Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10819


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Full Text
AMO III HOMERO 262
?or qaapKil pago dentro de 10 das do 1." mez ...ti.,
dem depois dos 1.' 10 das do comecoe dentro do quartel....
Porte ao correio por tres nezes ,*........, : ".
* o
5J000
6|000
750
JOT1? 1
QDARTA FEIRA 15 D NOVEMBRO DE 1865.
Por anno pago dentro de 10 das do 1.a mez
Porte ao correio por um anno.......
EXCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
^ Parahyba. o 3r. Antonio Alax?odrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Margue? da Silva ; Aracaty, o
Sr. A. de liemos lirada; Cetra, o Sr. J. Jos da
Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Fiihos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
EXCARREGADOS DA SCBSCRII'CAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claadino Falc.io Das; Bahia, o
Sr. los Martins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Rit-eiro Gasparinho. I
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacdes da va frrea at
Afroa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas-e sextas feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinhn, Garanbnns, Buijue, S. Bento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Taearat, as tercas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiio e Ex, as quartas
feiras.

191001
Serinbem, Rio Formoso,Tamandar, Una, Bar-
reros, Agua Preta a Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacao: tergas e sbados s 10 horas.
Fazeuda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tergas sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a 1
hora da tarde.
EPHEMERIDES DO HEZ DE NOVEMBRO.
3 La cheia as b h., 43 m. e 28 s. da m.
10 Quarto ming. a 3 h., 2o m. e 52 s. da m.
18 Loa nova as 8 h., 40 m. e 22 s. da m.
26 Quarto cresc. aos 38 m. e 22 s. da m.
DAS DA SEMANA.
13. Segunda. Ss. Arradio e Paulillo v. m.
14. Terca. S. Anillo diac; S. Gorjas m.
lo. Quarta. S. (iertrudes v.; S. Clementino m.
1C. Quinta. S. Gonzalo de Lagos ; S. Elpidio m.
17. Sexta. Ss. Alfoe Zacclio mm.
18. Sabbado. S Obdonsb.; S. Barcella ra.
19. Domingo. S. Isabel viuv. rainha de Hungra.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 horas e 6 m. da tarde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at AtofMi a II e 30; para o
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fer
do uos di.is 14 dos mezes de Janeiro, narjo, malo,
julho, seteinbro uovenibro.
ASSIGNA-SE
no Recif, na livraria da j.raca da lnder-endencia
ns. 6 e 8, dos proprielarios Manoel Figueiroa *
Faria & Filho.
Os Srs. assignantes desle Diario, que
so acham em debito das respectivas assig-
natnias, ((ueiratn mandar realizar o paga-
mento deltas; e aquelles que moram fora
dcsta cidade, tenham a bondade de dar avi-
so de qoaes sejam aqui os seas correspon-
dentes, afimdc ser solicitado esse pagamen-
to dos mesnos, a quem darlo ordem para
isto, visto como alguns pretextam a falta
dessa ordem.
pete arnciAi
S0<"RO M PROVINCIA.
Expediente dodia 11 denoTerabro de 186o.
OlBco ao Eim. desembargador provedor da San-
ta Casi de Misericordia. De conformidade com o
art. 70 do compromsso dessa Santa Casa, de 17
de marco de 1862, cooceto a aulorisacio que V.
Etc. solielloo em seu offlcio de 10 do correte,
sob n. 51o, para dispender a quantia de 100,5000,
com oorieuado de capellao contratado para a igre-
ja d de Sooca Gomes, pois que, secundo coosla de seu
citado ollkio, essas funches, ten lo sido exercidas
gratuitamente pelo padre Manoel Jos da Trindade,
que para isso se acha impossibilitado desde julho
do correte anno. Deixou de ser votada a neces-
saria quota no ornamento vigente.
Outrosim declaro V. Exc. que approvo o con-
trato celebrado para esse flu com o cjnego cima
mencionada.
Uitoao Exm. marechal de campo commandanle
das armas.Sirva-se V. Exc. de expedir as suas
ordens, para que seja trausferido para o 5" corpo
de voluntarios da patria o artiflee ifanoel Martius
do Monte.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
inspeccionar o voluntario da patria do 5o corpo,
Jos Cordeiro do Espirito Santo, que no iuclu*o re-
querimeato allega seu pai s-ilrer elle de epilepsia.
Uno ao mesmo. Srvase V. Exc. de informar-
me acerca do que pede nos inclusos requerimentos
Antonio Joaquim da Rocha e Honorato Soares
Q iintao.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar inspec-
cionar o guarda nacional do 9o batalhao do infan
taria do municipio de Olinda, Jos Monteiro da Sil
V2, reinetlendo-me o resultado da inspeccao
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de informar
acerca do que pede no incluso requerimento o at-
ieres do 5* corpo de voluntarios da patria, Fran-
cisco de Azevedo Brasil.
Dio ao mesmo. Sirva se V. Exc. de mandar
eliminar do servido da guerra para que fora desig-
nado o guarda nacional do batalhao n. 39 de infau-
taria no muuicipo do Cabo, Valeriano Ferreira,
visto ter provado ser viuvo com futios.
Diurao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar in-
corporar ao 2o batalhao de guardas nacionaes des-
tinados ao seweo da guerra o alteres do batalhao ,
:i. 43 de. infamara do municipio de Serintiem,
Andr Cordeiro Cintra, que se olfereceu para mar-
cliar para o sul.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. !
Em addiamenlo ao meu offkio de 28 de agosto ul-
timo, recommendo V. S. que mande pagar ao de-
legado de polica do termo de Quipap, lente co-
ronel Manoel Cavalcante de Aibuquerque eco, a
quantia de 47,-3250, de que trata aquelie olticio, a
importancia das diarias que foram abonadas pelo
referido tenente-coronel aos recrotas que por elle
foram reme indos.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.To-
mando em eonsideraco o que expoz Rosa Francis-
ca da Silva, no requerimeuto sobre que versou a
sua informacao de hornera, sob n. 152, tenho resol-
viJo relevar a supplicante da multa em que inc.ir-1
rea por nao haver averbado dentro do prazo de 30
das o seu formar de partilhis. para me sejam con-
sideradas suas as propriedades uelle indcalas O j
q communico a' V. S. para seu conhecimento e
tim conveniente.
Dito ao commandante superior do Recife.Sir- i
va-se V. S. de expedir suas ordens para que seja
pi -ula em frente da igreja de Sania Rita de Cas-
sia urna guarda de honra de um dos baiaihoes da
guarda nacional sob seu rorenmndo superior, alim
de assistir festa e Te Deum. que na mesma igreja
se tein de celebrar no dia 12 do correle.
Dito ao commandante superior d* guarda nacio-
nal do Cabo.Respondo ao seu oQlcio de 8 do cor-
rente, sob n. 161, dlzendo-lbe qne remella o map-
pa, que exigi em ollieio de lo de setembro ultimo,
com as observaeSes que V. S. entender convenien-
tes, podendoesus vir em separado, se nao for pos-
sivel serem incluidas no referido mappa, cojo mo-
dolo fui remeiiilo a esse eommaado superior, com
a circular da presidencia de 14 de marco do anno
passado.
Dito ao director das obras militares.Eutenden-
do-se V. S. com o gerente da companhia do gaz,!
trate de providenciar para que seja remediado o :
mao estado em que se acha o registro de gaz da
casa da guarda do palacio da presidencia, segundo
derUra-me o general commandante das armas em
olHcio de 10 do eorrente sob n. 208o.
Dito ao director do arsenal de guerra.-Apresse
V. S. o corte das obra-, que devem ser costuradas
pelas educandas do rollegio dasorphas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. -atisfazer o inclu-
so pedido de lardameulj para o 0* corpo de volun-
tario- da patria.
Uno ao mesmo.Mande V. ". alistar na compa-
gina de aprendizes desse arsenal o menor Amaro
Juai|uun Ferreira, se estiver as CondQ&es legaes.
Dito ao clit-fe da repartigao das obras publi-
cas. Transmit.ndo a V. S. os incluso* trabalhos
f. 11- pelo engenheiro W. J. Lindxy relativamente
a urna estrada de rodagem do rio Una perlo da
r spectiva esUeo no ponto terminal da va frrea
em direceo a colonia militar de Pimenteiras, te-
nho a recommeudar-lhe, que fae.a completar os es-
tuda- grapnicos d'aquella estrada cuja Jespeza de-
vera correr pea verba do art. 43 da le do orea
ment vigente apresentanlo logo o ornamento da
|. seceso at o Reachaonnho, alim de ser essa
obra posta em arremaugao.
Dito ao mesmo;Constando de oflico do inspec-
tor da thesouraiia provincial, datado de 27 de ou-
tubro ultimo, sob n. 438, que por falla de licitantes j
nao foram aioda arrematados os reparos do empe
dramento da estrada da Victoria entre os marcos
de 3 a 4 rail bragas, da ponte do Rio Formse e da
cadea do Limoeiro, assiin o communico a V. S.
para seu conheennento e alim de que mande re-
considerar os o {amentos d'aqnellas obras.
Dito ao mesmo.Certo do contedo de sua in-
fonnacao de 9 do correle, sob n. 338 tenho a
dizer a V. S. qae em vista do orgamento, jue
veioannexo a sua citada informacao, < que eleva
a 13:93iJ00 rs. a despea a faier-se com os re-
paros da caddi do Bonito, (iara a qual nao existe
quota, resolvi subraetter este negocio ao conheci-
menlo da assembla legislativa provincial, na sua
prximo reu.iao para qae delibere o que julgar
mais conveniente.
Dito ao juiz de direito da coaarca do Bonito.
Inteirado do contedo do ofQcio de 30 de outubro
ultimo, cora que Vine, rae reraetteu -copia do con-
trato celebrado com Manoel Francisco de Azevedo
Lyra para a etecuco das obras do edificio, que a
cmara municipal dessa villa est constroindo para
as sessoes da raesma cmara e do jury, bem como
para servir de cadea e de quartel, destacamento
tenho a dizer em resposta que em vista do novo
ornamento presentado pela repartiQo das ob'as
publicas, e qne eleva a despeza com aquello edifi-
cio a lo:933800 rs., para a qual nao ha quota,
lenho resolvido subuietler este negocio a assembla
legislativa provincial, na sua prxima reuniSo para
deliberar o qae julgar conveniente.
Dito a cmara de G ivanna.Com o offlcio de 4
do correte, quo me dirigi a cmara municipal da
cidade de Goyanna, receb os padroes das medidas
de quarta e de caada usadas neste municipio, de
que trata a mioha circular de 18 de setembro ul-
timo.
Dito ao conclho de compras navaes. Approvo
a compra que segundo o termo annexo por copia
do seu (ll-'io do 9 do eorrente, para o conselho de
compras navaes, as pessoas nelle declaradas de
differentes artigos do material da rmala, precisos
para provimenios do almoxarlfado de marinha.
Dito ao subdelegado do districto de Duas Bar-
ras.Em additameoto aos meus offlcios de 2 e 9
do eorrente, declaro a Vine, que os dous guardas
GuilberiniooJos do Nisciment) o Antonio Carlos
e recrtita Joao Jeronyme da Silva foram afinal
presentados ao genera commandante das armas,
conforme declarou-me em offlcio desta data sob
n. 2089, verilicando-se nao serem os priraeiros
desertores, mandei-os por em liberdade e del o
conveniente deslino a que Ihe declaro para seu co-
nheeimento.
Portara.0 presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o juiz municipal e de orphos do
termo Boa-Vista, bacharel Jos do Patrocinio Pe-
reira da Silva, resoive prorogar a lieentja de tres
mezes de que gosa per mais um e sem vencimeo-
tos, contado do da em o qual terminal.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o promotor publico da comarca de
Santo Anlo bacharel Arminio Coriolano Tavares
dos Santos, resoive conceder-lhe d^us mezes de
licenca com vencimentos na forma da le para tra-
tar de sua saude nesta capital.
Dita.O presdeme da provincia, attendendo ao
que requereu AlexanJre Jos Dornellas, resoive
conceder-lhe licenca para remetter no primeiro va
por que seguir para o presidio de Fernando, ao
seu lilho alferes Francisco Alexandre Dornellas
que se aeha all destacado os gneros constantes
da relacao junta assignado pelo secretario do go-
verno, nao podendo porm elfeciuar o desembar-
que dos ditos gener.s sem que por parte do com-
mandante do mesmo presidio se proceda a exarae
atlm de se verificar se ha agurdente ou outra qual-
quer bebida espirituosa.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o tabelao e o escrivo do termo de
Barreiros Flix da Cunda Macedo Franga, resoive
conceder-lhe 30 das de licenca para vir a esta ca-
pital.
COHMAWO DAS ARX4S.
Quartel general do enramando das armas de Per-
nanili.:ni na rilade do llecifc, 11 de novembro
de i 86o.
Ordem do da n. 131.
O marechal de campo commandante das armas,
anda mais urna vez recoinmenli aos Srs. com-
mandantes dos corpo.*, compaoiua* isoladas e for-
talezas que empreguem o maior cuidado no asseio
das eozinhas, latrinas prisoes e outros comparti-
mentos internos dos respectivos quarleis.
Que os Srs. ofllclaes superior do dia a guarn-
cao visitem os corpos das guardas, providencien!
fogo, se for possivel, emquanto nao derem suas
partes, aquillo que enontrarein em desasseio. A^
I* parle j foi determinada e dada era ordem do
dia u. lili de 21 de setembro prximo passado, e
pela presente o mesmo marechal a reitera.
O mesmo marechal de campo determina qoe fi-
que pertencendo ao 2 batalhao da guarda nacio-
nal de-tacado para o servigo da guerra o Sr. l-
enle do batalhao n. 4 de Infantera deste munici-
pio Manoel Juvenrio Be/.erra de Menezes, designa-
do pela presidencia para tal servico.
(Assignado.) Francisco Sergio {Olivara.
Est conforme. Antonio Francisco Duarte, 2.
lenle ajudaote de ordens interino eucarregado
do detalhe.
- 14
Ordem do dia n. 132.
O marechal de campo commandante das armas,
em execnco a ordem da presidencia conlida em
olDcio de 11 do correte, determina que seja in-
cluid) no 2" batalhao da guarda nacional destaca-
do para o servir.) da guerra, sob o commundo do
Sr. tenente-coronel Mariano Xavier Carneiro da
Cunta, o Sr. alteres do batalhao n. 43 de infama-
ra do municipio de Serinhaera Andr Cordeiro
Cintra, que a mesma presidencia se olTereceu para
marchar para o Sul.
(Assignado.) Francisco Sergio {OUueira.
Est conforme.Antonio Francisco uarle, 2."
tenente-ajudaute de ordens merino eucarregado
do detalhe.
EXTERIOR.
COKHZSPOXDEXCI.IS BOBIA
11IO DE PEBXAMUVCO
PORTO.
27 deoulubro.
A commssao nomeada peio conselho geral das
alfandegas para estudar a exposigao internacional
em relicto com a pauta, deu cometo aos scus tra-
balhos celebrando sessoes diariamente no proprio
palacio da expo.s15.io.
Para bem se desempenhar desta diffleil tarefa
convidou a commissao os industriaos, coramercan-
tes e todas as pessoas interessada* na conservarlo
ou alteraco dos direilos que actualmente pagara
as materias primas, manufacturas e productos in-
dustnae* a darem-lhe ou verbalmeme ou por es-
cript > as informicoes e esclarecimentos formula-
dos nos quesitos s'eguiotes:
Io DislricioCouseltioFreguezia.
2aNome do propietario da fabricaDenomi-
nacao da fabrica-Dala da fundagoApontamen-
tos historeos.
3Xatureza do motor, e sua procedenciaSua
for^aEra que data adquiri Consumo annualdo
combi-tivel para o motor, se est-) exige. ]
4Mat-srias primeiras, que emprega (qualidade,
quanlidade e procedencia)Que reclamagois faz
em relacao aos diteitos das materias primeiras ?
Porque ?
5Machina que emprega para o fabrico (qua-
lidades, quantidades, nomes, procedencias)Des-
cripcio susciota do fabricoladicaQSo das diffl-
cuidados que eoconlra para adquirir e estabeiecer
as machinas mais perfeilas.Numero dos opera-
rios maiores e menores de cada sexoSalarios de
homens, mulheres e menore-.
6Qualidade e quanlidade dos productos que
fabrica aonualmenteMercados do consumo-Pre-
(os de venda por grosso na fabrica.
7aEnconira difflculdado em obtercapltaes para
o trabalho e desenvolvimento da fabrica fOs es-
tabelecimentos de crdito ajudam a fabrica T
8- Quaes sao os direilos da paula actual, cuja
couservafao. ou que alteraco considera necessana
para a sua industria ? Porque ?
. 9>_Quios sao as op?rac53s do fabrico em que
reconhece mais a necessidada do auxilio das esco-
las industraes r
E d certo a commissao obtera' dos industnaes
portuonses todos os esclarecimentos que exige,
porque do proprio interese de todos elles forne-
cerera-lhe os dados precisos para se fazer urna
justa avaliacao de certas industrp-sj importantes
que existem no paiz, mas que nao Jestao verdadei-
ramente representadas na actual expo.-icao.
E neste sentido tem os industriaos considerados
desta cidade feito reonirjes para responderem aos
quesitos que cima copiarais, e boje mesmo deve
ter lugar urna em casa do Sr. Jos Duarte Reis,
para se avallar os trabalhos da commissao nomea-
da em reunio anterior para dar parecer sobre lio
importante as?umplo.
Aguardamos tambera os dados e esclarecimentos
que ho de resultar de taes trabalhos para satlsfa-
zennos a promessa da passada raissiva a respeito
da exposigo.
Do ministerio da marinha balxou urna portara
cora data de 11 do correte, ordenando que os in-
tendentes de marinha dos difTereiites departamen-
tos, e os carinaos dos porto*, a quem pelo cdigo
penal e disciplinar da marinha mercante incumbe
as fncc."i -s de presidente do tribunal martimo,
em caso de recusa ou falta de comparecimento nao
jusliScada de algum vogal competentemente desig-
nado, requisitem com esse fundamento ao presi
denie do tribunal .lo commercio respectivo a de-
signacao deoutro jurado ; e que os mesmos inten-
dentes e cipitaes dos portos,quinto se derem os
supracitados casos, remettam mmediatamnite ao
ministerio publico coramoolcaco documentada do
facto occorrido, para se proceder cnminalmnte
contra o jurado que se recusar ao servico ou a elle
fallar sem causa justamente motivada.
Com est portarla devem acabar as recusa:, me
nos justificadas, que os jurados dos tribunaes do
commercio de ordinario apresentam quao.10 sao
chamados a fazer parte como vogaes do tribunal
martimo, em conformidade do cdigo penal e dis-
ciplinar da marinha mercante de 4 de julho de
1864.
Por decreto de 7 do eorrente foi dissolvida a c-
mara municipal de Boticas no disiricto de Villa-
Real, com o fundamento da mesma cmara haver
dado menos legal applicago ao dinheiro do muni-
cipio, e ter resistido formalmente as ordens do res-
pectivo governador civil deixando de entregar no
cofre do dstrieto e saldo de 2:3213663 que devia
existir em caixa, para amirtisar com elle parte da
divida de 7:4645303 que tem no mesmo cofre pro-
veniente de quotas para expostos, ,e ordenado al
por por mais de urna vez ao seu thesoureiro que
nao cumprisse o mandado que o governador civil
expedio sobre o mesmo thesoureiro para a entrega
daquella quantia.
Estamos chegados a poca das elei^es geraes ',
camararias. Nao faltar que ver. Desde que a'
poltica se introraetteu na formagao dos corpOs
representamos dos municipios, as eleicoes das ca-'
marasso tito disputadas e ctieias de peripecias
interessantes como as dos representantes da naco
em cortes.
Nao admira, pos; que sendo a .'loicai da cama-
ra municipal do Porto no da 19 de novembro, se;
trate j da confecQo das listas para os futuros
vereadores.
Tem-se tomado nesta cidade alguraas providen-.
cias para o caso de que o cholera-morbus nos
visite.
O estado da sade publica na actualidade ex-
eellente em todo o norte do reino, e bem assim na
parte do territorio da Hespaoha qoe confina por
este lado com Portugal, mas em attengao a que o
lerrivel lligello tendo seguido a sua marcha pelo
meio dia Europa, est fazendo estragos em Madrid,
e ja enirou na provincia do Alemtejo, as nossas
autoridades enteuderam que era- mistar estar pre-
paradas para combater os elimos de to desapie-
dado inimigo se por ventura elle che.gar a deca-
rar-se nesta cidade.
Alm do maior cuidado na lirapeza das ras e
remoco de ludo o que possa ser considerado foco
de infeccao, crearam-se cominisso-s de soccorros e
estabeleceram-se postos mdicos nos tres bairros
da cidade.
Eseoltieu-se o convenio de Monchique para hos-
pital de cholencos, onde se raontaram por em
quanlo -'O camas, e trala-se de alugar casas coin
as BOndicSes precisas para esiabelecer mais Ires
ho^piaes em dilferentes localidades da cidade.
Na eslacao docarainho de ferro dasDevesas(Villa
Nova de Gaa) esta estabelecido um po.to fiscal, a
cargo de um facultativo, para obstar a que d en-'
Irada no Pono qualquer passagero suspeilo de vir'
alTectado do cholera.
O que assim for jolgado dar entrada na casa
que all se vai esiabelecer para esse lim.
A' excepcao desta ultima medida, qm a temos
por ineficaz e unicamento tomada para inspirar
coulianca aos timoratos, tolas as outras que viraos
de registrar sao acertadas e iudispensaveis para ,
neutralisar o mal se por desgrana elle chegar a
invadir esla populosa cidade.
Como precaugo foi prohibida a feira annual de
S. Marlialio, eui.Penaliel, que devia elTectuar-se no
principio do prximo inez de novembro
A estatua de hronze que ha de corear o monu-
mento levantado na praga da Batalha memoria
do senhor D. Pedro V esla, corno disseinos era
missiva anterior, effectivamente fundida.
Os artistas encarregaJos deste trabalho encon-,
traram no correr delle muitas difllculdades que
foram vencidas pelo estado e pela experiencia
colhida na mallograda tentativa da primeira fun-
digao.
A estatua reproduz fielmente o modelo em gesso ,
que servio para fazer a forma e est agora rece-
beodo a lmpeza e sinzelamenle necessario para o
seu coiiiplelaineuto.
O artista encarregado de dirigir a fundieTio foi o
Sr. Luiz Jos Nunes, oorives, coadjuvado por
algoos seus collegas na arte, simples curiosos:
como elle nesta especialidade de irabalho.
A estatua mde mais de 13 palmos, e represen-1
ta o Sr. D. Pedro V com a farda de generalissi
mo, chapeo seguro na m3o direita, e a esquerda
apoiada nos copos da espada.
A medalha comraemorativa da inauguracao do
palacio de crystal, acha-se a' veuda no mesmo pa-,
lacio. E' um primoroso traba lio devido >< hbil!
buril do Sr. Molarioho, que nesta especialidade com-1
pete os melhores gravadores eslrangeiro*. A meda-
Iba lem de um lado o retrato do Sr. D. lV.d'o V,
cercado pelas palavrasPedro V, re de Portugal'
e do outro o remate da fachada principal do pala-
cio de crystal, lendo-se, na parte superior as pala-1
vrasPalacio de Crystal Portuense inaugurado por
e na face inferiorEi-II-ji Pedro V, em 3 de se-
tembro de 1861Mndala gravar pea direceo.
O retrato do finado monarcha de urna seme-
llnn; 1 tai q 1 nada deixa a desejar aos mais exi-
gentes.
Foram nomeados coramondadores da ordem de
Chnsto o* Srs. Jos Francisco Guimares, subdito
1 de S. M. o Imperador do Brasil, e Manoel Pereira
I da Rocha Vianoa, amigo negociante portuguez es-
. tabeleciraento no Rio de Janeiro, era teslemunho
I de apreso pelos seu3 generosos semimentos man-
! festados era proveito da beneficencia publica era
1 Portugal.
A corapanhia geral da agricultura das vinhas do
alto Douro coraecou no dia 23 a pagar aos accio-
! nistas o dividendo de 135501) por aegao, c irrespoo-
dent > aos lucros obtidos no anno econmico fiado
em 30 de junho ultimo.
O tribunal do commercio do Pono declarou era
estado ds quebra os Srs. Augu-to Kopke, e Couti-
nho & Monteiro, commerciantes desta praca. O
primeiro a cootar de 10, e o segando desde 16 de
setembro prximo passado.
Tambera o tribunal do commercio de Coirabra
I declarou fallido desde i* de setembro ultimo o
commercunte da raesma praea o Sr. Jdstloiano Al-
ves Barbosa.
Veio augmentar o nunnro de folhas polticas
que actualmente se publican nesta cidade, um pe-
ridico com o titulo o Diario do Porto. As que j
existiam denominam-se Nacional, Braz Tizana,
Commercio do Porto, Jornal de Noticias, t)dos
danos, e o Direito, tres vezes por semana.
O liarcellense, folha da villa de. Barcellos, depois
de urna existencia de cinco annos tenninou a sua
publ icaco.
Era Lamego principiou a sahir luz no correte
inez um peridico poltico intitulado o Jorni de
Lamego. E' a primeira folha que all se estampa
desde que deixou de publicar-se, ha alguns annos,
o jornal o Lamecense.
Na villa de Freixo de Espada Cinta, campeou
a revolta popular nos dias 8 a 12 do eorrente. Deu-
Ihe origem a arremataco que a cmara municipal
daquelle conselhi pretenda fazer no da 8 de al-
guus pedacos de terrenos para com o producto da
venda delles levar a effeto alguns melhorameotos
pblicos, taes como urna nova casa da cmara, en-
canamento de agua para villa, etc.
Erara 9 horas da manhaa do referido dia 8 e ia
coraegar a arremataco. Tudo eslava pacifico e at
parecia que esla resluco da cmara lioha o con
senso geral, porm nao aconteceu assim. Ura pe-
queo grupo rompe em vozeriasnao se ha de ar-
rematar nada ; quememse os papis e morra tudo.
O administrador do conselho logo que leve no-
ticia deste acontecimento correu ao lugar do mo-
tim. A este lempo pnncjparam a tocar os sinos a
rebate, e a praca se eocheu de gente. O tumulto
crescia, os sinos redrobravam de vigor, e o caso
toroava-se muilo grave. Os cavalheiros, a gente
sensata correu em auxilio da autondade, que nao
tinha podido dars necessariasprovidencias, e em-
pregava os meios persuasivos para acoramodar os
exaltados. Urna parte .lestes correu casa da c-
mara para queimar o que la encontrasse. Os em-
pregados municipaes resisliram aos primeiro.* im-
petos, mas para nao serem obrigados a ceder
for^a rasgaran) alguns papis velhos e entre elles
o orcamento da cmara.
Assiin saliifeitos, voltaram os de'erdeiros pra-
ca, arranjaram urna gaita de foi, e com ella per-
correram as ras dando vivas e morras. De tarde
lancou a tormenta, porm noite comecaram os
sinos a tocar com muita forca a rebate, e reunido
bastante povo foi este a casa do escrivo de fazen-
da, arrorabaram a porta e penelrarara dentro sem
que commettessem neahuraa outra violeocia, tai-
vez por nao encontrarem o dito escrivo de fazen-
da. Ento, e pela segunda vez, o administrador do
conselho conseguio que os amotina.lores disper-
sassem.
Passou-se a noite sem novidade, mas na manba
do da 9 foram os turbulentos metter o gado em ter
reno coulo; os zeladores da cmara dirigiram se
ao local para os coimar, porm tiveram de reti-
rar-se.
Nos das 10,11 e 12 a ordem publica continuou
iranstoftiada al ao da 13 em que entrou em Frei-
xo de Espada Cinta urna fon; 1 de 60 bayonetas
de infamara n. 13 e alguns soldados de cavalla-
ria n. 7.
Nao houve raortes nem ferimentos. Ficou tudo,
e ain la bem, em vozerias e toques de sinos.
E-tas desordens foram promovida* por varios
individuos que estavam possuindo indevidamente
os terrenos que a cmara havia resolvido arre-
matar.
Diz o jornal Commercio de Coimbra que no dia
17 houve claustro pleno na universidade, convoca-
do lempo antes para resolver se devia represeniar,
respeitosa, mis enrgicamente, contra o decreto
que regula o processo dos concursos para as ca-
deira* do magisterio superior, na parte relativa
universidade. l)ecidio-se por 30 votos contra um
que se iizesse a representacao no sentido alludido,
sendo eucarregado* de a redigir e >ubmetterem
approvaeo do claustro, os Srs. doutores Alrio
Torjaz, Castro Freir e Bernardo Aibuquerque.
O Sr. conde de Pindela, governador civil do dis-
iricto de Braga, nomeot novos administradores
para qnasi todos os conselhos do mesmo dstrieto.
A commissao encarregada pelo goveroo para I
examinar es alumnos e syndiear de algumas regu-
laridade* no lyeeu de liraga j regressou cap-
tal. Poucos foram os esludantes que ficaram ap-
prvidos. Attnbuem sea este resultado o haverem
sido quebradas as vidracas do predio habitado pelo
Sr. Pinheiro de Almeda, secretario e professor de
lgica do dito lyeeu.
O Sr. arcebispo recnsouse a dar licenca ao co-1
neg polaco Mikoszew-ki de pedir as igrejas da
docese bracarense para os exiladores seus compa-
triotas.
Em vl-ta desta recusa formou-se urna commissao j
para promover donativos para o mesmo lira. Com-!
pe-se do chantre, padre Marlinho Antonio Pereira
da Silva, abbade da S, commjndador Miguel Josi
Raio, e vice-consul de H-spanha, Antonio Vieiraj
de Araujo Jnior. Nao ubslanie esti coniranedade. 1
o Rvd. sacerdote polaco disse missas nos princi
paes templos da cidade assislindo a ellas omito
povo. No lim da que celebran na igreja do conven-
to dos Remedios foi S. S. mandado convidar pela
abbadessa para almogar na grade, assislindo ao
alinoco qnasi todas as religiosas.
O Rvd. sacerdote polaco acha se actualmente na
cidade de Guimares.
Tentaram evadir-se da cadeia de Cabeceiras de
Basto dous crimiaosos por nome Agoslinho Magno,
de 24 anuos de idade e condemnado a 10 annos de
degredo, e Manoel da Cosa, por alcunha o Ban-
queiro, de 16 anuos, tambera sentenciado a 8 annos
de degredo.
Tinham levantado urna pedra de ladrilho e feito
ura poco de altura de um metro e 33 ceotimetros,
e em seguida una mina do comprimemo de ura
metro e 73 centimelro, servindo-se de urna thesou-
ra e de urna cuoha de pao de oliveira
Obsten a fuga o muito cuidado e zelo do caree-
reiro era visitar e vigiar os presos, por que o ar-
rombamento estava feito, e j do lado de fra da
cadeia se conhecia abatido o terreno Junto da pa-
rede.
Em Vizcu esliveram ltimamente os Srs. W. II.
Gregory, membro do parlamento inglez e J. C. Ro-
benson, director da repartido de bellas-arles do
rauseu Kensington de Londres, os quaes andara
examinando, commissonandos pelo goveroo inglez,
todos os monumentos dispersos pela Europa.
Aoalysaram e adiniraram os quadros que exis-
ten! na cathedral daquella cidade, e que perlencem
ao pincel e a escola de Grao Vasco. Eslranharam
qae se deixassem deteriorar alguns daqu-lle- qua
dros, ao que o Rvd. capitular que acompaohava os
dous visitantes respondeu que o cabido era pobre
e a somma qne o governo deslinava ao cosleio das
despezas da fabrica mal chegava para o concert
dos telhados pertencentes a S. (- ilustres visi-
tantes e-timarain os quadros qae examinaran! em
mais de 50:0005-
No da 15 tomn posse do governo do dislripto
de Vizeu o Sr. Francisco Mendes ltimamente no-
meado governador civil daquelle dstrieto. S Exc.
pertence ao partido fusionista, o qual Ihe prepareu
urna recepcao bullante.
Prximo a ci lade de Braga foi assassinado na
noite de 12, Manoel Pereira Cardoso, raarcineiro.
Os assassinos dispararan Ihe dous tiros, feriram-
no com tres faadas as costellas, e aliraram com
elle, ainda cora vid, ao rio Este. A's 3 horas da
manhaa passando por all algumas mulheres qae
viulum de urna esfolhada e ouvindo gemidos, cor-
rern! espavoridas a casa de um lavrador que mo-
rava prximo, e dando-lhe parte do successo, este
correu. inmediatamente ao local indicado, o junto
cora outras pessoas conduzio o infeliz para a ra
de S. Marcos, onde habitava.
Logo que entrou em casi exhaloa o ultimo sus-
piro. Por algumas palavras que o desgranado bil-
buciou na hora extrema, abusivas a um seu cu-
miado padre, este foi preso para averi^uacoes.
No dia 18 foi mnrio na estrada que conduz de
G.iirnaraos a Santo Thyrso, na freguezia de Girao-
della, um homem que all passava om companhia
de outro que se suppoe ter sido o assasslno. O as-
sassinado reecbeu um profundo golpe de faca so
bre o coraco, que o deixou logo sem vida.
As autoridades tomaram conhecimento do fado,
e proseguem activamente as indagares e pe-qui-
zas para a captura do criminoso.
Na freguezia de Milheirz de Poiares, conselho
da villa da Feira, foi a-sassinado com urna tacada
[ no balso entre, um mancebo de 22 auno*, cliami-
do Manoel Gomes Correa, que havia chegado ha
lempo do Brasil. Iguora-se a eui*a que motivara
este assassinato e por quem commeltido.
Segundo a .circular do Ridley & C. da Londres
datada de 7 do crreme, a ImpOTtaeao dos vjnhos
do Porto nos nito mezes ltimos foi de 19.363 pi-
pas, sendo Monsumo 15,321 dita*. Comparado
este resulud > com igual periodo do anno passado
mostra um augmento na importaco de 217 pipas e
urna diminuico no ccMsumo de 3 pipa*. O depo-
sito as docas em 1 de setembro era de 37,063 pi-
pas contra 36,402 em igual dia do anno lido, exis-
tiam as mesm is docas no Io do eorrente mez
20,646 pipas, 5,732 meias pipas e 3,303 quartos,
menos 405 pipas que no mesmo da do anno ul-
timo.
A exislenca de vlnho de Lisboa era 1,730 pipas.
A mesma circular diz que a importaco de todas
asquahdades de vinhos na Gra Bretanha nos oito
mezes ltimos montou a 9,229,051; consumo.....
7,793,307, e exportauo 1,466,594 galloas. C impa-
rado com gual periodo do anno passado a impor-
taco mostra un augmento de 173,243 yalloes no
viuho tinto, e urna diminuico de 2,030,77? no vi
nho branco, e o consumo mostra um augmento de
165,411 no vinho tinto e 51,245 galloe* no branco.
Na e*poriao ha o augmento de 1,798 no vinho
tinto, 32,2(6 no branco e 11,139 gallees ni vinho
nao clasificado (raixed).
A existencia as d cas no primeiro de setembro
ultimo era de 11,253,695 galloes, mostrando urna
dimiuuico de 465,039 no mesmo periodo do anno
passado.
Os direilos pagos em Londres sobre vinhos du-
rante o mez de agosto foi sobre 537,683 galloes
Sontra 570,301 no mez de setembro do anno passa-
o, agurdente 116,918 contra 109,213 e Roma
9f 337 contra 110,583.
Nos armazen* do Porto e Villa Nova de Gaia
existiam em 30 de setembro ultimo 108,776 pipas
de vinho expjrtavel.
Os tolegraphos do reino renderam no mez de se-
tembro ultimo 6:560>210, afora 5195640 impor-
tancia de despachos recebid-os do estrangeiro de-
pendentes de 11 u 1 tac.io.
O rendimenio das tres alfandegas maiores do
reino foi no mez de setembro ultimo :
Alfandega de Lisboa......... 420:1635789
AUandega do Porto......... 273:12*S't3t
Alfandega municipal de Lisboa. 87:3195-378
Reodimentoem 1864.....
780:6115723
533:504*018
Augmento em 1863......... 247:1075703
os ditos rendimentos entre o producto do des-
pacho do tabaco pela forma seguinle :
Alfandega de Lisboa......... 197:375187
Alfandega do Porto.....'. 23:7565070
200:9935218
Desde Janeiro al 30 de setembro ultimo o des-
pacho do tabaco produzlo 2,216:5665157.
Na manba do dia 18 nanfragoa ao sul da barra
de Villa do Conde o hiato Primavera. Vinha da
Figueira para o Porto com earregamento de cal.
Perecea um tripolanle.
Abri termo de carga em 24 de outubro a barca
Segnranca, para a Babia.
Eiitraraui : em 13 a barca Monteiro I, do Rio
de Janeiro e a barca Mineroa, do Rio Grande do
Sul, em 14 a barca Douro] da Bahia.
Sahiram : em 14 a barca Amelia, para o Rio de
Janeiro, em 15 a barca Silencio, para o mesmo
porto."
D
HASTA MIAU.
No dia 27 de outubro prximo passado pardea-
se, pelas 11 horas da noite, na lai. N 16. 53' e
lou. O. do meridiano de Cadix, a sumaca hespa-
nliola Ardilla, dando no arrecife que fica ao X. E.
da ilha da Boavista, no arehipelago do Caboverde,
em distancia de 4 milhas de trra.
Esla sumaca que vinha para o nosso porto, era
tripulada por II marinhelros. sendo o seu capilao
o Sr. Jayme Ferrer e pilo.o o Sr. Evaristo llores.
Felizmente salvou-se toda a tripolagao na lancha
cora a uuica roupa do corpo e foi recebda a bordo
da sumaca da mesma nacionalidade, denominada
Guadalupe, que navegava meia milha mais a oeste,
vindo em onserva urna da outra.
A Ardilla, pertencia a praga de Barcelona,-d'on-
de proceda cora earregamento de vinhos e mais
gneros.
Remettem-nos o segu ote :
Sendo o passeio publico um dos lugares milis
frequentados, nao s por familias, como por diver-
sas pessoas, lerabro a necessidade de se esiabelecer
ahi urna illuminaco igual a das ras do Crespo e
Nova, para que tal ponto melhor se presta a dis-
tracao, que nelle se procura.
Passou honem para o sul ura vapor.
Numeracio dos bilhetes da lotera 39* oilere-
cidos pelo thesoureiro das loteras para auxilio das
despezas da guerra:
Bilhetes ns. 825, 1456,2267.
Meios ns. 661, 914,1276, 1537,1870, 2130, 3119,
3396
Quintos n*. 31, 267, 508, 737, 1057, 1362, 1683,
1910, 2008, 2327, 2549, 2828, 3075, 3450, 3796.
Os biHieles das loteras 11' a 38* produziram
1:6235600 rs.
Hoje o agente Olympio no seu grande arma-
zem da ra da Cadeia d Recife n. 36, fara leilo
de trastes avul.-os, mobilias completas, reloglou,
candieiros a gaz, objectos de ouro e prata e outros
minios artigos.
Hoje s 11 horas em ponto elTectua-oe a ven-
da do brigue francez Caroline, com todo seu apa-
relho, vellame sobrecellt-nle e mais pertences.
em
irte
Amanhaa 16 do eorrente vender-se-h;
leilo quanlidade de madeira de pnho, pa'rTe do
earregamento da barca ingleza Mira & Celta, arfi-
bada neste porto, conforme se acha annum-ado.
L-se o seguinle na Revae de Thrnpeu-
tltique mdicochirurgicale de Pars, Ai 15 de
outubro do eorrente anno :
As populacSes do nosso litoral, to cruelmente
dizimadas pelo cholera, piuco partilbam, o que ss
comprehende, as opraiSe* optimistas a respeito da
nao contagia.) que dominara na ra de Sainls-P-
res. ( E' a ra era que funeciona a Academia Im-
perial de medicina de P&ris).
Xo se deve pois admirar que njste m .ment
se assigne no meio-dia urna peiici. tendo por ot-
jecto levar a grande qaeslio das quarenieoas, djo
peraote a Academia de medicina, nao peraste o Mi-
nistro que naturalmente nao julga se nao depois de
ouvi-la, mas perante o Imperador como sea juiz
supremo.
< Os peticionarios fazem observar que Marse ha,
cidade hospitaleira, como sempre f i a Franca, nao
lem fechado -uas portas aos* fugitivos; que ella se
tem limitado a precauces sem valor, puriti -ando
os cascos inertes dos noivos, edeixando entrar qaasi
sem embarazos os homens, os receptculos do ter-
ineiilo qualquer que elle seja.
A pelicao aprsenla a Grecia, Triete, Messica,
Genova que, gracas as praeMcjiw que tomarara,
lem sido pou|>kd>s. Ella cita fados que provam
que o cholera lem sido levado a Marselha -, qoe o
foi em 1833, pelos tulouezes em 1817, j.iando elle,
nao existindo, mais em parle alguma de Franca foi
levado da Dalia a Marselha por paquetes carreja-
dos de refugiados; em 1834 e 1855, o cholera, rei-
nando no norte da Franca, foi fosado em Marselha
por tropas de passagem" para a guerra da Crimea.
Eoi presenta desses fa.-tos se pede o restabe-
lecimeuto de urna a imini-trac.io sanitaria local,
tendo a independencia sufu :eole para se defender
contra a molestia.
Na mesma Revista ateta se le* o segninte,
ir dan l. da propagarlo do cholera por meio da ex-
hala? io dos miasmas emanados da* materias excre-
menticias era contacto cora aquelles que freo, jen-
tam as mesmas latrinas :
< E' isto urna eonFequencia inevitavel, e nos es-
tamos tanto mai* autorisados a attribmr urna im-
portancia re.il a esla causa, quanlo vemos o
cholera fazer crois estragos principalmente na-
qaellas ci la les, em que ba maior numero de ra-
terclosels (latrinas).
E que di/eiii a isio agora os grandes apaisona-
d .s das latrinas, que as querem mesmo com pesa-
dsimos onus ?
Pedera-nos esla pubiieagio :
t No da 10 do corrento obteve o Sr. Henrique
Mamede Lias de Aira 111 approvaeo plena no sea
acto do 5." anno da faculdade de direito.
Cheios de jubilo por verem saii-feitis o* seos
mais ardentes votos, e coroados os esforco* de eo
liitn nico, a Sr. Francisco Mamede de Almeda
sua digna consorte quiz-rara solemnisar esse aeon-
tei.imenlo com urna das mais inieressantes e va-
riadas festas de familia que temos visto at boje.
S)b o modesto nome de reunio familiar, leve
lugar em a noite de 10 ura brilhaole sarao que ter-
| minou depois das Ires hora* da madrugada.
< Xo da *eguinte. achando-se presente a maior
parte dos amigos que se haviam reunido na vespe-
ra, e entre os quaes se notavam pe*soas de eleva-
da disiincgo, servio se um esplendido jantar, M
qual seguiose um outro sario que fioalisou em
hora ji mu adianula da noite.
a N'uin dos inlervallos em qa? se preparavam
os convidados para recoine^ar a dan*a, foram sor-
prendidos por ura acto mu tocante. O Sr. Sa-
inede lilho eslava lendo urna carta de liberdade quo
sua mai conceda a urna escrava, que logo de-
pois apresentouse na sala, ajo-ihaodo se aos
ps de seus bemfeitores, debulhada em pranto.
O* solugos embargivam Ihe a voz trmula com que
ella, ua sua linguagem tosca, mas sincera e expre-
siva, agradeca a seus senhores o beneficio rerebi-
do, e ao mesmo lempo conjraiulava se com elles
pelo feliz successo que naquelle da regozijava to-
dos os memhros da familia.
IV) le se imaginar a Impretsao que esta scena
produziria em todos os nimos que a presencia-
ram. Muitos oihos bellos se orv.iihram. E' ja;
o anjo da caridad apparecera radiante para ab^n-
: foar aquella testa de familia. As lagrima* sagrara
quasi sempre o pr.i'.er profundo dos coraco'S seo-
siveis, principalmente quaudo esse prazer o
fruelo de urna virlude *ubln#.
t Os abramos, as exclam(coes espontaneas, os
Ieommenlarlos lisoogeiros davam Cianea do ac-dhi-
menl. morecido pela generosa iospircjil de se
alliar una aeco philanthropica ao contentamento
ruidoso e expansivo de urna convivencia de ami-
gos.
Senhoras e cavalleiros apressaram-se em cum-
primenlar, cora a maior ellu^ao, o Sr. Mamede e
sua virtuosa consorte, que mais que todos se mos-
traraui commovido*.
Por algum lempo se iraduza a irapres-ao dos
espectadores, no emtoiam^, no olhar, na palavra.
Sera longo descrevef^toJo* os episodios agra-
daveisdo foiliin alludilo.- Bista dizer que em to-
do re non a ordem, a syra> tria, a profuso. a deli-
cadeza e o bom goslo. A alegra q.:e ammava to-
dos, os imoroviso* poticos e os brindes -igniiV.Ui-
vos em que tomaram parle pe>soa muj notaves,
provam que nao foi una mera convenci de eti-
q'.icta que reuni um coneurso numeroso de ami-
gos dessa eslimave familia.
Fizerara acio hontem na Faculdade de Direi-
to os seguidles estudanle* :
l. anno.
Feliciano Anicio de Aibuquerque ilenriques, ple-
namente.
Custodio Mano-I da Silva Guimares Jnior, idem.
Antonio Olavo de Araujo Goes, simplestnente.
.M 01-1 Barbosa da Cunta Moreira, idem.
Antonio Francisco Leal, dem.
Jos Elias da llosa Calheiros, dem.
Salvador Borges de Barros, dem.
Cicinato Alves Cavalcanii Caraboim, idem.
2.* anno.
Jernimo Americo Rapozo da Cmara, simples-
mente.
Jos Ignacio Fernandes, plenamente.
Manoel Vicente de Magalhes, dem.
Joaquim Guedes Aicoorado, idem.
3.* anno.
Jos Francisco Uehoa Cavaleanli, plenamente.
Jos Elysio de Carvalho Coulo, idem.
Dous reprovados.
5. anno.
Pedro Ulysses Porto, plenamente.
Tiburiino Barbosa Xogueira. idem.
Joao Franklin de Alencar Luna, idem.
Fizeram exarae de geographia e historia lo
da 14 :
Plenamente. 4
smplesmente 4
Reprovados... 4
~ll
Hontem fizeram > seguintes estudant.s do l." anno :Francisco ia
Silva Teixeira, plenamente ; Francico de Sooza
Magalhes, Manoel Francisco do *a.eimnto, Jacin-
tho ll-iiod .ro Alves Cavalcaoti, Manoel Mana Cesar
de Mello, smplesmente.
Reparticao da polica.
Extracto das parte do dia 14 de novembro 4e
1865.
Foram recolhidos a casa de detentan no dia 13 d*
eorrente :
A' ordem do subdelegado do Recife, Jos, escra-
vo de Jos da Cunh, reqoerinvnto d'ete.
A' ordem do da Boa-Visla, Fernaodo, ^cravo de
Jos Alves de Lima, requenmento dVste.
A' ordem do do Poco, Antonio Jos, para corree-
ci.
A' ordem do do Peres, Claodiano, escravo 4* D.
Mara de tal, por fgido.
O ebefe da 2* seccao,
/. G. i* Uetqmla.
Passageiros do vapor brasileiro Paraha, sa-
bido para os portos do sol:



i
Dtafto de ernanbuco Qnaria letra 14 ie Xovembro de 4*-
Tito Llvlo Vieira Doria e 1 escraro, Jos Joaquim
Perera da Carvalho e i criado, Floriano lielmiro
da Costa e Silva, Francisco Domingos da Silva, Luiz
Prudente de Barros,Maooel Duarte Ferreira Ferro,
Tertuliano Jos dos Santos Patury, Virissimo .la
Silva Pinheiro, Polino Francisco de Carvalho No-
bre, Jos Duarte de Magalhes, Jos da Molla Nu-
Bes, Anua J aquina do Sacramento, Joao Jos da
Cosa Lemos, Francisco de Paula Seres, Cicero Ana-
(olio Vieira do Brasil e sua *enhq/a, Ignacio Jos
Pestaa Jnior, Djmingos Ramos de Araujo Perei-
ra, Jos Dantas da Silveira e 1 criado, Ernesto Al-
bino da Silva, Dr. Jos Patrocio Perera da Silva e
sua senhora e 1 escravo.
p^^ ;illlllMC4 JVDICIAKI4
TIUIHW, IDO COJIMERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 13 DB a"or ('u"rra
le Barros Campillo; pallados, os herdeiros de
Caelauo de Barros Wanderley.
Apiielliiut-, Malinas Lopes da Cosa Maia ; ap-
pellada, D. Marta de Jess Cordeiro.
Appdlanf, tourenco Beierra de Siquera'Ca-
valcante ; appellado, Dr. Amaro Joaquim Fonseca
de Alruiiuerque.
Appellaole, Albino Jos Ferreira da Cueca ; ap-
pellada, a fazeuda.
Appc-Haco crime.
Appellanle, o julzo ; appeilada, 'Francisco Jos
do Souza.
PASSAGENS.
1 Do Sr. desembargador Santiago ae Sr. desembar-
, gador Gitirana
A appellacao civel.
Appellante, Joao de Souza Leao ; appellado, Jos
Mcndes Carneiro Rodrigues Ca-.npello.
Do Sr. desembargador Gilirana ao Sr. desembar-
NOVEMBRO DE 1865.
PIIESIDENCIA DO EXM. SU. DKSEMBAROAPOR
ANSELMO FRANCISCO l'ERETTI.
As 10 horas da manha, estando reunidos os Srs.
Reputados Rosa, C. Ahvforado, Basto e Miranda
leal, o Exin. Sr. presidente declarou aberta a
sesso.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Ofllcio da junta dos corre lores, firmado de boje
juntando os procos correles da .emana prxima
Onda.
Ao Sr. deputado Miranda Leal (oi distribuido o
livro Copiador de Guimares & Carneiro.
DESPACHOS.
Requerimento (ja visto pelo Sr. desembargador
fiscal) de Joo Beraarduio da Costa Reg Monleiro
eJoao Rodrigues de Moura, em que pedem o re-'
gistrodo contrario de sua sociedade comroercial.
Regstrense, sendo primeiro o contracto social as-1
signado por duas le.-lemunhas.
Dito de Joaqun) Autero de Ohveira Luso, socio
de industria na >ocedade comnurcial que levo
com Antonio Lene de Magalhes Ba.-los (ja lam-
bem visto pt-lo Sr. desembargador fiscal) para que
se adinilta registro a escriplura de venda que
fizeram do estabelecimento corumercial para paga-
mento dos credores, visto nao ler querido dito Ma-
galhaes assignar o papel de distracto social/Re-
gstrense e publique-se.
Dito de Joto Antonio de Araujo, para que seja
admetiida registro a escriplura antenupcial que
junta.Registrase.
Dito da cana filial do London & Brasilian Bank
nesla cidade, pedmdo o deferimenlo da pelicao que
junta dirigida a S. Exc. o Sr. presideule do tribu
nal. afim de que fo.-sem caocelladas as paginas
45o e ioG do seo livro Diario, que saltaran) a es-
cripturacao. Apreseole para o fim que requer o
livro a que se refere.
Dito de Joaquim da Cun'ia Freir, pedindo que
seja registrada a dissolugao do contracto social
que existi entre elle e Jus Barroso, sob a firma
de Joaquim da Cunha Freir & Primo. Regis-
lre-se.
E por mais Dio haver a despachar, o Exm. Sr.
presidente encerrou a sesso s ODze e meia
oras.
SESSAO JL'DICIARIA EM 13 DE NOVEMBRO
DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. r. l'ERETTI.
'Secretario, Julio Guimares.
As 11 ,' horas da manha o Exm. Sr. presidente
declarou aborta a sesso, estaudo reunidos os Srs.
desembargados* Gilirana, Silva Guimares, Reis
e Suva e Aceinli, e os Srs. deputados Rosa, Candido
Aicoforado, Bastos e Miranda Leal
Lida, foi approvada a acta da precedente ses-
so.
Foi lido o ofllcio de 10 do corrente do Exm. Sr.
conselheiro presidente desta provincia remetiendo
un exi-mplir impresso do aviso circular do minis-
terio da juslica de 12 de onlubro ultimo recom-
mendando a mais stricta observancia do da 7 de
evereiro de 1856.
Assigoon-se o aseordao proferido na ultima ses-
so no feilo ent^e partes :
Appellantes, Flix sonvage & C.; appellado, o
l>r. Angelo Henriques -da Silva, testamenteiro de
Viclonuo Teixeira Leite e Jos Teixeira Leite.
JULGAMENT08.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amoritn, Fragoso, Santos i$[ C. ; appellado,
Luiz de Horaes Gomes Ferreia e Babia Irmos
t C.
Foi confirmada a sentones appellada.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador pilva Gnimarei ao Sr.
desembargador Iteis e Silva :
Appeliaote, J.iaqoim de Azevedo Maia : appel-
lad i, Antonio Jos de Figueiredo.
O Sr. desembargador Silva Guimares jurn im-
pedimento e pa-sou ao Sr. desembargador Reis e
Silva o feilo entre partes :
Appellante, Francisco Santiago Ramos; appel-
do, Joaquim El viro Al ves da Silva.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desemhar-
dor Gilirana
Appellantes, D. Jo-epha Justina de Jess Gon-
calves e oolros : appellados, Isaac Curio & C.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Gaimaries :
Appellantes appdladas Julio Colombier como tu-
tor dos lilhos menores de Hyppolito' Dumond e
Joo Cals ain; appellada, Mane Augusline I,eo-
nie Cals.
AGUISA V0 INTBRPOSTO DO JCIZO ESPECIAL DO
C0MMERCI0.
AcgravanlH, o banco Portuense ; aggravado, Jo-
s Joaquim da Costa Maia.
0,Exm. Sr. presidente deu provimento.
AGGRAVO DB INST1UMF.NT0 INTBRPOSTO DO Jt'IZO MU-
NICIPAL E DO COMMF.IICIO DA VILLA DO CABO.
Aggravanie execuiado o teneoie-coronel Joaquim
Manoel do Reg Brrelo; aggravado ex-quente
ci inir e'ndadi r Manoel Jos da Costa.
'i Exm. Sr. presidente mgrui prr vintenio.
AGGRAVO DB INSTRUMENTO INTBRPOSTO DO 1CIZ0 MU-
NICIPAL K 00 COMMERCH) DA TILLA DO CABO.
Aggravant, AlTonso de Alhuquerque Maranhao;
aggravado, Joao Puno de Lemos.
O Exm. Sr. desembargador presidente negon pro-
vimeulo.
.Nada mais havendo atralar-seo Exm. Sr. prcsi
sidente encerrou a sesso a meia hora depois do
meio-dia.
As appellacoes civeis,
Appellanle, .Manoel domes -le Almeida Botelho ;
appellado, Manoel Jos da tirara.
Appellanle, Luiz Jos Rodrigues de Sooza ; ap-
pellada, D.ioscpha Leopoldina de Mello Marinho.
Do Sr. desembargadorCoureneo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque
A appellacao crime.
Appellanle, Manuel Uezerra da Pailita ; ppella
do, o julzo.
Do Sr. desembargador Almeida e Albuquerque ao
Sr desembargador Moda
A appellacao crime.
Appellaole, Amonio de Souza Lopes ; appellada,
a ju.-tica.
As appellaeCes civeis.
Appel ante, Francisco Jorge de. Souza ; appella-
do, Francisco Mariano de Albuquerque Mello.
Appellanle, a Sania Cisa de Misericordia; ap-
pellado, Antonio da Silva Ferreira Jnior.
Appellaole, a faienda ; appellado, Mauoel Fi-
gueira de Faria.
Do Sr. desembargador Assis aoSr. desembarga-
dor Doria
A appellacao crime.
Appellanle, o juizo ; appellado, Romo do Reg
lia i ros.
A appellacao civel.
Appellante, D. Juauna Mua das Dores ; appel-
lado, Antonio Joaquim de Mello.
Do Sr. desembargador uria ao Sr. desembar-
gador Barros Vasconcellos .
A appellacao civel.
Appellanle, a fazenda ; appellado, Joo Francis-
co do Reg Maia.
Do Sr. desembargador Doramgues da Silva ao
Sr.desembargador llanos Vasconcellos
A appellacao civel.
Appellaute, Antonio l^arneiro de (jnVifoz ; ap-
pellados, os herdeiros de Francisco Bernardo da
Cumia.
Do Sr. desengaador Barros Vasconcellos ao
Sr. desembargador Santiago
A appellacao civel.
Appellanle, Francisco Antonio Al ves Mascare-
nhas: appellado, Jos Antonio Ferro de Figuei-
redo.
Ao Sr. desembrgalo!- Guerra
A appellacao civel.
Appellanle, Manoel Monteiro de Macedo ; appel-
lado,, Borges Mello.
A' 1,' horas ecerf c oe a sesso.
''.rain completar a obra djs pub icos wlortu-
trios i
Amaldicoados 1 ,
E queriam anda viver 1 Nao era eenrvel. Sim,
nao era possivel que a confuso da linguas se nao
manifestasse na nova babel. --*
Nao era possivel, que os architectos de tantas
miDas podessem ir mais adiante. E no em tanto,
os remanescentes desse exercito roto e disperso
ainda nos atroam os ouvidos. Anda fallam em
principios qud nunca tiveram. Anda procuram
amedroutar com o espantadlo de um ministerio,
que j a esta hora den cotilas ao paiz. Ainda fa-
zem crer que sao vivos; que estao arregimentados,
s porque a polica Interven) para que se Ihes al-
bergassem algumas columnas no Jornal do Recife.
Colados 1 Viveram sempre do embuste. Por
aquellas labios nunca iransilou a verdade. A meu-
tira fui sempre a epigraphe, a inser pelo de sua
bandeira. Mentir como o demonio, eis a sua m-
xima. Desfigurar tudo, enredar ludo, sopliismar
, ludo, desmoralisar ludo, eis as normas de vida des
se partido que ahi exala os ltimos alentosl
O aduiern 4e.
le : pergunto, qual era o acto reprovaJo que nisso
hvi T As aecusaces que se Ihe fizeram oram
contra a sua vida particular T Pois eoto o Sr. Dr.
Costa Ribeiro julgava-se com direito a dizer de ou-
trem, sem a menor necessidade, e s por comprar
briga alhoja, o que S. S. disse do Sr. Marcolino, e
nao quena que este tivesse o mesmo direiloT E,
se eu fosse culpado por escrever a tal correspon-
dencia, nao o era igualmente o Sr. commendador
Figaeirda por da la correr o mundo no seu Dia-
rio f Ora... Sr. Dr., procure oulro.
Devolvo pois o conselho que me d, de que re-
Sieta no papel que fiz para coro S. S., a quem pos-
se e com roelhor razio dizer o mesmo : o seu pro-
cedimenio que contrasta com a lealdade do caval-
leiro que lauto mais nobre e altivo se mostra em
s-na defei, quanlo mais prescinde de trazer para
as suas conteudas nomes que a ellas sao estranhos.
Emflm, o que nao j de horaem seno, audar
comprando brigas com todo o mundo. Fiquemos
aqu.
Recife, li de novembro de 1865.
Fr ncisco Teixeira de S.
-^-m
CMMUMCAM.
baiharrl Joaiiuim de Souza Reis c o Sr. Dr.
Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Vendo ho|e neste Umiio urna publicaco do Sr.
Dr. Costa Ribeiro, e nella a declaraeo de que al-
tnbuia a sua demisso de. curador geral dos or-
pli-is, alm de oulro motivo, a pedidos de paren-
es do Sr. Dr. Sebasfiao do liego Barros de Larer-
da, am de que, antes de deixar a vara de orpbnos,
me nomeasse para a-jueile FrgO, devo pr testar
contra esta assarcao por inexacta e ull-nsiva da
dignidade d'aquelle distincto magislrado, e por
amor de mim mesmo, vist-) que oo basta tflzer%)
Sr. Dr. Costa llibeiio que esles pedid is podenam
ser offieioas e indepeinleote de miuha voniade.
Posso allirmar ao Sr. Ur. Cisla Ribeiro, que a
sua demisso foi resol vida pelo Sr. D.-. Sebaslio
Lacerda muo espontneamente, e de modo per-mp-
lorio; sendo que por isto nao duvidei aceitar a no-
meaco qje de nnin foi feia, para substitoi lo.
Allinm ainda, que o Sr. Dr. Sebastio Lacerda
incapaz de se deixar levar por pedidos de paren-
tes, quaesquer i|ue elies sejam, para praticar ou
deixar de praticar aelos de seu offirio ; o d'isto den
elle provas, mesmo durante o exeroico da vara de
orphos nesta capital.
t se assiin n.io fos-e, admittida a hypothese em
que Orina o Sr. Dr. Costa Ribeiro o seu jaizo, a<-
seguro-lh3 que oulro seria o seu substituto; porque
eu regeitaiia a nomeacao.
E, todava, uo pens que o Sr. r. Costa Ribei-
ro fic;sse sob o peso da algoma Impotaclo, que o
deshonre. Fago juslica so sen carcter; d'elle for-
mo born juizo, e o aprecio.
Espero, porianlo, que o Sr. Dr. Costa Ribeiro
nao continuara a pensar, que a sua demisso foi
dada |iara se me abrir espaco no fuucci malismo
publico, i.u- at nao ambiciono, anda que me hon-
re minio com o caigo que occopo.
Ilecie, 14 de DOvembro de I85.
Juiquim de Souza Ras.
THIIIIAAE, DA ItKL.M \i>.
SESSAO DE 14 DE NOVEMBRO DE 1865.
PRESIDENCIA DO BXM. SR. Co.NSF.LIlEIRO
SOI ZA.
As 10 horas da manha, presentes os senhores
esembargadores Santiago. Gilirana, Guerra pro-
curador da coia, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Assis, Dona, Ucha Cavalcanti, Do-
mmgues da Silva e Barros Vasconcellos, fallando
o Sr. desembargador Motta, abrise a sesso.
Passados os feilos, deram-se os seguinles
njLGAMENTOS.
Aegratode peticSo.
Aggravante, a Sania Casa de Misericordia; ag-
aegravado, o .unzo. Relat r o Sr. desembargador
Ucha Cavalcanti. Sorteados os Srs. desembar-
gauores Lonreoco Santiago e Guerra.x\o loma-
rais conhecimento.
Habeas-rorpus.
Negaram ordem a Anauias do Amor Divino de
Mello.
Appettacoet critnet.
Appellanle, e juizo ;' appellado, Bernardino de
Senna de Almeida LisboaImprocedente.
Appellanle, o ju'zo ; appellado, Matbeus Jos
Rodngues.A novo jury.
Api>rllai;es civeis.
Appellanle, D. Alaria da Luz Teixeira Costa ;
appellado, Jos Joaquim Ferreira de Souza. Des-
pre.-aram os embargos.
Appellanle, J,.,,io dos Santos Coelho ; appellada
a irmandide de S. Benedicto.Confirmada a sen-
lenca. .
Appellante, Bento Francisco de Macedo ; appel
lado, Francisco Ferreira Benevides.Reformada a
sent-nea.
DILIGENCIA CRIME.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica
As appellacoes crimes.
Appellante, Nicaeio Nunes da Rocha ; appellada,
a juslica.
Appellante, o promotor ; appellado, Francisco
Xavier de Araujo.
Appellante, Arminio Lopes da Silva appellada,
o juizo
Appellanle, o juizo : appellado, Joaquim Gomes
de Souza.
DESIGNADO DB DA.
Assignou-se da para julgamento das seguin-
les :
Revista civel.
Recrreme, o menor Joo ; reeorrldos, Francis-
co Maria de Brito e oolros.
Appellacoes civeis.
Appellantes, os herdeiros de Francisco Ferreira
(jueixa se o Sr. Dr. Costa Ribeiro em seu rom-
tnunicadc impresso no Diarto de boje, de que fosse
eu quem houvesse pago o costo de urna pubbca-
Cao, que ha dias foi dada a estampa neste mesmo
jornal, e na qual o Sr. doutor mente oflendldo no seu carcter.
Esiran io, c para sorprender pie o Sr. Dr.
Costa Ribeiro viesse dizer em publico urna cousa
de que nao podia ler seoo urna simples apprehen-
so, e nao escrohulisasse em envolver o mu nome
em urna eoulenda i|ue elle mesmo travou rom essa
pessoa, que firinou a referida publicaco em repre
salla do |ue S. S. Ibc disse em nutra anterior.
Parece que este seu procedimetitono se harmo-
nisa de nennum rado com a prudencia e circuios-
percao que. eu Ihe suppunba, nao esperando de S.
S. provocacao to precipitada, quanto injusta.
Declaro ao Sr. Dr. Costa Ribeiro ipie paguei a
publicaco a que S. S. se refere. O auior della ti-
nha necessidade de defender-so de urna aggre-so
que recebra do Sr. doutor, pedio-rae que o aju-
dasse, e preslei o concurso de qae polia dispor em
favor del le, a-sim como o f.iria em favor de qual-
quer outra nessoa, que recoresse a mim as mes-
mas rircunisiancias.
Ninguem dir' que por isso deva eu responder
por tudo quanto se disse coutra S. S.
Nada tenho com a queslao entre o Sr. doutor e
aquelle i.ue o aecusou.
Quem me conbece sabe aue nao gesto de atacar
a ninguem em sua vida publica, nem particular.
Portanto era mu esensado que o Sr. Dr. Cosa Ri-
beiro irooxesse o meo nome para discussoes em
que absolutamente nao tenho parte, certo de que,
pouco, muito pouco, me mporiam os seus conse-
hos dados a a'guma das autoridades desta fregu-
zia e que S. 8. embaracasse convenios poltico',
em que t flo tinbaeu inleresse de natureza alguma,
e que n.io capaz de dizer qae eu, ou alguma pes-
soa mioba, Ih'os livesse proposto.
Se porm essrs conselhos, de que falla, tem sido!
dados contra mim, como S. S. parece deixar perce-
ber, enlao deixo-o entregue as suas proprias con-
tradicSes, julgando os outros por si.
Alegados, 14 de novembro de 1865.
Manoel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Acabamos de ler o Brado de hoje, e alteadendo
a gravidade de aecusacao (eita ao nobre consslheiro,
o Exm. Sr.Dr. Paranagua, somos toreados pela arai-
zade, que Ihecoosagramosepela iujusiiea de aecu-
-ac i a n.io deixarinos sem resposta o artigo de fun-
do, que se l oo referido peridico. Principia a redac-
Cao a estimagiizara administracodoExi-.eonselhei-
rupela maneiraporque se tem feilo o recrutamen-
lo e agenciado voluntarios na villa de Seriohaem,
para organisaco do corpo, sobre o cumulando do
tenenle-corooel Mariano, e todo e qualqu-r abuso,
que por ventura se leona cominetlido na praiica
desse acto, e censurado o administrador da provin-
cia com urna linguagem forte virulenta e desabri-
da expondo-o aos ulhos dos IVruaulmcaiio-, como
um algz da provincia, que administra, e n.io como
um presidente digno da nobre commisso, que Ihe
foi confiada merecidamente. Semelhanie aecusacao
careee.de fundamento para ser acreditada e quao-
do abusos lenli un li lo lugar, o que ignoramos, nao
podein elles ser ignorados pelo Exm. Sr. conselhei-
ro, que a larefadopor multiplicados alTaseres, nao
lioba conhecimento perfeito e exacto do que pos-
ta em localidades afasiadas da capital T
E ser justa a nobre redaeco do peridico, a
que respondemos na linguagem de que uza sem
prova convincente para argir com lainaoho furor,
um administrador que no curio espaco de mais de
3 mezes. s tem mostrado um curasao bemf-tzejo
attendeudo a lodos, que o procuram, e administran-
do Ihes justica com jovialidade brandura e civili-
dade (era aquella impostura, que de ordinario se
turna inhereuleao hornera, que se v enllocado na
elevada po.-ar.-o do uobre conselheiro T
Ninguem, a nao se achar prevenido, pelo des-
peilo acolher de bom grado proposicoes, infun-
dadas.
Temos conhecimentos do carcter honesto do
Exm. conselheiro, ha mais de 20 annos e nunca
deixon de ser estimavel entre os seus contempor-
neos, por seu comprtamelo sempre digno de
apreco, e cooceituado pelo sej talento na opinio
de todos do seu lempo.
Na presidencia de Pernambuco, na qual um s
administrador aiuda uo deixou de ser censurado
cora acrimonia perdera as qualidades, que ficam
referidas, o nobre conselheiro, depois de longos an-
nos de experiencia e oa alta posico social, em que
o collocou a sua provincia natal ?
Duvidamos que se nos responda pela alBrma-
liva. I
Nesse mesmo artigo, de que nos oceupamos a
conselha a nobre redaego, que o Exm. conselhei-
ro, era lugar do Exm. senador Rodrigues Chaves,
imite o procedimeuto nobre do Exm. conselheiro
Chichorro da Gama.
Permita a redaeco, que com experiencia pro-
pria Ihe digamos, que comnosco se praiicou um
acto, que aos olhos aos propnos amigos de S. Exc.
oo seria justificado por consideraco alguma, e que
uo tem paridade com a admln>-traco actual; en-
tretanto que admittimos a satisfagao, que nos deu
o sobredito conselheiro quando conhereu acnar-se
Iludido, o que acreditamos pelarazo da distancia
do lugar de nossa residjncia a esta capital. S o
Eira. Si. conselheiro Paranagua' acairelar com
os abusos quando mesmo sejam por outros prali-
cados I I
E' por certo injusta a nobre redacao na publici-
Cao uos seus escnplos alcunhando de igoorante o
nobre conselheiro, que sempre foi lid como illus-
trado eassim o mostrou desde o principio da sua
vida escolstica, e ltimamente na qualidade de de-
deputado e de ministro de estado. Conclulo a re-
daeco rom alluzo aos principios pulicos do no-
bre cuoselheiro dando bem a entender que nao
sympalhisa com elle, lalvez por essa razo, sem
aiteoder a moderaco do seu governo, e se qu'zesse
imitar o Eira, conselheiro Cnichorro da Gama, se
gundo o conselho sugerido, teriamos que o Exm.
conselheiro Paranagua', deveria fazer uina veaco
na provincia no sentido dos sens principios polti-
cos quaosqner, que elles sejam e quando assimsuc-
cedesse dira a uobre redaeco que o administrador
da provincia s veio satisfazer capricho de partido,
e accomiiiOdar amigos.
Nao leudo assnn procedido, tem lodas as fullas e
deve ser ceusurado e at demitlido como parece
desejar a uobre redaeco por laes accnsa(3es des-
pidas de criterios, infundador e nimiamente injus-
tos. Nao somos empregados pblicos, que queire-
mos fazer servigo ao nobre Conselheiro e ninguem
ousara' consteslar os nossos peusamenlus lvres e
apreciados por todos, que nos conhecem, s temos
em vistas fazer justica a quetn merece, por que te-
mos convieco da injuslica da aecusacao irrogada
ao nobre conselheiro.
Prostestamos responder ao segundo artigo, que
trancreveo o Brado nesse mesmo numero, o que
faremos na pritnifa npporlunidade.
Recife, 11 de novembro de 1865.
O Pernumbucano.
Srs. Redactores. o Diario de hoje foi publica
do cora a epigraphe Ordem Terceira de S. Fran-
ciscoara corxmunicado, era que o seu autor pre-
tende nao s informar |ao publico dos acontecmen-
los, que se lem dadJ ltimamente na mesma Or-
dem, como tambera, e alvez seja esle o fim prraci
amuos sobra a questo, que se
lizo competente,
repetido coostantemeole oo
udo-se os meus actos d'um
roso, e se me lomado res-
pal, prevenir os
esta ventilando em o j
Como o meu nom i
eomraunicad, aprecl,
modo ioexaelo e desa
Cao. 0;
devero passar-se
capellas.
i.' Que em quanlo
nicado, achaodo-se a
quem compete conhei-4
deciso, como eu agua
fuudameolo, informar
ponsavel pelos factos, c ue se esto dando na ordem
terceira, observarei ai auior do mesmo coinmuni-
cado :
Io. Que em quanto)
que particularmente
ao seu desejo de publicar o
passa entre irmos, e isto
sobremodo inconveniente, tanto assim que uo me
responsabiliso pelas tonsequencias de tal publica-
actos de umi irmaudade, quando muito,
enire ella e o Dr. provedor de
ao segundo fim do commu-
questo pendente do juizo, a
la, convem aguardar a sua
rdo para, com raais razo e
ao publico ( urna vez que o
mal ja' est feilo) De de j previno ao irmo
ou a qualquer outro, que nao darei mais resposla,
em quanlo nao fr pe) juizo competente apreciada
e decidida a arbiirari tdade, que se me quer fazer.
Sou, Srs. Redaciore
nante.
;, de Vs. Ss. conslaule asslg-
los Pinto de Magalhaes.
rtfiLIuAGoES i PEDIDO
Un talento precoce.
Acha-se entre nos
Llns, moco bastante e.-
poticas merecern)
Sr. Fabio de Salles Cardozo
perancoso, cujas produccoes
wr diversas vezes as honras
desle cooceituado jor tal. Esle joven que desde a
infancia lera mostrad i serasre um talento profun-
do, val dar a luz ura i tradueco da selecta do Sr.
Charles Andr, que muito o eleva e o conceila
lo. O publico aguarda esse
de e nos o felicitamos des-
perante o mundo litter
trabalho com ancied|
deja.
Agua de Fli
I*
Em virtude das s
porcalona do barro
ellas teem todo o sobe
a especie de elegante
lada pela galantana pide inventar.
ninan.
nhoras serem a preciosa
minano, o por isso mesmo
ano direito eletgo de toda
uxuras, que a arte estimu-
Entre lodas as qut
Toucador nenhuma ha
PoSSUiodo uina mu
cia, summamenie ulil
mas, quer ja como af
excellente mixturada
davel para euxagoar \
e finalmente como um
curativo em tolos os
apreciador do mrito.
Ida de Hurray e"
em
se
conta correte pelo premio^ condicoes que, eiedade dtirar por
convenciooar. dos de 2| r
ALFANDEGa.
Rendimento do da la 13......
dem do da 14...............
246.5504702
18:1064107
274:665*809
MOV MEMO DA ALFADEGA.
Volumes entrados com fazeodas----- 224
< com gneros..... 873
-------1,097
Volumes sahidos cem fazendas..... 149
coa gneros..... 471
-------620
Descarregam hoje 15 do corrente.
Escnna inglezaCfan=mercadorias.
Lugre inglez Engluhman carvo de pedra
Crigue inglezCarrte M. L,dem.
Barca inglezaBeile l'oul =idem.
Pataeh i americano John hrystal farinha de
trigo e raais Seero/
Barca portugueza .Voi-rz Maoianna varios g-
neros.
Brigue hespanholTliemoteo /=chumbo.
Escnua inglezaHl-mk lionnycarvo de pedra.
Brigue iog.ez Thermuthisdem.
Intportaco.
Brigue nacional Imperial Pedro, enlrado da Ba-
bia, consignado a Maia <& Espirito Sauto, manifes-
tou o seguinte :
11,410 arrobas de carne de charque e 72 caixas
courus vaceuns : aos me.-mos.
Barca nacmual Palmira, entrada da Babia, con-
sigoada a Joo Francisco da Silva Neves, maoifes-
lou o seguinte :
Mercaduras estrangeiras.
500 barricas fannlia de trigo ; a Tasso Irmos.
'00 harris banha de porco; a Joaquim Jos Gon-
(alves Beltro.
5 caixas cartas de jogar ; a Vaz L*al.
1 caixo diversas mercadorias ; a J. Paler.
1 cana fazendas ; a J. Keller & C.
60 ditas massas italianas; a Jos Maria Palmeira.
25 barris alcalro; a Amorim Irmos.
60 canasiras albos, 40 harris e 60 m.uos mantei-
ga, e 200 barrica* farinha de trigo ; a ordem.
Gneros uacionaes.
43 volumes de movis; ao Dr. Miguel da Costa
Mascarenhas.
13 caixoes e 691 caixinhas com 162,300 charu-
tos, 6 fardos 32 arrobas e 24 libras de fumo; a
Joaquim Jos oncalves Beltro.
700 molbos, 420 fexes e 750 betas piassava, 100
saceos farinha de mandioca. 30 ditos cora 120 ar-
robas de caf, 1,500 garrafas, quartinhas e copos
de barro, 88 fardos com 430 arrobas e 10 liftras de
fumo em folha, 171 rollos com 1,133 arroba e o
libras do dito de curdas, 10 paos co;n fumo, 20 du-
zias de Jacaranda, 1 eailo imagen*, 579 caixinhas
e 34 caixoes com 408,100 charutos; a ordem.
ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia I a 13...... 15:2004591
dem do dia 14................ 8734855
16:07440
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 1 a 13....... 26:6304393
dem do dia 14............... 5:06145*1
31:6914834
10TIMSHT0 BO HKN
perlencem ou figuram no
que possa exceder em aro
matica delicadeza e linlura, aquella cima mencio-
nada no alto desle par igrapho.
isa e delicadissima fragran
|e agradavel em varias fr-
rmoseadora da eompleicao,
jin agua como meio agr-
bocea e alvejar os deules,
lexcellenle e admiravel meio
casos de nervosidade, des-
malos, verligeus e alta ues hysleneos, em si ella
merece nrn nome na i ateria Medica, assim como
em oceupar um lugar ndespensavel sobre o tou-
cador.
( Alim de se evitar
genero dij inferior qua
fazer, do que pergunt
de Murray e Lanman.
Vende-se as pharn
e J. C. Bravo & C.
desgosto de se comprar um
ilade, nada mais se precisa
r-se pela Agua de Florida
acias de Ciors & Barbosa
Inaii
A Jn 'iikcba.
As virtudes therapeu icas da jurubeba sao desde
minio contiendas nao s no Brasil, pois que della-
Iratou Pisn em sua ex 'aJJente obra Historia na-
turalts el medica Indi i omdentalis, seuo as
Anlilhas, oude o sueco las folhas e fructos como
aqu, muito eslimado t apphcado contra as obs-
irinrn-s abdominaes, ,
bafj; e se todos os fach
n.io applleam com fre<
nao recoohecerem elles
nao serem encontradas
as estaces do anno os f
rinripalmenie do figado e
Ilativos desta provincia o
lencla, isto se nao deve a
essas virtudes, mas slm a
om facilidade e em todas
uclos dessa planta, e a re-
pugnancia, que apres^njam os deentes em fazer
uso do sueco desses .fructos, em consequencia de
ser extremamente amarjlo.
A jurubeba nao desr mhecida dos botanistas :
esta planta pertence fa nba das solaneas, e lem
<-y*wo ni pamculatum, que Ihe
ente facilitar o uso do
\ibeba, que o mais em-
t|ue llavera ?
Temos mudanza na estaco.
As and (ulia- ahi andam muilo irrequietas. Ha
tres das que esvoac m com frequencia pelas ala-
medas do Jornal do Recife.
Aqui ha cousa.
A* pobres aves presentem a approximaco de al-
gum pelicano. Cremos que as ultimas noticias da
corle foram de malar. Prestes a sucenmbir aos
golpes da fortuna, que se Ihes tornou adversa, qne-
rem morrer com nasceram i-do gritando I
Pois gritem. Invoquem quanto quizerem a reac
Cao das perdidas forras. [ocliDem, quaes os filnos
de Isln, a eabefa e os olhos ante o creseenie, que
Ihes foge. Rompam em alaridos, churem pelo seu
propheia.
E' tarde I
A opinio ahi os condemnou em ultima instan-
cia. Os araulos, que trovejam nos recessos da
montanha sao reis d'a/mas de urna causa vencida.
Filhos da desordem, e da aleivosia, appellam ainda
para estes meios, como tabua ultima de cal vacan.
Eoganam-se. E-lo perdidos. O abysrao ira-
menso. Cahiram sub o peso de seus crimes e de
suas Iniquidades. Apunhalaram o roraeo do paic.
Rasgaram os seus codujos. Aquebrantaram as suas
leis. Eslragaram a sua moral. Devoraran) o seu
ibesouro. A banca-rota, este ultimo grito de urna
-ociedade em agona, ahi sea de todos os cantos do
Brasil. Os empreslioios Xraud.uJejitos, e ruinosos
GORBESPONDENCIAS
Ao lllni. Sr. Dr. Antonio Jos da Cesta
Ribeiro.
Louvo e applaudo que o Sr., Dr. Costa Ribeiro
nao '.ivesse abandonado ajusta, que lo galhardo
travou com o signatario da correspondencia im-
pressa no Diario de 9 do correte, sem explicar os
fados que S. S. diz, Ihe foram all prfida e calum-
niosamente altiibuidos; porm, oo convenho nem
posso convir em ser conduzdo a mesma arena,
como elle quer, a vista do seu communicado de
hoje, no qual a mim se dirige, queixandose de que
fui quem escrevera a referida correspondencia, e
toma-rae por isso satisfacoes, sem que eu Ih'as
deva.
Nao seria de todo infeliz a diverso, si a corres-
pondencia a que se refere o Sr. Dr. Costa Ribeiro,
nao fosse, como foi assignada, e por pessoa contie-
nda ; e uao se soubesse, demas, o motivo que Ihe
den causa.
O signatario e presumido autor da referida pu-
blicaco foi directa e pessoalmeute provocado pelo
Sr. Dr. Costa Ribeiro, creio que, por urna circums-1
launa de nonada, por haver dito, de passagern,
por occasio de defender-se por este mesmo jornal
de urna aecusacao que Ihe fizeram,que S. S. fura
conservador em comeco da sua vida publica. So-
mente por isio, bocea que tal dls^este I o Sr. Dr.
Cosa Ribeiro respoodeu-ihe, como l dizem, com
qoatro pedral na mo; arrotou risiveis desprezos
paia com terceiro, e, o que mais procurou of-
fender gratuitamente lodo o psfrtido conservador,
sem linvi.la na ir.leri.;o de dar arrhas aos ligenos
de Af))jados, afim de que nao corra alli risco ua
candidatura a deputaco provincial, na ele cao de
7 de Janeiro vindouro Eoto, succedeu o que S. S.
devia esperar, e o que toda a ge.ole era capaz de
prever: aquelle a quem S. S. directa e pessoahneu-
te provocou respondeu aggresso pela maneira .
que se vio.
E o que tenho eu com isso, Sr. Dr. ?... Est urna
boa encamisada I... Por veulura fui eu que o in-
dnxi a entrar em polmica com essa pessoa que o
olT-ndeu, por se julgar tambera oflendida e aggra-;
vada pela provocacao que S. S. Ihe dirigi T Don-i
de lirou o Sr. Dr. Costa tiibeiro a certeza de que i
fosse eu quem escrevera a correspondencia de que
se trata T Ajuste l as suas cuntas com quem as i
deve, e, por quem nao me envolva em taes alna-
das/
Ah est o Sr. Marcolino Ferreira da Costa, a
quem S. S. fez a honra de considerar um dos in-
fluentes e directores do partido conservador em
Afogados. Nao supponho o Sr. Dr. Cosa Ribeiro
capaz de dizer o que bao sent, s com o fim de
abocauhar e raaldizer : S. S. nao esta na classe dos
dizedores de paehuchadas de mo gosto. Pois bem;
tome se, oo comigo, mas com o Sr. Mareolioo, a
quem provocou: a queslao d'elle e do Sr. Dr.;
por la se atem.
Mas, diga-rae o Sr. Dr. Cosa Ribeiro, Supponha
mesmo, si ulzer.que ful eu quera escreveu a cor-
respondencia do Sr. Marcolino, mediante informa-
Ces de uja v- racidade nao me oceupo; porque
isto correo e corre effectivanieote por conta d"el-
a denominaco de *o/an
foi dada por Lyneo.
Pareeendo-nos conven
sueco dos fructos da jui
pregado, nos propozemosle conseguimos preparar
com elle oo s um extra lo alcoolico que pode ser
applicado em pilulas, m; tambem ura vlnho, um
que pode substituir, em
estamos persuadidos que
humanidad.1 e a
xarope, e ura emplastro
certos casos, o de Vigo ;
com isto prestamos um stjrvlco
hiera peo tica.
Pisn, tratando da hydi >pesia, prescreve a de-
coeco das raizes da juru >eba, e Mrat e Delens.
em seu Diccionario de mn
tica, dizem que as An'i
eria medica e therapeu
has se faz uso do sueco
dos fructos maduros des- a planta contra o catar
rho vesical ; e a autorida
dicos, merecidamente re
suas palavras, e por ist i cuidaremos de ter em
nosso estabelecimento ess s raizes, para que possam
ser experimentadas.
A reputaco da jurube
therapeuticos obtidos ull
tantes, que nos parece
isto, que fica escripto.
Deposito: pharmacla ele
Joaqut n de Almeida Pinto.
e dos nomes desses me-
bres, nos leva a crer em
a tal, e os resultados
mmente sao to impor
nutil dizer mais do qu<
JURUIIEBA.
A jurubeba urna das
tosas, ao reino vegetal,
dos tnicos e desobsirutbtes, sendo em prega
ua cora varitae,in contra
e, e hydropesia, catar
a combater a menstrua-
esma anemia ou chic-
acompanhadas de engorgitimentode figado e baco.
Ella lem sido applicada co n incontestavel proveilc
contra a anemia ou cbloro
rho da bexiga e mesmo pa
Cao difDcil, resultante da r
rose.
Exlrato alcoolico de juri beba.
Emplastro dem.
Oleo idem.
Tintura idem de idem.
Xarope idem.
Vinho idem de idem.
I'wilas de ext. idem.
Deposito, pharmacia de I
sario n. 10.
obstancias medicamen
e perience classe
as febres intermitentes
GOMMllCIO.
Caixa filial lolnn
Feraami
A caixa desconta as lelrfcs
taixa de 7 0|0 ao anno.*
Og
Ignacio
mto. ra larga do
o ac.
de seu aceite pela
larda-livros
Nunes Correia.
Novo Banco d
O Novo Banco piga o
devindo na raz3o de 8jl
Pernambaco
dcimo quinto di-
por aeco.
\ovo banco d
buco
0 Novo Banco desconta
1ro mezes a 11 por cento ao
a 12 por ce.nto, e toma dinl
e emana
letras de praso al qua-
anno, e ate seis mezes
eiro a praso fixo ou
Navios entrados no dia 14.
Maranhao38 dias, palhabote nacional Novaes, de
193 toneladas, capitn Jos Mor.-ira Maia, equi-
pagem II, carga dilTerentes gneros; a Joo
Francisco da Silva Novaes.
Malaga-39 dias, sumaca hespanholaj Guadalupe,
de 133 toneladas, capftao Joao Fontanelles, equi-
pagem 11, carga vinho e ouiros gneros; a Amo
riin Irmo.
Navio sabido no mesmo da.
Aracaju' e portos intermedios vapor brasileiro
Parahyba, commandante J. J. Marlins.
Obserrarao.
Fundeou no lamaro una barca ingleza, mas
nao teve eommunicaeo com a Ierra.
^antii Casa da Misericordia Kecife.
A junta administrativa da Santa Casa de Miseri-
cordia do Recife manda fazer publico que no dia
9 de Janeiro do anno vm-louro ha ver concurso
nesta secretaria para provimonto do lugar de es-
crivo : os preteudentes podero dirigirse a mes-
ma secretaria para as precisas Informaedes.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 11 de novembro de 1865.
0 official,
Manoel Antonio Viegas.
Arsenal de guerra.
0 conselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguinte :
Para aula do presidio de Fernando.
Cartas de A B C l'.O, taboadas 100, arithmeticas
pralicas para oso da? escolas 100, compendio' de
don trina christaa 0, eoKecco Je competidlos pa-
ra as aulas de primeiras letras 50, elementos de
geograpbia universal 35, economa da vida huma-
na 25, thesouro de meninas 25, historia de Sun.io
de Nantua 25, os deveres do horaem 25, selectas
classicas 2o, o born menino 25, compendios de
grammatica porlugueza 50, traslades sonidos 100,
pedras de lousa 50, crides 100, papel alinacn, res
mas 8, pennas de ac i caixas, peonas lapis i du-
zias, canelas 100, lintel ros de chumbo, pares 12.
Para provirnento do almoxarifado.
11,000 metros ue brim nranco, e 5,5:J ditos de
algodozinho.
As pessoas que quizerem vender ditos arligos
apresentern suas propostas na sala do conselho, as
11 horas da mnha do da 13 do corrente.
Sala do conselho de compras do arsenal de guer-
ra 11 de oovembro de' 18ii5.
nencarregado da escripturaco
Manoel Jos de Azvedo Santos.______
Cousultido provlaclal-
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co .ue no dia 14 do corrente mez se bao de arre-
matar em basta publica, a' porta desia reparlicao,
ao meio dia, o esciavo Flrmioo, cabra, idade de 22
annos solteiro e sem profisso, e avahado por-----
1:100?, apprehendido aos commercianies Abren *
Veras p.-lo ofllcial exteino da secretaria da polica
Jos de Vasoueellos, e 70 couros de cabra curti-
dos, 30 meios de sola e 6 pelles, apprchendidos a'
Thomaz Times pelo guarda desta mesa francisco
Jorge de Souza.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
9 de novembro de 1865
Antoaio Carneiro Machado Rios
Administrador.
Directora das obras militares
A directora das obras miliires ten!. de man-
dar proceder ao concert de que necessita a ponte
da tortaleza do Brum, convida as pessoas que qui-
zerem ncumbir-se de tal concert, a apmsenlarem
suas propostas na dita directora, nos dia- II, 13
e I i do corrente mes, das 10 horas ao meio da,
onde pudem receber os esclarecimentos de que
prteisarem.
Directora das obras militares 10 de novembro
de 1865.
M. i. Bricio
Director.
CO de qmtro- ata*, reata-
agosto do correle, rom o casual de
l:000# em dinheiro, fornerWo por iitiw em par-
tes iguaes.
O contrato de Antonio Jos Ribeiro ra Silva (^n-
mares e Antonio Jos Peixolo Gumarae*. i--ra*.e-
lecidos nesta cidade sob a firma de Guimar.*-* >\
Sobrinho, da qual s podera asar o socio Sun
Guimares, devendo dita sociedade dorar por le
i po indeterminado, e com o capital de 8:iK>*. f. r-
necidos 6:0009 pelo socio jrereoie. em bi^mh* e.
dividas do estabelecimento, e S:0Ot> em diestro
pelo socio Peixolo Guimares.
Secretarii do tribunal do rontmercio de Pernam-
buco 7 de novembro de 1865.
O offlnal-maior,
_J____________Jubo Gaimaraes.
O lllm. Sr. inspector da lheourara de fa-
zenda desta pr- vincia mapla fazur pul, i a Inon
os habilanles la mesma provinria, .i>- tm nr;:i
de da circular do trit.unal do ihev.oro o .le i
de uUlubro ultimo, acha-se aturo 5a m-ma HV-
souraria a subsiitu gao das n-.s de S90011 estampa, e que em lempo conveniente se annan
ciar o dia em que deve principiar o Wcneio
meosal de 10 0|0 no valor d s notas que ale en-
to nao liverera sido mMMMMh,
Secrelana da ihesourara de fazenda de ivrnam-
bnro 1.3 de novembro de 1865.Servlndo de ell-
cial-maior,
Manoel Jo-.'- Piulo.
Peranie a Cmara iiiitiirripal ifevti i litote
eslarao em praca nos das ||, U e t5 erren-
te para serem arrematados por quem asna* pr^ ,
offerecer, os alugueis da casinhas a<. 15, 18 r
da ribeira da freguezia de S. Jos, as <\xr* xaram de ser arrematadas ; aquelle* qiw preea-
derem concorrer a arremaiaco prlern ayjnan-
lar-se nos mencionad.m das, no paco ila aaeantn
cmara, munidos de carias de Ranea para o 4.lo
fim. Paco da cmara muir Ipal ro Rente 8 de
novembro de 1865.
Luiz Jos Pereira Simoes
Pro-presidenie.
Francisco Canas*- da Boaviagem
____^^^_^^ SerreUno
De ordem do lllm. Sr. inspector ia ihes-ura-
ria de fazenda desia provincia e fax psMiru me
nu da 18 do crreme mez, as 2 horas na lare,
peranie a junta da mesma ihesouraria ir;i.> a pra-
Ca para serem arrematados por qoem m-n.-
lizer os concerlos, pintora e caa lura d sjas ne-
cessita o lazareto do Pina. O oream-ni ser mo*-
trado na mesma tlie-oureira aos prete.ii SMnan. As
pessoas a quem coovier a sobrediti arv 1
devero comparecer nesia m-'-ma ihe- .r,rY a
hora e da indicado-. Se Telarla l !h.~hir..r a
de fazenda de Pernambuco em ID de Dvveinbro de
18S5.
Servindo de ufflci.il mae.-r,
_________ Manoel Jos Pinto
<:*tnii bEiiii.
Pela administracau do corrrio Oesia eidade e
'az publico que em virtud.- da .-..nw-i
elebrada pelos governos brasileiro e fraui>i. sero
xpedidas malas para Europa no da 15 d rorrea-
te mez pelo vapor nylez Rkone.
As carias sero rer.ebidas at as 2 hora* ante*
da que f.r marcada para a saluda do vapor. a
joroaes at tres horas antes.
Admiiii.-iracao do c irreio de P rmnaanm W *
novembro de 1865.
O administrador,
^_______________Domingos dos Pa-.-os Xiraada.
No da 17 do crrenle, depoi* da aorti-weia
do lllm. Sr. Dr. uz municipal da I* vara, lea e
ir em pra?a para serem arrematados, om terrear:
foreiro, na na do- Oasas, frejiiiena de Sanio \n
ionio, com 32 palmos de lare 11ra, 1*5 de hin-i". le-
chado pela (rente e de ura lado rom orna ie.ru,
pelo convenio do Car rao, pelo outro I ni rasa
oito da ca-a n e i>los fundos com ni maro :
a vista do estado era que se aeha foi avalan aar
3005000.
Urna pequea caa terrea n 3, na raa do Car-
ino, na mesma freguezia, cora Id palmo* *e va
na largura, i i de fundos, cm repa rumen ir. pr>
umi sala, e um quario por acabar, pemv*. .|oia-
tal, e sera ladnlho, tendo urna poru larj:.i i* ira-
te, em terreno arrendado ao con'emo de >. S. 4r
Carino ; a vista^ns; seu e.-lado U avaii.uia por
20115, Bojee bes foram aranaradaa a aaaai Ja-
ipnm da Silva Uiiieiru, a rei|uerimento de Aaiuaic
Jos Vieira ; esenvo a ralos.
tu El rito
DE
EMPREZA--JOIMBRA
Beneflcio do actor Vort >
Quiutii-feira 1G de uoveinhro
de 1865.
Subir' a scena pela ultima vez o magnifico dra-
ma em 4 actos e I prologo
rflULHERESDEMftRMORE
Terminara' o espectculo rom a linda -rneAa
em 1 acto
TO torquato
Comecara as 8 horas.
A7IS0S MiBTIlMfc.v
CoHPiMIU KIUSILEIK.
DE
PAQUETES A VAPOR.
K e-perail) ib..- p..ri< do a
al o da ti* do rorrele o vaar
Uyapoik, rnrnmandante *^>tr<:
Cnrta, o qual depois da <-m-n
do cosiume seguir para o-
portos do 11011-.
De-de j rerebem-se passageiros e eaa,a-e a
carga que o vapor poder condozir a ser embarcada n.> da de sua .h-jradi. ea>-nmraea-
das e dinheiro a (rete al o da da -ihi.la a> i ae-
ras : auencia ra da Cruz n. I. escripiorw le An-
no Luiz de Oliveira A/evedo (5 C
Cumpa 11I1 i;t te paquetes a >ar eitre
s YA los-l unios e Brasil.
Al o da 10
d> rr.rrt n-
p-ra-se de .Vv-
Trk Din .! *a-
p>re- da rompa-
nhia o qaal de-
pois da .1-n.ra
do cosime, e-
gcira" para as
do snl. Para jiassajen- etr trata s- enaa
nles Um y Forster A C., ra da Tra pirita
portos
os ae
n. 8.
Tribuual do comincn iu.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que nesla data lea re-
gistrado o contrat" de sociedade de Thomaz de
Aquino Fonseca, Francisco Joaquim Hibeiro de
Brlto e Carceoiado de Aquino Fonseca, estabeleci-
dos nesta cidade sob a firma de Thomaz de Aquino
Fonseca & C, da qual s podera fazer uso o socio
Thomaz; devendo a mesma sociedade, que leve o
seu comeco no 1 de setembro do Hrrenla anno,
durar cinco annos, com o capital de 171.430(918
f unerulo pelo socio gerente capitalisla Tnomaz de
Aquino, consistente em dinheiro, leiras e faz.-ndas.
Secretaria do tribunal do commercic de Pernam-
buco 10 de novembro de IHo
O offiYial-maior,
________________________Julio Guimares.
Tribunal do coratnercio
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico que nesta data foram
competentemente registrados :
O contrato de sociedade de Antonio Jos dos
Santos e Manoel Gomes de Freita-, esiabelecidos
na cidade do Aracaty, provincia do Cear, sob a
Arma de Sanios & Frenas, devendo a mesma so-
COMPANHIA BiSILEIBl
PAQUETES A VAPOR.
K e-peralo dos ^.rtos do aarhr
al o da 17 do crrenle, o vapor
Por .inri, commandante o rapttao
de fralala Antonio Joaimim da
Santa Karbara, o qual depor A
demora do cosiume seguir' para os ponas da
sul.
Desdej recehem se passagelrs e eafaja-se a
carga pie o vapor poder rondazir, a qual de-vera
ser embarcada no da de sna ele-jada, eoenm-
mendas e dinheiro a freie al o da da sahwva as
i horas : agencia ra da Cruz n. I, esrnpiuna ia
Antonio L1117 de Oliveira A?redo A C
PARA o
Rio de Jaueiro
pretende seguir com molla brevidade a i
nacional Piedade, lem parle do eo carrepa
enitajado : para o resto que Ihe falta e aacrav
freie, para os quaes lem nrvllenie
trata se com o seus cunsignatarKH Aoiuavo
de Oliveira Azevedo & C, ao san esenatart *aja>
da Cruz n. 1.
amh' ecear*
Segu por estes dias a bareaca Ooos Amifaa,
ainda pode receber alguma carga ; a tratar aa
caes de Ramos n. 34.


Diario de Prm*rafttte<* Qasrtft ftf T9 f aVe1e!#tt iBfd ifr <->
tan o Rio de Janeiro
Vii sabir com brevidade o brigue Adelaide
por ter a maior parta de seu carregamento traa
do ; e para o qu-_> Ihe falta, traa so com o consig-
natario Joaqoim los C niralvi-s Beltro : na ra
do Vigario n. 17, Io andar. ^^____
"COMeANHIA PERN'AMBULANA
DK
\avegjcao cosleira por vapor.
Parahiba, Natal, Maca), Aracaty, Gear e
Acarac.
CURSO ESPECIAL
DK
LE LO
DE
De cerca de 31,i 00 j de pranchoes PiiepabYatomos
le pinlio e I,o0 ps de l a boas tic para 09 estiidanies que pinho, u re do carre^ameato da fazer acto cm marco
barca ingina Mira k Celia, en um Jos S)ares de Azevedo. professor de
OU Dais loles. : ingua e literatura nacional no Gymnasio
so ^^Z^ZT^ pokTo. I ^vincial do Recife, tem aberto .. sua ca-
\A^,^Zh^^S^^S^M'raims 37>umcurso e*ecW d0S
CASA DA FUE*-
ntldo.
do o!aah-
pe, commandante Rali.*. Ilecebe c
21. Encommendas, passageiros e
al 2 horas da tarde di da d sahida
no Forte do Matos o. i.
rga al6 0 aja ^^^rSS^ ^pr^I, ^""^ P^Fraiprios, para aquelles estu-
oiniieiro a rrete om e,n,iret;a(0 da raesma repartigo para o fim dantes que tivcrem de fazer exame em
escriplono
Para Lisboa
sahir' com brevidade o brigue portuguez .Cons-
ume II, recebe carga a fete e passageiros, para
os quaes (eai escolenles commodos : (rata se ccm
Maum I Ignacio de Olivera Filho, no largo do Cor-
|w Saulo n. 19, escriptorio.
~PAIU LISBOA
V3tgahir com brevidade o patacho porluguez tMa-
ri.i da Gloria, capilo A. B. Volante, recebe car-
gae passageiros : tratase com o consignatario E.
i'.. llabello. ra do Prapiche n. ii.
Para o Rio de Janeiro segu em.poneos das
o patacho nacional t F por ter parte de seu
carregamento prenoto ; para o resto trata-se com
seu enoslgnatario Domingos Alves Matheus, ra
do Vigario n. 14
.oiiip.-inliirt l'ernawliucauji.
Aearac.
Os Srs. carreg*dores de lateadas ou quaesquer
ouiros gneros para o Acaraed pelo vapor Maman-
guipe, sao convidados a manda-Ios embarcar quan-
(o ames, por isso, que sao os ltimos a sahir de
b.irdo. ________^___
Par i o Rio de Janeiro
safan em ponas das o palhabote nacional Arroio
Mato, que receba anida algiima carga e escravos
a frets, bem como passageiros, para o que tem es*
eelletttes aecomm>dac5e; : trata'so na ra do Tra
ji -.: n. 4.
nomeado, com assistencia do cnsul de S. M. Bri
laonica, por iulervengj do agente Piolo, e por "-"w p*"*'"-"
conta e risco de quem perteoaer, de cerca de
46,000 pos de pranchoes e laboas de pinho, parle
do carregamento da dita barca para ajudar a pa-
gar as desposas feias com a me-ma neste porto, i
as 10 horas do da 16 do correte : no armazera ',
alfandegado do Barbosa em (reute ao Corpo Sauto i
lado do caes.
L i sigua Franceza
ficographia e Historia
Phllosophla
Rhetorica e Potica
A&s fcOO
litio cae* gara
A beneficio das familia:
rios A' RA DO CRESPO N. 23 B C,
_0 abaisoassiguado venden i
ts bilhetes garantidos da lob
de extrahir, a beneficio das fa nilias dos
ros da patria, os seguintes pr mos :
U MI hele loteiro o. 843 com
O billiete loleiro n. 3673 cor
Um ineio o. 2145 com a
E ouiras rnuuas ortos de
lOjOOO.
Ospossuidores podem virr
SAS J*O.COSTUMk i conislas a se reuolrem ry> da l" do crreme, ao piche-novo n. ?6, nico asrer
o> seos muitofeli- meloda, do escriptorio dYia eoiiipanhia, ma da jde llr mdenburg frres, Bun
na que ae acaboc Cadeia n. 42. fhr itiW iipmilu dos ar
volUDla
a sorte de 6:000,8
a sorte de 1:2005
soi le de ;00{0O.
100, 404, 20 e
ceber seus respec-'
tivos premios sem s descootps das leis na Casa
23.
parte da lotera :
dos voluntarios da
ttfeira 21 do cor-
da Fortuua ra d i;respo n.
Acbam-se a venda os da 6
(3(>) beneficio da- familias
que se extrabir ter$
Leilao
As pessoas que se quizerem utilisar desta
; vantagem, podera dirigir-se indicada re-
e de!
Do sobrado de 2 andares da ra do Vigario n. .
33, edicadoeui chaos propnos. siaencia, ue mannua ate as y notas,
De urna casa terrea di ra do Rosario da Boa-, tarde a qualquer llora.
Vista n. 4i, en. chaos foreiros.
Duas ditas da ra da matriz da Boa-Vista ns.
30e32.
Urna morada de casa terrea x ra de Santa
TberezaemOliudau.il, com muilas accomiuo-
da^oes.
Sexla-feira i 7 de outubro.
X) agente Pinto l-galmenie autonsado tara lei-
lao das casas acuna mencionadas, as 11 horas do
dia supradito em sau escript mero ;t8.
patria,
rente.
Para
Bilhetes
Meios. .
Quintos.
as pessoas
PRECO.
LOTERA
AOS6:000W00,1:200^000:
e 500#000.
E
BILHETES A' 50000, MEIOS A' 25500
QUINTOS A' 1500.1.
Corre te c:i-fe ira I.
Acham-se venda na respectiva thesou-
Bilhetes.
Meios. .
Quintos.
M A.NUKI. -M
Veneravel ordem 3
A commissao abaixo assigoa
reedificacao do sobrado iocei diado na ra das
Crasos, convida os mestres dtl
que quizerem en.:arregar se d i
comparecerein na ra Nova n.
Ibes dizer quaes as obras que
rana a ra do Crespo n. 15, os bilhetes, seus orcamento?
lili iII.
Li
eilo
Da enchufa de carros-la na do Sol
RBftttM 27
Constando de
3 carro quasi n.ivo,- com seus perlences.
7 parelhas de cavados.
LEILAO
De um escravo.
Sexta-feira 17 de uovembro ao meio da.
O agente Piulo fara leilao a requerunento de
Philippe Meniij Callado da Fon e tulor de seus uetos .nenores e por despacho do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos do um escravo ca>
bra de nomo Maooel pertencea e aos raesmos mo- at as'4 j-,oras (|a tanJe e-QS oulros QfQiS mesa regedora aqo-U
ores, ao meio da do da sexta-feira 16 do COf- ji^jk,,:.,- j_. ,UlL F habilitadas a mandar
reute em seu escripuno ra da Cruz n. 38. aa ulstrihiligao Uas lisias.
As encommendas sero guardadas somen-
! te at a noite da vespera da extraefao.
0 hesoureiro,
i
meio> e quintos da 6* parte da lotera
(391) a beneficio das familias dos volunta-
rios da patria, cuja extracto ser no dia
e hora do costume.
Os premios de (5:000,5000 at 105000
sero pagos orna hora depois da extracto
Jos Joaquim
Joaijuun Parh
Amonio li-ni i
CllPlUiU
DE Pr.'nsa
Seguros Martimos Utili(la-|WrHn
de Publica
Ama.
o do urna Ma que compre, rosinhe o
im, pra cas ra da Croz, atmasem n. 57.
A directora, de cnnfarmidade com a l1 parle do
artigo 41 dos estatuios, tontt aos soaavres ae
Prensa se
Dorias n. 106.
alujfar im escr.iva : aa ra ie
Em ca*a d-
Recife 10 de novembro de 8C5.
Os J,rectores
Feliciano Jos Gomes.
Doininogs Bodrigues de Andrado.
A ma
63000
35000
1200
que compijarem de 100500G
para cima
Precia-se de Dina ama que saiba lavar e engom-
mar : na ra do Trapiche n. 36, i a Jos Bapiisia Meodej deixa de ser caixeiro
dos Srs. I'ercna & (/idulT, e agradece-Mies o bom
traiamento que receben einqoanto foi seu empre-
gadi)___________
VERDADEIRO LeToy] 8
W80Q
2*790
U100
RTINsFlIlSA.
do Carnio.
la, enrarregada da
de SICNORKT, Doctcur-Mixlecin
le d Seine, 51, PARS.
r nimii jiMtiniin
pedreiro e carpina
obras precisas, a
6-i, alim de ah se
quer, para dartm
.ma Bairao.
co da Silva,
rdo Quinteiro.
vino Espintii-Santo
em sessao de mesa
do Illm. Sr.
juiz especial do coinm-rcio da armicao, gneros
u pe (enees da taberna sita na ra Veiha n. 33.
Sexta-feira 17 do corrente.
As 11 horas do dia na inesiua liberna, os pre-
tendeutes podem examinar o mandado em mao do
mesmo agente a ra da Ctdea n. 9, primeiro
andar.
Tendo a irmandade do D
da igreja do Collegio, resolvido
conjuia, mandar fazer de maijmore braoco lino a
capella-n r de sua greja; convido de ordem da
las pesso s que
exeeular
a examinaren) a planta que se a
sacrista, e a apreseniarem a
preso de 40 dia- contados desl.
da irmandade, em 10 de novembro de 1863.
O esci va
Francisco ielarmino
Precisa-se alugar urna
se arharem
semelhante obra,
-ha exposta na sua
siias propostas no
dala. CmiMsiorio
los Santos Freitas.
lo
LEILAO
Da aroiaco, gneros e pertences
laneras da ra Velas a 33 AntoniJose Uo4ri8ues de Sou/a-
O agente Marlius fari leild a requerimenlo de' 0 Sr. BrTIiardino JoSi! da Silva Braga, Precisa-se alugar urna prj-lo que sabe r-ozl-
Barros & Silva e por maulado do Illm. Sr. Dr. que teve taberna na ra da Seagala Nova nhar e ngommar : quema liv-r dirija-so a roa
n. i, qiieira vir a esta typographia des- ue B.rlliolomen, sobrado defron e da cadeia n. 69,
manchar as objecees que poz n-i referida
assignatura, visto como a pessoa que boje
est com ella diz que a tomn no corrale
mez e nao com atra/.ados,
ou a ra da Palma n. 41, labor
I'rerisa-se de urna ama di
Imperador n. 50, segn io andar
Trieod ChrfcMaawi'B, roa do Tra-
nle ->le do Br.- i.
leaos, rmtmwa m ef-
ariigos scgumtes :
Si. Julien.
St. Fierre
Larnse.
ihaieau Loville.
Chulean Marganx.
Graod vin Cliaie.au Lafitle 1858.
Chatoao Laluo.
Man Sai)|.-rnes.
Cbaiean SaMfefMO,
Coajeai Laiaur Blaocbe.
Cbatean Vqm-m.
Cognac em ires ipjalidad<.
Azeile doce. Prejo-* k Burdeaox.
Compaubia fidedadc da tegwim M
maritimos e terral; -
estabelecida nu Rio A'.K.MKS KM mHIAINM tal
}$. Antouio Luis de Oliteira imit* k C, |
Je. competeiitemenie autoridad \.>- a tiree-
S tor'a ,|a coinpannu de .-ejtun* fi.l lula-
^H de, t-.mam seguros de navios, merrad
._. ras o predios no seu escup..ri roa da ?
tt Crui n. I. Jft
Aluga se urna escrava muio !* muilo b'iin leile, para alimentar qiialquer rmp,
a traiar na ra da Gruz do Rerifa n. V*.
m C.vlin'lros aaierH^aos
Ainda Hxi-lem 2 Je resto: na ra Di-
reila n. 8i, padaria.
Preeisa-se de um bom coziabj;iro : aa rsa da
j Aurora o. 32. w
~~ESCRAVA.
Precisase alugar una rtemm p Ma la er
bem lodo o rartieo oterno de uma ea> d* fao'ia,
escoplo COSiafcar : na roa da Cadeta a Rerilc .
52, terceiro andar.
:*
m
la.
leite : aa ra do
mas bu
GOsta
eticais^i agente Cordeiro
Si.no <. dos cano*, cav.iiio* < mais perteo^es de
sin coebeira -a ni un do S >l n. 27, visto reli-
rar- c;<< i letlosera' pffdotuado n.i mesma cocheira uo
Hiut)
a- 11 lloras em |ioni>.
50 POR CENO DE
LIC80.
- Prei-isa-se de 2:2005 a ju
prasn, dando-se para garanta Bloca
valor : quem
procurado.
os quizer dar a )cuncie para ser
Garante se a quem da 4:0005 a 8:0005 para
executar urna empresa garantida : quera quizer
fazer este negocio avise sob letra B. W. a esta ty-
pographia, onde pode ser procurado.
O Sr. Antonio Garcia em uma carta vinda
Q laita-feira
-j
LEILAO
O brigue (Vane.;/. Oiroiiac.com toilos
scsis perteuees tal qual se acha au-
r.ii-.uio aesle piulo.
M-W H53
de novembro as 11 horas
em ponto.
S CONSOLADO K u.vcicz lli: V DO TOAPIOHB W. 14.
U igente Pinto fara' leilao por ordem e em pre-
seoca do Illm. Sr cnsul d-j Kranija, com previa
parltrtpa^o do llim. Sr. in-pecior da alfandega,
ci ii as-islencia (! un embregado da mesraa re-
parttcJo para ome'iiii lim nomeado e por conta e
i de quem perteocer do casco, apparelho, so-
;e.llenies raa-s obj^i-tos perlencetes ao bri-
g fraocej Carolina, tal |ual se acha ancorado
n--t- p irlo, onile fii legalmente coodemnado por
i'!i. iv-.gavel, ptenlo os ir 'leo lentas desde i
ex< nmi lo em face dos inventaro* exisienles nao
s no consolado francs cuno no
agente encarregalo la venda.
O leilao sera -ff eluadi ss llborasen ponto do
di i (5 do correte, no consulado francs ra do
Trapichen. 14, segundo andar.
A Semana Illustrada e o Bazar Volante do
Rio de. Janeiro assigoara-se na ra do Crespo n. 4.
Tamben) ti t collecco do Io de albo em diante.
Fabrica de chapeos de sol de V
Falque, rua do Crespo a -A.
Neste autigo e acreditado eslabelecimento acha- i
se sempre um completo e vanado sortimento de d_e Santo Anta... na praga da Independencia n. 8.
chapeos de sol de iotas as qnalidades e preeos,
lauto de seda e alpaca, como pauo de todas as co-
res, |iara homens, seohoras e meninos, ijn.mto aos
precos sao os mai- rasoaveis posslveis, tambem ha
um grande soril ento de uecas de seda, alpaca e
pao para as pess tas que quizerem encomm>*nd.ir
chapeos de sol e mandar cohrir armagoes servida*,
Conc rtam-se os mes idos, sendo todo este trabadlo'
feilo com loda a perfeico, presteza e commodo
preco : na ra do Crespo n. 4.
|.r pequeo
escravos de
i m cadi earran,
j'|i:- \r\u o IIM :l SOI
|rr!lo rom o Sei.i.o
-V. II .....Un
lne hirii, acrPavrl
Itiua^C de altiOiiiiriJo
'rpiisa |0'in'i|).il
Ip^iIiiiii l.c lov
.'ni Caza .o hamo
muco _- 111.- prlu
l'.razil a S\k \>tii-
M" l'RAM: : ile 1.4-
iCBiaa lia liahiu e
^nns prfncipacs i'liiir-
iiiartultCii3.
ntrr
ewi
rollei r o p.i| el :iz..|g
h-, um rutnlii iwprrsso rm ubim
iMirmvi. no bOVSKNO I lUM:1 z. J
Milii-.f tii.:i kltru de .".oa Iran
vista, ao iiuvm,
ili'^riiiitn.
'MlmmMMKJKX& WJOkA
m Casa de baulios *
m
Albino Baptisl da Rocha, relo-
joeiro e douracrir porluguez, na
praca da lodrpet dencia n. 12, faz
qualquer concedo perlencenlo a
sua arle por pretos mais baratos
do que oulro qualquer e respons.i-
bilisa-.-e pelo seuj irabalho, assim
Alnga-se a casa terrea n. 52
ria : a tratar no armazein da ra
da ra da Glo-
da Moeda n. 9.
- Preeisa-se de urna ama para casa de familia:
na ra da Paz n. 2.

como tambem compra relugios t
espera proleccd de sens amigos

segunda mo,
compatrioli-.s.
Socieilade
tuos
de
sobre
ft
seguros
a vida
mu-
fta)Kfl.l.O
DK
O banco Allianca do Port leudo eslabelecido es-
ta sociedade debaiso de sua immediaia vigilancia
e responsabilidade, facilitn a creacio de capitaes,
scriptono do | dolos, rendas, pensos, isenedes do servido das ar-
Hnas etc., por meio de sol)serpc5es nicas ou an-
nuaes, as auaes CoOVertidas iin inscripgoes da di-
vida publica, de renda nacional, e da mesma forma
os juros se riestrpes que d'ellas se fnrem vencendo,
fleam por um cerio numero de annos em deposito,
at que, lindo o praso estipulado, sao restituidas
aos socios com os ioteres.-es amonloados, bem co-
Sl'WiS 7^lfS3Bi'iSB*'3
flB JFO'lfJl' \l''\t >iJy**lbVf -el
Dentista de Pemambuco.Cl
m m
13 Hua eslreila do Uosario n. 3, g
ao pe da igreja
SFRNCISCO PINT 0Z0RI0|
Colloca deutes artiflciacs
pelos ysteiuas usis iuo- ^
dernos iM!
Emprega todos os meios scicnlifcns para |^l
conservar os natnraes. Pode ser procura-
do em eu gabinete das 9 horas da nia-
nhaa as o da tarde.
MARTIMOS
CONTRA F
A companhia Indemaiaado ra, eslabeleci-
loma seguros
da ne.-ta praca,
bre navios e seus carregame
fogo em ediicios, mercadori
na ra do Vigario n. 4, oav
)GO.
martimos so-
.tos, e con ira
bs e mobilias:
ment terreo.
Aluga-se urna ama de lei'.e
que se|a sadia : na ma Direila n.
Alnga-se uma excedente esc
busla e de lioa conduela, com habi
fazer servicos de casa de familia :
Velb.i n. 40.
M
if / i mo as que periencerem aos associados fallecidos,
t HM'IS. tmsiCS tlVUlS &, rcKvisl.)qued'este8S.aoherdelrosossobreviventes.
(liOS e alilibeira t n f nos clculos desta sociedade, ve-se que, com nina
obicCtOH de DU>'0 e OVata, CU entradaannnal de30*000^porexemplo, ohtemse
. em o anuo- 4505000 a oollilKK), em 10 1:5005000
lll't IftCnmarretOS. eSCraVOS a 2:000?n00, em IS 3:5005000 a i:500jo00, em
. ,,. ,, 20 8:0005000 a 10:0005900, cm 23 18:0003000 a
}>eXOS, OriJ.SlnCS 83:000J0u0, conforme a idade do individuo sobre
! quem feilo o seguro, pois que nos referidos cal
; culos conla-se com a maior ou menor probabilida-
jeCtOS do aso domestico de de doracSo de vida.
.. __, E~ta sociedade e sobretodo vantajosa aos chees
hB."o5r!j i de familia, visto que Ihes facilita sem sacrificio a
11) C StVla-fefll i 7 do f,,n('a?^0 e um raPl,!,l "ll dote para sews lilhos ou
lilhas, segurando os quando nascem ou eraquanto
ClMTCIlle. sao enancas.
Quem, piis, mais circumslanciad>s informacoes
e grande ijiiantidad de oh
Quarta-f.iira
NO GKANDE ARAAZKM E LE LOES
DO AGENTE
OLYMPIO
:de-ejar sobre tal sociedade, ou se quizer inscrever
' cmno socio d'ella. dirija se a ra da Madre de
Dos n. 28, onde se podera entender com Joo Car-
los Coelho da Silva, que para isso se acha encar-
rilado,
3i lina la l'atlea ** llccie -30
1) l eavallts de su la c algunas pecas
lie esteras para forro de sala
5kMM!.
VOC.iuvmf, vu\H/.'.vi im .\GF\TP,
OLYMPIO
'I I nna ili t^dcia Apparelho ubroni de Pars.
I'hotographia de algibeira
Os excellentes resultado- obliios om este sim-
ples apparelho, fa/.em com que se tenha vendido
em loda a parte em numero eon que qualquer pessoa pode tirar retratas e paisa*
gen* com a maior facilidade. Lhegou a ra do
Crespo n. 4 urna segunda remessa destes appare-
lho.*, previne-se, pi i*, aquellas pessoas que deixa-
ram de comprai por nao ai-harem mai*, de preve-
nir se com lempo ; a porc) pequea : na ra
do Crespo u. 4.
Comprase um escravo ou aluga-se, quem ti-
ver pode dirigir-se na ra da Concordia o. 64, pa-
daria do gaz.
Auseulou-se da casa de seu se.nhor, na ra
da Aurora n. 24. um raoleque crioulo por nome
Augusto, idade 18 annos, costuma andar aqu mes-
mo na cidade, ou seus arrabaldes, e bem couhe-
cido por ter o queixo um pouco sabido : quem o
pegar leve-o a ra da liruz n. 49, ou a ra da Ca-
deia n. 26.
irra ou escrava
3, 1" andar.
a va moca, ro-
idades, so para
a traiar na ra
ESTRADA DE
DO
Recife a Sao Francisco.
Pela superintendencia desta cora anbia sao con-
vidados os Srs. acci mistas a receber o Io e 3o di-
l.:i!-o do urruu aa. f;.
E>le i .-laheleciliieiiln l:o beni m''ntU''o
na sua urigein acluva > de ha minio -ni
quasi c.mpleio adiiii.ni ffeHo pv'i'ia iu-
teres-e de soa adu bsiairafi >.
H ije que o novopropneiari empre;
tmlos o- meio* para re-th ter a ir
lltllldade lli'Me i'-i.ibelerio elito. | el- .1--
segurar ao 1 ulilic.i que qo.il n-r ana ..
o nomero do- ronrurrenm .oh i ... .i.-.
de ja promplidan are|,.i>n-1> .ni-.**, fr, ...
muflios ou uirdiemae.. a casa dos ba-
ldos se achara' nbt-na md m im
huras da mranaa a< II da n
l'r.-.;)-.
Banlio de choque......... (00
Dito (no ou iiinrno........ "i""
Dito de far.||o...... .....I5WH)
Hilo medicinal sera' s-gon-
do sna quaudade.
A-Mgliaiura.
Por mez banlio trio 111.....roo. 10-3
25 cario-s para hanho fro,
momo ou de chuvi-cn.....
12 cartdes para m.->mos...
12 ditos para h-ntiu de farello
S nni"! Power JlinstD A Compaaiia
Rifada ^enzala.Nova n. i.
AGE5CIA na
Fundlcaio de l.ow Wor
M.ichinas a vapor de 4 e 6 cavailos.
Mnendas e meias uioendas para erigenbo.
Taixas de ferro coado e balido para etkj|r>-
n lio,

.
V
m

m
m
1
Vi"*
3
105
U
10*
:MM
<
m
*
m
~s
M
m
-
*
Aireius d carro para um e doaa cavallos.
Relngios de onro patente iogln.
Arados aniericanos.
\la dinas par i descarolar algnd
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Notas do banco do Bril a da* cana
desconioin se a travesea das Granes n, R

-' -
S**l
*** ^ w* >? \ l
mm*':
Us esiudanio do pnineir auno da Facul-
dade de Uirnio maudaui celebrar na matriz
de S Antonio, sabbado 18do eorrente, uma
missa pela alma de sen coll"ga Jos Francis-
co de Amula Cmara, e para isso convidam
a lodos os amigos do finado a comparecer
na dita matriz as 8 Iwras da manhaa.
Franei>co Jos de Cimpas Pamplona declara
que o Sr. Luiz Jos de Souza Leao d-ixou de ser
seu caixeiro desde o dia 6 de outubro do corrente
anno.
vidi-udos das -uas ace-s pei.ieneei
tres lindos em 30 de juuho e 31 de
1864.
E*erintoto di conpinhia na est4
Ponas 11 de novembro Je 186o.
G. O.
Superinlendeote <
Precisa-se
Em contlnna^o.
rMvinlm linio em pipas, o e 10
Tn-odoro ChnPlhH*era nao t-mdo avahado de
concluir |ior interveneie do agente Pestaa, o
feli i do vinho lint', o fara' boje em lotes a von-
;*(.. dos licitantes, pelas 10 horas da manhaa
em ponto no largo da escadinha da alfandega.
Club peruambucano.
A partida do me/, de novembro lera' lu-
gar na noite do dia 15.
Precisase de uma ama que saiba bem cozi-
nhar e comprar : a tratar na ra da Cruz do Re-
cife n. .'i6.
Portaram da padaria da ma Imperial ir 33
um relogio patente suisso de prata n. 30613 ; pre-
vine-se a qnem f ir olTerecido o dito, le aos senho-
res relojoeiros, qoe o dono provar a legiiimidaJe.
BOTICA E DROGARA
DK
B. F. de Me tiza A C.
un i larga do Rosario n. 34
Remedios de Raduvay
Promplo alivio.
Pilulas reguladoras.
l\'.zclutivo.
Remedios de Kemp
Anacahuita.
Salsa de Bristol.
Pilulas assucaradas.
Agua florida.
Pa>nlhas vermifogas vegetaes.
Chegados pelo ultimo navio vindo da america.
Precisa-se alugar ou mesmo comprar uma
preta de meia idade, que seja boa quitaodeira : a
tratar ua ra dr Cruz da Recife n. 42, priraeiro
andar.
de i;m caixeiro que tenha muita platica de toja
de (aseadas, Oque estivef nesta condiccoes e
quizer dirija se a ra do Crespo n. 7.
Precisa-se alugar dous escravjs, sendo uma
preta que cozinbe e engomme com erfeiclo, e um
moleque para o mais servico, prefer udo-se ni que
tenha principio de coiinha : na ra |do Trapiche u
44, 2 audar, escriptono.
;es aos scines-
di'Zenibro de
aio de Ciuco
Mano,
thesourero.
Sitio paraalugir
Aluga-se um grande sitio com fronteiras na Pas |
sagem da Magdalena, a margein do rio Capibanbe,
com excellente casa, 2 salas, 8 quinos, Cozioba
fra. qnarto para escravoe eslriliari^ : a traiar na
ra da Cadeia n. 4, ou no sitio do Sr Barroca.
Arfenda-se por preco inuito icommolo um
grande sitio com grande casa de vvenla, terreno
para grandes plant.ces e eriacoes de vaccas de
'leile : a tratar no largo da Penda o. 10.
Precisare de uma escrava para todo o servi-
co interno de uma casa de tres pessoas : ua ra
do Hospicio o. 62.
Com
as LIMAS
CFI1YTICAS SE
P. MOURTHE, forn
redor da Caza Imperial do Exercilo
francez, garante se que qualquer
pessoa podera sem dor nem perigo
livrar-sc de seos callos. Esta aven-
eno : pr\ ilegiada em varios paites,
B-peconheciila offici.nlmente efficaz
por 15 na/;^s, premiada com me-
dajbas de l1 e 2' cla.sse c approiod.-i
por diversas academias e pelo Ex'"
Presidente da Junta de Hygicnc d.i
corte. Por ordem do Ministro da
Guerra fea-seem Pajrjz experiencia*
sobre mais de 2000 soldados que
(ir,ir,tu livres de seos callos-, igual
resultado foi olilido oa guarnieo
do Rio de Janeiro. Mais de 3000
pessoas ja se tem curado rom estas
Limas. As provas do que si diz ci-
ma e os allestados achara-se no
prospeclu, que se da no deposito.
Casa principal em Pariz, If Prime
Enhene, 18, Agente paran Brasil,
o i' M. O. ABRAS CU ES. rua
da Alfandega, N" 10. na Corte.
Le se no Moniteur de la l'hiirmacic.
A tlrcli ieidjde boje enijii -ach por lodos OS
mdicos afamados, pura o traame uto de raudas
molestias, mesilfo para as que resistera asoulras
raedicaciie*.
A cleciiiilade produtida pela friefao lem uma
sliuirioricladeinconteshivel, ea vanOij;eni de nao
dar abalo*, c de poder i-er graduada pelo doenlc.
A causa a mais ficqucide das molestias a
esiagna$a do saunue ou dos muros lquidos vi-
laes. lteslablecendo, se a circubifa no orga-
ii -uio, ciirai;ao-se ..5 umlcsUas-
.Quando se senta al^unia dr em quelquer
parte do corpo loso, 5 iu^liuclivanicult-, seerfrega
o logar emlo'inilo com a uia, c isioalli\ia. Islo
explica o resollado inconleslavcl que deve pro-
iluzir um apparelho e'n-lrico. Por is praiercm amiunriarao Publico queoSur BuKsob
de l'.mlii. i's res denle, boulevart tlu l'rlnce-
Eugcne, 18. em Pariz, doiou a hiakiM de um
apparelliu Klpetro-Maone^ico, sob a forma de
urna estova, com o qual osdocnles se podera
curar sem ueliiiina oulra raeilicacao. Os mdicos
que a (em experimentad^, allestara que a
. Escova ia.Ec rao MAGMxncA ctlicaz para
curar: osRheumatisaios,aFaratysia, Gaita,
fraqueza dos membrot, e du Columna ver-
trbral dcbidade peral, Bfcvral^ias, etc.
Estamos cortos que breve cada faini'ia |>ossuira
esta escova que prestara piaudes ser\icos.
A pedido de muilas pessoas, o autor deoidic-sa
a esl. blecer tim deposito de seos apparelhos no
/tiw de Jiineiro, em cata do Sn iuica Ituirrr.,
rua nota du Ouiidor, 33.
Pernaml.u o, pharmacia Irauceza de P.
Maurer & C, rua Nova n. 18..
,lii coiilii'iiinnlo do Illm. Sr.Dr. prntedor
jlliz ile ra|ii-lla.
Illuslnssimo seplior, levamos ao ronhecimenloi"
de V. S. o estado i de No-a fe^^Hg &ff' EM^l,.WWt
Senhora do Rosa/io do bairrn da Boa-\'is O Dr. Carolioo Francisco da Lama san-
tos contina a murar na rua d" lr.ip.ra
dor n. 17, segundo andar, tendo .-.lia- -. a
gabinete de consultas medio.-', lega aa
entrar, no primen.
O mesmo doulor, qnt se tmi dso ae
estudo lano das optrafOe* conii -
- leslias internas, pre 8K mao, quer para dentro qu-r pira fra
'-ai da cidade.
i
V^V.
Precisa-se de uma ama que >.iba roaer, ei
mar e lavar, para rasa de lamina : na rua do Im-
perador n. 15. 2* andar._________________
liinoraudo-se onde se acha batspealads
Miguel Joaquim do Reg Mont-iro Vt-
roga se a mesmo -eniior o ob^-q-ji > Je la
a rua daSeniala Velha n. 84, 4 negocio de >eu
mteresse.
Ama
Precias se de nma ama que
mar e roziuhar
mba
na rua da Cruz di
lavar engor-
ll-nf,; ii. i.
Precisa se de um menino portiiuez t- .ra 'ai-
xero, preferindo-se dos ultimos ch-gadis d- pou-
co : na rua da Roda n. 48.
Pessoa aluma faca neg. ew ram Antonia
Francisco d- B>rge< rpettua .a>a msTmnai C*-.
Knrle, sem que elle aprsenle o direno q^ie lh^a>-
si>le, por isso qoe tem parto na cara nana euotu-
das, com quem elle aiaJa nao f-z pjruiba.
IifJILAO
De Vi)j ciixas cm ceblas e
cr>m batatas.
HOJE
as 18 loras em ponto.
00 ditas de Nauta Cecilia ao i-hinmenlo
A commissao encarregala das novenas da vir-
gem e martyr Santa Cecilia, erecta na igreja do
Livramento. scientiflca ao respeitavel publico que
no dia 16 do corrente nevera missa cantada de
madrugada e levantamenio da bandeira, e as 7
'fiar causa de antro leudo que o agente tem oras da tarde novena, versse msica militar lo
de f'izer, da" as noites. A commissao espera que os seus
Na hora cima mencinala n agente Pestaa irmaos professores compare$am n>s ditos actos
fara lula por conta e riseo de qbam pertencer m0 sempre, e a coadjuvafao do publico em
de 400 ca4xa< rom ceblas e 400 ditas com bata- Ppr!tl
tas as raais novas que ha no mercado e sero ven-
dido e < lates a vootade dos compradores: hoja
.as (l luas em ponto no arma/em do Sr. Azevedo
defr.iute da eadii>ha da alfandega.
Ama
LEILAO
A 16 da crtenlo.
A t -i* > Howie 4 C fara tleilao por inlerven-
<;5o d i agente Olivera, de variado sortimento de
supeiiores
Fazeudas iurfezas.
' Quinta ffira 16
do crrenle, s 11 horas em pould cora o numero
de pe-sias que se arharem presentes, era seu sr-
awzem na rua do Tra^viclie.
Precisa-se de uma ama de idade para o servico
de uma casa de pones familia, meno< engommado
e compras : na rua Direita, loja o. 47.
Precisa-se de uma ama para casa de pouca
familia : na rua da Cadeia n. 5, 1* andar._
Achou se na fregnezia de Santo Antonio um
alflnete de pello de senhora, formando ora ramo
dentro de urna0=- : quem for seu don, dando
os outros signaos, receber do Rvm. Sr. vigario da
d la freguesia, na rua da Concordia n. -ti.
Aluga.se o lerceiro andar da casa n. 88 da
rua da Imperatriz, e o sitio n. I da estrada da Ar-
raial no rua da Aurora o. '36.
2J
mwmnmmmu
0 l)r. Cosme de S Pereira conti- 81
nua a residir na rua da Cruz n. 53, M
Io e 2o andar, onde pode ser procu- i
rado para o exercicio de sua profis- !
s5o medica, e com especialidade J
sobre o seguinte
Io molestias de olhos ;
2o de peito:
3o dos org5os geni-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rlo examinados na ordem de suas
entradas comegando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer pera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus |
doentes.
I1IIII81II81I
s Alnga-se
por 164 mensaes uma casa terrea nova na rua dos
Prazeres ds Boa Visl. u. 1 B, com 2 salas, 3 quar-
tos bons, cozinha, quintal e cacimba : a traiar na
rua estreita do Kosari i n. 28.
4mft de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na roa do Im-
perador n. 42, terceiro audar.
Pata a censtruccao de machinas
DE
A I.Itl.ltTWn E l'Oil.ltNS
NewLoodon.Cormectieur, Esta-
dos-Unidos
Solicitam pedidos de descarogadore de algodo,
adoptados ao al^odo sul-ameriano. !H;io-se de-
dicado a ese negocio durante 2o auno., e altende-
seguiutes felos que >e lem dade
Senlior, a mr-.^ regedora daqoella irmandade no
anno de I86'l, pas.-uu a ser joiz jiiiz,Fra,ciscol
Silvestre de Mello, e deixando de s r tlu-siuireiroJoo
Francisco do Nascimeulo, ipial por meio de suas j
admoestaes deixou de, fazer entrega de dous
rosarios de nuru de No-sa Senhora, e nem o piiz
erapregoii meios alim de que o e\ ihesoureuo dsse '
contas, e sun o Con-er va va de mesa. 0 geral da
rman la !c Caniillo da Silva Gama, foi quem atro-
pelou o esvlhe-otireiro afim de prestar Cuntas dos
dous rosarios de Nossa Senhora, relie mniloj
acouxad troiixe um rosario em meas e fez delie
entrega ao-juiz Julio Pranisoo Silvestre de Mell
w
m
,;
rao immediatamente a correspondencia que se. Ibes faRando,.o/uro ; nao obslano isto, Sr. Dr juiz de
dirigir.
A,
(avallo fuililo.
Fui i iran na madrugada do dia lo para 11 do
crreme do engento Cassnpim, na freguezia da
Escada um cavallo com os signaes seguintes : rus-
so laihado e inteiro, dina e tropele corlados, a cau-
da ripada at o meio deixando um espanador, lem
a ore ha direila cortada e na anca direila o seguin-
te ferro J. F. : a qualquer pessoa a qnem o apara*
hender e lvalo au referido eogenho ou nesta lri-
ca a sen correspondente, na rua estrena do Rosa-
1 rio n. 47, se gratificara' com 204000.
Motta Ribciro, scientificam ao publico que
o Sr. Domingos Joaqoim de Parias nao mais sea
caixeiro desde o dia 30 de outubro prximo pas-
sado.
capilla, o juiz lan ;oti mao do rosario o fez delle
enlrega ao. mesmo exthe-ouroiro, por um, simples
concert .que earecia, na<> considerando que o
ex.|lie>OMN*iio f alguma uier.eia, visjffr a banda-
Ihftra que lem laiUt. Cuno elle llie deposita tanta
confiani;a. em llie reeniregir o rosario, claro esta
que ha ciimlun^sao. entre elles, c> ex Ihesooreiro o
mandas-e para a Parahyha, e No-sa Senhora ticou
seq| seus dous. rosario : por tanto esperamos* na
grande benevolencia, mandar uma rommi.-o (P-'
mar coclifcnento de Indo islo, porque entras
comas mais st< de-colux, u.o b>taille ter-m feilo;
eleifao no du 5 du roireule, para os novo.- pleitos,
.-eia reuuvf as alfaias para entregar a nova
mesa.
Francisco 4ubsIo da Osla
ADVeGADO .
Rua do.Imperador numero
Ama .secc.
Preeisa-so de urna ama forra ou escrava aja > se-
ja sadia tenha prntica de andar con meninos,
para lonnr conia de um de 14 mezes : na rua da
Aladre de Dos n. 36, sobrado.
Precisase de uma ama para iodo o servico
de rasa de pouca familia : na travessa da matriz
ionio n. 8.
.-se no qoartel de policia rima patate
formado do rxerrito : que* achou,
litui la favor, poi ella s servnao
e ficara sumraamenle agradecido.
Oahaixo assignado, ni qn.litado d* proca-
rador da Exm* Sr* I. Lucila de >>*o< S.>re* io-
! Iho, moradora em Lisboa, de>ejt faltar con. o *r.
Francisco de Panla Canniro. morador no lugar
denominada Lucas, freguesa da Varrra.
Jos Tbaodorp Gomes.
Manuel du .Naseiineiilo llosa.
Juau Duai te de Farias Tebaus.
Camilo Basciauo llamos.
Precisa-se de ama ama para cozinhar e comprar:
na rus do Imperador u. 57.
Na rua Formosa
alugar se.
u. 25 ha um criado para
Precisa-se de um caixeiro
tratar na rua Imperial n. 37.
para, taberna : a
pina lomar hanhi nin>r,
Alnga-se em Olmda a casa terrea n. 16. esquina,
l'recisa-se de uma ama que engomme : na na ^u-\t da Misericordia, a qual moitj fresca
rua da Palma n. 41, sobrado. ____ p0r j,,r a rrente para o rrasceme, em seguimenlo a
Koga-se a pessoa autorisada nesta cidade, ou rus, do Bomlnn, por onde se pode ir em direiiura
' procurador do Sr. Joaquim Jos de Almeida, cora at o mar; tornndose mus perto e commodo :
! botica em Macei, de apparecer na rua Nova n. os pretoadenles para ve-I acharan as chaves na
51 a negocio com o mesmo. taberna n. I da roa de Malinas Fcrr-ira, e para
Precisa-se de uma ama de leite, na rua do fatarna alfandega_rom Jos .Mari.Seve.
Livramento o. 2l>segundo andar. \\\\ copio tic res.
Precisa-se de uma ama forra para comprar Precisa-se por algum lempo, com boa flanea e
e cozinhax : na rua do Livramento n. 25, segundo juros : qnem quizer dar, avise a esta typographia
andsr.. sob as letras A D, oude pode ser procurado.
Jos Caeann de Car vara >. socio da
mercial que gyra, nesta praA con 8rm Bar-
tlu loman Francisco de Souza A C, nao pod-ml
pessoalmenle despedir-se da eus amibos e ronie-
ridos pela rpida viagem que vai bzer a Lisboa* o
fas por este meia, ifferacnde-lhes o sn ciminax >
presumo daquella capital. Pode fallar se com san*
procurado/es na rua larga do Rosario n. M, n<>-
tica. _
Barlholomen Torqoalo de Sonza e Silva ten-
do-se retirado para Lisboa, s nao lento podido des-
pedir se das qessoas que Ihe honram cora sua- re-
Iscdes, pela ptvcipilaco de sua rfagem despide s
pelo presente, otTerecendo Ihes seu presumo na-
quella cidade, ou em qualquer parle onde se acn.

*


Mua 4* Hwiwrtw <*uarl Mr* 15 de Itieaift de !*.
!
c
i'



FABRICA A VAPOR
99 RA DO MONDEGO 99
Deposito na na \ova a. 50 ioj de relojoeiro.
0 dono deste estsbelecimento partecipa ao respeitavel publico .que na fabrica
est montada eom as melhores machioas que existem na Europa, e que podo fabricar
cora melhur perfei(,ao possivel. Todo o clioculate desla fabrica et-l garantido, e puro,
o que nao se pode encontrar naquelle que vera lie fora, e que se vende por prego baixo,
visto os productos sereui do paiz. Na etiqi eta tem sompre urna aguia.
HtEO).
Meia libra......... 400
Urna libra......... 800
Urna arroba........190000
Na mesma fab ica acaba de se montar urna officina com serrara a vapor para
obras e marcineiria propria para edificio, paia o que encarreg -se de fazer portas, ja-
nellas, assoalbos (parqu francez como se usa na Europa,) tudo com brevidade e per-
feico. TonTa-se qualquer encommenda para fui a da cidade, entregando-se prompta a
collar-se no lugar.
--
MA GRANDE DESCOBERTA
OX.EO
deFIGADOdeBACALHAU
DESINFECTADO :
As propiedades medicaes do oleo de figado de bacalao forio unni-
memente recon heridas. Mas seo cheiro e seo sabor tao desairad a veis
torno o uso d'elle muias vezes impossivel, mesmo aus estmagos
OS mais robustos e aos mais condese ente s.
Por isso a descoberta do Snr. Chbvrier que Ihe permettio de
desinfectar inteiramente o oleo de ligado de bacalhao sem alterar suas
propriedades tem sido um dos mais felizes problemas resolvidos pela
therapcuca moderna.
O oleo de figado de bacalhao desinfectado de Chevrier,
com um clieiro agradavel e um sabor assucarado, o nico que nSo
tem nem yosto nem clieiro de peixe.
Objecto de numerosos relatnos scientifcos elle goza em Franca
de urna fama bem merecida, e receilado por todos os mdicos em
lugar do Oleo de figado de bacalhao ordinario. Temi as mesmas
propriedades do oleo de figado de bacalhau ordinario, usa se d'elle
nos mesmos casos isto as :
Maleatlaa eaerafalaaaa,
narhiliainu.
Oha.ru.r. da. Rlandca,
Tiaica iiiilniaiiar,
Moleatlaa da pelle,
Canatllulf&a Ij mpliatira,
Anemia, debilidad?, fraques*,
M(rna,
robrria da tM(ue,
Eafalfamrnta por exeeaaaj dr
11 llallio 011 di- araserea,
Maleatlaa daa braiiealaa reeea-
lea 111 rlironlr aa.
Taaaea pertiaaat o.
Gaatrltea, faatrl|(laa,
Horca de eatauaaga.
Elle convem a todas as compleicoes e a todas as idades, e tomada
fcilmente pelas pessoas as mais delicadas. Elle um poderoso socorro
para a alimenlacao dascriancas iracas e docntes
Um folleto accompanha cada vidro
Deposito em Variz, na pbarmacia de Chevrier, e em todas as
0 Oleo de figado de bacalhau. desinfectado ferruginoso de
Chevrier constitue o melhor meio de administrar o ferro. O
ioduro de ferro reunido com o oleo de figado de bacalhau,
augmenta a accao tao efficaz d'este ultimo, se dissolve mais
fcilmente nos lquidos das vias digestivas, se assimila muito
mais bem do que quando lomado sob a forma de plalas,
xaropes, etc., enfim perde suas propriedades irritantes e nao
provoca a constipado.
As pessoas as mais delicadas que nSo podem supporlar as
preparares ferruginosas ordinarias, as quaes, principalmente
nos paizes quentes, tem muitas vezes grandes inconvenientes,
podero com a nova descoberta do Snr. Chevrier, usar do ferro,
um dos mais poderosos agentes tberapeuticos, tomando-o unido
ao oleo de figado de bacalhau.
O oleo de figado de bacalhau desinfectado ferruginoso de
Chevrier, se emprega em todos os casos que o ferro acon-
selhado; julgamos intil de os enumerar.
e contera as observacoes medicaes.
boas pbarmacias de Franca e do estrangeiro.
OSPARAGUAYOS
E' a ordena do dia Acr bar com os Para-
gu iyos a bayoneta, a mini, a revolver;
fulmina-los com os encouracado armados
de espores, armslrongs c randas de 80 I
120; extermma-los em summa a espada, a
l;i ao e a panhal de que se trata; mas
niDguem se I--mbrou ainda de esmagar os
Paraguayos co as armas que Deusnos enn-
cedeu ; acabar com elles a lacao e a pnu-
ps, para o que necessario en.nnracar esta
parte do nosso corpo cunos formidavpis
rompe-ferro, esmaga o Ira, arranca t eos.
quebra marmore e outros que se venden
**-Bi'A mi:rii-ii
Borseguins Bordeaux........ 80"O
patricios......... 000
para senhoras, en-
feitados....... 5*100
com laco e fivella .. 4** O
Sapates encourafados....... 00O
Borseguins para meninas bom
elast co................. 3ooo
Sapatos de lona, sola elstica. 240CO
avelludados......... I60o
de tranca........... fjfioo
econmicos para se-
nhoras........... 0500
com salto de lustre.. 2-5210
Chineles do Pono.......... 1$0#
Um completo sormei.to de calcado da
trra para homens. senhoras e meninas;
assim como bezerro francez, cooro de lus-
tre, marroquins, taixas de todas as quaii-
dades, fitas para sapateiro, muito sortidas,
sola e couros que tudo fisto necesariamen-
te faz cobija ao comp ador pela baraleaa.
LIQUIDACAO GERAL
NO
GRANDE ARMAZEM DA t XPOSPO DE LONDRES
MANOEL & C.
tem a lrenra de seienlificar aos senhores negociantes a retalho, que tem sempre no seu
armazem sortimentos para satisfazer qualquer pedido em porciio, como s jam :
Chapeos de sol de seda, de grosdenaples, de sarja c nobreza de 8, 12 e 16 asteas
e de todos os tamaitos.
dem de alpaka.
dem de brim de linho, tambem de todos os tamaitos e feitios.
dem depanninbo de cores com armaces de baleia e junco.
Todos caes objectos sao vendos por precos os mais coinmodos do mercado,
os quaes podero ser verificados /dos pretendentes.
GO Ra da Cadeia do Recife 60.
Todos os artigos abaixo mencionados foram comprados recentemente pelo dono do estabelecimento as principaes fabricas
de Paris, Londres, Birminghara, Manchester e era diversas cidades da Allemanha, e tendo comprado tudo as melhores condicoes
por ser a dinheiro, por isso vende todo e qualquer artigo barato,, por menos do seu valor, e mui principalmente por querer inteira-
i mente liquidar e ter de partir mui breve para a Euro) a. ..
Ha neste vasto armazem ric s objectos com brilhantes, como botes, armis, rosetas etc., e bem assim diversas obras de
ouro, como trancelliris, correnloes, anneis e inuitos outros artigos, relogios deotiro inglezes do afamado fabricante BenneUe; com-
pleto sortimento de fazendas finas e modernas; miudezas, perfumaras finas dos principaes fabricantes inglezes e francezes, como L.
T. PIVER, Lubin, L. Legrand, Ed. Pinaud & Meyer, Delettrez (Perfumerie du morid lgant), Violet, Societ Hygienique, Mompelas,
Mailly, Regenier, P. Gueaod, e inglezas deEug. Rimmel eoutros; ricas galanteras em marfim, madreperola, etc.. fabricadas na,
China e no Japo; ricas pecas de crystal fino como anda nao appareceram nesta cidade, e bem assim modernos lustres para velas,
ditos para gaz e para petrleo, serpentinas, casticaes, enfeites e adornos para cima de consolos e para grande toillette, o que se tem!
ifeito de mais elegante era Paris, Londres, Birmingham etc.; modernos apparelhos de metal fino inglez para cha e caf, os quaes em:
nada sao inferiores prala, e muitas outras pegas do mesmo metal, ricos penles de tartaruga da ultima moda para trancas de senuo-(
ras, excedentes luvas de pellica do afamado Jouvn, apparelhos de porcelana fina para cha e caf, ditos para juntar, e immensos arli-
gos de porcelana fina dourada, como ricos vasos para flores, figuras, etc; calcado d.s principaes fabricantes de Pars e ditos de pan- j
no com sola de borracha, pianos dos celebres fabricantes Pleyel, Wolff & C, realejos modernos de Gavioli & C., para se tocar nal
ra, ditos com figuras para sales e ditos com figuras em movimento; modelos e bonitos instrumentos de pbysica (mgica) para
theatros ou sales, ditos de phantasmagoria ; lanternas mgicas, cosmoramas com vistas novas, da e noile; stereocopios de nova in-
vencao e com bello sortimento de vistas das principaes cidades da Enropa; grande sortimento da brinquedos finos para enancas, e
bonecas fallando papae e mame ; grande sortimento de candieiros a gaz, o que se tem feito de mais elegante e que tem
merecido toda a aceitacao na Europa, grande e magnifico sortin ento de ca xinlias,' Gestionas e outras galanlcrias feilas de crina e seda,
proprios para presentes; grande sortimento de estampas fin s coloridas com o fundo preto e de outras de todos os santos, ditas com
figuras e ditas com novas paysagens para cosmoramas, finos e bem graduados vidros para cosmoramas, tira bello cliafariz de crystal
proprio para meio de mesa de jantar ou para jardim; cutelaria fina, como talheres com cabo de metal fino, colheres, thesouras finas,
i ditas modernas para alfaiates, navalhas finas, caivetes e outros artigos, diversos artigos feitos de rame ; completo sortimento de
mascaras de veludo, setim, cera, papelo e rame -, doces confeitados e chocolate em caixnhas e em vidros; camas de ferro de todos
os tamaitos, lavatorios, etc.; ricos quadros para cartes de visita e ditos grandes e pequeos para retratos; chapos de sol, benga-
las, chicotes e ditos para carros; machinas para fazer caf, ditas para baterovos, proprias para quera faz po-de-l, bolnhos, etc.;
pannos para cobrir mesas, bolsas grandes e pequeas para viagens, e outros artigos, como cobert res, malas, etc.; sortimento de
violoes finos; figuras finas e jarros de alabastro ; galantarias e outras ecas de charo para toillette; machinas para varrerocho,
, excedentes machinas para photographia para tirar retratos, grandes e pequeas; lindos haioes de papel fino transparente e lanternas
coloridas para illuminacoes moda de Paris; salva-vida de borracha, para homens e senhoras, proprios para quem toma banhos em
lugares fundos; ameixas novas em caixnhas, bisconto inglezes em latas, queijos, etc., e muitos outros artigos que para ennumera-
los seria um nunca acabar, e todos se vendem barato e muito barato, no grande armazem da Expos<;ao de Londres, na ra da Ca-
deia do Recife n. 60.
.NO GRANDE AR-
MAZEM.
DA EXPOSICAO DE
LONDRES.
Para completa liquidaco vendem-se, por muito menos do seu valor, perfumaras muito finas e novas chegadas recentemente
de Paris e de Londres dos mais afamados fabricantes seguimos: E g Rimmel, R. Matheus &C, Lubin, Sociedade Hygienica, Piver,
Violet, L. Legrand, Deletrez, Pinaud & Meyer, Regnrer, Mailly, Gillet frre, etc. etc., dos quaes ha grande sortimento d'agua de
Colonia em vidros e garrafas, agua de lavande, agua para limpar dentes, oleo babosa, extractos em'garrafi: has e vidros de dill'eren-
tes modelos, pos para limpar dentes, banha em potes e em vidros, pomadas, ricas caixinhas e balainhos com perfumaras para fazer
presentes, e muitos outros artigos que se vendem por menos de seu valor, bem como todos os artigos em geral existentes no grande
armazem da Exposicao de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
PARA SESHORAS.
Ricos e modernos penles de tartaruga para tranca de senhora, o que se tem feito de mais elegante at o presente: vende-se
por menos de seu valor para se liquiJar, no grande armazem da Exposicao de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
MLTVAS NOVAS RE JOUVIJf.
Vendem-se excedentes luvas d pellica, recentemente chegadas de Paris, tanto para homem como para senhora por menos de
seu valor, para se liquidar : no grande armazem da Exposicao de Londres, Da ra da Cadeia do Recife n. 60.
PIIOTOGR<.rUIi.
No grande armazem da Exposicao de Londres, ra da Cadeia do Recife n. 60, ra da Imperatriz loja de Mr. Dubarry n. 8
e na mesma ra loja de miudezas n. 54, vendem-se excedentes vistas para quadros de sala e para albuns, como:
Porto.
Campo de Sant'Anna e Braga.
Amarante.
Vista geral de Guimares.
Porto, ra de Santo Antonio.
Ponte pensil sobre o Douro no Porto.
Villa da ponte da Barca.
Coimra.
VISTAS RE PERNAMBUCO.
Tiradas na occasiSo em que S. M. o Imperador aqui estove em 1859 :
Palacio da presidencia, a cavallaria acompanhando S. M. o Imperador no da 2 de dezerabro,
indo para o Te-Deura no convento do Carmo.
Theatro de Santa Isabel.
Ra da Cruz com a pyramide.
Torre do Arsenal com a illuminago na frente.
Passeio publico, na chegada de S. M. o Imperador.
Ra do Collegio cora a tropa.
Paleo do Collegio com o palanque.
VIAiEH A' EUROPA.
Stereoscopios de nova invenco com ricas vistas das principaes cidades da Europa, como
Franca.
Inglaterra.
Italia.
Lisboa, etc., etc.
Vendem-se barato para liquidaco no grande armazem da Exposicao de Londres na ra da Cadeia do Recife n. 60, rua|da Im-
peratriz loja de Mr. Dubarry n. 8, e na mesma ra loja de miudezas n 54.
Ao publico.
Pernambuco, ra Nova n. 18 pharmacia franceza de
P. MAURER & C.
Acaba de sahir do orflo Nacoes dosystema me-
Irico decimal por Jos Antonio Goo es Jnior,
obra muito til uiio s s pessoas do commercio,
mas tambem aos officiaes das re'pariicoes publicas;
vende-se a 1 cada exemplar, as livranas uni-
versal, acadmica e franceza, ra do Imperador, e
na econmica, no arco de Santo Antonio.
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra do
Crespo n. 15, aluga sua casa e sitio ao Monteiro
em frente ao olan da igreja, lendo o rilo porto
de ferro, cacimba com boa agua, eslriha-pia e co-
cheira, e a casa 4 salas, 7 quartos, e fotaa, -a qaal
muito tresca e esta de novo bem caiada, ooneer-
tada e pintada : para ver, as chaves esto ee.a
casa dd Sr. Nicolao Machado na mesma povacaa.
m
g DEPOSITO DE CALADO *
m FABRICADO NA CASA DE DETENQO
j* Rna \ova n. i.
m| Ahi se eucontrarao obras de di- a
* versas qualidades, e por preco mui '
I diminutos, a retalho e em porcoes. Si
Be S se vende a dinheiro.
mmmmmmm ^mmm mmm
Ama para casa
Proci.-a-sejalugar urna ama para todo servico de
urna casa : na becco das Botas o. i, primeiro
andar.
No armazem de Mills Latham \ C, na ra da
Cruz n. 38, vendem-se os seguintes objectos :
Manteiga iogleza.
Cerveja branca e preta.
Louca.
Biscoutos inglezes.
Oled de linhaca.
Polha da (landres.
Saceos eitos.
Silaba.
IJoo da Silva Ramos, medico, me-
dico pela universida Je de Coimbra,
n d consultas em sua casa das 9 as
| 11 horas da manhaa, e das 4 as '.
I da tarde. Visita os doentes em >:>
I casas regularmente as boras para
isso designadas, salvo os casos or-
I gentes, que serlo soccorridos em
qualquer occasiao. D consultas aos
pobres que o procurarem no hus-
I pita! Pedro II, aonde encontrad-.
[ diariamente das 6 s 8 horas da
fmanha,
Tem sua casa de sade regnlar-
_ mente montada para receber qual-
> quer doente, ain-la mesmo os alie-
; nados, para o que tem commodos
fapropriados e nella pralica qualquer
opperaco cirurgica.
mm Para a casa de sade.
Mi Prmeira classe. .35000 diarios.
Segunda dita____36500 >
t Torce ira diU .25000
Este esiabelecimento j bem
f acreditado pelos bous serviros lera prestado.
^ proprielario espera que ell *
) continuo a merecer a contiaorn de ^
Xque sempre tem gozado.
Guarda- lie ros
Urna pessoa que disp-; dealgumas hora- '.:.
encarrega-se de fazer escripias avalsas a*-:m
partidas simple* como por paVMM -t^hr-ta-.
sepura-se aceio no trabalho e nn-lind,.
50 : qaen preciur iHnja cana l'-hadu a'
typoyrapliia com as iniriaes J. M. V.__________
.Na praca da lndr| ourives. cotnpra-e ouro, prata, .- acfJiaf i r
e lambem se fiz qualquer ubra de encoinmm
todo e qualquer concert.
i
1
1
!
I
a
I
I
i

|.r-
J OKPEA S._
Silvio 1 Goill m Bame r(,rr..r vea-
de elL-ctivaiiioiiie escravoi d'? aml" ai aasaa : a
ra do Imperador n. 79, lerreiro anrtar.
Uompra-sd ooro, praia e pedns |-r
em obras velli.is : ua ra da Catfria cja de ourives no refc da CoaiIrSb._________
Ouro c prau.
Rm obras velhas : coaiara-M r,.i j r;. .; In
dep<-ndencio n. ii, leja de hiitwi"-.
Compra >e carioso (-emeni 1 : no
arniazeni de algodao de Sauuders nnii h C,
no caes de Apollo.
Cornpra->e um escrav. de meia i-ta.Je hija
ten! .1 boa con lucia, sem virio e I. .\*\- i.'.jua-
lidade al.auma a que entenda de pl.intai;o i
io: a tratar na ra do Vicario n 10.
Vinlio de caj
Compram-se quatro duzas de garrafa* de vinho
de eaju' de boa ijualidade : na ru.i da Flurentiiu
numero 40._____________________________
COBRE L TAO E
CHUMBO
Comprase cobre, lalo e chambo : ao aranim>
da bola aiuarella, no oiio da secretaria da potara.
YENDAS.
Vende-se o sobrado da roa de S. Fraariseo
n. 72, em que morou o Ulna. Sr. Ur. Sabino Carga-
rlo, pertencenle aos lierdriros de Jo.- Feraaa*les
Evras; a tratar na ra da Cadaia do Rente a.
8 loja.__________________________________________
Vende-se ama grande casa terrea na roa e
S. Rento, em 01 inda, o. 43, eom 4 quario*. n-.ia
quintal, com fructeiras, edificada em chu provoo-
e em ponto alio ; e bem assim alaga e urna oolra.
com muitos commodos, na roa > Bunaflia, pr.i,
xlma ao banho salgado, e aeha-se coov^ieoienaea-
te aceiada e propria para se iMssar a fe-ia : a tra-
tar no sitio da Floresta, em f|D ma ireita n. 117._________ m __________
6sll00
o jopo de nedras para moinbos : vende-se aa roa
do Vigario n. 14.
CEV4II4
Vende-se cevada de Lisboa, aova : aa ra *V>
Amorim n. 3, armazem de Joao Macado do Amoral.
Na ra das Tnocheirat n. ib" se dr* quena
vende urna negra da bonita figura eom u aa cria
de 6 me'.e.
Ferros de encrespar
babados ; para acabar vendem se desi-* ferro* a>
5XK) rs. cada um, o que se veode era our. parle a
800 rs.; tambem tem outros modelos diverso* por
800 9 H cada um : oa ra do Cr^spj a. 4._____
Manual de cuntas fell.-i
para compra e venda de assucar : vende-* aa IV-
vraria econmica ao do arco de Santo Ant mo.
Rof a-ee *o *r., Trajano Carneiro Leal, (cai-
xeiro) de kr atina Jffpa n. 51, a negocio que S. S.
nao ignora.
Em casa de Phipps Brothers
& C, a ra do Vigario
numero 2.
Vendem-se cofres de ferro prova de fepp
dos afamados fabricantes Milner & Son de
Liverpool.
Vendem-se sete moradas de casas em amito
boas ras na cidade de Olinda : a tratar aa ase-t-
ina cid -de rom Loiz Jos Gcnzaga e ao Renfo
com o Sr. agente Euzebio, que tambem as veade
em leilo ou fora delta.
Vende-se urna cabra com um cabrito M da
meia garrafa de leite : a tratar na roa do Ca aya
loja d. II.


Diarto de reraanabueo (toarla tojra 1 de Xovcmixre de IStt*.
salsa tkWMLk fi ayeii. 'Grande toja e armozem
do
Tkanscrevemos aqui alguns
dos amitos altertados que temos
. recebido das virtudes da salsa
'^ parrilha do Dr. Ayer.
lllieuuialisuio.
DE JttO JOS DOS SANTOS.
Ouro Preto.
Soffri rheumatisrao pormui-
tas vezes, e vendo annunciado
Pavao.
Ra d Imperatriz n."60. de Gama & Silva.
I Tendo os proprietarios d'esle esiabeleciroento de
liquidarem ama grande porgo de soas fazendas,
al 10 lim do crrenle anuo, llm defecharem con-
las e apurar diulieiro, resolvern) vender todas as
fazendas rom grande atiatimenio em presos, tanto
em porgo pomo a retalho, e por isso previnem a
todos os seus fregueze, h au lespeitavel publico, e
as pessoas que negociam em pequeua escalla com
fazendas, que ne.-ie es la beln ment encontrarao
A6LI4 mmh.
folleiras de niarroquim, com cascaveis
e sem el les.
Na ruado Queimado loja da AguiaBran-
ca n. 8, vendem-se colleiras de matroqtiim,
pospontadas e con cascaveis, ou > ero -elles
proprias para caes e outros bidiinuos.
Peonas i iieza s de ac c douradas.
No novo oriimenio de pennas de ago que
um grande ortimt'iiUi pie muiio llrcs tio de agr-i a Aguia Branca acaba de receber, vieram
dar tanto em presos como em quaiidade; assim tambern oulras de metal dourado e bkos
n um- jornal d'esta cidade a tt2ttVXSfS^mJft mui bem abados, e por essas boase ue-
Salsa parrilha de Dr. Ayer, re-1 derem vir a luja, ou dao as amostras deixando fl- parias qualidades os seus acreditados fa-
solvi-me a comprar um frasco" e fazer uso "r ,,hor-
bricantes Perry C, as recoumiendam aos
d'elb; e ames de concluir o primeiro fras-itanibraiitS lisas a 3$G0O, Da loja do entendedores e apreciadores do bom, valen-
do mestno a diflerenca que lia no preco de
co> ache'MQe forte e sem sentir a mais leve
dr nos joellios ; a parte do corpo que es-! Vndenle pecas
tava affectada d'esse terrivel enoommodo nies, tendo
que roubou-me tantas noites de somno.
Krnp^es, borbalhas pastillas,
utreras.* e todas as molestias
da pello.
He SR. JOO PAULA E ABREl' E SOUZA.
Ra de S. Pedro.Rio de Janeiro.
pavao.
do cambraia lisa branca e
oito e meia vara cada pega,
urnas para outras, por que estas se tornara
mais duraveis na continuacao de escrever ;
pelo barato prego de 35300. ditas muito linas," por! assim pois quem dellas se quizer utilisar
4*500,55, 65 at 105, sendo tapadas e transpa- compra-las a dinbeiro a vista : na ra do
rentes, assim como cortes de cambraia con. salp-'A JL,. n q
cosa 2*500: islo s na loja e armazem do Pavo, limado toja da Aguia Branca n. 8.
na na da Imperatriz o. 60 de Gama & Silva. rTaDjaS COIU borlas t SCIU ellas para
Cortes de phantasia a 30500. COrDadQS. l *s "angas nao morrerem de convulses
vadera se os mais lindos corles de ptantasia __ .. _^ : rato nrtco de4
com s mais lindas cores qoe tem vindo ao merca-' A A8UJ> Brica recebeu um bello SOrU-1 v" *
O gallo cania e est
queimandom
Bom e baratissimo.
lina do Crespo n. 9.
Collares.
Collares anodinos elfctro magnetitas Roier para
pelo ba-
Novidades.
ou braceletes pa senho-
trado-se smpre can mais violencia' na c | ** ]? *^*toJ**&*I!!: Seseoiios, af comm^idie"do" pre5 ost ds%oMa's7ara',pesaco'co'a23 3*'ass"" m ,,n"
bolina a mars de dOUS aonos de uma | do, sends fazenda transparente que serve al para ment de franjas com borlas e sem ellas Rjnnissimas ouheiras <
erEpciio sypliiliticaem todo o corpo, moss *, pelo barato preco de 3o00, ditos braocos para cortinados, todas de novos e bonitos ra e ara meninas'a t&
Ta, prove muitos medicamentos e consutei
muitos mdicos, e esUva quasi desanimado
quando vi os aTinancios da Salsa parrilha
do Dr. Ayer : comecei a fazer uso d'ella e
nos pr i metros dias a erupeo aggravou-se,
porm antes de acabar o segundo frasco tt-
nha o mal desaparecido 'completamente de
todo o corpo.
Doctor Don Jos Valdes Herrera, phwes-
SOR BE MEDK3INA Y Cllf.RJIA, SL'RBHUHGAIM)
EM A5IBAS AS FACULTADES DEL SB9?e DrS-
TRKTO.-^fifaftawa.
zem do Pavao, na ra da Imperatrte n. 60 de 6a-
em relami a largura : acham-se ellas a ven-
da na ra do Queimado ioja da Aguia Bran-
ca n. 8,
! ma & Silva.
tambraias de forra.
Na loja do pavao,
Vendem-se peCas de cambraias de forro muito JOgO boas, ,pelo barato preco de Sj> e o(K) a ipe^a : | BPnto
istos naoja e armazem do pavo, na ra4aIra-; T_____. n ,'. _
perairiz o. 60, de Gama & Silva. Na roa do Quemado loja da Aguia Bran-
Crtcs craBa^linos. ca E-. 8> acbam-se a venda por precos ra-
A 10,5000, na loja do pavo. zoav rt>*s com tabolas de madeira,
Vendem-se os mais ricos crt.s granainos, fa- , zenda de muia phaniasia ; les por-serem transparentes e com palme de seda e desenbos que acompanham. Na verdade
| tec.dos.com a seda, pelo baratissimo pre;o de 10* esgg ^ deteitave, en retenimento COffl 0
eual se despe ta a curiosidade, e apura a in-
As camisifloais do Pavao. -telligencia. Os apreciadores dirijam-se
SZ ,i0S "Wfi,fe.,,ces resayos en MaBdein.se M majs ^^ f arais,nnas borda. ra do Quedado, a dita loja -da Aguia tiran-
es casos ae ulcera comea, asi mtsmo au- daseom manguitos, para senhuras, sendo as mais ^a n. 8, que seao satisfeitos
jor y las-eonsidero eemo um porgante, cuya j modernas que tem viudo ao mercado a 4*500, dh RAnilttc onfciia- ir contmi
accwn adamas de ser secura, haido muy ',as com manguitos, para acabar, a i&; ditas pre- dwuiis en tenes para wiNras,
efir?7 n.rl iratamortr nni Z;! Ii i ^f"11"3068 Uos e golinhas pretas a t*, linissimas golinhas de vo fl linrl ,rtimnlft pntPiP na mais
que OXSigeu el USO de los porgantes, y on castbnia branca bordada a 500 rs., calcinhas para
Certifico que he usado la zarzwnmril- ****' isto s na loja e armazem do pavo, na
la del Dr. iyer, y como depurativo he ob- fua d* 1mi)eralrU n. 60 de-Gama & Sirva.
vacilo 'en recomendar estas preparaciones.
Y para les unes que puedan convenir doy
le presente en Regia a 7 de setembro de
860.
Dr. ios V. Hcurkba.
Gserophula.
ATTESTtfSO DO LL:. SR, KRAJCISCO I KHIU7.
dos santos.Ouro Preto.
* Me acho ha auasi dous annos affectado
meaina a 640 rs., romeiras de l e canibraia
brenca bordada a (600 : ua loja do Pavo, ra
da emperatriz n. 60, de Gama & Suva.
Suiilii-Hiiprques trc Vendem-se southembarques tfe cor muito Kera
.Vitados a a*, 6* e7*000 para acabar : navaja ;
e>armazem do Pavo, ra Ua Imperatriz n. 60.. de
Cama & Silva.
Oryandy modernissimo.
Chegaram os mais modernos organdys com os
Tiais modernos padroes, sendo quasi lodos Iwtra-
de escrfulas, eTondo soffrulo tanto que al- | dos, como se usam agora, com as mais lindas cores
gumas-vezes quafii que chege a desnimar -lixas; vendendo-se pelo barato pre?o deUOJ rs.
daviria e maldizer da minha infeliz sorte;
:tenlw-':do, tratado por muitos mediros d'es-
ta cidade/c neofcum pode vencer i tenaci-
dade de minha molestia, esteva sem espe-
rancas de recobrar a minha ssude ; quando
ullimanente resolv fazer uso da 'Misa par-
rilha do Dr. Ayer. Comp:eta;n-se hoje
trinta e sete das que cotwccei com este
santo remedio, e lanas rccllioras tenho
sentido que tenno conviccTio de em breve
recobrar a
tempo.
a vara : na loja do Pavo, ra da Imperairiz n. 60,
de Gama & Silva.
Chales de merino a 2000.
Vendem-se os mais modernos chales de merino
estampados a 2000cada um, havendo tamben um
[grande sortimenio dos mesmos matizados que se
vendem a 6*, 7* e 8*000 : na loja e armasen do
Pavo, ra a imperatnz n. 60, de Gama & Silva.
Ossinios do pavo.
Vendem-se rlquissimos santos de litas de iver-
vo e lindo sortimenlo de enteites os mais
modernos e gostos inteiramenle agradaveis,
e como seu loovavel costume os est ven-
dendo bara lamente a quem com dinbeiro se
dirigir ra do Queimado, loja da Aguia
Branca r. 8.
Heas de la para senhoras.
Vendem-se na ra do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.
Mata mosca.
Na >lma da Aguia Branca acba-se a venda
o papel com compos^o para dar fim as
moscas, sendo o modo de usar faciUrmo, e o
effeito efficaz : molba-se o papel e deixa se
cdr irum prato, e nele pousando as mos-
cas, entrislecem e niorrem. Cusa cada fo-
Iha 40 ris: na ra do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.
Diversos brinquedos e eo t rete h i ment
para cria ocas.
A Aguia Branca na ra do Queimado n.
sas cores e dourados cora Qvela larga e degrada,
assim como enfe.tes para cabeca dos mellares e 8, recebeu diveisos brinquedos'para crian-
muiJia saude, perdida ha tanto i"ais modernos que tem vindo ao cercado tudoc sendo enfadas rio ferro bar ase natos
, i.-io se vendo por um preco razoavel que muito *, S!JUUU e5t!duaf e ierro, nanas c patos
,t .i t- ?. Mhes hao de agradar : isto s na loja e armazem i elctricos, apparelllOS de metal,louca pinta-
58. do pavao na ra da imperatriz n.'.60, de Gana &' da e porcelana donrada para almoc
As luallub c lio do PavH!.
Vendem-se superiores Loalhas de linho das me-
ihores que tem viudo o mercado pelo baraiissuno
pre^o de 9*000 a duzia, ou 800 rs. cada urna, na
loja e armazem do Pavc, na ra da linjerairiz n.
SO, de Gama A Silva.
As sais- fio Povo.
Do Il.m. Stt. Dr. Jaikso:
iitdteo muito catiteado nos provincias de
sal do Brasil.
Tenho reeeitado a Salta parrilha de
Dr. Ayer nos casos mais-uve tirados de
Syphilis constitucional e semprc com os
mais'felizesresultados; o avlhoi alteran-
te que couliero. e
l.cuciii-ihe;1. e Dore
Temos cartas em que nos
inveterados queforam radieali
com um ou dous frascos d'esta Salsa par- ;o de Gama & Silva.
rilha. Aovos veslidos ulfja o Pavo a I0000.
O espaco niio nos permitte Irauscrever
todos o atiestodos <|ue possoknos las vir-
tudes (Teste extracto compos;.o de Salsa
parrilha do Dr. Ayer. Hasta declarar ao
publico que h'm sido empregado ha mais
de vinte annos pela profisso medi ,a lano
das Americas como da Europa, se>.o nunca
desmentir a sua alta reptilacao. fMrr,jjift j p, -n
?ara a cara radical de escrfulas e .ffecces Veod esnrofulos, sypiHUS e moleslius syphi- essartilhos os mais benrfekos que tem vindo ao
diticas, ulceras, ferirJae, chagas, awcad, sendo de todos osumanhos pelo barats-
e jan-
Itar-e muitos outros-brinquedos de Bwdeira.
que se vendem baratamente : na ra i.<
Queimado, loja da Aguia Branca n 8.
leias prctas de scia para seuheras a
500 ris o par.
Enfeites.
Riqoissimos enfeites para cabeca cousa de mui-
to gjsto a lim, 2, 3*. 45, o&, ti e 7.
Fivelas.
Riquissimas velas de madreperola e de tarta-
ruga, arsira como pretas.
Cruzes.
Riqu ssimas cruzes douradas porm o melhor
gosto que se pode desejar.
Cascarrilbas.
Bonitas cascarrilbas com biqoinhos de seda e
aljfar cousa inteiramenle nova para enfeites de
vestidos.
Binculos.
Bonito sorlimento de binculos com superiores
vidros para os amantes do theatro.
Assim como uns pequininos
que serve para enfeite de rehiro mais com excel-
lente vidro.
Sestinhas.
Riquissimas cestinhas com prepares para me-
ninas de escola trazer no braceo, assim como de
vidro enfeitadas proprias para'mimo.
Pentes.
Ripuissimos pentes de borracha com aro tran-
co de metal para menina segurar o cabello pelo
barato preco de 300 rs., e duzia 5,5, assim como
gramde sorlimento de todas as qualidades para de-
sembarazar.
Escovas.
Grande sorlimento de escovas para roupa e pa-
ra cabello, para unhas e para denles.
Lunetas e ocu los,
'Finlssimos lunetos de um e dous excellentes vi-
dros e aro de bfalo e de tartaruga, assim como
oculos com rame dos lados proprio para quem
sofre dos oculos.
TouquiDhas.
Riquissimas tonquinhas de fil de linho, de se-
da e de la para crianzas.
Para o cabello.
A superior agua para attingir es cabellos, as
barbas brancas e fazer conserva-Ios, os frascos
acompanha um rotulo que ensilla a forma como
se deve applicar.
Para caspa.
Superior banha sem gordura com um frasco
com agua propria para limpar i cabeca, os frascos
acompanha um foiheto que eos na o modo como
se devp applicar, assim como agua balsmica,
opi** i poz para limpar denles.
Banhas.
vande sortimenlo de banhas em copos, em la-
as e fulha e em frascos de lodos es lmannos por
NOVA LOJA
ENCICLOPDICA
&2 Ris; da Inupcralriz nrikazCHi
ia porta larga &9.
Junto a p?. Paredes Porto.
Neste estalicici'iiiii'iitf >-in-i.i.i;:ii a u rt-speitavel
publico nin iMtadn soriiuwnin iif toteada* rrarree-
zas. ingtletas, solssas e ailiiiit.-, que <> veodtiSo
por pleg r. ;..:,. .!
Paredes Pimo
Vende chales de n-noa. de ci ros que se vende-
r m a 18? osla vcndemlo por *'#. ditos | reos, fa-
zenda nova, o, G5, 8,5 a ivfi, um sorllnjsnio com-
pelo de mantelfies, capas e suuunili.rques 115 a
155. Uua da irii|>eratnz n 'ti, junio a padarla fran-
ceza, armazem da porta larga.
Paredes Porto
Receben um completo sortimenlo de liasinhat a
240, e 280 rs. covados, para acabar, cambraias de
cor a 240 rs. o covado, riscado esrosse pira na-
pa de menino, fuslao de linho a 420. 400 e .'iflO rs.
P.na da Irnperatriz n. 52 junto a padana (ranela,
rmazein da porta larga.
Paredes Porto
Recebeu para cortinados para cama franceza a
MA a pega cambrnia lisa fina a ."5 4 al IOJ a
peca, corles de lailatanade bonitos gratos a .15500
d 4S, cambraia cnni flor de .<-da, goslos inleira-
mente novos a JOOe ."00 rs. o covado, no armazem
da porta larga n. 52, la da Iniper^triz junto a pa-
daria franceza. .
Paredes Porte
Receben relo ultimo i .quete um sortimenlo de
cruzes rom ppdras p?ra o peseeco. b< nilos eaiioeis
de la para pastof de senhora. Ra da Imperatriz
n. 52, armazem da porta larga.
Paredes Porlo
Vende cortes de gorguran preto para vestido c< ib'
21 rovados cada um .'(.'OOO, grsdenaple preto a
15600, 1580(1 ei5 o evado, las lizas finas a iiH)
rs. o covado, laasde qnadrinho para veslidu, enh-s-
lada, a 320 rs. o covado. Ra da Imperatriz n. 52,
armazem da poila larga.
Paredes Porlo
Tem para vender por prego commodo, pegas de
esptiio de linho rom 10 varas a 75, 85, panno de
linho para It-nges a 610 e 700 rs. a vara, braman-
te de hiilio de 4 larguras a 2500 e 25500 a vara.
Paredes Porto
Vende corles de cambraia bordada* de ricos
gostos a 105 e 125, rirus vestuarios para menina
e menino, ricos cortes de cambraia Maria Pia a
105 e 205, tarlatana branca e de rr a t>40 e 72U
rs. a vara. Ra da Imperairiz armazem da porta
larga n. 52.
Ruiipa feita
Ra da Imperatriz n. 52 armazem da porta lar-
ga junto a padaria franceza, enconlra se nf te es-
tabelecimento um completo sortimenlo de paletos-
saceos e sobrecasacos, de todas as quaiidade*, cal-
cas, colletes, ceroulas, camisas, grvalas, meids,
chapeos de sol, ditos francezes para cabeca, por
pregos commedos, roupa para menino e outras
muitas fazendas por pregos coinmodos, armazem
da porta larga.
No mesmo e^iabelecimento encorlrar;i o respei-
tavel publico, compre um comp'rto sortiir-nto de
roopas fetas de todas as qualidades, cerno sejnm
paletos de alpaca prcta e lie cor. ditos sobrecasa-
cos a -15 e 5-5, diios de hrira parJo a S5800, e
3{.'00, ditos linos a 45, ditos meias cazerrira a
35500, 45 e 55, ditos cazemira s tros a (55. 75, 85
e 105, ditos sobrecasacos a 10 e 123. ditos de pan-
no saceos a 05, 85 e 105, ditos sol recasaeos a 125
e 255, ditos de merino preto a C, 75 > 105, cal-
gas de bnm de diversas Dualidades a 15800 i 15,
ditos francos a 25500 e 6500, ditos razemira 53,
65 e 75, ditos pretos a 55, 65, 85 105, ditos
meias cazemiras a 35 e 45, cuides de diversas
qualidades, seroulas rancezas de alftodao, ditas de
linho, ditas de bramante a 25 25500, carnizas de
algodo d^ linho trance zas de 25500 e 35. Gran-
de peehincha oeste genero, grvalas de i -ias as
qualidades e brancas para casamento, gr..nd sor-
timenlo de meias para senhoras, ditas para l.omen.;
Vendem-se as mais tinas saias bordadas..gu-1 A Aguia Branca quer acabar cora por-
!ha brancas sendo da rneior fazenda que tem vio- Ca0 Oe nieas prelas de seda para ser.lioras,
pregos menos do queem outra garte, assim como a 35, superiores a 35500 e 45.
rouitos outros objeclos que nao se pode mencionar
por hoje : s no gallo vigilante ma do Crespo nu-
mero 7.
res o par, a fim de que ninguem mais calce
meias prctas de algndao, agir pcis apro-
Chegaram para loja doT'avao os mais ricos cor- veitarem a quaijra e dipigirem- e ra do
tes de veslidos de cambraia transparente con. os | Queirn8 j0> |0ja (]a Aguia Branca n. 8. Tam
zrais delicados bordados de difTerenles cores a pon- i,.,,., ,
lo deagulha, sendo n'este genero a maior novida-! bcm andera as brancas a 15 o par, e des-
de que tem vindo ao mercado, garantindo-se o te-; las O UBCO deleito eslat em um pOUCO tri-
rm muita fazenda e enteites suCQcientes para o gueiras,
corpo e mangas, e vendem-se pelo barato preco de
I00 o cada um, na loja do Pavo, na ra d Im-
peratriz n. o, de Gama ti Silva.


\
erupgOes cutneas e lodo e
qualquer incomrr:<)do que
provena d'nm estado
impuro de sangue,
TOMEM A
HAKMA PA RRI UblA INB VE R.
' venda a ra Direta, os. l i'J e 76;
rus 4a Quitanda n. 51 ; praca da Consti-
tuir-So, n. 30 e Hospicio, n. 40. E na-
priitipaes pkarmacias e rogaras -o im-
perio-
Veude-se em Prnambuco:
na
simo prego de 45, 5, e 60OOO, por haver graude
sortinenlo, na loja do Pavo, na ra da Imperairiz
n. 00, de Gama & Silva.
Ve.ndem-se superiores meias cruas
baratsimo prego de 45(00 e$5O00
de : .i.-, as qualidades para senhora, meninos e
meninas., na loja do Pavao, na ra da Imperatriz
n. 60,4c Gama & Silva.
i inslezas pelo nne,ro> assim como seja lazinhas do quadnnho
)'(> a duzia dilas! 'prul0 es,'uras a ^ o 220, ditas mais finas a 360 1
lora meninos e 4(0 rs dltas transparentes com listas de teda i
^echioch
1
i
PHARMACIE FRANrjAISE
DEP.MAURER&C'f
RA NOVA N El
Vendem-se duas escravas recolhidas, de ida
aoerfeitamenle e fazem lodo o servigo de ana casa :
raa iravessa do termo ji. i.
Vende-se um sitio-era Remfica a' marfem do
rio Capib^lbe, com bastaoescommodos para urna
.graade familia : tratase, na ra Nova n. 24, das 0
Hora as 4 da larde.__________
Faiinlia de mandioca.
Tere para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo el C., no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Veode-se superior fio de algodo feto para
oer em machina, e proprio para saceos de assu-
lar : na ruado Vigario n. 26.________________
Em ca*a de Phipps Brothers A C, ra do
Vigario n. 2. vendem-se cofres de ierro, prova da
fogn0 dos afamados fabricantes Miltier & Son, de
Liverpool.
Colla da Babia pnor
Tem para vender Antonio Luiz de Azevedo &
C., no sea escriptorw ra da Cruz n. 1.
No Corredor do Bispo n. 15, vendera se doas
molequeg flor, muito boaitos e espertos, cora 15 e
16 annos.
~ Farelo i4fe #5O
saceos de 90 libra?, ditos de mi'ho a 45 : no ar-
mazemda estrella, largo do Paraizo n. 14. ____
Pennas de ema de muito superior quaiidade:
vende-se na ra do Vigario n. 24, Io andaj, es-
criptorio'
Vende-se 20 moradas de '.casas terreas, no-
vas e bem construidas, em boa localidade : na ra
da Concordia n. 4.
Farinha a 3#5 Vende-se farinha de mandioca, saceos grandes :
no armazem dos Srs. Tasso Irmos, na ponte nova'
pelo prego cima mencionados.
Vende-se urna mobila de amarello ja usada:
na ra estreifa do Rosario n. 17, i andor.
Vende-se a fabrica de charutos e cigarros.
da ra do Arago n. 32, L >m afreguezada : a tra-
tar na ra dos Coelhos o. 2|
que era outra qualquer parte, alim de apuiar di-
hos
e
320 rs.
fazeipla-:' proprias para a Usa.
Vendem-se as mais bonitas baragos re la e se-
da sendo escocezas as mais modernas que tem viu-
do ao mercado pelo baratissimo prego de 560 o
covado, cassas frncezas de urna s cor a 320 e
360 o covado, ditas eom palmas solas sendo miu-
das e graudas pelo baratissimo prego de 280, 300
e 400 rs. o covado : isto na loja e armazem de fa-
...*. _M codas na ra da Imperatriz n. 72, de Guimaraes
a 3&B rs. na loja do Pavao. jrmao.
Laaziubas a 320 Saias bordadas.
Lazinhas a 32o Vendem-se as mais bonitas saias bordadas sen-
Laziuhas a 3"'0 do baslanl,i largas e muito bem bordadas pelo ba-
Vende-seancrande sorlimento das mais finas '^'mo prego de 65500 e 7 r
e mais bonitas lazinhas malizsdas com ofmals v^t.dos de tarlatana muilo tina sendo, brancos
lindos desenhos, endo fazenda que val cinco tus- co,n "F**?^ cores ordadasde laa e seda sendo
toes, e vendes* pelo baratissimo preco de urna os mais modernos qoe Km vindo ao mereadoe
pataca o covado por ser urna grande prcSo desta veDde01-se Pel "ralo prego de 5,95o00 e 105.
linda fazenda : na ioja do Pavao, na ra'da Irape- Mantas de seda para liametn.
ratriz n. 60, de Gama & Silva. Vendem-se as mais lindas maulas de seda para
aiinlias garilialdwas, s o Pavo vtnde a 320 ,lomem ""lo de todas as cores peto baratissimo
. qQ prego de 15300, 15400 e 15500 : isto na nova lo-
,,,,,, ,,. ., ja de fazendas na ra da Imperatriz n. 72, de
Chegaram pelo ulumo vapor as mais bonitas Guimaraes A Ira.o
Jaazmhas garibaldinas eom fios de seda, sendo to- r..i.ii.nc .i. ih ,. hm.m
dos os padrees m.udinhos com as mais lindas co- c*'a"os da hubo para homem.
rasa imitago das sedas de quadrinhos, eacabam-; Venem-se colanohos de linho para homem
6e pelo barato prego de um cruzado o covado isto seDdo s mais modernos e melhores que ha no
periincha : na foja do Pavo, ra da Imperairiz mer.(,ado Pel baratissimo prego de 55500 e 65 a
n. 60 de Gama & Silva. duzia- _
Vestidos a !> Chales de wenoo estampados a 2-5.
Veo4em-se cortes de veslidos a Maria Pia com Yendem se bmloi chales de merino eslarapa-
barras cordadas, pelo baratissimo preco de 45000 dof pel bara,IS8l?,n,ire?? **" d,los llZ0S de
para aeabar : na loja e armazem do Pavo, ra da 1 das as cflre5-aJ^20.*^d,,S9.Bn08 sendo es"
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. lampados a 65o00, 75, 75o00 e 35.
Senhores e senhoras"
Os proprietarios da nova loja e armazem de fa-
zendas e roupas fritas na ra da imperatrtz n. 72
de Gnimaree ,& Irmao, acabara de reduzir os
precos de suas fazendas rrenos 20 por cento do 65500 e 75, liras bordadas a 15, eutreme'ios 800 e
Liquidadlo geral.
Lour-engo Pereira Mendes Guimares, ra da Im-
paratriz n. 56, loja e armazem da Arara, proprieta-
rio do grande armazem de fazendas e roupas feitas, tos de linho a 45 e o&.
tem resolvido fazer urna nova liquidacao de todas
as qualidades de fazendas que existen no seu ar-
mazem, que vendpr trinta por cento menos do que
em outra parte, alim de se apurar dinheiro e fe-
char contas, por isso pede ao respeilavel publico de
aprovtitar a occasiao, a saber.
Laaziubas ehiuezas de quailriuhos
Veude-se iaasiunas Anas a 200 e 20 o covado,
dita com palmas a 30 e 360, cassas de urna s cr
a 30 e 360 o covado, ditas d palmas 280 320,
360 e 400 o eovado : ra da Imfimlriz n. 56, Men-
des Guimaraes.
fazendas de gosto
Vende-se as mais modernas oareges de laa e se-
da, sendo fazenda de gi slo pelo baratissimo prreo
de 560 o covado.
Saias lo 1 ilai'as
Vende-se saias borbadas pelo barato prego de
Um completo sortimento de chapeos de sol de
alpaca a 35, ditos de seda a 55, 75, I' 0 e 145,
dilos francezes para cab ga, grande sorlimento
a 65-
Pcchincha admirave!.
Grande sorlimento de chambres a {COO e ':,
enges de cambraia para homem a 5 a duzia, di-
Liquidacao b.
Na loja da ra da Imperatriz o ai 1
puos (los ibjeclos ja annunciados ; vende-M
goinles para acabar.
Eslampas grandes e linas a 400 rs.
Ditas nitaas a 140 rs.
Hilas pequeas a ICOrs.
Helroz preto e de cores ( lom taa
O rs,
\:Mueles rarM a 40 e 80 r-.
Cultftes r.'.i.t". duiaa.'.' 1
Hilos en n ni.a de oin.i pWW 1 MU rs.
Cnoes, inasso de 100 a Hhi i<.
Lita o cento s ?52i Aboiuaduras litas par punios al' 1-
BaBaarg ema (rutiuim para e.- 1
Papel do tur folha> grandes a O ra i
Hainat fina para caMhl a M r>.
Duas a 300 rs.
Hitas para roopa e cbapo a t,0 r^.
Hilas muito linas 800 rs.
Hos,iios preos, duzia a 240 rs.
Conos prelas o ma>-o ;i 411 r-.
Phosforos de sepuranga, cna gr.ir.d, a !-
lioioes para viola a duzia a i'>0 r-
Meias brancas p.-ra menina 3 duzia ^5Wf
Hilas prelas para Matan o por 1
hita* pretas para hMMB a M rs
Kila d.; se.la 11. I 1/2 a pega a K> r-.
Bita de ;.> n. 2 a pega a 36" r^
Bita de seda 11. 4 a pega a '.AKi rs.
lua de seda n. 6 a pega a W r.
I ta esros.-eza de algodo a vara a 16o r-
ilita eacoKeza de 1 '. 1 on a JM
bita de reiroz a ;,ti..i a M 1
Dita aviada n. 12 ;. v;.:a a :,i I r-
I' la lavrada n. Pa vara a it< <-
Bita irliamalotao.i 11. 4 a vara a 24" r-
DiM de sarja preta n. 6 > pera a I-Jtnn'.
Bita de sarja pVrfa n. S a per.i a '' "
lilla de sarja pota n. 4 a pega a*Mlr-
B'ta de sarja da lina 11. 16 a vara a 9M
B'iO'S pretcs de louca para OMM 1 f* /* j
80 rs.
I,i< re verde fino o pao a 100 i<.
Uiiii da diversas core.- em catSMfeM
zia ICO rs.
I-1 nda de lit a v,,i.- tt r-.
Caootilhn a caixa a Sv) 1$.
Sapatmhos de la para ci tangas a 320 r
Oci-ulo de caniralha fino< o par a tii r-.
Hilos de amkdm '.>. meial a -l-'l r-.
Bilos de arma'.i de ago a 400 r.
Kroco de cores em l>om estad- a Mea l
Navalltai para tarta a it r-.
AGUA FLORf%

MIIHU.Y&I.M7)
agm florla


Grande sorlimento de roopa para meninos e cu-
tras muitas qualidades que seria enfadonbo men-
ciona-las.
Fnzeudas.
Vende-se superior marin prato proprio para ca
do iMtirr-v
olliada como um atiifro V r
lem podido ser i^nn'.-ida [n-
as mais custos:>: roiutiai ?ep ar .
mo so formasse p;:rte da pri
se applka.
Sita elcaca 13c delirada, cciti --
tes sao seus multiplicados o>< -
empreada como tifi di :
no uso do banlio, ru como -
pciic. ja nara impar 's gi ngn 1 1:
balito.
L stiavdade, Iiriio e ebst!
comploicijc?, doj om de > I
livii a irrilaco c ranri 1 1
desapparecer o 01 aj.Tr; '
pannos, das tu la:. : ,

. -

15 cada tira.
icos cortes Imteos bordados
Recebeu-se bonilos cortes bordados e de cores,
d la e seda, que se veude a 85, 95 e 105 cada
corle.
Chales de merino
A pechlocha esta se acabmdo, chales de merino
a 25.
Kiscados escocezes
Vende-se riscados escocezes, a 240 e 260 o co-
vado ; s o Arara.
Percalas liiiss
Vende-se percales muilo liuas, sendo de muilo I
bom gosto, e lendo de bonitos desenhos com listras !
a palmas sollas.sendo fazenda inteiramenle de gos-1
lo, se vende a 460 e 500 o covado, chitas escuras
e claras, a 200, 240, 280, 320 e 360 o covado, bre-
cas'.'i 1I0 1 balires, ed;
par:.: onde <\r^r que se 'pP *(-
ciem i; e elegancia >iio ignah
veis nos casos ,-n rja iqa n
la romo esimalar e e snibepfi 1
coi sos e assen ni 1 .
pa do senhora e vestidos a 25. Iu>itiiu da China lidades infecci:iliaila<. 1.1 airo^ 1
a 15800 o covado. Itua da Imperatriz, perla larga, fern, aSStn rfiBM) I UD
Paredes Porto. le para os desmn cauaa.kif -
Vende em son estabeleciraento tiras e entremetes ou stiffocaru Prepara*!: 1 l ia
bordados, prende sorlimento de rorpnhos rica- 1.,.,,.,., > '- _., v' V
mente bordados a 35, 45 e 55. S o Paredes Por- \f']u '" ", ft! !l,'- NOTa-Tork, 1
to, ra da Imperatriz no 52; pona larga junio a UKOT barbosa.
padaria Iranceza. Joo da I). Bi.r." -.
Paredes Porto | Deposito geral f l*lfiHii i
paquete francei ricas Hm Cruz D.2 em casa de r^rr, Hs
Rival #ti so.1
hu to Queimado H, 41 f K,
miutlfzas de lrc^ porla>, e>!;.
ri.p.Io lodo Lom t barate, qvi, 4 :-
MT >ere admirtr >eBkaB
Binodirhtv.
aj el amizadr, e sem eila ;-c :
Receben pelo ultimo
granadinas com llores de Veda a 400 e 500 T. ot
eovado.eslaoacabndose, cambraia preta (ara;
luto. Poita larga junio a padaria fraact&a, a ra j
da Imperairiz n. 52.
Paredes Porto
Vende um completo sorlimento de fazenda;
brancas, como sejam madapohio a 455GO, 55, 65 e
10?f, pegas de algodao por barato prego, chita fran-
ceza a 240, 280. 320, 3G0 rs. o covado, precalias [
multo linas a 360, 400 rs. o covado, chita iopleza
200 e 240 rs.
a200e240rs. o covado. Ra da Imperatriz n.'fjaixas d>.
I 52, junto a padaria franceza. I a yoo r.
Paredes Poi tO Grozas de botoes de longa prateado* hienna
Vende gangas de cor propria para roupa de me-j derna a 160 rs.
; nios a 320 rs. o covado, riscado franeet fino a I Dalias de penna de ago fazenda koa a i r-
' 320 rs. o covado. Ra da Imperatriz n. 52, junio Pegas de iranga de la lisas e de ir :
padaria franceza, porta larga.
Paredes Porto
Recebeu pelo ultimo paquete espartiihos a pre-
guignso por 39, sao bous, lengos de seda jara se-
nhora e homem a l, ricos cortes de cambraia
lanha de linho de duas larguras, a 15 a vara! len- j bordados de 18g a 7jf, por ler um loque de mofo,
gos de cambraia branco, a 25400,25 e 35 a duzia,! esto se acabando, na ra da Imperairi: n. 52, jun-
ditos de linho, a 440, 500 e 600 cada um : Mendes' to a padarla franceza.
Guimaraes. ___ _____________________________
Cobertores de algodao Grande aniiti/.eiii de Untas.
Vende-se cobertores de algodo, a 800 e 15500 RUA DO IMPERADOR 22.
peratrif!.82" fcSearlales de laa a 5^: rua daIm_I O armazem de tintas um grande deposito dt
Camisas fraur zas } usados napharmacia,pintura, photographi.tin
Vndese camisas francezas a 15600 e 15800, turara, pyrotechinia(fogos de artificio) eemoutrai
pregas largas a 25, 5*10 e 550,, liuas a 25800, industrias.
e 35, brim de Moho de cores, se veude a 1&280 e j Montado em grande escala, e supprindo-se di-
15 a vara, cortes de brim de cor, a 15280, 15400, rectamente as principaesdrogartasdeParis, Lon-
15600,15800 e 25, de brim pardo a 640, 700 e 800 dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa, pode olfereceer
rs. a vara.
para limpar det* a
cs estreitas ere ; ..-
snper.. :< t*
40 rs.
Escovas linissimas
320 rs.
Pegas de Ola de
320 rs.
Caiii.s eom rokbeiei francezes.
dades a 20 rs.
Tinteircs de tarro, corr superior tala a I
Pegas de cordo para vestidos, faz.r.da hoa k
20 rs.
Baralhcs muilo iioo- para oarie a UH>
240 rs.
Latas com superior dan fia a fei r.
.producioschimicos utensise os ma.sempregados rmeoi e mara,.a ^^ ,,,, ft0(, i( r.
Frascos e garraliohas com agna (U t^iMw. a
Vendem-se
Laiinhas a 160 rs,
superiores lazinhas
transparentes
com bonilos padrdes, sendo lisas e dequadros, pelo J&om' *8W e SS'.'UtiL^
baratissimo preco de 160 rs. o covado isto para uma **" dJ'o a e 105 :
35,
acabar: na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60,
de Cama & Silva.
Manguita e golas a OO rs.
Vendem-se manguitos com golas de cambraia
pelo baratissimo prego de 500 rs., isto para li-
quidar : na loja do Pavao, rua da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Corles de chita do Pavo
Vendem-se cortes de chita franceza muito boa
com 10 covades a 25400, ditos com H covados a
25OO, ditos com 12 covados a 25800, isio s
para acabar : na loja do Pavo, rua da Imperairiz
n. 60, de Gama & Silva.
Ayasallios para cabera de sciiuoras.
Vendem-se superiores agasalhos para cabeca de
senhora ou cachios, sendo fazenda mais moderna !
que tem vindo neste genero ao mercado, pelo ha-1
ralissimo prego de 35 cada um : na loja e arma-
zem do Pavo, rua da Imperairiz n. 60, de Gama'
& Silva.
Chales de renda a tO, i2& 130, 205 e 2SA, na
loja do Pavo.
Veodem-se chales de renda preta moilo finos a
105 b 125, dilos de linho a 155, ditos de seda de
linho dos melhores que ha nn chales de renda a
20 e 255, ditos brancos de tres ponas a 69, islo
s na loja e armazem do Pavao, rua da Imperatriz'
n 60, de Gama & Silva.
Cambraias brancas.
Vendem-se pegas de cambraias brancas i
muilo finas
islo s na nova
loja de fazendas Ka rua da Imgeratriz n. 72 de
Guimaraes & Irmo.
Kiscados escocer zes.
Vendem-se os mais bonitos riscados escoceze
para veslidos de senhora e proprio para roupas
de meninos a 260 e 280, chitas francezas escuras
e claras a 240, 260, 280, 300 e 320, ditas percales
muito finas a 360, 400 e 440 o covado: isto s na
nova loja e armazem de fazendas na rua da Im-
perairiz n. 72, de Guimaraes & Irmo.
Camisas traneezos.
Vendem-se camisas francezas a 15500, 15800,
25, 25500 e 35, dilas com paito de cor a 2J}
25500 : islo s na loja de Guimaraes Irmo.
Roupas fritas
Grande sorlimento de roupas feitas, caigas de
brim branco a 25, de linho a 35200 e 35500 cada
uma camisa 35 e 35500. finas a 65 e 75500, pali-
tots de bnm a 25. 25500, 25800 e S de, casemira oleo,cuja qualidadee pureza de seus ingredien
35500, 45. 55, 65, 7?, 85, 85500 e 105, sobreca- ,es Pdera ser examinada pelo consumidor, o qoe
sacos a 125,145 e 16, pretos e de cores, calcas de!n5 facil razer com aquellas que sao Importadas,
). ti800. e iue se eiiGonlram no mercado em lata lechadas.
Tem grande collecgo de vidros de differentes
formatos, desde uma oitava at dezeseis ongas de j
400 rs.
Frascos grandes
640 rs.
Caitas cora 12 frascos de
15100.
iSaboneles pequeos de bolla
320 ra.
rom soperior agna dr Cok mi
cheiros n>niic 'i. .
a 240 r*. e jrindr.-
productos de plena confianga e satisfazer qualquer
encommenda a grosso trato e a retalho, por pregos
razoaveis. .... iBuza de .abneles pequeos rom rlierro a 7tX:
Prvidos de machinas appropriadas satfefart Agua enlince su pi(qr ZSSm rs.
cora promplldao qualquer pedido de untas mo.das cJlx^ rora fBperr p ^ Jrr a Hm tf
Frascos de superiores essencias sastal -
brim
e de cores, a 15280, 15440, 18600, 15800,
'tenifn! ** 230 e 3# > s0 Loureugo Pereira Mendes Gui-
0 maraes, rua da Imperairiz n. 56.
Arara n. 56 Heniles tiuinares.
Vendem-se dous moleques de 16 a 17 annos,
um cabrinha proprio para pagem por ser multo
bonito, boa conduela, com 14 a 15 aonos, um mu-
latraho de 10 annos, muito lindo e esperto, e dous
negros para enxada, uma negra moga muito robus-
ta e sabe eogommar e cozinhar brm, uma cabri-
nha de 18 annos, perfetli engommadeira, cose e
cozinha, tres negros mogos sem habilidades, pro-
prios para enxada, uma mnlatmha de 14 annos,
com principio de costura e engommado, uma ca
brinha com 6 annos, muilo linda e esperta, e uma
e j onira negra moga perfeila engommadeira : na rua
i do Imperador n. 45.
i.xlua* tf t n*i
Vendem-se paimeiras imperiaes, em estado
de serem trasplantadas: no sitio murado es-
querda, depois.do becco do Espinheiro, nos Af-
Qictos
Luvas de Jouvin.
A loja de miudezas na rua do Queipa' Na rua da Imperairiz n. 26. fab ica de chapeos
do n. 1C, reseben-as por este ultimo vapor, de so|i na Pra vender um sorlimento de obras de
--------------------- I ouro, como sejam, aderecos completos com coral,
t jfi f/fj- tf/> meios dilos, alfinetes, rozeu, brincos, correntes
11 "^ ou !para relogio, escoletas, cruzes, bolSes para po-
os grandes quadros representand > a batatha naval nhos, ditos para aherlura, e outros objectos de
de Riachuelo e passagem das Mercedes : na rua. ouro de diversas qualidades e gostos, que ludo se
do Crespo n, 4. vende barato para acabar.
capacidade ; de vidros para viringas e diamantes
para corta-Ios; de pinceis para Mugir madeira com
rtoprredade e outros; de papis dourados e pra-
peados e folhas de gelatina para ornamento; de
papel grande e pequeo formato de vanas cores
para embrulho, para forro de casa, para desenho
com fundo j feito;de papel albuminado le Urisio
verdadeiro saxe para photographia e para filtrar,
e outros ; vernizes de essenria para quadros, de
espirito para madeira, copal para o interior e ex-
teiior; oleo'graxo, oleo seccalivo. oleo de liohaca
clarificado, oleo de loiele, secativo de Harlim, ouro
verdadeiro em p ; prata, euro, e eslanho em fo-
lhas de varias cores; timas vegetaes, inoffensi.
vas proprias para confeiiarias; la de cores, e
olhos de vidros para imagens; linfas em tubos <
telas para retratos ; tintas em pastis e em p pa-
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly.jasmim, bergamota, aspice, paichouly. mbar,
bouquet.limo, alcaraiva, melissa, orlela pimenla, I i)uzlas"de meias erna
looro, cereja, alfazema, juinpero, Portugal, lima,I 3jm
anis da Russia, canella, cravo e muitos outros ob-
jectos que s com a vista podero ser mostrados.
Joo Pedro das eces,
Gerente.
15200.
Frascos cora essencias para tirar
a 500 rs.
Fra.-cos com cheiros de iodos os preci* a !: J>
240 e 320.
Frascos bonitos com eMmi o'-s a .VIO r*.
Buzia de meias muilo finas para .entera
45800.
Gollinhas muito linas para senhora 200 '.
Caixas rom soldados de chombo rara ae*: ~
160 rs.
Pegas de tila de la para debrnm de t- rom
10 varas a 600 rs.
Ditas de bicos superiores, para acabar a p9* t
800 rs.
Pedras de loma para menino* a |o m.
Runecos de choro e panno a 160 r.
Caixas eom honit?s etmpa para rp; W' rs
i'apachos compridos, tea fazen t. a .' *> r.
Grosas de botes pequeos pretcs para r
100 rs.
varas de cordo de espartilno a 20 r>.
Novelhis francezes com 201 ardas a 40 rs.
Pegas de liras bordadas a 640.
t ABBnTiom a
(BAXA EN BEXIG4.
Cfil'ZS E FIVELi^
Chegaram a' loja de miadezas 50 A rua
da Cadeia do Recife ricas ernzes de madrea-1
bem con o tirelas de tartaruga e de nueras sani-
dades, as qoaes se vendem po' aaeaaa aja
Vende-se graixa em bexigas de superior qnali- qualquer outra parte; ha timieaum ci
dade, largo da Assembla armazem de assucar. sortimenlo de miudezas.




Diarlo de Pemaiubueo Quarta letra 14 de Xoveinbro de I Sft.
N. 11Ra* do QueimadoN. 11
A loja de fazendas de Augusto Frederico dos Sanios Porto, acaba de receber um mni-
lo grande e novo sortimeut de cortinados bordados para cama de noivos a 365, 405, 4'5,
50000, bdOO e 70*000.
Liadas maulas para gr.ivala, de variadas cores, a 15500 e 25-
Caohiuez de la de diversas e booitas cores a 35300 e 4*.
Chales de guip, fazeoda a mais moderna, a lo*, 20*, 225 e Mi*.
Roiondes de guip, tambem os mais modernos a 26*.
Colchas de seda de cor para cama de nuivos a 55* e 60*.
Alcatifa de linho para salas, lazeoda larga, bonita e de mu.tr. duracao, a 600 ris o
covado.
Tapetes grandes e pequeos, cem ricos desenlio*, para sof.
Saias bordadas para senhoras a 7*, 8*, 9* e 10*.
Capas e soulembarques de seda prela para senhoras.
Bonete) chapeos e chapellinas para senhoras, dos gestos mais modernos.
Chapeos elegantes para stuhoras, a 12*.
lVcinhas d liaissima bn-lauha de lluho a 7*500.
Laziuhas de quadros a 320 rs, o covado, setim de Paris a 700 rs. o covado, e cam-
braias fraucezas de cores a 500 e 730 rs. a vara.
Casemiras de quadros, moire anlique prolos e de cores, pannos e casemiras prelas,
grosdenopole preto e decores, esguioe?, silesias e cambraias ee liuho, sortimenlo, de diver-
sas fazeudas para lulo,chapeos de seda para homens a 9* e 10*, chapeos deso de seda,
lindos mauguilos bordados, e oulras muuas fazendas que se vendem por presos razoaveis,
inclusive
Esteiras da India para forrar salas
CORTES 2IE SEIM
Chegarara pelo paqaele inglez riquissimos corles de morean;que de cores, e seda lavrada pa-
ares inteiramente novos.
Seda de quadros por 1$000 o covado
5RA DO CRESPO-5
Gregorio Pao* do Amaral A Companhia.
-DUARTE1IMEIDAV
AO RESPEITAVEL PUBLICO
A tabella abaixo publicada serve de base de precos,
tanto deste armazem como do armazem progressivo pa-
teo do Carino n. 9, principal armazem ra
dor n. 40.
Receberara Gregorio Paes do Amaral & C. mais pm completo sorlmele de
-FIL S'IIETO
Manufacturado em Challes
Points
Algeriennes.
Rotondcs.
frica ines.
Annamiies.
Pompadoan, etc, etc.
Desde lOOOO a 80d0t>0,
, CHAPEOS A fiXFOSICAd
Novo modello de chapeos a mgleza de fi.iissim pama para senhora com ama
ampia banda de tife de cores.
CAPAS
de laa preta e de cores proprias para luto, ou passeio pelo ,diminutissimo preco de 10 Seda matisada em pe#is
padrees modernissimos que faz o effeito de um vestido de subido preco. Assim como :
ricos cortes de moireatitique brancos, ce cores, de gorijuro lavrado de Blood para ca-
samento.
Magnificas grioaldas e mantas.
Colchas de seda porttiguezas.
Cortinados para cama e janellas.
Camisas bordadas,
e outros muitos objectos para noivado.
CORTES DE TAUI.ATVV1
com enfeites de cores da mesma azenda, o que ha de mais moderno.
CACHENEZ
de muitos bonitos padroes e feitios diOerentes.
E outras muitas fazendas por precos comntodos que vendem
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
Fazem setente ao respeitavel publico, e com especialidade ais senhores de en-
do Impera-
5 RA DO CRESPO 5
i

Para vestidos de senhora.
Corles de seda de cor de bom gosto e superior qualidade. t
Lindas sedas de quadrinhos.
Bous nioireanliques de cores.
Grosdenaples de todas as cores.
Lindos pnil d' chevre (azenda assetnada de inteira mvidade.
i.i las dflqoezasassetinadasfazenda inteiramentenova.
M demos greitfilinesde seda oque tem viudo de mais novo.
Grande variedade de lias de cores lii-as e de salpicos.
Organdys e ca-sas de mnito bom go.-tn.
Percalias modernas com grande variedade.
Lindos corles de laa Clotilde com todos os perlences cada um em seu car-
ir mente novos.
. -cirios decassa co.n barra i.vnbim inteiramente novos eoutras muitas'*
fazendas de gosto quesera enfadonh > mencionar.
Para hombros desenhoa
Grande variedade de chales, boarnoux, retundes e algeriennes de fil e de
"'. guipare a 10, 16, 20, 30, 40, 60 al 80;$. )
Modernos soulembarques de seda de superior qualidade.
L-ridos bertes de seda le cor pretos e de cachemira.
dem de cambraia branca bordada com moito gosto.
Sautembarqoes ebournoux de cachimira de cor e outros muitos artigos de:
bom gosio. i
Para cabera de senhora i
Superiores chapclinas depalha, de seda e de crina de muito bom gosto a im-
ratriz.
Chapeos de p Ulia da Italia grande variedade. !
Lindos gorros e bonete de palha de Italia, Impenlriz, Canotier, Clotilde
a Granie, chegadosde Paris pe'o ultimo vapor. )
Grande variedade de enfeites de Troco e de llores para casamento.
s iperiores vestidos de blondo, e de moireantiqne brancos.
Bons miireantiqnes brancos e superiores sedas brancas.' I
fa is vestido-* tarlatana hranco bordados.
Lindas mantas de blonde e boas capellas.
Bordados. c
Grande variedade de ntremelos bordados transparente e tapados.
Tas bordada- transparentes e tapadas, babados bordados, saias bordadas el
outros muitos artigos. .
SiOJF k BftAS CWIilTMMJJi l
DE >.NTi-.M> i ORREIa l>R VAS' ONGRLLOS *& C.
. Itli DO CRESPO V. 13
gentos, lavradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar
Deraram os propietarios dos tres grandes artnazens, reunir todo
mentos em um s annuncio, pelo qual o prego de um ser
isuas compras deli-
>s seus estabeleci-
d) todos, promette-
tnos que uao iafnngiremos a tabella que abaixo vai publicado, ao mnciar os gneros
. por um preco, e na occasio da compra quererem por outro, como
mente em oulras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos
anda mesino com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar
sero tam em servidos como viessem pessoalmeute fazendo-nos o favo
pedidos em carias feixadas; para evitar qualquer engaos, remelle
pela qual se ver os precos tal qual annunciarraos, o que sean
alguma que fizer sua despenca em
5 por cento na sua despeza diaria.
nossos estabelecimentos; poi poupar mais de
A
rft)
I I
i
-

e

6
jfIAJTEIQ4
Manteiga i gleza perfeitamente flor che-
gada ltimamente de i,oooa I,loo rs. a li-
bra, e em barril ter abatimento.
Manteiga franceza da safra nova a 8Go rs.
!a libra e em barril ter'abatimento.
BANIIA
Banha refinada superior a 6io rs. e em
barril ter abatimento.
caii
Cha uxim de primetra e superior quada-
de a 2,8oo rs.
dem hyssoh o melhor neste genero a
2,6oo rs., e sendo em porco lera abatimen- j
to, tambem ha proprio para negocio de a
2,4oo rs. a libra.
dem preto superior de l,8oo a 2,3oo rs.
a libra.
IBi.coutos
Latas com superior biscouto inglez de di-
versas marcas a 1,2oo rs. a lata.
Btt!)chin!i is >5,5oo a caixa de arroba
Latas com holachinhts da acreditada fa-|rs. a libra,
brica do beato Antonio, proprias para dar a
doentes de 2,000 a 3,ooo rs. a lata.
dem com quatro libras de bolachinha de
soda a 2,ooo rs a lata.
Queijos
Qneijos flamencos chegados no ultimo
socede constant-
no se dar islo
seus fmulos que
[ de mandar seus
ndo nos urna conta
rrepeuder pessoa
Serve a
Superior serveja Baa dos melhores fa-
bricantes, como sejam: ihlers & Bell. T. F.
Ashe a 7,5oo e 7,ooo rs. a ituzia e a 7oo rs.
a garrafa. Tambem ha de outras marcas
como seja: Victoria e Ale ipe a 5,ooo rs. a du-
zia e a Soo rs. a garrafa.
Vlnag/e
Superior vinagre"de ijsboa a 2,ooo rs. a
caada e 280 rs. a garrafa. Tambem ha
mais baixo para 2oo rs.; garrafa e l,4oors.
a caada.
A zeite
Superior azeite doce d
garrafa e a 4,6oo rs. a cenada.
Mass
Macarrao e talaerim
u,ooo rs. a caixa.
Passh
Superiores passas a
O
, 1
o
o
DE
doce
Lisboa a 6oo rs. a
is
300 rs. a libra
e a
l.Boo o qaarto e
bespanhola e a 32o
&E.\EI1KA
Genebra de laranja vi idadeira a lo,5oo a
du/ia e l,ooo rs. aofras o.
Genebra de Molanla
rs. afiasqueira e a oGo
Idom de Hollanda em
.. .- /
- .i
ra da
vapor a 2,5oors., tambem ha do vapor pas- ()a uins.
sado a 2,3oo rs. Garrafoes C'>m 24 garrafas de genebra de'
CIIOCOLATI | Hollanda a K,ooo rs. o
*
Lnperatr n. 74.
V.mhI "n-! riM enfeites para cabera a ^jtiO.
i ni prelas para alisar 210.
D.iiu com rbapa de metal braoeo a 800.
'.-i-v.,1* Unas para denles a lO, 2io e OO.
iras linas pira costara a 300, CiuO e 1-5
lito Unas para seah ra a 300 e 409 o
Ca ta c ni 50 nvelos i linha d-> gaz a 700.
Caixa cora 100 envelopos a 800.
tJaiX com papel |i.iutado a 700.
ti -'na de papel almaco greve a 320(\
Tima preta para sscrev^r boioa 140.
K. ras garlos e balauco a 5500 e lifioiK).
Meias ernas para bornem a 200 <; 210 o par.
lioeles d lodos os lmannos a 100 a carta.
! la de linho pe?a 30 120.
.irao para vestido a 30 rs. a pcr;a.
Dilo imperial peca io rs.
i.iiT.a* cora obreias nuito iioas a 40 rs.
Baralho de cartas linas a 2i0.
i de baiio Jj louga para camisa a 120.
Dil de madreperola muito linos a 640.
<: iixa le eorxete nmlto bons a 40 rs.
Carian de rorxeles nimio b ns a 60 rs.
(ravalas le seda preta e de cores a O.
J o de wispora a 8(M) e 300.
V : is muii linas para rap a 1=5.
F.'um completo sormeoto de miodetas que se
. m por nit-n >s do que em outra qualijuer par-
: ira se apurar dinheiro.
Acba-se
i venda na hvreria acadmica, na ra do Impera
doi na do Si. Nogaeira, junto ao arco de Santo
Anin.o ; e na typographia imparcial, na ra es-
ir< ;. do Rosario a eompilagiode toda a leitisiaca
b o : >nte administraco, arrecadac,ao e flscali-
a(;io dos dinheirus de erphios detaotos e ausen-
: i. heraocas jaceote?, legados, etc., contendo nt
regiment de cusase a lei peral das execu
cues, como tamben todas as ordens e avisos de
overno, noe a iodo tem explicado, tanto a respei-
obrigaeScs inherentes ao cargo dos differen-
i 'i.: regados de jastiea e fazenda, como dos di
reitos nacionaes e emolumentos que sao devidos.
! : livro mniendo mais de 700 paginas em nitida
, prensio e bom papel, e prestando-se a utilidad?
< JilTerentes riasses, torna-se recnmmendave!.
Sea usto I0300B por cada exeniplar em dou
(lili :..
ihLES
(.rao ic pechlncha.
No roa da imueratriz n. 32 pona larga de Pare-
d.s i'ortn, vndese ch-les de merm estampados a
2j5 1:300 e lin is 35. esifm se acabando.
Ilor dalles.
Chogon a loja de Paredes PuTtO, roa da Impera-
Irit n. 52, un suriiiiienlo de cami/.inhas, gollinhas,
ccrpiihus, rouieiras e sintos, de cambraia branca,
|m lo barato prreode 2300, 39300 < 4, golhnhas
5 i -, romeirs a 800 e smtos a 800 rs, grande
quaaliJade de enlrtmeios a 600 e 800 rs. a peca,
e.-la i se acabando.
Vende-se nma grande casa terrea no. lugar
da < apnnga esquina da ra das Deosa;. com cha-
fariz na frente, iod| murada, com grande quintal,
contendo divenvM arvoredos, cacimba e tanque
para hanhoj qui-m a pretender pode ir examinar
e tratar aa ra t-treita do Rosario d. 13.
LOJA DO BtUA FLOR
Na rea do Queimado a. 03.
Nesta loja por todos os va;.res se recebe luvas de
pellica brancas e decores, tanto para hornera como
para senhora.
Vo!ti$, ciizes ft brincos.
Chegou no nUimo vapor um granito sortimenlo
de volias e cruzes, imitando cornalinas brancas,
assim como brincos da mesma e dtcrystal do mais
apurado gosto que se pode desejar, fol s quem
receben : na laja do beija-flor, ra do Queimado
o. 63.
Enfeilesparacoqne.
Assim como recebeu enfeites para coque e en-
tras muitas qualidadcs, que se vendem mais barato
do aue em outra qualquer parte.
lioneras que rhaiinm mamai e papai.
Tend) receido um grande sortimenlo de bone-
cas que chamara papai e mamai e movem com os
olhos, muito bem vestidas, cora cabelleiras, o
que ple haver de gosto neste genero, e vende se
mais barato do que em outra qual juer parte.
BMaios.
Assim comoum bonito sortiraento de balaios para
menina de escola, tambera ha muito bons pentes
para desembarazar, uuaroeridos de metal.
tul wHian
m Bichas de Hamburgo
IH todos os paquetes da Europa se recebe
Sg desias amigas do sangue humano e se
^ vendem a troco de pouco lucro s afim
3R de ler sempre coosa nova : a loja de bar-
y* beiro ra estrella do Rosario n. 3, ao p ^
M da reja. jfl
colares Royer ou colares ano-
dinos
para facilitar a denti^o das criancas e presrva-
las das convulsdes.
O feliz resollado obiido immenas vezes pela
prodigiosa forca magntica dos colares Royer, nos
casos de convuisoes, e denticao das criancas, tem
altamente elevado n seu bem merecido prestigio,
e hoje j se pode dizer que esto geralmente con-
ceituados, e estimados de inoumeraveis pais de
familias : de uos. porque do uso desses salulares
colares viram salvos do perigo seus charos filhi-
nlius, e de outros porque colheram daquelles lao
proficuo exemplo para igualmente preservar os
seus. Assim, poU, a aguia branca, leado em vis-
tas a uiilidade e proveii' desses prodigiosos cola-
res anodinos on R->ver, mandiu vir o novo sorli-
melo que agora recebeu, e continuar a recbe-
los para nue em lempo algum a falla delles possa
ser funesta aos pas de familia, os quaes ficaro
eerius de os achar constantemente na roa do Quei-
mado, lja d'aguia branca n. 8.
oo rs. a garrafa, e a 3,ooo,
e portuguez a 800 rs. a libra, em porcao
lera abalimento.
VINHOS
Superior vinbo do Porto das*mais acredi-
tadas marcas, como sejam: Madeira Secca,
Duque do Porto, Velho Secco, Lagrimas do
Douro, Mara Pia, D. Lniz, Pedro V, Lagri-
mas Doces e oulras marcas a l.ooo a garra-
fa e 9.000 a {t ooo rs. a duzia.
Vinlio Figneira e Lisboa das melhores
marcas a 4oo e v.,. ^. b
3,5oo e i.ooo rs. a caada.
Superior vinbo chamisso em barril a 64o
rs. agarrafa ea 4,5oo rs. a caada.
Superior vinbo de Lisboa e Figueira em
ancaretas de 8 e 9 caadas a 24,ooo rs. a an-
coreta.
Superior vinbo branco proprio para mis-
sa a 640 rs. a garrafa, tambem ha mais bai-
xo para 4oo, Soo rs. a garrafa e 3,2oo a
3,5oo a caada.
Caixas com urna duzia de garrafas de su-
perior vinho Bordeaus a 7,ooo rs. a caixa e
7oo rs. a garrafa.
CAF
6,000
verdadeira a
rs. o frasco,
botijas a 4oo rs. ca-
AZEVEDO FLORES
Eua da Cadeia do Recite, esquina da Madre de Dens.
GranoY sortimenlo de fazendas pnr ataca lo c a re,.Hit, t un csnpieU sr
por menos i|ie ei
superior casemira preta, rJe finos
Chocolate hespanhol a l,ooo c t,2oo rs. |,;1 garrafoes com 5 e ^
a libra, francez e suisso a I,ooo rs. a libra ((0oo rs. cada um.
VELA
Velas de spermacete
dem de carnauba de
arroba e de 36o a 44o rs
garrjfo. Tambem:
garrafas de 3,2oo a!
6oo rs. a libra,
loa 12,ooo rs
a libra.
PEIXE
Peixe em latas j pretarado de l.ooo a
l,2oo rs. a lata
ALPISTA E 1'AINgO
Alpista e painco muito novo de 3,8oo a
4,ooo rs. a arroba e de 14o e 160 rs. a li-
bra.
CHARUTOS
Chnrntos dos mais acteditados fabrican-
tes, como sejam: Joao Firtado da Serrias,
ment de roupa leila, de casemira e ontra qualquer parle: qunn tlmilar veuha >er.
de lindas e finissimas casemiras escuras c dars, de
brins brancos e bom brim pardo.
Paletos
de superiores casemiras escutas e claras, de lina alpaka branca, de superior alpaka pre-
ta e de brim pardo.
folelos
de boas casemiras pretas e de cores e de lino iiui branco.
CAmSSAM
Superiores omisas francezas de 2-5 at ~>5.
Ce ron Ins.
Ceroulas de superior bramante de lino linho.
Hilos. m
Superiores bales de arcos para meninas de 2 at 12 annos.
dem superiores para senhora.
Ciravatas e maulas.
Superiores mantas para pesclo de lnnnem, as mais modernas do mercado.
Madapolo.
Madapolao bom a 8$, 9^, 1'5 e 123.
Chapeos de sol.
Superiores chapeos de sol ue seda bailo a 105-
Fraques de casemira.
Fraques de casemiras, preta, escura e de cores claras, e nao ha vendo que sirva
ao freguez manda-se fazer por medida e com muita promplido.
Todas estas fazendas por precos insigninVantissiraos, pois o flto do Balao ad-
quirir freguezes.
LOJA DO BALAO
DE
AZEVEDO fc FLORES.
Caf do Rio de 1.a e 2," qualidade de
Sitio,
Venie-se o sino no Rosannho n. 8, jnnto da ea-
pella, rom casa de ;.- muias fnicleiras, baixa de capim, estribara e jar
dim. Tambem e permuta por casas nesta praca:
a tratar na roa Nova n. 55, ou no Recite, rna da
Cadeia n. 3.__________________________
Vinho do Porto superior em caixa de duzia,
tem para vender Antonio Luir de Oliveira Azeve-
lo i C, no ieu Cicrinlorio ra da Cruz n. 1.
6,8oo a 8,2oo rs. a arroba, e de 24o a 28o
rs. a libra.
HA BAO
Sab5o maca de primeira qualidade de 18o j
a22ors. a libra e de 16o
em caixao.
Manoel Peixoto da Silva
Filho e Brandiio e de (
quaes vendemos pelo modi
2, 2,8oo, 3,5oo, 4,5oo, e
lAeorcit
Licores francezes e puri
l,4oo rs. a garrafa ou frasco.
Doces
Doce da casca a goiaba
quenos a 7oo rs. e de 5o (
a 64o rs. o caixo.
Frutad
Frutas em calda e em la
ndicamente, muito bem eihfeitadas, conten-
do pera.pecego, ameixa rainlia Claudia, a
perene e outras frutas
a 21o rs. sendo; Tambem ha latas grandes
!lata.
Nelto, Castanho &
utros muitos. os
o preco de 1.600,
G.ooo rs. a caixa.
iguezes a l.ooo e
e caixoes pe-
ai.xoes para cima
as fechadas her-
0) is. a lata,
para l,2oo rs. a
Uvas pelo ultimo vapor.
Peras pelo ultimo vapor.
Macas pelo ullimo vapor
Ameixas pelo ultimo vapor.
Passas pelo ultimo vapor.
Figos pelo ultimo vapor.
Frats seccas pelo ullimo vapor.
Fructas em calda pelo ultimo vapor.
Nozes pelo ultimo vapor.
Queijos lotidrinos pelo uliimo vapor.
(ju 'ijos tlamengos frescos pelo ultimo vapor.
Presunto fiambre pelo uliimo vapor.
Tudo se vende barato us seguintes armazens:
Ra do Imperador m. 40. Verdad el ro Principal.
lina do 4feueini;ido 11 9, 'nio e Commrreio.
Largo do Carme u. 9, Progress vo
ARMIZEUI E FA%CII)A
DE
CUSTODIO (AKVIIJIO C.
# 27 RA DO QUEiMADO N. 27
ABAAAMadai)0l5 francez muit0 fino' tendo l)0uco ofo, cada peca com 27 varas por
10)j(XX).
La de c res a 300 rs. o covado.
Cambraia franceza a 260 rs. o covado.
Finos organdis a preco de 800 rs a vara.
Lencos braicos para algibeira a 20' 00 a duzia.
Fin :s percharas a preco de 400, 440 a 560 rs. o covado.
/ Ricos cortes de la de barra de I0 a 30,8000.
/ Chales de fil preto e outras muitas fazendas.
ULTIMA MODA.
Paredes Porto recebeu pelo ullimo paquete um 'completo sortimenlo de capas
bournus de cores ricamente enfeiud.x 125, 155 e 204 : na ra, da Imperatriz n. 5J,
loja da porta larga junto a padaria frauceza.
'
*No armazem da ra do Imperador n. 3 ou no
Caes de Pedro II n. 2, tem para venderse o me-
lhor gaz existente no mercado.
Vndese um cylindro, urna masseira, urna
balaoca grande e urna dita pequea, com todos os
pesos e mais otencilios de padaria : a tratar na
ra Direita n. 21.
Vendem-se
machinas americanas de serrote para descarocar
algodao : na ra da Seozala Nova n. 42.
CAMBRAIA".
Cambraia de forro com 8 l|i varas a pega a 25,
est-se acabando : na loja da porta larga da ra da
Imperatriz n. 02, de Paredes Porto.
m
Vende-se orna eerrava criouia, moca, e com
habilidades: na ra da Penha n. 17, 2* andar.
avanado.
Francez barrica 85000
Portland dem 85500
Em perfeito estado:
Francez barrica 105000
Portland dem 125000
No armazem de Tasso Irmos caes 00; A pollo.
Rcimi.
Cheearam os bonito* chuls e relonda > fmipa-
re brancos, e vemlem-se na rna da Imperauz a.
32, loja da pnrt- larga, it Paredes Porio.
Chales de renda
Paredes Porto, na ra da Impf ralrii a. 52, porta.
larga, vende chales de renda de cores rom Mam
no toque de mofo, a 35500 45, fama 4 Mi
eJUtQO.


Diario c PcrnamfcttCc abarla felfa 15 de

Xovembr de (n#*
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
ffilUI JlMl-ilA 3)3 SI IMMoQR
AO
KESPGITAVEL PUBLICO.
A apreciado dos habitantes desta heroica provincia existe no ggande arma-
Kcm da Liga estabelecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento |de molhados,
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm .iffiancar, com toda a seguranca de que
nenhmn outro o exceder no restricto camprimento das seguintes promessas:
1." Delicadeza no trato.
2. Fidelidade no peso.
3.' Sinceridade nos precos.
As pessoas que por sua posico social gozam de certo tratamento, acharSo nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja. vinhos finissimos manteiga e cha semprede
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a condicao do freguez, elle deve contar-que ser sempre mui-
to bem servido.
Aqaeltes que sao pouco favorecaos da sorte farao mensalmente urna economa de
muitas patacas., afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassocar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dem ou nao qaerera vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne-
gociar, devera vir, pelo seo proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
ren do quanto se pode vender barato.
Para os senhons que compram para tornar a vender existe m sortimento espe-
cial, escolnido por pessoa entendida que certamente mus'to deve agradar aos senhore>
compradores.
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todas.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
A i Gbaixa em latas, ciuito nova, a b rs. cada
ALPISffA a 120 rs.a libra. uma.
dem e painco de oito libras para cima a i
10C rs. i KIRSCH de Wasser a U a garrafa.
Arkwz de 90 rs. a libra a........j ^
Amenboas, casca motle, a 28Gts. a libra. | LATAS com graixa a 80 rs.-cada uma.
fiO PUBLICO
Mem o menor constran
glmeuto se entregar
Importe do genero que
nao agradar.
ATIENDO
a preco da segulnt<
tabella pa" todo*, pu-
dendo asslm servir de h-
se para o ajuste de eonta*
com os portadores.
RA DA CADEUt DO RECIFE N. 53
(Logo passando
PARA IEM DE TODOS,
Senhore" -choras, o aceio que presidio aos arrar
ezacom que serao lratil93 nvida a uma visita ao mesmo,
os deste novo estabelecimento, e mais que indo a promptid3r> e Intel"
ertos de que sem dnvida me daro a protecco e preferencia na com
ra dos seeros que preciare o e quando n5o possam vir p >derSo mandar seus portadores, ainda que estes tejan poneo praticr* Ca*as ccm D*fml*r\"Vnlll ,"'..''
mc e>t\WKe\ t%r\ hntv cnririi'ir.c rainn c vinfcnm nAC cao! manto 1- vnnn norn /ntn ncloc tnn-i rncrmim^r. l.. /* ji. ____*_ .. #_ _
Aveulas a 210 rs. a fibra.
Amuixas francezas em'latas de todos os l-
mannos.
dem idem em potes de todos os tamanhos.
dem idem em bocetas de todos os tama-
nhos.
idem idem em frascos de todos os taa-
nnos.
zeite doce de primeira qualidade a 560 rs.
a garrafa.
Alhos a 200 rs. o molho.
A.BSYNTH0 a 2f5000 a garrafa.
fiOLACHINIIAS do Beato Antonio em latas
grandes e pequeas.
dem do Principe Alberto a 1<5800 a lata, e
de cinco para cima a 4#700.
dem de so Ja em latas grandes a 2-5000 e
de cinco para cima a (tfOO.
Biscoitos inglezes de todas as qualidades a
Is5200, I 250 e 1*300.
Bolo francez em caui-lias a 400 rs. cada
uma.
Batatas inglezas.
Banda de porco refinada.
C
CHOCOLATE francez a GOO rs. a libra.
dem suisso a Id a libra.
dem de musgo a 41390 a libra.
Chodricas muito novas a 800 rs. a libra.
Caf a 240 e 260 rs. a libra, e em porcao
se far abatimento.
dem de primeira qualidade a 7*000 a ar-
roba.
Conservas em frasees a 320 rs. cada um,
sao muito novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Charope de grosella, orchata, etc., etc.
Chicaras e pires a 1*800 a duzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
a garrafa, e em dueia se faz grande aba-
timento.
dem Victoria Bas tres X e de outras marcas.
Charutos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'llavana, Exposico,
Flor do Brasil, Parisienses, Delicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panelellos, Apraziveis, Varetas, Brasilei-
ros, Americanos, Fluminenses.
Cha de todas as qualidades e de todos os
precos, bysson, huxim, aljfar, preto, e
prelo ponta branca, etc., etc.*, a 2*000,
2*2"0, 2*560 e 2800.
Copos lisos de todos os tamanhos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 2*500, 3*500, 4* e 5*.
Clices de todos os tamanhos.
Cognac 6uperior a 1* e 13500 rs. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco macinhus.
I>
DOCES de todas as qualidades: brasileiros,
portugueses, inglezes, francezes, etc. etc.
E
ERVILHAS seccas a 120 rs. a libra.
ervadoce a 400 rs. a libra.
FARINHA SSS de 8 libras para cima a 120
rs. a libra.
Um de araruta a 320, 400,500 e 800 rs.
Figos de comadre a rs. a libra.
Feijao verde em latas a 600 rs.
Favas em latas a 500 rs.
Fumo do Ro a 500 rs. a libra,
dem americano em latas a 1*.500
Farello ha sempre em deposito de 500 a
800 saceos, de todas as qualidades, de to-
dos os tamanhos e de todos os precos.
Letiha a 400 rs. a libra.

MANTEIGA ingleza e franoeza de prnesira
qualidade a !*, a libra.
Mamielada dos mais acreditados fabrcestes.
Macarro e TALHAiiiM a 320 rs. a libra.
Massa de tosate a 600-rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 ts. o frasco.
Momo inglez de todas s qualidades.
Marrasquino verdadeiro de Zara a .... .
Massas finas para sopa branca e amarilla a
60 rs. a libra, emcaxas com 8 libras a
3*500.
Mimo paiitgo e alpiste, sendo mais ds 8 li-
bras a 100 rs.
N
NOZES a 120 rs. a lifcra.
Nabos em latas a 800 rs.
O
Osiras inglezas e americanas.
P
PEIXE em posta, latas grandes, a 11600, de
todas as qualidades, como sejam savel,
goras, corvina, pargo, salmao, pascado e
pescadinha, linguado, sardihha. etc., etc..
Peras em latas, excellente prepararle
Palitos para denles a 120 rs. o mac anuito
grande.
Passas em qgarto a 1*400.
dem muito novas a 400 rs. n libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a duzi*.
I
QUEIJOS flamengos.
dem prato a 800 rs. a libra.
Mem suissos a 600 rs. a libra,
dem ioudrinos a 800 rs. a libra.
Quartinhas ou mokinques a
II
RAPE' Meuron a 1* a libra,
dem Princeza do Rio a 1*200 a libra.
Mem francez a 2*500 a libra.
S
SABO massa a 160 rs. a libra, em caixa se
fdz abatimento.
Sal renado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 2$.
Saboomas de Nantes de todos os fabricante?,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Stearinas a 600 rs. o maco.
Sag muito novo a 400 rs.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
v
VINHOSl!!
Principe Alberto, de 1831, a 5*000 a gar-
rafa ; d vida aos velos.
Velho secco a 2* a garrafa.
Lagrimas do Douro a 1*500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 2* a garrafa.
Duque a 1* e 1*500.
Chamissoa 1*, 1*200 e 1*500 a garrafa.
D. Luiz a 1* a garrafa.
Moscatel verdadeiro de Setubal a 2* a gar-
. rafa.
Carcavelos a 1*.
Colares a 900 rs. a garrafa; o nico vi-
nho que se pode beber por nao ter com-
posicao alguma.
Lanterne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 1* a garrafa.
Absyntho a 2* a garrafa.
Kirsch a 2* a garrafa.
Wermoutb a 2*, e a caixa a 18*.
Bitter Maurer a 1* a garrafa,
Vinho figueira em ancoreta a 20*.
dem Figueira e Lisboa em pipa a 2*500 a
caada.
fi
Aletria, macanc
bra e 6,oooa oixa.
"os serao t5o bem servidos como se viessem pessoalmente,
tra r?rtr.
Manteiga ingleza especialmente esedhida a
l,ooo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha hysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a l,6oors.
dem preto o que se pode desejar neste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e patos a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio de vella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo rs. a libra.
dem prato a 8oo rs. a libra, e mteiro se faz
abaimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguesas j preparadas
em latas hermticamente'lacradas a 64o.
Massa para sopa
ola branca ou,
3,5oo a caixa (
Vinho do Porto
engarrafar, em
35,ooo rs.
Vinho era pipa :
'32o, 4oo e 5oc
a 2,5oo, 3,oo(
Vinho branco de
dade a 4oo e 5
da a 3.000 e-3
Vinho branco par
zia a 8,ooo e (
Vinho do Porto
vem ao mercal
12,ooo e lo,oo
l.ooo e l,5ooi
Vinho Cherex de
a duzia e 1,5oi
Sardinhas de Nar
64o rs. as mei
Bolchinhas ingle
borrica e 320
Boiachinhas de
qualidades a 1,
1 Crtoes com bolo
o areo da Concelco)
RIVAL,
SEM !<;*UXiiO
Etua do Queliuatttt u. 4tt e a*.
(.uoilna a veadrr ioda> as imih!'. i- iju *l*itt.
declara por pirfv xlaut^vn...
Massos de palitos luados para mn a ICO r?.
E.*peltH>s deiulilura OiuraO- JUO. 340 330 ft
bunel de ciliado para im-iiin< .. ii |...
Unos t couro ."Uperior lamca >. i. S.
FriNM coa Miptrior una tMSf a :.< r.-.
.Meladas de I,tu,a frua paia !< tu; a I
Caina ron too nTelofjaftineWa fea i. r-.
Gn>7as de pentias de aro, SiiaXi r
tiiojas de boles naaVfSftola Iwaa a SM
r lilU is.
Caiaa rom < noveilos de IMta a> fi i 7; r-
Calxasrom raawrfotn olreo n
Pefaa de lila bnaca atMMM i
Varas de franja de lia pata er>:- i aM *
40 rs.
Uarallit.s dourados toftrtottt qi
Novellos de liblia roa 400 jma> a Mi t-
Ltros para aaaratw de n-opa a\^fa a Jl- rs.
Pares de tolors pata potil o, ia,i i Aa r i a ; i.i, r,-
Tesoura> para costinas n,pnni.- n; naa> a
4U0 e I.
Caixas de peonas de ralliprail .. ', r,-, \,.. ..
urna
Massos tiin raprriorn prarirs a :t r-.
Pares de sapatos t!e trano i lafrli ..
Caixas ri m Wfriior! afajMi > Ji( ri
LiLras de liia aorlMsi de Ir ira- n i. ',. \,
rendo para com estes toda recommendacfl, afim de quenavoem
e talharim a 4oo rs. a li-
estrelinha, pevide e rodi-
marella a 64o rs.a libra e
im8 libras.
muito Ano proprio para
ancnreas de 9 caadas a
Porto, Figueira e Lisboa a
rs. a garrafa, e em caada
e 3,8oo.
isboa de excellente quali-
po rs. a garrafa e em cana-
5oo.
missa em caixas de 1 du-
80 rs. a garrafa,
as melhores marcas que
o como sejam : Lagrimas
do Douro, Duq ledo Porto, Rainlia de Por-
tugal, Duque | enuino, D. Luiz 1, Madei-
raSecca, Malv da fina a 16,000,15,000,
Itjdinhas corr alfn.eles frat.it 2e.- t, .11 ?., r.,,
a 20 rs.
al rofi a r RMSb* de papel s'maro a 54O r/s I --
&ai rennaao em frascos de vidrocom lampa Estovas para roupa, ftataan i ~m > <.
do mesmo, a 000 rs. Duiias de tescuta coro toqui tf >n*t>m
Cerveja branca das marcas mais acreditadas D* r fara. ,if.(i dp f,,,,,
que vem ao mercado, a 5oo, 56o e 64o SJS SrSS^
i garrafa, e 5,800, 6,000 e 6,500 a du Hulseiras para ncnuas a 3' rs
. i., a : Si 1 G
iW rs.
Feij5o verde muilo superior a ^40 rs. a lata. I ra mimo a 64(
Copos lapidados para agua a 5,000 e 5,5oo Passas muito nov
rs. a duzia. para mimo a 3,
dem idem para vinho a24eTS.,e2,4oo rs. "Passas decamad
a Chocolate francez espaoho e suisso a 9oo, Figos de comadre
1,000 e 1,2oo rs. a libra.
Espermacete superior a 600 e 64o rs. a h-
) a caixa com I duzia e 9oo,
s. a garrafa.
uperior qualidade a 16,000
rs. a garrafa,
tes a 4oo rs. os quartos e
s latas,
as muito novas a 5,ooo a
a libra,
[oda em latas de diversas
loo rs.
francez muito propriospa-
rs.
s em caixinhas enfeitadas
[KKl rs.
a 8,000. a caixa e 4oo rs.
bra e em caixa se faz abatimento.
Petxe em posta em latas hermticamente It-
eradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 800, 1,00o e 1,2oo rs.
Vi!*'.io Bordeaux das mareas mais acredita-
a 24o rs. a libra.
Amendoas de cas Milo de amendoa i a loo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Joao
deBrito no Beal o Antonio, em lata de 6 li-
bras por2,5oo is.
Ameixas franceza- em trafico de vidro com
lampa do mesmo, a l(5Tjoo.
zia.
Cevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Charutos do affamado fabricante Jos Falta-
do de Simas, dassoguinles qualidades:
Exposico Normal de Hnvana, Imperiaes,
Londrinos, GnaDabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,000, 4,5oo, 5,ooo,
6,000 e 7,oooa caixa ou em n eias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam : Flor do Norte, Ma-
nilhasde Havana, intervallos. Vencedores,
Panatellas e Suspiros. a2,ooo,2,5oo e
3,ooo a caixa.
o'gnac ingle?, das melhores marcas, a 800 e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,000 a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8ooo cento e l,2oo solas.
Pablos do gaz a 2,8*0 a grosa.
Toucinhode Lisboa muilo novo a 32o rs. a
libra e8,5oo a anola.
Banha de poico refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentementetem vindo ao mercado, a 2,000
a lata.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,8oo e 1,'ioo o frasco.
Caixinhas tom fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l.Ooo, 2.600 e 8,800 cada uma.
Ruibos, excellente peixe portugnez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o pre?o.
das que vem ao nosse mercado a 7,ooo e Ameixas franc zaslem cahnbas de diversos \ Azeitonas' deRivas em ancoretas grandes de
8,000 a caixa e 64o e Too ris aper- tamanhos com bonitas Oaian pas na cai- 8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa
rafa. xa exterior, a i ,loo, i.fioo, 1,800 e 2,000 Azeitonas portugnezas a 000 rs. a garrafa e
Geaebra de Hollanda a 48o rs. a botij de cada uma. l,5oo cada uma ancoreta.
contacerta. Azeitedoceremad) hespanholouportuguezChampagne da mellu-r t|iiaidade que vpm
Frasqueirasde irenebre e Hollanda a fijSoo
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira era francos | o gigo com 36
grandes a t.oooeft,ooors. a frasqueira. Conservas inglezas
Caf do Rio de 1* qualidade a 28o rs.-ali-i 8,5oo a dzia.
a 9oo rs. < garnfa e 10:000 a caixa.
Batatas muito Tiovasa 80 rs. a libra e2,5oo
>ra-.
a 75o rs. o frasco e
i l!
Vassouras de oseo n para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito novas
Molho inglez emga
do me^mo, a
bra e 8,800 rs. a arroba.
Cafdo Cear mnio superior a 2 io rs. ali-
fara e 7,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao de Ia qualidade a loo
rs. a libra e 2,800 a arroba.
dem da India a Ioots. a libra e2,030 a Mostarda ngteea dej
arr^ha. i a 8no rs. o fraset
Idea de Java a 80 ro. a libra e 2,4oo s ar- Mostarda franec/.a (\m potes j preparada a
roba. 400 rs. o frasco.
Pain^in e alpista a 14-c rs. a libra e4,690a Lentilhas FranoezaR.
arroba. sopa. ?. oo rs. a
J;.:ssr.le tomatesdesupcriorqnalidadea-Ho Marrasquino re Tur
a 60 rs. a libra,
(rafa de vidro com rolha
6c TS.
s melhores fabricantes.
r6- a
Iho.
excellente legume para
libra,
propriamente dito a
lata de unta libra e56o rs. a wta- l:? a sarrofa e 1 !,noo a duzia.
falitns de denle n 1
2 ff" B r OOl "- ST O O O
to rs. o maco
ao mercado, a 2,ooo e 3,8oo a garrafa, e
24,ooo e 26,ooo o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figosem sextinhas a 80 rs, cada uma e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,000 a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia ecereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a 1 ,4oo e 2.000 rs. a ranada.
Azeile doce de Lisboa a i.800 rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre hranco j engarrafado a 800 rs.
garrafa.
so pan

rar;
Hilas e volias pata stbhira a MSt
Fiascos de A^ua Herida vuriai rira a ti.n,.
Frascos raiih a X4tl 1 1 U r-.
Idero de su| irior oleo 1 al > s. a Ji-.o 1-.
Caia C(m larriparti-s^iara :t n > a lf -.
Varas de I ; -Ladi tl< I.rl, a BS i'.( t-
Cartas de alhaeies Mntttff a O 1 -.
Quaderncs de papel ppfi'"'' a 2o r.-.
Grvalas de reres, tint -ni.tai. a .'(o :
Fapeis de agulha>. lundo dooiado. Hi.
No armazem de Uzendks
baratas de Suptos Cueihc
^ Riia do Qnrintado n. 19.
Vende-se o maBiD'.^
Coberlas de chita Tina a 28(.o
DtlM de Una a 2^4(0.
Leones de panno de Unto a 52" O
Dilts de dito de it la. a 2.
Ditos de bramante de linho de um
3*100.
Pan do de linho fino nm 9 1|2 aan de largu
ra pelo Paralo preco de 2iOO a ru-:
Bramante de linlio fino cim 10 mr- 1 ur
gura a 2o<)0 a vara.
Pecas de caml raia rom ipiruf anas
cores com 8 1|2 varas a i/M 9.
Peras de rainliraia ad; ma-raiia pnptta
cortinado de ratiia rt m 20 varas a II*
Balees da arco* a 2*310. 3*. 3*300e i*.
Lein.u- decamtraia boa a 2j6oo a dona.
DitOS de dila 1 2* a du/1.1
Alboalhado de linho fio>> a }*>! 11 a Tara,
Dila de algonao a 2* a ara.
Algodo er.f< stado com 7 l|2 palmos de uriur
a 1*200 a vara.
Pecas de bret?Dha de rolo rom lo varas prnar
para sa,a a 3*S00.
Fil de linho liso fino a 800 r. a vira.
Dito de dito com salpun a 15 a'vara.
Can.braia de linho fina a 4*500, t:>,, \. .
vara.
Corles de lazinha de lindos fCat rea K e
vadosa P*.
Peras de madapnlao fints^imo [ele, tora
preco de s.*. O*, i<>* r II*.
Flanella branra tina a 600 rs.n ravete.
Dila de reres fina a 880 r<. > ron
Baldes de musseltna para m*r>ra a :t*. i>'''
e4*.
Cambraia de forr" a :l* a r*f*-
Dila fina a 4*300, 6* e 7- a o.-a.
Guardanapo> de linho a ."'*8(H> n di 7ia.
Toalhas de alydiio fel| otias lia a !2*
t-Hira da India ptoprta para f tu, V -
4, e. 6 palmos de nrj.nr e r n I
quem ouira ijualqiHr parle
Neste annaten lanlem se enr i tra um i
s'rtiminti de roupa feia e pr tet-i.da.
wim
O lira nodoaat por extrlrwrlsk
Vetti.e se pur i*3o0 os Iraacaa -> m -. W
rs. OS nieniTe. : ni ra da Imp '. ar
mazem allianra.
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Attenrao.
Cambraias.
Parede Porlo vende cambraias lisas finas, gran-
de sortimento, a 3* at 6*, ditas Victoria muito
finas, com 10 varas a 64, 6*5 Imperairii o. 52, jiioto a padaria faneeza.
Sellns Inglezes com borrenha lisos, silboes___________
para montara de senhora tambetr caaes, chicotes' _i '
para carro ecabriolel, e para moDUria, lodos de C^HUCOl aOS COrpiDDO de Cambraia
baleia, fundas coro elasticidad, .'ra ambos os la- VeuJem-se corpiohos de cambraia com entre-
ds, e untros muitos objertos iofc'jezis, e .brides de meios a 4* e 5*. estao se acabando : na loja de
ipojuca : lodos -bjedos-Vende^e na jua da Paredes Porto, roa da Imtjeratri B, 52, poria lar-
Tasso Irmaos
Vendern do sen armazem rea 4o
Amorim n. 35.
Licor fino Curagao ero.J)Oti.:ae e meias botijas.
Licores finos sorlidos em garrafas com roibasds
vidro e em lindos frascos.
ViobosGberes.
Sanlemes.
Chambertin.
Hermiiage.
Borgonhe.
Champagne.
Musratel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ton.
PAezei lagniol.
<\m como machinas
animes, que descaroca
limp.', uor dia; e motores
eutrss dessas machinas.
Os mesmos tem para vebder
por qae pode fazer mo\ er
mencionadas ; para o
agricultores a virem ver
sem de algodo, no largo
Estas machinaj
podem descaroca;
qualqoer especii
de algodo sea
estragar o fio.
18 sendo bastanU
duas pessoas para
o trabalho; pode
descantear um
arroba de algo-
dio em earocf
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por da ou 5 ar
. :--:
Testamentos em verso.
Conlinuam a estar venda, na lyropra-
pliia dr ra do imperador n 18, defamle
deS. Francico :os leslamentos da Gali-
nha, do Gallo, dtf Porto, do Leao, do Galo,
do Peni, do Carneiro, da Onca Tiere, do
Cao, da Ilyena, do Rato, do Orangulaiifw.
do Macaco, do Burro e doVigaro ; j Peleja
da Alma como Dbbo, a 160 rs. cada um,
e a 100 rs", a quem comprar urna -olleccao
cem| leta cu 2:>; carias de A 11 C. laljoada^.
catbecismos, economa ta vida bocana,
cartilhas, Siman de Nar.tua, bildia da in-
fancia, manuscriptos, traslados, pautas, pro-
curarfjes, apudaulas, leitras, conlecimentos
para embar ,ue de escravos, despachos para
a alfandega, papel almaco pautado e piula-
do de diversos formlos, fendo o pequeo a
30 rs. a folha, o immediato a 40 rs., o me-
dio a 50 rs. e o muito grande a rO rs.;
lraode alff0d5f i PaPel marroquinadoe lustroso grande e pe-
I queno ; papel para impressiio de uma s
cor grande o pequeo; Virgilio, Horacio.
Salustio, Magnum Lexicn, prosodia, dic-
oionarioa francez-por tuguez e vice-versa,
selecta franceza, e outros mtii'ts livros, bem
como em lirwnro dp tod os tamanhos.
Fugio do engenho Amjar, da tijr.;ia -
termo de Saatu Aman, m Mcrav rriw
me I'ranreliti.', de 25 a 26 ant.i -
cor btm prtta, raLellos rar.pni, lesla
sobranrelhas arqueada, i!l, r>.
DarizBTOsso e de rom isn>aiih". l r,-.i rryt u
beicos regulares, dentadura ti da tn\:. ala.
barba fcfeadt, rorp*> regular, (e'nas Ifaros
grossos, Duito iadino qoanco bMa i dasts .
a 24 anms. cor fula, rafetM rarai -n'e.
lesia, sohrancelhas e ol es t*p
noe enlre-|ir(>so, borra p-oora. ftM,
niulher to n i.mo Franrelir.o, i a j^u
no da 2 d'i i. nnite it. z :le i nuil:,.,],. i ,
do abaixo a.igiiado, luior dos m, :m
fallprid<> teot-nie-rori nei Man-e! fi .-
portanto r>ga e a qnal'mer autor. ...i-. i-.
de rampo, ott quaesqner outras k>w a. re
hensao di s dilu esirav s, pela ra: i
os Diurnos serio bem rwsmXij, ,
ms salisfeitns de quaeiiner pMMM que n> rem de fazer, ou aot-risarem a fazer.
J Vrenle tara serem movidas por
n 18 arrobas de algodt
para mover uma, duas,
um bellisstmo va-
seis desas machina.*
ue convida-6e aos Sr.,
examtna-lo, no arma-
a ponte nova b.47.
Sannders Bralhers&C.
IV. II, praca d< Corpo Sanio
BECfffE.
Os aicos agentes nesteipaiz.
MiiiiiViiMiia
VILLAR S
s
GadedRecif
S- -'Wilei.
ga, jun.Q a padaria franceza.
0 castello de Grasville.
Tradnzido do francez por K. i. C. da Crin.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 3r500C
oa pra^a da Independencia, livraria ns.
6 e8.
*
Vende-se um sobrado de dous andaras no
I airro de Saqto Amonio, o qual reode para mais
de 1:200*, e uma casa terrea no bairro da Boa-
Vista a tratar com agente Olympio ern seu arma-
i zem na roa da^adeia do Recife n. 34. '
r i "tr1;
LSCRAVO FtUi.
l-ugio do poder dr abano ato o sen ?-,
vo Amaro, erioulo. ror avermelha iar e de idade pouro mais on menos 31 SNM
roslOOU audar bem ve.lide, de r. riii-.i ii
de cor, e rbapo do Chile, lem b- i.;n n;
bstanle ^ros i e dnhrado. Roga-M i a rHirB-ar
de dito rrravo e sua raptura. tra' g.-ner SMBfMi
recompensada.
Bectfe, 10 de novembro de l%5.
____________ Jos da Silva L > C
Crespo n. 17.
8
Com loja ra do
Recebeu de Paris sellas em corles mui-
to superiores e bellissirtos padr5es, e
chales de renda pretos para 10*.
Este importante estabelecimento torna-
se recommendavel aotello sexo pela va-
riedades de fazendas si periores
gostos
Proteja o bello 8...
P$ e verio todos a prosperidade.
SMKa a BZF *
ALGllDAO D4 BAHA
Na loja de Andrade & Hep;o, ra do Crespo 0. 8,
esquina da ra do Imperador, contina a vender-
se superior algodo da Baha por menos preco que
em outra qualquer parte. '
Vcndeai-se quatro burilas mulo mansas, boas
de carga e de sella, por preep commodp ; a tratar Mercurio,
po hotel de Pranga!
Framcisco Jos Germano
RA NOVA N. 22,
acaba de receber um lindo e magnifico sor-
timento de oculos, lunetos, binculos, do ul-
timo e mais apurado gosto da Europa e ocu-
los de alcance para observacoes e para os
martimos.
<- SS % \I!
Vende-se riscadinho francez a 200 rs. o rovado,
por ter grande quantidade, esla-se acabando : na
ra da Imneratrit n. 52, loja da porta larga, de
Paredes Porto.
Breo em barricas peqoenit.
Cera em velas de lodos os tamanhos.
Bogias
Na ra do ytgano n, 19, primeiro andar.
-
(ratificara* ir ;>llv
Ausentuu'.se da rasa 5 rfa roa do ln (ouir'ora CoN.gio) no sabba 16 no irni a:
ve setembioie 1865.0 esrravo pwdl rieii me tutt-
quim, com os >ignaesse^aiiiirs : iati,ra reiar.
idade 18 a 20 annos, sem barba, i lar..,,, ^tim
grandes, eabeilo corrido, rnm nma asnarai n.
e bem vhivel na lesla, |arte d> i 4*t '. ir rte
arrutnadi s, e roa fu ta -!e un- i1,.
rom caiga dr hnni pardo e p Irti.i rtiri., m> pana*
mas levou mais roDpj branra e d* r..r. i .
asiurloso, rosinma intitular- -r bra#andM
eado ; I i esrravo do Sr. Gnilherme fmmkn n>
Sonza Carvaiho, genro do fin *> Sr r mnenit. %#
Manoel Gongalve. da Silva : roga-se a ua <-a| ,jr.
a lodas as anlorid^des poliriaes e a nual)oer ra-
piln de rampo ou oofra |e.oa partnn'ar qor
apprehender se gratifirara ro 8*4, akm <* 1p#-
pnai de rondnrgo, rnlrrpand<-i> a eo ph*
Miguel Jos Aives. na ca>a arima. oa no e-
cripiorio na rtu da i.ruz casa n. 10.
No dia 50 de setpmhro ; rosimu tasart. fin-
gi do eneenho Terra-preta. dabano -igna(lo.
escravo Juliao. crionlo, de aliara rrpolar. trnmm,
de ."10 annos d>' idade, n,.nra h.irba, tem ns i e >'
feito* e perna, muito fallan)--, al *p bx r- pr,
lem o dedo polegar de ama mo ra,id,, para ten-
tro, anda com orna carta fechada. d<> t-penie *-
nel Amaro Gomes da Cnnha, apadnnl^nrt o. nna-
ca foi surrado esle esrravn, M ba mntlo ron-prada
a borha Lima e Guunaraes : quem o segar i^p j
mesmo pngeoho oo do Berife a* roa Roda aT
Alejandre Correia da C. Jnior, que se nena re-
compensado.
^^^^^^^ Alejandre Correia Ca-rm
No da 31 do passadi fuf> a p-rra*d trkn-
lina, parda, alia e magra, noe penenrm ao Sr.
i Amaral, empregado na rpparlirao w ello ; su
eserava foi no dia 1* do rorrenie queixar m av Sr.
Dr. delegado por ter sido ra-tigada : napas a nes-
gar e entregar na roa da Cadeia n. 6t m a Um
recompensado,


UTTE3ATURA.
EM POTCO DE TUDO.
Henriquc Joo Temple, terceiro viscond* de Pal
mtrslon, nasceu em Broadlands, no condado de :
Soulbampton, uo da 20 de qulubro de i78i.
Palmerston descenda de urna familia r.njaori-;
gein lemunlava ao tem[> > da conquista. Cratavaj
uo numero de seus ascendentes sir WilliamTenale
o famoso embaixador de Carlos II.
E lacado uo collegio de Harrow estudou depois
otn Edimburgo e em Cambridge, e deu nos seus
esludas to alta opioo da sua ratelligeucia que
apenas altiugio a maioridade foi escolbido como
candidato lory para representar a uuiversidade de i
Cambridge era lugar de Pin que bavla morndo em
1806.
Coabe tambera esta ordem a lord Landsdowne J
qae 2S anuos depois se encontrou cora Paliuerslon
debaixo da bandeira dos whigs.
Desde 1811 al 1831 representou Palmerston a
nniversidade de Cambridge.
Em 1831 os seus constituintes relirarara-lhe a
procurarn por ler elle abandonado a velba polili-
ta uistoeratiea.
Eteeleilo logo por Bletchingley, quando foi sup-
pritoid esta circumsiancia elitc ral, passou a re-
presentar Soutb-Hants de 1832 a i83i. O partido
conservador de novo Ihe retiou o mandato, mas
no ir.ez de junho de 1835 foi elle eleilo por Tiver-
. .u no DeTOBsbire, onde a son eleico foi depois
renovada sera iuierrupgo e me.sn>u como oppo-
sicao.
Devolado na sua mocidada ao partido lory, ento
no seu apogeu, lord Palraerslon que, desde a idade
ue 7 anuos, tiuha tomado posse dos ttulos e da
forloaa de seu pai, foi chamado em 1807 ao conse-
fno do almirantado e em 1809 ao ministerio da
guerra.
Oecupou esta ultima j.osifio duraute muilos au-
nas e acoiupanbou succe>s:vamtn:e os ministerios
Forttand, Perceval, Casllereagh, Caoning, e Gode-
nch.
Coa urna superioridade evidente conservou-se
voluntariamente em um lugar secundario sera em
barga do pequeo esforz que Ihe seria uecessario
empregar para subir ao primeiro lugar. Mas sera
jaO ainda,contentava-se cora a sua reputago
de huuiein galante, e visava menos aos succes>os
da tribuna do que ao- das salas, Foi isto que li.e
alcancod o titulo de lord Cupido.
Ciuuiugque fazia inteira justiga aomerecimeu-
i > de Paliuerstou o que por vezes llie censurava a
Ma indiHe-enga, vendo-se mortificado pelos ata-
ques da opposieo exdamou mais de urna vez :
t Se eu podesse arremessar contra o inimigo a
nao de tres puntes Palmerston I
A indiffereuga de Palmerston nao resisti a urna
quesio importante que havia excitado as paixoes
no pan, a emancipagiio dos calholicos. Traiou-a
le um modo to elevado e cora arguraeutos lao pe-
lemptorieos que os seus discursos foram leimpres-
os a' parle. seu discurso de 1829 especialmen-
te considerado corno um monumento oratorio.
Em consequencia de um desaccordo entre Pal-
merston eWelIragtou que o lioh.i conservado na
pasu da guerra, resignou o nobre lord o seu cargo
lu 1828 e depois de alguma hesilugo passou para
u campo liberal.
A revtlocio dejulho era Franja concorreu para
a queda dos torys em Inglaterra. coude Grey
tieu a t'aimerstou a pasta dos estrangeiros em uo-
vembro de 1830.
Palraeistou deseovoivendo a poltica inaugarada
pV seo amigo Canmng, tomou debano da sua pro-
:. ceo a causa da Blgica que acabava de recon-
!ui.-ur a sua iudependencia, e, sera so importar
ie.u cara as disposices formaes do tratado de
Vienua, nem com a attitude hostil das potencias do
nsrtr, irabalhoa activamente para firmar a naco-
nalidade belga sobre as Ciases de um governo libe-
ral e constitucional.
Ds accordo com a Franca, durante as longas con-
ferencias que houve em Londres, conseguio fazer
ad.'iiillir a Blgica na numero dos estados europeos
ioou a sua obra ssentando sobre o throno
belga um principe qae tem adquirido a estima
geral.
Foi principalmente aos esforgos de lord Pairas-
ton que >e deveu a coocluso du tratado de allian-
ea entre a Iaslaterra, Franga, II jspanha e Portu-
gal, pulo qual cada umi d s partes contratantes se
obrigava a defender as monarchlas constitucionaes
da (> ninsula.
Fora disso autorisou o alistamento de soldados
na Inglaterra que combateram sob o commando do
roronel Evans, e mandou urna esquadra cruzar as
costas septeotriooaes da pennsula com ordem de
repellir as tentativas de I). Carlos.
Defensor do systema representativo, combatea
depois por meio dos seus agentes as intrigas do
parado absolutista em Portugal ; auxiliou o pro-
nr.uciameuto dos liberaes em 1846 e por fim offe-
receu a sua mediaco para evitar a entrada das
foi^as tnu;Dphantes de Lisboa.
No seu segundo ministerio com lord Melboarne; A morte de lord Palmerston deve produzir mu-
era 1833, a sua poltica foi tazada de aggressiva e' dangas polticas na Inglaterra,
inconstante para com os governos estrangeiros. Em Mr. Bhrigl dirigindo urna carta a ura meeting re-
quantiqueeronomedahuraanidadeordenavaPal- formislaassegurava que Palmerston era ura dos
roerston o bloqueio das cosas do Brasil, e a inces-' principaes impugnadores da reforma eleitoral.
sante vigilancia nos mares da frica, para suppri- Lord Palmerston liona casado era 1839 com lady
mir o irafico dos negros, fechava os ouvidos 3s le-^Cowper; filha do primeiro visconde de M&lbourne,
gitimas redamagoes do Canad' e reprimia a in- e viuva do quinto visconde CoVper.
Nao deixou Albos.
Dizem da cidade de L:ege, que por causa da ag-
snrreigio de 1837 com a maior severidade ; em
ISiO, a guerra injusta da China foi aleada por elle
para lisonjear o senlimento popular. Fui porra
na quesio do Oriente, que Palmerston desenvolveu ;
* J. .___j. tacao que ha entre os esludanles, pelo motivo ao
as quaii'lades que o disiimruiram como liomem de "^ ^ __ ..... .,. -nn,,n
'congresso, que pensara celebrar dentro emnionco,
, de tal modo os esludanles abandonaram os esludos,
9 i que nenhum delles pode sahir approvadc nos lti-
mos exames.
Entao nao bonito?
O tal congresso parecemos qne em vez de se
chamar congresso de estudantes se deveria chamar
congresso dos que nao estudam.
O' doce flor do pello, tmida esperanca,
Porque me abandonaste anda uto crianca
Entregue aos vendavaes, s furias da paiitoT
O' tmida esperanca, rpida andorinbaJ
Sentiste vir o invern e o vo aleaste azinlia,
Uu deu-te pena ver em ruina um coraban?
De urna carta qne o Dr. Worms, medictj em che-
fe do hospital militar do GrosrCailIou, em Pars,
publica em varias folhas francezas e belgas, enra-
balos as segrales passagens para as quaes cha-
mamos a attenco dos facultativos portuguezes:
i .-tail.i. Consegua <)& a Austria, a Turqua e a
Hastia adherissem ao seu
jiilhode 1840 assignava-se cm Londres o famoso |
tratado da quaImpla allianca. S com a inlerven-
Co da Iojilaterra ron-eguio inlerromper a marcha
victoriosa de Mehemet-Alli obrigando-o a restituir
a Syria e a entrar debaixo da suzerania do snltao.
Victorias navaes, a Franca posta de lado, a influen-
cia ir.gleza firmada melhor do que nunca at all
no Oriente, nada mals era preciso para fazer de Pal-
merjton o dolo da opiniao publica e o verdadeiro
chefe do gabinete.
A popularidade cercou-o por muilo lempo na c-
mara dos comrnnns onde fra oceupar o seu lugar
em 1841 depois de haver resignado a pasla. Foi
0 chefe da opposcao, e se apoiou a reforma cora-
mcrcial de R. Peel, soube explorar as paixS-^s do
momento para obrigarosseus adversarios a contar
com elle.
Quando voltou de novo ao poder era julho de
18'i6, tomou a directo dos negocios estrangeiros
e coulinuou a seguir a sua anterior poltica, ten-
dente em toda a parte a fazer prevalecer a influen-
cia e o interesse do seu paiz. O seu primeiro acio
foi romper os lagos amigaveis com Luiz Felppe
por causa dos casamentos hespanhes em 1846 e
cora a Austria por causa da oceupagae de Cracovia
era 1817.
A revolugao de fevereiro que abalou todos os
throuos du continule, consolidou uo poder o parti-
do whig. Lird Palmerston aproveilou este ensejo
para tornar necessaria em toda a parte a interven-
gao da Inglaterra. Declarando-se amigo dos povos
e benvolo protector dos reis, reconnecea sem he-
sitagaoa repblica franceza, applaulio o manifest
pacitico de Lamartine, aniraou a insurreicao em
Vienna e Berln, sustentou o rei Leopoldo contra
os republicanos belgas, exaltou as reformas de Pi
IX e nao se oppoz aos projeclos de conquista de
Carlos Alberto; pouco tempo depois estendeu a
mao aos revolucionarios de Italia eraquanto deixa
xa entregue a si a Haugria, lulando Heroicamente
entre os Austracos e os ltussos.
A expedigo romana eraprehendida pela Franga
era 1849 foi para a poltica aveniurosa de Palraers-
lon ura grande cheque, o qual elle tentou reparar
suspendendo as represalias da Austria contra o
Pieraonte vencido era Novara, e oppondo-se com
inuita firmeza aos progressos da contra revolugao
europea.
Em 1850 deu-se em Alhenas um infeliz inciden-
te que esteve quasi produzindo umi guerra geral.
Por causa das reclaraacoes de ura Judeu portu-
guez cuacado Pacifico, protegido pelo governo in-
glez, maadou Palmerston bloquear os portos e as
costas da Grecia. A Franga fez levantar este blo-
queio. Iluuve serias explieagojs uo^arlaiueuto e o
einbaixadur francez leve de sahir de Londres por
alguns dias. Seguidamente a este faci, que ihe
forneceu assumpt* para um discurso magnifico,
sentio Paimersion a necessidade de fazer sahir a
Inglaterra do isolamento era que eslava e de a
aproximar das outras grandes potencias. Foi este
| o motivo da sua adheso ao tratado de 4 de julho
de 1850 a respeilo da quesio do Schleswig Hols-
| lein. Desmeiitmdo por aquello acto todos os seus
j precedentes, sacnlicou a Dinamarca para se asso-
; ciar por um momento as vistas polticas da Russia.
Em 1351 a sua approvago ao golpe de estado
i de Xapoleo, sem ler conferenciado com os seus
i collegas, produzio urna crise ministerial e Palmers-
; ion foi inmediatamente substituido por lord Gran-
j ville. D'ahi a poucos mezes vingou-se dos seus ex-
collegas determinando por urna hbil mogao a der-
rota completa da administragao Russell, em feve
reiro de 1852.
No lira desse anno entrou di novo para o milis-
lerio cora lord Aberdeeo; oecupou a pasla do reino
e mostrou-sefavoravel a urna reforma administra-
tiva ora none da qual os radicaes agitavam o paiz.
No me/ de margo de 1835 reassumio a presiden-
cia do ministerio na qualidade de primeiro lord da
1 thesourana. Assiguado a 30 de margo de 1856 o
! tratado de Paris, Falmersluo separou-se da Frauga
1 para pedir de accordo cora a Austria, a nao reuniao
| dos principados dauubianos, e oppoz, por iuteresse
1 exclusivamente mglez, a mais tenaz resistencia a
' perfurago do islhmo de Suez.
Em 1858 retiruu-se do gabinete para voliar do
novo a elle era 1859 era companhia de John Russell
c ue Gladstone.
Ld-se n'um jornal bespanhol:
Visitando um viajante certo povo da Calalunha
notou na torre de um igreja a grande altura urna
inscripgo, que cora a ajuda do seu oculo pSde fl
nalraenle ler.
Puz os meus doeotes (em julho de 1839) em uso
de limonada mineral com dobrada dose de acido, e
supprimi todos os oulros medicamentos.
O effeilo foi admiravel.
No da seguinle ja' as dejeeges tinham diminu
do, a pelle aquecia, e em lugar do pulso filiforme
e quasi iraperceptivel da vespera, achava um pulso
desenvolvido, resistente, annunclando recobro de
notavel vitalidade.
Depois dedizer que desde novembro de 1853
al julho de 1834 applicou em mais larga escala s
diarrhas prolomicas, assira como ao cholera gra-
ve, o methodo de tratamenlo de que em 1849 s
J disse que nao, replicou o mestre zan-
gado.
Apezar da negativa, o pequeo sahin e esteve
na roa mais de urna hora.
Donde veos, galopira T disse o professor
quando o discipnlo voltou.
Da roa.
Ora essa ? Nao te disse que nao sahisses.
E' verdade, Sr. professor, mas disse-me que
nao duas vezes, e tem rae ensinado que duas nega-
tivas valem lano como tima afflrmativa.
Figure-se qual seria a sua admiragao ao ver que fi*ra ura ensaio insuDIciente, accrescenla aquello
d.zia assira : doulor-
t A esta altara chegaram as aguas na rann Ja
gao do anno de 18.
Assombrado o viajante dirigi a palavra a um
labrador que passava dizendo-se :
Hornera, possivel que a innundagao che-
Dous, tres, on, quando muilo, qualn gramraas
de acido sulphurico por mil grammas de agua
commura ou de um ventelo mucilagnoso, com
cento e cincoeola grammas de xarope simples, do
ama bebida to agradavel e to inoffensiva como a
gasse aquella prodigiosa altura? Isso seria o dilu- ||mona)ja clrca ordinaria, e ao mesmo lempo um
medicamento muilo pouco dispendioso, fcil de pre-
parar, e ao alcance do-lodo o mundo.
E quando os meus collegas tiverem podido con-
vencer-so da maravilhosa rapidez cora que esta li-
monada suspende as evacuagSes, da' vida ao pulso
e ao s\ .-lema nervoso, aquece a pelle e reslilue ao
doeute o sentiraento da sade, nao duvido que te-
nbam nella a confhnga que eu tenho boje.
Por interesse das experiencias, resumo aqui a
exposigo da mmha pratica :
Nos casos de diarrha prodromica, e segundo a
maior ou menor gravidade do caso, mando juntar
3, 4, ou, quando muito, 5 grammas de acido sul-
phurico concentrado em um kilogramma de decocto
de salepo adogado a 150 grammas.
O doente toma de hora em hora um copo de$te
limonada e lava a bocea duas ou tres vezes depois
de ter bebido ; raro quetenha de tomar mais da
i quatro copos.
Permiti o uso simultaneo dos vlnhos brancos e
do vinho de Champanhe ; mas proscrevo expressa-
mente o uso da cerveja, da agurdente e das aguas
mmeraes alcalmadas era quanto durar a epi
demia.
Quanto ao cholera confirmado, a minha pratica
de quasi igual simplicidade.
O doenle esta' no mais absoluto repouso.
De meia em meia hora toma um copo de limo-
' nada (de 5 a 10 gramma- de acido por litro), e a pro-
vio universal.
- C ? I uo senhor, respondeu o caraponio, a
agua s subi duas varas, e a essa altura se collo-
cou a inscripgo, mas como os rapazes sujavam a
inscripgo, o Sr. administrador maodou-a trrar
d'onde eslava e pola alli, porque anda que seja
difflcil o lr-se naquella allura nao corre o pengo
de ficar estragada.
......rin 11 iw
L se na Independence Belge :
Um dos nossos correspondentes falla-nos em va-
rios artigos do projecto do santo padre, de convo-
car para o dia 29 de junho de 1866 um concilio ge-
ral, aQra de proclamar o dogma da infallibilidade
do soberano pontfice.
Esta noticia verdadeira.
Acabamos de a ler hoje n'uma carta dirigida de
Roma Gazeu Universal do Norte da Altemanha.
Celebrar-se-ba ao mesmo tempo o 1800 aniver-
sario do martyr S. Pedro, crucificado em Roma, se-
gundo a lenda de 29 de junho de 1860.
------- -i eae
E' do Sr. Cyrillo de Lemos
LEMBRANQAS NEGRAS.
De sombra, escurido, mysterio, treva, e noHe
No bergo o Creador encheu meu pobre peito,
Por isso quando a dr agita o seu agoite
Revolve-me as paix5es em negro e torvo pleito.
Este soneto do Sr. C. A. Machado :
A rosa que desbrocha a aljofarada
Pelas gltas da orvalho matutino,
Nao tem a cr to Ooa e assetlnada
De leu roto formoso e perignno 1
Teu lindo eolio e o selo alabastrino,
Viso dos sonhos meus, raulher amada,
Fazem louco de amor, perder o tino
Urna alma de mancebo, apaixonada I
Tu s o ideal da forraosura I
Flor da corda do^rahor cabida
Transformada na Ierra em creatura,
Mlnha alma que le adora estremecida
A' luz do teu amor, ingenua e pura
Aos cus se elevar, mesmo inda em vida
Aos archeologos e outras pessoas curiosas de
antiguidades d.i um jornal hespanhol a seguinle
explicago, seno verdadeira pelo menos engenhosa
e verosmil, a respeilo da origera do norae e armas
de Madrid.
Certo dia foi urna menina, como era costume
seu, apanhar medronhos em urna floresta qoe fica-
va perlo da sua cabana, mas ao approxiraar-se do
medronho vio que um urso enorme eslava comen-
do os fructos.
A menina assnstada, como era natural, deilou a
correr para casa e conloa a mi o que acabava de
succeder-Ihe. Esta nao quiz dar-lhe credi'.o, mas
den-lhe alguns cachagoes.
J quo nao d crdito an que Ihe digo, disse
a menina, madhe ide (ide rai) para ver se ver-
dade; e apanhai os medronhos que eu nao pude
trazer.
A mai foi, e ao chegar arvore, langoa-se o urso
sobre ella e devorou-a.
A vereago doconcelho, em memoria do castigo
daquella mi injusta, deu povoago visinha o
nome de Madre-id, de onde se derivou Madrid,
e tomou para armas um urso trepando a urna
arvore.
Em raim qualquer pesar transformase em desgraga, veita.SP> para |ne dar beber, o instante que se-
Avulla, e sempre augmenta, a alma rae espedaga, | gUt ao vomito.
Nublado e carrancudo apona o meu porvir,
E sobre as illusoes, que eu mais acariohava,
Derrama negro fel, pegonha, travo, e bava
De amargo desengao e falso e iredo rir I
E arada eu lento amar I... J to desilludldo,
Depois de ter chorado a morte tanto affecla,
Contemplo o horrendo chaos de ludo o q' hei perdido,
Procuro urna esperanga e abrago o nada infecto I...
Da minha raocidade os looros pensamenlos
Troquel pelos gemidos, gritos e lamentos
De dores que nao cessara antes do vi ver;
Anda era primavera ouvi zuir o oulomno,
E os olhes juvenis fechou me o plmbeo somno
Que os olbos do cadver se adormecer I
Emianto que de amor borbulha-me nesl'alma I
Que grande asprago I que somma de desejosl
Tera' Deus destinado a campa fra e calma
Todo este referver de sonhos e de almejos ? 1
Nao sei; sempre iocerteza, e duvida, e mysterio 1
Ao p da flor da vida flor do cemiterio I
Depois de almo sorriso acerbo gargalhar 1
E sempre urna irona aps a doce falla
De um anjo que sorrindo atenta e apuohala,
E s desvenda o co p'ra ter o que velar!
Amei desde o nascer, sem nunca por um termo
era raas radicar ao vivo senlimento ;
A alma povoei de amores mil, em ermo
As dores iransformaram ludo n'um momento I
Em balde triste e s lancei-rae pelo mundo,
Rojei-me pelo chao mostrando o estrago fundo
Que as ancias da paixo fueram dentro em mim ;
Zombaram do meu mal, e a dura zumbara,
Que raesmo em labios virgens glida fervia,
Me fez insano l amar da vida o triste fim.
A nova administragao assignalou-se logo pelas I
suas syrapathias para com a causa italiana ; pelo' Agora espectro de hornera tenho da existencia
i tratado de comraercio cora a Franga; pelo successo! corP desuado aos golpes da amargura ;
Alera disso, toma a' vontade vinho e nev.
Julgo til fazer notar que a limonada, que tem
grande forga para suspender as evacuages alvi-
nas, produz em effeilo contrario no que diz respeilo
aos vmitos cuja frequencia e durago prolonga ;
mas essa prolongago favoravel, e em geral in-
dica boa terminaco do mal.
FOIJIETIIL
AS PH0Y1C8EDE AILEEN.
SCK.Y4S DA VIDA MLANDIZA.
da expedigo aoglo franceza na China e pelos ar-
mamentos para a defeza nacional.
III
O aUTDBZ-VOCS HA MEIA-NOITE.
!"lick e sua mai tinham voltado para a sua ca-
L..H. Os amigos de Ulick e as pe*soas da vizi-
nh,nga se dispersaram por diversos lados em gru-
pos de duus e de tres; tmenle algumas mulheres
e donzellas licaram vigiando Aileen com olhos
cheius de sympathia, mas conservando se asss
afasiadas delia, em parle por um senlimento de
delicadeza que as convidava a nao perturba-las,
em parte lambem, porque com toda a sua dogura
e affibili lade, havia urna especie de superioridade
no lirio do Vade-Escuro que nunca perraittl-
ra grande famlliaridade comsigo.
Ella i. -iiv.t acocorada na beira do caminho, com
a cabega quasi locando os joelbos, e o rosto de to-
do occulio sob as pregas da sua capa. De lempos
em lempos raovimentos convulsivos percorriam lo.
dos os seus meaiDros, mas em geral ella permane-
ca iuimuvel sen:, notar que era observada e que a
bora avaogava.
< Que Deus lenha piedade delta, da pobre crea-
tura, porque a sua dor grande I e tanto maior
quanto concentrada; se ella quizesse manifestar
o sea pesar, isto a alliviaria.Ella nunca foi como
as ..otras donzellas.Ella jamis se parecen com
alguera excepto com os anjos do co. >
Esta ultima observagiio tinha sido feita por Peg-
gy Snelnn, linda rapariga de olhos scintillantes,
e grande admiradora de Aileen. Peggy tinha es-
tado al ento em p, tendo em suas maos ama
pona do seu avental qne torca com forga; seus
olhos pardo* estavara cheios de lagrimas em quan-
to ella contempla va a lientamente a pesicao incli-
nada de Aileen ; mas agora, como se nao podesse
sapportar esta vista, precipitou-se para ella, ajoe-
lliou-so a sea lado, e abragando-a disse com voz
commovida :
c O Mavoitrncen I Nao posso deixar-vos soffrer
s. Aileen, minha joia, vou acompanhar-vos al
fra d'aqui.
O que acabava de dizer Peggy era pouca cousa,'
mas o abrago to affectuoso, a terna sympalhia e I
as lagrimas que acompanhavara estas palavras pa-1
recerara acabar de uraa s vez toda a reserva de'
Aileen. Ella deixou cahir para airaz o seu manto i
e apoiou a cabega no hombro de Peggy, e ambas
Be puzeram a chorar; depois levantaram-se e se-
gurando-so reciprocamente pelas raaos se dirigi-
| ram para o Valle-Escuro. Com a delicadeza pro-
pria de urna verdadeira Irlandeza, Peggy parou
no logar em qne a estrada fazia urna volta e d'oo-
de se descobria a cabana de O'Donnel.
Que Deus seja comvosco, minha Aileen,
agora vou deixar-vos.
Mas Aileen a releve com a mo, e suas faces li-
caram coloridas, e seus labios (remeram quando
ella disse :
c Querida Peggy, que Deus recompense a
vossa bondade. Prestae-me ainda um servigo indo
ver se o padre Mahoney est em casa; desejava
| fallar-lbe, mas nao posso ir eu propria procora-lo.
i E, querida Peggy, se elle quizesse vir ao cotovel-
lo do Valle, ea Ira ter com elle, porque nao deve
entrar hoje na nossa cabana. >
Peggy considerava-se muito feliz por Ihe poder
ser til; promrtteo Ihe satisfazer o seu dselo.
Aileen entrou em sua cabana com o corago tris-
te e agitado. Ulick nao estava ahi, e um dos
maiores pezares da pobre donzella era sentir que o
sen noivo a evitava. Ella comprehendia que as-
sira devia ser. Sabendo que ella nao sympathlsa-
va com seus pensamenlos de vinganga, elle nao
poda supporlar a sua affavel presenga ; mas era
urna angustia pungente para sea corago lao affec-
tuoso o nao estar junio delie em sua dor, o nao
poder consola-lo. Moyna pareca conslrangda na
presenga de Aileen; mas com esta espeoe de
constrangimento estava misturada ama amargura
que Ulick jamis Ihe testemaabara; ella s Ihe
dava curtas respostas, e Ihe langava frequente-
mente olhares pertarbados; portante a pobre don-
zella julgou-se feliz em acompaobar suas primi-
nbas a colima onde procuron esquecer suas infeli-
cidades entretendo se com algamas historias do
sea conventa Depois Aniy pediu-lhe que cantos-
A alma era inmortal, enlamo a inclemencia
Dos males mais crueis langou-a em cova escura I
se, mas isto era superior s forgas de Aileen; ella
abanou a cabega, seus olhos encheram-se de lagri-
mas, e com sua paciencia sempre inalteravel cu-
megou tima outra historia. Assim proloogaram-se
estas penosas horas. Depois Peggy trouxe noti-
cias desagradaveis. O^acerdote tinha partido pa
ra urna < estago > asss afastada, d'onde s vol-
taria no dia segrate tarde. Aileen agradeceu-
Ihe com um beiio e um sorriso melanclico, e vol-
tou lentamente para casa. Esperar 1 esperar I nao
havia outra cousa a fazer, e comiudo que angustia
mais terrivel para um corago aficto do que espe
rar hora pur hora, minuto por rainulo I Aileen
sabia aonde devia esperar. De boa voniade teria
descido a capella, para ajoelhar-se aos pos do
grande Consolador, amigo e irmo que jamis fal-
ta, amante das almas. Porem o seu logar era na
cabana, e a paciente menina conduzm as duas pri-
miohas para o sea quario e rezou com ellas o ro-
sario < cm teogo de Uiick. > E, fiado o rosario,
tendo a sua infatigavel e melodiosa voz entoado a
Salve Regina, Aileen abragou Gracia e sua irma
e despediu-as. Ficando s, ella cabiu de joelhos
junio da sua pequea cama, apertou sobre o cora-
cao sea crucifixo e coofioa todos os seas pezares e
inquietagoes ao Homem de dores, conhecedor
de todas as enfermldades > e Aquella qae nao en-
controu t nragaera para consola-la no meio de lo-
dos os que Ihe eram caros. >
U sombro dia de novembro estava a findar, o
vento comegava a geraer, e o coragSo de Aileen
cada vez tornava-se mais pezaroso. No qaarlo vl-
zinho nao 'se ouvia o menor silencio ; Ulick nao
linha voltado. Ella se oecupou em preparar a ma-
gra ceii das enancas. Moyna sacuda a cabega
com impaciencia quando ella Ih'a oflereceu, e
quanto a si, parecia-lhe Impossivel nada tomar.
Depois as meninas rezaram e foram deitar-se, e a
velba Moyna asseniou-se triste e silenciosa junto
do fago apagado. A luz de ama miseravel can-
dela deixava ver que ella nao dorma, e qne de
tempos em lempos langava sobre Aileen olhares
furtivos que provavara a esta que ella velava. Sem
duvida, Moyna esperava a volta de sea fllho para
saber seus projeclos, e desejava ver sabir Aileen
antes que elle chegasse; todava tema despertar
Em Badn o caso que mais diverte actualmente
a sociedade que all e.-t o que succedeu no ca
minho de ferro a miss B... que viaja va com o seu
noivo.
Esle quando entrou na carruagera mostrava-se
amanle temo e submisso.
Sobreveio a note.
Quando amanheceu notava-se completa mu.langa
no roslo do noivo.
De affectuoso e solicito passara a fro e indilTe-
rente.
Miss. I!., admirada e quasi supplicanle, pedia
explicago de tal enigma.
A infeliz havia roncando I...
Do peito oppresso svhiu um som rouco, estri-
dente e desafinado.
Pareca um trorabone.
O noivo julgou que euvia zumbir aos ouvidos a
prosaica epopa da almofada conjugal... e re
flecliu.
Dzera que a noita boa conselheira.
Emfim miss. B... perdeu o noivo por haver ron-
cado.
Um rapazto apresentou-se 'ao professor com os
brango cruzados, o que em linguagem escolar
quer dizer :
Da' licenga que saia ?
Nao senhor, respondeu o mestre.
O rapaz fingi qae nao tinha ouvido, e tornou
cruzar os bragos.
O eloquente bispo de Orleans, monsenhor Du-
panloup, esta' trabalbando cora muita assiduidade
n'uma grande obra sobre a educai~ao, que parece
ser o producto de trinta annos de profundas medi-
tagoes.
Tudo o que respeita aoensino da geographia,
historia e philosophia.occupa, em os doas volumes
de que consta, um extenso lugar, e o Ilustre bispo
se eleva dos mais pequeos promenores aos mais
altos principios e aos mais nobres pensamentos.
Pois bem, doutor, dizia ella n'um tom sats-
feito, vistea meo neto ? Um boa mogo, nao as-
sim ? nm pooco dondo...
Completamente, minha senhora, responden
Jacob, abrindo a pona do qoarlo e mostrando me
deitado no leito. Demais eram desnecessarias as
indicagdes de vossa carta, para qae ea diagnosli-
casse o mal.
A minha carta ? exclamoa a bondosa senho-
ra, que nao poda acreditar no que via nem no qne
ouvia, a mlnha carta dizia-vos que elle eslava lon-
co de amor, e nada mais.
li.ra o sei, proseguio o doator sem a eoar
prehrnder. E fbe a ponto tal, qne vos rresma nao
o imaginis. Olhai bem o sea rosto exange e aga-
froado. Soffre este mancebo de ama aff ;cr i bi-
liosa, que poderla degenerar em monomana fu-
riosa. Hontem foi atacado por nma crise terrivel.
Desgragado, eiclamei ea sentando me, vos
que estis doudo I
Nada mais pude accresceotar. A casto chegava
o folego meus labios, purque estava profunda-
mente enfraquecido.
Vede, ved*, proseguio Jacob com a mesma
iranquilidade de espirilo, que as minhas palavras
o seu oiliar perturbado se illumioa, e os seos la-
bios desmaiados estremecer : observai a mobili-
dade convulsiva do seu rosto. Elle oove, compre-
hende e irnla-se ; boas symplomas, cjmludo...
Minha av, paluda e immovel, olhava-rau com
espanto. Te-la hiam lomado por ama oaiaiua da
mulber de Loto. Depois levou de sbito as mos
aos olhos e de>alou a chorar.
Meu pobre Ribo I murmuroa elle. Oh cora-
lo-hels, nao assim senhor ?
Jacob linha o ouvido rebelde. Paia que respoo-
esse com acert, loro a va se preciso fallar-lbe em
doz alia.
Aquelle orgo era urna emboscada em qoe se
poda, como no meu caso, por exemplo, ver estre-
buchar a sua razo ; porque o medico muito leimo-
so oa sua qualidade de sabio, conderonava-vos, nao
pelo que se Ihe dizia, mas pelo qae ouvi.
Elle dorme assaz, minha senhora, responden
o pai de C .rollo i minha av, sem duvida cui-
dando que ella Ihe pedia que me adormecesse.
Ah I ab I ah exclamei ea, rindo'de colera
triumphante ; elle surdo, sordo Livre-me das
extravagaocias deste enfermo, minha av, em no-
me do cu. E' erro dizer-se qae esta ama casa
de sale; ao contrario a habitago da loa-
cura...
Quiz explicar boa senhora. como fura victima
da eufermulade scitraiilica e auricular do doutor,
que ao pedido que lbe ia fazer da mao de sua fi-
lha, rae responder com um banbo e urna sangra.
Mas, fraco e vivamente commovido como eslava,
s poda balbuciar; trmulos de febre, os meus la-
bios realhavain as pbrases, corlavam as palavras
e mistura vara as syllabas; tornei-me incompre-
hensivel, irritndome contra a minha requisitoria.
Escutava-me o doulor, grave e impassivel como a
sciencia, e parecia-lhe um novo symptoma de alie-
na.; io mental a minha tentativa de rebeitiio.
L-se no Jornal do Commcrao da corte, o se-
guinle :
VISO DE ALEM TMULO POR AMD GOUBT.
Meu jovea amigo, disse-me elle, no vosso
rosto eslao pintados os signaes evidentes da agita-
gao de que me falla vossa av. Ficareis em mioha
casa.
Chegara, pois, a vossa bondade a advogar
minha causa, perante...
O tratamento da casa suave. Com tran-.
quillidade obler-seho niara vilhosos resultados, so-
bretudo seno chronica a affecgo mental.
Levanlei-me de sbito com o repeote de um
automato, cuja mola foi tocada por mao impru-
dente.
Zombais de mim, exclamei eu, esfemecendo
de sorpreza.
Fri e grave como urna estatua, o velho er-
gueu-se.
Chegasles a tempo, disse elle; vamos comba-
ter esse accesso.
Dizeodo isto, approximou-se da chamin, e pu
xou o cordo de una campainba. Seraelhanies aos
eunucos de ura sullo, enirarain era silencio tres
robustos lilhos de Auvergne, vestidos de eufer-
meiros.
Quiz protestar, mas agarrarara-me, como os hr-
cules do monie d'ouro agarraram Lyehos, e o meu
protesto foi abafado as ondas de urna vasta pisci-
na, onde me langaram.
Domraava-ine o furor, e estrebuchava como o
diabo u'uma pia de agua beata. Langaram-me so-
bre a cabega lerriveis aspersoesecataractasd'agua,
era temperada a mota graos da gelada. Nao po-
da fallar. Tiraram-me entao do banbo, despiram-
me e deitarara-me n'uma boa cama.
A' note, tirou-me Jacob duas ligellas de saugue.
Quando acordava no dia segrate ouvia a voz de
minha av.
as suas suspeitas snggerindo-lhe que se retrasse-
Que pedia fazer Aileen I a nica cousa possivel
era ir para seu quarto, e esperar a chegada de
seu noivo, ouvir o que elle dissesse sua mi, e
obrar depois de coaformidade com as circumslau-
cias.
O carcter de Aileen era extraordinariamente
franco e sincero, ella despresava os roderas e
subterfugios, mas tratava-se de urna qnesto to
grave que nao devia hesitar. Tadavia o acto de
relirar-se ames da chegad de Ulick era pouco
natural e despertara as suspeitas de Moyna; assira,
para explicar o seu procedimento, ella disse:
c Querida mi vejo que estaes visitada comigo e
que a minha presenga vos constrange, e como
soffro multas dores de cabega, vou deitar-me, tal
vez qne durma. Promellei-me .-rnente, minha
mi, que rae chamareis quando Ulick vier, porque
Deus sabe quanto o raeu corago chora por seu
respeilo..... ,
Moyna Ih'o prometleu e Aileen estendeu-se sobre
a sua dura cama nao para dormir mas para espe-
rar. No fim de urna hora pouco mais ou meaos,
um singular assoblo a fez eodireitar-se, depois
ouvo que se abra com precaugao o ferrolho da
porta, ella tambero comprehendeu qae se Irocavam
perguutas e respostas, mas em voz balxa, de ma-
neira que nao pode -perceber uraa palavra. Appro-
xlmon o ouvido das rendas da sua miseravel porti'
nha j gasta, e releve a respirago : foi debal-
de. Pareca qae havia muito cuidado em nao per-
turba-la. Aileen sabia que M -yoa jamis uvera a
inlengo de numprlr a promessa que Ihe flzera;
portaolo tinha Meado inteiramente vestida afim de
estar prompta a seguir Ulick se elle sahsse de
aovo esta nuute. A jaaella (se permillido conce-
der este nome ao buraco na parede) era a uoica
abertura pela qual poda effectuar a sua salu-
da. Prevenmdo isto, tinha arredado um pouco a
relva e o tojo araontoados all, de modo a alargar
sufncientemente o lugar, e tinha ao depois posto
seu manto sobre os hombros. Sua porta por deu-
iro possua urna especie de grosseira fechadura
que ella Uvera o cuidado de trancar, temendo que
Moyna quisesse ver se ella dorma. Quanto ao
qae poda acontecer depois da sua partida, nao
queria preoecupar-se cora Isto. Moyna carainha-
va muilo devagar para lentar apanha la, e urna
sobre as pegadas de Ulick, ella estava decidi-
a, para preserva lo talvez de um crime, a segui-lo,
1 com o soccorro de Deus, para onde elle fosse. Ella
ouvo tirar alada urna vez o ferrolho e Ulick sa-
hir. Sem rumor e depressa, Aileen escapulioise
; pela abertura que acabava de augmentar, botou o
capello do seu manto sobre a cabega, fez o signal
| da cruz, e escoudeu-se na sombra da cabana at
que Ulick eslivesse bastante longe para que ella se
aventurasse a stgui lo. Felizmente a obscuridade
era grande por toda a parle. iE' por sua miseri-
\ cordia que Deus derramou'to espessas irevas esta
noute.i pensoa ella. Todava a sua excurso era
1 a mais aveniurosa possivel por esta estrada to
\ desabrigada, sem urna arvore ou urna volta para
protege-la contra os olhares, se Ulick por acaso
voltasse a cabega, porque apesar da obscuridade
' ella poda ver o perfil do seu rosto, e por conse-
guale o delia devia tambera ser visivel. Mas
Uiick nao suspeitava-, elle continuava a andar to
rpidamente que a pobre donzella, logo offegante,
tinha ura traillo immenso em uo perd-lo de vis
la. A difflculdade augmeotou arada mais quando
elle ganhou urna vereda que Ihe era desconhecida
e em que o terreno era to escabroso e Irregular,
que ella tropegava a cada instante, em quauto elle
avaogava com passo firme, como se o caminho lbe
fosse asss familiar porque pode evitar todos os
obstculos. No momento em que Ulick galgava
urna pequea subida, e que ella, mais que nunca
vio leniava suas forgas para proseguir esta marcha
trabalhosa, seu p embaragou-se em raizes de ber-
vas, e ella cahlo com-forga por ierra sobre algumas
pedras pooludas em que cortou as mos; sua ca-
bega foi de eocooiro a um des troneos de arvores
que se elevavam aqui e alli, negros e seceos,
d'eotre o amarello e sombro tojo. Ella se levan-
tou logo sem cuidar em suas feridas, e cheia de
angustias pensando qae a obscuridade e a distan-
cia poderiam fazer-lhe perder de vista a Ulick; mas
o perfil da cabega do sea desposado era sempre vi-
sivel. Eolio, tomando nova coragem, ella apressou
os passos sem se preoccopar com a sua fadiga,
posto qae tivesse estado em p urna parle do
Mioha boa av chorava, e sahio, muilo persua-
dida de que eu enlouquecera.
Comiudo, no da seguinle, enviou-me sea medi-
co, que eu ja conhecia e que recehi como um li-
bertador. Examinou-rae e inierrogou-me. Ea tiaha
ja recobrado o socego ; respond Ihe, pois, con urna
lucidez que o sorpreudea, e coatei-lbe minha aves-
tura. Inlerrogou entao Jacob subtilmeola, e verifi-
cou que o velho sabio em verdade liaba difflculda-
de em ouvir.
Eoganou-vos o vosso diagnostico, prezado doa-
tor, disse-lhe elle ; este senhor oio esta doenle,
gragas a Deas I Estoa aaiorisado a ilra-lo do vos-
so eslabelecimeolo.
Conlrahio os labios de Jacob um sorriso desde-
nhoso, e faiscarara-lhe os olhos. E tomn aas suas
mos encrespadas a minha cabega, to de sbito
e imperiosamente, que me atordoou.
Vede, mancebo, disse elle ao seu collega, se-
r esle um crneo normal ?
E, dizendo isto, amoigava-me a cabega e enterra-
va-rae as unlia.- no lecido capillar.
Arreda, selvagem, disse en soltando me ie
suas raaos.
Demais. proseguio elle iianquillameni>', nao
uecessario consultar a caria em relevo das U-
culdades ralelieciuaes para conhecer a diosyacra-
sia de alguem ; basta ver-lhe as fegis Olhai.
Tinha eu o roslo alterado pela colera e pela dor,
e eslava prestes a eufdrecer-me. Comiudo acal-
raei, temendo fornecer novas armas contra mim.
Vos magoastes. senhor, disse eo, son a maior
docura possivel.
Este mogo nao est doente, repeli o medico
de minha av. Vou lvalo comigo.
Jacob nao disse urna uoica palavra, nem objec-
lou. Lembrava o de Gallien perante o concilio, o
seu roslo pallido.
Nesie momelo resoou debaixo da janclla do
quarto uraa voz suave e flexivel. Era a voz de Ca-
rolioa, que eu ha mullas semanas nao va. Levjdo
nao sei porque vertigem, sailei fra do leilo e cor-
r para a jaaella. Quiz o medico deler-me, mas
empurrei-o e cabi extenuado no lapete.
(Continuar se ha)
dia. De sbito ficou estacada, seas labios se
enlr'abriram como prestes a deizar escapar om
grito que nao poJiara mais comer. Parereu-lhs
que a ierra linha tragado a Uiick. Um momelo
anles elle alcaugara o cume da colliua, e sen uihe,
tnlo, se destacara em preto no espago mais escla-
recido, mas agora em neohuma parte se via trago
de algura ente vivo. Todos os seus membros tre-
meram, nao pelo effeilo de um terror supersticioso,
mas no excesso de urna excilago febril. Saota
Mi de Deus, murmurou ella, resliluio-o a meus
olhos. Ella procurou por lodos os lados para ter
a explicago desie mysterio. Eiulira. justamente
abaixo do lugar em que estava, a urna profandeza
coosideravel na trra, vio um claro de fogo.
Ajoelhou-se e esculou ; sons de vezes Ihe chega-
ram (reos e indistinctinctos; Aileen nao duvidon
de que nao fosse esta a praga velba para a qual
Ulick tinha convidado tos seus amigos naquella
dia. Procurou enlo meios de desccr, e com in-
mensa precaugao se deixou escorregar muilo braa-
damente ao longo de ama ligeira rampa onde es-
pecies de degriis eslavara tragados oa Ierra hmi-
da e lamacenla. As vozes torna ram se ais cla-
ras; ella al poda descobrir a de Ulick, e sentio a
necessidade redobrar a precaugao com o temor 4
cahir de sbito no meio da assembla. A luz tam-
bera eslava mais forte, e ella via as sombras d s
rapazes eslendidos de lodos os todos sofero a
trra.
Abaixo desia especie de rampa estova rol lacado
om enorme tonel alraz do qual Aileen aeoco-
rou-se. Um lgubre pleito ia tramarse; ella o
senlia, em quanto pelas feodas, entre o barril e a
parede, avistava Ulick no meio de oa grupo de
oito oa dez homens de aspecto feroz e desespera-
do. Cada vez mais commovida, ehamou em sen
soccorro a Deas, a Virgera Santsima e o sen Anjo
da Guarda par- la nesto bcra ie perigo,
porque se a de jobrissem, duvidava ne a prapftn
influencia de iV ck fosse asss valiosa para sal-
va-la. Ella laL j ento o seo capello e cabellos
hmidos para-anaz das costos e todas as soas fa-
cufdades se reno '. para ouvir.
(Coninnar -tt-U.)
PERNAMBUCQ T* A JB t. & PUJeO





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