Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10854


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Full Text
5
AMO ILI. HOMERO 297.
Jor qaartel pa; deatr de iO dias do 1. mez : i 5$000
dem d tpois dos 1.' 10 das do cemeco e dentro do qiartel. 6f 000
Porte ao corrcio por tres aezes ,........i 750
QUINTA FEIRA 28 DE DEZEMBRO DE 1865.
Por anoo pago dentro de 40 das do 1.' nez ,,,.... 191001
Porte ao correio por um auno........,.,.,, Sf 009
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexsndrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Margues da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lentos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oiitfeira ; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claodino Falcao Das; Babia, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Sennhem, Rio Formoso,Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta Pimenteiras, as quintas
feiras.
Olinda, Cabo, Escada e estacSes da via frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezsrros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuns, Buique, S. Bento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Tacarat, uas torgas
feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira
Ingazeira, Flores Villai Bella|, C}rob6, Boa Vis- do commercJ0. das as hom
ta, Ouncury, Salgueuo efeiu, as quartas
jejras I Dito de orphaos: tergas e sextas as 10 horas.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segnndas e quintas.
Relago: tercas e sbados as 10 horas.
Fazenria: quintas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: qnartas sabbades a I
bora da tarde.
EPHEMER1DES DO MEZ DE DEZEMBRO.
2 La* chela as 4 h., 24 m. e 45 s. da t.
9 Quarto ming. as 9 h., 53 m. e 28 s. da t.
18 La nova as 2 h., 15 m. e 34 s. da m.
24 Quarto cresc. as 10 h., 11 m. e 22 s. da m.
DAS DA SEMANA.
25. Segunda. t> Nascimento de N. S. J. Christo.
2S Terga. S. Estevo proto-martyr.; S. Archelao b
27. Quarla. S. Joao ap. e evang.. ; S. Throdoro m
28. Quinta. Ss. Castor. Cesario p Agapio mro.
29. Sexta. S. Thomaz are. de Cantuaria m.
30. Sabbado. S. Sabino b. m.; S. Auisio b.
31. Domingo. S. Silvestre p. m.; S. Zotico.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 1 horas e 18 m. da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos metes de Janeiro, margo, malo,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
noRecife, nalivraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figneiroa de
Faria & Filho.
parte mimi.
fiOTElM 04 PJtO.lVlU
lipedirnte do dia 23 de dezembrdo de 1865.
Offlcio ao Ezra. Dr. vigario capitular.Comas
inclusas copias dos regulamentos da colunia mili-
tar de Puneuieiras tica MlisfeiU a requisigo de
V. Exc. constante de seu offlcio de 18 do crrente
Dito ao general commandanto das armas.Man-
de V. Etc. inspeccionar os guardas nacionaes
Francisco Rodrigues Pmheiro Juuiore Manoel Lou-
rengo da Silva, este do '! natalho e aquelle do 2o,
ambos destiuados para o servigo da guerra e a que
se referem os seus oDIcios de O do correle, sob
ns. 2,491 e 2,497.
Diio ao mesmo.Restituindo o incluso requeri-
mento do soldado do corpo de guarnigo lesla pro-
vincia Francisco Xavier de Oliveira, autoriso V.
Exc. a c ooceder-lhe, nos termos da sua informarlo
de 21 do crreme, sob n. 2,502, transferencia para
a companhia de artfices
Dito ao mesmo.Mande V. Exc eliminar do ser-
vigo da guerra para que eslava designado o cabo
de esquadra do balalho o. 42 de infaotaria do
municipio de Seriohera Felippe Benicio Alves, vis-
to ter sido julgado iucapaz do servigo militar em
inspecgo de saude como consta do termo annexo
ao seu ofBcio de 21 do correle, sob n. 2,514.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
eliminar do servigo da guerra os guardas nacio-
naes constautes da iuclusa relago, visto lerem si-
do considerados incapazes em inspecgo de saude,
seguudo os termos aonexos aos offlcios de V. Exc.
de 22 do correte, sob ns. 2,513, 2,520, 2,528 e
2,529.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
eluniuir do 3* batalh o destacado, o guarda naci
nal do balalho u. 50 de S. Beuto, Estovad da Molla
Oliveira a do de n. 21 do Limoeiro Arcelino IVrei-
ra Ordoobo, visto soffrerein de rheumalismo chro-
meo, segundo consta dos termos de inspecgo ao-
nexos aos ofBcios de V. Exc. de 22 do correnle,
sub ns. 2,525 a 2526.
Diij ao rae-mo. Srvase V. Exc. de mandar
irauslerir do 3 balalho destacado para o 6 corpo
de voiuntarios da pairu a Joaquim Cavalcanli de
Albu juerque Maraaho, que assim o pede no re
queruoenio sobre que versa a informagao de V.
be. de 20 do correule, sob n. 2,490.
Dito ao mesmo.Mande V. Exc. eliminar do ser-
vigo da guerra para que eslava designado o guar-
da nacional do baialho n. 27 de infamara do mu-
nicipio de Caruai, vislo ter provado ser o arrimo
de sua familia.
Dito ao mesmo. Mande V. Exc. eliminar do
servigo da guerra para uue eslava designado o
guarda nacional do balalho n. 42 le infantaria do
municipio de Serinbera i Joo Pereira da Cosa,
visto ter sido cousidorado incapaz, do servigo em
inspecgo de saude, emno Se v do termo annexo
ao offlcio de V. Exc. de 21 do correule, sob n.
2,50.
uno ao mesmo.Mande V. Exc. inspeccionar o
guarda uacional Manrique Pereira da Silva, de que
trata o incluso requeritnenloy reinettendo-me o re-
sultado da inspecgo.
Dito ao inspector da thesouraria de lateada Em
isla das duas mclusas coutai, mande V. S. pagar
a Marques Gomes & C a qu iutia de 10o500 pro-
veniente de 35 'i covados de tapete de laa avellu-
dado <|ue vendern) para o palacio da presidenta,
e a Lijarle Pereira & C. a de 3865800 em que im-
portara seis quadros cora molduras douradas e di-
versos objectos que foroeceram para o mesmo pa-
lacio.
Dito ao mesmo.Ao baro do Livramento man-
de V. pagar en vista da Inclusa cunta documenta-
d unenle a qoantia de 347J373 provenieule de
tres eucerados <|ue m mdou vir da Europa com des-
tino ao palacio da presidencia.
Uito ao mesmo. i'au-railto a V. S. para os lins
conveuicules, as iuciusas Magdas de pagaineuto e
alterages da torga do 9" balalho de guardas na-
conaes da comarca de iiuda, destacada no presi-
dio de Fernando, conceruentes aos metes de agos-
to a novembro Ueste ajilo, e que me i iran remet-
ida- pelo marechal c immandante das armas com
offlcio le 22 do correnle, sob n. 2,524.
Itii ao iu-U). Anioinli n qu> soiiciiou o
ci.n muame superior desie inuuic.ipio em elHc.io
de 21 do correle, sob i. 474, e eslaudo em ter-
BM os inclusos prels em duplcala, maude V. S.
pagar os veucune.nl >s relativos a 1* qninzena desle
mez, dos guardas nacionaes do 1 balalho de arti-
llara de.-u cidade, destacadas uas fortalezas do
Brum e Buraco.
Dito ao mesmo. Em vista dos inclusos prets em
duplcala que me remetleu o commandaule supe
rior da comarca de Oiiuda, com ullkios de 20 do
correule, e uo iuveudo lucouveuieute, mande V.
S. pagar os i.ici neiiios das pragas da guarda na-
< i mal destacads uas fortalezas do Pao Amarello e
liamaraca, sendo o-,das pu nenas relativos ao mez
de i uiir i e os das segundas aos de ouluro e
ii v-miir ludo deste anuo.
Diio ao me-mo.Trausinillo a V. -. o pret junto
em duplcala, tirando veucimenlos relativos a pri-
meira quinzena deste mez, para as pragas do 3
auiho de guardas nacionaes destinado ao servigo
da guerra, aiim de que nao havendo inconveuienie
mande pagar a importancia de taes veocimenlos,
vi -lo assim o haver solicitado o marechal coinman-
danle das armas em offlcio de hoje, sol n. 2,534.
uiw ai m-siw. Minie V. s. eotregar ao con
tmuo da secretaria do giverno Luiz Francisco
Vi-ira de Lina, a qutuiia de 50$0 de 6 pares de borlas de la comprados a Libanio
1. v'S M ireira, para o palacio da pre-i lenci i, e da
cjIUcagio de en errado na sala de jantar do mes-
iii j palacio, como se v das duas inclosas o ratas.
Du ao mesmo.Em vista da informagao junta
por copia, ministrada pelo commanlanle do presi-
dio de Fernn 1o, em 17 do corrento, sob n. 329, e
nai hav-udjiueouveniente, minde V. S. pagar a
Trjin de Smza M-lio, como pede no incluso re-
qiierim-iili documentad o, a importancia de 42 al-
liirni. 2 quartas e 6 selamius de farmha, que
f irnocou para o consumo daquelle presidio, a razo
525i) cada um alqueire.
luto ao roes.no.Autoriso V. S. de conformida-
de com o parecer da contadoria dessa thesouraria,
a que se refere a sua informtgo de hontem, sob n.
1S, a mandar pa>r a Manoel de Araujo Alves da
Fonseca, ex praga do 5 corpo de voluntarios desta
provincia, os veocimenlos que se Ihe licon a dever,
a contar de 16 at > ultimo de novembro prximo
fiado, e para isso devolvo o requerimeolo que veio
annexo a saa citada informagao.
Dituao iospector da thesouraria provincial.
S nao hoover inconveniente e estando em termos
n pM janto em duplcala, que me remetleu o com-
mandante superior da comarca de Olinda, em od-
elo de 20 do correnle, mande V. S. pagar os veo-
cimenlos relativos a 1* qninzena desle mez, das
pragas da guarda nacional destacadas naquella ci-
Dito ao mesmo.Recoromendo a V. S. que es-
tando em termos o pret junto em duplcala, e nao
haven lo inconveniente, mande pagar a Jos Maria
Ferreira da Cunta, conforme solicitou o coraman-
dante superior da comarca de Nazareth em offlcio
de 7 do correnle, sob o. 242, a quantia de 22J120,
em que importara os veneimentos' de urna escolta
de guardas nacieoaes que veio daquella comarca,
con Juzindo os criminosos Manoel paulo do Monte,
Jos Francisco da C isla e Joo Bipllsta Leite, se-
gundo consta da informagao do delegado encarre-
pdo encarregado do expediente da! repartido da
policia, datada de honlem, e sob n. 2,028.Com-
municou-se ao Dr. delegado encarregado do expe-
diente da repariigo da policia.
Dito ao mesmo.Constando de offlcio do chefe
da repartigao da.; obras publicas, datado de hontem
e sob o. 409. haver o arrematante da ponte de
ferro de Motocolomb collocado nos seus competen-
tes lugares todas as travs e e Uvas da mesma pon-
to, e achar-se por isso cora direito ao recebimeoto
da piantia de 20:000&, correspondentes a 3' pres-
lago do sen contrato, assim c comraunico a V. S.
para seu couhecimento, e aflm de que em vista do
competente certificado, mande pagar a mencionada
quantia.Commuoicou-se ao chefe da repartigao
das obras publicas.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Sir-
va-se V. S. de informar-me se o menor Antouio,
filho de Marcos Antonio Bareellos, de que iratam
os inclusos papis, que me serlo devolvidos, foi
efleclivameoie alistado na companhia de aprend-
zes mannheiros, conforme delerminou esta presi-
dencia em ofBcio de 4 de fevereiro deste anno.
Circu ar ao5 julzes raunicipaes.Remetta-me
com toda a urgencia e exactido o mappa dos of-
ficios de jusliga existentes nesse termo, exigidos
por circular de 11 de agosto do corrente anno, para
cumprimeolo de ordens imperiaes.
Dito ao gerente da companhia Pernambncana.
Pode Vme. fazer seguir para os portos de seus
destinos os vapores ilamanguape fl Parahyba nos
dias e horas indicados em seu offlcio de 22 do cor-
rente.
Portara.O presidente da provincia lendo em
vista o que requereu o guarda apontador da estra-
da de Pao d'Alho, Candido Emygdio Pereira Lobo,
e bem assim o que a esse respeito informou o che-
fe da repartigao das obras publicas em offlcio de
20 do corrente, sob n. 407, resol ve conceder ao
mencionado guarda 3 mezes de iicenga com venci
ment* para tratar de sua saude.
Dita.O presidente da provincia tendo em vista
o que pooderou o commandanle superior da guar-
da nacional dos municipios da Boa-Vista e Ouricu-
ry, em 20 de setembro prximo Ando, resolve cor-
rigir a portara de 21 de setembro ultimo, decla-
rando que o guarda Felippe Nery da Silva Amorim
foi nomeado para alferes da 4" companhia do ba-
lalho n. 47 de infantaria do 1 daquelles munici-
pios e nao da 3' do mesmo corpo, como por equi
voco all se escreveu.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambuca-
na manda dar urna passagem de estado re, at o
Ceara', no vapor de 8 de Janeiro vindouro, a Fruc-
tuoso Lins Cavalcanli de Albuquerque.
Dita. O Sr. gerente da companhia Pernambu'
cana mande dar urna passagem de estado a r al
o Rio Grande do Norte, no vapor de 8 de Janeiro
vindouro, ao engenheiro Gustavo Luiz Guilberme
da Silva.
EXTERIOR.
i\i.i.\n:uHt
Publicou-sen'um supplemento da Gazeta Oficial
de Londres, a correspondencia que inedrou entre
Mr. Adains, ministro dos Estados-Unidos em Iu,la-
terra, e lord Russell, ministro do- negocios estrao-
geiros, acerca dos prejuizos causados ao com-
mercio dos Estados-Unidos p -los corsarios confede-
rados.
O primelro documento desla correspondencia
um despacho de Mr. Adams a lord Russell, com da-
la de 7 de abril de 1865, chamando a sua attengo
para os prejuizos do Shenand'iah, as quaes deram
em resultado a desapparigo rpida do commercio
federal nos mares, emquanto que o commercio in-
gle! tomava urna exiensSo proporcional. Mr.
Adarns leconhec.endo que o governo britannico,
Tazia ludo quanto era possivel para suspender este
estado de cousas, manifesia comludo a cootianga
que i o i ii, de que a origem do mal est na circums-
lancia de haver o governo inglez reconhecido a
coofederago na qualidade de belligeranle, antes
della ter om nico navio no ocano ; pele pois que
se d promplo e effectivo remedio aos excessos de
que se qu.-ixa o governo lederal.
Depois deste documento, l se a resposta de lord
Russell de 4 'le maio. Justifica ligeiramente o go-
oerno ioglez; regeila Jas aecusacoes, e sustenta
que esse governo cumprio oelmele os deveres de
neutro.
Mr. Adams n'um despacho de 20 de maio, re-
plica aos argumentos de lord Russell. Este nego-
cio conservou-se neste estado al 30 de agosto.
Nessa data lord Russell resumi a questo n'um
despacho e este documento, com a replica de Mr.
Adams conim todas as razoes que os dous gover-
nos apresentaram. Eis o primeiro documento :
c Lord Russell a Mr. Adams.Ministerio dos
negocios estrangeiros, 30 de agosto de 1865. Sr.
Tendo dfTerido muito de proposito a minha res-
posta ao vosso offlcio de 20 de maio, vou resumir
a nossa correspondencia, agora que a guerra civil
terminou e que todo o territorio dos Estados Uni-
dos esta submeitido a unio, rontra a qual nao ap-
parece mais nenhura adversario.
t Fago-o em urna poca prevista no vosso offlcio
de 23 de outubro de 1863, poca favoravel a um
exanie rigoroso, reciprocamente felto a sangue fri,
dos factos e principios que implicam negocios de
tal oatureza como este em questo.
< Escolho tambem a poca em que Mr. Seward
est restabelecido dos ferimentos que recebeu por
incidente e obra de um assassino, e em que Ihe
por consequencia permittido applicar as notaveis
qualidades do seu espirito as questes pendentes.
Aproveito esta circuinstancia para assegurar que
ninguem sent maor prazer do que eu pelo seu fe-
liz restabelecimento.
Encelando a correspondencia nesta nova situa-
go, lord Russell mosira com saiisfago que o mi-
nistro americano faz justiga as iolengdes impar-
ciaus o governo da rainha e as suas disposigrjes
favoraveis conservago das relagoes amigaveis
dos dous paizes.
Feiieila-se de Mr. Adams nao ter nunca part-
iludo os sentimenlos de desconfianga e as suspel-
tas Injuriosas com que alguns escripiores e em
cerlos discursos pblicos lentaram enegrecer o
espirito do povo americano, e de semear a niai-
querenga e o odio entre as duas nagdes. Depois
contina deste modo :
< A questo tal como eu a comprehendo esta
hoje reduzida a estes termos : apreciou o governo
da rainha, como devia o estado de urna nago ami-
ga flagellada por unta formidavel insurreigao T
Fez elle a applicago devida do direito das gentes
no que diz respeito aos seus deveres para com a
nago amiga T
< Recapitulando as vossas ideas emittidas sobre
este assumplo que os prejuizos causados de s--
melhanle modo a um paiz que nunca deixou de
cumprir escrupulosamente todos os seus deveres,
provm da imperfeicao dos meios legaes emprega-
dos para imped los, e ao mesmo tempo da falta de
boa vontade para procurar oatros de ntaior efflca-
ca, sao um faci de natareza to grare, que cons-
ume com toda a razo e justiga um direito positivo
a reclamar reparago e iodemnisago.
a Nao estando o governo da rainha de accordo
comvosco sobre a enumerago dos factos que de-
vera aflnal provocar urna decisSo dos dous gover-
nos, subinetio-vos cora toda a confunga a seguinte
proposta :
< 1." Como a historia das nagdes modernas nao
aprsenla exemplo de urna insurreigao contra nm
governo central, to extensa, to prompta na sua
aeco, to hbil e detidamenle preparada, to ra-
pijamente prvida de ama administrago civil, de
urna representago nacional, de generaes e offi
ciaes do mais reconhecido mrito, de exercilos
completamente equipado?, de fortalezas hoje de
novo na posse do governo estabelecido ;
< 2. Como o governo da rainha foi informado,
na primavera de 1861, que sele estados colligados
se linham declarado era favor desta insurreigao ;
que outros tres, comprehendendo o vasto e pode-
roso eslado da Virginia, se preparavam tambem a
unir-se Ihes; como estes estados contm mais de
3,000 milbas de costas martimas, e alm disso
mais de 5,000:000 almas, sem contar os eteravos ;
o presidente do governo insurgente tinha declara-
do a soa rotengo de entregar a notificago do hlo-
quelo ; o presidente dos Estados-Unidos, da sua
parle, tinha annunciado a iolengo de estabelecer
o bloqueio em todos os portos dos estados do sul ;
como em razo destas circunstancias, o comman-
danle das forgas navaes da rainha, na estagio do
norte da America, havia reclamado com urgencia
instruccoes, alim de regular o seu procedimenio.
3.* Como, em presenga desles a iontecimentos
inesperados, e de nenhum modo desejados, a rai-
nha decidi proclamar a sua nentralidade relativa-
mente a esta lucia, e reconhecer o bloqueio n'uma
exlenso de mais de 3,000 milhas de costa, cora di-
reito de corso, de visita, de detengo e de captura
da parle dos Estados-Unidos, e ao mesmo tempo
reconhecer, como era do seu dever, os direilos de
potencia belligeranle aos estados confederados, as-
sim denominados,
4.* Como o governo da rainha observou i risca e
Iroparcialmenle a neutralidade por elle procla-
mada.
5. Como a le sobre os allslamentos estrangei-
ros, destinada a proteger os direitos e deveres de
orna nago neutral, nao pode ser applicada seno
a um navio que tinha sido ou comegado a ser ar-
mado e equipado, e mesmo neste caso, preciso
que se prove que o armamento existe, ou lera co-
megado a fazerse, e que o navio destinado ao
servigo de urna potencia era guerra com um paiz
amigo ou alliado da rainha.
6.' Como no exemplo do Oreto, o caso justificati-
vo da detengo do navio nao exislia absolutamen-
te ; como na questo do Alabnma a prova nao lol
roconhecida plena seno na manhaa do mesmo da
em que os propietarios desle navio, desconfiando
do que os ameagava, levanlavam ferro sob um pre-
texto falso.
7. Como o Oreto comegou a ser construido em
Inglaterra, foi delido depois em Nassau, e poste-
riormente acabado em Wilmingion, porto da con-
federago.
8. Como os barcos couragados foram retirados e
depois tomados em Bukenbead ; como o navio cha-
mado Cantn ou Pampero foi perseguido e condem-
nado na Escossia ; como o Vctor, mais larde cha-
mado Rappahannock, foi obrigado a refugiar-se no
porto de Calais para evitar o ser tomado, e nao ap-
pareceu no mar seno no fim da guerra.
9. Como nao basta dizer que a lei sobre os alis-
tamentos estrangeiros poderia ter sido modificada
e tornada mais efflcaz, ao menos qne se nao prove
claramente a efflcacia das raoditicagoes suggeri-
das e a sua conforraidade com as leis de um paiz
livre.
10. Como, a nao ser um systema de espionagem
o mais extensivo e a faculdade arbitraria de de-
tengo e tomadia, sob os mais vagos e mais leves
pretextos, nada pode impedir que um negociante
inglez ou americano, de intelligencia com o inimi-
go confederado dos Estados-Unidos, faga sahir um
navio iio armado para mares longiquos e neutraes,
e enviar depois armas e crear assim um corsario
para atacar a marinha commercial dos Estados-
Unidos.
11. Como foi deste modo que Shenandoah foi pos-
to no mar e armado.
12. Declara porianto nao haver razo nem fun
damnto algum para aecusar o governo da rainha
de i>-r faltado ao cumpnmento das suas obrigagoes
internacionaes durante osquatro annos que durou
a guerra civil, e que por consequencia nao pode
ser responsavel validamente por qualquer repara-
gao ou iodemnisago.
Pelo quetoca a vossa allegago que o reconhe-
cimenlo dos direitos de belligeranle em favor des
confederados foi da nossa parle urna medida pre-
cipitada e sem precedente, respondo a estes dois
epithetos, dizendo que o nosso acto de recooheci-
mento seguio e nao precedeu a vo-sa declarago
de bloqueio nos seis ou sete portos importantes, e
a declarago frita pelos confederados da sua inlen-
gao de entregar as notas do bloqueio. Em segundo
lugar o nosso reconbecimenlo de urna insurreigao
to repentina e em taes proporgoes como nenhu-
ra a igual aprsenla a historia, nao poda tambem
ler precedente nenhum.
O procedimento do governo da rainha foi urna
consequencia dos aeontecimentos da America.
O Times eu havja dito na ve-pera, na cmara dos comrauns
que o governo da rainha eslava informado, ha-
via dous dias, de que os estados confederados li-
nham entregado as notas do bloqueio, e que Ihe
consiava enlo que os portos destes estados esta-
vam declarados em estado de bloqueio (pelos Esta-
dos -Uu idos).
No dia 6 de maio levei ao conhecimento da c-
mara dos comrauns a deciso tomada pelo governo
depois de urna madura reflexo, de reconhecer nos
estados do sul a qualidade de belligerantes.
No dia 10 de maio recebi de lord Leyons um
offlcio que me dizia o seguinte : Tenho a honra
de vos enviar inclusas as copias de urna pro-
clainagodo presidente dos estados do sul, que de-
clarou entregar as notas do bloqueio ; e outra do
presidente dos Estados-Unidos, declarando que os
cersarios do sul sero considerados piratas, e an-
nunciando o bloqueio dos portos da coofede-
rago.
Por consequencia a intengo manifestada pelo
governo leve sen effeiti, e nos publicamos a pro-
clamaco em 13 de maio de 1861.
Ha a notar que urna escuna ingleza, o Tropie
Queen, foi capturada por ter forgado o bloqueio,
tomando carga em 13 e 14 de maio de 1861. Este
delicio foi comraellido no mesmo dia em que a rai-
nha reconhecia a existencia da guerra civil. O
tribunal que leve de lomar conhecimento desle
facto roosirou o seu juizo sobre os factos notorios
que eslabeleciam a diviso dos estados do sul, e
accrescentava : < Estes factos, denunciados pelo
presidente dos Estados-Unidos cora reivindicago
dos direilos de bloqueio, equivalen! a urna decla-
rago da existencia da guerra civil. O bloqueio
de per si mesmo um direito de belligeranle, e
nao pode ler lugar legalmente senflo nos estados
de guerra, etc. >
O que vos pretendis, julgo eu, desde o comego
at o fim da guerra, que os Estados-Unidos sejam
plenamente autorisados a exercer todos os direitos,
ao mesmo tempo que a Inglaterra nao seja de modo
algum justificado o exercicio dos direilos de paiz
neutral.
Ora esta posigo que a Inglaterra nao pode
acceilar.
Lord Russell citou aqui os frecuentes casos em
que os Estados-Unidos teera reconhecido os direi-
tos de belligerantes. Quanto aos incidentes de
[ Oreto e do Afabnma, que no momento em que o
primeiro daquelles navios se fazia a vella, e em
que o segundo fugia sob falsos protestos, os Juris-
consultos da corda nao tioham ainda feito conbecer
deciso alguma legal que podesse autorisar o go-
verno a dar s suas ordens para suspender aquel-
las dous navios.
O Sr. Adaras, tendo na sua correspondencia feito
alluso ao que ocoorreu duraate a revolugao ame-
ricana, e recusa taita pela Franja em reconhecer
I como belligerantes os sublevados, enlo em rebel-
| li.-io para com a cora britannica, lord Russell dis-
cute e nega o facto.
Lord Russell diz que o governo britannico exa-
minou o que se pralicou na poca da Insurreigao
das repblicas da America meridional contra a
Hespanha, e da do imperio do Brasil contra Por-
tugal.
Em 1815. contina o despacho, o presidente
dos Estados-Unidos concedeu o direito de bellige-
rantes aos estados da America do Sui e proclamou
i urna striela neutralidade. Esta proclamago foi
! roconhecida pelo tribunal supremo e por uutros
tribunaes dos Estados-Unidos, romo devendo servir
de guia as suas decisdVs.
Foi aqu qur o governo de S. M. procurou pre-
cedentes. Os Estados-Unidos foram dtsde 1793 a
1815, excepto duraute dous annos, neutros no meio
das grandes guerras da Europa. Os seus homens
i de estado mais Intelligentes e os seus juizes mais
doutos estudaram com cuidado o direito dos oeu-
! tros, alim de extrahir as regras pelas quaes se de-
viam conluzir, a os elementos do seu juizo quanto
| ao procedimento dos outros.
Km 1794, o governo dos Estados-Unidos ad-
mlltio o principio de que, se depois de lar prohibi-
do o equipamento e o armamento de corsarios nos
portos da America, se absteve de fazer uso dos
meios que eslavam ao seu alcance para restituir as
presas feitas e levadas aos portos dos Estados-Uni-
dos por Cursarios armados ou equipados posterior-
mente a esses portos, com violago da piohibigo,
era obrigado a dar urna compeo:- sas, mas limilou a sua responsabilidade nicamen-
te a este caso particular...
< Parece terdes supposto que a minha opioio,
relativamente ao que leve lugar quanto a Portugal,
era que, nesie caso, os Estados-Unidos procederam
mal, e que, por consequencia, se a Gra Bretanha
procedeu mal na actual oceurreocia, nao nos pode
censurar. Este argumento nunca enlrou no meu
peusaineulo. O meu arrazoado foi e-i :
t Portugal, durante a guerra da independencia
americana, queixouse das capturas feitas pelos
navios americanos construidos nos Estados-Unidos,
e que nao (orara deudos appreheudi los e condem-
nados nos portos dos Estados-Unidos.
s A resposla de Mr. Adams a estas queixas era,
na minha opinio, valida e concludente. Disse ef-
ectivamente : Se tivesseis podido fazer perse-
guir e condemnar nos Estados-Unidos, os nossos
tribunaes vos estarn abertos, sendo-vos concedi-
das todas as facilidades. Mas nao podieis tornar o
governo dos Estados-Unidos responsavel por actos
de homens que navegara no alto mar, em quem os
Estados-Unidos nao exercera a menor jurisdiego.
Depois de haver produzido os proprios termos,
empregados por Mr. Adams, digo eu :
E' necessario que o governo dos Estados-Uni-
dos continu a adherir a este principio muito jnsto
que o secretario Mr. Clayion recordou, e que al
agora tem sido sustentada contra o governo de
Portugal.
Lord Russell declara o procedimiento dos Esta
dos-Unidos, a respeito de Portugal, digno da at-
tengo e do respeito da Inglaterra.
O ministro recorda depois as respostas que o go-
verno dos Estados-Unidos deu a algumas queixas
do governo de Portugal:
t Em margo de 1817, disse elle, transmitlio o
secretario de estado ao ministro portuguaz em
Washington om acto do congresso, volado em 3
daqoelle mez, com o Hm de preservar mais efflcaz-
mente as relagoes neuiraes dos Estados-Un los.
Em 14 de margo de 1818, em resposla a urna nota
quo se queixava da captura de Ires navios portu-
guezes por corsarios, disse Mr. Adams :
Tendo o governo dos Eslados-Uoidos usado de
lodos os meios ao seu alcance para impedir o equi-
pamento e armamento, em seus portos, de navios
destinados ao corso contra nagoes com as quaes es-
tamos em paz, e tendo fielmente execulado as leis
voladas, c<>m o fim de manter a inviolabilidade das
obngacoes de neutralidade da Unio, nao pode
considerar se obrigado^a dar indemnisago aos es-
trangeiros pelos prejuizos que Ihes causaram cap-
tura em que os E-tados-Unidos nao teem exame
era jurisdiego. Por estes factos nenhuma nago
pode, nem em principio nem na pratica, ser res-
ponsavel. Suppoudo que nao ha outros motivos, o
' mais decisivo seria a impossibilidade de encontrar
um tribunal que podesse conhecer desles fados...
A' proposta feita em julho de 1820 para se no-
mearem commisssarios, secretario dos Estados-Uni-
dos respondeu, era 30 de setembro seguinie, nos
termos que vamos apoitar :
A proposta cuntida na vossa proposigo de 16
de julho ultimo, foi examinada pelo presidente dos
Estados Unidos com toda attengo devida as rela-
goes amigaveis que exislem entre os Estados Uni-
dos e Portugal, e com o desejo da manier os prin-
cipios de jusliga de que est animado o governo
as suas relagoes com todas as potencias estran-
j geiras, e especialmente com a vossa. Fui encarre-
gado pelo presidente de vos informar de que a
j nomeago de coinmlssSes encarregadas de conferir
; com os mioislros de S. M. F. sobre a questo de
que trata a vossa nota, nao seria compattvel com
a consliluigo dos Estados-Unidos, nem com as
praticas seguidas entre as nagdes civilisadas. Se
algum subdito portuguez soffreu um prejuizo pelo
que praticou algum cidado dos Estados Unidos
nos limites da jurisdigo desses estados, peranle
os seus tribunaes, que se deva procurar a obter a
reparago. Quanto aos actos de cidados dos Esta-
dos-Unidos pralicados fora da sna jurisdiego, e
fra da sua vigilancia, o governo dos Estados-Uni-
dos nao responsavel.
Lord Russell trata de provar que a politica, que
sobresahe deslas declaragdes foi potinca constan-
te dos Estados-Unidos, e que a jurisprudencia dos
tribunaes dos Estados-Unidos, durante a guerra
das colonias da America do Sul contra a Hespanha
a Portugal, foi sempre a de ordenar apenas a res-
tituic.io das prezas conduzidas aos portos dos Es-
tados Unidos.
Comparando, continua o offlcio, o procediraeoto
seguido pelo governo e o congresso dos Estados-
Unidos, relativamente guerra civil da America,
com o do governo de Sua Magestade, relativamen-
te guerra civil da America do Ncrle, apparacem
bem sensiveis as difiVrengas seguinte :
O numero dos navios construidos e equipados
nos fortes americanos que illudiram com bora re-
sultado as disposigdes das leis, e que fizeram o
corso contra o commercio portuguez, foi maito
grande; os qne escaparam execogao das mes-
mas leis da Gra Bretanha muito pequeo. No
primeiro caso, os corsarias eram no numero de
Irinta ou quarenta ; no segundo, de tres ou quatro.
No caso da guerra civil da America do Snl, os
corsarios em questo eram geralmente eommanda-
dos por cidados dos Estados-Unidos, e Iripolados
por gente das nac5es neutraes; no caso da guerra
civil da America do Norte nao consta qne capito
nenhum inglez tenba commandado nm corsario ;
alera disso, as tripolagdes eram geralmente pela
maior parle formadas por gante dos estados insur-
reccionados.
Mas ha um ponto essencial, sobre o qual os Es-
tados-Unidos e a Gra Bretanha parecen estar in-
teiramente de accordo. Os Estados-Unidos, sendo
neutraes, regeitaram a responsabilidade das cap-
turas feitas fra dos limites da sua jurisdiego, o
recebar toda a proposta que tivesse por flm a no-
meago de urna comraisso para avallar as perdas
e damnos; o governo do reino unido adoptou Igual
medida.
K" verdade na applieaco do principio hoove urna
di Berenga. Os Estadcs-Unidos admilUraak a toma-
dia dos navios nos sea portos, nta/restitairam n*s
a seus preprlelarios logo que era possivel, toda a
vez que fossera reqnisitadas em virtude de decre-
los da chancellara. O governo da Gra Brelanha
recusou receber de toda a maneira taes tomadlas.
O principio o mesmo, e nao valo a pena discu-
tir, para saber qual destes -,dous processos mais
penoso para os corsarios sublevados. Parece-me,
coofesso, que o procedimento do governo de sna
magestade era de natureza mais efflcaz para des-
animar os corsarios sublevados do que o adoptado
pelos Estados-Unidos.
Mas quanto ao principio em si, sejame permit-
tido dizer-vos o seguinte. Supponhamos que um
navio mercante pertencente aos Estados-Unidos
apparecia sobre as cosas do Madagascar, e ahi en-
contrava um navio de Bostn armado em guerra ;
e que o navio mercante, arm-do tambem, tomava
parte contra o Brasil na guerra entre esta poten-
cia e o Paraguay, o vosso governo julgar se-hia
porvenlura compromettldo a dar indemnisagoes ao
Brasil por todas as capturas feitas por este navio ?
t,' comtudo este o caso, em que se acha o Shenan-
doah.
O governo de sua magestade de opinioqne,
se a rosponsabilidade das nagdes neufaes chegas-
se a esle ponto, caso novo no direito das gentes,
seria a cousa de maior cuidado, e effectivamente
mal perigosa, que poderia haver.
Urna nagao martima, cujo povo se oceupasse em
construir navios, pegas e armas, deveria lornar-se
responsavel por todos os prejuizos de urna guerra,
na qual esta naco nao tivesse tomado parte al-
guma.
A lei existente nao tem sido insufflciente, logo
que os factos lenham sido apeados em suspeitas
graves, de modo que justifiquen) o governo de
ordenar a detengo dos navios suspeitos ; e de
modo algum ceno que raa moditicago da lei
nos lenha autorisado a fazer mais do que o que
temos feito.
Quanto a dar ordem de impedir a entrada nos
nossos portos indisiiuclainente a todos os navios
equipados em parte do Reino Unido para o ser-
vigo dos confederados, era de urna difflculdade ex-
trema o fazer-se apresenlar em New York ou em
Boston testemunhas para provar qne um corsario
da America do sul tinha sido construido e armado
em Baltimore. Mas quanlo a tentar apresenlar
testemunhas de Liverpool em Nassau ou da Ja-
maica, para provar que o Alabama tinha sido
construido era Birkenhead, seria isto um trabalho
perdido.
No vosso offlcio de 23 de outubro de 1863 dis-
sestes que o overno dos Estados-Unidos eslava
prompto a subscrever a ludo quanto se arbitrasse.
O governo de sua magestade de opioio que
nao ha seno duas quesides a apresentar para jul
gar urna reclamago de indemnisago.
A primeira : se o governo britannico andou
neste ponto cora justiga e diligencia, ou, por ou-
tros termos, cora boa fe e honradez, para manter
a neutralidade proclamada.
A outra : os funccionarios jurisconsultos da
cora comprehenderam convenientemente a lei
sobre os alistamentos esirangeiros, quando recu
sararo, no mez de junho de 1862. aconselhar a
detengo e aprisionamento do Alabama, e em ou-
tras occasies em que Ihes pediram reter outros
navios que se eslavam a construir ou a armar nos
postos britannicos ?
O governo de sua magestade de opinio que
nenhuma destas quesios pode ser posia por um
governo eslraoho que sem erir a dignidade e o
carcter da cora e uo povo britannico.
O governo de sua magestade o nico defensor i
da sua honra. Nao pode admittir que lenha obra-
do da ma fe maniendo a neutralidade rofessada.
Os funecionarios jurisconsultos da cora devem
ser considerados como mdhores interpretes deum i
estatuto ingle', que nenhum outro governo estran- '
geiro. O governo de sua magestade deve pois re- j
cusar-se a dar qualquer reparago ou compensa-
gao pelas capturas feitas pelo Alabama, e a levar
esta queste a qualquer eslado estraogeiro.
O governo de sua magestade de opinio qua,
se obrasse de outra maneira, arriscara a posigo j
do paiz neutral em todas as guerras futuras.
O governo de sua magestade est comtudo dis-1
posto a consentir na nomeago de urna eomrais-'
sao, a qual sero submetiithfs todas as reclama-'
ges que possam provir da guerra civil por todo o i
tempo que esta durou, a que as duas potencias |
accordarem em entregar a mesma commiss .
O ministro felicita depois o governo dos Estados
Unidos pelo termo da guerra e pelas consequea-1
cas felizes que possa trazer para a humanidade ;
declara tambem que sent o maior prazer em que
esla guerra tivesse terminado sera ruptura entre
dues nagoes qoe devem ser unidas pelos lagos da \
mais estrena amisade.
Nem ha, diz elle terminando, questo cuja dis-
cusso parega de nalureza a perturbar a amisade i
de duas nagdes que se distinguen), urna na Eu-
ropa, outra na America, pelo seu amor e liberda-1
de. Que as oossas duas nagoes, em lugar de se
entregarem a disrussoes capciosas, resoeitem a
honra e tenhara confianga as intenges amigaveis
de urna para com outra. Desta maneira podemos
conservar intactos os lagos da paz, e exercer urna
influencia banetlca sobre os destinos futuros das
nagdes do mundo. \
A resposla do Sr. Adams, cora data de 18 de \
setembro, diz que o reconhecimento do sul, corao
belligeranle, foi ura acto que nunca antes nago
alguma amiga praticara. O bloqueio foi a couse-
quencia e nao a causa da poltica ingleza.
Communiquei, diz o Sr. Adams, a proposta de
urna commisso ao meu governo. Espero que a
Inglaterra nao faga urna proposta qae saiba que
a America nao pode aceitar, ou que, se ella acei-
tar, esleja em conlradigo com a resposla dada
pela America a Portugal em circumstancias iden-
ticas.
O Sr. Adams conclue asseverando que a opinio
publica na America lem a esperanga de ver esta-
belecer-se urna melhor harmona entre os dois go-
vernos.
(Jornal do Commercio, de Lisboa.)
! afinal com algumas cacetadas e urna facada, em
; consequencia de queda dada em um vallado, quan-
do era perseguido.
Aauloridade local procedeu ao competente corpo
de delicio, e vai instaurar e processo.
Na 2 sesso do jury do termo de Agua-Prela,
presidida pelo Dr. Joo Francisco da Silva Braga,
juiz de direito da comarca de Palmares, e em que
offlciou como o promotor respectivo Dr. Mendo de
Sa Brrelo, foram julgados 6 reos, todos do sexo
mascolino e brasileiros.
Destes, tres eram raaiores de 21 annos, dous
maiores de 40 annos e um nao sabia a sua idade,
sendo lodos casados a achavam se presos cinco e
afiangado um e responderam como autores, de
crime de homicidio dous, de dimno ura, de fuga
de preso um e dous de roubo.
Foram condemoados os reos de crimes de homi-
cidio, a priso com trabalho e os de roubo a gales,
foram absolvidos o de fuga de preso e o de damno
e appellaram as parles de todas as decises con-
jdemuatonas e da absolutoria em crime de
| damno.
Todos os crimes foram commeltidos no corrente
! anno e os processos em numero de 5, comprehen-
I dendo aos 6 reos, coraegarara por queixa 2 e a
I ex-offlcio 3, sendo as aecusagoes sustentadas pelo
promotor, menos quanlo a do reo de crime de
1 damno que o foi pelo procurador do'queixoso.
Dos reos, o eram aoalphbelos a 1 sabia lr e
escrever e empregados na agricultura 5 e 1 no
commercio.
Os trabalhos da sesso coraegarara a 5 e termi-
i naram a 9 do crranle.
Segundo cartas da Floresta foi absolvido, na
sesso do jury, de 9 do corrente, o Sr. Francisco
: Vicente da Cunha Valpasso, autor do assassinato
j do capito Barros delegado do termo, presidio
: sesso o 3.* snoplente, por impedimento do juiz de
dimito uterino Dr. Vicente Ferreira Lima. Nao
houve ippelaco.
Casa ns etenqo.
Movimento da casa de detengo no dia 26 de de-
zembro de 1865:
Ezistlam 371, entraran) 6, sahiram 17 ; falleceu
0, existen) 360, a saber: nacionaes 250, mulheres
. 6; estrangeiros 28, mulheres 5; escravos 67, es-
cravas 4 : total 360.
Alimentados a' custa dos cofres pblicos 193.
Movimento da enfermara no dia 27 de dezem-
bro de 1865.
Tiveram baixa:
j Ignacio Francisco da silva, optolumia.
Manoel Mannho Magalhes, soruas*
, Luiz, escravo sentenciado, indigeslo.
i Manoel de Souza Farias, syphiles.
Jos, escravo de Manoel Barbosa, chagas.
Jacinlho, escravo do Dr. Alves, indigestao.
Tova baixa para a casa de sade do Dr. Alves,
Jos Gomes de Oveira Jnior.
l'assageros do vapor nacional Mamangnape,
l sabido para os portos do norte : Francisco Jos
, Gongalves da Silva, Miguel Pereira Geraldes, D.
Delrnira I. Geraldes, B Ferreira B, Joaquim da
(Silva Safdanba, Silverio Aureliano de Flgueiredo,
Nicolao Inprota, Nicolao Ferreira, Micbel Falce, D.
Joanna S. de Malveira e 1 filho, Raymundo Olym-
pio Gongalves, Freilas, Dr. Gustavo Lins, Dr. Luiz
Darl, Dr, Jos Maria de A. Mello, Antonio Phila-
delphio da Rocha, e Joo Gomes Bastos.
Cemitehio publico, obituario no da 21 DE
DEZEMBRO DE 1865.
Antonio Jos da Silva, Portugal, 54 annos, selteiro,
Boa-Vista ; espasmo no estomago.
Jos Angelo do Sacramento, Pernambuco, 67 an-
nos, vinvo, Boa Vista ; mielite.
Joanna Maria Francisca, Pernambuco, 30 annos,
solteira, Boa-Vista ; tubrculos pulmonares.
Maria, Peruambuco, 1 hora, Santo Antanio ; es-
pasmo.
Dr. Jos da Cunha Teixeira, Pernambuco, 29 an-
nos, solteiro, Varzea ; febre atnica.
Eugenio, Pernambuco, 7 dias, Santo Antonio ; es-
pasmo.
Maria, Pernambuco, 3 rnnos, Santo Antonio; fabre
intermitente.
__ 22 __
Luiz, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista ; enterlte.
Joo Joaquim de Lima, Pernambuco; 35 annos, sol-
teiro, Santo Antonio ; brouchile.
Olindina, Pernambuco, 2 annos, Santo Antonio ;
angina membrosa.
Justina, Pernambuco, 30 annos, solteira, escrava.
Sanio Antonio ; nypertrophia do corago.
Joaquina, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista ; con-
gesto cerebral.
Manoel Lopes Guimares, Portugal, 45 annos, ca-
sado ; ascite
Cosma, Pernambuco, 21 dias. Recife ; convulses.
Maria do Monte do Carmo, Pernambuco, 80 annos,
viuva, S. Jos ; erysipella.
Emilio Jas do Sacramento, Pernambuco, 22 annos,
solteiro, Santo Antonio ; febre cerebral.
Antonio Machado de Souza, Santa Catharina, 65
annos, solteiro, Boa-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Raymundo, Pernambuco, 3 mezes, S. Js ; tosse
convulsa.
Joaquim Theodoro Rosa de Lima, Pernambuco, 40
annos, viuvo, Bo-Visla ; gastrs entente,
Braz de Tal, Pernambuco, 19 annos, solteiro, Boa-
Vista ; erysipella.
Lino, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos ; gastro ente-
rite.
23
Clenv-nle, Pernambuco, 30 mezes, Santo Antonio ;
tumor.
Marcohno, Pernambuco, 7 annos, Boa-Vista; tosse
convulsa.
Jos Rodrigues Vieira, Pernambuco, 40 annos, ca-
sado, Santo Antonio; phlhysica.
Candido, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos ; gastnte.
Maria Argemira dos Santos, Pernambuco, 10 annos,
S. Jos ; pneumona.
Maria, frica, 80 annos, solteira, Recife ; velhce.
Fabianna Francisca Xavier do Sacramento, Per-
nambuco, 25 annos, solteira, S. Jos ; tubrcu-
los pulmonares. L.
PERNAMBUCO.
UfISTA DIAMA.
Na segunda-faira ultima chegaram de Cabro-
b dez pracas para o 2* corpo de guardas nacio-
naes destacados para o servigo da guerra, e vinte
e cinco para o 6* de voluntarios da patria.
No dia 14 de Janeiro prximo futuro lem
lugar ara Garaeleira a feslividade da I inmaculada
Gonceicao da Virgem Marta, com levantaraento da
bandeira de vespera para a noute, e cavalnadas no
dia pela tarde.
Os encarregados da funego ludo envidara para
que ella corresponda ao motivo, que se festaja; e
para isto tem mandado vir desla cidade o qoe
preciso para este im.
Foram interinamente nomeados:
O Sr. major Caetaoo Gaspar Lopes de Azevedo
Vlllasboas para comraandar a fortaleza de Brura ;
O Sr. major Salvador Colho de Drumraond e
Albnquerque para comraandar o forte do Buraco;
O Sr. tenente Jos Rabello Padilha para com-
mandar o forte de Pao Amarello.
No termo da Escada, fei ferido levemente
com dnas tacadas Antonio Candido Das, morador
o engenho Braco do Meio, por um escravo de Joa-
quim Jos Coirobra de Andrade; o qual sendo per-
seguido por urna patrulna, luloa con esta, sahindo
CAMARIMUMIPAL 00 RECIFE.
Aos 14 de dezembro de 1865, tendo compareci-
do smente osjSrs. Pereira Simii-s,Sanios e Dr. Vil-
las-boas, nao boove sesso por fal a de numero.
Eu Francisco Canuto da Boaviagero. secretario o
snbscrevi. Pereira Simdes, pro-presidente. Dr.
Villas-Boas.Santos.
Aos 15 de dezembro de 1865, comparecendo s-
1 mente os Srs. Pereira Simdes, Dr. Villas-Boas e
i Santos, nao houve sesso por taita de numero.
Eu Francisco Canuto da Boaviagem, secretario o
: escrevi. Pereira Simes, pr-presidente. Dr.
Villas-Boas.Santos.
6.* SESSO ORDINARIA AOS 16 DE DEZEMBRO
DE 1865.
Presidencia do Sr. Pereira Simes.
Presentes os Srs. Aqnino Fonseca, Sanios, Dr.
Villas-boas e Pinto, abrio-se a sesso, foi lida e
approvada a acta da antecdeme.
i Leu-se o seguinte
EXPXDIENTI.
Um offlcio do Exm. presidente da provincia, de-
i clarando a cmara em resposla a outro que a mes-
ma Ihe dirigi em 12 do correte sob n. 79, que
antes de receber o citado offlcio ja tinha providen-
i ciado para ser feito o reparo de que necessiu a
: ponte de ferro junto ao tfieatro, de Santa Isabel,
1 Inteirada.


c
Diario de tfernsntmcA -- Quima telrt tS de Dezembro de 1 S.
Oatro do engenheiro cordeaorvTiforrnan'loSo-'
bre o re<|uernneiilo no qual Joaquim Din Feman-
tes praprieuno di obrado i a-.a aniar com tra-
petra silo a na Augura n. 63, pede para qae Ihe
eja permittWo elevt-'lo a 2* andar, fliz qae nada
ta que oppor a preteucao do peticionario, visto que
tem o momo s> brado as dimen-Ge. exigidas celas
posturas ein vigor e coa fruido cjm oiioes dobra-
dos.Conced ose a licrnca.
Ouiro dw inesino, informando o requerimento, no
laioeuto que Tora d ido pira as casas de I>. Mara
Venaucia de Abren Lima Ba-u>< na ra AugusU,
treguria de S. los desia cidade, dtt qae toado *,a
oficiado a resjeiio, eipoado o qae ha occomdo
sobre ola edtuVaco o achando se este negocio af
nem aos II escravos da mesma he- rregado nos prorwiemos e rooKRoiwo* preas*. qaando acomraettem a feble ethica, mas tempo (lar lima prova do mea reconheci- recer do quartel do Hospicio das qh?ra< da
ranea comprada, poi< o que se v e consta das rom elle nao so um extracto ataoolKxyque pdejor larnhpm a -tvfi-p-car
respectivas esenpturas A que o fendedof es tica-; applicado em pilulas, mas lamben umvinho.um V ^ freuescar O sangue.
ram com os esoravos pertencentes a heranca, xarope, e um emplastro que pode substituir, em I AOS doeiues desta enfermidade, quando O
o que equirale venda dos bens hefados com
< excluso dos ditos escravos.
O julgado tira toda a controversia, e folgo de
qae minha humilde opinto seja amparada por de-
cisao proferida pelos respeitaveis magistrados que
assignaram o aoeerdo a que alludo.
Resulla d'ah Incentestavelmeote que nao sendo
esses escravos comprehendidos na venda da he-
ranea, e ncaud > com lies os proprios vendedores,
que assim os excliiram da venda, neuhum impos-
to era davido, como tica ponderado.
Alm dos escravos cujos valores lorara declara-
fectj a urna rominiseao da cmara, nada mais se dos as escripturas, e que estacara em poder dos
ibe oflerece diier sobre elle. A' visla da ultima herdeiros por attiantamento de legitima, unsven-
decUratao da cmara, uao lem lugar a reclamaeao didos e outros lettgiosos, e que o accordo citado
do supf tcatite. julgou nao terem sido comprehendidos na venda e' tante?, que nos parece intil dizer
Ouiru do uiesino, informando o requerirneut^ em terem sido delta excluidoe, e dos quaes por tanto isto, que fka escripio.
que o r. Jo> Vicente Bernardo Buarte, proprie- nao era devido o irqpusto, exislem escravos com-1
lario do sobrado de dous andares sito a ruh da preheodidos na hypotheca e qu entrarara na
Aurora n. 74, pede para fater no raesrao soldado estimacao da heranca, sem que se Ihes desse valor
oo ota, por eaano de esgoto e Impar a frente, especial, ou delles se fizesse mencio : destes nao
declara que uao tem elle as ilimen-oes exigidas se poda exigir o imposto senao no inveutario e
pelas posturas i-m vigur, isio no lem a al|ura e pela avjliaeao que ahi livessem na conformidade
determinada por estas posturas, -ntn-tauo eraium do aviso citado, cuja applicacao a especie de que se
sobrado piuxiun delta qae bd achava Das inesmas trata incontestavel.
El arreeadaco devia ser taita no termo, em
que se procede a inventario, que o Cabo, onde
funccionam os agentes fiscaes d'ali que sao o col-
leetor e o ajudante do procurador fiscal.
V-se porlanto que carece do base e calumnio-
sa a arguicao; quanto aos escravos cujos valores
foram declarados as escripturas .rnente para
determinar o adiantamento que j5 tinham os her-
deiros e a quantia que pelo restante devia ser
paga pplo comprador, nao era exigivel a meia siza
certos casos, o de Vigo ; e estamos iiersoadidos qae 360 estado de gravidade tal que a febre
b0ienra$euureS,ara0S U SerV,O ,ujma,,Wrt#*e -etlica es accommetle, prescrevo-lhes o su- criado.Francisco Bermguer Cesar de Me-
f isoTtrttiBdo da hydropesta, prescreie a de- ? de "* lim5 issoUo em .urna chicara\nezes.
coeco das raizes da > nbeba, e Mrat e Deleas, 0aSua com bastante assucar em um grande
em seu Diccionario de materia medica e therapeu- COpo paja misturar com Ultl papelinlio dos
tica diiem qoe as Amrlhas se tac uso do sueco pos refrigerantes para tomar, com que ali-
rve=^.^^ vanp acc alimento da febre'e pela
manha o xarope etherio de veame. Tenho
aconselbado, que facam uso.de vegetaes de
natureza acida, como laranjas, bmes^ p-
menjo. Ihia em diaote, erto d que, alm das garantas
. DesejO a V. S. todas as venturas, por ser offereaidas pelo governo de S. M. o Imperador, o
de V. S. muito respeitador e ..brigadissimo eoramafldaB,e w si e seas offlciaes fario suavisar
os irabalhos da guerra com um trtlameolo con-
digno cada cidadao, qualquer que for a classe a
que porienca.
dious, merenidamenie celebres, nos leva a crer em
tus palavras, e por isto cuidaremos de ie>r em
oosso estabelecimento essas raizes, para qoe possam
ser experimentadas.
A reputagao da jurutieba tal, e os resultados
therapeuticos oblidos ltimamente sao o impor
nos parece intil dizer mais do que
escripto.
Deposito: pharmacia de
Jouqmm de Atmeida Pinto.
HUMA VIDA SALVA!
JURUBEBA.
A jurubeba ama das substancias medicamen
tosas, ao reino vegetal, e penence
dos tnicos e desobsiruentes, sendo em prega
oa com vantafem contra as febres intermitente
acompanhadas de eogorgitamenlo de figado e baco.
langas, uvas, etc.,.e .applicacoes de plantas Ella tem sidojpplicada com incontesla.vel proveitc
amargosas, que fortificara O estomago e ser-1 ceir a anemia ou chlorose, e hydropesia, catar
vem ao mesmo tempo para destruir e mili-,rho da t*w* e mesmo para combaier a menstrua-
gar a sede ',';' dl"ae''> resultante da mesma anemia ou chic-
ASra. D. Joaquina deS Brrelo, tendo
urna sua escrava fallecida desta molestia, sub-
circumsuucia^, ji euacedeu a canuca (aurtia o
qoe o peticionario reqaer.Xit tem lugar por ter
usotioe- ingellos e >er contra as pistura*.
Despactiatam se as priices de Bernardo Josis da
Rocha, Antonio de Moura ROS, Joaquim Per'eira
de Azevedo, Ki Id-in Brothers, Henruiue Jorg, Joa-
quim Da- Keiuaoiles, l)r. Jos Vicente Bernardo
Duarie, Joaquim Mauricio Concalves Bego, Jos
Kraiicisro Kiiieiro Machado, Jos de Pinh i orges,
D. Mari* Wnancia de Abren Lima Bastos, Manuel
mettida ao tratamenlo de seu medico, resol-
veu procurar-me para tratar de um outro
escravo, que soffria da mesma enfermidade,
prescrevi-lhe o xarope de veame, tem me-
Ihorado consideravelmente.
A seohora do Sr. Autonio Francisco Ho- i9an<
norato foi desengaada por habis mdicos:
desta cidade, esleve prostrada, e nos lti-
mos paroxismos da morte, foi com o xaro-
! pe de veame salva, como se v da carta
I impressa no Jornal do Recife de 9 de feve- Ca,xa
reiro de 1863.
do Na ceflle HereulaaT de Leaos Duarte.
Levantou-se a ses-,:. i.
Eu Rraocisco Canuli da Boaviagem, secretario
a subscrevi. -Pereira S.mes, [iro presideuje.Sil-
va do ti-asi!.Foaseca.Lr. Villas Boas.Santos
COMMUmCBOS.
O i:\iu. biaipo diocesaao.
No vapor que deve cliegar da Europa al o dia
29 di correiite, espera se que vira o Exm. e Bvm.
Sr. U. Eiomaouel do Iteito Medeiros, digno bispo
da diocese de iVrnambueo.
Ptsio expediente do governo da provincia de U,
ja publicado u este Diario, v6-se que o Exm. Sr.
coaseltieiro presdeme trata de providenciar em
ordem a que M prestein ao principe da igreja per-
namlm aua aa liouras devidas a sua elevada gerar-
chia. e i|ue. no- termos da carta regia de 28 de fe
ereiru de I7U, sao as uiesnus devidas a real pes-
SOJ.
Ke.-ia por tanto somente, que a briosa populaco
de>u c^piul, e tamliem de Ulinda se levante e se
prepare, ooflM inierpiet- fiel de toda a diocese, pa-
ra lazer de .sua parte ao novo prelado urna recep
cao condigna de seu carcter sagrado, e que seja
ao me.-nio lempo um .-oleme leslemunho da lideli-
dade com que permanece n'aqueiles puros seuti-
mentos de adlie?u a igreja calliulica, que tanto a
distioguem e ennobr^cem aos olhos de lodo o im-
pei lo.
Os bispo sao os primeiros pastores, e os mais
esforcad"< rlftlaMes posto*, segundo a escriptura,
pelo proprio E>piiito Santo para regerem a igreja
de De us
Re<-ehj lo< |>ois e acata-los dignamente com as
mabiir-uroe; de sincero couleulamento e regosijo,
o uk'miio que receber e acatar Aquelle que os
envia, e em cuja f quer-se felitmeute viver e mor-
rrr
ujtr ora, por eoslome e disposii;ao do decreto de
?l jan.-uo de 18iti, mandavam as cmaras que,
i..- entradas e posses de to altos qoao veuerando.-
p--'. gen, iiiuuiinassein os moradores as suas
eaa>.
-. .iin la ine-iiio indepeudentenh-nte de urna
tal u' : ni. inuio a 0e esperar que nao s.-ja entre
. u .ii iimu lio boa pratka, urna lio exprs-
iv. : n 'i-ira; i por loJos o-eath ilico- liis.
|o '! coracio acoiiiem o pastor, de coracio
mo-i:.uii i; i- de^jaoi a existencia e a vida do re-
feanho: aqu-lles que o re ellem ou por qualquer
molo molerla n,......s nao polem querer senao a
caruen..:; i d loos, a ruma e a morte oe toda a
gr. v.
[ i est escripto : Peroiham jiastorein
e\ iupergrntmr oves grejit....
I in fiel.
do accordo que tica citado; e qoanlo aos outros
que nao foram especificados, e cujo valor dependa :
do inventario comecado no Cabo sem contesta-
cao a applicacio da doutrina do aviso de 5 de maio
de 1831 as se^uinles palavras :
'^olirando-se depois quando se verificar a
enireca dos bens as quantias em que importa-
rem os impostos.
O qus corroborado pelo manual dos feilos da
fazenda que diz no 529 n. 13 :
Nao devida a siza da heranca antes de
liquidada; e cita o aviso de o de maio de
1851.
Ora, se a siza ou mela siza na venda da heranca
s podena ler lugar depois de liquidada esta e da
eotrega dos bens e se esla nao poda ter lugar
quanto aos escravos comprehendidos na hypotheca,
e que deviam pagar a meia siza, em razio da
queslo que pendia e anda pende em juizo, e que
tem embarazado essa entrega, evidente que ha-
via legitimo impedimento, que uenhuma censura
merece o agente fiscal por nao ter promovido a
arrecadaco de impostos qae nao podiam ser exigi-
dos porque a islo obstava a deterrainacao da
lei.
O pnbco imparcial que lire a conclusio, que
aprecie a arguicao que feila calumniosamente
e contra a evidencia aos fados e da lei.
Recite, 27 de dezembro de 863.
J. li. G. Alcoforado.
em Pcrnanihnco.
Tendo-se deseocaminhado da massa fallida de
O escravo Emilio, do Sr. tenente-corpnel Guilherme carvaiho&C. o recibo deisacces
Rodolpho Joao Barata de Almeida, foi tam-idas locahsadas aesta calza, ob ns. 2787 a 2801,
i bem desengaado por habis mdicos, e pertencentes a Guilberme Prederico de Sonza Car-
com o xarope de vellame acha-se completa-!valne'socio aquella firma, a directora faz pubii-
!mtnlP rpnhp|pciHn enmn p tp tnrriripm eo a quera "llerissar Pssa. 1ue Pr Parle de las'
menie restabeiecido, como se ve tamoem lino Jus de Solua campo., admimsirador da re-
da carta impressa do mesmo Sr. lente- \ ferida massa, e vai proceder a transferencia de
i coronel no mesmo Jornul do Recife. i ditas accoes para a Sra. D. Henriqueta da Silva
O Sr. Antonio Christiano Fogt, filho do' actual possuidora das mesmas, visto as ter em has-
; ta publica comprado, como ludo provam com do-
CORRESPONDENCIAS
Srs. redactores. Tenho prompl desde o dia 24
do correte urna exposlcao em a qual explico ao
publico a minha posifo de ado/ado do Sr. Gas-
par Cavalcauti de Allmquerque com relacao ao
meu cargo de procurador fiscal, do que se procu-
rou pretexto para fazer-se-me imputa^oes lujurio-
sas ; e se a nao tenho publicado porque refiro-me
a pecas constantes dos autos que nao lenho podido
ver em con-equencia de eslarem em mo do con-
lador qu-: nao tem viudo a cidade ltimamente.
Recite, 27 de dezembro de 18o.
C. F. U. Alcoforado.
;n
A accusaeao que pela imprenta se fez a meu
naioe amigo, ypriaoo Feuelou Guede^ Alcofo
rad-. i- ha ver negl graciado os seus deveres de
ro nradoi li-cal que (' da thesourana provincial,
deix .:.. I exigir o imposto da meia sita, qa-i era
devid.i por sea cliente o Sr. Gaspar Cavalcante
d'A .. Uctafta, pai a favorecer a este coni
deirou-iii dos cofres provinciaes, me levou a exa-
min i- Fscriplaras da compra das berancas qoe
iizn* a Sr. da.-(iar qae fazem objecto da aecusa-
: ; i i-ri meu dewr assistir a meu irilio
u -.. i aagradavel conjuctura e pretlar-lhe o au-
de mire dependesse.
me eouvMiceu ua.i .- de que a de-
Ir-, que ral pablicar meu irmao completa e
ImIo vtcionoaaiDoate a aecusacio, mas anda
niu iiad vida a meia siza pelo qoe consta
dasesrnptoras em relaco aos escravu^ cuj va-
rad i n'ellas e o que me proponho a
com o Orme proposito do nao sabir do
lerreno legal, e de nwie aceitar qualquer impug-
o*. v, uiura se faca a esu miaba >:er-
Sr. Gaspar Ccna comprou a beranca do en-
\ : ngil, qu.- foi estimada em 00:000,5000,
a dic r-1- li renos, e as escripturas que sj pas
>ir ni ~.- declarol que o pagamento era f.-iloa ca-
da u:u dos berdi iios, ou i-m t rra> das quaes n
. u, m em letras e escravos que es-
lavam na po^-. dos vende lores, ou que pir elles
|i h iviain >i I vendido*, e quanto a estes valores
se declama mu respectivas escriploras, que a siza
e oicu usa seria pag i pe i c impr idor, quaudo s
-- o inventario, que se havia cemecado
j'iizo do C.bo, Icaodo o comprador obligado
ao- val re- | j- a,i livessev para o pagamento do
importo, fbtsem ellt-s maiores ou menores do esti-
pulad', na- esc.ipturas.
Pur e-ti- dei l.raeoes se constituid o comprador
flriaidii a p'i aiiieuto da meia siza dos escravo-,
ri-i" polo valor em qae foram estimados, reas pelo
jue trraafom no inventario na cunfoimidade do
de 5 d: maio df 1851 que se Citou as es-
cri^'.ura.-, e poriaalo nao era exigiwl desde logo,
como bem o entendern] o ubelhao e os maKistra-
dos que inteivieraiu nele negocio.
Panea que a eooAssio do comprador exclue to-
da a duvida, mas assim nao ; porque o Ibeqr das
me*mas escripturas repelle a doacao in solulutn
que -- deiBfuroo, mas que na verdade se nao deu
A loUlidade da heraiiya foi e.-lunaJa em......
(iO.oOi'iOiiO e deta eslimayao se parlio para e.-la-
l Mar o qoinhao de cada herdeiro, e para paga-
mt-nt i drslfl quioho se computaram os escravos
que alisa nao furam vendidos, mas li .ai am em po-
der d^ vendedores, e portanto (oram excluidos da
venda, sendo que por errnea inlelligeiicia se con
-iderou vendido e revendido o que ellectivamenie
fura excluido da venda, e era vez de declararse o
valor que paga va o comprador, se cooslderou o va-
lor total da heranca qoe de frito nao era vendida.
A transferencia do dominio foi apurada pela es-
critura da venda da heranca, e nao se compre-
hende qoe o comprador podes.se vender o que Ihe
nao perleocta, que o vendedor fosse ao mesmo
tempo comprador da parte da herauca que venda
e que e--ia iraosaecio fosse feila pel mesmo acto
e aa ii.crina occat-iau.
E' pjruut i evidente que os vendedores exclui-
ram da venda os escravos que eslavam em seu po-
der e alnuns d<* aawaa ja baviam sido vendidos, e
outros esuvam liticiosos, a beranca vendida foi o
oenlio e os escravos comprehendidos na hypo-
tbeca, e qae somente do valor desta venda, que se A Jurulcl>a.
venticou em trras e eio letras, qae se devia pa- As virtudes Iherapeuticas da jurubeba sao desde
gar a siza em lempo e ceasiao opportuna. muito conhecidas nao s ao Brasil, pois qae dellas
- 0< herdeiros nao pagia siza ou meia siza dos Iratou Pisn em sua excellente obra listona na-
bens qoe adquirem pela beranca que Ules devol- turalis et medica India; occidentalts, seno as
vida, e o que deve regular o pagamento do imposto Aniilhas, onde o sueco das folhas e fructos como
o contrato que so celebra e nao a deelarago das aqui, muito estimado e appl.cado contra as obs-
Aos Srs. eleitores dopri-
meiro circulo.
Honrado pelo partido liberal, representado pelo
seu respectivo directorio, com a incluso do meu
humilde nome no numero dos candidatos por elle
presentados (fepoMcjfo provincial por esie pri-
meiro circulo, e certo de ijue os senhores eleitores
sabem cumpnr perfeitamente a sua nobre missao,
venho imprensa declarar que aceito lo subida
honra, so enlenderem que a merejo, e desde ja
agradecoos votos dos que confiarem em meu ca-
racter poltico como sectario dos verdadeiros prin-
cipios liberaes, que nao excluem, e antes delles
decorrem, o progresso real e a cooservac/io das
boas instuuicoes nos limites constitucionaes.
Becife, 26 de dezembro de 1865.
Ur. Jodo Josc Pinto Jnior.
ATTEUCUO.
Xarope alchoolico de veame, preparado
[telo pharmaceutico Jos da Rocha Paranhos,
estabelecido com botica na ra Direita n.
88 em Pernambtico.
Este xarope ticontestavelmente superior
a todos os xaropes depurativos, de cuja
coniposiro o seu maior ele enlo a salsa
parrilba, pois que se tem conhecido ser o
veame irais enrgico para a prompta cura
das molestias, cuja base essencial depende
da purificacSo to sangue; assim pois se
tem verificado por muitas pessoas que se
achavam desengaadas, as quaes acham-se
huje restabelecidas com o referido xarope
alchoolico de veame; entretanto que al- mediros, acha-se bom com o tratamenlo por
gnus, leudo usado do xarope de Curinier, m'lU [)r-e&cripto.
de Larrcv, de salsa parrilba, de saponaria, A Sra- Jeronyma Mana da Conceicno, mo-
oleo de ligado debacalho, e outros agentes doranaIravessa do Monteiro n. lu,achao-
desta ordem nada conseguiram. E' elle de rlo"se Jesenganada, tambem mim recor-
faed digesto, agradavei ao paladar e ao ol-reu e &>*** re tabelectd i,
phato Alguns mdicos desta cidade e da! Um sribrmlio do Sr professor ae Nata-!
de Macei o teem recommendado para a cu- relh do ,ibo cha-ae bom, como se v de
ra das
Nao temos coahecimento algum de nenhun
caso que tao perfeitamente mostr d'uma ma-
ne ira a mais clara e persuasiva o poder da
Scieneia Medica sobre a molestia; qual seja o
de Antonio Joaquim Pekeika, da Babia.
Este homem infeliz havia mais d'um anno que
BofFria as dores as mais atrozes e pungente!
proveniente de
Treze
Terriveis (liaas A bertas
espalhadas por sobre diferentes partes de sea
corpo, sendo ama das quaes sobre o peito do pi
urna funda e maligna chaga, a qual o privava
de andar, cauzano-lhe as dores as mais agoni-
santee quer de dia quer de noute ; contuauada-
mente atormentado por taes afflicfoes e dores,
e qoasi qae aborrecido da continua^ao de sim-
ilhante vida, tendo poeto de parte toda a f e
conanca emmedecinaa, e na realidade pereda
qu para elle nao Ihe resta va mais esperan {a
algnma; assim pois resignado esperava cem-
paeiencia o termo final de seos mutiplicadoa
Boffrimentos, eis qae milagrosamente por for-
tuna sua Ihe receitaro o grande purificador
do sangue
A Salsaparrilha
DE BRISTOL
e mediante a sua grande eficacia e escellencia
elle se achon dentro de pouco tempo, livre de
sea irremediavel estado de desespero, e a doce
e risonha esperan9a tornou de novo i revivar
em seu corao; sob a poderoza e benvola in-
fluencia desto admirav. '1 medicamento, as suas
hagas em breve principiarao assumir um ca-
rcter favoravel diminoindo o aspecto de sua
malignidade. A massa do sangue e mais
humores do syeterna tornou adquirir ama
apparencia clara e saudavel, as dores ator-
mentadoras d'outro ora o deixarao, e urna doce
e suave tranquiUidade principiou precorrer
todo o aeu eystema, restaorando-lhe a dosejada
paz e socego d'espirito; as chagas ama a urna
se forao fechando at que finalmente se cica-
trizarao d'um todo, e hoje acha-se perfeita-
mente sao, goeando d'um perfeito estado de
saude, depois de se ter visto privado desto
gTande gozo durante mais d'um anno. Elle
durante esta sua cura,, apenas fez uso de
Dtaie garrafas da Germina Salsaparrilha
de Brisiol, preparada exclusivamente por
LANMAN & KEMP,
De NOVA YORK.
RecomuieiKla-se mui particularmente aos
Doentos d ambos oe sexos, que empreguem
toda a cautella na escolha d'esto admirare!
remedio, afim que nao obtenhSo outra com-
posii.ao qualquer, que nao seja a Salsaparril-
ha Genuina de Bristol, pois que todas as
mais preparadles e imita?6es d'esta natureza
sao falsas nao possoindo virtude alguma.
Vende-se as boticas de Caors & Barbosa
e C. Bravo & C.
Phhysica.
0 xarope etherio de veame por mim pre-
parado muito teja Hproveilado aos que sof- maiJ c d os ^ exper,encia
frem desta molestia, e -le lamentar-se, que lecin mtnB que muitos tendo procu-
no obtiiano deste edad,, a maiona dos que rado 0 ( apr0priado, se teem salvado ;
SmTrS"1 lul,emik!s P,"0MrS e assim explicara muitos expositores de me-
sem procuraretn o tecurso d > pratico e do d,
experiente, que Ihes pdem encaminharoj
meio de sua salvacSo.
O Sr. Braga c-nri luja de ferragens na ra
Direita, foi desengaado por lotis habis
Extrato alcoolico de jurubeba.
Emplastro dem.
Oleo idem.
Tintura idem de idem.
Xarope idem.
Virihn idem de idem.
Pillas de ext. idem.
Deposito, pharmacia de Pinto, roa larga
10.
Santa Casa da Misericordia
lo Hecif.
Alllm'lunta administrativa da Sao la Caa de
Misericordia do Recife manda tazer publica que
i classe no dia 4 de Janeiro prximo wndouro, pelas 4 ho-
ras da Urde, na sala de suaaaesses, tem de ir a'
praca a renda do sitie do Forte, as Candelas, pelo
tempo de 1 a 3 anno., pelo proco animal de 100,5,
o qual sitio lem 6o palmos de fre,te e 800 de
fundo, com 81 ps de coqueiros, e foi adjudicado
Santa Casa na esecuco movida contra os her-
deiros de D. Anna Benedicta Boaventura doCirmo.
Os prelendenles comparecam no mencionado
dia com os seus fiadores ou com carta dos mesmos
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do He
cife 26 de dezembro de 1865.
O offlclal,
Manoel Antonio Viegas.
do
C0MME1CI0.
filial do banco do Brasil
l Sr. Christiano Fogt, praprietario e estabe-
I lecido na cidade de Macei, o primeiro bem
conhecido nosta cidade, pois que foi einpre-
j gado na casa do Sr. Len Chapellin, retra-
lista estabelecido na ra da Imperatriz, ac-
! commettido desta molestia, foi daqui desen-
|gauado por habis mdicos: relirou-se para
' a Babia, e alli continuou em tratament> ate
j que foi segunda vez desengaado pelos m-
dicos dalli, chegando eu em Macei, um
amigo pedio me, que o acompanhasse at a
casa do Sr. Christiano, para ver um doente
j e prescrever-lhe algum remedio, encontrei
I o filho em urna cama desanimado e em es-
j tado de prostracao, pois que escarrava san-
! gue, e tinba completa inapetencia e fraque-
jza a ponto de nao se poder premp, no
j m de urna garrafa do xarope elhereo de
I veame ja se achava elle no estado de pas-
seiar em casa, desapparecida a inapetencia e
os escarros de sangue ; e a tosse mitigados.
No im da segunda ja achei em estado de
faze-lo passcirpelo siiio todas as manhas.
Acabada esla o aconselhei, que continuasse
no uso do mesmo xarope etherio alternado
I com o xarope alcoolico de vellame, e que
j usasse dos banbos salgados na pancada do
mar. Senlio elle nos primeiros banhos al-
guns choques, mas eu o aconselhe' que con-
tinuasse, com o que se lem dado muiobera
pois que tenho recebido cartas de Macei,
em que se me communica o seu bom estado.
Nesta molestia os expositores de medici-
na nao aconselbam banhos salgados, apenas
quando delles tratam, dizem ser applicados
as ecrophulas, hypocondria, estherismo,
ameiiorrhca, raethismo, etc. ; entretanto'vi
i este bom resultado no filho do Sr. Cristiano,
e outros fados iguaes tenho visto as om-
ltslias sipliyliticas, e outras muitas que com
o uso do xarope alcoolico de velljme tem-se
oblido cura radical.
0 Sr. l)r. Silva, medico hbil de Ma:ei,
depois de ter applicado a um seu doente de
como ludo
cumentos que licam archivdos nesta caixa.
Caixa filial do banco do Brasil 30 de novembro
de 1865.
0 gnarda-livros,
Ignacio Ntines Crrela.
Cai\a filial do banco do Brasil em
l'ernamhuco.
A cana descoma as letras de sea aceite pela
tana de 9 0)0 ao anno.
Oguarda-livros
Ignacio.Nunes Correia.
Novo banco de Pernam-
buco.
0 Novo Banco desconta letras a 12 por cento
ao anno, toma dinheiro a praso lixo ou em conta
crreme pelo premio e coodicoes que se conven-
cional e saca sobre a praca da Baha
aLFANDEGA.
Rend memo do dia 1 a 26......
Idem do du 27...............
594:2403298
lo:806l44
610:0462142
MOV MEMO DA ALFADEGA.
Volumes entrados com fazendas----- 143
t com gneros.....
------- 515
Volumes sabidos cem fazendas..... 14
com geueros..... 2,081
-------2,09o
Descarregam hoje 28 de dezembro.
Brigue porluguez Relmpagoidem.
Barca francezaFgaro -mercadorlas.
Polaca hespaoholaThemoleo IIvinhos.
Brigue porluguezImproviso varios gneros.
Barca inglezaCorea carvo de pedra.
Barca ingleza Do//?/iccarviio de pedra.
Barca inglezaFanny dem,
Barca inglezaVisionidem.
Brigue inhlezl'ai idem.
Vapor inglez Bewftoto idem.
Barca nacional/(/a/tnricharque.
Barca nacionalSania Maaidem.
Patacho orientalSanfo Aaostinho idem.
Polaca hespanbojaAnletha dem.
Ilrigue argentinofoldiifedem.
Brigue nacional Sellaidem.
Escuna dinamarqueza Juno idem.
Iatportaco.
Vapor inglez Bembow, entrado de Liverpool,
aos mesmos.
ftECEBEDOBIA DE HE.NDAS INTERNAS GE-
BAES DE PEHNAMBUCO.
Reudimento do dia i a 26...... 28:6432354
dem do dia. 27................ 3:412,5242
rheumatismo o xa ope alcoolico de vellame, consignado a Saunders Brothers&C, manifestou
logo que elle se poz em estado de largar as o segumie :
moletas em que andava arrimado, o aconse-1
lhou que continuasse com o uso do mesmo
xarope conj unca mente com os banhos sal-
gados, com que se tem dado muito bem, e
um dos mdicos que alli em Macei tem com-
pleta confianza as preparaces de vellame
por mim feitas, pelos bons resultados que
tem obtido em sua clnica.
Quando alguem se v com tosse vai ao me-
dico, este o examina e declarao senhor es-
t aflectado dos pulmeso doente desani-
ma com esta sentenca, entende estar sem
cia.
Ora, nessa provincia temos facilidade ho-
je e recurso do ar; por que a via frrea
nos proporciona, pois que em pouco tempo
urna pessoa que existe nesta cidade fcil-
mente se t ansporta para as ultimas esiacoes
de Gameloira o Una, lugares perto do Boni-
to e de outros pontos que sao considerados
32:0555596
Arsenal de gaerra.
O conseibo de compras do arsenal de guerra
precisa comprar para o rancho dos menores
|oos mezes de Janeiro e fevereiro prximo vindou-
ro osegointe :
Carne verde.
Dita secca.
Arroz do Maraahao.
Caf.
Pao.
Bolacha.
Assucar refinado.
Cha.
T^ucinho.
A/eiie doce.
Vinagre.
Feijo.
Fi inna da ierra.
Bacalho.
As pessoas que quizerem vender ditos ariigos
apreseulem suas proposlas na sala do conselho de
compras, as 11 horas da mauhaa do da '0 do
corre ule.
Sala das sessoes do conselho de compras do ar-
senal de guerra 26 de dezembro de 1865.
O eucarregado da escripluraciio,
Manoel ios de Azevedo Santos.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que os 30 dias uteis marcados para i cobranca
bocea do cofre do 1 semestre do anno financeiro
de 1865 a 1866 do imposto da decima urbana das
freguezias desta cidade e dos Afogados, e da parle
da da Boa-Vista e do Poco da Panella, que en ar-
recadada pela collectoria de Olinda, se princlpiatn
a contar do dia Io de dezembro vindouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco,
30 de novembro de 1865.
Anlouio Carneiro Machado Ros,
Administrador.
Inspeccao de arsenal de luarinua.
O arsenal de marinba admilte carapinas e ser-
vantes para as obras, bem como srvenles para a
interinara de marinba.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co 22 de dezembro de lM.
O secretarte,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
^anla Casa da Misericordia do
Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife manda lazer publico que no dia
9 de Janeiro do anno vindouro havera' concurso
nesla secretaria para provimento do lugar de es-
crivio : os pretendenles podero dingir-se a mes-
ma secretaria para as precisas intormacoes.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 26 de dezembro de 1865
O oCficial,
Manoel Antonio Viegas.
GORREIO GlRAL
Pela adminisirayao do correio desta cidade se
I faz publico |iara fios convenientes, que em virtude
do disposto no arl. 138 do regulamento geral dos
i crrelos de 21 de dezembro de 1844, e art. 9 do
; decreto n. 185 de 15 de maio de 1851, se proce-
der o consumo das cartas existentes na adminis-
tracao do correio.pertencentes ao raez de dezembre
de l.-Mi'i. no dia 4 de Janeiro prximo, as 11
horas da manha, na porta do mesmo correio ; e
a respectiva lista se acha desde ja exposta aos
interessados.
Adminislracao do correio de Percambuco 23 de
dezembro de 1865.
O administrador
Domingos dos Passos Miranda.
GftRIElO (BAL
Pela administraco do correio desta cidade, se
faz publico que em virtude da convenco postal
celebrada pelos governos brasileiro e francez, sero
expedidas malas para Europa no dia 30 do corren-
te mez pelo vapor francez Guienne.
As carias ser.io recebidas at as 2 horas antes
para a sahida do vapor, e os
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiraento do da 1 a 26....... 140.4822721
dem do da 27............... 13:2122958 da I" fu,r raar"da
__________; jornaes ate tres horas antes.
Administraco do orreio de Pernambuco 23 de
153:3952679
Sacio entrado no dia 27.
Rio de Janeiro 34 dia, patacho inglez Zephyr,
de 200 toneladas, capiiao Francis John Luce,
equipagem 7, carga 12,071 arrobas de carne ; a
Maia ii Espirito Santo.
Navio sahido no mesmo din.
Portos do norle Vapor nacional Mamanguape,
commandanle Ratis.
dezembro de 1865.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
BECUBiCOES.
Silla (Mi de Misericordia do Recife.
A Illm.' junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
sertao, quanlo mais que os mesmos lugares no dja M do correDte e 4 oe janeirn proximo vm.
douro pelas 4 horas da tarde, na sala de
linpigens, tinha, cscrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto.
Canelos, sarna degenerada, fluxo alvo.
Todas estas aUeccoes provm de urna cau-
sa interna; nao ha pois razao alguma em
crr que ellas se podem curar com remedios
ja nao sao raaos, segundo pens, principal-
mente no vero.
Mas dir-se-haurna pessoa pobre nao tem
, meios de se transportar e alli estara isso
sua carta aba.xo transcripta, alen de outros ;se respon,le> (jUe nFalue|les lugares exislem
toctos, que podena aqu mencionar. casas asias e al 'se por p8reC8 Mmmo.
A phthysiea e a destruido e a magreza d e mesmo mulos },eros de meira
detodocorpo, em consequenc.a de chagas, necessidat]e alli se vendem pelos mesmos
tubrculos e o ncrec{5n dos bofes e de em- \ p g
pyema, atrophia ervos., e outras molestias: x pois, que estiverem nestas cir-
qaeviuam os humores, como escorbuto, curnstanciaS) Cuines facilito explicar os meios
suas ses-
soes continua a ir a praca as rendas das casas
abaixo declaradas por lempo de um a tres ancos a
contar do 1" de julho do correte anno por diante.
Ra Direita.
N. 8 publico e 3 particular.
Tambem se prescreve o xarope f0""- g;'11"'0. asl,'ma, bexigas, sarampo, pelos quaes se devem reger- e iues fruece.
le veame para o tratamenlo das
alecces do systema nervoso e fibroso, taes
alchoolico de veame pa'ra o tratamenlo das e,c* rei os "medicamentos gratuitamente,
J ioP n)SlCa' CiIfgaml. a eStad de gra"' m deixarei de advertir ao publico, que
como: ; g. o que muito pode concorrer para a as minhas preparaCoes de veIame sao reu-
Gotta, i heumatismo, paralysia, **#* < do^te e ajudar os medicamen-, 11(]as oam lmM ingredentes, e com elles
Dores, impotencia, esterilidade, J J J ar do mpo exercicio cnveniente' tenho obtdo timGS resultados. nau se eD-
Marasmo, hypocondria, emmagrecimento. J,ela. a qual nao deve ser de nenhuma gane 0 mesmo blico com outros que por
0 xarope alcnoolico de veame sobre JSg.^*0^ ou ^ deffic.l d.gestao ; e ajan seannunciam, cujas preparacoes ignoro,
ludo, da maior ntilidade para curar radi- XdacumPre clmente, e em pouco tempo o rtieuma- e 5Ku ^ .. .. ja quem porventura tenham sido applicados;
tM. \mIl a Ia SfS Sk hH ded'rigir .da um responde por si, e eu affirmocom
Adverte-se que o verdadeiro xardo eso se, m^rsai;.,aoracnr,mo"'a dos h,,mores. e a nu" verdade o qe aaui tenho relaUdo, cujos me-
vende nesta cidade na botica cima indica- _n.e.:susler ?.d.nle' Para 0(l,"e.t preciso
da, do abaixo ass;gnado; e em outra qual-
duer parte que se tem annunciado nao da
mesma composic3o, e nem o abaixo assigna-
do se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranhoi.
dicamentos nesta provincia s vendo em mi-
nba botica na ra Direita n. 88.
Jos da Rocha Paranhos.
Najareth do Cabo, 7 de setembro de 1863.
reduzi-lo ao uso de vegetaes e leite.
Toda comida e bebida, que se tomar ha
de ser em poucas porcoas, para evitar que
o excesso do chylo fresco opprima os bofes
e accelere muito a circulaco do sangue.
Muitos doentas desta molestia se leera en-! Illm. Sr. Jos da Rocha Paranhos.Cora
trege ao uso do oleo de figado de bacalho,! o maior prazer lero ao conhecimento de V.
e outras preparacoes de resinas e palsamos,! S., que o doente que V. S. acha-se admi-
sem que dellas tenham tirado proveito; enistrando-lbe remedios, acba-se no todo res-
alguus expositores de medicina combaten j tabelecido, portanto, nada sent, tendo des-
com milita razo esse tratamento. apparecido no todo a tosse, tem muita dispo-
cosame carregar o estomago do doen-lsic5o comida e acha-se nutrido. Deixou
Pa.le- truccoes abdominaes principalmente do Bgado e. te com medicamentos oleosos e balsmicos; 1 tomar os ltimos remedios que V. S. recci-
atrita como esta nao serum eneeapta do pa- baco ; e se todos os facultativos desla provincia '
gameto i imposto, se aseicn o feouveseem deca- nao applicam cora frecuencia, isto seno deve a
rado pela faka persuasio, de que sao era devido, nao reconhecerem elles essas virtudes, mas slm a
do me.ino modo nao lem obrigacao de paga-la oo cao serem encontradas com facilidade e em todas
caso inverso, fallo em relaco aos escravos com a* estacCes do anno os fructos dessa planta, e a re-
tjue Hrararo o* herdeiros. pugaancta, que apresentam os deentes em faier
U qae lica tiponto deduzdo do Mieor da es- uso a sueco desses fructos, em consequencia de
cnptora, que nao soffre legiuma eonteslacio, e ser extremamente amargo.
autor iado por accordo preferido m ore a cuesuo A jurubeba nao desconbeeida dos botanistas :
qoe se agua, e que obre esle ponto aio deixa a esta planta perleoce familia das sotaseis, e lem
menor duvida. e corrobora por moda irrecusaasJ o a deaoHiacio de solanutn paucuialum, que Ibe
que su?teoumos. Ei lo : foi dada per Lyneo.
3., porque nao existe o absurdo allegado de Parecendo-aos conveniente faeiu'tar o usado
* tero embargado Gaspar UcMa; dado em paga- sueco eos frucios da jurubeba, qaee mais eu. (
porm estes em vez de tirar a causa aug-
mentam-na, esquentando o sangue, ao mes-
mo tempo que tiram o apetite, relaxara os
solidos, e sao de toda sorte perniciosos.
Tudo que se flzer para extinguir a tosse,
alm do exercicio e rgimen apropriado de-
vem ser remedios de natureza acida, deter-
gente e calmante.
Os cidos p*>6uem a virtude de prodazi-
rem bous effeiiog nessa enfermidade, por
que, n3o sd contrbuem a apagar a sede
tou no dia 30 do passado, resta agora a V.
S. mandar-me dizer qual a dieta que o
doente deve conservar e por quanlos tem-
pos, mencionando as comidas que dever
usar daqui em dianto.
Resta-me agora agradecer a V. S. o cui-
dado que tornou no tratamento do meu so-
brinho, abaixo de Deus, devido o seu resta-
belecimento a pericia de V. S., e por isso
Ra do Padre Floriano.
N. 19 publico e 5 particular. .
N. 47 publico e 6 particular. .
N. 43 publico e 7 particular. .
N. 43 publico e 8 particular. .
Ra do Pagundes.
N. 34 publico e 12 particular. .
Ra dos Pescadores.
N. II publico e 16 particular. .
Ra das Calcadas.
N. 38 pubiico e 22 particular. .
Ra de Santa Thereza.
(I. 7 publico e 31 particular. .
Ra da I.Tiperatri:.
N. 68 publico e 47*particular. .
Ra da Senzala Velha.
N. 21 publico e 71 particular. .
Ra Direita.
1:06/5000
G0MPANHI1 BMSILEI1U
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
al o dia 30 do correte um dos
vapores da companhia, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norle.
Desdeja recebem se passagelros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encoru-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida as
2 horas : agencia ra da Cruz n. 1, escriplorio da
Antonio Luizde Oliveira Azevedo & C.
Navegacio
N. 5 publico e 82 particular para loja
do lado da Penha.......1685000
N. 7 publico e 33 particular segando
andar............ 1005000
Roa do Apollo.
N. 94 publico e 91 particular. 1:4005000
N. 27 publico e 96 particular. .' 965000 Paran'Da Natal
Ra do Rosario.
N. 26 A. 34 loja n. 1 D.....4785000
Os prelendentes comparecam no mencionado
dia com os sens fiadores oa com cartas dos mes-
mos.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 86 de dezembro de 1865.
O oficial,
Manoel Antonio Viegas.
C0MNM11A USILEII
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do norte
at o dia Io de Janeiro, o vapor
Paran, commandanle o capilo
de fragata Autonio Joaquim de
Santa Rarbara, o qual depois da
demora do costume seguir' para os portos do
sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
300000 cara 1ue vaPr Pder conduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, eocommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as i ho-
ras : agencia ra da Cruz d. 1, escriplorio de An-
nio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
I8li.50.-io
1863000
5
16i'500
1455000
2165000
1575000
1985000
1465000
COMPNHIA PERNAMBUCaNA
DE
costeira por vapor.
PARA
Macao, Aracaty, Cear e
A carac.
Segu no dia 27 do corrento
para os portos do ncrle o vapor
nacional Mamanguape, comman-
danle Ratis. Recebe carga at o
dia 26. Encorameodas, passa-
geiros e dinheiro a frete at as 3 horas da tardo
do dia da sahida : escriplorio 00 Forte do Matos
n. 1.
Suhilelegaeia do I? districb da fre- cmmmSS Sh MJSmjSSm
gnezia da Boa-Vista 26 de dezembro
de 865.
Pela subdelegada da Roa-Vista se faz publico
que se ocha reeolhido a casa de detencao desde o
dia 24 do crreme um preto que declarou cha-
mar-se Pedro e ser escravo de D. Candida mora-
dora na freguezia do Recife, e qoe tambem se
acha depositado pela mesma subdelegada um boi.
O subdelegado supplente em exercicio,
F. F. Marlins Ribeiro.
0 tenente-coronel Francisco de Albuquerqoe
Maranhao Cavalcanti, commandanle do sexto c >r-
nrift V S tPmnrii enriar rnm oiwpi rli- i*0 de v?luntaril)3 P>"">. convida aos cidadaos
L" -" !^TP. minutos prestimos, e desejarei em todo O do palz contra a repblica do Paraguay, a compa-
perlalcs.
* 5o dia 30 do
correte mez es-
pera-se dos por-
tos do sol o va-
por francez Es-
Iramadnre, com-
mandanle H. de
Somer, e qnal
depois da demo-
ra do costume seguir para Bordeaux tocando em
S. Vicente e Lisboa.
Em 3. Vicente ha um vapor em corresponden-
cia com Gore.
Para fretes, eondic5es e passagens trata-se na
agencia ra do Trapiche n. 9.
J


Difer de PeruambRtd CfttHnfa fe?m *8 tt DtzelArt fe lSSft.
Para o Porto.
Pretenda satair at o da tO de Janeiro prximo
futuro o brigue Etperanca ; para o resto da earga
o passageiros, trata se com Cunta Irmo & C,
ra da Madre de Dos n. 3.
Para a Ilhad S.Tligtiel.
Do Rio de Janeiro esperado o patacho portu-
gnet Fernando, o qual tera* nesta pooca demora,
|wr ter meude de seu carrcgamento prompto :
para o resto que Ihe falta tratase com os seos con-
Alg-se
xrellente casa lejlea- Poje d Par/ella, .jent
ao sobrado do pa te/la fatrll^ bastante freea,
ejm bons commoio: l irltar mrroVdo npe*
rador n. 83, primeiro andar, oa na limria univer-
sal, na mesma ra. ^^^^
Uesapparecea na noute de festa de ou sitio
d Passaam da Magdalena, em frente a estrada do
Keniedio, ana caxorrinha galga, mallo coohecid
e quo foi Je Mr. Y. Gradio, roga-se a quero a
aehar de a mandar no mesmo sitio, oa na ra da
dignatarios Antonio Luiz de Oliveira Axevedo f C, Cdela do Recife n. II, qoe ser gratlBcado.
no r*u ecriptorio, ra da Crus o. I.
llha de S. Miguel' j
O patacho porluguex JORGENCE, segu com '
minia brevidade por ter a maior parte do seu car-
regato j>rompio, para o resto da earga e pas-
GARRAUX DE LAILHACAR & C.
LIBRAIRIE FRANQAISE
II h;i do Crespo n. 9.
LIVROS NACI0NAB8 E ESTRANGEIROS
Prea tratvse com o constatarlo Joo do Re- ReligioPbiiosephia Jurisprudencia -Litlera-
|> Lkna, roa-do Anchoo. 4. .^_- <, .
tura Seiencias e arles.
PAR

Papelara, otijectos para escriptorio.
Pretende sahir era poneos dias o patacho Pa-
raenu por lor o cargamento quasi completo, e
para o punco que Ihe taita, (raase com o consig-
natario Joaqmm Jos Gjucalves BeltrSo, na ra do
Vicario n. <7, 1 andar. \
ParT-
Esta a cnegar a todo o momento o brigue escu-
na G iACIOSa, que sahlr rom brevidade para o
indicado pono. vi>te faltarem apenas 500 nielas |
barricas para completar o seu caFregamento : tra-
ta >e com o respectivo consignatario Antonio de
Almera Gomes, a ra da Croz d. 23, primeiro
andar.
Para Lisboa
se?ue em poneos dias o brigue I oortuguez Coas-
tinte H, de eettooM marcha, rpcebe passageiros
para osqaaes tem boas aecommpdacS^s : a tratar
Mm Masxwl Ignacio de Oliveira & Filho, oa com o
Cjiij na praca.
COMpANHIA PEHNAMBULAA
Dlf /
Niim*iM costeira por vapor.
Micei e escalas.
No dia 30 do correte seguir para os portos;
inaoTaper Parahyba, commandaote Marti ns.'
i! '-efce. carga at o dia 29. 'Eneommeodas, pas- '
igelros e Jashetro a frete at o dia da sabida as i
2 horas da tarde : escriptorio no Forte do Mato
a. I.
Antonio Climaco Moreira Temporal, sum-
mamente perfhorado pelo obsequio que Ihe
fkeram, as pessoas que se dignaran) de com-
parecer no dia 24 do correte as exequias
?de sna rrfui presada irmaa Pelicla Maria de
[ 'torres Temporal, obsequio que se torna mais
-valioso em razo de ter lido lugar na vespe-
I ra do dia de natal, dia essencialmente con-
|'sagrado a actos lestivos, apressa-se a mani-
; festar-lhes seus cordiaes agradeeimentos por
semellianie prova de considerado e an>i-
jtade.
I..................... .....I
D'ICDUnETr
de FERROeQUININA
fe
MEDCAMINTOS FRANCEZES FAMADOsl
A fE^DA EM PERMA9IBITCO
Em os $s Sr?. C;io Mtiim
DO^MENmOS
CERDAS PELOS
LEILOES.
deste anuo
NO GRANDE ARMAZEM DE LEILES
DO AGENTE
OLYMPIO
35Ra ila adela ao llecife-36
[)E
Monos trasies avulsos, relogios de ouro e prala,
grand-* qnantidarte de objectos de ouro para pre-
s-o!- no dia de anno hom, ricos quadros com Inas
sravuras. magoltieos .-spelhos cora molduras don-
r -I.I-, onjectos de hnln.iaie< e outros muitos arli-
t< |tWM lortu enfadonho m nrionar.
.\.;i 2;) do tfnt, 2!) ilo i'-rrwile
as II linios.
Os abaixo assignados Luir Moreira da Silva
1 e Domlugos Gimes da Silva faiera sciente a res-
I peilavel publico e com especialidade ao corpo do
commerno que nesta dala dissolveram amigavel-
; menie a sociedade que tinharo no esiabelecimento
! de taberna sito ra da Santa Cruz n. 7, que gy-
ra*a sob a firma social de Moreira & Gomes, 0-
cando o ex-socio Luiz Mjreira da Silva na posse
do eslabelecimeuto como seu proprio, com todo
[ activ* e passivo e obrigado como nico respoosa-
xel pela liqoidaco, e retirndose o es-socio Do-
min?os Gomes da Silva pago e satsfeilo de seu
capital e lucros. Reofle 18 de dezembro de 1865.
Luiz Moreira da Silva.
Domingos Gomes da Silva.
Precisase a^ugar nm moleqae de 12 a tft
annos : no pateo de S. Pedro n. ti.____________
O abano assignado, residente nesta praija,
pela presente eclara que do Io de Janeiro prximo
em dianle se assignara' Manoel da Silva Fana por
baver eutro de igual nome.
Manoel Joaquina de Faria.
Precisase de urna ama de leile : na ra do
Progresso n. 7.______________________________
Quem tiwr para vender algodfo em earogo,
dinja-se a ra da Praia n. 81, taberna.
Feitor.
Precisa-se de um homem para feitor de um si-
tio : a tratar na ra dos Pires n. 32,
\
JLHILAO
Dt* itt* esi:mve>s prtprios pira qital
fuer servieo.
Sexta-feira 29 Ao corrente.
NOGftANK AltMAZEM DO AGENTE
Precisa-se de urna ama para comprar e cozohar
em casa de homem solteiro, pagase bem : na ra
do Queimado n. 40, loja de fazendas.
Aluga-se o segundo andar da casa da ra
Direita n. 6 : a traiar na taberna do mesmo, ou no
Ia andar.
O elemento (que'compoem esta preparacSo, o
ferr, o iodo e a ^u>m, a coJloco no primeiro
grao das preparaedes ferruginosas. Basta alteslar
seus resultados obtidos pelos Mdicos dos hospi-
taes. e os relatnos dos prdiieos mais eminentes,
que confirmrSo sua poderosa eincacta as se
gimos affeccdel:
ncur,
Canvaleaeenf a de 1 on-
1 moIrMlInn,
MoIrirtlBM eaeroflita-
M,
ObHlriicf an dan ulan-
dulan,
liiniioi < frin,
Tiimorrs hraneaa,
RarhltlHmo,
ATfrcrea eaarrronah
e >phllltIrn,
F^bren tji'IhiIU'm,
Ui-iIgaH, ele, elo.
Haava
Fra|iieEa,
Anemia,
Chloroae Irlerlela,
Meantro*,
AITereoea da alero,
Sapareaaaea d re-
ra e deaorilena aa
atenatru ra,
Affereao aulmaaar e
phtblKlra,
Maleallaa d nUmas,
GkalralKlaa,
Perda d'appcllle,ete.,
Vejio-t* o* bulletins di I{teraputica medica
e cirurgica de 3o de novembre 1*6<^ a ffaveta
tito kospitaes deii dejulho 1861, etc., etc.
A1 m das piluias d iodurelo duplo de ferro e de
quinina de Rebillon, os Mdicos aconselho
igualmente o Xarope d'iodureto duplo de
ferro de quinina do mesmo author para as
pessoas que nSo gostao de medicamentos sob fr
ma pilular e os meninos. F.ste xarope nao tem
como o xarope d'iodureto de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nao poder conservar.
Peca-se o folheto que se d de graga em casa
dos pharmaceuticos depositarios.
Para se evitarem falsicacoes, exija o com-
prador em cada frasco de Piluias ou Xarope avia-
signatura do inventor.
Depsito geral em Pars, pharmacia ReMllon,
142, rae dn Bac, e em todas as boas pbarmacias
de Franca e as dos paizea strangeiros, etc.
Dlarrbeaa e ronatl-
pnpfto prodlialdaa
pel'in elabaeaeea
ili'fi-lliiiimwdiiNill-
mentaa.
As mslilhu digestivas cun a pOfMna de
W'a.wn, emprego se com successt h j
alguus arnios pelas celebridades medfeaes de
Pars. Londres, Vienna, etc., em todas)as in-
conisiodidades em as qaaesadigesto 'difficil,
penosa, imperfeta ou mesmo impossirel: eis
o ineioor remedio para toral as.
Gnatralsla,
l)lI>-pln,
Kinl>nrirro gotrlc**
A nnlrie,
Aa alt^eeoe artani-
ca* Uo t-sliminiu,
9ua acoo vivifica o sanguee os rgSos de
talserte que, ath as pessoas quescmipolTrir
.as-alfecoom gasriis acuna nienciona4a& sao
unira:i .punco dbil, e ueccssiiao substancial alimento
para fortificar-se, acliao no unprgo -pastil-
nas i.', i'i-usum lie. i I (h.oh, um poderote meio
para a isso cliegar.
Aviso importante.Oeuer-essodas jmtilhas
a pepsina de Wasman den causa 8 so f/.ercm
fasit1WicWs*iimitac5es d'essc producloique os
mulos se queccm desfazer. Pois per falla
d'uma boa preparafao a pepsina que n'ella
entra, ja* alterada. Seremos ao abrifgi d'este
inconveniente, exigindb os oompradoriavqueas
pasilhis- tui'o.'io as iniciaos B. P. e aaio da
pliarniaciaChavxler.
Depsito geral em Pars, pharmacia Chevrer,
21, Faubourg-Montmartre, e en tojas as boas
pliannacias de Franca e dos paizea eslrangeiros.
XAROPES DO DOUTOR DANET
N* 1. Cavara CLICAS DOS MEinNOS antea
e duraale a dealleaa
(Xarope de ernoglotie e de acido suteinido)
It' 3. Coaira a TOSSB CONVULSA e i TOSSE
NERVOSA
(Xarope de cvnogloste e de leo rolsiil de saeeiDo)
N* 3. Canlra
i convulcObs
A CHOREA
DOS MBNINOS
(Xarope de eynoiloM e de acido voltil de soccdo)
Estes novos productos preconizados na Aca-
demia imperial de Medicina de Paris sao em-
pregadoscom grandissimo successo pelos mdicos
de Franca para o tratamento das molestias dos
meninos cima indicadas, e vierao encher um
vacuo imprtame na iherapcutica, no que toca as
affeccoes da infancia, para as quaes, albo hoje.
ainda se nao pode indicar tratamento racionnal-
nem infallivel.
(Pcca-sc o prospecto em casa dos pliarmaceu,
ticos depositarios.)
Prcco do frasco em Paris, 3 Ir.
Para se evitarem a falsificacoes, exija o com-
prador que cada frasco tenha sobre os rtulos a
assignatura Chanteaud.
Depsito geral em Paris, pharmacia Chan-
teaud, c em todas as boas pharmacias de Franc
e dos paizes estrangeiros.
Maleatlna de ligada,
A I w riel a.
Palpltuaaa da earaoaa
Diirr na rlaa,
Os granulos de frtsnui/ideChevrierem supe-
riores a todas as outras preparaQoes de bismth
empreadas antes com o maior successo pelos m-
dicos de todos os paizes, para prevenir e curar
Dlarrbeaa ebronleaa,
DyaaealeriaS,
Darea d'eatan>A|(a,
Dyapepala,
Dd'raa de ro'beaa. Depsito geral em Paris, pharmacia Chevxier,
irritaeea de betaa e e em todas as pharmacias e Franca e dos paizes
da matriz, ele. estrangeiros.
miim dliceatoea,
Gaatrllea,
Gaatralglaa, ele.,
MASSA e XAROPE
DE CODENA
BERTH
As experiencias clinieas e comparativa}
dos Snrs Magendie, Barbier d'Amiens, Wil-
liams Gregor, Martin Soln, Aran, Viga,
C. Dumont, etc., membros de Instituto de
Franca, mdicos dos bospitaes de Paris, tem
provado que a Jfiwia e Xarope de Berth
o remedio o mais seguro contra todas as
dores nervosas e tendo a propriedade de
calmar com admiravel rapidez as tesses rebel-
des e extremamente fatigantes da grppe (ca-
tarrho epidmico}, detluxo, coquefche ou
tosse convulsa, bronchite e tsica pulmonar.
A Maesa e Xarope de Bertfce, se
acliao em todas as boticas.
Para evitar qualquer
falsificado, exigir em<
eada produto o nome
ea firma Berth.
Deposito geral em Paris, em cata de MENES,
Ra Ste-Croix-de-la-Brttinnerie.
reas commiieoes em grosso, dirigirse- nos S WILI.AERT e BERGER, comisarios em drogara, 11, roa Saint-Lazara Paris.
STHME
ASTHMA ASTHMA ASTHMA
SuiTocccAo nervosa e Oppressio
nico remedio efficaz para combatter estas mo-
lestias, acalmar um attaque d'asma e impedir a
volta o Xarope aromtico de Succino (mbar
amareTIo) do Dr Danet. Descoberta inleiramente
recente, este novo producto se tem propagada
com extrema rapidez gracas aos admiraveb resul-
tados que tem sempre produzido.
Deposito geral, na botica Chauveaud, 54,
ra do Commercio, Paris-Grenelle, e em todas as
|bticas de Franca e do estrangeiro.
OLYMPIO
M-RA DA CAUEIA DO HE>:iFE-3l
Modas.
Madama R. AJour acaba de receber pelo
ultimo vapor chapeos de visita para senho-
ra, romeiras de guipure preta, rotonda de
guipu e veidadeira, camisinhas bordadas e
SAL a hRirrilti m AVER
PARA A CURA RADICAL
de escrfulas e molestias escrofulosas, tumores, ulceras, chaga, feidas ve-
rbas, bronchocele, papo ou papeira, a svphitis, enfermidades venenas ou mer-
curiaes.
AS MOLESTIAS DAS MULHERES
retencao, menstro doloroso, ulceracoes do tero, flores brancas, etc., ulcera-
cao, debilidade, expoliarlo dos osso?, a novralgia e covulsoes epilpticas
quando causadas pela escrfula.
., ERSIPEUS ERPES; ETC.
i ulc ini! Mlrs cutneas, ernuco. borlxilh^. ptisinlas,
nascidaw. etc.
0 extracto composto de salsa p niiii. confeccionado pelo Dr. Ayer,
eom.>ioa{ao dos melhores depurativos e alteramos conliecidos medicina; 'confe*
nado segundo as regra
euma
- confeccio-:
%\'"7 "l ',uS da scieocia, approvaiJo e receitado pelos primeiros mdicos dos'
fcstados-nidos da America do Sul e Central, di; AiiIiIIims, do Mxico e das indias, e
mmtas outras partes do mundo o resultado de estudos apurados e minuciosos, e de
maisoulros enfeites pertencentes a senho- experiencias feitas pessoalmenle pelo Dr. Aver, por muitos annos, nos principaes hos-
ra, ludo do mais apurado gosto: vende-se | pitaes e enfermaras da America; tem sido approvado pelas academias de medicina
_________..Ji. na ra do Imperador n. 48, primeiro an- :
AI
I3C 3.YEIS3S.
LOTERA
dar, casa de modista franceza.
Samuel
Po^er Johnston & Cempanhia
Ruada SenzalaNova n. 4.
AGENCIA DA
-* '-* -*-- -aL \ -M.. M- FundicSo de Low iloor.
Aos 6:00OU0O e 1 ;200.s000. Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
.'. nam-se venda na respectiva tliesou- Moendas e meias moendas para engenho.
;u ua do Crespo n' 15, os billetes, Taixas de ferro coado e batido para enge-
- e quintos da .V parte da 5a lotera i nho,
h Santa Casa da Misericordia (43), cuja! ------
lo ser no dia 3 de Janeiro prximo, Arreios d carro para um e dous cavallos.
se at o da 31 do crreme mez chegar o Relogios de onro patente inglez.
brisileiro dos portos do sul que se- Arados americanos.
fue para o norte. Ma'hias para descarocar algodo.
i. pernios de 0:000(5000 at 105000 Motores para ditos.
3erao,i<{os urna hora Jupois da extraccaoMachinas de costura.________________
3t as t horas da tarde, e os outros depois
la di irit)iiii;5o das lisias.
As cuootiiicalas erao guardadas so-
le al a n )ite da vespera da extraccao.
i 'Hiraria das loleriis 23 de dezembro
S6.
O ihesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Sou -.a.
Escrava futida,
juntas de hygienne das principaes capitacs da America do Norte; para prova disto vede
OS atestados aullienticos no Almanak e Manual de Stude du br. Aver, os quaes se dis-
trtbuem gratuitamente nos lugares onde se vende o remedio
fl SLSfl PARILHA DE AYER
especialmente efuenz na cura das molestias que tera sin origem
a eserofnl.t, na Infec^o rencrcii. no uso
exeessivo do meren lo ou qnal i'ier Inpurexi do snngue
A molestia ou m/eccSo peculiar, conhecida pelo nome de escrofuto, um dos mi-
les mais prevalecenteso umversaes pe ha emtoda a exeasa lista das enfermid des iiue
atacam anossa rac; disse um calebre escrintor da midicina que mus di urna terca
parte de todos aquelles que m .rrern anteada vainica sao ficlimas. ou directa ou indirec-1
tamente de escrfula; por isso s nao lo destructiva, porm a principil causa de >
mudas nutras enfermidaJ.es que nio Ihe sao feralmente attriio das.
E urna causa directa da tisici pulmonar, das molestias d > figado. do estomago
e affeccoes do cerebro; ntreseos numerosos symptomas achm-se ns segnintes: falta
de appet'te, o semblante plido e Dechado; as vezes >U urna alvora transparente e outras
vezesi cora 'o e amarellento irregul r, fraqueza e moeza nos rauscuhs ao relor ea; digestao fraca e appetlite, ralta de energa; ventre enchado e evacuncao irregular;
; quando o mal tem seu assento sobre os pu'moes urna cor azula la mostrare em roda .los
i- 'le ouro na importancia de -1555, de que
I i .na letra ijue lia milito S' acba veacil.i,
- majaeie o lagar dit sua rastdeajcia,
nenbaaa soUeia t^ni nJo de S. S., alju-
.-in da bondad" de quem com gosto o ser:
ir 11 annunrinnte estar informado porou-
; ir fM o vvrdadeiro noma do aonunciado
I ii .o Jos da Silva.e de ambos os sobrenomes
i i 'ira o lim desejado. Villa do Maco do
., -u B i- novembro de 1865.
O credor.
quenas e nos bracos tem marcas que uarecem ser digestivos e uterinos. Portanto, nao siio somonte aquellos que padecem das formas ul-
uladas, levou uma irouxa_de roupa contendo! cerosas e tuberculosas da escrfula que necessitam d-' protecciio contra os seus estra"os;
m cujo sangue existe o virus latente deste terrivel llaello (e s vezes
sto expostos tamliem a solfrer das enfermidades ijue elle cansa, que sio:
A tsica, ulceracbes de ligado, do estomago e dos rins; erupcOes e enfermidades
eruptivas da cutis, rosa ou ery.sipela, borbulhas, pstulas, nascidas. tumores, rheuma
i; -'.i->.'ai Sr. Horacio CauJiio de Oliveira, dous vestidos novos um ainda nao acabado de co- \ todos aquelles t
i.i .|u- foi da uarires oa villa da Mossor, pro- ser, dous chales e mais roupa. Foi escrava do fl-! uprp(i.P\ .:
i do Rio Graode do Norte, o obsejuio de vir nado Tito Fiok Homano, suppoe-se andar para as ,<1:_
n lar ntisfator a quem comprou urna porciio bandas da Capuoga, Torre etc. : rogase as auto-
ridades policiaes e capitaes de campo deapprehen-
d<>-Ia e leva-la a ruado Crespo loja de livros n.
qu>* se recompensar K-nerosamente a
levar.
i,
F
ar
._ |repi m : defronte do hospital Pedro H, la- Henrlp
na ii. 17.
do armazem da bola amarella no oitao da secreta-
ria da policia re;eberase eocommenJas de fogo
do ar para dentro e lora da provincia.
.11 na da Airnpc io Uos frateres fai publi-
i aaedo casada c on Gamillo Joao Ramos, este
a for. ".(ir^ar a sua mi, duendo que nao lile
.i-iri;i viver com sua raulher, sem que tiwsse
; 11 i menor motivo de separaco, e sornente
l' i aanuaeiaate se queixava da ma vida que
l.. ava, porque prdseotemt'ote tem se OUei-
. lo o referido seu mando a vanas autoridades
i. ai. ca itooira a a'iauuciaate, e vanas pessoas
i o (im >le obriga-la a ir de novo viver eom
i:-, a ana'inciante declara qoe nao Ihe convem
;ii(uiaa ir re.idir em casa do raerido ieu
man I petos maos tratos .- necessidades que pas-
iv i. d i que tastemuuba toda a visinhaoca, pelo
aa ri-sidiudo em casa da referida sua mi, o
i.tf. i.ul.lico para que conste.
N i da t do corrale fufcio do engenho Ria-
.- i'.-tras ama escrava crioula, de nome An-
i 11 le 38 a 40 anuos, pouco mais ou roe-
;. -. i. n un igoal do rosto e tamben] cravos sec-
m asa, ella foi dos \fogados, e esleve eos Ja-
boal '. veio para esta praca para casa do Sr. Ma-
-i I,-irnos, e foi vendida por oSr. Men-
t o. u-r procura^o do Sr. Manoel Bernardo de
1 i, morador no Afolados: roga-se a todos
os saBfwfBa que a encontrar, de a pegar e levar ao
ni"ii'-i> ndo eogeqho ao Sr. Antonio Jos de Mes
quita, n a ra de Apdlo n. 35, Io andar, que se
gratn1 ira con geaerosidade.
Puta* o dia 4 de novembro um moleque
crouhi, ** nome <>j ti e mulo refri-ta, consta que anda lavand) ca-
valio> na- ocheiras ao p do passadico : por isso
pede i-i Sr. subdelegado de Santo oloaio que
<,man 1'(wgar elevar em Sanio Amaro, junio a
taberna do Sr. Antoaio do Kego : assim como ou-
tra <|im!| ier pessaa qua o pegar e o levar a dita
-a-a, sua seoliora gratificar genero.-amente.
Kugiu ama escrava do podar do corrultir Vi
rissiisW na ra Augusta, cbama se Tbereza, oara
red-nd, alu-Uie tres deates do lado de cima, ca-
Im-Hos crespos, eo>tuma abrir o cabello, tem o pe
to esiraerdu queimado cun um ferro da eugom-
\n*r, baits e cheia do corpo, cor muala, pre
vine--" as autoridades e capitaes de campo leva-
la ao paleo da Ribeira n. o, que ser bem recom-
paamito.
ai?5rjcij ; eraS e Chaga5, heomalismo, dores nos osso^, as costas e na caheca,
v debilidades femimnas, flores brancas causadas pela oleeracao interior, e enfermidades
uterinas, hydropesia, indigesto, enrraqnecimento e deblidade geral
OITereeemos a eslas pessoas um abrigo seguro e um antdoto efflciz conlra esta
molestia e suas consequencias na
m SALSA PARRILHA DE AYER
que opera directamente sobre o sangu.;, purilicanJo-o e r-xpulsand > oelie a corrupcSo e o
veneno da molestia ; peneira todas as partes e todos os org3 s do corpo humano, livrau-
"Steihoff, Ciinstian S-einnoff, Her- 'do-os da sua aeco viciada e inspirandu-lhes novo vigor. um .-Iterante poderosissimo
giLStg^?'^^g^jf0^..!^!^!'. W* a WWH ^ aogae, edao corpo ja enfr.quecido pela doenca, frgas e ener-
pra a : giaS rennvadas como as ^ joventude.
tfimbem o nelkor anty-syphilitico conhecido
cura permanentemente as peiores formas de csyptnlis. e as suas consequencias. Pouca
necessidade ha de informar o publico do inestimatel valor de um remedio que, como
este, hvra o sanguedesta forrupeo e arrebata a victima das ganas de urna morte lenta
e ignominiosa, porm inevitavel, se o mal nao logo combatido com energa.
E um poderosissimo alterante para a rennvaco do sangue e para dar nova for-
ca ao corpo j enflaquecido pela doenca.
relie Frilze, subditos allemes retiram-se
Baha.
Roga-se ao Sr. Guilherme Joaqun] da Silva
Braga queira vir receber uma caria vinda do Aca-
racti, na ra d) Cordeniz n. 3.
Alugam-se duas casas para passar a eslac.io
calmosa, no sitio do Porto da Madeira, em Beberi-
be : a tratar na ra estreila do Rosario o. 3.
Veneravel ordein tereeira de .\.
S do Carino.
O prior actual desta veneravel ordem convida a
todos os seus irmSos a compaaecerem paramenta-
0 secretario,
Mauoel Gomes de S.
Sendo composto de productos vegetaes, este medicamento innocente e ao mes-
.motempo efScaz, um facto de immensa importancia para aquellas que o tomam ; por-
1 tSueTaca soaTdo'vLT ae T^oerda ^ mUl0S dS r/medi.08 a[teranles olfertidos a" Pf* tem por base o mercurio ou o
EToS^Bm ffio,m?X de atSS arsnico; e sendo ass.m, bem ques vezes podem eir-ctuar curas, comtudo deixam suas
recbennos no desembarque o Eva. bispo dioce-, victimas carregadas de uma longa serie de males, umitas vezes peior do que o mal ori-
sano que se espera no mesmo vapor. ginal. A anica cousa necessaria para obter uma cura radical seguir com juizo e coas-1
tancia as diieccoesque acompanham cada frasco.
Kt pretendemos promulgar, nem queremos que se infira que esta composi^o a
um remedio infallivel para a cura de todos os padecmentos humanos ; infeli/.meute
escrfula e a syptiilis so enfermidades t5o sulis nts suas naturias, e arreigam-se to,
rmemeaMe no systema, que uitas vezes evadem resistem aos remedios mais pode-j
rosos que a setencia humana pode inventar para entbate" las: o que dizemos que o
Extracto composto de salsa' parnlkt 4^ Aym-
a melhorpreparacao at boje descoberta para estas e outras molestias anlogas, que
uma comhinacio dos alterantes mais effleues conheci ios, e que esta combisast-lem sido <
regulada por longas e laboriosas experiencias, e finalmente que temos consciencia de of- -
ferecer ao publico o melhor resultado que possivei prodtwir, da ltelgencia pericia
Precisase da dous rapaces para caixeiro no
povoado de Trombeta, sendo om pa parlara e
nutro para armazem, dndose o ordenado de 180J
por anno. e o sostente : os pretndanles dirijara-1
se a rua Oireita o. 88, botica do sr. Paraobos, que
: achara com quem tratar, e pagar a passagem a es-
trada de ferro.
A luga se
o segando andar do sobrade da rua do Brnm n.
70, e a loja do sobrado da rua de Santo Amaro n.
16: airatarna rua largado Res ario u. 34, bo-,rae(llca dosnossos lempos.
,ica\___ _________...... Este remedio deve ser tomado com systemt e regulandade, e nao com abandono,
G. Augusto da G. e Mello mudou a sua resi- pois um remedio e n?o bebida.
Sf ohadVn Sj"**" D',2 p*" Paleo do i Quando as moleitias da figado nao tem sua origem na escrfula, o remeda
mais proprio as piluias catharticas de Ayer, que sao eflicazes na cura da molestia, que
tem por causa am desarranjo dos orgos digestivos. Ped a salsa parrilua de Ayer e
n3o aceitai outra preparado.
Aluga-se por U4 meosaes a nasa terrea n.
16, com quintal, sita na travessa das Barreiras :
a tratar na rua da Gru n. 90, das 9 as 4 boras da
larde. ^^^^^
Precisa-se de ama mulber para vender frac-
tas pela rua e mais bortalicas : na rt do Aragao
D. W.
Pernambuco, rua Nova n. 18 pharmacia francesa de
P. MAURER & C.
PERFUMERA da casa oger
loulevart Sebastopol, &e, I*ar*lz.
tk* maialhas, a condecorado da Legin
d'henneon e a grande reputacao que tem Ihe
dado o puoKeOvtaesso as recompensas que os
aervicos prestados a industria merecerao a
esta kiiportaale casa desde sua fundacao em
tWU.
N'iun sortimento de mais de 500 artigos,
as pessoas elegantes escollierao os seguintes:
ROSEE DU PARADIS, extracto superfino
para lenco.
POMMADA CEPHALIQUE contra a cal-
vicia.
AGUA VERBENA para o toucador.
OXIMEL MULTIFLOR.
VINAGRE DE PLANTAS HYOIENICAS.
TINTURA VIRGINALE de berjoim. "
ROSEE DE LYS, verdadeira agua de
Jaurencio.
CREWE LA8IALE de sueco de Rosas.
POMMADA VELOURS para amaciar a
palle.
ELIXIR ODONTOPHILe.
SABAO dedicado as damas americanas.
8ABAO de bouquet de Franca.
4a de flores de akea rosea.
a> de flores printanires.
il de bouquet do outono.
d de perfumes exticos.
> aurora, dedicado aos dedos cor de
rosa.
d de flores das montanhas.
d de eheire de fbins nouveata.
d* de bluets cheirosos.
d de althea balsmica.
d diapr, caixa rica, fantesia pari-
siencc.
ii c-sOi\/iri


IMarte feraMibpco ulula fe ira 98 le Uc etut.ro de !*.
?
GASA DA FORTUU
Aos 6:0000000.
Mlhetes garautldos.
A' RA DO CRESPO N. S3 E CASAS DO COSTUME
O abaixoassignado veodeu nos sea? milito feli-
es bilhetes garantidos da lotera qae se ac boa
*e eitrahir, a beneficio da familias dos volun-
tarios da patria, os segrales premios :
N. 336 oro aieio rom 42:000?.
N. 771 dous quinto ce ni 3:0U>V
N. 3Si um meio com 500J.
N. 3517 meio rom S00*V
Sociedade de segaros mu-
tuos sobre a vida
UMA GRANDE DESC0BERTA
O banco Allianca da Porto tendo estabelecido
esta sociedade debaiso de saa immediata vigilancia
e responsabilidade, facilitn a creaco de capitaei,
dotes, rendas, pensoes, iseoedes do servico das ar-
mas, ele, por meio de subscripeSes nicas on an-
E outra militas sories de loOA, 401, 0i. nuaes, as quaes convertidas em inscripcoes da
Ospossuidores podem vir receber seus respec-. divida publica, de renda nacional, e da raesuia fr-
tivus premios sera os descontos das leis na Casa mavos juros semesiraes quedellas se forem ven-
da fortuna ra do Crespo n. 23. cendo, ficam por um cerlo numero de annos em
Aebam-se a venda os da o* parte da 5* lo- deposito, at que, Ando o praso estipulado, sao
ten (U*) n beneticio da Santa Casa da Miseri- restituidas aos socios com es interesses amonloa-
O LE O
deFIGADOdeBACALHAU
DESINFECTADO
cordia, que se eitrabira no da 3 dje janeiro.
PHECO.
Bilhetes.....64000
Meios......3*000
Unilos.....>#200
Para aa pessaaa fie cenprareai de 1006000
ara rima.
Bilhetes.....5*500
Meios......2*750
Quintos.....tilOO
_____ Manol Martins Fiuza.
Grandes melhcras
as machinas impfri.ifs de cnser-
\rmaifm n 536 Brtad-Wav NewYerL.
Estas machinas sao construidas p-r um novo
sysieoia, com muitas e importantes melhoras, e
sendi laminadas por habis peritos forana uiga-
das de summa perfeico. A aguiha direila e cose comT'socw'"dela," dfrjVse Y roa "dT Madre
perneodicalarmente, com o ponto de lacada, que se "
u desmancha nem embalara e que igual de
ambos os lados ; faz costuras perfeitas em toda a
qaalidade de tendo.-, desde o couro al a mais fina
cambraia, tendo fios de algodo, de seda ou de ll-
ano, desde e mais grosso at o inais delgado. Co-
mo nao le ni rodas dentadas, por se ter evitado a
menor atrito possivH, trabalha com faeilidade e -
sam <-..otradi RUIDO ALGUM.
T. i. Me. JTARHUR & C, fabricantes e propru
tmrioaacitu a supra.
Beaba.
em a
Roobaram da casa d. abaixo assignado
noule de (esta os seguale* objectos:
Urna ambula pequea dourada, com capa de
damasco rouxo tecido a ouro debruada de gaio
estrello.
Urna garrafinha de prata fallando soldar o pes
coco e perteoeente a mesma ambula.
Urna salva de prata baixa para tres copos com
nma gravura ja gasta.
Quatro casticaes de prata baixa com boccaes
rara laoteroas.
lina barra de ouro de lei rom trinta e lautas
Oitavas .leutro e una gavetinha do caixo.
Duas e ataja duias de aoneis faceados faltando
soldar, de quarenta e cinco a quarenla c oito
o tavas.
Tres est-t linas.
Quatro oitavas de ouro baixo em um annel.
Urna niedalha toda lavrada.
Um embrulho com 6 /2 oitavas de ouro
granitos, tirado de rlro de ourives.
Omro dito com 4 '/, oitavas de prata tambera de
cisco.
Um resplandor e um titulo de ouro, faltaodo dar ;
cor.
Tres cravos perteLcentes a mesma rom era va-
r" < Jt- agarra e as 4 ledras de ouro lino fallando
CTivar.
Um esmalte grande com cravaco) feta em
agarra para o resplandor.
Um allineie de brilhautes, faltando ) alguns era-
vados em prata e outros sollos dentro de um
papel,
lina caixinha oonlendo alguns diamantes.
Iijiue brilliantes mais, sendo 3 maioreseos
OBtroi indos.
Tin niiel de fio quadrado com cabello.
Ii .- |. ires de rosetas pequeuas, tendo urna o
aro liado coni elanlio.
t ni | ir dr argolas de cornalinas brancas descon-
certad, s.
Tin dito de dita de ouro baixo.
Um aiuete com urna rosa de ourt verde com
un a pedia nuxa no entro da flor.
lina croa de diamantes com urna rhapinha de
Doro por irai e.-tanhada.
lina pulseira liameza de ouro de lei com laco
loniian.io urna flocla cora dous denles e em volta
d. Cada dente em circulo de perolas pequeas com
pii'p-ote de tranceln quadrado tendo as ponas
atguasat Miabas.
l'm retrato com circulo de pedras br^ucas.
I na iwa lambeta de pslseira aberta a buril
fallando i, layo.
Um raios d* urna crdt grande e alciins rdalhos
it mapa do me.-uius raios, leudo 231 oilavas de
pezo.
I'ma barra da piala boa com 58 oitavas prompta
pa> i laminar.
I'ma outra prqueua de prata baixa.
Um par de rosetas de. diamantes cravados em
garra e rom piogeoles, em urna caixiuha.
Utn auoel de circulo cravado em ouro.
I'utro dito com urna ptdra verde grande, feito
de ti i quadrado para humem.
lina pulseirade ouro de ti quilates lavrada.
I'ma toftlCT de suupa com as luiciaesL. A S. P.
a 4 de metal.
En dinheiro, a quantia de U9 em sedulas,
ando urna de 50A, urna de 20*t, ires de 10,, e
\'M em notas de 25 e de i&.
Hito, raoedinhas de 2f) reaes.
Eies objectos foram roubados da casa do abaixo
aastgaadn largo das Ciuco-Pontas o. 132, em occa-
siao que com -ua familia assistia a raissa de fosla
a matriz de S. los.
dos, bem eomo as que pertencerem aos assoctados
fallecidas, vislo que destes sao herdeiros os sobre-
viventes.
Pela engenhosa combiaaco econmica adoptada
nos clculos desta sociedade, v-se que, com urna
entrada arraual de 5O(K>0, por exemplo. obtem-se
em 5 aooos 450*000 a 550*7100, em 10 1:500*000
a 2:000*000, em 15 3:500*000 a 4:500*000, em
20 8.000*000 a 10:000*000, em 25 18.000*000 a
25:000*000, conforme a idade do individuo sobre
quem feito o seguro, pois qae nos referidos cal-
culos coota-se com a raaior ou menor probabilida-
de de durado de vida. i
Esta sociedade sobretudo vanlajosa aos chefes
de familia, visto que Ibes facilita seu sacrificio a
fundaco de um capital ou dote para seus filhos ou
filnas, segurando-os quando nascem ou em quaoto
sao enancas. i
Quem, neis, mais circunstanciadas informacdes
desejar sobre tal sociedade, ou se quizer inserever
de
Deus o. 28, onde se poder entender com Joo
Carlos Coelho da Silva, que para isso se acha en-
carregado. i
Saques para e Ro e Bahia.~
Aotonio Jos Rodrigues de Soaza a ra
do Crespo n. 15, saca a vista ou a prazo.
illilillllll
MEDICO e OPERADORf
O Dr. Joao Raymunao Pereira da Silva, [
jg ebegando ltimamente de Pars, onde fre- I
| quentou os mais notaveis hospitaes, pode g
ser procurado para o exercicio de sua
i ojdfisso na ra da Cruz n. 40 segundo | i
andar. D coosullas todos os das das 7
as 10 horas da manha. Especialidades,
g. molestias deolhos, partos e vas unoarias.
MfOALHA
DE
HORRA
DE BACAtHAU.-...
DESINFECTADO FERRUG1NE0
Ai propiedades medicaes do oleo de ligado de bacalto forio anani-
memente reconhecidas. Mas seo cheiro e seo sabor tio desagradaveis
lornio o nao d'elle muitas veres impossivel, mesmo aos estmagos
os mais robustos e aos mais condeseentes.
Por isso a descobertt do Snr. Chbvribr que Ihe permettio de
desinfectar inteiramente o oleo de figado de bacalhao sem alterar suas
propredades tem sido um dos mais felizes problemas resolvidos pela
therapeutica moderna.
O oleo de figado de bacalhao desinfectado de Chevrier,
com um cheiro agradavel e um sabor assucarado, o nico que nao
tem nem gosto nem cheiro de peixe.
Objccio de numerosos relatnos scientifcos elle goza em Franca
de urna fama bem merecida, e i receiudo por todos os mdicos em
lugar do Oleo de figado de bacalhao ordinario. Tendo as mesmag
propredades do oleo de figado de bacalhau ordinario, asa se d'elle
nos mesmos casos isto as :
Maleadas eaerafalaaas,
Rachillania,
ukilrurr't das landr,
Tiatra pulmanar.
Molratlaa *m acllf,
Canallluira Ijmaliatlra,
Aarmla, drhllldadr, fraajurxa,
Magma,
Pahma ala unfur,
EaaUanirnta por nrraaa *1
trabalha aa tte frmrrri,
Maleatlaa ila branrhlaa rrrea-
tea ? rhraalraa,
Taaara anllnairn
Gaatrltea, Baa(rlKlaa,
0 Oleo de figado de bacalhau desinfectado ferruginoso de
Chevrier constiiue o melbor meio de administrar o ferro. O
ioduro de ferro reunido com o oleo de figado de bacalhau,
augmenta a accSo Uto efficaz d'este ultimo, se dissolve mais
fcilmente nos lquidos das vas digestivas, se assimila muito
mais bem do que quando tomado sob a forma de pilulas,
xaropes, etc., enfim perde suas propredades irritantes e nao
provoca a constipado.
As pessoas as mais delicadas que nSo podem supportar as
preparaces ferruginosas ordinarias, as quaes, principalmente
nos paizes quentes, tem muitas vezes grandes inconvenientes,
podero com a nova descoberta do Snr. Chbvribr, usar do ferro,
um dos mais poderosos agentes therapeuticos, tomando-o unido
ao oleo de figado de bacalhau.
O oleo de figado de bacalhau desinfectado ferruginoso de
Chbvribr, se emprega em todos os casos que o ferro acon-
sejado ; julgamos intil de os enumerar.
Iiarea le extamaga.
Elle convem a todas as compleices e a todas as idades, e 6 tomada
fcilmente pelas pessoas as mais delicadas. Elle um poderoso socorro
para a alimentacao das enancas fracas e doentes.
Um folleto aocompanha onda vidro contem aa observacoea medicaes.
Deposito em Para, na pharmacia de Chevrier, e em todas as boas pharmacias de Franca e do estrangeiro.
Deposito geral em Pernambuce ra da Cruz n. 22 em casa de Caros 4 Barbosa.
K
Precisa se de nma ama para andar com um me-
nino o fazer mais algom ervico em casa de ami-
lia: na rna do Queimado n. 39. loja.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na rna do
Crespo n. 15, aluRa sua casa e sitio no Monleiro
| em frente ao oHaii aa igreja, tendo o sitio porlo
l de ferro, cacimba com boa agua, estribara e co-
cheira, e a casa 4 salas,', quartos, e loto, a qua
mono fresca e esta de novo bem caiada, concerl
I Uda e pintada : para ver, as chaves eslo em a
casa do Sr. Nicolao Machado na mesma povoacaa.
Na praca da Independencia n. 33,~loja de
. ourives. compra- e ooro, prata, e pedras ureciosas,
e tambem se fai qualquer obra de eucorntnenda, e
todo e qoalquer concert.
DEPOSITO DE CAL i 10
W FABHIC.1D0 Ni CISI BE lETK.\C0
JK Ra Vota d. tu.
m Abi se eucontrarao dinas de di- |
r versas qualidades, e por i>rego mui ?
diminutos, a retalho e em porcoes.
Wt S se vende a dioheiro.
it?is ** mx mm mmm
mmmkmmmmmmmmm
Idabmete medico-cirur-^
gico. R
i Rna da luiperatrlz n. 36. *(
O Dr. Joao Mana Seve, medico (-artei- I
I ro e operador mudou a sua residencia SK
para a ra da Imperatriz sobrado n. 36,
onde pode ser procurado para o exercicio i
de sua prolisso at as 10 horas da ma- i(K
nha e das 4 da larde em diante.
mmmmm-m mmmmmm
N. O. Bieber & C, sucessores, sa-
cam sobre u Rio de Janeiro a vista ou a pra-
zo confoime se convencionar.
O abaixo asignado faz publico, que desde o
da 5 do correte, se acha desligado da socirdade,
que leve na su.i taberna da ra do Rosario Larga
n. 18, o Sr. Custodio Jos de Ol v, ira, u;io de*tudo
por lauto os devedores da ine.-ma taberna pdar
seus debitos se nao ao abaixo assignado, u a (.es-
soa por elle authonsada. Ouiro .-iin o anaixo as-
signado nao se respousabeli-a por qualquer debito
que em nome da extinta sociedade faca o mesmo
iSr. Recife. 16 de desembrode 186o.
______________Joao do Couto Aives da Silva.
em Precisa-se de urna criada portugueza, e urna
escravaque saiba engommar bem: a iralar na
' ra da Cadeia n. 34.

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I IVIflRITIIVIOS
! CONTKA FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelec-
da nesta praga, toma seguros martimos so-
bre navios e seus catregamer ios, e contra
fugo em edificios, mercaderas e mobilias:
' na rna do Vigario n. i, pavimento terreo.
Casa
Aloga-se o segundo audar do sobrado grande
junto a fabrica de sabo, aa ra Imperial : para
ver, acha-se a chave na loja do meso o sobrado, e
p^ra ajostar, na rna do Imperador n. 83, pnraei-
I ro andar.
aVaaaaaaaaaaBaaaaaaaaaamaaaakmaaaaaaaaaaaaaaaaaaB

Fazendas, phanlasia para vestidos chegados de Parispelo ultimo vapor.
Lindos robes de or^andys cesarianas fazenda transparente de intelro goslo.
Ditos de percalia campestre padrdes muito ricos.
Riquisstmas gnnadmes de seda o que tem viudo de melhor gosto ntsie mercado.
Lindos corles de satiau ptkm para vestido fazenda inteiramente nova.
Ditos de gaze setun em peca fazenda transparente e de goslo muito mot>rnos.
Lindos chales degicnr.dim broeli, primeira vea aqui anparecidos.
Ricos Im ni mi- de er
aqu appa
:repe guarnecidas ue tranca muito proprios para passeios.
. Hiquissimas Dvelas para sinto, de metal, de crvsial com ac e com pedras fina
|U." na de mais novo
E outras muilas fazendas de inleiro gosto.
Ra do Crespo n. 13.
JL0J.1 das colunaaas de Aotonio Crrela de Vasconcelfos
tlk Cempanhia.
Compauhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBR0 DE 1859
Urna laica em diulieir.i, lepositado nos cofres do estado, garaete a boa ad-
ministracao da compauhia.
DIRECgO GERAL
Hadrid : Risa de Pradon. I
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespanha
FABRICA A VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito na rna \oa a. ..O loja de rtlojoeiro.
Delouclie frres donos desie estabelecimento partecipam ao respeitavel publico
est montada com as melhores machinas que existem na Europa, e que pode fabricar
; com melbor perfeicJo possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e puro,
!o que nao se pode encontrar naquelle que vem do fura, e que se vende por preco baixo,'
visto os producios seren do paiz. Na etiqueta tem sempre uina aguia.
PREGO.
Meia libra......... 400
Una libra......... 800
Urna arroba........19#000
VERDADEIRO LE ROT
de SIGNORET, Docteur-Mdecin
Ru de Seine, 51, PARS.
Em cada garrafa, val, mire a rol ha e o paptl azul
que leva o mni siiVlc, um rotulo inipriso m ama-
rollo com o Sello imperial do lovei.mi i iunci z.
A'. B. lemcltenilo-sc uina lettra Je 50U Irancos
sobre Paris, aciilavrl a f0 diai de vista, ao mximo,
goza-te do aba lmenlo e do maior descont.
Deposito principal ^
lo legitimo Le Roy /T^r
tm Caza do nosso "^X^tv^
em
nico agente pelo
Brazil a Snr Anto-
nio Frang : de La-
cerda na Baha e
nos principies phar-
maceutcot.
Na mesma fab ica acaba de se montar urna officina com serrara a vapor para
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia dos segu- ol>ras de marcineiria propria para edificio, para o que encarreg -se de fazer portas, ja-
ros sobre a vida. _.. 'nellas, asso.ilhos (parqu francez como se usa na Europa,) earmacoes, ludo com brevi-
Nella pode se tazer a subscr.prao de manara que en. nenhum caso mesmo por morte do dade e perfeico. Toma-se qualquer encommenda Dar fra da Cdade entreuanHn L
segurado se ptrea o capital nem os juros correspondentes a estes. Dmmnia m lar nn 1 r, tiuaue, 1 regando-se
Sao to suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACI-1 ou'fl<1 d C0llir-se no lugar.
NAL,queainda mesmo dimlnuindo urna terca parte do interesse produzido em recentes liquida-1
ces ecombinando-o com a mortaltdade da tabella de Depareieux que adoptada pela companhia
para *eus clculos e tiquidacoes, em segurados de dade de 3 al9 annos, urna imposico anona.
Sallando os ladroes pelo muro da casa visiuha
que muito baixo, entraram pela covinha, cuja
1 ri.i turcaram. apartando urna das portadas, diri-
gir) se a saia|ile dt-lraz a lenda, tirando as gavetas
a esi>alhando as pelo chao donde tiraram os objec-
tos ja referidos e drizando o mais em completo
desarranjo, d'ahi foram para a sala abrindo todas
de 100 produz em effectivo metlico:
o lim de -'i annos.
de 10 .
de 15 .
de 20 > .
de 25
1:1191300
3:9424600
11:2084200
30:2566000
80:3314000
as idades menores de 3 annos e raaores de 30, os productos sao mais considerareis.
ProspecDs e mais informacoes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia.
as gavetas da commoda espalhando a roopa pela Joaquim Fiuza de Oliveira, ra da"Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n. 12, estabeleci-
saia, enada mais Ibes agradando, Sahiram por urna ment dos Srs. Haymundo. Carlos.Leite A Irmo.
da portas da frent6 que feicbada com fer-
roiho.
Roga o abaixo assignado a todas as autoridades
nobriaes o descobrimento desse roubo, assira como
pede aos colirios e quem r offerecido qual-
quer dessas Beeaa Ihe fajara o obzequio de ap-
prenhender ou participar Ine que, posto qoe pobre,
graiifi'-ar a quem o discobnr.
tecife, 26 de dezembro de 186-5.
Custodio SI a noel llieodoro.
Esta para alagarse o 1* andar e lojas
do sobrado n. 44 ra da Aurora : quem
os qnizer drlja-se a' rna Nova o Sr. Joao
l; do Reg, em sea armazem de fazendas
n.2i.
Em Apipucos
Ha para alagarse ama casa grande em excel-
leate local, d j lado do rio, perto do banho e mui
prxima a povoacao : quem pretender dirija-se a
roa do Vigario n. 13, primeiro andar.
Quem perdeu na noite de festa urna pulsei-
ra, dirjase a Pora de Portas, ra do Pilar n. 119,
pois dando os signaes certos Ibe sera' entregue.
Dentista de Peraambuco.j
Kua estrella do Rosario n. 3, |
at p a igreja
francisco pinto ozorio!
{ c olloca destes artlflelaeo
pels fklcma aalo mo-
dralos \
Emprega todos os meios scientifcos para ,
conservar os nataraes. Pode ser procara-
do era seu gabinete das 9 oras da ma-
I ahaa as 5 da tarde.
ALCOHOLADO de GUACO
de N.)? AS GAL
f
O Alcoholado de Guaco de Pascal urna nova preparacSo da qual
basta mencionar suas propredades para appreciar sua importancia.
Em primeiro lugar um preservativo infalivel do contcioto veneno (ver
tolheto para o modo de o impregar).
2 Tem a vantagem de ser o remedio mais certo e mais agradavel para
as molestias syphiliticas de toda a especie, ulceracOes primitivas e secun-
darias, ec.
3 Empregado em injecefles, o melhor tratamento dos corrimentos
rtcentes ou chronicos as pessoas dos dous sexos e da leucorrhea as
mulheres.
4' Emim como antidoto dos virus, soberano ua cura das chagas e fe-
rilas de m naturea, chagas gangrenosas, dartros, ulceras das pernos,
ophtalmia purulenta, ou blenhorragica, mordeduras e picadas de ani-
maes venenosos, ec.
Este especifico vegetal, izento de toda a accao mortfera, foi experimen-
tado nos hospitaes de Paris, Lyos, Marcelha, ec., recebeu a approvacao
dos distinctos doutores Ricord, Bauchet, A. Richard, Calvo, Didav,
Melchior Robert, Costilhes, Berenger, ec.
Deposito geral em Paris, botica de CHEVRIER, 21, ru du Faubourg-
Montmartre. Casa de expedicSo, PASCAL C, 33, ra Monsieur-le-
Prince. Pars.
INJECCAO BROW
Remedio infallivel as agnorrheas antigis
erecentes, nico deposito na pharmacia
franciza, ra da Cruz n. 22 e ao preco
3000.
DE
de
Aloca-se meude da loja do sobrado da r
Veiba n. 20 : a traur na rna do Sebo n. 24.
DE
1. V1GNES.
X. 55. RA DO IMPERADOR X. 55.
Os pianos desta aotga fabrica s;io hoje assas coahecidos para que seja necessario insistir sobre a
ma superioridad.', vantugense garantas queoflerecera aos compradores, qualidades estas incontesta-
Teis que elles tem denitivameate conquistado obre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
taindo um teclado e machinismo qoe obedecen todas as vooUdes e caprichos das pianistas, sem
nanea alhar, por serem fabricados de proposito, ter-se feito ltimamente melhoramentos ImporUn-
tissim&s para o clima deste paiz ; qaasto s voces, sao melodiosas e flautada*, e por isso muito agrada-
reis aos ouvidasdos apreciadores.
DE
rol! UO s FKEITAS
Ra da Cruz o. 16.
Continua a haver diariamente um sortimento de pastis, podins, bolos nglezes,
empadas etc., etc. Os donos deste estabelecimento, acham-se as melhores condi<;oes
de poder satsfazer encommendas concernenles sua arte, em consecuencia do socio
Freitas ter sido administrador chefe de aigumas das princii aes fabricas na corte, sendo
urna a do Sr. Joao Goncalves Gurnares (confetaria do Lt-o) antga casa de Carceller. ,
Todol os trabalhos sao dilTerentes dos que se fazem em casas particulares.
Os propietarios desle estabelecimento nao se tem ponpado a despezas, nem se
pouparao, se houver concorrcncia como esperam ; tendo continuadamente bom sorti-
mento de doces para cha; presuntos e ditos em iambre. tambem se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crystalisado, dito em
calda em latas hermticamente fechadas, pudendo durar annos em perfeito estado.
Para jamares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objeclos; ban-
deijas ricamente enfeitadas sem arimcao pecas de amendoas (nogaces), ditas de tmaras
de ovos, p5es de 16 enfeitados com dsticos anlogos a qualquer fim; ditos montados,
kechs simples e enfeitados com fructas ngleza; gatheauxMe la reine, ditos de le du-
chese, tortas de fructa, massa folhada; ditas de peixe e carne; cremes e doces de ovos
de dilTerentes especies
Tambem tem um completo sortimento de vinhos engarrafados, como sejam: vinho
do Porlo superior, Figuera, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordcaux, Champagne fino, ser-
veja, licores, cbaropes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con-
fetos e mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac-
condicionar tanto para a provincia, como para fra.
DEPOSITO PIANOS
25 RA NOVA N. 25 I
Este estabelecimento acaba de receber um rico sortimento de pianos fortes ex-
pressamenle fabricados para o clima deste paiz, dos mais afamados fabricantes da Euro-|
pa, por isso o propietario convida ao respeitavel publico para virem apreciar as qua-
lidades dos referidos pianos.
Continua-se sempre com esmero e promptidSo fazer-se qualquer reparo nos ditos
instrumentos. Afinam-se os pianos debaixo do melhor systhema ltimamente adoptado
na Europa. r
Manoel Duarte Rodrigues, ra do J
Trapiche n. 21, saca sobre a cidade do Por-'
to, a vista ou a pr< 10.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
da Aurora n. 46, com gai e pintado de novo : a
tratar Da ra da uiao o. 32 com o Sr. M noel
Un Viraes.
Ama para casa.
Precisa-se alugar ama ama para todo servico de
neceo das Bolas n. 2, primeiro
ama casa
andar.
na
Alnga-se de ara at quatro escravos, pagao-
do-se bem : na rna do Trapiche a. 13, armaiem
de Manoel Teiitira Basto.
Com
as LIMAS
CHIMICAS DE
P. MOURTH, forne
cedor da Caza Imperial do Eiercito
francez, garante-se que qualquer
pessoa poilera sem dor nem perigo
livrar-se de seos callos. Esta inven-
cao : privilegiada em varios paizes,
reconhecida ficialmente efficaz
por 15 nacAs, premiada com me-
dalhas de e 2' classe e approvada
por diversas academias e pelo Ex*'"
Presidente da Junta de Hygiene d.i
corte. Por ordem do Ministro da
Guerra fez >se em Pariz experiencias
sobre mais de 2000 soldados que
ficarao livres de seos callos; igual
resultado foi obtido na guarnico
do Rio de Janeiro. Mais de 3000
pessoas ja se tem curado com estas I
Limas. As provas do que s diz aci-1
ma e os iri testados icliam -se no I
prospecto, que se di no deposito.
Casa principal em Pariz, B Prince\
Eugens, 18, Agente para o Brazil, [
o S' U. O. ARRANCHES, rua\
da Alfandega, N 10, na Corte.
Le te no Uonieur t la Pkarmacit.
lAelectrkidade heje empregada por lodos tm
mdicos afamados, pri o tratamento de militas
molestias, mesmo para as qae resisten- as outras
medicacoes.
A elcrii idade produiida pela friceao tem ama
superioridade incontesta vel, e a vantagem de nao
dar abalo*, e de peder ser graduada pelo drate.
A causa a mais frequente das molestias
estagnaca do saneue ou dos ouiros liquido* ri-
taes. Reslablecendo se a circulaca no orga-
nisnio, curacao-se a* molestias.
Quando se sent alguma dor en qudqaer
parte docorpologo, einstinctWamente, serrfroga
o lugar endolorido com a mad, e isio allivia. Ist
eiplica o resultado incoiilcslarel que dere pro-
duiir um appardbo elctrico. Por isso temos
praierem annnnciarao Publico queo Snr Buisson
de Bivilliers residente, boulevart du Prince-
Entone, 18, cm Pariz, dotou a medicina de um
apparelho Electro Magntico, sob a forma de
suma escova, cora o qual o* doentes se podero
curar sem neblina outra medicacao. Os medico
jue a tem experimentado, a tiesta rao qoe a
ataoOYA ticTao Maometica eflica para
curar: os k^imatitmoi, a Paralyna, Cotta,
fraquexa doimembroi. e da Colasmaa rer-
tebral dbil idade geral, K"evralgia, etc.
Estamos cerlo* qne breve cada familia possuira
ata neoa que prestara grande* trricos.
A pedido de muitas pesasas, o autor decidio-sa
a establecer um deposito de seo* appsrelhos no
'Rio de Janeiro, tm casa do Su Didiu Koirr,
ma nova do Outidor, n 33.
Pernambuco, pharmacia traoceza de P.
Maurer aC, ra Nova n. 18.___________
a Precisa-se de ama an.a forra para comprar
e cotinnar : na roa do Livrameoto o. K, segunto
andar.


* p'
i
-Ja


IMarlo de reraambuco i|ulu(a elra 18 de Oezeinbro de 19*.
OS PAitAGUAYOS;i
E' a orden do dia Acabar con os Par-e
guayos a bayoneta, a mini, a revolver
fulmina-los com os encouracados armados
de esporoes, armstrongs e raiadas de 86 i
120; extermma-los cm sumina a espada, a
faci e a panbal de que se trata; mas
niDguem se lembroo anda de esmagar os
Paraguayos com as armas que Deusnos con-
cedeu; acabar com elles a tacao e a ponta
pes, para o que necessario encouracar esta
parte do nosso corpo com os formidaveis
rompe-ferro, esmaga cobra, arranca tecos,
qaebra marmore e outros que se venden
-RA itininv-ij
Gompanbia delidade de seguros $
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro.
i I'ec hit roba
Borseguins Bordeanx......
patricios..:......
para senhoras, en-
feitados.......
com laco e fivella ..
Sapates encouracados.......
B-irseguins para meninas bom
eiast co.................
Sapatos de lona, sola elstica.
> avelludados.........
de tranca...........
> com salto de lustre..
Um completo sortimeuto de calcado da
trra para homens. senhoras e meninas;
assim como bezerro francez, couro de lus-
tre, marroquins, tai xas de todas as quali-
dades, us para sapateiro, muito sortidas,
sola e couros que ludo visto necessariamen-
te fazcobica ao comprador pela barateza.
85000
5,0000
5*500
448O0
5*000
3*000
2*000
l*60i >
(*600
2*240
AGBNTES EM PBHNAMBL'CO
Aotouio Luix de Oliveira \itvedo L C,
competentemente autorlsados pela direc-
tora da compantiia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado- |
rias e predios no seu escriptorio ra da M
Crui n. 1. m
mmmmmmmmmm mmmm
Alugam-se tres casas na povoago do
Monteiro a margem do rio, com muitos
\ x

bons COmmodS e em inuilO bom estado BorzeguisleTusirealiilie para home
de limpza : a tratar na ra do Crespo n. Ditos de bezerro duodito
de alugnel ra-
IFlTO
DE
CiVALLO
Na noilede 18 para 19 do correle furlou-se uro
cavado mellado caxito, da estrabaria do seo dono,
com sellim inglcz quasi novo; eujo cavallo tem
dinas e canda pretas. as cimas sao grossas e ca-
hem sobre ambos os lados do pescoco, e tem urna
ferida pequea na mo direila ; esta aeostomado a
andar em cabriole! e bem conhecido uesla [! ;i r i:
queui delle der noticias certas ou lvalo a' E>tan-
cia. sobrado de dous andares n. 2, ser gratificado
PlT t H-VF poT 2*5(W oucas da patria na
i.lUlJl tili prca do da Independencia n. 22.
CTlSiOLv
,
i*
*#
Quem tiver para ser alugado um escra-
vo quealmde muito boa conducta, esteja
bem habilitado para d esculpen liar satisfac-
toriamente qualquer serviro interno ou ex-
terno de urna casa de pouca familia, an-
nuncie ou do de n. 70, segundo andar.
Todo o interesse se fara' com o senhor sa-
cerdote que quizer ser capellao de nm engenho, e
qne uinb-m teoha habililacoes para encinar as
primeiras letras e alguns preparatorios : a faliar
com o Sr. Antonio beraflm da Silva na ra do Ca-
aboga'._________________________________
Casa em 01 inda.
Aloga-se ama casa no pateo de S. Pedro Novo,
co bastantes commodos, quintal e caciu.li : a
tratar no largo do Carmo, ero Oiinda, com Albino
Jo.- da Mu, ou na ra da Cruz do Recife n. 67,
armazem.
O Dr. Cosme de S Pereira conti- 28
ma a residir na ra da Cruz n. 53, M
10 e 2o andar, onde pode serprocu- i
rado para o exercicio de sua profis- !
sao medica, e com especialidade |
sobre u seguinte
Io molestias de olltos ;
2o de peito :
3o dos orgaos geni-
li urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rio examinados na ordem de suas
| entradas comecando o trabalho pe-
gf ios doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
Sco que julgar conveniente para o
l-Tompto restabelecimento dos seus
fMmmmnmmm&wm
Cir>o pratico de. pedagoga
> i- MMara que sao assianantes desta eicel
te afen, e que anda nao a receberam, podem pro-
rura-la na livrana universal, esquina da ra do
Impera! r.
Joo da Silva Ramos, meneo *r
pela universidad de Coimbra, d II
consultas em sua casa das 9 as *
11 horas da manliaa, e das i as C> '&
da tarde. Visita os doentes em suasJR.
casas regularmente as horas para
isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serJo soccorridos em
qualquer occasiu. U.i consultas aos
[iotire> qne o procurarem no hos-
Rpiat Pedro II, aonde encontrado
diariamente das 6 as 8 horas da
mantia,
Tem sua casa de sade regular-
Male montada para receber qtial-
| quer doente, ainda raesmo os alie-
I nados, para o que tem commodos
Iapropriados e nella pratica qualquer
opperaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe. .3*000 diarios.
Segunda dita....3*500
Terceira dita .2*000
Este estabelecimento j bem
acreditado pelos bons servicos que
tem prestado.
O proprietario espera que elle
continu a merecer a conliaora de
que sempre tem gozado.
20, esquina, cujo preco
zoarel.
BOTICA E DROGARA
DE
II. I", de Santa *& C.
Roa larga do Rosario n. 31
Remedios de Raduvay
Prompto alivio.
Plalas reguladoras.
Rtzdutivo.
Remedios de Kemp
Anacahuita.
Salsa de Brislol.
Plalas assucaradas.
Agua florida.
Pastilhas vermfugas vegetaes.
Chegados pelo ultimo navio vindo da america
Tendo a irmandade do Divino Espirito-Santo
da igreja do Collegio, resolvido em sessao de mesa
conjunta, mandar fazer de marmore branco fino a nho dos sapalinhos.
capella-nr de sua igreja; convido de ordem da Outras mui linas
mesa regedora aquellas pessoas que se acbarem ; brancas listradas
habilitadas a mandar eiecutar semelhaote obra,
a examinaren) a planta qne se acha exposta na soa :
sacrista, e a apresentarem as suas propostas no:
praso de 40 dias contados desta data. Consistorio
da irmaudade, em 10 de novembro de 1865.
O escrivo.
Francisco Belarmino dos Santos Freitas.
Pa a a festa.
\a ra das Cruzes u. 30, loja da cots-
cieucia.
Vende se um grande sbrtrmento de calcados de
todas as quaiidades iitHinamenle cliegadcs, assitu
como borracha pelo diminuto preco; cheguem (re-
guezes a visia faz t.
Nos pes leafllrmcm
Barato o pre^o
Cheguem fregu: es
Abaixo ver-se.
7*50
7|fl00
Ditos de lustre e bezerro para menino 000
Botinas para senhoras e meninas 36O0
Borracha a vara S00
Grande sorbmento de chagrn e de cordavao.
Seleiros e correeirus
PECHINCHAO
Sola de lustre em perfeiio estado,
meio............20*000
45Ra Dlreita45
Novidades do Vigilante
RA DO CRESPO N. 7.
Este estabelecimento api-zar de sempre
se adiar bem sortido como todos sabem,
boje mais que nunca, nao so pelo que rece-
be de sua propria conta, mas tambem pelo
^ que recebe de consignacoes; parece sem
duvida que deve oMerecer grandes vanta-
d | gens para o respeitavel publico tanto em
precos como na escolha dos objectos, e co-
Oulrw ojectos.
Vindos tambem para a amiga loja
miudezas ra do Queimado u. 16.
Sapatinhos desetim braoco bordados pa- mo acaba de chegar grande remessa pelo
ra baptisados. \ vapor Donro e o navio Solferino de
Outros de merino tambem bordados ej diversos objectos de gosto e proprios do
gnalmente bonitos. i lempo dos quaes se mencionarao alguns,
Meias de seda, correspondente no tama-1 por n5o ser possivel mencionar ledos. 0
OVA LOJA
ENCICLOPDICA
&1 Ra da ItuperaSriz armazem
da ftorl:: lar^a &J.
fenlo a pad.irla t'i-adceza de
Paredes Porto.
Ne*te esUbelecimento encontrara o respeitavel
publico om variado scrliim ntu de fazendas franre-
zas, ingleaas, sussas e allcmies, que se venderao
por prego cumroodo.
Paredes Porto
Vende cuales de renda de coi es que e vende-
rn a 189 esta vendeodo por C, ditos prelos, fa-
enda nova, 55,05, 8a 20,}, um sortinit-mo com-
-Uto do manteletes, tapas e soulambarques 14 a
loi. Ba da Imperainzn 4, junio a padarla fran-
ceza, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Receben um completo sortimenlo de lasinhas a
40, e 280 rs. covados, para acabar, cambraias de
'.r a 240 rs. o eovado, riscado escos^ez pata nu-
la de menino, faslio de linho a 420, 400 e 500 rs
l'.ua da Imperalriz n. 52 junto a padana franceza.
irmazem da porla larga.
Paredes Porto
Receben para cortinados para rama franceza i
l< a peca cambraia lisa fina a .') i-' al 10 ;
peca, corles de lailatana de benitos gastos a 3^500
* 4, cambraia rom flor de seda, gostos inleira
mente rovos a i(0 e 500 rs. o eovado. no armazem
porla larga n. 52, ra da Imperalriz junio a pa-
daria franceza.
Paredes Torio
Loja
de fio da Escossia
brancas
Recebeu relo ultimo paquete um sortimenlo de
dono deste estabelecimento espera a pro- rate ron pedraspara of-iee>..bonito mianj
Nova escola depiimeiras
letras.
O abaixo assignado, professor jubilado na pri
meira escola publica de primeiras letras da fre-
guezia da Boa-Vista desla cidade pretende abrir
no dia 8 de Janeiro do anno prximo vindooro urna
escola particular na tua da Palma, casa n. 31, da
freguezia de Sanio Antonio desla mesma cidade :
os se'-tiores pas de familias que quizerem que
seus (linos frequenlem a mencionada escola, podem
enlender-se desdn agora com o mesmo abaixo as-
signado na referida casa.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
Luvas finas de fio da Escossia
de cores.
Ditas de seda para senhoras.
Ligas de dita para senhoras e meninas.
Peines de tartaruga mui fortes para des-
embarazar.
Carriteis com retro/, preto e outras cores.
Carleiras com agulhas.
Agulhas francezas, as afamadas.
Caixinhas com allinetes brancos e pretos.
Haspas de baleia para vestidos.
Pitas de linho proprias para ditos.
CttIPAiMIA
Paca a censtrurco de machinas
DE
ALRF.RTSOX i: IIOH.I ISS
.New London, Cormeclieur, Esta-
dos-Unidos
Solicitan) pedidos de descarocadores de algodao,
adoptados ao alcodao sul-amerkano. Ho-se de-
dicado a es:e negocio durante 25 annos, e atlende-
ro imroediatamente a correspondencia que se Ibes
dirigir.
Caixas com linhas de novellos
para crochets.
Trancellim de borracha preto, redondo. I
Bonitas flvellas grandes de ac,
donradas, madreperola e lar-;
taruga.
A loja de miudezas ra do Queimado
n. Ifi, recebeu um bonilo sortlmento de
i fivellas grandes para cintos, sendo de ac,
i douradas, madreperma e tartaruga, as quaes
i stao sendo vendidas em dila loja por pre-
\ eos commodos ; assim como boas e bonitas
,n i fitas de gorgorao achamalotado, proprias pa-
ra ditas fivellas.
Oculos de penelra e de outras
qualidades, para quem soffre
da vista.
A' loja de miudezas ra do Queimado
u. 16, tambem recebeu oculos de peneira
com vidros claros e escuros, para quem sof-
fre da vista, assim como ontros de armacSo
teccao de todos.
Riqoissimas caixinhas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixinhas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porla joias e necessarios.
Riquissimos est- jos a feitio de um hausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
faia e madeira.
Chaposinhos e touquinhas de muito
gosto para enancas.
Meias e sapatinhos de seda para as mes-
grandes mas.
Meias de seda para senhoras.
Capellas e grinaldas de flores proprias
para casamento.
Enfeites e capellas de muito gosto para
seohora.
Riquissimos porta boquels.
Boquet de flores com urna borrachinha
com cheiro.
de laa para petcoco de senhora. Kua da Imperatrh
n. 52, armazem da porta larpa.
Paredes Poito
Vende cortes de gorgOTo pelo para vestido ct n
21 erivados cada um 354000, grsdenaple preto a
l600, i800 e -2 o eovado, laas lizas linas a 400
rs. o sovadi-, lias de quadruiho para vertido, enlos
tada, a 320 rs. o eovado. Itua da Imperaniz n. o.
armazem da porta larga.
Itmipa feita
Ra da Imperalriz n. 52 armazem da porla lar-
ga junto a [ladaiia franceza, enconira se neste ev
labelei'inienio um completo soi lmenlo de pan-tos-
saccos e sobrecasacos, de todas as qnalidades, ral
cas, colletes, ceroulas, camisas, gravatas, meias.
chapeos de sol, ditos fratieezes para caheea, por
presos commedos, roupa para menino e "outras
multas fazendas por precos commodos, armazem
da porta larga.
o mesmo estabelecimento encontrar o respei-
tavel publico, sempre nn> completo sortimenlo de
roupas fetas de todas as quaiidades, er mo sejan
paletos de alpaca preta ede cor, ditos sobrecasa-
cos a Ai e 5, ditos de brim par Jo a 25800, 3 e
SfBOO, ditos finos a 45, ditos meias ca;eniira a
3#500, ki e 55, ditos caremira saceos a 65, 75, 85
e 105, ditos sobrecasacos a 10 e 125, ditos de pan-
no saceos a 65, 85 e 105, ditos sobrecasacos a 125
m
MMAQ
COMPRAS.
len-
1
1
Y&tS.
O Dr. Carolino Fraucisco de Lima San-
tos conmuta a morar na ra do Impera-
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seu /.
gabinete de consultas medicas, logo ao |gg de ac, sonidos em graos,
entrar, no pnmeiro. y Coroas e tercos de cornalina.
O mesmo doutor, que se tem dado ao W* A anlja |(;:a de mU(jezas a' rua 0
estudo tanto das operacoes como das mo- m A.-- a to u u -.
leslias internas, prestase a qualquer cha- ^.Queimado n. Ib, recebeu mu bonitas co-
rnado, quer para dentro quer para fura W< roas e tercos decirnalina, os quaes esto
da cidade. 5 a disposicao dos bons christos que os qui-
zerem comprar em dita loja : na rua
Queimado n. 16.
Esponjas finas grandes e pe-
quenas.
Vende-se na rua do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
A ntifa loja de miiiiif zas na rua do
Queimado n, 1(5, acaba de recelicr :
Novas e bonitas guaroicoes pretas para vestidos e
soiitcmr.arques.
Bicos de seda brancos e pretos cora vidrllios, e
dihVieules laiiiuras.
Trancas pretas Com vidrilhos.
Cascarrilhas de seda de diversas cores e moldes
novos ; ouirrs enfeiadas com bicos de seda.
Hapiia-lllliHdl-lllanispheiiCO, Babadionos de seda.
Na rua do Livratnenio n. 19 compra se um map- TraBjas luanca^ de seda para enfeites.
pa-plaoisplieiico. Itunitas fitas brancas lisas e lavradas;
- r^pra-semossosemeiiteldniioTioTilo 'Td.TirTeK "lS"" 'raS
armazem de algodao de Sauoders Brothers I^S^.J'S,^ madreperola e
tartaruga.
Luvas verdadeiras de Jovin.
Ditas de seda e de Escocia.
e 255, ditos de merino preto a 65, 75 e lt'5, cal
cas de brim de diversas quaiidades a 15W) a 45,
ilos brancos a 25500 e 6500, ditos caremira 55,
Riquissimas plumas e guaroicoes para i>5 e 75, ditos pretos a 5, 65, 85 e 105, dito.
enfeitar chapeos. meias cazemiras a 35 e 45, coleles de diversas
Cotilas e tubos de a?0 branco, que ha ql'laiK''.ulas francemde algodao, ditas de
mnilo se Apwiva nara PnfptP llDho- dlIas de bran':'n,e ^ *' 2*f,". "mizas de
mu to se aesejava para enteites. algodao de hubo rranems ue 25000 e 35. Gran-
Brincos, fivellas e Cruzes de Crystal. de peenncha neste genero, grvalas de todas as
Fivellas e cruzes de tartaruga, madripe- quaiidades e brancas para casamento, grande sor-
rola e dourados tmenlo de meias para senhoras, dits para homens
AlfinPlP nara Bravata* a ?* fUP('riort a 35300 e 45-
Aiiineieb para {,rdvdid>. jjm com,,|cto sonimer.to de chapeos de sol de
Rotoes com croas para punbos. alpaca a 35, ditos de seda a 55, 75, lt'5 e 145,
Gravatinhas e mantinhas de muito gosto, ditos francezes para cab ca, glande sortimenlo
tanto para homem como para senhora. a 6*-
Silvino Guilherme de Barros compra e ven-
de effectivamente escravos de ambos os sexos :
ruado imperadorn. 79, terceiro andar.
Compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
em obras velhas : na rua da Cadeia do Recife,
cja de ourives no arco da Conreieao.
Ouro c prata.
Em obras velhas : cid pra-se na praca
depeudenco u. ii, loja de bilhetes.
t*a ln
Riquissimos aderemos pretos, assim como
caixinhas com a fineles pretos.
Be- .lias de canna com cabo de marfim.
I i de baleia, borracha e de outras
ias quaiidades, assim como chicotinhos.
Riquissimos penles de tartaruga do ulti-
mo gosto; assim como de arregaco para
rechincha admiravel.
Grande sortimeuto de chambres a 55600 e 55,
lences de cambraia para homem a 25 a duzia, di-
tos de linho a 45 e 55.
Grande sol lint uto tras inuitas quaiidades que seria eofadonbo men-
ciona-las.
Paredes Porto
Recebeu pelo ultimo paquete francez ricas laas
_____s ___ i_ 1 nrrrueu iieio umuio piiueie ir.incei ricas la
menina, pois neste artigo ha um completo granadinas com flores de seda a 400 e 500 rs. o
SOrtimentO de todas as quaiidades. eovado, esiao acabando-se, cambraia preta para
Diademas para cabera do ullimo gosto. loto- Porn hrS* iunl a padaria franceza, a rua
Riquissimas litas lavradas e lizas. da Imperalriz n. 52.
Trancas pretas com vidrilho e de cores. D Par0(Ies Porto
n i,- ^__1 Kecebeu pplo ui im 1 paquete esnar 1 mes a pre-
Pulseiras tanto para senhora como para poicoso ,,/.,.. so b0n.s iei)Cos de seda parase-
meninas. nhora e honiem a ly, ricos cortes de cambraia
Ligas de seda e de algodao. bordados de 18: a 7s, por ter um toque de mofo,
Suspensorios de seda e de algodao e mui- *t0 se. ab?Dd na rua da imperatnz n.52, jun-
da boa f na rua da Imperatrlz
n. 94.
Vendem-se eolheres de metal principe para ca'
a 25 a dozia.
Ditas para sopa a 4{000.
Pacas e gaifos de cibo de balanco de dous ho-
toes a 655'n a dii7i.t.
Ditos de um tu to a 55600.
Dilas de cabos cravados, prelas e brancas a 35
a dozia.
Garxa com 50 nvelos de linha de gaz a 700 r?.
Tesouras linas para costura a 300 e 500 rs., e a
15000.
Resma de papel almaco a 25600.
Diio greve muito bom a 35200.
Baralha de cartas fraueezas para vollarete a 240
e 280 rs.
Jogo de vispora a 500 e 800 rs.
Enfeites para cabeca o mais moderno que ha a
250OO.
Penies moito finos com cotia de metal para
pernear a 500 rs.
Meias rruas para homem muito encorpadas a
240 rs.
Abotoaduia de nysialp'ia rllele a 50 e 5-
rilas de coz com 10 varas, de um deoo e ir.eio
de largura a 440 rs. a prca.
bna |iara alar meias a 100 rs. o par.
Pares de suspensoilos a ICO e -240 rs.
Gra'aias de seda pretas e de cores a 500 rs.
Ricas golinhas com punhos para senhora a 15.
Luvas ("e lio de Escocia, de cores, para homem
a 320 rs. o par.
Carret.is de linha de Alez.ndre de n. 80 a 100
a tOO rs.
Gaita de borracha p.-ra hrinqoedo de menino a
100 rs.
Caitas com clcheles muito bons a 40 '0 r.-.
Ditas com lamparinas para 3 roetes a SO rs.
Ditas ron rhieias ubio boasit rs.
Fivelas giaudes para cintos de diversa.- i,nal il >-
des, filas para cintos, ditos de velludo, trarcasd
cores lisas c de tarace!, Meo e rendas, voltas de
aljofares, ditas pretas a bati, e nm completo si r-
timento de miudezas que ee esta' liquidando ;. di-
nhero.
Vestidos
I'echineha sem igual.
Chegou a loja de Paredes lorio um bi-nuo sor-
lmenlo i!e vestidos de lartalaia de cores r brai>cas
que serve para partidas por ser un.a pbanlasia in-
ii ifamenlp de gosio pelo barato preco ci. i J t
brancos a 455(;0, esto acabando-se n< armazem
da porta larca na da Imperalriz n. 52, jan! a pa-
daria naneen.
Cortinados.
Ocgru a loja.de Paredes Porto um coi/
sortiuent'i d.; coriiu;dos ricamente bord
preco de 255, 355 e Sf : na rua da Imper
n. 32, poita larga junto a padaria franceza.
Ricas romeiras.
Paredes Porto receben pela uliim-> 1 iq .
sorlimenlii de romeira de guipure \ 1. las
a pnco commodo : na rua da Imperalriz :
porta larga junto a padaria franceza.
Grm de pechinchn
Corles de la escoceza enfestada para
faztr.da de 500 rs., est se vendendo
rs. o eovado : na rua da Imperalriz
porta larsia.
n. 52,
ideto
.; a
atriz
oro
li'
;lid
300
1:1 la
tos outros objectos que se nao podem an-
nunciar por nio se tornar enfadonbo.
outras de
achamalo-
no caes de Aoollo.
Traencia,
Um niiliiar precisa com urgeucia comprar urnas
insiruccoes da nomenclatura d'arma de calador:
quem tiver ditas inslrucces e quizer vender, pode
apoarecer no primeiro andar do sobrado silo na
rua do Imperador n. 35, carlorio do escrivo da
fazenda provincial, Baudeira, que achara' com
quem tratar.
Cumpram se os apparelhos precisos para os
trabalhos de daguerreotypo, excepto o objeclivo :
quem os tiver podera dingir-se a loja de encader-
nacSo da rua do Imperador n. 29.
Na rua
de Santa Rila n. io, com-
pram-se relogios velhos de todas' as quali- miudezas n. 16.
furnias ligas de seda para senhoras.
Leques de sndalo o outras quaiidades.
Liados o delicados enfeites para bai-
les c passeios.
A amiga loja de miudezas na na do Queimado
n. 16, recebeu novns e limios enfeites para bailes
e passeios, iodos de muito gosto e inteiramenle no-
vos, variando o preco dees confo me a superiori-
dade : os prelendenies os acharao em dita l"ja, na
rua do Queimado n. 16.
finas capellas para uoivase
menins.
Acham-e venda na rua do Queimado, loja de
GAZ.
ou no
o me-
dades.
VENDAS.
IILIINIAS
Ronilas touqiiiulias
de fil e cambraia, bordadas e enfeitadas : ven-
dem-se na rua do Queimado, loj de miudezas nu-
mero 16.
Loiietos de dons vidros eom aro de aro, bfalo
e tartaruga.
A loja de miudezas, rua do Queimado
n. 46, recebeu um bello sortimenlo de lo-
netos e oculos de vidros com armaco fina de
ac, bfalo e tartaruga, e os est vendendo
por precos razoaveis : os pret- ndentes diri-
jam-seaesta leja na rua do Queimado n. 46.
PlRi 1866.
Acabam de sahir i luz as folhinbas de % S40 rs. a botija
algibeira e de porta para o anno de 4866, o Tinta preta para rever, de boa qoahdade :
mais correctas possivel tanto no calculodas veode-se wa rua das Cruzes 41 A, taberna da
las e eclipses, como as diversas festas P01"13 lai**-
que a igreja celebra; vendem-se unicamen- Rap Gasse e Pallo Ordeirtt.
te na livraria da praca da Independencia, De agora por dranta os apreciadores da boa pi-
460 ris as de porta e 320 rts as de algi- uda acharao constantemente Tap Gasse e Paulo
betra. .Cordeiro : na rua do Qutimado loja de miudezas
a. 16.
Algodao traneado da Kafeia
Chegaram alguns fardos da fabrica Fernao Ve-
Iho para-ser rendido a 600 ts. a vara : ua rua da
Vendem-se, na livraria da praca da Inde- Cadeia u 4.
ROMANSESIWUTOS
Precisase por aluguel
rna da Cruz do Recife o. 35.
Em casa de Theod Christiansen, rua du Tra-
pirhnovo n 16, nico agente no norte do Brasil,
de Braadeoburg (reres, Bordean 1, encentra se trf-
tcriivacuente deposito dos artigos seguales:
Si. Jolieu.
Si. Pierre.
LaruM.
t.atean LeoviUe.
Cbateau Margaux.
Grand vio Chateau Lafitte 1858.
Chatean Lafitte.
Haut Sauterues.
Chalean Sanlernes.
Coateao Lauur Blance.
Cbaieau Yquem.
Cognac em tres quaiidades.
Aieite doce. Precos de Bordeanx.
pendencia n. 8, a 400 rs. o volume, os ro-
a manees portuguer^sseguinles, em b roe hura:
A voz do saogue, 2 volumes.
Connemara, 2 ditos.
A noite de S. Silvestre, 1 dito.
O filho de Titiauo, 1 dito.
Adonis ou o bom negro, 4 dito.
As duas amadas, 4 dito.
O pacha de Buda, f dito.
Trilby, I dito.
Ignez de la Sierra, 4 dito.
Joven Siberiana, 4 dito.
LhfutdaeAo de chales 4 retda.
Na loja de fazendas da rua 4 Queimado n. 5,
de Monteiro <& Guimra<, ta para -vender ricos
chales de renda pretos, diies ttatianos, bournos,
bedninos e rotondas, fazenda esta de sua propria
encommeoda, e que podem vender pelo progo que
os de mais logistas comprara. s3o de fmissimos tecidos e mui 4ndos lavores, as-
siin como outras muias fazendae por precos ba-
iralissimofi, que seria entadooho menciona-los.
Vendem-se
Vende-ae a casa da rua e
31, freftiezia de Santo Antonio :
das Crozes n. 42, taberna.
Sanio Amaro ir
a tratar na rua
VVnde-se urna crioula escrava, de dade 19
anno-i, enriaba bem : na travessa do Carmo n. 1.
Oierece-se nm rapaz para copero de alguma Vende se por barato nma boa escrava, en-
caja esirangeira : a pessoa qne precisar annoode gomma perfeitainente, cose e eozinba : na traves-
por este Diario para ser procurado. 6t ^ Carmo i.
* Aluga-se urna casa terrea na propriedade de
SanfAona. a qnal aeba-se calada pintada, con- \iVHft\i
leatfo i saletas, 5 qnartos, coiiaha fra e quintal rcwucw ov
teurado com competente porto : qnem o preten- dous prelos sadioc e corpolentos, proprios para ar-
der pode dirigir se a referida prepriedade, que mazem de assucar en para engenho : a tratar na
achara' eom qaesn tratar.___________________ praca do commercio n. 2. _______________
__ Precisase alngar um pn-io para vender pao = Vende-se a taberna da rua do Fogo n. 20,
e fazer asis algum servico e fdaria ; a tratar com poueos fundos e bem afreguezada para a ter
na jndan da rna da< Crozes t. it
ra : quem a pretender dirjase a mesma.
machinas americanas de serrote {tara descarocar
algodao : tu rna da Senzala nova a. 41
Vende-se um balcao e um braco de toianca
com corremv?s, muito prprio para taberna ou
mesmo para deposito : a tratar oa raa da Meeda
numero 29.
A tten$am
Vende-se a taberna da rua de S. Jos o, S, bem
afreguezada para a trra e mato, para algum prln-
1 ripiante por ter poueos fundos : a tratar na mesma
Vende-se um bonito pagem de idade 16 an-
nos : na travessa do Carmo n. i.
i" PftlhCHt
Na rna da Senzala Nova n. 4 lem para vender
barricas eom sebo do Porto, de 6 a 7 arrobas, coa-
do e refinado, muito em conta.
to a padaria franceza.
Paredes Porto
Vende um completo sortimenlo de fazendas
So no Gallo Vigilante rua do Crespo n. 7. brancas, como sej;.m madaiolSo a 4,5500. 5, { e
105, pecas de algodao por barato preco,chita fran-
ceza a 240, 280. 320. 360 rs. o eovado, precalias
muilo linas a .'160, 400 rs. o eovado, cli.i inden
a 200 e 240 i?-, o eovado. Rua da Imperalriz n.
52, junto a padaria franceza.
Fazendas.
Vende-se superior merino preto proprio para ca-
pas de senhora e vestidos a 2,8. lustrim da China
a 1,8800 o eovado. ua da Imperalriz, potts larga.
Paredes Porto.
Vende em seu eslbeleciniento liras e eniremeios
bordados, glande sortimeuto de corplnhos rica-
mente bordados a 35, 15 e ->3- S o Paredes Por-
to, rua da Imperalriz no 52; porta larga junto a
padaria frauceza.
No armazem da rua do Imperador n. 3
Caes de Pedro II n. 2, tem para venderse
Ihor gaz existente no mercado.
Chales de renda
Paredes Porto, na ruada Emperatriz n. 52, porta
larga, vende chales de renda de cores com peque-
no loijue de mofo, a 35500 e 45, fazenda de 10J
e 125000.
Curtes de laa escocesa para vestido a 35 o cor-
te': na rua da Imperalriz n. 52 leja a uoi ,.,i
ga, junto a padaria franceza, esto se acabi Odo.
Manual do Cidiu /"
Vende-se o Manual do Ciddo ;, a
Governo Representativo ou prir x-..-.. ,-..
Direito Publico Constitucional .' k' tiro e das Gentes, por Silvestt .e ";.;.,..!
Ferreira, em 3 volumes broxir ^(iwS ,,.,r :\:
Coda obra : na livraria n. H ',)., ,-,,.
Independencia.
O Peitoral de
ih pr
n:
DO BE. Ar
CER,
Vende-se a 55 o barril
armazem de assucar.
Cal de Lisboa
na rua do lirum n. 66,
Piano forte,
1 Acaba de chegar de Perls um lindo e elegante
piano hrte de 3 coidas e 7 oilavos, vindo para
I amostra e. o mais moderno que aqu lem vindo at
hoje: qualquer pessoa que que.ira possuir este
bom Instrumento o qual se vende por barato pre-
co, dirjase a loja franceza da rua Nova n. II.
(rande armazem RUA DO IMPERADO N. 22.
O armazem de tintas um grande deposito de
productos chimicos Dteosii e os mais empregados nom insirumento o quai se venue por uaraw pro- A.
e usados na pharmacia, pintura, photographia.tin- co, dirjase a loja franceza da rua Nova n. 11. B
turara, pyrotechinia(fogos de artiGco) e em outrai
industrias.
Montado em grande escala, e supprindo-se di-
rectamente as principaesdroganasdeParis, Lon-
dres, iamburgo, Anvers e Lisboa, pode offereceer
productos de plena confianca e satisfazer qualquer
encommenda a grosso trato e a retalho, por precos
razoaveis.
Prvidos de machinas appropriadas satisfar
com promplldao qualqu-r pedido de tintas moida
a oleo, cuja qualidadee pureza de seus ingredien-
tes poder* ser examinada pelo consumidor, o que ,
nao fcil fazer com aquellas que sao importadas, ''* chegadoi no uiumo vapor. na rua do /M#. j jj
e que se encootram no mercado em latas fechadas. cne n- "__________------------------------
Tem grande collecco de vidros de differentes Vende-se um cavallo ruco pedrez com 7 ^
formatos, oVsde urna oitava at dezeseis oncas de ; mos de altura muito bom de cabriutet : o (ua a
capacidades de vidros para vidracas e diamantes Soledade n. 19.
para corta-Ios; de pincetspara ngu madeira com
ho^pitacs do nnn dcsle seeuln mi rail '
eonlian;n, 1, ;wri
Iv^l o tMonto dn
dando aos orpaos
cer ianoc tli '
i/u -.-'. 10 hoi
c.id:t Gnu......'
f-, e ultimo, p
ico 011 pitara
drigindo->'
Lank, n r
Muilo
da scici
,A \ cit.a r. VDIi ER
c lodu .1^ 111 lesti. pelt'
. garganta, toc*,<
ondiltt', asma, '. '
,0, Coqtwhrahc, ion ;
Kstc xar(|>e peiloi-al i al
tado de tongoa ai '<> por vin i\'--< Bri)1 '''" ''
America do lort,
endaa mimicio.-as noa principas*
1 recortado pelos mdicos mais '"-
mini parUoobr, portmto c digno -i" todo
e ., tkanoando com mi..< rti linlal
nolcslia o arrancando llie aa rmUea, '
afectado* nma oeb natural .-... .
iplieaiiila i/Hnf'/Hi
aem robusto ou criancada inalst.. id ufa
ido accomi'uiiliado do dirrec;- minad
ir nao ser um nmeto secreta, poli ana* |U
aci-nlico ik'bIc obter a formula da sua -
.- petf oalmcnte ou por caria au agente geral : k-
j* Dinita No. 15. Rio de Janeiro.
Gaz idrogeneo pnineira
qualidade
Na rua Nova ns. 20 e 22. no grande ba-
zar dt Carneiro Vianna.____
' PeDnaTde ema de muito superior quahdad
vende-se na rua do Vigario n. 24, 1 andaj,
cripiorio- ____
- Veinlem-.-e superior*a presuntos de AVes ^ifes.
4
Sr
s casos qne tinho zombado de todos o? :
jeia tem sido curados radicalmente eom 0 "- '
Peitoral de Ccrej.
pn=soa atacadas de toase, dcflnxos, D6r da
tonrtttte, asma, etr., e outros symptomas d:i lisie : iiumi-
* .-eralmentc fazem ponco caso do seu padecimcnio at
pte seja tarde para cura-lo. NO desenidei.* d' ii:
porque agora parece de ponca inipoi-tancia ; :
^eeeulada (liega a er chronioa c indiiz a formaefio de
Tubrculos uo pulmoef!.
Ni hliuma casa de familia deve estar sem mn fm .,
Am/a, de Cro.ip, e nos paroxismos do 'oq
tas comprida n que esto sujeias as enancas o
lempo de chamar um medico, nem de Ger
I este xarope alivia ramediatamente c pc o rilho
efio c salvo, lora de perigo.
A molestia que esto o alcance das virtndec .- II
do peitoral bjs ci:m:j.i sio
..ravar
rtopriedade e outros; de papis dourados e pra
peados folhas de gelatina para ornamento: de
papel {ronde e pequeo formato de vanas cores
para eintirulbo, para forro de casa, para desenbo
com loado j feito; de papel aibumioade Le Brisio
verdadeiro saxe para photograpita e para filtrar,
e outros ; vernizes de essencia zara quadros, de
espirito para madeira, copal para o interior e ex-
tener ; oleo graso, oleo seccatiw, oleo de Jinhaca
clawftcado, oleo deUoiele, secatrvo de Harlm, ouro
verdadeiro em pe ; prata, ouro, e estaabo em fo-,
Ibas de varias cores ; tintas wgetaes. moflensi- J" 22 ">v*-mbro n. 24. armazem
vas proprias par confesaras; la de ores, e '.Jo6e "omes & Mayor-______________________
ornes de vidros^tara imagens^ tintas em tubos e | *//_# rit tt-kntti/trt
Mas para retrates; tintas em .pastis e em p pa- J' t(ic-j CO I UUJ IIHI
ra aquarella ensnela de rosa superfina, de ne- i Venden, na rua do Queimado n. 32, Azevedo A
roiy.jasimm, bergamota, asptee, patchoory, mbar,! jrrio
boutjuet.limo,aicaraiva,meliesa,ortelapknenta, i ..
looep, cereja, alfuema, junpeno, Portugal, lima, ISeridadr.
ante da Russia, canella, cravo e muitos outros ob- Chegaram os bonitos chales e retondas de guipu-
jeotns que s ooi a vista podero ser mostrados. re brancos, e vendem-se na rna da Imperatrli n.
Joo Pedio das Nevet, 52, loja da port-n larga, de Paredes Pono,
rente.
PeehitC'ha
emais pechincha
PIMHO
Taboas americanas -com palmo e meio de largu-
ra, cum peqaeoo toque de avaria, a 80 rs. o p :
de Paulo
Defluxoa, Toases, Asma, Esquinencia, Bro_C_te
Coqueluche, Toase ferina ou conirulsiva
Hoquldo, Todas as molestias do peito
o garganta. Consump9f,o dos Pul.
ni oes ou Tsica pulmonar.
Acha-se em tods as Boticas c Drogaras do Imperio.
ftaiada le PaysaiiuV e Montevideo.
Co_ esle litnto acaba de chegar de Paris na
linda phaulasia militar para puno, composta por
nm dos memora compositores, aca-se a venda a
45 cada exemptar : oa ioja franceu da rua Nova
n. 11._____ __________
4ijs do serla*
Vende-e superior que jo do serto : oa roa da
Madre de leos, armazem junto a igreja.
Na praca do coromercio o. 4, escriptorio de
Jos Mariafalmeira, vende-se :
Cerveja Bate, verdadeira em botijas, chegada
receotemente no navio inglez Anne Ka y.
Biscouto inglez muito fino.
Bolaehinha bamburgueza nova cuja qnalidade
ja aqu nao vem ha tal vez 2 annos.
Vende-se a fabrica de charutos e cigarros
da rna do Aragao n. 32, bem afreguezada : a tra-
tar oa rna dos Coelhos o. 2|
Cal de Msboa
Na rna do Vigario n. 19, I* andar.
Grande bazar.
Nes'e grande estabeleciniento tem chega-
do uUimamenle dos Estados-Unids urna
variedade de cadeiras para homem e pro-
prias para senhora e crianca de lodos os
manbos e outros riquissimos artigos que
por gosto se pode comprar, ludo por prego
muito commodo : na rua Nova ns. 20 e 22
Veode-se om molatinbo de i6~a~177nnos,
proprio para pagem por ser mnilo bonito e de boa
conducta : oa rua do Imperador n. o, terceiro
andar._____________________
N retinarla da Concordia n. 8 vende-se mel
de purgar assucar no de foro, n ais limpo do que
o que vem dos epgephos. caada a 600 rs., a gar-
rafa a 120 rs.
Pihuas Catharticas do Dr. Ayer
CUBAO
Crismo de MMw, Indigetio, Conttpaco, Me*.
malisnu,. ll.;l,iorrl.i.i,, Dir de certera, A JVer.a/-
(Hm, mal o rnomaao, I'nxaqueca, mal do Figado,
Oatriie, Febre, oa* tro-heptica, /...,<,,,,. Ertjsip-
ellm, Hi/dropsia, Incremento do Intco.
Toda
Quinlno.
as molesejas que provem do uso excessivo
0 m^or purgante at hoje conhecido.
EstasjpMas assucaradas sao puramente vee/itaa
PURGO B PDTtOTCO SEM MEBCT/WO.
A renda em todas as Bouoas e Drogaras do Imperio.
ASENTE OEBAL,
H. M. LAE, Boa Direito No. 15,
Rio de Janeiro
Vende-se em I'ernambuco:
na
i
|PHARIY!ACIE FRAN^AISE
|deRMARER&C,e
RUA NOVAN?
6
i

^i ii cni\ici ir



Diarlo de Pernambuco Quinta cira 9 8 de Dezenibro elSSft.
^P&g&j^^&fZ**
r-V
N. 11Ra do ueiuiadoN. 11
A' casa de Augusto Porto chegaram pelo vapor francez ricos cortes de
vestidos de seda de cores dos mais bellos gostos, proprios para bailes,
partidas ou casamentis.
Chales de Guipare pretos e braiicos.
Bonete de pala da Italia para senhoras.
Moir branco e preto.
Bonita seda para vestidos,
Oaseuras de quadros.
Eseiras da India para salas.
Madapoloes francezes a 400 e 500 rs, a vara,
Lilas para vestidos de diversas qualidades, e
gostos diffreentes,
Q que tuJo se vende pelos mais comraodos precos.
CORTES DE SEDA
aram pelo paquete inglez riquissimos corles de moreaatique de cores, e seda tarrada pa-
mieiraiDente novos.
Seda de quadros por 1$000 o covado
5-RUA DO CRESPO-5
Gregorio Pae do miara I tompanhla.
>
-
FAZENDA
I
^^^5^
m
J5
Para vestidos de senhora.
Cortes de seda de cor de bom gosto e superior qualidade.
Liadas sedas de quadrinhos.
Boos moireantiijues de cores,
f.ros.ienaples do todas as cores.
Lindos pon d' chevre fazenda assetinada de inteira nnidade.
is duquezas assetinadas fazenda inteiramente nova.
;! lernos grenadinesde seda o que tem vindo de mais novo.
Graoda variedade de las de cores lisas e de salpicos.
Onri -lys e cansas de muito bom gosto.
Percalias modernas com grande variedade.
Un tos cortes de la Clotilde com todos os pertences cada um em seu car-
e algeriennes de fil
!.;;i tos cortes de la Clotilde com todos os pertences
inteiramente novos.
s de cassa con barra tamb;m inteiramente novos
cernas de gosto quesera enfadonho mencionar.
Para hombros de sentala
le variedade de chales, bonraoax, retondes
nre a 10, 16, 20, 30, 40, G0 at 80.
rnos soatembarqaes de seda de superior qualidade.
I. id i> berte? de seda de cor pretos e de cachemira.
de cambraia branca bordada com muito gosto.
S lutembarques e bournoux de cachi mira de cor e outros muitos artigos dej
<[o.
Para cabera de senhora j
j r
>uneriores chapelinas de palha, de seda e de crina de muito bom gosto a im-'
.
ipos de palha da Italia grande variedade. |
gorros e bonets de palha de Italia, Imperatriz, Canutier, Clotilde1
ante, chegadosde Pars pe'o ultimo vapor.
i \ irie i ide de enfeites de froco e de flores para casamento.
< ii i >res vestidos Je Monde, e de tmireantijae brancos.
ti rireantique? branos e superiores sedas brancas. I
v isti los di ti "latosa branco bordados.
' i- mantas de blinde e boas capellas. j
llordados. *
v irieda le de entremeios bordados transparente e tapados. .
Ti i. b irda l<- transparentes e tapadas, babados bordados, saias bordadase;
ulros muitos artigos.
LLOjF% D.1.S COIitLWSTAS
DE INTOJIO CRRELA DE VASCONGELLOS & C.
RIJA 1IO CRESPO V. 13
aftt^flaa gag^ eso, *&, <
.-
PTIMA

Bichas de Hamburg 1
Iodos o* paquetes da Europa se recebe jflj
tiestas amigas do sangue humano e se >j
vendem a troco de pouco lucro s afim S
de ter sempre cousa nova : a toja de bar- B
beiro roa estreita do Rosario n. 3, ao p ^
da igreja.
AO RESPE1TAVEL PUBLICO
A tabella abaixo publicada serve de base de precos,
tanto deste arinazei como do armazem progressivo pa-
teo do Carino n. 9, principal armazem ra do Impera-
dor n. 40.
Pazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidade aos senhores de en-
jenhes, lavradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar su'as compras deli-
oeraram os proprietarios dos tres grandes armazens, reunir todo> os seus estabeleoi-
oYentos em um s annuncio, pelo qual o preco de um ser de todos, promette-
mos que nao infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, aonunciar os gneros
por-'um preco, e na oceasio da compra quererem por outro, como sucede coerstante-
mente em outras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar slo
ainda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
sefo tam!>em servidos como viessem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar seus
pedidos em cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remetindonos urna conta
pela qual se ver os precos tal qual annunciarmos, o que senao arrepender pessoa
alguma que fizer saa despenca em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por cento na sua despeza diaria.
Serveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers A: Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a duzia e a 7oo rs.
a garrafa. Tambera ha de outras marcas
como seja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du-
zia e a 5oo rs. a garrafa.
Viniere
Superior vinagre de Lisboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais baixo para 2oo rs. a garrafa e l,4oors.
a caada.
Azeite doce
Superior azeitc doce de Lisboa a 6 lo rs. a
garrafa e a 5,ooo rs. a caada.
Massas
Macarro e tatierim a 3GO rs. a libra e a
i u.ooo rs. a caixa.
Latas com superior biscouto inglez de di- Passas
versas marcas a l,2oo rs. a lata. 1 Superiores passas a 3,ooo o quarto e
Bolaehiuhas j I2,5oo rs. a ca;xa de arroba hespanhola e a
Latas com bolachinhis da acreditada fa- Soo rs. a libra,
brica do beato Antonio, proprias para dar a
doentes de 2,ooo a 3,ooo rs. a lat. GE\EBR.4.
dem com quatro libras de bolachinha de' Genebra de larauja verdadeira a lo,5oo a
duzia e 1 ,ooo rs. ao frasco.
Genebra de Hollanda verdadeira a 6,ooo
rs. afiasqueira e a 56o rs. o frasco.
Idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da ums.
Garrafoes com 24 garrafas de genebra de
Hollanda a S.ooo rs. o garrfao. Tambem;
^3 ha garrafoes com 5 e 14 garrafas de 3,2oo a
t,ooo rs. cada um.
VELAS
Velas de spermacete a 64o rs. a libra,
dem de carnauba de to a I2,ooo rs a
arroba e de 36o a 44o rs. a libra.
*IAYTEH,M
Manteiga iigleza perfeitamente flor che-
gada ltimamente de t.oooa I,too rs. a li-
bra, e em barril ter abatimento. J
Manteiga franceza da safra nova a 86o rs.
a libra e em barril ter abatimento.
BANHA
Banha refinada superior a 64o rs. e em
barril ter abatimento.
cha
Cha uxim de primeira e superior qualida-
de a 2,8oo rs.
dem bysson o melhor neste genero a
2,6oo rs., e sendo em porranier abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,8oo a 2,5oo rs.
a libra.
ni seo ii i os
CONSULTORIO MEDICO-CnMTCO
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PARTKIRO B OPERADOR.
3 Ra da Gloria casa do Fundao 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos osdias das 7 s II
aoras da manho, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepcio dos dias santificados.
Pharmacia especial homeopahica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sorlimento de carteiras
tnbos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisaces e pelos prepos segnintes;
Carteiras ele 12 tubos grandes. 11-5000
> de 24 tnbos grandes. 18000
> de 36 tobos grandes. 24|J000
de 48 tudos grandes. 300000
de 60 tubos graBdes. 35000
Prepara-se qualquer cirteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios
rae se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 10000.
Sendo para cima de 12 custarSo os precos estabelecidos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LIVKO*.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jail
dons grandes volumes com diccionario............ 20)J0Oj!
Medicina domestica do Dr. Hering.......... 10000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 60000
Diccionario de termos de medicina........... 30000
Os remedios deste estabelecimento s3o por demais conhecidos e dispensam por
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios
verdadeiros, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de
verdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservaclo, tintura dos mais acredi-
tados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparaco, e portante a maior
energa certeza em seus effeitos.
Casa de saude para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operaco, para o que o annunciante julga-se suficientemente habilitado.
O Iratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica,
funccionando a casa ha mais de quatro annos, ha muas pessoas de cujo conceito se n5o
pode duvidar, que podem ser consultados por aquelles que deseiarem mandar seus
doentes.
Paga-se 20 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
Asoperaces sero previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos preces
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
LOJA
BALAO
DO
Baloes econmicos.
Baloes econmicos.
A' loja do Balao.
Estes baloes sao encarnados e por isso que merecer o nome de econmicos,
pois como todos sabem, a cor encarnada nao sugeita ao sujo como os brancos, e tem
tido preferencia a todos os outros, ha tambem com os arcos brancos e pardos; final-
mente ha um completo sorlimento deste genero indispensavel ao BELLO SEXO.
1 NICAMENTE POR
AHAX&KEIP,
NOVA YORK.
i i de substancias, gozando das
! minentemeoie depurativas ;
!js juntase academias de me-
. .ida..ns | lincipaes hospitaes, ci-
militarese da marinha nasAntilhase
lite americano ; rece i ta da pelos
ilivosos mais distinctos do imperio do
a America hespanhol
C3.A RADICALMENTE
is, riiuumatismo, escorbuto, en-
is venreas e mercuriaes, chagas
. :n i pbea e todas as molestiaspro-
- .um estado vicioso do sangue.
uto existem varias imitaces e
" '"' preciso a maior cautela para
.. is engaos,
era! em Pernambuco ra dJ
i ti e a -is de Caros A Barbos?
avariado.
c'rancfi barrica 55000
Portland dem 8^500
'i1 ".arto:
PraDcezburiot lOfOOO
firtland idera 12000
D tem de Tasso Irraaos cas do'Apelto.
colares Royer on colares ano-
dinos
para facilitar a denti;ao das enancas e preserva-
las das convulsSes.
O feliz resallado obtido immenas vetes pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer, nos
casos de convu'soes, e denticao das crianzas, tem
altamente elevado o seu bem merecido prestigio,
e hoje j se pode dizer que estao geralmente con-
ceituados, e estimados de innameraveis pais de
familias : de uns porque do uso desses salutares
colares viram salvos do perigo seus charos fllhi-
nhos, e de outros porque colneram daquelles t5o
proficuo exemplo para igualmenie preservar os
seus. Assim, pois, a aguia branca, tendo em vis-
tas a utilidadesproveitn desses prodigiosos cola-
res anodinos ou Royer, maodou vir o novo sorti-
meoto que agora recebeu, e continuar a recbe-
los para que em lempo algum a falta lelles possa
ser funesta aos pas de familia, os quaes flearao
certos de os adiar constantemente na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 8.
Vendem-e duas escravas recolhidat, de ida-
soda a 2,000 rs. a lata.
Queijos
Queijos flamengos chegados no ultimo
vapor de 2,6oo a 3,ooo rs.
CHOCOLATE
Chocolate hespanhol a l.ooo el,2oo rs.
a libra, francez e suisso a l',ooo rs. a
e portuguez a 800 rs. a libra, em porreo
ter abatimento.
VINHOS
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tadas marcas, como sej.im: Madeira Secca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do
Douro, Marta Pia, D. Luiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a l,ooo a garra-
fa e 9,ooo a 12 ooo rs. a duzia.
Vinho Figueira e Lisboa das melhores
marcas a ioo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4,ooo rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. agarrafa ea 4,5oo rs. acunada.
Superior vinho de Lisboa e Figueira em
ancoretas de 8 e 9 caadas a 2i,ooo rs. a an-
coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
xo para 4oo, Soo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,ooo a caada.
Caixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa e
7oo rs. a garrafa.
CAF
n.
M*&,
DE
AZEVEDO FLORES
Ra da Cadeia do Recife, esquina da Madre de Deus.
ARMAZEM *jE FAZEUDAS
* c.
DE
CUSTODIO CARTALHO
27 RA DO QUEiMADO N. 27
Madapolo francez muito uno, tendo pouco mofo, cada
101000.
La de cores a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 200 rs. o covado.
Finos organdis a preco de 800 rs a vara.
Lencos brancos para algibeira a 2$' 00 a duzia.
Fin is perclaras a preco de 400, 440 a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de la de barra de 10| a 30^000.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
pega com 27 varas por
Caf do Rio de 1. e 2,1 qualidade de
de 23 a2i annos, expeliente conducta, efomma 6,800 a 8,200 rs. a arroba, e de 24o a 28o
superior que tem
ipes para calcadas
m praride qoantidade de lages para calca-
vindas da ilha de S. Miguel: qnem
fr, dirija-se a roa do Imperador Joda a parle, o seu" maior
i fali r o ra Joio Mari a Corerro Lima, ou Pernambuco ra da Cadeia d.
. Je ApjiJo c. 4 com o 8r. Joo de Reg | Vende-se nicamente a retalho na ra do Impe
Li .. i r.idor n. 57, armazem allianja.
perfeiamenle e fazem todo o servico de urna casa :
na travessa do Carmo n. 1.
Vendem se quatro burras mulo mansas, boas
de carga e de sella, (wr prego commodo : a tratar
no hotel de Franca.
Machinas para descargar
algodao.
De novo modello : na ra Nova n. 20,
no grande bazar de Antonio Duarte Carnei-
ro Vianna.
Na roa do Vigario n. 24, priraeiro andar,
vende-se o seguioln
Caf lavado do Rio do mais
vindo ao mercado.
Gomma de mandioca superior em saeco.
Esleirs de palha de carnauba muito grandes e
novas.
Cabegadas com duas redeas a ioglea, manu-
factura nacional da provincia do Cear, as quaes'
pela elegancia e bcmff itoria da obra, convidam os
asadores da bella montara a arreiarem Mas ca-
vallos com elegancia, sendo que, em conseqaencia
da modicidadu do preQo ninguem demra' de
Bomprar. ______________________
Gomma de milito branco americano.
Esta preciosa fcula, cujas propriedades medi-
cinaes a imprensa europea tanto tem exaltado pa-
ra a cora das molestias flo peito, recotntneoflase
tambem como alimento sadio e nutritivo pera as,
creangas prestando-se a variados preparo* calina-
rios. A peral aceitacao que ella tem obtWo por \
elogio. Deposito em
PE1XE
Peixe em latas j preparado de I,ooo a
l,2oo rs. a lata
ALPISTA E PAINCO
Alpista e painco muito novo de 3,8oo a
4,ooo rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS
Charutos dos mais acreditados fabrican-
tes, como sejam: Joo Furlado da Serrias,
Manoel Peixoto da Silva Nelto, Castanho &
Filho e Brando e de outros muitos, os
quaes vendemos pelo mdico preco de 1.6oo,
2, 2,8oo, 3,5oo, 4,5oo, e 5,ooo rs. a caixa.
Ucores
Licores francezes e portuguezes a l.ooo e
i,ioo rs. agarrafa ou frasco.
Doces
Doce da casca da goiaba e caixoes pe-
queos a 7oo rs. e de 5o caixoes para cima
a 64o rs. o caixo.
Frats
Frutas em calda e era latas fechadas her-
mticamente, muito bem enfeitadas, conten-
do pera.pecego, ameixa rainha Claudia, al
perche e outras frutas a o rs. a lata,
e de 16o'a 21o rs. sendo| Tamben ha latas grandes para l,2oo rs. a
lata.
Grande novidade. j Rival sem segundo
Lourengo Pereira Mendes Guiroaraes, proprie- om (JO Queimado US. 49 e 55, loja de
-io da grande lojae armazem da Arara, ruada mAmLmm j 4 ',, J
rs. a libra.
KtH.U
Sabio maca de primeira qualidade de 18o
a 22o rs. a libra
em caixo.
tan
Imperatriz n. 36, declara ao respeitavel publico e
seus freguezes, que recebeu diversas qualidades
de fazeadas viudas pelo vapor francez, por isso
como a festa est quasi acabada resolveu vender
barato para acabar at o flm do anuo.
A novidade, chales de renda a I 000.
Vendem-se rices chales de renda muito linos e
novos a 105, 12iS e to, retondas muito linas a
123 e I3i, soutembarques de grosdenaple a 185,
205 e 253, capas pretas de grosdenaple a 203 e
255, soutembarques de lazinhaa i>3, ditos bran-
cos finos a 85 : ra da Imperatriz, loja da Arara
n. 56,
Cortes Mara Pia a 8000
Vendem-se rices cortes de venido de cambraia
bordados a la e seda a 85 e 105, ditos de tazmha
linos a 8$, 125 e 165, cortes de cambraia de ba
bados a 35, ditos de cassa franceza finos a 35,
pegas de cambraia branca fina a 33, 43, 55 e 63,
ditas de cambraia para forro a 23, curies de chi-
tas a 23200 e 33 : ra da Imperatriz, loja da Ara-
ra n. 56.
Cassas franceeas a 300 rs,, chitas a 210.
Vendem-se cassas francezas finas a 300,320 e
360 o covado, chitas finas a 240, 280, 330, 360 e Frascos de macaca perula muito fino a 200 rs.
400 rs. o covado, alpaca de eor para vestidos a 320, r"";os e garralinhas com agua de Colema
o covado : na da Imperatriz loja da Arara u. 56. rs-
miudezas de tres portas, estquei-
i.ndo tudo bom e barato, queu qui-
zer ver admirar lentian loja do
lilOilillllO.
Caixas de papel amizade, e sem ella lisa e pautado
a 600 rs.
Grozas de bo'.oes de louca prateados fazenda mo-
derna a 160 rs.
Duzias de peona de ac fazenda boa a 40 rs.
Pecas de tranca de la lisas e de todas cores a
40 rs.
Escovas finissimas para limpar denles a 240 e
320 rs.
Pecas de lita de eos estreitas com 10 varas a
320 rs.
Caixas com clcheles francezes, superiores quali-
dades a 30 rs.
Tinteiros de barro, com superior tinta a 100 rs.
Pecas de cordo para vestidos, fazenda boa a
Baralhos muito tinos para voltarete a 200
240 rs.
Latas com superior banha a 200 rs.
Uvas pelo ultimo vapor.
Peras pelo ultimo vapor.
Macaas pelo ultimo vapor.
Ameixas pelo ultimo vapor.
Passas pelo ultimo vapor.
Figos pelo ultimo vapor.
Fructas seccas pelo ultimo vapor.
Fructas em calda pelo ultimo vapor.
Nozes pelo ultimo vapor.
Queijos londrinos pelo ultimo vapor.
Queijos flamengos frescos pelo ultimo vapor.
Presunto fiambre pelo ulmo vapor.
Tudo se vende barato os seguintes armazens:
Rua Una do Que liudo n 9, (Jalao e Coramerelo.
Largo do Carme n. 9, Progresivo.
mperatriz .,. -- ........... _
Laziuhas a 2i o Cflado. "o?/ e
Lazluhas a 240, 320 e 360 o covado, ditas lisas f = r" .
finas a 400 e 500 rs. o covado, ditas escocezas fi- aS^m frascos de
as a 500 rs. o covado, lencos de seda a 6iO, 800 e'
15 : rua da Imperatriz, loja da Arara o. 56.
Baloes a 2>ine.
Vendem-se baloes a 25, 25500, 35000 e 35500,
saias bordadas para senhora a 75, golinhas para
senhoras e meninas a 240 e 320, camisinhas para
senhora a 15, 23, 33 e 43 : rua da Imperatriz,
loja da Amara n. 56.
Konpa feita, caifas 25000.
Vendem-se talcas de brini pardo e de ganga a
25, ditas de brim branco a 25500, 35500 e 45,
ditas de casemira de cores e pretas a 53, 63, 7* e Frascos bonitos cora eheiros finos a 500 rs.
85, paletou de casemira a 55, 63, 83 e 10, ditas Dozia de meias muito finas para senhora a
de brim de cor a 25 e 3}, de alpaca prela a 35 e 45800.
45, camisas francezas a 13800, 2j e 23500, ditas Gollinhas muito finas para senhora a 200 rs.
com superior agua de Colonia a
eheiros muito finos a
Sa^e'es pequeos de bolla a 240 rs. e grandes a
320 rs.
Duzia de sabonetes pequeos cora cheiro a 700 r*.
Agua dentifice superior qualidade a 800 rs.
l-aixas com superior p de arroz a 800 rs.
Frascos de superiores essencias santal e outros a
13200.
Frascos com essencias para tirar nodnas de rout
a 500 rs. P
Frascos com eheiros de lodos os precos a 160 200
240 e 320.
>s cora eheiros finos
para
ingieras, pregas largas, a 33500 e 23500, ceronlas
a 15600 e 2-5. e outras mullas faiendas que se nao
pode mencionar por estar muito oceupado, porm
com a vista do comprador observaro o que ba-
rato e bom, isto para agradar aos seos fregueies
que honram a grande loja e armazem da Arara,
rua da Imperatriz n. 56.
Ctalos de meria a 2> Vendem-se chales de merino estampados a 25,
ditos de la a 15 e 15280, chales de merino mui-
to finos a 4, 4^500 e 65500 : rua da Imperatriz,
loja da Araran. 56.
Rom e barato
Manteiga ingleza flor a 15 a libra, franceza a
840, arroz do Maraoho a IOO rs., painco a 120,
ameodoas a 240, caf do Rio bom a 240, vinho da
figueira a 400 rs. a garrafa, e 35 a caada, Lis-
boa a 360 a garrafa, e 25600 a caada, azeite doce
a 690 rs. a carrafa, vinagre de Lisboa a 200 rs. a
garrafa, e l5oOO a caada, queijos do ntlmo vapor
a 2;3O0 : na rua das Crozes n. 24, esquina da
travessa do Oovidor.
Luvas de Jouvin.
A loja de miudezas na rua do Queima-
do n. 16, resebeu-as por este ultimo vapor,
a
de chumbo para meninos a
de vestido, com
acabar a 600
Caixas com soldados
160 rs.
Pecas de fita de lia para debrum
10 varas a 600 rs.
Ditas de bicos superiores, para
800 rs.
Pedras de lousa para meninos a 160 rs.
Dunecos de choro e panno a 160 rs.
Caixas com bonitas estampas para rap a 100 rs.
Capachos compridos, boa fazenda a 506 rs.
Grosas de botoes pequeos pretos para calca a
uu rs.
varas de cordo de espartilho a 20 rs.
Novellos francezes cora 20f jardas a 40 rs.
Pecas de tiras bordadas a 640.
Uuzias de meias cruas moite fortes e superiores a
35500.
Aos 2,000 cortes,
Chegou a loja do Paredes Porto, cortes de la
escoceza para vesliJos.'fque est veafondo a 35,
olhando a grande quantidade : rua da Imperatriz
o. 52 armazem bem conhecido da Porta-Larga,
juntla padaria franceza. _____
Brea em barricas pequeas.
Cera em velas de lodos os lamanhoa.
Bogias.
Mercurio.
Na rua do vigario n. 19, primelro andar.

f
V.




I

mmmm


Diario de f-eraattbaeo Quinta ieira ts t Dczembro de i865.
0 NOVO GERENTE
ImiilIfsJfSi

ESTABELECIDO A KUA NOVA N. 60
vim a Mima idi si DU'jiit m
HESPEITiVEL PUBLICO.
A preciaclo dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
icn da Liga estabelecido ra Nova o. 60 um magnifico sortimento [de molhados,
fue sendo em sua mxima parte mandados vir directamente do eslrang ircrpodem ser
Tendidos por precos asss razoaveis.
Sem a faluidade de qaerer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e onico em seu genero, pde-se porm .iffianfar, com toda a seguranza de qne
neobuoQ outro o exceder uo restricto camprimento das seguintes promessas :
1.' Delicadeza no trato.
2. Fidelidade no peso.
3/ Sinceridade nos presos.
As pessoas que por sua posico social gozara de certo tratamento, acharao nesta
casa os meluores queijos londrinos, cerveja, vinbos finissimos manteiga e cb sempre de
pnmeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a godc|c2o do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aquelles que sao poaco favorecidos da sorte faro mensalmente urna economa de
Bw.us patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se Ibes vender o arroz, o caf, a man-
teiga eassucar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
em ou nao querem vender.
Os senbores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que comprara para ne-
gociar, devem vir, pelo seu proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
ren! do quanto se pode vender barato.
Para os senbores que comprara para tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escolhido por pessoa entendida que certamente muito deve agradar aos senhores
compradores.
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DIMHEIRO A VISTA:
A : G*aixa em latas, muito nova, a 80 rs. cada
ALPISTA 120 rs. a Itera. urna.
dem e painco de oito libras para cima a | i*
100 rs.
Arroz de 90 rs. a libra a........
Amendoas, casca molle, a 280 rs. a libra.
Avellaas a 210 rs. a libra.
Amhxas francezas em latas de todos os ta-
annos.
dem idem em potes de todos os tamaBios.
dem idem em booetas de todos os tama-
nbos.
dem iiTem em frascos de todos
nbos.
Azeite doce de primeira qualidade e 360 rs.
a garrafa.
Alhos a 200 rs. o molho.
Akstntho a 2:)000 a garrafa.
KIRSCH de Wasser a 2)} a garrafa.
LATAS com graixa a 80 rs. cada tima.
Letria a 400 rs. a libra.
B
MANTEIGA wgleza e franceza de primeira
qualidade a 1$, a libra.
Mahmelada dos mais acreditados fabricantes.
Macarro -e talharim a 320 rs. a libra,
os tama- i Massa de tomate a rjUO rs. -a lata.
Mostaroa ingleza a 800 rs. o frasco.
Molho inslbz de todas as qualidades.
Marrasquino verdadeiro do Zara a.....
Massas finas para sopa branca e amarella a
60 rs. a libra, em csixas com 9 libras
Z69Q0.
. Mn.iw .painco e alpisU, sendo mais de 81:-
lalas bras a 100 rs.
s
S. 9
. T3
es.


Grande loja e armazem do
Pavo.
,. 2 O wa o. rs
Roa da Imperalriz o. 60. de Gama Silva.
Teodo os proprielaruis d'esle esiabelecinjenlo de
Iiquidarcn urna grande porco de suas Jabeadas,
AGUA BRAMA
Ra do ueimado n. 8.
o-n
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O* 2
1-2 IVog-S-E
B s:-09 sr B
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= o." 2

W 6 o a> 5!
ID
H1V.4L .
Ra do tueiuaado us. 4t c S5>.
Contina a veuder iuV s Miadezas que aban?
declara por precos adoiiraveis.
, Massos de palitos lixadus para denles a ICO rs.
tas e apurar dioheiro, resolvern veDder lodas as I Bonitos enfeiles para senhoras costos inteira-; Espelhos de muldurus tiouradas a aot. 240 e LlO r.
fazendas coro grande abaiimenio em precos, tonto mete novos. i f"Dels'de oliadu far.a """'eos a 15000.
*m porco como a relata^ e por isso previoem a Dito ditos de grade com contas grandes. | ^"06 0t couro ^l*"" lazenda a qtuO.
lodos os seus freguezes, e ao respeilavel publico, e i Lindas flvpias onmi > nina mm moldes '
A loja da aguia branca acaba de recebe* um
novo e grande sortimento de diferentes objecios
g* i?,^ g o o- W C5 a1^ ao Am do corrtnte anno, afim de fecharem con-, de gosto e ultima moda, sendo :
"1 O aa C*-3^Cl5 ^^
Lindas tvela grandes para cintos com moldes ,ra c. s
railavaic a rtivarec <..,.|rf>lac martrenernla Meiaua.s oe lint
-c. 3 2
e 3
ce <
M B 2.
3 .
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O) .

o
cu
fe
c
Tasso Irm5os
Veodem no sea araiazem ra do
Anioiini n. 35,
Licor fino Curaco ero botijas e meias botijas.
Licores finos ?ortidos em garrafas com rolbas dt
vidro e em lindos frascos.
Vinhos(Jheres.
Santernes.
Chamberlin.
Hermltage.
Borgonhe.
Champapna.
Muscatel.
Reino.
Bordeani.
Cognac.
Od Ton.
PAerei lagniol.
como mandam pelos seus caixeiros levar as fazen-
das e amostras as casas das familias que nao po-
derem vir a loja, ou do as amostras deixando fi-
car penhor.
t a iu lira as lisas a 3OO, la laja do
Pavo.
Vendero-sc pecas de rainbraia lisa branca e
transparentes, leudo oito e roela vara cada peca,
pelo barato prreo de l5U0, ditos muito tinas, n'ur
i.oo, 5(S, C-3 at n,3, sendo tapadas e transpa-
rentes, assim como cortes de cambraia com salpi-
cos a 1,6500: isto s na loja e armazem do Pavao,
na rna da Imperatnz n. 60 de Gama >\ Silva.
As rainisiiihas do Pavao.
Mendem-se as mais modernas cammnbas borda-
das com manguitos, para senhoras, sendo as mais
modernas que tem vindo ao mercado a 4^500, di-
tas com manguitos, para acabar, a 4 ; ditas pre-
las com manguitos para luto a i800 rs., mangui-
tos e golinbas pretas a 1, iinissimas golinbas de
cambraia brauca bordada a 500 rs., calcinitas para
menina a 640 rs., romeiras de fil e cambraia
branca bordada (600 : na loja do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales de merino a 2000.
Vendem-se os mais modernos chales de merino
estampados a 20o0 cada um, ha vendo tambem um
grande sortimento dos raesmos matizados que se
vendem a 6$, 7 t SfiOOO: na loja e armazem do
Pavo, ra da Imperainz n. 60, de Gama & Silva.
As saias do Pavo.
Vendem-se as mais finas saias bordadas asagu-
Iha brancas sendo da melhor fazenda que tem vin-
do neste genero, tendo mui a roda, pelo baratsi-
mo prec de 105000; ditas bordadas a croch a
5l0 e 800O, ditas cero babadinhos a 9^000, na
loja e armazem do Pavo, na ra da Imperainz n.
60, de Gama & Silva.
Notos vestidos do Pa?o a 10<5000.
com novos e agradaveis desenlio*.
Trancas pretas de seda com vidrllhos moldes
ovos e de gosto.
Bicos braacos e pretos de seda com vidrilhos e
de differentes larguras e bonitos desenhos.
Cascarrilhas de seda com diversas cores e lar-
guras, formas inteiramente novas a imltaco de
e 640 rs.
Caixas com 50 novellcs de Italia di ;. "I
Caixas com superiores obreias de ni JOrs.
Pecas de fita branca elstica com !I \ :
: Varas de franja de la pata enfeiles a
i 40 rs.
Baralhos dourados superiores qoalida I s 1 JO n.
palo, babadinho e outra com urna
centro o que Ibes da muita graca.
Outras estrei-as e largas guarnecida* de
de seda obra de muito gosto.
Outras de camnraia de cores.
transinha no ^ove"os de bnha com 400 jardas a fiors.
Lnros para assentos de roupa lavada a 100 rs.
kjco Pares de botoes para punho, farenda rica a .^i r
Tesouras para costuras supe ioic- ,i.. (.
400 e Ifi.
Botoes de seda, velludo e ac para enfeiles de CaIxa?!le 'eDDas de caH'graphia, faiendi I i
vestidos. i i*J0O.
Trancas de seda eslreitas e largas brancas e de sos com superiores prampos a 30 r?.
cores para enfeiles de vestidos.
/'lores fms
CAPELLAS PARA MENINAS E NOIVaS.
A aguia branca a ra do Queimado n. 8, rece
ben para vender :
Delicadas capellas brancas para noh-as.
Ditas ditas para meninas.
Dias ditas de caixos de flor de laranja.
Ditas ditas de rosas camellas e outras.
Ditas ditas ou ramos de trigo.
Diversos ramos de flores finas para peito
vestidos, enfeiles de chapeos etc., etc.
Hreparos para flores.
Na ra do Queimado n. 8, loja da aguia bran
ca vndese :
Papel de cores para rosas.
i Pares de sapatos de traeca e tapete a v l.
' Caixas com superiores agullias a 4U r.-.
, Libras de la sortidas de bonitas coi i
rooo.
Caixas com superiores obreias de roasna ? 40 rs.
Rodinhas comallinetes fianieze.- n. rireJ
! a 20 rs.
! Resmas de papel almaco a 2^400 ( SPl 0 rs.
Escovas para roupa, faVcnda boa a 7;0 e 1$.
Duzias de tesouras com toque de lenugeoM
600 rs.
' Duzias de facas e garfos de cabo pnto a 3000.
de Talheres muito fino para enancas a 240 rs.
Pulseiras para meninas a 320 is.
Ditas e voltas para senhora a 500.
Frascos de A^ua Florida vtrdadeira a If280.
Frascos com superior banha a 210 e 500 i .
dem de superior oleo habosa a 3afl r*.
Caixas com lamfiarioas para 3 nezi a '.Or*.
Varas de babado do Porto a 80 e 141 rs.
0 castello de Grasville.
Tradnzido do francex por A. J. G. da Cruz.
Vende-se este bello romance em mate I y. ^?M^.lt!^.^f|l*>*y**.^Jff|f .i18!^!!}'
tomos pelo baratissimo prc^o de 3(500C
na praca da Independencia, livraria ns.
6 e8.
Dilo verde para folhas.
Dito dito e pardo para cobrir os talos das ditas, arlas de affiBetes"francezes a 100 rs.
Mnsgo em rama. Quadernos de papel pequeo a 20 r~.
Folhas para rosas. Grvalas de cores, fazenda superior, a 500 rs.
A guillas e UnhaS para Crochet. Papis de agulha.*, fundo dourado. a M>.
Vendem-se na ra do Quemado n. 8 loja da I
aguia branca, assim como agulhas para trar.alhar-1
se em la.
Vende-se un sobrado fle dous andares no
bairrode Santo Antonio, o q3al rende para mais
de 1:2004, e ama casa terrea no bairro da Boa-
Vista a tratar com agente Olympio em seu arma-
zem na roa da Cadeia do eeife n. 34.
achinas m?mm
de trabalkar mo para
descareear algodo
flBRICADAS
Por Plant Brothers & (X
OIIIAfl
em
OOLACIIINHAS do Beato Antonio
grandes e pequeas.
!dem do Principe Alberto a liSSSO a lata, e
de cinco para cima a i#700.
dem de sote cm latas grandes a 23000 e
de cinco para cima a iSOC.
Biscoitos inglezes de todas as qualidades a
i&iOO, i30e i$300.
Bolo francez em caixintias e OO rs. cada
urna.
Batatas inglezas.
Baniia de por-co refinada.
c
CHOCOLATE francez a 60C rs. a libra,
dem suisso a 13 a libra,
dem de mufgo a 15500 a libra.
Chol-ricas muito novas a 800 rs. a libra.
Cap a 240 e 260 rs. a libre, e em porcao
se far abaimcnto.
dem de primeira qualidade a 70000 a ar-
roba.
Conservas ern fnscos a 320 rs. cada um,
sao muito novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marees.
Charope de rr Ciiicahas e pires a 13800 a rozia.
Ceuvkja da stperior marca lente a 500 rs.
a garrafa, eem duzia se faz grande aba-
timento.
dem Victork Bas tres X e de outras mareas.
Charutos dae mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'Havana, Exposico,
Flor do Brasil, Parisienses, oelicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panetellos. Apraziveis> Varetas, Brasilei-
ros. Americanos, Flumineeses.
'Cha de todas as qualidades e de todos es
precos, hysscQ, huxim, aljfar, preto, e
preto ponU branca, etc., etc., a 23000, TOUCINHO de Ueboa a 320 rs.
262-0, *#M> e 23800. {TcMATE era lalas 600 rs
Copos lisos de todos os tamanfcos de 120 a
320 rs.
(dem lapidados i'e todos os tsmanbos a du-
zia a 25500, 33500, 43 e S?g.
Cauces de lodos os tamanhos.
GocvAC superior t 15 e 13500 rc. a garrafa.
CiGAf.Ros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
tic cinco macinb6.
NOZTS 120 rs. a libra.
Nabws em latas a 800 rs.

Os?as inglezas e americanas.
fi
PE!XE em posta, lates grandes, a l^C-0STde
todas as qualidades, como sejam mi,
geras, corvina, psrgo, salmo, pescado e
pescadinha, linguedo, sardinba. etc., etc.,
Peras era latas, exec-ente preparado.
Palitos para dentee a 120 rs. o mage 'Etuito
grande.
Passas em quarto-a 15400.
dem muito novas a 400 rs. i libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a doefe.
a
CEIJOS flamenges.
dem prato a 800 rs. a libra,
dem sansas a 603 rs. a libra,
dem londrinos a 800 rs. a libra.
QCAHTI.VHAS OU MCfllXQUES a
R
RAPE' Meuronal3 a libra.
dem Princeza do Rio a 15200 a libra.
dem francez a 2500 a libra.
S
SABO massa a t<50 rs. a libra, em caixa se
faz ahatimento.
al refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 29.
Sardimias de Naotes de todos os fabricantes.
Idem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Steamnas a 800rs. o maco.
S?4 muito nove n 100 rs.
Chegaram para loja do Pavao os mais ricos cor-
tes de vestidos de cambraia transparente con. os, tapel de soorccellente para os
roais delicados bordados de differentes cresa pen- phOSphoroS liyoieitOS OU lie
de que tem vigdo ao mercado, garantindo-se te-' SeQUraiXCa.
rem muita fazenda e enleites suficientes para o i ... ,. .. .. ,,
corpo e mangas, e vendem-se pelo barato prego de .A v's,a do grande tamanho das ca.x.nhas dos
100( 0 catta Tn, na loja do Pavao, na rok da tai-: ^!!:heros "ygienipos ou de seguranga tornava- e
peratriz n. 60, d Gama A Silva. P00* PPel ?"e vem em "as >" Par
(tfu i d remediar essa falla a aguia branca maudou vir e
s esparuroos ao IW. acaba de reCeber esse especial papel, c qual so
\endemse um grande e vanado sortimento de dar de sobrecellente a quera comprar de taes
espartiKtos os mais bemfetlos que tem vindo ao phosphoros e se vender indistinclamente a quero
libra.
I
T:.ta azul e prete para escrever.
v
VIKiHOSl!!
Pntncipe Alberto, de 1831, a 530G0. gar-
rafa ; d vida aos reinos.
Velho secco a 23 a gerrafa.
Lagrimas do Douro a 15500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 2> a garrtfa.
DOC de Vidas acqualidades: beasileiros, ,
portuguezes, iogiezes, francezes, te. etc. JJ^ ^ J (
E D. Luiz a 10 a garrafa.
ERVILHAS seccas a i 20 rs. a libra,
tRVADocE a 400 rs. a iibra.
Estas tllachrDS:
podem ^sscaTocar
^-qualqowr esperas I
de a'.codao em '
estrac-ir o Bo.
senio bas/anu
du as pessoas tiara
o infealho; pd'
decarocffr nma i
arroba de alg(-
io em carow !
e 40 ir.iDutos.
pnr dkion 5 ar-;
tobas da al^odc i
iimpo.
Assim-corao tnacttitias para 9 animaos, que descarocaro 18 errobas d- algodo ;
Iimpo, W.T da; e motores paca mover urna duas '
euirjs jssas machinas.
Os raeomos tem para vender um
por que pode fazer mover -?eis destas machina
menciacadas ; para o que convida-se aos Srs,
agricuitares a virem ver eos*mraa-lo, no arma-
zem de algodo, no largo da ponte nova a.47.
Saanders Brothers & C,
M. IB, praca de-Corno Santo
REC1FEL
Os uvicos agentes neste paz.
Vende-se um cylmrtrc, urna masr^ira, tima
balanrj grande e urna dita< pequea, ceci Indos os
pesos e mais utencilios de sadaria : & tratar na
ra Liteita n. 24.
os mais bemfetlos
mercad?, sendo de todos os tamwihos pelo baratls
stano preco de 4, b&, e 6(8000, por haver grande
sortimento, na loja do Pavo, a ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Retoodas pretas a 123000,
Na loja do pavo.
Chegaram pelo ultimo vapor as mais rieas re-
tondas de renda pretas, j?nd das mais compridas
^ue tem vindo ao mercado, e vendem-se por preco
muito em conta: na loja e armazem do Pavao, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Corles ie casimira, pcdiincha,
A 2800, !>a loja do pa\ao.
Vendem-se bonitos edites de casimira de cores. ]
tendo claras e escures, e vrmdcm se pelo baratis-
simo preco de 2380"! o corte, ou vende-se a mes-
ma fazeoda a 15600 o rovado, t?ndo 6 palmos de;
largura : isto na laja a armaiemdo Pavo, ra
lmperatri n 60, de Gama & Sftva.
Us i-orlC" de casioii^i do Pava
Vendem-se superiores cortes de casimira, sendo
fazenda multo ftaa, pelo baratisslmo prego de b$
cada vxn : na loja e arvaaem do Pavao, rea da
Imperstriz n.'60, de Gama & Silva.
Os citos do pate a 1^000,
Veadem-se cintos d fila com fivelas peloiara-
'.isttmo preco-de )(i00 : o loja do Pavo, na da
Imperatriz' o.<60, de UacM-Jt Silva.
Vslides in liaros-a 300U, Ba'roja
do fttvlt.
Vendetn-ps os mais Iwnitos cortes do vestidos
| indianos, seado esia faerda transparente-e lateira-
mente nova no mercado, e tendo entre elles n.uilos
oTtes roass propries para senhoras que esto de
lulo; e vendem-se pele haratissimo pre;o de 35
cada ara psra acabar : na loja do Pavee, fu da
JaperatrK n. CO, de ?.:na LS Silva.
Mauyuia^-c yolas a '.MS rs.
Vendir-se manguit com goias de eosibraia
pelo baratfssimo [reoo de 500 rs^ islo- para li-
(fuidar : -na loja do Pavo,
delle precisar. O preco de cada caixinha de pbos-
phoro continua a ser 160 rs., e vendem-se ca ra
do Queimado n. 8, loja da aguia branca.
Seda froncha para bordar.
Vende-se na ra do Queimada loja da aguia
branca n. 8.
Obras de crystal.
Brincos de diversos moldes.
Outros tambem de crystal de cores.
Ootros de aljofares braceos e outras cores.
Aderecos de crystal obra de goslo.
Rosetas de dito e cruzes.
dotos de dilo, brancos e de cores para collete.
Dito de dito tambem brancos e de cores para
punhos.
Voltas de dito e outras qualidade?.
ov l eques de diversas qualidades
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja da
aguia branca.
Aspas fortes para bala
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca xs. 8.
Cromacome para, Ungir ca
bellos^
A aguia branca avisa aos conslanles freguezes
dea excellenle tintura, que ella acaba de rece-
beruma nova remessa de cromacome, coloricoroe
e sabao branco, necessano para lavar os cabellos,
portaolo podem dirigir-se a dita loja na rna do
Queiaiado n. 8.
Abridores de turas.
Vendero-se ca ra do Lueimado loja da aguia
brauca n. 8.
port booquels
de'bimitos moldes, dourados e cabo de madrepero-
ia : acham-se a venda na ra do Queimado loja
d. aguia branca o. 8.
Boailas ou-:juiiIkk
de>i de linho, cambraia e setim todas mui bem
vende se urna negnni;a de idade de 10 an-
uos : a tratar na rna da Imperatri? o. 30,
Framcisco Jos Germano
RA NOVA N. 22,
. ra .'0&, de?ii^ia & Silva.
" Chales t renda a W., I2, 156, 203c -Zib, na ; ttdas : vendem-se na ra do Queimado n. 8
I***** jijada aguia branca.
Veadem-se chales de reoda pwta -m-jitc finos a L arrctetS C0111 1'CtrOZ.
*Q$ e t^~, ditos de V.nUo a 155, dttos de seda de. Na ra oo Queimao n. 3, loja da aguia branca
Moho dos melhorer qae ha etn *> e2S5 ditos hr.mc-es de tres panta.s a'6?, isto
;k na -luje earoMcen dd Pavao, ?\ia da-emperatriz
* 60, de Gama & Si..a.
j 'PARA A FESTA
Popelinas 400-rs.
P(i|ielinits a 100 rs,
Popelinas iOO-rg.
Chej3P3m para z >?ja do pavo as mais .'.indas
pjpelinaa, fazenda poopria para vestidos de t* nho-
vt, sendo muito rasroarentes e brhanles esm as
mais lindas cores qw lem viudo, as quaesfacili-
i'iamfazer-se um vestido com cwuila pbantazia por
awn.a de receder um lindo e magnifico sor-.poucodicheiro, e aadem-se, sendo ue quadKnhos
timfito re neulos, lonetOS, binocokis, do ul-a 400 rs.o covado, e as de urna se sor a 50C rs. :
timo e mais apurado jjosto da Europa e ocu- ,Ei loia dc Pav.rBa los.de alcance
ma: limos.
para oaservacoes e para os
i500 a garrafa.
FARINHA 8 S S de 8 libras para cima a 20
rs. a libra,
dem de ararata a 320, tOO, 500 e 803 rs.
Figos de comadre a rs. a iibra.
FeuAo verde em latas a 600 rs.
Favas em latas a 500 rs.
Fono do Rio a 500 rs. a libra,
dem amerrcari em latas a i-500
Moscatel verdadeiro de Setubal a 24 a gar-
rafa.
Carcavelos a {&.
j Colares a 900 rs. a garrafa ; o eaico -vi-
nbo qoe se pode beber por nlo ter com-
posicao ilguma.
Lanierne a 800 rs. a garrai.
Bordeaux Medoc a 800 rs- a garrafa.
dem S. iulien a i& 00/i e OttOa garrafa.
Ahsynibo a 2 a garrafa.
Kirsch a S| a garrafa.
Wermoutb a 2, e a caixa a 183.
Bitter Maurer *{&z garrafa.
Far&xo ha sempre em deposito de 500 a i Vinho figueira em ancoreta a 20l.
800 saceos, t tedas as qaalidades, de to- dem Figueira e Lisboa em pipa a 2/1500 a
des os tamannos e de todos os precos. caada.
ATTENCAO
Ven4e-f nas otarias de o* CarneirodaCaaba'
em frente ae boopital Pedro II, e na rna dos Pra-
zeres n. 38, tetba superior de barro de agua doee a
305 o miloeiro, alt-enaria batida a 30?, e ladniho
atMM.
Cambraias.
No armazem de tasendas
baratas de Santos Goelho
Alia do Queimado a. O.
Vende-se o seguinte :
OberU de chita fina a 2J800.
Dtas de dita a 25W.
Leojoes de panno de Knhe a 25200.
Ditos de dito de linho a<25.
Ditfis de bramante de linho de um so miu -
35200.
Panno de linho fino eom'9 i\i palmes 3 largu-
ra celo baralo preco de 25400 a vara.
Bramante de linho fino com 10 palmos de lar-
gura a-25500 a vara.
Pecas de cambraia com salpicos brancas e de
cores cera 8 1|2 varas a 45800.
Pefas.de cambraia adamascada propric para
cortinado de cama com 20 varas a 115.
Balees da arcos a 25500,35, 35500 e 45.
Lencos de cambraia fina a 2^600 a duzia.
Ditos oV. dita a 25 a duzia.
Atboalhado de linho fino a 25808 a vara,
Dito de algodo a 25 a vara.
Alpodo entestado com 7 ii2 palmos de largara
a 15200 a ara.
Pecas de bretanha de rolo com 10;aras propria
ipara sa,a a 35500.
Fil de linho liso fino a 800 re. a vana.
Dito de dito com salpicos a 15 a vaca.
Cambraia de linho fina a 45900, {.900 e 95|a
vara.
Cortes de laoha de lindos gestos oam 15 co-
vadoc a 55.
Pecas de madapnfo finlssimo pelo *aralissimo
preeode85, 95, W5*H5.
Flauella branca isa a 00 rs. o cavado.
Dita de cores fina a 880 rs. o covado.
Baloes de musseBa para menina a 35- S5500
45.
Cambraia de forro a 35 a peca.
DUa fina x 45o00,65 Goardanapos de linbo a 35800 a duzia.
Toalhas de algodo felpudas dnzia a 125.
Eeieira da ludia propria para forro de sala de
Par*e Porto vende cambra.as hsas finag, gran- 4,5 6 palmos de laraura #er menos pre^o do
de sortaento, a 35 at 85, ditas Vctor mnito que em outra qualquer parte
finas, con 10 varas a 5. 5*60 e 75 : na roa da Neste armazem tambem se ewonlra um grande
Imperalriz n. junto a padana fanceza. sortimento de roupa fita e por medida.
A 3^00 o crle,
Vendae-se superiores cortes de ca:-sa, sendo^fe-
"aenda moito fina e de cres fias, p*!o baratist>imo
prefo de 35000, e ditas indiana*, -fatendas trens-
paren4es,.de muita phantatia, pelo beratissimo, pre-
go tambem de 35, para acabar: na'luja do Pavao,
ua da imperatriz o. O, de Gama .fiiva.
Yesilus zuavos.
lOhegaran a' loja ds Pavao os mais diados cortes
de*eslid9s com o compleme zuavo -erontn, viatio
ludo em .rn cano,-sendo a maior uo*idade qce
tem vindo para a feaa: vendem-se por barato
proco na leja do Pavaa, ra da tap:ariz n. 60,
ieiGana-,&lva.
l'esf lilas de seda.
Obegaram para a loja do Pavo os-wals ricos
cortos de seda para vestidos, sendo em qualidade
o meteor.oue.fc-m viudo-o mercado; epadroes os
mais modernos por serem quasi todos iistdos com
coree mui delicadas, afias;ando-se ser ueste gene-
ro o melhor que existe.- vendem-se por precos
muito razoaveis, na loja do.Pavo, ra dauajpera-
triz n. itera chambres.
Vendem-se as mais lindas chitas prupria* para
chambre*, e mnito baratas : ao armazem do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Pakfcots a 20500
Vendera-se paletots de alpaca .preta com saJpieos
pelo baralissimo preco de 25500 : no armazem 4o
Pavo, rna da Imperalriz n. 60, de Gama & Sila.
Melpom^6sa^500
Chegaram para a loja do Pavo os mais liados
curies de melpomenes, sesdo esta Inda fazenda
ioteiramenle nova uo mercado, leudo os mais lin-
do.- padroes, tanto claros como escuro, vindo cada
una amajado em seu papel, sendo moito proprios
para uuem qtiizer dar um vestido de testas por
pones dinheiro, e vendera-se pelo baralissimo pre-
co de 135500 o corte : nicamente na loja do Pa-
vo, roa da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Penteadores
Muii aienco.
fioimares & Irmf.o propietarios do grande ar-
Baz?m de fareudas e roopas feitas na ra da Im-
peratriz n. 72, tendo recelado um grande sorti-
men; de fazendas de gesto trazidas por um dos
leaos senhores e seuhoras es precos de sua fazeu-
dseos proprios afiancam-vender ai fazendas por
nwoc* 20 por cento do que em outra qualquer
parte *o s por ser oo ka porsT a fesla temps este qae as Estras, senberas
deven mnmr se do bo'm e barato, a saber :
Ricos cortee de Ja com barias.
_V-eode-se um grande sortimento de cortes de
lae-cam barras tendo todos os pertences, camisi-
lla oom gravatiobae sinlc, rendo os mais novse
moderaos que tem ndo M mercado, ditos de
phaotasla com lindas barras e vendem-se por pre-
cos mirto razoa veis-
Las csc Ye*ue-se um bonito sortiraeoto de laasinhas es-
cocesas.a 500 e 560 rs, ditas transparentes de lis-
las de seda a 320 e 360 rs.
erealias fitas am linios deseuhos.
Vende-se lindas pernadas muito linas a 360,
400, 4*0-e 500 rs., chitas de todas as qualidades a
saber de *recos 280, 330, 368, 400, 440, 480 e
500 rs.
Cassas frinceins miudinhas.
Vende-se. um grande sortimento de cassas miu-
dinhas sendo as cores seguras a 280, 360 e 400 rs.
Caasbraias brancas traasnarenles.
Vendem-se pegas de cambraias brancas trans-
pa reo les a 3, 4, 45500, 55, 500, 65, 65500 e
'5, ditas muito finas cem urna vara de largura a
95 e 105.
Chales de merino tino-.
"Vendem-se chales de merino fiaos sendo com
estampas bonitas e modernas pelo barato preco de
75,75500 e 84, ditos lisos com lindas cores a
45, -45500 e 55. ditos estampados a 25 e 25500.
Crinolinas 00 baloes.
Veede-se um grande sortimento de crinolinas a
25500, 35, 35500 e 45-
larlatanasiaas a 6i0 rs. arara.
Vende-se tartalana de cores -pelo barato preco
de 6A000rs. a vaca.
ltUF!
Na ra Direila u. 84, D1
constantemente par., ven-
derse cylindros americano!
chtgados de Pbiladeljhia .
mez passado
Acha-se
a venda na livraria acadmica, na ra do loH-ra-
dor; na do Sr. Nogueira, junto ao arco de Snk
Antonio ; e na typographia imparcial, na ra es-
trella do Rosario a compilacao de teda a legislifao
tendente adminiftracao, arrecadacao e i;cali-
saco dos dinh>-iros de orphaos deuntos e ausen-
tes, herancas jacentes, legados, etc., contendo nao
s o regiment de custas e a lei geral das execu-
Coes, como tambem tudas as ordens e avisos Jt
governo. que a ludo tem explicado, tanto a respe
to das obrigagoes inherentes ae cargo dos diffen ci-
tes empregados de iostica e fazenda, enmo dos di-
reitos naciooaes e emolumentos (ae .o devidus.
Este vro contendo mais de 700 paginas r.) ntida
impresso e bom papel, e prestando-.-. a uiiiidada
de diTerentes classes, torna-.-e recoromi lav .
Seu custo 105000 por cada exen.ilar em dOUi
omos.
ene
:

li.
Vende-sc a taberna bem afreguezada,
ra dos Assofruinhos n. 20.
GHAU8
Cirande pccblncii.i.
No rna da Imperatriz n. 52 porta Urga di Pan
de Porto, vende-se chales de nieruio estampados a
25 e 2jo00 e finos of>, esli se acatando.
Bordados.
Chegou a loja de Paredes Porto, ma da Impera-
lriz n. 52, um sortimento de eanminhas, gi__ina
corpinhos, rouitiras e sintos, de raml raia ran ...
pelo baralo prefode 25500, 3J500 p 'i-X g llinhas
500 rs., romeiras a 800 e sintos a 800 rs grand
quanlidade de ntremeles a 600 e -' rs. a ; ..
estilo se acabando.
Fa relio.
Vende-se superior farello de Lisboa : no ai m 1
zem allianca, ra rio Imperador n. 57.
/*- Vende->e urna mobilia deamarello a U.-..J-.
na ra eslreifa do Rosario n. 17, i' a::dor.
u?D40 DA
Xa loja de Andrade t liego, ra 1 C.ref 1 n. 8
esquina da roa do Imperador, com. nder-
se superior algodo da Bahia por men | 1
em outra qualquer parle.
-* -.- -- --.--^
B4HI4
ESCB1V0S FUGI":;

Gralificafao de 'is.
Ausentou|se da casa n. 59 da ra do Imperai ai
(outr'tira Collngio) no sabbado 16 do 11 rrente ma
de setembrode 1865, o escravopardo denome loa-
qoim, com os signaessegintes: estatura recular.
idade 18 a 20 annos, sem barba, ps largos,
grandes, cabello corrido, com QBa ce; triz grande
e bem visivel na testa, parte dos dente* da frente
arruinados, e com falla de alguns dos lados, sabio
com calca de brim pardo e paletot enro de panno,
mas levou mais roupa branca e de cor, muito
astucioso, costuma intitular-se forro e andar cal-
lado ; f..i escravo do Sr. Guilherme Frederico de
Souza Carvalho, genro do finado Sr. coinmendador
Manoel Goncalves da Silva : roga-se a sua raptara
a todas as autoridades policiaes e a qualquer ca-
pito de campo ou outra pessoa particular que o
apprehender se gratificar com 505, aliim das des-
pezas de condueco, entregando-o a seu sentaor
Miguel Jos Alves, na casa cima, ou no sen es-
criplorio na ra da Cruz casa n. 19.
No dia 20 de setembro prximo passado (u-
gio do engenbo Terra-prea, doabaixo a-signado, o
escravo Julio, crioulo, de altura regular, graso,
de 30 annos de idade, pouca barba, tem os ps hem
feitos e perna?, muito fallante, at se faz ronco.
tem o dedo polegar de urna mo cabido para den-
tro, anda com urna carta fechada, do ienen(ecoro-
nel Amaro Gomes da Cunha, apadrinhando-o, nun-
ca foi surrado este escravo, foi ba muilo comprada
a Pocha Lima e Gnfmares : quem o pegar leve ao
mesmo engenho ou no Recife a' ra da Roda a'
Alexandre Corroa da C. Jnior, que sera bem re-
compensado.
Alexandre Correia de Castro.
.Mantas para Jiomein a 1-5300.
Vendem-se mantas para hornero as de mais gos-
10 que lem vindo ao mareado pelo barato preco de
15300 e 45500, ludo isto s na ra da Imperatriz
a. 72, loja de Guimaraes 4 Irmo.
Farinha a3#5uu
Vende-se farinha de mandioca, saceos grandes
Chegnem $m eorpiitaos de cambraia.
! Vendera-se corpinhos de cambraia com ntre-
melos a 45 e 55. esto 80 aoabando : na loja de
bo armazem ios Srs. Tasso irmaos, na ponte nova' Paredes Porto, roa da Emderatrii n, 52, pona lar- dos : a tratar na-taberna do Campos, fu estrena
pelo preco aeima mencionados, ca, jouo a padana fraaeeza. do Rosario n. 47.
VENDE-SE
a taberna do largo do Carmo n. S, com poaeos fon-
00 roundes de camhraia bordados pro-
prios para as senhoras vestirera
de manlioa.
Chegou esta novidade para a loja do Parao, mui-
to lindos e do melhor gosto at hoje, por precos
muito rasoaveis : na leja do Pavo, roa da impe-
ratr n. 60, de Gama & Silva.______________
Em cata de Phipps Brothers di C, roa do
Vigano n. 2, vendem-se cofres de ferro, pro va de.
rogo, dos afamados fabricaoies Milner & Son, de
Liverpool.
Tiras berd4*i a {&.
Veado'ae ara grande sortimento de tiras borda-
das a 15 eada urna e pecas de eniremeios a 15,
15200 e 15500.
Camisas francezas para hornera.
Vende-se um grande sortimento de camisas fran-
cezas a 15*00. 25, 25500, ditos de peito de liaOo
a 35. 35500, 45 e 45 : isto na ra da Imperatriz
n. 72 loja de Guimares & Irmo.
Roupa* feitas.
Vende-se um grande sortimento de roupas feitas
assim como sejam
Cabocla figida.
No dia 28 do mez passado fugio de casa de seu
senhor a cabocla Luiza, idade 22 annos, estatura
regular, com falta de denles, cabello aparado, tem
sido encontrada na Soledade eribeia de Santo
Antonio, intitulndose forra : qnem a levar a ra
de Apollo n. 30, recebera 205 degr. tificaco.
Fugio no dia 23 do correnle, do-Cachanga ,
ara amlalinbo de 12 annos de idade, cor clara, ca-
bello acaboclado, quando falla pronuncia mal, levou
vestido camisa branca, calca de riscariinho desho-
tado, chapeo de palha, assim como levou ama tina
de compras : quera o pegar leve-o a ra do Sebo
u. 16, ou a ra do Queimado n. 34, que sera' re-
compensado.
Aviso aos capites de campo
e a polica.
Fugio so dia 25 de deaembro do correnle anno
de 1865, de casa de seo senhor na ra Direila n.
paletots, calcas e rolletes de 30, o preto de nome Semino, de naci Mussambi-
paonos e de casemira tanto preta como de cor pa-1 qoe, com os signaes seguintes : representa ler 36
ra oreaos moito raz veis assim como tambero tem a 40 aunes, cor fola, barba pouca, falta de denles
de brins brancos e de coras, seroolas de linbo a I na frente, com talhos em circulo redondo, ao pi-
de algodo e indo isto se vende por presos muilo | das orelhas, levou vestido calca e camisa de algo-
moflerados : Isto na roa da Imperatriz n. 72, lo]a: dao grosso branco, chapeo de palba : qnem o pe-
de GDrtnaraes & Irmo. I gar sera' bem recompensado.




8
Diarlo ie Pernambneo inlntn letra 99 e ltzeml>r< de 18*.
UTTERATPiU
ROSALA
Ol
0 PODER DO AMOR FINAL
Nada recusa Deus prece ardeote,
Orando *e une elle o peccador;
Mas so-liie acceitos sobretodo os votos
ru infancia inspira filial amor I
Assim era que durante doie annos havia esta
mulher supportado todo* os dissabores de ama
qdISo desgranada.
Mas sua forja moral, que se mantinha sempre,
sou peis em abracar a proflssao de msico ambu-
lante, e com effeito, era ella bem conducente i sea
carcter de radio e dissipado.
Assim melteu elle mo obra, e disse a ito-
nao tinha podido conjurar o abatimento das torcas salia que se preparasse para a partida.
phlsicas. Prereodo orna visinha tudo qu a a desgragada
t'm da, tendo Vernica ido buscar leona no menina ia soffrer, sapplicou a Jeronymo que ib'a
bosque visinlio, e voltaodo peaosamente oarrega- deixasse, obrigando-s ella adptala como lilha.
da para a cabana, onde tinha fleado a filltinha, Com grande surpresa de todos recjsou o pescador
acooteeeu tropegar no caminho, e cabio desfatteci-' separarse de Rosal, que vio se assim obrigada a
da.....levaram-na para casa n'uin estado inquie- [ abandonar esses lugares que Ibe erara to caros
I
A Mil E A FILMA.
Y.: na pequea aldea da Sicilia, nao longe da ve-
Iba i 'eiehre Syracusa, viva ura pescador de uo-
aie Jeronymo.
ILmera de carcter malvolo, nao possuia ami-
go algum ; lo reprehensivel era o seu procedi-
im uto !
Nenhuma ba acgo Ihepodia ser attnbuida ; ao
pasto que ao contrario nao havia mal de que nao
u o accusassem.
Diversas vezes tinha elle roubado ; porm, com
saa astucia e sagacidade consegua sempre frustrar
as pesquizM da ju-lica, e obrigar as autoridades
deixa-lo impune, menos porconviccao que por bi-
ta de provas para persigui-lo.
n dicio f.tcll de prover asi ei familia do ne-
-j.irio tena elle achado na proflssao de pescador
que exerat, si o nao arrastasse urna fatal inclina-
1 i jogo e bebida : o que com sua industria
grangeava, dlsipava elle da maneira mais culpa-
ira satisfazer suas paixdes: e assim nao era
raro que a miseria se flzesse sentir em sua casa, e
eolio sua hrutalidade aogmentava.
Qnaoto aos vizinhos de Jeronymo o evitavam e
o lemiam, tanto araavam e lastiraavam a piedosa
Vernica, sua mulher.
Em ludo contraslava o carcter della com o do
marido ; conipassiva e ba para com todos, eslava
impre disposta a servir e a consolar os aflictos.
Impondo-u .um trabalho assiduo, usando da
maior economa, procurava ella remediar as tris-
tes cousequencias das desordens de Jeronymo.
radiara sobre tudo seus esforgos a diminuir as
pnvaces desualilhioha, e a nunca ver-se obriga-
da a recorrer a piedade dos vizinhos.
Era Vernica indicada geralmeutecomo o mode-
lo oas malberes : sua dogura, fidelidade e piedade
..ram de admirar a todos.
Com a maior resgnago supportava ella afflic-
ces, pobreza e as grosserias de sen maride.
Stbiam todos na aldea o quanto era ella desgra-
, iJa, seni que nunca Ibe tivessem ouvida proferir
urna so quexa.
Quaudo commovida da sua lastimosa posigo,
Ihe dizia s vezes urna vizinha :
Mas, Vernica, como podes soffrer tantas d
res, tantas injusticas ?
Quando estou prestes a suecumbir ao peso de
ineus males, responda ella, fago oragao, refugi-
me as chagas do Salvador Divino, c nellas que
L-h um conforto, urna graga que me fortalecen).
misturando enlo o sorrlso com as lagrimas,
apenara estreitamente ao corago a gentil Rosali-
nha sua filha.
I.-; < menina branca e pura como um lyno, eres-
cia em piedade e d 'gura sob a egide maternal, e
bem cedo ainJa aprenda a supportar as vicisitu-
des da vida.
Os cuidados que consagrava Vernica sua fl-
ua, o desvello com que Ihe inspirava sentimentos
virtuosas, a docilidade da innocente creatura, der-
ramavain na viJa desta mulher, condemoada a to
misero abandono, um raio de esperanga
10 de cuergia.
Tuiha-se a piedosa Vernica imposto a tarefa de
inspirar a sua lilha um seotimento de amor pelo
pai igual ao que tributara a mi. Metade disto po-
i : i, tiuia ella podido apenas conseguir, porque
este affeeto em Rosala era sempre acompanhado de
temor, e nao podia sem temer chegar se ao pesca-
do", quer para abraca-lo, quer para pedir-lhe a
Jeronymo de >ua parte recebia as caricias da
lilha com urna frieza desesperada ; e, por urna bru-
talidad* inaudita, chegava s vezes a repelli-la s-
peramente ; laugava-se enlo Rosaba nos bracos
da mi, e coin as lagrimas nos ollios llie dizia :
Muu pai nao me quer bem Nao rae tem o
mesmo amor que vos.
Vernica apertava a filha ao corago, e buscava
dar-lhe algum eousolo.
Desengana-te, menina, Ihe dizia ella,leu pai te
irr.i tanto como eu ; elle que nao procura mos-
trar-te seu affeeto ; alm disso, Rosala, para Ihe
provares tua obediencia e respelo, nao espera que
elle te testemunhe seu amor, e pede todos os dias
S -so Senhor que o abengae.
Tranquilisava-se a menina, e promettiaamar seu
pai, e com effeito a ternura della pareca augmen-
tarse ao contacto da de Vernica.
Era assim que entre mil provagoes dolorosas go-
savara anda de alguma paz a mi e a filha.
Ao declinar do diacostumava Vernica ir asseo-
tarse na porta da humilde choga.
Este momento, para ella o mais aprazivel, era
(ador, e quasi .-era siguaes de vida.
En breve pedio os soccorros da religiao, que Ihe
fu rain prompMineule ministrados; e com senti-
mentos da mais edilicaute resignacao recebeu ella
seu Deus.
A' larde chegou Jeronymo da pesca.
A' vista da pobre mulher moribunda, seu sem-
blante, no qual se lia apenas carrancuda ferocida-
de, ou urna alegra selvagem, exprimi enlo pela
vez primeira, depois de muitos annos, um seoi-
mento de affliego profunda.
Com terror precepitou-se elle sobre o leito, e
com os olhos interrogou a moribunda.
Reuni Vernica toda a sua energa, e disse ao
marido patarras consoladoras; depois, fazendo-lhe
signar de assentar-se emprehendeu urna ultima
larefa.
Jeronymo, Ibe disse ella humilde e affectuo-
sameule, Deus me chama para si..... Vou dei-
xar o mundo!......mlnha vida foi urna serie
coulinuada de dores I..... Tubera sabes a cau-
sa, Jeronymo..... Eu de nada te censuro.....
agradego-te todo o bem que me tens feilo___cora
a mesma sincendade te perdo ludo o que tenho
solndo. Orel incessanlemeole a Deus para que
te fossera perdoados os teus peccados..... Jero-
nymo, com um seutimento de indisivel pesar que
vos deixo sos, a ti, e a minha Rosalinda, essa me-
nina que me tem sida alent econsolago nos soffrl-
menlos. Jeronymo, lenha piedade della e de tnim,
seja um bom pai para nossa lilha I So Id Ibe res-
tars ueste mundo.....e lo creaoga anda I Pre-
serva-a do vicio......... guarda sua inuocen-
cia..... ii Jer-uyinal ama a como a menina
de teus olhos, e nunca te separes della I Jerony-
mo, Jeronymo I eu te conjuro, lera piedade de nos,
e promette a la mulher moribunda curapnr o seu
pedido.
O pescador coramovido intimamente, o promet-
leu a Vernica.
Eote, ebeia de esperanga, contina a piedosa
mulher :
Jeronymo I sabes que tua mulher nao seria
capaz de mentir neste terrivel momento da raoi-
te ? Pos bem I urna dor, urna anciedade cruel
que trago c no intimo do corago, e cuja iotensi-
dade se augmenta anda na hora de nossa separa-
gao I E a tua salvago, Jeronymo, sira a a tua
salvago a causa desla dor e desta ancie-
dade !.......... A vida que passas nao couduz
ao cu; t nunca oras; s vais a igreja quando
s obngado; entregas-te a embriaguez e ao jogo;
vives n'uma sociedad de gente corrompida, com a
qual dissipas o fructo de teu trabalho; com gente
que te faz perder a honra, a alegria interior, e a
graga de Deus I..... Obi cooverte-le, Jerooymo,
cooverte-te emquanto lempo anda I Deixa esses
homeiis depravados; lenibra-le dos soffnraentos do
Redemptarl........... Abre tua alma a ora-
gao........ Promette isto a uina triste victima
que com tanta ternura te amou sempre...... v
como o terror me agita 1 Jeronymo, abraoda-me
as dores da morte..... Ohl por nossa filha, pro-
melle m'o, e dame a mo em signal de paz.
Jeronymo logo Ih'a den, e Vernica apenando a
'" i entre as suas com a expresso da mais supplicanle
bondade, langou sobre elle ura olhar penetrante e
continuou :
Jeronymo I Jeronymo I volta para Deus I
con verte-te.....
Mas o impo, endurecido no crime, nao devia
converter se, e nao podia supportar o olhar da po-
bre mulher agonisan'.e.
Penetrado de terror, retirou violentamente a
mo da de Vernica, e sahio da cabana.
Quero dois sequos, respondeu o pai degene-
rado, e mais a guitarra e a molla. O ajusta flcou
por um momento Indeciso, e ac bou por conclu-
ir se.
s
Chamou-o a infeliz, e quando vio que todos os
seus esforgos erara inuteis, cahio desfallecida no
leito, dizendo:
Oh Jess, oh meu Deus I misericordia para
elle!----perdoai-lhe, e deixai-me supportar todos
os soffrimentos que elle tem merecido...
Assustada Rosala dos gritos da mi, entrn pre-
cipitadamente no quarto em que ella se achava, e
chorou amargamente.
Rosala, minha filha, disse com ternura a po-
bre Verooica, nao chores, ohl nao chores, queri-
da. K' com dor que me separo de ti: comtudo
anda nao perca a esperanga; a poderosa protec-
cSo de Deus cuidar de li. s a-sidua e diligente
em seu servigo, e, sobretudo, > piedosa e amiga
da orago..... Sim, Rosaba I ora muito por tua
mi que vai morrer.......por teu pai que tica
comtigo...... Seja a tua primeira accao, cara
filha, ao acordar pela manha implorar por teus
pas o patrocinio de Ueus; e antes de repousar de
noute, seja ainda leu pensamento a invocago do
cu para derramar suas bengos sobre aquello qoe
tiver direilo a teu amor c na trra. Ama tea pai,
paasado em conversar com a filtia sobre a bonda- minha Rosala, como me tens amado : nunca o
de. grandeza e misericordia de Deus: lembrava- abandones. Se alguma vez desviarse de li, ohl
Ihe ella as palavras que o padre tinha no domingo procura-o at que o tenhas encontrado. Pariilha
prenunciado na igreja, e que se Ihe lornavam o cora elle de tudo, de suas fadigas privag5es e d
res; deludo, excepto doptccadol..... Acom-
panha-o at ao ora da vida.
minha filha;
Eu vou comparecer
e rogare! constante-
texto de urna locante instruegao.
Muitas vezes ella coolava tambem algumas des-
sos historiasinhas simplices, que divirtindo Rosa-! perante Deus,
lia ao mesmo lempo Ihe formavam o tenro cora- mente por ti.
gao na virlude. Esgotarara-se alflm as forgas de Vernica...
A pobre mi se regosijava com asfelizes disposi- Calou-se ella; e aps algn* instantes de silen-^
f5es da til ha, cora o fervor com que esta menina t ci, tendo lomado o erneiflxo, levouo aos labios
Ihe prometlia permanecer sempre fiel ao que o de- langou um ultimo olhar de ternura materna era
ver della exigsse ; e como se esta ultima houves-, sua querida filha, e adorraeceu no Senhor...
se pressentido toda a importancia de sua promes-! Rosala den gritos de espanto e de ddr, vendo
sa para Vernica, repeta sobre ludo que sempre j sua pobre mi inanimada ; e tendo-lhe eerrado
amara ornamente seu pai. ; brandamente os olhos, cabio n'um desespero tria-
Enlo a piedosa rauloer do intimo d'aima agr- (te e silencioso,
deca a Deus. Fot neste estado que ella acompanbon a Vero-
Todava, no raeio destas effus5es, a boa Veroni- nica ao jasigo final.
e onde deixava os preciosos restos de sua boa mi;
e na occasiio da despedida derramoa bastantes
lagrimas.
Ei- los percorrendo juntos, cidades e aldeias.
Deleitava Jerooymo com soa guitarra e realiza-
ra urna boa receita; mas sobreludo encantara os
ouvintes a voz sonora e doce da pobre Rosalia,
obrigada a acorapanhar os cantos do pai.
O resultado comtudo eslava longe de enriquecer
a Jeronymo : a necessidade em que se achava de
violentar seu carcter brutal, a alegria que devia
fingir irritavam mais que nunca este malrado,
que despenda noute em derassiddes o fructo
amargo do trabalho diurno.
Era Rosalia mullas rezes rictima do genio iras-
cirel do pai ; mas a lembranga das dores e do
amor de sua piedosa mi Ihe dava forgas para sup-
portar tudo, e contra os ataques do vicio preser-
rara-a a memoria desta mulher, que Ibe tinha
dado o exemplo d'uraa sublime abnegagao.
Todos os dias rogara ella a Nosso Senhor que
inspirasse raelhores sentira .ratos no corago de seu
pai, cujo impelo e riolencia procurara moderar
por urna malterarel brandura.
Promettia nunca separarse delle, considerando
que o'ura ou n'oulro dia elle podia cabir no mais
cruel abandeno.
Urna manha achara-se Jeronymo e Rosala no
jardira d'um boieqmm, que ficava a pequea dis-
tancia da cidade de Latania.
Naquelle instante traba acabado a feira, e a re-
ceita dos ambulantes baria sido maior que da or-
dinario.
Ao lado delles acharam-se um pelotiqueiro e
sua mulher.
Nicols, assim charaara-se ello, era um hbil
gatuno, que come Jeronymo ia de feira em feira
exercendo seu triste offlcio.
Hara elle notado que o bolso do cantor estava
bem recheado, e convidou-o para jogar. Cedendo
o pai de Rosalia a sua paixo dominante, aceilou
com ancia a partida.
A menina relirou-se e foi assenlar-se n'um ban-
co sombra de altas arvores.
O menino Jorge, filbo do eslalajadeiro, corren
ao jardim, e trouxe Odres de que formn Rosalia
alguns lindos ramalhetes.
Mas, disse-lhe entao o pequeo Jorge, quan-
tos ramalhetes vais fazer 1 Um, dois, tres, qua-
tro, cinco. Porque nao flzeste de todos estes nm
s?
Cada um destes remalhetes tem seu desti no,
disse Rosalia ; o que formei de lyno e de rosas
para Nossa Senhora; os narcisos e o carvao sao
para Santa Rosalia de Palerrao miaba boa ptrona ;
as saudades e as rosiohas brancas, offereeo-as a
minha cara mi; os goivos vou leva-Ios a meo pai;
os jasmius e as boninas sao para ti.
Agradego-te sinceramente, Rosalia, eaclamou
Jorge com alegria ; e correu a mostrar o rama-
Iheie a mi.
Rosalia levnntou-se tambem e foi levar o seu a
Jeronymo.
Mas que espectculo se otferece aqu ao olhar
contristado e lo opposte innocente onio destes
dois meninos que colbem flores, e fazem dellas o
emblema de seus gratos segmentos.
Dame d'uma mesa coberta de frascos vaos es-
lo asseniados Jeronymo e Nicols.
Seus olhos eslo sciutilianles e as faces infhm-
raadas.
Ora se ouve um grito de alegria selvagem, ora
urna blasphemia horrivel, segundo o acaso favo-
rece ou nao estes raiseraveis jugadores.
Todas as paxdes se desencadeara.
Ao lado de Nicols, sua mulher Perpetua, en-
che constantemente os copos, e coin os olhos lten-
los considera a marcha das eousas.
Depois de muito tempo Jeronymo perde.
A furia da paixo Ihe rouba lodo o ssntimento
rasoavel e discreto; obstina-se no jogo, apezar de
ter j empenbado o ultimo viniera.
Logo, urna mua que comprara nutro dia, e que
carreffava a pobre Rosalia durante longas jorna-
das, jogada e perdida.
Nada detem este hornera criminoso : pas?a tam-
bem para o lado de Nicols a guitarra, o nico ob-
jecto que Ihe restava.
Neste momelo entra Rosala, que com alegria
infantil offerece o ramalhete ao pai.
Jeronymo a rebelie furibundo.
A pobre menina j ia retirndose ; quando o
pai exclamou :
Alto I e ao mesmo tempo Ihe tira com agi-
tago do pescogo urna pequea cadeia de prata
Km quando avahas isto, Nicols ? disse elle
langando a cadeia so' re a mesa.
N'um florim, responde o adversario, e passa
a cadeia para o pescogo da mulher. Perpetua, ac-
crescenta elle com ura riso sardnico, eis urna
lembranga da Jeronymo ; guarda-a para ti.
Cora o corago dilacerado de dr olhou Itosalis
para essa cadeia he-r Jada de saa boa mi, e que
ento passava as mos d'um extranho.
Nao satisfeito cora islo Jeronymo, rendo brilhar
no dedo da lilha o annel qu-a Verenica nelle con-
liou no raomeuio da morte, arranca o, e com olhos
chammejantes o aura na cara de Nicols.
Ento ianga-se a menina aos joelbos do pai, e
com inexprimirel accento de dor suplica-lhe que
Esta menina era Rosalia I
Vio o franciscano que nio era occasiio de inter-
roga la sobre a soa desgraga. Disse-ibe patarras
ternas econsoladoras; tomona nos hombros para
Tinha Rosalia escutadocora estremec me uto as sahir do precipicio ; ese Iha offereeeu para condu-
eondigoes desta horrivel troca; e quando se riu zt-la i nm convento visinho onde recebara das re-
preste a separarse do pai, de novo langon-se ligiosas todos os soccorros que seu estado exiga,
seas joelhos, supplicaudo-lhe qj-i nao a desampa-* Acolheu Rosala esta proposta com muito coa-
rasse. Mas Jeronymo aquera a bebida e o embru- teotamento.
tecimento tinbam feilo peior que os animaes mais! O libertador de Rosala levou-a cudadosamante
ferozes (porque ellas nao repellem os lilb ni disse at o lugar indicado, onde ella recebeu todas as
speramente : demonstragdes da mais viva solllcitude, procuran-
Vai-te embora melhor te acharas com elles do-se evitar as consequencias que a cruel queda
do qua comlgo. Nada teuho que darte. fazia receiar. Mas ah I o choque ra violenlissimol
Procuravam Nicols e Perpetua consolar a triste Rosalia fi acc""ninellda Pfe< ebre que a
Rosalia e poseram-se proraptamente a' caminbo.
O cuidado mais urgente d'elles era fazer perder
levou s portas da morte.
Por largo terapo perigou sua nda,e foi sem du<
suas pisadas a' Jeronymo que rollando ao estado vida sua raocldad e aos caiiiios de ^ era ob'
jecto da parte das caridosas religiosas que deveu
urna cura verdaderamente milagrosa.
normal poderla reclamar sua filha, fizerara-na mon
lar involuntariamente na carretinha de Nico-
ls, d'onde a desgragada ainda estndeu as mos
para o pai.
Este vencido pela embriaguez cabla logo ador-
mecido na selva.
A vida mais miserarel passara Rosala junta de
Nicols e de Perpetua, que ao principio querendo
conquistar a sympatia d'ella Ibe haran) restituido
a cada e o annel e cuchi i > de mil promessas. Tu-
do foi ioulil: a pobre menina nao podia affazer-se
ao pensamento de rirer com gente cujos princi-
pios deshonestos observa va.
Seu pai, verdade, como elles viva em desor-
dera ; mas este, alm de ser obrigado a' amar pela
le de Deus, nao podia tambem abandonar pela
promessa que tinha feito a' sua mi moribunda ;
e emflm sempre era sea pai.
Vieram em breve outros procedimentosaggravar
a dolorosa posigo de Rosalia.
Viviam estes malvados do fructo de suas tralano
tices e logros que por toda pane pregaram.
Pouco tardou que exigissem de Rosala o man
char tambera as mo no odioso trafico.
Porm com urna energa que Ibe era at entii-
descoohecida responden) a manina qoe neste ponto
nao cedera a' vontade dellas, e quera entes mor-
rer do que manchar sua alma.
Vieram ento os maos tratos; Rosarte suppor-
tou-os com a mais heroicas resignagio.
iiais oTuraa vez proyectaran seus verdugos des
fazer-se della ; mas retidos pela cobica a conser-
varan), na esperanga de consegu rem pouco a pou-
co corromper a sua mnoceoaia.
Tinha Rosalia ptima voz ; sua physioDomia af-
favel e roeiga inleressava o publico, o que era pa-
ra esta gente despresivel raeio- de- fazer exceilentes
receitas.
Entretanto ; o modo barbare com' que a trata-
vara, e as dolorosas preoecupajdes de sea corago
deteriorava-ma saude da pequea.
Muitas vezes tinhaellaprocurado evadirse; mas
to aclira era a vigilancia do dois- gatunos, que
serapre descobriam todos os seus projectos, que afl-
nal redunda-vara para a pobre n-'um- accrescimo de
barbaridad*.
Rosalia acabou por nao tentar mais a fuga, es-
perando que-o Salvador divino viria liberta-la das
mos de seus tyrannos.
Roboravam sua coragem nos momentos de maior
provago as edificantes iostruegoes que Iho tmlta
dado Vernica na hora da morte.
Tendo urna tarde chegado perto-d'm grande cas-
tello, dispunbam-se os gatunos a' passar a noile no
bosque.
Julgando Nicols que ah devia- achar algoraa
presa, deixou Perpetua e Rosala, e foi fazer a sua
rxploraQctiK
A' meia noute tornou elle peaosamente carro-
gado.
Preciso fei a' sua mulher e a' pobre menina par-
tciparera tambem da carga, e ja' am retirarse
quando latidos e tiros vieram sbitamente atter-
ra-los.
Estamos descobertos,exclamou Nicols, apres-
semos o pa*so.
Mas a menina doentia, assuswda e curvada de-
baixo da pesada carga ; nao poda seguir os la-
drSes.
Nicols Untara bateu-lhe cruelmente e f-fa an-
dar diante-de si.
fez a menina um esforgo, mais logo abakxou se,
e noraecheu semais.
Ergue-j-a do chao o brbaro, e depois de amea-
ga-la aleramente, acabou por supplicar-Ue : mas
em vo I
Delerminou-se entao a' leva-la aos hombros, e
quiz fugir com ella.
Os perseguidores ganhavam terreno ; ja' se Ihes
ouviaos gritos... e Nicolssuecumbia debaixo de
dois fardos.
Ojiando assim dizia, costeava um, prehindo prin-
oipio.
Um pensamento horrivel ihe passou pela mente.
Antes morra um que tres, disse elle comsigo,
e aqui ella nao poder trahir-nos.
Dizendo islo tomou a pobresioha. nos bragos, ar-
Ficou emflm restabelecida Rosalia.
Que alegrja para ella achar-se rodeada de boas
e generosas seahoras, depois de ser tanto tempo
victima de odiosos tratameotos I
Quantas vezes, em tocantes phrases, nao Ihe tes-
teraunhava ella seu reconhetimento I
Oh t comquanto gosto licra sempre com ellas !...
Ura dia fallou-lhes ella sobre isto cora bastante
acanharaento----promeiteu com toda a sincerida-
de de sua alma tornar-se prestante, se quzessem
admilti-ia.
Era ella uina donzella submssa, engenhosa, e
amante do trabalho ; sua supplica foi altendida.
Rosaba emflm era geralmente amada no con-
vento.
A resignago com que lioha supportado as dores
de urna louga doeuga; sua tocante piedade ; a mor-
te da virtuosa Vernica; o brbaro procedlmento
de Nicols; todas estas circunstancias haviam im-
pressionado suas protectoras, e Ihes tinha mostra-
do que Deus velava sobre urna menina inaeesssi-
vei aos ataques do vicio.
Para Rosalia o lempo das provagoes pareca em-
flm passado: gosava de|ura|nova existencia, eiafa-
zendo rpidos progressos, applicando-se ao es tudo
e ao trabalho.
Era sobra tudo a superiora o objecto do amor e
venera^o da adolescente ; a boa senhora senta
urna ioclinago particular para sua filha adoptiva.
Quero, dizia ella muitas- vezes, velar com to-
do o cuidado em minha Rosala, aflm de que ella
seja uina rosa para o convenio e jjm lyrio para
o cu. y
Quantas vezes se elevara recoohecido para Deus-o
corago da donzella, agradecendo-lhe o t-la lirra-
do das mos dos seus rerdugos 1"
Fiel recommendaco da mi- orara tambera to-
dos os dias por sea desgragado pai.
Mas, como urna censura amarga, Ihe rnham
cada passo--ida eslas ultimas palavras de Vero-
nica.
Filha, nanea abandones teu- pai; se elle se
desriar, proeura-o al acha-lo. >
Penosa era esta lembranga para- a sensibilidade
da menina : juigara-se culpada de rirer feliz e
tranquilla, quando deveria talrez parcorrer o mun-
do em busca- do pai.
Todaria, nao sentia-se com coragem de renun-
ciar a to honesta e agradavel vida para recome-
gar outra errante e vagabunda.
Nao occotlava Rosalia seus receios a' superiora
Momea, que enchendo de louvores- a alma dedica
da e conscienciosa da donzella, procurava iranqm-
lisa-la e convenc-la de que nada tinha de repre-
hensivel.
Representava-lhe a boa religiosa-todos os perlgcs
a que se exporta, leudo apenas quinze annos de
idade, em indagagoesto enfadonhas quanto infruc-
tuosas.
Prodigalisawa saa protegida todas as consola-
goes que Ihe podia suggerir o affeeto de sua alma,
e peda-lhe instantemente renunciasse ao projecto
de procurar Jerooymo.
Senta Rosalia quao rasoareis eram estas obser-
ragoes ; comtudo nao podia Jar ihe completa tran-
quillidade.
Eutretanto, apresentau-se uina- circunstancia que
affastou do convenio a Rosalia muito mais cedo do
que tioham previsto ella aesma e a supe-
riora.
O marquez Antonio, irmo da Sra. Mnica, reio
inopinadamente morar ao p Aa. irma.
Trazia tambera a muiner e urna, filha uoioa.
Grande foi a alegria da digna religiosa* tornar a
ver depois de to longa separago o nico irmo
que possuia, sua cunhada Anua, e sua querida so-
bnnha Victoria.
Todas as medidas forana, tomadas para que fos-
sem estes hospedes honrados,, segundo exiga sua
alia gerarchia.
A lilha de Jeronymo nao pode ficar descoohecida
ao nobre marquez ; os infortunios da. joven Ihe ins-
piravara profunda corapaixo, e elle testeraunhava
para cora ella viva sympathia : tioha-lhe lambem
amiaade a marqueza ; mas foi sobretudo Victoria
que concebeu para coin Rosalia urna affeigdo lo
Ir a verdura das folhageas sobrosahiam variega-
das flores, formando engranados ramalhetes.
As duas donzelias eslavam pasmadas.
Foi s tres horas que a magnifk a procisso pdz-
se em marcha.
Devia atravessar toda a cidade, desde o Marino
at PortaNuooa. > Urna immensa carruagera era
precedida por numerosa cavalgada, que caminbava
ao som da msica : acompanhavam-na todas as au-
toridades da cidade e das visinbangas. Esta car-
ruagem de inaravilhosa belleza linha a forma de
ampbitheairo.
Em cada ura degro estava urna multldo de
canlores. Elevara se cima das galeras columnas
de estylo eorinihio; sobre ellas una igreja rodeada
de bustos; e no cimo estava collocada a estatua de
prata de Santa Rosalia. Ramagans e corOas de
flores se entrelagaram entre eslas suroptuosidades
d'arte.
A carruagem era puchada por cincoenta e seis
muias ricamente ajaezadas, e coocazida por viole
e oito postilhoes, em cujas roupas resplandeca o
curo. A procisso descrevia quasi ura circulo.
Devia acabar a fesia por um brilbaote fogo de ar-
tificio.
Quando entrou a procisso manlfeslou-se nwrf-
menlo mais activo anda. A' impresso deste im-
ponente espectculo, airavessava cada um alegre-
mente as ras -. admirava as variadas decoragSe
dellas. De lodos os lado faziam se ouvir harpas,
guitarras e cantos. O regosijo era gerai.
Um homem s pareca iodifferenle esta felici-
dade.
Trajava miseravelmente, e caminbava silencioso
as roas.
Era suas feigoes se dvisava o quer que era de
sombro e feroz ; o olhos profundamente engolfa-
dos na rbita, estavam chammejantes, e pareciam
procurar alguem em que cevassero o odio que ex-
priroiam.
Entrou por flm n'uma casa de jogo, onde demo-
rou-se por muito tempo langando para toda a parte
olhares vidos, quando de repente deparou com
um jogador. Mais prompto nao o- ieo que des-
cobre a presa do que o fui o sombrte personagem
que acabamos de piular- Agarrando- fortemenie o
jogador pelo brago,exclamou lvida de raiva :
Apanbei-te sempre, miseravel t Nao me co-
nheees, Nicols ?
targa-me 1 lrgame Jeronymo, suppticon O
odioso gatuno.
Largarle 1 Nao irs d'aqni sen entregar-
me a minl Rosala. Quaote annos ha que em-
bado a proeuro. Onde esta minha filha 7...
Tua BMia t j le esqueces de ler-m'a vendMo,
e vendido bem caro, na verdade 1
{Continuarse-ka.)
Ihedeixe aquella ultima lembrauga de sua mi.'
Masosouvidos e o corago de Jeronymo ficam i B"S.e seas fructos purpreos e refrigerantes
nrdn a u nnniira comeu-os elle com gosto, e propunha-se
surdos a taes snpplicas.. Negle momen,0 ssobiou seus ouwlos urna
Has de deixar este annel a Rosala, exclamou
Jorge, pondo se corajosamente ao lado da menina
ajoelbada.
rojou-a ao fuudo do abysrao, e poz-se a correr com expansiva, que bem cedo nao poderam mais sepa-
a velocidade do gamo at internarse no bosque,! rar-se.
onde os que o seguiam perderam-lhe logo as pisa-1 Brincavam, cantavam.trabalhavam juntas,faz.am
. Vooias excursoes nos bosques e vollavam semp/e
das e as de Perpetua. Ir..
U mais intimamente unidas.
wronymo. As duas mogas eram da mesma idade : porm
No seguinte dia deste horroroso acontecimeolo, muitos contrastes offereelam ?us caracteres, e s
segua o mesmo caminho um franciscano roissio- se asseraelhavam por urna bondade extrema. Vbc-
narj0- ; torla era viva, quasi sempre inquieta, sensivel em
Como a calma era intensa, experimentou elle So-' demasa, tanto a tristeza como alegra. Rosala
go rdeme sede, e am de refrigerarse por-se em ao contrario, sempre calma, circumspecta, amava a
busca de amoras silvestres.
Affastou-se o religioso insensivelmente do cami-
nho, e deu com um precipicio a beira do quai urna
infinidad de silvas ostentavam suas folhas verde-
solldo, era pacieolissima e gosava com moderago
de todos os praxerese distracgdes.
ca laogava as vezes para o mar magoados olha-
res...
E' que ella descobria de longe a barquinha do
pescador ; e pensando em sua volta nao podia exi-
mirse de um senlimentode espanto.
O endurecimento de Jeronymo causava pobre
mii os mais negros pressentimenlos : cora angus-
tia perguotava comsigo mesmo qual seria o desli-
no da sua ii:, se a Deus provase pdr-lbe termo
aos tormentos e chama-la para o descanso eterno t
E entretanto sua abnegagao, os sentimenlos de
sens deveres eram tao grandes que, apenas via abi-
car na praia a barca, ia afectuosamente com a fi-
lha ao encontr de Jeronymo, comprimentava o pe-
la ba volta, e o ajudava a desembarcar as redes
e a pesca.
Rosalia beijava tmidamente a mo de sen pai,
emquanto Vernica corria a preparar-lhe outras
roupas e a cea.
Todas estas provas de sympathia, qne tao pre-
ciosas sao a urna alma crente e sensivel, eram com
impacieociencia recebidas por Jerooymo.
Depois de comer sahia elle immediatamente, e
reuna se a compaobairos tao perrersos como elle,
com os quaes passara as nontes na devassidio e
no jogo.
Abl al como nao se parta de dr o corago da
infeliz Vernica ao ve lo no ausentarse t
Jeronymo que ha mnitos das nao havia reap-
parecido, decidio-se a entrar outra vez na cabana.
Rosala foi-lbe ao encontr solugando : tanto a
orph necessiiava de consolago 1 Mas nem ca-
ricias nem animagoes obtere do pai, em cojo sem-
blante, mais que nunca, estava impressa a bruta-
lidade.
Fcil era de notar que alguns das se dava
nelle urna lula interior e violenta.
Ausentndole de casa passava noutes inleiras
na devassidao, procurando assim abafar a poderosa
voz da consciencia.
Quanto a sua proflssao de pescador, despresava-
se elle inleirameote depois da morte de Vernica.
Chorava noile e dia pela mii a desgragada me-
nina, e al pareca nao notar a completa miseria
em que viva.
Condoidos pela presenga de tao grande infortu-
nio, consolavam-na os caritativos visinhos, e Ihe
faziam aceitar parte de suas comidas.
Jeronymo foi por seus excessos abysmado em
breve em profunda miseria.
Preciso foi venderse soa pobre cabana, e o bo-
cado de terreno contiguo a ella, fructo do traba-
lho e economa de Vernica, para pagar as nume-
rosas dividas que elle havia eonlrahido.
Jeronymo tomou logo um partido : possuia ama
Viam os pas de Victoria com feiicidade os pro-
gressos desla amizade. A ndole branda e socega-
| da de Rosala devia necessariamenle prodnzirbom
i fazer effeiio na de sua amiga.
Testemunbon o marquez sua irreia o desejo
bala. i que linha de levar a amiga de Victoria, pelo que
Vencido pelo cangago e pelo medo foi obrigado flcoa bastante contristada a priora ; mas julgando
a parar. ver nisto urna disposigo da Providencia, e com-
O brbaro Jeronymo repe lio grosse.ramente a __ gnU)a.lhe ?e^m. qaan. | endo SQa \ii evi, sef loda d(J abne
rge e aproveitando-se Nicols desta circumstan- ..,.__.. r .,. .___
gagao, conseotio era que seguisse
Jorge e aprove.vauuo-., uoa re--- dQ na0 esUmos perdidos,
cia passa o annel ao dedo da mulher. D08g0
Desprovido de tudo que poda cimentar sua pai- { DeM afti Roga|il( { xo odiosa, Jeronymo profere umablasphemia hor- muiner
rivel, e precipila-se no jardim.
Perpetua procara consolar a Rosalia, que assom-
brada segu com os olhos o pai.
Escuta, Nicols, disse ao marido a cruel mu-
lher, se podessem fazer-lhe ceder esta pequea ...
tem ptima voz, epaderia ser-nos til. Eoten-
deste?
Muito b rri, respondau o astucioso galono, fa-
zendo mulher um signal de intelligencia.
consentio em que seguisse Rosaba a joven
Victoria, coja alegria foi illimilada.
Nao pode a digna priora no momento da partida
dissimular a ddr que experimentara, e pedio ins
Mas ella nos trahiri, responden Nicolao com | untaneamente i Rosalia que a viesse visitar todos
espanto e colera.
boa proviso para o resto da viagem, quando sen
olhar fltou-se com assombro n'um objecto que jazia
no fundo do precipicio.
Ao principio distingui apenas trapos e onro-
pels.
a sensivel donzella derramou
ao separar-se de sua bemfei-
os annos.
De sua parte
copiosas lagrimas
tora.
Cobno-lhe a mo de befjos, e agradeceu-lbe mil
vezes ainda lodo qne Ibe devia.
O marquez Antonio passava ordinariamente o
bella voz, e tocava soflrivelmento guitarra. Pen- restarte, responden Nicols.
Desceu cautelosamente a ladeira ; mas qual nao
Jeronymo, exclamou elle cora lom de bypo- foi seu espanto quando pode certificarse de qne o ero n'uma magnifica casa decampo que possuia ;
crila, n'esio dia nao tens sido bastante afortunado, objecto era urna menina de quatorze annos, palli- mas desla vez foi directamente Palerrao, onde se
mas nio irapassivel que afina! o jogo te favore- da, inanimada ecoberta de feridas I... acna a imagem veneranda de Sania Rosalia pa-
Seus olhos pareciam fechadas para sempre pelo droeira da Sicilia.
somno da morte I...
Apezar dos vestiglos de horriveis ferimentos ti-
nha sen semblante nma expresso sublime.
O franciscano flcou por u m momento attonilo ;
entreunto o desejo de restituir i vida a pobre crea-
tura, Ibe deu actividade.
ca. Escula-me, tu s viuvo ; tua filha, em rez de
' soccorrer-te, antes para ti urna carga onerosa-
D-nos tua Rosalia ; nma segunda mi achara' ella
em Perpetua. E assim, anda gaobars, porque Q-
cas livre de cuidados que em tua posigo devem I
ser bem penosos.
Nao, exclamou Jeronymo com voz selvagem,
nao a leras. Comtudo, ajuntou elle depois de pe- Esfregou-le na testa um balsamo qne comsigo
quena pausa coma sustenta-la hei ? Eis-mp de ho- trazia, e humedeoeu-lhe os labios descorados. Pon-
je em diante reduzido a' mendigar. Quanto me ce a pouco toraou-se sensivel a resplragio da me-
ds por ella T nina, e emflm cora grande alegria do religioso-
Acceitando sementante carga, nada deveria abri ella os olhos e os filou com serprez ao es<
trangeiro.
Preparavam-se entio com grande solemnidade e
pompa as testas em honra da santa.
Tinba Victoria contado Untas maravilhas da ci-
dade e das brilhantes ceremonias que se iam fa-
zer, qoe Rosalia experimentava nma verdadelra fe-
iicidade no pensamento de abi chegar, principal-
mente sendo estas honras tributadas i santa de
seu nome. Chegaram os nossos viajantes na capi-
tal de Sicilia no mesmo, dia da fesla.
O mais bello eo favoreca os preparativos ; es-
' Un a cidade respiandecente, e todas as roas orna-
1 das de arcos trlampbaes e de pyramides, onde, en-
UM POLCO DEI DO.
Elxtrabimea o seguinte sobre o
80NVENT0 DA Chiva CHA.
Ao norte e a seis ieguas de tirenuble, en nm
medonho deserto, lenge do turbilho das paixes- e
dos- homens, est situada a Carmena, fundada per
S. Bruno em 1084.
Nao ha en- toda a trra lagar mais propno para
excitar o espanto, a admirago, o entlbsiamo> e
para inspirar o desgosio das coueas humanas.
A' vista, destes lugares, por um encanto incose-
bivel, a alma se entrega a esse senilmente de pie-
dade e de rehgio que a eleva e arrebata.
Os prazeres-, os gozos desta vida, sao all aprecia-
dos pelo seu justo valor; todos eedesejos tendem
para a eteraidade, a (erra desapparece, o tb se
abre.
Ao sahir de Greoobre, doos eaminhos ha que
vao ter a este lugar solitario e ttrrivel, o de 3af,
e o de S. Lourengo da Ponte.
O viajante que tomar o primeiDo, tem de subir a
montaDlia de Sap, toda coberta de ablos, onde so
Ihe oflerecem. a vista quadros magnficos, bem. co-
mo o formoso valle de Gra>ivaudao, o Braco- e o
Isero, que o regam, formando tolos rodeio que
se julgaria ver, disposta pela naioreza urna vioie-
na de regalos que aformoseam a* aldeias, as shou-
panas, e as-casas de campo, e fertilisam os campos
de trigo, da milho, e de Moho que cobrea este-ame-
no paiz.
Chegado-ao alto de Sap, o viajante desee a ou-
tro valle onde esla situada a aideia da Gajtucba,
que deu o nome a ordem religiosa fundada per S.
Bruno.
Bem longe est o caminho de S-. Lourengo de
ser to agradavel como este '. a estrada tambem
vai ter bem como a outra, as trrenles de Goye-
mort, porem o paz que a medea de urna aridez
propria para preparar o viajante para a tristes
sensagesv que vai experimeMar..
O aspecto da atdeta da Cartucha extraordina-
rio; nao. obstante oceupar um valle assas eonside-
ravel, as asas, ou, para melhor dizer,. as abanas
dos campooezes sao separadas urna das outras e
em uaa di-tancia cuja cansa, seno pde advi-
nhar; a igreja e a casa do cura fleam no fundo do
valle.
A esquerda e por entre colimas se prolonga o
canaioho que vai ter ao moeteiro.
E.' impossivel que o viajante imagine logo onde
elle vai lindar; porm apenas caminba algumas
centenas de passos, de repente se ansia nma gar-
ganta apenada por inaccessiveis monlanhas, algu-
mas das qoaes sao labiadas-a pique, formando des-
te modo urna especie de barreira eterna que o ter
no quiz por entre a Cartucha e o mundo.
Eoto se desee por um atalho semeado de S9
xos; e dous rochedos de espantosa eievago, pr-
ximos um ao nutro e coberlos de pinheiros, oflere-
cem urna estrena p^ssagem, na qual est a ponto
edificada sobre o Guyeraon, que, fazendo um ma-
dooho murmurio, atravessa loda a extengao, do
interior do valle.
A meia legua destes rochedos comega-se atris-
tar os aposentos que- os religiosos outr'ora oceu-
pavaro.
Em vo se esforearia aquello que iotenlasae nao
experimentar um seouaaenlo de terror a visU do
mosleiro : s homeos ja de alguma sorfes- inicia-
dos nos mysterios da patria celestial podem ver
com olhos tranquillos este retiro profundo e
eterno.
Nao porque o trabalho e as diligencias, dos pios
cenobitas, que abi se teem enterrado, aa lenham
temado habilavels estes lugares : em vez do de-
serto espantoso eestril, a que S. Bruno se reilrou,
veem-se ierras cultivadas, prados cobetos de gado,
e arvoredo abonado.
Mas quanto tempo, quaaia paciencia nao foi nc-
cessaria para eflecluar semelbaxite prodigio r
quanlos rochedos derrrubados, quantas torrentes
desviadas, quantas trras e podras transporta-
das I
E ainda se Unta industria nao tivesse (ida que
luctar contra a desgraga I
Porm olio vezes consumi, o fogo a Carlacha, e
oito vezes a reedificaran os religiosos, sem se qoei-
xarem e sem desanimar.
Durante o vero este desorto pode ter alguns en-
cantos; porm de invern, no roeio das neves, dea
precipicios e das torrentes, s a religiao. era ca^az
de fazer supportar a sua morada.
O claustro e as celias oceupam o sspago da seis
ceios ps de comando.
As celias sao em numero de ceru, e juntos dalias
corre urna agua lmpida, mas tao fria como a
gelo.
A celia de S. Bruno, qne ainda subsiste, esta a
nm quarto de legua do mosleiio.
Abi se v ama grata d'onde sabe una fonte das
mais agradaveis foi nesle logar que o fnadador
dos cartuchos se eslabeleoeo com soqs discpulos;
porm a vlsiohaoga das monlanhas, unidas aos pe-
ricos que o derretimento das navas a o deamorona-
menlo dos rocbedds podiam lazar correr aoe sena
successores, os dicidiram a esubelecar-se no meto
do deserto.
Urna cousa bm notavei que a parte desta soli-
deo, qua oceupa cideo qoartoa de legua e onde sa
veem os mais bellos horrores, bem como a
soa entrada, lechada por dous enormes roche-
dos.
A alguma distancia destes rochedos se renaaem
em um mesmo leito todas as aguas que, precipi-
lando-se com terrivel estampido, formara urna cas-
can magestosa qne termina admiravrlmente a
grande scena que o viajante acaba de gozar,
PERNAMBUCO-HP. DB M. F. DS F. 4 FILJ4Q








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