Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10894


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Full Text
AllO XLII. HUMERO 38

i

Pir qwirtel pigt Jeiiit to iO lias 4o i.* aei ....
llem defUs ds l.w lo das do coneco e dettrO do portel
fvrit io eorreio pot tres Ineies .* ........
8*
65
75o
SEXTAFEIRA 16 DEFEVEREIKO DEM
Por ano oago deitrode 4 dias do I.0 mez........ l^ooo
Porte ao crrelo por om nao ,............ 3oe
DE PERNAM
ENCAF.REGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Paraiyba, o Sr. Antonio Al.3s:"idrmo de Lima!
Natal, o Sr. Antonia- Marques da Silva ; Aracaty, o
Sr. A. de Lanos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oveira ; Maranhao, o Sr. Joaqcim Marques Bo
drigaes; Para, osSrs. Geraldo Antonio Alves 4
Filhos; Amazoaas,o 8r. Jeronymo da Gosta.
ENCARREOAflJfDA SURSCRIPCAO DO -SFL.
Alagoas, o Sr. Claudico Falcao Oas*; Babia, o
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, e^Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
_______________________ -
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Serinhom, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, AgaaPreta Pimenteiras, as quintas
feiras.
Olinda, Cabo, Eseada e estacSes da va frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Iguarasstf o Goyanoa as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, CaruarJ AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Altinho, Garanhnns, Buiq.ie, S. Bento, Borar
Gonselho. Aguas Bellas e Tacarat, as tergasTribunal do commercio: segundas e quintas.
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, LimoeirouBrejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiio eEx, as quartas
feiras.
---------- ^
Kelaco : tercas e sbados s 10 boras.
Fazenda : qnintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 11 boras.
Dito de orphaos: tercas e sextas s iO boras.
Primeira Tara do civel: tercas t sextas ao mel
ia-
Segunda vara do civel: quartas sabbades a 1
bora da Urde.
EPHEMER1DES DO MEZ DE FEVEREIRO.
7 Quarto ming. as 5 b., 20 m. e 16 s. da t.
15 Loa nova as 7 h., 53 m. e 56 s. da m.
22 Qoarto rese, as 2 h., 28 m. e 45 s. da m.
DAS DA SEMANA.
12. Segunda. S. Marcello p. m.; S. Eulalia v. m.
13. Terca. S. Gregorio p ; S. Benigno b.
14. Qoarta de Cinza. Ss. Auxencio e Agatho mm.
15. Quinta. Ss. Faustino e Jovila mm.
16. Sexta. S. Rayonondo de Penaforte c.
17. Sabbado.-S. Polycronio b.; S. Romulo m.
18. Dommgo. S. Simeo b. m.; S. Prepedigna v.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 6 horas e 6 m. da manha.
Segunda as 6 boras e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROB.
Para o sul al Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, margo, malo
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recite, na livraria da praca da Independencia
ns. 8, dos propietarios Manoel Figueiroa de Paria
_ Flibo.
No teodo recebido-cart alguma de no-s *^g
uo poder fazer senao
so corresponclent i do Maranao, que nos
designasse os assignantes do presente annp,
, Qoando o governo decidir
lgum offlcial para a 2.' classe, o
em virtade 'de decreto e
por algum dos motivos siguiles :
l. Estar em pregado por mals de um anno em
vimo-HOS obrigados .1 suspender a remessa servico alheio de sua proflssao. o regularaento
, i ;., -__:--<,.,.-. Ooio,rm lo- I n. 778 de 31 de marco de 1851, dispSe no art. 19
de alguns, cujas assigoatuias estasam ter-, _no Mra conudo pvara anIlgnldade d0 servico
mioadas e continuando a sotfror a mesma militar: -l., o iempo passado em servico estra-
. ._.__._. ,. __i-_, ,,--- nho a repartigo da guerra. E o art. 20 declara
nternipcao, aguardamos essa relacao para
contimarmos a reiftessa.
dade, mas tambem (o qu|. oais alguma cousa)
que o governo em nao poneos casos remuoerou este
ser vico com ocetssos por merecunento.
Quando o direito que regula a queslao fosse s-
mente consuetudinario, e nao esenpto, anda assim
deveria elle ser respeitado, epantdo em ora go-
verno constitucional, emquanto nao (osse compe-
tentemente alterado.
Allega-se no parecer que o qoadrodos engenbel-
ros militares no Brasil cinco vezes maior do que
Eare-
para que V. 8: a mande reformar de conformidade Fomos obsequiados com varios nmeros do
com as iuforroagSes da thesouraria provincial cons- Apostlo, cuja publicacao comegou no mez de jaoei-
taotes das copias inclusas. ro prximo passado, na corte do Rio de Janeiro.
Dito ao coteaiandaoie da companhia provisoria j Pubiicago religiosa, vera ser o orgo ni impren-
de polica.ande Vmc. apresentar na casa de de- sa fluminense do clero e dos interesses da igreja.
tencao, no da 14 do corrente, a's 6 X boras da ] Saudamos pois ao athleta do evaogelho, cuja pro-
manhaa, 1 saigenio-e 9 pragas da companhia sob loogagao no Jornalisn desejamos cora verdadeiro
sea coromando, para escoltaren! 6 criminosos at a interesse.
villa de lpojae.Fez-se a este respeito o necessa- ...
rto expediente "**- Ainaa m* vz deixou de vir para nossa pro-
Pernambucana. Vlcia Otario Ofwtat, com grave detrimento dos
que da regr anterior sao exceptaados, e'eoino deve ser e do que o de alguns estados da Eore-1 Dito ao gerente da Companhia Fernau-uu^u-.- ^ -. T_ "__,_ _77_
taes contarlo lempo de servico, os offlciaes em- pi de primeira ordom. Pode Vmc. fater seguir o vapor Uamanguape: para s-'8 J P ***.m "b* corta
Aceito as duas propositos nicamente para BOrf dl4 hor* indicados em seu offlcio de 12 do cor- uua aguiuos, o
PARTE OFFICIAL
UIMSIIKK
111 Gl'KHHA.
DE 11 DR
consulta do consblho supremo militar
setembro de 1865,
cerca da nlelligeocia qne se deve dar ao
pregados ra guarda nacional, nos corpos policiae.s
na mannha de guerra, em missdes diplomticas,
era presidencias de provincias, em ministerios, no
eorpo legislativo, e os que por nomeacao d per-
misso do ministerio da guerra forera empregados
dentro ou fra do imperio em escolas eestudos
militares, ou em Industrias e trabalhos de qual-
quer dos ramos de engenharia.
der raelbor aprecia-las," entendendo que, anda) rente.
quanao ellas fossem inteiramente exactas, nao pre- Expediente de secretario do governo do dia 13
cederiam para condemnar desde ja', sem mais am-
pio e esclarecido debate, a organisagao do testo
corpo de engenheiros militares. n
O qoadro dos engenheirs milliares foi anda ha y^ s qu6) segUD0 C0DSt0U de coramonicago da
bem pouco tempo ampliado era viriude do paragra-
0 real corpo de engenheiros da amiga monar- pho 4 do art. 5 da le n. 862 de 30 de julho de
cbla, e o corpo de engenheiros desde a indepen-
1." do i dencia do imperio tera sido destinado nao s para
art. !. do decreto n. 260 do 1. de dezembro de os trabalhos de engenhana militar, mas tambem,
e principalmente lalvez, para os de engenharia ci-
vil.
A tabellas de gratlficagoes, a pratica nunca in-
terrompida, e al a sua orgaolsacao- de quadro de-
monstrara o que se deixa dito.
Actualmente compoe-se este corpo, segando o
almanak militar, de 8 coronis, 14 tenentes-coro-
neis, 20 uiajores, 30 espitaos, 34 1*' tenentes, e 71
2- tenentes on de 177 offlciaes, numero pelo me-
nos cico vezes maior do que podem xigr as ne-
1811, sobre a palarraproflssao a que se refe
re esse decreto.
Senhor.Mandn V. M, Impeiial, por portara
expedida pela secretaria de estado dos negocios da
guerra, em data de 28 de janho do corrente anoo,
que o conseibo supremo militar coosultasse, com
urgencia, sobre os segniotes pontos :
A palarraproflssao, a que se refere o decre-
to n. 2iM) do 1. de dezembro de 1841, uo 11." do
art. 2., exclusivamente applicada proflssao
militar,'e exciue toda e qualquer ontra alheia ou Lcessidades do servico militar, anda em tempo de
estranha do ministerio da guerra ? ou comprehen-; guerra, e muito superior ao corpo de engenheiros
der o servico de engeoheiro civil em reparticoes
estranbas, e ser vicos propnamente indastrfaes a
cargo de companhias ?
Serlo servlcos de proflssao militar, eu alheios
repartico da guerra, de que trata a l-i d>> 6 d<> se-
tembro de 1850, os prestados, aiodi com permts-
so do ministerio da guerra, era qualquer dos ra-
mos de industria, ou de engenharia civil, por offl-
ciaes do exercito?
O qne se entende por estodos m litares e indus-
triaos, oo qoaes, sendo empregados dentro ou f-
ra do imp-rio, os offlciaes do exercito ieem con-
tar antiguidade do servico militar, segundo dispoe
o art. da lei de 6 de setembro di 1S50T
Esta -o nesses estudns compreheuddos os serv
milita* de algamas nagdes de primeira ordem da
Europa.
Se o corpo de engenheiros pela sua constituido i
tem de servir tanto na engenharia militar como na
civil, parece que sua proflssao abrange essas duas
especies, e qne oslando occopado em servico de
ama deltas, se acha no exercicio de sua profi-sao.!
Este inteligencia confirmada pelo regulamen-1
to da iei na promogo cima citada, pois qne o
tempo passado em trabalhos de qnalqner ramo de
engenharia contado.como servigo do corpo.
Parece ponaotoju a que a palavraprofls-
saodo 1 ai l. >9I fad 1* de dezembro de
1841, romprelvende tafl Keommissdes militares
propnamente duas, com fftt qnalqaer ramo de
acha antorisado para crear um corpo de engeohei
; ros civil e reformar o militar, e osando destas fa- je ler diversa organisagao.
eos prestados pelos offlciaes em qualquer dos ra- engenharia, e se algam' inconveniente pode dahi
mos de engenharia civil ? Os prestidos, por exem- resultar para a disciplina do exercito, o governo se!
po, nos trabalhos industriaes, e os de flscalisago
por parte do governo, de companhias, e os que se
prestara em qualquer ministerio, que nao seja o
da guerra ?
Sera conveniente ao servigo publico que os offl-
ciaes, om satisfagao dos seus interesses partcula
res, es;ando empregados era servigos meramente
civis, nos quaes perdem inteiramente os hbitos
de militares, e at raesmo o amor pela sua classe,
e gozando nesses empregos de nao pequeas van-
Ittgens, conl n anda o temuo de servigo militar,
preteriudo imitas vetes a offl;iaes que supportam
a ardu e mal aquinhoada vida militar ?
1856.
O decreto que nesse sentido e para esse flm se
expedio, tera a data de 11 de novembro de 1856, e
esl reforendado pelo raarechal do exercito o Sr.
marquez ae Caxias, que era nessa occasiao minis-
tro da guerra.
Far-se-bia isto por mero desenfadado ou capri-
cho?
Santo Deas I
Conio qner que seja, o quadro do corpo de enge-
nheiros existe legalmente, e a constituicao garante
aos offlciaes que o compde, cora as patentes que
teem, o soldu e as vantagens e direitos que dellas
naturalmente denvam.
Prlva-los no todo, oa em parte, por meios direc-
tos ou indirectos, dos beneticios qne a consliluigo
e as ieis assegnram aos engenheiros militares, se-
ria urna mjustica mais grav e clamorosa do que
aquella que depols da paz de Riswick se pralioou
na Franca em 1697, cootra os engenheiros milita-
res qne tioham servido na guerra e erara discpu-
los do i (lustre Vaaban.
Accresce que em um reinado de sabedorla e pro
gresso, temendde dlzer qne falla servigo para os
engenheiros militares.
Nao caneare! de repetir que entre nos nao o
servico que falla, o tempo.
Na Europa lem-se ja leito muito em obras de en-
genharia militar.
No Brasil acontece o contrario, lado est anda
por faxer.
All, portanto, o qoadro dos engenheiros milita-
res pode, sem inconveniente, ser menos numeroso
Acham-se em exercicio de fiscal do Recite o
Sr. Jos Cunegandes da Silva e de S. Jos o Sr. In-
di ferereirp de 1866. nocencio Xavier Vianoa.
Offlelo ao inspector do arsenal de mannha.O Tendo fallecido na Colonia da Conceigo o
Exra. Sr. presidente da provincia manda declarar a cadete do 1* batalho de voluntarios desta provin-
cia, Gregorio Antunes deOliveira, resar-se ha araa-
nba (17) pelas 8 Doras, na matriz da Boa-Vista,
urna missa por sua alma.
Aqu a imitago seria om erro fatal.
Refenndo-me a guerra actual permltta-se-me nin
soliloquio.
Nao poderia o forte de Coimbra estar em con-
digoes de offerecer ao inimig mais prolongada e
tenaz resistencia,- urna vez qae suas obras de for-
' culdades podera' regalar o servigo como for mis
| conveniente. Vossa Magostada Imperial resolver',
porra, como lr.mais acertado.
O conselheiro de estado, visconde de Abate, apre*
senlou o segaiole voto em separado :
Concordo ioteirameole com a opinio do Sr. con-
selheiro de estado, relator da seccao, na parte era tiflcagao se tivessem memorado eaugmentado ?
que S. Exc. estabelece e demonstra que o eorpo de I *ao deveria haver desde mullo lempo alguns
engenheiros, como foi consumido entre nos, deve | Pontos fortideados as margens do no Paraguay
' servir tanto na engenhana militar, como na civil, que pertencem ao Brasil?
I e que pjr isso a palavra proflssio-de que asa o \ aNa se deverS estabelecer alguma especie de for-
F'nalmente, qaes as medidas que se podem f do art. 2o do decreto n. 260 do 1 de dezem- ] mcagOes as frontetras que nos separara deoairos
adoptar, ou propor ao corpo legislativo para evi- pro de 1841, abrange ambas as e-pecies de enge- estados .
tar semelhantes inconvenientes, se forem ellas de nhana. | Niw concordo tarabem com o illuslrado relator
naturea tal que nao estejam na algada do go-1 Alera de ser isto direito estabeleeido, tambem da secgao, quando diz que se do em prego dos en-
verno I I om faci, e delle tem o servigo publlcocolhido van- enheiros militares em trabalhos de engenhana ci-
Parece ao governo : l." Que a palavra-profls- ugens praticas desde a creagao do corpo de enge- v"> resulta inconveniente para a disciplina do ex-
saoa que se refere o decreto n. 260 do 1. de de-! nheiros. I ercito. o governo em virtode da aulorisagao que
As obras antigs e modernas de engenharia ci- lhe concedida pode crear um corpo de enge-
vil mals importante*, quer na corte qner as pro- nneiros elvis.
vincias, forano concebidas e execntadas por enge- S,J na nislo um conselho para se apressar a crea-
nheiros militares, dos quaes se poderia declinar os; Cao do corpo de engenheiros civis, devo declarar
comes. I Que a miuha opinio e que a prudencia e os ns-
As obras militares de alguma importancia que ; 'octos de economa recommendariam que se adas-
tambera temos, essas sao todas de antiga data, e | se a creagao desta nova especie de funcciouaiismo
consultndose os relatorios do ministerio da guer-
ra, v-se infelizmente que at urna poca bem re>
ceote era qne se manifesta urna alta vontade nter
vndo com toda a energa, pouco se cuidou de coo
tembro de 1850, pos- serva-las e menos ainda de augmenta-las.
A culpa, porm, nao foi por certo dos engenhei
A companhia Pernambncana reuni hornera
em asserabla geral os seus accionistas, represen-
do 2892 acedes.
Occupou a cadeira da presidencia o Exm. Sr.
Dr.
repartico da marinba de 19 de Janeiro uitimo, foi
prorogada nessa data por 20 das, com os respec-
tivos venciraentos, a licenga de 3 mezes concedi-
da ao director de cuustracoes navaes, Trujano Au-
gusto de Carvalbo, para ir a' provincia de Santa
Camarina.
Dfto ao De Vicente Jansen de Castro Albuquer-.
qoe.jniz municipal do termo de Ouricury.De or- Visconde de Camaragibe, e de secretario o Sr
dera de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, ac- Alcoforado.
euso a recepcao de sen oQ,;io de 20 de Janeiro al-1 a berta a sesso o Sr. gerente F. F. Borges apre-
limo, em que participa que.n'aquella raesma data [ sentou o seu relaiorio e balango do anno passado,
presin juramento e entrn no exerciflo de joiz; que (o approvado, e igualmente o parecer da com-
municipal e de orphaos do t"rmo do Oaricary, pa-1 misso de exame de Cuntas,
ra o ql foi nomeado por decreto de 6 de jolho do Devendo eleger-se por forga do artigo 13 dos
anno prximo passado. estatutos, um director, e procedendo se a eleigo
obteve o Sr. Lniz Antonio Siqueira 114 votos.
COHMANDO DAS ARIAS.
Para a commisso do exame de cuntas, foi igual-
mente eleito o Sr. Domingos Affonso Nery Ferreira
com 108 votos, em substituigo ao Sr. Flix Sau-
Qnarlel general do eomroando das armas 4e Per- "ge & C. O Exm. Sr. presidente, nao havendo
namkuco na eidade do Recife, 12 de fevereiro
de 1866.
Ordem do dta n. 200.
O marehal de campo commaodante das armas,
declara para os tins convenientes, qae as raspee-
gOes de sande ordinarias, que at aqu eram feitas
as quartas feiras e sabbados de cada semana,
passem d'ora em diaote a ser feitas as tergas e
sextas.
Declara igualmente que a 8 do corrente nemeou
o conseibo de guerra qne tera de jalgar pelo crime
de deserg". o soldado recrota aparado nesta pro-
vincia Epifanio Ferreira da Silva; sendo do mes-
rao conselheiro presidente o Sr. capito Nicacio Al-
ves de Sonza, auditlior o Sr. capito Augusto Leal
Ferreira, interrogante o Sr. lente Manoel Carnei-
ro Machado Freir, vegaes, Ignacio Antonio Bor-
ges, JoioMonleiro de Andrade Malvinas, alfares dor nao sera capaz de
zembro "de 1841, no 1." do art. 2., exclusiva
mente applicada ao servigo da proflssao militar e
exciue toda e qualquer outn altieia ou estranba
do mioislerio da guerra; nao comprehende, pois
o servigo de engenharia civil em repartigoes estra-
nbas, nem servgos propriameBlc industriaes a
cargo de companhias.
Exceptua-se desta disposigao o lempo de seivigo
na gaa.rda oacionai, nos corpos policiaes, na ma-
rinha, _iss5es diplomticas, presidencias de pro-
vincias, ministerios e corpo legislativo, como dis-
poe o art. 9.a da lei de 6 de s
terior ao citado decreto.
2. O.ue nao sao servgos de proflssao mlilar os ros militares,
albeos repartico da guerra de que trata a le ; Nao acho alm disto moito fcil extremar os ira-
de 6 dn setembro de 1850, mesmo os prestados balhos de engenharia civil que nao tenham, prin-
cora permisso do ministerio da guerra em qual-: cipalmente na poca actual, alguma ligago mals
qner dos jarnos de Industria ou de engenharia ci- ou menos Immediala cora os da engenharia
1 litar.
vil por offlciaes do exercito.
3. Qae os astados militares o industriaes, nos
Snaes sendo empregados os offlciaes do exercito
eoiro oa fra do imperio, e pelo- quaes devero
contar antiguidade de servigo militar, segundo dis-
p5e o art. 9." da lei de 6 de setembro de 1850, sao
os que se dan as escolas militares do imperio, e
os de qualquer ramo theorico ou pratico com im-
mediala applicago ao pessoal e material dos exer-
citos.
4." Qae nao estilo nesses estados r-oroprehendi-
dos os servgos prestados pelos fll-iaes em qual-
quer dos ramos de engenharia civil, nem os pres-
tados as companhias e os qa-t so prestam era
qualquer ministerio que nao seja o da guerra, e
os industriaes e de flscalisago mesmo por parte
do governo.
5. Que desconveniente ao servigo publico,
que os offlciaes em satisfagAo dos seas interesses
particulares, estando empregados em servigos me-
que bale as portas do ihesouro.
Com a raesma origem einslrucgfto dos engenhei-
ros militares, nao posso crer qae asimples raudan-
ga de uome baja de conceder a uns, cora excluso
de outros, a inspirada iniciativa do genio que alar-
ga os horisontes da sciencia, devassando os seus
arcanos, e o mystenoso poder da vonlade que leva
ao cabo emprezas arrojadas.
Nao sera certameotc por urna especie de mila-
gre que hao de surgir da tetra novosArchirae-
i- des,nem que estes lograro ellecluar no systeaa
conhecido dos trabalhos puSlicos a reforma que se
Os caraiohos de ferro, as estradas ordinarias, as uhela.
pontos e calgadas, as obras hydraulicas, e as gran-, Empregando a palavra reforma, defenda-me Ueus
des ediflcagdes a cargo da admioistragao civil, na- confundir cora a idea benfica e humanitaria qae
da dist) deve str eslranho ao estudo eapralica da e,la exprime, essa terrivel inverso que^do^de-
eogeuharia militar.
Quando na Franga os engenheiros vieram a for-
mar um corpo de funcionarios pblicos, era este
ao mesmo tempo civil e militar. A sna separacao
em daas categoras dislioctas leve lugar ero 1750.
Os engenheiros j|ue se tornaram puramente mi-
litares nao liveram de orcopar-se das pontes e cal-
cadas, e erara exclusivamente empregados na cons-
truegao e no ataque e defeza das pracas.
Segundo se l no Diccionario do exercito escrip-
to pelo general Uardin, e publicado em 1851, es-
tes artistas militares foram era 1755 fundidos no
corpo de artilharia ; mas a innovagao, para nao
dizer amalgama, nao dorou por muito tempo Hoje
as fonegoes do engeoheiro militar na Franga sao
vasta e destre, sem nada crear, era substituir,
nao deixando apz si seno um monlo de ruinas
em vez dos melhoramentos que no seculo em que
vivemos a civilisagao reclama com muito maior
empeobo e anciedade do que no lempo em que j
se escrevia ,ue Inteiramente va a gloria do que
se fax sem alguma ulilidade pralica.
Do que acabo de expor coucluire:
1. Que a palavraproflssaode qae asa o 1
do art. 2 do decreto n. 260 do 1 de outubro de
1841, cu_preheo.de os trabalhos de engenharia,
tanto militar como civil.
2. Que o corpo de engenheiros militares deve
continuar a ser aproveitado pelo governo com as
raesraas vantagens que at agora teem merecido
ramete civis, nos quaes perdem inteiramente os ; muitas e variadas, e todava a organisagao do cor- nos trabalhos de ama e outra engenharia, sem aug-
babito; militares, e at mesmo o amor pela sua po de engenheiros, nao se considerando ainda per- ment de despeza, e com provado beneficio para o
classe, e gozando nesses empregos nao pequeas feta, contina a ser all o objeclo de profundo es- servigo publico.
vantagens, contam aioda o tempo d* servigo mili-
tar, pete rindo muitas vezes a offlciaes que sup-
portam a ardua e mal aquinhoada vida militar.
6.* Finalmente, que as medida; a tomar limi-
tam-se em tornar effertivas as respostas cima da-
das, e para :al flm nao precisa o ministerio da
guerra de medida legislativa, por quanto ao poder
executivo compete publicar os in lispensaveis re-
galarrentos para a boa execugio (las Ieis.
Rio de Janeiro. H de setembro di 1865.Baro
de Sarohy.Biitenconrl.Joaqaim Jos Ignacio.
Aguiar. Fonseca.
Resolugo.(jonforrae a resolugo de consulta
da seceo de inarinha e guerra do conselho de es-
tado, datada de hoje.
Pato, 22 de dezembro de 1863Com a rubrica
de Sua Magestade o Imperador.Angelo Moniz da
Silva Ferraz.
lado. Pago, em 28 de novembro de 1865.Manoel Fe
Mais do qae na Franga devemos nos estudar a lizardo de Souza e Mello.Visconde
questao no Brasil, e sobretudo applicar com muito Miguel de Souza Mello Alvim.
criterio e prevenidos contra os erros e os males da: Resoluco.Conforme parece a seccao na parte
imitago, as Ieis e reglamentos de outros paizes em que fixa a signilicago da palavraproflssao
acerca desta materia, bem como de qaalqaer outra. I erapregada pelo 1 do art. 2* da lei do 1 de de-
0 regalamento de 31 de margo de 1851, i-xpedi- zembro de 1841, era relacao s fonegoes de engo-
do para execugao da lei de 6 de setembro do 1850,' nharia civil exercida por engenheiros militares,
ja' nSo emprega a palavraproflssaopara desig-, devendo para que esles sejam empregados em ser-
nar o servigo que se deve levar em conta ao enge-' vigos estranhos do ministerio da guerra, preceder
Jos Marta Benjamira de Assis, e 2 tenente Hono-
rio Doraingues de Menezes Doria.
(Assignado.J-Francisco Sergio de OUveira.
Esl conforme. Eslevao Jos Ferraz, tenente
ajudante de ordens interino encarregado do de-
tall*. ,
TlA-arDETERNAMBCO.
Chegou hootem o vapor brasileiro Paran, dos
portos do sol do imperio. Tendo sahido da corte
antes do vapor inglez Rhone, nada adianta d*ahi ;
da Baha, porm, trouxe jornaes do dia 12, e das
Alagoas de 4 a 14 do corrente.
Eis o que nelles encontramos.
Baha.Pelo vapor inglez Rhone foram para a
Europa 107 oitavas e 31 graos de diamante.
O cambio regulava : sobre Londres 23 3/s a
26 % d., sobre Pars 360 a 365 rs. ; sobre Ham-
burgo a 670, e 4 sobre Portugal de 100 a 103 /
Sergipe. J tinha tomado posse da presidencia
da provincia o Exm. S'. Dr Jos Pereira da Silva
Moraes.
No dia 20 do passado teve lagar a abertura
da assembla provincial, ficando a mesa assim or-
ganizada : Antonio Das Coelho e Mello presiden-
te, Jos Gongalves Barroso e Dr. Conrado Alvaro
de Cordova Lima secretarles.
L-se no Sergipe :
< No dia 17 do passado naufragon oa barra do
rio Japaraiuba, e lugar denominado Piramb, o
biate nacional S. Jos Iriumphante de 33 toneladas,
carregado de 1,200 arrobaste carne secca e diver-
sos gneros.
< Sabio da Bahia com destino ao Penedo, depois
de 20 dias de viagem abri agua pelo mao estado
em qae se achava. obrlgando ao apito velejar pa-
ra a trra, onde se fez em pedagos apenas enca-
Ihra.
Muito pouco pode ser arrecadado pelos empre-
gados da alfandega, qae acadiram imrnediaraenle
ao lugar do sinistro.
Pela grande distancia em que se achavam os
gneros e seu estado de avaria foram no raesmo
lugar postos em arrematagao com assisteocia do
capito do porto, prodazindo todos elles a quantia
de 39lm >
a Na noite de 17 do corrente foi brbaramente
assassinado na eidade de Larangeiras, o individuo
Domingos Jos de Moraes.
t O fado foinos relatado do segointe modo : As
9 horas da ooite Domingos Jos de Moraes passea-
va em frente de sua casa na ra da Cacimba, e um
individuo qne se approxlmava montado em om ca-
vallo, russo, apeaodo-se lhe disparara um tiro, de
instantnea desse ju-
nada mais a tratar levantou a sesso.
_ Acha-se annunclado o pagamento do primei-
ro dividendo da companhia Pernambucana, a razo
de i0\000 por cada aego.
Hoje o agente Olympio, no seu armazem da
ra da Cadeia do Kecife u. 36, faz leilo ( em con-
secuencia de ter de mudar se mallo breve ), de
lodos.os objectos do aso domestico nelle existente.
De urna carta particular da corte, datada de
7 do corrente, extrahimos o segointe :
f A esterilidade tem sido o carcter desta quin-
zena. Parece que nos achamos em vespera de
grandes tempestades. Ha um silencio mystenoso,
| interrumpido, de vez era qaando, por cerlos mono
syllabos da opinio, que vai indicando madanga na
athmospbera. E' verdade que o me I hor observa-
atrever os saccessos de
est fora de seus eixos,
CONSCLTA DA SECgAO DE GL'EnnA E MARIMHA DO
CONSELHO DE ESTADO DE 28 DE SOVF.MBBO DB 1865.
A'cer:a da inMligeacia que se deve dar ao % l.
do art 2." do decreto n. 260 do 1. de dezembro
de 1841, a respeito da palavraproflssaoe a
qae se refere a consalta do conselho supremo
militar de 11 de setembro do mesmo anoo.
' Secinor.Por aviso da s&cretaria de estado dos
negocios da guerra de 13 do correte, houve por
bem V. M. Imperial ordenar que a secgSo de guer-;
ra e narraba do conselho de estado, consulte com
seo parecer iicerca da inlelligeocia que se deve
dar ao 1. do art. 2. do decreto o. 260 do i. de
1841, a respeito df. palavra-profls-
nheiro militar para vencer antiguidade.
O art. 19 desse regalamento diz :
< Na i ser cootado para a antiguidade do ser-
vigo militar : 1", o lempo de servigo eslranho a
repartigo d guerra.'
Esta disposigao compr 'tiende se fcilmente.
Os engenheiros militares qae servera era outro
ministerio qne nso o da guerra, prestam am ser-
vigo qae uo tiesta repartigo, bem que quasi
nunca seja esirauha a proflssao do engenheiro mi-
litar.
A disposigao do regularaento seria, porm, evi-
dentemente injusta se privasse do direito de con-
tar antiguidade os engenheiros militares qne pres-
tam servgos proprlos de sua proflssao em outro
ministerio que nao fosse o da guerra.
O estado sempre o raesmo, qualquer qae seja
o miuiftei o em que sirvam os engenheiros mili-
tares.
licenga especial do mesmo ministerio, cujos eflei-
tos se acbam definidos e marcados muito expresa-
mente pelas dispo-igoes do art. 9* da lei n. 585 de
6 de setembro de 1850, as qoaes nao foram amplia-
das, era alteradas por outra qualquer disposigao
i legislativa de data posterior.
Pago, 22 de dezembro de 1865.Com a rubrica
de S. M. o Imperador.Angelo Moniz da Silva Fer-
i raz.
de Abaet. qQe resulton a morte quasi
feliz.
t O delegado de polica com os guardas do des-
tacamento e povo que se havj, aplnhado, procura-
rara lomar os pontos extremos da eidade, mas o
assassino leve a felicidade de escapar pela vauu-
gera de estar montado. E' lamentavel que na im-
portante eidade de Larangeiras se dem fados des-
ta ordeno que tanto depde contra a moralldade pu
bhca.
c Esperamos que a autoridade nao descansar
as diligencias enceladas para o descobrimento da
verdade, nao trepidando diante de considerares
para inflingir a verdadeira ounigo contra os auto-
res, mandantes e mandatarios. >
Alagoas. Durante o semestre de julho a dezem-
bro ultimo, exportaran) se por este porto 35,606
saccas de algodo com o peso de 183,272 arrobas e
12 libras e no vapor total de 2,635:179^422; pro-
cedentes ditas saccas das prensas desta eidade e
das da villa do Pilar.
Segniram ellas, a saber : para Liverpool 34,711
pesando 178.484 arrobas e 26 libras, oa importan-
cia de 2,567:578fi692; para o Havre 764 com o pe-
so de 4.104 arrobas e 8 libras, no valor de......
58:575*497 ; e para a Bahia 131 saccas cora 683
GO VERSO A l'ROVI Yt I A.
Expediente do dia 13 de fevereiro de 1866
Offlelo ao Exm. general coraraandanle das ar-
mas.Fago apresentar a V. Exc, para serera re-
comidos ao depsitos e inspeccionado*, os guardas w,.^.^^r--
do batalho n. 39 de infamara do municipio do! arrobas e 11 libras, importando em 9:04Jldd.
dezembro de iu*i, a
sio -e a que se refere a consulta juma do conse
lbo supremo militar. O conselho supremo militar indu-lrias e trabamos de qualquer dos ramos de
em consulta de 11 de setembro ultimo responde a engenharia.
diversos questtos que lhe foram feitos, e os que Ora, nao podando ser oatra a genuina intedigej
tra relacao com o exigido sereao no alado avi- ca da le, evidente que o governo nao es!a' an
o se podera reda# ao segointe : Os offlciaes lorlsado para tom ir por meio de regalan ""
do exercito empregados era commissdes de enge- medidas qne o coiselho snpremo militar suggere
nharia alheias ao minilUrio da guerra fleam ao- na consulta que so junta.
jeitos a passar para a %* classe co exercito, exer- Todas ellas serio contrarias letra e ao ospirl-
cendo-as por mais d samr: s nao se lhe con- to da lei, ao modo porque a le tem sido entendida
ta para a antiguidade o tempo cW-corrido no exer- e executada desde a sna promnlgago, e bem assim
cicio dessas commissoes ? i O 4.* do art. 2." da j aos actos do governo anteriores e posteriores a le,
lei do l." de dezembro de 1841 assim se exprime: os quaes provam alo s qae aos engeoheiro.' mili-
< Art i. Depois de organisados os quadros de tares empregados por outros ministerios em traba-
qne <;rat esta lei, comegar a ter rigor as segla- mos de engenharia civil sempre e contoa arillgoi-
Cabo, Antonio Alves, M<.ooel Alexamlre Rtiflno e I
Tanlo reconhecao o regalamento e*ta verdade, j Joo Vicente de Miranda.
que no art. 2b estabelece, alm de ontras excep- Dito ao mesmo. Mande V. _xc. dar baixa ao
g5es talvez de du\idosa justlga e ntilidade.a i|ae se soldado do 6- corpo de voluntarios da pama, Anto-
refere aos engenoelros qne forem empregados em Dio RapbaeJ Machado.
PERNAMBUCQ.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.j
Providencie V. S. para que, estando era tenaos o;
pret junto em daplicata, que me remetteu o cora-
mandante superior da comarca do Pao d'Alho cora
rorls7d"pWtmTr"Mrro^ de 10 do corrente, sejam pagos os venci-
raentos relativos ao mez de Janeiro ultimo, do des-
tacamento de guardas ncionaes existentes n'a-
quella villa. Commnicoa se ae cnmraandante
superior da guarda nacional de Pao d'Alho.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Pao d'Alho.Devolvo inclusa a.folha dos
venciraentos do alteres commandante io destaca-
mento de goal-das ncionaes desta villa relativa
mente aos metes de dezembro e Janeiro ltimos
REVISTA DIARIA
Denou hootem de fuoccionar o Instituto Archeo-
lgico e Geograpbico Peroambucaoo, sendo trans-
ferida a sesso para quinta-teira futura.
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente em sna
visita a varios estabelecimentos de Instrucgo, de
que demos noticia j, visitou tambem o collegio do
Bora Conselho, onde aprecloo o adiantaraento de
alguns alumnos de inglet e latim, demonstrando
satisfagao pelo adlantameoto dos mesos, bem
como do estado em qae se acha o referido colle-
gio.
amanha ; porque ludo
at a lgica.
Coolioua-se a fallar moito em desintelliguncias
entre os ministros. Dizem nns, que o ministerio
se retirara aotes da abertura das cmaras; dizem
outros que elle est tirina era arrostar o perigo ;
mas sobre o qae nao ha duas opin o;s a respeito
da decadencia moral e poltica em que nos acba
mos 1
Ha qaera affirme que o Nabuco projecta grandes
coasas, e que traz na mente o levantar um novo
partido, cujo apparecimento ser a cooderanago
do presente. Consta que se tera elle entendido
particularmente com alguns vultos notavets dos
anligos partidos, principalmente do conservador,
sobre a necessidade de avventar o espirito publico
por urna poltica mais generosa, e menos exclusi-
vista que a actual. E' ceno que elle encootra
obstculos no velbo Olinda, que parece nao querer
abrir mo do basto director ; mas creio que seus
dias estam contados na arapulheia poltica do paiz.
O seu collega da justlga tem outra vida, e vistas
mais largas. Em lodo o caso, espera-se qoe o Na-
buco abrir camioho alguma sologo mais defi-
nitiva de-te triste problema da situagao. J isto
ser um grande servigo.
O Salles Torres Hornera aqu est de volla da
Europa. Este sbito apparecimento teem desafia-
do as apprehensdes dos polticos, que parecem
ver nisto symptomas de novidade.
OSilveira Lobo l se foi para Minas. A razo
ostensiva de sua retirada a molestia de figado;
mas a verdadeira e intima brevemente se ba de
saber...
O Souza Franco metteu se a dirigir a eleigo pro-
vincial do Rio de Janeiro, e o resaltado foi ser
completamente Iludido em sens clculos I At o
Pinheiro Guimares parece ficar (ora da urna.
Houve ha pouco as altas regioes alguns syrap-
thomas de enfado para com a actual ordem de
cousas, e dizem que foi esta ama das razdes, que
levarara o Silveira Lobo, como mais ardigo, pr-
se fra. _mflm, nao sei o que havera ; mas in-
fallivelmente temos breve algara qbrto.
Terca-feira ultima para tarde ehegoa o va-
por inglez Arago, procedente de Liverpool por Lis-
boa, como j noticiamos.
E' um novo vapor da liona de Liverpool para o
nosso porlo; o qual o de mais acomodacoes de
quantos andam de Liverpool' era direitara para
aqu.
De ferro e movido a hlice, tem 220 ps inglezes
de coraphraeoto, 28 de maior largara, e 16 de
pontal; e carregado, nao demanda mais de 14 ps
d'agua.
A sua arqueago de 685 toneladas inglezas;
tera duas cmaras, urna a r e oatra a proa; na
primeira ha camas para 20 passageiros, e na se-
gunda para 2t. Alera disto, na cmara de r tudo
est feito cora esmero, gosto e elegancia.
As divisaos que formam os camarotes sao de
raarmore branco, embutidas em elegantes molda-
ras de mogno, com relevos donrados de muito
bello effelto.
A cmara do capito no convez, onde sao tam-
bem os camarotes dos deraais offlciaes.
A machina tem a forga de 250 cavados.
Ha grandes purdes para carga, e pode tambem
acommodar porgio numerosa n'araa cobarta qae se
estende do centro do navio para a proa.
Dons bolioetes movidos a vapor, um a r e dn-
tro a proa, fazem o servigo da descarga e suspeo-
pso ae ancoras de ama maneira rpida e cora-
moda.
, No convez ha dous grandes salva-vidas para
caso de naufragio.
Nesta viagem deitou sempre nove railbas por
hora, e apenas empregou ama presso de desoito
libras de vapor.
O vapor Rhone trouxe do Rio de Janeiro para
esta provincia 39,684 libras esterlinas ; sendo
para o London Brazilian Bank 14,102; para o
Banco Novo 9,100 para Fipps Brothers & C.
5,080; para Simpsoo A C 2,373; para A. Schaff-
ter & C 2,000; para Marques Barros C. 2,000;
para Pereira Caroelro C. 1,300; para John Ga-
tes 883; para A. Hy vernal C. 820 ; para Gre-
nup Schind & C; 794 ; para Andrade & Reg 630;
para Thomaz JefJeries 200; e para E. A. Burle
& C. 102.
L-se no Progressista das Alagoas :
. Vigario de Macelo. Foi apresentado na fre-
fuezia desta capital o nosso amigo padre Francisco
eixoto Duarte. Felicitamos ao nosso amigo e aos
parocniaaos de Macei pela acertada escolha do
governo imperial. >
O vapor Parahyba, da companhia Pernambu-
cana, voltoo ante hornera da ilhade Fernando, pa-
ra refazer-se de carvo. Era. consequencia de omi-
ta chava e temporal sendo impossivel ver a ijba,
jalgoo o sen commandaote mals prodente, depols
de dous dias de demora as iramediagdes, vollar
ao nosso porto.
Hoje ao meio dia volta elle para alli, com a mes-
ma carga e passageiros.
Hoje s onze horas em ponto, effectoar o
agente Pinto o leilo de urna casa terrea e um so-
brado, conforme est annunciado.
Amanhaa 17 do corrente effeetnar o mesmo
agente a venda dos salvados da barca americana
L. E. Ashbey.
Rbpartiqo da polica.
Extracto da parte do dia 15 de fevereiro de
1866.
Foram recolhldos casa de delengao no dia 14
do corrente:
A' ordem do Dr. delegado da capital, Aleixo, es-
cravo de Domingos Alves Matheos, a reqaerimento
deste.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, An-
tonio Affonso Rigoeira, e Prudencio, escravo de Jo-
s Jacome de Araajo, para correegao.
A' ordem do da Boa-vista, Margarlda Deolinda
da Costa, para correegao.
A ordem do dos Aogados, Manoel do Amparo
Caj, como pronunciado em crime de qaebra cal-
posa e fraudulenta.
O chrfe da 2* seccao,
J. G. de Mesquita.
Passageiros do paquete nacional Paran, en-
trados do Sul: "Dr. Pracbedes Gomes de Sooza Pt-
taoga, sua senhora e 1 criada, Geminiano da ''.os-
la Barbosa, Antonio Laiz dos Santos, Frederico Au-
gusto Velioso da Silveira, Carolino de Lima San-
tos, Antonio Ferreira de Souza Pitaoga, Francisco
de Castro Rabello e sea escravo Julio africano, Ju-
lio Leopoldo de Lacerda, Gaspar de Souza l'ernam-
buco, Roy Barbosa, J s Ribeiro da Cnnha Lima,
Fia vio 4a Cuoha Lima Ribeiro, Jos Libaoio da Sil-
va _onteiro, Joaqoira de Azevedo Viilarouca, A-
nacleto Jos de Mattos, Ivo Jos Pereira da. Costa,
Gongalo Paes de Azevedo Faro e 1 escravo, Luiz
Lacas Corris, Carlos Borromeu, Fortunato da Ro-
cha e Silva, Manoel Malhias da Silva, Antonio Joa-
quira de Mello, Antonio Pereira Borracho, Jos Pe-
reira Borracho, Joo Alves de Souza, Francisco Ce-
sar Tetxeira, Elias J. de Almelda, Pedro Isidro Fer-
reira de Sooza, Jos Antonio Teixeira Pinto, Anto-
nio Thomaz Pereira, Manoel Joaquim de Menezes
Amorira, Francisco Jos de Magalbes Bastos, F.
de Oliveira Colho, Joaquim Piolo de Magslhes,
Braz Conde, Jos Soares Leite da Costa, Dr. Possi-
dooio de Mello Accioli, Jos Nunes Guimares, Jo-
s Martins da Silva, Jos P mella, Antonio Emilio
Bastos, coronel Theotonio Ribeiro e Silva, Claudi-
no dos Santos Lima, Antonio Fernaodes PefDira
Justino da Silva Torres, Manoel Lourengo Pereira
Jnior, Alvaro Augusto de Almeida, D Mara Lu -
za Baha, 2 filhos e 1 criada, J. Borstelraam, Fran-
cisco Branco, conde A. Ladislao Jasicasky e 1 cria-
do, "Gulraaro Pasquale, Francisco Vieira, Manoel
Lopes de Oliveira, Antonio liberto, Herculaoo liber-
to, Luiza Mana do Rosario liberta, Hennque liber-
to, Bernardo da Costa livre, 12 ex pragas do exer-
cito.
Seguem para o ? rte :
^ Augusto Vicenta de Magaihaes e sua Sra., capi-
to Urbano Fernandes de Barros, Cypriano Theo-
ro. Pereira de Mello, Dr. Alfredo Sergio Ferreira,
Felippe Antonio de S Caldas, Augusto Klein, Ma-
linas Gongalves Lima. D. Leooor Candida Martins
e 1 criada, Candido Jos Antunes 1 fllho e 1 cria-
da, Fre Joaquim da silva Costa, ice ,te Rodrigue,
Pedro de Alcntara, Eusebio Manoel Venancio,
Angelo Burili, Manoel Jaooarjo d'Oliveira,31 ex
pragas do exercito, 2 ex pragas de marinba, 1 in-
perial marinheiro.
Communicados
0 cnsul de Portugal aes seus compatriotas, e em
especial aos Srs. socios do Hospital Portognez
de Beneficencia.
Seguimos o principio de que a autoridade, seja
qualquer que for a sua catbegoria, nao deve ja-
mis descer a vir explicar na imprenta os seus
actos; quando, com boa oa a razo sejam im-
pugnados : porque delles s tem a prestar ceas
aos seas superiores legtimos.
Porm fazemos por esta vez smente excepcao
quelle principio que temos como regra invanavel,
por sermos levados a isso, pela publicagao de ama
represeotago de queixa, dirigida a < M. Fidelissi-
ma, pela junta administrativa do Hospital Porlu-
guez de Beneficencia; a qual vera Insera no a. 36
do Jornal do Recife; e qae dizendo nos respeito
colloca-nos no dever de refalar os fados em qae
dita juuta faadamentou-a, por sereno relatados com
a maior adulterago da verdade.
Todo gu rato se allega por parte da junta na
petigo de queixa referida, acerca das circumsian-
cias que se derara sobre a adinisso que pretenda
ter as enfermaras d Hospital Portugaez, a sub-
dita portuguesa Leooilia Carlota da Silva, quer seja
sobre a inconveniencia, oo offensa das parases, em
que eram concebidas as replicas feitas em sea no-
me aos despachos do provedor; quer seja sobre a
dignidade, prudencia e justica, com qae eram de-
feridas taes replicas; e destituido da verdade qae
deve ca rae te risa r as assergdes, daquelles qae a
prezo, como ama virtade.
Asseveramo-lo cora a convieco da sciencia pro-
pria, por ter sido encaminhada e dirigida por nos
mesmo a justa pretengo di subdita portuguesa de
que se trata.
E para que no vosso animo, meas compatriotas,
e senbores socios do Hospital Portuguez nao possa
penetrar a insinaago, que a jnnta daquelle hospi-
tal nao vacillou em attribair-nos, de qae tivesse-
mos em mente deslustrar essa iostituigo pia, cora
o justo procediraenro a qne fomos obrigados para
cora seu provedor e secretario : relatare com a
leatdade, de que sempre asamos, o modo verdadei-
ro e exacto; pelo qual estes se houverara por oc-
casiao da oceurreocia referida na queixa a qoe j
alludimos.
. Apresentando-se parante nos a subdita portu-
gnexa Leonilia Carlota da Silva, pedrado a oassa -
proteeeao para fazerraos adraitti la como enferma
de carldade, no Hospital P. rtognez, prstamo nos
de bom grado como nos enmpria por ser orna des-
valida, a quem, alm dos deveres da humanidade, <
devamos a mais decidida proteec&o, pelas pros-
cripgdes legaes, em virtade das qoaes, somos o
protector dos desvalidos, sut Jilos de nossa na-
go.
Mandando escrever por ora dos amanuenses do
consulado, a nosso cargo, o reqaerimento ao prove-
dor do hospital para qae lhe concadesse entrada por
caridade, nstruiodo o com o competente documen-
to de sua oaclonalidade e comprovaado sua indi-
gencia, com nosso atteslado, como socio bemfeitor
que somos do dito hospital; e cora o do Sr. Thomaz
Pereira de Mattos Estima, como effeetivo, foi dito
reqaerimento apresentado ao provedor por aquelle
senhor que offlciosamente se prestou a faz-lo: e
regressaodo aps poneos momentos declara-nos,
que o provedor dissera nao ter lagar para a peti-
cionaria; e qae nao qnir despachar por es-
crioto.
_m segrada mandamos por am dos empregados
do consolado, levar o mesmo reqaerimento ao pro-
vedor, com ordem de lhe pedir em nosso proprio
oome, qae houvesse de despacha-lo.Foi sea des-
pacho o mesmo qoe j havla dado verbalmeote o
Sr. Estima.Nao tem logar.
Contlooando a por em pratica no dos mais ao-

.

.

^

i_


I ,
i
i
lar.


I
li lifi"^-1r5fi:
Alarte fe rnuiMta cata letra
*p~-
brea devores, de n65saTfuocQe: qaal*a pfffffcffl Ifaehr" echo efi am athoico coio este ; m de sais disposicSes o toraoe
aos qae delli carecem, replicaiflOT aqulla dasrar utIS i une1 n&d HRecti iogo.40 estalle de tlesprezo posterior approvacio.
inim
se
ir
cho., eserevendo com nossa profiria letlra, e pedia
d0 'l0 |iimt)f t^rr qaa q funda.mentasse (como
prewrlpBTSS esUtatos.)
Sindof nwwdor desta reptic mesmo nosso
embregado volta com o seguioto despacho do pro-
ved or:
para mulherm.
Estara terminada a solicitas lo que em nome de
na ente (raco e desprotegido, de ama ioteH mu-
Ibei-, dirigamos ao provedor, se na occasio, en
que recebirnos tal despacho, oio aos declasse o Sr.
Estaos, qoe ento se achara na consulado; que
era menos exacto o fundamente peta qual o prove-
dor se negava a maiar receIbar no hospital a
infelli por quera nos interesaavimos visto que a
prora de que bavia enfermarla para mulheres. er
qie tem cabido a gente mai i alta e Dando ampia faculdade ao execotrve
fflnaVaachr ajt, oan'tambera le flm, a assembla provincial i
mo do privilegio, ama anlta e ess'
rellgio ei
ro est eiL .
l tnalor ImjKcailddem JoteUMottLJfam
& propafaoW tnb logo 6 donraftrero' protestantes, de modo que parece ha ver dt.viia se
propaganda foi ama eiploracao para e: te com
qaal a de fater recabir as despetas r
someote nos propnetarios que devlhr7
de suis vantagens.
Nao teiragar por nao ter enfermara froff* morete netle palz, oa se as biblias vem coaljuvar a Ate, e tso someote este, qoa se deve conside-
rar o ponto legislativo, isto o rateo que nao pode
ser alterado, ara previa e expressa atrtorisacao do
poder que o liotliou.
Celebrado o contrate, depois Wpresundos a mi
saeteaos exames, daba o goveroo contrahtdo o
propaganda. que alada me espanta porm que
nei'ta provincia onde, o catholecismo aioda tem tan-
la torea, enbor* o desprezo dos pnmeirof reli-
giio, passa am jornal diario fazer-se impaenente
orgo da propaganda contra o catholecismo ; quero
dizer, como pola viver aioda esse jornal, cojo
malar numero de assigaantes nao des.'a gente
primeira.pira a qaal, sendo nada a religlao, enal-
qaer dolajfiaa de livre moral que em sea amo for
dita, ser boa ? Mas .._ajge a propaganda n5o se
ler, que este sepoltasse no cernir
a sua fllha, qoe tioba fallecido,
, Sr. Manoel Aleixo reoder a neeessa-
lejrala ao sea pastor, tirando a indlspensa-
vel licenca, para que o cadver de sua alba podes-
se fer eogW6so no ciraiterio,eomo se pratica em
toda a parw para regular-t* a esmtsca paerfea,
preeaito MI qoe neohom hornera' sote* notado; miso Sr, Maooet Aleixo,receque-
rer raaenilor a sna baixa postlo, la do ean ca~
5ebr#wMt do Jaca, manda entregar o cadver
compSfcftissatowrfar efWelivo Jkfaodos es prn- ao sachrMN por um simples bilhe eSnceWdo em
dieses*prega eos a#arMs fue fazia efte termos leaptfratlvos, que sa ftaasane vanarte
Srs. redactores, o Sr. Manoel A- Illm. Sr. capilao Joaqulrn BstanfefJo Cavalcantl
altmnion pela imprensa o^digno d'Ateaqaerque, dignissimo commandaeta injerino
m sem neabam veslombre to i69 bala,nJo de nfaufla da Mr(h nwiml ^
Olln-da.
o eitarem'all naqueile tempo (Sos d Janeiro pro- aprsenla como protestaste; ella diz se e proclaraa-
ximo nrtlll"J daas, e/a. iratemjinto. !sa rauil catholica,o primeiro propagador assim so
Emvlsta de ta'l cmmanreacio qu nos mereca proclama, pregando abertaraente contra os precei-
todu a f, dirigimos ao provedor ama replica es- tos do catholecismo, contra a nossa igreja, contra o
cripta por nosso punbo. oa qaal em phrases urba- que ella manda E como o oampeao da propagaa-
nas e convenienlissimas, allegamos, qoe a razo da ujn,jtTaodi litterato, e se diz um catbolico, to-
por elle apreseotada, pareca nao dever proceder, da a gente simple oa incauta e trreflectida e mal-
visto o fado que a destruaa existencia no hospi- tos ja algum tanto sepultando-se no sceptici smo, vio
tal de dous doentes do sexo daquella; em cojo oo- se alimentando de doutnaas, embora nao pirversoS
me nos requeramos; e disemos era comprovado na inteoedo do sea autor, as mais perniciosas em
pel'> testeraunho do ja referido Sr. Estima. seas effeitos.
O despacho dado pelo pfovudor a esta replica | Reflicta-se porrh que esse sabio oa grande litte-
foi declarar ur verdade estarem duas mulheres em rato, em nada pecca em sua conseiencia e contra
brutamente as enfermaras do hospital em questao a sociedade, usando de am artllelo, dtzeedo-se ca-
qae nio eslava resolvido a adiniltir mais doentes thollco para poJer fazer-se quvir e polar arrastar
dessa sexo ;esa dar-lhes soccorros de medico e ao protestantismo, ama vez qe oio er no catira-
botica, sendo dentro da cidade. lecismo.. A religiao para o litterato protislaate
Recebemos este ultimo despacho, e considerando' s um mel para dirigir o povo, e para os primei-
nos qae em face dos estatutos, pelos quaes se rege ros tirarem delta partido. ..
o hospital *j que tratamos, n3 era licito,o arbitrio i Assim, venda biblias, vligQs .protestantes para
de udmissao oa nao admissao da'peticionarla, cojos a gazeta e impressaoj iocnal, nao pasan a todo
uturetises U caridaJe, reitreseauvmos ante de urna erapreza commerciaJ que nada teta de Jo-
aqtielle provedor, enderecamos-lhe ama. extensa decoros^ para quem ejn nada disto er. AqaplUs
treplica, da mesma fcma qae as aaiortores, as-' por tanto que quizerem ser prudentes, du.vem ter
crijita de nosso proprlo puuho, na qual lira ponda- era nenhama conta o prestigiado propagador pria
raios, em termos e phrases (feli'camis, a neecsia"a- cipal, qde para o caso nao tertj vilor ajgiuh, para
quem requeramos, de am tratamento ootlViiete, catholicos devenios coueorrqr com as fjlr?as qae
se.r o qaal seus dias crrjam immioeaie rMco, a em cada nm'snvlr, para repeflir o'onrSo' da im'-
jgaildada xwm qae devum ser por elle provedor piedade a fechar snas paginas a lio desgvacada pro
distribuidos os beneficios da institaicao qae pagaoda se a immoraJtdade nao tem chegado a
adniiaistrava, nao recusando a uos o que conceda ponto de poder ser ma'ntido um jornal protestante
a o tros; a im'possibilidade que tinha a peticiona-! pelos filhos da Igreja catbollca romana,
ra dafppaveiur os sotcorros d medico e botica E' o que veninos para saber se anda p>de haver
que elle ofldrecia sendo dentro da cidade, por nao : sal vacilo para este paiz, depois qae a vrdade se
ter ella casa propria para se tratar, por viver da rizer patente a juem per vntade nao qnizer ser
car dade publica,e.morar.a'um dot suburbios mais arra-tado ao erro e perdicio. Bem se v que
distantes da cidade, e emfim o compiomisso a que nio tanto por mira que assim digo, mas confiado
ella sesajeitava, deque Ihe dessem aita das enfer-1 n'ou^ros qae oais bem preparados e, habilitados
mai las do hospital, logo que ahi nao nouvessem
mais doentes do seu sexo;. pora assim obviar a
des,oeias eslraordinarias, que com ella se lizess-ra; e
ostras consideracoes de;tanatureza tendeles a mo-
ver os sentimeolos de compaixio do provedor; e
a conceder-llie a admissao que em sou nome reque-
ramos.
Jflandaado, pelo mesura emprogado do consolado
qae foi portador das replicas autefiores, apresen-
lar esta trepliea,ti vemos da passar pelas provacoes
qua iadabeadesa do provedor aos fez exoerimen-
tar mandan lo procurar pelo, seu despacho seis ve-
zes consecutivas ; e na ultima devolvemos o prove-
dor peto mesara nosso empregado o docamanta da
nacionalidade, com que foi instruido o requer-
meato replicas a treplteas que por nos foram es-
cripias, em nome da urna desvalida e declaca-lhe,
para traasmittir-nolo, que o requtrimento ia ser ar-
chivado na secretariado Hospital.
Este procedtnttato nao o comuisntamos porque
nao esse o nosso intooto : vos deas compatrio-
tas 3 expeci lmente os socios do Hospital Portaguez.
apreciai-o. *. .
Sendo cansado, como dizemos, pelo provedor o'
reqarrimeato que coanlia nossas replicas e tre-
of as, escr ptas cotno asseverarnos pela nossa pro-
pria. leitra, e oa despachos d'aquelle, requeremos
-em setraida sobre nossa propna aasigntura para
qae ei!s declarasse em que se fuadou para eassar
o roqtterimento em qoesio, ao que foi dado um
despacho, que nos abitemos de aoaysar: fui o se-
guale responda o secretario querendo.
A resposta desle foi jaBiitfear o acto da subtrac-
qio da requeraenio, pratica Jo pelo provedor, de
envolla com argaicoes dirigidas iufelii que
pretenda obier um beneficio, que humildemente
suppcava ; e a qual e ao procurador que em seu
nome requera, e qae embora nao fosse coohecldo
onusivameate, era-o de modo bem evidente para
o provedor, se emprestavam inlencoes, de censura
aos actos uesta e se attnbuia o escripia de allega-
rile:- improprias de quem presa a honra e dtgni-
dai'.e.
Admittiodo um sentido equivoco e injurioso as
palavras empregadas na resposta do dito secreta-
rlo, requeremos para alio Comparecer em juizo aflm
de. le explicar as inteocoes de suas expressoes.
Em plena audiencia deu este explicacoes de tal
natiireza qu-; derara em resaltado substituir ama
por oo ra injuria, excedendo- e oella a ponto de
ser teviranirite advertido pelo digno juizquea
pnisrdi.i.
!is a referencia fiel a exacta dos fados pralica-
dos pelo provedor e secretario do Hospital Porta-
guez de li-n-ccncla; os quaes ocursos como se
acham na responsabilidade que dos mesraos factos
se twiva, tem 'Jbre si a aeoo dos trtbuoaes do
palz, q e na sua rectidao e sabedoria faro a justi-
ca costumada.
Ilesubelecida a verdade dos factos nos quaes a
junta administrativa do Hospital Portugaex achoa
i'uml.iMf**! pira se qntrxar a S. M. F. da vindicta
/foa! >l>i'< o 'leseomanaai e ioolik) pracedlmooto
de seu provedor e secretario atlrahtram sobre si,
e preenchido assim o nico Ora a qae nos propoze-
mo-, concluiremos fazendo os nossos mais sinceros
votos, para qae os senfimentos da mator cordiali-
dad!), respeito e digoldade, presldam sernpre as re-
lacSjs des ttossas cbmpafnofts entre si, para as-
sim prestarmos todos nosso testemanho de reco-
nbecimeoto e coasiderac.io ao paiz hospitaleiro e
c vi isa lo, em que residimos.
Recle, t5 de feverei o de 866.
C. (FAraujo Guimaraes.
A propagaada prolestaotte. (*)
ni
E-cravos ( como vos proclamis) qae nio sabis
ser livres, corrompidos, que nao sabis vos mora-
lisar, apticos ou indolentes, qoe nao sabis apro-
veitar-vos das riquezas.naluriM desle pilz, nem
applicar-lbes em o j->as"vanaafeiis os progressos da
indu >lria qae o mundo vos t*rece, queris essa
noassa de emigrantes para vos ensinar a ser livres,
morsiisados, activo e industriosos.
Por ventura por (arta de actlvidade natural qae
nao Matos HMHMtrteaos ? E' por qae este povo te-
nha iieaM servil que ao teaioe l.berdade ? E' por
qae i massa de ntaso povo aeja oprrmpida que
todaf as cousas se tem desmaralisado? Todos os
nossos males vem dos qae goveroam, o proclamare
vos inesme. Nada entre nos parte da iniciativa
popular, por que o governo em todo se impee.
Esta maesa de emigrantes ao obstante multo pe-
quena para assamir com o povo braeileiro a ini-
cia tu a popular, e conquistar a liberdade. Entre
gaes-Hws voluntarioso goveroo do estado ? Ou li
carc do mesmo modo qae nos subjeitos ao vosso
modo;de govenaar-oM Logo ostaremos sempre
no mssmo oci peier, por qoe essa. massa de eaai-
granles milito grande para water o desregra-
meoto nwito maior ao aeio de toda a nossa coa-
fasio, e maito pequea para aos libertar, o nos
moraliaar no aban melo e servilismo em qne vive-
mos.
Nio ha nada mais inconsiderado: por qne a emi-
gracao tem trazido tanta grandeza e felicidade
Unio Norte Americana, asuntis logo qoe te na-
da mais carecemos, o qoe a posunos reoeber coa*
virio responder a propaganda.
Os agentes da propaganda dizendo-se catholicos,
bem do mi-tras de que essa mascara os guarda
de serem repellidos, como se dissessem : nos so-
mos protestantes, isto somos hereges, e por isso
viraos mostrar-vos o erro do catholecismo, para
sardes como mis lambem hereges e laorados fora
da igreja catholca. Parece por lano qui-se como
hereges fossem tidos, como o sao. nao seriara tole
rados oeste paiz pregando a heresia; porque, qnao-
do isto fos.se ndiereote a uns e agrad;.vel a ou-
tros das primeiras classes, o povo nao suportara a
predica je sua-> doutrlnas; porque nem ell is seriara
lidas, nem teriam consumidores suas biblias. !
por unto esse proprio artificio da propaganda, que
nos deve dar esperaqca da que ella, combatida, nao
descera das pnmeiras classes que ja perderam
toda a crenca religiosa.
Mas a propaganda escudando-se na tolerancia
religiosa de aissas teis, escandaltsane e levanta
clamores porqao nio se Ute deixa razw faeHffltente
sua mercanca de biblias, nem pregar livremente
a Sua doutrin i.
Mas.este paiz nio c como s Esta los-l nidos em
qtre se professatn tdos os cultos., Giles qai ape
as se toteram, e em casas p'artiolares. E se tod*
a popnia^ao do Brasil cartoirca, nao p-va ser de
outromoJo. A tolerancia datados o.-, mitos, nao
(juer iiizer ad nisso de doatrina contraiia a .rell-
gio un versal mente seguida no paiz. A toleran-,
ca quer dizer que res penemos a coo^ciancia d
cada um qae pensa ou segu reiigio Oiforente da
nossa; qae esses podera viver pacificamente entre
nos ; mas tolerancia para se admirtir d joirina qae
vem destruir nos-as creabas, e com lacps e ma-
nhas para arrastar ds reaatos e no estado de im.
moralidade em qae nos achamos ? Nao .lsto to-
leraneia, seria grande culpa, grande imbecilidade.
Porque a Ici nao proiiibe que se preguem doatri-
nas laes, nem o commercio de livres que nos sao
prohibidos ler, nao se segu que n devanaos
mostrar ao povo a perverso de laes doutrlnas, e
da tal commercio. Toleramos os hereges, o seu
callo particular, mas nao a difuso do suas dou-
trioas.
Nao legal qae as autoridades tornea) esss bi-
blias aos mercaderes ; mas porque oo devenios
mo-rar a quera ascomprasseqae as dovem laucar
ao fogo, e a lodo o povo qae fuja ctesses pregoeiros
e de suas predicas como da lepra e da pesie, mais
borriveis que toda a lepra e toda a peste que ma-
tara o corpo, porque aquellas matara a alma, lau-
cara o chrislo lora da igreja ?
Acham al,mas que n'um paizoode livre a Im
prensa, devo-se tolerar a discusso era todas as
questoes porque delta que resulta a verdade.
Grande cousa a liberdade da imprensa e sou eu
ura dos que mais a preso ; jamis am pensamento
de violencia encontra ella ; porque emendo que o
primeiro correctivo contra os seus abusos, est noj
seotimento dos" leMores, na. repolso das doutrlnas
perniciosas.
Porque bavemos de ouvir o herego, o que tem
renegado a t calholica, pregar-nos que o emite-
mos ? Qae bem oode vir da discusso em qae se
pretenda mostrar que melhor o protestantismo,
a heresia, do aue o catholecismo f Q que lacra-
mos para n co, para a outra vida- um questiooar
qae nao (levemos nos confessar, ouvir a missa,
crer nos dogmas que oos manda erar a igreja ro-
mana ? Se os bereges nao creem nesaas coasas,
qae gaohara em nos arrastar sua incredulidade,
que perdem em cootinuarmos em nossas praticas
era nossas crencas ? Ternera que assim nao ga-
nhernos o co ?
Temis vos catholicos, receiaes am asante qae
continuando as vossas crenca?, na vossa obedien-
cia igroja perderis o co ? Nao havera urna
s pessoa calholica, nem mesmo um sceptco qae
responda afUrmattvamente.
Nem tao poseo apezar de toda a hypocrisia de
qualquer litterato protestante, algum oosar res-
ponder afflrmalivamente, porque nunca foi por le
mor oa por amor do eo que j se constiiuio algn-
ma celta protestante. Todas se tem constituido
poreoufas intelrameote nraudaoas e por princi-
pios os mais torpes e immoraes.
Recift, 14 de fevereiro de I856.
Affonso (f Atbuqnerqne Mello.
menead.
Fossh niown aetx#Te|((iM ; estWes^W^ieH
na meota do legislador estender as concessSes at
aqaeHe favor, o qae- certo Tras apruvhiula es-
lava Qoaapvoraettia, a cunvpr* asaater a-fddo
contrato qae acceitoa.
Para este flm dispaoha o governo-da dous meios:
a adopcio de postaras prohibitivas rectos, e o uso obrrgatorio dos apparelbos ou meios
directos.
Considerando na improfleaidade das medidas
prohibitivas, eftafeeteCeu o governo a clausula da
obrgacao em ama postara municipal.
Cumpria, poroi, que fosee esu approvada, e
para Istdtoi enviada a* assembl legislativa da
provincia.
Era a asta panto qae queramos chegar; a con-
cluir, como eSeciivamante conclusiva, que o con-
trato ceteorado HGoaTaUsorrrenw sfatela* ippro-
vaeW daqflelte assewWs na- parto vetativa a' pe'
lora.
O qae alm disto fez a assema+a icn deper
dente da acceit*5o to emprezavte j era super--
flaO.
Este a dedueco tegwa ciara do que dispoz a
let n. 413.
B (tea assim estabelecfdo ooe todo qtto na-oova-
co nio alectoa o termo do privilegio, a frma do
pagamento do servico do contrato e t aectitacao
obrigatoria dos apparelbos, era da mera attnbui-
co do poder exaentito, a devia ser regulado pelo
contrato.
Vejamos se por este poda o presidente da pro-
vincia celebrar a novaefio.
O artigo do contrato que servio de fundamento
a' novacao foi o segulote : Arl. 48. Senovos ap-
parelbos form Inventados mais proprls para o
servico a que s obriga o emprzarlo, sera' elsre
obrigado a adopta-los, sendo ajustadajeom o goveroo
a indemnisacio que devora' o enoprezano receber
pelo aogmento de despza resoltante d"as artera-
coes exigidas, para esse fim. >
Da leitura d aovaco s cQmpreheode evldetlte-
mente qae o"governo'di droVincis adbptoa, para o
servico de lintpeza desta,cidade, novo systferha
novs app'relhos mais proprjoS'a ^lU^J]^ ** ^_,
ioguem, cm boas ra'zoes, prderar contestar
que sob todos os pontos de vista, traty^ na -
vacao de um melhoramentO completamente dfesco-
nhepio oo paJz, e cujos resaltados, nafs' cMaTs
onde tem s\do eperimentaflo, sao satfsfaeTortos.
E* portanlo rota de qoesio a regularidade acto da presdeosla Armado na primeTra parte do
citado art. 48 do contrato.
Quanto a rndeiimisaeao, era cooseqnencia do onus
qae se imponha ao emprezario de adoptar novo
systeraa e novas appareteos : restva jusu-la e
estabelece-la.
Essa iademdisactrj ifdvTa sahir dos cofres pro-
vfaciaes ou dos parttealeTes qne S Bfllisaasiiii do
servico do contrato.
Pelo primeiro Mi, o governo onerava a pro-
vincia de ama despea para a qual nao eslava aa-
torisido, e caja compeasaoio nao ser outra seoo
o aagmento de laxas, que viriam a pesar sobre toda
a populaco indlsirictamente, isto sabr aquelles
qae nao participavam do melborameoto.
Pelo segundo, o goveroo cumpria a lei, qne es-
tabeleceu como capilar restriego ao contrato que
as despeza resoiUnles deste recablssem someote
nos propnetarios qae se apreveilassem das suas
vantageO?.
E' obvio que era este o alvitar a tomar.
Assim praucou o Exra Sr. conselheiro Parana-
ga. augmenuodo a annurdade fixada para o ser-
viso do contrato.
Onde esta' a iafraccao de lei, onde a nsnrpscao,
a irregularidade do pioeader, s os s?stematieos
impugaadores da nova$io o sabera.
Acreditamos que por infundado escrpulo pen-
sou o exadminUtrador esu provincia, o Exm.
Sr. Dr. Gaslelio-Brnco, qae o cootrato nao Ibe
conferia poderes bastantes para celebrar urna no-
vajao, adoptando diverso systeraa e alterando oa-
tras d*e sus claBsala, peteqne, dwejtv para ste
fim urna autori8a{d da assemWa provtedat, que
por falte de tent*t> nao l*e fui conferida.
8. Etc., poi m, no mean do poste no fmonio urna
cemmteao para examinar o anligo contrato, en-
teadfer-se com o respectivo emprezano, e indicar
novas bases para o aroprego de outro systema de
limpeza, pareca eslar resolvido a propor modinca-
{Ses, e a realisar elTeevameale, sob melhores vao-
tageas qae as primitivas, o grande melboramento
qae o Exm. Sr. conselheiro Paranano acaba de
adoptar para a provincia. Nao e-lava portaoto
fra da modificar o sea primeiro)oizo
Alm do que sobre a qneeto da competencia
temos dito, e qne aos parece de difflcil -eoBtesta-
gao, ainda podamos traxer em nosso apoto o con-
trato celebrado no Rio de Janeiro.
A annaidade eslabelecida primitivamente na
Antonio Lodo Aibertim de>il*-anda*Henriquet,
Alfares da 8* companhia do mesmo batalhao.
Todo o sea alimento se ha de dirwir a
Uw esuaur odoenie ; aaa*.*;* ^j-ciso
reditti-lo aousd seattaes e leita.
Toda comida e bebida, qoe se tomar ha
de ser em poocas porc538, para evitar qae
o excesso do chylo frestavoiprima o/feofes
e accelere muito a -trrnlinjttfli sangue.
Maitos doeatM desta maswtia se teem en-
para encomaendacao, depois da qo4osse a orpo
sepultado, qde elle todo pagarTS ; pretendeodo sem
dnvida o Sr. Manoel Aloiio qa o Rvm vigario to-
masse o incomraodo de mandar a sua casa para
oottier os aAenteifaVqatrpWefsav.
A repaiea do saehrtefSo e dop#fs do vigarto eau-
sou os incidentes desagradaveis, qae todos desta
villa presenciaran), por quanto esse, tenaz vaidoso,
tero a coragem de sustentar o sea eaprxp de nio
render nanea boafenagem ao seu pastor, e deitea rante OS periodos mais avancatlos de debi-
flcar, insepulto o corpo de sua filhioha por espaco jifia-io
de 30 horas, qoe foi afloal sepultada por interven- I,u0, ,.
gio do fiscal da villa, por j se aehar em estado da j ->a sua elaborada composic3o nao entra
putrifleago, e esse faci s por si demonstra os opiatos, nem aeido prossico, nem antimo-
sentimentos do meu contendor. Dio, nem nenhama outra droga naaseabun-
de que tanto ^ e sita to smente
Quanto ao recente facto da multa
se resentio o Se. Mainel Alerxo dir1, Srs. redacto-
res, qne, moita animosidade deesa infatuado po-
bretao, pretender prTilegos que nem a le nem o
estado-dn cea peestn os permiuem, per qaanto o
mea contendor de*H**aiBbrar-s; dn-qoea-soa po-
slco actual o cottow-nas ultimas carnadas da so-
ciedade, porqse o Sr Manoel Aleixo no Bonito nio
ocanpa M*ge aaanfrr eMtoral nenv policial, e na
guarda nacional noa#ssa ele simples soldado, e
ento pBrgtwte e, pW'qa razautte-'dBvta-coo
procurador da cmara que son, mandar cMar oSr.
Manoel Aleixo-para o processo de contra venado de
posturas mnateipae I? Por ventera1 nto esVe ote
dever do carg q*e oceafta Ttl Por* eerto qtfe slm,
e eolito muito cobarde seria m, se o nfo Uzease
depois de o ter fee cote entras psssosfs molto
mais elevadas na sociedade do qae o Sr. Manoel
Aleixo, e qoe lauto terrt strbpeltaite repens- dos
agricuAMb^ qne teconramo-se qreitam de-dbm
nos eansadoR por gados do Sr. Manee* Alerto,
composla e pre-
parada da extracc3o dos suecos de urna
arvore balsmica do Mxico, a qaal possne
as propriedades as mais admrraveis e cu-
rativas, e as suas curas sio realmente ma-
r vil liosas.
AdMMe venda as pharmaeias de J. C.
Bravo & C. e Gaors Barbosa.
Regoste ingenua.
Se a flor da existencia aromaftisada no seio da
familia araavet, ateta ntats saava e lisongeira sa
patntete nos arrebaides fesiteoa.
Ahi naso a> fraternal amisada aps a syspa-
thia oa a ilktsao, tudaoccasionado, oa pelo restira
gracioso, oa pela prsenos de candidas deidades
qae a' porfa- proenran encelar o tuSieti ai meato
qoe1! par sattetoeii eomnaan.
A ibisica eircoielasa.
N5o s se corar radicalmente mediante ____
O uso do PeitonUde Anacahnila dt Kemp, trefTO ao "us dooTaae I aJo"debacalbao"
todos os casos ord martes de tosse ehromea,
broncliites, catarrhos, asthma, etc., mas
sim tambem roetuao quando a molestia
baja aectado seraalinte oe org3os da res-
piracao, seus. progressos podem se atalhar
prtto espaco de annos inteiros, e a applica-
cSo do remedio proporcionar um allivio
instantneo e indefinito. Nao ba necessi-
dade de abrigar ou ter o menor receio re-
lativamente aos seus effeitos, mesmo du-
yagara soltos sem pastor contra o pr-ecelto do ar-1 E assim sempre acontece, parece mesmo, que a
ligo 3J-das postOrs era vigor, porque este Sr. en- j sorte destina momentos fehsea em qne a dlstracio
teBde qoe, esta' no casa d ser um zango entre a harmoniosa derivada de ama reoniao de cavalhei-
sociedade para vtvet 'do subr alhe, que tanto
vale nao ter trras, e crear gado para ter leite
qae vende no Bonito por bom dra+etro.
Reeodbeea poli o rtspilftavel' pobHco, qae ite-
ntaw outro motteo coodatto o meu detractor a vir
ao prelo sendo o despdite aer etramad a sub-
delegado para responder sebre contnrvedttie postnras monletpaes, e por isso nao vollarel mis
a responder aos insultos desse homem, man cida-
dio, e qae nio pode desacreditar ningsm atienta
serd- razio, e a sna baix posteio.
Antonio Gomes da Sttaa Magro.
PubiicaGoes & pedido
TVndo no commuuicado, que sob a epigraphe
Escandaloso atlentado da polica de Cruangy fiz
publicar no Diario de hoatem, me eseapado decli-
nar os aomes das passoas, que compunliara o gru-
po dos dez oa doze individuos, a que se refere o
mesmo commuoicado] e qoe me atacaran) de sor-
presa ao sabir eu na noile do dia 26 d dezembro
do anno prximo lindo da casa do llevd. vigano da
Ireguezia de Cruangy veoho hoja pela imprensa
faz-lo allm dqseremos mesmosiadivituos coaho-
eidos pelo pnbUcolpor a^as oomes qae sao : Joo
Candido de. Mello Lima, escrivao da subdelegada ;
Serafini Anselmo Pereira de Luc na, taspector de
qaarietrao que o mesmo a quem a voz publica Indi-
gna como autordo Uro dado em Antonio Nones Vian-
na, 9 qual anda hoje tem um aleijio proveniente
desse liro, alm de qne tem aqaelle SeraBm Lu-
cena airas muilas mselas, qae a decencia me
inhibe de declara-las; Manoel Jos da Cosa, ins-
vaougem, seaa pensaras que nos fattam jondlcee I pector de quarteiro ; Aotooio Menellos Gordeira
para ella aso redundar em prcjuixo para lodos. ge Gosraao, Noval Pereira da Silva Mello, o.portu-
Prepurai pas faiendoo vaotafosaa sen* fimos, jgttM Manoel Joaquirn de Paula e Silva, Joo Aoto-
que assan lie o ser para os emigrantes, e a emi-
grado til e vantstesa para rados.
Mas vos pretendis dar am passo para lito: mos-
traos querer preparar o pata para recebar com
vantagem essa massa emigrante. E' mudar a
nossa reiigio. E' tolo o preparo, teda a condl-
50 qoe se acba necessario no Brasil para fater
vanlajosa a eraigraco. A descrenga qae tilba da
immtraliaade nesle paiz, cerno em toda parte onde
ella sa di, essa vossa maior miseria qne lavra as
prianiras etaues e doode oascem entras mwlas
raaxirakdctes, isto qne sa quer levar a) espirito
de tolo este povo. Para se fater este povo felre
pela Maigracao, pretende-se fuer sobstituir o ca-
tbokstaa> pjlo arotesuntisma, pretendere le-
var li laanorilidaaa as alllroas classes do povo.
Elrtiai o oko de preparar este paiz para o seo
eograndaetmiato, aasto qae eremos nos os do
norte abracar, por que o sul mais desereote e hm-
moral dnqaeas, oameom tacaUaMe abrafatftr.
qaa a faeia israpaganaa araatetante ao-sai, e qoa
jstoeitefadaadscwdaateaMffMnaprMoas. bem
adnstrati aqtiat te qne batraaaia atfunM eanaa a
reeetir de ama propaganda qoa sera iroaossivel
("j Vide os Diartos os. 30 e 36.
io da Silva, Antonio Catoala e ouiros, cajos no
mes nao teoho bem presentes e qne foram chama
dos para o allantado premeditado em minha pes-
soa.
Piquera elles bem cotrhecidos!
Recite, Iti de fevereiro de I86#.
Domingos Carrillo Meniet ia Omita Azevtdo.
(EMava reeoattecida.)
corte para o servieo de limpeza, as mesmas con-
dico-s per nos referidas, foi de 420O0 por
predio.
Mais tarde, a empreza lutou com difflcaldades
qaa embaracavam a soa execacao, o qae presumi-
mos serem originarias de insofficieocia do capital;
era indlspensavel que este fosse elevado, e que o
sea jaro e rmortisacao estivessem na razio do seu
emprego.
Para isto reclamava-se o augmento de receita
para a empreza ; e o governo, correndo em sea
auxilio, ele-vou aquella anouidade a 000000, como
esta' actualmente eslabelecida.
Foi am acto de quidade, dictado pela convenien
ca publica ; e prallcado por urna simples resolu-
cio do poder executivo, sem o fundamento plausi-
vel, com i entre nos, de novos melhoraraentos, e
porunto de despeza exigidas e nao previstas.
E todava, ninguem clasajficou o acto do gover-
no imperial de abuso, de atlentatorio das allribui-
c5es legislativas.
Parece-nos flear demonstrado, sera grande estor-
co, qoe o illastrado presidente desta proviocia es
lava devidaraente autorlsado para celebrar a nova-
cao do contrato de limpeaa nos termos era que o
fez.
E aqu terminamos esta parte dos nossos escrp-
los, que nao desojamos confundir com a resposta
qoe vamos dar as observacoes qae, como impogaa-
cao, foram publicabas em outro jornal, ficaodo-nos
a conviccao de qne Pernambucn lera' muito que
agradecer ao eminente estadista que actualmente
gere os seus negocios, pelo grande servico qoe
acaba de prestar-nos -, e qae, se algamas appre-
hensSes deve haver, e ba para nos, qae esse ser-
vico nio se torne realidade, pelo desfavor com que | Arferes Antonio feiwira Machado,
sao vistas hoje na Europa quasi todas as nossas 1 Altores Jos Manoel de Mello,
eraprezas.
Smith.
FIcicsto dos^alzes e mais embregados
oeirt tfestsf Oego-'zia o gtadoso
Santo Anto, do aaia de \867,
JSkes pbt eUStao.
Os rrlte* Sftf.!
Exm. hispo da dfocese de Perttamboeo, D. Manee!
db Rege MederTos.
Exm. bario de Utinga.
Juizes*po dtevoca.
Os Illms. Srs.:
Etm. vfsconft-fttt CTrnaraglb.
Exm. bario de Maribeca.
Jrraporefelcio.
As Brmas-. Srss. dbs Htn. e Exms Sr?.:
Bario da Vera-Cruz.
Bario do Rio Porraozo.
Jerlzas poT dafo^So.
As Exmas. Sras.:
Baronesa da Beberibe.
Baronesa de Cimbres.
EterivSes por lfcio.
Os Srs.:
Capilao Caetano Correia de Queiroz.
Majer Jos Gomes tfa 8Hva. {
Escrlvaes por devocio.
Os Srs.:
Captrio Antonto Jos Alvares.
Joaqaim Rodrigues Duro.
Escrlvaes por etoieo.
As Exmas Sras.:
D. Josepha, consorte do Rite. Sr. Manoel da Costa
Ventura.
D. Prancisca, onsorte do Illm. 8r. Jos Vicente da
Sirva.
Escrivies por devo$o.
As Exmas. Sras,:
D. Antonia, consorte dttfttm. Sr. capltSo Joatrofm
Manoel da Silva.
D. Maria, consorte do litea. Sr. capilao Joaqaim de
Barros Correia de Queiroz.
Juizes protectores.
Os IHms. Srs.:
Major Francisco Jos Alvares.
Capitio Manoel Severino de Albaqoerqoe.
Alferes Francisco Jos da Costa Germano.
Manoel Cavalcanti de Alboquerqne Joolor.
Capitio Joaquim Pessoa Cesar da Cunha.
Capito Manuel Correia de Queiroz Monteiro.
Joaqnfm Ignacio Goocalves da Los.
Negociante Fellppe Antonio Rodrigues da Costa.
Juizas protectoras.
As Exmas. Sras.:
D. Maria, consorte do Illm. Sr. coronel Tibortino
Pinto de Almeida.
D. Maria, consorte do film. Sr. coronel Jos Caval-
canti Perraz de Atevedo.
D. Gailbermiaa, consorte do Ilhn. Sr. capitio Mi-
guel dos Anjos Alvares dos Prazeres.
D. Luiza, consorte do Illm. Sr. capitio Joaquim
Jos Alvares.
A Exma. Sra. consorte do Uto. Sr. majer Manoel
Cavalcanti de Albaquerqae Si.
A Exma. Sra. consorte do Illm. Sr. tenente Juflao
Goocalves Lima.
A Exma. Sra. consorte do Illm. Sr. alferes Rufino
da Cmara Pimeatel.
A Exma. 8r. consorte do Illm. Sr. capilao Fran-
cisco Pedro Soares Brando.
Preeoradores.
Os Illms. Srs.:
Joio Correia de Queiroz Monteiro.
Felippe Benecio Gotees dos Santos.
Manoel Cavalcanti Barreno Lias.
Alferes Jos Ignacio de Mello.
Capito Arystoteles Carneiro da Cunha Albuquer-
que.
Jos Correia de Queiroz Monteiro,
Manoel Joaqaim Moreira.
mao em-
ElinATA DO ARTIGO III.
Em vez demao empregadoleia-se-
prego.
Era vet demaia aperfeicoado leia-se mais
aperfelcoado.
Em vez decencessSolela-seconcessSo.
Existam ouUos err'os insignificantes.
S.
Oorrespondencias
Srs. Redactores. No Dietrio de Pernambueo de
18 do prximo passado vem publicada urna corres
poodencia assignada pelo Sr.Manoel Aleixo Martins
residente na
Alferes Joo Laurenlteo Cavalcanti de Alboquer-
qne.
Francisco de Assis Seratmieo de Farlis.
Alferes Joio de Deas e Mello.
Alexindre Jos de Mello.
Libanlo Antonio da Silva.
David Alves Faleao Taques.
Jos Franci-co de Mello.
Miguel Joaquim de 8eura Pinto.
Ignacio Teixeira de Mello.
Tbesourelro.
O Illm, Sr.:
Joo Jos Ferreira.
Cidade da Victoria, 12 de Urereiro de 1866.
O vjgario,
Framatat yjimtr ios Sanios.
Illm. Sr. Ao offlcio desse Ilustre comm&ndo,
viV>loto7ar q3l" eToio dvi aiMo de a do Present mez, porm que smente
responder por aer otee Sr. bem oonbeeido ne Boni-! delle Uve sciencia agora (7 horas da noule)
sas
oo^'Siaa
A BOTar^o do eontrto de lim-
peza e aasel da cidade do Re-
IV
D'ootre as qaestSesqne perturbara o espirito dos
impugnadores da novaco, o da Competencia dd
poder que a celebrou parece ser a de mis vulto.
Pat-e crer qae a novacio foi um acto Hlegal,
cons^qoencia da osarpacSo da attribu55es privan-]
vas da assembla legislativa desta provincia.
Poncas patevrM bastem paradtsstear as appra-
heoies, a eaavwoer da tomaridade de seaBalbante
jai zo.
O eontrato da mpesa foi celebrado por aalart-
saciada ainaaia desta provteeia, conferida pala
le a. W de.2 de jaako de 1858, que em nenha-
to como homem laviaoo e espadaaban), alm da
tndo calumniador, sempre qae nio vencedor de
seas burlescos caprichos: sim esse antpoda da
humanidade sera respeHar a certas conveniencias,
rompe em deseompaisados latidos contra autorida-
des innooeatos, toda a sorte de oprobio e enlqaida-
des, que, sobra orado revela a fundo da malevo-
lencia propriartte ora coradlo aeqoemao, de am
agora < i oras ua nouie) em
que respondo, hai a dizer a V. S. cora o devido
respeito: que achando-me cora parte de doente
por escrlpio no batalhao, por me achar doeme, e
havendo-sa aggravado consideravelmente os en-
commodos em mlnba saade, petos acerbos males
de que tenho sido victima; tanto, qne baseado na
ros e damas delicadas e sympaibicas, veoha saa-
visar o vea ames a amainar os afcorreciraeoes da
vida.
Estou certameote tallando a asmo, sendo outro
o meu desojo, mas, para isto fazer dsfxo a abstra
cao para ser conciso no que escrevo, e agradar aos
que me aovaren*, geado jonai lambes pan iteo
' ofrendar; mas, pera qno vosar-me se- esta vida esa
\ repleta de tantos e lisoageiros laatufos que iilud>m
as coBscioecias, para dizerem mal ao qoe bom e
bonito, facendo aSsinrTrg^iir a maledicencia?
Na teaarai sete a sieeeridwle que ma caraete"
risa, para, nao ser pecador a tegirato.
O qae bel de fazer com este mea genio se assim
patea ?
Peco venia a Sr. Phidiae, para refutar-lhe al-
guma cansa do qoe dase aa 8* pagina do Diario
de Pernambueo e se assim o faeo, porque tambem
I consegu escrever para essa pagina dburada.
Admita, pots, o Sr. Ptitdias que faca a minha
eslra par onde sietoor me convter.
Tantas- flores aramatrsavami os pitorescos bosques
do Monteiro, qae a aurora da vida parete refieerir
allt com rotes fragrancia a belleza qne soa outras
parles a a^uaeo, o eravo, a rosa e o jaaorim all
expargiaro seas perfumes cem mate imensidade e
grandes eoeantos de aTtfmatendas auveos pa-
reeim ennobrecer a bnoalpteade, concedendo-lhe
respirar mais lrvreMeiate4j
O Sr. Phidias com seaFlpajre teos Bada diseo
vte e preseneren ; este, peta, com o orphalo estra-
gado e a mkaRttor. o i o bom, o bello e o melhor de rudo qaanto dtsse.
Nio obstante ser en um dos pequeos hospedes
do amena Apipncos poderte ser parcial e aceitar
como un evangelho a qae disse o Sr. Phidias,
perm minha imparcialidade me obriga a rom-
per o silencio e dizer-lne que enganou-se e com-
raeMeo graoda falta no sea esenpto que contrario.
Fallei no Monteiro, este o meu assumpto, ouca,
Sr. Phidias; nesse vergel de sublimadas flores, as
bellas nyaop+ws que all vafaeiam encasram, esp-
tivam o eoratteo e virideam a alma, eaaobrscem a
vida e a toraara candida e doce.
O Sr. Phidias, fallando des drvsrtimentos o da
fesla do Monteiro, excedeuse em alguma cousa e
por issa eaganoa-se e afltial disse tambem qae o
coro que responda os versos das novenas de
Nossa Senhora da Concelcao desse arrabalde era
desentoado.
Devo, pois, diatr-lhe qoe os sens ttereados e os
seus rhetoricos foram os qne mais desentoaram, e
nem por isso fez desapontar as Exmas. que can-
tarara os versos as novenas.
O Sr. Phidias reineta bem qoe a soa falta de
censetencia o fez eahir em falta para tantas dei-
dades que o aprtciavam, Bao obstante teraerem de
ba muito o sea luoeto de gamelleira, a se nao
fosse o rediculo a qae esta entregue por causa
desse malfadado lunera teria um troco cabal para
calar a sna oosadia.
Dizer que os versos cantados as novenas da
fesfa de Nossa Senhora da Couceic.o do Monteiro
estavam tesentoados eertaraente nio entender
de msica.
Proroetti a nma graciosa e interessante senhora
desse lugar, nao obstante ter me passado urna hy-
pothese em orna franceza (quadrilha) qae dara ao
Sr. Phidias om troco a' sna maledicencia e por
isso quero comprtr a ibImi palavra e se nio o
faeo, como desejo, a razo emana da falta de cos-
tume qae lenho para escrever em satyras.
O Sr. Phidias um desarrazoado, eslava oom a
imagioaco attordida quando escreveu o sen nln-
mo artigo : per tasto am critico sem con-
soieacia.
Quero dizer-Ihe o qoe verdade. o qne escre-
ver eom laiparcialidade.
Apreciei as novenas do Monteiro e oovi vozes
maviesas; sempre o sexoamavel a cantar no bo-
nito e no agradavel.
A festa esteve esplendida e a aoslea ba e os
baldes primorosos, dlvisando-se em Iodos os sem-
blantes alegra e entusiasmo, o fego de artificio
esteve bello e moito brilhatite, quando Homayt e
Lpez foram bombardeados petos eneoorocados
brasileros.
Fiado o Te-Deum, a bandeira foi levada a' casa
da Exma. joiza por am numeroso concurso de
floras bellas trajeado a' cysne com a virginal p-
rese, a ransica, os versos e-as boas vozes sobresa-
hiram a qusnlos nestas festas de campo se tem
feito ouvir, enchendo a todos de alegra e satisfa-
co.
Esta a resposta do seu amigo
PrOxitelles.
Plitliystca.
0 xarope etherio de veame por mira pre-
parado rauik) tem epreveitado aos que sof-
frem desta molestia, e de lamentar-se, qoe
no obtuario desta cidade a matria dos qae
suecumbem de tubrculos pulmonares,
sem procurarem o recurso do pratico e do
experiente, que tties pdem encaminhar o
nreio de sua sivar;5o.
O Sr. Braga com loja de ferragens na ra je
Direita, foi desengaado por dous habis
mdicos, acha-se bom com o tratamento por
mim prescripto.
A Sra. Jeronyma Maria da ConceicSo, mo-
radora na travessa do Monteiro n. lu, acban-
do-se desengaada, tambem mim recor-
reu e acha-se re-tabelecidi,
Um sobrinho do Sr. proessor ae Naza-
retb do Caba, acha-se bom, como se v de
sua carta abaixo transcripta, alm de outros
factos, que poderia aqui mencionar.
A phthysifla a rJestruicSo e a magrea
de todo corpo, em consequencia de chagas,
tubrculos e concrsccao dos bofes e de em-
pyema, atrephia narvosa e outras molestias
honra, que cos'.umado a fidarcom burros ni es- lei e na jusUca que me asslstem, voa requerer ao qoe viciramos humores, como escortrato,
trada de Santo Antio, Jutga atarragar aniones poder competente a minha reforma, nio me d pos- alparcas, gallico, asthma, bexigas, Sarampo,
qnando nao obedecem aos seos acenos. Mas con- givel, bem a mea peur, exereer o disttocte lugar 9M
obedecem aos seas acenos.
venci-me da que o silencio nem sempre o mel .
isnrs&'srffai sxs iw:> v.*. *
para o mal, e naete caso o mea silencio bem tonga sos> D0 dnagaram ao mea peder.
de ser aroertoee; Irte dar novos estmalos, a pres-1 Jatgo assim haver respondido aa respeitoso offl*
tar easejo a nevos Instiles i raeeM eatee raspea- >io de V I v
der aes desatusa o sate ajos o mea antagouU-, _, 1^ ^^ -aM.
li, eospio contra os vareadores da cmara nraaici- ^W8 0*^* v- s- wm0 Bwter'
pal desta villa, e sobre ludo contra minha pessoa Qaarul de minba residencia na cidade di Olinda,
tomo procarador qae sea, da mesma amara. 4 de fevereiro de 1866.
te phtbysica, ofaegando ae estado de gra-
vidado, o que muito ptUfc concorrer para a
fsalvaclJo do doente e ajadar os mdcaoien-
tos o ar do campo, exercicio conveniente
e tileta, a qaal nSo deve ser de neottama
cousa queDte, ou de defficil digestSo; e ji
bebida enmure ttue seja de naturexa *
e ootraa-preparacoea de raaiaas e paliamos,
sem qaadella tenbtin ttedo provaHo; e
algaras exposriores de wAitina combitem
cora mufr rarSo esse trataawnto.
a ttwtuirje wngisr v -*mruimt iiiriintin-
te com medicamentos oleosos e.blticos;
porm- estes em vei de tirar a causa aug-
mentam-na, esquentando o sangue, aa mes-
mo tempo que tirata o apatUe, relaxam os
solidos, e sao de toda sorte perniciosos.
Tudo que se fizer para eatingoir a tasse,
alm do exercicio e reglraen apropriado de-
vem ser remedios de natorazafacida. deter-
gente e.calmante.
Os cidos possuem a virtude de produzi-
rem bons elfeitos nessa entormidade, por
que, nao s contribuem a alagar, a..sede
quando accommettem a febre ethica, mas
tambem a refrescar o sangue.
Aos doentes desta enfermidade, qvanda o
seu, estado de gravidade Ul qua- tems
ethica os a ce rame Ue, prescrevo-lbesasu-
co de um Ifmo dissolvido era urna chicara
d'agua com bastante assucar em um grande
copo para misturar com um papelinho dos
pos reftigerarrtes- papa totear, coeo qu a-
viam no accumettttBonto-da febatve pela
marolia o xarope etherio de veame. Tenho
aconselhado, que kcaai usa de ve^taes de
natureza acida, come laraarjas lateas, pi-
tangas, vm, ec., applieapaee plantas
amargosas, que fortificara o estomago e ser-
ven, ao raerme-tempe para destruir e miti-
gar a sede.
A Sra. D. Joaquina deS Barrete, tendo
urna sua eserava fallecida desumotesta, sub-
mettida ao tratamento de seu medico, sesol-
veu procurar-me para tratar de um outro
eseravo, que sot'fria da mesan erfermiade,
prescrevi-^he o xarope de vtame, tem me-
Ihorado coosideraveuneate.
A senhora do Sr. Antonio Fraacifco Ho-
norato foi desengaada por habis medios
desta* eidade, esteve prostra$a, e nos lti-
mos paroxismos da rnorte, foi cea o xaro-
pe de veame salva, cerno s v da carta
impresea no Jornal do Me fe de 9 de feve-
rerro de 1863.
O eseravo Emilio, do Sr. teoentavcoroael
Rodolpho Joao Barata de Almeida, fot tam-
bem desengaado por habis medces, e
com o xarope de vellame acba-se cempJeta-
mente rcsiabelecido, como se *& tambera
da carta impressa do mesmo Sa. teaente-
coronel no mesmo Jornal O Sr. Antonio Chrtstiat Poj, fBw do
Sr. GbrtsUaoo Fogt, proprierario a attabe-
lecido na cidade de Macei, o primeiro bem
condecido tiesta cidade, pois qae fei empre-
gado na caja do Sr. Len ChapeDra, retra-
tista eslabelecido na ra da Imperatria, ac-
commettido desta molestia, foi daqui desen-
gaado por habis medicas: retirou-se para
a Baha, e alli continuou em tratamento ate
que foi segunda vez desengaado pelee m-
dicos dalli, el legan do eu ea Macei, um
amigo pedio me, que o acomparrhasse at a
casa do Sr. Cnristiano, para ver um doente
e prescrever-Ibe algum remedio, encontrei
o tilho em urna cama desanimado e eaa es-
tado de prostrajlo, pois que escartata sua-
gue, e tiaha completa inapetencia e ffaque-
za a poeto de nao se poder por em pe, no
fim de uma garrafa do xarope ethereo de
veame j se achava elle no estado de pas-
seiar em casa, desapparecida a inapetencia e
os escarros de sangue ; e a tosse awUaados.
No fim da segunda j achei em estado de
faze-lo psssear pelo stiio todas as manhas.
Acabada esta o aconselhei, que continuasse
no uso do mesmo xarope etherio aJtefnado
com o xarope alcoolico de vellame, a que
usasse dos banhos salgados na pancada do
mar. Sentio elle nos primeiros banhos al-
guns cbo |ues, mas eu o aconselhe- que con-
tinuasse, com o que se tem dado muito bm
pois que tenho recebido cartas de Macei,
em que se me communica o seu boa estado.
Nesta molestia os expositores de medici-
na nio aconselbam banhos salgados, apenas
quando delles tratara, dizem ser applicados
as escrophulas, hypocondria, estberismo,
amenorrliea, raclhismo, etc. ; eBtretanto'vi
este bom resultado no lilho do Sr. Cristiano,
e outros fados iguaes tenho vis{p as om-
Icstias siphyllticas, e outras umitas que cora
o uso do xarope alcoolico de vaUame tem-se
obtido cura radical.
O Sr. Dr. Silva, medico hbil de Macei,
depois de ter appticado a um seu doente de
rheumatismo o xarope alcoolico de vellame,
logo qae elle se poz em estado de largar as
moletas, em que andava arrimado, o aconse-
lhou que continuasse com o uso do mesmo
xarope conj une lamen te com es baaos sal-
gados, cora que se tem dado maito bem, e
um dos mdicos que alli em .Macei tem com-
pleta confianza as preparares de valame
por mim taitas, pelos bons resultados que
tem obtido em sua clnica.
Quando alguem se v com tosse vai ao me-
dico, este o examina e declarao senhor es-
t affectado dos palmeeso doente desani-
ma com esta sentenca, entende estar sera
mais cura, quando os factos e a experiencia
teem demonstrado que rauitos tendo proca-
rado o lugar apropriado, se toen ilsa ;
assim explicam muitos expositores de me-
dicina.
Ora, nessa provincia temos faoilidade ho-
e recurso do ar ; por que a va frrea
nos proporciona, po que em ponoo tempo
uma pessoa que existe nesta cidade focil-
menle ae t ansporta para as ultimas estmebes
de Garaeleira e Una, lugares perto do 'Beni-
to e de outros pontos que sao considerados
serto, quanto mais que os meemos logares
j nao sio raaos, segundo peaso, principal-
mente no verio.
Mas dir-se-toauma pessoa pobre ulo tem.
meios de se transportar a alli estara isso
se responde, que naqueHet legares atittem-
casas vasias e alugara-se per pre? eotflDo-
do, e mesmo muitos gneros de prirflira
necessidade alli se vendem pelos meamos
procos que aqui.
AqoeHes, pois, que estiverem nesras dr-
cumstancias, eu Ihes focilito j^bi}Ar oemteos
pelos quaes se
rei amad
Hodeix
as minhas
nidas
teobo ob
ae
publico, que
llame aia-mm>
s, a cemajMa
es: nie se flB-
^orn outros que por
preparacoes ignoro,
amento sos enfermos,
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a um responde por si, e eu afrrao com
a*4e 049* qu tenbo MrioTeujtii' ote- m ^rmoT
i dhiftentcu esta proxiccia a" vendo m mi-
.oh4wtic*arua Keaita iwdJB.
Jos da RodkmPamnhs.
SwreMo Cabo, 7iaJe iMBnbr4a480S.
~8ai. Sr- -os da ftwha Prannos.Om
o laarior paaaer levo lo cwhaci melo de V.
S.j|tie odoente que V. S. acfeasa-dm-
jOijftjHBdo-tiiS re.nedios.MbMe no-too res
4 tatSUcido^ortanto, edaseote, Me de-
appareciclo no todo a tosse, tem mniadispe-
33 ditas machi na > pira ligo 24 ditas ditas; a Sanoders Brothers.
iOaVditas salta parrilb, 16 ditas tarop ; a Li-
Barea ingleza Imptrador, entrado de Wtiladel
pfeia, consignado a4fa*h*us Austio & C, maaifes- pafafen oeste lempo
loa ojsegaiole : .\
31MbarriMS tartana de trino, 100 caltas kero-
sene,J00 ditas salsa parri Iba, 20 ditas verroifuge,
lditis ignoro, tO votomes objetan* diversos a M.
UStiQ 4C. *
- 4 voluntes objectos diversos; ao coaiul amerl-
MDO.
i voluaw ; a Viuva Machado & Filho.
3 dita; a ordsm.
RECEBEttlA DE RBNOA8 INTERNAS GE-
RAES BB-PHRNAMBUCO.
CaimaV* MMlel#al 4o IlceifC. Ibo adminiatrativo desta sociedade, convido pelo
Tela contdoria da earoara munielpat desta 'el- E68;"? a,8r*- s<*,0.s se%eTpSQdnS^cl"1!a5
dade se farpubliea que dos am ferereil e P* ><> doojtago proii.no (18 do trreme) pelas
marco se recebe bocea do cofre o imposto mu- as de negocio, e aquelte que nao ciedada, ate de reunidos #m aseerotola feral pro-
agafe neste tempo IX aoJwtoaTmulta na *;* '*>?* P folaros eb^d
toTSaTart. 32do fOtam*nio n. MOrde 15 de M** ^"J""?"*?- ewfonn6 detfB"M
b>hn rt. i a** arLM ue nostos estatutos.
20:0164300
CONSUC*W provingal"""
Rendimento do da 1 a 14....... 7! Sil^,,
dem do dia 13--------........ j.:_L _
77.114*737
EfCTO DO PORTO
Navios entrados no dia 15.
Haber Grce81 das, brigue wglez Ctcely Heten,
de 101 toneladas, capito "Willtam C. Taylor,
eapupafem 11, carga 5,093 barricas con baca-
IMo; a iohn>ton Pater & C
Terra Nova31 dias, btf ue inglez Saxon, de 21
si>* coida e acbawe nutrida, -fieiaati Rendlolen,o dVdU l a .." 19:18S*8I6
toatar os dimos renVotOsvaan V. S.-cecn- dem o dii 15
toiMto dia/30 do pasaado.r esta agota a V.
.' S. mmdrtae dizer qu;il a dieta anote deve conservar epwr qoantoe tem-
pes, meriaairando as.coMas qae itever
usacadaquiam diante.
Uteta-ioe jigora apadetar a V. Sj o cui-
daiJoque Uojioa do taataswato do raau so-
brinto, ikako de Dew, desalo o-serresta-
beletmento.a pericia.de.-., a por isso
pola V..S.,>semp-re eontaratm esmeos ai-
mjaatos ppwliraos, adesjrei m todo o
teijpo dt.r ama prova do ea reconheci-
. mente,
Desejo a V. S.i todas asfitunp, poraer
d criado.-r-Vfncj'aco Bentigmr Cesar dsik-
neze.
aTTESir
aropaaUchoolico e veame, preparado
pe o-pharraaeeutico Jae da Rocha Paraahe,
estabftleoido com botica na ra Mraka tn.
88 em Peratmbuco.
Ksle xasape inconlestavelmentc superior
a tados os xaropes idepuratiuos, de cuja
coutpic;io^ o seu maior eleiotoa*alsa
parrttha,*4y)is que sestero conhecfcto 9tsvo
veame maisfuergico para a prompta aura
das molestias, cuja base essenciai dependo
da purifia#o do sangue ^mb pois se
tem terilicado por muitas pessoas acluvaia desengaadas, as quaes acham-se
hojt) restabaiecidas com oT^fceido ipope
akhaolico de veame; entretanto aae al-
guns, tendooisado do xarope de CuritteT,
de Larrey, 'de salsa parrilha, de saponaria,
oleo-de tgda e bacalho, e outrts tfaates
de>la rdem nada conseguiram. '"' elle de
jaaho.de-1844.
GoBladaria l* 4a erereiro de 4MA.
O eoaiader.
________ CaeUBQSUrerto da Silva, ^
"Arsenal de (ierra.
0 Sr. teneote-corooel, director deslf arsenal,
manea fuer publico que a arrematacaedasb'usas
de paeoo jnil deettnaas -edne, fleadiaa para
qoaode torera reeoinidos no eaesmo arsenal iodos
os boiSis de metal perteocentes s mencionadas
80i8i blusas.O escripturario,
___'___ Jos Alfredo de Carvalho.
O 1* secretarlo,
Eparainondas P. B. e A. de Vasconcelos.
12, emJastro; ahanlBZ Jeftjnea & C.: recebea
oriente seguio para a Parahiba.
Rio de Janeiro20-das, brigue inglez Ruatt, de
378 toneladas, capirrT. Gurpey, eqnipagera II,
ja k>tro ; a JnaK.toQ'P>ter'& C.
Rio deJaner-30 dias, fcrigoe francez Un, de
287 tonelaSas, capitao Deaehamps, equipagera
11, em lastro; aTTnom.lz Jefrrles & C
Portos do sul-7 dtas e 19 horas, vapor brasileiro
finran, dtfiOa>oelaaa, mraandante o capi-
tao de fragata Santa Barbara, eqoipagra 57, car-
.,adiffereD*esgearcTa Attonio L. de O. Aze-
vedo 4 C. _
Ift!W-Yk-36dias, hiae iglez Aggie Damon,
de 1W loneladas; capWo Me. T*ni>, eqflpagera
6, caiga 300 bawicas*om ffcrirrtj de trigo e ou-
trosfenerde; allarJwNoaquim'Ramos & ^llva
e Georos.
Namos taludo! no tnesmo dia.
Rio da Frata^-palecho brasrteiro Vvmao, capitao
Manoel Jacinitio Tena?, caifa assucar.
fcil digesto, agradavel ao paladar aOTM-1 r0 da Prata>*baret bnMIeira JaKna,capitao Joa-
phalo Alguns mdicos desta cldade da' quim-Gonjaives Carieto, c*ga assucar.
de Macei o teem racommendado paTa-u- Bio da-trata^ patacho traiteiro Palma, capitao
_, v Roq*e>, carfn atnicar
raoas Aracaiy^ biate brlltire'No Invencvel, capitao
'Insprgens, tinha, escrapbulas, Joaquim Afltoaio 'deguefdo, carga differen-
Tunaores, ulceras.escorbtito, tas ceneros.
Cancros, sarna degenerada, atixo rro. Bahia-iurdm n^^fnJJ'*'"; ff*S5
T^as estas affc^provm de urna cao- eSSff Afc SXirAS S?.yF
a interna ; nao ha pois razao aiguma em carRa assdcar.
cnir qne ellas 80 podem-surar com remedios Bateeicaa-escuna sch4ejin?"Bolstrin Sfargarethe,
ex-.eraos. Tatbem-ie preseiwe o xarope | eaP't5 BrWkW%2^8*0'
alclnwico de veame para otratamento das 0 v>. u-ese! r%>-ahjba, que tttha seguido
ffoecGes do systema nervoso e fibroso, taes j-paf nQa de VernWe 'arribea coin6 das de via-
Pelo joizQ municipal da 1' vara desta cldade'
escrivao Cimba, tm de ser arrematadas no dia 16
do corrate. mez, Aanois da aadiencia, as proprie-
dades:
Um sobrado de 2 andares a roa da Penha n. 6,
tendo 4 portas na trente, raranda de ierro no pri-
raeiro andar e janella no segundo com pequeos
quarlos, sera quintal, a.liado por 6:0004-
Ootro dito na raesma ra n. 4, de um andar e
soto, com varanda de ferro no primeiro andar, e
urna varanda em ama jaoella do sotao, com peque-
as tas e paqueaos qaarto?, com quintal, preci-
sando de concert, avahado em 4:0004.
Urna casa terrea a raa dos Pescadores n. 27,
com porta e Janella na frente, doas salas, 3 qaar-
tos, eeeioba fra, quintal aturado, cacimba'meira,
com pequea corredor e portao, qne delta os fun
AVISUS WARITIBUOS
COMPANHIA MASILEIBA
DE
PAQUETES A VAPOR.
os portos do' norte espera-
do at o dia 20 do torrente o va-
por OertMei^rmmanante o pri-
meiro ttente Serfielra, o mjal
(kpois da -Jeraora do costurae se-
guir' para os port is do sal.
Desdaj recebem se passagelros e engaja-se a
carga que o vaporpoder eonduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua ebegada, encom-
mendas e dinbeiro a Arete al o da da sabida as
2 horas : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliretra Azevede A C.
Para a liba de s. Miguel.
esperado a cada momento do Ri de Janeiro
o patacho portuguez Fernanda, o qual lera esta
cldade apenas a demora de 10 dias, recebe carga
LOTERA
Afs 6:4)00*100.
Corre Setaada-fetra 19 < corrate, mez.
Acnam-se i venda na respectiva thesou-
raria rua do Crespo n 15, os bihetea,
meios e quintos da 2a parte da 5* lotera
(48), a beneficio da igreja de Nossa Senho-
ra do Rosario da freguazia da Boa-Vista,
cuja extraccSo ser no lugar e hora do
costume.
Os premios de 6.-000)5000 at 100000
serao pagos urna hora daipois da extracto
at as 3 horas da tarde, a os outros depois
da distribniclo das listas.
As encomaonas ser5o guardadas so-
mente at a norte da vespera da extraccSo
como de cosame.
0 ibesooreiro,
Antonio Jos Rodrigos de Sou/.a.
a frete por prejo muito commodo : trata-se com
dos para a ruaoova da Praia de S. Jos, avaltaa os seus consignaUrios Aolenio Loiz de OliWira
-toueladoseepitao John Green, equipagem 9, car- por l:50(tt. Azevedo & C., no settescdptorio raa da Gratuu-
ea 2,200 barricas com bacsttao : a Johnston Pa- Outra dita a ra do Foo de n. 2, com porta e mero
ztl G, Janella na frente, 2'salas, S-quart?, coslnha fra,----------------- .r;------r--------r""
TrraW-30 dias, bfSgue lez James Stevart, quintal pequeo, icinvba meeira, avetada por i t&TH O 10 tt6 JaUGIFO
U^^i^f^SX^^ *& Proprlededes foram ^horadas K^^J^^VSlSSSJfX^
Sawodtrs Brtlus & C. "?**!* S*uza, por execucao de sua mulher ^enca.r8a aJrele- 9"',rato *'* rua
Rio deJaneiro3taias, arca ingleza Tresameon, D. Mara da Conceisao GartWtluAraajo.
-de 608 toneladas, capteo J. Worry, eqalpagemi Os pretendemos pedero empawwr'a sala das
s
s
do
orno
Cotta, rheamatieaao, paralyst,
-Dores, impoterwia, erterrridade,
Mu-asmo, hypocondrla.emmagrecimento.
O xarope atenoolico de valame sobre
tudo. da maior utilidade para curar radi-
cal aiente, e em poaco tempo o fhnma-
tismo.
Adverte-se que o vtrdadeiro xarope s se
vende nesta cidade na botica cima indica-
da, do abaixo assgnado; e em outra qual-
misma comdosie^o, e nem o abaixo assigna-
do se respoosabiiisa.
Jos da Rocha Parankos.
ERRATA.
No (i pedido publicado bontem sobre o corres;-
Hondate do Rio de Janeiro em lugar do Sr. Pddro
Alexandf ino da Costa Monteiro, leia-se Pedro
Alejandrino da Costa Machado.
Suspendea"flo ls%iart> para Bba no da 13 o
hiate Inglez Angler, capitao Gox, c9m o mesmo las-
tro que trouxe de Barbsdes.
ELftRA|OtS
COMMERCIO
PRACA DO RECIPE.
Colaeoes afaeiaes.
!5 de fevereiro.
As 3 1|2 hira* da tarJe.
HONTEU.
Aljpdo d- Peruambuco 1" sorle 164800 e 174
por arroba.
As-mcar mascavado purgado americano 24000
por arroba. ._
Camt)io sobre Londres27 3|i e 2B d. por 14000
H) d/vsta.
BOJE.
AsSncar mascavado broto americano 14900 por
arroba. ..
Ai|0'i.u) de Pernambuco Ia sorte174 P^r arroba.
Lastro para Liveruool27|6 e 5 Ofi
uescontos12 OtO ao anno.
inibourcq Jnior,
Presidente.
Sflveira
Secretario.
\oro banco de Pernam
buco.
Soro fhmao JesctdU lras a tror *
ao imiio, toma dmlraro prlrjo liso t>n em wt*
fritetite pelo preade dmaTctes me ee conven
clonar, e saca sotare a praca fla Balna
O capito commandante da compa-
nbia provisoria de polica abata) assignado
convida aos cidados que se queiram enga-
jar no sern^o da m8sma compaaha, a que
compareQjm norespectio quartel em to-
dos os dias uteis, das 9 horas da manh5a
por diante. Quartel di cotapanha provi-
soria de polica 10 da f vereiro de 1866.
Lurz de Franca Mello Junhr.
PORTO E LISBOA.
A barca portogueza AfneHa, de exeeHente- mar-
cha pretende em poucos das sahir para esses dous
audiencias nos indicados das ao nwio dia, legal-
mente munidos._________________
TriOtieal 00 CaumcrCIO portos, ja' tendo maior parte de sua carga etrga-
Pela seereur a dotribunal do cemmerciede|Pe-, jada; quem nella quizer carregar a' frete dirija-se
nambuco se faz putilico que por despacho do mes- a raa 0 Vigario n. 10 escriptorio de Baltar & Ofi-
mo tribunal foi concedida nesta data a Coriguase Veira.
Saturnino Kerreira de Barceilos a desoneracao quo ------------_. ^__. '------------
pedio do offleio do agente de Ieil5es da pra?a do ana lie Sllguei
Aracaty, provincia do Ceara ; devendo a flanga; Sahe no da 21 do correte a escuna portugue-
prestada subsistir por tempo de seis mezes. confor- za Etna : trata-se com o consignatario Joao do
me determina o art. U do decreto n. 858 de 10 Reg L-tma na.ru_> i Apollo j. 4.-
de novembro de 1851.
Secretaria do tribunal do eommercio de Pernam
buco 9 de fevereiro de 1866.
O offlciaHmalor,
Julio Guimaraes.
O Di*. Francisco Pires Machado
Portclla
MEDICO E OPERAHOR
SLA
SFacuItlade de Paria.
continua no etercicio da sua prollsso, 9
especialmente as molestias de ollios, de g
vas urinarias e de pelle, para cujo tra- 2
tantalo jnlga-se nabilitado atteoia a pra- 5
tica adquirida aes hospitaes ttqueila ca- fl
8pital, e os instrumentos mala' modernos |
que pos-ue. S
Accode premptameate a qnalquer cba- 13
mado para fura da cidade.
B encarrega se de collocar olhos arli- I
fktoes. g|
No paleo do Carmo n. 2, esquina da |
rua de Hurtas, das 6 as 10 horas da ma- j*S
41 Dbaa, e das 3 as 5 da tarde. m
aaaaaaniadfmmmmn
Pede-se aos crdores da Antonio Affonso Ro-
drigues para vlrem receber o que Ihes tocou em
rateio no dia 16 do correte mez, na rua dos Pi-
res n. 34.
Offerecese urna pessoa para ama
no becco da camboa do Carmen. 2.
a tratar
Para Lisboa
segu com muita brev'rlade o brigue portuguez
Flortnda, qae recebe carga a frote : a tratar no
lescrip.orio de Araonm Irros, roa da Cruz n. 3,
loucom o capitao Joaquim Augusto deSouz* na
COMpANHIA PERNAMtUbNAA
Os Srs.accionistas desia companhia sao convl-.pra^ado commrelo.
dados a mandar receber o prfmeiro dividendo | ^nTa"Lioa pretende shir com brevidade o
correspondete ao wao psssado a fado *e i n^ ^0ls, ter parle da carga
por cada accao. no escriptorio do Forte do Mallos EZu TZZ?-----.. --/ih. r.ui it.^.
n. 1. O dividendo somenle ser pago
respectivas acetos. ___^^
'a vista das tra,ada e l,a" re- '-ld u consignatario Joaqnlm Jos G^ngalves Beltrao, na
; roa do Vigario n. 17. primeiro andar.
&1UGSS.
Correio feral.
Os Srs. Antonio Ferreira Alves da Silva e Jos.j'"
Firmioo Ribeiro Filho queiram comparecer na al-
minislra^o aQm de receberem cartas rindas do >
snL___________'
'rnmtm um
Helar;io das artas rindas do exercito era epera-
fes nes campos do sal para os senhores abaixo Sexta-feira 16 de Yevereiro, na rua da C-
deia n. 9, primetro andar.
rfo#ne EBzebio.
TnfHSereeia.
De uro spbradajje um andar o. .7 sito na rua Di-
rei'afregueiia dos \fogjos, logo_ao_ sahir da

Easfno primario.
O abaixo assigu'aa'o, professr publico TJ"Sanio
Amaro das Salinas, avisa aos pae de familia, que
abri sua aula, na estrada de Luiz do llego, em
urna das casas do Sr. Barbosa.
Manoel Roberto de C'arvnlho Guimaraes.
Perdeu-se hontem (14j da rua do Imperador
ao caes do Ramos 704 e'm tres notas de 04 e orna
de lOi-todas da cai filial, quera achou e.-taquan-
tia querepdo restituir, pode o fazer a rua do Impe-
rador n. 2'8 ar'mazem de molhados.____________
Precisase de um xelre para taberna : a
tratar na rua dos AQongninbos n. 20. _______
"Mfflwnm
; Precisa se de um refinador que saiba perfeita-
mente desmpenhar este lugar : na reQnafao da
rua do Bru o. 42.
De rdm do rttm. Sr. ftr. delegado do li
districlo desta cidade. encarregado do expediente
desta renartlco, na adcra do mesms ir. r.
Chele de polica, fajo .publico para conheeimenio
de djnm ihteressar ptissa, qne pelo subdelegado
do distrlcto daffegner.ia do Rro Formoso. foi ap-
prehendldo ao preso Jos Gomes, como furtado,
um cavallo cistanho foreiro, magro, o qnal foi de-i
posiudo por aquella sulidelegacia ; deveodo quem
se futfw coa rJtrtito ao mesmo cavallo reclamar
a sna wnref, medame tiWuaanuto comprobatorio
de sen dominio I-gal.
Sbcretarta da policia de Pernimbuco 10 de feve-
reiro de 1S66.No impediro*Bite do secretario,
Ufe. Ifilt #o isaneo do raall Jos Xivley Justino Ramos.
cna Pcratambaco. Coawlao provincial
ISe ordem fla afrctorta se Ufe potco que o f>eia mesado bosalalo Ifovncial se faz publi
heetinri desu calta se acba aoorisado a pag^r co ^ ^ ^^ qk ule|s ofrcados para cobrao-
o thvidtndo de semeste lodo ea 3* de flezembro -a "boceado cofre dos ImpwtdS de 50 rs.*por al-
proxlrno pmafa, ha razia,dVmOOO por aco. .| qUeire .'&& al oo baaaco dPWaeil 15 de Janeiro je fra da cWde, prensas. #*_, algodao, typogra
Censelho de compras uavaes
O conselho proraove no dia 17 do corrate mei
a compra dos seguintes objectos do material da'
armada: 100 medidas de a:eite de peixe, 20 fei-
xes de arcos de ferro sonidos para pipas, 20 bar-
ris de alcatro, 200 broxas sortldas, 48 ditas de
calar, 100 chapeos de oleado, 2,000 cravos de fer-
ro sortldos para pipas, 20 carrinhos de mao, 10
duzlas de limas meia aua, de 12 a 20 polegadas,
lOduzas de limas trianfulares de iO a 16 pole-
gadas, 15 arrobas de pregos ftanMes sonidos de
1/2 a 3'tlegaW, 50 muHelros de pitgos de fer-
ro de assoalho, 30 resmas de papel almaco, 10 da-'
zts de taboado de ffro e auftrello, 16 dtizias
taboas de assoawo de louro e 12 dutras de taboas
de assoalho de amarello. ,
Promove o coriselno a compra sob as condeces
de estyto, e em vista de proposta* receidas na-
qaetle dia, 17 do eorrente mecate as 11 horas da
manhaa.
gala do conselho de compras ames 13 i
fevererrode 18*6.
O secretarlo,
Alexandre Rodrigos dos Anjos
Mello
dechrados
D. Auna Joaquina do Sacramento.
D. Alexandrina Francisca Magalhes.
Alexandrina Francisca das Cftagas.
Augusto Candido de Atrayde Scftas.
Anselmo Jos Pinto de Souza,
Adriao R)zendo de Santiago (i).
Antonio Ferreira Aires da Silva (3).
Antonio Bermenegildo de Ges (i).
Antonio Jezuioo Marques.
Antonio Jeronymo da Silva Campello.
Bento Joaquim de Carvalho (2).
Casemiro Antonio da Silva.
Ermelinda Maria dos Aojos.
Emiliano Ernesto de Mello Tamborira (3)
Estevo Jos Paes Brrelo.
Francisca os Coneecao Paia >lel1o.
Feln Antonio Arrares MfstfiMnnas.
Francisca Jacinlhi Cesar Loureiro.
Francisco Jos da Paz.
Galdioo Pinto Martn?.
Gabno Jos Bautista.
Hdnriqaes A. Chaves.
Hilario Pereira da Silva.
Ignacio Gomes Perla-
Coronel Joaquim Cavacanli de Alba
Joaquim Caralcanti de Atbuquerque
Joaquim Cypriano Serra da Mello.
Joaquim Ferreira Lima.
Joaquim Jos dos Santos.
J. Mirtins Foates.
Joio Carjos Aagaslo da Silva.
J.jao Fe'rrelra fo Slfva.
Joao Silvestre Francisco de Mello (2).
Jos Eleulem de Azevedo (2).
Jos KIs de Olvetra.
Jos Firmiuo Ribeiro Filho.
Jos Joaquim Brrelo.
Jo Joaquim da Silva.
Jos Rutloo.
Jos Torqttato de S CavalcaaH.
Libaoia Mana Cavacanli de Almeida.
tthfz Cort-eta ff Arajo.
Luiz Jos de Farias.
O. Ma'ria LURa da CdttclJo.
Maria Therza Lopes.
Malheus de Siqaeira.
Maria Mrcolna da SoTedade.
Manoel Armindo Cordeiro Guaran.
Manoel Francisco de Sonta Leo.
Manoel Francisco da Silva.
Manoel Joaquim Paes Brrelo (2).
Maeoel Pereira Amello.
Manoel dos Santo Haentel (t).
O. UmbeHoa AmetiB'de'iloraes.
SineMteo Amefieo dos Santos.
Senhorinha Mara do Carmo.
Vicente CttattH Aires. ^_
Alocase a casa dos LeSes, ua rua dos Praze
res, com sotlo, ecommodos para 1 milia._____
Aloga-se urna casa na rua de Baixo, em
Olinda, tem commodos para familia, grande qein-
(al com cacimba, est em bom estado : a tratar no
largo do Paraizo n. 14._____________________
Na rua do Imperador n. 83, 2 andar, preci-
sa se fallir cOm o Sr. Francisco de Freitas Barbosa.
PHOTOGttPHU
artstica americaha
RUA DO IMPERADOR N. 38.
Artista americano
Artista americano.
Artisti americano.
Artista americano.
RetratosRetratosRetratas.
Em porcelanaNiepcot7pie.
Em lencosArcbrotypie.
Em vidroAmbrotypie. #
Em metal=Daguerreotypie.
Em papelTalbotjpie.
No grande salaodarua dolmperador n. 38
Na gra ide salo da rua do Imperador n. 38
Neste estabelecim-jnto tiram-se retratos
em todos os systemas, com asseio e promp-
lidSo, desde as nove horas da manbaa
at as cinco d tarde ; assim como tem
eernpre a venda grande sortimenlo de cai-
xas finas de diversas formas. Quadrcs
ovaes Passepartouts e todos os mais ob-
joctos o productos cbimicos, retetwoe-a ar-
te e recibidos nltrroamente dos melhores
fornecedores de PARS e Nora Yotk, tendo
de todo, para todos es gostos e para todos
os precos.
Salo da rua do Imperador n. 38.
Saiao da ma do imperador n. 38.
25#000
Desappareceo no dia 8 do corrate ama cabra
e doas crias seade a cabra prela, grande, pellos
maito grande?, com um pequeo si^nal brando m
caneca, a cria maior da mesma (ir. o desinn
signal a outra e de cor nvUda, de?confla-e e.-tar
furtada : por* tanto a pessoa que df lia soub'er din-
ia-se a rua Nova n. 69, que s llie dar 254 de
grat tioarao._____________^_^^_____
= Uesappareceu da rasa d>; Anlt)ij Muuiz Ta-
vares Jnior no dia 30 de jineiro, um niuiatinh <
livre por uoroe Co.*m.\ levatiloca'si de semira
branca velha, ca-nisi iln chita escu/a, bonet arrio,
descalco, com idade de 8 a 9 annos : q'im o
aprehender tenba a b do Rangel taberna n. 49. __________
Nuescriplono de Jo> Maria Palmeira largo
do Corpo Santo n. 4, rendem se .
Treraocos chegad>.* uUiraaiuente.
Velas de sebo de iluluoda nova.
Precisa se de urna pessoa theorica e prati-
! ponte, as chayes se actisra na pad3rta do.Sr. Mou-, camente habilitada para esi-npiarar;ao mercanlil
i ra, qga^-'a'etronte, e pessoa bem conhecida. por ml^iS Cobradas : quera se achar nesUs cir-
cumstinclas Indique seu nome e residencia em
carta fechada na loja de livros do Sr. Nogueira, a
rua do Crespo.
9. V
O fuardB-lMroe,
Ifuacto Nones Corroa.
B.mBimeoro de Wff*^*-'. ^24l2f
dem do Qh 15.

834
MpViWfTO DAALFAOQA.
Vflltrmes ebfra'cfta roa lateadas....
a com f eneros.....
sdnTdos ecte faxenUas.....
Sn penaros.....
tioTa 10 dirftferefre.
firiiie ^nisstaoo'-j|*nor*lii--rcadoriaa.
firtifie mgfltVfta-riuanfto.
Brigoe m* <7rtctw-idem.
Brtaie tirizoo->$*f*#Am -taflah^e'-trigo,
ibrfti fflgrS^^-^Wfpi^rtfori^fMnfta e ootro* f-
air'.H.
Vj;por fYijIetArtigo mercaderas.
Poiaca hespanholaIndia charque.
Brigue ne--paabolMaria Rts*dem.
ifae nacionalAtta-*Mem.
Igie mcionalFitfmfTteftje-ldem.
ig.io ar^entinuVolante-ttef.
fltacli i pnriURitez-'B-'llio.
[rcam:iiaal -Giwrim dem.
pffias.'cocli^ai.teteaalns.jaadls, casas de pasto,
cavallariees e fabricas; de 9 fifi sobre consultorios
"iandcos e Cra*|o*,'rtoF* WnMi a*
lOOjO-sobre estdtiefMlmei
frosso e a retalM, etrapic
tas de buhare mtaft; de
ronpaeKa eellms dstran
1 :W84 sobro casas de op;
ertissao e Brevtkros;. de I
raissso e sem prerilefios ; aissae, cbmpnlhtaa nonaana e afenefts; de.
0i4 sfbre corretore conVtHcfaee,
Pela adminlstraeSo do crrelo desta cidade se
fa publico que hoie (IB) as 3 horas da tard fe-
char se-hio s malas qne o v*pdr nacional na-
rau> tem de eonduzir pira os portos do norte.
As cartas admeltidas a seguro serlo reeeJudas
at 2 horas da tarde, e os joroaes at meio da.
Admioistraeo do osfeie de Peroambuco 45 de
fevereiro de 1866. .
Deatlafos *)s 'Passos Miranda.
Administrador.
de rtia mesa, nma cama frarfceza, um toucador, um
candelabro, m caical, nm retogio, um pon- '
licor, anrjft, uln boiSo eumpaianqaira.
SxVa flra, 16de:roveriro de 1866, as 11 horas
6r > ... em ponto,
agenta Pinto, fara' leifao a' reqderimento d)
inventarame dos bens da tinada Maria Candida de
Mag^Bes, e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de
orpnads, dos objectos cima mencionados, as 11
horas do da cima dito, em sea escriptorio rua
'da Cruz n. 38.
LEIIiVO
De trastes avulsos como cadeiras, sof?, marque
zas, epoiojos, "arrarlo, guarda foupas, e?tan-
tes par Mvros e thoslca, rntefnas, candieiros a
gaz, reloglos d ouro e prata e ontros muilos
artieps.______________
OLYWIPIO
Far teifo 8o mj-ctu^ hi-ima eXisfeutes no Seo
arroazem da rua da Cadera do Reclfe, por ter de
mudar-se mallo 'Breti.
HUME.
Sexta-feira 16 do crrente as 11 horas.
36Bina da Cadela do Be cite -36
leilao
do sobrado de dous andares da rua das Cruzes o.
21 e urna Casa twrea da roa8o Pires n. 23, am-
bas em chaCs prepYfos.
Hoje as 11 luirs.
Por HMBrvencao do agente Pinto, e era sea es-
cnptorio rua daCruz B-j$>____________-
LEILAO
Do casco, pawes, rtrreittes, acirras e
mais objeflfs sacados h barca ame-
ricana tlucey i: AlrlJey.
SaWwdo 17 de fevereiro
Por loterven^ao do agente Pinto sendo a venda
do casco no estado eemqoe'se'achar no da do
leilao, em frente a AssoWacSo Cortraercial, e des
demai* objeotos era.oaiw6HU> cario do Livra-
menta caes do ApoHo. .....
Era casa de Theod Chn'stianSe,ra fio Tra-
piche-novo b. 16, rtico agente no norte do Brasil,
de Brandenburg frfes, Bordeaux, encontra se ef-
fectivameule deposito dos artigos seguintes :
St. Julien.
St. Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Cnateau Margaux.
Grand vin Chateau Lafille 1858.
Chateaa Lafitte.
Haut Sauterues.
Chaiean Saoterqes,
Chateau Lataur Blaocbe.
Chateau Yquem,
Cognac em tres qalidades.
Azeile doce. Pregos de Bordeaux.
Precisa-se de nm criado para casa de peqe-
na familia : a iraia/joa rua do Vifano n. 14-
Da se drahero [oros : nos Coelhos, rua dos
Prazeres n. 18.
tetrao e d caa de com.ra
-de
l de 364 por ecrao ipre
Tarenga: de'lf por tonel
104 por botona savein ; e
de mf por eacravo gao liad,
de-sella deaRifiel i 64 por
tmponos de orios e carroc
Boanceiro '*b45 a 1866, e
dolpeslo d 0|O do con
principia a contar do dia 1'
* mSio CirOMro Macha
Administrador.
" **reia*a4.
Relacao das carias segaras UTOes do sol pelo
?apvr Paran pra os seutieres a*aixo dnera-
rados:
Auspicio Amonio Alves Guimaraes.
Antonio Angosto Maciel d Costa.
0 por casa com Antonio de Souza Neia (Olinda).
Bernardlno Jos Machado(2) (Porto).
Dr. Joaquim Gordetro Cielito Cintra.
agentes de Jos dos Santos Neves Juaior.
Marques Barros & C.
Remigio de Faria Brrelo.
fe escriptorios ; de
de eommercio em'
de 80S sobre ca-
sonre asas de
e de cam*io ; de
s bancdrias com
de earavos
em serricode a
Jvarenga; d
por balieira;
104 por cavallo
particular; e a
encentes ao anno
em o 1 semestre.
de agurdente s
ivereiro vindouro.
le Pernambuco 36
GaasiMa araviteia!.
Pela mesa do coosailo pranncial setaz publico
que no dia 17 do cerraste se bao de arremdtarna
porta desta reparticao o weio _dla M caisiahas
com charutos,,avafradot por 17*4, 9Pp cigarros-
Import.lf So. por 194800, libras rap por IWL 6 barras
BTiije proastano Thorkili, entrado de New- com 150 libm de-pol4eTa potW, *f*fs cora"
York. nrnSKi o seguate: biscoutos por 8| 5 ditas com bolachlahas por 54,
** 2 caltas-amM 'os baldes, 3 caixas bom-' 20 raassosde palitos pira denles por %JJ^Jw-
b:s, 18 ditas macl4Jj>aalgodat,4 feixea -de ^bos com crav^jte Iffjipor, 3_20> l
vasso- \-*<
23 caix
ciUAaai.
-25<^t.ss
(jenni?.
, '100 ciks kerosene, 2
oda, 19 votumes objeelo
40 caTxas kerosene
! nella por inWH > com alfazma por 820 rs.,
barris brea, 25 2 resmas do pape! paatUo por 44, e t caixas com
loas para ahjodiio, phosphoros por 14. os luaes geoeros fotara appre
ilJ R Silva & bendides pelos coafereule da alfandega Fraoclsco
Affjnso Ferreira e o acardA deste consulado Jos

Correio
Relacia da?>e>rtts aejaras htwtts na adminis
traeie de cerrera desta cidade par es senaores
avaha ieakwadas:
Sabbaffo t7 de fevereiro.
Oo casco da hara americana L. E. Ashbey
As 10 horas ea poni porta da lasociago Cem-
erciil.
Dos masa-o, velas, crrante?, ancoras, sobrecel-
lentes e-paais objectos salvados.
Antonio Ricardo do Reg faz sciente a quem
convier que tem deixadode ter escriptorio a mais
de ora anno, assica como casa de coinmissoes de
escravos, a rua do imperador n. 81, porencbm-
modos em sua saade : as pessoas que com o mes-
roo liverem algaraa cousa que tratar o podem pro-
curar na raesma casa, ou na roa estreita do Rosa-
rio n. 19.
Irmandide do Divino Espi-
rito Santo do Coltegio.
A actual mesa regedora faz sciente ao publico e
aos irmos, que tem lugar nos domingos da pre-
sente quaresma, pelas 7 horas da tarde, os sermoes,
seoio oradores da Ia e 3' dominga o Rvm. padre
roestre Antonio Manoel da Assumpce, da 2* e 4a
o Rvm. padre msstre Leonardo Joio Grego, e da
5a o Rvm. padre mtre Flix Brrelo de Vascon-
cellos, assim como tatnbem na expbsico do S.7.
Precisa-:e alugjr urna escrava que saiba
cosinhar eengomoac, ou pessoa livrc que
se preste ao mesmo soryCJ : na roa da
Gnia sobrado detn andar n. 7.
AMA
Precisa se dj urna ama qu3 saiba conh.r: na
rua do Imperador n. a7. '..
Na rua estreita do Rosario n. 21, 2o andar,
csese para fra toda qualidade d-i costura;. t*i.-
se vestidos cora perfei?o, ffilos pelo ultimo O^u-
rlno, e vestidos relos para a quaresma, en fe nados
a gostos ae seu? dono? ; assim como vestidos para
noivas, enfeitados com palmas de fljres de larauja,
e capellas muito ricas para as mesmas, tudo com
presteza, e muilo barato, faz se tambem toda qua-
lidade de flores, bouquets proprios para noivas,
bordara-se as fitas a ouro e botam-se os letreiros
necessarios, bordase a ouro, lantijolas e a matiz
toda e qualqaer obra, e floalmeote enfeilam-si
baodeijas proprias para casamentos e bailes, de
qualquer qaalldade de ores e g09to ; e assim ve-
las para baplisado, saolo sepulchro, tudo por rae-
oos preco que era outra qnalquer parte._______
Qem precisar de urna escrava para todo o
servido de ama casa de familia, dnja-se a rua da
Matriz da Rpa-VUia n. 26, 1 andar.___________
eseja-se saber quem se incumbe de desca-
rocar 300 arrobas de algodo aqui dentro da cida-
i que quizer dirija-
ar.
de, pagndose bem : a pessoa
se a roa da Cruz n. to, 3 'and
Deseja-se com urgencia fittar om a Sra. D.
Maria Sancha da Conceicao Cmlcanii e seas doas
Ultras Joao Eloy Cavalcauti e Joajuim Franco Ca-
valcanti, senhor do engenho Arariba da Pedra, ter-
mo do Cabo, oa ao sfiu ir*oura.lr. nesta cidade, a
negocio dos mesmo*
roa Non n. 51, botica.
__ laga se urna escrava boa corfntietra e en-
gomma'deira : na travessa da Concordia n. 61.
Joaqnlm Goncalves Silgado e Bernardlno
Goncalves Salgado com podara na rua estreita do
Rosario, nuuca leve nem tem questao alguma nes-
te palz.
Desappareceo de um slRo no CTiota-menin.)
Ora cao de Terra-nota, bastante gran le : qaem o
achar leveo a raade Apollo n. 32, ou em casa de
na qu'lnu-feira santa^on7lTvaa TSS 5a %M l^raacisco X# lerde Ofttir, qae ser generosa-
orador o padre mestre Antonio de Albuquerque mente recoinpeawm)^______________|---------
Mello.______ Francisco" tHit> Manas tendo de fazer
Te'ndo o abafio assignado IWo no Diario de twaviagem s
bontem (14) um anuncio em que declara que ne- J
nbum negocio faQam coma casa n. 10 da raa da;
Pernambucaoas, que perlenceu a Jos Aatemo
Goncalves da Silva, e como o mesmo abaixo assig-
nado hoje proprletarto da casa que se allude,
roga ao annunciante que se digne entender-se com
o mesmo abaixo assif nado na travessa da Concor-
dia, sobrado o. 13, para imlhor siodicar.se este
oegocio pestes tres dias, sob pena-de ser o referido
aonuncio desprezado, e (.ido como falso eu-gaiato.
__________Bernardlno de Sena dfaoii._
O^bilto ssTgndo Taz Sciente ao publico e
11
com especiaiMde ao totpo commerdal que desta
.<:> -^, Tr^^rSTaTrfa dor*""Olaiiadeixou1a*.seral*iai> d Sr.ios
hora em poni m araaMH de baria de ^0fgOM perreir, e afraeeee o-fcom traun*Co
Andre 4 Rffo.
Caetano Sllvrra do Amaral.
Tenentecoronel Hemeterto Jos Velloso da Sil-
.veiaa.
Jlo atonlo de AlmeWa.
los Antonio dos Sanios & C.
JosMiria Ferreira da Costa.
Dr. Mitnoel^awipe te M. Mma.
Manoel do*.i*t >s VilUca. ^_________
LiftameaU caes de ipalw.
John P. Asltbey, capito da barca americana
tLacv E. Ashbevi, naafragada neste porto na sua
ultima vragera de Shaogai (Gbina) para New-Yoik
far Mlo com licenca do ioipecwjr da alfandega
em presenca de um empregado da mesma repani-
go para o tira comeado com assistencia do cnsul
dos E*Udos-Unidos, por iteveacap do agente pin-
to e por coflta e risco de quempeftencer da ca3co
da referida barca tal qual's affla n arrecifes, as
10 horas do da acjma ditp a pona da Associaco
! Commerdal, ero MfWav#aaaa; horas em ponto
vende*' nartiem panno, oerentea, ancoras e
mais etHecias salvados da Uta barea e .existentes
po armazem baro do LltrAmetto caes Jo
Apollo. __.___________________________
l
irorrelo |eiftl
Ptlte admioistraeo do crrelo desta cidade sa
faz publico que hoje (16) Asljil horas da manhaa
nr ft*ar-ee-hio a matas tfoe o-'^aoor eoaatdro tptfra-
hyba tem de eonduzir pm-ftMfdO'aeraaado.
hias para ai-
Dista ; a Ij^a-
Cuoha Irmao.
Dias Moraes de Quintfu
Mesa do consalado provincial 14 de fevereiro de
4806
Aatonic Carneiro Maaa Wos.
"THEATRO
DE
Stttetalle 'drattatiea l*iia Per
D^* LEILAO
Do casco, naftQS reaes e e&ffegt-
mento 4c car>tio de pedra da area
iajslea cFulsbetla) tal e goal se
aiha aoenirar da barra
Sabbado 17 de fevereiro as 10 li2 horas
em ponto.
Por Bterveocjo do aaeote Wat, em /reate a
Associagao Ceoimercial.
ftwlSDS DrfEflSOS
qae recebea durante o pequeo spaco da seis
annos.Vicente
AtbaqiWtilAe
v<.atiH( ini:\T#.
SfibhF
_ PWtagial a' tratar d soa saude,
deixa por seus bastantes procuradores nesta cida-
de aos Srs. Jos Faustino daLjrnos, Joaquim Fer-
rtira Ramos e Manoel SoWeA.do^maral.----------
Offerec'e-sa nra criada cuoeiro de boa con-
ducta : quetn preciar diflja-se^a pi.ica da Boa
Vista n. 32. ^______________
Precisase de Oflta preii por altfgael para
veodar qaitaada : na rua Direila n. 83.
__t?recr5a-e de ama ama de leite : rua da
Palma taberna o. 4JL., | t ...______________
Precisase de urna ama seca para o aervico
Victorino Moreira de Souza val a Portugal.
Lnlz Ferro e sua famlila vio para Enropa.
O padre Bonifacio Antonio Pereira. Lomos val
aPortufat,iadoemiaewDpanbia Jote Joaqotro,
Goflcalve*.
Joaupa Baptist Aaevedo Vtappa faasen-"
te), Thereza de Jus Aj vedo, Maria Ange-
lina Aievsao'TAoe F/anClsco Ignaelo li-
nes de Souza, at^aHcam crdlnaoto a,
totas as pessosm oa imlz>ae o oariaosp .
obsequio que rece*eram, assisndp mis*,]
que mandarar celebrar por sattagio da al-
ma de s^DSempre "Cbdrid ,e WtnSrjdoes-
poso, genro, cohdo.e spcio o Sr. Io Fer-
nampes Parate Viiana, qu flieceu era Qai-
xerttdoblm.
- Na ruauo Limmnto o. 10, loja de Fopseca
& Arroda, precisa -se-dei ama ama pava cosinhar.
= Fugio na djadruga'da do dia Udo.corrento o
escravo Severinp,,pardo claro, alio seco do cor-
po, de.ldade de TO a 50 anuos, abello corrido,
barba m lano rala, rosto comprido, teudo um
dos oaos menor que o outro, cansa ser casado pa-
ra as panes do Linueiro com malhar forra da
qul tm Hlhos Je intituta-ise de forro: quem o,
apprehender e levar a ra da Cruz em^asa do sr.
Bruno Alvaro Barbosa da Silva, procurador dos I
herdeiros do tinado Jos Pereira de Araujo, do en-:
geoho Bambarros oa .raa do Imperador n. 43,'
segundo andar, ser generosamente gratMcado.
Mudanza.
Bernardino de Vascoocellos corrfltor feral mu-
don o sen escriptorio da roa do Torres n. 18, para
a roa do TranlcbojjJ^prime'rd andar.
"Nrrua do Imperador n. 7t loja de bahs,
etterno de ama casa de ttequena fafodia, rnas que
slba engommar : a trauma traveseada rita No-
va atraz da matriz de'Santo Entonto'n., sffun-
do andar.
" Tobas Pieri, maestro de p#ao ecaet. mu-
doVsedaroa Notan. 13 paja a roa da Impera-
'trlz n. 40, primeiro aaflar.
Le se no Moni[eur A cleclricltlade fcje tapreguda por loc'.os os
wilicotaCMiHoSvPi"* "al .riwicstiis, inenio pura js 4ne rv^slrm as ouira
ittitoiCa^Se*.
. A eliclridade prodii*a pela rriccao tem uro
.siiiu-1 iorldadc incanMkatU, e a vanlagem de nao
ili- aUaos *k- poder iar.gradiinlapalp toe-.
A causa a mais traf~t>le w*1:" *
rslugiiai;a do sangue ou dos ourros liquido vt-
-.. tifcteiodpv-ie aarcalaai
.iw|iio,cBKarsea^li*. -
.QuaWa e setite aliUH 4*r P* fofa)*'
. i. K. e V>f lB||i\torttoctWww*t, ttrfttf
o linar eiiletoiiaNi n*06, e Uto MH*ia.s
ptica o Mst-to** aoi-aavaie dr--
duiir uio apparelho e'relria. Por Itao rem
.giaeuft 18, da#itiai: .ap)wllatoM>>a>>*vJ, a-f*Bajr
.umiWoTa. cera o qual os doeftles se poderao
,wnn- nsliifort-jsoditayo. Os. nigdico
.que a rem eiiertoeiae, *""*_ I"
. icota aiswsutan-o''-". eaoa*--.
.eorar ol-nsstlt-r>, afaraly si* .
> -raques dos memas, da,Mastaasv srer-
.tekral *+#^m&P&fa ^
sEstamof certos one iree ma rafflaMaswm
eu esc qile prirara grandes serrtdBt. _
s A pedido denAttaspessoas o aiw'dWMIo-
>a wraWec-m depoaRe e sea ppaaWta m
. na a MMim**r**H a av tant astruy
sriMiMMdo QuwUr, n'U. >
Pernmbuco, pttarmacia irauoezi deP.
&^tt&&ttt Maurer4C, tnttm n. 16.





ME.


CALCADO.
45 Hna Direiia 4>
ii-friaeira condico indispensavel coi-
'vacao da sade trazer os ps bem de-
fendidos contra os ataques da humidadu;
calv-ado bou e seguro o anico preservi-
tivo dessas mil eofermidades a que est s>
jeito o nossoe*'*-. Um chnelo velbo cal-
cado por um dandy patoscante, ou urna
botina acalcanhada em peqoenioo pe de en-
cantadora deidade alm de accusar que*
bradeira horripilante, pro?a contra as ficul-
dades intellectuaes dos calcantes, e-nao ha
qnem, tendo bom senso, queira passar por
maluco, od pobre de surrio : ergo, cor-
ram a:
4*RA DIREITA4*.
e attendam a' .barateza.
Homens.
Bor '.eguins parisienses de bezer-
e cordavao...... 8^000
Ditos de Bordeaux .... 7fjK)00
Ditos barcellonezes de lustre e
de porco. ..,'... 60000
Sap toes de Nantes de duas ba-
teras rasas ....... 5#ooo
Sapatos de lona, sola de borra-
cha..... ; 20000
Ditos aveludados..... 1)5600
Dito.-, de tranca bons 10600
Senbons
Borzeguios enfeitados. 50000
Ditos de laco...... 40800
Ditos lisos......, 40500
Sapatos de borracha .... 10^00
Selleiros, corrieiros e segeiros I
Sola de lustre, meios grandes 200000
E um completo sortimento de calcado fa-
bricado no paiz._________________
GAKKAUX DE LA1LHACAR & C.
LIBRAIRIE FRANQAISE
Ra do Crespo n. O.
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ReligiioPbilosophia Jurisprudencia Litteri-
tura Sciencias e artes.
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Na praca da Independencia n. 33, loja Je
onrives. compra-.-e ouro, prata, e pedras preciosas,
e tara bem se faz qualquer obra de encommenda, e
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estabelecida no Rio de Janeiro.
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Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de segaros Fidelida-
de, tomam segaros de navios, mercado-
' rias e predios no sen escriptorio roa da
Crn: n. 1.
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cato sobre o Rio de Janeiro a vista ou a pra-
zo confoime se convencionar.
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AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1889
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ministrado da companhia.
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O Banco tie Hcspanha
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ros sobre*" vtoaPanhl* Ug* Pe, sy9,em* mnta0 todas ** combinacoes de supervivencia dos seg
rarJ?l?ile 8e "V subscripclo de maneira que em nenhum caso mesmo por morte do
segurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
NAT n-? s.uPreheQdeJntes os resultados que produxem as sociedades da ndole deA NACI-
rflrTnmh*J. ? mescao dim"Hlind<> ama terca parte do interesse produiido en recentes liquida-
ra- ^Mdo-o com a mortelidade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia
Safnni jCaloseiit,ulda?5es' em segurados de idade de3aI9annos, urna lmposicao annua.
ae uof produr em effoctivo metlico:
No flm de 3 anuos....... i: 119^300
de 10 *....... 3:9424600
de 18........ 11:2064200
> de 20 >....... 30:2364000
de 25 ....... 80:3314000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospecta e mais informales serio prestadas pelo sub-dirctor nesta provincia,
oaquim Fiuxa de Oliveira, ra daCadeia n..82, ou a Boa-Vista ra da Imperatrii n. 12, estabelcl-
mento dos Srs. Raymundo, Carlos.Leite & Irmao.
Irritado dos pulm6er. angi
ilas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquidao
e todas as innmera*el molestias que afleo
to aos orgSos da respirado
OESAPPARECEH
ediante a acojo da balsmica e irresistivo
ANAGAHUITA
Saques para a Baha, Para e
Hsranho.
Antonio Jos Rodrigues de Souza na ra
do Crespo n. 15, saca a vista ou a prazo
contra a Babia, Para e Maranho,
Samuel Power Jobnston &'Companbit
Ruada Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
Fnndico deLow Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cava I los.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
Arreios d carro para um e dous cavallos,
Relogios de onro patente inglez.
Arados americanos.
Ma. ninas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
r8j*
Joo da Silva Ramos, medico
pela universidale de coimbra, d
, consultas em sua casa das 9 as
j 11 horas da manhaa, e das 4 as 6 |
l da tarde. Visita os doentes em suasl
casas regularmente as horas para
, isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em
qualquer occasiSo. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
manba,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, ainda mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apropriados e nella pratica qualquer
opperacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe..3,5000 diarios.
Segunda dita.... 34500
Terceira dita ..2J000
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons servicos que
tem prestado.
O propnetario espera que elle
continu a merecer a conflanca de
[que sempre tem gozado.
TINTURARA
AO GRANDE S. MAURICIO
PROCESSOS APERFEI^OJLftlOS
PARA
'Fingir. Ilmpar e lustrar a vapor.
F. A. SALIISEi
' 29 Kua 7 de setembro 29
Defronte da roa nova do Oovidor (Rio de Janeiro)
Os propietarios deste estabelecimento, o primeiro no seu geero no Brasil, por
trabalhar com as machinas mais aperfeicoadas para Ungir e lustrar, de que se faz uso n
Europa, e ajudados por alguns dos melbores officiaes de Paris e Lyao, podem assegu-
rar seus fregoezes urna per.fei.ao no trabalho, a qual senao pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
Tingem, lavam, limpam e demofam com a mai r perfeico e brevldade qualquer
qualidade de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem molliar as sedas e as vestimen-
tas de senboras e de homens. '
PEITORAL de KEMP.
a anacahuita mexicana que d o nome es-
pecial este incomparavel remedio, urna
arvore, cuja madera por muto lempo se
ha usado no Tampico para a cura das en-
fermidades cima mencionadas. Foi tam-
bem ensaiada" e approvada pela academia
medica de Berlim O peitoral de Kemp
um xarope delicioso inteiramenle livre de
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
dientes nocivos. ,
A' venda as drogaras de Gaors & Bar-
boza, Bravo & C. e em todos os estabeleci-
mentos pharmaceuticos do imperio.
Deposito geral em Pernamouco roa da
Cruz n.22 em casa de Caros & Barboza
mmmmmmm mmmmmmm
10 Dr. Sarment Eilhol
9z previne aos seos doentts e pessoas de sen 'J^
SK conhecimcnto qoe ?e mudou para a ra ag
B do Imperador u. 19, seguudo aDdar. S
Attencao.
No dia 3 para 4 do correnteraez furlaram do
engenho Limoeiro, freguezia da Eseada, um cavallo
melado com dinas, rauda e ps preto>, naflco de
um dos lados tem o cooro das queixadas prosso,
tem a testa junto a ponta do focinho um tanto pe-
lado, bastante ardego, anda a passo, furta-passo
at meio, e nao tem ferro por ser nascido no mes-
mo eogeDho, est fazeodo a segunda moda : qoem
o trouxer ou der noticia do ladrao reeeber OO^t
de gralificaQo.
Aluga-se o sogondo andar e sotao do
sobrado da ra das Aguas Verdes n. 64,
tem commodos para grande familia : a tra-
tar no primeiro andar da mesma casa ou no
Recfe armazem n. 38 a' na de Apol'o com
Francisco Ribeiro Pinto Guimar3es,
Jeronymo Jos Barbosa e sua mulher D.
Isabel Maria de Jess, convidara aos amigos
do seo entiado e filho Dr. Estevo Beedicto
Franca para assistirem a' nma missa qoe
mandam celebrar, no dia 17 de corrate, as
7 horas da manhaa, na matriz da Boa-Vista
CONTRA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabeleci-
da nesta praca, toma segures martimos so-
bre navios e seus carregamentos, e contra
fogo em edificios, mercaduras e mobilias :
na roa do Vigario n. 4, .pavimento terreo
O Sr. francisco Jos ae Freitas Gui-
mares, queira ttr a btndade deappare-
cer na livraria n. 8 da praca da Indepen-
dencia.
Precisa-se alugar um ccsinheiro ou eos?,
nbeira: na roa da Imperatriz n. 9, segundo andar
Alnga-se
Aluga se a casa terrea da ra do Modego n.
19 : a tratar na roa do Imperador n. 27.1
Preeisa-se alugar quatro escravos qae sejam
possentes para servigo deaixo de coberla, pag.n-
dd-se bem : a tratar no largo da Aisemblea n. 20.
Manoel Duarte Rodrigos, ra do Trapiche
n. 26, saca sobre a cidade do Porto, avista ou a
praso.
1
Saques sobre o Eio de Ja-
neiro.
Saca-se qualquer quanlia sobre a praca do Rio
de Janeiro, a' prazo ou vista: na companhia Per-
nambocana, Forte do Mattoa, escriptorio n. 1.
Precisa-se de um menino de 12~a~16 annos
para caixeiro de um armazem de molbados: na
roa do Imiieradar n. 46.
Precisa-se de urna ama para cas* de pouea
familia : na ra da Concelco n. 6.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
de omn casa de ponca familia : a tratar nabraca
do Corpo Santo n. 17.___________ ^
Engonimn-se \
com asseio, promptiooe preces r*zoaveis : na roa
Augusta no, loja._______
Ca-valho & Nogueira na ra do Apol-
lo n. 2o, sacam sobre Lisboa e Porto, a
vista ou a prazo.
Brincos de cryslal o pnlseiras.
Na loja de ourlvfs no arco da Conceij no Re-
cite, tem os melbores que ha eocastoados em ouro
Precisa se de urna-ama-"que co"zinhe"e en-
gomme para duas pessoas : na roa da Penba n
23, segundo andar.
I CASA DE BAMIOS
g 26--Paleo do Carmo-26
Wt Neste estabelecimento tao importante
S para a saode e asseio do corpo acham-se
K montados 20 banheires, que sao servidos
com a ordem e aceio qoe para dese-
jar-se. Quatro destes banheros sao espe-
cialmente reservados para senhoras e por
| isto acbam-se col locados em lugar reser-
: vado aonde s (em entrada as pessoas de
| urna mesma familia.
Presos de banhas avnlsos.
t 1 banho fri, morno ou de chu-
visco........500
I 1 dito dito de choque.....i JOOO
[ 1 dito de farello.....lfiOOO
t 1 dito aromatizado.....1000
\ 1 dito medicinal ser segundo sua qoa-
: lidade.
\ Preeos por assignalura.
30 banhos por mei fro, morno
ou de ebuvisco.....10C0O
; 25' ditos com candes para omes-
mos........10*000 m
12 ditos com carloes para os
mos........154000 m
12 ditos com carloes de chogue.. 104000 1
12 ditos com candes de farello. 0*000
O estabelecimento estara aberto nos
das otis das 6 horas da manba as 10
da noite, nos das santificados das 5 as
4 da tarde.
ENCANAMENTOS
PARA AGUA
Na roa Nova n. 30 fazemse e concertara-se en-
cnamentos, assim como bombas para agua.
No dia 16 do corrente mez de fevereiroTde-
pois da audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da pri-
meira vara, se bio de arrematar em praca poblica
do dito Sr juiz, urna casa e sitio na estrada do Mon-
leiro, avahada, por 4:500,5, e orna casa terrea na
ra de Horias desta cidade, n. 112, avahada por
3:600,5000, cojas propriedades foram dos tallecidos
Manoel da Silva Ferreira e sua mulher D. Serafina
da Costa Reg e Silva, e vao"a praca para seren
arrematadas por venda a' requenmentj dos ber-
deiros.
TnrasATc-
'ORa do Imperador .
Deposito de joias francezas por atacado.
Casa em Pars e Ra de Janeiro.
Recebem directamente por todo; os paquetes.
C0S1MM
Na ra da Aurora n. 32 precisa-se de
um bom cosinheiro.
A Salsaparilha
1>E AYER.
Para a cura radical de
CASA.
Ama
Precisa-se de nma ama para cozoha, em casa
de homem solteiro: na ma do Vi gario o. 24.
Ama
Precisa-se de nma ama de leite : na roa da
CoDcelef o, sobrado n. 8.
Precisa-se alngar nmiTpreta que soja"boa
nuiandeir;, e engommadelra : na ra de Bartholo-
meo, sobrado n, 69. defronte da casa de detencio.
Precisa se de nm ment para caixeiro de
taberna, seodo Portogoez : no pateo da ribeira de
Santo Antonio n. 21.
, Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro,
mudou-se da ra da Imperatriz n. 40, para
e mesma ra n. 12, efundo andar.
Offerce se urna ama para casa de familia
para todo o servico de p rtas a' dentro : qoem do
seu prettoo precitar dirija-se a ra das Cruzes
P-_*, Qe se dir ijnem .
A abano asslgnada jolga conveniente deela-
rar que nao sa responsabiliza por quaoti? algnma
ou valores de quaesquer objectos qoe em sen no-
me algoem nossa tomar, qoer por emprestlmo,
qoer por compra em qualquer estabelecimento
desta cidade ou a pessoas de saa amizade, e pro-
testa nao pagar ties dbitos, para os quaes nao
concorreo. -FeMppa Joaquina Cavalcanti do Reg
Barros.
Aloga-se, passande a fondicao de Santo Amaro,
o andar terreo em frente aos ps de arvores, com
bellas acommodacSes para familia e jardim ao
lado; a chave no sobrado, e para tratar na fundi-
cao da Aorora, das 9 horas era dlante.
JVeelsa-fe de um caixeiro para taberna que
tenha pratica della e de fiador a sua condncla : a
tratar na ra de S. Jos n. i.
Precisa-se de urna ama para engommar e co-
z nhar para Casa de ponca familia : na rna do
Hospicio n. 62.
Pbipps Brothers di C. fazem sciente a esta
praca que tem dado procuraclo bastante aos Srs.
Ernest W. Landon e William Tatean, aos qoaes
concedum todos os poderes para assignarem ambos
juntos todas as transacedes da casa commercial dos
annonclantes, seja qual for a natoreza deltas; oo-
tro sim qoe por eropedimento de algum dos men-
cionados ^procuradores, para asslgnar qualquer
transsaccao flea encarregado o Sr. George Alfred
Bradley para assigoar em lugar do pr^urador em-
pedido.
Pedro de Almeida Guimares oo tendo tem-
po de possoalmeote despedir-se de algons de seus
amigos pela rapidez de sus viagem assim o per-
miiiir, vem faze-lo por meio do presente, e pedir-
Ibes desculpa de sua falta involuntaria, eflorecen-
do-Ibes seu diminuto presumo na cidade de Lisboa,
onde pretende demorar-se por algara tempo. O
mesmo, llorante sua ausencia, deia pir seus pro-
curadores nesta praca aos Srs Jos Joaquim Gon-
palves Barros, Jos Martins de Castro, seu caixei-
ro Ernesto Adolpho ti. Saldanha, e solicitador de
seus negocios jodiciaes o Sr. Carlos Francisco Soa-
res de Bnto.
Arrenda-se om sitio no principio da estrada
do Arrait.l, com grande casa de viveada e com
muitos cemmodos, oda varzea de capim, bem plan-1
tado de mandioca, e tem aviamentos para fazer
farlnba, lera toda a quaiidade de frui'teiras, e mu
conveniente por ser mu perto do Parnameirim, e {
por consequencia da linba frrea que vamos ter :
quera o pretender, ou por arrendamento ou mesmo'
por eoopra, dirija-se a rna larga do Rosarlo, sobrado'
o. 22, qo achira com quem tratar.
Deseja-se fallar com o Sr. major Felippe Du-
arte Pereira ; na ra do Queimado, loja u. 14.
KVKMei'i*;
Os abano assigoados continuara cora jM
seu escriptorio de advocada rna do 3
Imperador n. 41, primeiro andar, onde IR
podem ser procurados das 10 horas da ks
manhaa as 3 da tarde.
Alvaro Caminha Tavares da Silva SK
Dr. Joao Thome da Silva. mm
- O Dr. Joaquim Jos de Campos, tendo ne
cessidade de ausentar-se desta cidade* por alguns
dias, previne a seus clientes que tica encarregado
| de soas cansas o Sr. Dr. Jacintbo Pereira do Reg,
i o qnal pode ser procurado todos os dias otis,
menos as qoinlas-feiras, no esc iplorio do mesmo
Dr. Campos, no sobrado n. 2 do pateo de Pedro II
Escroftu, ulcera, chagaa, ter-
ida velhas, molestia syphil-
itica, e mercuriae, En/enni-
dades das mulheres, como re-
tenoio, menatro doloroso, olcer-
aeio do tero, e flore branca.
A Nevralgia, Convnl8e, Ery-
aipela, Enfermidades Cutneas,
borbulhas, nascidas, etc.
O extracto rmpanlo de SALSAPARILHA, confeccion-
ado pelo Dn. AYEK, urna combinacio do melbores depura-
tivos e alterantes conhecidos i medicina; composto segundo
s Icis da selencia, approvado e receitado pelos primeiros
mdicos dos Estados Unidos, da America do Sol, do Mxico,
das Indias e dos principar* Estados dn Europa.
A SALSAPARILHA de AYER e especialmente efflcaz na
cura das molestias que tem sua origen, na escrfula na
infeccio venrea, no uso excessivo do mercurio ou em qualquer
impureza do Sangue.
Entre todas as molestias qoe affllgem o genero humano, nio
ha nma mais universal e terrivel do que a escrfula; por si
nio tio destructiva, porem a causa principal de multa en-
fermidades que nao lhc sao geralmente attrlbnldas.
urna causa directa da tsica pulmonar do mal do
figado, c estomago, affotcoes do cerebro, Hticumatlsmo
e affeeces dos Rtiu: entre seos symptomas ha os egulntes;
Falta de apetito, Fraqueai e moleza em todo corpo; Mo
chelro da boca, semblante pulido e-fnchado, s vezes d'uma
alvura transparente, outras veze corado e amarcllo ao redor
da boca; Digestao fraca e apeto irregular; Ventre inchado
e evacuaco irregular; Qnando ataca os pulmoes urna edr
azulada mostra-sc a roda dos olhos, qunado no estomago
sao avermelha dos, as peasoa de dfsposicio escrofulosa
apparecem frequentemente erupgies na pelle da cabcca e outras
partes do corpo; sao predispfistas s affecc&et dos pnlmte, do
figado, dos rii e dos orgios digestivos e uterinos. Portante,
nao sao jmente aqueUcs que padecem das formas ulcerosas
e tuberculosas da escrfula qne necessilam de proleccio
contra o sens estragos ; todos aquellos cm cujo sangue existe
o virus latente deste terrivel flagello (e s vezes i hereditario),
esto expostos tambera a toflrer das ennrmidadas que elle
i causa.
Oflerecemo8 n estas pesson um abrigo seguro e um antl-
aoto emcaz contra esta molestia c suas consequencia, na
Salsaparilha de Ayer
que opera directamente sobre o sangue, purificando o e ex-
pulsando delle a Mrrupcao c o veneno da molestia: penetra
todas as partes c todos os oreaos tio corpo humano, llvrando-
ob da sua ac?ao viciada e insplraudo-lhes novo vigor. E1 um
alterante poderosiasimo para a ronovicio do sangue, e d ao
corpo ja enflaquecido pela tioeuca forca e energiaenovadas
1.
Ama.
na raa da Cadeia do Recife o. 50 precisa-se de
urna ama para cozinhar.
Ana de le te.
Precisa-se de urna ama de leite: na ra
do Queimado por cima da loja de cera.
Albino Baptista da Rocha, relo-
joeiro e dourador porlugu-z, na
praca da Independencia n. 12. faz
qualquer concert pertencente a
sua arte mais barato do qoe ontro
qualquer e responsabilisa-se ie!o
-'seu trabalbo, assim como tambera
compra relogios em segunda mo e obras de ooro.
mmmmmmmmmmmmmm
DEPOSITO DE CALCADO
m FAR1CAD0 NA CASA DE DETENC0 H
M Roa Nova a. I.
H Ahi se encontrara obras de di-
| versas qualidades, e por preco mai
| diminutos, a retalbo e em porcies.
I S se vende a dinheiro. h^
MMXai
Precisa-se alugar urna escrava que saiba co
xinbar, engommar e /azer o mais arrabio de nina
casa de pouca familiar m roa do Aragio o. 12,
fabrica de'charutos.
como as da Juventude.
TAMBEM O MBBOIt ASTI-SY^HIUTICO
COXHRCIDO ;
cura permanenmentc as peiores formas de SYPHILI8 e as
suas oonsequenclns. Pouca necessidade ha de Informar o pub-
lico do inestlmavel valor de um remedio que, como cate, Uvra
o saugue dessa corrupeo e arrebata a victima das garras de '
urna morte lenta e Ignominiosa, porejn Inevitavel se o mal '
nao logo combatido com energa.
Nao pretendemos promulgar, nem queremos que se infira
que este remedio infalivel para a cura de todos os padeci-
xnentos humanos, o que dizemos que a
Salsaparillia de Ayer
HxmeOor prenaracio at boje descoberta para estas e outras
molestia anaJogM, que urna combinacio dos alterantes
mais efcazes conhecidos, c que temos coosiencla de offn
ao publico o mcllior resultado que ,
Utelligencia e pericia medios dos nosaos tempos
Ivel produzir
recer
, da
REMEDIO DE AYER PARA SEZOES
Infalivel as febres iatermittente, remittentea,
Febres Biliosa* e torcas, mal do figado, in-
cremento do baco, cegueira. Dr noa
ouvidos e palpitace, qnando
ao causado pelaa
FEBRES INTERMIITNTES, O REMUTENTES.
As preparacoes de Dr. Atxr sao vendida em todas a
Botica e Drogaras do Imperio.
Vende-se em Pernambaco:
na
|PHARMACIE FRANQAISE $
pai:RMAURT;RaC,r l
, RA NOVA
(
'
Pernambuco, ra Nova n. 18 pharmacia fra ceza de
P. MAURER i C.
PERFUMERA da casa oger
Boulevart Sebastopol, 56, I*ariz.
Des medalhas, a condecoraco da Legin
d'honneur e a grande reputacao que tem lhe
dado o publico, taes sao as recompensas que os
servicos prestados a industria merecerao a
esta importante casa desde sua fundacao em
1804.
N'um sortimento de mais de 500 artigos,
as pessoas elegantes escolherao os seguintes:
ROSEE DU PARADIS, extracto superfino
para lenco.
POMMADA CEPHALIQUE contra a cal-
vicia.
AGUA VERBENA para o.toucador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE PLANTAS HYGIENICAS.
TINTURA VIRGINALE de beiioiin.
ROSEE DE LYS. verdadeira agua de
Jouvencio. .
CREME LABIALE de sueco de Rosas.
POMMADA VELOURS para amaciar a
pelle.
ELIXIR ODONTOPHILE.
SABAO dedicado as damas americanas.
SABAO de bouquet de Franca.
d>
d
d*
d*
d
d
d
d-
d
d*
de flores de alcea rosea.
de flores printanires.
de bouquet do outono.
de perfumes exticos.
aurora, dedicado aos dedos cor de
rosa,
de flores das montanhas.
de cheiro de foins nouveaux.
de blnets rhcrosos.
de allhe?. balsmica.
diap;, caixa rica, fantesia pari-
sieuce. .
IjrJrJrJrJrJrJnlt-JrJr-Jr-Jn
Preeisa-se de orna pessoa para entrar de so
ci em urna taberna : a tratar na ra d i Hospicio
u. 28.
|s Jos Gomes Villar
AVISO AS VENDAS
Na fabrica de vinagre a' roa Imperial
,a.l, prximo a estaco do camniho de
aferr vende-re vinagre tinto^superior em
1 qnalidade a oolro qoalquer e por preco
mdico, asfim como branco e incolor.
Ama,
Precisa-se de urna ama forra ou escrava que
saiba cozinhar a engommar : na ra Ja Imperatrii
nBawro4.
M com loja na ra do Crespo n. (7,
jfi convida aos seos devedores do ma- '
lo e desta praca a pagaremeus d-
bitos quanto antes, prinapaimente
os qne j devem a mais de seis me-
Ti Aloa-sebf'Jidar o grande sotio da casa
n. 31 da ra da Sema la Yelda, a a segunda i *
da iiba do Retiro. teira do rw, por co
preeo : a tratar na ra da Senzala Ntrvvl
cod. 4.
I

mttU
lari
asa-





DUrlo te reraanbaco -*eita felra ce Fercreiro de 1866. -
I
4 SALSA PARRILHA DE AYER
PARA A CURA RADICAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, cbagas, feridas ve-
Ihas, bronchocele, papo ou papeira, a syphilis, efermidades venerias ou mer-
curiaea.
AS MOLESTIAS DAS MULHERES
retencSo, menstro doloroso, ulceracoes do tero, flores brancas, ete., rilcera-
pSo, debilidade, expoliacSo dos osos, a nevralgia e coavuteoes epitepticas
quando causadas pela escrfula.
ERYSIPELAS ERPES; ETC.
Efermidades cutneas, erupco, borbulhas, pstulas,
nascidas, etc.
CASA DA FORT
Ao 6:000,11000.
" Bilhetes garantidos.
A' RA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO GOSTUME
O abaixoassignado vendeu nos seas amito fell-
aos bUhetes garantidos da lotera qae se acbou
de tttrahir, a benecio da matriz d i Pao d'Alho,
os seguales premios:
j- dous quintos cora a-sotte de ,6:000$.
N-937 um meio cora a S>rt8de 1:200*.
N. 8837 doas qnintos com a sorte de 500*.
N. U03 doas quintos com a sorte de 200*
B outras mnitas sortes de 100*. 40*. e 20$.
Ospossaidores podem vlrreceber ses respec-
tivos premios sernos descontos da leisnaCasa
da Fortuna rna de Crespo n. 23.
Achara-se a venda os da 2* parte da 5* lotera
(48) a beneficio da igreja de N. S. do Rosario
da fregoezia da Boa-Vista, qae se extrahir se
O extracto composto de salsa parrlha, con'eccionado pelo Dr. Ayer, urna gQDda eira i9 do corrne"'e:
conibinac3o dos melhores depurativos e alterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado e receitado pelos primen os mdicos dos
Esbidos-Umdos da America do Sul e Central, das Antilbas, do Mxico e das indias, e
mutas outraa partes do mundo : o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de
experiencias feitas pessoalmeate pelo Dr. Ayer, por muilos annos, nos principaes hos-
pital e enfermaras da America; tcm sido approvado pelas academias de medicina e
juntas de hygienne das principaes capitaes da America do Norte; para prova disto vede
os attestados authenticos no Almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes se dis-
tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
A SALSA PARILHA DE AYER
Especialmente efflcaz na cura das molestias que ten sua orlgem
na eserofula, na Infecco venrea, no uso
excesslvo do mercurio ou qualquer Impureza do sangue.
A molestia ou ifeccSo peculiar,'conhecida pelo nome de escrfula, um dos ma-
les mais prevalecentes e unversaes que ha emtoda a extensa lista das efermidades que
atacam a nossa raca; disse um celebre escriptor da medicina que < mais de urna terca
parte de todos aquelles que morrem antes da velhice sao victimas, ou directa ou indireo!
tamente de escrfula; por isso s nao lao destructiva, porm a principal causa de
murtas outras efermidades que nao Ihe sao geralmente attribuidas.
urna causa directa da tsica pulmonar, das molestias do figado, do estomago
e afleccoes do cerebro; entre seus numerosos symptomas acbam-se os seguintes: falta
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvura transparente e outras
vezes cora "o e amarellento irregulr, fraqueza e mol'.eza nos msculos ao redor da boc-
ea; digestao fraca e appettite, falta de energia; ventre enchado e evacuacao irregular;
qoando o mal tem seu assento sobre os pulmoes urna cor azulada mostra-se em roda dos
olbos; quando ataca os orgSos d'gestivs, os olhos tornam-se avermelbados; obali-
to ftido, a lin.ua carregada; dores decabeca, tonteiras, etc. as pessoas dedisposi-
C do corpo ; s5o predispostas s affecces dos pulroes, do figado, dos rins, dos orgos
digestivos e uterinos. Portanto, nao sito smente aquelles que padecem das formas ul-
cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam de proleccao contra os seus estragos;
todos aquelles em cujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagello (e s vezes
hereditario), esto expostos tambem a soffrer das efermidades que elle causa, que sao:
A tsica, ulceraces de figado, do estomago e dos rins; erupcoes e efermidades
eruptivas da cutis, rosa ou erysjpela, borbulbas, pustolas, nascidas, tumores, rhuma,
carbnculos, ulceras e cbagas, rheumatismo, dores nos ossos, as costas e na cabeca,
debilidades femminas, flores brancas causadas pela ulceracao interior, e efermidades
uterinas, hydropesia, indigesto, enfraquecimento e debilidade geral.
Offerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um antidoto efficaz contra esta-
molestia e suas consequencias na
SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre o sangue, purificando-o e expulsando delle a corrupeo e o
veneno da molestia ; penetra todas as partes e todos os orges do corpo humano, livran-
do-05 da sua aeco viciada e inspirando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo
"para a renovacao do sangue, e d ao corpo j enflaquecido pela doenca, forjas e ener-
gas renovadas como as da joventude.
E tambem o melhor anty-syphilitico conhecido
cura permanentemente as peiores formas de syphilis e as suas consequencias. Pouca
necessidade ha de informar o publico do inestimavel valor de um remedio que, como
este, livra o sangue desta corrupcao e arrebata a victima das garras de urna morte lenta
e ignominiosa, porm inevitavel. se o mal nao logo combatido com energa.
E um poderosissimo alterante para a renovacSo do sangue e para dar nova for-
Ca ao corpo j enfraquecido pela doenca. "v
Sentbs composto de productos vegetaes, esle medicamento innocente eaomes-
mo tempo efflcaz, um facto de immensa importancia para aquelles que o toruam ; por-
que tnuitos dos remedios alterantes offerectdos ao publico tem por base o mercurio ou o
arsnico; e sendo assim, bem que s vezes podem effectuar curas, comtudo deixam suas
victimas carregadas de urna onga serie de malqs, muilas vezes peior do que o mal ori-
ginal. A nica cousa riecessaria para obter urna cura radical seguir com juizo e cons-
alncia as diiecces que acompanham cada frasco.
Nao pretendemos promulgar, oem queremos que se infira que esta composico a
um remedio infallivel para a cura de todos os padecimentos humanos; infelizmente
escrfula e a syphilis sao efermidades tao sulis as suas naiumas, e arreigam-se t3o
firmemente no systema, que muitas vezes evadem e resistero aos remedios mais pode-
rosos que a sciencia humana pode inventar para combate las: o que dizemos que o
Extracto composto de salsa parrlha de Ayer
a melhor preparado at hoje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que
urna combinar;'o dos alterantes mais efficazes conhecidos, e que esta combinado tem sido,
regulada por longas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos consciencia deof-
ferecer ao publico o raellior resultado que possivel produzir, da inteligencia e pericia
medica dos nossos lempos.
Este remedio deve ser tomado com systema e regularidade, e n3o com abandono,
pois um remedio e nao bebida.
Quando as molestias do figado nao tem sua origem na escrfula, o remedio
mais proprio as pilulas catharticas de Ayer, que sao efficazes na cura da molestia, que
tem por causa um desarranjo dos orgaos digestivos. Pedi a salsa parrilha de Ayer e
nao aceitai outra preparaco.
Par
PRECO.
Bilhetes.....6,5000
Meios......3*000
Quintos.....1*200
ai pessoas que compraren! de 1000001
para cima.
Bilhetes.....5*500
Meios.....i 2*750
Qnintos.....1*100
Manobl Mastn s Fiuza.
Tasso Irmos
Venden io leo armazem ra de
Amerim n. 35t
em botijas e meias botijas.
Licor fin
Licores
s sor
vldro e em lindos frasco
Vinhoseneres.
Santernes.
Ghambertin.
UermU*ge.
Borgonhe.
Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordeanx.
Cognac.
Od Ton.
-P*ezei lagniol.
em garrafas con rolhas de
COMPRAS
Compri-se onro, prata e pedras preciosas,
em obras veihas: na rna da Cadeia do Recite,
cja de oorives no arco da ConceicSo.
Comprase carosso (sement) de alfrodao : no
armazem de algodo de Sannders Brothers & C.
no caes de Anollo.
Compra-se urna casa terrea em qual-
quer urna aas ras desta cidade, e que nao
seja em trjyissa: a tratar na tua de licitas
casa do fallecido Loureiro.____________
* Compra-se un escravo que seja moco, sadio
e sem vicio : na rna larga do Rosario n 34, bo-
tica.
Cofre.
Comprase ura cofre em segunda mao : no ar-
mazem da^bolla amarella no oito da secretaria
da polica.
Cobre, latSo e chumbo.
Compra-se cobre, lalo e chombo : no armazem
da bola amarella no oitao da secretaria da polica.
Compra se um escravo peca : na rua~do
Crespo n. 17.
Ouro-e prata.
Em obras veihas : connpra-se na praca da ln
dependencio n. 22_ioja de bilhetes.
Vestidos
Peehlneha sem Igual.
Chegon a loja de Paredes Porto um bonito sor
tmenlo de vestidos de tartalata do rores e branca,
gue serve para partidas por ser urna pbantisia Id
teiramente de gpsto pelo barato prego de {, t
brancos a 4^600, esto acabando-se : no aromen:
da porta larga ra da Imperatriz n. 52. junto a pa
dara franceza. ^,
Cortinados.
Cbegou a loja de Paredes Porto um completo
sortimento de cortinados ricamente bordados a
preco de 25*. 35* e 48* : na -roa da Imperatri:
n. 52, porta larga junto a padaria franceza.
Ricas romeiras.
Paredes Perto receben pele ultimo paquete nm
sortimtnto de romeira de gnipore preas e de fll(
a prego commodo : na ra da Imperatriz n. 8i
porta larga junto a padaria franceza.
Graitdepechincha.
Cortes de laa escoceza entestada para vestido
tazenda de 800 rs.j est se vendendo a 280 e 300
rs. o covado : na rna da Imperatriz n. 52, loja da
porta larga.
GUINDE EmBELMUESTO
po
Ra
iKl
VENDAS
F0LHI\HAS
PARA 1866.
Acabam de sabir luz as folbinbas de
algibeira e de porta para o atino de 18(36, o
mais correctas possivel tanto no calculo das
las e eclipses, como as diversas fesias
que a igreja celebra; vendem-se nicamen-
te na livraria da praca da Independencia,
160 ris as de porta e 320 ris as de algi-
beira.
Cortes de laa escocesa para vestido a 3* o cor-
te : na rna aa Imperatriz n. 82. loja da porta lar-
ga, jnnto a padaria franceza, estao se acabando.
Chales de renda
Paredes Porto, na rna da Imperatriz n. 52, porta
larga, vende chales de renda de corea com peque-
o toque de mofo, a 31800 e 4*, fazenda de 10J
e 12*000. ^
120
Para roapaa de eseravos.
Paredes Porto tem para vender chita azol e ris-
cado proprio para o fim cima a 120 rs. o covado,
urna grande pechinchage esta' se acabando : na
ra da Imperatriz n. 52 porta larga junto a pada-
ria franceza.
Grande pechincha.
Paredes Porto esta' vendendo riscado francez a
200 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 82 ar-
mazem da porta larga janto a padaria franceza.
Para luto.
L5as pretas com salpicas brancos a 400 e 800
rs. o covado : na roa da Imperatriz n. 52 junto a
padaria franceza armazem da porta larga.
1$400
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol de panno a 1*400 e
urna grande pechincha s para acabar : na ra da
Imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pare-
des Porto.
A
1#500.
Vende-se uru bom
lino na ultima casa.
escravo : na ra do Des-
da Imperatriz, \. 60
DE
GAMA & SILVA. f|
LOJA E ARMAZBM DE FAZENDAS-
endo os propri'itaiios J-te grande eiabeleci-
raenio kilo um grande ahatn.-i M em mulls de
as fazenda?, pela ceras,> do bataneo que derain
no ultimo de dezembro de 1865, reolveram vender
mnilo mais barato do que costumam atim de rada
vez mais agradarem aos seus lu nerosos fregu
es ; por lamo Ibes offerwem un avulado sorti-
roento de fazendas franceza?, ioglezas, as quaes
vendero mais barato do que em outra qnalquer
'arte, comprometiendo se a mandar levar qualquer
enda em casa dos fregutzes que nao poderem
vir a loja, ou a darem as amostras, deixando Gcar
o penkor, assim como convidam as pessoas, qne
negoclam em menor escala que nesie grande esta-
beleeimento encontraro nm grande soitiraento
tanto a retalho como por atacado, vendendo-seihe
apenas pelos preces que compram Das casas ingle-
zas, sendo com o'dinheiro a' viita.
Pechincha a 30OGO e S05OO
AS MELPOMENES DO PAVAO.
Vendem-se bonitos coites de melpomene para
vestidos de senhocas, sendo dos padres mais mo-
dernos pelo baralissimo preco de 3*000 cada um.
Ditos de indiana, U-ndo oito e mcia varas, pelo
baralissimo prego de 2*500 rs. ,
Islo para acabar na le ja do Pavio, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
s toa lias de li horioPavo.
Vend-m-s? superiores toalhas de linhos rara
rosto pelo baraiUsimo puco de 7*500 a duzia ou
a 640 cada urna.
Guardaoapos de linho adamascado para rrea a
2*800 a duzia ou a 240 rs. cada um.
Superior atoalhado de linho com oito palmos de
largura sendo branco e pardo, e vende-se mais ba-
rato do que em outro parte, na lojs do P,ivo Da ra
da Imperatriz n. 60 de Gama & ;iva.
Os corpinhos ae seda pretos do Pav3o.
Vendem-se os mais ricos corpinhos de seda pre-
tos, ricamente entenados, pelo barato prego de 12*
cada um : na ioa do Pavo na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Corles de cotim para calcas
a 1*120 s o Pavio.
Vendem-se superiores coi tes de cotim, fazenda
muito encorpada para raleas e paiitols, tendo pa-
drSes esenros e alegres; e vende-se pelo barato
prego de 1*120 rs. o corte de calca ou a 320 rs. o
covado, sendo esta fazenda grande pechincha pelo
prego.
Bnm pardo entragado a 700 e 800 rs. a vara.
Dito liso multo encorpado a 640 e 700 rs. a vara.
Dilo branco entrangado a 1*280 rs., islo pe-
chincha na loja e armazem do Pavo ua ra da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os cortes de cambraia branco bordados na
loja dj Pavo.
Vendem-se os mais ricos cortes de cambraia ri-
camente bordados com barras e babadas a 20* ca-
da um : na loja e armazem do Pavo na ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Ucob vestidos a 80COO rs.
pechincha admirare!.
S o Pavio recebeu pelo uitimo vapor francez
nm grande sorlimenlo dos mais ricos corles de
vestidos transparentes com lindas barras e enfeites
de seda, sendo estes vestidos muito proprios para
baile e passeio?, e vendem-se pelo baralissimo
prego de 8*000 rs. cada um, na loja do Pavo na
rna da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Cortes de chita a 2000
S NO POVO.
Vendem-se corles de chitas iugiezas com dez co-
vados a 2*.
Ditos cora onze covados a 2*200.
Ditos com doze covados a 2*400.
Ditos de chita franceza com dez covados a
Cortes de cambraia com palmas na leja do
Pa?So
VeBdemsecortes de cambraia braDca com pal-
mas, senda fazenda fljnftj boa, (telo baratlsslmo
prego de 2*500 para acabar : na loja e armazem
do Pavio na ra da Imperaniz n. 60, de Gama &
Silva.
I fo* bramos a *#0OO res a
Vndeme iercs brafen* fazenda muito^boa
pelo rr.iifsiii,.> i,-ero de ->, a duzia, D.los'com
barra de (r l2*fflD istn pa.a acabar na loja do
Pvao na ra da linptratr n. 60 de Gama & Sil-
Vir.
GRJDE PECHINCHA.'
(.asnillas a 120 rs. n* loja do Pavo.
Vende-se lasinhas pretas proprias para luto sen-
do boa fazenda a 120 rs. o covado. Dilas muito
finas de. qoadrinhos a 480 e 320 rs., dilas enfe.-ta-
das a 400 rs., ditas mathizadas a 320 rs., ditas
transparentes com palma de sedas 400 rs., dilas li-
zas e com salplcos a 500 n., para acabar Da lja e
armazem do Pavo na ra da Imperatriz n. 60. de
Gama & Silva.
Poupelinas modernissimas a 400 e 500 rs.
o covado na loja do Pavio. .
Vendtm-se ponpehn muilo finas sendo fazenda
muiio moderna de quadnnhos e liza vendendo-se
pelos L-uaios pregos de 400 e 500 rs. o covado na
loja. d Pavo na ra da Imperatriz n. 60 de Gama
a Silva.
Cirosdenaples pretos do Pavo.
VtDdem-se superiores grosdenaples preuw pelos
Laratissimos pregos de l*o00, 1*600, 1*800 e 2*
o covado, sendo fazenda muio boa, s para ac
bar : na loja e ara azem do Pavo, ra da Impe-
ran iz o. 60, de Gama & Silva.
Bramante de Hubo do Pavo.
Vt-nde-se superior bramante de linho com 10
palmos de largura, proprios para lenges, pelos
baratissimos pregos de ?* e 2*600 a vara, assim
como panno de linho muilo lluo pelos baratissimos
prego de 64'J, 700 e 800 r?. a vara : na luj* e ar-
mazem do PavSo, ra da Impe ainz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As rassis do pavo.
Vendem se cassas muito 'uperiores com lindos
padioes, pelos baralos pregos de 300 e 320 is. o
covado, dius muiio linas a 360 rs. para acabar :
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Cambraias lisas do Pari.
Vendem se pegas ae cambraia lisa muito supe-
rior, pelo barato preco de 3*200 e 3*500 pega,
ditas muilo finas a o*, 6* 7* e 8* : na loja e
armazem do Pavo, ma da Imperatriz n. 60, de
Gama ft Silva.
PECHINCHA !
a 2fJO0O, para caifas, so o Pavio.
Vendrm te superiores rrtts de meia case mira
com msela de seda a ?*, ditas Garihaldinas a
2*800, ditas escoras a 2*8u0, ou a 1*600 o cova-
do : na luja e armazem do Pavo, ra da Impera-
triz u. 60, de Gama & Silva.
PKNTE.VDORES
ou roupoas de cambraia bordados proprios
iara as senho-as vestirem de manliia.
tiepou esta novidade paia a loja do Pavo,
mnilo lindos e do melho- goslo al hujf, pur pre-
gos muilo razoaveis : na- loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vendem-se
v. r cm-se pegas de tranga preta para enfeites
<*' ,-udos, sootembarques, capas de senhora a
;tiO0 com 10 varas, urna grande pechincha : na i,
iua da Imperatriz n 52 junto a padaria franceza. *i^*^J!!ft&ft PaVa
' v i na rna da Imperatriz n. 60 de Cama & Silva.
machinas americanas de serrote para descarogar
algodo : na rna da Senzala nova n. 42.
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CHEGAUAH
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Va roa do Qocimado u. 40
C/2
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Pernambuco, ra Nova n. 48, pharmacia francezade P. Maurer 4 C.
VENDE-SE
\o armazem de n. .i. Ramos e Silva & Cieuro. roa do viga rio
n. (i, eoostaatemente, ossegalutes artigos, que
recehem por encommeada proprla de
:\EW-YOBH.
Legitima salsa parrilha de Bristol, preparada por Lanman & Kemp.
Verdadeira agua Florida, preparada pelos mesrnos.
Gaz em latas de cinco gales, o mais purificado que se pode desejar da acredi-
tada marca F. W. D. & C.
bel' gios perfei'os reguladores, com corda de qaatro a oito dias, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch.
Graixa em latas grandes* da bem conhecida marca las. S. Masn (di} Philadel-
paia).
Superior oleo para machinas de costura.
A gu1 has para as mesntas.
Bren em bar. icas grandes e pequeas.
Venae-se tambera:
BORDEA! Y
1." qaalidade.
[St. Estephe.
St. Julien.
C. Margaux.
C. Lafltte.
i Medoc.
PORTO
Ia qaalidade.
Vnbo fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinlto do Rheno.
Cera de Lisboa em velas e em grume.
Principe Real.
Pedro V.
Maria Pit..
Princeza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
Duque. *
Malvazia.
RA M CADEIA N< 5G A
Contioua a ter grande e eompleto sortimento de
Machinas americanas para-descarogar algodo
do melhores fabricantes de 10, H, 14, 16, 18.10, 2o, 30 e 35 serrotes que as'vende por prigo resn-
mido, em coniieqoencia de ltimamente as ter recebido de conta propria dos Estados-Unidos.
Silva A Alves, ra da Cadeia n. 56, avisara aos
Srs. agricultores, que ebegaram as machinas ame-
ricanas de serrote para descaragar algodo que
vendem a prego commodo.
Pbosphoros do gaz a 2*000 a
groza.
Chegaram os bem conhecidos palitos do gaz e
vende-se por prego commodo : na ra da Cadeia
do R cife n. 56 A, loja das machinas.
Falitos de fogo a 1$500 a
groza.
Chegarai) os excedentes palitos de fogo e ven-
de-se pelo barato prego de l500 a groza : na. ra
da Cadeia do Recite n. 56 A, loja das machinas.
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Fazendas para a quaresma.
No armazem da porta larga, roa da Imperatriz,
grosdenaple prelo a 1*400, 1*600, 1*800, 2*
2*500, moreaotique preto de diversas qualidades,
os mais ricos chales de renda pretos, e retondass
com muita roda, fazenda da oltima moda no mer
cado : do armazem da porta larga n. 52, na roa
da Imperatriz. ________
Pechincha admiravel
Lazinhas de qoadrinhos qu parece seda a 240
rs.. o covado, nma grande pechincha, est se aca-
bando : na loja n. 52, armazem da porta larga de
Paredes Porlo.
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' Os chales pretos de renda do Pavo a S-jOOO rs.
Vendem-se os mais ricos chales prel com quairo ponas, senda mullo grandes pelo ba-
, ratissimo prego de 8*. I para horaem e senhora,
Ditos de guepure a 15*, 18*, 20*, 23*. pelo ultimo vapor, ludo
Retondas de dito 10*.
Manteletes de renda, lazenda muilo supeiior a
15*000.
Capas e sauthambarqnes de grosdenaples bor-
] dados, fazenda inteiramente nova, por pregos mais
baratos que em outra qualquer parte.
Isto na loja armazem do Pavo na ra da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende o Pavo.
Setim da China com 6 palmos de largura, fazen-
da preta para luto, propria para vestidos e roopas
para humens, sendo esta nova fazenda sem lusiro e
' de muito boa qualidade, garantindo-se n-i licar
rossa rom o tempo e vende-se pelo barato prego de
2* e 2*500 o covado, assim como neste estabHeci-
mento tem nm grande sortimento de todas as fa-
zendas pretas como sejam cassas e chitas pretas,
: las tapadas e transparentes, princezas, alpa-As,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Patio na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cortes de laazinha de cor, bonitos goslos, com
15 covados a 3*600.
Cassasortiandjs de cores, covade a 240, pegas
de algodaozinho largo com 17 varas a 4*.
Ditas de dilo com 17 vara,, muito encorpado,
com pequeo defeito, a 4*500.
Grosdenaple preto muito superior, covado 2$.
Dito dito a 1*600.
Hetondas de renda preta a 10*.
Chales de renda preta a 8*.
LatUijlas.
A loja da Aurora, na ra larga do Rosario n. 38,
receben sortimento de lantljolas mnilo delicadas e
propiias para qualquer enfeite, assim eomo tam-
bera receben lavas de Jouvin rTiras e d** "res
muito l i -a*, che;., las
fsto na loj i la Auroia,
Acaba de ebegar impressa para piano esla linda
e desejada quadrilha extrabida da opereta cmica
Os ba.Ses do PavSo.
Vendem-se superiores baldes de mugulina com
muita roda a 5*., ditos crinolines com 35 arcos a
1 3*500, ditos com 20 e 25 a 3*, ditos para meni-
nas, sendo brancos e encarnados a 2* e 2*500 :
i na loja do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Oschales do pavo a 2ooo e 25oo rs.
Vendem-se chales de merino estampados a 2*
e 2*500 cada nm.
Ditos de merm liso a 3*500.
Ditos estampados de crepon a 6*, 7*, e 8*000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 14*.
Na loja e armazem do Pava o na roa da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
- Vende-se nm sitio com boa casa de vivenda,, ^ romKr, ,
e mus quairo casas meno es no luga, de Tigipi : d e rjffeobak, pelo director e regente da orebestra ^ara&raias de rorro a iqqqq e 2$ na ioja
a tratar na ra larga do Rosario n. 10.
.Azeite de carrapato
Vende-so azeite de carrapato sem mistora, em
barris de tergos e quintos, por menos qne em outra
qualquer parle : no caes do Ramos n. 16.
Vende-se urna escrava pega, crioula, de ida-
de 20 annos, com boas habilidades e boa conduc-
ta, um escravo peca de idade 20 annos, nm mui
lindo raoieqne de idade 13 annos : na travessa do
Carran. 1. ^_
Vende-se cerveja Bass, prirneira qualidade :
na ra da Trapiche n. 14, Io andar
do theatro de Santa Isabel, Colas Ulna.
A' venda em casa do Sr. Dumont na ra Nova,
armazem de msica. Cada eiemplar 1*500.
Vndem-se garrafas e botijas vasias e lava
das : na rna da Soledade n. 38.
Vendem-se doas pequeas casas terreas, ama
sita na povoago do Montelro, e outra no bairro do
Recife : quem as qmzer comprar dirija-se a' rna
da Imperatriz, sobrado n. 51, 3 andar.
Vndese um molatinho de 13 annos,
nita figura, serve para nm bonito pagera :
do Quelmado n. 34.
COIares Hoyer oh colares ano-
dinos
para facilitar a dentico das eriangas e presrva-
las das convulsoes.
O feliz resultado obiido im mensas vezes pela
prodigipsa forga qiagnetica do< colares Roysr, pos
caiee de convulsies, e dentigo das eriangas, tem
altamente elevado o sea bem merecido prestigio,
e boje i* se pMe diier que esto geralmente con-
ceituados, e estimados de innumeraveis pais de
' familias : de uns porque do oso desses salntares
; colares viram salvos do perigo seos charos filhi-
do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia de forro com no-
ve varas cada pega, pelos baratissimos pregos de
1*600 e 2*: na loja e armazem do Pavo na ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cortinados do Pa\5o.
Vendem se superiores cortinados adamascados
para camas pelo baralissimo prego de 1* cada par, i
ditos mnilo finos ricamente bordados para camas
ou janellas a 15*, 20 e 25* o par : na loja e ar-,
mazero do Pavo na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama $ Silva,
Panno preto a 2 na loja do Pavo.
Vende-se panno preto. fazenda muito boa, pelo
barato prego de 2* o covado, dito muilo fino a
3*500, 4*, 5*e 6*, assim como casimira preta de
cordo a 2* o covado : na loja do Pavo na ra da
de Lo-1 Dnos> e de oatros porque colher-m daqnelles tao Imperatriz n. 60, de G ma & Silva,
na ra! proflcuo exempio para igualmeme preservar os Cortes de 13a a Maria Pa na loja do PavSo.
seus. Assim, pols, a agoia branca, tendo em vis- Vendem-se os mais ricos cortes de laa a Maria
tas a ntihdade e provea desses prodigiosos cola- pu, pelos baratissimos pregos de 7* e 8& dilds
res anodinos ou Royer, mandn vir o novo sor-! muito linos i 10*, 12*. 16* e 20* : na loja do
ment que agora receban, e continuara a recebe-1 pavo na ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
ios para que em lempo algum a falla delles possa | Silva.
AMA
----:--------'----------
i O solicitidor Pedro Alexandrioo da CosU
I Machado conntna hds misteres de sua proflsso
Precisa-se de urna ama par, comprar e coii-' nesta cidade e fra dajla : pode ser procurado na
nhar para urna pessoa : na raa da Horlas n. 16, (roa streltaldc Rosario o. 34^_________
gttmto*_______ -Na roa da Saoiade o. 13 contimae a for-
necer comedor las atra fra com aceio e prompti-
do par prego razoavel: na mesma casa r reclsa-se
da preus pira vekrm na roa.
Batafoi: alogarse o primeiro andar do so-
brado da roa fe Agoas-Verdes n. 86 : a tratar na
ma das Crozes, sobrado a. 9,1 andar.
Boa occasio para un prin-
cipiante.
Vende se nma laja de miudezas com pouco fun-,
dos, muito em conu, em bom lugar e bem acredi-,
tada : quem pretender dirija-se a ra Augusta,
taberna a. 1, qae se dir qnem tem para vender. I
Na mesma uberna se dir quem tem para vender
urna mobilia completa de amarelio e novinha.
Vende-se
o grande armazem da roa de Apollo ns. 38 e 40,
proprio para urn armazem de assucar ou prensa
de algodo em ponto gran le por ter seis portas le
frente com mais de 67 palmos de largura e 300 e
tantos de comprimento, todo cebarlo e sobre arca-
das, e para commodidale dos compradores se ven-
de com o praso de dous annos ou o que se conven- ~~Z. Vand .. nm. mcc<.i,. <,'.,____ur-----
eionar, urna vez que seja com seguranga, e^agan- WS^.V.?pSSS.i Jara"2 SaKi
is
4
ser funesta aos pais de familia, os quaes ficaro
cortos de os achar constantemente na ma do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 8.
Pechincha
Vende-se a Uberna da ra da Guia n. 36 pro-
prio para principiante, e o motivo se dir ao com-
prador.
Vende-se um seliioi Inglez com arreios, com
pouco uso e por prego razoavel : na ra das Cra-
zes n. 41 A.
uem^n\^^^^
eom Antonio Alves Ba bosa, na raa dos Guarara-1 ..*.L?J! Ur Da mesma, das '
pes n. 78.
do-se pela demora ura mdico juro; as pessoas a
do sobrado grande : a tratar
horas da tarde em diante.
una Cerveja glida
JoaoQaerloo de Agailar&C.'venden machinas Hadiariamento a venda por prego tommodo ;
para descarocar algodo ; m sea armazem de fa- no *r""m da Liga, ra Nova n^6U_______
rinha no caes de Apollo n. 63. I CARNAUBA. I *
Venda-ae doce sceo de caj em latinhas de! Ve>do-se cera da carnauba, suparlor qoalidade,
todos os taannos at .10 libras, mullo bem prepa- f">,Ls.accos da'rt8I rrobas : no armazem de Gara
radas mesrao para embarqu, por prego multo a''va, rna da Imperatriz n. 60J
commodo: no arraaftta Trombet da Fama Cbm Veode-se nm cylmdro para m
mercial roa do Imperador n. 83. Jria: na roa do Rangel n. 9.
Os espartilhes do Pav5o.
Vendem-se nma grande e variado sortimento de
espanilhos dos mais beci feitos que tem 'vindo ao
mercado, sendo de todos os tamanbos, vendendo-se
por um preco mnilo razoavel : No na loja do Pa-
vio na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Silezia para saias a 44o rs. a vara na loja
do Pav5o.
Vendem-se silezia ondeada sendo fazenda mnilo
boa e proprla para saias. pelo b ira lo prego de 440
rs. a vara : na I >ja do Pavio na ra da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
As salas bordadas do pavo.
Vendem-se saias bordadas sendo fazenoa muito
boa, sendo ricamente bordadas e com mua roda
vendendo-se pelos baralos pregos de 6* 89 e 10*
res cada ama na loja do Pavao na ra da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Pecas de madapulo eufeslado.
* Vende-se pechtnchas de madapolSo entestado
com 12 jardas cada pega sendo fizenda muito su-
perior pelos baratissimos pregos de 4* e 5* rs. na
loja do Pavio na roa da Imperatriz n 60 de Gama
A.Silva. -
Bretaolias de rola a 3O00
se pegas de bretanba de rolo com 10
pega, peto baralissimo prego de 3* :
e armazem do Pavio, raa,da Imperatriz n.
60, de Gama di Silva.
ra larga do Rosario n. 38.
Carnaval
A loja da Aurora, ua ra larga do Ros 10 o.
38, vendem-se lavas do peluca mofaias a 500 rs.
cada par, ditas de seda tambara com mofo a 100
rs.o par, muilo proprias para brincar estes dias
do carnaval : na ra larga do Rosario n. 38.
tten$to!
Attenflao!
Attenpao!
Grande sorlimenlo de fazendas pro-
prias pira a 11 ua resina.
Acaba de chegar a este novo estabelecimenlo
nm grande e variado sortimento de fazendas pro-
prias para a quaresma, a saber :
(ir sdenapl Vende-se nm grande sortimento de grosdena-
ple a I16OO, 1*800, 2* 2*800 o covado ; dito
mnilo superior a 2*800 e 39 : na rna da Impera-
triz n. 72. loja de Goimaraes & Irmo.
Moriantique preto a 2,5800.
Vende-se um grande sortimento de morianlioue
a 28800, 3* e 3*500 covado.
Chales de renda pretos a 800.
Vende-se tambem nm variadosortimnlo de cha-
. les de renda a 8*. 9*500 e 10* ; ditos muilo finos
! a 11* e 12* : ditos de seda fazenda muito fina a
20*000.
Retondas pretas a tOg.
Vendem-se reiondas pretas pelo barato pre go de
10*' e II* : na roa da Imperatriz n. 72, luja Ce
Guimares & Irmio.
Grande pechincha panno preto a 2f?000 o
covado.
Vende-se panno preto preprio para cal. t-a-
litots a 2* e 2*200 o covado ; casimiras pretas
a 1*800, -i, 2*100 e 2*500 o covado.
E' mnilo liara lo corles de casimira a 3o00.
Vendem-se cortes de casimira pela a 3*300
4* e 4*500 ; dita muito fina a 6*.
Admira corles de lriai de torc a
uso
Vendem-se cSites de brim de cores para caiga a
1**80, 1*600, 1*801 e 2* : na roa da Imperatriz
n. 72, loja de Guimaraes & Irmo.
E' baralissimo a 120 ris o covado.
Vendem-se riscadinhos muito proprios para rou
pa de escravos, a 120 ris o covado; ditos escoce-
zes muilo Anos a 240, 280 e 300 ris o covado.
Cambraias lisas a 3.00U i s. a peca.
Vende se um grande sortimento de cambraias
lisas pelo barato prego de 3*, 3*500, 4*, 4*500 e
5* ; ditas muito finas a 5*500 e 6*; dilas victoria
a 6*500 e 7*; ditas de urna vara de largura a 8*
e 9*; dilas pira forro a 1*600, 2* o 2*200 : na
rna da Imperatriz o. 62.
Chitas francezas largas a 260 ris.
Vende-se nm grande sortimento de chitas a 260,
280, 300, 320 e 360 rs. o covado ; dilas preciares,
a 400, 440 e 500 rs.
Cambraias de cares a 280 rs o
covado
Vendem se cimlraiaa francezas a 280,300 320,
360 e 400 rs. o covado.
Laazinlm a 3io rs.
Uazinhas de qnadrinl.os a 300, 320, 360 e 40(f
rs. o covado ; ditas muito fina? a 500 e 860 : La
ra da Imperatriz n. 72, loja de Guimaraes A Ir-
Dito.'.
Corles de 13a a 5001,0.
Acaba de chegar a este importante estbale' i-
mento um sorlimenlo de corles de laa que se ven'
de por 5* e 5*500; dilos a Maria Pia, faznida
mnilo moderna a 12, 14*, 8* e 20* ; ditos com
camisinha, cinta e grvala a 2i* e 28*
ROPA FEITA.
Vende-se nm completo sortimento de ronpa fe-
la reita. assim como sejam palitots, calca eoleles
camisas francezas a 1*600 e 1*800 oila's floas a
l*WO0,1*400 e 1*600, de linho a 2* e 2*500 na
rna da Impera tris n. 72, loja de Guimaraes & Ir-
mao.






J_

(i
W0 $6.
FlEUa

PARA A QUABKSMA
Cliegaram a loja de Augusto Porto & C.
11 Ra do Queimado 11
Superiores cortes deseda preta.
MoIrBtfaOqoeprHoMe dores e de listas bellos padroes.
Grosdaoaple prete de versas larjuras e qoalidades.
- Retondas, bournos a chales de geip e de rendas.
Pannos pretos, casemias pretas, bombasioas.
L5a.% caotao, marin e seJestrinas pretas.
Lindas manta de seda para peseoco.
Ricos cortesa* seda de cores para bailes ou casamentas.
Ricos .cortinados bordados dos raais bellos desanos.
Molr branco, seda branca, capellas e mantas para noivas.
Bellas colchas ae seda e de la e seda para cama de noivas.
Saias de Bnlsslroa cambraia ricamente bordadas.
Paseadas de pregas para saia que se atem com ama so costara e tambem lem con
* cralo tecldo. __ .... -.
Madapolo franeez a 400 e *80 rs. a vara.
Alcatifa de fioOoinira salas e gabinetes a 480 rs. o ovado.
Pareada especial de qoadros para fazer redes a 3*500 a vara.
.{;.
Superiores esteiras
4 iRa do
para
luclmado il
salas.
NOVOS GEIOarTES
DOS

CORlTE 11 #EBA
Cbegaram pelo paqoete ioglez riqaissimos cortes de moreantiqae de cores, e seda lavrada 4-
Mn intetrameate dotos. *a% j
Seda de quadros por 1$000 o covado
5RUfl DO CRESRO5 M
Gregorio Paeo do Amaral fe tompanhla.
FAfflDA
Para vestidos de senhora.
Cortes de seda de cor de bom gosto e superior qualidade.
Lindas sedas de quadrinhos.
Bous moireanliques de cores.
Grosdenaples da todas as cores. .
Lindos peil d i chevre fazenda assetinada de inteira novidade.
Lindas daqaezas assetinadas fazeoda inteiramente nova.
Modernos greoadines de seda o que tem vindo de mais novo-
Gran le vari lade-da las de cores lisas e de salpicos.
Ori?aadys e cansas de muito bom gosto.
Percalias modernas com grande variedade.
Linios srtes de 15a Clotilde com todos os pertences cada um cm seuoai
in inteiramente noves.
Binsertesdeca>si c*n barra tambem inteiramente novos e outras ra
fofazendas de gosto que seria enfadonho mencionar.
3 Pava homhros de senhora
a Grande variedade de chales, boarnous, retondes ; algeriennes de fll e def.
Pguipure a 10, 16, 20,-80, 40, 60 at 800.
, Modernos soutembarqnes de seda de superior qua.tdade.
3 Lindos bertes de seda de cor pretos e de cachemira.
' dem de cambraivbranca bordada com muito gosto.
flB Sautembarques e bournoux de cacliimira de cor e outros mudos artigos d
SiPbom gosto.
t Para cabeca de senhora
5 | Superiores -chapeUnas de palha, de seda e de crina de muito bom gosto a im-'
H Chapeos de palha da Italia grande variedade.
^r Lindos gorros e borjits de palha de Italia, Imperatriz, Canutier, a CRKi
a a Grante, chegados de Parispe'o ultimo vapor.
S Grande variedade de enfeites de froco e de flores para casamento.
'{a Superiores vestidos de blonJe. e de moireantique brancos.
31 Bons mVireantiqei brancos e snperiores sedas brancas.
Bons vestidos di ta-latana branco bordados.
B Lindas mantas de bhnde e boas capellas.
|g Bordados.
dfe Grande variedade de entremeios bordados transparente e tapados.
5f Tiras bordada transparentes e tapadas, babados bordados, saias bordatl
1 outros muitos artigos.
TAMA O AS HQMXMK-AS
CORREIA l>E VASCONCELLOS & C.
TRES BANDES
mmm m molahdos
DENOMINADOS
PR0GRESS1V0 pateo do Carmo n. 9
UNlXO E COMMERCIO ra do Queimado n- 7.
VERDADEIRO PRINCIPAL ra do Imperador n. 40
DE
DUAKTE CARVALHO PERIRA $ C.
Fazem soeote ao xespeitavel publico, e com especialidad^ aos senhores de en-
fenhos, lavradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
berramos propietarios dos -tres grandes armazens, reanir todos os seus estabeleci-
awntos em m s >an nuncio, pelo qual o prego de um ser de todos, promette-
mos qae aao tofriflgiraaos a tabella qae abaixo vai poblksado,-anunciar os gneros
por om peeoo, e ia ocoasto da compra quererem por ontro, como socede constantc-
meQte em outras muitas asas, pora nos nossos estabelecimantos nao se dar isto
anda mesmo cora prajoiBo bosso, qiwtqtier pessoa poder mandar seus fmulos que
eriotambem swviosorjBio fie#ep8soalmente fazeado-aos o favor de- mandar eus
pedidos em cortas feixadas; para evitar qualquer engaos, rametteodo nos urna conta
pela qual se ver os pvefos tal qual annunaianaos, o qe3 sfrependar pessoa
tgmna que fizer sua-dospeeca ra nossos estabelecimentos; pois ponpar mais de
S por canto na sua despera xliaria.
DO
DR W50RO TJtl ATTAHYDrE LOBO MOSGOSO,
MCDICO, PABTBIRO E OPCftAJDOR.
3Ra da Gloria, casa do Fundi 3
O Dr. Lobo Mostoso d cooiultas- gratuitis aos^olms todos os das das 7 as ii
oras ^hmaobio, oas eeia s -8 horas da aoite, i wapio dos das santfleadi
Pharmacia especial iwmeopathiea
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tobos avulsos, assim como tioturas da arias djmnaaijoSe o pelos precos seguintes
Oartefrasidf2 tobos grandw. tUQQO
de 24 tubos fraodes. 18000
' de "36 tabos p-amles. 24i5000
9 de 48 todos grandes. ZQ8QQ0
> de UO tobos grandes. 3&JQ00
Prepara-se qofdqTwr carteira mfonne o pedido que sefize/, e com .medios
qme eedir.
vm tubo avnlso ou frasco de tintura de meia onca 15000.
Scndopiffa cima'tle' 12 cnstarSo os precos estabelecidos para as iarteiras.
Ha tobos mais pequeos cada om a 900 ris.
Manteiga inglezaperfaitamente flor che-
gada ltimamente a i*aoo ti, atora, e
em bawfi >Manteiga#anoeza daaafra aova a8oo rs.
a libra e em barril ter batimento.
BANHA
Banha refinada aoperior a 64o rs. e em
CHA
Cha uxim de primeira e superior a^aada-
de a 2,8oe rs.
dem hysson o mlhor neste genero a
Vinagre
Superior vinagre de Lisboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambera-ha
[mais-baiio para 2oo rs. a -garrafa e !,4oers.
a caada.
Azite doce
Superiorateite doce de Lisboa a 64o rs. a lenles.
A melhor obra da homeopatliia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Ja'h
dous grandes volaows com dicoionario............ 201600
Medieina'domestfaa do %t. Bering........... 10(5000
Repertono*dr> r.'#feho*feraes............ 6*000
Dieftoaario de leraios'de medicina........... 3#)00
Os ^emd^os este estabeleemierrto so por demais conhecfdos e dispen$am por
tanto de aere aovaareote recommendados as pessoas que qnize.rejn usar de remedios
erdaeiro,-anargicoso doradores: halado domolhorque se pode des*iar,. globos de
^erdadeiroassoear de Jerte,.notaveis pola aoa boa conservafio, t'miura dosjnai acwdi-
ia energa e certeza om seos ffeitos.
Casa de mude pava escravos.
Recebare aeraros para tratar de quakjoer enfermidade oo fazer-se-lhe qoajqjier
apenacio.'pirao ^qo oanaonoiante jalga-easaffiaiantecaoote frabilitado.
-O lra*HieBto oaaethorpoesifel, taatowa ^arte aornaatar, como na medica,
funeconaado a casa'haBMls-doqaatroaaoos, bamowes aessoasde eojo conceito senSo
ode-duvidar, qae podem ser eoosoltados por aqu*rs qoedesejaremmandar seos
garrafa e a 5,ooo rs. a.caada.
f-UVl8-d#eRAL.
Latas com snperior fomo caporal a 1,8oo
rs. a lata.
Passaa
Superiores passas a 2,5oo o quarto e
2,6oo rs., e sendo em porcSo ter abatimen- 9,5oo.rs.i acaisa'de arroba- tespanhola e a
to, tambem ha proprio .para negocia do 2 a
i 2,4oo rs. a libra.
Idempuete'superior de 4,8oo a 2,5oo rs.
a libra.
BlscoHoa
56o rs. a libra.
GEIEBBA
Genebra de laranja verdadeira a !o,5oo a
dozia e I.ooots. aofrasco.
Genebra de Hollanda verdadeira a 6,ooo
Latas cora superior biscouto inlez de di- j rs. a fiasqueira e a 56o rs. o frasco.
DE \NTONIO
IV 0 CRESPO \. 13

Tereas^mareas a 1,2oots.: a tata.
DolnehlBhas
Latas com*otachinbt> da acreditada fa-
brica do beato Antonio, proprias para dar a
0^000*68^6 2,000 a3,ooors. alafa.
dem com quatro btas: de bolachinha de
soda a 2,ooo rs. a teta.
uejos
Queiios flaroongos -chegados pelo i ultimo
vapor d02,8oo a 2.5oo rs.
CHOCOLATE
Chocolate.-hespanhol a4,ooo el,2oo rs.
a libra, francos o>snissf> a l;ooo rs. a libra
e portogaoz a "800 ts. a4ibra, >em por?5o
ter abatoento.
Superior vinho do Porto das- mais acredi-
tadas marcas como aej am: Madeira *Beoca,
Duque do Porto, Vetho-Secco,- Lagaimas do
Doaro,ftlaria.Pia,-D^Loiz, Pedro V, iagri-
mas Doces e outras marcas a l,ooo agarra-
fa e 9,ooo a 12 ooo rs^ a-duzia.
Vinho Figooira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e boo rs.a*garraa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4,ooo rs. a caada.
Superior vinho chamisso *m*arril a 64p
. agarrafa ea 4,5oo-rs. a caada.
Superior vinho-de Lisboa e Figueiraem
nceretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. aan-
coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
lo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,oo a
3,5oo a caada.

RA DO BUM IX. 3S.
0 propriotario dle estobfelecimento^deseja thamar a attencSo dos^eUbofes pro-
pietarios aos acreditados-mechanismos que continua a fornecer; os quaes gafaote ser,
oern j senjpre, da melhor qualidade possivel:
Maohinas de vapor
forga de 2 */a cavallos para cima. As menores sSo mui proprias THrs TnKo^e sflo1
dcicarocamentosde a'godrio; as matares para moer canna; ha tambem qae podem junta
ci separadamente moer canna e descarocar segundo snas proporcoes. Estee vaporeara galfaTa. 'Tanibem ha deootras'marcas
eomo-seja: Victoria o Alcope a 5,oo0 rs a du-
zia a -Boato, agarrafa.
B'*K)ES VASIOS.
Boi5es vasies, looca Infiera maito pro-
pria paw-manteiga e deposito do'dcetl 4
a 12 libras a l,2ao o85oo.
FttftfNtiA -BO "MAftANHAO.
Farinha o'WtlKtHtG aJl40 rs. a libra.
SAG'.
Sag muito oovo-aioo.r*. alibra.
ARARUTA.
sao simplissimos na construeco, e se regem por qualquer pessoa inteligente, a-taolida-
de da condcelo sendo especialmente considerada, tanto qae nao ha lugar -am que oto
so possam conduzir, qor por trra, qur embarcado. Ha com mOBidas juntas" Ou Wm
lias e podem-se applioar a qualquer moenda j existente sem outra mudaoca do que
a substituido das rodas da almanjarra. Ellas tem depsitos d'agua e boeiros de forro,
>-. nao precisam para o seu asseotamento de obra algama, qur deearapina, qur de*al-
v naria. O tempo para a>senta-las nao excee de doze dias ao mais, e em ataes-de
ni ores le animaesou arrombamentos de acudes, etc., garante-s o asserJtataento "em
oito dias. Lembrarse aos senhores de engenho que a venda dos animaes e o-servjjoda
inte oceupada no seu tratamonto os bao de recuperar da maior parte da despeza do.
vapor deixando-lhes a vanliagem de uma.-moagdm certa e accelerada; e aoabandfHeom a
(topean da compra continuada de novos-animaes. com os desgostos do trobalaoque
se tem com elles.
itudiu d'agwi de Cerro, .mui maneiras e
d'yua.
Sarilhos eom ernzetas de tenro para as mesmas, quando se dosogo-fezer
e:estodaroda demadeira, toiDando-*e#smi*roda neira no trabalho.
iiocudas de canna de-todos os-tamanhos, desde as mais pequeas chama-
U:is do serto. Obra perfeita em feitio e a&inbamQQto.
Itodas de espora e angnlares de todos os taannos e proporcoes.
l'M'ock ou.eochea para receber o caldo.
rlr gtjnile cal r com pouco combustivel, e duradouro.
Portaa de Sor aalha de todos os tamanhos e de diversos systemus.
i'ovues e anoiahos para a fabrica de farinha e tambem chapas redondas
pqra farnos pequeos.
linoabaa siapks e de papacho.
Taitas de'ferro balido e fundido e de cobre.
I o lunas de ferro batida galvanisado para purgar assucar, leves para, carregar
e isemptos de quebrar-se.
Alambiques de ferr de todos os tamanhos, custaoo s a ter^a parte do
pr<';o dos de cobre, mais regulares na dislillacao e igualmenteikwaveis.
Kixos e rotl;is de carro com ruang s di patente, obra mui Segura para
carrega(3(o de peso.
Arados, sradei*. enchadoa a oavallo e outros iastromeal-M-na agri-
cu tura. E lialmeuts toii() o objctQ de que possa precisar um-eogenbo.
Paga-66 2( por dia durante 60 dias e d'ahi m diante 10560.
As eperapoes -serso previtawote >aj astadas, -se ti ao se qpizerem suj citar aos precos
Baroaveis ^ue oostama fHN aoaouoietrte.
AMMXAKn
FA%E^DJa
Idom de Hollanda em botijas a 4oo rsxa-
4a ums.
Garrafoes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a<8,ooo rs/ o garr&fSo. ffamhem
ha garrafoes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
6,ooo rs. cadaum.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
dem de carnauba-de 4o a 42ooors a
arroba e de 36o a 44 rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de l.ooo a
l,2oo rs. a lata
ALPISTA E PAJNGO
Alpsta e painco muito novo de 3,8oo a
4,ooo rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS.
Superiores charutos do-fabricafltes Simas,
Imperiaes,-Delicias, Parisienses e outros de
2,2,5oo e3,ooors. a-'maia-caca: t^mbam
temos Suspiros, Havaneiros, Ligueiros e
outros muitos que vondemos por mdico
proco.
Licores
Licores rancezes e portuguezes a l.ooo e
l,4oo rs. a garrafa ou frasco.
Doces
Do:e da casca da gotaba emeaixSes e la-*
tas a l,2ooo caix"3o e-2,8oo rs. a lata.
Trotas
Frutas em calda e om-latas fechadas'her-
mticamente, muito bem enfeitadas, conten-
do pera,pecego, ameixa rainha Claudia, al
perche e outras frotas a 0) rs. a lata.
HE
BE
CUSTODIO CARVAIilIO C.
- 27 RA -DO QIW^IADO N. 27
Madapolo franeez maKo'fino, teadepouco owfo, cada peca com 27^raspor
105000.
Laa de -entes a 300 rs. o covado. ,
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdisa proco de 800 rs avara.
Lencostancos para algibeira a 2^00 a duzia.
Fimsperclaras a preco de 400, '440 a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de 15a -de barra de 105 a '30^(000.
Ctales de fil preto e outras muitas fazendas.
Tovfddes do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Caixas com urna duzia de garrafas de su- Tambem ha latas-^graades .para t,2oo rs. a
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa e
/Foors. agarrafa.
CAFE
Caf do Rio de 1.* e 2,* qualidade de
6,8oo a8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
SABIO
Sab3o maca de primeira qualidade de 18o
a22ops. a libra e de 16o a 216 rs. sendo
em caixo.
S&rveja
dbs melhores fa-
tata.
AZltE DE REFINADO
Superior azei le franeez refinado a 8,ooo
rs. aawa' e aO,ooo rs. a duzia.
MOLflO NG1EZ SAUCE
Molho ioglez Sauce em frascos grandes
com rolhade vidro a 4,8eo rs. o frasco em
duzia ter'abatimerrto.
BATATAS.
Gigos9brn'3o Hbr as-de batatas a l.ooo rs.
o g%o. ___
S-ARDmiTAS.
La'tas cm srdirihs decantes e Lisboa
Superior servoja Bass
bficantes, comosejam: Shlers&Bell. T.F.^e 400a-*6ors.aiata.
she a^.aooe T'joeO'rs. a^doaia e a 7oors.
Este ostebelecimento apezar de sempre
se achar bem sortido como todos sabem,
hojennais que nunca, n3o s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de consignages; parece sem
duvida que deve offerecer grandes vaflta-
gens para o respeitavel publico tanto em
presos como na escolha dos objectos, e co-
mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor tDouro e o navio Solferino de
fdiversos Objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionarlo alguns,
por nSo ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
tecc5o de todos.
Riqnissimas caixinhas ornadas
msica propria para um delcado*mtrbo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
do-corda.
Ricos puta joiasr tecessarios.
Riquissimos esfrjoyafelticfMe-m baosi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz efLo^tros gostos.
FUMO AMERICANO.
Superior fumo em chapa a 640 rs. a liBra
ERVItmS
Latos com ervilhas e feijao verde jpre-
-parado ^4o rs. a lata.
ASSA'DC TOMATE
Dataseom 1 libra de massa de tomate a
Woalata.
VUMtU
Esta bebida muito fresca e estoque d e
mita pepria par.i a presente staco. a
qual vendemos a 2,ooo 'rs. a 'garrafa e 186
a duaia.
MACHINAS DE PATENTE
Bff TRABALHAR MO PARA DESCA-
m^AV aloddAo
Ftnmf iio por
PLAST MOTHHtS & C.
fus**.
Estas machi-
nas podem des-
carocar qual-
quer especie de
algo5*3o sem
estragar o fio,
sendo bastante
duas pessoas
para o traba-
Iho; pode des-
carocar urna
arriba de al-
godio em ca-
toco em 40
minutos, ou
18 arrobas por dia ou cinco arrobas de al
godSo lnpo.
Assim como machinas para -serem movi-
das por animaes, qoe desearapim 18 arro-
bas de algodSo linroo por dia; e motores
para mover urna, duas ou tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender-um bellissi-
mo vapor que pode fazer mover-Beis destas
machinas mencionadas; para o que convi-
!dase aos'senhores agflcdhores a viremver
e examina-lo, no a mazem de algodSo, ao
e com [-largo da ponte nova n. 47.
Manadera Brothers A .
Recife praca do Corpo Santo n. 11.
Os nlCbs.agCQlesjiste.'paiz.
Araruta verdadeira a 4oo 10. a4ibra.
. Pnanta, ominao, oravo, cnoka. orvadoe,*aiaaoraa,tijoilo*para limpar faeas pa-
raoanflo.comqqaflUficaltuisa ,|Uo8 ipara lentes, palitos de fogo. e outros muitos gneros que /se 'tofmrfa -enfetlonho
mencionar, afiancando cinceridade nospre?as e.o*am^woa*(wnamonto de*r|Ualquer
teiuro.
'ireflo
lMttrfs flt encrespar babados.
Vendem-se (ofttns-fHra encrespar babados
de duas, tres, qhtro e cincotaernas : Da ra So
^andem-se, na hvrana da praca da Iode- (priado, Arttw a Traaos.
pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro-
mances portuguezes seguintes, embrochura:
A voz do sangue, 2 voluntes.
Conneraaw, 2 ditos.
A noite de S. Silvestre, 1 dito.
O filho de Titiano, 1 dito.
Adonis ou o bom negro, i dito. ''
As du>s amadas, 1 dito.
-Opacb e Buda, 1 dito.
Trilby, l.dito.
Ignez de la Sierra, 1 dito.
Joven Siberiana, 1 dito.
em saceos grandes a 4(5500: dos armazens
de Tasso Irmos.
Gomma de niho branco
americana
Esta preciosa fcala, cujas propriedafles medi-
c'foaes a ifirpWnsa europea tanto tem etallado para
COra -das molestias do peito, recommenda-se tatn-
bem como alimento sadio e nutritivo para as en-
ancas, prestando se a variados preparos culinarios.
. A geral aceitifo qae ella tem obtido por toda a
Yeode-se sal grosso : ?tratar ua rea da Ma-, parte o seu maior elogio : veade se uuicamente
Da fu do imprSaor n. 57, armazem Allianga.
dre.de Deas n.2.
Maefai,nas de desoawfiar algoo.
Na fabrica se fazem obras aovas encommeada e concert, com a mtior preste-
0 grande deposito de pecas e objectos Labilitam-na maito para ste fim.
za ci solidez.
O proprietario ser siempre mui feliz de poder ter occaiiao da dar u
esc'arecimentos aos senhores qae seservirom de seu prestimo.
D, W. JJowman, engenheiro.
Qneijos Ht ertao
Vndese suaeftorqaeljo-doertao : na ruada
Madr*da*J*,-arnaaem junt ngrja.______
Venderse orna loja de mludezas com poucos
fundo em na da negocio par prego maito em
ceuU na raasnw casa .oade^a ama rooblia de
maullo aovioha : gera ntetaader dirija-se a ra
Imperatriz n. U, loja de eotalnador qae se dir
1queat4a para vender.
Para as bailes mascaradas.
A agoia branca est Tendeado por baratsimos
preoM, vsm acabar, o objectos SQgaiotes.que ser-
vemmul bem aos que fomam parte nos bailes mas*
carados, sendo :
Metas de seda lijo par,
Enfeites de tiaras a 14,25 e 3 cada om.
Pitas lavradas de 320 a !$ a vara.
Chitos largos coa ponas cahias.
faia e madeira.
Chaposinhos e touquinhas de muito
gosto para criancas.
TVfeias e Sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de flores proprias
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
senhora.
Riquissimos porta boquets.
Boquet de flores com urna borrachinha
com cneiro.
Luvas verdaderas 'de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Riquissimas i pumas e g*(rnBf5es para
enfeitar dhbOs.
Cootas e tubos de a^o branco, que ba
muito se deslava'para enfeites.
Brincos, filas e cruzes de crystal.
Fivellas e cruzes de tartaruga, madripe-
rola e dourados.
Alfinetes para grvalas.
Botes com croas para punhos.
Gravatinhas e mantinhas de muito gosto,
tanto para hornera como para senhora.
Riquissimos Mercoa pretos, arintaomo
caixinhas co'm'firretes pretos.
Bengallas de' caoba com tato de narfim.
Ditas de baleia, borracha e de outras
muitas qualidade*, assimuomo cbicOtinfios.
Riquissimos penles de tartaruga do ulti-
mo gosto; assim como de arragaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as qualidades.
Diademas para cabeca do ultimo gosto.
Riquissimas fitas Ihvradas e lizas.
Trancas pretas com vidrilho e decores.
Pulseiras tanto para senhora
meninas.
^Lfeag-fle seda e de algodao.
Suspensorios^de s
tos outros obi
nunciarpor
SfJito'Ga!
O oaetello de Grasville.
Tradniido do franeez por A. J. G. da Crni.
"Vetide-se este bello romance em quatr
Leqoes de madeperela -do-saadalo e de tomos Trato baratissimo preco de 3 a praca da Independencia, livraria ns.
6 e. ,
frameisco Jos -Gertnano
ItUA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gostr daJSnrqpa a oeu-
los de alcance pira observacoes e para os
maritimos. ., ____>y ,.
Manual fio C i da do
, Vende-seo Manual do CidajKo, om om
Governo Representativo ou prirjpios do
Direito Publico Constitucional 'Administra-
tivo e das Gentes, por Silvestre Pinheiro
Ferreira, em 3 volumes broxurados por 35
fiada obra : na livraria n. 8 da praca da
Iqlefenj^ncia.
se suparii
no ullii
untos de "Westpha-
aa roa do Trapi-
Roopas feitas de toda
Vende-se ronpa feita, setfo
parda a 2, dius de brim branca
e 4*. calcas de caseroira preta a 5*, 6* 8*. di-
tas de ores,, meta casemira, a 3J e 3i5>, ditas
de casemira a 6JL 7$ e 8*, paletnid brim da
coreaat#,300 23*. M01 dS.*rt* '
7,8. lO* colletas da cores a
3# ii, cero u la franela a
._ .misas francezas finas brancas e
a n e 2S5O0, ditas lnhs fl li-
irgas a 2*300, 3* e 3J1300 : na
z. loja da Arara n.:

j
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4*
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DUtU e PrMU -a felra 1* *>*ewl* f
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MOIGLOHEDIGA
* ilata <1 lanpecatrijc ar Mamen
da porta larga .
#iuate> a paelarfta fraieeaa de
Paredea Perito.
NeatsnetBelectmeoto encontrar o reepeilavel
pnbjjcn om variado sertimeolo de fazenda rance-
xas, iiijleta, sulssas e allejnaes, jue se venderlo
por precn commodo.
Paredes Parte
Vende chales de renda de cores qoe se vende-
rn a 180 esta vendendo por 6J dites pretos, fa-
zenda nova, 5\, 6#, 84 a 20J, um sortitoento com-
plet de manteletes, capas e soutarofearques lt#a
25*. Riu da Jmperatriz n. 43, junic a padarla fran-
ceza, armazem da perla larga.
Paredes Psrts
Receben am completo sorUmeutfl de laasiahis a
240, el80-rs. cavadas, par acabar, cambraia. de
cor a !4G rs. o covado, riscado escossex para roo-
Ki de nenino, fuslio de linbo a 42:0, 40 e 500 rs.
aa di. Imperatriz n. Si junto a padafia franceza..]
armizom da porta larga.
i Paredes Parle
Recobeu para.cortinados para cama franceza a
i 1 a aega cambraia lisa fina a ')& 44..al JO
peca, cortes de tarlatana de bonitos gosios a 3*300
4ji, cambraia coro .flor de seda, gostos inteira-
mente novos a S00 e 500 rs. o covado, no armazem
da pon larga n. o, ra da Impeatrix junto a pa-
daria Iranceza.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete un sortimeto de
crwes cora pedras para opeseoco, benitos caxinels
de lia para pescoco da seahefa. Ruada Imperatrii
n. 51, armazem da porta larga.
Pared e* Parto
Ven le cortes de gorgurao proto liara vestido cora
- eovadas cada um 35*000, grsdenaple preto a
1*600, 1*800 a 2* o covado, lias lizas finas a 400
rs. o covade, laas de quadrinho para vestido, enfes-
Uda, a 3zXTrs. o covado. Ra dalmperatriz n. 52,
uautai 4i parU Urg.
Roupa fcita
Roa da Imperatriz n. 32.armazem da porta lar-
ga junto a padarla franceza, encontrase oeste es-
tablecimento um completo sortimento de paletos-
saceos o sohrecasaeoa, da -todas aa quaudataas, cal-
cas, ccJJetes, ceroulas, camisas, grvalas, meta*,
chapeos de sol, ditos francotes para cabeca, por
presos commedos, ronpa para menino e ontras
muitas faxeaaa r^f*ry nsuriAne. armazem
da porta larga.
z%aassmo.etti1aeisrEaMaB.eBce.ttMf s-asfei-
tavel publico, sejspreu camrtexo sor tmenlo de
roupas fetas de todas as qualidados, como sejam
paleto.', de alpaca preta e de cor, drtss .sobreeasftr
eos i. 3*800, ditos finos a 4*, ditos meias cazemira a
3*800s 4*e.6*4 ditos cazemira saceos a *, 71, 8*
e 10*, dUM.*uinca**** a 10 e i:i*,ltsd# pan-
no saceos a 6*, 8* e 10*, ditos sobrecasacos a 11*
e 25*, ditos de merino preto a 6*, 7* eHJ, caln
cas.de bu de diversas quakdade i a 1*800 a .4*,
ditos b -ancos a 9*500 e 6*00, ditos cazemira 5*,
6* e 7,1 dilee presea a 5*,fi*, 8*.e 10*, dilw
meia .cAzemifas a 3*.e.4# cale Les dadivaba
querida les, ser nulas francezas de algodo, ditas de
Unto, dttasde bramante 2*.e *K, camizasde
3lgd'.de linio.franaws.de 2*i)0 e 3*,, Gran,
de peetiiBCha ueste genero, gravatas do todas as
qnallaaoea a toaiwitpamirejenirtla. grande ser-
timante de meias paca senbwas,.-dius para borneas
a 3*, superiores a 3*569 e 4*.
Un caeaprefti sortiawm de contos -de soi de-
aIj*A.3*, dos da seda, ajft. 7*^ 1* eii*,
dltbaiancezes para cafceca, grapde sortmwa*
alia
Pecliinclia adaiiiavel.
Gratide.sortimepto de chambres a 4*600 e 59,
lesee de cambraia. pan tora* a 2*;a docia, da-
tos de I ia*aA.4*i5*.
Grande sortimento de ro tras muitas qualieadas que seria eBfadeoh mee-
eiona-las.
Paretle Porlo
Receten pelo ultimo paquete frasee* ricas tas
granadinas cora flores de seda a 400 e oOd-rs. o
covado, estao acabando-se, cambraia preta para
luto. PoruJargs,unto (nairh transas, a ra
da Imperatriz n. 52.
Paredes Porto
Receben pelo ulliosti paquete espartilhos a pre-
aneoso ior 33,sa ry*, leoeo* d. sed paaa-.se-
nbora e bomem a lj, ricos cortes da cambraia
bordadasde-lSS a 7J, ckw ter u toqHe de mote,
estao s anabsjiS*, na re* da J.ap* actriz-rwSi, jua
to a padarla franceza.
Parees Porto
Vende nm competo sorMaaal da fazeaas
brancas, como sejam madaFolaa/4**0>fi5| 10ft P*?35 de algodo por barato preo, chita fran-
ceia a 240; 280.' 360. 290 rs. o eovtde, paecaHas
muitrt linas a 369, 400 rs. o covsds4 chita i
a 200 e 240 rs. o covado. Ra da Imperatriz n.
52, junto a panarra fMBcera.
Faaendaa.
Vende-se superier merino preto proprio para ca-
pas do eorjora e vesWos a- 2*. lustrim da Chlr
a 1*800 o cavado- Raa da Imperatriz, peata larga.
Paredes Porto.
Vende em sen estabelecimenio tiras e eatremeios
bordados, grande serttmeato de corpiartios riea-
mente bordados a 3*, 4* e 5*. S o Paredes Por-
to, ra da Imperatriz no 52 ; porta larga junto a
____ padaria franceza.
Fazendas pretas para a quaresma, grosder
naple preto a 156C0.
Vende-se grosderiapte preto multo bom a 1*600,
1*800, 2*, 2*600 e 3* o covado, moreantique pre-
to muitD bom a 3* o covado, merino preto tino a
3*8 corado, bombaziaa para IMlMoa de senbora
a 1*400 e 1*600 o covado, alpaca preta fina a 500,
600, 700 e 800 rs. o covado: na roa da Imperatriz
n. 56, loja da Arara.
Piano preto boo a2P covado.
Vead-9 se panno preto-flno para paletots ecalca
a 2*, #50O, 3*. 4 S* oeovad -, caserair* pre-
ta fina a 3*500, 4* e o* o corte, dita para covado
a 1*800,2*. 2*500^63* : na-roa da kHperatrlz,
ioja da Arara ti. 56.
Chales de l de Hho a 85.
Vendera se Hados chales do fil de linbo a e
10*,--reandas de fil de Imho a 12*, cortes de ves
tfdoa Maris Raa 7*; 10"* el*r: ni nada 1m-
peaawbi, toja earamem da Arara n. 5.
Meias croas para caeakio ai adazia-
Vendem-se meias croae para meaino al* a du-
zta, chales de merm estampados a 9*, ditos -de
lia IJ1280, diioa-de algedo a <*, colarlnhee pac
horem 5.0 rs. a duzia para acabar : na roa da
Imperatriz n. 56. loja da Arara.
. Coates de ganga e da briro a-1*600.
Veoleowe curtes de calca para lloraen, de gaa-
ga a biHm de cores a 1*600 e 1*800; cortes de
neis cisemlra de cor a 2(1500 e 3ji, cortes de ea
semlra preU para calca a 3*500, 4* e 5* : na
ra' da Imperatriz n. 56,
Caitas baratas a 220 cavado.
Veaileavse hitas de cares risas a 330 e 240 o
eovad. ditas iancezas fmas a 80. 350, 360 e 400
rs.' 9 M*cJe, ciRSls de>eores para vestidos a 320,
360 a ^Ors. o covaeo, riscado {rancet pana ves-
tido' a''.0 covado : na ra da Impeatriz n. 56.
Laziahas para vestidos a 240 o ovado
Vendem-se lazibas para vestidos a 240, 320,
360 e 400 rs. odvado, ditas finas com quadros
de sed;, a 500 rs., ditas de ama s cor a 39) rs. o
covado, golinbas para senbora a 240 e 320, man-
guitas i **; MraMohss a 1*600 e 3*, Bosb a 4*:
na raa da Imperatriz, loja e armazem da Arara
n. 56.
BalSes de arbs a H
Ven 250C, 3*. 3*500 e 4* : s na loja e armazem da
Arara, roa da Imperatriz n. 56-
Ftkt de rtnbo e cera 160 e covado
Veoc'e-se fl de iiobo de cares proprio para
brtaa^Hdn do carnaval a 160 o eovade, tapete de
aora a 00 rs. o eovado, varboHnaj de cores 800
rs. ganga encarnada a 3*0 o eovado, panoinbo tar-
gehm t 280 o covado : da rol da Imperatriz nu-
mero 56.
FABRICA A VAPOR
99 RA DO MONDEGQ 99
Deposite na rea Nova n. 50 loja de relojoelre.
Deloucbe donos deste estabelecBento partecjpa ao respeitayel publico que sua fa-
brica est montada com as melhores machi Das que existem na Europa, e que pode
fabricarcom melhor perfeico possivel. Todo o chocolate desla fabrica esta' garantido, e
puro, o que nao se pode encontrar naqoelle que vem de fra, e qr^e se veude por preco
baiio, visto os producios ser em do paiz. Na etiqueta tem sempre urna aguia.
PUECO.
Meia libra......... 400
* ma libra......... 800
Urna, aweba........19^000
Na mesma fabiica acaba de se montar urna officina com. serrara a vapor para
obras de marcineiria propria para ediioio, para o que encarregi-se de fazer portas, jar
dellas, assoalhos (parqu fraocez coaw-se usa na Europa,) earmacofcs, ludo cora brevi-
na de e'perfeico. Toma-se quaiquer-eaoommenda para (ora da cidade, entregando-se
prempta a collar-fie no Jugar.
lo arfiMustm de
teaas de Santo Coell>.o
Rado nelaiaalo lf).
Vaadfta o seaainte:
Cobartas da calta fina a t*800.
Ditas Se-dka .2*m
Uiaafl,djajftaiaa liaba a 2*00.
Ditos de dito de linbo a 2*.
Ditos de brmanto de linbo de um s5 panno
3*400,
Pansa dft,4inboPfiBo.com 0 .palmada-larga-
ra, pelo bwato preco de 2*i00 a sara.
Bramante de nono fino coro 10 palmos de Jar-
gura a 2*500 a vara.
Pecasde cambraia com salpicos branca ede
cores com 81|2 varas a 4*500.
Pegas de cambraia adamascada propria para
cor u nado de cama eos 20 va ras a 11 *.
Baieas-da arcos a )***,3*,<3*908* 4*.
Lencos de cambraia una a 2jf60O.a duzia.
Ditos de dita a 2* a duzia.
Aiboalhado de linbo fina, 2*800 vara,
Dita de alflodp a 2* a vara.
Algodo encrestado con 7 1|2 palmos,de largor
a 1*200 a vara.
Pacas de brotanha de rolo con 10 varas propria
para sa,a a 3*500.
. Fil de linbo liso fino a 800 rs. a vara.
Dito da dito com slpios,a l*..a vara.
Cambraia de linbo fina a 4*506, 6*500 e 9* a
vKa.
Corles de laaziaba da liados gostas com 15 ce.
vados 5*.
Pegas de madapolao finiMJma pelo.. Itaxtiimc
precodeS*, 9*. 10* e 11*.
Flaaalla branca fina a 60* rs. o eavado.
bit decoras fina a 8taVa^a covado.
Balpes .de flmsseJina paaa msaina a 3*,r 3**0Oi
Cambraia da forro a 3* a peca.
Dita fina a 4*500,6*e 7 a peca.
Guirdaapa4a4inoaa^**(>.aaaaia.
Toajbas M ak^MaJsuAas. d azia ,,**
Esleir da India propria para forro de sal de
4,5 e 6-palmos de largura per menos prco do
que emoutra qB&qee-aarte.
Neste armazem tarobem se encaatra. uoftgraad
softimepipderoupa,fe^aeaor. madifla.
fliUJianii^tftai
Vtnem^elatt1/ua,sl|i.(^ii4c,, laj. 4. aguia
branca 8.
Bi?lfiias,para veslidps.
Vendeaa-se na lo]a da agpia branxal roa do
Quelmado n. 8-<
Opiata inglesa e franeew.
Veadara-senaruadaQuemado loja da agnia
branca n 8..
Papel; BWa na*aia.
Na roa do Queiroado,n. 9 loja Ja,. aguia bra
continua a vender-se papel para matar mosca e
Continua a haver dranameate um sortimeato de paeteie, padms, belos infeie j Boftii** rpcdirai>ci parinmwiBae
empadas etc., etc. Os donos deste estabeleciraento, aebeai-se- as molbores' condicoesj Vndem.-se n.ri>(>p fi^waHo,, ioia,.d agu
de jx)der. sa/azer eDcemiiifiadas coDcerienles sua arte, em consequencia doseoio branca n. 8.
DE
eOEIiHO dfc FREITAS
Raa da Cruz n. 16.
AGUIA BBAl\ei
Eua do Qaeimado d. 8.
mente novos.
Noyidad^ do P&vSlo, -
O P!*lH}*Cr1A ADMRAWL.
Escos'sus a 3^200
A loja da i brane aeaba de receber um Cegaram os maja afoa. .corjes de ascosseza,
novo e grande sortimento de differentes objeetos PP"0 Pa *fdoa, sendo fazenda inteiramente
deaesio e aMIna moda, sado: I 5S merc*d0 > e '* 3**00 o corte ou
fcnitosenfeltes para'senhoras gostos inteira- g0"- wwda nai.loi e, do,Pavao, raa
om, ^ imperatriz, n. 60, de Gama & Silva|
Cassas frsacexas a 2* rs. o cavado.
Vendem-se bonitas csssas francezaa de cores fi-
zas pelo baratlssimo preco de 240 o covado.
Ditas a 380, 320 e 360.
S na loja do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cbilas avalladas.
Vendem-se fiBissimas chitas franceza, com pe-
queo toque de avaria, pelo baralissimo preco de
28Q o covado.
grande peebincba,.
Assim como ditas inalezas roas e clara?, sem
mofo nem avaria, pelo baratissimo preco de 160 o
covado ; assim coreo, ditas muMo boas a SOO e 240
o covado, isto na leja .a armazem do Pavao, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
Cbapos para meninas.
NA LOJA TO PAVAO.
Vendem-se os mais delicados e bem en fe i lados
chipos de palha de Italia, para meuinss : pe-
ebincba, na loja e armazem do Pavo, ruada (m-
peratriz n. 60.
de
de
Freitas ter sido administrador chefe de algumas das prinoiiaes fabricas na corle, seado
urna a do Si-, Joao Goncalves Guimar3es (confeitaria de Leao) antiga casa de Carceller.
Todos os trabeibos sao differentes dos que se fazem em casas particulares.
Os proprielarios deste estabeieciai*nto nao se tem poaipado a despezas, nem se
poupajo, se bouver conejirrencia como etperam ; tendo.cenlieuaaHieBie^bom sorti-
mento do doces para cu; presuntos e ditos em fiambre, tambeme-recefcem pasa 6e-
rem preparados ; assim como doce de caj no superior secce *rjlalaad, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar ansos ea>!prfeito estado.
Para janlares e partidas recebem-se enelawcdaa- do eBaahal aisjtajagaj baa-
dei; as ricamente eDettedas sem aas4o pecas de amendoas {nogaee), ditas.de tafflava
de ovos, pes deleateitsios com disticos anlogos- a quaequer fia-; diloe moatade,
Ivetks 6Hf)les e eoieataatos- coiB'fraKiae i ingleza; gatbeanx de la reine, ditos-jd le-dO'
obeso, torta da fRucav iuis oti&d*; dae de peixe e carne; crew*s e doces de-OYOS
de-difiereoas -eaa^ciab
Tambera ten lua^compieto soratmeoto de vbcserjgarraadas, coma se>am.: vinbo
do Porto superior, I-^uena, Madeura, Lisboa, Cherez, Bordcaux, Cbampagne.biw, .ser- dar vidrose porcelanas, eoatroa ceaa dita paca
veja, licores, cbaropes e conservas. Parafesta*: tiocitis caaiDias com aw^Bdoag..con- obrasdamadeira, costa500 rs. cada am delicie
feese mais epfciies. Mttiio&esi^.obiectos tmwt^s .wtmttwteilmvto.Mr. gr e{ ce?S?*2fdoe pre convm comw*
cotidicionar taato.pra a.provincia, coo pare fura. .....
Agulhas para machinas.
Vendem-se aa l*a aa agaia branca a- raa do
Qaeimado b.,8.
Pastilha* /ut&H'^#*^*.
Vekjse n loj.da-aguia .blanca, n. 8, a ra
do Quelmado, sendo ellas.ea caiiinbas. de pape-
lo e de porcelana.
Bolla* de mi fino, para eagammades.
Vendanse na ruada-Qeiaiao k)j* da agawa
brBC 8.
B^iJaA:1caiiiiii6,
coro perfumaras e cutras com necessa/ios par
costura, sendo estas com msica e sem ella : ven-
deso-*e patoja a agajbramafua^o Queiwado
Colla, branca para vidros ma^eirss.
Na rna do Quejmado.ioja da aguia tranca n. 8,
vendem- 25 RA NOVA N. 25
Efite.-esUtoleeiawiikiaeabds de- rceber-om^ice-eortiwMrtO'de pianos-forte ei-
pressamente fabricados para .o clima deste paiz, doe-mats-afamsde fat*cete da Euro-
|., por isso o.p4-ppjetar>d oo*id-ao.respe'ta^el publico pera vlrem- apreciar as cua-
lidades dos -referido-.pianos.
Continuare sempre -com esmero e proaiptidao faaer-se qualquer i'eparo nos ditos
instrumentos. Aiuam-se o piauos debaixo do melhor systbema ulUsuwoenle adoptado
na Europa.
Fazeadas, pbaelas a para vestidos chegados de Pars pelo ultimo vapor.
Lindos robes de organdys ceearianas fazenda transparente de inlelro gosto.
Ditos de percalia campestre padrees muito ricos.
Riquissimas grina-lmes de seda o que tem vindo de melhorgailo-neaia-faewado.
Llndds cortes de sanan pekin para veMiaa aiB8,ioUara8flU; nova.
Ditos de gaze setits em pega fazenda transparente e de gosto muito medernos.
Lindos-chales defrenadim broeb, primeira vez aqui apparecidos.
Ricos bour-nus de crep guarnecidas de tranca muito proprkrc para paaseios.
IliquisiO* livela-pa*abiat, da-melal, de nsiai conufeiajtoo. peut* toas, o- J
que ha de mais novo.
E outras multas fazendas de Inteiro gosto.
Rna do Srespo n. 13.
JLJa dm -gipiaiaawate Aa ionio Crrela de Vasceoedlos
di CaMHtpaahla.
Papel grve pautado com.33 iinhas.
A aguia branca acaba da recebar novo sorii-
msiito.de papel greve lip e pautadp com 33 linhas
a.-sim como de peso tarobf ro liso e pautado, dito
peooena era-eaiKiaba reao liso, aaotado, beira
datadaa sera o ser. Tarobem recubeu cran.de
sortimento de envelopes, e tndo se. vende por pre-
ces commodos : na ra do (Jueimado loja da aguia
branca e.
Papel paquete branco pautado.
Vendese na rua,d branca.
Arti&iaes.
llamas d trigo cuta djversa^ cols. mui proprios
para enfeites de gorros e chapeos de senhoras e
meninas, acham-se a venda na roa do Queimado
loja da aguia branea a. 8.
Batallas e extractos finas
A aguia aaaaaas receiau um eiceltenie sorli-
meota de perfumaras tinas, senda bonitos frascos
de cores com extractos finos o de agradaveis chei-
res ; assim coma bellos vasos de porcelana doura-
da om Lacha -de superior qualidade, tendo nestea- de fil de
alguns com inscrlpcSeS apropriadas para presen
te, etc., etc..: quera se dirigir a xn do Queimado
n. 8, loja da agaia branea achara a certeza disso,
e boa disposio para vender a dinheiro por pre-
eos commodos.
A. PROVE1TOSAS AGUAS
balsmica, deiiiGcia e ambreada, acham-ve ven-
da na roa do Queimado, loja d'agoia branca nu-
mero 8.
Dito* ditos de grada com coala giaades.
Liadas fivela grandea para ciato com moldes
agradaveis e diversas qualidades, madreperola,
tartaruga, ac e douradas.
Boas e bonitas utas acbamalotadas para ditas.
Dites-de dita de grosdenaples lisas e lavradas
coa novos.e agradaveis desenbos.
Trancas pretas de seda com vidrllbos moldes
novos e de gosto.
Brcos brancos e pretos de seda com vidrilhos e
de difierentes larguras e bonitos deseabas.
Cascarnlha do seda com diversas cores e lar-
guia, formas inteiramente novas a imitagao de
palo, babadinho e outra com urna translnba no
centro o qoe Ibes da muita gra^a.
Ootra, estrei-as e largas guarnecidas de bico
de seda obra de muito gesto.
Unirs de cambraia de cores.
Botdes de seda, velludo e a;o para enfeites
vestidos.
Trancas de seda estrellas e largas trancas e
cores para enfeites de vestidos.
Flores finas
CAPILLAS PARA MENINAS E NOIVaS.
A aguia branca a roa do Qaeimado n. 8, rece-.
bou -paca vender :
Delicadas capailas brancas para noivas.
Dita ditas para meninas.
Ditas drtas.dti.caix.os de. flor de lar aoja.
Dita ditas de rosas camellas e outras.
Ditas ditas ou ramos de trigo.
Diversos ramos da floree finas-par peito de
vestidos, enfeites de cbatos etc., etc.
treparos j Na ra do Queimado n. 8, loja da aguia bran-
ca vende-se:
Papel a cores para rosas.
DMo verde para folaas.
Dito dito e pardo para cobrir os talas das, ditas.
Musgo em rama.
Folbas para rosas.
Agulhas e linhas para crochet.
Vendem-se na roa do Queimado n. 8 loja da
agaia. branca, sestea eaoo agulhas para- traralbar-
aaaaaaj.
P&pelde sobrecdlente para os
pJiQspfioyos hygienieos ou de
siqumma.
A vi*.da.aEaiiia.taBac,o das cainbas dos
pnosphercs hj^ptfo ou .de se^uraua, tornava-se
pouc.00 papelqi^e vem em.ditas caixinhas, e para
remediar essa falta a aguia branca mandou vir e
acaba da recabar-esse especial papel, c qual se
dau a^oivaaeiksle a quem comprar da taes
Pbosftbarcs se vcpder JndjsjAnc.Lamenie a quem
delle.precisar. O preco de cada caixinha de phos-
pbor'o coBiiaua a ser 16* rs., e vendem-se na ra
de Qaeipsadaa. 8, leja da agaia branca.
Sedafrwcha pam bordari
Veode-se na rna de Qoeiaoade loja da aguia
branca n. 8.
Obras de crystal.
Brincos da diversos moldes.
Oulroi tambeai-oe crystal de cores.
Ouiros.de aljofares brancos d ouiras-cores.
Adereces de crystal obra de gosto.
Rosetas de dito e cruzes.
B*tadebito, brancos e de cores para caliaie-
Djto.de dito, tarobem brancos e de cores para
ppabos.,
Voltas.de dito e ontras qualidades.
Itquis de diversas qualidades
Veoem-se na ra do Queimado n. 8, loja da
agui arranca.
4$pQ$ fortes para balav
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Qremaeome p&ra Ungir ca
bellos,
A aguia branca avisa acs constantes fregueses
d4 exceltente tintura, qne ella acaba de rece-
ber Jim nova remessa e crecaaeome, color come
e sart, .huanco, Bseessario para lavar os- cabeUos.,,
porjaotp podara, dirigyr-se a dita loja na roa do
Queimado n. 8.
Abridores deluvas.
Vendem-se na roa dp Lueimado loja da aguia
branca n. 8.
Prt ben4juets
de-bonitos moldes, dorados e cabo d.e madrepero-
la ; acham-se a velpda na roa do Queimado loja
da aguia branca n. 8.
Bonitas louqMinhas
inho, cambraia e setim todas mui bem
enfeitadas: vendem-se na ra do Queimado n. 8,
loja da aguiabranca.
Carreteis com retroz.
Na ra no Queimado n.8, loja da aguia.btaaca
Grsdenaple preto a 1#600.
B* grande pee-hincha !!
Vende-se grosdeaaple preto, sendo muito encor-
pado e de boa largura, pelo baratissimo preco de
lj.600 o covado : na roa da Imperatriz o. 60.
Rlscados a 180 rs.
Vende-se riscadinho escuro proprio para vesti-
dos on roupas para hornera, pelo baratissimo pre-
co da 120 rs. o covado : s na roa da Imperatriz
n. 60.________________________________
Na fabrica de vinagra, ra Imperial d. 1,
prxima a asiaoao da camiabo de ferr, vnde se
vinagre tinto superior em qualidade a outro qual-
quer, e por [Teco mdico, assim como branco e
incolor.
5
Escrayost fgidos
-r Fugio na madrugad* da. 14.do carrete, dt
casa dq corretor Jos Pedro do Reg o cabra de
nome Manoel, Idade qoe representa 30 a 3o annas,
secco do corp, meio faga, bem desembarar^do,
levou vestido calea da castor.cor de caf, de cua-
dros, camisa de aigodoziabo de lisiras o chapeo
de palha preta : quwrLoega,r o referido escravo
queira leva lo ao largo de >. Pedro n. 17, casa de
Albino Jos Perreira da Crraba, on ao eugenhode
S. Matbeus, do padre Jos Hibeiro de Andrade. dis-
tante da estaco de 'laraeleira urna legoa, que sera
bem recompensado. ___.______________
Desappareceu no dia 11 do correle, pelas 9 ho-
ras da uoite, um, mcleque pequeo do cor cabra
clara, por oajne Geswaoo, de idade de 10 para 11
annos, com os signis se^uintes : levou vestido
calja branca de algodo, suja, camisa de riscadi-
abe azul, foi sem chapeo, falla fina e bastante ama-
tutado; maUo iraquiao, tem um calumbo atraz da
orelha direila, s por este signal muito lael de
conbecer-se, natural de Plane, descontia-se que
ande aqui nacidade ou pelos arrabaldes : perianto
roga-se as autoridades coliciaes on capites de
campo que o prendara e levem a seu seuhor no
bolequlm da aguia d'ouro, na ra estreita do Rosa-
rio n 23, que gratifleaa generosamente.
Fngio do poder do abaixo assignaJo o escra-
vo Ado, idada pooco mais da 20 annos, baixo e
cheio do corpo, pernas arqueadas, chapeo de cooro
de copa alta, caiga de aigodpuntw de cor, camisa
de algodo branco, e barba serrada : qnem o ap-
prebender dirija-se a seu legitimo senhor Dr. Ma-
noel Dantas, na villa do Teixaira, na Parar.yba, e
oesta praca aos Sr*. Soiiza Aadfdde C, na ra
do Crespo n. 8.
Manoel Mara Vleira Frang.
DE
fllll
DE
J. IGNES.
IV. 5 ROA BOUPGRlffOR X. 55.
Os pianos desla antga-brica- sao boja aass conafeeldas para que seja rweessario insistir sobre a
ina superiftPidado, vantuaense garantas qaaoffereoera aos compradores, qualidades-estas iaeootesta-'
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos es que tem appareeido nesta praca ; pos-
miedo um teclado e machraismo que obedecem tedas as vorrtades e caprichos das pianistas, sem
oonea faWiar, por seratn fabricados de pr-apaaita, a ter-se ferto ltimamente meWioramantee Impartan-
dssimos para o clima deste pmi ; ^aaoto vaaea, sao- raelodie*a aflautada*, e aar isso malta airada-
teii aoe ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encbmttiendts, tanta nesta fabrle orno na do Sr. Blooflel, de Pars, soclb
correspondente de J. Viges', a e*js>apMal feram sempre premiados em todas a erpsic3es.
Nomesmoestabelecimentoaaaaam' saaaaaa am expleodidoe variado sorlimeatade msicas dos
atelbores amores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, senda tudo vendida por
preces eommods e razoavete.
.....ii mil ni i il.....i........ .............ni
' 'CSWBWFlaa'.
Parede Porto vende cambraias lisas finas, pw-
de sortatnasao, 3f at tf-, ditas Victoria amito
fioas, eom 10 varas a 6*\ 4*500 e H : na raa da
Imperatriz n. 52, junto a padaria ancaza. _____
mor
Ciraatde
Ke ra da Imperatriz n. 52 oorta larga de Pare-
des Porto, vende-se chales de merino estampados a
it e 2*500 e finos 5|, eslao se acabando.
Ha roa ao hsmim n. 21, ofllci
Gaaaasma Baizat, aa pata veadar
novos, na roda e com aseeaitos
soai, a para iraiielaa>f>aa t <
de dna, rodas, asabas le tos eaatala a par
JSK*c!SE
ehagaa' a laja da Pandes Porto, roa. da Impera-
triz n. 52, om sortimento de camizinbas, gollinbas,
corinhos, romeiras e sintos, de cambraia branca;
pelo barata preco da **VM0, 3H50S a 4*, goibalMa
500 rs., romeiras a 800 e status a 800 rs, grande
qoantidade de ntremelos a C00 e 800 rs. a peca,
estao se acatando. -aa
Navidade.
Cbegaram os bonitos chales 3 retondas de guipa-
re brancos, e vendem-se na rna da Imperatrix n.
OT, !}# poW rarga, dePl*deaPorte.
Luras e Jouvii.
a toja de asiodeza* na.roa do Queima-
do n. 16, reseben-as por (te oltimo vapor,
1. Bren em barricas peques as.
Cera ara velas de todos os umitraos.
vigano n. 19, primeiro andar.
TbnHpwHerii.:
_
tambenta
a oficial cjue ,ro dajdo, igual
gars, melbor, por
supeffors'
em novlo e a
_ .Pinto Cordel
e para gosto de al
etc.
GaefRen ms etratiha t caabraia.
Vendem-se corpiobos de cambraia com entra
meios a 4 e 55, estao se acabando : na loja de
Paredes Porto, roa da Imderatriz n. 52, poria lar-
ga, jnn.o a padaria franceza,
g^tSM^^StSS,^^tfs\'
avariao.
Francez barrica 8X000
Portrimd dettt 8JK60 "
n perfeite estafo-:
Francez barrica 18*000
Porlland idem 12*000
No armazem de Tasso Irmaos caes do.'ApoUo.
As verdadeiras bridese
picadeiras de Ipojuica
Venden Azevedo St Irmo, a ra do Queimado.
Vende-w ama aarrocr eom bol a na aovHtao
muito proprio pan erlar : em Santo Amaro ean-
firenjs ao cbaanz. taberna; a traur com Antonio
do Rep ddtrof.
Laias e \m\t\sjEolio aon graxa
eeouotuico.
Vendem-se por pregos razoaveis: n ra do
Queimado loja de miudezas n. 16.
Agua de lioIIde para fazer os ca-
bellos pretos.
Na loja de miudezas a ra do Qaeimado n. 16,
vendem se caixinhas com essa eielleaie preparar,
caoAgua.de Hoildepara fazer os cabellos pre-
tos, qnem delta precisar pode dtrigir-se a dita loja:
na roa do Queimado n. 16.
Faslilhas odorficas pava pernnar sa-
las, felritet*, etc.. etc.
Na loja damiadaaftsta ra do Queuaado n. la,
venden se caixinhas com essas odorficas paslilhas
fumantes.
Papel de peso e alinaco, liso e paulado.
A loja de miudezas a rna* do Queimado n. 16,
acha-se Lera prvida-d paper- da diversas qaali-
dailee, senda aimsc.0 greve liso e pautado, com 33
liabas, dita de pean- tamben liso e paulado, dito,
pequeo em caixinhas igualmente liso e pautado,
com beira dourada e sem o ser, assim como enve-
lops grandes euenoenos, os pretndanles dirjan-
se a ^ktt loj* na ra do Qaeimado a 16, que serio
bem servidos.
Mesmo depoisda Cesta gasta-se peifa-
.tM,... Baria fina
A amiga laja de miudezas a ra do Queimado n.
W, acaba de receber om bello sonlmento *e per*
fumarias Otra?, sendo banha Boa, em diversa e de-
licados vaso de porcelana dourados com significa-
tivas ibscripopes e sem ellas; assim coma bonitos
Irascos de rMntalsta com exeellente extractes de
Bnoae'eeoolbidaa ebairo, a bem. eoao tuparian
agu aa. Cotoi eea garrafas e frs*c*,de diversa*,
tamaauos, dOar 4enbfreas, balsamieaedefldr.de
laranjl, cosrrteiTq'UBs finos e banhas em 'Trastos de
differentes moldes. Vende-se tudo per prefo aaa
modos a vista da superioridade di qualidades
na roa do Queimado, lofa de miudezas n. 16.
Divenos objeetos.______
PARA- Jt-OtARBSN.4
PECHINCHA' aDMIRAVEL.
firosdeniple preto a 4^600
Venderse superior grsdenaple preto, fazenda
muUo encornada, pelo baratissimo prego de 1*600
o covado sendo fazenda que val muito mais, di-
nheiro : na.loja e armaz.em do Pavo na. ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
MANTAS PARA OPESCOCO
al*, s o Pavao.
Vendem-se bonitas manta? para o pescoeo, pelo
barato preco de 1* : na loja do Pavao na ra da
Imperatriz n. 6., de Gama & Silva.
zas
Vendem-se o* loja e
a rna do Queimado a. 16.
Bonitos leques da sndalo e oatras-qnslidndes.
Bonitos cintos coa fl ve I las d diversas valida-
des e moldes.
Brincos e cruzes de crytal.
Abotoaduras de dito para coletes.
Bonitos port-relogios.
Delicadas caitas com msica e sem ella, para
costn.
Agulhas e linhas par earoehel.
Retroz superior em carriteis.
Rendas pretas e bicos com vidrilhos.
Fitas de velluda com listras da cora, para en-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosderttpotes, flss e hrvrada, brancas
e matisadas.
G*L
No armazem da rea do Imperador a
Caes de Pedro II n. i, tea era
bor gat iatwt ao aereado.
oo no
o me-
*ande armazem de tin-
I tas medicamentos etc.
Ra do Imperador n, 22,
Jdloo Pedro das Weves (ge-2
k reate) tero, a renda o
segu ule:
Productos chimicos e pharma-
cefos.p nuis enjeregados em
madicinft.
Tintas para todo o genero de pin-
tora 6 para tinturara.
Productos induslriaes e tintas
paia poiflg, como hQtes de fleres
e modelos era, gesso para ioitar
;fDCtas e passiros coro o compe-
tente, desenho.
Productos cbimicos e induslriaes
' para photographia, tinturarla., pin-
*' tura, pyrotecnia etc.'
Montado em grande escala e sup-
prido directamente de Pars, Lon-
dres, Hamburgp, Anvers e Lisboa
' pod offerecer productos de plena
conflanca e satisfazer qualquer n-
commenda a grosso trato e a reta-
lbo e por preco commodo.
mmto
Fugio na madrugada do d 1* do correle, o
escravo cabra de nome Vicente, com os signaes se-
guiles : estatura uro pouco baixa, cabellos cata-
piattos, olbes pretos, nariz gro-so. bocea regular,
pouca barba, rostp compridt), te todos os denlas,
e bastante mogo, tendo 23 annos de idade poocp
mais en menos, presnme-se ter levado vestido cai-
ga de casemira c camisa de algodo azul ja osa-
das. Este escravo fui reisellido do Ico d'oode.r,
natural para esta cldade a Jos de S Leito J-
nior, que gratificara' generosamente a quera o
apprehender e entregar em sea armazem, a' raa
da Madre de Dos, contiguo a igrej...________
-r Fortaraonio aogeano Terra-Preta, domado;
Alexau4r Crrela de.i;rast o escravo Manoel Pra-
de, com os signaes seguiptes : altura mediana,
sem barba, crioula, vermelho, queixo redondo, bei-
gud, peraas um-poueo arqueadas, e seguio de pa-
gem da um moc>) para o Hecife : rogase as auto-
ridades policiaes que p pao tWwteiii vender, e. qs
negociantes a quem for onerecido por venda..oa oa-
tro qnalqqer negocio que o prendara e recolham a
cadeia.^________ ______________
~Fogio ii dla'te'rca-felra 30 de Janeiro prximo
findo, a preta crioola de nome Msrclana, de idade
36 anrios, pouco mais oo menos, sendo da cor .ta-
la, altura regular, levou vestido d8 chita escura :
quem a apprehender, conduzindo-a a casa do abat-
i assignado, na. ra d Imperatriz n. 30, ser
gratificado.
Francisco Augusto de Aranjo.
i Do abaizoaisigoado, hoptem. 12 do andante
mez, fugio o seu escravo de nome Ildefonso, mula-
to, 18 annos de idade, eUlura tatxa, cambaio, isto
, tem as pernas tortas, urna coroa de cor azul so-
bre ora dos bracos, e sobre tudo e bem conbecido
por ser farcola, amigo jogar pilnerias : qnem o
pegar ou delle.souber, pode dirigir se esquina do
pecco do Esplnheiro, estrada dos Afflictos, ou na
ra Imperiald. 19v, fabrica do corlme, qae sera
bem recompensado.
Tbom Feruandes Madetra de Castro Filho.
Gratificado de 100,?
Ausentou-se, da casa di SQ senhor o preto crioo-
i lo de nome Marcelino, de idade de 23 annos, sol-
teiro, levou vestido camisa de cbita de cor e calca
de brim pardo o toda sua reopa dentro de nm sac-
co de estopa, desconfiare.tr seguido par Nasa-
reth d'onde filho, e fot comprado a O. Emeren-
ciana Mara.da Piadade do engenbo Junco por seu
procurador Jojp Francisco Cabral, temos signaes
seguintes: alto e reforjado do corpo, barba pouca,
denles alvos, com falta de nm denle : qnem o pe-
gar leve-o ao Mangoinnd a Joao Antonio Carpin-
tero da Silva. _________ ^_____
Nodiando corrate desppreceu, urna es-
crava por nome Maria, scea do corpo, altura re-
gular, nem preta, levou roupa acal, muitJconhe-
cida, o sao allok era fazer doce, foi escrava do
fallecido Barbalhe, tem ornas glndulas sobre o
pasteo, pe isto sa larca, bem conbtcida, costara
andar com um len^a anarrado debaixo do queixo
para.encobrir, se aerja, acoMajia para as bandas de
Beberlbe, em casa de um preta da mesraa nacaa,
forra : rogase i^ aasrfaades e capities re capw
qoe a pegar, leva-la ao arraial daa Cinco Poata n.
43, que sero recompeusaclos, protestando contra
quem a ver acuitada
Atteneo
Vende-se
na roa aVTIaii*Mr; W, aidar, vfcata 4a
MfCfrafoaaaadiaereatas
aancoreus:
Vioho d> Figneira em barris.
Ora em vena.
Parto
rtaJO HUbo: i raa n
No da teroa-feire, 6 datvereire crrante, favo
da cas do ibaixo assignado, morador no engenjio
Denlo Velho, era Santo Antio, a sua escrava criou-
la, de 18 annos de idade, de nome Huclana, ores
grandes e salientes, nartz chato, bnota gran e
beico gressos, e deules tjem alvos, assim m
bflm Umn de. Res e maos, e o\w prende mais. atr
tncSo o leo lhar espantado; fof condolida por
' um alm >creve a quem disse enamar- Se Mara, a
qoerer ir para o Reclfo, oade djtia ter parate e
sarocra,aouJK*f aeajirp lista, oidem. Sabio
com um vesdb de cb.it* WIDI om |aores en-
carnados, camisa e sala nova de madapoln : 0-
garfa, aa, a a^pjMaafi o Retif e seossalnr-
da Ccnceico n. 3,ott eirli^a por-" tlorffMroMi^
at*, qo acra devidameate pvaBfit!nj|rioarjtrrn
i IvCMllf tro oonii tris-
anter, w rwio i nnjainj )Creve a qnem dfsae enamar-se Mina, <
qaalid4es, em han nf ^ pjM 0 Bedfa, oade djtia ter prente



-
j


!
8
Dlari* e Peraiabafo ... Sexta MdU 4e Peyerelro de i06
L1TTERATDRA
Fr, Bru*.
(Continuaqao.) { ')
Permutan atora os tenores aro pareathesis.
S li-iwesse una iribuml de iniuisico onlre no*,
en (uricomque fjs;am qaeiaiadis tVtm os seutio-
re tjffragraptioi encorreados prijae.ra artigo sobre Fr. Bruno ; como, porm, a-
qu?lla civlisidora iastituieao de saniosa memoria,
d si>;iareceu do* mondo com ai oras que a' la'
vo, limito me, coro grande tielar, a d eclarar ao
publico que na 1' columoa da 8.' pagina do Dia-
rio dt sabbado (10 do correte) em ver de......"mbro *> no seguiote (1824; na capel!, do en-
genho de Vasco.
Mea pal baria previamente approvado esse pas-
50, e, quaodo egtavamos jautos, fallava-me sempre
em Vasco e em Eulalia.
Sempre que me era possivel en ia ao eogenho
-la. e desses passelos 'vollava cada vez mais pre-
Qdando elle chegou ao sitio em que se achava ccupado e triste.
sua Qlba, ele > nao esta' terminada, e fra manda- Oizia-me o (coraco que qaanto mais se aproxi-
da supprimir as provas, para formar o principio m*v a poca em que devia ter lagar o meu easa-
om essas travas que nao ha sol qa rllsslpe, esta-
ba de parte, carrancudo a despeilado, lomando no-
ti do nosso esqoeeimanto para depois responder
rom a mais tremenda vlnfane.
Como sao iroperfettos os aossos sentidos, e quo
limitados os horisootes que a vista do hornera pode
ilescortinar !...
Antes de separar rae de Eulalia, pedi-a formal-
nenie a seu pai, que retobea a minha propasta i
:om os bracos abertos, e a declararlo de que ja a
if pera va.
Assenlou-se dar-se desde logo commuoicaco aos
paremes e amigos olimos, de que o nosso casa-
mento eslava contratado, e que teria lugar em de
fc
i
.

Comiderindo que procurar salvar urna mu -
Iber, iudefeza e abandonada, etc. deve lr:
Contiderei que procarar salvar urna mulher
Indefoza e abandonada, etc.... >
E que a ultima parte da 3.' columna qu< come-
ta asim
ment, menos di-tante eslava tambem a occasio
em que eu liona de perdla para sempre.
Infelizmente o coraco dizia-rae a verdade, e as
minhas sioistras appreheosSes deviam tornar-se
em breve ama realidade terrivel para mim I .
do prsenle artigo.
tiouve, por tanto, detenido da parte dos senhores
lypogiap&os; mas estamos cerlos de que novas
faltas nao viro crear a necessidade de novos pa-
renlhesis, como este, elsticos e com preleoc,<5e a'
prologo.
Esta' fechado o parenlhess....................! Fr- BrUD0 in'"romPeu "'esse Pnt0 sn> nrr-
..............................................I cao, enxugou o snor, que em bagas Ibe cania da
Q jando Vasco chegou ao sitio, em que se acha- ; fronte, e, depois de ama pequea pausa, continuon
va sua ulna, eucontrou-a sentada sobre a relva que assim :
vicejava a um dos lados da estrada, e cercada das Estamos no anno de 1421, de luluosa memoria
vistas importunas de um crescido numero de cu- para esta provincia.
os' Pernambaeo qae vira, sote annos antes, orrer o
Pascados os indescriptiveis extremos do prazer; sague de sens generosos filaos, que havtam sola-
de un, pai que v a fllba,que julgava perdida para do prec0ce grito de liberdade, encontrn ainda
seaipre, milagrosamente restituida aos seas bracos, i em seQ seio novos martyres para oppr s crescen-
carlntios e amor, o sea primeiro caidadu foi pro
curar saber a qaem devia tamanba felicidade.
Eulalia nao poda satisfazer a sua curiosidade :
extremamente commovida e quasi fra de si, ella
nao podera attentar para as minhas feicoes.
Mas, algumas pessoas das que ali se achavam,
ma iiLhum visto, e reconhecido; Vasco pdde enlo
eacarregar ao coraco reconhecido de conservar a
lembranca do meu nome e do lugar de miaba re-
videncia, resolvido a ir no da seguate visitar-me
e agradecer-me o assignalado servico que, sem ia-
teressu algum, Ibe prestara. -
Vos j o vistes em casa de mea pai, e, provavel
mente, tereis adiviobdo que a visita foi paga em se-
guida, como vigorosamente o proscreviam s leis
a etiqueta e os principios de civilldade.
Os velbos tornaram-se amigos, e ama vez por
outra repetiam as visitas, sendo que, si o nao fa-
ltara com a frequencia que elle desejavam, era
isso devido distancia de saas habitarles e aos in-
commodos inherentes a' idade avancada de ambos.
Outro tanto, porm, nao se dava comigo, que af
flz-me por tal forma a' convivencia de Eulalia,
que muito dificil seria ento enconlrar-me alguem
longe a ella.
E cerno nao havia de ser assim, se em casa de
Vasco en rae acbava como na minha propria casa,
e si era n'ella recebido, tratado e estimado como
um Mino predilecto ?
Como nao havia de ser assim, si Eulalia, a eo-
cantadora Eulalia, va em mim. mais do que um
irmo, o seu salvador, o mancebo extremoso
e leal como ella sonnara, e quena qae fosse o ho-
mam qae prelendesse o sen amor ?
Eulalia era a mais linda moga que meusolhos ti
nhara visto, e ea um mancebo rdante e soahador,
como o todo homem o'essa quadra risooha da
vida chamada a mocidade.
Em menos palavras : eu amei a Eulalia, Eula-
lia amou-me tambem, e juramos receber-nos dian
te de Ueus e dos homens, como j nos haviamos
recebido livrernente diante dos nossos coracoes,
nossos raelbores confidentes, e aicos juizes com-
peteuitis para decidirera das vantagens de urna tal
aliianca.
Antes de ver Eulalia eu Uvera algumas affei-
coes. Parecia-me que era fallar com a conside-
racao devida Providencia, encontrar ama flor
dedicada nos deserlos da vida, e nao procarar as-
pirar Ibe o perfume ou oscular alguraa de saas fo-
Ihas: oram loncos caprichos da imagnaco, vai-
dades mal disfarcadas qae hoje se me apresentam
aos olbos da consciencia sob a sua verdadeira cor.
As pequeas contrariedades, que taes affelgoes
me causavam, e que ento se me afiguravam gran-
des calamidades, anidas a' influencia, qae exercia
em mea coraco o amor de Eulalia, que o enebia
todo, com excluso de qualquer outro sentimento,
dictaram os seguintes versos:
J de novo mea peito palpita,
J de novo erigi-me em cantor, ZJ,.
J de novo o alade de Bardo
Sons disfere, qae dizem amor.
Tinha trevas nos olbos da mente,
Em minb'alma morava o pavor,
Vi nos olbos, e a luz qne manavam
Em meu peito accendeu doce amor.
A mlnh'alma va=ia de esp'raneas,
Que, urna a ama, levara-me a dr,
Reviveu saas crencas d'oolr'ora,
Bebea vida n'om riso d'amdr.
Novo sol, accendeudo-me o estro,
Dissipoa airas nuvens de dr;
Plores marchas ao vico tornaram,
Revivea-me no peito o amor.
Foste tu, minha Eulalia formosa,
Qae mudaste em prazer minba dr,
E' por ti que meu peito palpita,
Se a ti eu consagro este amor.
E qae amor, e que unos extremos I
Ah I que sinto no peito o fervor,
Que teus olbes vasaram com as chamnias,
Cbamrnas puras de nm mystico amor.
Por mais que Eulalia, reclinada sobre, o (neo
braco, me afflrmasse que Deas protega o nosso
amor, e que nada poderla obstar a nossa fellcida
de, ama vez qae nossos pas approvavam as no as
relago s e os protestos de eterna constancia, qae
reciprocamente trocramos, nm occulto present
ment vinha comtudo insinuar-se em meo espirito
e bradar me ao ouvido :
i Desejos sempre vaos, reces s dores I >
Vivemos assim ainda algum tempo, at qae, se
aproximando a festa do Natal de 1813, o pai de Ea.
lalia relirou-se para o eogenho com sua familia.
Ea acompaobei-os na vlagera e ainda pastel oito
dias com elles.
A nossa despedida foi tocante e triste, mas as
nossa.*. lagrimas nao commoviam o co que se ar-
queaba sobre as oosas cabegas, nem a trra qno ti-
nturaos sob o nossos ps.
A nossa desgraea eslava resolvida pela Previ-
dencia, que comraettra a sua execuco aos acoiite-
cimentos qae deviam sobrevir.
Em nossos catalos de felloidade, em nossos so-
naos de or, em nossos pianos de ventora, so ha-
viamos contado com o presante.
0 futuro, com os arcanos qae em si eaeem, e
() VWe o Dtarto de saWado, lo do corren e.
tes iovas5es do poder.
O Brasil, guiado por seus altos destinos, havia
proclamado a sua emancipacao poltica; e a corle
j do Rio de Janeiro, enviando, como envin, aos se-
nados das capitaes das provincias os decretos de
16 de fevereiro e 3 de junho de 1822 (o primeiro
acerca da orgao.sacao d'ura conselho de estado, e o
segundo a respeito da convocago d'nma assembla
geral constitninte bara o reino do Brasil, aflm de
sobre elles darem o seu parecer), havia incontesta-
velmente accelerado o complemento dessa grande
obra, por que tanto alme.aram os Brasileiros ver-
daderamente amantes da prosperidade do seo paiz-
Todos sabem qae i divisos de Pernambaeo e
Farahyba do Norte, que seguiram por Ierra desta
provincia para a da Baha (caja capital se acbava
oceupada pelas tropas lusitanas, e de balde se es-
forgava por sacudir o jugo que a opprimia segre-
gando-a da communhao brasileira) deve-se em
grande parle o resaltado do memoravel combate
que no da 8 de uovembro do mesmo anno (1822)
travou-se, no acampamento da Piraj, contra as bi-
zarrras, numerosas e aguerridas columnas lusita-
nas.
Todos sabem que essas columnas, dirigidas por
habis offlciaes, ainda ufanos pela recordaeo dos
louros obtidos por suas victorias nos campos da
pennsula hiberica, virara apagarse o brilbo de
suas passadas glorias, era presenga dos prodigios
de valor da nossa gente que as obrigra, na defeza
da causa nacional, a se retiraren) com precipitada
fuga e grande perda, para o recinto da cidade, d'on
de jamis ousaram sahir.
Este successo, que firmn os deslaos do Im-
perio, e a Je.-ivnti inca (to natural em um povo
que acaba de despedazar os ferros do despotismo)
de que Portugal nao havia perdido as esperances
de rebaver a amiga colonia, parece qae deviam pe-
sar no animo daqaelles qae cercavam ao fundador
do imperio para Ihe inspirarem ama poltica mais
branda e conciliadora, com relaco aos patriotas de
Pernambuco e ao movimento de 1821.
Mas, deixemos a poltica, de que nao quero ago-
ra oceupar-me, e voitemos historia.
No da 12 de dezembro de 1823 desembarcaran)
oesta cidade alguas deputados das provincias do-
norte, que voltavam da corte do Rio de Janeiro,
onde infelizmente um mez antes, da por da, fra
dissolvida a assembla* constituale, e flzeram
publicar nessa occasio um manifest qae caasoa
grande sensagao na popalacao, j exaltada pelas
ideas democrticas do tempo.
Nestas circumstandas o governo provincial, con
vocando um conselho para o dia seguate (13) fez
nelle delarar qae se.retirava da gerencia dos nego-
cios pblicos, por ha ver perdido a forea m.ral, o
que dea lugar a que o mesmo conselho elegesse
nessa occasio para presidente da provincia a Ma-
noel de Camino Paes de Andrade, eleigao qae
deii >u de merecer a approvagao do imperador,
que nomeou para o mesmo cargo a Francisco Paes
Brrelo, morgado do Cabo, e depois marquez do
Recite, a quem enlo se negou a posse.
Este acootecimento, dividindo a provincia em
dous partidos, foi o preludio dessa lata sanguino-
lenta, em qne dous contendores disputaran) depois
cora mo armada seas preleadidcs direitos cadel-
ra presidencial.
A mocidade abragou a causa da liberdade, e cor-
rea pressarosa a ludo depositar no altar da patria.
Naqoelles tempos o patriotismo nao era ainda
orna especulago, e aera os bros do cidado em-
pallideciam ao brilbo do loaro metal.
O imperador, dissolvirado violentamente a assem-
bla conslitointe, esbofetera a nacao : o leo do
norte Ievaotoa-se, por isso, em toda a altara de sua
dignidade, mostrou a sous fllhos o signal da affron-
ta, e, rngindo de um modo medonho, cbaraon-os to-
dos s armas.
Eu era moco e Pemambocano ; nao pode ver
com indifferenca as lagrimas de sangae qae cor-
ran) pelas faces do gigante.
Nao esqueci Eulalia, mas nao Uve mais tempo
para tornar a v-la.
Escrevi ibe, dizendo lhe qae o dever e a honra
me baviam posto ao servico da patria, e qae, logo
qae esta oao bouvesse mais mlster de mea braco,
ira collocar-me ao sea lado para nanea mais
nos separronos.
Eulalia respondea-me qae sea pal ncra furioso
contra a minba resolocao, qae nao quera ouvir
fallar em mea nome, a qae declarara qae o nosso
casamento nao tena mais lagar; mas qae ella era
a pnraaira a reconhecer, alada que com o cora gao
despedazado pela ausencia e perlgos a qne me ia
expr, qae nao me restava oatro caminho honroso
a seguir, alm dessa qae escomer.
Jalgaei qae, depois de todo acabado, convence-
ra fcilmente a Visee de soa sem racao, e todo
flcarla no amigo p ; i), linda qae cheio de ornis
apprehenses, impedido pela consciencla do dever
e animado pela carta tica patritica, qae havia abracado.
Estivo na Barra Grande, onde batime sob o Ma-
mando do coronel Jos< Antonio Ferreira, contra a
gente do morgado do Zbo, fazendo tambem parte
da forga que atacoa o inimlgo pela Boa-Vistt; e
s foi no dia 7 de seterabro de 182, qoaodo o ge-
neral Francisco de Lia a e Silva, (jorajoandaote em
ebefe do exerciic impe ial, aceitn, com algumas
modifleaces, os artigos de capitula
pera Iba propozera o ce mandante das
provincia, da aecrdo son senado de ( rt, e
quaodo debandou o exercito Pewambacano, ajas
eu tratei tambem da oceultar me, aflm da vitar as
perseguices qae liaban de ser exercidas contra
os patriotas.
A principio estive occod^^H ftnda, na casa
de urna senbora de idade avaocana, viuvi a saco
fllhos, lio pobre dos bens da fortuna, como riea de
virtudes e carldade.
Condoida de minha mocidade e infortunio, ella
divida comigo o seu pi e velava sobre a minha
seguranca, como nao o faria melhor qnalqner pa!
ou mil desvelada.
Durante o dia eu me eocerrava voluntariamente
em um segredo que havia dentro de casa, e noite,
quando a cidade intuir dorma, ella ia tirarme do
meu escondrijo e me condazia ao mea quarto de
dormida, que fleava ao lado do seu.
Gragas s saas prudentes precauces, ea pade
escapar s diligencias dos imperialistas, e iludir
todos os esforcos que faziam para descobrir aos
vencidos, nao obstante ter sido a casa visitada e
cuidadosamente percorrida pelos agentes do go-
verno.
Depois de assim passar alguas mezes, nao pade
mais refrear a minha impaciencia. As saudades
que eu uba de Eulalia e de mea pai, e o desejo de
saber o que era feto delles, fkeram-me despreiar
os conselbos da prudencia.
Disse bi senbora qae ia deixa-la e segnir o
mea destino. Ella mostrou-me a iaconstderago
de nm tal passo, e os perigos de qae me veria cer-
cado; cborou, pedime, mas foi todo debalde: a
minha resolucao eslava tomada.
a pobre viava, coobecendo por flra que s lhe
restava aceitar as minhas despedidas, abragoa-m?,
ajudoa-me como lhe foi possivel a disfarcar-rne e
encommendou-me fervorosamente a todos os San-
tos da corte do co.
Espirito candido e generoso, si l dessas regias
divinas em que te foste recoiher, podes ver o que
se passa em meu coragSo, roga Deas qae nao
prolongue por raais lempo esta agonfa pungente
qae me dilacera os seios d'alma, e qae pode arro-
jarme aos bracos da impiedade 1
Camiobando com as devidas cntelas, pade che-
gar, sem ser reconhecido, s 9horas da noite desse
mesmo dia easa de mea pai.
Sub sem azer estrepito, eocostel-me porta da
sala de visita e olhei para dentro... rosios estra-
nhos de homens e mulheres, foi o qae vi.... mea
pai la nao se achava I
O quedara cansa a isso? Seriara ralaces novas,
contrabidas por elle na minha ausencia ?
Teria ella mudado de habitago T
O lempo qae daroa essa duvida, parecen me
ama elernidade; mas apesar de estar enlo o mea
espirito extremamente perplexo, conbecl logo que
as pessoas que all se achavam, nao podan ser vi-
sitas, pois fallavam em tom alio e estavam vest-'
das como a decencia nao permute qae se faga em
casas alheias.
Retire!-me em seguida, decidido a proseguir no
dia segrate nessas piedosas iadagages : mea pal
all nao morava mais, cumpria-me descobrir o la- ]
gar para onde elle transferir a sua residencia.
Si elle tivesse morrido...... I
Mas, nao; ea nao poda acreditar qae Deas boa-
vesse deseocadeiado todos os seas flagellos sobre
qaem nanea o offendera I
Mea pai eslava, sem duvida, vivendo em algum
cauto isolado, onde se refugiara para chorar as des-
granas da .patria, e onde iriam descobri-io a minba
araizade e ternura.
Ah I qne dr me eslava reservada I K
No dia segrate procedendo efectivamente a no-
vas diligencias, soabe qne men pai, devorado por
nma lenta agona, morrera de desgostos I
Haviam espalhado que entre os cadveres dos
patriotas qae suecumbiram no combate da Boa-
Vista, fra visto o meo com o crneo despedagado
por urna baila de mosquetarla, e o corpo coberto
de ferida?.
O sea coraco estalara de dor ao receber tal no-
ticia, e desde ento nao comea, nem bebea mais,
al qne nm dia Deus chamra-o para junto de si,
deixando-me orpho n'este mundo de alleiges de
ramilla.
Nada mais tendo a fazer no Recite, dirgi-me pa
ra o engenho de Vasco, onde ia emfim ver Eulalii|
e dormir oceultamente debaixo do mesmo ledo qae
ella, at qae as coasas do paiz madassem de as-
pecto, e ea podesse condazil-a ao altar.
E' verdade que o qae me dissera Eulalia, a res-
peito de seu pae, com relaco a mim, causava-me
algum embanco e receio; raas en contava qne a
minha presenga e soffrimentos abrandar-lhe-iam o
coracao e promoveran) o restabelecimento de nos-
sas antigs relacoes.
Mas ah I ea nao contara com os prejazos de
ama educaco mal dirigida, e com a ingratido de
um velbo cheio de preconceitos I
Cheguel ao engenho, cheio de p e de fadiga, pa-
recendo me mais com nm mendigo do qne com o
elegante Bruno de oatr'ora I
O coraco batia-rae com tanta torga e precipita-
cao qae foi-me preciso parar nm pooco, e sentar-
me a' sombra de nma frondosa jaqoeira, qae ali
bavia.
Logo qae pade dominar a minha commocSo, er-
gai-me e cootinoei a caminbar.
A easa de vivenda, senxalla e mais dependen-
cias ifaquella propriedade iam-se tornando, cada
vez mais dlsuoctas para mim, e eu j me encami-
nbava para aquella, quando oaco, perto de mim,
ama voz, qae sahia do jardim, e que reconbeci ser
a de Eulalia.
Foi-me preciso um grande esforco para poder
conter-me, e esse esforco foi a lembranca de qne
ella tai vez nao resistase surpreza da minha
presenca, sera estar para isso preparada.
Eocostei-me ao tronco de ama arvore socolar, e
comprim o coraco com ambas as mos, com re -
celo de qae elle me saltasse do peito, to fortes e
freqoentes erara as saas pulsaces nesse momelo.
Eulalia medalava com voz maguada, o segulnte
canto:
Como a floriona do prado,
Quejafloita mo esfolhou,
Mea amor viven outr'ora,
Floreceu ; mas ja' passoo.
Como a nota barmooiosa,
Qae a mansa brisa levou,
Mea amor viveu outr'ora,
Florecen mas ja' passoa.
Como o briTbante arco-iris,
Qae o sol rdeme aparoa,
Mea amor viven oatr'ora,
Floreceu; mas ja' passou.
Como o pertame do incens,
Qae nos ares se espalhoo,
Meu amor viven oatr'ora,
Florecen; mas Ja' pajsoQ.
O sopro fro da ararte,
Sem piedede o getoa;
Foi-se a ventora e a etperanea,
Mm i sindade fleon I
(Continuar u-ha.)
I POCO DE TDO.
entd era qne os irmaos Bonheur vo co-
iheatro Dejetei as sessSns qae no circo
lio profundamente os adeptos do
o ecausararo tanta adrairagao aos medl-
Ila-se para as miabas recordacSes, para i
que ec/narre o que acontecen a mim proprlo no
primeiro dia em que asssli s saas experiencias.
litdit Alejandre Damas.
Tobo feito durante dez annos trabalbos de mag-
ueiisnb, e particularmente ua poca em qua escre-
via ) meu romance de Balsama. Sem embargo
de negar que o magnetismo se tenba elevado >l-!
tura de selencia, tenbo feilo notar as minhas ex-!
ponencias os phenomenos raais -extraordinarios e
sotretudo os mais inexplicaveis. i
A minba opinio que acontece com o magne-
tismo o mesmo que com os bales.
Podem faze lo subir, porm nao os dirigem.
Devo dizer que nenbuma lucidez tenbo visto obe-
decer coro tanta preclsio a aegao magntica, diri-
gida por outra vonlade alera da minha, como a
daquelle irroo Bonbeur que responde s pergun-
las do irrao e do pnblico.
A ignorancia dos nomea de baptismo destes se-
nbores que apenas conhego de os ter visto urna
vez no circo e oulra em casa de soa alteza Impe-
rial a princeza Matbilde, faz com que seja obriga"
do a distlogui-los por magnetisidor e magnetisado,
Feila esta advertencia passemos a uarragao.
Varias pessoas me tinhara fallado j dos prodi-
gios dos doas irmaos quando resolv assistir a urna
das suas sesses. Desejando porm apreciar exac-
tamente o grande lucidez dos artistas, fecbi-me
em um gabinete e pergnntei a mim mesmo a qae
experiencia os havia de submetter.
Acabava de receber, ningnem mais o sabia, ama
carta do general Patlaricini, na qual me nandava
duas photographias : o sea retrato e o de ama
briganta que acabava de prender
Metti cada urna das photographias em nm so-
brese ipto, e em outro sobrescripto metti seis sellos
de 20 centesimos. Fecbei com lacre todos estes
sobrescriptos, e depois da me certificar de nao ter
sido visto por pessoa algama, metti-os na algibeira
do palitot. ____
A' noite fui ao circo; as experiencias tinhara
comecado.
O magnetisador pedia re'oglos para que sea ir-
mo dissesse os nmeros das fabricas e os nomes
dos fabricantes gravados na caixa interior. Entre-
guei o mea relogio ao irmo que os andava reco-
mend.
Apresentados os elogios ao magnetisador, tirou
este nm ao acaso.
Era e mea.
A quem pertence o relogio escoibido por meu
irao f perguntou o magnetisador.
A mim, respond ea.
Desejaes qae vos diga o numero de ordera
gravado no interior e o nome do fabricante ?
Nao conhego nem um nem outro, content-
me que me diga a cor do mostrador.
Roxo, com algarismos de oaro, respoodeu o
magnetisado.
Perfeitamente, disse eu.
E como o magnetisador qaizesse abrir o relogio
para mostrar aos espectadores que o seu Irmio ti-
nha acertado.
Nao, disse-Ihe eu; abr-lo-heis depois ; pri-
meiro desejo que vosso irmio me diga ar oatras
particularidades do meu relogio. Nao um relo-
gio vulgar. Pode exercitar nelle a soa lucidez.
Como me conheceram e o nosso dialogo em voz
alta tivesse ceno interesse para o publico, algnmas
pessoas fizeram si, si 1 e estabelecen-se profaodo
silencio, no meio do qnal respoodeu a voz lenta e
montona do magnetisado:
Nao s nao um relogio como os outros, mas
muito curioso. Tem encrastadas duas medalbas
na primeira caixa, nma pela parte de dentro e ou-
tra de tora : a de dentro tem nma inscripgao lati-
na, e a de tora nm verso francez.
Todos os olhares se liiaram em mim.
E' exacto, respond.
Rebentaram phreneticos applaasos.
Qaanpo cessaram perguolei :
Que cabegas representara as medalbas 1
Duas cabegas de homens ; a da parte de fora
tem cornos.
De que paiz ?
Grego.
E' verdade ? verdade ? pergantaram varias
vozes.
Tndo qaanto disse verdade.
E' nm Alexandre Amon, conbecido pelo nome
de Alexander Cornutoi.
Redobraram os applaasos.
Podis ver na caixa interior a parte qae Oca
voltada para a machina ?
Representa urna molber com ama ave na
mo.
E' maravilboso I respond ea.
A minha afirmativa foi segaida de tres salvas
de applaasos.
Ento nao vacilei em levar o magnetisado at o
ultimo extremo ; nao pareca acbar-se em estado
de lucidez capaz de triompbar de lodos os obsta-
calos, t
E a outra medalha ? pergnntei eu.
Nao sei em que paiz foi encontrada, respoo-
deu o magnetisado ; posso porm dizer qae mui-
to looge de Franga.
E' certo, disse en: urna medalha de Mithri-
dates qae eaconirei em ama escavaco qae flz em
Sinope. Agora, dizei-me o qne representa a gravu-
ra da caixa inferior. Espero qae nao vos demoris
em to bom caminho.
Representa orna mulher parecida com roa-
demoiselle Racbel. a
Bntregai o meu relogio a quem o quizer ver,
disse eu ao magnetisador, para qae se veja qae o
vosso irrao se nao equivocou.
A admiracio do pablico traba chegado ao cumu-
lo ; anda faltava porm algama coosa.
Apenas se resta.beleceo o silencio, disse-me o
magnetisador qae sea irmio desejava dirigirme a
palavra.
Prompto I respond nm tinto embancado
por ir representar nm papel multo activo onde jul-
gava que en simples comparsa.
Tenhoa agradecer-vos, disse-me o magneti-
sado.
O que ? *
A grande sympatuia qae vos merecemos.
E qaem vos disse que me deveis essa sympa-
tbia?
O que fazeis oeste momento.
Porm neste rnomento nao sei qae faga mai|
do que estar a tallar comvosco.
Perdoai, mas guardis silencio acerca de al-
gomas perganias qae pensaveis fazer-rne, a qae
nao fazeis com receio de me por em difflculdades.
Mea Dos I exclame! eu isto multo no-
taval.
Porque ?
Porque estaes leodo no meo pensamento.
m Verdade ?
Tinha preparado era minba casa...
O magnetisado ioterrorapca-me.
Deixaet-me dizer o qne preparastes em
casa? .,*
qae d'aqai em diante acrediiare na Iacidez sem
restrlccio algama.
Pois bem ele o qne se passoa : Vos traba-
Una* cm ama casa peqaena, onde apenas cabe a
mesa.
Exacto. Trabalho em nm gabinete pe-
queo, a
Qaando resolvestes vir aqu, fecbasie-vos e
preparastes tres cartas que meltestes na algibeira
do paleto! onde ellas ainda esto. i
Cono resposta nica tire! as cartas da algibeira
e mostrei-as ao pablico. -
A minha surpreza era visivel.
Se queris eniregar-me essas cartas, conti-
nuou o magnetisado, dlr-vos-hei o que est
aellas.
Declaro que to difflcil o que pretendis
fazer, qne vos absolvo se o nao conseguirdes.
Dai-me as cartas. Espero conseguir.
Seu irrao apresentou-lbe as cartas ; o magneti-
sado pegou n'uma ao acaso e ebegon-a a testa.
Conten) o retrato de um general; porm
eslrangeiro.
E' verdad, respond; o retrato do general
Pallavlcini.
O magnetisador rasgou o sobrescripto e mostrou
o retrato do general ao pnblico.
Os applausos {orara phreneticos.
O magnetisador fez nm signal para que o dei-
xassem continuar e encostou a segunda carta a
testa.
Esta contera nm retrato de mulher, mas
urna mulher singular, veslida melade de homem e
tem chapea redondo a cabega. Abl orna guerri-
Ihara:
Havia 3,030 pessoas no theatro; todos os olhares
se flxaiam em mim.
Eslava, confesso-o, um tanto confuso.
Nada ha mais exacto, respond eu. Recebi
estas photographias de aples e foi o general Pal-
lavicini quem m'as mandou.
Restava o terceiro sobsescripto.
Apenas o magnetisado lhe pegn disse :
Ah era isto qae jolgaveis mais difflcil de
adivmhar I
E' verdade, respond eu. O que contm T
Seis sellos de 20 centesimos.
Confesso qae desta vez senti-me abatido.
A minha admirago era supe.-ior as minhas
forgas.
Terminada a sesso metti-me n'uma carmagem
e voltei para casa.
Em toda a oonle nao pnde conciliar o som-
no; perseguido pelos applau-ras dos espectadores
qae me resoavam constantemente aos oavidos.
Hoje a minha admirago a mesraa; o facto
permanece inexplicavel; o que afflrmo porm
qae reflro a verdade, verdade qae podem attestar
3,000 espectadores qae assisliram aquella inte-
ressanle sesso.
Escrevem de Roma, que o eardeal Antooeili par-
ticlpou el-rei Vctor Emmanuel que o paga se
prestara a negociar um postal com a
Italia.
O astado sanitario de Londres tan inspirado os
mais vios recetos.
Asfebres malignas sao ali moi commus pre-
sentemente.
Sao aitnbuidas a agglomeraoao da popnueio
pobre em habiiages qae mal uerlam joigadas pro-
prias para abrigar aniraaes.
Ha familias inteiras, cuja hahitaco consiste n'am
s quino mal arejado.
Os habitantes da Nova Caledona, a tmitagao dos
crocodilbos, devoram-se uns aos outros.
Em redor das chuupanas dos chefes, feitas de oa
madas do cannigos, ha reciatos especiaos que ser-
ven) de^priso aos infelizes qae sao destinados a
servlrem de pasto aos seas semelhantes.
De ooite occopam-nos em sacudir o tojo e s
breabas, para afagentar os espirilos malignos.
Qoaodo ha falta de prisioneiros, a antopophagia
nao folga; sao chamados aiguos rapazes da tribo
para subsiitui-los.
Um ebefe neo-caledoniano, querendo agradecer a
cortea de um capilo de navio mercante, o qual o
brindara com algumas pecas de fazenda de lia ver-
melba, enviou-lhe em troca sete ventres de crean-
gas recheiados de batatas t
Acaba de se operar na poltica do Japo urna
mndanga importante.
O mikado acaba de ratificar a deliberago toma-
da pelo taicao, para franquear ao commercio euro-
peo o porto d'Osaka e o de luego.
E' este ora tacto de grande alcance.
Osaka nma das cinco cidades imperiaes do Ja-
po, e o seu porto serve de deposito a toda a costa
sal e sudoeste da ilba de Niphon.
Faz se all um commercio coosideravel.
O porto de Hiego, pode ser considerado como
sendo o melhor aucoiadoaro do mar interior.
A corveta de vapor franceza Dupleix, acaba de o
visitar, segaida por ama corveta tngleza e ama fra-
gata hollaodeza.
Certo aprendiz de barbeiro comecava os seos pri
meiros ensaios no rosto de um provinciano, e, ou
por qae a navaiha nao preslasse ou por que a mo
fosse m, fazia padecer tormentos* ao pobre homem
que lhe havia confiado a cara.
Momentos boave em qae a victima vio ir com o
cabello boa porco da pelle.
Suffrea por algum tempo, raas sabido que o
soffrimento tem limites, e o bom homem quando a
tortora estava em meio enteoden qae en melhor
por termo supplicio lo doro.
Entende bem.
Consciencioso en extremo nao lhe soffreu o ani-
mo deixar sem retribu gao o trabalho do escanhoa-
dor.
Meia barba, meia paga, disse eomsigo; e pagar
e andar foi o que fez.
O aprendiz de barbeiro nao aebon justa a deli-
berago do fregus, e por isso correo atraz delle,
segurou o pelo casaco e mostrando em ama das
mos o dinheiro, disse-Ihe :
Falla tanto como isto.
Filbo do diabo, replieou o provinciano, tiran*
lhe o dinheiro, vendo a carne qae me' tiraste e com
o producto delta paga a leu mestre e do qae sobrar
manda fazer um tacto.
E parti a correr como nm cavallo desenfreedo?
Diz-se qae prolestou nao lomar a confiar a cara
a prenda de barbeiro.
Nao tenh davida. E se uertaif,
ro
Ua jornal de Varsovia annnncia que foi acbado
na bibliotbeca do conde Noslilz nm mannscriplo
de Copernieo, intitulado De corptnm caHestium
revolutionibus.
'
Segando noticias viudas de Londres, o novo par-
lamento reanir-re-ha no dia i* de fevsrtiro prxi-
mo, para despachar os assomptos ordinarios, e
jolga-se qae a abertura das sesses verificar se-ba
com a presenoa da rainha.
As cmaras prnssianas conlinnaro as saas
sesses no dia 15 do correte mez, e, segundo
afflrma um jornal eslrangeiro, serio sabmeltldos
ao sea exame o orcameoto de 1,866 e algans
projectos de lei de immodiata applicacAo.
Um peridico de Floreoga assevera qne o gover
no pontificio resolven aceitar a innsmisso a Italia
da parle do debito pablico correspondente as pro-
vincias annexadas.
Se asta noticia se confirmar, o orcamento
despzas do reino de Italia* soffror um^H
de tres mil e sei* cantos ceios ds rts t
Diz o Uorning-Post, que o lelte nunca foi lo .
procurado em Londres como o actualmeote.
A epizootia fex com qae o fossem moras maltas
vaccas, de modo qu, para o abastecimento do (alte
em Londres, foi mister recorrer aos casaros, os
quaes suspendern) o seu fabrico de manteiga e
qaeijo, qae absorvem urna quantldade consldravel
de leile.
Todos os dias, sete caminho de ferro transpor-
tam para Londres 13,145 gales de lene, para o
consumo da capital.
O dono de urna chcara e um sugeito que
passeia.
O senbor tem urna bonita chcara.
Homem,. verdade, mas hoje est toda alia
redozida a planlago de capim.
E para que plantn s capim ? ,
Oh! senhor I E* do capim qae como en, e
que comem minhas caohadas ; e olbe qae ainda
vai capim para minha ta I
>
-
Ura gaialo sera espirito pergnnta de loja em ioja
se ha certos objectos l de sua pbanlasia.
Tem frelos para gatos T grita elle a porta de
um ferragista.
Nao, senhor, lhe responden o fregoez com
toda a cortesa; teoho para barros, assim como
chicotes e esporas. Qaer ?
(
&*
Ainda nao foi revogada a ordera raeniste-
rialque excluio i Independencia belga do ter-
ritorio francez.
O prietario d'este jornal acaba de fazer
urna viagetn at Pars, para tratar de re-
mover a proibicao, e saber qual era a causa
qae a motivara.
O ministro do reino, com o qaal tere orna
entrevista, nao lhe citou facto algum para
justificar ou paliar a raed da repressiva adop-
tada, e contentoa-se com mandar o seu -
terloculor a um fonecionario subalterno,
para com elle conferenciar a este respeito;
diz-se que est*, depois de alguma hesitaco,
apontou como sendo a causa principal da ex-
cluso do jornal belga em Franga, a sympa-
thia qne a InJependencia tem demonstrado'
familia orleanista
E' para notar que entre alguas dos zelo-
sos servidores de apolefo III ningoem deve
mais do que o seu ministro do reino fami-
lia orleanista.
Sob os auspicios d'ella entrou na vida
publica.
K


-?*-

Circula em Madrid um grande numero de
versos, acerca dos projectos de Prim. Eis
aqu, a este respeito, o que resulta das res-
postas dos individuos presos e interrogados,
separadamente em Madrid
Os progressi;tas dividem-se em quatro
grupos principaes.
Os que sao dynasticos: para estes, Prim
tenciona substituir, naqualidade de primeiro
ministro todo-poderoso, o marecbal O'Doa-
nell, e rodear a n>onarcliia actual de instilui-
ices democrticas, quanto for possivel.
Os que pedem a abdicacSo darainba com
ama regencia: pata este, Prim quer ser
regente durante a menoridade do principe
das Austurias.
Os que desejam a uaiao ibrica: para es-
tes, Prim quer ser dictador, afim de conse-
guir a realisacSo d'este plano.
E finalmente os progressistas republica-
nos: para estes ltimos, Prim quer ser pri-
meiro cnsul vitalicio.
Sem ligarmos muita importancia a estas
inflicaoes, certo que Prim qaer desempe-
nhar um papel qualquer, comtanto que seja
collocado em rimeira liaba.

K
As correspondencias da hdia nos infor-
mam queem Bombaim acaba de dar-se um
facto, que mere e ser assignalado.
Urna joven viava indiana cootraio segun-
das nupcias, na presenca dos principaes
membros da sua eoramunidade religiosa.
Se se attender aos longos eeforsos, k eier-
gia que te ve de empregar a autoridade in-
gleza, para destruir o brbaro costume, que
condemnava as viavas a serem queimadas,
vivas com o cadver de seas espossfeneci-
dos, reconhecer-se-ba que este f?eto mereca
ser assigoalado, e revela os progresa, qua.
acivilisaco tem feito entre os indigeais.

I

iNa primeira recepto teve lugar oa corte
deStockuoIrio, depois da adopcio das pro-
postas de reforma. oJjjKti va ti vera orei
da Suecia, o conde A^M Posse, um dos mais
eoctreicaoos adversarios do reforma, aprt
sbtou-se de casaca preta, e pedi> descul{
ao re por nSo vestir a farda encarnada
nobreza, dhend*i|u9 urna fex que a nohre*
tinha perdido os seus ultim privilegios,
farda se lhe'tarriava intil.
O rei jrosponddu.
<
1


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