Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10887


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Full Text

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hiiero
Ptf qoartel pago dentro dos 10 das do i.* mti.....
dem deos des 1.' 1 das d* etaeco e dentro dt quartel .
Ptrtc ai ctrnit |or tres mezes.........; .
DIARIO
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75o
* oN*e
OPIATA FEIBA 8 BE FEVEiElMO
Por aitr pago deitro de U das do 1. ez. .
Porte o crrelo oer om aano .
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexndrino de Lima;
Nata!, o Sr. Antonia Marques da Silva f Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranbao, o Sr. Joaquim Marqnes Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alvos &
Filbos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SCL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Das; Bahia, o
Sr. Jos Mariins Al ves; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA
DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estafos da va /ocrea at
Agoa Preia, todos os das.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas eiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuus, Buique, S. liento, Bom
Conselbo. Aguas Relias e Tacaratd, as tergas
eiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Itrejo, Pesqoeira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabjrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueii o e Ex ti, as quartas
eiras.
(Serinnem, Rio Formoso,Tam.ndar, Una, Bar-
relros, Agua Preta Pimenteiras, as quintas
feiras.
i
AUDIENCIAS DQS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas e quintas.
Relagao: tergas e sbados s tO boras.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Julzo do eommercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tergas e sextas s 10 horas.
Prla#ra ?*r-do civel
Seguid vara do ctvel
bora da'Urde.
: tercas sextas ao meio
quartas e sabbades a 1
EPBBMER1DES DO-MEZ DE FEVEREIRO.
1 Qnarto juing. as 5 h,
1S Laa nova as 7 h., 53
22 Qdarto cresc. as 2 h.
, 20 m. e 16 s. da t.
m. e 56 s. da m. '
28 m. | 45 s. da m.
DAS DA SEMANA.
5. Segunda. S. gueda v. m.: S. Genuino b.
6. Terca. S. Dorotha v. m.; S. Vldasto b.
7. Quarta. S. Romualdo ab.; S. Ricardo re.
8. Qoiola. S. Joio da Malta; S. Jovencio b.
jft aS* AP,lon'* v- S. Ansberto.
JO. Sabbado. S Guilherme du-jne; S. Silvano b.
11. Domingo. S. Lzaro b.; S. Clocro b.
PREAMAR DE HOJE.
Primetra as 10 horas e 5* m. da roanha.
Segunda as II horas e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORO
Para o sol at Alafias a 14 e 30;
at a Granja a 7 e 22 de cada mez;
do nos dia* 14 dos metes de jaaeiro,
julbo, setembro e novembro.
ASS1GNA-SE
no Recite, na livraria da praes
ns. 8, dos proprietarios Manas!
& Filbo.

PARTE OFFICIAL
i Palacio do Rio de Janeiro, era 17 de Janeiro de
1866 45 da independencia e do imperio.coro a
rubrica de Sna Magesude o Imperador.Angelo
Monix da SHva,Ferraz.
MI SISTEMO DA GUERRA.
DECRE TO N. 3,386 DE 1 7 DE JANEIRO BE 1866.
D providencias sobre as dibldas de farianunto das
pracas do extreito
Conviodo facilitar o abono dos fardameotos das
pragas do exercito, nos casos em que nao tenham
sido distribuidos as devidas picas, e bem assim
estabelecer regras fixas a cespeita da liquidago
das dividas dessa
minar:
Art. I." Do 1* de julho do crrante anno em
diante sera feita e escripturada a dslribuico do
fardamento por exercicios, na conforraidade do
decreto de 20 de evereiro de 1840 ; consideran-
do-s vencidas as pegas de durago de quatro
mezez e ura anno ou mais em 31 de outubro, 28 ou
29 de evereiro, e 30 de juuho.
Art. 2.* No primeiro mez do semestre addiciooal
do exercicio, os commandante dos corpos fardo
extrahir urna relagao segundo o modelo junto, e a
Consulta da "secgo de guerra e marinba do con-
selbo de estado sobre os vencimentos que d-
vem perceber os offlciaes da guarda nacional,
qoando ser vi re m de vogaes om conselhos de
guerra.
Senhor.-Por aviso de 13 do corrente mez de ju-
nho expedido pela secretaria de esUdo do roiniste-i de dezetnbro de 1865.film e Exm Sr
rio da guerra dignou se Vossa Magestade Imperial -
procedencia, hei por bem deter- ordenar que a secgo de guerra e mannha do con-
selbo de estado consulte com sen parecer se os of-
flciaes da guarda nacional, quando servem de vo-
quando -ervem
gaes em conselhos de guerra, devem perceber sol-
do addicional e etapa.
Em 29 de abril de 1860, sobre esta questo con-
sullou o conseibo supremo militar da raaueira se-
guiote :
< Seniior.-Mandn Vossa Magestade Imperial,
por portara expedita pela 4* directora, geral da
secretarla de estado dos negocios da guerra em da-
ta de 2 de margo ultimo, remetter ai) conseibo su-
de consulta que se citam tenha decidido esta ques-
lo, emendo que somente o poder legislativo -pode
ra' decid lo.
Paco, de 27 de junbo de 1865.Manoel Felizardo
de Souzae Mello. -Miguel de Sooza Mello Al-
vim.Visconde de Abael. >
Resol agio.
Como parece. Pago, 18 de novembro de 1865.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Angelo
Moniz da Silva Ferraz.
N. 91.2' secgo.Palacio do gverno de Goyaz,
ria, e esta, por espago de 8 dias por altiva no fal-
lar contra os Paraguayos.
Foram sentenciados morle o cidadio Antonio
Gaudie Ley e o Portuguez Braga, por constar te-
rem mandado nna parada a Cuyab pelos machi-
nistas de nomes Jos Narciso e Joaquim Ferreira.
Diariamente varrido o pateo e as roas de Co-
rumba' pelas molheres e recebem noca libra de
carne verde diariamente, isto quanto aos Brasilei-
ros, e aos estrangeiros nada, e sio mais hostilisa-
dos a ponto de om Portugnez, vulgarmente conbe-
. Joigo cido por Manoel Cabaca, nao ter licenga nem de
do mea dever remetter por copia a V. Exc. a con- ebegar a' jaoell.
remeliero, na corte, a 3' directora geral da se- premo militar, com a ioformago da directora se-
cretarla de estado dos negocios da guerra, e as ral de contabilidade o
provincias, as respectivas thesouranas de fa- sourana de fazenda
zenda. ticipandoque recusara o pagamento a dois offl-
fldeocial que cora dala de 28 do mez de outubro
acabo de receber da presidencia de Malo-Grosso
acerca do estado das torgas paraguayas na dita
provincia.
Deas guarde a V. Etc.Mm. e Exm. Sr. coose-
Iheiro ministro e secretario de estado dos negocios
da guerra.O presidente, Augusto Ferreira Franca.
Dito ao commandante superior interino da guar-
da nacional de Tacarat.-Tendo sido ordenado
por esta presidencias destacamento de 1 inferior e
H pracas da guarda nacional que existe na villa
ae i acrala, como consta de offlelo dirigido a esse
commando superior em data de 30 de Junho do
anno passado, cumpre que V. S. ponba o seu
visio nos respectivos prets, a fin de que elles
prorJozam os seaseffeitos legaes.
Dito ao director da colonia militar de Pimentei-
ra. Hecommendo a Vmc que erapregue o seu
zeio e cuidado em sajsfazer do melhor modo pos-
o que requisita a commisso directora da ex-

orna ron Ja' Prffi ? fflCl qUe ncloso remeUo Por "'8-
tes v?? invadir e^a ttT m ^ J2S S5",i mnnicP' Jo Granito. Respon-
a faha depratic^ e a noticia SS ZSt S SKSIlffi 2tA!SSS m?ni.ciPal 0
Wpia.-N. 9.-Coofldencial.-Illm. e xm. Sr.
O ultimo correio chegado dessa capital o que
me trouxe a carta de V. Exc. de 16 do mez pas-
sado.
A 19 deste recebi om offlcio do lente-coronel .
o offlcio do inspector da the- Mendes Guimares participando me que em cara- Therew Acamoamento
do Rio Grande do Norte, par- primenlo de ordens do txm.Sr. Drago, ia marchar a estao valladas e toar
com toda a celeridade para esta capital com a./or- bre a anida
O cidado Joao Fernandes Garcia Contadoria
existe no Urncum
teuiaram por tres vezes
p .--------(iT" ",""l",u tamaia uiuuiuipai uu
2amlnbno,b*XO d *""*"^'***P^^Z^^^^l
seifcbaXesPeStnamSObrert 'rW "SftP SeSS^J^XJffS^njA
seis caones, e no morro da frente da casa do de-
posito tres, no seu porlo eslao ancorados dous va-
pores armados em guerra, uro de nome Igwey e
oulro Sa/ O Interior da villa esta' em contina vigilancia ;'
as suas primeiras ras, como de Lamare, Santa
e o largo detras da Igre-
goardadas por seotlnellas; so-
na estrada que vai a' fazenda do ba-
Art. 3. Recebida a relago as sobreditas repar- ciaes da guarda nacional dos vencimenlos de sold,! ?a de seu commando. Approvei a sua delibercao, r0 i 5 Vil laria tigdes, proceder-se-ba immediatamente ao examo aodicional e etapa, a que julgaram-com direito por pois era conforme com o que eu Ihe significara, de cheira guardada efff tivameniR nnr 40 iwm"
das dividas nella contempladas, aulorisando-se o terem servido em conselhos militares, nao estando subordinar as minbas instrucefas s do Exm. Sr. DiarMrnentA t MiJ ,,. is.,n ZEEL
abono das qoaotias que forem liquidadas. eMes nesse lempo em destacamento ; por parecer-' presidente nomeado. i da lia e dasT!Lm anoiiS ma nil m
i.' O pagamento ser realisado pela mesma Ihe que este casonSo est compreheodido as dis-1 Ao mesmo lempo, porm, ordenei-lbe que nao cal com 5 nracas viciara arXlies nnst Rui
forma porque se efectoa o do sold, entregndose posigoes do aviso n. 185 de 14 de maio de 1856, ad-; proseguisse na dita marcha at ulteriores disposi- des ranchn de oalbilevaSsnoacarananWn
pelas repartieses competentes ao quartel-mestre do d.tado pelo de 14 de agosto de 1860 : aflm de que f5es de S. Exc, a quem fiz presente os gravissimos ; mwmia^K^n^^%MJMTT^
corpo as sommas pertencentes as pracas que estl- o mesmo conselho consalte com effeito oque pare- incoavenientes, se nao perlgos,.de abandonar o comp5e-se de400nomens armados
rem em servigo conforme a ultima relagao de roos-1 ccr sobre semelbante materia.
tra organisada; e notando-se na de que trata o
art. 2 as importancias que deixarem de ser satis-
feitas era consequencia de escusa, fallecimento,
desergSes, reforma, passagem para outro corpo,
exciuso por sentenga, ou promogo da praga a
oficial.
2. Se o pagamento nao puder ser elTectuado
pelas tbesourarias e pagadorias respectivas, por
achar-se estacionado o corpo a grande distancia,
serio aulorisadas a faz-lo as respectivas mesas de
rendas e collectorlas, precedendo a necessaria
revista de niostra.
Art. 4 As pragas que durante o processo esta-
belecido bos artigos antecedentes forem promov-
das ou excluidas do servigo, dar-se-ha um titulo
que dever conter nao s a declarando das pegas
ponto do Coda ou outro qualquerdas immedagoes, m&^^mm^^^ai^'toun
O inspector da fbesouraria de fazenda do Rio onde Indispensavel que baja forga que proeja, d" T^JSSSSSfiff nu"2o ms
Grande do Norte, no seu supracitado offlcio diz: essa e esta provincia contra as correras que DO- all et^aZT^a^nS^lal^a^.
. que era virtude da disposigo do aviso n. 185 de, dera tentar os Paraguayos de Miranda e evitar qjae< c u S Sa SEtwttUm noe sabia'
. 14 de maio de 186, additado pelo de 14 de agos- se corte a nossa corarauoicaco com a corte, e com "m83mjS en diminuto P q
t to de 1860, nao mandn pagar a dais offlciaes da especialidade a linha do correio posul ltimamente ; Os Iadios Cdinos sahendo nrm no nnrtn
guarda nacional os veocimentos de sold addi- creada v \xSmSSS\n\ ""*"* !** ?*? 5J
. c,ona. e etapa a que se julgaram com direito, por | Espero que assim ficar, a tempo, remediado o SSBSBmZJSBrm X
terem servido em,conselhos militares nesta pro que me parece um grande mal; comtudo nao estou do a ^e^^l^nmno^Ma^iL
vlncia, porque, nao estando elles nessa tempo isento de inqultaco a esse respeito. caparam arrend fiLudooor essa rafo ero
em destacamento,popodiam ser para esse ser- A 25 voKoa a segunda expedigo de bombeiros abandono Mmn^l^ami^nlMaaa^
i vigo chamados, parecendo-lbe que e referido avi- J que bavja mandado ao Baixo Paraguay. Conseguio o ja'rXido radSo' quei SuK di TOlt
so de 14 de agosto de 1860, era sua general.da- pr-se em commun.cago com alguna SfqM^ZSiihBib
de somente corapreheade os casos de conseibo. Boatos de Corumb e dame as seguintes noticias:' '
~n~________.|X_ a___a. -...n. A I All ^-.t, t(U\ i___________ ..a
lix, me escreveria
por la' observar, e
circunstanciadamente o qae
isto faha o mais tardar al 4
disposicoes da carta de lei de 18 de setembro de
1850 ; e como oelleino estao comprehendidos os
casos era qne os offlciaes da guarda nacional se-
jarn chamados ao dMo servigo, por ser todo elle
eventual ompavul ram a< fnnr^So ordiuail
, do cidadae, e dever ser considerado servigo ordi-
nario nos termos da lei, entende esta secgo, que
a thesourarja proceden muito regularmente negan-
do o pagamento. E o conseltuiro director geral da |
dita directora, em referencia materia snjeita ac-'
de guarnnigo. Em caso de ataque todos devm
reuair-se em Corumb Da nossa gente parte est
no Corumb e outros em lugares vizinhos fazendo
plaotagdes.
Por estro to jubo ijaTj e& ueouiuvamenie
abena a picada de Corumb para a p jvoagao boli-
viana do Santo Coragio. Tem como 40 leguas, pas-
sa por terreno plauo e secco quasi todo coberto de
mato.
Ha pooeo velo por ella nma escolta de 14 pracas
GOVERSO DA PROVINCIA
Expediente de da i de feverero de 1866.
que possam occorrer alm dos de pragas do | All exislem 400 homens (inclusive 112 doentesj
exercito, e nao offlciaes fra de destacamento. com 6 pegas de artilbaria e fortifleago passageira I dTnwembroTntran'te'
< O chefe da respectiva secgo da 4* directora! concluida. Em Coimbra 100 homens. Em diverjos
vencidas desde o Io de julho at adata da exciuso geral da secretaria de estado dos negocios da guer- outros pontos cento e Untos homens. O vapor Sal-
da promogo, e das recebidas a vencer; mas tara- ra informa que :- servigo de destacamento da to de Guaura foi mandado voltar para Assumpgo,
bem a de haver a praga sido ocluida n> relagao guarda nacional esta' determinado pelas diversas, fleando o Apa e o Anambahy, este com 38 pragas
creada pelo art. 2o, aflm de que a repartigo era a- -*- l
que existir essa relagao, confrontando o titulo com
ella, possa sasfazer a sua importancia ou autori-
zar o pagamento, em quanto nao fr encerrado o
exercicio a qne perleocer. O referido titulo nao
ser passada em 2* va nem delle se dar certidao
sem antorisago do ministerio da guerra; e, alm
das formalidades legaes, dever ser registrado nos
assenlamenlos competentes, averbando-se nelle esse
registro.
I i. O mesmo se praticar a respeito das pragas; crescenta dizendo que :O servigo de conselhos; era proseguimento de desertores paraguayos de Co-
escusas e reformadas em Idnticas circumslan- nunca foi considerado retribuivel, i elle eram cha-1 rumba.
cas; podendo ellas porm dirigir-se imraediata-' madosos offlciaes empregados sem accresclmo de L)o Semanario de Assumpgo constava que dez
mente a estagao fiscal ou a pagadoria do lugar da | vencimentos, os desempregados sem outra retribu- > ail Paraguayos haviarn sido derrotados pelos gene-
parada,quartel, abarracamentoou acampamento do cao alm do seu sold, os reformados da mesma raes Floras e Canabarro. Sao sem duvida os que *^ervigo em consequencia de molestias que
corpo em qae se flzerem os pagamentos de seus forma e os milicianos gratuitamente. i bos consta terem fleado cercados em Uruguayana. | soffrem, os voluntarios da patria do 3o corpo desta
vencimentos, a do lugar era que residrem ou Anal- Que em sua opinio semelhante servigo, pres-, Dizem-jie que emfim est em caminho do Cixira provincia, actualmente 21 do exercito, Emiliano
mente a mais prxima receberem, independente tado no logar da residencia do offlcial para elle para c urna expedigo de armamento e munigSes. Manoel, Manoel de Castro, Tiburtlno
de novos exames, as quantias mencionadas em seus nomeado, nao da' direito a' retribuigo; mas, como Urna carta do Rio, de i 1 de setembro, refere a meida, Benedicto Manoel dos Santos,
ttulos. Se na estagao que realisar o pagamento o contrario se tem p
existir a relagao organisada no principio do semes- solados ou especiaes.
tre addicional, ah se confrontar o titulo depois de
pago cora a liquidacao debitando-se o commandan-
te do corpo pela diftereuga que se encontrar contra
a fazenda; no caso contrario, o chefe da estagao
fiscal que fizer o pagamento offlciar immediata-
mente a repartigo liquidadora, comraunicaodu o
pagamento, para proceder nesta conformidade.
2 Nos casos de passagem para outro corpo,
expedlr-se-ha a guia do esiylo; e a repartigo pa-
gadera offlciar a do lugar era que esliver o mes
ponderadas em seu citado offlcio, designo
o da 15 de abril prximo vlndouro para sua reu-
niao, devendo-se para esse Bm fazer-se a convoca-
I f46 qe tra'a arl" 4" L- de ,9 de agosto de
E como a sede da freguezia fosse transferida
Ph i SSa Tilla pela lel Prov'ncial n. 608 de 3 de
aDni do anno passado, deve essa cmara expedir
suas ordens ao jalz de paz do primeiro dislriclo
dessa villa, se para ah se llver ja" etfactaado aquel-
la transferencia era vista ao que dispoe o art. 2 da
citada L. de 19 de agosto de 1846 e avisos ns. 21
b S ane,ro de ,849- 37 oe 26 de margo de
? d?al!!0 -oe ,854- DS- 27 de 9 de aosl0
de 1856 e 356 de 28 de agosto de 1860.
Portara. O presidenta da provincia sobre pro-
posta do Da. chefe de polica resolve conceder a
francisco Baptisla Correia a exoneraco que pedio
do cargo de subdelegado da freguezia de Tacarat,
e para o substituir nomeia a Jinuario Nunes de
boina.- Communicou se ao Dr. chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia sobre proposta
ao r. chee de polica resolve nomear o coronel
JeroDymo de Albuqnerque Mello para o lugar de
subdelegado do segundo districto da freguezia de
fao d Alho. Comrauncouso ao Ur. Chefe de po-
licia. r
Dita. O presidente da provincia conformndo-
se com a proposta do Dr. chefe de polica de 22 de
?Hh a",mo' resolve considerar vagos os lugares
de 5 e 6o supplentes do subdelegado do dlstricto
de Qulpapa' por ter Manoel Joo de Sooza sido no-
meado subdelegado, e baver fallecido Domingos
Jos Camello, e exonera
Prt-
*"*vTTJl l de outubro de 1865.1 SSFJ"*** *!. d *
sup
.JorJ^FdxBande.ra.d^oeom- \3&lSB3tt*2&!!SjS
mandante do districto militar deta villa.-Eusta-' billtado de servir"aaa! iSSL JS? 1J
quio Tobas da Costa M.galhes, alferes de com BSSSIfJBm TaraTd V qt se*
mfda*>t^arme-"JOaq0lm FeUCSSm ^ A'- S V3g0' nTa HUJVbabo ^SL:
meioa i.oroaaa. |. Antonio B.lduino Paes de Souza.
i Jo5o Candido ue unveira.
Offlcio ao Exm. commendador presidente da As-
sociago Protectora das Familias dos Voluntarios
da Patria.Tendo-se-me apresentado viodos da
corte no vapor Gerente, por terem sido dispen?ados
5o Jos Francisco de Moraes.
Communicou-se ao Dr. ebefe de polica.
Dita. O presidente da provincia tendo em vista
o que requereu Candido Martins dos Santos Vianna
Jnior 2 escripiurario da alfandega do Rio Grande
do Sal ora addido a desta capital, e bem assim- o
que a esse respeito informaram as reparligSes
competentes, resolve conceder-lhe 3 mezes de II-
w cenga cora vencimentos na forma da lei, para ir
Jos de Al- i corle lra,ar de sua saude.
Paulino Ma-1 Dita. O presidente da provincia atlendendo ao
meou urna commisso cooiposta do abis*
nados, a qual se acha constituida e fa
regularmente.
< A commisso, compenetraao se da
tarefa que Ihe conlioo o gorerao h
lomar a s a direceao de trabsJfta
tes, e cojos resaludos tio dircetii
uiuro da provincia; e lena
peosa, se nao cooflasse no tato da
oambucanos por tudoqoe leuda a
sua ierra ni tal, e na coperago decidida *
ca de todos os industri.es da ore
certo cerreram pressurosos, como ja' i
1861, a participar de lio ol qni* ,
As exposigoes tem sido aos
os poderosos e mais eflkasea ia
senvolvimento da industria
Por ellas teem os poros He vidas
do o valor de suas riquezas
seu eogenbo.
< Em paizes como o nono, pooeo
los homens do velho continente, as niaailiiii
zem a dupla vantagem de tofaa-los roahinaiii ta-
mo industriosos, anda que aa inbacta a dar
mais prompta sabida aos seos prodoetoe.'
< A provincia de Pernaaboco ao ade -'-*-
apresentar aos olbos do mando isdasuial
(os rabrfs ou manufacturados que BBH
mazia ou mesmo a coocorreoeia eoai os w
mais adiaotados : mas nao este m da i
exposico peculiar; e nem ouiro resaltad aa i
cora nos paizes qae comecam mais do a i
feito conhecimento da uUlidade dos sos* i
duelos.
< Outro nao pode ser o L_
< E para realisa-lo qne
com o maior empenno, aflm da qoa
concorrer com o seo trabalbo pan
de industria, e despert o espirito dos
rem no caso de auxilia-la.
Qoalquer que seja o prodocto oat V. 5. aos
enviar sera' recebido com a mais viva
devendo achar-se em poder da eoaatoli
de maio a 15 de jonbo proxiaaaa ; e coate f. 5.
que de seus esforcos lerao ciencia o govaraa e o
paz, que sabero devidamenie aprecalos.
< Junio achara' V. S. as iasiroeeoes amas aaac
se devora' regular, podeado, para asai
melos, dirigirse ao secreurio da
Os abaixo assignados sigaiacaaiaV. 5. aa
protestos de sua mais subida roanianreraa. a
recem os seos servicoa a V. s a
guarde.
Sala da commisso, 31 da jaaeiro de
U r. Jos Joaqoim de Moraes Saraaoa
te. -Domingos de Souza L-ao, Bario
to, Jos Joao de Aroorim, Gervasio
pelloM-oe! Buarque do Haced.
lalor. >
No sabbado prximo ha boj ata***
theatrinbo de OnBfla, orgaaisado pelo i
>.-.. nuaassiaajDacara proporcioaar
tem praticado, bem que por actos vinda do baro de Villa Mara com offlcios para es- j noe.' **e Castro e Joaquim da Silva Aives Ferreira ; 11ue requeren Joo Francisco de Souza, resolve
caes.e a deipea que d'ahi resulta,: ta provincia. i assm o commuuico a V. Exc. para os fins conve- [ cojjceder Ihe licenga para no primeiro vapor que
cada vez mais, julga que para a ; Reitero os protestos de perfeita estima e disiinc- nientes. sabir para o presidio de Fernando remetter a Joo
leuda a avallar
legalisar ou snppnmir Inteiramerite se fixe regra da
maneira que pareg mais conveniente. >
< Parece ao cooselhj que, achando-so estatuido
pelo aviso de 17 de maio de 1856, e pela resolugo
de consulta de II de agosto de 1860, que os offl-
; ciaes da goarda nacional possam ser chamados na
falta dos activos e reformados da primeira linha,
dos da extiacla milicia e dos honorarios, para futic
cionarem nos conselhos
I?!. i-.rsujoa^
mesmo tempo orna concurrencia
aos sens esforcos.
Sendo nma representaeao a seo
elle ser protegido pelos Obndeases.
- O Sr. Miguel Candido de
do obitdo acessao do palacete do ,
deve ah dar nos dias do carnaval
dos,( cojo programma publicar
E' mais um poni que se abre a
blico nesses dias em qne a folia
A redaccao da BMiothtc* LtUtrmnm
nos para declarannos so publico
assigoaotes, qne continuara' i pablaii lo aa
de Palha do primeiro sabbado da marco
em dianle.
taconsideragocomquesoude V. ExcIllm. e! Dito ao Exm. general commandante das armas. Gongalves de Macedo, all residente, os gneros j
Exm. Sr. Augusto Ferreira Franga, presidente da Respondendo ao offlelo de V. Exc. de 30 de ja- constantes da relagao junta assignada pelo secre-
provincla, de Guyaz. ne|r ultimo, 186, tenho a dizer-lhe que ja' por offl-1 'arl governo, e recomraenda ao commandante Iroeoie oreven
Cuyab, 28 oe outubro de 1865.-Altenlo e ve- c} de 23 daquelle mez mandei eliminar do servigo t daiuelle presidio que preceda nos ditos gneros os aualauer reclamaco nn/mb VL
nerador e collega.-Augnsto Leverger. i* Kuerra o sargento do i bataino destacado, necessarlos exames aflm de que nao se desembar- 2'er a Lum SSJaVn"^ kobiaaaai 2^!^
a que allude V. Exc. j V**^ e?P,ri!uosa-. piare?. lT$Sr rifdaTSS TSi
primeiro andar, escriplorio da redaccao, |
sera' tambem encaminbida toda a
mo corpo, declarando Ihe" a importancia da divida i garantido aos preditos offlciaes" da guarda' nacional | tjnha de Corumb, recebi do major commandante Sant'Anna. | de polica do termo de Tacarat. Commuucou-
reconhecida e aatorlsaodo-a a effectuar o pagamea os vencimentos correspondentes a seu- postos quan
to, se isso couber em sua airada, ou representar do em servigo do exercito, pela resolugo de con-
a estagao superior nesse sentido, aflm de dar as! sulta de 22 de junbo de 1853, reforgada por outra
providencias oecessanas. tambera de 11 de agosto de 1860, acerca do abono
Art. 5. Para que seja levado a effeito o systema \ de tardamente da guarda nacional, seria injusto
creado por este decret>, ser liquidada toJa adtvi-; que taes.offlciaes nao percebessem os vencimentos
da que existir uo Bm de juoho do corrente anno,: que competera aos individuos a quem por circums
do distrlcto militar de Villa-Maria o offlcio que
junto por copia tenho a honra de passar as mos
de V. Exc, datado de 16 do mesmo mez, contendo
a ioformagao datada de 12 tambem junta por copla,
que Ihe deu um offlcial por elle enviado dbfarga-
daraente povoago boliviana de Santo Corago
{para obter noticias dos movimentos dos Paraguayos
a contar de julho do ann prximo passado, abo- tancias alheias a' sua vonlade teem de substituir, na referida povoago de Corumb.
nando-se as pragas que nessa occasio bouverem devendo portanlo ser abonados aos dous offlciaes Ojus guarde a V. Exc. Palacio da presidencia
servido mais de metade do tempo marcando na da guarda nacional dio Rio Grande do Norte, o sold, "^ Malo-Grosso, em Cuyab, 2 de novembro de
tabella era vigor para a durago das pegas de far-; addicional e etape que Ihes negou a thesoarara da oo.Illm. e Exm. Sr. conselheiro Jos Antonio j olha e pret juntos em duplcala, que me remetteu
damento, a respectiva Importancia, exceptuados os i fazenda respectiva, ruando se assim regra a res- Saraiva, ministro e secretario de estado interino o marechal commandante das armas com offlcio de
da guerra o 2* sargento do 2o bataino destacado, necessrlos exames aflm de que nao se desembar-
Francisco oares da Rocha, a que allude V. Exc. Que bebida espirituosa.
Illm. e Exm. Sr.Logo depois que dirig a V., em seu citado offlcio. Dita. O presidente da provincia sobre proposta
Exc. o meu offlcio n. 127 de 26 do mez prximo | Dilo ao mesmo.Informe V. Exc. acerca do que!d0 Dl cneft de polica resolve nomear a Jos Pao-! 0
de guerra ; e que senda Passad no quaf participei as ultimas noticias que pede no incluso requeriraento Antonio Joaquim de 'ino Rodrigues de Barros para o lugar de delegado resoondencia on
'sant'Anna. de polica do termo de Tacarat. Communicou- .emoreza
Dito ao iaspeetor da thesouraria de fazenda.Se se a? Dr- cnefe de polica. v
nao hooverinconeoiente,"mande V. S. pagar em I Dita.Os"Srs. agentes da companhia brasileira Altendendo a' nossa justa reelaaaaeao,
vista da folha e pret junto em duplicata, que para de paquetes, mandem dar urna passagem de esta- de lereni sido devolvidos da estacao da F
esse flm me remetteu o marechal commandante I d0 a Proa no "por Gerente, at o Rio Grande do jornaes que remellemos diariamente i
das armas com offlcio de hoje, sob n. 208, os ven- Norte a Manoel Antonio da Costa, que foi conside-
ciraemos dos offlciaes e pragas do deposito nesta rado incapaz do iervigo do 2." corpo de guardas
capital, sendo os daquelles relativos ao mez de ja- naclonaes destinado para a guerra.
neiro prximo findo, e os destas a' segunda quinze-' Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira Iflsca|. acal> de ordenar que seja a
na do mesmo mez. le paquetes, mandem dar urna passagem de prda conduzda por um srvenle da estagao para a viaa.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar em vista da Pr coula do ministerio da guerra at o Maranbao, trazeodo de volta a que boavr para oscaesaatat
a ex praga do 6.a corpo de voluntarios da patria ou,rs estagoes.
Joo Thomaz Gardizer. Suppomos que assim Acara' remediada a i
assig ames, por ordom do Sr. so^
Exc o Sr. conselheiro presdeme da
audiencia e sobre proposta do Sr. Dr.
vce-presidtute, Au-| hoje, sob n. 207. e se nao houver inconveniente, os! Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira 1ue soffreram os nossos wignaalai
vencimentos dos offlciaes e pragas do 2 batalho de Paquetes, mandem dar urna passagem de esta-i lutado.
de guardas naclonaes destinado ao servigo da goer-1 do a proa no vapor Gerente, al o Rio Grande do __q dosso arajg0 0 ,._ qt Cvoaao
gneros que durarem mais de am anno. Pelo qae peito. dos negocios da guerra.0
re o novo vencimenio do da em que fiudareiu os. Baro de Suruhy. -1 Carvalho Biltancourt.!
prasos estabelecidos. Cabral. Bellegarde. Moraes Ancora. Pi- f Copia.N. 13.Quartel do commando do dis \ ra, sendo os dos primeiros relativos ao mez de ja- Norte_a Ignacia Mara da Conceicao.
Art. 6. No processo da liquidago e pagamento! mentel. Iricto militar de Villa.Mara, 16 de outubro de i neiro prximo Ando; e os das ultimas a' segunda Expediento do secretario do governo
das dividas a que se refere o artigo antecedente, A secgo se conforma com o parecer do conselho 1865.Illm. e Exm. Sr.Em resultado ao offlcio quiuzena do mesmo mez. q1. frer0 sero observadas as regras que fleam prescriptas supremo militar, tanto pelas razSes expendidas, i Que 'ye a honra de dirigir a V. Exc, em data do' Dito ao inspector da thesouraria provincial. | offlcio ao insner-tnr rf> ehnnrr ha ttmtmm _
para as posteriores, quando nos difiranles corpos como porque, nao sendo servigo oidnario da guar-' 0 "'gente, ajunto a esta a partlcipago dada pelo Transmuto a V. S. as inclusas cootas e relagao, q Exc oSr ZZ.i.a. .,! m.H
nao houver sobras de gneros pelos qaaes se da nacional de qae traa o art. 86 da lei n. 60 de alferes Eustaquio Tobas da Costa M.galhes, que aura de que nao havendo inconveniente, mande pa-1 m*,i|ir v i LTLic,c / ^\,hll,,." ~ Sesnndo carta da edrte,
___II... J. V UTA lAIXiri nt nnncillu.oln nno .*,**, OZT B IfllA Rinll.tr, llm CniaiuU n.l nnf. """"_ O. dS 4 lOCIUSaS OraeOS 00 10000010 na- VPT fnram inr, UnllHn. -
do da 1.
do, manda celebrar boje, as 7
na matriz da Boa-Vista, orna
prematuro passameoio do
consorte.
oras da


vidas desta origem, a 3' directora geral e as the-
souranas deverao ler em vista as seguintes dispo-
siedes :
g 1. O ajuste de contas sera' feito calculando-se
o numero das pegas vencidas pela praga durante o
tempo da divida, e descontando-se da sua
tancia a das pegas recebidas.
2.* As pragas que deserlarem perder So o di-
reito ao fardamento vencido antes da desergo :
sendo obrigada as qae voltarem ao servigo, a re-
por as pegas que tiverem levado, antes de Andar o
prazo do vencimento.
3. Tero direito ao valor de cada pega de far-
damento as pragas que servirera raais de metade
do tempo da respectiva durago, como fica decla-
rado no arl. 5, e aquellas que receberem gneros
Copia.Illm. Sr. dibendo-me a honra de apre-
sentar a V. S. o relatarlo dos movimentos e oceur-
rencias que observei na misso que por V. S. fui
encarregado a fazer as primeiras povoagoes dos
Mas, como da faculdade de serem designados offl- nossos vizinhos bolivianos, passarei a desempenbar
ciaes da gnarda nacional para vogaes do conselbo este dever, expondo succlntamente a V. S. occor-
10 de setembro de 1850, o de vogal de conselhos de V. Exc a tomar na considerago que merecer. | gar a Joao Baptista dos Guimares Peixoto, confor-
me solicitou o delegado encarregado do expediente
da repartigo da polica, em offlcio dd hontem, sob
n. 142, a quantia de 5i80l>, despendida com o
sustento dos presos pobres da cadeia do termo de
Flores, a contar de 2 de dexombro ultimo at 5 de
Janeiro prximo Ando.
Dito ao mesmo.Expega V. S. as suas ordens,
para que em vista da inclusa conta que me remet-
leu o delegado encarregado do expediente da re-
partigo da polica com offlcio de hontem, sob n.
136, e nao havendo Inconveniente mande pagar a
Joaquim Carneiro de Andrade ou o seu procura-
dor Luiz de Franga de Oliveira Lima, a qnantla de
33)5440, despendida durante o mez de dezembro
ultimo, com o sustento dos presos pobres da cadeia
do termo de Villa-Bella.
Dito ao mesmo.Em vista da folha junta em du-
plicata, qae me remetteu o commandante superior
do Pao d'Alho cora offlcio de boje, e
possam salisfazer as mesmas dividas.
Art. 7." Encerrado o exrcicio, sem que tenham guerra, por nao ser diario nem "de escala ; e das-1 Dens guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. gene-
sido pagas todas as sommas contempladas as re- \ siUcando a mesma lei no art. 87 1 de destaca- ra' baro de Melgago, digno vice-presidente e cora-
lagoes de fardamento organisadas no principio do i ment os servlgos da guarda nacional chamada mandante das armas da provincia. Jos Flix
semestre addicional, e devidamente liquidadas, as na falta de tropa de linha, circumstancia em qne Bandeira, major commandante.Conforme.Joa-
thesourarias de fazenda procedern a respeito as pragas tem direito segundo o art. 91, aos mes- 1uira Feliciano de Almeida Luuzada.
dellas nos termos do decreto o. 2,897 de 26 de fe- mos vencimentos de tropa regular, nao podem os
vereiro de i86?,effectuando o pagamento na forma offlciaes da guarda nacional chamados para sup-
do art. 3* | 2 do presente decreto. prir a falta de offlciaes de primeira linha nos con-
Art. 8." Na liquidago e reconhecimento das di- seibos de guerra deixar de ter os vencimentos que
a estes competirera.
de guerra possa resultar abuso prejudicial aos co
fres pblicos, coovro recommendar que s na falta'
impor- de offlciaes de primeira linha, activos ou reforma-
dos sejam empregados os da guarda nacional.
V. M. Imperial resolver' porm em sua sabedo-
ria como mais acertado for.
O conselheiro de estado visconde de Abaet deu
o segninle voto em separado.
A lei n. 602 de 19 de setembro de 1850 estabele-
ce o seguinte :
No. art. 86 qne qnarido a guarda nacional for j
empregada dentro do proprio municipio enaeervl
co ordinario, para o qual devem ser chamadas da
rido.
No da 24 de setembro ultimo d'aqai segui a S.
Matbias, e i cheguei a 27 do mesmo, s 11 horas
do dia, e ah demorei-me at o da 30, e vendo
que nada de importante descobrisse, segui no mes-
mo dia para Santo Corago, e no dia 4 do correte
I cheguei, s 5 horas da tarde, e passando com a i da comarca
ver, foram apnsentados:
Na freguezia de Iguarassii,
Urbano de Albuquerque Moateaogro ;
iSa de Nossa Senbora do O* do fiiijaaaa, o padre
o aadroFi
Loureogo de Albuquerque Loyolla
Fortoaaio David
Na de Itaroaraca, o padre
dor de Oliveira; e
Na de S. Caetano da Raposa,
Firmo da Silveira Cavalcanii.
a vencer soOrerao o descont da importancia dos riamente e por escala todas as pragas existentes no
mesmos gneros, na proporgo do tempo qne fal-1 mesmo lugar, nao percebera' vencimento algum.
tar para o vencimento : nao se reputando como dl- No art. 87 g 1* e 2* define o que servigo de
vida os dias decorridos qoe nao completaren) me- destacamento.
tade do lempo da durago. Esta regra nao ex-1 No art. 89 determina que quando aguarda co e plano, s tendo um nico potreiro, na se-
teosvo s pracas reformadas, que continuaren) a : nacional for empregada na forma do art. 87, abo
vencer o fardamento. ; nar-se ha aos offlciaes e pragas desde o primeiro
4. As pragas expulsas do servigo nio tero di- dia da reunno, ou desde aquello am qoe cada nm
reito ao vencimento desde o dia da poblicago da
sentenga al aqaelle em que effeclivamente forem
excluidas do corpo.
5. A importancia do fardamento do primeiro
uniforme nao ara' objecto da liquidago de que
tratao presente artigo (decreto n. 2.606 da 23 de
junho de 1860, tabella annexa, observagaov)
Art. 0.* Cootinuaro a ser observadas as regras
sahir de sua casa, feita a conta dos quu forem ne-
cesarios para a marcha, os mesmos sidos, elapes
e mais vencimentos que competirem a' tropa de
liaba.
No art 117 deQne o qne servico de corpos des-
tacados.
No art. 131 determina qoe os corpos destacados
da gnarda na nona I recebero os mesiros sidos,
precisa circumspecgo a pesquizar, pude colher, I nao havendo inconveniente, mande V. S. pagar os
no espago de dous das e mel de minha estada vencimentos relativos aos mezes de dezembro e ja-
alli, as lajarmagoes seguintes : neiro ltimos, do alferes Alexapdre Barbosa da
Encontrei-me n'aqnella povoago com algunsin-1 Silva Jnior, commandante do destacamento de
dividuos viudos de Corumb pela nova estrada guardas nacionaes existente naquella villa.
que abrirajjkpara Sanio Corago, servindo de pra-
lico e guiara" cuja distancia de Corumb a Santo
Corago mais ou menos de 30 a 40 leguas, con-
sumiudo-se neste trabalho 4 mezes por ser toda a
exteoso coberta de mallas, porm o terreno sec
al agora estabelecidas relativamente s dividas etapes e mais vencimentos qoe competirem aos de
pertencentes a exercicios nodos, cuja liqudae&o linha.
deve ser regulada pelas insirucc5es de 6 de agosto Ora, o serrtcp qne fazem os offlciaes da goarda
de 1847 procedendo-se quanto ao seu pagamento nacional, qnindo servem de vogaes eni conselhos
gunda viagem do retoque da estrada gaslaram 10
dias.
Dote dias mais ou menos da minha chegada em
Santo Corago, tinba d'aiu regressado para Corum-
b urna escolta paraguaya, composta de 12 pragas
e um alteres, qneaeio apos de 3 soldados que de
l desertaran!, bem como d'alli seguirn) para o
centro boliviano.
Estado da situagio de Corumb.Ura Brasileira
de nome Paulino, casado com Escolstica de tal,
tentando evadir-se de um vapor paraguayo, onde
se acbava como sea praiico, foi agarrado soffren-
do por Isto dous. tiros de aroabuz, e cemo anda
respirasse, foi adrado cova nesse mesmo esta-
do ; esta barbara sioteoga foi mandada exocutar
clonal sob ns. 5, 12.13 e 14.
Dito ao mesma S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, manda transmittir a V. S. as 5 inclusas
ordens, sendo urna do ministerio da fazenda e 4
em duplicata de ns. 493 a 496, expedidas pela re-
partigo do ajudante general do exercito.
Despachos do dia 1. de fevereira de 1866.
Requerimentos.
Antonio Samuel Perelra Geraldes.Concedo, sen-
do este apresentado ao Exm. marecbal commaodan-
H das armas.
Francisco Gongalves de Medeiros.- Informe o' commodo n'um p,
Sr. inspector da thesouraria de fazenda. ^r-86-
Joo Francisco de Souza.-Passe portarla na fr- Acba-se em exposico aa Hvraria
ma do estylo. rua do Cresp0 n_ 9 Qmrr^tmkr ,
Jos Nunes de Oliveira.Passe portarla na fr- folio, de nitidez e riqueza de ii
muoes!V- v ... i gar, ornada de finas ericas
Manoel Joaquim Lobato.Passe portara na fr- taodo os tactos mais importantes

a paira Gaiiaab
O Exm. Sr. general eonnaaadaale i
teve no principio da prselo scmaaa
do qne tiama a
ma do estylo.
Manoel Joaquim dos Prazeres. Informe
director do arsenal de guerra.
o Sr.
REVISTA DIARIA
testamento, por G. Dor,
artstico, e de edico
nos.
Amanbaa, s 7 horas da
ama missa pelo descanso eserBo
gado do correio Lola do Frasea
na matriz da Boa-Vista.
na forma do art. 3 g 3*. e art. 5 do presente de- de guerra, se nio servico ordinario, meos ae po- pelo coronel Cabral, commandante da praga em
creto, se as pragas credoras anda estiverem em
servigo.
Angelo Moniz da Silva Ferraz, do roen consetbo,
ministro e secretario de estado dos negocios da
guerra, assim o teaaa entendido e faca exeeuiar.
dera* considerar servico de destacamento oa de
corpos destacados nos tormos em qae a lei os defi-
ne, e portan* i a retribuigo deste sor vino nio esta
mareada ero lei.
Corumb.
E' fallecida a mulher do lenlo Feitosa.
Foi castigado cota 50 ralbadas Francisco Leme,
sagro do dilo lente, soffrendo outras untas am
Nio me psrecaudo qoe nenbuma das resoia'goes I velho de nome Alei:co e ama mulher da nome Ma-
PFRNAMRlirO
Dito ao commandante superior da guarda naci- IDUUUi
nal do Hecife.Mande V. S. por a' disposigo do
marecbal commandante das armas, at a concluso
do conselho de guerra a que se vai proceder pela
fuga do soldado Manoel Candido des Santos, o guar- A commisso directora da exposico dos prodoc
da do 7 batalho de infamarla deste municipio, tos agrcolas e iodostriaes e d'obras da arte da pro-
Manoel Antonio dos Saotos, que tem de ser raspn-1 vincia havendo absentado em urna de suas confe-
sabilisad, por estar dormindo na senlinella na oc-! rancias, que se dsse a maior publicidade posslvel
casio em que se deu a fuga.Communicou-se ao' a circular, que dirigir a mesma commisso s
general commandante das armas. j pessoas qBt se achara no caso de tomar parte oes-
Dito ao commandante superior da guarda naci-1 sa fesla da industria e das artes, fez-nos o obe- 0 RYm. Sr. e
nal dos municipios de Cabrob e ExtLPara que quio d#dirigir se a nos solicitando a nossa coad- 1nm rln flrnnln Inmon boalaai a
possa V. S. ser creditado pela quantia de 232,5500, juvagao aflm de que, uo detimpenho de sua in que )ne fo |eTaao a> -j^, p^ gn
despendida, segando o pret quedevolve incluso, cumbencia honrosa, possa ella dar a mais saiisfae- Vo-parocho, com aeoa
cora as pragas da goarda nacional destacadas na toria copia de seus esforgos patriticos. < do sjmuji-jo crascido
villa do Granito no mez de novembro prximo pas- [ No sentido, pois, de corresponder ao appeilo qoe tieiosoo capncblnbos, fraai
a digna commisso faz ao uosso concurso '
Chamamos a atleaco doa Mloraa i
respoodencla do Rvm. sr. Francisca JaaaaaPa-
reira de Brito, vigario da freguezia aa Jardea ao
Rio Grande do Norte, que pntiliriaaaa oai oaara ba-
gar, em defeza das arfoiedea taitas arlo Fbmoo
da feira, ba poucos dias. Pelo oao sai se i
parece-nos flearem aquellas argaHoos
mente refutadas.
sado, faz-se necessario que mande organlsar prets
neminaes das referidas pracas, como requisita o
inspeoior-da thesouraria da faxenda, em offlcio de
29 de Janeiro ultimo, por copia incluso.
Dito ao mesmo.Devolvo inclusa a conta em
duplicata da despeza com o aluguel da casa que
servio de quartel aos voluntarios da patria do Exo,
e com o fornecimento de agua e lux para ella, aflm
de que V. S. a faca organUar de conformldade com
a informaco do inspector da ftwoawia ee fazon.-
da, constante da copia junta,
Rvma. retiran se hontem
Torre.
inseri-
mos'aqui a referida circular, para ella convidando
a altengao dos nossos leltores :
c Illm. Sr.O governo imperial resolveu, por A livraria traoceza doa Srs. Garran, ae Las-
acto de 14 da ontubro ultimo, qae se fixesse, no Uucar & C, a' roa do Craaj a 9,
correte auno, urna ex-posco dos productos agri-1 preparar em Pars orna
colas e industriaos, e de obras d'arte, em todas ss, logo dos livros que loa a
capitaes das provincias do imperio. agora com -os saos freguexes.
Para dirigir os trabalbos da exposico desta litleratora, direito, ecoooraU poHfiea, aaaaaMn-
pratlncia, qoe devera' effecluar-se no da 1* de ju- gio, jarianrgdeam a devocA). acaaa sa aM raaia-
|hq prximo, o Exm. Sr. coi}$elbro presidente no- sopiado* par am grande no, maro de aras do aV
Uammmml
luhl ti


m



- Na**!* seeeio 4o Kribooal 4o tary 4o
termo 4a Floresta, comarca do Taearalo, tortm
jutgides 14 reos. comprebendtdes em 12 processos,
sendo 10 instaurados a ex oficio, t-por queixa e '
por denuncia, ambos do promotor pubtco,
sosti ntou o* tribooal.
ttos referidos reos 11 perteaenm ao sexo mas-
colino e 3 ao femlnlno, todo brasHelros, sendo
de SI a 40 annos e 3 de maior Idade; 4 solteiros
e 10 casados.
Todos os reos estavam presos e compareceram a
seos julgamentas, setid criminosos de tentativa 1
lr"tf" ittWHJTH*!^
DUriiiePenittlm 4ari.a tetra \ frtwefcr*
fc"ia
- -i MfMlhors' e^rialsWaJfrd^a^hicft, efi^*cbfre dllwi rnais di O quese4 bem que a aiii Mea
W aaiom^ oes memores e mus Pur .. to.00^10, icndu oveuir encontrado 11*000,- amigos de hootem permitte illa?
6U,*tes- o qoe dar logar paralysacSo das obro, e do pa- e em todo o caso nto torna o i
CbatnaaiQA* elteotaodos uotsos leilores-paja -.irtunpfeftfoe-abfehto?. atereeieoappre- ovejavel como elle locu ca anee
amtosMM deravam exaltados ou incooteotarels. Nao Uve Serve de (echo ao artigodo Ceareu

stim
edfg
pois,
em meo;
4o valor.
no dcaraode
afflrmar, ter
aquelles que
xtremanMMrxMRMgm
__________ mealoakais oeojdnetos, _______
pMMHfeMflMl, e tres de seus, ircnaae, .*JB*oat*#4e tt^M
le oteen gmtn eofiffcSfo, se posta
' naato.-ilazer roeJcar mal
iufetta.
Aaeosaaff en- grrtWto raigo de ser 'n
sacerdo'ul, no tercelo iBbire sequioso_de ouro, .e posto que-eue aeeoea-
--------r^arfo, e sob difTerentenadininistra- caonao esteja fondado em factos portoim pratl-
edes, tive lempre a fortuna de mere Ir Jxom col- eados, oera veoha acompaebada de provas; toda-
ceito 4a lodo, sera dar logar a 4t*iu, a reela- na nao quero deixar da dlter alguraas palavras
mantea da pessoa alguma conlraro-mtijIPEedi- em desaggravo do- ana Wieler sacerdotal, em-
ment ; sindo anda de notar qua HO ar*leio bora tenba de referir factos, qoe pela mlnba von-
do logar de visitador do Rio Grande de Ittrte e tade flcarlam desconbecidos de todo o mondo.
1 Tenho cede de raro, son om abuire sequioso
desse metal : diz o nosu detractor ; poroa ao- me-
nas resta-me a coBBohco de que, ae o daaejo ter,
trio cortamente .para enthesoura le, come acon-
que nouve ama apeellaco do presidente do tribu-
nal, o iuia municipal, Dr. Vicente Ferreira Lima e
outra do promotor.
nos reos 11 sao agricultores e 3 de servico do-
mestico, 5 analphabetos, 6 sanendo lr e escrever,
e 3 de mais instrueco.
-- Os encarregados da festa de Nossa Senhora
daConceicao da capella 4o Monleiro, publicara
boje, no lugar competente deste jornal, o respecii
oslcao na assembla provincial mea ao yerno """P^*"1*ot'c' d't*"*:
jraat amo- legislatura inteira, ajwiar de nunca uca e pedind. nma ~e"^ *" *
ftWrr. rao ligeira tramttcio, b de Hw at Ea dava prova de umiMbuiU''^avel so MMa-
^*anecao a om grande rfumerO de proeetos. do essaanimaeRo a ^P1.^^ **.J *
ot 4BWb nlo tlnbam tido na provinea niobio JTP JS^^ m iDrecicao do trabntto es-' poderam s**voraveis; a depel 4Hoo, nenhom
h o theatro, o cernerlo d. f. u, fj.. ** J-J* ^SJg?, $^ -Sos meus trtBSos sacerdotes nW** reprtNH.
. .... h Imi mu Jii lri mm mnt Hila H16deSabO-
graves de*
gracas a' Deas,
soa acensado.
Tendo expendio at aqu os precedentes de mi-
nba vida, dos qaaes jalgaei necessario oceupar-
me, seno como meio 4e defea, ao menos como
om preliminar fndispensavel ao qoe ainda tenho
de diier; passare a tratar especialmente dos pon-
tos da aecusajo, qoe me feita, deixando de par-
te todo qoanto banal e rediculo, para s fallar
do qoe tiver ao menos sombra do veroslmilhaoca.
Felizmente no libello famoso contra mira publi-
cado pelo Velhioho da feiraf nao sou apresemado
como ora sacerdote concubinario. ou que em tem-
po^lgum tives9e -tido era saa-eVa, ou fra dalla
qoartel do corno de guarnico, capella respectiva
e casa da assembla^ construceSes qne achel atra-
xadissimas : a conciosao do segundo lanco de ou-
tra estrada: reediieacao e aformoseamento da
casa da thesouraria provincial, e aereado pablico
(completo pardieiro): empreaas como a illumlna-
qav% gai e eqcanamento d'agua potavel: reparos
e melhoramentos nos edificios do palacio e secre-
taria do governo, fortaleza, lycea, eschola publica,
collegio de edacaados, qoartel do- r.orpo de peliela
peito do Sr. Pompeo, disse-o sempre, digo o boje, e
repeli-lo-hei amanhaa, salvando apenas as modin-
cacSes a que me tenha levado um conhecimento
mais completo da pessa e de suas hablitac5es.
O mea amor propro nio vai.'ao ponto de deecoohe-
cer ura erro ou illuso.
A verdade qoe jamis apregoei o talento supe-
rior do Sr. Pompeo, nem reconhecl-lhe os foros de
esenptor correcto, emoitomeno3brilhante,qoer no
devem
vo programma pelo qual se v que devera ser ella ,aMr6et estradas e pintes : duas expones de estylo, qoer na vanedade de recursos que
eita de modo a nada desojar, e coma que as no-, prodQCt()'g provinciae-: para as quaes muito con-'ser familiares a ama grande cabeca amadureclda
venas lem sido mrfi eencomdas em virtnae de p e ^ mportaacia aagmentou o patrimonio pela to longa pralica qoe tem tido o Sr. -padre
sor rtntrstcr dr prtmor e o canto hbilmente exe-. da g^ Cjm dfl MJ3er|C0rdia a^uncao como Pompeo.
culado por excelentes vores das senhoras que, por do pa,rjmonJO para orphaas desvalidas, com o re-1 Ferido delicadamente na pojemica por orna pen-
devocao a isso se^restam.
epois d'amanMa se xtrahir
1. lotera (47.*) a beneficio d
d'Alho, sendo o maior premio B:
Mee ao infeliz avarento ; mas sim para emprega-
H> em bons nos, con pedem arresta lo-"todos*os
meus fMgJiezea^coma.noda dita-lo aquella mesmo )TOa-rih3rrnHCentC0 Jos
que hoja me acensa, oaquammais de urna ven
V Kmon^iNN
convier.
Detrstr guVfdH fSIMiBlIto*
qoem preza em asignor-oo de V. R
amigo o collega obrigadeaain o
Vigarlo-
ATTEl^lO.
Xarope alchoolico de velSBie,
companhia saspeiu; circamstincla esta quecos
lempos, que correra. Bao pode- deixar de ser de
alguma consolaco para mim, porque ao menos,
prepno acousador
-*ndo um -dos atis
menos commans.
de de miro, de ter
serv, perdoando-ihe at nao peqoena quanda ;
como Unalmente podem confirma-lo as diversas
obras faodacdes pas, para qoe tenho concurrido
com as quaollas, que estavam ao mea alcance j
nesta oidade, j na freguezia de Santa Anna da
villa do Principe, e j finalmente na minha propria
fregoozia.
Poderia aqai referir, verba por verba, todo qoaa-
to tenho gasto nos objectos cima indicado, mas
nao me resolvo a aze-lo, 1 para qne nao se tenba
por osteotaco do hornera aquillo qne s fazia,
para melhor defender ao padre ecusado de sede
de ouro.
Durante o espago de nove annos, em que tenho
proeWdoaregrzia da Vlira do Jardlm," o-meo
injusto detractor nao achou mais que <4oos factos
pelos qaaes me acensa de falta de exaccao no
eumprimento de meus doverea paroehiaes : deixei
de Ir coofessar, sendo para Isso chamado, a Jos
de
oa n
no
'dia 6
Extracto da* partes do dia 7 de fevereird de
I8ti6.
Foram reaoiWdos i oasa >neteinjao
de fevoreiro: ...__.
A't)rdem do- Drv detegado da capital, Joaqulm
Fraacisoo de Souza, Serarlm Gomes da Silva e
Chrnovao Jo9-d'AMneida, p*a reorutas; Olega-
rio Milito da Silva, para avwignac5es em erlme
de rednw peseoa tivre escravido; e Jos da
Costa Ptnhsiro, como mdroftfilte em crime de ten-
mentos.
A* ordem do sobderegado do Recife, Joo Olega-
rio da Poi) para cerreCfSo.
A* ordem do decanto Arftonio, Joao Rodrigues
- Pasngeiro da barea naconal D^tsanF *J, ^.raD Jos neaee eQ fosse m dos que fica- i Nunca, por m, deixei de coofessar floe *e era pretendido caaar-me> de faHar 00 comprimo ot de
da para e Rio-CnMM"do Sal t Ooel Dtalo- "Jrn WU posto que ea^tpSM um ao. e tudlosi pecuilsta, de trabalho aturado ; cortos 4o goe envides. SBnn anecia de nhaVaa.i leVou^ i ler- assim como que nio se oegava ao governo-quando falmmado escommonhSea a,.ledos aqe loa de
* R.irriCAO a K.IC1*. _, [[* '.12* ,e,snpVlS na Dr\s deucla perqu este Teclamava os seus auxilios lilterarios, que al- meas freguis,.qae oio cnmprissem certo voto,
" ?^T^^lmv^^lUto urnas vezes ju.guei multo aproveitaveis su cen- que tegUtt en tattiNd. pajar a soput-
ruinas, heu tioha pfena liSernde segundo os im-, sura, qoando se referan) a certos assomptos, prin- tura eccleswsllca.
pulsos .la mloha conciencia cipalmente de Eslatistica. E rMnidos assirntodos os capllolos de minna
AsMsti eleicao para depdtados geraes, em que! Ja" v portento o Sr. Dr. Pompea qae nao joigo acoosacSO) pwm*iia-6e*nie mefta primeiro logar
nao ho'ove a mais leve offensa physica, caso vir- prejndicada a minha coherencia pelo offlcio Mlu- -me ocenpe d'aqueile qne pbr-ser o mata grave^ e
estabelecido comboca
88 em Pernambuco.
Este xarope incontestavelmeole superior
a todos os zaropes depurativo, d caja
composicQ o seo maior eiealo a
parrilha, pois qae se tem condecido 1
veame mais enrgico para a prompta
das molestias, coja base 'easeoeial
da purificaco do sangue ; assim pois
tem verificado por maitas pesaoas ajaa
achavam desengaadas, as qmes
boje ivstabelecidas com o referido xoropa
alchoolico de veame ; entretanto qoe ni-
guas, tendo asado do xarope de
de Larrey, de salsa parrilhi de
oleo de figado de bacalho, e oatros agentes
de coja
1 asaba
o ere
la cara
depeode
gem no ear, onde tem corrido o aogne mais
ou menos abundante em pocas id-jnticas.
O ministerio, pela palaVra escripta de um de
seas ftiembros mais autorizado*, congratulou-me
por isso, significando a approvacao do Monarcha ao
mea procedimento.
Mas o Sr. padre PotnpeU ficara despeitado, por
a nao ter protegido a sffa elelclo no 3."'districlo,
e raadou de clave para commtgo, principalmente
Finta, por criuie de deBeVafnento. desos qnevio ainda" mais claro o 'horizonte polili-
A'ordem do de S. Jos, Manoel Carneiro do as- a0 ,,Jiz Sffabe qae en mandara syndicar de
cimeoto, Romaj Perna*ds da Rosa e Rosa Maris
de Lima, por brlga.
O ebef da V seccao,
/. G. de Xesquita.
ERRATAS.
Na correspondencia, publicada
pagina deste Diarto, 4.* columna
Aos lxms. Sr?. deserabargadores
Pernambuco'filloa a assignatnra da Sra. Igoez
Carolina Pesoa de Laeerda, que voio competente-
mente reconhecida por tabeliio.
Na dita do'Sr. Joo Baptista Gorjao, em lugar
do Sr. Dr. Ferreira, nm dos mdicos que assistio a
conferencia, lose o Sr. Pereira do armo.
Communicados
certas fraudes que se praticaram no mesrao dis-
tricto para supprirem a deflcieocii dos votos.
A efse tempo subi o gabinete Zacbarias, defi
nio-?e pereitfnente a situago, e eu fui demittido,
bem como outro collega, os dOus nicos emperra-
rfor'que anda mantinham as altas regioes go-
bootem na 2.* vernalizas. O ministro do imperio leve-a looga-
com o titulo nimidade de declarar na cmara .jae ea fra exo-
da rela^ao de nerado como tnfenso situaco, n porque elle res-
peltava o rtieu pundonor poltico. Coubeme, aflnal,
tamanha jestica e honrara.
Mas quera serla o derrotado ? ca que desc na
turalrfiente do poder, sem dezar, n'uma hora de
reac{io poltica, sendo acompanhado e obsequiado
at o momento da partida por homens qaalica-
dos das duas parcialidades: oa o Sr. padre Pom-
peu, qtie sendo chefe, e contando com a situacao
nasetote, deixou de ser eleito deputadopelo dis-
: ricto (joe contava maior otrfflro de eleiiores li-
'-----^*----"*"-----" "*-----. beraes, e teve o desprazer de ver triumphantes, de
O senador PonpCM e o Cl-pre- preferencia a elle, candidatos liberaes de ordem
*idente do C'ear. Isecunt:',r''?
Um amigo remetteu-me dous notneros do Cea-! Quera seria o derrotado T _en, &{*&****+
r,om ueoSr. padre Pompen sob a apa da ver de.xado a administracao recebo fuentes
anunymo preenra rebaier'uma critica que o Vtnte "provas, que tenho registrado, MtaUca **#
e Gtnco ae Mareo fizera eslatistica de que elle sanos polticos; ou elle, que alem de um mallogro
auior subvencionado pelo cofre publico. eleitoral todo acintoso, vai presenciad a a sclsao
N-ume das respostas o Sr. Pompen faz impata- que por culpa sua tem soffndo o sen partido, cio da critica ao Sr Dr. Trlstao de Alencar Ara- ve e l todos os das censuras, rom* oes, aecusa-
lipo, a qtwm reiribe com refuiaco vaga, ineon- C5es escripias, injurias atrozes, aaenveM^m-
ddenle e Bffrontosa, na forma do seu loovavel eos- friamentos, desgostos, odios profuados, que Unto
turne. Na outra resposte, coja data puecrpos-' devera te-lo molestado, por virem de amigos que
terior da primeira, emprestou me a palernldade assim se mostrara mais severos que os propro
da mesma critica. E' mais urna prova da coheren- adversarlos polticos ,
o*, lua,,, ao sr Ponpao, a - e reflexo, recalqo-3 o amor propro,
" na conscieucia, viso qoo tombpm
me om pouco, responda si terei
PJmpea em sua Tolh'a, e al m Hocumentos offl- motivo para iovejar o seu triumpiio, a sua elevacao
ciaes, como por exemplo a Historia do Chole- Eu era capaz de dar por mlnhi parle om jura-
ra, proclamou-rae servidor benemrito, talentoso, ment negativo.
Ilustrado, probo, cfrmslecto, iroparcial, alera de Donde provir a minha (oveja? Do carcter sa-
lisoogeiras com cerdoial? De mim dependa aspirar a re
dido, que pende de solucao, e qae nao sei como em por vir acompanhado de urna preteodida prova,
tal caso poidia ser publicado apezar da prohibicao dever ter proonsldo no-espirito do publico mais
expressa em varios avisos do governo. desfavoravel "rsrpresso contra o mea carcter.
Recife, 4 de fevereiro de 1866. Confrontando se a segonda com a lereetro pobli-
Josc Benlo da Cunta Fgueiredo Jnior cacao contra mim feitas nos Diarios de 23-e 27 do
' me passado, cnega-se a conclasio de que ea, de-
sejaOdo casar too, procrei' antes de ludo cotoba-
Firmino de Azevedo, *ema da picada de urna _,, -
cobra ca^ave,. a mulher de Jos Francisco de desta ordem nada consegmiaat.
Azeredo, qoe eslava no dizer de meo accosador,
as portas -da eternidade.
poHfcerro facto veidadelro ; o segando porem
completamente falsa
Ni9 lempo em que p*r* essa "cOnfhslo fni chimado,
aobava-m gravemente enfermo, e at com o me-
dico- em casa, como todos da freguezia sabero,
ments o tal Velktnho d&fira que ingenuamente
diz fentre pareHtesesf'Mo saber domoirvo porque
deixei de aeodir a esse ehamado; mas certo
que, se nao ful, nao me esqueei de aconselhar e
instar mesmo, para que recorressem ao Rvd. coad-
juotor, qae*chava-se era seu sitio, e bem podia
satisfazer aquella necessldade.
. mu m m
Correspondndas
ter o celibato -clerical, ItepenliaBdo-me ao mesmo
tempo com alguns depulados de minha araisade,
para apresentarem ness setid'om projeerb na
cmara, e faendo com que no Progresista do
Rio Grande do Norte se pdblivssse am artigo so-
bre o mesmo assntirpto, e sempre de acord coto
fcil digestao, agradarel ao paladar eaoei-
phato Atguns mdicos dsta ddade e da
de Macei o teem recommendado para a cu-
ra das
Impigens, tinha, escropbalae.
Tumores, ulceras, eseorbato.
Cancros, sarna degenerada, floxo abro.
Todas estas affecces provm de ama caa-
sa interna; nao ba pois roxlo anjuma rm
crr qae ellas se podem corar com remerrios
externos. Tambem se prseme o zarape
alchoolico de veame para o4ratMoosl8 das
Qoanto, a^BfWs* da mober o> Jos Francisco I affecces do systema nervoso e fibroso, taes
de Azevedo, a qoem moS de perlo coebeco, por er cotilo :
6 viga re Fraicisco Justino pereiTra
de Brii.
u carcter sacerdotal, de que meacho revestido, os meas Intereses.
e que sempre me tenho e-forcado por conservar: E' tao ridicula a farca, e tao grande a perversi-
isentj de toda a macula, obriga-me a recorrer dade do nventoY que mal se pode saber, secon-
imp'ensa para detonder-me contra as torpes aceu-lveria melhor ao caso o riso incessnte d Demo-
?acoes,aleivosas e calumnias, qae por um pseudo--I crito; on se as perennes agrymas -de Heraclllo.
nymoO Velbinho da fera me foram assacadas Na verdade, Jrrettta'deT ea, tom vistas de casar-
sm tres communicados. que publicoa este Diario me, abolir o celibato clerical, principrarfido a "pro-
em seus ns. 16, 18 e 82 do mez passad.-. | paganda abolicionista por um artigo commuotcado
Vindo a esta cidade com o unieo fien de cumpri- e anonyrao, publicado no jotnl PrbirreJSisfa do
mentar e beijar a mo de meu prelado, o Exra. e Rio Grande do Norte ; certatoente cousa qae po-
Rvm. Sr. bispo diocesano, e de Ihe fazer entrega | dendo passar pela cabeca de um I- 'uco -completo,
dos registros da visita do Rio-Grande do Norte, de nao passaria ja'mais pela minha, cajas facnlddes
qae tuvia sido encarregado, durante alguns annos, intellecluaes, embora minguadas, nao se recen-
pelo seu antecessor, o Sr. D. Joao da Purificaco,' tem de tao notavel desaiYanjo, como o podem at-
de saudosa memoria ; logo ao ebegar fni Informa I testar todos qae me coabecem, e como fornulmen-
do da publicaco daquelles communicados, que,'te o confirmara os cargos, que tenho exercido, e
pelo tempo em qua foram dados a' luz, deixara ver mais que tudo a cbafianca, que Om mira lem de-
c/u ,,,i..,,to.ol do Sr Pompn a qual por tanUS 1 iuuMueie luw
vezes rra posta em relevo durante a .ninru estada |}ory[e Jalg^0e,
n'aftr?nsmo 10I ftctffJft dessa coherencia. O Sr. deve conhecer-r
ouiros epitnetos e deuunstracoes
que sua bondad me quiz favorecer. Pouco depois
variou o barmetro, e ea fiquei sendo a anthilese
de todas essas virtudes. O Sr. Porapeu nao con-
tenlou-se em fechar a conta de seas elogios, e abrir
outra da improperios. Retractou-se de tudo quan-
to disse no passado, e retractou-se de um
que abona muito o tea carcter. Nao sou
ra, pois que anda estou desimpedido,lonvado se-
ja Deus. Da senatoria, porventura ? Quando ea
nutrisse t5o arrojada pretendi, fa:tava-me a ida-
de : -linda estou mu distante dos quarenta. Vira
tambera a inveja da proficiencia dos estados geo-
rnodo graphicos ? fenho ao menos a consolaco de nao
o prl- rae haver nunca arriscado ao escapello desapieda
meiro a qoem isto acontece. Diversos individuos do do Sr. Dr. Silveira de Sousa.
ja tem sido sacrificados a to estranha correncia. Parece qoe o Sr. padre Pompeu se gloria sobre tu-
Ora comprerieode*se que am homem se converta do com a posicao de senador, que... >ao quero por
da noite para o dia n'um demonio. A Escriptara ora ora presciadir de certa restriccao mental...
nos falla do anjo decsilfldo, o que j am pheno- Jalgar o Sr. padre Pompeu que por ter conse-
meno estupendo. Mas onne dispensa commenta-' odo o apanagio desodo, pode olhar para todos
rio a preienco de aniquilar as louvamrahas re-; e para tudo com sobrancena ? Era parte, tem ra-
petida?, de qae a imprensa ja fizera tradico his- i "0... Certos espertos ainda fazem alguma simu-
toria. Gracas vaidade; patece qae o habito de' lagao de sacrificio patritico ou amistoso em qnan-
fazer cantas de chegar, tanto em 'polillea, como lo nao conseguem urna cadeira no senado.
na eslatistica para supprir a defflciencia dos
dados ofSciaes, tem produzido muila anomala de-
ploravei.
Com tudo ( seja dito era abono da verdade ) o
Sr. padre Pompeu, Sendo vigorosa mente robati do na
guerra que moveu-me oatr'ora pela impronsa, foi
tambera o primeiro a retrrar-se da arena, e eu fi-
que! embalando-me na crenca de que elle nunca
mais pretendera voltar a carga contra mim.
O artigo que me velo despojar de to delicioso
engao traz um exordio de generalidades, em qae
o publicista parece querer inculcar a minha medio-
cridade, cousa de qne nunca davidel. E de
mais : j estou habituado a rir-me do juizo desfa
Reali-
zara porrn esta aspirago magna, ou por merec-
ment, oa por acaso feliz: e s vezes, sem espe
rarem ao menos pelo pretexto dos cabellos bron-
cos, transformam-se em homens descremes, coramo-
dstas, desvanecidos, e Indifferentes para cora as
desgracas da mi patria, e so' re tudo para cora as
antigs e gratas retaques. O egosmo e a lethargia
da febre digestiva tomam o nome decoroso de pru-
dencia aconselhada pela idade provecta e pela posi-
cao.
Mas porque nao ha de o Sr. padre Pompea sub-
trahtr se a dar mais a n testeraunho autheotico
desfe'triste proverbio, que nao lem concomido
pouco para os avanzos do sceplicismo pavoroso
voravef que de mlnhas habilitac5es pos'sa fazer al- que se tem levantado no paizT
gum desaHecto. Cada um de nos tem o seu irib-: Ert todo caso, bom meditar multo sobre o se-
al cempoleuto a-severo que o aprecia e julga com gulnte parallelo que vemos fraduzdo era factos,
juslica, mais cedo oa mais tarde. I tantas vezes.
E dahi tambem uro nm-nwtlvo para notar a in-1 A*grandes ascer?5es que se'operam rapidamen-
decencia oom que o Sr. pndre -Pompea, apreveita' te ou de salto, obrJgaoflo a maltidao curiosa a pe
qualquer opportuoidade para elevar-se s novens | dir explicacdes disso fortuna, sao qoasi ssrnpre
comparndose modestamente com seu adversario seguidas de quedas eslrondosas, qne deixam o io-
detrabido. Mas Isto balda anliga que j lem %ido dividno maehocado, abatido, iincapaz de nova ele-
sobejamenle decantada va^ao moral. Ficam os diplomas e peTgaminnos:
G qae oais moleslou-rae no artigo do Cearense' qaaodo-roaito o proveito peoanlario. Mas o credi-
foram duas injnslioas de qae s me esqaeeerei to,o prestigio offre rebate consideravel
hora da rdorie.
A primeira suppor-rae o Sr. padre Pompea um
hornera to ocioso viogatvo, que ainda Ihe sobra
tempo e animo- para oceupar-se com elle. Protes-
to contra Isto, segurando Ihe que si eu (osse ca-
paz de trazer para o remanso da vida particular as
picariaa toe sofireese nas-postcOes offl iaes> nao
aie-4mitara-a lioatras-otlser'aQSes em amigos tu-
gittvos de-gazela abre a estatislica. O Sf- padre
Pompea tem sobradas razoes para prever qae na
doce e ampia liberdade do meu retiro nao rae falta-
ra torea de vontade para esbojar a completa apo:
logia do meo antagonista. Nfnguera isporia de
dados mais preciosos 'para sso.
Outra injustica Jalgar-me o Sr. padre Pompea
estomagado pela rnjnha derrota em 1863,. e. 'lave-
joso da sua vuloria, da sua elmuflo, dos is fa-
lentos superiores. Valha-me Dees I..
Primeramente, os qae me conhecera
podem auestar o qoanto eo aprecio- ama
colinda e placida, apezar de nao ser veloo, e qoan-
to roe sinto -aMivtae ojomMo me-tisam dos hom-
bros o fardo oficial. Comeceibi cedo m posi-
i.'oes espmbosas, n'uma qoadra que ja. agourava
essa triste serie de vaclllagSes, reverraentos e mi-
serias que atflda vamos atrvessando, por castigo
dos nossos grandes peecads. 5o me dram com
potica. Aqaelles raeomos que mais concorreram
p;ira a exaltaeo do individuo, entrara em si, e j
livres da influencia de am entbusiasmo moment-
neo, j maguados pelos desengaos, acabara por fa-
aerem coro com a voz da opiniSo. Ao homem de-
cahido, si as suas intencoes e actos foram eivados
de macla, reela a vergonha, o remorso, e talvez a
Taiva impotente de nao poder atliogir de novo a
posicao perdida.
Agora, o reverso daraedalba. Um merecmento
modesto, que bem longeda ambico desmesurada,
nutre s aspirac5es razoaveis, e procura realiza-
las, nao cusa dos meiee tortuosos, era com pre-
tencao da superior capaadade ;,mas com seus es-
fbrgos proprios, gradualmente, sem' trahir-ou des-v
presar o amigo, s; m calumniar o adversario, sem
desconhecer o bemfeitor ; esse merecmento. sim :
um farto ou circamrtancia anormal e transitoria
de perto'Tode offuicar-lhe o brilho fenor : ma? por flm
vida, re- ""o he-de- appupuoer mais retempwwdo mais es-
limado, porque -axpenioncia e a comparaco pra-
lica estabelecevam a vertladelra pre*?rencia.
Com relago ao Sr. Dr. Pompea, ja me achei
mais de urna vez em gru superior na hierarchia
social. Por mais este motivo nao vale a peoa es-
tarnos a disputar preeminencias, at porque emen-
do qoe cada claramente nao lerem outro fim mais qae prevenir
contra mim o juizo de S. Exc. Rvma., descoocei-
tuando-me peraole o publico. Nao me sorprenden
inteiramenie o procedimento, e nem me admtrou a
traca do meu injusto detractor ; porque, alera do
conhecimento qae todos podem ter da malicia hu-
mana, particularmente conheco a mo traicoeira,
que me fere, o spide venenoso que tne morde, de-
-pois de ter sido, por assim dizer, alimentado em
mea seio; o homem ingrato, lioalm-nte, com qoem
dispendi favores, e qae me devendo anda agora
n.io pequea quantia, apezar de tudo isso nao du-
vidou vir em publieo mover me ama guerra to
cruel, quanto injusta e caprichosa.
Conheco bem O Velhioho de fera ; mas, calando
Bor agora o sen vnrdadelro qnm. aiA oa pelos
eosTonvenientes o onrlgae a manifesiaTse em
publico, procurare! somente defender-me eoatra as
envenenadas settas, que rrie'foam'dirigidas, guar-
dando sempre a linguagem da 'decencia e-de de-
coro, a que soo obrigado ex-vi de minha idade e
de minha posicao.
O publico a quera me dirijo, e cujo conecito sotu-
rnamente acato, compreheoder fcilmente que,
tendo vindo a esta cidade com o fim que cima ex-
puz, nao posso desde j apresenlar todos 01 doca-
positado os meus supulores eclesisticos
Acerca daVeSlisacao d'aquellfe nreu pretend lo
projeeto de casdtent, diz ainda o meo injusto
accosador, qoe desejadb lvalo affeito, proco-
re a mare ingenua das miahas oVethas. Tazendo-
Ibe acreditar qaeTraixara am decreto, abobado o
celibato clerical, ctenca essa qae foi robustecida
pelo te9temauho"-oe rfotft 'mascates'estrangeiros ;
de maoeira que para o complemento do acto s
me faKava condOzlr a notva a alwf, para "o qoe
entrelanto ja' estavam angaftados tres dignos -so-
cios, qae devlam "representar o papel de tesietno-
nhas I
S Deas sabe qoanto me eusta ter de reprodu-
zir lo repugnantes episodios, to torpes calum-
nias, mas ja qoe, no inieresst ua ueieta 00 meu
carcter Sacerdotal assim me preciso fazer, sir-
va-me de lenitivo a esperanca de qae os sollri-
meotos, qae com Issb experimento, sroo levados
em conta dos meas grandes peccados, por aqueile
que s pode sondar o intimo de nossos coracoes
Oh I e se tn-i fosse licito citar aqu o nome da ove-
Iha ingenua, qae se diz por mim escolhlda para
noiva, faiendo-o acompanhar de attestados, que
em lugar competente prodazirei, sobre o recoohe-
cido bom senso, excellentes qaalidades o verda-
meatos, qae tenho, e de que pretendo servir-me para a minha defesa, a qual por conseguiBte nao 'em 99 arreos; bem provavel qoe en consegais-
sera desta vez to completa e satisfactoria, qoanto se debellar completamente a negra calumnia de
em tempo e logar opportooos espero em Deas po- qoe sou victima, e cuja inVerosimilhaoea creio en-
der produzir. tretanto que a' todos Acara' patente tanto mais
Nao obstante, porm, as circumstaocias excep- se eo afflrmar, orno solemnemente affirmo, sem
clooaes, era que rae acho, estando fra do meu do- recelo de ser contestado que o inexperiente rmao
micilio e de todos aquelles que da perto me conhe- dessa mo?i de nome Andresinho, que se diz estar
cem, entend que nao devia calar me nem deixar como ella, por mim illodido, longe de ser um rae-
de dar comas de mim ao publico, muito embora te- omo, como talvez o faca suppor o diminutivo do
nha de aorazar ainda o seu defioitivo ju.zo, para nome, ura homem feito de 36 aonos, que nego-
melhor e mais competente cccas{o. ola por toda a parle, dando sempre de si a melhor
E' geralmente sabido, e passa como principio conta.
Inconcusso, qoe nenhum homem, podendo tornar- intento de tornar crlvel a monstruosa e sa
se repentinamente perverso, a perversidade de hoje crilega farca, em que por mal de peccados faz-me
sempre mais oo menos directameote a conse- figurar de protogonista, o meu cruel detractor fez
quencia da m ndole, da negligencia, da educaco, publicar trexos de urna infame carta que diz es
dos instinctos e hbitos mais ou menos criminosos cripta e assignada por mira, sendo de mais Teco-
d'outr'ora ; e sendo assim, me parece que nao pos- nhecida poi tabeliio.
so ser hoje esse homem degenerado, esse sacerdote 1 Nao de agora que sei d -supposto appareci-
.ndigno, esse abutre sequioso, nem ter outros que-, ment dessa carta, cuja inveno a' mais de seis
jandos predicados, que me attribue o infeliz autor; metes pesa sobre minha cabeca, como a espada
dosTragos biograpbicos de minha vida. deDamocles. En:retanto seguro em minha cons-
Tendo 47 annos de idade, e sendo sacerdote ha ciencia de nao have-la jamis escripto, eu a sup-
vinte e qaatro, desde os prlmeirosdtas do meu mi-) ponho completamente desacreditada j pelas di-
nisteno sacerdotal, al qae surglsse em publico "versas edlcces, e dlf^rentes formatos, ettiquea
oVelhioho da feranuoca nouve quera livesse tem exhibido o sea inventor, e j pela crenca ge-
queixas contra mim, quem posesse em duvida mi-
nha reputaco, e maito meaos que me raovesse ac-
cusacio alguma, nao obstante ser coosideravel o
numero de pe^soas, com que hei tratado, e mu va-
riado cr-circulo de attribuic5es, que lenho exercido,
j como sacerdote, e ja como simples cldado,
Logo depois de ordenado presbytero e desde
ral, que felizmente existe era minha freguezia, de
quem foi aqaelle que a escrevea, imitando cuida
dosamente a minha letra, como se ver da carta,
qae abaixo pablico e qae de pessoa respeltvel,
e de s3a consciencia.
Digo qae aquella celebre carta tem tido diver-
sas edicto-e ; porque sel qae sendo ella apresen-
1843, serv por treze annos 6 luga'r de coadjutor lada pela primeira vez, a 24 de janho do anno
da freguezia de Santa Anna da villa do Principe, passado, nao s a tres' rmaos da pessoa a quera se
da provincia do Rio-Grande do Norte, e por nove a Guia dirigida, mas tambem ao ur. Bartholomeu
dez -annos o lugar de secretario da visita dessa pro- Leopoldlno'Dantas, todos elles, repelllndo o embus-
vincia e da Parahyba, da qual se achava etlo eo- te, recouheceram a notavel diflerenca, que havia
carregado o meo respettavel parete o fallecido vi- entre a letra dessa carta e a mioha, circurastancia
gario Manoel Jos Feroaodes, sacerdote, qoe, pe- esta-qoe contrariando bastanu o meu infeliz ac-
ias saa virtudes, merecen sempre a mais comple: cusador, obrlgou o a recorrer a mo mais hbil e
la e geral veneraco e coja vida austera e verda- adestrada, qne melhor podessedogir a minha le
deiramente sacerdotal, cejos edificantes exemplos tra, como, segundo me informara, ^Efectivamente
e saos couselhos parece qae nao deviam ter sido conseguK 4
inteiramenie perdidos para mm, qae por ta Ion- N5o deixaret passar sjra especial roenjao, qoe,
gos annos viv em sua companhia e lutiraidade. em dias de Jlho, tendo sido apresentada a segn-
Em fins do anno de 1856, indo a coocurso diver- da edieco (raals correcta) da celebre carta, a que
sas freguezias deste bispado, e entre ellas a nova- me retiro a aquellas pessoas, que ja tinham visto
mente creada, de Nossa Senhora da Conceicio da a primeira ; como querqoo estas pessoas pergun-
ilia do Jardim, oppuzme essa freguezia, sendo tassem por aquella primeira edieco, foi-lhes res-
n'ella apresentado pelo governo imperial, e defin- andido, que a primeira era copia e_ asegunda o
tlvaraeme collado pelo Exm. diocesano era reverei- original; deciarafo qoe entretanto hao havia siao
ro de 157. E desde ento at o allecimeoto do! '"* ao lemP da primeira biblcao.
Sr. D. Joao da Purificaco Marques Perdlgo, as- t assira e coffl emelhate falsidade que se
sim no exercrcio de mau ministerio parochial, co- pretende macular a repntacao de
mo as funcedes de visitador de toda a nrovincia' om sacerdote, que felrtpente at hoje tem gosado Mtra.de, que elle mculcava de original.
do Rio-Grande do Norte, a's qaaes fui chamado em! do mais favoravel conceito I?
1838, era conseqnencla de haver fallecido o j! Naoadrairavel que se diga estar reconheclda
mencionado vigaro Maooel Jos Fernandes lenho a' Por tabeliio a caria de que trato ; por qaanto
mais firme cnvicc de haver procedido de modo; todos sabem a fac.lidade com que se f^W estes
a nao manchar a sotaina que visto., nem poJJuir reconhecimentos, argomas vezes 1
vaqnefro de orna fa'zenda de gado do patrimonio
do Saolissimo Sacramento, de que sou administra-
dor e ibesonreiro; deve- dizer "que, se certo qoe
ella steve enferma, ea s tive conhecimento dlsso,
ao chegar de nma viagem que'flz a villa do Princi-
pe, -onde me levarara fonecoes moi -ferias de meo
mfhfoierio; sendo porm completamente falso, qae
me chamassem paVa confessar a referida mulher
de Jos Francisco, a qoal com sen marido ainda
hoje vivero, e podffm dar testemuoho do qae levo
dito.
Em 'oitirao lagar e como remata de minhas sop
postas tbalversagoes, foi imcrepado de haver fol-
minado cora a mais formal das excommuuhSes
qaeiles de meus freguezes que n cumprssem o
voto, qae a meu convite, e coroigo haviam feito
lodos de concorrerera para a conclusao das obras
da igreja matriz, se Nossa Senhora zesse desappa-
recer a peste, qoe ento assolava a freguezia do
Jardim.
Ora, pondo Se parte a tal excommanbo formal,
que se diz ter sido por mira fulminada contra meos
freguezes, e na qual estou bem persuadido de que
nao acreditaran) aquelles que me conhecem; me
parece que o resto da aecusa^o deveria ser qm
motivo de regosijo para mim, seno parlisse de
ama fonte to envenenada, como a de que sur-
gi ; por isso qoe d'ahi se v claramente, que sou
um panocho, que, as afflictivas crises, nos dias de
geral consternago, sabe subir ao palpito para con
fortar seas pafoclnos, corvidandoos a fazerem
a Mala Sanlissima votos tb santos, como aqueile
que, por occasio do ehblera-morbus, fizeram
contigo os habitantes da Villa do Jardlm.
Multo teria que dizer ainda, nao s a meu res-
peito, como a respeito daquelle que lo injusta-
mente me persegue, seno reciasse abusar dima
fiadamente da paciencia daquelles, que tiverem a
bondade de ler o queja lenuo escripto; e por i>o,
concluiodo aqui o qn de mais argente entend
dever publicar em mlnba defeza, per;o aos leitores
que me perdm a!gu;na Inconveniencia, em que
tenha cahtdo, oa alguma expresso, menos digna
de rneu carcter sacerdotal, que por acaso me
tenha escapado,
A' S. Exc. Rvma. o Sr. bispo diocesano, nao me
dirijo de modo.aigum as liuhas, que ahi cam
escripias; porque o respeito e obediencia qoe Ihe
devo, como meu prelado, me irhpoem o dever de
]ostificar-me perante elle pela maoeira e no tempo,
que a S. Exc. Rvma. aprcuver ordenar-me.
Cidade do Recire, 7 de fevereiro de 1866.
O vigario, Francisco Justino Pereira de Brito.
Documento n. 1.
Illra. e Rvm. Sr. deo ex-vigario capitular.=0
padre Francisco Justino Pereira de Brito, panocho
collado na freguezia de Nossa Senhora da Concei-
cao da villa do Jardim, da provincia do Rio-Grande
do Norte, precisa a bem de seu direito, que V. S.
Rvma. Ihe atieste:
1. Se durante o tempe que V. S. Rvma. lo
dignamente adininislroa esta diocese, teve alguma
queixa, denuncia, ou nformaco m, contra o
supplicante, na qualidade de parodio daquella
freguezia;
2." Qual o Juizo qoe V. S. RVma. forma da
conducta moral e religiosa do supplicante;
3.a Finalmente, se tendo espirado a provizo de
visitador, que tinha o supplicante, em consecuen-
cia do falleciraento do Exm. e Rvm. Sr. D. Joo da
Purificaco, foi o mesmo supplicante momeado por
V. S. Rvma. vigario geral forneo das comarcas do
seno do Rio-Grande do Norte.
Nesies termos pede a V. S: Rvma. seja servido
tomar em coosideraco o espendido, e deferir como
justo for e receber raerc.
Francisco Justino Pereira de Brito.
Deferlndo ao "Rvm. snppllcaole atiesto, Io que,
durante o lempo que governel esta.diocese, nuuca
recebi denuncia oa queixa cootra o Rvm. suppli-
caole, nem rae cooslou cousa alguma em Jesabooo
de soa coodocta : 2 qaOftooheceado-o desde o
lempo em qae foi meu discpulo, sempre fiz, e
contino a fazer o mais vanlajoso juizo acerca da
sua cooducia moral, civil e'religiosa: 3 que, pelo
bom conceito que delle fazia, e a confianca que me
mereca, o noraiei vigario geral forneo; cargo
que desempenhou rnui bem.
Convento de S. Francisco de Olinda, 3 de
fevereiro de 1866.
Deo Dr. Joaquun'Francisco de Faria.
Documente 0. 2.
Illm. e Rvm. Sr. vigario Francisco Justino Perei-
ra de Brito.-Respobdendo a carta de V. Rvma.
que acabo de receber, com relacSo a carta, a que s
refere, julgo dever dizer Ihe, que crenca geral,
nesta vsiohanca, que a lettra da carta, da firma de
V. Rvma. que lem Manoel Ildefonso foi iogida pela
Mariano Mello, amigo delle, o qual ao lempo de
Ildefonso apresenlar caria', de modo que conven-
cesse ser o*e V. 'Rvma., eteve em sua casa no
Sombreio, quasl urna semana esle portguez, e a
ningaem mais se pode attribnir tal fieco ; pols
antes de sua chegada e estada ali, todos que
am homem, de naqaella sobrecarta notavam muila differenca na
E o qoe
Gotta, rheumalismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade,
Marasmo, bypocoDdria, emasagreelneotD.
O xarope alchoolico de veame sobre
todo, da maior utilidad para corar radi-
calmente, e em pouco tempo o rbetnoa-
tismo.
Adverte-se que o verdadeire xarope 9a
vende nesta cidade na botica artna indica-
da, do abaixo ass;gnado; e em ootra qpal-
quer parte que se tem annunciaJo nao da
mesma composigo, e nem o abaixo assigtoa-
do se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranko.
COMIYIERCIO
PRAfA DO REOPl.
tola^cs offleiae.
7 de fevereiro.
Algodao de Pernambaco 1* sorteflopM por
roba no dia 5 e 17*800 boje.
uuboarcq Jnnior,
Presidente.
Gui maraes,
Secretario.
Noto banco de Pernaae
temeo.
O Novo Banco descoma letras o 11 por
ao anno, toma dinbeiro a praso fxo on 00a
eorreots pelo premio e conaices qoe so O
cionar. e saca obre praca da Babia
que
o sagrado carcter que em mim se acba impresso
Como prova da asserco, qae venho de fazer,
posso apresentar, e em tempo apresentarei, maitos
e valiosos documentos, firmados por pessoas e au-
toridades respeitaveis, podendo igualmente invo-
car o lastemunho dos archives eclesisticos desta
dioeese, os quaes estou bem persuadido de qae.
missoes para pa*aren moda mente a festa, como' flroprio. IVla -mirtra parte confesso-qoe 'OfHcial-
n-Bont merft fique! sendo atnda meo
rae setiioumtinado, drao que me possa desabonar.
a tantos prMuaoi. \ anem o paiz tem paco oout ente fique! sendo atnda menos do qae era quando qoahdo nada drgam em mea favor, tembem nada I
-'^m"'oi 'Mas hem or Isso rae sentiiiumtinado. !rtirsnnirrnflnns dHsahnnar. era poda enganar-se o Rvm. vigario_da freguezia
osara meTiiosToeriiclaa, dis quaes dealde se *meeei. las nem por Isso
procura a prova. Alffl dlw, h soy ambicioso, i?nM
qoe offlciaes ; lm de que se rabelliael de ama
grande cidade podem enganar-se, como'com factos
se podera isso provar, qae maito qae se engae
nm tabeliio do matto, mogo mexperiente, e a
quem se apresentava nma carta em que a minha
letra, segundo soa informado, est soffrivelmente
Imitada!
Enganou-se o tabeliio, mis nSo se enganoo,
sel 6 verdade que o pablico recoahece isto
mesmo.
V. Rvma. tara desta o "uso que Ihe convier.
Sou com estima respeito.o amisade de Rvma.
amigo e obrigado
Jos Thetnoteo Cavaleante.
Caraobinha, 18 de setembro de 1865.
Docorueoto o. 3.
Illm. e Rvm. Sr. vigario Francisco Justino Perei-
ra de Brito.Villa do Acary, 10 de-outubrode
186o.Ja a infernal trorabela da maledicencia ha-
via iOado-em raens ouvidos a'Infamatoria borrasca,
Contra V. Rvm. aprgoa o'Sr.-teeentecoro-
noel'Ildefonso, outr'Jra muito amigo de V.
nou-se .nemear-me vlgarlp-geral forneo tos qua-
' |l(ik .^..MJillan An IH.U A inlnhn n^Md^^l
considero o poder como nm deposit'em que nao* "&- Antes -me desvaan
licik- transigir m proweMe parMcolar cora.lwrr- qaemo-faoreee!iuito a
memo do-bem- publico. Bsta eepecie aa-utopia, Zroymot, eom a qual i
cerno lai-conoldeoado peloi ktment- de jvzo, bas-; *nP'1 OTCali quando o
tao le iiaro^ooier deuppu ttoiorosai a qotm oer*ta ea devores de Puacci
com ora soto opoz^AJiMioar a ande starifi- lomemos, alguno dos qaaes
car es momeatosde oponso-tadispensavel s-^emn- r*ra wf*"'* '** reneettaiBcla
de tolice,deqm oouoofoottnfosM?. Mgg*>'nel|ioaB^oJptoeoi dla.ee*tmrara wn-
Ora, n'uma eschola pratica como a qne ea llw, })'.4*",*> rtspfrern fftoftteera'officla]
o homem de bom seoso e coraco generoso e,o&-: No meu carcter de horaemTWnheso-me hoje o
tori.1 que perca de tima a nma totas as saat sempre, pondo de parte algwBs. liges do Sobre a manelra por qo
s5es, arada qne ellas se tefiram ao podio '*a 'aaMQ fraileo. Nio ti ve nanea lacro pessoal dos vo caTgo, assim como acere
alto.... jlieoT^Bifarrios na carrelra pblica. Ficaram-nie sempre fe e contina a f|
Agora, qaanto %4ninha derrota m 1863. nao'srftte'ds rieTcafcos,domo este agora qae'tneesta'rio capl
sel qual de nos dous flcoa mralmente derrotado,' provocando-ama resposta. bir o.f
eu oa Sr. paUre Pompen Nio afflairco se o Sr Dr. Rompen podera1 dlxer, qne mi
AcotBpanbel tt ao Im a erige meflanna do cho- tnd isto a W"respeito como ea digo_pela;jttl aecusa
lera. Sfelborei ao mes/no tempo o lado floancei- parte sem medo de roileTOcto.
da, de reprewnta- Mrto o Sr. D. Joo da Puriflcaco, e tendo em 6 Acary. Thomaz Pereira de raojo, uando acabo de receber a de V. Rvm.
jora, Tecon*Beondo'Bonsequencia disto caducado a proViso de vsu- ** reconheeflas vfrtndes, e longa pert oia, e retro de 7 do edrrente, que com gosto, por amor
olencl**oGtjpre dor, qae elle me havia mandado passar em 1858, habilitacoe?, o qoal vendo a carta em queglo e da lasjlca, e tnnocencia, vou responder com a ve-
ra eorrtar'WMIo vim a e?ta idade dar coola dos negeclos e rendi- admirando a destreza, com-*qae tora imitada minha paclBade de ninha f, (JOe coslamo.
eicessivo,*os mnlos da vislu, leudo a urlaoa de serem essas letri> Proctlroa ctferi la^om outro doentbentode Quando a consciencia nos nio acusa-de qual-
Iginarofas. comas completamente appro*ldas pelo Exm. viga- mea proprlo.puoho, e mediante essa confrontacao quet acto, que se ni imputa, lado vai bem, por-
vezes'rove- fio capitafar, qae ento ora o Sr.tieSo Dr. Parias, le notar-qoelle qne boje-aetrane denrtnba re- 8oe Deas, conhecoaor de ladee,em tempo nosjus-
iiptrttos de- 0 omIj tresejando sem davlda dar-rae ama prova palacio, a diffcreDca qne tiavta entre urna e ohlra uflea ido, que qnasi sempre
do aprco e constdeaco om que me lloha, dig- 'etra- injusto, neeessano s lar-
O fado que acabo de refdrlr, posto qoe nao es-! na, que humnas jusnaquemos nossa
tro comarcas do serto da minha provine
Ixm.
kja circunstanciadamente narrado na caria 4o-
______mailo digno vigario Thomaz Pereira de Araujo, a
1 juizo que de mira qual abaixo pblico ; todava della resolta mui
Eim. Sr. ex-vlga- claramente do nai da mesma carta, sendo que,
felizmente exbi-
ublicado, e
"as torpes
feira.. O
ibeeida b*oM*
bit-
usa-
ocedi-
taes, qae, sooa
senca : nesta circumstaocias acha-
te V. > obnecedor de V. Rvma,
utendirado sua conduc-
sociaes e religiosas sem-
pre as ra; poca de padre, vi-
gario sem temor de errar, qoe
y. Rvma. 'acapaz de obrar, o tju attri'
bae; e lio convicto estou d
falso, e apcrifo qualquer documento qae contra
Cala filial do banco o
em Pernambuco.
De ordem da directora so bz polteo qa*
thesoreiro de-ta caixa se acba aoorisado a payar
o dividendo do srnoste ndo em 31 de dexembro
prximo passado, na razo de l^OOO por acte.
Caixa filial do banco do Brasil 13 do jaaeiro
de 1866.
O guarta-livros,
Ignacio Nones Correia.
aLFANDKa.
Rendi ment do dia 1 a 6 ...... 100:51
dem do dia. 7............... KMtfMB
muaaeae
MOV MEMO DAALPADE'iA
Volamos entrados com fazeodas-----
t eom genero..... 3SS
Volamos sabidos cem fazeodas.....
f 1 zom genero*..... 8
Descarregam boje 8 de leverelro.
Brigue inglezRosalie mercadorias.
Polaca italianaLinda-dem.
Lagar prossiaoo Alertefartotia de iHfo.
Barca francezaVtrgilesal ___
Patacho inglezMagadore PaekttBiiiiiaMIae
Escuna hoHOndezaAdeteferro.
Polaca hespanbolaInacharqoe.
Brigoe nespanholHara Rosa ideo
Brigue nacional Selladem.
Brigue nacionalFtumt!tense-idtm.
Brigue argentino Votante dem.
Escuna dinamarqueza-Jotnodem.
Patacho portnguezJosdem.
ImportaeSo.
Sumaca bespanhola Ondina, entrada 00 VaJcMo
consignada a ordem, capito D. Pedro Sestsal, aan-
nifestou o segolnte:
186 pipas, 93 barris de 5.* o 190 4o to.*
vinbo; ao capito.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS 61,
RAES DE PERNAUBUGO. .
Rendlmento do dia 1 a 6...... 5:iSG
dem dodia 7 ................
marru
CONSULADO PROVIWaAL.
Hendimenlo do dia 1 a 6 .,..... 31.
dem do dia 7............. M
33.781183}
MOVIMENTO DO PORTO

^
.Viu-w entrado no iu 6.
Rio da Prata-brigue nacional Aw*eb*,<
qalm Antonio do Socorro, carga ;
Navios satndos no 4m 7.
Babia-SO dias, barca nacional Qnarmn,
neladas, capillo Leandro de Otiveira,
12, carga 3,300 quinUes' b
a Ballbar & Olivelra.
Terra Nova40 dias, brigoe
hock, de 152 toneladas, capito
pagem 8, carga 2083 barrio*
Sawnden Brothers & C.
Navio sanaos no

r,nnipi
fr i
1 oootlfeto
Rio Grande do Solboro
ptto*aqol-Amonio Go>,<
Rio da Poou-polaco brosiWn
Aotoofo- Joo* 8ao<8ao4oov oifo
Liverpoolbarca-iogfeo Sofeer
Armstrong, coreo algUio.
Canal-barca infloza Jomw Seo,
Tbomac Ld'Sneur, eor|
Liverpool pela Porahiba
capito WHIlamPofc, eaa
ObstrtMcio
Faedeou no lamario urna bol
teve comraunicacio cooa a torra.
O brigue brasilero Imperial
dia 6 seglo para e Rio do Janeiro.





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t. :
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EDITICS
' -
O Di'. Tristio de AtoQaar-Araripe( offlckhdaimpe ra
ritd.ordem d Rosa, e.ja_ eaBajialdo-coiQmarcio <]
le AMBO
dra Martr da elileda ge OUnda, ao_ 30 palmos
de freate a 71 l* 4a fuado, le^dav. no alinhraento
fi ci dada, .do. RtoKe. de MMoabucfr-tpor Sn do
slade Imperial, etc. Ma
saber aos qtM .prevale edital virem. e. .p
> noticia tiyerem qoe .por parte, de liuiaMr.ea
* tffalves me fot -
guilla: -lllra. ~
co. Diiem GiaiauraBs' -A fiooceHes ijao sendo-,,
Ibes. _uiz Francisco de Araujo Picado. Manrique*
de Abuza Lima, FraooieoD .-Aere rio Mamaos da
CrOSi, e Co,me los .do Moofc>evedore, ootmej-
ro da quaotiade4<09fci|t8eVo Io 3." da 171*780,
e o quarto de ceoto e oitenia e dona mil aovecen-
los e oltenla por letras ja veuoidas o bao. pa-
gas acontece que-aata'.pro'iimo a hadar praso
necessario a prescrever las lettras. a porque os
snpplicantes qaeirara aaar interromper a mesma
presenpeao por rapio da eoropeleate protesto por
autoTao 1
da Saptoi, ,
_^jSf.4)f. |
Sil'YS^^^^SSSr'n^wfctublihi que aos Ma*7e>*mro e
jlparfcpafaoeDlu
inventario de .
dIL4_. ,4Bdo para isto
ttP*- *socftPd^,fiscal
faz publico que nos mates;
'mareo se recebe bocea do cofre o imposto rou-
iipil sobre casas de negocio, e aquellas que nao
pagarum vasta lempo estio sujltos a multa na
forma o art. M do redtamWito H. 3o"0 de f5 de
taflhoae>m4. ....
Contaderla. 1* de feyereiro de tOOfr
O contador.
Comoa-hia fcntnbMiit
De ordem do conseibo da decolo, a em um
Isso requeren a V.S.se digne matriar-tomar ppr Hojalo aodlspoate hoartigo 14 dos Mtalo*
termo dito proteslo.para que-neja devidaiaen io- ^fa envidados o* seBbores colonistas a reaBlrem-
natoaossupplipado,!oMhi^o^8les-aaseaiw,6a em logar lacerto--falo sabido ^i soaplioaaiea, me0 dta na ctsa alprit do Gorpo Saat_. ii,
reqaerem pois a aerea dita ausencia a incerteza .do logar, para -que julga-
do por seotenca.Mja jnsiieaeao se pasae tria, de
edltosr-. para por meio daala enea os sapalieados
intimados do referido retesto, apeando V. 8. da
e hora, para a ioquirico das testemuobas. Pede ai
V.^.-eferlmeola.
E recebera' merc,
Procurador Clorindo Ferralra Ceto, na qual dei
o seguiote delpacho : tome-a a jnalifiqoa a a agen-
cia no .di a 18 do correa aiet'depore da-audiencia.
RacHe 13 de deiembro de 1866. Alencar Ara-
Em segando andar.
Pemamtenee t-fedavorair de 1866.
___________OferenteF. P. Borges.
= Pela subdelegada, do Pes. {orara ppfqben-
didos-e recothidos a deposito tras cavallos de oarga
sendo um castanbo, nutro ruco e um mellado :
provando seo
do Pe-
Alexaodrino Martin?. Cerraja farros.
desta cidade s
torreio
Pela administracSo do correio
nado fechar-se blo Boje as 11 horas da ma'oha.
s
THGiTRO
DE
brida ao J^^wHXtt*. ^^oj** tt^ra^nr aS Vdr-
dri#ues ds Nascimento, o qual fez lancar o termo,; TP.r -costeiro praA*6a para o presi
de protesto do iheor-seguiole-: IVrmo de pro
des. Aos 16 de dteos da 1865 na cidade
do ftecife em mu;eartorio appareeeram os sappli-
caotus por seu bastante procurador o solieitador
Clorindo Ferreira Cali, e disaera peranie raim e
as testemaohas iofra asignadas que redoza a pro-
testo o conthetiioyda sua -petico -relro, a qaal offe-
receram como parte do rente que flea sendo a de
como assim o dsseFau-a proteataram lavrai este
te rito, no qual depoisda lida-se firmaram oom as
ditas teslemuahas.au Maooel Maria Rodrigues do
Nasoimento escrivao o escrevi.Clorindo-Parreira
Catan,, Secundino Elwdoro 4a Cunba, FraBeeliao
Olynipio Pereira de 0 ivaira. E lando os suplican-
tes .produzido suaj testimuahas sellados a-prepara-
dos os autos subiram a' miaba conekiso e n'elles
del o profer a seotenca do tlieor sagaiote : Hai
por.jpstificada ausencia; e ass-lm mando, floe os-
supniisados se citim por edictos de ariota das pa-
ra o flm reqaeridot pagas 6 cusas *x ausas.
Recife 30 de dererabro de 1865.-T- Trisla de A-
lenc ir Ararips.Por toreado qual a referidaescri-.
vao fe passar o presente edilal, pelo qual bamo,.
cito e bel por intimados s referido* supplicados
para que comparegam n'este jojzo d'eotro do indi-
cado prazo, alim de allegarera o que fbr de juatiga.
E para que chege'ao coobacimeoio-de todas dei passar|o presante que sera' publicada.pela im-
prenta e afflxado nos tugare do oosteme.
Reiife 20 de detembro de 1865 Eu Maooel
Maria Rodrigues do asoimeato, esenvo o sub
screvl.
Trtstao de AUncar Ararftt-
se-
DECTRgOtS
H-BB
Grande baile mascarado
A' PARISIENCE
VOS DAS
Sabbadfy domingo,
g unda e terya.
O PRIMEIRdBALB TEM' LUSAft
Safebado 10 de feyereiro de
1866,
O grande salan de-Oaoc que comprebende
, toda a sala e caixa do tiealro, aclia-se slidamente
' conslraido afBaneando a mais completa segaranca.
Sera' i Iluminado o giorno o mais. esplndidamen-
te qae for possivel.
O sali acha-se ricameote ornado oom lastros,
estatuas, quadros, espelios, vasos com florea, nan-
deirss etc., etc., sera qu para osle tim se tenha
poopado despeza tonina.
A banda de msica do 1 batalnao da guarda
nacional deste maaicipio, sob a dtreccao do seu
distinoto meslre que lera de funecionar nos ex-
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria de (azaa-
da manda [aiec publico que tem marcado o da 26
de ftsvereiro prozimo vindooro para o concurso
<]ue se lera de aWir nesta thesouraria para pre-
acniraento das vagas de praticantes nesta repar- p^iaos"baTles aeima7aniooadosra quaUocaT
ia?a.., na alfandega a na recebedoria. Os eumes g Q lDtroduC53o ,, baile awl ^eCa de harmona
versarao sobre as raatenas de que trata o % 1." do .
art. I." do decreto n. 3114 de 27 de junho de 1863,
a saber : leitura, -analyse gramraatical e orthogra
phi*, arithmetica e suas applicaQoes ao commercia.
com fipecialidade a' redoccSo de moedas, pesos e
medilas, calculo de descosto, Juros simples e com-
postos, tlieoria de cambios e suas applicagoes. Os
concurrentes devoro previamente apresentar seos
reqmriraentos instruido de documentos que pro-
vera idade completa de 18 anos.'isencSe de pena
e culpa, e bom comportamento na forma do art. 3.*
do decreto n. 2313 de 14 de marco de 1860.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Pernara-
buco em 18 de Janeiro de 1866.
Servindo de offlcial maior
Afano Jos Pinto.__________
Obran publicas.
De ordem do lllm. Sr. engeoheiro em chafe da
repai tie das obras publicas se faz publico que o
concurso para o preeoebimenlo das vagas de prac-
tican es desta reparligao, ter lugar no dia 9 u*e
mareo prximo vlndoaro, a 10 horas da manbia,
oest secretaria.
Os ex.imes versarlo sobre as segointes mate-
rias : lingua nacional, abrangendo a escripia, lei-
tura e anaiyse graramatical, desepho linear e de
aqoarella, arithmetica em todas as suas operacoes
e ge.nnetria linear.
Os requerimeutos para ioscripcoes dos candida-
tos, devefid ser apteseotados al o da 8, e pode-
rao ser instra dos com quaesquer documentos ou
ttulos sclentiQcos que abonem a capacidtdc dos
mesmos candidatos.
Secreuna da repartico das obras publicas 1
de fevereiro de 1866.
No impedimento do secretario
Joao Joaquim de S. Varejao.
Icspcc^o do arsenal de
marinha.
Fazse publico que a commissao de peritos, exa-
minando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1,324 de o de fevereiro de
831, os cascos, machinas, caldeiras, apparelhos,
mas:re:ig3o, veame, amarras e aacoras dos vapores
Parahgbrt e Persinunga da corapaahia Pernambu-
cana de navegacao costeira, achou todos estes
objei tos em estado de poderem os vapores na-
vegar.
Tambera examiaou a commlsaao o casco, ma-
hina. caldeira, appafelho, mastraacao veame,
manas a ancoras do vapor Camaragibe da eora-
paoliia vigilante, aetrou que tinha a caldein no-
va, e tudo mais em estado de coutiauar esse va- j
por no servico de reboque era qae se eraprega.
Inspeccio do arsenal de mariaha de Peraam-
buco 6 de fevereiro de 1866.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
0 lllm.Sr. teneolec>ronel director do arse-
nal de guerra, manda publicar que no dia 13 do
corrate, >e ha de arrematar as 9 horas do dia a
rn.in4polai.5o da fabrica de auas mil blusas de pan-
no azul ou prazo. de 30 das improrogaveis. Os li-
citantes a presentarlo :as toas propostas em carta
fechada al o msmo aia e dita hora, devendo ser
com .leUra clara e ioieiligivel para nao suscitar da-
vidas, e podero ir a offletna no dia 11 para ver a
qualidade da fazenda e natureza da obra.
Ar-t-nal de guerra e Pernambeo, 7 de feyerei-
ro de 1866.
O escrlva das oficinas,
Manoel JosPerejra Brayner.
Consol*! previacial
Pela masa dp consulado provincial se faz publi-
co qua os trala dias uleis surcados para cobran-
za bocea Oo cofre dos lajposloi de 50 rs, por al-
Soeire de sal, de 4 |0 sobre os estabeleeimentos
e fora da cidade, prensas de algodo, typogra-
pbia, ejcheiras, DOlequCns,"botis, casas de pasio,
cavallarices e fabricas; de 8 0,0 sobre consultorios
medico: e cirurgieos, cartones e eseriptorlos ; de
20 0)0 sobre, estabeleeimentos de eeraftercio em
grosso e a retalhp, trapiefies; de JSOt sobre ca-
sas de bilhar e modas; de 200,5 Sobre casas de
roupa feita e slhns estraogeiros, e de cambio ; de
1:000,5 sobre casas de operac58s nanearas -cora.
emiss.v e previlegios; de 600^090 por casa cara
emissao e sera previlegios ; de 4005 por casa sem
emisso, compaohias auonymas a agencias ; de
1005 s >bre corretores comm'rciaes, agentes de
leilo e de casa d compra e venda de escravos ;
de 30$ por escrafc) emprega-jo em servlgo de al
como
que dar comeen ao mo"imeDto :
Seguiado se a primeira quadrilha burlesca ex-
pressamente escripia e composta peo Sr. Golas Ii'
loe, a qual denominou-a
FOLIAS 00 CARNAVAL.
As pega; que tena de ser tocadas durante as 4
nofles de baile, sao as segrales :
QUADFHLHAS.
A cscala de erares.
Eslephania.
O carnaval da 1 da Janeiro.
O marquez do Porubal.
Ctian-chon.
Domin negro.
A bella Helena.
O lio Braz.
Arlhur Napolea.
WA1AS.
Joven Helena.
Violeta,
Itainha das Rosas.
Notivaaui.
POLKAS.
Serrinha pelo Sr. Colas Qlho.
Os voluntarios pelo Sr. Colas Gibo.
Adelaide pelo Sr. Colas Hho.
A Cassa.
Italia.
SCHOTI5GH.
Ftor-d'Alma peloSr. Colis libo.
Quides pelo Sr. Strauss;
Club.
America.
Para dar nm ao baile a banda de msica tocara
o grande
GAL OfE INFERNAL
com toques de campas, siujs, estrepidos e rebora-
bos de trovo.
No salao haver urna pessoa perfeitamente ha-
bilitada para formar os pares e dirigir as qaadri-
Ihas, afira de evitar cooru^oes.
A'entrada geral e sabida para os mascaras e es-
pectadores pela porta da frente do tbeatro.
Os carros depois de delxaremseas donos flcarSo
postados ao sul do edificio.
O eseriplorio para venda dos bllhetes ao lade
de botequim onde estar' Iluminado.
As senhoras mascaradas entrada gratis-
No bptequim se encontrar diversos d saborosos
; petiscos, vinbos de todas as qualidades, Rpores
i serveia, ele, etc.
O regulamento da pocia ser publicado era tem-,
po para o bom andamebto e orden) do.s bailes.
PREQOS DAS 1NTRADAS,
A posse de camarote da 2.' ordem 105.
dem, idem de 3.' ot*em 83.
Entrada geral 25-
As snboras mascaradas entrada gratis.
ata '
AVISOS milRITIBIOS
COmMa^ilSILEIBl!
PA
OR.
espera.
carga
ser ei
mendas
2 horas I
Antonio
e o pr-
0 qual
turne se-
> sal.
_Jbeta passagelros a egaja-se a
por-Mder conduzlr, a qjnl devbra
no-a de saa caegadi, encom-
neiro rete at e da da sahida, as
iciaatoaviaQMk*. 1, escriptorlo de
Ai de Oliveire axevedo i C.
LEILAO ATTjEHCAO
"8W HrflSf as, 3 ditas di las i isas. queijos, sahiado de casa do Sr. Jos Francisco Xa-
Cordel ro & lines v.ler de Mello paraa casa, dos Srs. Lima Irmo Si
objectos cima mencionados, isto
Amanha 9 do (torrente as 11 atrs.
q?*r Ptima, ai?.
le bjva-l^bTNionU^-riotideqiiemierteoeerfar* reiUo dos c- (armazem propbeta) : rogare rloat as pes-
soas aue soaberem noticias, dirigrera-se ao dilo
arniazem, qae sero recompensadas. Assegura-se-
qae ^e coobgce o p/pto.,________.
PreflM-se a^rfmjJzfbefo" frfo oa opera.
MARTIMOS

CMPA\HIA BUSILEIlti
DS
PAQUETES A
. E' esperado
lo
Joa-
qual
espewdo
vapor Paramo, ~B
capaqde aragita Antonio
quira de Santa Barbara, o
depois oVaelMltV dVetrstOme se
gira' para os por tos do aorta-.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua-dh'gada. acmmen-
das e dinlwiro a frete <4 -dia da Mhida as 2 ho-
ras : agencia mu da Qrfle-n. 4. estriptorio de An-
oio Luiz deliveira Azevedo 4 C..____________
"^COilPAIWA PERNABIBtfCANA
DK
Navcgaca costeira por vapor.
liba de Fernando.
Tica transferida,,por ordem superior, para o da
8 do correle as 10 horas da marihia. a sabida do
vapor Parahfjba, para Fera%Wlo e Nrfrdana.
Contina a reoeber oarira, eacoramendas, passa-
geiros e diobeiro a frete at o dia, 7. as 3 horas
da tarde. Eseriplorio no.Fqrte^po jjatto/ila ^,
Para-o Porto.
val seguir com'mulla brevldafle a barca portbgue-
zaSiAfncw, tem parlado sen earregmenio promp-
to, e para a resto que Ihe falla e passageirp>>tra-
ta-se com Madoel Ignacio de Oliveira & Filho, lar-
go do ,Corpo Santo, esccipiorio n. 19, ou cmo
espill na prca.______________________
Precisa se lomar risco martimo sobre o
casco, frele e carga da barca ingleza Plormcc
Danvers, Warne mestre, com destino de Valparai-
zo, a quaolia de 10:0005 pouco mais ou menos,
para seas reparos e custeio necessarlo, tendo dilo
navio arribado a este porto per forca maior na
sua viagem de.Swansaa para Valparaizo. Propos-
tas em caHSsTeenadas aeven ser atreges no
dia Ia de fevereiro prximo at nfiftdia no es-
agentes de
LHML
Be orna calera com 4 rodas e com to
dos oa pericno, 1 cabrioJel quasi
doto tafeWm com todos osferteo^s
ISbrfterrb Sirto
nta p risco de quem perlancftr fara'
objectos cima mencionados
Ainanha 0 do correpte as H horas.
e&l
De movis, loica, vidros etc.
CoHeifo'^imes
vo, oon taTito qoa'teha boa conducta : Oo escrip
torio de Claudio Dubeux, ra do Imperador n. 43
se dir qa&R precisa, ,_______________________
roa da Au-
Aluga-se a laia da casa n. 80 na
rora, Man eotrnadaa {na farhilla, pode servir,
para qualquer estabelecimenio : quem pretender,
dirlja-se ao segundo andar da mesma casa, que
leilao! achara cora, qoem tratar.
^Jtpsumm a, w,-aJflai^ft!
-se a casa dos Le^ na ra dos Praze-
res, com soiao, e.^iagaiapdos para toraijp.
HyplHaflBl'>omeB'de PinHn tein ]uslo
e contratado a taberna na Casa Forte, eemente
a Joio Baptista-de 9a Pereira, juigas deaehtbara-
cada de qualquer debito; mas se afguem se julgar
com dtreito a mesma, coropareca ah no praso de
tres dias, a contar da data deste. Casa Forte 5 i
legalmeateautoTisaara Teilo de mobilias de fevereiro de 1866.
amarello e jacarapdeV Hiarqezas, mesas, louca,
candieires e outrds arttgos.
AmauhSa 9 do torrente aa 11 hora*.
No.ary.ze.to'ipia.j.a-.Qrjij.a. S7.
liEILAO
Sexta-feira 9 de Cevereiro as 11 horas,
noarmaze* n. 26 a praca da Boa-
Vista.
Pelo agente. Euaebiov .....
Um escravo de norae Joo, idade de 40 annos,
do servico ae campe.
Um cylindro e perteues objectos estas novos e
bem conservados para padaria.
Precsa-se de urna ama para o servico inter-
no e externo de urna casa de duas pessoas : a tra-
jarna rnado.rla.qgeI n. 4J. 2* atlatv..__________
Osa.
CONTRA FeO.
_. A companhia Indemnisadora, esl
da nesta-proi, tona seguros mrkiaaoa b-
di*6 navios e seas carregaBaWrtoa, e
fogo n edificios, mercadorias o i
na, roa Oft ggatio a. 4,. pgTJaaoKfti
Alaga se a casa ierra ja roa
19 : a tratar na roa do loperador o. 27.
- Di **:0O0a7pSaOTitfriJ| 1*1 M
ama casa nesta cidade : na roa Btrna a. Ih, m
dirLquejft da'.
i4**aW..A.
de tima easa da-pdnea faaiilia a" roa *e .
n. ^njf tianr'aw);
Aluga-se o segando aiu e *utio u tttno
da roa de Agoas-Verdes o. 64, kan raanaind par
grande familia : a tratar ao 1* andar da awaaaa
casa, ou no Recife, armaiem a. 38, roa de AfiOe.
com Francisco Ribeiro Pinto Gobt*.__________
Constaodo olrbaixo uiigaadi tj aa la
propalado que os incommodos ejpe Wvaoaa a aa-
puliura o fallecido Sr. Antonio Carlea FraaMKo
lar aid pela
Passando s fuudicao da Aurora, em frente de
doos arvoredos, se alaga o andar terreo com bolas,. .
acipraodaeoes pra.ramililU a cWv-.est no so- da Suvji, lora motivado por
brido, e para tratar ta fundicio, las 9 horas era
di||te.
t^ Preelsa-se ^bre hypotheca*7de quantia de
1:000,5 a Juro de 1 l|2 po'r ceolo, pelo lempo de
AVISOS
=
12 mezes : quem quizer fazer este negocio deixe
carta fachada nesta ]typographia com as iniciaos
R. A.H.
Prcisa-se de um armazem para urna cas madoV" (adaT
de importaeae : quem. tier dinja-se com carta
assignado ajoiiado, o abaixp a^s^rnado se
a declarar que questo alguma liaba nm
fallecido, e que a uoica que*ti qae lean tan jWz-i
cora Sr. E-tevao Jos da flotta, son aja M
daqoelle fallecido.
________Dominga Alvos Mala i
cozmetno.
Precisa-se de nm eacioMro : aa roa o fawt-
Precisa-se de urna mnlher para ir
panhja de ama seohora casada fazer ama
para mais informarles fraii-e a Ufaiua* < >Ma-
dre de Dos o, 2..
fechada cbm as Inieiaes WAC.no eseriplorio des-'
te jornal.__________
Die deutsche Nationalilaet 'st in BraF
Precisa-se de mna pessoa qae saiba mu bereits^so zahlreich vertreten, das ^.^
ler e escrever para distribuir este Diario, sich das Beduerfniss eigener I'ressorgane dio nesU Clljde -. na roa biretta o. tt oa
na ra da lmperatriz entrando pela Concei-' geltend machte, die sich die AufgtDO steIN quem da. ________
cao e acabando na Soledade : nesta typo- ten, die Interessen der in Brasilieu lebeo-, Quem precisar aiugr oma e>craa ajit
grapbia. ______________j den Deuteeheo ni besprecben urid %u for-! pra_e cozinba, dirija-se a Santo Asuro aa i
dera deutehes Pfrben ond Sitto zu bew%a;
crfpiork) de Saadrs iR-dtheii, ^4
Doyds, praga do Corpo Santo a. 11.
LOTERA
Aos 6:00O<;00O.
toriedepnisdaaanhfia;
Acham-se venda na respectiva thesou-
i raria i roa do re6po n 15, os brinetes,
ra?.a "rJiftios e quintos da Ia parte da Ia lotera
<47), a beneficio da matriz de Pao d'Alht),
cuja, estraccao ser no lugar e hpro do
do junto ao remiterio oglez.
WdMed n fliftwbry on
cargo of the Brit Barque tflorepca Danversi War
ne Mas|er. bonnd for Valparaso,,th ,of about
Ten tbonsand Milreis for necessry fepaftsand dis-
buriements; the said vessel hawig put inlo this
pon in dlstreson ner voy age (rom Swanscata Val-
paraso
Sealed tendersto be sent into Mesara. Sannders
Broibers A C, Lloyds agents opto Bi-day Io fe-
bruary 1866.
Mf 0 E L1SB91.
A barca porlagueza Avuliz, de excellente mar-
cha pretende em poucos das sahir para esees dous C
porto, Ja' tejado a maior parte de sua carga enga-
jaiaj quem Helia quijer oarregar a' frele.dirija-se1
a roa do Vigario n. 10 escriptorio de Bailar & Oli-
veira. ________
Dh"e8.'ll."
Sahe com aiuita brevidade4a escuua portogueza
Eit : para o resto 8a carga ? pssageirtis ffata-se
cara o cfislgnatarf Joa6 do Rfgo Lmn a ua do
Apollo n. 4;____________ ______________'
"prai lltiai Te* *. nlguel.
esperado- a cada momento do Rio de Janeiro
o patteho pertugaes Pernandes, o qual lera nesta
cidade apenas a demora a 10 das, recebe carga-)
a frele por prego muilo commotlo : trata-se com
os seus consignatarios Antopio Luiz de Oliveira
Azvedo & C, no seu escriptorio ru da Cruz nu-
mero 1.____________________________________
Paa Lisboa.
O brifij fortHMM..Bella Fi-
gueireyse. capito J. C. de Carva^
Iho Sobrifio, va i saiir com ore-,
wdade, por ter prompto a maior
arte, do earregamento, para,
reste da carga e passageiros.ira-
la-se com o consignatario E. It. ftabello, ra do
Trapiche n. 44, segndo andar. ____________
1
an
en _nmp
Os premios de G.-OOOtfOOO at 10^060 i6*^ Rio de JaneF0 nehmen E
sertopaffosma hora depeis da extraccSo Laemmert-AborwetBent entgogen;
at as 3 horas da larde, e os outros depois Nord-!
da distribuicao ds lisias.
As encommoAia sero guardadas 60- .
mente at a noite da vespera da eitraeeao 2. defronte do arco de Santo Antonio.
tume Neues AboaBement vom 1 Jaouar a.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
mmmmmmm mmmmm
[0 Dr. f rtucisea Hftes. Matha
L PottHi
'l^ i_?e i8"86 ^d2n^\^^ r=
paiten Vateriane.zu erhalten und zu kraef-1 no engenno per(,rKiSt distaote dnas u-t tigen. Ais solches Organ ist die seit o Jah-' dad do rilo Potwro, grainifra punaf-a.
reo in PortO-AleRre erschemende, in echt! lea e piano, medanle qoaaiia Oa l:M*4por
valPrlapnrlisrhpm ftcistP rpdiffirte anno' alem de casa para monr """ **
veres : a tratar nesia cidade no escriptorio de Leal
_ Irmo _______^____
Pede-se ao lllm. Sr. insperlor da nwroeeo
publica, que avista do (nconvenienie qoe ka mmz
villa da Escada ser a feira no sabbado, srodo e**e
dia bstame atropelado para os pon 4** taeainoe
mandarem sais Olhas a escola, pede qoe st- digoe
determinar i professora pobliea modar o o aer
cicio do sabbado para i|uinta-feira. leOsdo aasim
ludo eonclliadoi ao centrarlo iearao 1
dias em vez de um.
Precisa-'e aligar qoatro escravo* qoe
DEUTSCHE ZEIUNG
zu empfehleo, welche unter Leitung des
rfrn. C. .Ton Kaoerz 2 mal woechentlicb
erscheint. Preis fr 1 Jahr 120, 6 Morate
ola
in den
diebe>
deutenderen Buch haendier em Pernamb-
eo, na vr.aciii econmica, ra do Crespo n.
COSKHEI
Na ra da Aurora
vf hiom.cosinbeiro.
n.
tO
3 precisa-se
de
MEDICO E OPERADOR
Faeultittde de Pars.
continua no eaercicio da saa profissao,
^ecilmente as molestias de olhos, de
-I^s orinarras fe de peile, para cujo tra-
lmemo inlga-se nabilitado alienta a pra-
tica adquirida nos hospitaes tla.-jue.la ca-
pital, e os instrumentos mais moderaos
que possae.
j Acode promptameole a qoalqaer c*a-
riftdo para for da, cidade.
a E ebearrega se de collocar olhos artl-
Ociaes.
-No pateO;doCarmo o, i, esquina
ra de ILrias das 6 as 10 horas da ma-
nrVa, e das 3 .as 5 d tarde.
1)6Gon-io grammatical
portuguez
POR
JOS' ALEJXANRE PASSOS
1 vol. e_8 com cerca de quatroceatas paginas.
.. Esta obra pelos importantes anigos que conten,
do maior intresse a lda a pessoa encrregada
!le leccionar linena norliuonza ou rlmwn.sa de
habilitarse para o magisterio, e geralmente ato-1 fregnezia dos Alegados,
Para Lisboa
segae com muita krevidade a
Flormda, que rneebe carga a frele
escnp.urio oa com o capito Joaquim Augusto
pracado comnrercI.__________'
Krt nortnonpr "* ,ose Prtcis'cn S Lelio th'aMerlo Pila re'M-
TTS j?aurg I 9em*V** rda Se Apolo, asa 0: U, pHmelro
a~br^. ________________________.
- PtfVd to Alafia maraes, sbftd ort- ^J^0^'^!i!._? H ^k S_"
guej.vni a, Eurfpa,
a tratar no
da Cruz n. 3,
ele Souz< na
LEILOBS.
Ll_f-_dx40
De um bilbar eom 30 tacos, 3 bolas, 1 taqneire, 1
marcador e urna imprensa, 1 rico flteiro, 4 me-
sas de pedra, 4 ditas de amarello, 1 balco de
dito. 16 ojosos de.-dito, .2 eapelttqs. .douradfcs, 4
siainpsteia,*sofeesdarRo, 1 rieefele-
gio de parede, 1 lavaiorio, 1 armario grande e
outros objeei)s i Cortleiro ^lines
Jegalmeote auturisado vender'era lelo os objec-
tos cima mencionados em m ou mais lotes a
V0Qta.de dos pretendeotes, isto
as 14 horas em ponto rna da Imperatriz b. 89.
COMPANHIA PERNAMBUCAfA
BE
Kavegc_o costeira por vapor.
PABX
Parabjba, Natal, Mactoi Aracaty^ Cew ^^.Ortiftdenni^
,.,, J. j. a a r.M.ant I patentes aos Srs. IpgisUi. as 10 bqrSs,. do 1
o ^* ScSV WSSR wj.*m&tejtM** '
commandnote tfartrqs, para os
partos cima radicados. Recete
______ carga al o da 8. Encommendas,
ros e dirrtfciro a frea at 3 floras da rafde
(lo dia da sahida : escriptor o no Forte do Maltos
numera 1.
De fazenda* limpas e ava-
riada9
Quinta-feira 8 de fevereiro.
.No armazem da roa da Gadeia _,. 33.
LEILAO
A 8 de fevereiro
O agente Pinta fara' leilao por ordem de diver-
sos e sor conta e risco de quem porleoeer de ama
caixa IPL a. 1,189 on 60 peca* da chitas avalla-
das a bordo do vapor infle* Qhntttt, assim cotao
|radap>Weo?gooiertowm tiMicae vi*d*ra-_*e* dWleeirtes. fartaHra^ de
le! limpa* eomo s]am : argbd83, cttlls, nTni?S-
, tes, pa, brlift de linbo, entrertbrts de 15, casi-
fetai,wi*6 mtftas olffrte!^. qpe jsfar*p
Comotnhia de paquete a vp*r etilre
os Estados-tni !9b e e'Brasil.
At o dia es-
pera-se dos por-
tos do .sttW vapor
lia van a com- -
mandoieGreem, r
joois da deij
do no Para e S. Ttiomaz.
Para frete, passageiros ele,
sth-
rtipcap-
rata-se com os agen-
oftfgw
knn da im do R.-cft i, 8 ,.
as ii hora.
MARTINS fara' leilao por conta do Sr^ AraMico
F. S. nUl in aTmalSm 8 cbmVIsSr a ra d (Ta-
deia do Recife n. 8, l piano moderno, 1 appa-
rador, 1 cama franceza, 1 mobilia de Jacaranda'
, diversas raarquezas, cadeir^s, mesa, e ou-
oe v* por escravo emprega^o em serv^u ue *i: i Para frete, passageiros eteurata-se cpm os agei
varenga: de 15 por touelid de alvarenga; de ves Hayirv Forster t, ra qo Trapiche.e^S,
103 por bote on svetra-i e de 1503 por balieira ; =*-*----------, ,^nr In. ^^ki.*iu.i**.
de 503 por escravo ganliador ; de 103 por cavaUo COHMiahladftS Hettisagerles Ilu-
de sella de aluguel; 63 por dito particular.; e a
impo-to; de carros e carrocas pertenceotes ao auno \
fuance;ru ae 1865 a 1866, e tambera o 1 semestre |
do imp> t de 20 OjO do coosurap de agurdente se
principia a contardo dia 1 de fevereiro viodouro.
Mesa do consulado provincial de Pernarabuco 30
de Janeiro de 1866.
tros muitos objoHMt-
Na mesma occasiao vender' diversos objectos
de ouro sem rtsetVa de prer*<5 i\ Cbrfer do mar-
tallo- pee coala o risco de quem pferterter aflai 44
fecbM *~tas de vena-
9 rata
Antonio Caroeiro Machado
Administrador.
Ros
No dta 9"*n'eorrenle, depois da anuencia
do lllra. Sr. Dr. jaiz municipal da primeira vara,
tem de ser arrematado ama parle da casa terrea
de ped* e cal n. 48, sita oa ra da Bica de S. Pe-; agwla roa do Trapiche n. 9.
****** At* di. 04
do correniaiwez
espera-se da En-
ropa o vapor
(rancez Guisan,
o qual depois da
demora do cos-
i Vu'meseg'jira' pa-
ra Babia e Rio
de Janeiro.
Ba.-a condiego ;s, fretes e passg;eas trati-se oa
De trastes, objeefiSs "d" bar'e prla, escravos de
amtws qs sexo cora habilidadaa e muitee- ebteoMe
do uso domestico que se. tora* enfadeah e1
clonar.
V1QJE1
Quinta-feira 8 do corrale as 11 horas
NO GRAfDE ARMAZEM DE LEiLiES
DOAGWTE
36-
+> -'* *.
l3Q
Levia Jacobsohn, subdito frussiano, vai para
Europa.__________ _________
A_toQ~ae Mbfa,es Gomes Ferreira vai a Eu-
ropa. _________
i
dos os qae quizerem aperfeicoar-se no patrio dio
me. O autor esmeren s*. conseguio, tornar o
seu trabalho superior a.todas as grammaiicas. exis-
tentes Qa liqga portugneza, lomando por modelo
oS livros de gramraatica transcendente que ha em
Outras hngaas.
, Est se publicando esta obra no Rio de Janeiro,
e assigna-se na livraria Econmica (em Pernam-
beo) roa do.Crespo n, i, defronle do arco de
Santo Antonio.
Preeo da assigijawra 43- ____ _____
possentes para servico deraiio #e eolwria. pag--
do:se_bem_:_ a tratar ni largo da AseoiWa o. *>
Precisare Fam trabara*Icr e pi4.>ri |
seja deligeflte no seo trabalho : oa roa l_pM
n.39. ^__________________________
Precisa-se alagar um prelo, seoJo <|oe eafro.
dade pkdarn : na roa Imperial o. 39.
GARRAUX DE LAILHACAR C
LIBRA1RIE FRAIIQftSE
Rom lo Crespo .
LIVROS NACIONAES E ESTRA5GF.IR0S
RcligiioPhiteaophia Jnriafrodeoria -l'mwa-
tura Seieociaa e artrs.
Papelaria, objectos para escriptorio.
n uhrir de sabo da roa de S. abg*^.
prreisa >e atogar tres r-
na oe.-rra. ao *
Jofal das Familias
pibtieatu mensal, illasii-tda, littera-
rit-, artstc, reereatiT Me
OrOado de BguriBOS, vmheM, gra+oras sobre
Vestmijfos carnavalescos
de-todo o gos'to e phantazla ; vendpm-se ou alu-
gam-se na ra estreila do Rosarlo o. 21, segundo
andar. Prego mdico, pagamento immedlato.
de traba hns, obre talagarc, de crochet, ponto de
' meia, la e bordadas, moldes de vestidos, capas e
em gral d tudo que e concernente a irab'albos
| de sennbrss.
Pubhea-se no Rio de Janeiro.
Preeo-da assignarara i23 por aono.
Receber-se assignamras para o 4 anuo desse
1 Interessant jornal, em Prnmbuco, na livraria
i Econmica defronte do arco de Sadto Antonio, en-
de se acbam tambera a venda collecis dos tres
ARCHIVO PITT0RESC0
Recebeu-se pelo vapor iaglez a 9> cadaroela do
8o vod. deste interessant jornal; roga-se aos Srs. aonqtaBteriafes......
signa'ntesqua i'da a nao receberara, queirami (,_q
tf i bbhdade mandar procnra-l na livraria Eco- vaHdi
nemca roa do Crespo n. i.__________________ Aluga-se por 163000' a casa nova da .roa dos
- PreefsW' sobre hvpbthec da qnantia de: Prazeros n. 1 B : a tratar na lora de marcinelro n.
1:000| a jUM> do-i 4|2 por cent; pelo tempo d 8 da ra Estrena do Rosario._____________
12 mezes i qoem quizer fazer nste negoew deixBI CAflfVAL.
caria (echada nesta tvpographia com as inieiaes t Offereen-aai awr preco com modo am lindo e rico
R. A. H. coslume completo do djuqae de Orleaa, regente
Fcffii.rQdiaJ ao faeio, a uma^scrava de
nome Antonia,'tdadl? 10 tallos ^Bno/tTosto om-
prltf e ulc*_b'_S'b*iJr_S ** sMfWs; ps pi-
queos, levou um vestido de quadros cor de caf
e amarello, e levou urna trouxa cora outro vestido
novo de palmitas, sapatos e meias, loi escrava do
engenbo do fallecido Jj^^naudes* da Crni_e ul
timamente coropfiaff
de Prug : a ra do Cabug n^ 18, se dir qoem
o nocli.
"Affte'n'ni Jo*\im de
Mello, quem a pegar leve-a a ra da Cadeia n. 10,
qoe rera' rteb'ompeferaV ________
Arrenda-se a casa 6 si\i z,
perial, com grandes con)(Bodp%
murado com grajo'dValtdna, dmpqssibiHta ser ev
na ra Im-
seado o sitio todo
RESTAtttNT
No oito^dolUeatro acha-se ora acolado aposen-
to pira deseando as essrts qoe concorrerem ao
aile masau, eom qaartos mobilbados, onde acha-
rao um conTo'i'favel lnte, vihhos d varias quatl-
dade^ caf-, bna, rVefa, sorvetes, havendo um-
bem trages e mascaras, tudo por tao baixo preco
que admira, alterno; o estado das cousas ; o admi-
nistrador Ja bem cobectde da rapazeada, nada
dido, tranca-se fc^^p^edade cero nm porto de t p'ara b3m'sfej>vjr.
ferro, est se tratando para bSar peona d
cravos, paga se bem : a tratar
Recife, ra do Amorim n. 41._________
Em casa de Theod Cbrisianen, roa do Tra-
piche-novo n. 16, nnico agente oo oorte Oo liras:.
de raodeoburg frres, Bordeaos, encoolra se !-
fecti va ment deposito dos artigos sega** '
St. Jolien.
St. Pierre.
Laroee.
Chateao Loville.
Chatean Marpaox.
Grand vin Chateau LaBlte 1858.
Chairan Lahite.
Haut Santernes.
Chatean Sauernes.
Chatean Lataur Blancbe.
Chatean Yquem.
Cognac em tres qnalidades.
Azeite doce. Precos do Bordeaax.
Club Feraambucano.
A directora do Clube Pernaoabaano de-
liberoa qae fosse transferida pan o da Ii
a partida do orrente mez, e que facera ro-
cebidos os socios que vie-sem vestidos a ca-
rcter, nao sendo permittidoconserfaro_iaa
mascaras_______
Antonio Alvos de Oliveira Braga 4* S. %*-
mao, participa ae respeitavel publico e prinica-
mente ao commetcio, que desU daU era diaoot te
asslgnar Antonio Alves de Oliveira Braga.
Preci.-a-se de nm criado qae aaiba tratar do
nm cavallo e que entenda do servico de nao ea-
M : a ra da. Cadla do Recife a. 40. ___ ___
"Tr*e4e-se alteado > bidIm!
Amelia Aogosta de Olive* QoioCal particiM *
novo ao respeitavel publico e ao seofeoros po o>
familia, que tem aberlo sen caro desde o dta 15
de joiro ; e contiooando a tereiooar porOeolar-
mente a ler, escrever. contar, gramraattra oario-
nal, aritbmetic, doctrina chrisa, eoser. marrar,
labyrintbar, birdar braoeo, e lia e eoa, do
freeo e de aro; asseverando aos seobores ~fc
erapregara todo 0 cuidado o telo oo cnmmmmm
de seos devere. Podo sor procurada sob mo p-
Bssao, na roa da Concordia o. 15, 1* aodar.
Sociedade Bella-flarmaii-i
os preteadentes podera dirigir-se a ra estrella de
Rosario o. 31, armazem do Moreira.
O abaixo assignalo scieolilTeAlte pubtieo e
especialmente ao corpo do commercio, que cedeu
a sua loja na ra do Qflaimado' n. 39 a seus- i*-
xeiros Jos Laiz de Mnllo e Domingos Jos Antu-
e Galnwries, para1 ebatinuareM o mesffl nego-
cio, sob a raiao social d Mello, Gumajaes & C,
ficando o abaiio assignado commaaditario em dita
sociedade, cajas bases coasta do contrato que re-
gistro j na estaco.cc^wejaolp,; approapita a ac-
casie de noticWWrrHm_, qu fleod com
o activo e responsabiiisado a .solver o sen passivo e
por virlndVi dsso Hvrfe a Bov nVdia- de qtialq'uBr'
onus. Becife 6 de, fevereiro de 1866.
JohJiainV-lMflgw TaVares de ttHo'.
l-,_%hHftd'!|8oW,*'(}ara_hd6s mu sope
iforfr>ro* abMOrJO'li ribr% q*-iqiilzdr
compran _tt|a*e,a,camb,aa 4o(l*npi. 40.'
- BWnardtoe Jas .Laitat1 ra Ver quewdea
sua resiioncia para a Capaag; ra das Cnoulas
_aa_A......-".....' __________:
HOSPITAfc WMWlCrUEZ
DE
BElElICliVtU BMPER\Affl-
De otdm de Ilim Sr. jJhwlBor' se fax publico
para quem ioteressar possa, que os ttulos de oa-
ciooalldae para ipstruir o requeriraenlo de qaera
pretender admissio gratuita as enfermaras deste
hospital, soraebte sero consiflepados taes o pasta-
pBMecdmtfkt veis para o pt; papeleta w nalri-
rula petsonl di qualquer nao, conforme disposto
no artiga, 87. des estatales, e- jmala certificados de
consulado portuguez, que d'ora eoa diante nao te-
rao valor algQm para o flm que flea indicado
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernambeo 7 de fevereiro de 1S63,
O seorelario
Joao Peralta Rabollo. Praga.
ii .....- "" "
O abaixo as*ignado faz sciente que a letra
da quaniia de 4953 sacada em 9 de novembro do
anno aroxinio passado, a' seis mezes de praso, e
aceita' pelo Sr. Ignacio dos Santos Coelho, foi In
cenBieda nodia t9 d distobro do anno Ando, na
ra da Cruz a. 26.
Antonio Carwto Mospira rMa^.
'jg-s- AcUDtt-sB ama sttddfe Jba codi ura docu-
mento : aera perdeu dirjase a ra da Impera-
triz, casa terrea n. 73 junto a fabrica de charutos.
__ Precisa-se di um. ama qae cozmhe para
casa d peqtrda familti': i tratar na praca da la-
depqndnncja. n^5f. .. ...
-- O abaixo assignado tendo vendido a saa ta-
berna da raa da Guia h; 39, julga nada dever a
pessoa atgdraa taoft.uasta praca. como..Iqra, mas
se lguSm se cdsldrat seu credor cmparca para
ser pago-.
Recia*** di feverelredi 1860:;
"^ Maaoei Maiac a
PWe1s- IbgH'.aiir rable1|ae! para todd-
servigo da;um caa estrangeira : a tratar na ra
Nova,*. l;
Para !0jf,_ieo8aeo*
Aluja-se ura. pequeo armazem com parla d co-
chelra, da funi da casa d quina o. 81 na ra
dos Pires, sendo dito rmate cora frente para z
ruado Sobo-, o qual pode servir para alguna oli-
ciua ou qualquer estabe|eMaea|e ; a fallar na ta-
bernf,df.ra'a,sma ca^a.
Na roa do Hospicio a. 23 tem atoa oegrinhaj
muitatsperta e diligente, njr aadar.com m90ino?.
para ser' alagada. |
~ Domingos Jos PnlO da Silva, Brasileiro, me-
nor de 12 annea, segae Portugal em companhia
de Josd Antonio dos Saotos Aorada.
Precisa-se da lugar, am moleque ou preto
pira todo servico, senda fiel, paga-se tiera : oa roa
da Roda n. 6.
Precisase de nma ama para casa de ponca
familia : na ra de-.Hespido n. 62.
Precisa-se alagar urna preu escrava panto
servico interno e externo de casa de pouca fami-
lia : na ra do Livramento o. 23, prloaeiro aodar.
De ordem da comapa 4
--inirap-ao
diraoicra caonduoo
aoobores .soelds a repniip-ao. em uem Meo farol
extrordlarla quinta-feira 8 do orreoU, petas 7
horas da tarde, am de se tratar do negocio do fcn-
teressa da mesma socWdadj.
Secretaria.da sociedade Bella-BanMoia fe-
vereiro de 1866.
J. Ribeiro da Fonsora
1- secretario.
O abalto atslfnadbv profesor ** toia *
frMiadS.Jos>sfe cjdad; (feelart ao $m-
hjgD que a sua aula osla em ozorotefe
?dboi'rite, e due a mtlcdla fe .
na a estar aberta : os prieo*oes
Precisase de odia ana para ttm 91
if ama casa de pono familia, do pona* a -
preere-se-estrangofe : a tratar" Oo pateo *> Cor-
moim4\m%Mv4Mil4tm,.*x*m*-
OfferWesa tHW |!4ssoa para HlamradoT
de engenho, com HtsMnto praea ie srvito, o
tambem bom distilador de agaarieafe : gaaa
precisar dirijas a ra Hoi, loja fraafceoa o. t,
que lera noticiada pteoa.
kuiit teite.
Precisase de nina ama de le*l. pwfero-o par-
da :.n^tada G4M4tWK** -
Aluga-se mn--W M* w*ri< ao pri
meiro andar do-obrado da roa daa Oroia* _*_
quem quizer dlrij-se ao mesmo sobrado, daa M
horas1 s 3 da larde, on a taberna contigua a. U,
oa a_rua da Manfpelra o. 6.________________
Ca-valhe ogaeira ni toa do Apol-
o n. 2o, sacam sobre Lisboa e Porto, a
vistt oo a prazo._______
Maooel Duarie Rodriga*, roa do TraftoOo
n. 26, saca sobre a cidade do Porto, avista aaa
praso.______________________________________
Precisase de ama ama para eo_f~r _"
nhar para pequea familia : a tratar aa roa O
Hospicio a. 80.

__________


BBH^H
*
"* *al BW *^Pw* ?*' *
I


/l^ew^io.
_U' para alugar-?e o armaxera da
o. 19, roullroprii*Wi p*ito di
aigodio, par ser muiio enchuto e c!
ur no i* andar do mesmo.
Apol-
arendas
oy a tra-
Preoisase de ama ama para eogommar
ra da Cartela do Reclfe ,n. 87, 1 andar.
na
Precisa-se de um criado, preferindo-se escra-
vo, e que saiba coriuliar ou fawr o servico de co-
peleo : en Santo Amaro, casa confronte ao nospi-
ul ingles.___________________________________
Precisa-se alagar urea ama. torra ou sera-
va para comprar, cosinbar e eogommar : na ra
de Aortas n. 71
Precisa-se de um caixeiro que d fiador a
soa eondocta de idade de 14 a 16 annos: a tratar
na roa do Cordoau o. 6, -padarU do gat._____
AMA
Precisa-se de urna ama para comprar e cozinhar
para urna pessoa : na ra de Horlas n. 16, segun-
de andar.
gg
O solicitador Miguel Jos de Almeida
S Pernambuco participa aos seas constitua- SB
tes e ao publico que lem o eeu escripto ]
rio na ra do Imperador n. 39, primeiro
_ andar, onde pode ser procurado para o
| exercicb de sua profisso das 8 horas da
| maha as 4 da larde, dos das uteis.
Alberto Ridoux, tendose retirado para Fran-
ja, no paqnete Novarte, aflm de tratar de soa sau-
de, deiza entregue a sua casa de litnographia sita
na ra da Cruz do Hecife n. 46, ao Sr. Manoel
Gomes Hendes, qoe ter a gerencia do raesmo es-
labelecimenlo consernente a todos os trabalhos ga-
rantindo-se ao respeitavel corpo do comraerclo e
aes mais freguezes da mesma lithographia, que es-
ta se aeha m mtada com todo o material precUo
ao bom desempenno dequalqoer encommeoda que
loe seja feita para culo tira lem-se feiio contrato
com peritos officiaes da arle, podendo desde ja af-
flancar-se que todo ser feiio com promptido e
asseio. _____________
Cypriano Feoelon G. Alcoforado manda
dlxer urna mlssa resada na matriz da Boa
Vista as 7 horas da manha do dia 8 do cor-
rete mez (quima (e'wtj anniversario do fal-
lecimento de sua presada molher Thereza de
Siqueira Alcoforado, pelo repooso eterno de
sua alma. Roga aos seus amigos o caridoso
obsequio de assistirem a esse acto religio-o,
pelo que Ihes ser summamenie agradecido.
Eduardo Firmioo da Silva por si e pela
ramilla de seu finado sogro Jos Antonio dos
Santos e Silva agradecem a todos os seus
amigos que se dignaram acompanhar ao ce-
miterio publico os restos mortaes do dito sen
sogro e de novo Ihes roga e aos seus paren-
tes de comparecerem no dia 10 do corrente
pelas 7 horas da manha na matriz da Boa-
Vista, aflm de assistirem a orna missa do s-
timo dia que manda rezar por alma do mes-
mo finado.
Ama deleite.
Offerece-se urna ama de leite : quera precisar
dirjase a ra de Hortas n. 10,
Na tarde do dia 2 do corrente, no lugar do
Caboc, furlaram um cavallo roso pedrez, de car-
ro : quem o apprehender leve a ra larga do Ro-
sario n. 10, que ser gratificado.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
onrives, comprare ooro, prata, e pedras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todoe aualquer concert.
Aloga-se o segundo andar do sobrado n. 62
da ra da Guia : a ti alar nt> 1 andar.
Alncam-se duas casas em Santo Amaro
5 assohradadas, com solea, com bastantes
jQ cmimodos para familia, sendo urna na
_B rua da fuodicao e oulra no correr da roa
al fjtl fallar com Jos Goncalves Ferreira Costa,
asa** mmm mmm
Arrenda-se o eogenho Manass distante da
praca menos de quatro legoas, e mui prximo a
povoacao de Jaboato, lem suficiente terreno de
b a produecSo, bom cercado e matas bem conser-
vadas : a fallar no mesmo eogenho.
O Sr. Joo Xavier da Fonseca Capiba-
ribe rogado a apparecer na livraiia a. 8
da praca da Independencia, a' coacluir o
negocio que desde outubro se cempro-
metteu.
BANQUE1ROS DA COMPANH1A
O Banco de Hespanha
Companliia geral hespanhoto de seguros: mutuos
sobre a vida
AUTORISaDA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 185$
Ca anca em diaaeiro, depositado nos cofres do estado, garaele a boa ad-
ministraco da companhia.
I DIRECCAO GERAL
| Madrid: Roa de> Prado n. itt
Esta companhia liga pelo systeau mutno^fcas as combinaeSes de supervivencia dos seg
ros sobre a vida.
Nella pode se tazer a subscripto de maneira qne em nenbum caso mesmo por morte do
segurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes. u_r-, tA*in
SIetao saprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NAUU-
NAL,que anda mesmo diminuindo urna terca parte do interesse prodoxido em recentes ltqolda-
coesecombinaado-ocomaraortalidade da tabella de Depareieux que adoptada pela compantua
para seus clcalos e liquidacSes, em,segurados de idade de 3 a!9 annos, urna mposlcao annaa,
de 100* produz em effeclivo metlico: ,.....
No fim de 5 annos. .-'3.**-. t:H*30O
. de 10........3:942*000
, de i5 .......11:208*200
, de 20 .......30:256*000
. de 25 80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospect >s e mais informacoes serio prestadas pelo sub-director nesta provincia,
oaqoim Fiuza de Oliveira, rua da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista rua da Imperatriz n. 12, esttbeieci-
mento dos Srs.-Raymundo, Carlos,Leite & Irmio. ______________^^_
^Tinturara
AO GRANDE S. MAURICIO
PROCESSOS APERFEI^OAllOS
PARA
Tinglr, llnapar e lastrar a vapor.

F. A. SAL!
29 Kua- 7 de setembro 29
Defiooteda roa aova do Oavidar (Rio de Janeiro)
Os propietarios deste estabelecimento, o primeiro no sen genero no Brasil, por j
trabalhar com a3 machinas mais aperfeicoadas par.i liiifiir e lustrar, de que se faz uso ni
Europa, e ajudados por alguns dos melhores officiaes de Pars e Lyo, podem assegu-
rar seus freguezes urna perfei3o no trabalbo, a qual sena. pode chegar pelos proces-
sos ordinarios.
t Tingem, lavara, limpam e demofam com a mai r perfeicao e brevidade qualquer
qualidade de fazendas., ticam nodoas e limpam secco sem molliar as sedas e as vestimen-
tas de senhoras e de homens.
PH0TOGR4PDIA
ARTSTICA AMERICANA
ROA 00 IMPERADOR N. 38.
Artista americano
Artista americano.
Artist i americano.
Artista americano.
RetratoRetratosRetratos.
Em porcelanaNiepeotypie.
Em lencosArchroiypie.
Em vidroAmbnrtypie.
Em metal=Daguerreotypie.
Em papelTalbotypie.
^No grande salo da roa do Imperador n. 38
No grande salSo da rua do Imperador n. 38
Neste estabelecimento tiram-se retratos
em todos os systemas, com asseio e promp-
tidao, desde as nove horas da manhaa
at as cinco da tarde; assim como tem
sempre a venda grande sortimento de cai-
xas finas de diversas formas. Quadros
ovaes Passepartouts e lodos os mais ob-
jectos e productos cbimicos, relativos a ar-
te e reabidos ltimamente dos melhores
fornecedores de PARS e Nova York, tendo
i de tudo. para lodos os gostos e para todos
os precos.
Salo da rua do Imperador n. 38.
Salo da roa do Imperador n. 38.
~ A LEGITIMA
SALSAFARBILUA
Polldorio JostfaPinte...fl.Z.
J<* M Santo. Canro GarlWo.
Ango* CorrOa dwle....
Francisco Pacheca dos SaMoi..
Alipio de Faite,Goma
Amonio PraaSta asYto.'..'.'.'
A socied.de de segaros mutuos sobre a vida de- i^S'&SvSL.*'***
baixo d'ste lulo, fondada, administradegran- JJ^J**
tida peto baaco Aliaoca do Porto, ofcrece as malo- *J
res vanugens as pessoas que nella se qoizerem A| verVConto
inscrever : quem, po.s, acerca de tal instiluicAo frzL?" %",* J?"0
desejar obter esclarecimenios, dirl|a-se a Joio Car- ^hado
loe Coelbo da Silva, a roa da Madre de ueos n. 28.' A,^T?'i,'^l "il'ii-
Para prova do quanto esu soeiedade se acha AD
eraiaentemenle acreditada, iraoscrevemos para es-
te jornal o artigo que acerca della pablicou o Com-
mercio da. Porto:
Acaba de chegar do Brasil o Sr. Jos Antonio
Piolo da-Rocba, inspector naquelle imperio da so-
eiedade de seguros mutuos sobre a vida, fundada
e administrada peto'banco Allianca, denominada
A PREVIOENTE.
i Para mostrar o boa crdito e subida confianza
. que esta soeiedade goza entre os dossos compatrio-
tas alli residentes, publicamos a seguiote lista das
subscripgdes por elle obtidas oe corto espaco de
seis roezes, montando a 578:379,1; fado este que
i de per si fa Ha mais alto do que ludas quaotas con-
siderages pudessemos apresentar, e que por isso
nos abstemos de fazer.
Ilfms. srs. subscriptores; quantias subscriptas.
>.
E. & H. LAEMMERT, NOVA PUBLI^O.
Acaba de aahir dos prelos de E. & H. Laemmert, em cuja casa se acha venda, as-
s m como as principaes livrarias das provincias.
Companhia i del idade de seguros
martimos e terrestres
stabelecida no Rio de Jaueiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Laiz de Oliveira Aievedo & C,
competentemente autorizados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de,tomam segaros de navios, mercadu-
ras e predios no sen e ser i p torio rna da
Crm n. 1.
Jos Gomes Tillar
eom loja na roa do Crespo n. 17,
convida aos seus devedores do ma-
to e desta praca a pagarem seus d-
bitos quanto antes, principalmente %
os que jdevem a mais de seis me-1
zes. m
tai a escriplor-io.
Aluga-se o primeiro andar da casa da roa da
Croa o. 5, proprio para escriptorio, mnlto fresco,
com vista de mar e por preco cororaodo : a ratar
do escriptorio do sobrado junto n. 3.
B*ft ***** XHIR
O Or. Carollno Francisco de Lima San-
tos contina a morar na roa do Impera-
dor n. 17, segundo andar, tendo aHs sea
gabinete de consultas medicas, lago ao
entrar, no primeiro.
O mesmo doator, qne se tem dado ao
ee.udo tanto das operacOes como das mo-
leftiM internas, prestase a qualquer cha-
mado, quer para dentro qner para fra
da eidade.
N. O- Bieber & C, eucessores, sa-
cam sobre o Rio de Janeiro a vista ou a pra-
zo conforme se convencionar.
JEducaco primaria e &e-f
cundara.
Ni iostituico de Jernimo Pereira VII-
5K lar, na rna larga 4o Rosario n. SS, nao
U so se ensinam as materias que consU-
5 tueu o corso regalar de primeiras letras
K como as disciplinas preparatorias para a
J facoldade de diretlo ; cojas aulas estarlo
abertas no dia 8 do presente Janeiro, e
serio regidas pelos mesmos professores.
MEDICINA DOMESTICA E POPULAR
contendo urna therapeutica completa ou exacta descripcao de todas as molestias in-
ternas e seu tratamento ; a cirurg a oa tratamento das molestias externas, e orna
minuciosa instruccao para diflerentes operaces que repentinamente se possam tor-
nar necessarias; conselhus praticos as mulheres no estado de gravidez, directorio
para o parto e seus accidentes, cuidados aos recem-nascidos ; principaes molestias
da infancia; as sciencias accessorias; a anatoma, | hysiologia, hygiene, materia me-
dica, descripcSo e applicacao medicinal das plantas indgenas at hoje conhecidas,
nocoes a respeito do uso das aguas mineraes, etc.
por t
THEODORO J VL LMGG1IKD
doulor em medicina pelas universidades de Copenhague e de Kiel, approvado com dis-
tincfo pela faculdade d medicina do Rio de Janeiro, cavalleiro da imperial ordem da
Rosa, da de Christo, da real ordem dinamarqueza do Danebrog, da sueca da Estrella
Polar, condecorado com a medalha de ouro do Mrito, da Dinamarca, membro de varias
associacoes scientificas; autor do tratado completo dos partos, traductor do texto do
Atlas de anatoma de Bock, etc.
' 3 vols. com 2,180 patinas impressas Ilustrados com 236 figuras, preco, encad. i6#
O presente novo diccianario de medecina, devido ao talento de um medico distincto,
j por urna longa pratica qe 30 annos, j por obras de reconhecido mrito sobre a mede-
cina, oceupar sem duvidja um lugar honroso entre as pnblicacoes anologas. Ao passo
que ella se recommenla ao profesiional pela grande e preciosa copia de conhecimeptos e
investigacoes scientificas, o leigo, dotado de alguma intelligencia, fcilmente se c-tven-
cer que a obra justifica o itulo de diccionario de medecina popular e domestica, pelas
nocoes claras e precisas que encerra acerca da importante arte de curar e de prolongar a
vida. O autor, longe de co itestar o merecimento de algumas outras obras do mesmo ge-
nero, com tudo n5o pode d sixar de notar que quasi todas ellas laborara n'uma falta sensi-
vel, qual a de terem por base o systenn seguido por escriptores europeus e calculado
para as circunstancias da Europa. L onde os mdicos abundam, onde ao lado do cura
da aldea ha tambem um facultativo, e onde os transportes sao facis, comprehende-se a
justificavel reserva dos ditos escriptores, com que, deixando de tratar muitos casos em
suas obras, insistem n'um tratamento por facultativos. Mas no Brasil, to vasto. tSo falto
ainda de mdicos e recursbs por grandes povoaces, e onde os meios de communicacSo
sao lao escassos, se carece de urna obra qne suppra, quanto razoavelmente fr possivel,
essas faltas e inconvenientes, collocando o homem curioso e inteligente, o pai de familia,
c fazendeiro, etc., que vivelm Jonge dos grandes centros, na posicao de, com acert possi-
vel, applicar elle mesmo I es recursos opportunos e adequados aos males que affliftem a
hnmanidade. < ra, o nome do autor do presente diccionario, os solidos estudos qne fez na
Europa, e a sua longa prauca adquirida pea maior parte no interior do Brasil, que o na-
bililou a conhecer as necessidades a que prov este seu trabalho, parecem ser garantas
mais que suflicientes paralo cabal desempenho da tarefa que tomou sobre si, assim como
para o bom acoloimento festa importante obra, que alias traz em si os melhores ttulos
de recommendacao.
MOTA PUBLICADO FOREKSE
Acaba de sahir dos prelos de E. di H, Laemmert, em cuja casa se acha venda, assim
como as principaes livrarias das provincias.
DE BRJSTOL.
PREPARADA NICAMENTE POR
LAMAN & KE1TP,
NOVA YORK.
Composta de substancias, gozando das
propriedades eminentemente' depurativas ;
approvada pelas juntase academias de me-
dicina ; usada.'nos principaes bospitaes, ci-
vis militares da marinha as Antilhas e
no continente americano ; receitada pelos
facultan vosos mais distinctos do imperio do
Brasil e da America hespanliol
CUBA RADICALMENTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
fermidades venreas emercuriaes, cnagas
antigs, morphea e todas as molestias pro-
venientesd'um estado vicioso do sangue.
Emquanto existem varias imitacoes e
falsificag5os, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAORS & BARBOZA
JOO DA C. BRAVO 4 C.
Jlo da C. Bravo & C.
Deposito geral em Pernambuco roa- da
Crazn.22 em casa de Caros & Barbn
0 Sr. Francisco Jode FreitasGui-
maraes, queira ttr a btndade de appare-
cer na livraria n. 8 da praca da Indepen-
dencia,
d
As Pilulas Caiharticas
t>E AYER.
O purgante mais tfecar at hoje conheeldo.

PELO
DAS
IEIS 1I
DB. AUGUSTO TEIXEIRA DE FREtTAS
EiU pilolaa o paramente veg-
itmet, nio tendo na sua oompo-
eifo nem mercurio nem ootro
Ingrediente mineral; sao inno-
centes para as criancas e pessoas
mais delicadas, ao mesmo tempo
qne, compoatas como sao de vegi-
taes mui forte, o baatante acti-
vas e efleazea para ai peaioaa mais
robustas.
Estas pimas cutharticas purgo e puriflcao todo srstenu
humano sem mercurio.
Nio se tem poupado trabalho nem despea para lerar estas
pilulas a um grao de perfeceo tal, que nada deixa a desejar;
cao o resultado de annos de estados laboriosos e constantes.
Para alcancar todas as vanUgens que reaultao de uso de cathar-
ticos, tem-se combinado somentc as virtud curativas das
plantas qne sao empregadas na confeocao das pillas. .Sua
coasposicao tal que as enfermidades que esli ao alcance
de ana aceao, raras rexes podem resist -las on evad las.
8*s propriedades penetrantes explorio peneto, purlScao a
dio vigor todas as partea de organismo humano; pots corrigem
a sua accao viciada e Cu recuperar a sua vitalidade. Urna das
Jos Antonio Pinto da Rocha
Albino Jos da Silva...........
Laiz Antonio Siqueira........
Angosto Cezar de Aievedo Goe-
des.......................
Americo Nuoes Corris........
Antonio Alves de M.iraes.......
Manoel Duai te de Figueiredo...
Manoel Martins de Oliveira Aze
i vedo........................
M. T Basto...............
i Antonio da Silva Ponte? Gnima-
| raes.......................
i Manoel Gomes da trui.........
Antonio Lonrengo Teizelra Mar-
ques.....................
| Bernardo Ju> de Oliveira M;i
chado.....................
Jos de S Leilo Jnior.......
Domingos de S Pereira J-
nior......................
, Vicente Ferreira Coimbra......
JosJoaqnlm Alves............
: Jos Fernandes Lima..........
Jos Joaquim Leilo...........
Jos A i ton i; de Brlto Bastos. .
Joaquim Laiz Ferreira Leal
Silvino Gnilhermede Barros....
Alfredo Henrique Garca.......
Antonio Valentim da Silva Bar-
roca.......................
Jos RodriRnes da Silva Bor-
ges.......................
Manoel Jos Moreira...........
Virgilio de Castro Oliveira......
Jos Antonio da Costa Valente..
Justino da Mulla Silveira.......
Manoel Marques de Oliveira....
Antonio Fernandes Duarle Al-
mekla.....................
Joo Martins de Barros.........
Antonio Joaquim Fernandos di
Silva......................
Custodio Jos Alves Guima-
rfles.......................
Jos Goncalves Villa Verde.7...
Alfredo Jos Aotones Goimares
Manoel da Cunta Gnimaraes...
Joaqaim Cabra! de Mello.......
Jos de Azevedo Maia e Silva..
Bernardo Pereira do Valle Por-
to.......................
Ignacio Pereira do Valle........
Fellsberto Ferreira de Oliveira..
Domingos Jos Ferreira Goima-
res.......................
Manoel da Molla Machado......
Manoel Joaquim da Rocha......
Seraphim de Sena Jo-ge......'..
Manoel Joaquim Fernandas.....
Josepha Maria da Conceicao....
Luiz Pereira Lima-............
Antonio Heorique Rodrigues....
Manoel francisco dos Santos
Maia.....................
Manoel Joatjaim Bibeiro.......
Manoel da Silva Nogneira......
Joo Lucio Marques...........
Francisco Joo de Barros......
Joaquim Roongues Tavares de
Mello......................
Jos da Silva Luyo............
Francisco Jos Alves Guima-
raes.......................
Caetaoo Cyriaco da Costa Mo-
reira......................
Jos de Mello Costa Uliveira....
Manoel Muniz Tavares Cor-
del ro......................
Antonio Joaquim de Vasconcel-
os........................
Antonio Jos da Silva Brasil...
Joo Jos Rodrigues Meodes.....
Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
Domingos Jos da Costa Amorim
Manoel Fernandos da Costa.....
Joo Carlos Coelbo da Silva....
Manoel Ramos de Oliveira.....
Manoel Jos Pereira Mariano...
Manoel Ferreira Barlholo.......
Manoel Francisco Marques.....
Gregorio Paes do Amaral.......
Joaqaim Jos Goncalves Beltro.
Joo da Silva Ferreira..........
Jos Joaqaim da Silva..........
Antonio Jos Coimbra Guima-
raes.........................
David Ferreira Bailar...........
Antonio Jos dos Res..........
oo Ribeiro Lopes.............
oaqnim Custodio de Oliveira...
c s Gomes de Frailas.........
ernardino Gomes de Carvalho.
Antonio Baptisla Nogoelra.....
JoSo Francisco dos Sanios Jnior
Francisco Ribeiro Pinto Goima-
res.........................
Alfredo Prisco Barboza........
Manoel Soares Pinbeiro.......
Joo do Cont Alves da Silva.
Joaqoim Mooteiro da Crui.....
Antonio Jos Dantas...........
Salusliano Francisco Martins...
Antonio Pereira de Faria.......
Antonio Luiz Ferreira Lima....
Manoel Jos da Cunha Porto...
i Flix Venancio de Caotalice....
Manoel Alves da Silva Caldas.
Joo Francisco Antones........
I Custodio Colaco Pereira Jnior.
j Jos Goncalves Torres.........
' Antonio Jos Paulo de Carvalho.
Joaqaim Ferreira dos Sanios
Coimbra Guimares.........
, Justo Cesar de Almeida Jordao..
Jos dos Santos Oliveira.......
Saques para a Baha, Para e
Maranha%.
Antonio Jos Rodrigues de Souza na rna
do Crespo n. 15, saca a vista ou a prazo
contra a Bahia, Para e Maranhao,
_ A,RYVg|INAT-C
? llua do Imperador 5.
Deposito de joias francezas por atacado
Ca#a em Pars a Re de Janeiro.
Rec-ibem directa manta poT lodo* os paquetes.
Quem livw e qoizer vender *nia catnha oa
mei-agaa, preferiudo se na freguezia S. Jo,
dirija-se a roa da Aliampoio n 36.
Impressa por ordem do governo imperial, revista por urna commissJo nomeada pelo
meemo governo, cujo parecer fot approvado pelo decieto de 22 de
dezembro de 1858.
Setgonqa edieco correcta e augmentada
i m voluuie de867 paginas Impressas eaeadernado 15,5000.
Acaba de ser publicada a segunda edico, em que seu Ilustre autor, apexfeicoan-
4o a primeira edicJo, apresenta, alm do texto mais correcto e emendado, um grande
numero de noias em referencia legislacSo patria posterior a primeira edico, inclusive
a das convencaos consulares e a da novissima reforma hypothecaria, vindo tambem a le-
gislado romana e patria applieavel a casos de alforrias concedidas a escravos, qur em
actos entre vivos, qur por disposic5es de ultima vontade, supprindo assim a omissSo
que bouve na primeira edicSo/ em que o tllustre autor deixou de consolidar a legislacSo,
relativa a escravos para ser classifi ida parte e formar o cdigo negro. Na nova od-
elo, pora, vem esra legislacSo, a que de uso mais frequente, e remettemos os leito-
res para o qne o Ilustre au:or diz a tal respeito na introdcelo pag. VIII nota. Sop-
prindo-se essa omissSo, prestou-se grande servico ao foro, onde nao sSo poucos os casos
ocurrentes nesta materia.
A segunda edic5o, alm de ser impressa em formato maior econter mais 103 pa-
ginas do que a primeira, tambem augmentada como exame feito lei de 2 de setem-
bro de 1847 sobre filiacao natural paterna, e neste exame o Ilustre autor aoaiysa ocom-
mentario dessa lei feito pelo Sr. Dr. Agostinho Marques PerdigSo Malheiros, ora con-
cordando, ora discordando das opioies desse Sr. Or, Em suas respectivas partea
tambem analysado e referido o manual do procurador dos feit' s da fazenda, obra do
mesmo Sr. Dr. Perdigo Malheiros.
E finalmente aproveitando-se da segunda edico o Ilustre autor responde s obser-
vares quefizera oExm. Sr. conselheiro Antonio Pereira Reboucas a alguns iontos da
primeira edico. Desta maneira apresentada a segunda ediejio muito augmentada,
mais correcta e aperfeicoada, merecendo por isso todo o acolhimento dos sennores ma-
gistrados, advogados e de todos que dejejam conhecer a legislaco civil do paiz.
consequencias desloa propriedades que o doente, abatido de
t edebilidade phyalca, admirase de encontrar, tao depresaa,
*2^*$!Tte*n** "" Mel0 d',un~0 A #io!ctla qa estia ao seo alcance sao.
TTise de ventre HhenmatUmo, ov da cabera, A Nnralgia,
Enxaqueca, liidigutao e mai do estomago, Bemorrhotdas,
PADECIMESTOS DO FIOADO,
Febre gattro-hepatica, OastrUe, afecetes Biliosa* Lombrgai,
Erytipela, Hydroptia, urdez, ctguiru parcial, t Paralyia.
No almanak e Manual de Sande do Dr. Ayer, qne se publica
todos os annos para distribuido gratuitu, encontra-se um tra-
tado sobre as diversas doeneas que estao ao alcance de'
BB108DI08 PTJBaANTBS.
Aeha-se em todas as Bolleos e Drogaras do Imperio.
O Peitoral de Cereja
I>E ATER,
r.\RA A PBOMTTA COBA DA
Anana, de Ooostipsedea, Tanaca, Houquido Infla-
ama, Bronohito, TUioa prtaaaria, Tnbareuloa
pulmonaro, todas m molestia* do
Feito, asaim como pata ativiar
o ethioos deolaradoo.
Ai preparaooes do Dr. im sao vendidas as principa*,
drogara e boticas do Imperio,
Vende-so em Pernambuco:
.. na
i---------------------------_____________
^PHARVIACIE FRANCAISE
:RMAUB C?
. tvl
8UA NOV ..ja
Manoel Ignacio Rodrigos Praca
JoSo Jos da Silva...........
Fortunato J. G. B.............
Jos Correa de Mendonca Sobri-
nho.......................
Emiliano Kvangelista de Moraes
Antonio Pedro de Soasa Soares.
Manoel Jos da Costa Pereira...
Joao Pereira Reg............
R.M.S.A. R.....*............
Custodio Francisco Martins.....
Manoel Albino da Costa Torres.
Jaeinlho Jos da Costa Torres..
Bernardlno Angosto da Costa
Torres.....................
Joaqaim Pedro da Costa Torres.
Padre Tiburcio Pereira Gomes.
Manoel Gomes Correa.........
Joaqaim Ventara da Silva Pinto
Macoel Ventora Telieira Pite.
Domingos Marques de Oliveira.
ADtonio Rodrigues Padim.....
Paulo Jos Pereira da Silva....
Francisco de Oliveira Braga...
Joao Pinto de Oliveira..........
Paulino Oas Fernandes.......
Antonio Lelte de S Coelbo....
Padre Manoel Goncalves Goima-
res.......................
Jos Alfonso Guimares.......
Manoel Tavares de Pinho......
Floriaoo Aires da Costa.......
Joaquim Antonio Carneiro Sai-
daaha............,'........
Migoel Albino da Costa Mediado
Padre Jos Ventura Teixeira
Pinto..,,..................
Antonio de Agolar Silva.......
Manee! Martin.Bastos.........
3:000jk00
oiOOOiWOO
1:0#000
2:5004000
Antonio da Costa Sol.
Francisco Antonio Meodes deOW-
veira Jnior..................
Jos Al ves Macietra.............
Beraaroo Aflboso de Miraada...
Manoel Pereira Machado........
Vicenta dos Santos Surtes......
Maooel Francisco Plores........
Manoel Ferreira Marque.......
Manoel LnU Uapiisu Pioho.....
Antonio Laiz Bautista Plato___
Manoel Jos Gomes de AodraeV.
Antonio Leite e Casero Bro-
cnado........................
Joaquim Leal de Meirellea......
Antonio Pinto Baodeira.........
Antonio Joaqaim Alberto de Al-
meida......................
Joaqaim Antones da Cunna Goi-
mares.......................
Jos Vidal da Rocha...........
Js de Soma Velloso.........'.
200*000 i0** Carvalbo Pinto Basto*.....,
1-000*0(10 "'"'no Jos da Rocha..........
l:250*OuOi'I,'c.ulaoCl0*---................
Jo Aotonio Pinbeiro Bastos...
1:250*000; Ant9Dlo Joaquim de Carvallo
6:830W00'";"*...........
.Manuel omingoe Guerra......
1:250*000 J"* da Silva MiraMa..........
l-OOOAOOO I Bernardioo Alves Barbosa Saata-
' i rem........................
500*000 0,, Bodolpb Sleofel...........
Victorino Joe Doarte Fioza...
1:250*000 oaul,n Antonio Teixeira Xa
2:500*000 Dchad:-",.................
i Bernardino Jos de Araojo....
500^000 Joaquim da Costa Carneo.....
1:150*000 Dnlngos da Cosu Araojo Bar-
2:500*000 T08;......................
1:250* 001 V0,r An'onio da Cosu Pereira..
3:750*000 JoQn" Ferrreira Coelbo da Bo-
7:500*0001 cos'......................
650*000 Bfrnardo Jos da Pai.........
5:000*0001 ADto?' Alves Peisoto.........
50*000 Jos "ones Pinto.............
Salvador Oliveira Rteosle.....
6:000*000' Adriano Joaqoim to Caes Sei-
xas.......................
1:250*000 Pn'enio Jo da Costa.......
6000*000' Domingos Moulinbo...........
2:500*000 \ios Joaqoim Teixeira da Foose-
1:250*000' Bas'os.................
1:500*000 Antonio Ribeiro Rosado........
1:250*000 Eduardo Pereira Nones........
Joaquim Jos Ferreira de Freitas
5:000*000 Antonio Marques Ferreira.....
4 000*000 Aoionio Ventora Teixeira Piolo.
Pedro da Costa Nones.........
1-250*000 '"o ^s Rodrigues de S.....
Jaeinlho Jos Maitins Correa...
1:280*000 Jos Ferreira da Silva.........
500*000 Domingos Jj. Ferreira.......
500*000 Joao Fernandes da Cosu Gaima-
1:280*000 raes......................
280*000 Beroardioo Alves Barbosa......
2:250*0001 Antonio Ferreira de Carvalbo..
Carlos Alves Barbosa..........
1:000*000 Joaquim Jo* Gomes da Soasa..
1:00"*000 Jos Fernandes Ferreira.......
1:250*000 Domingos Jos Ferreira da Silva
Manoel da Cunha Guimares...
6:000*000 Antonio dos Sanies Codito t
1:5W'*000 Silva.. ...................
1:000*000 MaxHamburger..............
800*000 Francisco Xavier de Oliveira...
1:250*000 Antooio Goncalves de Aievedo..
1:000*01)0 Francisco Jos Lopes..........
500*000 J^ Joaqoim de Aguiar........
7:500*000 Joaquim Fraocisco do Reg....
Jos Alves Barbota Jnior.....
Jos Maooel Baptisla.........\
Jos Guilherrae Guimares...'.
Noberio Correa da Cos a Bara-
Chuy................
1:280*000
1:280*000
2:500*000
6:500*000
10:000*000
10:000*000
8:750*000
1:000*000
2:000*000
1:250*000
1:250*000
2:000*000
2:50t'* 3:000*000
3:750*000
3:750*000
4:000*ii00
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1:250*000
1:250*1100
1:250*000
2:500*000
3:750*000
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2:500*000
2:800*000
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2:000*000
2:500*000
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1:160*000
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800*000
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5:000*000
2:800*000
2:000*000
2:800*000
3:000*000
1:000*000
578.375*M
N. B.-As quantias snbscripus, cima
nadas, sao realisadas no espaco de 10 15
o anons, mirndose anoualmeste 'ce*
pequea prestaco, segundo as poe i
criptor. m ""
Joo da Silva Rvmot,
peia universidaJe de oimbra di
consultas em soa casa das 9 as
11 horas da manha, e das 4 as 6
da tarde. Visita os doentes em so
casas regularmente as horas para
isso designadas, salvo os casos ar-
gentes, que serio soccorrido ea
qualquer occasiao. Di consultas aos
pobres que o procuraren, no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
manha,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, ainda mesmo os alie-
nados, para o qoe tem commodos
apropriados e nella pratica qualquer
opperaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe.. 300O diarios.
Segunda dita___3,5500
Terceira dita .24000
Este estabelecimento j
acreditado pelos bons servicos qo
tem prestado.
0 propnetario espera qne eftt
continu a merecer aconhaoca da
que sempre tem gozado.
>
>
ENCANAMENT(
Pili 1GU1
Na rua Nova o. 30 faiem-se e eotu.
cnamentos, assim come bombas para
Brincos drTcrvslal MBliria7
Na loja de ourives no arco da runiotl
cife, tem os melbores qoe ha -
Ceblas a
_Na rua da Madre de Dos o. 8.
Est por singarse
brado da roa de Agoas- Verdes i.
rua das Grates, sobrado n. 9,1*
Precisa se
im.

de orna
omme para duas pessoas
13, segando andar.
Precisa-se alugtr um
nheira : na roa da Imperatr n. 9,
ama na emmlm m-
mi *
mi%u
2:800*000
2:000*000
2:000*000
1:250*010
2:000*000
Na ras do Jasmim o. 24, offlciaa de
Guilberme Daigel, ba para vender daa
aovo?, am de 4 rodas e com asnales nata
soas, e para ser puchado por na s casal, a ata
de duas rodas, ambos feitos coa leda a fatsi
quem os pretender dirija se a :
achara com quem tratai.
la.*;
com asseio, promptido e prees
Augusta n.8, loja.
Precisase de am oflMal 4
fabrica de Francisca Antooio a
B. Goocalojt. 27. -
r=
cm.
Aloga-se, passands a
o andar terreo em (reata i
bellas acommodaedee para t
lado; a cbave no sobraso, e para tratar
(ao da Aurora, das 9 toras esa i


Durl+Ae eraasasmso 4|utete lelta 6 4o4Fe*orc4ro de 4666.


r

'

- -:r~^
4 SALS4 P4RBILHI DI AYER
P^RA A CURA RADICAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, chagas, feridas ve-
lhas, bronchocele, papo ou papeira, a syphilis, enfermiflades venerias ou mer-
curiaes.
AS MOLESTIAS DAS MLHERES
reteoco, meustro doloroso, ulceracoes do tero, flores brancas, etc., ulcera-
do, debilidade, expoliaco dos ossos, a nevralgia e coavulses epilpticas
quando causadas pela escrfula.
ERYS1PELAS ERPES; ETC.
IGnferinldades cutneas, erupeSo, borbnlhas, pstulas,
ascldas, etc.
O extracto composto de salsa parrilha, con'cccionado pelo Dr. Ayer, urna
combioacao dos mejores depurativos e alterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado e roceitado pelos prxeiros mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Central, das Antilhas, do Mxico e das Indias, e
murtas ou tras partes do mundo : o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de
experiencias feitas pessoalmente pelo Dr. Ayer, por muitos annos, nos principaes hos-
pitaes e enfermaras da America ; tcm sido approvado pelas academias de medicina e
juntas de hygienne das principaes capitaes da America flo Norte; para prova disto vede
os attestados authenticos no Almanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes se dis-
tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio.
A SALSA PARILHA DE AYER
Especialmente efflcaz na eura das Molestias que tem sua origen
na escrfula, na lnfeceao Tenerea, no uso
excesslvo do merca i lo on qnalqner Impureza do sangue.
A molestia ou infecco peculiar, condecida pelo nome de escrfula, um dos ma-
les mais prevalecemos e universaes que ha em toda a extensa lista das enfermidades que
atacam a nossa raca; disse um celebre escriptor da medicina que mais de urna terca
parte de todos aquelles que morrem antes da velhice s5o victimas, ou directa ou indirec-
tamente de escrfula; por isso s nao lao destructiva, porm a principal causa de
muitas outras enfermidades que nao Ihe s5o geralmente attribuidas.
urna causa directa da tsica pulmonar, das molestias do figado, do estomago
e affeccoes do cerebro; entre seus numerosos symptomas acbam-se os seguintes: falta
de appetite, o semblante plido e enchado; as vezes de urna alvura transparente e outras
vezes cora 'o e amarellento irregul r, fraqueza e moeza nos msculos ao redor da boc-
ea; digesto fraca e appettite, falla de energa; ventre encbado e evacuaco irregular;
quando o mal tem seu assento sobre os pulmes tima cor azulada mostra-se em roda dos
olhos ; quando ataca os orgos d'gestivos, os olhos lornam-se avermehados; o hli-
to ftido, a lin na carregada; dores de cabera, tonteiras, etc. as pessoas dedisposi-
c5o escrofulosa apparccem frequenlemente erupcoes rta pelle da cabeca e outras parles
do corpo ; s5o predispostas s affeccoes dos pulmes, do figadr, di s rins, dos orgos
digestivos e nterinos. Portanto, nao sao smente aquelles que padecem das formas ul-
cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam de proteceo coDtra os seus estragos;
todos aquelles em cujo sangue existe o virus latente deste terrivel flagello (e s vezes
CASA DA F
los 6:000
Bl
A" RA DO I
I hetes ca
IN.13E
COMPRAS
GRIHOE EmBEUGLRBNTO
COSTME
O abtiioassignado venden dos fpat amito feli
es bilhetes garantidos da lotera qne se acaboo
deexirabir, a beneficio da Ssnu Casa de Mise-
ricordia, os seguintes premios :
N. 1361 tres quintos com a sujie da-6.0004.
N. 1452 dous meios com a s irt Se 1:100*
N. 2855 tres quintos com a sorte de 500$.
N. 3857 dous quintos com a orto de 200*
K ontras muitas sortes de 1004, 40*, e 24.
Ospossuidores podem virreeeber seos respec-
tivos premios sem os descootos das leis na Casa
da Fortuna ra de Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da 1* parte da 1' lotera
(47*) beneficio da matriz de Pao d'Aiho, que-j
se extrabiri a 10 do correle.
PREgO.
Bilbetes.....6*000
Meios......3*000
Quintos.....1*200
Para as pessoas que compraren de 1000000
para cima.
Bilhetes.....8*500
Meios......2*750
Quintos. 1*100
Manobl Martins Fiuza.
ipnfke odro, prau e pedras preciosa?,
m obras veihas : na ra da Gadea do Recife,
ciado onrres no tno da Coneeicao.
Comprase carosso (sement)de alodio : no
armazem de algodao de Saunders Brothers & G.
no caes de Apollo.
Compra-se urna csa terrea em qnal-
quer'uma das roas desta cidade, e que n3o
seja.em travrssa: a tratar na ra JB Hortas
casa do fallecido Loureiro.
ofre.
, Compr-se um cofre em segunda raiH*. no ar-
maiem da^bolla amarella no olto da secretaria
da polica. ,
Wl'
Cobre, lato e chumbo.
Compra-se cobre, lati e chombo : no armazem
da bola amarella no oitio da secretaria da polica.
r
lina da impera
DE
GAMA & SILVA.
LOJA E AnMAZBH DB FAZENDAS
Tendo os prprterailS fl-Me grande eslabelee-
menio f.-iio um grande ahatimento em muitas de
mas fazendas, pela tccasiai do balaoco que deram
Silezia para saias 44o n. a vara na hj>
Jo Pao.
Vendem-se silciia ondeada t endn tonda 1-0.
Uia*t>riri para sata*, peto b rato rer > W
rs. a va>a : na I ja do Patio na roa da fapera-
tri* n. 60, de Gama ^ Silva
As Mas bordadas do par.
VestWmieaaias bordada* trido f.ie&c o.*,
boa, sendo ricamente bordadas e com main n*
veodendo se pelos baratos precos de 6* 8 t ID*
re6 cada orna na loja do Paa na roa da I rastra
trir. n. 00 A* Gama & Sila.
Pefas de madapula* rafala*)*).
Compra se nm
Crespo d. 17.
escravo peca : na roa
Compra-se urna cabra bicho, que i
teoba ba-iante leile, nao se olha a preco
do Rangel o. 17.
Thereza de Siqnelra Cavalcanti manda di-
zer urna missa no dia 8 de fevereiro as 8
e meia horas da manbaa na matriz da Boa-
Vista, anoiversario do fallocimento de sna
presada fllha Thereza de Siqueira Alcefora-
do, pelo repooso eterno de sua alma, pede a
seos prenles e amigos e sos de sua filha o
favor de assistirem a este acto religioso, e
desde j agradece a aqaelle qne se dignar
onvi-la.
I soa familia, a familia da Sra.
Mello e a Sra. O. Candinha,
D. Mana Pessoa de
e sen muito amado
cerei.
Anda est por alogar o sitio em Santo Ama-
ro, em que morou o Sr. Cambrooe.
Os com modos da casa, a soa elegancia, eas pro
porcoes do sitio, que alem de estar bem plantado,
tem boas bailas de capim, offereceas mesmas con-
riicoes s pessoas de tratamenlo, sendo qne pelo
aluguel que ora se elige nao caro.
A qoem quizer ficar com o mesmo sitio, ou a
qualquer outre, cede-se por preco razoavel um ca-
brtolet, om bom cavailo, dons bois, om muito bo-
nito e outro que se vende barato, urna carroca de
molas, multo maneira e anda nova, com arreios
para um cavailo, outra carroca de caixa, multo
propria para transporte de barricas, saceos de as-
sucar, um sino pequeo, orna bomba de regar jar-
dn), om bote de ferro e outro de madeira que ca-
rece de reparos: a tratar na roa do Imperador, no
jescriptorio daempreza doaceioda cidade, por bai-
bereditario), estSo expostostambem a soffrer das enfermidades que elle causa, que sao: xo do convento de S. Franciseo.
A tsica, ulceracoes de figado, do estomago e dos rins; erupcoes e enfermidades o abaixo assignado agradece muito"aos Srs.
eruptivas da culis, rosa ou erysipela, borbulhas, pstulas, nascidas, tumores, rbeuma,' Casiro Redondo, Jos Diniz, Jos Alves e ootras
carbnculos ulceras e cbagas rheumatismo dOres nos ossos, as costas e na ^,\l^^ZT^^^%Z!S7SS
debilidades feminmas, llores brancas causadas pela ulceracao interior, e enfermidades mais> e cora especiahdade o sen amigo Ribeiro,
uterinas, hydropesia, indigestao, enfraquecimento e debilidade geral.
Offerecemos a estas pessoas um abrigo seguro e um antidoto efficaz contra esta
molestia e suas consequencias na
SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre o sangue, purificando-o e expulsando delle a corrupeo e o
veneno da molestia; penetra todas as partes e todos os orgJks do corpo humano, livran-
do-os da sua acc3o viciada e inspirando-lhes novo vigor. um alterante poderosissimo
para a renovaclo do sangue, e d ao corpo j enfraquecido pela denca, forcas e ener-
gas renovadas como as da joventude.
tambem o mlhor anty-sypiilitico conhecido
cura permanentemente as poiores formas de sypllis e as suas consequencias. Pouca
necessidade ha de informar o publico do inestimavel valor de um remedio que, como
este, livra o sangue desta corrupeo e arrebata a victima das garras de urna morte lenta
e ignominiosa, porm inevitavel, se o mal nao logo combatido com energa.
um poderosissimo alterante para a renovaco do sangue e para dar nova for-
ca ao corpo j enfraquecido pela doenca.
Send" composto de productos vegetaes, esie medicamento innoceme eao mes-
mo lempo efficaz, um facto de immensa importancia para aquelles que o tomam ; por-
que muitos dos remedios alterantes offerecidos ao publico tem por base o mercurio ou o
arsnico; e sendo assim, bem ques vezes podem efifectuar curas, comtudo deixam suas|
victimas carregadas de urna longa serie de males, muitas vezes peior do que o mal ori-
ginal. A nica cousa necessaria para obter urna cura radical seguir com juizo e cons-
atncia as diiecces que acompanham cada frasco. i
Nao pretendemos promulgar, nem queremos que se infira que esta composic3o a
um remedio infallivel para a cura de todos os padecimentos humanos; infelizmente
escrfula e a syphilis sao enfermidades t5o sulis as suas naturezas, e arreigam-se to
firmemente no systema, que muitas vezes evadem e resistem aos remedios mais pode-
rosos que a sciencia humana pode inventar, para combate las: o que dizemos que o
Extracto composto de salsa parrilha de Ayer
a melhor preparacao al hoje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que
urna combinac'o dos alterantes mais efficazes conhecidos, e que esta combinarlo lera sido
Compra-se om escravo que seja mogo, sadio
e sem vicio : na ra larga do Rosario n. 34, botica.
Comprase om santuario de Jacaranda' en-
vidracado com 4 ou 5 palmos de bocea, e em per-
felto estado : qoem tiver anooncia para ser pro-
curado.
Ouro e prata.
Em obras veihas*: compra-se na praca da ln
dependencio n. 22, loja de bilhetes.___________
Compra-se ama escrava que saiba cozlnbar
e eBgommar : na roa do Crespo o. 18, segando
andar.
Na roa da Cadeia do Recife, loja n. 41, com-
pra-se nm cabriolet com pouco uso.
o ultimo de dezembro de 1865, resolveram vender 1 Ve.nde-se prchlnch* d- madapuU r-uou*,
com 12 Jardas cada pega sendo Uxesoa nuiu m-
perior pelos baraliasimos preeo.-. e 4* i 8* n. m
loja do Pavao na roa da Imperalnz o 60 de gm
& Silva.
Leaeos blancos a t$G9% rea a
aula.
Vendern se lencos braceos fa/eoda moito Iwa
pelo haratissimo i>reco de a duza. Dih>s eas
barra de cor a 2*000 Mo para arahar na loja *
Pavao na roa da imperatr n. 60 de Gama ftt
GR-N0E PECHINHA!
Lasnhas a 120 re. ltj ftnaa
muito mais barato do que costumam atim de cada
vez mais agradiretn aos seus i.umeresos fregu-
les ; por tamo Ihes offererem om avulado sorti-
meoto de fazendas francezas, iuglezas, as quaes
vendeao mais burato du que em outra qualquer
iarte, comprometiendo se a mandar levar qualquer
azenda em. casa dos fregmzes que nao poderem
vir a loja, ou a darem as amostras, deixando ficar
o peohor, assim como convidara as pesso?, qu
,j01 negoclam em menor escala que oeste graode esta-
i beleeimeulo encontrarlo om grande sortimeoto
I lano a retalho como por atacado, vendendo->e-ihe
VENDAS
MIMAS
PARA 1866.
Acabam de sabir luz as folbinbas de
algibeira e de porta para o anno de 1866, o
mais correctas possivel tanto no calculo das
las e eclipses, como as diversas festas
que a igreja celebra; vendem-se nicamen-
te na livraria da praca da Independencia,
160 ris as de porta e 320 ris as de algi-
beira.
Livro do povo.
O livro do povo, obra ornada com estampas, con-
fllho Aprigio, de cojas qualidades jareis me esqoe-! tendo a vida deNosso Senhor Jess Christo, e mui-
[a boa e apenas pelos precos que compram as casas ingle- |
na ra zas, sendo com o dinheiro a' vista.
______I Perfiladla a 30OOO e 205QO
AS MELPOMENES DO PAVAO.
Vendem se bonitos corles de melpomene
vestidos de senhoras, sendo dos padroes mais
demos pelo baratissimo prego de 3000 cada um.
Ditos de lodiaua, tendo oilo e meia varas, pelo
baralissimo preco de 2*o00 rs.
Isto para acabar na lija do Pavao, ra da im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
A* lo;1 h;is de li lio do Paulo.
Veodem-sj superiores toalbas de linhos para
rosto pelo harali-simo prego de 7*500 a dozia ou
a 640 cada tima.
Guardanapos de linho adamascado para meza a
2*800 aduna ou a 240 rs. cada om.
Superior atoalhado de linho com oito palmos de
largura sendo branco e pardo, e vende-se mais ba-
rato du que em outro parte, na loja do Pavao na ra
da Imperairiz o. 60 de Gama & Silva.
Rico vestidos a 80000 rs.
lit'diiiiclia admiravel.
S o Pavao recebeu pelo ultimo vapor franeez
om grande sorlimento dos mais ricos cortes de
vestidos transparentes com lindas barras e enfeit de seda, sendo estes vestidos muito proprios para
baile* e passeios, e vendem-se pelo baratsimo
preco de 8*000 rs. cada um, na loja do Pavao na
rna da imperatriz o. 60 de Gama & Silva.
| tos artigos otis. Este livro das familias recom
Os corpinhos de seda pretos do Pav3o.
Vendem-se os mais ricos corpinhos de seda pre-
tos, ricamente entenado?, pelo barato preco de 12*
cada nm : na loja do Pavao na rna da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Organdy a 1:200 a va'a.
Chegou para a loja do Pavao um brilhanle sorti-
meoto dos mais ricos organdys matisados, sendo a
fazenda mais fina qne tem viudo neste genero com
padroes inteiramente novos, e vendem se pelo ba-
ratsimo preco de 1*200 rs. a vara, na loja do
Pavao na ra do imperatriz n. 60 de Gama & Silvas
As preca-lloas do pavao a 440.
Vendem-se as mais lindas precalinas nglezas
proprias para vestidos com largara de chita fran
Laorentino Braz de Oliveira. ; mondado e approvado pelos Exms. Srs. D. Loiz, ceZrt ,,|0 baratsimo prego de 440 e 480 rs. o co
Precisase de urna ama para o servico interno
de orna casa de pouca familia : a tratar na praca
do Corpo Saoto n. 17.
Precisa se de offlciaes de charufeiro : na ra
das Cruzes n. 37.
0 Dr. Sarment Filho
previne aos seos doeotes e pessoas de sea M
conhecimento que se madoa para a ra 2
do Imperador n. 19, segando andar.
mmmmmm wmmmm..
mmmmmmi
ATIERO
Acha-se na casa de Kelier & G.
na ra da Cruz n. 55, uma c da do Rio de Janeiro pelo vapor
brasileiro Gerente, para ser en-
tregue ao Sr. Jo2o Kahl ou Kehl,
roga-se portanto ao mesmo senhor
queira ter a bondade de apparecer."
Precisase do uma ama qne saina cozinhar
na ra da Imperatriz, sobrado n. SI, 3* andar.
bispo do Maranho, e D. Manoel, arcebispo da Ba-
ha, acaba de pabllcar-se a 4* ediccao desta impor-
taole obra, e vende-se na livraria econmica, ra
do Crespo n. 2. Preco 1* cartonado.______
ROMANCES BARATOS
Vendem-se, na livraria da praca da Inde-
pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro-
mances porluguezesseguintes, embroebura:
A voz do sangue, 2 volumes.
Connpmara, 2 ditos.
A r u de S. Silvestre, 1 dito.
O :;uio deTitiano, i dito.
.jonis ou o bom negro, 1 dito.
As du,js amadas, 1 dito.
O pacha de Buda, i dito.
Trilby, 1 dito.
Ignez de la Sierra, 4 dito.
Joven Siberiana, i dito.
PARU QIMESM
PECHINCHA *DMIRAVEL.
Grosdenaple preto a 4 $600
Vende-se superior grosdenaple preto, fazenda
muito encorpada, pelo baralisslmo preco de 1*600
o covado, sendo fazenda qoe val muito mais di-
nbeiro : na loja e armazem do Pavao na rna da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
vado, floisslsslmas precalas com os mais modernos
desenhos a 500 e 560 r?.
Chitas escaras francezas a 320, 360, 400 rs.
Ditas com fiordes proprios para chambres e co-
bertas a 640 rs.
Ditas iuglezas claras e escoras a 200 e 240 rs.
Na loja e armazem do Pavao na ra da Impera-
triz d. 60 de Gama & Silva.
Corles de eotim para calcas
a 1*120 s o Pavao.
Vendem-se superiores curtes de cotim, fazenda
mallo eocorpada para calcas e paiuols, tendo pa-
droes escaros e alegres, e vende-se pelo barato
preco de 1*120 rs. o corle de calca ou a 320 rs. o
covado, sendo esta fazenda grande pechincha pelo
I preco.
Bnm pardo entrancado a 700 e 800 rs. a vara.
Dito liso muito encorpado a 640 e 700 rs. a vara.
Dito branco entrancado a 1*280 rs., isto pe-
chincha na loja e armazem do Pavao na ra da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os corles de'cambraia nranco bordados na
loja do Pavo.
Vendem-se os mais ricos cortes de cambraia ri-
i camente bordados com barras e babados a 20* ca-
da um : na toja e armazem do Pavo na ra da
' Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Cortes de ehlta a 20000
S NO POVO.
Vendem-se corles de chitas inglezas com dez co-
vados a 2*
Ditos com onze eevadns a 2*200.
Ditos com doze rovads a 2*400.
Ditos de chita franerza com dez covados a
reguhida por longas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos consciencia dof- *fMs^Hgj|g na JM*taWi&l
fnri'Cir na nnhlirn n molhnr rpiiltailii nnp A nnsiv^l nrniln/ir fia intPiopricia P np.riria 3c* 0^ B ^*
ferecer ao publico o melhor resultado que possivel produzir, da inielligencia e pericia
medica dos nossos lempos.
Este remedio deve ser tomado com system e regula/idade, e] n5o cora abandono,
pois um remedio e n5o bebida.
Quando as molestias do figado n5o tem sua origem na escrfula, o remedio
mais proprio as pilulas catharticas de Ayer, que sao efficazes na cura da molestia, que
tem por causa um desarranjo dos orgos digestivos. Pedi a salsa parrilha de Ayer e
nao aceilai outra preparado.
Pernambuco, ra Nova n. 18, pharmacia francezade P. Maurer C.

VENDE-SE
9Jo armazem de n. 9. Ramos e.Silva & Genio, rna do ligarlo
n. 11. constantemente, os seguintes artigon, qne
le


receben por encommenda propria d
lEH-YOItk.
desejar da acredi-
Legitima salsa parrilha deBristol, preparada por Lanman & Kemp.
Verdadeira agua florida, preparada pelos roemos.
Gaz em latas de cinco gales, o mais purificado que se pode
tada marca F. W. D. & C
fiel" gios perfeilos reguladores, com corda de quatro a oito dian, dos afamados fa-
bricantes E. N. Welch.
Graixa em latas grandes da bem conhecida marca las. S. M son (de Philadel-
pliia).
Superior oleo para machinas de costura.
Agulhas para as mesmas.
Bren em bar. icas grandes e pequeas.
Yende-se tambem:
BORDGirX
1.a qaalidade.
St. Estephe.
St. Julien.
G. Margaux.
C. Lafltte.
Medoc.
PORTO
1'qulidade,
Principe Beal.
Pedro V.
Mara Pa.
Princza D. Isabel.
Victor Emmanuel.
Duque.
Malva sia.
Vinho fino do Porto em barris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinho do B heno.
Cera de Lisboa em velas e em grume.
CALOS!! CALOS!!
D. BLM
Pedicuro, participa ao respeita-
vel publico que elle tem pratic do
com bom resultado aquel'a arte, du-
rante uma residencia de mais de i i
annos nos Estados-Unidos e Allema-
nha, e vem offerecer seus servicos a
qoem delles precisar, durante os pon-
eos das que lhe possivel demorar-
se uesta cidade. Gura para setnpre,
osalos de qualquer qualidade, sem
com isto causar a menor dor ao pa-
cime em 10 minutos, como tambem
d remedio s unhs defoituosas dos
ps. .|
Pode ser procurado no hotel da
Eoropa das 8 at as 10 horas da ma-
nhSa, e visitar cjasas particulares,
dando lhe o nome da pessoa que o
procura, o da ru e o numero da
casa.
PR8GRAMM1
No domingo I i do correte mez lera'
lagar a festa de Nossa Senhora da Con-
ceico da capella do Monteiro com ex-
traordinaria pompa, para o qoo os seus
encarregados^udo lem envidado. ,
Uma baoda de msica tocara' na ves-
pera escolhidas pecas, como tambem ao
arraiar da aurora do dia, que sera' au-
nanclado por ama estroodosa salva.
Antes de comecar a festa, o qoe era'
as 11 horas, se distribu rao esmolas aos
pobres que comparecerem.
Os pregadores da festa e Te-Deum sao
os Rvmds. padres mestres pregadores da
capella imperial Lino do Monte Garmello
e Fre Joaquim do Espirito Santo.
As 5 horas da tarde subir' aos ares
um magnifico balao qoe fara' admirar a
habilidade de sea autor. Arreada a ban-
deira de to excelsa e festejada Senhora,
sera' conduzida para casa da nova juiza
em procisso, formada de consideravel
numero de senhoras. Queimar-se-bao
tlnalmente grande quaotidade de pecas
de fogo, terminando por um ssalto dado
a fortaleza do Humayta' pelos vapores
couracados da armada imperial, no que o
povo patriota se alegrara' em ver ama
sceoa de sorpreza
Arcos, baadeiras, bandas de roasica de
curiosos, fogoetes, cavalhadas, mascara-
dos, barracas, notis, mulles baldes aos
ares e a preseoca das interessantes se
nhoras qoe ja all se acham e tero de ir
sero os intreteoimentos que em to po-
tico arrabalde eocootrara' o povo desta
cidade, qoe cortamente as preterir' ao
de nella flear para ver someote poneos e
desengranados mascarados vagarem nes-
se dia pelas prosaicas ras.
DOMINO'S PABA O CABNAVAL i 3^200 s na loja e armazem de faiend. s >m Pavo
Na loja do PavO. na ra da Imueralrit n. 60 de Cama & Suva.
Vndese om boailo sortimento de dminos pro- Os chales pretos de renda do Pavio a 8^000 rs.
Vende-se lasinhas pretas proprias para loto
para .do lia hatada a iiO r*. o covado. Ditas m
mo-, linas de qoadrinhos a 480 e 3S0 rs., das a 400 rs., ditas mathizadas a 330 rs *U
transparenles com calma de sedas 400 tt., ta
zas e rom salpcos a 500 rs.. para acabar na k.ji .
armazem do Pavo na ra da Imperatriz a. 60. d-
Gama & Silva.
Poupelinas modernissimas a 400 e 500 rs.
o covado na loja do Pavio.
Vendem-se poupelinas muito flna seado fazHida
muito moderna de quadrinhos e liza veodeiMlo-*^
pelos baratos [Tecos de 400 e 300 rs. o ro7ad* aa
loja do Pavo na ra o., lu.peratriz n. 60 r (iam^
& Silva.
Bolcis d viageu, na loja U pavo
Vendem so loicas deviagtm muito b^a-, ?tnd>
com mala ou sem ella, vrudrndirs por om i r-<*
razoavel: na loja e armazem do l'avao. ra a.
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Hictanha- de rolo a 3s00U
Vendem se pecas de brelanha de rolo ror l<
varas rada peca, pe'o baratiss>mo pre$.> cr .j
na oja e armazem do Pavo, ra da ImperaKu -.
60, de Gama & Silva.
Hanellas d pavo.
Vmde se superior fianella de quadrinhos, ;rf-
baratsimo preco de 800 rs. o covado. dita lis:.
fazenda moito fina, a 1 o covadu : na Ui *t
masem do Pavo, ra da imperatriz o. 60, dr 8*,
ma & Silva.
Corte de perealla a S^OtJO. na
loja do lav< .
VenJem^e sopeiiores cortes de pprralla coO
casaveqoe, sendo fazenda muito moderna, t ei-
dese pelo baratissimo preco de 8.5 o rrte pan
acabar : na loja e armazem do Pavao, roa da ln>
peratriz n 60, de Gama & Silva.
tSrosdenaples pretos do Pavo.
Vendem-se superiores grosdenapip* M i*kr
baralissimos precos de 500, 1^600. 1^800 e i
o covado, sendo fazenda moo boa. para ara
bar : na loja e ar.i azem do Pavo, roa da r>.p-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Bramante de liuho do Pavo.
Vnidese superior bramante de linho c r.. r
palmos de largara, proprios para ierro.-, pefo-
baralissimos precos de 24 e 24600 a vara, assim
como panno de linh mono fino pelos bar*U>..irm,
precos de 640,700 e 800 r. a vara : na l.>j> e ar-
mazem du Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
As cassas 00 pavo.
Vendem-se cassas mnito superiores rom lodos
padiSes, pelos baratos precos de 300 e 3*0 t t
covado, ditas muito Boas a*360 rs. pan acabar :
na leja do Pavo, rna da Imperatriz n. 6o, de Ga-
ma & Silva.
Canbraias lisas da Patio.
Vendem se pecas oe cambraia lisa muito supe-
rior, pelo barato preco de 34200 e 350Q (.,..
ditas muito finas a 54, 64- "5 e 84 : na leja e
armazem do Pavao, rna da Imperatriz n. 60, e
Gama & Silva.
PECHINCHA !
a 2000, para calcas, m k- ta.
Vendem se superiores rrtes de n, ist:. n.
com msela de sed a 24, ditas Gani. ">- .
24800, ditas escoras a 2,38 0, na a 14600 '-*
do : na lujae armazem do Pavo, roa da lo,
iriz n. 60. de Gama & S......
PENTEADORBS
ou roupis de cambraia hurdador praoabjg
para as senho-as vestirem d-? mandad.
Chegon esta novidade pata a loja do Pavao.
muito li' dos e de melhor gosio al Me, fu jw
c-is muii'i r^z, aveis : na loja do Pavao, roa o..
i .o per din/, n. U, de Gama di Silva.
prios para o carnaval, sendo de diferentes fazen-
das e com os modelos mai; modernos, assim como
velbuiioas, gangas e ontras fazendas proprias para
o mesmo lim : na roa da Imperatriz o. 60, loja do
Pavao de Gama 4 Mlva.
MANTAS PARA O PESCOQO
a 14, -s o Pavo.
Vendem-se bonitas mantas para o pescoco, pelo
barato preco de 14 : na loja do Pavo na roa da
Imperatriz n. 6t, de Gama & Silva.____________
~Na rna do Imperador d. 28 tem superiores
bichas bamburgnezas para vender em porco e a
retalho, e tambem alngam-se ; rap Panlo Cordei-
ro viajado, igual ao de Lisboa, e para gosto de al-
gucs, melhor, por nao lerir, etc.
Lavas de Jouvin pretas e outras
cores
Chegaram para a loja de miadezas
Qaeimado n. 16. ._______________
Vendem-se os mais ricos chales pretcs de renda
com quatro ponas, senda muito grandes pelo ba-
ratsimo preco de 8.
Ditos de guepnre a 154, 184,204, 254-
Retondas de dito a 104-
Manteletes de renda, (azenda moito superior a
154000.
Capas e santhambarques de grosdenaples bor-
dados, fazenda inteiramente nova, por precos mais
baratos que em outra qualquer parte.
Isto na loja armazem do Pavo na rna da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Para luto vende o Pavo.
Setim da China com 6 palmos de largara, fazen-
da preta para luto, propria para vestidos e roupas
; colares Royer oh colares ano-
dinos
para facilitar a dentico das mancas e presrva-
las das convulsos*.
O feliz resaltado obtido immensas veies peta
prodigiosa forca magntica dos colares Boyar, aos
t casos de convalsdes, e dencao das rriaoca. test
altamente elevado o sea bem merecido prestiiuo,
e hoje j se pode dizer qae esto geralmente coo-
ceituados, e estimados de innnmeraveis pais tt
familias : de uns porque do uso desses salaure;
colares viram salvos do perigo sens chavos -
nhos, e de outros porque colheram daqnetl s r
proficuo ezemplo para igualmente preservar v
seas. Assim, pols, a agoia branca, tendo em ">i-
tas a atilldade e provea desses prodigiosos rots-
para bomens, sendo esta nova fazenda sem lastro e ; res anodinos oo Royer, mandoa ir o novo sort-
mmmmmmmmmmmm
Ama
Precisa se de ama ama forra ou escrava qae
saiba cozinhar e engommar : na roa da Impera-
triz n. 4.
Vende-se uma armaco para taberna, sita
na roa do Padre Floriano n. 74 : a iratar na ra
do Imperador o. 14.
de muito boa qaalidade, garantindo-se nao ficar
russa com o tempo e vende-se pelo barato preco de
, 24 e 245OO o Covado, assim como neste estabeleci-
na ra do 1 mento tem om grande sortimento de todas as fa-
______ j zendas pretas como sejam cassas e chitas pretas,
las tapadas e transparentes, princesas, alpacas,
sarjas, etc. : na loja e armazem do Pavo na roa
da Imperatriz o. 60, de Gama & Silva.
Vende-se sal grosso : a tratar ua ra da Ma"
drede Deas n. 2.________
Tesoaras para encrespar babados,
Vendem-se tosouras para encrespar babados
de dnas, tres, quatro e cinco pernas : na ra do
Queimado, Atevede A Irmus.
Para os bailes mascarlos.
A agoia branca est vendendo por baralissimos
precos. para acabar, os objectos seguintes, que ser-
ven) mol bem aos que tomam parte nos bailes mas-
carados, sendo:
Melas de seda a 14 o par.
Enfeites de llores a 14, 24 e 34 cada nm.
Fitas lavradas de 320 a 14 a vara.
Cilos largos com pontas cabidas.
Vende-se orna loja de miadezas com poneos
fundos em ra de negocio por pre$o mailo em
conta; na mesma casa -vende-se ama moblia de
amarello novinha : qaem pretender dirija-se a ra
da Imperatriz b. 24, loja de entalhador qae se dir
quem tem para vender
Casa venda,
Vende-se um pequeo sobrado na roa da Paz
dos Apopados, cr.m bom quintal morado e cacim-
ba, por preco commodo : a tratar co.n Loorn(.o
No dia 3 para 4 do correte mez furlararo do
engenho Liinoeiro, fregoezia da Eseada, um cavailo
melado com clioas, cauda e ps pretos, no flo de
om dos lados lera o conro das quedadas grosso, de fiorabs Pinheiro, na roa de Apollo n. 47.
tem a testa junto a pona do focmho um tanto pe-
lado, bastante ardego, anda a passo, farta-pasio
al meio, e nao tem ferro por ser nascido no mes-
mo engenbo, est fazeodo a segunda muda : quera
o trnuxer oo der noticia do ladrao receber 1004
de gratificarlo. _______
Farello
em saceos grandes a 40500: nos armazens
de Tasso Irmos.

Ama.
Na rna da Cadeia do Recite 0. 60, precisa-se de
ama ama para cosiobar.
Precisa-se alagar uma preu escrava para o
serviea interno de orna cata de familia : na rna
dp Arafii n- *1, tibria* de cbarnlos.
JO. DANIEL DA COS-
ta Miranda,
Portofuez, para tea interesse muito >e deseja fal-
lar com este senhor, e se agradecer a qoem der
noticia dalle na rna da Cadeta d. 17.
Precisa-se de om hornera para trabalhar em
ara sitio com plaotaco de capim em Beberlbe : a
tratar na roa Direita n. 69.
Desencaminhon-se um quarto 'grande, cas
lanbo, e descamado, com marcas de sarnas as
ancas : quemoachar pode levar em Santo Amaro,
sobrado junto ao cemiterio inglez, qae se grati-
ficara.
COZIMIEIRO
Precisa-se de nm perfeito cozinnelro : na roa
Nova n. 60, armazem da Liga.
"INJECCAO BROW.
Remedio infallivel as agnorrheas antigs
e recentes, umeo deposito na pliarnsacia
franceza.rua da Cru- n. ti eaopreeode
34OOO. ~~-
Vende-se a taberna da roa do Rosarlo da
Roa-Vista n. 53. bem afregaezada, por sea dono se
querer retirar para fra da provincia : qaem pre-
tender dinja-se a mesma taberna, qoe a vista se
fara negocio.
Vendem-se 400 pedras para ladrllbo, vindas
da Ilha : a tratar na roa do Vigario 0. 14.______
Vende-se ama casa na Estrada Nova, tem
commodos para familia, e muito propria para ne-
gocio, a qaal lem boas moradores que nao tem
fallado aos seas pagamentos : a tratar defronte no
estabelerimento do Sr. Ignacio, estrada que segu
para o Cachang.
Vende-se uma carroca com boi e om nrjvirho
mnito proprio para criar : om Santo Amaro, con-
fronte ao chafariz, taberna, a tratar com Antonio
do Reg Medeiros.
Vende se om selllm Inglez cora arreios, com
pouco oso e por preco razoavel : na roa das Cru-
zes n. 41 A.
Os bales do Pav3o.
Vendem-se superiores baldes de muculioa com
moila roda a 84, ditos crioolines com 35 arcos a
3^300, ditos com 20 e 25 a 3, ditos para meni-
nas, sendo brancos e encarnados a 24 e 24500 :
na loja do Pavo na ra da Imperatriz o. 60, de
Gama & Silva.
Os chales do pavo a 2ooo e 25oo rs.
Vendem-se chales de merino estampados a 24
e 23-500 cada om.
Ditos de merm liso a 34500.
Ditos estampa los de crepon a 64, 74. e 84000.
Ditos pretos bordados com franja de seda a 114.
Na loja e armazem do Pavio na roa da Impera-
triz n. 60 de Gama & Silva.
Cambraias de forro a 10600 e 20 na loja
do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia de forro com no-
ve varas rada peca, pelos baralissimos precos de
14600 e 24: na loja e armazem do Pavo na roa
da Imperan iz n. 60, de Gama & Silva.
Os cortinados do Pavio.
Vndense superiores cortinados adamascados
para camas pelo baratissiroo preco de 14 cada par,
ditos mailo finos ricamente bordados para camas
oa Janellas a 154, 20 e 254 o par : na loja e ar-
mazem do Pavio na ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Pana >#prelo a i# na loja do Pavae.
Vende-se panno preto. fazenda muito boa, pelo
barato preco de 24 o covado, dilo muito fino a
34500, 44, 54 e 64, assim como casimira preta de
cordo a 24 o covado : na loja do Pavio na roa da
Imperatriz n. 60, de Gima & Silva.
Cortes de 13a a Maria Pia na leja do P Vendem-se os mais ricos cortes de la a Mara
Pa, pelos baratissimos precos de 74 e 8J, ditos
moito finos a 104, 124, 164 e 204 : na loja do
Pavao na roa da Imperatriz n. 60, de Gama <&
Silva. ,
Os espartilhos do Pavo.
Vendem-se uma grande e variado sortimento de
esparlilhos dos mais bem feitos qae tem ivindo ao
mercado, sendo de todos os lmannos, vendendo-se
por nm preco mnito razoavel: isto na loja do Pa-
vio na roa da Imperatriz a. 60, de Gama & Silva.
Cortes de cambraia com palmas na loja do
Pavo
Veadem-secdrie de cambraia branca com pal-
mas, sendo fazenda multi boa, pelo baratlsslrao
preco de 24500 para acabar : na loja e armazem
do Pavao na ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
meoto qne agora receben, e coollnnar a recbe-
los para qne em tempo algnm a falta delles possa
ser funesta aos pais de familia, os qnaes Acarar
cortos de os acbar constantemente na roa do Qoe
mado, loja d'aguia branca n. 8.
\
[Grande armazem de tin-j
tas medicamentos etc.
Ra do Imperador i. SI.
ioio Pedro das Heves (fd
reate) tesa a veada
seguate:
Productos cbimicos e pbarma-
8 ceticos os m-is empregados em
medicina.
Tintas para todo o genero de pin-
" tora e para tinturara.
Productos indosiriaes e tinta 9*
para Acres, como botos de leras f|
Wk e modelos em gesso para imitar j
S fructas e passiros com o cosape- at>
i tente desenho.
Productos cbimicos e industriaes
I para pbotograpbia, tin'.uraria. pi- W-
8 tara, pyrotecoia K 'i*
Montado em graode oseis e sop- W
H prido directamente do Pars, Loo- ?
dres, Hamburgo, Aoven o Lisboa *
S pode offerecer productos de plena M
d cenQanca e satisfazer qualquer eo- M
JP commenda a grosso trato e a reta- gjh
u llio e por proco commodo. S
Acaba de chegar impressa para piano e-'a I
e desejada qnadrilba eztrahida da opereta
d e Offenbak, pelo director e regent- da orefeestra
do theatro de SanU Isabel, Cotas Cae.
A' venda em casa do Sr. Danvnt s m Tova,
armazem de msica. Ctda ezemplar 14300.
Vendem se duas arraacoes de lal>era e cas
z6es para amostra*, e cantrlro. por pr{ sM
commido : a tratar na roa da Aurcr o. 74, s
brado que estar se coacertaad)
1


i
, feBrWI (M*^wvcil'4# aje 4866.
|4NNMN4MHnMMMRi
f N. 11Eua do QueimaA)--N. 11
A' cu de Augusta Porto chegaram pelo vapor francez ricos cortes de
vestidos de seda de corea dos mais bellos sostos, proprios para bailes,
partidas oa casamentes.
Chales de GUupure pretos e broncos.
Bonets de pala da Italia para senhoras,
Moir branco e preto.
Bonita seda para rostidos.
Gasemras de qnadros.
Esteiras da India para salas.
Madapotes francezes a -400 e 500.** a -mea,
Ias para vestidos de diversas quadades, e
gostos diffreentes,,
Q que tudo se vende pelos mais commodos precos.
CORTES HB EttJt _
Chegaram pelo paque4aglei riquissimos cortes de rnoreaatique de cores, e sada lamas ;pa-
res inteiramente novoe. ,.AA. ,
Seda de quadros por 1$Q00 o covado
5RA 00 CRESPO-5 .
Gregorio Pac do Amaral dt t ompanhla.
HOYOS OBI
DOS
ARMOTS DE. HL4HDDS
DENfMTMIWS
PROGRESSIVO pateo flo Capio a. 3
NIAO E ;CCDSfflSBaO ra do Queimado n- 7,
VERDADEIBO PRINCIPAL ra do imperador o. 40
N I
DABTE tAfrJlLHO -PARIR #t
B
K
&&&&&
COSlJLIill NHDMMHinUKIlCO
DO
R. PBWfffTiJE WfTABrYBE^OBO MOSG08O,
trBno part:rao B OPBUMA.
3Ra da Gloria, casa do Fundar*-*3
0 Ur, fJDko9Meso a4Mbiultat*|raluitaaos^poim tote .os da* das 7 as II
aoras da ^taieviedas* ? meia as 8 bors -da iwKe, a excep?lo des da saadUtads*.
Pfmrnmcia especial homeoptica
No mesmo consultorio ba sempra o mais appropriado .sorti meato de
tubos avulsos, assim gomo tinturas-de feria* dvomstBisaMI pelos precos
Cartelas de 12 tubas grandes- I 1000
de 24 tubos grandes. 181000
de 36 tabes grande. 24J000
de 48 todos grandes. 3d#000
de 60 tubos .grandes. 35JO0
Prepara-se qualquer carieira conforme o pedido que se fizer, e coa ei
jue se pedir.
Um tubo avulso ou Xrasco.de tintura-de aaeia onca i&QOQ.
Sendo para cima, de 12 cusUrao os precos estabelecidos pan ee carteiras.
Ha lobos mais pequeos cada am a 500 res.
1,1 vitos.
A melbor stoiaiafcotHBDiatbia.'O Manual de Medicina toaeopathico do Dr. Ja h
f-'
i
f
Fazetttsciente an xespettavel publico, e con wpeoialidade aos senhores de eoM
genhes, lavradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
oeranm os proprietarios dos Ires ^Muadeftannazens, reunir todos os seus estabeleci-
.montos era um so anouneios pele saal prepo -de trm ser -de toos,'promette-
mos que nao infringiremos a tabeHe-gw bnixe vai pnblrcaftov^otiuMcrar.osgeDeiaes'^Q, lsVI|I
por um preco, e m ocasaisida compra quweram -$or atra,. como .socede constaste-^ Medicina domestica do Dr, Bering
Repertorio do Dr. Meliu iloraes
>


*
Diccionario de termos de medicina
Os remedios deste estabaieci meato 55o por domis
conheeiaos
mente em outrae mitas*aojas,-pera* nos*nessos lestabeleciraeBtos oio se idar Uto
ainda mesmo IMI HljllHl ossft, -trailau* rpeesea poderi andar bus tanrdlos oe
lerao tam km servidos'como -viesseni pessoaawsrrte fazendo-nos o favor de mandar seus
pedidos *m cartas feriadas ; para wteBvqnBlquer engaos, .remetindonos 4^-*ot>katt0 dYserem notamente recemmeadadMVp^ssoas Deaew
pela qual se ver os precos tal qaal annanciarmos, o que seoao arrepender pfssoa-
a I goma que fizer sna despenesi em nossse estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por cento na sua despeza diaria.
Para vestidos 4e nenhera.
Cortes de seda de cor-de bom gosto e superior qualidade.
Lindas sedas de quadrinbos.
Bonsmoireantiques de cores.
Grosdenaples da todas as cores.
Lindos poil d! cbevre fazenda assetinada de inteira nwidade.
Lindas duquezasassetinadasfazenda mteiramentenova.
'Modernos greaadines de.seda o que tem vindo de .mais novo.
Graode wriedadedalias de cores lisase de salpicos.
Or Perealias modernas com grande variedade.
Lindos cortes de la XUaiilde com todos os pertences <
[tan inteira mente no vos.
Boas cortes de cassa con torra tambem inteiramente novo
ffazendas denosto que seria enfadonho mencionar.
'Para hombros de senhora
Grande variedade achales, boornoas, retondes e algeriennes de fil e de
'guipare a 10, 16, 20, 30, 40, 60 at 80/?.
Modernos soutembarques de seda de superior qualidade.
Lindos bertes de seda de cor pretes e de caobeinira.
dem de cambraia branca bordada com-rnuito gosto.
Sautembarques i bournoux de caonimira de c5r e outros-'inuitos rticos deiq
'bom gosto.
Para cabeca de senhora*
Superiores chapelinas depalha, de"seda e de crina de muito.bom gosto a
fpsratriz.
Chapeos de pilha da llalla grande variedade.
Lindos gorros e bonets de palha de Italia, ImperatriE, Canutwr,
4e a Grante, chegados de Pars palo ultimo vapor.
aB Grande variedade de enfeites de froco e de flores para casamento.
# Superiores vestidos de blonda, e de moireantique brancas.
Bonsmiireantiqnes brancos e superiores sedas brancas.
Bons vestiilos da tarlatana branco bordados.
& Lindas mantas de bloode e boas capellas.
I5J) Bordados.
: Grande variedade de entremeioc bordados transparente e tapados.
Wf Tiras bordadas transparentes e tapadas, babados bordados, s
% outros mnitos artigos.
P
UWTKKa
Manteiga ingleza perfeitamente flor che-
gada eltimamente a I o o* *s. a libras re
esa barril tM abatimfeitoa 11
Manteiga kanoeza di safra aowa t too- K.
bra e esn&aral tena abatimentoi
BANHA
Banha reftrmaa- superior a 4o ss. e em
terril lera batimento, mi
CHA
b UGb tftrm de frimer te^operioT qualida-
^aea-a.^ooTs.
''dem "hyssro e meHwr este generoa
feJ60rs.,-efleride-em porcSo terntbetimea-
1o*, -tambe** proprie para negocie e t a
2,4oo rs. a libra,
dem pretasuperior de 1,800 a 2,5oo rs.
kJlibra.
Risco-atoa
Latas com superior bcauto iuglez e di-
ver8a8 "marcaaa *|.,2oo te.-a lata.
o:
Clotilde'
DE 4NTOf*Ff* r.ORRBU >E VASCONCELLOS & C.
CRESPO IV. 13
*S?lf
RIJA DO BRUM No 38.
O proprietar deste* estabeleoimentodeseja chamar a atteHcio dos senhores pro-
prietarios aos acreJitados mechansmos qHe corrtirraa a fornecer ; os quaes garante ser,
como sempre, da melbor qualidade possivel:
MacMaas do vapor
forca de 2 '/ cavallos para cima. As meaetes' so-mui proprias para motore:sde
dcicaroamontos de aigedao; as maiores para moer canna; ha tambem que podem junta
fu separadamente moer-Ganna descarocar segundo soas pr(poirc5eSk Estee vapores
sao siurplissimos na censtrucoio, e se regem por qualq-aer pessaa intettrgente,- a faoifrda-
de da condcelo seno especialmente coasidrada, tanto que nfio ha lagar em que nao
se possam conduzir, qur por trra, qur embarcado.- Ha com moeudas juntas ou sem
ellas e podem-se applicar a qualquor moenda j esisteato senvoutra mudanga do que
a subslituigo das rodas da almanjarra. Ellas tem depsitos d'agua e boeiros de ferro,
c. nao precisam para o seu assentamento de obra alguma, qur de carapina, qur de al-
vouaria. O tempo para assenta-4as nao excede de doze das ao mais, e em casos de
mories de aoiraae ou arrombainsolos^e acude?, etc., garante-se o asscDtameate.em
oito das. Lembra-se aos seabores-de engenho que a venda 'dosanimaos e o servio da
gente oceupada ao sea tratamento os ho de reenperar da maior parte da despeai do
v.ipor deixando-lhes a vanteg^se de umaaiosgm certa o accelerada-; e acabando com a
daspeza da compra continuada de novos an!maes. com os desguates, do trabalbo que
sa tem com elles.
ilodas d'agua de ferro, mui maneiras e moendo com qualquer altara
d'agua.
Sarlitaos eom ratas de ferro para as mesmas, quando se desege fazer
e resto da roda-de madeira, tomanese assima roda llgeia no trabalho.
Hoeadas de eanna de todas os tamanbos, desde as mais pequeas chama-
das do sertao. Obra 'perfeita enveitlo e acunhamentow
Rodas de espora e angulares le todos os --amanaos e proporc5es.'
Psffocs ou oches para receben o caldo.
crfros de fornaltaa para assenlameotos. frescos para, o foguista, fazendo
grande cal.r com poocoeombustivel, e duradouro.
Portas de foratallia de todos os tamanbos e de diversos systemas.
Fornos e molabos para a fabrica de farinha e tamben chapas redondas
fernos pequeos.
omisas simples e de repucho.
Tai xas de ferro batido e fundido e de cobre.
Formas de ferro batido galfanisado para porgar assucajy leves para carregar
e isemptos de quebrarse.
Alambiques de ferro de todos os tamanbos, custando s a terca parte do
prego dos de cobre, mais regulares na distillaco e igualmente duraveia.
Elfos e rodas de amo com maaa s de patente, obra mui segura pan
carr.?gtc5o de pese.
Arados, grades^ efeeMados a cavallo e outros instrumentos de agri-
cultura. E finalrmeate todo o objeeto de que possa precisar um engenho.
Machinas de descargar- algodo.
Na fabrica se fazem obras novas encommenda e coneertoe, com a maior preste-'
za e solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na moito para este fim.
0 propretario ser sempre mu feliz de poder ter occasiao de dar informacoes ou
escarecimentos aos senhores que se servirem de seu presumo.
D. W. Bowman, engenheiro.
Rolaehinhas
u Latas com bohichuirMS da acreditada la-
brica do beato Antonio, proprias para dar a
desates de 2,ooo a 3^)oo rs.-a lata. .
dem com quatre 'libras -ae bolachinbfi de
[Oda a 2,ooo rs. a lata. -
QUHTJQS
Queijos flamengos chegados no ultimo
vapor de 2,6oo a 3,ooo rs.
CHOCOLATE
Chocolate hespanaol -a a^eoo -e 4,2oo rs.
a libra, francez e enteso* 4>eoo rs. e libra
e portuguez a 80Gsi a 'libes, em 'porco
ter abatimento.-
VINHOS
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tadas marcas, como.sejam: Madeira Secca,
Duque, do Porte, Ve lito Secco, Lagrimas do
Douro,Maria Piai D. s>iiz, Pedaa V, Lagri-
mas Doces eoutrasmarjBw a looo a garra-
fa e 9,ooo a 42 eoo^e. i-duei^M
f Vinbo Figueira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e 5oots. a-garra, 4 a 3,eoo,
;3,5oo e 4,000 es. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. a.gaH-aa>ea 4,5oe w. acawda.
Superior vinho de Lisboa e Figueira em
ancaretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
Coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
e a 640 rs. a-garrafa, tambem ba mais bai-
xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada.
Caixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinlio Bordeaux a 7,000 rs. a caixa e
7oo rs. a garrafa.
CIFB
Caf do Rio de l.1 e 2,* qualidade de
6,8eo a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
SARAO
SabSo maca de primen-a qualidade de 18o
a 22o rs. a libra e de 16o a 21o rs. sendo
em caiiSo.
Seimja
Superior semeja^ Base dos melbores -fa-
briGantes^como-sejam: Shlers & BelU T. F.
Tfuagre
Superior vhragee de Lisboa a 2,oorj-TS.'a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais baixo para 2oc rs. a garrafa e -l.,4oo rs.
a caada.
Azeite. doee
Superior azeito-doce de Lisboa a 64o-rs. a
garrafa e a 5,ooo j-s. a sanada.
Masstts
Macarrao e Ulaerim a 360 rs, a libra. a
8,ooo rg. a caixa.
Passas
Superiores passas a 3,ooo o quarto e
12,5oo rs. a cana de arroba bespanhola e a
5oo rs. a libra.
GE.VKBRA
Genebra de iaranja verdadeira a io,5oo a
duzia e l.ooo rs. ao frasco.
Genebra.de Hollanaa verdadeira a 6,ooo
rs. afiasqueira e a 56o rs. o frasco.
Idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da ums.
Garrafoes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,ooo rs. o garrafn Tambem
! ha #arrafSes- com-5 e i 4 garrafas ' 6,ooo rs. cada um.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs, a libra,
dem de carnauba de lo a 42,000 rs a
arroba ib de 36o a 44e ns. a libra,,
PEB6B-
Peixe em latas .j preparado de l,ooo a
4,2oo rs. a lata
ALPJSTA E PAINflO
Alpista e painco muito novo de 3,8oo a-
4,ooo xa. a arroba de 44o e 160 r, a li-
bra.
CHABUTOS
Charutos dos mais acreditados fabrican-
tes, como sej am: Joo Furtado da Sarrias,
Manoel Peixoto da Silva Is'etto, Castanho &
Filho e Brando e de outros muitos, os
quaes vendemos pelo mdico preco de 1.600,
2, 2^00, 3,5oo, 4,5oq, a. 5,ooo j-s. a caixa.
Licores
verdadeiros, enrgicos e duraderos: ha tudo do melhor.que se
rerdadeiro assucar de leite, nota veis pela sua boa conservaco, tintara
tads estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacio, a
energa c certeza am seusefleites.
Caga de mude para escravos.
Recbele escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lbe
operago, para o que o annunciante julga-se suficientemente habilitada
O ira timen to o merhor possivel, -tanto na parte alimentar*
funecionando a casa ha mais de quatro annos, ba muUas pessoas de cuja conceite
pode duvidar, qae podem ser consultados por aquelles que desejaresa aaaai
docntes. ,
Paga-se 1$ por da durante 00 das e d'ahi em diante Id500.
As operaces sera o previamente aj astadas, se d se quizaren suieitar sss
razoaveis que costuma pedir annunciante.
ARMAKEll DE VASEJS9A
DE
CVSTOIIffO CARTil HO
27lU?L DO QUEIMADO N. 27
Madapolo francez muito fino, tendo pouco mofo, cada peca con 27
10,5000.
L3a detores-a SOOts, o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado. .
Finos organdisa preoo de 800 rs avara.
Lencos brancos para algibeira a 2^'00 a duzia.
Fin is peroUraa a .preipo de 400, 440 a 560 rs. o covado.
Ricos corte*-de laa de barra/de 105 a 301000.
Chales de l preto e ou tras muitas fezenas
MACHINSS DE PATENTE
DE TBABALBAR MO PARA
RUCAR ALGOOAO
FABRICA*
pun^immifte.
OLDAM.
Esta
as
vspv
Novidades do i^ante;
RA DO CRESPO W. 7.
Licores francezes e portuguezes a i,000 e Este estabelecimento apezar de sempre
l,4oo rs. agarrafa ou frasco, seachar bem sortido come -todos sabm,
ISoees __ boje mais que nunca, n3o s polo que rece-
Doce da casca da goiaba e caixes pe- be de sua.proprw contama6.tambem pelo
quecos a 7oo rs. e de 5o caixes para cima que recebe. de consgnaces; parece sem
Asbe a 7,5oo 7,ooo rs.
a garrafa. Tambem ha
zht e a 5oo rs. a garrafa.
64o rs. o caixao.
Frsrtos
Frutas em calda e em latas fechadas her-
mticamente, molto bem enfeitadas, conten-
do pera,pecego1 a.rneia rainhaCIaadia, al
perche e outras frats a 00 ra. a lata.
Tambem ba latas grandes para l,2oo rs. a
lata.
AZEITE DE REFINADO
Superior azeite francez refinado a 8,000
rs. a garran e a 9,000 rs. a duzia.
MOLHO INGIEZ SAUCE
Molbo inglez Sauce em frascos grandes
com rolha,de vidro a l,8op rs. o frasco em
duzia ter abatmeato.
SAG FARINHA DO MARANHO E
ARAMJTA
Sag Jbriaha do Maranho e araruta a
3oo, ioo, 5oo, e 64o rs. a libra.
Tijoto para timpar facas, erva doce.ee-
minhos, cravo, canella, alfizema, pimenta, e
1 duzia ea'oors. outros muitos gneros que deamos de men-
de outras marcas cionar :por se tonar enfadonho, afianzando
cerno seja: Victoria e Alccpoa5.ooofs.Sdu- nos smeeridade nos preces, e o bom acondi-
cionamento de qualquer. genero.
-=1-1-
OS PARAGUAYOS
E' v ordena do dia 1 Acabar com os Par-8
guayos a bayoneta, a mini, a revolver;
fulmina-los com os enceuracados armados
de espores, .armstrongs-'e raiadas de 80
120; externrina-los. em summa a espada, a
faci e a- punhal de que se trata; mas
uioguem ,se lembrou aioda de esmagar os
^ragmj'os com a* armas que Deus nos con-
ceden ; acabar oom lies-a taco e a ponta
ps, pare o que necessariqeocouracar esta
parte do nosso corpo com os formidaveis
rompe-ferro, esmaga cobra, arranca tocos,
quebra marmor.ee eulros que se vendem
Jl&RUA IHAUEITAA&
para
s lis i.1 en-
t *.
Borseguins Bordeaux...
1 patrieios....i
> para senhoras,
feilados ......
> com laco e fivella
Sapatoes encouracados.......
Borseguins para meninas bom
elast-co.................
Sapatos de lona, sola, elstica.
avelludados.........
> de tranca...........
> com salto de lustre..
Um completo sormente de
trra para homens, senhoras
85000
SJOOO
55500
4*800
5*000
30000
2MP0
1460U
10600
2*240
calgado da
e meninas;
o? ft r>- q -o tato. <>. n g;. m h g
l
o
.0 1
Plfli'i-Sli
5er
o
S
030
ass'ua como bezer-ro francez, couro de lus
tre, marroqums, tai xas de todas as quali-
dades, fitas para sapateiro, muito so rt i das,
sola e couros que tudo visto necesariamen-
te fazeobiee-ao comprador pela barateza.
Vendem-se
Vendem-se anneis de brtlbattes (oura de li) :
na roa da Gadfia do Recite tk laja de ltestre
Pereira-da Cartia & C.______________V __:
Vende-se queiio, d sertlo muito superior,
machinas americanas de serrote para descarocar 1 pe/o barato proo de 306 rs. a llbr, o mais barato
1 algodao : na roa da Sentaia ova n. 42. ido-mereati: no pateo do Tergo n. 1M.
2?
|
o jg!
S
i*
' Vne-'se am carro 'd (jbtro roas cora f-
reios, forte e em bom estado.e barata : na rua los
Coelhos o. IX
a \mm,
duvida que deve offerecer grandes vanta-
gens para o respeitavel publico tanto em
precos como na escolha dos objectos, e co-
mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor Douro e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionarlo alguns,
por n5o ser possivel mencionar tedos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
tecc5o de todos.
Biqoissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas -de msica lauto de veio come
de corda.
Bicos porta joias e necessarips.
Biquissimos est jos a feitio de am bausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira. *
Ghaposihhos e touquinhas de muito
gosto para criancas.
Meras e sapatinhos de seda para as mes-
mas,
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de flores proprias,
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
senhora.
Biquissimos porta boquets.
Boquet de flores com urna borrachinha
comebeiro.
Luvas verdadeiras de Inrvsu.
Di tas de seda e de Escocia.
Biqaiesimas plumas 0 guafiioes para
enfeitar chapeos, /
Contas e tubos, .de ac branco, que ba
muito se desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e cruzes de crystal.
Fivellas e cruzes de tartaruga, madri
rula e dourados.
Alflnete.s para grava tas.
Botoes, com criias ;|ara punbes.,
Gravatanbase mantinhas de muito gosto,
tanto para homem como para senhora.
Biqiisilmodercos pretos, assrm como
caixinhas com a'finetes pralos*
Bengallas de canna com abo de marfim,
Dta,s de baleja, borracha, e de outras
muitas qualidades, assim,como,.cbcotinbos.
Riquissimos peales de tartaruga do ulti-
mo gosto; asstm como de arregaco para
menina., pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as^ualidades.
Diademas para cabeca do ultimo gosto.
Biqujssimas fitas lavradas e lizas.
Ifodae
estragar a fo,
sendo
da as
para o' traba-
Ib; Bodedes-
carocar ubi
arroba de ai-
gofio esa ca-
roca eaa 40
arrobas de al
18 arrobas por dia eu cinco
godo limpo.
Assim como machinas para
das por animaos, que descaxcaai 181
bas de algodao limpo por da; e motoras
para mover urna, duas ou tres
chinas.
Os mesmos tem para vender
mo vapor que pode fazer mover 1
machinas mencionadas; para o que coa-
da-se aps senbores agricultores a vires ver
e examina-lo, no a mazem de algodao, so
largo da ponte nova n. 47.
Mamadera Brothers fc C.
Recre praca do Corpo Sanio a. II.
Os nicos agentes neste paiz.
O castalio de Grasyille.
Trasaaiesdefraeces m 1. J. C sa 1
Vende-se este bello rosases esa qaasr
tomos pelo baratissiao preco de 3ftK
oa praga da Independencia, linaria aa.
6 e 8. .. ------
Trancas pretas com vidrilho e de coree.
Pulseiras tanto para senhora como para
meninas.
Framcisco Jos Germano
RUA HOYA N. 22,
acaba de recebar um ando e sugulco sor-
timento de oculos>.luaetoS, ftinocoioi, do ai-
timo e mais apurado gosto da Europa a ta-
los de alcance para observacSes apara os
martimos.__________________________
Manml do Cidado
Vende-se o Manual do Cidadao sai
' 'Coverno Representativo oa pihk'fcji se
Direito Publico Constitucional
tivo e das Gentes por Sih
Fsrreira, em 3 volumes
cala obra ; na livraria o. 8 di
I'fepfpnwP'-
Vendem-ie soperiorn prtummi
Hl, jtifRadotv.no nllimo vapor: I
*fS.9, ____________
Roopas feitsa do todas as
Vende-se rogpa toiu,
parar, a 2J, ditas de brim
e 4|. cateas de casfolr SnU
Ua.de core?, Biela rtstmiri, a H
decase.a*7#eaj,a
core/al^MBWeMk **
a 4JW00, ditos de a
//
eawniira de cores a
panno prete a S#, 7,
3HR
riMsadessma
> IrMnn
t largas a J*500, 3* e tftm: m
*s 10*,
3#.4*,
Liga^de seda e de ajax
'feupensoroj de sed e de"
jodie e
tos outros objectos que.se nao podem an-
nunciar por nSo se tomar enfadonho.
S no Gallo Vigilante rua do Crespo n. 7.
IfSOO, Be
1*600 ftJtfSOOt,
peilos de cores
nho de prfrai
rua da Imnerauii, toja, erara a.
* Fume.
Vende-se fnoo da Babae la Ierra,
qtntde, em norrio e a retaHw : aa rea
zal Nova n. 1.




-V
I





- EKGICLOPEDm
klItHida Isaperatrlz mrmaztm
da P+Mt* larga.*.
*wUaa paferla fradte** ato
Pm4m Porto.
Neste estabelecimeoto encontrara o sespeUavel
publico om nriado sortimento de fazendas wnce-
zas, lamieras, snlssas e- alienases, qne s vendero
por prego commodo.
Rarede*Perte
Vende chales de renda de core que se vende-
rana a 1.88 est vendendo por 61, dues pretos, fa-
zenda nova. 51, 61, 81 a 201, um sortimento cqm-
plftcrin manteletes, capas e sontsmbarques I4l a
aftjtfccia da Imperatriz n. 41, jante a paerla frao-
cota, at mateas de porta- larga.
Paredes Perto
Recebeu um completo sortimento de taeeMbas a
240, e 280 rs. covados, para acabar, cambraias de
cor a 240 rs. o covado, riscado escosse para ron-
Bi de menioo, fustao de I lobo a 440, 400 e 600 rs.
Qa da Imperatriz n. 52 jante a pedan franceza.
armazein da porta larga.
Paredes Porte
Reoeteu para cortinados pare cama franeecn a
HJpf cambraia lisa fina a 3 41 al 101 a
peca, cortes, de tarlatana de bonitos gostos a 31500
e 4, cambraia cora Sor de seda, gostos. inteira
mente novos a 400 e 500 rs. o covado, no armazem
de pona torga n. 52, ras da Imperatriz jonto a pa-
darla Iranceza.
Paredes Verlo
Receben pelo ultimo paquete um sorineato de
crnzes com pedras para o pescoco, bonitos caminis
de lia para pescoco de seBhora. Roa da Imperatriz
n. 58, a/maaea de poeta, larga.
Paredes Porto
Vende corles degorgurao prelo para vestido com
21 eovados cada um 351000, grsdenaple pretoa
11600, 1*800 e 2} o covado, las litas finas a 400
rs. o covado, l&aade auadriribo para vestido, enfes
tada, a 320 rs. o covado. Ra da Iaperaiiiz n. 32,
armazem da porta larga.
Ronpa feita
Ra dilmeeratriz n. 62> arome da perla la**
ge junto a padaria fmeeeza, encontrarse nesta ee>
tabelecimento um completo sortimeoto de palets-
saoeoe e.sobrocasaco, de toda ae-quaiidade,, cal-
cas, collates, ceroulas, camisas, grvalas, meias,
chapeos, de sol, ditos francezes para cabeca, por
precos commodos, roupa para menino e outras
muitas fazendas- por-preeos commodos, armazem
da porta larga.
No raesmo e>iabeleclmenlo encontrar o respei-
tavel.polico, sempre om completo sortimeoto de
roupas fmtas de todas as qualidades, con sejam
paletos de alpaca preta e de cor, ditos, sobrecasa-
cos a 15 e o, ditos de brim pardo a 25800, 3*
31500, ditos finos a 45, ditos meias cazemira a
355OO, 45 e 55, ditos cazemira saceos a 65, 75, 85
e 105, ditos sobrepasaros a 10' e 125, ditos de pan-
no saceos a 65, 85 e 105, ditos.sobrecasanos a. 125
e 255, ditos de merino preto a 65, 75 e 105, cal-
cas de brim de diversas qualidades a f!800 a 45,
dte* areos a 25600 e 6500; ditos caicmira 55,
65.0,75, ditos p re tos ai 55, 5, 85 e 105, ditos
meias c&zemirasa 35 45, col tes da dwsas
qualidades, seroulas francezasde algodo, ditas de
llnho, ditas de bramante a 25 e 25500, carnizas de
aUgodao-de- linho- francezes-de 25500'e 3fi. Gran-
de pectiincha neste genero, grvalas de todas u
qualidades e brancas para casamento, grande sor-
timeoto de meias para senhoras, ditas para hnreos
a 35 superiores a 35500 e 45-
FABRICA A VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Beposit na ra Xo\a n. &t loja de relojoclro.
Deloucbe)nodste!estabelecimeoto'partecipa ao fespeltavel publico qne sna fa-
brica est- montada com 9 memores machinas que existen] m Europa, e que pode
faarioereonrmeHior perfeicSo possivel. Todo o chocolate dest fabrica est garantido,, e
puro, o que noe pode eocofitrar rraquelle qoe vem (te fra, e que Se v-nd por prfd
baixo, visto os productos serem do paiz. Na etiqueta tem sempre urna aguia.
Meia libra.
Urna libra.

ditos francezes para eab=ca, grande sortlmento
a 65.
Pecliiuclia admlravel.
Grande sortimento de chambres a 45600 a Sa,
(enees de cambraia para bomem a 25 a dotta, di-
todo kana-ai 45 a 55-
Graodt sortimenta de roupa paia motaos o- ou-
tras muitas qualidades que seria enfadonho, men-
ciona-las.
Paredes Porto
Recebe pelo oltimo paquete francez-riets lia*
granadinas,com flores de seda.a-40fto.oWra.fll
covado. esto acabaodo-se, cambraia preta par*
luto. Porta larga junto a padaria franceza, a roa
da Imperatriz fl. 52.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete espariiibos a pre-
guigoso por 3$, sao bons, lentes de seda para se-
nhora e homem a 1, ricos cortes de cambraia
bordados de 18J a 7r. por ter nm toque de mtb",
esto se acabando, na ra da Imperatriz n. 52, jun-
to a padaria franceza.
Paredes Porto
Vende um completo sortimeaio de fazendw
brancas, como 6ejam madap olo a 45500, 55, 65 e
109, pecas de algndao por barato preco, chita fran-
ceza a 240; 280. 320. 360 rs. o covado, precarias
muito Boas a 360,400 rs. o covado, chita ingleza
a 200 e 240 rs. o covado. Ra da Imperatriz a.
52, junto a padaria franceza.
Fazendas.
Vende-se snperior merino prelo proprinpara ca-
pa de senhora e vestidos a 25, lustrim da China
a 15800 o covado. Roa da Imperatriz, porta larga.
Paredes Porto.
Vende em sen estabelecimento tiras e ntremelos*
bordados, grande sortimento de copplnhos rica-'
mente bordados a 35, 45 e 55- S o Pereda* Por-
to, roa da Imperatriz no 52; porta larga junto a,
padaria franceza.
PRE0.
.....< 400
...... 800
Urna arroba........19000
Na, mesma fabi-ica acaba de se montar urna ofDcina com serrara a vapor, para
obras de marcioeiria propria para edificio, para o que encarreg-se de fazer portas, ja-
dellas, assoalbos, (parquJEaocea como se usa na Europa,) earma^es, ludo com brevir
nade e'perfeic3o. Toma-se quahjuer encommenda para fra da cldade, entregando-se
prompta a collar-se no lugar.
-----,--------------*M-------^-----L-
DE
COEIiHO & FKEIT1S
Ra da Cruz n. -16.

V wmmm de lazendas
Batatas d mm Ofitto
^d^a ucii it\d h. ie.
^tOatltL lU.''iAiatL
CAJUUf'IW wmii
ttfadettt*k 25*400.
^fsde.Mw^dawllafco* 25800.
D|^aa.dilol]iB|oj(2A.
Ditos de bramante de lieho de nm 8 panno
AeWABWNCA
Ra do Queimado n, 8.
A loja da aguia. branca acaha, de recebar na)
novo e grande sortimento de dinerentes objectos
de gosto e nllfma moda, sendo :
Boeitanteiee- pera aennora gostos ntelra-
OMsta nevos.
Ditos ditos de grade com cootas grandes.
Lindas fivela* grandes para cintos com moldes
BacDo-e tobo Ino oom 9 Ifl pelmwde largn l+aTeis- e diversas qualidades, mdreperola,
de l*j-
para
ra pelo barato preo de 2540 a vara.
Bramante de linno fino com 10 palmos
gntiW'Mfleatara.-
'*eeaad.em|jre i 'lpicos braneds e d'
coras com 8-l|2 varw ^45500.
Pecas de cambraia adamascada propria
cornnidb de cama cbm 20 varas a 115.
-a4e*oe-arcos tH 2*860/35,95We 45.
Lengos decambraiafiB*tMfMMduea.
Ditos de dita a 25 a dozia.
IMtoltedw de llnho fino i *500 i vara,
Bito.e algodfe-a 25 a vera.
Mgodo oaMtado com ? ix% palmo de lajigur*
a 15200 a vara.
Pecas1 de. bfetahha rolo cbm 10 varas propria
para sa,a a 35600.
PM de liabe llso-flno8M r. vara.
Dito da-diio.com salpico a 15 ajeara.
Cambraia da lindo fina a 45500, 65560 e 95 a
vara.
Cortes e'HlMlnba del lindos gotos com 19 co-
vados a 55-
*Wi preco de 85, 95,'105 e lljj.
Flanella brnq fina a 600 rs. o cevado.
Dna-d*cors-floa 889-rs. e corado.
Bsles muselina pare menina 35,
e45.
Cambraia de forro'a 35 a peca.
Dita fina a 45500, 65 e 79 a peca
Goardanapos detono>, 35800 duzia.
Toalbas de algpd^,felpudas duzia a I25.
Esleir d| tod>a. propria pa#ai fwo de sala de
4,5 e 6 pafeftdrfdtf lergur .per* menos preco do
que-aa outra. ejMqaee parte.
Neste,armazem, tambem se encontra nm grande
sortimento d*Tetp fetae pt Medida.
Capacho^ luglezes.
Vdem-s. fia ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
35800
CorrtnWa haver diariamente um sortimento de pastis, podios,^bolw-fnglezes,
lempadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acham-se na-meltiores cond4c8es
(^ poder MtisftteiieiMOffimindascoBtreHientes = sua artoi enr coMequencia do socio
Fneilas tor sido administrador che fe de algumas das princii ae fabricas- na'corle, sendo
urna a do Sr. Joao Goncaive. GuimarSes (confeitaria de Leo) mtgfrOTsa de-Carceller:
Tedo os trabadlos sao differentes dos que se fazem em caas parttoolares. -
Os propnietarios deste estatelecimento nao s tem poupado a despejas; nwnse
pouparo, se bou ver concurrencia t orno esperam ; tendo continuadamente1 bota sorti-
mento de doces para-cha; presuntos e ditos em fiambrey'taiBfcein'se reeefeea para ee-
rem preparados; assim. como doce de caj novo superior, seoc1 e^erysttrJsadOi dlo em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar amos enr perfeito estado.
Para jantares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objectos; ban^
deijas ricamente enfiladas sem armacft-pefas de amendoas (nogaces), dttr de tBfmras
de-ovos, pSes de lo enblados com disticos anlogos a-.qoalquerfira; dlosr montados,
kechs-shnples e ebfeitados com fructas mgleza; gatieamc de- la reine, ditos-dele- ttan
.HS Cfl?le0, sar.meB.t0 de,(lii^0812l ,if |chese> t01"138 de fructa> massa folhada; ditas depeixe earne; oremes-eeces e evo
alpaca a 35, ditos de seda a 55, 75, 1P5 e 145, a. A,fr(,rpn,(<. PcrVu.l(,e T
Aitne fronouoc nr, ,^ao. m-onrio cnrHnnnIA UB UlUerenieb eSfjeCieS.
1 'Baleias pato vestidos.
Vendem-ee- da- loja Queimado e. 8.
Opiata ingleza e frai.ceza.
Vndense na roa do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
' Papef mata mosca.
NaMHKWQoeimaeVbS-IdJada^gnla branca
continua a veoder-ee papal, para, matar mosca e
' custa 40 rs. cada foltia.
Bonitas cesiiuhas para meninas.
Vendem-se na ruado Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Agulhas para machinas.
Veodem.se na loja da aguia branoa a ra do
Queimado n. 8.
Pastilhas fumantes e cheirosas.
Veodem.se na.-loja da. aguia-branca n. 8, a ra
do Queimado, sendo-ellas en calxinhas de pape-
leos de porcelana.
Bollas de ail'fino para engr-ttinados.
VradenT*eina roa do encimada iDje da aguia
branca n. 8.
Bonitas! Gauin has
com per fumarias e t.utraa, md> necessarios para
costura, seddo estas com, msica e sem ella : ven-
dem-se na loja da aguia branca roa do Queittiado
1 D.
Goda- bmnea- para vidros e- madeir-ss.
Na roa do.QueimBdti loja da apuia branra n. 8,
YtOos
Tambem tem ma completo sortimento de vinhos engarrafados,, como sejam: vinho ,
doPorlo superio^i.ueinr/Madeira, Lisboa,. Cbere^ B^dean^Champagnefw, m>t^e%e%To^afr|S llT^s
veja, licores-cwBiopese'conservas. Para festas: boDtav.caJsicba& com amendoas, con- obras de-madeira, custe 500 rs-. cada um deiies.e vl~i
feitus amis enfeits-. Mttitesdestes' objectos mencionaLoR podemria-perfeiUmfiDte ac- por esta com medidadfi de.peeco< conven' eompra-
condicionar tanto para a provincia, come para fra. a frprewn'do.
25 RA NOVA .N., 25
Este^estabeieoinieno acaba de receber um rico sortimento de pianos fortes ex-
ppessameni fabricados parao clima- deste paiz, dos mais afamados fabricantes da Euro-
pa, por isso o proprieterio conrida ao respotavel publico para virem apreciar as qua-
lidades dos referidos pianos.
ontinua-se sempre cora esmero e promptido fazer-se qualquer reparo nos ditos
instrumentos. Afioam-se os pianos debaixo do melhor systbema ltimamente adoptado
na Europa.
ilis
para o carnaval
Vendem-se on alugam-se ricos dminos para o
carnaval, >eodo de vellu lilho e da cores mais lin
das qne ptssivel, e tambem de oora* aoettdodes-1]
que quem desejar sabir estes das dirijas* a ra
da Imperatriz n. 56, loja e armazem da Arara, que
achara um grande sortimento de gosto.
Fazendas pretas para a quaresma, grsde-
naple preto a 10600.
Vende-se grosdenaole preto muito eom a l#60,
15800, 25, 25600 e 35o covado, moreantique pre-
to muito bom a 35 o covado, merino prelo fino a
35 o covado, bombazi na para vestidos de senhora
a 15400 e 15600 o covado, alpaca preta tina a 500,
600, 700 e 800 rs. o covado: na rna de^mpetntrii
n. 56, loja da Arara.
Panno preto hno a 2# 0 covado.
Vndese panno preto Bao para paletots e calcas
a 25, 25500, 35, 45 e 55 o covad >, casemira pre-
ta fina a 3,VjQ'\ 45 e 55 o corte, dita, para covado
a 1580j,25, 25500 e 35 : na ra da Imperatriz,
loja da Arara n. 56.
Chales de fil de liuuo a 6.
Vendem se lindos chales do fil da tmho a 85 e
105, retondas de lil de linho a 1?5, cortes 4e ves-
tido a Mara Pa a 75, 405 e 125 : na ra da Im-
peratriz, hija o armazem da Arara n. 56.
Meias cruas para menino a i$ a duzia
Vendem-se meias cruas para menino a 15 a du-
zia chales de merm estampados a 25, ditos de
laa'a 15280, ditos de algodo a 15, coiarinho para
homem a 5u0 rs. a duzia.para acabar : na ruada
Imperatriz n. 56. loja da Arara.
Cortes de ganga e de brim a I #800.
Vendem-se cortes de calca pera homem, de gan-
ga e brim de cores a 15603 e 15800; cortes de
meia casemira de cor a 25500 e 3)1 cortes de ca-
semira preta para calca a 3550!), '45 e M : na
rna da Imperatriz o. 5o,
Chitas baratas a 820 o ovado.
Vendem-se chites de cores finas '220 e 240
Fazendas, pbantasia para vestidos ebegados de Paria polo ultimo vapor.
Lindos robes dergend^s cesarianas fazenda transparente de inteiro gosto.
Ditos de perealia campestre padioes muito ricos.
Pijquis.-imis grinadines de seda oque ttm vindo de melhorcw^-rrest mercado.
Liados cortes de sallan pekin para vestido fazenda inteiramente nova.
Ditos de gare setlm em peca fazenda transparenle e de gosto- muito- modernos.
Lindos chales- de-grentraim broch, primeira vez aqni apparecidos.
hice bournas de crepe^oarnecidas do tranca muito proprios para' passeios.
Riquissimas ttwelas. para sinto, de metal, de crvstal com age e com pedras fitas, o-
que ha de mais novo.
E outras muitas fazendas de Inteiro gosto.
Ra do Crespo n. 13.
Loja das colanillas de Antonio Crrete de Vaseeneeltos
<& Cempanhia.
J.

DE
VIGNES.
X. 55. RA DO nPHRADOH 1. 5.
Ospianos-desta antiga fabrica sao boje aass conheeMos para que seja neeessario insistir solire a
ca superioridade, vantugens e garantas que onerecem aos compradores, qualidades estas contesta
veis qoe elle? tem deflnitrvarrrente conqnistado sobre todos os que tem apparecido nesla praca ; pos-
ikindo um Helado e uaachinismo fne obedecen i todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca falbar, por serem fabricados de proposito, e ter-se falto oHimsmeoe MeNroramentos hnpotran-
tissimos para o clima leste paiz ; quauto s vozes, sio iaeiodiesse- efltotadas, e pee isso nmito grana
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-e conforme m encommeodas, tanta tiesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
cerrespeoeote de J. Vigoe, em cuja capital foram sempre premiados em-todas as exposIcSes.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explendidoe variad ortfmwto d* tndtfeas tos
melbores autores da Europa, assim como harmnicos e piaao barmwfiees, seurde ende weiit por
precos commodos e razoavels.
dfirande peehineha.
No nra da Imperatriz n. 31 porta larpa d Pare-
des Fortn, vende-se abalee de merino estampados a
25 e 29500 e finos 55, esto se acabando.
Bordados.
Ohegon loja de Paredes Porto, roa da Fmpera-
irtz n. 52, oareormeMo de aroininhas, goHinhas,
eorpinbos, roiuekas e sintot, de cambrai: branca,
pelo barato preco de 25500, 39500 e 45,
gollinhas
covado, ditas franeazas finas a 280. 320, MO e 400 j 500 rs., romeirs ,1 800 e sintos a 800 rs,' grande
rs. o cov. do, cassas de cores para vestidos a 320, | qaantidade de ntremelos a 600 e 800 rs. a peca,.
B
360 e 400 rs- o covado, riscado francez para ves-
tido a 240 o covado : na roa da Irrrpet atrlz n. 56.
Lazinhas para vestidos a 240 o covado
Veodem-se laazinbas para venidos a 840, 320,
360 e 400 rs. o cdvado, ditas finas com quadro
de seda a 500 rs., ditas de ama so cor a 50J rs. o
covado, goliobas para senhora a 240 e 320, man-
guitos a 15, camisinhas a 156OO e 35, finas a 45 :
Da roa da Imperatriz, loja e armazem da Arara
Bales de arcos, a 2
Vendem-se baldes de todos os temanbee o .25,
295OC, 35, 35500 e 45 : so na leja e armazem da
Arara, roa da Imperatriz n. 36-
Fil de linho de cores a 160 o covado
Vende-so fl de iiobo de cores proptio para
bnoqaedo do carnaval a 160 ocowdc, 4apete de
cores a 500 rs. o covado, velboUnas de oeres a 800
rs ganga encamada a 320 o covado, pannfnho sar
gaita e 280 o owdo : n *'
apro 50.
estaeae eeebamk).
Luyas de Jouvin.
A loja de miudezas na pa do Queima-
do n. 16, pesebeuras por asta ultimo vapor,
"Breo em barricas pequeas.
Cera em velae.de todos oe4aaiannos.
Bogias.
Mercurio.
Na roa do vigario n. 19, primeiro andar.
AlOrs. bol ja
Tinta preta para escrever, de boa qualidade :
vende-se na roa das Crnzes n. 41 A, taberna da
po larga._____________________________
Na padaria n. 9 da rna do Rangel vende-se
umi macbiea qne-terw pra tlIBeTeote mirteres,
eomo seja, descarocar algodo e moer farlnba etc.,
Imparetriz no-1 para ser movida por cavallo na mesma se vende
' ora bora cavallo.
Cambraias.
Parede Porto vende cambraias lisas finas, BaM
d sortifuento, a 35 at 65, ditas Victoria muito
finas, com 10 varas a 65; vaMo e 7$-? tutrts da
lorpaatiiz a. 5*, tinto aapifeaTtti-^aeiiza.
Ctejraem ao corpHhos de camlrraia
Vendem-se corpinhos de cambraia com entre-
meto*. 45 o 5#, estao ** acabando i UMI -de
Paredes forto, ra da fmderatriz n. 52, poria lar-
ga, juo.o a padaria franceza.
''
Nevede.
Ghegaram os boDitos etiaks e retonda de goipn-
re brancos, e vendem-se na ra da Imperatriz a
52, loja da port? larga, de Paredes Porto.
avariado.
Francez tjorrica Portlaad -dem Em perfelto estado: Francez barrica Portrand tem 5000 85500 19#000 1000
Nearomam Aeaewmioa As vpdadeiras brides^
. piedaeiras de Ipojuca
Vendem Azevedo A Irmao, a rt do Qoetoado.
Papal grewe pautado com- 33 linbas.
A. aguia branca, acaba de receber novo sorti-
I ment de papel greve liso e pautado com 33 linhas
assim como de peso tambera liso e pabtado, dito
poqoeno-em cawinbeveendo liso* paulado, beira
douradaesem o ser. Tambem recebeu grande
sortimento de envelopes, a todo se vende por pre-
cos com.modbs : na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
*ftp8l paqtrete branco paotado.
endo-se na roa do-Quoimado n. 8, loja da aguiat
branca.
Artificiaes.
Ramos de trigo com diversas cores mui proprios
para enfeites de gorros e chapeos de senhoras e
meninas, acham-se > venda na rna do Queimado
loja da aguia branca.n. 8.
Banhas e extractos Unos
A aguia branca receben um ezcellente sorti-
mento de perfumaras finas sendo bonitos frascos
de cores com-ex 1 rae ios fleos o de agrada veis ohei-
rus ; assim como bellos vasos de porcelana doura-
da c m banba de superior qualidade, tendo oestes
lguns com InscrlpcSes apropriadas para presen
te, ete-iretc. quera'se dirigir a- ra do Queimado
o, 8, loja da asuia l>ranca( achara a certeza.dtsso,
& bo* disposico para vender a dmbeiro por pre-
cos commodos.
AS PROTEITOSAS AGUAS
balsmica, (ftMitiui;r ambreaia, aeham-e i ven-
da, na ra de Qtjeiawdo, loja d'aguia braoc nu-
mero 8.
L.a*as e ftarrfszfiinos aom grasa
econmico.
Vfendem-se por pregos raioavehs: na ra do
Qoeiraad loja de miudezas n. 16.
Agu de alvildf para i'azer os ea-
-bellos preto*.
Na loja d BMueca>a rea vendem se caisiohascora essa excellenle prepara-
caoAgua de Hoildepara fazer os cabellos pre-
os, quem delta precisar pode dirlgir-se a dita loja:
nrraa de-Quevnwdo' m 16.
PMttThassorrlicss yarrptfifltf sa-
las, galrinetes, etc.. etc.
Xa loja de miudezas a ra do Queimado n. 16,
veadein se- CBitmbes-eom'essaaddtoriflcae pastilhas
fumantes.
Papel 4e peso almaca, liso e paula 1o.
A loja de miudezas a roa do Queimado o. 16,
acba-se bem provida de papel de diversas quali-
dades, senda atmae' greve Irso e pautado1, com 33
linhas, dito de peso tambem liso e pautado, dito
pequeo em caixinhas igualmente liso e pautado,
com beira doorada e sem ser, assim como enve-
lep grandes e- pequwios, os prendeote9 (Mrijem-
se a dita loja na ra- do Qurtmadc n. Mj qne serao
bem servidos. ,
Hasmo depois da Testa gaU-se peifu-
mwm fina
A aatiga toja de mrudezas a ra do Qoeiraado n.
16, acaba de receber um bello sortimento de per-
fumarias finas, sendo banba Qna, em diversos e de-
licados vjtos de porcelana donrtdus com sljrofflca-
tivas iofwipe&vs e em ellas; asho-eoww bOBrtes
Irascos de pbantasia eom expelientes exlractoede
finos e escolbidos cheiros, e bem como uperior
agua da Colonia em garrafas e frascos de diversos
tamanlios, dita dedifrees, tratSMDtea e eVfloYJe
larauja, cosmeiiques.iic rtWHtoas^m frascos de
difterenles moldes. Vende-se lude per precos com-
modos a vista da superiorldade das qualidades :
n roa do Queimado, Foja de miudezas n. 16.
Diversos obftclos.
Vendem-se na loja de miudezas
a ra do Queimado n. 16.
Bonitos Jeques de sabdalo e outras qualidades.
Bonitos cintos com fivellas de diversas qualida-
des e moldes.
Brincos e eruzes* de erystal.
Abetoadoras de-dito para coletea.
Bonitos port-relogios.
Delicadas caitas com mostea e sem ella, para'
costura.
AgoJhM e iinhas-para ebrooheU
Retroz superior em carriteis.
Rendas prelas e blcos com vidrilhos.
Pitas'de felfee de^ow e vestidos.
Ditas de grosdeoafotoMIsas e lavradae, brencas
e matisadas.
tartaroga, ace e dooradas.
Boas e boniUs Hlasacbanulotadas para ditas.
Ditea de dita de grosdenaples lisas a lavradas
com novos e agradaveis desenbos.
Trancas pretas de seda com vidrilhos moldes
no vos e de gesto.
Bicos brancos epretos de seda eom vidrilhos e,
de differentes larguras e benitos desenbos.
Cascairllbas de seda com diversas cores e lar-
gores,'formas inteiramente novas a Imllacao de
palo, babadiaho e ootra co urna traisinha no
centro e qne Ibes da nuil graca.
Oulras estrei-as e largas gnarnecidas de bico.
de seda obra de muito gosto.
Jotras de eamnraia de cores.
Boioes de.seda, veilodo.e aeo para enfettee de
vestidos.
Trancas de seda estrellas e largas brancas e de
cores para enfeites de vestidos.
Flores finas
CA.PELLAS PARA MENINAS E NOIVaS.
A aguia branca a ra do Queimado b. 8, rece-
beu para vender :
Delicadas eapellas brancas para noivas.
Ditas ditas para meninas.
Ditas ditas de caixos de flor de laranja.
Ditas ditas de rosas camelias e outras.
Bitas ditas ou ramos de trigo.
Diversos ramos de flores linas para peito do
vestidos, enfeites de chapeos etc., etc.
Preparo-ywm flores.
Na rna do Queimado n. 8, loja da-, aguia bran-
ca, vende-se:
Papel de cores para rosas.
Dito verde para'folhas,.
Dito dinr e pflrdb para cobrir os tales das* ditas.
Mosgo em rama.
Polbas para rosas.
Agulhas e linhas parn eroehet.
Vendem-se na ra do Queimado n. 8- loja da
aguia branca^ assim como- agulhas para trenaibar
se em lia.
Papel de sobrecellente para os
phosphoroshygienieos ou de
segur anca.
' A vista do grande tamanho das caixinhas dos
ipnospheros hygienicos ou de segotanca, fornava-se
poooe-o papel qne vem em diiss caixinhas, e para
r+mediar essa falla a aguia branca mandou vir e
acaba de receber esse especial papel, c qual se
'dar de sobrecellente a qoem comprar de taes
iphosphoros 0 se vender mdistinctamenie a qoem
delle precisar. Depreco de- cada caixinha de pbos-
pboro continua a ser 160 rs., e vendem-se na rna
do Queimado n. 8, loja da aguia branca.
Seda froucha para bordar.
Vede-se na ra do Queimade loja da aguia
branca n. 8.
Obras d& erystal.
Brincos de diversos moldes.
Outros lambem de erystal de cores.
Ontros- de aljofares brancos e obtras cores.
Adereces de cryslaf obra de gosto.
Rosetas de dito e eruzes.
Botoes de dito, brancos e de cores para collete
Dito de dito tambem brancos e de cores-'para
punbos. .
Vollas de dito e outras qualidades.
de diversas qualidades
Vendem-se na roa do Queimado n. 8, loja da
aguia branca.
Aspas fortes para baldo
Veodem-se na roa do Queimado loja da agoia
branca n. 8.
Cromacome para tingir ca
bellos.
A aguia branca avisa aos constantes fregnezes
dessa excedente tintura, que ella acaba de rece:
ber nma nova remessa de cromacome, coloricome
esa bao branco, neeessario.para lavar os cabellos,
portanto podem dirigir-se a dita loja na ra do
Queimado n. 8.
Abridores de luvas.
Veodem-se na rna do Lueimado loja da
branca n. 8.
Port fioaqnets
de bonitos moldes, dourados e cabo
la : acham-se a vefcda na rna do
da aguia branca n. 8.
Bonitas lorjqtiinlias
de-fil de linho, cambraia e setim todas mut bem
enfeitadas: vendem-se na ra do Queimado n. 8,
loja da aguia branca.
Carreteis com retroz.
Na ra no Queimado n.8, loja da aguia branca
Cbegou a loja de Paredes Porto um boato
tmente de vestidos ditnmniile mu eftn__
o.oe serve para partidas por ser nma ptaaia** m-
t-temoume ^peio pea barata anco de 4*
brancos a AJ0OO, e*io acanando-se" i, irmrT-
da porU larga toa da Impcatriz o. 51 unh> a so-
darla franceza.
Cortinados.
Cbegeo a loja de Farades Porto om romaico
sortimento de cortinados ricanvDie bordado 1
preco de 251, 35f e 451 : na rm da Impetanc
D. Si, porta larga Jomo a padaria franceza.
Ricas roraeiras. .
Paredes Parto receben pelo oltimo paquete na
sortimento de rometra de guipare prrus e de ate
a preco eommodo : na rna da Imperatri. c. ii.
porta larga jodio a padaria franena.
(j ra-t. ds ptchxncha
Cortes de lia escoceza entelada para VMtW
fazenda de 500 rs., est se vndenlo a 0 f 3S
rs. 0 covado : na roa da Imperatriz n. 52, foja da
{.orla larga.
aguia
de madrepero-
Queimado loja

Milita attentflo.
No armazem ama do' Imptertbr n^ S od t'
Cnesdjl^droHn. 2, tem para veWteM M*-
twrgac existente no mercado.
Goimaraes & lrmao proprietarios do grande ar-
mazem de fazendas e roupas feilas na roa da Im-
peratriz n.. 7t, tendo recibido' nm grande sorti-
mento de fazendas de go.-to trazldas por om dos
socios pelo ultimo vapor, vem portante fazer scien
te aos senhores e senhoras os precos de sua fazen-
das, os proprios afflancam vender as fazendas por
menos 20 por cenlo do que em- ontra qnaiqber
par-te nao s por ser n< rhn do anno como tambea
por sor a testa tempo este que as Exmas. aenboraa
devem muir se do bom e barato, a saber :
Ricos cortes d lia com barras.
Vndese nm grande sortimento de eortes de
las- 00 barra* tendo todos os peNehcesy-tatnfsi-
nha com pravatinhae simo, sendo os mais novse
modernos que tem vindo ao mercado, ditos de
phantasl confitad barras e vendem-se por pre-
cos moito rasoaveis.
Lias escocesas co Usas de seda.
Vende-se om bonito sortimento de lasinbas es-
cocesas a 500 e 560 rs', ditas transparentes de lis-
tas de seda a 320 e 360 rs.
PerCilias finas com lindos dcstnhos.
Vende-seiindas perealias- mnito Anas a 360,
400, 480 e 800 rs., chitas de todas as qualidades a
saber de precos 280, 320, 360, 400, 440, 480 e
500 rs.
Cassas francezas miuilinhas.
Vende-se nm grande sortimento de cassas miu-
dinnafi sendo as core* seenirae a 280, 360 480.as..
Cambraias braaess transparentes.
Vendem-se, pecas de cambraias brancas trans-
parentes 31, 4, 41500, 51, 5500, 61, 61500 e
71, ditas muito finas cetnttm vara de largura a
91 e 101.
Chales de merino finos.
Yendem-se chales de merino fines seodo com
estampas bttnftas e moffeltras pelo barato pteco' de
71,718(10 e-81, dftos' sos t*m Hodas- cores a
41, 415009 Si, ditos estampados a 21 21500. .
Crinolinas en "balees.
Vende-se nm grande sortimento de crinolinas a
2|00, 3$, 31500 41.
Tarlatanas Una* a 610 rs. a rara.
Vende-seTaiUfana flMbres 1>e1d *arato pteco
de 640 e 800 rs. a vara.
' Mantas parr-humn 09M.
Vendem-se mantas para homem as de mais gos-
to que tem vindo ao mercado pelo barato preco de
11300 e 11500, todo isto s na ra da Imperatriz
0:7*. MJ'de-GotmaWes & Irtto.
Tiras bordadas a l&.
Vende-se um grande sortimento de liras borda-
das a 11 cada orna e pecas de' ntremelos a 11,
11200 e f 1300.
Camisas franeezas ara hemem.
Cortes de laa escocesa para vestido a 31
te: na roa oa Imperatriz o. 51 laja da parta sar-
ga, jonto a padaria franceza, esto ae acabando.
Chales de renda
Paredes Porto, na roa da Imperatriz n. t. acre
larga, vende chalet, de renda d corta coan pt-..>*-
no toqne de mofo, a 31500 e 41, fazenda de !<
e 124000.
120
Para roaaade eseraws.
Paredes Porto tea para vender chita azai n-
cado proprio para o Bm cima a 120 rs. cuvadu,
orna grande pectrinchafe esu' se acaUad* : a
roa da Imperatriz n. 52 porta larga jema a poJe-
ria fcaceta.
Grfrade piiw?T>a.
Paredes Porto esta'n'ndfndo rtsrado frinrez t
200 rs. o covado : a* roa dn Imperatrii. n. R ar-
mazem da porta larga jonto apadaiia frabccaa.
Para luto.
1 Lias pretas coa salpicc* brancos a 4C0 e 9H>
rs. o covado : na rna da Imperatriz a. 52 j^nk a
padaria franceza armazem da porta larga.
ww
Chapeos de sol.
Vendem-se cbapess de uA d i^m* a tl4tn*c
urna grande pecbincba t para acabar : na iw m
Imperatriz n. 52 armazem da porta larga de Pan-
des Porto.
A 10500.
Vendem-se pecas de tranca preta para entese*
de vestidos, soofembarqnes, rapas de ambara a
11600 com 10 vaias, < urna granee eeniarhat: >
roa da Imperatriz n. 52 jomo a padaria frai
Tasso Lrmos
Vndem ne sen amateai na t
Amorrin 1. lT
Licor fino Curac'o em botijas e c, ias botijas.
Licores finos- sonidos em garrafas com roma# da
vidro e em lindos fraseos.
Vinhosliberes.
Santernes.
Cbambertin.
Hermitage.
Borgonhe.
Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordean!.
Cognac.
Od Ton.
Paezei lagniol.
Qufijfs do serta
Vende-se superior queijo do serto : na rna d
Madre de Beos, armazem jpnto a igreja.
Prego* para estatate e labldjae
Vende-se em barricas 00 a retalbo : a roa av
Queimado, Azevedo & Irnto*
GoffiHia do milho braooo
americana
Esta preciosa fcala, cojas propriedades md-
cinaes a imprensa europea tanto tem exaltado para
a cura das molestias do peito, rrmmmrnde 11 taaa-
bem como alimento sadio e Botritivo pan at en-
ancas, prestando se a variados prepar- s colman, s
A geral aceitaco qne ella tem obtido por toda a
parte o Sf o maior elegi : vende se ooiramewf
na rna do Imperador n. 57, armatem Al
Vendem se dnas casas terreas pequeas, ama
dita na povoaco do Mooteiro, e ontra no bairro di
Becife : qoem as qoizer comprar, dirija-a a ba-
ca da roa do Cabuga, qoe encontrar com qncm
tratar._________
Os dminos do Pav&o.
Vendem-se os mais elegantes domin*, oa aS>
gara-sp, proprios para o carnaval, usa roma at
vende fazenda propria para os meemos : na lap
do Pavo, roa da Imperatriz n. dO.
Grsdenaple preto a 1*J600.
r frane ptrlwan!!
Vende-se grsdenaple preto, sendo moito enecr-
pado e de boa largura, pelo baratsimo pre._- -> a-
11600 o covado : na roa da Imperatriz n. 60'
Rlscados a ItOrs.
Vende-se rrscadinho escaro proprio para vestt-
doa on roupas para hornero, pelo baraiissime pre-
co de 120 rs. o covado : s na roa da Imnaiatin
o.m.__^_ ___^______________
Vendem-se lingoas do Rio Grafa; ae aun,
mnito novas, a 240 cada nma : no sata* do Car-
ino, esqoioa da roa de Hortas, armazcan a. 1
n i i 11 un 1 mii^f.
Escravos fgidos
Fogio no dia terca-feira 30 do Janeiro nroi
fiodo, a preta crioula de nome hWcana, de idud*
36 annos, pouco mais ou meos, sendo de cor Sa-
la; altura regular, tevoo vestido dd eha tarara :
quem a apprehender, cooduaioda-a a anea do aba.
zo assignado, na rna da Imperatriz a. 30, sera
gratificado.
Francisco Angosto de Aada.
Fogio do engenbo Marinan, frrtwna de
Serfnhiem, o ewravo de nome Jos, coa
Jos Goiarna, foi montado em na tmrr
galba, cor castanbo e gordo, com en
guintes : cor bem preta, cricolo, altnra rr
falta de 3en tes na frente, ja pinta bastante.
catea e camisa deatgodo, e mais roopa.i
palba pantado com Ifnm
ande na fregueii do Cebe oode bem 1
quem o pretender leve o ao engenho Agoa-Fria 1
Ipojuca, on no engenho cima roeaeiooado, a* 1
seohor Antonio. Banderra de Mello, qne i
sata. .
strtv

tagma.
ido bascar
Ifo da de fevereiro tndb bdscar ornas eastaa,
denpparecea a escrnva Sopfem, ertmaha,
vestido de chita cor de caf e chale do han 1
ja asado, tendo coito ronde moda roopa
qoer, e tem os sigoaes segantes: alta, magra, fas-
ta ura en doos danta na frente do hado do cana.
cara comprida, etado quaolo faz coa a nal* >
querda, representa ter de Idade 30 a 35aaaMe>
multo dishreada, e fot eserava O) Sr. _
Gnsmao Coeho, empregado ambOan, o 1
onecida : pede se a* autoridades sHariaei e 1
senhor, na^Snga^So'oiPora de fafleeido Ii
Vende-se nm grande sortimeoto de eamlsas fram-t ^^ MhtmtA6,tm fia roa do Srn k M
cezas a 11800, 3
a 31, 31500, 41 e 41: ist na roa
n.
21, 21500, ditos de peito de linOo
\ e 41: isto na roa da Imperatriz
72, toja de^fmaraes 4'rrmo.
sapas fitas.
"tenoV-seTim 8t>n8 srMentS d' rtitJareitas
aeelm io'srm !' patato, calces e edtletes do'
pannos e de casemira tanto preta como de er pa-
ra precos moito rasoaveis assim como umbem temi
de bros brancos de cores, serdulas de lipho a
fl afgdalO- r moderados ?} M*roa olt'fo^eriTrhi n.'-Tf, lofi'pBgo.
de Goimaraes 4 lrmo. 1 Thereu Francisca dos
Ratos n. 16, qne serio gratificado*,
Escrnvo fgido.
No dia tC do coirente fogio do engesho Cana-
vteh-a, rregfletirida BIotI do OI, o anea eseravo
Vneate, crionlo, de Idade 30 anana, ponto naata a
menos, baiao.grosao, barbado, tena marea a da aa-
zigas no rosto, nao moito preto, nao leen faaa da
denles, bem parecido entrante*, sabio amatad a


8
Diaria Vatfiaaftalft* iMttfa!-tot*W*WVrnm i W6.






JURISPRUDENCIA
Cois qae tem aeompaohado tests treosorltges al-: ponco versados na jurisprudencia aqaelles deselvai desapparecer da face da trra para tronca mais
ja' o articulista qae he nao sera' dado procurar
impunemente gerar na opinio publica falsos pre-
publicx* coDceitos em favor de sna cansa, oti antes atacar
cao relativa oullidade do teamente de ot per- os magistrados que esa dec sao proferirn, pois
Djaio da Cruz. Sobre a qaestio nio temos o co- as primeiras observares ja' revelam qae a oatro
O Fornn.
Abrimos espago oesta columna a uaia
Ruma cousa que nao podemos deixar sem respos-' principios/assara poreousa sabida, incontroversa,
ta, mesrao pela conveniencia da qae eonheca desde I corriqneira.
Qnanto materia de ficto, na verdade o Accor-
do nao indica sobre nada ponto a prova respecti-
va, ulvez porque da leitura dos aatos resulta qae
Dlicimentj qae resultara do exame dos autos.
U Fomm (ji o dissemos por raais de urna vez)
iivi se limita a iaserir opini5as e trabamos da res-
pasiva redacgo. Eile consagra, nos devido3 ter-
ina, o priacipo da plena liUrdade na discusso
dos negocios" forenses, arada nos casos em que a
faltados Jados aecessarios nos pnbiba emiltir nos- inteoeoes
se ergaer.
R. f.
qaasi todas as circumsUaeias expendidas no Ac-
cordo esto fra de controversia quanto a sua
flia se nao encaminharo as deraais. existencia. Urna vez porm qne o articulista pa
E' asim que com raaligoiJade, nial disfamada, reoe pret,nder aUcir 0 Aecordio por este lado,
chama o articulista urna e muios vezes a aitenco ,gt0 j Wu de prova qaant ao fact0i desd9 jg he'
publica para a circumstancia de lar sido relator do
feito o Exm. Sr. deserrroargador Francisco Dorain-
gi.e da Silva. Si o articulista pretende atacar as
Jaste digo > magistrado, e o senlimento
so juizo, que dever ser o mais escrapaloso quau
do lenhamos de esposar ou contestar o pensaraento
alueio.
Abstendo-nos, por isso, de aventurar nosso con
caito sobre o fondo da questio alludida, seja-nos
qoe oanimou nadecisoda eaasa.porqne nao o faz
frnc e abertamente? Pelo menos haveria mais
diguidade no modo da censara: nada de reticen-
cias, com ellas nio pense o articulista que fara' ef-
feito. -Neohura motivo de suspeico tioha aquello
,it > coratado, proerir daas palavras por amor da magistrado a respeito da causa de qae ss trata; e
tanto nao o tioha que havendo o feito sido julgado
ims A polmica tem tomado carcter pessoal. Utn
magistrado, relator do feito, foi victima de urna
longos mezes depois de sua di sinbmcao, nenlium
dos iateressados allegou essa suspeicio, e s agora
.virefiacoelingMgem demasiadamente speras, o fazo testameutelro raallogrado depois da decisio
asseveramos qoe nao ha no Accordo mencionada
urna s circamsuocia que nao esteja sobejameute j
comprovada pelos autos. Si assim nao o arti-
culista na analyse que nos promane indicar qaaes
os pontos de facto menos verdadeiros e nos tare-
mos o prazer de respouder-lhe.
Qnanto a ter-se tornado essa questao amianto
{.escandalosa e celebre por circnmstancias dedazi -
das das passoas tjue litigio, poderiamos aqoi dar
ao aggressor ama respos ta satisfactoria.....; mas
nio a daremos por ora, e basta que lerab'remos ao
arllcalista qae o estado das pessoas qae litigio
nessa questo nio pode ser desfavoravel seno
O litigante, que com razio ou sem ella se julga
prejudicado em seu direite, poda at certo ponto
mareeer descolpa de alguma expanso mais vehe-
mente. O nteresse, mesmo o interesse licito,
muito susceptivel de intolerancia.
Mas. qnando se trata de nm tidadio qaalquer, e
principalmente de urna pessoa cuja posicio Ihe d
direito a inaior simma de allenges, a temperanga
da palavra um preceito de que nao pode prescin-
dir o eseriptor, anda quando trate do seu ou de
alheio nteresse. A graviade caracterstica de urna
boa discusso jurdica torna anda mais Imperioso
este preceito. Em todo caso, nao podemos fallar s
eonslderacoes devidas ao respellavel e severo au-
ditorio para quem fallamos.
Accusagoes de certa ordem contra um bomem de
repotacao anda nao atacada vaotajosamente, exi-
gen! prova inmediata, para merecerem f. Do
contrario, a mcredulidade da opiniao s sera' co?
trastada pelo riso maligno de alguos desaffectos do
ofendido.
e' isto o que parece verificar-se a respeito do
magistrado a quem nos referimos. O protesto enr-
gico qoe se tem levantado cootra a publicagio
off-nsiva ao seu carcter, bcm capaz de deiir os
elfeiios da aggressio.
Nao podemos fazer ama apreciago geral dos ac-
tos do Sr. desembargador Domingns como func-
ionario publico ou homem particular.
Mas a tradicao que elle deixra na sua provincia
natal, e o conceito de que goza nesta, onde reside
na tanto tempo, nao desmentem a nossa manifesta-
cao a seu respeito.
Felizmente nos achamos a coberto de qnalqaer
saspeita de parcialidade qur em relagio ao offen
ditto, pois que a elle nao nos prendera lagos degra-
iido e dependencia ; qnr era relacio ao assorapio
da polmica e aos autores della.
Temos o defeito de ser escassos no louvor ; e
quando o dever nos iropelle, sbranos animo e
franqueza para nao sacrifica-lo a' pesigo de
algaem.
O nasso impulso, portanto, espontaneo. Nasce
de urna coovicco sincera, ja' manifestada.
Chegamos a um estado desastroso em que os ho-
rneas rectos devem estar de espreita para darem o
grito de alarma contra os abusos do poder. Mas
oi) fagamos isto concorrendo para atrazar o passo
a' desejada regenerago da imprensa, e para' ver des-
prestigiado o principio da autoridade.ainda mais do
que ja' est, por culpa de seus depositarios umi-
tas vezes.
Evitemos certas contemplarles meticulosas. Cen-
suremos com vehemencia, quando o caso for para
isso : mas antes de indo compre refliclir, indagar,
e colligir as provas.
Era este o meo de dar toda efBcacia aos recla-
mos e revelarles da imprens, exercendo-se nma
vigilancia calma, constante e severa sobre os actos
do funcionalismo.
Quando os abusos formigam, nao acostnmemos a
populacao a dormir o somno da indifferenga, tio
prolongado s vezes, para dispertar curiosa ao ala-
rido de am oa oatro facto solado que possa valer
menos por si mesmo, e pelo nteresse do bem pu-
blico, do que pelo grande encarecimento originado
por alguma razio particular.
Recife, 7 de feverelro de 1865.
Nullidade do testamento de Jos Fernanda
da Cruz.
J de alguns anuos agita-se no foro desta cidade
a questo sobre o assompto indicado na epigraphe
cima.
Ao principio a lula estcndeu-se al. ao campo da
imprens; mas nio tardou que os defensores da
nullidade do testamento parecessem ter cahido em
certo desanimo, principalmente depois qae o supe-
rior tribuaal da relacao por unnime decisio pro-
ferida por cinco de seos membros, os qaaes todos
revirara o processo, julgou aullo o lio fallado tes-
tamooto. Al um libello que o supposto testamn-
telo propoz contra a berdeira para haver da he-
raoga quaolia superior a 2O:0JO000, que diz ter
despendido com o finado, continua a dormir sob
o p do cartorio 1
Dir-se-bia qae os iateressados pela validade do
testamento, melhor avisados, resignaram-se vendo
descbenos e burlados os seus planos contentan-
do-se com o que at boje teem ganho : jamis, po-
rm, poderla auppo-lo quem de perlo os conbe-
cesse.
Aqueiles que Dio duvidaram levar suas arroja-
das pretengdes ao ponto de quererem excluir da
invenlariancia dos bens a mi do fioado, sua ni-
ca herdeira necossaria, em proveito do supposto
teslameaieiro, o qual coaseguio conservar-se effec-
ti va mate na posse do espolio por quasi dous me-
zes, durante os qaaes colheu toda a safra qae exis-
tia, remetindose at o assucar anda bruto -para
ser aqu vendido, taoto era o acodamento do traba-
lbo, nao resultando dessa colbeita um s real em
favor do monte, aota3 apreseatando o testaraentei-
ro a coota de urrfa dezena de contos de saldo em
seu. favor, resultado de sua gerencia e adminlstra-
cao durante os dous mezes ; os que to ionge leva-
UM POUCO DE TDO.
Da Estrella do Norte transcrevemw o segnlnte
RBTRATOSXHOS DE BOAS PERS0NAGBH8.
I
O catholico nncero.
E' sempre nm ltalo de honra o nome de calbo-
ltco.
Muitos conhecende isso e comprlndo pouco os
encargos delle, qaerem todava conservar com des-
vanec ment este nome.
Aceitamos a bomenagem.
Desejam viver e morrer na religiio de seas pais,
qae melhor ? mas o essencial do case esta' em
ser enterrado era ierra benta por um padre catho-
lico : a primeira liona do testamento.
Nio Ibes objecteis seas escripia?, suas palavras
seas costames ; nao senhor, elles sao calholcos e
cat noli eos sinceros, mais do que vos.
que he foi desfavoravel E note-se mais que a de-
ciseo foi unnime entre cinco, e qae nem ao menos
o feito foi daquelles em que o oame dos aatos In-
cumbe nicamente ao relator, mas esse exame, por
se tratar de ama appellaco cival, coube a todos os
juizes, os qaaes de feito a elle procedern, cora pan
sa nao pequea.
Atacar, pois, em taes circunstancias o vol de
um magistrado de superior hierarchia, para attri-
bui-lo a outro senlimento qae nao o de justica,
dar testemunho de malevolencia e de desreipeilo
para o superior tribunal, a quem nao pdu deixar
de alfectar tio raocorosa, quanto injnsta aggressio
contra a honra de um de sens membros.
(Jts annaes jadicianos offerecerio, nio o davi-
damos, exemplos de quesldes reunidas, nota veis
pela poslco social, riqueza, extensas relacoes de
ambas ou de urna das partes, e as quaes am oa
eatre magistrado lera' julgado, nao seaundo sua
consciencia formada a vista das provas e allega-
c5es, mas segundo as exigencias de motivos mais
ou menos infamantes : do qne porm nio havera'
exemplo que em questo na qual neohuma das
partes se pode considerar em alguma daquellas
circunstancias, lodos os juizes da segunda instan-
cia que no julgamento lotervieram (aos quaes Dla
superiondade de sua hierarchia se devem snppor
independencia, pralica de julgar e ama repuiacao
bem formada) fechando todos ellas os olhos ver-
dade, decidissem, nio segundo esta, mas segando o
favor qae era preciso fazer a urna das partes l
entretanto nao menos do que urna monstruosa
imputacao dessas, a que o articulista faz quando
pretende alirar sellas envenenadas contra o carc-
ter do digno joiz relator, e responsabilisa-lo a ello
s pela unnime decisio, qae alias muito abona os
senlinientos de reclidao do egregio tribual.
Ao passo que o articulista procara ferir os dig"
nos jrazes da segunda instancia, faz ara pomposo
elogio ao da primeira que julgou o testamento va-
lido.
Niogoem mais do que nos respeita o carcter
elevado do dislincto Dr. juiz mooicipal da primei-
ra vara, que essa sennnc proferio ; mas nio o
reputamos infallivel, incapaz de enganar-se; e
acreditamos qne elle sabera dar o devldo valor ao
panegyrico qae Ihe teca o articulista, calculada-
mente, para fazer sobresahir as censuras dirigidas
deciso do tribunal superior.
Amigamente cbamava-se catholico sincero aquel-
MOTttoT^^iUcr* e Pralicava>com a cand,dez de ">?
rar-lhe qae esse Accordo, qoe tao urde veio com- crian5a, lado o que ensiaa e manda a santa madre
baier na imprensa (a nio ser escolhida para me- 'greja cathol.ca em nome de sea divino cnefe Je-
Ibor effeito a poca prxima do julgamento dos s
embargos) foi acolhido com a mais agradavel im-
presso no circulo dos horneas de bem, priacipal-
Hoje nio assim ; as palavras toroam-se menti-
rosas como os homens. Desconfiai dos que trazem
na boca e escripto na testa a palavra catholico
sincero ; qne nem elles sabem o qae significa tal
palavra 1
O mesmo est'outra : homem de bem.
Quem nao qaer ser boje homem de bem ?
O politico qae nio tem consciencia, que diz men-
tiras, qae engaa, que calca aos ps as mais san
tas luis da verdade e da justica, tem para si qne
Yon le dar, como rae pedistes, algumas noticias o maior bomem de bem do mundo.
do in tilo lempore -impagavel Casanga. Como 0 empregado que abnsa de seu cargo para enn-
sabes, nosso Caxang at uus vinte dias atraz qaecer-se a si, que veade seas favores, qae rouba
era ara simile destas maravilbas, qae s exisliram seas concidados, renuncia por ventara os seas ti-
nos seculos passados (desculpa a analoga) : passa- mos de homem de bem 1
mente daquelles qae algam conbecimeato oa no-
ticia teem das pessoas dos litigantes.
Por ora Acaremos aqoi.
LITTERATURA
molestias por suas torpes facanhas, como publico?
EJ|e"l^v-dsa qne contrablo dividas, e divi-
da* pesadas, e qae os boas do pai esto snjeitos i
grossas hyporhecas ?
Emflm, ja vos ioformastes qae elle, i ImiUcio
do pai, nada tem de religiio, e qae esta desastrosa
falta bem POMO tranqailisadora para ama ma-
Iher chrlsti ?
Qae dlzeis ? Eu o tenho visto i missa todos |
os domingos, lendo devotamente o sea manual,
sem levantar olhos para nada, fazendo signaes da i
cruz com nma piedade que compunge, e creio tel-o
visto ouvindo sermoes pela quaresma.
Nao me admira qne tambem o tenhais visto
ao confesionario, no dia em que D. Fulana e sua
filba abi estio para o mesmo fim. Certo bypocrita
leve al o arrojo e tncrivel audacia de aposentar-
se na santa mesa da commnobio entre a moca
com quem pretenda casar, e sua mil; com o fim
de engaa-tas l
Oh 1 e o acnais capaz disto 'f
Capaz de lado.
Porm...
Ea o conbeco ; um libertino sem conscien-
cia* quer casar porque a mofa rica ; inculca se
religioso, qae de oatra sorte nao o conseguira ;
eis abl osegredo. Mas elle engana-se ; nio ba de
obter esse aojo de piedade, qae nio ha de deixar
de saber tudo.
Por quem 1
Por lodo mundo ; por mira sendo preciso ;
son franco ; dexai-o com suas hypocrsias, e dizei
Ihe qae bata era oulra porta.
No mesmo dia veio sonda-lo em pessoa am sea
aatigo condiscipalo i instancias de nm amigo se-
creto dos pais da rapariga.
Bens dias, Aleixo. Homem, ooco dizer que
ests devoto ?
Sim, sim...
Qaasi te nao conbecla. Qae foi isto t
Estou oatro, mea amigo.
ftiO*
vamos aqoi dias folgados; vivamos engolfados em
plagos de divertlmentos, com as pernas elsticas
a nao ter mais para onde, e as cabe-jas oceupadas
em decorar variadisslmos brmqoedos. Era, com
effeito, ama sociedade folgasona, onde as horas soa-
vara ligeiras: mas, mea amigo, como qae por cas-
tigo, veio am tempo (o actual) em qae as coasas
formara ama anlbitnese perfeita.
O marasmo apoderoo-se da njssa infeliz socie-
dade do-Ambal (pois, como sabes, ha aqui daas
sociedadesAmbnl e Caxangrivaes sera se
ganda) que hoje, por ter decahldo do fastigio de
sua gloria, por se achar mesmo decrepito-nada
val mais.
Quando eu esperava que com a testa redobra-
riam os prazeres, quando se desenbavam no bori-
sonte de miaba imagmaeao os mais ricos, castalios,
e no mea coracio se delatavara as mais doces es-
Anda l, mea farcista, do me negues : quera
te converteu T
Isto nunca; bomem de bem s direitas,
O negociante avaro, qne vive de usaras, que fal-
sifica os seus gneros e tica mofando da innocencia
dos compradores ?
Homem de bem.
O devasso que deshonra sua familia, que reduz
miseira a mulber e os Qibos, qae Ibes da' pan-
cadas e injurias em lugar de pao ?
Homem de bem at all.
O libertino que trabe a amisade, e nao respeita
o proprio sagrado laco conjugal ?
Homem de bem a toda prova.
Finalmente, quem nio bomem de bem f
u mesmo se aiz da sincendade de mallos que
se aizeui catbollcos.
E como duvidar de sua slnoeridade ?....
O jornaiisia qae clama conlro o clero, que nao
cessa ae dar ao publico os pretendidos erros da
vera
tirar* greja....
Coiholico sincero I
O autor dramtico oa romancista, qae com im-
pos gracejos e historietas falsas mete a ridiculo o
t. para mostrar que o alias muito digno juiz da
primeira instancia poda enganar-se, qae electi-
vamente enganoa-se qaiado aprecioa algumas das
razes produzdas pela autora, bastar o segaiote
exemplo :
Allegoa-seque figurando o testamento (alias nio
escripto pelo fioado Cruz, mas por ontro a seo ro-
go) como escripto no da 4, estando o termo da
approvacao datado do dia 5, quando de diversas
pecas dos autos se raostrava, e at exista urna tes-
temunha de vista que afflrruava ter-se passado
tudo no dia 5, esta circumstancia da aolidata re-
velava alguma fraude, a necessldade de eocobrir,
de disfarcar alguma cousa : mas a seotenca da
primeira instancia desatienden esta allegacao, por
que -pouco importava que fosse escripto no dia 4 e
approvado no dia 5, pois alm de razeavel que o
testador pense e medite bastante em acto too grave,
o approve quando a reflexao o aconselhe a seme-
ntante passo, principalmente nao bavendo lei que
o prohiba. O qae se coatm na sentenca ama
verdade; mas nao responde aquella allegacio. Si
o testamento foi escripto no dia 5 vista de urna
minuta fornecida pelo intitulado testameoteiro,
porque o dataram do dia 4 ? Nisto qae est a
ofrea da presnmpco,na alteracao da verdade, na
simulaco da data, simulaco cojo fim bem se
comprebende. No da 5 o estado do supposto tes
tadorera tal que nao se poderia acreditar que elle
houvesse lido tempo bastante para na posse
da precisa caima e reflexao fazer ou dictar to lon-
go testamento e assistir ao acto de sua approvacao :
convinba pois fiogi-io como qscripto anteriormeole,
para soppor-se que leve lempo nao s de faze-lo
escrever, como de reflectir sobre elle.
Alm disto basta confrontar as suas declaracues,
para ver qae na decisao superior foi a questo
considerada sob nm ponto de vista que nao entrn
as considerares da sentenca da primeira instan-
cia, qual o de ser o testamento filho de suggesldes
exercidas sobre o testador -ab ponto de tirar ao
testamento o carcter de legitima expresso de sua
vootade ; entretanto que a sentenca da primeira
instancia consideroa principalmente as formalida-
des externas e baseou-se toda no instrumento da
approvacao. Acba o articulista muito notavel que
o Accordo nao indique as fontes de jurispruden-
cia donde colheu os principios em qae se basa,
nem as pecas dos autos qae justificam suas asser-
(des quanio materia de facto.
Em primeiro logar o principal nio saber se
no Accordo existem ou nio ciacdes, o principal
saber s a conler o Accordo referencia a prin
cipios de direito, sao estes exactos e verdadeiros.
Quaes os principios a que o Accordo ailude ?
Sao elles verdadeiros ? Cootesta-os o articulista ?
Isto o qne importa : e porque o Accordo nao
coatenha cuacos, nao se segu que os principios
peraocas ,eis qae a terrivel verdade
me diste rlsonho soohar de poeta.
Oh I como s barbara realidade, que.nio deixas
vislumbre de esperanca 11
Chegaram as novenas, e por conseguate a feaa P*ta, Grdaes e Bispoa, e instiga o povo o arras-
do Caxang ; aquellas coincidirn! com o mais bel- lai-os na lama se possivel fosse...
lo loar, qoe pode apparecer em ara cu lmpido e I Ctlholieo ^j,, sincero,
cor de aoil; e sio caotadas por mogas que, como Q pi(Jre di$lrah)lo e mao(iano, que cuidando em
sabes, teem a belleza dos aojos e o perfume das B4-1 Han no MU e$,tdo> em ^^ divorcio
res (supposicio), as qaaes vestidas de braneo e
reuBidas em um poato dado, d'alll partera para a
reja, oode vio deixar ouvir as saas vozes argen-
tinas e harmoniosas, como a do pintasilgo; e entao
entre ellas apparece, por occasio dos versos, a voz
melodiosaharmnicasonora e tudo mais que ha
de sublime neste genero, da Exma. Sra. ..., qae
deixa-nos em xtasis e faz esqaecer por aqnelles
momentos os calos, que all sapportamos durante
amas duas horas; porque, preciso confessar, as
mocas vio todas para o corolugar privativo dal-
las e de alguns, qae por felicidade foram eseolbi-
dos para auxilia-las na cantoria : a excepcio des-
tes, todos os mais esto embaixo, p firme, olhan-
do para as ovas e duendo como a raposa -nao co-
memos porqae esli ver Jos I...
com o breviario escanda I isa o mundo com os seas
modos e dissoluges...
Catholico sincero I
Opbilosopbo toqoaz, que as casas de jogo e cafs
rodeado de ouviotes, de cigarro na boca e copo na
mo, dlscorre orculos, e propoe reformas greja
de Deas.....
Catholico sincero!
Presentemente se cbama sinceridade a audacia
e a insolencia.
Sera' sincera semelbante gente ?
Sera', mas a' maneira de bypocritas, que vend-
se descobertos multiplican! protestos para encobrir
sua malicia.
Oh vos qae sois verdadeiros catholicos I descoo-
liai desses falsos irmios, e uni-vos em torno de
Oh I descolpame a massada, nao era isto que i yossog p48iores QQidas com o seu chele o vigario
quera dizer, esim demonstrarte que nosso Ambo- de Q,r|St0 M terrt.
l est inspido -cynico-esti regelado-como um
coraao de moga, que toma hypothese no sea pri-
meiro amor e abysraa-se as profuodidades do I
A igreja, columna da verdade, esta' plantada so
bre a rocha, nlngnem a destruir'.
E se todava por desgraca do mando, violenta e
scepticisrao; em fim boje smente o espectro oa passageira lempe,la(ie alterasse os mares e flzesse
antes a caveira de urna formosa virgeml-o
campus ubi Troja fuit. Mas pergantar-me-bas o
por que ? Porque sabe esse bando de eysnes (as
mogas) e com o luar vio ao lago, e logo depois re-
colhem-se sem, ao menos, esvoacar em torno do
lago i porque apoderou-se um horrivel torpor de
miohas pernas, que assemelham-se a paralysia;
rainha intelllgencia esl embrutecida a falta de
exercicio do a....; em fim, nao se ouve mais dizer
Constancia dai-me os teus bracos, nem mais e
bonel braneo da forquilha em exercicionao se
ouve a melanclica voz da viuvinbanio se diz
mais quaodo o la sakir eu vou gyraroa por
oulra nao se diz- cha cafnio falla mais a
camponezaJfiM-i ouve ao looge a triste msica vocal do-carangae-
jo, cantada depois das dez horas da noite, qoe
vem lentamente ferir os nossos ouvidos, como fe-
rem os oaos os ltimos reflexos de urna lampada
prestes a apagar-se por falla de eombustivel 11
D'ahl lira urna illacio para avaliar a nossa tris-
teza em presenga dos fragmentos dessa bella socie
dade de onti'ora, qoe smente abatea-se para obe-
decer a ordem natural das cousas. E' esta a terri-
vel verdade.
Mas objectars ainda- possivel que ao jardim
de tantas Odres e tio bellas (as mogas) bafejadas
pelas azas fagaeiras das brisas de Cichaag, ali-
mentado com ora ar puro, capaz de corar os mais
estragados palmos, nio reste ao menos, uns lon-
gos de fragancia, am complexo de perfumes exa-
lados de todo esse jardim? E' difficil de crr, po
subir as ondas at as estrellas, a barca de Pedro
vos recebara em seu seio, e dentro della no cimo
das vagas estais mais perto do co.
II
O pretendente
Nao se trata aqui da pretndanles politicos : des-
cansa!, qae nao coaspiramos.
Queremos fallar do joven pretendente, mais ou
menos catholico sincero, que procura esposa para
casar-se.
Questo grave e pratica I
Geraimeute se diz qae a sinceridade nao a
virtude dos pretendentes, e nem tambem das pre-
tendidas.
De parte a parle cada um quer ser um anjo de
formosura e virtudes, e rico principalmente ; nio
se Ibes enxerga rlefeitos, e se os ba, sao defeilos a-
raaveis que at apressara o casamento.
Os borneas que se lera por es per tos, se parece m
muito com o jogador de xadrez ainda novigo, qae
s cada em levantar as pegas do adversario, s-
quecendo-se de cobrir o seu proprio jogo ; e quan-
do pensa que assim eogaoa, elle o que sabe en-
gaado.
Toda sinceridade pouca neste assumpto, pois
um jogo terrivel, em que o engaador oxpoe-se
a amargos pesares.
O pretndeme sisado e chrisiio pro cara na reli-
giio garanta coaira as decepcoes, que sao bem
frequentes; por isso deseja ama malher piedosa, e
tem raso.
Quando mais fervoroso e ajuisado for, mais elle
rm pura verdade; e para qae no caso de davi- exjge uau piedade solida e esclarecida,
da, le capacites da verdade; procara absorver todo I o pretendente pouco chrisiio, porm de lino e
o ar do Cachang e vers que nao resta o mnimo | sabendo as vantagens da religiio, tambem aspira
vestigio do r perfumado de outro tempo 1... Oh I; a Qma mulber piedosa.
rata suas pretengdes, dizemos, nq poderiam re
slgnar-se fcilmente aquella justa decisio qae os em qoe se basa nio sejam verdadeiros.
obrigara a abrir mi seno de todo, de alguma
cousa de que alada esto de posse e que os impe
O venerando Accordo de que se trata nao
seno ama exposico bem dedazida de todas as
dir (e esta a maior dor) de devorar as mlgalhas crcomsuncias consumes dos autos, as quaes to
que restao. j das reunidag sao mais que sufflcieotes para con-
Eis, pois, que nos ltimos nmeros da Themis vencer que o testamento foi devido a soggesies
Ptrnambucana, peridico cuja misso a rehabi- e nao vontade livre do testador. Nao se encon-
litagao do nosso foro, depara-se com alguns artigos tram abi seno doos pootos que se podem consi-
a respeito dessa quesiao, propondo-se o sea autor derar de direito; a saber: qae a fraude prova-se
a inteirar o publico do estado da raesma questo,' tambem por presumpgdes, e que, a respeito de va-
que diz terse tornado amianto escandalosa, ea lidade de testamento, em caso de duvlda, se de ve
analysar os fundamentos do Accordo do conspicuo antes decidir pelo lado favoravel aos berdelros na
tribunal da relago. I taraes, necessanos. Ora, contesta o articulista a
Por ora o articulista ainda nio chegou a essa verdade de taes principios ? Eis e qoe importa :
analyse: sea trabalho al aqai tem consistido em s o articulista pretende combater o Accordo, o
transcrever o libello, a sentenca de primeira las- que Ihe incumbe mostrar, oa qoe taes principios
unca acompanbada de urna boa dose de elogios nio sio verdadeiros, oa qae nio teem applica-
ao juiz qae a proferio, o Accordo que ar eformoo, S>o especie : ser possivel qae se proponha a
e algumas considerages geraes. j demonstrar a segunda these; eremos porm qae se
O qae importa saber si sio oa nao proceden- nao propor a demonstrar a primeira, pois nio s
tes os fundamentos do Accordo, se nelles ba ou Pra os mesires da lei, eomo o sio os magistrados
nio verdade e Josga: todava existe as observa- de segunda instancia, mw ainda mesmo para os
se soubesses como eu lameoto um liado jasmim,
coja candidez e perfume eram taes que fascina-
vam-me, mas que no entreunto semelhanga das
outras flores deiinha olhos vistos no meio desia
prodigiosa natureza! se soubesses, como ea lamen-
to esse mimoso jasmim ir perder-se no iadfferen-
tisrao ?
Eu quisera ser nma gotu de orvaiho celeste, qui-
zara ser a brisa da noite, oa, ao menos, o ar de
Cachang para vivificar aquella candidez e fragan-
cia,aquella innocente Mr, cojos encantos em-
briagam-me; e ento veriam qae o temo e fra-
grant jasmim, nio obstante a sua pequenbez, so-
bresabiria as outras em vivacidade e essencia, evi-
tando a terrivel apalhla que as accomraetteu -, po-
rm eu longe de ser a brisa fagaeira, longe de ser
a gotu de orvalbo celeste, looge de ser nm pouco
deste ar, sou, talvez, ara peqaeno insecto, qae s o
contacto basta para dessecar a mimosa flor, que,
como as suas irmias, j brilhon, mas qae hoje vai
acompaohando-as na queda i
Em surama, a roa do Bom Gosto est em perfei-
ta aalhthese com o sea nome.
O___ji nao parece ser aquella joven folgasao
qae contis aonos, aps seis lustres.
O Ambnl, semelhante a Roma, quaodo dava lei*
ao mando, oa a cidade condemnada pelo propheta,
Todava basta-lhe que a piedade della a faga fiel
ao seu ihalamo; passanno disto, pode ser qae ella
em circunstancias graves se anime a dizer-lbe :
Non licet; qoe vem a dizer : c Se o bomem man-
da o que Deas prohibe, antes obedecer a Deas do
qae ao bomem.
Ora, maridos ha que, contra o orculo do Espi-
rito Santo, qaerem por forga qae saas malheres
se exponham a condemoar-se s por Ihes dar gosto.
Manca Ues pretengdes se expriraem de maneira
clara nos programmas do pretendente, que de or-
dinario estio cheios de palavras graves, benvolas
e devotas, e quasi sempre concernentes ao paladar
da noiva, como se ella fosse quera dictasse o pro-
gramma.
Ser franco, fallar as verdades? Qual I
Aleixo nm bello rapaz, alto, boa presenca,
lindo cabello aouelado, dous bigodisinbos, olbar
teroo, denles alvos : doutof em direito, advogado]
sem causas por agora, mas que espera bastantes ;
em vesperas de um boa berenga, um tio em pala-
cio, ora primo na corte; qne mogo esperancoso I
Qae excelleate casamento t diris vos.^
Esperal; nao tenies pressa de o acreditar em
tndo.
J soubestes que sua saude raa, e que padece
O desejo de casar-rae.
Eolio queres urna mulber devota, nio as-
sim ?
E' verdade ; ella rica, e depois... mais
seguro...
Porm se depois, roen caro, te fr preciso
guardar a lei de Deas e os preceitos da greja, que
faris, pobre bomem ?
A resposu de Aleixo foi am B 'to, qae a decen-
cia nio permilte expressar, e aportando as mios
do amigo, soltou urna gargalhada infernal.
Todo isto foi direitiobo aos ouvidos da familia
nteressada, e desfez-se o casamento.
Se en fra a dar conselbos, diria a am preten-
dente : sede sincero; nao engais aquella qae
desojis por companbeira de vossa vida ; porque
vos mesmo sois o primeiro qae haveis de sentir e
chorar os resultados do vosso engao.
E tambem de vossa parte desconfi! dos lagos
qne vos armarem, porque nem todas as mogas sio
sinceras, e quando peasardes ter esposado um an-
jo, acbar-vos-beis a bracos com um demonio.
m
O mal casado.
Senbores, queixais-vos algumas vezes de terdes
sahido mal em vosso casamento por caasa de vossa
mulber.
Mas ea perguoto, qaem foi qae alescolbea ?
Nao fosles vos ?
se fosse a maiber qae escolbesse o marido, ra-
zio terieis, mas eu creio que a vossa nio vos foi
procurar.
Dir-me-beisqae a suppunheis melhor; bem, mas
o certo qae vos engaaste?.
Agora perguoto mais: Nessa escolha tio impor-
tante, lio decisiva da vida de nm homem, proce-
destes com aquelle tino, com aquella madureza e
prudencia qne o caso pede?
Rogastes a Deas com humildes sapplicas qoe vos
mostrasse aquella qae vos destinava? Merecestes
do co por vossas virtudes o grandioso e assigna-
lado favor de ama boa mulner, qae a Sagrada Es-
critura chamaa maior das gracat temporaes ?
i Feliz o marido de urna boa esposa! O Senhor a
d ao homem que o teme, im paga de suas boas
obras. (Eccli. XXVI.)
Uepols disto procurantes virtude antes que tudo
o mais ?
Preferistes as qualidades do espirito e do cora-
gao s do saogue e da fortuna ?
Pedro, nm dos que muito se queixa, ric >, filho
de ara coramissario, neto de um baoqueiro, des-
cendente de altas origens.
Acbando ponco o qae tlnba, qneria nma malher
qae Ibe triplicasse os rditos.
CerU gente trata o casamento como qaalquer ne.
gocio de commercio.
Nada mais carioso qae a lingoagem de taes cor.
rectores.
A primeira iavariavel pergaata : Qae fortuna
tem os pais ? Que dote trara ella ? Todo o mais
secundario.
O pai de Pedro Ibe tioha achado um bom casa-
mento ; a moga era rica, bella e virtuosa, tinba
emlim todas as qualidades, qae o leriam felicitado.
Eslava lado em bom camiabo, eis qae a familia
da moga soffreu um pequeo revez de fortuna.
Foi bastante para romper-se o casamento I
Pouco tempo depois soube elle que a filha de am
millionano esiava em tempo de casar.
Corre casa do vigario, fioge ignorar a fortuna
do pai, e perguota em tom de agila :
senhor padre, estar bem essa senhora ?
Nao sei, responde vagamente |o venerando
pastor, ella foi educada em am bom collegio, co-
onego pouco saas virtudes; vejo-a na igreja s
vezes.
Ella tem moral ?
Jalgo que tem ; parece-me virtuosa.
Nio rae eoteadestes, mea padre, ea entendo
por moral isto qae se coma, isto qae se chama...
dinheiro... ella tem dinbeiro ?
Senhor, eu nio estou aqui para confundir a
moral cora o dinheiro; se a este s procuris, ella
bastante rica.
Santa palavra I exclamou o pal de Pedro, e
nada mais o deteve; falloa, pedio, iostou, e eis o
consorcio feito, tratado e concluido.
Hoje Pedro cbora amargamente nio s ao mo
genio de sua maiber, como at... do sea proceder!
Inateis e urdas qneixas teria evitado, se fosse
mais reflectido e menos avarento, cuidando que o
dinheiro supprirla todo.
O bario de tal... e saa seohora nao foram mais
prudentes nesta materia. *
No dia em qoe Ibes nasceu Jo filho, baver viole
annos, elles disseram: y.
Se a baronesa de ttl... qae casen ba pouco,
tlver urna filha, nos a pediremos para nosso meni-
no ; um casamento como que j feito.
A quem se admirasse de nm ul disparate, res-
ponderamos :
Ora I Todo est indtoando isto ; nome, for-
tuna, posigio de nossas fanillas... negocio qne
nao falba.
Porm se esses meninos tiverem genios con-
trarios ?
Qae tem isso ? nteresse de familia sobre
todo.
Como! Pois nio consultareis o gosto daquelles
qae pretndele unir com am Uco bcfcjietent f
Filhos bem aseMos al ttm ter eM
goetosqaeos de saa honra,*
disto qae seas pais ?
Ao menos nao Ihes pcrmiUireb
coubecerem-M ?
Faremos ama visiu raatit e
logo oe deepoMHos. EaUo
trocando obsequios e compre!
se encantar, nio o da vi deis, am do estro.
Talvez, mas depois ?...
Pinuram as comas.
A baroneza de tal... leve nma fllka, e ao <
rao dia do baptisaraento della resolven-ae ce
co das pobres criancas.
Vinte annos depois, as casaran
segaiote anno separaran) se para
unirem, ul era a discordancia 4e saa* :
Que ligio para os pas de familia I
O joven conde de tal... per Jen ha
esposa, a qual fuglo eora am americano
Icaria, paiz de liberdade.
Poder qoeixar-se este conde T
Ides vr.
O pai e a mii levavara-ao fr
tbeatro para completar saa ednearS;
catholicos, porm s de nome, eon cairos
e nanea ensinaram seas filhos a domar
Tanto aprendeu no theatro o mea co
qae levoa-se de um louco amor por urna
na, a ponto quasi de perder o juizo.
Conselbos, pas, prenles, amigos, taco foi
s quena saa dangarina.
Para o dissuadir ordenoo-lbe pai toe
da ierra, viajasse, eorresse povos ctdad*
obedecen, viajou mallo ; veio coico fot,
com a dangarina.
E' a mesmissima que agora o acata de
vergonbosamente !...
Muita historia dess poderia citar, pees eje*
mal casados nao sao raros ; e todo porque fI
escolha, falu de senso, e preeipiuedes.
S. Francisco de Salles dizia coa gracc* *jm
casamento nma ordem, na qual se Mira i
passado pelo noviciado, e qae
professos, se a prova preceden i i
E todava o mando, qoe approva i
deacia qce por elle vai, s leca bocea para
cootra as freirs que lomad sea esudo
maduro pensar. ^
17
O marido impo.
Lacio fez ama escolha coa todo acorte c pro-
dencla, mas a mulber depois madoa do i
Tbereza nos primeiros ancos de cased
dos, modesta, simples e dcil ; sO la ;
interior de sua casa e a eompanhia de I
do, ponco se ibe dava qoe a acbassatn
pretenda bailes nem ibeairos, cea Mies
dores.
Agora esta' oatra, nao se cocteou
alegras da familia, ja' faz c
rosas, ja' nio qaer seno appaiacer e
do ja' objecto de tristes suspeilas.
Poder-se-ba dizer qoe o marido lee as
e que deveria ter previsto uau tal cacdcaoi T
Nio, oinguem dir isso ; a cansa caen.
Lucio nm impo, qoe a prisa*** afleetawa
grande respeito religiio, mas afeo larde* ce mm-
trar-se o que era.
Elle se comprazia, verdade, e se jacuva de ver
sua esposa boa ebrisu e
graea de ir ponco e pouco motando e i
de devogdes, rezas, delicadeza de
escrpulos della, nao pereehoad* a
Ul qae (azU Uto na alma jovea de"
Depois nao se eonteve mais,
vas ; em presenca della deseorobva
discursos os mais leparos, os mais atrevida c fa-
osos contra todo o qae ba de mais sagrad*:
religiio, moral, recato, modestia, devore,
para elle objecto de insulsas graeas e aotej
uva Ibe ancdotas ridiculas, historietas
cootra a igreja, contra a conBssao e os asa*
mentos, contra os santos, costra pedrs c
contra o cea, 3 conlra o io(eroo; estas
abomlnaveis prodaziram sea froeto i
Tbereza, qae con fu va as loze.< isstrcce* ds
seu marido, comegou a dizer couisigo.
Lucio esludou, Lacio abe destas
teoho sido bem credola !... E o sea
foi perdendo, saas rezas dimiouindo, *oa
estriando ; ja' loe aborreca ir a igreja, U' daao-
rava as suas confissdas e eontaosse; j' s cesa
Ibe pareca am deserto, ja' senta co corars ass
vasio, por ter perdido a Deas que a legrara c es-
chia, Ibe era mister enehe-lo com as soasaras *>


ganosas do mando; J\ emflm, U' Col pelea
f de saa infancia.
E eis urna alma, candida c beIU, nos
ros sentimenlos de honra e rtoo*>*lidaiJ,
Ulvez para sempre, peU cruel e brasa! I
de am marido ?
Thereza nio sabia o qoe era ibeairo, o
fez treqnenU-lo ; Therea aborreca o
marido forepo-a a comparecer neliVs
les vestidos enfeiUda ; seos gosios
elle inspiron-lbe os frivolo* e pciiguMs; esa
elle escandalosamente ioflel; ea oaa sstsvra,
marido a iraosformou, sem pensar ss*
cias qae o azeram braiuir de h.rror
grimas sem remedio.
Um amigo do celebre Piros, ulvez pod
nos escrupuloso na regida* de roslorcos ese
tido a Franga, enconlrou-o e.s sexta fcrira
saoiado de am jamar em qoe liona bebMto a
de qaasi perder o equilibrio.
Oh mea caro Pirn I dlz-lao: s'om *n
o de hoje, baveis de eoovir qoe vos
qae Isso pouco ediflcanl-*.
Nio lens razio, rwpasdeu-lso
dia em qae a mesma Divindade
para admirar qae a hamamdade cmbale*.
Provoa que ievava eipiriio.

Por participagao do director da atlaadrfa ds
Horta consta que ao dia 10 de dmr-abro presas*
bndo naufragara, ao sal do casarlo, o* acsC* da
Guia, o logro americano dtzwatoad* Okttmm, e*>
pilao Wiliam Traieker, proeodoas* d* Ltvtrsast
pora destino a Baltlmore, irazesdo carga d* sol'
carvo, mineral, e outras mereadoras ;
do-se toda a tripelacao, < oapoeu de coa
bem como o casco, appareloo do osa* *
bote.
=

Qaaes sio os vossos raeios a existes*? y
guntava ha poneos dias ua jou, oa Frasca, s i
desgragado que lora preso sob a aaalatoc**
vadlo, pela polica.
Os mea steios ? pergactos o
Sim.
Os meas meios sio mai swfsa*:
larraenle, a miaba digeslao opera se i
melhor, razio pela qsai vivo as asi i
PERNMBUCO^TYirDE M. P. Of f. fltaU
t


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