Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10837


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Full Text
4M0 m
?or qnarfel pago dentro de 10 (fias do i, mez t i .
dem tiepo/s dos 1.' 10 das do conecoe dentro do qaartel. .
Porte ao corre/o por (res Bezos ...,.,.,.,,,:
5|000
6J000
750
/
SNCARREGADGS DA SUBSCR1PCAO DO NORTE
Parahyba. o 3r. Antonio Alex?ndrino de Lima;
Natal, o St. Antonio Marques ila Silva; Araraly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Geari, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo. Antonio Alves &
Filos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA WJBSCRIPCAO DO SOL
Alagoas, o Sr. Clandino Falro Uias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ril'iro Gasoarinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagdes da via frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Garan),
Altinho, Garanhuns, Buiine, S. Betito, Hom
Gonselho. Aguas Bellas e 'aearat, as tercasJTribunaid commercio : segundas e quintas.
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta Pimentelras.nas quintas!,
feiras.
QUART FEHA 6 D IEZEHBR0 DE 1165.
Por atino pago denti-i de Itt dias do 1." iez
?orte a corre.i orina aiiuw.......
19S00I
siooa
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
feiras;
Pod'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiio e Exti, as quarlas
feiras.
Relago: tereas'e sbados as 10 horas.
Fazenda : quintas as 10 horas.
Juizo do eoramercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Priraeira rara do civel: tercas sextas ao meio
dia. -
Segunda vara do civel: ociarlas e sabbades a
ora Ja larde.
EPHEMER1DES DO-ME2 1>E DE2EMBRO.
DAS DA SEMANA.
[, 4. Segunda. S. Barbara, v. m. tS. (Nftnndn
* I "
' 7. Quinta. S. Ambrosio I., dnul. da egr. a>wdias li dos mezes .de Janana, careo
2 La cheia as 4 h., 34. m. e 45 s. da I
t Quarto m:ng. as \f h., 33. m. e 28 s. da t.
10 I,ua nova as 2 h., t.m. e 34 s. da m.
Il4 Quarto cresc. ?s rO 8. St-xia. ti a Immaralada Cnneeleto de Mara.
'.'. Sabbado. S. Leocadia m.; S. Gorgonia v.
10. Domingo. S. Melchiades. p, .; S. Gemello m.
PREAMAR DE BOJE.
Primeira a.- 6 horas e 6*4 m. da manh.i.
Segunda as.7 horas e 18 mininos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES &STEIROS.
ftira o snl at Alinas a 14 e ?()-;. par, o
.T3M-
CS10,
jila, setembro e novea>bro.
ASSIGNA-SJ3
joRscife, na!ivr:ria da pnaQ da. lodep e2doBcia
bs. 6 e S, dos pwprietarios Manoel Figaeiroa dt
"Faria A Filho.
Os Srs. assignantes Ueste Diario, que
se acham em debito das respectivas assig-
natnras, queiratn mandar realisar o paga-
menlo dellas; e aquellos que morara fura
desta cidade, tenham a hondade de dar avi-
so de qnaes sejam aqu ,'os seus correspon-
dentes, afimde ser solicitado esse pagamen-
to dos raesmos, a quem danio ordena para
isto, visto como alguns pretextara a falta
dessa ordem.
IFFCIAL
fiOVBRKO 1H PaOWICU
Expediente do dia 1 de ilezembro de 1865.
Olttcio ao general commandante das armas.
Mande V. Exc. eliminar io servigo da guerra, para
que fora designado, o guarda nacional do batalho
n. 10 de infaotaria do municipio de Iguarass, Jos
Antonio dos Santos, visto ter sido julgado incapaz
do servido em inspecgo de sade.
Dito ao mesmo. Respondo aoseuofflcio dehon-
tem datado, sob n. 2,296, dizendo-lhe que mande
considerar como alferes do 2" batalho destacado o
guarda Jo > Silveira Carneiro da '.mili i, que
adiando se encorporado ao referido batalho- para
o servleo da.guerra fra ltimamente promovido
aquelle post pelo de n. 43 de Sepnht'm a que
ponencia.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar-
me sobre o que pede no incluso r*quenmeoto, co-
-Lieiio com iuformaco do cominandanle superior
do municipio do Recite, o guarda nacional do !
bal'lilao i).; arlilhana, Alexandre Lu Duo ao mesmo.Queira V. Exc. mandar ins-
peccionar o (lai-aa Simo Francisco Guerra, de
que trata o incluso requerimento.
Dito ao mesmo.Mande V. Exc. eliminar do
servio da guerra para que foram designados, os
guardas nacionaes Jos Velanno de Araujo, Alfon-
so Velloso de Souza, Antonio Tiiemoleo dos Santos,
Manuel Felippe Jacob de Lima e Francisco Fer-
reira da Costa, visto que f ora ni julgados iucapazes
do servido em inspec^o de sade, segundo consta
do termo annexo aoofUcio de V. Exc. sob n. 2,285,
de '10 de novembro ultimo, cumprindo que me de-
clare a que balalhao perlenciam os tres ltimos,
atim de sa poder expedir as convenientes ordens,
para suas substituicoes.
Dito ao mesmo.Mande V. Exc. incorporar ao
2* batalho de guardas naciouies desuado ao
servico da guerra, o alferes do de n. 42 de infanta-
ria do municipio de Serinhem, Luiz Felippe a-
valcanti de Albuquerque, que se havia ofTerecido
para aquelle servigo na qualidade de guarda e foi
promovido para esse posto.
Dito ao mesmo.Mande V. Exc. eliminar do
servico iU guerra para que fora designado o guar-
da uaciooal do batalho o. 2 de artilharia do mu-
nicipio do Rio-Formoso, Felippe Nery Pessoa de
Mello, visto ter sido julgado incapaz do servigo em
in.-pecgo de sade, segundo consta do termo an-
nexn aa ofllcio de V. Exc. de 30 de novenibro ulti-
mo, sob o. 2,284.
Dito ao mesmo.Srvase V. Exc. de informar-
me acerca do que pedem nos incluios requernnen-
tos, Aulonio Fraoeiseo das Chagas e Hermogenes
Goocalves Lima.
i'ilo ao inpsrao. Sirva-se V. Exc. de prestar os
esclarecimentos pedidos pelo inspector da thesou-
rana de fazenda no incluso ollicio datado de hoje e
sob o. 30, acerca do pagamento que nos papis an-
nexos ao preditu ollicio pe le o capito do batalho
n. i8 de inf miara d>) innnicipio de Cabrob, Fran-
cisco Ani uno ile S.i Fadillia, destacado ao servico.
da guerra, nao s dos seus vencimentos, mas lara-
bem da quantia de 2-i7tl'.)0, correspondente ao- de
vano guardas uaciooaes que o acoinpanliarain
d'atli para esta capital
Dito ao inspector da lliesourana de fazenda.
Estando em termas os prets juntos pm duplcala,
que me reinetteu o marechal commandante das ar-
mas com oIRcio de hoiitem, sob n. 2,2'JI, e nao ba-
fea lo inconveniente mande V. S. pagar o; venci-
mentos relativos aos mezes de setembro a novem-
bro deste anoo, das pragas do corpo de guaruigao
que se acham no interior da provincia sol o com*
mando do alferes secretario daquelle corpo, l'oly-
carpo Jorge de Campos.Cuinmuiiicou-se ao inare-
-chal commandante das armas.
Dito ao me>mi. AunuinJo ao que solniiou o
marechal commandante das arma-, em ullicio de
bontem, sob o. 2,2'J2, recomraeudo a V. S. que nao
havendo inconveniente, mande pagar ao alferes se-
cretario do corpo de guarnico d-.rta provincia,
Polycarpo Jorge de Campos, como pede no incluso
reqnirimento documentado, a quantia de 9113000,
que diz haver despendido com o seu transpone, de
10 pracas do exercito, 15 voluntarios da patria. 10
muiheres e liihos de taes pravas e de 4 caixoes
com ambulancia de Tacarat para esta capital rom
escala pelas Alagoas.tvjinmuoicou-se ao mare-
chal commandante das armas.
Dito ao ine-mo.Mande V. S. se ni" iiouver in-
conveniente pagar ao capitao do batalho n. 48 do
municipio ue Cabrob, Francisco Amonio de Si
I'adilua, designado para o servigo da guerra, os
seus vencimentos relativos ao mez de novembro ul-
timo, como pede noinclus reiiuernnento.
Dito ao mesmo.Der.laro a V. S. para seu co-
nheennento e flm conveniente, que acabo de no-
mear Jusliniauo Manoel de Bareellos para servir
em commisso o posto de alferes incumbido de re-
organizar a ooropauhia de zuavos, a qual devera
aqnarteliar na fortaleza das Ciuco-Foutas com os
individuos que apresentar.
Dito ao inspector da thesouraria provincial
Em vista da inclusa follia a que se refere o olcio
do capilo commandante do corpo provisorio de
polica, datado de hoje, e son n. 36, e nao havendo
inconveniente mande V. S. pagar a quanjia de
43800, que despendeu de 21 a 30 de novembro
uitimo com as dianas abonadas a dous sentencia-
dos empregade- no servico do quartel daquelle
corpo.
Dito Francisco Xavier da Costa Aguiar e An
drade.Accuso recebido o oflino que me dirigi ;
V. S. em 8 do correte, ao qual vieram annexo os
impressos n. 1 do relatorio semestral da directora ,
da estrada de ferro de-ta provincia apreeutado aos
accionistas em assembla gerai de 24 de ouiubro
ultimo, n. 2 da discussAo havida nessa reunio, e
n. 3 da correspondencia trocada entre a mesma di-
rectora e o agente especial do governo o capilo
Joo Ernesto Veriato de Medeiros, concernenie a
referida empreza.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Recite.Ao alferes porta-ban leira do 2 ba-
talho de infamara Manoel Luiz de Mello que lixou !
residencia na provincia das Alagoas, como coopta |
da informagao de.se commando superior n. 453 de |
30 do mez lindo, mande V. S. passar a guia que
pedio nos termos do art. 45 do decreto n. 1,130 de
12 de marco de 1853.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de expedir suas
ordens para que seja postada em frente da igreja
matriz da freguezia S. Jos desta cidade urna
guarda de honra de um dos batalhoes da guarda
nacional sob seu enromando superior, atim de as-
sistir a festa da Virgem Senhora da Cooc-ico que
e lem de celebrar naquella matriz no di i 8 do
correnle.
Dito ao commandante superior de Garanhuns.
Ao olncio de V. S. de 20 de novembro ultimo co-
briodo o requerimento do guarda nacional do ba-
talho n. 29 sob seu commando superior, Manoel
Jos da Costa, respondo dizendo-lhe para o faxer
'constar ao peticionario que deve ser apresentado
no quartel general o substituto por elle olerecido
para ser inspeccionado e alistado depois de julgado
apto para o servido.
Dito ao engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.Inteirado do conteni do ofcio que me
dirigi em 29 do correte, sob n. 379, tenho a di-
zer em resposta que approvo o ajuste que V. S. fez
em virtude de minhaaulorisaQoconlida em oDcio
de 9 de agosto ultimo, com o emprezario do caifa-
mente drsia cidadfe para a colloeaco de chapas de
ferro as boceas dos canos de esgoto pelo prego de
2i3 cada um, e disto mesmo von dar sciencia a
thesouraria provincial.Ofllciouse neste sentido a
: thesouraria provincial.
Dito ao capilo commandante da companhia pro
'visoria de polica.-Annuindo ao que solicitou o
commandante superior interino da guarda naci-
! nal deste municipio, recommendoa Vine, que man-
! de dar baixa ao guarda do balalbo n. 4 de iofan-
jtaria, Joo Carlos da Silva, se nao tiver seguido
i para a corte.Comniunicou-se ao commandante
I superior do Recife.
Dito a cmara municipal de Agua Preta. Re-
meti a cmara municipal de Agua Preta para ser
! fielmente executada a inclusa planta, que acabo;
1 de approvar para a edilicago no povoado de Trom- j
beias a qual para esse fim me foi r-mettida pelo-j
chefe da repartiQo das obras publicas com ullicio
de 30 de novembro ultimo sob n. 380. Commu-
nicou-se ao chefe da reparticao das obras publicas.
Portara.O presidente da provincia resolte no-
| mear a Jusiiniano Manoel de Bircellos para ser-
' vir em commisso o posto de alferes incumbido de
reorganisar a companhia de zuavos o qual dever
aquartelar na fortaleza das CincoPontas com os
individuos contantes da relacto que apresentou.
: Dita. O presidente da provincia altendendo ao
que requereu Henrique Jos Vieira da Silva dono
do hiate nacional Strgipano resolve conceder-lhe
liceni;a para mandar o referido hiate ao presidio
de Fernando, licando porm obrigado a fazer
transportar gratuitamente, ate 3 passaaeiros de-
signados pelo governo, e bem assim os objeclos e
gneros do estado que nao excederera do peso de
urna tonelada, o que ser verificado polo director
do arsenal de guerra ; outro -un Acara' igualmen
te obrigado nao s a transportar no mesmo hiate
para aquelle presidio os de mais empregados, pra-
ca?, sentenciados militares, e de justas, mediante
a indemnisaco d* conformidade com' a tabella de
27 de outnbro de 1862, como tambero a nao con-
sentir que para all se transporte sem permisso
da presidenci, generes, e quaesquor outros objec-
tos, pertenceutes a particulares, nao podendo efec-
tuar o desembarque do carregamento que levar o
dito navio sem que por parle do cninmaudante do
mesmo presidio se proceda a exame atim de se
verificar se ha agurdente on outra qualquer be-
bida espirituosa.
ita.- presidente da provincia altendendo ao
que requeren o promotor publico da comarca de
Garanhuns Bacharel Antonio Sa!u Reg, resolve conceder-lhe dous mezes de licenca
com vencimentos na forma da lei para traiar de
sua saude.
iOVKRXO DO Kl.tiMUO DE
PtEK\lHBLCO.
SEDE VACANTE.
Dispensas malrimoniaes.
Existindo anda algumas petigoes de dispensas,
concedidas pelo Exm. e Rvro. Sr. internuncio apos-
tlico em diversas datas, de novo publico os nomes
dos contrllenles, alim de que ditas petiQoes pos-
sam Com facilidade ser procuradas na cmara ec-
cle-iastica, oude licam todas recolhidas.
idade de Olinda, 27 de novembro 18o.
Couego Jaaquim Ferreira dos Santos,
Secretario do bi>pado.
Dispensas concedidas em dala de 14 de setembro de
18GI.
Francisco Googalves de Mello e Delmira Faustina
do Nasa ment
Severioo Gomes da Silva, e Felicia Mara da
Uouceico.
Francisco llezerra de Vasconcellos e Josepha
Mara.
Francisco Ignacio Nunes e Francisca Xavier de
Maeedo.
Jos Vicente Targino e Florencia Petronilla.
Joo Paulo de AlbuquerqHe e Auna Thereza de
Jess
Manoel Martins de Barros Reg eIsabel Manada
Coill'eicO.
Antonio Manoel dos Santos e B^nvinda Mara da
Coneeicio.
Antonio Nunes da Silva e Antonia Mara da
Couceico.
Dionizio -oares Pereira e Antonia Maria da
nceicio.
Jos ile Mello aa Silva e Magdalena Maria da
Conceico.
Antonio Martins Leite e Maria Thereza de Je-
ss.
Joiio Pereira da Cruz e Anna Maria |la Concei-
co.
Clandino Correa da Silveira e Maria Francisca
Correa de Oliveira.
Concedidas em 27 de outubro de 1864.
Joo 11 rielro da Costa e Marinha Jos de sania
Auna.
Joo Jos Nepomuceno e Lourenga Maria da Con-
eeicao.
Nieostraeto Pereira de Mello e Maria Dornellas
de Albuquerque.
Concedidas em 30 de novembro dt 1864.
Jos Joaquim Victoria e Francisca Casemira de
Jess.
Jos Cosme da Silva e Francelina Maria da Con-
ceigo.
Manoel da Costa Jnior e Eufrozina Maria de
Jess.
Francisco Carneiro de Araujo e Anna Maria da
Couceigo.
Manoel Francisco de Brito e Maria Januaria da
Couceigo.
Jos Carlos de Freitas e Anna Mara da Con-
ceigo.
Luiz Francisco Ramos e Thereza Maria da Cou-
ceigo.
Concedidas em 23 de Janeiro de 1865.
Joaquim Jos dos Res e Antonia Jovina da Sol-
dade.
Antonio Ferreira e Umbelina Maria da Concei-
gao.
Concedidas em 10 de mateo de 1865.
Nicolao Alves da Costa e Pastora Mara da Exal-
tago.
Jos de Barros e Silva e Antonia Maria da Con-
celgo.
M iriiiiiano Jos dos Santos e Vicencia Mara da
Couceico.
Jo Francisco e Antonia Thereza.
Candido Marques das Virgens e Anna Luzia do
Nascimenlo.
Concedidas em 19 de abril de 1865.
Antonio Jos da Silva e Francisca Xavier da
Silva.
Joo Francisco da Silva e Maria francisca da
Conceigo.
Antonio Lobo dos Santos e Antonia Veneranda
da Couceigo.
Joo Ferreira Ribeiro e Mana da Conceigo do
Amor Divino.
Concedida em 17 demaio de 1865-
Feiz Jos Ignacio de Lima e Felismina Francoli-
na de Carvajbo,
Concedidas em 19 de jimito de 1865.
Jos Seralim de Souza e Joaquina Maria da- Con-
ceigo.
Francisca Antonio de Maria e Bernarda Marta da
Silva.
Manoel Felicio da Silva e Francisca Maria da
Conceigo.
Francelino de Souza Vieira e Maria da Gloria de
JllSUS.
Vicente da Rocha Freir e Maria Nicaea do Nas-
ciineoto. i
Manoel Nogueira da Silva e Aguida Maria de
Mello.
Concedidae em 21 de julho de 1865.
Flix llenriques da Silva e -Mana Francisca da
Silva.
Jos Romualdo de Lima e Maria Joaquina de
Jess.
Vicente Ferreira Naziazeno bezerra e Josepha
Maria da Conceigo.
Alexandre Jos dos Santos Sobrinho e Francisca
Mara da Conceigo.
Concedidas em 19 de agosto de 1865.
Joo Francisco da Silva e Anna Francisca da
Silva.
Manoel Alves de Siqueira e Honorina Maria de
Jess.
Antonio Joaquim Bezerra e Joanoa Francisca da
Conceico.
Concedidas em 4 de setembro dt 1863.
Agostinho Lourengo Dias e Deltina Maria de
Jesns.
Joaquim Carlos de Mello e Simiana Vieira dos
Santos.
Feliz Jos Bezerra e Mara Thereza da Concei-
go.
Belizio Jos da Silva e Maria Pastora.
C01MM DAS AMAS.
Quartel general do eoiuniainlu das armas 'le Per-
nanibuco na cidade do Recife, 5 de dezembro
de 186o.
Ordem do da n. 167.
O marechal de campo commandante das armas
em vista do que resolveu a presidencia em offlcio de
4 deste mez, determina que o sr. alferes Arnau de
Hollanda Cavalcaoti de Albuquerque, seja consi-
derado no 2* batalho da guarda nacional deslaca-
do para o servigo da guerra onde serve no posto
de alferes a que fra promovido pelo batalho n.
42 do municipio de Serinhem a que pertence : o
que faz certo para conheclmeolo daguarnigo e de-
vido effeilo ; bem como que por portara da referi-
da data, a mesma presidencia dispensou do servigo
da guerra pira que fura designado ao Sr. alferes
do batalho n. 23 do municipio da Escada Jos
Francisco Pedro^a Carvalho, visto ter provado ser
filho nico de viuva a quem serve de arrimo.
(Assignado.) Francisco Sergio d'OUoeira.
Est conforme.Antonio Francisco Duarte, 2.*
tenente-ajudanle de ordens interino eucarregado
do detalhe.
ijolzo da delegada referida,
Faria Jnior.
Francisco Silverio-de
tantlsmo por qualquer paiz detxa os instes vIi-'c\ i r,
gios do vacuo as crencaS do abordo as %Z I a,dre Pere era n* a' 8S' S. Pau-
- Por despacho do mesmo juiz e de 44o. cor- "s-e <> "ominavel as mximas de moral Mn I !'Z' *|Ue ve.rs" ?- &>***
rente foi pronuactauo Francisco Jos Ribeiro, in- ,,ou,!0 '' *!8 Mlos Moravsau-
curso as penas do arl. 264 4o do Cod. Grim.
Pedem-nns a publicago do seguinte ::
Os Recilenses desejan lo dar urna prova de ad-
mirago e anteada a' briosa offlcialidade do 3* cor-
' no de Volunnws quepartem araanhaa para o Sul,
I e especialmenie ao muitn digno capitn do mesmo
corpo o llbik Sr. Jos Joaquim Lopes de Almeda, eonseqoeneias, que o pudor nao i
dao boje um baile nossales da sociedade recrea- Ensinammais, que a nica regra de f ama ima-
tiva. iTeipiNeoore, que de muito boro grados ginaria luz interior, contra a qual os erdadeiros
presin pura esse fim. crentes nao podem peccar : que ellfes a devem
Sea te, algumas faltas ainda que inventaras se po- Escripranas e outros livros :
dem apresentar, comtudo aiiender>io a que nao se
ispoa de lempo algum, os Recifonses encarrega-
Latino
verieu por Castigar, signica muito mais, e nao so-
ir.Je, e a vir.nde em vi io que os gj %* W"> "^aductor da Biblia he-
renca, de aecordo como principio protestante, que
reieita as penitencias, iradoi o *s/*ooda Vlga-
la porsojpgo,e acenescenia ao textode algu-
ma (i/i3i:.-para modificar a kia de reprova-
go, quu o aposlolo kme, apenar de haver ensila-
do, e pragsdo a lanos. E porque e*ie lextodo apos-
tlo se oppoe a vaa conliang., que os Calvinistas
inspiran aos seus sectarios de que urna vea al-
caneada.a graca imposskval perde la, eis aam
! porque uesia BiWiade Nova-lork, que nos parece
perleocer ames a seita naivinista do que a qual-
quer outra, se aeha vicada lraducgo do, texto
referido de S. Pulo. Cwitra a doutnua de Calvi-
no, e para pr&var, que a grca e pode pender diz
slnam, por ex
o vicio em vi
pensamenlos e a<-goes, (,HB goralmenle passai iwr
impuras ou sensaaes; mudam de naloreza quando
pralicadas por eiles, o se tornam meros sigflaes on
symbolos mysMcos e espirituae-, e ouiras mximes
propras de visionarios, donde tiram abominaveis
es-
oraeaoi e lando as
que a Ibi. moral co-
uda as Bscripiuras no urna regra de proceder
para o>s renles, mas fura dada swmHo ao povo
dos desse festejo, esperam que essas faltas Ihe se- judaico: que o komem nao criminoso se i
com-! *.SP?2?~ rAf?,to pws> 1Ue cr e?,M em P
rao relevadas. quanto elle se persuade que effeetivarnente nwm- .,ei
Con>ia-nos mais que o baile sera' abrilhanlado meiieu urna aecSo criminosa e qaoio.lo aquelle que ,,',' .. yJ
mapresenga de SS. Exc*. o Sr. presidente da s iulga bem confirmado na enea, pode, sem ris*f-?f?2JI2J '"^-"'n contra o Sacra-
ovinua, chefe de polica, commaudante das ar- eo de perde-l, faxer todo quante"qoinr, e entro- \T^zJ?2r* "f6.08 rooDm.eD-
gar-se sem escrpulo a toda a sorle de excessw, ^t, tSVSf^'f' 'lue alle'lara' We Xos'
dando a carne oque pertenc* carne ; que eroJm i ?S?f ro8lfato malr'-
ninguem jamis poden' ter f, sem que abandone moU,dl a >*> ^ Sacramen
PERNAMRUCO.
KS.iSTl mim.
Rene se amanha em sessao ordinaria o Insti-
tuto Archeologico e Geographico Pernambucano.
A companhia de Beberibe paga o seu 35. di-
videndo na razio de 35000 por acg).
Na segunda-feira encerrou a empreza dra-
mtica do Santa Izabel os seus trahalho< scenicos
no presente anuo. Mas alguns actores pretemlem
por si dar ainda alguns espectculos, lindo najo
lugar nm em beneficio da actriz Jesnioa e u pun-
to da companhia, que levam scena a Actriz lie
brea, que tem justamente sido lo applaadido por
nosso publico.
Os Exms. Srs. conselheiro presidente da pro-
vincia e marechal commandante das arma*, pas-
,-antlo revista bontem por 6 hora< da manha, no
proprio quartel, em-que esta alojado o 3. corpo
de voluntarios da patria, que deve amanha se-
guir para o sul, exprimirn) sua saiisfacgo pela
ordem, regularidade e aceio que em ludo observa-
ram com a mais escrupulosa attengo.
Sem iotengo de estabelecer precedencias, for-
ca reconhecer que o Sr. coronel Francisco Joaquim
Pereira Lobo rene oualidades de um verdadeiro
militar, sendo para wljr que a sua recoobecda
apiido nao houvesse siy-de mais tempo aprovel-
lida. Com d-ze-lo, traduzimos a agradavel im-
presso de que se tem tomado os entendidos ao
observarem a disciplina que impera no 3. de ro-
luntarios, cuja organisago um verdadeiro esfor-
go de aclividade, paciencia e coohecimenlo varia-
do das regras d'arte.
Parabem ao (Ilustra comprovinciano que, em
pouco, ira engrossar as fileiras dos que pelejam ao
sul do imperio pela civilisago contra a barbaria I
Tendo deixado de proceder-se eleigo da
nova directoria de Hospital Portugwz no domingo
ultimo, por falla de numero legal de socios, foi
marcado de novo o da 10 do correte (domingo).
Pedem-nos espago para a seguinte ractili-
go :
O recibo das aego^s da Caixa Filial de ns.
2787 a 2801 nao se desencaminhou nem podia ser
desencaminhada da massa fallida de Gulherme do
Carvalho 4 C", como o deciarou a directoria a'
aquelle estabelecimento em aonuncio hootem pu-
blicado, ern que da' aviso aos que oUlo po-sam
interessar da transferencia das me- as aegoes a
Exma. Sra. D. Henriqueta da Silva, que as houvera
em basta publica.
t Esse recibo nao foi, sim, encontrado entre os
papis e ttulos dos referidos commerciaotes ao
lempo em que, por abandono do estabelecmeulo,
se deciarou aberta a fallencia e se procedeu ao in-
ventario judicial. De urna a' outra afllrmago, vai
distancia, e lalvez til acautelar juizo temerario.
< Estando a' cargo de um depositario, para este
efTeito nomeado, as massas fallidas nao podem sof-
frer descaminho de ttulos sem responsabilidade da-
quelle funecionario.
Pelo delegado desta capital foi preso, bontem,
Manoel Silverio da Silva, pronunciado, pela subde-
legada do primeiro districto da cidade da Victoria,
como iocurso as penas do arl 269 do Cod. Crim.
Por parte da mesma autoridade foi remedido
ao quartel general, o desertor do 4* batalho de
arniliaria a p, Joo de Barros da Silva, preso pelo
subdelegado da Magdalena, com um cavado fua-
do na nuil,) de bontem (4).
Pelo subdelegado da freguezia do Recife, foi
preso no dia 3 do correnle. e vai ser processado
Tbeotooio SoaYes de Oliveira, por haver ferido a
Manoel SerapioStibeiro, em conflicto Iravado en-
tre ambos. A
Pelo juizo "delegada desta capital foram
pronunciados ocursos as penas do arl. 264, 4*
combinado com o art. 34, ambos do Cod. Crim. o
Portuguez Joaquim Pinto da Fonseca e Francisco
Lopes de Souza, seodo que a pronuncia lem a data
de 28 do mez passado.
Tambem na mesma data e no mesmo juizo
foi pronunciado o prelo Jos Canuto, escravo do
capio Vicente Mendes Wanderley, sendo consi-
derado iocurso as penas do art. 193 do Cod. Crim.
por haver assassinado a um seu parceiro.
Em o dia 1* do do correnle loi pronunciado
inourso as penas do art. 167 do Cod. Grita, peto
l'OIII
prov
mas, e mais pe>soas gradas desta cidade.
No dia 20 de novembro prximo passado, en-
cerrara m se as aulas do Intrnalo de S. Bernardo,
estahelecido n'csia cidade.
Esta nomonclatnra a do alumnos do mesmo
'Intrnalo, quelizeraui exame no collegiodas artes,
annexo faculdade de direito, e foram approvados
as respectivas materias.
Latino.
Joflo Polycarpo dos Santos Campos.
Alberto Francisco do Espiriio Santo.
Francisco Jos da Silva Porto.
Candido Vieira da Cunha.
Manoel Cavalcanli de Mello Jnior.
Ulysses Machado Pereira Vianna.
Siduino Lamberto Cisteiio Branco.
Jos Alves Lima Jnior.
Antonio Gomes Leal l.nyo.
Antonio Gomes Leal Jnior.
Joaquim Moreira de Harros Oliveira Jnior.
Manuel Francisco Honorato Jnior.
Francisco Altino Correa de Araujo.
Vicente Antonio do Espirito Sanio.
Thomaz Lias Ribeiro.
Antonio Eolalio Monteiro Jnior.
Houorio Hermel" Correa'de Brito.
Joo Ferreira da Silva Jnior,
l-rancez.
Joo Polycarpo dos Sanios Campos.
Carlos Frederico da (osla Ferreira.
Joo Ferreira da Silva.
Antonio Gomes Leal l.oyo.
Francisco Jo.- da Silva Pnrlo.
Francisco de Paula Leile Orlicica.
Benigno Marinho l.ins Sicopira.
j Horacio Olyndo do E-pinlo Santo.
; Manoel Joaquim do llego.
[eglez.
j Jos Felippe de Gu-mo Urlioa.
Manoel Cavalcanli de Mello Jnior.
Francisco de Paula Leite Onicic.
Joo Polycarpo dos Sanios Campos.
Libralo Villar Brrelo Coulioho.
Graciano Villar Brrelo Coutmho.
: Horacio Olyndo do Espirito Santo.
Francisco Jo- da Silva Porto,
i Aolonio Gomes Leal !. yo.
Rbetorica.
Pedro Francisco Corr!, de Araujo.
Alberto Francisco do Espirito Santo.
Joaquim Ferraz Daltro.
Thomaz Accloly de Gusmo Wanderley.
Graciano Villar Brrelo dulinho.
Jos Felippe de Gusrnilo Uclioa.
Candido Vieira da Cunta.
Manoel Ca-alcanli de Helio Jnior.
Thomaz Francisco do Reg Muniz.
Aulonio Ferreira Baitliar Fimo.
Augusto Emilio da Fonceca Galvo.
Jos Pereira Maia.
Santiuo de Assis Pereira Rocha.
Modesto do It-go Bapti-ta.
.Geometra.
Antonio Ferreira Balihar Filho.
Francisco Jos Monteiro.
Eslevo Carneiro Cavalcanli de Lacerda.
Satyro Raimundo dos Santos.
Francisco Primeiro de Araujo Cit.
Miguel Archanjo de Figueiredo Jnior.
Manoel Tertuliano Travasso de Arruda.
Geographia.
Pedro Francisco Correa de Araujo.
Joaquim Ferraz Daltro.
Liberato Villar Brrelo Conlinho.
Graciano Villar Brrelo Conlinho.
Candido Vieira da Cunha.
E'-levo Carueiro Cavalcanli de Lacerda.
Alberto Francisco do Espirito anlo.
Jos Felippe de Gusmo Uchoa.
Thomaz Accioly de Gusmo Wanderley.
Horacio Olyndo do Espirito danto.
Diogo Carneiro Rodrigues Campello.
Philosophia.
Pedro Francisco Correa de Araujo.
Alberto Francisco do E-pinto Sauto.
Liberato Villar Harrelo Coulioho.
Graciano Villar Brrelo Coutmho.
Thomaz Francisco do Reg Muniz._
sydronio Lidio de Oliveira Magalhes
Vicente Pertira de Reg Filho.
Jos Viceule Meira de Vasconcellos.
Francisco Jos Monteiro.
Jos Osorio de Cerqueira.
Thimotheo Epiphano Ferreira Lima.
Lmz Rodrigues Ferreira de Meuezes Vasconcellos
de Drummond.
Gaspar Ferreira Frazo de Menezes Vasconcellos
de Drummond.
Jos Luiz Peixoto de Vasconcellos.
Jos Ferreira da Cos,
Braz Fl irentino Henrique de Souza Jnior.
U'entre estes alumnos, alguns termioaram o
curso de preparatorios, licando promptos para a
matricula em aulas de instrucgao superior.
Foram igualmente examinados e approvados em
portuguez e contabiiidade os coileglaes Francisco
de Paula Googalves da Silva, Henrique Marques
Lins, Jos Coroelino de Menezes Vasconcellos de
Drummond, Felippe Santiago de Almeida e Pauli
no Jos da Cosa Amorim. sendo examinadores os
Srs. conselheiro Autran, Dr. Antonio de Menezes e
major Salvador Henrique.
Hoje o agente Olympio nr seu armazem da
ra da Cadeia do Recife n. 36, fara' leilo de tras-
tes avulsus. objeclos de ouro e prata, crystaes e ou-
tr js muitos artigos.
Hoje faz leilo o agente Simoes de 2 predios
quasi novos cujo leilo efTectuado em seu arma-
zem a ra da Cruz n. 57 as 11 horas.
a igreja e. os sacramentos,
E que que ensinam rodas as oulras aaifica-
gSe- do protestantismo ? Individua lo, seria am nao
acabar I
E porlanlo entremos ja' no confronto das bi-
blias.
Tiuha feilo, ajudado por nm anigo, que muito
| me auxiliou, todas as minhas notas relativamente
, s falsillcagoes das biblias impressas em Londres,
guando deparei com urna pastoral do Exm. Sr, ar
gnidade de Sacramento esta' em pri-
meiro logar o orculo de S. Paulo na epstola ais
Ephesios capitulo 5 verso 32, os falsificadores da
Biblia viciaran) a lraducgo des texto. O apost-
lo depois do haver tragado as oarigagoes dos casa-
dos, (9) conclue dizendoSnramcnuta hoc mag-
numest.njo aulem dico m Cliristo ti >n Ecclesia.
Ksie sacramento grandt\ mas eu digo em Christo
e na igreja. Na Biblia de Novalork acha-se as-
sim traduzdo este texto :Grawk esle myste-
no : o que porm digo em respetta de Chnst e da
I igreja :para assim desviar a idea de >acramen-
cebispo da Baha, onde encontroi urna resenta des- io, .|ue o mesmo texto suggere, e altenuar a auto-
: sas falsihcagoes quasi conforme com a que liona-; ridade do apstol>.
mos feo ; mas porque reeonhego e acato no ira-
: balho do i Ilustre Metropolita o cunho da aulorida-
; de episcopal, tive por melhor e mais seguro dar-
Ihe toda a preferencia, al porque o peridico pro-
teslanie, que ja' me refer, parece lirar todas a-
duvidas, com alangar que a Biblia impugnada foi
approvada por S. Exc. Hvma. Latet anguis n
herbis :
t A Biblia que aqui se tem posto a venda, diz o
Sr. arcebispo, por prego nfimo e.se trata deespa-
Ihar, traduznla em vulgar pelo padre Joao Ferrei-
ra A. de Almeida, e ministro pregador do Santo
Evaugelho em Batavia, ierra de protestantes, esta'
com o Antigo Testamento truncado : fallam-lhe os
seguioles livros ; de Tobas, de Judith ; os captu-
los 11, 12, 13, 14, 15 e 16 do livro do Kslher : os
livros da Sabedoria e do Ecelesiaslico, que se nao
deve confundir com o do Ecclesiasles, que outro
livro inteiramenle defireme ; a pmphecia de Ba
ruch ; a Oragao de Azarias e o llyrnno dos Tres
Meninos, isjio do verso 24 do capitulo 3o de Da
niel
a pos
O capitulo > da primeira epstola de S. Joo
alvea o que mais falsificado se acha, contera nada
menos de 8 ;,;ieragoes.
O verso 6.a diz Hic est qui venit per aguan tt
sangmnem Jess Clirislus: non in aqaa solum, sed
agita el sanguine. El spiritus esl, nu testifica-
tur, quoniam Christus est ventas. Este Jess
Christo, que veio pela agua, e pelo sangue:
oo na agua smenle, mas na agua, e no sangue.
E o espirito que testifica, que Chr-lo, a verda-
de.A Biblia de Nova lork altera a tradm-eo di-
zendo, Este i aguelle que tvw por agua e sangue,
a saber, Jess o Christo : nao s por agua, seno
por agua,e por sangue. E o Espirito o que testifica,
que o Espirito c a oerd'ie.i on/iml nao esta
que o Espirito a verdade, mas mu que Christo
a verdade.
O verso 10 assim esta na Vulgata latina.Qui
credit m Fitium Dei, kabet testimonium Dei in se.
Qat non credit Filio,mendacem faetl ram: quia non
| credit in testimonium quod testificatus est Dens de
aleo verso 90, e os versos 98, 99 e 100 do! Film suo.-O que er no lilho de Dos, lem *m si
5X.ffirft.55r.?.. "Sft '1U,> se leal "" esleinunho de Dos. O que rao er ao Filho, o
do padre Joao jAl mentiroso : porque nao er no testemonho, que
de seu Filho. A Biblia h-retica traduz
capitulo 3o de Daniel desta Biblia
Ferreira A. de Almeida de 24 a 30 os de 91 a 97
da Vulgata latina ; os captulos 13 e 14 do mesiro
prophela Daniel, e os dous livros dos Macebaos.
Tambem se acham mudados os nomes de alguns
livros do Antigo Testamento, mas esta mudanga
de pouca importancia.
E' muito vario o Canon dos livros sagrados dos
bereges : denlre elles uns admittem os livros sa-
grados, que outros rejeitam. Luthero rej-it u al
giros tivr.s do Antigo Testamento, como o de Ba-
ruca, de Tobas, de Juditii, o Ecclasiaslico, o da
Sabedoria e os dous dos Maceab >s; mas Calvino
C os seus sectarios os acc-iiain. Do catalago dos
livros do Novo Testament i riscaram os Lulherano-
os seguintes livros : a epstola de S. Paulo aos He-
breos, as episiolasde Santiago e de S. Judas, a se-
gunda epstola de S. Pedro, a segunda e terceira
de S. Joo e o Ap.calypse : os Calvinistas porm
recebem todos estes livros. E esta divergencia nao
deve causar dmirago, visto protVssar cada seia
sua f difierente e dlflerentes serem os seus dog-
mas : rejeiando toda a autoridade suprema e in
faluvel, necessariam-nto deviain as seilas, que se
separara da igreja eatholica caliir riesie excesso, de
reprovarem urnas pelo mesmo direito, que oulras
approvam.
Na Biblia em questioesta' truncado o Canon dos
livros do Antigo Testamento, como ja' ficou apon-
lado : o Canon, porm, dos livros do Novo Testa-
menta esta' inleiro, mas os mesraos livros eslo vi-
ciados, os erros pullulam por toda a parte, e o pro-
prio texto da segunda episNa de S. Paulo a Thi-
motheo, fa la-liie a ultima proposicaosobriuseslo.
Aponiaremf!
Heos den de seu Filho. -A Biblia
assim. Quem er no Filho de Dos, teslenmnho
tem em si mesmo : quem a Dos nao er, mentiro-
so o fez : por quanto nao creou o testemunlio, qu
Dos de seu Filho teslificou.Sn Vlgala se diz,
que quem ci no Filho de Dos, tem em si o tesle-
muon de Dos, e nesta Biblia falsificada, que o
lem em si mesmo.
O verso 13 acha-se escriplo na Vulgata desle sao-
do flote seribo vobis : ut scialis quantum vitam
habftis (eternam, quicredita in nomine Filii Dei.
Eu vus esrrevo estas cousas : para que saldis que
leudes a vida eterna, os que credes no mime do
Filho de Dos.E na Biblia aturada l-se.Estas
cansas vos escrevi vos, os que credes em notne do
Fitho de Dos : para que saibais, que tendes a vida
eterna, e pira que creis em ame do Filho de
Dan.Aqu ha aeerescentamenio, que nao iraz o
texto da Vulgata.
O verso 15.' assim se l na Valla.El sci-
mus quid aitdtt nos quiduuid petierimus : sci-
I sitrj quoniam Itabemus pettliones quaes postula-
mos ab eo.E sabemos que elle nos ouve em ludo
quanto Ihe pdirmos : sabemo-lo. porque temos j
recebido o elfeito das petcSes, que be lijemos. A
Biblia em queslo altera a' lraducgo deste lexto do
seguinte modo.B se sabemos que tu lo o que lite
pedimos nos oulorga, tambem sabemos que as peti-
roes, que he pedimos, as alcanramos.
O verso 17 diz. Omms iniquitas, peccatum est:
el est pi-ccalum ad morlem.Toda a ioiquidade
peccado : e ha peecado que para morte.A Bi-
blia hertica traduz Inteiramente ao coutrano do
goes,em 1^6^^^ miqmdade peccado :
ra nao fatigar o le.tor com um exame extenso e "*" I""** ?' "* '"' "'"
Por portara de hontem noraeou S. Exc. o Sr]
conselheiro presidente da provincia ao bacharel
Tibnriino Barbosa Nogueira para o cargo de pro-
motor pubblicoda comarca de Tacarat.
CGMMUNICADS.
As Biblias falslOeadas.
(Coolinuaco.)
E si en me propuzesse escrever um livro, e nao
um rpido artigo de gazeta em que, mais corren-
do, que discorrendo. vou duendo o que snto, te-
na, mediante os subsidios da historia, de mostsar
eom toda a evidepcla que. a passagem da ncote-
fasli dioso.
No capitulo Io do Evangelho de S. Lucas refere
este Evangelista, que fui enviado por Deus o anjo
Gabriel a uraa ridade, chamada Nazarcth, a' urna
Virgem desposada com um vario, que se chamava
Jos, da casa de David, e o nome da virgem era
Maria. Entrando pois o arijo onde ella eslava, Ihe
disse: Dens te salve cheia de grava : o Senhor
cotntiqo : Benulitta es tu entre as muiheres. A lli-
blia herethica, que abi vos andam metiendo ca-
ra, traduz assim o texto da Vulgata, que vos aca-
bamos de exporAve gratia plena Go;.o bajas em
grana aceeita.E a nao ser que se queira chamar
a Mi de Deus cheia de grac.a, para Ihe contestar
sorrateiramente os privilegios extraordinarios de
que o Allissimo a dolou, e principalmente a sua
coneeicio e inmaculada, nada mais descubrimos,
que possa justificar urna tal lraducgo, em lodo o
sentido capciosa. A verso do Synaco diz : Pax
tib plena gratia, a paz seja cornligo cheia de
graca ; e a de Arlas MoniGande gratia plena, fol-
ga cheia de graca. E nestas versdes, como Da Vul-
gata a Saolissima Virgem denominada cheia de
grac.a, como o anjo a saudou, e como nos a sauda-
mos lodos os dias, implorando os seus auxilios e a
sua proteegao.
O capitulo 6. dos Arlos dos Apostlos tem um
verso de mais, sendo dividido o 6* em dous, e por
isso e verso, que devia ser 22 lem a numerago de
23, e esta' assim traduzdo : E havendo-lhes por
commum consentimento eleito ancios em cada igre-
ja, orando com jejnns, encommendaram-os ao Se-
nhor, em o qual haviam crido. Esla lraducgo esta'
viciada, e ao irxlo foram accrescentadas as pila
vras por commum consentimento, que nao se en-
contrara na Vulgata. Citemos o tex na Vulgata latina. El cum conslituissent Mis per
sngalas ecclesias presbyleros, et orassent cum je
jiinalionibus,commendavernnt eos Domino, in quem
crediderunl.O qual assim se traduz.E leudo-
Ibes constituido em cada igreja presbyleros, e feito
oragoes com jejuns, os encommeodaram ao Senhor
em quem tinham crido.Est portanto o vicio em
traduzir o conslituissent por eleger, e no aceres,
ceolamento das palavraspor commum consent-
I mentexpriraiodo-se assim o erro dos protestan-
tes, que os sacerdotes recebem a sua misso do po-
no, e nao de Deus : erro gravissimo, que ataca de
frente a iostituigo divina do Sacerdocio, e abala
pelos fundamentos a igreja de Jess Christo.
No capitulo 9. verso 27 da epstola aos Corin-
Ihos diz :*, Paulo :Sed castigo corpus meum, et
in sevvttutem redigo : ne forte cum aliis praedtea-
verim, ipse reprobas efficiar. Mas castigo o meu
corpo, e o reduzo a' escravido : para que nao
succeda, que havendo pregado aos outros, venha
eu mesmo a ser reprovado.
E esta a lraducgo lateral deste texto de S. Pau-
lo. ; mas na Biblia hereclica de Nova-lork l-se de
modo differenle.Antes snjugo meu corpo, t o re-
duzo a servido, para que aos utros pregando, tu
mesmo em ajguma maneira nfio fiqut reprovado^
O verso 18. res.Scimus qma omms, qui na-
tus est ex eo, non peccat : sed generalw Dei con-
serval eum, el malignas non tangil eum. -Sabemos
que lodo aquelle, que nascido de Deo*, uo pec-
ca : mas o oaseimento que tem de Dos o guarda,
eo maligno Ihe nao tea.A Biblia adulterada tra-
duz.Uem sabemos que todo aquelle que de Deus
nascido, nao pcea : mas o (ue de Di-os i gerado a
si mesmo se conserva, e o maligno Ihe nao pega.
S. Joo diz, que todo aquelle que nasce de Dos
nao pecca, e que a ongem de Dos o guarda, ou
conserva, e o traductor da Biblia hertica fazcom-
prehender o contrario dizendo, que a si mesmo se
guarda, em contrario do que Jess Christo asseve-
rou, que sem elle nada podamos fazer, sine me ni-
hit polestis facer : (10) sem que com ludo fique
por isso diminuida a hberdade do homem, que po-
de mesmo resistir a operago da graca interior.
O verso 19." dizScimus quoniam ex Deo su-
mus : et inundas lotus in maligno positusest.Sa-
bemos que somos de Dos : e todo o mundo est
posto no maligno.-E a Biblia, heterodoxa iraduz:
Bem sabemos que dt Dos somos, e que todo o mun-
do jaz em a maldade. E isto nao urna lraducgo
rigorosa mas urna parapbrase. o que S. Joo cla-
ramente diz que todo o mundo se achava enlo
debaixo do imperio do espirito roaligdo, e o seu
peosamento se devia verter tal qual se acha na vul-
gata para bem se conbecer. Mas ero fim nao este
o maior erro.
-O verso 20. assim vera na Vulgata. -Elscismus
quoniam Filius Dei venit, et dedil nobis sensum ut
cognoscamus verum Denm, et sanas m vero Filu
ejus. Hic est virus Deus, et vita alema. E sabe-
que veio o Filho de Dos, e que nos deu enlendl-
menlo, para que conh'-ganios ao verdadeiro Dos,
e estejamos em seu verdadeiro Filho. Este o
verdadeiro Dos, e a vida eterna.A Bilhia falsifi-
cada traluz :Porm sabemos que j o Filho de
Dos vinilo e nos deu tntendimento, para conbe-
cer ao verdadeiro : e no verdadero estamos, a sa-
ber em seu tilho lesus Christo. Este o verdadti-
ro v a vida eterna. Para assim proceder com
elfeito necessario desembarago de hereje, e sobre-
todo a audaci), e a tenacidade, que formara o seu
dislmcttvo t Refcia-se bem nislo.
Tem-se querido fazer-vos comprehender, ama-
dos liihos, que nos condemnaroos a Bib ia, e que
nao queremos, que a leais, e esla perfila insi-
nuago a desfaz a nossa carta ^pastoral do 1* de
julho ulnrno. Fazendo algumas exhoriagoes s
mis de familia acerca da educago de seus liihos.
nos Ihes dizemo- : (ti) Logo que fr possivel
exercitar a memoria do menino, se deve dirigir
para o coohecimenlo da le chrisla as primeiras
luzes de sua intelligencia. E em quanto se os
faz ler alguns livros da lei chrisla escolhidos en-
(8) 1 Corintb. 10. 12.
(9) Ephes. 5. 13. e seg.
(10) S. Joo 15, 5.
(it) Pag. 78.


Diario de Peraanbaeo ftnria letra o de Dezembro d tnuh.
Ir o; histoticos do mitig, do noro testamtnto, ba de Mallos. O crime foi praticad* do da 23 de
sement* fecundas, cujos (relos sao reservados novembrp as 8 h iras o meia da manhaa, e no da
para o fuluro, enraar-lttes alguns versculos da 29 estava o processo coacluido o a pronuncia de-
Escriptura, para que o. recitem de memoria, que cretada.
serao como sua trela de cada da, e como uro
ramaihrie coraposto de llores escolhidas as Tan |
tas Escripturas, que elies oTerecero ero cada
manhaa a sua mai.Aconseiiiamos s mais, que
fagam os seus tilhus Ur alguns livros escolhilos
entre os hisMricos do anligo o do novo testamento,
e que Ibes ensinem alguns versculos -a Escrlp-
tura, para que os recitem de memoria, e, nao que- do Sr. Dr. Vaz
remos, qui- se leia a Biblia 111
O apostlo diz : queToda a Escriptura divina
mente inspirada, i uli para entinar, para reprc
rem, declaro o facto com tota a minSez, pros para
islo estou Oesde muilo aulurisado, e o facto- de
mais sabido por veneraveis caracteres.
Nao me quaixo da ma' vontade- d'esse amigo
A vista do que fica dito, e do offlclo abaixo esta- do Jornal do Rscife, dos mais prestigiosos, diz eHe.
as convencidos de que a Ilustrada redacgao do Agradego ihe atessa ma' vontade, mas nao Ihe
de S. Exc. o Sr. ex-ministro por llie Tallar coro
ornmenlo em puuho.'
Tudo o mais do arugo do Sr. Dr. Mirco ama
rapsodia de mao gosto, extrahida da Ordem: e
posso dizer que a miulia conducta ha sido avahada
por mu i tos Srs. presidentes, com os quaes hel ser-
vido sem uta, sendo que a historia do Cesar, do
COM ME ICIO.
Vinle t cimo de Marco se apressar ero fazer justi- dou a importancia de suppdr que tetiha podido ou
5a ao Sr. Dr. Pyndabiha de Mallos, louvando-o pela possa prejadicar-me. Felizmente, eta' hoje na ca-
actividade, e zelo de que acaba de dar provas. delra da presidencia oSr. eonselhei'ro P.iracagua'
Qnanto aos (actos que se referem a administra- com um espinto bastante firme para terriftoar as 1 mentirosa, como ludo hei por mal* de urna vez es
0o policial de outros cheTes, e coro especialidade a arremetudas dsse grave pot.t(co*qte, esteja rerto,' criplo nos diversos jornaes da provincia.
de Carvalhaes, appellamos papa a nao mais derramado contra mim do que eu cob- A prlso e corrida, de <|ue fal ou o Sr. Dr. Mar-
redacgao do Vinte e ancoie Marco. Ella nos dir ira elle. co. quando en sahla de audiencia, e anda urna
si os Srs. Drs. Vaz de Carvalhae, Neiva e o des Depois do que levo diio, e de todo ponto fiabi- triste concepco da mente escaldada do Sr. Dr.
embargador Assiz Rocha sao cpales de pacluar do, nao me sera' preciso fazer eslcco para descon- Marco, r mesmo urna infamia s propria denm
hernia; pura corrtgir na justiqa : fim de que o com criminosos e consentir que a reparligio da po- vertcer o publico de fora da provincia de qne por humero perdido na opinio publica, como o Sr.
hmemde Ueus seja pe fetto, estando preparado licia sob a direcgo delles revelasse relaxagao e nenfinm irWdo est' autonsado o Jornal de Rectfe Dr. Marco, e de quero a qniz por em pratica.
para toda a boa obra. (-) Mas nenhuma pro- abondono dos negnos que por ella corressem. para, equiparando o 3.* an batalhao qne se E'verdade que no da 3 de junho do anna
punada E-ciiptuia se faz por interpr.tucao pro- Acreditado sinceramente as intenco's da illus- diz do tenenle-coronel Joao Paulo, chrisma lo de ximo pretrito um delegado supplente em exerc
Cala filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
Teodose deseacaminhado da massa fallida de
Porluguez Ferreira de Mello, do subdelegado e do Guilherme, Carvalho & G. o recibo de 13 arcSes
escrivu e por demais destituida de fundamento, das locali-adas nesta eaixa, sob ns. 2787 a 2801,
Os pretendeDtes comparegaro 00 mencionado da
com os seus fiadores ou com carta dos mesmo?.
Secretaria da Santa (Ja-a de Misericordia do
Recife 4 de dezembro de 1863.
O oficial,
______*__ Manoel Antonio Viegas.
prta. I'. 1.) 111* .n 11 :-.-i 111 lempo fui dada a pro- tre redacco do Vinte e cinco de Marco esperamos proaressistn.
pheeia pela volitado es nomeus : mas o. Iiomens que se dignara rectificar a noticia do facto de que Progrettitta
uos temos oceupado.
Itecife, 3 de dezembro de 1865.
W.
sanio- Jo Deus c .ue fallaran), inspralos pelo
Espirito Saoio. (43} E fundada oeste irincipio
condroma a ign-ja. e o bom seoso tambem ron-
demua u systema dos protestantes, que pretenden,
que na expsito das E-criplures se ejteja pela
inteligencia particular, isio e d'elies, e nao pea
da igreja, a quem Jess Christo prouielleu a sua
asatoieocia, e o seu Espirito at a cou>ummacao
dos scalos j com sr- quaiquer individuo pdo shu- veira, praga do corpo de polica, ao servico desta
pies faci de saber I- r si--ja habilitado para pe- -
uoirar o sonttdo dos livros santos, ero os quaes o
psojino Santo Ah'oslluho confessava, que iTam
mais as cuasas, que alie iguorava, do que as que
euMidia, e frcqueiiteuiente cousullava a S. Joro-
iiyuio como a um urocuM), para que Ihe explicas-
se as questes dlOces da Bscrlptura, em o que
era ella me.-tre.
A urroja catholica nfo reprora as rersoei da B-
blica em luigua vulgar, mas quer, que essas ver-
soes-iejim conformes aaoliga Vuigita Latina, que a poder abrir.
O Santo Concilio TriJeudino di-clarou em a sesso
4 ser authentiea e caoouiea em todas as suas par-
te.; cooviudo (|ue as iiicsmas versoes sejaffl acom-
panhaoas de algumas annoiagoes explicativas d>
Vi-rd,i leiro sentido, que a Igreja tem lixado romo
Mico iiiterprrte infallivel, e 411.11 exclusivameu-
*e competo propor e explica a palavra de de Deus
escripia o nao escripia, i.-lo a Esrrl 'tura ea
Mas o que quer islo dizer? Quan
co (cojo boom teiiho pejo e vergonha de pronun-
ciar) qjiz correr urna bengala que eu tralla, ao
to a' iiiim, ni e me confesso da opinio prosenp- sahir da audiencia, e por nao me querer prestar,
ta, e em defensio da soberana e digeidade do im- ameacou-me com pri.io ; mas tambem verdade
peno que empunhei a espada. que nao me sugeitei a esse mis=-ro papel, porque
1* seceo.-Secretaria da polica de Pernambu- Dos ofBciaes que mecercam, em geral jovens in- nem qniz fazer passar, e Uve a precisa coragem
co, 29 de novembro de 1863. N. 1,877 bis.Illm. teliigentes e tocados de multo e desinieressado pa- para repellir o insulto, nao me deixando correr, e
e Exro. Sr.Acabo de pronunciar, como vera V. triotismo, a' nem um enuheco que aude n'ito com ero me entregando a priso, sendo que esse mUe
Exc. da copia junta, incurso as penas do art. 269 espirito de partido. A' que vera, pois, este bap- ro instrumento da vontade de alguem, foi incouti-
de cod. crim. a Aureliano Francisco Corroa de Oli- tismo forcaio, esta impo-icao pouco solemne de n^nle demiitldo.
um nome qoe nem ao menos dit a existencia de Esse facto foi publico, a opinio publica da co-
repartico, como collaborador adaiittido por uro urna opinio que possa viver a' margem da cons- marca me acercou, levei-o ao coohecimenlo de S.
dos m.'us antecessores. iituii.au. Exc o Sr. presidente, que o reprovou forro ilmen
-No da 23 deste raez, apresentoa-8e elle mais ce-, Progressista o 3." corpo ? Mas porque asienta- le, nxpediiido a demissao e fado de todos sabido
do do me costiiniava na reparticio, quando a|ie- j rain de pr este desenho deslustrar o patriotismo nao me pode deshonrar, e nem fazer m na< nella estavam o respectivo continuo, e o ser-' de centenas de cidadaos que nao viram inleresse minha reputago : oulro tanto, porro, nao rae
vente, que vurria as falas aproveilanlo occa-io i poltico ao se arregimeniarem para a defeza da
em que se achava > na sala do thesoureiro, abri : causa commuin? que por ventora inculcam-sa
com chave falsa a gaveta da mesa em que este de haver cooperado para a sua orgadw^go 1 Xo
trabalhava, e della tirn una eaixa de folna dlo liceram, nao tinham for^a para faze-lo : alto e
Flaodres, cujo cadeado que a fecha va, quebrou para boro son o declani.
pertencmtes a Guilherme Frederico df Souza Car-
valho, socio daquelia firma, a directora faz pnbli-
co a quero inieressar possa, que por parte de Jus-
tino Jos de Souza Campo-, administrador da re-
ferida massa, se vai proceder a transferencia de
ditas acedes para a Sr. D. Henriqoeta da- Silva,
actual pissutdora das roesinas, vi-io as ter embas-
ta publica cnmpiado. como tudo provam com do-
cutnenlos que lieam archivados nesta raixa.
Catxa filial do banco do brasil 30 de novembro
de 1863.
0 guarda-livros,
Ignacio OOM Crrela.
O 3." corpo nao lem cor poltica ; levantou so do
pode dizer o Sr. Dr. Marco (digo-o com vergonha)
que por duas vezes audou as carrciras nesta villa
para evitar o espancamenlo, que Ihe quii fazer o
Sr. Au>inclino ci.m uro junco, por causa da sua
desenvoltura de lingua, e sua merc entrou pela
casa do alferes de polica Albergara, com quem se
por es>e facto fez o mesmo continao.
E'te, desde logo sspeitou ser o collaborador o
Iradicao, em as quaes .-e coulm as regras da F, autor do roubo, e viudo participar-me o oecorrido,
ti dos costnmes. E pondo de parte os Incanve- recommeodou aos ordenangas, que aquello deti-
nieules, que podem re-ullar as pessoa* menos ins- vesem minha ordem, voltaolo a sala, ouvioo
triiMa- da leitura de um Biblia inieiramente des- enotinno ao servente, que Aureliano na sua ausen-
tilutdas de notas explicativas do texto ao menos ca tirara aquella eaixa da gaveta da mesa em qne
uos lugares, cujo sentido nao obvio e claro, ou trabalhava e a fura deitar na gaveta do thesoureiro i
veid-deiran>eute mystenoso, a Biblia Impressa o'|ue elle servente presenciara.
Voltando o continuo, momentos depois a essa sa-1 selo da populaco ao impulso de urna administra- fot apadrinhar, para mais tarde receber do pai do
la, deparou com aquella gaveta aberta, e puchan- j cao esclarecida, e nao bao de os seus oBctaes re- "
do a deu por falla daquelia eaixa, que sabia netla ^ec^her das naos de aigura pedante cartas de re
se guardara, achando-se enlo ua me-ma sala e Icommennaco para a crle.
sentado a mesa onde rahalbava o referido colla-1 Me e?len i tatvez alm do que devia ; mas ora
botador que nada disso ouvmdo a exclamaco que troco de tres mez-'S consumidos ero um trabaltio
em Nora Yurk. c|ue se tem epainado uesta cidade
tra luzia em vulgar, acha-se mutilada, como te-
mos provado, a dullerada, e por iso um presen-
te, i|ue se vos fa/, amados lilhos, t*OtO mais fu-
e,lo qanto certo, que com ella se tem distri-
buido ma uao pequea quantidade de folttetOS, e
limnhos contrarios a r<-ligio.
Ora, .jaein duvidara a vista do exposto, qne nao
am imoieuso pengo para a uo>sa uopuia^o o me-
ter--e liie as Otaos um livro lio gafo e corrodo
de erros e herejas? E por ventura sera s a
bilma traduztda pelo padre Alroeida que se acha
fal-iticada, trunca la e viciaila ? Nao. a do paire
Peretra iraptessa em L-mdres coutm as mesmas
fal-iticaces, como Uve occasio de verificar. En-
tretanli, tal a sagacidado de quaiquer ganhapin,
pon-aneo ou belfortuheiru a quero as sociedades
Bblicas incumben) a distributgo de farpados, que apeoas sao colindo em flagrante por
quaiquer pr-ssoa que Itie exproba a falsidade e!
conupcn da sua ventaga ou mercaloria, imme-
diaiam-uie procuram cohonestar o engao, puchan '
do le algum exemplar da Biblia verdadeira, que
afadigado de sol a' sol, nao bavia eu consentir que
se liie-se. do 3." corpo um miuiozinho a' preten-
ciosas influencias.
Quarteldo Ho-picio, II de de embro de 1863.
Francisco Joaqnim Peretra Lobo.
& ----------Mnx .i
A S. Exc. o Sr. minislro da Justina, e ao publico
era geral.
Xo Jornal do Conmercio do Rio de Janeiro, de
Eram ja' sufBcieutes estes dados para conhecer-
se a
no
proseg
qoia ,
.-eu crime, mas ,jue nao tivera lempo de tirar di- rostro da instiga para as perseguice que, diz, ha
Sr. Ausiriclioo urna tremenda e formal reptehen
sao. E pode o Sr. Marco negar es>e fado T Tudo
pode fazer o hornero sem bro e sem fuluro I E
quem meihor ijuizer conhecer a vi.la publica do
Sr. Dr. Mano em Luttoeiro, recorra a acta da cor-
rei^o geral do anuo de 1862, o licara sabendoqup,
para nao p^gar a> multas e fazer as reposieftes tri-
plicadamente, que mandei por excesso de cusas,
vendeu os trastes do seu uso, e foi morar em casa
alheia, como commensal do Dr. Wanderley, em-
quantn que na minha vida publica de 18 annos,
posso, com favor de Deus, com os mena esforcos e
nobre nrgulho dizer com o poeta grego : examl-
nai minha vida, e vJe quem sou.
Alioal fallou o Sr. Dr. marco de processos que
que me cobre de eterna vergonha
Pouco devo a este respeito dizer, nao s porqu
Estaconflssrt, porm, nao me pareeeu completa, relaxado, e o que mais Ihe suggenu o seu estpido
qnanto a quautia subtrahida, porque verificou-se besi tito,
por ex une a que foi proceder na e-cnplurafo e
cofre do thesoureiro, haver falla de 2495000 sendo
qne foi encootrado pe os peritos essa e-cripturajio
no estado mais completo e regular que eia pus-
sivel.
As buscas a qne flz proceder para descoberta do
dioheiro foram imprullcuas e presumo que o cri-
minoso vendo se d-scoberlo e encontrado com e*sa
merc, uro foi mand-.do instaurar pela mesma re-
laco, um por denuncia do Sr. advogado Souto-
E' forca deffender-me, porque, alm de urna po- maior, no qual lavrei o despacho de despronooeia
si^o i|ue hoje tenho na magistratura brasileira, em favor de sua merc, e o terceiro foi ex-ofScio,
lenho honra, e pundonor.
Quem combinar a c irrespondencia a que estou
respondendo com os arligos do peridico Ordem
sob o nome de Timblrase convencer, de que o
Sr. Dr. Mano foi o autor de*ses artigas, a muits
dos quaes respond ja por esle Diario a Jornal do
de tudUrtria irazem ad cautelutn, para convencer eutrar, allegando urgente necessidade a satisfaz-r,
que u.i ha ma f de sua (iarte. Ha lempo se deu e antes de ter eu recebido parle do aconteci-
ere (acto com urna pesoa respeitavel. que com ment.
toda a certeza me garanti a sua veracidade. 0 E' bem de extranhar, e e lastimar que nesta
c.nn f, qne lenno em meu poder 14 Biblias das! repartico um tal faci se.dsse; mas rstame,
tradozidas pelo padre Aiineida, e 11 da do padre para tranquilizarme o espirito, a feftexa-i le que
Antonio Pereira, cuntendo as mesmissimas falsi- iropjsstvel prorar e mesmo ptevenir facta desta
ficai,'0-s E como oosa cnutesla-lo a unprHii bu era em papel) na latrina, na occasio pm que obteve | poreo, sem resposta aqntlio que di'.ia respeito a
dos soldados, que o guardavam, permissao de all'
sa protestante da corte ? Acceitam on nao accei-
lam ela- Biblias fal>ilicadas ? Se as nao fCei-
tam, nao prufe.-?am o protestaoti-mo : se a< accei-
tam, p irque as nao defeudetn, antes pr.curam
sub-titui-iis pela Biblia da e licgo Garnie.r appro-
val pelo Sr. aicebispi di Bahu 1 Quem nao v
ness- rodeos o eiup un i com que a serpente bus-
ca esfonler a cab c,u ns armis da cauda ?
E "S celebres livrinlios donradinhot que como
do cargo que oecup-m, eslo exentos d- su-peita
de lo revolt ante abuso de ennfianca. O crime fi-
cou patente com o processo, que acaba Je instan
rar eo criminoso bem conhecido p.r.i que po-sa
escapar fnstica, e merecida punico que o tribu-
nal competente ihe dere inflingir.
Dens guarde a V. Exc.
Illm. e Kxm. Sr. cooselhero Joio Lustosa daC
nha Paranagoa, presidente da provincia.O chefe
raspas fazem a vanguarda do eseorpiao T Estes de polica, Eduardo Pijndahiba de Mallos.
lmanos, que acomp^aoharo a taes Biblias sao tao i ,. m ,___
renosos, como ella*. Tudo ah sao erros ehe-| o que creven o/irmif do fleche em seu nu-
*. que se alapardara oas na. mas assrtinadas, mftr 77 e rtala de u do mM C4ll(,Q,e> sb a ru.
a c nnecar da descripeai que se taz da sejna la
gica ti paraizo lerrealjdepois da queda dos nonos
pritneiros pas. Ou>iltem-se circunstancias essen-
ciaii$niins.
- Havendo-se dado alguns erros no antipenul-
timo p.itagiapho do o.'nmuoica.lo ass gnado pe|o
pelo Ex ni. c mego Carop i-, transcrereino-lo de no-
v>i a su i priuMiia paite para maior eJaresa :
E sabid i q i a devucao a Virgem Saulisima
de i ti fervor e umversalidade tnconlestael no
imperio; mas os sectarios de Lulhero, Calvioo,
Po o -iinlo. Beieucio Bucero, Pellicano, Builtnge-
ro. Marbachio, Uvigaodo e outros da mesma sen-
lina condemoain a na, luendo que esta oracao sopeisticbwa, por
bncaPaiitioo Pboorbssista -notoi, qoasi lecho
por certo, C-incebido pan tur curso na provincia,
pois se ofra, nao se abalanzara o escriptor a
en-ombrar faclos de que urna popniacS miera
tem sido testemuhi. Cimnqurqoe seja, e sem
ontra intencio quedesempdr o periodo que enviiv.
o meu nome, nao devo deixar ir sem reparo o que
ah sepretende fazer crer acerca da organisaco
dn corpo que esta confiado meu commando com
intuito que nao ouiro .;e nao lisonjar a inculca-
das influencias.'
Ante de ofazer, e para desdar alguma entre*
guinna, por ventura Ja experimentada, devo come
car declarando que por parte da a Iminisiracao nem
um dus m-io aumentes a promov-T o alistiment.
q.i- nella louvamos o engrandecemos tanto a Se- de voluntarios me dem sido recusados, antes tuili
uii i', que de creatura a fazemoi Densa: Q'iia recebido do eminente estadista, que dirige a pro-
Uariam hac talulaliont compelan/, in crimen rlncia e que dio reio faier carrelra em urna prest-
SupeislUionis in canunt: guia contra Dn verlium delicia, todos os legtimos recursos de que pod
ex creatura faciuntDeav el Mana dimnitatem nsar a adninistracao para organisar o c-irpo, qae ao
jdsa tbuiit etc. etc. | menos tenho tentado elevar a um corto grao ue di-
Joaqlim Pinto de Campos.
(Coiitinaar-se ha.)
O Vinte e clnei de tltreo c a
Mcci*e>tai-ia da oollcla.
Na al lima pagina do Vinte e cinco i- Horco, n. 3
do i" do crrenle l-se sob a rutiri: ifacto it-
CeiS'iso eguinle :
ja se nmiiA at a polica?Esererera-nos
pe.- lie tiili a verdade e ciiierio quj acte-hon-
tem dea-se um roub-i na secreta da polica, leudo
o larapio tirado do cofre, ou de ama gave.ta, onde
eslava d i is cootos e tantos, duzentos mil ris....
i J t o ii esta a primen a que (actos deponntes
0e-ta urdein d.j-se na s-cretai ia de po ida de-la
pr viucia, i|u^ quando ni > deponbam contra a mo-
randade dos empregados uesa reparticio, com tu
do revelara a relaxaco e abandono que levara o*
n.-g..em da secretaria, Sr. Dr Araiipe quaudo
em 1860 exerceu o importante cargo de chefe de
\. dina aqu, appreheodeo de diversas negociante-
de u praca quairu mil e tantos eamretes e puuhaes
ciplmi.
Vou mesmo at acreditar que nada se non-
ve.sse concedido ao Sr. tenentecoron-l Joio Paulo,
que me tenha sido recusado. N'lsto convenno
com o articulista, e folgo ter occasio de fazer lo
publica como poss-ir-d a extrema gralidao, qu- me
liga ao Exm. Sr conselhelro e'senador Joao Lu>-
losa da Rnnba Paraoagua.
Sm.-n'e aos seus incessantes esforijos e ener-
ga e firmeza ao veneravel marechal de campo
coramaodante das armas, sedeve a organisaco
do '.!.' corpo.
A correte de voluntarios que para elle tem af
fluido, vera do patriotismo da provincia.
Ontra fonte Ihenao conheco, e por honra do
corpo que et a meu commando, nao permittire
coi culposo silencio qne se -Ihe -a atirlhua Das
pracas que Ocompoem, nao sei que nenhuma te
nha sido obrigada a fater-se voluntario da patria ;
quasi urna a urna, e dia por dia, ellas selera alis-
tado, e em cada urna tam o paz urna copia de ver-
dadeiro patriotismo.
Islo que digo aqu, sabe-o a provincia Inteira,
pois setem passado sob as vistas exigentes de to-
0 facto de se terem
apenas registrado duas deserees no corpo que
iu-c u-iderava como armas prohibidas por lei. e
por issu nopodiaui .-star expostos a veuda. Folla I da a populaco da cidade.
a a ipreheoo, recolluo-os a .eerelaria, onde per-!
maiiei-i.m depositados, at que o governo geral a commando, o nina d'ellas estou informado que de-
qu-ii" foi levado o couliecnnento do faci, juigasse ; t-rtmnada pela voolade de um pai que obrigara
Uelle deiibarastW a respeito da legtiiuiidade da', su Illno a perjurar, diz multo claramente do ci-
appreheoxa vismo dos meu companheiros de armas.
O g.iverno, ainda nao nos coustou, que t i rosee' Teuho sido coadjuvado por alguus raros amigo^?
dada -oluco nenhuma a ele respeito, mas o que Esta coadjuvsco, pacificamente prstala, sem alar-
i ui loo e notorio que quaudo o Sr. Dr. Car va-; de, sem estrngido de palmas, sem estampido de
Ib es, que entao era chefe de polica, procurou pe- j applau-os, tend me produzdo o ali-tarnent. de al-
io caivetes, que deriam eslar bem guardados na ; guns voluntarios, ostem deixado em todo o caso
e-ieiaria da polica, como os bavia deixado o Sr. em perfeita liberdade de segutrem ou nao a sorte
Dr. Aranpe. neiibum encoiitroii. pois tinham,
guodo dizse, sido todos roubados por alguns em
pregad is e pelos propnos soldado- de pobeia I I
Q ie miseria Cu-la a crer que seinethanies faclos
u> oe na propria secretaria de polica, e que os
autores dessee aiientadoo liqem impunes.
Da primeira vez o Sr. Carvalhaes satsfez se
em ii.iuiiir um ou dous empregados da sua repar-
ticio u 11 averiguando a cuipabindade dos c itnpro-
meitido-, e procestanso-o como manda a le, e as-
siui pason o eseaodaloso accomioettimento sem
entra punico, Senado os doaos dos caivetes, no
ca-o de o governo decidir illegiiiroa a apprenenso,
ou a vigilancia da polica de enlo, completamente
illudid ,
Pedimos ao Sr. Dr. Pyodahiba, que, ha ser
exacto o que rioBM de referir, d loda imporlanc.ta
a ei facto, fazeodo recahir o aulor, ou autores
deste escarnilos. allomado a mais severa punico :
para q ie outros deta ordem se lo repitan), poi<
e-ao.iiam a ruoralidade, nao s do oe-soal da e
creana de polica, como da propria polica que
d-ve >er a salva-guarda da propriedade do cid-
do
E-iamos eerios que S. S. punir conveniente-
inenie o crimino.i.
ii uve exageiaco, seoo m vontade aos empre-
gad'i da secretaria da polica, da parte de quem
tran-miito a noticia do factoaili succedido.
O que all occ.rreu nao pode altesiar rdaxacao
e aiiandooo que levam os negocios da secretartada
polica.
A copia ahaixo publicada dooffieio dirigido pnlo
Dr. chefe de polica ao Exm. Sr. presidente, nar-
rando o facto, e communicandoa pronuncia doeri-
inino-o, prova o contrario do qne se disse e poe
bem em relevo o zelo e aclivldad-j ao Dr Pjmdaht-
(12) 2aTimoth 3. 16, 17.
(13) 2 de S. Pedro. 1, 20, 21.
das armas nacionae-.
Quando mepropuz ao commando do 3.' cerpo
e mefoi dada a portara parao organisar, o Sr.
cnnselhetro Paranaguaa que com este rasgo de des-
intereseiro patriotismo uo mereceu os applausos
de urnas certas influencias, qne abi sevo afoita-
lezaodo a sombra das circumstancas em que o
acaso langou o imperio, devera ter ouvido milita
vez em torno de si que a impopularidade do meu
nome, a divergencia profunda que me separava
dos directores da situaban, a escSssez e quai a fal-
ta absoluta de recursos nao me permittinam cor-
responder ao patritico empenho de S. Exc. Dir-
se hia rnais por ventora ; mas sobranceiro a estes
estribuxamentos de um odio concentrado, S. Exc.
leve a fficidade de levantar um batalhao de ver-
daderos voluutanos, que honve altamente a sua
admiuistraco e padro do heroico civismo desta
provincia.
.\o s-l que de industria se o honvese feito ;
mas a verdade que, logo depois a minha numen
cao propoz-se o Sr. lenente-coronel Joan Paulo a
organisar oulro corpo, que sedlzia de piano a
obra do partid progressista, o empeuho dos dtrec
lores da situacao. 0 lempo aclarou a iniencito ;
e v|o-se ( neguem-no agora ) que as circulares ea-
hiram a' rudo por -obre a provincia, e a' toda hora
se annunciavam milbeiros de contribuintes para
esse corpo, que afiual foi caminho do sol anda in-
completo.
Nao don f do qne ao certo setentn para ar-
redar a concurrencia do corpo que commando ; a'
un una vida particular, porque entend que nao
mereca repola o ter elle esenptu queeu era
bino do pai incgnito, e de mi messalina, e Ihe
recc.mmeudo por essa occasio que lea no cario-
lio do Sr. e.cnvo Brito o inventario, a que se
procedeu por fallecimento de Jos LMo de Castro.
O estillo o homem, e o carxier do Sr. Dr.
Marco nesses artigas se relratou, sendo que, para
a seu salvo me deseompr, deu corno responsave
Jo artigos a um esiraugeiro, a quem legatrnenie
eu uo po lia fazer solrer uina pena ; e tal h.qe
a vergonha, que o Sr. Dr. Marco nao quer ler a
paternidade desses artigos.
E' o castigo que hoje recebe o Sr- Dr. Marco; e
lodo o Limoeiro sabe, e nem o pode c rotetar o Sr.
Parias Brasil, tsto qu-i o Sr. Dr. Marco foi o au-
tor, porque o Sr. Partas Brasil foi quero deu o res-
p.uisavel, que f.u um hspanhl (Esteva) Antonio
Moreira) Seu tratiainador de padana.
O Sr. Dr. Marco cunecou o seo artigo por s-
qu-cer, que veio do Becife para esta comarca a
expensas do Sr. Dr. Caianh i, de quera foi com-
mensal, e se poslcao aqu occapon, a elle a deve ;
mas o Sr. Dr. Marco, alheto a lado, e es qu. cido
dos favores, dissea minha roa eiMla permiibu
que eu me formando fosse eoipregido na comarca
doLonoeiro; e anda pelornu mais quando para
ella veiu removido o Dr. Qoitilin .
Se o Sr. Dr. Caianho f >i logo aglalo desse mo-
do, nao para admirar que o Sr. Dr. Marco me
maltrate, e tioje se attreva a escrever contra
nuil coto .ua lirn as folhas d Itt.i de Janeiro.
Devo dizer que por forca do av.si do ministe-io
da jostica de 17 Je ago-lo de 1861 respond a tolas
as accuage.s, que me fez o Sr.-JJr. llanto no Oa-
no e na Ordem, jem data do 1 de ourerabro do
referido auno; aviso ijue por miro foi pmvocado,
quando ofSclei a S. Exc. o r. pre dente de eolio
(Silveira de Sou/a) em data de 19 de abril do j
dito auno sob o. II, pedmd > que maodasse conhe-
cer dos iiieus actos; e no. Danos de Perniimbuco
de nmeros 231 de 7 de OUlUbro, de 20 de set-in-
nro, e 19 do m'-uio raez, no Jornal do Recife de
6 de sete.nhi.., tud de 1862, e em mallos nme-
ros do Cunstilac.'onal cliamei o aulor de laes ai tt-
g.is para que assignase
Tudo qnanto digo eonst presidencia e do ministerio da jn-bea, e lio robus-
tas e victoriosas foram essas minhas defexas. que
anda h.qe me c .n..-rvo na comarca, e nao fui
manalo resp msabelisar.
Se o Sr. Dr, Marco hoje esta debaixo da preso
de um pr..cesu pecante a relaco do dislrieto,
procure a caua ero ouira fonte, queixe-se do ex-
ministro da jntiea, que cora ramio criterio o man
dou responsabltisar
senlo que ero uenhum delles fui Censurado, e nem
mandado respon-abdisar pela mesma relacflo. O
meu proceder nessa parte, e as decises da rela-
co nao me podem rebaixar aos olhos dos meus
cjncidados, nem dos meus legtimo superiores,
e como descartes digo, quando in;; injoriam. inten-
to elevar to alio a minha atma, que Ihe nao che-
gou a offen>a.
Hei dito quaoto julgo a bem de minha defeza, o
publico e o governo do meu palz que julguem, es-
perando docuqia das fallas que porventura com-
meiti, sendo que, se mais nao digo, porque nao
posso nulilicar minha correspondencia -em licenga
de S. Exc. o Sr. presidente, a qu ni ped faculdade
em data de 22 de seleiiibro, era odelo sob n. 45,
e nao me foi at esla dala concedida.
Limoeiro, 26 de oulubro de 1865.
O jn z de direito,
Jos Quinlino de Catira Leao.
graBttWi a gra
Deve ter hoje lugar no salo da Terpsichore, a
ra do Trapiche o. 15, o baile que alguus amigos
olferecem ao estimare! Sr. ca.ito do 3." corpo de
Voluntarios da Patria, Jos Joaquim Lopes de Ai-
ineida, era prova da eslima e considerado que Ihe
tributara.
O Sr. capilo Aliiiei.ii, deixando a classe do
comuiercio e as aspiragoes legitimas das especula-
do -s mercantis em troco da nobre ambicio de de
tender 1 paz, inspiren por este modo sympathas
de que o baile anuunciado uina prova esplen-
dida.
Kovo banco de Pernam-
bnco.
O Novo Banco descoma letras a 12 por rento
ao anno, toma dinheiro a praso fixo ou em conta
corrente pelo premio e con.iigSes que se conven-
cionar. e saca sobre a praga da Baha
Caita filial do buco do Brasil em
eniMniiiiin.
A eaixa descoma as letras de seu aceite pela
taixa de 9 0|0 ao anno.
Ogoarda-livros
Ignacio Nunes Correia.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que os 30 das uteis mateados para rubranca
bocea do cifre do 1 semestre do anno linancciro
de 1865 a 1866 do imposto da dcima urbana das
freguezias desta cidade e das Af.igalos, e da parle
da da BoaV'isla e do Poco da Panella, que en ar-
recadada pelacolleeioria-dneOiinda, se principiara
a contar do Oa i de dezMinnro viudmiro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco,
30 de novembro de 1865.
Antonio Carneiro Machado Hios,
. ______ Administrador.
Compaubia de seguros martimos Ulilidadc
Publica.
Adirectona. paga o 12 dividendo a razo de
155000 por acgo, no cscnptorioda dita compaubia
na ra da Cadeia n 42, nos das uteis das 10 as 4
horas da tarde.
Recife 2 de dezembro 1865.
Us directores.
Feliciano lose Gomes.
Domingos Rodrigues de Andrade.
COtiPANlilA
DO
aLPANDBOA.
Rendimento do dia I a 4.......
dem do di& 5................
69 6495503
23 708311:2
102:3573617
MOVMENT DA ALFADEA.
Volumes entrados com fazendas____
c com gneros..... 478
Volumes sahidos cem fazendas.
cora gneros.
------- 478
85
1,928
-------2,013
Descarregam hoje 6 do dezembro.
Brigue portngnez Bella Piguerenst diversos'
gneros.
Barca porlugueza/Dvnm'iadiversos gneros.
Barca iuglezaCora bicalho.
Birca inglezaAvena carvo de pedra.
Birca iuglea /suftf'ii carvo de pedra.
Barca ingleza Dolfine. -carvo de pedra.
Escuna ingleza- Misclnefcarvo de dedra.
Barca inglesaCampanero farinha de trigo e la-
boado.
Barca nacionalMalina charque.
Brigue poriuguezImproviso -idera.
Patacho norloguezFar/odem.
HECEBEDOBIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia i a 4.......
dem do da 5.................
m
fco
Sio ciinvidados os sniores accionistas
desta corapaobia a se reunirem em assetn-
bla geral extraordinaria no da 6 do cr-
reme mez ao meio dia no escrifttorio da
mi-sma, ru^ do ''aboga n. i, afim de se
deliberar sobre as preiences dos emoieza-
rios os (rilaos de ferro, e de GtoHdiu L)o-
benx, pn.piielario da lialia de mnibus em
que pe lem, este [tassar com os mnibus
polo aterro privativo da companhia; e a-
qnelles a assentar os ditos trilitos po,a tr-
ros pertet.cenes a mesma c.-mpanhia.
Escriptorio da Companhia ao Beberibe
i de dezembro de 18*53.
O secretario,
Dr. Joao Jos Pinto Jnior.
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tiibunal do conuiiercio de
Pernambuco se faz publico que ueta data foi con-
cedida pHo rai-retis.-iuio tribunal a Aureliano Au-
gusto de Oliveira a de.-ooeraco do ofBciode agen-
te de leiloes desia praca que em virlude do art.
II do decreto o. 858 de 10 de novembro de 1831.
fica subsistindo a tunca prestada por lempo de 6
metes.
l'MfilSfis! Secrelaria do tribunal d > commercio da provin-
I'3853003 ri> de l>tr"amuco de dezembro de 1865.
_'_______i O ofBiial-maior
Julio Guimares.
3:2323272
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da I a 4.
dem do dia 5.........
12:0683124
10:5333102;
22:6013226
AtteuC'io.
Calumnia lo a Constitucional)
Pernainhucano. >
Quando em ura peridico que se diz orgao de um
parido poltico se publica alguma cousa que des-
dourar possa a vida de um membro da opinio ad
versa, esse peridico ou pr> duz eff'ito muito salu
tares ao paiz expondo a sniroadversio pub'ica, afim
de seren corrinidos os erros e defeitos que gaogre-
nam a sociedade tuoinovendo asstni a emenda do
viciado ; ou entao esse peridico produz o eOeUo
opp islo matando toda a viitude da imprensa e e\
pondo ao ridiculo os seus autores, e essa segunda
hypolhe.-e infebzmeute a mais frequente entre n-
S'U nome, e me delfeudi. acaba de ler lugar com o abaixo assignado como
se v do documento abaixo transcripto, e em vir
lude da qual desislio-se de urna queua inieniada
contra unta caluinuia do Constitucional Pernam-
bacana.
* Illm. Sr. Pedro d'AssIs Campos Cosdem.Ha
vendo sido pubii ano no Constitucional Pernam-
bucano de 7 de margo d* 1864, um artigo em qui-
V. S. chamado irnicamente boa oa, pagador
de cauarios de cabre.to e outros termos menos
no atlenco a nin artigo do decentes, e como nao se apresentasse respousavel
Diario de Pernambuco, qu- publtcou urna seoien- algum especial, e seta eu o rosponsavel da folba.
ca p..r sua merc dada, estuoida e brbaramente irnno de responoer por urna imptitacao grave,
contra o prelo Joaquim, escravo do Sr. major verdade, mas que pe de sua forca desde o momen
(iayao, que foi por sua men coudemuado a tres to am qne os inleressados polticos em desmorali-
mil ac ules. sar as autoridades de credo diverso nao se que
Sobre essa sentenca ra* foi euviado um aviso do rem apreseutar para assumlr a responsalnlidade :
mini lerio da jusiqi de 20 d^ auusto de 1863 cora
o ofcio de S. Et.'. o Sr. presidente de 2 de setem-
bro do referido aun i, e por nao me querer consti-
tuir en ra coso, tive entao do responder ao dito
aviso em data de 19 d? setembro do anno ultimo
liuJo sob n. 33, o qud rogo ao Sr. Dr. Marco man-
de dar publicidad pelos jornaes. Posta as cou-
sas nesse estado, recelo em data de9 do Janeiro
do Iluent anno uui olOco de S. Exc. o *r. presi-
dente, de 20 d refe. d roei, p..r forga do aviso
do ministerio da justica, expedido en 5 do predic-
lo mez, para c otra o Sr. D Marco proceder cri-
iniu itoieut- ; porm conhecendo que o Sr. Dr.
Marco irapot a pena de ires rail acoites ao preto
do Sr. Gaya no carcter de juiz de direito, pres-
l'iite do tribunal do jury no meu impedimento,
tive de respooder a S. fclxc. o Sr. presidente, que
me juigava racompetmie por offlcio sob n. 8 de 3
de fevereiro ultiinameutn lindo, e euto foi o Sr.
Dr. M.irc.i maudado resp nsaoilisir peraole o su-
lierior tribunal da relaco.
De ludo tsso iieiu -abe o
tal o desejo de ferir : era q
veio sobre uiim ron toda a torga
cacao e genio almbilaho, supooodo-me autor dos
seus males e encommodos : engana-se, poim o
Sr. Dr. Marco, de si queite-se, porque mandou no
f'iario de Pernambuco n. 256 do auno de 1863 pu-
blicar os trabaibus da sesso do jury, e porque nao
qoiz acceitar o conselho que Ihe mandei dar, por
cu|i razio fui ainda descom.iosto cruelmente na
espero que valeudo esla como satisfagan, inerega
eu desculpa por um acto independente de mi
nha vontade. V. S. fara' uso desta minha caria
conforme entender.
t Ancioso aguarlo a resposta de V. S. para so-
cego do ramio obrigmlo e criado
Antonio Francisco Correia Lima.
gOflffiEKT M NHI
Navios entrados no dia 5.
Terra-Nova31 das, barca ingleza Cora, de 283
tonelada, capito John Bell, equipagein 13, car-
ga 3.000 barricas com bacalhao, a Jhn-ion Pa-
ter & :.
Terra Nova40 das, patacho inglez tiara Bell, de
135 toneladas, capito 11. While, equipageiu 9,
carga 2.012 barricas com bacalhao, a Johnslou
Paler & C
Liverpool55 das, barca ingleza Anme Logan, de
263 toneladas, capito George Thompson, e iui-
pagem, 12 carga carvo, a Sawnders Br. thers.
&C.
Nao houveram sahidas.
Observaco. I
Fundeou no lamaral ao uina barca inglesa, mas
nao leve communicago com a Ierra.
EDIT1ES.
O Dr. Luiz de Albuquerqoe Martin- Pereira, dele-
gado de polica do 1 disincto do termo da ci-
dade do Recife em virtud da le etc.
Kaco saliera quem interossar possa que deixam
de irabalhar pennle est- juizo s ofOciaes de iu
liga Evarislo Perrira das Chagas e Amanero Go
dofred'i Lucas, por terem apresantado exoiierago
concedida pelos juizes mnnn-ipaes deste termo.-
Recife, 5 dezembro de 1863. Eu Dionizio Ferrei-
ra Cavalcante, e.-crlvo entrevi.
L. A. Martms Pereira.
Luiz Antonio Gongalres Penua, juiz de paz da fre-
guezia de S. Fre Pedro Gongalves da cidade
do Recife etc.
Fago saber aos senhores eleilores desta freguezia
abatxo decclarados, que leudo-.-e de proceder a
leigo dos deputauos a atsembla provinrial ou
lia 7 de Janeiro do anuo de 1866, convoco aos
inesmns senhores, para que najara d9 comparecer
no da cima dito na largo da matriz do Sautissiu.o
Sacramento do batrro de Santo Anlomo, as nove
oras da uiauha para o fim de se proceder a dita
-lelPOO.
ur. Manor-I FranciscoTeixeira, Antonio Jos Silva,
do Brasil. Luiz Antonio Gongalves Penoa, Manoel
da Silva N'eves, Antonio Gomes Miranda Leal, Jos
Francisco de SA Leitan, Beuedictn J.is Duarte
Cedria, Joo Gcmes de Oliveua, Armloio Pessoa
de Albuquerque, Alexaudre Rodrigues dos Aojos,
Oetaviano de Souza Franca, Jos Pedro das NVves
Mauuel da Silva Meudooga Viauna, Innocencio Xa-
vier Vianna, Cosme Jo dos Santos Callado, cap-
o de fragata Hermenegildo Amonio Birbosa de
Almeida, Luiz Francisco de Paula Ramos, Joaquim
Felippe da Costa, Joao Bautista da Silva, Antonio
T-oxeira Peixoio, Joveniatto Fernandes da Silva
Manta, Ernesto Ignacio Cirdim.
E para ronbecimento dos senhores eleilores
mandei passar o presente que sera publicado pela
imprensa, e afiliado no lugar mais publico desta
freguezia.
Fregue2ia de S. Fre Pedro Gongalves da cidade
do Recife, 4 de dezembro de 1865.
Eu Iunocencio da Cunha Goianna, cscrivo o
escrevi.
Luiz Antonio Concalves Penna.
miinwu.
Ao publico.
A resposta que mais coocentanea, julgo com a
minha houra e digntdade, que Jos Correia de
Aian|o procurou denegrir nos Diarios de Pernam-
buco de 13 e de 19 de oulubro, chama-lo perante
os inbunaes competentes atim de sustentar o que
escreveu contra mira.
Mais de um motivo me forgam a nao entrar em I S Ola (.asi (la iBlsei'ICOI'dia (lo ti PC i fe.
discussao Jnrnalistica com tal individuo : espero | A Hito.' junta administrativa da Santa Casa de
esmaga-lo no terreno legal, e cora islo creio que Misericordia do Recife manda fazer publico que
' no da 7 do crreme pela 4 horas da larde na
. sala de suas ses-oVs continua a ir a praga as reo
' das das ca-as abalxo declaradas por lempo de I
a 3 annos a contar do 1 de julbo do anuo nodo
Sama Osa da Wisti iconiia
ti o hce i fi-
ne ordem da junta adminisirativa convido a
Sr.' Regina Mara Capitullna do Sacramento, qne
foi servente do hospicio dos alienados em Olinda
a vir nceber do Um. Sr. thesoureiro inlerino des-
ta Santa Casa a quaulia de, 63 que se Ihe licou a
dever.
Secretaria da Santa Csaa da Misericordia do Re-
cife o de dezembro de 1865.
O offlrial,
Manoel Antonio Viegas.
Arremata cao.
Pelo ju70 de orphaos depois da audiencia de 8
do corrente, vai a praga de venda urna excedente,
casa terrea na Caputiga na ra das Deozas de-
fronte do chafarii, com 2 janellas de frente e i
porta, onm sotao com jat:ellas para os oitoes, 2 sa-
las 3 quarlos. grande quintal murado com porio
e copiar ao lado, cosinha, cacimba, tanque, caniei-
ros para flores e alguns arvoredos, em cbao forel-
ro, |ior 4:0003, a requerimento de Joaquim Gon-
galves Salgado credor do casal do desacizado.An-
tonio Jos Dias.
GoHst-1 lio de ci mpias navaes.
O conselho promove no da 7 do crrenle rxez
a compra dos segrales objectos do material da
armada : 4 duzas de hroxas de caiar, 10 duzias
de brozas sortidas, 20 carrinhos de m5o, 10 du-
zias de limas meia cana de 12 a 20 pollegad s 10
duzias de limas triangulas de 10 a 16 pullegadas,
16 arrollas de linha aleatroada e menim, 12 ar-
robas de linha de barca, 4 arrobas de pregos fran-
Cezes sonidos, 60 palmos de varanda de ferro fun-
dido. 60 travs de quaii lade de 32 a 34 palmos de
coinprimento e 8 a 9 notlegadas de grossura, 600
covadosde lileli, o caixas garantidas de vjdros de
vidrac de 10 pollegadas sobre 6 de largura, ocai-
xas garantidas de vidros de vidraga de 12 a 16
pollegadas, e madelras de constraeclo proprias
pira um transporte de gnerra.
Promove o conselho a compra sob as condiegoes
do e-tylo e a v-sta de proposlas em cartas fecha-
das recebidas no referido da 7 do crrente mez
ateas lt horas da manhaa.
Sala do conselho de compras navaes 4 de de-
zembro de 1865.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
O adminisiradi.r da recebedoria de rendas
inlernas gerae-, avisa aos conlnbuioies dos nnpos-
los seguinies, do exeicicio de 1864 1863 : reu-
da dos propnos oaclonaes, foros de terrenos na-
cionaes, dcima addicional de mao mora, imposto
de 20 por cento sobre lujas, dito especial sobre ca-
sas de movis, roupa, caigado fabricad.is em paiz
estrangeiro, de eonfeilaria e perfumara, e laxa
de escravos, que no corrente mez de dezem-
bro, que se linda o prazo da cobranga no do-
micilio dos contribuintes, e que ns qne os nao
nagarem no referido mez, sero coagidos a faze lo
execnii vanete.
Oulro sm, que no snpradilo mez devero vir pa-
gar na recebed.ma, livre d:i mn'ia de 3 pt rento,
o l. semestre dn exercu-io de 1865 1866 da de-
cima de mao morta, do imposto de 20 por ceoto, e
do imposto especial.
Recebedoria de Pernambuco, 5 de dezembro de
1865.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
r -----esmaga-io no lerreuo legal, e cora isl
o. n. u .a -Oie terel justificado perante o publico.
1?L "hr P.hm \ Brejo, i de novembro de 1865.
|ue cerrando os otho, \ Joaquim Jos Tavares d,
f.irga de sua ma edu- H
Ao publico.
Cora qnanto couhega o dever que sobre mira pe-
sa de destruir de um modo cabal e satisfactorio, as
asseveragoes que a meu respeito fez um celebre
Dimos de Pernam-
prximo passado, lo-
me pela impren-a des-
hama-lo perante os
disi^^^'ogo'aos^ad^s^I^TDr. Sarco ffg* MgS*^* ^ ,udo *
StTat^!^^TJ^^' ^Corre, .ornando a posig,. de meu acensa-
verdade que oorou elle asalto porque infelizmente
a uossa le esta, e tambem porque elle ainda nao
aprenden romo ceno joiz qne tendn de julgar
dous escravos, e tendo elles sido endemnado* a
oiio annos de prizao com trabalho cada um, o }niz
HMMMM
tes cada um, que Ihes foram applicad
louras de algodio grosso.
dor leve provar a materia de suaaecusagao : o es-
pero, pois, era juizo onde pretendo confundi-lo com-
plela mele.
A minha vida quer como homem particular, e
quer como erapregado publico, nople correr
parelhas com a de cerios calumniadores : entre-
non ma pena era ouzenlos e cracoenia acoi- tul0 voc desaitradou a
aura, que Ihes foram appl.cados sobre ce-, mina,oomea,.o para 0\^ de delegado para
1 que salara de detraz dos bastedores venham dis-
Agora a vesta de tudo qnaotn fica expestojulgue cutir comlgo as nusas vidas perante o tribunal da
qnni quizar a queio do Sf..Dr. Marco contra opinan publica, enlo verse ha de que lado es-
mira, o Sr. Dr. Marco que, hospede na sciencia do. tara' a razo.
porta da inspe'-go, para dizer ludo de urna vez, direito, desconheeeu a doutrloa do aviso do miois I Em qoauloassim procederem nao poderlo des-
stivam de frequente emissarins a' dednzir os que terio da ju-tiga de 10 de junho de 1861, sendo que vlar de sobre si a pecha de cobardes poraue ie
para ah se encammhavam aflra qne se alistassem na comarca ja havia caso jnlgado. Mas o que es- eirafceeidos, e dar-me-ho direito a olha los com o
no V corpo. Com o respeitavel lente corenel perar do um hornera sem jizo como o Sr. Dr. mais soberano despreso.
Venham que de*eju tornar cooneeida a celebre
faganha do Arapua ; e....
Brejo, & de novembro de 1865.
itojjerio Lueio da Silva Mergalbo.
SaHes. que h uvara-me assegurado empenhar es- Marco, sem elocagao, rlxoso" e travegso T A sna
Torcos de comhinagao com um meo preme para propria ruin, e tanlo que, se as minhas Informa
anganar voluntarlo, roterveio certa influencia para des produzlrara a sua nao reconduego, de pri-
flue se-abaiasse d'este seu proposito. Si o que- ovjra intuteio que eUas ceberam aquiescencia
por maule.
Ra Dreita
N. 8publico e 3 particular.. 1.067400o
Ra do Padre Fioriano.
N. 49 pnblico e 5 particular. 186,3000
N. 47 publico e6 particular. 1864000
N. 45 publica e 7 particular. i
N. 43 publico e 8 particular. 1694000
Ra do F gnu les.
N. 34 publico e 12 parncular. 145*000
Roa dos pescadores.
N. 11 publico e 16 particuhr. 2l6O0i
Ra das Calcadas.
N. 38 publico e 22 particular. 157uO0
Rna das Cinco Ponas.
N. 108 publico e 24 particular. 231*000
Ra de Santa Thereza.
N. 7 publico e 31 particular. 198*000
Ra da Imperan iz.
N. 68 publico e 47 particular. 300*000
Ra da Seuzala Velha.
N. 21 publico e 71 particular. 146*060
Ra Umita.
N. 5 publico e 82 particular luja
do lado da JVnha...... 168*000
N. 7 publico e 33 particular segun-
do andar......... 100*000
Ra do Apollo.
N. 94 publico e 91 parncular. 1:400*000
Roa VeMia.
N. 27 publico e 96 particular. 96*000
Ra do Rosario.
H. 26 a 34 loja n. i D..... 478*000
S.i
Tiifi 4.rao
DE
(Jiiai-la l'eiiM (i de uYzpRinro de 186.
RECITA A rAVi.R DA ACTRIX
Jesuina Josephina da Silva e de Jos Bernar-
diuo Correa de Barros.
(Pomo da companhia.)
Com o concurso dos artistas gue obsequiosamente
se preslampor haver terminado n tei cetro onno
da empieza Coimbra.
Representarse ha o nimio apptaudido drama era
5 actos, do famoso escriptor italiano Joo de Fonte
Basse, iradu'ido pelo disiincto po-'U puriuguez
Frauisco Gongalves Braga, que a olereceu a Sr."
D. Adelaide Amara!, iulilulado
ACTRIZ HEBREA.
ira O epei laculo rom a linda,
a Sr.' D. Adelaide, intitulada
A vimndeira.
Ptnalisara' o espei-ucnlo uum a luida poezia re-
citada pela Sr.* D. Adelaide, intitulada
Os bilhetes ach.im-se vpnda em mao dos be-
neticiados na rna da Paz n. 40 e ra de Santa Isa-
bel n. II, e no da do espectculo no escriptoric
do theatro.
Pridcipiara' as 8 horas.
ATOOS MAUTUIOi.
Para o Rio Granee d M|
pretende seguir com muita brevrdade o brigue na-
cional Ameha; para carga trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Olive ira Azevedo
& C, ra da Cruz n. 1.
Segu para lita dn Fernando de Nern ha
ateo da 10 do corrreule mat o liwtte Sermpane :
quem quice* earrepar ou ir O namaf em. tuja se
a ra do Vigario n. 2, com Jordao Jos de Gnvei-
ra, ou com o capito a bordo.
!
-
'



i
.1

Olarto de SMMftM*
iacztntbro Je f
(nf.aau u lea
DE
PAQUETES A VAPOR.
B' esperado dos parios do norte
al o di 7 de dezembro o vapor
Oiinpock, CromxDdanlt- o capital)
LEILAO
Da mobilia perteucente ao espolio do sub-
dito portuguez j fa lecido Manoel Luiz
dos Reis.
Qiiinta-fcii a 7 do corrale.
Q agente Pestaa aulorisado pelo lllm. Sr. con?
teueule Castro Costa,o qualleriois sul de S. M. Fidelissima fara leilo por conta de
Nossa Senlira da Co_cei-_^__ _**
HM^ajua dos Praiere- do hairro da Roa-
CaO'UO *A1C(X. lVfls*P' *+%&-bambas novas pur IG
_ Os enearregado di festa-de No*t-SeoW ^g^S** aa rua "* d
-------
"_asas
da demura do cosiurae seguir'
pan os potoS do sol.
Desdn j recebem-e nassageirog e engaja-se a
carga'i|Oe o vapor poder conduzir a qual deer
Ser embarcada n > da de sua chegada, eocommen-
das e dinheiro a frele at o da da sabida as 1 ho-
ras : agencia rua da Cruz a. I. escriptdrio de An-
Dio Luiz de Oiiveira Azevedo & ti
Os fretes de dinheiro nara Parahiba. Rio Gran- e 0108 O'Sa Ierre 00 Borro mfTOIlt
quem pertencer da mobtha de Jacaranda e ama-
relio perteocente ao esooho do Uado subdito por-
luguez Manoel Luiz dos Reis: quiota-feira 7 do
corrente pelas 10 ho a- ila raanha na rua de
Apollo b. 39, terceifo andar.
Cooceigo du Aro da Ponte, uidMA-aornToTtlores'
da rua da Odeh para-me na vesp-;ra e no da di
fe>la di nossa Gloriosa Padroeir* nrMtmwoinlun-
deiras hastoadas as suas jam-Has o tamben eam A'IW'm*se duas casas novas na freguezia da
cotonas no da da festividade, awum cono IHumi- "oa"^'*ta. F** do Principe ns. 4 ft8, eom 3 qiiar-
nero suas rasas na noite da espera o da, para '*_ **alas, counha fra, quintal bom e minado,
maior hrtMianlismo da sol*mnldade. cacisab.., gao muito sadias : a tratar na rua Nova
LEILAO
Aloga-se o lerceiru andar e soio do sobrado
da rua di Imperatnz n. 31, tem commodos para
grande familia : a tratar na luja do mesmo so-
Diado.
numero 3.
de do Norte, Cetra e Macei, licam reduzdos a
Dinhetru papel. 1|4 |,
Ouro......i|4 |o
Prala._. .__. 3|4 |
-tara o Rio de Janeiro
Vai sahir com lirevidalo o hrigue Adelaidei
por ter a manir parte de seu carregameolo trata
do ; e para o qua Ihe falta, trata se com o ronsig-
Batirio Joaquim lo- Gooealfej Bltrio : na rua
do Vigario n. 17, i* andar.
Cuiiipaouia de patneles a vapor entre
os Estados Unidos e o Brasil.
Ate o da 8 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor american i Itorlh America, oomnian-
dantfl Tunm iniaiiii. o anal, depois da demora do
cosame, ,-egoira para New York tocando em S.
Tilomas. Para fretes, passageiros, etc., trata-se
com os agedles1 Heftrf Forslcr & C, rua do Trapi-
che n. 8.
Precisa se de urna ama para andar cora um me-
de ami-
dos tTogados,
Sabbado 9 do dezembro.
O agente Pinto fara leilai a requerimeoto de An- ninoe fazer nui$~algaa servico em ra-
tomo Horeira Res inventarame dos bens da fl- la : na rua do Qoeimudo n. 39 Inja.
nada Joaniu Praucisca de Meuezes, e por manda-
do do Iiiin Sr. I).-, juiz de orphos de urna casa
larrea de taipa coberu detelha. sera numero, no !
lugar do Barro freguezia des Alagado.*, com porta i
e jaoellade freute, 2't || palmos de vo, 40 1|2
de fundo cora grande quintal cera arvores de
fruclas e em chaos foreiros, as 10 horas do dia
acuna dito no armazein da rua da Cadeia n. 29,
era frente ao Berco Largo.
manimos
CMPAMHA
Tara a ciMistrurcao de
\iji:ht^!iv b imi class
New Luudau, Conuectieur, Esla-
dos-Unidoe
Soliulam pedidos de desea rogadores de algodao,
TA) TE RI 4 s PAR.4Cno"vas
m-f ^ M-f -.1/ ^ .'- E' a ordeiH do dia Acabar cora os Par-g
De grandes premias eexi cliente gn*yos a baymta, a mini, a revolver;
plano. fuiuiina-los com os encouratados armados
Aos I2:000;JOOO, 3:000,5(000, 0OOfO0D de esporw?, armstroiiKS e miadas de 80
e 3Hi >,. 000
BSLHKTES A' iOOiM), aiEIOS A' dOOO
E QUINTOS A 2-000.
Acham-se venda na thesouraria rua
do Crespo n. lo, os biltictes da 7a parte
da loteria das familias dos voluntarios da
12'); extermioa-los rm ^nruna a espada, a
ra ao e a pu.ilial de que se nata; ma?
niuKuem se |. mi.ron ain-ia -ie estoagar os*
Par;guayos no .i us armasqi.i Dosnos eon-
eedea; acabar com ellrs u tacSki e a pi nta
ps, para o que nerp.ssario enconracar esta
iriMiigAv
itopterdu* ao akpdio sul-ameri.ano. Ho-se de- da distribuirn das listas.
patria, coja extraceao ser quarta-feira 13 riartt do iiokso corpo c-m os tirmiilaveis
de dezembro corrente e pelo excedente
plano abaixo publicado.
Os premios !e 12:0005000 at 20/JOOO
serao pagos una hora depois da extractao
at as horas ila tarde, e os uniros depois
rompe-ferro, Bsoiapa c hra, arraaca t< eos.
quelira marmore e u*tros run se vendera
ft. KI.l l IBSKa'B'A -1S
dicadoa esc negocio durante 25 anno<, e attende-
rao iinmediatamente a correspondencia que se Ibes
dirigir.
Pedimos a lllm.* cmara municipal da cidade de Procisa-s de urna ama
Olinda, que tenha a bondad- de lanzar suas co- Lobato n. 3, primeiro andar.
piosas vistas do primeiro distrlcto da freguezia de -------------------------------------'---------
Maranguape, que os estabelecimeatos pblicos Precisa >e de ajotar urna preta
no becco do
C0MP1HHIA BIASILEIRA
DE
IjEILIlO
De relogios de ouro patate la-
glezesooTO, ciberto edes-
cobertos para horneas e se-
ulioras e (raosellos de ouro.
Sa -bado 9 Je dez^mv)ro.
na ra da i:aokia abmazrm n. 29.
Southail Mell ir (S C. farao leiio i>or interven-
cao do aiente Pinto, e por coma e risco de qoem
perlemer do diff-rente* reoslos e trancelins de
ouro, os quaes serao vendidos para fechar factu-
E'esperado dos portos do sul, ras, a* II horas era ponto do dia cima dito no
at o da 14 do corrente, o vapor armazein da rua da Cadeia n. 29, era freote ao
Paran, couunaudante o capilo Becco Largo,
de fragata Antonio Joaquim de r ____. ,. '
LEILAO
De terrenos foreiros pertencenles ao espo-
lio do tinado subdito porluguez Manoel
Luiz dos Heis.
Seauada-feia 11 do corrente'
PAQUETES A VAPOR,
.ne saiba
que pagara os direitos achara se <\ais\ iirivados de C*"|har^; aa rua da Soledad^ n. 46. ____
seus negocios, pelas" casas particulares de neg- Pf/moo oq
cios pols que ditas casas vendem todo e qtialquer rItLloa-nt/
genero a tempos, sem licencs e sem afen^Ses, Alugar urna preta para o senico de urna casa
sem que em dito lugar baja liscalisaco._________i de ponca familia I a tratar na rua de Cadeia do
~. fRecife n. 19 primeiro andar.
.1 lUiyTl *Su Preclsa-se de dous meniaos para caixeiro do
urna grande casa terrea cora sitio na rua de Joito ,3berna, dos nltimos allegados do Porto; na rua do
Fernandes Vieira : a tratar no sitio dos qualro Nogueh-a 0j_2{L________________________
leoes na mesma rua, das 6 horas as 8 da manha
e das 4 da tarde em diante.
Precisa-se de rtoos trabalhadore? para
ria : na rua Direita n. 24.
Os bilhetes encommendados so serao
conservados at a vespera da extraeco.
O ihesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
PLANO
Para as ex raece
Precisa-se de un preto rwbu>to [para masca-
lear : a tratar na rua do Livrameni < n. 26.
pada-
da
do
Santa Barbara, o qual depois
demura do costuine seguir' para os portos
sul.
Desdaja receiiera s passagelroi e engaja-se a
earga que o vapor poder condazir, a qual dever
ser embarcada no da de sua chegada, enconi-
mendas e dinheiro a frete at o da da sahnla as
2 bocas : agencia rua da Cruz n. 1, eseriptono dr
Antouio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
~~COMPHIA PElt\AMBULA.N'A
DB
Xavcg-ca-i costeira por vapor.
Para Fernando.
Serrue no dia 14 do corrente, as
9 horas da manoaa, o vapor na-
cional Mamawjuape, commaiidau.
te Ralis.
Recebe ca:ga, encommendas,
passageiros e dinheiro a fretes al o dia 13 as a
horas da tarde.
Escriplorio no Forte do Mallos n. I.
Rio de Janeiro.
Pretende seguir com minia brevfda le o brigue
nacional Amria, para o resto da earga e paswatfei-
ros que Ihe falta ir la se com os seos consisuata-
ros .'iiitoni.i Luiz de Oiiveira Azevedo 4 C, rua
da Crin o. I. _
Tein bons commodos para passageiros e es-
era vos.
% i lene-;#
Agua Verdes n. 102
a iratar na rua [)i-
\' lija -' a casa da rua di
com commodos para familia :
reili n. 106.
Antonio Jos Alves de Brilo, eserivo do tri-
bunal do commerci.i, mudouse para a rua do Im-
perador n. 46, Io andar.
DE
PERNAiKBUCO.
Para ser applicadn qua ido conveniencias
espeuaes venda dos bilhetes o
aconseiharem.
Horseguins Bordoaux........ 80o0
patricios ..... StfOOO
para senhoras, en-
ffilaios....... 5|500
com laco e livulla .. k>* 0
SapatSes amsoara^om....... ;>t.o
B-rseguins p3ia meninas bom
elasico................. 33'00
Sapatas de lona, sola elstica. 20-0
av-felliidados......... l(Wu
rie tranca........... i 000
econmicos para se-
nhoras........... *>00
com salto de lustre.. 20240
Chineloes do Por o.......... I580
Um compelo sur mi'. u> ,\i calcado da
trra para homens. enfloras e meninas;
assim como bezerro francez, crmro d lus-
tre, marroqains, tai>as dades, Qtas para sap.iteiro, muito sortidas,
men-
Approvado pelo E\m. Sr. presidente S"I:|,! ,-'"m'"; 'l'1" todo visto necessariamt
4000 bilhetes a oaooo............40:onoooo lc f'iz'''bii.a ancnmp i 1031X10
Beneficio, sello e eommissio 24 0|0..
a rua Dirnia D. 78.
de urna ama para cozinhar.
Ilavendo
relinujao, precisa-.-e
Pede se a toda-- autoridades polieiaesou a quera
quer que o encontr apprehendam o preto escravo
B^nio, que se acna fgido desde o da 23 do pas- Ilavendo sido extraviado em mos do Sr.
sado,sendo os seus signes seauintes : e.-tatora Domingoede Barros Monteiro fj titulo de posee dos
regular, secco, de-dentado, no an lar cambileia terrenos de raarmha do caes Uepjbaribe as.40
um pouco com as pero.s, tem tima marca de g ma- e 40 A, o 'b.ixo as*ignado. a qnem e;le foi confe-
9:6005000
Liquido...... 30:4005000
orordem do consulado de i'ortugal o agente maati& ao ro? e oulra ein Cll0a do hombro, ri.M, r.,ie>ta contra qual.ioer uso quo do mesmo
Pestaa fara leiiao por conta e risco rte quem per-1 nas Cl)St:ls nas nade.as lem marcas
tencer dos terrenos foreiros pertenceates ao espo tamera anllgil de ..-, reprtSenU
lio do linadi subdito portuguez Manoel Luiz dos
Rei>em Cilios terrenos se achara >ituadas as casas
na rua do Calaboocoos. 8, 10, ti, 14, 16, 18 e 20,
e na travessa do Calabonc/i n. 2 aoadeexiste a casa
dos expo^tos, o leilo lera' lugar sesuoda feir II
do corrente a porta da A-socia^o Commeicial.
m isfEsa,
Para o Porto,
l1 it-. sabir ram brevidade o bngue portagoet
Estwranqa por ter a mai >r parte de seo carrega-
ja tratado : para o resto e passageiros ira-
ta-M' eom Cunta. Innua & <;., na ma da Madre
de Dos o. 3, oucora o caoRo a bordo.
Barca prt|ieia iReirci.
V ni le-se este aui>< rior navio que carri-ya 16.000
arrobas era l'i 1|2 palmes, propno para o Rio
Grande do Sul. f orada de m-lal novo : irata-s-
coii j consignatario Jjo Francisco da S. Novaes,
-si da Madre de Dos n. .'.
il

I i,

De urna casa de pe Ira e cal nova e hem
c instruida na pivoicao Je Nossa senho-
lp ijuca e jimio a igreja.
a
do O' de
> mu 10 p ilmos oe frente e 04
nui- a inenosde fundo, tendo 2
salas, 4 qatrios e cosi'dia tora.
coshha tora, ca-
cimba de pedra e cal, quintal com 84
palmos de largura e O d-i fondo, tendo
estribara e escetiente janlim do lado e
u a leiTaCij sob caJuoitas dj pedra e c-tl.
Cfirdeipu iiiies
c i np t nten-iii autorlsado fara leilo do predio
aeini i d"cripto, o qual offerece grandes vania
- o -11- a'li re-id ni -s, tem amitos com
ni e noi dos melibores predios que ahi lera
.-. ; lie i lo : i ojo leilo ser elT-ciuado
-& Fd
Q,;ih f-'ir.iGdede/ei'J'n-oas 11 huras
.\'o armazem a rua da Cruz n. 57.
IJElLAi
De trastes avolsos, objeetos de uuroe prata, crys-
tac- c outros minios arligos.
Qua ta-feira G do corrente, s II horas,
:>.. (iltANE ARMAZEM DE LE LOES
i'O ^GENTP
OLYMPIO
i5t> lu.i na .aJCii du ateciac ->ii
Insliiulii \i'c,hc,i)!og't,,o e (eogr^phico
IVinambiicano.
Havera'sessao ordinaria qolnu-feira 7 do cor
rente, pelas II horas ua maobia.
Ordem do da.
Relatorios, pareceres e mais trabalhos de com-
missoes.
Secretaria do Instillo 4 de dez mhro de 1865.
J. Soares de Azevedj,
Secretario perp-tuo.
GARRAUX DELAILHACAR & C.
LIB1A1R1E FUNgASSE
Rua do 4/respo a. O.
LIVRUS NACIN A ES E ESTIUNGEIROS
Rcligial'bilo.-epliia Jurisprudencia Liuera-
tura Srier.r.ias c arles.
Papelaria, objectos para escriplorio.
Medico e operador.
O Dr. Joao Raymundo Perelra da Silva, chegan-
do ulnraameuie de Pars, mide freqaeotoa os mais
nota veis hospitaes, t> exercicio de sua profisso na rua da Cruz n 40
segimd > ^n lar. I) consonas todos os di is das 7
as 10 horas da manhia. Especialidades, molestias
de olbos, parto e vias-ur uarias.
Offereee-se um mneo habilitado para caieiro
de qnalqu r casa eonraiereial, ci.in pratica de es-
eriptura^o mercantil, e Oa liador a sua conduca;
qaem precisar dirija se a esta typngrapbia em car-
ta fechada c-m as enuiciaes A B. C.
piJUCO Perueu-se no da 2 de dezembao, no llieatro
gran- de Sania l nina senhora ja de idade, as ditas cartas sao viu-
das de Castello-Braoco, dirigidas a roa Direita pa-
nos de idade, fuma cigarro e vive sempre beba lo,
traja camisa de estopa ja rota, um fui) lo de cha
yo d.) palha um panno dentro que serve de rodi
lha\ usa de gauhar na rua e despej.i de barril, an-
da ra rua publicamente diz-nd > que e-ta pagand i
semana, a pessoa que app'ehender leve-o no prin-
cipio da roa do Corredor do Bispo, na sexta casa
nova do Araonm, que sera bein recompensado.
Attencao m
W Precisa-se de urna ama que sai- H
J compras: na ru i da Cadeia do Re- aj
ug cife n. 38, primeiro andar.
de relhoi titulo possa alguem fazi-r.
ter 40 an-' de 1865.
Hee.ife, Io de dezembro
Luiz Ferreira Mac.iel Pinheiro.
Precisase de urna ann forra ou captiva para
casa di patiea familn, paga-se bem : a tratar na
rua du Pire> o. 24.
1 Premio de........ 12:0003000
1 Dito de.......... 3:0004000
1 Dito de........... 9002000
1 Dito de.......... 50 -inoo
1 Dito d-.......... 20030110
8 Ditos de 1005000 803H00
23 l)ito< de 403000 9203000
49 Ditos de 203000 9803000
92-. Ditos de lAOOO 11:100*000
-------------30:4005000
HIO Premios.
W!IO"Bracos.
Precisa se comprar um escravo de meia ida-
de, que na 1 t-nha vicios nem achaques : na rua
do Cabuga o. 3, segando anlar.
mmm.
na travessa
Precisa-se de um eaixeiro qu
taberna, de 12 a 14 annos de idade
do Campcllo n. I.
Precisa se de um Irabalhador, na padaria em
Santo Amaro, atraz da fuadlfao do Sr. Starr.
4000 Bilhetes.
N. B. Os premios que cstio sugeitos a descont
saoosd .1003000 e9 KI3iK)t) ao de 3 por ceuto, e
os de 3:(Vlo300e 12:000500;} ao de 17 por cen o,
send.i .1 p 1 r.'iiio Oa le provincial e 12 por eento
da lej geral.
Tnesouraria ila- loteras de Pernamhuco, 22 de
"'ha.'?."r.a.d! novembro de 180.
tteuQru;.
ivilisagao.
Pede se ao autor do primeiro avi-o Invisivel, que
entregue logo o segando, por ser mais complicado
Preci-ase de um catxeiro que nao precise de Para nsinar o estupido.
ferro.1 na- ; Cim o Puntas n. 93.
O ilinxo a-siglalo declara a quem nteres
sar, que na > tem e nunca teve lotervencao alguma
com a photograpbia Cruzeiro do Norte.
J. Bonnefond.
Oihescureiro,
Antonio Jote Uodrigues de Sonza.
I .'
O dfvntn fingido.
Na rua do Livraineolo n. 19, lia para alugar
Dina boa escrava.
Na rehilara da Pas-agem da Magdalena pre
cisa-se de dous batedores deassocar qoesejam
perfeitos em sua proflssSo, quera se hilgar bahiliia-
do dirija se a m/sma retinara, ou ao trapiche "a
Compaohfa, na ^ra^i do Corpo Santo. Tambera
piecisa se de um linmein que saina ler e queira
oocupar-se em entregar pao e assucar aos fregu-
zes eoi um 1 carroca.
Oir.rec.' s- 1101.1 senhora portugueza capaz
para cozinhar com lodo o assei-i, em casa nacional
ou e-liangeira, desde as (5 horas da maulia as 7
d 1 noite; quem preci-ar p le dirigirse a roa do
Baribolomeu u.49 pie achara' c .01 qora tratar.
Nos abaixo as Igoados fazemoi sciente ao
respeiiavel corpo do commerrio, e a quem mais
posa nteressar; que no da 24 de novemhro dis-
solveu am'gaveimente a sociedade que tiolninos
nos armazens da rua da t'rau n. 13 e 13 cooheci-
oa sob a razo Ramos de Oveira A C. licanlo a
cargo do sucio Ramos de OlWeira toda a liquida
Q.p da mesma firma.
Recife, 6 de dezembro de 1863.
Jos dos Santos Ramos du Oiiveira.
Aniioio Vasco Cabral.
Precisa-se
Alugar urna ama de leite, para amaraentar um 1
criancaTecem-nascida : na rua da Cruz do Recife
11. 48 segundo andar.
OITercce-se urna pessoa para cosinhar e em-
gootmar para casa de homem -oiteiro: ua rua de
S. Bom Josas d.is Crnalas n. 83.______________
Na luja n. 1 da ma do Queirnadn existe urna
carta para o lllm. Sr. Pranrisc.o Pedro da Costa
Horeira, e-tuaante de preparatorios.
Precisa-se fallar ao Sr. Luiz Florencio Perei-
r: Braga; nesta typographia.
Precisa-se saber de Antonio Fernandes da
Silva, ou deseos herdeiros residiles ne>te impe
no, a negocio de sea interes-e sobre atoa heranga
que tera era Pertugal: a rua do Queiraado n 32,
luja..
C_SA 1)1 FOST
Aos i:000|00u
3:lOO*t)00
OOAI'OO
5i,'0(lOO
Uilbetcs saranitMas.
A* RUA DO CRESPO N. 2,1 8 CASAS DO COSTUMl:
O abaixoassignado veudeu noe seus moito filil-
es biMetes garantido:-dafetena
de extrarnr, a benericio da -snla
neordia, os secnlotes premias :
lim meio 11. ttaS com a sorto de 6:0063.
Ura inleiro n. lirto iwii a s.nte de 1:2110.3
tin inteiro 11. 1427 com a gori di KIH 1*000.
Ura meio n. 3317 com a sjrle d- 2U000.
E outras militas surtes de. 101)3, 403, iO.
Osuo.-suidores podom vir reeeber setn resjiec-
livos premios semos'desconios das leisnad
da Fortuna rua d,> Crespo n. 23.
A.cbam-se a venda us da 7' parte da loterw i
(41') a beneficio das familias dos volunlarius
da patria, que se exlrahira .joarta-1 ira 13 de
TERDADSIRO LE ROY
de SK.XORKT, Docteur-Mdecin
P.rie de Seine,51, PAP.TS.
|Ui
Casa
Se ai aii
de Mfce-
En rada garrafa, a., rntr* a rolha r o |inpel azi
qni1 leva o meii rinetr, 0m roalo linpr>lM em ama-
relln eom n Seii.o Ijutsui. no mtiiM fiunciz.
V. II. einclo'iiio-se una letlra sobre Pato, acei'avri .1 i.O dial de vista, ao niaiimo,
?oza-e iln aballmnito e (.1 nialflr desronto.
vpodtQ lirillti):
'o leslinu I.e lio
em Laza 1I0 noshi,
.....eo agente pelo
Rrazil a Smi Aktu- *
o Fbakc : de La-
imih na Balda e
nos peineipaes pliar-
maecutcos.
ItHlii r ti'' i,.;iinr
i|.ai ?
tutu -k^// c*/
dezembro.
De
um sobndo d.: um and ir na
rua Novo
comparecim-nto pelas 8 horas da raanha,
.1 m,'inii .non- nossa excelsa padroeira e
de Smti Rita n. 44, com 4 sa as, 4 qoar-jSaDbx imacna.
-s. c isiuln m iHjitii'leiit-e um pequeo i __T_I .,. _ai_
lerraco, rende JT an.maes. .. A.uSd-seuia sitio
* ',' Aluga se om sitio na Pas-agera da Magdalena,
LOriie.r ^lines margom do rio C-pibirme, com exceileote ca
oViti'.a a Competente auiiri-ac i fara' leilo do '
pre !i > acuna de.cnptopo leudo desde ja os preten
peni procelerem aoexame e quaquer informa
daria do Sr. Antonio Alves de Miranda Jnior, para
eniregar a Jo> Lopes Roballo; quem aseoeontra
queira ter a bondade de. as entregar na mesma ma
onde remedida, ou na rua da Florentina padaria
n. 3.
Luiza. cabida, de idade 22 aooos, estatura
regular, falta de .lentes e cibj'io aoarado, fugio
de. casa de seu senh ir no dia 23 do mez passado e
tem sida encostrada no bairro de s Antonio e
Becife : qu ni :. I.va a roa d'Apillo n. 30, -era
bem gratificad .
J laqmm Lopes M'reir, subdito portuguez,
vai a Portugal para Iratar de sua sanie.
Jos Campeos y Barros, subdito hespanhol,
relira se para Buenos Ayres.
Trasladar! das iaagttis da igrej de
Nassa Senhora -
\d matriz de. S. Jos. *
A me-a regedora da irimolade de Nossa Senho-
ra di Terco, tendo de continuar cora as obras de
Ma igr^ja, e como nao l-rana um lugar apn priado"
para cuilocar suas sauta- iraigen-, re-oUeu trasla.
dar ellas para a nova matriz de S. Jo<, a qoal le
...' lug^r Cion luda a solemuidade seu.-feira 8, dia Alnga-seon vende-se nmae.a-a de nm andar
da Iiuinac.ulada Concen-ao, pelas 10 horas da ma com qnalro salas, 6 baartos, onzioha ora. quiut.l
nhaa, eah permaoecero al concluso de sua i murado com cacimba e boa agu, emcbao< pro-,
luffin, I prios, no excelleute lugar da rua da Esperanza do
A oiesa rege.lora pede a todos os irmlos o seu i Da""ro da Boa Vi-ta; por ondetem de peten hre
Para
Bilhetes
Meaos. .
Quintos,
as pessos
Bilhetes.
Meins. .
Uuintos.
No armazem
de drogas e tintas na praca da B ta vt-ta n. 24 pre-
cisa-e de um caixeiro que lenhi iralici, e alTlan-
^and'> sua conduela.
Ama.
Precisa sede urna ama forra ou captiva ; na rua
ila IVnha Ia andar.
Precisase de u'ii criado ; na botica na prarja
da Boa-vista n. 32, dando dador a soa conducta.
OUerece se urna ama portugueza |>ara rasa
de punca familia; qoem p-etender dirija se a rua
de S. Francisco ti. 70.
Precisa-se de ura caixeiro que tema pratica
de m. dh ilus : na rm do Imperador n. 81_______
Prei-i-se alugar mu ami de ii|.-i i ilade e
de rondo-ta regular, para o servico interoode .iini
casa estrangeir.i de pooea familia : q i m esliv-r
ne-tas circumstancias dinja-se a rua do Trapichj
n. 12.
Escrava tupida.
No dia 20 de oovemhro fugio crioola Vicencia
Compiada aos ^r<. Ge< c lia-tos, coja preta era
do Sr. Mano-I Salvador dos Aojos, da comarca do
Bonito, pardal a escrava dia que era de Barrei-
ros ; representa vmie etaotosaaoos de iao>, alta, SOPlPIllflr1
fei, rosto redondo, t-ia euria, p* grandes, per-
nas linas, nm pouco ambiguda, nariz muito mal
feto; levou r.iop.Vi de chita cor d- m-l a chale pe-
qu 'no, tudn ja asado : roga-se as aulond les po-
liciaes de B mito ou Bezerros a captura da dita es-
crava, ou por onde for encontrada, a-sirac >mo
protesta-s contra quem a liver occaltado. Grati-
fica-se nem a quon a troiix-r a' roa IMreita nu-
mero 45.
PREGO.
. ". -1*5000
. 3000
.... 23400
que comprare] lie lOOflWW
para cima.
.... 113000
.... &MS00
. 23aoo
Manuel Martins Kiuza.
de Seruros mu-
tuos sobre a vida
Na rua da Matriz da Boa-Vista, na para
alagar, um primeiro andar da ca-a o. 28, cum
rauitos commodos ebem repartido.
Aviso ao publico.
-
O banco
esta sociedade debaixo de.
e respouaabilide le, facilitn a ereactio de oapitaes,
dotes, rendas, pen>5>*s, is-n^oes do servigo das ar-
mas, etc., por meio de SUbscripcSes nicas ou an
nuae.., as qiiaes convertidas em Insaaipoes da
divida publica, de renda uacional, e da mesma fr-
0 abaixo assignado cumiBercunle de>ta praca, _i os Jiaos seraeslraes que detlas se forera ven-
avisa ao publico ter entregan no da 10 le outu c.endo, bY.am por om cer Damero de anonsem
l.ro do c.irrente, aoSr. B-il.eri" Lighibion, 3 letras deposim, al qoe, linda o praso estipulado, sin
d- en saque, s,.., t u,a- de 4:0:lo5"(i0 rada uoia, resumidas aos sucios cornos interesas amontna-
e urna de 3:0813040, prefazendo Pelas 11:0843040, ,jHSi bem como as que oerteneerem aos assoetad is
d<) aceitelitis Srs. Ignacio Benlo de Alo np.erque fatlecidiM visto qoe desses >o herdeiros os sobre-
Melh) e J rio Alvares TrtgOelro, vencidas em 3 de vvenles.
junh i do co-ienij an.no, para receher dos mesmos j pBa eqgenbo-a combinaefio econmica adoptada
senn-rc- em Guarabira na provincia da Parahiba, nos catWMos desta s-iciedade, v-se qu, com urna
Vio
da
goole satisfar, i-iyp leilAo 'era uo
sioj;
as I lora- era ponto no arnu'.em a rua da
ti. 57.
1 margem
!com terraco, duas salas, 8 quarios, cozuiha
'quarlo para escravo, e>tnbanae arvoredos :
lar na rua da Cadeu u. 4'
para
suas
a
fra,
a tra-
vemente a liaba frrea do R cife a Apipucos:
1 quem aquizer comprar ou alugar dirjase a rua
do Trapiche n. 12.
Ama.
Precisasa de urna arai para casa de urna es-
trangeiro, que saiba cozinhar e lavar : na rua No-
va n. 21.
do N >rl-, aonde lodos sao moradores, i|U o mas-
illo Sr. B iberio perdeu ditas letras alli : e Como us
dito* Mi-us deveinres ainda me devem por saldo
7:8743340 e jaros vencidos, sua obrigado a faer
sabedor aos meamos devedores eao publico, que
ditas li-tras nao terao valor aigem, urna vez qoe
se perdern), e que Dio esta i firmadas nas cotas.
Avisa mais que tem era seu po ler tiuniicas formas
de taes letras, tiradas nneartorio do Sr. Portocar-
reiro, e alera riego prt-lende provar a perca das le-
entrada affflual de 503000, por exemplo. oht-m-se
em 5 ann-s 4303000 a 5303000. em it) 1:3003000
a 2:0oi>30()0. em 15 3:.lS003o00 a 4:50o3< 00. em
20 8:0003000 a 10.0003000, em 25 18 0003000 a
2o:iiOU3WOD, conforma a idade do individuo sobre
quem ffcili o seguro, pois que nos referidos cl-
enlos con la-se com a malor ou menor probabiiida
de de duracao de vida.
E-ta sociedade sobretudo vantajosa aos chefes
d familia, visto que I Oes facilita seu sacrificio a
Cruz
i
LEtLO
I IV caixascon cerveja branca garrafas
e ureias
Caixai cora mollios inglezes.
Ditas i'omazeite relinado.
Dit i- com absinih.
IIOJK
O 'ente Pelana legalra-nte autorisado far
leil por conta e risco de quem oertencer de 134
eaiai......i cerveja branca em garrafas e meias,
'' o raninos inglezes, ditas eom azelte refl
nado tus c.oraabsioin : quarta feira 6 do cor
t-m- 10 bofas da anha qo armazem do Sr.
AZeVi i!o,
HOSPITAL PORTUGUEZ
DB
nt:.\Ki ic i:\ri\ eji ii;h\ i.u-
BUCO.
Nao se tendo reuuioo nu o -ro legal dos Srs. so-
cios para constituir se aseeiuMa geral, afira de
pruceder-se a eleigo da junta administrativa que
lem de reger o hosplal no anuo prximo futuro
confrmele iuoi anuuuciado para o doraiugo
P i-.-.idu : de nov'i convoca e a dita assembla pa-
ra o prximo domiugo 10 do corrente pelas 10 ha
rasad* maniiaa, esperando s-dos Srs. socios aiien-
yo ao convite que ora se liles faz.
-ecretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Peruambuco 3 de dezembro de 1865.
O secretario
Joao Pereira Rahello Braga.
LIIO
e ditas com
ba-
Deriixascoii cbala
tal S
Hoje as 11 horas.
O a.; inte Pestaa nao tendo podido concluir o
leili-d-s ceb-das e batatas iior falta de .lempo o
fara'hoje em lotes a voniade pelas II horas da
manh i oo innazera do Sr. Azevedo defroote da
escadicii da aifaodega.
Leilao
Da i3 2 sacos rom milho.
Hijo as i Inras da manha
O agente Pest*m fara' leilo por Conta e risco
de qu-m perteneer de 412 saceos com excellente
miiho em ura >u mais lotes a vontade dos com-
pradores : hoje as 10 horas da manha no trapiche
do barao do Livrameoto no Forte do Mattos.
1
5_^?_."_d WjWr ___n
^''?^r i
0 bacharel Jes vida aos seos par rem urna missa q no du 7 do corre da ooa Vista, pe oiiii querida mal. Approveltando destnenle a toda o muito grande, f iiiterio os re-Ios ma uii e promet ndo. uno Lo|ies de entes e ami| ue tem de m rite, as 7 hor. ) descanso e esta occasio > as pessoas q ivor de acom morlaes de s e-iii -s a su Miranda con-[os para onvi-' indar celebrar is, na matriz terno de sua agradece coran Ihe fuerano iauhar ao ce- i na pres-dissi. i eterna gra-
Precisa-se de tima ama para o servico do urna
f pessoa : na rua do Caldeireiro n. 70.

Pergunta se ao muco do Bio Farinoso, capa-
cho de palacio, que fim levon ura homem que nm
seu amigo era aigura lempo Ihe mauduu para ser-
vir de guarda costas, c.ii|o humera at hoje nao se
sabe dele e nem que flm levon. Isto deseja saher
O Manoel Gambado.
Ensraa-se a deseooo para as artes a 2| men-
saes : a tratar na ma da Boda n. 19.
Grava-se doura se em marmire letra- a 100
rs. cada nim : a tratar na rua da B >da n. 18.
Aluea-se doas casas no Caxanua, sendo urna
com 6 quartos, 2 salas, cosinha fora, coxeira i-ara
receher 6 c.avallos, tendo junto urna antro mus
pequea, com 4 quartos, 2 -alas, cosinha fra: e
lraia-se no lugar cima, com o 3r Pacbeco.
Deseja-se urna pessoa habilitada que tenha
bastante pratica, de cominemo de estiva, para
tomar conta por balaoco, de um estabelecimento
de mnlhados; ou que teuhi habilitaQo-s tiara asso-
ciar-se: quem live consciencia de sua c raducta e
os requisitos para lal flm, deixe carta fechada nesta
typographia, com as lettras Y. Y. Y. para ser pro-
curada
No Diario de Pernambuco n. 279 de 3 do
crreme mez, li um annunciodoSr. Monn-I da Sil-
va iieves Coutioio (alias Gavalr.uute segundo sua
assignatura) no qual responda om nutro que flz
publicar n>i mesmo Diario e acerca-de om snppris
lo debito meo para com o mesmo>enhor l A res-
pelio oada mais lenho a dizer seno, que ractifico
quanio disse no raeu annuucio arima citad: e
lieraqte os tribunaes ser -aclarecida a verdad ,
visto como para raim um misterio a existencia
de tal divida.
Becife, 3 de dez-mbro de W6o.
Kicen/ p'erttra Nun/s re Popd
Alnga-se a casa terrea da ma de Sania Bita
D. 69, junto a igreja, tendo bons coramodo-, quiu-
lal e cacimba, reedificada do pouco : a tratar ua
rua do Imperador n. 81.
Aluga-se urna casa comeo-o modos para gran-
de familia, com bom quintal, cacimba e solao, na
rua dos Mariyrios: a tratar na rua Direita nume-
ro 47.
ura apoareca a meuor duvida. Recife, 2 de de-
zembro de 1865.
Jos Gomes Villar.
tras em joizo conpetent-, ^para que em leaipo al- fundaQo de um capital ou dteoara seus tilhos ou
lilhas, segurando-os queudo nascem ou era ijuanto
sao cnaugas.
(Qnem, pis, mais circum>tancia4as mformacides
deiejar sobre tul sociedade, ou se quizer inserever
coain socio della, dirij.^ie a roa da Madre -de
ITwis n. 28, onde peder entender cora Juo
Carlos Ceibo da Silva, que para isso se acha en-
carregado.
laga-se
As casas da rua dos l'rizeres do bairro da Boa
Vista, n. IAen. 1-B .arabas novas e por
163 m-nsai-s cada urna : a iratar ua rua Estrella
do Ros i rio n. 28.
engommarleira
Precisa-se de nina
'ia rua do Imperador n 17, segnndo and r.
Preci-ase alugar um moleqne, aco-tuma loa
servico du campo : a tratar do armazem da rua da
Cadeia do Becife n. 36.
Aluga-e aun cas para se passar a festa na
entrada lo Poco da Pauella, para gande fara lia,
e ura sobra linoo na cida-le de Olinda rua do Bom
ftra : i|U"in as iKoieuler di qa > a Fora de; Pirtas
rua .1 Pilar sobrado u 23, pnraeiro aular, a fal-
lar com Maniel I* Silva Ve.vv.
O abaixo dseigumlo lem justo e contratado a
coopra o -i'.io da rua de S. M Sr. Alexandr J is G une e sua raulher : quem
pnls se julgar co n direito sobre dlie queira an
nonciar no irazo de 8 lias a .-onlar da data desle.
Bea'iie 4 de dezeiDbre ila 1863
Anl oiii Jos Bezerra.
\iog i-se una c.a-a hova de laipa muito liem
constru.ta pira pequea fa nilia, ce n ex<-el|ente
afua e-aiguoia- fnioieiras .- bom fre-co, no sitio
da Tan .io-ii i du lado da estrada do Rosarinho :
a tratar oo ra-'-mo sino.
Mudiuica.
J i- Pe Iro do Bego m jdou sua residencia da
rua das Grates n. 18 pa a a lo Imperador n. 43,
segundo andar, onde co liuui a recebar escravos
de commisso.
Precisa-se de unrn ama, que saiba cnsi-
nhar: na rua do Queifndo. travessa pira a rua
Estrella dn Rosarlo, n. fSC-loja do miude-a.
Precisa se
Soledade a. 14.
de ufn araacadur na padaria da.
Jo3o da Silva Ramos, me neo I
pela oiversida le de oimbra, d M
consultas m sa casa das 9 as 5$
H horas da manha, e das 4 as 6",w
da tarde. Visita os doentes em suasj||
[ casas regularmente nas horas para I
I isso designarlas, salvo os casos ur- n
S gentes, que sero soccorridos em *
I quahjuer nccasiai'. Di consultas aos H
w potire> que o procurarem no hos- H
I pilal Pedro IL aonde encontrado !
^J diariamente das 6 s 8 horas da S
tm manha,
T^m sua casa de sade regnlar-
f'! mente montada para receher qual- HB
quer dOertte, anda mesmo os alie-
Dados, para o que tem commodos ^
fapropriados e nella pratica qualquer
opperacn cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe. .H50GO diarios.
"1 Segunda dita... 36500
B Terceira oda .nOO
Este esiabeiecimento j bem I
f acreditado pelos bons serviris que
lem prestado.
m O prupnetario espera que elle
m continu a merecer a contiaiica de
9 que sempre tem gozado.

-."
t
ns LIM/?!
cftb-icae: pe i
P. MOURT__, rornt-
redor da Caza Imperial do ExerciloH
frnnrez, garante se que qualquer|!
pessoa podra sem dor nem perigoj
livrar se de pos caltus. Esta inven-1
Cito : prv ilegiada em varios palies.
reronhenda officialmente efOeazl
por 15 nac6As, premiada com mo-
dalhas por diversas academias e pelo E\"
Presidente da Junta de lljgiencd
corte. Por ordom do Ministro da I
Guerra fez-seem Pari/experieiiri.i
sobre mais de 200(1 soldados qne|
Bcarao livres de seos callos ; igui.l
resulado foi olilido oa gnarnirio
do Rio de Janeiro. Mala de 3000
pessoas ja se tem curado rom esta?
Limas. As proras do que se diz ati
ma e os al testados adiara-se isol
prospectu, que se da no deposito,
(lasa principal em Pariz, U' Prinrej
Kurjne, 18, Aqenle paran Hrazil,\
o .S> M. O. HKASCHES, rua\
da Alfandega, A" 10 nr Corle.
I.e se no Uonieur de la l'li,irmacic.
A elictricidade hoje eMprrgadl pur Inilns os
nii-dico.saf.imailns. para o ii.ilim nlo de mu.las
molestias, mesmo para as que resisten as outras
medican"^.
A eliclrirtade prodmida pela fiirran lem una
siipcrioridade inrontesl.ncl, oa lanlagom de nao
dar abalo?, ede poder er-;iduaila pelo dointe.
A caii-a a mais frvr|uciilc das molestias a
eMaglfa^a do >;iii;ii.- ou dos omros lquidos vi-
taes. Kestablecenilo se a tircu'.ica no orga-
nismo, cmarao-se as uilioal.
Ou.nulo *e sent aliainiu dr em quelquer
paite do carpo logo,-? ii>tlnrtTamf me, seerrega
o lu.-ar eudoicirido coma.nuio, eisioallivia. Isto
explica o resollado inronteslaiel que dee pro-
dwxir um app.o-eloo erclrlco. Por is*o temas
pi -a/iTPin Muira rao Potilito qmoS. r Bil -ou
de BiVil-i' rs n-s denle, boulevart do Piiiic
fcnuene, npp irellio EI.-ctro-Kngm-ticu, sob 3 forma de
uma es. o mi, eom o qual os doentes ve pori la
ciuar sem nehuma oulrameoicara. Os uicdicos
qi'C a 'em experimentado, aileslara que a
Iso-iVA i.LcraorAGNt:icA tellicaipara
eui'ar:os&heiiin.-itnins,a3?aralysi.-i, Gotta,
Vraqueza dos mekibros, c da Columna ver-
tebral dobilidade goaal, Nevr^giat, etc.
E-iainosccrios que bre*cada f.on tu possiura
ej.taB.rnva que iM-eslaiigiand-.s servkos.
A |ieddo de muilas pesaias, o autordi-eidio-se
a esUb'ecernin deftosilo de saos appaie.bus no
Jtiii He Janejfo, em caa do Su IhuitK Koio,
ruu noca do Ouiidur, n* 33.
Pernami.u o, pCarmaca Frauceza deP.
^Jautei di C, rua W*wa n. .
Ama para cusa
Precisa-se alugar tima ama para lodo servico de
una casa : na neceo das Bolas n 2, primeiro
Sn lar.
Mutas do banco do Mra.-iie lias Cal Xas liliaes
descont o i-se na traTs-a ilas Cnue n. 8.
Ai,i.uno Jos Alves dcHiio, ebcriwo do
tribunal do commeiciii. n.-id o se para a rua do
Iiiiperadur n. ili primeiro andar.
IV.i- caixeiro.
OflferetY-si! utn movo de 18 anuos para
caitetre de algum armazem de molhadosilo
que tem bastante pratica ou pira caixeiro
da lojt'le? la en ia daan H mezes d- pra-
tica e nad >r a sua conducta; quem ore.-
cisir aiit unci p >r esta f. Iiia.
N. 0. Itieber C, sacessores, sa
cam sobre o Hio de Janeiro a visia ou a pra-
zo confu me se convencional*.
Alufiam -,- as casa, di roa do Progresso os.
II J3 : a tratar na rua do Sebo n. 54.
Anta fi le le.
Precisa-se de tima ama que lenha bom leit i, pa-
ra acabar de. amaiiieiitar nina enanca de oo rae-
zes : na rua do Quciuiado n. 17 segundo andar.


CONSULTORIO

DR. PE8R0 DE ATTAKYDE LOKO HOSCOSO.
3 Ba da Gloria, casa do Fuiidao 3
O Dr.iL!30 Moscoso > consultas gratuitas a os pobres lodos ostKae das 7 s 11
ceros da manhs, edas 6 e m;ia s 8 horas da no i le, excepto dos (lias santificados.
Pharmacia especia/ (iomeopqthica
No mesHj-j consultorio a setnpre o mais apprepriado soriimeoto de carteiras
tubos avulses, cssim como tinturas de varias d.ymuauiisacOes e pelos prego* seguiutes.
Carteiras de I i. tubos grandes. ldOOO
> -de 3(5 tubos grandes. -. 45000
de 4 tudos grandes. 305000
. Ce 60 tubos jjran les. 356000
Prepara- que-se pedir.
Um labe a\ulso ou frasco de tintura de mcia onca 1D00.
Sendo para cima de l-custaro os ppecos estabelecidos para as carteiras.
Ha tubos uais pequeo*: cada um a SOO iris.
A melbor obra da homoupalhia, O Masad (je Medicina Homeopalliko do Ur. Jahr
dea&grandesvolamescomdiuoionario .....,/-........ O^OOO
Medicina domestica do Qr. Bering............ 100;K)
ftepertoric do Ur. Meh Mnracs............. 66000
Diccionario de termos z medicina........... 35000
()s remedios deste estibelecimento si* ipor deraais conhecidos e ispensam por
tanto-de seren novamente recocunendados af, pessoas -que qui/.erem usar de remedios
verdaderos, enrgicos e doradores: lia todero memorqae se pode desejar, globos de
verdadero assuear de leite, notareis pela sua boa Gonservacao, tintura dos mais acredi-
tados esaitelecimeatos europeos, a mais exacta acurada preparado, e portante a maior
energa c certeza -em seus efleitos.
Cusa de siuuli' para eneremos
Recefoe-se escravos para tratar de qualgaer enlenroade ou fazer-se-lhe qualquer
operario., p rao que o aonuociantejolga-se sullkieniemerilc habilitado.
O 'rt-tmente funecionando a caa 3 mais d quatro annos, ba militas pessoas de cujo conceito se niio
pode duvidar. q>e doentes.
Paga-se 25 por da durante 60 das e d'ahi em liante 15500.
Asoperaces serio previamente ajustadas, senlose quizerera sujeitar aos precos
razoaveis que costnma pedir o annnnc ante.
MB325SnMB!

m
&
gjfo ATdb Xgj^
Ama de leite.

F1BR311 A VAPOR
99 RA 00 MONDEGO 99
Deposito na ra \ma a. r>0 >>jja le relojoeiro.
O dono deste estabulecimenio partecpa ao respeitavel publico que sua fabrica' capia-n'r de sna igreja; convido de ordem da
est denotada com as meihores machinas que existem na Europa, e q e pode fabricar niesa regedora aquellas pessoas qne se acharem
comtmelhor perfeieo possivel. Todo o chocolate tiesta fabrica est garantido, e puro, *
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite, para
acabar de amameniar urna enanca de oilu me-
ces : na roa do Queimado n. (7 segundo andar.
Na ra Direi
urna ama para rosintiar.___________________
Precisa-se alugar urna preu para o servieo
de urna casa de pouca familia : a. tratar na ra
da Cadeia do Reelfe n. 19, primeiro audar.
BOTICA E DROGARA
DE
B. r de Main fc C.
Ra larga do Rosario n. 34
Remedios de Raduvay
Prompto alivio.
Pilulas reguladora.
Rtzdulivo.
Remedios de Kemp
Anacahuita.
Salsa de Brislol.
Pilmas assucradas.
Agua flerida.
Pastilhas vermifogas vegetaes.
Chegados pelo ultimo navio vindo da america.
Temi a irroandade do Diviuo Espirito-Santo
j da igreja do Collego, resolvido em sesso de mesa
conjunta, manoar fazer de marmore bronco Tino a
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o audar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
sao medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito:
3o dos orgaos geni-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rlo examinados na ordena de suas W,
entradas comecando o trabalho pe- w
los doentes de' olhos.
Dar consultas lodos os dias das
6 as 10 da ruanhSa, menos dos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
do que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
a mandar executar semelhaute ohra,
a examinaren a planta que se arda exposta na sua
o que nao se pode encontrar naquelle que vera de fora, e que se vende por prego baixo, m rislw, e a apresentarem as suas proPusias no
visto-s productos serem do.paiz. Na etiqueta tem sempre urna guia. prasu de U das cornados desta data, (loosinorio
PRECO.
Meia libra......... 400
Urna libra. ...... 800
Urna arroba........195000
Ta mesma fab ica acaba de se montar urna officina com serrara a vapor para
obras demarcineiria propria para edificio, para o que encarreg -se de fazer perlas, ja-
nelias, assoalhos (parqu franoez como se usa na Europa,) earmages, ludo com brevi-
dade e,perfeicao. Toma-se qualquer encommenda para fra da cidade, entregando-se
prompta a collar-se no lugar.
da irmandade, em 10 de novembro de 1865'.
O escrivao.
Francisco Btlarmino dos Sanios Freitas
Alupa.se o terceiro andar da casa n. 88 da
ra da Imperatri;., e u sino n. I da entrada do Ar-
raial : no rna da Aurora D. 3f>,
Ama MARTIMOS
CONTRA FOGO,
A companhia Indemnisadora, esiabeh^ci-
da nesta praca, toma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamenlos, e contra
tJSttZSZ&*imm** f" J**? ^'t^oriasem,'bilias:
,. -----------------------=, na ra do Vigano n. 4, pavimento terreo,
Alugam-se tres casis na povoacao do ^Vt..-v~ xz-a&'M*^
Monteiio a marcem do rio, com muitos1 ^fei^ tt$K'M<:MJ
COEIiHO 4& FREITAS
margem do rio,
bons commodos e em muilo bom estado;
de limpeza : a tratar na ra do Crespo n.!
20, esquina, cujo prego de alugnel ra-'
zoavel._____________________________
Em casa de Theod Christiansen, ra do Tra-
piche-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil,
de Brandenburg frres, Bordeanx, encontra se ef-
(eciivainente deposito dos anigos seguiutes:
Si. Julie.D.
St. Pierre.
La rose.
Cliateau Loville.
Cluteau Margaox.
Graud vin C.liateau L.'ifitte I85'8.
Chat-au Laliile.
Ilaut Sauterues.
Chalean Sauternes.
Chateau Lataur Rlanrhe.
Chaleau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite doce. Presos de Bordeau.
Os abaixo assignados declaram ao publico
Rna da Cruz n. 16.
Continua a haver diariamente um sortimento de pastis, podins, bolos inglezes,
empadas et.. etc. Os donos deste eslahelecimento, acham-se na- roelhores condiroes
de poder siiisfazer encommend Freitas ter sido administrador chele de algumas das princi, aes fabricas na corle, sendo
urna a do Sr. Joao Goncahes GuimarSes (confeitaria do Leo) antga casa de Carceller.
Todos os trabalhos sao dilerenles dos que se fazem em casas particulares.
Os proprietarios deste estabelecimento nao se tem poupado a despezas, nem se
pouparao, se Itoover concorrencia como esperam ; tendo conlinuadamcnie bom sorii-
mento de doces para cha; presuntos e ditos em fiambre, tambera se recebem para se-
rem preparados ; assim como doce de caj novo superior, secco e crysta libado, dito em e com especialidade o carpo do commercio que
calda em latas hermticamente feel.adas, podendo durar annos em perfeito eslado. Antonio Ceoteio Lopesdeixon de ser nniri dos
Para jania.es e partidas rec. bem-se eneom.nendas dos seguintes objeelos; ban-me*ms- 9^**tTtth!?'
deijas ricamenTe enfeitadas semarm.icao pecas de amendoas (nogace), ditas de tmaras I ^^k & >~
de ovos, paes de l enfeitados com dsticos anlogos a qualquer lim; ditos montados, j SvOCaO iil* .!
kechs simples e ei feilados com frtelas ingleza ; galheaux de la reine, ditos de le du-1 No armazem da bola amareiia no ojiio da secre-
chese, tortas de fructa, massa folhada ; ditas de jieixe. e carne; cremes e doces de ovos|'Jir,ia da Plicla recebem-se eocommendas de fogo
de dfferentes especies ,
Tambem tem um completo sortimento de vanos engarrafados, como sejam : vinho
do Porlo superior, FLueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Rordeaux, Champagne fino, ser-
veja, licores, charopes e conservas. Para festas: bonitas caixinhas com amendoas, con-
feitose mais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeilamente ac-
condicionar tanto para a provincia, como para fra.
*V4
ja dor para dentroe fra da prouincia.
ASTHIVIA!! ASTHWA ASTKIVIA!!
SOfFOCgO NERVOSA E OPPRESSO
!F
j W f |
DE
GAYALLO
l meo remedio cfficaz para combatr oslas moleslias, acalmar um altaque d'asma e impedir a
volta ( o Xatvpe aromtico de. Succino (mbarainarello) do D' Danet. Oescoberia inteiramente
I recente, este, novo producto se tem propagado com extrema rapidez gracas aos admiraveis resul-
j lados .no i.m semprc produzid-.
Iieposito gpral, na i ntica Cliauveaud, 54, ru? do Con icio, Paris-Grenelle, e em todas is
i h (ticas de Franco e do (strangi-iro.
Pernambuco, ra Nova n. 18 pharmacia francesa de
P. MAURER A C.
Precisao.
Na ra da Cruz, armazem n. 63, precisa-se alu-
gar nina muiher capaz, de boa conducta, quesaiba
cozinhar, comprar e fazer todo o mais servieo de
urna c -.! de familia (meaos coaduzir aguas quer
limpas quer servidas), pr-fere-se escrava, que seja
fiel. Garante se pagarse bem e com promptido.
AMA
Prpcisa-se de orna ama
n. 12 prinviro andar.
na ra do Queimado
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do
Crespn. 1-3, aluga sua casa e silio no Montero
em frente ao oitSo da igreja, tendo o sitio portao
de ferro, cacimba com boa agua, estribara e co-
eheira, e a can 4 Mas,7 qua'tos, e .otao, a qual
inulto fresca e esta de novo bem caiada, concer-
taba e pintada : para ver, as chaves eslao em a
ca>a do Sr. Nicolao Machado na mesma povoacj.
~ Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 idoos
P"-.i caixeiro de taberna e que teoha alguma pra-
tica da mesma, prefere se Porluguez : a tratar na j
ra da Moeda o. 29.
SITIO.
Aluga-se o sitio no Kosarinho n. 2 junto a capel-
la, com bastantes arvoredos de fructo, casa, co-
cheira, boa agua, por preco muito commodo : tra-
ta se na ra Nova n. oo, ou itecife na ra da Ca-
deia n. 3.
Precisa-se alugar urna preu que saiba cozi-
nhar : na ra da Soledade o. 4
Anda estiio para alugar duas rasas na iMia
do Retiro, tem commodos para familia, estiio pinta-
das e tem lianho na poita : a tratar com Luiz Ma
noel H. Val-nca, podendo o pretndeme examna-
las no mesmo lugar.
Na ra da Praia n. 10, deseja-se fallar com
Manoel los de Miranda, chegado hoateNl na barca
portugueza Aiminda, va sab-r oode a sua assis-
lencia.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
onrivps. compra-? e ouro, prala, e podras preciosas,
e tambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e qualquer concert.
.
O Alcoholado df. Guaco de Pascal urna nova preparacae da qualj
basta mencionar suas propriedades pura appreciar sua importancia.
Em primeiro lujar um preservativo infalivel do contagio vencrio (ver
folheto para o modo de o impregar).
2' Tem a vantagem de ser o remedio mais certo e mais agradavel para
as molestias syphiliticas de toda a especie, ulceracOes primitivas e secun-
darias, ec.
3" Empregado ern injeccoes, o melhor tratamento dos corrimentos
rcenles ou chronicos as pessoas dos dous sexos e da leucorrhea as
mulheres. /
4o Emlim como antidoto dos virus, soberano na cura das chagas e f-
tidas de. m natureza, chagas gangrenosas, dartros, ulceras das pernos,
ophtalmta purulenta, ou blenhorragica, mordeduras e picadas de ani
maes venenosos, ce.
Este especifico vegetal, izento de toda a accao mortfera, foi experimen
tado nos bospitaes de Pars, Lyon, Marcelha, ec, e recebeu a approvaco
dos distinctos doutores Ricord, Bauchet, A. Richard, Calvo, Didav,
Melchior Robert, Costilhes, Berenger, ec.
Deposito geral em Pars, botica de CHEVRIER, 21, me du Faubourg-
Montmartre.Casa de expedicSo, PASCAL e C, 33, ra Monsieur-le-
l'rince. Pars.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 era casa de Caros & Barhosa.
Na noiieiie 18 pira til do c .rrenie furlou se um
lea vallo mellado caxil, da entrabara du sen dono,
icomsellim iuglez quasi novo; cojo ravallo tem
I dinas e canda pretas. as cimas sao grossas e ca-
! hem sobro amaos os lados do pescoco, tem urna
! ferida pequea na maodireiia ; esta acostomad a
I andar em cabj ioiet e bem condecido nest) praca:
i queui delle iic noticias certas ou leva-lo a' Estan-
cia, sobrado ele duns andares n. i, ser gratificado
Grande Buzar
Carmiro Vianna.
E' chegado a este estabeleciineoto os seguinies
objectos : cadeira de palh i para crianza com ba-
lanco, bercos de novo modeto lambem ontros muiti'S arllgos destes gneros ; pede se aos
s'-ribores ipi eucommendaram alguns objectos
destes, o favor de vir e.-colher logo os que preten-
dem querer.
Objectos oe metal das sepililes qualidades, ur-
nas |iara cha, cnaleiras para fater-se cha', appare-
ibos d>* alai^o, dito de juntar e todos os mais ar-
ligos que se pnoVrn ilesejar de-te metal por iveCO
muilo c.mondo, que a lodos deve agradar.
E>pelhos df- lodas as qualidades para ornamen-
to de sala, tapetes, alcaiif- e outrus muitos aifgos
que por gosto se podo visitar o grande Bazar, o
qoal se ada ahcrl i desde 6 horas da manhia ate
s 9 da n-ite, na iua Nova u. 20 e 21
' Companhia lidelidade de seguros
martimos e terrestres
B estabelecida no Rio de Janeiro.
>* AGRNTES EM PEIINAMIILCO
M competentemente autorisados pela dlrec-
H| loria da compannia de seguros Fidelida-
de,tomam seguros de navios, mercadu-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Crui n. 1.
\m*mBmMmmm$mm
m DEPOSITO DE JAL ADO &
m FABRICADO H CASA DE DBTENCJHl
^.,. Uua .\va n. 31.
\~s Ahi se eccontraro obras de di- ,-.v
versas qualidades, e por prego mu ^
diminutos, a retalbo e em porcoes.
S se vende a dinbeiro.

s
m
mm
Companhia geral hespankola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORIS.\DA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Dina taiga em daheirj, depositado nos cofres do eslado, gara ate a boa ad-
ministraco rfa companhia.
Precisa-se alugar um escravo para
servieo interno e externo de urna casa de
' familia : na ra do Queimado n. s-9.
Precisa-se alugar um moleijoe ou una escra"
; va : na ra do Livramento n. II, 2o andar.
RANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Uespanba
DIRECCAO GERAL
Madrid : Rna do Prado n. IB
floleque.
Precisa-se alugar um moleque de idade. de 18
! annos poucos mais ou menos : na ra do Queima-
' do n. 12 primeiro andar .
Precisa se de urna ama que sai ha engom-
1 mar para casa de pouca lamilia : na travessa dos
Qaarleis n. M, sobrado, ouir'oia ra de S. Bom
Jess das Crioulas.
Esta companhia liga pelo sysiema mutuo todas as cornbinagoes de supervivencia dos segu-
ros sobre a vida.
Nella pode se tazer a sub.scripQo de maneira que ern nenhum caso mesmo por morte do
egurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Soto suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,que anda mesrao dimlnuindo urna terca parte do interesse produzido em recentes liquida-
ces ecombinando-o com a mortahdade da tabella de Oepareieux que 6 adoptada pela companhia Pe a pessoa encarregada da desiillacao da ra
9 annos, umaimposicoannua. doBrui n. 21, vndese o dito estabelecimento
nvn .n -A Int.i na .,.. ^.o.'ix-jIa mi-i bmur lina .i
Destillacao.
Estando prximo a retirarse para
fra do im-
para 'as lenlos,. ii(|!ii'laroes. ern segurados de idade de 3 a!9
de 100# produz em effectivo metlico:
No tim de 5 annos.......i:119300
de 10........3:9424600
de 18........li:208200
de 20 .......30:2566000
de 25 >.......80:3314000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Pro-pectis e mais informaedes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia.
Iliveira, ra da'Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n. 12, estabeleci-
mento dos Srs. Ravmnndo. Carlos.Leite 6r Irmao.
Joaquim Fiuza de Oli
DE
PMOS
25 RA NOVA N. 25
Este estabelecimeuto acaba de receber um rico sortimento de pianos fortes ex-
pref smente fahricados para o clima deste paiz, dos mais afamados fabricantes da Euro-
pa, ,por isso o proprietario convida ao respeitavel publico para virem apreciar as qua-
lidades dos referidos pianos.
Continua-se sempre com esmero e promplido fazer-se qualquer reparo nos ditos
instrumentos. Alinam-se os pianos debaixo do melhor systliema ultimameote adoptado
na Eurqpa.
em um s lote, ou em separado qualquer dos se
guintes obiectos :
1 alambique pelo sysiema Egrot, que deslilla
180 caadas por da.
Tanques grandes, cubas e tinas de madeira para
garepa.
Bombas de japy.
i Sinfons de cobfjp.
Toneis grandes, e quarlolas inglezas para de-
posita d'aguardeote.
Carriuhos de inao.
Baldes americanos.
1 Guinxode ferro e carreteis.
Graude porco de barris de }%, X e H para
mel.
Pipas vasias para agurdenle.
Rodas d'arcos de pao para pipas.
Ba toques.
Liacas de vimes.
A tratar no mesmo eslabelecimeato entrado pelo
largo do portao. >
Precisa-se de urna senhora capaz para fazer
companhia a duas senhoras e fazer o servieo da
casa: no pateo de S. Pedro n. 12 primeiro
andar.________________
Precisa-se fallar ao Sr. Luiz Francisco Pereira
jfteaga, nesta typograpfaia.
O Dr. Carolino Fraocisco de Lima San-
tos continua a morar na ra do Impera-
dor n. 17, Segundo audar, tendo alias seu |~!
| gabinete de consullas medicas, logo ao i^
entrar, no primeiro. '
O mesmo doulor, que se tero dado ao ~I
fH estudo tanto das operaces como das mo- r.-'-
)_ lestias internas, prestase a qualquer cha- mt
" mado, quer para dentro quer para fra _R
^ da cidade. SR
Aluga-se a casa assobradada n. 36 da ra da
Alegra, propria para senhores estudantes ou fa-
milia : a Iratar a ra do Mondego, olaria n. 13.
COMPRAS.
Compra-se
umcavallo, habituado a andar em cabrio-
let: na livt aria da praca da Independen :ia
se dir.
Silvino (iiiilherme de Barros compra e ven-
de electi va mente escravos de ambos os sexos : a
ruado Imperador u. 79, terceiro andar.
Compra-se ouro, praia e pedras preciosas,
em obras ve has : na rna da Cadeia do Hecfe,
cja de onrives no ;rco da Conreicao.
Comprase carosso (sement) de algodao : no
armazem de algndao de Saunders Brothers & C,
no caes il" Auollo.
Ouro c prata.
velhas : comprarse na praca
da In
Em obras
dependencio n. 22, luja de billetes.
Compra-se o engenho de espremer c;ijs que
foi de faliteidn Vicente Ferreira Gome;, uu faz-sw
ontro qualquer negocio: uo segando andar da
casa ii 2 da rna Augusta.
H;pp;i-iiiiiii(li-,>liiiis|)lienct?.
Na ra do Livramento n. 19 compra se um map-
pa-planispberico.
ilupp i-fflQudi-plaiiisulierieo,
Na ra t Livramento
mappa-planipherico.
n. 19, comprase um
rfiltt*l~
IWl
L
CVR^O
*t f3 *. r\
DE
TICO
o
y
X
Vende.se esta excellenie obra as principaes li-
vrarias desta cidade, a S, cada exernplar.
Manual do Cirtadao
Vende-se > Manual do Cid: dao cm um
Governo Representativo ou principios Ce
Direito Publico Constitucional Administra-
tivo e das Gentes, por Silvestre Pinherq
Ferreira, em :i vulumes broxurados por 3-J
cada obra : na livraria n. 8 da praca da
Independ ncia.
VeiH-o
Vende-se relogios de [irata dmirada por mnl8
barata prejo ; na pr.ua da Independencia n. ilo
e 20.
Aos tabaquistas
Vende se as ap eeiaveis calas para (abaco, bem
fcilas, ohra fabricada no Aracatj. por multo barato
ureco, para acabar ; na ra da Cadeia.(Recite) n.
7, loja.
Balcao
Vende-se um baleo de amarello que alada nao
Fot servido, obra mullo bem leita, sendo dito bal-
cao com volta, propria para loja ouoiitru'qualquer
estabelecimento, por mdico valor ; na ra do Vi-
gario n. 20 ou caes de Apollo no deposito de sabao.
24--fJ\i;S22l>reVEH B0"^T4~
Paulo Jos Gomes & Mayer.
Estao-se acabaudo as taboas que temos annun-
ciado; portanlo as pessoas que anda tem vouta.le
de fazerem casas de madeira para .....ra w., ditas
para banho, quartos para agazalho de preos;
aprovt iiarem, pois na realidade baratissimo, ta-
beas de 22 palmos de coin;>rim-o!o. 6 pollegadas
de larfira, e I de grossura A 7',00 a duzia, e de
forro SoOO. Travs, estlame*, e caibros de pi-
nto, tambem por prec.ii que agradam aos compra-
dores.
Joruaes para embrullio
Compra-se a cisco mil ris a arroba na praca
da Independencia n. 22.
GflMHSL
Na rna Direita n. 81, ba
constantemente p:.ra ven-
derse cylindros americanos
chegados de Pbiladelpbla o
mez passado. __________
Vende-se
a taberna do paleo do Carmo n. 5: a tratar aa do
Campos n.a eslreua do Rosario n. 47.
4 ttencam
Vende-se o sitio de Francisco de Assis Pereira
Freir no lugar da Capunga (porlo do Lasserr>J :
a tratar com Augusto Cenuioo de Figneiredo pro-
curador do mesmo Sr. Freir,

i


Diario de TraBbuco jnarla fe;i-a G de Itcztuibro de 1S6.
Rival sem segundo
Ra d Queimado ns. 49 e 55, I ja de
uiiudezas de tres portas, est quei-
mando ludo lioiu e barato, quem qui-
zer ver.e admirar \eiiltam loja do
Bigodinho.
Caixas de papel amizade, e sem ella liso e pautado
a 600 rs.
Grozas de bolSes de loufa prateados fazenda mo-
derna a 160 rs.
Duzias de penna de ac fazenda boa a 40 rs.
Pecas de tranca de Ia lisas e de todas cures a
40 rs.
Escovas fiuissimas para limpar denles a 240 e
320 rs.
Pecas de fita de eos eslreitas com 10 varas a
320 rs.
Caixas com clcheles fraocezes, superiores quali-
dades a 20 rs.
Titeiros de barro, com superior tinta a 100 rs.
Pegas de cordo para vestidos, fazenda boa a
20 rs.
Baralhes muito finos para voltarete a 200 e
240 rs.
Laias com snperior banha a 200 rs.
Frascos de macar perula muito fino a 200 rs.
Frascos e garratinbas com agua de Colonia a
?00 rs.
Frascos grandes com superior agua de Colunia a
640 rs.
Caixas com lt frascos de cheiros muito finos a
14400.
Sabonetes pequeos de bolla a 240 rs. e grandes a
320 rs.
Duzia ds sabone>es pequeos com cneiro a 700 t-s.
Agua dentifice superior qualidade a 800 rs.
Caixas cora superior p de arroz a 800 rs.
Frascos de superiores essencias santal e Oraros a
15300.
Frasvos com essencias para tirar noduas e roupa
. 500 rs.
Frascos com cheiros de todos os oreos a 160,200,
240 -e S20.
frascos bonitos com cheiros finos a 5P0 rs.
'Duzia de meias muito finas par* senhora a
45800.
Golliuhas muito finas para senhora a 200 rs.
Caixas com soldados de chumbo para meninos a
m rs.
Pecas de fita de laa para debrum de vestido, com
K) varas a 600 vs.
Ditas de bicos superiores, pira acabar a 03 e
800 rs.
Pcdras de lousa par* meninos a 160 rs.
Bontcos de choro e panno a {60 rs.
Caixas com (>oniirs estampes para rap a TOOts.
Capachos comprides, boa fecenda a 300 rs.
'Grosas de botoes pequeos pretos para os^a a
varas de cordae de esparlho a 20 rs.
Novellos francezes com 0 jardas a 40 rs.
Pecas delires bordarlas a 640.
Uuzias de meias croas muite fortes e superiores a
35500._____________^_______
TUS
Grande iei-lifincha.
No rna da'Imperatriz n. 32 porta larg* de Pare-
des Porto, vndese diales da merino estampados a
2 e tjfSX) e finos i-5, estao se acabando.
Bordados.
Chegnu a loja de Paredes Porto, ra da Impera-
triz n. $-2, un sortm>'nto de eamizinhas, gollinhas,
corpinhns, roweiras e sintos, V cambraia branca,
pelo barato pretpa de 25500, *>500 h 45, gollinhas
500 r-w, romeiras a 800 e sratos a 800 rs, grande
quaividade de fltremelos a 00 e 800 rs. a peca,
esto-e acabando.
ALGilAOlIllASlfX
Ka luja do Andrade & Reg, ra do Crespo n. 8,.
esquina daiua do Imperador, contina a vender -
te superior l?rodaoda Salvia por menos pre<0 que
em flutra qrotqner parte.
Veride-ne um eseravo cobra escuro, sa;-ateiro
o e izinheira, barato : na eullegio da Conceico nos
D 'til s-R-'SS. No mesnto eotiejrin se alaga un;
grande sitie ra milita ftacta,, bmho, etc., na Te.
merioeira.
Grande loja e armazem o
Pavao.
Ra da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Tendo os proprietarios d'este estabelecimeuio de
liquidarem una grande p'orcao de suas lazendas,
at ao lim do crlente anno, alim de fecharen) ion-
tas e apurar dinheiro, resolvern! vender lodas as
fazendas com gr>nde abaiimenlo em piecos, lano
em porcao cune a retadlo, e por isso previnem a
todos os seos fregones, e ao respeilavel publico, e
as pessoas que negociara era pequeua escalla com
fazendas, que nestu esiabelecimento encontraio
um grande sortimento qoe muito Ihes nao de agra-
dar lano em precos como em qualidade ; assim
como maudara pelos seus caixeiros levar as fazen-
das e amostras as casas das familias que nao po-
derem vir a loja, ou do as amostras deixaudo li-
car penhor.
Cambraias lisas a 3(J0<>, la leja do
Patn.
Vendem-se pecas de caiubraia lisa branca e
transparentes, leudu ftito e meia vara cada pec.a,
pelo barato preco de 35500, ditas muito finas, por
Grande liquidacao
Seleiros e correaros
De fazendas e roupas feltas na loja e arrrazem .. PECHINCHAO
da Aiara ra da [mperatriz n. 50, de Lourenco Sola (le lustre em perfco eslado,
Novidades do Vigilante
Pereira lleude.- paiftaTap.
Cortes de otila a 2>2C0.
Vende se cites de el;,;., de cures flxas a 220O,
ditos de ojia fianreza a 35, cuites de cmbala de
cores a 35, ditos dedila c< m barras a 3 e 355<. 0,
a roa da (mperatriz n. 56, (oa da Arara.
Chalis de merino a 2r>0()0.
Vend^ se cliaics merino .&, 35, 4f, 6y, e
8J>. liscadus e.-cuiu> a iiO e 280 o covado, a na
da Imperalriz luja d.. Arara n. 56.
Konpas fciUi iaa liquidar.
Vende-se palii'ib de bnnideci,r :i 2>e 3-3, dit.s
de meia camnra a iy, ."i e 65, d los de pauno
lino e de casimira a 8, I0, 125 e Iii5. caifas de
binn pardo e do cor a e i55t), Unas do duo
branco a 35300 e 4fi, palils de alpaca preta do
cores e bfaoca a 44500; -i e 3, carnizas trance
RA DO CRESPO N. 7,
Este estabelecimento apegar de seinpre
45500,55, 65 al 105, sendo tapadas e tras'pa- j se achar bem sortido como todos saiiem,
remes assim como cortes d cambiaia com saipi-l hoje tnais que nuGca, r5o s pelo que rece-
??& T&Stt&T^fode suf pr?{,ria conU> tmb pe,
As raubiohas d l'avo. que recebe de conMgna<:oes; parece sem
Mec-Jemse as roals modemas camismhasborda-!duvida que deve offerecer grandes vanta-
das^otn manguitos, para senlwras, senao as mais gens para o respeilavel publico tanto em
mo-Jemas que lem viudo ao mercado a 45500, di- prec/JS como na escolha dos objeCtOS, e co-
tas com manguitos, para acabar, a 15 ; ditas pre- mo aai, ehPff->r ..ranilp rpmp \as com manguitos {*ra luto a 15800 rs., matigui- U atd^ ue ttie8ar l-rane remessa pe O
tos e goiinhas prcas a t5, hnissimas goiinhas de vapor -Douro. e o navio Solferino de touv'n.r-
cambraia branca bordada a SW rs., calcinhas para diversos objectOS de gOStO e proprios do
menina a 640 rs., romeiras de tilo e cambraia lempo dos quaes se mencionarao alguns,
por nao ser possivel mencionar todos. O
dono deste estabelecimenio espera a pro-
branca bordada a IJftOO : na io> do Pavao, ra
da liiqieratriz o. 60, de Gama & Silva.
Chales de merino a 2000.
Vcudcm-se os niais raoderuos diales de merino i leCfaO de tollos.
esian^iavSos a 2(K)0cada um, ha vendo tambem urn
grawJi: sortimeolo dos raesraos matizados que se
venftem a 65, 75 e 85000; na loja e armazem do
Pavao, ra da Imptiainz n. 60, de Gama & Silva.
O.s cintas do Pavao.
Vendera-se ilqoissimos sintos de litas de diver-
jas cores e dourados com tivela larga e dourada,
assim como enfades |>ara cabera dos melhores e
mais mudemos que tem viudo ao n errado ludo
isio so vende por um preco razoavel qu^ BfiOilu
Ibes ho desgranar : isto's na toja e armazem
do navio na rea da 'Imperalriz n. 60, de Gama i
As saias do Pa*o.
Vendem-s>o as mais finas saias bordadas asagu-
Iha brancas sendo da melhor fezendb que lem vin-
do oeste geitero, lendo raniaroda, pelo baratisflh-
mo pre^n de lt'5000; ditas bordadas a croch a
65( 00 e 50(Hi, dnas com b>uadiohos a 95000, a
loja e armazem do Pavao, b% ra da [mperatnt n.
00, de <>f:oa iV Silva.
A'iwis vestidos do favao a 10^000.
Cnegaram para luja do Pavao os mais ricos cor-
tes de vestidos de cambraia transparente eotn os
mais Hijeados bordador de dinVrentes cores a pun-
to de-jfulha, sendo n'ese geneio a maior movida-
de que lera vmdo ao morcado, garanlindo'se o te-
rem "ltiita fazenda e euteiles sufficiedtes para o
cor|iod'mangas, e vendem-se pelo barato preco de
I05')|<1 cada un, na loja do Pavao, na ra da lni-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os sapat lilhos do l'avao.
T-ennemse urn grande e variado sorliirifnto de
esfsirtilnos os mais bemfeitos meicads, sendo de lodos os Umanhos^pelo baratls-
sinio prteo de 45, 35, < 65000, por haver grande
BONimeato, na loja do Pavao, na ra ta Imperalriz
n.'JO, dle Gama..\ Silva.
Reloodas pitias a 12^000,
Na loja do pavao,
Chegaram pelo ultimo vapor as mais ricas re-
tondas de renda pelas, sendo das mais compridas
que lem vmdo ao mercado, e wndem se por pieco
ramio em coma na luja e arraazetG do PavSo, ra
da Imperatr n. 60, de Gama ; Silva.
tilc>dc casimira, pechincha,
A-2#800, na loja lo pavlo.
Vendem-se born, s edites de rastmira de rre?,
tendo claras e escuras, e vemdem se pelo baratis-
simo i'ivr 25800 o c'irte, ou vende-se a mes-
na fazeodn a 15600 o covado, tendo 6 palmos de
largara : isio na loja e armazem de l'avao, ra da
[mperatriz r. 60, de Gama & Silva.
Os erles de casimira t!o Pavo'
Vendem-se superiores cortes decsMinira, sendo
fazenda muito finajtpelo baratisslmo prego de 55
cada nii! : na luja armazem do Pavao, ra da
(mperatriz 0. 60, be Gama & Silva.
Os cintos dO 1'YO i <;'00(l.
Vendem-se cintos df lila con: Bvelas'pelo liara-
lisiimo pifiM de 15000: na lojatio favo, ruada
Imperalriz o. 60, de (rama & Silva
Cnales {rrelos de renda a S.sOGO, a
!t'j. do fmk.
Ghegarsm para a luja do Pavio os mais ricos
chales de renda pretos, de 4 ponas e minio gran-
des, vendend i-se pelo bara~ uno prego d-; 850OO
cada nm para acabar: na I -ja di Pavao, ra da
Imperairir. n. GO, de Gama Silva.
Vestidos indianos a i->si)t), na loja
do pata.
Vend*vse os mais boniP-s er-tes de vestidos
indianos, sendo esta fazenda Irantparoote e inleira-
j mente-oui do mercado, e tendo eaire elles muitos
cortes roaos proprios para senhora* qoe esli de
cndafriiKo ado eeompaalado (ie-ainefAetminacteni}I|g|0. e vctidein-se pelo baratisnnio prego de :5
....." -- "'ri""- i< "<"!'', i'ui quaiquer me i- j M(ja am ,psr^ aP;,Dar na luja doHavao, ra da
1 ou pliar* uiio p..1-- dbter aomtua da sna coiaposicfio, ln)ptratiC U. 60, de Gama ; Silva.
6Z.
No .irr;rt: 'i-i :]a rn Ae Iitrpcr-.or n. 3 ou v:
s de Pero II n. 2, tem para vender-se o kk;-
-i;or p;tz enrenle do marcado.
O Pcitorai Se Ccs*ejstr
do :dh. ateb,
'\: v CURA RAJHCAl .; -
Ti ft t'-:.'- ::- molcstitfl lo pftO
Brot'olM b ni.it*dcflaxoii, r<-:ti-
dio, V* |i lie,.ingina, )<:; th< -:n.
wid jkt um ios primrtros ncdtc da
/.ii.'tic' :l> Coito, e de ticperi-
enciae nkimielOMia nos pitedpBCfl
. spitei i mondo; teeettado petobmedicofl mais di.stiftos
~i it o va -tt:t -iinica ptrticlar < irtnnto digao de I .t
.:,;,-;.,.<:. com tuna oertcia ilIMl-
Ivcl o a i- n molcMla nrraucaudo Re na nrtacsj asain
dantlotaot /_ nfled Aih ama .- ter <(('" .. appHeanti ii mem r*>ln>i am ;i rritii'.i Hiquissimas caixiohas ornadas e com
msica propria para um delicado mimo.
Caixkibas de msica tanto de veio como
de corda.
Ricos porla joias e necessarios.
Riquissimosest jos a feitro de um bausi-
nho ou chapeuzinho.
Ditos em casca de noz e de outros gostos.
Leques de madeperola de sndalo e de
ata e madeira.
Ctiaposinhos e touquinbas de muito
gosto para criancas.
Meias e sapattnhos de seda para as mes-
mas.
Meias de seda para setilioras.
Capellas e gnaidas de flores proprias
para casamento.
Enfeiles e capdlas de muito gosto para
seuhora.
Riquissimos porta boquels.
AGUA BRANCA
Ra do Queiiiiado d. 8.
' A loja da aguia bia'uca acaba de receber om
Oovo i fraads sorlimenio de differentes objectos
deeosto e ultima .moda, seudo :
Bonitos ehleites para senboras gostos ioleira-
i n.eiile uovos.
i Ditos diios Je grade e#ri eolaa grandes.
i Lindas bvelas grande*faje cintos com moldes
lagradaveis e diirersas ijnalidades, raadreperola,
: tarlaruga, ac.o e dou>adas.
i Boas e bonita) titas acbarnaloiadas para ditas.
J Ihies Je dita de grosdeoapt lu-as e lavradas
I com novos e attadaveis dotMroF.
Trancas pretas de seda com vidrllhus moldes
1 novos e de gosio.
Bkos brancis e pr | de dilfereiMs l|rgura> o bonitos deseubos.
Cascarrllha de seda com diversas cores e lar-,
guras, formas mteirameuie novas a imiucao de "s Boas a 25 e 200, diias ioglezas de pregas
largas a .15 e 3.')t0, fel'oulas fianceza a 1>00,
i& e 2.*00, colennhos Vuw a GOO a diuia, calcas
de casimira a i0 e >-, a ra da Imperalriz loja
da Araia u. ol.
Lcifdfl e seda a G40.
Vende-se lencos linos de >.jde a 640, 800, tfCOO
e t#, unos ditos de liulio a i'OO, o5 e ", a dua
ra da Imperalriz n. 'ti, luja da Arara.
Chitas de tare^ li\ss a 20 o ruvado.
Vende-si' cimas us Cores lixas a 230 e 2i0 o
covado, lulas linas Irancezas a :i0, 30 e 400 o co-
vado, pe caas lina,-a 'iO e iilKI o covado, alpaca
de coies rara vestidos de senhora e roupa para
menina a :;i:i o covado, a roa da Imperalriz ti. SO,
loja da Amara.
Cassa frano za a '.\-20 o rovado.
Gassa franceza -e vende a o0 e 3(j0 o covado,
organdis lim > a 360 e iOQo rovado, picas de cam-
braia lisa lina a J> "IJoOo, i-5, o& eti, a ra da
Imperalriz luja da Araia n. 56.
Balcs a 2-000.
Vndese balo.s de SO, i-'i 'MI arcos pelo barato
prega de o00 e 38000 e 45, saias toldadas
para senhora a 6900 t ">, ricos vestidos a Hara
Pia com lindas barras a 135, 14 e 135, dito.- do ,
cambraia toldados a ia -.eda a 8, 5 e 105, ,
lasinha para covado pe|j barato prteo deSOO, 24o, ,
320 e 400, ditas de iuadro> de seda a O o j
covado.
Todas estas fazendas se vende por baralo pn (o, '
para liquidar al o lim do correule nez, a ra da
Imptratriz loja,da Arara n. 06.
meio............SOjCOO
45-Riia IHrcll ',, -
pafo, babadinhn eoutra com urna transioha no
centro o que Ihes da muiu graca.
Outras estrei-as e largas guarm cidas de bico
de seda obra de muito gotto.
Unirs de camiiraia de cores.
Bolees de seda, velludo e ac para enfeites de
vestidos.
Trancas de seda eslreitas e largas brancas e de
cores para enfeiles de vestidos.
Flores finas
CAPELLAS PARA MEiNINAS E NOIVaS.
A aguia branca a ra do (jueimado n. 8, rece-
Dilas ditas para meninas.
Dilas ditas de caixos de flor delaranja.
Ditas dilas de rosas camelias e outras.
Ditas ditas ou ramos de trigo.
Diversos ramos de flores tinas para peito de
vestidos, enfeiles de chapeos etc., etc.
('reparos para flores.
Na ra do Quelmado n. 8, loja da aguia bran-
ca veDde-se:
Papel de cores para rosas.
Dito verde para foibas.
Dito dito e pardo para cubrir os talos das dilas.
Musgo em rama.
Folhas para rosas.
Auulhase linhas para crochet.
Vendem-se na roa do Queimado n. 8 loja da
aguia branca, assim como aguihas para trat.alhar-
se emla.
ENGIOLO'EDIOA
&3 lluaria lutpcrst'.'-iz aranaze
da poi';i larga &.
4uni a |>ad;.s a ra. .::; rie
rareries Porto.
Neste estabelecuueuio encentrara o respeilavel
publico nm ariado sertmentn de fazenda> fraoce-
zas, inglezas, suissas e allemes, que se ven'-rao
por prego commodo.
Paredes Porto
Vende chales de renda de cores (ue se vende-
rn a 183 esia vendemio por 65, ditos pretos, a-
znda nova, 55,05, 85 a 2(15, um sortimento c iii-
pelo de manteletes, capas e sootambarques 145 a
25'5- Ra da Imperalriz n 42, junio a padarla fran-
ceza, armazem da porta larga.
Paredes Petio
Receben om completo sorlimcnto de laasinl
2iO, 1: iKO is. covados, para acabar, can lira ras de
cor a 240 rs. o'covado, riscado escossw p ra r ii-
pa e menino, fusi.io de linho a 42f>, (00 e 500 rs.
Roa da Imperalriz n. 52 junio a padana franccZ<.
armazem da -.orla larga.
Paredes Porte
R'cebcu para cortinados para cama franceza a
1 115 a pega cambraia lisa lina a 35 -'5 al II S a
peca, cortes de tarlatandc bonito? g sto.-o 00
. e 45, canbraia com flor de seda. gostoS lDi< .
, mente 1 ov,.s a 500 e 51 0 rs. o covado, n> 11.
da pona larga n. 52, la da mperatriz jcn'.o :a-
daria franceza.
Pandes Poiio
Receben pelo oltimo paquete um sortimenb de
ernzes rrm pe'draspara om-scico. bonitos cas i-
de lia para pesrof/G de seihi ra. lina da Ii!| 1 :;
d. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Vi nde cutes de gorgurao prelo para vestir!
( Vi
it'O
Ohib'os otijectos.
Vindos tambem para a anlisa
Papel de sobreccllente paraos] Vindos lambem para a amiga loja do
phosphoros hygiinieos OU de nuodem* ra do Queimado n. IG.
___f_____ 9W \ Sapatitihos desetnn branco bordados pa-
ra baptisados.
seguranca.
A vista do grande tamanho'das caixinhas dos
phosfiboros hygienicos ou de stlguranca, tornava-se
pouco o papel que vem em ditis caixinhas, e para
I remediar esaa falta a aguia branca mandou vir e
; acaba de receber esse especial papel, n";al so
dar de sobrecellente a quen comprar de taes
Uoqtiet de .flores com urna borraclimha i,hofPhoros e se vender indis inciamenie a quem
com ebeiro delle precisar. O preco de caa caixiuha de phos
phoro continua a ser 160 rs., t vendem-se na roa
Luvas verdadeiras de Jovin,
Ditas de so(a e de Escocia.
Riqutssimas plumas e gtwrnicoes para
enfeitar cbapos.
Coolas e tobos de ac tranco, que lia
muito se desejava para enfeiles.
brincos, uvellas e cruzes de crystal.
Fivellas-e crozes de tartaruga, madripe-
rola e dorjrados.
Allineles pata grvalas.
do Queimado n. 8, loja da agiia branca.
Seda [roncha para bordar.
Vende-se na ra do Quei Mde loja da aguia
branca n. 8.
Obras de crystal.
Brincos de diversos moldes.
Outros tambem de crystal d cores.
Outros de aljofares brancos j outras cores.
Adereces de crysial obra de gosto.
Rosetas de dito e cruzes.
Botos de dito, brancos e de
Dito de dito tambem branco
cores para collete.
S e de cores para
Botoes forii croas para punhos.
Gravatiobas e mantinbas de muito gosto, punhos.
tanto para homem como para senhora. Vollas de *)!t0 e oalras qua|iflades.
liiquissimosadereces pretos, assim como fQttes de di< ersasqun lidades
caixinbas com a linetes preOS. Venrtem-se na ra do Queimado n. 8, loja da
Bengallas de canna com cabo de marfim. agu': '
Dilas de baleia, bortacha e (knutras
muilas qualidades, assim como chicotinho?.
spas forte vara bala >
'endem-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Cromacnme para tinyir ca
bellos.
A agola branca avisa aos constanli s fregupzes
des
Riquissimos peales de tartaruga do Diu-
rno gosto ; assim como de arregaco para
menina, pois neste artigo ha um completo
sor I ment de todas as qualidades.
Diademas para cabrea do ultimo gosto.
Riquissimas filas aviadas e lisas.
Trancas pitias com vidhlho e decores.
Pulseiras tanto para senhora tmo para Queimado n. 8.
meninas. t. \)finores de luvas
Ligas de sedaledealgndf*. Vendemse na roa doLueiraailo loja da aguia
Suspensorios de* seda e tos outros object-is que so nas i odem an-
niuiciar por n3o se tornar enfadonbo.
S do Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7.
Luvas a loja de mfudezas na roa dn tjueima-
o n. 10, resebeo-as por este ultimo vapor,
3t Outros de merino tambem bordados e
igualmente bonil s.
Meias de seda, o 'ir espondente bo tama-
nho dos sapatinhos.
Outras mui linas de o da Escossia e
brancas listradas.
Luvas finas de fie da Escossia brancas e
de cores.
Ditas de sci]a para senboras.
Ligas de dita para senboras e meninas.
Penles de tait ruga mui antes para des-
eriibaracar.
Candis com retroz preto e outras cores.
CaVieiras com agulbas.
Ag\^bas francezas, ;s bfamadas.
Caixinhas com allinetes brancos e pretos.
Haspas de baleia para vestidos.
Filas de linho proprias para tutos,
Caixas com linhas de novellos grandes
para crochets.
Trancellim de bonacha preto, redondo.
Bonita fivelius Eratsdos e :,
donraitas, madreperola c tar-
tansga.
A loja de miudezfi ra do Queimado ''
n. IH, receben um bonito sortlniento de '
fivellas grandes para cintos, sendo de ac,
douradas. madreperoia i: tartaruga, as quaes
slao sendo vendidas em dita loja por pro-
as
covadi s cada nm 35^000, gtsdenai'l
I600. 1^00 e2& o covado, las lizas tinas
' rg. o covade, Idas de Quadrioho para vestido, es-
i lada, a .'so rs. o covado. Ba da ln.peratrh i a-2.
armaz< m da poita laij/a.
Paredes Porio
i Ti-m i-ara vender |or pre^n conii di \ .. ,:
: esgoio de linho rtm 10 varas a 7. %$, [> ddu ao
linho para lences a 610 e 700 rs. a vara. hr man-
'e de linho de i larguras a 200 23l vta
Paredes Porio
Vende cortes d* c:::!iraia bordadas i
' gosti-s a 10> e 123. neps vestuarios para n i i na
e menino, lieos corlea de.cambn.ia Mara Ka a
.....-............< -,lt rece-.eos commodos ; assim como boas e bonnaa
ber urna nova n-messarie cromacome, coloricome tas de 'iTPirao icl.nrmloiarln nrnnriaa n
esabiio branco, necessano para lavar os cabellos, "j? 8gu propiias pa-
d0 ra tlilns fi\ellas.
Ocelos de pnelra e de oEts-as
jfi:ve:;w5-'.*.. para qnei. suSfrc
,a vista.
A'loja de mudczss ra do Qrteimado
PtH btniquos n. 16 lambem receben oculos de peneira ^t SSSS^1 T7%
de bonitos moldes, doorados e ca io de madreprro- COIll VldroS Claros 6 esotros, para fp em Suf- k-s de linho 43 B 5Ji
la : aeham-se a venda na roa !d i Queimado loja fre da vista, issimcomo cutros de armado Grawl- soitimer.to de n ipa para men
da agina branca na. de ac, sonidos em graos. tras i:.utas qualidades que seria enfadon
A r. ,. Bonitas louqolhai Ceroas e tcrels le eo( aallea. a^'- .
de fil de linho, cambraia e selii n lodas mui bein
enfritadas : vendem-se na ra o
rlfrlgindo-ift.' p --(talim-iiit' ou pof onrto :> :i^'i'utc geral, 1J. .^L.
Lasi a re Dretta No. 15. Itio iK- .liui-au-o.
Miiioi-.. pn- tinhu ziiiniiiiiiu ir todos os veemMa
la scicnein tea sido curadoa nuticaluicnto com o uso to
Pastoral de Cercja.
A- ," las ilc tone, dcflnxoc, Oor da a'irrpinta,
Ij: -ftft, aran, 4c e outros Bsmphnnaa da titira prima-'
' i- raliT-nu- ftt/X'ii jtonro <-nsoslo si-h iindecimi'nto at
,|ii. ..ja tardo iun. cura-lo. Nao iU-s-uiJiis il' nina losse
jioiiah nsora pairee de ponea inpovtanca,; nma tosse
.....la chepa ser ehromea e imhr/. n Ibrma^ao de
/ i .- vm porascs.
Nerita na cora i familia deve estar ten um frasco
.i -H ,n i"1 l 1,1.1 ; pois nos aiACMME irt'pentinos ...-,i. t',''.>ii, r nos paroxisnaad .... a/ui/i th a qne. sino snjeitai sl- cfvnv^V, o ha
lmar na medico, mar >V faier rcnicdlm, e
este \an,|,. alivia imm'.:liaiaincntu c jj o.'iio ijucTido
san. salvo, ,'"ua de pefiajo.
As iniiksliii i|iir "tac ao nli-.inee la- rtuik curativas
do PKJTUItJJ. Dt; ItCUJCJ.l nao
DeQuxos, Towes, Abiqi, Esquinencia, Bronchite,
Ccxiuelucht, Tobsc ferina ou convulii;ra.
KoquidQ, Todas at molestias do peilo
<9 iwfiiMria. Cormampao dos Pul-
moee ou Tisioa pulmonar.
Acha-so ct iodas.M Itotiws e li.'opirias do Imperio,
Pilulas Catbarticas do Dr. Ayer
CtJRAO
?'/ -'>" de >'< ntrs. JiuHyestOp t'Wtparo. Hlu'W-
.,,,.<-..-.>i... II, nininrrluiMii*. Dr de cmJicca, A Kerrat*
ti,,:. mal rio rstomaaa, F.W/yaera, ial do J'laado,
OaMritr, Trhre ganlro-heprnUfa, ZombHga*. Iiryip-
ilUi, H*tdn>p8ia, Incremento do bofo.
Tod.ie m mole'4as que prorat do uso exceaiio dr
(tonino.
0 mlhor purgante at hoje conhecdo.
Estas pjlik'at astucaradas suo purantrnte. wgitaee.
PUBSAO Z Pl'r.lFTCO 8X KEECBIO,
,\ venda ra todas os Boticas c Drogaras do Imperto,
awte ckal,
H. M, LAlfE, Hua Direito lio. 15.
Rio de Janeiro.
Vende-se em Pernambuco:
na
Sw"
PHARMACIE FRANCAISE&1
deP.MAURER&C1
ra novan': na
Vestidos a 4$
Vendem-se cortes de vestidos a 'Mara Pia ort
barras bardadas, pelo baratis.-imo precio de. 45000
para acabar : na loja e armazem do.'Pavao, ra da
imperalriz s. 60, de Gama & Silva.
Mai!||iiiiiis e gola.s a oUO.rs.
Vendem-se manguitos com golas de cambraia
pelo baratissimu preco de 500 rs., isto para li-
quidar : na loja do Pavao, ra da Imperalriz n.
60, de Gama & Silva.
Coi tes de chita do Pao
Vendera-se cortes de chita franceza muito boa
com iOeovadosa 2U00, ditos com II covadosa
25600, ditos com J2 covados a 2t*800, iste s
para acabar : ua loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 'SO, de Gama,^ Silva.
Ciales.de.reudaj 10!, 12, lii^, !'0# e 25^, na
loja do Pavao.
Vtodem-se cha'es de renda preta emito finos a
lo e i>, ditos e linho a ib, ditos de seda de
linho dos melhores que ha fm chales de renda a
iOittot, ditos'braacos de tres ponas a y, isto
s ua liija e armazem do Pavao, ra da Imperalriz
n. GO, de Gama & Stlva.
l\oyidade
PARA A FESTA
Popelinas a 400 ra.
Piipeliiius a 1(10 rs,
J'opeainas a 100 rs.
Chegaram para a loja do pavao as mais lindas
popelinas, fazenda propria para vestidos de senho-'
ra, sendo muito transparentes e brilhanles com as
mais lindas cores que lem indo, as quaes facili
tam azer-se um vestido com milita phanlazia par
pooeo dinheiro, e vendem-se, sendo de quadrmhos
a 400 rs. o covado, e as de una s cor a 500 rs. :
na loja do pavo, ra da Imperalriz n. 60.
A 3-|)(l corte.
Vendem-se superiores cortes de eassa, sendo fa-
zenda moito fina e de cores fixas, pelo baralissimo
preco de 3000, e ditas indianas, fazendas i-am-
prenles, de muita phantasia, pelo baralissimo pre-
co tambero de 'M>, para acabar : na loja do Pavo,
roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Vestidos zuavos.
Chegaram a* loja do Pavao U mais lindos corles
de vestidos com o competente zuavo e cinto, vindo
ludo em um carlSo, sendo a maior novidade que
tem vindo para a testa: vendem-se por barato
preco na loja do Pavo, ra da Imperalriz n. 60,
de Gama & Silva.
Novidade para a fesla,
Vestidos de seda.
Chegaram para a loja do Pavo os mais ricos
cortes de seda para vestidos, sendo era qualidade
o melhor qoe tem vindo ao rrerrado; e padres os
mais modernos por serem quasi todos listados com
cores mu delicadas, afcngando-se ser neste gene-
ro o melhor que existe : vendem-se por preces
muito razoaveis, na loja do Pavio, ra da Impera'
inz n. 60, de Gama & Silva.
Chegaram ns bonito? chales e retondas de guipa
re bramos, e vendem-se na ra da Imperatr n.
Wi, luja da purt? lar^a, de Paredes .Porto.
K' i 20j, tarlatai a brauca e de coi a fiiu 7i0
rs. a vara. Hua da Imperaitiz armazem da ::.i
lar.':i n. 5. i
Ronpa feita
Etna da Imperalriz n. Si armazem da porta
ga junio a padarla franceza, eocunira-se ie. -
tabeh L'lnn oto um n mpl< lo fortimei: i ,. -
saceos e sobrecasaros, (!: idas as iii ali lad
cas, rolletes, cern las, camisas, grvalas,
chapis deso, ditos franrrzes para cab' n-r
pn s rommidos, roopa para mt-nioo c
muii s fazendas por prt(os commodos, ai ai
da puta larga.
o mesmo etabeleclmenlo encontrara o
tavel publico, sen'pre um completo t rtn de
roo|as bitas de b Jas as qnaiidadts, celtio va
pali los de alpaca preta t de rOr, diti -a-
cos .i i e 5, ditos de i rlro parto a ;.',
3j5'('0, ditos linos a 44, ditos meias ca ,i
D'( 0, 4,5 e ', tliic.s ca/i.-mira s-ce- a
e w;j, ditos sobrecasacns a 10 e l, iii
no saceos a ti&. Sie 105. ditossobi ."
e 255, ditos do merino preto a 6, '7. e IOS n
cas de 1: un de div rsas qu li ladi s a : "
din Urai ri :; -''. ii v '"'). i lo .
5, ditos |ui li s a '-;. 6$, I i
razeroifas a 'i. coleti de
qualidadi s, ?i roula? frarr le
linho, 11.- de bramante a c 2SW. c n i
algode de lirio rranrezas Je bC ,
de iccninrha neste genero, gra'alar il :
qoj se brancas pai a ras
tmenlo di mias pan s al ra>,.. : .-
;i :;.' -; i : i .'
I tu completo st: liim el
lipa -j, dilos de .eda a 35, 11. I
dit> frat i zcs para ral i, grat
a o;"!.
I' liii.:.. i ti ira
Glande sorlin ei de i ham rer a
ei i de cambrai i para i.t: a :.'.., i
..
d<
li
le
i,
i u-
Ou'imado o. 8
A
aniiga
I.-ja de
miudezas
' Qoeimado i. K!, recebeu mui I
a ra
onilas
do
co-
cba-se
a venda na livraria acadmica, na ra do Impera-
dor; na do Sr. Nogueira, junto ao arco de Santo
Antonio ; e na typographia imparcisfl, na rua es-
ireiia do Rosario a (mipilaoao de toda a legislacao
tendeute adtninistr.ieo, arrecadacao e Bsrali-
safo dos dinhi-irus- de orphSos defames e ausen-
tes, herancas lcenles, legados, etc., eontendo nao
s o regiment de cusas e a le ger.al das execu-
Qes, como lambem lodas as ordeus e aviaos dt
governo, que a ludo tem explicado, tanto a raspe-
lo as obrifa^oes in-lwrenies ao cargo dos differen-
tes empregados de jostica e fazenda, como dos di-
reHee nacionaes e emolumentos que sao devidos.
Este livio eontendo nais de 700 paginas em nilida
imprs-ssao e bom papel, e prestndole a ulilidade
de ifferenies clusses, lorna-se reeommeodavel.
Sen costo IO50OO por cada exemplar era dous
ornas.
loja da aguia branca.
i'iirretn's com ictroz. roas e ,er^',s deciroalina, os quaes esto
Na rua no Qneimado n.8, loja la aguia branca. a 'SpOSicSo dos boilS cbriStOS que OS qtli-
zerem comprai cm dita leja: na rua do
I Queimado 16
Ksponjas Cens grandes e pe-
qaenas.
Vende-se na rua do Queimado, loja de
miudezas n. lt!.
-i-
aa
no-nos (20
que em tuna qualqorr paile, alan de apurar di-
nheiro, assim como seja la/inhab de quadrmhos
sendo escuras a 200 oiiO. dilas Wais finas a 360 e
4(0 rs, dilas Iraiisparenles coa 'lisias de seda a
3s!0 rs.
Fazendas proprias para a fesla.
Vendem-se as mais bonitas r j _-. de laa e se-
da sendo escorezas as mais modernas qui' lem vin-
do ao mercaJo pelo baratsimo Ipreco de 5<50 o
covado, cassas n%Metas de umal s cor a 320 e
360 o covado, ditas com pal 11 aslsollas semlo Brin-
das e graudas pelo baralissimo re$o do 280, 360
e 400 rs. o covado : isto na toja e armazem de fa-
zendas na rua da Imperatriz n. 72, de Guimares
& Irmo.
Saias bordadas.
M Vendem-se as mais bonitas saias bordadas sen-
lftilITllS flA floQPnrnPQT' al- do hastante largas e muito in-ni bordadas pelo ba-
(.11 lllida .LfUlIUVdJ di" raiissimopr(code65500e7.;
Vestidos de tarlatana moito fina sendo brancos
com barras de cores bordadas de Ia e seda sendo
os mais modernos que lem vindo ao mercado e
vendem-se pelo baralo preco de:95, 95500 e 105.
Maulas de seda para hnmein.
Vendem-se as mais lindas mantas de seda para
homem tendo de todas as cores! peto baralissimo
preco de 15300, 15400 e 15500:: isio na nova lo-
ja de fazendas na rua da Imperatriz n. 74, de
Guunanies & Ir,nao.
Culariuhos la linho para homem.
Vendem-i-e colarinhos da Imho para homem
sendo os mais modernos e melhores que ha no
mercado pelo baralissimo preco de 55500 e 65 a
duzia.
Chales de merino estampados a 2J.
Yendem se bonitos chales de merm estampa-
dos pelo baralissimo prego de 24, ditos tizos de
todas as cores a 3800 e 4f, dilos finos sendo es-
tampados a 65500, 75, 75500 e 8$.
Cambraias brancas.
Vendem-se pecas de cambraias brancas a 35,
35500, 45, 45500 e 55, ditas muno finas tendo
urna vara de largura a 95 e 105: isto s na nova
\r1----------------1 ":-~i_~.a--------7 m loja de fazendas ha roa da Imseratnz n 72 de
- Vende-se um molatmho, bonita figura, de 7 Guimares & Irmo. ,n,Bera,r11 o. n oe
nosdeidade; para ver e tratar, a rua do No- m.__j________.
lusca dos escocerzes.
Vendem-se os mais bouitos riscados escoceze
Senhores e seiilmas-
Os proprietarios da nova loja V armazem de fa-
zendas e roupas [ritas na rua da [mperatriz n. 72
de Guimares & Irmfo., acal.ath de reduzir os A MHa Iftia lie RtHnVzS lia rill (lo
preces de snas fazendis menos (20 por cento do
Plumas brancHS
para gorras : na ptaca da Independencia Home-
ro 34.
gooao.
No cae* d'Apollo, armazem de Tasso Irmos.
Vendem-se superiores presuntos de Wtslpha-
lia, ehegados no ultimo vapor: na rua do Trapi-
che n. 9,
Vende-se ou trocase por aljama casa uesta
cidade, nm sino no lugar das Curcuraoas. com
bstanle trras para plaotacoes, eontendo porcao
grande, de coqueiros na maior parle novos; ira-
lase.no paleo de S. Pedro o. 24.
YfiME-SE BARATO
Juato da typographia to Diario, rua
las Cruzes 11. 42
Manteiga ingleza fina a 15 e 15280 a libra, dita
franceza a 900, queijos praln a 800 a libra,ditos do
reino dn ultimo vapor a 25600, ditos frescaes a
25200, vinhn Figneira a 560, dilo Lisboa a 480, dito
Estrello a 440, caf solt a 280 a libra dito 2' a
240 a libra, amendoas a 280 a libra marmelada a
640 a libra, cha da India a 25800, dito Ison a
35OOO a libra.
an
gueira n. 43.
Vende-se urna mohilla
na rua estrena do Rosario
a de amarello ja usada: para vestidos de senhora e proprios para roupas
n. 17;_ z andor. de meninos a 260 e 280, chitas francezas escuras
*, e claras a O, 260, 280, 300 e 320, dilas percales
AltCiliy Chegou a nova loja de miudezas a' roa da Impe- Dova ')a e artnaiem de fazendas na rua da Im-
rairiz n. 78, de Manoel Joaquira Dias & C. nm peratriz n. 72, de Guimares A Irmao.
completo sortimenlo de fivelas e fitas propriameote
para siutos, assim como um e variado sortiraeoto
de brincos, crystal oppaes, todos estes objectos va-
riando em differentes gosios, por ser dos ltimos
chegados da Europa, e se veodem por menos do
que em oulra qualquer parte, para assim agglome-
rarmos um maior numero de Ireguezia.
Milho
a i500 e 55000
Camisas franeezos.
Ver '. ra-se camisas fraucezas a 15500, 15800,
25.,2.v.OO e 35, ditas com peito de cor a 2]| e
2550I ^jto s na loja de Guimares 1 Irmo.
Chales de renda
Paredes Porto, na ruada Imperatriz n. B, porta
larga, vende chales de renda de cores com peque-
no toque de mofo, a 35500 e 45, fazenda de 10J
e 125000. m
a sacca e em cuia a 240 rs., [arelo novo a 45000 a Vende-se a fabrica de charutos e cigarros
acca : no armazem da Estro!*, argo do Paraizo da rua do Aragao n. 3,bem afregnezada : a tra-
. lar oa rua dos Coelbos D. 2|
o. 14.
Queimado i, !(i, acaba tic receber:
Novas e bonitas gnarnicoes preas para vestidos e
sootembarques.
Bicos de seda brancos e pretos com vidriilios, e
diffecutes larguras.
Trancas pretas coiu vidrilhos.
Cascarrili.is de seda de diversas eores e moldes
novos; outr; s enfeiladas com bicos de seda.
Babadiobos de seda.
Trancas branca., de seda para enreite?.
Bonitas fitas brancas lisas e lavradas ; ontras de
cores lambem lisas e lavradas; uulras acliamalo-
ladas para cintos, largas.
Fivelas grandes de ac, douradas, madreperola e
tartaruga.
Bonitas ligas de seda para senboras.
Leqos de sndalo o nutras qnalidsdes.
Lindos o delicados enfeiles para bai-
les c passeios.
A amiga loja de miudezas na rua do Queimado
n. 16, recebeu novos e lindos enfeites para bailes
e passeios, iodos de muito gosto e inteiramente no-
vos, vatiando o preco denles ronfo-me a superiori-
dade : os pretenderles os acharo em dita luja, na
rua do Qoeimado n. 16.
Finascapeilas para noivase
meninas.
Acham-.'e venda na rua do Queimado. loja de
miudezas n. 16.
Bolitas touquiilias
de fil e cambraia, bordadas e enfeitadas : ven-
dem-se na ros do Queimado, I >j de miudezas nu-
mero 16.
Lonetos de dous cidros cora aro de aro, bfalo
e tarlaruoa.
A loja de miudezas, rua do Queimado
n. 16. recebeu um bello sortimento de lo-
netos e oculos de ridros com armado fina de
ac, bfalo e tartaruga, e os esl vendendo
por precos razoaveis: os pret ndentes diri-
jam-se a esta leja na rua do Queimado n. 46.
Algodao trancado
da fabrica de Pendo Velho : no escriplorio de
Manoel Ignacio de Oliveira & Fnho, largo do Coj-
po Santo o. 19.
Vende-se um mulalinho de 16 a 17 annos,
proprio para pagern por ser muito bonito e de boa
con'lucta : na rua do Imperador n. 45, lerctiro
andar.
" D
:..

.
Na rua Dienta n. 15, hja, tem para vender-se
ricos bouquels para enfeitar bandejas do bolos e
pao de l, cpelas de flores para meninas e senbo-
ras, rozas e arcos para santos, ludo de muito gosto
e commodo preco.
AMOOls
A botija de tinta preta superior, para escrever,
na taberna da rua da* Cruzes o. 41Aporta
larga.
Vende-se urna negnnha de idade de 10 ao
nos: a tratar na rua da Imperatriz 0. 20,
Vende-se superior merino preto proprio pr
p.is do senliora e vestidos a 25. lustrim da
a 15800 o covado. Rua da lm| ratriz, 111 la rga*
Paredes Porto.
Vende rm sen utabelrcimentoliras e entre;
bordados, grande sortimento de enrpinhos
nenie bordados a 3. 45 55. S o Paredes r-
to, rua da Imperatriz no "2; porta larga junto a
padaria franceza.
Paredes Porto
Receben pelo ultimo paquete francez ri
granadinas com flores de seda > 101 e
covado. esio aeabando-se, cambraia prela
luto. Porta larga junio a padaria franceza, ;. 10a
da Ini[itratrizn. 52.
Paredes Porto
Vende um completo soriin;ei!:> de faz .:..-
brancas, como sejam madarolaoa 45500, 55, '3 u
IO9, prcas de algodao por barato pn 'hita
ceza a 240, 280. 320. 360 rs. o rovad pn
muito linas a 360, 400 rs. o covado, chita !i
a 200 c 240 is. o covado. Rua da Impera:
52, junto a padaria franceza.
Paredes Porto
Vendp cangas de coi propria para ronpa
1 nios a 320 rs. o covado, riscado franeez
320 rs. v c vado. Rua da Imperalriz n. -
;a psdaria franceza, pr ra larga.
Paredes Porto
Recebeu pelo ultimo paquete es
guicoso por 33, sao bdiis, lereos de si da | .
nhora e homem .1 I?, ricos ediles :>
; bordados de 18,' a 7?, por tr r un que ('
esto se acabando, na rua da Imperalriz n. r.
lo a padaria franceza.
Grande armazem de Unas.
UFA no IMPERADOR N. 82.
O armazem de Untas um grande depos
producios chimicos utensis o os maisempr .
e usados na pharmacia, pintura, pholographia. tin-
turaria, pyrotechiniatfogos dearti6eio)e en
industrias.
Montado em grande escala, e s'ipprinJ-.--. di-
rectamente nas prlncipaesdroganas de Pars
dres, Hamburgo, Anvers c. Lisboa, pode effei eer
producios de plenaconfiar.gae satisfaz, r qua -
encommeoda a grosso trato e a relalho, ior;
razoaveis.
Prvidos de machinas appropriadas satisfar
com promptldao qualqoer pedido de tintas v. i.is
a oleo, cuja qualidadpe pureza de seus ingredien-
tes poder ser examinada pelo consumidor, o me
nao fcil fazer com aquellas que san impon, Ins.,
e que se encontrara no mercado em latas lee!;
Tem grande collec^o de vidros de differt tes
formatos, desde urna oitava at dezeseis on
capacidade ; de vidros para vidracas e dian l
para corta-Ios; de pinceis para fingir madeira rom
rtopriedade e outros; de papis dourados e ; ra-
neados e folhas de gelatina para ornamento 1 da
papel grande e pequeo formato de varias cures'
para embrulho, para forro de casa, para dcsenbo
cora fundo j feito;de papel arbominado l,e !' si.
verdadeiro saxe para photograpbia e para Bitrar,
e outros ; vernizes de essencia paia quadro de
espirito para madeira, copal para o intenoi i ti-
teiior; oleo graxo, oleo seccativo, oleo do lio
clarificado, oleo de toiele, secativo de llarlirn. aro
verdadeiro em p ; prata, euro, e estanho em fo-
lhas de varias cores ; tintas vegetaes, ino""i"i-
vas proprias para confeitarlas; laa de cores, *
olhos de vidros para imagens; timas em tubos e
talas para retratos ; tintas em pastis e em pt [1 -
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, d< ne-
roly.jasmimj bergamota, aspice, patchnuly. air bar,
bouquel.limo, alcaraiva, melissa, orteia pin.'cta,
louro, cereja, alfazema, juinpero, Portugal, lima,
ans da Russia, can'ella, eravo e muiios ootros ob-
jectos que s com a vista podero ser mostrados.
Joac Pi'io i"'.(.s yeits,
Gerente.




Diarlo de Peraramboco ona (a ?*lr* de Dezembr de tj **
N. 11Ra do QueimadoN. 11
fA' casa de Augusto Porto chegaram pelo vapor francez ricos cortes de
vestidos de seda de cores dos mais bellos gostos, proprios para bailes,
partidas ou casamentos.
Cuates de Guipure pretos e brancos.
Itouets de pallia da Italia para senhoras.
j Muir branco e preto. ^
Bonita seda para vestidos,
Casemiras de quadros.
Esteiras da India para salas.
Madapoloes francezes a 400 e 500 rs, a vara,
Litas para vestidos de diversas qualidades, e
gostos diffreentes,
Q quc.tudo se vende pelos mais commodos procos.
V-v.-.
CORTES 1IE SEDA
Clifgarara pelo paquete inglez riquissimos cortes de moreautique de cores, e seda lavrada pa-
4r5es inteirainente novos.
Seda de quadros por 1#000 o covado
5RA D) CRESPO-5
Gregorio Paes do Amara I & Companhla.
0 BilLE DO CLUBE PEBWMBICAINO
t
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
i
/'
com listas e flores de seda,
I
i .

)
....
i
Para vestidos de senhnra.
Cortes de seda de cor de bom gosto e superior qualidade.
Lindas sedas de qmdrinhos.
Bas moireantiques de cores.
Grosdenaples d todas as cores.
Lindos poil I chevre fazenda assetinada de inteira n ividade.
Lindas duquczas assetinadas f.izenda inteiramenle nova.
Modernos arenam'nes de seda oque lera vindo dentis novo.
Grande variedade de las de cores lisas e de salpicos.
(i ;i dyseca sasdemuilo bou go>to.
Percatias modernas com grande variedade.
Lin h>s orles de laa Clotilde com todos os pertences cada um em sen car- i
JtSn inieramente novos. i}$
V, ms lurtes de ca fazen !a> de gosto que seria enfidonho mencionar. &&
Para hombros de senhn-a c>;#
Grande variedade de chales, bo irnoox, retunde e algeriennes de fil e de,^
guipare a tO, 16. 20,^30, 40, 60 al 80$. ifg
Modernos soatembarques de seda de superior quilidade. "
, L nd is bertes de seda de cor pretos e de cachemira.
!! <.m de ca nbraia branca b >rdida com muiio gosto.
Sal mbarques ebournoux de eachimira de
1 m gosto, (JD
Para cabeca de senhora &
Superiores ehapelinas de palha, de seda e de crina do muito bom gosto a im- ff
p ratri. ^K
C ipAos de p^lha da Italia grande variedade. <&$
\ i >s gorros e bnnets de palta de Italia, Imperatriz, Canotier, Clotilde *
iTranl chegadns de Pars pe o ultimo vapor.
Grande variedade deenfetes defro.o e de llores pira casamento.
s iperiores vestidos de blonle. e de m dreantiqae brancos. ^
h n ireantique* branc>s e superiores sedas brancas. M
'' is vestidos d; tarlatana hr,tri'"0 bordidos. 3
Lindas mantas de hl mde c boas capelln, fe]
Bardlos, i
Grande variedade de entremetas bordados transparente e tapados. ^
Ti as bordada- transparentes e tapadas, babados bordados, saias bordadas ew
- "litros mu i tos artigns. *r
AO RESPEITAVEL PUBLICO
Offerecem a todos os convidados, do explendido baile do Club Pernambucano o
seu bello eescolbido sortimento de fazendas depliantasia, chegadas pelo Guienne, que
consta das seguintes especialidades.
Vestidos Cesarlna.
Linda e nova fazenda de la-brilliant, transparente,
padroes do ultimo gosto.
, SIDAS
Em cortes padroes novos. escuros e claros.
Em pecas mo>reantique liso ondeado e lavrado.
dem estampado com listas e flores.
Tarlatana.
Besta urna diminuta porco de cortes de tarlatana branca, enfeitados caprichosa-
mente a cores. Todos os amadores de partidas e soirs, bao comprado para suas fami-
lias estes vestidos, j pelo diminuto preco, ja pelo bonito gosto.
EWFEITES
A imperatriz Eugenia e a rainba Victoria que adaptam com rauila elegancia
ao kok.
Jouvin k C.
Besentia-se o nosso mercado da falta absoluta das verdadeiras luvas de Jouvin.
Temos a satisfacao de poder annuncia.las a nossos fregoezes pelo preco de 30000 o par.
E grande a economa vista da flexibil dade e bom acabado, que Ibes d dupla
duraco sobre as falsificadas.
Trlntn diversos objeetog
Proprios para o complemento dos t nfeites de vestido como berthes, costageo,
suspensorios, etc., gostos os mais pbantasticos em dentelle preto e branco, tafet etc.
Mandam-se amostras.
adorna- e pentes de tartarnga.
E a primeira vez q a convida as Exoias. senhoras a urna breve compra.
e CIATOS
Com fivellas de madreperola gravadas, tartaruga, rectal, etc.
Chales de Al de cores.
Nova remessa. destes diales e retoides a duss e mais cores em xadrez Nada se

0
/

A tabella abaixo publicada serve de base de presos,' puajoig do nmui -0 effeito destes chales, $om experimentar; as pessoas que os de-
tanto dete armazem como do armazem progressivopa-jsejaremma^
teo do Carmo u. 9, principal armazem ra do Impera-
dor n. 40.
Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidad^ aos senhores de en-
genhos, lavradures e mais pessoas 'lo centro, que paramis facilitar suas compras deli-
oeraram os proprietarios dos tres grandes armazens, reunir todos os seus estabeleci-
mentos em um s annuncio, pelo qual o preco de um ser de todos, promette-
mos que n5o infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, aununciar os geieros
por am pre^o, e na occasio da compra quererem por outro. como socede constante-
mente em outras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar isto
Jiioda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
serao tara em servidos como viessem pessoalraente fazendo-nos o favor de mandar seus
pedidos em cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remettendo nos urna conta
t-ela qual se ver os precos tal qual annuuciarmos, o que sean arrepender pessoa
alguma que fizer soa despenda em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por cento na sua despeza diaria.
cor e outros muitos arligos de^
MillTEIGt
Manteiga i gleza perfeitam-mte flor che-
gada ltimamente de l.oooa l.luo rs. a li-
bra, e em barril ter abatimento.
Manteiga franceza da safra nova a 86o rs.
a libra e em barril ter abatimento.
BANHa
Banha refinada superior a 64o rs. e em
barril ter abatimento.
COA
Cha uxim de primeira e superior qualida-
de a 2,8oo rs.
dem hysssn o melhor neste genero a
2,6oo rs., e sendo em porcTto ter abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de i,800 a 2,>oo rs.
a libra.
Blfocoutos
' 1
?i'*J
DE
HAS COIi-UJIMAS
NTNH CORREU lE VAS ONCCLLOS & C.
RA DO CRESPO X. 3
-sQO



B ir* f ?
Serveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers A Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,000 rs. a mzia e a 7oors.
a garrafa. Tambera ha de outras marcas
como seja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du-
zia e a 000 rs. a garrafa.
Viaag<*e
Superior vinagre de Lisl>oa a 2,000 rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais biixo pera 2oo rs. a garrafa e i,4oors.
a caada.
Azeite doce
Superior azeite doce de Lisboa a 6io rs. a
garrafa e a 5,000 rs. a caada.
Massas
Maearro e taluerira a 360 rs. a libra e a
0,000 rs. a caixa.
Latas com superior biscouto inglez de di- i B'assas
versas marcas a l,2oo rs a lata. 1 Superiores passas a 3,ooo o quarto e
Bolaehfnhas t2.5oo rs. a ca xa de arroba hespanhola e a
Latas com bolachinhis da acreditada fa-: 3oo rs. a libra,
brica do beato Antonio, proprias para dar a ^fwg^raw*
doentes de 2,000 a 3,000 rs. a lata. ,E^ EBilA
dem eom quatro libras de bolacbinha de' Genebra de laranja verdadeira a io,5oo a
soda a 2,ooo rs a lata. I div.ia e 1,00o rs. ao frasco.
OnAiirvi Genebra de Hollar la verdadeira a 6,000
vJUcIJDb rg> afiasqoeira e a 56 rs. o frasco.
Queijos flamengos chegidos no ultimo idom de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
vapor a 2,5oors., tambem ha do vapor pas- a ums.
sado a 2,3oo rs. j Garrafoes com 24 garrafas de genebra de!
CHOCOLATE Hollanda a H.ooo rs. o garn.fao. Tambem;
Chocolate hespanhol a l,ooo e l,2oo rs. ha garrafoes com 5 e 14 garrafas de >,2oo a!
a libra, francez e suisso a t.ooo rs. a libra >0oo rs. cada um.
Chales de fil preto ue 105000.
Os mais ricos vestidos para menino de 3 a 6 annos.
Colxas de cuocg e pannos de labyrintho.
Tif branco e tilo de seda.
Superiores bales de clina, recommendaveis pela longa duraco e bom talbo.
Tudo a
5 RUS DO CRESPO 5
o
S

vS8
1RAY 4 LANMAN
\ agtra florida de Murray & Lanman
ilii da c >mo um artigo de perfume, nao
211 p l lo ser igualada pelas preparares
a< mais costosas: conserva seu aroma, co-
' formasse parte da prenda a que ella
s, .! plica.
Sua fflicacia t3o delicada, como elegan-
cia ro do Qncima Ncsia toja por toios os vapores se recabe luvas de
pellica brancas e decores, tanto para hornea como
para seoh Vo t s, Gnus t brincos.
Cbegnn no ultimo vapor um praiule sortimento
I de volus e cruzas, imiundo cornalinas brancas,
' assim como brincos da m^sma e d>* nrjstal do mais
1 apurado gosto que se pode desejar, Nfui s quem
i recebeu '. na loja do bija-llor, ra do ^iieimado
I n. 63.
Eufcitesparacoqae.
Assim como recebeu enfeiles para coque e 011-
; tras muitas qnalidades, (|tie se vendein maii barato
do aue em outra qualqaer parte.
Itoneciis que cha ai 111 iit.imai e papai.
Tendo recehido um jrande sortimento de bone-
: cas que ohamam papai e mami e movem com o<
olhos, milito bem vestidas, com cab-lleiras, o
1 que ple haver 'le gosto neste peero, e vende se
mai* baralo do que em .mtra qualquer parte.
Balaios.
Assim comoum bonito sortimento de balaiospara
menina de escola, tamtvm ha muilo bons pentes
para desembarazar, guarnecidos de metal.
>
m
m
1!
le i" seus multiplicados usos, qner seja ^""t>,rti1""" j/v ,"a
npifgada como artigo de toucador, qor MB BlCliaS Q.6 HamOUrgO
do banbO, OU como Stiavisador da I & todos os paquetes da Europa se recebe M
iso do ''anuo, ou como .
depois que se tenl.a feito a barba; *g| e^^SZTSL T2i eJ
,.' ^ **J venoem a troco de penco lucro so abra
a para inupar as gingivas ou aroiuatisar o ^ de ter s
hal 1.
su ividade, brilho e elaslicidade as
-:rTn: decois de $6 haver lavado; al-
sempre p.ousa nova : a loja de bar-
f beiro ra esireita do Rosario n. 3, ao pe
^R da igreja.
rolares Royer ou colares ano-
(Sinos
9 iiitaio de -rupecsordinarias ; faz
recer o desagradavel aspecto dos
das sardas, do rosto, rugas e toda a para facilitar a dencao das erfan^as e preserva-
i a le tbulicoes, e d \igor e frescura al las das convulsoes.
onde quer que se applique*. Sua effi- i
-: 'ocia o elegancia sao igualmente mfalli-
vi' nos casos em que seja preciso applica-
I. mo esLmuiante e antisptico, nos con-
i ii .. e assemblas nuinerosas, as loca-
11 da es infeccionadas, na alcova de um en-
: :, -.-iiii como um antidoto excellen-
te j a os desmatos causados por ensaco
o focac5o Preparada nicamente por
1. & Kemp, Nova York, e a venda por
Ca .. Barbosa.
Joao da '. Bravo & C.
gtn\ em PerriaroOiiCo roa i
'.: eiri. ,-,asa de Caros 4 Barbo?.
A kA. 3
ar>; UlV
Francez barrica fifioo
forilapd niern S5300
irfeilo -stado:
Frncez barrica 10*000
f'rrand id>m 5000
ti de Tass- Irrars caes <1o\ApoHo.
O feliz resltalo obtido unmen=as vez.es
prodigiosa forca magnptici dos colares Royer, dos
casos de convulsSes, e dentifao das crianga. tem
altamente elevado o sen bem mereciio prestigio,
e hi-je j4 se porte (ti?er que esto ger;ilmente con-
ceiiiiados, e estimados de innnmeraveis pais de
! familias : de uns porque do uso d^sses salutares
i colares viram salvos do perigo seus charos fllhi-
nho, e de outros porque eolneram dj<|uelles tao
! oroficuo ejemplo para ianalmenie pr.servar os
j *rus. Assim, pols, a aguia branca, tendo em vis-
tas a uiilirtade e provi deesea prodigiosos cola-
i res anodinos ou Royer, mandiu vir o novo sorli-
! meiito que agora recebeu, e, continuar a recebe-
ios para que em lempo algiiin a falla delles possa
| ser fnnesla tos pas de familia, os quaes flearo
i eertos de os achar constantemente na ra do Quei-
nano, loja d'agoia branca n. 8.
Venrtem-se dnas esrravas recolhidas, de ida-
de 23 a 24 annn?, pxcellente conducta, engommam
perfeitamenle p fazem lodo o servieo de urna casa :
na Invest do Cnrmo n. 1.
Vendc-se oiMsitioem Dcmfica a' margeo do
rio Capibaribe, com bastantes commodos para urna!
grande familia : tratase na ra Nova n. 24, das 9
ora as 4 da lardp.
Vcndem-se quatro burras mulo mansas, boas,
de carga e de seila, por prego eommodo : a tratar i
no hotel de Franga.
e portuguez a 800 rs. a libra, em porco
ter abatimento.
VINHOS
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tadas marcas, como sejam: Madeira Secca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do
Dou'O. Marta Pia, D Luiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a- l,ooo a garra-
fa e 9 ooo ala ooo rs. a duda.
Vinho Figueira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,ooo e l.ooo rs. a caada.
Superior vinho chamisso sm barril a 04o
rs. a garrafa e a 4,5oo rs a caada.
Superior vinho de Lisboa- e Figueira em
ancuretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha maisbai-
xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a.
3,5oo a caada.
(aixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa e
7oo rs. agarrafa.
CAFS
Caf do Bio de 4.* e if qualidade de
6.800 a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a28o
rs. a libra.
SAWAO
Sabo maca de primeira qualidade de 18o
VELAS
Vcls de spermacete a 61o rs. a libra,
dem de carnauba de lo a 12,ooors a
arroba e de 36o a 44o rfe. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de 1,000 a
4,2oo rs. a lata
ALPISTA E PAINQO
Alpista e painco muito novo de 3,8oo a
4,000 rs. a arroba e de *4o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS
Charutos dos mais acreditados fabrican-
tes, como sejam: Joiio Furtado da Serrias,
Manoel Peixoto da Silva Netto, Casantio &
Filho e Brando e do outros muitos. os
quaes vendemos pelo mdico preco de 1.610,
2, 2,8oo, 3,5oo, 4,00o, e 5,ooo rs. a caixa.
Licores
Licores francezese p rtuguezes a l.ooo e
4,4oo rs. a garrafa ou frasco.
Roces
Doce da casca da guiaba e craxes pe-
queos a 7oo rs. e de 5o caixoes- para cima
a 64o rs. o caixo.
Frats
Frutas era calda e em latas fechadas her-
mticamente muito bem enfeitadas, conten-
do pera, peceo, ameixa rainba Claudia, al
perche e outras frutas a o) s. a lata.
a22o rs. a libra e d* 46o a 21o rs. sendo Tambem ba latas grandes paja i,2oo rs. a
om caix5o.
lata.
Uvas pelo ultimo vapor.
Peras pelo ultimo vapor.
Macaas pelo ultimo vapor
Ameixas pelo ultimo vapor.
Passas pelo ultimo vapor.
Fiuos pelo ultimo vapor.
Frurtas seccas pelo ultimo vapor.
Fructas em calda pelo ultimo vapor.
Nozes pelo ultimo vapor.
DE
. AZEVEDO FLORES
Ra da Gadeia do Recite, esquina da Madre de Deus.
Graude surmeiil de faKcndas por atacad* c a t'fttalh. e um completo sorm
ment de rena feila, decasenira edel> outra qualquer parte: quem ivitar venha ver.
de indas e flnissimas casemiras escuras e claras, de superior casemira preta, de finos
brins- brancos e bom brim pardo.
Paletos
de.superiores casemiras escuras e claras, de tina alpaka branca, de superior alpaka pre-
la e de brim pardo.
C'olletes
de boas casemiras pretas e de cores e de lino b im branco.
CAMISAS
Superiores camisas fraocezas de > at o.
Cerculns.
Ceroulas de superior bramante de lino hubo.
Balees.
Superiores baloes de arcos para meninas de 2 at 12 annes.
dem superiores para senhora*
bravatas e maulas.
Superiores mantas para pescoco de homem, as mais modernas do mercado.
Maclapolo.
Madapolaobom a 8^, 9^, > e I2.
Chapeos de sol.
Superiores chapos de so! ue seda balao a 103.
Fraques de casemira.
Fraques de casemiras, preta, escura e de cores claras, e nao havendo que sirva
ao freguez manda-se fuzer por medida e con muita promptidao.
Todas estas fazendas por preces insiguilicantissimos, pois o fito do BaJo ad-
quirir freguezes.
LOJA DO BALAO
M
A%KVEIIO FIOKK.

AUMAZEM S>E FAKKVEAS
DE
M#000
CUSTODIO CARVAMIO C.
27 BA DO QUE-MADO N. ti
Madapolo francez muito fino, tendo pouco mofo, cada pega com 27 varas por
Laa de c res a 3< 'O rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a preco de 800 rs a vara.
Lencos bra-cos para algibeira a 2# O a duzia.
Fin sperclaras a preco de 400, 410 a 560 rs. o covado.
Bicos cortes te laa de barra de I O a 3''500u.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.

de en-
que os
'<
kv\
-f|\ Queijos lotdrinos pelo ubimo vapor.
-M Queijos flamengos frescos pe'o ultimo vapor.
v Presunto fiambre pelo udimo vapor.
jfli Tudo se vende barato n"S seguintes armazens:
|K
iv Utaa do Imperador a. 49, Verdadeiro Principal.
Ut, Ra do Queluiado n 9, 3'nio e Coimn<*rcio.
Largo do Carme a. B, Progressivo.
ra no nmw v. as.
Altendeado as numer isas octsioesl em que tem succedido aos senhores
genho o perderem grande parle da S"as safas por infeticida les imprevistas
deixamsem meio 1h comp etar as suas moag^ns; como mortes ne animaes de roda, ar-
rombamentos de acud s, levadas et;, o pnprietrio desti fibrica lembra aos ditos se-
nbo es a conveniencia, nestes casos de fazer collocar urna machina de vapor, por isso
nao s aprovoitao lo a safra existente e providencian lo contra a reinche ca de taes
aconteciment s, mas tambem introduzindo ni sua miuitiia um recouliecido melbora-
mento.
Portanto annnncia que est prompto a garantir o assentamento das suas espe-
cese mu acreditadas machinas de vapor, em estado de funocionarea HM semina iie-
pois da chegada das peca- no eng-nho. Esta> imchinas podem serypplicadas a moen-
dase meit-moendas j existentes ou pode s-* misdar com ellas moendas novas a vontale
do c 'rapridor. Edas tem tanques ou depsitos d'atjua e boeiros, todos de fe>ro, enL>
pre isam p ra s*u as'-enUainlo de obra algtrna, quer de carapina, quer e alvenaria.
Estasmichinas de vapor sao construidas especialmente pora facdilar.a condne-
f3o, em piovadequ j se ach n assentadasem lugares onde se. juig-m at ento difli-
ciiimo ou imposMvel fa/e-las carregar.
Nocasodedesm utelarem-se as rodas d'agoa, ha'leajore prompto rodas de
ferro-que se ass^ntara no ininiraotempo.
Nesta fabrica se aca todo e qualquer objecto d

.hwrae possa, ppecisj ameDgenho,
nmammnHW-
'
i\


-
litara 'c!ra O Je Dezembro de **.
ESTABELEIDO A RA NOVA N. 60
AO
RESPEITAVEIi PlIBUCO
A aprec'tacao dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zent da Liga estabelecido ra Nova d. 60 um magnifico sortiraento ;de molhados,
que sendo em sua maxim' parte iuaodados vir directamente do estrangtiro~podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm .Juanear, com toda a seguranca de que
neahum outro o exceder no restricto cumplimento das seguintes promessas :
1/ Delicadeza no trato.
2.; Fidelidade no peso.
3.: Sinceridade nos precos.
As pessoas que por sua posico social gozara de certo tralamento, acharao nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cha sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a condicSo do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aquelles que sao pouco favorecidos da sorte faro mensalmente urna economa de
mnitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucir, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dei ou nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes on centro, que compram para ne-
gociar, devem vir, pelo seu proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhon-s que compram para tornar a vender existe um sortimento *'spe-
cial, escolhido por pessoa entendida que certamente muito deve agradar aos senhore>
compradores.
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DIMHEIRO A VISTA:
A Ghaixa era latas, muito nova, a 80 rs. cada
ALPISTA a 120 rs. a libra. i urna,
dem e painco de oito libras para cima a, K
TEr
v
u
w prevo da *e&ufciu<
tabella 6 para todo, p*.
deudo assm servir de lia-
se para o ajuste de coi com os portadores.
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o areo da Concedo)
PARA BEM DE TODOS;
Senhore* >s nvida a nma visita ao mesmo, certos de que sem duvida me dar3o a proteccSo e preferencia na eom-
e quando n5o possam vir podero mandar seus portadores, anda que estes sejam
ezacom me sorSo tratill
rra dos gneros que precisara a
nois serlo tSo bem servidos como se viessem pessoalmenle, havendo para com estes toda recoramendacafl, afir/
Ir? f?rte.
talliarim
de
ponro pratiros,
que nao vio em
SEM SEttlJIVIlO
lina io (uciutado u.*<. -t.it e *.
Luuiiua a veut-r ituas as uiiuaeza que .baila
acolara por presos adtniravea.
Masaba te paiiius lixados para denles a 100 rs.
Lspelhos deu.oluwasuouiadas zoo, 240 >r iiO.rs.
iiouels de tillado para meninos a 1,".11..
Diios de cuiu superior lanuda a I4d00.
Fraseos com superior una n rba 240 i
Meiadas de Imna roxa |aia bordad., a (i t 60
1 Caixa com loo envelopes.fazrMia Ih a tj fS
Gratas de peonas de ac, tueut a s| .,-.,. ,, 50Ow
Zfi40de bleS jaU,c|t'rola K
; taixas com 50 novellos de lir Ia d<
Caixas con. superiores obreas c r< ,.
Kcas de lila Llanca eladira cin. i
i Varas de franja de la para enleilc
4o rs.
Barallios domados sapea tar es qn
I Novellos de iiLl.a com 400 jarda;
Lutos para asstiilus de roopj |fc\
: Pares de bornes paia puiilio, laztr.i;. ,,
Tcsouras para costuras miuhn-
400 e .
Caixas de pennas de caHIsrat-hi
10UO.
Mr-sus com superiores granito., a .*>( rs.
Pars e sapatOi de tranca <-. ia|... ;. 16C.
Caixas com superiores agullias a .'-'i :.,
Libras de la stMidas di I oniti* um 7(O0.
Caixas com su| cnon s obi lias r( i ,- iOn,
Hodinhas com alliiii tes francde;
a 20 rs.
. ;m rs.
oeSOra.
as ;:> is.
' < .. ndcs a
I 400 S.
' s.
.a a IM rs.
ii -..oaot=a
(ateiHla Loa a
u o'iv .-oiferej
libra.
KIRSCH de Wasser a 2| a garrafa.
LATAS com graixa a 80 rs. cada urna.
Letria a 400 rs. a libra.

MANTEIGA ingteza e francea de primeira
qualidade a i&, a libra,
dem idem em bocetas de todos os tema-1 Makmklada dos mais acreditados fabricantes.
nbos. ; Macarrao e talharim a 320 rs. a libra,
dem idem em frascos de todos os tama- Massa de tomate a 600 rs. a lata.
nhos. .Mostarda ingiera a 800rs. o frasco.
Azeite doce de priraeiraqualidade a S0 rs.; Momo inoi.br de t'idas as qualidades.
a garrafa. Marrasquino verdadeiro de Zata a .
100 rs.
Arroz de 90 rs. a libra a .
Amendoas, casca molle, a 28o rs. a
Avellas a 240 rs. a libra.
Ameixas francezas era latas de todo-; os te-
manhos.
dem idem era potes de lodos os lmanteos, i
Alhos a 200 rs. o moho.
Absyntho a 2000 a garrafa.
BOLACHIMIAS do Beato Antonio em latas
grandes e pequeas.
dem do Principe Alborto a 1.580G a lata, e
de cinco para cima a 15700.
dem de so la em latas grandes a 25000 e
de cinco para cima a 1#800.
Biscoitos inglezes de todas as cualidades a
i 200, l#50e l3t)0.
Bolo (ranee/, em caixinttas a 490 rs. cada
urna.
Batatas inglezas.
Banha de [)orco refinada.
C
CHOCOLATE francez a 600 rs. a libra.
dem suissn a 15 a libra.
dem de musgo a I05OO a libra.
CtioLiucAS muito novas a H00 rs. a libra.
Caf a 240 e 2<50 rs. a libra, e em porcao
se far abatimeoto.
dem de primeira qualidade a 75000 a ar-
roba.
Conservas em frascos a 320 is. cada um,
sao muito novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Charope de grosella, orchata, etc., etc.
Chicaras e pires a l^OOa duzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
agarrafa, eem duzia se faz grande aba-
timiento.
dem Victoria Ras tres X e de nutras marcas.
Charutos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'Havana, Exposico,
Flor (lo Brasil, Par siense>, Delicias, Gua-
sbaras, Trovadores, tegalta, Mississipes,
Paneiello*. Vpraziv'is. Varetas, Brasilei-
ros. Americanos, Fluminenses.
Cha de todas as qualidades e de todos os
precos, hyssoD, huxim, aljfar, preto, e
preto ponta branca, etc., e\c., a 2000,
22 0, 25360 e 2-$800.
Copos lisos de todos os tamanbos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos ns tamanbos a du-
zia a 25-"K)0, 3#>00, k& e 55.
Massas hmss para sopa branca e amarella a
60 rs. a libra, eiR'Caixas com 9 tferas a
35SOO.
Milho punco e alpiste, sendo mais bras s 100 rs.
li
NOZES a 120 rs. a rbra.
Nabos em latas a 803 rs.
O
Ostras ingle/.as e americanas.
P
PETKE em posta. l?tagi andes, a 5C00, de
tedas as qualidades, como sem savel,
goras, corvina, parg"', salmo, (leseado e
pescadinba, linguado, sardinbe. etc., etc..
Peras era latas, excedente preparacao.
Palitos para denles a 120 rs. o maco muito
grande.
Passas era qnarto a 15400.
dem muito novas a 400 rs. a lrbra.
Pomada muito nova a 80 rs. a duzia.

QTEIJOS flamengos.
dem prato a 800 rs. a libra.
Idem suissos a 600 rs. a libra.
dem londrinos a 800 rs. a libra.
UjUARTIMtAS OU MORINQDES a
II
RAPE' Meuronald a libra,
dem Princeza do Rio a 15200 a libra.
Mera francez a 25-jOO a libra.
S
SABO massa a 160 rs. a libra, em caixa se
faz ahalimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 25>.
Sardimias de Nantcs de todos os fabricantes,
dem de Sctubal em latas muito grandes a
720 rs.
Steaiunas a 600 rs. o maco.
Sag muito novo a 100 rs.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
V
VINHOSIM
Clices le lodos os tamanbos.
Cognac superior a 15 e 15500 rs. a garrafa. Principe Alberto, de 1831, a
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o ma^c
de cinco macinbos.
55000 a gar-
rafa ; d vida aos velbos.
Vellio secco a 25 a garrafa.
Lagrimas do Douro a 15500 a garrafa.
,^ a -* HLh i<.Anr. ->->-'!- Duque do Porto verdadeiro a 25 a garrafa
DOCES de todas anualidades : bras leiros, DoJ ^ t$m.
portuguezes, inglezes, francezes, etc. etc. ^.^ ^ moo Q imQQ a gaprafa>
B
ERVILI1AS seccas a 120 rs. a libra.
ervadoce a 400 rs. a libra.
FARINHA SS S de 8 libras para cima a 120
rs. a libra.
dem de araruta a 320, 400, 500 e 800 rs.
Fir.os de comadre a rs. a libra.
Feijao verde em latas a 600 rs.
FAVAsem latas a 5oOrs.
Fumo do Rio a 500 rs a libra,
dem americano em latas a 15-500
D. Luiz a 15 a garrafa.
Moscatel verdadeiro de Setubal a 2 rafa.
Carcavelos a 15-
Colares a 900 rs. a garrafa; o nico vi-
nbo que se pode beber por nao ter com-
posieo alguma.
Lanterne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux Medoc a 8<>u rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 15 a garrafa.
Absyntho a 2-5 a garrafa.
Kirsch a 25 a garrafa.
Wermouth a 25, e a caixa a 18$.
Bitter Maurer a (5 a garrafa,
Farello ba sempre em deposito de 500 a Vinbo figueira em ancoreta a 20t$.
800 saceos, de todas as qualidades, de to- dem Figueira e Lisboa em pipa a 25500 a
dos os tamanbos e de todos os precos. caada.
Vende-se na* olaria* dn Jo Csroeiro da Cnnha'
em frente ao hotpii.il Pedro II, e na roa dos Pra-
zeres n. 33, telba superi >r de barro da agua doce a
305 o milneiro, acenaria batida a 30$, e ladnlbo
a 265000.
Farinha $#&*
Vender farinha de mandioca, saceos j/'audes :
bo armazem,(o< Srs. Tasfio Irmos, oa poeto nova'
pelo jireco acH^i meo^lanadoE,
Garabraias.
Parede Porto vende cambraias lisas finas, gran-
de snrii.neDto, a 35 a' 65, ditas Victoria maito
finas, com 10 vara a 65, 655"0 e 75 : na ra da
(mperatriz n. 52, junto a padaria fanceza.
CIw?iwm a corpinhas e cambra
Vendem-se corpiohos de cambrala com ntre-
melos a 45 e 55, eslo se acallando : na luja de
Paredes Porto, rna da tmderatriz n. 52, noria lar-
ga, juD.0 a padaria francesa.
Manteiga ingleza especialmente esedhida a
l,ooo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
rs? a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha bysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem bysson muito superior em latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem bysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a 1,6oo rs.
dem preto o que se pode desejar neste ge-
nero a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
Lingnicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio de vella a
2,00o rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo rs. a libra.
dem prato a 8oo rs. a libra, e inteiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem viudo
ao mercado a (54o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijao verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo
rs. a duzia.
dem idem para vioho a 24o rs.,e 2,4oe rs.
a duzia.
Chocolate francez Mespanhol e suisso i 9oo,
l,ooo e l,2oors. a libra.
Espermacete superior a 6oo e 64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
Aleina, macarrao e talliarim a 4oo rs. a li-
bra e 6,ooo a caixa.
Massa para sopa : estreliuha, pevide e rodi-
nha branca ouamarella a 04o rs.a libra e
3,5oo a caixa com 8 libras.
Vinbo do Porto muito lino proprio para
engarrafar, em ancorelas de 9 caadas a
35,ooo rs.
Vinho em pipa: Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinbo branco de Lisboa de excellente quali-
dade a loo e 5oo rs. a garrafa e em caa-
da a 3,ooo e 3,5oo:
Resmas dt papel almajo a 24U
Sal refinado em frascos de vidrocom lampa Estovas par-a r(U,,a> fa'H
o mesmo, a 5oo rs. Duzias de estuias com toqui
Cerveja branca das marcas mais acreditadas' m ,
que Nem ao mercado, a 5oo, 56o e 64o 5SL**S,5 <,rfos de ,aL ''
-i! Ol.
7:0 e 15.
ir lfilbJ.tCi
-u. a 3CG0.
a S40 is.
... e )40 Talberes muito fin para cnaoia.-
a garrafa, e 5,8oo.. 6,000 e 6,5oo a du-1 Puise.ras para nem Las a 33b is.
zia- I Pilas e ollas para ftiihi ra a 64 0.
Cevadinha de Franca muito nova a2oors. ^'""^AgoaFi.rida vndaomaa l#f.
' aebimas, das seguintes qualidades: Canas nm Istr-patiuss para3n..;.a40r8.
Varas de babado do Poito a 80 i 14
Exposico Normal de Ilavara, Imperiaes,:^i"i,s de l!,l:"i" lo P
Londrinos, Goanabaras, Parisienses, Sus- Sde^dfi" f"
piros Delicias, a 4,000, 4,5oo, 5,ooo, KSmi '
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,000 e 680 rs. a garrafa.
Vinho de Porto das melhores marcas que j
vem ao mercado como sejam : Lagrimas.
do Douro, Duquedo Porto, Rainha de Por-;
tugal, Duque genuino, D. Luiz 1, Madei-
raSecca, Malvazia fina a 16,000,15,ooo,
12,ooo e 10,000 a caixa com 1 duzia e 9oo,
l.ooo e l,5oo rs. a garrafa.
Vinbo Cherexde superior qualidade a 16,000
a duzia e l,5oo rs. a garrafa.
Sardinbas de Nantes a 4oo rs. os quartos e;
6,000 e 7,ooo a caixa ou em n eias.
| Charutos finos de diversas marcas e fabri-
i papi
1 iris.
Bceres a lio is
peijueDo a O rs.
fazriida mj|h,i.
rs.
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilbasde Havana, inlervallos,Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,000, 2,5co e
3,000 a caixa.
Ognac inglci- das melhores n arcas, a 800 e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Papri dr apnlhas, fundo douiadi.. i, ho.
olrs.
lene

aj
64o rs. as meias latas. Sebollas de Franca muilo grandes e novas
Bolacbinhas inglezas muito novas a 5,ooo a, a l,8ooo cento e l,2oo solas.
barrica e 320 rs. a libra. | Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Bolacbinhas de soda em latas de diversas Tucinho de Lisboa muilo novo a 32o rs. a
qualidades a l,3oors.
Cartoes com bolo francez muilo proprios pa-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,000 a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a ibra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica e Joao
de Britfl no Beato Antonio, em lata de 6 li-
ibra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentemente tem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,000 e i,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a i,60o, 2,0oo e 3,5oo cada urna.
eradas e das melhores qualidades de pe- bras por 2,5oo rs. Ruibos, excellente peixe portuguez, em
xe a 800,1,000 e l,2oo rs. Araeixa;; francezes em frasco de vidro com, barris pequeos ou a retalho, a vista se
Vinho Bordeaux das marcas ma'is acredita- tampa do mesmo, a 155oo. far o preco.
das qe vem ao nosso mereci a 7,000 e Aaicixas franc zas em e;iixinh;rs te diversos | Azeitonus de Rivas em ancorelas grandes de
8,000 c caixa e 64o e 7oo ris a gar-. tamanhos com bolitas talan pas na ca-, garrafas por 600 e 8oors. a garrafa.
rafa. *a exterior, a l,4^j, l,6oo, (,80o e 2,ooo I Antonias portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
Genebra ete Hollanda a 48o rs. a botija de -cada nma. 1,^00 cada urna ancoreta.
conta certa. Azeite doce refinada hespanhol-ou portuguez | Chnpagne da melhor qualidade que vem
Frasqueras de genebra de Hdllanda a 6,Soo a Oon rs. a garrxfa e lo:oso a caixa. ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
e 04o rs. o frasco. Ilfctaas muito ncvssa 80 rs. a libra e2,5oo I 24,000 e 26,ooo o gigo.
Genebra de laranja verdacira em frascos i o gigo com SO'iiLra^. Comma deengommar muito alva a 12o rs.
nrande a l.oooe U,ooors. a frasqueira Conservas inglesas a 75o rs. o frasco el a libra.
Caf do Rio de Ia qna'.idaSe a 28o rs. aii- i 8,5oo a duzia. Figos em sextinhas a 80 rs, cada urna e 72o
brae8,5oo rs. a arroba. Vassouras decscova pare esfregar casa o! rs.a duzia.
Caf do Cear muito superior a 24o rs. al
bra e 7,5oo rs. a arrobe.
4oo rs.
Nozes muilo ni;vns
a !6ors. a libra.
Arroz do Maranhao de Ia qualidade a leo jMnlho iofflex em garrafa z vidro comroba
rs. a libra e 2,800 a arroba,
dem da India a loo re. a libra
arrdba.
do mesmo, e 16o rs.
e2,8ea Mostarda in^tsa dos mthores fabricantes,
a 800 rs. o frasco.
dem Java a 80 rs. s ibra e 24Aoar- Mostarda franceza em potes j preparat-a a
robe. 4rm rs. frasco.
Pateco-e alpista a 14o rs. a libra ef^eoa Lentilhas francezas, excellente legume pera
arroia. sops, a 3e rs. a libra.
Massa de tomatesdesuperirqnalidadea-fi'i-' Marrasquino fe Zara propriament6 dio a
rs. 8 lata de urna libra 56o rs. a r Iho. ; Palitos t- ilr^.ie. n 14o rs. o maco.
Papel azul para botica a 2,000 a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, por diversos presos.
Amendoas concitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a 1,4oo e 2.000 rs. a caada.
Azeile doce de Lisboa a 4,800 rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
ri r^ P -

o 3 c-o g- "
-y* 3 O ^ M
m ~ Cb 3 s
r- P
1
de
.pa;*
Tasso Irmaos
Venden no sea armazen roa do
Amorta n. 35.
Licor lino CuracAn eroixuijas e meias botijas.
Licores liaos surtidos em garrafas coa xolbas dt
vidro e em liod06 frascos.
VinhosCaers.
Santeroes.
Chamnertin.
Hermilage.
Borgoohe.
Champagne.
Moscatel.
Reioo.
Bordeaux.
Cognac.
Od Too.
Papp Upniol.
O castello de Grasville.
Tradutid do frinmi per A. J. G. da Croi.
Vende-se este bello romance em quati
tomos pelo baratissimo preco de 3600
ua praca da Independencia, livraria ns.
Dea.
Jtfj
estarovar algodo
FABRICABAS
Por Pkat Bmhers & OLUAM
Esusasaefc'i^
podem do^oaet a
g qualqtwr especit
i de algodao sc
estragar o lie
' sendo ba*:atil
duas pessoRs. \
o t rabalfeo;, pdf
descaro^ar ami
arroba de 'alo-
dio em ea?j
em 40 aaiauiai.
ou 18 arrabu
por da ou. i s-
robas de algwdc
limpo.
Frameisco Jos Germano
RIJA NOVA N. 22,
acaba de -reeeber um Kndo e magnifico sor-
timento de orlos, lonetos, binculos, dn ul-
timo emais apurado gof-to da Europa e ecu-
los de alcance para (bservacoes epara os
marit irnos.
No aimazeni d azendas
baratas de Saatos Coelho
Rna do Queimado a. 10.
Vende-se o secninte :
Coberta? de chita fina a 2J0.
Ditas de dila a ST'> <().
Lfyw Ditos de dito de lioho a i&.
Sabio a' luz tm Paiis. evende-M tm PfroanhB-
ro, Da livraria de Jote Barbosa de Mi Iu, ittda
Ciuz n. lii :
Poimalario on gaia rofdir por P.!.. ff. o*r-
no*n, 7- idi^o atgBitnlada rui i, toirunenics
novts, esrompaoliadade li>4 flj.ui8t, l voioaie
un 12 t-r.r., prtjo 6(,t0.
Ka mt-ua livraria se vnjt'mi is obraf (egaia-
lis do n e.>n o aotor Cl einuvit :
DiciKiir.no f uetitina pipaiar^ 3" idc?o,
muiloaognienlada e ac-ipi 3 vols. tn> 8o ene- preco SOf,
Historia natural para meamii t uitLitias, i vol.
em 8o ene, preco 4ttO.
Modo de citluiei a idade do ravaiu, do barro,
das bestas n nares, rio Ijoi do can un. ca cala
e do [ino liiul oa, en' 8', p ifi !J.
Na ir;i,a do con tiercir, n. 4, rnilorio de
.Km Mana Pahndra, vn,dtte :
Ceivtja Uass, Midadtira rn botilfs. rl.egfta
rec Biseooto ingle! n uito Bu.
lin'.'.cl 11... i iii11 i.r; i.i .i 11 \-,, ruja qualidade
ja iqui nao vm. la ial\tz 2 aniios.
Vendenirse
maclnui> americanas de serrle para riescaroca
algodao : na ra da Seuzaia i\ova n. i2.
i'n.iia a iu- di- muilo soperior ijualtdadej:
vende-se na loa do Vgario n i i- audaj, is-
rriplorio*
Cal de Lislta
~^_ Vndese a o lianil : na ra do lrum D. t'6,
armazem de atsuear.
i m ii -tii Ualiicas pequeL&t.
Cera em velas de lodos os tamaobos.
Bogias
Mercurio.
i\a tua do vigario n. 19, primeiro andar.
Farello.
Vf ndc-se superior farello de Lisl-na
zem nllianca. rna do Imperailor n. .")?.
no arma--
Vende-se nma armaran dr amarello i.ropiia
para qualquer negocio : na ru;: da Imperatr n.
77.
cekveja u unm.
Na loj du cha vende-se soperior r rv.ri ra Ba-
luera, urna caixa c< m duas doiias de -.irrafas por
10,5. e a remhn a 810 rs. a garrafa
INJECCAO BRtTwT
Remedio Drallivel as apnei il.es aidigas
e rcenles, unxo deposito a pliaru>aca
frai'ceza, ra da Ciu n. 22 c au prrco de
3,5000.
llMff
immi [RD,
Assim eoaw machinas para serem movidu
animaes, que doscdjroc,arn 18 arrobas de al#__
limpo, uor da; e motares para mover urna, duoz, I ^',os deferamaue de lioho de um s5 panno
eutrss dessas laGhiuas. !3i00.
Os mesmostem para vender na bellissimo va- Panno de linho fine com 9 1(5 palmes de largu-
por que pode faier mover seis destas maciiioai ^ ra |iel harato preco do 2S400 a vara,
mencionadas; para o que conwda-se aos Sk.:. Bramante de linho tino com 10 palmos de lar-
agricultores a virem vr e exaraina-Io, no arma- Snra a 25^0 a vara.
em de algodao, no largo da ponte aova n. 47.
SaaBders Brothers A C.
!V. II, prac d Corp* Santo
RECIPE.
Os uwicos agente* oeste paiz.
VKMJfi-SE
um ea&rlolet americano de quatro rodas para duas
pess com aweios, nov.s e elegaotes, por preco ommo-
do : na roa da Punte VeHia n. 8.______
Veadfl-se om cylindro, urna asseira. orna
balanca grande e urna dita pequea, com todoe os
pesos e mais oiencilios de padaria : a tratar na
rna Direita o. 24.
hom e barato
Manlciga ineleza flor a 15 a libra, franreza a
840, arroz dn Maranhao a 100 rs., paineo a 120,
amendoas a 24o, caf do Rio hom a 240, vinho da
Figueira a 400 rs. a garrafa, e 34 a ranada. Lis-
ba a 3'iO a garrafa, e 2600 a ranada, azeile doce
a 600 r. a nrrala, vinagre de Lisboa a 200 rs. a
garrafa, e l?00 a caada, queijos do opimo vapor
a 2*300': na roa das Crozas n. 24, esquiua da
travesea du Oovidur.
Vende-se um obrado de dou andaras no___---------------------------------- ^
hairm d Santo Aniooln, o qnal rende para mais Em ca.-a de Phipps Brnthers rj G, rna do
de 1:2004, e urna casa terrea no birrn da Boa-' Vigamo n. v*odem se cofres de ferro, prova da
Vista a trata/ com agente Oiympi'i erasen anua-' f P", dos afamados fabricantes Miloer 4 Sun, de
zem na roa da Cadeia do Reate o. 34. Liverpool.
Pegas de camlraia com salpicos brancos Ke de
inores com 81|2 varas a 44-tOO.
I'ec cortinado de cama com 26 varas a !(.
Balee-- da arcos a 24506,31, -1,8500 e b$.
Lengos de cambrala fina a 2jf600 a doza.
Ditos de dita a 2S a duzia.
A iluminarlo de lioho fino a 24800 a vara,
ililo de algodao a 2j a vara.
Alprdo enfestado com 7 1|2 palmos de largura
a 14*00 a vara.
Pecas de breanha de rolo com 10 varas propria
para sa,a a 34500.
Fil de linho liso fino a 800 rs. a vara.
Dito de dito com salpicos a 14 a vara.
Gralificaco le 50$.
Ansentou'se da casa n. 9 da rn;. do Imperador
(ouirVia Cullrgio) no sabbado IC do corn-ou toel
oe setembiode 1865, o escravo par< deinnieJoa-
qiiim, rom os signaessejii)inte>: rstalbia legular,
idade 18 a 20 snnos, fem barba, |i- largos, olioa
glandes, rabello corrido, con' orna riraiuz iando
e bim visivel na testa, |aile d(S d*Ole> da frenU
arruinados, e com falla de algons dos lados, sabi
com calca dr brim |>ard>> e |>aleiol runo d* panno,
mas levu mais rnnpa branca e de (r, muito
a>iucioso, cosioma intitular-se f"iro .inar cal-
cado ; I- i (scravn do Sr. Guilheme Fierteriro da
Souza Carvaiho, geuro do finado Sr ci nunendadoi
Manotl Gongalves da Silva : roga-se a .-na captura
a tudas ;:> autoridades policiaes a iiOalquer ca-
l>ito de rni|>o o cviira i essoa partirnlar que c
apprehender se gratificara com 5<4. alm das des-
pezas de conduegio, enlregando-o a >eu senlior
Miguel Jos Alves, na casa cima, tu no seu es-
cripiorio na ni* da ( iuz ca-a n. 19.
Fugio no da 29 do correnle o eseravn de
nome Benedicto, de nagn, de idade de 30 a 35
anos, alio, secco. cor bem preta tem ns |s dj-a-
ihetadiis, tem os denle< da frenie limados, e ero
cada cotovello um raroco, levnu ve>ndi ulcae
camisa de algodozmho bianeo, e i^m i rrli-io de
marcineiro : roga-se a apprehen>ao do dito esera-
vn, e levar a rna estrella do Rosario n. 31, arma-
z*m. une sera recompensado.
No oa 20 de seiembro prximo passado fa-
gio do engenho Terra-prea, doahixo af-ignado, o
esrravo Jolino, crulo, de altuia regular, grvfco,
de 30 anuos de idade, punca barba, lem os \-c> bem
feitos e nemas, muilo fllame, al se faz nuco,
lem o dedo polegar de urna mao ra! ido para den-
tro, anda n m orna carta fechada, du lenote coro-
nel Amaro Gomes da Cunha, apamini. ,i,,i ., img.
ca foi snrrado este escravo, foi ha moitu con prado
a riocha Lima e Guimaraes: qo< ni i pegar \< ve ao
mesmo engenho ou no Recife a' ra da R.,da a*
Alexaodre Correia da C. Jnior, i|ue sera bem re-
compensada
Aleandre Correia dt- Castro.
Fugio no da 4 do correle um moieque de
nome Cotme, de idade t3 aonos, cor bem |ireu,
cabega comprida, magro e bem regris la : qo<
hl. PS"; Tf 2*" A"'ar"- ,0M" a ,a"
Cambraia de linho ftoa a 44500, 64500 e M*a narn.LI;.. Re,!0 qUfl s" ri,"ficai-i
y-,. t gcuerosameoie.
Cortes de lazinha de lindos gostos
com 15 c-
pelo baratsimo
vadosa 54.
Pegas de madapoln finlssimo
prego de 84, 94, "4 e 114.
Flanella branca lina a 600 rs. o cavado.
Dita de cores fina a 880 rs. o covado.
Baldes de musselina para mtmna a 34.
e44-
Cambraia de forro a 34 a pega.
Dita tina a 44500, 64 e 73 a peca.
Guardanapos de linho a .'14800 a duzia.
Toalhas de algndn felpudas duzia a 124-
Esteira da India propria para forro de sala
4,5 a 6. palmos de-largura per menos preco
que em Qutra qualquer parte.
34500
de
do
Escravo fgido
Fugio do poder do abaixo assignado o sen escra-
vo Amaro, rrionln, cor svermelhada, adora reg-
lar, e de idade, pnuco mais ou aveno?, 30 ann< s
costuma andar bem vestido de camisa de Qanea d
cor e chapeo de chile, tem o be ico sop-N.-r bastan-
te groso e dobrado : roga-se a api rehensao de
dito escravo e soa captura qoe sera generosamente
recompensado.
O escravo Manoel, crloulo fnl|>, distentado,
fanhoso, altara regular e corpo arman; natural
de Paje de Flores,
, levon caiga e camisa de. algo-
Nesie armazem tambero se encontra um grande do da lista azul: gr>liflca-se bem a quem delle
sortimenlo de roopa feila e por medida. der noticia, na ra da Cideia do Recife n. 52.





8
Diarlo de rernaoilvnco linaria felra de Dezeznbro de i*)*
, fSEil
IH POCCO DE TtlO.
E' do Sr. J. F., acadmico voluntario, esta hislo
na r.manee :
D. HELENA.
Va vobis, qui saturan ttttt
guid esiirielis I Vic vobis qui ri-
iletis nunc, /na luijcbitis et fle-
bitis !
(Ev. 2. S. Locas, cap. 6.)
Quando voltamos a' cidade ou aldeia quo dos vio
i de bom mogo, nao era to pobre como a menina,
! porque sempre era homem. Entretanto, para ef-
1 fectaar-se o casamento, fazia-se mister a Amalia
! certos preparos indispensaveis, que nao comporta-
vam as circunstancias de Luiza, que muilo peno-
samante su sistia.
A pessoas, que a protegern), mas que, dimi-
nuidlo selhes as breas, nao Ihes fui mais possivel
proseguir essa virtuosa obra, dirigi se ella em taes
embaraces.
Em tudo Luiza as consultava, mando e mulher,
a qaem sempre euc ntr.ua offerecendo-lhe a mo
na barranco a estrada da miseria.
Que bei de axer eu, minha seuhoraT-ditta a
pobre viuva a' saa ex-projectora. Minha fllha 6
D .. marchamos sobre, nossa infancianossos
dia passados que, similhando um tapete verde, pobre, esse mog> tambem o mas tambem, con-
diz um poeta iuglez, so estendera d -baixo de vem nos tanto a rom com a ella___Se a nao ca
n ps tiara feslejarem ao viajante que volta. so com elle, flj.ra' em abandono, porque presinto
E o bem verdade;que expenraentei-o ao re- approximarem-se os meas ultimas dias, e Uo
gre-sar, pelas fer.as, a' casa paterna. Unto um p,,^,,.....CMad ,., ao m,.nos de|Xa.
Acadapa-soseencontraunnrecordagaou'uma |a-hei amparada, e ella lia de amparar a seus ir
puls&cto do coragao. Aqui sotlreraos. al.i fomos raos.
e!i '.es; aqui solugmos de dr, all choramos de
alegra.
La um dia, cabisbaixo e melancholicj, preoccu-
I 11 Mino um I) 'tnico, passeava eu pelo campo.
Oecorte-rae ama idea, disse a bea mulher
afloal.
Abl que idea, minia senbira?
Urna Idea feliz por son duvida, minha chara
Q lando ergo a cabeca que percebo a distancia Lujia. Conhece D. lMena?
po: mim percorrida.
Fora o passeio mais longo do que e desojara
Achei me ao p de um monte, a que recordava-
m de ler id > urna vez apenas em mioha infancia,
. elle enlao solitario e deserto. Que sombras
im::is iba oraaram a fronte, qae s bafejava a
!. resea, e b inhavam os regatos cryslalinos!
Mas agora avstava lite na encosta, sobre cuja
I tea ;raliiJa resvalavam os ltimos raips de ura sul
i ..i no, algomas casinhas dispersas o urna lin
da ~ ipe.li.i. Era esta de eonstrucgo moderna, mas
1' apa '. chela de siuiplicidade, como o soem
-tonillos de ms entre a gente do campo,
sempre religiosa de coragao.
T timaba singeleza no expresar e manifestar
de seas votos, quo candidos e sinceros sao ellos,
ijuo paros o iunocenles os seus coragoes.
O servei ento muitas pessoas dirigircm-se para
essa pequea eapella, em trages domingueros.
Resolv subir, subi o monte, ja' em noite, e en
: pela primeira vez, n'essi uova casa do Se-
ni r.
Era um modesto templosinho consagrad.> a' Nos-
: a Sanbora. Eslava acceso e com ornamentos fu-
i; ".es,
TjJos silenciosos e tristes conservavam se cheios
do respeito, formados em duas alas, segurando as
n'uma especie de lant-rnas feilas de papel.
N) centro da igreja, sobre urna mesa, coberta cora
n.i! panno preto, um eaxo de enterro. E um en-
canecido padre encoramendava urna alma a Deas.
Din euu-rro pomposo que era esse, como se nao vi-
i. uda alii. Alflrmavara no todos.
EntrauJo, poja, com todo o recalo no pequeo
templo da Mi de Crtelo, ajoelhei e fiz urna breve
\j. Depois, acceitaodo tambem urna vela, que
se me o!T.recia, me fui enllocar entre aquellos rs-
ticos de to ingenuos semblantes e to similhantes,
a confundi-los a todos, se nae fossem to diversa-
nieule vestidos.
Uns trajavam jaquelas de chita preta; outros
cas icas o sobrecasas de urna alpaka esverdeada>
qae perdura a sua primitiva cor. Eram ainta da
media idade, hereditarias; que s na, pragas se
au admiti a liereditarielade das casacas. Em-
li.ii trajavam ;uremdos o piletol; e as grvatas e
as camisas, Uso tudo era exiravagan :ias, que fa-
siam nr a bom rir ao mais moderado dos nossos
mocos da moaa.
- indo o acto, retirei-me para a sacriolia. Uiu
bom velho, muito meu conhecido, eueonlrando-ine,
uj<. caba em !>i de alegra.
Por aqui, meu meuino I disse-me do-
;. ule.
E' verdad-, volvi-lhe eu ; ha vinte e-qualro
;i ii .- apenas que eu cheguei, Sr. Felicio.
E, J::iji'i;s mutuos curaprimeutos e mil per-
gun'.as curiosas.qua me fez elle, proiougou-se aiuda
'. --o dialogo a enfadar-me, a mim sofreg de
jas do tbeatro de minha meuinice, desejasj de
- de q'em era o entero, a que assistra sem
ra-lo.
At qae achei lugar para f.izer-lhc esta pergun-
ta nao sem um certo acanliamento; porque all,
se conheeem todos, vergonna era, por certo.
nao saber eu quem morrora e a qaem se celebrava
u; mortuario desse jaez.
A que.n se fez lo suraptaoso enterro, Sr.
Felicio, corno este aqur; as^i^tlmos.
Oh I perguntas-me, e nao vieste*
Mas por acaso que vim...
ue ventura ignoris quera morren ? Nao co-
ni: ste ento a esse ricago Pedro Antunes, meu
filii. ?
Nao por certo, meu ssnhor, que sahi to cedo
*:.-'. ierra e
Pus Lr-rn___ pnis bem, l'o direi en agora
qoera foi Pedro Antunes e sua espesa, a cujas exe-
quias vimos de assistir. Apraz le ouvir?
Oh I
Mas, como urna historia, encaminhemo-nos
para casa, que t'a coniare de caminho: ceiarei
eomtigo hoje que, ha mnto tempo, nao nos vemos.
Sahimos, com effeiti, da igreja.
Eram sete horas talvez.
A la rorria no firmamento cheia de formusura
e melancholica. Derramava sobre a campia, que
Oh.! sni: conheco a muito, vejo-a todos os
domingos inissa. E' a esposa do commendador
Pedro Antunes, nao 1
Justamente, Luiza. Duvidar voss por ven-
tura dos senlimenlos philaniropbicos dVssa mu-
lher?.. I) zein-na muito humanitaria...
Sim; chandosa parecem'o ella muito, que
sempre a vejo metter esmola as maos, aquelles
que a cercara ; mas___
Mas., va, v, Luiza. D'i.-to depende a feli-
cdade de seus llios e a sua propria tranquili-
dade.
Ah I isto bem verdade, minha senhora,
disse Luiza levantando-se para sahir.
E acrescentou aiuda, dirigiudo-se para a casa
do couiraeudador Pedro Auluoes:
Vou segurar a sorte a meus ihos.
II
Luiza dirigiodo-se habitacio de D. H-ilena,
apezar de urna certa aguacao intima, ionompre-
beusivel, levava no coraeo a esperanca, como a
um miuiuso passarioo em seu niuho ijue tecido
do espuibos. Julgava bem ir buseai urna divida,
pois que sempre ouvira dizjr ao mando de sua
protectora um dos homens raais entendidos
do lugar que as bo-is ae&ies, cara esta, eram le
tras sacatlas eternidade.
Sempre a aleutava pois essa fe, que nunca a
abandonara.
E ja abencoava aquella que Ihe mandara a
fortuna a casa, garaolindo lhe o futuro a seus
ios.
Ella, porra, as trauspOr os umbraes e pizar os
bateles de marraore das ponas da casa do cora-
meudador Pedro Anluuey, cheia de terror, seulio,
pela vez primeira, em sua vida, quasi a fugir-lhe
do coraeo, essa esperanja sua compauheira,
sempre e quasi, a invennenar o peito essa ser-
pe infernal, que se desenrosca dos espinhos, a
que chama-se dese-pero.
Mas entrara ja....
Desluiubrava-a o luxo n'aqnella morada, rica
sobre modo para aquelles lugares, enjos habitan-
tes, os mais abastados nao passavam d'esse appa-
rato ebeio de simplicidade da rustiqueza.
ij.i ni ]) calcou os degraos d'essa escada, que
sob os seus ps seulio a molleza de um macio ta-
pete, fraquejiram lhe as pernas.
Olhou escada cima, fez um esforz e sabio como
cga a ladear.
Cbegou i'ancada do esforco e immovel, como
urna sombra permaoeceu junto a porta na sala de
D. Helena.
Acordou a urna voz spera, secca, altiva, que
dizia aiinal:
Eutre!
E maior esplendor ainda descobrio-se a seus
olhos.
Abi tudo era novo e raaraviliioso para essa po-
bre mulher, apenas habituada ao singelo e grultes-
co do campo. Um aroma exquisito, um quadro
mais bello, um espelho mais rico, um raovel mais
fino e interesjante, ludo a sorpreheodia.
Luiza, pois, sem saber mesmo um modo de cor-
tejar a essa rica senhora, approximou-he a ella
quasi ajoelhando-selhe aos ps e exprimindo-se de
um modo So eloquente, to tocante, tao com a
persuaso da dor, que muito de pedra fura o co-
raeo que se nao coinmovesse I...
Oh I a essa 13) rpida scena nao ha descrever,
que todo Bcar-llie-hia muito a quem.
Pedia Luiza a feliciciade a D. Helena ; essa feli-
cidade, que muita vez compra o mundo a punha-
di- le ouro 1
Ouro I ouro I a teu retiir supremD se curva a
humanidade e hosannas te entoa.
Nao te terei odio ; nao posso odiar-te; mas nao
triumpharaes nunca de mim.
Meus senlimenlos meu coraeo, esses... oh!
esses nao se mercadejam.
Que te sirvam as intellgencias venaes e corrup-
tas, que a um acno teu se amarrotem as mais al-
tivas e hypocntas angoas, que se incline e v de
rojo beijar o p a leus ps o mundo inteiro, que
euno.. nunca o farei...
Oh I mas tambem to dura a necessidade !
i :. -a TisU abraogia la' embaixo, urna luz que E era a miseria, o feio esqueleto da necessidade,
que impellia a pobre Luiza.
Era suido, que quer vnss, mulher? lhe
retorquiu, Oaleatando-se em todo o seu orgulho,
D. Helena, qae nao deixou de sentir algum alalo,
O Sr. Febcio, enjos admans me fizeram lerabrar I a0 obstante estar n'esse dia de muito mu hu-
aquelk an avel velho que ha contado a historia de mor.
se alongava pelas veredas retorcidas, pareceodo
ivas listas estampadas na alcatifa opaca das sar-
sas.
Marchavamo* a passo lento.
Paulo e Virginia, principiuu assiui :
I
Oh I minha senhora, respondeu ingenuamen
te Luiza. Peco-lhe a feheidade para rainba tilha e
Olha para alli, disse-me indicando um lugar seas irmos... E' urna esmola que invoco de
Vs la' aquella braucura sobre que reflecte o luar ? sua caridade, tonta que o ero ha de satisfazer.
Sun; urna casa.
Pois bem. Aqurlla bella casa, cuja apparen-
cia para estranbar-se n'estes lugares, testemu-
uncu um castigo de Deus. E o velho descobrlo a
ca; -e.i que luzio a' luz da la.
Arrraucou um suspiro de magoa econlinuou :
Acola', meu lho, foi a habita^ao do coramen-
D. Helena nao quiz ouvir mais.
Voltou-lhe as costas, limitando se a dizer-lhe
com esse enfado coo'inuo e arrogancia das pessoas
de fortuna para com os desfavorec los.
Ora deixe-me em paz, mulher I V traba-
Ihar com a saa filha, se qae a quer casar como
diz... J estou aborrecida de ver a tanta gente
dencia, inlelligente e tao laborioso, qoe, com ama Morar comigo e Flavio... Muito nos apraz
pequenina protecejo, se achava j em posieio me-
nos desfavorave, e promedia ir por diante.
Tudo lhe corra feliz.
Amalia carava de seus irmos, qae Flavio aju-
dava a educar, considerando-os seus tambem.
A Amalia s lhe pezava a ddr da prxima perda Oh I minha senhora I Deus ha de pagir-
de sua boi mi, que tranquilla pela realisaco, lhe!... Essas sao as letras sacidas para a ter-
muilo custosa, sim, mas completa de seus desejos, idade...
expirara, como urna verdadeira christaa. Desde ento, como desojara Flavio e Amalia, fi-
Conao conseguisse Lniza a realisago de seos coa Helena habitaudo era sua antigi casa, onde
ter em voss maisumi irma... Voss aceita, nao
assim, Helena T...
Amalia nao concluio...
Helena se lhe langou aos ps, beijando-lhe as
mos.
anhelos, o que ora devemes narrar.
Voltando desconsolada da casa de D. Helena,
que resultado colheram seus passos, sem dize-l
ella, advinharam-no todas.
Eis, pois, a empenbarem-se todos na sorte de
Luiza. Aquelle excelleote hornera e sua mulher,
seus ex-protectores, liveram n'is-o a iniciativa.
Proraoveu-se urna subscrip^ao, e todos, que se
reuniam na igreja aos domingos, vieram depr o
bolo, que permettiam os haveres e a philantropia
de cada um. |
D. II I na quiz fazer em pleno dia, em pleno
publico, o que particularmente nao Qzera ; mas re-
pelliram a pbarisaica, que coslumada a ser obde- '
cida e respeitada sacudi cora o seu ouro ao chao
e sabio fenda em seu orgulbo sera limites e ebeia
de saoha como urna vspa.
Eis como a Luiza se effectuaram os seu desejos.
Este foi o fraco dote de Flavioede Amalia; est
a proleccao que tiveram, mu valiosa por sera du-
vida. E forara irabalhar queridas e abeocoados
por todos.
Como que protegia-os o co.
Dentro em poucos aooos Flavio e Amalia forma-
vam o par mais feliz do mundo iuteiro; porque,
alm de se amarem, eram ricos e amados de
todos.
Tanto mais elles prsperos, mais brandos, mais
doceis, mais affaveis e mais benignos se mostravam
para com lodos. .
Fazendo o bem, pagavam elles urna divida, eomo
bons devedores que eram...
E Flavio, alm de grato, sem esquecer nanea o
modo porque se elevara, nem occullaodo-o a al-
guera, tinha gravados em sea coraeo aquellas pa*
lavras de um poeta da Franca : c Nao nanea
intilmente que nos nimos ao grande numero dos
que soffrem, que erem, qae esperam ; porque a
felicidade nos deve vir sempre dos outros, e o ego-
'8*
nao s achou todos as commdidade, mas tambem
una paz de que dantes nao gusa va jamis.
Cahio enferma a-nunca ah.mdonaram-ua os cui-
dados affectaosos da mais dedicada das irmas,
at hontem quando perecea pelas seis horas da
tarde.
Dizem que em sua extrema hora penelron no
qnarto em que se achava urna claridade extranha.
Qae enterro lhe fizeram vimo-lo nos.
Foi este a que assistiraos.
E entramos em casa eu e o bom velho para
ceiarmos.
E' de urna jovem pernambucana o segrate :
CANTO 0E DR.
E' atroz que me facam soffrer.
Por amar, e amar com ardor !
A minh'alma arrancaran) do peito,
S deixaram o martyrio e a dor.
A dr sim, porque teono no peito r
A saudade d'um amor que alimento
O- meus prantos de todo seccaram,
E me segu na vida um tormento f
O tormento que abrasa minh'alma
S a Deus que eo posso contar :
Neste mundo nao icho um'amiga
Que rae digatu podes amar.

ismo nao mais do que um estril negaco, no ~....." ~"~ """" lhe deu uma earla de crt'
i- -......- -- ___________. dito para uma das casas bancanas desta capital.
A quantn era con< ponto de vista de Deus, como no pool de vista do
homem.
Assim era elle feliz, por qae sabia asyiar essa
feheidade que lhe eorria ao ao encontr, quando Logo que 0 ariJsla chegow a p^ apreseniou-se
espancavamna outro. para cobrar a quaotia rad.eada na sua earta de
E isto aconteca a Pedro Antunes. j crdito, e con o empregado- da casa bascara o
Este de dia para dia decahia e experlmeotava ne conhecesse pessoalmenter nao pode *eiar de
lodos os remorsos, todas as dores e todos os pesa-
res, sobo peso da desventura, quando a Plavio sor"
ria-lhe a ventura.
Uma tarde em que Flavio de pages do dia.. sentado ao tevreiro de sua modesta
habitagao, como muito moda entre os caraponios,
junto a sua mulher, beijando a uma criancinha, | Neste caso, deveis comprehender que...
que tinha ao eoilo e elle a um lindo menino de N>io tendes conhecimento do-meu nome f
dous aooos, coHocado eotre a* pernas, ouvio-se dBr Sei que exisfe-em Londres um pintor celebre
signaes ao sinoiiotio da c.ipelb-v. assim chamado.
Que tristeza havia no dobrar o sino Ja. vistes algoraa das suas obras?'
Un individuo, com raostras de pranerde boa no- O meu patrotem oo seu gitoioete am
va, vinha a correr pira Flavior que disse-lhe jul-
aando talvez agradar-lhe :
Morreu o ommendtdor Pedro AntunesI...
K deu um .-urn.-o amar-Un.
Mando e raulheF se olharam, cheixaodo cada, um
correr lagrimas, eabragando e beijando os fiihi-
nii i-, que, nsouos, nao compi'ehendiam
pas.
Eram dous lyrio* de innocencia colhidos a uma Acreditaes agora que eu sou Mr. H&rrrag V
coia de piedade e virtude O caixeiro enlregou-lhe odinheiro.
Pedro Antunes suecumbira a um ataque de apo- Faco-vos prseme (teste esbogo, lhe disse o
plexia e deixra a D. Helena a viuvez e a miseria artista ao despedir-se.
someute.
Dividas, que contrahira seu marido,. pra >atis-
faze-las nao era bastante o valor de sua casar ni-
co bem que lhe recava.
Ella, pois, abandonou-a a seu credores e satiio,
de mo, a cabeca, a mendigar quasi, leuca de des-
espero.
- Quasi -porque era orgulhosa ainda. '. meme de m,otn'
jy Em aples todos "> depuiados eleitis,
A casa, que penencera a D.Helena, entregue a tuand>um, perleneoma-opposigo liberal,
seus credores, era de inleresse a todos vende-la, e ,
Flavio comprou-o, por que era o nico no lugar,
que a podia possolr.
Este palacio da grandeza, sem nada tirar uern
por a seu esplendor, couverterara-no Flavio e Ama-
lia em refugio da pobreza.
Bem Ibes (embrava a elles a pobre IX Helena
mas temum ainda o orgulbo dessa mulher ja to a
olhos vistos castigada pelo co
E coodoiara-se Je sua desgragaia sorte; porque
o odio, a vioganga, a traigo, a crueldade, s no
coragao dos malvados assstem.
Muitos corages deshumanos, muitos espiritos
cegos e jaoatlcos repelliam a desgranada viuva, qae
julgavam castigada fro co.
Assim a sua soberba foi sopeando o mundo, e
esta' escripto : Vos adorareis o Senhor voso Ueos
e s a Elle serviris.escrevo o Cruzeiro do Bra-
sil o seguinte :
Para curar uma chaga profunda neesssario
um remedio energieo e tratameoto prolongado ; e
para reparar um grande crime preciso uma gran-
de satisfaga i, dizia S. Gregorio, hispo de Nsa.
Ora, se em relago as offensa*, que commelte-
mos uns contra os outros, se exige essa proporcao
entre a repar.igao o o crime, quem, victima de valor iufioito, poderia satisfazer e apla-
car a Mageslado Divinaoeadida pelos peccapos dos
homens ?
Eis que so approxima o memorawl da dessa
reparagao, e ofidio do Eterno Pa que voluntaria-
te se quiz offerecer em hostia superabundante de
propiciagiio, para o que se tinha dignado revestir-
se de nossa carne, se apressa em prep irar-se con
venlenlemente, afim de tornar esse sacrificio mais
agradavcl justtea do Eterno.
Por um movmeuto do Espirito Santo retira-se
elle para o deserto, onde jejua por quareuta das e
quarsnta noites, e, quando no fim deste jejura sen-
tiu-se com ome, foi tentado pelo Demonio, que to-
mou a forma humana e lhe disse.
Nao sois vos o Filho do Dos ? Manda! que
estas pedras se convertam em pao !
Oh I bondade infinita de um Dos devorado pelo
amor dos homens I..
O autor da santidade, deixando-se tentar pelo an-
jo da soberba e da mentira I .
Porm Jess Christo quiz que sua paixao e mor-
te fossem apropnadas a todas as noss-as necessida
des para que nos aproveitassemos do seu exemplo
para nos regolarmos e animarrao? na vida e ao
mesmo lempo servir-nos da consolago,
t' verdaderamente quem jamis deve desani-
marse com as tentagoes, quando, no presente
Evaogelho, vemos o Divino Salvador perseguido por
Satanaz com reiteradas lemages!
Nao desanima este maldrto cora a resposa- que
o Divino Salvador lhe da, duendo :
Que o hornera nao vivo-s do pao ; porm'de
toda a pa!;7*a que sahe da bocea de Deus.
Dessa divina palavra que dos purifica, que nos
abraza no saato fervor das boas obras; dessa divi-
na palavra que illumina uos.-o- entendimento para
comprebendersios o que melhor convm a noss
salvago, e Icv.'tJo a Jess Chrto ao pinculo do
templo, e lenta yela segunda vez, dizendo-lhe :
Se sois Filho de Deus bnsai-vos daqu abai-
*; porque Deutem mandado a> seus aojos cui-
d are ni de Vos; elles v s apararn era suas mos
para que vossos ps- nao sejam otfendidos de en-
contr as podras I
Ol !... Qumto nao precisamos-da graga divina
em nosso auxilio, para combtannos com um mi-
raigo to tenaz era gaohar a nossa- alma.
Se lemos vencido a primeira teniagao, cuida-
do !.....
Nao lardar a vir segunda e terceira, como ob-
servamos no tvangelho, que o demonio nao se des-
animou de tentar a Je-ius com a primeira e segun-
da repulsa do Divino Salvador, antes, acreditando
que Jess Cbritlo era onicamente humen), uma ter-
ceira vex ousou ainda teola-lo !
Mas a graga divina jamis faltn a aquelles, que
a pedera eom verdadeiroa sen tmenlo-de compon-
gao ; que se fortalecen) com a frequeueta dos Sa-
crameuto^.orages e boaa-obras, e eatao esse ma-
ligno espinto, em vez de vencer-nos, sera o venci-
do, e desi.-nra da sua tenebrosa emprosa, como fez
quando peta terceira vez teotou a Jesue-Christo no
deserto, e ue couduzmdo-o ao mais alto da mon
launa, emprehendeu ventar nosso Diviso Salva-
dor pela ambicao, dizenJo-lne :
Eis aiipi em derredor de vos lodos os reinos
dO'Uiuudo com todas as suas glorias. Eu vos da-
rei isso que estaes vendo., se prostrado me adorar-
des II!...
Os esfur^os de Satanaz- para vencer nossas al-
mas sao sempre constaules e reiterados, como o
vimos praucar. com Jess Christo no deserto, e
por essa ra&ao que Jess Chrisivi quiz deixar-se ten-
tar por esse maligno espirito, entrando com elle
em luta abena e manifesta, atlra de mais eflkaz-
utente nos previnir da vigilancia que devenios ter
O celebre patriota italiano Mazzini, que se propoz? contra tantas teutagoes, que nos ceroam de todos
candidato a depulado om Genova, fui vencido pelo!os 'ades e por todos os modos, para, nao seriaos o
seu competidor, o mepquez Kicci, por *6'votos so- 0' do demonio e o opprobno domando.
E', pois, fortalecendo-nos oom a ,'requeocia dos
excep-; SacrameoSos-e armando-nos com as-oracoes e com
j esta alma remida cora o- preciosi-simo sangue
__ |d'Aquelle a. qaem ousaste tentar no deserto, e de
i quem ouviste confuso e porturbado-aquella terrivel
.f?0^"^ atenea-, retira-te, Satanaz, porgue est escrpr
lo Tu adorars ao Senhor te Deus, e s a EV>
servirs.....
E nao nos aproveilaroraos dostes avisos, py
cuidadooamente escapa mos-a esses perigos ?
O celebre artista J. P. Herriof, pintor de aci-
maes, cbegou ha pouco a Paris e succedeu-lhe uwe
aventara, que merece contar-se.
Antes de partir de Londres, entregan um quadro-
que lhe Invia encommendad um opulento ban-
qaetro, e manifestando lhe que (tosejara ser p em Paris, & novo Creso
concebida ne>ies termos :
Pagai aoSf. i. F. Herrin?a qnantia de-etc.
mira-lo com certo escrpulo e receio.
Sois vos Mr. Herring? lhe pergunloai
Sou eu mesmo.
Trazeis aeaso algum documento que i dea lili
que a vossa pessoa* ?
Nao senhor.
do*
seus quadros.
Estaris no caso de conhecer ceslylo do pin-
tor ?
Cochece-lo-hia inmediatamente;
Dai-ine papel e-tinta.
O caixeiro aaouio ageste pedido, e um quarto de
aseus hora dopois-o artista apnesenlou-ihe um bellsimo
esboco.
O caixeiro desde eolo para c ficou louco de
contentamente.
de anrailar o elemento polaco e cathotioo na Polo-
nia, ordenou qoe-o-oostao religioso, que era feic
era liagoa polao, se faga de ora avante era lingea,
russa.
Elle nos prometiera posigoes brilhautes na sesie
Um critico, musical de Ortigue, autor de algumas I dade ; elle nos promattera. riquezas; elle nos-peo-
pecas de masica sacra escreveu mu formalmente i metter prosperidad* em nossos negocios e cs-go
nun peridico fraacez, que a opera seria italiana | qis po^e ^oievar iossos seutidos ;. ma
nao existe nem nunca existi.
Rossini, como natural, nao goslou. desta absur-
da assereov e n'um dos seus retratos em photo.
graphia, com que brindou o director de outro pe-
ridico, que advogou a causa da msica italiana,
lempos depois quem a conhecer.a, quando perder ,ao lasUra03auieDlt ca|amoaiJa p(>r M. ^ Ortmgue
essa arrogaocia, essa presumpgo, esse ar desde- lra5ou ^ SegumltS ,jnha .
nhoso a custo de soffrer e mais soffrer ? Fraca dj fira[ld3o que m % Guerl)
Era j una mendiga como outra qualquer. | fl vh(J Q|v|Je as apreciap5iW A> meu amj.
Eotao, ouviodo ella fallar de Flavio e Amalia
como os prolotypos da candado e bondade, resol-
veu recorrer aquellas a quem taoto desprezra,
humiinaodo-se a elles, pedindo-lhes o que Ibes ne-
gara ellaurna esmolla,que esses que vinhara da
praga banquriear-se em sua casa, que se diziam
seus amigos, nem mais lemhravam-se do caminho
desta aldea.
Era eenaraenie am sentimenlo sublime, e os :
go o padre cura de Ortigue, autur de uma mlssa
sera palavras, que, attendendo.ao seu valor musi-
cal, devera cantada em procisso pelos boulevtvils
\ de Santo Antonio, S. Martlobo e outros santos.
I Para elle a luz, para us. as treuas-Laus leo.
G. Rossini.
Um negociante ingles que se propuoha para
tudo isto. ser o prego da perda de vossa ai:iia p^r
uma cteruidade de penas no interno.
Estamos no tempo mais especial de reccncilia-
go aom o nosso Divino Salvador ; tempo gstamen
te era que coramemorarnps com a sania igreja o
eujejum por quareuta noites; lempo em que
cominemoramos a sua ..rtY ni j-a morte^ e que nos
devemos preparar para, pela recepgo. dos Sacra-
mentos, com todo oproveito espiritual. estejarmos
a sua gloriosa Resurreigo, e ento serraos fortifi-
cados por esse pao sagrado da sagrada Eucharis-
lia, que nos unir intimamente com Jess Christo,
b depois de nossa morte serums pelos aojos intro
duzidos na nossa patria celeste por toda a eterni
dad.
das suas fazeadas.
Os ingleses duerna isto :
Matar com uma pedrada dous passaros.
A ave eleitoral nao foi alcangada, porque a
dador Pedro Antunes, que levou a vida faustosa da gNn>.#HM escodas para pedir...
opulencia. N'estes lugares, onde quasi lodos sao, ^^ n.a|ma do bom fl|h0i otaai0i posto de
pobres e ignorantes, elle puuAa e dispunha. Sua joeihos, jauto ao Onado, que jaz ainda em seu leilo
mulher, que distribua esmolas aos pobres, mas!de eslrema angustia,braodeo primeiro dobrar dos
por vaidosa osleotaco talvez que por ontra cousa, ,nos por f e> M palvra8 de D. Helena no coragao
conquistara o nomede chandosa e humanitaria a i( Lujra brai)(,iram assim
toda essa boa gente, que della acercava se aos do-. E1|a> po,,,,,^ deixou so|a?anfl0 aioella CS5ai
mingos n'aquella igrejraha, que vimos de deixar. qa6) |ne deveodo ameD13Rr 0Q mnorar os ma|e(
Foi ella quem a mandou erigir para dedica-la ao Wm aggrjlVava aBda mai.
cuito da Mi de Deus.
Lua nutra mulher tambera havia aqu.
Mas esta era viuva e pobre, encarregada de fi
Ihos, carneada de annos, de molestias, de traba
lbos. de ; .-amentos tristes e cuidados por conse-
* ..... K, orna sorte ameagadora e triste, vive alegre e sa-
cunte. E era a verdadeira re igiosa. Acossada ..... ... -^ .
lisfeiU em companhia de seu mando, Flavio.
da desgraga, la procurar refugio na fe de seus pas
III
Algans mezes decorreram.
Amalia, essa menina, que ja' conhecemos no ri-
gor da miseria aos 19 anuos, sobre quem perava
seoiimenios sublimes, sao, como diz Dumas.o re-
fugio das almas fortes e a consolago das grandes
dores.
Ella, pois, encamnhou se um dia a casa de Ama-
lia, vencendo o grande acaohamento que lhe pe-
sava.
Passando os humbraes a essa casa desconhecida
e inlerrogava-se a si mesma, a rospeilo de um pas
sado. Pisando a alcatifa na escada sentio Ireme-
remlhe as pernas mais ainda que a pobre Luiza,
a quem, como a ella, nao affligia ao menos o agui-
Iho do remorso e outros eram os seus pesares.
No topo da mesma escada, a respeito da qual dis- occasionadas pelas suas veleidades polticas.
sera D. tteleaa que de subirem-na para pedir j _____^^m
eslava ella aborrecida, eocootrou a filha de Luita,
que lhe abra os bracos com os olhos rasos de la- Exislem anda hoje provas de impresso an;cas
grimas e a Flavio de um lado, nao menos comino- no mundo e que importam uma dessas curiosida-
vido que sua mulher, exclamando :
Quanio sou feliz por poder perdoar e amar. ouro : vem a ser as provas do "jornal de Marat
A ESPERANZA,
A misericordia do Deus Creador que nos ama
candidato as ultimas eleigoes do parlamento, te-''''""" a ol)ra Illais preciosa de suas maos, do Deus
ve a idea eogeohosa de utilisar as despezas de ira- Salvador que nos resgatoucora o prego de seu san-
presso que fez para dous fins, collocando em se- ue> 'iHuita ; mas aquello que se estriba n>sta
gunla a sua pjrolissao de f, os pregos correotes idea Para praticar o mal, que pecca de caso pen-
sado, fundando sua esperaoga em uma boadade
que escarnece cada dia, nao trabalha se&aw para
merecer os castigos eternos : a esperanga ios pec-
cadores perecer, diz a escriptura, e com effeito
did?tura falhou ; mas segundo parece, a pedrada,ella merece pereoer por isso que deshonra a Divin-
erio mais clienles do que eleilores, e o providente dade a"buindo-lhe uma fraqueza que compro-
candidato desforrou-se largamente das despezas
raettena os interesses de sua gloria e violara as
leis invariaveis da sua justiga.
A boadade divina nao esta boadade humana
que se eompe de cegueira, de lisonja, de parcia
lidade fraquea da alna ; uma bondade em
que a misericordia nao poa venda nos olhos da
des bibliographicas que sao disputadas a peso de austera justiga, comquanto a acorapaahe passo a
e orava a Deus com uoi fervor de saucla.
Aqai havemos dous bem diversas quadros : a
Que de (ransformagdes se operara sobre as cou-
sas da trra I
Grandes sao os designios de Deas, maito bem
indigencia com as suas dores, com as suas lagri- diz o valgo.
mao; a opuleueia com os seus gozos, com os seus, Esse mico, que tambera j conhecemos em cir-
risos. : cumstancias idnticas s de Amalia, era am ver-
Luiza, o pobre viuva, encontrara um noivo para dadeiro esposo bom. Affavel, eom um eoracao
a sua fllha mais velha, Amalia; porm elle, apezar bem formado, pensando sempre o bem e com pra-
passo ; uma bondad solida e duravel que est
Alludindo talvez as palavras de Sania Thereza, que elle eslava corrigindo na saa tina qnando foi igualmente cima das seducgdes da lisonja e das
qae disse ser o demonio infeliz, por nao saber per- assassinado por Carlota Corday, e que esto salpi- emogoes do ressenlimento, a bondade de am jus-
doar aera amar. cadas e maculadas do sangue da victima* | to joiz em um palavra.
Eis aqu o que os santos tanta tremeram no meio
das suas esperaocas, e o que obrigou o* a abando-
nar muitas vezes fortuna, pais, patria, para mere-
ccrern o co.
Elles sabiam qce a estrada que condal a vida
estreila e rude, que mister subir com esforco, e
que, se o pharol da salvago luz brllbantemente
sobre a monlanha sania, esta montanha escarpa-
da e de um accesso difflcit e duvidoso. Segara-
mente nao existe em nossa sociedade moderna uma
dama nobre e mais protegida pelo nascirqent.o e
fortuna como a patricia. Paola.
Creatura caluma iada se o I Estas folhas trgicas nunca mais voltaram a im-
Mas que espectculo tocante I prensa, intil dize-lo.
Veoho pediriho uma esmola por amor de A rmfia de Marat, Albertina, que as tinha con-
Deus, sra. D. Amalla, disse analmente Helena servado, den-as ao coronel Maurin, o qual possuia
ajoelhaodo-se aos ps de Amalla, que a ereueu. | tao bellas collecg5es da poca revolucionaria.
Sim, minha amiga, hel de dar ine a esmolla I De pois da morte do coronel, essas folhas repar-
que poder, reiorquio com braodara Amalia, coa- tirara se em diversos gabioetes, dos quaes a me-
duiudo-a aquello sala, que j lhe penencera. Ihor collecgo foi adquirida pela bibliolhfoa im-
De ora em vaote, contiraou ella, voss nao perial.
ba de pedir raais esmollas...
Mea Deus I exclama Helena mais enterne--
cida.
Sobre o Evaogelho de S. Matbeos, cap. IX v. I. a
! XI Jess lhe disse ; Relira-te, Satanaz ; porque
O sangue de Agamenn e dos principes de Ar-
golida corra em suas velas; ella contava os Sci-
pies no numero dos seus avds, e entretanto esta
fllha de reis gregos e sobarbos senadores de Roma,
nao se (ou na sua elevada posiciio para alcangar
o co.
Acredilou qae o sangue de Agameoou era to
sugeito jurisdigo do tribunal supremo como o
do mais vil escravo, e que uma serie nao interrom-
pida de boas aegoes pesava mais na balanga do
Senhor do quo una prolongada genealoga.
Sabendo quanto difflcii aos ricos o salvarse,
imitij-.i os marioheiros (ue lngara o seu carrega-
ment por sobre o bjrdo quando elles nao podem
mais Jesvanecer-se de alcangar de ontro modo a
plaga, e ella trocou sem vacillar os tbesouros que
possuia sobre a trra pela esperanga do co.
Ha alguma cousa di: mais cahpavel do que a es-
peranga presumpgosa, a esperanga iniqua. Esta
vem directamente do inferno e Salan quera a
inspira. Se houve no muudo pazo, horaen-s to
descarados que honraran) publicamente o perjurio
raa f e a iojustiga ; encootra-se tambem, entre
os chrislos, bom numero de pessoas que nao se
envergonham de render preit esses mesmo
odiosos dolos, na esperanga de qoe elles lhe re-
tribuirn em compensago a nediez da trra e o
orvalho do co.
Sun, ha homeos que fundaram sua fortaoa e
suas grandezas futuras sobre os planos de extor-
so, da rapia e da hypocrisia, que nao podem
ter outro premio senao o inferno ; homens que sa-
cniicaiu pacienten ente amigos einimigos sobre as
aras de suas esperangas e que, para alargar o
vasto recinto de suas habilagoes usurpara o cam-
po da viuva e acabaa do orpho.
E elles esperara ser bem succwdidos, nao pela
graga de Deus, mas pela graga de suas infamias.
Eiles Sfo sabera que a gloria do scelerado pas-
sa com a sombra e que a alegra do hypocrita nao
seno inomeutanea.
Sua fortaaa est collocada to alta, dlzem elles,
que sua elevago os abriga.
Como se as regios elevadas nao fossem justa-
mente as mais expostas as tempestades 1
Considerara que sua esperanga um osuto ir-
rogado a Santa Providencia de Deus ; que uma
luta loucaraente erapeniiada por ellos, que nao sao
seno craza e p, com o ser Todo Poderoso que
diz fallando daquelles que pretendem assememar-
se-lhe. Quando o orgulbo do impo se elevar at
o co, e que sua fronte toque as uuvens, elle pe-
recera miseraveimenle e aquelles que o buhara
visto perguntarara : Onde est elle t
Se a esperanca allaz iofaluago que enfra-
que o temor de Deus, e a esperanga iniqua um
ultraje a sua Providencia, o descorogoamento
uma descohllanga culpavel da s w sania misera
eordia.
3J

t* ;
Todos os das pessoas creles, p&rm batidas
pelosopro da adversidade, prorompem oestes la-
mentos de disaolugo-: nada mais me resta no
mundo senao Deus !.-.
Nao vos resta mais do que Deus ".....
5jorque perdis aesperaoga almas lratdas|d
sotfredoras Y
Jtilgaes ler um fraco auxilio quaed* sois auxi-
liadas pelo proprio &eus ?
Se elle vos nao abandona, porque :emeis !
Falta-lhe por ven'ora misericordia para vos
salvar, ou poder para vos soccorrer ?.'
Se poderes achir alguma cousa que seja impos-
sivel a Deus, dizia S. Bernardo, eu vos permuto
de esperar n'oulra parle.
k no limitado numero das horas que dispen-
samos to prodiga memo sobre a trra, uma hora
misteriosa e fatal eos.que nossas iliosoes cahem
uma-a uma ciante do raio celeste do-verdade.
3\ ahora em qn todas as aegoes-mas, qae o
prisma das oseas paixoes disfargava como os-
Jezabs. erram lentamente em torno de nosso lei-
lo sob suas hedionda* e propras formas, como es
speetros que deslilavamv a claridade de uma loa
sr.ogrema. diante da-leuda de Ricardo III,' na ves-
pera da sua ultima batalha ; a hora .era qae tudo
;iranio negligentemente lemos abatido sob o che-
que das nossas paives, triturado sob as pezadas
rodas do nosso egosmo, ou arrastaao,. pizado ce-
rno uma follia seccr.i.no lurbilho tas nossas pai-
xoes, clama ao Senhor para pedir vinganga 9 dis-
perta-nos es echosdereprovag.lo.
O scelerado sen^-se enlo sob a mao de Deus,
o impo comega a-duvidar do nada que elle lomou
por partilha, e o justo conven alie raesrec que
nao cousa pavososa o morrer.
Mas a esperanga nunca abandona o leiip.fne-
bre do homem..
Ella diz aoc-anto com sua. voz doce- acalma,
iranqulsa-te parque tens um bom amo ::o-ao. pec-
hador; anda- que entres na. vinha ahora mais
adiantada do (Ha, confia naquelle que salvo o la-
dro da direiia eqne compez- a parbola, do filho
prodigo e do bom pastor ; confia naqjialla a quem
o apostlo apellidou o Deus: da Esperance.
Os pagos linham crimes irreparaves ; mas
nunca foi larde, para r.o* chislos* arrependi-
menlo.
E muitos descangam. cora seas ftm ouvindo es-
tas consoladoras pabVMR ; moins, depois de vi-,
verera.como se nada esperasse. do co, se dis-.
poem.para morrer, h Mont-s juico, do lado da,
espetaoga,
a' do Sr. Firmino Candido de Figueredo :
M.M.N A TRAVESSA.
Brinca, meu aojo ioncente;
N'esse (olgar de crianga,
Nao sollos a loara traoga
Que se me erabaragar;
Brinca por perlo de casa,
Vai procurar o galinbo,.
Que raalou teu passarinoo.
Que come vaga a cantar.
Corre a traz das b..rLoldUs
Sacodindoa camisian,
Como beila a inaoceatinha
N'essa vida to folia I..
Rompe o visiidu de cassa,
Pisa o planudo cantelro,
Quebra o jarro do craveiro^
E a ni a mi nada lhe dis,
Vai-se banhar na tontona,
Seja embora o sol ardeute ;
Desee a ladeira oootenie,
Coodnz a roupa na mo;
Volta depois salisfeita,
Tendo corpinho mol hado,
Um pesinho vem calgado,
O outro p vem no chlo.
Aos bragos da mi qnerida
Corre a menina engragada,
Que feiliceira, abracada,
Belja a mamii a sorrir;
Com mil beijos e meiguices
Paga o beijo da Blhinha ;
E mudando lhe a roupiaha,
Fa-la no coHo darmir.
PERNAMBUGQ HP. PIM, FpiTS FIWIO


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Full Text
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