Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10877


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Full Text
n

.
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-*--
ANUO XLII. HUMERO 21
...... i. ,.
Por .artel pago denlro dos 40 das do 1." mez ,
dem depois dos 1. lo das do conuco e dentro do qoirtel
tforte o correio por tres mczes
r-)
'
3#oeo
6sooo
75*
Por anuo pago deitro de HdiasdtH.0 mez. .
Porte ao correio por om auno ,........ ,
------:
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o 5r. Antonio Ab-ixe'idrmu de Lima;
Natal, o Sr. Antonia Marines da Silva ; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos dB
Oliveira ; Maranhiio, o Sr. Joaqun) Ifartyies Ro-
drigan; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves r$
Filaos ; Amaionas, o.Sr. Jero.nymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claodino Falrao Uias; Babia, o
Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribelro Gasparlnho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagdes da va frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Igaarass e Goyanna as segundas e sextas fairas.
Santo Anto, Gravar, Bezerros, Bonito, Caruar,
Allinho, Garanhuns, Btiique, S. Bento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Tacarat, as torgas
feiras.
Pod'Alho, Naxareth, Limoeiro, Brejo, Pesqoeira
Ingazeira, Flores, Villa Bolla, Cabrub, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiio e Ex, as qnartas
feiras.
Seriabem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta s PHraenteiras, as quintas
feiras.
SEXIA FEIRA 26 DE JAHEIHO DE 1866
-
3|oo#
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relago : tercas e sbados s tf> horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Jolzo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito, de orphos : tercas e sexta s 10 horas.
Primeira Tara do civel: tercas sextas ao meto
da.
Segnnda vara do civel: qnartas e sabbades a 1
hora da tarde.
EPHEMEHIES DO MEZ DE JANEIRO.
|> 1 La cheia as 4 h., 28- m. e 46 s. da m.
8 Quarto ming. as 7 h., 17 m. e 40 s. da t.
'16 La nova as 6 h., 17 m. e 66 s. da i.
23 Quarto cresc. as 6 h.,'34 m. e f s. da t.
30 La cheia as 6 h., 9 m. e 35 s. da t.
DAS DA SEMANA.
22. Segunda. Ss. Vicente e Anastacio ram
PARTIDA DOS VAPORES
Para o sol a:<> Ais-toas a 14 e 30;
2t w T ,.? n"*c> <" Para o snl a Alagoas a 14 e 30; pan
i j^jffs^sss?" *m-***"*a d* ~*
25. Quinta. S. Ananias ; S. Juvemino m do nos dias !oa mp'os de Janeiro, mari
9(1 !$ S**;1"- s- Po'yarpo b. m.; S. Theogenes m.
.7. Sabbado. S. JnanChrvsoslhomob.dr. da egr
28. Domingo. S. Cyriilo b.; 8. Lenidas-m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 0 horas e 30 m. da larde.
Segunda asO horas e 51 minutos da manha.
inareo.i
julho, seternbro o novorobro.
AS8IGNA-SI
no Recife, na livram- da praca da Ii__
ds. 8, dos proprietarios Manoel Pigoeiro de Paria
& Filho.
INTERIOR
v.
\
r'
BAHA.
Pastoral acerca do jejum quaresmal,
D. Manoel Joaquim da Silveira, por merc de Deus
e da Santa S Ajpisilica, arcebispo da Baha,
melroiioMiimOyrprimaz do Brasil, do conselho de
S. .tFimperador, commeodsdor da ordem de
Ctiristo, ele., et.
A' tgreja da Baha iraca e paz da par* de Deus
Padre e da de osso Senhor Jess Christo.
O tompoda qua esma, tilhos mulo amado, des-
tinado a um solemne jejum de quarenia das, que
es observa em toda a igreja de Jess Christo antes
da testa da Pasco, \ exeraplo do que pralicou o
nosso Divioo Mostr, que antes de completar o
grande sacrilicio da aossa redempco jejuou qua-
renta das e quareoia, ooite, estes das sao de ver-
dadeira penitencia, por que durante elles inortiti-
camos o oossocorpo, e domamos a rebelda da nos-
sa carne, atim de que por meio de orna sincera
coollsso de nossos peccados pos;amos alcangar de
Deus o perdo delles; e de misericordia, por que
tambem nesle tempo a santa Igreja como mi oa e
depositara dos poderes que rer.ebea de Jess hris-
to, abre os seus the ouros e dispensa as suas ra-
gas cora aquellos de seus fllhos, que se doem de
suas culpas, que as confessam com um corago
c imrito e liu'nilhaJo, e procuram sa-fuer a
Ddus, cum^riodo as uiudaveis penitencias que Ibes
sao impostas por seu-> ministros.
Eis pois que se approxima esse tespo favorarel,
eis que esto prximos os das de salvacn. E an-
da que uo haja al jora lempo, em que Deus nos
Bao cumule de beneficios, e em que p>r Ma graca
nao possamus ter aecesso junio do throno n> sm
misericordia, convm eotreanto, dit S. L -i.i Mag-
no, que nos excitemos a fazer raaiores progressos
na piedade, e nos animemos de urna coulimca mais
viva, esforgndo-nos no retorno anoiversario do
graude di, em que se operou a nossa a aossa r-
demyco. a multiplicar nossas boas obras, atim de
nos disBormos a celebrar o augusto e sublime mys-
terlo da Paixo do nosso Salvador, com urna sau-
da ie que se derrame igualmente em nosso corpo,
e em aossa alma, purillcando-nos das manchas que
eootrahimos por aossa fragilidade e solicitudes da
vida, na poeira do mnodo em que somos forcados
a peregrinar, e assiir preparados possamos digna-
mente receber em nossos peitos a Jess Christo,
que se imraolou por nos e que a nossa Pas<-hoa
como nos ensina S. P.iuio. E' portaato por um ef-
feio sdluiar da Providencia, que a santa igreja tdm
ordenado, que para r parar ludo quanto tenha po-
dido alterar a guerra de nossas almas, passemos
quarenta das em exerciclos de piedade, Sflra de
expiar por jim jejara santo as fallas que tivermos
eommetndo em o curso do anao, e de as reparar
por nos-as boas obras.
O jejum quaresmal to antigo como o christia-
nismo, elle data do tempo dos aposiolos e entre a
leis ecclesiasticas por eerto que se nao conheee,
oenhuma uem mais sania, n*m mais respeitavel,
lano pela sua aniiguidade e universalidade, como
pelo sdU prego e valor, e .pelos beos espirituaes que
ella nos traz. Foram a intemperanga, o orgulho e
a desobediencia que precipitaram nossos pnmeiros
pas, e toda a sua posteridade no abysrao do nec-
eado causa fatal do sem numero de males >o!> os
quaes vivemos. Jess Christo, verdadeiro Deus e
verdadeiro Homem, por seus mritos e soffiimentos
satisfezsuperabUndaoiemente a s-u Eterno Pai por
todos nos, verdade, mas tambera necaasario,
para que oos seja applicado o fructo de snas satis-
fages em reparagu de nossoscrimes que jfagamos
peuitencia por elles, e que tornan 1o nos copias vi-
vas do seu procedimiento, condemnemos os nossos
corpos a algnma raoinfirago em pena de nossos
delictos, e por que o peccado no sentir de Saulo
Agostioho, ou ha de ser p.-.nnio neste munlo ou no
outro, mdispeusavel que procuremos satisfazer a
justiga Divina fazendo dgaos fructos de penitencia
e mortificando a nossn carne e a penitencia sem o
jejum infructuosa, diz o graode S. Basilio.
A obrigago do jejum e da penueucia imposta
a todos, por que todos somos mais ou menos pee-
caiior-s, e niuguem h;i que seja absolulamKnte in-
nocente. E poi- <|ue varaos comegar esta quares-
ma myslenosa consagrada a saud*v*< jfjuns, seja-
mos soluilos flln.>s dilectos, nn obedecer ao pre-
ceito do apostlo purificando nossas almas e nossos
corpos de lo la a inlquidade, e jejuando fagamos o<
Hiaior^s esforgos par que os nossjs costumes cor-
respoodam a pureza que exige urna pirft-ita conti-
nencia, certos de que o merrclmento do jejum nao
consiste s na abstinencia dos aumentos, e em vo
se recusara ao corpo urna parte de sua nutrigao se
Do se mimicar o coragae de toda a iniquidade,
conUutia o mesmo santo pontfice e doutor da igre-
ja S. Leo Maguo.
Qiiami.i os Hebreos opprimidos pelos Philisteos,
em pu-iigo de seus peccados, geimam son um ju-
go cruel, refere a hisuna santa, que para recobra-
ren) sua lioerdade e riuraphareui de seus ioimi
gos, se resolverain a eslabelecer um jejum geral a
que lodos se snbmettes instruido que eii-s deviam lodos as suas hura ina-
g6es e uas desgregas ao es>|ueciineat> dos precei-
tos de Deus, que d-balde empregariam suas armas
contra seus inimigos, e inuteis serlam lo los os
seus esforgos, un quanto se nao corrigispm os de
seus vicios ; e na sua propria sen*ialtlade foram
ioimigos atacados por urna severa abstinencia no
comer e uo beb-r. E o que acooteeeu T Este mes-
roo povo vencido, qun lo se achava na aban Unca*
retora >u o seu aseen lenl, logo que se submetieu
h. orna indigencia voluntaria. E as*im como o p>
vo Hebreu, nos acharaos nos tambera sob o peso
das adversidades ; haveraquem o nao recouhect I
Appliquemos pois os mesraos remedios se quere-
mos ser curados e sal ro diis males, que nos oppri-
mem, empreguemos o jejum, cuja observancia nos
approxima de Deus e o foriilii|iiemos com a esmo-
la, applicando a refeicio do pobre o que sahtrahi-
aodrleite e nraxer da< comidas com a nossa abs
tioencia. U-emos de carirtade para cora tolo, de
paciencia e de misericordia, pnmvivendo a paz en-
tre os dissidenies, perloaodu as injurias aos m lin-
gos e as off-nsas que nos tiverem feto, e nao of-
fendendo nos mismos a ningnem; asslm conse-
goireinos desarmar o braco de Deus, arre-lar de
dos a sua colera e mover a sua piedade e a sua
clemencia.
N 'S priraros seculos do Christ-aoMm-i, quanlo
os neis eram raai fervoros, o jejum di qure--
roa se observava cora o mtiir rigor; oschri-tis
se abstnham de carne*, di leit', d ovis de vi-
nbo, e ai i tora ivam n i da sena > urna mfeigjo no
por d > s>l, e na igrej d > Oneite era ara 11 ran >r
o ngor ; durante a qi;i alimento, que ni f is^e po, frtelas suecas e legu-
mes, e ni o se beba observancia do jejum, e na absiiaencia das carnes,
o cuitpriinento dos preeeitos qnaresraaes, la-se
mais longe; o povo si ahsiinna dos jogos s dos di-
verumentos, parava mesmo o estrepito dj fdro, e
at estavam suspenso i os cisameiiios. Mas a igreja
como um i mai desvelada e pretilent. lera deixa-
do aos bispos o poder de moderar este rigor por
caucas graves e poderosa*, e por isso algum.s ve-
tes depen toda a sua dioces'e algnma
parte da ahstinenea pela fa'ta e escaset das co-
midas magras ; do qu temos nxemplo em a nossa
igreja brasileira, aoude algons prelados recora-
meadaveis pe seu saber e pela sua pieda I-, tem
salo de-ts poder era beneficio das eonciencias
de seus diocesanos, e para prevenir a transgressio
da le.
D mesen nuosira ni tendo em cousideracao
as difflculdades, que expenmentam os liis desta
diocese ei.i obler alimentos magros para poderem
cumprir o preceilo da abstinencia das carnes no
tempo da qoaresma, pela notoria escasse, que ha
de peixe, pelo que se ho de ver mullos obrigados
a transgredir o preceilo recorreudo comida da
carne, que se tem lomado a mais usual; conside-
rando tambem, que o preceilo do jejum se pode
cumprir com a alimeotago da carne, quaudo para
i-so ha causas j islas e razoavois ; altendendo, que
o poder nos foi dado nao para destruir, mas para
edificar, e que devenios ler a maior solicitude em
previnir as faltas e peecad >s, e usando das facul-
dades, que nos foram concedidas pelo SS. padre
Po IX, e que acompanharam as bullas de nossa
coulirinagao, dispensamos h-nlgmmente em o Se-
nil ir aos liis, de um e outro sexo desta nossa dio-
cese o preceilo da abrtinenci.i das carnes na qua-
resma desle anno, cora as declaragSes e modifica-
goes, que se seguem :
1. Que a dispensa de comer carne s para os
cinco pruneiros dias de cada semana, e que com a
comida de carne nao se poder misturar peixe de
quahdade alguma.
IL Que nos dous ltimos dias de cada semana,
isto as sextasfeiras e nos sabbados, se devera
guardar a abstinencia -da carne ; e o mesrao se
observara' nos priraeiros qualro dias da quaresma
e em todos os tete das da semana sania.
III. Que por esta dispensa se nao deve entender,
que lique tirada a. obrigago do jejum, eomo por
varias vezes o tem decidido a santa igreja.
IV. Que esta dispensa concedida em favor dos
moradores desta cidade, e de todo o arcebispado,
mas sraente para a qqaresnvi do presente anno ;
e jamis se devera' entender prorogada para os
anuos futuros, sem -que expressamente a conce-
damos.
E para que cnegue a' noticia de todos, manda-
mos aos reverendos parochos que publiquem esta
nossa pastoral aos seus parochiaoos a' estago da
missa conventual.
Dada nesta cidade de S. Salvador da Bahia sob
nosso signal e sello de nossas armas, aos 2 de Ja-
neir< de 1866.
LUGAR { DO SELLO.
f Manoel, arcebispo da Bahia.
(Jornal da Bahia).
PERNAMBCO.
REVISTA DIARIA
S. Exc. o Sr. presidente da provincia visitou
boniem, jo meio da, a canhoneira a vapor fran-
ceza Ln iothe Piquet. Ao sahir de bordo S. Exc,
o brigue barca de guerra Ilamarac deu a salva do
cosiume.
Temos noticias dos colla rios eleitoraes de
Villa Bella e Ingazeira, perleocentes ao 5. distric-
to, cujo resultado damos A ciencia dos. nossos
leitores.
Villa Bella.
Dr. Manoel Buarque de Macado.........
Dr. 'I i buril no Barbosa Nogueira..........
Dr. Vicente Jansen de Castro Alhuquer-
que.................................
Vigario Francisco Pedro da Silva.........
Vigario Manoel Lopes Rodrigues de Bar-
ros.................................
Vigario Pedro Manoel da Silva Burgos...
Dr. L) vi no Lopes de Barros.............
Dr. Luis Gusmo........j.............
Dr. Joo Alves tfergulhao
Ingazeira.
Dr. Manoel Buarque de Micedo
Dr. Joo Alvrs Mergulho
Dr. Ti lio rimo Barbosa N->,
Vigario Francisco Pedro da Silva
Vigano Pedro Manoel da silva Burgos...
Dr. Vicente Jansen de Castro Albuqaer-
que
Vigario Manoel Lopes Rodrigues de Bar-
ros
Reunida esta voiago a dos collegios ) conheci
dos do Brejo, Cimbres e Flores, apura-se o seguln
te resultado:
Vigario Silva Burgos...
Dr. Jlu-eii............
Dr. Buarque de Macedo.
Vigari i Francisco Pedro
Dr. Tiburimo.. ......
Dr. Mergulho..........
Vigario Lopes de Barros
leal.sou-se antehonte n'o espectculo em be-
neficio da Sra. D. Eugenia Careara, a qoal foi fes-
tejada pelo nosso publico
d' antes.
A despedida da distincla actriz foi nma comple-
ta ovaco; e ella deixaodo o nosso theatro, leva a
doce certeza de que sempre foi nelle apreciada,
como o mereca.
Informam-uos que o S. Exc. o Sr.' hispo dio-
ueira.........
28
28
28
28
28
28
15
12
3
13
13
13
13
13
12
1
183
182
177
176
ISO
124
124
Existiam 384, entraran) i5>sabiram 13 ; existem
386.
A saber :
Nacionaes 263, mnlheres 9, estrangeiros 3*
mulberes 3, escravos 69, escravas 6, total 386.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 201
Mov ment da eoiermaria no dia 24 de va-
neiro de 1866.
Tive baixa :
Alexandre, escravo, sentenciado, ophtalmia.
Ignacio Jos Guimares, colite.
Claudino Eufrasio de r'rauca, (amor.
Ti verana alta:
Francisco Bernardo Jos Dias.
L.EMITERI0 PUBLICO, OBITUARIO DO NA 24 DB
JANEIRO DB I86G.
Jos Leonardo de Azevedo Costa, Piauhi, 38 annos,
solteiro. S. Jos, tubrculos pulmonares.
Joaquim da Silva Araojo, Peroambueo, 25 annos,
solteiro, Poco da Panella, molestia de peito.
Mafia da Natividad da Cruz Cardoso, Pernarabn
co, 18 annos, casada, Boa Vista, tubrculos pal-
manares,
Arana Mana da Coneelgo, Pernathbuco, 80 annos,
solteira, Boa Vista, velhioe.
Silvina Maria da Condeigo, Parahiba, 7 annos,
broochiie aguda.
Maria, Pernambuco, 6 mezes, Boa Vista, convul-
cSes.
Hermelinda, Pernambubo, 9 mezes, S. Jos, con-
vulsoes.
Urna prvula, Penambnco, S. Anonlo ( exposu
mona).
Hbpmitiqao da polica.
Extracto das partes do dia 25 de Janeiro de
1866.
Foram recolnldos casa de detengao no dia 24
do correte : -
A ordem do Dr. delegado da capital, Antonio
Joo, escravo de um fao Caldas, por ter sido en-
contrado lora de horas.
A ordem do subdelegado do Recife, Joseph Vi-
oicomb, inglez, requislgo do consu" dos Estados
Unidos.
ordem do de Santo Antonio, Jos Maria, es-
cravo de D. Francisca da Cmara Bandeira de
Mello, a requerimento d'esta.
A ordem do da Boa Vista, Francisco, africano
livre, para eorrecgio.
ordem do da Capuoga, Manoel Fellippe, por
insultos.
O chee da 2* secgao,
J. G. de desquita.
cesano se digna de benzer a
de voluntarios, e que esta so
bandeira do 7.' corpo
emnidade lera lugar
na di reja matri de S. Jos a 11 horas da manha
nrjrp i para o sul, que
Suhh Cruz esperado
arar que nao ha con-
qu a officialidade do
do da da partida do mesmo
d-vera realisar-se no vapor
boje.
Estamos antorlsados a dec
vites para aquello acto, e
eorpo muito recoohecida se mostrara s pessoas
que a' elle compareceris
Era Pagehu de Flores, Jangar denominado
Navio foi morto em resisioona priso Intimada
o recruta Jos Valerio; o qoal por duas vezes ali-
rando sobre o commaudanle la escolla, o Sr ca-
puo do 4.* corpo de voluntai ios Jovino de Atahy-
de Siqjeira, enieuJeu a tropa dever fazer Ihe o
mesmo ; do que resulura traiprogar-se nelle um
dos tiros, causando-lne a m irte.
A e.-i ola e o respectivo conmandaote acham-se
a disposigo do Sr. Dr. jais municipal do termo
para ser-ibes Instaurado o -o.npetente processo.
O casco da escuna amencaoa C. C. Cons-
tock, h pouco naufragada aiiui, iodo bontem a
leiio prodotto 6104000, sendo o comprador o Sr.
baro do Livram-uio ; e as Velas, molidas, paos,
pipas vasias e sobre-a lentes derara 1:523600,
sendo arrematado* por lotes e|varias pessoas.
II ulero reunise pela pnmMra vez a com-
mi-a i incumbid i dos arranjos da exposigo na-
cional q ie devert ter lugar no dia !. de julbo pro
ximi.
Foram eleitos: presidente o Sr. Dr. Jos Joaquim
de Miraos Sarment, 8-eretar o e relator da eom-
misso o Sr. Dr. Manoel Buarque ds Macado, clas-
siflcador e redactor do caulogu o 3f. Dr. Gervasio
Ro-lrignt-s Campello. Encarregadcs da acquisigo
de oroduetos, eseolha e arraojo do edificio e coflo-
cago dos objeetos os EsHl Srs. Donio08 de
Souta L^ao, baro do Livramento e o Sr. Jos Joo
de A i non m. i
O Sr. Dr. M. Buarque Macedo foi nomeado
representante da provincia oa exposlgu nacional
da cfrte. ,
Hoje faz leilaUioo agente Cordeiro Lim6es,
de movis, fazenias, pianos, louga e outros arti-
go*, em sea armatem a roa da Cruz n. 67, s 11
horas.
H mura a' tari! S. Ex.' R"" "isitou o hos-
pital dos l.zaros, era Santo Amaro.
Cajsa db ocrwgAO.
i Moviuranio da casa de eMnco no dia 23 de
Janeiro da 1869 ;
Reviso do jury do Recife, em 12 de
janei o d- 186(J.
Freguezia do Recife.
Dr. Antonio dos Santos Siqueira Cavalcanti.
Antonio de Moraes Gotees Ferreira.
Antonio Heonques de Miranda.
Antonio Jos Silva do Brasil.
Antonio Gomes Miranda Leal.
Antonio Jos Tttxeira Bastos.
Antoiiio Guncalves Ferreira (iasclo. J' *
Antonio Buno de Andrade Lona.
Antonio Machado Pereira Vfaona.
Antonio Jos de Castro.
Antonio Jos Cordeiro Simos.
Antonio Tneodoro dos Santos Lima.
Antonio Ignacio de Oliveira.
Antonio Joaquim de Vasconcellos.
Aotouio Googalves Torres.
Augusto Cesar Cousseiro de Mallos.
Alexandre Rodrigues dos Atrjos.
Augusto llibeiro de Lima Challaga.
Arminio Pessoa de Albuquerqoe.
Aodr de Abreu Porto.
Freguezia de Santo Antonio.
Antonio Camello Pessoa de Laeerda.
Dr. Antonio Raogel de Torres Bandeira.
Dr. Aoionio Jos Alves Ferreira.
Dr. Antonio Anoes Jacome Pires.
Antonio Martina Seabra Lemos.
Dr. Antonio Jos da Cosa Ribeiro.
Dr. Antonio d'Assumpco Cabral.
Dr. Antonio Joaquim Ayres do Nascimenlo.
Amonio Bernardo Quinleiro.
Aot mi de Moura K .lim.
Dr. Antonio Witrnvio Pinto Bandeira e Accloli de
Vasconcellos.
Dr. Antonio Vicente do Nascimento Feitosa Jnior.
Dr. Antonio Borges da Pooseca.
Dr. Amonio Borges daPonseca Jnior.
Adriano Aogusto de lme>da Jordo.
Adriano Xavier Pereira de Brito.
Dr. Amenco N-tto de Mendonga.
Dr. Ayre- de Albuquerque Gama.
Dr. Alexandre de Souza Pereira do Carmo.
Dr. Angelo Hennqoe* da Silva.
Dr. Augusto Caroeiro Monteiro da Silva Santos.
Augusto Cesar da Cunha,
Alfonso Jos de Oliveira.
Agustmno Jos de Oliveira.
Aodr Ferreira de Almeida.
Antonio Eulalio Monteiro.
Freguezia de S. Jos.
Antonio Googalves Pereira Lima.
Antonio Joaquim de Ohveira Baduem.
Angelo Custodio Rodrigues Fraoga.
Augusto C.elho Leite.
Aprigio Jos da Silva.
Alexandre Jos da Rosa.
Freguezia da Boa-Vista.
Antonio Pires Ferreira.
Antonio iguacio do Reg Medeiros.
Auionio Augusto da Cmara Rodrigues Selle.
Antonio Cardoso de Queiroz Poneca.
Antonio Carlos de finito Borges.
Aniouio Ferreira d'Annuneiago.
Antonio Carneiro Machado Ros.
Capllo Aolouio Jos de Souza Cousseiro.
Antonio Luciano de Mora s Mosquita Pimentel.
Antonio Luiz do Amaral e Silva.
Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes de Drnm-
roond.
Antonio Maria de Miranda Se ve.
Dr. Antonio Ferreira Marlins Ribeiro.
Antonio Jos Leal Res. '
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Autouio Feliciano Rodrigues selle.
Antonio Carlos de Lemos Duarte.
Alfredo de Albuqnerque Mamas Pereira.
Dr. Augusto Fredenco de Oiivelra.
Alfonso do Reg Barros.
Dr. Aprigio Justioiano da Silva Guimares.
Dr. Amaro Joaquim' Fon*eca de Albuquerqoe.
Alexandre Amenco de Caldas Braudo.
Augusto Genuino de Figueiredo.
Dr. Antero Maooei de Medeiros Furtado.
Dr. Antonio Maria de Faras Neves.
Antonio Machado Gomes da Silva.
Antonio Jos Riiieiro de Moraes.
Dr. Antonio da Silva Ao tunes.
Freguezia dos Afogados.
Antonio Caldas da Silva. ,
Antonio Goncalves de Moraes.
Dr. Antooio Ju-tino de Souza.
Amonio Valentim da Silva Barroca.
Antonio Lopes Rodrigues.
Dr. Alvaro UchAa Cavalcanti.
Anacleto Aniaoio de Moraes.
Freguezia do Poco.
Antonio Luiz dos Santos.
Dr Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
Amaro Gongalv- s dos Saatos,
Arislides Duarle Carneiro da Cunha Gama.
Fregqezia da Varzea.
Aalonio Pedro Cavalcanti de Albuquerqoe.
S Freguezia de S. Lourengo,
s Uuarie.
Antonio Googalves da Silva.
Amonio Pinto da Molla Nones.
Freguezia de Mnribeca.
Antonio ue S e Aiboquerqne.
Fregoezra de Jahoato.
Amonio dos Sanios de Souza Leo.
Antonia Francisco Paes de Mello Brrelo.
Coronel Antonio Pedro de Sa Brrelo.
Antonio de Carvalbo Soares Brando.
Augusto de S e Albuquerque.
Freguezia de Santo Antonio.
Dr. Barthoiomeu Torquato de Souza e Silva.
Dr. Bento Borges da Fooseca.
Bernardido de Sena Pontoal.
Freguezia da Boa-Vista.
Dr. Bernardo Pereira do Carmo.
Bernardo Carneiro Monteiro da Silva Sanios.
Bernardo da Cunha Teixeira.
Dr. Braz Florentino Heonques de Souza.
Bernardo Jos Martios Pereira.
Bernardtoo de Vasconcellos.
Bernardino de Sena da Silva Guimares.
Dr.- Bento Jos da Costa.
Dr. Bento Ceciliaoo dos Santos Ramos.
Freguezia dos Afogados.
Baro do Livramenio.
Belarmino do Reg Barros.
Freguezia da Vanea.
Baro de Maribeca.
Freguezia de S. Loorengo.
Bernardino Zefenno de Miranda Albuquerque.
Freguezia do Recife.
Dr. Cosme de S Pereira.
Cosme Jos dos Santos Callado.
Candido Cassimiro Guedei Alcoforado.
Caelaoo Ciraco da Costa Moreira.
Freguezia de Sanio Antonio.
Claodiano de Oliveira.
Carlos Joo de Soma Correa.
Dr. Carlos Francisco Soares de Britto.
Caelaoo Silveira do Amaral.
Casiano Qointioo Galbardo.
Caelaoo Jos Mendes.
Dr. Cicero Odn Peregrino da Silva.
Ciaudino Benicio Machado.
Dr. Carolicm Francisco de Lima Santos.
Cosme das Trevas Teixeira.
Candido A airan da Malta e Albuquerque.
Candido Alfonso Morelra.
Freguezia de S. Jos.
Carlos Burgos Ponce de Len.
Cielo da Cosa Campello.
Freguezia, da Boa-Vista.
Chrlslovo Samugo de Oliveira.
Canoido de Souxa Miranda Couto.
Candido Emilio Pereira Lobo.
Dr. Candido Jos Casado Lima.
Dr. Cypnano Feoelon Guedes Alcoforado.
Camino Piulo de Lemos.
Ur. Cerso Tertnliaoo Fernandes Quintella.
Freguezia do Poco.
Dr. Carlos Jostiniano Rodrigues.
Freguezia d Recife.
Domingos Alves M-toos.
Freguezia de Santo Antonio.
Domingos Affonso Nery Ferreira.
Capiio Domingos Jos Rodrigues.
Dr. Deodoro Ulpiano Coelho Catanho.
Freguezia de S. Jos
Dr. Demoslheoes da Silveira Lobo.
Freguezia da Boa-Vista.
Domiogps dos Passos Miranda.
Domingos Antunes Villana.
Domingos das Noves Teixeira Bastos.
Demetrio de Gusmo Coelho.
Dedo de Aqoino Fooseca.
Freguezia de Santo Antonio.
Elias Francisco Mradello.
Dr. Estevo Cavalcanti de Albuquerque.
Dr. Eduardo de Barros Falco de Laeerda.
Dr. Ezequiel Francisco de Souza.
Eduardo Firmino da Silva.
Freguezia do Recite.
Evaristo Ignacio Cardim.
Freguezia de S Jos.
Eduardo Fredenco Banck.
Freguezia dos Afogados
Evaristo Mendes da Cunha Azevtdo Jnior.
Freguezia de Moribeca.
Estevo Jos Paes Barreto.
Freguezia do Recife.
Francisco Ferreira Borges.
Francisco Mamede de Almeida.
Francisco Jos de Oliveira.
Francisco de Sales de Andrade Luna.
Francisco Ignacio Pinto.
Felisberto Ignacio de Oliveira.
Freguezia de Santo Antonio.
Dr. Francisco Teixeira de Sa.
Francisco Geraldo Moreira Temporal.
Francisco Aotoolo de Brillo.
Fraoci-eo Jos Cyriilo Leal.
Francisco da Costa Ribeiro.
Francisco Borges Leal.
Francisco Lucio de Castro.
Dr. Francisco Lucas de Souza Rangel.
Dr. Francisco de Carvalho Soares Brando.
Dr. Francisco Pires Machado Porlella.
Dr. Francisco Leopoldino de Gusmo Lobo.
Francisco Jos Rapuzo.
Francisco Belarmino dos Santos Freilas.
Dr. Fellppe Nery Collago.
Firmino Jos de Oliveira.
Flix Francisco de Souza Magalh&es.
Florencio Domingoes da Silva.
Dr. Fraocelino Bernardo Quinleiro.
Freguezia de S. Jos.
Francisco Antonio das Chagas.
Franciseo da Silva Reg.
Francisco Canoto da Boa-Viagem.
Francisco de Oliveira Mello e Silva.
Francisco Xavier Carneiro da Cunha Campello.
Francisco de Paula Silva Llns.
Flix Paes da Silva Pereira.
Freguezia da Boa-Vista.
Francisco Lemos Duarte.
Cooselheiro Francisco de Paula Baptista.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Dr. Francisco Goncalves de Moraes.
Francisco Antonio Puntual Junir.
Francisco de Barros Falco de Laeerda Cavalcanti
e Albuqoerqu*.
Franciseo Augusto de Oliveira Barros.
Dr. Francisco Ferreira Marlins Ribeiro.
Francisco de Panla Googalves da Silva.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Fraucisco Sergio de Mallos.
Francisco Augusto de Ariujo.
Francisco Amonio da Silva Cavalcanti.
Francisco Accio'y de Govt-ia Lms.
Dr. Francisco Atnynihas de Carvalho Moura.
Dr. Francisco Gomes Vellozo de Albuquerque
Lms.
Francisco Augusto da Costa.
Francisco de Carvalho de Andrade Brando.
Francisco de Paula Pires.
Frederlco Augusto de Lemos.
Firmino Hercolaoo Baptisla Ribeiro.
Fraocelino Augusto i la Hollanda Chacn.
Faustino Jos dos Santos.
Frederico Lipes Guimares.
Dr. Francisco Cordeiro da Rocha Campello,
Freguezia dos Afogados,
Franciseo Carneiro Machado Ros jnior.
Fernando Francisco de Aguiar MQoMrrojros.
Freguezia do Pooo,
Francisco de Panla do Reg arros.
Francisco Jos da Silva,
r^JWAojcloPeoaJ.
Freguezia da Vanear
francisco de Paula Correa de Araujo.
Dr. Franciseo do Reg Barros de Laeerda.
Francisco Xavier Carneiro Lins.
Francisco da Silva Miranda.
Firmino dos Sanios Vieira.
Freguezia de Jaboatao;
Ur. Francisco do Reg Barros Brrelo.
Francisco Antonio Pereira da Silva.
Francisco Cavalcanti deSoua Leo.
Francolino Carneiro de Laeerda.
Felippe Benicio Cavalcanti de Albuquerque.
Feliciano Rodrigues da Silva.
n ~ Freguezia do Recife.
Uedeao Forjas de Laeerda.
Gongalo Jos Affongo.
Freguezia de Santo Antonio.
Genuino Jos Tavares.
Freguezia de S. >cs.
Dr. Galdino Ferreira Gomes.
Godofredo Henriqoe* de Miranda.
Freguezia da Boa-Vista.
Gustavo Jos do Reg'.
Geminiano Joaquim de Miranda.
Dr. Gervasio Rodrigues Campello.
Dr. Gabriel Soares Rapo>o da Cmara.
Dr. Gabriel Alrides Raposo da Cmara.
Dr. Graciliano de Paula Baptista.
Freguezia do Recife.
Capito de mar e guerra Hermenegildo Antonio
Barbosa de Almeida.
Freguezia de Santo Antonio.
Hypolito Jos Roberto.
Henrique Jos Alves Ferreira.
Dr. Henrique M&mede Lins de Almeida.
(iaphao Henrique Eduardo da Losta Gama.
Herminio Ferreira da Silva.
Heliodoro Fernandes da Cruz.
Herculano Deodoro dos Sanios.
Freguezia de S. Jos.
Dr. Hermillo Duperron.
Freguezia da Boa-Vista.
Henrique Sleple.
H iracio de Gusmo Coelho.
Dr. Henrique do Reg Barros.
Dr. Horacio Waifredo Peregrino da silva.
Herculano Alves da Silva.
Hypoliio Casslano de Albuquerque Maranho.
Fregneza do Poco.
Herculano Duarte de Miranda Henriques.
Henrique de Miranda Henriques.
Freguezia do Recife.
Ismael Cesar Duarte Ribeiro.
Freguezia de Sanio Antonio.
Ignacio Bento de Loyolla.
Ignacio Bento de Loyolla Jnior,
k*. Igoacio Firmo Xavier.
Dr. lgnacio"*Joaquim de *onza Leo.
Freuuezla da Boa-Vista.
Ismael Amavel G >mes da Silva.
Freguezia de Jaboatao.
Ignacio Francisco.Cabral Cauaall-
Inno Coelho da Silva.
Freguezia do Recife.
Teoeote Joo de Siqneira Campello.
Joo Bernardino Bolelbo.
Dr. Joao Kaymundo Pereira da Silva.
Jos Pedro das Neves.
Jos de Si L-lio Jnior.
Jo- Gongalves Torres.
Jos Izidoro Pereira dos Res.
Jos Pereira Vianna.
Dr. Jos Rodrigues Pereira.
Jo- Joa-juim Dias Fernandes Jnior.
Jos Cardoso Ayres.
Jos Gmlherme Guimares.
Jo> Luiz de Azevedo Maia.
Jo- da Cunha.
Joaquim Dativo Telles de Souza.
Joaquim Felippe da Costa.
Joaquim Antonio Pinto Serodio Jnior.
Freguezia de Santo Antonio.
Joao de Frenas Barbosa.
Joo Ferreira Vilella.
Dr. Joo da Silva Ramos.
Dr. Joao Fraocklira da Silveira Tavora.
Joo Maria de Albuquerque Oliveira.
Joo Manoel de Castro.
Dr. Joo Francisco Teixeira.
Dr. Joo Ferreira da Silva.
Dr. Ji.ao Dimz Ribeiro da Cunha.
Joo da Cunha Soares Guimares.
Joo Bapt sta Cesar.
Dr. Joo Googalves da Silva Montarroyos.
ui. Joo Zefenno Pires de Lira.
Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Jos dos Santos Neves.
Jo- H gmo de Sonta Galvo. .
Jos Pereira Teixeira.
Dr. Jos Soares de Azevedo.
Jos Candido Viegas.
Jos Mana Machado Figueirdo.
Jos Egydio Ferreira.
Dr. Jos Flix de Brito Macedo.
Jos da Fooseca e Silva.
Jos Jerooymo de Souza Limoeiro.
Jos Candido de Souza Castro.
Jos Elias de Oliveira.
Jos Barbosa de Miranda Santiago.
Jos Joadltm da Costa.
Jos Pedro de *ouza e Silva.
Jos Gomes Villar.
Jos Nuoes de Oliveira.
Joaquim dos Santos Neves.
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella.
Joaquim de Almeida Piolo.
Dr. Joaquim de Aqulno Fooseca.
Joaquim Lopes Machado.
Joaquim Antonio Carneiro.
Dr. Joaquim Tneodoro Cysoeiro de Albnquetque.
Justino Pereira de Farlas.
Dr. Jerooymo Salgado de Castro e Accyole.
Dr. Jaciniho Pereira do Reg.
Dr. Joo Nepomuceoo Dias Fernandes.
Freguezia de S. Jos.
Tenente coronel J >s Antonio Pinto.
Jos Xavle.r Faustino Hamos.
Jos Alfredo de Carvalho.
Tenenle Jos Pedro da Silva.
Jos Antonio P reir da Silva.
Jos Conegundes da Silva.
Jos Francisco de Sales Baviera,
Jos Lopes Das.
Jos Flix Pereira de Burgos.
Jos Augusto de Araojo.
Capitn J is Hermenegildo Leal Ferreira.
Joo Xa vi r da P.raseea Capibaribe.
Joan Joaquim Ue Snjueira Varejo.
Joo Antonio da Si va esreira.
Joo Soares da Foos-ea, Velloso.
Or. Joao Ribeiro da Cosa Machado.
Joaquim Cardoso Ayres.
Joaquim Jos de Souza Serrano.
Joaquim Pean dos Santos Bezerr.
Dr. Joaquim Jos Ferreira da Rocb.
Joaquim Bernardo dos Reis,
Joaquim Luiz Vires.
Freguezia d* Boa-Vistt,
Jos Pires Ferreira.
Jos Thomaz de Aguiar,
Jos Rib'iro Guimares
Jos de Barros Correa Sette.
Jos de Vascuncellos.
Jos Affonso dos Santos Bastos.
Dr Jos dos aojos Vieira de Amorim.
Dr. J >s Eustaquio Ferreira Jacobina.
J.is Mana Freir Ganviro.
Jos Cavalraote de Albuquerque.
Dr. J.w Honorio Bexerra de Menezes.
Jos Henriques da Silva.
I Jos Henriques Machado.
Dr. Jos Maria Carneiro de Albuquerque Laeerda.
Jo- Caetano de Mediros Jonior.
Conseiheiro Jos Bnoto da Cunha e Figneiredo.
Dr. Jos Bento da Gunha e Figoriredo Jnior.
Dr. Jos Aoionio de Pinhi Borges.
Dr. Jo- Ausirege.ilo Rodrigues Lima.
Jos Piretil Seve.
Dr. Joo Hooono Bexerra de Menezes.
Dr. Joo Capistrano Baodeira de Mello Filho.
Joao Yalenlim Vilella.
Joo Athana-io Botelho.
Joo Baptista de Castro e Silva.
Joo dos Sanios Porto.
. Joao Hermenegildo Borges Diniz.
| Joo Pinto de Lemos Jnior.
Dr. Joo Vicente da Silva Costa.
Joao da Silveira Borges Tavora.
Joo da Silva Fari.
Joo Pedro de Jess da Malla.
Joo Gregorio dos Santos.
Dr. Joo Ju venci Ferreira de Aguiar.
Joo Tiburcio da Silva Guimares.
Joo Duarte Carneiro Monteiro da Silva Santos.
Joo Carneiro Mmieiro da Silva Santos.
Joaqora Jos de Paria Neves Jonior.
Joaquim Pedro Brrelo de Mello Reg.
Joaquim Jos de Miranda.
| Dr. Joaquim da Cosa Honrado.
Dr Joaquim Jos da Fooseca.
I Dr. Joaquim de Oliveira e Sonxa.
Joaquim da Costa Ribeiro.
Joaquim Francisco de Sooza.
Joaquim de Gusmo Coelho.
Joaquim Juvencio da Silva.
Dr. J aquim Jos de Miranda.
Joaquim de Albuquerque Mello.
Joaquim Jos Silveira
Dr. Joaquim Antonio Carneiro da Cunha
| Dr. Joaquim de Souza Rois.
; Dr. J-aquim Ferreira Chaves.
Jumario Constancio Mouleiro de Andrade.
! Dr. Julio Augusto da Cuoba Guimares.
Dr.-Jorge Dornellas Pessoa.
Juvenci Augusto de Athayde.
Dr Jerooymo Vilella de Castro Tavares.
Dr. Jos Suriano de Sonxa.
Freguezia dos Afogados.
Jos Marcelino Alves da Fooseca.
Jos Velloso Soares.
Jos Francisco do Reg Barros.
Dr. Jos Roberto de Moraes e Silva.
Jos Bernardino Pereira de Brillo.
Jos Joo de Amorim.
Joo de Sa Leiio.
Joo do Prado da Cmara Santiago.
Joo da i.ruz Macedo.
Dr. Jo3o Alfredo Correa de Oliveira.
Joo Ignacio de Medeiros.
! Joo Antonio de Araujo.
Joaquim Jos Alves de Albuquerque.
Joaquim Maurloio Gongalve As Rosa.
Joaquim Francisco do Espirito Santo.
Je.-uiuo Rodrigues Cardoso.
FresToezia do Poco.
Jos Gongalves da Porciuncula.
Jo- Franciseo Prea
Jos Tiieodoro de Sena.
Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado.
Jo- Cesano de Mello.
Jo- Camello do Reg. Barros.
Jos Domiogues Codeceira.
Dr. Jos Rodrigues do Passo.
Jo.- Ignacio Pereira da Rocha.
Jos Burle Jnior.
Joo Francisco do Reg Maia.
Dr. J ao Jos Pinto Jnior.
Jo- Cear Cavaicaote de Alboqnerqoe.
Joo Chnsostomo de Albuquerque.
Joo Luiz Vctor Lieotbier.
Joaquim Pires Carneiro Monteiro.
Joaquim Francisco de Albuquerqoe Santiago.
Dr. Joaquim Francisco de Miranda.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Jesuino Ferreira da Silva.
Freguezia da Vanea.
Jos Antonio de Brito Bastos.
Jos Aotomo de Oliveira e Silva.
Joaquim d'Assomi g Queiroz.
Freguezia de S. uorenco.
Jos Francisco de Barros Reg.
Dr. I4 Francisco de Paola Carrea de Araojo.
Jos Correa Leal.
Jos Duarle de Albuqnerque Maranho.
Jos Francisco de Barros Lima.
Joo Antonio Carlos da Silva.
Joo Francisco do Reg Mancla.
Joo Gil Paes Brrelo.
Joo Cavalraote de Albuquerque.
Joaquim Corroa de Araojo.
Dr. Joaquim Cunea de Araojo,
Freguezia de Moribeca.
Jos Joaquim dos Santos e Silva.
Jos Caelaoo de Aliraquerque.
Jos Mendes de Carvalho.
Jos lunario de Lira.
Jos Francisco de Sooza Leo.
Joo Luiz Ribeiro de Parias.
Dr. Joaqmre Eiviro de Moraes Carvalho.
Joaquim Ribeiro de Aguiar Moeurroyos.
Joaquim Pedro Carneiro Campello.
Fr -gur-zia de Jaboalo.
Jos Francisco Pereira da Silva.
Jos Francisco Pereira da Silva Jni
Jos Francisco de Souza Ledo.
Jos Maximino Pereira Viaena.
Jo- Carlos Vieira Teixeira.
Dr. Joo Augusto de sonta Lele.
Juvioo Coelho da Silva.
Joaquim Pereira Vianna.
Freguezia do Reesfe.
Luiz Antonio de Siqneira.
Luix Antonio de Siqneira Jonior.
Loiz Antonio Gongalves Peona.
Ludgero de Salles Oliveira.
Dr. Lonrengo de Moraes Pioneiro.
Freguezia de Santo Antonio.
Luiz Cosario do Reg.
Lua Jos Pereira Simdes. I
Lua Jerooymo Ignacio dos Santos.
Dr. Looreogo Avelino de Albuqoerqne
Ladislao Jos Ferreira.
Dr. Luciano Xavier de Moraes SarsoesH
Preguesia de S. Jos.
Luix de Fraoga de Oliveira Urna.
Luiz Manoel Rodrigues Vatonea.
Freguezia da Boa-Vista.
Dr. Luix Emigdiu Rodrigues Vil
Luiz Pereira de Paria.
Dr. Lmt Salasar Moscoso da Vetfra ..
Dr. Lmt de Carvalho Paes de Andrade.
Luix MeUnio Franco.
Luix Amonio Rodrigues de AlssHdja,
Dr. Luiz Ca lo* de MagaHiae* eVeve.
Luix Amavel Dohnrrq Jumos.
Dr. Luiz Lopes Ca.-tollo Branea,
Dr. Luiz de Albuquerqoe Mamas Pereira.
Luiz de M-raes Gomes Perrrlra,
Dr. Loiz Rodrign Villares,
Conseiheiro Looreogo Trigo de Loereiro.
Freguezia de S Looreaco.
Lonrengo Parwra de Axeved.
Freguezia de Jaboatao.
Luiz ds Franca Mendes da Silva.
Fregn-tu do Recife.
Manoel Duarte Rodrigues.
Manoel Francisco MerajtMa.
Manoel Luix Googalves.
Manoel Cardoso Ayres.

^^^'
"s. ,.'.'
,, mtm sBSB*BtBJ8SjaBJBMsMBSJS]


.
Diarto ie rernambwea Serta tetra de Janeiro de 1866.
Dr. Manoel francisco Teixein.
Mauel Osmundo da Cmara Pimontat.
MaujBi da Silva Mondonga Viaaoa.
Miguel ltMM> te ouza. Rangal.
Fragueaia de sanio Antonio.
Dr. Maoel d FigueroaFarlB
Manual Ignacio de Torres Baudelra.
Manual Antonio de Je>us Juuior.
Dr. Manoel Jos Pereira de Mello.
Manoel Antonio Vlegas Jnior.
Dr. Manoel Perelrn de Mora** Pinheiro.
Manuel Lupes Machado.
Mauuel Juvencio ie saboll.
Manoel Joaquim ua Silva liWro. _
Dr. Manuel Buarqae de Macelo.
Coronel Manoel Ignacio Brieto.
Manoel Jos Pinto.
Dr. Manuel do NaicUaealo Machado PortetU.
Maooel de Squeira Gavalcauu.
Manuel de Muauda Ca*tro.
Manuel de Asevado Mootairo.
Miguel da Fonseca Soares e Silva.
Dr Miguel Jos de Almeida Peroambaoo.
Miguel Js de Aimeida Peroambuoo.
Miguel Bernardo Quloteiro.
Miguel lus da Multa Jnni r.
Miguel da PurlBcigo Gomes.
Dr. Maiimiauo Lopes Macbado.
Fri'guezia de S. Jos.
Manoel da Fonseca Medeirus.
Manoel Eieuterio do Reg narros. N
Manuel Joaqun) ferreira Esleves.
Mari'Oimru Pancracio Pereira dos Santos.
Matunoo Barr so de Mello.
Frenueiia da Bua-Vlsla.
Manoel Antonio Goncalves.
Manuel G ocalves da Silva.
Manuel Cielito Cintra.
Man*.el Cuines de Sa.
Mauuel l'erelra da Cunha. .
Manoel Gomes Vtegas.
Mabuel Puiycarpu Moreira de Azevedo.
Mauoel Francisco Schefle.
Manuel Carueiro de Souza Laceria.
Manuel Luiz Vir.les.
Mauuel Antoniu Cardoso.
Manoel Alves Guerra.
Ut. Manuel Joaquim Silveira.
Dr. Manoel Ferreira da Silva.
Manuel de Carvallio Soares BrandSo.
Dr. M Dr. Manoel de Barros Brrelo.
Dr. M noel Francisco do Nascim^nto Sobreira.
Dr. Maiimiano Jts de luoj>sa Varejao.
Miguel Arcbanjo d Flgueiiedo.
Miguel AiTodsq Ferreira.
Mareelioo Jo.- Lopes.
Minervino de Sonza Leo.
Freguezia de Afogados.
Manoel Joaqun) do Reg Aibuquerque.
Manoel Joaquim Ramos e Suva Jnior.
Piegoezia da Varzea.
Manoel Francisco de Carvaibo Paes de Andrade.
Manuel Rumio Correa de Araujo.
Dr. Manoel Aithur de Holianda Cavalcante de Al-
buquerque.
Freguezia de S. Loarenc).
Manoel Joaquim do Reg Barros.
Manoel CavalcanU de Albuquerque Lias.
Mauoel Joaquim Mauricio Wanderley.
Mi uei Joaquim do R-go Barros.
MarLuilio Feippe dos Res.
Freguezia de Murlbeca.
Dr. M*uoeI do Reg Barros Souza Lelo.
Mariano de S e Albuquerque
Freguezia de Jaboato.
Manoel Pires Ferreira.
Man >el Gomes dos Santos Pereira Bastos.
Manuel de Souza Leo Jnior.
Manoel Meudes Carneiro L-o.
Mamei Marlioiano Leite.
Miguel Meudes da Silva.
Miguel Germano dos Santos Pereira Bastos.
Dr. Miguel Felippe de Souza Leo.
Freguezia da B ia-Vista.
Nicolao Tolentino de Camine.
Fregoezia de Jaboato.
Nei Freguena do Recife.
Octaviano de Souza Franca.
Freguezia de Santo Antonio.
Paulo de Albuquerque Gama.
Freguetia da Roa Vista.
Pedro Alejandrino de Barros Cavalcanti de Albu-
querque.
Dr. Pidro de Athayde Lobo Muscoso.
Couseineiro Pedro Authran da Mtla Albaqaer
qae,
Pedro de Alcntara dos Guiroaraes Penlo.
Dr. Prxedes Gimes de Souza Pitaoga.
Poilirio da Cunha Moreira Alves.
Freguezia de Santo Antonio.
Dr. Ro.fino Angusio de Almeida.
Rulino Antonio de Mello.
RuliuoJus Fernandes de Figneiredo.
Rodolfo Joo Barata de Ahonda.
i- r.'.'ue/ia da Roa Vista.
Raymucdo da Silva Maia.
Freguezia de Sanio Antonio.
Salvador Henrique de Albuquerque.
SrVenan i Uaudeira de Mello.
Satyro Serarim di Silva.
Siiv no Guiinerme de Barros
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
SalU>aoo Caelano dos santos.
Tebunie curooel Sebastin Lipes Guimares.
Seb.isno Jos" Gomes Penna Jnior.
Freguena de S. Jos.
Sevenano de Siquelra Cavalcanti.
Freguezia da Boa-Vista.
Sebastiao Affonso do Reg Barros.
Simplicio da Cruz R beiro.
Dr. Silvio Tarqninlo ViHas-Roas.
Freguezia de Santo Antonio.
Dr. Thom Fernandes de Castro Madera.
Theodoro Jos Tavarts.
Fregoezia de S. Jos.
Tiburrio Valeriano Baptrsta.
Freguezia da Boa Vista.
Trajaoo Augusto de Carvalho.
Tbuinaz Garrelt.
Tnomaz Ca nelro da Cunha.
Tilo bu Aulouio Maciel Munleiro.
TDuiDot de Carvalho Soares Brandan.
Dr. Tai quinto Braulio de Sou
Tueudoro Machado Freir Pereira da Silva.
Freguezia do Poco.
Thome Rodrigues da Cunda.
Fregueaia de Sanie Antonio.
Ulysses Coekles CavalcaDii de Mello.
Uiy^eS Peruaml.ucano de Mello.
Yii.41110 Jos da Multa.
Fteguezia de S. Jos.
Viceuie Lieioiu da CosU Campello.
Freguezia da Boa-Vista.
Vicente Antonio do Espinlo-Sanlo.
Viente Machado Freir Pereira da Silva.
Viceule de Paula Oliveira Villas-Boas.
Dr. Vrente Pereira do Reg.
Vicente Ferreira daPurauacula.
Dr. Virgilio de Gu-mao C ielh".
Dr. Wenceslao Garca Chaves.
Freguezia da Varzea.
Viscunde de Camaragibe.
Freguezia de Jtooatao.
Vicente da Araujo Pinheiro.
1 1 1 11 'i 1*?
lacio se desvanec das mis irnpressoes, que o go-
verao reir resotngSo, e saipa querer as cotias,
os subalternos do Sr. Lacerda btm qnetioomtt seu Miado de gravidade tal que a febre criado.Francisco Bertngaer Cesar de te-
tissem dos saos depounentos esta retoaceM ir*- ffai q, accommette, prescrevo-'.hes o su- nenes.
tiram coth indo de a desfarcar cono tmoe da Att.am Utmin d'msnlviiin m urna chicara
inutnisacao do despacho que disuria j* nlMir, e <* a10 aissoivdo em urna aneara ,
dahi roram ver no da 30 o da enirejs da pnelo d'agos eran bastante assucar em um grande
para tir>rem da mesmi accio o eBeito dqtieita copo para misturar com um papelinbo dos
irascibiHdade que o leva maltas vetes ao delyrte. pos refrigerantes para tomar, com que ali-
llludira.ii.se, porm, por que nao este o mel ,n,mfltlimpntn ra fehrp neia
de qae se serve a auloridada^aando pretende tro- vu\ cc 'ttmeiiimenio aa eore, e pea
ram oooira a zecuco dem lobra de cml.sacao"e carou inutihaar el teas Jtetenos. Ha ontro maoha O xarope etheno de veame. Tenho
uliiidade publica. Para que nao murrese a idea nwHos, mas nunca o ratgar a peticio sera consen- aconeelliaMO, que fafam USO de ve quasi ao uascedeuro, foi del mitter que o animo i}mt^ da P*[teqoo procuraseu direito, porque natore acida, como laranjas, liml)>,p-
Corte do marquez de Paran a amparasse. j Irte orna picarda. tana, uvas etC e aDDlicatieS de DUntas'
Eetrelaoto appareoa boje alguera que pregue | B* atnda fatt. que, tobiodo eu por consentlmeo- ldU u J*.X."J
conir esse eemiierio, lio mal recebido em sua. to do Sr. Lacerdajo estrado em que l<
creacao, que aconselhe a vqlu do antigo rystema
de enterramento-, e vr-se-ha como a populaelo o
apedreja I
quando a sua intervenco seja necessaria
E' assin que hatemos s onaapttr ailoe rae-
Ihoramentot moraes e maieriaes de qae carece o
nesso paiz.
Anda est na lembranca de todos as reluctan-
cias empostas a' editlcacio do ijenjiteno publico, e o
modo tenaz por que os iteresses off-ndidos reagi
prejudica essa despeta,
Outro tanto acontecer mais tarde cota a em-
presa de que se trata. A )u-tica do povo Bailas
vezes tarda, mal nao falla.
0 asseto de uina cidade, e ama cidade como es-
ta, visitada constantemente por um sem numero
da estrngeiros que se desencanlam de sua bellea,
logo que saltara a' trra e vem a percaria das
i ras e as imraundicies das pialas e ros; nao pode
j ser objecto de coulestaeo. E' elle urna oeoessida-
| de sanitaria, urna condicao de aformuseameuto, om
' preito a' civiibacee, em estemunhu do nosso adian-
lamento.
Nem ao governo nem al populadlo seria licito
recusar esforcos a' consecuco de lio urgente ne-
cessidade publica.
Por que, pois, surgem reclamacoes contra o me
Ihoramento que se empreheode T Em que prejo-
dica elle os ioteresses uarlic|iUre$?
U contrato innovado detiaitivaraeote nao so ex-
tingue o sy-iema de despejoi uur meio dos barris,
que a toda a hora sao encontrados em cabocas de
pretos, nos pontos mais pblicos da cidade, a in-
sultaren) os ames anda os da primeira hierar-
chia social, como impede a contiuuaco da ortica
de cunverterem ais margensl do rio que corta a ci-
dade em mooturo* de repugnantes immundicies.
O novo systema de apparelhos, posto em com-
municacao cora a canalis-.oao eral que deve dar
esgoto ao mar, pela iliia do N'oaucira libertara a
cidade das porcarias em qa| todos a vim, trazea-
do as casas as condicSes do mlhor,asseio possivel.
Alm de que o einpretario estobrtgado a supprir
os depsitos d'agua para a laiyagem dos apparelnos,
e a fazer o servigo de remocao do hito dos quinlaes
e vaireduras das casas paralo lugaf designado pe
la cmara municipal. Nao muIU disto vantagens
ao esiado sanitario da cidade, e faciiidade do ser
vic i part cular do asseio dasj casas?
Por que ha quera repilla 0 contra o ?
Nao certameote pela razfto de curestia do ser-
vico. A casa qan liver um s apparelho ni i pa-
gara mais d 27tKK) pr aqni, ou 75 ris tor da.
A' proporcio <|ue augmentar o numero do* appa-
relhos, a aunuidada diminUiri coosider- velment-.
Ora, perguotaremosqiai sera casa que asnal-
mente fa;a o servico de soa timpeta diaria a' ra-
zio desse prego ou uiesiiiu do duplo ?
J> se v que d i refendoi coatralq colhera a po
pulaco a vaotagem de ter o servigo da limpeza
das casas de modo regular e cmplelo, e muiio
mais barato do que o que i.ra se .z.
A despeza da cohocagao! dos apparelhos que
gera a repugnancia ? Que em razio I
Nem aos proprietartos
nem aos inqailims poiea el ser onerosa, tor-
nan lo-seorlgem dj augmento dos alugueis das ca-
sas
A collocagao de um apptrelho custara talvez de
1605 a 1805000, mas je-peta fe visto comj semoro que os rajarw dos atesaos ap-
parelhos nao rorem oce.asiooados por causa de
quera os u-e, currerao por conta da empreza e Dao
dos proprietarios.
E' visto, pois, que semelhanle despeza nio pote
razoavelmente inllair sobre os aluguis das easas.
Para o caigaraeuto da ai tade esiao os propriela-
rios concorreado com sommus superiores i que re-
quer a collocagao dus apparelhos, sem occasiooar
isto alga oas rendas das propriedades.
E de mais, a pupulac-i que acceilou bem e ap-
plaudio o referido ealgaejenlo, nao deve reuugoar
o contrato de lirapeza publica. Ua uidnie bem
nalgada e p meo ou nada asseiada o mesrao que
nao ser calcada. *
tntretinio o contrato proporciona ontras vanta-
gens, e entre ellas a que resulta da collocagao de
apparelhos e servigj de lirapeza feilos gratuita-
mente as rasas, cuja decima fdr inferiora...
i:i*5uO: E' um favor que creou para a parte mais
pobre da popnlagao, a iiual fjcari IsenU da despe-
za due actualmente faz com >emeRante servigo.
Aos proprieiarios umbem dea o proveilo de te-
rem os seus predios melhor conservados e meno*
sujeil s a reparos. Desde que as casa* ehegarefll
ao estado de asseio que promelie o cntralo, pois
at di esgto as aguas servidas, carie muito me-
nos suscepnveis aos estragos.
A limpeza e o asseio em urna easa sao podero-
sos meios de sua conservago.
E' sempre mao tornar as cousas de improviso.
Sobre ludo cumpre refleclir e oescer as averigua-
goes desprevenidas, para que nao sejamos redoz-
dos ao erro, e dominados de provengoes Infun
dadas.
Estude se o contrato sem m vontade e preven-
gao, que a empreza ir sen camlnho livre de iro-
pegos, realisaudo um iil e urgente melhora-
menio.
Sobre a cendigo que toma o contrato obrigato-
rio repousam os espirito adversos. E' outra sem
razo.
Sem e>ta condigno a utilissima idea do asseio di
cidade, entregan ao capruo e as reluctancias de
aiguns, ou e torearla irreallsavel, ou correra o
risco de e-torvos taes aecuroulados em sua marcha,
que a haviam de Mantar demasiadamente.
O habito, que exerre influencia poderosa na n-
dole do nosso povo, manifesiar-s&hia de modo a
inutiiisar a empresa, ou a adia-lo para pocas re-
motas. Era prtanlo indispeosavel orna medida
efflcaes, condicao ohriga
mesa, nao fosse aflronlosamente injuriado por elle.
Perd oom o retardamento acintoso do despacho
e louHliMgao da roinha peiigio, mas entend que
nao devia levar mais looge os meus prejuizus.
Parece-me que atnda podta cahir as boas gra-
nas do Sr. Lace.-da perdoaodo a vileza da sua ae-
gio, e que por nenhuma forma devia jogar os Io-
teresses de que vivo, em prejuizo meu.
Eis por qud no dia 4, lendo eu de matricular um
escravo, ped para fallar ao administrador.
Eotreguel em mao propria micha petigo, ro-
gnei-ibe que me nao retardasse, fazeodo-lhe sentir
em termos supplicantes quauto soffna com tsso, e
cumpre dize lo : esperei que a genero-id-- de do ho-
mem e o dever do empregado nio demorasse o
cootribuinte do estado em lio penifel -ituagao.
Eoganei-me I
O Sr. Lacerda declarando nio poder despachar
rumba petigo, disse-me em meia voz que eu nao
vem ao me gar a sede.
A Sra. 0. Joaquina de S Brrelo, tendo!
urna sua escrava fallecida desta molestia, sub-
meiiida ao tratamenio de seu medico, resol-
veu procurar-me para tratar de um outro
escravo, que soffria da m-sma eofermidade,
prescrevi-ihe e xarope de veame, tem me-
morado consideravelmente.
A senhora do Sr. Antonio Francisco Ho-
norato foi desengaada por habis mdicos
desta cidade, esteve prostrada, e nos lti-
mos paroxismos da morte, foi com o xaro-'
pe de veame salva, como se v da carta
impressa no Jornal do Recife de 9 de feve-
CURA
Espantoza e Admiravel
DE TJMA OHAQA
CMCROSA E ROEDORA
00
POLYPO m NARIZ.
tmtia vergoeha-apparecendo na sua repartigf. Pi- reiro de f863.
quei hurnveimeiMe impressionado, ergueu-se, er-1 o escravo Emilio, do Sr. tenente-coronel
gui-me tambera ; mandou trancar a giade e pren-, RoctolpliO Jo5o Barata de Almeida, mi tam-
aeu-me, ordenando oue me condotiera, a mlm ,\^anaat,aAn nr hahpw mpdirns ft
bitre e cabrio, ao offlciai da guarda .. Dem ueienganaao por naDeis meuici S, e
Tal fui o que deu lugar ao que o publico ]i o; cum o xarope de vellaroe acna-se c< mpieta-
sabe.
Pese cada um por si o valor de semelhante af-
froota, e re-ponda se o fanoeionario que desee lio
baixo pode fazer valer o respeiln que se Ihe deve.
O Sr. Lacerda esquecendo a linguaKem da lei do-
minio se oo momento da sna propru auluridade, e
por isso nao achou entre tantos empregados da sua
repartigo una que se movesse do seu lugar a
ecepgu do Sr Angelo Custodio que por estar na
grade quiz oppor obstculo a minha retirada.
Eis elmeule ludo quaoto succedeu oo dia 4 do
correte, na recenedoria das rendas geraes com o
se\i administrador, eo que rpidamente se espa-
Ihou por toda esta cidade sem se puder duer que
uve parte em tal versao, por que eu nao appareci.
Se aiuda agora lastimo tao d"plor*vel acontec-
memo, anda mais lastimo que na farmacia da
cuipa nao se procurasse de preferencia testemu
unas exiranhis, que alias nio fili.ivam, para se lo-
mar dop ilment >s de empregados indigiados pelo
Sr. Lacerda sobre os qoa-s nxerce suueriondade,
e ai, contra as regras da jurisprud-'nca, que s>-
me julgasse incurso em artigo lembrado por elle
c iirio se se trausse de negocio pessoal e nao de urna
cau-1 da jusllga, a cuja sombra se elle acolheu.
Nao sou eu quem diz que o Sr. Lacerda um
empregado desatteneioso al a insolencia, di lo to-
da esta capital, di-loo estemunhu de minios res-
peitaveis negociantes nacionaes e estrangeiros, diz
o empregado publico, o ser venta rio, o humen.
do foro, o particular, dizem finalmente todos qu -
alh vao ter a contribuir para as raudas publicas
com o suor do seu rosto.
A c.au-a da jostioa nio pertence ao individuo,
a causa da sociedade. Vou levar ans tribunaes a
mnha quelxa pela affronla que snffri, e elles sabe-
ru d> s^gravar a sociedade, desaguravando me. a
mira. Por esta forma cada um Bcara conhecido
como quem e nao como deseja parecer.
Jos Lopes Machado.


CommwnieaTios
0 con Ira to Jo as eia t linpcza da
cidad 4
Nao sem diluVuldades que se lera conseguido
levar a >-IIoto eio no-so pas certos atelhorameotas
ret-lamailus pela civilwag". Multas ideas ulels
tm luciado com preveogSes e reluctancias, que
Dio seriam de e.-perar.
Ni) mais feUi que eutras tem sido a emprea
do akseto desUi cidade, creada por cntralo cele
lirado com a presidencia da provincia em 1858.
Dr i) i vi ia- em duvuias, de ob^aeulos em oii.'taio-
lus tem es-a empresa perdida lempo al boje, sem
poier chafar ao seu fira. Pinainente o actual ad
mini-arador da provincia, p-r meto dainnovacao
d-s-o i-ontraio, reall-ado ltimamente com o com-
mendadur AMonlii Ornes Netie, eollocou a em-
pre a m j de eiei-egSo, prestando a*sim rel-
game s-rvigo cansa publica e s' civihsacio.
O qae, purera, ocrtirre eom a empresa em ques-
tao, e o qu- tem acomendo eom nutras nio so-
cio a p< ova evidente de que somos anda om povo
novo, uue mal avallamos das necessidades que des
acerca m.
Ou vem, portanto, que o epiritos esclarecidos
nio se deixeta dominar de prevalo, qae a popa-
Publicares a pedido
Um remedio vegetal assom-
broAo.
Afinal chegoa-se a' dascobrir na essenca concen-
trada d'um producto vegetal, ara ettlcassirao reme-
dio po.-itivo, contra todaas entermidades precur-
soras da phtysica. A arvore da sade, pois que a-
sira verdaderamente que se deveria chamar, da
qual se extrahe este inestimavdl Ihesouro, a ana-
catiuita do Menee, e o Peitoral de Anacahuia de
Kemp, forma a preciosa composigo que alcanga
sempre a victoria sobre as eofermidades inimigas
dos orgaos da respiragao. Jamis bou ve remedio
algum que sn ftzesse deetro em tae pouco lempo
lio umversalmente popular. Os gratos tesiemo-
ohos dos cjragods agradecidos, que padecerra de
tosses, esquinencias, rouquido, iuflammagio do
peito, bronchites, asthma, caiarrhos, constipagoes,
phiysica, etc., se recebem cada' dia acs centenares
de todas as quatro parles do mando.
Acha-se a' venda as phanuaelas de Caers 4
Barbosa e J. da C. Bravo & C.
mente restabelecido, como se v lambem
da carta impressa do mesmo Sr. tenente-
corunel no mesmo Jornal do fecife..
0 St. Antonio Cbnstiano Fogt, Qlho do
Sr. Christiano Fogt, proprietario e estabe-
lecido na cidade de Macei, o priraeiro bem
conhecido nesta culade, pois que fii empre-
gado na ca
tista cstabelecido na rin da Imperetriz, ac-
cornmettidD desta molestia, fot daqui desen-
gaado |Kr habis mdicos: retirou-se para
a Baha, e all contiouou em tratameut ate
que foi segunda vez desengaado pelos m-
dicos dalli, chegando eu em Macei, um
amigo pedio me, qae o acompanliasse at a
casa do Sr. Ctiristiaon, para ver um doente
e prescreveT-lhe algum remedio, encontrei
o filtio em urna cama desanimado e em es-
lado de prostragSo, pois que escarrava sua-
goe, e tinlia completa inapetencia e traque-
za a punto de nao se poder por em p, no
fim de urna garrafa do xarope ethereo de
veame j se achava elle no estado de pas-
seiar eoi casa, desapparecidaa inapetencia e
os ecarros de san^ue ; e a tosse mitigados.
No fm da segunda j.achei em estado de
faze-lo passear pelo si iu todas as manhas.
Acabada esta o aconselhei. que continuasse
no uso do mesmo xarope etherio alternado
com o xarope aicoohco de vettame, e qne
usasse dos banhos salgados na paucada do
mar. Sentio elle nos priraeiros banhos al-
guns cho |Bes, mas eu o aconselhe que con-
tinuas.-e, como que se tem dado muhobem!
pnis que tenho recebido cartas de Macei,;
em que se me eomniumca o seu bom estado. |
Nesta molestia os expositores de medie!-.
na nao aconselham banhos salgados, apenas
quando delles iratam, dizem ser applicados j
as e.-crophulas, lypnCDTidria, esthensmo,
amerorrhea, racihisrao, etc. ; entretanto vi
este bom resultad n e outros factos iguaes tenho visto as om-
Istias si pi i y lili cas, e ostras militas que com
o uso do xarope alcoolico de vellome tero-e
obtido cura radical.
O Sr. Dr. Silva, medico hbil de Ma :ei,
depois de ter applicado a um seo doenie de
rheumatismo o xa upe alcoolico de vellatne, '
logo'queelle se poz em estado de largar as;
muleta-, em que annava arrimado, o aconse-
Philiyslca.
O "xarope etherio de veame por mim pre-
parado muilo tem eproveitado aos que sof-
frem desta molestia, e de lamenta, -se, que
no obtuario desta cidade a maioria dos que
suecumbem de tubrculos'pulmonares,
sera procuraren! o recurso d > pratico do
experieote, que Ihe3 pdem encamraaro
meio de sua saivacSo.
O Sr. Braga com toja de ferragenS na roa'
i Direita, foi desengaado por iious habis
i mdicos, acha-se bom com o tratamento por
outra nao poda ser ella seuo a
tona. O Sr. cooselBeiro Paranagu a comprehen- j mioi prescripto.
deu e etecntou. \ Sra. Jeronyma Maria da Conceic5o, mo-
E o que cenoi que a poP'^Jf '; dr* radora na travessa do Monteiro n. to.achan-
nos om ejemplo, que nao tem sido entilado. All
fez o governo por sua oonta e iisco o cootrato de do-se desengaada, tambetn a mim recor-
limpeza publica. Os apparelhos collocam-se as reu e acha-se re tabelecid,
casas particulares a cusa do governo, que depois Um SobrinllO do Sr profeSSOr 06 Nza-
iinuSe aos propietarios a inrfemnisagao. E a po j^ ^^ .
puiago esta saii.-reiia, e apiauoV o raelheramenlo. rein ^ *"'[< aclla he 9"' "0/"J* UB
Aqni o empreiauo corre aconlingenciedetralar sua carta abaixo traoscripla, at'2 de eutfOS
direciamenie ruin os propnetarios, e do ser mullas factos, que poderia aqui mencionar,
veies obrigado a baratear os seus servigos, sem o A phthysica 8 a destruigSoe a magreza
receio, por parle delles, dos meirmiios do Asco; e
nao oh-iaote as repoffmmeas ah se erguem I
Demos pois tempo ao lempo, a pnRiea ha de
producir o seu effeilo.
E sirva-nos de feito estas judieiosas palavras du
Sr. Or. Mauoel da Cunha Galvo, consignadas no
folheto que publicou quando se iratava do con-
trato effectnadu nr corle :
< A 'mi.eza da cidade, um dos elementos prin-
cipaes da polica >amtana, assumplo da maior
gravidade em lodos os panes civilismos. >
Correspodeiieias

de todo Mrrpo, em cnsequencia de cbagas,
tubrculos e o ocroevan dos bofes e de en-
pyetna. atrphia nervosa e ontras molestias
que viciara os humores, como escorbuto,
aiporcas, galhco, asthma, bexigas, sarampo,
etc.
Na phthysica, chegando ao estado de gra-
vidade, o que muito pode concorrer para a
salvacS do d-nte- e ajodar os medicauen-
tos o ar do campo, exercicio o*nveniente
e dieta, a qual nao deve ser de nenhuma
cusa quente, ou de- defflcil digestao ; e a
bebida eumpre que seja de nalureza branda
e fresca.
Todo o seu alimento se ha de dirigir a
moderar a acrimonia dos humores e a nu-
Urna creada do servir residente em Pernam
buco e pertencento Ex"" SeBr! VlBCOKDBSSA
DK Ooiahna, foi atUicada d'uma terrivel ch*
ga cancrosa e roedoraou Polypo no Nariz.
A mesnia involvla e tomava todo a parte in-
ferior do nariz, amea;ando j distruir tanto a
parte cartilnginnsa oomo o mesmo oso ; Com
cou primeifo por appareccr aob o bei^o supe-
rior e parte da face, extendendo-se por tal
forma e com tal rapidez, que em pouco amea-
<;nva transformar todo o roeto n'uina enorme
charga viva e asquerosa. Durante todo este
terrivel estado, totlos os recursos medicnaes
que em taes casos se uzao forio abundante-
mente empregados, sem que de leve fizesse
parar a marcha lenta c distruidora de to hor-
rivel enfcriuidade, e todos os meios e esforcos
foro baldados, o no em tanto o mal cresca eis
que por milntrrowa fortuna da infeliz estando
as cotizas Ueste ponto, se experimentou pela
vez primeira a
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
O feito produzido, quasi que instantneo
por este inestimnvel remedio foi verdadera-
mente maravilboeo e sem igtial; este grande
purificador do sangue e dos humores do sys
tema, immediatamente pos um termo i mar-
cha dha8trosa e fatal da molestia, derramndo-
se e inffltrando-se atravs dos tecidee os mais
delicados do corpo, es pe lindo at ultima
propriedade oo vestigio virolento da molestia,
e dentro d'um curto i-spaco de tempo produzio
urna
CURA
Completa e Radical.
Este feliz qnao admiravel resaltado foi obtl
do apenas com o simples uso
Duina so troica Garrafa!
d'eate incomparavel e inapreciavel depuratorio,
recommendamos portanto todos os Doentes
qae proenrem obter com o maior cuidado a
nica e verdadeira Salsaparrilha de Bristol,
nicamente preparada per
LANMAN & KEMP,
D NOVA YORK,
na certeza de qae, todas as mais prepara?Sea
Imitativas nio valem para conza alguna
Vende-se as boticas de Caors & Barbosa
e C. Bravo C.
maros tres dias us?r de
ds que postam tsqottmr a
sangue.
A comida durante esse teaapo dte ser i
reino vegetal, como sag, farinha do
nbo, pao torrado bolacha, ele
Anda nao vi expositor da aiedicm qm
aconselhasse qae nos primeiro^ tres dis da
accMQ > ettimeutos do mal, nio se avetada
medicameotcs ; o qoe elles raprlleai sao os
ungentos, unturas que oostruem ans a
repellem do qae prorooven s evaeaacao d>
parte; o que convm traasr o logar ata-
cado e bem agasalbado para ajudar a traos-
piraco e defender do r.
0 verdadeiro xarope de retaaa vndese
na botica da ra Direita n. 88, de Jos da
Rocha Paranhos.
Tenho rechiflo cartas de algunas pes-
soas de ou ras provincias que me tnaisaa
rucara ter desta cidade sido remettido o asco
xarope fa si lie- do, que tan dalo resaltada
ao descrdito de minha preparaeao, cbjo co-
i heciment se tem verificado depois dos ef-
teitos que taes remedios apresentava; as-
sim, pois, tenho a declarar ao publico q*e
no luir ir o que va i i regado na garrafa do
xarope, sempre foi assiitoado por ssea ym-
nbo, e daqui em diante, alm dota assia-
natura o farei tamben no papel que cutir
a garrafa. Rogo ao mesrao publico qa
quando forera assim engaados, tomen ye*-
temunbas, me r. metiam os rotulo falsifica-
dos e me participem para fazer eflrctivo o
artigo 167 do cdigo criminal do Br-sil.
Jos da Rocha Paranko*.
Erisipela.
0 medicamento que c>m mais influencia
Ihou que co-niinuasse com o uso do mesmo fj"^? le,m combatido **2t2i
xarope conjunctamente com os banhos sal- *J^ tem 8ldo xar0Pe acoho.code
gados, com qu, seteftf dado moito bem, e Francisco Fir-
um do> mdicos que aUi em Vlacet tem com- m"mL^?^f a*[ t!;lh! 1 ,
pleta confianca oas preparaces de veltame m n Monte.ro, pe.-soa bem conheuda nesta
L, JL LUZ. Mi!.T,r.a^c.n.rina d-de, a h^d.i-se de cama, e com as per-
nas bastante rochadas, e cheia de lumores
lomando o xarope de veame, atha-se boje
boa, prestando servais.
A mana do Sr. Jos Francisco Pinto, mo-
rador na ra Direita n. 51, tendo sido
mais cura, quando os fa, tose a experiencia ~eUit,a ^ me^mo mal, acha-se tis>
e assiraelplicammuitos expositores de rae- ^Z^ZJte ^S l
Ora; nessa provincia temos faciiidade ho- xas' Cl,m ff ***" baslanlne-^T
' ',v"~ r ana n/i aalmrtn imlnlanta nnu n nriuava if
je e recurso do ar ; por que a va
por mira fetas, penis bons resultados que
tem dbiido emsua clnica.
Quando alguem se v com tosse vai ao me-
dico, este o examina e declarao senhor es-
t affectado dos pulmeso doente desani-
ma com esta sentenca, emende estar sera
k,.rea sos, no esiado indolente, que a privava de
de Gameleirae Una," lugares pertodo Boni- u0 us
loedeoatms'poiitosqSe sar) considerados uaran pala^^ysgtaj*^_____ m ^
-- r,.,anift'm.c n> w m-cmn* inaarM A Sra- D' R,,a' moradora na ra de Sania
Srs. redacloris.-~0.licl i qoe se ien do dia 4 do
rente, entre mira, e o administrador da rete De-
dona iias rendas uerans b Sr. Manoel Carneiro de
Souz > Lcenla, nao t--'ve outro fondatneuto se nao
oque logo depois correu de bocea em bo& a por toda ti ir e susier o doeule, para o qoe preciso
esta cidade, e nao o que eisseram quatro indivt- reriUZ|.|0 ao uso ,ie vegetaes e leite
*^o'.a^3S*io quit prevenir ju.zos, Tod. comida e bebida, que se tomar ha
nem amorrar com o meu testemunno o 41 su MWreiB.pouCas porg03S, para evitar que
o excesso do chylo fresco opprtma os boles
e accelere mnio a eirmlaco do santfoe.
serto, quanlo mais que o* meamos lugares
j n5o sao raaos, segundo pens, pnncipal>-
raeute no ver5o.
Mas dir-se-haurna pessoa pobre nao tem
meios de se transportar e all estara isso
se responde, que n^quelles lugares existen
casas vasias e alugam-se por preco commo-
do, e mesmo muitos gener-is de primeira
necessidade alii se vendem pelos mesmos
precos que aqu.
Aquel les, pois, que estiverem nestas or>-
curastancias, eu Ins facilito explicaros meios
pelos quaes se devera reger, e lhes fornece-
rei os raedicamentos gratuitamente,
N5> deixarei de advenir ao publico, que
Rila n. 13, pnmeiro andar, soffrendo do
mesmo mal ha muitos annos, pois que a ery-
sioella atacava amiudadamente, depis que
tem tomado esse remedio nunca ma'S Ihe
deu.
Outros muitos 'actos destal ordem deixo
de mencionar aqui para nao rae tornar pro-
lixo e enadonho.
Sendo a erysipella urna mol stia que sem
dnvida erTeito de materia gt-raia nocorp.
como exp3em a guns escnplores de medici-
na, e em consequencia da febre angada
na ielle, oode produ/. itifl mmago, e que
muitas pessoas, for n9o se terem conve-
nieniemente tratado, suecumbem com o
as minbas preparaces de veame sao reu-
nidas em Los ingredientes, e cora elles pernicioso uso de que, nos tres das nao de-
tenho obtido oi.timos resultad- s: noseen- causar de remedio algum, o qu1 fawe
estender o mal pir nao se ter a principio
Xarope tnico refrigerante de veame e te
ferro preparado pelo pbarmareotic P#
da Rocha Pararihos.estabeteed nacnUde
do Recife provincia de 1'ernambi.o-, ras
Direita o. b<8.
Este xarope, que d tom ao movinvnlo
muscular por soa qualidadc frrea, i ao
mesmo tempo purgativo pula parle do ve-
lame que en erra, e refrigerante peb par-
te acioa, alm da precisa para perfr-ita so>
lugao e eonibinaco do ferro; este atacada
pelo acido fica em extremo divisSo. e as-
sim o mais soluvel qne possivel, de sssti
queja nio lo dependente des^r digerido
pelos aciuos fracos, qoe se a ham no *>-:o
gstrico durante a d'gesiao. Os eipwiv>res
de medicina sao ne opiniao qoe o Ierro e
todas as suas preparaces gozan das virtu-
des eminentemente tnicas, qoe apruvrita
em todas as moieslias qoe sao earacterba-
das por fraqueza; e com efleito acbo exac-
ta essa opiniao; nao mas dado o ferro esa
substancia pelo mo resollado qoe teafe ob-
servado, (e que j tiz publicar) en certa a
determinadas mo e tias; por tieavpvo: ane-
mia, e febres intermitentes, termina mui-
tas vezes por anazarca, qoe e acta ras
de serosidade no tesado cHIalar (agua qaan-
do est entre a pehe) e depon asrite oo hj-
dropesia do ventre, qoe acconolacu de
serocidade no peritoneo.
E' sabido que o ferro om dos agentes
mais importante para qae o sangue se pre-
pare e aperfeicfie devidamente, e por c >n-
seguinte o mais propria para inpedir o de -
envulvimento destas molestias; as sendo
elle asi efficaz excitante, srbeme e satvr-
nente, claro que s atsociado cono se
acha nesie xarope, poda dar o'mediada
que se espera, e a experiencia ne ten de-
monstrado sem risco de ofender as enrra-
nhat.
Os effeitos dos incitantes, sao: promover
as secrpces, e ab-or oes, aoymeniar ora-
lor natural, e remover aquellas dores que
nascem da falla dos movinentos irnuti\ -.
Os sortienles sao tamben aqorlles aft^ntes,
os quaes augmentara os o>vimenlos irriva-
tivos, que formam bsorcad, e os s cero n-
tes 3.1 nuiles que augmentan os no.iuiratos
irritalives que ronsliinen as secre-tVs.
Assim. pois, v se que sen a pvei*ti cnmhi-
nagao e modilicago nao de ser e'lr appH-
6ado indisiinctamenie. Muitas vez.-s o rn-
tico deixa 'ie (asar applicacao do (er o por
conhecer su-pciiar que o ligado, o bofe oo
pulmo, eor. fio essi-ncial da respr?r-, ni
011 ra enlrania est ouendida; euletaMo
que, se se tivesse app'icado en tena sa
poderia ter eviado o deseovofvnnrnto Ai
niole.-tia. Assim, pois, o xarope prepara-
do como Tica exp isto se pode u?ar sen na-
co por nao olTender as entr nbas. as no-
Iistias contra as quaes o xarope tose. re-
frigerante pode ser applicado con pn-verfo,
sao: as ameuurrheas, oa suapeaco do la-
xo menstrual das muihrres, aoenia, oo ot-
niinuic.o da ma^sa do sa*gtie e sua c
is-
leucia alterada, dores de estomago, debili-
dade dos oreaos digestivos, r>Mio, flaaos
mucosos, flores branc.s, ct loruse, anaasfna
do sexo femenino, caractrsad por lan-
guor eral, actlurisagao pallla da cor >o
esverdinhada, erop biedmenlo do imnw,
u fartes-chri nii'os das visceras ablonww 5,
alporca ou escrophulas, e>corbi>tos, aada-
cao, pallidez, e os estragos produzidiM lie-
las moleatus sypbiliticas: asuV-oia oa fc*lta
de foi gas; fraqueza geral: e ha byulrnpe-
sia anazarca e ascitrs; tendo-sa o cuida*lo
de observar nestas dnas ultimas noiestias
principalmente, e em todas as otras, q a
um dos eleitus .ilutares de-te xrupa te-
qo-ventte crrente; e as urinas deseabsra-
gadas.
O modo de usar-se e reaolar-ae vai des-
cripio oo le 1 reiro pregado 00 frasco.
vende-se nicamente na botica a
Direita n. 88 de
Jus da Rocha Pmramkm.
ATTENCIO.
gane o mesmo publico com outros que por w*c,^.,1 ""' Vn ,,uu ? lcf ^Zt
L se annunciam, cujas preparageSVro,ccmbfll,1,;P,| "o, pois. ? conven, ene
assim como o ap oveita.riento aos arenaos, f*> W ^alguem S* ^ ra^''f
a quem porvetura tenham sido applicados; f a*, deva provocar a transp relo toman-
cada um responde por ai. e eu aflirmo com d a0 #%" ma co"fermta da cha do
verdade o que aoui tenho relatado, cuj me- arope alcoholux, de veame d.ssol vide em
f........_ ..-.....t. .a -n^nm m. urna cnicara de infusco de flor de sabu-
Xarope alehoolico de veame, preparada
pelo pnarmacemico Jos da Rocha Pavaaaaa
jet aa noena raraimo. tatnenio, no fim dos quaes usara' do xaro-! estahelcido com botica na rea Direita n.
Nazreth do Cabo, 7 de setembro de 1863. pe tle veame na forma prescripti no recei- j 88 em Peniaaibuco.
Iilra. 9r. Jos da R< cha Paranhos.Gm tuano, tendo wdo o cuidado dse ahafar,' Este xaropeinoontestavelmenlesoperior
omaiorprazer levo ar. conhecimento de V. afim de soar convtrjeniemente, alem de, (a todos os tarops depurativo, de ja
S., que o doente que V. S. acha-se admi- conservar o ventre corrente, qoecnn>egui a composieSo o seo mait>r ele ento asaba
nistraodo-He re edios, acha-se no todo res- tomando urna or duas plulas purgativas do parrilha, pois que se tem ombendo ser a
tabeleddo, port-nto, nada sent, tendo des- mesmo veame. I veame mais energic para a pronpta
apparecido n. todo a tosse, tem muita dispo- Todos qoantos suecumbem desta aoUs-. das molesiias, coja base essfncial depe
sigSo comida e.dcha-se nutrid.' Deixou ta se di :falleceu de erysipella recolhi- da purilicacao do sange; assmi pn
rec*i- da; ao contrano, alguns expositores pre-' tem verificado por nfuitas paguas que
prururavj investigar. Deitel por mim que a ios
nnego criminal corfe.-se de mudo a se poder des
cobrir a verdade sem prejulto da justiga. ,pmlHK
iiifeiiziaente, e ap^r das diiiuenmas do Sr. e- uiuis aoeanjs aesra motesTia se teera en-
jebado a>sun uo acunieeeu. Aigumas circumsufH- trege ao uso do oteo de Bgado de BacaPio,
cias roram ocrulta- iotenciooalineiite, enutras ao- e ootras preparaces de rebinas e palsamos,
tecipadas ou precididas, de forma quo o fado fleoo 8em qae deQa8 t^nha o tirad) provetto; e
desdgurado era urdem a dar-se Ihe outra qualiBca- ,_ / p.nn gao penal, que nao a leguuna e legal. al8uus expositores ae neaiema comDaiem
E a razo d nhas oo procesa quairo empregados da repartigo, co8itane arregar o estomago do doea- tomar os ltimos remedios que V. S. ..
da qual chefe uu superior o Sr. Lacerda, circotns- t ma medicamenios oleosos e balsanicos; tou no dia 30 ckr pawaiio.r esta agora a V. sumem ser o desenvolvimemo da putrerac- achavam de*engiiiiaaas, as ^
Unca que, tornando dsfaKooso o depoltnento de re(n ^^ em Vi,2
dTjuSarfcmX^^^ menta.n-na, esqhentando oVangoe. aomi- doente deve conservar-* por qt.antosfiem- do-.jne.wttoa mm cor era ca.-nada.
delirar a causs atf- S. mandar-me d'ter qual a diera qjue o c3oioeM ne, lauto que o lugar inflamma- hoja rrstabelecnlas rom o referido
e deve conservar por quantos tem- do ridira m-terapoque tiramoiapolei relaxara aa pos, menionando as comidas que deveri troca em livida ou nera, e lerm na em gan- guns, tendo usado 'loxa[Pe/e
Agora, porm, que se conciulo o procese pete Su|li0Si e s0 de toda sor perniciosos. nsar daqui em diante. grea, e por essa iazao que conveniente de Latrey, de i -*, o
conflrmag.i da pronuncia ao jurto competente, fl ^ MXrirwni;r a fnfi,.
devo duer que nao e etacio ter eu entre-a* m -r. ,lua'J 1oe W u/er pan exiingurr a tosse,
Lacerda no da 30 de dewmnro ama peticio pasa alem do exercicio e reglen apropriado dd- dado qoe
ser despachada, como o aflBnaaraaj a tesmma- vem ser remedios de natpeza acida, deter- brinho, abaixo de Deus, devido o seu reata-
gente e calmante. belecimento a pericia de V S., e por ieso
Os aciilos posauem a virtude de produas- pode V. S., sempre contar cora os meus ai-
rem bons eHiios nease eof^rmiftadsv por minutos prestios, ednsejarei em todo o
que, oSo s eootribOBm a apagar a sede tempo dar urna prata- do mea reconbeei-
quando accommettem a febre tnica, mas ment.
tambera a refrescar o asngue. Desejo a V. S. toda* as venturas, por ser a putre a- cao oes note
Aos doenles desla eofennidade, quando o de y. S. muito respeitador e ibrigadissimo
nhas.
No referido dia: (ai sint proenrar o desparti que
me pareca mete sendo retardado, nao o olHeoo,
toruei anda por elle no4ia>i>do orrente, ceta* nte
foi dito, a >ira e (Ir, teane purera o petar de ver
o Sr. Lacerda empaeieotar se, e eaiur no etcetao
de rasgar a minha petigo en> plena repartigo, w--
qneeendo-se da altura em qoe etl collocada a tua
eadeira. i
Resta-me atfora agradecer a V. S. o cid- O xarope alcohlico de veame na infusco de ole de Itgsdr de hacaiho. e tro
do qae tomn no tratamento do meo so-. flor de sabugo, para se conseguir resolver a de>-ta ordem nada ronsesrinran. B
inflammacao, ou i*lo menos terminar pela fcil digestao, agradavel ao paladar eaaev-
supparaciu, knpedtndo assim a gangrena, pbau Alguns nadiroa oeia cidade a da
Os effeitos du xarope alcohol.co devlame d Macei o teero raconneadado pasa acav
applicado na flor de sabugo ao doente, nao ra das
s de vantagem por sua qualidade diafo- Impigens, tinha, esrropholas,
retica, como pela aoti-septiee para mpetu Tumores, ulceras, escorbOlo.
putre a.0 oesnole>ai Cancius, sarna degenerada, fli_
Na erysipella nJo dere o enfermo nos pri- Todas estas affeecoes proven d
.


I

^ COKaW -
a ioteraa; aio k*
* 4a*aW*-V_
jwim. fama*
aaCtKMHCe de V6TBrU para
afl?oee do spanataa
oino: .
*" rtWWPItiW, pateareis, *
Jus. raaaotenoia, esteriliaado,
mNemiktgfQcvom, enwmwoimento.
O xarope*k:iiaelico de ctame sobre
todo, da raaior tilidade un curar radi-
calmente, aa poucc tempe o rbeuraa-
tiamo.
.Idverte-eft5itii wrdadeiroxardoea^e
wide cesta, eidade na botn acirna indica-
da, iio abusoanrgnado; era oatra qul-
anaiir parte qntiee lea armawsado naoda
taesen ompwiclo,e BettaaJNKO assig na-
do se iv>>pnHrbitisa.
Jbt ato lwb tmnmhos.
~*~
-__
--
ate^*** de afaarctro ale 1866.
G8-
DAS INTERNAS
NAMBUCO.
29:3302380
K...... 18*435
59:888*615
OVINOAL.
... 143:
3:911
147.8801458
RNH8KNTH DO POBTO
AVISOS MARTIMOS
COMPAWli BUSI&EBi
DE
PAQUETES A VAPOR.
3Sk
Dos portos -de aorta .esperado
al o da 1 de fevereiro o por
Toeantims, eomoanduiie *pw-
meiro teneata Araujo o qaal
depos da demra do costume se-
galri para os portos do sol.
Desde j recaben) $.e pastagelros e engaj-se a
conmtMio
O ao> ana? Iiiaoaia teuot a 11 por cerno
o o, aaaaa. iabeiro a nraaa Ote a era qobu
mwiMf<> ii1 i aialatoliM se conven -
' Bw.*emg*Bma*epda Baha
rao Mi sil
Xoew enO-oJoamo ate 25.
Araeaty=17 dw, hiat^iavaaileiro Serrano, de 5.
toneladas, capitn Peiie Jos Praeciseo, equlpa-
4m 8, carga 300 &eces coa algodo e ootros
feneros; a J.es Luiz4|4"Qta.
tovtoi sahtdmm nutmo dia.
Barcelloaa Brigue bajBBnoi TetmtK 1, capitio
zeaural .Pagm., cargan>dao.
IdMa-vPuacho fceepaoioMtw-'oUas, mido Pabilo
Itera, carga algodo.
inemSnraaea hospnaMla Trmala, capillo Ge-
rardo Caalo., carga tMo
DECLAMQDES
Da ordoS M direptoon w la* publico que o-
(hetmirair j detta caita e actia autunsad*) a pagar
4a H'sericertlia
wo "^Hcii,
Mar1 anta a4wrteistrairva Os ata Casa de
Misancoadia de ftile mande c qae anueruro edificar os amena da naa do Viga
o di 'ideado ec> cernes Ovando em .'ti de decemhro rio prximo a oagaem me Jilpjcirmou o consula-
l>r<<:vfint> passado, Da razio de 123000 por aecao. do g-rai, e onde fui ed ideada outr'ora a casan.
Coia de l*>6.
O fuarda-vjroB,
Ignacio Nuoes CorreU.
aLFaNDBCa.
tendimeato.do Aia i a-L.....
dem do dja J5........--------.
67;3i34?52
*l:87i*50
T-19:ii7*02
mjVMEttW LA AJFADESA.
Volares entrados com fazendas____ 362
com ge aero*..... 724
~- 1,086
Antonio Laude Olivara Azwvado A C.
P"J" ["Itiitiiitii animiii Uirin, do
lote de iU laa.ada, iaodo quaatdetfiegado
13 tM*4mi, aeaKcelleate stweka, ac-rt cora-
fulaiautate esM04W, fui forzado de >tal a' pouco
mLs de ooi anoo, a esta proiqpw a avagar para
qaalquer parte : para se examinar, no seu actual
aniwadoaro eureate ao caes do Ramos, e para
tratar do ajasla, oca atu consignatario Francisco
Jos da Costa Arau/o.
Corapanhia feroambucaoa
DE
Xivegaco costelra por vapor.
Macet e portos intenaudios.
O vapor Parnhybn, sanira' pa-
ra os portos supra no da 30 as 5
horas da tarde. Recetie carga so-
manta at 29 j encom0teDa>*s, pas
sageiws e diaheira a f/ate at
as 2 non- da tardado da da aahida : seriptorio
no Porte do Natos a- 1.
LGILAA
lebv6iS a)H,IM| focadas, loar;* e
?al' artigas.
IIOJE.
z6 do corrate as i I horas no arraazeai a
ra da Cruz n. 57.
Cordelrt aj|aa5es
P01!*08* a risco de qnem pertencer. far leiia* de
aaoMHas cooalaaaUa jaeacaadA a aiaaaallo, roe
sas, tabula, secretaria
MARTIMOS
CONTRA FOSO.
nffr&^e^!MiS!K A comPanhia Indemnisadora, stabeleci-
ra qae o vapor poder ce izir i I "ever r^' P"*8'*0 P'* **>co. cabdlair.*, a nesta praca, toma seguros JDWililBOa 0-
I mandas e d.nheiro a frea aj o du dT^hid as dS SjaaaaS at. I d.tas X t,' fof em e'ii!icif'&' ercadna e.obiUas ;
54! i ??^.l .c.rn_l.?r? ^'Ptorto 4 duzias V TmtSml- M rua do Vi*trio n- Pvtoento terreo.
LEILAV
80 ca/a?a^ (/e figos.
iioj i
26 do orreate as II hcas ama da Crui
n. 67,
Cordeiro fblaaSes
ppr coma e rUeo de ajuera BMeocar far imiio
aas cajias de flg^ cima ffie^cimiadas.
iBitTJko"
DE
CiiMPAltHM SHAStLEIttA
DE
PAQUETES A Jff8.

jajolumes sabid^ictM fazendas..... 112
< cjqb groaros..... 1,581
-------1,693
Descarrug-am haf46 do Janeiro.
Vapor iplez -OWamercaderas.
Balfciawaaaaa Waw'ala twgmi canoros.
Ev'mui hanoveriaaaEmmiMf diversos gneros
festiva,-.
cruui ioglaa-/urabacaliio.
PUi'h i in(tez -Portin -oacalho.
Patacho heaannh )lIndiownhos.
Ittaa .'raofluiaF'zrjilellera
liwrne ingina Sii/ -<:arv > da pe ira.
H"en ingia Flmting^lmti carvi a> pedra.
Br^rtiiiii>r**-fij Clmid-odem.
Barca ingleAcat-idwn.
Barca ioglaur Tui/oreiden).
ii-twi nacroaalSnnfa f'jacharque.
Br-nroe uaci-inal Selladem.
Escuna dinamarqueza -Jun dem.
P*i*r i > pictngaez7oj#i lera.
Bri^ue argfuatiuoFo/<>e-idem.
1'iU,. i lia-p*iih .li-Anltia dem.
d'ti hesyaaiiolaIndttt dem.
Bnj*# liespaool-J/i/a flua-dem.


ALFANDEGA DE PHUfAMatJGO.
i'xuta uosaegos nos GaKBROsaDjeiwa a cireitos
M KXlOBTAgAO.SEMANA !DB i2 A 27 OMEZ E
MNEIRO DE 1866.
ttercadorias. Unidades. Valores.
Abanos.........ceuto 2000
Agurdentele caria .... caada 80O
dem rostilada ou do reino 800
Idea caxaca........ 380
Idei geacbra...... > 800
Ideaalcoolou espirito de agua- 400
"tente.......
Aljrotro em^mrocci .... araba
parecsfdflj j wcfeia/ia da .OHuma *ania Casa,
o* dasd de prapomd nualnuar wgocio.
Serreuria da Sama Casa de UtaeeaBdia do Re-
cito a6 de jaoewo.da 1866. '
Aadfeial,
._______ Mi>aaai diaianilriegas:_
Saala Das de ttiicricardia do
Rccife.
O film. 9p. thwonreira loterirra da ganta Casa
de Misericordia do R-cife, toajate'cnroavl Justino
PereiradH-FartaB, manda-fazer Public.-que terca-
feira 30 do correle raez, pelas H) huras da ma-
nnaa,Qo salo da wa dos exposioa. fara pagamen-
to a toda> a< amas que se apresentare acorapa-
hadas das crianzas qu Ihe- ft>rara cqafladas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cite ^j de Janeiro de 1866.
O offlcial,
______________Manoel Antonio Viegas.
O Iilm. Sr.-it*p?ctor da thesourariade fazan-
da maoda faxer pubmio que tem marcado o dia 20
de (vereiro prximo vindouro para o concurso
.que >e t^m de abrir nesta thesouraria para pre-
enchimento das vagas de praticaoles nesla repar-
lagao, na aktandega e na recebedoria. Os exames
versarn sobre as materias de que trata o 1.* lo i Vte'ols e iLisra.
art. I.0 do decreto n. 3114 de 27 saber : l-itura, analyse graranalical e orihogra- ca com Gore.
i Fara condico, fretes e passagens trata-se na
pesos e agencia rua do Trauich- n. 9.
A na* lija as II oras.
A rna di paiela unoaero 8.
Oageate Martin 4ara leilo por coma do 8r
AqiencoF. S-, denm.vanado sorlimento de a*-
ww# saaer : 1 lawbiiia de Jacaranda, 1 dita de
amarelt, urna cama de Jacaranda, 1 dita de ana-
rettiVtrm aparador, 1 commoda de mogno, 1 dita
errado4o,taKi.a da n*r- de araacttilo. 1 aptu#rio, Uunaralha 4e metal ca-
te at o da 26 toavrmls o a- ra a*iwar, 1 oacaior, 1 c*n, 4 ralogio de me-
por Sania Cruz, comraandante sa, 2 pares de jarros, 2 laoternas, 1 marqneza 1
Guilherme Waddeng, o qaal de- candielro a gaz, 1 par de cadeiras de halaneo a
do costuine se- outrqs moitos movis que estarlo patente oo da
aotraa no, seo annazem de commissSes a rua da
Ladeia do Recife n. 8.
Ao publico.
ftoga-se a umaobrinhe, aoeio na ft da...
que baja de importarse coto as obrl|ga$5es
qae Ibe compete, e n5o se iniportar com
a vida de alfuera, sobre pena de Ibes ser
rasgado o veo qae encobren os eos feitos.
^__________________O alguem.____
T- C Rod Finck e ana giihora rao a iMacei.
Precisa-ae de ama ama aara cozinhar : na
roa larga do Rosario o. 40.
Alugase um sobrado na rua dofiwgel cara
bastantes comino los, e entro no buceo da Bomba :
a tratar na rua ireita o. 3. 1 andar.
Prerisa-su de uan ama pwi ngsramar a
eoziohar para duas peasoa; lat*i>ea precisa-se
ataama araa.d4eite: a rua da Cadvia o. 1, ar-
tazem. .
Sociedad B^IISHari^uia"
De ordem da eommlsso direciora oouvido a
todos os seohores spcios a reqnjrem-se em asse-
bl geral extraordinaria, sabbado 23 do correte.
talas 6 l|2 horas da tarde.
LOTERA
Aos6:0|*WO.
Ctrreqiiai.-feira { de fevereim
Acbam-se i venda na respectiva
rana i rua do Crespo o 13, a I
fiMioa e qatntoe da 6* parlo da *
(46), em favor da Sa-ita Cata de
dia, coja eitraccJo ser oo logar a
do costurae.
O* prooMos de 6.-0MMNMM) al
serte pagos urna hora depdta da
at as 3 horas da tarde, os ootri
da dstribuic3oda< listas.
As encommendaa atrio
mente at a noite da vespera da
como de costme.
AutoBio Jos Raawgaaa da Sonta.

"^aaKMHO pois da demora
goir para os portt do sul.
Desde ja recebem-se passageiros e enjaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a quil dever
aer (Rmhanaada no da de sua ebegada, encommen-
daa dinnero a frote al o dia da sahida as 2 ho-
ra: agencia rua da Cruz o. 1, escriptorio de An-
sio Lniz de Ohveira Azevedo & C.
Companhla das MensagerleVlm-
perlala?.
No dia 30 do
correte nez es-
pera-se dos por-
De am balean nove de aaiarello.
Amaoba as Id Doras,rosdaC^deia n. 8.
O agente Martlos fara' leilo de um balcSo lodo
de araarello .proprio para qualquer estabeleci
Bienio.
laEiTlO^
8ecretaria da rociedade BellaHajraonia 25 de Prazere.
Gbco Ponta, (partida)
Afogados.....
Boa-Vlagem. ..
Janeiro de 1800.
J. Ribeiro da Fooseca
I* secretario.
Creme.
hoje ao raeio dia,
na jua
tos do sui o va- Ule chapeos de pallia e vestaarias pa-
por fraocex Es- r
tramadure, com ia iMW 08.
maBaaote Mas- Aiuaniiaa.
senet, o qual de-! 0 agente Maros fara'.lejlao de urna cataa com
pois da demora chapeos de palha para homem e de um sortimaoto
no costume seguir para Bordeaux tocando em S. de vestuarios para criancis.
' principie o Salto as 11 oras na rua da
dem cm rama ou em la .
Arroz cx)m casca.....
dem descascado cu pilado .
Asattcar maecavado ....
Idom liranco........
dem refinado .. .
A/.eii.1 de amendoim oaaaendo-
..*> .......*. casada
dem de coco.......
dem de mamona.....
Baiot-is aliraenticisa .... arroba
Bolacha ordinaria, proptia para
emiiarque.......
dem lina.........
Caf-bom ....... .
Iiiera cscolha on rijstolha.
ldam.*>rrado ....
Caiarae ......
Cal ....... '.
Lloro branca ....
Cacue seoaa'faarq'ie)
Carnciros .....
Cano vegetal ...
Cavernas desicupira
Cera^le canauba em bruto.... Jibra
jdetajdem etn velis ... ?
Cha ...... >
Cbaruios .......cento
Cevadi* (pesaos).....um
Cocos (seccas)......ceQl0
c/)lla ,.....bra
wem de boi, saljwlos,. ,
dem dem seceos spichados *
dem idom verdes .... <
Idom id.'in cabra CDrtidos um
43*30
1788110
14500
satino
i
J*000
lBatai
.' Mera
. um
. arroba
i

. um
.. ameba
urna
pina, aritineuca a suas ap^iicagSes aocommercio.
com espeiiilidade a' reduego de moedas, pesos e
medida, calculo de descont, Juros simples e com-
postos, th-uria de cambios e suas applicacOes. Os
concurreova deeri previamente apr^seBlar sos
requenmentos taatruid.) its documentos que pro-
vem idinie completa de 18 annos, isencae de pena
e culpa, e boro umportamento na forma do art. 3.*
do deareto n. 2549 de 44 de marco >ie 160.
Secretaria <* inesouraru de blenda dePernara-
buco em 18 de jaoeiro de 1866.
Servindo de tii.'ul maior
____ ________ Manoel Jos Pinto.
Gyuasio provinfialT
Ad5 *i Janeiro prioclpiou a foacci.raar a aula
de pnmeiras letras de.-te fiymnisio ; as que, po-
rfla, formam o curso superior, qm consta de l-
tiro, 1#ancez, inglez, greg i, aMemiq, raatharoaticas,
Sfiographia e tustiria, eloquencla e potica, phllo-
aophi.i, kogua e litteratura nacioa-tl, ciencias na-
turaes, msica e desenlio, rhnr-se-h io a 3 de fe-
vereiro. NestoiBsiaheleiJimenli), mediante a m-
dica quantia de 44 diarios, lem roupalajada e engommada, mlico, botica, luz,
barberto, penna, papni.ota e. eriadoa i.ara o >er-
tfneKT "fcCO. i Mvio peiiMonistas -pagim
Ideua iiloiu de onca
Doces.seceos ..;... ^..jibra
Sdera jim gela ou anata >
IdeBi*ni calda .....
Espawidres grande* .. um
Idean ^Kiijuenos ....... >
Esleirs para fono de eatfvas
de navio. .....^j^ ig^oOO
Estopa tiacional ...... arroba 1JW00
Farinba de de Mima taueire 2oiiO
qoaolia, e os externos Vil aor utmestre, podendo
TjlhUT *e|u ;otar as aulas quB-qmzerem.
___________frisecMtario-Cabral.
- Pala nbdelpgacia de polica da-Capunga Jai
apprehendMo a um preto urna teca de cambrala
fina, pinttda e imti c-i1hs de la, quem se julgar
com direito a i es .otijeuos pruvaodo loe sera en-
aregu... Bubdele^acia da Capunga 23 de Janeiro
**m Se 1866.
7000 /Francisca Antonio da Silva Cavlcaoti.
eSfoo
41000
440'
m
o
M200
Imoo
M
3000
300
500
3*800:
3BO00
153000
4300
00
450
540
.100
-860
105000
15000
320
52
44000
DE
PA*}(ififS 4 V4WHI.
Ou* :pwn- do sal esperado
at io dta 30 do correte um dos
vapores da coropauhu, o qual de-
pois da demora do costume se-
________gira para os porto* do norte.
Desde ja Tec^tem-se passagiros e encajase a
carga que o vapor poder conduzir, a qual deber'
ser embarcada no dia de sua chegada,iencommen-
das e diobeiro a frete at o dii dt saida as 2 ho-
ras : agencia rua da Cruz n. 1 eyriptorio de Ao
Ionio Luiz de Oiivelra Azeveoo O C ^^
Hha de S. Mi^ud~
Sahe com multa brevidade a.escuna ,porlngiieza
Erna: para o resto da cargae.paesageiros trata-se
com o consignatario Joio do Rege Lima a' roa do
Apollo n. 4. _____________________________
Para Cristo.* a
seguir' neles j>oacos das a barca portugueza
metaUe dew.a,.firatdao,-por lar.quasi ar.BBJpto *ido seu ow-
Dara'
CaJeian. 8.
eiiao
Da taberna a ron los Pires o. 38
Sabbadj 27 di cjrre ite as 10 horas
na mes m tarherna.
Vnt ni IfioiM Rodrigues
cora consenso de seos eredores e por iniarveneo
do agente Cordeiro Sim5*s, far* leilo do< ge.ue
ros, armacao, gaz e raals pertences de sua taberna
sita na rua do Pires o. 38. em um ou mais lotes
a vuntade, como tambera das dividas da mesma,
cojo balando est em poder do referido agenta a
esa me.
esta.
Srvete de-crerae
de Trapiche b. 18
-> Offerece-se pera ciiieiro de qualquer
b*leciuieuto um mea no de fra da praca, de ex-
callente compartimento : a tratar no cartono do
Ubellio Salles, roa do Imperador o. 2.
.. val doc.
Nao merece, por certoi as hoarae de ser analy-
aada a vida insueuvel que tem apresentado oerio
sobrluho do lio.
Este socio ex-vendedor de gac, ejc-caixefro do
Pinto, boni aguador de porlas de tojas, ea.amassa-
dor.de pao em S. Viceaie, gabasela por exivlleocia,
naraorado porhyMOlhese, desaeredrtador da heara
alheia, intriganle-mr no recinto de sua f milia,
antipathico por naturea, estpido por cundicao, e
Oaalmente sabujo .despresivci; ie se eMflusia*-
raado por tal.forma, que nreve estar de guerra
abena com o pmpno lio e^proketor, que per aem
duvlda ludo igjiora.
E--ie miseravid, lem se convencido que algaem
inveja um lai-procediraento, e orgulhoso afliaaca
de descomer para es visiolws, nao ae timbrando
que estes a descomerem para elle, lera infalilvel-
nwnte muito que uwtig.ir.
Neste caso, meu seudeiro, bota x mas no cbt
e daalguns couces, p*ra qu-m quizer outra vez
viiiar-ie o pay.d dos neaaa a aMnade*.
Carnauba $oci to Cmetra.
Recife a Sfto Franciseo.
FE TI IMMIBO.
Dominio 28 oejivaeira XifS.
Alm dos trens ordinarios de pnrririru
haver .s seguimos oapariaca :
HU< droaaa.)
MANHAA.
lOaxwas
10 k. f ra.
10 h. Si ra.
MIMm.
40 h. OS m.
I %. 13 m
Vadla (d rraaa.)
manhAa.
CabJ (partida) 8 b. SO m
Una...... ^()
Prazeres.....
Bia-Viagem.
Afogados. .
C. Ponas (ebegada
:
Una.
Cano (chegada)
TAI
*
u la
I b. K a
I O. 31 BB.
I a. atan.
sa. 15 .
da)
NO!
Arswial de guerra.
Y>nelb.o da npras Oo arsenal de'guerra
precisa comprar e seguinie :
Para o setisno corpo -de votoniarios.
877 rn-tros de ftaeta verde.
K.'i ditos de algodotinho.
209 ditos saiagem.
P 400 meios de vaquetas.
600 Otos de sola pnaaeira quahdade.
600-eouriaOos para (erro.
1 (out-lada de carvao de pedra.
2 dalas di-dito i(e cok.
As nussom que qui'.erem endir ditos artigos
apre-wUem anas proposies na sal dj conseibo, as
II hons daaianh di) da 27 do crreme.
Sala do coos-iriDde.onTipras do-arsenal de guer-
ra 23 de jaaarro de 1866.
OhBnoasregafco da-esccipturaco
ttanoel Joside iaevede Santos.
Pala seOdetoaacia do Peres 0>i appreheodida
e recoilnda a casado daaancM a pveta que diz cha
roar-.srt.Angara e wr mwan.^ aVatomo Mosquita,
raorader no engrotio Qbrcho da Piuiras do termo
deAgeaPreti : <{a)ein ee jufcrar eam Oireito com-
25000 i*areya, que urova-nlo san dow nio, Ihe sera entre-
fue. jodelegacia do Peres 23 d-ijioeirode 18B6
A subdelpgado,
Alexandriae Martins "Cirrea Barros.
re^am-nito : nar o .re.t-tnta e pasrtaiii-os trata-ee
com Manuel>|gaaMo de Obveira & Piiho na largo
do Cor.io Santo, escriptorio n. M, ou com o capl-
to qa praca.
Para o Forto.
aiaaajalr com muia'tirevidaive a -barca portugue-
sa Silencio, tem parte de seu carr^gunento promp-
VISOS Dlt/EflSOS
Institnto trchefrlglcr e ftco-
grapbaco aer;iuidiicjoo.
Tan lo o Institutij Arche'lgico e Go-
grap.'ico Pernamnu-an) 'te celebrar o qnar-
aa avoivnr-gario a hftu f.Qlaca* ou da ti
do correte jneVr no salS'i da Blilioteca fublica Pruriocial
no cut vento de Nossa Seuhra do Garon,
sin c-'iiidad is ptra siiuilhante e-iio e.u
asserabla ^ral todos os socios qae se a-
cham presentes. etfe-AivuS, orresp n-
dentes e honnraos.
N5i> conhecendi) o lostilato a de das
, O abaixo aalgna a sua e-crava de nome Marciniana, com 17 -annos
de idade, declara por esta Jornal que a dita sua
serava se acha livre de qualquer by^otheca ou
obrigagao.
_______Urbano Vjceo:e Pereira.
Faz-se qualquer negocio eaio urna apolice da
divida publica : na praca da Independencia n. 22.
- A pessoa -que perdeo urna carta para o Sr.
Albiuo Jis da Gesta dirij -se a rna do Rangel o.
6o, que Ihe sera entregue.
Quem precisar de urna pessoa habilitada pa-
ra eosmar primeiras letras, eompriheudeudo gram-
waiica nacional e arithmelica, para qualquer par-
te, ou cobranca de letras, por qu nto se acha tam-
bero habilitada, visio o conhecimento que tem de
quasi todos os engenhos do ininriur. dinjam-se ao
cartorio da rua do Imperader do tabelliao Sile<.
Cabo Cpartid'.)
11 h a. .
Prazeres. .
Boa Viagm .
A rogados. .
C. Ponas (ebegada).
9fc. 50 m.
re.
8 hora.
8 h 19 ra.
8 h. 44 m.
I. 93 m.
h 6 m.
9 h. 15 m.
f i a. ao as.
II a. tan.
11 a. 14 aa.
a. a bl
12 h. M m.
12 a. 45 m.
II h. 30 ra.
11 fc. 49 aa.
12 a 14 a*.
11 a. 23 m.
It a. :t* aa.
12 k. 45 bb.
itWrrai aar
Os biiheles dos irenspara o Cabo
comprados no lanhado 27 do eorreii,'ia 10 h
da maoha as 4 da tarde, na esiaro de i'.i
Pomas.
Escriptorio da snp^rinlendenria. Villa I > Ca
24 de Janeiro de 1866.
G. O. Mano,
Enspnheiro e sopermi-nd^Dte.
() Este 1* irem nao para as
dias.
dia
Precisase de orna ama de leiu o Baja
narua Direita o. 3, pr4ioeiro aaeUr.
laaa-ae
eom asseio, promplido a preces raoaveee :
Aogusta n. 5, toja.______________________
A ajaosai Intercitaar.
O abalxo asignado selicOa pela pulira civil esa
gerai qualqoer pretrocao, eomu: pesjapava. par-
laras, apprehffl-5-'S de qupqier a>jactan ; peta
presidencia portaras, passaeorie?, palaal i a eaV
claes da guarda na> tonal e onlras qwip ajarr at-
en ubencias; pelas -epertices 8ea*< dia>m4ara-
(o de terreno- de marinha e de wuhiOetenukM
fue. por engao ou itnoraaeia de vea* aee>, cs-
tejaro snjeitos o 'if r do Aseo. HOd* tet pnrwn-
do oo Recife, armazem de meOiados de Sr. AaO>
rrto Lopes Braga, ra- da c.miz n. 30 : era Saaaa
Aotooio, loja da livrarii popullar. rna do Cniagaa
n. 07, do Sr. Antonio D minf np Prrr-ir, e rm a.
Jos .era casa de sua residencia n. SI, travesea
do Pocinho.
Joaquim Jos dos Santos Barrara.

Para o Rio ds Janeiro
to, e para a reto que Ibe falta enassagaires. ira j:,.
lalsa com Madoei naci da oiWerVa & nifc=. lar- ^iiTerfintes associaCoes Irtteranae. scient'fl-
go do Corpo Santo, eaoripior a. Vi, ou como cas, artsticas e de beneficencia qne esistem
capo na^raca. rtesta Made. tem a hon a de convidar pe
{presente edital a cada urna de taes associa-
coes a a-si tir 'solemn'darle do dia 7, ou
sega-* com muil* brevidade o bngue nacional j Xwflr^M jUi rAarfisantar
fon*9o por ler parte dt sua carga engajada : 1S. jET^?
p*rao*euo qae .WiefaOa trata e com Francisco E paracon OC-mento das enrporacoes OU
Utoeiro.PiB; Gaiaiiraes, ruada Apollo, armazem pessoasq-ie tiverem de ornar a sessncom a
numero 38._________________ _____ _______ sua palavra authwisada, aqai se tranecreve
tetra o Rio e Janeiro !;n's{ .parle d0 ** ^^>^e^eaio do
pretende sega ir com multa brevidada o veleiro e o 1 i __..._
bem cwi>hefllo patache nacionet Stberibr, ten par-1 Se M Sala .listera SOCIOS OU pessois
te da aenoamegaoiciiteiuompto:opar o relo ie -OUtras que desejam lr alguuias memorias
Ibe falla e pseravos a frete. trat-se.com os seus
consigouaros Antonio Luiz'de Onveira Azevedo &
C, ooeeu escriptorio rua da C'uz o. 1.
maroba
c
um
joroba
ruma
. arroba
IdegMle araruta
Fcije de qualajaar rpO^dade
FFeeaes ... /
Fuiao-em tolba, boa J
dem orditaraa aaxastolno
dem cm ralo bom .
dem nrJiMfi.^. ninlhft '.
Galliniiis ......,
omina ^.,, ....
Ipecaciiiate/raia).....
Lt-iiha cm aeaoa ^ ,
Toros .......,
Linhas isijsteios ......
Jiei ou inetafo......
Milho.........
-fapagiina........
Pao Brasil .......
dem de piafada. ......
Pedras de amolar ....
f dem de filtrar .....
Idom de rebolo .....
Piassava ........
Pomas, ou chifrea de vaccas on
novilhts.......
Pram-li("*es de aanrMIo de uus
costados ....
4dem ile louro......
ap ........^
Sabo........
Sal...........
Salsa i amiba.......aireen
Sebo em rama .
dem em vela* .
Sola em vaqueta.
4500O1
2581
5O0a>) *am intere*,sar peesa, que aw dia: 26 do eerrente
155000
850001
105000
800
-25600
55000
cenio **t500
H5000
>
um
caada
arroba
um
quintal
nm '
urna
<
a
raolho
cento
15000
200
15560
35006
55O00
*- Deordam doillnt-S;.*B.ipeelor da Iheson
raaia dv faznada deata provuteu te faz punlico a
Para a II ha de *. Migue I.
-itparado a cada m mi-oio do Rio de Jaoeiro
O patacho porluguez Eernand'S, o qual lera nesta
cidade apenas a demora iie W das, reefbe carga
a frete por prego moto eom roe Kj : tratase cora ser apreseatado -O lidi' m,sess5o publb'3,'
os seus coiiMgoaiarijs Antonio Luiz de onveira sem que antes seja submettido a una rom-
Azevejio & Cao seu cripiorio roa da Cruz n- mi unerossantes. ,-arucip \a\ no ao secretario
perpetuo, para este prevenir o presidente,
o qual o a pal .vra aos autores das memo-
ri s, a leitora de cada irraa tas q-naes o5o
pode estender-se alm demeiabra. Po*
tem nenhuma memoria ou trahalho pode
mero 1.
Para o Porto
mea coanecaraj na .referida ttyesoutarr os paga-
weetos ilas>pensea do unte pi *is servidores do
estado, vencidas al 31 de dettmhpo ulilroo
,05008 "OBcrelaria^a Mnsuuraria de ppriambnoo 25 de
Iteairoile W6.-*ervml) de imVi*imaior,
Hanoal Jos Pinto.
Wa suWeleficia do p-dlstrittoda freguezia
dos Afogadosae fat paWto) me se actra deposita-
do um aovarlo g nar castanhe, 'Cuft dizam ser
doengeeho Dous'Bragos : qim fe Jnigar cora
diretoTwraino, coraparegaV que: pravando |ne
sera entregue. .
SHbeegaern da^.fregnezia os-ffogados 2o de
Oeve sah>r impreterivrlmenta at dia 2 de fe-
vereiro vindouro, a birca pdrtuguaza cClandina,
de prim-ira marcha, para O resto da carga e pas-
ffg^iroB irata-se com os >eMsiaaterios Cunhi
Irmee & >'.., a ni nrt.% tiva de aos o. 3, ou
com o capfto a bardo.
It-UflSi.
B^uotr ammiraP" I8e0.-^ snbd.'i-ga 800 Manoel do Ampare Caj.
600
45000
120
35600
um
libra
20*00
105000
1500V
- 160
alqueire 400
155000
a 55000
> 75000
urna ,2500o
Tabvas de amareflo. .... duzia 4405000
e- diversas ...... 075000
Tapies......... aj^ba ^joyu
Ta^iba........ qnlntar 25000
}/**<' ....... ama
enras de Im>i ..... eento 30o
Vassouiasdedepiagava .' W5000 e
Sitas 1U1 ti'iib...... 84000
Ovw* d- iMdmaute..... 5000
Vl^re. -.....<> *
AitaiHimo de Periamuco, MdeyaeHw a !8oe.
ldaMKtdts):
0 4.'cwrfeaeaie, AmlmaoCtm d*9mkoMr-
gn.
O i* onferento, Zarlos Augurto Lint Traga 1
Appr )v,1, Aifandeg* a- Pern-ni.
Iipr.i dj ifaW.O 4.* eacripiurariO, ioia A. Psrn I
ra foctia.
fi*ttttEIG&t.i
PBla admiHRtracio do corneo dista cidade se
faz publico para fios convenienios, que en virta
de-da coO"*eocio-portal celebrada p*fo> governos
hraeileira e raerez, serao expedidas malas p?ra
Europa no da 30 do correte ptlo rapor france*
Hmmrrt.
Acartis serio recebidas at du*; horas antes
da qua for marcada para a anilla de eapor, e os
jornaea at tres horas antes.
A-tminH'-aeo doorro de Feruambueo
Janeiro de 1866.
O adraieWader,
Doaiiagos dea 9*- IMIAO
Be 2a eahias caiacir venle toe (Ji-
las com cognac,
wmn
Seita fiiira 26 dejaueiro a* 10 lf2 horas
em ponto.
O agente Pjntotaralifio por conla e risco de
qut-m pertenfer de 20 cartas com cha verde p 100
ditas com coa.oac, as 18 l|2ors de da setra-fei-
ra 26 do correte no Brr*zera do 8>. Annes em
frente da arratega.
tem v to decisivo s-.ibre a conveniencia ou
iaconenienoia da leitura.
sec otaria do Instituto, 22 do Janeiro de
1-860.
J. SOARES D'AZE*D0,
'Secreiarre perpetuo.

CURSO
de
Mi
PEPA8.4fRI0S.
Jos Saaroa de Aaavodo, professor de
lingua efcaaratura aacionel no Gymnazio
Provincial do ftecife, lea aberto em sua ra-
sa, rua Helia n. 37, as seguintes aulas de
^rraparatorios:
Quem for deno de doua aaneis de ouro que
se aciiou, Arado os signaes eertes se re.-tiiuira :
na rua da Cruz, armazem n. 54.
No dia 23 do correte Janeiro, pela manhia,
desapparwcpu da fioladade, da casa a 68 aonde
mura Joa Taixeia Basto, un mol qae crwulo de
12 a 13 annos da idad-, por nome I! -n-d cto, cora
calca e camisa de algodo. coro algumas marcas de
chicote pelas costas, u qual de Luiz Ignacio Tei-
xeirado engeoho Cumba dcima, que o maodou
a 15 das ao abaixo assignado para vender e te-lo
o entretanto no arraatem eeauwr n. 0 do tra-
piche da alfandega veiba, aonde lem estado desde
a manha at anoite, indo donar aa referida ca-
sa da Soledade, d'onde fuwio : roga-sp, portanw,
quera delle tiver noticia ou o apprehend-r, de le-
va-lo ao referido armazem drassucar n. 9 do tra-
picha da alfandega velha, rua da Alegra n. 9, So-
ledade, caa anima referida n. 68, on ao sanhor do
mesmo, Luiz Ignacio Teixeira, no eugenho Cumbe
de cima, que se gratificara.
Na roa Nova n. 50, Io andar, preciea-se de
urna criada que saina rownhar a eogomraar, ou de
am .criado que saiba nozinhar e fazer o sor vico da
ama casa de penca familia.
Oabaixo assignad-i juiga nada d-iver
nesta praca on fura dla, se alguem se
julg r seu credor queira ap ementar -"ua
eontt. aa se respon>abflwanito po q-tal-
quer deoit qae se aprsente 8 das depois
da data deste. fiecife 25 de janei o de
18.6.
Jos Ferreira Alves Carioca,
La va se e ngomroa-se perfeltamenle por
preeo commodo : Bb pateo de Pararzo loja n. 13.
AO PUfiUC >.
Tendo-me rvtfrado do termo de Camar declare
que nada deeo IH a pese algoraa, e oe, pnrtaav
to. ser de ma' fe lode e qualqovr qaw ** inroiear
de meo credor, oa comproaeitid -m dividas p-jr
mira, visto c>xno sempre eaphcbei por eiu 1. r dee-
ses compromisos.
Miguel Bernardo Vieira O Aaterlaa.
Precisase de am feitor para nm ntie: a tra-
tar no sobrado a. 5, ano oo larg j da nU-ira.
Precisa ae de um rapaz para aluvar para t.i-
doo servico de caes estraogeira prefrriede.j e-
cra vo : na roa do Hospicio n. 33.
Precisa-^ anda de um cri.do uiui)
imperad t n. 17, 2 andar.____________________
INJECCAO BROW.
Remedio infalhve as aanvrrtitta* atibas
e recentes, uqico deposito na ptiara
ira iceza, roa da Cni'. a. 22 e a 1 proco la
34000.
As Ptalas Catharticas
O pwrpmntt rntt tftemm utt htt* ,
ataja
agredirate mineral; tlm
emtn para
Mi
A LEGITIMA
LIAtiIMPltl\(C/, 1
ftEOGiAPHIA E HISTORIA
PHlLiSOPBH
PMETORICA E POTICA
' Asapcoxig que deaejarun -entodar qaal-
5 loor anatas disciplinas, podem dirigir le
fraor.eza*, objecios da nuro,.pspetno, Telogios o iodiowtafTosrilencia, de manhaa at 9;,ho-
LFJUO
oj 'fifiMElO RAL
Pela adniinisiraeSo do correio de>.ta- caViade se
faz publico para 8ns cnnvanientes, qu.. em vlrtude
do Otuposi .-no ari. 138 do rejtolnwnto- jeral dog
sorreos de %i dedeeooibro en 4844, e Kt. 0 do
decreto n. 484 de 15 de malo de 1851, sa prece-
der e coosuino das rartas existentes na adminis-
traed docuarHe, perteoeentes ao me; te Janeiro
de 1865, 00 da ***-** i proiirM, s 11
Oerae da miahM, ara- porta do raesme-crrelo ; e
peciivii lista seactra deade ja -i-xposta aos
toter
ministiacae do crrelo de Parnaabueo 25 de
O adminisiradr
Domingos dos Passos atipaada.
ontro monos anigiis *> its^detneitico.
ihmi:
S^xta-fera *6 do oorr-ut^ as H hora?.
NOGRAyriE \MM-2T D AJalW.
OLYMPSO-
36na. 4m casia
1 a 11, lo
rasv e de tarde a qualquer hora.
,Denrk'r rBarcs
ao agente Piulo, de 1,
pl-n, (feaavtaa e sumas
inazem da rua la Cruz n. 02,
to da da a cima dito.
intrvftli;.1 ;
'.- .1
DE BRjSTOL.
P8EPA&IIM CAaWTE PO
'IklULkJl k KEP,
- Q?A,.T(K.
Cornposla de .iiilianci*>, oozando das
proprielades eminenteaeote depurativas;
appwvad* patos -raotase aordemias de me-
dicina; osada nos pnneipaes howiiaes, ci-
o auli tares e da aarinha naa a
no oooti'iente anaeriuno ; reeeitafla
facultativosos mais Brasil e da Amenooliespannol
CURA BABlGAllaTEaTTS
Hogaae-a qoomacbou daas fr-lhas da desear- ^^ "w *
LOjuraa factura, sendo as escwiDhirfaa, rheomatlsiiH, escortuto, en-
1 ermidades venreas merctinaes. chagas
antiga, roo pfaea e todas as molestias pro-
venientesd'um estado vicioso ito sangoe.
Em'puantiiexia|a> varias imitadnos e
1 falsicafoos. prtSao a maior cautela para
' evitar os engaos
polM
cm mercurio.
Dte ae tem aoaaado trabatto aaa* i
BitaJaM am grao d patftajo tal,ajae i
rioj> rnultado de aaoada Jados WuriOMa <
DnraTeaocar tods X vatBiaca* OB raabaade aaa da
esa, tm-ae mialilaa* .atcale m alHaalea .
parniaa que aaa
aBBfliolcio UIatiu 'tWl-HMii i
Oe*M acoto, rara*
aamaiupiiia^atOaeM
aOTleorlodaialBama li llpaBaa) aau
aataapio viciada el
eaaaaqatDdu desua 1
aa>aMMUdadeph7iioa,l
aaa, eaiade energa i
al apata* agradarel.
Aaalaatlaa aoe aatto aa aaa 1
frit dt wtntre kHommttomo, Ddr da e
Snxaqvec, Indignte aaial a> 4
PAitEanrarToa no rieaaa,
GtutrUt, uftofitt
Bfdrefttn, nrtx, ca/Kira firmal,
eaTaaaalOlBaadad I"
. para dktrlbalaia (
MdlTCraaada
rnMLhiiii
liBlcteco ulilia primaria.
" awiai ria da i.m'oacSe di Ganwiei'-a part ipa aos
am ta que desde oda 13 do
;D.a oo ierc,co de seu mi-
O Pe i toral de Cereja
DE ATEB,
i-a* '* **m. de Oonatlp^o^ JWa, H,
tve, Bronohita, TtaWB prta
pulmonaeav e aa^-
Pelto, aaaaV java Buil
en
do De aje* aia i
ebotaai da Imparto.
veiidr>-o cm Pernambaco:
na
primeiras
-rQi', as
I i de 23 d- cor.
ac* daBda-
Vi-uat^n i beadade de os
maBBaaaH raca, obrad* n. H), que sera
Hranti Azevedo, casa-


HHHHH
Mario de k*oraaoabue ~
1866.

A sociedad') de seguro> mataos sobre s vida de-
haixo d'ste titulo, fundada, administrada e garan-
tida pelo banso AliaDea do Porto, otferece as maio-
res MBtagwi as pessoas qae Bella se qoizerem
jnscrever : quero, pois, acerca de tal instituicio
dse jar obter esclarecimentos, dirija-se a Juio Car-
loe Coelho di Silva, a roa da Madre de ueos o. 28.
Para prov do quaoto esta soeiedade se arba
eminentemente acreditada, transerevemos para es-
te jornal o arligo que acerca del la publicou o Com-
tercio do Porto:
Acaba de fhegar do Brasil o Sr. Jos Antonio
Pinto da Rocna, inspector naqoelle Imperio da so-
eiedade de segaros mutuos sobre a vida, fundada
e administrada pelo banco Alliauca, denominada
A PREV1DENTE.
Para mostiar o non crdito e subida conftanca
que esta seci idade gota entre os nossos cumpa trio
tas alli residontes, publicamos a segoinle Itata das
sub>cripcoes pur elle obtidas no enro espaco de
Manoel Marlins Bastos...........
PoMdorio Jos du Ponte.........
- SOlOs. .
te Faria Gome.
Aniooui Francisco da Silva.....
Jos Jowuio fijelho de 01 Weira
Aotonu Gomes Cueiho Torrea...
Julo Martin* dos Santos........
Pedro A (I nso Gobio............
Aos Alves Veras Cont........
Sverfto Ferreira da Motta Ma-
chado-....................
Antonio Manoel de Lima.......
Antonio, da Costa Sol.........
Francisco Antonio Mendes deli-
veira Jnior..................
Jos Alves Macietra.............
Bernardo AUooso de Miranda...
Mauoel Pureira Machado........
Vicente dos Santos Simoes......
Manoel Francisco Plores........
Manoel Ferreira Marques.......
Manoel Lulz Baplisla Pinho.....
Antonio Luiz Baplisla Pinho....
Manoel Jo; Gomes de Andrade.
1:000*000
1:500*000
7S04O00
50:000*000
l:50on00
1:250*000
5.00 000
2:000*1100
2:500*000
2:500*000
7:500*000
1:260*000
seis mezes, montando a 578:375*; facto este que Anl0D0 Lew de castro Bro-
de per si fal.a mais alio do que ludas quantas con-
Bideracdes podeiseraos apresenlar, e que por isso
nos abstemai oe (azer.
IHms. srs. subscriptores. quanlias subscriptas.
N
w
i



Jos Antonio Pinto da Rocha....
Albino o> da Silva...........
JJniz Antonic Siqueira ........
Angustu Cezar de Atevedo Que-
des.......................
Americo Nunes Corris........
Aoiooiu Alvos de Moraes.......
Maooel Dua re de Figueiredo...
Manoel Marlins de Oliveira Aze-
vedo........................
M. T Bailo.................
Antonio da iilva Pontes Guima-
res........ ..............
Manoel Gomes da Cruz..........
Anlonio Lonreogo Teixelra Mar-
ques.....................
Bernardo Jos de Oliveira Ma-
chado.......................
Jos de S Leitao Jnior.......
Domingos de S Pereira J-
nior......................
Vicente Ferreira Coimbra......
Jos Joaqun Alves.......,....
Jos FernandesLima..........
Jos Joaquitn Leno...........
Jos Antonia de Brilo Bastos...
Joaqnim Luiz Ferreira Leal....
Silvino Gailftermede Barros
Alfredu Hennque Garca.......
Anlonio Valeolim da Silva Bar-
roca.......................
Jos Rodriijues da Silva Bor-
ges...................
Manoel Jos Moreira...........
Virgilio de Castro Oliveira......
Jos Antonto da Cosa Valenle..
Justino da Molla Silveira.......
Manoel Marques de Oliveira....
Antonio Fernandes Duarte Al-
meida.....................
Joj Marlin.i de Barros........
Antonio Joaquim Fernandes d
Silva......................
Custodio Jos Alves Guima-
raes.......................
Jos Goocalves Villa Verde.....
Alfredo Jose Antones Guimares
Manoel da Cunha Guimares. .
Joaqoim Cabra I de Mello.......
Jos .de Azevedo Maia e Silva..
Bernardo Pereira do Valle Por-
to.......................
Ignacio Pereira do Valle........
Felisberlo ferreira de Oliveira..
Domingos Jos Ferreira Guima-
res.......,...............
Manoel da Molla Machado......
Manoel Joaquim da Rocha......
Seraphim de Sena Jo'ge........
Maooel Joaquim Fernandes.....
Jjsepha Mara d& Cunceicao----
Luiz Pereira Lima-............
Anlonio Hemique Rodrigues....
Jl.moi Francisco dos Sanios
Maia.....................
Maooel Joaquim Ribelro.......
Manuel da Suva Nogueira......
Joo Lucio Marques..........
Francisco Joo de Barros......
J jaquim Roangaes Tavares de
Mello......................
Jos da Suva Loyo............
Francisco Jos Alves Guima-
res.......................
Caelano Cyriaco da Costa Mo-
reira.....................
Jos de Mello Losla Oliveira....
Manoel Muniz Tavares Cor-
deiro......................
Aotonio Joiquim de Vasconcel-
os........................
Antonio Jos da Silva Brasil...
Joo Jo> Rodrigues Mendes.....
Luiz de M. raes Gomes Ferreira.
Domingos Jos da Cosa Amorim
Manoel Fernandes da Costa.....
Joao arlos Coelbo da Silva-----
Manoel Ramos de Oliveira.....
Manoel Jos Pereira Marinbo...
Manoel Ferreira Bartholo.......
Maooel Francisco Marques.....
Gregorio Paes do Amaiai.......
Joaqoim Jos GnncaivesBeliro.
Joo da Silva Fenvira..........
Jos Joaquim da Silva ........
Anlonio Jus Coimbra Guima-
res.........,.............
David Ferriira Baltar..........
Antonio Jo* dos Reis..........
oao Ribelro Lopes___ .......
oaqmm Custodio de Oliveira...
(.('Gome;, de Frailas.........
ernardino Gomes de Camino.
Anlonio Baplisla Nogueira ....
Joao Francisco dos Sanios Jnior
Francisco Ribelro Pinto Guima-
res..... ................
Alfredo Prisco Barbota........
Manoel Soares Pinbeiro.......
Joo do Coiiiu Alves da Silva...
Joaquim Monteiro da Cruz.....
Antooi.- Jo-Dantas...........
Salosliaoo Francisco Martios...
Antonio Pereira de Paria.......
Antonio Luiz Ferreira Lima....
Manoel Jos da Conha Porto...
Flix Venancio de Cantaliee....
Manoel Alves da Silva Caldas..
Joan Francisco Aotuneg........
Custodio Colaco Pereira Jnior.
Jo>4 Gonca i ves Torres.........
Antonio Jos Paul de Carvalbo.
Joaquim Ferreira dos Santos
Coimbra Guimares.........
Justo Cesar de Almeid Jordio..
Jos dos Status Oliveira.......
Belarminu ilo Reg. Barros.....
Manoel Ignacio Rodrigues Praca
JoSn Jos da Silva.......... .
Fortunato J. G. B.............
Jos Correa de Mendonca Sobri-
nho............... .......
Emiliaoo rangelista de Moraes
Antonio Perro de Soaza Soares.
Maooel J( da Costa Pereira...
Jo Pereira Reg............
R.M. S. A. F.................
Custodio Francisco Marlins.....
Maooel Aib no da Costa Torres.
Jacintho Jo- da Costa Torres..
Bernardino Augusto da Costa
Torres......................
Jua^uto Pedro da Costa Torres.
RatrreTwmrcio Pereira Gomes.
Manoel Gomes Con a.........
Joaqoim V sutura da Silva Pinto
Manoel Ventara Teixeira Pinte.
Domingos Marque de Oliveira.
Antonio Rodrigues Padim.....
Paulo Jos Pereira da Silva....
Francisco de Oliveira Braga...
Julo Pinto de Oliveira..........
Paulino U ,s Fernandes.......
Antonio Le te de Sa Coelho
Padre Mancel Goocalves Gainia-
rles.......................
Jc# Alfonso Goimaraes.......
Maooel Taracea de Pinho..,..
Fionaoo A ves da Costa.......
Joaquim Anlonio Carneiro Sal-
dan!......................
Migoel Aib no da Costa Machado
Padre Josii Ventura Teixflira
Pinto......................
AotoBio de Af tuar 8ilv.......
cbadu........................
Joaquim Leal de Meirelles......
Antonio Pinto Bandeira.........
Antonio Joaqoim Alberto de Al-
melda.................. ...
Joaqoim Anlunes da Cunha Gui-
mares .......................
Jos Vidal da Rocha............
J .s de Soaza Velloso..........
JosCarvarho Pinto Bastos......
Z- rer i no Jos da Rocha..........
Nicolao CmB..................
Jos Antonio Pinheiro Bastos...
Antonio Joaquim de Camino
Lima.........................
Manoel DomiDgues Guerra......
Jos da Silva Miranda..........
Bernardino Alves Barbosa Sanla-
KnnAnn' rem.............:..........
OWAUUU ouo Rodolph Steogel...........
Victorino Jos Duarte Fiuza....
Joaqoim Antonio Teixeira Ma-
chado.....................
Bernardino Jos de Araujo....
Joaqoim da Costa Carneo.....
Domingos da Costa Araujo Bar-
res .......................
Loiz Amonio da Cosa Pereira..
Joaquim Fen reir Coelbo da Ro-
cha.......................
Bernardo Jos da Paz.........
Antonio Alves Peixoto.........
Jos Nunes Piulo ...........
Salvador Oliveira Rezende.....
Adriano Joaquim do Caes Sei-
xas......................
Fulgencio Jo- da Cosa.......
Domingos Mouliobo...........
Jos Joaquim Teixeira da Foose-
ca Bastos.................
Antonio Ribeiro Rosado........
Eduardo Pereira Nones........
Joaquim Jos Ferreira de Freilas
Antonio Marques Ferreira.....
Amonio Ventura Teixeira Pinto.
Pedro da Costa Nunes.........
Joo Jos Rodrigues de Sa.....
Jacnlho Jos Martios Correa...
Jos Ferreira da Silva.........
Domingos Jos Ferreira.......
Joo Fernandos da Cosa Guima-
res......................
Bernardino Alves Barboza......
Antonio Ferreira de Carvalho..
Carlos Alves Barbosa..........
Joaquim Jos Gomes da Souza..
Jos Fernandes Ferreira.......
Domingos Jos Ferreira da Silva
Manoel da Cunha Guimares...
Antonio dos Santos Culho e
Silva......................
Max Hamburger..............
Francisco Xavier de Oliveira...
Antonio Goncalves de Azevedo..
Francisco Jos Lopes..........
Jos Joaquim deAguiar........
Ji.aqiiun Francisco do Reg-----
Jos Alves Bai Loza Jnior.....
Jos Mano>l Baplisla..........
Jos Guilherme Guimares....
Nobeno Correa da Cos a Bara-
Chuy..... .................
3:0t0*(00
5:000*600
1:250*000
2:500*000
200*000
1:OOOSO<>0
1:250*000
1:250*000
6:250*000
1:250*000
1:000*000
1-.4504000
2:500*000
500*000
1:250*000
2:500*000
1:231'* 00
3:750*000
7:500*000
650*000
5:000*000
50*000
|
6:000*000
1:250*000
6:0005000
2:500*000
1:250*000
1:500*000
1:230*000
5:000*000
4:000*000
1:250*000;
1:250*000
500*1X10
500*000
1:250*000
250*000
1:150*000
1:000*000
1:00" *000
1:250*000
6:000*000
l:50i *(!00
1:000*000
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1: (KM i*000
500*000
7:500*000
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4:500*000
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10 O 0*000
2:500*(00
1:250*000
2:500*000
1:250*000
2:000*000
2:000*000
2:500*000
Oompanta geral kespanliola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORiSiDA PELO REAL DECRETO DE 21 DEDEZEMBRO DE 1889
Ca flanea em dinaeiro, depositad* nts cofres do estado, garante a lea ad-
ministraco da corapanhia.
BANQUEIROS D COMPANHIA WRECgO GERAL
O Banco de Hespanha Madrid: Ra do Prado -19
Beta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinares de supervivencia dos seg
ros sobre a vida.
Nella pode se-tazer a subscripcaode maneira que em nenbum caso mesmo por norte do
v7t(ooO segurado e perca o capital nem os juros correspondentes a eates.
i^KhJunn Saoito suprehendenles os resultados que prodnzem as sociedades da ndole deA NACI-
t^njuM) NAL,qae ainda mesmo dtminuindo- urna terca parte do interesse produzido em reeentesliquida-
tnrS no ces ecorabiaando-o cora a raortahdade da tabella de Depareieax que adoptada pela companhia
para sene clculos e liquidacdes, em segurados de idade de 3 al9 anuos, orna imposigaoaonua
de 100* preduz em effectivo metlico: .'--------
No flm de 5 annos.......l:ll#JU
> de 10........3:942*600
> de 15 .......HrOWMO
, de 20 .......30:256*000
, de 25 ........80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospeet e mais Informacdes serio prestadas pelo sub-director nesta provincia,
oaquim Fiuza de Oliveira, raadaCadeia n. 52, oo a Boa-VisU ra da Imperatriz n. 12, esubeleci-
mento dos Srs. Raymuodo, Carlos.Leiie & Irmao.
TINTURARA
AO GRANDE S MAURICIO
PROCESAOS APERFEI90AB08
PARA
Tingir. Ilnipar e lastrar a vapor.
2:500*000
1:250*000!
1:000*' i00
5:000*000
< 2:500*000
2:500*000
7:500*000
2:500*000
5:000*000
2.500*000
2:500*000
2:500*000
1:230*000
2:500*000
2:500*000
2:500*000
3:000*000
2:500*000 j
5:000*000'
2:5 0*000
1:250*0i '0
4:000*000
3:000p001
l:25O*d0O!
2:00 >*0C0
1:250*0 JO
Os proprietarios deste estabelecimento, o primeiro do seo geoero no Brasil, por
aiSaSm tral.all.ar com as machinas mais aperfeicoadas para tingir e lustrar de qae se faz uso ni
5:S*ooo Europ-., eajudados por al^uns dos melhores officiaes de Pars e Lyao, podem assegu-
2:500*000 rar seus freguezes urna perfei.So no trabalho, a qual sen5o pode chegar pelos proces-
1:250*000 sos ordinarios.
? nmnon Tingem, lavam, limpam e demofam cora a mai r perfeico e brevidade qu?lquer
i:'23o*ooo qualidaie de fazendas, tiram nodoas e limpam secco sem mollar as sedas e as vestimen-
F.A
29 Kua 7 de setembro 29
Defiooteda roa nava do Oovidor (Rio de Janeiro)
1:250*000
1:250*000
2:51X1*000
6.500*000
10:000*000
10:000*000
8:750*000
1:000*000
2:008*000,..
1:250*000 criPi^
1:250*000
500*000
5:Mi*000
3:000*000
3:000*' 00'
1:280*''00
1.000*000
500*000
3000*000
l:25i'*()00
1:150*000
500*0u0
2 500*000
2 500A"00
2:5iKi*"00
1:150*000
5:0005000
1:2M)*000
2:000*000
625*000
3:750JOO0
1:250*000
600*000
578:375*100
tas de senhoras e de homens.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos contina a morar na roa do Impera-
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seo
gabinete de consullas medicas, logo ao
entrar, no primeiro.
O mesmo dootor, qae se tem dado ao
estado tanto das operafSes como das mo-
lestias internas, presta-se a qualquer cha-
mado, qner para dentro quer para fura
da cidade.
N. B.-As quanlias subscriptas, cima roenrio-,
nadas, sao realisadas no espaco de 10, 15, 20 ou
2'6 annos, entrndose annoalroenle com una
pequea prestajao, segundo *s posses do subs
KEduca^o primaria e &e-g
cundaria. 11
. n__:.. vil fSZ
m
Na instituicao de Jer mymo Pereira Vil-
lar, na rna larga do Rosario n. 22, nao
s se ensioam as materias qne constl-
toem o corso regular d* primeirtt letras
como i.s disciplinas preparatorias fiara a
faruidade de direilo ; cujas aulas eslarao
abertas no dia 8 do prsenle Janeiro, e
sero regidas pelos mesmos professores.
2:000*000
2:S0o* .00
5:000*000
3:750*000
3:750*o00
4:000* 00
3:i50*000
l:25O*iiO0
1:250*000
1:250*000
2:500*000
3:750*000
4:000*000
2:500*000
2:500*000
8:000*000
ENCANAMENTOS
PARA AGUA
Na roa Nova n. 30 fazem-se e conceriam-se en-
cinamentns, assim como bombas para agua.
K libo.
Tendo sido roobado o portador que vinha trazer
a Baliar & Oliveira orna carta datada de 17 do
correte, que Ibes diriga o Sr. los de Azevede e
Silva, da Parahyba, capeando duas vas de conhe-
cimento que o capilo do navio ingiet Queen of
the Plym firmn na Parahyba era 12 deste mez, a
ordem, de T. S. F. 101/30U 200 saccas com 1,228
Saques para a Babia, Para e
Haranbo.
Antonio Jos Rodrigues de Souza na ra
do Crespo n. 15, saca a vista ou a prazo
contra a Bahia, Pata e Maranbao,________I
Precisa-se de orna ama para casa de um ho-
rnera solieiro : na roa do Cordoniz o. 8.
= Na fondlco do Bowmao roa do Brum n. 38
precisa-se de omciaes de marcineiro. |
Afonso Jos de Oliveira recebe alumnos ex-
temos e internos era sua escola particular de Ins-j
trnecao primaria e secundaria na ra estreita do |
Rosario n. 31, terceiro andar.
Ceblas O
Na rna da Madre de Dos n. 5.
Prccisa-se de
puca familia
r.
urna ama para casa de
a tratar na ra do Queima-
^nnnSirfw arrobas e 28 libras d algodao, sorte, embarca-: do sohra(io, DOr cima da leja de cera.
:/33Sftft das pelo mesmi. Sr. Azevedo e Silva, cojo conheci- i_ e^
5:100*000
1:000*000
2:500*0.0
1:250*000
1:000*000
500*000
1:250*000
1:000*000
750*000
100*000
1:250*000
2:500*000
1:000*000
65OB000
5:250*000
1:000*000
2:000*0001 Dortnguez
1:250*000 *
f.00*000
2:000*000!
2:500*000
1:000* 00:
1:250*000:
10:000*000
1:250*000
l:2.-.0*o00
2:50 2:000*000
2:500*000 I
2:300*000
roeno esu endolado por este senhor. em branco; Precisa-se de uma ama para Casa de
prevme-se por meto deste aviso, que, qualquer p0Uca familia : a tratar no becoo dos Copia-
Iransacco que se pretenda fazer com o conheci- iirimeiro andar.
ment roubado ser nnlla, peis que, o sobredito r n' d' P
alg.tdo perience nicamente aos Srs. Mills Latham
& C, a quem se entregnu boje uma via do referido
conhecimento. Recite 22 de janiro de 1866.
Paga-se
Francisco Gomes de Mallos Jnior indo morar
no Ico, provincia do Cear, (d'cnde fllho e onde
offerece seus servigos aos seus amigos), pede a
qoem se jolgar seu rredor de apresentar-se na rna
larga do Rosario n. 24 para ser pago.___________
AMA
Precisa-: e de urna ama para eogommar
do Trapiche n. 36, 2o andar.
Est por alugar-se
brado da roa de
na roa
1:150*000
500*000
1:150*000
1:250*000
2:500*'O0
2:000*000
780*000
5:000*000
5:00e*000
Precisase de um caixelro
de taberna e d dador a soa conducta, prefere se
a tratar na roa do Livrameuto n. 20
*** mmwmmm mmmm
Companhia fidelidade de seguros g|
martimos e terrestres m
estabelecida no Rio de Jajieiro.
AGENTES EM PEHNaMBUCO
Antouio Lab de Oliveira Azevedo k C,
competentemente antorlsados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, toma m seguros de navios, mercado-
ras e predios no seo escriptorio roa da
Croa n. 1. *
**********
o primeiro andar do so-
Agoas-Verdes n. 86 : a tratar na
roa das Crozes, sobrado n. 9,1* andar.
Aluga-se orna casa terrea cora bastantes com-
i modns, grande quintal, porlio defronte da estadio
qne teoha pratica ^g cdco Ponas, n. 134 : a fallar na Camboa do
Carmo n. 8.
Jos Gomes Villar
com loja na ra do Crespo n. 17,
convida aos seus devodores do ma-
to e desta praca a pagarem seus de-
bitas quant'i ante, principalmente
os que jdevem a ms de seis m.e-
Z8.
Gabinete
Portugl
tara.
tez de Jbel-
3:250*000
1:250*000
1'250*000
vtiSSSi- Saiiiei Power Joboatoo Companhia
Ruada seatalaNon n. 4.
4O00*00( AGHCIA t A
12:000*00 FnmlleSto deLaw loor.
o*ooo Machinas a vapor de 4 e 6 cavailos,
1:250*000 Mnendas e meias moendf,8 para engrano.
|:52{Joo Taina de forro coado e batido para eoge-
2:500*000 i nbo' ____
2:00o*ooo Arreioi de carro para um e doos cavalloa.
s-wono ^<'08'0, ^e "ro Patente inglei.
1:)0*000 Arados americanos.
i Man hias para descarocur algodo.
1:800*000 Motores para ditos.
I:rjoo*oo6 Machinas do epatara. ________^__
1:000*000 Precisa-se de um caixiiiro de 12 a sbm
l:IS0|0u0 de idade : do paleo do Parato o. 30.
A directora deste estabelecimento em ex-
tremo compungida com o infausto passamen-
lo do mui digno socio e presidente do con-
seibo deliberativo, lllm Sr. i-omlngos Js
Ferreira Guimares, convida todos os Srs.
associaos a assislirera a orna missa, que
pelo repou-o eterno da alma do finado man-
da celebrar as 8 horas da mantiaa do dia 26
do crrente, na igreja da ordem terceira de
8. Francisco.
Secretaria do Gabinete Portugoez de Li-
lora em Pernambuco, 23 de Janeiro de 1866.
Jos da Silva Loyo,
Director.
Joaquim Xavier Vlflra Ligo
1 secretario.
Joo da Silva Ramos, mlico
pela universida le de coimbra, d
consultas em sua casa das 9 as
11 boras da manhSa, e das 4 as 6
da tarde. Visit os doentes em suas
casas regularmente as boras para
isso designadas, salvo os casos ur-
genies, que ser5o soccorridos em
qualquer occasio. D consultas aos
pobres que o procurarem no hos-
pital Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 s 8 horas da
manbaa,
Tem sua casa de sade regular-
mente montada para receber qual-
quer doente, ainda mesmo os alie-
nados, para o que tem commodos
apropriados e nella pratica qualquer
opperago cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe..35000 diarios.
Segunda dita____3*500 >
Terceira dita .20UOO
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons servicos que
tem prestado.
O propnetario espera qne elle
continu a merecer a confiaoga de
jque sempre tem gozado.
mwwmnmmm*
GARRAUX DE LAILHACAR & C.
LIBRAIRIE FRANQaISE
Ra do Crespo a O.
LIVROS NACIONAES E ESTRANGEIROS
RelijiioPhilaaeffcia Jurisprudencia Litiera-
tara- Scieocias e artes.
Papelaria, oblectos para escriptorio.
UU6A-SE
a casa da rna Direita n. 80 muito propria para ne-
gocio por estar em armazem : a tratar na mesma
ra n. 24. Na mesma casa ha para- vender nm
cylmdro asado com lambores de pao, por preco
commodo ; sala como orna masseira de amarel-
lo em bom estado. ______ __
Vende-so sai grosso
da Madre de Dos o. 2.
a tratar tratar aa roa
'A.nY.ERNJiT* C
99-Rua do I per ador I.
Deposito de joias fraocezas por atacado.
Casa em Pars e Re de Janeiro.
Receben directamente por lodos es paquetes.
Aluga-se orna casa com 2 salas, 3 quartos gran-
des, coziniia fra, quintal murado, porta do oiiJo
para um terreno pertenceate a mesma ca, no
flm da roa da Conquista qi a a ra do
Progresso, na Soledad da Cadeiai
no Recife a. 3, ou na da ,98.
Aos senhf>re> proprietarios.
Uma pessoa, cuia conducta bem conheclda n3-
ta cidade, se propde a receber os alugueis de pre-
dios, arrenda-lus com as cautelas devidas, pagar
as respectivas dcimas, despejar aos inqolinos re-
raissor, promoveodo aos. termo* judiciaes, e man-
dar faceros concertos, ludo por ama mdica gra-
nde cao : a tratar na fot di Gloria n. 94.
A luga
o primeiro e segando andares do sobrado n. 18 na
i tratar na rna da Cadeia n. 44,
loja de ferragens.. _________
PERFUMERA da casa oger
Boulevart Sebastopol, 56, Pcurlz.
Dez medalhas, a condecorado da Legin
d'honneur e a grande reputacao que tem Ihe
dado o publico, taes sao as recompensas que os
servicos prestados a industria merecerao a
esta importante casa desde sua fundacao em
1804.
N'um sortimento de mais de 500 artigos,
as pessoas elegantes escolherao os seguintes:
ROSEE OU PARADIS, extracto superfino
para lenco.
POMMADA CEPHALIQUE contra a cal-
vicia.
AGUA VERBENA para o toucador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE PLANTAS HYGIENICAS.
TINTURA VIRGINALE de beijoim.
ROSEE DE LYS, verdadeira agua de
Jouvencio.
CREME LABIALE de MM im 1
POMMADA VELOURS
pelle.
ELIXIR ODONTOPHILf.
SABAO dedicad*;
SABAO de bonqoet de Pr
d de flores de akea
d* de flores printaare.
d* de bouquet 4 mm
d* de perfumes exoticM.
d aurora, dedicad* um
ron.
d* de flores das
d* de cheiro de foias
d- de bluets chei
d* de alihex
d* diap-., caita rica, tai
ueoce.
i N. 0. Bieber 4 C, sncessores, sa
cam sobre o Rio de Janeiro a vista ou a pra-
zo confoime se convencionar.
I) lT til VI? Pr 28500 ougas da patria : na g.
I \ll i JI"*ij praca do da Independencia n. 11. s
Em casa de Theod Chrisliaosen, roa do Tra-
piche-novo n. 16, onico agente no norte do Brasi
de Braodenbarg frres, Bordeanx, encontra se ef-
fectivamente deposito dos artigos segoinles :
Si. Jolien.
St. Pierre.
Lamse.
Cbateao Loville.
Chateaa Mariraox.
Graud vio Cbateau Lafitte 1858.
Chateaa Lafitte.
Haot Saoteroes.
Chateao Saoteroes.
Chaleao Lauor Blancbe.
Chaieao Yqnem.
Cognac em ires qnalidades.
Azeite doce. Precos de Bordeaoi.____________
Na praca da Independencia n. 33, loja de
onrives. compra-e ooro, prala, e pedras preciosas,
e lambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e qualqoer concert^_________________
0 Sr. Francisco Jos de Freitaf Gui-
mariles, queira ttr a bondade de appare-
cer na livraria n. 8 da praca da Inoepen-
dencia.

Pernambuco, ra Nora n. 18 pbannacia tranceta de
P. MAURER 1 C.
(Hada.
Precisa-se de orna eriada para o servieo externo
de ama caa de pouca familia, e que saina bem
na roa da Cruz
w*mmmwmi*wm
DEPOSITO DE CALCADO
PABRIC4DU NA CASA DE ETENQ0
Ra \ova a. 1.
Abi se encontrarao obras Je di- m
\ versas quahdades, e por prego mui _
I diminutos, a retalho e em porces
H S se vende a dinbeiro.
* !
Era quanto o Sr. acadmico Antonio de Cas-
tro Alves. nao mandar pagar 63*000 que devo de
aloguel da casa em qae maros na roa dos Coelbos,
vera o sen nome oeste jornal.
Precisa-se de orna ama para ser taja
de nma casa de pouca familia : a l
do Corpo Santo n. 17.
- Precisa se de----- -----
gomm para doas pesseas : aa rea
13, seguoda-andar.
Precisa-se alogir onT"
nbeira : na roa da Imperatria n. 9, i


*ar-



.
V
\
\,


I
"".'
.
filarlo de rrnaaim Beata fera 1(1 de ankiio de i860.
4 SALSA P4RR1LH4 DE AYER
PARA A CURA RADICAL
do escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, (hagas, ftidas ve-
lhas, bronchocele, papo ou papeira, a syphilis, enfermidades venenas ou mer-
cirriaes.
AS MOLESTIAS DAS MULHERES
rolencao, manstro doloroso, ulceracSes do tero, flores brancas, etc., ulcera-
crio, debidade, expoliacao dos ossos, a nevralgia e convulsoes epilpticas
q jando causadas pela escrfula.
ERYSIPELAS ERPES; ETC.
Enfermidades cutnea, empello, borbulhas, pstulas,
nascidas, etc.
O extracto composto de salsa parrlba, con'eccionado pelo Dr. Ayer, uma
combinacSo dos melhores depurativos e iterantes conhecidos medicina; confeccio-
nado segundo as regras da sciencia, approvado e receitado pelos prineiios mdicos dos
Estados-Unidos da America do Sul e Ceniral, da< Antilhas, do Mxico e das indias, e
ritas wtras partes do mundo : o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de
. experiencias feius pessoalmente peto Dr. Ayer, por muitos annos, nos principaes hos-
pitaes -e enfermaras da America ; lem sido approvado pelas academias de medicina e
- juntas de hygienne das principaes capitaes da America do Norte; |para prov disto vede
os a'foestados authenticos no Ataanak e Manual de Saude do Dr. Ayer, os quaes se dis-
tribuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio. I
v A SBLSA PARILHA DE AYER
eeiailiaente effleaz na cura das molestias que tem sua erigen*
na escrfula, ua infrcco venrea, no uso
exceslvo do mereu lo ou qnaliiner impureza do sangne.
A molestia ou infeocao peculiar, cowhecida pelo nome de estrofuto, um dos ma-
iebnais prevaleoentes e Biversaes que ha emtoda a extensa lista
atam a nossarac; disse um celebre esoriptor da medicina que
pai\ de lodos aquelles^ue morrem antes da velhice sio victimas,
tamie e escrfula; por isso s nace lo destructiva, porm
muitwuras enfermidades que nao Ute s3o geralmeote altrituidals
uwii causa directa da tsica pulmonar, das molestias do
das enfermidades que
c nvis de urna terca
ou directa ou indirec-
a principal causa de
GASA DA F0RT0N i
Aos 6:000,51000.
llilhetes garantidos.
A' RA DO CRESPO N. 23 E (JASAS DO COSTUME
O abaixoassignadovendeu aos seas muito(li-
tes bilhetes garantidos da lotera que se ac boa
i exlrahir, a beneficie das lamillas dos voluma-
nos da patria, os aeguintes premios:
N. 673 um meio BHhcte com a sorte de 6:000,}.
N. 976 um meio bilhele Com a son de 500#.
N. 1685 dous quintos com a surte de 200
E outras multas sortea oe 100A, 40*, t 20*.!
Ospossoidftres podem vrrreceber seus respec-
tivos premios sem os descontos das leis na Casa
da Fortuna ra de Crespos. 23.
Acbam-.-e a venda os da 6" parte da 5* lotera
(46') beneficio da Santa Casa de Misericordia
que se extrahir quinta-feira 1 de fevereiro.
PRECO.
Bilhetes .... 68000
Meios......3*000
Quintos.....1*200
Para as pessoas que compraren de 100(5000
para cima.
Bilhetes.....5*500
Meios......2*790
Quintos. ... 1*100
Manoel Martins Fiuza.
mmmmm mmumum mmm
No armazem de iazendas OiPARACiU^Ifi
baratas de Santos Coelho
Rna do Uuelmado n. I.
ligado, do estomago
e affeotfes do cerebro; entre seus numerosos symp*omas acbam-jse os seguintes: falta
de a wpettg, o semblante plido e cromado; as vezes de urna alvura transparente e outras
vezes cor 'o e amarellento irregul t, fraqueza e mol'.eza nos msculos ao redor da boc-
ea ; digesto fraca e appettite, fala de energa; ventre enohado e evacuacao irregular;
quaadoonal temseu assento sobre ospulmoes urna cor azulada jnosira-seemroda dos
olhos:; -euaido ataca os orgaos digestivos, os otbos tnrnam-se iavermelbados; o bali-
to ftido, a 'm^ua -carregaria; ddres decabeca, tonteiras, etc. as pessoas de disposi-
c3e escrofulosa apparecem freqwentemente erupcoes na pe le da. cabeca* outras par tes-
do fiigesiwos e uterinos. Portanto, nao sao smente aquellos 'que padecem das formas uK
ceiosas e tuberculosas da esci que necessitam de proteccao contra os seus estragos?
*odt:a hereditario), eso expostos tambem a soffrer das enfermidades que elle causa, que sao:
A tsica, tilceracoes de figado, do estomago e dos rins; erpc5ese enfermidades
eruptiva* da culis, rosa ou eryspela, bortaimas, postlas, nascidas, tumores, rheuma,
earhnncults, ulceras e chagas, rheumatismo, dores nos ossos, as costas e na cabeca,
debilidades earininas, flores.brancas causadas pela ulceracao interior, e enfermidades
uterinas, bydmpesia, indigestao, enfraquecimento e debiidade geial
Offerecemos a estas pessoas um abrigo seguro -e um anti(Joio molestia e suas tonsequenas na
SALSA PARRILHA DE A1ER
que opera directamente sobre o sangue; parificando-oe expulsandodelle a corrupcSo e o
veneno da molestia; penetra todas as partes e todos osorg5( s do coepo humano, Iwran-
;do-os da sua*oc5o viciad*e inspirando4bes novo vigor. um alterante poderosissimo
para a renovagao do sangoe, e d ao coipo j enfniqaecido pela deaca, forcas e-ener-
^gias renovadftscomo as datjoventude.
E tambem o melhor anty-sypfailitico conhecid
cura permamirtemente as-peiores formas-do syphilis e as suas cobsequencias. f*ouea
necessidadeba de informar o publico do inestimavel *&lpr de um remedio que, como
-este, livra o swgue desta (orrupeo e arrebata a victima das garras de" urna morte lenta
e ignominiosa, porm mevitavel, se o mal nao togo-eombatido cuna energia.
E um; poderosissimo alterante (rara a renovagao d sangue e para dar nova for-
ra ao cor{> j enfraquecido pela detenga.
Send'i'Coraposto-fdeproductos vegtaes, es'ejmedicamento'isnocente eaomes-
mo tempo elficaz, nm faolo de iramensa iraportaocia ,para aquelksdue otomam; por-
que muitos dos remedios^Kerantfts oFe^ecidos ao publico tem por base o mercuifw ou o
arsnico; e sendo assim,-bem que s vezes pouem neciuar curas, o^tuiudo deixam suas
victimas cairegadas de uma longa serie de males, maias vezes petr do quo o mal ori-
ginal. A unii;?. cousa neoessaria paraobter urna euratradical seguir com juizo e-ooos-
tancia as dii ec?>es que acompanham cada frasco.
ifeo pretendemos, promulgar, oem querernos que se infira qu^.esta composigaoa
um remedio infdllivel para a cura de'lodos os padecimentos liumaios; infelizmente
-escrfula ea syphilis sao enfermidades t.o sutis oas-suas natur^zas, e arreigam-se tao
firmemente no systema, que muitas vezes evdeme resisten! aos remedios mais pode-
rosos que a ciencia bu-mana pode inventar para combate las: o que dizemos que -o
Extracto com posto de salsa parrlba (Je Ayer
a melhor preparago at boje descoberta para estas e outras moles
urna combinagodos alterantes mais efficazes conhecidos, e que esta cbmbjnagao tem-eido
.regulada por tongas e.laboriosas experiencias, e finalmente que temes consciencia deof-
ferecer ao pubjieo o melhor resultado que possivel produzir, dain
mdica ili.snossik'- tempos.
Esle remedio deve ser tomado com systenu e regularidade,
,pois. um remedio e n5o bebida.
Quando as moleitias do figado nao tem sua origem na escrfula, o remedio
mais proprio aspilulas catharticas de Ayer, que sao efficazes na cura da molestia, que
tem par causa um desarranjo dos orgEos digestivos. Pedi a salsa parrilbade Ayer3
,no aceitai oulra preparago.
PernamtMio^ ruaSovan. 18, pharmacia francezade P. Majjrer & C.
i CASA l)E KANUOS S
i 2fi-Palee do Catmo--26
Neste e?iabelecimenlo tao importante
, para a saade e asseio do corno acham-se
| montados 20 banheires, qoe sao servidos
I com a ordem e aceio que para dse- sm
jarsK Qnatro destes banheires sSo e?pe- J
ciahnente reservados para senhoras e por |
isio cbara-se collocados em logar reser- M
vado aonde s lem entrada as pessoas de 3
tima mesma familia. $0g
Preces de banos avulsos. ^|
1 banbo fri, raorno ou de ebu-
visco........600 m
1 do dito de choque.....(000 "t
1 dito de farello.....1*000 ^
1 dito aromatizado.....1*000 |
i dito medicinal ser segando saa qoa- S
lidade. K
Preces por assijnatara. 9K
30 bsnhos por mei rio, momo
ou de chovisco.....I0000
23 ditos com candes para o mes-
mos........10*000 m
12 ditos com carioes para os
os........5*000 m
12 ditos com carioes de chogue. 10*000 M
12 ditos com carties de farello. 10*000 H
O estabelecimeato estara aberto nos
das nteis das 6 horas da manbaa as 10
da noiie, nos das santificados das 5 as
4 da tarde.
PIiOTOGRAPIIIA
artstica americana
RA DO IMPERADOR N. 38.
Artista americano
Artista americano.
Artista americano.
Artista americano.
RetratosRetratoRetratos.
Em porcelanaNiepcotypie.
En lengosArchrotypie.
Em vidroAmbrotypie.
Em metal=Daguerreotypie.
Veude-se o seeuinte
Chcrta? de chita fina a 2*800.
Dirs de dita a 2*400.
Lencues de pauuu ae liuho a 2*200.
Ditos de dito de lioho a 2*.
. Ditos de bramante de liuho de um s5 panno
3*300.
l'aono de linho lino ivm 9 l|2 palmes de larga-
ra telo barato preco de 2*100 a vara
Bramante de lioho Uno com 10 palmos de
gura a 2*00 a vara.
Pecas de camliraia com salpico brancos
cores com 8 t|2 varas a 4*500.
Pegas de rainbraia adamascada propria para
cortinado de rama o ni 20 varas a 11*.
Balee-, do arcos a 2*500, 3*, 3*300 e 4*.
Lencos de carril raa Gna a 2$600 a duza.
Dilos de dita a 2* a duzia.
Atboalhado de linho fino a 2*800 a vara,
Dito de alj.'0'iao a 2* a vara.
Algodo enfestado com 7 1|2 palmos de largara
a 1*200 a vara.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas propria
para sa,a a 3*500.
Pil de linho liso no a 800 rs. a vara.
Dito de dito r.om salpicos a I* a vara.
Carrbraia de linho lina a 4*500, 6*300 e 9* a
vara.
Cortes de laazinha de lindos gostos com 15 co-
vados a 5*.
Pecas de madap-lo fnissimo pelo baratissime
pre50.de 8*, 9*, 10* e 11*.
Planella branca lina a 600 rs. o cavado.
Dita de cores fina a 880 rs. o covado.
BalCes de mnsseltna para oitmna a 3*, 3*500
E' a ordeai 00 da I Acabar enm m Par-<
guayos a bay< neta, a mini, a r'.vn
lulniina-loe com os eoeouracados ari
de es['or5e, armstiongs e raladas de 80 i
120; extei mma-ios em samma a espada, a
laclo e a punbal de que se traa; mai
niDj.'Uim se hmbrou anda .< esmafmo*
Paraguayos cod as arma- qi t Dcua un cen-
cedeu aesbar cm elle a UcZu a mam
ps, para o que necessano m rarar arta
,ir', parte do nosso corpo c 111 on f. rrr.irJaveai
e de rompe-ferro, esmaga o Ua, ai 1 anca k ca.
qutira marmore e outros t;ue te vev!em i
JARLA OlllKIT.ft4*
Ama
Precisa-se pingar ama ama forra on escrava que
saiba bem co;iohar e comprar : na loja ranceza
da roa Nova n. 11.
O ebaixo assigoado juiga nada dever a nin-
goem ; se porm algutm tem- de reclamar qual-
qaer quaatia, qaeira apresentar sua corHa no pra-
so de tres das, no hotel de Franca, Toa do Trapi-
che n.ai.
___ Jacob Silberberg,
_ Maga-se o primeiro andar, com grande'so-
to, do sobrado n. 34 da ra da Seozala Velha, e
tambem se aluga a segunda casa da ilba do Retiro
qae tem copia na frente, a' heira do rio : a tratar
na roa da Senzala-N >va,- reflnacao n. 4.
ias anlogas, que
miijiriro lem rido
s consciencia de of-
eiligencia e, pericia
nao eoaa abandono,
VENDE-SE
-ilugase a casa a. 31 da ra das Plores : a
tratar na alfandega com Antonio Machado ti .unes
daSika.
"Preclsa-se de urna aim para coiiahar em
casabe familia, sendo mnito limpa e honesta, pa-
ga-se Qaem precisar de urna ama de leite, dirija
se a ca>* d aun do eommendador Lata tioraes
Fefrefra, no Mpodego. ^^^ ^^______
Ama
Na-raa da Cad'eia do Reclfe n. 30 preclsa-se de
urna ama para cotiobar.
Na ra do Vigurio o. 21 preeisa-se de uma
ama-sec a.
Preclsa-se alagar ou comprar nm bora cozi-
nhetro: a tratar no largo do Corpo anto n. 6,
segando andar.
BnanmnnmmBmfmnmmmmnBmmmi
Em papelTalbotypie.
No grande salab da roa do Imperador n. 38
No grande salSo da ra do Imperador b. 38 e ** ,
' Nesto estabeleeim^nto ram-se retratos ^X^m^iV^
em todos OS systemas, com asseio e promp- Guardanapos de linho a :*800 a duzia.
lidSo, desde as nove horas da manhaa! Toaihas de aigodao felpudas dazia a 12*.
at as cinco da Urde ; assim como tem!. f s,e'ra da lDdJa f0f,ria para frr0 de Ml* J
___ .,., 4,5 e 6 palmos de largura per menos preco do
sempre a venda grande sortimento de ca- que era outra qnaiqner parte.
xas finas de di?ersas formas. Quadros este armazem tambem se encorara um graae
OvaeS PassepartOUtS tOdOS OS maiS OD- sortimentode r.mpa feua e por medida.
jectos e productos cbimicos, relativos a ar- Capachos mgiezes.
te e recibidos ltimamente dos melhores. Vendem-se na ra do.Queimado loja da
foroecedores de PAHISe N
de tudo, para todos es'gostos e para todos
os precos.
SalSo da roa do Imperador n. 38.
Salo da roa do Imperador n. 38.
Casa da felicidade.
Foi vendido mel bilhele garantido n. 673 com
a sorte de 6:000*, e mais outras sortes menores,
na luja de miudezas da ra do Qaeimado n. 69.
BOLEEIRO.
Precisase de nm boleeiro que tenha boa con-
duca, sem vicio : na ra das Cruzes n. 36, pri-
meiro andar. ________________
Arrenda-se o engenho Manass distante da
praca menos de quatro legoas, e roo i prximo a
povoaco de Jaboatao, lera safflciente terreno de
I) a prodcelo, bom cercado e matas bem conser-
vadas : a fallar no mesmo engenho. _____
aguia
*o> ,!u''iazeui de M- f.-Hamos e Silva & tiento, rlua do Vfgarlo
u. 11, coustanlemente. os segaintes ariigos que
reeebem por eaeommenda propria i e
MEW-YORH.
- *
-
-;
desejar da acredi-
Legitima salsa parrilha de Brfstol, preparada por Lanmac K-enp.
Verdarteiragua H Ca emiatas de cinco gales o mais purificado que se pode
tada marca F, W. D. & C.
- bel' gios perfeilos reguladores com corda de quatro a oiio di is, dos afamados fa-
bricantes N. Welch.
Gramma .em latas grandes da bem coobeeida marca Jas. S. Jilason (de Phiadel-
phia).
Superior oleo para machinas de costura.
Agulhas para*as mesmas.
Breu em barJcas grandes e pequeas.
Vende-se tambem o seguinte.
ROIIIMVI V
.-1 qualidade.
St Estephe.
Si. Jtdien.
C. Margaux.
C. LaQte-
Medoc.
PORTO
Ia qailidade,
Vinho fino do Porto embarris de 5/, 10/ e 20/.
Superior vinho do Bbeno.
Gwa. de Lisboa em velas e em grome.
A.flkiva, Olhos e prenles do fallecido Do-
mingos Jos t-erreira Gairaares agradecen
cordia&mente a todas as pessoas que se dig-
naram de assi-tir aos altiaios sultragios por
alma u dito finado e aeompanhar seu corpo
ao cemieno publico : e assim tambera ro-
nam eoearecidameote aos amigos do finado
se dignen) de assislir ao dia-J6 do corrate
as 7 l| floras da maoba a missa e me-
mento do stimo dia qae se.ha de ce'ebrar
na igreja da ordem tereeira de-S. Francisco.
Altencao.
O jaiz de paz do 2 anno da fregnezia de S. Jos
do Reeife, abaizo assigoado, faz scienle a qaem in-
teressar possa, qae acha se em ezerciclo do mesmo
juizado, oa qualidade de jaiz do 2 anno da mesma
freguezia, e dar audiencias as segundas e quin-
tas fei ras de cada semana, as 10 boras da manhaa,
em casa de su> resideocia ua roa da Concordia
n. 75.floto Jos de AtbuqaerqiiH.
No collegio do Bom Coaselho precisare de
uma pessoa as condicSas de ser porteiro, qae d
Dador a >ua conducta; tambem se precisa de um
cria1" -
Acha-se fugido'fB mulato de nome Joaqulm
l'oiro, de idade que ja piola, pouca barba, rosto
descarnado e com ropas, cabello pequeo, e nao
multo estirado, traz effectivameote alpergatas aos
ps, levou camisa de algodo azul, conduaiado
ama rrouxa u-? roupa sua, e mais oojectos fle seo
uso : pede-se as autoridades policiaca qae o appre-
hendam, e promette-se boa gratificado a qualqr>er
pessoa que o eatregar -em casa de seu seobor o
Dr.Joaquim Aotonlo Caraeiro da Cunba Miranda,
ra do Uestino n. 20.
COMPRAS
B 'Compra-se ouro, prata e podras preciosas,
em obras velhas : na ra da Cadea do Reclfe,
cja de oorives no arco da 'Conceicao.
Baleias tara vestidos.
Vendem-se- na loja da aguia branea rna do
Qnelmado n. 8.
Opiata ingleza e fraixeza.
Vendem-se na roa do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Papel mata mosca.
Na roa do Qaeimado o. 8 loja da agola branca
continua a vender-se papel para matar mosca e
costa 40 rs. cada folha.
Bonitas cestiobas para meninas.
Vendem-se na ra do Quemado loja da aguia
branca n. 8.
Agulhas para machinas.
Vendem-se na loja di aguia branca a roa do
Qaeimado n. 8.
Pastilhas fumantes e cheirosas.
Vendem se na loja da aguia hranca n. 8, a ra
do Queimado, sendo ellas ea calxinhas de pape-
lo e de porcelana.
Bollas de ail fin') para enftommad'S.
Vendem-se na ra do Queimado roja da aguia
branca n. 8.
Bonitas caixiuhas
com perfumaras e outras cora uecessarlos para
costura, sendo estas com msica e sem ella : ven-
dem se na loja da aguia branca ra do Queimado
n.8.
Colla branca para vidros e madeiras.
Na ra do Queimado loja da aguia branca n. 8,
vendem-.-e frasqulnhos cora colla hranca para sol-
dar vidros e porcelanas, e outros com dita para
obras de madeira, custa 500 rs. cada um delles, e
por essa commodloade de preco convm cmpra-
los para eslar prevenido.
Papel greve pautado com 33 linhas.
A aguia branca acaba de recebar novo sorli-
mento de papel greve liso e pautado com 33 linhas
assim como de peso tambero liso e pautado, dito
pequeo em caixinha. sendo liso, pautado, beira
dourada e sem o ser. Tnmbem recebeU erande
sortimenlo de envelopes, e ludo se vende por pre-
cos commodos : na ra do Qaeinado loja da aguia
branca n. 8.
Pape, paquete branco pautad0.
Vende-se na ruado Queimado n. 8, loja da aguia
branca.
Artificiaes.
Ramos de trigo com diversas core? mui proprios
para enfeites de gorros e chapjs de senhoras e
meninas, acham-se a venda na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 8.
B;ii>has c extractos fiaos
A aguia branca receben um exeelleoie sorti-
menlo de perfumaras linas, sendo bonitos frascos
de cores com extractos finos o de agradaveis chei-
res ; assim como bellos vasos de porcelana doura-
8 OvO
54 O
aaV'O
5fl*0
2*4X0
nm*
taflQO
240
Boi seguios Bordean!.......
patricios.........
> para senhoras, en-
tenados .......
> com laco e livtlia ..
Sai. atoes encouracados.......
Borseguins para meninas bom
east co.................
Sapatos de loDa, sola eiastka.
a vi Hadados.........
* de tranca...........
* com salto de lustre .
Um.comp elo sor ime to de calcado as-
Ierra para homens. tenhoiaa e stenm>s.
assim amo btzerro francez, com de Ins-
tre, mairoquins, taifas de todas as qjoaii*
dades, fitas para sap..letro, milito sortidas,
sola e cooros que tudo visto n^es.-anafne*-
te faz cebica ao comp ador pela baraieza.
Tasso IrmAos
Vetidetu aa >ei ai mazeai raa a
Amarim a. 33.
Licor Dno Caracho em botijas c meia* boujas.
Licores tinos sonidos em garrafas coa ro(t a
vidro e em lindos frascos.
VinbosCheres.
Saoternes.
Chamtiertin
Hermiuge.
Borgonhe.
Champagne
Masra"-I
Reino.
Bordea ux.
Cognac.
Od Tod.
PAezei lagniol.
Ph togr.ipUia artibtiea
D8
EIJGEMIO MAVRIC'fO
2o ra l\av (esqniaa 4a eam'rai
do lama
VF.NDB SE RETRATOS Eli C%RTOKS M
De S, Exc. o Sr. b>po d Pf*raauU.;..
y Q O < C) =8 *- ir r-
S^g; m STc-3 5

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Comprase carosso (sement) de algodao : no
armaiea de algodao de Saunders Brothers A C,
no caes de Apollo.
_________________________________________: da c.m banha de superior qualidade, tend i neslis
Ouro e prata. algans rom inscrlpcoes aproiiriadas para presen
Em obras velhas : con pra-.se na praca da ln te **?.**?: 1ue'" se ll,rieir rua d Queimado
dependeock) n. 22, loja de bilhetes.
Muita attefgot
Compran*-se diarios por arroba &$, a libra i40
rs.: no palea da Penha n. 6, Xabrica de cigarros, da na rua do Queimado, loja d'aguia
Compra-se uma armacio para taberna qoe
ceja em bom lugar ou que sirva para tirar: na
n. 8, le ja da aguia branca, achara a certeta disso,
e boa disposigo para Vender a dmheiro por pre
gos commodos.
AS PROVEITOSAS AGuAS
balsmica, aentificia e amlireada,achara-.'e ven
branca nu-
mero 8.
ATTENCAO.
Henry Forster d C, rua do TrapvcM n I
tem para vender :
Prensas para enfardar algodo.
! Machinas de de.-carocar algudio, ,- *> -
60 serrotes, com motores, assim con ni lo-
ra que serviro para qualqtier serv co, e i-m.i
macbina de 20 serroUs com uom mucimu t
vapor, propria para a mesma.
rua da Guia n. ;><>.
Principe BeaL
Pedh V. \
Mar a Pia.
Princeza D. Isabel.
Vctor Emmanuel.
lin j ne.
Malvazia.
iVogiaiiiui da festa de M. Fran-
cisco de Paula do CaeJbang
No dia 25 do corre-ote mez, pelas nove huras da
manw, depois de o Reverendo Vigario da freguezia
celebrar Mi-sa, ter lugar o bensimento da.muilo
rica bandeira de S. Francisco de Paula, offerecida
pela juua a ExiD-Sca. O. Francisca I,uiza de Mello
espoza do film. Sr. Theotonio Feliz de Mello, e
pelas sei horas da arde depois de reunidas as
bras. em euiu numere muitas doozellaa ricamente
vestidas de branco, o acompannameoto precedido
de.upia mecina ve.-lida de branco, levando um es-
tandarte bellimente preparado, per correr as rua
panUndo da easa da respectiva juiza em direocn a
roa do bom go-to ao sahir ua eslrada nova, donde
seguir' para a povoago teodo logo lugar o levau-
tameoio da handeira
A banda d^ muca marcial do primeiro batalbao
da Guarda Nacional de S. Arrenlo tocara' dorante
o traosito, e diversas girndolas de fogo sobirao
pelo mesmo tempo ao ar.
As noventa sero /eiias com loo o brilhantismo,
sendo a msica das do film. Sr. Amaro Franklla
Barbosa Primavera, e a dos versos do Iilm. Sr. Dr.
| Jos Vicente da Costa Bastos.
Os actos que Uveao ler lagar na vspera e da
| da festa, sero opportuoamente publicados, nao se
i poopaodo os futuros a esforcos para que a festa so-
ja teita cora maior esplendor, e para isso desde ja'
prineipiaro os trabadlos da decoraco da igreja.
Espera-se a mair eoncorreacia dos devotos
para realce de actos de tanta importancia e rel-
I guio.
'Compra-se urna escrava perfelia eogomma-
detra: na rua da mperatriz n. IS.
VENDAS
FOLHLVHAS
IMRI 1860.
Acabam de sabir luz as folbinhas de
algibeira ede porta para o anno de 1866, o,
mais f/irrprlaa nn-wivpf lanto nn calnilnrlas A l0'a de n,''">e"s a rua "o Quniiiaao n. Ib,
mais correctas possive wnio no caicuioaas acna.se bera provi(la oe de aiVt.rsilS qoIll.
las 6 eclipses, como as diversas feSlaS dades, sendo almico greve liso e pautado, com 33
que a igreja celebra; vendem-se unicamen- linhas, dito de peso tambem liso e pautado, aitu
.te na livraria da praca da Independencia, i P*'iueno em eaixinhas igualmente liso e pautado,
R(\ rio ae rio nnria o "9I1 rie aa Ao alai, i com btira dourada e sem o ser, assim como enve-
iw res as de porta e io rets as de aigi-^ lopg grande9 e p^^,,^ os preteDdemes dirijam.
Latas e barrlszlnhos aom graxa
econmico.
Vendem-se por precos raioaveis : na rua do
Queimado loja d* miudezas u. 16.
Agua de iloilde para fazer os ca-
bellos pretoa.
Na loja de miudezas a rua do Queimado n. 16,
vendem se eaixinhas com essa excrllente prepara-
caoAgua da Hoildepara fazer os cabellos pre-
I los, quem della precisar pode dirigir-se a dila loja:
i na rua do Queimado n. 16.
I'islilhiis eduhGcas para pe fumar sa-
las, gabinetes, ele. etc.
Na loja de miudezas a rua do Queimado n. 16,
vendem se eaixinhas cora essas odorficas pastilhas
umantes.
'Papel de peso e almaco, liso e paulada.
beira.
lito rs. a botija
Tinta preta para escrever, de boa qualidade :
vende-se oa rna das Cruzes n. 41 A, taberna da
porta larga.________ ________________-
se a dila loja na rua do Qaeimado n. 16, que sero
bem servidos.
Mesma depois da festa gasta-se pe fu
maria fina
A antiga loja de miudezas a rna do Queimado n.
16, acaba de receber um bello sortimenlo de per-
(fumarias Anas, sendo banha fina, em diversos e de-
Vende-se um bonito avallo melado, pa-, licados va>os de porcelana domados com signiOca-
Cavallo.
iMEDICO E OPERADOR!
Ama de leite.
de leite sem 01 ti o: aa
Precisa-se de uma ama
rua da Lmgoela n, i.
Arrenda-se um sitio no principio da estra-la
i Arraial, com grande casa de vivenda e eom
mmios commodos, noa yarzea de capim, bem plan-
tado de mandioca, e lem aviamenios para tit
fanoba, tem toda a qualidade de fructefras. e mni
conveniente por ser mu <*rto do Parn*raeirim, "
Fuglo a 19 do coi rente a negra Izidora, cri-
oula, alia, cheia do corpa, denles limados, bem
parecida, tem uma cicatriz no meio do braco di-
mu provenieute de uma estreada, costumava a
vender arroz ni nbeira de Sanio Antonio : roga-
se a led-s as autoridades policiaes e capitaes de
campo que a apprehen Jan e levem a seu
oa ru da Aurora n. S. ProtesU-se com todo
gor da ei contra quem a tiver oceulta.
Precisa se fallar com Antonio da Silva' Ito-
por consequeocia da liaba frrea que vamos ter : cha na rna da Cadeia do Reclfe n. 53, a negocio
quera o pretender ou por arrendamemo, ou mesmo de seu interetse.
por comrra, dirija-se a roa larga do Rosario, so-
brado n. zz, que achara' com quem tratar.
O Dr Joao Raymundo Pereira da
: Silva, chepudo ultimameote de Pa-
! ris, onde frequentou os mais nota-
' veis hospitaes, pode ser procurado
para o exercicio d sua prollsso na
senhoT W rua ,,a Cruz n- 40' seundo andar,
ido o r- i \ D consultas todos os dias das 7 s
J i0 horas da manh3a.
ESPECIALIDADES.
9$ Molestias de olbos, partos e vas
urinarias.
Cal nova de Llaboa.
Acaba de chegar ao vapor ingfez, e vende-se
no escriqtorio de Manoel Ignacio de Oliveira & Fi-
ltro, largo do Corpo Santo n. 19.
Duarle Carvalho Pereira & C. pedem a lodos
os senhores qae estio d*vendo a extineta firma de
Duarle Se C, o favor de mandarem saldar seus d-
bitos at o lim do correte mez, e nao o fszenlo
sero seus nomes publicados por este Jornal.
1.* de Janeiro de 1866.
M noel Duarle
Precisase de doas pretos possantes para o
servido de praca de algodao no povoado dos Mon-
tes, paga-se 1A280 diarios : quem os quizer alu-
gar entaada-sa com Jo&J Rodrigues Pinbeiro, rua Trapiche n. 26, saca sobre
dos Pescadores n. S._________________Porto, a vista ou a prazo.
Precisase de um amasador : na padaria
; em Santo Amaro, airar da fundlgfadoSr. Slarr.
O abaixo assigoado caixeiro dos Srs.
Rodrigues, rua do
a cidade do
_ Trusa se de u.na pessoa p*ra cosiohar em DJ0 jo^lnV d VMCominoa^^filaV^'ada'd'e-
cesa de bomem soiteiro, pref^re-se coslnhelro : a ver a pessoa lgnma, porm quem se julgar ere-
Preclsa-ae de um menino .para calxeiro de
uma taberna qae tenha bastante pralica e que d
fhnca de soa conducta : na rua Direita n. 93.
, | dor aprsente s
tratar na rua do (>vramenio taberna n. 20.
" OttVrece-se uma mulher de idade para uma praca da Boa
casa da pouca familia ; ai raa de Santa Rila uu-! 1866.
mero 7, '
Feitor.

canias para
7,
serem pagas na
Precisa-se de um para um sitio pequeo perto
ecife 23 de Janeiro de da praca que seja pessoa capaz a irabalhador,
. d-sa casa propria e boa para morar : a fallar na
Joao Andr Coutinho. roa Nova n. 19, primeiro andar. ,
ra sella, com todos os andares, grande
e est carnudo e muito novo, veade-so
por preco commodo : a tratar na rua da
Cadeia do Rec fe n. 47, esquina da Madre
de Dos.
cal de Lisboa a 105
andar.
Vende-se
na rua de Apollo o. 38, 1*
Vende-se a armacao e os seus perlences da
loja da rua do Rangel n. 17.
Panno de algodo trancado da fab7i7a~de:
Feroo Velbo ; chegar,m alguns fardos e vendem-
se no escripu rio de Manoel Ignacio de Oliveira Fllho, largo do Corpo S^nto o. 19. |
Vende se um baixo de d para algoma mus-,
ca marcial : qu^-rn qaizer comprar procure nesta
typographia que dir quem o vende.
Vende-se ama casa mei-agua sita na travs-
sa da fundicao n 4, chaos proprios, a qual rende i
8 a lOjl mensaes : na rna do Senhcr Bom Jess
das Crioulas n. 37 se dir.
Vender uma escrava crioula de 31 annos
de idade cox ama liada cria de 4 rnezes, tem bas
tante leite, rosioha o trivial de uma. casa, lava e
engomma nao com perfeigo: a tratar na fortale-
za do Brum.
Uvas mscripces e sem ellas ; assim como bonitos
Irascos de pbaniasia com excellentes extractos de
finos e escolhidos ebeiros, e hem como operior
agua da Culooli em garrafas e frascos de diversos
tamanho?, dila dentifrees, balsmica e de flor de
laranja, rosmetlques finos e banhas em irascos de
differeutes moidis. Vende se tudo por pleos com-
modos a vista da superioridade das qoalidades :
na rua do Queimado, lo|a de miudezas o. 16.
iver os ohjectos.
Veudein-sc na lojai de naludezas
a rua do Queimado n. 10.
Bonitos lri<|ues de sndalo e outras qoalidades.
Botillos rilos com Qveilas Je diversas qaalida-
des e moldes.
Brincos e cruzes de crystal.
Aboloaduras de dito para coletes.
Bonitos port-relogios.
Delicadas caixas com msica e sem ella, para
costura.
Agulhas e linhas para chrochel.
Retroz superior era carriteis.
Rendas pretas e bicos com vidrilhos.
Filas de velludo com li-tras de cores para en-
feites de gorros e vestidos.
Ditas de grosdeaapcles, lisas e lavradas, brancas
e matisadas.
GiZ.
No armazem da rna do Imperador n. 3 ou nc
Caes de Pedro II n. 2, tem para vender-se o me-
nor caz existente no mercado.
Vende-se o sobrado da rua de Ap)llo n. 8 :
a tratar na rua da Conceigo o. 38.
ROMANCES LUIWS
Vendem-se, aa livraria da pr;ra da In-'e
pendencia n. 8, a 400 rs. o volune, ot ro-
mances portoguezesMgrjinles, em brochura-
A voz do sangue, 2 volames.
Connemar, 2 dilos.
A norte de S. Silvestre, i oiio.
0 fllho de Titiano, i dito.
Adonis ou o bom negro, I dito.
As do samadas, 1 dito.
O pacha de Boda, I dito.
TriU.y, 1 dito.
Ignez de la Sierra, I dito.
Joven Siberiana, i dito.


amaml
aaassaa

Diario a Pera
esta felra t de l aaeire
N. .11Ba do QueimadoN. il
A' casa de Augusto Porto ehegaram pelotapor francez ricos cortes de
vestidos de seda de cores dos mais ellos gostos, proprios para bailes,
partidas oa casamentos. -
Olales de Guipure pretos e brancos.
Bonets de palha da Italia para enhoras.
Hoir branoo e preto.
Bonita seda para vestidos,
Oasemiras de quadros.
Esteiras 4a India para salas.
MadapolSes francezes a 400 e 500 rs a Tara,
L&as para vestidos de diversas qualidades, e
gostos diffreentes,
Q que tudo se vende pelos mais commodos precos.
CORTES HE SE ) A
Cheuaram pelo paquete raglez riquissimos cortes de moreantique de core, e sed rima pa-
pes inteiramete novos. unr\f\ t
Seda de quadros por 1^000 o covado
5-RUA DO CRESPO-5
regarlo Paet do Aamaral Compantala.
ZENDAS DE BOM f
G0ST0
Para vestidos de senhora.
Corles de seda de cor de bom gosto e soperior qoalidade.
Lindas sedas de qudrinhos.
Rnnsmoireantiques de cores.
I) Grosdenaples da todas as cores.
P Lindos poil d ctievre fazenda assetinada de inteira novidade.
Lindas duquezas assetinadas fazenda inteiramente nova.
Modernos granadinos de seda o que tetn vindo de mais novo.
Grande variedade de lias de cores lisas e de salpicos.
Orjandyse cansas de maito bona gosto.
Percalias modernas com grande variedade.
Linios ''.rtes de la Clotilde com todos os pertences cada um em seu car-
i5o inteir mente novos. <
Bons cortes ele ca fazendas da gosto quesera enfidonho mencionar.
Para hombres de senhora
Grande variedade de chales, bournoiu, retondes e algeriennes de fil e de
^uip'ire a 10, 16, 20, 30, 40, 60 at 80,J.
Modernos soutembirques de seda de superior qualidade.
8 Ls bertes de seda de cor pretos e de cachemira.
l* dem de ca obran branca bordada com muito gosto.
-M Sauteubarques e bournoux de cachimira de cor e outros muitos artigos dej
/bom gosto.
t. Para cabeca de senhora
rf Superiores cbapelims de palha, de*seda e de crina de muito bom gosto a im-'
ff p'ratri'..
fg Chapeos de pUba da Italia grande variedade.
? Lmdos gorros e bonets de palha de Italia, Lmperatnz, Canutier, a Clotilde
L-. e a Grante, chegados de Paris pe o ultimo vapor.
ff.t Grande variedade da enfeites de fro ;o e de flores para casamento.
ffi S iperiores vestidos de blonie. e de mnreantiqae brancos.
f Boas m >ireantiq es brmos e s iperiores sedas brancas.
* Bo k vestidos Ai ta-latana branco bordados.
' Lindas mantas de blonde e boas capellas.
v: BordUdos.
.-'.- Grande variedade de ntremelos bordados transparente e tapados.
Ti as bordada < transparentes e Upadas, babados bordados, saias bordadas e
% nutrasmiitos artigos.
Mlfl IUS COIilLUMAS
MEDIGO-GIRURGIGO
DO
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Sendo para cima de 12 custarao os precos estabelecidos para as earteiras.
lia tobos mais pequeos cada um a 800 ris.
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AO RESPEITAVEL PUBLICO
A 4abea akixOimbUoada serve de base de presos,
tanto leste aimazftia mmo do annazem progressivo par
ti&o do OsrtBo n. 9, principal armazem ra do Impera-
dor n. 40.
FaBem sciente ao respeHavel publico, e com espeoialklade aos senhores de en-
genhos, lavradsreeemaispeseoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
Oeraram os propriatario6 des tras grandes rmaseos, reunir todos os seos qstabeleci-
neot(6 em um s moaiqco, 'peto qual o prego de um ser de todos, promette-
as qo to infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, anbunciar os geoeros
por um preco, e aa oecasio da" compra quererem por outro, como socede cotrstante-
mente em outras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar isto
Moda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
sero tam em servidos como viessem pessoalmente fazendo-oos o favor de mandar seus
pedidos m cartas feisadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo nos urna conta
pela qual se ver os- preces tal qual annunciarmos, o que senio arrepender pessoa
aiguma que fizer sua despenca em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por ceoto na sua despeza diaria.

-
DE
*NTOM'> CORRB* E VASf.ONCELLOS
III"A DO CRESPO M. 13
& C.
:-- .

[rrita($o dos pulmoer. angi-
nas tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquidao
e tolas as innumeravei molestias que affec-
lo aes orgos da resoiraco
DES/IPPARECBI
ediante a aeco da balsmica e irresistivo
ANACAHUITA
PEITORAL d KEMP.
a anacatiuita mexicana que d o nome es-
pecial este incoaparavel remedio, urna
arv-ire, cuj madeira por muito tempoe
ha usado no Tampico para a cura das n-
fci mi lades cima mencionadas. Foi tam-
bem ensa4ada e approvada pela academia
medica de Hcrlim O peiloral de K.emp
um xarope desioso inteiramente livrede
opio, acido hydrocyanico e outros ingre-
d^'ittes nocivos.
A' venda as drogaras de Caors A Bar-
boza, Bravo C. e em todos os estabeleci-
m ntos pharmaceuticos do imperio.
oo no {eral em Pernasmaco roa d:
L u'. iea casa de Caros & Birbozi
KM
avaado.
France barrica 5J06(i
Ponan* dem 8#00
a purQito stado:
Praocez barrica 105000
Portlan dem 124000
Su armazem deTasso Irmios ciet do'ApoHo.
A ttenco
Ni roa dn S. Jos; n. 2 vende-se superter vioho
de caj a 800 r* a garrafa
Vodf-M urna casa de laipa com coborta de
telln, na ni i el iria do sr. Cirniro ; na mesma acharao os pre
teaJ.'Dte? com qoern iralar.
brande arm izem de tin-^
tas medicimentos etc ;
Ra de Imperador n. 22.
Jjoj Pedro das Me ves (ge-
* reate) te a a venda a'
te ai. a
seca lo te:
Productos chimicos e p^arma-
ceuticos os m*is entpregados em
medicino.
Tintas para todo o genero de pin-
tara o para tinturara.
Productos Qilustriaes e tintas
para D -res, como botSes de Aeres $
W e modelos em gesso para imitar M
ge feucas e passiros com o compe- ans
B lente desenho.
Pro luctos chimicos e industriaos !J
W para pholographia, tin'uraria, pin- JR
fa tura, pyrotecnia et'.
Montado em grande escala e sup- ^B
m, prido directamente de Pars, Loo- |
2 dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa ^
" pode offerecer productos de plena .w<
? conflanca e satisfazer qualquer en- H
^ commenda a gros-o trato e a reta- j
*l lbo e por prego commodo. jsk
mmmn mmm-m*mmm m
colares Htoyer ou colares ano-
di u os
para facikur a denticio das crianzas e preserva-
las das convulsSes.
O feliz resoltado obiido immenaa vezes pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer, nos
casos de convalides, e denticao das enancas, tetn
altamente elevado o sea toa) merecido prestigio,
e hoje j se pode di?er qne estao geralraento con-
ceitaados, e estimados -tie luumersvets pais de
familias : de uas porque do aso dasses salutares
colaras virara salvos do pertgo seos charos filbi-
ohos, e de outro? porque colheram ageites tao
proficuo ezemplo para ieualmeoie preservar os
seos. Assim, pois, a agaia t.ranea, taodo em vis-
tas a ntllidade eproveit dfsses prodigiosos cola-
res anodiaos oa Ruyer, mamila vir o novo sorti-
mecto qne agora rfcebea, e continuar a recbe-
los para que em tempo algum a falta deiles possa
ser funesta ao< pas de familia, os quaas Acareo
certns de os acbar eonsUatemeMe aa ni do Qoei
mado, loja d'aguia branca n. 8._______________
Ta~rha a 3#5
Vndese farinba de mandioca, saceos graades :
no armazem dos Srs Tasso IrmSos, na ponte nova*
oelo preco cima mflnnlonados.
Venitem-se
machinas americanas de serrote para escarocar
algodo : na ra da Ssnzala Aova o. 42
MUTIGI
Manteiga i >gleza perfeitamante flor che-
gada ltimamente de i.eooa 4,loo rs. a li-
bra, e em barril ter abatimento. .
Manteiga franceza da safra nova a 86o rs.
a libra e em barril ter abatimento.
BAWtA
Banha refinada superior a 64o rs. eem
barril ter^Aatimento.
tHi
Gb uxim deprimeira esoperior qoalida-
de a 2,8oo rs.
dem byssen o mellior neste genero a
2,6oo rs., e sendo em porclo ter abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior ae i,oo a s,&oo rs.
a libra.
Blocantas
Latas com superior biscouto inglez de di-
versas marcas a l,2oo rs. a lata.
Bolaehiaha
Latas com bolacbinbis da acreditada fa-
brica do beato Antonio, proprias para dar a
doentes de 2,ooo a 3,ooo rs. a lata.
dem com qoatro libras de bolachinha de
soda a 2,ooo rs. a lata.
Serveja
Qneij<
os
Queijos fiamengos chegados no ultimo
vapor de 2,6oo a 3,ooo rs.
CHOCOLATE
Chocolate nespanhol a i,ooo ei,2oo rs.
a libra, francez e suisso a l,ooo rs. a libra
e portugnez a 800 rs. a libra, em porc5o
ter abatimento.
VINHOS
Superior tinho do Porto das mais acredi-
tadas mareas, como sejam: Madeira Secca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do
Douro, Maria Pia, D Luiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a l.ooo a garra-
fa e 9.000 a 12 ooo rs. a duzia.
Vinho Figueira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4,ooo rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. agarrafa e a 4,5oo rs. acanada.
Superior tinbo de Lisboa e Figueira em
ano-tretas de 8 e 9 caadas a 2 i,ooo rs. a an-
co reta.
Superior vmho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ba mais bai-
ro para 4oe, wo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada.
Calzas com ama duzia de garrafas de-sn-
I perior vinbo Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa o
7oors. agarrafa. .
CAFE
Caf do Rio de 1.a e 2,* qualidade de
6.800 a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra. ^_
HAU3LO
SabSo maca de primeira qualidade de 18o
a22ors. a libra e de 16o a 2to rs. sendo
em"caix5o.
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a 7oo rs.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como seja: Victoria e Alcope a S.ooo rs. a du-
zia e a 5oo rs. a garrafa.
Vinagre
Superior vinagre de Lisboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ba
mais baixo para 2oo rs. a garrafa e l,4oors.
a caada.
Azeite doce
Superior axeite doce de Lisboa a 64o rs. a
garraa e a 5,ooo rs. a enada.
Massas
MacarrSo e talaerim a 360 rs. a libra e a
5,ooo rs. a caixa.
Paseas
Superiores passas a 3,ooo o qoarto e
; 12,5oo rs. a ca xa de arroba hespanhola e a
' Soo rs. a libra.
GEVKBRA
Genebra de laranja verdadeira a lo,5oo a
duzia e l.ooo rs. ao Irasco.
Genebra de HOlianda verdadeica a 6,000
rs. aftasqueira e a 56o re. o frasco.
Idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da ums.
Garrafes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a 8,000 rs. o garrafo. Tambem
ha arrafoes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
6,000 rs. cada un.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
dem de carnauba de lo a 12,ooo rs a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de l,ooo a
l,2oo rs. a lata
ALPISTA E PAINCO
Alpista e painco muito novo de 3,8oo a
4,000 rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS
Charutos dos mais acreditados fabrican-
tes, como sejam: Joo Furtado da Sarrias,
Manoel Peixoto da Silva Nelto, Castaubo 4
Filho e Brandao e de outros muitos, os
quaes vendemos pelo mdico preco de 1.600,
2, 2,8oo, 3,Soo, 4,5oo, e 5,ooo rs. a caixa
Licores
Licores francezes e portoguezes a l.ooo e
l,4oo rs. agarrafa ou frasco.
Daees
Doce da casca da goiaba e caixoes pe-
queos a 7oo rs. e de 5o caix5es para cima
a 64o rs. o caixo.
Frotas
Frotas em calda e em latas fechadas her-
mticamente, muito bem enfeitadas, comea-
do pera, pecego. ameixa rainha Claudia, al
perebe e outras frutas a o> s. a tau.
Tambem ha latas grandes para l,2oo rs. a
lata.
A melbor obrada bomeopatbia, o Manual de Median
dous grandes volme com diccionario...........
Medicina domestica do Dr. Hering........'.'.' arjO
Repertorio do Dr. Meh Moraes.........'.'.'. OjOO
Diccionario de termos de medicina..........\ jjno
Os remedios deste estibelecimento sao por demais coahecidos e dspensaraor
tanto de seren novamente recommendados as pessoas que quizerem asar de leiooioe
verdadeiros, enrgicos e duradores: na todo do morbor que se pode desojar, oteas s
verdadeiro assucar de leite, notaveis pela saa boa conservacao, tintura dos maita
dos estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacio, e portaotro l
energia e certeza em seus effeitos.
Cam de saude para escravos.
Becebe-se escravos para tratar de qualquer enferaidade ou fer-se-lle
operario, p >ra o que o aonuncianle julga-se ssfficientemente habilitado.
O iratamento o meitur possivel, tanto na parte alimentar, eoawaa
funecionando a casa ha mais de quatro annos, ba muitas pessoas de cojo
pode duvidar, que podem ser consultados por aquellos que deseii
doentes.
Paga-ae 25 por dia dorante 60 dias e d'ahi em diante 1 500.
Asoperacoes serao previamente ajustadas, se nao se quizerem mjeitar
razoaveis que costuma pedir o annoseiante.
ARMAZEM E FAZEMDAS
DE
CUSTODIO CARVALIIO
27 fiA DO QEiMADO N. i7 x
Madapolo francez muito uno, tendo bouco mofo, cada noca
10.JOOO. w
La de eres a 300rs. o covado.
CambraaTranceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a precn de 806 rs a vara.
Lencos braceos para algibeira a 2^ "00 a duzia.
Fin isperclaras a preco de 400, 440 a 560 ts. o covado.
Ricos cortes de la de barra de 103 a 3'fS00Q.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
*C
coa 27 *saiaar
Uvas pelo ultimo vapor.
Peras pelo ultimo vapor.
Mscas pelo ultimo vapor>
Ameixas pelo ultimo vapor.
Passas pelo ultimo vapor.
Fittos pelo ultimo vapor.
Fru tas seccas pelo ultimo vapor.
Fructas em calda pelo ultimo vapor.
Nozes pelo ultimo vapor.
\%^WW^>
Queijos. londrinos pelo ultimo vapor.
Queijos fiamengos frescos pelo ultimo vapor.
, Presunto fiambre pelo ullimo vapor.
Tudo se vende barato nos seguimos arma/ens:
Roa do Imperador a. 40, Verdadeiro Prlaeloal.
Roa da 4|nelsaado a 9, UatSo e Caainierclo.
Larga da Car saa a. 9, Progressivo.
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sortido como todos sabem,
hoje mais que nunca, nao s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
que recebe de consignaces; parece sera
duv'rda que deve offerecer grandes vanta-
gens para o respeitavel publico tanto em
precos como na escolha dos objectos, e co-
mo acaba de chegar grande remessa pelo
vapor tDouroi e o navio Solferino de
diversos objectos de gosto e proprios do
tempo dos quaes se mencionarlo alguns,
por nao ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimento espera a pro-
teecao de todos.
Riquissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porta joias e necessarios.
Riquissimos est jos a feitio de um bausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos.em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinbos e touquinbas de muito
gosto para crianzas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de Adres proprias
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
seuhora.
Riquissimos porta boquets.
Boquet de flores com urna borracbinba
com cheiro.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
Riquissimas plumas e guarnieses para
enfeitar chapeos.
Contas e tubos de ac branco, que ha
muito se desejava para enfeites.
Brincos, fiveilaa e cruzes de crystal.
Fivellas e cruzes de tartaruga, madripe-
rola e dourados.
Alfinetes para gravatas.
Botoes com croas para punbos.
Gravatinhas e mantinbas de muito gosto,
tanto para homem como para senhora.
Riquissimos adereces pretos, assim como
caixinhas com a flnetes pretos.
Bengallas de canoa com cabo de marfim.
Ditas de baleia, borracha e de outras
muitas quaiidades, assim cerno chicotinhos.
Riquissimos nenies de tartaruga do ulti-
mo gosto; assim como de arregaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sortimento de todas as qualidades.
Diademas para cabeca do ultimo gosto.
Riquissimas fitas lavradas e lizas.
Trancas pretascom vldrilho e de cores.
Pulseiras tanto* para senhora como para
meninas.
Ligas de soda e de algodo.
Suspensorios de seda e de atodao emui-'
tos outros obiectos que se nio nodem an-
nunriar por Ho se tornar entodonho.
MACHN SS DE PATENTE
DE TRABALHAR MAO PARA DESCA-
R(T.AR ALGODAO
PABItflCAl
FL1IT BROTHEUS & C.
OLDAM.
Estas
as podem des-
carocar qual-
qoaroapseiede
algodio saa
estragar o fio,
sendo bastante
duas paasss
para o traba-
lho; pdedes-
carocar ama
arroba de al-
godio a ca-
neco aa 40
mioatos, ou
18 arrobas por dia ou cinco arrobts de al
godo limpo.
Assim como machinas para serem aavi-
das por animaos, que descarocam 18 arro-
bas de algodo limpo por da; e motores
para mover ama, duas ou tres dessas ma-
chinas.
Os mesmos tem para vender um bellasi-
mo vapor que p le fazer mover aets dessas
machinas mencinalas; para o que convi-
da-se aos senhores agricultores a viren ver
e examina-lo. no a mazem de algodio, 00
largo da punte nova n. 47.
Saaaders Brothers dk C.
Recite pra$a do Cerpo Saa n. II.
Os nicos agentes neste pata.
O castello de Grasville.
Traa'atMe'St fraicei ptr 1. J. C. 4a Crss.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratsimo proco de 30UC
aa praca da Independencia, linaria as.
Framcisco Jos Germano
RA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico
tmenlo de orales, lunetos, binculos, dn
timo e mais apurado gnsto da Europa s
los de alcance pan 1 bservacoes epara as
martimos.________________
Gomna de mih bmicsaaericasa.
Esta preciosa fcula, cajas proprlaSiSw bmV
einaes a imprenta europea lilo nasa* pa-
ra a cara das moleras do pello, recnaaKit
tambem como alimento sadio e onrrltlTO para aa
creancas presundn-se a variados priparii rabat-
rios. A eral ac-itacan que ella lea ofetta par
Inda a parle, o seo maior elogia. Depasta asi
Pernambaco roa Oa Gadeia a. t.
Vende-se ontaamenie a ratalko aa na So laa*-
rador a. 87, arraaiam allianea.
Manual da Cirtadan
Vendos o Manual do Cid*dl oa aa
Governo Representativo ou prioripos sa
Direito Puhlico Constitucional
tivo e das Gentes, por Silvsstra
Ferreira, em :< volumes broiundia por i
cada obra : na livraria n. 8 da praca sa
Independencia. ____________^____^
Qtrijss 4a Mtiia
Veade-se snperinr qoejo rio Mlft : SS ns Sa
Madee de tatos, armazem Jooto a reja.
Vendem-se soperiores \* nwtm Sa WHapSj.
lia. rheradoa no ultimo vapor: as raa rio Trapi-
che D. _
Na raa do Imperador s. M lem ias"Wia
bichas hambureoeas para nmt* aa pava* e a
retilho, e tambera alojram-se 1 raat rasta CorSaa
ro yHfrfa. Iroal an de LWlwa, para gaaaii SS-aV
S no Grflo Vigilante ra 4 Crespo n. 7. gats, meihor, por nlo ferlr, e,

IBBHI



este kVIra 4* **mrir+d* 1866.

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LO JA
EtiOICUOPEDIOA
* Ruar m laaperatrtz ar:
da porta farga a.
Tirnta a padarla fradccza al
Parcde* Parta.
Neste ostabelecimento encontrara o respeitavel
publico Din variado scrtimeoto de fazendas france-
las, iigleaas, sulseas e allemes, que Se venderao
por prego coto modo.
Preles Porto
Vende chales de rtfod* de cores qoe se vende-
rn a 189 esta vendendo por 64, ditos preto, f-
xenda nova, 84, 64, 84 a 204, um sortirnento com-
pleto de manteletes, rapas e soutambarques 144 a
254. Rila da froperainz n 4), junto a padarla fran-
ceza, armazem da porta larga.
Paredes Perra
Receben um complet sormenlo de laasiohas a
240, e 280 rs. covados, para acabar, cambraias de
cor a.240 rs. o ce va do, riscado escossez para rou-
pa de menino, fusilo de linbo a 420, 400 e 500 rs.
Roa.la- ImperatrU d. 52 junto a padaria franceza,
armazet da porta larga.
Paredes Porte
Receben para cortinados para cama franceza a
114 a peea cambraia lisa fina a 34 44 at 104 a
pees cortes de tarlatana de bonitos gastos a 34500
e 44, cambraia cora flor de seda, gostos inteira-
mente novos a 400 e 500 rs. o covado, no armazem
da porta larga n. 52, ra da Imperatriz junto a pa
dar franceza. -
Paredes Porte
Receben pelo ultimo paquete um sortirnento de
crozes cora pedras para o pescocp, bonitos caxineis
de laa para pescoco de sPtitYOTSr. Ra da Imperatriz
n. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Vende cortes de gorpurn prelo pira vestido eom
21 ovados cada uro 3o400u, grsdeuaple prelo a
14500, 13.800 e 24 o covado, laas,lizas finas a 400
rs. 'cvade, lilas de qdadrinho para vestido, nfes-
lada, a 320 rs. o cevadd. Rb da la. pera tr i i n. 52,
armazem da porta larga. .
Roupa feita
Ra da Imperatriz n. 52 armazem da porta lar-
ga junto a padaria franceza, encontrase aeste s-
tabeleHtento um completo sortimetrto de patitos-
saceos e sobrecasacos, de todas as qualidades, cal-
gas, colletes, ceroulas, camisas, grvalas, meias,
chapeos de sol, ditos francezes para cabera, por
procos coromtdos, roupa par ntenlne, e outras
meitas fazendas por precos commodos, armazem
da porta larga.
No mesmo e-taberdmutb erreontraTa' o respei-
tavel publico, s.eropre um completo sortirnento de
ronpas filas ele todas as qalidades, como sejm
paletos de alpaca preta ede efir.dltos sobrecasa-
cos a 44 e 54, ditos de brlm parlo a 24800 34 o
34500, ditos finof- a 44. iiu meias cazemira a
34500, 44 e 54, ditos cazemira s> ecos a 64, 74,84
e 104, ditos sobrecasacos a 10 e 124, ditos de pan-
no saceos a 64, 84 e r04. ditos sobrecasacos a 124
e 2*4, ditos de merino prelo a 4, 74 e tW4, cal-
gas de bnm de diversas qualidades a 1800 a 44,
diios brancos a 2,8500 e400, ditos cazemira 54,
64 e 74, ditos relos a 54, 6,""B4 e 104, ditos
meias cazemiras a 34 e 44, coletea de uiversas
qualidades, seroules franceza s de algodo, ditas de
llnho, ditas de bramanie a 24 e 24500, carnizas de
algodio de Iroho franertas de 24900 e *4- Gran-
de pechincha neste g^uero, grvate* de todas as
qualidades e branca* parr casamento, grande sor
timento te meias para senhoras, ditas para borneas
a 34, superiores a 34500 e 44-
Ura completo sortirnento de chapeos de sol de
alpaca a 84, ditos e seda a 54, 74, If* e 144;
ditos francezes fiara cabea, grande sortirnento
a 64.
TecniDcha admiiavel.
Grande sortirnento de chambres a 44600 e 5;.
lences de cambraia para homem a 24 a duzla, di-
tos de linbo a 44 o 54.
Grande soi lmenlo de ronpa para meninos e on-
tras muitas qualidades que seria efffadonho men-
ciona-las.
Paredes Porto
Recebeu pelo ultimo pauueie. fr.'.mvz ricas laas
granadinas com mires de leda a 400 e 500 rs. o
covado, eslo acabaodo-se, cambrata preta para
luto. Porta larga junio a padaria franceza, a roa
da iroperatra i, a i.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete espartilhos a pra-
go^coso por 3$, sao bpns, lencos de seda para se-
ntlora e homem a \v, ritos cortes de cambraia
bordados le WS a 7, por ter um toque de mofo,
estao se acabando, na ra da Imperatriz b. 52, jun-
to ^ padaria franceza.
Paredes Porto
Vende um completo- -mrluwiUa da fazendas
brancas, como sej*ni madaiolq a443QQ, 54, 64 e
103, pegas de algodan por barato prego, chita fran-
cesa a 240, 280. 32'0. 360 rs. o covado, precalias
muito Anas a 360, 400 rs. o covado, chita ingleza
a 200 e 240 rs. o covado. Ra da Ioiperatriz n.
52, junto a padaria franceza.
Fazendas.
Vndese superior merino rreto proprio para ca-
pa* de senhora-e vestidos a 24. lostrim da China
a 14800 o covado. Hua da Imperatriz, pona lar.ua.
Paredes tw.Ut.
Vende em >eu estabflecimento tiras o entreomos
bordados, grande soriuiieuio de corpiuhos rica-
mente bordados a 34, 44 e 54- S o Paredes Por-
to, *ua da Imperatriz no 52; porta larga junto a'
padaria franceza. '
Grande novidade.
.Loarenco Perelra M<-mles Quirflae?, prap/ier
tario ra grand lo;a e armazem da Arara, ra da
Imperatriz n. 66, declara a respeilavel publico
seus freguezes, que recebeu diversas, qualidades
de fazendas viadas (ieto.-vapfir.Irai.cez, por isso
como a fc.-ta esta quasi acabada resol ven vender
barato para acabar at o fim dd'anndi
A nnvidode,bales de nada-a 404000.
Vendem-se rices chales de renda multo finos e .
no*^ a. 104, 124 -fl;134. retoad^ uua.iQoas..
124e ;j4, >omec.ibrciu/53. de .jrusdeuaule a 184,
205 254, rps p'relas de grosdenapl a 204 e
254. sAuo-mharq'oes rf fiazinh a 54, ditos bran-
cob fiayfc a 84 ; ra da Imperatriz, loja da Arara.
n. 56,......
G,r,^iIaraPaa.8,
Vende brfroadWa 15a 's^ffa a 84 e 164, ditos de i-aa'zinha
fiqos afe, 424e 164. rtes de. cambraia de ha
bados a 34v- prcas de cafliljra^a bran/^Da.a.34, 44,,^4e .64
dius oe cambraia para forro a 24, cortes de en:
tas a 2*200 e 34 : ra da Imperatriz, loja d Ara-
ra n. 56.
Cas&aa fisuceeas a 300, rs., cliiUs a U>;
Vendem-se cas-as franct?g* flnas a 3OU.^20, e
380 o covado, chitas finas a 240, 280, 320,360h)
400 rs. o covado, alpaca d cor para vestWosa 329
o covado : roa da Imperatriz loja da Arara a. 56.
Laaaioaas a 2Ua,covado.
tiaz^has a 240,320Je_3fift*W'adp, d^,ta8.tia5
fitV^ W 30Vr^ 9 covado, .ditas, efcocezas
oas a5$0 rs. o covadu, lencos d seda 640.
14 : rda da Imper'atrii, TojS da Arara n.' 56.
Balees a 2& *%.
Veidem-se baldea a 24. 24500. 34000 e 34500-,
saiajil.urdati*iara s^ntivra, 74, goiinbas. naraJ
seatijras e roeaio.aa 21$ 32)0, camjsinbas para
senaora a 14- 24, 34 e 44 : ra 4f Imperatriz,
loja da Amara q. 56". '
Ronpa frita, caifas 25000.
Vendem-se caigas de brim pardo de ganga a
24, ditos de brini bram- a 24500, 34""0 e 44,
lilas-.de ea.emj;a de cores e peias. a 54, M, 7$ t
84, pal'elots. de ,cgen),i.ra .a 54,.44.. 84 e, tO, ditas
de bnm de cor a 24 e 39, de alpaca orna a 34 e
44, causae traace*as a i4Wft,-*t 24SOQ, ditas-
ingjezm, pregas.largaa, a 345(Mt^ UBii, eeswtlH*
a 14600 e 24, outras minia- fazendas que,s,n3
pode mencionar por estar muito oceupado, porm
eum a vista o eomprl*r obsewrario o qoe ba-
rato.e, li^m. isto.J'^a^agrada/ aj)s seus, rega*a
que bonram a grande toja e armazem da Arara,
ra oa Imperainz n. 56.
Chales de meria a 2^00t
iVcndam-se chale, oa me. ditos de lia a 14 6.14380, chale to flnos a 4, 4*500 e 64500,: rna da Ijoperairiz,
loja da Araran. 56.
FABRICA A VAPOR
99 RA 00 MONDEGO 99
Deposito na ra Xota n. 50 loja de rrlojoeiro.
Delouche dono rJeste estabetecimno pai'tecipa ao respeitavl publico que sua fa-
brica est tnontada com as melhofes machinas que existem nn Europa, e que pode
fabricarcom melbur perfei^io possivel. Torio chocolate desla fabrica esta garantido, e
puro, o qo nSo se pode encontrar naquette qie vem de fra, e que se vende por prec
baxo-, visto os productos serena do paiz. Na etiq< eta tem si.mpre urna agui'a.
PRECO.
Meia libra...... 40,0
Umabra........ 800
Urna arroba ......... 19*000
Na mesma fab ica acaba de se montar urna ofGcina com serrara a vapor para
obras de marcineria pr'pfia para ediflio, para o que encarreg -se de fazer portas, ja-
dellas, assoalhos* (parqu francez como se usa na Europa,) earmaeoes tudo com brevi-
nade e perfeic5o. Toma-s qualquer encommnda para fra da cidade, entregando-se
prompta a coitar-se no logar.
Granee loj e arawwem do
Bu* dfrltaaataaMlz. a 0. d Mita^ Sus*..
Teudo oa^ropneurws dt'este euaDekcJtaentp d*
liqodarem ama grande porclo de snas fazendas,
t ao'flm do corrite ato9, aftm de fecharem fon-
tas eirpaf^aDhftrroi resolveratn vender todas aa
fazendas. os grande abattmeat em pnegos, tanto
em por,ao aomo a retalbo, e por isso previnem a
todt os ses frgoezes, e o respettavel pnblico, e
as pmei3^'i^eiMti,'em'peqmaf escaBa *m
fazewfss; qoe ntweesiatelef-iritentrj encontreeao
um grande sortirnento-que muito Ihes bao de agra-
dar tanto em pregos como em qualidade; astim
como nndam pelos seus caixeirs levar as faz'en-
das e amostra as casas das ramillas que nSo po*
derem vir a- loja,- oa do as amostras deixandt B-
car penhor.
La'Braias liaos 3<50OO, la laja do
Pavaa.
Vendem-se pegas de cambraia lisa brama e-
transpaanntes, tendo oito e meia vara cada pega,
pelo barato prego de 34500, ditas muito finas, por
44506,54, 64 at IO4, sencfo lapadas e transpa-
rente?, assfrn' como cortes" amBraiB' cem' MM>
eos a 24800: isto s na foja 'armazem do Pavaej
na roa da Imperatriz n. 60 de Gama A Silva.
As camisbae da Pavae.
DE
.......
COEJLHO fe FRE TAS
Rna da Cruz n. 16.
AGtmHWi
Ra do tlueiiuad n. 8.
A loja da aguia branca acaba de receber um
novo e grande sortirnento de diferentes objeclos
'degostee ultima modavaendo
Booitosnfeite6 para sonoras gastos inteira-
mente novos.
Ditos ditos de grade com conias grandes.
Lindas telas grandes para cintos com moldes
e'ftadaveis e diversas qualidades, madreperola,
tasHaroga, age e dooradas. '
, Boas a bonitas utas aobamalotadas para ditas.
Dites de dita de grosdenapies lisas e lavradas
Com novos e arradavets desenhos.
frano pn-tas de seda cem vidrllhos moldes
novos e de- gosto.
, Bicoa brancos epretos de seda com vidrilbos e
de diflreutes larguras e bonitos desenhos.
Cascarniha. de seda com diversas corea e lar-
garas, formas inteiramente nova a imitacao de
pa4o,.baba centro o que Ibes da muita graca.
Outras estrei-as e largas guarnecidas de bico
de seda obra de muito gusto.
'Outras de cambraia de cores.
Botoes de seda, velludo e ac para enfeltes de
vestidos.
Trancas de seda estreiras e la'rgas brancas e de
Mendamse as mais modernas camisinha's borda- oore para enfeltes de vestidos,
das com manguitos, para senhoras, sendo' as rols PtOTUS' fillQS
M^S^Z^S^^'^i^', CAPLLAS PARA MENINAS EN01VA8.
gnitos, para acabar, a Jfj, tas ra-) A agQft ^.^ a roa q Qmiio n. 8> ,.
las com manguitos para lato a. 14000 rs,, mangui-
tos e golinbas pretas a 14, finissimas golinbaa da
cambraia branca boTdda a 500 rs., calciuhas para
menina a *40 rs., r'omiirs de W e irnbrfa
branca bordada a 14080 : na loj do Pavio, roa
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. .
Chales de merino a 24000.
Vendem-se os mais modernos chales de merino
estampados a 2^000 cada um, ha vendo lambem utr
grande sortirnento dos mesmes matiades pie s
vendem a 64, 74 e 84000 : na loja c* armazem do
Pavo, roa da Imperatriz n. 00, de Gama & Silva.
As saias do l'ao.
Vendem-se as mais unas saias bordadas asaga-
Iha brancas sendo da melhor fzenda qoe tem viu-
do Wste gewr*, tWdomi r"eda,! pelo bara lisrt-
mo oreco de 104000; ditas bordadas a croch a
6$lO0 e 800u, ditas com babadinhosa 94000, na
loja e armazem do Pavo, na ra da Imperatriz n.
60, de Garfia A Silva.
.\otos vestidos de PavS a 10^00.
Chegaram para hija do Pavfto oe mala ricos cor-
tes de vertidos, de cambraia transparente com os
Aais delicados bordados de differenles cores pon-
to de'agnfna, sendo 'este dinero a mror bovldai
de qoe tem vindo ao mercado, J!arinlinac Feel _________
Chegou a loja de Paredes l orto tm hostia
tlmenu da-venida* de twtalaia M ron kaatMB
qne servo para partidas por wtr no.a pbaatasiaav
tetramente de gosto pelo barato prreo de 44
brancos a 44500, esli aeabando-?o : ao araaacaa
da porta, larga ra da Imperauii n.62. jaMoaaav
daria franceza.
nm muita fazenda e enleite sufficientes para o
eorpo e mangas, e vendem-se pel barat pf eco d
Continua a haver diariamente um sortirnento de puteis, podiBS, bolos inglenes, OjJJ ", na lo|a flo Pavao, na roa da r-
empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acbam-se na^melhores coudicoes erawizB. ou, "*Jf" JJJJ^_
de poder sattsfair encolittetidaS concerlitnles sua arle, em consecuencia do socio vendem-se-umgrepde e vanado'sortimepio de
Freitas ter sido adminisiraoor chele de afumas dasprinci aes fabricas joa corte, sendo espartilhos os mais bemfeiios que tem vmdo ao
u.eicads, sendo de todos os tamanhus pelo baratls
simo pre?o de 14, 54, e 6<50OO, por haver grande j
somtenlo, na loja do Pavo, na roa da Imperatriz
o. 60, de Gama & Silva.
Retoo -as artigo a f20Q0,
Na loja do pavSo.
Chegaram pelo ultimo porasmis ricasie-
teudas de renda preas, sendo das mais compridas
que tem vindo ao mercado, e vendem-se por preco
muito em cunta : na loja e armaecm-do Piivao, roa
da imperatriz n. 6o,,de Gama & Siivsu
torle> d cabBira, ptrhincha,
A 24800, na loja to pavo.
Vendem-se ; bonit< s cites de casimira de cores,
tendo claras e escuras, e vemdero se pelo baratis
urna a do Sr. Joan Gtincahes Guimaies (cenfeitaria de LfSo) antipa casa de Carceller.
Todos os trabaflios sSo diflerentes dos que se fazem em casas particulares.
Os proprietarios "este estabelecimento nao se tem poupBdVa de^pezas, nem 8
pouparao, se houver concdrreicia conio espersm ; lendo fOMinHadPttenie bom sorli-
njento de doces para cb; presuntos e dites em fianbre.. tambe se recekm para se-
rem preparadas ; assim ci-mo < ce vje caj noo tuperior, st-coe e crystalivado, ito em
calda em latas hermeticamenle fechadas, podeodo durar annos em perfeito estado.
Para janlares e partidas reetbent-se encommendas dos sedentes ohjectos; baa-
cleijas ricamente enfeitadas sem armaco pecas e amendoas (nogace-), -ditaa de-tamaras
da-ovns, paes de 10 enfeitados com dsticos anlogos a qualquer tira; ditos montado,
Secta simples e eheitados com frurtas ingleza; gatheaux re la teine, diu* de le d-
chese, tortas de fructa, massa fulhada; ditas de peixe e carne; cremes e doce* de ovos
de differentes especies. .
Taaibem tem um completo sortirnento de \inhos engarrafados, comosejamr vinbo simo preco de 24800 o corte, on vndese a mes-
do Pono superior, Fi^ueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeaux, Cbmpagne fino, *er- roa fazenda a i600 o covado, tendo 6 palmee de
veja, licores, claropes e conservj-s. Pura festas: tcnitos caixinbas ana an.endoas, coa- Janrfu";:ifto "a '"iare ,rm'^^ Pa,ao- roa da
feitos e mais enfettes. Moii^s destes -otiecU s mencionados podtavte perteiUoiente ao ,n TREJE j!"St L p.,5A
condicionar tanto para a provincia, como para. fra. ^mSSSSSAsS^
fazenda multo fina, pelo baratissjmo preco de 54
cada um : na loja e armazem do Pavo, roa da
Imperatriz n. 60. de Gama & Silva.
Os eiirtos do pava a *ftv)0.
Vendem-se cintos de fila com fivelas pelo bara-
li.-iimn piegu de 14000,: na. .leja do Pavo, roa da
Imperatriz o- 60, de Gama &. Silva,
Usado* ailiauoo, 3*004), oa loja
Este estabelocimefitobaba de receber wm.ricooriimtoto de pianos, jwle^WT PO'OO.
pressamen.e fabricados P.a o clima o^ste paiz. dos mais ^m,d pa, por ISSO u |-I opnejlaj JO COIiyida ao respeitavl. publico, paca YJr*lfti*pm,i*S. flOa^.fl,ente nv no mercado, e.tendo entre elles ttuitos
lidades dos referidos pianos. cortes rozos proprlos para senhoras qoe esto de
C(
instrumentos
na Europa
25 RA NOVA N. 25
os retenaos pianos. i cortes rozos proprlos para senhoras que estao ee
intmua-se sempre com esmero e promptidSo fawivse qualflo#r reparo nos (Jitos, luto? e vendem-se pelo baratiseimo preco de 34
nos. nam-se os piapos debaixo do. melbor ystbenia ulltaranie tm^f^ff^ KVe'fiimV slv "*
a- Manguitos e golas a 50 rs.
Fazenda.-, phantasia para vestidos chegadps de Parjspelo nliimo vapor.
Linoos robes de organdy- resanaras fazenda transparente ae inteiro goslo.
Ditos de percalia campestre padtes muito ricos.
RiqiitMins nqadiws de M-fla.Qque tem vindo de tpelhqr. goso De,sa> aterrado.
Lindos corles.de sitian, |fkip paja vestio azepd^ (pteiriimfiPfej.jBHVa.
Ditos'de gaze setim m pega fazenda traosparenie e d gosto muito roode/nps.
Lindos chales degrenadim brochti, pnmeira vez qui apparecidos.
Ricos bournus de cm pe guarnecidas de tranca n uno pioi rus para, passeios.
Riquissimas, dyelj para.,>injo, de metal, de .cristal cjpatq.e.t-sa pedras liqas, o
que ha ae mais, ijqvu. .
E outras muitas fazendas de inteiro gosto.
Rna do Crespo n. 13.
Loja t|aa colunana* de Antonio Coneia 4e Vasconceilos
*fc Catwpaohla.
BE
J. VWNES.
X. 55. nVA DO IMPERADOS 9J. 55.
Qsmqosdyta.aM^a/frica sao hoj aj'ss fo^ihecidos' 'tiara" qu soja oecessario insistir sobre a
oa supa^iori^ade/vao'tVJge'ns e gara'ntia^ q.i|e o^fWecem aos compradores, qualidades estas iDcontesta-
reis que elles'tra anQHivarneq^e.cpn'q^staaQ Sobretodos os que tem app^r^pidj nesta oraca ; pos-
spindo uro teclado e mac.hinismo qu obdcm podas as vont3e" e caprichos das pianistas, sem
iunca felhar, por ser^Jabfiadv* de, nropxisyto, e ter-se feito ultima^aje^^e^h^iviiMDtviims Imporun-
issioki> jira o clima desle paiz. ; qua,nto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por lsso mano agrada-
eis ao.~ ouvidodo- apreciadure.-.
Fazem se confirme as acomiuendas, ant^ nesja fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
corresnp|4%nte.d j. Vign,qs,,e,rn 'cui^jc^piljl fraj sempre premiados em todas as exposlc8e
' No pv*p esUbelflcinj*^ se axJ^ar^ sempre, qm eipleqdzdo e variado sortirnento de msicas dos
nelb^es lores ja.Eu^o^a, asstrp. couft. natn^,tfios,e 0iaAS b^in^co^.aeattoadaa-endido.pqr
Prcpa. cfmxflodfts.ftff zpAV^fs,,.
tuf.'-.t i iwmtvi
i .. "
-j......
4.0. ^50p,,fl^^^^fi^acafcandi). ImpeValriI 0. 52i jnnt0^ ^daria fa*eea.
Chegon a loja ir.. 52, Wu sorau-nto de camu*3S golUnnaa,, Vdem4' irpiohoa' de cambraia eom entre-
cprpiobos, roiueirw ;^Jn'^2^",t<",' OrajeV BM.j0sa44e 64, estio s aeabaudo : oa loja de
pele barato preco deJ4300, 34500 ^44, gollmhas Par6de8 Port0 roa na UadaraO* i. S, poria fau>
.500 n.. romeiras a 800 e S.nt.,s a 800 rf, grande j Dartj,ri!, 1nornm_
juaotteade. de ntremelos a 600 e 800 r. a peca, *------------------------------
Chegaram os bopilqs chalas e. r.etoqds.de,gpjpn,
re brancos, e vendem-se na rna da Imperatriz n.
5% loja da portr larga,' de Paredes Porto.

Muate^f-^e ?i>'ho
Vende-se manteia ingleza fl>r a 14. francesada
840)rvNiM Pajueira a sbc a.4i0i*'aOj-- a,ac-
nav. n4a 34,*|0u>.^' taida. J4WP*,U'4;
son I4W>, caf a 240 : na roa da Crutt. JkJl.
aaatoi datraresM do Ouwdor.
jstao lf acabando.
Luvas de Jouvin.
A loiade mjudezas na xpz o QaQa*'.^. ^
do n. <6, resebeu-a por este. uWlWW^1 **** 7?, r 'TU41*..
r.vr^l^ ^ {hh P!,tp utolo araba .de cp
Dren em barricas pequea*
Cora aoi volas de todos os tamaouos.
Bofliaa.
Hercano.
M> rMilrr?rlVfar">-n-' Btxlnebkha. (te hite
Vrte>--lelaaWii**4 leite por eommorte pre-
co : na rea estrella de Rotarlo D. 8, no deposito
da OpB>fer.atbic|fe.C.
Briu/as de v^*'0$Sm.'''
Na kja.daouiitiS aoarco da C.fal$e, no Re-
cite, ten oa meltiorm qoe ha ene as load os ai owp.
e UuBiev
de cppg^r dfr Pars proa,
linda phantasia militar para piano, composta por
nm d^R me^ttWS.cymRpakires, acha.se. a venda, a
id% mw^* Da,,(r|y)(anj}ezg.da, ro ^v.
Manyuitos e gola
Vendem-se manguitos com golas de cambraia
pelo baraiissimo preco de 800 rs., isto para li-
quidar : na luja do Pavio, ra da Imperatriz n.
.60, de Gama, & Sil*,
Chales o>r,ejaa.^ 12^, U(J, 204,e $&M
leja do Pavo.
' Vendem-se chales de renda preta mnito finos a
404 o 124, dites de Uaho a 154, ditos de seda de
linUp.flos rftelfjmes aaO ba. em chalea de renda, a
^0,6,254, ditos, bancos, .de ,tre,|vp|as,a 6JJ,. istp,
s na loja' e arn^azem do Pavao, ra da Imperatriz
n 60, de Gama & Silva.
A PESTA
Popelinas a 400 rs.
Popelinns a 400 rs,
Popelinas a iOfJ rs.
Chetraram para a loja do pavao as mais lindas
popelinas.faznda propria para vestidos de senho-
ra, sendo muito transparentes e.l.rilhaales com as
i mais lindas cures que lero viod'j, as qua..s facilj,
''lam fazer-se nm venido com m'uila phantazia por
p'.oco dinheim, vendem-se, sendo de quadrinhos
,a 400 rs. o covado, e as de nma s cor a 500 rs. :
na lpja.d,p. nav,ap, ipa da, Ia)pwatriz....6jX
A 3 OU o coi te,
Vendem-se superiores cortes de cassa, sendo fa-
zenda muita fina e de cores Osas, pelo baratissimo
preco de 34000.a d^as ipdianas, faie^daa tiapsr,
pare.ntes, de rr^lia^.hanta'sia, pelo barqti^simp pre-
co tamhem d 34, para''araar: ra luja db Pava^
ra da Impera ti iz n. 60, de Gama Si Silva.
VeNtidos zuavo.
Chegara*) a' loja do R*, ps ataJatriadaj cortee,
ludo em ,#nm cartao, sendo a maior novidade qu,e
tem vindo para a testa: 'Vendm-s por barat
preco oa loja do Pavao, ra da Imperatriz a. 6u,
de?,a.W*&SilW
a estldps le .seda.
Chegaram para a foja do Pavo os mais ricos
cortes de seda para vestidos, sendo em qualidade
o melhor que km vindo ao ir encado; e. padrees os
roajs,.pjodecBDs.por seren xjuasi todos, listados cpmJ
cores roui delicadas, afiarjcandos.se/ peste, Repe-
ro o melhor qne existe : vepdem-se por pregos
.multo razoaveis, na loja do Pavfio, ra da Impera-
tru a, 60, de Ganta & Silva, ;
Pora chaUrea.
Vendrm-se as mm lindas cbitaa preprias-para,.
chbr^ e monaftarafas,; no,araiW do Ra- 7
Vendm-se paletot de alpaca preu.com salpieaa.
pelQ ba/^tissimv prego, de 24500 : po a.r,roazem, dp
P.va9, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Melpomeiie*a3#500
Chegaram para a loja do Pavo oa mais, lindos
cortes de melpomeoes, sendo osla linda, fazenoa,
iuteiramenie nova no mercado, tendo os mais Tin-
do* padrees, unto claros como escuro, vindo cada
nm arrapjado em sen pajiel, sendo muilouroprioa
para quem quize/ dar nm Vestido de festa-por
podro dinheiro, e veodefe-se pelo baratissimo ore-
co-de 134500o rrte : unleament no Injaldo-Pa-'
vor roa 4a lmperatrit n 60. da Gama PeBteadefe&
oaroapcs,te com,Jvia bordados WQ.r
prias pata as, aeo^ao mUre
a* niii..
beu para vender
Delicadas capellas brancas para noivas.
Ditas ditas para meninas.
Ditas ditas de caixos de flor de laranj.
Ditas ditas de rosas camellas e outras.
Ditas ditas on ramos de trigo.
Diversos ramos de lores linas para peito de
vestidos, eafetes de chapeos etc., etc.
treparos para flores.
Na raa do Queimado n. 8, loja da agnia bran-
ca vende-se :
Papel de cores para tosas.
Dito verde para folnas.
Dito dito e pardo para cobrir os talos das ditas.
. Musgo em rama.
Pomas para1 rosas.
A gUlhaS e linhas para crochet.
Vendem-se na ra do Queimado o. 8 loja da
agbta branca, assim como agnihas para tranalbar-
se em tea.
Papel de sobrecellente para os
phosphorvs hyyienieos ou de
seguranza.
vista do grande tamaito das caixinbas dos
phospneros higinicos ou de seguranca, tornava-se
pouco o papel que vem em ditas caixinbas, e para
reBvdiar ess* falta a agnia branea mandn vir e
acaba dereceber va especial papel, c qoal so
dar de srUecetienle a quem comprar de taes
Ithosphoros e se vender indistinciamente a quem
dalle precisar. O priende cada caixinha de pbos-
Pboro continua a ser 160 rs., e vendem-se na rna
ao Queimado b. 8, loja da agnia branca.
Seda I roncha para bordar.
Vende-se na ra do Queimadn loja da agula
branca n. 8.
(bras de crystal.
Brincos de diversos moldes.
Ontros tambero de crystal de cores.
Outros de aljofare bi ancos e cu iras cores.
Adereces de cry.-ial obra de goslo.
Rosetas de dito e cruzes.
Botoes de diio, branros e de cores para collete.
i Dito de dito tambera brancos e de cores para
p nones.
Volias de dito e outras qualidade-.
/ equas de di* eraas quididades
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja da
aguia branca.
Axpas forte para bal-i
Veoeta-se ua ra do Queimado loja da aguia
branca, a. 8.
Cwmacume para tingir ca
bellos.
, A agnia branca avisa aos constantes fregnezes
desa exrellente tiniura. qoe ella acaba da rece-
ber. .urna nova remessa de cioa>acome, colorieome
esabQ,bra,ocp, pecessar,io paja lavar os cabellos.
perianto podem dirigir-se a dita loja na rna do
Queimado n. 8.
a bridores deluvas.
Vendem se na ra do Lueimado loja da aguia
branca n. 8.
por! btMiquets
de bonitos moldes, dou'ados e cabo de madrepero-
la t acham-se a vida na ra do Qoeimado loja
da agau branca n. 8.
Booitao touquiilias
de fii dq linho, cambraia e setim todas mu bem
enfeitadas: vendem-se na ra do Queimado n. 8,
loja da aguia branca.
Carrets com retroz.
Na ra,no Queimado n.8, loja da aguia branca
Cortinada.
Chegou a loja de Prete* Porte om
sortimeaf) de eortiaadoa iMaaawnf bardaw s
preco de 254 3*4 *54 oa roa da latptfaat
n. 52, porta larga junto a padaria franceza.
Hicas romeiiav
Paredes Parte reeebeo pata Bluoao paquea* ras
sortioM-nto de romeira de gaipnre ps*taa. *a l'
a prego commodo : na roa da Imuerairia at ii,
porta larga junto a padaria franceza.
bra% de pechincha
Cortes de lia escoceza entestada para vesUaa
fazenda de 500 rs., esta se vendeno a 2W) e 3M
rs. o covado : na rna da Imperatriz a. 52, Ha da
porta larga.
Cortes de laa escocesa para vestido a 34 cor-
te : na rea da Imperatrz n. 52 loja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, eslo se acabando.
Chales de renda
Paredes Porto, na roa da Imperatriz n. 52. porta
larga, vende chales de renda de corta paisa-
no to.iue de mofo, a 34500 e 44, tazma W-4
e IU0O9.
120
Para roupa* e e*cra*a.
Paredes Porto tem para veod.r rtnia azal rfs-
cado proprio para o nm cima a 110 r*. o ruVMio,
Urna grande pechiarb*Caesta' se arahaada :
ra da Imperatriz n. 52 poita larg* jualu a aaOv
ria franceza.
Grande pechincha.
Paredes Porto esta' veodrndo ri-odo fraarea a
200 rs. o covado : na rna da Imperairu n. 9f ar-
mazem da porta larga jonlo a padaria 'laaceza.
Para luto.
Laas pretas com salpica brancos a 4C0 e 500
rs. o covado : na roa da Imperatriz n. 3z junte a
padaria franceza armazem da porta larga.
10400
cbapcaa le aal.
Vendem-se chapeos de sol de panno a 4*400
nma grande pechincha s para acabar : aa raa da
Imperatriz n. 52 arroazm da porta larga la Pata-
des Porto.
A 10500.
Vendem-se pecas de tranca prea pan ea*ie
de vestidus, souiembarqnes, eapa de mi.hora a
14600 coro 10 varas, urna fraude pcrhinrha : aa
roa da Imperatriz n. 52 jomo a padaria *a
- Vende-se *al grosso : a traUr ua raa da Ma
rPna,n, %,
Veudetu-se liotoas *> wiiirao'Uv e aait- #oto razoave^: ^a lja
da, rnpqo u^vas, a 200 rs.: oa roa do Rangel nu-
^^Bp. ______
Veotbi>M ama escrava que cfiztoha, lava e
enpoinoui na e*jm da roa d UaOw da Daos*
loja do Porto.
dfeaeaitioo^
CheaiWiaim aovldada paraa toja do.Pavo, naain
to liados e.4ft..meior.,aosto!,aJt bjj>,ippr_PH pa1
Muita attenc&o.
Gnimares & lrroo proprietarios do grande ar-
mazem, de fazendas e roupas fritas na roa da lm
peratria P. ^2, tendo recJ}Jdq nm grande sorti-
raento de fazendas de gusto trazlas por um dos
pelos'pe blumo vapor, vem portan fazer sclen
leaos seobores e seuhnras o precos de cua fazen-
das, o prupiius afllaacam vender aja fazenda poi
o i -nos |0 por, ceulo do que em cuna qualouei.
piarte nao por ser no fjm do anno como tamoem
por ser a festa lempo ste que a- Exmas. seLhcras
devem manir se do bom e har, a saber :
llicas cortes de laa con barras.
Vendt>sie um grande soilimeo de corles de
lias cpip,,li.jrra> tendu tiilos os pertences, camisi-
nha con) gravatmha e sinlp. s^ndo os mais novse
modernos qoe tem vindo ao mercado, ditos de
phantasia com lindas-barras e vendem-se por pre-
eos muito tazi^veis.
Laas escocesas tutu listas de aeda..
- Vende-se om booijp soriimepto de lasinhas es
cocesas'a 500 e 560 rs, ditas transparentes de lis
tas de sed a 320e 360r.
PereaH'as fina* cora lindos desenhos.
' VendprKp.A>ndAs, percalia* muiau linas a 360,
400, VOe 500 rs chitas de (todas.as qualidade?
saber d presos 280, 320, 360. 400, 440, 480 e
Caesas frsncez's miudinlris.
Veade-se um (rande sortirnento de oasea mo-
d|nhaa.lsgfidolas cores seguras a.28W, 3fiOe.400.rs.
Cambraias brancas iransparenles.
Vendem^e pecas de cam'.re1'- bian/;a, trans-
narenles a 34, 4, 44500, 54, 5r50O, 64, 6500 e
74, ditas mrjito finas cum urna vara de largtrfa a
94j104x!
Chales de ai erina Onos.
Vendgrp-W chales d merino tinn* teado com
estampas bonitas e mpd.erua^ pe.lo baratppi.ego d>-
74, 74500 e 84, ditos- lisos cm lindas cores a
44WU 64. ditos*s|Sn.fiado a 248.24400,,.
Criuuliivis.au balees.
Veude-se nm gMnde.^ri^Bz).to,dev, cripoliaaaa
2jo00, 34 34500 ,44- ,
Tari a tanas unas a 040 rs. arara.,
Vende-setartalana decores pelo barato preco
de ,640 a00 rs. a vara.
lanas para bornen a 4 5300,
, Vendem-se mantas pira homem as de maisgo.-
4q qoe tero5 tindo ao mercado pelo barato preoo de
1^300 e,145W. tudo.isios na ra da Imperatriz
n, 7J, loja de GuimacAes &, Irzcio. .
Tiraa bardadas a 14-
Veada^se um grande sortirnento da tiras borde-
ldis.a.t4ra4ftiurtt8,,e.ne$a*,4t. ptremeioa. a 14,
14200 A44m
Camisa .fraaeptas gara heafn.
Vende-se om prande lortimenlo de camisas frau-
cesas a 14800 24, 2f50(t. ditos de Deito de linOo
a 344 345mO, 44 e A4 mM na 10% da Imptwaim
D. 72, Ib> de GuMa.rar
iaa
Escravos fugidt s




A*-t*o
Poglo em 29 de novembro do anno proiara* taa-
sade do engnho Forado, do mnniripiu de S. 10-
guel da provincia das Alagoas, pn iri,rerie a tm
nos propri- larios do roesrao enfeafc. Hanoel Cav
vatcanti de AlbaqBerqaa Peasoa o ai.ii.ii =^
rom Idade de 23 a $$ annos, caberos soiies e ;o-
nelados, eslainra bax, chelo do ft>rp, baran'
apenas, olhos eropaprjfadis,-aTT egn!r, Vrtiis
bertos e ponieagadsa ferro, (ten lana**-, r i-a-
rio como sittual nais saiiaale om graaov .rri ,0
na junta de nma das mos qoe pareo- rrr f i
nho ; ruj" escravo lindo ja fiigido roe isn> t--
nho para o termo da Palmeira do ladro*, aln a-
sou-se e viven c.iroo ferro por 0 a 7 aero* : t> %
confia.se ter id para o Ingar. dea*1 m.d- Bito
Fundo di naix, na rtimeira de Pora, on'r uta
irmos da ronlher, e qoe dahl lale trato r-rr^w-
rado a estrada de trra de Peraarornc ca *>*-
lino a aii.-ur-se eolio Kluoati.> da |iri- : fi
cunduzndo um qoarlc caslanho xni>*'U t i- a .
com cangalha, peiPnceute a seo smlr: miro
pegar >n.a>.*a
o Sr. Jos Augusto do Araojo, r en> M^ciati
Sr. capiiiio Ju- Virginio Ttizaira de Ar-ajo, sra
bem recoropt-nsado.
Escravo fgido.
Fugio o 1 srravo Cypnano, prefti, mr fola. Ma
tora n ediana, tem todos o* dtatea, *rm ba>aa,
falla bem, cura 25 anno* de idade, natorai da
provincia do Oara, levou vestido caroi-a lirart *
cale* preta : quem o pegar leve a ra de Apvlto
n. 20, que sera' gratificado.
Atteuciio.
Fugio no dia 17 do crreme o escravo rr* *
iioine. Jen mas, o qual tem os sigi.acs seiniaaas :
alio, corpulento, cabellos carapioO-.s, cara iig,
com p> tica barba no quelio, tom taita *> drntt
ua fenle, levou vestido camisa e rale > i*a
A B.hia : ioga-se, porlMl, saii"riiiia sh4-
ciaes e aos capitaes de raropo a pi ii-he* aa
dito e.-ciavo, pagando-se com gen">*idade a aa
o levar a 'eus senhores Reg & Iraii, rew 4a
Apollo d. 18, ou na roa estrella do IVarw m. M,
.-i-guido aiid. r. _______^^_^.^_^_^__^.,^_
nTad'
,ppwAp, ra da'Imp-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
J-' ft'a^^TOpJft,mi8eB''A'^>riit fe
Vigario n. 1, venden se eofres de ferro, prora da
f*a dos afamada) labrisaates Jatlnef a>Soa, O
Liwrpool.
E-ta fgida.urna preta do Aagoia. V
Mequetlna, idad> pwuco mai de 30 anno*. t-aa (al-
ia de cabello no ai da caiieca, falla le dente*,
i.rancelhas rarregada*, estatura regmar, levi-si ea>
tutos de chita e uro chale de tuertad atol r>ewn
com barra de core*, foi vista mm-Pieo. na Br Va-
la e 1 m Fra de Portas : quem a pegar 00 aW ac-
ucia- exactas aonde esleja acootarta, **tt ru*
pensado, na loja do Per, tiajian a raa da Ma
dro de Dees. _________
6rtitof^afeMt,.~~
Ansentno se da rasa n. 50 l raa r> ravprrasr
(outr'ora Gotleak) a* akaa*-M do inniaaaaa
e >pieiiipiode lOfio a asacaraaaidu a>a*aap raa*
quim. rom os signaessegoiotes : (staran regatar,
idade 18 a 20 annos, sem karW, p* 'ra>*, o*aa
grarntes, rabel corrido, cosa Mrpr>iin prastp
e bra wivat aa testa, patta-do* roana' i* kiaai
arruinarto*. a com falta deaigaa ara uaoa. raa**
com caica de bnm pardo e paleto) i-orto aV aaaao,
roas levou mais ronpa branca e de cor, ataba
astaetoso, rostoat* mtilulr?e ferro r aamr *
v-ada,; f i .seravo do Sr. OtJaVnw Preaeraw A
Souza Carvaltw, gear da taado Sr n tarara
Manuel Guncalves da Silva : roga-e a -na ra
a todas as autoridades policiaes r a unahraer
pito o> cami-e 00 otra prasoa panirvtar
apprehenler se graiiOMu coa a4, atea aa
peza.- de cooduc^po, eatrrgpotfc-*. a sea
(Miguel Jos Atves. na casa cima, oa no
criptorio na rui da Cruz casa n. 19.
^-^^-----^. ... a. .....
Foko 00 dia 21 de dezembro V 1055 a escraaa
Felicia, de idade de 40 annos, tende o- sigaaeo w
gumies : cor cabra rlar, estafara toira,
porm.tem oros ossado..ataraaamvat
de dente* na frente, cabellp crlate ju
e rom rente, levi u vestido de Ua r
merino azul, ambos ja asado* ; ful erora. 1 ara a
lado d>< PauHsta, porero ja aja u ira a>aW iia
pelo. Recite : roga tas a atondad 1. -.* aaarara, cav
piies de caropo. etc., de apprrea*r U r arrafca-
. ra do Trapiche n. 46, qoe se ri-craf
Derosa menio.^______________________]
Fugio do epRcph 6 Serrana"
do Cabo ne da 15 fl; crreme, rt<.
do abaixo assiRnarjij o escravo u.Diab- Aa-
tonio, com os signaes segQini*s : altan a,
corpo regujar, barbado, dein iijai bar-
ba, teta, a suisaa estreila, oim gnaOca.
tem o.nedo grande do p rtircitr)
pela jft ta, ca- a, ii,a, sopj.
aaset.tado prac:. paga-se con
de a quem o tnarser a
lf.
Maoo.l Fii.^e^SooaLala.


Dlarf le lilil IiiMM|
* mStmtfym st 1866
LfflaTUR/

Acerca do esaativsnlo civil dirigi ao Jornal do
Commrrcw, de Lisba, o Sr. Alexandre Herculano
a seguiote carta:
Meu c taodo Jo ampo, e de campo assas reruotoe soli-
' tao para nao chegar al t, o ruido dos negocios
doblado, 40 encontrar a opioio publica da ca-
pitol siogularmante agitada. Fallava-se por toda
a parte u& legislaco relativa ao casamento cunti-
do uo projecto do cdigo civil aprsentado pelo go-
veiuo ao parlamento : discuita-se a sua uiiiiudo-
zia :|seusurava-se : applaudia-se. A theologia en-
cta-se as horobreiras dos quarteis, das fabri
cas das uffleinas, das vendas, e dissertava -, os ca-
nouesapiubavam-s* em grupos pelas pracas e ras
e debatalo. Lisboa pareca Niea. Era Constan-
tiaopta, disputando colrica pelas ras pragas
^ sobre a materia do sacramento da eucharislia oo
consciencia
nocente do
da accordo o sae9^H|
ao menos n'este ponto,
festacVj rails io- { lado tinha do manter illesa a liben
ssio lint* de por enria : do outro cumprialhe respailar i
o o averio, assigaando,' rao. que a eonsiitulcio do estado cert^H
Imitas precisos aos dous' cial e eiehlsiva veoeracio. Para o ptfaW pre-
poderes, limites que o absolutismo nunca soube 1 Tenidos pn mei i problema era e
achar oa qoe jamis rdspeitou, porque, omforme o para a razio ciar para os animo desaawrobra-
tesleraooho do grande arcebispo Pedro de Marea dos, nao. Veja rao eomo coma dea.
entre o direito divino i|m papare o dire-.i divino I Desde que u'um cdigo dril entre os ipkulos
dos res a deliraiiaco verdaleira e proel* era : relativo aos coniractos se abriu um titdJ^Kra-
impossivel. o raceio de ioJUpor-nH cora gente ment, o legislador afflrmou immediatai te que
boa e simples, de concitar' principalmente contra
sera eos esse genio: nao
mpos felixet aquellos >
ham em casa a vbora
Pois tinham.
segni:
poda i
tempe
Nao' sabir
casamento civii?
Mas, alvo a adpcio do principio, nada ha va qoe
apreveitar na ordenaco do reino. Na ordenaco,
o que o absolutismo Hiera fra elevar a raaocebia
a digoidade de matrimonio. Nao havla regras, nao
havia eondices, nao havia magistratura que so-
aura os nimos apaixoaados pode mover a sal ao-
Uf\ afeJcao para contigo a nao me conceder a pn-
blicidada que sollicito e que ara dever de honra
rae obrigou a pedir-lbe. B' essa duvidt que me
constrange a dilatar-me sobre o assurapto e a ven-
cer a imuieosa repugnancia qne tenho a disputar
na impreasa sobre negocios pblicos.
Nio tema p r mira, mea amigo. Para quem nio
pede ao seu paiz, nem quer d*elle, seno sete pal
mos de trra no ceraiterio de alguraa obscura al-
Mfe


J
t
f
quo prticedia aquello, em que MaDomel II deia, para ah dormir o longo somno da raorte, as
ao.no
uaviati ibe bater as portas para liie dizer aca-
bou o imperio de Constantino. >
As lougas agonas das nacoes parecera-se, como
o rpido agouisar de um bomem se parece com o
de outro bomem.
Albeio e adinrenle ha rouilo a lodos os deba-
tes punimos; desengaado, al, das letras, que fo-
rara a uuuba prtmeira e ultima iiluso ; nao espe-
raudo, ueiu creado oo luluro da ierra onde nasc,
dovoria couservar-ine estranuo a este singular de-
bale, como me conservo eslranho a tantos outros
de ului ea anloga, se nelie se uo aessem cir-
cumsiauuus especiaes em relaco a mim. Sao es-
sas circumstncias que me ongara a pegar na
penoa de eseriplor, que linha deposto ba muito, e
a soicitar para esta carta as honras da admisso
u'um canto lo sen jornal.
Fui membro da commisso revisorado projeetoao
cdigo civil. Se acceitei esse longo e laborioso encar-
go, nao foi para servir o paiz. O paiz nao precisa
dos meus servicos. Nao foi para servir nenhura
governo. Achoos todos excellenies; respeito, so-
bre ludo, n'elles a alia raoralidaie e a profunda in-
telligencia ; mas en, qne ja trahi na iroprensa as
miabas maciaveis ambicoes de pessimo cidado,
por isso mesa os nao posso ervir. Acceitei, por-
que oj' pedio o proprio autor do projecto primiti-
vo do cdigo; porque m'o pediram ontros amigos
meas, a qoem o governo queria incumbir d'aqnel-
la improba tarefa de revlsao. Criam, bem ou mal,
que eu Ihes poda ser de a goma ulilidade no des-
empeubo d'ella.
Nio costOmo recusar aos meas amigos os tenues
recursos materiaes ou intellectnaes de que dispo-
nho, qiundo me fazem a honra de querer aprovei-
tar-se d'elies.
Eis o nico motivo porque pertenci a commisso
do cdigo e teoho nm qumbo na respt osabilida-
de moral d'ella.
Nao seriam de certo as theologias dos quarleis e
vendas, us caones das euctnsilhadas e botequios,
qae me ariam sabir de ama absteoeao poltica, re-
sultado de serias meditardes e de conviccSes pro
faodas. Para eu sopper que tinha respoosabilida-
de peraule Deus oa peranle o mundo por quaes-
quer doutrinas coudas no cdigo, pelas quaes ti
vesse vuiado, e que podessem laxarse de menos
conformes cun a reiigiao do paii, era necessario
que o* bispus do reino, como depos.tanos das ira-
dices apostlicas, como luminares e principes da
igreja, como pastores do rebanho de Jess Chrislo,
aoveru.-stiii os incautos de que o lobo da heresia
vbgutiava em redor do redil. Era necessario que
ellos, com a iruderaco propria do seu Ccracier sa-
grado, mas com a Qrmeaa da soa antoridade divi
oa, aovertissem os ministros da cora de que se
precipilavam propoado as cmaras urna le atieo-
taiona do dogma, e prevenissem os fautores de
taes propostas de que se despenbavam oo abysmo
da perdico eterna. Re, ministros, membros do
parlamoulo, povo, todos os qne perieocem ao gre-
mio da religio do estado sao ovelhas suas : todos
em obrigaco de os ouvir, alada quaodo se pro-
vasse depois que estavam em erro, ja que, indivi-
dualmente, oo ba um uoico hispo iofallivel, e qoe
lutallivtl s a igreja. Ellas porm callara se; e
se alguem espera qne a sua voz sde oo parlamento
eugaua-se. Como membros de ama das cmaras,
oo so de urna assembla poltica, a sua voz e o
cu vulo nao lem mais valor do que a voz e o vol
de quaiquer outro membro d'essa assembla. Na
sociedade civil o hispo par um homem do estado,
um funecioaario : oa socedade religiosa, que
convive com a civil, mas que nao se confunde com
ella, o bispo o ungido do Seuhor, o ebefe su-
premo da sua diocese, e deve ser o orculo da ver-
dade. Se os bispos goardam silencio no gremio
dos fiis, guarda-lo-bo oo seio da representarlo
. nacional; porque o discurso do par ecclesiaslico
seria, nao a censara ao ministro, mas a coodem-
oaco do bispo. Fiqael, pois, tranquillo com a ap
provacSo tacita dos prelados, e imitndoos oo si-
lencio, entend que devia deizar disputar pelas ca-
sas da guarda e pelos soalheiros os tbeologes e os
canonistas que ahi snrgiam.
Coostou rae, porm, pouco depois qoe om jornal
(nao II, porque lelo pouquissinw) dando a noticia
de que vogava ter sido mioha a proposta da doc-
trina adoptada pela commisso revisora acerca do
coLtrato do casamento, procurava, com immereci-
da benrvoleocia, afaslar de mim essa respoosabi-
dade. Este faci collocava-me n'uma sitoacao oo-
va. Se, por ventura, o qae nio creo, a doulrioa
adoptada vir a merecer o desfavor do paiz, repu-
to dever de lealdade para com os meus collega
coofessar qne de orna proposta qae liz derivoa a
diviso do casamento em rollgtose e civil, embora
oo desenvolvimento legislativo, que devia tornar
essa diviso urna cousa aratica, bem poocas dispo-
giedes se cooteoham l4biciailfa mmha, e, at, a
alguma dsse voto contrario. Assim a maior res
ponsabilidade pertence-me, se efTeclivameole a res-
ponsabmdade de quem propoz maior do que a
de qoem volou. Creo qae sim. Mephislopheles
peior que Paust, B segando parece, eu devo re-
putar-mi' o MalancbtM d'aquelles Lutberos do Ter-
reiro o.Paco.
Cumpra, ulvex, acabar aqni. Mas assalla-me
certo recelo. Se om adversario benvolo quz aiaa-
tar-te da grave lula qoe se inicia, e qoe, atrevo-
me qua-l a prophetisa-lo, ba de Bnalmeote demar-
car per fweso profundo os arraiaes dos amigos da
reaccao e os dos amigos da liberdade, qae a hypo-
erma a a dobrez ha qaui vate aoaos t(azem con-
Cundidos, porqae assim podem, ao perpassar e as
trovas, apaahaUr pelas costas os qoe as comba-
tera ; se um adversirio, digo, quiz afatar-me da
lua a custa dos meas eollegas, nio pode a sua
amisad repagnar a pabcico do ama carta em
oue me cnofesso reu principal de om delicio que,
i uiio < a un olbos, se aio o e aos m*u. o
aos olbos de grnde numero de pessoas ? Entre
ellas'ha multas honestas e de boa f, mas en jas
prviwupacfles, caja ignorancia em materias d'es-
ta rdeni, ignoraocia e preoccuoacd>s de que nio
So culpadas, as faz*>m ver cora horror as ideas d
legislaco civil acerca do rmimfjta, qne se diiem
novas, que se calumniara eezpin (alsament',
qu -, todava, nada lem qae ver com o system
ra'ncez do casamento elfll, qo aio a homenagem
tsais soiemoa a nliglio do Miado, a garanta ais
nefbra da rotrtade da fereja e da liberdade de
esse HMpattante acto da vida do homem eivi|isado||emmtsse a unio ezlra-rgiosa fo hornera e da
.absolntameote fallando, um contracto el r^em mulher oalno|COSi e que ,he lnipQIesse o carcter
d*pois de o definir e regular; mas comedn por di) pei.p,!tu,la,|e e de indissolobllidade que, no
admiltir inelortavelroenle a propria competencie. mei0s das Imaginagoas ardentes, das piizSes tem'-
Se esse contracto, nos paizes catholicos. forgosa pesiuosas e versateis dos Uomens do meio-dia, sao
mente oatra coisa, nao h para que vir all: se 6-coa^et impreterives do casamento, qaer reli-
exclusivamente materia de um sacramento i Igreja gl080) quer ciV|| A COhat)lUSa0 suprla todo. Ro-
perteoce deflnil-o e regel-o, e se, n'esse caso, tera einm 0 coosorcio efQuvios de torpeza. Aquella
effeitos civl9. esses effeitos hio de ser regulados em a.lcadeiai de xabreganos apostatas: recebe-la assim
diverso ou diversos lugares do cdigo, como o*s8o 0 melo de geDle j[Dpa e civilizada, Isto que era
outros effeitos aoalagos. Entre os contractos ia,pessivel.
qne elle nao pode ser incluido sem se invadirem
variado immeasamenls
i, pode variar ainda.
Smente representada
umia ou ampliava as
i. Desde qne, porm, a re-
asse em qualqaer pait,teftu'Cio po-
dogma constitucional, por qne haviam de
ser cboBrtfiadas, alteradas, resumidas ou amplia-
das, stn relaco a esse paiz, as suas leis orgnicas
ou a soa disciplina, o que o mesmo.
Pelos concilios e pelos papas, oa pelos parlamen-
tos e pelo re ? t
Organlsaria a igreja a insluicao. ou ordenara
a socedade temporal a economa da igreja?
Snbverso da socedade poltica, em ura caso,
subverso da socedade religiosa no outro. Es-
c&lhet.

coleras dos partidos irritados contra a raiao ea ver
dade, os gritus descorapostos de hypocrias feridos
nos seus interesses mundanos, as calumnias dos
especuladores de religio, ou de liberdade, ou de
oulra quaiquer d'essas cousas snelas evenerandas
que elles usara prostituir, as propnas lojusticas da
opioio desvairada nao Ine perturbara a serenida-
de da vida. Que perde com isso tudo quem nao
quer nada dos horneras se oo o esquecimeato?
Para esie s haveria urna coisa que o flzesse tre-
mer : o descubrir no horlsonte da existencia e en-
costado borda do tmulo o vulto da propria cons-
ciencia a espralo, para na hora extrema Ibe ad-
rar as faces lividas infamias e villanas passadas.
Meu amigo, nio vejo l esse tulto. A mloha cons-
ciencia nao me espera l fra. Est em mim e
coraigo. Vivemos em boa harmona.
Ouve esse tumulto, esse vozear que por ahi vae?
Ouve esses hymnos de amor pelo artigo 6. da Car-
la, que fgannosos revolucionarios da comissio re-
visora pretendern) expungir do pacto social? V
esse afn cora que se curre a reter a religio que
foge e vae passar as fronieiras ? Peasa que isso
serio? Nio Pooha de parte algum Ichaeorvos
que aproveila a occasio para eslender o mealhelro
das almas a generosidade dos^eis: nao qneira sa-
ber se anda por ahi o arcebispo de Granada do
malicioso Lesage : depois, estade a phyMonomia do
tumulto: repare nos trajos dos que bradam raais al-
to, e a sua perspicacia fcilmente descobrir era
que se resume tndo isto. Resume-se na confozao
de dois vocabulos; na confusio ae religio com cer-
lidao. O que est em perigo nao o artigo 6 '
d Carta, o vm dos Assentos; o qae periclita
oas altas regidos da igreja o Livre Finio. Fra
d'aqai nao achara se nao alguma tontice da decre-
pidez ou alguma puerilidade ferainil.
O pacto social e a religio do estado nSo pericli-
tara. Creia... nao digo bem: er, de certo, o'isso.
O ari. 6. da Carla nao significa, nao pode signi-
ficar outra coisa, se nao que o estado obrigado a
manter a custa da socedade o'culto catholico, e a
cereal o do respeito e veneraco pblicos, o que e-
quivale ao recoohecimeoto de que o cilnocismo
a religio da maioria dos cidadaos. Nos governos
parlamentares as instiluicdes e leis geraes, qae se
rrferem a necessidades de ordem diversa das di-
reitos primordiaes do homem e do paro direito ci-
vil, soppdem-se sempre foitas em altencao s mai-
orias. As leis relativas aos cultos estajo n'este ca
so. Toda e qual qaer oaira interpreta;ao dada i
quelle artigo eonduz oecessarlameote ao absordo
oo a tyranuia. Eateoder pelas palavras religio
do estailo quo a socedade colectivamente, como
pessoa moral, como entidade abstracta, por qoe. em
rigor, os pessoas moraes nada mais sao, bade ter
tal oa tal religio dar ao ai figo da Carta um sen
(ido ridiculo. Se a cousas qae sjam individuaes e
person?lissimas sao acreaca religiosa e a manifes-
laco externa d'este seotimeoto, o culto. Faz fa-
vor de me dizer onde a deocese do estado, qual
a soa freguezia ? O estado nao se uaplisa, nio
ouve mis a, nao se coofessa, nio vae depois da
morte (os estados tambem morrem) para o Ceu ou
para o inferno. Em tal seotido, a expressao reli
gi&o do estado seria um despropsito. Se, porm,
aquellas palavras sigoiflcassem qoe a conslituico
do reino oo consenta que nenhura su i lito por tu
gaez deiissse de ser calholico, o artigo 6.* da Car-
la restabeleceria a inquisico; inquisicao sem a po-
l e o potro; inquisico ci vi Usada, culta, perfuma-
da, subsiilundo o trato moral ao Irato physico ;
mas ioquisicao na sua ndole e effeitos, por que a
inquisico nada mais do que a intolerancia or-
ganisada e regularisada.
Na verdade insensatos (nio Ibes darei o seu
verdadeiro nome ), qut preleodem atiribuir a sig-
nificarlo de er ou morre ao innocente artigo inse-
rido sern malicia no pacto social. O qoe elles nao
vcin as coosequencias inevitaveis da sna doutri-
na. Se esse o valor d'aquellas palavras a reli-
gio passa a ser urna institulcio politice, e. por
tanto, ama coisa temporal. Para a sua applieacio
pratica precisa se de lei ou leis orgnicas. O que
constitue proprlameote urna religio o dogma e
as doutrinas correlativas: Isso qoe imowtavel.
As formulas externas e a disciplina sio accidentes,
variaveis com os lempos logares. No dogma e
oa doutrina nio pode tocar o poder temporal, por
que os aonulana. Urna religio at-r-da no soa
essencia deixa de existir, e porta oto, a instilo icio
poltica desapparecena. Mas quanto a disciplina,
nao acooteco o mesmo. No catolicismo tem ella
variado immensamente no decurso de decoito se
cnlos: ple variar alada. Al aqni ora a igreja
devidamente representada qu-m c infirma va, alte-
rava, resuma ou ampliava as intitaic9tt discipli-
nares. Desde qne, porm, a religio se toraasse,
em qaalqaer paiz, instituico poltica, dogma coos-
tiiuclonal. por quem haviara de ser coaflramdas.
alteradas, resumidas ou ampliadas, era relaclo a
esse paiz, as suas leis orgnicas ou a sua discipli-
na, o qoe o mesmo ? Pelos concilios e palos pa
pas, oa pelos parlamentos e pelo re ? Organlsaria
a igreja a n>ituie>o social,! u oodinaria a soeie-
de temporal a economa d igreja.
Subverso da socedade poltica, n'nni caso; snb
vers&o da socedade religiosa no ootro. Ec >lhei.
Dera, porm, o sentido tps eerebriao qae qui-
zerem ao artigo 6.* da Carta. Esse artigo, qae
onm se refere a divisio e aitribuices dos podere-
polticos, nem as garantiasi individuee, nio con-
tra, conforme a doutrina da propria Carta, mate-.
ria essencialmente constitucional. Nio snecede,
porm, o mesmo com o artigo 145.*, que assegur
ao cidadio a liberdade religiosa, a imm anidado da
consciencia, cora a nica hmliacao de respailar a*
crencas da maioria e a moral publica. Este rfe-
re-s a urna garantia individual. Para ser modifi-
cado ou desiruido preclsa-se de nm poler coosti-
lacional. A le feu por orna legislatura ordina-
ria qne o alterarse oo destroisse sariii de direito
nolla, e o parlamento qae a flsesse, e n rei que a
sanceiooassH
bucdos. Qjaodo
os dominios da igreja. No seu estado de exaltace
reaccionaria, efee.ivamente isto o que Roma pre- **C1*i*
tende, e os que pensam evitar os seus anatheroas
conservando o casamento com quaesquer restrlc-
ces cvs com as restrccSes das proprias leis da
mooarchia absoluta, esli profundamente (Iludidos.
E' preciso, pois, por de parle esses analhemas,
essas coleras senis de Roma. Respeltemos a sna
segnnda infancia. Nio escandallemos a igreja de
Gregorio Vil, recordaodo-lhe as doolrmas dos dote
primeiros seculos da igrf ja de Christo eerca deste
assurapto. A commisso tomn o arbitrio de con-
siderar o casamento, era relaco ao direito, como o
que realmeule para nio ser furcada pela lgica
a expungi-lo do cdigo civil. O casamento o qne
diz o projecto : o contrata que tem por flm- cons-
tituir legtimamente a familia. A constiluico de
familia a formacio da molcula social, e a mole,
cula social nao pode ser exclusivamente fabricada
pelos raloistros de 'nenha na religio. Se assim
fosse, a socedade civil sena apenas uraa prolaco
dos gremios religiosos, quando, pelo contrario, ella
precedeu a todas as actuaes religi5 positivas. E',
por via de regra, no meio de povos constituidos
por urna civilisacao maior oo menor que sargera
as aovas crencas. Presuppor o contraro era des-
mentir vergouhosamente a historia.
A commisso acceiloa, pois, o principio perGlha-
soluta; porm nao para tirar
com elle ao meio da coogregacao dos Ueis e insul-
tar a igreja, como Qzera a anliga monarchia. lio -
je nao se usa j isso. Acceitando-o, conciliava o
justo, o necessario previlegio aado relegio do
estado na conslituicao da familia com a tolerancia
que a carta tmpe ao legislador como condicio im-
prelenvel da liberdade. Expurgando-o das asque-
rosidades de que vinha poNuido, cercando o, como
contracto civil, das garantas, das formulas, das
coodicoes dos contractos, dava-lhe aquilio de que
careca a gravidade e a auctoridade moral, e con
vertia-o n'um elemento de paz, u'um mel de evi-
tar cofliclos entre o poder espiritual e o temporal,
e entre os ministros do culto publico e os cidadios
estranhes a esse culto. Finalmente indo, para o
completar, pedir ao veiho catbolicismo a doutrina
da perpeluidade e da indissolubilidade do matri-
monio, essa doutrina que nobililou a mulher, que
moralmente a equiparou ao homem, que liberiou
de servidio abjecia raetade do genero humano, a
commisso, que nao sei se permittem que fosse
cranosla de ohnsios, senta urna especie de orgu
Ido em recoohecer por experiencia propria que, se
o christiauismo nao fosse urna religio divina, ain-
da assim, iralando-se de cousa* profanas, elle se
[ ra sempre, para os legisladores e para as socieda
Cootemplaodo-o i loz do direito paro e na sua; ^ a me|nor e a mas fecunda philosophia.
ndole absoluta, a commisso nio poda, poi<, con
siderar o casamento em geral, senao como ura
contrato perfeitamente anlogo a Iodos os demais
contratos; mas linha, por outro lado, de altender
a que o catholicismo a religiio do estado, e a que
hoje a doutrina da igreja que o cootrat > nupcial
consume a materia do sacramento do matrimonio
Tendo-lhe explicado, mea amigo, como sei e en
tendo, o procedimeotQ da commisso n'este assura-
pto, os seus intuitos, os seas motivos. Peco per-
di aos meus eollegas de ter, at certo ponto, fal-
lado em nome d'elles.
Agora tolere-me doas reflexdes com qoe termi-
e que, por isso, as duas coasas sao insepara- : narei esta carta, ja' demasiado longa.
veis. Roma pretende mais: Roma pretende que o Entende-se que a igreja repugne instituico do
poder temporal nie interveoha de modo algum no casamento civil como este se acha estabelecido em
c.smenlo calholico, nem directa nem indirecta- Franca; porque ahi, a le nao consenle que -o ci-
mente, e apenas possa regular os etfeos civls djdao se encerr oa sociedade religiosa para no
dalle. Segundo as ibeorias do moderno uliramon- se0 d'ella praticar um acto, que a sociedade tem-
tanismo, a socidlade deve, digamos assim, esperar p0ral hade depois aeceitar em lodos os seus effei-
os coo|nges porta do saotaario, aceita-los como tos materiaes como um contracto civil. La, a lei
marido e mulher da mi do sacerdote, oo Ibes recasa a doulrioa religiosa da loseparabilidade do
impr previamente nenhuma condieio, nao Ibes contracto e do sacramento. La, o cidado catholi-
perguntar depois urna nica palavra acerca da co toreado a negar de ceno modo na matru o
legitimidade e validado de ura acto que a igreja que afflrraa na igreja. Entre isto e a doutrina do
sequestrou da vida civil. At que ponto a com projecto do novo cdigo portagaez ba um abysmo.
missao admiltio ou rejeitoa estas preteaedes exi- Em Portugal, onde existe urna religio do estado
geradas, as varias especies e quedis jurdicas o caiholicisrao, a lei proposta respeita a creoca da
que pode suscitar o regimeo da assoeiacio conja- igreja offluial e limita-se a assegurar ao nao catho-
gi.seja a contrato civil, seja contrato sacramento, tico, como a coostiloigao do paiz o exige, a liberda-
no vt>m para aqu debaier. O que certo que de da sua consciencia. Sera possivel, porlanio,
ella aceitou a doulrioa actual da igreja em relaco que os olanaiibas e irmaos das almas illudam por
ao acto era si, independentemente dos seus accesso- muito lempo acerca d'este assumpto as pessoas
ros. No systema do cdigo, a celebrafo do casa* sinceras ? Nio pode ser. Mais larde ou mais ce-
mento cntiua a ser para os catlulicos o qae era do o paiz uiteiro nade rir-se das suas piadosas la-
at aqui oo o que a igreja qaizer qae seja. A lei moras.
apenas exige do ministra da religiio do estado, do g Reconocaia Igreja qoe fra do seu gremio pode
sacerdote subsidiado, ama commisso offlcial do (orroar.M e consttuir-se legtimamente a familia,
facto ao funcionario do registo civil para, a vista p^ aa, COotracto solemne que urna perpetua e in.
de urna declaracio autheotica do respectivo pastor, dissolavelmeote o homem e a mulher ? Sim ou
esse funcionarlo lavrar o titulo que ha de servir 40 Pretende para si o exclusivo absoluto de
aos coojuges de prova do sea estado civil. A so- coosttulcao da familia ? Diga-o. Se recoohece
ciedade temporal pede nicamente i igreja qoe a que 0 casamento legitimo pode existir fora d'ella,
habilite para curvar a cabeca e aceitar temporal- ^i0 a |e CIVii designar a forma a'esse contracto,
mente a constiluico de urna familia que re-uliou cercai-o das garantas de que elle carece, sanciui.
de ura acto puramente espiritual. Que t-sterau- eal-o civilmente eutre os cidadios que nie perten-
nho mais solemne poda dar o projecto do cdigo de cem a cougregaco dos Deis. Se nao recunhece,
veneracio e respeito pela religiio do estado ? | explique nos a sua disciplina em relaco aos n- o-
Mas, depois, a commisso tinha de satisfazer a P*l" casados, a quem, embora oo se Ihes confl-
um preceito constitucional da Carta; tinha qae ra, depois ae baptisados, o sacramento do matri-
raanter e tornar exequivel ama garanta; tinla, momo, nio p r direito cannico, permiilido o
liualmenie, de prover nos casos a qae essa garanta divorcio, porqae, dizetn as decretaos de Gregorio
applicavel. IX, o baptismo ubsotve dos peceados, mas nao dtssol-
A sociedade portugueza oo se compde s de M "<'> Se es.ecasamenio de que fallara
catholicos. Nos, anda assas dilaudos, territorios M felaes om s.mples concubinato; se nio
O casamento o que diz o projecto : o con
trato que lem por tim constituir legtimamente a
familia.
A constituico de familia a formacio da mol-
cula social, e a mulcula social nao ple ser ex-
clusivamente fabricada pelos ministros de nenhu-
ma religiio.
Se assim fosse, a sociedade civil seria apenas
urna prolaco dos gremios religiosos, quando, pelo
contrario, ella precedeu a todas a actuaes religides
positivas.
por va de regra, no meio de povos constitui-
dos por urna civilisacio maior oa menor, que
oargem as novas crencas.
Presoppor o contrario, era desmentir vergonzo-
samente a histeria.
A edicio do Jornal do Comercio, qoe publicou
a caria do Sr. Alexaodre Herculaoo, esgotou-se em
poucas horas, seode necessario publicar a' parte
aquella missiva, que tambem teve urna extraordi-
naria extraeco.
Alm da cariado Sr. A. Herculano lem sido pu-
blicados outros escriptos defendendo as disposicoes
do cdigo, sendo o ultimo dalles o do abalisado ju-
risconsulto Dr. Abel Mara Jordo em que apr-
senla novus argumentos para confuudir os adver-
sarios do casamento civii.
Diz-se que alguns bispos portoguezes se dirigi-
rn) ao papa, para que nao consinta que o casa-
mento civil se pooha em vigor.
O governo ainda se nao pronuDCloa sobre esta
melindrosa questio.
qne i
ravetfTi
Nao h raefflorfTpor estes sillos de gal I
e innundacio lio desastrosa i
Em Lamago a horrorosa iaverala mal
par-dfs e nrfancado graade i
as proximidades da Sonto Cavo,
bastados muito-
Na Reirna sio ranitos os
EmS. Martmho do Lago, et i
res, tambem os estragos e destroc* sao i
horrendos.
No districto de Reja as coplosaaUme* i
lem cahido alagaram complctameat'- aa i
ierras t.aixas, lomando iniraasita*** as estrada* a
inundando muitas casas a poni del
do os trastes
Em alguns sitios a correte levoa vallados, i
res, etc.
O Guadiaoa tomn grande eheia fkaaeo a* ****
nhos debaixo d'agua, e a rib-ira de Cardtra, ae
flea ao lado da linha frrea de Serpa, traasaeraaa,
levando a agua perlo de doos kilofl*tr>s de as*ira.
Na linha tarrea para o Alizar *e abaten a poetada
Outeiro, ara ponan e parte de na aterro. ^^
No da 3 de dezerobro cahio sobre a eidie* a
Vianna nm outro temporal d**felio qne eaaaav ae-
vos prejoizM aos qoe havia soffrido ao ana 91 a
mez lindo.
O rio Lima pareca o ocano encallarlo.
O nivel d'agua subir considrate!atete.
Padecern* vanes navios imporiaate* avarkaa.
O patacho lmperalriz par nodo a correal f*i *a>
hir sobre o paurhj Victoria, fattndo lee
rombos no casco, e deteriorando a popa do
Constancio.
Oilo barcos de descarga, qne estavam faa
junios ponte, foram ae fund >, a alguns oatra* 1-
caram completamente fetos pedaeos.

Diz a Patrie, qae a Franca, a lltlis, a
a Suissa, acabara de adoptar para a sna
prala o toque de 835/1000 de prata era
RelaSea
lagar da
mit*'
da monarchia vivera e sao cidadaos do paiz milha-
res de sectarios de Mahoraet, de Zoroastro,
Brahma, de Buddha; viven sectarios de oo
quantas mais religies e sapresticdes da Asia e
frica. Alm disso, ha em Portugal numerosos
israelitas; ba estrangeiros nataralisados acalholi-
1
c ama assoeiacio para e legitima entre o homem
a a mulher, os caones nao s tolerara, mas tam-
bem exigem dos que, em tal estado, entrara no
gremio dos fiis a contiouacio do concubinato.
Qoe o beatero; qoe os que especulara cora a
religiio que ignorara, e qoe nio medem at onde,
eos; ha individuos que se tem affastado do gremio pela forca irresistivel da lgica e pela vergonha de
dos fiis, mas que aio desacatara nem a religio fczerem urna confissio publica de hypochrisia, os
nem os costuraos. Quanto aos habitantes mussal- podemos fazer caminhar, tenhara prudencia joi-
raanos ou entios qae possa haver as nossas vas- zo. E' conselho de adversaria leal. Se pensam
Us possesses, nao se conhecendo hoje pratica-' qae pod-m concitar contra os horaeos moderados,
mente entre nos senio o casamento catholieo, a mas sinceramente liberaes, o fanatismo ignorante
commisso ignorava como, em relacio a elles, era do vulgo, recordem-se de que elles teem as mos
sopprida a falta do casamento civil. Snnprem-n'a, elementos de proceda* mais temerosas, que podem
provavelmente, os eostnmes locaes. Quaoto aos devorar os qoe os calumnian).
no-catholicos do reino, nio a snppre nada. O Qnerem-nos obrigar a snltal-as ?
israelita, ou o protestante, por exeraplo, nio pode Nio o aconselho. Prevejo-o.
apreseotar peranle os tribunaes om documento Lisboa, 1 de dezembro de 1865.
E' do Sr. Victoriano Palbares esta poesia :
V EUGENIA CMARA.
Sempre grande, sempre grande I
Sempre cercada de luz.
Ver a agaia qae se expande
Pelos paramos zoes
E' bello, porm mais lindo
E' ver la alma sorrindo
No enlevo das ovaces ;
E' ver ten genio cantando
Alegre, meigo, brincando
Co'as almas e os cor.coes.
S>lla a cscala do monte;
As flores saltam do chio ;
Rebenla a luz do horisonte
Era brilhante innundacio :
Assim brilham toas gracas,
Assimqueridatu passas,
E festejada tambem.
as boras dos esplendores
Qoem nio le saeode flores?
Quem nio te applaude?Niogaem.
Nessa ventura Ilusoria ;
Nessa mentira de loz,
Que o mundo chama de gloria,
Qoe abysmos, que espiohos dos I
Cahe o romeiro na estrada,
Beija-lbe a fronte suada
Por labios de om sol om Deas ;
As turbas passam cantando,
E o genio vda, e voando
Perdeu se; e onde ? Nos ceas.
Apanba os bravos do povo,
Apauba-os no coraco;
Trazem sempre o goslo novo
De ama nova sensacio.
Apauba-os, sio gritos d'almas,
Sio coracoes, nao sao palmas
Qoe vio cahir a ttras ps.
Eis a gloria tio querida :
Eis a ventura da vida :
Um pnnnado de laorels t
900/1000 que tinham a Franca e a Blgica, a de
aOO/IOOO adoptado pela Snlssa.
A Franca e a Blgica adoptaran) este ltalo |
que ja' esta' em uso na Inglaterra e aos B*t
Un los, e, provavelmente, este ultimo paiz <
tira' em por o seu dollar em harmoeia
moeda de cinco francos do syjlea
fraocez.
A Suissa, qae at aqui se havia recusado a anee
rir a estas bases de negociacoe*, acaba de autatV*
sar os seos delegados a aeceita-las.
A Franca, a Blgica e a Italia coeseett****. toa-
via, era adraitlir, por e-paco de man dote
prala suissa na circulacao legal sobre o*
ritorios, sob coodici) de qae as aovas
ohadas terio o titulo de 83o/1000, e, qoe
os doze aonos, a Suissa retirara' complria
circalacio as suas moedas com o toque de
qoe ainda hoover.
Durante a semana qne findon em 1 do i
os barcos de pesca de Yarmoeth, Inglaterra, aaa-
nharam vinie e coco milhes de arenques, avaaia-
dos em 145:0O0#.
Os jornaes russianos citam ama applcaco ea>
riosa da instroccao obrigatoria.
O tribunal da communa de Yoorief,
de Kostroma. condemnou peaa do*
aldeio qoe se recusara a iastretr a sea cara
tade.
O padre jesuta Secchi, acaba da
suas ultimas observacdei sobre as
lantes.
Eis aqol as soas eonclnsom :
t O abrasamenlo desles ctrpo*
oossa atraosphera, n'uma aliara
60 e 200 kilmetros.
As estrellas volantes prev** da
mieos rollocados em redar de tal a
especie de annel.
Quando a trra alravessa oaaari, a
todos os annos no mez de ago-to, a*
trahldos pelo nosso globo, prfciaita a
com urna vetocidade de n*< 32 kii
gundo, que saffleienle para o*
tilisar.
A Aurora do Lima, dando noticia da tempeslade
que no da 27 de novecobro Ando desencadeou fu-
nestamente a soa braveza em diversas freguezia.
do conselho de Vianna, exprime se assim :
Na segunda-feira, pela manba, cahlo sobre esta
cidade e mollas das fregoezias do conselho orna
chava terreocial, que cteizou aps si estragos con
sideraveis, sobretodo oas fregiiezias de Areosa, Uu
leiro, Perre, Sootello, a na de Gontinhies, do con-
selho de Caminha.
Nio fa lando j nos prejoizos causados em me
das de patrias, em gados, e na grande quaotidada de
arvores arrancadas, estrag* s estes ja de si moito
consideraveis para os lavradores. a violencia das
correales e Innoodaco das aguas foi tal como nao
ba memoria entre nos
Ainda nao temos conhecimento de todos os es-
tragos cansados pela innndacio das aguas oas re-
feridas fregoezlas, e por isso limitamo-oos por hoje
a enumerar aquelles qae nos teem sido referidos 1
{'por pessoas fidedignas.
Na fregnetia do Ooteiro foram destroida* todas
as pontea e ponteihdes ; a eorrnnie troux corasigo
O Sr. Alexaodre Herculano, cojo nome ba muito penedts eoorm** que, ohir0lndo Ihe a paMafam
noapparece n publica^ qoolidiaoas e cojo ^ ..OT-SS ZZF2%
lia, direito primordial, co|o aso ningaem pode re- repouso ama sensivel perda para as letras, acaba |he|f0|,t desirnindo parale*, etc.. ele. Grand nn-
cusar-lhes; qne a sociedade onrigada a man- de publicar no Jornal do Commercio urna carta mf,ro de proprindades flcaram sem o slo e snb-
ter-lhes? Violaria para iss > a Cirta, violando Ihes sobre o casamento civii, segundo o correspondente solo, e completamente improprias para quaiquer
o santuario da ejnscienoja ? Percaria, por nutro do Correio MercantU esereve de Lisboa. iBjJjjMgWj ^ ^^ ^ ^ mjjm_
authentico qne prove o sea estado civil. Nao tem
aonde o ir bascar.
Devia o projecto do eoaigo manter as coosas
oesie estado de anarchia? Devia eompellir pro-
testantes, israeliu*. Incrdulos, excommongadoa,
mussulmanos, gentos a receberem om sacramento
para haverera de constituir legitimamente a fami-
A HERCULANO.
DI POOCO DI TODO.
lado, a igreja a subministrar n sacramento ao*
ethmcos? Erigira o sacrilegio**^ \0"lituicAo so
cial ? Equiparara ao sacramento matrimonia
qualqaer acto religioso com que os sob Jilos porta-
guetes acaibolicos celebrassem os seus consorcios,
dando entrada no tararlo do art. 6* a todos os
deoses do mundo, e imitando Roma paga? Que
arbitrio devia a commisso adoptar, se nio re-u-
belecesse, organlsasse e pozesse de novo em vigor projecui d" cdigo, relira de seus collegas a res-
0 casamento civil ?
este escripto da* o Ilustre historiador, naquelle dos as paredes e campo*, a correte arrancn mais
sen eoergico estylo, as raze que o demoveram a
entrar oa arena onde agora se debatem tantos con-
tendores.
A prineipal d'esses raides elha-a o Sr. Alexao-
dre Herculano como de hunra e lealdade; como
A parase cora que exprimo o arbitrio adoptad*
pela coinrai-sj para occorrer a urna grand i ue
<>essi U le s^ical aio Irte causa, de eerto, espan-
to. Ha de, porm, caasa-lo a turba dos reacen -
narios. Na > yecca a raaecio'por eteesea de remi-
niscencia. A coramissao oo cjaou o ca-amenio
civil, que era a nica solacio racional da difflcul-
de mil pinbeims, denando o* caminbos completa-
mente Intransllaveis.
Na f egnetia de Snnlelln foi destruida a ponte
daqoella fregueria. rontroccie antiqoiwima e moi-
to solida ; as casas toda sonVeram mais oo menos,
bavendo at Ignma* qne foram completamente
autor da iniroducao da lei do casameuto civil oo destroidas com a crrante das agmis.
A magnifica ponte de granito sobre o Ancora, na
pousabilidade de.-se acto. estrada qne liga esto Madn com a villa de ijmi
..... oha. abaten a ponto de qne nao inSa por ella irn
O objeclo principal da carta fazer ver que no ^r-t*. Para alli | parti o Sr. engenhelr* Casia.
art. 6.* da caria constiiuciunal nao esta de modo aqn de providenciar de modo una, aor oSKde
algum argumento cunta o projecto de lei, que ba barna' on Jangadas, e em qnsnto superiormente e
u.uab,smo euire e*,e prUJecto de lei que vigor. J*S**^
em Krnc<, e que o casameuiu por S0a natureza
niira*a.riam aVrato d. ,n aurl" Me ea *M" aeha"- Nio c,reCl' d,S0-
ndoo**pirito do rtico tme o *"rava-lho se nao a prne moderna,
nm actj mais civil que religioso.
Todos os periodo* deji "faexandre Herculano
divera ser objecto d* *^| |boc>i disputa pan
perlo-
segura- 0j dous campos belligji taWa, porque esses
mente a legislaco da monarchia absoluta. A or- dos dizem respailo a pontos eweneiaes.
danaci do L 4 til. 46 | 2 tinha-o legitimado,
sagrado, tinha derivado delle eonse-
qne loocamat* se Ibe aliribo** elle es arla sabor
diado as dintrloas do artigo 141.* e a lei
ria qoe se nferisse I qnalqiier d'elles,
brigatoria, devia ailwider a essa* diveni*!^-------
tan'ias e confarmar eom Ha* olutumo lvlaH> instttutdo nara os catholieo*,
Foliu)qn<)at(mmisior*visora(idijeivil Isto oe. no eaaseoUa cidadios qae nao o fo*- d* existr, e, por tanto, a instituteSoy
lelvls. A differenca esuv. era qu
Citare! o* seguiote que sao, por assim .dizer,
Urna religiio alterada na sua essencia deix*
atienden, aturando,
lo, o ene *e ochava m
i relativa aneasameo- sem O *b*nM*nu> era assim: qnando
1(9 primiiiv. De am o incommodava, arredava-a com o bco
a igre* parecera.
do p a o mesmo.
flqne Interrompirlo.
O rio Ancora encheo a ponto d qoe os campo*
adjcete 8iram eomnletamente inundados
ebeios de a-vore*. mas de moiuhos, aoimae* mor-
ios, etc., etc.
Na fregus!* da Areosa foram compleumente
desiruido* Id m arraston tras Infelizes qne se achavam dentro dos
meemos, e cojos cadveres anda nio foram deseo-
hartos.
A agna eobrio ponte nova naqnella fregn**la,
levoa as guardas da masma a urna gaaSdh
de srek, e
Os campos raram coberlos
Mas quaoto a disciplina, nio ftWBtec* a|gllns ha em que aquella, vea urp Hora de O
^ eaqtitQeirot,
Foi inventada na America, um
pode fazer fogo qoinze veza* l
minutos e quareota e cinco segnadas.
Esta nova arma foi experimeuiada na
do ronlra almirante Denigres*, e vertteae-M
depois de haver sido descarregada
cao 1,040 vezee, acbava-se em aerftito
cooservacio.
Um barco de vapor demandando 4
agua, entrn directamente, vmdo de i
i menor de Port-Said, situado na <
nal de Soez.
Em 9 de dezembro eslava aeeorade a'
dukas.
Conclue-se deste fado que, o canal ja'
raitle embarca^es qne dennodem
de pi ufundidade.
Mim
Na lereeira confereac* en* en Afoxaedra
mas. em Vienna de Austria, bbim a
guite nxdo:
Durante a mioha roocidade live ata
men pulso, qne geralmente tem seteato
dav setenta e nma no momento em jan ka i
carme em frente do roen adversario, un a,
puisaco mai< do que aa meu estad* eei
Pois bem; antes de comparecer nraan *** i
lorio, um facultativo que me exei
dizer-me que linha oiteeta painel**. O
pois, infunde-ma maht medn qae l
E-te prembulo, qne falta de
trepilosamenie appUudido.

M
Uro joraal estraageiro pabMea a
nstiia das aaedVs onde se
liberdade on a tolerancia da* celia, ea*
gomt.;
"H maItalia-Franca Portogal
AustriaRussiaPrnwia
e Noruega-Hdlauda-Blgica -Sai.
Cidade* Anseticas- Dorados AHnaaie*
Turqua Europea Asitica rVrsia f'
china-Jadi Em toda a ladia
AhyssilaCongo Marroco*
Trpoli Em toda a Amrica ll
da ucrania E no relo do maaea.
As nacoes oade nao ha
bordad* de cultos sio se sega
Hasegeta-O Valle de AnearraA Aatarra*.
Da ejido qne, acereseeau o
os haspanhoes encontram a san
parte do globo, ao pas** eje* a
lera em sna casa o caito d*
catholicos.
I...,
Fmalmente vejo-me livre de *
certo aadaluz.
De quem T
Ora da qoem 1 De
n malei eom um tiro aa
E onde o mataste ?
Aqui mesmo.
Isso tmaoas
eorpo,
Conheees-ma aoneo, a
lego snpposio qae ae a llana reaease a p*.
PERNAMBUCO -TTrVM *. f. M T. k&
f<
pori



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