Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10833


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Full Text
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)
AMO XU HUMERO 276
- ..-
Pr qnartel pago dentr dM<) dem depo/s (ios l.os ludias do coaiecoedelrodo quartel. .. 6J000
Parle aa caffeia par tres mezes ,* ,....... i 750
SEXTA FEIRA 1 DE EEZEMBRO PE 1865.
19|00l
*|000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alewndrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQAO DO SOL
Alagoas, o Sr. CJandioo Falco Das; Babia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho. I
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
linda, Cabo, Escada e estacdes da via frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezsrros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuns, Buique, S. Beato, Bom
Cooselho. Aguas Bellas e Tacarat, as tercas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pesqoeira
Iogazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiio e Ex, as quartas
feiras.
Sermhem, Rio Forraoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS.TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal ci comroercio : segundas e quintas.
Relago: tercas e sbados s 10 horas.
Fa:enda : quintas s ID horas.
Jolzo docommercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
I
Primeira vara do civel: terg^s sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a 1
hora da tarde.
EPHEMERUJES DO MEZ DE DEZEMBRO.
i La cheia as 4 h., 24 m. e 45 s. da t
9 Quarto ming. ae 9 h., 53 m. e 28 s. da t.
18 La nova as 2 h., lo m. e 31 s. da m. '
24 Quarto crese. as 10 h., 11 m. 22 s. da m.
DAS DA SEMANA.
27. Segunda. S. Margarida de Sahnya v.
28. Terca. S. Jacob da Marca f.; S. Sosthpnes b.
29. Quarta. S. Saturnino ra.; S Illuminata v.
30. Quinla. S. Andr ap.; S. Trovano h.
1. Sexta. S. Nahum prof.;S. Caslriciano b.
2. Sal.bado. S Bibiana v. m.; S. Poncjano m.
3. Domrogo. S.-Sophonias prof.j S. Magina m.
PREMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 54 m. da tarde.
Segunda,as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEffiOS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30; para o
ata a Granja -a 7 e 22 do cada mez; para Fernan-
do nos dias 1 i dos mezes de Janeiro, marco, malo,
juiho, setembroe novembro.
ASS1GNA-SE
no Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figoeiroa do
Faria & Filho.
Os Srs. assignanles deste Diario, que
se acham em debito das respectivas assig-
natnras, queiram mandar realisar o paga-
mento deltas; e aquelles que moram fora
desta cidade, tenham a bondade de dar avi-
so de quaes sejam aqu os seus correspon-
dentes, afina de ser solicitado e*se pagamen-
to dos mesmos, a quem darao ordem para
isto, visto como alguns pretextara a falta
dessa ordem.
PARTE 0FFIGIAL
miXlSTEKlo l> \ GUERRA.
DECRETO N. 3.526 DE 18 DE NOVEMBliO DJ2 1865.
Crea o torpo de estado-maior de artilharia e reduz
o pessoal dos corpos de engenheiros e de estado
maior de primeira classe.
Usando da faculdade concedida pelo art. 6* da
lei n. i 220 de 20 de juiho de 1864, prorogada pelo
art. 2a da le n. 1.446 de 28 de jultio de 1865 : bei
por bera decretar o seguinte :
Art. 1." Pica creado uin corpo de estado-maior
de artilharia conforme o quadro n. 1, do plano
a anexo.
Art. 2.* Os corpos de engenheiros e de estado
maior de 1* classe flcam redolidos ao pessoal
constante do quadro sob n. 2 e 3 do mesmoj
plano.
Art. 3." Os commandantes geraes dos corpo3 de i
que tratam os artigos antecedentes sero lirados I
do quadro dos offlciaes gneraes do exercilo, con-1
forme suas habililagoes scientiGcas. i
Art. 4." Sero especialmente empregados os offl-j
ciaes do eslado-raaior de artilharia no servigo dos
arsenaes dos depsitos de artilheiros ou compa-:
nhias de aprendizes arlilheiros no das fabricas de'
plvoras e de ferro, fundieres, estabelecimentos'
metallurgicos, laboratorios pyrotechicos, frmica- >
toes, encolas de tiros e ootros estabelecimentos de
iqstrocg.i) theorica e pratlca da arma, na inspec-
gao dos corpos de artilharia dos arsenaes, das
fabricas e das fortalezas, no melhoramento e con-
servaco do material do exercilo e em comrassoes
proprias da arma de artilharia.
1. Smente na falta absoluta de offlciaes do
estade-maior de artilharia podero ser empregados
em taes servidos offlciaes de engenheiros, de esta-
do-maior de 1' classe ou quaesquer outros ofDciaes
que tenbam as habililagoes e conhecimentos de
artilharia; o governo, porm, poder empregar
ofDciaes subalternos dos corpos arregimentados de
artilharia, as inspeegoes, as fabricas, nos arse-
naes e laboratorios, na escola de tiro, no batalho
de engenheiros para irem adquirindo a pratica
necessana e couvenienle.
Art. 5. Nos impedimentos fortuitos do comraan-
danie geral de qualquer dos corpos de engenhei-
ros, esiado-maior de classe e do esiado-maior de
artilharia, sera elle substituido pelo offlcial mais i
graduado do resDectivo con>o ou arma que se!
achar na corte, at que pelo governo seja nomeado .
quem exerga interinamente suas funecoes.
Art. 6. As promogoes na arma de artilharia i
rontinuaram na forma do art. 2* da lei n. 585 de
6 de setembro de 1850, a ser geraes, e nao por
corpos.
Art. 7. O governo, quando as necessidades do
servigo exigirem, poder transferir os offlciaes dos
corpos de artilharia para o estado-maior da arma,
e viceversa.
Art. 8." Os venciroentos dos offlciaes de estado
maior de artilharia serao estabelecidos para as
commissoes em que servrem, segundo as tabellas
em vigor; se, porm, exercerem novas, percebe-
rao as vantageos de estado-maior de primeira
classe.
Art. 9. O uniforme do estado-maior de artilha-
ria ser o mesmo dos offlciaes montados do Io ba-
talho de artilharia a p, com as seguintes differeo-
cas: 1*, na farda de grande uniforme, e na sobre-
casaca nao haver vistas; e a gola sera de velludo
preto, tendo de um e outro lado urna granada bor-
dada a fio de ouro ; 2, em luear de barretina, no!
grande uniforme, usaro os offlciaes de chapeo
armado de pello com penacho de penas pretas; po- i
dendo usar, com o pequeo uniforme, chapeo
armado de oleado.
Art. 10. No estado-maior de artilharia, nica-
mente na organisacao que se Qzer em virtude do
presente decreto, podero ser admittidos offlciaes
dos corpos de engenheiros e de e 1' classe; as vagas que para o futuro se derem
serao preenebidas com offlciaes da arma de arti-
lharia.
Art. 11. Os actuaes segundos tenentes de enge-
nheiros, e os tenentes e atieres do estado maior de
primeira classe, que nao forem distribuidos pelos
corpos arregimeotados de artilharia, flearo addi-
dos aos mesmo's corpos, guardando se a dispo-
sicio do art. 6 da le n. 1 220 de 20 de juiho de
1864.
Art. 12. O batalho de eugenheiros pertencer
ao qnadro dos corpos de artilharia, guardadas as
disposlgoes do decreto n. 1.535 de 23 de Janeiro
de 1855.
Faragrapho nico. Os postos de capiiSes sero
preeochidos por offlciaes de qualquer da armas
scienticas, os quaes ser o por commisso.
Art. 13. As foocgoes e atlribuices, quer dos
commandantes geraes, quer dos offlciaes dos cor-
pos de engenheiros do estado-maior .de artilharia
e de estado-maior de primeira classe, sero regu-
ladas por iustruccoes que o ministro da guerra
expedir.
Paragrapho nnico. O cemmandanle geral do
estado-maior de artilharia, alm das aliribuigoes
qne Ihe forem marcadas em virtude das disposi-
goes do presente decreto, eiercer as de presiden-
te da commisso de melhoramentos do material do
exercilo, alterado nesta parte o art. 2* do decreto
D. 3.470 de 22 de maio de 1865.
Art. ti. Ficam revogadas todas as disposicSes
em contrario.
Angelo Muniz da Silva Ferraz, do mea conselho,
senador do Imperio, ministro e secretario de estado
dos negocios da guerra, assim o tenha entendido e
faga executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro
de 1865, 44* da Independencia e do Imperio.-Com
a rnbriea daS. M. o Imperador.Angelo Muniz da
Suva ferraz.
PLANO.
N. 1. ESTADO-MAIOR DE ARTILHARIA.
Commandanle geral d'armas.
Um commandanle geral.
Um secretario.
Quadro dos ofjiciaes.
Coronis 6.
Tenentes-coroneis 8.
Majores 10.
Capitaes 20.
N. 2.CORPO DE ENGENHEIROS.
Um commandanle geral.
Um secretario.
Quadro dos officiaes.
Coronis 8.
Tenentes-coroneis 12.
Majores 16.
Capitaes 20.
Prjmeiros Tenentes 24.
H. 3.ESTADO MAIOR DE 1* CLASSE.
Commando geral.
Una commandanle geral.
Um secretario.
Quadro dos offictaes.
Coronis 6.
Tenentes coronis 8.
Majores 12. #
Capitaes 24.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro
de 1865.-^naeto Muniz da Silva Ferraz.
Hei por bem, na forma do art. 10 do decreto
n. 3.526 de 18 de novembro de 1865, transferir
para o corno de eslado-maior de artilharia os offl-
ciaes dos diflerentes corpos do exercilo, menciona-
dos na relago inclusa, que com este baixa, assig-
nada por Angelo Muniz da Silva Ferraz, do meu
1 conselho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da guerra, que assim o tenha entendido e faga
execnlar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro
de 1865,44 da Independencia edo Imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Angelo Muniz
da Silva Ferraz.
RBLAQAO DOS OFFICIAES DOS DIFFERENTES CORPOS DO
EXERCITO. QUE POR DECRETO BESTA DATA SAO
TRANSFERIDOS PARA O CORPO DE ESTADO-MAIOR DE
ARTILHARIA.
Os coronis.
. Do corpo de engenheiros, Ricardo Jos Gomes
Jardim e Francisco Antonio Raposo.
Do 1 regiment de artilharia a cavallo, Alexan-
dre Gomes de Argollo Ferro.
Os tenentes coronis.
Do corpo de engenheiros, Laiz Jos Monteiro.
Do corpo de artilharia de Matto-Grosso, Herme-
negildo de Albuquerque Portocarreiro.
Do 1 batalho de artilharia a p, Hilario Maxi-
mlano Altanes Gorjo.
Do estado-maior de 1* classe, Francisco Gomes
de Freitas.
Os majores.
Tenente-coronel graduado do estado-maior de 1"
classe, Jos de Miranda da Silva Reis.
Do corpo de arlifles da corle, Antonio de Cas-
tro Vianna.
Do corpo de artilharia do Amazonas, Manoel Jo-
s Machado da Costa Jnior.
Do corpo de eslado-maior de 1* classe Jos Joa-
quim de Lima e Silva.
Do 2 batalho de artilharia, Joo Carlos Wlla-
gran Cabrita.
Do corpo de estado-maior de 1* classe, Appelo-
nio Peres Campello Jacome da Gama.
Os capitaes.
Do 3 batalho de artilharia a p, Antonio Jos
do Amaral.
Do corpo de artifices da corte, Jos Maria de
Alencastro.
Do 1 batalho de artilharia a p, Conrado Ma-
ria da Silva Bittencoart, Luiz Henrique de Olivel-
ra Ewbank e Brazilio de Amorim Bezerra.
Do 2 batalho de artilharia a p, Francisco Nu-
nes da Cuuha.
Do 1 regiment de artilharia a cavallo, Manoel
de Almeida Gama Lobo d'Eca e. Trajano Antonio
Goncalves de Medeiros e Oliveira.
Do corpo de engenheiros, Francisco Carlos da
Luz e Miguel Antonio Joao Rangel de Vascon-
cellos.
Do corpo de estado-maior de 1* classe, Ayres
Antonio de Moraes Ancora.
Do de engenheiros, Jeronymo Francisco Coelho.
Do 1 batalho de artilharia a p, Lniz Fernn-
des de Sampaio.
Do corpo de engenheiros, Joaquim de Souza
Morsa.
Do corpo de estado-maior de 1' classe, Luiz Car-
los da Costa Pimentel.
Do 2 batalho de artilharia a p, Felicio Paes
Ribeiro.
Do corpo de Matto-Grosso, Francisco Vilella de
Castro Tavares.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de novembro
de 1865.Angelo Moniz da Silva Fenaz.
Hei por bem, na conformidade do art. 3 do de-
creto n. 3,526 de 18 de novembro do crreme au-
no, nomear commandante-geral da arma de arti-
lharia a Sua Alteza o roarechal do exercilo princi-
pe Luiz Felippe Maria Fernandes Gastn de Or-
leans, conde d'Eu. meu muito amado e prezado
genro.O senador Angelo Moniz da Mlva Ferraz,
do meu conselho, ministro e secretaria de estado
dos negocios da guerra, o tenha assim entendido e
faga executar.
Palacio do Rio de Janeiro, 19 de novembro de
1865, 44 da Independencia e do Imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Angelo Moniz da
Silva Fenaz
IJJTERIOa.
rei de Portugal, inteirados das inslrucgoes que o
commandanle geral da esquadra de S. M Calho-
lica no Pacifico e seu ministro plenipotenciario deu
aos commandantes dos navios do seu commando
para sustentarem o bloque! ; e tendo vista os
benvolos sennmentos que sobre a proprwdade
neutra expoe a nota circular com que se dignou
dirigir-Ibes as citadas iostrucedes, julgam doeu
dever solicitar do Sr. commandante geral. da es-
quada de S. M. Catholica no Pacifico que se digne
indicar-lhes os portos da costa do Chile sobre os
quaes se ha estabelecido o bloqueio.
c A resposta do Sr. commandante geral precisa-
r a importancia que deve dar-se a parle do ari.
13 das mencionadas inslrucgoes, que duem : Por
tanto, quando urna embarcago (neutral) se diri-
gir ao pono que V. bloqueia, sem ler conhecimento
delle, far V. que o offlcial que a reconhecer es-
creva no seu livro de derrota esta nolirtcago, del-
xando que a embarcacao se dirija em seguida ao
porto que Ihe convier, porm nao ao bloqaeado,
nem nenfmm dos outros do Chile ; com o que de-
termina o art. 11 das in-irucgOes, que dizem :
Para que um bloqueio seja effectivo, e por
conseguinte respeitado, indispensavel que seja
sustentado por forgas sufflcientes para fazer peri-
gosa a entrada no porto ou portos em que se sus-
tente. Daqui vem a necessidade absoluta de que
o navio que V. comraanda se conserve em sita-
gao adeqoada para conseguir a effectividade do
bloqneio que sustenta, salvo quando verdadeira
forga maior Ihe impega ; pois deve ler presente
que legitima a violado de um bloqueio no mo-
mento em que cessa cssa effetividade.
Com a resposia do Sr; commandante geral po-
deriam os abaixo assignados preencher com mais
acert sen$ deveres para com os seus respectivos
compatriotas, tomando as medidas que o caso exi-!
ge e communicar mais explcitamente a seus res-
pectivos governos as medidas adoptadas pelo de S.
M. Catholica.
Os abaixo assignados formulando estr. nota
colleciiva concordaran) que seja ella dirigida ao
Sr. commandante'geral da esquadra de S. M. Ca-
tholica por intermedio do Sr. Jorge Lyon, cnsul
geral de S. M. Fidelissima o rei de Portugal e de-
cano do corpo.
Os abaixo assignados aproveitam esta occa-B
sio para mmifestar ao Sr. commandante geral da"
esquadra de S. M. Catholica e sen ministro pleni-
potenciario seu; se mimemos de alta constde-
rago.
(Seguem-se as Armas de~ 19 agentes consula-
res.)
Resposta.
Commando geral da esquadra do Pacifico, a
bordo da Villa de Madrid, Valparaso, 30 de setem-
bro de 1865.O abaixo assignado commandante
geral da esquadra de S. M. Catholica no Pacifico,
recebeu hoje a nota do corpo consular de Valpa-
raso, a qual, como decano do mesmo corpo, ser-
vio-se V. S. dirigir-me com data de ante-hontain.
t Essa nota tem por lim saber quaes sao os
porlos da costa do Chile sobre or quaes recahio o
bloqueio, para que os que a assignaram possam
preencher com mais acert seus deveres para com
os seus respectivos compatriotas.
< O abaixo assignado tem a honra de responder
que, determinado pelo seu governo o bloqueio dos:
portos do Chile, dispoe agora as suas forgas para
leva-lo a effeito cora o maior rigor, a consequenle-
mente nao Ihe possivel particularisa-los, ainda
que a todos ba de acudir ; correndo os neutros o
risco de encontrar um bioqueador naquelle a que
se dirigirem, e, portanlo, expostos aos prejuizos
que semelhante encontr Ihes ha de forgosaraente
causar.
O abaixo assignado deixa respondido o ponto
de que trata a nota colleciiva do corpo consular de
Valparaso, eaproveita coro gosto a occasio que se
Ihe proporciona de apresentar os seus respeitos
a cada um dos membros de que elle so compoe,
panicularmenle ao seu digno orgo, o Sr. cnsul
geral de S. M. Fidelissima. de quem lera a honra
de confessar-se s^u mais alenlo e cerlo criado.
Q. B. S. M.Jos Manoel Pareja. A S. S. o cn-
sul geral de S. M. Fidelissima, o re de Portugal.
. Protest.
< Valparaso, 5 de omubro de 1865.Os abaixo
assignados tiveram conhecimenio em 2 do corren-
te da nota cora que houve por bem honra-Ios o
commandante geral da esquadra de S. M. C ilho-
lica no Pacifico eseu ministro plenipotenciario, em
resposta a nota colleciiva, que com data de 28 do
mez prximo passado se julgaram obrigados a di-
rigir-lhe.
< Na referida nota que hoje nos oceupa, serve
se o commandanle geral de expor que, determina-
do pelo governcr de S. M. Catholica o bloqueio dos
portos do Chile, esta' dispondo agora as suas for-
gas para leva-lo a effeito com o maior rigor, ele.
Os abaixo assignados, achandose no dever de
auxiliar e proteger o coramercio de seus respec-
tivos nacionaes, e carecendo estes de orgo mais
caracterisado na Repblica, que zele e prote|a taes;
interesses, desempenhamos um dever sagrado fa-!
: zendo presente ao Sr. commandante geral que o 't
j commercio neutro, baseado na salva guarda que i
| encontrara na doutrina da realidade do bloqueio
sanecionada pelos tratados constitutivos da neutra- i
i iidade armada de 1780 ; pelas conclusdes do con-
] gressode Pariz de 1856, as quaes nesle ponto ad-
i herio o governo de S. M. Calholica pelo reconhe-
I cimento que o mesmo governo de S. M. Catnotica
I presta a essa doutrina, conforme se exprime ter-
! mmantemente no art. 11 das inslrucgoes dadas aos
commandantes dos navios sob o commando de V.
Exc. para a effetividade do bloqueio ; nao podem
deixar de protestar contra os prejuizos que podem
; ser causados aos seus respectivos nacionaes, em '
! consequencia da latitude que o Sr. commandante
| geral da esquadra de M. Citholica no Pacifico
i da actualmente ao bloqueio dos portos da costa do
Chile.
Os abaixo assignados, pois que Ibes permit-
tido, alleodendo a que tendo-se pedido esclarec-
mentos sobre os pontos que nao se julgaram bem
explcitos por nao estarem em harmona com a
RIO DE JANEIRO *
15 de novembro.
Eolrou honlem do Rio da Prata o vapor inglez
Agnes Arkles, com datas de Bueuos-Ayres at 7 e
Montevideo 8docorrenle.
A carta do nosso correspondente de Buenos-
Ayres, em oulro luiar publicada, refere o que l-
timamente havia occorrido no theatro da guerra,
e que em peucas palavras se resume.
O exercilo alliado ultima data, 29 de outubro
eslava ainda acampado as immediages de Mer-
cedes, nao tendo podido seguir por causa das co-
piosas chuvas, que tinham transformado os cam-
pos em laga. Os Paraguayos antes que os alcan-
gassem tinham evacuado o territorio correntino,
relirando-se apressadamente pelo Passo da Patria,
e ja a cidade de Corrientes era oceupada por for-
gas argentinas, tendo tambem a nossa esquadra
chegado quelle porto. Os vapores paraguayos
refugiaram-se atraz das bateras de Mumayta, onde
por ora nao podiam ir butca-los os nossos.
Ja o encouiagado Tamandar, porm, principia-
va a subir o Paran e em Buenos-Ayres prepara-
va-se o nosso vicealmirante para subir com a
corveta encouragada Brasil, levando os navios que
mais pudesse levar e mandando seguir pela mes-
ma va astropas de ierra que, ltimamente chega-
das ao Rio da Prata, ainda estavam perlo, e as mais doutrina do bloqueio real e pennanente, geralmente
que fossem chegando. Assim teriamos brevemen- admittida, e explcitamente reconhecida pelo go-
te na cidade de Corrientes consideraveis forgas de' verno de sua magestade catholica, e vendo que a
mar e trra, e apenas chegasse o grosso do exer-i primeira parle da nota de V. Exc, a que respon-1
cito se emprenenderiam operagSes mais serias. dem, estabelece o bloqueio fietteto e a oulra parte
No territorio das Missdes continuava o general della o bloqueio por cruzeiros, vem protestar con- j
oriental Castro a limpar de Paraguayos todo o ler- tra os prejuizos que sofTrerem os. seus nacionaes,
riiono ao sul do Paran, o que eslava quasi feito. em consequencia do bloqueio ficticio e por cruzei-;
As forgas do baro de Porto-Alegre tambem para ros, assim como contra a legalldade das prezas que,
all se dingiam. possam ser feilas em qualquer porto da costa do
Havia no Rio da Prata noticias recentes do Pac-; Chile que nao tenha sido declarado bloqueado e
fleo. No Per continuava a guerra civil sem ae- em que Do se teubam forgas sufflcientes perma-.
correncias decisivas. As forgas revolucionarias
permanecan) nos mesmos pontos que tinham oc-
cupado ao ebegar ao litoral, e a sua esquadrilha
reuoia-se em Paracas.
Da Bolivia tambem apenas temos noticia de al-
ncMes para impedir a entrada e sahida do navio
neutro.
Deste protesto daremos couhecimento opportu
mente aos nossos respectivos governos.
f Para os effeitos devidos concordaran] tamb'
guns successos de pequea importancia^rehtiva- os abaixo assignados que a presente nota seja feit
mente guerra civil que assola igualmente aquel-, en. duglicaia, sendo urna dirigida ao Sr. comraan:
la desgragada Repblica ; no Chile, porm, os fac danje geral da esquadra de S. M. Catholica no Pa-
los tomam cada vez mais gravidade. acifico, por intermedio do Sr. D. Jorge Lyon, cnsul
A carta do nosso correspondente de Bue^^-Ay-' geral de S. M. fldelissima, e decano deste corpo
resexpSeos fados principaes que se referem ao consular, e a outra de igual theor teja archivada
bloqueio dos porlos chilenos pela esquadra hespa- no consulado geral de S. M. fldelissima o rei de
nhola e mais a que o governo da Repblica reoor- Portugal.
re para repelr a aggresso; ameagando, porm, Os abaixo assignados reiteram ao Sr. comman-
as hostilidades lomar maiores proporedes transcre- dante geral da esquadra de S. M. Calholica no Pa-
vemo-, os seguintes documentos, que podem em tal cinco e seu ministro plenipotenciario as exprssdes
caso lomarse importantes : <" alia considerago. (SupprlmimQs. u sig-
Pr imeira nota do corpo consular.
Valparaso, 2* de setembro de 1865.-Os aba.-
naturas.)
Ao Sr. commandante geral da eso^adra
deS.
xo as-ignados, membros do corpo consolar, reo- M. catholica no Pacifico $ sen, miQi^lro plenipolen'
nidos no consulado geral de S. M. Fidelissima o ciario.
Protesto do cnsul de baiia.
Valparaso, 4 de oulubro de 1865.Exra. Sr.
O abaixo assignado, cnsul geral de S. M. o rei
de Italia, recebeu a nota que, datada de 29 de se
tembro prximo passado, foi servido dirigir-4he S.
Exc. o commandante geral da esquadra de S. M.
catholica e ministro plenipotenciario no Pacifico,
(em resposia a nota de 26, e na qual S. Exc. decla-
ra que na copia das instrueg^s do-bloqueia ex-
presipi|ue a raudanga de naeionalidde dos navios
mercantes chilenos deve ser de data anterior ao
dia era que o bloqueio fof notificado, quando nao,
i serao tidos por navios chtenos.
Respondiendo, o abaixo a-signado tem a hon-
. ra de fazer constar a S. Exc. que a raudanga de
: naeionalidde dos navios m-racionados na reiago
ijue transmillio a S. Exc. fo realisada em poca
propria, e que nunca o abaixo assigoado teria to-
i mado a libecdade de faz lo depoks de eflciuado o
bloqueio.
! Nao ignora S. Exc. que o governo do Chile
permute e serapre perraitto aos estrangelros donos
de navios arvorar a bandeira nacional, e portanlo
os armadores jntanos tiveram perfeito direito, an-
tes de_notio>!tiio o bloqueio eemvi,-ta da nova
emergencia, de reclamar a bandeira italiana para
seus navios ausentes, apresentando para esse lim,
muitos dias antes de 24 de setembro, os certifica-
dos da auloridade martima do Chile com os quaes
provaram que os ditos navios deixaram de perlen-
cer a marmha mercante chilena. ,
t E, ainda que o exposto nao fosse sufllciente
para resguardar os interesses dos referidos arma-
dores, cujos navios foram, continuaran! a ser eso
sua propriedade, o abaixo as ignado ousaria lera-
brar as benvolas palavras de S. Exc. exaradas na
sua primeira nota a este consulado, isto de
; conceder aos neutros todas as franquezas, d-
la! manaira que nao hesita em considera-las come
as mais favoraveis que para semelhantes casos
lera dado al o presente qualquer nago belige-
rante.
< Semelhante declaragao, digna da nagao hespa-
nhola, faz esperar ao abaixo assignado o relaxa-
menlo dos navios capturados que pertencem a sub-
ditos italianos, e cujos ttulos podem ser revistados
pelo tribunal de prezas logo que S. Exc. notifique
ao abaixo assigoado a sua formago e o ponto em
que deve trab.ilhar.
c Felizmente o abaixo assignado, em defeza dos
interesses dos seus nacionaes, deve manifestar a
S. Exc. que, tendo o Chile aberio o seu extenso Ji-
toral ao coramercio e a industria estrangeira, ven-
dendo como vende todos os productos a dinheiro
de contado, comprando a largos prazos as importa-
goes europeas, levantando emprestimos estrangei-
ros para construir suas estradas de ferro, e dando
a respectiva bandeira aos estrangelros donos de
navios, o bloqueio, a tomada de navios mercantes,
o exterminio, que Deus nao permita, de suas ci-
dades mariiimas, sero males nicamente para as
potencias estrangeiras amigas da Hespanha e nun-
ca para o Chile. E males serao esses de tal magni-
tude que a mesma Hespanha os sentir e que bur-
laran) os beaevolos desejos de S Exc. em relagao
aos interesses neutros.
J' tambem peas razoes exDOstas aue o Chile
nao cuidou, eem cuidar, de unificar joas cosas,
nem nanea 'pensou em ter urna marinha militar
para defender a mercante. O Chile deixa a Euro-
pa o cuidado dos immensos interesses estrangeiros
accuraulados durante tantos anoos de paz e espa-
Ihados por suas cidades martimas e seus portos.
O Chile considera feitorjas europeas s cidades ma-
rtimas, e s se oceupa do seu exercilo para o ca-
so de emprega-lo em defeza de suas cidades inte-
riores, dos seus campos e de seus povos minei-
ros.
c Depois do exposto tambera nao escapar a alta
penetrago de S. Exc. o imprescriplivel dever de
todo o ageute diplomtico ou consular europeu a-
creditado actualmente no Cnil|e, de defender por
lodos os meios que nver ao seu alcance os inle-
resses de seus respectivos concidauos e a impe-
riosa necessidade de manifestar1 a >. Exc. o prejui
zo immenso que se causa ao commercio dos neu-
tros, afira de evitar que sejara Sacrificados em de-
saggravo de pretendidas olfensas irrogadas a Hes-
panha peio Chile. Se tu 1 j isloj nao bastante pa-
ra defeuder os interesses estraqgeiros,.o abaixo as-
signado protesta pelos damnos ,e prejuizos que so-
brevenham aos subditos de S. M. o re de Halla, e
se ligara com os agentes das olras potencias pre-
judicjdas, afira de fazer cessar. pelos meios que
acharem convenientes a lernvef calamidadeque de
subido sobreveio aos seus concidados.
t O abaixo assignado reitera a S. Exc. os sent-
mentos da sua mais alia Bsiitna e considerago.
Nicolao Kondaoelli. >
Resposta.
< O commando geoeral da esquadra do Pacifico.
Fragata Villa de Madrid. Valparaso, 7 de ou-
lubro de 1865.Oobaixo assignado, commandante
general da esquadra de S. M. calholica e ministro
plenipotencia'io recebeu a nota que o cnsul de S.
M. o re da Italia servio-se dirigir Ihe, em resposta
a que ihe dirigir em'26 do passado.
Nella comega o Sr. consql declarando que a
mudanga de naeionalidde dos navios que se acham
na lista que com sua nota anterior remetteu ao
abaixo assignado effecluou-se em tempo convenien-
te ; isto antes de 24 de setembro, data do rom-
pimento das hostilidades, e que jamis houvera
permliiido effecua-la depois de comegado o blo-
queio. \
O abaixo assignado nao acreditou nem por om
momento acredita que o Sr. consol da ItalU tratas-
se de illodir o estipulado as instroegoes de blo-
queio ; semelhante supposigo, irataod'o-se do res-
peitavel coosul de um paz, e de um paiz amigo
da Hespanha, nao teria sido nem seria desculpavel
no abaixo assignado.
t U qne este procorou demoostrar-lhe foi que,
sendo a bandeira o distinetivo da naeionalidde
dos navios, urna vez convencido o belligerante, por
meio da visita, de que este distinctivo combina
com os documentos dos mesmos navios, devera es-
tes soiTrer as consequencias que, a esta naeionali-
dde acarreta urna guerra.
< Semelhante these, que nao pode ser destruida,
a menos que se nao destiuam tambem os precei-
los do direilo primitivo e do direito das gentes, es-
ta' naturalmente ligada a outra lo iodestruclival
como ella; e que a naeionalidde de um navio
nao comega seno do momento em que, possoindo
seo capuo os docomentos ausencias para compro-
va-la, pode arvorar o disliqclivo desia naeionali-
dde.
Se assim nao fon, fleariam borlados todos os
esforgos dos beligerantes marilimos; pois basta-
ra que ao fallar-se de orna guerra entre doos pai-
zes os cnsules residentes nelles expedissem pa-
tente de soa oaciooalidade aos navios destes pai-
zes, em viagero.para isenta-los dos effeitos daquel-
'a lo amigo quo inesneusso principio do direito
martimo internacional, segondo o qual toda a em-
barcago que ostenta o pavilho de sua naci e
aprisionada pelo seu inimigo possessd legal des-
te inimigo.
Sent, pois, o abaixo assignado nao estar de
aecrdo cora o Sr. poawi ni ponto primordial da
sua nota, e senie-oftanto mais, quanlo a doutrina
estabefecida por alie, e estabelecida para rea-
ta-lo, a consagrada pelo direito martimo inter-
t O Sr. consol deplora, e Disto permuta que lie
diga que nao excede ao abaixo as,-ignado, os pre-
juizos que a guerra entre a Hespanha e o Chile
acarreta e acarrelar ao commerclo estrangeiro.
Seja-lhe, porm, perraittido declarar que nao a
Hespanha de modo algum responsavel por isto ;
culpado o Chile, que, olTendendo a, como a offen-
deu, nao quiz pacificamente dar-Ihe urna satisfagao
proporcional a offensa.
t Acaso tolerara a Europa o precedente de que
pelas circunstancias espetfaes em que para com el-
la se aeha a repblica do Chile esteja esta impune-
mente a offender qualquer das suas potencias ?
Nao pode o abaixo assignado conformarse cora
o que o Sr. cnsul afQrma em sua ola, que o blo-
queio nao irar males ao Chile, mas s e nica-
mente s nagoes estrangeiras porque, conhecendo
e lamentando, como deixa dito, os males que essa
hoslidade causa ao commercio estrangeiro, o mes-
mo Sr. cnsul fornece nos em sua nota um dado
que demonstra os prejuizos que soffre e ha de sof-
frer a repblica com a guerra marilima, e a ma-
Delra pela qual faz suas Iransacgoes commerciaes,
isio vendendo, como vende lodos os s^us produc-
tos a dinheiro de coniado.e comprando a largos pra-
! zos. Oque nao deixa duvidar que, fechadas as por-
i tas por onde sahem esses productos,duixara de re-
i cebar os grandes recursos monetarios com que pos-
| sa aecudir s suas necessidades.
I europeu o que d vida ao Chile como s demais re-
| publicas do litloral do Pacifico, parece que este
: mesmo commercio devia aeluar sufflcieniemeote
I sobre o governo de Santiago, para evitar que com
sua desacertada marcha internacional aecudisse a
seus portos urna forga naval tjue Ihe pedsse comas
do seu mao proceder.
O abaixo assignado aprsenla estas reflexoes
meramente para responder s que Ihe faz o Sr. cn-
sul em sua nota.
O abaixo assignado nao er ter-se affastado do
espirito que dictou a letra do paragrapho da com-
municago com que Ihe enviou as inslrucgoes do
bloqueio; de que prova nao se haver negado nen-
huma nica das coneessoes pedidas pelos commer-
ciantes eslrangeiros.
' No que respeila aos subditos italianos, o abai
xo assignado obedecendo ao desejo do seu governo,
que o de causar o menor prejoizo possivel aos
eslrangeiros do Chile, nao ach inconviente sempre
que o tribunal de prezas, que sob sua presidencia
funeciona na esquadra, a isto acceda, era devolver
aquelles que pertengara aquelles subditos de quem
o Sr. cnsul, debaixo de.sua palavra, assegurar que
constiluem o nico meio de existencia, e que per-
dendo-as Hquem impossibilitados de manter ama
familia numerosa.
Resta ao abaixo assignado concloir esta nota |
respoodeodo ao paragrapho com qoe finalisa a do
Sr. consol; para esse lim copia-o lltteralraente.
t Se todo Isto nao bastasse para defender os in-
ieresses estranheirosdiz o paragraphoo abaixo
assignado protesta pelas perdas e damnos que sof-
frerem os subditos de S. M. o rei da Italia, e se li-
gar com os agentes das oulras potencias prejudi-
cadas alim de fazer cessar, pelos meios que julga-
rem convenientes, a terrivel calamidade que sobre-
veio repenlinainacte aos seos nacionaes.
c Ao final do paragrapho copiado, responder s-
mente o abaixo assignado, qoe forte no direilo que
Ihe assiste como representante de urna nagao aggra-
vada, e naquelle que como belligerante Ihe da o
direilo das gantes, ao mesmo tempo quo est promp-
to a fazer as conc-ss5es que em favor dos estran-;
geiros Ihe permittam esses direitos, saber se for
necessario f 3zer respeilar. ambos, quaesquer que
forem as medidas que para feri-lo iraiassem de
empregar. O abaixo assignado renova ao Sr. c:n-;
sul do rei de Italia as cousideragoes" de seu respei-
to. Jos Manoel Pareja.
O governo do Chile expedio as seguintes intruc-
cedes pelas quaes se devem regular os corsarios i
chilenos as suas operages contra os Hespanhes:'
1 Constituida a Hespanha era estado de guer- j
ra com a republiea do Chile e provocada esta a urna
guerra por aquella, que ja a principiou, devero os
corsarios da repblica perseguir e aprezar todo o
navio hespanhol, seja de guerra corsario ou mer-
eante, quer se.ache no alto mar, quer em aguas ou
portos da repblica ou dos dominios da H-spanha.
2 Prohibe se aos corsarios da repblica ala-
carera ou exercerem aclo albura de hostilidad* nos
porlos ou em aguas territoriaes das nagoes neutras, |
entendendose por aguas territoriaes as comprehen-
didaa dentro do alcance de artilharia e da raar
mais ii iixn.
- Podero os corsarios da repblica apoderarse
dos carregamentos dos navios mercantes hespa-
ODes, comtanto que estes carregamentos nao per- j
tengam a nenhnm neutro. P6d> ^porm, o corsario
aprezar esses carregamentos, ainda que sejam de
propriedade neutra, se se compuzerem de artigos
de contrabando de gnerra destinados ao inimigq.
t No caso do carregamento de propriedade neu-
tra, encontrado era navio hespanhol, se compor de ;
arligos de contrabando de guerra e outros que o
nao sejam, smente poder o corsario aprezar a
parle illicita, deixando a outra.
t 4 Fica o corsario tambem autorisado a deter
e aprezar qualquer navio neutro que transporte
com destino ao inimigo, ou deste mesmo iniraigo,
despachos offlciaes ou tropas de trra ou mar, ou
mariohagem para, os navios desse mesmo inimigo.
t 5* Podeta os corsarios da repolica aprezar
todo o carregamento qoe se achar em navio neutro
e que, sendo contrabando de guerra, for proprieda-
de hespanhola; emendeodo-se que, se urna parle
desle carregamento fr de commercio licito, essa
parte nao sera aprezavel, ainda que pertenga a
subdito hespanhol.
6 O contrabando de guerra coinpoe-se dos se-
guintes objectos destinados ao inimigo : peca* de
artilharia, morteiros, espingardas e toda a especie
de armas e de proiectis, corrame, estopins, capsu
las, mechas, plvora, sal i tre^ pegas de uniforme mi-
litar, sellas de cavallo e freos, barracas de campa-
nlia, carvao de pedra destinado aos navios-de guer-
ra do inimigo ou seus corsarios, e em geral de lo-
dos os objectos e instrumentos fabricados para a
guerra.
7 E' tambera aprezavel todo o oavio coja oeu-
tralidade se nao puder provar.
< S-lo-ha igualmente o qoe carecer dos papis
principaes como patente, conhecimentos de carga
oo outra que acrediten) a propriedade desta e da
erabarcago, e sera' boa preza, salvo se provar ha-
vlos perdido por accidenta inevitavel. Todos os
papis que se apreseolarem devem ser assignados
como de direito para serem admittidos.
< S lo ha igualmente todo o navio de cojo bordo
se atirarem papis ao mar.
c S-lo ba igualmente todo o navio que arvorar
bandeira qoe nao seja o da sua verdadeira oacio-
oalidade.
t S-lo-ha tambem todo aquelle qoe offerecer
resistencia ou procurar rugir ao corsario.
8# Os corsarios da repblica devem ler-enten-
dido qoe todos os seos aprezamentos, para serem
validos e legtimos, devem ser declarados taes por
autoridade compleme, comslaocia extraordinaria qoe embarace ser o na-
vio aprezado sobmettido a julgaraeoto, o comman-
dante do corsario usara' de todo arbitrio, consol
tando a soa seguranga e reservando os docomentos
justificativos para apresenta-los a lempo a' aoto
ridade competente.
c 9 Os corsarios da repblica como taes teem o
direito de visita sobre todo o belligerante, o para
exerc lo devero ter presentes as seguioljs. pres<
cripgbes:
f 1* Ao trata'r de reconhecer e visitar ora navio
mercante, desfraldara' o corsario o pavilho nacio-
nal, disparando om tiro do pega sem bala, Indica-
gao diante da qual devera' o mercante atravessar
para esperar o reconheoimelo e arvorar a sua ban-
deira. Se o %\q fUer proceder' o corsario ooroo
convier para obrlga-lo a isso.
2" Se o mercante atravesar logo e mostrar
bandeira passara' o corsario, manlendc-se na djs-
| lauda qoe juigar conveniente, a enviar a visita de-
: reconheamento. Para evitar toda e qoalquer des-
. ordem na visita dos oavbs e carregaraenios, e at-
I tendeodo a' grande suspeita que pesar sobre o na-
vio que vai ser vi>itado, enviara' o seu bote com
um offlcial que aborde o deudo e examine sera a
menor violago ou m'ao lalo, os papis relativos
ao navio, e era caso de necessidade visite o mesmo
navio.
t 3 Se desle exame resultar que o visitado
neutro e que a carga ainda quando inimiga nao
couirabando de guerra, o deixara' em liberdade
Mas se o uavi. se dirigir a porlo inimigo, a visita
versara' escrupulosamente sobre a nalurezada car-
ga, delendo a que for contrabando de guerra e per-
lencer a Hespanhes oo fr destinada para elles.
10. Apenas o corsario aprezar qoalqner em-
barcacac, > offlcial visitador se apoderara" de lodos
os papis dg qua.quer especie ojie sejam, foseada
delles escrupuloso inventario, dando ora recibo de
todos os importantes ao capuo ou mesir do navio
delido, e adverundo-o que nao oceulte nenhura jia
indiligencia de que smenle os enlo apresenlados
sero dinillido no julgaraeoto da prea. Feilo isto,
o capild do corsario fechara e guardara' os papis
n'ura sacco ou raasso sellado, que deven* entregar
ao cabo da preza para que este o aprsente a auto-
ridade compleme no porto do destino.
0 capilo do corsario ou individuo da tripola-
caoque com qualquer lim occullar, rasgar ou ex-
traviar ditos papis, sera' castigado corporalmenie
conforme o caso, com obrigago para o primeiro do
resarcir o damno e a pena de dez annos de presi-
dio para o segundo.
t i 1. Ao mesmo tempo cuidara' o capilo do cor-
sario de mandar pregar as escotilhas das embar-
cages deudas e sella-las de modo que nao possam
abrirse sem romper os sellos; recolhera* as chaves
da cmara e outras paragens, mandando guardar
os_ gneros qui se acharem no con vs; e arrecada-
ra' quando o lempo o permuta ludo quanto puder
fcilmente extraviar-se.
12. Cuidara' o corsario ao tomar declaragao
juramentada ao piloto e tripolagao do navio detido
acerca da procedencia, naeionalidde, navegagao,
desiiuo e mais ciruumstaucias da viagera, declara-
gao que consignada por escripto e jumo ao aoto e
processo verbal do aprezamento, servir' no juizo
de prezas para resalva dos direitos de lodos.
13. Ao cabo qoe tiver de commandar a em-
barcago apresada se dar' noticia circunstanciada
do qoe ivn-iar destas deelaragdes, tornando o res-
ponsavel de quanto faltar por colpa oo omisso
soa,e se declarara' qoe qualquer individuo que
abrir as escolilhas fechadas e selladas, bahs, far-
dos, pipas, saceos, caitoes em qoe hoover merca-
dorias e gneros, nao smenle perder' a parte qoe
Ihe cabena, sendo boa a preza, mas tambem so(-
frera' processo e castigo, segundo merecer.
14. Para determinar a legilimidade das prezas,
nao se admitliro outros papis alm dos achados
e maoifestados a bordo. Comtodo se (aliando os
docomentos precisos para formar o joizo, se offe-
recer o capilo para justificar have-los perdido por
accidente mevitavel, o tribunal marcara' para isso
om prazo razoavel, segondo a brevidade comque
devein terminarse estas cousas.
< 15. Quando os capitaes de embarca goes ueu-
traes deciorarem de boa f que levam effeitos de
contrabando de guerra, proceder-se-ha a soa hal-
deago, sem ioterromper-lhes a soa oavegago nem
del-los mais tempo que o necessario, dando aos
ditos capitaes recibo dos effeitos que conduziam
explicando nelles todas as circunstancias que oc-
corram.
16."Todo o corsario que reprezar algum navio
nacional no termo de 24 horas do seo aprezamento
sera' gratificado com a raetade do valar da preza,
fkando a oulra raetade ao dono do navio aprezado,
e fazendo se esta diviso breve e suraraariamente,
alim de modificar quanlo possivel as cusas. Porm
se a repreza tiver sido feta passadas as 24 horas
do aprezamento, sera' do corsario aprezador todo o
valor delle.
< 17. Os corsarios que tomarem ao inimigo com-
muoicages interessaotes, oo offlciaes de patente
ou infenrem ao inimigo algum damno considera-
vel, sero agraciados de ura modo digno pelo go-
verno e em proporgo do servigo que tiverem pres-
tado.
t 18. O governo promette um premio a todo o
corsario qoe fizer preza de transporte mimigo com
tropas, mooigoes e projectis de guerra : o premio
sera' regulado segundo o caso e eircumsiancias, e
seguodo o cooteudo da preza.
i 19. Os commandantes dos corsarios, no prin-
cipal raieresse ue damnificar e destruir o commer-
cio hespanhol, sem ser cruels no tratamento dos
pnsionefroS; incendiaroe desiruirio todo o navio
ioimigo, qoe pelo seo estado ou seu pouco valor,
nao poder oo nao convier ser enviado ao porto de
julgamento, documentndose o corsario de modo
qoe possa comprovar o feito e responder pelas suas
coosequeucias no caso de declarar se legitima o
preza.
20. Qoalque corsario poder' v^nder as suas
prezas em portos da nagao amiga que Tsc^rasentir,
se o auloriser a isso algum agente diplomartbi.da
Repblica, que oeste acto deve examinar todas os'
papis do navio aprezado, e preceder as demais in-
vestigages conducentes para provar a legitimida-
de da preza. Estabelecida sufficientemente esta
legilimidade, o agente diplomtico chileno sellara'1
com os seas sellos o sacco era que cootiver os pa-
pis do oavio aprezado, devolver' este sacco ao-
capitao do corsario, Ihe dar om attesiado das dili-
gencias praticadas na legago e Ihe outorgara* por
escripto autorisago para vender a preza.
21. Prohibe-se a todos o corsario o resgate de-
suas prezas, e s no caso mui provado de convir
desembaragar-se de prisioneiros, poder' adoptar
est arbitrio.
22* Os navios aprezados e toda a soa carga
ficam livres de todo o direito e contribuico fis-
cal.
23. O commandanle, offlciaes, guarnigo e
equipagem dos corsarios flcam debaixo da protec-
go do governo e das leis do Chile, e gosaro ainda
que sejam eslrangeiros, de lodos os direitos anne-
xos a qualidade de cidado chileno, emquanlo es-
tiverem em servigo do estado.
c Dado em Santiago do Chile, a 20 de setembro
de 1865.O ministro, da marraba, Jos Manoel
Pinto.
Por cartas imperiaes de 26 de outubro ultimo
foram nomeados cavalieiros da.ordem da Rosa, pe-
lo servigo relevante qoe- prestaran) na quaIidade de
pilotos do vapor eacounacada Brasil, Augusto Gais
e Laiz Aurinaud.
Por decretos da roesjoa data : foi feta a merc
do foro de fldalgo cavalleiro da casa imperial ao
bacbarel los Quirico, da Rocha Werneck, a Luiz
Quirin da Rocha Werneck e a Joo Qulnoo da
Rocha Werneck, filaos legtimos do QdalgocavaU
leiro lente coronel Luiz Quirino da Rocha.
Foi permitudo ao Dr. Elias Jos fedruza, lente
da cadeira de anatoma geral e patboiogia da fi-
coldade de medicina da Babia, continuar na re-
gencia da referida cadeira, com a graoficacao ao>
dicional de 4004 por haver contado 23 anuos da
effectivo exercicio no magisterio.
17
Por decreto de 11 do correte:
Foi nomeado cavalleiro da ordem de S. Bento de
Avia o 1 lente da armada -los Maximino de
Mello e Alvim:
Foi nomeado leofe da <" Wira de hygiane e his-
toria de medirla, da facuu.we do Rio de Janeiro
----------
-


Diarlo de Pernambnea -- Sexta felra t de Dezembre de .
o oppositor da secgo de sciencias medicas da se depsis urna questo sobre a intelligencia do artigo
mesma faculdade, Dr, Aotooio Correa de Souza 19 dos estatutos, resolveu-se nomear urna com-
Costa ; I rnis.-o de 5 membros para estudar a questo e
Fui permittido que o Or. Lnii da Cunha Feij,' apresentar sea parecer na primeira reunio da as
lente da 3* cadeira do 4 anno da referida aculda- sembla geni.
de, c-nlinue na regencia* da dita cadeira cora a Foram eleitos membros da directora os Srs. con-
gratificarlo addicional de 4005 aonuaes, por con- selbeiro Antonio Flix Martins, Dr. Thomaz Alves
tar mai de 25 aunos de effeclivo exerciciu no oa- Jnior, Dr. Macoel Marques de S.i, Ignacio Euge-
gisterio; niotavares, Bernardo Casimiro de Frenas e Joa-
Fui feta a merc das honras de offlclal-menor da quim Jos Barbosa.
imp nal casa ao lente-coronel Francisco Jos
Borges;
Fui eila a merc de titulo do conseibo ao Dr.
Luiz da (Imilla Feij, lente da facnldade de medi-
cina do Rio de Janeiro :
Fui concedida a medalha humanitaria de 2* clas-
se a Gil dos Santos, marinheiro do brigue Bom Suc
Para a commsso cima foram eleitos os Srs. :
Dr. Manuel de Oliveira Fausto, senador Tbeophilo
Benedicto Oltonl, ur. Jos Machado Coelho de Cas-
tro, Dr. Olegario Herculano de L. Castro e Dr. Luiz
Antonio Fe mandes Pinheiro
Embarcaran! hontem ao meio dia no arsenal de
cesso, por baver salvado ura menino que cahira ao marnha para boTo dos ap0res Falcon e Lelha Ret
nja'- I o carpo de guardas nacionaes de Pernambuco, o
batalhao princeza imperial, urna compaahia de zua-
vos e a de couracas da Baha, e diverjas pragas
Por aviso de* 14 do rorreute foi nomeado com-
mandante do brigue escuna de guerra Tonelero o
I" tenente Jaciutho Fuado de Mendonca Paes
Leme.
No dia lo do correte o Sr. Eduardo Thoroton
foi recebiuo por S. M. o Imperador para apreseotar
a sua credeucial de enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario de S. M. a raioha da Gra-
Bretanha, proferrado nessa occasio o seguinte dis-
curso : i
Senbor.TeDho a hoora de depositar as mos
de V. M. Imperial a carta pela qual dignou-se S.
M., mioha augusta soberana, acreditar-me cumo
seu euviado extraordinario e ministro plenipoten-
ciario junto de S. M. imperial.
Sera* para miin um dos mais gratos deveres
azer qoauto me fr possivel para tornar ainda
mais estreitas e cordiaes as boas relaces que fe-
Iizin.-iii existen) entre o Brasil e a lugiaterra ; e,
esforgando-me por conseguir este desejavel flm,
procurarei chegar a merecer a benevolencia de V.
M. Imperial.
Cuutaudo cura a bondade e cooperario de V.
M. Imperial, nao poderei duvidar que os meus es-
toico- sejam curoailos de xito feliz.
Kesp.ridrodo S. M. o Imperador:
Sun muito seosivel a esta prova de amisade de
miaa mintu cara irraa a raioha da Gr.ia-Brela
nha.
avulsas.
Assistiram ao embarque sua magestade o Impe-
rador, suas altezas os Srs. conde d'Eu e duque de
Saxe, e os Srs. geoeraes Caxias, Lamego Cabral,
Camara e Polydoro.
Sua magestade retirou-se com a sua comitiva as
3 1|2 horas da tarde; depois de terminado o embar-
que.
i n oe O clipper francez Carioca, sahido do Havre para
o Rio ne dia 18 de outubro, perdeu-se no dia 21
nas pedras de Aungoy, perto de Guernsey. Mor-
reram cinco marioduiros da tripolago.
O Carioca era um navio de 611 toneladas, cons-
truido no Havre em 1834 oos eslaleiros de or-
muid.
20
Pelo vapor ioglez Keplef. entrado hontem do Rio
da Prata, recebemos folhas de Buenos-Ayres at
11 e MonleviJo 12 do crrente.
O exercito ainado pozera se em marcha de Mer-
cedes e acampava son Villanova, preparndose
para atravessar o rio Currieot.es que engrossado pe-
las chuvas, oppuoha, sobreludo atienta a deficien-
cia de meios de transpon-, algumas difflculdades
que todava nao lardariam a vencer-se.
roleiramente
mnns, e que foi precedido de oufros testumonhos e corte : Tendo subido a preseoca do governo Im-
compromissos de mais altu accordo e honrosa afiji- .perial represeotages de Carvalho l C, Mathias
zade, parece tornar de todo o pomo snperfluas Jos Pimenta e Araujo Lima Guiraares, queixan-
quaesquer expressSdS com que eu quizesse maui dose de ibes nao terem sido aceitas fazeodas cojas
fetar agora os sentimenlos e vista benvolas do compras se contrataran) e publicaran) no Diarto
governo do Imperador ; sem embargo, ainda era Ojfcial, e constando ao mesrao lempo, pelas infor-
preciso alguma inanifestago, nao obstante a slgnl- ma;5es por V. S. ministradas, oo ter havido em
Ucacau eminenie daquelles recentes fetus. O feliz semelhante objeclo a indispensavel regularidade,
encontr de S. M. o Imperador cora o Exc. Sr. ge- podendo acontecer que fraudes ou manobras se ba-j
ueral D. Venancio Flores, governador previsorio jaro empregado ou para julgarem-se fetas com-
deste estado, em Trente do ioiraigo coraqnam na pras que se nao realizaram, uu para obstar se. cura
fronleira meridional do imperio, compeled sem prejoizo daqnelles Individuos, a recepco de fazen-
duvida do raodo mais solemne e brilhante *qnanto das qne que bda f apreseatam ; resolven o mes-
eu poderia acrescentar oeste momento pertnte V.' mo governo que ama commissio composta de V.
Exc- S., como presidente, de chefe de scelo da 4* di-
As sinceras e mu benvolas intenses dos rectora geral desta secretaria de estado Jos Ru-
dous governos estSo, pois, assaz manifestadas no Uno Rodrigos de Vasconcellos, e do 2o promotor
seus proprios aetos e palavras. A misso qne es- fnbiico bacharel Firmo de Albuquerque Diniz, pro-
pecialmente me incumbe achase tambera trabada ceda ao mais rigoroso laquerito sobre os factos de
pelos principios de Juslica e previd-nte poltica que aqoelles individuos se queixam, e dos que Ih-s
Gom que ha pouco os mesmojgoveroos reslabelece- sao impotados : o que declaro a V. S. para seu
ram cum tanta feheidade as suas naturaes relagdes conbeciraenlo e execuco na parle que Ihe locar,
de vizrahanca e recipro e permanente interesse. prevenindo-o de que ao referido promotor publico
Julgar-we-hei feliz, Exm. Sr., se por meus in- se expede ordem para instaurar processo contra
cessantes esfurgos puder corresponder a lo legiti- quem de direito fr logo que apparecam indicios
mos e amigareis propsitos do govefrao de Sua Ma- ou provas sufflcientes para o raesrao processo, de-
gestade, captando ao mesmo lempo para a pessoa vendo sta commissio principiar sem demora os
do seu representante a estima e benevolencia do seus trabalhos, do que ludo V. S. luformara" a esta
governo da repblica. secretaria de estado.
governador interino responden neste termos 1 De V. S -Jos Amonio Saraiva.Sr. Francisco
alea dala
directamente por trra sobre a cidade de Cornea-
les.
t Do exercito do bao do Porlo-Alegre devia
destacarse urna forca para racorporar-se ao do r,' 1JSZ S2JSs au,0ndade8 rrltonaes fc-
marechal Osorio, e o resto subir pela margem do 25,!^TJSbdl,"slhesl,aDhoes. eapites ou im-
Uruguay at S. Borja, de onde onVraria infirma ZTZ*. Davios cni|en0. carp.nteiros de nbeira
jm trao8frencia-4lo9 moBfestos qne
lo decreto existam em seu nome.
' A' disposicio das autoridades
operara confwrme
anhor.Recebo com a mais alta complacen
cia as credenciaes cum que S. M. o Imperador do
Brasil, nusso leal adiado, noraa V. Exc. seu minis-
tros residente nesta repblica.
< Agradeco mui deveras os benvolos couceitos
que V. Exc. acaba de exprimir.
Antonio Raposo.
Por decretos de 17 de outubro prximo passado
foram nomeados : thesuureiro da alfaodega da ci-
dade do Rio Graode do Sul Cypriano Gmcalves da
Silva, e 3o escripturario da do Maraohao o 4 da
faco, seolior, os mais sioreros votos por qae mesma allaodega Jos Joaquim de Miraoda.
a uoiao que hoje reina felizmente eutre a repnbii
ca e u imperio se Arme e consolide cada vez mais
em reciproco beuefkio de ambos os paizes, e neste
sentidos lera V. Exc. occasiao de apreciar os actos
do mea goveroo nas suas relaces cora o Imperio.
< E' para mim summamente grata a nova*va
de apruCo que me da Sua Magestade envan
,iVni'
Os Paraguayos tmharo evacuado ioteiramente o
Tfuuniarl territorio correntlno pelo Passo da Patria. Urna di-
Luira-paraestreilar os'.agos que uoem feliz- gg-"^^ '
mete os nosso> duus paizes.
No mesmo da o Sr. D.
apresrotuu a carta
como mioistro resideute
corle.
a urna furca de
se sabia ter Meado do lado
achou o caoal de>te rio obs-
ao mesmo lempo que o ioimigo
roissao coo _
(.orneles
3,000 paraguayos,
Pedro 'IT'm ctholfca^a JaUl.oh'a logrado rel.rar-se inteirameote, nao forcou
de ^. M. catnoiica nesta a pas No acto da entrega da carta revocatoria prouun- ^XSuavr maS ^^ CDSe8U'r ^ '
con o Sr. Sorela y Maury asegrate alloca- q^ic^ p0s, .oda a nossa esquadra era Corrien
tes. para onde iara tambem subindo as forcas de
Senhor.Tendo se dignado a rainha, minha
augusta suburaoa, chamarme a outro posto, veoho
depor nas mos ti': V. M. Imperial a caria que p5e
termo a miniia misso na sua curte.
t Cooiquaato fusse ella curio, lisoogeio-me, se-
nhor, de acreditar i|ue V M. lera' encootrado no
meu procedimento u desejo de conservar e estrel-
lar cada vez mais as relaces de boa iotelhgencia
e perfeila amigada que devem sempre existir en-
tre a Hopanha e o Brasil.
Permit! me, senhor, que offereca a V. M. Impe-
terra brasileiras quechegavam a Montevideo, e alli
esperariam o grosso do ex-rreito.
O Sr. vicealmirante visconde de Tamandar
achava-se anda em Buenos-Ayres, e pareca que a
sua subida cum os encouracados Parau cima de-
vena ter talvez alguma demora.
M lg II I
Por cartas imperiaes de 18 foram nomeados pre-
sidentes : da provincia do Rio de Janeiro o conse-
Iheiro Dumiciano Ljite Ribeiro, da de Minas o Dr.
rwl m"us hum^ Joaquim de Saldanha Marinho, da da Parahyba o
lencia cun que Ihe approuve hunrar-me, a queira Dr. Marlun Francisco Ribeiro de Aodrade e da de
V. M. ac.itar os vutus qne dirijo ao Omoiputente Sergipe o Dr. Maooel Pereira de Moraes.
pela felicidad de V. M. Imperial, de S. M. a Im- j --------..^-.r i
perainz e de sua augusta familia, bera como do| Expedram-se novas credecenciaes ao barao de
povo que vive sob o seu paierual dominio. Penedo para tornara servir em Londres o carao
S. M. r^spundeu : de ministro plenipotenciario e enviad j extraordi-
t Agradeco vos a expessao de vossos sentmen- ^ nario do Brasil,
tos, beando-ma o pezar de que o servigo de vosso
paiz vos ubngue a deixar o Brasil.
19 -
O Brasil trouxe datas de Porto Alegre at 4,
Rio-Grande II, e Sania Calhanna 14 do cor-
rente.
Nada occorrera de maior interesse.
O otado sanitario da capital da proviocia de S.
Pedro do Sul nao era satistactorio.
Na mesma capital actiava-se um agente da colo-
nisag.iu norie americano, o qual dnvia percorrer os
diversos punios da p ovincia indicados como mais
propiios para a mesma coluoisacao.
No dia 5 suicidara com um tiro de pistola o ne-
gocame J >io Marques da Cunha.
Do Rio-Grande tinham partido para Pelotas e Ja-
gnaraou presidente da provincia e o prelado dio-
cesano.
O Dr. cirureao-mr da armada, Joaquim Candi-
do Soires de Merelles, que havia ricado doeniee.m
Algrete, leodu-se restabelecido, seguir para Mon-
te vi o.
Na cidade de Pelotas fallecer oo da 9 o coronel
Ernesto Antonio Lassance Cunha, ex-coramandaote
da guirnicao da mesma c.iJade.
O Diario do Rio Grande, dando noticias de S. Ga-
briel, mz :
t Recebemos cartas e joroaes deS. Gabriel.
t Fallecea all oo da -Jl o Sr. capito Fidelis
Nepomuceiio Pralis, respeitavel aocio, muito esti-
mado naqnelle lugar
O Echo Gnbrielense, de 29 de outubro, d as
segrales no leas sobre movimeoios de iropac :
CoosU-BOS que hoje seguem para S. Borja as
cuas brigadas de iufantana que aqu chegaram ha
das.
A biigada ao mando do Illm Sr. Hygino Jos
Cuelhu comp5e-se dos corpos 3o e36.
t Abrigada ao m-ndo do Illm. Sr. coronel Jos
Maria Birreto corape-se dos batilhoes 2." da guar-
da opcional destacada da Parahyba do Norte, e 0
34. de voluntarios da patria do Para.
Sao commandaotes desses bizarros corpos os
segrales seuhures :
t Do 2 da Parahyba do Norte o tenente coro-
nel Luiz Ignacio Leopoldo de Albuquerque Mara-
nh;o.-
Do 3S.de voluntarios da patria o teneotecoro-
ael Jos Luiz da Gama e Silva.
Do 3Vo o major Aotooio Eloy da Cunha e
Mello.
Do 37. o teoenle-coruoel Aotooio Augusto de
Barros W-cjoeellos.
O 2. baialho de guarda nacional da Parahv-
ba du Nuris deixou doeule no hospital desta ciilide
o Sr. lente Mareoiioo da Costa Teixeira.
Segu tambera boje a compauhia <\ zuavo* ba-
hianus, commandada pelo patriota capiio Joo
Francisco Baib >sa de Oliveira.
Au Echo do Sul escrevety, da Uruguayana :
Foi nomeado vogal do supremo conselho militar
o chefe de diviso Antonio Leocadio do Coulo.
-M-&-44
Da ordem du dia expedida pela reparticao do
ajudatite general, sob n. 482, extrahimes o se-
guinte :
Nomeagoes.Dos Srs. : Guilherme Negeli, ci-
dalo snisso, para servir no exercito de operacSes,
commaodado pelo Exm. "Sr. tenente g> neral baro
de Porto Alegre, como se offerec.eu, COjn a grada
gao e vantagens de 2o cirurgiu docorpo dj saude.
Em 31 de outubro fiudu.
Bacharel padre Maooel da Cosa Hoooralo, para
serv-r oo mesmo exercito de operages, como ca-
pella> capito ; acompanhando al la' o curpo de
guardas narmnae.- de Pernambuco, com que che-
gou a esia corle, e pausando depois a servir onde
Ine fur determinado pelo commaodo era chefe do
dito exercitoEm 7 do correte.
Tenente do 18" batalhao de infamara Antonio
Pedro G unes de Castro, para ficar a disposiaao da
presideocia da provracia do Ma rao nao, Jffm *te
ser empregado oo corpo provisorio qae se tem de
crear na mesma provioote.Aviso de 9 do cor-
rete.
2o cadete do | batalhao de inTantaria Livio Au-
gusto do Nacimenlo, para alferes de commissio
do corpo provisoiio- creado na provincia de Santa
Calharina.
Io cad' te 2o sargeoto da companhia de cavalia-
ria dn Minas Geraes, addido ao Io regiment de
cavallaria d-Mioa G;-res, addido ai Io regiment
dn cavallaria ligeira, Bibiano Jos Teixeira Ras,
e 2a sargeoto da guarda nacional aquartelada em
Nitherohy, Jos Sevehno da Lapa, para alferes de
commsso du corno de guardas naciouaes da pro-
vineia de Peroambuco que se acha nesta corte.
Ein.9 do corrente.
Foram approvad^s as nomeagoes feitas pela pre-
sideocia da provincia de Santa Catharina, dus Srs
offleiaes de commissap abaixo mencionados, para o
9o corpo de voluntarios da patria e para a.compa-
nhia de voluntarios allemes, era orgaoisago oa
mesma provincia. j
Foram dispeosados das commiss.Ses em que se
acna\am oo servigo do exercitr-.'os Srs. :
Capito do contuigent.-.- de guardas naciooaes da
provincia do Cear Luiz Antonio de Araujo Vian-
na.Em 4 do corrente.
Capito -/voluntarios do Piauhy Felisberto Jos
Nogup.ira.-Em 4 do corrente.
Tenante do corpo de guardas nacionaes da pro
vieta de Pernambuco designados para o servigo de
guerra, Jenuiymo Cesar de Vasconcellos, como re-
qu-reu.Em 8 do correle.
Tenente do 20 corpo de voluntarios da patria
i (corpo policial das Alagas) Felinto Elisio Pitombo,
por incapacidad pbysica.Em 7 do corrente.
igada do curos rgolo, composta de per-1 Alfen/S balal^ ,le e,aar,1as xf* da PJ, i
to de 2,000 lofanteJ-cCou l va'i para Caseros em lp*JM* ul.imamente chegad i a esta
poneos das, e d*fa com 'OO hmeos de cavalla- f*^ J^e I'ulyearpo de hreitas Juoior, .por hav-1
^t^^X^S^?S^F^\^^^ Pe'o -srao motivo.-Em 8
eguio para S. B Tja. para onde vai u brigadei-;0 FramVpprovldas a5 di#pensas ,on8t,aidas pe,o
commando em chefe do exercito em operag5es ao
ro Portinho com a sua divisan -err;ina.
c A> familia, emigradas cootinuain a chegar a
suas casa*. U commercio eresce, porm todo por
preg >s ^Xiirbitantes ja nao se pede cento por ceolo,
issu nada exigen*duzeutos e trezeutos por cenlo
cora urna sem ceremunia invejavel.
Al este momelo nada me occorre digno do
noiiciarie.
A me-ma folha publica a seguinte ordem do da:
Coinmaiidoem chefe do exercito em operago-'S
nesta provincia.Quartel general na villa da Uru-
guayana, 13 de outubro de 186o.Ordem do da n.
24.rendo rhegado ao conheciniento do Exm. Sr.
Porto-Alegre, commandante era
sul do imperio aos Srs. lenle Joo Baplista Orsy
Juuior.e alferes Joaquim Ribeiro Montarroyos J-
nior, este do 11 corpo de voluntarios da patria, e
aque.lie do 22, Oos postos de coinmissu que ti-
nham, por assim o haverera pedido por motivo de
molestia.
TraosfereDcias.Por decreto de 26 de catabro
fiado, na conforradade do art. 2o do decreto do Io
do referido mez de outubro, foram transferidos
para o corpo de estadu-maior de 2" classe os Srs.
coronel Maneel Rolemberg de Almnda e lenente-
corooel graduado Egas Muuiz Tello de Sampaio,
o ageote que teaho o prazer de comprimeutar nes
te momento, e desde ja' me congratulo que seja
to disliutlo ravalheiro o interprete fiel dos arais
tosos sentimenlos de Sua Magestade.
Por decreto de 15 foi o Sr. Thomaz Fortunato
d Brito reconhecido no carcter de ministro resi-
dente de S. M. o Imperador do Brasil e declaradu
no gozo das prerogalivas e iseogoes que por direi-
to publico 1he compelen!.
O Sr. cunsul geral do Brasil em Montevideo,
Melchior Caroeiro de Meudunga, linha de vir para
esta corte no vapor Presidente, por motivos de rao-
le>tia ; mas tendo Ihe cnido ao mar um I i l rio no
acto do embarque, demorou a sua vntgem.
Do interior temos datas ;de Porto Aleg>e al lo,
Rio-Grande 18 e Sania Cathanana 20 du correte.
As folhas da capital da provincia do Rio-Grande
du Sul oada refereai de interesse.
A assembla provincial cootiouava em sessoes
priparatorias por falta de numero legal para
abrirse.
Vindo do Jaguaro no vapor de guerra Apa, ti-
oha o presidente da proviucia chegado a Pelotas,
uude pa.-sou revista a tropa que alli se achava, se
guindo depuis para a capital uo mesmo vapor. O
bispo ducesano tambem se reliruu de Pelotas para
Porio-Aii-gre no vapor Fluminense.
Nas fuihas do RioGraude pouco encontramos
para extrahir.
u Commercial de 16 transcreve do Echo Gabrie-
lenee, de o :
i) grande sargento paraguyo, que se intitulva
tenente Jos Mana Roraeiro, que como pn>iomjiro
de guerra aqui se achava tendo a ci lade por mena-
gera, fngia ao auoitecer do da 31 du prximo pas-
sado, roubando ao major Aotonio Eduardo da Cos-
ta, de cuja casa de negocio era elle caixnro I
Era companhia do mesmo Roraeiro fugio tara
bem o traidur curreolioo que cun elle havu sido
priMoueiro, e um outro Paraguayo dus rendidus da
Uruguayua ; e.-se, porm, arrependido talvz, vo|-
tou t esta cidade edeuunciou o itinerario do grao-
de R jineiro, em cujo encalco fez o Sr. cordmaudau
te da guarmgo seguir diversas escoltas.
Seguio Ikiutem para S. Borja o Exm. Sr.
marechal de campo F;ancisco Aotonio da Silva
Bittencourt, geoeral em chefe du exercito de re-
serva, que val presidir alli ao cooselho de guerra
.ue tem de julgar ao Sr. brigadeiro David C iiu-
varro e corool Feroaodes.
Acompanhoa S. Exc. os dislioatosSrs. niajor
Antonio Domingos Ferreira Bastos, cspjto Julio
Auacleto Falco da Frota, teoeote Felippe ffermes
Feruaodes Trigo de Loureiro e alferes Jo.- Cnris-J
tino Pinheiro Butenc urt, >
Ao Diario do Rio-Grande escrevem d* Petota<
com JnlA c 16 :
Teudo o Sr. bispo most-ado desejosid^benjer
a baudeira que os diguos Poftuguezes residente
fnesla cidade off rtaram ao corpo de* voluntarios da
corunel Lucas de Oliwira, teve lugar hont^B-la,
pelas 9 huras, essa ceremunia, i m que oo houve
brilho por ler sido feta as pes-oas. Nao obstante
o acto foi sulemne, e concurrido de pessas gradas,
pronunciando nesse acloo Sr. Jus Vieua Pinjeula,
vice-cousui de Portugal, um patritico discurso.
Depois da benco, abaodeira foi levada Com
graode cortejo a palacio casa do Sr. corooel Sa
Arauju e d'alli depositada na li-r.ei'c-enca Porlu
gOeza para em occasio oppurluna ser entregue au
corpo em grande parada,
A' ouite sanio urna banda de msica precedi-
da de voluntarios e de inulto povo, dando vivas,
etc., e foi tocar aporta da inorada du Sr. Vlce cun-
ul portuguez e do Sr. preideule da sociedade
Beneficencia Purtugueza, o honrado commerciaute
Domingos Aotonio Flix da Costa, em agradec
melo a offerla honrosa que acabavam de receber
dos Puriuguetes, nos sos hons hospedes e amigos.
O Echo do Sul de 14 nuticia :
I iv, mu- datas de Bag qoe alcanc.m a 9 do
correute :
< Amigo oosso escreve-nss o seguinte a ultima
data
O corpo do Antiqueira aqui chegou ante-hon-
tem, teodo levadu de Pelotas aqui treze e meiu
das de viagem.
Sahiu de Pelutas com 355 pragas.e chegou aqui
com 150 mais uu menos, inclusive offleiaes I
t Marchara no dia II ; a regular pela marcha
que liveram al aqu, uo rhegaro a S. Borja Se
ni j em abril ou maio do aooo vinduuro, isso quan-
du ruuito ligeiro.
Transcreve tambem a seguinte carta, apezar de
retardada :
Urnguayana, 18 de oulubro de 1863.A esta
villa cheguei ha pouco.
Nao se pode imaginar a impresso que me
causou o estrago que vi.
Seus arredores desde o Imbaj al a povoago
.o um largo cemilerio, onde por toda a parte se
vn cadveres em putrefaego, restos e fragmen
tos de cavallos morase rezes carneadas, que oo
tendo sido queimados ou eoterrados, formara uro
grande foco de iofe gao, que tem dado origera a
grande oumero de eofermidades.
Deotro da villa o estrago indescriplivel.
Para o servigo da limpeza da povoago tero
sido empregados os proprios Paraguayos, que a re-
duziram ao mi*eravel estado em que se acha.
Estes Paraguayos sao gente multo bisonha,
atrazadissima em civihsago, sem oeohuma ios-
truego e eminentemente preguigusa e mandriuna,
sem espfrtto nem calor.
Passageiros viodos de Pirto-Alere, chegados ao
Por decretos de 18 do corrente mez, foi concedi-
da ao con>elheiro Joao Pedro Dias Vieira a demis-
so que pedij do cargo de fiscal do banco do Ma
ranhao, e nomeado para subsiitui-lo o bacharel
Gentil Homem de Almeda Braga.
No dia 18 do corrente mez foi recebido por Sua
Magestade o Imperador em audiencia publica S.
Exc. o Sr. D. Joo Blanco del Valle, que no acio de
entregar ao mesmo augusto senhor a sua creden-
cial de ministro residente de S. M. Catholica, pro-
ferio o seguinte discurso :
, Tenho a honra de entregar a V. M. Imperial
a carta que me acredita na sua corte, em qual ida-
de de ministro residente de S. M. a Rainha de
Hespaoha.
Cooflaodo-rae de oovo a mioha augusta sobe-
raoa a*eargo de represeota-la neste nohre paiz,
cujo rpido progresso evisivel eDgrandecimento v
cora saman satisfago, enearregou-toe mui espe-
cialmente de renovar a Voss Magestade Imperial
a expressSo sincera dos affectuosos e amigaveis
sentimenlos, que professa para com Vossa Mages-
tade Imperial e sua excelsa familia.
A extrema benevolencia com que Vossa Ma-
gestade Imperial houve por bem honrarme na
minha anterior misso, me faz cooceber a lisoogei-
ra esperanga de qne, na presente Vossa Magesiade
Imperial, em na magnanimidade, se dignara' de
craceder-m'a outra vez.
Alcangar lao insigne graga e estreilar ainda
mais, se fr possivel, os aoligos lagos de ba ami-
zade e mutua sympalhia, que felizmente existen)
eutre a Hespaoha e o Brasil, sero, seuhor, em-
quaoto eu permaoecer juoto de Vossa Mageslade
Imperial, o constante objecto do meu anhelo e des-
velos.
Sua Magestade o Imperador respondeu oestes
termos : >
t Muito me penhora esta nova prova de amlza-
de de minha chara irma a rainha de Hespaoha, e
espero Sr. ministro, que coocorrereis para estrei-
lar as boas relagdes que 'unem felizmente nossas
patrias.
genera, b.ro de i ^m^T"d^rcSi|es,e do 4>*""> *> cavallaria ligeira, e aquel- R0 Grade a 17, referen) ter sido assassfoado rra-
,...r. do 15 batalhao de infamara. quella cidade' por um escravo seu, o capitalista
ti i Manante, genro de um negociante chamado Joo
Honlem, peranle a congregago de lentes da es- Marinheiro.
eola central, presidida pelo Sr. conselheiro direc-1 Qe s,ta Calharina nao nos chega noticia alga-
lor, fui conferido o grao de bacharel em math--ma-1 ma de iraiioriancia.
ticas e scieocias physicas aos alumnos : Francisco
Lobo Lene Pereira e Carlos Peixoto de Mello, na-
turaes de Moas; Jos Carlos BuIhSes Ribeiro e
Jos Joaquim Alves de Barcellos, do Rio de Janei-
ro ; Juu Bezerra de Mello e Virginio da Gama Lo-
bo, de Pernambuco ; Alipio de.Avila Bittencoart,
da Parahyba do Norte ; Luiz Manuel de Albuquer-
que Galvo, do Rio Grande do Norte.
chefe du exeiciio, o grande
que nestes ltimos dias se lem dado era alguns cor-
pos deste exercilo, e toroaBdo-se nolavel que, do
17. corpo provisorio, commandado pelo sr. lenen-
te-c.irooel Benio Martins de Hasetea, essas deser-
tes se teeham felio em massa sem encontraren) o
menor obstculo, o qne prova se nao coooiveocia
do referido Sr. commandante, o mais completo aban
dono de seos deveres, como a rulpavel iudiff-renga
dos s-nhores tifficiaes do mesmo corpo ; e conside-
rando S. Exc. que urna curporacu que lem a des-
graca de ver partir d'entre si um exeaiploque nio
s ine marea os hrius cumo envergooha o eierciio
a que pertence, oo deve fazer parte do mesmo
exeniiu ; determina S. Exc. que seja dissolvida e]
suas pragas distribuidas pelus uuirus corpos da
mesma arma -, e que o Sr. uuente-eoronel Bento
Marlins de *eoezes se recolha preso a esta villa.1
O Destrrense de 18 refere :
t Na quarta-feira fondeen no porto desta cidade
a ranhoneira ingleza Glianer, que, segundo nos
consta, se deslina as aguas do Paraguay. Quera
sabe se nao sera' a domo desia caohoneira que le-
ra' de fagir o tyranoo Lpez T
a^h '
Embarcaran hontro as 3 horas da tarde cerca
de 450 pragas no vapor inglez Waileichen, cora
deslino para o Rio da Prata, fazendo o vapor escala
para responder a ennselhn de invesiigago e depnis or Santa Catharraa.
23
totrou hootem do Rio da Prata e portos do sai
DIARIO DE PEBNAMBUCO.
Temos a' vista jornae.s de sul do imperio, trazi-
dos pe o vapor bresllelro Tocantins e francez
Gaienn', aleando du Rio de Janeiro a' 2i, da Babia
a' 28 e de Alagas al 29 do passado.
Alera do que damos sob'as rubricas Parte Qffi
cial e Interior, eis o que) mais encontramos us
jomaos
Minas Geraes. Installop-se
prouincial, sendo eleitos :
Guimaffies e secretarlos
Horta Juoior. No dia 6 foi
s i para felicitar a' S. M.
ida ao theatrn da guerra.
As ultimas noticias r cebidas das f-irgas ex
pedjciunaria.s para Mallo Gr
a' 5 a asemh'a
resittJCe Dr. Teixeira
I rs. Carlos Thomaz e
lonjeada tima commis
o Imperador, pela sua
no dia 6, as bandelras
anos e 1* de guardas
das prlncipaes aulori-
isso, erara da margem
direila do rio.dos Buis, ja' iho commando do co-
ronel Galvo._0 estado sioitario da forga era
bom. *
S. Paulo.Basjxeram s,
d s batalhes 42 de volufl
nacinnaes, com assistencia
dados da provincia.
Grassava em Igeapc, corr intensidade, o(saram-
po, as hexigas e as .-amaras de sangue.
Una caria de Campias do dia 13 diz :
Hoje chegou aqui o He(tnque Hull, que acom-
paohou o geoeral Wood a' Araraqnara e Jab, diz ;
que o general chega amannaa as 9 horas, e vera
firme em ficar entre aqu-lles dous lugares, 9 le
guas distante do Jah, e seue immediaiament- pa-!
ra os Bstadits-Uoidos para irazer os emigrados.
as circumstaneias aconselhassem.
Lpez, vendo iofallivel e imminente a sua
queda, ja trata de preparar o leilo, como se vi-
deocia da segrate circular que elle-dirigi ao cor-
po diplomtico estrangeiro :
ASSl'MPCAO, 4 DE OUTUBRO DE 1865.
- Senhor.Tenho a hoora de dirigirme a V. S.
para levar ao seu conheciraento os sentimenlos de
eoosideragao com que v o governo desta Rep-
blica os subditos estrangeiros, e especialmente.oe
deque, oceupaodose smente' nos seus neg
cios e iuteresses particulares, se mantera aeetraes
na guerra que actualmente sustenta a Repblica
contra a trplice allianca de um imperio e duas
Repblicas vizinhas.
N'uma luta colossal como a presente, em qoe
as operagoes se estendem ao oorte, ao ste e ao
sul da Repblica, abrangendo extensas comarcas,
e sendo a guerra um conjunto de males, ioevita
veis muias vezes, o meu governo nao nutre a il
luso de que os cidados ou subditos estrangeiros
residentes nos pontos oceupados pelas forgas para-
guayas, n3u suffrero neohum daraoo em suas
propriedades, por melhor disciplinadas que sejam
as tropas paraguayas.
Porm se, com o correr da luta, ficar preju-
dicado algura subdito ou subditos de... o gover-
no paraguayo, fiel aos principios que adopten,
nesta guerra justas, sera' o priraeiro a deplurar
laes feiios, e esta' disposto a attender e indcmni-
sar no Gm da guerra os damnos e prejuizos que
elles teoham re*bido da parte das furgas nacio-
naes, cumianlu que sejam competentemente pro-
vados e justificados.
< Nao esta'no animo do governo nacodal que
os estrangeiros honrados, pacficos e laboriosos,
que nao l.mam parle directa nem iDdirectameote
na guerra actual, suQYam Irreroediavelmenle as
consequencias della. O Paraguayo uo faz a guer-
ra, e uo qoer que o peso das suas armas caa se
oo sobre seus proprios ioimigos.
Comprazo-me, pus, senhor___ de ter a occa-
sio de assegnrar a V. S. em nome deste governo
que os subditos pacficos de... encontraro orn-
are a mais decida proiecgo perant- as autoridades
paraguayas, e as mais completas garantas em
suas pessoas e propriedades, pois taes sao as re-
commendagSes e terminantes ordens que ellas re-
ceberara a tal respeito.
Ao offerecer esias garantas aos estrangeiros
amigos o governo nacional tem a consciencia de
haver cumpndo um dever, e nao pretende recia
mar favures em recompensa. Porm assim mes-
mo nao pode deixar de esperar dos sentimenlos
dejustiga e equidade qoe auimam ao governo
de .. e das relaces de amizade que felizmente
exislera enire ambos os paizes, que contribuir'
com sua mlfueocia e aiiioridaje, para** que seus
subditos guardem a mais stricta neutralidade na
presente lula, esperaudo ao mesmo lempo os io-
convenieoles que deve acarretar o alistamenio de
seus nacionaes nas tilas do inlraigo, para trazer a
desolago e a guerra a este paiz.
Nao termioarei senhor___sem fazer notara
V. S. o deploravel effeito que lem causado e esta
causaodo ao commercio esirangeiro o ioqualifica-
vel bloqueio decretado pelo governo argentino e
realisado pela esquadra brasileira, contra o espirite
de tratados expressos para a navegago destes rios,
e em abena contraposigo ao procedimento que
este governo tem tido n-sta guerra, relativamente
a livre navegago dos rios e ao commercio inno-
cente.
t Pelo tratado de 10 de julho de 1853, se declara
livre a navegago dos rios Paran e Uruguay, e, no
caso de declararle a guerra entre qualquer dos
estados ou provincias du Rio da Prata, para o pa-
vilho mercaulil de lodas as nagoes, sem estabele-
cer excepgo a este principio se nao relativamente
aos artigos denominados contrabando de guerra.
O governo paraguayo, apezar de nao ter tido
parte no tratado cima meociooado, no desejo de
proteger o cummercio innocente, lem deixado se-
guir viagem livreraeBte os navios que antes e de-
pon do decreto de 16 de abril do presente auno, es-
labelecendo o bloqueio, comegaratn a carregar no
porto da Assumpgao.
Porm a esquadra alhadi, longe de franquear-
le livre passo para seguirem a seu destino, apode-
rua-se destes navios, obrigaodo os a servir de trans-
porte de guerra contra este paiz, ao mesmo lempo
qne fazia retroceder os oavius desvachadus nas al-
faodegas de Buenos-Ayres e Montevideo com desti-
no ao Paraguay e Corrientes, e que s por falta de
vento nao tinham ja chegado ao seu destino.
E-tes sao fados aulhenticos, seuhor, e que nao
podem oceultar se aos olhos de V. S.
Por outra parle, o meu goveroo oo eslranha
que a imprensa venal de Buenos-Ayres, continu
hoje com mais empenho oa sua teulativa de desa-
creditar o govrrno e povo desta repblica peraote
os olhos do mundo, imputando as forgas para-
guayas em operagdes actos imagioarios.de assassi-
oaios, violencias, roubos, pflhageoa e incendios. A
deslealidades dos nossos inimigns nao perde nem
os meios mais ruins afim de fazer us aiiparecer
como selvagens, que nao reconhecem leis, nem sa-
ben) i or freio a ses instioclus ferozes.
Estuu sem embargo, persuadido, senhor, que,
longe de dar nn|>ortaucia as publicago-s calumnio-
O Dr. Gasiou, que veio pnmeiro,
sas daquella imiiren^a nnmoral, V. S. com o espiri
v vi. -... -."ii uun oiv uiiiiiciiUi rtSS^IHUU UC:, ... .
nao vollar mais: e, dessa cidade, para onde parte,!,0 de 'nparealidade que o caracter.sa, saben con-
lenciona manda- buscar a sua e mais trinla fami-1 SLWM na altura "lue lhe ''on"'ele i"ara Jular m
lias, pnr quem foi incumbido de ver trras. faclos. 'm ^nn:tmento de causa.
Matto GROSSO. O v.re-presideote, baro de I -Aprove.to esla OLcasiao para renovar a V. S.
Melgago, acuvava o engajamento de voluntarios .s l***?" m'nha d'>"uguida coo.-ideragao
para o exercilo e es madra i Ao Sr.... -Jos Berges.
- Por ordem da mesma vice-presideocia SSO- Do l,ile f'ICIU ** i'nportaole o da entre-
mira o commaodo da fioinha da provincia o capi ntre o* ministros da Italia, Estados-Lodos,
lo-lenente Antonio ClaudioiSoid., por ter de ret- prus",a e>, aa-Bretanha e o almirante Pareja, para
rar-se pare a corle o capilo de mar e guerra Cas- "^ciagoes de paz.
tro e, Menezes I Alda M 'gnorava o resultado da conferencia ;
- 'igualmente achava-sea' lesla do arsenal de i Weea, pertm, qoe us ministros volUram de bordo
rnarioha o capito-ienente Antonio Luiz da Silva : da v["a ***** m,u" Irsconteoies.
g |||(0 F A versan mais aulonsada que circulava sobre
' Ro'de JANEino.-Foram agraciados com a gra-' bJe,!t" da visila dele* cavalheiros era o seguin-
cruz da imperial ordem do Cruzeiro os geoeraes!-' .. _..,
D. Barthoiomeu Mitre, presidente da repblica Ar- p rP "ip'oma ico propunha ao Chile es
geotioa, e D. Venancio Flores, governador proviso- Hespaoha que-submeiiessem a um arbitro as d.ffl-
al do Uruuav culdades occorridas entre as duas nagoes.
acora na-1 ^m caiB de 'l"e',r almirante Pareja que ca
a i/u ] -r -
asada recia lostrorgoes para aceitar a pruposigao, o
rio da repblica oriental do Uruguay
O decreto n. 3509, de 6 de setembro,
blicado, determina que a Brasileira que, ca.-*
comwraagetro, qoixer recohrar sua condigo de agen ehesManhui sena convidado a suspender as
Brasileira, fara a declaragp exigida no art.V da hostilidades e ace.iar um armisi.cio. o qual dura-
lei n. 1,096 de 10 de setembro de 1R60, perante a > r,a a, 1ae sft Pr-nunciass* o governo hespanhol
cmara municipal de seu domicilio.
O dito de 18 do pausado diz o seguinte :
Querendo dar aos cAmpes e pragas da arma
ladaSilveira Lobo, do
ecretano de estado dos
ssira o tenha entendido
Por decretos de 10 do corrente :
Foi exonerado, a seu pedido, o 2o cirurgio do
corpo de saude da armada Dr. Augusto Venceslao
da Silva Lisboa ;
Foi reformado, tendo se invalidado no ataque de caram extasiados ai ver o lugar chamadoMonte-
Pay>saodft, o soldado do batalhao naval Maneel
de Dus Machado;
do imperio o vapor Presidente. Foi perdeado da pena que incorreu, como reo
De Montevideo temos folhas at 16, mas as un- de primein desergno aggravada, o soldado do ba- casa do Sr. Jos Pinto Ferrz.
cas noticias que contem do theatro da guerra sao talhao uaval Joo fvangelista de Moura ; Os Americanos tem lirado notas das sesma
as que transrrevera dos peridicos de Buenof-Ay Poram promovidos aq posto de 2 tenente da ar- ras, que regulara talvez 20 a 30 leguas quadra
15 do corrente foi nomeado e res d 14, qne ja' ti unamos receido pelo Carmel mada os pilotos Liberato Lias Cavalcanti de Oli- das.
Publicara, purera, o seguinte discurso, com que o veira e Joaquim Domingues de Carvalho. V3o agora para Jahn,
de guerra, afim de josticar o seu procedimento
n'uma tan desagradavel emergencia. -Jo- Antonio
da Silva Lopes, teneote-coronel aeputado do ajodaa-
te-geneiai.
De Santa Calharina nada temos que noticiar.
Por decreto de
conselheiro Js Ildefonso de Souza Ramos pre^i
denle da commsso que na capital do Imperio ten
de presidir a exposigo nacional dos producios de
agricultura, industria e bellas artes.
Rennio-se hontem s 5 hons da tarde a assem-
bla geral dos instituidores do monte-po geral,
para nomear a nova directora, e para ser apresen
lado o relatorio das operagoes do extabelecunento
no anno lindo a 18 do passado. Lida a acia, que
foi appruvada, procedeu-se a leilura do relatorio e
contis, qae (oran igualmente approvados. Muveu-
da nacional que se acharara no cmbale naval do
Riachuelo urna prova de msiderago que mere-
cen) pelo valor e deoodo com que se portaram n'a-
quelie memoravel feto de antas, bel por bem con-
ceder-lites o uso de urna mpdalha conforme os de-
senhos e insiruegoes que com este baix.im, astg-
nadas por Fraucisco de Pa
meu conselho, ministro e
negocios da marinha, que"
e faga executar.
O antigo vapor ingle; Virago, que se chama
de presente Paysand, fui I "elado pelo governo pa-
ra transportar tropas e peliechos de guerra do Sal-
lo para Uruguayana.
Arnhuu, a' lo, a barca hespaohola Nossa
Senhora de La Louraia, era viagem do Cabo de
lloro para Guayaquil.
L se no-Corrao Mercantil, de 18 :
c Relativamente aos ag-me* americanos que
acharo se agora examinando as ierras da provincia
de S. Paulo, consta o segrate
t Chegou a' Araquara
encontrado pelas pessoas
de, apeandu-se era casa 4o Dr. Andr Dias, uode sem proveito algum a siluago locera em que nos
logp Ihe fui servido ura ligViro copo de agua, pois acharaos. Piuco importa chegar ao lira appntecido
nao era esperado. Foram depnis jantar oa fazen- com a guerra ou a diplomacia ; o que a repblica
da do tenente coronel Joaquim Lourengo, que fui Becessita cortar o o. Se lal resultado se puder
incangavel em obsequiar ds hospedes. No dia se* cons-gtiir mais depressa e com menos dispendio
guite o povo e urna comraisso da cmara foram porlneio de notas do qne pela espada,, bem vin ias
comprimentar os Srs. Wood: e Gastn. sejam as noias do corpo diplomtico.
Os Americanos tem examinado as tsrras, Apezar das ameagas contidas em urna carta
arhando muito triste a faztjnda do Caboy ; mas ti- offtVial dirigida pelo almirante hespanhol ao minis-
tro inglez naquella repblica, os temores do bom-
Alegreexclamando : Que booito lugar para a hardeameoto dos portos chileoos haviam-se dissi-
nossa cidade I Tirarara|a planta desse lugar. pado cmodamente. Do interior esiavam regres-
Fram obsequalos com um grande jamar em sando as familias que tinham abandonado o luto-
ral.
sobre a proposigo do arbitro.
t Por ultimo, se o chefe das forgas navaes hes-
panhoias rejeilasse toda e qua|i|uer cnmposigo
amigavel.o corpo diplomtico assnmiria alilude se-
vera e decidida a respeito.
< A Pabia atacava fortemente esta mediagn,
fun lando-se em razes de muito peso para a dig-
nidade do Chile.
Todos os joraaes repellism a idea de iransac-
gao com o immigo. O Independente, ijoe era o nni-
ro qoe a aceitava, fazia-u uestes termos :
c O Chile tem em vista nr presente guerra tres
flns elevadissimos, Hus qoe esta disposto a rbter
pelas armas, visio como nao Ihe foi possivel alean
ga-los pelos meios pacficos :
c Estes os sao :
t Reparago pelos ultrajes que Ihe fez nm agen-
te do governo de Hespanha.
a Resarcimento dos prejuizos causados pelo blo-
queio.
c Garanta para que no futuro nao seja ameaga-
da a independeona, nem as Instuuigoes, nem o
commercio das repblicas do Pacifico.
A solngo que envolver estas tres bases ser
9 general Wood que foi aceitavel para o Chile ; qualquer outra s servir
moortanles da Incalida- para aggravar os males prsenles, prolongando
Sr. Thomaz Fortunato de Brito apresenlon ao o
verno da Repblica Oriental as cartas que o acre-
ditan) como oosso ministro residente :
< Exm. SrTenho a honra de depositar nas
mos de V. Exc. a carta pela qual S. M. o Impe
rador, meu augusto soberano, sa dignou acreditar-
corno sf>u ministro residente na Repblica Orien-
tal o> Uruguay.
t O lisongeiro aspecto que apresentam as mu-
tuas relagdes dos dous paizes unidos actualmente
em urna alliaBea de gloria e de interesses cora-
acorapanhados pelo te-
Pot decretos de 13 e do corrente foram no nenie-coronel Joaquim Lobrengo, pascando pelo
meados : Sap e Brotas. >
Jos Joaquim da Fonseca e Cunha, fiel da paga- L-se no Jornal do Commercio, de 21 :
doria da marinha ; Entrn huntera do Hn> da Prata o paquete
Antonio Jos da Rocha, professor de desenlio do francez Carmel, com data de Buenos-Ayres al
Io anoo da escola de marinha. 14 e Montevideo 15 du correle
E portara de 2u tambera do corrente : Nos tres dias posterioras a sahida do Kepler,
Carlos Augusto Correa de Mello, pralicanle da o aspecto geral das cousas ino tinha mudado.
O exercilo alliado ja e
\.
\
stava passando o rio
contadoria da marinha,
- Cora data de 25 de outubro expedio se o se Corrientes, sendo ainda inierto se d'alii raarcha-
gainle aviso ao director do arsenal de guerra da ra sobre Guya para subir | or agua o Paran, ou
t Em resposta a nota amagadora de Pareja, o
governo etpedira decretos determinando :
Que os subditos hespanh-js residentes na re
publica fossem removidos para a capital, onde se-
ro matriculados pela autondade local e licarosob
a immediata in-peceo da referida atiMridade.
t Que os ubellies e todas as autoridades de f
publica, os directores do banco e gerentes de so-
ci-dade anonyraas nao autorisem-nenhum contra-
to de transferencia de posse, nem nenhuma outra
espocie de obrigago em que intervenharosubdilos
hespanluJes.
t Finalmente, que as alfandegas da repblica
nao admiiiam a firma de nenhura subdito hespa-
nhol para o despacho de mercaduras, nem auton-
canoeiros, manoheiro- e pescadores.
Coutinuavam os acto de patriotismo por parte
da populagau. Em lodos os pontos do paiz organi-
savam-se corpos de voluntarios.
Era calculado era duzentos milh5es de pesos
o valor das mercadorias esiraageiras depositadas
em Valparaizo.
Parece que a Iota qae no Per o povo sustenta
contra o governo do Peaet, se approxima do desen-
lace.
As ultimas noticias dava ambos os bellige-
raaies bs immediatoes e> Lima, e rao prximo nm
do outro que nao era mais possivel prolongar a
cootenda.
L-se no o. de 24 :
* Foram demutidos a .en pedido :
0 joiz de direilo Tito Augusto Pereira de Ma.
tos, do cargo de chefe de polica da provincia da
Parahyba :
O juiz de direilo Antonio Augusto da Silva, do
cargo de chefe de polica da provincia do Rio Gran-
de Uo Norte;
O juiz de direilo Salusiiano Orlano de Araujo
Costa, do cargo de chefe de polica da provincia do
Amazonas.
Foram removidos:
O desembargador Theophilo Ribeiro de Rezen-
de, da relaco da Babia para a do Rio de Janeiro ;.
O juiz de direilo Joaquim Pedro Villaga, da
comarca de Sapucahy de 2" entrancia, na provin-
cia de Minas-Geraes, para a vara da capital do Pa-
ra de 3*;
O juiz de direito Antonio Candido da Rocha
da comarca de Jaguary de 1* entrancia, para a de
Sapucahy de 2", na provincia de Minas-Geraes;
O juiz de direltu Sebasiiu Jo.- da Silva Braga,
da comarca de Alcntara de 2* entrancia, para a
vara da capital do Maranho de 3* entrancia ;
O juiz de direilo Cassio Antonio da Cost Fer-
reira, na comarca do Rosario de entrala, para
a de Alcntara de 21, na provincia do Maranho.
Foram designadas :
A enmara de Anadia, nas Alagoa?, para nella
ter exereiclo o juiz de direilo Amonio Augusto da
Silva;
A comarca da Imperalriz, no Ceara', para nel-
la ler exercicio o juiz de direilo Salusliauo Orlan-
do de Araujo Costa;
A comarca do Rosario, no Maranho, para
nella ter exercicio o juiz de direito Tilo Augusto
Pereira de Mattos.
t Furam nomeados :
a O juiz de direito Candido Xavier de Almeda
Souza, ebefe de polica da provincia de S. Paulo -.
O juiz de direilo Joo Rodrigues Chaves, che-
fe de polica da provincia da Parahyba;
O juiz de direito Sebasbo Cjucalves da Silva,
chefe de polica do Rio Grande do Norte;
O juiz de direito Ju.- Mara de Albuquerque
Mello, chefe de polica da provnola do Amazonas;
O bacharel Raymndo Furtdo de Albuquerque
Cavnlcanii, juiz de direito da comarca do Rio .Pa-
ran', na provincia de Goyaz;
0 bacharel Augusto Cesar de Medeiros, juiz
de direito da comarca de Puuso Alegre, na provin-
cia de Minas Geraes;
O bacharel Eraerioo Goo)es Parete, juiz de
direilo da comarca de Flores, na provincia de Per-
nambuco.
Por decreto de 18 do corrente mez foram apre-
sentados os padres Theodoro Antonio Pereira de
Castro em ura dos lugares de beneficiado da cathe-
dral do Maranho, e Jou Luiz Martins em outro
lugar semelhante lambem da mesma cathedral.
t Foram oomeados :
Cavallei o da ordem de S. Bento de Aviz, o ca-
pito do corpo de engenlreiros Joo Ernesto Viriato
de Medeiros ;
Obtlveram carta de naturalisago de cidados
brasileirosos subditos porluguezes Manuel Ferreira
da Silva Wanderley, Autonio dos Santos Pereira e
Manuel Antuno Esteves.
Pur decretos da mesma data coocedeu-se l-
cenga :
_ A' sociedade portugueza beneflcente,estabele-
cida na capital da provincia do Para', licenga para
adquirir o predio que comprar ou edificar como
tira de nelle estabelecer um hospital para tratamen-
lo de seus socios ; vigorando a licenga no pnmeiro
caso dous anoos, e no s-gundo quairo.
Foram agraciados per S. M. o Imperador : o
Sr. capito-teoente Henrique Antonio Baptista com
a commenda da ordem da Rosa, e o Sr. l r. Tho-
maz Alves cora a da ordem de Chnsto.
L-se no Correio Mercantil da mesma data:
No da lo uo corrente. fui o nossa minisiro re-
sidente em Montevideo, o sr. Thomaz Fortunato de
Brito, recebido em audieucia publica pelo governa-
dor, delegado do Estado Uriental.
Eis os discursos proferidos nessa occasio :
Do Sr. Brito:
Exm. SrTenho a honra de depositar nas
raaos de V. Exc. a carta pela qnal Sua Magestade
o Imperador, meu augusto soberano, dignou se
acreditar-me como seu ministro residente, junto do
governo da Repblica Oriental do Uruguay.
t 0 lis-ngeiro aspecto que apresentam as mu-
tuas rniaciV* dos duus paizes, actualmeule unidos
em ama allianga de gloria e interesse commum, e
que fra precedida de uniros testemunhos e cora-
prumissos do mais alto accordo e honrosa amizade,
parecem toroar.#de lodo superfluas quaes.juer ex-
pressoes com qae eu preteodesse agora maoifeslar
ossentimenics e vistas benvolas do governo do
Imperador.
i E se, todava, ainda alguma manife*tago era
precisa, nao obstante a emineote significagao da-
qnelles recentes leitos, o feliz encontr de Sua Ma-
gestade o Imperador com o Exm. Sr. general D.
Venancio Flores, governador provisorio deste esta-
do em frente do inimigo commum, la na fronleira
meridional do imperio completen, sem duvida, do
modo mais solemne e brilhanle, quanto eu pudera
aeereseentar ante V. Exc. neste momento. As sin-
ceras e muito benvolas intengo-'s dos doos gover-
nos esto, pois, asss professa'das em seus proprios
aclus e palavras.
Pelo que loca a misso que especialmente me
incumbe, acha-se ella tambem tragada nos princi-
pios de jusliga e de prevideule poltica, com que os
mesmos governos ha poneos restabeleceram com
tanta feheidade as suas naluraes relagBe de viz.
bitanga e de reciproco e permanente interesse. Fe-
liz rae julgare, Exm. Sr. se por meos iocessaoles
esforgos puder corresponder a lo legtimos e ami-
gavels propsitos do governo de Sua Magestade,
graogeando ao mesmo lempo, para a pessoa de
seu representante, a estima e benevolencia do go-
verno da repblica.
Resposta do governador :
t Senhor.Recebo com a maior satisfago as le-
tras eredeneiae*, pelas quaes Suas Mage*iade o
imperador do Brasil, oossu leal adiado, noraea a
V. Exc. seu ministro residente oesta repblica.
a Agradego cordialmeoie as benevulas expres-
soes que V. Exc. acaba de emlttir.
Fago, senhor, os mais sinceros votos pan qne
a unio que huju reina felizmente entre a repbli-
ca e o imperio firme se e consollde-se cada vez
mais em beneficio reciproco de ambos os paizes ;
* uestes seutidos V. Exc. ter eccasio de apreciar
os actos do meu goveroo era suas relagoes com o
imperio.
t E'me summamente grato a nova prova de
aprego qoe recebo de Sua gastada com o envi
do agente, a quera cbeme o prazer de saudar
oeste momento; e congniu-lo desde ja' poroue
tilo disliocto cavjliieiro seja o interprete fiel dos
amigaveis seotimeolos de Sua Magestade.
o Do nosso cnsul geral em NW-Yrk exigi o
ministerio dos negocios estrangeiros informages
a respeito do prcedimedto do vice-cousul bra leiro em N^w-Orleaos, que cunsta ter publicado
em um jornal um ediial dissuadindo a emigrago
para esle imperio.
As noticias commerclaes, a' ultima dat, sao
as segrales :
t Anda hoje (23) foram importantes as opera-
goes em cambio sobre Londres, realizendo-se a
maior pane a 26 l|i ; a 26 e -6 I|8 honve lam-
bem alguns saques, porm de menor iopurtncla ;
25 34 era a laxa a qae se off-recia o papel banca-
no ; nu cousla porm que encontrasse tomadores
a esse algansmo nem que fosse vendido a prego
raals alto.
t Alm do meio mlhode libras esterlinas saca-
do por cont do governo, moutm os saques sobre
Londres para esle paquete a cerca de X 630,009
aos extremos de 26 e 27 i|4 d.
t Sobro Pars foram tambera de alguma' impor-
tancia as iransacges de hoje as coiac5s ofcnes,
ommando os saques para o Gitimne em fn.
1,400.000 aos extremos de 350 a 365 rs.
t Sobre Hambnrgo sacou se cerca de aUOOO'm.
b. de 675 a 683 rs.
< As cotages offleiaes de aplleos de 6 0|0 refe-
rem-e a transferencias por vendas anteriores.
< Vndense um petueno lote deacgdes do ban-
co do Brasil a 2$ de premio.
Metaes.ue 9 a 23despacharam-se os segra-
les valores :

MOTTLDqi

!
L
--

'


.1
-

J


I--

* --
Otarlo de Pernaubneo sexta felra f 0KSTIN0S. OUBO.
Hitas dos Acores.......13:000*1)00
Port..................... 6698*000
Lisboa................... 5:800*000
r,a.i.(Barra 6:131*160
uoraeos Moed 6:0004ow)
>_,_ 12:131*160
PRATA.
6:330*000
201*000
*
763*00
ToUl.... 36:629*160 7:322*OU0
Peroambucj
Babia ......
Cear.......
PAPEL.
32:5004000
32:50O*HJO
20:0004000
Total..... 105:000*000
Ciotinuou hoje a animaco no mercado de ca-
f devida sem duvida a baixa do cambio e as coo-
ceesbes feitas pelos possuidores.
As vendas monta ni a 21,000 saccas, sendo
18,000 para os Esiados-Umdos e 5,000 para o Me-
diterrneo e 1,000 para o Canal.
Reproduzinus em seguida as cotacSes de caf
por tfivm saludo no nosso boletim de hootem cora
um erro typographico que as altera materialmente
em relaco as quaiidades.
Lavado..... 7*800 a 8*100
Fino....... 7*300 a 7*100
Superior..... 7*100 a 74200
! boa.
1* regalar...
1' ordinaria .
2* boa......
2* ordinaria.
Capitana..
6*800 a
tfiooi) a
5*200 a
4*700 a
4*500 a
6*900
6*100
5*500
4*800
4*600
5*300
2.' turma.
Plenamente. .
Reprovado .
5
1
6
t Augmentada a existencia de hootem com cer-
ca de 8,000 saccas entradas hoje pjr cabotagem e
Fizeram exame de inglez do dia 28 :
Plenamente. / 2
Reprovados... 5
7
Fizeram exame de rbetorica no dia 28 :
Plenamente. 7
Simplesmente .
Reprovado ... 7
18
Hoje o agente Olympio, no seu grande arma-
zem da ra da Cadeia do Recita n. 36, faz leilao de
diversos trastes, como mobilias completas, pianos,
mesas, sofas, cadeiras, camas, lavatorios, grande
quantidade de objectos de ouro e outros muitos
artigos.
Remettem-nos esta commicacao :
E' preciso que tenhamos rondas, que garan-
tam a traoqulllidade pabtica, e nao se desmanden]
a ponto de perturba-la por mel de excesso do
poder, que Ihe confiado em garanta do cl-
dado.
Ora, Isto dense por obra das 8 horas da nou-
te de 28 do prximo passado, sendo os autores
duus enanclas da guarda nacional, que rondando
pelo passeio publico, onde conversavam sentados
alguns mocos, enleoderam dever polos d'alli para
fra sera motivo algum, a ponto de apilaren por
patrulhas, dizendo aos mocos que isto faz.am para
prenderem-n'os.
Alm disto, tendo-se-lhes dito qne nao sabiam
o que faziam, pois s desta sorte devehara obrar
coiMBino.
___________________________
PRAQA DO RECIPE.
Cotaedes officiaes.
30 de novembro.
Assucar mascavado Canal1*300 por arroba.
Algodo primeira sorte 165000 por arroba
Cambio sobre Londres 90 d/visla 28 d por
I9OOO.
Dubourcq Jnior,
Presidente.
Guimares,
Secretario.
Consolado 4 Portugal. Barca partogueza cReereioi.
Pelo presente >6o 1 hamados todos os seuhores Vende-se este superior navio que carrea 16,000
eredores do floadojsubditu portuguez Joaquim da arrobas em II 1|2 palmes, propno para o Rio
Costa Vieira, de apresenlarem sitas contas dentro Grande do Sol. fjrrada de metal aovo : trata-sa
do praso de 15 di
serem conferidas.
Consulado de I'.
ovembrB de lil
df.no
3r
no consulado portuguez, para
em Pernarabuco aos 30
nogal
65.
fel subdelegada do Peres foi mandtdo re-
selher casa de datencao a preta que diz enamar-
se Joanna. e morar'na ra dos Martyros em casa
de urna senhora D. Mara dos Anjos, casada com
com o consignatario Joio Francisco da S. Novaes,
trvessa da Madre de Oeos n. 5.
Para o Rio Ciramde do Sul
pretende seguir com imnu brevidade o brigue na-
cional Amelia ; para carga trata-se com os seus
consignadnos Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
C, ra da Cruz n. 1.
Sr. Francisco ; e.->tapreta de na gao e andava era-
j briagada vagando por este distncto : quem a mes-
Brasll
ma tiver direit > conppareca, que prevando seu do
minio Ihe ser entregue.
Subdelegada fy lf,-res 28 de novembro de 1865.
O subdelegado,
Alexandrino Marlins Corma Barros.
Cala flllal do banco do
em Pernanibtico.
Tendo-se desencaminhado da massa fallida de
Guilherrae, Carvaiho & C o recibo de 45 acedes
das localizadas nesta caixa, soto ns. 2787 a 2801,
pertenceDtes a Guilbenne Ppedance d^ Suiza Car-
vaiho, socio daqu-dia lirma, a directora faz iiulili-
co a quem interessar jjessa, que por parte de Jds- ^enlf 3a fT Jrmpo deJres mezes, flndos em
tino Jos de Souza Camp'o*, administrador da re-
.IILES.
Cflserh |e compras navaes
O coejplho contrata no da 8 de drzerrrbro do
ferida massa, se vai proceder a transferencia de
ditas acedes para a Sra. O. Benriqueta da Silva,
actual possuidora das mesmas, visto as ter em has-
ta publica comprado, como tudo provam com do-
cumentos que ficam archivados nesut cana.
Cana tilia! do banco do Brasil 30 de novembro
de 1865.
O guarda-livros,
Ignacio Nunes Crrela.
margo do anuo prximo vrodoure, o fornecimento
dos objectos ahaixo peciarados para os navios da
armada e eslabeleci.jiiuulos de man a lia.
Objectos.
Arrot do Maran l >, assucar branco grosso
raos, azeite doce de Lisboa
ar branco refinado, aietria,
araruta, bac.alhao, bblacha, bolachinha americana,
caf em grao, cama iba em velas, covadinha, cha,
carne verde, carne s cea do Rio Grande do Sul,
feijao, fanubade mandioca da Ierra, galinhas, le-
aguardente de. 20
azeite inferior, assu
ta ui
=*>
^ho
Em assucar e couros nada temos a notar.
Effectuaram-se dous fretaraentos, um para os
Estados Cuidos a 50|, e outros para o Canal a 45|.
Sahiram para Pernambuco : a 12, a barca
portngueza Ctaudina ; a II, o brigue dinamar-
quez Proteus ; a 15, a barca portuguaza Gratido;
a 16, 1 dita Despique 11; a 18, o patacho Valente ;
a 19, a barca banoverlana Landwieraten ; a 20, a
barca Iris; e a 23, a escuna Nossa Senhora da
Cuncrtro.
Estavara a sahr: o lugre portuguez Julio,
o brigue Henrtque e o patacho inglez Zephyr.
BAHA.As cauhouheras hollaudezas ja haviam
seguido para Java.
.No da 19 houve um grande disturbio, na
povoaeo da Barra, entre alguns lnglezes ebrios
que forciram a casa de urna senhora allema, que
para aili unh ido tomar bauhos salgados.
Seguir para curte o Sr. conselhelro Joaquim
Ihes dissessem que nao o arUm por connecerem
ser tal ordem um absurdo, arreraessarara-se como
que para ferir; o que nao aconuceu por terem-se
os agredidos desviado.
Trago esia oceurrencia ao seu conhecimento
para que se nao reproduzam taes faclos, pois estou
que chegando .-ciencia da autoridade superior,
nao tardar a providencia precisa. >
Urna carta de. pessoa competente e de lodo o
criterio, escripia a ultima hora pelo vapor fraocez,
diz o que se segu:
t O deseulace da guerra parece prximo, ou
est prozimo, porque, os Paraguayos recolheram se
aoseu territorio; mas la pelo Rio da Prata ja alle-
gara novas razes de demorarigor de estacSo,
necessidade de que Mitre e Flores venhara as suas
capitaes-e por aqu v se o governo fretando va-
pores e vapores, depois de tantos ja comprados e
Noto banco 4c Peraam-
bnco.
O Novo Banco desconta letras a 12 por cento
ao aono, toma dinheiro a prase flxo ou era conta
e saca sobre a praea da tJahra correute pelo pr
mo e comiedes que se convenciooar.
Cala filial do banco de Brasil em
*eroaiHi>uce.
A ca xa descont a tetras de sea aceite pela
tai xa de 9 0|0 ao auno.
O guarda-livros
Ignacio Kanes Corroa.
nha, mauleiga d ani
sabo, sal, toucinfto
ez.1, dita tuglez.i, matle, pao,
de Lisboa, tapioca, njolo de
alveoaria gro-sa, veljas stearinas, e vinho de Lis-
boa. Cotraia o coujselho sob as condigoes do es-
to e a' vista de proposlas em cartas fechadas r-
bidas no referido dia 5 de dezembro at as 11
horas da inanhaa.
ala do conseino de compras navaes 30 de no-
Terabro de 1865
O secretario,
Alexpndre Rodrigues dos Anjos.
da cmara municipal desta
Pela secretaria
LEILAO
De duas casas de pedra e cal, sendo urna sita a
ra Imperial a penltima, cojo terreno lera cer-
ca de 150 palmos de frente e de fundo at a
baixa mar da Cabanga, njva e tem 2 salas, 4
quarlos, ef., a outra sita a ra dos Pescadores
n. 29, com 3 quarlos, 2 saias e cosinha fora e
quintal com porlo ao fundo, os chaos de am-
bas sao foreiros.
HOJE
Scxtaffira 1 le itazemhro as i i horas
ViirilONni; \HMZI?M DO AGENTE
OLYMPIO
3G mu ddi cadeia do Keelfc3(5
LEIIA*
De mobili s, trastes avuUos, charutos, chapeos do
Chili, pianos de mesa e armario, candieiros a
gaz, guarda roupas, camas francesas, sofas,
marquezas, toilets, lavatorios, consolos, grande
quantidade de objectos de ouro, como aderegos,
meios aderegos, aneis, pulceiras, relogios, ca-
detas para us mesmos, rosetas e outros muitos
artigos que se tortiam eofadonho mencionar.
LOTERA
De grandes premios e expeliente
plano.
Aos 120005000. 3:OOOJ0O0, OOOdOOO
e 50ilf,000
B1LHETES A' 10,4000, MEIOS A' 5/0OO
E QUINTOS A 2?000.
Acham-se venda na thesouraria ra
do Crespo n. 15, os bilhetes da 7* parte
: da loteria das familias dos voluntarios da
patria, cuja extraccao ser quarta-feira 13
i de deembro correte e pelo cxcellente
' plano abaixo publicado.
Os premios de 12:000^000 at 200000
serao pagos urna hora depois da extracc3o
at as i horas da tarde, e os outros depois
da distribuirlo das lisias.
Os bilhetes. encommendados s serao
eonservados at a vespera da extracto.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Soua.
PLANO
Para as ex racedes
m m
&4l

DK
1 .


n
j
Dr
PERNAMBUCO.
Para ser applicado quando conveniencias
especiaes vi-nda dos bilhetes o
aconselharem.
Approvado pelo Exm. Sr. presidente.
4000 bilhetes a 105000.
40:0003000
cidade se faz publiCM qne a raesma cmara prinri- o--,.#-:,.- jo ,1,. (|n/^m|l|.oaH 41 hft,.aS Benalicio, sello e commissao 2i0|0.. 9:6003000
pa a 4* sessao ordinaria deste anno no da 0 de ae.V'd-ltl'd i uioiinniiiBiH __.rv"._________
ALFA?KfiGA.
Rendirnento do dia i a i9......
Iflcuj do dia 30...............
- 617:H7*2-?0
20:99 U8b
638:1393106
MOVISIElNTO Da AbFADEGA.
Volumes entrados com faxeodas----- 135
c com gneros.....
dezembro prozimo 'vindouro e nos que se se- NO
guirein.
Secretaria da catnjra municipal do Recife 29 de
novembro de 1865. |
Francisco Canuto da Boaviagem.
Secretario.
GRANDE ARMAZEM DE LEiLOES
DO AGENTE
OLYMPIO
Li luido...... 30:4003000
COKiUlO GRIUL
eguras viudas do sal pelos
trancez para os senhor^s
Jos Ignacio, no dia 23, a bordo do vapor ameri- fretados para trazer mas tropas das provincias, e
cano, acompanhado do batalno de voluntarios Pe- leva-las para o sul.
dro II. Para que mais gente, se Lopes nao tem a for-
Por ordem do ministerio, a presidencia da ga que inculrava, e um exercito de 39,000 homens,
provincia procurara contratar de-, mdicos para o cora urna forte esquadra, bastan para btelo? Pa-
servico do exercito. ra que mals g-nte, se a difflculdade agora trans-
- Em demanda do Rio de Janeiro, tnca-am nes- portar provisoes para o exercito? Dar-se-ha caso
te pono, os vapores mglezes Ajax e Castor, aQm que os fornecedores sejam influencias domiuaut
de serem vendidos.
Chegira tambem, de New-York, a curveta
amricana Unwird,cora 40 das.
Falleceu, em Haragagipe, o chefe do estado-
maiur ia guarda uacional Jos da Costa Cardoo.
Furam eletos depulados provlnciaes: pelo 1
disirieto, rs. Almeida Coulo, Seuulveda, Souza
Vieira, F. Monieiro, Freir de Carvaiho. Antn o
Euzebio. Jos T.ieotonio, Jerooymo Sidr e Portel-
la, pelo 2o, Drs. Manoel Ca-tano, Pinto Lima, Gar-
cez, Gustavo de Sa', Prdro Brandao, Idelfonso d'A-
ranjii, Aydano, Pires Pedreira e Demetrio Toun-
ahi
Sabio para Pernambuco a, 25 a galera sueca ^-^ m
na campanna ? Deus se condoa de nos!...
Installa-se hoje a 6* e ultima sesso judiciana
do jury desta capital, no corr-nle anno, sob a prev-
ea de Manoel Jos da Silva Neivas.
Casa dk drtencao.
M ivimento da casa de detenca no dia 19 de no-
renibru de 1865:
E^isiiam 34o, enlrarara I3,sahiram 10 ; existem
348, a saber: nacionaes 236, mullieres 6 ; esti au-
geiros 33, raulheres o; escravos 63, escravas 5 :
lotal 348.
Alimentados a' custa cofres dos pblicos 168.
Movlmento da enfermara no dia 30 de novem-
------- 898
Totumes saludos cem fazendas..... 3.1
< i cosa eneros..... 992
...-------. 1,023
Descarregam hoje 1* do dezembro*
Galera francezaSof/rwimercaduras.
Barca inglesa Union farinha de irigo e bola-
chiuha.
Barca ingleza Avena-carvao de pedra.
Barra porlugueza'orsapedra.
Brigue nespanholTh-'moleo J=vtoho.
Barca uglsaCampanero -lariuha de trigo.
Patacho norluguezFurtocharque.
Barca nacionalMalina idem.
Brigue portuguezImprovisoidem.
ECEBEDORIA BE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimento do dia 1 a 29...... 28:144*620
Idem dodia30................ 2:488*466
Sweitce.
PERNAiHRUCD,
Em solemnisacao do anniversario do feliz nata;
licio de S. M. o Imperador, ha amaniia pelas 5
horas da larde, no palacio da presidencia, corteja
sua augusta efigie.
Arroma em graude parala urna brigada com-
posti do esjuad.flo de cavallana e dos baialbd's
ns. 1,1, 3 e 4 le mfmiaria di guarda nacional, do
3o corpa de voluntario^ da patria e de um parque
de artimaa de 4 boceas de fugo, aQm defazer as
cooilnencai devidas.
O C/ versara daido um esplendido baile, ao qual deve"
conci r--er a f\ ir da nossa sociedade.
Na 3* feira pela noute um escravo do director"
do coilfgio do Boraconselho, insubordinando-se s
ordens do semnor, que ur.ocurava agarra lo, lan-
iio >.; doterrago do elilb'io a ra, armado cora
um i-anivete de mola; e deitaodo a fugir persegui-
do p >r i.essoais do povo, atirahidas pelo alando, e
u ra Sol sendo obstado em sua cafreira por ura
soldado da -guarda nacional, 'qae se Ihe alra-
v.-s. u, sobrelle atrou urna canivetada, qae o
r-ri .'iivemelnle sobre o peito^ esquerdo. Desem-
baracade por esta forma, coulinuou a correr; mas
poucj adianle deixou-se prender, pois sobre elle
cboviam pedrlisatiradas pelo povo que o persegua,
. brindo o urna! deltas na cabera.
Ouihpareca do logo o Sr. Br. delegado e mais
liciaes, foram os feridos devidamenle
em seguida reoolhido a casa de
iu'iuente
Tiveram baixa :
Manoel Francisco Alves, tumor.
JoAo, escravo sentenciado, conlucoes.
Ignacio, escrav'o de Jos Pires Ferreira, sarampo.
Tiveram alta :
Manoel Francisco Quedes.
Joo Francisco do Trapus.
Passag'iros do vapor Parahiba, sabidos para
Macei e portos intermedios : Fr.incisc i de Vas-
concellos Mendonca, Anlouio Teixeira de Auiar,
Eugenio Jos Nevos de Andrade. tenente-coronel
Paulo Joaquim Telles, Man el Foniam, Jos Por-
tella. Manoel Jos Luna, Joo Fernandes Barros,
Ivo Jos l'ereira da Go-ia, Dr. Antonio Jos de
Carvaiho, Joaquim Jos Cayal, j .oo ao Maoid
Mniteiro, Joo Jo.- da Silva Guioiares, JoaquiO
de Souza Ferreira, Leopoldo Antonio da Fonseca,
Alberto AscholT.
Passaueiros do vapor franc-z Guienne, salu-
dos para Bordeaux e portos intermedios :^atbari-
na Weber,*James Fener, Evarista Risea, Juan
Ysera, FranciNC ile Paula Marlins. Marco Espada,
Jause Baillon, Welhelen Barda Je, Ignacio Ferrei-
ra Mallos/
Passageiros do vapor Tocintins, saman pa-
ra os portos do none : rdre. M Souza Lima, Antinio*J. Cjryea, Manoel Roque da
Silva, Martinex H .yer, Leopoldo Cisar de B-rre-
do^H. Eno.-k U Bu red), F. Daarte da- Ne.ve.s,
Jos B^nto Grova, Victorino TniaiiT Dns P.nto,
P. A. do Sacramenti, J. Igoaeio Ribeiro Roma, M.
Ribeiro de Oliveira Caboclo.
30:6334086
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendirnento do da 1 a 29.
dem do dia 30.........
81:5963633
875.3J41
82:4713774
iwittt w mw
RelaQo das carts
vapores narional
abaixo declarados
Abreu A Veras.
Augusto Coelho Leib
Alfredo Cardoso Peralra.
Antonio Jos de CarVallio Azevedo.
Antonio Jo- de Castro,
i). Balbina Virgem dj) E-pirlo Santo.
Bemjamin Alves de Carvaiho.
Beuvenulo Alves de parvrlho.
Baatbol onen Tnxeia|i Palha.
Ferreira 3 Loureiro;
l>r JoafMiui Jos de Campos,
kn Augusto de CtrValho Marinho.
Jos Azevodo d^' Caiy..lho.
ij Jo- Ferreira Dis dos Santos.
Jos Flix di silva Fragoso.
Jos Goncalve* Beitrap.
J >e Jacintho de Samaio Filho.
r. Jo- Julio Ribeir'o Piulo de Souza.
Jo- Moreira daSilvai
Ju- Weingestrur.
t- Rodrigues de Sooza (2).
s de Villa Flor.
Luiz Amavol Dnbonra Jnior.
Mattoel de Siqueira Hiendes.
Miguel Ardan jo de Frutas.
Manoel Ferreira dos Saulos.
Manoel Mara Rodrigues do Nascimento.
Pedro d Alcntara dn Oveira C-iSla,
D. Ttlomazia Mana Rosa.
D. Urobelma Mara dos l'razeres.
auiori ladea p<
pensado*; e
detencao o *
n:\ !'.cuidado
JMittJJiJJS.
Hoje, pelas 10 horas da rainha, tem lugar
le Direilo, a collado do grau de
esiulantes que frequentaram o 5o
o-se impossibiliUdo, por grave mu-
lesba. o oradorj eleito.escolheram hootem os bactta-
relau-lii ao :eu collega Luiz Antonio Ferreira
Souto Juuior, para agradecer o grau.
E-teve liimtem no lamaro, aftm de largar o
pratieo da cop, o vapor americano de guerra
KaMas, em viagem do Ceara para o Ro de
Janeiro.
O vapor ajmericaao .Voc/i America (leve sahir
do Itio de Ja-i-iro, de volta para New-York, no
dia :' Jo corre te.
imo-irial frelou os vaoores Fatco,
B'il'innica, para virem ao norte
prorapta. Os dous priraeiros
; de suppr que o ultimo veona
Icorpo de gaarda nacionaes, do
llnenle-coronel Frias Villar, tem
i 44 de voluntarios da patria.
ogoverno
Agns Arktu a
buscar a tnp;
ficavam na Bat
ao o "-so porto.
O nosso 1
ominando do
hoje ,i amen dil
i' .r acto Ae 29 do passado nomeou 9, Exc.
O Sr. co.iselheirol presidente da provincia para a
eompanhla provisoria de polica os seguintes
offliiacs :
Ten me 0 alferes pa guarda nacional J
co 11 Lapa.
Alfer.. Jos The&alo Perera de Carvaiho.
Joaquim d Multa e Silva.
I'i-xara acto no dia 29 de novembro
de 1863 :
5.* anno.
Ernesi llotelho de\Andrada, approvado simples
lUPIll
Ivo M uno Borges da Faria, idem plenamente.
Jo- i qoia Ramos] Ferreira, idem.
.Bene lima Marques db Silva Acaua, dem.
Fizeram exa nelde geometra n) da 25 :
Plenamente. 2
Siraplesminle 0
Ri>provad*s. 8
Levanlou-ie. 1
11
iFi'.eram exame le francez no dia 27 :
1.1 turma.
Plenamente. 6
Simplesraeclle 3
ReprovadosL .
Estilo furiosos !
Moito pode o despeito, mallo pode a inveja 1
Estes dous baixos sent.nentos borbullum visivel-
meule no primeiro artigo do Jornal do Recife de
hoje I
Os jovens progresistas, ra.alos de profunda
moriilicaci. pea fesia bnlhante que se fez, por
occasiao da beoeaoda baodeira do 3o batalho, e
azoinados com o paralello, que naturalmente se |
devera ter faite entre es>a magnifica solemnidade,!
e o embarque fnebre do 5J baialho, aiiraram-se,
como caes a lebres, sobre os pobres conservado
res, > porque alguns de eu- membros, a convite
do directores da funcQo, compareceram ao acto
religioso, qu, nao obstante ter sido celenrado
com a malor deceucia e recolliunento. metlido a
ridiculo pelos scribas do progresso pagdo I
Pois esses convites nao foram lainh-m feitos e
dirigidos a moitos membros do partido progre sis-;
la. alguns dns quaes nao estlveram la presentes ?
Navios cntradat no da 30.
Rio de Janeiro s .unios iajImedios 7 dias e do ul
fmo nar'.o 12 horasvaw narional Toranfms,
de "50 toneladas, coramaiBaHe o 1* tebeaWeJkl-
vares de Arauo, equipagem 50. r"V
Rio de Janeiro e Baha 6 4ias, vapnr Iriociz
Guienne, de 1,1117 toneladas, cninmadante L,de
hf **, niuiiageo lt_7. :J. -. '
Rio d Jinpiro V dias, barna prusslan MW,
de 255-toneladas, capilao H.^oasih-.ff/eaoiVP
gpm 11, em lastro ; a Saunders Biolber* \'C-.
Ceaia- 2 das, vaii.ir am ricano de gVr'ra Kansns,, a
commandante Wello. Largou o pralco e seglo
para a Baha.
Halifax -55 dias, brigoe in lez Chanjecleer, d-> 19.
toneladas, capilao G. Matson, equipage.m 9, em
lastro ; aSaunders Brothers ,^ C.
New-Y'rk-38 das, birca maleza Canpwro. de
278 toneladas, c.pilo I. T. Siieieht, equmagem
16, carga 3.000 barricas com farinha de trigo e
madeira: a Poipps Brothers c.
Navios saludos no mesmo da.
Bordeaux e portos intermedios vapor francez
Gaienne, commandante A. de la' N'.
Maei e pollos intermediosvapor brasileiro Pa-
rallaba, commandanle J. J. Marlins.
Canalbarca ingleza Meteor, capilao Craig, carg
assucar.
Liver,.ool -barca inglexa Constanre, capilao (jlass,
carga assucar e algodao.
Portos do nortevapor brasileiro Tocantins, cora-
mandante n 1" tenente Alvares de Araujo.
36Ra ia -a.leu LEILAO I
De urna armned- de tojn
O agente Marlins far leilao da armarn exis-
tente na luja da ra larga do Kosario n. 35, pro-
prta para qualquer qu seja o negocio.
HOJE
as 11 horas da manhaa na indicada loja.
LiEILtO
Do botequim e casa de pasto na ra do Tra-
piche n. 28,
HOJE*
Jos Rodrigues de Andrade antori-ado por seus
eredores fara leilao por iniervenco do agente
Pestaa de sea esUbelecimentn de casa de pasto,
botequim o armazem, cmisisiindo em c rveia em
garrafas, rome, bronrt, anu, cidra etc., pipas va
zias, espanadores, mesas, looca de cosinha e de
m-sa, mobilia de ca-a e mais ob|ectos e ulencilios
pertencenles 80 mesmo e que se adiarn patentes
aos compradores para >erein vendidos a voulade :
sexta-feira Io de dezembro as 10 limas da manhaa
na ra do Trapiche n. M, armazem e andares.
LEILAO
De fazjn las, miudezas e roupa feita, sendo
cojj avaria a'agua salgada.
Teicafi'ira i de tiiiabn,
O ageut/Pinto far l-ila i por man lado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do cnmmercio em viriude do
que requereu o curador fiscal da massa fallida de
Manoel do Amparo Caj, de diversas fazentas,
miudezas e roopa frita pcitencentes a mesma
massa e viudos da Parahiba.
1 Premio de........
1 Dito de..........
1 ilode...........
1 Duo de..........
I Dito de..........
8 Ditos de 1003000
83 Ditos de
49 Ditos de
925 Ditos de
1010 Premios.
2990 Brancos.
12:0003000
3:0u03"l00
9003000
5003000
200301)0
8003000
9203000
9803000
123000 11:1003000
--------------30:4003000
403000
203000
4000 Bilhetes.
N. B. Os premios que estao sugeitos a desonto
sao os de 5003000 e 9 >030i)0 ao de 5 por cento, e
os de 3:0003001) e 12.0005000 ao de 17 por cento,
sendo 5 p.rcento da lei provincial e 12 por cento
da lei geral.
Tnesouraria das loteras de Pernambuco, 22 de
novembro de 1865.
O ihes ureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
urna
IIIIjO
casa de pedra e cal nova
e oem
Adriano Augusto de Almeida Jordio, ten-
do de. faier celebrar una u~.s-a de rquiem
e memento (icio repooso eterno da alma de
Ben fallecido irmo Justo Cesar de Almeida
Jordo, convida aos seus amigos e aos ami
gos de seu fallecido irmSo a comparecerem
para este lini no dia Io de dezembro as 7 l|2
horas da manhaa na igreja do Divino Espi-
riio Sanl', confeSsando 8e desde ja muito
,'rato por eAe aclo de piedade.
Illm. e Exm. Sr. presidente.Tiburcio Ferreira
da Silva, vem respeitosamenle representar 1 V.
Exm." i'S bons serviros que prestoo durante o
. ,_. ..-..;, .j iMunjanha de Uragnay e Pa-
ran, fesislio o ataque g-ral no da 2 de leverei-
MPREZA- 'OTMBRA ,
AMANH.U
Sa'In(li 2 d5 dci*m!)P0 dV 1865.
p'eNCLTIMO ESI'KCTACUI-O do tercriro anno
DESTA EMPItEZA.
i'.m appluisa ao annrersario natalicio de
o Imperador o Sr. D. Pedro II.
A Sr." 1). Adelaidej Amaral acompanbada
artistas di comnanliia, cantaran o
HTMSO UGLN1L.
Depois, segu a repie.-euiaca > do magnifico
drama dividido em 1.prologo e 5 actos, de Octave
Penill-1, membrn da academia fram-e/.a, traduzi-
do pelo b< m conhecido poeta o Sr. Ziluar.
S. M.
pebs
coimtrnida na poVoacSo de Nossa Senho-j ro e nao receben medaiSa
;a do O'de lpijnca e junio a igreja,
cora 40'palmos de frente e 64 piuco
mais ou menos de fundo, tendo 2 gran-
de* salas, 4 asarlos e cosinha fora, ca-
cimba de pedra e cal. quintal cora 84
fundo, lendo
e uipiumi
palmos de largura e 00 d
estribara e 1 encllente jardim do lado e gajoTm pobre cabo de esqoatSn recebe.r
um terraCO SOb Catangas d-i pedra e cal. mos e ser bem agradecido e estimado do
cito receben, no naufragio da ala direita d ins-
linc-to 6 batalho de cacadores no patacho Suli no
aono de 50. Tiburcio Kerreira da Silva e Brnlo
Jos de Queiroz no mais rigoroso pengo atvoo aos
Srs. ollkues o major fiscal "Mano-I Uiie5 Pece-
gueiro, o capitn Jos Benlo Alvares, dito Fran-
cisco Rolrigues Torinho, I offiVial de mannha, o
1 cadete Kontoura e to las as pravas de pret, jul-
ore-
bom
DECL11U?0ES.
2.' un
Plenamente.!
Sirnpiesmente
Reprovados .1
12
2
S
5
13
l-'i/.erara exame
dia 27 :
delgeographia e historia no
Santa Casa de Misericordia
do Kecife.
A illustrissima junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia do Recife, mauda convidar
aos prenles pu inleressados das orphaas abaixo
declaradas comparecerem sem perda de tempo,
na secreiaria da mesma Santa Ca>a, alim de a*sig-
narem o termo de respoosabilidade para o elTeilo
da di-posigao do 3." do artigo 66 da lei provm
cial n. 596 de 13 de maio do anuo passado
Isab I, nlha de Archangela Bernardina.
Aotonia, nina de Diego Soares de Albuquerque.
Porque nao compareceram os de mais personagens R.,sai pupilla de Jos Alves Barbosa,
da /i;ii f P>r que muito de proposito inventaram Cesara, einiada de Mana Januana da Conceiyo.
Guilhermina, dem.
Firmina, ftlna de Fraocisca SiWina de Barres.
Emilia, anillada do Dr. Francisco Jos Fernandes
Geliraoa.
Henriqueta, fillia de Manoela Maria do Espirito
Santo.
Emilitana, filha de Francelina Maria B rges.
Maria, lilha de Alexandrina Perera de Souza.
Poilomena, dem.
-Vntouia, lilha de Marcelina Francisca Guimares.
Honoria, filha de l>andra Thereza de Jess Barros.
Adelaide, filha de Maria da Luz.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 25 de novembro de 1865.O official, Manoel
Antonio Viegas:____________________________
COVPANHIA
DO
"38
O ciixa desta corapanhia commendador
Tlioma de A juno Fonseca acha-se autori-
sado a pagar no seu escriptoo ra do Vi-
gario n. 19, das 10 horas as 3 da larde do
dia I* do dezembro prximo futuro em
'' diante o 35- dividendo desta coinpanliia na
pr porcao de 3^ por cada apolice, prevno-
se aos Srs. accionistas que este pagamento
dever s^r em cobre visto ser na especie
jue o utesm i Sr. caixa recebe do- arrema-
tantes dos cliafari/.es desta coaipanhia,
Escriptorio da Companhia ao Beberibe
30 de novembro de 1865.
O secretario,
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
urna comesaina la para a villa do Cabo, com o Hm
conhecido de divergir para all a altencao publica,
no que se Iludirn) redondamente ; purque a con-
correncia na igreja do Espirito-Santo foi ira-
men.-a I
listes senhores do progresso cnidam que os con-
servadores estao raortis, e que por consoguiute
nao devem apparecer em parte alguma I Enga
nain- sao excluidos das cousa publicas, appareeera e nao
de apnarecer. Se isto mortifica, mortifiquem se
muito embra.
E como embicaran) com o Theseu I E porque ?-
Houve iinprupriedade na referencia ? Digam no
com franqueza, para terem resposia cabal ; e por
essa occasio se ajustara urna con'inA'i acerca da
qualidade fabulosa, que )a em artigo anterior at-
tribuiram ao pelicano, quando esta ave exi-le, co-
mo exislem as andortnlias. Nada mais fcil do
que abrir a bocea, e dar /lobus-corpus a um dis-
parate I
Plenamente.
Simplesmente 1
Reprovados.
6
4
2
12
F;eram exame de francez no da 28
1.a turma.
Plenamente. 8
Simplesineuie .1 4
"i
HWBCigg k mat
\i ppeparacoes despreaireis.
Apenas de ordinario estao era voga por algam
te in p i, pur -i a ua prolongago geral m-nte de
pouca dura, e em breve passa ; em qaafltn que,
um grande antidoto nor excellencia como o Pcio-
ral de Anachuita dr A'o/i/i, um constante per-
perluo booeliciu publico, um verdadeiro thesouro
inexgotavel.
Pode-se asseverar como um axioma ioeontesta
vel, que qualquer classe de tosse, con-tituigo oa
catarrho, espaco de poneos das, e as veies deutro
em poucas horas.
Os Bronchites declarados iocuraveis pelos me-
diros, alliviam e as vezes se curan em nma se-
mana, com e-ta p eciosi e excellenie ureoaracao
vegetal; a melhor e a mai< excellenie d todas
quanto andam em voga. Ribu>tece e vigor^a os
orgos da respiracao ; faz expellir tolas as muco
sidades e a phlegma ; cura a asth'iia chronica ;
u'uma palavra nao,ha nem existe um s ca-o de
desarranj > ou molestia ios oreaos pnlm mares ou
da garganta, que nao sejam curados logo primei-
meira dse, e geralmeate fleam permanenlemente
curados,
Vende-se as pharmacias de Caors & Barbosa e
J. C. Bravo k C.
D.
D.
D.
Adelaide,
Leip.ldina.
Jesuioa.
CoK'deiro alindes Igoveroo, visto estas deolaracoes veobo
competentemente autorisado tara leilao do predio S**\ 'Za^wV n.nhem
cima descripto, o qual oftVeee grandes vania mande-jne restituir a rjJedalha como tambem
gen* as pe>soa.-alli resid-ntrs, tem muitos com
modos e um dos melhores predios que ahi tem
se edificado : COJO leilao ser tlTeciuado
Qaarta feiiMtiledc/.cra-iroas 11 horas
No armazem a ra da Croa n. 57.
por meto
nao s
a
gratificado qne por le merece.E R. M. fibur-
co Ferreira da Silva, ex-cabo de esquadra.
Villa de Itamaraca 9 d- noventiro de 1865.
TEnSONAGENS.
Magdalena, actriz dolliealio im-
perial de Vienoa..1.........
Roseta..............f........
G-rlrudes, criada-----:...,......
Bertha, menina de 8 nnos..... N.
Dr. Wolfram Matheus. chi-
,ico...................... Pedro Juaquim..
Conde Jofo de Grafenthal...... Lisboa.
Mauricio Feder, estucante alle-
rno..................... Amoedo.
0 prior..................... Porto*
t) advogad G itheleubem.....
O duque d'Es ival.............
O principe Erlolf............
Lord Seheffiee.......,......
Hermana, velho criado.......
Z lidiaras, velho sacristn-----
Dous ruados.Mendigos.
O emprezario tomando em consideragao os pe-
didos pelos jornaes e os que Ihe foram feitos por I
diversas pessoas, fez preparar o drama-Redemp-
cao -um dos memores do repertorio do theatro do
pymnaslo da corte, muito digno sem duvida de ser
representado neste dia.
Comegar as 8 horas.
LEILAO
De 14 caixas com latas de biscoutos sorli-
dos em lotes a vonta ie dos comp. adores.
Qiia* ta -feira 6 de de/.eiufcro
SoutMall Mellor & C. farao leiiSo por iaterven-
c5o do agente Kioto e por conta e risco de quem
pertencerde li caixas com latas de biscoutos
', sonidos em um ou mais lotes e a vontade dos com-
pradores, as 10 horas do da cima di'o no arma-
zem do Sr. Aunes em frente a alfandega.
GASA
D
Aos
I VI
m

Pinto.
Borges.
Guimares.
Teixeira.
Peixoto.
Sania Rosa.
,YIS0S BifEMSii,
Sociedade de seguros mu-
tuos sobre a vida
_:000300ti
3:O0O|O00
906D0
SlO^DOO
llilhetes garaatidos.
A' RA DO CRESPO N. 23 B CASAS DO COSTUME
Oabaixoassinadi' >.ndeu no.-seus muito feb-
les bilhetes garantid ?a lotera que se ac bou
de extrahir, a beneficio'da ;*anla Casa de Mise-
ricordia, os seenintes/premios :
Um meio n. 266$ Oom a sorte de 6:000*.
Um inteiro n. lOOlcom a sorte de 1:2005
um iuteiro n. 27 som a son i 50oimio.
Um meio n. 3l7 coinXa sarte d- 2*10*000.
E nutras umitas sortes de 100*, 40*, 203 e
OJOOO.
Ospossnidores podem vir receber seus respec-
tivos premios sem os descontos das leis na Casa
da Fortuna a ra do Crespo n. 23.
A.chaiu-se a venda os da 7* parle da lotera
(41*) a beneficio das familias d>s voluniarios
extrabira quarta-felra 13 de
Ida patria,
i dezembro.
que se
r.i
O banco AHmnca do Porlo tendo estabelecid i es-
ta sociedade dehaixo de sua immediata vigilancia
e responsahilidade, facilitn a creacau de eapitaas,
dotes rendas, peoses, isences do servico das ar-
Os senhores que eiicommen laram bheles quei- mas et(.^ p0r me{ de su'iscri|ic5es nicas ou an-
ra ter a b onda le de mndalos bascar boje Io nuaKS as qnaes convertidas em inscringes da di-
do corrente no escriptorio do iheatro afira de que
nao sejam vendidos.
47IS0S MARTIMOS.
vida publica, de renda nacional, e da mesma forma
os juros semestraes que d'ellas se forera vencendo,
ficara por um certo numero de anuos em deposito,
at que, (indo o prazo estipulado, sao restituidas
aos socios com os Interesaos amnntoados, bem co-
mo as que pertencprem aos associauos fallecidos,
visto que d'esies san herdeiros os sobre vvenles.
Pela eiiKenhosa combioagao econmica adoptada
nos clculos desta sociedade, v-se que, com urna
entrada annnal de 505000, nor exeraplo. obtem se
era 5 annos 450*000 a 550*000, em 10 1:500*000
a 2:0005000, em 15 3:500*000 a 4:500*000. em
20 8:000*000 a K):0004!HK), em 25 18:000*000 a
25:0005000, conforme a idade do individuo sobre
quem felo o seguro, pois que nos referidos cal-
clos conta-se com a maior ou menor probabilida-
de de duracao de vida.
Esta sociedade sobreludo vantajosa aos chefes
de fa .ilia, visto que Ihes facilita sem sacrificio a
carga que o vapor poder conduzir a qual dever i fQndaco de um capital ou dote para seus filnos on
CttMPWIliA ftVSILEIRA
DE
PAQUETES ft VftPOR.
_ E' esperado dos portos do norte
at o da 7 de dezembro o vapor
Oyapor.k, commandante o capito
lente Castro Costa.o qual depois
da demora do costurae seguir'
para us portos do sul.
l)ede ja recebem-se pass|reiros e engaja-se a
PREGO.
Bilhetes .... 12*000
Meios......6*000
Quintos. .A *40
Para as pessoas que compraren) de 100|50r&
para cima.
Bilhetes. .... 11*000
Meios......5*500
Quintos.....2*200
Manoel Martins Piuza.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que os 30 das titeis mareados para a cohranea a. j0
bocea do cofre de 1865 a 1866 do imposto da decima urbana das
i freguezias de-la cidade e dos Afogados, e da parte
da da Roa-Vista, e do Poco da Pan -lia, que era ar-
recadada pela collectona de Olmda se principiara
a contar do dia de dezembro vindouro.
\Ie-a do cou-ui. i' provincial de Pernambuco
30 de novembro de 1865
Antonio Carheiro Machado Ros.
Administrador.
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : auencia rna da Crut n. 1. escriptorio de Au-
nio Luiz deOliveira Azevedo & t:.
Os freles de dinheiro para Parahiba, Rio Grao-
de do Norte, Ceara Macei, bcam reduzidos a
Dinheiro papel. I4 |.
Ouro. '; *4 |.
Prata. _. **%%______
rara o Hio de Jiineiro
Vai salnr com brevlade o iirigoe Adelaide
por ter a maior parte de seu carregameuto trata-
e pera o qu Ibe falta,
irala se com o consig-
no mo Joaquim In.- Goncalves
do Vigario n. 17, t* andar.
Reltro : na ra
Para o Porto.
Deve sahir com bre?idade o brigue portuguez
Esperanza nor ter a malor parte de seu carrena-
meato ja' tratado : para o resto e passageiros ira-
ta-se com Cunta. Irmaos & C, ^na ra da Madre
de Dos n. 1, ou com o capito a bordo.
ESTRADA DB'bEKRO
no
Recife a Sao Francisco.
Pela superintendencia desta companlu sao con-
vidados os Srs. aeeioOKlas a receber o 4* dividen-
do de suas acedas, concernenla ao semestre lindo
em 30 de junho do crreme a no.
Escriptone da companbia na eslacao de Cinco
Poulas 30 do novembro de 1865.
G. O Mann,
Superintendente e tnesoureiro.
filhas. segurando os quando nascera ou enguanto c~*I
Socnancas Desapparer.cn era viagem um m-leque do
' Quem pois, mais nircumslanciad s i.iformaCo-s i nome Agustino, idade, pooro mais on menos, 16
deseiar sobre lal sociedade, ou se quizer .nscrever aunes, oom os signaen -eguoii.s : batte rW eorpo,
emo soco d'ella. dirija se a ra da Madre de, basunie preto, nariz .halo, '<<'W< ">>"; >
! nina das sobrancelhas om cosiura de taino, toi
I vestido de cali; e camisa dr aigodrio braiMW, e
chapeo de eouro : quem 0 pegar entrenara' em
Caruani, ao abaixo asljnadO, nesia cidade na leja
de hzeMtrs na ra do Livrainerrio n. \h, e rew-be-
ra' a gratilicaco de 30*. R. cife 30 de novembro
de 1865.Jis Virtoriaui de Va-com-. Ims Liberal.
Kuiiio no da 29 do correule o escravo de
nome Benedicto, de naco, d.- idade de 30 a 35
annos, alto, sece, cor bn prea tern os \>i* apa-
ihetados, tem os denle* da freule lunados, e em
cada cotovello om carneo, letn ve-iido c^lca o
camisa de aigodaozuiho branco, e tem nfBcm do
marcineiro : ria->e a apprehensao do olio escra-
vo, e levar a ra estreila do Rosario n. 31, arma-
zem, que sera recompensado.________
" Precisa-se de um caixeiro quo lenba basUn-
to pratica de uberna : na ra da Praia u. 62.
Deus n. 28, onde sepodera entender com Joo Car-
los Coelho da Silva, que para isso se aoha encar-
regado,
Precisa-se de urna ama : no becco do
Cobato n. 3, primeiro andar.
GARRX OE LAILHACAR & C.
LIBRAIRIE FRANCA1SE
Rna lo Crespo a. O.
LIVROS NACIONAES E ESTR \NGEIROS
Rfligio lbilosepliia Juris;ru.lencia Liuera-
tura SriciH-ias e artes.
Papelaria, objectos para escriptorio.
Precisase de dous trabalhadores para pada-
ria : na ra larga do Rosario n. 16.
i
MUT
IlLEGVEU

<~
;


"*
r\
>
Diario de fc'ernaiabnco Sexta lelra 1 de Dczcnibro de 1 **.
D'IODURETO DUPLO
de FERROeQUININA
Os elementos ^ue "umpeerc esla treparaeao. o
ferro, o iodo e a quina, a ccucao no primeiro,
grao das preparaces ferruginosas, lasla attestar
seus resultados obtidos polos Mediccs dos hospi-
taes, e os relatories dos prteos mal eminentes
que confirmara sua poderosa eflitacia as se
gn tes affeccoes:
Convaleirenradelon-
IbilcvNun 1 rNCrofulo-
rtAN, 1
rii(i<'lr., l
Obalrucraa da glan-
IllllW,
llmuoreff frin,
lliiiiims b ihcou,
ItMChltUlllO
AffeCfOM cknecroaa
r \|iliiimiciiN,
Febrex i> iii-ilili,
Be* I gnu, c te), ele.
Mlngoa na mis.-,
Fraques*,
Anrnila,
Chloronc a Ictericia,
Mcnxlruo,
Affeeeeii do mera,
SupprraaoeM daa rp-
ctmh e denordeasaa
menittruMeo,
Affecfo pulniuuur e
phthlalea,
Mol en ta* d'ealamaga,
GaatralRlaa,
Perda d'uppetltr, e(e..
Vej&o-st os bulletins de therapeiicV medica
e cirurgica de 30 de novembre 1860; \a Cazeta
dos hospitaes de 28 de juUio (86", etc., ate.
Alem das pilulas de iodureto duplo de \rro e de
ottinina de Rebillon, os Mdicos acoVisclliao
igualmente o Xarope d iodureto duwlo de
ferro de quinina do mesmo autlior para as
pessoas que nao gosio de medicamentos c\b for-
ma pilular e os meninos. Este xarope n.ii tem
como o xarope d'ioduretode ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nao poder consonar. 1
Peea-se o folheto que se d de graca enJ casa
dos .pharmaceu ticos depositarios. J
Para se evitarem falsil cacos, exija o /eem-
pradorem cada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
signatura do inventor.
Depsito geral em Pars, pharcucia Rebillon.
ti2, ru du Bac, e em todas as boas pliarmaciae
MEDICAMENTOS FRANCEZES AFAMADOS
A VfiXDA EM PERl^AlflBUCO
Em casa dos Srs. Oaofs e Barboza, ra da Cruz n. 22.
r
PASTILfl
ESTIVAS
IDE PEPSINA!
DF-WA3MAN
Dlarrhea.H e a ronstl-
1hi; profluxldan
pelan flahoruroea
lli-frlliin-.il!. llunall-
mriltoft.
As pasiilkas digestivas com a pepsina de
Wasman, emprego se com successo h j
alguns ornos pelas celebridades medicaes de
Paris. Londres. Vienna, etc., em todas as in-
commodidades em as quacsadigestao 6 diicil,
penosa, imperfeita oa mesmo impossivcl: eis
o mclhor remedio para cural as.
GiiHlnilKln*,
!*lMpepMMM,
EmliHi-iK'OHgHHtrleaa
A (Mtrlte,
Aa nti.r-ror oricilnt-
eaa to ealamaa;*,
Sua aceito vivifica o sangue e os rgaos de
ita sorte que, ath as pessoas que sem soffivr
as affeccoes gstricas cima mencionadas sao
luicamcDte Iracas ou d'um temperamento um
penco dbil, e necessilo substancial alimento
para forlificar-sc, aclir-o no emprego das pasil-
has de pepsina dt Wasman, um poderoso mcio
para a isso chegar.
Aviso imprtanle.0 successo das pasthas
i.pepsina de Wasmanden causa a se fazerem
falsiticacocs c milacesd'esse producto que os
mulos se querem desfazer. Pois por falla
d'urr.a boa preparadlo a pepsina que n'ella
entra, jaz alterada. Seremos ao abrigo d'csle
inconveniente, oxigindo os compradores que as
pasiilkas tenhfio as iuiciaes B. P. c saio da
pharmacia Chevrier.
Depsito geral em Paris, pharmacia Chevrier,
21, Faubourg-Monlmartrc, e em todas as boas
pliarmacias de Franca e dos paizes cstrangeiros.
DOENCAS
dos MENINOS
CURADAS PELOS
XAROPES DO DOUTOR DANET
N' 1. Contra aa CLICAS DOS MEMUMS astea
e durante a dentleaa
(Xarope de cynoglosse e de acido succinido)
N' S. Contra TOSSE CONVULSA > TOSSE
NERVOSA
(Xarope de cynoglosse e de oleo rolatil de succino;
V 3. Can Ira aa COWXLCOes DOS MENINOS
A CHOREA
(Xarope de cynoglosse e de acido Tolatil de succino)
Estes novos productos preconizados na Aca-
demia imperial de Medicina de Paris sao em-
preados com grandissimo successo pelos mdicos
de Franca para o tratamento das molestias dos
meninos cima indicadas, e vierao encher um
vacuo importante na therapeutica, no que toca as
affeccoes da infancia, para as quaes, ath hoje,
ainda se nSo pode indicar tratamento racionnal-
nem infallivel.
(Peea-se o prospecto em casa dos pharmaceu,
ticos depositarios.)
Preco do frasco em Paris, 3 fr.
Para se evitarem as falsificacocs, exija o com-
prador que cada frasco tenha sobre os rtulos a
assignalura Chanteaud.
Depsito geral em Paris, pharmacia Chan-
teaud. c cm todas as boas pliarmacias de Frang*
c dos paizes cstrangeiros.
GRANULOS
BISMUTH
DE CHEVRIER
Os granulos de bismuth de Chevrier em supe-
riores a todas as outras prepararles de bismuth
empregadas antes com o maior successo pelos m-
dicos de todos os paizes, para prevenir e curar as
Molt-MiuM de lleudo,
A Irw-rrla,
PHlpUaeo do corarn
Dores non rlns,
Dlarrheaa ehranle
DjaaenterlaS,
lloren d'catomaga,
Dyapepalaa,
Depsito geral em Paris, pharmacia Chevrier,
Man dlgeitles,
Gaatrliea,
Gastralglaa, etc.,
de Franca e as dos paizes ?strangeiros, etc
Pelas commissics em grosso. dirigirse aos S
aHaVBaBHaHaBaMBBai
Opprt-*co-a,
llnri-H de f.ili.cii,
irrltace de bealna e e em ldas as pliarmacias ue Franca e dos paizes
da matriz, ete. estrangeiros
l ASSA e XAROPE
DE CODENA
DI
BERTH
As experiencias clnicas e comparativas
dos Snrs Magendie, Barbier d'Amiens, Wil-
liams Gregor, Martin Soln, Aran, Viga,
C. Dumont, etc., membros do Instituto de
r"ranca, mdicos dos hospitaes de Paris. tem
provado que a Massa e Xarope de Berth i
o remedio o mais seguro contra todas as
dores nervosas e tendo a propriedade de
calmar com admiravel rapidez as tosses rebel-
des e extremamente fatigantes da grippe (ca-
tarrho epidmico), defluxo, coqueluche ou
tosse convulsa, bronchite c tsica pulmonar.
A Massa e Xarope de Berth, se
ach3o em todas as boticas.
Para evitar qualquer
Calsificaco, exigir em
cada produto o nome
I a firma Berth.
Deposito geral em Paris, em casa de MENIER,
Ra Sle-Croix-de-la-Bretinnerie.
ASTHME
ASTHMA ASTHMA ASTHMA
SuflToccr>aao nervosa e Oppresso
nico remedio efficaz para combatter estas mo-
lestias, acalmar um altaque d'asma e impedir a
volta o Xarope aromtico de Succino (mbar
amarello) do Dr Danet. Descoberta inteiramente
recente, este novo- producto se tem propagado
com extrema rapidez gracas aos admiraveis resul-
tados que tem sempre produzido.
Deposito geral, na botica Chauveaud, 54,
ra do Commercio, Paris-Grenelle, e em todas as
boticas de Franca e do estrangeiro.
WILLAERT e BERGER. comisarios em drogara, 11, ra Saint-Lazare, Pars.
As Pilulas Catharticas
DE AYER.
O purgante m/tls cfefrtz at hoje cotihecido.
Bstatpilalaa o puramerte !' tai'S, n.m Irmlo na suu compo-
ieo nom mrrvttrio nrm outro
ingroiliriite mineral ; to nno-
cenles pan as enancas r pessoaa
mais i!r!ica qne, eompostaa cuino sao uo regi-
tacs mili fbrtefl, bo bastante aetl-
vas e efieazca para as pessoas mais
robustas.
Estas pilulas catharticas purgau o purilico totlo systema
bnmano sem dm rearlo,
Nao su u-m poupado traliallio nom despesa para levar estas
pOnlaa a mu grao da perleejo tal, ana nada delxa a desejor;
6io o resultado do anuos de estados laboriosos c constantes.
Tara alcancar todos as vantageiis que resaUiodcnsodeeatnar-
tieo3, tcm-se combinado sanente ns rlrlittles curativa das
plantas que o empregadas na eonleeeao das pilulas. Sua
eomposlcao d tal que a cniennldaaes que eso ao alanos
de sua aeeo, rara- rezos podem resist-las mi evad los.
Boas propriedades penetrantes cxplorio penetrio, purineo e
dio rigor Lulas as parte de organismo bumano; pola corrlgcm
a sn:i nc;.io rielada e Da recuperar a tua rindade. Urna dos
Gonseqncneias desloa propricd>des ouc o doente, abatido de
dOr c dcbilldode plijrsJea, admira se de encontrar, too depresta,
sua saude energa recuperadas por meto d'um remedio to
Imples o agradaveL
a- molestias que <^#5 ..i-^v .io.
Przodi rr.illn '''.......<;.-, Or du cabera, A X-vralgia,
iuaauesa, fmligetto i muido tttomago, BmorritoMa*,
PADECIMENTOS DO FIGADO,
/ gattro-hepatiott, Oattrlte, ageapt* IUUoms Lowdfrigat,
Ergtipelg, ttydroptia, ntrdea, atfmtra pardal, e Paraiytut.
No almoOl e -Manual de Sonde do I>r. Ayer, que se publica
todos os jiunoa para distribuirlo gratuito, oueontra-sc um tra*
Uh\j sobre as 'diversas doeneas que estao ao alcance de
REMEDIOS PKGANTES.
Acua-se em todas as otlcos e Drogaras do Imperio.
O Peitoral de Cereja
I>E AYER,
PARA A rr.OMI'TA COBA DA
Angiua, de ConstipacOf osses, Bouquido Influ-
enza. Bronchite, Tis primaria, Tuberculoa
pulmonares, o toa_ as molestias do
Feito, ossim como para aliviar
os tnicos declarados.
As prcparacoo9 do Di. Ayek sao vendidas as principad
drogaras e boticas do Imperio.
^amuel Power Jol'islon & Companhia
Rua da Sen? a Nova n, 4.
AGENCIA DA
Fundido de Lov Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados,
Moendas e meias moendas para engeDho.
Taixas de ferro coado e balido para enge-
nho.
i%krodo
Joaqun) Marinho Cavalcanti de \lbuquer-
que compra algodao armazenado, ou embar-
Icado em visla dos conhccimtnlos: tratar
emsua casa na rua do Vigario n. 24, pri-
meiro andar, na praca do Commercio e
Forte do Mattos.
s
DE
C4VALL0
Na noitede 18 para 19 do corrente lurloa se um
cavallo mellado caxito, da estfabaria do sq dono,
corasellim Inglez quafl novo; cujo eavallo tem
dinas e cauda prelas. as clioas sao grossas e ca-
hem sobre ambos os lados do pescoco, e tem urna
, ferida pequea na modireiia ; esla acostumado a
maofnue PS la di?3-se > Sr ^ar em cabriole, e bemeooheeido nest, praca:
Joo Uernardo do Krgo, em seu armazem
de fatendas a rua Nova n. 24.
\m Casa de banhos
t9l Largo do Carino n. 26.
'fji, E&le esiabelecimento tao bem montado
na sua origem achava se de ha multo em
*m quasi completo adandono pelo pouco n-
leresse de sua administraco.
Hoje que o novo proprietario empregou
R todos os meios para restabeler a grande
jK utilldade desie estabelecimento, pode as-
K segurar ao publico que qualquer que seja
SR o numero dos concurrentes aclraro des-
Mm de j promptido e aceio no? banhos fros,
B momos ou medicinaes, a casa dos ba-
R nhos se achara' abena todos os dias das
SI| G horas da manha as 11 da noite.
Precos.
K Banho de choque......... 500
JK Dito (rio ou momo......., 00
Dito defarello............1*000
Dito medicinal sera' segn-
>| do sua qualidade.
Assignalura.
Por mez banho Irio ou momo. 105
2o carioes para banho rio,
momo ou de chuvisco..... 105
12 cari5es para os mesmos... ."i5
12 ditos para banho da farello. 105
f aaW%3
quem delle der noticias certas ou lvalo a' Es-tau-
cia.^obrado de dous andares n-2rser gratificado.
Alujase
m
m
m
m
m
m
m
m
m
O 1 ifladao.
Perdeu-se desde a rua Bella at a do Ilospirio,
urna collecciio de um peridico social e moral de-
nominado O Cidado : a pessoa que a liver
achado e quizer restituir, pode enlrear na esqui-
na do Mundo Novo, no fundo do sobrado onde mo-
ra o Sr Dr. Jos Soares de Azevedo, que ser re-
compensado.
MARTIMOS
CONTRA F0G0.
A companhia Indemnisadora, eslabeleci-
da ne.-la praca, loma seguros martimos so-
bre navios e seus carregamerdos, e contra
fugo em edificios, mercaduras e moblias :
na rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
IMITE
Contrata-se mais 3,500 dormentes de
madeiras de qualidades para o caminhodei
ferro de Apipucos: quem pretender com-;
parecaa rua do Imperador n. o', segundo'
andar,
na rua do
0
FABRIOA A VAPOR
99 RUA DO M0XDEG0 99
Deposito na na \ov,i n. 50 i'ja de relojoelro
dono deste estabelecimpnii r"-'oo:p cpctavel
'"""i" wui as memores machinas que existem na Luropa, e que pode fabricar
Amonio Jos Rodrigues de Souza,
Crespn. 15. aliipa .n? -:,:- ---.
*&^'w^X' com meLhr Perteigao possivel. Todo o chocolate desta fabrica est garantido, e 6 puro,
cheira, e a casa 4 salas, 7 qtarios, e oao, a qual a.(Jue Ra0 se Putle encontrar naquelle que vem de fura, e que se vende por preco baixo,
muito fresca e esia denovo bem caiada, concer- visto os productos serem do paiz. Na etiqueta tera sempre urna aguia.
O C dadio
A pessoa que liver e qoizer vender a collecgao
de um peridico social e moral denominado O
cidado, publicado nesta provincia no anno de
1853, anouncie por este Diario para ser procu-
rado^___________________
BOTICA E DROGARA"
DE
B. F. de Souza A C.
Rua larga do Rosario n. 31
Remedios de Raduvay
Prompto alivio.
Pilulas reguladoras.
Rtztlutivo.
Remedios de Kemp
Anacahuia.
Salsa de Brislol.
Pilulas assucaradas.
Agua florida.
Pastilhas vermfugas vegetaes.
Chegados pelo ultimo navio vindo da america.
Tendo a irmandade do Divino Espirito-Sauto
da igreja do Collegio, resolvido em sessao de mesa
conjunta, nianuar fazer de marmore branco fino a
capella-tiir de sua igreja; convido de ordem da
mesa regedora aquellas pessoas que se acharen)
habilitadas a mandar eiecutar semelhanle obra,
aexaminarem a planta que se atha exposta na sua
sacrista, e a apreseniarem as suas propostas no
' pra^o de 40 dia< coniadou dcstn data. Cuii>iMorio
publico que sua fabrica a* rmaodado, cm 10 de novembro de 18(55.
lada e pintada : para ver, as chaves estao em a
casa do Sr. Nicolao Machado na mesma povoaca.
A o publico.
Anlonio Leite da (osla declara que desta data
em diante nao lera' valor urna lelra de 805000,
aceila por Manoel Fernandes de Farias.que desen-
eamiiihou-se no dia 26 de novembro de 186"
nem poderlo faser negocio algum com a dita
Recite 28 de novembro de 1865.
PRECO.
Meia libra......... 400
Urna libra......... 800
Urna arroba........ 19;S00O
Precisa-se de tres a quatro pessoas que te- prompt a COllar-se no lugar,
nham praiica de setvico de olaria, sendo de fra ___ z
da-se casa para dormida : a tratar com Jos Car-
neiro de Faria I.ds, no .-.lio que foi do fallecido
Mema, confronte ao Mooteiro.
O aballo as.-igoade faz sciente ao publico
que nenhuma letra tirmou, ou caria de ordem deu
a pessoa alguma, e qualquer que appareea protes-
ta ser falsa e nao pagar. Mutuns 17 de novembro
de 1865.
Jos Luiz da Cunha Bastos.
Na mesma fab ica acaba de se montar urna offtena com serrara a vapor para
5, e obras ce marcineiria propria para edificio, para o que encarreg -se de fazer portas, ja-
tlra- nellas, assoalhos (parqu francez como se usa na Europa,) e armacoes, ludo com brevi-
dae e perfeicao. Toma-se qualquer encoaimenda para fra da cidade, entregando-se
Arreios de carro para nm e dous cavallos.
Relogios de nitro patente inglez.
Arados americanos.
Ma'-hinaspara descarofar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Precisa-se dar sociedaile a urna pessoa que
tenha 6005 e tenha prailca de taberna : quem es-
tiver nestas circunstancias dirija-se a rua da Au-
rora n. oi, que se dir quera precisa.-
Sendo pois esta urna das allribuicoes conferidas
aTSrsrfocios, esperase o seu comparecimento ment0 w ooces para cha; presuntos, e ditos em fiambre, tambera.se recebem para se-
no da e^ora cima designados. rem preparados ; assim como doce de caj novo superior secco e cristalisado, dito em
Casas
Alugara-se daas casas novas na freguezi da
Boa-Visla, roa do Principe ns. 4 e 8, com 3 quar-
Precisa se de urna ama forra ou captiva para
casa de poma familia, pagase bem : a tratar na
ruado Pires n. 21.
Hospital Portuguez de Be-
neficencia.
Domingo 3 de Dezembro pelas II horas da ma-
nha tera lugar a reunio d'assembla geral dos
Srs. socios, para se proceder a' eleico da nova
junta administrativa que tem de rege'r o Hospital,
no anno prximo fuiuro, em conformidade do dis-
posto no cap. IV dos esututos.
DE
COELHO Rua da Cruz n. 1G.
O escrivo.
Francisco Belarmino dos Santos F reita
Aluga.se o terceiro andar da casa o. 88 da
rua da Imperalriz, e o sino n. 1 da estrada do Ar-
raial: no rua da Aurora n. 36,_____________
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na rua do Im-
perador n. 42, trceiro audar.
Alugam-se tres casas na povoacao do
Monteiro a margem d& rio, com muitos
bons commodos e em muilo bom estado
de lmpza : a tratar na rua do Cratpo n.
20, esquina, cujo preco de alugnel ra-
zoavel.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
de urna casa de pouca familia : a tratar na praca
do Corpo Santo o. 17.
Perda.
Perdeu-se da rua do Livramento at a rua do
Trapiche urna carlelrinha de lembrancas, cuja car-
teirinha lem nao s a capa dourada como tanibem
as folhas : quem a tiver achado e queira restituir,
receber de gratificacao o valor da mesma : na
Continua naver diariamente um sortimento de pastis, podins, bolos, inglezes, rua do Trapiche n. 38, e.-mpiorio._________
empadas, etc., etc Os donos deste estabelecimento, acham-se na* melhores condices Era casa de Ttieod Christiansen, rua do Tra-
de poder salisfazer encommendas concernentes a sua arte, em consequencia do socio P'che-novo n. 16, nico agente no norte do Brasil'
Freitas ter sido administrador chefe de algumas das princ aes fabricas na" corte, sendo 6 t?rande"buHrK fr,re. Bordeaux, encontra se ar-
oma a do Sr. Joo GoncaKes Guimares ("onfeitoria do Leo) antiga casa de Carceller ""SESB? P ^ *'* ''
Todos os trabalhos sao differentes dos que se fazem em casas particulares;
Os proprietarios deste estabelecimento nao se tem poupado a despezas, nem se
pouparo, se houver concurrencia como esperan ; tendo continuadamente bom sorli-i
um sitio na Passagem da Magdalena, a margem
do rio Capibaribe, junio ao do Sr. commendador
Manoel Ignacio de Oliveira, lera boa casa com sala
de vi>itas e gabinetes estucados e esleirados, 4
quarlos, sala de jamar e de espera, cozinha e des-
pensa, quarlo para pretos, um soio eom 2 saletas,
estribara e casa para feitor, urna baixa de capim
para sustentar tres cavallos todo o anno, alguns
arvoredos fruciiferos : a tratar no Recite, rua do
Bruui n. 66, armazem de assucar.
Grande Bazar,
Carneiro Vianna.
E' chegado a este estabelecimento os seguiotes
objectos : cadeira de palha para enanca com ba-
lanco, bercos de novo modelo tambem de palha, e
oulros muitos artigos desles gneros ; pede-se aos
senhores que encommendaram alguns objectos
destes, o favor de vir escolher logo os que preten-
den) querer.
Objectos de metal das seguintes qualidades, ur-
nas para cha, chaleiras para fazer-se cha', appare-
Ihos de almoco, dito de jantar e todos os mais ar-
tigos que se podem desejar deste metal por preco
muito commodo, que a todos deve agradar.
Espelhos de todas as qualidades para ornamen-
to de sala, tpeles, alcatifa e outros muitos arUgos-
que por goslo se pode visitar o grande Bazar, o
qual se acha aberto desde 6 horas da manba at
s 9 da neite, na rua .Nova n. 20 e 22.
Ama para casa.
Precisa-se alugar urna ama para todo servir do
urna casa : na becco das Boias n. 2, primeiro
andar.
Na praca da Independencia n. 33, loja de
ourives. compra-se ouro, praia, e pedras preciosas,
e lambem se faz qualquer obra de encommenda, e
todo e qualquer concert.
Ama.
Precsa-se de urna ama forra ou captiva para
cozinhar e eomprr, para casa de pouca familia :
na rua da Concordia n. 34, sobrado do armazem
do sol.
Urna escrava.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba cozi-
nhar, pagase bem : na rna da Imperatriz n. 47,.
segundo andar.
Precisao.
Na rua da Cruz, armazem n. 63, precisase alu-
gar urna mulher capaz, de boa conduela, que saiba
cozinhar, comprar e fazer lodo o mais servico de
urna casa de familia (menos conduzir aguas quer
limpas quer servidas), prefere-se escrava, que seja
fiel. Garanie-se pagarse bem e com promptido.
Precisa-se de urna ama paraTirat?r e andar
com meninos, e sendo urna negrioba melhor: no
Becife, rua da Cruz, n. 29.
A pessoa que annunciou querer vendermna
escrava com urna cria de um mez, se ainda quizer
fazer negocio, dirija-se a rua do Queimado n. 6,.
loja, ou annuncie sua morada.
Precisa-se de um criado afiancado, paga-se
bem : na rua da Aurora n. 50.
fscravo fgido
Ausenlouse da casa de seu senhor um preto de
nagao por nome Manoel, representa ler 40 anno?,
pouca mai* ou manos, cor fula, altura regular, e
tera seis dedos em cada mao : quem o pegar le-
ve-o a rua do Trapiche n. 36, segundo andar, ou
na rua Jo Brura n. 70, armazem, que sera' bem
recompensado.
No primeiro audr do sobrado n. 50 na rua
de Aguas-Verdes, deseja-se fallar cora o Sr. Ma-
theus Antonio de Miranda a negocio que Ihe diz
respe.iio.
f
0
JA
S
O confeiteiro Zacaras, residente na rua de Si
Francisco n. 42, ah esta' sempre preparado a
apromptar qualquer quantidade de bolos, bandei-
jas para bailes e ^anidas, como arma-las pelo me-
lhor gosto que o; pretendenles quizerem ; bem co-
mo que fabrica toda e qualquer porcao de doce, e
das qualidades que Ihes forem encommendadas, o
que indo faz com a maior presteza e aceio.
Attencdo
No pateo do Paraizo n. 26 precsa-se de um ope-
rario de entalhador que tenha boa conducta ; tam-
bem se compra um banco de torno : quem o liver
e se queira disfazer delle,pde dingir-se ao mesmo
cima declarada.
Cl
&S9rXnoTC0mbr0oSfi^86nu80M *' BeneBcen' Calda e lata? hermticamente fechadas, podendo durar um anno em perfeito estado.
O secretario,
Joao Pereira tabello Braga.
Para janlares e partidas recebem-se encommendas dos seguintes objeelos; pecas
de amendoas, (nogaces) ditas de tmaras de ovos, pans de 16 enfeitados com disticos ana-
- Precia-se de um caixeiro de 12 a 14 annos: lo??S a (lu1al(Juer .f,ra; Mos montados, kechs simples e ehfeita.dos com frutas a ingleza ;
na rua do Bangel n. 69. gatheaus de la reine, ditos de le ducheze, tortas de fructa, massa folhada; ditas de pei-
- Precisa-se alugar um escravo para xe e carTne ;KCremes e doces d,e ovos de frentes especies,
servico interno eexterno de urna casa de1* D /ambem ternuracomplelo sortimento de vmhosengarrafados, como sejam: vinho
familia : na rua do Queimadon c-9 doPorlo superior, Figueira, Madeira, Lisboa, Cherez, Bordeaux, Champagne fino, ser-
St. Pierre.
Larose.
Chateau Loville.
Chateau Margaux.
Grand vin Chateau Lafitte 1858.
Chateau Lafitte.
Haut Saulerues.
Chatean Saulemes.
Chateau Lataur Blanche.
Chateau Yquem.
Cognac em tres qualidades.
Azeite doce. Precos de Bordeaux.
U Sr. commendador
Manoel Jos da Costa
n5o deve intempestivamente assomar-se cora a no-
ticia que Ihe ebegou, de se ter descoberlo uma fal-
i sificaco n'uma letra, pela qual esl sendo execu-
p veja, licores, charopes e conservas. Para festas, bonitas caixmhas com amendoas, con- tado o Sr. lenenie-coronel Joaquim Manoel do Bego
tos. 2 salas, cozinha fra", quinta, bom e murado, de casa de pouca Sha : a trabar narua do Bmm fe,t0,S e *ais enfeites. Muitos destes objectos mencionados podem-se perfeitamente ac- i Barrete Pedimos-lhe, que por quem se nao
condicionar Unto para a provincia, como para fra. afadigue cora o caso, do qual bem pode ser que
cacimba, sao muito sadias
numero 3.
a tratar na rua Nova (o. 47, taberna.
O major Antonio da Silva usrao faz scien-
te a quem convier que elle senhor e possuidor
das trras denominadas Cachoeira, e ae ouiras
denominadasTorre, em Pianc, provincia da Pa-
rahiba, cujas trras limitam com o rio, que as se-
para das do Sr. Jos Jacome Tasso ; fazendo tal
advertencia, tem s por fim prevenir de qualquer
duvida alguem que isso ignore, e desde ja' pro-
testa contra qualquer acto de oxtorso praticado
em ditas suas trras.____________
Motas do banco do Brasil e das caixas filiaes
descontara-se na travessa das Cruzes n. 8.
Ahiga-se mu sltlo-
Aluga se um sitio na Passagem da Magdalena, a
margem do rio Capibaribe, com excellente casa,
com terrago, 2 salas, 8 quartos, cosinha fora,
quartopara escravos e estrioana e arvoredos: a
tratar na rua da Cadeia n. 4.
" AO PIBLCO
Anlonio Leite da Costa declara que des-
ta data em diaote nao ter valor uma letra
de 80)5 aceita por Manoel Fernendes Farias,
que desen :aminhou-se no dia 26 de no-
vembro de 65 e nem podero fazer nego-
cio algum com a dita letra.
Na rna larga do Bosarlo n. 40, envernisa se
e concertase mobilias: quem precisar dirjase a
mesma casa. _________
Aluga-se a casa da rua Imperial n. 201, pro-
pria para refinaco ou outro qualquer estabeleci-
mento, por ter muitos coa modos, quintal grande
murado e portao para fra : a tratar na rna Direi-
u n. 84, ou na mesma roa b. 211.
Associacao (Jommercial J3e-
neficente dePernambuco.
Achando-se prompta a planta e o orcamento
para a decoraco de predio comprado para a mes-
ma associacao, convida se a todas as pessoas que
se quizerem encarrecar das obras de pedreiro a
comparecerera a rua do Trapiche n. 44, segundo
andar, aoode, uo praso de oito das, deixaro ficar
as suas proposta* em carta fechada.
Destillacao.
SITIO
*-*" Eslando prximo aretirar-se para fra do im-
Aluga-se o sitio no Rosarinho n. 2 junto a capel- perio a pessoa encarregada da destillacao da rua
la, com bastantes arvoredos de fruclo, casa, co- do Brux n. 21,
cheira, boa agua, por prego OMtitO commodo : ira- era um s lote, u em separado qualquer dos se-
ta se na rua Nova n. 5o, ou ttecife na rua da Ca- gnintes objeelos :
deu D. 3._______________________________I i alambique pelo syslema Egrot, que deslilla
O abaixo assignado faz sciente ao publico 18, caadas por dia.
que nenhuma letra tirmou, ou carta de ordem deu Tanques grandes, cubas e tinas de madeira para
S. S. nao tenha complicidade alguma.
Uepois que se proceder o competente exame, de-
pois das provas e discusso sobre os embargos de
falsidade que sero apreseotados opportuoameote,
verificar-se-ha enlo se na verdade existe ou nao,
ua uesuiiavdu ua rua a [3|sQCa5s0 argida. Assim, portanlo, claro
vndese o dito estabeleciraenio qae nenn^m direjt0 adluirJ0 '/Sr commendador
abaixo assignado previne a seus conheci-
dos e amigo que nada deem ou empresten a seu
alilhado Anlouio Cyrillo Dullra sem ordem sua
por escriplo, sob peooa de nao lerem diretto a
quah|uer indemnisacao. Becife 30 de novembro
de 1805.Fr. Joo aplisla do Espirito Sanio
Quem perdeu ura relogio na estrada da Vic-
toria, dirjale a Francisco Bezerra da Palma, ad-
ministrador do ei.jMih i Bulhes, na freguezi de
Santo Amaro de Jaboaiao, que Ihe entregara', dan-
do se-lhe os signaes.
Na loja n. 1 da rua do Queimado existe urna
carta para o Iilm. Sr. Francisco Pedro da Costa
Moreira, estudaote de preparatorios.
Ama
Precsase de uma ama para cozinhar, forra oa
escrava para casa de familia : na rua larga do
Bosario n. 21, fabrica de cigarros.
Precisase alugar urna prela para o service
de uma casa de pouca familia : a tratar na rua
da Cadeia do itecife n. 19, primeiro andar.
Creme*
Associacao Commereial Beoeficente de Pernara- a PeSoa a'guma, e qualquer qua apparega proles- garPa-
ta ser falsa, e nao pagar. Muluns 17 de novem-
bro de 1665.
Jos Luiz da Cunha Bastos
Aluga-se uma escrava que saibi cozinhar :
a tratar na Soledade n. 46.
buco 23 de novembro de 1865.
O secretario,
_______Candido 0. G. Alcoforado.
Precisa-se alugar um moleque ou uma escra-
va : na rua do Livramento n. 11, 2 andar.
Amo O abaixo assignado faz sciente ao publico
Xl-Ult* que nenhuma tetra firmn ou carta de ordem deu
Precisa-se na rua de S. Francisco n. 48, de uma a pesoa alguma, e qualquer que apparega protes-
araa. para casa de pouca familia._____________ ta ser falsa e nj pagar. Mutuns 27 de novem-
= Quem quizer comprar abacaxis maduros e ^ro
inchados por pregos commodos, dirija-se a rua dos
Ferreiros n. 3.
Precisa se de uma ama para cozinhar e com-
prar : na loja de fazendas da rua do Livramento
numero 22.
Xa rua da Imperatriz, loja n. 1, precisa-se
de uma costurara que tenha pratica, e que j te-
nha trabalhado em casa de alguma modista.
Precisa-se alogar nma escrava pira todo o
servico de uma casa de pequea familia : na rua
da Conceigao n. 44.
Attenco.
Precisa se de nm .cabzeiro para botequim : as
Cinco Pontas a. 93.
__________Jos Luiz da Cunh Bastos._______
Prtcisa-se alugar ora escravo para o servico
interno e externo de botequim : na rna das Cru-
zes n. 39.
Precisa-se de uma ama
iriz n. 23.
na rua da Impera-
Bombas de japy.
Sinfons de cobre.
Toneis grandes, e quartolas inglezas para de
posilo d'aguardenle.
Carrinhos de mSo.
Baldes americanos.
i Guinxode ferro e carreteis.
Grande porgo de barris de ':.'' e s para
mel.
Pipas vasias para agurdenle.
Bodas d'arcos de pao para pipas.
Ba toques.
Liagas de vimes.
A tratar no mesmo estabelecimento entrado pelo
largo do ponfo.
Paga-se 30$
Precisa-se alugar quatro escravos para o servico
de campo, alem do bom tratamento, paga-se 30
por mez : na rna da Cadeia do Becife n. 64.
Alnga-se nm sitio na rua de Joo Fernandes
Vieira n. 54, cora excellente casa assobradada e
rodeada de janellas, tendo grandes commodos para
/am.lia; no sitio tem alguns arvoredos de fructo,! ~ R,oga;S\,a ^ Albert0 Aichp. chepdo "''-
assira como nm lelheiro para jogo 4a bola com T^T* de,.M.* *> vap- *"**. bo'
dos os seus pertences : a tratar na rua Dire.ta nu- dade de sAdlr,Kir ao enptono da rua do Impe-
mero 137.
rador n. 83 a negocio que Ihe diz respeito.
ufferece-se para administrador de engenho
rrecisa-se ae uma engomraaaeira : Dnu pessoa que tem bastante pratica : quem pre-
a na oImperM9r JJ. 7, segando aud-r. tender dirija-se a roa da Cruz, deposito n. 35.
MTl
. i
Costa, corara a existencia dessa criminosi falsida-
de, com a previa e precipiiada puhlicago de seo
annuncio, fea nesle Diario de 28 do correte,
sendo que nelle apenas traz o nico proveito de,
l para diante, conhecer se : quem sera' o infame
e vil, se otenentecoronel Bego Brrelo, a' quera
se quer prejudicar, ou se o falsificador disfarcado.
U- abaixo assiguados deciatam ao publico
e com especialidadeao carpo do commercio que
Antonio Centeio Lopes dexou de ser caixeiro dos
mesmos. Recite 30 de npvembro de 1865.
Alves & L'[i'ii.
Precisa-se de um caixeiro para taberna, que
tenha pratica de balco e d dador a sua conduc-
ta : quem pretender dirija-se a rua do Livramen-
to n. 20.________________________________
Ama de leite.
Na rua do Imperador n. 81, segundo andar,
prec sa-se de uma ama de leite que seja saa.
O abaixo assignado faz sciente ao respeiiavel
pnblico que desde o dia 29 de novembro do cor-
rete anuo deixou de ser caixeiro do Sr. Jos Joa-
qun) Coelho Brandao, ao qual Ihe agradece todas
as boas attenges que para com elle leve, e o bom
trato que sempre Ihe dea.
Manoel do .Nasciraento Plnnelro.
"FOGO DOAr
No armazem da bola amarella no oito da secre-
taria d polica recebem-se encommendas de fogo
a dor para dentro e fra da prouincia.
-C
Sorvele de creine hoje ao roeio dia : na rua do
Trapiche n. 18.___________________________
Francisco de Paula Correia de Araujo decla-
ra que houve engao no edilal ao juizo dos fetos
da fazenda, em que manda por em praga os ala-
guis da casa da rua dos Hospicio n. 14, para pa-
gamento de decimas, quando as me-mas ja achara-
se recolhidas ao consulado provincial, conforme
consta do coohecimento -, e quanto a dos Afogadas
nao se tem pago por achar-se a mais de quatro-
annos em completo oslado de ruina, e sem estar
alugada.
COMPRAS.
Silvino Guilherme de Barros compra e ven-
de efectivamente escravos de ambos os sexos :
rua do Imperador n. 79, terceiro andar.
Compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
em obras velhas : na rua da Cadeia do Recife.
cja de ourives no arco da Conceigao__________
Comprase carosso (sement) de algodao : no
armazem de algodao de Saunders Brothers & d,
no caes de Apollo.
Ouro e prata.
Em obras velhas : compra-se na praca da lo
dependencio n. 22, loja de bilhetes.
VENDAS.
Farinha a 3#500
Vende-se farinha de mandioca, saceos grandes :
no armazem dos Srs. Tasso Irmaos, na ponte nova'
pelo prego cima mencionados.
Vende-se inharaes muito bons : na roa do
Imperador n 83 armazem Trombeta da Fama
Commereial, e no caes do Ramos barcassa.


<


HMnMHi
Diarlo de Fcrnambnco Sexta telra 1 e Dezcmbro de iSt*.
AO PUBLICO
Sem o menor constran.
g intento se entregar
Importe do genero que
nao agradar.
ATTENC&0
preco da fet&iici<
tabella para t^tic, |itt-
deudo a&slu. servia de bi-
se para o ajuste de eetia
con os portadores.
ESTABELECIDO A EUA NOVA N. 60
tfJSUI & UMHlli IDi 31 Milu Mi
AO
KESPEIT1VFL PUBLICO.
A apreciado dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
sen! da Liga estabelecido rus Nova n. 60 nm magnifico sortimento .'de molhados,
qno sendo em sua mxima parte mandados vir directamente do estrangtinTpodem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e unioo em seu genero, pde-se porm iffiancar, com toda a seguranca de que
nenhctm outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1." Delicadeza no trato.
2. Fidelidade no peso.
3.' Sinceridade nos presos.
As pessoas que por sua posico social gozam de certo tratamento, achirlo nesa
casa os melbores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cha sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a condigno do freguez, eHe deve contar que ser sempre mui-
to beaa servido.
Aquelles que sao ponco favorecidos da sorte faro mensalmente nma economa de
nanitas patacas, afreguezando-se cesta casa, onde se Ibes vender o arroz, o caf, a man-
teiga o assucar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dena eu nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que 'Comprara f ara ne-
gociar, devem vir, pelo sea proprio interesse, a este estabelecimento para se oonvence-
remdo quanto se pode vender barato.
Para os senhores que compram para tornar a vender existe nm sortimento espe-
cia!, escolo do porpessoa entendida que cortamente muito deve agradar aos senhores
compradores.
Nao se tcm poupde sacrificios, nem se dentar de fazer a diligencia para agr-
s1* 3 todos.
PELOS SEGANTES PRECOS S SE VENDE
A DIMHEIRO A VISTA:
Giuixa em latas, muito nova, e 80 rs. ceda
:
i
ALPISTA a 12Crs. a libra.
Edem e painco de oito Kbras para cimac
100 rs.
Arroz de 90 re. a libra a.........
Amendoas, casca molle, aa80rs. a libra.
Avellas a 240 rs. a libra.
Ameixas francesas em lailas de todos os l-
mannos.
dem idem em potes de todos os tamanhos.
dem idem em kocetas de todos os tama-
nhos.
-dem idem em frascos de todos os tama-
nhos.
Azeite Doce de primeira
a garrafa.
Alhos a 200 rs. o molik.
Absyntho a 2j$030 a garrafa.
II
COLACHINHAS do Beato Antonio em latas
qualidade a 560 rs.
urna.
T
grandes e pequeas.
dem do Principe Alberto a 1(5800
de cinco para cima a i #700.
a lata, e
25000 e
brandes
i$800.
tas as qualidades -a
dem de so la em latas
de cinco para cima a
B;scoitos inglezes de to
1^200,10250 e 1,5300.
Bolo francez em caixinhiis a 400 rs. cade
urna.
Batatas inglezas.
Banka de porco renadaJ
C J
CHOCOLATE francez a 000 m. a libra.
dem suisso a 1$ a libra.!
dem de musgo a 1 >"i o a libra.
Chourias muito novas a 800 rs. a libra.
Caf a 240 e 260 rs. a libra, e em porco
se far abatimento.
dem tle primeira qualidade a 7)5000 a ar-
roba.
Conservas era frascos a 320 rs. cada um,
sao muito novas 1
dem fijezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Charope de grosella, orehalaL etc., etc.
Chicaras e pires a I5800a luzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
a garrafa, e em duzia se faz grande aba-
timento.
Jdem Victoria Bas tres X e de butras marcas.
Charutos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'Havana, Exposicao,
Flor do BrasiJ, Parisienses, aleudas, Gua-
oabaras, Trovadores, Regala! Mississipes,
Panetellos, Apraziveis, Varetas, Brasilei-
roe, Americanos, Fluminense
Cha de todas as qualidades elde todos os
pre^s, bysson, huxim, aljfar, preto, e
preto ponta branea, etc., et(J., a 2i000,
2|2"0. 25560 e200.
Copos lisos de todos os tamanhoi de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 25500, 35500, 45 e 55.
Clices de lodos os tamanhos.
Cognac superior a 15 e 15500 rs.
Cigarros do Rio, pardos, a 80
de cinco macinhos.
a garrafa.
fs. o maco
I
DOCES de todas as qualidades: brasileiros,
portuguezes, inglezes, francezet, etc. etc.
E
ERVILHAS seccas a 120 rs. a libr|a.
irvadock a 400 rs. a libra.
FARINHA S S S de 8 libras para c ma a 120
rs. a libra.
dem de araruta a 320, 400,500 le 800 rs.
Figos de comadre a rs. a libra.
FeuAo verde em latas a 600 rs.
Favas em latas a 500 rs.
Fumo do Rio a 500 rs. a libra.
dem americano em latas a 15.500
Farello ha sempre era deposito de 500 a
800 saceos, de todas as qualidades, de to-
dos os tamanhos e de todos os precos.
KIRSCH de Wasser a 25 a garrafa.
L
LATAS com graixa a 80 rs. cada urna.
Letria a 400 rs. a libra.
H
MANTEIGA ingleza e franceza de primeira
qualidade a 15, a libra.
Mar.mbi.ada dos mais acreditados fabricantes.
Macarro e talhaium a 320 rs. a libra.
Massa d tomate a 600 rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
Molho inglez de todas as qualidades.
Marrasquino verdadeiro de Zara a.....
Massas finas para sopa branca e amarelia a
60 rs. a libra, em caixas com 9 librae a
35590.
Miliio painco e a'pista, sendo ciis de 8*!i-
bras a 100 rs.
m
NOZES a 120-rs. a libra.
Nabos em latas a 800 rs.
O
Osiras inglezas e americanas.
P
PEIXE ^m posta, latas"grandes, a A&LOO, de
todas as qnalidades, como sejam savel,
goras, corvina, psrgo, salmeo, pescado e
pescadinha, linguado, sardinha. etc., etc.,
Peras em latas, excelente preparaco.
Palitos para denies a 120 rs. o maoo muito
grande.
Passas em qnarto a 15400.
dem muito novas a 400 rs. a librs.
Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
<*
QUEIJOS flasiengos.
dem prato a .800 rs. a libra,
dem suissos a 000 rs. a libra.
dem londrinos a 800 rs. a libra.
QUARTINHAS OU MORINQUES a
R
RAPE' Meuron a 15 a libra,
dem Princeza do Rio a 15200 a libra,
dem francez a 25500 a libra,
ti
SABO massa a 160 rs. a libra, em caixa se
faz abatimento.
Sal refinado em fraseos a 500 rs.
Salame de Len a 29.
Sardinhas de Nantes de todos os fabricantes.
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Stearinas a 600 rs. o maco.
Sag muito novo a -100 rs.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
v
VINHOS!!!
UVAL
SEM SECAlLVtfO
E*ua do 4|iieiinado us. 4.e &&^
Conllfia a vender todas as miudezas que abano
declara por presos admiraveis.
Massos de paliius iixados para denles a 100 rs.
Kt| luios dei.iuiiurasdouiadasaiOO, i4 e 20,rs.
Donis de oliado para meninos a IjOO.
Ditos lie como .-upeiiur fazenda a l60.
| Fraseos cuu. mi| tiiur una rocha a 540 rs.
Meiadas de l>nh trox i ;<:;. botdadu a -0 e C
' LaiXas. eui 100 cU'.ekpe.-,Ia2ei<:a lina a 600 rs.
Grecas de peanas de ac, i:;" 11 a :oi i tior aotOrs.
Grozas de bou..- r>"o.rtjerla unos a lii)
j e C40 r?.
Caixas rom 30 nbveilos de linha do faz a 760 rs.
Caixas com superiores brelas O c< la a 40 e 80 rs.
Pecas de lila branca elstica com 9 mas 280rs.
| Varas de franja de la jara enlciles de vestidos a
i 40 rs.
Baralhos dourados superiores qnalidades a ICO rs.
I Novellos de ln.ha com 400 jardas a 80 rs.
Linos para astelos de icuja lavada 100rs.
; Pares de boies para punto, la?etda nca a lio rs.
Tefonras para costuras supenoies oualid^es a
400 e \>.
'Caixas de peonas de callicraphia, farenda tos i
I 1000.
, M&ESOS cono superiores pramros a 30 rs.
senhoras, o aceio que presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que todo s nrnmtiMds* 'Pares de sa',iIOS de ,ra"a l' tpele a l50.
.!n. .:j. ..;.:i.-------------- ... .. ... Miumpiiflao e IDtel' Caixas com
RUI DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passaudo o areo da Concei^o)
PARA BEM DE TODOS;
Senhore?
ezacom que sero tratada^ onvida a ama visita ao mesmo, certos de qne sem dnvida me darSo a nrfl~fpr"A'V^n,fU1|'UUHU e ,niftl" P.ixas com 'ui|eriorps goiha"a 240 rs.
rra dos gneros que precisaren e quando no possam vir podero mandar seus nortadores anda mTZSL?m re,erencia na Cf,m- t!""Oo ,r K'"i0a e booias cores a 7sroo.
^sserMSobeLe^ocomo,,.v^sempessLtoem^ hiendo parf^rnTS
Manteiga ingleza especialmente escolliidaf Aletria, macarro e talbarim a 4oo rs. a li-
1,00o e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha nysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,$oo rs. a libra.
dem hysson muito superior en latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a l,6oors.
dem preto o que se pode desejar neste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
bra e 6,ooo a caixa.
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi-
nha branca ou amarelia a 04o rs. a libra e
3,5oo a caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fino proprio para
engarrafar, em ancoretas de 9 caadas a
35,ooo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figneira e Lisboa a
82o, 4oo e 5oo rs. agarrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,000 e 3,oo.
Vtnho branoo de Lisboa de excelente quali-
dade a 4oo e 5oo rs, a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
Vinho branco para missa em caixas de i du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
eos,
que nao vo em
Resmas de papel almaco a 24C0 e 2,!P0O rs.
tamia Ks|ovas |>ara rcoja, faz Dozias de lesearas com toque
b00 rs.
Sal refinado em frascos devidrocom
do menino, a ooo rs. Uu.zias de lesearas com toque de rerrogema
*5ffv2l!?! 5raS ?aS a/rediladas' DSJs" ^cas o garios de cabo prilo a 3C*C.
que ven ao mercado, a 5oo, 56o e 64o Talheres muito fino para criancas a 240 r
a Carrala, e ,800, 6,000 e 6,500 a du- Pulseiras para ncninas a 32o rs.
Zia. i Ditas e voltas para sendera a 600,
Cevsdinha flFrjBMmniu. a ^ FiaM-os de Af:u?. Funda vtidatnra a I0.
Chrntos roJ, C( ?? D0Va' a 2 rS< FraffOS fom 5UPfrior banb a 40 e
uii uios oo acamado fabricante Jos Finta- dem de mi enoroleo bal osa a 320rs.
00 de finias, das seguintes qualidades: ('-Hnv> ccm l*parfnas para 3 mezes a 40rs.
ExposicSu Normal de Ha vana Imnerinps Aara de babado lio Por, a 60 '' 14t "
Londrinos r,ilffl1i d "npenaei, CaIlas de MuleB rrailCeltg a m rs-
SSTSSu' .OTa8' Par,s,enses' S,IS" Qoadernos de papel peteco a 20 rs.
piros encas, a 4,ooo, 4,5oo, 5,000,'Grvalasde fftres.fazendasoitTior, 300 rs.
b.ooo e 7,ooo a caixa ou em n eias.
Charutes finos de diversas marcas
Linguicas muito novas a 8oo rs. a IMsrae em Vinho do Porto das melhores marcas que
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 6'4o rs. a libra, serve
para temperar paneWa ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditesde navio devella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo rs. a libra.
dem prato e 8oo rs.a libra, e rateiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem viado
o mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguezasj preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijo verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e i,5oo
rs. a duzia.
dem i llera para viaho a 24o rs., e 2,4o? rs.
a duzia.
Chocolate francez hespanhol e suisso av9oo,
l,oooe l,2oo rs. a libra.
Espermacete superior a 6oo e 64o fs.4i li-
bra e m caixa se faz abtmento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 8oo, l,ooo e l,2oo rs.
Vinho Bcrdeaux das marcas mais acredita-
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Donro, Duquedo Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz I, Madei-
raSecca, Malvazia fina a 46,ooo, 15,ooo,
12ooo e 1 o,oooa caixa com 1 duzia e9oo,
l.ooo e l,5oors. a garrafa.
Vinho Cherex de superior qualidade a 16,ooo
a duziae l,5oo rs, a garrafa.
Sardinhas de Narrtes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a 1,3oots.
Cartes com bolo francez muito proprios pa-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
paTa mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a ibra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolaohinha d'agua e sal, da fabrica de Joo
de Hrito no Beato Antonio, em lata de 6 B-
b0rs por2,5oors.
Anioixas francezas em frasco de vidro com|
lampa do mesmo, a l^Soo.
- e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nimos de Havana, intervallos,Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a2,ooo,2,5co e
3,ooo a caixa.
ognac inglez das melhores aarcas, a 8ooe
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a l?ia -com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,excelente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8oo o cento e l,2oo soltas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Toucinho de Lisboa milito novo a 32o rs. a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 6oo rs. a libra.
Bolachraha Alberto, as melhores que pre-
sentementetem vindoao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 2eo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l.ooo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l.Goo, 2,600 e 3,5oo cada nma.
;Ruibos, excelente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
das que vem ao nosso mercado a 7.000 c Ameias frand zas em caixinbas de diversos
a caixa e 64o e7o ris a gar-
a 48o rs. a botija de
8,000
rafa.
Genebra de Hollenda
contaoerta.
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6/800
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadera em frascos
grandes a l.ooo e 11,000 rs. a frasqueira.
Caf do Rio de l1 qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,'ioo rs. a;arroba.
Caf do Cear muito superior a 24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho de 1* qualidade a loo
rs. a libra e 2,8oe a arroba.
dem da India a loo rs. a libra e 2,8oo a
arroba.
dem de Java a 80-rs. a libra e 2,ioo a ar-
roba.
Painco e alpisa a 14o rs. a libra
arroba.
tamanhos com bonitas estn pas na cai-
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8ooe 2,ooo
cada urna.
Azeite doce refinado hespanholou portuguez
a 9oo rs. a garrafa e 10:000 a caixa.
Batatas muito novasa 80 rs. a libra e2,5oo
o gigo com 36 libra*.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de vidro com rolha
do mesmo, a 16o rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
a 800 rs. 6 frasco.
Mostarda frenceza em potes j preparada a
4oo rs. o fraseo.
4,ooo a I Lentilhas francesas, excelente legume para
sopa, a 2oe rs. a libra.
Masen b tomatesdesuperiorqnalidadea 6o Marrasquino de Zara propriamente dito
re, a lata de usa libra e 56o rs. a reta- 1.5 a garrafa e 11,00o a duzia.
!q0- Palitos de dente a 4o rs. o maco.
far o prego.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandes de
8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l.oo cada urna ancorela.
Champagne da melhor qualidade que' vem
ao mercado, a 2,000 e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,000 o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs
a libra.
Figos em sextinhas a 80 rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,000 a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
os, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a l.oo e 2.000 rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a i,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre brancoj engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
Papis de agulha?, fuedo duurado, a 80.
No armazem de fazendas
baratas de Santos CoelLo
lina do <|Mtr!ttiu Vende-se o >eguinte :
Cobeilas de el a lina a 8^800.
l>iia> de dita a 34(>0.
Lincees de panno ie linbo a ?2(0
liilosdedilod liut.o a i,
t debramattede,lDh>enm t5 |. ce
Panno de- linlio nc c,m 9 {,2 3.':. ss di 1 a
ra 1 do tarato preco de 2*400 a vara.
I-ti-nanle de ir.lioCno ctm 10 laliru- :
gura a SSot'O a vara.
Petas de camlraia cem salpieos brincos
coi es ctin 8 1|2 varas a hco.
Peeas de cambraia adama-rada pn
cortinado de cama rrm 20 varas a 115
Balta do arces a 2*300, 3*, 3*S(iOe 43.
Lencos de cambraia lina a 2.-60O a duzia
Ditos de dila ? 25 a duzia."
Aihoalhado de linho lino a 2S00 a vara
Hilo de algooao a 2 a vara.
Aigcdo euftsiado com 7 1[ palmos de '
* L52C0 a vara.
Je
ipna p.ra
ctO
igora
Pejas de breir-ia de rolo cem 10 varas 1 rj
para sa,a a 33SC0. !'
Fil de linho liso fino a 800 rs. a vara.
Dito de dilo com salpieos a 1,8 a vara.
CamLraia de linho Boa a 45S0O, 65&U) e 5 a
vara.
Corles de laazinha de lindes costos cem to o
vadosa ii&.
Pecas de madaprlo Bolssimo wlo baritis-iffii
preco de 8*, {i. K 1 e 115.
llanella trama Osa a C(;0 rs.o cavado.
Dila de cores fina a S80 r?. o cov.
lialoes de mussclina para mtnioa a 32,
e 4*.
Cswjiraia de forro a 35 a peca.
Dila fina a 4*300, 6* c 7j a peja
Guaroanapos de linho a ;<*8(0 doiia.
Toalhas de alpodao felpuda? i'nila a i?5
Esleir da India propria pan ; wo de.
4,o e C palmos de larfora per ntcfs r
que tm ouira qnalqoer parle.
Nesie armazem isniLem se eneonn.-i rn : ozCe
Boriimentode roDpa feia e por medida.
Titacio dospulmder. angi-
nas, tosse, escaros de
sangue, crupo ou garro-
tillio, catarro, loiiniidao
e todas as innumeravei molestias qe affec-
lo aos orgSos da respiracao
DGSAPPARECKM
ediante a ac<;o da balsmica e irresistivo
de
Je

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_ a> _, p> i S
g S ^Bgilsb
i So
Principe Alberto, de 1831, a 5#000 a gar-
rafa ; d vida aos velbos.
Velho secco a 2$ a garrafa.
Lagrimas do Douro a looOO a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 24 a garrafa.
Duque a 1 e 15500. .
Chamisso a 10, 10200 e 10500 a garrafa.
D. Luiz a 10 a garrafa.
Moscatel verdadeiro de Setubal a 20 a gar-
rafa.
Carcavelos a 10.
Colares a 900 rs. a garrafa; o nico vi-
nho que se pode beber por nao ter com-
posicao alguma.
Lanterne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 10 agarrafa.
Absyntho a 20 a garrafa.
Kirsch a 20 a garrafa.
Wermouth a 20, e a caixa a 180.
Bitter Maurer a 10 a garrafa,
Vinho figueira em ancoreta a 200.
dem Figueira e Lisboa em pipa a 25500 a
caada.
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D a* 5 2 O
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MACHINAS OEPATiN!
de trabalhar mo para
descarocar afgodo
3 ^EJ FABRICADAS
Por Piant Brothers & C.
OLDAM
o
S a

S.S.5-" >
o
o
i*
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o
S2
1

ATTEMCA0
Vende-se as otarias de Jos CarneirqdaConha'
em frente ao hospital Pedro II, e na ra dos Pra-
zeres n. 38, telha superior de barro de agua doce a
305 o milneiro, al venara batida a 309, e ladrilho
a 26*000.
Canbraias.
Parede Porto vende cambraias lisas Anas, gran-
de sortimento, a 3 at 64, ditas Victoria muito
finas, com 10 varas a 6*, 65500 e 7i : na ra da
(mperatriz n. Si, junto a padaria fanceza.
fPnrp/ln nava n kl Chejtera aos corpinhos de cambraia
I UfClW nuvu U, qp. Vendem-se corpinhos de cambraia com entre-
a sacca de 92 libras lem mnita gomma, dase ba- meios a e 51, esto sa acabando : na toja de
rato por ter porcio : s no armazem da estrella' Paredes Porto, roa da Imderatris n. 52, poria lar-
largo do Paraize n. I i.
I ga, jun.o a padaria franceza.
Tasso Irmaos
Vendem no seo armazem roa do
Amorim n. 35,
Licor tino Carabao em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas eom rolhas de
vidro e em lindos frascos.
VinhosChores.
Santernes.
Cbambertin.
Herraitage.
Borgonbe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ton.
PAezei lagniol.
O castello de Grasville.
TradHzido do francez por A. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 30OOC
oa praca da Independencia, livraria ns.
6e8.
B Vende-se nm sobrado de dous andaras no
hairro de Santo Antonio, o qoal renda para mais
de 1:2001, euma casa terrea no b.iirro da Boa-i
Vista : a
xem na ra
Estas machina
podem descarocar
'.qualqner especit
j.de a I godo sea
'estragar o fio,
sendo bastanu
duas pessoas para
otrabalbo; pd*
descaxecar nma
arroba de algo-
do em earoco
em 40 minutos,
oa 18 arroba
por dia ou 5 ar-
robas de algodo
limpo.
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, que descarocam 18 arrobas de algodo
limpo, por dia; e motores para mover urna, duas
eutras dessas machinas. '
Os mesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machina
mencionadas ; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e examina-lo, no arma-
xem de algodo, no largo da ponte nova n.47.
Sannders BrolhersAC.
M> II, prava do Corpo Manto
RECIFE.
Os nsicos agentes neste paiz.

ANAOA
Framcisco Jos Germano
RA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
los de alcance para observacoes e para os
martimos.
Breo em barricas pequeas.
Cera em velas de todos os tamanhos.
Bogias.
Mercurio.
Na ma do vinario n. 19, primeiro andar.
Manual do Cidado
Vende-se o Manual do Cidadao em um
Governo Representativo ou principios de
Direito Publico Constitucional Administra-
tivo e das Genles, por Silvestre Pinheiro
Ferreira, em 3 volumes broxurados por 30
cada obra : na livraria n. 8 da praca da
Independ ncia.
Vende-se
PEITORAL w KEMP,
anacahuita mexicana TjTie da o nome es-
pecial a este incomparavel remedio, urna
arvore, cuja madeira por muito lempo se
ha usado no Tampico para a cura das ^n-
fermidades cima mencionadas. Foi tam-
bero ensalada e approvada pela academia
medica de Berlina Opeiloral de Keiup
um xarope delicioso inleiramente livie de-
opio, acido hydrocyanico e oulros
dientes nocivos.
A' venda as drogaras de Caors Bar-
boza, Bravo C. e em todos os eslabeleei-
mentos pbarmaceuticos do imperio.
Deposito geral em Pernambnco rna ds
Cruz n.22 em casa de Caros A Barbn
PEDE-SE TODA
ingre*
s
Ifc^O VILLAR
urna vacca de raca tourina, crioula, do pasto, dan-
o seis tigelias de leite o melhor qoe se pode dese-
jar : na iravessa das Barreiras n. 9.
Vende-se urna mobilia de amarello j usada:
na ra eslreifa do Rosario n. 17, 2o andor.
s
Com leja i roa do Crespo n. i 7.
Receben de Paris sedas ero corles mol-
to superiores e bellsimos padroes, e i
chales de renda pretos para 10.
Este importante estabelecimento torna- S
se recommendavel ao bello sexo pela va- m
riedade de fazendas superiores e bellos j|
Sgostos
Proleja o bello so ao Villar I
e vero todos a prosperidade.
IIIIIHIHIIII
ALGODO DA BAHA
Na loja de Andrade & Reg, ra do Crespo n. 8,
esquina da ra do Imperador, contina a vender-
se superior algodo da Babia por menos preco qoe
em oulra qualquer parte.
Vendem-se quatro burras muto mansas, boas
tratar com agente Olyrapio em seo arma-1 de carga e de sella, por preco commodo a tratar
ia da Cadeia do Recite n. 34. oo botel de Franca.
Vendem-se
machinas americanas de serrote para descarocar
algodo : na ra da Senzala ova n. 42.
Peonas de eroa de muito superior qualidade':
*ende-se na ra do Vigario n. 24, Io anda, es-
cripiorio-
mm <**
MOTILADO
1
Attenco
Liqaidaco de fazen^is
Custodio Jos Alvs Guimares e Manoel Montei-
ro da Cunha participa ao respeitavel publico o aos
seus freguezes e amigos, qoe tendo arremslsdo a
loja de fazendas da roa do Queimado delrona4do
becco do Peixe Frito n. 5, e como pretendem faier
obras na mesma, esio resolvidos a vender todas
as fazendas por pregos baratissimos, que visla
dos freguezes se far todo o negocio : islo s na
ra do Queimado n. 5.
A
avariado.
Francez barrica 5OO0
Portland idem 8*300
Em perfeito estado:
Francez barrica 104000
Portland idem 12000
A lofa da Aurora na ra larga do Rosario n. 38. No naum de Tasso Irmaos caes do'Apoilo.
receceo luvas de Jouvin brancas e de cores para Vende-se a casa terrea sita na roa das Per-
homens e senhoras, as quaes sao muito frescas, nambucanas, na Capnnga Nova, entre a theatro e
chegadas pelo vapor inglez, pois sao multo proprias i as casas do Sr- Barlholomen Lourengo, tem bons
para o baile que temos no dia 1" de dezembro no commodos para pequea familia e uro extenso
Club Pernambncano, (S senhores socios e convida-1 Qolntal com diversos arvoredos : a tratar na ra
dos qne tiverem de ir a este baille queiram man- j do Imperador n. 81._______________________
dar com as luvag nsta loja da Aurora, ra larga Vende-se urna negnnha de idade de 10 an
do Rozarlo o. 38. loo*: a traur na ra da lmpera^| n. 2P^^IM
GAZ.
No armazem da ra do Imperador n. 3 ou no
Caes de Pedro II n. 2, tero para vender-e o me-
Ihor gaz existente no mercado. ^^^^
Luvas de Juvin.
a*.




exia leira de Dezembr de *
N. 11Rua\ do Queimado~N. 11
A' casa de Augusto Porto, chegaram pelo vapor francez ricos cortes de
vestidos de seda de cores do* mais bellos gostos, propnos para bailes,
partidas ou casamentos.
Cuales de Guipure pretos e brancos.
Bonets de pala da! Italia para senhoras.
Moir branco e prejto.
Bonita seda para vestidos.
Casemiras de quadtfos.
Esteiras da India para salas.
Aladapoloes fraucez^s a 400 e 500 rs, a vara,
Um para vestido de diversas qualidades, e
gostos diffreentk
Q que tudo se vende pefos mais commodos precos.
CORTES DE SEDA
Chegaram pelo paquete ingle riduissimos cortes de moreauique de cores, e seda lavraaa pa-
Hres inteiramente novos. i w/\aa 3~
Seda de quadros por 10000 o covado
5RA DO CRESPO-5
Gregorio Paes do Amaral Compannla.
BAILE O CLIBE PEIMBICaNO
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.

flfira, vestidos de senhora.
Cortes de seda de c^ de bom gosto e superior qualidade.
Lin.las sedas de quadrinhos.
Bous moireanliques de cores.
Grosdemples da todas as cores.
Lindos poil d chevri fazenda assetinada de inteira nividade.
Lindas duquezns assdtinadas f.izenda inteiramente nova.
Molernos grenadinesde seda o que tem vindo de mais novo.
Grande variedade de laas de cores lisas e de salpicos.
i M!i idys e ca sas denfuim bona goto.
Percalias modernas com grande variedade.
Lindos -orles de la Clotilde com todos os pertences i
lito inteirmente novos. \ .
Bons cortes deca-sa cok barra tambem inteiramente novos eout
A fazendas de gosto que serilj enf..donho mencionar.
Paro hom'trns de senho a
Grande variedade de chaces, bo'irnoax, retondes e algeriennes de fil e de.
guipure a 10, 10, 20, 30j 40, 00 at SOt.
' Modernos soutembarqueslde seda de superior qualidade.
;: L ndiH bertes de seda defcflr pretos e de cachemira,
dem de cambraia brancalbirdida commmto gosto.
Sauterabarques e bournouk de eachimira de cor e outros minios artigos ue
S bnm gosto. \
Pan, cabeca de senhora
AO RESPEITAVEL PUBLICO
A tabella abaixo publicada, serve de base de precos,
tanto deste armazem como do armazem progressivo pa-
to do Ormo n. 9, principal armazem ra do Impera-
dor n. 40.
Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidad^ aos senhores de en-
jenhos, lavradores e mais pessuas do ceutro, que para mais facilitar suas compras deli-
Deraram os proprietarios dos tres grandes armazens, reunir todos os seus estabeleci-
auentos em um s annuncio, pelo qual o preco de um ser de todos, promette-
saos que nao infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, annunciar os geoeros
por um prego, e na occasio da compra quererem por outro, como socede constante-
mente em outras muitas casas, porra nos nossos estabelecimentos nao se dar slo
ainda mesrao com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
ierao lamben servidos como viessem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar seus
pedidos em cartas fexadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo nos urna conta
pela qual se ver os precos tal qnal anuunciarmos, o que senao arrepender pessoa
aiguma que fizer soa despenga em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por ceoto na sua despeza diaria.
Offerecem a todos os convidados, do explendido ba'le do Club Pernambucano o
seu bello e escolhido sortimento de fazendas de plianlasia, chegadas- pelo Guienne, que
consta das segundes especialidades.
Vestidos Cesarlos.
Linda e nova fazenda de l-brilliant, transparente, com listas e flores de seda,
padrfies do ultimo gosto.
SEDAS
Em cortes padroes novos. escuros e claros.
Em pegas moircantique liso ondeado e lavrado.
dem estampado com listas e flores.
Tarlatana.
Resta urna diminuta porgo de cortes de tarlatana branca, enfeitados caprichosa-
mente a cores. Todos os amadores de partidas e soirs, ho comprado para suas fami-
lias estes vestidos, j pelo diminuto prego, ja pelo bonito gosto.
EMFEITES
A' imperatriz Eugenia e a rainha Victoria que adaptam com muda elegancia
ao kok.
Jouvin k 0.
Resentia-se o nosso mercado da falta absoluta das verdadeiras luvas de Jouvin.
Temos a satisfagao de poder annuncia-las a nossos freguezes pelo prego de 30OOO o par.
grande a economa vista da flexibil dade e bom acabado, que Ibes d dupla
duragao sobre as falsificadas.
TrJnta diversos objeetos
Propnos para o complemento dos enfeites de vestido como berthes, costageo,
suspensorios, etc., gostos os mais phantasticos em dentelle preto e branco, tafet etc.
Mandam-se amostras.
Diademas e pestes de tartaruga.
a primeira vez que vem esta fazenda ao mercado. A pequea porgo que res-
a convida as Exmas. senhorais a urna breve compra.
CINTOS
Com fvellas de madreperola gravadas, tartaruga, metal, etc.
Chales de Al de cdres.
Nova remessa, destes chales e retondes a duas e mais cores em xadrez. Nada se
pode julgar do magnfico effeito destes chales, sem experimentar; as pessoas que os de-
sejarem mandaremos amostras.
E urna infiniJade de fazendas de gosto, como sejam:
Chales de fil preto de 100000.
Os mais ricos vestidos para menino de 3 a 6 annos.
Colxas de crocg e pannos de labyrintho.
Tif branco e fil de seda.
Superiores baloes de dina, recommendaveis pela longa darago e bom talbo.
Tudo a
5 RA DO CRESPO 5


r, p
M
4 '

Superiores chapclinas de pilha, de seda e de crina de muito bom gosto a im-<
ratriz. \ c
Chapeo de pilha da Italia grande%anedade. ,
Lindos gorros e bonets de jaiba de Italia, Imperatriz, a Canutier, a Clotilde
a Grante, chegados de Pari pe o ultimo vapor.
Grande variedade de altlas de fimo e de flores para casamento.
Superiores vestidos debloAde. e de miireantiqje brancos.
Bons moireantiques branos e superiores sedas brancas.
Bons vestidos d tarlatana/branco bordados.
Lindas mantas de blnde te boas apellas. .
/ Bord-idos.
Grande variedade de entemeios bordados transparente e tapados. ,
Ti as bordadas transparentes e tapadas, babados bordados, satas bordadase
outros muitos arligos. /
II AS CMNUJMHA8
ORRBIa lK VASi ONCELLOS & C.
UA DO CRESPO W. 13
UAATEIC.A
Manteiga i gleza perfeitamtnte flor che-
gada ltimamente de l.oooa l.loo rs. a li-
bra, e em barril ter abatimeuto.
Manteiga franceza da safra nova a 80o rs.
a libra e em barril ter abatimento.
BANHA
Banha refinada superior a 64o rs. e em
barril ter abatiraento.
cu i
Cha uxira de primeira e superior qualida-
de a 2,8oo rs.
dem hysson o melhor neste genero a
2,6o.) rs., e sendo em porgo ter abatimen-
to, tambem ha proprio para negocio de 2 a
2,4oo rs. a libra.
!dem preto superior de I,8oo a 2,5oo rs.
a libra.
Biacontos
Latas com superior biscouto inglez de di-
versas marcas a l,2oo rs a lata.
Serveja
Superior serveja Bass dos melhores fa-
bricantes, como sejam: Shlers & Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,opo rs. a iuzia e a 7oors.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como seja: Victoria e Alcope a 5,ooo rs. a du-
zia e a 5oo rs. a garrafa.
Vioagre
Superior vinagr de Lisboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais baixo para 2oo rs. a garrafa e l,4oors.
a caada.
Azeite doce
Superior azeito di>ce de Lisboa a 64o rs. a
garrafa e a 5,ooo ra. a caada.
Massas
Macarro e talnerim a 360 rs. a libra e a
5,ooo rs. a caixa.
f assas
Superiores passas a 3,ono o quarto
o

1 l2.5oo rs. acaxa ile arroba hespanhola e
fa- 5oo rs. a libra.
DE
liOjr k
?NTONIO

--KJ
da
ra
74.
cabera a 2J>500.
Loja da boa f
Impemtri/s
., Ii ib se rlco^ofeltes par
Peni :>"'l 8 para alisar a i0.
1) : i- com chapa de metal bnanco a 500.
Escoa Dn 18 para tientes a/tO, 2io e 500.
T louras Boas p.rapostura,a300,300 e 15.
:: iai oiuit'j tiuas paraseutura a 30D e 400 o
par. /
i'.i i xa co i 50 nvelos de l/nha do gai a 700.
\i ora 100 enveloyes.a 800.
Caixa com pipel pautado a 700.
itesma de papel almago rev a 34200.
Tinta prea para escrev* biio a liO.
.-' eaa e garlos de balanej a 55300 e 653(H).
M"ias cruas para boonen a 200 e 250 u par.
:iPts de todos os tannos a 100 a carta.
i.. I:; liurio pega 50 a 120.
!". >rilo para vestido a : 0 rs. a peca.
ImperiaJ perfa 40 i-.
i to boas
40 rs.
un obreras mu
',.. albo le cartas finas
Groxa de bati de louc'
Dilos de madreperola n
xa de crtela muito
Orlan de crtela mml1
(ira va tas de sa.ia prta
I go da wispora a 800
Ca xas mml 'finas para
E c tniiinto (>r imontu de mindezas qne
: por mea is do que ifu outra qualquer par
I : ira a apurar dinheiro.
a 240.
para camisa a 120.
uito finos a 640.
bons a 40 rs.
b ns a 60 rs.
de cores a 500.
500.
iip a 15-
Bol teliiuhas
Latas com bolachinhts da acreditada
brica do beato Antonio, proprias para dar a tU!%I5I
dSSS comTaatro'irarde^Sbinba de Genebra SJ92 verdadeira a lo,5oo a
soda a2,ooo rs. a lata. ^uzia el,ooo rs. aj. frasco.
Genebra de Hol
rs. afiasqueira e
anda verdadeira a 6,ooo
56o rs. o frasco.
se
Acha-Se
a venda na livraria arademiaa, na ra do Impera
dor; .a do Sr. Nogueira, junte ao arco de Santt
AnUiaio ; e na typographia irnparcial, na ra es-
ii r la i i Rosario a CDmpilai;a leudeute i :drninistracao, a arrecadauo e fiscal)-
, los dinltaina deorphaos de.funtos e ausep-
t,:. n. raneas jaceules, legado?, etc., contendo nao
t 0 regiment de custas e a
( -.'. uno tambem todas as|
. pif a ludo tem expl
lo das nbrigaco> inherentes
t^- empreados de )usii<;a e
rt: os naciooaes e emolumeni
Esik ,\to contando mais de *
more3 > e b:.m p'pel, e prt
de Jilferentes elasses, tornk-se recommendavel.
gen enslo 105009 por eadii exemplar era dou5
on -
ei peral das execu
i.rd.-ns e avisos de
i-ado, tanto a rt-spe.i-
o cargo dos difieren-
alenda, carao dos di-
N qne sao devidos.
00 paginas em ntida
stando-se a utilidad"
CHILES
raode pe^hloeha.
So ra da Impacatrii n. 52 porta urga de Pare-
*>* i'.rto, vende-seehalesde merino estampados a
25 e 2|800 e finos 35. eslo se acabando.
Bordados.
Chegoa a loja de. Paredes Porlo, ra da Impera-
tr7 :i Sa\ uru (orlimeau de ramixiohas gollinhas,
eor.iiobos, nmieiras e ntfot, de ramhraia branca,
n. i', l.irato preco de 25500, 33500 e 45. gollmba
800 r-, romeiras a 800 e sinir.s a 800 rs, grande
qoxatidade rte Pitremeios a 600 e 800 rs. a pera,
eslS i -e acabando._____ ^ .
"INJECCAO BKOW.
Remedio infallivel as agnorrheas antigs
e recentes, uniqo deposito na phariua. ia
fra ceza, ra i Cruz n. 22 e ao preco de
3,5000.
LOJA DO BuJA FLOR
Na rir. do Queimaiio n. 63.
Nesta loja por lo los os vapores se recebe luvas de
pellica brancas e decores, tanto para hornera como
para senhora.
Vo t^s, c nzes e brincos.
Chegou no ultimo vapor um grane sortimento
de voltas e cruzes, imitando cornalinas brancas,
assim como brincos da mesma e de cryslal do mais
apurado gosto que se pode desejar, foi s6 quem
recebeu : na loja do beija-flor, reta do Queimado
n. 63.
Enfeites para coque.
Assim como recebeu enfeites para coque o ou-
tras multas qualidades, que se vendem maii barato
do aue era outra qualquer parte.
Bonecas que channm utainai e papai.
Tendo recebido um ran le sortimento de bone-
cas que chamam papai e mami e movem com os
olhos, muito bem ve-tidas, cora cabelleiras, o
que ple haver de gosto neste genero, e vende se
mais barato do que em outra qualquer parte.
i lMa'u.s.
Assim como um bonito sortimento de balaios para
menina de escola, tambem ha muito bons peotes
para desembarazar, guarnecidos de metal.
fHflfftMUnH
1 Bichas de Hamburgo m
Bj todos os paquetes da Europa se recebe %
> desias amigas do sangue humano e se yM
|S vendem a troco de p-mco lucro s afta j
}^| de ler sempre cousa nova : a loja de bar- jK
beiro ra estreila do Rosario n. 3, ao p ^
.& da igreja.
colares Royer n colares aoo-
dlnos
para facilitar a dentici das rriamjas e preserva-
las das convulsSes.
O feliz resultado obtido immenas veres pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer, nos
casos de convulsoes, e dentieo das criaBcas tem
altamente elevado o seu bem merecido prestigio,
e hoje j4 se pode di?er que esto geralmente con-
ceitnados e estimados de innumeraveis pais de
familias : de uns porque do uso desses salutares
colares viram salvos do perigo seus charos filhi-
oho, e de ootros porque colheram daqoelles tao
nroflcuo exemplo para enalmenie preservar os
sr-us. As^m, pol*. a aguia branca, tendo em vis-
tas a uiilidade e proveit desses prodigiosos cola-
res anodinos ou Royer, mandou vir o novo sortjr
meoto que agora receben, e continuar a recbe-
los para que em lempo algum a falta delles possa
ser funesta ao* pas de familia, os quaes flearao
certos de os achar constantemente na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 8.
i garrafas de genebra de
s. o garr-ifao. Tambem
e 14 garrafas de 3,2oo a
VELAS
;ete a 64o rs. a
libra.
Velas de sperma
dem decarnau)a de lo a 12,ooo rs a
arroba e de 36o a < -4o rs. a libra.
PEIXE
Peixe em latas j preparado de l.ooo a
l,2oors. a lata
ALPIST
\. E PAINQO
Queijos
Queijos flamengos chegados no ultimo dom de Holandja em botijas a -loo rs. ca
vapor a 2,5oors., tambem ha do vapor pas- da ums.
sado a 2,3oo rs. Garrafes com 2
CHOCOLATE Hollanda a 8,ooo
Chocolate hespanhol a l.ooo e l,2oo rs. ha trarrafoes com 5
a libra, francez e suisso a l.ooo rs. a libra g>00o rs. cadaum.
e portuguez a 800 rs. a libra, em porco
ter abatimento.
VINHOS
Superior vinho do Porto das mais acredi-
tadas marcas, como sejam: Madeira Secca,
Duque do Porto, Vellio Secco, Lagrimas do
Douro, Mara Pia, D Luiz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e outras marcas a l.ooo a garra-
fa e 9ooo a 12 ooo rs. a duzia.
Vinho Figueira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e 5oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
3,5oo e 4.000 rs. a caada.
Superior vinho chamisso em barril a 64o
rs. a garrafa e a 4,5oo rs a caada.
Superior vinho de Lisboa e Figueira em
anctretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
coreta.
Superior vinho branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
xo para 4oo, 5oo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada.
Cateas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaux a 7,ooo rs. a caixa e
7oors. agarrafa.
CAFE
Caf do Rio de l.1 e 2,a qualidade de
6.800 a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
MABtO
Sabo maca de primeira qualidade de 18o
a 22o rs. a libra e de 16o
em caixao.
Alpista -e painct muito novo de 3,8oo a
4,000 rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS
Charutos dos miis acreditados fabrican-
tes, como sejam: Joo Furtado da Serrias,
Maooel Peixoto da Silva Nelto, Castanho 4
Filho e Brando 11 de outros muitos, os
quaes vendemos peh mdico preco de I.600,
2, 2,8oo, 3,5oo, 4, loo, e 5,ooo rs. a caixa.
Yi cores
Licores francezes e portnguezes a l,ooo e
l,4oo rs. a garrafa ou frasco.
ipoees
Doce da casca la giaba e caixes pe-
queos a 7oo rs. e de 5o caixes para cima
a 64o rs. o caixo. .
1'ratas
Frutas em calda ) em latas fechadas her-
mticamente, muitq bem enfeitadas, conten-
do pera, pecego, ameixa rainha Claudia, al
, perene e outras frutas a 01 >s. a lata.
21o rs. sendo Tambera hlalas grandes para l,2oo rs. a
'lata.
Vende se urna escrava para todo o servico,
tanto de casa como de ra : na ra das Trinchei-1
ras b. 2i._____________,_______ ________.
Vtmdem-se dios escravas recolhidas, de ida-
de ti aKiDDn, ex.ellente conducta, engommam
perfeiume'nte e fazem lodo o servico de urna casa :
m iravessa do Carmn n. 1._____________I
Veode-se um sitio em Bemflca a' margem do
rio Capnaribe, com bastantes commodos para urna
grande familia : trata-se na ra Nova n. 54, das 9
I horas as 4 da Urde.
Uvas pelo ultimo vapor.
Peras pelo ultimo vapor.
Macas pelo ultimo vapor
Ameixas pelo ultimo vapor.
Passas pelo ultimo vapor.
Finos pelo ultimo vapbr.
Fructas seccas pelo ultimo vapor.
Fructas em calda pelo ultimo vapor.
Nozes pelo ultimo vapor.
Queijos londrinos pelo uhimo vapor.
Queijos flamengos frescos pelo ultimo vaptr.
Presunto fiambre pelo ul;imo vapor.
Tudo se vende barato nes seguintes aromen:
Ra de Imperador o. 40. Ver da del ro Prlaelfral.
Roa do iiieloiado n. 9, Inlo e Cemmerclo.
Largo do Carino ai. 9, Progressivo.
DE
AZEVEDO FLORES
Ra da Cadeia do Recife, esquina da Madre de Deus-
(iramif* sortimcnlo de bieldas por atacado c a retalho. e um completo sorra
mente de ri>npa feita, decasemira cdebiim, tudo por menos que. e
outra qualquer parle: quem duvHar veuha >er.
CAICAS
de lindas e finissimas casemiras escuras e claras, de superior casemira preta, de finos
brins brancos e bom brim pardo.
Paletos
de superiores casemiras escuras e claras, de lina alpaka branca, de superior alpaka pre-
ta e de brim pardo.
Colletes
de boas casemiras pretas e de cores e de fino brim branco.
CAMMMAM
Superiores cimisas francezas de 2# ate ."5-
Ce ron I as.
Ceroulas de superior bramante de lino linho.
Baldes.
Superiores bales de arcos para meninas de 2 at 12 annos.
dem superiores para senhora.
Gravatas e mantas.
Superiores mantas para pescoco de homcm, as mais modernas do mercado.
Madapolo.
Madapolo bom a S, U, H' e 12.
Cbapos de sol.
Superiores chapeos de sol de seda balo a I0i$.
Fraques de casemira.
Fraques de casemiras, preta. escura e de cores claras, e nao havendo que sirva
ao freguez manda-se fazer por medida e com muila promplidao.
Todas estas fazendas por pregjs insignificantissimos, pois o fito do Balo ad-
quirir freguezes. _
LOJA DO BALAO
DE
AZEVEDO VIlifI IZE1I IIE FAZ EX AS
DE
10,5000
CUSTODIO (AlUtIJIO & C .
27 RA DO QUEMADO N. 27
Madapolo francez muito fino, tendo pouco mofo, cada pega com 27 varas por
La de c res a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a preco He 800 rs a vara.
Lencos brancos para algibeira a i& 00 a duzia.
Fin sperclaras a prego de 400, 440 a 560 rs. o covado.
Ricos cortes de la de harra de 103 a 30^1000.
Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
DE
DE"
J. VIGNES-
M. 55. RA DO IMPERADOR M. 55-
Os pianos desta aotiga fabrica So hoj* as<* coohecidos para que seja necessario insistir sobre a
eis que elle* tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
sniDdo nm teclado e machinismo qne obedemn todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
annea falhar por serem fabricados de proposito, e ter-se feito Diurnamente melhoramentos importan-
ilssimos para o clima deste paii; quanto is voies, sao melodiosas e flauudas, e por sso muito agrada-
reis aos ouvidosdo apreciadores. _'.... n... __,
Fazeroe conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como Ba do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J Vignes, em cuja capital foraro sempre premiados era todas as exposicSes.
No mesmo eslabelecimento se achara sempre um expleadidoe variado sortimento de mosteas dos
nelhres autores da Europa, assim como harmnicos e pia&os bArmonicos, sendo tudo vendido por
precos commodos e raroavels.
1
MUTlLAnni
J


.' '>"
Diario de pernambac* Sexta lelra 1 Je Bezetubro de !**.
AGUA BRANCA
Ba do Queimado n. 8.
A loja da aguia branca acaba de receber um
doto e grande sortimento de diferentes objeclos
de gosto e aliima moda, sendo :
Bonitos enfeites para senboras gostos inteira-
mente dotos.
Ditos ditos de gra.de com codas grandes.
Lindas fivelas grandes para ciatos com moldes
agradaveis e diversas qualidades, madreperola,
tartaruga, ac e douradas.
Ba? e bonitas titas achamalotadas para ditas.
Dites de dita de grosdenapies lisas e lavradas
com novos e agradaveis desenhos.
Trancas pretas de seda com vidrllbos moldes
novos e de gosto.
Bicos brancos e pretos de seda com vidrilhos e
de differentes larguras e bonitos desenbos.
Cascarrilba* de seda com diversas cores e lar-
guras, formas mteiramente novas a lmitarao de
palo, babadioho e outra com nma transinha do
centro o que Ibes d muita graga.
Outras estrei-as e largas guarnecidas de bico
de seda obra de muito gnsto.
(Jotras de camDraia de cores.
Bulos de seda, velludo e ac para enfeites de
vestidos.
Trancas de seda estreitas e largas brancas e de
cores para eufeiies de vestidos.
Flores finas
CAPELLAS PARA MENINAS E NOIVaS.
A aguia branca a roa do Queimado n. 8, rece-
ben para vender :
Delicadas capellas brancas para noivas.
Ditas ditas para meninas.
Dias ditas de caixps de flor de laranja.
Ditas ditas de rosas camellas e outras.
Ditas ditas cu ramos de trigo.
Diversos ramos de flores finas para peito de
vestidos, enfeites de l.hapos ele, etc.
Preparas para flores.
Na naa do Qoeiraado n. 8, loja da aguia bran-
ca vende-se :
Papel de cores pai^a rosas.
Dito verde para fcihas.
Dito dito e pardo para cobrir os talos das ditas.
Mu-cn em rama.
Folhas para rosas. I
Aguihas e Unjias para crochet.
Vendem-se na ra Ido Queimado n. 8 loja da
aguia branca, assim como aguihas para trancar-
se emla.
Papel de sobrtcellente para os
phospharohyuienieos ou de
seguranca.]
A vina do grande tamaito das caixtolias dos
iphospboros hygienicos ou de seguranca, tornava-se
pouco o papel que vem em ditas caixiohas, e para
remediar MM falta a aeuia branca maodou vir e
acaba de receber e?se especial papel, qoal sa
dar de sobrecellente a quem comprar de taes
pbosphoros e se vender indislinetamenie a qnem
delle precisar. O precede cada camua de phos-
phoro continua a ser 16C\ rs., e venderose na ra
Senhores e senhoras-
Os proprietarios da nova loja e armazem de fa-
zendas e roupas fritas na ra da Imperatriz a. 72
i de Gnimares & Irma*, acabam de reduzir os
i precos de suas fazendas menos 20 por cento do
I que em outra qualquer parte, aflm de apurar di-
I nheiro, assim como seja ISazinhas de quadrinhos
sendo escuras a 200 e*20, ditas mais finas a 360 e
4C0 rs, ditas transparentes com listas de seda a
320 rs.
Fazendas preprias para a fesla.
Vendem-se as mais bonitas bareges de laa e se-
da sendo escocezas as mais modernas que (em viu-
do ao mercado pelo baratsimo prego de 5t0 o
covado, cassas frnrezas de urna so er a 320 e
360 o covado, ditas com palnas solas sendo mio-
das e graudas pelo baratissimo preco de 280, 360
e 400 rs. o covado : isto na loja e armazem de fa-
zendas D ra da Imperatriz n. 72, de Guimares
| & Irmao.
Saias bordadas.
Vendem-se as mais bonitas saias bordadas sen-
do bastante largas e muito bem bordadas pelo ba-
ratissimo prego de 65500 e 79.
Vestidos de larlatana muito fina senda brancos
com barras de cores bordadas de la e seda sendo
i os mais mnderoes que Um vmdo ao mercado e
i vendem-se pelo barato prego de 95, 95500 e 10$.
Maulas de seda para limem.
Vendem-se as mais lindas mantas de seda para
hnmem tendo de todas as cores peto baratissimo
prego de 1,5:100, 15400 e 15500 : isto na nova lo-
ja de fazendas na ra da Imperatriz n. 72, de
Guimares & Irmao.
Colariohos da linho para homem.
Vendem-se colariohos de linho para hornea
sendo os mais modernos e melbores aue ha no
mercado pelo baratissimo prego de 55500 e 6$ a
duzia.
Chales de merino estampados a 20.
Vendem se bonitos chales de merm estampa-
dos pelo baratissimo prego de 25, ditos lizos de
todas as cores a 35800 e 4$, ditos finos sendo es-
tampados a 65500, 75, 75500 e 8tf.
Cambraias brancas.
Vendern-te pegas de cambraias brancas a 3$,
35500, 4$, 45500 e 55, ditas muito Anas tendo
urna vara de largura a 95 e 10$: isto s na nova
loja de fazendas Na ra da Imgeralriz n. 72 de
Guimares <& Irmao.
Hincados esceccezes.
Vendem-se os mais bonitos riscados escoceze
para vestidos de senhora e preprkM para roupas
de meninos a 260 e 280, chitas francezas escuras
e claras a 240, 260, 280, 300 e 320, ditas percales
mnito finas a 360, 400 e 440 o covado: isto s na
nova loja e armazem de fazendas na rna da Im-
peratriz n. 72, de Guimares Irmao.
Camisas francezos.
Vendem-se camisas fraucezas a 15500, 15800,
2$, 25500 e 3$, ditas cora peito do cor a 29 e
25300 : isto s na loja de Guimares & Irma.
aguia branca.
ara bordar.
imadn lo da
do Queimado n. 8, loja d
Seda frowcha
Vende-se na roa do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Obras de \crysteil.
Brincos de diverses mold
Outros tambem de cryslalWe cores.
Outros de aljofares brancos <_ ouires cores,
Aderegos de crystal obra aje |osto.
Rosetas de dito e cruzes. 1
Botes de dito.braneos e de cores para collele.
Dito de dte tambera brano pnnhos.
Voltas de dito e ostras qual dados
Leques de-di* ersas qualidades
Vendem-se na roa do Quer ladu n. 8, loja de
aguia branca.
Aspas forte? para bald-
Vendem-se na ra do Quemado loja da agufc.
branca n. 8.
Crumacume para tmyir ca
bellos.
A aguia branca avia aos constantes freguezee
desa excelleote tinlura, que lia acata de rece-
ber urna nova remeda de croa acorn, coloricoroe
lavaros cabellos,
(oja a ra do
e sabo branca, neeessano pr
paranlo podem dingir-se a diu
Queimado o. 8.
Abridores deluvas.
Vendem-se na ra do Lueimido loja da aguia
branca n. 8.
port bonqnels
de bonitos moldes, doeados e cabo de madrepero-
la : acham-se a vonrfaoa ra/ do Queimado loja
da aguia branca o. 8. /
B011&6 oiiqiiinlia*
de fil de linho, eamhra>ia e selim todas nui bem
enfeiladas: vendem-se na ruf do Queimado D.
loja da aguia branca.
ero cabrlolet americano daquatro rodas paraduas
pessoas, um oulro para qoalro pessoas, ambos
oom arreios, novus e legantes, por prego comino-
do : na ra da Ponte Velha n. 8.____________
Vndese urna escrava de 25 anuos, com ha"
"bilidades, e que engemma perfeitamenle : na ra
do Imperador n. 40, das 9 da maonaa al 1 ora
da tarde._______________________
Vende-se um cylindro, urna masseira, urna
balanga grande e urna dita pequefia, com lodos os
pesos e mais uteocSios de padaria : a tratar na
ra Direila o. S.
Vende-se a ou alnga se, esta padaria da rita larga do Rosario n. 46.
Vende-se urna escrava parea dp idade 32 an-
uos, sabendo eofommar perfeitamenl qualquer
roupa, tamo de s?nlwra como de homem, COCloDar
e lavar eom pefeJjio, e tambera cose muito bem,
niio tere vida uem achaques de qualidade algu-
ma, prefenndo-se comprador, para fra da provin-
cia : ua ra da Cadeia n. 40, prlmeiro andar, se
dir quem a vende.
Hom e barato
Manteiga ingleza flor a i& a libra, franreza a
840, arroz do Maranho a 100 rs., paiogo a 120,
amendoas a 24 Kigueira a 400 rs. a garrafa, e S& a caada, Lis-
boa a 3<>0 a garrafa, e IfttQO a cnada, azeite doce
a 600 rs. a .'arrafa, vinagre dei,ishoa a 206 rs. a
garrafa, e 4>o00 ecanada, queijes do uliimo vapor
a 2300 : na ru das Cruzes n. 24, esquina da
travessa do Oovidor.
Vende-se um escravo cabr escuro, saeateiro
- cozinheiro, barato : no collegio da Coneeicao nos
Coelhosn. 1* No mesmo collegio se aluga um
grande sitio com muita fructa, banho, etc., nc Ta-
marineira.
Colla da Rahia suprior
Tem para vender Antonio Luiz de Azevedc &
C. no seo escriptono ra da Cruz n. i.
Outros objectos.
Vindos tambem para a atiga loja de
miudezas na do Queimado n. i9.
Sapatinhos deseiim braoco bordados pa-
ra baptisados.'
Outros de merino tambem bordados e
igualmenle boaitos.
Meias de seda, correspondente do tama-
nbo dos sapatinhos.
Outras mui finas de fio da Escossia e
brancas listradas.
Luvas finas de fio da Escossia brancas e
de cores.
Ditas de seda para senhoras.
Ligas de dita para senboras e meninas.
Pentes de tartaruga mui fortes para des-
embarazar.
Carriteis com retroz preto e outras cores.
Carteiras com aguihas.
Aguihas francezas, as afamadas.
Caijinhas com allinetes brancos e pretos.
Haspas de baleia para vestidos.
Fitas de linbo proprias para ditos.
Caixas com linhas de novellos grandes
para crochets.
Trancellim de bonacba preto, redondo.
Bonitas flvcllas grandes de ac,
douradas, madreperola e tar-
taruga.
A loja de miudezas ra do Queimado
n. lt, recebeu um bonito sortimento de
flvellas grandes para cintos, sendo de ac,
douradas, madreperdla e tartaruga, asquaes
csto seado vendidas em dita loja por pre-
cos commodos ; assim como boas e bonuas
fitas de gorgorao achamalotado, proprias pa-
ra ditas fi\ellas.
OhIos de penetra e de outras
qualidades, para quem soffre
da vista.
A' loja de miudezas roa do Queimado
u. 16, tambem recebeu oculos de peueira
com vidros claros e escuros, para quem sof-
fre da vista, assim como outros de armaejio
de ac, sonidos em graos.
Coroas e tercos de cornalina.
A antiga loja do miudezas a' ra do
Queimado n. 16, recebeu mui bonitas co-
roas e tercos deornalina, os quaes estao
a disposigo dos bons christos que os qui-
zerem comprar em dita loja: na ra do
Queimado n. 16.
Esponjas finas grandes e pe-
quenas.
Vende-se na ra do Queimado, loja de
miudezas n. 16.
A aniissa loja de miurifzas na ra do
Queimado n, 16, acaba de receber:
Novas e bonitas guarnigoes pretas para vestidos e
soutemharques.
Bicos de seda brancos e pretos com vidrilhos, e
diffeieutes larguras.
Trancas pretas-com vidrilhos.
Casearrilhas de seda de diversas ores e moldes
novos ; outr; s enfeiladas com t>ioos de seda.
Babadinhos de seda.
Trancas branca de seda para enfeites.
Bonitas filas brancas lisas e lavradas ; ootras de
cores tambem ksas e lavradas ; outras achamalo-
tadas para matos, largas.
Fivelas grandes de ac, douradas, madreperola e
tartaruga.
Bonitas ligas de seda para senhoras.
Legues de sndalo o outras qualidades.
Lindos o delicados enfeires para bai-
les e passeios,
A miga loja de miudezas na ra do Queimado
n. 16, receben oovos e liados enfeites para bailes
e passeios, todos de muito gosto e ioteiraimnte no-
vos, variando c prego deles copie me a raperlorl-
dade : os prete-ndentes os acharao em dita loja, na
ruj (lo Queimado o. 16.
rias capela para noivas e
menina.
Aefcam-fe i venda na ra do Queimado. loja de
miudezas n. 16.
lio i tes I ou til! i Hitas
ejiU) e cambraia, bordadas e-enfeiladas : ven-
dtJi-se na ra do Queimado, loja de miudezas nu-
mero 16.
Lonetas de dous vidros com are de ac, bfalo
e tartaruga.
A taja de miudezas, ra do Queimado
n. 16, recebeu um bello sortimento de lo-
netas e oculos de vidros com armado fina de
ac, bfalo e tartaruga, e os esta vendendo
por precos raaoaveis : os pret ndentes diri-
jam-seaesta leja na ra do Queimado n. 16.
Seleirose correeiros
PECHINCHO
Sola de lustre em perfeiio estado,
meio............200000
____^45aua Plrelte.45
liquidado geral.
Loorence PereiraMendes Guimares, roa dalm-
parairiz n. 56, loja e armazem da Arara, proprieta-
rio do grande armazem de fazendas e roupas feitas,
tem resolvido fazer urna nova liquidago de todas
as qualidades de fazendas que existem no sen ar-
mazem, qne vender irinta por cento menos do que
em outra parte, aflm de se apurar dlnbeiro e fe-
char conlas, por isso pede ao respeitavel publico de
aprovf liar a occasiao, a saber.
Liazinhas chinezas de quadrinhos
Vende-se laasinnas finas a 200 e 220 o eovado,
dita cora palmas a 320 e. 360, cassas de urna s cor
a 320 e 360 o covado, ditas de palmas a 280 320,
360 e 400 o covado: ra da Imperatriz n. 56, Alen-
des Guimares.
Fazendas de gosto
Vende-se as mais mbdernas bareges de laa e se-
da, sendo fazenda de gosto pelo baratissimo prego
de 560 o covado.
Saias bordadas
Vende-se saias borhadas pelo barato prego de
64500 e 7,5, tiras bordadas a 1, ntremelos 800 e
l cada lira.
Ricos cortes lira neos bordados
Recebeu-se bonitos cortes bordados e de ccres,
de lia e seda, que se vende a 8, 9 e 10 cada
corte.
Chales de merino
A-pechlocha esta se acabaudo, chales de merino
a n.
Kiscadfs escomes
Vende-se riscados escocezes, a 240 e 260 o co-
vado : s o Arara.
Percalas Gnas
Vende-se percales muito finas, sendo de muito
bom gosto, e tendo de bonitos desenhos com listras
a palmas solas, sendo fa7enda inleiramente de gos-
to, se vende a 460 e 500 o covato, chitas escuras
e claras, a 200, 240, 280, 320 e 360 o covado, bre-
tanha de linho de duas lareuras. a \& a vara, len-
cos de cambraia branco, a 25100,25 e 3 a duzia,
ditos de linbo, a 440,500 e 600 cada um : Mandes
Guimares.
Cobertores de algodo
Vende-se cobertores de algodo, a 800 e lj'OO
cada um, ditos escarales de la, a 55 : ra da Im-
peratriz n. 56.
Camisas fraucezas
Vende-se camisas francezas a 15600 e 15800,
pregas largas a 2, 2240 e 550 finas a 25800
e 35, brim de linho de cores, se vende a 1&280 e
15 a vara, corles de brim de cor, a 15280, 15400,
15600,15800 e 25, de brim pardo a 640, 700 e 800
rs. a vara.
Itaupas feitas
Grande sortimento de roupas feitas, caigas de
brim branco a 25, de linho a 35200 e 35500 cada
urna camisa 35 e 35500. finas a 65 e 75500, pau-
tis de brim a 25. 25500. 25800 e 35 de, casemira
35500, 45. 55, 65, 79, 85, 5500 e 105, sobreca-
sacos a 125,145 e 16, pretos e de cores, caigas de
brim e de corPs, a 15280, 15440, 18600, 15800,
25,25500 e 35; s Loureugo Pereira Alendes Gui-
mares, ra da Imperatriz n. 56.
Arara n. o'G. lleudes Guiarles.
Familia Tem para vender Antonio Lniz de Oliveira Aze-
vedo & C, no sen escriptorio ra da Cruz n. 1.
Em caa de Phif.ps Brothers & C, ra do
Vigario n. 2, vendem se cofrps de ferro, prova de
Toga, dos afamados fabricantes Milner 4 Son, de
Liverpool.
Vende-se um mulalinho de 16 a 17 annos,
preprio para pagem por ser muito bonito e de boa
con-lucla : na ra do Imperador n. 45, terceiro
andar. _________________
Vende-se nma escrava crioula, com urna cria
de um mez, eom abundante leite, perfeila engom-
madeira, lavaderra e qoitandeira : quem pretei-
der annoncie. _________
Chales de renda
Paredes Porto, na ruada Imperatriz n. 52, porta
larga, vende chales de renda de cores com peque-
no toque de mofo, a 35500 e 45, fazenda de 105
e 125000._______________________________
Vendem-se paimeiras imperiaes, em estado
de seren trasplantadas : no sitio morado a es-
querda, depois rdo becco da Espinneiro, nos Af-
flictos___________________
n rede.
Vende-se superior farellode Lisboa : no arma-
zem allianga, ra do Imperador n. 57._________
Vende-se na roa de S. Bento, em Olinda, o
sobrado n. 3 frot leiro a S. redro Velho de um
andar e solo, tem bom quintal e muiios commo-
dos, e alem disto esta' pintado e reedificado de
novo, pelo que quem o comprar coocertos e despe-
zas nenhuma lera a fa?er. Vndese tambera a
casa n. 67 da roa do Pilar, em Fra de Porlas:
FAZENDA
B*RtTA
Xa loja de Joaqoim Rna do Queimado n. 40
DEFRONTE DO RIVAL SEM SEGUNDO.
Nesle acreditado estabelecimeulo encontraran os
compradores um completo sortimento de boas fa-
zendas, que se vendero muito baratas, afim de
sustentar sempre o mesmo crdito que at ao pre-
sente tem merecido aos seus nmeros freguezes.
Entre as muita fazendas ha as segrales :
Liazinnas enfesladas de 4 palmos de largura, fa
zenda ontr'ora de 6i0, pelo diminuto prego de 360
rs. o covado.
Cortes de lazinhas, padroes novos, com 15 co-
vados, a 45500.
Cortes de cambraia com flores bordadas, fazen-
da moderna, pelo diminuto prego de 75-
Percalles muito finas, de lindos desenhos, covado
560 rs.
Cambraia organdys, muito fina, vara 600 rs.
Tarlatana verde, cor de rosa, azul e branca, vara
800 rs.
Gresdenaple preto muito encorpado, covado 25
e 1J600.
Chales de renda pretos mnito modernos, a 105-
Retondas de renda preta d ultima moda, a 125
Salas bordadas com i pannos, a 45500.
Ditas bordadas, com 5 pannos muito Unas, a '>,.
Ba:5es de arcos, a 25, 25500 e 35-
Madapolao francez muito encorpado para saias,
vara a 440 rs.
Pegas de cambraia lisa fina, a 45. 45500 e 55-
Ditas de dita para rorro, a 25800.
Algodo enfestado com 0 palmos de largura, va-
ra 15-
Guardaoapos de linbo adamascados, duzia 35500.
Lencos de cambraia branca, para algibeira, du-
zia 15600 e 25-
Cobertas de chita franceza fina, a 25500.
Lcoges de bramante alvo, de um s panno, a 35.
. Ditos de algodo ii um panno s, a 25
Lpbcos de cambraias de linho muito fino, duzia
55000.
Ha tambem um completo sortimedto de roupa
feita e por medida, para o que tera sempre boas
casemlras modernas, brim, etc.
i;ii\mi\
Lenda do Cear.
Por 1. DE ALENCAR.Esl a vpnda na Livra-
ria Universal, roa dn Imperador n. 54.
Luvas de Jouviii.
I Algodo trancado
> xa fabrica de Ferno Velho : no escriptorio de
| Mmoel Ignacio de Oliveira & Fuho, largo do Coj-
po Santo n. 19.
" Na ra Direita n. 24, ha pjra vender
todos osutenciliosde padaria, que se ven-
dem juntas ou separado.
i\o da 1 de de?embro prximo vn,ir,Uroas
f 1 horas da maoha, linda a audiencia do Um. 8r.
Dr. juiz de orphos, sera' vendido em praga poWt-
ca o sobrado da rna Nova n. 45, peirpncpnte aos
orphaos filhos do finado capilo Hemetrrio Maciel
da Silva, cujo esrripto se acta em poder do por-
telro do mesmo juizo.
figura,
guias
no
Vndese urna preta crioula, bonita
sem vicios, com 29 annos de idade, e eom ..
habilidades, e o motivo se dir ao comprador
caes de Apollo, casa u. 17, 1 andar.
ESCBAVOS FUGIDfl.
Gratificfco de 50$.
Ausentou'se da casa n. 59 da ra do Imperador
(onir'ora Collegio) no sabbado 16 co enrrttiie mez
de sptembiode 1865,0 escravo pardo cenme Joa-
qun), com os signaessegninles : estatura regular,
idade 18 a 20 annos, sem barba, ps largos, olhos
grandes, cabello corrido, com urna acatriz giaude
e bem visivel na testa, parte dos d-Bie n lenle
arruinados, e com falla de alguns des lados, sanio
com caiga de brim pardo e palelot runo de panno,
mas levou mais roupa branca e de cor, muilo
astucioso, cosloma inlitular-se forro e andar tai-
gado ; f i escravo do Sr. Guilherme Firdi rico de
Souza Carvalho, genro do finado Sr coimiu ndador
Manonl Gongalves da Silva : rogase a .-na captura
a todas as autoridades polciaes e a qualquer ia-
pitao de campo ou oulra pessba particular que o
apprehender se gratificar rom 505, a m das des-
peza* de condncgo, enlregando-o a seis senbor
Miguel Jos Ai ves, na casa cima, ou no sen es-
criptorio na rus da Cruz casam 19^ ___
No dia 20 de setembro i rotioio passado fn-
gio do encenho Terra-prea, doabaixo assigrado, o
escravo Julio, crioulo, de altura regalar, giosso,
de 30 annos de idade, pouca barba, lem os i bem
fetos e pernas, muito fallante, at se faz ronco,
tem o dedo polpgar de urna mo car>id.> para den-
tro, anda eom una carta fechada, do terenie coro-
nel Amaro Gomes da Cunha, apadrinhand..-o. nan-
ea foi surrado es|p escravo, fui ha Bonito ci ni prado
a Bocha Lima e Guimaraps : ouem n pegai leve ao
mesmo engenho ou no Becife a' rna da Roda a'
Alpxandre Correia da C. Jonior, que sera hem re-
compensado.
Aleandre Correia de Casiro.
Fugio no dia 4 do crreme um moieijiie do
oma nome Cosme, de idade 13 annos, cor bem pn-ta,
A toja de ^M JS^SS rab,ia <-"mi>"da, magro e bem regriMa : qnem O
pegar o pnder levar a Santo Amaro, junio a ta-
berna do Sr. Antonio do Bego, que se gratificar
generosamente. ____________
do n. 46, resebeu-as por este uliimo vapor
Novidade.
Chegaram os bonitos chales e retondas de guipo
re brancos, e vendem-se na roa da Imperatriz n.
52, loja da port? larga, de Paredes Porto.______
Escravo fgido
Fngio do poder do abaixo assignado o sen escra-
vo Amaro, crionlo, cor avermelhada, altura regu-
lar, e de idade, pouco mais ou menos, 30 anuos,
Jora publicado.
Tabella do vencimpnto mensal o diario da cora
panhia dos guardas das alfandpgas do imperio, se-, costuma andar bem vestido de camisa de flanpla de
gmda de tahoas do calculo pelos dias do mez : : cor e chapeo de chile, tem obeigo superior hastaa-
venda na livraria universal, roa do Imperador ou- te grosso e dobrado : roga-se a apKehensao de
raero 54. _________^^^^ dito escravo e sua captura que ser generosamente
ITveode-se a fabrica de charutos e cigarros I tecompensado. ------------------------
da rna do Aragao n. 32, bem afregi>ezada : a tra-
tar na roa dos Coelhos n. 2]________________
"Pennas de ac.
Vendem-se superiores pennas de ago, bico de
langa, pelo diminuto prego de 320 rs. a groza : na
ra do Queimado n. 40, loja de fazendas._____
Ornamentos
Vendem-se ornanicntos para se dizer
missa, com todos os seus pertences: ua ra
da Gloria n. 56.
Escravo fgido
Fugio no da 27 do corrente mez pelas 8 horas
da aorta, o escravo Isidro, cabra de estatura regu-
lar, ebeio do corpo, representando ler 25 annos de
idade, lendo no pescogo, que curto e grosso, 12
eesuias ainda novas, provenientes de bix^s, e bem
assim urna cicatriz em um dos lados, levava vesti-
da caiga e camisa de algodo azul e um bonel de
palla. Este escravo fi comprado no da 6 do cor-
rente mez a a Luiz Vatcaier da Rocha Pitia, prociir
rador bastante de Ifanoel da Silva Borges, n;ora-
dor em S. Jos de Santa Anna (provincia do Bio-
Grande do Nortea d'onde natural, e para onde
suppoe-se ler ido. Pede-se s aulori'lades policlaefl
e capites de campo a sua apprebenso. Quprao
Novena da Conceicao
Vendem-se IlOVentS da ConceigO, em apprehender e levar a ra do Pilar n. 118, rrliua-
impressao nitida, das que usam os frades 5o, *^ffSStSSS^Sl
carmelitas : na ra do Imperador defronte
de S. Erancisco.
Vende-se a taberna n. 5 do largo do Carrao :
a tratar na raesina.
Fngio una escrava do poder do corretor Vi-
rissimo na ra Augusta, chama se Iherea, cara
redonda, falia-lhe ires denles no lado ne cima, ca-
bellos crespos, coaluma abrir o cabello, tem o pel-
lo esguerdo queimado com urn ferro de engnrn-
Vendo se ora carrlnho americano da quatro
rodas, sem coberta, em bom estado : quem quizer mar, e hana e coea do corp^, cor muala pre-
cocheira de Tnomaz vine-se as autoridades e capilaes de campo leva-
dirija-se a praga do capim,
Lins Caldas, que achara' com quem tratar.
para gorras
ro34.
Plumas brancas
na praga da Indep-ndencia nume
iliiem pretender-dirija se ao escriptorio de Claudio corado defronte do trapiche do Cunha : vende-se
Dubeux, na ra 00 Imperador n. 43, para tratar, na ra da Cruz n. 23, Io andar.
Parlaba de mandioca.
Excellente farioha de mandioca de Sania Calha-
rina, a bordo do brigne dinamar.rnez llnmdal, au- quera a pegar leve-a a Capunga ao abaixo assig-
la ao pateo da Bibelra n. 5, que ser bem ncora-
pensudo.
l'ede-se a todas as autoridades que aprelmn-
dam sua escrava de nome Mana, de naci Costa,
de idade 41 annos, cuja escrava foi de Domingos
da Co-ta, morador na ra da Senzala N va, hera
como se ac.ha ftigida desde 20 do corrente, a-lm
como se protesta contra quem a liver' acoulada :

nado ou a reculham a casa de detengan.
Bernardina Juse Leilo.
i
LISTA GERAL.
40:
v
DOS PREMIOS DA *i. PARTE DA O. LOTERA, CONCEDIDV POR LE PROVINCIAL N. 636, A RENEFICIO DA SANTA CASA DA MISERICORDIA, EXTRAHIDA EM 30 DE NOVEMRRO DE 1865.
KS. PBE.MS. KS . PBEMS. VS. PBEMS. BF8. PBEMS. RS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS.'NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS. NS. PBEMS.
1 65 2( 6 65 382 65 627 65 803 65 1042 65 1221 65 1428 65 1641 65 1838 65 2047 65 2246 65 2442 405 2653 65 2832 65 3072 65 3258 65 3500 65 3663 65 3848 65
6 9 85 41 / 49 25 29 48 39 48 54 43 65 55 38 - 79 59 4 75 52
9 105 i __ 400 __ 43 __ 14 50 27 35 51 49 __ 50 59 205 48 59 45 83 60 5 82 53
11 65 _ 9 _ 46 15 52 28 105 43 105 52 62 52 66 205 50 63 48 90 66 6 84 54
13 5 _ 18 1005 47 25 58 __ 30 65 45 65 53 64 54 67 64 52 67 55 92 69 13 87 68
17 _ 6 __ 24 65 48 31 59 __ 48 46 54 405 65 66 79 105 56 68 6:0005 61 93 70 14 96 76 205
19 __ 11 __ 37 205 53 34 62 __ 50 50 56 65 66 67 88 65 64 71 65 65 97 73 17 20t5 3703 83 65
20 _ r 38 105 59 35 67 61 105 51 59 68 68 98 _ 67 73 66 3101 __ 79 18 64 12 85
26 40 05 61 205 38 71 67 65 52 66 69 69 - 23 '2 _ 71 80 69 3 _ 87 23 14 88
27 _ Y 25 __ 41 62 65 39 72 405 69 53 69 83 205 73 205 10 __ 73 81 76 4 _ 88. 24 15 89 105
33 __ t 9 __ 44 __ 63 41 73 65 70 56 74 ! 85 65 77 65 13 _ 74 87 77 8 _. 91 31 19 90 65
35 _ 3 _ 47 _^ 71 47 74 _ 73 63 79 - 88 78 21 _ 84 91 82 11 _ 93 - 32 20 93
40 ... 1 __ 48 _ 72 48 77 _ 85 _ 72 82 96 84 28 _ 85 97 105 83 18 wm^ 97 105 33 22 94
43 __ 1 1 51 _ 75 49 79 87 82 83 1910 _ 92 30 86 2703 65 95 105 33 ^ 99 65 35 23 97
49 44 58 81 55 89 88 86 86 15 __ 96 32 2502 6 2900 65 34 mmm 3303 mm 36 32 3905 _
51 __ 40 64 __ 91 58 205 91 97 87 10 91 20 ^_ 97 41 23 13 2 105 35 mm 4 __ 37 34 -7 _
60 s\ 65 96 74 65 93 1300 _ 9 65 94 25 _ 98 44 28 _ 15 4 65 36 ^m 7 _ 42 37 9 _
63 56 68 98 78 96 2 ^_ 91 96 105 26 __ 2100 45 30 21 105 6 37 __ 11 44 40 - 11
65 59\ 77 701 _ 79 105 98 5 _ 92 1706 105 27 __ 3 46 32 23 65 8 __ 39 105 13 45 42 13
71 61 \ - 82 5 85 65 99 14 ^_ 93 7 205' 28 _ 15 52 42 24 - 14 _ 43 65 19 48 44 17
74 64 \ :>6 7 97 1105 15 _ 1500 9 62 36 _ 16 54 43 27 26 44 45 49 47 22
75 65 \ 97 9 98 6 205 22 M. 1 12 405 37 23 105 57 47 28 105 34 48 61 54 54 26
76 68 \ 501 ^^ 10 905 ^ 12 65 26 _ 11 14 65 41 26 6 59 48 29 65 35 - 51 62 56 mf 55 31
89 71 \ 105 7 17 6 _ 13 34 __ 14 26 42 _ 27 60 57 31 54 52 74 62 59 32
92 74 1 5 8 19 10 __ 15 39 _ 15 205 27 44 _ 30 68 63 33 61 36 77 63 62 1005 34
93 105 77 1 405 19 23 19 _ 17 ^^ 45 ^_ 21 65 34 1 50 _ 38 70 67 37 69 58 . 79 72 105 66 65 36 _
95 65 78 | 65 20 24 22 __ 18 47 ^ 25 __ 38 , 53 _ 39 73 71 - 39 74 63 84 74 105 69 105 39 __
101 _ 79 27 _ 26 23 21 _ 50 _ 34 40 205 60 54 74 73 1 40 76 405 68 89 78 b5 70 65 41 _
7 _ 80 \ 28 105 33 25 32 _ 54 --- 35 49 65 61 59 77 75 44 80 65 77 94 80 73 42 _
8 __ 82 \ 29 65 34 39 34 __ 61 __ 38 53 <;; 1005 62 205 80 77 45 86 81 96 81 * 76 43 _
14 __ 87 \ 30 35 41 36 _ 65 _ 44 59- 73 65 63 65 81 78 46 105 87 105 83 99 84 81 44
20 105 92 \ 36 _ 37 405 65 60 47 205 66 --- 45 60 75 64 85 79 51 65 90 65 88 3402 M 85 * 89 49
SI 65 95 \ 37 _ 39 64 _ 50 65 70 _ 46 61 105 81 65 89 87 . 56 91 92 7 __ 88 *" 90 50
22 304 l_ 46 . 53 68 54 77 --- 51 65 65 83 66 93 88 i ~ 57 92 94 8 105 3600 93 92
17 6 v_ 55 405 56 70 67 78 53 r 70 80 74 95 89 60 93 95 13 65 1 __ 94 53 J05
35 7 r 60 65 59 78 61 81 65 78 87 78 96 92 62 96 3205 16 3 95 405 55 65
44 _ 15 20 T 62 61 79 62 84 69 85 91 80 98 93 ^ 63 3000 10 27 5 96 - 105 58
49 _ 3. 64 _. 66 80 64 87 78 89 96 82 2401 ^ 95 mm 66 205 1 12 _ 30 15 97 405 60
61 27 3 86 ajjaj 67 81 - 67 91 89 95 99 87 3 mm 98 " 69 65 6 205 14 J 48 17 mm 3802 61 61 205
63 _ 37 92 m^. 7? 73 82 69 205 94 205 90 1803 _ 2000 M 90 4 _ 2609 70 1005 8 65 20 -1 51 105 23 205 4 68 65
65 40 94 _ 87 71 65 98 65 91 11 _ 3 _ 93 7 _ 10 - 76 - 65 13 25 105 53 65 25 65 5 72
68 505 49 601 74 _ 90 84 1402 _ 93 105 16 _ 9 m 95 8 _ 12 77 15 26 65 55 27 6 74
21 65 ai 3 76 ^a 1011 _ 91 8 ^^ 97 65 17 il m 2205 9 --- 22 17 31 61 32 8 75
76 55 165 \ 81 ^^ 12 _ 99 12 _ 99 _ 19 1005 19 _ 11 11 --- 25 86 * 26 105 35 65 3* 13 80
81 57 65 15 ^ 83 ^ 17 4200 1:2005 13 _ 1607 30 .65 22 --- 14 17 26 94 41 65 39 205 66 35 14 84
82 56 17 ,m 84 M 18 __ 1 65 17 __ 8 _ : 25 105 15 21 27 105 98 45 40 65 75 36 6 -*- 84
89 105 61 i. 1* ^^ 91 _ 22 M 5 19 __ 10 33 65 29 23 30 65 2806 46 - 46 76 42 28 90
97 65 64 ^J 21 ^^ 93 _ 29 _ 8 105 24 13 31 . 34 38 26 36 - 20 47 50 83 46 28 92
201 =SE 71 ^_ 24 ^^ 96 35 _ 14 65 28 34 34 36 43 405 33 49 28 54 *- 54 - 90 47 36 93
I 77 25 105 801 36 19 1 27 M 5005 U 40 T II '36 L* rV 45 D 0 44 1 651 36 51 31 68 52 W5 9 - 38 X 97
* - k .*" ' 1 s d 5^~ ^ M : .. ~


Diarlo de Pernambaco Sexta letra I de 9exembto de !*.
LITERATMA.
(res a quatro mil homens que se dizia ter ticado na | Nao, senhor, um balando que os Srs. meslres
margem esqaerda do Paran guardando o Passo regios da academia do, no flm do anno unitivo.
da Patria, abandooou essa posigo, e era urna noite
passor para o territorio paraguayo.
Sao esta?, de Tacto, as noticias chegadas ante
THEATRO DA GUERRA.\
Do acampamento alm da villa de Mercedes, em hontem de Corrientes', e cujo extracto1 passo a faier:
Corriente?, a 25 de outubro prximo passa"de dizia- fe da 3 do corrate combinouse entre o gene-
se o seguate : ral Cacen.*, general das milicias correntinas, e o
O exercito alliado contina em suas marchas re- Sr. chfe Barroso, urna operago sobre o Passo da
gi.".rmente,e com tanta rapidez que tem viajado Patria, onde constava que s existiam na margen}
) fgoas por dia, fazenio pousaJas era pontosxes.iuerda quatro batalhe e um regiment de ca-
oede uo se eocontra lenlia pjra cozrahar ali- vallara paraguaya.
ment. \) general Caceres, indo por trra, soube no dia
Os gneros tem subido de prego maravilhosa- 4, q\e na noite de 2 para 3 toda a torga immiga
mente, e parecem escassear conslderavelmenle. | -via'transposto o no, cessando por essa forma a
Os furtos de cavallos s5o frequentes e supporla- invaso do solo argentino. A vanguarda correnti-
veis, resultando de semelhapte abuso do direito de na acampou no mesmj ponto que na vespera ba-
propriedade que muitos olflciaes no momento da viam occupao os Paraguayos,
marcha sao forgados a carninnar a p, outros con- Da sua parte lambem a esquadra ainda que che-
somera seus vencimentos na corapra de animaes, lm-m; a tempo nada poda ter feilo.
h_ .vn lo muitos quo suffrera prejuizo de seis e sete Na manhfu do dia 4 urna expedigio corapsta
Mimaos por mez, custando hoje cada um li e 15 das canhoneiras Belmonte, cora a insignia do -:he-
pataces I fe Alvina, Araguary, Itajahy, Ioahy e learim, va- do que eu ia Prle8'ao Pr um 3* oa\ii.
ma providencia no sentido de garantir a pro-' por argentino Libertad e o pequeo aviso Victoria, \ Pai al8um Iant0 sarapantado ; mas nao houve
pnedade particular serla digna das bengos dos'parti do porto de Corrientes, e navegando com as jnovidade no becco.
predicados, iprecaugoes convenientes chegarara al as Tres! AsS1" a''actura do tal acto do Sr. Ulp. Pegn-
os lernporaes nesta provincia sao horrorosos, e Bocas, que, como todos sabem, a foz do Paran se de b' com nao menos de tres meslres regios
es nampeiros e trovoadas medonhos. i o Paranaguass, mas daqu. nao pode ir uiais veilldos a" raandnjJes de seda preta.
Os campos sao todos alagados quando chove, e: longe. Vira enlao a saber que estes sao os taes Srs. len-
de al mudo que nao lia o espado de urna braga] O canal havia sido obstruido pelos Paraguayos ,as saonas'
pira armarse em terreno secco urna barraca. i com duas grandes chalanas carregadas de pedras. TodOS fa."aram pelaS Cane"M havendo Dm ta,e'
Ha dous dias chegou da ruguayana a brigada j O chefe Barroso no offlcio que dirige ao gover- barbas mQlt0 Bnde. .
qu: all eslava, commandada pelo coronel Kelli, nalor Lagrana, de Corrienles nao da' como bem : Dei toda atieogaoa'tal rixa do-dize tu, direi eu.
tnv.endo 200 paraguayo?, homens todos de admira- averiguado esse facto, e parece que, mesmo se elle A bnga era porque o Sr. Ulp dizia que, pela nos-
ve! robustez e bera dts^stos. i se verifieasse, nao seria um tropego insuperavel, sa lei da constiluigo, nao se pode- entrar na casa
Vieram, pnrra, mi>eravelmente vestidos, e mos. havendo na margera opposia outro canal, por onde, alheia, depois das Ave-Varias, aiada que o que
tra-n-se satisfeitus do modo por que sao tratados em caso necessario, a esqaadra podia passar. quizer entrar seja subdelegado.
Neste balango se aparta os que saoem as sabe-
dorias, e se bota para fra os que nao decoraran)
bem os taes estudos de livros.
Os que espirrarara fra chamam-se reprovado?,
sto leva rara rapoza.
Quera leva rapoza repele o auno at sahlr a ca-
linga da dita rapoza : perde o anno; mas nao res-
Muera a decima que~pagaram.
O que loma duas vezes tica demlllido ; em lin-
gua de estudante, chama-se jubilado. Jubilado em
que que eu nao sei, hade ser em rapoza.
O Sr. Dr. Ulp, o meu amigo dos versos (que
um rico corle de n^ivo para a mo ha aHlhada Ma-
nquinha) convidou-rae para assistir ao sen referi-
do acto do 5 anno.
Ao principio eu refuguei : disse-me o Sr. Mara-
gliano, que tem rauua pralica de estudante, qne
eu nao devia arriscar-me a botar os ps na acade-
mia, pon a rapaziada podia pregar me algum rabo.,
Porm o Sr. Dr. Ulp destruio a objeccao, dizen-
Do meu acto eis o pagoda :
Muila cousa aqu faltou
Pols a vela se acabou
No raelhor da festa minlwj f
Porlanto meu Segismu ido
Vou dormir pois urna i ora
No relogio deu agora,
Vou metler-me na caminha I...
Eu nao fleo por balxo do Sr. Ulp.
Por isso digo a sua comadrie que me man-
de pela tropa um cargueiro de batatas das bem
roxas, para presentea-lo por feer mantimento
emoliente aconselhado por boli arios. Segis-
mundo.
II MI I
0 CABULA.
Al...
ivros tolo
b vi ver.
p:r nos.
Cure que os Paraguayos que esto em Corrien-
do] outro embarago ainda presume-se que a O mestre regio nao eslava por isso : fez urna
esquadra devia contar para subir al o Passo da enleada, apreseaiou un verb gratia, fallando em
tes era temado passar o Paran e evadirerase pa- Patria, e urna batera que se diz montada pelos nnnndagao e enxurrada que eu Aquel da opiniao-
delle.
Quasi ped a palavra (jcomo o compadre plenipo-
tenciario Martinho Vaz quiz fazer aqur na assem-
ra o Paraguay, o que nao tem podido conseguir Paraguayos pouco cima da foz do Paran,
peio fogo que Ihes dirige nossa esquadra. Breve- A expedigao do Sr. Alvim nao chegou a desco-
mente negaremos s portas de Corneales, pois as* bri-la, por suppr-se; como j disse, obstruido o
taraos a 70 legoas somonte distante, segundo a opi- j canal, mas ainda que assim nao fosse, nao teria ble, na queslo do Guary) para dizer que o mestre
ni 0 dos entendidos. objecto era afTnnla-las, visto que os Paraguayos regio tinha razo; pois os nossos subdelegados de
Urna caria vinda da Uruguayanna diz que pere-1 haviam iransposto o rio e os exercitos alliados ain- agora Qzerara urnas posturas novas que eonsentem
cera all de urna angina o Io cirurgio do exercito da esli longe de l chegar. entrar-se de noite na casa da gente para recrutar
Dr. Jos Augu?to de Souza l'itanga. Acompanha- Naquellas paragens a navegado por oulra designados e voluntarios.
mos a sua Ilustre familia na justa dr porque parte difflcil, porque o canal nao d espaco para Fallaran) em muitas outras (rapalhadas, al que,
as canhoneiras poderem virar, e sena loucura estando eu ja dormindo no banco, accordei-me as-
empenhar utn combate em taes condigoes, e sem suslado quando os meslres regios tocaram a campa.
objecto de importancia. O Sr. Ulp sabio absolvido por doze votos, digo,
Teve, pois, no mesmo dia 4 de regressar a expe-,sab0 plenamente, pois os tres jurados fecbaram-se
Nao o primelro facto a lamentar, pols 'mullos BU e tornar-se ajuutar a esquadra no porte da dentro do quarto; e, quando sah.ram, fcsseram
] Corrienles, onde por ora deve permanecer. sim Por unanimidade.
E' ocioso dizer que da marinha paraguaya nao Em seguida, o Sr. Ulp levoa-nos para jantr.no
1 apparece viva alma por aquellas paragens, conser-! meio de foguetaria e repiques de sino,
vandose toda ella em Humait. Cahimos em um banquete feito pelo Sr-Mara-
Os elementos que aqui se preparara para ir des- gbano, que nos apresentou um peni recheiado de
aloja-la desse covil, sto os encouragados com o ] o43 imraundices que eu naoentendo.
pissa.
Fallecer neste acampamento, vielima de um
raio, o alferes quartelmestre 'JAogerio do 2" regi-
ment de linha.
lem-se dado desta natureza.
Os temporaes lera cahido todos estes dias pela
'arde, e sao taes que o caso de se poder dizer
como Bocage :
v Date horror sobre horror no pensaraento.
De Buenos-Ayres ha noticias al II de novena-
bro prximo passado.
D-se a retirada definitiva do exercito paraguayo
de Corrientes, o qual transpoz o Paran no Passo
Sr. vice-almirante, ele.
demora.
., desconfio que anda tem
A' chegada de S Exc. diziase que elle em oile
Nao ficou garrafa vasia.
Pelo que, hoave versara.
O Sr. Ulp levantndose fez-me urna saode, met-
iendo nella tambera a comadre Cecilia, o compadre
commendador, o reverendo Sebaslio, o Brrelo, o
Boa-Ventora, e todo o calendario dessa freguezia.
Foram os segu otes os versos que elle me dedi-
da l'alria, deixando deste lado e sobre o mesmo dia3 Patina para o Paran : agora falla-se em 15,
Pa;so urna forga de uns 3,000 homens. e na0 garanto eu que se d urna nova duplicacao
I de prazo.
A cidade de Corrientes M desocupada pela Qi ^.^ namer05dS> e pr()|ixos objec(os Q
goarnicao paraguaya, que parti embarcada, bera bravo chef(J da u()5sa es,iuadra ,em charaado a- sua Cou, e que Uw mando copiadlos por letra da Sra.
como o Sr. Berge?, e todos os membros da gover- tm^t immediata e pessoal absorvem-lhe o tem- \ D. Maragliana, para que voc mande pregar na
narao que ah estabeiecera Lpez. p() por u) |jr0M| ,]Ue elle decida urna viagera para porta da cmara, afim oe que os meus iniraigos
Aquella capital nenbura novo veame solireu, e da|)i a (res das> e vem a re.,|isa.,a um mef de. poimcos arrebentem de iaveja, por verem que fui
apenas tres ou quatro cidadadaos notaveis foram pois>como acouleceu na sua partide para o Uru- cantado era verso por um poeta de poesas. Mes-
1 guay. Faga Deus que nao succeda o mesmo com tie ao nosso amigo commendador que tmbem i
a do Paran'. Muzeiro, para ver se tem alguma respoosabilidade
Tendo ja dito que Paraguayos sahiram defi- '
nitiva e absolutamente do territorio argentino, ol-
: videl-me de acrescentar que elles tinham inutili-
brasileira, leudo subido de Bella-Visla, chegou a
Corrientes no dia 2i de outubro, e all achou urna
partida volante das milicias correnlinas.
A esquadra foi recebida com grande prazer pela
popu'ago de Corriente?, e conserva se no seu pos-
Quera se mata com
S do (fbula vida
Nao ha premio que vaina o consol
De dez horas na cama jazer.
Coro as peinas cruzadas na rede mjacia
Eu passo meus das pensando em ahores,
E a la moutinba entrando em meu quarlo
Me faz esquecer do sol os ardores
Se fumo um cigarro l vejo a fumaga
Correr apressada fugindo de mrp,
Assim meus amores tambem se evaporam
Tambera as flores ressecam-se assim I
Meus livros coberlos de tanto"bolor
Se achara langados no-chao, na esleir,
Zangado com elles, nao quero fallarlhes
Embora me digam que fago urna soeira
Eu vivo mu bem na rede passandp
Soohando era amores de noute e d^ dia,
Aos pontos atiento o anno nao p|ereo
Nao tenho pesares s tenho alegra.
Emquanlo os collegas na aula recelara
De seren chamados triste ligao
Aqui socegado receio nao tenho,
E canto o Direito no meu vi< lo.
Com as pernas cruzadas na rede rhacia
Eu passo meus dias pensando em {amores,
E a la nourtoha estrando em roen quarto
Me faz esquecer do sol os ardores I
De fevereiro outubro :
Bilhar, hotel, theatro, euseuz, botica, eagada,
prosa, luneta.
Em outubro :
Raposa.
Nao Ihes doasa as mos.
Rbula.
m 1 1 I II ~
AO MEU CAPOTE.
Visto que, meu capote, j serviste
Tanto tempo, quaoto era preciso,
Visto que, j em ti hoje diviso
A russa cor cem que te revestiste:
Visto que, lambem causaste riso
A'quelle meu collega que tu viste
Quando no meu quarto tu cahiste
Por sobre a cara d'elle sem ter siso:
Confiro-te o meu grao de hachare!
Ficars d'ora avante aposeotado
Descangado viveras n'este cordel I
K para te fazer mais respeitado
Cora esta commendinha de papel
Ficars inda em cima agraciado 1
A primeira mostra a divindade de sua origem
pela verdade de seus dogmas, pela santidade de,
sua moral, pela pureza de seu culto, emquanto que
vemos em todas as outras o ferrete dos erros e das
paixoes humanas.
Se, na origem, a religio fosse a obra das relie-
xes, do estudo, da poltica dos legisladores, ella
terla seguido, certamente, a marcha dos outros co-
nhecimentos humanos ; lornar-se hia melhor e
mais pura a medida que os povos fossem progre-
dlndo as sciencias, as artes e na legislago.
Mas, vemos o contrario : as nages que parece-
rao mais civilisadas, os Egypcios, os Indios, os
Chinezes, os Chaldeos, os Gregos e os Romanos,
nao tiveram urna religio mais sensata era mais
perfeita que osselvagens : todos .cahiram no po-
lyteismo e na idolatra a mais grosseira.
Seus legisladores nao ousavam tocar nisse ; se
elles lera regulado sua forma exterior, deixaram
o fundo (al qual era ; e quando appareceram os
philosos, nao tiveram, nein bastante poder para
reformar erros ja inveterados, decidiram que con-
vioba seguir a religio e3tabelecida pelas leis, por
mais absurda que fosse.
Emlira, quando se adoptasse por um momento a
falsa especuiago dos incrdulos, cera isto elles na.
da teriam a ganhar.
Os legisladores foram incontestavelmente os
mais sabios dos homens, os bemfeilores e amigos
da humanidade : todos julgaram que a religio
de urna necessldade indispensavel para fundar as
leis e a sociedade civil.
Hoje alguns dissertantes, que nada tem feito, na-
da estabelecido, nein observado depois da natnreza,
pretendem melhor ver e melhor pensar que todos
os sabios do universo ; sustentam que a religio
urna inslituigo perniciosa e o mais fanesto pre-
sente que se tem feito aos homens.
Funuem um estado, urca repblica, um gover-
no sem religio, e ento seremos forgados a crer
que ella de nada serve.
Ha mais de loseculos que Plutarco, em seu tra-
tado contra Colotes, zombava dessa loucura dos
epicuristas.
O absurdo da supposigao que acabamos de des-
truir tem levado a mor parte dos incrdulos a re-
correr a urna hypothese directamente opposta, sto
t que as priraeirasnogoes de religio sao nascl-
das da ignorancia e da estupidez dos povos ainda
barbaros.
E' coofessar claramente a verdade que susten-
tamos, saber que a religio um senlimento natu-
ral ao homem, visto como se acha naquelles mes
mos que sao os menos capazes de inflexo.
Logo nao um senlimento falso e mal fundado.
Logo os incrdulos que querem destru-la, lutam
contra a natureza e contra as primeiras nayoes do
bom senso.
ra' o rmpante de declarar guerra a' Hespanba pela
intimagao de um bloqueio.
Esperamos que melhor conselho nao de dar ao
goveroo do Chili sua illustrago e patriotismo ;
esperamos mesmo que a' aggress io maritima da
Hespanha a repblica oppora' me los seus e effl-
cazes.
O bloqueio no emtanto progredla.
A esquadra hespanhola tinha feito algnmas pre-
sas de navios chilenos, pondo Ihes forga a bordo,
talvez para assim augmentar o numero de vasos
da esquadra.
fcntre as presas conta-se um vapor, que, sendo
da marinha mercante da repblica, tomara receu-
leraentebandeira ingleza.
As medidas de resistencia directa ou indirecta
ao bloqueio, tomadas pelo governo dn repblica, li-
mitaran) se a habilitar um grande numero de por-
[Os no seu litoral, e, segundo constava, a seques-
trar os bens de todos os hespanhes residentes no
territorio da repblica.
Esta medida, violenta e fra dos principios hoja
admettidos entre as nages, ainda nos momentos de
guerra, nao pode ser muito applaudida quer na
Amrica quer na Europa, e de algum modo mes-
quinha, porque em todo o Chili conlam-se apenas
uns 1,100 subditos -hespanbes, o maior numero
homens de trabalho.
O Carmell acha-se completamente reparado, o
por conseguinte fara' a sna viagem do presente
mez.
10, nao tendo resultado a expedicao que mandou ,sado a1uem do Passo da Patria rande mero de
contra um vapor paraguuyo, que se dizia encalha-
Deslrogadas e quelraadas acharara se ah urnas
300 carretas, muitos cavallos e bois morios, alm
; de immenso numero que desciam afogados pelo
. Paran abaixo.
do, o que nao era exacto.
As torgas alliadas achavara-se reunida em Mer-
ced.'?.
As operacoes do general Ca^ro as Missoes pro-
gresara, constando que elle se t.nha apo-sado da! E- possive, qae ,udo ss0 tve3Se pQr serem
Tranqoeira do Loreto, batendo a forga paraguaya 03 traaspor[es QUleis a LoptZ em StU pajz# onde
de 400 homens que all eslava. uJo deUe> e pois ,udo |hfl sohe3i porm eu cre0
Conta-se que a- esquadra nao tentar operagao antes que taes deslrogos mostrara a precipitacao
alguma contra os Paraguayos, por nao ler objecto, com que a retirada teve de realisar-se. A passa-
visto a sua esquadnlha achar-se refugiada sob as gem de trezentas carretas em um rio to largo
bateras de Humait, e nao haver as proximida- como o Paran', era cousa demorada, ao passo
des de Corneales forgas alliadas, quo possara era- |qae a sua ilestruigao era para os soldados cousa
prehender alguma cousa contra o inlraigo. de duas uoras.
Demais j espera ella pelos ene.-.uragados. v enei[0 namra| ai retirada absoluta dos Para"
O Sr. vicealmirante chegou hontem de Uruguay guayos para a|ra do paranai fi doixar completa-
onde teve urna demora de doos mezes, oceupado menttf desassombrada a cidade de Corrientes.
primeiro cora os negocios de ruguayana, e depois, | Para )a volloa ja 0 g0vernador da provincia o
presumo eu, cora as ordens para a defesa daquella Sr.Lagrana, que vai reorganisando a adminis-
fronteira, expedigao de tropas Uruguay-acima, e o
mais que houvesse.
Agora parece que S. Exc. vai promptificar-se
tragao.
Tambera fez armar alguns ceios de cidadaos, e
de certo dar' melhor organlsag) s forgas da
para em puucosdias, de oito a 15, seguir pelo Pa-, fm provin(.ja> agora que pe)a via nuva, pde .
rana, levando a corveta Brasil e ludo o mais que Ctber de Buenos-Ayres ludo que necessite : mas
em forga e movlraento naval poder ser aproveilado., ludo isso na0 obslava ao sobresa0 daque||a popu.
O Tamandari j seguio, poz as chapas e recebeu a puiasa0j e h0JC mesmo ainda ha timoratos que jal-
irtilharia no caminho. Ja o noticiei antes, de mo- -guera p0SSiVe| a voUa do jmraig0i por Da0 poder a
do que s direi agora estar elle ainda hontem na | esquadra subir al ao Passo da Pama.
Breve cessaro todava os ltimos receios. As
forgas brasileiras que esli as Higuentas e em
Montevideo, que sao todas as vindas do Rio de Ja.
neiro e do Rio Grande no ultimo mez, inclusive a
brigada bahiana, apresenlam o numero de 3,300
a 4,000 homens, boa gente, ainda que bisonha, e
prorapta para subir o Uruguay, indo juntar-se ao perfeJlaraeDtt armada
excreto de operages do Sr. bario de Porto Ale-, To(Ja e||a sef embarcada nos t r..
gre ; agora porern, desandou caminho e va. para tes braslleir0i que b pa
a capital de Comentes embarcada. para Corrienles.
A raesma d.recgao ter tudo que for desuado A es,e re8pe||o rf fare uma obief e _
ao exercto, segundo 01150. n5 s 0 .,
O uue e exacto que bao de esperar por la al- k.^ u". .,, .
. t .1 ..<., ,i- Abno-se ha duas noutes ura esp endido bazar
gum tempo a chegada das forgas alliadas, pois estas .... ;
, j ,_ Z.L.. philautropico, formado de objectos fetos e olfere-
bocea do Guag.
era s navios vio subir o Paran. Tambera
para la' faz segair o Sr. vicealmirante as tropas
de infaulana chegadas ao Rio da Prata nos ltimos
dous mezes, iaclusivs a linda brigada da Baha.
Esta havia sido enviada Concordia e esteve
; cidos por todas as senhoras de Buenos-Ayres, e
acham se ainda em Mercedes, e cora pouca espe
ranga de poder adiantar muito por estarera os cara- CUJQ
pos correuiinos cheios d agoa e os rios transbor-
dando.
a soccorrer as familias
dos guardas nacionaes em campanha.
As logistas, confeileiras ejardineiras sao as mais
Dos exercitos alliado? temos noticias at 4 do l forraosas e distinctas senhoras de Buenos-Ayres, e
corrente, orque afastados como se acham da costa cada uma tem decaixeiros seis ou oito lindas se-
de Uruguay, e nao sabendo eu que baja uma linha nhontas de 13 a 20 annos de idade. O que todas
especial de crrelos do quarlel-general a' Concor-1 fazem de agaceries para chamar os compradores
dia nem de la' aqu outras communicages que as ao seu batcao e fazer-Ihes despejar as carteiras mo-
dos vapores do commercio, pode dizer-se que esta
mos para as noticias a doze ou quinze dias de dis-
tancia. Ao menos o tempo que para as ultimas
tem regulado.
Naquella data todo o exercito alliado sahindo de
Ihor providas, s vendo.
Nunca a caridade teve advogados mais rresisli-
veis. Verdade que os cavalleiros se portam co-
mo verdadelros gentlemen. Vi dar uma onga de
ouro por um boto de rosa, que uma joven tirou do
Mercedes ou sua proximidades, eslava em movi- \ seu toucado, 205 por ura sorvete, e outros fados
ment e havia esperangas de que a passagem do' semelhanies. Todava o prego assigoalado dos ob-
rio Corrientes nao apresentaria as difflculdades' jectos era razoavel.
cora que se tinha contado. Ainda assim mante-, bazar Da P"e.ra noute produzlo 10:000*.
nho-me na conviego de que nao tero chegado os |hontem deve ter deixado 15:090,5 e calcula-se que
exercitos alliados a margein do Paran" antes do j saa t<"alldal8 'ra' a 50:000*. E' nm bonito re-
flm de dezembro, sto mesmo no cas\> de nao se (sullado> sobretodo quando ha outras contrbuigSes
demorarem na capiul de Corrientes. \ caridosas em andamento.
O roao estado dos cavallos e bois do; carros, o
grande peso de bagagens e as difflculdades que
cada dia vao sendo maiores de prover a alimenta-
gao de forgas to consideraveis explican, se nao
justifican), semelhanle lenlidio. i
Por fortuna os Paraguayos retirando se deixa-
ram os exercitos alliados marchar com o vagar
necessario, e o nico prejuizo quo a lenlidao das
marchas pode trazer o das operages decisivas
terem logar um mez depois de qae se suppunha.
Sobre a retirada dos inimigos, cump;-e-me ac-
l'M PODCO DI TLitO.
Do Diario de S. Paulo extractamos o que segu,
qae parte de am artigo humorstico nelle publi-
cado com a asslgnaiara abaixo e denominagio do
Roceiro na capital:
Esto havendo, compadre, os actos no curso de
S. Francisco.
O compadre 0 am aeteo, nao sabe o qae : tal-
crescentar qae absoluta. A mesma co umna de pense qae sao offlcios divinos vx preces
OS FESTEJOS DO MEU ACTO
AO AMIGO SIGISMUNDO DAS FLORES.
Caro amigo Segismundo,
Ja' tu acto e livre estou
lio Cabamtous, do Chaveau
U dos mais amoladores;
Vou contar-lhe,no meu acto
Os festejos que tiseram
E como rae receberam
Os meus amigosOoutores I
Houve doce em quanlidade I
Parabens de toda a paite,
Que, nao sei como contar-te,
Caro amigo, a brincadeira;
Ja' sao horas de dormir
Mas nao quero me deitar
Sem primeiro vos contar
Como foi a pagodeira I
Quanto presenteoh I amigo I
Quanto bouquet enfeitado
Quanio blhele engragado
De amores recebi eu I
Quania promessa amorosa
Quanto poding de batata
Pes de Lot,; pastis de nata
Por causa do acto meu I
Fogueles eru quanlidade
Contentes subiara ao ar;
A visinha a rae olhar. *;
Pareca assim dizer :
Que talento I .... ja' Doutor I ....
A enancada gritava,
Um collega me esperava
Para um mimo me offr'ecer I
Que da grandemeu Deus I
Quanta gente acompanhou-me;
Quanta mocinha piscou-me,
Dizendo baixo : feliz I
Quanta garrafa vazia
Quanto doce pelo chao
Que bella recepgao
Tive ares de juiz 1 ...
Felizmente entrei em casa I
Por toda a parte flores ;
Mil poetas, mil Doutores
Hymnos alegres cantavam;
as paredes os meus versos,
Retratos das Dulcineas,
Bilbelinnos e tetas,
Que meu quarto embelesavam I
Pelles de onga?, de lontras
Os ps das mesas ornavam ;
E na varanda canlavam
Os meus temos passarinhos;
Do janlar a grande mesa
De doces estava chela
Para versos tive veia
E fiz logo estes versiuhos :
1 J nao sou mais estudante,
c J das aulas livre estou,
1 Meu dia de liberdade
A' final sempre raiou I
Finalmente comecaram
As saudes llsongeiras;
Mil modinhas brasileiras
Canlou se em triumpho mea :
Cantaran) o /indo bit
Arvoredo t j viste
E tamberase um peito exist
Da Marilia de Dirceo I
Muito doce se estragn :
Muita cabega cuma
Ao peso de mil bebidas;
Mallos discursos gaiatos
Copos quebrados, e pratos
E por flm as desped las l

O Cruzeiro do Brasil, publica o seguinte :
A RELIGIO
A religio em geral um efTeiCo da poltica dos
legisladores : um freio que elles tem imaginado
para conservar os povos sob o jugo das leis.
E Tal a opiniao que sustentam alguns incrdulos;
e nao precisamos de reflexes profundas para de
monstrar a falsdade dessa suppo.-igao.
Acha-se vestigios de religio e'um culto mais ou
menos grosseiro entre as nages selvagens. que
nunca tiveram legisladores, e que nao conheciam
lei alguma civil.
As primeiras ideas da divindade nao nascera
daquelles que tem fundado os estados e as rep-
blica?, mas sm do insiincto da natureza.
Ora, todo o hornera que conhece um Deus, sent
necessidade de prestar-lhe um culto; nunca uma
tribu ou uma familia teve a noge de um Ueus
sem disto tirar a consequencia ; logo as primeiras
ideas da religio sao anteriores a todas as leis.
Todos os povos que receberam leis tem conser-
vado a lembranga daquelle que*Ih'as ha dado : os
chinezes citam Eo-Hi; os indios, Bramah ; os egyp
ci?, Mens os persas, Zoroastro ; os gregos. Mi-
nos e Cecrops; os romanos, Numa ; os scandina-
vos, Odln; os peruvianos, Manco-Capac, etc.
Nao ha um s desses povos que atieste que
aquelle que ba reunido as primeiras familias em
corpo de nago e de sociedade civil, Ihes tenha
igualmente dado as primeiras nogoes da Divinda-
de, e que antes dessa poca ellas: nao adoravam,
nem conheciam Deus algum.
Uma tribu de aiheos estpidos seria um verda-
deiro rebanho de animaes bpedes : desejaramos
saber como obleria ella ura legislador para dar-lhe
nesse estado, leis e uma forma de religio.
Os legisladores tem fundado as leis, nao s so-
bre a nogo de ura Deus e de uma Providencia,
mas anda sobre os sentimenlos de benevolencia
mutua que a natureza ha concedido aos homens,
sobre a uniio que elles contratara desde a infan-
cia por saa familia e pelo solo em que nascem,
sobre o amor da felicidade; mas eses sentimenlos
exlstiam antes delle;, e se nao tivejssem acbado os
homens assim disposlos pela natureza, jamis po'
deriam arranca-Ios da barbaria.
Daqui se v que nao se pde attribuir aos legis-
ladores os primeiros principios de religio.
Para serem attendidos, a maior parle fot obli-
gada a fingir que erara inspirados, instruidos e en-
viados pela Divindade ; um povo que nao contie-
cesse Deus tena f em' uma misso divina ?
Alm disso, nao vemos a vantagera que os in-
crdulos podem tirar de sua falsa supposiglo 7
Todos os legisladores, as dilTerentes regios do
universo, tem unnimemente julgado que a reli-
gio nao smenle til, mas neces-aria aos ho-
mens ; que, sera ella, nao possvel estabelecer
nem fazer observar leis : logo a natureza, a ra-
zio, o bom senso que Ihes tem dado essa per-
suasao.
Nao sobre especulages que convm fundar-
se para saber qual tem sido a primeira origem da
religio ; a historia santa, mais digna de crdito
que os philosos, nos atiesta qae Deus oio encarre-
gou aos homens o fabrico de uma religio para si :
ao contrario elle mesmo a eosinou a nosso primei-
ro pai, para que a transraitlisse a seus nios. Deu?
foi o primeiro inslituidor e o primeiro legislador
do genero humano ; gravou nos coragdes os
sentimenlos religiosos, e ao mesmo lempo os prin-
cipios de equidade, de reconhecimento e de huma-
nidade, e se dignou juntar a elles ama revelaco
positiva de qae o homem devia crer e praticar.
Uma prova peremptoria desse facto a compa-
radlo entre a religio dos patrlarchis e todas as
qavtein sido estabelecidas pelos legisladores das
anfim.
O Missionario Catholico publica o seguinte :
UMA VISITA PASTORAL
Como bella a misso de um hispo percorrendo
as diversas partes de sua diocese, para orar e es-
palhar em sua passagem as esperangas e as con-
solages do cul
A exemplo dos pescadores de Nazareth, marcha
com o ba?to de peregrino na mo, e a eari-
dade do Evangelho no corago. Sua vida um II-
vro aberto para a edificago dos povos, e segundo
S. Bernardo forma uma escada langada entre ocu
e a trra.
Como sao bellos os ps daquelle que annuncia a
boa nova, o reino da paz e a liberdadedos lilhos de
Deusl
Confirma os fiis na f, dissipa os temores, apaga
as trevas da ignorancia, e afervora as almas per-
turbadas pelas paixoes no fogo de todas as virtu-
des.
Imitando o corago do Divino Pastor do qual
o representante, o corago do bispo se torna lodo
em amor, era indulgencia e perdo.
Nao pde embaragar seus passo?, nem as distan-
cias, nem as difflculdades dos caminhos, as ebu-
va?, os ardoroB do ni, a privagoes e as fadigas :
em vao se procurar dizer-lhe como os discpulos
de Emmaus ao divino resuscilado : Mane nobiscum:
lien alguns dias comnoscoo tempo mo, a bri-
sa fra, vos tendes necessidade de repouso.
Elle dirnaouma forga secreta me chama :
preciso que eu v evangelisar as diversas paro-
chias de minha diocese, e que procure os lilhos per-
didos de Israel.
Como tocante a recepgao feita ao prelado mor-
mente as parochias ruraes I
Temos assislido a esta ceremonia, e sempre os
nossos olhos se banbam de lagrimas involuntarias,
porm lagrimas como nunca sentimos sua dogura.
Os sinos dohram e e espalham seus sons pelos
ares, a populago se agita, as virgens vestidas de
branco, como se fossem para a sua primeira cora-
munho, a doce harmona dos cnticos, alternada
com o canto grave e magesloso dos psalraos, tudo
isto move, penetra, e innunda a alma de Inefaveis
emoges.
Quera comparar estas emogoes, doces sentiraen-
tos que se experimenta, na passagem dos principes,
dos governadores de provincia, sem confessar que
ha entre urnas e outras uma distancia immensa
como-do cu a trra ?
Aqui nao ba nem a etiqueta official, o fro egos-
mo, e nem a forga que governa e poe em alvorogo
as massas; ha sim a caridade, e persuaso, a be
' nevolencia, a solicitude esclarecida pela f, esse
i fundamento necesssario, e inabalavel da vida ebrs-
taa.
O bispo percorre as aldeas sem trazer o appare-
Iho da ju-iina como acontece com os magistrados,
porque o ministro da paz, sem guarda e sem cor-
tejo, e nao lera outras armas seno o Evangelho e
a ernz.
Tem no corago o amor das almas, nos labios as
palavras de consolagao,e as mos gragas e ben-
gos.
E' um ministerio sublime, e uma prova incon-
testavel da divindade da religio.
O Jornal do Commercio da corle publica o se-
guinte em sua correspondencia de Buenos-Ayres :
Distriouem-se neste momento boletins dos diver-
sos jornaes dando o que trouxe o correio viudo por
trra daquella repblica (Chili).
O almirante hespannol tem mantido sua posigo
com tanta energa de aegao como hahilidade de
discusso, e o corpo consular estraogeiro, depois
de pedir explicaces sobre o bloqueio, que lhe fo-
ram dadas ao p da lettra, limttou-se a protestar
pelos prejuizo? dos seus subdito?.
O cnsul da Italia fez am protesto individual, e
teve do almirante Pereja uma resposta cortez, mas
drme e digna. .
Da sua parte o governo chileno, como que entre-
gando a' defeza estrtngeir o llitoral da repblica,
como quasi positifMMnte o declara a nota do
LOPES DE MENDONCA.
Ura dos vultos mais eminentes da litteratura
portugueza. cuja razio se obscurecer qoando sea
talento mais resplandeca; o mancebo de tantas
esperangas, e de to prodigiosas forgas de espirito
possa erguer e elevar o padro litterario em que
afanosamente lida a plyade juvenil dos hodiernos
obreiros da intelligencia; o companhelro as lides
Iliteraria* dos talentosos escripiores do presente
seculo, que tanto tem cultivado e ennobrecido a
formosa lingua de Camoes e Vieira; o jornalista, o
folhetinista espirituoso, o critico consciencioso e
competente, o iniciador de reformas uteis no diffl-
cil mas glorioso offlcio de escrever para instruir,
deleitar e amenisar o espirito publico; o Antonio
Pedro Lopes de Mendonga que fra, que escrev-
ra as Scenas da vida contempornea, as Memorias
de litteratura contempornea, as Memorias de um
doudo, e tantos escriptos de litteratura amena e
proveitosa, e tantos artigos polticos nos jornaes
de Portugal, aquelle em Qm cuja luz da intelligen-
cia se apagara n'um momento, aquella vielima da
loucura ha tantos annos: foi dado sepultura no
cerailerio de N. S. dos Prazeres, em Lisboa, no dia
10 de outubro, aonde lhe foram prestadas as ulti-
mas homenagens por muitos de seus amigos, entre
elles Mondes Leal, Ernesto Bioster, Brilo Cnanba,
Bulbo Palo, Auiooio Rodrigues Sampaio, Serze-
dello Jnior, Silva Branco, baro de Fosca, mar-
quez de Rezende.
De entre estes amigos que foram regar a sepul-
tura do louco com as lagrimas da saudade, trans-
crevemos para as columnas deste Diario as seguin-
te? dolorosas frases, derradeiras palavras que pela
imprensa lhe dirigi o mimoso poeta Bulbo Pato :
c Ha dias corriam boatos por Lisboa de que Lo-
pes de Mendonga dava algomas esperangas de se
restabelecer.
Anda hontem me perguntaram :
Elle vai melhor ?
Nao sei; mas creio que nao, respond eu.
Hoje respondo que sei, que est perfeitamenta
bera.
norme na valla da sepultura, encostado a um
travessero de pedra.
A morte nao foi para elle o phantasma ttrico e
pavoroso que costuma ser,
Foi a doce amiga, a sollicia confidente, que lhe
abriu os bragos e Ibe disse :
Descanga no meu seio, repousa a sombra dos
meus cypresles; nao viro aqui perturbar-te as
murmuragoes ao mundo, que tanto te Inquietaram
na vida!
E que vida foi aquella I
O seu epitapho devia de ser:
GENIO E DESVENTOKA 1
Ao entrar na adolescencia, e mostrar os primei-
ros esplendores do seu talento, Lopes de Mendon-
ga, enconlrou logo quem se obstmasse a negar-lbe
os dotes do engenho, cora a cegueira, obslinago e
contumacia do atheu que nega a ueus.
Achando em cada obstculo que se lhe oppunba
incentivo para novos esforgos, alcangou um noma
a despeito das civicias dos dicazes e praguentos.
Iraplanlou um geuero novo de litteratura entro
nos, genero em que tem sido imitado, mas nao ex-
cedido.
Como critico, todos lhe conhecemos o alcance, e
os seus artigos polticos ainda boje sao aplaudi-
do? pelos mesl-es.
Amadorecido o talento por um estudo profundo
e aturado, eotrava Lopes de Mendonga uo periodo
mais productivo e brillante dos escripiores.
Sbitamente sorrira para elle uma aurora de en-
cantos.
Os diluvios do primeiro e nico amor da sna
vida alvoragavam-lhe o corago com jbilos nti-
mos.
Uma senhora de raras prendas e virtudes, a
Exma. Sra. D. Margarida Street, acceitando os
seos protestos, es tenda-lhe a mao de esposa.
Rpido ooivado I
Em breve o pobre lonco nem se qaer poda
apreciar o ihesouro de amor, ternura hondada
que a Providencia lhe havia concedido.
E quem sabe !
Talvez n'aquelle cerebro obscurecido pela enfer-
midade fatal, houvesse a espagos um clarao que
lhe deixasse ver o abysrao em que fra precipi-
tado !
Corpo que foste animado por to gentil espirito,
dorme em paz, sombra dos mesmos ciprestes
onde repousa o ente que mais aniel na vida I
Dorme em paz, e recebe con o ofleranda sobra
a tua sepultura, a dadiva mais preciosa de amor
ou de amisade.
Uma lagrima >
Ha dias teve lugar na aldea de Mont-i-Leu, na
fronteira da Blgica, nm duello a' espadas.
Os adversarios erara am anligo deputado francez
e ura jornalista parisiense.
Dous dos mais celebres escripiores contempor-
neos eram do numero das testemunbas.
As causas deste duello sao desconbecidas.
Depois de um passe que durou tres minutos o
o antigo deputado recebeu um bote no ante-brago.
As testemunhas suspenderam logo o combate.
Se a chuva nos nao tem deixado ha perto de nm
mez, os ^abitantes de Moscou ja' receberam a visi-
ta de um hospede, que nao sabemos sera* peior do
qne a chava.
E' a nev.
Na noite de 7 para 8 do corrente, segundo diz e
cnsul italiano, prepara exercito de trra, quando Invalido Rhsso cabio molla nev em Moscn.
parece que nesse carcter nenbuma hostlidade o
ameaga.
Se de facto o governo da repblica abandonar o
sea litoral a' proteegio que as potencias neutraes _____________ ______
Ibe qulzerem ou poderem dar, mal sustentado flea-1PERNAMBUCO TYP. DE M- F DS F, & FILHO
Pela manba a trra estava coberta de ama ca-
rnada da espessara de 10 centmetros.
Nao ha ida de se ler visto tanta nev em Moscou
no mez de outubro.
m........i

L

'

l-


-

V.
I


Full Text
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