Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10856


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Full Text
/
-'
<
HIlO ILl BDMEBO 29
Por qaartel pago dentro de 10 das do 1. mez i .
Wem depo/sdo l.08 iO das do comecoe dentro do qnaitel. .
Porte ao cori-ei por tres uezes ; ,........ I
5|000
61000
780
SBMDO 30 DE DEZEMBRO DE 1865.
Por anno pago dentro de 10 das do 1.* mez
Porte ao correio por um anuo.......
191091
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahyha, o Sr. Antonio Alax?ndrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva Araeaty, o
Sr. A. de Lomos Braga; Ceara, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Oraldo Antonio Alves A
Filhos; Amazonas, o Sr. JerOBymo da Costa.
ENCARREGADOS DA 5UBSCRIPCAO DO SUL.
Alagons, o Sr. Claodino Faleo Olas; Baha, o
Sr. Jos UartittS Alves; Rio de Janeiro, a Sr. Jos
Rheiro Gaspannho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estaques da via frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Garuaru,
Altinho, Garanhuns, Buique, S. Bento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Taearat, as tergas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingaieira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiio e Ex, as qnartas
feiras.
Serinbem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta a Pimenteias, as quintas
feiras. '
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribuual do commercio : segundas e quintas.
Relago: tergas e sbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tergas e sextas s 10 horas.
Primeira Tara do civel: tergas sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas- e sabbades a 1
hura da larde.
EPHEMBR1DES DO MEZ DE MZEMBRO.
2 La cheia as 4 h., 24 m. e 43 s. da t
9 Quarto ming. as 9 h., 53 m. e 28 s. da t.
18 Loa nova as 2 h., 15 m. e 34 s. da m.
24 Quarto cresc. as 10 h., 11 m. e 22 s. da m.
DAS DA SEMANA.
25. Segunda, cfc Nascimento de N. S. J. Chrislo.
2* Terra. S. Eslevo proto-martyr.; S. Archelao th
27. Quaria. S. Jo.io ap. e evang.. ; S. Theodoro ro.
28. Quinta. Ss. Castor. Casarlo e Agapio mu.
29. Sexta. S. Thomaz are. de Canluaria m.
50. Sabbado. S. Sabino b. m.; S. Anisio b.
31. Domingo. S. Silvestre p. m.; S. Zotico.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 54 m. da urde.
Segunda as 3 horas e 18- minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTIIHOS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; par* o norte
at a Granja a 7 e 22 do cada mez; para Pensan-
do nos dias 14 dos metes de Janeiro. margOjKalo,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
noRecife, na IWraria da praga da Iitddpfl&dencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Maaoel Figneiroa de
Faria & Filho.

y
si:
cso i:k\o DO BlIMPAIlO
PISHXlMltrCO.
&EE VACASTE.
E\|iediente dn dia I de drzeinhrdo de 18(55.
"lili -io ao Dr. juiz municipal da 1* vara
lie do Recite.t;onstaiido-me que varias pessoas e
lacado para tal servigo, e inania considerar nnste
baialho no posto de alteres a que fia promovido
pelo de n. 42 de SeriohSem o respectivo guarda o
Sr. Victoriano Jos Marioho l'alhares, o pnmeiro
por portara datada de 23, o quarto de 26, o se-
gundo e terceiro de 27. ludo do crreme mez.
O mesmo marechal determina que no dia Io de
Janeiro do anno prximo vind ooro se execute as
seguiote* dtsp osigo is autorisadas por S. Exc. nos
rt7M termos do S 4o do art. 2 do reglamento que hai-
xou com o decreto n. 293 de 8 de malo de 1843.
i_Q0t) e Sr. major r> formado do exercito Cae
O 225. anniversario da gloriosa revolugio de
1640, premeditada e elevada a effeito com tanta
felicidade pelos 40 conjurados do pago de D. An-
lio de Almada, foi comraemorada este anno, nesta '
cidade, pela iniciativa da sociedade i." de dezem
bro de 1640 ou Portugal restaurado, havendo na :
manhaa do respectivo dia Te-Deum na s, manda I
do celebrar a expensas da cmara municipal, e a
cuja solemoidade assistiram alguns vereadores, o
governador civil, e varios empregados seus subal-
ternos, general da dlviso e seu estado maior, o-
Bctaes da guaroigo e offlciaps reformados, as di-
Victonana,
luche.
I'ernambuco, 5 annos, S. Jos, coque-
IIontem pela madrugada foi a nossa popula-
gao despertada entre sustos palo sgoal de incendio
que davam os sinos das igrejas desta cidade, an-1 25
nunciando-o aleado na fregnezia de S. Frei Pedro Julia, Pernambuco, 4 annos, S. Jos, sarampo.
Gongalves do Recite ; e elfaclivamaole elle ah la-1 Joo, Pernambuco, 2 annos e ? mezes. Sanio Aoto-
vrara intenso no armazem de feiragens e miude- nio, encepnalite.
zas a ra da Cruz, pertencente ao commercianie ; Antonio llenriques Vieira, Pernambuco, 80 annos,
brasileiro Jos Antonio Moreira Das. vluvo. Sanio Antonio, urna queda.
Nao obstante os meios empregados, primeira- Rosa, Pernambuco, 2 annos e 7 mezes, Boa-Vista,
mente sos a dirpcgo do ajudaiite do director das. pneumona.
obras publicas, o Sr. Dr. Jos Tiburcio, e depois Joanna Mara da Silva Medeiros, Pernambuco, 75
sob a do me-mo director e do engenheiro Dr. B. annos, vjuva, S. Pedro Marlyr de Olinda, diar-
de Macedo, foi Impossivel abitar o incendio no seu rhea chronica.
' frumentos judiciaes, sobre t>< quaes assentara o
I direilo desie aos bens hypotheeados aos Srs. N. O.
j Bieber & C.
O Sr. I)r. Alcoforado, com patrono da causa em
i que succedeu o Sr. Joo do Sa, proseRuio na defeza
: da mesma causa com o zelo e a mlelligencia qus-
todos Ihe conhecem.
N'um bom dia, porm.o honrado advogado con>-
municou ao Sr. Joao de Sa, que nao poda conti-
nuar como seu advogado na causa de Aratangv,
por consuteraro a alguem.
_ Pouco nos importa saber quem esse algutm
lao poderoso ou to amigo de velho advogado ^ue
,. .. r* l A *"v K'I":,,'JU ou lao dlilIKO U(J Cilio rtux'irtuu ,*ii<-
foco ; o que >o succedeu depois de redando a um Manuel, Pernambuco, 2 e meio annos, Santo Anlo- 0 fel repudlar o seu papel de palrono em causa Mo
do algum, e lornaudo-se por consegu ote necessano
que a referida F... seja depositada m lugar se-
guro, alim de que livrementa possa declarar qual
asua vonlade, rogo a V. S. que logo que bouver
concluido e resolvido quanto eouber em sua ju-
nsdicgo queira transferir o deposito de mencio-
nada K... para o foro ecclesiaslieo, dignndose
manda la recolher ao recolliimenlo de Nossa Senho-
ra da Gloria, a caja regente oe>ta dacta|dou orden)
pai a recebe-la. afim de que eu proceda ullerior-
mente como fr de direno.
Dito regente do reculhimenlo de Nossa Senho-
ra da Gloria.Logo que. fdr conduzda a esse re-
colhimento una moga por nome F..., V. S. a re-
cebera por alguns das, a tratara com a cosluma-
da dedicagao e zelo, e inimedialaineute me dar
parle.
20 -
Ollicio ao vigario de S. Beulo.Tenho presente
0 seu othVio de 7 do corrente, em que me diz que
den pubncidade a miuha circular sobre as Biblias
protestantes, e que veio no eooheclmento de que
com effeito ja os emissarms do erro ah haviam che-
gado, pois ja Ihe foi entregue por um dos seus pa-
rocluanjs una Biblia do aligo e novo Testamento
das emillidas pela propaganda protestante.
Coolinoe V. Rvnna. no seu zelo pelo bem da re-
ligio e dos povos : exhorte os seas parocbanos ;
faga-lhes ver que nao sao essesaveniureiros e.-iran-
geiros filhos de mna religio di-sidente que podem
ter zelo algum pela bi ou ma conduela e inesmo
pela saivagao dos povos : o lim oulro : o fu
plantar
elle.-
s
menl
seus parochianos nao se ho de perverter. e as
ms doutnnas nao bao de ter echo enlre esses
povos.
Dito ao vigario do Acary.Para que eu possa
dar o raeu assentimeuto ao projeelo n. 13 da as-
sembla des^a provincia, que esta boleca novos li-
mites as fre^uezias do Acary e Sant'Anna de Mal-
tos, cumpre que V. Itvma. me informe eiieum>tau- '^''^f^'
cadamente qual a conveniencia dessa nova divisan,
qual o terreno que se lira qner de urna quer de
outra (regoeza, e se ha coosideravel diminnicSo ou
augmento em alguma della-; ao que V. Rvma. res-
pondera' com minuciosidade, teodo a'vsia o citado
projeelo que por copia be envo incluso.Igual
inutatis mulaudis ao vigario de Saol'Anna de
Maltos.
- 2i
OflJcio ao vigario de Taquaraiina. Tendo sido
demolida a igreja matriz dessa Ireguena, e estando
apenas levautadas as paredes lat- raes at ponca
altura, sendo improprio o lugar em que V. Rvma.
exerce as luncges parochiaes, e nao podando con-
servarse neile o SaDii-Moio Sacramento, como lu-
do declara V. Rvma. no sea offico de 18 de oulu-
bro a que respondo, e sendo me prseme alm dis-
so um abano ass gnado em que os seos paroebia-
nos, apresentanJ i todas as raides por V. Rvma.
expedidas, e allegando outras lainb-m de peso, me
pedem igualmente a mudanca da sede da matriz,
tenho resolvido que em quanto a nova igreja esta'
em conslrocgo e nao pJe funccionar, s-ja irans-
fenda a sede da matriz para a c.pellada povoa-
cao de S. los das Varenles; o qae V. Rvma. exe-
cutara' com a brevidadeque o caso exige, dndo-
me parte apenas houver effeituado eia mudanca,
e coininunnaiido-ine ao
Barros que chamado a corte pelo ministerio da | O templo achav-se convenientemente adornado.
Koerrj Offlciou o chantre Dr. Miguel Joaqutm Gomes Car-
" 2"-Qne o Sr. capilao do mesmo corpo Salvador | doso, sendo a msica a da capaila do Sr. Caedo.
Ceibo de Druminond e Albuqu-rque entregue o Fazia a guarda de honra urna forga da guarda mu-
commando do forte Pao Amarello ao Sr. 2 leen- > "'Pa'-
te reformado Jos Rehello Padilha que o exercer j No lim do Te-Deum non ve a procissao quei o ea-
inierinamente, passando o referido Sr. capilao bido costuma fajer nesie da em memoria da res-
Drummood a commandar n'esta mesma qualidade | tauragao de 1640. Percorreu na formados mais
o forte do Buraco, em sobstltuigio ao Illm. Sr. annos, os claustro da fe, fazeudo parle do prestito
coronel Jos Maria Ildefonso Jacome da Veiga direegao e alguns raembros da sociedade 1. de
Pessoa e Mello, que por decreto de 29 de novembro I dezembro.
ultimo como publicado em orden do dia do exer-, Ns escadas da cathedral vase basteada a ban-
cito n. 486 de 5 deste mez, foi nomeado para o deira que aquella patritica sociedade al .piou, que
cargo de commandante das armas da provincia de e a de Av.z. O largo da se eslava embande ra o,
Ama-unas. Determina outro sim, que na manhaa e *s casas i.nham as janellas ornadas com cobjrto-
do da 2 do sobredito mez de Janeiro se passe re- res de damasco.
vista geral de mosira aos corpos seguiutes : A noute urna msica marcial percorreu algu-
As 6 horas a companha de arlflces, as 6 1|2 a mas ras e illuminou se a casa anda hoja chama-
companhia de cavallana; as 7 ao 6 corpo de vo- da dos Vmte e Quatro, por ter pertencido a esta
laotariOJ da patria e a companha de zuavos ; as abolida corporagao, e ser o local onde a sociedade
7 l|2 ao2 batalho da guarda nacin. I destacado!
para o servigo da guerra ; e finalmente as 8 ao '
montao de ruinas o predio e ludo quanto havia nio, sarampo.
dentro delle. 26
Pela importancia do incendio, por sua forga e Felicia Maria de Torres Temporal, Pernambuco, 44
pela naturrza des gneros existentes no armazem,
ha conjeclnras de que nao fura elle casual ; e atim
de verflea-lo, a autoridade policial fez recolher em
custodia a dous preto moradores em urna peque-
a casa sila no fundo de dito predio.
A populago apoderou se de um pnico lerrivel ;
pois corr de plauo que exista no armazem por
gao de plvora, o que procurou o Sr. Dr. delegado
verificar mandando um propno a caval'O a casa
do Sr. Moreira Das, que prompUmeole compare-
cendo all afflangou que apenas dentro de sua bur-
ra exista um frasco com amostra de plvora em
pequea quaniidade ; e aps esta alnnagao hou-
vc raais animago e os Irabalhos correram mals
regulare?, daudo era resultado *erem poupados os
predios vsinbos.
Il-iuve prejuizo quasi lolal no quanto em sua ca-
sa tirilla o inorad r do predio o qual apenas pude
escapar com a familia em trajes de dormir e com
os objectos que enconH^u mais a tno.
annos, solleira, Boa-Vista, pneumona chro-
nica
Leopoldina Pereira dos Sanios, Pernambuco, 21
annos, solleira, Boa-Vista, phlysiea pulmonar.
Amaro, liberto, frica, 100 annos, casado, Boa-
Vista, dlarrha.
Maria do Livraraento, frica, 60 annos, Boa-Vista,
ncephaliie.
Francisco Ferreira da Costa, Pernambuco, 20 an-
no, solleiro, Boa-Vista, febre perniciosa.
Jos, Pernambuco, 7 mezes, Sanio Antonio, tossJ
convulsa.
Manuel RoCrigues dos Anjos, Pernambuco, 95 an-
nos, casado, Boa-Vista, paralysia.
j Mara, Pernambuco, 1 mez, S. Jos, espasmo.
, Sara, Pernambuco, 2 annos, escrava, S. Jos, gas-
tro intente.
27 -
j Candida Josepba da Conceigo, Pernambuco, 26
annos, casada, Recite, tubrculos pulmonares.
deposito.
Assignado.) Frannsco Sergio d'OUueira.
Esl conforme.Antonio Francisco Duarle,i.*
teneule-ajudante de ordens interino encarregado
do delalhe.
- 29
Ordem do dia n. 179.
Fel'zmenteos festejos do Io de dezembro recor-
dam hoje apenas um grandioso feto de nossos
avoengos que deu a Portugal a sua independencia
consolidadas depois pelas victorias ganhadas em
urna guerra de 28 annos;recordara urna data
memoravel e nada raais, porque os odios esli ex-
melos.
O dia 1. de dezembro de 1640 lerabrado em
Encontrouse porleita a burra do morador do Luiza Maria de Mnanda. Pernambuco, 65 annos,
casada, Boa-Vi.-ta, phtysica pulmonar.
Damiuna, Pernambuco,'2 annos, Boa Vista, sa-
rampo.
Joanna Maria da Conceigo, Pernambuco, 50 annos,
solleira, S. Jos, bepatite.
Francisco, Pernambuco, 8 dias, Santo Antonio, es
pasmo.
O marechal de campo commandante das armas Portugal como em Pernambuco recordado o dia
declara para os tns convenientes, que a presiden- 27 de Janeiro de 1654 em que as armas portugue
EXTERIOR.
inesino lempo se vao era
andamento as obras da nova matriz.
Dito ao vigario do Acary.Informe V. Rvma.
qual a necessidade que provucoa a nova divisao
que a assemhlea dessa provincia pretende estnbe-
leeer entre essa freguezia e a de N>>ssa Senhora
ta de 27 do prximo passado, e agora acompanha
pi r copia este offleio.
Sirva-se V Rvma. remetter o incluso offico ao
(vi. vigario de Nossa Senhora da Cmceicao,eujoa
liiniies da freguezia sao alterados pelo projeelo em
que^o. Ofiiciou-se ao vigario de Nossa Senhora
da Conceicu.
- 22 -
OfflciO ao vigario da Vanea.-O seu offi.-io de 30
do prximo passado veio contristarme sobremodo
coma narracio do roobo felrt npssa matriz, corn
as eircamstaucias que V. Itvma. menciona. E por
oa occasioeompre-me louvar nielo a sctivida-
de com que V. Itvma proceden nessa emergencia,
dirigiodo-se asautondades policiaes.conw ihe eum-
pria. Espero que .:i" comraunicara' o resultado
qun liveram as pesqozas policiaes era obieclo de
-taita importancia, merecedor poreerto do mais se-
vero eatflgo.
Dito ao vigario da cidade do Natal..Vsia daa
aotonso ao Rvd. Joj Carlos de Souza Caldas co
mu i-ede V. Rvma. no seu offleio de 16 do proxi-
para servirem em commlssao no x- naiainao aa i a respeiio do Sr. visconde de Lagoag
guarda nacional destacada para o servico de guer- a reeleicSo de vereador para a futura cmara mu-
ra, aos Srs. Francisco de Oliveira Cabra'l e Antonio- nicipal. '
Flix do Reg Pinlo, aquelle no posto de lenle e As cousas passaram-se como ento comamos. S.
esle no de alteres. Exc. em nova caria dirigida aos jornaes declarou, j
(Assignado).Francisco Sergio d'Olivara. era extremo penhoradissimo, que a sua recusa se-
Esta conforme.Antonio Francisco Duarte, 2o ria confessar a sua ingraldo ; que acceilava pois,
lenente-ajudanle de ordens interino encarregado reconhecido, sera recelo de ser tixado de contra-
dictorio comsigo mesmo, porque os deveres de re
coohecimeoto, sendo deveres de honra, cumprein-;
.-e sempre anda k cusa de qualquer sacrificio.
As eleigoes das cmaras municipaes para o bien-
nio de 1866-1867 correram regularmente em
quasi l des os cooselhns. as que tiverara lugar
para o biennio que linda com o corrente anno de-
ram s- lo graades traquibernlas e tropelas no
distrreto de Villa Real, que tornarara estas eleig5es
tristemente c-lebres.
as que se elTectuaram, para o prximo biennio,
no mez ltimamente lindo, hou'e em alguns con-
celtios do districlo de Bragaoga tactos altamente
censuraveis e que se nao leema gravlade dos que
occorrerara em 1863 naquelle outro divnelo, sao
todava um discredito para o syslema constitucional.
Ni cmara electiva, em sesso de 4 d > corrate,
o deuutado o Sr Julio de Carvalhal mandou para
a mesa urna nota de interpellago ao Sr. ministro
do reino, spbre as eleigo;s cantaradas de que nos
oceupamos, e uomeadamente a respailo do estado
em que se achara os povos de Mirandella e Macedo
de Cavalleiros, em cujos concelhos loi aonde o pro-
cesso eloiioral corren mais irregularmente.
lima c irre-fi mdencia dirigida ao jornal o Com-
mercio do Porto conta da seguaite forma os acofl-
lecimenios. ,
Em Mirandella correo a eleigao sera notavel ir-
regulandade al ao encerramento da volagao em
que querendo alguos cidadaos, que no vutavam
na lisia do administrador ,do concelho, que a urna
fosse guardada na igreja cora as portas aberlas por
eente dos dous partidos e pela forga -Je cagadores
que havia na Ierra, a aulorUlade declarou que a
urna seria guardada por pessoas de sua eontUqea
e fechada onde e como Ihe approuvesse. Cintra jtal
arbitrariedade mmediataraente se pronunciaran)
alguns eleitores e graves seriara as'conseqoentias
em a inierveogo pacifica dos dignos juiz A*, di-
reito, dele:,dos do procurador regio e outro^ ca-
valleiros. Era continuagao eleitoral voltou a-'orna
para a igreja no dia 27. Concluido o escrulio ap-
predio, e a do Sr. Moreira Das estragou-se com a
exploso produzida pela amostrada plvora, e bem
assim toda a escripia, letras, ele.
Por occa-io dessa exploso l#ve urna syncope
urna praga de artfices, e aa ficaram con-
tusas.
as excavagoes feilas durante o da tem sido
encontrados objectos de ouro e prata, pertencentes
ao mesmo morador ; roas estragados pela acgo
do fogo.
E.-tiverara presentes os Exms. Srs. presidente e
commandante das arm s, o Sr. Dr. delegado, sub-
delegados, Torcas de polica, guarda nacional, com-
panhias dos arsemes de guerra e marinha, inspec-
tores de quarteiro, grande concurso de povo, e
pragas do sexto carpo de voluntarios da patria,
prestando todos bons servigos, nomeadaraente o Sr-
capilao Marinho e o Sr. lenle l.ibanio.
CIIROMCA JtllARIA
TKIIII' \\ 1, IDO COH ti KIICIO
ACTA DASESSAO ADMINISTRATIVA DE 28 DE
DEZEMBRO DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. Sil. DESEMBARGADOS:
ANSELMO FRANCISCO PRRETTI.
s 10 horas da manhaa, estando reunidos os Srs.
deputados Rosa, C. Alcoforado, Basto e Miranda
o
No dia 15 desle mez foi encontrada na lat. i jM|. Psente o Sr. deserabargador fiscal,
N. I i- 46' e long. O. 34" 35', a galera ingleza Raes-! Ex.ra: Sr- presidente declarou aberta a sessao.
dale, que de Liverpool segua para Calcula levan- \
do 36 dias de viagem.
O vapor inulez Gladiator, chegado hontem de
Liverpool e Lisboa, nada a limita, por ter sabido
de>se ultimo porto no dia 13 do corrente, era que
d'ali tambera saino o Oneida, que chegou aote-
hontern.
(okhkspomiumivs im iu v
u i o de pi;k\ihiu(o
PORTO.
12 de dfzctnbr.
Triumpharam, finalmente, os bons principios.
A folha official do governo de 9 do correle publi-
c-iu, ja sanecionada pelo re regente, a le que tor-
na livre o commercio de vinhos do Douro. Na c-
mara dos Srs. deputados nao solfreu coulrover.ia
a idea inicial desta le. Os representantes do paiz
viohateiro do Douro limtarain-se a pedir garan-
tas para que os vinhos all prodpzidos se nao con-
faodissem com os das ontras procedencias que por
ventura procarassem a barra ilo Porto para serem
exportados, e a propr que as dispoSigSes desta lei
principiassem a vigorar dous anuos depois da sua
pubiicaco, porm esta proposla nao s foi regala-
da, mas tanibem eliminada do artigo 1." do pro-
jeelo do governo a parte qae ordenava que a iei
comegasse a ler execugo no fim de tres mezes
contados da dala da sua publicag.
A cmara dos deputados votara sem discusso e
por onanimidade, a lei de que nos oceupamos que
a Seguiote :
D. Fernando, rei regente dos reinos de Portugal
e Algarves etc., em nome de elrei fazeraos saber
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Um offleio da junta dos corretores, firmado de
h je, juntando os pregos correutes da praga na se-
mana prxima linda.
Aos senhores deputados foram distribuidos os
ivros :Diario e Copiador de Magalhaes
' segrales
- Amarilla tem lugar na cid. le de Olinda a f4" Gv iden? '* ie A"ian,, Jl'f Leal Reis>
festividad,! de Nossa Senhora do Amparo. ,iutm ,dem de Jo? Awvedo Aodrade.
Sao oradores as vesperas o Rvd. Fr. Ludgero, | despachos.
e no Evangelho e Te-Deam o Rvd. padre Jos Es-, Rfilli*riraento de Jos Guilherme Ouimaraes, dos homens imparciae--, e defender e sustentar pe-
teves Vianna. i Pedmdo para que (osse admettido a registro o pa-1 ranle elles.
monten tosa.
Anda mesmo quando esse alguem symboiifiasse
urna dedicagao sem limites ao servigo do hoarado
advogado. ou qualquer outro motivo de ordem
igualmente superior, a nossa curiosidade co iria
at querer devassar esses segredos que rebutamos
honestos e lcitos, desde que se pastara entre ho-
mens honrados.
Prosigamos:
Retirando-seo Sr. Dr. Alcoforado dapalrocinio
da causa do Sr. Joo de Sa. o Ilustre Sr. Dr. Cy-
prano Fenelon Guedes Alcoforado sonstituio se
advogado da parle adversa, o Sr. Gcspar Uchoa.
Sem a menor malicia, e s por deferencia ve-
racidade dos tactos, diremos o que ninguera igno-
ra, isto que o Sr. Dr. Cypnano & o Sr. Dr. Arco-
forado sao irmos, amigos lolimos, socios ou, como
geralmente se diz, advogados coramuns na mesma
banca, o que todava nao quer dizer que o advoga-
do do Sr. Gaspar seja o Sr. Dr. Alcoforade, por-
que nos sabemos perfeitamente que o crdito do
Sr. Dr. Alcoforado esta superior a lodos os embus-
tes, anda os mais rudes, da maledicencia dos ho-
mens.
Traoscreveodo a escriptnra de traspasso em vir-
tude da qual o Sr. Joo de S coosllluio-se credor
da casa de Araotangy, talvez o Sr. Dr. Alcoforado
uvesse em mira provar que os inleres?es dos Srs.
N. O. B. 4 C. foram devidarnente resguardados e
protegidos nessa iransacgo, Ucando assim Ilesos
os seus crditos de adv>gado tulelligeote e Ilus-
trado.
Se o alvo a que procurou attingr o Sr. Dr. Al-
coforado for cora effeito este, nos acudiremos em
seu auxilio, e Ihe diremos que, de nossa parte,
nunca pozemos em duvida a sua bahlidade e in-
telligencia nessa iransacgo ; e, proseguindo nessa
benigna disposigo do nosso espirito, pedimos li*
cenga para dizer-lhe anda, que, durante o curso da
lil-', nunca ninzuera se lembrou de contestar a re-
gularidade dessa eseriptura de traspassos, na qual
todas as formulas tabelioa e de direito foram devi-
darnente altendidas.
A eseriptura na quai a sciencia jurdica do sea
illaslre irmo, o Sr. Dr. Cypriano, tem procurado
enchergar vicios e nullidade>; a eseriptura som-
bra da qual repousava o direilo dos Srs. N.O. B.
& (-. ; a eseriptura que symbohsa o direito do Sr.
Joao de Sa, que oao oulro direilo sano o mesmo
dos Srs. N. O. B. 4 C, aos qoaes succedeu, a es-
eriptura de hypotheca o debito acompanhada das
letras que Ihe sao correspondentes, assignadas pe-
los devedores Guiraares e D. Cecilia.
Era esta eseriptura e actos correlativos, que 0
erudito advogado deveria ler olferecido a leitura
tes geraes decretaran), e nos queremos a lei se-
grale :
Artigo 1." E' livre a exportago pela barra do
Porto de tu lus o~ vinhos producidos em territorio
portuguez.
^ nico. Os vinhos que se exportaren) pela bar-
ra do Porto pagarn os direilos estabelecidos para
a exportago dos outros vinhos do continente do parecern) na urna mais 65 listas do que a/conia-
reino. gera; o povo indignado alannou contra tal/fraude
Ail. 2 0 governo far os regulameolos neces- apontando como autores oSr. administrador que
sanos para a execugo da presente lei. Do comparecer aoecrnlrao e olllcira au/Sr. juiz
Art. 3. Fieara revocados os decretos de 11 de da direito, rogandu-lhe que se responsabilisasse pe
lubro de 1852 e raais legislago contraria as dis- |a polica do aclo eletoral. /
Na aseinhla de C irtigos o presidente da mesa
conserven a urna abena no acto da vougo, estan-
do rodeado de pessoas suas que de /quando em
quando introduzara furtivamente na urina listas da
autoridade com approvacao e apolo ddlla e do Sr.
padre Joo Pessanha das Arcas. i
Alguns cavalleiros opposicionistas, etentre alies
o abhade de Valbemfeiio requereram ab presiden-
Ha algom lempo que vaga por esta cidade o
subdito peruano Manoel Puema de Querol, que
vindo para aqui como tripulante do vapor Florida,
delle evadio-se, e e lcou dado vadiagem. Ura.
tendo se lomado saspeito, foi mmdado hontem vir
a polica a presenga do Sr. Dr. delegado, que, de-
pos^le intarroga-lo, re-olveu manda-lo recolher a
c.isa de deiengo como vagabundo.
No entretanto, qnando se praparava a ordem
para isto, prorompeu elle era horriveis blasphemias
conlra a nossa religio, seu diviuo fundador e sua
mi santissiraa. addicionando a laes effeilos da
obsesso mais formal as injurias maiores possiveis
ao nosso paiz, cujas leis desprezava, ele, etc.
E>te dyseolo acha-se linalmenia recolhido a ca
deia, e vai ser Ihe instaurado processo por desaca-
to a religio do estado.
Segundo nos informara, o tal Querol j esteve
em casa do Sr. Tasso, donde foi expeJido por di-
versos furtos e outros actos reprebensiveis que
praticou.
Por circumstancias especiaes, tendentes ao
melhoramento da festividade de Nossa Senhora
da Conceigo, da villa d^ Gameleira, foi ella trans-
ferida para o da 21 de Janeiro prximo.
O Sr. J. A. Moreira Dias dirige-nos a seguio-
te carta, a qual aqui inserimos em satisfago ao
pedido que nos faz o mesmo senhor :
Opprimido pela desbaga que acaba de succe-
der-raa, nao posto dirigirme j ao publico agra-
decendolhe os servigos que prestaran) no incendio
pe que juuta de declarago da dssolocao da so-
ciedade que existi sob a"firma de Rocha Lima &
Guimares.Regislre-se.
tem de Guiraares & Alcoforado para que fos-
sera admetlidos a assgnar termo de liis deposi-
tarios dos gneros que recebessem no armazem de
deposito silo na roa da Moeda n. 5, de que sao lo-
catarios e administradores, expedindo-se Ihes o
competente titulo. Vista ao Sr. de.embargador
fiscal.
Com inforinagao do Sr. desembargador fiscal :
Requerimento de Caetaoo Cyriaco da Cim Mo-
reira, para ser annotado o registro do hiate Dous
Amigos, de que litera acquisigo.Como requer.
llera de Augusto Cors, era que pede o registro
do papel de distrato da sociedade Caors & Barbosa.
Registre se.
Nada raais havendo a tratar, o Exm. Sr. presi-
dente encerrou a sesso as enze horas e nieia da
mauha.
CMMUNICADOS.
viii ni ns palnvras ao Hr. tlos
Oernardo Cialvo alcoforado.
ou
posicdes desta lei.
Mandamos portanto a todas as autoridades, a
quem o conheeimento e execugo da referida lei
perlencer, que a cumprain. e facam cumprir e
guardar, lio inteirameute como nella se conira.
Os ministros e secretarios de estado dos negocios
das obras publicas, commercio e intu-tria, e dos
No Diario de 26 do correle publicou o Sr. Dr.
Jos Bernardo Galvo Alcoforado um pequeo com-
manteado, que tem a dala de 23, com o fim de /or-
nar conhfcida e bem definida a intervenrao que
elle leve na convenrao celebrada entre o Sr. Joo de
do meu esiibeiecimebio ; pego-lhe porlanlo o obse-1 S e Albiu/nei-gue, e os credores de Manuel Pereira' era elle lodo jurdico e legal,
quiu de, quando tratar deste assumplo, dizer que i Gutmnraes e l). Cecilia do Monte Sinay. de cujos Entretanto, na nossa coustante boa t, anda es-
e.la por mim autorisado a declarar que nada devo i credores (N. O. Bieber 4 C.) era adoogado aa tem-1 peramos que o honrado Sr. Dr. Alcoforado ou nao
a pessoa alguma, favor este de que Ihe licar obn-1 po em que se fez a cessao e traspasso da execw;o i voltara' ao prlo, ou, se voltar nao sera' para offe-
Se nos nossos artigos anteriores, ou em outros
publicados sob assignatura difireme da nossa, se
disse que o Sr. Dr. Alcoforado fura autor da es-
eriptura de traspasso, oto nao quer exprimir outra
cousa seno que o Sr. Dr. Alcoforado lora advoga-
do comraum dos Srs. Joo de Sa e N. O B. & C.
nessa transaeco inteii meme subordinada e de-
pendente da primeira eseriptura de hypotheca e de-
bito, trabalbo exclusivo e meditado do mesmo Sr.
Dr. Alcoforado.
A eseriptura transcripta, nada, pois, significa,
porque a decencia ea protndade publica nao podem
I permittir que ella signifique, ou um lago armado
pelo Sr. Dr. Alcoforado a boa f do Sr. Joo de S
ou a expresso do reraorso de ura advogado bem
coneeitoado perante a opiolo publica, ou mesmo
a correcgo de um erro, coraineilido por ura advo-
gado abalisado n'um momento de irrefiexo e de
descuido ; e permilta-nos o Sr. Dr. Alcoforado que
Ihe digamos que o publico, sempre indulgente e
benvolo cora os homens de intclligencia superior,
mereca da parte de S. S. raais corlezia e mais sin-
cendade.
Se nao tivessemos receio de passar por indiscre-
tas, nos pederamos ao Sr. Dr. Alcoforado o obse-
quio de dzer-nos qu leo vicio que sobreveio
essa eseriptura de hypotheca e debito, que elle re-
digio com estudo e ai te para garanta dos direilos
dos Srs. N. O. Bieber & C. ?
Nao diremos vicio primitivo, porque, rendendo
jusliga iolelligencia e maestra do illusire ad-
vogado, estamos firmemente convencidos de que
no lempo em que esse acto judicial foi celebrado,
gado quem etc.,
JA Moreira Dias.
Recite, 29 de dezembro de 1865. >
L
negocios da fazenda, a fagam iraprirnir, publicar e
correr. Dada no pago das Necessldades, aos 7 de ( (|U feChasse a urna e iniroduzisse ai lisias pelo
roo passado tiara por esta vez namerar e monear dezembro -le 1865. -Rei, regente.Conde de Cas- orificio da lampa; o presidente declaro! que o nao
os livros que lera de servir para aueamenios ae ir,..Antonio Mana de Fuas Pereira de Mello. fazia_ Quando a freauezia de Valbemf. lio esta va a
b.ptisados e Basamentos de*sa matriz.rica assim pja cmara dos srs. depuiados, em sessao d- 24 volart i)l)lT^m ei0 um dos caderno?
.. a descarga
do mez ultimo, foi approvada nina proposta do Sr. de um e|eitor ,|U,. nao iraiia votado.; i abbade a
?.'... f'b'o da Fonsaca, deputado por Vinbaes, para onlros eleiiores reclamaran) que v.das.-, o delega-
utro eleitor
p esos sao ar-
homens ar-
respoodido o seu citada offleio.
Diioao padre Joo Carlos de Souza Caldas
Pl V. Rvma. numerar e rubricar por esta vez
os livros que tem de servir para lancameolos de |uvor cmara municipal do Porto como repre- a voz dft priiSo dentro do templo, a- ^
baptisados e casamenlos da freguezia do .Natal que sentante da dita cidade, pelo pensamento, esforgo rasiados para o adre, urna raullido d
.^.;. ...........i,, *.... ,. .1 r.i.ii.i'lil'a VI H r I "l U -^, lat._____, .t. a. ----- ...M^.;n.t i.* w .
que se langasse na acia ura voto expjessivo de do do administrador da ao abbade e a
'otivor
mados invade a igreja.
o povo foje an edronlado e
o abbade foi
recolbia a
ho da 27, de
lhes sero apresentados pelo respectivo vigario e honroso xito para o paiz da actual exposjco l-
Dito ao vigario le S. Loureng da Malla.Coas- lernacional, e que sa fizesse coiislar esta* delibera- a urDa n-,.a a merc dos desordeiros
tando-me que alguraas pessoas dessa freguezi.ypre- gj0 a camara ,jos depuUdos por offlci dirigido so|t0) mas de novo capturado quand
tendera eucarregar se da festmdade do p.idjv.eiro Aquella municpalidade. sua nM e s f0 posto em |,betdade
daynesraa, e isto a de-p^ilo da mea regedora da 0 Sr. A y res de Gonvi, deputado por esta cida- manha.
Irnhandade do Sanlissimo Sacramento, a qual pelo ^ 0;-,0 IenJo comparecido as ulliraas sessSes por \a assembta de Guide quando osleleitores das
aru36 do coraprouiissoiiie me f.i pre-.nie, per- eacommodo de sade, e que enirava na cmara Aguieiras chegavam para votar suJeitou-se urna
tence exclu-ivaraetiie a gerencia e direegao de la-s ()UanJo se v,qava aquella proposla, declarou, de-, quest entre esses e a gente do admiJistrador, que
reativbUdee. lembro a V. Itvma. que o comprarais- ,,jis deIU naser sido appr0vada, que esUva promp-! em oumero de mais de 150 homens cJrreram a ca-
so approvado pelos poderes competentes tem loren ,0 a volar qualquer inanlfatago da camara dos sa j.j Sr. rins, que servia de admini|rador a bis
de lei, que se deve cumprir a risca. Assim pois deputados sobre o zeln, dignidade e honradez com car armHS que l tinham escondidi e assim na
espero que V. Itvma compenetrando se dos deve- r|lll, a vereago municipal do Porto tem administra- j(jrpja co_ ^Art^- tmniWf-AfcwA.
res que Ihe incumbam de, cuno oarnc.'.'v, *o.'*v {.v- ,./ tW negocios do seu municipio, mas pelo que
i, ,... u.ir-m e harmona dos seas parichianos, e rt.>,,ein?y,? ao oansamenlo inicial d? j-Kosigo in-
eviiar quaesquor desintelligancias ou rivalidades jafojciona^ na0 ear essa gloria a eorporaco
que onire elles po-ara darse, sera'. pnmeiro a n,l)mcpa| ponuense, mas sim aos Srs. Alfredo t0s dos queliCaram receberam a f.rg listas da au
dar o exemplo de obediencia a le que desde mu- A,|erif Anlon0 Ferreira Braaa. Piolo Bessa, as- tordade.
tos annos rege essa irmaiidade as festividades do cimento L-o e a rauitos cavalheiros, que a cama- (Con/iaMpr-ie-aa.)
rago ou em quaesquer ontras. ra municipal auxiliou, como anxliou lodo o Porto,;
., |...... ; a exposigo, mas que a honra da iniciativa perten-1
^ c ..um eia- sonre ,odos ao Sr- Alfredo Alien
COLMANDO DAS AttoAS. A proposta, como dissemos, tinha j sido appro-
Terga feira 2 de
Piolo o leilo de assuc
ciado.
Passageirqs do
vindos da Baha :
Silverio Jos Barbos,
ores.
Passageiros do hi He brasileiro Gloria I, vin-
dos do A-sti:
Mauoel Ciementino
ta, Antonio Jos Nepon
e Domingos Romeiro.
Passageiro do br
do do Rio de Jaueiro :
Abilio S. Duarte.
janeiro. effectuaro agente
r, conforme se achaannun-
alacho brasileiro D. Luiz,
sua senhora e 5 filhos me-
e Freilas, Gustavo da Mat-
ucena, Jos Maria de Souza
gue brasileiro Adolpho, vin-
Rbp\rtiqao da p
>I.iCIA.
lo dia 29
de dezembro de
MH0\di9-
'cumie resabeleceu se a ordera, Ihando sempre
os homens armados no adro da igrej, rauitos dos
eleitores opposicipnistas fngirain CODO noedo e mu-
pernamrucSq.
S"
i a. n.r vada, porm o seu aulhor concordando cora a opi-
Quarlel general do eominaiidodas armas de Per- njAo du Sr Ayres de Gouv, pe,a |jcRnca ca-
nambuco na cidade do Rcciff, 28 de dezembro mara para a modificar, o que Ihe foi concedido,
. i es langaodose na acta nm voto de loovor nao s a
fh-dem dn da n 178 benemrita associago do palacio de cryatal por-
O marechal de campo commandante das armas lense, camara municipal do Porto, raas a todas gesimo pnmeiro anno de nossa ex.si mea nojor-
R8VISTA DrAlU.
Com o present numero encerram
1ZlniTa M So pa a e nha o neces- as pessoas que concorreram para dar honra e bn- nalismo desta provincia
^eSeUa St S* Sr. coi.selheiro presiden- Iho aquella grande festa nacional, e ueste numero Ma.s u.na vez, portanto,
attfnX^ do se'rvigoda arcresceo.ou o autor da pronta, nao posso de,- MjmiJMm
te da provincia re-olveu di*p
guerra aos Sr*. capilao do batalho n. 47 do mu-
nici,'io da Boa-Vi-ia M.noel Hyoolito de Lima
Jnior por ser vereaior da re-peciiva ornara, e
alteras Jo de n. 49 do municipio de Ouricury
Demingos d> Silva Saldaoha ; noraear o Sr. Aa-
tonl' "" Barr s Teixeira, para servir em
CO'
t t
Aislo de tcoente no> batalho des-" para a cidade do Porto e para todos.
temos occafeiao de pro-
reconhecimanto a lodo quanto nos
iar de incluir os nossos concidados benemritos ho coadjuvado nesla empreza ; e igi
que l do outro hemispheno, o Brasil, concorre- gao contamos merecer no novo anno,
ram como bizarramente costumam, a m os seus leramos de percorrer sem declinar
capitaes para que a nossa exposigo inlernacional que al hoje nos lem dirigido naimprj
sa podesse realisar, como realisou, de urna maoei- i haveinos sempre apostolado o -1
ra tao digna e honrosa para a referida associago.( "0*sa provincia.
s o quadra-
at coadjuva-
ujos espagos
lo proposito,
osa, na qnal
desenwlvimeuto ,m
sem detrimento todava dt>? f'iby
'! r-esses geraes da coramunho brasileifa
e comenco celebrada entre ditos credores e os
referidos Guimares e D. Cecilia......
No lira desias palavras, seguidas de poucas ou-
tras, foi transcripta a eseriptura de traspasso,
qual ailudio o Sr. Dr. Alcoforado, e para ella pedio
o Ilustre dvogado a leitura atteota das pessoas
imparciaes.
O nome do Sr. Dr. Jos Bernardo Galvo Alco-
forado, advocado dos Srs. N. O. Bieber & C, e
tambera por alguns annos do Sr. Joo de S, ees-
alonarlo desses respellaves negociantes estrangel
ros, nai pode ser separado da lide judiciaria que
se discute.
Lomos com aitengao o breve commnmcado do
Sr. Dr. Alcoforado, a reamos a eseriptura da tras-
passo, da qnal j linharoos pleno conheeimento, e,
sera duvida por defeito de nossa iotelligencia, nao
temos vergouha de confessar, que ainda nao pode-
mos comprehender coran o velho advogado, pro
movendo a simples puhlicacao desse documento,
se julgou justificado peranle a opioio publica, de
qualquer arguigo, que por ventura alguenvm-nos
escrupuloso e justo do que nos, possa ter faiio
lealdade de seu carac er de advogado.
Sajamos ciaros e precisos nesla questo, como
temos procurado ser em todas as oatras por nos
discutidas nos artigos anteriores.
A eseriptura de hypotheca e debito, assignada
em 28 de setembro da 1848, por Manoel Pereira
Guimares e sua mulher D. Calhanoa de Vascon-
celos Beaste e D. Cecilia do Monte Sinay para pa-
gamentos das lelras que esta havia aceitado com o
dito Guimares era favor dos Srs. N. O. Bieber
& C, clientes do Sr. Dr. Alcoforado, foi trabalho
meditado e redigido pelo illustre advogado, e as
letras assim garantidas toram sem duvida julgadas
pelo mesmo advocado ttulos robustos e sufDcienle-
'ordem do da Boa-Vista, Jos Gongalves deOli^Yspote protegidos contra os ardis da chicana^ ainda
ira, e Angelo, escravo de Jos Joaqulm Ferreira, a mVs>|ina e amestrada.
A' insiawv&kfti rievedores, herdeiro- da Ara-
langy, a convite dos credores, N. O. Bieber & C, e
aconselhado pelo Sr. Dr. Alcoforado, advogado des-
o Sr. Joo da Sa lornou-se cessionario dos ere-
dore>da quantia de 48:001)4, alera dos juros, po
intermedio da eseriptura de traspasso que o Sr.
Dr. Alcoforado apresantou como egide impeneira-
vel, atraz da qual collocou a sua boa l e lealdade
de advogad i conlra o toque indiscreto dos invejosos
que nao tallara na nossa trra.
Realisada essa trasaego, surgi dentro de pou-
co terapo, o &r. Gaspar Q. rje, a. Ucboa munido de
ttulos defeituosos; Q inadmissiveis perante a lei,
^ .^ > .^ i .i m .4 -. k> il> I __ J_ L* h-Ii.Ia.I \ i-l-..- ini
Extracto da parte
1865.
Foram recolhidos a ;asa de delengo no dia 27
do correle:
A' ordem do Dr. del gado enearreeado do expe
diente, Jauuario, manir, para averiguagSes sobre a
sua verdadeira condicV).
A' ordem do subdelegado do Recite, Cosme e Joa-
qun), esrravos o pnmeiro de Ferreira Araujo e
o ey>ndo de Tigre & Irrao, a requerimento de
seus respetivos senhores; Antonio, escravo do
desembargado?\rs-*s Rocha, por insultos.
A" ordem do de SanToT.Dlonio, Joaquim Ferreira
l de Moura, por snspeito enTi&'rae de furlo de ca-
i vallus. X,^
A' ordem do de S. Jos, Theodoro, nkJMno livre
_ por disturbios ; eJos Francisco de Liona, p.r
briga.
A'
veira
para correcgo.
O chefe da 2* secgo,
i. G. de Mesouita.
Ckmitkrio publico, obituario do DIA 24 Di
tiKZKMIIItn l'K 1865.
Leonarda. Pernambuco, 31 annos, escrava, Boa
Vista, febre maligna.
Joo Antonio Pereira R.mos, Portugal, 44 annos,
casado, Sanio Antonio, minegite.
Jos, Pernambuco, 2 annos e 5 mezes, Recife, be
xigas.
Thomaz, Pernambuco, \ nno, Boa-Vista, convul-
gdes.
Cosma. Pernambqeq, 1 anno, Boa-Vista, sarampo.
recera' leitura dos homens imparciaes um ds-
menlo sera signilicago no debate ; mas para de-
lender, como meslre que na arma, o lado justo
da causa, o direilo aos seus coostituinles N. O.
Bieber ti C, direito que em todas as suas formas
e relagoes, o direito do Sr. Joo de ^a I
E se alguem que nao coohecer a fundo o cavalhei -
risino do Sr. Dr. Alcoforado, quizer dizer que elle
tem hoje diante de si um motivo poderoso que o
embarace de assim proceder, qual o vallo do Sr.
Dr. Cypriano, seu irmo, seu socio, segundo voz
publica, e advogado da parte adversa, nos respon-
deremos que a profisso e deveres do advogado,
sao cousas nobres, sanias e indansigiveis, mesmo
diaute das reiacoes de parentesco.
Era laes siiuagoes o boraein d- bem, ou nao fal-
la, ou, se falla, para dizer a verdade era prol do
direito que elle ja' patrocinou ; para cumprir o
sagrado de ver de lealdade que elle na deve trahir,
porque o lempo, que na ordem physica adera as
condigoes dos seres, na ordem moral nao altera o
que de si mesmo immulavel, com o direito alheio
e a virlude propna.
29 de dezembro de 1863.
a i i mu
Chamando a responsahilidade o artigo, que se
publicou era seu Diario de 21 do corrente, sabia
que nao viria a juizo o propro aulor; contento me,
porm, com o Sr. Lourengo de Sa Albuquerque que
se apreseniou como rasponsavel.
Deixando de esponder ao anonymo, que. >-,m
urna discusso grave e sena encelada com a
obro collega o t. Dr. Morajs a Silva, de
der-me tirou pretexto para doastar-me, o
tirai que se desvair a opioio cerca do
ceditneolo como procurador fiscal da l
provincial. '
Expore, pois, ao ]kuoifC, .oceorrido, cerca do
que deu motivo a raputago rajurio-a que se me
fez. cora lodo o escrpulo a exaciido, pondo a ver-
dade no lugar da falsidade.
Principiava eu a raiuha modesta carrelra de ad-
vogado ne-te foro quando em 1856 o Sr. lente
coronel Gaspar Cavalcaoti de Al bu inerque Uchoa
me procurou para tratar da um quesio que axis-
lia pendente em grao de appallago entre D Cicilia
Caiharina do Monte Sinay, por s-u cura lor, e N.
O. Bieber 4Ce outros para nullidade da hypo-
theca e coiuposigo entre elles celebrada, pela qual
jro-
raria
o aQganbo Araiangil raoente, corrente. cora safra
contestando ao ttr' jvjao de S a validado dos ios- 4(e etc., fura entregue aos ditos N. O. -Bieber <\ C,
'-
*
MUTILADO
V
i
*
> mt


Olarlo de PeratlllW Sabbado SO de Dezembro de : Sfr-
-------x-
=_
e oulros pelo tempo de 12 anuos, ou quantos fos-
sem necessarios para pagamento de 48:00Oj>000 i
na qual quena elle proseguir como eessiooario dos
berdeiros de D. Cicilla.
Na primeira iuslaneia a causa Uoha sido patro-
cinada pelo divnelo advogado o Sr. Jos Narciso
Camello, por part do curador de D. CicHia> pelo
Sr. Dr. J. B. ti. Alcoforado por parle dos credo-
res.
Nao me poda embarazar, para acceitagao do pa-
trocinio desta causa, nem a circarastaocia di ser
meu irmao advogado da ootra parle, visto que a
esse tempo nao eramos associados, e a escolna que
de mim fazia o Sr. Gaspar Cavalcaotl era Urna pro-
va do bom conceito em qne eramos tidos : era a
circunstancia de ser cessionafi > de N. O. Bieber &
C o Sr. teuente coronel J060 de S Albuquerque
que nao tinha a honra de conhecer, e 18o pouco a
de ser elle contendor .poderoso ; nem, lipalmenle, a
circumstaucia de ser eu procurador fiscal, visto
que nao se tratava de interesse nenhum dos con-
tendores que fosse cpposto ao da fazenda provin-
cial.
Aeceitando, pois, o patrocinio da causa, depois
do exame dsS autos, e de convencerme da juslica
della entend -me com o meu conslituinte, pedinde-
ine que me mandasse os documentos que eram ne-
cessarios para a habililacao dos herdeiros, e a de I le
comj seu cesionario, visto como, haveodo falleci-
do D. Cicilia, o tribunal da relacao a mandara pro-
ceder.
E sendo necessario que habilitacao precedesse
a citagao de muitos credores, e herdeiros que os
reprefenlavam, alguns dos quaes residan em ou-
tra provincia, durou Uto porto de 3 anuos, tet de
1856 ate o comeen de 1859, sendo que smenle
nesse auno pode o Sr. Gaspar Cavalcanti apresen-
tar os seos artigos de habilitado, aos quaes juulou
as escripturas de compra de heranga, donde se diz
constar a leso ou s*uegacao do imposto de ntea-
siza dos escravos de que uellas >e tratava.
A esse lempo, purera, ja nao eslava eu no Brasil,
e sim na Europa para onde part cm ti de feverei
ro do dito anno de 1839 ( doc. n. 1) pelo que nao
estando eu prsenle, e tendo de proseguir-se na ha-
brillaran, para a qual s eslavam f las as citaroes,
com o otferecimento dos arligos d'ella, leve o pro-
curador do Sr. Gaspar Cavalcanti de fazer subsla-
beleciineolo da procuradlo no meu amigo oSr. Dr.
Adelino Antonio de Luna Freir, que rol qu.-m
funenonou ci>mo advogado do Sr. Gaspar Cval-
canii e anresenlou os arligos de habililacao aos 4
de maio do dito anno de 1859, os quaes seguiram
seu curso regular sem nenhuma participaco nem
sciencia rainha, que me demorei na Europa at
1860, fallando em lodo esse processo o mesmo
advogado o Sr. Dr. Luna Freir, (documento n 2);
principiando eu a fuoeconar nos autos, uando,
acabado e concluido o processo da habililacao, tive
de fazer as raides de appellacao, requerendo se por
essa oeeasiao i 21 de abril de 1800 ) que os aulos
me fo.-sem feilos com vista, o que leve lugar aos
26 do mesmo mez e anuo.
Os doi'umeut is com que o Sr. Dr. Luna Freir
insiruio os arligos de habililacao, isto as escrip-
turas de compra da heranga Ihe parecern! corta-
mente sulucimtes e legaes para a dita habilitco,
e tanto eram que o lilustrado Sr. Dr. Moraes e Sil-
va, patrono do Sr. lenle coronel Joo de Sa, por
sua parte tambero Ihes nao enxergou falta algaraa,
nao os constt-stando por sua Ilegalidad?, ou illeg-
liraidade do Sr. Gaspar Cavalcami, antes tcitamen-
te os confessaedo ( documento n. 2 ), nem apontou
nullidade alguma, ou causa pela qual nao pode?se
ser a mesroa habilitagao admittida em juizo, como
seria a falta do pagamento do imposto, arligo 21 do
reglamento de II de abril de 1842, do que segulo-
se julgar--e provados os artigos de habililacao em
tata dos nulos, t da nenhuma opposicao dos habili-
tados seotenca que passou era julgado, nao sendo
mais licito traur.-se disto no curso da cansa, como
observa o venerando accordo ltimamente profe-
r lo : edo qu->, com effelio, nao se traiou precisa-
mente se nao na su.-lentagao dos ltimos embargos
que nao vieram mais ao meu conliecimenlo, por
fallar o Sr. Ja o de S, como embargante, em ul
timo l igar, e ltimamente na m-uuu de revista,
cm ii veinbro prximo passado, quando o veneran-
do a 'corda i que se uxeeula, e de que logo me oc-
copare, linha apreciado a iransacco da compra da
heranca em >eu just valor.
A ti ibilu i(So assim feta, e na qual, como se v,
nenininri particpacio tive, foi julgada por sen-
lenc i te passou eiii julgado : mesmo documento
n. I.
Isto o que consta dos autos c das pecas de que
apreseni i copia.-* ii os.
Agora Iratarei da ootra cauja de assignaco de
10 das, lambe-u pendeiiie na villa do Cabo, e na
qual nao funcciooei, que- a em que bouve o rece-
biiiieutu d embargos de D. Olida com condenv
naca.p, para pros guir_ordinanamente na forma da
le commercial, de que'firocedeu a escripiura que
se tratava de amollar.
All ei i advogado do Sr. tente-coronel Gaspar
Cavalcanti e Sr. Dr. Loit de Gerqueira Lima, pro-
motor publico e ajudaot do procurador fiscal; e
advogado de S. U. Bieber & C, o Sr; lose l'aui"
do Reg Barreta, colleetor das rendas provin-
cia s.
K" verda k que all a nahiliiagao do Sr. Gaspar
Cavalcanti foi contestada por embarcos a citac.io,
pelo digno Sr. Jos Paulo, mas os embargos nao
vi saraiu soirt a falla de pagamento do impostedc
sisa t meta: sisa, como se v dos mesinos erobar-
p i- que publico, fielmente extractados dos autos.
(Doc. n. :i.)
ni ii digno Sr. Dr. Ernesto de Aquioo Fonce-
ca, qu- era mi julz municipal do (-abo, julgqtr,
com ell no, improcedenie a habililacao, mas por
ouiro- ion lamentos, que nao o oe dio teiiem sido
sATisFeiTos o> MBUTOS KAGIONAB8, como falsamen-
te i --., do que uein se cogiiou, nem se iratou
em ii'n iiii.i! ilosdous processos de habililacao, nem
aqu n m
l. | ira preva de semelhnte falswlade publico a
.-'u!iic.i proferida pelo digno magistrado, a qnal
ii-i;, me .'\iraeiei dos autos. (Doc. n. 4J
Essa mesiha seulenya do Si. Dr. Aqumo foi re-
fono >da por aggravo pelo Exm. Sr. eooselbeiro,
presidente que era enio do mereussimo tribunal
do commerco, Pirmioo Amonio de Souza, e pela
sentenca que em cumprimento do provimento do
aggravo fui proferida pelo Sr. Manoel Joaquim do
Reg Barretto, como juiz municipal supplenle.
(Doc, n. 0 e 6.)
As-im julgado por deciso superior e Irrevo
gavel. habituado o Sr. Gaspar Cavalcanti, como
legitimo suocessor de l). UeeHia proseguio a causa,
que esta em grao de appellacao pendente do men-
tis-imo t'ibiinal do commerco.
Agora, que esla restabileeida a verdade, quj
taa- vrze? lem ?ido adulierada com o lim de se
me maullar, e nao sei que mais, vou recapitular as
eeasorai e accosaodes injuriosas que acerca des-e
negocio nos lem feto a imm c a meu irmo os Srs.
Sas, que nao se querera conformar com o papel de
vencidos, qner ua qualidade de advogados, quer
na minha qualidade particular de procurador liscal
da thesouraria provincial pelo crime de ser eu ad-
vogado contra o Sr. Joo de Sa e Albuquerque.
E* a que tem relacao com raeu irmo :
Que o contrato, (que foi aunulladoj foi recebi-
do pelo execuiado (o Sr. Joo de Sa) com a certeza
que Ibe deu sempre o Dr. Alcoforado de que o ne-
gocio era legal, e sobre elle nenhuma duvida pen-
da ; quando ja penda em juizo urna aeco para a
nuilidade da escripiura de convenio, ultima que
com a casa de Araiaogy celebraran! os credores,
que a linham demandado, accrio em que o Sr. r.
Jos Bernardo foi adtogado al o julgamento da
pi unen a insanci i, e i a mesma que se execnta.
Para mostrar a falsidade desle asserio, que o Sr.
Dr. Victoriano veio confirmar com a sua paiavra
autorizada basta referirme aos termos da escrip-
iura que meu irmo fez publicar no Diario de 26
do crrenle, que aqu irauscrevo, as partes mais
frisantes, e sao:
< Aos 7 de dezembro de 1864 comparecern! N.
O. Bieber A; C. e outros credores, e Joao de S e
Albuquerque e por aquelles foi dito : ... na escrip-
iura celebrada aos 3 de novembro de 1852.....
'i' a qual se tinka movido acato ordinaria de
" xullidade pelo juiz da primeira vara desta ctdade,
< -o que teruto sido julgada em favor d'eHes, pe-
' apprttacao na relacao...................
ta allegar (o Sr. Joo de S) ignorancia
fo. do tnformudo do que tem oeeorrtito acerca
esle. ci, das dtfficuldades comr os ceden, a* auestes que se tem suscitado e das
que se poderasn s'ujcjjsr Com herdetros. se sujei-
tou a todos os riscM e as contingenaias da aceo
de nutlidade ji-m-otosta e das que se poderem pro-
Por..........\......................
o que foi propostofe accetlo nos termos que ficam
indicados, para exfo fim Ihe deram longos pra-
xos
Agora pelo que me diz respeflo dizeo que, sendo
eu patrono dos ioleresses da fazenda provincial,
nao poda defender ubi contrat em que foi a fa-
zenda tesada.
c E no entretanto quando a fazenda foi assim
lesada foi eu o defensor desse contrat como advo-
gado. > Oidrio n. de 17 de dezembro.
E mais que.
Fecbei os oLbos para Dio eocbergar a detrao-
da$o do imposto nosNIocumentos que compulse! re, flcando-lhe porm os mesno; poderes era sua
urna e multas vezes, nosNjuaes assenta o direito do
raeu consttuinle para venclmntd de sua causa.
Diario n. de 21 de dezembro.
Do que expuz se v claramente, que nunca de-
fend o contrato de compra das herancas, que j
mais esteve em causa ou em duvida para firmar a
legilimidade da habilita$o do Sr. Gaspar Cavalcan-
ti, feita alias pelo Sr. Dr. Adelino, como cessiona-
rio de D. Cecilia, por motivo de defraudarlo do
imposto, o que s foi Sembrado como oltirao re-
curso da chicana.
Confesso que quei sorprehendldo quando vi al-
legar semelhanie materia, lendo lembranca de
nunca ter sido posta em duvida a legitimidade dos
ttulos do Sr. Gaspar Cavalcanti no processo da
habilitaceo que se procedeu perante a relajo, que
era o competente para nelle se tratar da legitimi-
drde das partes e dos ttulos com que se apresenla-
vam.
forja e vigor : do que assiguaram o referido p/oeohrdof e as teste-
munhas mencionadas. Eu Antonio Igotcio de Tor-
res Bandeira, escrivo de apnellagdes, e. Rodolfo Joao Barala d'Almaida.Joo Vicente de
Torres Bandeira.Jos Perej Campello d'Almeida.
Seguein-se os artigos de
pelo advogado Dr. Adelino
offerecidos aos 14 de maio
com vista ao advogado d
contestados pela seguinle
liablitacio assignados
nfoflio de Lana Fretre,
1859, os quaes, Indo
Sr. Joao de Sa; foram
rma Contestando os
artigos de habilin?o a fl.,/diz Joao de S e Aibu-
querqae pela raaneira segujote :
E. S. C.
P. Que, depois que se mandn proceder a' ha-
bilufSo dos herdeiros da finada D. Cecilia Catna-
rina do Monte Sinay, os appellantes O. Bieber
\ C, Jos Antonio Pinto, bernardo Antonio de Mi-
randa e outros cederam t iraspassaram ao comes-
Foi ento que recorr aos autos para ver se, cm tanto todo o direito que a elles fura conferido pela
efleito, d'elles constava alguma cousa quo podesse escripiura de hypolheca.r le com elles se celebra-
aulorisar lio negra calumnia cora referencia aos, ra era 28 de seterabro ( e 1848, e pelo qaal se
documentos que foram offerecidos para habilitar o' Ibes conceda oceuparen o engenho Aratangil e
Sr. Gaspar Cavalcanti. delle servirem-se; bem co no dos escravos menco-
Achei o que deixo expendido ; Ii as escripturas nados na dita escripiura ara irabaltiarem e tira-
do compra da heranca, e nellas encontrei que a rein safras por espaco de oze aonos, ou por quan-
to fallada defraudac.au do impost de meia sisa los fossera uecessarios paia seu iutegral pag^men-
dos escravos comprehendidos na herauga eslava to, eicrptura junta : assin P. que nao os apqel-
em todas ellas justamente acautelada, nao estando lanles, mas sim o cont lante a parte legitima
o imposto por modo algum sonegado, como falsa-1 nesta causa, e com qoem leve a mesraa proseguir
mente se afilrinava. ', e.'n Sflds termos, ao que a cresce lar o coulesiante
Eis aqu o que se diz em urna dellas, cora rea- sido pelo appellano constituido procurador em cao-
cao aos direitos nacionaes para acantelar o seu pa- sa propria. /
gamento no tempo devido. Nesies termos P. quel segundo os de direito, a
c Cumpnndo declarar em tempo ficar a cargo qresente contestaco dere ser recebda e julgar-se
do comprador a indemnisacao tanto da fazenda pa- provada para o fim de noseguir a presente accao
Mica como da provincial, relativamente a sisa e coi o contestante e nao com os credores seus ce-
meia si-a dos bens de raz e dos escravos compre- dentes. I
hendidos as vendas das referidas herancas d'a-, F. P. e C
\quelles casaes ao tempo das partilhas dos inventa-! Anlonio Joaquim de Jloraes e Silva cora um do-
! i ios dos mrsmos pendentes pelas justicas da dita cumenlo.
| comarca do Cabo, em confonmdade do aviso de 5 E logo em spguida f
de maio de 1851. (Doc. n. 7.1 agost de 1859 os aulo
E esta clausula esta' comida em todas as oq- geral, em vista do desp
zendo o escrivo aos 4 de
com vista ao Dr. curador
cho do deseinbargador juiz
relator, olereceu este i os 3 de selembro do mesmo
ote :
tras.
Ja se v, por tanto, que aoode ha cautela nao anno a promocao segu
pode baver sonegacao, defraudarlo, ou lezao do Tendo fallecido D. (ecilia por quem, como de-
unposto. mente, fuuccionou nes|es autos p meu antecessor, e
Preteudeu se d monstrar que o aviso nao tem sendo hoj.? o contest
applicaco para ocaso, porque a heranca tinha sido Jos Francisco Riber
avahada, nao s urna como duas vezes, chamando- lem cessado o meu o'
se avaliacd a estimativa que se fez do quinho bendo apenas correr
hereditario que se venda para determinar o preco vaicanti como cessio
que cada herdeiro receba pela parte que vendia, cilia e Jofto de Sa' co
estimativa ou prego sem o qual nao era possivel a Este egregio tribunal
venda da herauca, que eslava dependente do In
ventano e da avaliaco judicial, tanto assira que
as escripturas se diz, que e.-sa estimativa nao
obrigava a reclamacao alguma se maior ou menor
valor fossem dados aos escravos no inivmorio]
Accresce que o veuerando accordo que se exe-
Hecife, 25 de agosl
Subiado os autos a
foi Dalles profeiido
Accordo em rea
gos de habililacao a I
le eessiouano do casal de
de Souza parece-me que
ci na prsenle causa, ca-
habililaco entre Ga:par Ga-
rio dos herdeiros de D. Ce-
rno cessionano dos credores.
melhor julgara'-F. J. e C.
de 185.
Joaquim de Souza Reis.
coucl^o aos 4 de selembro
seguiule accordo:
o ele. que recebem os arli-
200; a parte iuteresssada os
querendo.
cuta, publicado no Diario n. 291, de 20 do corren- contrare ou confesse
te, explica essa irausaeco, e Ihe da seu juslo va- Itecife, it de outut ro de 1839. Leao, presiden-
lor. le.Figuera de Me
Diz o mesmo accordo : mes.
3., porque nao existe o absurdo allegado de E assim fazendo o escrivo os aulos cora vista ao
t ter o embargado dado em pagamento aos vende- Dr. Adelino A. de Liaia Freir aos 27 deoutubro
dores escravos da mesma heraniu comprada, do mesmo auno ulfeie^eu elle aos 16 de dezembro
t pois o ^iie je vi e consta das respectivas escrip- a promocao seguiule
t turase que os vendedores (carato com escra- Fial juslilia;Ai/Wi'r o Antonio de Luna Freir.
ros ptrtencentes heranca, o que equivale ludo os aulos com v
venda dos bens herdados com exclusao desses es- se elle o seguinle
cravos. Cabe julgar os hbil
E se o imposto era devido pelos outros escravos de direito.G.
que o comprador tinha de recebar pela compra Recife, 29 de fevere
que lzera da heranca, que nao os declarados em ral Joaquim de Souza
poder dos vendedores, que com elles liearain, cabe
enio e tem perfeita applicaco o aviso de 5 de
maio de 1831, devendose smenle pagar o sello
proporcionalReg. do sello, art. 7, n. 6licando o
la ao Dr. curador geral dis-
taudos habilitados na forma
ro de 1860O curador ge-
tels.
Aos 17 de marco su mam os autos a conclusao,
e nelles se profeno otecurdao seguinle :
Accordo em relacao etc., que julgam provados
os artig s de habilitado de fl. 162 e de II 200, vis
pagamento do imposto para conclusao do inventa- tos os autos, e a nenliima opposicao dos habilitados
fiso, e se e do curador geral d? orplios e conseguintemen-
rio e entrega dos bens, como manda o av
declaren na escripiura.
Repito, nao advoguei contrato algum <"n que a
fazenda fosse lesada, ou fosse parle; e o deixo de-
m nstrado por modo Irrecosavel, mas se a juntada
dos documentos para habililacao do Sr. Gaspar Ca-
valcaote, os quaes cuuiiuham" a devida clausula da
cautela do pagamento do imposto, offencidos pelo
Sr. Dr. Adelino, como advogado do Sr. Gaspar
Lavalcaote dorante a minha ausencia eonstltoe
crime, e imporia l-ir-se fechado os olhos para nao se
habilitados, alira de que cora
causa os seus devidos ter-
te os habuitaudos p
elles corra a presen
mos, como manda
Recife, 20 de ma/co de 1860.-Leab presidente.
Figuera de Mello. -Silveira Giliraua. L.
Santiago.Silva Gimes.
Diz Gaspar CivJicanli de Albuquerque l'choa
que nos aulos de alpellaco em que litiga com Joo
de Sa e Albuquerque e ;\. O. Bieber e oulros, ten-
do o advogado o Ur. Luna Freiri utilciado nos au
ver a defraudago e a leso da fazenda provincial tos por parle do sjipplicaule por achar-se ausente
n'esses documentos em que se nssentou o direito do o sfiu advogado o (>r. Cypriaoo Fenelon Guedes Al-
Sr. Gaspar Cavalcanti, euto forga eoofessar que coforado, que de [presente se acha nesta cidade,
lambemos liveram fechados: 1. o tabelho que por isso o supplicnte requer a V. S. que se dig-
passoo as escripturas : 2." os advogados do sr. ne ordenar que o/escrivo coulinue a (azer os au-
J iao ile Sa, quenaoinpugnarain a habilitco pela tos com vista por/parte do supplicnte ao referido
Dr Kenelou, ou>
Pede a V. S.
dor It. J. Barata
Como requer.
Recife, 21 de aliri
nullidado de semelhaote f.iits, antes coofessarara a
legilimidade e legalldade de?ses ttulos na habilila-
cao ; o que eertamente nao escapara a perspica-
cia e zelo dos digno.; advogados, os -rs. Dr. Moraes
e Silva e Jos Paulo : 3. o Sr. Dr. Cetquelra Lima,
que era fiscal da fazenda no Cabo e promotor pu-
blico : 4. o rrui digno Sr. Dr. Ernesto d'Aqmno
Fonceca que julgou a habilitacn improcedente por em direito, dizeraj
oulros motivos que nao este : 5. o Exm. Sr. con- ^ (J
selheiro Firmino Antonio de Souza que julgou legal de Albuquerque
a referida habilitco a legitimo successor de I).
Cecilia o Sr. Gaspar Cavalcante : 6. es Srs. de- p. e consta
o seu advogado.
eferimento.E. R. M.Procra-
le Ameida.
Por embargos
de I8ti0. -Figneira de Mello.
BbCCMEXT N. 3
i citaco a II, ou como melhor for
como embargantes N. O. Bieber
contra o tekente-coronel Gaspar Cavalcanti
Jchoa e sua mulher o seguinte :
E S. C.
autos terem os embargados
os
-embarga.lores que julgaram por sentenca a mes- citado aos emba ;antes para serein habilitado* co- |
ma habililacao no tribunal da relacao : 7." os dig- mo compradore
nos Srs. de.-embargadores que proferiram osqua- Cecilia Latra in
tro accordos constantes dos aotos (reconhecendo- na Salusliaoa de
se lo ultimo (jue os escravos eslavam excluidos da cao rte assigoaga
venda da heranca), os quaes, uns pelas leis lis-
caes e outros pelo interesse das parles deviam, tan-
lo como eu ou o Sr. Dr. Adelino, enchergar ah a
defraudaco do impo-to, se ella houvesse, art. 21
do ileg. ii. 151 de II de abril de 1842 ; o que prova
exuberantemente que lal defraudaco nao existe.
lo que tenlio exposio e demonstrado resulta que
sem fundamento algum a arguicilo, nao sendo duzr -tfF;ito v
possivel que tantos errassera ; nao devendo esqne- sem validlo
das herangas das filiadas DD.
do Monte Sinay, e Calhari-
Vasconcellos Bourboo, isto a ac-
de dez das, que os embargan-
tes, e outros creUiires moveram contra a primeira
finada, quando wva.
P. que os embargados nao podem estar em juizo,
e muiio m-mos er julgadus habilitados na presen-
te accio, como ucces?ores d 's lierdeiros das ditas
finadas; nao por que os ltalos que apre-
sentam sao irrisorios e como taes nao podem pro-
lid i; como que anda quando fos
no negamos, nao podiam os embar-
cer-se que o inventario eslava ja comegado no Ca- gados ser juliados habilliados na presente accio.
ho ( documento n. 8 ) aonde era compleme para p. qnc em/direito dvem ser citados ledos aquel-
proraover a eobranoa do imposto o agente fiscal lesa quem of negocio tuca, o sendo muitos os ere
respectivo, o Sr. Js Paulo do Reg Brrelo, dores, comoKonctt dos autos, apenas foram cita-
diguo colleetor das rendas provinciaes e advogado dos os emb.ygantes : sendo que de semelhanie fal-
do Sr. Joo de Sa, que all funecionou em autos ta resulta n(llidade insanavel.
aonde igualmente se fez a habilitco do Sr. Gas-
par (Cavalcante com as mesmas escripturas.
E, purtanto, lica a toda luz demonstrado :
I." Ser falso que eu defetdes-e ou patroeinasse
conlratos em que a fazenda publica provincial era
lesada, ou fosse parle.
2." Ser falso que por motivo de semelhante le
sao fosse a habililacao do Sr. Gaspar Cavalcanle Cabo os be
P. que erJlre os herdeiros que venderam suas
herancas arfe embargados, figurou urna orpha, e
o procedimnlo, que se praticou para obter-se a
lieeoca b c-Jebrir-se a permuia, que. se Id a fl. e
nullo ; viste como sendo aquella orpha pertencen-
te ao juizo lo Caoo, em cujo territorio fallecen sua
av e bisav i de qoem herdeira, e existindo no
julgada improcedente no Cabo.
Coiento-me por agora com esta demoosiraeo,
e abstenho-me de commentarios, que os deixo a
quem me ler; bastndome oppu> factos s inju-
rias e calumnias com que pulidamente se me res-
ponde.
Recife, 26 de dezembro de 1863.
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
Documento n. 1.
nos autos,
nomeado c
competenlt
se sabia,
pago o se
do isto acc
nam nullo
s, onde anda neje existem, como se l
j se tendo dado principio ao inventario;
rador e tutor da dita orpha, mani-
fest que riao poda o juiz deorphos de Rio For-
moso inter'ir ou (jonceder tal licenga por ser in-
alm do que nao exista partilha; nao
ois q,anto pos=uia a orpha ; nao foi
do quinho hereditario ; e alm de tu-
escem outras irregularidades que tor-
ementante contrato, como em lempo de
lilm. Sr. inspector da ihesouraria. O bacharel direito seral sustentado.
Cypriano Fenelon Guedes Alcoforado, procurador P. queoiatroooexadverso.que assgnouos arts.
liscal desta tltesouraria, precisa a bem de seu di- de nao o poda fazer por ser curador da orpha,
reito que V. S. Ihe mande certificar se no anno de de que tratamos.
1859 o supplicnte esteve gozando de licenca fra P. que teddo a finada D. Cecilia, sido demandada
do impeno. Pede a V. S. deferimento. pelo debito d|e fl. fora condemnada a pagar, da qual
Certifique. Thesouraria provincial de Pernam- sentenca-jecprreu para o tribunal da relacao, e ah
buco, 28 de dezembro de 1865Silva. Ihe fra denegado provimento; como se v nos au-
que se celebrou
cando paralysada
a escripiura de fl.
a acgo proposta ;
a pro-ciar na acgo intentada,
mencionados herdeiros, propondo orna
idade a' aquella escripiura, obtiveram
Km cumpriraenlo do despacho supra, certifico tos: depois
que, revendo os documentos de licencas concedidas 105 a 107;
aos empregados desta thesouraria, del les coosla e sem que sjja nuliificada por acgo competente
que o supplicnte obteve por portara da presiden- aquelle novo contrato, nao podem os embargantes
ca de 14 de Janeiro ne 1839, seis mezes de licenga ser coagidos
com o respectivo ordenado para tratar de sua sa- P. que os
de fra do imperio, devendo entrar no gozo da acgo de ou
mesma liceuga no da lo do mesmo mez, e por ou- seotenga codlra, e esta sentenga passou em julga-
tra porlana de 11 de jultto do mesmo anno resol- do, pelo que se acham os embargantes no goso da-
vea a mesma presidencia prorogar por seis mezes quelle cootr to, e mantidos no engenho Aratangil
a licenga que Ihe foi concedida por portara de 14 por senteng; deste juizo.
de jaueiro, para tratar de sua sade fra do irape- P. que os embargantes e mais credores nao po-
no, com vencimentos na forma da le. E para dem buje fal ar em questo alguma acerca do con-
conslar, eu Francisco Geraldo Moreira Temporal, trato de que fallamos, por terem cedido todo seu
Io escripturario da 4' seceo da thesouraria pro- direito a Jo i de Sa' e Albuquerque sem maigrgs-
vincial de Pernambuco, passei a presente, aos vin- ponsabilioad, e este Albuquerque nesso cor-
le e oilo das do mez de dezembro de 1865.O con
lador Antonio Cardozo de Queiroz Fonceca.
Documeolo o. 2.
O tenente-coronel Gaspar Cavalcante d'Alhn-
petenle para fallar em juizo alai respeito.
Nesles ler tos.
P que, se undo 05 de direito se deve receber os
presentes en U*rgos por contestago e proseguir se
querque Ucha nos autos de appellacao em qne II- nos termo? ( o decreto o. 737 de 25 de novembro
liga com N. O. Bieber & C, e ootros, tendo de de 1830, pana' final se julgar nulla a acgo men-
continuar vista para prosegulmenlo da caui_ao lada, e os ei bargados por nao habilitados, sendo
advogado do supplicnte que era o Dr.Cypriano.Pe
oelon Guedes Aicooiado nao estando neslifctdade,
requer a V. Exc. que o esenva,'OTIS'e Bandeira,
sobstabelega a procurago por parte do seu pro-
carador Rodolfo Joo Barata d'Almeida no Dr. Ade-
lino Antonio de Luna Freir. Pede a V. Exc.
lllm. e Exm. Sr. desembargador juiz re a tor assim
Ihe defira. = Rodolfo Joo Barata d'Almeida, pro-
curador. .>a forma requerida. Recife, 12 de
abril de 1859.-G* Sobstabeleeimento da procurago de fl.
Aos 12 de abril de 1859 nesta cidade do Recife sado eom D. Jandida Habellode Vasconcellos Bour-
de Peroambaeo em meu escripterio perante mim e, boa, de D. E nilia Salusliaoa de Vasconcellos Bour-
eo presenga das testemushas abaixo nomeadas, hon, casada om Bernardioo Jos Arantes, de D.
djsse o sollicitaier Rodolfo Joao Barcia d'Almeida [ Clara Seven na de Vasconcellos Bourboo, casada
que sabsubeleeta a procuracao de seo rastituinte com Antonio Pereira Guimares, de D. Ignec Leo-
Gaspar '".a val jante d*Albuquerqoe Ucha supra poldna de \ aseoocellos Beorboo, casada com Ma-
mencjoiiado no Dr, AdeJino Anlonio de Luna Fre- noel Vicente de HoJIanda Caralcanii e da menor
condemnado Das cusas.F. P.
(Assigoado).Reg.
Com os documentos de fl e mais um documento.
DOCUMENTO N. 4.
Vistos ests aotos, etc. Julgo improcedente lia-
bilitago a fl proposta pelo tenente-coronel Gaspar
Cavalcanti i 9 Albuquerque Uchda, e sua mulher
D. Kranclsc: de Assis Cavalcanti UcbSa, para, co-
mo cessiona ios de Antonio Mara de Vasconcellos
Bourboo, ca ado cora D. Mana Theotona da Con-
! ceieao, de Ji s Mara de Vasconcellos Bourboo, ca
GaWa'ritaa Salus*.Ba de Vasconcellos Bourbon,
1 ae hoje reprew.nia sua mal Olrwrma Jalus-
| liana de Vasconcellos Bourboo, casada que foi cora
o mesmo Manuel Vicente de Holanda Cavalcanti,
proseguir nos termos da presente causa, porquaa-
(o dos autos constando a fl. 3 e 19 que foi ella pro-
movida pelos negociantes N. u Bieber & C, Ber-
nardo Antonio de Miranda, Jos Francisco Ribeiro
de Souza e Jos Antonio Piulo, apenas foram cita-
dos aquelle? N. O. Bieber & C, como se v a fl.
57 v., a*m de qoe a vista do documento a fl 118,
resoltaquu os mesmas cederam e trespassaram
os seos direiios credilorios, provados pela escrip-
tura de fl. a II. a Joo de Sa' e Albuquerque, o qnal
hoje oessoa compeleole para com elle correr
este feilo.
Accresce mais qoe nao estando a habilitago ex-
ceptuada pelo art. 23 j 1, 2, 3 e 4 do reglamen-
to o. 737 de 25 de novembro de 1850, de ser pro-
posia sem couciago, deve, se entender compre-
hendlda Da regra geral do mesmo art. 23 do cita-
do regulamento que aexigetanlo mais quanto ella
coo.-titue um verdadeiro processo, e por isso care-
ce do meio conciliatorio; sendo que por esta e
aquella pretengo de formulas substanciaes labora
em nnllidades iosaoaveisart. 672 2 e art. 673
>j I e :! Je accordo com os arls. 22 e 24 do titulo
nico do Cdigo Commercial.
Sobreleva anda que sendo o procurador dos ha-
bilitantescurador da orpha Catharina Salusliaoa
de Vasconcellos Bourbon, nao devla figurar oeste
processo por parle dos habilitantes : quando pode
ser ouvido acerea dos uteresses da dita orpha,
que parte ueste processo, de cojos direitos elles
se dizein igualmeute cessionarios; pelo que fra
de duvida ser Ilegitimo o dito procurador, e por
isso nao Ibe cabe por elles representar Ord. I. 3o
Ul. 28 2 I. 4" tit. 25 ; nullidade esta, que sendo
argida nos embargos a fl. 116 v. e influindo pode-
rosamente sobre os actos posteriores do mesmo
processo, pronuncio como osupprivel nos termos
dos arls. 675, 676 do regulamento n. 737 de 25
de novembro de 1850.
Paguein os habilitantes as custas em que as con-
demno.
Villa do Cabo, 17 de julho de 1837.
(Assigoado.)Ernesto de Aquino tornera.
DOCUMENTO N. 5.
Vistos estes autos de/aggravo, etc. Aggravados
foram os aggravantes Gaspar Caval anii de. Albu-
querque Ucha, e sua- mulher com o despacho fl.
48, julgando improcedente a acgo proposia pelos
fuudamentos no mesmo despacho exarados; por-
que anda que deixassem de ser citados alguns in-
dividuos que promoveram a causa, nao esla cir-
cumstancia causa justa e legal para serem regeia-
dos os embargantes como cessionarios de Nicolao
Olio Bieber, lanto mais que as cirtidoes II. 159 v.
e fl. 6u provain o contrario, e sero habilitados os
que deverem ser partes e o forera na cau-a. Alm
disto o art. 409 do reg. n. 737 de 25 de novembro
de 1850, autorsa o cessionario, ou subrogado a
proseguir na execuco sem habililago.ajuolando o
Ululo legal da cesso ou subrogago. E nem a ha-
bilitago, um incidente da causa, pode ser confun-
dida com a materia e a questo principal, que se
tem querido confundir. Pelo que dando provimen-
to ao aggravo, mando que o juiz aqui reforme o
seu despacho pelo qual julgara mprocedeule a ha-
bilit'jgo promovida pelos aggravantes : coudem-
no os aggravados as custas.
Tribunal do commerco de Pernambuco, 13 de
agosto de 1857.
(Assignado.)5ouza, presidente.
DOCUMENTO N. 6.
Em cumprimenloda seutenga de lolh's, reformo
i a sentenga deste juizo de foi has 136 a 137 verso, e
julgo habilitados Gaspar Cavalcanti de Albuquer-
| que Ucha e sua mulher, para proseguirem na pre-
' sent causa defendendo elles seus dreitos como se
os proprios herdeiros fossem ; e condemno os em-
bargantes as custas.
Villa do Cabo, 23 de setembro de 1857.
(Assignado.)Manoel Joaquim do Reg firreto.
DOCUMENTO N. 7.
Escripiura de venda de heranga que faetn o ca-
pito Jos Mara de Vasconcellos de B lurbon ao
tenente-c. rouel Gaspar Civalcanti de Albuquerque
Ucha, como abaixo declara se.
Era Dome de Deus amera, saibam quantos a
prsenle virera que no anno do Nascimento de Nos-
so Senhor Jess Christ de 1833, 34 da indepen-
dencia edo imperio do Brasil, aos 21 das do mez
de novembro do dito anno, em as casas de. vivenda
deste engenho Quitinduoa sito neste termo de Se-
riuhem da comarca do Rio Formoso da provincia
de Pernambuco, onde eu tabelho a chamado fui
vinJo, compareceram parta presentes, contratan-
tes, esti|iulantes, outorgantes e aceitantes, de urna
como vendedor o capito Antonio Mara de Vas-
concellos de Bjurbon, e da outra como comprador
o tenente-coronel Gaspar Cavalcanti de Alhuquer-
que Uchda, proprietario do dito engenho, e no mes-
mo morador, e aquelle morador na cidade do Re-
cife de Pernambuco, ambos condecidos de mim ta-
bello e das lestemunhas adianto nomeadas e as-
signadas pelos proprios de que se trata do que
dou f.
E logo pelo vendedor dito capito Jos Marh de
Vasconcellos de Bourbon, fui dito em minha pre-
senca e das mesmas lestemunhas que elle, na qua-
lidade de herdeiro de sua fallecida av 1). Cecilia
Catharina do Monte Sinay e'de sua mi a fallecida
D. Calharina Salu-tiana" de Va-concellos liarte,
casada que foi em segunda nupcias com o tambera
falljcido Manoel Pereira Guimares, tambera her-
deiro de sua fallecida irni i Flava Prudencia de
Vasconcellos Bourbon, inclusive a heranga da mes-
ma no mvenlaiiopelo falleciraenio de seu pal com-
muui J)? Mana de, Vasconcllos Bourbon, que
consta ser da quantia de 8375195 rs. uo valor do
engenho Cau.vlla sito uo termo da comarca do Ca-
bo, se acha justo e contratado de sua livre v.mtade
e sem o menor constraogiraento de pessoa alguma,
vender, como de facto pela prsenle ven I; e ven-
dido tem de hoje para sempre, dita? sua* herancas
i cima referidas, ao comprador dito tenente-coronel
Gaspar Cavalcanti de Albiquerque Ucha, pelo
prego e quaoiia de 16:0005, por conla de cuja
venda declara elle vendedor haver receido a quan-
lia de 5:2305 provenientes de 11 escravos perten-
; cenes ao casal da sobredlta sua av, por eile ven-
; dedor vendidos a diversas pessoas, os quaes foram :
1 Andr, Angola, pela qaanti de 5005, l'ambiribire,
: pela quantia de 400, Angelo, tilho de Caelaoo,
i pela quantia de 3505, Brgida, pela quantia de
! 6u05, Domingos, filho de Maravilha, pela quantia
1 de 4005, Francisca, lilha de Rita, pela quantia de
li'i 15, Sophia, lilha de Autooia, pela quantia de
' 40J5, Simplicio, pedreiro, pelo quantia de 8005,
Narciso, Bino de Brgida, pela quautia de 1005,
Ventura, fiho de Paula, pela quantia de 4005 e
Veriano, filho de Antonia, pela quantia de 7005,
cujos valores prefazem a quantia cima de 5:205,
assim como declara havor recebido do comprador
da acgo in soluiura por couta da mesma venda a
quantia de 8:5305, nos valores contratados de 16
e?cravos uo poder delle veudedor, quaes sao : An-
gela, tiln de Caelana, no valor de 8005, caetano
da Costa, no de 6005, Firmiua, lilha de Gertrudes,
no de 1:0005, Josepha, lilha de Justina, no de
4005, Mana, molatiuha, fiiha de Severini, no de
7005, Mara, filha de Brgida, no de 3005, Pedro,
filho de Severina, no de 1:0005, Severina da Costa,
, oo de 3005, Theodoro Cardo, no de 4005, Theo-
tonio, filho de Ventura, no de 7005, Theodoro, fi-
lho de Brgida, no de 4005, Vicentina, filha de Ge
1 noveva, oo de 6005, Epiphania, no de 2005, Al-
| berlina, no de 505, Juliana, no de 5009, Emeren-
! ca, no de 6004, cujos valores prefazem a referida
; quantia de 8:3505, declarando mais haver recebi-
| do do mesmo comprador a quaniia de 2:2005 em
moeda correle, quaoiia esia que com a dos es-
i cravos por elle recebidos da acc jo in solutum pre-
| fazent a de 16:0005, importancia da ven Ja de suas
| referidas herangas, e em consequencia do que se
1 ha por quite das mesmas para o comprador na
i conforraidade do cima referido, cumpriodo com
! todo declarar elle vendedor, ficar obrigado para
eoaya fzeuua publica provincial, pe' raeja siza
i correspondente aos valores dos escravos recebdos
por elle da acgo in solutum em pagamento desta
mesma venda de herangas de que se trata, ao tem-
po da panilha do Inventario da dita sua fallecida
av, que teve comego pela justiga da comarca do
Cabo, avista dos valores que nelle tiverem os refe-
ridos escravos, seodo isto de conforraidade eom o
aviso de 5 de maio de 1851, e nao obstante os va-
lores dos referidos escravos ora estipulados no pre-
I seqle contrat, devero subsistir entre elles con-
' tratantes e contralado, quer fossera elles ou estejam
1 avahados naquelle inventario, por maiores ou me-
i ores quanlias, e por isso sem que possa exigir ou
reclamar cada um do ouiro cousa alguma por dif-
{fereoga que possa haver dos valores dos mesmos, >
\ e nesta conhrmidade pelo vendedor foi dito que a
I vista do expendido, demittindo de si todo o direito
I e dominio, uso o fructo e rendimentos que tinha e
poda ter oas suas referidas herancas vendidas,
ludo transfera na pessoa do comprador, para as
arrecadar como pessoa legitima, que fica seodo, e
possui-las como cousas suas, que Ihe ficam perten-
ceodo, e gosar de todos os usos fructose rendimen-
tos das mesmas, podeodo para isto requerer seu
direito em qualquer juizo ou tribunal e mesmo oo
de revista, se oecessaro fr, e mesmo representar
em quaesquer quesloes pendentes, bem como na
1 que pende perante o tribunal da relago da pro-
vincia, relailvameule a redoras que (Miera ser rt,
casa fallida do cima referido Manoel Pereira Gui-
mares k C. involvenlo o casal de sua falleca
av, e as dentis que possam haver e susc;iiar.sei
quer na qualidade de autor, quer na de re0i mxi-
me a respeito da ultiroago daque'iie aventario e
do casal de sua fallecida m3', pelas mesmas jusli-
ca do Cabo, e filialmente a respeito do ingresso do
mesmo comprador no engenho Aratangil perlen-
cente ao casal dr. mesma fallecida sua av e da
pos- e e dominio do mesmo. quer para com aquelles
que se julgam credores deste casal, quer para
eom Joo de S e Albuquerque, que intrusa,
atteutatoriamente e por cobtratos com aquelles de-
nominados credores, evidentemente nullos, se acna
na posse e dominio do referido engenho Aratangil.
DOCUMENTO N. 8.
O coronel Gaspar Cavalc.anti de Albuquerque
Ucha e sua mulher, precisam que o escrivo
Araujo, revendo o inventario de D. Cecilia Caihari-
na do Monte Sinay, Ihes d por certido quaes os
i herdeiros descrilos no rae.-mo inventario, quando
| foi elle principiado, e a dala do fallecirceuio da
: mesma D. Cecilia.
P. a V. S. Sr. Ur. juiz municipal desia comarca
; deferimento E R. M.
D. Cabo, 29 de abril de 1856.Aqumo Fon-
seca.
Manoel Jos de Sanl'Anna Araujo, segundo tabel-
lio, etc., etc.
; Certifico que revendo o inventario do casal de
D. Cecilia Catharina do Monte Sinay, delle "consl.
pelo juramento do inventarame, que D. Cecilia
fallecer a 25 de junho de 1854 ; teve principio o
inventario a 18 de selembro do mesmo auno
(Segu a declarago dos herdeiro?.j
ORD. N. 118.
Joaquim Jos Rodrigues Torres, presidente do
tribunal do ihesouro nacional, aliendendo ao que
represeniou o conselhelro de estado procurador fis-
cal, sobre a necessidade de remover as aovillas
que occorrem a respeito do pagamento da siza,
meia siza e sello proporcional dos contraios de
comprae venda de direito e acgo de heranga, cujo
valor nao conhecido ao lempo da celebrago dos
mesmo? contratos, e conformauio-se cora a opinio
'do mesmo conselheiro de estado procurador fiscal,
declara quanto ao pagamento da siza e meia siza,
| que sendo applieavel o que dispoe o cap. 4 % 15 e
cap. 45 dos artigos das sizas, devera averbar-.-e
! com as declarages necessanas a summa de taes
contratos na? estages flseaes, cobrando-se depois,
' quando se vefifleer a entrega dos bens, as quanlias
; em que mportarem os imposlos ; e quanto ao sello
proporcional qu sera o do prego da compra, de-
vendo restituir-se o que dentis se liver pago quan-
' do na entrega dos beus se conhecer o valor dos de
raz de que nao devido sello. Thesouro nacional,
era 5 de maio de 1851, Joaquim Jos Rodrigues
: Toit.
Manoal dos Feitos da Fazenda cap. 3o Siza e meia
sizaj 329 Nao divida siza a. 13Da venda da
heranga antes de liquidadanota 1106Ord. n.
148 de 5 de maio de 1851 : caso em que se aver-
na na estago competente para ser paga em tempo
opporiuno.
y
CORRESPONDENCIAS
Srs. redactores. Em o peridico firdem de 19
do corrente mez de dezembro vem .urna publica-
I gao contra mim sob o pseudonyir.o Carrapicho.
EsUu prompto a dar a resposia de que se faz
| merecedor aquelle, que mascara se para lerir me.
O mascarador meu conhecido e por isso s Ine
. direi a devida resposta, quando a diatrbe concluir
com o nome do aggressor.
Nao sendo assim, nao perco o meu tempo em
.chamara responsalidade o autor da poblicaco, por
I que esion certo, que me ha de apparecer um mi-
i seravel testa de ferro, a quera eu desde ja per-
doare.
Tapera, 29 de de;emhro de 1865.
Joiio Cirios Bezerra avalcanli.
Senhores reductores. Em cumprimento ao dever,
que nos impozemo?, quando tratamos dapriso itle
gal e arbitrara do alferes do 3" balalho da guarda
nacional, Adriano da Silva Paria, que linda preso,
responde a eonselho de disciplina, vimos dar couta do
oceorri Jo, em as duas ultimas ses?s, que tem feilo
o mesmo eonselho.
Incrivel parecer a narrago fiel di qoanto, infe-
lizmente, se nasSon nessts duas sesses, de que
foram lestemunhas um boa parte da nossa socio-
dado e da coTporacao a qu i nertence esse ollicial, e
da goal gosa a mais decidida Bympathia pelos seus
honrosos precedentes ; entretanto a sua poblicida-
de e o teslemunho de todos, quantos [orara presen-
tos a tao re|iugoinie espectculo, responderam pelo
que passamos a expdr.
Deferido o juramento do estylo a I* testemunha,
o Sr. Itaymuii lo Orlos Lelte, pretenda o Sr. pre-
sidente do eonselho inquirida, quan.lo ju?la e bem
entendida reclamago foi feita pelo advogado da
defeza, que fez seuiir a irregularidad de um tal
proceder, que estiva fra das atlribuig-s das
presidentes de cooselho>, visto fazer parte do eon-
selho um Interrogante, originndose d'ahi urna
discusso prolongada, em pura perd d-; lempo,
oo sendo atteudida tal reclamago, por quanto a
inquinco da tesiemunha fez-se em paite pelo
interrogante, em parle pelo presl lente do eonselho
e em parle pelo mesmo Interrogante, por indica-
coes, porm do presidente ; sendo que as pergon-
tas eram feilas sempre de modo, que as resposta?
licavam ab initio prevenidas.
Desconhecemos esse modo de inquirir, e mais
anda que e-sa atiribuigo comp ti aos presideotes
de COOselhos de disciplina ; e se bem que ouvisse-
i mos justificar esse procedimento aHegando-se ira-
possibilidade inielleclual, recoohecida, por parte
do interrogante essa jostiffcago nao pode ser ac-
eeita, quan lo se ltenle a necessidade di boa es
Icolba para laes cargos, o c|u- nao sena difil-il de
] dar-se em unta corporaco, onde nao possivel de
: crer-se, que baja grande falla de cabegas, que sai-
, bam inquirir.
1" verdade, porm', que serias Jillieuldades op-
pozeram-se a organisago desse eonselho, porqitan-
to muilas suspeiges se averbaram. em quanto nao
se arraujou esse, que ora fuocciooa.
0 depoimeuio da estemunha arrancado e prodo-
zdo, por assim dizer a suores, em uada desabona
aquelle, contra quem se esperava fosse prodozi-
do; delle se deduz claramente a provocago inju-
riosa, que, por parle do Sr. lente coronel Seve,
foi dirigida pubbcameute ao Sr. alferes Paria, que
to diguameule soube repelli la, como opportooa-
raente se ver quando tralarmos da analyse do
processo.
Subinos entretanto o pasmo de ponto ao vermos
a maneira inconveniente, porque se houve o presi-
dente do eonselho por occasio de coniestar-se a
testemunha.
Importando essa conleslagao um protesto contra
o modo,porque havia sido produzido o depoimento,
nao permeltio o presidente que fosse concluida a
contestago, prohibindo, dominado de urna altera-
gao, que nao podemos qual ficar, a nao querermos,
como nao queremos, suppr de sua parte urna
parcialdade a toda prova, que o secretario a es-
crevesse, sendo que grande foi o seu desaponia-
menlo, quando ouvindo ao promotor, osle prooun-
ciou-se contra tal procedimento, o que cuslou-lhe
formal advertencia.
Nao ficou porm ahi.
Requerendo o alferes, por escriplo, qne, ouvido
o promotor, se mandasse abrir espago a cracluso
de sua contestago, foi iodeferido o requerimenlo,
sera que fosse dado o parecer do mesmo promotor
por uo ser lal vez, pelo seu pronunciarnento, ja da
confianga do Sr. presidente do eonselho I -s
E assira teve lugar a inquirlgo da I' testemu-
nha, em cujo depoimontose procuraram as provas,
que devam justificar urna coodemnagao cena, e
que nao surprehender; etalvez daquelias para a-
qas a lei da guarda nacional oo djo re-
; cursos I
Km a outra sesso, a oiouhada a sala do eonse-
lho de urna multido, que anciosa da novidade,
esperava om sofreguido a occasio de ser teste -
, munha de urna scena, pouco vista felizmento em
oossa socledade, appresentou-se a i' lestemunna,
Joo da Silva Faria, que oo pode ser juramentada
por ser irmo germanio do Sr. alferes Faria.
Um senilmente de iodigoaco divisou se em
todos os semblantes, e o depoimenlo foi ouvido em
sileocio religioso. Occasioes hooveram, era que
pareca, que a nalureza quena fazer o seu dever; a
amisade porm exiga um sacrificio, e o sacrificio
foi plenamente salisfeito.
Foi urna realidade o sacrificio; custa crer, po-
rm que elle fosse exigido pelo Sr. tenente coronel
Seve, a quera pouco importou a fraqueza desse es-
pirito, para quem os sen timen los fraterna es fallam
mais baxo, do que os lolereeses comraerciaes, se-
gundo parece, mas, que estamos certos, de sua par-
te oo se prestarla, ao que exigi de seu amigo, em
coodiges idnticas.
Essa testemuaha antes de dar o seu depoimento,
feqoereu, que quena redigi-lo, no que foi com
pleoa satisfago aitendido pelo presidente do eon-
selho. Nao deve passar desapercebido, porm,
fie aiua por essa occasio, e nao obstante, esse
t^-Vlerimento e um memorial, em que se achavam
ayuntadas as pergonus a fazer, e sobre o quaf ti-
nha as viias, com a maior attengo, o capito in-
terrogante, vlo-.-e o m-smo capito em serios em-
baragos, era que s a perspicacia do Sr. presiden-
te do eonselho pode ajuda-lo a delles sahir.
O depoimento dessa teslemonha ressenle-se de
contradiges paljaveis com a faino-a parte do Sr.
tenente-coronel Seve e cora o depoimento do 1*
testemuuha jurada ; e nao podemos dexar de ma-
nifestar a compalxo, qoe nos desatiou o veixame
em que se vio essa testemunha, quando, requer-
mente do advogado da defeza, se Ihe perguntando
seera amigo ou Inimigo j do tenente-coronel
9eve, e j do Sr. alferes Fariarespundeu : que
do 1 era amigo, e do 2o irado II Nao leve a forga
precisa para feichar os onvidos a voz intima da
consciencia, que, sem duvida, lemhrando-lhe os
seus deveres, moslrou Ihe a nalureza do servgo
que se presiava.
Triste vergonha para a humanidade intei-
ra II.......
Chegada a vez da 3* tostemunna, o Sr. Antonio
Pereira da Cunha, sobrinho do Sr. l nenie-coronel
Seve, e primo por afinidade do presidente do eon-
selho, lembrou-se o mesmo Sr. presidente de inqui-
r-la, pelo que houve reclamago, como por occa-
sio de depdr a 1' tesiemunha, e pelo mesmo mo-
do foi produzido em sua mor parte o depoi-
mento.
E esse depoimento, til qual se acha escriplo,
mulo honr.t a quem o produzio, inuito principal-
mente as raspostas as pt-rguotas requeridas pela
defeza.
Tantas foram ellas, quintas as contradiges que
bem demonstraran! o pouco conneeimento do facto
e suas circiimstancias, o que causou grande de-a-
ponlamento ao Sr. presidente do eonselho, que a
todo o transe procurou salvar o sen prenle; mas,
foi todo debllde* Era \\ tarde; as suas palavras
eslavam escripias, e se bem que de modo pouco
claro, todava bem deixam ver a verdade, que se
procurou escurecer em satislagao a urna vinganc*
mcsquiiiha.
Ni i houve necessidade de contestago
Appreciamos a independencia de alguns dos
membros do eonselho, em vista do embarag em
que se virara por occasio de responderem a urna
interpellaco por parte da defeza;olhos Utos so-
bre o presidente e a mesma paiavra costosa de
desprender-se dos labios trmulos; e no meio rie
ludo isto teve o promotor a euergia precisa para
do alto de sua cadeirl dizeresta testemunha con-
tradiz-se a cada passol
E tal interpellago deu lugar a dlseassao pouco
agradavel enlre a defeza, solicita no comprimemto
do* deveres que Ihe correm, e o presidente do
eonselho, desapontado cora o depoimento de seu
prenle.
E assim deu-se por (Inda sessao com laes teste-
fflunhas I...
N;o podemos nem devemos por amor da ordem,
que queremos guardar, analysar ja e tran (rever
os depoimentos produzidos.
A occasio ehegar : nao se far mo-mo 'ardar
muitu; e chegada lia, teremos de entrar na inda-
gago e muita cousa int) orlante, a que um vu
cobre, cuja ponta, porem, teremo? a salisfago
de a seu tempo levanlar.
Vollaremos
Recife, 26 de dezembro de 1865.
Argos.
h
Aos Sis. eletores lo Io districlo.
Contemplado na chapa do partido liberal para
deputado provincial, acontece que o mao eslade
de minha saude nao me coosenle dirigir-me pes-
soalmenle aos Srs. eletores, que por ventura po-
deriam alten ler-me.
Assim prevalego-me da imprensa, para honrar a
escolha que de meu nome lizeram os directores do
partido liberal, e para de ante-nio agradecer aos
mena amigo* os volos, com que tenha de ser gra-
Iilicada a minha tenue coadjuvago ao mesmo par-
tido.
Recife, 16 de dezembro de 1863.
Dr. Apngio Jusliniano da Silva Guimares.
Aos Srs. eletores dopri-
raeiro circulo.
Honrado pelo partido liberal, representado pelo
seu respectivo directorio, com a incluso do meu
humilde nome uo numero do? candidatos por elle
apresenlados deputaco provincial por este pri-
meiro circulo, e certo de ijue os senhores eleilores
saben cumprir pereamente a sua nobremisso,
venho a imprensa declarar que aceito tao subida
honra, se enlenderem que a merpgo, p desde j
agradeoo os volos dos que cnnliarem em meu ca-
rcter poltico como sectario dos verdadeiros prin-
cipios libertes, que nao excluem, e antes delles
decorrem, oprugresso real ea cooservago das
boas instiuiigoes nos limites constitucionaes.
Recife, 20 de dezembro de 1865.
Dr. Joao Jos Pinto Jnior.
PJiEbvmc.i.
0 xarope etlierio de veame por mim pre-
parado muito lem eproveitado aos que sof-
l'iem desta molestia, e de lamentar-se, que
no otiiario desta cidade a maioria dos que
saecumbem de tubrculos pulmonares,
sem procararem o i ocurso d i pratico e do
expedente, que Ihes pdem encaminiiaro
meio de sua salvaro.
O Sr. Braga com luja de ferragens na ra
Direita, foi desengaado por dous habis
mdicos, acha-se bom com o tratamento por
miuu prescripto.
A Sra. Jeronyma Hara da Gonceifo, mo-
radora na travessa do Monteiro n. lo.achan-
do-se desengaada, lambem mim recor-
reu e aclia-se re tabelecid-i,
L'm sobrinho do Sr. professor ae Naza-
relh do i'ab >, acha-se bom, como se v de
sua carta abaixo transcripta, alm de outros
fados, que poderia aqui mencionar.
A phthysica a destruifo e a magrezar-
de todo curpo, em consequencia de chagra,'
tubrculos e ci-ncrecgao dos bofes e d em-
pyema, atrophia nervosa e outras nfolestias
que viciam os humores, como escorbuto,
alporcas, gallico, asthma, bexigas,"sarampo,
etc.
Na phthysica, chegando ao estado de gra-
vidade, o que muito pode concorrer para a
salvacao do doente e ajudar os medicamen-
tos o ar do campo, exercicio conveniente
e dieta, a qual nao deve ser de nenhuma
cousa quente, ou de defficil digesto; e a
bebida cumpre que seja de nalureza branda
e fresca.
Todo o seu" alimento se ha de dirigir a
moderar a acrimonia dos humores e a nu1-
trir e suster o doente, para o que preciso
reduzi-lo ao uso de vegetaes e leite.
Toda comida e bebida, que se tomar ha
de ser em poucas porcoas, para tviiar que
o excesso do chylo fresco opprima os bofes
e accelere muito a circuteco do sangue.
~ Muitos doies u'es'ia molestia se-teem en-
tregue ao uso do oleo de ligado de bacalbo,
e outras preparacoes de resinas e palsamos,
sem que dellas tenha i tirado proveito; e
alguns expositores de medicina combatem
com muita razao esse tratamento.
Y. costume carregar o estomago do doen-
te com medicamentos oleosos e balsmicos;
porm estes em vez de tirar a caus3 aug-
mentam-na, esquentando o sangue, ao mes-
mo tempo que tiram o apelite, relaxam os
solidos, e sao de toda sor te perniciosos.
Tudo que se fizer para extinguir a tosse,
alm do exercicio e rgimen apropriado de-
vem ser remedios de natureza acida, deter-
gente e calmante.
Os cidos possuem a virtude de produzi-
rem bons effeitos nessa enfermidade, por
que, nao s contribuem a ao% tr a.sjjde
quando accommettem a feb :- bus
tambem a refrescar o sangue.
Aos doentes desta enfermkja ao o



r*
1


i



MiiTii Ann,



;
-v
sea estado de gravidade tal que a febre! criado.Francisco Bering
cibica os accoaimette, prescrevo-lhes o su-! nezes.
co de um limito dissolvido em urna chicara
d'agu com bastante assucar em um grande
opo para misturar com um papelinho dos
pos refrigerantes para tomar, com que ali-
viara no accon metimiento da febre, e pela I JCtonM
JURU
uu[it_- euierio uo veame, icuuu u rom >iiiw|irur '"""'lam,,*.....J nH^nimeuies
, que fcoaiu uso de vegetaes le acompaohadas de eogorg.0 M^^ arto e baeo.
ida romo KnriiK |m ni- Ea Wo appliM!Jros '"ontesiavel pruveilc
ida, como laranjas, nmoes, pi mja ou rDin:l_J e hydropesia, calar
contra a anemia uu car p4r -
rho da bexiga e me.snnja
fo difflcil, resultante
*m
A jurubeba urna da s i
tosas, ao reiBO vegetal, (
des tnica e desobstru \
manhSa o tarop etherio de veame. Tenhoja com vantagem eontt^U]
aoonselbado
ualureza aci
tangas, uvas, etc., e applicacoes de plantas
amargosas, que fortificam o estomago e ser-
vem ao me>mo tempo para destruir e miti- ras-
gar a sede. V Extra.oalcoel.cod,
A Sra. O. Joaquina de S Brrelo, lendo
urna sua escrava fallecida desla molestia, sub-
nueitida ao tratamento de seu medico, resol-
veu procurar-me para tratar de um outro
escravo, que soffria da mesma enfermidade,
prescrevi-lhe o xarope de veame, tem me- sario'n.
horado consideravelmente. '
A senhora do Sr. Antonio Francisco Ho- TT
_l _
ulano
'esetr de Me-' J* ditaoo i fl&l arrobas ft libras de alfa-
do a Jos CJ
74 ditas con
T^as medicamen
l-enence classe
sendo em prega
'bres intermitentes
ato de ligado e baeo.
a Jos dHSa 1 lilao.
31 ditas coa
2t> ditas coi
Vianna 4 Gi
13 ditas con
hydropesia, catar
^orabater a menstrua-
raa anemia ou chic-
eba.
' -
de PcrnimonP Sabbado 99 de Dezembr e .
de Mello Morinho.
284 arrobas e i 4 libras de algodio;
142 arTobas de algodo e 244 meios
de sola ; a Do lingos Rodrigues de Andrade.
116 arrobas e 28 libras de algodo;
maraes.
67 arroba e 23 libras de algodio;
a Francisco G mes de Mallos Jnior.
Emplastro idem.
Oleo idem.
Tintura idem de ide
Xarope dem.
Vinho dem de ider
Pillas de exi. id-
Depesilo. pbaruw-
10.
Pinto, ra larga do
;
norato foi desengaada por habis mdicos
desla cidade. esleve prostrada, e nos ulti-! Xarope alchoo'
mos paroxismos da morte, foi com o xaro- pelo pharmaceut
pe de veame salva, como se v da carta estahelecido co
impressa no Jornal o Recife de 9 de feve- 88 em Perro'
reiro de 1863. Este sarape
O escravo Emilio, do Sr. tenentc-coronel a todos os y
Rodolpho Joao Barata de Alraeida, foi tam- composic3o
bem desengaado por habis mdicos, e parrilha, poi
Mn o xarope de vellame aeha-se completa- veame mai
mente restabelecido, como se v tainbem (das molest1
da carta impressa do mesmo Sr. tenente- da purifn
coronel no mesmo Jornal do Recife. tem verif
OSr. Adtonio Christiano Fogl, filho do achavam
Sr. Christiano Fogt, propietario e estabe- hoje re
leddo na cidade de Macei, o primeiro bem alchool
condecido nesta cidade, pois que foi empre- gtins,
gado na casa da Sr. Len Chapellin.retra- de L?
tbta estahelecido na rui da Imperatriz, ac- oleo
comtnatido desta molestia, fot daqui desen- desi
ganaA) por habis mdicos: retirou-separa faci
a Babia, que oi segunda vez desengaado pelos me- d
dicos llalli, chegando eu em Macei, um
amigo pedime, que o acompanhasse at a
casa doSr. Christiano, para ver um doente
e prescrever-lbo algum remedio, encontr1
o lilho em urna cama desanimado e em e
tado de prostracao, pois que escarrava sa^1'
gue, e tinha completa inapetencia e fraq
sa a pi uto de nao se poder por em
'.CAO.
20 ditas coi 83 ditas e 23 ditas de algodio ; a
Luiz Antonio : iqueira.
162 meios < e sola ; a ordem.
Brigue nacii nal Adolpho, entrado do Rio Gran-
de do Sul, coi signado a Maia 4 Espirito Santo,
manlfesteu o siguile-:
10,418 arrob s de charque, 20 couros vacenn?,
10 saceos ceva a, 6 barris tainhas ; aos mesmos.
Hiate nacin I Gloria l, entrado do Para, con-
signado a Juaqi m Jos Goncalves Beltro, manifes-
tou o seguinle
De Maco.
20 sancas com 436 arrobos e 11 libras de algo
dan ; a Jos-Tomuato de Sa Filho.
28 ditas com 115 ditas e 39 ditas de algodo ; a
Manoel da Silva tontee.
29 ditas com 137 ditas e 24 ditas de algodio ; a
Antonio Correia de Vasconcellos 4 C.
Carvalho 4 Uastosl
30 ditas com 131ditas e 31 ditas de algodio
Manoel Ignacio dellveira & Filho.
16 ditas com 73 litas e 16 ditas de algodo ; a
Jos Joaquim da Silva Gomes & C.
98 alqueires de sil, e 473 molhos de palha de
carnauba ; a Joe- fJnrreia Lima.
22 saccascom 110 arrobas e 23 libras de algo-
do ; a Gregoiio HaJs do Amaral II caixas com 34 Jarrabas velas de carnauba; a
GE-
i de veame, preparado
Jos da Rocha Paranhos,,
>otiea na ra Direita n.
o.
contestavelmente superior
pes depurativos, de cuja
seu maior ele ento a salsa
,ue se tem condecido ser o
ergico para a prompta cura Antonio Affonco Moeira.
cuja base 'essencial depende hbcebbdohia o* i
o do sangue; assim pois se! RendUneilton^iaD
o por multas pessoas que se;dem.dodia29....
engaadas, as quaes acham-se
decidas com o referido x-arope
de veame ; entrttanto que al-
Jo usado do xarope de Curinier,
/, de salsa parrilha, de saponaria,
igado de bacalho, e outros agentes
demnada conseguiram. E' elle de
estao, agradavel ao paladar e ao ol-
Alguns mdicos desta cidade o da
xei o teem recotnmendado para a cu-
32 ditas com 2Q4 ditas e 26 ditas de algodao ; a 3 de novenibro de 1863.
Macha.
- Assucar refinado.
Cha.
Taoeintio.
A z elle doce. *
Vinagre.
Fijo.
Frioha da trra.
bacalho.
As pessoas qne qnierem vener ditos artigo^
apreseolem suas propo compras, as 11 boras da manhaa 8 ola 30 do
correne.
Sala das sessdes do conselho de compras do ar-
senal de guerra 26 de dezembro de 1863.
O encarregado da e*criptura9o,
.WnwW iost de Azevedo Santos.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se fax publico
que os 30 das uteis marcados para a cobranza a
bocea do core do 1* semestre do anuo flnanceirn
de 1863 a 1866 do impasto da dcima urbana das
fr)f ueiias desla cidade e dos Afogado?, e da parte
da da Uoa-Vista e do Poco da Panella, que en ar-
recadada pela collectoria de Ollnda, se principiam
a contar do dia Ia de deztro vindonro.
M^sa do consulado provincial de Pernambueo,
1BIIGI2.
Altiga-se
LEIO
de 50 caixas com cebollas
a excellenle casa terr* no Poco Ja Panella, junto
ao sobrado oo pateo da matriz, i bastante fresca,
|e tfm hons commodos : a tratar na roa do Impe-
I rador n. 83, primeiro andar, ou ra lirrari.i uuiver-
sal, na mesma ra.
IfO^E
O agente Pestaa fara leilo por conta e risco de
(fuem pertencer de 50 caixas com cebollas viudas j
no fkiampago, hoje 30 do correte, em lotes a von-
tade dos compradores, pelas 10 horas da manhaa
fa ponto, no armazem d> Sr.
alrandega.
GARHAUX bE LAILHACAR & C.
LIBRA1R1E FrlAlQAiSE
Rala to Crespo n 9.
LIVHOS NACIOXAES E ESTItANGEIROS
Aunes, defronte da ReliguePhilosopiia Jurisprudencia Littera-
tara Scieaeias e artes.
Papelaria, objectos para escriptorio.
Mara da Assumticao dos Frazeres faz publr-
i co que sendocasada com Gamillo Joao Ramos, esto
Uueijos iltiiienros e orato. afra,,olreK*riisua in'- d,zend 'iue d |h
* convinba viver com sua mulher, sem que tivesse
[OJTB'1 havido o meaor motivo de sepaiaeo, e somente
n ,i,ia D ,. -a porque a aonuoetaBtese nueisav da m vida que
nmTerienr Z*l paTSontl e *J de eN. Ihe dara,e porque pres.ntemen.e Km se quet-
dST rarrSLSSSLJ\om^"s fcmMfM- u*, o referido sea marido a vartas auturidades
anos uraio. nesembarcados nnnlpm n lm*< a ....._..
de }>olicia contra a aL-nunciaote, e varias pessoas
coro o hm de olirig;>-la a ir de novo vivir com
LEILAO
DE
Antonio Carneiro Machade Ros,
Administrador.
RendimeHio do da t
dem do dia 29....
CONSULA }0 PROVINCIAL.
M?IM]
INTERNAS
PERNAMRCa
28...... 34:83:14171
5:187808
Inspecco do arsenal de niarinha.
O arsenal de marinba admitte campias e ser-
vantes para as obras, bem como serventes para a
infermaria de marinba.
Inspeccio do arsenal de marinba de Pernambu-
eo 22 de dezembn de 1*65.
O secretario,
^_______Alexandre Rodrigues dos Anjos.
do
Muta ;asa (la llisericordia
Recife.
A junta administrava da Santa Casa de Mise-
i, -___, rirurdia do Recite manda lazer publico que no dia
40:020879 ^ dejaneirado aoao viadoun havera' concurso
i8.
nesla secretaria para provimrnto do iu.uar de es
crivao : os pretendeules podero dingir-se a mes-
167.7S0*f43 Ma secretaria para as precisas informacoes.
10*0282008 Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
_'_____! cife 26 de dezembro de 186.)
177.8I8551 O offlcial,
__________ Manoel Amonio viegas.
por coma e risco de
caixas com queijos Bamengos e
praio, desembarcados hontem, em lotes a
vontade dos compradores : hoje, ;i< 11 horas da
manhaa, no armazem do Sr. A teredo, defrontt da
escadinha da alfandega,________
ELAO~
DE
163 saceos com assucar.
Terca-fcira 2 de Janeiro de 1866.
No trapiche da Alfandega velha.
O agente Pinto far leilSo a requenmenti de
Joaquim Eivrro Aires da Silva c por despacho do
Illm. Sr. Dr. julz especial do commercio, de 163
saceos com assucar, penhorados a Francisca Sjii-
tiago Ramos : as II horas em ionio do dfs acuna
dito, em o trapiche denominado Alfandega
Velha.
vmxmmr-aiH
w ue ?oito
igens, tinha, escrophulas,
ores, ulceras, escorbuto,
icios, sarna degenerada, Huxo alvo.
Todas estas alTeccoes provm de uiaa cau-
.i interna; nao ha pois nuao aiguma em
le-krr que ellas se podem curar com remedios
' no/externos. Tambem se prescreve axarope
flm de urna garrafa do xarope ethere/ d* alchoolico de veame para o tratamento das
veame ja se achata elle no estado dar Pajr aflecgoes do syslema nervoso e fibroso, taes
seiaretacasa, desapparecidaainapete/"0'3/6 como:
os escarros de angue : e a tosse mi/^l|/,f- Gotta, rheumalismo, paralysia,
No im da segunda j aehel em e/!u''7 o passear pelo sitio todas as JhanbSas. Marasmo, hypoeondria, emmagrecimento.
\ abada eslao aconsclhei. que apfmS'M O xarope alcnoolico de veame sobre
no uso do mesmo xarope etberio/al^ra um o xarope alcoohco de vell/me'^ que clmente, e em pouco tempo o rheuma-
usi.vsedos hanbos. salgados na picada do tismo.
mar. Sentio elle nos priraeir/s banhosal- Adverte-se que o verdadeiro xardo eso se
guns cbonoes, mas eu o acn**"16' (lue con" ven,le nesta cidade na botica cima indica-
tiaiaste, eoHi'o que se tem.f,la1ni"ilob,*m da- lo abaixo assgnado ; e em outra qual
pus que tenho lexeltido cafla* "e l*****0 duer parte qne se tem annunciado nao da
em que se me rommunica y st' l""n tl:H'M)- mesma composico, e nem o abaixo assigna
Nesla molestia os exrjrC401*9 de medlei- do se responsabiiisa.
GORREIO GEKAL
Pela Hiliiiiinsiiac do crrelo desta cidade se
fax publico para in- convenientes, que em virlude
do iIi.-(m.)>i.i ao ai i. 138 do regulamento geral dos ;
Nomos mirados no 4m 2. ^r^ *J d* dezembro d- 18U e art. 9 do j
_ ,_ decreto n. 183 de 15 de maio e 1831, se proce- i
Bah.a-28 dws, paiacrto bras.leiro Lmz de 133 ^ 0 C0IlsulBa Jas rarI?s existentes na adminis-!
tneladas, capitao Uoao Te.xeira de A/.evedo, trago dueorrew,perteBe*aU-s aomex de dezemtiro .
!",.^,^m_.,.tCa,8V'fftrenles Seeros; a Jo,e 18(}l> m i% 4 a^ janeiro prximo, as 11
horas da maBhaa, na porta do mesmo
elle, a annuncianle declara que nao me convem
1 de sorle ;iI;_tmi i ir residir em ca-a do referido sen
marido pelos maos Iralos e uecessidaifes que pas-
sava, do que testemunha toda a vi-inhanca, pelo
que lie residindo em casa da referida sua mi, o
que faz publico psrn que Conste.
Eu> quauto o Sr. aeaiiemieti Antonio de Cas-
tro Alves nao mandar pa|jar .{000 que devo de
alii)!(iel da casa em que loroo. na ra do* Eoelhos,
ver o seif nome ne>te jornal. _________^.
Precisa-se fallar com o Sr. Joaqoim Sforeir
da (Jamara, natural da ilba de S. Miguel, na tra-
vessa da Madre de Daos n. a negocio de seu n-
ter es se.
A pessoa qne tiver e quizer vender nm sel-
lini que lenha algum uso, p6ie oirigir-se a qnartel
do HaapMo a fallar com o espMO Joao Marioho
Piles Rarreto.
Prei-isase de um ca xeirn bastante prtico
para lomiir conta de urna liberna por soci''dade
ou ordenado : a tratar na roa da uia n. 89> 1*
andar.________________________
Arrrnda->K a padaria iio Cnora-menino, nens
ivraria da Braca da Independencia montad* com todos os perienees e t.em au-egnea-
47IS0S mm

Mana Palmeira.
Ass-8 das, hule brisilaira Gloria II, de 138 to-
neladas, capuo iool Correa de Lima, equit>a-
gem 10, carga alfada e outros ({eros ; a Joa-
quim Jo- Goncalves bellro.
Rio Grande ao Sul 35 das, brlgoe brasileira
Adolpho, de 191 touendas, capito Manuel Jos
Machado Filho, ftiiupJgem 12, carga 10,118 ar-
robas de carne ; a Mala& E-pirilu santo.
New-York37 dias, patacho brasileiro Palma, de
220 toneladas, capito loque, equipagem 8, car-
ga 800 barricas c un fbnnba de trigo e outros
gneros; a Henry Porsler & C.
Harbour Grace28 dias Vpatacho Inglez Harbour
Grace. de 190 toneladas! capito James Broun,
equipagem 9, carga 2,57v barricas com bacalho
a Saunders Brothers &
Liverpool40 dias, barca i^gleza Tecklor,
a respartiva lisia se acha desda j exposla aos
loleressatlos.
Adiumislra?So do crrele de Pemambuco 23 de
dezembro de 1863.
O administrador
Domingos dos Htm Miranda.
G3BEM mi
Pela administracao do crrelo desta cidade, se
faz publico que em virlude da cnivenca postal
celebrada pelo- governos brasileiro e francex, sero
expedidas malas para Enrona no da 30 do corren-
te mez pel'i vapor franeez Gutennr.
As cartas serio recebidas al as 2 horas antes
da que for marcada para a satuda do vapor, e os
de 372 jornaes at ires horas ante-.
ios salgados, apenas
dizem ser applicados
condf ia, esthensmo,!
o, etc. ; entretanto*vi
o ti Iba do Sr. Crisliano,
s ier.hu visto nas ona-
e nutras militas que com
- uso do xarope a,,:<,ollco de vellume tem-se
oblido cora radir-3'- .. .., ._ ., !
(i Sr Dr Su3, meuteo bail de Ma ;eio,
na nao acunselliam Im
quando delles traliimi
;is e ctuphulas, hy
am i or bea, ractliif
esle !i m resoltado
e tuii'iis tactos i.'u.
Jos da Rocha Paranhos.
M
osa
Mil 10.
lilil que Co}
xarope or
-. coa;
hu .1"> nv;
pl la coil
I or raim
I 'm b I'
. est
\
:in CO
iin.s
iiuas.se com o uso do mesmo
idamente com os banhos sal-
u ; se tem dado muito bem, e
icos que all em Macei tem com-
inea pas preparacoes de vellame
ilas/ pelos bons resultados que
emjMia clnica.
' o eifanma e declarao senhor es-
o d/is palmeeso doente desani-
sut sentenca, enlende eslarsem
i'o.tipiando os fados o a experiencia
Estrado que amitos tendo procu-
;n ipropriado, se teem salvado ;
\plicam muilus expositores de me-1
;ilvi llli.il do banco do llrasll
em Pernanibnco.
Tendo-se desencaminado da massa fallida de
Guilherme Carvalho 4 C. o recibo de 15 accSes
das localisadas nesla caixa, sob ns. 2787 a 2801,
pertencentes a Guilherme Krederico de Souza (jar-
faz publi-
parte de Jus-
sirador da re-
rencia de
da Silva
actual pbssaidora das mesmas, visto as ter em has-
ta publica comprado, como ludo provam com do-
cumentos que Hcam archivados nesla caixa.
Caixa filial do banco do Brasil 30 de novembro
de 1865.
O guarda-livros,
Ignacio Xunes Correia.
Caixa tilial do banco do Brasil em
Ferna in buco.
A caixa desconta as letras de seu aceite pela
taixa de 9 0|0 ao aano.
O guarda-livros
Ignacio.Nunes Correia.
.\*ovo banco de Pcrnasoi-
bnco.
Novo Banco descoma letras a 12 por cento
ao anuo, loma dinheiro a praso lixo ou em conta
correute pelo premio e con-licoes que se conven-
cional e saca sobre a praea da Baha
toneladas, capito C. P. tnend, equipagem 13,
carga carvao : a Mills Lakham & C.
Liverpool por Lisboa22 dis do porto, 15 do
2o, vapor inglez Gfmfuifor.jde 467 toneladas, ca-
pito James Guard, eqolpwem23, carga fazen
das e outros genero-; ; a Tlibmaz Jefrenes & C.
Navios saludos no mesmo dia.
Rio Grande do SulPatacho
Joao Hyppolilo do Canto, c
LiverpoolBrigue inglez Gl,
Lake, carga algodo e asso
OWervac .
Suspendeu do lamaro para
iogleza Rosedal*, capito Q.\jj
ga que trouce de Macei.
brasileiro F, capito
rga assucar.
ir, capio James
r.
Administracao do cjrreio de Pemambuco 23 de
dezembro de 1865.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
>*!
n i
DECU11CES.
Santa Casa de Jlisericor
lia do Recife.
A Illm.'junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda
Liverpool a hirca
com a mesma car-
fazer publico que
ALFANDEGA.
1 a 28......
636:0055821
18:4325088
654:437*909
MOV MEMO DA AI.FADEUA.
Volumes entrados coiri /azendas____ 213
com gneros..... 816
-------1,029
-------1,544
nes provincia temos fac'ilidade ho-
curso do ar; por que a via frrea
>l>uinona, pois que em pouco tempo
->a que existe nesta cidade facil-
'e se t anspor'.a para as ultimas estacoes Rndimeoto do dia
li.i.eleira c l.ia, lugares per to do Boni- '
0 le uniros pontos que sao considerados
Jfcttlo, quanto mai que os mesmos lugares
*Tj no sao mos, segundo pens, principal-
jn -:le no veri).
. dir-se-baurna |jssoa pobre nao tem \
me o de se transportar e all estara isso Volumes sabidos cem fazendas..... 13
: gneros..... 1,529
v,>ias e alugam-se por prece commo-1 \ Descarrezam 30doim
a raesna mullos generas de pnmeira vapor inglez-G/a/ar0r-diversos gneros de es-
lecessatlade alli se vendem pelos mesmos tiw.
prei*ia1 oue aqu. Brigue portuguez/?c/aw/w;o-diversos gneros.
S melles, pois, que estiverem estas cir- l?[? franceza-F.^io-idem
,lH r i i- Bari:a iogleza-orcncarao de pedra.
isUaCUS, eu Ities facilito explicar OS meios Barca iogleza-Do//Sn-carvo de pedra.
- quaes se devetn rwger, e Ibes fornece- Barca inglezaFanny idem,
rei os medicamentos gratuitamente, Barca ingleza-Fision-idem.
.Vu. deixarei de advertir ao publico, que. P,r'ure j_f___:M?S:
Ir Vapor mglezBewftou' -dem.
as iiiiiihas pre|iaracoes de veame sao reu- Barca uacooal-Mi/ina-charque.
Dadas Cun outro ingredientes, e com elles Barca nacionalSanta Afanaidem.
tenho oblido ptimos resultados: nao se en-! ',r|Kue nacional Sa-idem.
Pai. mesmo publico com outros que l^'l^S^S^^^^^
aln -isannunciam, cujas preparacoes ignoro,' Polaca hespanhola-AnfeMa-idem.
i" i como o aproveitamunto aos enfermos,, Escuna dinamarqueza-Juno-idem.
Iniportacio.
Patacho nacional D. Liz, entrado da Bahia,
consignado a Jos Maria Palmeira, manifestou o
seguiote :
1 caixa mercadorias, 48 barricas cerveja, 1 cai-
xa ganga: a ordem.
2 pipas lino florentino ; a Meuron & C.
3 fardos tecido de linho; a Vaz & Leal.
22 ditos e 7 calas fazendas; a Greenup Si Sch-
wind.
1 caixa diversas mercadorias; a Custodio Jos
Alves Guimares.
Gneros nacionaesi
no dia 28 do correute e 4 de ja letro prximo vin-
douro pelas 4 horas da tarde, n i sala de suas es-
soes continua a ir a pra^a asi rendas das casa*
abaixo declaradas por lempo A um a tres annos a
contar do Io de julho do correaje anuo por dame.
Itua Uueita.
N. 8 publico e 3 particular. .1 1:0673000
Ba do Paire FlorUoo.
N. 49 publico e 5 particular. .\ 1865000
N. 47 publico e 6 particular. \ 1865000
N. 43 publico e 7 particular.
N. 43 publico e 8 particular. 1. 169000
Una do Fagundes
N. 34 publico e 12 particular. I 1455000
Ba dos Pescadores
N. II publico e 16 particular. \ 2165000
Itua das Calgadas.
N. 38 publico e 22 particular. \ 1575000
Boa de Santa Tnerez
N. 7 publico e 31 particular. .1 198-5000
lina da I nperalriz.
X. 68 publico e 47 particular. 3005000
Itua da Senzala Veiba
N. 21 publico e 71 particular. 1465000
Itua Direita.
N". "> publico e 82 particular para laia
do lado da Penha.....
a 'i'iotn porvButura lenham sido applicados ;
ceda um responde por si, e eu affirmo com
verd."de o queaqui tenho relatado, cujosme-
flii i iMHtaa nesla |>rovincia s vendo em mi-
:ih i Iiolica na ra Direita n. 88.
Jos da Rocha Paranhos.
N i iretb do Cabo, 7 de setembro de 1863.
! ii. Sr. Jos da Rocha Paranhos.C< m
-o maiuf praaer levo ac conhecimento de V.
S., que o doente que V. S. acha-se adrai-
nisti onlo-Ilie re redios. acha-se no todo res- 39 pos fumo (le rd 14 ctjx5es e 680 caixi.
tal.,1 ido, portanto, nada sent, tendo des- unas cora 166 650 charutos a Joaquim Jos Gon-
apjiir iido no todo a tosse, tem muita dispo-: calves Beitro.
Sico a comida e acha-se nutrido, DeXOU 179 fardos panno de algodo, 38 saceos fio de
inmnr na iillunos remedios me V S rpcfi-, ,,0> 10 jam ,0"'-iohP. *7l rollos fumo de mina
liemos que v. s. recei m ro||os fumo dfl cordai ,00 svco. C4f ^^
1685000
1005000
1:4005000
9650;W)
tou no ilia 30 do passado. resta agora a V.
S. mular-me dizer qual a dieta que o
doente deve conservar e por quantos tera-
pos, ueuiiiona'ndo as comidas que dever
i-.: .! i pii em diaote.
:; 'a-me agora agradecer a V. S. o cui-
dadoqw lomou no tratamento do meu so-
tiriuli, abaixo de Deus, devido o seu resta-
Lelet iiiiento a pericia de V. S., e por isso
Me V. S., sempre contar com osmeus di-
iut's Dreslimos, e desejarei em todo o
>o .!.* una prova do meu reconheci-
r>.
V. S. todas as venturas, por ser
muito respeitador e b;gadssimo
4IOcaixinhas e 47 volumes com H39.600 eharutos,
64 fardos fumo em foliia, 31 bollas fumo era cor-
da ; a ordem.
350 pecas de piassava : a Manoel Jos de Aguiar
4C.
100 saceos caf pilado ; a S. T. Bastos & Ir-
mao.
8 caixoes 40,000 charutos ; a Duarte & Irmo.
800 caixiDhas e 9 caixoes com 148,300 charu-
tos; a Jos Maria Palmeira.
6 caixoes com 59,750 charutos ; a J. L. Ilour-
gard. /
7 pips fumo moido; a Menron & C.
5 fardos fumo ; ao capito.
Hiate nacional Sania Cruz, entrado do Araea-
ly, consignado a Caetano C. da Costa Moreira, ma-
nifestou o seguiote :
145 saccas com 773 arrobas e 7 libras de algo-
do ; a J. Pater & C
N. 7 publico e 33 particular segon
andar..........
Ra do Apollo.
N. 94 publico e 91 particular. .
Ponte Velha.
N. 27 publico e 96 particular. .
Itua do Itosario.
tf. 26 A. 34 loja n. 1 D.....4785000
Os pretendeules comparccam no mencionado
dia cora os seus liadores ou com car as dos mes-
mos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 26 de dezembro de 1865.
Ocfllcial,
Manoel Ant mi Viega<
Sania Casa da l>sericrdia
do rtecife.
A Illm lunta administrativa da anta Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publica que
no dia 4 de Janeiro prximo vindou: i, pelas 4 ho-
ras da tarde, na sala de suas sessdes. tem de ir a'
praca a renda do sitie do Forte, nas ( andeias, pelo
lempo de 1 a 3 annos, pelo preeo ant ual de, 101)5,
o qual sitio tem 655 palmos de freol i e 800 de
fundo, com 81 ps de coqueiros, e fea adjudicado
a Santa Casa na execu;o movida contra os bar-
deirosde D. Anea Benedicta Boaventura do Cnno.
Os preleodentes compare^am no mencionado
dia com os seus fiadores ou com carta dos mesmos
Secretaria da Santa Casa de Misericonlia do Re
cife 26 de dezembro de 1665.
O offlcial,
Manoel Amonio vbegas
Santa Gasa de Misericordia
Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de! Miseri-
cordia do Recife tendo feito e continuando a fazer
grandissimas despezas, j com o costeio, j com o
melhoramenlo dos estabalecimentos pius q e estao
a sea cargo, manda pela ultima vez avj ar aos
seas devedores em atraso, e tambem aos ialores
destes, que brevemente far publicar pelo Diaria
a relaceo dessas dividas, e promover sua :ubran-
ca pelos meios judiciaes.
Convido, portanto, a todos aquelles que i o qui-
lerem ser chamados pelo Diario nem aln pelados
pela justica a trataren! quanto antes de sol er seus
dbitos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 28 de dezembro de 1865.
O offlcial,
Manoel Antonio Vie as.
COMPANfilA B1ASILEIRA
--- Precist-se de mu cobrador para
este (Diarios o qual develar flanea;
na
LOTERA
Aos 6:000.v000 e 1;200.sOOO.
Acham-se venda na respectiva thesou-
irao, as ''raria ra do Crespo n 15, os burieles.
correio; e i ... .'
xposta aosime,os e quintos da 5a parte da a* lotera
da Santa Casa da Misericordia (43), roja
extracto ser no dia 3 de Janeiro prximo,
se at o dia 31 do correte mez chegar o
vapor brasileiro dos portos do sul que se-
gu para o norte
Os premios ile 0:0005000 ate 10;5000
sero pagos urna hora depois da extraccao;
at as i horas da larde, e os outros depois
da distribuido das listas.
As encommendas serao guardadas so-
mente at a noile da vespera da extraccao.
Thesouraria das loterirs 23 de dezembro
de 1865.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Sou/.a.
Virisslmo Ferreira Chaves Jnior, subd to
de S. M. F. retira-se da provincia.
O Sr. Joo do Re;o Pacheco, que
tova loja de relojeeiro, tem urna carta na
livrara n. 8 da prica da Independencia.
da para o malo e ierra
de nm amassador bom.
na
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 30 do correte um dos
vapores da compihia, o qual de-
pois da demora do cistume se-
rwT" Rulca para os norlos do norte.
Pe.-deja recetiein se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzr, a qual dever
ser embarcada uo da de sua chegada, encom-
meadas e dinheiro a frete at o dia da sahida as
2 horas : agencia ra da Cruz n. I, escriplorio de
Antomo Luiz de Oliveira Azevedo i C.
MafARItt B8ASIIEIM
DE
PAQUETES A VAPOR.
E esperado dos portos do norte
at o dia I" de Janeiro, o vapor
'aran, (oinmaiolaote o capito
de fraitala Antonio Joaquim de
Santa Barbara, o qual depois da
demora dj cusiume seguir' para os porios de
sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder eondnzir a qual dever
ser embarcada uo dia de sua.chegada. encommen-
das e dinheiro a frete ala o dia da sahida as 2Jio-
ras: agencia ra da Cruz n. I, escriptorio de AiT
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
mesma piecisa-se
y.
Na roa das Trineheira- n. 2i) se dir quera
vende iros escrava*. sendo urna bonita crioula de
20 anuos rom urna cria.
* Mam i&& ^w wmm
Compatihia lidelidade de, seguros ^&
martimos e terrestres ^g
estabelecida no Rio de Jaueiro. ^
Auluuio Luiz de Oliveira i-veilr, t >., ^j
competentemente antorisados pela lin-c- yE
j*J loria da companliia de seguros VM. utv ^^
^ de, turnara seguros de navios, mercaii- ffi
t," rias e predios no seu escriptorio ru* da "J
Wi Cru: n. 1. i
MMM^xan KM!
Fcilor
Preeisa-se da nm Ihiasetn para feiwr de um si-
tio : a tratar a* ra dos Pires u. 32,

m
, Prccisa-se de urna aui i p o a comprar e cozinhar
em ca-a de homem sotteiro, paga-se bem : na ra
do Qaefmado n. 40, loja de fazendas.
Alosa-se o segundo andar da casa da ra
Direiu n. 6 : a tratar u i taberna do mesmo, ou na
Io andar.
v-
Modas.
Madama R. Adour acaba de recebar pelo
uiti.i.o vapor chapos de visita para senho-
ra, romeiras de gaipure preta, rotonda de
guipu e verdadeira, camisinhas boradas'.e
L.on\rtu.i un rennu maisouliMs etifeiles pertencentes a senbo-
n 'j* oD0 ti ra, lulo do mais apurado gusto: vende-se
KeCle a bao JranClSCO. Da ruado Imperador n. 48, priueirfj au-
A superintendencia desla elice/a.
ma a atteocao dos Sr-. > xpositores de gneros nara
a d.sposi5o do art. 77 do remilamei.to de 27 de c.mni pl.vv \nUn. v __Mlt*
oulubrode 1863, que diz : Todo o volume anal- aiimuei rJWe JODSIOD a LOiflp.lIha
quer que. teja a natureza do transporte,dever con-1 Ra da *eazala Nova n. 4.
ter um enderero bem inlellujicel, e avi.-a que de ora agencia da
em diante havera nas estacos todo o cuidado para PsiSldlicSo djR EjO'W Moor
o intelrecumprlment desta disposicao. Machinas a vapor de i e 6 cava!los.
Escriptorio da su lerinlencia. Villa do Cabo, 29
de dizeiubro de 18o.
G. 0. Mann.
Engenheiro esti|ierintendente.
engenho.
Moendas e meias moendas para
Taixas de ferro coado e balido para enge-
nho,
VENINtvSI
Arreios d
Arsenal de guerra.
O conselho de compras do arsenal ddj guerra
precisa comprar para o rancho dos nenores
;nos mezes de Janeiro e fevereiro prosime vindou-
ro o seguinte :
Carne verde.
Dita secca.
Arroz do Maranhao.
Caf.
P3o.
Coinpalilai las Mciasageries Im-
periales.
No dia 30 do
correte mes es-
pera se dos por-
tos do sul o va-
por franeez Es-
tramadme, com
mandante H. de
Somer, o qual
depois da demo-
ra do costume seguir para Borde.iux tocando em
S. Vil-ente e Lisboa.
Em -. Vicente ha um vapor em corresponden
ca com Gore.
Fara freles, condi^oes o passagens trata-se na
agencia ra do Trapiche n. 9.
Para o Porto,
Pretende sahir al o dia 10 de Janeiro prximo
futuro o brigue fluyanya ; para o resto da carga
e passageiros, trata se com Cunlu Irmos c.,
ra da Madre de Dos o. 3.
um carregamento
vao de pedra para vapor
ra da Cruz n. 38
carro para um e dous cavados.
Recios de ooropat,te inglez.
Arados americanos.
Ma
no armazem da
bibaspara doscarocar algndo.
Motores para ditos.
Machinas de costura. .
Fusio no dia 22 de dezembro d^ 1863 a escrava
Felicia, de idade de 40 annos, tende os signaes se-
gu'ntes : cor cabra clara, eslalura baixa, magra,
porm tem o rosio ossndo, olhos encovados, falta
de denles na frente, cabello cortado recntenteme
e muito rente, lev.iu veslido de lila e chales de
merino azul, ambos j usados ; foi escrava para o
lado de I'anlista, porm julga-se ella andar mesmo
pelo Itecife : roga se as autoridades policiaes, ca-
piles de campo, etc., de apprehende-la e leva-la
ra do Trapiche n. 46, que se recompensar ge-
nerosamente.
F i m el o ;i
3
no armazem da bola araarella no oilao da secreta-
ria dapulicia recebein se encommendas de fogo
do ar para deutro e fura Ja proviucta.
Benrique Sieinhol, Christian S'.einboff, Her-
mine SteiohofT, Doroihea Frilzen, Loni< Schrad- r,
Emilie Scnerf, Aueusio Bek, Auna Flamroe, D-
rate Fritze, subditos allemes retiram-se para a
Bahia.
V
^
Para a Ilaade S.Miguel.
Do Rio de Janeiro esperado o patacho portu-
guez Fernando, o qual lera' nesta pouca demora,
por ter metade de seu carregamento prompto :
para o resio que Ihe falla trata-se com os seos con-
signatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu e-oriploriu, ra da Cruz u. 1.
Ilha de S-Miguel
O patacho portuguez JOGENCE, segu cora
minia brevidade por ter a maior parte do seu car-
regamento prompto, para o resto da carga e pas-
sageiros trau-se com o ooosigoatario Joao do Re-
g Lima. 4 ra do Apollo o. i.
O iliesouc-irn da a.-oiiiacu protectora das fa
milias dos voluntarios da patria faz scieuie aos
interessados que paga as mensalidades vencidas',
principiando do dia 1 at 19 do correte mez, das
6 horas e meia al as 10 da manhaa, excepto nos
domingos e dias santilicados : e os que uu coui-
parecerem era ditos dias e horas ficaro para o
mez seguinte.
AMA
Roga-se ao Sr. Guilherme Joaquim da Silva
Braga queira vir receb -r uraa carta vind i do Aca-
rac, na ra do Cordoniz n. 3.
Alugam-se dnas casas para passar a esla^o
calmosa, uo sitio do Porto da Madeira, em Iteberi-
be : a tratar na ra estrella do Rosario n. 3.
Ten lo por costume o prelo velho Manoel Se-
rafim, e.-cravo do abiaso assignado, nos domingos
e dias santos, pedir para ir ver sua mulher e l-
Ihos no engenho Tres Rracos do Sr. Mwiteiro Ca-
valcante pal do abaixo assignado, sucede que des-
de o dia 2o al hoje ainda nao volta-a, e n-ra
consta, que alli Ocasse doente, desconQa-se porra
que tivese sido violentado pelo mesmo individuo,
que ha ires annes o vender ao abaixo assignado.
Protesta se recorrer ao Sr. Dr. chefe de polica
depois de averiguado o faci, e se pora patente a
razao de tao degrdame quanto escandaloso proce-
dimento. Recife 29 de dezembro de 186o.
J. S. Pessa de Siqueira Cavalcante.
Precisa se alugar um moleqne de 12 a 16
annos : no pateo de S. Pedro n. 24.
No passeio publico, loja n. 12, precisase de
urna ama para fazer a comida de urna pessoa ; na
mesma loja precisa-se tambera comprar um seilira
inelez que esteja era bom estado.
Pede-se ao Sr. J. S. Pessoa de Siqueira Ca.
valcanli queira declarar se desconfa ter sido oc-
cullo o seu escravo Manoel Srai'him pelo Sr. Sal-
vador dos Santos Mouteiro Cavalcauli.
Para Lisboa
segu em poucos dias o brigue oortngaez Qoas-
lante 11, di ej|eelie(e mareha, reaebe passageiros,
para os quaes tem boas arcunmocaiedes : a tratar
com Mauoel Ignacio de Oliveira i Filho, ou cora o
capila na praca.
COMPANHIA PERNAMHUCANA
DE
Navegacn costeira por vapor.
M ice i e escalas.
No dia 30 do corrente seguir para os portos
cima o vapor Parahyba, commandante Marlins.
Recebe carga at o dia 29. Encoramendas, pas-
sageiros e dmheiro a frete at o dia da sahida as
2 horas da tarde : escriptorio no Forte do Mato
n. I.____________
Para a Bahia
segne impreterivelmente oestes seis dias com a
carga que liver, o palhabote Gloria U; por isso
quem quizer carregar, pede dirigirse ao conslg-
Di-se a quanlia da 20J a i5$ pelo aluguel do
urna escrava que faga o emeo interno e externo
de uraa casa de familia : a tratar era Fra de Por-
tas, ra do Pilar, no primeiro andar do sobrado
n._m.________________
Un ama ou ama eserav
Preclsa-se de urna escrava que saiba cozinhar,
ou de una ama forra para o mesmo servico, pa-
ga-so bem : a tratar na ra da Gloria, casa do lis-
cal da Boa-Vista, eu a ra dos Jiuararapes n. 54.
tloubo
Na noite de 28 para 29 do corrente raiharam
do segundo andar do sobrade n. 7 da praca da
Boa-Vista o seguinta : M4005 era sedulas do ban- Aiuga-se o terceiro andar do sobrado n. 32
co e do goveroo, e 1002 em ouro, e seis lencas de da ra esireila do Rosa'io, com grande sotan e
linho com as imciaes A. L. D., urna manta de seda
e 20 dcimo* da lotera da Hespanha a correr em
30 do crrenle Mg-e, poi, as autoridades po-
liciaes o seq auxho. .ti n de ver se se descobre os
autores do dito roubo.
Precisa-se de um cozinheiro e um caixeiro para
bjtequim, e de urna ama : nas Ciuco Ponas nu-
mero 102.
- AIU&T
vello n. 8
muitos commodos e fresco
mero 15.
na ra do Crespo uu-
se a casa lerrea sita na ra do Coto-
a tratar na ra Velha n. 57.
Precisase de ama ama de leu-, forra e sera
lilhos : na ra estrella do Rosario n. 19, primeiro
andar.
Ainda se espera pela pessoa que levon urna
carta da roa da Imperatriz para tratarse do ne-
gocio que ella indicava.
Aluga-se urna escrava de meia Idade, boa co-
zinheira : qnem precisar diriivse a Santo Amaro,
sobrado junto ao eemeterio iiiv:iez.
O abaixo assignado participa ao rospiitavel
publico e principalmente ao corpo do commercio,
que desdo o lia 28 do corrente musan de orcupar
o lugar de c-ixeiro na easa do Sr<. Amorin Ir-
mos ; o mesmo aproveila este ensejo |iara agra-
decer a ditas Srs. o bom tratamenlo com que sem-
pre o trataram.
Antonio Sampara do Nasclmento.
Aleea-se metade da loja do sobrado da ra
Velha n. 20 : a tratar na ra do Sebo n. 24.
Precisa-se de 130J a juros
nuncle.
quem tiver an-
Preisa-se alugar umi ama escrava
natario Joaqoim Jo; Goncalves Bellra, na roa do servico exierno e interno de ama casa
Vigario n. 17, 1 andar. familia : na ras do Sebo n. 44.
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel as agnorrneas antigs
j e recentes, nico deposito na pbannacia
de pouca franceza, ra da Cruz n. 22 'e ao prego de
/
MELHOR EXEMPLR ENCONTRADO
j

i
l


s
Diario m i*eraiiibneo
do SO
J
Sociedade de seguros mu-
tuos sobre a vida
CASA DA FORIOA
Aos 6:0O0$000.
Bilhetes garantidos.
A' BCA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTUMfc
O atoaiio assignado vendeu nos ten mullo feli-
zes bilbeies garantidos da lotera que se ac bou
de ectrahir, a beneficio das familias dos volun-
tarios da palna, os segninfes premios :
N. 336 uin meio rom 12*00?.
N. 771 dous quietos com '.hiK'01.
M. 3t um meio rom 500$.
S. 3SI7 meio rom 200*.
E outras mu Has sortes de 1005. 40$, e 20V
Ospesudores podem vir receber seus respec-
tivos premios sera os descoBtos das leis na Casa ; ma os juros semeslraes que dellas se forem ven-
da Porua rna do Crespo n. 23. ceodo, ficam por um cerlo numero de annos em
Acham-.-e a venda os da $ parle da 5" lo- deposito, al que, lindo o praso estipulado, sao
tena (4S4) a beneficio da Santa Casa da Misen- restituidas aos socios com es interesses atuontoa-
O banco Atlianca da Porto tendo estabelerido
esta sociedade debaixo de sua immediata vigilaoria
e responsabilidade, facilitn a crearn de capitaes,
dotes, rendas, pensSes, isenj5es do servigu das ar-
mas, etc., por meio de subscrbeles nicas ou an-
ncaes, as quaes convertidas em inscripedes da
divida publica, de renda nacional, e da mesiLa fr-
ordie, toe se extrahir no dta 3 de Janeiro.
PHECO.
Bilhetes .... 6O00
Meios......3*000
Quintos.....1*200
Fara m pesseas que eanprarem de 100(3000
para cima.
Bilhetes.....5*500
Meios......2*750
Ornatos.....1*100
Manuel Mart Fiuza.
fraudes melhcras
6 lucilinas imperiaes de coser-
Amm 336 Broad-VYav Se* York.
Estas maobinas sao construidas par um novo
sysiema, com muilas e importantes melhoras, e
send i examinadas por habis peritos foram julga-
da> de perfricao. A agulha direila e cose
perpendirularmente, rom n ponto de tacada, que se
nao drsmanch* nem embaraza e que igual de
ambos os lados; faz costaras perfeilas em toda a carregado.
quahdade de toados, desde o couro at a oais tina i
L'ambraia, leudo ios de algodo, de seda ou de li-:
:ih". de>de ma* grosso al o mais delgado. Co-:
dio nao tem rolas dentadas, |K>r se ter ertado a
menor atrito putscvel, tratialha com facilidad* e -
sem rootradicoMA MACHI.NA QUE NAO FAZ .
RUDO AI.GUM.
T. J. Mr. {TABK'it & C., fabricantes e profite
larjeaacss* a supr*.
dos, bem como as que pertencerem aos associados
laliecid s, visto que destes sao herdeiros os sobre-
viveotes.
IVI a engenhosa combinaco econmica adoptada
nos clculos desla sociedade, v-se que, com urna
entrada annual de 50*000, por exemplo. obtem-se
em 5 annos 450*000 a 550*000, em 10 1:500*000
a 2:000*000, em 15 3:500*000 a i:;0"5i 00. em
20 8.000*000 a (0:000*000, em 25 18 000*000 a
25:000*000, conforme a idade do individuo sobre
quem deilo o segure, pois que nos referidos cal-
rulos coala-se com a maior ou menor probabilida-
I de de duracao de vida.
Esta sociedade sobreludo vanlajosa aos chefes
de familia, visio que Ihes facilita seu sacrificio a
tundacao de um capital ou dote para seus filhos ou
lillias, segurando-os quaudo nascem ou em quanto
sao enancas.
Quem, pois, mais cirenmslanciadas informarles
desejar sobre tal sociedade, ou se quizer inserever
romo socio d-alla, dirija-se a ra da Madre de
Deus n. 28, onde se poder entender com Joo
Carlos Coelho da Silva, que para isso se ada en-
^JS
EMa para alopar-=e o 1 atnjar 8 lojae
do -i lirado o. fci a ra da Aurora : quem
os quier ilinj.i-se a' ra Nova o Sr. Joae
B. do Kego, a en armazem de fazendas
mmmm
O Dr. Cosme de S Pereira conti- j
na a residir na ra da Cruz n. 53, B
Io e 2 andar, onde pode ser procu- i
radu para o exercicio d, ;.;i;i protis- 5
sao medica, e com espsdalidade I
sobre 0 st-minie
Io molestias de olhoe;
i" de peito:
3o dos igaos geni- |
ti urinarios.
Em seo. escriptorio os doentes se-
rlo examinados na ordem de suas
entradas eomecando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manlia, menos nos do-
mingos.
Pralicar toda e qualquer opera-
(5o que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Saques par: o Rio e Habla.
Anloniu Jos Rodrigues de Souza na ra
do Crespo n. i.'), ac a vista ou a prazo.
medico e opemdor!
0 Dr. Joao Baymunao Pereira da Silva,
jfP chegando ltimamente de Pars, onde fre-
ju.-ii i ni os mais nolavd- hospitae?, pode
ser pmcurado para o exercido de sua
I ojdfisso na ra da Crtu 11. 40 segundo
S andar. D consultas todos os das das 7
as 10 horas da maohaa. Especialidades,
jjt molestias de ollios, partos e vlas-unnarias.
mmmm mm S8s m mmwm
O abaixo assignado faz publico, que desde o
da 5 o crreme, ge acha desligas da sociedade,
ijue tese na sua taberna da ra do Rosario Larga
n. 18, or. Custodio Jos o'e Oliretra, nao devendo
por tanto os devedores da mesma laLeroa pagar
seus aetiitos se nao ao abaixo assignado, ou pes-
soa por elle authonsada. Ouiro sin o abaixu as-
signado nao se respoosabelisa por qualquer detwio
que em nome da extinta sociedad.- f,ic,a o meiaw
Sr. Recife. le de deseinlirode 1865.
________Joao do Coulo Alves da Silva.
Precisa-se de urna criada portngueza, e urna
escrava que saiba en^cmmar bem : a tratar na
ra da Cadeia n. 3i.
UMAJGRANDE DESCOBt^TA
OX.JGO
deFSGADOdeBAGALHAU,
k DESINFECTADO \
che:1
MEOALHI
DE
HONRA
^^v
,*J>I BACAIHAU
DE$If ECTADQ FmkGINEO
As propiedades medicaes oolo/eo de figado de baeulao forao unni-
memente reconbecidas. Mas sep cheiro e seo sabor tio desagradaveis
tornio 0 uso d'-elle muilas ve es impossivel, mesmo os estmagos
os mais robustos e aos mais co descernes.
Por isso a descoberta do 5nr. Chbvribr que lh permettio de
desinfectar inleiramcnte o oleo de figado de bacalhao sem alterar suas
propriedades tem sido um dos mais felizes problemas resolvios pela
iherapeutica moderna.
O oleo de figado de bac lhao desinfectado de Ghevrier,
.com um cheiro agraduvel e un sabor assucarado, o nico que nao
.tem nem gosto nem cheiro de j tixe. V
Objecto de numerosos relat irios scientificos elle goza m Franca
e urna fama bem merecida, i receitado por todos os_rnedicos em
kigar do Oleo de figado de lacalhao ordinario. Tendo as mesmas
propriedades do oleo de figad de bacalhau ordinaria, usa se d'elie
nos mesmos casos isto as :
tltlrilln iMkHlHN,
Ofeatrurj-aa d. laiMlrs,
TlsU-a pulmaaar,
Mofcwlliw la prlle,
Conallliiiruo I nipli4U-n,
Annila, drbllldadr, raauri
Pakrcma d* ,
Klalfi.iriu pa- .exeeaa* dr
rfclh au le annern,
Mole.ta loa braneklaa reeca-
tea au earaalcaa,
Taaaea acrllaaaea,
Gaatrltca, saatralKlaa,
0 Oleo de figado de bacalliau Uexinfec
Chevrier constitue o melhor meio de adn.
ioduro de ferro reunido com o oleo de ti
augmenta a acejio t3o efficaz d'este ultimo,
fcilmente nos lquidos das vias digestivas, t
mais bem do que quando tomado sob a fe
xaropes, etc., enfim perde suas propriedades
provoca a constipaco.
irruginoso de
ar o ferro. O
\e bacalhau,
! dissolve mais
assimila muito
y& de pilulas,
tantes e nao
As pessoas as mais delicadas que nao poden pportar as
preparacSes ferruginosas ordinarias, as quaes, p 'plmente
nos parzes quentes, tem muitas vezes grandes int 'ententes,
poderao com a nova descoberta do Snr. Chbvribr, u 1* ferro,
um dos mais poderosos agentes therapeuticos, tomar. i unido
ao oleo de figado de bacalhau.
O oleo de figado de bacalhau desinfectado ferrug.
Chbvribr, se em prega em todos os casos que o ferro
selhado; julgamos intil de os enumerar. >^*
Dore de eateina|f.
Elle convem a todas as compliicocs e a todas as idades, e tomada
fcilmente pelas pessoas as mais (faiteadas. Elle um poderoso socorro
para a aiimentacao das enancas Iracas e doentes.
Um o! oto acoompanha cada vidro e contem as observacSes medicaes.
Deposito em Pariz, na phar naca de Ghevrier, e em todas as boas pharmacias de Franca e do estrangeiro.
De )ositogeral em Pernambuce ra da Cruz n. 22 em casa de Caros 4 Barbosa.
o de
on-
Precisa se de urna ama para andar com um me-
nino e fazer mais algum servico em casa de fami-
lia : na ra do Queimado n. 39. loja.
Antonio Jos KodriRue* de Booza, a ra do
Crespo n. 15, aluga sua casa e sitio no Monieiro
em frenle ao oitau da igreja, lendo o sitio portao
de ferro, cacimba com boa agua, estribarla e co-
cheira, e a casa i salas, 7 qoirtos, e lOto, a qua
I muilo fresca e esta a novo bem raiada.'concerl'
lada e pintada : para ver, as chaves estao em a
- casa do Sr. Nicolao Machado na mesma povoaca.
Na praga da Independencia n. 33, loja de
ourives, compra-e ouro, prau, e pudras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e qualquer concert.
mwmimmmmwm
M DEPOSITO DE GAL 10 *
m r'ABKICADOXACASADE HKiL.NtAO M
)H Hua Vota u. 1. jjg
>nt Abi se encontraro obn>s de di- mk
versas quahdades, e por prego moi '
diminutos, a retalho e em porces.
m
So s vende a .dinheiro. ^j
mm*mm*m mummmmm
mmmm mwammmmmmm
|Gabiuete medico-cirur-g
gico. fi
^".j; Ra da Iniperatrlz n. 36. g
SS O Dr. Joo Mana Seve, medico f arlei- 1
y ro e operador mudou a sua residencia ffi
a< para a ra da Imperairiz sobrado o. 36,
pw onde pode ser procurado para o exercicio Wl
'' de sua prolisso al as l horas da ma- */
vv< nhaa e das 4 da (arde em diaute.
mmmmm-m ses mmmmmm
-- N. O. Bieber & C, sucessores, sa-
cam sobre u Rio de Janeiro a vista ou a pra-
zo eonfoime se convencionar.
fis
botica e dbogabia
HK
It. W. de > & C.
I!ua Unja do Rosario 11. 3i
Renedios de Radnvay
mpto alivio. '
is reguladoras.
I lotiro.
Bemedios de Kemp
Anacil.tiila.
1 -;. il- llri-lol.
- ^-su \>:iia BoTa.
l'H-tilh:.- v.rmifopas vepetaes.
Ciefa4o f -nii-i a irniandade do Divino Espirito-Santo
: ja o CoUffia, resoivid em sessio de mesa j
. ja, 11 andar faz-r de marmore branro fino a i
rir de su reja; ronvido de ordem da
r -a refetfora aquellas pessoas qoe se acharem
litadas a man a -xanonaiem a planta que se acha exposta na sua I
|-tia, a a apresentarem as soas propostas 00 ]
i.i-n de M*dia< cornados desta dala. Consistorio
da innaudade, em 10 de nowmbro de 1865.
O escrio.
Fiaiiiitco Belarmino dos Santos Freitas
Perdev-se am awlboeotn (res chaves, desde
:i ita r.'-t"ia a Madre de Dos : quem as tiver
. I f J-- .-miticar.
Joio da Silva Bamos, mlico 1
pela universida le de Coimbra, di m
coosoltas em sua casa das 9 jsm
II horas da manhaa, e das 4 as G
la tarde. Visita os doentes em$uas!JH
I rasas regularmente as horas para 3S
isso designadas, salvo os casos nr- S
m gentes, que sero soccorridos em g
I qualquer occasio. D consultas aos H
pobre* que o procurarem no los- H
pilal Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 as 8 horas da *%
manha. ST
Tem sua casa de sade regular- ;
mente montada |sfa receber qnal- S
quer doente, ainda mesmo os alie- I
iri'l"S, [>ara o que tem commodos Wt
;ipro|iriad"S e nella platica qualquef !
ojiperaro cirurgica.
I'ara a casa de sade. w
Primeira classe. .3-50IX) diarios. M
Si'gunda dita____3i$o00
ITerceira dita .25000
Este estabelecimento j bem ]$
acreditad') pelos bons servidos que S
tem prestado.
_ O jiroprietario espera que elle fi
i continu a merecer a conanca de J|
|que sempre tem gozado.
Ba dO\Grespo u.
I^ojn das coliuuuas de Anihanio C'orrt
A Couipanl
MARTIMOS
CONTBA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecl*
da aesta praca, toma sepuros maritimos so-
bre navios e seus ca pegamentos, e contra
fugo em edificios, mercadorias e mobilias:
a ra do Vigario n. i, pavimento terreo.
Gasa
>lup->e o segundo andar do sobrado pranile
jurtfo a iVbrica de sabao, na ra Imperial : para
ver,\achase a chave na loja do mesmo sobrado, e
para\a|ii>Lir, na ra do Imperador 11. 83, pnmei-
iro antlar.
Fazendas, phanlasia para vestidos rhegados de Pars pelo ultimo vapor.
Lindo* robes de organdys cesarianas fazeuda transparente de inieirogosto.
Diios de percalia campestre padiSes muilo ricos.
Riquissimas gnuadines de. seda oque lem vindo de melhor gosto neste mere.
Lindos coi tes de saltan p.kiu para vestido faztnda inteiramente nova.
Ditos de gaze selun em peca fazei.da transparente e de gosto muilo moderno^
Luidos chales degrenadim brochti, primeira vez aqu appareridos.
Riros (bournns de crep guarnecidas tie tranca mu
lln|iiissiiiias fivelas para .-mo, de metal, de cry<
ha e mais novo
E oulras muilas fazendas de Inleiro goslo.
13.
la ce Vasconcelkos
Companhia geral hespanhola
sobre a vida
AUTOBISADA PELO REAL DECRETO E 2
seguros
DE DEZEMBBO DE
Dm lianca em ilinlieipe, depositado nos ftrtk do estado, garaete
niinisli-acao da companhia.
RANQl'EIUOS DA COMPANHIA"
O Banco de Hespanha
DIRECCAO GERAL
IfadHd : Ra do Prat
Esta companhia liga pelo sysiema rauluo todas as conbinaces de supervivencia dos segu-
ros sobre a vida.
1859
boa ail-
ii. 1
FABRICA A VAPOR
99 BA DO MONOElJO 99
Deposito na na \oi a n. .>o ija de i-clojoeiro.
Deloucbe frres donos deste estabelecimento partecipam ao respeitavel publico
est montada com as melbores machinas que existem ns Europa, e que pode fabricar
com melhor perfeicSo possivel. Todo o chocolate desta fabrica e.-i garantido, e puro,
o que nao se pode encontrar naquelle que vem de fra, e que se vende por preco baixo,
visto os productos serem do paiz. Na etiq-eta tem s< mpre urna aguia.
FBECO.
Meia libra......... 400 1
Urna libra......... 800
Urna arroba......../ 19:5000
Jdro
LE ROT
de\SIGNORET, Docteur-Mdecin
Rue'.de fieine, 51, PARS.
apel azul
em ama-
RANCIZ.
irancus
4
Em caja garrafa, ral, enlrc a
que leva o met tele, ucn 10I11
relio com o Sello lueti.m. no iV<>VER>
y. B. Cemelteiiiln-si- u.ua lelV.'"* *"*
sobre Parto, aceilavel a (0 dial de v."'^. V.aximo,
gozare do abalimento e do maior dcslc0"' j^>|
heposito |irui( i
lo legitimo I.c Roy
em Caza do nosso aaO^"^ to-
nico agente pelo J
Brazil a Snr Anto- ~ ^^
M" Frinc : de La-
cerda na Balda c
noi principis pliar-
maceutcoj,
niruiu r uu iiiiii"! 1
Ipal y?
>sso 4d7/ o**
Na mesma fab ica acaba de se montar urna officina com serrara a vapor para
obras ce marcineiria propria para edificio, para o que encaneg -se de fazer portas, ja-
nellas, assoalhos (parqu fraocez como se usa na Europa.) earmagoes, ludo com brevi-
I
Nella pode se lazer a subscripto de maneira que en nenhum caso mesmo por morte do dade e perfeigao. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade. entrecandn-se
segurado se perca o capital nem os juros correspondentes a ?stes. nromnLa a rnllar sp no lno-ir
Soto suprehendenles os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACI-!'
NAL,que ainda msmo dimlnuindo urna terca parte do 1 iteresse produzido em reieutesliquida-
ces ecornbinanl 1-0 com a mirlalilade da tabella de Depsreieux que adoptada pela compauhia
para sea*clculos e liquidares, em segurados de idade le 3 al9 annos, urna imfosicaoaonua.
de iOOJa produz em etTeciivo metlico:
1:1195300
3:942*600
il: 208OO
30:2S6000
. 80:33l000
, os productos sao mais consideraveis.
lo sub-direc
No lim de :> annos.
1 de 10 .
de lo .
de 20 > .
de 25 .
as idades menores de 3 annos e maiores de 30,
Pro>pecl>s e mais ioforma^oes serao prestadas pe
lireclor nesta provine a.
Joaquim Fiuza de Oliveira,*ua da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n 12, estabeleci-
mento dos Srs. Ravmnndo. Carlos.lleiie & Irmo.
Alupa-se por 113 mensaes a casa terrea n.
l'i. coto quintal, sita na irave.-sa das Barreiras :
a tratar na ra da Cruz n. 56, das 9 as 4 horas da
:. r..\
Precisase de urna mulher para vender fruc-
lia ra e mais hortalicas : na ra do Arago
Iloga se ao Sr. Horacio Candido de Oliveira,
^1 que foi de ourives na villa de Mossor, pro-
viii' ia di llii Grande do Norte, o obsequio de vjr
01 mandar sati-faier a quem comprou urna portao
d- obras de ouro na importancia de 3555, de que
tii idou onia letra que ha muilo se acha vencida,
M ao menos armu icie o iugar de sua residencia,
Ma qae nenhuma noticia tem lido de S. S., abu-
rando .--mi da bondade de quem com gosto o ser:
vio, apeiar d-i annunciante estar informado porou-
iro rredor que o verdadeiro nome do annunciado
i Maneta Jos da Silva.e de ambos os sobrenomes
m" -irvo para o rim desejado. Villa do Maco do
A*e 22 de nuvemhro de 1865.
O credor.
ALCOHOLADO de GUACO
de N. Rasgal
COrEfilIO Je FBEITAM
el para
le secun-
0 Alcoholado de Guaco de Pascal urna nova preparacSo
basta mencionar suas propriedades para appreciar sua importanc
Em primeiro lugar um preservativo infajivel do contagio v
folieto para o modo de o impregar).
V Tem a vantagem de ser o remedio mais certo e mais agrad
as molestias syphilicas de toda a especie, ulceracoes primitivas
darias, ec.
3o Empregado em injecc5es, o melhor tratamento dos cotfrtmeplos
recentes ou chronicos as pessoas dos dous sexos e da leucot -hea as
mulheres.
4o Emfim como antidoto dos virus, soberano na cura das chhgas e fe-
riaos de m natureaa, cha gas gangrenosas, dartros, ulceras d$s pernos,
opktalmia purulenta, ou blenhorragica, mordeduras e ~
maes venenosos, ec.
Este especifico vegetal, izento de toda a acelo mortfera, foi experimen-
tado nos hospitadfc de Paris, Lyon, Marcelha, ecvr* recebeu a approvaclo
dos distinctos doutores Ricord, Badchet, A. Richard, Cal/o, Didav,
Melchior Robert, Costilhes, Berenger, ec.
Deposito geral em Paris, botica de CHEVRIER. SI. ru dtJFaubourg-
Montmartre.Casa de expediclo, PASCAL e C, 33, ra lonsieur-l
Prince. Paris.
de ani-
DE
Ra da Cruz n. 16.
Continua a liaver diariamente um sortimento de pasleis, podins, bolos nglezes,
empadas etc.; etc. Os donos deste estabelecimento, acliam-se as melbores condicoes
de poder satisfazer encommendas concernenles sua artel em consecuencia do socio
Freitas ter sido administrador chefe de algumas das princii aes fabricas na corle, sendo
rAna a do Sr. Joo GoncaKes Guirnaies (confoilaria do LcSo) antipa casa de Garcellr.
Todos os traballios sao dilerentes dos que se fazetn em casas particulares.
Os proprielarios deste estabelecimento nao se tem poupado a despezas, nem se
pouparo, se houver concorrencia como esperam ; tendo continuadamente bom sorii-
mento de doces para cb; presuntos e ditos em fiambre, tambem se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, podendo durar annos em perfeito.'estado.
Para jamares e partidas rect-bem-se encommendas dos se^uintes objectos; ban-
deijas ricamente enfeudas sem arnucao pecas de amendoas (nogace.-), ditas de tmaras
de ovos, pes de l enfeit,ados com dsticos anlogos a qualquer fim; ditos montados,
kecbs simples e enfeitados com fructas ingleza; gatherax de la reine, ditos de le du-'
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne; cremes e doces de ovos
de diferentes especies
Tambem lem um completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam : vinbo
do Porlo superior, Fi^ueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeaux, Champagne fino, ser- i
Veja, licores, charopes e conservas. Para festas: bonitas caixinlias com amendoas, con-
feitos e mais enfeiles. Muitos destes objectos mencionarlos podem-se perfeitamente ac-
condicionar tanto para a provincia, como para fra.
DEPOSITO
DE
Alugam-se tres casas na povoacao do
Moiileiro a margem do rio, com muitos
bous commodos e em muilo bom estado
de hmpeza : a tratar na ra do Crespo n.
20. esquina, cujo preco de alugnel
uavtil. i
DE
J. V1GNES.
\. 55. RI1 DO IMPERADOR *. 55.
O pianos desta amiga fabrica sao hoje assis conhecido< para que seja lecassano insistir sobre a
ra. a superioridade, vantugens e garantas que offerecem aos compradores, qiialidades estas inconlesta-
teis que elles tem definitivamente conqaistado sobre todos os que tem apf recido nesu prac^ ; pos-
mindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e cj| )nchos das pianistas, seo
Preciase de-um caneiro de 14 a 16 annos aunca falhar, por seren fabricados de proposite, e ter-se eito utlmamenti
para taberna : teroote do hospital Pedro H, u-! tlssimos para o clima deste paiz ; quanto s voes, sao melodiosas eflautada
berna o. 17. *eis aos ouvidos dos apreciadores.
4
~> raelhoraraeutos importau-
, e por isso muito agrada-
25 RA NOVA N. 25
Este estabelecimento acaba de receber um rico sortimento de pianos fortes ex-
pressamente fabricados para o clima deste paiz, dos mais afamados fabricantes da Euro-
pa, por isso o proprietario convida ao resfe.tavel publico para viran apreciar as qua-
lidades dos referidos pianos.
Continua-se sempre com esmero e promptidao fazer-se qualfcr reparo nos ditos i
instrumentos. AQnam-se os pianos debaixo do melhor systhema ltimamente adoptado
na Europa.
Manoel Duarte Rodrigues, ra do1
Trapiche n. 21, saca sobre a cidade do Por-
to, a vista ou a prazo. ,
Aluga-se o segundo andar do sobrado da Aurora n. 46, com gaz e pialado de nevo : a
tratar na ra da l'uiao o. 32 com o Sr. Miica
Loiz Vires. '
Ama para casa.
Precisa-se alugar urna ama para todo servico de
ama casa : na neceo das Boias n. 2, primeiro
andar.__________________________________
Aluga-se de um at qualro escravo, pagan-
do-se bem : na ra do Trapiche n. 13, armazem
de Mauoel Teixeira Basto.
.Co
as LIMAS,
CHIMICAS SE
P. MOURTH, forncl
cedor da Caza Imperial do Exercito
francez, garntese que qualquer
pessoa podera sem dor nem perigo
livrar-se de seos callos. Esta inven-
Cflo : privilegiada em varios paizes.
reconhecida officialmente efficaz
por* 15 nacAs, premiada com me-
dalhos de 1* o 2* classe e approvada
por diversas academias e pelo Ex"'
Presidente da Junta de Hygiene d.i
corte. Por ordem do Ministro da
Guerra fez -se em Pariz experiencias
sobre mais de 2000 soldados que
ficarao livres de seos callos -, igual
resultado foi oblido no guarnicSo
do Rio de Janeiro. Mais de 3000
pessoas ja se tem curado com estas
Limas. As pro vas do que so diz ci-
ma e os atestados achara-se no
prospectu, que se da no deposito.
Casa principal em Pariz, B Prince
-Eugne, 18, Agente para o Brazil,
o S* M. O. ARRANCHES, ra
da Alfandega, A" 10, na Corte.
Le te DO .MuFiiit-ur c la l'hitrmactc
lAelectricidade heje empregada por lodo* os
mdicos afamados, para o tratamento de muitas
molestias, mesmo para as que resistvm as oulrat
medicacoes.
A electridade produiida pela friccao tera urna
superioridade inceiUestavel, e a vantagem de nao ,
> dar abales, e de poder ser graduada pelo doeote.
A causa a mais frequcnle das molestias a
estagnapi do sangue ou dos oulros liquidos ri-
taes. Rcslablecendo se a circulaca no orga-
nismo. curacao-se as molestias.
Quando se sent al?urna dr en quelqaer-
> parte do corpo logo, e inslinctivamente, seerfregii
o lu.-ar endolorido com a ma, e islo al ti va. Islo-
explica o resudado ineontestavel que deve pro-
duzir um apparelho elctrico. Por isso temos.
praterem annunciarao Publico queoSnr Ru 'son
de Bivilliers residente, bou lev a rt du Prince
Eu;6iu% 48, em Pariz, dolou a medicina de um
apparelho Electro-Magntico, sob a forma de
urna escota, rom o qual os doentes se poderao
i curar sem neliiiiiia outra medicacao. Os mdicos
que a tem experimentado, attestara que a
ItcovA lbctbo Maoicbtica eflica para.
curar: OsRheiunatismos,aParal]rsia, Gotta,
Fraquea dos membroi, a da Colama r-
trbral dbil dade geral, Nerralgiai, ata.
Estamos cerlos que breve cada familia possuirat
esta ascova que prestara graodes servicos.
i A pedido de muitas Dessoas, o autor decidio-s
a establecer um deposito de seos appardkas no
> Rio de Janeiro, em cata do Su Dioica Kolt,
ra nona do Ouvidor, a* 83.
Pernambuco, ptiarmacia Iraucea de P.
Maurer & C, ra Nova n. 18.
G. Augusto da G. e Mello mudou
dencia da ra da Concordia n. 12 para o
TVrgo, sobrado n. II.
i
... i
MELHOR EXEMPLR ENCONTRADO
W


*
.i
OS PARAGUAYOS
E' t ordena do dia Acabar com os Par-e
guayos a bavo&eta, a mini, a revolver;
fuli
Na ra do Livramenio n. 19 con/ .-, B"m ,
pa-plaoispherlco.
Compram se os apparelhos
ina-los com os eocourac^ados armados irabalhos de da.uerreotypo, exa"
de esporoes, armstrongs e raiadas de 80 quem os liver poder dirigirse
120; exlermina-los em summa a espada, a DaSao da roa do Imperador d. -
fa io e a punhal de que se trata; mas Na ra de Santa 1
niogoem se L-mbrou anda de esmagar os pram-se relogios velhos
Paraguayos com as armas que Deus nos con-, dades. __^_
cedeu; acabar com elflsg^a tacSo e a ponta j = compra se na ra Di
pes, para o qne necessario encourafar esta molledos, pedra marmore
parte do nosso rap com os formidaveis sas>ni
rompe-ferro, esfnaga cobra, arranca tocos,
quebra marmore e outros que se vendem
RA o IKK I Ti -45
en-
Borseguins Bordeaux.....
> patricios.....
> para senboras,
fei lados.......
> com laco e fiveila ..
SapatSes eocouracados.......
B irsegtiins para meninas bom
eiasl co.................
Sapatos de lona, sola elstica.
avelludados.........
de tranca...........
com salto de lustre..
Ua completo sor menlo de calcado da
trra para homens. senhoras e meninas;
assim como bezerro francez, couro de lus-
tre, marroquins, taixas de todas as quali-
dades, fitas para sapateiro, muito sortidas,
sola e couros que tudo visto necessariatnen-
te faz cobica ao comp ador pela barateza.
85000
5^000
55500
10800
5000
30000
20000
1060"
td600
25240
VEN
sos para os
o objeclivo :
a de encader-
i 5, com-
as quali-
Ul. rio de rr mam buco Mal
i. *, armazom de
alas e Lonjas va-
e oleo qualquer.
VILMHAS
DE
CAYALLO
Na caite de 18 para 19 do correle orlouse uro
cavallo mellado caxilo, da estrabaria do seu dono,
.ooi seJJiin inglez quasi novo; rujo cavallo tem
cliBis-e ra'ida pretas. as cimas sao grossas e ca-
tea vbre ambos os lados do pescoco, e tem uina
#?rtda pequeoa na mao direiia ; esta acosturaado a
acdar em cabriole! c bem conhecido nesl? pra^a:
quetr df lie der n liria certas ou lvalo a' Estan-
cia, cobrado de dous andares n. 2, ser gralilicado
nucas da patria : na
Independencia n. ii.
mt \I-VT Por4oil0
11.11 3E pr-ca do da
OTENGA
ti
(Juera tiver para ser alugado um escra
vo quo alin de muito boa conduela, osle;
bem habilitado para desempenhar satisfa
loriameiitf qtialquer serviro interno ou i
temo de DOMFctn de pouca famia,
nnnie ou il.iija-sc a ra da Aurora, so
do de p. 70, segundo andar.
Todo u IMINM se fara' com o sec a.
r-rdote que quizer ser eapellio de nm en ((' e
nlit-m tenha hsbilitaeoes para en 'as
primer* (.-tras e alguns preparatorios : a|,4.
rom o Sr. Aatotiio >eralini da Silva n i } < a
tufa'.
PAf
Acabam de
algibeira e de
mais correcta
las e eclip
que a igreja
te na livrari?
160 ris as
beira.
1800.
i luz as folbinhas de
ira o anno de 1866, o
vel tanto no calculodas
mo as diversas festas
; vendem-se unicamen-
Pecliincfaa
Pa i afesla.
Va ra das Gnzc 30, toja da cons-
ei( lie i a,
Vende se um (raudo Bortinunto de calcados de
todas as qualidades uli namtnte thegadis, assim
como borracha pelo din
guezes a vista fai f.
Nos pes seaflir|mm
Barato o preco
Chepuem fregdeies
Abaixoverse
BorzeguiDs de lustre a
Ditos de bezerro dilodili]
Ditos de lustre e bezerro
Bolinas para senhoras e
Borracha a vara
imio preco; cheguem fre-
ilie para liGmem
)ara meniuo
neninas
Grande sortimenlo de ch grin e de cordavo.
Seleiros e
PECHI!
Sola de lustre em pe
meio......
45-Rna 1 lrelta-45
75500
7,6000
CUO:
3*VM)0
500
correeiros
CHAO
feiio estado,
200000
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento apezar de sempre
se achar bem sortido como todos sabem,
hoje mais que nunca, n5o s pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
_ que recebe de consignad-Oes; parece sem
duvida que deve offerecer grandes yanta-
de gens para o respeiiavel publico tanto em
precos como na escolha dos objectos, e co-
Oiidos dbjectoa
Vindos tambem para a amiga loja
miudezas ra do Queimado n. 16.
Sapatinhos de setimbraoco bordados pa- mo acaba de chegar grande remess pelo i
5? ,! Sil 1>'J ra baptisados. \ vapor Douro e o navio Solferino de
Ouiros de merino tambem bordados e diversos objectos de gosto e proprios do
gualmenle bonitos. lempo dos quaes se mencionarn alguns, i
Meias de seda, correspondente no tama- por nao ser possivel mencionar todos. 01
la e 320 ris as de algi-
ROM/i ISB MTOS
Vendem-s a |vrria da prafa da Inde-
pendencia r a 400 rs. o volunte, os ro-
mances por iezesseguinies, embroebura:
A voz o ngue, 2 volumes.
Connen 2 ditos.
A nf* S. Silvestre, 1 dito.
J nll) Tiliano, 1 dito.
A"op j o bom negro, 1 dito.
A-3 <'. amadas, 1 dito.
0 H de Iluda, 1 dito.
r; i dito.
'l? de la Sierra, 1 dito.
__i'' i Siberiana, I dito.
nho dos sapatinhos.
del bo da Escossia
scossia brancas
32,
da
nde-se a casa da i na oe
uezia de Sanio Antonio :
izes n. i:', taberna.
Santo Amaro n.
a tratar na ra
.Vude-se urna crioula e.-crava, de dade 10
, cozmha bem : na iravessa do Carino n. 1.
Outras mui Gnas
brancas listradas.
Luvas finas de fio da
de cores.
Ditas de seda para senioras.
Ligas de dita para sennoras e meninas.
Pentes de tartaruga muji fortes para des-
; embaracar.
Carril eis com retroz pre|o e outras cores.
Carteiras com agulbas.
Agulbas francezas, as afanadas.
Caixinhas com altinetes trancos e pretos
Haspasd baleia para v#e$tidos.
Fitas de linho proprias pira ditos.
Caixas com lindas de nqvellos
para crochets.
Trancellim de borracha p
Bonitas llvellas gram
' dono deste estabelecimento
e teceo de todos.
Riquissimas caixinhas ornadas e com
e msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porta joias e necessarios.
Riquissimosest jos a feitio de um bausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinhos e touquinhas de muito
gosto para criangas.
.Meias e sapatinhos de seda para as mes-
grandes mas.
Meias de seda para senhoras.
ra..
zenda ..
pleto de n...
tb. Itua da liui
ceza, armazem da po.
Prete
Receben um completo soriiii.
40, e 280 rs. covados, para acaba,
or a 240 rs. o covado, riscado escosse ,
pa de menino, Tustiio de linho a 420, 400 e o<.
Ra da lmieralriz n. 52 junto a padaria francez.
armazem da porla larga.
Paredes Piulo
Reeebeu para cortinados para cama franreza a
!1 a peca cambraia lisa tina a ''-*> !' al 10 a
peca, coilos de larlalanado bonitos gostos a 35500
* 45, cambraia com flor de seda, gostos intcira-
mente i ovos a td e 500 rs. o covado, no armazem
Jara (ranceza.
. Paredes Polio
Reeebeu reto ulnmu paquete urn sorlimento de
espera a pro- crozes com podras para opesecco. benitos (axineis
| de la para poscoco de senhora. Ra da Imperatriz
n. 52, armaztm da pona larga.
Paredes Porto
Vende cortes egorgorin pelo para veslidoroni
SI covados cada um 35^000, grsdenaple pretoa
1600, IJHOO e a o covado, las lizas linas a 400
rs. o covado, las de quadrinhopara vestido, entes-
tada, a 320 rs. o covado. Ra da Imperatriz n. 52,
armazem da porta larga.
Itoupa feita
Roa da Imperatriz n. 52 armazem da porta lar-
ga junto a padaria franceza, euconlra se neste es-
tabelecimeuio um completo sorlimento de palVIs-
saccos e sobrecasacos, de todas as qualidades, cal-
jas, colletes, ceroulas, camisas, grvalas, meias,
chapeos de sol, ditos franeezes para caneca, por
presos commodos, roopa para menino e ouiras
muitas fazendas por presos commodos, armazem
da porta larga.
Vende se por barato urna boa escrava, en-
ima porreiUmeflte, cose e cosinha : ua travos-
do (}armo n. 1.
lomadas, madrepi
Vendem-se
Casa em Oliud
P
J
Aluira-se urna ca-a no pateo de S
na bMiaalts cobmkmIos, lumiai >
tratar no larp do Carino, em (^nd
Jov da Silva, or na ra da HriW d
armazem.
Presa-M por liognel
ra dt Cruz do Recite n. 33.
ro Novo,
iiiii.a : a
.;;) Albino
cife u. o7,
*4iiis : na
ag
lio.
los /
4r
T^ri
.
na do Tro-
cir re do Brasil,
encorara se-e-
seguiutes :
1S58.
Em cata de vlteod Ch
piHtt poto n. |f>, nico a^t
d Hr-ndenbufg rres,
feclita.neule de|Kisilu dos
lien.
St I .erre
Lar~e.
i inleM Leonilo.
Chal-aa Mar^au.
raiid vin O.steau I
ChoV-aa Lafde.
Hau'. Saul--riies.
ChMOM Sauernes
<^haieaa l.aiaur Rl '_._
ileau Yquem. a"'
aoc em He- pije.
ize.l^d.K!e. Vi .^^Bordeaux.
tiluga >c r.ij, c^, terrea na propriedade de
MiR.i. a qus;((.j -pe calila e pm'.ada, con-
i -..lea-, jj(J, js, rozinha fra O quiniai
mura.lc (jio 'oa;.t.tl,p r,
do irmf
achara*-coa i
poriao : qnem o preien^
propriedade, que
a referida
alar.
[alai
C milr
i livej
latead
tfWH,
rgeitea.
isa com urgencia comprar urna-
i. iiel.iiiira d'arma de calador :
stiOCfd'S e <|iiicer vender, pode
aairo andar rio obrado sito na
r n. ;"). cariiirio do escrivo da
tal, Iliiilcira, que achara' com
X'/valsela de primeiras
letras.
o1 Sanado, profe-sor jubilado na pri-
ra -<"i'ia.iiiiiica de primeiras letras da fre-
:','.,-la desta cidade prelende abrir
'''' ':<<: di. auno prximo vindouro urna
' '/' calar ca ra da Palma, casa n. 31, la
'''' Saatt Anl"Ho desia mesma cnlade :
- -" *\-r pais de familias que qutzerem que
' ^jfrraMQlrm i mencionaria escola, podem
eni*^V- r-* agora com o mesrao abaixo as-
'*;n*',r,i MfarMa casa.
Jue J. a.|in;n Xavier Sobreira.
.1
G0NPAM1I.4
de ni.-M'hiii.-is
9 QMtttfi cao
M
HBHH E IWtLAf*
.\w Loadon, (>f dos Cadas

i s ao
. e arfado duracie 25 ann&s, e a'tende-
...ijjiaiamenle a eorrvsaondencta que se Ibes
:ir.
| i ..m pedido* dJle>carocadors de algodao,
ao alcorto"w-aoieriia-iio. Hac-se. de-
r Carolloo Fraaeifico de Lima6an-
lot oa'l>uia a morar aa ra do tmpera-
d.it o. i', segundo andar, leado alias sea
gai*u*ae de consullas medica, logo ao
airar, no>rimeiro.
O Biesmo doulor, qne se tem dado ao
*iudo unlo das opera^oes como das B0-
it~nas tatrna^ prestase a qaabjuer cha-
mea <|Ur para dentro quer para fra
I
I
\
* IO\U I da cidade. Jjj
mmmm mmmmmm 1
Attencao.
rraa-se de um criado para urna casa estran-
aka.a m saina tratar di um cavallo : na ra
Aa i.*~ do Recie o W> ___________________
A luga se
o s* ao-lf nfldar io sobndo da ra do Rrum n.
70 e a I a d* so'-rado da rui fataolo Amaron.
16: a'rataraa raa larga do Rosarlo n. 34,
tica.
bo-

C0MPBAS.
Silvino Gailberuie de Barros '.compra e ven-
de < l-ciivamente escravos de ambos os sexo :
nu x Imperador a. 78. terceiro andar.________
"^7aipra-se oaro, prau e pedras preciosa,
em obra velhas : oa ra da Cadea do Recite.
cja oe oorives no arco da Conceicao.
~ Omf e prata
l .-- pinar*: cor pra-sa na praca da ln
,, tuja de bilhetes.____________
" "so (sement) de algodo : no
-^., gaanders Brotbers & C.,
de Apollo.

Jous pretos sadios e corpolentos, proprios para ar-
mazem de assucar ou para engenho : a tratar na
pra^a do commercio n. 2.
Fa rela.
Vende-se superior farollo de Lisboa : no arma-
zem allianca, ra do Imperador n. 57.
mmmmm mmm mm Atteucao. m
Na ra do Vigario n. 24, escrip- 1^
torio, vende-se uina mulata muga, J|
de bons co^lumes e lin>ia Qgura, B|
com todos os saberes, lano para a *jj
vula domestica como para aia de B
senhoras por ser de trato ameno e 8|
delicado : recommenda-se sobre- MR
ludo para satisfazer aiguma encom-
menda do Rio de Janeiro.
eto, redondo.
es de aeo,
ola e lar-
M
m
m
AVI 0
taruga.
A loja de miudezas ra
n. i, reeebeu um bonito
fivellas grandes para cintos,
douradas, madreperola e lait^
i stao sendo vendidas em dila
eos rommodos ; assim como
litas de gorgoro achamalotad
ra ditas fivellas.
Ociilos le penetra e
qualidades,
d vista.
A' loja de miudezas a ra
u. 16, lambem reeebeu octilis de penetra
com vidros claros e escuros, tara quem sof-
fre da vista, assim como outrts de armagao
de ago, sorlidos em graos.
Coroas e tercos de cornalina.
A antiga loja de miudezas
Queimado n. 16, reeebeu m ti
roas e tergos deornalina,
do Queimado
torttuento de
endo de ago,
ruga,asquaes
loja por pre-
boas e bonitas
, proprias pa-
de outras
para q eni soffre
do Queimado
Io mesmo eslab^locimonlo encontrar o rosjiei-
Capellas e gnnaldas de llores proprias tavel publico, sempre um completo soriimenio de
para casamento. ronpas fetas de todas as saudades, como sejam
Enfeites e capellas de muito gosto para paletos de alpaca puta o de cor, ditos sobrecas
senhora.
Kiquissimos porta boquels.
Na cocheira do becco do Ouvidor existo para
ser vendido somenie uestes tres ou quatio dias um
burro mui grande, man<>, excellenle andador de
sella e cangalna, affeito a todo o servido e o maior
que dessa raga lia: para ver na dila cicheira, e
para tratar na ra Bella n. 22, das 6 as 9 da ma-
uhaa, e da.- 3 as 6 hora.-, da tarde ; barato.
Vende
m o e,"
se
nioulo, Un co/i-
a disposiclo deis bons cltrisl os que os qui-
zerem comprar em dita lo a : na ra di
Queimado n. 16.
Esponjas flii:s grades e pe-
queas
Vende-se na ra do Quejmado, loja de
miudezas n. 16.
4 aniina loja de mimlzsjs na ra do
Queimado d, 16, acba le rreelicr
Novas e bonitas guarnigoes prelap para vestidos e
soulombarques.
Ricos de seda branros e preloslcom vidrillios, e
difleieotes larguras.
francas pretas com vidrilhos.
Cascarrilhas de seda de diversas 1 cores e moldes
ivos ; oulrrs enfoitadas com bjcos de seda.
Rahadinhos de seda.
M
a' ra do
bonitas co-
quaes esto
de n.
frn-
de largoi.
I.'^i para ai.
I'aifvde siispon.
6ra*alas de seda pn...
Ricas golinhas com pnnho.
Lavas ce lio de Escocia, de Ce.
a 320 rs. o par.
Carreitis de buba de Alex.ndre
a 100 rs.
Gaita de borracha p:ra brinquedo de meniuo u
100 rs.
Caixas com clchelos muilo bons a 40 e GO r.\
Lilas com lampannas para 3 mozos a 40 r-'.
Dllascom (bieias niuilo boas a 40 rs.
Fivila- grandes para cintos de diversas iiual.ta-
de?, litas para cintos, ditas do velludo, trancas de
cores lisa> c de caracol, bicos e rondas, vel las de
aljofares, ditas piolas a balao, e um completo ser-
tmenlo de miudezas que te esta' liquidando a di-
nhoiro.
Vestidos
eos a & e 5, ditos de bnm par Jo a 2,5800, 35 e
35500, ditos finos a 45, ditos meias cazn.ira a
35300, 45 e 55, ditos can-mira secos a 05, 75. 85
Boquet de flores com urna borracbinha e 105, ditos sobrecasacs a 10 e 125, ditos de pan-
COm ebeiro. n0 saccos a 61. ^5 o 105, ditos sobrecasacos a 125
I uva* vprrlarlpira* Ip Invin e 25^' rti,os de n,,'rino l'rel" a C. ~ e ,0*> ''al-
Luvas \eroaaeiras ae Joytn. de Lnm de diwr5.,s qoa,idadt.s a im B 4S,,
is de seda e de Escocia. oitos brancos a 25500 e 6-300, ditos caiemira 55,1
r!5 e 75, ditos pretos a 55, t>5, 85 e 05, ditos j
untas razemiras a 35 e \>, colotes de diversas I
qualidades, seroulas Francezas do algod&o, ditas de |
Moho, ditas de bramante a 25 p 25500, carnizas de
algodo de linho franetzas do 25o00 e .'15- firan-1
de pechincha nesle genero, grvalas de todas as I
qualidades e brancas para casamento, grande sor- (
tmenlo de meias para senhoras, ditas para homens
a 35, superiores a 35500 e 4-i.
Um completo sorlimento de chapeos do sol de :
alpaca a 35, ditos de seda a 55, 75, 1<5 6 145, i
para cab ga, grande sorlimento
Riquissimas plumas e guarnigoes para
enfeitar chapeos.
Contas e lubos de ago branco, que ha
muilo se desejava para enfeites.
Brincos, fivellas e cruzes de crystal.
Fivellas e cruzes de tartaruga, madripe-
rola e dourados.
Alineles para grvalas.
Botoes com croas para punhos.
Gravatinhase mantinhas de muito gosto, ditos fraoctzes
tanto para homem como para senhora.
Riquissimos aderegos pretos, assim como
caixinhas com a lineles pretos.
"rehincha sem igual.
Cbtgou a loja de Paredes I orto um bonito sor-
limento de vestidos de larialata de cores e bracea!
que >erve para partidas por ser urna pbaotasta lu-
leirameole de gosto pelo baraio pnco 00 '13 e
brancos a 45500, esli acatndose : no arm>zrm
d perta larga roa da Imperatriz n. 52, jacio a po-
dara franceza.
Cortinados.
Cr-egon a loja de Paredes Porto un.- r&xpieto
sorliiient'i de cortinsdos ricamente bordad a
prego de 255, 355 '55 na ra da Imperatriz
n. 5i', porta larga junto a padaria franceza.
Kicas romeinis.
Paredes Porto r^eheu pelo uMim<> paqoete
sortimonii. de romeira de gnipore pretas e c
a prego commodo : na rua da Imperatrii d.
porta larga junto a padaria franceza.
tira* de pechincha
Corles de laa escoma entestada para
fazenda de 500 rs.. esl se veodeodo a !(
rs. i'covado : na rua da Imperatriz u. 53
por!:: larga.
:t.)
lili.
iid.1
300
da
Pecliir.clia atlniiiavel.
Grande sorlimento de chambres a 45600 e 5,
lences de cambraia para homem a 25 a duzia, di-
Bet'i!. lias de canna com cabo de marim. los de inh0 a 45 e 55.
I' :.ia de baleia, borracha e de outras Grande soitimenlo de roopa para meninos e 00-
p" 1 US qualidades, assim como chicotinhos. iras moitas qualidades que seria enfadonho men-
Riquissimos penles de tartaruga do ulti- ao'lt- Parp.ipS Pirl0
mo gosto; assim como de arregago para Beceben |o |ran(,ez rcas laas
menina, poiS neste artigo ha lim completo granadinas com flores de seda a 400 e 500 rs. o
SOrtimentO de todas as qualidades. covado, estao acabando-se, cambraia preta para
5S00O
lilla,
um esclavo
lllieil'O, e OplilUiJ marllhcirO pr Id" T.ancs branca, de seda par
14 aunos de, cxe'citio; na rua do Im- ^'^b?s brancas n>as
perador n. :<, 2o andar.
as;
ras
Arinazeiu balixa. i*na do l.ivra-
mento n, 'H.
Vende-se farelo de Lisboa, marca X., chegado
palo Rflampogo, com 100 libras cada sarco, ao
proco de 4-5500.
Vende-se a fabrica de charutos e cigarros
da Ba do Arayao n. 32, bem afrogoejada : a tra-
t- na rua dos Cielhos n. 2]
e lavra]
cures lambem lisas e lavradas; o
tadas para cintos, largas.
Fivelas grandes de ago, douredas,
tartaruga.
Bonitas ligas de seda para senhoras
.Loques de sndalo o oulras qualida es.
Lindos o delirados < nlHlo
outras de
achamalo-
les e passens.
A arilga loja de miudezas na rua
madreperola e
para tiai-
do Queimado
n. IO, re%beb novos e, lindos enteiUs para bailes
e passeios, todos de muito gosto e in eiramenteBo-
vos, variando o prego deiles confone a superiori-
Grande bazar.
., 1 dado: os nretondentes os acharao e 1 dita li'ja, na
iNes'e grande eflabelecimento tem chega- rua do Queimado n. i(.
de ultimanienle dos Eslados-Unides urna
variedade de esleirs [.ara bomem e pro-
prics para senhora e crianca de todos os
lmannos e outros riquissimos artigos que
por .gosto se pode comprar, ludo por prego
mojO commodo : na .roa Nova ,ns. 20 e 22
Vende-se um mulatinho de 16 a 17 annos,
proprio para pagem por ser muilo bonito e de boa
conlucta : na rua do Imperador n. 45, terceiro
andar.
Ka rofinaria da Concordia n. 8 vende se mel
de purear assucar ou deifuro, u ais limpo -do que
o qoe vem dos ongenhos, caada a 600 rs., a
rafa a O rs.
Lages par-ti calcadas
Chogou grande inaniidade de bgos para cal-ja-
das e ladr.tlhos, viudas da ilha de tL Miguel : qcem
pretender comprar, dirjase a rua do Imperador
n. 26, a faltar com Joao Marja Cordeiro Lima, 1
na rua de Apello n. 4 com o $r. d<.'ao do Rogo
Lima.
Peonas e ema de muilo superior quahdade'::
vende-se na rua do Vigario n. 44, i" aodaj, es-
Vendem-se -superiores prstanos 4e17eslpha-
ha, choRados ao ultimo vapor: na rua do Trapl- i Vende-se em .batco e um wrago
che n. 9, coro correles, muite proprio para
finas capellas para nwivase
meninas.
Acbam-fe venda na rua do Quei lado, loja de
miudezas n. 16.
Huiitlas loiiquinlu!
de fil e cambraia, bordadas e enft itadas : ven-
dem-se na roa do Queimado, loja de niudezas nu-
mero 16.
Utai de dous vidros enm aro de ac, bfalo
e tartaruga.
A toja de miudezas, rua d< Qaermade
n. 16. reeebeu um bello sortim oto de lo-
garT netos e ocelos de vidros com arm co fina de
ago, buffilo e tartaruga, e os est i vendendo
por presos razoaveis: os pret n< ente* -di-rt-
jam-se a esta leja na rea do Quein ado n. i6.
v'40 rs. a boiiji
Tinta preta .para ecre*er, de. boa qualidade :
vende-se ua r.ua das Cruzes n 41 A, taberna da
pona larga.
Vendem-se
machinas americaas de serrote para
sJgodao : na rua da Senzala ivcva n. 4 '..
Diademas para cabeca do uliimo gosto.
Riquissimas filas lavradas e lizas.
Trangas pretas com vidrilho e de cores.
rua
loto. Porta larga junto a padaria franceza, a
da Imperatriz n. 52.
Paredes Porto
Reeebeu pelo ultimo paquete e.-partilhos a pre-
Pulseiras tanto para senhora como para gUiCC,s., por 3, sao bous, lencos de seda para se-1
meninas. nhora e homem a I?, ricos cortes de cambraia
Ligas de seda e de algodo. bordados de 18: a 7j, per ler um toque de mofo,
Suspensorios de seda e de algodo e mui- e*la0 se i,caband0' na da imperainz n.51, jun-
Cuites de laa escocesa ara vesiido a 35 l'"r-
te: na rua ua Imperatriz u. 52 loja da porta lar-
ga, junto a padaria franceza, esto so acabandi
Manual do Cidndo
Vende-se o Manual do Cidt-do em ira
Governo Represenlalivo ou principit e
Direito Publico Constitucional Administra-
tivo e das Genles, por Silvestre Pinhciro
Feneira, em 3 volumes broxurad s pt r o
cada obra : na livraria n. S da pra-; oa
Independ ncia.
O Pcitoral ale Cerefa,
DO DR. AYER,
tos outros objectos que se nao podem an-
nunciar por nao se tornar enfadonho.
S no Gallo Vigilante rua do Crespo n. 7.
G\Z.
No arma/em da rua do Imperador n. 3 ou no
Caes de Podro II n. i, tem para venderse o me-
Ihor gaz existente no mercado.
Chales de renda
Paredes Porto, na rua da Imperatriz n. 52, porta
larga, vende chales de renda de coros com peque-
no toque de mofo, a 3500 e 4, fazenda de 10J
e 125000.
Vende-se a S& o barril
armazem de assucar.
Cal de Lisboa
na rua do Urum n. 66,
IO a padaria franceza.
Paredes Porto
Vende um completo sorlimento de fazendas
brancas, cuno sejam madatolo a 4#500, 5, i5 e
lOJVpecas de algodo por barato proco, cha fran-
cozaja 240, 280. 320. 360 rs. o envado, precalias
raum linas a 36o, 400 :>. o covado, chita ingleza
a200e240is. o covado. liua da Imperatriz n.
52, judo a padatia franceza.
Fazendas.
vVendese superior merino feto proprio para ra-
pa> de senhora e vestidos a 25. luslrim da China
a 15800 o covado. Itua da Imperatriz, porta larga.
Paredes Porto.
Vende em seu istabeh cimento tiras e entremeios
bcrdadis, grande sorlimento de eorpiuhos rica-
mente bordados a 35, 45 p 55- Sg o Pan des Por-
to, rua da Imperatriz. 110 52 ; porla larga junio a
padaria frauceza.
hocpltaei Grande novidade.
tiandc armazem lie tintas.
Ul'A DO IMPERADOR N. 22.
O armazem de tintas um
productos c.liimicos utensis e os maisemprogados
e usados napbarmacia,pintura, photographia, tin-
turara, pyrotechiniaifogos de artificio) e em outras
industrias.
Montado em grande escala, e suppnndo-se di
Lourengo Pereira Mondes Guimares, proprie-
tario da grande loja e armazem da Arara, rua da
rand"deposilo de IW;""" **** ,ao resppitavel publico e
os mais embregados "" ^uezos, que rtcebeu versas goahMn
de fazendas vindas polo vapor francez, por ts>o
como a festa est quasi acabada resolveu vender
barato para acabar al o lim do anno:
A novidade, chales de renda a 10^000.
descaroear
- Vende-se um avallo roeo pedrea com 7 pal- /Jjf dep0fii0
a tratar na ru
de balanca
taberna ou
da Moeda
mos de altura muilo bom de cabriole!
Solodade n. 19.
na rua da
A ttencaom
Vende-se a taberna da rua de S. Josa
afreguezada para a trra e mato, para Ijtam prin
ei pian te por ler poucos fundos: a tratar
a. 2, bem
na mesma
os 2,000 cortes.
Chegou a loja do Paredes Porto, cortes de laa
escoceza para vestilos, (que eti vendendo a 35,
olhando a grande quantidade: roa da Imperatriz
o. 52 armazem bem coobecido da Porta-Larga,
junto a padaria franceza.
Luvas de Jouvin.
A loja de miudezas na rua do Oueima- barricas com sebo do Porto, de 6 a 7 arribas, coa-
do n. 16. resebeu-as por este ultimo vapor, I do e relioado, muito em conta.
Vende se um bonito pagem de id|ide 18 an-
no6: na travesa do Carmo n. 1.
PECMNOI*
Na rua da Senzala Nova n. 4 tem
rectamente as prineipaesdroganasdeParis.Lon-1 Vendem-se rices chales de ren.la muito linos e
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa, pode offereceer. oovos a 105, 125 e 155, remudas muito linas a
productos de plena confiangae satisfazer qualquer 125 e 155, souiembarques de grosdetiaple a 185,
encommenda a grosso trato e a retalho, porpregos 205 e 255, rapas pretas de grosdenaple a 205 u
razoaveis. 255. soutombarques de laaziuha a 55, ditos bran-
Providos de machinas appropriadas satisfar eos finos a 85 : rua da Imperairiz, loja da Arara
compromplldao qualquer pedido de tintas moidas n. 06,
a oleo, cuja qualidadee pureza de seus iogredien-1 Cortes Mara Pia a SjOOO
les podera ser examinada pelo consumidor, o que ; Vendem-se ricos corles do ve.-tido de cambraia
nao fcil fazer com aquellas que san importadas, bordados a laa e seda a 85 e 105, ditos de lazinha
e que se enconlram no mercado em latas fechadas, (nos a 8, 125 e 165. cortes de cambraia de ba
Tem grande colleogao de vidros- de diflerentes bados a 35, ditos de eaasa franceza linos a 35,
formatos, desde urna oitava al dezeseis ongas de j pegas de cambraia branca una a 35, 45, 55 o 65,
c.apacidadc ; de vidros para vidragas e diamantes: ditas do cambraia para forro a 25, cortes de chi-
para corta-Ios; de piucet* para fingir madeira com j tas a 2J200 e 35 : rua da Imperatriz, loja da Ara-
rtopriedade e outros; o> papis dourados e pra- ra n. 56.
peados e fohas de gelatina para ornamento; de i Cassas franeceas a 300 rs., cuitas a 210.
papel grande e pequeo formato de vanas cores Vendem-se cassas francezas finas a 300, 320 e
para embrulo, para forro de casa, para desenbo 360 o covado, chitas finas a 240, 280, 320, 360 e
com fundo |a teito; de papel albuminado l,e Brisio m rs 0 Cfflvad alpaca de cor para ve5ldos a 320
ar> 'o covado : rua da Imperatriz loja da Arara n. 56.
I.a/.inltas a 240 o cerado.
Laaziuhas a 240, 320 e 360 o covado, ditas lisas
finas a 400 e 500 rs. o covado, ditas escocezas fi-
nas a 500 rs. o covado, longos de seda a 640. 800 e
15 : rua da Imperatriz, loja da Araia u. 56.
alies a l-yi'O.
Vendem-se balos a 25, 2*500, 35000 e 35500,
saias bordadas para senhora a 75, golinhas para
senhoras e meninas a 240 e 320, camisinhas para
e 45 : Cua da Imperatriz,
de Pare-
a
m_jr^^k CHALES
l-ovoa<-ao dos Montes. Grande pechincha.
Vende-se urna casa nesta povoacao, propria para No rua da lmerMril\ 52 porIa ,,rgi
r!,THlb/m ' UaV^^VS Deg0C1 : a ,raUr 2* e 2,500 efinos55,es,ao se acabando.^
Bordados.
Chegoa a loja de Paredes Porto, rua da umpera
triz n. 5-2, um sorlimento de camizinhas, gillinhas,
corpinhos, roiueiras e sintos, de cambraia branca,
pelo barato prego de 25500, 3;5oo e 45, gillinhas
500 rs., romeiras a 800 e sintos a 800 rs, (grande
quantidade de entremeios a 600 e 800 rs. 4 pega,
Vende-se a loja de calgado da rua Direita n.
54, com poucos fundos, ou mesmo so a armago
que serve para outro qualquer negocio, muito pro-
pria para principiante por ser muito commuda nos
alugueis : na rua do Livramenlo n. 15, loja, so
dlra rom quem se trata.
Vende-se ama preta boa engommadetra e la-
vadeira, de meia idade, sem vicio algum : na rua
do Amorim o. 36.
estao se acabando.
Para vender
acham-se dous garraoes de crystal branco, em ca-
sa de Jayme, rua do Queimado o. 6.
Vende-se urna mobilia de amarello ja
na rua eslreifa do Rosario n. 17, 2 andor.
isada:
Brides de fpojuca\
Vendem na rua do Queimado o. 32, Azevelo &
' lrmo.
e outros ; verntaes de essencia para quadros, de
espirito para madeira, copal para o interior e ex-
teiior ; oleo graxo, oieo seccativo, oleo de linhaga
clarificado, oieo de niele, secativo de Harlim, ouro
verdadeiro em p ; prata, euro, e estanto em fo
Ibas de varias cores; tintas vegetaes, inoffensi-
vas proprias para coneitarias ; la de cores, e
olhos de vidros para inisgens; tintas em tubos e
telas para retraios ; tintas em pastis e em pO pa-
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly, jasmim, bergamota, aspice, patchouly, mbar, senhora a 15, 25, 35
bouquet,limo, aicaraiva, melissa, ortela pimenta, loja da Amara n. 56.
louro, cereja, alfazema, juinpero, Portugal, lima, Koupa frila, calcas 2(5000.
ans da Russia, canda, cravo e muitos outros ob-
jectos que s com a vista podero ser mostrados.
Joo Pedro das eves,
____ Gerente.
Tomada de Pav&aiidu' e Montevideo.
Com este titulo acaba de chegar de Pars
linda ;ibautasia militar para piano, composta por
um k mdhor.'s compositores, acha-se a venda a
25 na ejemplar : na loja franceza da rua N .va
n. II. _^_J
Queijos do serlo
Wnde-se superior queijo do serlo : na rua da
Madre de Dos, armazem junio a igreja.
Farinha tt3$5Mi
Vende-se farinha de mandioca, saccos graudes
no armazem dos Srs. Tasso Irmos, na ponte nova
pelo preco cima mencionados.
Brea era barricas pequea.
Cera em velas de todos os lmannos.
Bogias.
Mercurio.
Na rua do vigario n. 19, primeiro andar.
Vendem-se caigas de brim pardo e de gnga a
25, ditas de brim branco a 25500.. 3*100 e 45,
ditas de casemira de cores e pretas a 55, 65, 7# e
85, paletets de casemira a 55, 65, 85 e 10, ditas
de bnm de cor a 25 e 3j, de alpaca preta a 35 e
45, camisas francezas a 15800, 2$ e 25500, dilas
urna iDg!ezas, pregas largas, a 35300 e 25500, ceroulas
a 15600 e 25. e outras mollas fazendas que se nao
pode i.endonar por estar muito oceupado, porm
cora a vista do comprador observarlo o que ba-
rato e bom, isto para agradar aos seus freguezes
que honram a grande loja e armazem da Arara,
rua da Imperatriz n. 56. ^^_
Chalos de merta#Sr'S?>(M)0.
Vendem-se chales de merino estampados a 25,
ditos de laa a 15 e l?K0, chales de merino mui-
to finos a 49, 49500 e 65500 : rua da Imperatriz,
loja da Araran. 56.
P.VIM \ 1 OCA RA i B-
ta de lo.lu- as molestia* ". .filo
e da garganta, toue?, coDStl]
BroDChite, nsnu, .K flus .....
dO, I 'i>qiel.H-I>i\. !' do, Di 1 .1.
Bato xaropo petti ":il <; v.- 11I-
t;l(lo it.' lnnpi. tilda
por tiTii ilos prlmi roa nutticos da
America do Norte, de expett-
ciici.i-i minudoaai n .- | rii i Ip n
reooUado peloa modlcoa innls. dUnctoa
delta secuto na na cltulea nartientar, portento di
conlianca, ), /mr .-'. / ..;.'' .:, nlcancaiulo com urna certe inl.ii
ivel o assenio da moleaa e nrranoando Ihe aa ralzca, tu im
(lami .ion orajtoa aftetadoa urna sccfio natural e -
Itr innocente eapptamtl a qnnUiHerpttta de guat
ou K ", ao bomem robusto ou orianca da mal 1 tem Idadi
eadafraaeo sendo aoeompanhado de ilirrccc. mino
3, e ultimo, por nSo asr '" raierfoecre ico 011 pbarmaceutieo podo obter a formula da raa eor,
drigimlo-se peaaoalmente ou por carta ao agente gen II. .)
Laxk, a ruu Direita No. 15. Itio de Janeiro.
Muitos caaos que tinhfio combado do todos os
da srienda tem sido carados redicalmente com o -o do
Peitoral de Cereja.
A* pcssons nieadas de totte, deflnxoa, Di
Dronrhite, turna, efe., e ontrofi oyiriptomag da tsica
ra gernlmcntc fizem jioueo caso do seu padecimento nt
porque agora parece de pouca importancia ; nina roste
deseuilada eliegn a ser clii-onien e imluz a formeeSo de
Tubrculos no* pnlnies.
Ncnliiuna casa da familia deve estar Bem
(leste xaropc nio; pois IMS ataqttCS ropentinos ili
Ami'iiin, de Ciou/i, c nos paroxismos do 4i OU
(om> comprjjh a que catao sujeitas as rrianv'its, nao lu
lempo de chamar um medico, ncm do fuz r rt. l i, o
este xarope alivia immeiliatanieute o pc o lho .,
sio e salvo, (Tira de perigo.
A molestia que esto ao alcance das vlrtndefl cnratirai
do mi toral iu: ci:ke.t.i to
Deflr.xos, Tosses, Asma, Esquinencia, BrcQcbito,
Coqueluche, Tosse erina ou convulsiva.
Roquidao, Todas as molestias do poito
o Raxsjanta. Consump;o ros l'ul-
mes ou Tsica pulmonar.
Acha-sc em todas as flottaai c Drogara do Imperio.
Pilulas Catharticas do Dr. Ayer
CTJRAO
Frlzao itr ventre, Iiultgetto, Colutiparo, Jlhca-
matlemo, Hcmtnorrhnidas, Itor de cabera, A Xevral-
gia, mal do estoniano, Enxaqueea, mal rfo Fiaatto,
Gattrite, Pebre gastm-Iieptica, Lombriffas. 'rusip-
rlin. Hydropsia, Incremento do bajo.
Gaz idrogeneo priineira
qualidade
Na rua Nova ns. 20 e 22. no grande ba-
zar de Caroeiro Yianna.
Todas as
Qulnlno.
molcs'.ias que provm do uso excesivo Oc
0 mlhor purgante at hoje condecido.
Est'is pilulas assucaradas suo puramente venltaes
PRGAO E PUaiFICO SKM MEECTJBIO.
A venda em todas os Boticas c Drogaras do Imperio.
ACE.VTi; BAL,
H, H. LAE, Boa Direito No. 15,
Hio de Janeiro.
Vende-se em Pernambnco:
na
PHARMACIE FRANgAISE
deRMAURER&C1!
RUA NOVA N


/

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


.ates,
,e vende pelos mais commodos procos.
CORTES BE SEDA
Cherarara pelo paquete inglez riquissimos cortes de moreantique de cores, e seda lavrada pa-
drees inteiramente novos.
Seda de quadros por 1$000 o covado
5RA DO CRESPO-5
Gregorio Paet do Amaral A Companhla.
4MMI
i
^:
\-
OSJLTOMO MElMCO-CllilBGICt
DO
4
QR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
\ MEDICO, PRTGIRO E OPERADOR.
5- !Rua da Gloria, casa do Fundo 3
O Dr. L
loras da manli.
/>.
No mesmo
rabos avulsos, ass
o0 e500rs, a vara,
ae diversas qualidades, e
Prepara-se qualqi
jne se pedir.
Um tubo avuls<
Sendo para cin
Ha tubos mais \
Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os das das 7 s 11
das 6 e meia s 8 horas da noite, excepto dos das santificados.
rmacia especial kwneopatkica
ultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
como tinturas de varias dymnamisacSes e pelos presos seguintes:
teiras de i 2 tubos grandes. 12)5000
de 24 tubos grandes. 185000
de 36 tub grandes. 24#000
de 48 lodos grandes. 305000
de 6Q tobos grandes. 350000
carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedio!
seo de tintura de meia onca 15000.
\ custarSo os precos estabelecidos para as carteiras.
s cada um a 500 ris.
g|$ Para vestidos de senhora.
Cortes de seda de cor de bom gosto e superior qualidade.
X nJas sedas de quadrinhos.
p Buns moireantiques de cores.
Grosilenaples d<) todas as cores.
Lindos poil d'dievre fazenda assctinada de inteira mvidade.
Lin.las duquezas assetinadas fazenda inteiramente nova.
$ Molernos grena.lines de seda o que tem vindo de mais novo.
Grande varieilade de las de cures lisas e de salpicos.
P Orzandys e ca-sas de muito bom gosto.
IJ p Percatas modernas com grande variedade.
/jV Lindos cortes de laa Clotilde com todos os pertences cada u
JRt3n inteiramente novos.
Boos cortes decapa con barra Umbem inteiramente novos eoutras muitas1
cftofazendas de gosto que seria enfadonho mencionar.
'5 Para hombros de sentala.
:'-l Gwnde variedade de chales, bournoux, retondes e algeriennes de fil e de;
lipsire a 10, IG, 20, 30, 40, 60 at 80:?.
a Modernos soutembarques de seda de superior qualidade.
i. I is bertes de seda de cor pretos e de cachemira.
i I ni de eambraU branca bordada com muito gosto.
>iutembarques e bournoux de cachimira do cor e outros muitos artigos dej
pbom .'osto.
\ Para cabera de senhora Cfl
>iiporiores chapelinis de palha, de seda e de crina de muito bom gos'.o a im-1^
i ratrir.. J
Chapeos de palha da Italia grande variedade. > gorros e bonete de palha de Italia, Imperatm, Canutier, Clotilde <*
Irante, cbegados de Pars pe'o ultimo vapor. *|
Gran le variedade de enfeites de froco e de llores para casamento.
i wes vestidos ile blondo, e de miireantique brancos.
''. itn w iir witiqnes branos c superiores solas brancas.
vestidos d>. ta-lahna branco bordados.
Lindas man -s de bl mde e boas capellas.
Bordados.
Grande variedade de ntremelos bordados transparente e tapados.
m bordadas transparentes e tapadas, habidos bordados, saias bordadas e
5 muitos artigos.


- *V
LOJ
A
DK
- 2^^C
DAS COIUMMAS
tNTONI'i CORRRIa iiE VASCONCELLOS & C.
RA DO CRESPO *. 13

iiiimi
Bichas de Hamburgo m
todos os paquetes da Europa se recebe jj
_, destas amigas do saugue humana e se yS
S venden a troro de pouro lucro s aflra yS
$S de ter sempre cousa nova : a loja de bar- j&
rL. beiro ra estrella do Rosario n. 3, ao p j",
91 da igreja. fl|
colares llover on colares ano-
dinos
para facilitar a dentigo das crianzas e presrva-
las das convolsoes.
O feliz resollado obtido immensas veres pela
prodigiosa forga magntica dos colares Royer, nos
casos de convulsoes, e dentigao das crianzas, tem
altamente elevado o scu bem merecido prestigio,
e hoje j ge p'le direr qne estao geralmente con-
ceitoMos, e estimados de innuraeraveis pais de
igna florida de Murrav & Lanman i familias : de uns porque do uso desses salutares
,,,mn n m artigo Ip'nprfnmp ngft I colares viran salvos ao perigo seus charos fllbi-
n um ai ligo ux periume, nao i nhos e de ontro e colheram daqnenes tSo
IldO ser igualada pelas preparares proficuo exemplo para igualmeoie preservar os
fastosas: conserva seu aroma, co-1 seus. Assim, pols, aaguia branca, tendo en vis-
irmasse parte da prenda a que ella tasa utllirtade eproveito desses prodigiosos cola-
res anodinos ou Royer, mandou
jasa
MURRAY & LANMAN
piu'a.
- -llioacia tio delicada, comoelegan-
i mis multiplicados usos, qur seja
gada fumo artigo de toucador, qur
hi iso do banho, ou como suavisador da
pois que se tenha feito a barba;
d limpar as gengivas ou aromatisaro
i i -uivid.ide, brilho e elasticidade as
. depois de pc haver lavado; al-
3 iintaro de Hupcesordinarias; faz
i cer o desagradavel aspecto dos
i -. das sardas, do rosto, rugas e toda a
ImlicTies, e d vigor e frescura a
onde quer que se applique. Sua effi-
cia c elegancia sao igualmente infalli-
veii nos csea em que seja preciso applica-
n estimulante e antisptico, pos con-
- assiniblas numerosas, as loca-
; s infeccionadas, na alcova de um en-
fe :i', assim como um antidoto excellen-
ira os desmatas causados por cansaco
ou -uioiacao. Preparada nicamente por
I ; v Kenp, Nova York, e a venda por
- k aibosa.
Joo da C. Bravo & C.
i lito -eral em Pernambuco ra ds
1.22 en casa de Caros & Barbozi
avaiiado.
Prancez barrica 5000
l- riland dem 8*500
Ex pr(eiio estado:
Francei barrica 10*000
Ccrtland dem 12*000
Xj armiena de Tasso Irmos caes doJApolto.
vr o novo sorti-
mento que agora receben, e continuar a recbe-
los para que em tempo algum a falta telles possa
ser fanesta aos pas de familia, os quaes ficaro
certos de os achar constantemente na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. H.
Vendem-se duas escravas recolhidas, de ida-
de 23 aii annos, eicellente conducta, engommam
perfeitamente e fazem todo o servido de urna casa :
na travessa do Carmo n. i.____________________
Vendemse quatro burras mulo mansas, boas
de carga e de sella, por prego commodo : a tratar
no hotel de Franca.____________________________
Machinas para descaro^ar
algodao.
De novo modello : na ra Nova n. 20J
no grande bazar de Antonio Duarte Car-oe-
ro Vianna.
Na ra do Vigario n. 2i, primeiro andar,
vende-se o segointe :
Caf lavado do Rio do mais superior que tem
vindo ao mercado.
Gomma de mandioca superior em saceos.
Esleirs de palha de carnauba muito grandes e
I novas.
Cabecadas com duas redeas a ingleza, manu-
I fartura nacional da provincia do Ceara, as quaes
j pela elegancia e bemfeitoria da obra, convidan os
i amadores da bella montara a arreiarem ?ens ra-
vallos com elegancia, sendo que, em conseqaencia
] da modieldade do prego ninguem deixara' de
comprar.
Gomma de milito branco americano.
Esta preciosa fcula, cojas propriedades medi-
cinaes a imprensa europea tanto tem exaltado pa-
ra a cura das molestias do peito, recommenda-se
tambera como alimento sadio e nutritivo para as
creangas preslando-se a variados preparos culina-
rios. A geral aceitago que ella tem obtido por
toda a parte, o seu maior elogio. Deposito em
Pernambuco ra da Cadeia d. i.
Vende-se nicamente a retalho na ra do Impe-
i rador n. 57, armazem allianga.
AO RESPE!
AVEL PUBLICO
j A tabella abaixo publicada serve de base de presos,
tanto deste armazem comi do armazem progressivo pa-
te do Carmo n. 9, principal armazem ra do Impera-
dor n. 40.
Fazem sciente ao respeitavel pnolico, e com especialidade aos senhores de en-
fetuos, lavradores e mais pessoas do ceulro, que para mais facilitar suas compras deli-
Deraram os propietarios dos tres gran es arraazens, reunir todo os seus estabeleci-
msntos era um s annuncio, pelo quaj o preco de ura ser de todos, promette-
mos que nao infringiremos a tabella qu; abaixo >fi9publicado, annunciar os gneros
por um prego, e na occasio da compra tiuererem por outro, como socede coirstante-
mente em outras muitas casas,fporm nw nossos estabelecimentos nao se dar isto
ainda mesmo com prejuizo nosso, qoakuer pessoa poder mandar seus fmulos que
sarao tamoera servidos como viessem pessqalmente fazendo-nos o favor de mandar seus
pedidos em cartas feixadas; para evitar oualquer engaos, remetiendo nos urna conta
pela qual se ver os precos tal qual arlnunciarmos, o que seno arrepender pessoa
alguma que fizer sua despenca em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por ceoto na sua despeza diaria.
A melhor obra d
dous grandes voluntes co
Medicina domestic.
Repertorio do Dr.
Diccionario de ten
Os remedios deste t
tanto de serem novamente .
verdadeiros, enrgicos e dui
verdadeiro assucar de leite, i
tados estabelecimentos europt
energa e certeza em seus effe
Casa de
Recebe-se escravos para ti
operaco, pira o que o annunciai
O Iratamento o melhor p
funecionando a casa ha mais de qu
pode duvidar, qae podem ser o
doentes.
Paga-se 25 por dia durante 60
As operacoes sero previament;
razoaveis que costuma pedir
IiCTROS.
ipathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Ja>n
onario............ 20,500"
. Hering........... 10dOOu
oraes......... 6<5O00
vn- medicina........... 3#000
eleciraento s3o por demais conhecidos e dispensam por
remendados as pessoas que quizerem usar de remedios
res: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de
veis pela sHa boa conservado, tintura doi mais acredi-
a mais exacta e acurada preparado, e portanto a maior
'lude para eseravos.
de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qealquer
'ulga-se sufficientemente habilitado.
7el, tanto na parte alimentar, como na medica, _
annos, ha muitas pessoas de cujo conceito se nao
Itados por aquel les que desejarem mandar seus
i e d'ahi era diante i 1500.
istadas, se n5o se quizerem sujeitar aos preces
nanciante.
Manteiga hgleza perfeitamente flor che-)
gada ltimamente de i.oooa l.loo rs. a li-
bra, e em barril ter abatimento.
Manteiga franceza da safra nova a 86o rs
a libra e era barril ter abatimento.
BANHA
Banha refinada superior a 64o rs. e
barril ter abatimento.
ca i
Cha uxim de primetra e superior qu.ilid;
de a 2,8oo rs.
dem hysson o melhor neste genero
2,6oo rs., e sendo em porco ter abatimeji-
to, tambem ha proprio. para negocio de
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,8oo a 2,>oo
a libra.
BiCOIltOS
Latas com superior biscouto inglez de <\
versas marcas a \ ,2oo rs. a lata.
Elolaeliinhas
Latas com holachinhis da acreditada
brica do beato Antonio, proprias para daf a |
doentes de 2,ooo a 3,ooo rs. a lata.- 1
dem com quatro libras de bolachinha de
soda a 2,ooo rs. a lata.
Queijos
Queijos flamengos chegados no ultimo
vapor de 2,6oo a 3,ooo rs.
CHOCOLATE
Chocolate hespanhol a l,ooo el,2od rs.
a libra, francez e suisso a 1,000 rs. a ibr
e portuguez a 800 rs. a libra, em pe -cao
ter abatimento.
VINHOS
Superior vinho do Porto das mais ac edi-
tadas marcas, comosejam: Madeira S-cca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrim i do
Douro,Maria Pia, D. Luiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a I,ooo a g irra-
fa e 9,ooo a 12 ooo rs. a duzia.
Vinho Figueira e Lisboa das mel ores
marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3 ooo,
3,5oo e 4.000 rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril 64o
rs. a garrafa e a 4,5oo rs. a caada.
Superior vinho de Lisboa e Figueir em
anceretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. i an-
coreta.
Superior vinho branco proprio para iris-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha maisbai-
xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,^ oo a
3,5oo a caada.
Caixas com urna duzia de garrafas d4 su-
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caita e
7oo rs. a garrafa.
CAFE
Caf do Rio de 1.' e 2,1 qualidadf de
6,8oo a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
NAKAO
Sab3o maca de primeira qualidade de 18o
a 22o rs. a libra e de 16o a 21o rs. s< ndo
em caixao.
Serveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,eoo rs. a nuzia e a 7oo rs.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como seja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du-
zia e a 5oo rs. a garrafa.
Vinagre
Superior vinagre de Lisboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais baixo para 2oo rs. a garrafa e i,4oors.
a caada.
Azeite doce
i
Superior azeite doce de Lisboa a 64o rs. a
' garrafa e a 5,ooo rs. a caada.
Massas
Macarrao e talnerim a 360 rs. a libra e a
i a,ooo rs. a caixa.
Passas
Superiores passas a 3,ooo o quarto e
i 12.5oo rs. a caixa de arroba hespanhola e a
-;5oo rs. a libra.
fE!Hii!lA
Genebra de laranja verdadeira a lo,5oo a
, duzia e l.ooo rs. ao frasco.
Genebra de Hollanda verdadeira a 6,ooo
[rs. aftasqueira e a 56o rs. o frasco.
ini/EM
CUSTODIO C.
27 RA DO C
Madapolo francez muito uno, tendo
105000.
La de corea a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a prego de 800 rs a van,
Lengos brancos para algiboira a 25' 00 a
Fin is perclaras a preco de 400, 440 a 50
Ricos cortes de la de barra de 103 a 30t
Chales de Dio preto e outras muitas fazem
* c.
tVAlillO
MADO N. 27
co mofo, cada pe?a com 27 varas por
a.
V
o covado.
as,
1"fao dos senhores pro-
os quaes garante ser,
ra aio miu
O proprietario deste estabeleciraento deseja chamar
prietarios aos acreditados mechanismos que continua a torne
como sempre, da melhor qualidade possivel:
Machinas de vapor
de forga de 2 V cava'los para cima. As menores s5> inui f, ,ro'Jas Para motores de
descarocamentos de algodo ; as maiores para moer canna; ha t am\ni que podem junta
ou separadamente moer canna e descarogar segundo suas pror, ,0|.^s- ^sles vapores
sao simplissimos na cmstruccao, e se regera por qualquer pessoa n\'8enle> a facilida-
de da condueco sendo especialmente considerada, tanto que nA i*ugr em Que no
se possam conluzir, qur por trra, qur embarcado, lia com m\ |?s Juntas ou sem
ellas e podem-se appliear a qualquer moenda j existente sem oiitV?"\udanca do que
a substituido das rodas da almanjarra. Ellas tem depsitos d'ayulL luiros de ferro,
e nao precisara para o seuassentamento de obra alguma, qur de c^l^t3 Qur de al-
venaria. O tempo para assenta-las nao excede de doze dias ao mai
mortes de aniraaes ou arrombamentos de acudes, etc., garanie-se o
ito dias. Lembra-se aos senhores de engenho que a venda dos anim
gente oceupada no seu tratamento os ho de
part
.m r<5 .. goiiio o^ujjrtua n ocu ndidiiiciuu uauuu uc recuperar da maior
Idom de Hollanda era botija* a -*oo rs.ca Qr deixando-Ihes a vantagem de urna moagem certa e accelerada; e
Garrfes com 24 garrafas de genebra de S"* SSP conlinuada de novos an:maes' com os desgstos
Hollanda a 8,ooo rs. o garr.-fao. Tambem- Rodas' d
aP"'em casos de
e taraento em
sseio servido da
s f\despeza do
ndo com a
.i
ha garrafoes com o e 14 garrafas de 3,2oo a
6,ooo rs. cada um.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra.
dem de carnauba de lo a 12,ooo rs a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de I,ooo a
l,2oo rs. a lata
ALPISTA E PAINCO
Alpista e painco muito novo de 3,8oo a
4,ooo rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS
Charutos dos mais acreditados fabrican-
tes, como sejam: Joo Furtado da Serrias,
Manoel Peixoto da Silva Nelto, Castanho &
Filho e Brando e de outros muitos, os
quaes vendemos pelo mdico preco de 1.6oo,
2, 2,8oo, 3,5oo, 4,ooo, e 5,ooo rs. a caixa.
Licores
Licores francezes e purtuguezes a l.ooo e
l,4oo rs. agarrafa ou frasco.
Doces
Doce da casca da goiaba e caixoes pe-
queos a 7oo rs. e de 5o caixoes para cima
a 64o rs. o caixao.
Frats
Frntas em calda e em latas fechadas her-
mticamente, muito bem enfeitadas, conten-
do pera, pecego, ameixa rainha Claudia, al
perche e outras frutas aoi rs. a lata.
Tambem ha latas grandes para l,2oo rs. a
lata.
agua
de ferro, mu maneiras e moendo com qj
,a6^lbalho que
lo. (^ 4
altura
1
aasr
as re
se fazer
ama-
.zondo
dagua. Tal,J
Sariluos eooa cruzetas de ferro para as mesmas, quando s
e resto da roda de madeira, toniando-se assim a roda ligeira no trabalho.
.ifoeudas de canna de todos os tamanhos, desde as mais pequ
das do serto. Obra perfeita em feitio e acunhamento,
Rodas de espora e angulares de lodos os tamanhos e propoi
Paroes 011 coches para receber o caldo.
Crivos de fornalha para assentamentos, frescos para o foguista'1
grande cal r com pouco combustivel, e duradouro.
I'ortas de fornalha de todos os tamanhos e de diversos systema
Fornos c moinhos para a fabrica de farinha e tambem chapas r
para fornos pequeos.
Rumbas simples e de repucho.
Taixas de ferro batido e fundido e de cobre.
Formas de ferro batido galvanisado para purgar assucar, leves para ca
e isemptos de quebrar-se.
Alambiques de ferro de todos os tamanhos, distando s a trra p rte
preco dos de cobre, mais regulares na distilIafSo e igualmente duraveis.
Eixos e rodas de carro com taang s de patente, obra mu segura
carregaco de peso.
Arados, grades, enchados a eavallo e outros instrumentos de a
cultura. E finalmente todo o objecto de que possa precisar um engenho.
Machinas de descansar algodo.
Na fabrica se fazem obras novas encommemfa e concertos, com a maior prest
zae solidez. O grande deposito de pecas e objectos habilitam-na muito para este fi,-\
O proprietario ser sempre mui feliz de poder ter occasio de dar informacoes 1
esclarecimentos aos senhores que se servirem de seu prestimo.
D, W. Bovvman, engenheiro.
ondas
\
ftyr
Peras p lo ultimo vapor.
Macaas pelo ultimo vapor
Ameixas pelo nltimo vapor.
Passas r. elo ultimo vapor.
Figos pelo ultimo vapor.
Fructa seccas pelo ultimo vapor.
Fructas em calda pelo ultimo vapor.
Nozes pelo ultimo vapor.
Queijos londrinos pelo ultimo vapor.
Queijos flamengos frescos pelo ultimo vapor.
Presunto fiambre pelo ullimo vapor.
Tudo se vende barato nos seguintes armazens:
Ra do Imperador n. io. Verdadeiro Principal.
Ra do Queimndo n. V, i'niSo e Commereio.
Largo/do Carmo n. 9, Progressivo.
wccr
"&&
Rival sem segundo
Ra do Qaeimado ns. 49 e 55, loja de
miudezas de tres portas, est qnei-
manilo lado bom e barato, quem qui-
zer ver admirar venhau loja do
Bigodinho.
Caixas de papel amizade, e sem ella Usa e pautado
a 600 rs.
Grozas de botoes de louga prateados fazenda mo-
derna a 160 rs.
Duzias de peona de a;o fazenda boa a 40 rs.
Pegas de tranca de la lisas e de todas cores a
40 rs.
Escovas flni.-simas para limpar denles a 240 e
320 rs.
Pegas de fita de eos estrellas com iO varas a
320 rs.
Caixas com colchetes francezes, superiores quali-
dades a 20 rs.
Tinteiros de barro, com superior tinta a 100 rs.
Pegas de cordo para vestidos, fazenda boa a
20 rs.
Baralhos muito finos para voliarete a 200 e
240 rs.
Latas com superior banha a 200 rs.
.Frascos de macag perola muito tino a 200 rs.
(frascos e garratinhas com agua de Colonia a
400 rs.
Frascos grandes com superior agua de Colonia a
640 rs.
Caixas com 12 frascos de cheiros muito finos a
14400.
Sabonetes pequeos de bolla a 240 rs. e grandes a
320 rs.
Duzia de sabonetes pequeos com cheiro a 700 rs.
Agua dentiflee superior qualidade a 808 rs.
Caixas com superior po de arroz a 800 rs.
Frascos de superiores essencias santal e outros \
1*200.
Frascos com essencias para tirar noduas de rono&
a 500 rs.
Frascos com ebeiros de todos ospregos a 160,20a
240 e 320. I
Fraseos bonitos com cheiros finos a 500 rs.
Duzia de meias muito finas p;.ra senhora 1
4*800.
Gollinhas muito finas para senbora a 200 ts.
Caixas com soldados de chumbo para meninos a
160 rs.
Pegas de fita de laa para debrum de vestido, com
10 varas a 600 rs.
Ditas de bieos superiores, para acabar a 600
800 rs.
Pedras de tousa par meninos a 160 rs.
Bunecos de choro e panno a 160 rs.
Caixas con bonitas estampas para rap a 100 rs.
Capachos eompridos, boa fazenda a 500 rs.
Grosas de botoes pequeos pretos pan caifa a
100 rs.
varas de cordao de espartilho a 20 rs.
ovellos francezes com 20f jardas a 40 rs.
Pegas de tiras bordadas a 640.
Duzias de meias croas muite fortes e superiores a
3*800.
1 '
Hom e barato
Manteiga ingleza flor a 15 a libra, franceza a
840, arroz do Maranho a 100 rs., painco a to
amendoas a 240, caf do Rio bom a 240, vinho da'
Figueira a 400 rs. a garrafa, e 3 a cauda, Lis.
boa a 360 a garrafa, e 2*600 a caada, azeile
a 690 rs. a carrafa, vinagre de Li*a a 200
garrafa, e 1*800 actuada, queijos T~ -*
a 2c300 : na roa das
travessa do Oavidor.
Cruzes n. *
f
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
>
.
I


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Diario de pcrnambueo labiado 3O Je Dezembro de 1865
NOVO GERENT

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ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
V1UI & UITUA IDl 81 3>TMB'J'Jl
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RESPEIXAVEIi FVBLICO.
.preciacao dos habitantes desta heroica provincia existe no grande ana-
Lisa establecido ra Pon n. 60 nm magnifico sortimento .de mothados,
em sua mxima parte mandados vir directamente do estrangunf podem ser
>or precos asss razoaveis.
n a fatuidade de querer que esteniovo e interessante estabelecimento seja o
nico em seu genero, pde-se porm ffiancar, com toda a seguranca de que
atro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
.' Delicadeza no trato.
.; Fidelidade no peso.
'..' Sinceridade nos precos.
pessoas que por sua posicao social gozam de certo tratamento, acharo nesta
elhores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cha sempre de
qualidade. etc., etc.
alquer que seja a condico do freguez, elle deve contar que sera sempre mui-
rvitlo.
quelles que sao pouco favorecidos da sorte farao mensalmente urna economa de
lacas, afreguezando-se nesta casa, onde se Ihes vender o arroz, o caf, a man-
ducar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
>"-o querem vender,
seohores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne-
em vir, pelo seo proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
anto se pode vender barato.
a os senhon's que compram para tornar a vender existe um sortimento espe-
>it!o por pessoa entendida que certamente muito deve agradar aos seohores
na.
sj tem povado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agr-
)S SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
A \ Grajxa em latas, muito nova, a 80 rs. cada
a liOrs. a libra,
inco de oito libras para cima a
30 rs. a libra a........
, casca molle, a 280 rs. a libra.
iO rs. a libra.
ncezas em latas de todos os ta-
,m potes de todos os tamanhos.
m booetas de todos os tams-
a frascos de todcs os tama-
l do primeira qualade a 560 rs.
a.
00 rs._o molho.
) a .000 a garrafa.
II
IIXHAS do Beato Antonio em latas
pequeas.
h iacipa Alberto a_i5800 a lata, e
ico ara cima a 15700.
i era latas grandes a 2000 e
ico para cuna a IjSOO.
a ;ezes de todcs as qualidades a
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aguia brama
Ra do uermado n. 8.
A loja da aguia branca acaba de receber um
novo e grande sortimento de differen'.es objectos
degosto e ultima moda, sendo :
Bonitos enfeites para senhoras gostos inteira-
lua da Imperairiz n. 60. de Gama & Silva.
Tendo os p'roprietarios d'este estabelecimento de
li juidarem urna grande porcao ae fin do crreme anno, afim de fecharen! con-
t s e apurar dinheiro, resolveram vender todas as
' 'endas cura grande abatimento em presos, tanto mente novos.
""5o como a retamo, e por isso previnem a Ditos ditos de grade com cenias grandes.
- fregu**, o respetavel publico, e Ltndas fivelas grandes para cintos com moldes d de -a ,roxa b d d(i a 2 e ^
ociara em pequea escalla com agradave.s e diversas qualidades, madreperola, ai m f d ( m T&
- trtaro"', ac e douradas.
r iitas titas achamaloladas para ditas.
'" grosdenaples lijas e lavradas
is desenhos.
'- cora vidrilhos moldes
Mu a do iueiuiado bs. 49 c A
toutlna a veader lodas as iuiIl'?m> que aLinc
declara por presos MBDiraveis.
Massos de paluos lixados para denlos a 100 rs.
Espelbos de molduras douradas a U, 240 e yMs'-
Buuels de oliadu para meninos a iUOO.
Dilos de couro superior (azenda a io()0. ,
Frascos com superior una rocba a 240 rs.
"ibelrcimento encontiaro!
'to Ihes bao de agr-1
alidade; ass-
- asr-
Tasso Irmaos
Vendem no sea armazem roa o
Aiuorim n. 35.
Licor fino Curado em botijas e meias botijas.
Licores tinos sonidos em garrafas com rolhas *
vidro e em lindos frascos.
VinhosCbcres.
Santernes.
Chambertin.
Hermitage.
Borgonhe. *
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeanx.
Cognac.
Od Ton.
PAezei lagniol. ________________
f zt
i m grau.
(ar lauto em ,
< orno mandam pt.
's e amostras as ca..
derem vir a luja, ou do ..
i ar penhor.
ambraias lisas a 35000, ..
Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia lisa branca .
ransparentes, teodo oito e meia vara cada pega,
telo barato prego de 33500, ditas muito linas, por
id00, o, 6i ate 10, sendo tapadas e transpa-
rentes, assiro como cortes de cambraia com salpi-
cos a 25300 : isto s na loja e armazem do Pavo,
na ra da Imperatnz n. 60 de Gama Ov Silva.
As eamisiuhas do Pafo.
Mendem se as mais modernas camisinhas borda-
das com manguitos, para senhuras, sendo as roais
modernas que tem viudo ao mercado a 880, di-
tas com manguilos, para acabar, a \& ; ditas pre-
las com manguitos pura luto a 1,6800 rs., mangui-
os e golinhas prelas a {&, Bnissitnas golinhas de
ambraia branca bordada a 500 rs., calciohas para
euina a 640 rs., romeiras de fil e cambraia
ranea bordada a 1$G00 : na loja do Pavao, ra
a Imperan ix n. 60, de Gama & Silva.
Chales de merino a 25000.
Vendem-se os mais modernos chales de merino
stampados a sfSM cada um, havendo tambem um
rande sortimento dos mesmos matizados que se
|endem a 65, ~t e 8000 : na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperatnz n. 60, de Gama & Silva.
As saias do Pavo.
->m vidrilhos e
. lar-
-ie
urna.
i KIRSCH de Wasser a 25 a garrafa.
0 castelo de Grasville.
Traduzido do francez por A. J. C. da Crnz.
Vende-se este bello romance em quati
Ou.
de seda o*.
Outras de Co..
Bol5es de seda, v<_
vestidos.
Trancas de seda estreias c
cores para enfeites de vestidos. .
Flores finas
CAPEl.LAS PARA MENINAS E N01VAS.'
A aguia branca a ra do Queimado n. 8, rect
beu para vender :
Delicadas capellas brancas para noivas.
Ditas ditas para meninas.
Das ditas de caixos de flor de laranja.
Ditas ditas de rosas camelias e outras.
Ditas ditas ou ramos de trigo.
Diversos ramos de flores linas para peito de
vestidos, enfeites de chapeos ele, etc.
'reparos para flores.
i Grozas de pennas deago, fazemia supi rior a BOO r:.
Grozas de botes maoreperola linos a J06
e 640 rs.
Caias com 30 novellos de linba do g?z a 700 rs.
Caixascom superiores otreiasdi ci la a 4" e80 i;
Pecas de fila branca elstica com l' vai a a 280 n
Varas de franja de la para enfeites cVvestlft s
4U rs.
Baralhos dourados superiores qnali"1:.: s a 401 I
Novellos de linha com 400 jardas a 81 rs
's para assenios de roupa lavada a 100 rs.
*. Lotoes para pondo, fazenda rica ,t 120 r.'
ira costuras superitas qualidades .
' caliigraphia, fazeods bw s
ios a :0 rs.
-',- a 800.
'OOO.
/
Resmas
Escovas pa,
Duzias de tesi
600 rs.
' Duzias de facas s garfos v
Talheres muito fino para crio.
Pulseiras para meninas a 32o rs
500.
s
Vendem-se as mais finas saias bordadas asagu- |
a brancas sendo da melhor fazenda que tem vio-
neste genero, tendo mu i a roda, pelo baratissi-
nlo prego de 10000; d t^s bordadas a croch a
65100 e 8000, das com babadinhos a 9000, na
a e armazem do Pavo, na ra da Imperatnz n. Vendem-se na ra do Que'imado n. 8 loja da
6), de Gama & Silva. aguia branca, assim como agulhas para traoalhar-
Novos vestidos do Pavo a 10&000. .e em)aa.
Chegaram paral, ja do Pavo os mais ricos cor- i),,,,,,/./,, nhrerellcnte VOLVO, OS
tds de vestidos de cambraia transparente com os t rupeu UL bUUrtLLiivniv //
n ais delicados bordados de dille rentes cures a pon- phoSphVoS liytietieS OU 06
Vende-se um sobrado de dous andaras no
lairrode Santo Antonio, o qual rende para mais
de 1:200, e urna casa terrea no bairro da Boa-
Vista a tratar cora agente Olympio em seu arma-
zem na ra da Cadeia do Recife n. 34.
Ditas e voltas para senhora a
Frascos de Agua Florida vtrdadeira a !*..
Na ra do Queimado n. 8, loja da aguia bran- Frascos com superior banha a 240 e i'.' k-.
ca vende-se : dem de superfer oleo babosa a 3:20 r-
Papel de cores para rosas. Caixas com lamparinas para 3 metes a 40rs.
Dito verde para fulha:. Varas de babadn do Porto a 80 e 14' rs.
D.to dito e pardo para cubrir os talos das ditas. Cartas de alfinetes francezes a 100 rs.
Musgo em rama. Quadernos de papel pequeo a 20 rs.
Folhas para rosas. Gravalns de cores, fazenda superior, a 500 rs.
Agulhaselinhas para crochet. pp>< de ,g.nhas, fundo doorado.
71
seguranca.
A vista do grande tamanho das
I i:>(> e !>:tK).
era caixinhas
a 400 rs. cada
s irrigas.
ireo reflna.la.
C
LITE trance/, a C00 rs. a libra.
1 is a libra.
1J $306 a libra.
omita novas z 800 rs. a libra.
e 00 rs. a libra, e em porcao
nto.
iawin qualidade a 7,$OO0 a ar-
Bn frascos a 320 rs. czda um,
as
frascos grandes,
las as marcas.
,-i. urchata, etc., etc.
i 15800 a duzia.
rior niara Toante a 500 rs.
rra: B duzia ee (Jz grande aba-

\ iaiwia Bas tres X e de oulras marcas,
mais acreditadas marcas, co-
.:n : Nortns d'avana, Exposico,
Brasil, l'ar sieases, Delicias, Gua-
iras, Trovadores, Regala, Mississipes,
lor-. Xpraziveis, Varetas, Brasilei-
:w. anos. Fluminenses.
,.(ias as qualidades e de todos os
BfBtM, buxim, aljfar, preta, e
oiiu branca, etc., etc., a^lOOO,
>0,2W60 e 800.
H de Udos os taraanhos de 120 a
rs.
.; Jados de todos os tamanhos a du-
a aOQ. 35500, 45 e 55.
> ve superior a 15 e 15500 rs. a garrsfa.
do Kio, pardos, a 80 rs. o majo
inco macintios. t
n
ie todas as qualidades : brasileiros,
rtugueaes, ioglezes, francezes, etc. etc.
1:
I.HA8 seccas a 10 rs. a libra,
a 400 rs. a libra.
s'HA S S S de 8 libras para cima a 120
. a libra.
I de araruta a 3*0, 400, 500 e 800 rs.
< de comadre a rs. a libra.
ao verde em latas a 600 rs.
as em latas a 500 rs.
. da Rio a 506 rs. a libra,
americano em latas a 44.500
o ha sempre en deposito de 500 a
ceos, de todas as qualidades, de to-
tamanhos e de todos os precos.
LATAS com graixa a 80 rs. cada urna.
Letria a 400 rs. a libra.

MANTEIGA ingleza e franceza de primeira
qualidade a 15, a libra.
Marmklada dos mais acreditados fabricantes.
Macarro e talharim a 320 rs. a libra.
Massa de tomate a 600 rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
Molho ingles de todas as qualidades.
Marrasquino verdadeiro de Zara a.....
Massas fip.as para sopa branca e amarella a
60 rs. a libra, em c?ixas com 9 libras a
35500.
Mibty) penco e alpista, sendo mais de 8 li-
bres a 100 rs.
NOZES a 120 rs. a libra.
Daros om latas a 800 rs.
O
Ostras inglezas e americanas.
B
PEIXE em posta, lats grandes, a 15C00, de
todas as qualidades, como sejam savel,
gtiras, corvina, psrgo, salmiio, pescado e
pesoadinha, linguado, sardinha. etc., etc.,
Peras em latas, excellente preparaco.
Palitos para denles a 120 rs. o maco muito
grande.
Passas em quarto a 15400.
dem muito novas a 400 rs. a libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
QUEIJOS flamengos.
dem prAo a 800 rs. a libra.
dem suissos a 600 rs. a libra.
dem londrinos a 800 rs. a libra.
QARTINHAS OU MORINOUES a
R
RAPE' Meuron a 15 a libra.
dem Princeza do Bio a 15200 a libra.
dem francez a 25500 a libra.
td de agulha, sendo n'este genero a maior novida-.
- d; que tem vindoao mercado, parantindo-se o te-
tomos pelo baratsimo pre?0 ae OUUV. r,m muju (,ieoda e enfeites suOicientes para o a vista do grande tamanho das caiiinhas dos
na praca da Independencia, livraria ns. orpoe mangas, e vendem-se pelo barato preco de phospheros hygienicos ou de seguranca, lornava-se
6 e 8 t30(0 cada um, na loja do Pavao, na ra da m- ponce Q papel qae vem em djlas caixinhas, e para
jeratriz n. CO, de Gama & Silva. remediar essa falta a aguia branca mandou vir e
Os esparlilhns do Pavo. aca|,a de receber esse especial papel, c qual so
Vendem-se um grande e variado sortimento de dar de sobrecellente a quem comprar de taes]
sparlilhos os mais bemfeitos que tem vindo ao phosphoros e se vender indisiinctamente a quem
jiercads, setdo de todos os tamanhos pelo baralis- qvii,. precisar. 0 prefode cada caixinha de phos-
i/simo preco de 4, 55, e 6,8000, por haver grande pnoro continua a ser l'JO rs., e vendem-se na ra
sortimento, na loja do Pavo, na ra da Imperalriz | ao Queimado n. 8, loja da aguia branca,
n. 60, de Gama & Silva Sea frollctia para bordar.
RetODdaS pretaS a 125000, vende-se na ra do Queimad* loja da aguia
Na loja do pavao. : branca n. 8.
Chegaram pelo ultimo v?por as mais ricas re- tlhvn-9 ilr rriistal
tondas de renda pretas, sendo das mais compridas
que tem vindo ao mercado, e vendem-se por preco
muito em conta : na loja e armazem do Pavflo, ra
da Imperalriz n. 60, de Gama (i Silva.
Corle de casimira, pccliindia,
A 25800, na loja do pavao.
Vendem-se bonifs cortes de casimira de cores, |
Na ra Direita r. 8i, n.
constantemente pr.ra ven-
derse cylindros americana;
cheg.idos de Pbiladelphia i
mez passado
Aeha-se
de
pai
trabalbar ntao
descarocar algodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C,
OLRAM

i

*^^T.\
Estas machina: [
Sfesfe podera descaroiar
: qualquer espeti
^_i_de algodao sfec
| estragar o feo
"w sendo bastanu
duas pessoas (^ir
otrabalho; d
descarocar em.'1
arroba de algo-
dao ero earoc(
era 40 minutos,
oa 18 arrjoba:
por diaou S ar-
robas de aloodc
limpo.
Brincos de diversos moldes.
Ontros tambem de crystal de cores.
Outros de aljofares brancos e oulras cores.
Adereces de cryslal obra de gosto.
Rosetas de dito e cruzes.
Bot5es de dito, brancos e de cores para collete.
Dito de dito tambem brancos e de cores para
teodo claras e escuras, e vemdera se pelo baratis-, pUnhos.
simo preco de 2,8800 o corte, ou vende-se a mes- Voltas de dito e outras qualidades.
ma fazenda a i600 o rovado, tendo 6 palmos de' i nlip(t ,lp ayune (MoUdadeS
largura : isto na loja e armattm do Pavo, ra da' C(UeS Ul UHtl.Ui l lifJt ii i^ ^
Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Os corles de casimira do Pavao
Vendem-se superiores cortes de casimira, sendo
fazenda muito lina, pelo baratisslmo preco de 55
cada um : na loja e armazem do Pavao, ra da
Imperatnz n. 60, de Gama & Silva.
Assim como machinas para seren morida
* por
animaes, qne desciro^anj 18 arrobas de aljodc
duas,
lrnpo, por dia^ e motores para mover urna,
eutrjs dessas machinas.
Os mesmos lera para vender um belssirho va-
por que pode fazer mover seis dostas machina
mencionadas ; para o que convida-se ao
agricultura virem ver e examina-lo, no
zem de algodao, no largo da ponte nova n.4^.
Saenders Brolhers&C.
W. II, praca do Corpo Sanio
RECIPE.
Os dpcos agentes neste paiz.
Vende-se um cilindro,
Os cintos do pavo i000.
Vendem-se cintos de fila com fivelas pelo bara-
tisiimo preco de 15000: na loja do Pavo, roa da
Imperalriz o. 60, de Gama & Silva.
YoslidOK indianos a 300(l, na loja
do pava.
Vendem-se os mais bonitos cortes de vestidos
' indianos, sendo esia fazenda transparente e inicua-
mente nova no mercado, e tendo entre elles tr.uitos
cortes roxos proprlos para senhoras que eMo de
Srs- lulo; e vendem-se pelo baralissimo preco de 35.
t0*- cada um psr.-> acbar: na loja do Pavao, ra da '
Ve"ndem-se na ra do Queimado'n. 8, loja da
aguia branca.
Aspas fortes pora bal>
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Cromacome para Ungir ca
bellos.
A aguia branca avisa aos constantes freguezes
desa excellente tintura, que ella acaba de rece-
ber urna nova remessa de cromaceme, coloricome
e sabao branco, necessario para lavar os cabellos,
portanto podem dirigir-se a dita loja na ra do
Queimado n. 8.
Abridores de luvas.
Vendem-se na ra do Lueimado loja da aguia
branca n. 8.
porl bonqnels
i venda na livraria acadmica, na ra do Impera-
'dor; na do Sr. Jogueira, junto ao arco de Sanio
Antonio ; e navlyp>r.aj>ha imparcial, na ra es-
ireita do Rosario a coropilaprde !Pd a legisla(ac
tendente admlnistracSo, arrecada\;o e fiscaii-
sao dos dinh.irus de orphaos defuntos e ausen-
tes, herancas jacentes, legados, etc., contendo nao
s o regimenio de custas e a lei geral das execu-
{oes, como tambera (odas as ordeos e avisos uo
governo, que a tudo tem explicado, tanto a respe-
to das obrigacoes inherentes ao cargo dos differen-
tes empregados de justica e fazenda, como desa-
renos nacionaes e emolumentos que sao devidos.
Este livro contendo mais de 700 peinas em ntida
impressao e bom papel, e presttodo-se a uliiidade
de differentes classes, torna-se t.c.mmendavel.
Seu custo 105000 por cada exemplar em dous
omos.
urna masseira, urna
balanca grande e urna diU pequea, com tod is
pesos e mais utencilios de padaria : a trata*
ra Direita n. 2i.
Vende se urna negrinua
no< : a tratar na ra da Imp
de idade de II an-
ratri/ n. 20, i
Imperatnz n. Manguilns e jolas a iiOO rs. j |a : acnam-se a venda na ra do Queimado loja
Vendem-se manguilos com golas de cambraia ; da aguia branca n. 8.
Bonilas louquinlias
de Ci de linho, cambraia e selim lodas mui bem
na
oO~0

pelo baralissimo preco de 500 rs., Nto para li-
quidar : na loja do Pavo, ra da Imperatnz n.
60, de Gama & Silva.
H Chales de renda a iO-5,12;$, I3& 200 e 2i>, na
luja do PavSa,
Vendem-se chales de renda preta muito finos a
105 e 125, ditos de linho a 155, ditos de seda de
lini.o dos melhores que ha em chales de reuda a
20 e 25, ditos brancos de tres ponas a 6"J, isto
.- na loja e armazem do Pavio, ra da Imperalriz
n. 60, de Gama 4 Silva.
PARA A FESTA
a 400
rs.
rs.
SABO massa a 100 rs. a libra, em caixa se
faz abatimento.
Sal retinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 2$.
Saudinhas de Nantes de todos os fabricantes,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Stearikas a 800 rs. o mago.
Sag nuiito novo a 100 rs.
T
TOUCII-vHO de Lisboa a 320 rs. I libra
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
V
VINHOS!!!
Principe Alberto, de 1831, a 5i$000 a gar-
rafa ; d vida aos velhos.
Velho secco a 25 a garrafa.
Lagrimas do Douro a 1<$500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 20 a garrafa.
Duque a 10 e 1*900.
Chamisso a i, 1.5200 e 10500 a garrafa.
D. Luiz a 10 a garrafa. .
Moscatel verdadeiro de Setubal a 20 a gar-
rafa.
Caramelos a 10.
Colares a 900 rs. a garrafa; o nico v-
nho que se pode beber por nao ter eom-
posico alguma.
Lanterne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 10 00,0 e 660a garrafa.
Absyntho a 20 a garrafa.
Kirsch a 20 a garrafa.
Wermouth a 20, e a caixa a 180.
Bitter Maurer a 10 a garrafa,
Vinho figueira em ancoreta a 200.
dem Figueira e Lisboa em pipa a 20500 a
caiuda.
Framcisco Jos Germn):
RA NOVA N. 22, 1
le OCUlOS, lunetOS, binOCUlOS, drtUl- a coyaoo, e as oe un.a so cor a ,
,i, ^i-, frmi An mi Iota do pavao, ra da Imperatnz n. 6U.
sis apurado gusto da Europa e deu- ftf. .
:ance para i-bservaces epara os, a ffuwi wi
martimos.
pana i
fu-
lar-
de

Piano forte.
"ar de Pars nm lindo e elegante
cordar e 7 oitavos, vmdo para
moderno que aqu tem vindo at
>ssoi qoe qoeira possuir este
qual se vende por barato pro-
auceza da roa Nova n. 11-

.NoviJade.
uooitos chales e reloadas de guipu-
?ndem-se na roa da Imperatriz n.
' larga, de Paredes Porto.
Cambraias.
Parede Porto vende cambraias lisas Anas, gran-
de sortimento, a 35 at 65, ditas Victoria muito
finas, eora 10 varas a 65, 6*500 e 75 : na roa da
Imperalriz n. i, junio a padaria fanceza.
Chenem aos corpinhos de cambraia.
Vendem-se eorpiohos de cambraia com ntre-
melos a 45 e 55, esto se acabando : na loja de
, Paredes Forte, roa da Imperatriz n. 62, poria lar-
I ga, juco a padaria franceza.
Topelinas
Popelir.us a iOO
Popelinas a 500 rs.
Chegaram para a loja do pavao as mais lindas
| popelinas, fazenda propria para vestidos de senho-
: ra, sendo muito trau.-i>arentes e brilhantes cora as
mais lindas cores que tem vindo, as qoaes facili-
i tam fazer-se um vesiido com muita phantazia por
acaba de receber um lindo e magnifico ior- pouco dinheiro, e vendem-se, sendo de quadrinhos
limento de oculos, lmelos, binculos, dojul- a *0 ": o coyado, e as de urna s cor a
timo e ma
los de alcance para observacoes eparaj
Veodem-se superiores cortes de cassa, sendo^fe-
zenda muito fina e de cores fixas, pelo baralissimo
preco de 35000, e ditas indianas, fazendas trans-
parentes, de muita phantasia, pelo baralissimo pre-
co tambem de 35, para acabar: na loja do Pavo,
ra da Imperatriz o. GO, de Gama & Silva.
Vestidos zuavos.
Chegaram a' loja do Pavo os mais lindos cortes
de vestidos com o competente zuavo e cinto vindo
tudo em um carlao, sendo a maior novidade qoe
lem vindo para a testa : vendem-se por barato
preco na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Vestld'os de seda.
Chegaram para a loja do Pavo os mais ricos
cortes de seda para vestidos, sendo em qualidade
o melhor que lem vindo ao mercado; e padrSes os
mais modernos por serem quasi todos listados com
cores mui delicadas, arlancando-se ser neste gene-
ro o melhor que existe : vendem-se por presos
muito razoaveis, na loja do Pavo, ra da Impera-
lriz n. 60, de Gama & Silva.
Para chambres.
Vendem-se as mais lindas chitas preprias para
chambres, e muito baratas : no armazem do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Paletots a 2$500
Vendem-se paletots de alpaca preta cem salpico?
pelo baralissimo preco de S5300 : no armazem do
P.vfio, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Melpomenes a 3$500
Chegaram para a loja do Pavotis mais lindos
cortes de melpomenes, sendo esta linda fazenda
inleiramente nova no mercado, tendo os mais lin-
dos padrSes, Unto claros como escuros, vindo cada
um arraojado em seu papel, sendo muito proprios
para qoem quizer dar om vestido de testas por
ponco dinheiro, e vendem-se pelo baralissimo pre-
co de 135300 o corle : nicamente na loja do Pa-
vo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Penteadores
oa ronpes de cambraia bordados pro-
prios para as senhoras restiren
de manha.
Chegou esta novidade para a loja do Pavo, roni-
to lindes e do melhor gosto al hoje, por precos
muito razoaveis : oa leja do Pavlo, roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.______________
do
enfeitadas: vendem-se na ra do Queimado n. 8,
loja da aguia branca.
Carreteis com retroz.
Na ra no Queimado n.8, loja da aguia branca
ara
No armazem de lazendas
baratas de Santos Coelh)
Itun do Queimado n. 19.
Vende-se o segninte :
Cobertas de chita fina a 25800.
Ditas de dita a 25400.
Lenc/.es de Mono de linho a 25200.
Ditos de dito de linho a 25.
Ditos de bramante de linho de um s5
35200.
Panno de linho fino com 9 1|2 palmes de la
ra peio barato preco de 25400 a vara.
Bramante de linho fino com 10 palmos de
gura a 25'00 a vara.
Pegas de cambraia com salpicos brancos
cores com 8 1|2 varas a 45500.
Pegas de camtiraia adamascada propria
cortlnadG de cama com 20 varas a 115-
Baloe-- da arcos a 25500,35, 35300 e 45.
Lencos de cambraia fina a 2#600 a duzia.
Ditos de dita a 25 a duzia.
Athoalhado de linho fino a 25800 a vara,
Dito de algodo a 25 a vara.
Algodo enfestado cora 7 1|2 palmos de largara
a 152OO a vara.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas pro .ria
para sa,a a 35500.
Fil de linho liso fino a 800 rs. a vara.
Dito de dito com salpicos a 15 a vara.
Cambraia de lioho fina a 45500, 65300 e $51*
vara.
Cortes de lazinha de lindos gostos eom 11
vados a 55-
Pecas de madapolSo finissimo pelo baratsimo
preco de 85, 95,105 e 115.
F'lanella branca tina a 600 rs. o cavado.
Dita de cores fina a 880 rs. o rovado.
Baldes de mosselina para menina a 35, 3 *500
e45.
Cambraia de forro a 35 a peca.
Dita fina a 45500, 65 e 7 a peca.
Gnardanapos de linho a 35800 a duzia.
Toalhag de algodao felpudas duzia a 125.
Esleir da India propria para forro de salk
4,8 e 6 palmos de largnra per menos prec >
que em outra qualquer parte.
Neste armazem tambem se encontra nm grpnde
sortimento de roupa feita e por medida.
co-
pi-
Rp (iiisse e paulo (ordeiro.
De agora por diante os apreciadores da boa
tada acharlo constantemente rap Gasse e I anlo
, Cordeiro na ra do Queimado loja da ralo* ezas
Jn, 16,
' Em casa de Phipps Brothers & C, ma
Vigano n. 2, vendem-se cofres de ferro, prova de
fogo, dos afamados fabricantes Hiloer & Son, de
Liverpool.
Multa attencTio.
Guimares & lrmo propietarios do grande ar-
mazem de fazendas e ruupas feilas na ra da Im-
peratnz n. 72, tendo recebido um grande sorti-
mento de faz. ndas de gosto Irazidas por um dos
ocios pelo ultimo vapor, vem portante fazer scien
le aos seohores e senhoras os precos d.- sua fazen-
das, os propiios afliancam vender as fazendas por
menos 20 por cenlo do que em eulra qualquer
parle nao s por ser no fim do ann.. como tambem
por ser a testa tempo este qoe as Exmas. senheras
devem muir se do bom e barato, a saber :
Ricos cortes de la com barras.
Vende-se um grande sortimento de cortes de
laas com barras leudo lodos os perlences, camisi-
nha com gravatinha e mMo, sendo os irais novse
modernos que tem vindo ao merrado, ditos de
phantasia com lindas barras e vendem-se por pre-
cos muito razoaveis.
Las escocesas com listas de seda.
Vende-se um bonito sortimento de lasinhas es-
cocesas a 500 e 560 rs, ditas transparentes de lis-
tas de seda a 320 e 360 rs.
Percalias finas com lindos desenbos.
Vende-se lindas percalias muito finas a 360,
400, 4M) e500 rs., chitas de todas as qualidades a
saber de pregos 280, 320, 360, 400, 4'.0, 480 e
500 rs.
Cassas francezss miudinhas.
Vende-se nm graode sortimento de cassas miu-
dinhas sendo as cores seguras a 280, 360 e 400 rs.
Cambraias brancas transparentes.
Vendem-se pecas de cambraias brancas trans-
parentes a 35, 4, 45300, 55, 39500, 65, 65500 e
75, ditas muito finas cem urna vara de largura a
95 e 105.
Chales de merino finos.
Vendem-se chales de merino finos sendo com
estampas bonitas e modernas pelo barato preco de
75, 75500 e 85, ditos lisos com lindas cores a
45, 45500 e 55, ditos estampados a 25 e 25500.
Crinolinas ou balees.
Vende-se um grande sortimento de crinolinas a
25300, 35, 35500 e 45-
Tarlatanas finas a CO rs. a vara.
Vende-se tartalana de cores pelo barato prego
de iOe 800 rs. a vara.
Mantas para hornera a 1:5300.
Vendem-se mantas para homem as de mais gos-
to que lem vindo ao mercado pelo barato preco de
15300 e 15500, tudo isto s na ra da Imperatriz
n. 72, loja de Guimares & lrmo.
Tiras bordadas a 15-
Vende-se nm grande sortimento de tiras borda-
das a 15 cada urna e pecas de entremeios a 15,
152OO e 15300.
Camisas francezas para homem.
Wnde-se nm grande sortimento de camisas fran
cezas a 15800, 25, 25500, dilos de peito de linOo
a 35, 35500,45 e 45 : islo na ra- da Imperatriz
n. 72, loja de Guimares & lrmo. \
lloupas feilas.
Vende-se um grande sortimento de ronpas feitas <
assim como sejam : paletots, caigas e collete _*
pannos e de casemira tanto prela como de cor
ra pregos moito razteis assim como tambe'-
de brins brancos e de edres, seroolas '
de algodo e todo isto se vende por f
moderados : islo na roa da Impera''
de Guimares lrmo. y'


da
Vende-se a taberna bem afregu?zada,
ra dos Assoguinhos n. 20.
= Vende-se a taberna,da ra do Fogo n. 20
com poneos fundos e bem a-freguez.-.da para a ter
ra : quem a pn tender dirija-se a niesma.
ALGDAO 114 B.\itA
Na loja de Andrade & liego, ra do Crespo n. S,
esquina da roa do Imperador, contina a vender-
se superior algodao da Baha por menos prego que
em oulra qualquer parte.
ESC11TOS FTOITCE.
Gratificado de 50$.
Anseutoii.se da casa 39 da ra do Imperado,
(ooir'ora Collegio) no sabbado 16 rio crlente mei
oe selemhrode 1865,0 cscravopardo frenme Joa-
qun), rom os signaessegointes: esiau-ra regular.
idade 18 a 20 aunos, sera barba, oes largos, olhos
glandes, cabello corrido, cora urna cicatriz grfcoa
e bem visivel na te>ta, parte dos d otes o unl,
arruinados, e com falla de aigun> dos lados, sahio
com calca de l.nm pardo e paletnt enro de panno,
mas levu mais roupa branca e de cor, muito
astucioso, cocuma intitular-se forro e andar cal-
cado ; f i esrravo do Sr. Gallnerme Frederico d-j
Sooza Carvalho, genro do finado Sr commendadoi
Manoel Gongalves da Silva : roga-se :. Ma cap;ura
a todas as autoridades policiaes e a i ualqoer ca-
pito de campo o outra pessoa particular que o
appreheuder se graliicara com 505, alero das des-
bezas de eondnccao, eniregando-o a seu senl.cr
Miguel Jos Alves, na ca^a cima, ou no seu es-
critorio na rui da Cruz casa n. 19. __
Fugio no dia 23 do corrente, do Cachanga
om malalinho de 12 annos de idade, cor clara, ca-
bello acaboclado, quando falla pronuncia mal, levou
vestido camisa branca, caiga de riscadinho desbo-
tado, chapeo de palha, assim como levou urna tina
de compras : quem o pegar leve-o a ra do Sebo
n. 16, oa a ra do Queimado n. 34, que sera' re-
compensado.
Aviso aos capltfaes de campo
e a polica.
Fugio no dia 25 de dezembro do corrente anno
de 1865, de casa de seu senhor na ra Direila n.
30, o preto de nome Semiao, de nagao Mussambi-
que, com os signaes seguintes : representa ter 36
a 40 annos, cor fula, barba pouca, falta de denles
na frente, com talhos em circulo redondo, ao p
das orelhas, levou vesiido caiga e camisa de algo-
do grosso branco, chapeo de palha : quem o pe-
gar sera' bem recompensado.________________
Escrava fgida,
Ausenlou-se da casa da ra do Crespo n. 2 nc
sabbado 23 do corrente mez de dezembro de 1865,
a escrava crioula fula de nome Fulgencia, com os
signaes seguintes : estatura baixa e gorda, bas-
tante fea, tem os beigos muito grossos e falta de
denles na frente, tem o pescogo curto, as mos pe-
quenas e nos bracos tem marcas que parecem ser
de calilladas, levou urna tronxa de roupa contendo
dous vestidos novos om ainda nao acabado de co-
ser, dous chales e mais roupa. Foi escrava do fi-
nado Tilo Fiok Romano, suppue-se audar para as
bandas da Capunga, Torre etc. : roga-se as auto-
ridades policiaes e capites de campo deapprehen-
de-la e leva-la a roa do Crespo loja de livros o. 2,
que se recompensar generosamente a pessoa qoe
levar.________________________________
No dia 24 do corrente fugio do engenho r
cho das Pedras urna escrava crionla, de n-
gela, de idade 38 a 40 annos, pouco n>
nos, tem um signal no roste e tamb^
eos nos ps, ella foi dos Afogados, e
boato.veio para esta praga par?
noel Pereira Lemos, e foi ver
donga, por procurago do
Mendonga, morador no<-
os senhores qoe a "
mencionado eof'
quita, ou a rv
gratificaba '
_ F
cr''
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
i


-<--t:'-. ; ^
\
8
Diarlo de
UTTE&1TVU
VH RAHALHETE.
II
a apartar-se das suas familias, para irem longe de
seus pais e do torro natal, crear cultoras em re-
. gies remotas.
Antes querem arrotear e cultivar pouco a pos-
eo, embora se alarguen) menos, enriqucgam me-
nos e povoem menos. Mas para elles nao tem sido
Q'ie se pode pensar, qnando do coracao trans- real o terceiro d'estes inconveniente*.
na viJa, as illusd.s, a pliaolasiar A ultima carta do nosso correspondente de Pa-
Q i se- pole imaginar, quao lo a alma cheia ve rs faz notar a importancia da populacao irlandeza o que nao muilo
n> cante das avezinhas ira cntica d'amor no ir- no Canad. dignos e de lanos
rj'ar di tumba un malaaeoli. mus bella a pra- Com efTeito, a questo do fenanisio.,.d-lhe um
gea ira que a alegra exikaJana< guitas de or- grande inleresse de actualidade.
tem titulo do conse
sica.
E' um mojo de
arte de msica, e
como .
Por ora t-m mide
>au5
rernambauso Sabltado 30 de Dezembro de t *
vaiorio para poder ensinar
randes esperanzas, na divina
|>eus o conserve sempre bom
lia.um* humildade que o elev
ulgar nestes lempos d" '
smelos.
que estremecer pendentes dis folhas, lagrl-
ID i'a.ncr as auras embalsamadas o balito ex-
nalado por labios queridos, ao proferirem palavras
de ( e de enthusiasmo ?
I i, ooraeio que ama, que sonha cora a-plicida-
de, |Qd ..limenta illusoes, quanJo deseja, nao o
amor passageifO e epheraero, mas um amor im-
meu-j. inbnito. divino, compraz-se em converter
pensara los as vanadas sensaedes queexr
la ; e o'isto liba o mel da sua paix-
0 amor, anda que o sinta '
dd nao resalta I*"
0 amor c
I libio
leucia
Era em um da '"''
rt-i de Hespai1
fez ropa''
de
.onarcha ; vos nao
-.-uio de verao, e eu estou
.tas pelles de marta,
.piica-se, senhor; que ea levo em
- mina lodj a rouiia que lenbo; faga V. M. '< o
mesuro e ver como sa.
O Sr. Joaquim Djelnegro, alumno do craservato- Conheco o vosso enthusiasmo, deciso, discipljp- --o somos nos que devemos sofTrer a pena de urna
ri), e que apenas < onla quinze annos de Aade, constancia; e dirigidos por chelos e offlc- ao offensa, de que nao somos certameote culpados;
-\ ser-nos-ha fcil offerecer um a pagina nao sao os productos da industria belga ou estran-
briltiante historia qu -..u.da as nossas geira, que devem garantir Hespanha, as repara-
ffes Que elle se julga com cora direito de exigir,
-el Pareja ha de sentirse Urna violencia to pouco justlflcaval sena con-
sei -id vos comroandar. traria ao direito das gentes, e contraria s mais
"t porto de Valparaso, 21 de selera- simples noedea da jusliga.
*af,- Em presenta d'estes factos, e diante do perigo
j bloqueio de Valparaso violado todos os dias que vein par lanos inleresses, ameagar o nosso
pelos neutros e o almirante j est em desiutelli- eommercio e a nossa industria, nao podemos para
gencia com os representantes commerciaes. obler jusliga, deixar de nos dirigir ao nosso pro-
Esia nota foi dirigida ao almirante hespanhol, teelor actual, ao governo ; julgamos poder pedir-
pelo corpo diplomtico residente no Chill: |hd para protestar enrgicamente junto da corte
Santiago, 21 de setembro.Os abaixo assignados, de Madrid, contra as consequencias que podessem
membros do corpo diplomtico virun com senti- ier os actos do seu representante, tornando se re-
menlo na nota de 23 desle mez, que o Sr. Pareja, ponsavel dos prejuizos que para nos resultassem.
cummandante em chefe da esquadra de S. M. C. e | Quanto ao bloqueio dos parios chilenos cuja no-
seu plenipotenciario, se dignou dirigir-Ibes; que ticia commoveu ja to vivamente toda a Europa,
S. Exc. presisle em apoiar as suas reclamagrjes e que deve, se se prolongar, dar um golpe fatal
pela forga de armas, sera primeramente procurar jn'ura ramo importante do nosso eommercio de
exportagao, formantes votos para que a interven-
gao ofBcial das grandes potencias martimas con-
siga por-lhe termo dentro em pouco.
Qnando a i ni"
-pitaes '
,.ra visitar o
.arla de Pris, se
.nplicidade, nao levando
..eos as orelhas.
. Lo hospital de Santo Antonio, vi-
i dos cholencos, e vendo fechada urna
- que dava para outro quarto, dis*e a Meriot,
joven medico, que se tem portado com um zelo ad-
miravel na assiste ca dos cholericos :
por all,
de passar por all, Ihe respon-
Quero passai
V. M. nao
den.
E porque ? ijeplicou a mperatriz.
Porque naqu
de bexigas e pegan
enio,
quero passar por a|
Assim quem vis
eos apparentava na
L'm jornal hespanhol conta a segninte anee- formosura.
..iimorlaes,como ludo d0|a .
creador nos das da sua
l" sentimento na
Ha sala onde eslao os doentes
-se.
^spoodeu a imperairiz, j nao
li.
ros padegara pelo isolamento do ar
Dorante mnito tempo foi o Sr
nbado de visionario por todos aqi
vela va o seu pensamento. Mas nc
de dos amigos nem a opposigo d<
deraro dissuadir o Musir engente
o plano que com to reaes vantagei
va a mente.
i J ninguem pode duvidar da
um barco que se demora cinco
d'agua, pois que as recentes exp. ?#/
mente o demonstraran). i
t Abre se um novo mundo nave
O futuro dir" os beneficios que
nao de resultar do descobrimenlo d
' riol.
t Coubc a Hespanha a felicidad)
tao notavel exemplo. xal que ella
es servigos do seu novo Colombo.
ai-se, mas nao, si sao verdadeiros ; vassouros.'
conseguir o lira da sua rassao pelos raeos conci-
liadores.
Os abaixos assignados nao julgam dever emittr
opinio acerca dos motivos que determinaran) o
governo de S. M. C. a pedir salisfages ao do Chi-
le; desejam nicamente evitar um rompimento
j iuutil enlre dous paizes que anda honlem estavam
j em boas relagoes, e cujos governos eslao alliados
lando os hospitaes dos choleri- por numerosos inleresses.
i temer pela vida, teraeu pela Por esta razo, os abaixos assignados tomara a
liberdade, como ha poucos das lizeram, de mani-
ural da mulher. festarem a S. Exc. a esperanca que teein de que,
Un vendedor de vassouras gritava n'uma feira. j Quando chegou ak pa|acjo iroperatriz assim co-' na conformidade dos poderes'conferidos a S. Exc
- A quatro quarto a quatro quartos as ricas mo as damas que a icompanharam, mudaram com- encelar de novo negociagoes cora o governo da
pletaraente de traje,] mudanga que acompanharam repblica.
utao viveu.tanto c orno o corago, em que As de igual classe tinham valor na mesma fera
s alb'-rgam.
Nao ha hoje, nem amanhaa as poderosas reso-
DSdcias da memoria : somente ha sempre.
Quem ja uo sent, porque nunoa senti j I
li duas memorias.
A memoria dos sentidos, que gasta-se com elles,
e que deixa perder as cousas transitorias ; e a
de seis e sete quartos, e por conseguinte a bara-
teza mereca pena Je se ter em cuota.
Nao obstante pouco depois prncipou a gritar
outro vendedor :
A dous quartos! a dous quartos as ricas vas-
souras !
com urna fumigagaol completa.
Hornera, lu queres arruinarme, disse o pri-
m emor.a d alma, para aqual nao exi.le o lempo; meiro vendedor ay d ao sa||es sen0
podem vender vassouras a dous quartos?
Pois gauho u'ellas, respondeu o segundo.
ujs do passado e do. presente de sua existencia.
Que vale a vida, si nao serve para dar seiva a
"Ulra vida ?
A vida palpitando no botao nascente da rosa,
pulsando ijra todos os entes, como o saogue no co-
r,i i do mancebo apaixonado, da' a' creag iseme-
. is cora a ehrysalida, quet ao despenar borbo-
lla, abre as azas matizadas\je mil cores bri-
dantes. I
De que serve o corago si nolo preencher ne-
nbanu imagen qu-rida ?
E' ventura (inmensa ser amaio ; mas para al-
mas dotadas de raaior sensibilidkde, amar muito
Isso nao pode ser, porque eu roubo o palmito,
o cabo e a tamissa, e apenas ganho o trabalho de
as fazer.
Toleiro nao sabes que eu roubo as j feitas?
As minas denunciadas no reino de Portugal sao
1830.
D'estas pertencem as provincias do Aleralejo e
Algarve, 1307.
A rama de S. Domiugos de Mertola uo Algarve
maior ventura anda. jtajnais+raportante em exploragao.
E s assim nos perderemos jjoi- X raorinli-1 O Sr. Fonles fallando d'esta mina, n'um dos
OCCILIA.
L'M POUCO DE IODO.
seus discursos sobre o contrato com a companhia
do caminho de ferro do sueste, dlsse o seguiote :
A mina de S. Domingos incontestavelmente
hoje urna das primeiras da peniusula. No anno
de 1861, ao porto de Pomaro, por onde se exporta
o minerioque aquella mina extrahe, foram 563
Bis aqu alguns promenores relativos ao chefe nav,0s, que levaran para Inglaterra mais de
Jos finanos irlandezes e a sua recente evaso. 100:000 toneladas do minerio de S. Domingos
Mr. Stepbens, natural da Irlanda, lillio de um U SB es,.io ointando actualmente as machinas
luuc-iouano de classe mu inferior ; recebeu urna
edoctCM modesta, e sendo aidda muilo moco, leve exportar 0 metal der,oi,
jue gauiar a vida cora# eraprcgaib na conslruc-
Os jornaes franceses publicam orna relagao dos
metros quadrados delespago concedidos a cada po
tencia no edificio da} grande exposigo industrial
de 1867, que sao :
Franga, 61,056.
Reino-Unido, 23,0'
Prussia, 7,528.
Austria, 7,528.
Confederagao, 7,528
Blgica, 7,249.
Halla, 3,888.
Estados-Unidos, 3,31|6.
Russia, 2,916.
Suissa, 2,416.
Suecia e Noruega, 21)91.
Paizes-Baixos, 1,998.
Hespanha, 1,994.
Turqua, 1,296.
Portugal, 1,134.
Brasil, 917.
China e Japo, 810.
America meridional, 10.
frica e Oceania, 810
Dinamarca, 650.
Grecia, 648.
Rumauia, 648.
Estados Romanos, 614
O Chile, que acaba de
er da parle da Hespanha
objeclo de urna aggres: o pouco justificada, a
s repblicas da America
i*o de um caminho de ferro.
necessarias para fazer a depuragao do cobre e para
Ltvantou-
I se, como por encanto, urna povoag3o importante,
onde se cncontram hoje commodidadese vantagens
Terminada a nnha, e leudo (kaco Stepbens sem de clv'lifa?ao que mal se veem aioda era algumas
occupagao.se fez notar como um dos membros das Primeiras povoagoes do reino.
mais activos dos clubs da Jovcm Irlanda : uas reu-1 0s ^xploradores fizeram primeiro nm iramway, um jiho e meio de hablantes.
.rae- dos membros da Confederacio irlanda-' e dfpois um caminho de ferro, porque nao za fji uiJicado eral" um dos jovens em ijuem des- len,aram r'im os cavados do iramway. E nao
mais prospera de lodas
do Sul.
O territorio tem urna s
metros quadrados, isto ,
de Franga.
Pelo ultimo recenseaminto tinha pouco mais de
iperHcHe de 362,310 kilo
nais de cinco ollavas da
ni. iv o futuro da patria opprimida.
litos annos pode ser con-
siderado como em eqoib lo, elevase, em receitas
causa slo admiraco porque a nossa tendencia e despez;,s a 6,600 contos
Stepnens eleito secretarlo pelo ch.-J'e da rebelliao snipre para melhor, e aciraa do Cavad) da dili
Je 1848, leve muiia pane neotg tfioviiueuto patrio- B'mcia esta o iramway, e cima d'esle osla a loco-
itca ecombateu em Balluigarry. i motiva, e cima de ludo est o progresso.
i'as?ou depois a Amtrica e vollou depois a Irlan-
da, aonde o eucoutraram de novo como prufessor
e res.
A divida, tanto iniernalcomo externa, pouco
consideravel ; mas vai al;m de 6,300 contos.
Nao comprehendemos mfea quantia um empres
de frant-ez em Eellaruey, e depois em ublin.
l'or ultimo leudo voltado a Irlauda Ai 1858 con-
linuava ganhaudo a vida como professor em 1856
e nada mais d'elle se sabe al ao da em que se
. envolvido na conspiragao feniana.
Na mu i de S. Domingos rastrte se um cami- ,mo d(! outra lguaI CUJ0 LiroluC;,0 fo empregado
nho de ferro de 18 kilmetros de extenuo para na cons,rCgo de caminho^ de Trro productivos,
levar o minerio colindo ao porto de Pomaro: por- ,. qUe por conseguinte nao
to inventado pela mesma mina, e que nao era co- o raovimenio de entrad
nhecido as caitas da Europa. nos porlos r?a por 2,500.
A companhia da mina de S. Domingos lem em. a mariuha mercante ei;
pregado all cerca de 1,300 conios e o resultado ros.
um encargo.
e de sabida dos navios
)rega 3,000 marinhei-
l'ara evadir-se Stephens' da priso, em que se excdeme.
aenava encerrado, fui neces.-.ario abrir oiio-portas; i ^ m,na de Aljustrel segundo as opimes de to-
temo femado urna, depois da evaso para entorpe
... i- deo do fugitivo.
Fres .las portas tinham fortes ferrolhos e fecha-
as paredes, que foi-lue preciso escalar, ti-
a! i) !.> ps Je alto, .ur. Stepnens para o realisar.
eve ter sido ajndado J-: dentro e fora da priso. '
a ~ua luya foi descubert tres horas drpois. :.
goveruo iuglez lem oljerecido 10:000 libras
pela sua espiara e tem mandado alguus navios era
jio do fugitivo, lu.gaudo que o seu plauo
er' gauhar as costas da America.
dos os engenheiros ainda mais rica do que a de
S. Domingos. O g.iverno nao lem querido adju-
dicar a nenhuma companhia porque espera ex-
plora-la.
A mina de Aljustrel em riqueza e era boas seu governo.
coudigoes de exploragao urna das primeiras da pe- Infelizmente nao teem exerfcilo regular, porque
binsla. as tropas d-; linha contam apenas 3.000 homens e
Na mina de Aljustrel o mineral afbra super- a guarda uacional de lempo delpaz 30,000.
As exporlagoes sobem a 2
equilibradas pelas impoitagoks.
Ha no Chile um povo industrioso, rico, animado
de grande amor pela liberdade e independencia.
Os chilenos teem sabido atnavessar com felicida
de e sem dictadura os embarazos de organisago do
Nao partilham a opiniao de que j existe oulro
meio seno as reclamagoes peremplorios.
As explicagoes dadas o Sr. Tavira pelo ministro
dos negocios estraugeiros do Chili na sua" nota de
16 de maio uilirao saiisfizeram o representante de
S. M. C.; desde esse momento concluio-se um ac-
cordo entre os dous paizes; as difflculdades que
durante algum tempo linliam euraquecido as suas
relagoes, desaparecerm, e lendo o Sr. Tavira pro-
cedido na qualidade de ministro de S. M. C. ha mo-
ivo para crer que o accordo acceito por elle sera
sanecionado pela sua carta.
A desapprovago colloca as duas partes inters
sadas na mesma siluago em que se aehavam
antes de coraegarem as primeiras negociagoes, e
por consequencia havia possibilidade de as empre-
hender novamente.
Na conflrmidade desta regra diplomtica, e ao
mesmo terapo da lei iniernacional, a nota de 17
desta! mez, que ) commandanle em chefe dirigi ao
ministro dos negocios estraugeiros, diz :
jJabaixo assignado obrigado a reproduzir
t actualmente as queixasjapresenladas.....suf-
nejentemente provadas as diversas notas do Sr.
t Tavira; e limitase a considera-las como repro
dolidas nesta comraunicago, cumpnndo desle
modo as ordens de S. M. C >
E depois accresceula:
O governo de S. M. C. considera que o estado
das cousas o mesmo que quando o Sr. Tavira
dirigi a sua nota de 13 de maio ao Sr. Covar-
rubias.
O commandanle em chefe na sua nota de 17,
re-re se a do Sr. Tavira de 13 de maio ultimo, to-
mando-a como ponto de partida para as negocia-
goes ; mas em vez de esperar a resposta que as
aeluaes circumsiancias; Ihe leria podid> dar o mi-
nistro do Chili, S. Exc. accrescenta novas reclama-
goes as que ja fez o Sr. Tavira, e ameaga cora de-
clarar a guerra aogoverno desta repblica, se
n'um praso de poucw dias, nao acceder a sua re-
claraaco. V. Exc. aprsenla era ultimtum antes
de entrar em negociacoes.
Os abaixos assigoados teem motivo para acredi-
tar c>U3 o governo da repblica nao se recusarla a
dar explicagoes satisfactorias, se o commandanle
em ctiefe, tivesse empregado alguos esforgos para
regular amigavelmeote as desintelligencias que
existera, mas era impossivel qu& accedessea recla-
inaces feitas, com exigencia, n'um tora ameador.
por meio de um ullimalum pereraplorio.
rt.poiando-.ie as razoes precedentes, os abaixo
Cheios de conanga, ?r. ministro, na vorsa sol-
licitude pelos nossos inleresses, ousamos esperar
que empregareis em favor da nossa to ju*ta cau-
sa, essa consideravel influencia adquirida pela o-
lelligencia com que dirigs os nossos negocios p-
blicos.
Os abaixo assigoados, pedem-vos, Sr. ministro
para aceitar a seguranga da sua alta considera-
go.
(Segu um grande numero de assignaturas.)
Os gremios sao nutras tantas fabricas de indis-
posigoes de individuos com individuos.
Esta maneira de langar tributos 6 a cousa mais
odiosa, que temos visto.
Veja o governo se descobre outro meio, e acabe
com esle escndalo, pois /evoltam certas cousas
que se observan) as discussoes dos agremiados.
Varias folhas hespanholas teem publicado algu-
mas noticias curiosas acerca do primeiro relogio
de torre que se assenlou na Hespanha, dizendo que
o primeiro foi collocado na Girilda de Sevilha em
1396.
Barcelona, que nao quer ser menos carunchosa
do que Sevilha, nao pode ler-se que nao sahisse a
terreiro contra lo desalmados mentirosos, assegu-
rando em um dos seus diarios que o seu relogio
publico c tres anuos mais velho do que o da ca-
ihedral de sevilha, porque, como venturosamente
pode afuroar o erudito Campmany, foi em 1393
que a' custa do consistorio de Barcelona se fundi
o grande sino para o relogio da cathedral desta ci-
dade.
Nao urna bagatella de tres dias ; sao tres an-
nos.
E' preciso respeitai os mais velbos.
As lindas frreas de sueste medei
i exlenso :
I Barreiro as Vendas Novas e Setubal
! Vendas Novas a Evora.............
Enironcamento a Beja.............
Beja a Faro.......................
Evora a Exlreraoz.................
Extremoz ao Crato................
Beja ao Guadiana..................
Alm deslaslinhas deve haver mai
no ramal do Guadiana fronteira de 1
dlreeeo de Sevilha.
A segunda e terceira das linhas qu
cionadas, com exlenso de 123,6 kiio
! a subvengao de 16:000*000 por k
i outras, que medem 321,5 lera 18:01
i Ibes foram concedidos pela lei de 23
! 1864.
As primeiras eslao construidas, e p
i mas loL.assignalado o praso de quairo
i a sua coocluso, a excepgo da linh;
i Faro, que sera' feia em cinco annos.
Estes prasos lindam, no primeiro c
: junho de 1868, e no segundo em igua
| de 1869, isto quatro e cinco anno
| dala do contrato definitivo com a com
minti de ferro de sueste.
ficie do solo era quantidades c nnderaveis.
Mas haveudo guerra, comprthender em pouco
tempo o exercilo lodos os homens que esliverem
em estado de correr aos combats.
Depois da declarago de guerra, o general Pare-
ja dirigi aos marinheiros e soldados da esquadiia
I iiimmeme tera-se fallado tanto uo Canad' por
o alvo de coinmetliraentos agressivos dos fe-
i.HUa da America, que nos parece a proposito di-
z-.r aiguiua i: jsa acerca desie importante paiz.
I-' Das margeos do rio de S. Lonre'co que esto
situadas, a 30 leguas de distancia, as duas gran-
d*ti cuajes Uo Canad' : Quebee e Montrel.
O Sr. Garnier, livreiro de SUualitn sociale, po-
iitiqne H economique de Fempire du lirsil editor,
de Paris, acaba de publicar sob o titulo um bello hespanhola, a segninte proclama?]
Iivro, escripto pelo Sr. J. M. Pereira da Silva, dis- Marinheiros e soldados.-Chegoh o momento de
tinctissimo Iliterato brasileiro. vos dirigir a palasra, nao para \ vos recordar os
O edictor precedeu o excedente e importante vossos deveres, que conheceis peritamente, ma<
trabadlo do Sr. Pereira da Silva, do seguiote pro- para vos dizer quanto nobre, satrada e jasla a
'K vossa misso, ao exigir da soberbi repblica do
Nao obstante a sua importancia commercial, o cn,|e as salisfages que nos nega pfelos grosseiros,
assiguados manifestara de novo a esperanga que
500 contos e sao quasi ,ee,n de 'lue as negociagoes qne se tio de renovar,
e iyie alcangarain sua conclusao pacifica das dii-
cuJdades que existen).
Se tivesse lugar actos de hostilidad', antes de
exhaustos os raeos de concihaeo, os abaixo assig-
nados ver se-luam obngados a sustentar as reser-
vas e protestes que ja lizeram na nota de 22 deste
mez.
Os abaixo assignados aproveitara esta occasio Segundo dii um jornal francez, assevens-va-se
para offerecer, etc. | em Paris, i;ue o almirante Pareja, o quaJ.com-
P. S. No momento de dirigirem esta nota a S. m.iuda a osquadra hespanhola do Pacifico, lendo
Exc, sabem os abaixo assignados que se declara-1 escripto para Madrid, afin de dar a coabecer o
rara hostilidades; so Ibes resta reerirem-se aolseuplino de atacar alguns pontos da oo-ta chi-
^ste rio gigante, de 3:400 kilmetros de corapri- \ imperio.d8 BtK' liu pouco contl*c'd d Europa, rBprehensiveis e calumniosos ataques feitos a vos-
KO; ou 20 legua
a largur
is rid caL
qb lem sido sempre objeclo de injustas aprecia- Sa ra.nba e pama por occasio
oes- das cora o Per, calcando aos ps
mente, tem uma largura
*bo da Koseira, e descarrega Un) escrjp,or Draseir0j orador par|arnen,ar, co
das\vossas couien-
tratado que a
.igava.n a Hespanha, e esqueceodo lue de Hespa-
, i ue uc .mu* .|ue nnec(do laot ao Brasil Como em PortUga por ira- nhi vwnm im ,i.i.,l.. Ihe* a rJioian linona
u-imbra a iimgiu.gao, porque sobe a 113:430 mi-1 k ik i.. h. 1 vieram os que uanao-ines a reiigi.w, nngua,
de metros caomoe de liouido i llllera"os e nistor""os lne leem ran- leis e costomes, assombravam o m^c-do com os
v .- i .' I geado grande roputaco, e conhecido tambera em enns fottna hemens
as margeus do b. Ljurenco habita o raais oaci-1 .- seUb tellb l,ero"-os-
v o UMIS fau' Franga por arligos que tem escripto as nossas re- Ha mais de iresentos f me onn fico, o mais simples, o mais airavel e o raais sensa-! Tistase |0ruaes 0 s, i u Perp,ra ,ia silva ser trememos anno, que oa no sos a*o,
Tistase jornaes, o ar. i. ai. fereira ua silva, ser- conquistaran) as ierras, em cujo continente estaes,
vio-se muitas vezes da imprensa franceza para res- e forara |aes as SUas proezas, solTnmehtos e cons-
pooder a ataques dirig ios contra o seu paiz, e umeus, que a imaginago se ollusca ao\ ver levada
fazer coohecer na Europa o joven imperta tai w dluae ,a0 grutesca empreza.
como elle hoje e tal como ser no futuro.
Ha cincoenta e cinco annos que, detido a Irai-
Enlre esles escriptos, empenhamos-nos para jun- t5es c auxilios eslrangeiros, achando-sfe a nossa
tar n'este volume dous dos mais notaveis, que de- Hespanha pobre, abalida, sera marinhiiros nem
monstram bem a situacao social, poltica e econo- goidadMt os habiuntea destas trras, renegando a
mica do Brasil, e esclarecem melhor que toda ou- sua mai palriai r0rnPeram os lagos quek ella os
Ira qualquer obra, as questftes '
lo Je todos os povoe, qne conserva os eos llames e a
civilisagao dos franceses no seculos de Luiz XIII e
de Lu'lz XIV.
Aiuda esta' como o formou o cardeal de Ri-
cnelieu.
Ao longo do rio, enlre Quebee e Monireal, e as
duas na. ens, nao se v seno pamchias france-
tas. cujos habitantes orgam por 200:000.
Trez qurtros do povo d'estas cidades sao de ra-
ca fraacexa a fillam francez
Ha uo Canad dous governos instituidos desde
17j1 ; o de bano Canad, residencia phucipal dos
francez-s, e o do alto Canad, povoado principal-
mente p ir subtidos britannieos.
"A differenga de ragas tem-se conservado cons-
unta, mas o augmento da populagao de oripem
franceza lem sempre progredido, e revelase hoje
por algansmos em extremo subidos.
Nj alt o no baixo Canad existem 700 mil a-
ules de origera franceza, 230:000 de origem ir-
i\ e 180.000 de origem ingleza.
-^diaoos catholicos orgam por quasi um
r 800:000 os que professam outros
nopulago franceza depois da
m se feito notavel pela sua
igualado.
ue a Franca per-
mais do que
numero a
>is de
Vimos ha poucos dias como um diario francez
noticiava a morte de um inglez protestante em
Murcia, piolando o negocio com cores to feia, que
ticava pareeendo o povo moreaoo uma horda de
selvagens.
Pois agora acode La Paz ie Murcia, pelo bom
noioe de muFciauos e murcianas, metiendo pelo
modo segrate a falla no bucho ao correspondiente
do diario de Paris :.
l'm protestante inglez foi accommetiido pelo
cholera nesta cidade, na ra Je Algezares.
Immedialameule se vio cereado- de pessoas c-
ridosas que Ib* deram soccorrosv e consolages-.
Que o dina [>. Carlos Eraucehas.
Um medico hespanhol, o Sr. Pena, favoreceu-o
largamente com a sua assislencia, e tambera fii
assisudo por um facultativo raglez que veio de
Carlhageua.
Antes de inorrer, solicitou o-cnsul da sua na-
go a tra>lada<;o do seu cadver,, se se realisasse
o fallecimentore o nosso governador den logo-or-
dens para assim se fazer.
Foi collocado era um ataddej decente e este-em
uma caixa de madeira, e fez-se o transporte com o
derro e con-ideracAo que merecem sempre os-res'
tos humanos..
Va l a gente liar se em tudo o que dizera peri-
dicos I
- paragrapho daquclla nota. ()
(Seguem as assignaturas dos representantes dos
lense, dadu o caso de nao obter as saivsfagdes
que tencionava reclamar, forara Ihe expedidas or-
Esiados Unidos da America; dos Estados-Unidos j dens formaes para se limitar a bloquean o "liural
da Colurabii ^ da repblica de Guatemala; da In-; do Chili.
glaterra, da Prussia, a do eonsul-gerai da \ O governo hespanhol, ao que parece, i de opi-
Franga.) nio quo-um ataque v-.va forga contr-a- uma das
Na cmara do eommercio de Bruxellas leve lu- cidades martimas do Chili, poderia levar o alon-
gar, urna numerosa reaaio de oegocianles- e in- ranle a. operar um desembaniue, e langar a Hespa-
dusiriaes belgas, interessados no eommercio cora nha n'uma guerra mu dispendiosa pon causa das
a repblica Uo Cnili. dislansias.
A asseinbia expoz o motivo da reucio, e re- O almirante Pareja,, para operar o 3Joqueio das
sol ven encarregar uma depulago de apresenlar costas do Chili, que nao sao mu extensas, dispSe.
ao ministro dos negocios esirageiros um protesto alera, da fragata couragada Namaneia, que esta
conlia a atlilude do governo hsspanhol no-Chili. f" "toada em Callao, ue cinco vasos de guerra,
Es os termos era que est concebido esse pro- 'fgalas a vapor, das quaes uma de l.' clas-
leslo : Jade de Madrid, a bordo da qual flucta o
Os abaixo assignados, interessados todos no ,.->iibo do almirante, duas corve-Sas e um horco %
eommercio da Blgica com o Cbili pedimos, Sr. vapor.
ministro que vos dignis lomar as raodidas neces-
sarias para se garantr os seus inleresses seria-
mente ameagados pela guerra, que a Hespanha
acaba de promover naquella repblica.
importantes que se uniam, e julgando-a agora como enio, cffendem e
agitara hoje nos estallos do Rio da Prata, onde os io inleresses commerciaes os polticos da Europa e da! orpes e indecentes escriptos al ao Ihronotda nos- almirante Pareja fez effectivamente a ameaga
America se acbam seriamente comprometidos na Sa au"usta rainha D. Isabel II. \ de bombardear a oidade, e os depsitos de Valpa-
guerra actual. Para pedir Sa,sfaao deslas 0oensas, Veio as ra60-
Esperamos que nossos leitores estlmaram que aguas do Chile a esquadra do meu comniando; | Em 31 de deaembro de 1864, esses depsitos, os
Ihes offeregamos escriptos to dignos de attengao para os obrigar a saudar com 21 tiros o noiYo glo- mais va>tos da America do sal, nao coniinham
pela iuslrucgo e conhecimenlos praticos do autor, ruS0 e brilbante pavilho castelhano. \ \ menos de 40 railhes da dollars em mercadorias
e pelo espirito de imparcialidade de que elle nos Julgando-se os chllhenos raais valenles db que penencenies, quasi na sua totalidade em coraraer-
Devemos, todava, accresceniar que os bloqueios
tem sido por mais de uma vez postos em prauca
pelos goveruos europeos, contra as republizas da
1 America do Sul, e que raras vezes produuram o
Absiendo-se de apresenlar uma opinio sobre a resultado que d'elles se esporava.
origem da desintellgencia, que existe eutre os be-
ligerantes, tomara nota das declaragoes do almi-
rante Pareja, commandanle das forgas hespanho-
las no Pacifico, para justificar o seu pedido, e sol-
da a lodos os momentos brilhaotes provas.
A obra conlm os seguintes captulos:
i PARTE.
O Brasil, colonia, (1500-1508.)
nos, airevem-se a negarnos o que era jusliga pula
forga havemos de aicangar.
Sinto, como vos sentiris, que esta empreza teja
fcil ; a um inimigo fraco, sem navios de guerra
O Brasil, metropole da casa de llraganga (1808 nem fortalezas que uppor a vossa ar til baria, e que
(
1821.)
Instituigdes polticas e administrativas.
O orgameolo.O eommercio e a industria,
horcas militares, jusliga, instruego publica.
Obras publicas.
Colomsago.
QuesioJfa oavegacao dos rios.
Que^p do Prata.
(^oes exteriores.
epilogo.
II PABTE.
'erra entre o Brasil e o Prata.
temos que provar que as nossas veias gyra o;
gue daquelle punhado de valenles a quera deve
que sio.
Todava, havemos dedeslrui-lhe as poucas e ma
montadas pegas de miliaria sobre que vedes bas-
tear a orgulhosa estrella chilena.
Procuraremos encontrar o Esmeralda e o Mayni,
navios, que abandonando o porto na nouie de 19,
deram uma prova de que a sua jactancia supe-
rior ao seu valor.
Bloquearemos os seus portes, e havemos de pri-
va-los completamente de recursos at Ihes abater a
soberba, e obriga les a respeitar constantemente a
nossa baodeira.
co estrangeiro ; se pois o almirante hespanhol
executasse a sua ameaga, destruirla ao mesmo
tempo a cidade cnilena, e as riquezas estrangeiras
que all esto depositadas.
Quaesquer qne possam ser as qneixas da Hes-
panha contra o Chili, nao sao os paizes neutros,
(*) O paragrapho citado, o seguiote(
Nocaso desla ligilima esperanga se fru-tar, con-
siderado os prejoizos, a que um rompimento
sbito deixana exposto o eommercio dos seus
respectivos paizes, os quaes julgaram dever
acredilar na continuaran da paz depois do ajuste
de 20 de maio ultimo, e aguardando instrueges,
\os abaixo assignados, reservan) para es seus Ro-
ernos a adopgo das medidas que entenderem
iVcessarins no int-resse dos eus respectivos
paizes. Ao mesmo lempo, os abaixo assignados,
as circunstancias Monea, protestan) soberana-
raeate contra qualquer acto de hosiilidade, que
poss\> prejudicar as pessoas ou propiedades d%s
suasVespectivas narres.
A aurora o riso do co, a alegra dos campns-
a respirago das flores, a harmona das aves, a vi,
da e alent do mundo.
Coraeca a sahir e a crescer o sol, eis o gesto
agradavel do muudo e a composigo da mesma na-
tureza toda mudada.
O co accende-se; os campos seccam se; as flo-
res murcham-se ; as aves emraudecem ; os ani-
maes buscam as covas, os homens as sombras.
E se Deus nao cortara a carreira ao sol com in-
terposigao da noute, fervra e abrasara-se a torra.
arderam as plantas; seccaram-se os nos, surriram-
se as fonles; e foram verdadeiros e nao fabulosos
1 os incendios de Phaelonie.
Os jornaes de Hespanha do noticia das expe-
riencias feitas ltimamente com o Icteneo, barco
submarino destinado a abrir largos horisontes a
navegago,
Foi seu inventor o Sr. Monturiol, inteligencia
superior e vonude inabalavel.
O Jornal a> Lisboa, diz a este respeilo o se-
guate :
Ha moitos annos qne o Sr, Monturiol trabalha
na construego de um barco que possa navegar
debaixo d'agua,sem. que, a trlpolagao ou passagei-
1
Na America do Norte descobro
godo e na Australia urna nova pa
da vinha.
A nova planta de algodo da f.
cineas, genero asclepia.
No Canad cbamam-lhe herva d
Estadas-Unidos herva de leile.
O que muilo curioso, que a si
berta por filamentos anlogos aos do
Esta pane subslitue vantajosam^
mo.
Atiesta o cnsul francez em No
a crise algodoeira tem dado lup
saios.
Com o piio sedoso que cobre .
planta fazem-se misturas eom om
do ordiuario, e oblem-se teci '^
muilo bem o tinto, e que lem u.
seda muilo particular e notavel. ------
A unir descoberta o myrlo da
mado por De Condoli, Eugenia anstr
mente estudado por dous rtimlcos tal-
de Lucca e Ubaldini.
O myrtoda Australia vegeta' jilniir.
ar livre.
No jardm botnico de Capoles cr^st
se Ihe apphquem cuidados especiaesr e
al a altura de 12 metros.
O seu tronco cyhndrico e- direito d i
a mudos ramos sistemes, de forma alongada- e de car
cura.
Na exireroidade dos ramunoulos non
sergo das folhas desabrrham flores al
que succedem Iructos de um lindo veri:
do laiuanho de cereja, mas de forma a!.
sabor agradavel, levemen assucaivJ.
lado.
O arbusto,, durante quasi seis mezes, d
bro ao fim do margo, esta caberte de filr
tos.
E' uma verdadeira rariridode para o -.
Quanto as suas quaiidades- nao -
prezar.
O sueco que se obtm espremendo <>
aprsenla uma lindis?ima an de rosa ;
muilo agradavel e levemente acido ; pe
irago e repou^o.depoem entre outras ama
ciysialisadi.que crmor trtaro.
K-ie anaco que conlm glucosa, fermen
peralura ordinaria, com dessnvoiviaen'.o
carbnico e produego de alcool. qua
luido fermentado e do qual se pode sei
disiillago.
O exame das propriedades ehimteas j\
do myrto da Ausiraiia prova que Sa-a m
logia entre os productos da videira e osq
tratiera. desle myrto.
Em resumo existe urc arbusto que prod
las tWes e exceilenies Iructos dwaBle 5 t
invern; pode ser considerado, como p
adorne, visto que attinge 12 laetros de
possue ti >res persistentes ; vegeta ao i
sem.nenhuma cultura;. produ2 um liquid
co com cheiro como o-que se xlrahe da
de-ser uli isado para. o. fabrico do alcool e
gro e acha-se multe bem aclimatado na li
a sua planiago foi otroduaida por Mr. G
director do jardiiu botannieo de aples.
L-seoo Conew dos Estados-Unidos, os.
como se sabe, tem adquirido repulago Je
verdadeiro :
Um velho cenobita das MooiaAnas-Rockosa
sincendade nao pode ser posta era J.v.-...:...
que era lias do mez de seterabro ultime,. t
co durante uma temerosa tempestad Qjnnre
sobre as grandes cataratas do alto Itjigsissipi,
de pedago de rocha no qual estavaia. gravad
naes tragados evidentemente por uma mao
semelhantes aos amigos hierogiiphicos.
Esta pedra vio-a o renobila com os $au /
olhos I e era inconiestavelmenU um fragm.
um meteoro que foi observado era Leave
Gatens e em S. Luiz pelo coronel Bonevide.
Ha mnito que se suppoe que o< eorpos ct
e at os cometas sao habitados por ser* vivo
Aioda uo houve uma demonstragao lo c
rica desle faclu como o pheoomeno referid),
velho cenobita das Monlanhas-Rochosas.
Do Jornal do Cmnmercio iranscrevemo
guate oral do diuheiro que desde 1849
laao a' Franga a oceupago do patrimon
ta S pelas suas tropas.
Segundo esta couta, foi o dinbeiro
aquella oceupago :
Em 1819......... 1,600:1
Era 18.')0......... 900
Em 1851......... 6c
Em 1852......... P
Em 1853.........
Em 185*.........
Em 1858.........
Desde 1856 a 1860.
Em 1861.........
Em 1862.........
Em 1863 e 1864...
Em 1865.......
PF.RNAMBCO-nP- DE.F, (

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
i


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