiro que saiba desem-
penliar perfeitameote sea lugar, pagndose lhe
bora ordenado, tambera a Jmitte dous trabalhado-
res : aa padaria da ra larga do Rosario n. 16.
Precisa-se de uro caixeiro na padaria da ru
Direita n. 129, prefere-ss um chegado de pouco.
AMA
Precisa-se d urna arpa para
na roa Nova n. 38.
nhar
ctmprar e cost-
.0 abaixo assiguado faz poblteo especialmen-
teao corpo do cominer.cio que os Srs. Maooel Al-
bioo de Amorim e Aureijo dos Sautos. Coimbra,
que faziaro parle da firma social que gyrava ne>ta
prarja sob a razo de Albino, Amohrri <$ C, ja
nao pertencem aquel.a nraa desde o 1 de jaueiro
deste anno, fleando a cargo do mesm i abaixo as-
signado todo o activo e pissivo da entnela tirina.
R ecife 3 de marco de 1866.
_______________Albino da Silva Leal.
De bordo do vapor Toeaotios, chegado a
esle porto no dia 2 do correte se desencarainhou
um pequeo bah de coud preto, pede-se a algum
dos Srs. passageiros do uiesmo vapor que por en-
gao o tenba levado entre a sai pagagem de o
mandar entregar na ra Imperial n. 12, onde se
pagaro as despezas que por ventera- se bouver
feito. ___
Precsa-se de urna ama para cosinhar e com-
prar para casa de pouca familia, preferindo-se es-
crava : quera pretender dinja-se a ra da Praia
n. 59, primeiro andar.
. Na ra Bella n. 22, precisa se alugar urna
ama forra oa escrava (prefere-se a ultima), para
casa de pouca familia, paga-se bem.
Na raesraa casa cima existe para venderse
um barro novo, manso, mu grande < bonito, afeito
aos servicos de sella e .auga ha, que acaba de fa-
zer urna viagera longa, e por nao ser mais preciso,
vende-se multo barato.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 12 da
roa da Imperatriz cora magnificas accommoda(5es,
bonito jardim, agua em todos os aposentos e Ilu-
minada a gaz, os preteodentes dirijam-se a mesma
casa.
Ama.
o servico interno
pouca familia : na
Precisa-se de ama ama para
no e externo de urna casa de
ra do Torres o. 14,2 andar.
Precisa-se de ama nparlguioha para andar
com urna crianza, dase de vestir e paga se algu-
macousa, preferindo-se pessoa recolhlda : quero
estiver cestas condicoes dirija-si a ra da Man-
gueira n. 1._____________^^
Ama
Precisa-se de ama ama para cozohar e com-
prar para casa de pouca famiiu, paga se bem : na
roa da Concordia n 34, sobrado, ou armazem do
sol n. 26._______________________t
OSr. Jos Camello do Refo -Barros qneira
ler a bondade de apparecer na ra da Imperatriz
n. 61, ero casa do abaixo assignado.
____________Custodio Manoel Gongalves.
SUCIKDADE
DOS ARTISTAS ALFAIATES
De ordem da directora da sociedade Bi*neQcenle
dos Artistas Alfaiates nesta provincia, convido lo-
dos os membros da mesma socidade, e ao publico
em geral, para assistirem oo domingo II do cor-
rete a sesso nagua do anniversario da mesma
sociedade, que lera' logar no palacete do largo a
S. Pedro, as 10 horas do mencionado di i.
Previno anda de que a noile estar' ahert > a'
concurrencia publica o salo do mesmo edicio,
para o que a sociedade espera que o publico desta
provincia, amante como de lodos os principios
nebres e dedicadas, -nao deixara' de concorrer a
essa fsta social, em que apenas se nota o amor e
dedicaco pela arte.
Secretaria da associaeo BeoeQc-uto dos Artis-
tas Alfaiates 8 de marco de 1866.
Manoel Jaquim Machado Guimares
! secretario.
Domiogos
retira-se para t
es Beiro, subdito
la provincia.
poitugaez,
P.clsi-se de um rapaz pan oaiViro destes
alliroos befados do Porte, alo la qu- nao saiba ler:
na rualmperial o. 45. ____
Piotam-se tabolelis e faiem se letras, tuio cora
perfeicao, bem como copia-se mus! a coro afieio
bonita copia : a tratar na ra da Imperatriz au
mero 76.__________________^
Aluga-se urna sala e um qvurto proprio par.
eseriptono, na raa do Lnperador d. II: a tratar
na mwma.__________
Precisa-se de um cralo para cisionar e
e comprar : na raa do Crespo n. 9.

-

-




DlarU
ueo Sec*a felra O de Har* de 1866.
--------------1
GASA DA FORTDA.
Aos 6:OO0#O00.
Bilhetes garantido!.
A' RA DO CRESPO N. E CASAS DO COSTUME
0 .bajo assignadoveaeu os saus muito fel-
us bhetes garantidos da lotera qoe se acabo
deeitrahir, a beneficio do recolhimento de Igna-
ra ss. os seguintes gremios :
N. 2986 nm meio com a some de 6:UOO*.
N. 3968 dons quintos cora a sorle de 500#.
N. 3466 dons quintos com a sorie de 2004
E oulras mnitas sortes de 1004, 404, e 20*.
Ospossuidores podem virreceber sens respec-
tivos premios sem os descontos das leis na Casa
da Fortuna roa do Crespo n. 13.
Acham-se a venda os da 3* parte da 2 lotera
(51) beneficio da Santa Casa da Misericordia
para canalisacao d'agua e gaz no .hospital Pedur
I que se extrabir sabbado 10 do eorrente.
PRECO.
Bhetes. .... 000
Meios......3|000
Quintos.....l&wv
Para as pessoas que comprarem de 1000000
para cima.
Bhetes.....800
Meios......2*750
Quintos.....14*00
Manoel Martins Fiza.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, eslabeleci-
da nesta praca, toma seguros marilimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercadorias e mobilias:
na raa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
jUBYVEBNAT vC
99Ra do Imperador99.
Deposito de joias ranrezas por atacado.
Casa em Pars e Hi-> de Janeiro.
Recebem directamente por todo os paquetes.
Aluga-se a grande casa da ra da Florentina
n. 20 com mnitos o excellentes comraodos para
urna grande familia morar muito fugadamente :
quem a pretender entenda se com o proprietario
na ra do Hospicio n. 50. das 6 as 9 boras da ma-
nla, e das 3 as 6 da urde.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
onrives, comprare ouro, prata, e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de eucommenda, e
todoe oualquer concert.___________________
Precisase alugar urna ama para comprar e
cozinhar: a tratar na ra do Apollo n, 9.______
~~ Precisa-se de urna escrava para o servigo in-
terno e externo de urna casa de pouca familia : na
ra da Soledade n. 38;___________________
~ZT~Antonio Jo.' Rodrigues de Souza na ruado
Crespo n. 15, toma dinheiro para mandar entregar
na B*hia, Para e Maranbo.
Carvalho < Nogueira na ra do Apollo n.
20 sacara sob Lisboa, Porto, lina de S. Miguel
Rio de Janeiro, a vUta ou a prazo.________
Na ra doJVigario n. 24 precisa-se de duas
amas cozinheiras para homem solteiro.
GARRAUX DE LAILHAGAR & C.
UBRAIRIE FRANQAISE
Raa do Crespo u. 9.
LIVROS NACIONAES E ESTRANGEIROS
RcliijiaoPhosophia Jurisprudencia Liliera-
tura Sciencias e artes.
Papelaria, objectos para escriptorio.
O abaixo asslgoado faz publico, especiaImeu
le ao corpo do commercio, que os Srs. Manoel Al-
bino de Amorim e Aurelio dos Santos Coimbra,
que faziam parte da firma social que gyrava nesta
praca sob a razao de Albino Amcrim & C, ja nao
periemcem aquella firma desde o Io de Janeiro
de^le anno, ficando a cargo do mesmo abaixo as-
signado todo o activo e passivo da exlincta firma.
Recite, 3 de marco de 1866.
Albino da Silva Leal.
AVISO
O cirurgilo Joaquira Jos Aires deAlbuquerque
mudou o sen consultorio para a freguezia de san-
to Antonio, ra Direita casa n. 13, onde pode ser
procurado das 8 horas da manbaa at as 4 da tar-
de. Pede encarecidamente a seus amigos e mais
pessoas que o procuren) na freguezia do Recife
que deixem os sens chamados por escripto na bo-
tica do fallecido Lniz Pedro das Neves, ra da
Cruz n. 24, onde ser encontrado al urna hora da
tarde.
Declara mais aue tendo sido por espace de 33
anno- e nico profesor da enfermara de marinho
desta provincia, teve sempre a seu cargo um nao
peqaeno numero de doentes atacados de diversos
soffrimentos, alm das operacoes por elle pralica-
das antes e depois da revolueflo de 1849, que em
ioi ra encarregado do lazareto da ilha do Pina,
por occasiao da febre amarella, assim como em
1856 do hospital de cholericos na freguezia do Re-
cife, que os seusconhecimentos professionaes, iheo
ricos e praticos adqueridos no decurso de tantos
annos em taes estabelecimentos, o tem habilitado a
tratar de qualquer eofermidade; por isso espera
que cootinuar merecer a estima e confianza de
todos aquellos que quizerem utilisar de sua pro-
fisso.
Precisa-so de um criado para servico do
urna casa de pequea familia, prefere-se escravo :
na ra da Imperatriz n. 45, segundo andar.
A viuva de Sebastio Jos da Sil-
va rog encarecidamente aos Srs.
credores do seu casal, de terem a
bondade de comparecer na quinta-
feira 8 do eorrente ao meio da, no
primeiro andar da ra da Cadeia
do Recife n. 4, afim de llie ser pre-
sente o estado do mesmo casal e
deliberarem o que julgarem mais
conveniente dos interesses com-
muns.
A luga se
um grande sitia na Cruz d'Almas ou Parnamei-
rim conhecido pelo sitio da Estrella tendo grande
baixa com capim para sustentar 4 a 6 cavallos,
solas para 3 ou 4 vaccas, com arvores de fruclo,
jardim na frente e aos lados, boa casa e banheiro,
com casa iodependente para feitor, cocbeira e es-
tribarla e outros commodos mais: a tratar com
Manoai Pedro de Mello na ra do Livramento n.
38 ou no largo da alfandega n. 4 ou no mesmo
sitio das S beras da tarde as 7 da manha.
PERFUMERA da casa oger
Bonlevart Sebastopol, 5, IParlac.
Dei medalhas, a condecoraco da Legin
d'honjwur e a grande reputa cao que tem lne
dado o publico, taes sao as recompensas que os
servicos prestados a industria merecerao a
esta importante casa desde sua fundacao em
1804.
N'um aortimento de mais de 500 artigo*,
as pessoas elegantes escolherao os seguintes:
ROSEE DU PARADIS, extracto superfino
para lenco.
POMMADA CEPHALIQUE contra a cal-
vicia.
AGUA VERBENA para o toucador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE PLANTAS HYGIENICAS.
TINTURA VIRGINALE de beijoim.
ROSEE DE LYS, verdadeira agua de
Jouvencio.
CREME LMALE de sueco de Rosas.
pommada VELOURS para amaar a,
pella.
ELIXIR ODONTOPHILE.
SABAO dedicado as damas americanas.
SABAO de bouquet do Franca.
4* de flores de alcea rosea.
> de flores printanires.
d* de bouquet do outono.
d* de perfumes exticos.
d* aurora, dedicado aos dedos cor do
rosa.
d* de flores das montanhas.
d* de cheiro de foins nouveaux.
d* de bluets cheirosos.
d* de althea balsmica.
d* diapr, caixa rica, faotesia pari-
sienee.
IJipjpipir-jpjpjpjpipipirJr-ir-if-.ir.igB
t
H
-^
B
B
cr
c
O
s
su
o
00
a
cr
ca

o
cc
IfJrJrVrJHHHHHHrJr^rS
He
A NACIONAL
Companhia. geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISaDA PELO REAL DECRETO l)E 21 DE DEZEMBRO DE 1859
ftaa flanea em dinheiro, depositado nos cofres do estada, garante a boa ad-
ministraco da companhia.
BANQUE1ROS DA COMPANHIA* DIRECCO GERAL
O Banco de Hespanha Madrid : Ra do Prado n. ie
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinares de supervivencia dos segu
o sobre a vida.
Nella pode se tazer a subscripcao de maneira que em nenhum caso mesmo por morte do
legwado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Sao to suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,que anda mesmo dimlnuindo urna terca parte do interesse produrido em recentes liquida-
ceseoombinando-ocom a mortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia
para seos clculos e liquidaedes, em segurados de idade de 3 al9 annos, urna imposicao annua
de IGOfl produz em effectivo metlico:
No flm de S annos.......1:119,8300
de 10........3:942*600
de 15........11:208*200
-t de 20 .......30:236*000
> de 28 >.......80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais considerareis.
Prospectw e mais informacSes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia.
oaquimFiuza de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n. 12, estabeleci-
mento dos Srs. Ray mundo, Carlos.Leite & Irmo.
TINTUR
AO GRANDE S. MAURICIO
PItOCESSOS APERFEI^OASOS
PARA
Tingir, limpai* e lustrar a vapor.
Irritado dospulm5er. angi-
nas, tosse, escaros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquido
e todas as innmeravei molestias que affec-
Uto aos orgaos da respirarlo
DEAPPAREC%H
odiante acc5o da balsmica e irrev
ANAGAHUITA
Trocam-se duas imagens de. Nossa
Senhora da Conceicio e Santo Antonio, obra
perfeita vinda de Portugal: a ra da Ca-
deia n. 47.
Sociedade Bella-Hariuouia
De ordem do Illm. Sr. vice-dircctor, convido aos
senhores socios a reunirem-se em assemola geral
eilraordinaria sexta-feira 9 do crreme, pelas 7
horas da nouie.
Secretaria da sociedade Bella-Harmonia 7 de
mareo de 1866.
J. Ribeiro da Fonseca
1 secretario.________
Precisa-se de urna pessoa que saiba cosinhar
bem; na ra do Hospicio n. 4t: pagase bem.
Precisase de um feitor para sitio na ra
da Concordia n. 3o.__________________
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na :
ra do Imperador n. 46 armazem. _.
" O secretario da irraandandade do Senhor Bom
leona dos Martyrios da freguezia de S. Jos em
nome da mesa regedora faz sciente ao publico as
ras por onde tem de passar a proclssao do seu '
Fadroeiro, as quaes sao as seguintes : ao sabir
pela ra Augusta ao vollar o chaf.aiz, soguir em
frente pela ra Direita a vollar para o largo de
Pedro II, rna do Imperador seguir' para o Recife,
rna da Cadeia, Tavessa do Corpo Sanio, ra do
Trapiche, ra da Liopuela, em f ente do arsenal
de mariohae torreo do observatorio, ra de Apol-
lo e caes do mesmo, Santo Antonio na do Crespo,
ra do Rosario Larga, e Estrella, Pateo do Carmo,
rua'deHortas a recolher. .
Cosme Manoel oo Nascimento.
A lten$am
Lava-se e engomma-se com a maior perfeicao e
por preco mnlto commodo : na ra Veiha o. 41.
Precisa se de urna roa para cozinhar e com-
prar ; na ra do Queimado n. 22.________
Precisa-se de urna ama que saiba cozonhar e
comprar : na ra d.-. Cruz n. 56. primeiro andar.
- Precisa-se de urna ama, boa cozinheira e en-
gommadeira, para casa estrangeira : a tratar na
ra do Trapiche n. 8, 2 andar, das 9 s 3 horas.
Fugio no dia 2 do correle mez o escravo
Firmlno, idade 18 annos, crioulo, altura regular,
secco, olhos vivos, tem todos os denles, esperto,
emOm bonita figura ; levou camisa e caiga de algo-
dio listrado e chapeo de palna : rogase a sua
prisao e leva lo a' ra da Cadeia n. 23, que se gra-
tificar.
Professora.
Em um engenho perto do Passo de Camaragibe
(Alagdas) precisa se de urna senhora que queira
ensinar primeiras lettras e mesmo francez e msi-
ca, caso saiba : pretere-se solteira ou viuva coro
pouca familia; a tratar na travessa di ra Bella
n. 6.
Precisa-se de um bom copeiro para urna casa
estrangeira : trata-se a i ua do Vigario n. 2, es-
criptorio._______________________________
Na ra di Imperador n. 43, segundo an dar
se dir quem venda doce de caj secco, de boa
qoalldade.___________________________
Na ra do Brum n. 72 primeiro andar, existe
anda do Rio de Janeiro, urna carta de impor-
tancia para o Sr. Dr. Paulino Rodrigues Fernandos
Chaves.
Precisa-se de algumas cslureiras para costuras
grossas : na esqaina da Madre de Dos, loja do
baiao.
Precisase de urna ama para casa de rapaz sol-
teiro : na ra do Cabug n. 2 B, se dir.
Casa vasia.
Quem tiver para alugar urna escrava que
cosinhe e engomme, appareca a' rna do Trapiche
d. 44, segundo andar, ou anouocie para ser pro-
curado. ______^______^_
Predio para alugar.
Aluga-se o i, 2 e 3o andares do predio a ra
da Cadeia do Recife n. 29; todos com commodos
para familia, sendo qoe o 3 andar tem sotao, sobre
soto e um mirante d'onde se goza urna bella vis-
ta : a tratar com o agente Cordeiro Simoes, ra da
Cruz n. 57 ou no pavimento terreo do mesmo
predio n. 20. ^^^^^^^^^
Aluga-se
o segundo andar do sobrado da ra de Aguas-ver-
des n. 48, muito fresco e grandes commodos, as-
sim como o pavimento terreo com 5 portas, sendo
urna para o becco, proprio para morada ou qual-
quer negocio, e outra lojinha de morada dentro do
becco, ludo por prego commodo : quem pretender
pole-se entender no 3o andar do mesmo sobrado,
ou na ra do Imperador n 44, 3 andar ; e urna
caca na travessa do Moodego para a Trerope, min-
io fresca, rom muilos commodos para qualquer fa-
milia, quintal murado, cacimba com boa agua : na
mesma ra do Imperador, 3 andar n. 44.
Aluga-se a casa da ra do Nascente n. 14 : a
tratar na ra do Queimado, loja de Azevedo &
Irmo.
trocuradoria
O sollicitador Pedro Alexandrino da Costa Ma-
chado contina nos mlsteres de sna profisso nos
auditorios desta cidade, e encarrega-se de cobran-
zas para os termos do Cabo, Ipjoca e outros pr-
ximos a esta cidade : pode ser procurado a' ra
Estrella do Rosario n. 34._______________
~ Precisa-se de urna ama que compre, cosile,
engomme e faca os mais servicos de urna casa de
pouca familia, paga-se bem; na roa Velha n. 52.
Fogo'doar
no armazem da bola amarella no oito da secreta-
ria da polica, recebem-se encominendas de fogo
do ar para dentro e (ora da provincia.
jmm&mmmmmm
DEPOSITO DE CALCADO j*
FABRICADO NA CASA DE DETENCO fl
g Ra XoTa a. 01. $$
H Ah se encontrar3o obras Je di- mt
\ versas qualidades, e por preco mui j
MI diminutos, a retalho e em porcoes. I
K S se vende a dinheiro.
******* &***
Mo 0i lias de a tugue l
Aluga-se mobilia de toda a qoalidade <- por pre-
go commodo : na roa Nova armazem de niobilias
do Pinto:
Off-rece-se urna ama para comprar e cosi-
nhar para casa de homem solteiro : a tratar na
ra do Pogo n. 5.___________
Quem quizer morar em urn sitio de graca,
dando-se-lhe um pequeo-, na Capunga no-
va, dirjase ao mesmo sitio, que faz estrena com
o sitio da igreja nova.__________________^^
No dia 4 do correule, lumou posse da fregue-
zia de S. Jos desta cidade, na respectiva matriz,
pelas 8 horas e meia da manha, como vigario
encffmmeudado, o padre Augusto Adoipho Soares
de Kusewetter, o qual achp-se residiodo a ra Di-
reita n. 129 primeiro andar.
Os senhores acadmicos' do 3 anno podem,
querendo, dingir-se a ra da Saudade n. 9 a' com-
prar o compendio de direito civil patrio, approva
do pelo governo imperial.
Antonio de Azevedo Bamos, Portuguez, vai a
Europa e leva em sua companhia o menor Fran-
cisco Pereira de Faria, Portuguez. ____
~ Precisa-se alugar urna casa na villa do Cabo,
prefere-se perto do rio, e pagase bem : quem li-
yer aanuucie por este jornal, ou dirija-se a ra Di-
reita n. 31, que achara' com quem tratar.
Precisa-se de urna preta escrava para o ser-
vico de casa, e que saiba eBgpmmar : ua jua da
Cadeia n. 27, 1 andar. ', v
Preclsa-se de urna ara forra para cozinhar
e comprar : na ra do Livramento n. 25, segundo
andar.
= Jos Ignacio Pereira declara ao publico que
sabio do seminario episcopal de Olinda por sua i-
vre vonlade, e nao preterido como se tem propala-
do por esta cidade.
Precisase de urna ama forra ou escrava para
casa de pouca familia : a tratar na rna Direita n.
68. Io andar._____________________________
Fugio no dia 7 do eorrente o preto Manoel,
cheio do corpo e pernas um tanto arqueadas, co-
nhecido por Manoel Cangalha : quem o levar a ra
de Apollo n. 30, ser gratificado.
1'U# de gratificaQ)
Anda se aclia ausente desde ootubro passado a
escrava Loiza, cabocla, de idade 22 annos, estatu-
ra regular, com falta de denles, sahio com cabello
aparado, mas de suppdr que o deixarae crescer
para amarrar; esta escrava veio do Rio Grande
do Norte, onde a comprcu o Sr. capitao Lobato, e
do poder deste senhor fez diversas fgida;, sendo
entao capturada no Barro, Camiuho novo, e fiuiros
lugares prximos da cidade, ioiitulando-se forra :
quem a levar a ra de Apollo n. 30, armazem, re-
cebera' a gratificagao cima de 100,5.
Jos Jacome de Araujo, advogado dos audito-
rios das comarcas do Rio-Formoso, Palmares, Por-
to-Calvo e Pago de Camaragibe, encarrega se para
estas comarcas e seus termos, de qualquer cobran
ca amigavel ou judicial : quem de seu presumo
se quizer utilisar, pede dirigir-se a ra da Deten-
gao n. 13, sobrado, por estes dias, e depois na villa
de Serinhem.______ __________
Francisco Bjtellio de Mendonga, sna mulher
e urna fiiha menor, relira se para Portugal no
vapor inglez de 14 do correte, deixando por seus
bastante procuradores : em primeiro lugar o Sr.
Pedro Jos da Costa Uastello Braoco, em segundo
o Sr. Joo Ignacio Soares de A velar e em tercelro
Manoel Medeiros de Souza. Recife, 7 de margo
de 1866.__________________________
Quem precisar de urna escrava para todo o
servico de casa de familia, dirija se a ra do Cor-
redor do Bispo,'casa nova sem numero que tica
defronte da casa n. 12.
Precisa-se de um rapaz portuguez dos ltimos
chegados, para taberna; na roa Velha n 33.
Hotel de Italia.
Mmc. Ferro, proprletaria desle estabelecimen^o,
avisa aos seus freguezes que contiua a receber
passageiros e pensionistas, em quaoto nao eflectuar
a venda do dito hotel; pelo que, as pessoas inle-
ressadas nessa compra podem dirigirse ao mesmo
para, os necessaris esclarecimentos. No mesmo
hotel precisa se de urna ama que saiba lavar e
engommar; paga-se bem._________________
~ ]Wo salodo eabelleirelro
Ja y pie
na ra do Queimado n. 1 andar, precisase de
um bom offlcial de barbefro.
Os abaixos assigoados participio ao respeltavel
corpo do commercio, que dlssolveram de commum
accordo a sociedade que tinham na taberna ra
da Imperatriz n. 80, debalxo da firma social de
Gongalves & Lima, desde o dia 12 do eorrente ;
Picando sement responsayel o socio Joa~o Jos dos
Santos Lima pela liquidgio do activo e passivo da
mesma firma, continuando o mesmo ex socio Lima
com o dito estabelecimento debaix de sua firma
e sob sua responsabrlidade.
Recife, 26 de fevereiro de 1866
Francisco Jos Gongalves da Silva.'
Joo Joj dos Santos Lima.
" A pessoa que liver perdido a qnantia & ifi
dirija-se a ra da enzal!a Velha n. 90.
O juiz dos feilos da fazenda pode ser procu-
rado, para os negocios da vara, todos os das uleis
na casa n. 16 da roa do Imperador, 1 andar.
Precisa-se alugar um moleque de 12
a 14 annos de idade que ten ha boa conduela
para o servico interno de casa de familia:
na ra do Sol n. 21.
29 Ra 7 de setembro 29
Defroote da roa nova do Oovidor (Rio de Janeiro)
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro no seu genero no Brasil, por
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar, de que se faz uso na
Europa, e ajudados por alguns dos melliores officiaes de Paris e Lyo, podem assegu-
rar seus freguezes urna perfei^o no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai r perfeic3o e brevidade qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem molhar as sedas e as vestimen-
tas de senboras e de bomens.
Engomma-se
com asseio, promptidao e pregas razoaveis : na ra
Augusta n.5, loja.
Companhia lidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaoeiro.
AGENTES EM PERNAMBCCO
Antonio Lniz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorizados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Precisa-se alugar urna escrava que
soja de boa conducta e saiba cosinhar e en-i
gommar para o servico interno de casa de |
familia a ra do Sol n. 21,
AVISO AS VENDAS
Na fabrica de vinagre a' ra Imperial
n. 1, prximo a estagao do camniho de
ferro vende-se vinagre tinto superior em
qualidade a outro qualquer e por prego
mdico, assim como braoco e incolor.
O Dr. Carollno Francisco de Lima San-
tos contina a morar na ra do Impera-
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seu
gabinete de consultas medicas, logo ao
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estudo tanto das operagoes como das mo-
lestias internas, prestase a qualquer cha-
mado, quer para dentro quer para fra
da cidade.
Cosinheiro.
Precisa-se de nm cosinheiro que seja esca
na ra Nova n. 60, armazem da Liga.
Joo da Silva Ramos, mdico
pela universidade de Coimbra, d
consultas em sua casa das 9 as
H horas da manh5a, e das 4 as 6
da tarde. Visita os doentes em suasli
casa regularmente as horas para
isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que ser2o soccorridos em
qualquer occasiao. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro H, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
manha,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, ainda mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apropriados e nella pratica qualquer
opperac5o cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe..3i5000diarios.
Segunda dita____30500 >
Terceira dita -. 20000 >
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons servicos que
tem prestado.
0 proprietario espera que elle
continu a merecer a confanca de
[que sempre tem gozado.
N. 0. Bieber A C, sucessores, sa-
cam sobre o Rio de Janeiro a vista ou a pra-
zo conforme se convencionar.
BOMBAS DE PATENTE
Ra Nova n. 30-
Chegram as nelbores bomhas americanas do
melbor systema que ha, assim como as pessoas
que pretender encanamentos para agua pode se
dirigir a mesma lojaque tem sempre canos,ebum
bo, torneiras, choques, vlvulas etc.
O abaixo assigoados conlinuam com B|
seu escriptorio de advocada ra do
I Imperador n. 41, primeiro andar, onde JR
podem ser procurados das 10 horas da g
manha as 3 da tarde. JtJ
Alvaro Caminha lavares da Silva |pf
Dr. Joao Thome da Silva.
0 Sr. Francisco Jos de Freilas Gui-
mares, queira ter a btndade de appare-
cer na livraria n. 8 da praca da Indepen-
dencia._______________________________
~^ Em casa de Theod Christiansen, roa do Tra-
piche-novo n. 16, nnico agente no norte do Brasil,
de Brandenburg frres, Bordeaux, encontra se ef-
fectivamente deposito dos artigos seguintes :
St. Julien.
St. Pierre.
Larose.
Cbateau Loville.
Chaleau Margaux.
Grand vin Chaleau Lafitte 1858.
Chateau Laiite.
Haut Sauternes.
Chatean Santernes.
Chateau Lataur Blancbe.
Chaleau Yquem.
Cognac- em tres qualidades.
Azeile doce, frecos de Bordeaux.
Precisa-si de urna ama para cozinhar e en-
gommar : na ra das Cruzes n. Si, 1 andar.
AVISO
Fururam do engenho Pagao, freguezia de Saoto
Antao, na madruga ia do dia 27 do prximo passa-
do, dous cavallos com os sigoaes seguintes : nm,
ruzilbo foveiro, frente abena, castrado, bom anda-
dor de baixo a meio, e com as seguintes marcas de
ferro, O A R, em um dos lados, o outro, casta-
nho amarello, tem urna estrelbinha na testa, o p
esquerdo calgado, castrado, sem andares nenhuns,
tem urna pelladura na queixada, e outra no mesmo
p calgado, e cora a marca de ferro M C A no lado
esquerdo, mais multo pouco visivel, alm de outra
que possa ter, mais que se nao sabe qual seja. Es-
tes cavallos soppde-se terem seguido para os lados
de Limoeiro. Roga-se a quem os apprebender, ou
del les tiver noticia certa, de dirigirse ao referido
engenho ao seu proprietario o Sr. Manoel Ca val-
cante de Albnquerque Jnior, ou nesta praga, a
Joo Baptisla de Oliveira, largo do Corpo Santo
n. 21 segando aadar, que recebar a gralicago
de OOJ.
CASA DE BAMOS
26 Pateo do Carmo 26.
Neste estabelecimento to impor- a
tante para a saude e asseio do cor- S
po, acham-se montados 20 banhei- m
ros, que sao servidos com a ordem 91
e asseio que para desejar-se. Qua- ^
tro desies banheiros sao especial- j
mente reservados para senhoras e jp
por isto acham-se collocados em lu- B
gar reservado, aonde s tem entra- SK
da as pessoas de urna mesma fami- mi
lia- &
PRESOS DE BANHOS AVULSOS. gg
1 banbo fri, morno ou de y&
chovisoo...... 500 -5|j
1 dito de choque 1)5000 ^
1 ditodefarello...... 10000 B
1 dito aroma Usado lOOO SR
PREQ0S POR ASSIPNATURA.
30 banhos por mez fri,
morno ou dechovisco. 100000
25 banhos com cartes pa- g
ra os mesmos .... 100000 5
12 ditos tos ditos 50000 5
12 ditos di i os de choque. 100000 |g
l 12 ditos dHns de farello.. 100000
0 estabelecimento estar aberto
H| nos dias uteis das 6 horas da ma-
m nha as 10 da noite, nos dias san- ssj
< tifleados das 5 as 5 horas da tarde. S
**!10IHM *!$$
Precisa-se de nm bom copeiro para casa es-
trangeira : trata se a' ra do Vigario n. 2, escrip-
torio.
PEITORAL de KEMP.
a anacahuita mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, urna
arvore, cuja madeira por muito tempo se
ha usado no Tampico para a cura das n-
fermidades cima mencionadas. Foi tam-
bem ensaiada e approvada pela academia
medica de Berlim 0 peitoral de Kemp
um xarope delicioso inteiramente livre de
opio, acido hydrocyanico e outros. ingre-
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de Caors 4 Bar-
boza, Bravo & C. e em todos os estabeleci-
mentos pbarmaceuticos do imperio.
Deposito geral em Pernamrmco ra d
Cruz n.22 em casa de Caros A Barboza
w Francisco Solano da Cruz Ribeiro, commeri
ciante estabelecido nesia cidade com loja de calga-
do, faz publico a quem por ventura interessar pos-
sa, que a escrava Gertrudes, crioula, e suas tres
crias Mara, Jos e Philomena, Ihe pertencem por
compra feita por escriptora publica as notas do
labeiliao Almeida, celebrada a 29 de novembro de
1864, a Anselmo Ferreira Cmara, cunbado do Sr.
Godofredo Henriques de Miranda, qne no Diario
de hoje poblicou pertencer-lhe dita escrava, por
compra leita a Jos Viceote Xavier de Oliveira,
feita no mez prximo passado; e respondo ao mes-
mo Sr. Godofredo, qoe no tribunal competente sa-
bara elle como Jos Vicente, tendo vendido essa
escrava ao seu dito cuohado em 24 de setembro
de 1863, e este ao abaixo asslgnado a 29 da no-
vembro de 1864, poda no mez prximo passado
vender-lhe a mesma escrava, estando o abaixo as-
signado na posse della : assim como ver elle
quaes ser o as consequenclas de sua compra, ape-
zar da protecgo com qn- cenia.
Recife, 6 de margo de 1866.
Francisco Solano da Cruz Ribeiro.
Samuel Poner Joliusinu k Companhia
Ruada SenzalaNova n. 4.
AGENCIA DA
Fuadl^o deLow itoor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios de carro para um e dous cavallos.
Relogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descaro?ar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.___________
A Salsaparilha
DE AYER.
Para a cura radical de
Escrfulas, nlceras. chagas, fer-
ilas velhas, molestias syphil-
i tic as, e me r curiaos, Enfermi-
dades das molheres, como re-
tencio', meastro doloroso, uleer-
aco do ntero, e flores brancas.
A Nevralgia, Convalides, Ery-
sipelas, Enfermedades Cutneas,
bcrbulhas, nascidas, etc.
O extracto eompotto de SALSAPAIilLHA, confeccion-
ado pelo Dr. AYEK, urna combiu95o dos melliores depura-
tiva- e alterantes conhecidos medicina; composto segundo
s lela da .ciencia, approvado c receirndo pelos primeiros
mdicos dos Estados Unldon, da America^do Sul, do Mxico,
das Indias e dos principoes Estados da Europa.
A SALSAPARILHA de AYJIR i espacialmente efflcaz na
cura dos molestias que tem sua origem na escrfula, na
infeceo venrea, no uso excessivo do mercurio ou em qualquer
Impureza do Sangue.
Entre todas as molestias que affligcm o genero Inmuno, nao
ha urna mais universal e tcrrivel do que a escrfula; por si
nao to destructiva, porem a causa principal de muitas eu-
fennidades que no llie silo gerolmentc attribuidus.
ama causa directa da tilica pulmonar do Mal do
fl/ado, e estomago, affecfies do cerebro, lllieumatistno
e affeeqSes dos Riiis: entre seos symptomas ha os seguintes;
Falta de apetito, Fraqueza e molcza om todo corpo; Ho
cheiro da boca, semblante plido e inchado, s vezes d'uma
alvurft transparente, outras vezes corado e amarello ao redor
da boca; Dlgestio frac e apetito irregular; Ventre incluido
e evacuaco irregular; Quando ataca os pulmoes urna cor
azulada mostra-se a roda dos olhos, quando "no estomago
sao avennelha dos, as pessoas de dlsposlco escrofulosa
apparecem frequentemente crupis na jMMl da cabeca e outras
partes do corpo ; sao pn di-postas s i# ivj, dos pulmtes, do
flgado, dos rins e dos orgaos digestivos e uterinos. Portanto,
nao sao somente aquellos que padecem das formas ulcerosas
e tuberculosas da escrfula que necessium de protecio
contra os sens estragos ; todos aquellcs cm cujo sangue cxUte
o virus latente deste terrivel flageUo (c s vezes hereditario),
esto expost08 tambem a soflrer das ennrmidadas que eUe
causa.
Offereeemos a estas pessoas nm abrigo seguro e mu anti-
doto efflcaz contra esta molestia c suas cousequencias, ua
Salsaparilha de Ayer
que opera directamente sobre o sangue, puriflenndo-o e ex-
pulsando dille a oorrupco c o vAieno da molestia: penetra
todos as partes e todos os orgaos do corpo humano, livrando-
os da sua aceio viciada e inepiraudo-lbcs novo vigor. E'um
nt i-mire poderosissimo para a renovacao do sangue, c d ao
corpo j enfraquecido pela doeuca lbrca e energa renovadas
como as da juventude.
TAMBEM O Mi:.non AVTI-STPUIZITICO
CONBSCIDOi
cura permanenmente as pelores f.irnias de SYPIIILIS e as
suas consequenclas. Pouca necessidade ha de informar o pub-
lico do Inestimavel valor de um remedio que, como este, fivra
o sangue dessa corrupcao e arrebata a victima das garras de
nma morte lenta e Ignominiosa, porem inevitavel se o mal
nao logo combatido com energiu.
Kio pretendemos promulgar, nem queremos que se Inflra
que este remedio infallvel pura n ciira.de todos os padeci-
mentos humanos, o que dizemos c que a
Salsaparilha de Ayer
a melhor preparaco at hoje deseoberta para estas e outras
molestias anlogas, que 6 urna combinacao dos alterantes
mais efflcazes conhecidos, e que temos eonsciencia de offerecer
ao publico o melhor resultado que possivel produzir, da
intelligencia c pericia medica dos nossos lempos.
Precisa-se de urna ama para o servico inter-
no de urna casa de pouca familia : no largo do
Corpo Sanio n. 17,3 andar.
S. Chrispim e S. Ch ispioiaii*.
De ordem da mesa reeedora desla irmandade,
sao convidados lodos os nossos amados irmaos,
pan domingo 11 do crreme as 10 horas do
dia, em mesa geral, elegerem um membro para
secretario que tem de fnnecionar no correte
anno.
Convento do Carmo do Recite, 7 de margo de
1865.
Umbehno Possidomo di Barros,
Secretario interino.
SAQUES.
Caoba IrmSos & C, sacara sobre o Porto, em sen
escriptorio a rna da Madre de Ueas n. 3.
REMEDIO DE AYER PARA SEZES
Infalivel as febres intermitientes, remitientes,
Febrea Biliosas e tercas, mal do flgado, in-
cremento do baos, cegaieira. Dor no
ouvidos e palpitacoes, quando
sao causados pelas
FEBRES INTERMITIENTES, OU REMITTENTES,
Ai preparacoes de Db. Atkb sao vendidas em todas aa
Boticas e Drogaras do Imperio.
Vende-se em Pernambuco:
na
^PHARMACIE FRANgAISE
deRMAURER&C,!

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Diario de ernambuco exta leira O de narco de boo.
i.
'" V,

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Precisa-se de orna ama para casa de pone
familia : na ra de Aguas-verdes n 2.
COMPRAS
Compra-se ooro, prata e pedras preciosas
em obras velhas: na ra da Cadeia do Recife
cja de ourkves no ;rco da Conceicao._________
Compra-se carosso (sement) de alpodao : no
armazem de algodo de Saunders Brutbers 6 C.
no caes de Apollo._______________________
Compra-se um escravo que seja moco, sadio
e sera vicio: na.ra larga do Rosario n. 34, bo-
tica. .________
FABRICA A VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito na ra Aova n. SO loja de rclojoeiro.
Dloocbe donos deste estabelecimento partecipa ao respeitavel publico que sua fa-
brica est montada com as meibores machioas que existem na Europa, e que pode
abricarcom melhor perfeic5o possivel. Todo o chocolate desla fabrica est garautido, e
* paro, o que nao se pode eocoDtrar naquellc que vem de fra, e que se vende por preco
bao, visto os productos seren do paiz. Na etiqueta tem sempre urna aguia.
TOEgO.
Meia libra....... 400
Urna libra* ,..... 800
Urna arroba .......49,5000
Na mesma fabrica acaba de se montar urna officina com serrara vapor para
Obras ae marcioeiria propria para edificio, para o que encarreg i-se de faaer portas, ja-
dellas, assoalhos parqu francez como se usa na Europa,) e armaces, ludo com brevi-
nade e'perfeicSo. Toma-se qualqusr encommenda para fra da cidade, entregando-se
rompta a collar-se no ligar.
Compra-se orna casa de sobrado no aterro
da Boa-Vista oa ra da Aurora : a fallar na ra
do Crespo n. 17._______________.
Ouro e praa.
Em obras velhas: compra-se na praca da ln
dependenclo n. 22, loja de bilhetes.__________
Compra-se urna borra de ferro, Ingleza ou
mesmo das amigas ; na ma Nova n. 31.
Libras serlluas.
Compra-se libras sterhaas : a ra do Vlgario o.
2, escrlptorlo de Phipps Brothers & C.______ ;
Compra-se orna vacca de leite, a tratar na
rna da Crai n. 20 em casa de Flix Sauvage
&C._________________________.
Libras
a
Compram-se boje
numero 21
9#300
: na praca da Independencia
Precisa-se comprar dous pretos para traba-
Ibar em vnculos e orna preta que alenda de co-
tinha e de rna, de 30 a 35" annos de Hade: na
ra da Cruz r>. 37, 2 andar.
CALCADO-
Hua Direita 45
A primeira condicS' indispensavel con-
servaco da sade Irazer os pe bem de-
fendidos contra os ataques da bumidade;
calgado bom e seguro o nico preserva-
tiro dnssas mil enfermidades a que est su-
jeto o nossoeu. Um chnelo velho cal-
cado por um dandy patuscante, ou urna
botina aclcanbada em pequenino p de en-
cantadora deidade alm de aecusar que-
bradera horripilante, prova contra as f cui-
dadas inlellectuaes dos calcantes, e nao ha
tiem, tendo bom senso, queira passar por
maluco, ou pobre de surro : ergo, cor
rarn a:
4*RA DIREITA4.
e attendaoi a' barateza.
Homens. (
Borzeguins barcellonezes de lus- |
tre e de porco 6^000
Ditos de.Bordeaux 70000
Ditos parisienses de bezerro e
eordavSo....... 8(50OO|
Sapatoes de Nantes de doas ba- j
terias rasas...... 50000
Sapatos de lona, sola de bocra-
,t.cba.....; 2,5000,
Ditos aveludados ..... 1*600
Dito i de tranca bons .--.-. 1*600
.y... Senhoras j
Borzeguins enfeitados. 5*0001
Ditos de laco ...... 4*800
j^tos lisos......, 4*500
Sapatos de borracha .... 10600
lleiros, correiros e segeiros l
Boa'Faina ra do Quei-
mado.
Recebeu pelo ultimo vapor chegado de
Paris chapeos para menina do ultimo gosio.
Diademas dourados,
enfeitados ron aljofares, pedras,
etc, para meninas c senhor?.
A agulabranca vende bonitos e moderno? dia-
demas donrados, enfeitados com aljofares e pedras
pruptias para meninas e senhoras.
Bonitos cha; oziuhos
de palba tina c rnneafs para meninas.
Sao obras estas de que os bons pala de familia
se nao podem escusar de rorrirar, por fazerero el-
las {arte do asseio e bom gesto rom que trajam
sais bellas lilhmhas. A aguia branca tem o u/a-
i zer de ver que to bellas e precisas obras form
Vende-se lambem um variado sortim^to de cha-' devidamente apreciadas e compradas em seu m-
les de renda a 85. 9A500 e 10,5 ; ditos muito fino DD0 Qs cbaieozinbos, alm de serem d'uma pa-
a 115 e 12ji; ditos de seda fazenda muito lina a lna ma| Qai sjo de moi bonita forma e ultimo
205000. j gosto, enfeitados com toda a perfelcao : os aven-
Retoudas pretas a Q$- \ taes, porm, sao de Ona cambraia, guarnecidos de
Vendem-se retondas prelas pelo barato preco de baLadinhos bordidos; o que Ihes da muita graga.
105 e 115 : na ra da Imperatriz n. 72, loja de Os presos destes, 85000, e daqnelles, 105; e de
Guimares & Irmao. quanto sao elits baratos conbecera o pretndeme.
Attentfio 1
Atiendo
Atten^o!
Grande sorliraento de fazesdas pro-
pi'iiis para a quaresma.
Acaba de chegar a este novo eslabelecimento
nm grande e variado sortimento de fazendas pro-
prias para a quaresma, a saber :
6r sdenapl preto a IstOOo cavado.
Vende-e um grande sortimento de grosdena-
ple a U600, 15800. 25 e 25100 o covado ; dito
muito superior a 25800 e 3$ : na roa da Impera-
triz n. 71 loja de Goimarars & Irmao.'
Moriantque preto a 2*800.
Vende-se um grande sortimento de morian-ique
a -2S800, 35 e 35500 covado.
Chales de renda pelos a 8*000.
DE
FREITAS
VENDES
Grande pechincha panno preto a 2^000 o
covado.
Vtnde-se panno preto proprio para calcas e pa-
litots a 25 e 25200 o covado ; casimiras prelas
a 1580,55, 25400 e 25500 o covado.
E' muito barato corles de casimira a 3*500^
Vendem-se cortes de casimira preta a 35300
45 e 45500 ; dita muito fina a 65.
Admira cortes de brim de cores a
1,280
Vendem-se coi les de brim de c6res para caiga a
1,5280, 15600, 1580;) e 25 : na ra da Imperatriz
n. 72, loja de Guimares & Irmao.
E' baratissimo a 120 lis o covado.
Vendem-se riscadiuhos muito proprios para roo
. ^Je lustre, meOS grandes 20*000 pa de escravos, a 120 ris o covado; dilo> escoce
' E um Completo sortimento de calcado fa- zes muito fluos a 40, 280 e300 ris o covado.
bricado no paiz. __________^^_^_
)OEIiIO ifc
Ra da Cvaz n. 16.
Continua -t baver dfariamente um sortimento de pastis, petns, bolos ingieies,
empadas etc., etc. Os donos deste estaboleeimento, acham-se oas melhores coadteoes
de poder satisfazer encommendas coocernenles sua arle, em-oonsequencia
Freitas ter-sido administrador chefe de algumas das princii aes fabricas na corte, sendo
urna a do Sr.loio Gon$aves Guimares (cotifeitaria de Leo) antigacasa de Carceter.
Todos os trabalhos s5o differentes dos que se fazem em casas particulares.
Os proprietarios deste estabelecimento no se tem poupado a despezas, em so
pouparao, se bouver- coocorrencia como eb^eram ; tendo oontinusdamente bom sorti-
mento de doces para che; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem :para se-
rem preparadas ; assrm como doce de caj uovo superior, seccoe crystalsado,-dttoem
calda em latas hermticamente fechadas, poden do durar mos-em perfeito estado.
Para jaataresepartidas recebem-se encommendas dos-segointes objectos-, ban-
deijasricamente enfeitadas semarmago-pecas de amendoas (nogaces), ditas de temaras;
de ovos, pes de l enfeitados com disticos anlogos a qualquer fim; ditos ms*4ados, |
kechs simples e eBfeitados com fmctas ragleza; gatheanx de la reine, ditos de te du-i
chese, tortas de fructa, massa folhada:; ditas de peixe e carne; cremes e doces de ovos
de differentes especies.
Tambem tem um completo sortimento de vinhosengarrafados, como sejarjc: vmho
do Porto superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cherez, UordcaiNL, Champagne tno, ser-
veja, licores, charopes e conservas. Parafestas: bonitas caixinhas com amendoas,-oon-
feitose mais enfeites. Muitos destes objectos mencionadas podem-se perfeamenie-ae-
condieienar'tanto para a provincia, como para fra.
F1CITRAS
Acabam de reeeber bonitas figuras para bandejas bapisado, tasameoto, annos, dilta a pliantasia, bonitoseaftes-para bollos e circular pea-
tos de doces finos, tuo por precos razoaveis.
Vende-se Boont em duzia amito-ern conta.
PAR, 1806.
Acabrr de sahir luz as folhmhas- de
algibeira e de porta para o anno de 1866, o
mais correctas possivel tanto no calculo das
las e eclipses, como as diversas festas
que a igreja celebra; vendem-se-unicametr-
cTsocio ^e na livraria da praca da Independencia,
130 ris as de porta e 320 ris as de algi-
beira.
No armazem de lazendas
baratas de Santos Coelb.o
Rna do Qnelmado t. 19.
Vende-se sal grosso : tratar ua ra da Ma-
dre de Bens aji.________________________
ee hincha
Vende-se a taberna da ra da Guia
rio oara prBotiante, e o motivo se dir ao com-
Cerveja geiada
Ha diariamstte i venda por prego commodo.;
00 armarera-da Liga, ra Nova n. 60.__________
C( de Lisboa.
Vende-sene roa do Bram-n.-M, a 65 o barril.
Vendem-fe 400 pedras par-a ladrilho, vinda
da liba : a tra'ar na ra do Vicario n. 14.
k
Vende-se o segninte :
Cobertas de cbita da India a 25100.
Lencoes de panno de llnbo a 25200.
* Ditos de bramante de linbo de um so panno a
35200.
Lencos de cassa brancos proprios para algibeira
a 29080 a duzia.
Algodo enfestado com 7 i|2 palmos de largura
a 152OO a vara.
Aiboalhado de linbo a 25800 a vara,
DKo de algodo a 25 a vara.
Guardanapos de linbo a 35800 a duzia.
Pecas de cambraia de salpicos a 45500.
Laeinha aberta de cores a 320 o covado.
Cambraia branca de forro a 35 a pera.
- Fil de linbo liso fino a 800 rs. a ^ara.
Dito de dito com salpicos a 15 a vara.
Panno de linbo fino com 9 1[2 palmes de larga-
ra pelo barato preco de 25400 a vara.
MadapolSes finos a 85, 95,105. 5 e 125.
Cambraia lisa de 45900, 55,65, 75 e 85 a peca.
ir M J Pecas de bretnha de algodo com 10 varas,,
propria para sala, pelo baratissimo preco de Vende-se um
35500.
Lazinha lisa de cores a 500 rs. o covado.
Cambraias finas de cores iuiudinhas a 360 rs. o
covado.
Esteira da India .propria para forro de sala de
4,5 e 6 palmos de largura, per menos preco do
que em ootra qnalquer parte.
Neste armazem tmbem se encontra nm grande
sortimento de roopa feila e por medida.________
LJiazinhis a too rs.
Lazinhas de quadrintios a 300, 320, 360 e 400
rs. o covado ; ditas muito finas a 5C0 e .:>60: ca
ra da Imperatriz n. 72, luja de Guimares & lr-
mo.'.
Cortes de 15a a 5($0CO.
Acaba de chegar a este importante eMabeleei-
mento um sortimento de cortes de la que se ven-
de por 55 e 35500; ditos a Maria Pia, fazenda
muito moderna a 12;?, 145, 185 e 205 5 ditos eom
camisinha, cinta e grvala a 255 e 285- .
Chitas francezas largas a 260 ris.
Vende-se um grande sortimento de chitas a 260,
280, 300, 320 e 360 rs. o covado ; ditas pridares
a 400, 440 e 500 rs.
Cambraia de cores a 280 rs o
covado
Vendem-se camlraias francezas a 280,300, 320,
360 e 400 rs. o covado.
Cmbralas lisas a 3.000 rs, a ueca.
Vende-se nm grande sortimento de cambraias
isas pelo barato preco de 35, 35500, 45, 45500
! i:... m;i flnoc n N'.Mll a fX- lil.K ViPl'in
85 ; ditas muito finas a 55500 e 65; ditas victoria
a 65500 e 75; ditas de ama vara de largura a 85
e 95 ; ditas pira forro a 15600, 25e 25200 : na
ra da Imperatriz n. 62.
ROUPA FE1TA.
que se dirigir a' luja d'aguiabranca, na ra do
Qoeimado n. 8.
vldrilhos de cores e aljofares,
imitaudu aro, para enfeites de vestidos.
A aguia branca na ra do Queimado n. 8 rece-
beu um bello sortimento dos objectos cima pro-
prios para eufeites de vestidos, etc., etc., e est
vendeiido c'ommodamente.
Novidades.
Na Aguia branca ra do Queimado n. 8 rece-
Leu diversos objectos de muito g jsto e inteiramen-
te nevos, endo :
Bonitos e delicados pentes dourados e prateado?,
tendo entre elles alguns de filigrana obra moi per-
feita e de elevado gosto.
Duos com chapa de madrcperola.
Brincos de filigrana e cetras qualidades.
Fiveilas de dita e oulras tambem de diversas
qoali-lsdes.
Cintos mui bonitos, entenados em toda a ex'.en-
rao eom caracteres dutiradi s e prateado*.
Filis enfeitados com moedinlias dourads.e ian
tejoilas, aljofares i &, sendo para coque, e leda a
cabega, e cutres com plumas &.
B.;oius voltas de jaspt com crozes, tendo lam
bem ai^umas de duns cores.
Luvas e meias
de la vegetal, para quem sore de frialdad?, pa-
ralela etc. Vendem-se na ra do Queimado loja
d'Aguia branca n. 8.
Bandolne de roza
para ffgorar ou conservar perfeitameDte alado o;
cabellos das senluras. Vendase na ra do Quei-
mado loja d'Aguia branca, 15000 o frasco.
Enfeites pretcs para vestidos
A Aguia branca recebeu novo enfeites prelos
para venidos, sendo bicos com vidrilhos e sena
elle?, trancas com pendentes de vidrilhos. e sem
elles,.cordao grosso tambora com vidrilhos e em
elles; asslra como gat5es e franjas de diversas lar-
guras, fitas de velludo etc. como semtre os b-jns
freguezes encontrarao commodldade de precos nos
objectos que se venden na loja d'Aguia branca ra
do Queimado n. 8.
Boioes de vidro
com enfees d'ar;o no centro.
melh
F4ZENM8 BAEiATAS
N. Ti Ra do Queimado N, 27
grande nmm\
C.uabraia branca para forro a 240 o
Acabam de reeeber G. Paes do Amaral & C.
5 RA DO CRESPO 1
An fiiaos cortes de vestidos de gres-de-aples preto, com lindas barras bordadas.
Moire-antique,preto em corles e en pecas, liso, ondeado e-oom palmas.
Gros-dernaples preto, de diversos precos e larguras.
Gorgurao preto, fazenda superior a ^todas pela qualidade,-8 bonito tecido.
Este estabelecimento
acha-se sortido com ;,nuaierosa quantidade-de filos pretos, de .algodi), de nho da, manufactura los em
ckaks
rateadas
^algerienes fbournus)
anamites
africaines
pompadour
DE FANTHASIA
Receberaa iambem bonitos cortes de.popeline de listras de cores, e matisadas,
00 modernas, de gostos. inteiramen te novoa; .e oulras muitas fazendas de gosto, wn-
daSjtpelo ultimo ajr.
G. l\ JDO 4M1BAL & C.
5 BA DO CBESPO 5
Grande pechincha
Em chas.
A. niela pataca.
A saeta pataca.
A meia pataca.
Vende-se na-toja do pavo umfrnde sorlimeav,
<* chitas wglezas, sendo roas e cor de rosa, com
padrees ib*:; mindos e mais gruido-, afangando- *
re'ser de &r>1ias, e vende-se pelo blrlflssirSd''"
preco de 6 a.peca, tendo 38 covados, e retaliia-se i
a 160 rs., sendo (fazenda quesempre seVendeu a -vestidos 0 covado a 300 rs,
93 a peca ou se retalhou a S8C f?.; esta grande Moreantque preto Superior
pecbincha Manida-se por este pFe? na loja e arma-; "'"'c" "* ", *
em do patio, *na dalmperatm a. 60, de Gama, -o^UUUO tovaao.
Esses botoes que tanto servem para mellior so-
completo sortimento de roupa ei- p0{jer enfeitar um bom vestido preto on de rr,
ta felia. assim como sejam palitots, caigas, coletes, ICD|g 5e a ven(la Da rua d0 Queimado loja d'Ajuia
camisas francezas a 1,8600 e 1*800 ; ditas bnas a bl&uCA n.
2l e de linho a 2.-500, 35 e 35500 ; seroulas de ,
1500, 13400 e 15600, de linho a 23 e 25500 :H1
rua da Imperatriz n. 72, loja de Guimares & Ir-
mao. _______ !
COlares Roycr on colares ano- ,
dlnos
para facilitar a dentico das criancas e preserva-
las das convuls5es.
O feliz resoltado obtido immensas vetea pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer, nos
casos de convulsoes, e dentico das criancas, tem .
alumente elevado o seu bem merecido prestigio,
1 e hoje j se pode direr que esto geralmente con-1
ceituados, e estimados de innumeraveis pais de
familias : de uns porque do uso desses salutares'
::-.a\ara. colares viram salvos do perigo seus charos fllbi-
,Lengos bancos para algibeira duzia a nnos> e de oatros p0rqae coiheram daqnelles to
2^000 rs. proficuo exeroplo para igualmente preservar os j
1 Retoudas urotao a 0*000 en Aim. nnl- ^aenia branca, tendo em vis-
Cambraia morsulioa de cores propria para ,* utilidade e.prove.to desses prodigiosos
400
desses prodigiosos coia-
i res anodinos ou Royer, mandn vir o novo sorti-
j ment qae agora recebeu, e continuar a reeebe-
e los para que em tempo algum a falta delles possa
I ser funesta aos pais de familia, os quaes ficaro
Silva.
Vende
se
a 20800
&TSSuto de grosdenaplesprelo \ ^^^S^T Da>aa d Qei
Kabe Schmettau & C.
para todos os,precos.
Rotondas de seda riqusimas a'gerinas para ~ & S!l Q&
h rua da Cade.a n. 18, vende-se.
Champanba.
Guardanapos para meza a 3^500 rs. adu-
fanao da Bahi*^4* ierra, de -snf-erior qualidade, z J
DE
DE
J. VIGNE&
X. 55. BA BO ISPERtlMnl X. ,55.
Os piaatJS ttantiga fabrica tito boje asss conbecidos para que seja necessario insrttf obre a
tua superioriiiade, antugens e garantas oneofferecera aos compradores, qnalidades estas ioeootesla-
k,-eis aue elles tem definitivamente coa^uistado obre todos o lindo um teclado e aiachinismo qae obedeced todas as voaiades e oapfichos a ^aalfita^sem
onnea falbar por sereai fabricados de proposito, e ter-se feito oKimamente aielboramentos nnportlh-
tissLmos para o lima deste paiz ; quanto as soees, sao melodiosas flautadas.,* por isso multo agrada-
^ZTTiXm^^^l mt ^ta ^bricaeomo aadoScWondel, de Pars, Sedo
eorresaondente de J. Vignec, em coja capital tora empre premiados em todas as exposicSes.
No mesmo estabelecimento se aehar sempre nm explendido e variado sorlimento de msicas os
jneihertf autores da Europa, assim como barmoaica e pianos taarmoaieos, senda tndo vendido por
precos comaaodos e razoavels.
em grosso e a retatho, estopa da>4efra para calafa-
te, bnelas d Pote encoracado* e fortes : na raa
da Senzala-noa a.t.L
itencao.
Vecde se a taberna sita na rua c Pbarol o. 8,
mnito afreguezada propria para urr principiante :
a tratar na ruada -^"Vendem-se 2 noias aguas do pedra e eal
bem edificadas sita oa avessa da Fundigo tr'or.i ber.co da Mulefa os. 12 e 14;, rende eada
urna 8lfc annual: a tratar na praca .a Boa-Vista
n. 11._________________________________
Vende-se ou pannutta caza terrea desta cidade um siUo de terral
no logar do Loreto, coa aryor-es fructferas
quasi todes novas, grande porgo de co-
queiros.qem o pretender dirija-seao pateo
de S. Pedro n. 24, que achara, sai quem
tratar.________________ .
Chapeos chiques a 1J000
de-casimira poesontados propaos para aodar em
casa e para meninos de escola; no arniasem da
{-Estrella, largo de Para izo n. 14.
m- Vende-se as ezcel lente piaao de Jacaranda
quasi (Bovo e em perfeilo estado, no armazmn de
leiloes.do Sr. Amecico rua da Cadeia do .Recite
tratar caca o mesmo^enhor.______________
\V^nde-se urna capa de gorgurSo roxa
esa muito bom estado com murea, propria
da irmandade das Cbagas: na rua da Roda
n,*.___________ _________________
Venderse o engeofao Carneiro, situado na
reguezia de Seriohem,.comarca do Rio-"ormosOj
moeate e crrante, com todas as obras ao melh
estado, muito .bom d'agua, e ierras de boa produi
cao; para tomar conta dalle no fleo de mato;
pretndanles dlrijam-se ao pateo do' Carmo n. IS,
tratar eom Gabriel Antonio.
Superiores baJes de arcos a 34200 rs.
Cognac de superior qualidade.
Vidros para espelhos de todos os tama-
nhos tudo a precos muito commodoe
~spaTfortes para boles.
r*ra .xiltrespar. j^a rDa d QUeimado loja de miudezas n. 10, ven-
Vendemse lesouras para encrespar Ug> e.se aspas ,e 3(.0 T\,, abados : aa raa do Queimado loja de | gl^arabaloes.
Bonitos quadros para retratos.
Veodem-se na roa do Queimado lija de miude-
zas n. 16, bonitos quadros con mordura preta e
dourada, todos por presos rasoaveis.
Garrafas branc?s
e de cores com superior agua da colonia.
Vendem-se na rua do Queimado, loja de miude-
Grajte peehiaeb* t madapoiao com aasn. *6. -
ana^ja Novo gosto
sass^SrsnsiSil tss^%sss(ffnturuado
?82& ^anad0' fazeoda,<,4 i0& e ia*.,H.pfSL* QoetoadS, recebeu um sortimento de diversos ob-
65t0 e^i com pequej.o Maoe : na rua da Impe- SgJ3J* e bora goslo senoo pentes brancos e
ratnz n., armazem da poru larga junto a pa- \' de mMe% egDtr'amente novos e mui a-
daria ranceza.__________________________ ; f,TiiiSeie len(i0 eotre elles alguns de filigrana obra
Vende-se e faz-se todo negocio com o depo-1 e majto gosto e deficjl execufio, e bem assim fl-
silo da rua da Vigario n. 29, milito proprio pera vedas e brincos as mesmas eircumstancias.
nm principiante qne qneira principiar sua vida { Tambem recebeu algons cintos o qoe de mais
com poueo dinbeiro ; ao comprador se dir o mo-; moderno e bonito, se pode encontrar em tal genero
m Azevedo 4 Irmao.
mmmmmmmwmmm
Vende-se una toja-de charutos com poueos
undos o afreguezada, proprie para um principiaa-
(e : i|aem quizer dirjale a rua larga do Rosario
a. 21 se dir' quem veade.
Uve da venda.
Brdese picadeiras de jpoJHCa ||
Vendem-se a rua do Qoeimado .luja de
Azevedo & irmao.
Cavakio.
Vende-se nm bom cavalJo para sella e cabrolet
Alm disso encontrarao os pretendentes um com-
pleto sortimento de fivellas de madreperola, chris-
tal, tartaruga, e dourados, brincos de christal, e
jaspe, voltas e crazes de dito e muitos onlros objec-
tos de gosto, os quaes continua-se a vender commo-
damente.
Penentes de madreperola, e enfeites filets
A loja de mindezas na rua do Queimado d. 16,
recebeu bonitos pentes com chapa de madreperola,
e novos enfeites lilets ornados de lantejoilas don
de todas dnas cousas, d-e para esperimeniar : radas, moedinbas, aljofares, vidrilhos etc., tendo
ca rua estreita do Rosario n. 3, ao p da igreja.
ATTEN0
PAO DE SENTEIO
grandes para toda eabeca e peqoeuos para coque
regulando os precos de 1> a 4^000 rs.
,' B)nitas caisinbas
com arranjos dourados paraj costura, tendo com
mnsicas e iem bi'<- Vendem-se na rua do Qoei-
mado loja de miude*as D- ,6-
Tranco".'' prelas
PECHINCHA SEN IGUAL
Ricos eertes de torearn de seda pretos adamascados para vestido eom 13 metros
ou 18 a 20 covados eada eorte, largara de chita franceza, pelo baratissimo preco de 50*
cada corte : pa loja das colamnas da rua do Crespo n. 13 de Antonio Correia de Vascon-
celos & C.
AMA ,
. Precisa^sa de urna ama para (
prar
com
na rna da Praia n. 3.
"o. Joo de Sena Barbosa, offlt.'al de enialhador,
offerece se para trabalhar fra da C'dade em ser-
vico de saa arte, a saber, trabalhoi oratorios privados, concertos de capellas ou ana-
res: pode ser procurado airar d* matriz de ^anto vinbo do Porto era cana fe ana, Ao hamborgoei
Anioaio n. 16. co,a da BaWa suPri(>r'
No sobrado da roa Novan, 86, aluga
se ou compra-se nma escrava que seja
perfeila engommadeira.
mmmm-mmmmmmmm
Antonio Luiz de Ollveira Azevedo & C. Iem
para vender no sen escrlptorlo, rua da Crut n. 1,
,. .yende-se a loja de tonca da rua larga Rosario
n. 32 junto a botica, aaem a pretender dirija-se a
mesma loja das 9 horas do da as 5 da larde qae
achara com qaem tratar. No mesmo estabeleci-
to vende-se aparelbos e meios aparelbos de porce-
lana e de lonca, e ouiros muitos e variados objectos,
por preco commodo.
oatina aver pi de Senteio nos das quartas
e saobdos, na padarla de Sanio Amaro, atraz da
fundico, e no Recife, rna da Crnz n. 46, raa lar-
ga do Rotario, taberna da esquina o, 60, raa Nova,' com vidrilhos, btcos com d't09 e sera elles Para
armazem da Liga, rna da Imperatriz, taberna do' enfeites on vestidos.
Sr, Leaos a. 3i. Na rua de Queimado n. 16 loja u nilodeas a-
charao os pretendentes um bello sc>rtiiTenl0 os
etc
Fa relio
i objectos cima ditos, cascarrilhas, franjas etc.
I e todo est sendo vendido por precos commodos.
Botoes pretos
de vidro enfeitados d'aco.
. m**~**.**. I A'Ja <* miudezas n. 16 rc do Queimado
A 4jpoOO j vende mui bonitos botSes pretos de vidro com en-
----------------- "ir 3 j ta ti 'ei,es de ac0>os (5uaes muil se uzam nara enfeitar
Vende-se potassa, cimento e telbas de sidro, Jtttla (18, MfldTe U6 U6US 11. O vestidos, quem os pretender pode dirigir se a dita |
(Grande armazem de tin-p
| tas medicamentos etc.
Rua do Imperador n. 22.
'tfoo Pedro das IWeTe (-S
\ rente) (era a renda o **
{ segninte:
| Productos chimicos e pharma- T^.
| ceuticos os mais empregados em &j
/ medicina.
I Tintas para todo o gei. o de pi
5 tura e para tinturara. p
6 Productos induslriaes e tir-las tt2
% para Acres, como botoes de flt: Jp
e modelos em gesso para imitar K
tg fructas e passaros com o compe- S
g lente desenho.
| Pro uctos cliimcos e industriaes ^
h para pliolographia, tin tiraria, pin- K
| tura, pyrotecnia etc. #
H Montado em grande escala e sup- ffi
i prido directamente de Paris, Loo-
[ dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa S
pode offerecer productos de plena ^
S confianga e satisfazer qualquer en- M
| commenda a grosso trato e a reta- jg
lbo e por preco commodo. jk
Vestidos
Pechincha sem Igual.
Cbegoa a loja de Paredes Porto nm bonito sor-
timento de vestidos de tarlalata de cores e brancas
que serve para partidas por ser ama pbantasia io-
teiramente de gosto pelo barato preco de \l -
brancos a 4o00, estao acabando-se : no armazen
d porta larga-rua da Imperatriz n. 52, junto a p-
daria franceza.
Cortinados.
Cbegou a loja de Paredes Porto um competc
sortimento de cortinados ricamente bordados a
preco de 255, 35 e 45 : na rua da Imperairi:
n. si, poru larga junto a padaria franceza.
Broas romeiras.
Paredes Porto recebeu pele ultimo paquete nm
sortimento de romeira de guipure pretas e de rilo
a preco commodo : na rua da Imperatriz n. 52.
porta larga junto a padaria fraKeza-
otOOO
- Q
Corles de laa escocesa para vestido a 32 o cor
te: pa roa aa Imperatriz n. 82. loja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, estao se acabando.
Para luto.
Laas pretas com salpicas brancos a 400 e 500
rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 52 junto a
padaria franceza armazem da porta Jarea.
1J400
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol de panno a 1J400 e
- rande pechincha s para acabar : na roa da
Imperatm .T. M *mwm a 9Wr** de-Pare-
des Porto.
aa roa de lionas armazem n. 17.
VEM-SE
o graade armazem da raa do Apollo n.
Saceos grandes farello novo.
Qaei,i>s do serian
Vende-se superior queijo do serio : na
a igreja.
Vende-se ama loja da charutos cuja armagao
e doas liteiros nao eicede de 160J : qaem quizer
dirija-se a roa do Cabug o. 1 B. ^__ '
Vende-se urna escrava moca ; na rua do
Rangel n. 9.
- Vendem-se 3 escravos, 1 bonita miieca, 1
lindo moleque, e 1 bom escravo, de Idades de i i
1% aprjp : na travessa do Carato n. i-
CA!I\ IM
38 e 40, u
proprio para am armazem de .assacar ou prensa *Mre de Dos, armazem junte
de algodo em ponto grande, por ter 6 portas de
frente com mais de 67 palmos de largara e 300 e
tantos palmos de coropriraento, tudo coberto e so-
bre arcadas e para comodidade dos compradores
se vende com o prazo de 2 annos ou o que se con-
venciooar ama vez que seja com seguranca e pa-
gando se pela demora um mdico juro : as pes-
soas a qnem convier esta compra poderlo enten-
der se com Antonio Aires Barbosa na raa dos Gua-
rarapes n. T8. ^^^^^
ruada
Vende-se cera de carnauba
em outra qualqaer parte : na
Dos o. 5.
loja n. 16 a raa do Queimado".
Vendem-se na loja de mindezas
a rna do Qneimado n. 16.
Bonitos legues de sndalo e oulras qualidades.
Bonitos cintos com fivellas de diversas qnalida-
des. e moldes.
Brincos e cruies de crystal.
Abctoaduras de dito para coletes.
Bunios port-relogios.
mais barata do qae | Delicadas caixas com msica e sem ella, para
raa da Madre de costora.
Agolnas e linhas para ebroebet.
Retroz superior em carriteis.
Rendas prelas e bicos com vidrilhos.
Fitas de velludo com listras de cores para en-
A 1^500.
Lantljlas.
A loja da Aurora, na rua larga do Rosario n. 38,
recebeu sortimento de lantljlas multo delicadas e' fees Je gorros e vestidos
proprias para qualqaer enfeite, assim eomo larn- Ditas de grosdenapoles, lisas e lavradas, brancas
oem recebeu lavas de Joavln brancas e de cores e matisadas.
para horaem e senhora, muito fresca?, chegadas____________________________________
^&T^fK^M^_^^^H^^ miodas, aljofares ITdo
Veode-se am carneiro mallo manso, proprio 1^0 e VlflrilBOS de f CCS
para montara de menino, com sellim e arreros, para enfeites de vestidos; vende se ludo isso por
tudo novo : a tratar i roa da Imperatriz, taberna precos rwoaveis na roa do Qoeimado n.i*oja 16.
D- 80, 14e mindezas.
Vendem;se pejas de tranga preta para enfeites
de vestidos, soutembarques, capas de senhora a
1*600 com 10 varas, urna grande pechincha : ta
roa da Imperatriz n. 52 janto a padaria franceza.
Chales de renda pretos.
Vende se enales de renda preto a 4*000, aiiira
loja que pode vender na roa da Imperatriz n. 52>
armazem da porta larga, de Paredes Porto.
No armazem da rua do Imperador n. 3 ou no
Caes de Pedro II n. 1, tem para vender-se o me-
bor gat existente no mercado.
Vendem-se garrafas e botijas- vasta e lava
das: na raa da Soledade n. 38.



1
i.

-


HR1
Diario de reruaftlM mcU* felra de Vareo de 1866.
Sara^9MBp8 i
i
i
PARA A QUARESMLl
Ghegaram a loja de Augusto Porto & C.
11 Ra do Queimado 11
Superiores cortes de seda preta.
Molreantiqoe preto de flores e de lista* bellos padrSes
Grosdenaple preto de diversas larguras e qualidades.
Retondas, bonroos e chales de gaip e de rendas.
Panoos pretos, case mi as pretas, bombasina*.
Laas, caotio, merino e sel estrinas pretas.
Lindas mantas de seda para pescoco. w
Ricos cortes de seda de cores para bailes ou casamento;.
Ricos cortinados bordados dos mais bellos desenos.
Moir branco, seda branca, capellas e mantas para noivas.
Bellas colchas de seda e de la e seda para cama de noivas.
Saias de flaissima cambraia ricamente bordadas.
Fatendas de pregas para saia que se (azem com urna s costura e tambera lera
o cordao tecido.
Madapolo francez a 400 e 480 rs. a vara.
Alcatifa de linho para salas e gabinetes a 480 rs. o covado.
Faienda especial de quadros para fazer rede* a 34500 a vara.
Superiores esteiras da ludia para salas.
11Ras do Queluiido 11
com
W
NOVOS GERENTES
DOS
TRES GUARDES
ARNAZENS DE MOLIMOS
DENOMINADOS
PROGRESSIVO pateo do Carmo n. 9
UNIO E COMMERCIO ra do Queimado n- 7.
VERDADEIRO PRINCIPAL ra do Imperador n. 40
DE
DARTE CARVALHO PERIRA C,
CORTE DE SEDA
Chegaram pelo paquete inglez riquissimos cortes de moreantique de cores, e
fes inteiramente novos. ,,., ,
Seda de quadros por 1#000 o covado
5RA DO CRESPO5 M
Gregorio Pac* do Amaral dt Coiupauhla.
Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidade aos senhores de en-
fenhos, lavradores e raais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
beraran! os proprietarios dos tres grandes armazens, reunir todos os seus estabeleci-
mentos em um s annuncio, pelo quat o prego de um ser de todos, promette-
mos que nao infringiremos a tabella que abaixo
por um preco, e na occasiao da contra quererem por outro, como socede coirstante
mente em outras umitas casas, pocem nos nossos estabelecimentos nao se dar isto
aioda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
serao tambem servidos como viessem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar seus
seda lavrada pa- pedidos em cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remettendo nos urna conta
pela qual se ver os procos tal qutr'annunciarmos,, o que seno arrepender pessoa
alguma que fizer sua despenca em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por cento na sua despeza diaria.
Gros de aples preto a 1,3500,1,5600, U, U, 3/5S0O e 40 o corado.
Gorgueo preto de superior qualidade a 20500, 2*800, 30 e 40o*o-
Superiores moreantiques a 20500, 20600, 30, 30500, 40 e 50000 o,
- covado.
fo Bons cortes de moreantique.
dem de gorgurSo adamascados.
Bons pannos e casemiras.
Sup riores alpacas, princetas, merinos e bombazinas.
Bons villudos pretos.
Grande variedade de chales de fil preto e de guipure a 50, 60, 80,
100, 120, de 160 a 203, h de 2>0 a 800 cada um.
Superiores Mondas de fil preto e de guipure a 80, 100, 120 e 250,
e de 300 a 600 cada urna.
Superiores algerienes de fil preto e de guipure de 120 a 2o#, e ae
300 a 600 cada urna.
Bons chailes de seda preta.
Ditos de Merino preto bordados e outras muitas fazeadas pretas que
seria enfadonbe enumerar, na
DE
IOja ai as cwlvssjsas
ANTONIO CORREIa DE VASCONCELLOS & C.
RIA DO CRESPO N. 13

RITA DO BitCM M. 3S.
O propietario deste estabeleciment deseja chamar a attencSo dos senhores pro-
priobrios aos acre lulos mechanismos que continua a fornecer; os quaes garante ser,
como sempre, da melhor qualidade possivel:
Machinas de vapor
forra de 2 '/* cavallos para cima. As menores sao mui proprias para motore sde
descarocameatos de a g du; as maiores para moer canna; ha tambem que podem junta
>.u separadamente moer caima e descarocar segundo soas proporces. Estee vapores
sao simplsimos na c instrucgo, e se regem por qualquer pessoa intelligente, a facilida-
de da couducgSo sen lo especialmente considerada, tinto que n) ha lugir em que n5o
se p )ssimconiu/.r, >j lr por trra, qur embarcado. Ha com moeudas juntas ou sem
ellas e podem-se applioar a qualquer moenda j existeute sem outra mudanca do que
a substituido das rodas da almanjarra. Ellas tem depsitos d'a^ua e boeiros de ferro,
a n" > precisam para o seu assentamento de obra alguma, qur de carapina, qur de ai-
venara. O tempo para a>senta-las nao excede de doze dias ao mais, e em casos de
rao: es le aaimaes uu afrombamentos de acudes, etc., garante-se o assentamento em
?*. dias. Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o servigo da
gente oceupada no seu latamente os ho de recuperar da maior parte da despeza do
vapor deixaudo-Ihes a vaatagem de urna moagem certa e acoelerada; e acabando com a
despeza da compra continuida de novos an'.maas. com os desgostos do trabalho que
se im com elles.
Rodas Tagua de ferro, mui mineiras e moendo com qualquer altura
(Tagua. "...
Sarllhos eom ernzeas de ferro para as mesmas, quando se desege fazer
e resto da roda de madeira, tonando-se assim a roda ligeira no trabalho.
Mocadas de canna de todos os tamanhos, desde as mais pequeas chama-
das do sertao. Obra perfeita em feitio e acunhamento.
Rodas de espora e angulares de todos os tamanhos e proporges.
Paroes on coches para receber o caldo.
Crlvos de fornalha para assentamentos, frescos para o foguista, fazendo
grande cahr com pouco combostivel, e duradouro.
Portas de fornalha de todos os tamanhos e de diversos systemas.
Pernos c niolahos para a fabrica de farinha e tambem chapas redondas
pira fornos pequeos.
Hombas simples e de repucho.
Tallas de ferro batido e fundido e de cobre.
Pomas de ferro batido galranisado para purgar assucar, leves para carregar
isemptos de quebrar-se.
Alambiques de ferro de todos os tamanhos, custando s a terca parte do
prego dos de cobre, mais regulares na distillago e igualmente duraveis.
Elios e rodas de carro com tnaag s de patente, obra mui segura para
ran egaco de peso.
Arados, grades, enehados a cavallo e outros instrumentos de agri-
: tnra. E finalmente todo o objecto de que possa precisar um engenho.
Machinas de descarocar algod&o.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e coicertos, com a maior preste-
%{ solidez 0 grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fim.
0 proprietario ser sempre mui feliz de poder ter occasiao de dar informages ou
cv'arecimeotos aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D. W. Bowman, engenheiro.
Vinagre
Superior vinagre de Lisboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais baixo para 2oo rs. a garrafa e l,4oors.
a caada.
Azeite doce
Superior azeite doce de Lisboa a 6lo rs. a
JffAJtfTjEICtA
Hanteiga hgleza perfeitamente flor che-
gada ltimamente a l.ooo rs. a libra, e
em barril ter abatimento.
Manteiga franceza da safra nova a 8oo rs.
a libra e em barril ter abatimento.
BANHA
Banha refinada superior a 64o rs. e em!garrafae a S.ooo rs. a caada,
barril ter abatimento.
CHA
Cha uxim de primeira o superior qualida-
de a 2,,8oo rs.
dem hysson o melhor neste genero a
2,6oo rs., e sendo em porgo ter abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,8oo a 2,5oo rs.
a libra.
Rlscontos
Latas com superior biscouto inglez da di-
versas marcas a l,2oo rs. a lata.
Bolaehlnhas
Latas cora bolachinhis da acreditada. fa-
brica do beato Antonio, proprias para dar a
doentes de 2,ooo a 3,ooo rs. a lata.
dem com quatro libras de bolachinha de
soda a 2,ooo rs. a lata.
Queijos
Queijos flamengos hegados pelo ultimo
vapor de 2,3oo a 2.5oo rs.
CHOCOLATE
Chocolate hespanbol a l,ooo e l,2oo rs.
a libra, francez e suisso a l,ooo rs. a libra
e portugoez a 800/ rs. a libra, em porgo
ter abatimento.
VINHOS
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tadas marcas, como sejam: Madeira Secca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimando
Douro, Marta Fia, D. Luiz, Pedro V, lgri-
mas Doces e outras marcas a l,ooo a garra-
fa e 9,ooo a 12 ooo rs. a duzia.
Vinho Figueira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4,ooo rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. a garrafa e a 4,5oo rs. a caada.
Superior vinho de Lisboa e Figueira em
anceretas de 8 e 9 caadas a 2i,ooo rs. a an-
coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada.
Caixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa e
7oors. agarrafa.
1FE
Caf do Rio de 1.a e 2," qualidade de
6,8oo a 8,200 rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
SARAO
CONSULTORIO MEDICO-MR
DO
DR. PEDKO DE ATrAHYBE LOBO BOSCOSO,
MEDICO, PARTE IRO E OPERADOR.
3Ra da Gloria, casa do Fundao-^3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 as 11
Doras da manhlo, e das 6 e meia s 8 horas da no i te, excepgSo dos dias santificado.
Pharmacia especial bnmeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisagdes e pelos pregos seguine
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
de 24 tubos grandes. 18*000
de 36 tubos grandes. 24(5000
de 48 tudos grandes. 30,5000
de 60 tubos grandes. 35(5000.
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedio*
ru se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 1,5000.
Sendo para cima de 12 custarao os pregos estabelecidos para as carteiras.
Ha tobos mais pequeos cada um a 500 ris.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jarh
vai publicado, annunciar os gneros dous grandes volumes com diccionario........ 204000
de constante-1 Medicina domestica do Dr. Hering.........' iOtOO
Repertorio do Dr. Mello Moraes..........'. \ eJoOO
Diccionario de termos de medicina........... 3(5000
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispensam por
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios
"erdadeiros, enrgicos e duradores: ha todo do melhor que se pode desejar, globos de
rerdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservacSe? tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacSo, e portante a maior
energa c certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-Ihe qualquer
operago, pira o que o annunciante julga-se suficientemente habilitado.
O iratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica,
funecionando a casa ha mais de quatro annos, ha muitas pessoas de cujs conceito se nao
pode duvidar, qae podem ser consultados por aquelles que desej arem mandar seus
doentes.
Paga-se 2$ por dia durante 60 dias e d'ahi m diante 15500.
As operaces ser) previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos preces
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
F\10 CAPORAL
Latas com superior fumo caporal a i,8oo
rs. a lata.
Passas
Superiores passas a 2,ojo o quarto e
9,5oo rs.. a caixa de arroba bespanhola e a
56o rs. a libra.
GEVKB1U
Genebra de laranja verdadeira a lo,5oo a
duzia e l,ooo rs. ao frasco.
Genebra de Hollanda verdadeira a 6,ooo
rs. afiasqueira e a 56o rs. o frasco.
Idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da ums.
Garrafoes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,ooo rs. o garrafSo. Tambem
ha gacrafdes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
6,ooo rs. cada um.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
dem de carnauba de lo a 12,ooo rs a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de l.ooo a
l,2oo rs. a lata
ALPISTA E PAINC0
Alpista e paingo muito novo de 3,8oo a
4,ooo rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS.
Superiores charutos do fabricantes Simis,
Imperiaes, Delicias, Parisienses e outros de
2,2,5o) e 3,ooo rs. a onia caixa: tmbsm
temos Suspiros, Havan)iros, Ligueiros e
outros muitos que vendemos por mdico
prego.
Licores
Licores francezes e porluguezes a l,ooo e
i,4oo rs. a garrafa ou frasco.
Doces
Do:e da casca da goiaba emcaixes e la-
tas a l,2ooo caixlo e ,8oo rs. a lata.
Frotas
DE
CUSTODIO CAKVAI/IIO A c.
27 RA DO QUEIMADO N. 27
Madapolo francez muito uo, teodo pouco mofo, cada pega com 27 varas por
10,5000.
Laa de cores a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a prego de 800 rs a vara.
Lencos brancos para algibeira a 2(5000 a duzii.
Fin 'S perclaras a prego de 400, 440 a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de la de barra de 105 a 30,5000.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.

Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sonido como todos sabem,
lioje mais que nunca, nao s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de consignages; parece sem
F ,er-duvida deve offerecer randes yanta-
* rutas em calda e em lato wenaaas ner geDS o respeitavel publico tanto em
macamente, mu.to bem enfeitadas, conten- ?recos Como na escolha dos objectos, e co-
do pera, pecego, ameixa rainha Claudia, al ItLTv-jk-
perche e outras frutas a o) s. a lata.
Tambem ha latas grandes para l,2oo rs. a
lata.
AZEITE DE REFINADO
Superior azeite francez refinado a 8,ooo
rs. a garra'a e a 9,ooo rs. a duzia.
MOLHO I.NG1EZ SAUCE
Molho inglez Sauce em frascos grandes
com rolba de vidro a l,8oo rs. o frasco em
Sabio maga de primeira qualidade de 18o, duzia ter abatimento.
a22ors. a libra e de 16o a 21o rs. sendo RATATAS.
em caixao. Gigos com 3o libras de batatas a 1 ,ooo rs.
omvoja SARDINHAS.
Superior serveja Bass dos melhores h-, Latas com sardiaQaS de Nanles e Lisboa
bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F. de 4oo a 46o rs a |ata_
Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a 7oors. |
a garrafa. Tambem ha de outras marcas i FUMO AMERICANO,
como seja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du- Superior fumo m chapa a 640 rs. a libra
zia e a 5oo rs. a garrafa.
B I0ES VASIOS.
Boies vasios, Iouga ingleza muito pro-
pria para manteiga e deposito de doce de 4
a 12 libras a 1,2o 3 e2,5oo.
FARINHA DO MARANHO.
Farinha do Maranho a 240 rs. a libra.
SAG'.
S ig muito novo a 4oo rs. a libra.
ARARUTA.
ERVILHaS
Latas com ervilhas e feijo verde j pre-
parado 64o rs. a lata.
MASSA DE TOMATE
Latas com 1 libra de massa de tomate a
64o a lata.
VERMUTH
Esta bebida muito fresca e estomac 1 e
!muito propria par a presente estago. a
t f qual vendemos a 2,ooo rs. a garrafa e 185
i a duzia.
Araruta verdadeira a 4oo rs. a libra.
Pimenta, cominho, cravo, canella. rvadoce, alfazema, tijollo para limpar facas pa-
litos para denles, palitos de fogo, e outjos muitos gneros que se tornara enfadonho
mencionar, aangaodo cinceridade nos pTegos e o bom acondicionamento de qualquer
gen ro.
H\)A HA CAIIEIA IV, 56 A,
Omtinoa ler grande e eoirpleta sortimento de
Machinas americanas para descarocar algodao
o* na-lhr.rft; hbrtrtata rt" 10,12, 14, 16, t8. 20, 23.30 e 35 serrotes qae as veide por pre?o
idv en rnnse^nsnoia Qitimamenieu ter recebado de conti proprf dos EsUidos-Unlow.
resu-
ROMANCES BAR4T0S
Vendem-se, na livraria da praga da Inde-
pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro-
mances portuguezesseguintes, em brochura:
A voz do sangue, 2 volumes.
Connemara, 2 ditos.
A noite de S. Silvestre, 1 dito.
O filho de Titiano, 1 dito.
Adonis ou o bom negro, 1 dito.
As du s amadas, 1 dito.
O pacha de Buda, 1 dito.
Triby, 1 dito.
Ignez de la Sierra, 1 dito.
Joven Siberiana, 1 dito.
Vende-se oa aleea se um terreno com duat
frentes para a ra do Bruna o. 21 e para a ra dos
Guararapes n. 20, muitj proprio para deposito de
carvSo, madelras, oa carrocas e bois, por ser gran-
de, ter cacimba e tres telhairo?, e una caixao de
casa em respaldo : a tratar na ra da Cruz do
Recife n. 59.
- Na fabrica de vlnasre, roa Imperial n. I,7
prozimo a e*tacao do camlnho de ferro, vende se
vinagre tinto superior em qualidade a outro qual
quer, e por preco mdico, assim como branco et
ncolor.
Farello
em saceos grandes a 45300 : nos armazens
de Tasso Irmos.
Gommi de mh) branco
americana
Esta preciosa fcula, cujas propiedades med-
cinaes a imprensa europea tanto tem exaltado para
a. cara das molestias do peito, recommeoda-se tam-
bem como alimento sadio e nutritivo para as en-
ancas, prestndose a variados preparas culinarios.
A geral aceitacao que ella tem objido por toda a
parte o sea maior elogio : vende se uuicaruente
na roa do Imperador n. 57, armazem Allianca.
Para os bailes mascar- dos.
A aguia branca est veodendo por baratissimos
pregos. para acabar, os objectos seguiotes, que ser-
vem mal bem aos que tomam parte nos bailes mas-
carados, sendo :
Melas de seda aljo par.
Entelles de Dores a 1 j, 2 e 34 cada um.
Filas lavradas de 320 a l a vara.
Cintos largos com ponas cabidas.
Veude se urna masseira de amarello em per-
felto eftado, e mais perlence* pa-a orna padaria,
na estrada nova, segunda taberna a direita, depols
do sobrado grande : a tratar na mesma, das 4
horas da tarde em diante.
mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor tDouro e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se menciona r5o alguns,
por nao ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
tecc2o de todos.
Riquissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda.
. Ricos porta jotas e necessarios.
Riquissimos est jos a feitio de um bausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinhos e touquinhas de muito
gosto para criangas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de flores proprias
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
senhora.
Riquissimos porta boquets.
Boquet de flores com urna borrachinha
com cheiro.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Riquissimas plumas e guarnieses para
enfeitar chapeos.
Contas e tubos de ac branco, que ba
muito se desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e cruze*ife crystal.
FyeUas e cruzes de tartaruga, madripe-
ri>I> e dourados.
Alfinetes para gravatas.
Botes com croas para punhos.
Gravatinhas e mantinhas de muito gosto,
tanto para homem como para senhora.
Riquissimos aderegos pretos, assim como
caixinhas cora afneles pretos.
Bengallas de canna com cabo de rnarlim.
Ditas de bale a, borracha e de outras
muitas qualidades, assim como chicotinhos.
Riquissimos penles de tartaruga do ulti-
mo gosto; assim como de arregaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as qualidades.
Diademas para cabeca do ultimo gosto.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
MACHINAS DE PATENTE
DE TRABALHAR A MO PARA DESCA-
RGAR ALGODO
FABRICADO POR
PLANT BROTHERS & C.
OLDAM.
Estas machi-
nas podem des-
carogar qual-
quer especie de
algodao sem
estragar o fio,
sendo bastante
duas pessoas
para o traba-
lho; pode des-
carogar urna
arroba de al-
godao em ca-
rogo em 40
minutos, ou
18 arrobas por dia ou cinco arrobas de al
godo limpo.
Assim como machinas para serem movi-
das por animaes, que descarecam 18 arro-
bas de algodao limpo por dia; e motores
para mover urna, duas ou tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender um bellsi-
mo vapor que pode fazer mover seis destas
machinas mencionadas; para o que convi-
dare aos senhores agricultores a virem ver
e examina-lo, no a mazem de algodao, ao
largo da ponte nova n. 47.
Sauaders Brothers t C.
Recife praga do Corpo Santo n. 11.
Os nicos agentes neste paiz.
O castelo de^&rasville.
Tradnido do francez por A. J. C. da Crni.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 30OG
ua praga da Independencia, livraria ns.
6e8.
Frameisco Jos Germano
RA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
los de alcance para observares e para os
martimos.
Trancas pretas cora vidrilho e de cores.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Ligas de seda e de algodao.
Suspensorios de seda e de algodao e mui-
tos outros objectos que se nio podem an-
nunciar por nao se tornar enfadonho.
Manual do Cidado
Vende-se o Manual do Cidado em un
Governo Representativo ou principios de
Direito Publico Constitucional Administra-
tivo e das Gentes, por Silvestre Pinheiro
Ferreira, em 3 volumes broxurados por 36
cada obra : na livraria n. 8 da praca da
Independencia.
Vende-se um mulato de^M annosde_idade
com bastantes habilidades, como bom cotiobeiro o'
copeiro : na ra da Imperairii o. 14, andar.
Roupas feitas de todas as qualidades
Vndese roopa fe*a, sendo calca de cores e
pardo a 2, ditas de brim branco de linho a 3*500
e 44. calcas de casetnira preta a bt, 64 e 8, di-
tas de cores, meia casemira, a 3# e fcftSDO, ditas
de casemira a 6, 7 e 8, paletots de brim de
cores a 2, 34500 e 3, ditos de brim branco a
a 4J500, ditos de alpaca preta a.34 e 44, ditos de
casemira de cores a 54, 6, 7, Ti e 104, dito de
panno preto a 64, 7, 8 e 103, coiletej de corea a
14600, de casemira a 34 e 44, ceroala franceza a
14600 e 24200, camisas francezas finas brancas e
peilos de cores a 24 e 24500, ditas ingtdta d li-
nho de pretas largas a 2450, 34 e 34500 [ oa
ra da Imperatrii, loja da Arara n. 86.
Lov s de Jonvin preas t oatras
c#res
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deparara para a loja de mifldim
So no Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7. Queimado d. 16.
na roa
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Diario ertrlumhmm SeitVMra 4c Mareo de 1846.
fe*
1
ENCIOWPEDIOA
klRaaia laperatrlz armazen
da 9*rtm Inga a.
!( a padarla fradceza de
Paredes Porto.
Neste estabeteeimento encontrar o respeitavel
publico nm variado sortimento de fazendas france-
xas, liglezas, snlssas e allemaes, que se venderse
por prego commodo.
Paredes. Porte
Vende chales de renda de cores qne se vende-
rn a 1SJ est vendando por 61, ditas pretos, fa-1
xenda nova, 8*, #,'81 201, an sortimento com-
pleto de manteletes, tapas e sontarubarques 141 a
SKI. Roa da Imperatriz n. 42, junto a padarla trn-
cela, armaxem da pera larga.
Paredes Parto
Receben um completo sortimento de laasiBhas a
340, e 180 rs. covados, para acabar, cambraias de
cor a 140 rs. o covado, rlscado escossez para rou-
Ki de menino, fusto de linbo a 420, 400 e 600 rs.
do da Imperatriz n. 52 junto a padaru francexa.
armaiem da porta larga.
Paredes Porto
Receben para cortinados para cama franceza a
111 a peca cambraia lisa fina a 31 41 at 101 a
peca, cortes de tarlatana'de bonitos gostos a 31500
41, cambraia com flor de seda, gostos inteira-
mente novos a 100 e 500 rs. o covado, no armazem
da porta larga n. 52, ra da Imperatriz johto a pa-
daru franceza.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete um sortimento de
crnzes com podras para o pescoco, benitos cxinels
do ISa para pescoco de senbora. Roa da Imperatriz
n. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Vende cortes de gorgorio preurpara vestido com
21 eovados cada um 351000, grsdenaple preto a
11600,11800 e 21 o covado, lias lizas finas a 400
rs. o covade, laas de quadrinho para vestido, entes-
tada, a 320 rs. o covado. Ra da Imperatriz n. 52,
armaxem da porta larga.
Ronpa feita
Ra da Imperatriz n. 52 armazem da porta lar-
ga jnnto a padarla franceza, encontrase ueste es-
labelecimento um completo sortimento de paletos-
saceos e sobreeasacos, de todas as qualidades, cal-
cas, colletes, ceronlas, camisas, grvalas, meias,
chapeos de sol, ditos francezes para cabera, por
pregos eommodos, ronpa para menino e onlras
nanitas (azendas por precos eommodos, armazem
da porta larga.
o mesmo eslabelecimento encontrara o respei-
tavel publico, sempre um completo sortimento de
ronpas fetas de todas as qnaiidades, como sejam
paletos de alpaca preta e de c6r, ditos sobreeasa-
cos a 41 e 51, ditos-de briro pardo a 21800, 31 e
31500, ditos finos a 41, ditos meias eazemira a
31500, 41 e 51, ditos eazemira saceos a 61, 71,81
e 101, ditos sobreeasacos a 10 e 121, ditos de pan-
no saceos a 61, 81 e 101, ditos sobreeasacos a 121
e 251, ditos de merino preto a 61, 71 e 101, cal-
cas de brira de diversas qoalidades a 11800 a 41,
ditos brancos a 21500 e 6100, ditos eazemira 51,
61 e 71, ditos pretos a 51, 61, 81 e 101, ditos
meias cazemiras a 31 e 41, coletos de diversas
qualidades, seronlas francezas de algodo, ditas de
ilnbo, ditas de bramante a 21 e 21500, carnizas de
algodo de linho francezas de 21500 e 31. Gran-
de pecnincba neste genero, grvalas de todas as
qnaiidades e brancas para casamento, grande sor-
timento de meias para senhoras, ditas para bomens
a 31, superiores a 31500 e 41.
Um completo sortimento de chapeos de sol de
alpaca a 31, ditos de seda a 51, 71, 101 e 141,
ditos francezes para cabida, grande sortimento
a 61.
Pechiocha admiravel.
Grande sortimento de chambres a 41600 e 5$,
.'enees de cambraia para bomem a 21 a duzia, di-
tos de linho a 41 e 51.
Grande soitimento de roupa para meninos e on-
lras muitas qualidades que seria enfadontio men-
ciona-las.
Paredes Porto
Receben pelo o I limo paquete francez ricas laas
granadinas com flores de seda a 400 e 500 rs. o
-covado, esto acabando-se, cambraia preta para
oto. Porta larga junto a padaria franceza, a ra
da Imperatriz n. 52.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete espartanos a pre-
guicoso por 35, sao bons, lencos de seda para se-
nbora e hornero a 1?, ricos cortes de cambraia
bordados de 18$ a 7j, por ter um toqne de mofo,
estao se acabando, na ra da Imperatriz n. 52, jun-
te a padarla franceza.
Paredes Porto
Vende ura completo sortimento de fazendas
brancas, como sejam madnrolo a 41500, 51, 61 e
109, pecas de algodo por barato prego, chita fran-
ceza a 240, 280, 320, 360 rs. o covado, precalias
muito finas a 360, 400 rs. o covado, chita ingleza
j200e240rs. o covado. Ra da Imperatriz n.
52, junto a padaria franceza.
Fazendas.
Vende-se superior merino preto proprio para ca-
pas do senhorae vestidos a 2*, lustrim da China
a 11800 o covado. Ra da Imperatriz, porta larga.
Paredes Porto.
Vende em seu estabelecimento liras e entremeios
bordados, grande sortimento de corpinhos rica-
mente bordados a 31, 41 e 51. S o Paredes Por-
to, ra da Imperatriz no 52; porta larga junto a
padaria franceza.
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4 SALSA PARRILHA DE AYER
PARA A CURA RADICAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulcera, chagas, feridas ve-
Ibas, bronchecele, papo ou papeira, a sypbilis, enfermidade* venerias oa mer-
curiaes.
AS MOLESTIAS DAS MULHERES
reteocao, menstro doloroso, ulceraces do tero, llores brancas, etc.-, lcera-
co, debilidade, expoliarlo dos.oosos, a nevralgia e convulsSes epilpticas
quando causadas pela escrfula.
ERYSIPELAS ERPES; ETC.
Enfermidadea cutneas, ernpeio, borhulhas, puslnlas,
aseldas, etc.
0 extracto composto de lalsa parrllha, con'eccionado pelo Dr. Ayer, uma
combinacao dos melhores depurativos e alterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado ereceitado pelos prineiros mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias, e
muitas ootras partes do mundo: o resullado de estudos apurados e minuciosos, e de
experiencias feilas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por muitos annos, nos principaes nos-
pitaes e enfermaras da America ; tcm sido approvado pelas academias de medicina e
juntas de hygienne das principaes capitaes da America do Norte; para prova disto vede
os attestados authenticos no Almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes sedis-
tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
A SALSA PARILHA DE AYER
Especialmente efflcaz na cura das molestias que tena sua orlgem
na escrfula, na lnfccco venrea, no uso
excessivo do mereu.Io ou qnalquer Impureza do sangue.
A molestia ou infeccao peculiar, conhecida pelo nome de escrfula, um dos ma-
les mais prevalecentes e universaes que ha emtoda a extensa lista das enfermidades que
atacam a nossa raea; disse um celebre escriptor da medicina que mais de urna terca
parte de todos aqHelles que morrena antes da velhiee sao victimas, ou directa ou indirec-
tamente de escrfula; por isso s nao lo destructiva, porm a principal causa de
muitas outras enfermidades que n5o Ibe s5o geralmente attriluidas.
urna causa direcla da tsica pulmonar, das molestias do ligado, do estomago
e affecces do cerebro; enlre seus numerosos symptomas acbam-se os segointes: falta
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes.de urna alvnra transparente e ontras
vezes corado e amarellento irregular, fraqueza e moeza nos msculos ao redor da boc-
ea; digestSo fraca e appettite, falta de energa; ventre enchado e evacuagao irregular;
quando o mal tem seu assento sobre os pulmes urna cor azulada mostra-se em roda dos
olbos ; quando ataca os orgos digestivos, os olhos tornam-seavermelhados; obali-
to ftido, a lingo* carregada; ores decabeca, tonteiras, etc. Naspcssoas dedisposi-
cjo escrofulosa apparecem frequentemente erupces na pelle da cabeca e outras partes
do corpo ; s2o predispostas s affecces dos pulmes, do figade, des rins, dos orgos
digestivos e uterinos. Portante, n5o sao smente aquelles que padecem das formas tul-
cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam de prctecc5o contra os seus estragos;
todos aquelles em cujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagello (e s vezes
hereditario), esto expostos tambem a soffrer das enfermidades que elle causa, que sae:
Ra da Imperatriz, X. 60
DE
GAMA & SILVA.
LOJA E ARMAZEM DE FAZENDAS.
Tendo os propietarios deste grande esiabeleci-
mento|eiio um grande abatimenlo em muitas de
suas fazendas, .pela occasiao do balando que deram
no ultimo de dezembro. de 1865, resol ver am vender
moito mais- barato do qne costomam atim de cada
vet mais agradarem aos seas numerosos fregu
zes *, por tanto Ibes offererem um avalado sorti-
mento de fazendas francezas, inglezas, as quaes
vendero mais barato do qne em onlra qualquer
arte, comprometiendo se a mandar levar qnalquer
azenda em casa dos fregarzes qae nao poderem
vir a leja, ou a darem as amostras, deixando flear
o penhor, assim como convidam as pessoae, que
GRMDE ESTABELEilIE.XTO
Cortes de cambraia com palmas na >ja do
Pavo.
Veadem-se corles de cambraia branca ctm pal-
mas, sendo fazenda muito boa, pelo baratisslmo
preco de 8*800 para acabar! na loja e armazem
do Pavo na roa da Imperatria n. 60, de Gama &
Silva.
Lencos brancos a jFOOO reta a
duzla.
Vendem se lengs brancos fazenda multo boa
Eelo baratlssimo prego de SI a duzla, Ditos com
arra de cor a 21000 isto para acabar na loja do
Pavao na ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Sil-
"GRNDE PECHINCHA!
Lsinhas a 120 rs. na loja da Pavo
Vende-se lsinhas prelas proprlas para loto sen-
do boa fazenda a 120 rs. o covado. Ditas muito
finas de qnadrinhos a 480 e 320 rs., ditas entesta-
das a 400 rs., ditas msthizadas a 320 rs., ditas
transparentes com palma de sedas 400 rs., ditas li-
zas e com salplcos a 500 rs., para acabar na lija e
negociara em menor escala que neste grande esta- armazem do Pavo na ra da Imperatriz n: 60. de
beleeimento encontraro um grande soitimento Gama & Silva.
tanto a retalbo como por atacado, vendendo-se-lbe
apenas pelos precos qae comprara as casas ingle-
zas, sendo com o dinheiro a' vista.
Peehlncha a 3#oeo e 1 54>
AS MELPOMENES DO PAVAO.
Vendem-se bonitos cortes de melpomene para
vestidos de senboras, sendo des padroes mais mo-
dernos pelo baratissimo prego de 3000 cada um.
Ditos de indiana, tendo cito e mefa varas, pelo
baratissimo prego de 21500 rs.
Isto para acabar na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama de Silva.
Astoailias de li lio do Pavo.
Vendem-ss superiores toalhas de linhos para
rosto pelo baratissimo prego de 71500 a duzla ou
a 640 cada orna.
Gnardanapos de linho adamascado para meza a
25800, a duzia ou a 240 rs. cada um.
Superior atoalhado de linho gom oito palmos de
largura sendo branco e pardo, e vende-se mais ba-
rato do que em otitro parte, na loja do Pavao na roa
da Imperatriz n. 60 do Gama & Silva.
Os corpinbps ae seda pretos do Pavo.
Vendem-se os mais ricos corpinhos de seda pre-
tos, ricamente enfeitados, pelo barato prego de 121
cada um : na loja do Pavo na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Os cortes de cambraia branco bordados na
loja do Pavo.
Vendem-se os mais ricos cortes de cambraia ri-
camente bordados com barras e babados a 201 ca-
da um : na loja e armazem do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ricos vestidos a 80000 rs.
pecbincha admiravel.
S o Pavao receben pelo ultimo vapor francez
um grande sortimento dos mais ricos cortes de
TtSTJSSSi W^7*7Sr* e^pibeVe"enfermIdades ggg tS2XBStm "tV^^
eruptivas da cutis, rosa" ou erysipela, borbulbas, pstulas, nascidas, tumores, rheuma,
carbnculos, ulceras e cbagas, rheumatismo, dores nos ossos, as costas e na cabeca,
debilidades femininas, flores brancas causadas pela ulceraco interior, e enfermidades
uterinas, hydropesia, indigesto, enfraquecLmento e debilidade geral.
Offerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um antidoto efficaz contra esta
molestia e suas consequencias na
SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre o sangue, puricando-o e expulsando delle a corrupgo e o
veneno da molestia ; penetra todas as partes e todos os orgts do corpo humano, livran-
do-os da sua accao viciada e inspirando-lhes novo vigor. um alterante poderossimo
para a renovaco do sangue, e d ao corpo j enfraquecido pela doenga, forcas e ener-
gas renovadas como as da joventude.
tambem o melhor anty-syphilitico conhecido
cura permanentemente as peiors formas de syphilis e as suas consequencias. Pouca
necessidade ha de informar o publico do nestimavel valor de um rtmedio que, como
este, livra o sangue desta (orrupeo e arrebata a victima das garras de urna morte lenta
e ignominiosa, porm inevitavel, se o mal nao logo combatido com energa.
um poderosissimo alterante para a renovaco do sangue e para dar nova for-
ca ao corpo j enfraquecido pela doenga.
Sendo composto de productos vegetaes, es'.e medicamento innocente eao mes-
mo tempo efficaz, um fado de immensa importancia para aquelles que o torxam ; por-
que muitos dos remedios alterantes offerecidos ao publico tem por base o mercurio ou o
arsnico; e sendo assim, bem que s vezes podem effectuar curas, comtudo deixam suas
victimas carregadas de urna longa serie de males, muitas vezes peior do que o mal ori-
ginal. A nica cousa necessaria para obter urna cuca radical seguir com juizo e cons-
atncia as diieccoes que acompanbam cada frasco.
N3 pretendemos promulgar, nem queremos que se infira que esta composicaoa
um remedio infallivel pata a cura de todos os padecimentos humanos ; .infelizmente
escrfula e a syphilis sao enfermidades tao sulis as suas naturezas, e arreigamse to
firmemente no systema, que muitas vezes evadem e resistem aos remedios mais pode-
rosos que a sciencia humana pode inventar para combate-las: o que dizemos que o
Extracto composto de salsa parnlha de Ayer
a melhor preparado at hoje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que
urna combinar; o dos alterantes mais efficazes conhecidos, e que esta combinaco tem sido
regulada por longas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos conscieneia de of-
ferecer ao publico o melhor resultado que possivel produzir, da intelligencia e pericia
medica dos nossos tempos.
Este remedio deve ser tomado com systema e regularidade, e nao com abandono,
pois um remedio e nao bebida.
Quando as molestias do figado nao tem sua orgem na escrfula, o remedio
mais proprio as plalas catharticas de Ayer, que sao ejficazes na cura da molestia, que
m por causa um desarranjo dos orgos digestivos. Pedi a salsa parnlha de Ayer e
nao aoeitai outra preparaco.
Pernambuco, ra Nova n. 18, pharmacia francezade P. Maurer & C.
baile* e passeios, e vendem-se pelo
para
baratissimo
Poupelinas modernissimas a 400 e 500 rs.
o covado na loja do Pavo.
Vendem-se poupelinas muito finas sendo fazenda
muito moderna de quadrinhos e liza veodendo-se
pelos baratos pregos de 400 e 500 rs. o covado na
loja do Pavao na ra da Imperatriz n. 60 de Gama
Si Silva.
Orosdenaples pretos do Pavo.
Vendem-se superiores grosdenaples pretos pelos
baratissimos pregos de 11500, 11600, 11800 e 21
o covado, sendo fazenda muito boa, s para aca-
bar : na loja e araazem do Pavao, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante de linho do Pavo.
Vndese superior bramante de linho com 10.
palmos de largura, prrprios para lenges, pelos
baratissimos pregos de 21 e 21600 a vara, assim
como panno de linho muito fino pelos baratissimos
pregos de 640,700 e 800 rs. a vara : na loja e ar-
mazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Canbraias lisas do Pavo.
Vendem se pegas ae cambraia lisa moito supe-
rior, pelo barato prego de 31200 e 31500 a pega,
ditas muito finas a 51, 61, 71 e 81 : na loja e
armazem do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
PECHINCHA I
a 2i000, para calcas, s Pavo.
Vendem se superiores crtts de meia casemira
eom msela de seda a 21, ditas Garibaldlnas a
21800, dlias escoras a 21800, ou a 11600 o cova-
| do : na loja e armazem do Pavao, ra da Impera-
triz. n. 60, de Gama & Silva.
PENTEADORES
ou roupes de cambraia bordados proprios
para as senhoras vestirem de manba.
Cbegou esta novidade paia a leja do Pavao,
muito lindos e do melhor gosto at boje, por pre-
lc ja do Pavao, ra da
VENDE-SE
So armazem de rl. a. Ramos e Silva de Genio, na do ligarlo
n. ti, constantemente, ossegnlntes artigo, qne
recebem por eneommenda pvoprla de
lElf-TORfi.
Legitima salsa parrilha deBristol, preparada por Lanman & Kemp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesmos.
Gaz em latas de cinco gales, o mais purificado que se pode desejar da acredi-
tada marca F. W. D. & C. .
Belf gios perfeilos reguladores, com corda de quatro a oito das, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch.
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. Masn (de Pbiladel-
phia).
Superior oleo para machinas de costura.
A guias para as mesaos.
Breu em bar cas grandes e pequeas.
Vende-se tambem:
. Tasso Irmaos
Venden do sea armazem roa da
Amorim i. 35,
Licor fino Gorago em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas com ralbas da
varo e em lindos fraseos.
VanosGneres.
Santernes.
Chambertin.
Hermjtage.
Borgonbe.
Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ton.
f Mzei lagjiol.
" Bren em barricas peques*.
Cera en velas de todos os tamaaboe.
Bogias.
Mercarlo.
Na ra do y igano n. 19, primelro andar.
Vende-se nm eseravo para eogenho, crioaio
de boa figura e mesire carreiro : a tratar na ru a
de Qneimado n. 44. >___________________
Ovas do serto.
Veae-ie ovas do tartas moito frescaes e por
jo commodo ; na roa do Queim.do loja n. 14.
BORDE1DX
1.a qnajidade.
iSt. Estephe.
St. Jullen.
C. Margaux.
|C. Lafitte.
I Medcc.
PORTO
Ia qiialidade,
Principe Real.
[Pedro V.
Mara Pa.
Princeza D. Isabel..
Vctor-Emmanuel.
[Duque.
Malvazia.
Vinho fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinbo doRheno.
Cera de Lisboa em velas e em grume.
Boa occasio para umprin-,
cipiante.
Vende-se nma loja ue mludezas com poneos fun-
dos, moito em conta, em bom logar e bem acredi-
tada : quem pretender dirija-se a roa Adgusta,
taberna n. 1, qae se dir qoem tem para vender.
Na mesma taberna se dir qoem tem para vender
nma mobilia completa de emarello enano iha.
Peehineha admiravel
Laziobas de qoadrinhos que parece seda a 240
rs. o eovado, urna grande pecbincha, est se aca-
bando : na loja n. 52, armazem da porta larga de
Paredes_Porto.______________,_______p__
Vendem-e
machinas americanas de serrote para descaroe^r
algodo: na roa da Senzata ova n. 42.
LHILIIWTfcS
Veadem-se anneis cem bridantes, de primeira
airoa engastados em ooro de le, pelo dim
fc"" _".a -J. nm ni m* A Cae
rco da'iOJ cada om : na ra da Cadeia do
ife n., loja de Silvestre Pereira da Coohi.
avariado.
Francez barrica SfOOO
Portland idem 81500
Em perfeite estado:
Francez barrica 10J000
Portland idem 12*000
No armazem de Tsso IrmSos caes dojApollo.
Fazendas para a quaresma.
No armazem da porta larga, roa da Imperatriz,
grsdenaple preto a 1*400, 1*600, 1*800, 2* t
2*900, moreanbque preto de diversas qoalidades,
os mats ricos chales de renda pretos, e retondass
com mnita roda, fazenda da nltima moda no mer
cado : do armazem da porta larga b. 52, na roa
da Imperatriz.
Gomma de milho branco
americana,
Vende-se empacles'de I 2 libra : do armazem
de Jos Fernandez Lima roa Nova n. 3.
preco de 8*000 rs. cada um, na "teja do Pavao na i 5* muito razoaveis : na leja do Pavao, r
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva. Imperatriz n. 60, de Gama di Silva.
Os chales pretes de renda de Pavie a 8000 rs.
Vendem-se os mais ricos chales pretes de renda
eom quatro pontas, senda muito grandes pelo ba-
ratissimo prec,o de 8*.
Di tes de guepure a 15*, 18*, 20*, 23*.
Betondas de dito a 10*.
Manteletes de renda, I azenda moito superior a
Sipas e sautharcbarqces de grosdenaples bor-
dados, fazenda inteiramente nova, por presos mais
baratos qae em outra qnalquer parte.
Isto na loja armazem do Pavao na ra da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Oschales do pavo a 2oce e 2ooo rs.
Vendem-se chales de merino estampados a 2*
e 2*500 cada om.
Ditos de merm liso a 3*500.
Ditos estmpalos de crepon a 6*, 7*. e 8000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 14*.
Na loja e armazem do Pavo na ra da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende o Pavo.
Setim da China Com 6 palmos de largura, fazen-
da preta para loto, propria para vestidos e rcopas
para homens, sendo esta nova fazenda sem Jusiro e
de muito boa qualidade, garantindo-se nao ficar
russa com o tempo e vende-se pelo barato pre(o de
2* e 2*900 o covado, assim como neste eslabeleci-
mento tem um grande sortimento de todas as fa-
ztndj8jretas como sejam cassas e chitas pretas,
las tapadas e transparentes, prinoezas, alpacas,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavao na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os ba.oes do PavSo.
Vendem-se superiores baldes de muc.ulna com
moita roda a 5*., ditos crinoiines com 35 arcos a
3*500, ditos com 20 e 25 a 3*, ditos para meni-
nas, sendo brancos e encarnados a 2* e 2*500 :
na loja do Pavao na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cambraias de forro a i600 e 2$ na loja
do Pavo.
Vendem-se pegas de cambraia de forro com no-
ve varas cada pega, pelos baratissimos pregos de
1*600 e 2*: na loja e armazem do Pavo na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cortinados do Pavo.
Vendem se superiores cortinados adamascados
para camas pelo baratissimo preco de 1* cada par,
ditos mnlto finos ricamente bordados para camas
ou janellas a 15*, 20 e 23* o par : na loja e ar-
mazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama. & Silva.
Panno preto a 2S na loja do Pavo.
Vende-se panno preto. fazenda moito boa, pelo
barato prego de 2* o covado, dito muito tino a
3*500, 4*, 5* e 6*, assim como casimira pieta de
cordao a 2* o covado : na loja do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os espartilhos do Pavo.
Vendem-se urna grande e variado sortimento de
espartilhos dos mais bem feitos que tem 'vindo ao
mercado, sendo de lodos os tamanbos, vendendo-se
por um prego muito razoavel": isto na loja do Pa-
vo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
8 salas bordadas do pavo.
Vendem-se saias bordadas sendo fazenda muito
boa, sendo ricamente bordadas e com muita roda
vendendo-se pelos baratos pregos de 6* 8J> e 10*
reis cada urna na loja do Pavao na ra da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Bretanha* de rolo a 3-sOOOg
Vendem-se pe$as de bretanha de rolo com 10*i
varas cada peca, pelo baratissimo preco de 3* :
na oja e armazem do Pavao, ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Gama & Silva
Peehineha grande.
Osmadapo.es do Pavo. _
Vende-se superiores pegas madapolo, sendo
muio largo, e muito encorpado tendo 24 jardas
cada pega, pelo baratissimo prego de 8* e 9*000,
dito a 6*500 e 7*, boa pecbincha, e vende-se
nalysja e armazem do Pavo, ra da" Imperatriz n.
60 de Gama & Silva.
Caximiras da escoc;.
Na loja da Pavo
Chegoo esta nova fasenda com o nome de ca-
xemiras da escocia sendo multo eneorpada pro-
pria para cateas, e coleles, e vende-se pelo baratis-
simo prega de 2*800 rs. o corte ou 18600 rs. o co-
vado, pecbincha por que tem duas larguras, isto
s na loja e armazem do Pavio, ra da Imperatriz
n. 60 de Gama & Silva.
Roupa feita.
Na loja do Pavo
Vende-se neste estabelecimento om grande sor-
timento de roopas, tanto de panno como caxemiras,
e bros e pelos baratissimos pregos como sejam
caigas de caxemira preta a 6* 7* e 8*000 reis, pa-
letots de panno preto saceos a 6* 8* e 12*000 rs.
ditos sobreeasacos de panno flnlssimo a 12* 18* e
25*000 reis, e ouiros muitos artigos que serla en-
fadonbosaqu reltalos; s na loja e armazem do
Pavo roa da Imperatriz o. 60 de Gama i Silva.
Loja do Pavo
Grandes pechlnchas.
Sediihas a 500 rs. o corado
Sediahas a 300 rs.
Sediuhas a 500 rs.
Vende-se na loja do Pavo, om grande sortimen-
to de sedinhas llstradas com asmis bonitas cores,
sendo os padios mais novos qae tem vindo ae mer-
cado, vende-se pele parasslmo preco de cinco
tostSes o covado, sendo fasenda que valem muito
mais dinheiro, e grande pechiacha por se ter
comprado orna grande ponida desta fasenda, na
loja e armazem de fasenda do Pavao, ro da Im-
peratriz n. 60 de
Mantas a l$00O.
De pura seda
Vende-se na loja do Pavo, manas de seda pre-
tas e de cores, lindos Rosto pelo baratissimo prego
da 1*000 reis, sao das mas largas, a^sim como tem
nm grande sortimento de grvalas de seda de cor
bordadas e de setim preto e ditas de setim branco,
e vende por pregos mono resumidoss, o Pavo na
roa da Imperatriz d. 60 loja e armazem de Gama
& Silva.
Chitas rosas
a 66000 reis a peca
S na loja so Pavo
Se vendem pegas de chitas rxas inglezas, sendo
cores fizas tendo 38 covados cada urna pega pelo
baratissimo prego de 6*000 rei?, a retalho a 160
rs. o covado, ditas escoras e claras a 200 rs. o co-
vado, lija do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma & Silva, Gama & Silva.
Novidades do Pavao
OU PECHINCHA ADMIRAVEL.
Escossezas a 320U
Cegaram os mais lindos cortes de escossezas,
proprios para vestidos, sendo fazenda inteiramente
nova no mercado; e vende se a 3*200 o corte oo
260 rs. o covado na loja e armazem do Pavo, ra
da Imperatriz, n. 60, de Gama & Silva|
Cassas francezas a Vi rs. e eoiado.
Vendem-se bonas cassas-francetat de cores B-
xas pelo baratissimo prego de 240 o covado.
Ditas a 280, 320 e 360.
S na loja do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Chitas avalladas.
Vendem-se fieissimas chitas francezas, com pe-
queo toque de avaria, pelo baratissimo prego de
280 o covado.
grande peehineha.
Assim como ditas inglezas roxas e claras, sem
mofo nem avaria, pelo baratissimo prego de 160 o
covado ; assim como, ditas muito boas ajOO e 240
o covado, isio na leja e armazem do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Grsdenaple preto a 1$600.
E' grande pecbincha!!
Vende se grsdenaple preto, sendo muito encor-
pado e de boa largura, pelo baratissimo preco de
1*600 o covado : na ra da Imperatriz n. 60.
Rlseados a 1*0 rs.
Vndese riscadinho escoro proprio para vesti-
dos oo roBpas para horaem, pelo baratissimo pre-
go de 120 rs. o covado : s na rna da Imperatriz
n. 60.
Os cachinez do Pavo.
Vendem-se bonitos cachinez de la ou agazalhos
oara cabega pelo baraiissimo prego de 3*000, s
na loja do Pavo, na ra da Imperatriz n. 60.
Algodozinho avariado.
Vendem-se pegas de algodozinho sendo muito
encorpado, e com 20 jardas, pelo baratissimo prego
de 5*000, por ter um pequeo toque de avaria.
O bramante do Pavo.
Vende-se superior bramante de linho cr tendo
quatro palmos de largura, pelo baratissimo prego
de 800 rs. a vara, dito eom 10 palmos a 2*400 e
2*800 a vara, atoalhado de linho adamascado, alvo
e pardo, pelo baratissimp prego de 2*800 rs. a
vara, na leja armazem do Pavo. na ra da Impe-
ratriz n. 60.
PAR4h QUaRESMA
PECHINCHA ADMIRAVEL.
Grsdenaple preto a I #600
Vende-se superior grsdenaple preto, fazenda
muito eneorpada, pelo baratissimo prego de 1*600
o covado, sendo fazenda que val muito mais di-
nheiro : na loja e armazem do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
MANTAS PARA O PESCOCO
a 1*, s o Pavao.
Vendem-se bonitas mantas para o pescogo, pelo
barato prego de 1* : na loja do Pavo na ra da
Iroperalriz n. de Gama & Silva.
Madapoles a 3,500 rs. a pessa.
S na loja do Pavo.
Vndese pegas de madapolo fino com 12 jar-
das, pelo barato prego de 3*500 e 4*000.
Grande peehineha.
Lasinbas a 240 o covado
Vende-se benitas lasinhas com os mais lindos
gostos escocezes a 240 rs. o covado; na loja do Pa-
vo na roa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva
Chales de renda.
Na loja do Pavo.
Receberam-se os mais lidos chales pretos de
renda* assim eomo as mais modernas e compridas
retonde?, e manteletes da mesma lazenda.e vende-
se mais barato qne em outra qualquer parte; na
loja e ajmazem do Pavo na ra da Imperatriz n.
66 de Gama & Silva.
Castor a 3(0 rs, 9 covado.
Para calcas.
Vendem-se superiores castores muito encorpados
padroes escaros pelo barato preco de 320 rs. o co-
vado, servlndo esla fazenda tambem para escravos
por ser de moita duragao ; na leja e armazem do
Pavao roa da Imperatriz o. 60 de Gama & Silva, i
Chapeos para meninas a 6,000.
S na loja do Pavo.
Se vendem os mais bonitos e mais bem enfeita-
dos chaposlosos de palha da ItaH, proprios para,
meninas, pelotoratissloo preco defl*O00; na loja,
e armaxem Jo Pavao oa roa da toperatrix o. 60 j
de Gama & Silva. 1
Para a qnaresmu.
Venden Pavo.
Superior grsdenaple preto a 1*6C0.1*800 e 2*.
e ootro muito largo a 2*800, 3* e 39200, e o supe-
rior molre-antiqoe a 2*809 e 3*, seda preta lawa-
da a 2* e 1*809, o setim prelo a 3*500; oa tota
do Pavo rna da imperttriz n. 60.'
Corles de vest dos.
Pretos a 300000.
Vendem-se cortes de vestidos pretos bordad* a
veludo pelo barato prego de 30*, para acabar; sa
loja do Pavo n. 60 de Gama & Silva.
Lasinhas matisadas a 320 rx.
Vendem-se as mais lindas lasinhas matisadas
com os mais bonitos destnbos, jelo baratopre^ode
320 rs. o covado ; na loja do Pavo a ra dalm-
peratriz n. 60de Gama & Silva. ________
Novidades da Arara
PECHINCHA.
Fazendas prelas para a quaresma.
Arara vende grsdenaple preto a 1^600
Vende-se grsdenaple preto bom a 1*600,1*809
e 2* o covado, dito muito largo a 2*G0 e 2*800
o covado : na roa da Imperatriz loja da Arara
n. 56.
Moreantique da Arara a 26800,
Vende-se moreantique preto para vestidos moi-
to bom a 2*800 e 3* o covado, alpaca preta para
palelots e vestido., a 500, 6U0 e 800 rs. o covado,
merino prelo moito bom a 3* o covado : na roa
da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Arara vende as saias a 3A500,
Vende se saias bordadas para senhoras a 3*5DU
e 4*, gollinhas bordadas a 240 e 320 rs. cada
ama : na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Chapeos do sol da Arara a 1#400.
Vende-se chaposlnhcs de sol para menino* a
1*400 cada um. camisinhas para senhoras a I*.
3* e 49 : -' Arara ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende os vtslidos bordados a h&,
Vende-se cortes de vestidos brancos bordados a
1*500, ditos de cores a 39, ditos bordados a aa e
seda a 7* e 9* : na roa da Imperatriz o. 56.
Os baloes da Arara a 2(5-
Vende-se bal5es de arcos de todos os tamaeno
a 2*, 3*, 35C0 e 4$, saias bordadas a 3500 t
4* : na ra da In r. cr ti iz n 56, leja da Arara.
Arara vende cortes de la a 5#.
Vende-se cortes de la novos viertes pelo uitian
vapor com 15 covados pelo barato prego de o*, d-
los com barras a 6* : na ra da Imperatriz loja da
Arara n. 56.
Arara vende chales de 20.
Vende-se chales de merino estampados a Si*.
ditos de la a 1*600 e 1*, ditos de meiin rautt
Anos a 4* e 7* : ra da Imperatriz loja da Aran
n. 56.
Madapolo entestado da Arara a 6.
Vende-se pegas de madapalo enfeslado erm 1S
jardas a 4* e 5*500 dito de 24 jardas a 5*, fi*.
7* e 8*, dito muito fino a 9* e 10*, pegas de al-
godo a 4*, 5*, 6* e 7*, dito muito encorpados
7*500, 8* e 8*500 : na ra da Imperatriz loja s
armazem da Arara n. 56.
Panno prao da loja da Arara a 2#.
Vende-se panno prelo para caiga e paletota ?*,
2*500, 3*, 4* e 5* o covado : na ra da Impera-
triz loja da Arara n. 56.
Arara vende cortes do cotim para cale* &
1 80 rs.
Vende-se cortes de colim para caiga a i*29,
ditos de brim de ccres a 1*400, cortes de ganga
para caiga a 1*600 : na ra da Imperatriz loja 4a
Arara n. 56.
Cortes de casemira preta da Arara a 30500.
Vende-se cortes de casemira preta para raiga a
3*500, 4*. 5* e 6*, ditos de cores de meia case-
mira a 2*500, 3* e 3*500 : oa ra da Imperatm
loja da Arara n. 56.
Arara vende os chales de renda a 80.
Vende-se chales de fil de linho a 8* e 10*. di-
tos de seda a 16* e 20*, retondas de pello de it-
abo a 100 e 12* : na ra da Imperatriz loja da
Arara n. 56.
Vestidos a Mara Pia da Arara a 100.
Vende-se cortes de la a Mara Pia a tO*, II*,
16* e 20*, ditos mmto finos com camisinba, alo
e fivela a 25* e 28* : s a Arara vende por este
pregp na ra da Imperatriz n. 56.
Araaa vende as lazinhas a 240 rs.
Vende-se lazinhas rara vestidos de sennera a
240, 280, 400, 320 e 500 rs. o covado, chitas para
cobertas a 280, 320 e 470 rs. o covado : na ra da
Imperatriz loja da Arara n. 56.
Cortes de chita da Arara a 20.
Vende-se cortes de chita de cores fixas a 2*, fe-
tas francezas a 2*800, cortes de cambraia france-
za a 2*8G0 : na ra da Imperatriz loja da Atara
n. 56.
Arara vende organdys a 280 rs.
Vende-se organdys para vestido de senhera a
280, 320 e 400 o covado, fil de linho de coret
para vestidos a 160 o covado: na ra da Impera-
triz loja da Arara o. 56.
As chitas da Arara a 200 rs.
Vende-se chilas de cores fixas a 200 e 240 o e*-
.vado, ditas francezas largas a 280, 320, 360 e 41
o covado, riscados francezes para vestidos a 248
covado, bretanha de rolo a 3* a i eoa : na ra da
Imperatriz loja da Arara o. 56.
Arara vende roupa feita.
Vendeso roupas feitas de todas as qualidades a
saber : caigas de brlm de cores e de ganga a 2*
e 2*500, paletois de brim para andar por casa a
2* e 3*, camisas francezas a 2*,dtas de linhode
pregas largas a 3* e outras moitas qnaiidades qw
se vende mais barato boe em outra qoalqoer par-
te : s na Arara ra da Imperatriz n. 56.
eco
COB
Na roa do Qneimado n. 40
Cortes de laazinha de cor, bonitos gostos,
15 covados a 3*660.
Cassas organdys de cores, eovado a 240, pecar
de algodozinho largo com 17 varas a 4*.
Ditas de dito com 17 varas, moito encornada,
com peqoeoo defeito, a 4*500.
Grsdenaple preto moito superior, covado 2*.
Dito dito a 1*600. .
Retondas de renda preta a 10*.
Chales de renda preta a 8*.
Cevadinha de Franca
a 160 rs. a libra, e de 8 libras para cima a 120
rs.: no armazem da Liga, roa Nova n. 60.
Escravos fgidos
x:
tica
No dia 15 de fevereiro, fugio do Manguinho,
preto Balduiono, crioolo, Idade 19 a 20 anuo?,
bonita figura, altun regalar, ebelo do corpo, mJc
e ps grandes, e os ps moito cavados, dentes saos,
e tem orna sicatriz de om lado do rosto mais para
jonto do olho, tem a junta da mo direita mais
groga do qoe a da outra por dores que leve; est
eseravo, tem pai e mii em casa de sua senhora O.
Thereza Florentina Lelte : qoem prender dito es-
eravo, dirija-se a caa da mesma senhora que seta
recompensado.
150#degratifica$o.
Fugio oo da 21 de margo do anno prximo
passado, da casa de seo senbor, o eseravo cabra
escoro, de oome Benedicto, cem idade de 25 a 26
annos, levoo vestido caiga de algodo de llstra.
camisa de algodo da trra, cbapo de couro da
abas largas; tinba corlado cabello a escovinoa,
altura regalar, ebeio do corpo, olbos pretos e moito
vivos, nariz o boca regolares, moito pooca bars
no queixo e om pequeo bosso, todos os dente?,
ps regalares, etc., etc. Foi comprado naqaeo
mesmo dia 0 oo 10, ao Sr. Jos Antonio BorfW,
como procurador do Sr. Andr Alvos de Palva.
morador na cldade de Sonza, para onde fog
referido eseravo, segundo aviso que temos do refe-
rido Sr. Paiva, e alli anda refogiando-se al gomas
vezes para aserra denomioaaa Jos-Luir. Roga-
mos por unto a todas as autoridades policiaes o es
senhores capHaes decam|jO, a captura do dia
eseravo, e remette-lo a casa de oossa residencia
a roa do Imperador n. 83 segando andar, e par
eojo trabalb gratificaremos com a qomiia -
pra.
Reclfe, 28 de fevereiro de 1866
Abriu & Veru.
.
/




:':1V,

WM
")r
8

DUrie de l*eraaib esta lelra le Meree de 1806.

LITTEMTORA
OS ONTRACTOS DK COMPRA B VIUDA, B DE PERMUTA,
SIGUMDO A JVA LBGISUQAO BYP0THBCAR1A.
Bem pouc eonhecida linda entra nos a novls^
sima legislado hypothecaria, nao s pela recente
dala de sua execnco, como pelo "lenbom estado
4UP, parece, se ha feito sen respeito. Entretanto
ha todo interesse, seno necessidade, de conhecer
ao menos as suas disposices que tem immediata
appllcacao aos contractos de compra e vend?, e de
permuta, sobre immoveis, e isto por que, sendo
estes os mals frequentes na pratica, convm moito
que as partes nelles interessadas tenham petfeita
.ciencia das novas formalidades de que devem elles
ser revestidos, afim de surlirera lodos os seus ef
leaos, sem o que podem com faciiidade se verem
expostas a litigios e demandas dispendiosas, e a
perda do objecto comprado, on permutado, pela au>
senda de ama solemnidad) essencial, bem fcil de
preencher.
A antiga legislagao hypothecaria somente torna-
va obrigatorio o registro dos ttulos hypothecarios,
aflir. de que fossem valiosos em juizo ou fora delle;
e nisto se encerraran) todas as suas prescripcSes.
Uro porm a novisslma reforma bypjlhecaria,
alera de consagrar novas disposices sobre os con-
tractos hypothecarios, e de crcalos de novas e
mais importantes garantas, occupou-se seriamente
com os contractos de compra e venda, e de permu-
ta, que versarem sobre immoveis, estabelecendo
seu respeito novas solemnidades, at ento nio
existentes, prova sua inteira validade.
Assim, a nova le hypothecaria n 1,237, de 24
de -elembro de 1861, em seu art. 8, e o regula-
meato n. 3,433 de 26 de abril de 1865, que baixoa
para sua execucao, em seus arls. 256, 257, 239,
1 e 2, determinam positivamente que os contrac-
tos de compra e venda pura ou condicional, e os
de permuta, somente operam seus effeitos contra
terceiros, pela transcripto, ou regi.-tro, e desde a
data deste, sendo que sem essa formalidade apenas
sao simples contractos entre as partes contratan-
tes ; expresso da lei.
Ora se estas disposicoes sao claras e terminantes,
se em vista deltas os contractos de compra e ven-
da, e de permuta, sem o registro, nao esto com-
pletos, porque, como se sabe, nm contracto somente
se considera perfeito e acabado, quando est reves-
tido de todas as solemnidades legaes, segue-se l-
gicamente que as compras e permutas nao se re-
p jura completas sem o registro do respectivo titulo,
pdenlo a cada passo serem invalidadas por qual-
quer (erceiro, com grandes prejuizos das partes
contratantes.
Terceiros, dii o citado regulamento em seu art.
ti7, sao todos aquelles que nao foram parte no con-
tracto, ou seus berdeiros. Sendo assim, mani-
fest que qualquer pessoa eslranha ao contracto,
ou seus berdeiros, que se sentirem prejudicados
com a sua realisagao, podem fcilmente, por meio
do acgo competente, obter a sua resciso, urna
vez que tal coolracto nao se ache devida mente re*
gistrado, resallando d'ahi para as partes contrac-
antes, isto comprador e vendedor, permutante e
permutuario nao s grandes despezas, como" a per-
da do objecto do contracto.
Um credor, ou seu herdeiro, por exemplo, q'ie
nao foram partes em contracto de compra e venda,
ou de permuta celebrado entre seu devedor e um
ouiro individuo, podem annullar esse contracto,
para haver o pagamento do seu debito, embora
nenhuma hypolheca tenham sobre a cousa vendi-
da ou permutada. O mesmo porm nao U-r lu-
gar se o titulo do referido contracto estiver trans-
cripto nos livros do registro, por que como diz a
lei, neste caso, e desde ento, produz elle todos os
seus tleilos contra terceiros, que no caso figurado
sao o credor, e seu herdeiro.
Entretanto os contactantes que quizerem garan
lir seus direitos adqueridos, mediante seraelhantes
contractos, e qae se nao quizerem expor a abrir
mo das consas que delles fazem objecto, nao se
devem recusar ao registro dos respectivos ttulos,
pois s d'ahi ibes podero vir as garantas neces-
arias para dar as suas transaejoes urna base flr
me e segura. A despeza fazer insignificante,
e mais insignificante se torna, quando comparada
aos muitos e graves prejuizos futuros que com ella
se evitara.
E nem se diga que semelhante disposico da le1
nao obrigatoria, e que as consequencias que della
se podem deduzir nunca se realisaro, por que
para com os terceiros necessario que o titulo do
contracto esteja registrado, a lira de valer em juizo,
o que vem a ser obrigatorio; e quanto as hypo-
theses resalantes da disposico da lei, agora que
irao apparecendo na pralica, pois somente agora
que se d aos estranhos, aos contractos de compra
e venda, ou de permuta, tal direito de qae at en-
to nao gosavam.
SOBRE A EXCOMMlN'HAO.
(Artigo 3o.)
Digamos agora algumas palavras sobre a forma
da excommunhao de que serviose o Rvd. parocho
contra o precursor do clrigo da sua freguezia, e
que tanta especie causou ao Commercio de Lisboa,
Ahi elle excomraungou na pessoa do precussor
os seus filhos, o ar que respiraste, etc.
Comecemos pelos mais autorisados exemplos em
que se fundn a igreja para excommnngar na pes-
soa dos seas reprovados e dyscolos as pessoas dos
seas lhos, a trra que pisa, o ar que respira, etc.
Porque carecemos ser baptisados para podermos
obter o co, apesar das melbores obras que prati-
carinos 1 Que culpa teve o genero humano, e a pro-
pria trra era que elle habita, pela queda dos nos-
sos proloplastas, para dos ser fulminada a sentenca
de reprovaco de contra nos proferto a jasta Ira
do AltlssimoT Entretanto, ella ah tst exirada
no cap. 3 do Gnesis.
A trra ser maldita na tua obr.i; tu tiraras
della o ten sustento com muitas fadiiias todos os
dias da toa vida.
E a humanidade geme, e gemer os seos effeitos.
Sem agua e o Espirito Santo ningutm poderen-
trar no reino de Deus, disse Jess Cbrislo por boc-
ea de S. M theus.
E hoje e parasempre nos Qcou hereditario o ta-
beo original, por qae assra o quiz Deus em seas
mprescrntavels arcanos.
Que culpa liveram as enancas dos teirpos anti-
diluvianos das iniquidades de seus pas, e at os
reptis e as aves do co, para serem invol vidos nessa
: universal catastrophe, de que s escapou No, e
os que entraran) para a arca ? *
Se nos o ignoramos, Deas bem o sabia, quando
proferio a geral sentenca que se l no cap. 6o do
Gen.
Eu destrairei da face da trra o homem qae
creei.desaeo homem at os anmaes; desde os
reptis at as aves do co ; por que me pesa de os
ler feito.
Que colpa leve a geragao de Chao pelo desres-
peito por elle commettido contra o sea pai, para
que o velho Barqaelro pronunciasse :
Maldito seja Chanaan ; elle ser escravo dos es
cravos dos seus irmos ? (Gen. 9, 25)
E Deus se encarregon de sanecionar a maldi-
go proferida por No, ordenando aos Hebreus o
exterminio dos cbananos.
Qae culpa teem ainda hoje os judeos pelo hor-
rendo e atroz deicidio que a quasi 19 seculos com*
metteram os seus pais na pessoa de Gahlo, para
que ainda hoje andem derramados pela trra, sem
Deus, sem re, sem patria, feitjs o opprobio das na-
(Oes e o ludibrio des povos ?
Deus o sabe em seus altos decretos.
Mudemos de autoridade e de poca ; procuremos
lempos mais prximos.
Lancemos um golpe de vista para o principio do
secuto XIV, e vejamos o santo padre Bonifacio VIII
era luta com o avaro, o simoniaco, o perjuro, o
moedeiro falso, Felippe Bello da Franca. O virtuo-
so successor de S. Pedro preso pelo impio Naga;
ret em Anagni no anuo de 1303, pot ordem do rei-
soffre do sacrilego sciarra Colonna os mais dnros
tratos, a que saecumbio alguns dias depois. O re
eoche-se de prazer com a noticia dessa morte, qne
pareca livra-lo de tres excommunboes, contra elle
o seu reino fulminadas pelo santo padre as bul-
las Ausculta, filt Ciertas laicos e Salvalor
mundi.
< Ah I exclamou o santo bispo da Maarianna
vista do mensageiro, Felippe regosijar-se-ba multo
com esta nova; mas a sna alegra ser seguida de
muitos pezares I Que sentenca esta prxima a des-
fechar a mo divina sobre a sua cabeca e as de
seus lhos I >
Essa prediccao cumprio-se exactamente. (Chant.
tomo 15, pag. 52 ).
Em 1304 um oatro papa, glorioso successor de
S. Pedro, S. Bento 11, fulminava a 7 de junho ama
outra bulla de excommunhao ( Flagittosum scelus )
contra os ultrajadores de seu antecessor, na qual se
l o seguinle trecho :
i Oh I desgranada Anagni (cidade dos estados
pontificios ), que deixastes commetter taes crimes
em teu recinto I que o orvalho e a chuva nao ca-
hiara mais sobre ti mais que descendo sobre outras
montaohas, passem ao teu lado, por qae ultrajado o
hroe, eaqaelle que estava revestido da forca fo|
derribado aos leus olhos, e tu podas te oppor a esse
enorme alternado. > (dem, pag. 61.)
J. C. amaldicoou urna figura estril. (S. Marcos
11, 13.)
Ja v-se qae o exemplo e a doutrina est auto-
risada pelo co e pela igreja.
E com sobeja razo.
A ma arvore nao pode produzir bons (rucies
(S. Marc.) e a ra arvore e os rao3 fructos devem
ser arrancados a (aneados ao fogo.
E neste mundo mesmo nao vemos a cada pas-
so os filhos, e familias iotelras soffrerem pelos
crimes dos seus pais ? Nao ficam marcados com
o ferrete da ignominia a mulher e os filhos da-
quelle que por crimes vis e horrorosos soffrero
pena de um patbulo infamante ; e nao sao apon-
lados Cora desprezo pelo dedo dos que os conbe-
cem? Nao vemos a cada passo ficarera reduzidos
mendicidade, fome, miseria, nudez, e at
deshonra, a mulher e os filhos daquelle que pela
enorruidade de seas crimes foi atirado perpetua
mente s gales ? Todos nao fogera ao contacto de
um leproso secial ? Entre muitas nacoes nao tica
perpetuamente infamada e inaccessivel aos cargos
pblicos a familia de nm criminoso de lesa-ma-
gestade ?
A verdade qne, assim como s teme a severl-
Jade das leis, e pronuncia-se contra a execnco
dellas o perverso que a cada passo as infringe, e
soffre o rigor da paniego, assim tambem s se
revolta contra as armas da igreja o Bino rebelde e
dyseolo, que desejaria acabar com a divlndade,
para dar ensanchas a licenciosldade da sua vida
immoral e dissoluta.
Dixit insiplens in corde sao; noa esl Deas.
CPs.j
O cavallo (arioso e indmito procura quebrar o
o freio qne o sabjuga, e recalcitra contra a espora
do cavalleiro.
A excommunhao por corto a malor pnnico
com que a igreja castiga os seas filhos rebeldes ;
mas ella nao nsa desse rigor seno contra aquelles
que teem commettido faltas mu graves, faltas sen-
siveis e exteriores. A excommuoho snppa sem-
pre no culpado ama grande revolta contra a ordem
da igreja.
Outr'ora, quando os soberanos pontifical exuom-
mangaram por algum crirae um ppriacipe" oo ama
naci, diz Rocca ;(Thesaurus pomificiaram jaera-
rom qae antiqattatam, til 1' pag. 185
eedia.
iNo mel do oficio os areebispos e
nunciavara publicamente os exeommungados ao
som de todos os sinos. Depois, ao oessar das ba-
daladas, eram apagadas e lanzadas por trra todas
as velas I Eatio panham-se de novo os sinos a
dobrar por finados, para expedir do commercio
dos fiis os exeommungados, assemelhados ao de-,
monio, que o som dos sinos afugenta. As veras,
apagadas e langa Jas por ierra sigoificavam que os |
exeommungados esiavam privados da luz da graca
e excluidos da communho dos santos.
E' a respeito desses taes que a parte fiel dos
cbrislaos deve dizer entre si, apontandoos com
medo, o qae disse o poeta :
* Fanum habet m cornu ; longe fuge.
Os espirltos fortes nao nos acharao razo, nem
mesmo nos quererlo estender ; porque sao os ce-
gss que nao querem ver. Com esses tambem nao
nos queremos entender.
Tenho concluido.
O padre Uanoel Anancio das Dores Chaves.
FOLHETIH
A SEPULTURA DE FERRO
___ 9
POR
ilenrique Conscience
(Continuacao. )
Dansando, rindo e saltando, corramos atraz das
borboletas; mas, on por nao estar acostumado a
manejar o lago on porque os bichinbos espantados
tivessem finura para nos escapar, havia mais de
nm quarto de hora qae corramos sem alcancar
nada. O snor corria-nos da fronte, as nossas faces
ardlam de prazer e de fogo.
Os paes de Rosa, assentados em nm terraco na
frente do castello, tomavam parte na nossa alegra
e davara palmas todas as vezes qne Rosa, com nm
salto ligeiro, manifestava forca e gosto de viver.
Por fim apaohei ama das borboletas brancas.
Fo ama alegra e um regozijo como se tivesseraos
achado nm tbesoaro. Rosa corren para sens pais,
qae riam a bom rir da sna commoco. Foram
buscar urna caixinba e a borboleta fo mettida
dentro.
O Sr. Pavelyn disse qne estava muilo salisfeito e
qne ea poderla ir muitas vezes brincar com Rosa
se ella continnasse a divertir-se com Unto gosto;
maf Rosa nao teve paciencia para esperar qne sea
pai acabasse de fallar. Puxou por mim para o ta.
boleiro de relva, gritando :
-*<
A BOCHA DAS BAS IRMAS.
I
Qaem visita pela primeira vez o bosque de Fon-
tainebleaa nao pede deixar de flear sorprendido ao
ver o grandioso panorama que-se Ibe aprsenla aos
olbos no sitio camado Vale de la Sol.
Parece que a oaturza quiz prodigalisar all todas
as maravilhas de ama rica vegetaco que a to pe-
quena distaocia de Pars aprsenla ao viajaWe iijna
amostra antecipada das bellezas dos Alpes e aquel-
te carcter de imponente sevendade qae nao se v
geralmente senao em paiz montanhosos como a
Saissa, o Tirol, ou as escabrosas gargantas dos
Pyrineus.
Seriara necessarias mnitas columnas para des-
crever a vasta reunio de bellezas que ha desde a
fonte Sanguinede, por onde correm as aguas ama-
relias com o ouro liquido de ama fonte ferrugino-
sa, at a Rocha das daas irmas.
Nesta, que forma a parte mais elevada, dominan-
do todo o vale, encontra-se ama grnta estreita e
longa, da extenso de um kilmetro, que serpentea
como urna gatera de mina penetrando a grande
profandidade.
Esta caverna teve em outro lempo provavelmen-
te ama segunda abertura qae dava sahida para o
vale; estava porm fechada desde lempos imraemo-
riaes quer por accidentes .quer pela mo dos ho-
mens, o certo qae nao se tem podido encontrar.
A rocha deve o seo nome a nma historia cheia
de interessantes episodios e singularmente drama-
tica.
Os tactos virldicos a qae alladimos deram-se no
scalo IV da era ebrista, poca memoravel pelos
aconlecimenlos que a sociedade antiga promoven
para assentar a base das nossas sociedades mo-
dernas.
A Gallia eslava ento sob o dominio romano.
Aos conquistadores do .mundo, senhores havia
tres seclos do paiz denominado hoje a Franca, s
reslava vencer um obstculo, que permaneca in-
vencivel no fondo dos bosques, seu nico e impe-
netravel refugio : a religio nacional dos Gallos, o
druidismo, cuito sanguinario que immolava victi-
mas humanas aos deuses.
A religio chrisla linha lancadb ja por todas as
partes raizes profundas na Gallia, e todos os dias
novos proselytos augmentavam o numero dos seus
sectarios, como ento lhes chamavam, destinados a
regenerar o saogue romano e gallo, e a fundar a
Franca. \
O paganismo romano persegua com o amito
rigor o ebristianismo nascente como o antigo drui-
dismo gallo.
O druidismo, ultimo protesto do partido nacio-
nal, era naturalmente suspeltoso para os ciosos
conquistadores ;. o chrlsiianismo era perseguido
com razo, como um perigo para o futuro.
Naqaelle tempo viva em Moretusa, pequea al
deia da Gallia, situada a daas leguas prximamen-
te do sitio onde hoje Fontenebleau, nm infeliz
camponez chamado Daunos, pai de daas encanta-
doras Qlbas, urna de 7 outra de 10 annos.
A mais velha chamava-se Domicia; era morena,
robusta, esvelta, de pelle fina, se bem que nm tan-
to queimada pelo sol e pelo ar do campo.
A sna presenga denunciava saude, forja, confian-
Ca, e certa altivez selvagem qae at nosso dias se
tem conservado em algumas tribus da America do
Norte.
Valeria, a mais nova, ao contraro era loar-co-
rno ama espiga de trigo em agosto, branca, rosada,
delicada e muito tmida.
De nalureza essencialmente dbil e impressio-
navel, fazia o mais engracado contraste com a ir-
ma.
O pi era mallo pobre, e ellas por ama paga
mesqainha, guardavam os rebanhos dos lavrado-
res ricos de Paris.
Tempo depois, e naqnelle mesmo sitio, a pa-
droeira de Pars Santa Genoveva, que prlraeiro fo
pastora, fez retroceder aquello que se chamava a-
coate de Deus.
Para levarem a pastar seus rebanhos, Domcia-
na e Valeria tinham repetidas occasides de aira-
vessar o vale de la Sol, e viam de longe a famosa
Rocha por onde se entrava na caverna, e na qoa1
segnndo a voz geral repetida pelo paiz, se rennlam
os duidas para celebrar os mysterios do antigo
culto cltico.
A sna imaginado infantil, aterrada por tndo
quanio tinham ouvido dorante as longas noites de
invern com relaclo aos terrlveis mysterios da-
quellas sanguinolentas ceremonias, fazia eara qae
ellas receassem passar pela entrada da grata, e o
W supersticioso qae o druidismo nsplrava ge-
almeote impeda-as, por mals qne eilM desejas-
sem, de ir sorprender os segredos, com tanto cui-
dado oceultos no selo da trra.
Comtado am da a tentacao foi mals fofu, e, com
toda a sorte de precaoces para nao serem deseo-
bertas, approximaram-se da entaada da grnta.
As flibas de Daunos, criancas imprudentes e sem
reflexo, lancaram um olbar indiscreto para o som-
bro asylo que era defeso aos profanos.
O que virara devla ter sido terrivel, porque
cheias de espanto e de angustia nao poderam conter
nm grito, e, com o risco de soffrerem mil mortes,
voltaram paludas, caneadas e espavoridas para a
cabana de sea pal.
Um druida chegoa ao mesmo tempo qae ellas,
o sea grito havia-as denunciado.
Eotre os Gallos era crime de morte sorprender
os mysterios do caito sem estar n'elles iniciado.
O emiseano dos druidas apresenton-se, pois, a
reclamar daas victimas.
Daunos estava louco de desesperarlo; porm
era necessario obedecer; a lei religiosa era nfle-
xivel, e todo o paiz levantando-se em massa ma-
ta-lo-hiam a pedradas e suas filhas tambem, se fi-
zessem a menor resistencia.
Todava o druida commovido propoz-lhe um
meio de saivacao, porm to cruel quasi como a
morte.
Foi necessario qne nma das irmas consentisse
em segai-Io, consagrando-se ao culto na qualidade
de druida, devendo licar para sempre separada de
sea pai, de sua irma, de suas amigas e compa-
nheiras de infancia, abandonar o lar domestico e
goardar eternamente o celibato das sacerdotisas.
O pobre pai experimenlou as mais terriveis das
tortoras.
Olhava para ama e para outra, igualmente caras
ao seu coranao, e nao podia decidir-se ao sacri-
ficio.
O druida esperava impassivelmente.
De repente Domicia lancou-se nos bracos do af-
ilelo ancio, e dlsse-lhe com singular energia :
Consolai-vos, mea pai, e ta, Valeria, nao
chores. Seret druida; podereis verme ama vez
por anno quando com a foace de oar fr cortar o
musgo sagrado nos troncos das arvores.
E abracando por ultima vez Daunos e Valeria,
segaio o druida, levando consigo metade do cora
Cao d'aqaelles infelizes que debalbados em lagri-
mas ficavam na pobre cabana.
Como outra Vellida, foi superior entre os drui-
das, teodo sido iniciada nos mysterios do caito na-
cional, poderoso e respeitado por todos os povos
gallos; porm guardou sempre ne fondo de sea
corago a saudade d'aquellas ternuras de familia
que nao tem substitnico e de qae ella nunca mais
gozara.
Daunos sobreviven cinco annos partida de sua
filna.
i Valeria tinba doze annos quando Ihe
fechon
os olhos, ficando a infeliz enanca pobre e s na
trra.
O seu carcter terno e melanclico adquiri
n'estas provacoes precoces da vida nma resigna-
cao e ama bondade verdaderamente anglica, que
a conduzia pela gloriosa senda do martyrio chris-
to ; pois na poca a qne nos referimos ja eram
conhecidos interessantes modelos.
Valeria nao se demorou em perlencer aquella
milicia sagrada.
Commovida pela sna Idadee desgraga urna viuva
! chrisla que viva em Moretusa recolheo-a em casa
e teve o cuidado de educa la at Conseguir a con-
verso d'ella.
Valeria tomou o veo e pronnncioa os votos.
Por am siogalar destino, as duas flibas de Dau-
nos eram ves taes.
(Conttnuar-se-ha.)
O Nacional, peridico peruano, pnblicon nma
de am offleial da corveta chilena Esmeralda,
carta qae foi copiada por varios jornaes de Valpa-
raso, na qual se confessa qne a referida embarca-
icar bandeira ingleza, afim de se aproximar
nte da caohoceira hespanhola Covadonga.
Asievera a Patru, jornal parisiense, qae breve-
mente lera' lugar am iaquerito internacional, re-
lativamente a este successo.
Oatro Incidente preocupa actualmente o governo
inglez, ao qual o embaixador hespanbol represen-
toa em termos mu digaos contra o qae se estiva
passando n'um dos porlos da Inglaterra, em qae se
proceda activamente construegao e ae armamen-
to de bma fragata couracada, nominalmenle para
o Per, mas na realidade para o Cblli.
O Times publica urna carta do constructor da
fragata couracada Independencia, A. Samad, ao
qual allega a sua boa f.
Mr. Samuda declara qae no da 30 de marco de
1864 foi assigodo entre elle e o representante do
Per o contrato para a construeco da fragata.
Acrescenta qae o capillo Garca, hoje comman-
dante do navio, assignara o contrato com o consol
geral peruano, qae as prestagoes para o pagamen-
to do navto, medida que a sna construeco pro-
gredia, foram desembocadas pelos agentes finan-
ceiros do Per, que finalmente o governo inglez
permittio que a trgala fosse amarsar-se as boias
do almirantado brilannico, em Ureenbithe, no Ta-
misa, em quanto se acertavam as bussolas da Inde-
pendencia.
De resto, affirma am jornal rancez que esta
queslao vae entrar n'uma nova pbase, lendo o mar-
qaez de Mellins, embaixador d'lespanha, entregue
a lord Cbarendon urna nota, em que se consigna
de um modo positivo qae o Per faz causa com-
mam com o Cbili, e qne se tomou belligerante.
L se no Journal du Havre :
Por cartasvle Londres, vemos que o forte e exa-
gerado impulso dado a emprezas industriaos, ja'
vae produzindo o effeito que se devia esperar.
Um grande numero de companhias de responsa-
bilizado limitada esto em liquldaco e do resul-
tados desastrosos.
Comeca a haver urna grande prevenco contra
as sociedades limitadas, e recoobece-se (o que fa-
cilimo) que ellas sao maltas vezes creadas por in-
dividuos qae mellem em coma despezas taes de
estabelecimento, que antes das companhias princi-
piaren) as saas operaces, j esto n'ama situago
das menos brilhantes.
Ha tambem algumas qaebras, entre outfas a dos
Srs. C. e J. F. Bowman, refinadores: o sea passvo
de 100:600 libras esterlinas ( qualro ceutos e
cincoenta contos)
As complicagoes polticas dos Estados Unidos,
n Ocano Pacifico, e as preoecupaces causadas
pelas agitaces momentneas em Hespanha, teem
felto com que as traosaegoes com estes paizes se
tenham restringido muito.
EM POCO DI TUDO.
E' do Sr. A... esta poesa.

Affecto fri, qne receia todo,
Que dorme mudo, qne nao tem calor,
E' sympatbia, pode ser vertigem,
E' tudo, virgem, mas nao amor.
Se isso, virgem, que amor t chamas,
Fogo sem chammas amor tambem-;
Amor s presta, quando d-nos dores,
Quando entre flores mil esplnbos tem.
Quem teme o mundo, qaem nlo tem coragem
De na voragem do amor morrer,
Nao ama, virgem, porque amor nao vive
P'ra quem se esquive de em seo fogo arder.
Qu'importa o mondo? Nao eotende o pranto
Qae faz o encanto de qaem sent a dor.
Porque ter medo, se melhor que a vida
A dor sentida no morrer d'amor ?
E, pois, virgem dos cabellos louros,
D-me os thesouros d'um sentir sem fim,
D-rae as palmas do amor e os seus laareis,
Como ea morro teas ps, morre por mim.
Despreza o mando, deixa vaos receios,
Abre me os seios, d-me o affecto tea;
Mas seja rdeme, seja paro e intenso,
Mas seja immenso como a luz do cen I
E em troca don-te mnito amor, virgem,
Lonca vertigem de nm fiel sentir,
E a lyra dou-te, dar-te-hei meos cantos,
Risos e prantos, loaros do porvir.
Olha, acola! dnas borboletas, tres, qnatro
borboletas I Depressa I depressa I
Anda agarrei mais algnns desses pobres bichi-
nbos, qne iamos levar ao Sr. Pavelyn, qae finga
possair-se da nossa alegra triampnanle o tinba a
caixinha prompta.
Por fim Rosa chegoa tambem a agarrar nma
qae estava a abrir e a fechar as azas ao sol no
tronco de nma arvore. Era de cor vermelba car-
regada com pintas de prata e azul.
E' impossivel pintar a alegra de Rosa. Como
corea qae se v livre do cajador, atravesson o la-
boleiro de verdura e voou para seas pas com tal
rapidez, qae ea mal peda acompanha-la. Era ella
que tinba agarrado o esplendido biebiobo; pare-
cla-lbe qae d'ahi em diante nenhuma borboleta Ihe
poderia escapar. Passados instantes, ja olla cor-
ra outra vez com enthusiasmo.
Continuamos por multo tempo n'aqnella cacada
divertida. Os pais de Rosa tinham-se retirado de-
pois de terem tomado caf.
Em quanto en saltava, com o laco no ar, por
diante das montas de sylindras, Rosa linba-se
apartado de mim, correndo apoz ama borboleta
em direcgo opposta.
De repente ouvi nm estalo violento. Volv os
olbos para o sillo d'onde tinba partido aquelle es-
traaho rumor. Mea Deas t qae horrivel espect-
culo I vi Rosa cahindi) da guarda quebrada da
ponte e onvi-lhe nm grito de angastia ao sabmer-
gir-se na agua 1-A mitiha liogua rasga-se; o san-
gos esplrra-me da bocea ; grito com toda a forca
qae nm mudo pode dar aos sens clamores; mas
sao palavras o que sabe da miaba garganta; pjlla-
i vras claras e distinctas :
Rosa, Rosa 1 qaem acode 1 mea Dens 1 qaem
] acode I...
O meu el am ir reboca pelo jardim at aos apo-
! sentos do castello.
Deitel a correr; n'aquella occasio tinba azas;
' os meas ps aqaeciam a trra. Do alto da ponte,
nao viram os meas olbos seno nma parte do ves-
tido da miaba bemfeltora. Sem refleclir qae nao
sabia nadar, arreraessei-me agua, qae me che-
goa quasi i bocea; mas senti qne os ps tocavam
no fondo, deitei as maos aos vestidos de Rosa, en-
lacei ih'as na cabeca e ergu-a cima da agna. Es-
te esforgo fez-me cravar no lodo, a agna entrn-
me pelo nariz e pela bocea com o ar qne aspira.
va; snffoquei e senti que- me desamparavam as
torcas. Veio-me ento a certeza de que me afoga-
va e la morrer ; mas nao era o medo-da morte o
qae amargar&va para mim esse Instante supremo-
Nao ; era o doloroso pensamento de qae Rosa tam-
bem la morrer. Mesmo quando a ultima convol-
so reanimon em mim a vida, s senti dor pro-
fonda pela desgraga de Rosa.
Nao soube naturalmente seno mais tarde o qae
foi felto de nos.
Os meus gritos de angastia tinham coado no in-
terior do castello. Os pais de Rosa, assim como
criados e criadas, tudo sabio tomado de susto, dei-
tando os olhos para todas as., partes para saberem
o qae tinba snecedido. Em quanto nos procara-
vam pela frente e trazelras do castello, e chama-
vam Rosa era altos gritos, nm dos criados acercoa-
se da ponte e vio o vestido crneo da menina a
fluctuar na agna. Deseen pela beira da agna, dei-
ton as mos a Rosa, que estava desacordada, e Ie-
voa-a para o laboleiro de relva.
A Sra. Pavelyn, vendo o corpo inanimado de
sna filha, cahira desmaiada nos bracos de sen ma-
rido, soltando nm grito de terror mortal. O Sr.
I Pavelyn entregou-a aos cuidados de nma criada e
: correu para sua filha, meio morto de anciedade.
Rosa, que nao estivera muito tempo debaixo de
| agua e respirara em quanto eu pnde segurar-lhe a
cabeca ao ar livre, nao tardn que desse signaes
de vida e abrisse os olbos.
A primeira palavra qae o Sr. Pavelyn proferio,
! depois de haver manifestado a sua alegra de ver
' sna filba viva, foi o meu nome. Ento o criado
| qne a tinba tirado do ribeiro lembroo-se de ter
sentido alguma cousa debaixo da agua e de ler si-
do obrigado a rasgar o avantal de Rosa para de-
sembaraga-la de nm objecto que a prenda. Ati-
roa se outra vez ao ribeiro, encontrou-me sem dlf-
flculdade e estendeu-me na relva, nao longe do si-
tio onde todos cnidavam em reanimar Rosa.
Era orna scena terrivel. Aqu, urna mal qne
perder os sentidos pela horrivel conviegao de que
vira o cadver de sna filba afogada; acola, um
pal tomado de desesperago, chamando eom beijos
o sentimento e a vida ao corpo inerte de sua filha;
alm, o corpo de orna creanca estendido sem mo-
vimento como se a alma o houvesse deixado para
sempre.
O Sr Pavelyn, apesar de multo abalado, nao ti-
nha perdido o acord. Mandn (inmediatamente
vras, estremecen, ario desmesuradamente os olhos
e pergunton ao portador do telegrama :
Sois vos que expedis este despacho, on al-
gaem vo-lo condn ?
Foi nm sajeito morador no na Femaine, res-
ponden o moco.
Bem vejo a morada indicada aqni. N'este
caso, esperal um momento.
Foi chamado nm jj qoai o empregado
communjcou o despacho, concebido n'estes ter-
mos :
i Achei um mel mais adeqt fot expedito para
mandar Faure ao ouiro mundo. Assignado.
Mery. t
O agente dirigio-se a casa de Mery; encontrn o
embrolhado em cobertores na cama, d'onde nio ti-
nba sabido depois da furiosa constipacao que apa-
nhra na famosa conferencia do salo Valentino.
O enigma explica-se.
Mery, qae, como toda a gente sabe, am Ilite-
rato distncto, aformava o sea colaborador, Mr,
Dlcele, para o poema do Don Carlos, caja partitu-
ra Verdi est n'este momento escreveno, que ha-
via imaginado outro genero de morte para o mar-
quez Rosa ( papel destinado a Faure) em lagar do
tiro de espingarda com que Schiller quiz mata-lo.
O empregado do telagragho jalgara ler no despa-
cho o projecto de um horrivel assassioato.
c A situagao monetaria, diz um jornal da Paris,
nao se aggravou n'esta semana, fiada em 27 de Ja-
neiro ; pelo contrario, verificou.se am pequeo
melhoramento nos mercados allemes e hollan-
dezes.
O banco de Francfort reduzto o sea descomo de
5 e meio a 5 por cento.
Em Berlim, ainda que o descont offleial se con-
serve a 7 por cento, a taxa do descont particular
deseen a 5 e um quarto por cento.
Em Amsterdam, o dinbeiro apresentou-se mais
abundante e mais fcil.
Em Londres a stuagao tornou-se nm pouco me-
lhor, apezar de que as noticias do Oriente e das
Indias fazem prever nova- necessidades de nume-
rarlo.
O descont continua a estar em Londres a 8 por
cento e nao de crer que seja modificado n'esta
semana, nao obstante a situacao do banco de Ingla-
terra ter deixado de inspirar receios.
Km nossa praga ha abundancia do dinbeiro.
O ultimo balancete do banco de Franca aprsen-
la um pequeo angraento na existencia metallica
apezar da differenca de 3 por cento que continua
subsistir na taxa do descont entre as pragas de
Londres e de Paris.
Os principaes banquetros de Londres declaram
qae se nao pode deixar de felicitar o banco de
Franca pela coragem que mostrou em sustentar o
seu descont a 5 por cento, quando o banco de lo
glaterra punha o seu a 8 por cento.
E' certo, dizera os mesmos banqueiros, que se o
banco de Franca tivesse seguido o banco da Ingla-
terra no caminho em qne este ultimo teve de se
metter para oppor mea freio s exageracoes do com-
mercio Inglez, o descont terse hia elevado a 10,
11 e talvez a 12 por cento em Londres. Em snm-
ma, os bancos teriam provocado urna crise das
mais intensas, que foi conjurada, gragas firmeza
e prudencia do banco de Franca.
Estes elogios feltos por grandes financeiros in-
glezes ao nosso primeiro estabelecimento de crdi-
to devem recompnsalo amplamente dos redlcnlos
ataqnes de qae n'estes ltimos lempos tem sido
alvo da parte de pessoas qae nem se quer conhe-
cem as pnmeiras nocoes do crdito e da troca.
Inventam-se tantas ancdotas a proposito dos des-
pachos telegraphicos, que as mais verdicas sao li-
das com incredulidades
Eis-aqul, diz a Patrie, o qae aconteeeu bontem :
Um moco le recados levou um despacho leiegra-
phico estaco da ra Laffllte.
empregado do telegrapho ao contar as pala-
chamar um medico por um dos jardineiros que ti
nham acudido aos gritos, recommeodando-lhe que
fechasse a porta de ferro 6 nao dissesse a nlngnem
na aldeia o que acabava de acontecer. Depois
mandn levar sna Alba para junio de sua mulher
ainda desmaiada, afim de poder cnidar de ambas
ao mesmo tempo. Consegnla reanimar a Sra. Pa.
velyu e ajudado pelos criados levou-a inmediata-
mente para casa, assim como sna filha.
Entretanto, oceupavam-se onlras pessoas em
dar-me friegoes e agitarme o corpo ; mas, apesar
de todos os esforgos, en nao dava nenhum signal
de vida.
Logo qne o Sr. Pavelyn Iranquillisoo sna mu-
lher e deiton sua filba em urna cama bem aqueci-
da, voltou ao sitio onde me estavam metiendo fu-
mo de tabaco pelo nariz. Aquelle homem genero-
so ajoelhou ao p de mim, pegou-me as mos e
traton de chamar-me i vida. Rosa,' que cobrara
completamente os sentidos, bavia-lhe contado que
en sa:tira i agua e Ihe erguera a cabeca para que
nio se afogasse. Sea pal tinha-lhe feito crer que
en tambem estava salvo, porque recelava com ra-
zio qi, na situacao em qne ella se achava, Ihe
fosse um golpe final a noticia da minba morte.
O Sr. Pavelyn fez-me levar para a cosinha, por
ficar longe do quarto onde dorma sua Slba. Le*
vou-se para l roupa de cama, despiram-me e co.
briram-me com bons cobertores. Por Ora chegoa
o medico, e empregoa remedios enrgicos para
1 avivar a respiracio e o polso, qae tlnha deixado
1 de bater. O bom resultado velo depois de longos
1 esforgos. Comecei a fazer algnns movmentos e
E' do Sr. silva Reg Jnior.
SEMPRE.
Eu te sigo mulher como a sombra
Segu o corpo veloz na passagem
Como a la acompanha as aguas
O barquelro na.lenta viagem.
Prometti te I foi voto Indelevel
J te ama va.. .amare i como um louco
Sacrificios que atira o destino
E' to fcil cumprir.. lio pouco I
Seguirei teu vestigio na fasta,
No bulicio do mundo enfadonbo *
Velar minha sombra comligo,
Se em teu quanto scismares n'om sonho.

Seguirei toa imagem nos erraos
Sempre 1 oh I sempre I do mundo no fim I
Dir-te-bei um adeus aos ouvidos,
Fugirei se voltares p'ra mim.
No ruido estridente do baile,
Entre as flores, as lozes da orgia
Pensativo, cboroso, scisraandoj
Ser sempre o teu vulto meu guia.
Nao te deixo I jurei-o.. .de certo I
as viagens, as trevas, na Iia I
Serel preso tea vallo meu aojo,
Minha vida, ser tua vida I
Sempre I oh I sempre 1 a seguir-te insensato
as estradas do mundo fatal
Como a estrella o perdido tomeiro,
Como o barco o ionginquo phanal.
Seguirei os teus vos na trra
DesgragaJj, eu feliz tea serei
Tua imagem..ser minha imagem,
Se morreres, tambem morrerel 1...
jj e- Um amador de quadros entrou ba dias n'uma
casa de leiles, na rna Druot, em Paris.
Eslava em arreraalagao nma pequea mobilia
que tinba perlencido a um negociante fallido do ar-
rabalde de Santa Antonio.
Urna secretaria velha, nao tendo na apparenefa
valor algum, attrabio a attengo do amador, que a
arrematou por duas libras por causa de certas es*
culpturas que a decoravam exteriormeote.
Cbegado a casa com o movel, mandon-o por a
um canto e nao se lembron mais d'elle.
ltimamente, porm, lembrou-se da secretaria,
e abnndo um dos compartimentos d'ella, acbou
tres ou quatro rolos mal embrulhados n'om papel
amarellecido pelo tempo. Abrios e grande fo a
sua sorpreza ao adiar caixas de capsulas, vasas de
fulminantes, mas em corapensago ebeias de moe.
das de ouro.
O descobridor nao hesitou em indagar qaem era
o individuo a qaem liaba perteccido este movel, e
otfereeeu-llie delicadamente este e a somma acha-
da, que vai reparar os prejuizos soffridos pelo ne-
gociante fallido.
O administrador publico da cidade de Nova-York
dirigi a seguate communcago ao conselho mu-
nicipal :
Senhores.Simo ter de dizer que o relatorio an-
nual do administrador publico para o anno de 1865
d um defflcit de 35 a 40 mil dollars nesta repart-
Cao. Esta quantia foi iodevidamente empregada
por mim no exercicio dasminhas funegoes, e perd*
da em especulares sobre os fondos pblicos em
Wallstreet.
As pessoas empregadas n'esta repartigao devo a
declaracao de que sao completamente Innocentes
n'este abuso de conanga. Ninguem soube que en
me tiaha servido d'essa quanlia, e nao ba creatura
viva que, directa ou indirectamente, nrasse prove-
to do que Gz.
Entregue! eomo garanta a um syndico (odas as
propriedades miabas e de minba mulher ; 1.* para
assegurar a meus fiadores; 2.* para o restante ser
entregne cidade de Neva-York para attenuacio
do defflcit que resultar do saldo das miabas cou-
tas. Assignado.l. B. Bradford.
abr os olhos. Mas nao onvia nem via, e por mais
que me fallassem aos ouvidos e me fizessem sig-
naes, nao mostrava conbecimento do qne se passa-
va de redor de mim. Foi s entio qne o Sr. Pa-
velyn mandn dizer a meus pas, eom toda a pru-
dencia posslvel, que eu tinba cabido na agua, e
qae o fro e o susto me tinham alordoado nm
pouco.
Meos pais, recejando desgraga malor, correram
ao castello. Vendo-me vivo, tiveram forca para
dominarem a sna angastia e gui-erato que eu fos-
se levado para casa para l ser tratado
Meu pal erabrulhou me em um tencol e em nm
cobertor, levou-me para casa nos bracos e deiton-
me na minba cama.
Os medicamentos prescrlptos peto facultativo
operaram era mim urna violenta reaec e sobre-
veio urna febre que segunda vez aroeagou a minba
existencia. O dootor recelava qae o calor do sin-
gue produzsse ama congesio cerebral e nio quiz
tratar de debellar de prompto os meas soffrimen-
tos.
Assim estive at depois da mola no ate; entio a
febre foi acalmando pouco a penco e cahi em sta-
no profundo. O medico declaran qae o maior pe
rigo estava passado e jolgou poder afflrmar qae o
accidente* nao teria tristes consequencias. Minha
mal e minha irma mais velha ficaram a velar
mioba cabeceira.
(Continuar se-ha.)
PKRNAMBUCO-TYP. DE M-.P-DE F. & PILHO
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