Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10736


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Full Text
AMO ILI. HOMERO 179
Por qnartel pago dentro de 10 das do 1, mez ...ti.. 5$000
dem (lepuis dos 1.' 10 das do comecoe dentro do qnartel.... 6$000
Porte ao correio por tres mezes........... : 780
DE
SEGUNDA FEIRA 7 DE AGOSTO DE 1865.
Per anno pago dentro de 10 das do 4. mez ,
Porte ao correio por nm anno............
19f*t
BUCO
E:\CARREGADOS DA SUBSCRIPCO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marque da Silva; Araealy.o
Sr. A. de Lernos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranhio, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Sr?. Geraldo Antonio Altes di
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymd da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO DO SE.
Alagoas, o Sr.'Claudino Falco Dias; Bahia, o
Sr. los Martins Alvos; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Rieiro Gasparinuo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacdes da va frrea at
Agoa Preta, lodos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvate, Becerros, Bonito, Caruar,
Alduho, Garanlitins, uique, S. Bento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Tacarai, as tercas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
lugazeira, Flores, Villa Bella, Cabruno, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiio e Ex, as quartas
feiras.
Serinhem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do conunercio : segundas e quintas.
Relacao: tersas e sbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Julzo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a 1
hora da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ OE AGOSTO.
7 La cheia as 3 h., 9 m. e 34 s. da ra
13 Quarto ming. as 7 h., 22 m. e 28 s. da t.
21 La nova as i h., 57 m. e 34 s. da m.
29 Quarto cresc. as 9 h., 29 m. e 46 s. da m.
DIAS DA SEMANA.
7. Segunda. S. CaetaM Theatino fundidor.
8. Terca. S. Cyriaco diac. m.; S Emiliano b.
9. Quarta. Ss. Seeundiuiano e Veridiano mm.
10. Quinta. S. Lourcnro diac. m.; S. Athena v.
11. Sexfa. Ss. Tiburcio e Suzanua tnm.
12. Saubado. S. Clara v. f.; S. Aniceto m.
13. Domingo. Ss. Hypolito e Cassiano mm.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 4 horas e 30 m. da tarde.
Segunda as 4 horas e 54 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIRO*.
Para o ni at Mtpai a H*9^ para asarle
ala a Granja a 7 < 22 de cada mei; para Feri
do nos dias 14 dos mezes de |MR| margo, i
jolho, stlembro i, v.-mt-r..
b.
ASSIGNA-SE
uo Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Mauoel Ptgoeiraa da
Faria & Filho.
MI Ais vIUulU
Expediente do dia 3 de agosto de 1863.
OtEcio ao brigadeiro commandanle das armas.
Remello incluso o formulario da enfermara mi-
litar permanente com os pregos de cada urna for-
mula, arbitrados por urna cmmisso de pharma-
ceuticos, para que V. Exc. de conformidade com
o disposto no arl. 22 do regulamento de 17 de fe-
vereiro de 1832, trale de por em hasta o furneci-
mf uto dos medicamentos necessarios qnelle esta-
Leleciinenlo.
Dito ao mesmo.-Faco apresenlar a V. Exc. os
guardas nacionaes destinado.-, ao servigo da guerra
e perlencentesao batalhao n. 26 do municipio do
Benito, Manoel Ferreira Vllio, Manuel Pereira da
Silva e Manoel Gomes da Silva.
Dilo ao mesmo.Fago apresenlar a V. Exc.aQm
de fazer parle do contingente de guardas nacionaes
que, tem de dar esla provincia para o servico da
guerra, o guarda du municipio da Escada Manoel
Felippe Santiago.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Remetto a V. S. para os con-enientes exames as
inclusas copias das actas do conselho de compras
do arsenal de guerra, datadas de 7, 14,21, 26 e30
de junho e de julho ltimos.
Dito ao mesmo Autoriso V. S. nos termos de
sua informado do Io do corrente, soh n. 554, dada
com referencia a da contadoria deesa Ibesourana
acerca do requerimenlo que incluso devolvo, a
mandar pagar, sob minha respoosabilidadc, visto
nao haver crdito para e>se Qm, as vantagens re-!
lalivas ao mez de junho ultimo, a que liver direito
o tenente reformado do exercito Francisco de Pau-
la Mcira Lima, como ajudante do director da colo-
nia militar de Pimenteiras.
Dito ao mesmo.Nao havendo inconveniente,
mande V. S. pagar a companhia Pernamhucana,
conforme solicilou o respectivo gerente em officio
oe 29 de julao ultimo, a prestaclo de 7:0O0, re-
lativa aqoelle mez, com qu o gi.verno imperial
auxilia mensalmeole a referida companhia, a qual
cumpno com as soas onrigacdes uo citado mez de
julho, como se v do predito officio.
Dito ao mesmo. O pagamento da quantia de
3705 de que trata o officio da presidencia de 26
de julho ultimo, deve ser effectuado sob rotaba res-
pon-abilidade, visto nao haver crdito na verba
soccorros pblicospertcncente ao ejercicio pr-
ximo Ando, segundo consta rio officio de V. S., da-
tado de 28 daquelle mez n. 535, o qual flca assim
respondido.
Dito ao m ;smo.Ao alferes do eorpo de polica
Amador de Araujo PessAa, que tem de embarcar
brevemente para a corle, rcande Y. S. adianlar
com urgencia a importancia de um mez de sold.'
Dit > ao mesmo.Respondendo ao sen cfflcio de ;
31 de julho uliimo, sob n. 534, tenho a ftzer <|uo
pude \. S. mandar pagar a Aleixo Jos da Luz Ju-
mor, a quantia de 37080 rs., em que importam
as diarlas abonadas a 6 desertores e II recrnias
vind.-s do termo do Bonito, e a que se refere o offi-
cio da presidencia de 4 do citado mez de julho,,
despcndeodo-se para esse Qm, sob minha respun-1
sabilidade e pela verbagraiificaees diversas do
ministerio da guerra,visto nao existir mais ere-'
dito, os 235040 rs. a ella pertencentes.
Dito ao mesmo.Exprca V. S. as suas ordens,
para que nos devidos lempos seja pago, como pe-
dein dos nciusos requermentos, o tenente e alfe-
res do 9o batalhao de infantaria da guarda nacional
de Olinda Evaristo Vieira Lins Cavalcanli e Fran-
cisco Alexandre Dornellas, o sold de suas paten-
tes, que prctendem elles consignar a seus procu-
radores nesta capital, visto terem de destacar pa-
ra o presidio de Fernando. *
Dilo ao mesmo.-Mande V. S. abonar ao opera-
rio contratado para o servico do arsenal de guer-
ra da corte Manoel Teixeira'de Lima Torres, como
pede no inclaso requerimento um mez de seo sa-:
lario para as despezas de viagem, visto ter elle de
seguir brevemente para all.
Dito ao mesmo.Reslituindo a V. S. o requeri-
mento de D. Maria de Hollanda Cavalcanli de Al-
buquerque, tenho a dizer que, nao obstante o ex-
posto em sua nformaco du Io do correle n. 549,
mande pagar a quantia de 475, despendida com o
transporte da supplicante e de nina luna menor,
de Tacarat para esla capital, visto como regres-
sou ella em companhia de do exercito Pedro.de Alcntara Tiberio Capistrano,
qne doente licu naquella, donde parti depois.
Dito ao mesmo.Iateirado de quanto V. S. ex j
poz em seu officio de hontem, sob n. 535, tenho a
dizer em resposta que o auteriso a n.aodar pasar
sob minha esponsabilidade at ulterior delibera-1
gao do governo imperial, visto nao haver crdito
para esse fin no crrenteexercicio,a despeza a fa-1
zer-se nao s com aguarda nacional de>tacada nos
diversos pontos da provincia, mas tambera com a :
que tiver de seguir para o iil com destino a guer-,
rada Repblica do Paraguay.
Dilo ao mesmo.Recommendo a V. S., que em
vista les documentos, que Ihe serao presentados
opportunarrentc, mande levar em conta ao major
conimanJanie do corpo de guarnico Fernando Ma
chado de Sonta, as despezas por elle feilas, em I
virtude de autorisagao da presidencia, com o alu-
guel de casas para quartel e enfermarla daquelle
corpo.
Dito ao commandanle do presidio de Fernando.
No vapor da companhia Pernanibueana que deve
largar do poro desta cidade no dia 5 do corrcnle,
seguein para esse, presidio, atim de cumprirem as
penas a que foram condemnailos. vinte e nm reos
de jnstica, cujos nomes V. S. ver da relacao jun-
ta, sob n. I. a que acompanham as guias dos de
n. I a 15, inclusas achara V. S. tambem guias dos
sentenciados constantes da relacao n. 2 que ahi
existi-m sern ellas.
Dito ao comroandante superior da guarda nacio-
nal de Garanlnius.Para que posea ser tomada
em ennsideracao a materia do seu ofTlcio de 12 de
junho ultimo, sob n. 31, relativamente ao paga-
mento dos vencimentos da guarda nacional desta-
cada na v Ha do Buique, faz-se preciso que V. S.
declare o dia em que principiou a prestar servico
o mencionado destacamento, e a que mez se refe-
ren! taes veneimentoa, conforme indica o inspector
da tbcouraria de fazenda em sua informago do
1 do corrente, soh n. 552, dada com referencia a da
respectiva contadoria.
Dito ao commandante do corpo de polica,
Mande V. S. apresentar a guarda do costme ao
jui: de direito presidente do jury, a contar de ama-
nhaa e em quanto esliver fuoccionando aquelle
tribunal.Communicou-se ao juiz de dlreilo da 2"
vara.
Dito ao director do arsenal de guerra.Lom a
Inclusa copia do officio do commandante superior
interino da guarda nacional deste municipio de 28
de julho uliimo, sob n. 205, respondo ao que V. S.
dirigi ao meu antecessor em dala de 21 d'aqnelle
mez, solicitando a dispensa para os guardas nacio-
naes empregados no servico de operarios desse ar-
senal, e constantes da relacao, que veio annexa
ao seu cit?do officio.
Dito ao mesmo.Mande V. S. alistar na compa-
nhia de aprendizes desse arsenal depois de satiS'
feitas as disposiedes do regulamento de 3 de Janei-
ro de 1842, os meoores desvalidos de nomes Fran-
cisco e Manoel, esie de 8 e aquelle de 10 annos.
Dito ao conselho de compras navaes.Ficam ap-
provados os contractos, q ie celebrou o conselho
de compras navaes, com differenlespessoas, como
me participou em sen officio do do corrente,
para a acqsB(3o dos objectos de. material neces-
sarios ao almoxarifado do arsenal de marinha.
Dito ao juiz de direito da 2* vara desta cidade.
Para cumprimento do avise expedido pelo minis-
terio da justica em 13 do julho prximo Ando, in-
forme Vrac. desde quando o reo Joaquim Francis-
co de Mello Santos est cumprindo a pena de um
anno de priso simples, que Ihe foi impost por es-
se juizo por fallencia culposa.
Dito ao l)r. juiz de direito de Tacaral.Ao seu
ofllcio de 27 de junho prximo lindo respondo au-
torisando-u a mandar vender em hasta publica, e
de conformidade com a nformaco do inspector
da thesouraria de fazenda n. 543, de 31 do mez
lindo, junto por copia, os 2 caixoes, que existem
no poder de Vmc. com restos dos medicamentos,
que para ahi foram enviados no anno de 1863 para
tratamento dos indigentes, que fossem accommetti-
dos du cholera morbus, sendo o seu producto reco-
Ihido aquella repartico.
Dito ao juiz municipal da 1* vara desta cidade.
Faga Vmc. apromptar, afim de seguir para a cur-
te, no vapor Jos S. Romao, para o que ficam ex-
pedidas as convenientes ordens, o sentenciado Joo
Severino Tavares, vindo da comarca do Brejo da
Madre de Deus e cuja guia Vmc. remetteu a esla
presidencia com o seu oOicio de 9 do corrente.
Dito ao Dr. Vicente Jans>-n de Castro e Albu-
querque.Constando de participaco que recebi, e
da inclusa que Ihe dirigida pela directora geral
da secretara de e.-tado dus negocios da justiga,
que por decreto de 6 de julho prximo fiodo S. H.
o Imperador houvo por beui non.ear a Vmc. para
o lugar de juiz municipal e de orphaos do termo
do Ouricury : assim Ih'o communico para seu co-
nhecimenlo, e alim de que, prestado o juramento do
eslylo, entre logo em exercicio independente da
respectiva carta, que apreseniar no prazo de 3
mezes, contados desta dala.
Portara. O presidente da provincia tomando
em considerago o que expoz o inspector da the-
souraria de fazenda em oDcio de 28 de julho ulti-
mo, sob n. 534, resolve nomear a Francisco de
Oliveia Mello e Silva para exercer interinamente
o lugar de thesoureiro da alfaodega desta capital,
visto achar-se preso o respectivo serventuario Joa-
quim Jos de Miranda, em consequemia do desfal-
que que se encontrou no cofre da mesma alfande-
ga, licando exonerado desse lugar o conferente
Pedro Alexandrino de Barros Cavalcauti de Lacer-
da, por assim o haver pedido.
Dita.O presidente da provincia atlendendo ao
que requeren Manoel Baptista Barbosa, resolve
conceder-lhe licenga fiara ir ao presidio de Fer-
nando tratar de negocios de seu particular inte-
resse.
Dita.O Sr. commandante do vapor Jos S. Ro-
mao, faga transportar para a curte os operarios al-
(aiates mencionados na relago junta, que na for-
ma das ordens imperiaes se conirataram para o
servigo do arsenal de guerra da corte.
Eipedieule do secretario do governo.
Ofllcio aojufz de dicho ur. Eduardo Piudahyba
de Mattos, chefe de polica da provincia.-De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia aecu-
so a recepgo do nfflcio n. 1,066 do Io do corrente,
em que V. S. partecipou ter assumido o exercicio
do cargo de chefe de polica desta provincia.
Despacbos do dia 3 de ;i<; -lo de 186o.
Requerimentos.
Alferes Amador de Araujo Pessoa.Expedio se
ordem no sentido em que reqoer.
Eduardo B-ssoni de Almeidi.Informe o Sr.
juiz municipal do termo de Nazareth.
lente Bpipbanio Borges de Menezes Doria.
Juntc-se.
Firmina Kilonila de Oliveira Lemas.Informe o
Sr. commandante do presidio de Fernando.
Jos Gomes das Neves.Declare o supplicante
onde mora.
Manoel Pedro da Silva.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Souza, Andrade A C.Informe o Sr. director do
arsenal de guerra.
Paulo Felippe. de Sales Abreu e Klputia Eulalia de
Abreu Peres.
COMANDO DAS ABSAS.
Quartel general do enramando das armas de Per-
nanibuco na cidade do Recife, 5 de agosto de
1865.
Ordem do dia n. 93.
O brigadeiro commandante das armas interino
em execugo a ordem da presidencia communica-
da em ofllcio datado de 3 do crrenle, com referen-
cia ao aviso do ministerio da guerra de 24 de ju
Temos ouvido a mu i tos jnizes de fici.i lastimar,
que se Ihes deem o grave incommodo, para oceupa-
los com processos por crlmes de furtos de objectos
algnmas venes bem nsigniflcanles.
E' isto verdade : ha multo que se devia ter ins-
tituido entre nos os tribunaes correccionaes para
certas crlmes de menor gravidade.
Eita falta porm nao dev ter por consequencia
| a ahsolvig) dos reos convictos, e confessos de
crimes punidos pelas leis penaes.
A imptnidade sempre prejudicial, a de graves
consequencias, ipir se trate de crimes pblicos,
qnr de particulares ou policiaes.
Algumas pessoas tem lembralo, que as cir-
loteras
airxilio
Antonio Jos
da desoezas
Iho ultimo, determina que nesta data se considere eomstaonas acluaes, o recrutamanto seria urna
em roorganisago a companhia de cavallaria de li- arma vaiente, manejada contra estes ratoneiros.
nha desia provincia, que havia embarcado para a
curte a 22 de junho do correle anno, serviuJo-,
Ihe de casco nao s os dous Srs. officiaes, e 12 pra-
gas de pret vindas da corte com tai destino no dia
30 do mez passado, bem como as 13 que licaram
por dilTerenles motivos nesta cidade, todas abaxo
mencionada-.
A companhia ter no seu estado completo 1 ca-
pillo, 1 tenente, 2 alferes, 1 Io sargento. 2 8" di
Seria urna medida proveitosa, se porventura a
socedade on companhia do tiro, nao fosse com-
posta de individuos casados, alojados, rendidos,
ex-pracas do exercito e estrangoros.
Para taes homeos todo o rigor ponco. 'everl-
dade e justica para emenda dos delinqnentes
exemplo dos outros.
Xa sexta-foira pascada a olllcialidade do
primeiro hatalhii da guarda nacional de-te muni-
c.idos pelo thesoureiro da?
Rodrigues de Souza, para
da guerra.
Bilhetesns. 277, 1498, 1646,2692.
Meio* ns. 378, 837 1091 1158, 3383. 283o.
Quartos ns. 21. 159, 745, 773,1209,1582, 1811,
200!, 22oI, 2480, 2711, 2955.
Os hiliieies da, loteras 11* a 26" produziram
441,5000.
Thesouraria das loteras de Pernambuco, 5 de
agosto de 1865.Servindo de thesoureiio, Jos Ro
driguts d> Soaza.
Chegou sabbadi, procedente do Porto-Gran-
de, em S. Vicente, e seguio noite para os portos
do sol, a crvela americana Jntala, ao mando do
Sr. Almv.
tos, furriel, 6 cabos de esquadra. 59 soldados, 1 el po foi em eorporaeffo fater a sua visita aos Exms.
clarim. 1 ferrador e 75 cavallos.
O Sr. tenente Manoel Joaquim Machado, assomi-
r boje o commando interino da companhia, eir
oceupar o quartel do Campo das Priocezas, conti-
guo ao convento dos Franciscanos.
Prtttat rindas da coi ti.
Tenenle Manoel Joaquim Machado.
Alferes Joaquim Velloso da Silveira.
Particular Io sargento Henrique Flix de Dacia.
2 sargento Joo /Intonlo Monteiro.
2o cadete furriel Ernesto Alves Pacheco.
2 cadete Flix de Franca Lumachi Miguis.
Cabo de esquadra Jos Gomes da Silva.
Soldados : Flix Nunes dos Sautos.
Clinio Alves Ferreira.
Antonio Roberto Cordeiro.
Manuel Pereira da Silva.
Jos Francisco Guilherme.
Jos Standes Corroa.
Alfredo Arthur da Silva.
Pravas que ficaram nesta provincia.
2 cadete 2o sargento Silvino Malaqtiias Pacheco.
Cabos : Joo Pereira dos Santos,
lidefonso Jos dos Santos.
Manoel Francisco de Souza II.
Soldados: Carlos Manoel de Jess.
Jos Carlos de Oliveira.
Manoel Augusto de Oliveira.
Antonio Pinto do Espirito Santo.
Joaquim Pedro de Alcantar"
' Jos Fernandes de Lucena.
Agostinho Alves Dias.
Maneel Caetano Ferreira.
Manoel Antonio de Araujo.
(Assignado). Francisco Jos amusceno Rosado,
brigadeiro commandante das armas.
Ordem addmonal a de n. 93. I so a ser Vendido no Itio de Janeiro, para onde se-1
O brigadeiro commandante das armas interino! g:ie demro de poueos das,
determina que sejam n-U data desligados do de- o vapor Mamangupe, ehegdo uoutem dos.
psito os Srs. capello-capito da reparligo eccle- | portos do norte de sua escala, foi portador de jor-.
siaslica do exercicio padre Manoel da Vera-Cruz, ( naes do Cear at 28 do passado e da Parahyba^
1" cirurgio Dr. Francisco Gongalves de Moraes e al 4 do corrente.
2o dito Dr. Joo Honorio Bezerra de Menezes, que; Fallecer na freguezia de Canind, no Cear, o'
seguem boje no vapor l'ersinnnga para o presidio'; Rvm. Manoel Ribeirode Souza, mSiorde 70 annos.
de Fernando, onde vao servir por detenninag'io Le-se na onstil'iiro :
do ministerio da guerra. Anles de hontem (24) com o recebimento da
(Assignado).Francisco Jos Damasceno Rosado, | lausta noiieia do bnlhante feto d'armas de Ra-
brigadeiro commandante das armas. j chiido, on le nossa armada e parte do exercito que
Est conforme.Antonio Francisco Duarte, 2o a acompaohava se immortali-aram, nossos amigos
lente ajudante de ordens interino, encarregado; commandante superior Machado, lanehte coronal I
| Cuuba Freir, capiao Justa (commandanle inieri-
| no do Io batalhao da guarda nacional), capillo Va-
ronil e muilos oulros olliciaes da guarda nacional
promoveram urna passeala, que com urna b lia I
banda de msica e de grande concurrencia per-1
correu as ras da cidade, entre repetidos e enthu-
siasticos vivas patriticos, iudo depois ao pateo de
palacio, ouJe o Exm. Sr. Dr. llomem de Mello,
chegando varauda deu vivas enthusiasticos a 1
io catho i
Srs. conseiheiro presidenta da provincia e brga
de ro commandante das armas, e no mesmo dia i
foi igualmente eomnrimantar em dospedida ao
Exm. Sr. Dr. A. Borges Leal Castalio Branco, a
qoem assim deu esse bno=o corpo um testemunho '
elaro da coBStderaco qae'ligt ao distincto ex-ad-:
ministrador.
No dia 14 do corrente da a socedade re- ]
creativa Cori/bantina a sui partida mensal.
As sedulas falsas apprehendidas na quinta-
feira, pelo Sr. Dr. delegado, sao da mesma estam-
pa e em tudo iguaes s que a mesma autoridade
apprehendeu em mvimbro do anno passado
Joo Manoel Rodrigues, que se acha em Fer-
nando.
Achase de semana nos protestos de letras o
escrivao Torres.
Sigui ante hontem, por obra de 1 hora da
tarde, com destino ao pre-idio de Fernando de No-
ronha, o vapor Persinunga. A' seu bordo foi a
forga de guarda nacional do municipio de Olinda,
que all vai destacar em substituigo a de linha
existente n'aquella ilha.
Este destacamento, sob o commando do Sr. ca-
pito Christovo Pereira Pinto, seguio devidamente
uniformisado, lendo vindo de Olinda precedido da
msica do respectivo batalhao, e acompaado
por alguns officiaes e pessoas d'aquella cidade, que
foram at o embargue.
Seguiram tambem para o mesmo presidio dous
mdicos e um tapell .
Chegou hontem, procedente de Londres e S.
Vicente, com 22 dias 'daquehe e 8 deste porto, o |
vapor inglez Hero, de 418 toneladas. Nao foi elle '
portador de noticia ou jornal algum, segundo allir- j
moa o encarregado da visita dos navios. Destina-1
Passageiro do vapor ioglez Gladiator, nki
para Liverpool :
Henry Gibson Grianas.
Passagejros do vapor brasileiro Mamiatjm&pe,
vindo dos portos do norle :
Dr. Joaquim Pires Gongalves da Silva e o cria-
do, Themolheo Peie.ira Lima, Arniro Candido Ra-
mos, padre Joo Ferreira R bello e om rri.nl>. Ho-
racio Francisco Ramos, Jos Francisco Rao**, f-
cenle Ferreira e om escravo, Jos Antonio &>*
Gumaraes, sua mulher e 3 criadas. I < Alves Mr-
tins, vigano Manoel Jeronymo Ctbral, Co*nK Ro-
drigues da Costa, Polycarpo Jos de Sooza. Tln-
mat Thimes, Manoel Cyriac de Hnra*.", ThoMai
i Nelson, Jonn Williamson, Israel Pearqj,' D laura
Mara Serafina, B -llarmino f^ingalve; ile'jl-i^-iros.
Miras
SOjrnar-
2 rerrulas
do Rio brande do Norte.
Passageiros do vapor brasileiro P ludo para os portos do sol:
Jos Vieira de Araujo peixoto, Maria Zioofte t
1 criado, Jos Miguel de Araujo, Jos Mearles Lian
e 1 caixeiro, Antonio Lourenco laRMSn Marqa-s,
padre Manoel Amando das Dores Chav. e 1 sofcri-
nho, EmileDedier, Michelle Veta, Marian > ntJm
do Espirito Sant., J. Cleioenim > ll-nri |u> 4a Sil-
va, Jos de Lima Cavalcanli, Francisco -la Assis
Pereira Freir, P. Gustavo tMauricio Wandertev,
Antonio Jos Carneiro da Gama.
Passageiros do vapor brasileiro Perummmga,
sahido para a Ilha de Fernando .
Mauoel B. Barboza, I escravo *) Dr. Franrisco
Gongalves de Moraes, Thcreza Maria de Je-a<, ca-
bera Crm, pnmer >
ve* de Mora^, se-
Bezrra de M-neies e san
estes 60) pertenciam a 3 corpos de cavallaria de I SKoSS 2'?* vlK^nT
59.p"s.5a? an?' *!*"* haviam dad0 ,0; valcanti de Albquerque, sna sVnh..a s lTil~
feres F. Pedro C-deslino e F. Jo. Dornellas,' ll
pragas, 5 mulheres. 21 sentencilos Je josfea e
Antonio Valenlim da Silva Neves.
Passageiros do lugre hollaudrt
trado de New-York :
O Jornal do Commercio transcreve a seguln-
te carta particular do Sr. Dr. Jos Venceslao Mar-
ques da Cruz, juiz de direito de S. Borja, que ten
do alcangado urna licenga, nao quiz enirar no gozo
della para nao abandonar a sua comarca as ac-
iones eireum-iancias, e assisto ao combate- dado
conlra os Paraguayos.
Itaquy, 18 de junho de 1865.J havia mais
de um mez que urna grande forga de Paraguayos
linha oceupado a margem direila do Uruguay at
abaix" de S. Borja. Eulretanto a gente da briga-
da daqui estava dispersa, s havendo no ponto
ameagado pea presenga do inimigo uns 160 infan-
tes de um batalhao da' guarda nacional que devia
ter 300 homeos; mais looge duas leguas havera
para a guarnigo de Itaquy.
t Eo Canavarro? o Canavarro, commandanle I
da divisan, eslava em Sant'Anna do Uvrameoto ;
all recebeu no dia 12 de maio a noticia de que o
inimigo linha oceupado a margem direita do l'ru-
guay, e s muilos dias depois moveu-se para as
ponas do Ibiraocay, 8 leguas longe do Ibicuhy e i
mais de 16 de 5. Borja, tendo de permeio alcm de
outros ros o Ibicuhv, que 13o largo oeste lempo;, .^vTZZ* Z^ZlT?k''
de invern como o Jrtiguay. Alm de estar longe ^SS^tSJTtiZ fi^ViSL.
o Canavarro, nao linha genle, por que, como o Fer- J *^ fSUSBnV.
nandes licenciou a de modo we. excepeo de! S
dous corpos de cavallaria que
Alberl W.
Wbalann.
Baptizados
J. Cfftr, en-
Osborne e sua sennora, Gustavo A.
e casamento* feitos aa fregnetn
um de S. Gabriel e nutro da Cruz-Alta, nao podia
manda los para suas casas, s linha no acampa-
mento os dous baialhdes de infantaria de linha
com que est ( 2. e 10.") e as 8 pegas de artilha-
ria sem guarnigo ; ludo o mais, e sao varios cor-
pos, agora que elle mandou reunir,
os Inimigos e acharam tudo dormindo
?R;dossj
Heoriquela, crioula, filha de Maria, escrava.
Sanlioo, pardo, liiho de Maria Joaquina do Espi-
rito Sanio.
Mara, branca, ilha nalnral de Jo.- Ftmamm
Dinize Maria Amelia Continbo.
Joo, preto, liiho natural de Galdino Jos da **-
Chfloaram "<", v>vsv, .....u i.o.ui.i uc uU" .
n DW in Iva e mD,>rti0 Marcelina da Trindade.
fan.es do Passo de S. Borja mataran, rnuilos Para'- dlJf ^'^^ffftJ^JSSl
guayos, durante a passagem que durou meia hora >
dodelalbe
P
A companhia de ratoneiros, muito conhecida
nesla cidade pela deuomiuagocompanhia do $.'"fi. 0 Imperad"^a con"luic3o, reigi
tiropareca abatida, senao extincta com a priso |Ca e aos bravos de Rt ichuelo.
kovi:k\o im> biimi>ai>o
l'J ll\ VtlItJ t o
SEE VACANTE.
Expediente do secretario do bispado.
Novas dispensas matrimoniaes.
Chegaram do Rio de Janeiro as petiges de dis-
pensas do 1" grao igual da linha lateral e 2o grao
attingente ao primeiro de consanguinidade, cuus-
tantas da lista abaxo publicada, e cuja concessoj
foi autonsada pelo Exm. e Rvm. Sr. internuncio
apostlico em data de 21 de julho corrente. Podem,:
pois, ser procuradas ou em Ulioda, na secretaria
do bispado, ou no Recife, em casi do Illm. Sr. co-
neg da capella impenal, Francisco Jos Tavares i
da Gama, ra da Cruz n. 56.
Olinda, .'11 de julbo de 1865.
Conego Juaquun Ferreira dos Santos,
Secretario do bispado.
Mximo Jos Isidoro e Maria da Soledade.
Antonio Vieira de Frcitas e Isabel Umbelina de
Souza.
Antonio Alves Pereira de Souza e Alejandrina Ma-
ria da Conceico.
Joaquim Cesar "de Menezes e Maria Cord lina do
Amor Divino.
Manoel Goncalves de Souza e Antonia Maria da |
Conceigo.
Antonio Teneira de Medeiros e Josepha Maria das
Candeias.
Flix Henrique da Silva e Mara Francisca da Con-
ceico.
Francisco Candido dos Santos e Maria Silveria de
Jess.
Jos Ferreira da Silva e Claudina Mana das Vir-
gens.
Jos Romualdo de Lima e Maria Joaquina de
Jess.
Verissimo Jos Larangeira e Pastora Maria da Con-
ceigo.
Feliciano Tavares da Silva e Donata Maria da Con-
ceigo.
Lui7, Jos da Costa e Maria Francisca da Con-
ceigo.
Juilu Ferreira de Aguiar e Mara Joaquina da Con-
i ceigflo.
Luz Jos do Reg e Maria Thereza do Rosarlo.
Joaquim Rodrigues Limeira e Joanna Antonia de
Mello.
Manoel Martins de Barros Reg e Isabel Maria da
Conceigo.
Avelino Alves da Silva e Anua Mara da Con-
ceigo.
! Vicente Ferreira Nanziazeno Bezerra e Josepha
Maria da Conceigo.
! Alexandre Jos dos Santos Sobrinho e Francelina
Maria da Conceigo.
Theodoro Gomes da Silva e Francisca Maria de
Jess.
Damio Jos de Mendouga e Ciara Maria de Alba-
querque.
Vieram mats as seguintes rteticots, concedidas na
mesma data de 21 de julho.
Jos Ignacio de Lima Jnior e Maria Joaquina da
Conceigo.
. Joaquim de Souza Motla e Maria Jos de Sania
Anna.
Antonio Elias Salgado e Michaella Maria da Con-
ceigo.
Pedro Domingos .de Sant'Anna e Cecilia Maria da
Conceigo.
Francisco de Barros Reg e Florenga Mara de
Jess.
Belarmino Jos de Sant'Anna e Rita Maria do Es-
pirito Santo.
UE idos seus mais importantes memhros, inclusive um: Os officiaes da armada, residentes nesla na-
dos seus Chele*, o famigerado Lourenco Jusnuia-, piul, mandam celebrar urna missa, com libera me,
no, por alcuuhagenio do pat da pobreza. na segunda feira (.Jl) s 8 horas da manhaa, na
A se.nte.nga de 8 annos de priso com trabalho, s, por alma dos seus irmaos d'armas, que fallece-
imposta aquello chefe, que pela oilava ve/, respon- ram uo ataque naval do Riachuelo, no da 11 de
dra ao jury por crimes de furtos e roubos, as pro-1 junho lido.
nuncias decretadas contra seus coreos Pedro Jos j No da 4 do corrente leve lugar a abertura da as-
dos Santos, Guilherme Francisco de Assis, Manoel semblen provincial da Parahyba.
Joaquim de Sania Anna o oulros, acensados por Fallecer, nesse mesmo dia, o negociante brasi-
varios furtos e roubos com incendios ortica los |eiro Francisco Antonio Fernandos.
nesla capital, e finalmente certa aciividade das Realisra-se o baile olferecido ao cx-presidente
auiorulades policiaes auxiliadas pela forga publica da provincia Dr. Sinval. na noite de 31 do passado
(polica e linha), foram cortamente a causa do des-; com animada concurrencia, apezar aa copiosa
animo dos quadrilheiros que iufeslavam a cidade chuva.
e seus suburbios. Acerca da perda da jangada, que ha poucos dias
Asora, porem, que as necessidades da guerra noticiamos, encontramos o segulnte no Publicado* .
motivaran) a retirada da forga de linha da provin- Algumas casas commerciaes de Pernambnco.
ca e a Mispensao das rondas nocturnas pela poli- enviaran) diversos negociantes desla praga por I
ca, palrulhando a guarda n&ciooa1 Uo gmenle ale urna-jangada de que proprietario o mestr---*#vgi-
a meia noile, os quadrilheiros do f tro, capitaneados no Antonio Moreno, morador em Tamba -*'
por alguns eslrangeiros fgidos tal vez das gales capataz, uus quarenta coritos de ris, pouco mais
de seus paizes, raostianise altaneros, e j deram ou menos; consta que chegando a jangada na or-
principio as suas facanhas com denodo, deque su de Goyanna virara-so, perdendo-se toda inipir-
ainda nao tinham dado provas. tancia. Ha diversos jalaos a tal respeito.
Rara a noile em que se nao lenta contra a o proeiro da jangada, Virissmo Pereira dos]
propriedade. ^ Santos, que d'alli voltara era outra jangada, j se
J nao se limitara, como outr ora, a limpeza das acha preso nesta capital, de ordem do Illm. Sr. ca-
algibeiras dos pobres malulos, mudanca de al- pito do porlo; o jangadei-o Hvglno anda nao che I
guus objeclos das casas era que podiarn fcilmente g0u. Consta que daquella importancia 30.000*1
penetrar, e outras ligeirezas de maos. periencia ao coramendador Carvalho ; 4:000,5 ao ,
Grupos de quatroe mais individuos sliem aos Sr. Custodio e 6:000* ao Sr. D. loio Busson. >
lelhados das casas; tentara arrancar soleiras de indo urna escolla de 5 praga da guarda na
portas, lngara escadas as varMidas, e pralicam conal, conduzindo preso para o interior o esperta-;
outras gentilezas, que bem demonstrara a que mo que se apossra de uns contos de reis, remet-
grao poderao levar a audacia, se de prompto ener- tidos certos negociantes de Pernambnco, o que
gicas providencias se nao tomarem. tanto trabalho dera a pilhar, em Santa Rita, poucas I
Nao convm demorar a organisagao da guarda leguas distante desta cidade, onde pernoilra, des
cvica : toda a demora prejudicial. appareceu o preso e o soldado que se achava de
E' preciso mostrar aos quadrilheiros e desordei-: seniinella, indo sem duvidaem procura da quantia
ros, que a ausencia da forga de linha o de polica i qUe ihe faltava na occasio em que foi preso.
nenhum prejuizo causara segurauga individual e: o guarda nacional, que hontem noticiamos ha-!
de propriedade. : Ver deixado fugir o preso, que eslava de sent-
As autoridades policiaes, fsubdebgados e ios-; neJIa, e haver desapparecido com elle, tendo sido
pectores de quarieiro^s) redobrem de aclividade e i encontrado camlnho de Pedras de Fogo, armado e i
vigilancia, pondo de parte quaesquer resentlmen- equipado, apresentou se hontem no quartel, dizen-'
los polticos e pan.culares, para s altenderera ao d0, que tinha ido em seguimento do preso, e que o'
bem comranm, coadyuvando com lealdade ao go- nao encontrando fra-se apiesentar ao seu com-'
verno de S. M. mandante de batalhao, o qual Ihe ordenara se apre
O respeilavel tribunal do jury, que presente-! senlasse ao do destacamento.
mete funeciona, tmbem prestara relevantissi-: Tendo-se espalhado na capital haver sido assal-1
mo servigo a causa publca, uao aliendendendo as tarja a cada da villa do Teixeira, por 60 homens '
larnurias e soplusmas dos quadrilheiros, socios da armados, e conseguido fugirem diversos crimino-'
companhia do tiro, que devera ser julgados nestes sos> fez 0 Exm. presidente da provincia seguir pa-!
brigaram valentemente em trra, mas foram suc-
ces?ivamente rtchassados de maneir que duas ho-
ras depois de terem langado na agua as primeiras
canoas eslavam os Paraguayos to perto do povo,
isto da villa ( urna legua afastada do rio ), que
por estpidos nao a invadirn) de golpe. Quando
digo que os Paraguayos acharara ludo dormindo,
reliro-me ao coronel Fernandes, o general Cana-
varro, o presidente, o commandante das armas, e
os ministros, por qu? elles apresentaram no passo
as canoas dentro de urna imraensidade de carretas
s 8 horas da manhaa ; o povo todo os vio, e em
quanto as familias cornam espavoridas a p pelas
estradas, carregando as enancas e os velhos, os
valenles soldados da infantaii missioneira, divi-
didos em 4 companhia-, pretendan) de balde obs-
tar a passagem.
Duas horas depois nao havia no Passo ( que
urna insignificante povoagio ) uma s familia, nem
un s soldado brasileiro, e por estupidos os Para-
guayos nao entraran) logo na villa.
Formaran) uraa linha de atiradores de infan-
taria, coloraran) no centro uma forte columna e I
uma peca de artilliaria, e comegaram a dar tiros'
para o ado da villa, quaado appareceram os yo-.
[notarios da patria do 1. batalhao, que leve o aviso
a duas leguas de distancia, e vinha esbaforido de
correr.
O coronel Joo ManoH, commandanle do bata-1
Iho, ordenou uraa carga baioneta sobre o cen-
tro da linha onde estava a pega, e do corpo de ca-
vallaria lrou um pequeuo esquadro de lanceiros
para carregarem na direila do inimigo. Cliega o
gao.
Lucida, parda, (ilha natural de Maria.
Jos, braoco, filho legitimo de Mac el Doasiagnen
da Silva e Luiza Candida Pogai da Silva.
Bernardino, branco, filho de Maria da Conni-
go.
Rufino, pardo, filho nalnral de Rnnino de Sania
Anna de Almelda Catanho e Damiana Mara.
Amonio, pardo, filho de Antonia Vieira de
Barros.
Maria, parda, fiha legitima de Joao Proapero e
Maria Cosraa dos Saulos.
Amonio, pardo, filho de Merenria Maria da Coa-
ceigo.
Hermenegildo, pardo, filho legitimo de Peiii Jo-r
Ferreira da Silva e Joanna Ordooia da Silva.
Marta, parda, lilha legitima de Lino da Silva
Martins e Francis a Bernardina da Silva.
Carlos, branco, liiho legitimo de Amonio Alves
de Oiiveira Braga e Maria Amelia da I' n- r.i
Germano, branco, filho legitimo de Lino Fraa-
i cisco Gomes e BasiHa ilercolana dos Sinr>-.
Mariauna, parda, lilha de Mara, e-rrava.
Joo, branco, filho legitimo de Castnciano Jos
Tavares da Costa e Rosa Manas Teixeira da
Costa.
Luciana, parda, lilha de Angela, escrava.
Jos, filho legitimo de Antooio de Souza Ponas e
Mara Jos.
Pedro, pardo, filho legitimo de Hermenegildo
Henrique Teixeira e Luiza Maria.
Juba, branca, lilha legitima de Joao Francisca
dos Santos e Anna Emilia de Souza.
Francelina, branca, filha nalnral de Emilio Pe-
baUlbao, faz alto, em frente do inimigo, toca a mu- re|ra de AbpU Marlmha Maru
sica viva u Imperador, e quando a cav diana car- fl fc p ^
rega ea linha do mimigofax fogo, o batalhao ros- da Sl|va'e Mar|; iJ> d/sj,0,,jr,.
ponde-lhe com uma descarga da file.ra da frente E |jraQ J ^ ^ ljW
e em vez de carregar a ba.oneta, de.tam-se todos e D Theodora da Silva Lopes Dias.
comegaram cada um por sua vez a atirar sem at- casamentos
tenderem a voz do commandanle e de um nutro |js;e8 Va|erio Sanl(H rom Jaeiolhs ^^^
olllc.al, por que a inalor parte dos officiaes tambera djna de u Bw Jo?
eslavam deitados. Depois de uma desorden) que, A|exandre da ,;1):!,a Vaiente eom Ro*a Ermira
5a0e.,?^.d!lcryf,l'^_C0.m,P'?ff"1!- d.eiei.Pf"'! Augusta Meira, braocos.
Ivo MagooJBorges da Foneca com Anaa Mana
Augusta Meira, hrancos.
das, e que contan em breve coadjuvar seus com
pauheiros.
Nao a primeira vez que alguns delles respon-
den) por crimes de furtos, e que escapam a argao
ra esse lugar, o Dr. chefe de polica com uma forga
de 50 pragas da guarda nacional.
Em quanto o telegraphista foi hontem almo-
da lei, allegando incompetencia de aecusago por gar, o seu ajudante, que o flcou substiluindo, pou-
parte do orgo da justiga publica.
E' verdade que a aegao offlcial do ministerio pu-
blico nos crimes de furto s pode ter lugar, quan-
do se da o tlagrante delicio, ou se prova nimia po-
breza da parte offendida.
Mas tem havido m ioterpretaciio da le, quanto
a qualiticagao do flagrante deheto, e isso ha dado
lugar a que sejam postas em liberdade no mesmo
co pralico anda nos destinetivos dos vapores que
costumam vir nosso porto, eoganou-se com os
do vapor Hero, e em seguida poz 03 signaes de pa-
quetes francez e inglez, annulando-os ao depois.
Teve hontem lugar a sesaodaassembla ge-
ral dos socios do Gabinete Portuguez de Lettura,
na qual se approvaram as actas das sessoes de 7
de agosto do auno passado e 16 de julho ultimo,
tribunal individuo-, que com o maior desplante e bem como os rotatorios da directora edo conselho
sangue fro confessaram a verdado dos facios cri- j deliberativo (menos na parle relativa ao socio o
minosos que se Ihes impuiavam, narrndoos com i Sr. Gerardo de Bastos), e o parecer da cummisso
circunstancias aggravantes al enlao ignoradas, j de exame de contas.
Succedeu que um destes individuos, conhecido por j Este anno pretende a directora interina solera-
Curo Cariara, que responden ao jury por innu-' nisar o anniversario do estabeleciraento, com toda
meras vezes, declara va era juizn apenas era preso: a pompa, havendo sosso magna, como nos an-
na o neg que sou ladrdo ; quero porm que proven* nos anteriores.
que me apankaram em fiagrank delicio. Numeracio dos bilhetesda lolarta 17*. offere-
do, manda tocar pelo corneta o toque de cessfcr fo
go, e o batalhao vai se levantando e disparara a
correr para dentro da villa.
Isto que cont eu vi, por que tive noticia da
passagem dos Paraguayos quaudo ia de viagem
para S. Borja, galopei mais de duas leguas, e sa-
liendo que o batalhao tinha chegado, fui encontra-
lo, acompauhei-o e assisti ao fogo. Pde-se pois
acreditar no que acabo de dizer.
t Assim mesmo a presenga do batalhito foi uma
providencia que evitou mil desgragas s pobres fa-
milias que eslavam pelas estradas, por que os Pa-
raguayos, tomando a retirada do batalhao para den-
tro da villa ( que toda cheia de laraojaes) por
uma astucia ( e nem podiarn suppor outra causa ),
levaran) dous dias sera entrar na povoago, e de-
ram lempo as familias de fugirem.
i Actualmente estou aqu era Itaquy com cinco
Brasileiros, inclusive um escravo meu ; uns cin-
coenta eslrangeiros, que sao os nicos moradores,
fazem ronda noite e dia com medo dos desertores
e ladro.'s ; a guarnigo retirou-se e en tmbem
amanha vou me reunir a forga. O inimigo an-
da nao passou para o municipio de Itaquy ; mas
ja est senhor de uma grande extenso da de S.
Borja, e em menos de 8 dias est dono de toda mi-
nha comarca.
Eu tico sendo soldado de infantaria, e se nao
fosse a necessidade que tenho lido de demorar-me
aqu, j eslava nos voluntarios da patria, onde o
Joo Mauoel rae est esperando. >
Reparticm) da polica :
Extracto das partes dos dias 4 e 5 de agosto de
1865.
Foram recolhidos casa de detencao no dia 3
de agosto:
A' ordem do Dr. delegado da capital, Domingos
Alves Hespanhoi, como indiciado em crirae de moe-
da falsa.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ben-
to Jos da Silva, por crime de furto ; e Luiz Fer-
nandes Souto, por ferimentos.
4
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Jos
Fructuoso dos Santos, para recrula, e Vicente Lau-
rindo Alves de Figuelredo, por crime de furto.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ig-'
naci, escravo de Francisco Garrido, a requerimen-
to d'este.
A' ordem do da Boa-Visla, Joo Machado e An-
glica Mara da Conceigo, por desordem ; e Vicen-
te, escravo de Bolvar Teixeira Mendos, por em-
briaguez.
O chefe da 2.a seccao.
J. G. de Mosquita.
Claudino Jos Lopes Mor eir rom Franrriina Sa-
bina do Monte, brancos.
I.EMITERlu publico. CHsMBfj do dn I de
agosto :
Lourenga Joaquina Maria da Silva, HjM,
40 annos, casada, S. Jos, cancro.
Luiza, Pernambuco, t mezes, Saalo AMoao, dlar-
rha.
Joo, Pernambuco, 8 meze, Boa-Vista, convnl-
ses.
- 4 -
Joaquim Francisco de Mello Sanio, Peraaaaba-
| co, 43 annos, casado, Sanio Antonio, loberratos aat-
; monares.
Luiz Francisco de Barros, Pernambuco, 15 as-
nos, solteiro, Santo Antonio, pneumona enrocara.
Josepha Mana da Conceico, Pernanstarr, 48
annos, viuva, S. Jos, interita. >
Rila Joaquina de Santa Anna. Pernaiaboco, 13
annos, solleira, Santo Amonio, maligna
Joaquina, liberta, Peroambnco, 50 aaooa, sota-
ra, Boa-Vista, coni<*slo cerebral.
Feliciano, Pernambuco, t hora, Roa-Vista, es-
pasmo.
Rosa, frica, 50 annos. solleira, Boa-Vista, by-
petrophia do coraco, escrava.
Domingos, frica, 36 annos, solteiro, Boa-Vida,
congesto cerebral, escravo.
Fortunato, frica, O annos, solteiro, Boa-VkMn,
tubrculos pulmonares, escravo.
CHRtNICA JUMCIAIU
JURY IH REf'IFK.
5 DE AGOSTO DE MM
PRESIDENCIA DO SR. DR. JUIZ DI DIRFHTO KA fr Tal
CRIMINAL MANOZL JOS DA SILVA XEIYA.
Promotor publico o Sr. Dr. Jacintho Prremm
Reg.
Reo, Joo, escravo dos herdeiros a
Ionio dos Sanios.
Advogado o Sr. Dr. Amerieo Xeito 4*
Esci vao Joaqun) Francisco de Pania
Cirnanle.
A's 10 horas da manhaa, Oitt a
cou-se acharem-se prsenles 39 jurada*, pela qnv
Sr. Dr. jniz de dlreilo declaran abarla a sesean, ka-
mando coobecimenlo das tallas e eieneae Ana lava-
dos que tinham deixado de comparecer, e
em mais 104 a cada nm dos jurados ja
nos anteriores das da essao, e asis a
dos que faltaram a sesso de boje.
-


Diario de *crnanihnco egnuda felfa 1 de Agosto de 1885.
Foi apregoadoo amor, reo e test enmonas-, acham-
se presentes todcs menos as testemunhas, pelo qoe o
dilo juix proced u ao sorteio do conselho de senten-
ca e depois do mesmo conselho haver prestado o
competente jora nenio, o Dr. prcmotor publico pe.-
dio a palavra pela ordem e aprest ntou ama questao
incidente, allegando que nao tendo comparecido as
teslemunhas do processo, como consta da cerlidao
do porleiro, aperar de lerem sitie notificadas, como
se v da certidiio do official de justica, e tratando
de um iulgamento importante como o presente,
requera ao Dr. Juiz de direito rara que propozes-
se ao jurv de sentenca se podia pronunciar o seu
voto iudependente do nocomparsciraentodas mes-
mas testeniuuhas, e depois de aljamas ce nsidera-
ces feilas pelo advogado da de reza e promotor pu-
blico assim foi deferido pelo Sr. Dr. juiz de direito,
no que /oi decidido negativamente pelo juTy de
sentenca por sele votos, em vista do que o dito jniz
r-ecebe-la, destroncudu e fra do lugar em que se^nheiro que se tomou a Jesuino foi ah cantada por administradores xellosos e deis, tanto assim, que
ha. e me garantem as leis ja citadas... 'Jos Roberto, finalmente tudo o mate temas delapidado, parle d'ella seno toda, dorrae-
ri* atada nos cofres de vosso pal; e vosso pai,
como orna pedra de escndalo de urna catadura
lo bornvel, que, a mor parte j da populaco ho-
nesta d'esta cidade ao ve-lo passar, apontamnn,
nao ja como um simples ladreo, mas como o as-
sassino da honra e vida d'aquelle a nuem devia
tudo I
Sim, Sr. Dr., os roubos de vos pai, e sua n
queza por consequencia, nao vos dava direito
ufanar-vos a ponto, de insultardes aquelles a quem
seno podieis encara-los porque rasg^ram o veo
misterioso que encobria seus crimes, esliveram,
e eslarao sempre muito cima de vossos botes ca-
lumniosos, os quaes manejados a traicio como
Escusais esperar pala decisao do uierilissimo
tribuoal! pols elle j decidiser a questaode
locacao mercantil-c nao de despejo de casas como
a principio querieis transforma-la, para chica-
nar-me-rfez annos, como propalavam por toda
e.-ta cidade.
Por causa dessa protelacSo, to tonga desist do
direito que me d a sentenca, na parte da entrega
da chave; desistencia essa feita antes de proferida
a allndida sentencae qae muito vos alegrastes: e
nem ha lei que me o pricapor nao haver desis-
tencia de lide in totum___e sim de um insignifi-
cante ponto della.
Portaoto qualquer que seja a decisao do meritis-
simo tribunal, nunca ser como desejai. o meu
direilo liquido pela legislaeo eempelente; qaan-
to a casa que vos serve de escudo, o responsavel
addiou o julgamento do reo e condensando as les- por ella sou eu e qnando se me apresentar o legi
temuuhas em cinco das de prisao, mandando pas- J timo proprietario eu me haverei com elle; e ese
sar mandado de captura contra ella, e levantando'negocio nao vos compete e nem vem questao
a sesean e addiando a para o da 7 do crrente pe- como j disse.
las 10 horas da manha, designando para serjulga-
do nesse da o processo do reo Luiz Gonzaga de
Sena, aecusado no art. 193 do coligo criminal.
GOMMNIlBOS.
O Sr. Joaquim da Silva Boa-Vista tend) apenas
crdito para comprar a prazo em duas ou tres ca-
sas, cerca de un cont de ris cada urna, compra
em fazendas a dinheiro, pagavel segundo o costu
me da praet em 30 das, com o descomo
por rento ; e nio pagando no vencime
algumas contas em atrazo de 9 meses.
Apparecem cartas anonymas avisando alguns
credores que Boa-Vista se prepara para fazer ban-
ca-rota.
Os credores ir stam pelo seu pagamento (;ujei-
tando-se alguns a rereber com 30 por cento de
abatimentn), mas nao sendo atendidos, requerem
abertura da fallencia, escudadas na lei que Ih'a
garante ; nao so para verificar se o doved ir pro-
cede do boa ou ma f, como para evitar que uns
recebam integralmente em prejnizo de ontros.
Boa-Vi?ta aggr.va da sentenc de abertura da
fallencia ; e o Exm.Sr. presidente do tribunal da-
Jhe provimento, fundado em que se nao pode abrir
fallencia por simples contas de livro nao asigna-
da pelo devedor, e porque no pricesso faltou a jus-
tificaco previa.
Entretanto vence se urna letra de 9005 aceita
por Boa-Vista, e este nao querendo paga-la senao
com 60 por cento de abale e novo prazo de 8 me-
zes, e requerido o proseguimento da fallencia, e
de novo declarada, rtepois de ju-lifieada a insolven-
cia ; assim como aggravada para o merfissimo
tribunal do commercio.
Manda agora Boa-Vista publicar corresponden-
cias neste Daro, em que se atreve a dizer que
est em luta a ohstinaeo com a justica, e de tal
forma que faz niedo contar esta luta de iniquida-
des I etc.
E' verdade !... Mas a obstinac.o de um de-
vedor rommerciante insolvente, que est em lula
com a justica d loucos credores.
To loucos, que vendem fazenclas a qualqner ra-
paz que se cstabeleca, com fantasiado capital, sem
ao menos exigiremuma conta assignada para sua
garanta I
To loucos, que requerem a abertura de urna
fallencia para enriquecerem o devedor com o pro-
ducto de accao que Ins ral intentar por injuria, e
perdas e dainos I
To loucos que mereciam ser postos em cami-
sola !
Piquemos aqui; porque alheios profisso das
letlras, fltanos habilitadlo para discutir pela im-
prensa com o Ilustrado patrono de nosso devedor.
Entretanto, nio fique sem reparo o fado de ter
dilo nosso devedor pago urna letra (se bem que de
2005 somect?) vencida em 29 do prximo passa-
do, dous ou tres dias depois de .h^ ser de novo
declarada a fallencia, com preterco de outra de
valor quadruplicado, vencida em 28 de junho I
Sem duvida para evitar que nos respectivos au-
tos se encontrassem 2 letras vencidas I
Cabe aqu lembrar que em certo paiz bavia urna
lei que julgava criminoso o ladio de cava!los :
mas o advogado de um destes, com tanta habilida-
de se houveem um processo, que fez absolver seu
cliente como innocente ; porque, -.-m vez de caval-
los, smente tinria furtado um.
Mas nao estamos nesse paiz, e to pouco nesse
lempo.
Nao obstante, bem seria, lalvez, que a fallencia
nao proseguisse, para melhor nos corrigirraos.
Assim pensa
Um credor.
passou, couseulindo-uie usar de sua respusta como
me convier.
Son com respeito de V. S. atiento aerador e
obrlgado criado,
Flix Ferreira da Silva.
Illm. Sr. Flix Ferreira da Silva. Presamindo
fallar sempre a verdade, 9on forjado a dizer era
resposta a carta suppra, que achando-me eu no da
16 de abril passado no lugar Poco Grande, em casa
do Sr. Manoel Antonio, chegou a ella urna patrulha
commandada pelo Sr. Flix Ferreira, subdelegado
de Afogados, que prenden a Jesuino de tal, que se
achava jamando com o dono da casa, depois de
preso Jesuino pedio o dito subdelegado ao dono da
casa que apresentasse os objectos perlencentes a
Jesa+no, e em urna
quella eslava urna
barona on capa de sella na- fizestes, e como o farta a cscavel, ou o assassino
quantia de dinheiro que nao atraz do pao, nao tem signific.ac.ao e nem impor-
pos-so determinar, dlzendo que constava de 15 em- tancia alguma.
brnlhos de scedulas, quo por ordem do mesmo sub- i A nao ser por om d'esses meios to reprovados,
delegado eu e o Sr. Jos Roberto contamosrura duvido, que fosseis jamis capaz de impunemente
masso de um cont d ris, depois por ontra ordem inderessar impuiaces lo infames homens cuja
do dito subdelegado o recolhemos a um cinto em probldade, s o odio de um miseravel iudefeso po-
que eslava, e seudo entregue a urna pessoa de con-1 dia tentar mariar.
flanea foi conduzido para Flores
es, onde devia ser Quaes as delapida5oes, que pralicamos na ge- pec3t) medicamentos, cujas excellentes qua-
u que ah se passou rencia da adrainistracao d'essa massa ratlida, de i :,latlps o nArfflita nranarariln tem sido des-
Monar. que ainda boje tanto uos recordis com fascinaeao, '"ia,Je* e perieita preparado tem sitio, aes
de muitos annos, r. connecidas por todos os
Se confiis nos empenhos e enredos do Kaga-
do I desse safado, (sabei que segu a regra
ama-Ios e chupa-Ios)que j se me ollereceu para
o mesmo mister, dando como prova de sua habili- contado ; e suppondo raais que
dade, o ter conseguido o vencimenlo de urna causa sem significaco deixo de mencionar.
injusta, no tempu que nao havia sello, (hoje o ha e E o que cima disse estou prompto para jurar quando 'ela alm de trarmos s nossa exigua
desmancha muitavelhacada) e que o juiz depois de i se preciso fr. porcenlagem, se alguma cousa ntlla nos fizemos
ouvi-lo, responden-lhe, o sen protegido nao tem! Afogados, Io de julho de 1863. : notar, foi pelo nosso assiduo trabalho, e pelas des-
razSo....., porm d-se-llie, arranje urna carta de ios de Quevoz Vtanna. j cobertas dos roubos e crimes de vosso pai ?
ordens neste sentido e junte aos autos..... Illms. Srs.Flix Ferreira da Silva, subdelega- E eis a razo, a verdadeira explicaco d'esse
Hoje felizmente, os julgudores estao convencidos, \ do do districto de Afogados do termo de Ingazeira, j odio, que apezar do silencio que pareca de certo
lempo a esia parl dominar essa borrivcl situa-
cao de vosso pai, quizestes, lalvez, por om
d'esses elfeitos naturaes a vida dos perversos, re-
nova-la.
Pois bem, achar-nosheis sempre dispostos a
nao recuar, tanto raais quando se prev nisso, que
naes "judiciaes e mandaran) publicar em
Franca nos paizes nstrangeiros urna deci-
sSo qne nulla, sera nenhom valor emquin-
to o tribunal imperial n5o a tiv, r approva-
do, e depois delle o tribunal supremo.
3." O tribunal imperial nao decidi, mas
sim, por urna seotenca de 17 de maio pro-'Idem de rebolo ..... >
ximo pissado, ordenou nova vistoria, a que Piassava ......moiho
linlia motivado a decisao dos juizes da pri- ^^,2 ch'fres de vaccas
meira instancia Ibes tendu parecido insulTt- Pranehdes de amarell de daos C
MeloumeUco...... casada
*,ln"......... arroba
Papagaios........ n
Pao Brasil....... quintal
dem de jangada...... nm
Pedras de amolar .... uma
dem de filtrar ..... ,
i',0
0(0
?.-5WO
:;vo
550CO
Mt
130
3#505
cente, depois das novas experiencias intei-
ramente contradiclorias de um chimico e
physiologista eminente, o Sr. D. Leconte,
pbarmaceutico em chefe dos hospitaes, e
professor aggregado da faculdade de medi-
cina de Paris.
4. N'essas circumslancias admira-rms
que um conselho de sade publica se tenlia
decidido sem informaces mais certas, a
mandar prescrever ou mesmo a por em sus-
de que quem pede por fura dos autos, no tem ra- precisa a bem de seu direito, que Vv. Ss Itie atles
lio de 8 za, por ser milita audacia pedirse Ihe, o que a lei ttin o que ah se passou do dia 16 de abril proji
uto deixa determina que se d, e mais atrevido se tornam > ,no passado, na occasiao em que o supplicanie
aquelles que pedem o que Ihes nega a le, e lhe< nao
podem dar, isso um ataque; quer por um lado,
qm-r por oulro, que se faz ao julgador, duvidan-
do se de sua retidao e imparrialiiladet
Nao ha mais desses meu Kagado, has-de incon-
trar quem te passe segundo carao, ou qnem te faca
descer as escodas de cabera e cascos para baixx
chegou com uma patrulba, conduzindo preso Jesui-
no de tal, versando o altesiado principalmente so-
bre os tpicos seguintes : Io, se fui atii que se con-
tou o dinheiro tomado a Jesuino ; 2o por quem de- s o proprlo dlo da Providencia, que vos en-
membros mais distinclos do corpo medical,
e que tem os nicos defeitos de serem me-
lhores, menos caros e mais procurados do
que todos os remedios de seus concur-
rentes.
clarou Jesuino ter sido preso ; 3, se Jos Roberto
Ferreira acompauhou a patrulha ; 4% finalmente,
se ahi que foi o dinheiro depositado em mos do
pedo a Vv. Ss.
Contenta-te cora a typographia que roteaste aos supplicante : pelo que pedo a Vv. Ss. que eslive
i leus amigos, os quaes em lugr de te moerem o (ram presentes nessa occasio, Ihe atteslem na fr-
' casco, arrumarao-te para a casa grande aonde raa requerida.-E. R. M.Flix Ferreira da Silva.
! estas encliendo-to a vontade...............en-1 Atiesto, que o Sr. subdelegado de Afogados, o
.che-te0.//Yem qnanio lempo. capilo Flix Ferreira da Silva, apresentou se
Contina a pregar leas calote' e a negar dividas, nesta villa na noute de 16 de abril prximo pala-
cra juizo, como Bzestes a um pobre lerreiro de' d0j ern casa do subdelegado Isidoro Jos da Silva I
anzoes; e com as fazendas que te conliou o Sr. Mascarenhas, conduzindo a Jesuino de tal preso, e '
Loijolla, a mmha Ilusa, nao te arranjas, e nem a por r[|e subdelegado Ferreira me foi entregue uns
causa crime..... macos de dinheiro em papel, e aqui por mim, e o
Por agora vao saboreando este pestico, em quan- subdelegado Mascarenhas, foi o dinheiro cootado,
to preparo oulro de melhor gesto, nao quero abusar verificando-se a quaotia de 14:9295 e mais objec-
da paciencia publica e do benigno leitor de tos> e que u0 sendo por mjm guardado nessa
quem espero indulgencia para os meas bruscos; oule, no dia seguinte foi depositado em man do
eseriptos. subdelegado Flix Ferreira da Silva : o mencion-
rteme, o de agosto de I86o. uo Jesuino declama ter sido preso pelo subJelega-
Antonio Joaquim Salgado, i d0 capito Flix Ferreira da Silva, e nao o acom-!
; panhou Jos Roberto Ferreira. Villa de Flores, 8,
| de julho de 1865.
O vigario, Pedro Manoel da Silva Burgos.
camioha a conta e castigo merecido.
Digne-se, Sr. redactor, dar publicidade a estas
linhas de seu constante leitor.
Aracaty, 8 de julho de 186o.
Augusto Dias Martin.
(uo jornal Aracaty.)
Eui resposta ao Sr. Dr. Siivino
Cavaleanti.
Ha muitos dias fui informado que o Sr. Silvino
engendrava nma resposta minha corresponden-
cia publicada no Jornal de 3 do passado, propo-
sito d vir a publico, quando elle se achava na
corte, o seu oficio de advertencias ao director in-
terino da Escola Normal.
O bacharel Joo Baptisia do Amaral e Mello," juiz
de direito interino da comarca de Flores, por
S. M. I. e C. etc.
Alteslo que conheco o cidado Flix Ferreira da
Silva, com boa conduela, e como subJelegado do
districto de Afogados tem se portado com zelo, ha-
- *-1 :tsr tar rjy ya arsuz
CORRESPONDENCIAS
Senhores redactores.
Nunca foi inconveniente desculir-se
ante o publico, questoes que se venti-
lan] no foro......tal inconveniente
s enxergara aquelles que por capri-
cho, roalvadeza, ou malicia, susten-
tara causas injustas.......aquelles
finalmente, que sem direilo, ludo que-
rem ubler, por empenhos, euredos, e
oulros manejos inflgnos, acobertados
com o segredo o as trevas......
Uf M. Kagado & C.
Na minha ultima correspondencia (Diario do Io do
correte), rea pressa da redarcao, nao pude anali-
zar o aranzel de coroparca de Joo A i ves de Hon-
ra, Luiz Funseca de Macedo, no qual dizem, aquel-
les amigos de possuir sem comprar, e em lom
hespanliolado, o cguinte pedacinko de ouro:
Assim proceoendo. Salgado destina-ie adepre-
ciar-me ante o meritissimo tribunal do commer-
cio; ao qunl eslo alecios os aulos de accao ordi-
naria, que promove centra mim, e o Sr. Jeo Alves,
de M. aliin de ipoderar-se do estabeleciraento de
padaria a ra das tiinco-Ponlas n. 38, (oh que pe
dante I) nao cbsiante haver eu arrendado ao legiti-
mo proprietario (falso) a casa em que est aberto
esse estabelenmento, e feto depositar, os nteneilios
que o constitue (e o forno, lellteiro, e chaminc e
oulros que noconstam do simulado deposito aonde
depositou ?)
J vistes; cotos leilores, lano arrojo e pedantis-
mo?!
Os esbulbadores de minba prcpriedade, na face
do publico, con'essar seu crime e com tanla ufa-
na contando com a saturno no meritissimo tribunal
do commercio II
E ameacando-roe com barras de trilmnaes, e
ontros palavres injuriosos, e aterradores, para me
fazer callar!!
Meu Deus I que poca esu?-----os crimioosos
em immenea tnaiorta sobre os homens de bem I
Valei-nos e ajudai nos resisiir-lhes... conven-
cido estou que por estes meios que se me Ha
chicanado a dous aonos, disfructando minha pro-
priedade, nao obstante lerem sido condemnados ires
vezes a entrega la, sendo uma no proprio tribunal,
Oonde lanto ternera ser deprtciados) como se evi-
dencia dus autos.
E' cora estas mentiras repelidas, mane ir a de
flMMMflfn ie rrtratos,=para tornar a causa con-
fusa e baruhar, que tnmndcram, com oitenta
folhas de papel i... e uma enchnrrada de peties
asnaticas; tendo-se em lodos as paginas, como
abnegarles, os dous torneos estampados no aran-
zel; aliudido, e ama historia de desavenca, entre
Mardo e eu, quando ella den-se eom o socio Moa-
ra, por occasio dedividirem osgaohos da padaria,
rixas estas, que sempre se dSo, quando se dividem
dinheiros ou objectos mal adqueridoe ;^briga esta,
que resolvea, Mooraquerer botar para fra da
padaria, o sea digno companheiro, e se o nao fez;
mim me o deve agradecer o tal ex-oarroceiro; pois
---com lagrimas de crocodHo, e tamurias proprias
nos tratantes quando preciso,-rue pedio, que nao
onsenlis>e Moura, bota-lo for-a-da padaria, no que
oi servido, e muito me tenho arrepedio,escu-
na agradaveis momentos de me entreter vendo em
publico p Sr. Silvino em lulas com o Sr. Silvino.
Sim, pofs, era contra as provas que eu exhibir, e
que me haviam sido offieialmente enviadas pelo di-
rector geral da instrueco publica que o Sr. Siivi-
no traba de investir, e "por maior conceito que elle
forme da sua supenoridude, sempre me persuad
que nunca ehegana conciliar o seuesiranho pro-
ceder em conlradicco com suas palavras.
Nao me Ilud, a ocrasias chegou no Jornal de
21 do cadente, mas o Sr. Silvino torceu-se ao /ns-
lio dseju?tlicar daquelias tristes contradiegoes
e faltas, abrindo exames sem pontos das materias
em que por lei deveriara ser examinada-; es ^pi-
rantes a' capacidade professional e ao magisterio
publico para entregarse ao deslastioda cttrtosida-
de, e fazer-me perder os bellos momentos que so-
ndara, quando no entanlo aquelle poni principal
de minha correspondencia fiau em resposta, e tai-
vez para sempre I. .
Desde que islo suecedeu, a minha citada corres-
pondencia Dcou intacta, e ento nao se vio no Jor-
nal mais que o Sr. Silvino em colloquiocom o seu
proprio individuo I
Foi mais uma decepeo porque passei, e bem
amarga I
Depois do ijpe se leu, e da iuell sede devoredo-
ra de supenoridade, duro de tragar esse silen-
cio impaste ao director interino da Escola Normal
do cnsjno primario pela annotada subordinaciio, es-
pecie de bamb japones, encaixada uo arl. 10 da.
lei n. 5'98 de 13 de maio de 1864, e depois... nao
se chame a ignoraucia I
Sun duro de Iragar. porque semelhante artigo
de le, como fui copiado, nao esta' na lei I Ainda
duro de tragar porque, nao sabendo onde tica
a Escola Normal do ensino primario, tenho sobre
minha cabeca essa nova espada de Damocles pelas
fallas de um individuo que nao conheco qual o di-
rector daquell.i nova escola I
Paciencia, Deus grande.
Eis-aqui porque a nobre aspiraco de superiori-
dade, que todo o homem deve ter pelos seus mere-
amentos e virtudes, ja foi represenlada, nao sei
porque pintor, era um bello quadro caricato por
um .-njeito a abysmar-se, por nao olhar para os
ps, e viver com os olhos somente pregados as
estrellas.
A idea leve sua posieridade, porque diz-se que
o homem de merecimenlos e virtudes nao aspira
superioridade, esta ja esla' no ascendente daquel-
ias qualidades ; nao assim o que se arroga mere-
cimentos e virtudes, este, pobre parvo, precipila-sa
quando pensa subir s regioesethereas.
Maxtmiano Lopes Hachado.
Senltorts redactores.Sou trazido a arena da m-
prensa por um homem chamado Jos Roberto Fer-
reir, que quer arrogar a si a captura feita por mim
no districto de Flores, de um tal Jesuino, que havia i
roubado a uns negociantes do Ico, e ver se conse-;
gue urna graiificaco maior do que a que j rece-1
beu de 2005000, e islo s por me ter denunciado
onde eslava o ladro, e me haver acompanhado na
diligencia para mostrar a casa : o facto j foi con-
lado neste Diario no dia 24 de maio prximo pas-
sado, por ura amigo meu que zeloso de minha
auiizade euteudeu que me fazia um servico con-
lando esse mesmo fado ao publico e ao Exm. pre-
sidente, tendo eu apenas cumprido com minha.
obrigaco como agente de polica, e por isso sup-
poniij-int dispensado de reproduzir o que se ada
ja no dominio do publico, e apresentando os docu-
mentos abaixo transcriptos deixo ao arbitrio do
mesmo publico para fazer justica a quem liver ra-1
zo, declarando que ao aprsenlo attesiados das
outras pessoas que me acompanharam na diligen-,
cia par serera mnhas affeclas e prenlas, porque
isto podera' servir de egyde a esse homem que nao
presa a verdade, e que ^aerifica a seu vil mteresse
as reputages alheias; lambem podia apresentar
era meu abono o valioso aitestado do subdelegado
da Flores, o Sr. Izidoro Jos da Silva Mascareuhas,;
porm esse homem acba-se bastante doente do tiro
que soffreu no dia 8 deste mez, dentro mesmo das
ras da villa de Flores, e nao se v oulro motivo
para semelhante tiro senao cumprir elle com suas
obrigacoes, perseguindo a criminosos de que eslo
eivados os nossos infelizes sertoes, e por ter >ido
lambem atrozmente calumniado por esse Jos Ro-
berto, dizendo que ouvira dizer que o subdelegado
Mascarenhas pozera a preco a enirega de preso por
um cont de ris ; al ende pode ebegar a men-
tira, e nao ha na povoaco de Afogados quem afflr- j
me tal dito.
Passemos ao mais : disse Jos Roberto que me
havia dado z5000 por paga de mea trabalho. Nao
posso mesmo classiticar tal proceliiment; com
Jos Roberto nunca f al lei (a excepeo da cortezia),
seno na occasio em que me denonciou o la-
dro.
E', senhores redactores, o que tenho a produzir
ern meu abono para quem nao me conhece.
vel quantia.que havia roubado no termo de Cam-
pia Grande a individuos moradores, na cidade do
Ico. Flores, 8 de julho de 1863.
Joao Baptista do Amaral e Mello.
(Estavam reconhecidos"^
F3LI01QDES A PEDIDO
CURA
Espanta e dmiravel
DE UMA CHAGA
GANCHOSA ROEDORA
ou
POLYPO M NARIZ.
sava Inan iianm- ,,, ,, Y".i"i,~fiTi" ~r V,""*' c,u ""u "<">" para quem nao me counece, e pro-
le= rom ,ton IZTJJ*^' "**** 1US" lesl n5 Presta^ m al'e"-o ao que por accaso
^ Ihe ()Ueira ducr esse Jos Roberto, a tal respeito.
J ia-me esqueceado lodo este alrsvimento deste
L'ma creada de senil residente era Pertiam
buco e pertencente ;'i Ex.' SeBr Viscondespa
de Goiakna, foi attaeada d'nma terrivel cha-
ga cancrosa e roedoraou Polypo uo Nari.
A mesma involvia e toniava toilo a parte in-
ferior do nariz, amearando j ilistruir tanto a
parte cartilnsrmnsa como o mesmo oso ; Conie-
?ou priineiro por ;pparecer sob o l)ei<;o supo
rior e pane da face, extondendo-se ]>or tal
forma e com tal rapidez, qne era pouco anica-
cava transformar todo o rosto n'uma enorme
cliarga viva e asquerosa. Durante todo este
terrivel estado, todos os recursos medicnnes
que em taes cazos se oafo forao abundante-
mente empregados, sem quo de leve fizesse
parar a marcha lenta e distruidora de to hor-
rivel enfenuidade, o todos os meios c esforcos
folio baldados, e no em tanto o mal cresca eis
que por milagrosa fortuna da infeliz estando
as couzas neste ponto, se esperimentou pela
vez primeira a
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
O effeito produzido, quasi que instantneo
por este inestimavel remedio foi verdadeira-
mente maravilhoeo e sem igual; este grande
purificador do sangne e dos humores do eys-
t^ma, immediatamente pz um termo a mar-
( "isastroza e fatal da molestia, derramndo-
se e infiltrndole atravs dos tecidos o maie
delicados do corpo, expollindo at ultima
prcpriedade ou vestigio virulento da molestia,
e dentro d'um curto espaco de tenipo produzio
uma
CURA
Completa e Radical.
Este feliz quo dmiravel resultado foi obti
do apenas com o simples uso
D'Riua so nica Garrafa!
d'este iacomparavel e inapreciavel depuratorio,
recommendamos portento todos os Doentes
que proenrem obter com o maior cuidado a
nica e verdadeira Salsaparrilha de Eristol,
nicamente preparada por
LANJffAN & KEMP,
De NOVA YORK,
na certeza de que, todas as mais preparacoee
imitativas nao valem para couza alguma
Vende-se as boticas de Caors & Barbosa
e C. Bravo & C
Jurubeba^
A jurubeba uma das substancias medicamen-
tosas, que pertencem ao reino vegetal, e penence
a classe dos tnicos edesobstruentes, sendo empre-
gaaa com vantagetn contra as febres intermitentes
acompanhadas de engorgitamentode ligado e bao.
Ella lem sido applicada com incontesiavel proveilo
contra a anemia ou chlorose, e hydropesia, catar-
rho da beziga e mesmo para combater a mensirua-
co diiii.-il, resultante da mesma anemia ou chlo-
rose.
Extrato alcoolico de jurubeba.
Emplastro dem.
Oleo idem.
Tintura idem de idem.
Xarope idjm.
Vmho idem de idem.
Piiulas de ext. idem.
Deposito, pharrmcia de Pinto, ra larga do Ro-
sario n. 10.
i _-. i- I?'*'
A jurubeba.
As virtudes therapeuticas da jurubeba sao desde
muito conhecidas nao s no Brasil, pois que dellas
tratou i'isoo em sua excellentu obra Historia na
luralis el medica India' occidentalis, sendo as
Antilhas, onde o sueco das folhas e fructos como
aqui, muito estimado e applicado contra as obs-
truccoes abdominaes, principalmente do ligado e
bacj; e se todos os facultativos desta provincia o
no applicam com frequencia, islo se nao deve a
nao reconhecerem elles essas virtudes, mas sim a
nao serem encontradas com facilidade e em todas
as estacoes do anno os Iructos dessa plaata, e re-
pugnancia, que a presentara os deentes em fazer
uso do sueco desses fructos, era consequencia de
ser extremamente amargo.
A jurubeba nao desconhecida dos botanistas :
esta planta pertence familia das sotaneas, e tem
a denominaciio de solanum paniculatum, que Ihe
foi dada por Lyneo.
Parecendo-nos conveniente facilitar o uso do
sueco dos fructos da jurubeba, que o mais era-
pregado, nos propozemos e conseguimos preparar
com elle nao s um extracto alcoolico que pode ser
applicado em piiulas, mas tambera ura vmho, um
xarope, e um emplastro que pode substituir, em
certos eaaoa, o de Vigo ; e estamos persuadidos que
com islo prestamos ura servico humanidade e
therapeutica.
Pisn, tratando da hydropesia, prescreve a de-
coccao das raizes da, jurubeba, e Mrat e Delens,
em seu Diccionario de materia medica e therapeu-
tica, dizem que as Au'ilbas se faz uso do sueco
dos fructos maduros dessa planta contra o calar-
rho vesical; e a autoridade dos nomes desses m-
dicos, merecidamente celebres, nos leva a r.rer em
suas palavras, e por isto cuidaremos de ter em
nosso eslabelecimenlo essas raizes.para que possam
ser experimentadas.
A reputaciio da jurubeba 6 tal, e os resultados
therapeuticos ootidos ltimamente sao to impor-
tantes, que nos parece intil dizer mais do que
isto, que lica escripto.
Deposito: pharmacia de
Joaquim de Almeida Pinto.
:
ienefu
Xarope alchoolico de veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Rocha Prannos, estabele-
cido com botica na ra Direila n. 88 em Pernam-
buco.
Esle xarope incontestavelmente superior a lo-
dos os xaropes depurativos, de cuja composicao
o seu maior elemento a salsa parrilha, po> que se
lem conhecido ser o veame mais enrgico para a
prompta cura das molestias, cuja base essencial
depende da purificacao do.sangue; assim pois se
tem verificado por muitas pessoas que se achavam
I desengaadas, as quaes acham-se hoje restabelecl-
! das com o referido xarope alchoolico de veame;
j enlrelanto que alguns, tendo usado do xarope de
1 Curinier, de Larrey, de alsa parrilha, de sapona-
ria, oleo de figado de bacalhu, e oulros agentes
: desta ordem nada conseguirn). E' elle de fcil
digeslao, agradavel ao paladar e ao olphalo. Al-
guns mdicos desta cidade e da de Macei o teem
recommendado para a cura das
Impigens, linha, escrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto,
Cancios, sarna degenerada, fluxo alvo.
Todas estas affeccoes provm de uma causa in-
terna ; nao ha pois razao alguma em crer qoe el-
las se podem curar com remedios externos. Tam-
bera se prescreve o xarope alchoolico de veame
para o tralamenlo das affeccoes do systema nervo-
so e fibroso, taes como :
Gotta, rheumatismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterllidade,
Marasmo, hypocondria, einmagrecimento.
O xarope alchoolico de veame sobre tudo, da
maior utilidade para curar radicalmente, e em
pouco tempo o rheumatismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se vende
nesta cidade na botica cima indicada, do abaixo
assignado; e em outra qualquer parte que se tem
annunciado nao da mesma composicao, e nem o
abaixe assignado se responsabilisa.
Josc da Rocha Paranhos.
i; V.
miEirioi
Caixa filial aii(-o do Brasil em
Pernnmboco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Rabia.
Novo banco de pernaiubuco.
Os administradores da massa fallida de Joaquim
Jos Silveira pagam o 1 dividendo de dita massa
na razao de 5) U/O sobre o valor des tiiolos ad-
mellidos : no novo banco de Pernarabuco ra
do Trapiche n. 31.
Xovo banco de Pernasn-
buco.
O banco descoma letras na presente semana a
O por cento ao anno al o prazo de seis mezes,
Caixa filial do banco do Brasil
eui Pernambuco.
De ordem da directora desla caixa se faz publi-
co aos senhores accionistas, que o respectivo the-
soureiro est autorisado a pagar o 23 dividendo
do semestre findo em 30 de junho ultimo a razao
de 125 por accao.
Caixa filial do banco do Brasil lo de julho de
1863.
O guarda-livros,
Ignacio {funes Crrela.
libra
*
alipi' re
arroba
20jflr>j
IJMt
Itt
i'M
K-5MI0
5$M)0
7JH*>
SJWiO
87J
costados.......um
dem de louro ....
Rap.......
Sabao .....
sai.......; ;
Salsa parrilha.....
Sebo em rama ....
dem em velas.....
Sola em vaqueta. ..... Dma
Taboas de amarell.....duzia
dem diversas..... ,
JaP'ocas.....-".'.'." arroba
Talajuba........quintal
5** ........uma
tobas de boi ......Cento
Vassouras de piassava ... >
Ditas de timb....... ,
Ditas de carnauba..... .
Vinagre.........caada
Allandcga de Pernambuco, 3 de agosto de lfcv;
(Assignados):
O 1." conferente, Antonio Carlos de Piulo
Borges.
O 2. conferenteCicero Brasileiro de Ha
Approvo.-Alfandega de Pernambuco, ">.;.-
gosio de 1863.A. Eulalia
Conforme. O 1. escriplurario, i. da Silra /..-
tenrourt Neivas.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GC-
RAES DE PERNAMHl'CO.
Rendlmento do dia 1 al...... :.':8x li-'u..
Idem do da 3 ................ 8680V
orw
Mt i
8J0UO
64>0O
."i. O
6:753ft!=ft
Rendimentodo da I
dem do dia 3
CONSl'LA 00 PROVINCIAL
ai...... I.:WW7'
......... fmr/.9
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a i......
dem do dia o...............
118:3325048
14:2335871
132:387*919
Voluntes sabidos cem (aceita.
t i cora gneros..
MOVIME.NTO DA ALFADEGA.
Volumes enirados com fazendas.... 63
t c cora geoeros..... 468
------- 343
128
1,326
--------1,434
Descarregam uo dia 7 do corrente.
Brigoe porsugnezCons/anle diversos gneros.
Escuna dinaraarquezaSpra diversos gneros
de estiva.
Rrigue hanpverianoAunaarinha de trigo.
Escuna portuguezaD. JoSocharque.
Brieue porluguezS. Josidem.
Barca nacionalVdlle -dem.
Polaca hespanholaEleganciaidem.
Barca mgleza Orioncarvo.
Iniportaco.
Sumara hespanhola Joven Ariete, entrada de Bar
celona, consignada a Tasso [raaos, manifpstou o
seguinte :
184 pipa.-, 16 meias, 28 barris de quinto, 8 di-
tos de dcimo, vinho ; aos mesmos.
Brigue hanoveriano Anna, entrado de Trieste,
consignado a N. O. Bieber & C, manifestou o se-
grate :
2,134 barricas farinha de trigo, ICO caixas velas
slearinas; aos raesmos.
Exportado.
Rarca ngleza Miranda, erregou para Liverpool:
400 saceos com 2,000 arrobas de assucar masca
vado, 1,646 saccas com 8,743 arrobas e 10 libras
de alg dao.
Barca ingleza Stella, carregou para Liverpool :
4,700 saceos com 23.300 artobas de assucar.
Patacho inglez Tiara, carregou para o Canal :
3,360 saceos com 16:800 arrobas de asquear mas-
cavado.
Brigue inglez Flor inda, carregou para Lisboa :
1,427 saceos com 7,133 arrobas de assucar blan-
co, 1,763 saceos com 8,813 arrobas de dito mas-
cavado
Brigue inglez Atlilet, carregou para New-York :
3,680 saceos com 18,400 arrobas de assucar mas-
cavado.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAUTA DOS PBECOS DOS GNEROS SJEITOS A D1REITOS
DB EXPOHTAQ.VO.SEMANA DE 7 A 12 DO MEZ DE
DE AGOSTO DE 1863.
Mercadorias. Unidades. Valores.
corja que se Ihe
assoaau tao desgranado* asen wgmhatomoeUes
que muito me lem roubadoUxnpo, socego de
espirito, fortuna e trabalho, ceas nido oeeea mal-
dita questao, e eutras que se fiad.rara ao fro cri-
minal, as quaes preciso reviver, par lerem stdo
annolladae, por graca e omicos (Te formulas
essenciaes do respectivo esonvao, que apenas
soffreu por esse milagrc as adverlenclas de tarifa,
com as quaes dizem est acostumido. I
Portante est descansado ; o Kagado ao per-
ceber desta vez os dous cornos ie ris, que ouco
dizer Ihe eslo offerecidos, se obter a saneco do
roubo!
A causa est decidida definitivamente, por caber
na algada, o pedido que o essencial, e nao as
subsuvieocias que tanto vos conven, apegar-vos,
para eonseguirdes vossos los....
Seno querieis flear responsavd por ellas; depo-
sitassera a padaria pela chave a jntregr-m'a; pois
Dio esto nella amarrados, e nem sou obrigado a
Li, Sr. Dr. A... vossa mais qae nauseabunda
africano Jos Roberto, foi porque quando deu a no- correspondencia, inserta no Diario de Pernambu-
tiolado lanrao com o dinheiro poz rauta difficol- ca de 22 de junho deste anno, contra mim e meu
dade na prisao de Jesuino pedio-me um cont de especial amigo, o Sr. Dr. Antonio de Padua Pereira
ris para elle ir fazer a diligencia, e como eu nao Pacheco.
quiz dar-lhe, anda com todas estas mentiras para A que lim foi, pois, que servindo-vos da res-
ver se os homens Ihe do o dilo cont de ris, as- ponsabilidade de um miseravel a seiscenlas leguas
sim cumo elle tera-se gabado que tem esperaoca de distante, ousastes vomitar contra nos tantos ap-
reeeber este dinheiro, ou ao menos 300000, pois dos calumniosos? I...
Sade publica.
Purificacao a respeild de alguns dos medicamentos
da casa Grimanil & C.
Alguns jornaes publicarara uma ordena-
do d > conselho de sade pori.ugu.ez, ^que
prescreveu os medicamentos preparados pela
casa Grimault dt C. de Pars, com o pretex-
to que esses acreditados pharmacenticos
foram condemnados pelo tribunal do Seina
por terem vendido medicamentos secretos
e falsificados.
Essa ordenag3o parecer bem extraordina-
ria quando se tiver lido as seguintes cir-
cumstancias:
1. A sentenca de que se trata foi dada
sobre a denunciado de um dos concurren-
tes dos Srs. Grimault & C, e sobre as in-
erradas que foram
tem promessa.
Afogados, 15 de julho de 1863.
Flix Ferreira da Silva.
DOCUMENTOS.
Illm. Sr. Jos de Qqeiroz Vianua.Afogados, Io
de julho de 1863. Sou forcado a encoramoda-lo
pedlndo-lhe o favor de declarar ao p desta, se no
dia 16 de abril prximo passado, quando effeclaou-
se a prisao de Jesuino de tal no lugar Poco Gran-
de, em casa de Manoel Antonio, onde se acha V. _
S., se nesta occasio estava eu presente, se o di- que tem de decidir de suas extorcSes: nos, como | fizeram distribuir em grande numero os jor
Supposestes, sem duvida, que esses apodos, as
sim atlrados a esmo, coolra oossas repuiagSes, j formaces inteiramente
d'alguma forma fossem fazer provas, ou mesmo Jadas ao tribunal
echo a favor das extorcoes com que o esieliona-
tario de vosso pai a&senlou, para se passar a for-
tuna da infeliz casa fallida de Pacheco k Men-
des?
Qaanto nao vos eD ganas les
Nos, e vosso pai J somos sobejamente conheei
2." A sentenca foi dada por um tribunal
de primeira instancia, e nao tem valor al-
gum, logo que se appellou; foi por uma
manobra desleal e contraria a todos os usos
aios, b usu p*i 14 sumos soueiaueuiu cuuueci-; _.. _. .,__. ._.. i n n i < n
dos, qur do publico em geral, qur do tribunal, I06 os concurrentes dos Srs. Grinault dC,
Abanos.........cento
Agurdente de cana .... caada
dem rcstilada ou do reino
dem caxaca........
dem genebra.......
dem alcool ou espirito de agua-
ardente.........
Algodao em earoco .... arroba
Idem em rama ou em la
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado t
Assucar mascavado.....
dem branco........
dem retinado......
Azcite de amendoim ou mendo-
bim ........ caada
dem de coco...... *
dem de mamona .... i
Patatas alimenticias .... arroba
Rolacha ordinaria, propria para
embarque.......
dem fina.........
Caf bom .......
dem escolha ou restTho.
dem torrado...... libra
Caibros ....
Cal......^<^T. arroba
dem branca .
Carne secca (xarque) ... i
Carneiros ....... um
Carvo vegetal ..... arroba
Cavernas de sicupira uma
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas ...
ha .........
Charutos ....... cento
Cevados (porcos)..... nm
Cocos (seceos)...... cento
Colla........ libra
Couros de boi, salgados j. t
dem idem seceos espichados >
dem idem verdes ....
dem idem cabra cortidos um
dem idem de onca ....
Doces seceos ...... libra
dem em gela ou massa
dem em calda .....
Espanadores grandes um
dem pequeos......
Esleirs para forro de estivas
de navio........ cento
Estopa nacional ..... arroba
Farinha de de mandioca .
dem de araruta ....
Feijao de qualquer qudlidade
Frechaes ......
Fumo em tolha, bom .
dem ordinario ou reslolho
dem em rolo bom ....
dem ordinario ou reslolho. .
Gallinhas ......
Gomma........ arroba
Ipecacuanha (raiz).....
Lenha em achas..... ceuo
Toros......... ,
Linhas e esteios...... nm
alqueire
arroba
t
um
arroba
i

uma
15300
800
800
400
800
900
33873
13^300
13500
25600
25000
33300
55120
23000
15600
13000
15200
35OOO
75OOO
65400
63OOO
440
360
280
500
352OO
45000
15000
35000
300
300
15500
23300
133000
63000
600
155
240
100
350
IO5OOO
15000
320
500
43O30
23OOO
135000
15600
WOfl
45000
25800
55000
145000
85000
85030
55000
600
25500
255000
25000
115000
65OOO
BtSk\\%W
PRAGA DO RECITE
5 I>K AGOSTO BE I MI.
A'S TRES DORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios........Sarcuu-se sobre Lindres a 4 .
d. por 15000.
Algodao......... O de Pernambuco vend-n-se a
163300 por arroba.
Assucar........O mascavado purgado venden-?*
a 23200 por arroba, e o broto a
250OO.
Agurdente.....Veodeu-se de 705000 a 735000
a pipa.
Couros ........Os seceos e salgados veitaVran-
se a 160 rs. a libra.
Carne secca.....A do Rio-Grande d> Snl vnden-
se de 25600 a 35400 a arrofci,
licando em depoMto 120,000 a -
robas ; e a do Rio da Prata de
25400 a 351X10. fieando em de-
posito 26,000 arrobas.
Arroz.......... Vendeu-se o pilado da India a
25830 a arml.a ; e o do Mar-
nhao a 35000.
Azeite doce......Vendeo-se o de Lisboa de 25-100
a 25350 o galo e o do E-tmt,
a 25000.
Racalho.......A retallio vendeu-se de 5000 :
135500 por barrica.
Raalas......... Venderam se a 25400 rs. a ar-
roba.
Oolaxinhas.....Venderain-se a 25-300 a barri-
qumha.
Caf.......... Vendeu-se de 65500 a '5u00 a
arroba.
Cha............ Idem de 1>800 a 25200 a libra.
Cerveja........Vendeu-se de 45000 a 35MW a
duzia de garrafas.
Farinha de trigo. Ret*lnou-se de 185000 a 195 a
barrica da franceza, d- I85000
a 2050> 0 a de New York e de
i'r 1-.-;., e a -.K) por sarco de
HK) libras >[do Chile; nVaodoem
deposito 400 barricas da primei-
ra, 6,600 da segunda, 13,000 da
terreira e 1,000 sarro-* da qnar-
la, inclusive dous carreg.im. oto?
chegados e.-u semana, om de
Trieste e oolro da America.
Lonca.......... A ingleza ordinaria Tenden-K
com 300 por rento de premio so-
bre a factura.
Manleiga.......Vndense a ingleza de SOO a
840 rs. a libra, e a franceza de
640 a 680 r?. dila.
Massas.........Venderam-se a 55400 a caixa
Oleo de linhaca.. Vcnden-se a 150U o galao.
Passas......... Idem a 65000 a afea.
Presuntos....... Venderam-se a 165000 por ar-
roba.
Queijos.......*. Os flamencos venderam-se a
25010 cada um.
Sabao.......... O inglez vendeu-se aJ40r a
libra, e o do Mediterrneo a 240
rs. a dita.
Toucinho.......Vendeu-se o de Lisboa a 115 a
arroba, e o do I! w-Grande do Sal
a 75000 a dita.
Vinagre........O de Portugal vendeu-se de
835 a 1005 a pipa.
Vinhos......... Venderam-se os de Li.-boa de
1805a 2405 a pipa, e o? de os-
tros paizes de 1755MJO a 1805
a dita.
Velas..........As de composicao venderam-se
de 540 a 560 rs. por pacote de
seis velas.
Desconlos.......O rebate de letras regalos a
9 por cento ao anno.
Freles.......... A 5 / por cenio sobre o al|
M07IMEKT0 DC P01I0
Navios entrados no dia 5.
Philadelphia-53 dias, palhabote portugnez Penta-
meulo, de 130 toneladas, capitn Antonio Lopes
Franco, equipagera 8, carga 1170 barricas coa
farinha de trigo; a Ib nry Forsler & C
Genova por Cede58 dias do 1.* porto e 50 do 2*,
patacho italiano doria, de 187 toneladas, eapMo
Rancalan, equipagem 10, carga vinno e ontros
gneros; a Amorim Ifts.
Porlo Grande (Cabo Verde)14 dias, corveta ame-
ricana Juniata, commandanle Almv.
N'ew York-40 dias, lugar hollandex lmptr, ss
150 toneladas, capiao Copper, rgstpigc 10
carga di eren tes gneros ; a Johslon Paier
Navios saludos no memo dia.
Ilha de Fernande de Norooba Vapor braiieirc
Persinunga, commandanle Francisco Jos da
Silva Ralis.
[ortos do Sul Vapor brasileiro Parahyba com-
mandanle 1.1. Marlins,
Rio de Janeiro Rarca Ingle/a Traraller. capilo
Randle, carga parle da qne Ironxe de .New-
York.
Navios entrados no da 6.
Porlos do norte10 dias, vapor brasil*m Mnman-
guape, de 337 toneladas, rr-mmandanle Belsuro
R. de Souza, equipagem 21.
Londres por S. Vicente22 dias do primeiro porto
e 8 do segundo, vapor inglez Hero. de 418 loss-
ladas, capito Gregory, equipagem 31, ca lastre:
a Phipps Rroihers & C.
Liverpool46 dias, barca ingleza Look (mi, ss
216 toneladas, capito J. B. Luccas, equipagem
10, carga fazendas e ontros geoeros ; a rirsa
ro, Nogueira t C
Navios sabidos no mesmo dio.
IlamburgoEscuna dioamajqueza Mario, capilo
E. D. Meyer, carga cooros.
t>>sla d'A fricaGalera portugueza Lisbonense, ca-
pito Joo Affonso S. Varello, carga agnardente
assucar e oulros gneros.
Liverpool-Vapor inglez Gladiator,
Gerald, carga algodao.
RabiaCorveta a vapor americana Juniata, 1
mandante Almv.
IDITAES.
O Illm. Sr. inspector da tbesonraria prt-rw-
cial.em cumprimenio da ordem do Esa. Sr. presi-
dente da provincia, manda fazer publico qso ss dia
10 de agosto prximo vindooro, perante^a jssu ds
fazenda da mesma thesouraria, se ha de arrematar
a quem por menos fizer, os reparos do eapedra-
r -r-
Ttt


Diarlo de jrernfiibuco -- t-guuda feirfl 1 de Agosto de ISAS.

ment d? 230 brabas entre os marcos de 5 a 8 mil
bragas na estrada "da Victoria, avahados em.....
3:15%
A arrematagao ser l'eita na forma da lei pro-
vincial n. 313 de 15 de maio de 1834 sob as clau-
sulas espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arremata-
dlo comparegam na sala das sessoes da referida
janta, no dia cima mencionado, pelo meio diae
competentemente habilitados.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jemal.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
buco, 10 de junho de 1363.
O secretario,
A F. da Anmnciaaio.
Clausulas especules para a arrematacao.
i* Os reparos do empedramento da estrada da
Victoria, entre os marcos e 3 a 8 mil bragas serao
exeeutad.is de conformidade com o respectivo or-
namento na importancia de 3 157,$.
2a O arrematante comegar os trabalhos 13 dias
em 4 mezo?, contados tambem da data da appro-
vacao.
3a Os pagamentos serao feitos em tres prestares
?guaes e correspondente* a cada lango da obr exe-
Otada.
4* Sjffrera o arrematante urna multa de 100$ se
paralysar os trabalhos por mais de 13 dias.
3* O arrematante cutnprir as ordens que relati-
vamente ao servigo, Ihe forem dadas peloengenhei-
ro encarregado dos trabalhos.
6* Nao peder o arrematante pedir inderanisa-
gao sobre qualquer pretexto.
7* Para tudo quinto aqu se previnir, se obser-
var o que determina o regulamento de 9 de juliio
de 186 i.
Conforme,
A. F. da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, ern cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que no
dia 21 de agosto prximo vindouro, perante a jun-
ta da f<.zend 1 da mesma thesouria se ha de arre-
matar, a quem por menos ier os reparos urgen-
tes de que precisa a cadeia di villa do Limoeiro,
avahados em 3:4185130 rs.
A arrematacao sera falla na forma da le provin-
cial n. 343 de 13 de maie de 1834, e sob as clau-
sulas especiaos abaixo declaradas.
As pessoas ijue se proporem a essa arrematado
coinpiregam na sala das sessdes da referida junta,
no da cima mencionado, pelo meio dia e compe-
tentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernam-
buco, 21 de julho de 1863.
O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Caos alas espeeiaes para a arrematacao :
1.a As obras dos reparos da cadeia da villa do
Limoeiro, serao feitas de confonnidade cora o or-
camento respectivo na importancia de ris.......
3:4185'50.
.* O arrematante dar principio ao trabalho 13
das deoois que se fizer a arrematacao e as dever
concluir no prazo de 3 mezes.
3.a O pavimentos serao feitos em 3 prestacoes
iguaes a cada terga parle, da obra correspondente.
4.a O arrematante seguir naexecugo das obras
as mstruccoi s di eogenheiro, que a inspeccionar.
3.a Pira ludo quanto aqu nao estiver previsto
ob:ervar-sclia o que dispoe a lei n. 286.
Conforme,
A. F. a" Annunciacao.
O illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que no
dia 3 de agosto prximo vindouro, perante a junta
da fazenda, da mesma thesouraria, se ha de arre-
matar, a quii por ineiHK fizer a obra do empedra-
miento, oaestesao de 133 bragas no lango da es-
trada de Bujary cidade de Goianna, avahada em
1:864*000.
A arrematacao ser taita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1845, e sob as clausu-
las espeeiaes abaixo dec.'aradas.
as pessoas que se prepuzerem a essa arremata-
cao comparegam na saa das sessoes da referida
junta, no ia cima mencionado pelo meio da e
competentemente habilitadas.
E para constarse mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, i de juiho de 18G5.
O secretario
A. F. da Annunciacao.
Clausulas espeeiaes para a arrematacao.
1.a Empedramento de. 153 bracas crrenles no
lar.ro de estrada de Bniarv a Goianna na impor-
tancia de' 1:364*000, ser* eito de conformidade
com o respectivo ornamento, e as instruegoes do
engenheiro encarregado da sealisago dos traba-
lhos.
2.1 Os pagamentos seio feitos rm duas presta-
edes iguaes, a primeira quando estiver execotado
metade de todo o servigo ; e a ultima na conclusao
do trabalho.
;.a arrematante comecar os trabalhos at o
dia I. de stiombro c os coucluira at o ultimo de
outubro do corrente anno.
i.' O arrematante nao ter direit* a indemnisa-
ca 1 alguna, iiualquer que seja a natureza da alle-
gagao, salvo nos casos previstos por lei.
5." Em ludo o mais que nao vai especificado as
presentes elaastttas, seguir-se-ha o que dispoe o re-
gulmenlo (le 9 de julho de 1864.
Conforme.A. F. da Annunciacao,
- illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cia!, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente, da provincia manda fazer publico que no
da 17 Je agosto prximo vindouro, perante a jun-
ta de fazenda da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar a quem por menos fizer, os reparos de
2,003 bracas correales na estrada dosul, do mareo
8.000 bracas at o porlo da barreira da ponte
dos Carvalhos, aveliados em 3:313*000.
A arrematacao ser feita na forma da lei pro-
viii ial o. 343 de 13 de maio de 1834, e sobas
clausulas espeeiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a essa arremata-
cao, comparegam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas.
V. para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesour.'iria proiucial de Pernani-
buco 13 de julho de 186o.
O secretario,
A. F. 'd'AununciagSo.
Clausula? espeeiaes para a arrematagao.
Ia As obras dos reparos da estrada e embarrea-
meino, entre o marco dj 8,000 bracas e a barrei-
ra feitas de conformidade com u orgamento junto na
importancia de 5:3135.
2* O arrematante deber principiar as mencio-
nadas obras no praso de 13 dias e conclui-las no
de 5 mezes, ambos contados da data da approva-
gao da arrematagao.
3 O pagamento ser realisado como determina
o artigo 79 do regulamento de 9 de julho de 1864
e a responsabilidad': da entrega definitiva s ser
applir.avel aos catgamentos e aterros dos mangues.
4a Para tudo o mais que nao se tem especifica-
do 11 is presentes clausu.as, seguir-se-ha o que de-
teman?, o regulamento cima citado.
CuifurmeA. F. d'Annunciagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presi-
den! da provincia, manda fazer publico que no
dia 10 Je agosto prximo vindouro, perante a jun-
ta da fazenda da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar a quem por meaos fizer a obra do empe-
dramento de 280 bragas correntes entre os marcos
de i 3 a 14 mil bracas na estrada da Victoria, ava-
llada em 3:599*201).
A arrematagao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 13 de malo de 1854, e sob as
clausulas espeeiaes abaixo copiadas:
As pessoa que se propozerem a essa arrematagao
coinpai asara na sala das sessSes da referida junta
no da cima mencionado, pelo meio dia e compe-
temeote habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
S. retara da thesouraria provincial de Perncm-
ibaco, 0 de jnlho de 1863.
A. P, da Annunciacao.
Clausulas espeeiaes para a arrematacao..
Ia O empedramento entre os marcos de 13 a 14
mi! bragas ser executaclo de conformidade com o
respectivo orgamento na importancia de 3:599*200.
2" 0 irrernatao.te comecar os trabalhos no pra-
20 de l! dias e os concluir no de 5 mezes, ambos
contados da data da app'ovago da arrematagao.
3J Os pagamentos serio feitos em tres presta-
res igaaes e correspondentes a cada terga parto
da obra executada.
4a SoTrer o arrematante urna multa de 100* se
.paralvsar o servigo por 15 das ou mais.
5a N i poder o arrematante sob pretexto qual-
6a O engenheiro enesrregado dos trabalhos dar
ao arrematante as instr icjoes a respeito do servi-
go, as qoaes serao observadas sem a menor discre-
pancia.
7* O qoe no se acha aqui previsto ser regula-
do como se acha determinado no regulamento de
9 de julnho de 1869.
Conforme,
A. F. da Annunciacao.
Illm. Sr. inspeclur da thesouraria provincial
em eompriment) da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publico, que no dia
24 de agosto prximo vindoaro, perante a junta da
fazenda da mesma thesouraria, se ha de arrema-
tar, a quem por menos fizer os reparos da ponte
do Rio Forraoso, avahados em 1:331*000.
A arrematagao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas espeeiaes a baixo copiadas.
As pessoas qoe se proporem a essa arrematgaoa
comparegam na sala das sessoes da referida junta,
no dia cima mencionado, pelo meio dia e compe-
tentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 21 de julho de 1865.
O secretario,
A. F. d'Annunciagao.
Clausulas espeeiaes para a arrematagao:
l. Os reparos da ponte do Rio Formoso, serao
feitos de conformidade com o orgaraeuto junto na
importancia de 1:551*000.
2.' As obras deverlo ser principiadas no prazo
de 25 dias e coocluidas no do 3 mezes, ambos
contados da data da approvagiio da arrematagao.
3.' Os pagamenios serao realisados em duas
prestagoes iguaes, a primeira quando liver metade
das obras, e a segunda na sua conclusao e entrega
defensiva.
4.a Para tudo que nao estiver especificado as
presentes clausulas e orgamento, seguir-se ha o
que dispoe o regulamento de 9 de julho de 1865.
Conforme.
A. F. d'Annunciaro.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manila fazer publico que no
dia 10 de agosto prximo vindouro, perante a junta
da fazenda da mesma thesouraria se ha de arrema-
tar a quem por menos zer os reparos de 88 bra-
gas de empedramento, entre os marcos de 3 a 4
mil bragas nos lugares denominados Aras do Gi-
quia e ladeira do Vieira, na estrada da Victoria,
avahados em 1:969*000.
A arrematacao sera feita na forma da lei n. 343
de 15 de maio de 1854 e sob as clausulas espeeiaes
abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a essa arremata-
gao comparega na sala das sessoes da referida jun-
ta, no dia cima mencionado, pelo meio dia e com-
petentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo ornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernara-
buco, 10 de julho de 1865.
O secretario,
A. F. da Annunciaco.
Clausulas espeeiaes para a arrematagao.
1* Os reparos do empedramento da estrada da
Victoria, entre os marcos de 3 a 4 mil bragas nos
lugares denominados Aras do Giqui e ladeira do
Vieira, sero feitos de conformidade com o respec-
tivo ornamento, na importancia de 1:969*.
2a O arrematante dar principio aos trabalhos
uo prazo de 13 dias e os concluir no de 3 mezes,
ambos contados da acta da approvagao da respec-
tiva arrematacao.
3* Os pagamentos serao feitos em duas presta-
goes iguaes, e correspondentes a cada metade da
obra executada.
4* O arrematante nao poder interromperos tra-
balhos por quinze dias ou mais, sob pena de ser
multado na quaulia de 100*.
5o Nao poder o arrematante pedir indemnisa-
gao sobre qualquer pretexto
6* N'a execugo do servigo o arrematante obser-
var as instruegoes que lhe forem dadas pelo enge-
nheiro encarregado dos trabalhos.
7a O que nestas clausulas nao se achar previsto
observar-se ha o que dispoe o regulamento de 9
de julho de 1864.
Conforme,
A. F. da Annunciacao.
Segu com brevldade para o indicado porto em
diretora o veleiro hlate Lmdo Paquete, capitao
Francisco Ribsirotfe Barro?, e pode ainda admit-
j tir algnma carga : a tratar oom Antonia de Al-
! meida Gomes, na rna da Cruz n. 23, primeiro
andar.
I COMPANIHA PERNA.MBUC iNA
DI
Navegacao costeira por vapor.
PARAHYBA, NATAL, MACAD, ABACATT, CEAR E
A04BA0D.
O vapor Mamanguape, commandante Souza, se-
gu para o norte at o Acarac no dia 9 do cor-
rente as 5 horas da larde. R-cehecarga ho;e e ama-
manhfia (8) j encommetida?, passageiros e dinhei- 0 K^^uoTT E*"'p' Quio d-entre/ja lo na ru das'
Cruzas n 20, segundo andar,
que se nratifictir Adcerte se\
que ni pode ser usado nesta'
pessoa alguma,
JPEUUEIT-SE
na noite desabbado 3' do pas-i
sado. vindo do theatro de San
ta Isabel pela ra do Impera-\
dor e travessa do Ouvidor, um
alfinete de yeito, formado p >r
urna cruz, urna ancora eum'
coracao, tudo de cabello eneas-
toado em ouro hoga-se a pes -;
ara o 113o da i*rata ou llio
Grande
Freta-se a barca nacional Restauraco : a tra-
tar com os seus con^iguaiarios Antonio Luiz de
Ohveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra da i ./,,
Cruzn.j.______________________ viaaae, por
fjpi'+rnlk tw#w, ",** qm prime **a fosse Itqal,
pwtende seguir com iMuta iwev*lade o patacho vitUo 1CU dMH ttfT C&l'teza de
nieonal Regulo, teaip-.rte de sen carresamaito
eaj3do,eparaoreiti quelhe falta eescravos a IIO itotfir OUlVO igual
frele, trata se com os seus consignatarios Adtonio
Laiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.___________
~ Para o Para, com escala peio Marauhao, pro
tende sahir em poneos dias o lugre Emilia, capi-
to Bernardtno Rodrigues de Almeida, tem a
maior parte da carga tratada, e para o resto que
lhes falla, trata-se com o consignatario Joaquim
Jos Gongalves Beltro, na ra do Vigario n. 17,
"""' "CONTRA FOGO.
A Companhia Inderanisadora
estabelecida nesta praga, toma seguros martimos
sobre navios eseus carregamentos e conlra fogo em
Tisset Frers previnem aos carregadores dos na- edificios, mercaderas n moMliat: no seu escripto-
vios da buha do Havre a' Pernainimco, que o frete rio, ruado Vigario n. *, pavirnento terreo,
do G.uillaume Tell, esperado a cada momento, tem
sido altaixadoa 3 ga no Havre a 25 fs. e 10 OjO, e que lalve o dos
navios seguintes sera' ainda mais em conta, o que
lhes sera' avisado por vii deste jornal. Os navios
estn adisposigao dos oarregadores para as voltas
a um frete abaixo de 45 fs. e 10 | c informe se
ajustar rom os annunc.iantes, ruado Trapiche n. 9. ra a 2a parle (la 5a lotera (ii*) a benell-
RETRATISTAS
Firmiuo & Lilis
P Novo estabelr-ciaicjto ile retra- |
tosa ni-! Xova ii. i:, lan- ]
ja* dar, janto ao Sr. (antier, y
mt dentista
^S Tlram retratos todos os dias, das 7 horas H
K da manhaa as 3 da tarde, quer chova ou jf|
?M nao.
H Tambem se offererem para tirar reir- H
B tos de pessoas fallecida?, dentro ou ra
SCJ da cidade.
JS Os annunciantes desejando acreditar o ^
5R seu estabelecimenlo, garantem ao publico
Wff que nenhum trabalho sahir de sua ofci- tgd
fe na, sem que nao seja (lerfeitameiile acaba ^S
Wt do, ea vontade do freguez. Ife
mam mmm mwmm
<*&' Atlenco
llesponde-seaomanino da Casa Forleque
de mangas arregazadas a meia noile cos-
tuma andar com um ccete na ra3o atraz
de negras (aao sei para que fim) que perd
seu tempo com o olho que nSo e de vidro,
dando-!he de consellio que acho melbor
que v para o seio de sua familia d'onde
anda ausentado ou afugenlado a anuos, pois
mellior do queandar fazenlo figura triste
no Recifecommeitendo oque o seu patro
njgnora.___________________
Na botica do pateo do Carino se dir a casa
onde se aar or veudagem de bolos 100 rs. por
cada pataca.
Club Pernamlmcmo
A partida do mez de agosto lera lagar
noile do dia 12,
LOTERA
AOS 6:000#000.
Sabhado 12 do corrente mez,- se extraiii-
4111
No pateo de S. Ped o o. 3 precisa-se de urna
ama forra, para comprar, cosiuhar, e engommar
muito pouco.
Bernardino Correia Rezende Reg l^ndo de
Maque obre MstM
Manoel Ignacio de ONfrfra i\ Filh tacas :
Lisboa : no largo do Corta Sanio n. 19.
Pedeo-se um oculo de aro Ji mu iT~nw
0 achou quremlo re-tituir dinja-se a roa 4a
Aguas Veriles n. 50, prim.iro su lar.
Precisa se alugar nma pri-ia que trp, loa
engommadeira e coziohe, >em vi-k-s : na ra 4a.
Crotes n. :, primeiro audar : pag.i in.
O abaixo assignado.offlrial *i r--.-i-tro |p>ra'
de bypoiheca MM comarca, mn rio para a ra do Queimiu n. K
_____ Fulgencio Infante de AiMiquerqne aVSsv
Precisa-se de urna ama para comprar e rmn-
nhar para casa de urna pessoa: ao pateo ao
Paraizo, sobrado da esquina do btr.cn do Oorilor,
segundo andar.
A pessoa que annunriO querer (|ue se aca-
lle de criar urna criao'-.i procura na roa a> 5abU
Thereza n. 20.
as Cinco Ponas n. 89 lava-so o i
se com perfeigao. e por preco raioavel.
> abaixo assignaiios, rredores de Jote a>
Cn>lro Redondo, conipelenlemeatn autorizada*, aao
sement per todos os rredore deste, eom<> salo f-
1 -riilo devedor, leem de proceder a ven-la aV tmn
o activo, inclusive o rm divnb~. ilo I li iaw
lo da taberna (intitulada Pharl)Mi> aa roa do
Hanfel, casa n. 71, e |-rtiir-nie a dito oaaaar,
e alim do applicar-se o proilucp. iimh* at a*av
mos bens ao paga..-nlo do pas-ivo d> referidb
estabelecimento ; o que lazetn publicu para o eo-
nlieciniento das pessoas qui se julgaren fawu
sadas : a tratar na travos da M*-lre de Daat aa
8 e 14. Recife 2 de agosto de 1865.
Jo- Franrisro Xavier de Xra>.
Manuel Fernandas da I uta A C
Coolratain-;e msicos par >> Laiataij *
guarda nacional em expedieao tal Jo nafiiai :
quem estiver nessas circaiaitawiM dirija-''e a m
da Madre de l)co> n. I, ou ao quartel da Soledad.?
a entender-se com o respectivo cominan-laale.
O abaixo assigoado nao lenl'> eilo
giio de especie, alguma, uem por >i, n-m par
(irnciiradores, pela qual pos.-a ser acliialnwMe m
ir a Portugal deixa por seus procuradores os Srs. \ HdeMdo i$wm dc a'|)lia a mil3 imim^ ^
Jo*o Das da Silva Gunnaraes e Antonio Rodrigues; clara que nao devt a pe?s.a alguma, qoer mu
"ml______________________________' provincia, qur fra ddla. A'inelles, boh, aja
Responde-se aos senhores redactores da (a- nesta praga se julgarem seus oadava oo oas<
zetilha do Jornal do Recife n. 179, que V sobrado contas correles prejudicados por causa .Vt t-
Sahe impreterivelmente o briffoe t'porlngaet l10 du igreja de Nossa Senbora do Rosario do pateo do Paraizo n. 18, .ue lhe foi dito estar em eiaraco, queiram manifesu-lo por e>te ..raal, aa
estado de desabar, ja fora por mandado do repec-; fazer as suas reclamago-s, no pra>o d-- '.At 'lia'.oe-
pam o ioj1o
co do theatro ue Santa Isabel, no consisto-
Uniao, na quarta-feira. 9 >~> corrente. mez de ogos
lo :para o resto da carga a passageiros trata-se
com o consignatario Tnroaz d Aqnino Fonc-ca na
ra do Vrigario n. 19 jl andar. ________
da fregoezia de Santo Antonio.
Os bilhelos, meios e quartos esto a ven-
da na respectiva thesouraria a ra do Gres-
po numero 15.
Os premios de 6:000*000 at 10*000^
serSo pagos urna hora depois da extraccao
at as i ioras da tarde, e os oulros depois
Para o Porto ^or'Usboa
pretende sahir rom a .possivcl presteza o bngue
Pernambncano : para carga e passagelro*, a quem
offerece bons commodos, trata se com o consigna-
tario Thjmaz de Aquino Fonseca, ra do Vigario da distrl)Uau das listas.
n. 19, primeiro andar. As encoirunen jas s rao guardadas so-,
MwBwaMy.i.^iw mente at a noite :da vespara da extraego
T?T f \ "como-de cosjiime.
tivo liscal de SautJ Antonio visioriado pelos peritds'rante o mesmo abaixo asaiaaado, na capital da
Theodoro Ramiia e Uruno Gomes da Suva na ma- provincia da Paralaba, ond.- re>id -t. p^oa *> ?
nha dti dia 3 do corrente mez de agito, os quaes! ser aceita pelo abaixo ajaajaaaa ajaaapai roat.i
entre si julgaram nao ameacar ruina que o fizes- dapoia de chando a ;bbb. Iten-i .1.; ag.wfc do
se dosabar, e fazer os estragos que receia quem
lhe deu urna semelhaote noticia, cujo termo est
recolhido na secretaria da cmara municipal
1863.Bacharel, Joio L-ite Ferrrir i.
Arrenda-se o grande >iti-. da Pn
1T1-
marincira, onde esleve o follcfw da O'
, r, iiii.ini.ita. i'iiug t.-n 11 u .ii.pr. -... .^.w-w..-,
comtudo confls -jue o seu proprietario o Sr. luno- C0fn ,,,,,. M t,)mln,lds e ilc ,,,.., w,&e+
ceceo Rodrigues Tima pretende reqnerer-a cama-, pan ,.raDje agril.U|,ura lry,.r .,s f,,.
S t I h
W
leilo de nm deposito de gneros.
IIOJF,
SerBd-oiii ihesoureiro,
Jos laadtipiM de Soo/a.
ra municipal para fazer qnal luer concert e repa
ro que o mesmo sobrado precisar, c que fui apon
tadu pelos mesmos peritos.
tedido
Precisa-se de um homem que cnlenda
. bem de plantaco de Itorta e jardim, para
Jos Joaquim de Novaes & F.lho tendo de ac- ; ra eagetiho perto fiesta praca, d-
bar com seu negocio farao leilao em um ou mais i :' p
lotes por iutervencao do agente i'estana, de seu sc-lhe oom ordenado, alem de outras rao-
deposito de generoi sito na ra Nova n. 61, "cous-' tagens como S ja boa alimetltacJO, roupa |
tando de vinhos engarrafados de todas as qoatlda-; lavada e engomrada etc.. etc. : quem a ISSO
des e mais gneros que se acham patentes 61 sfl propoMI. rjiriia-^e a ra da Gloria I). 3, i
amonados, cujo balaugo se acha em mai da agen- | ,
te prompt a ser examinado. O leilao lera' lugar <*>* 10 horas as l da manhaa 6 das 4 da
Do mesmo deposito segunda-feira 7 do corrale tarde em diante,
pelas 10 horas da manhaa. ____________. I
em o eollegio da Con eico
Precisa-sede urna ama para rooprar, e4-
nhar e engommar para piuca barita : >p:.-m i\a-
zer dirija-se a ra das Cruze* n. D, lar.
.\a ra da Florentina n '.Ui prcpara-ie c avi-
ja por cemniodo praga.
Vemie-se urna rolla nin i paita em
s do mesmo A^ra, que se dignem de apre- lo bom estado : ra das Agua- \W.les n. W.
eus titulo ao solicitador Francisco Bgidlo i Precisa-sede urna ama forra ou captiva a
i Frene, a ra Augusia n. oi, para os lins rua |arga du uosario n. 38,
ga
Moga-ae urna wei aaai com p>-r\i epaeita.
quintal, cacimba ; umi dita ata qaintaJ, |>-.>ita
com soto, prego aa I-i cada urna ; urna ata
83I.OO : na rua do Gazumetro, a tratar com ir.
ESTRADA DE FERRO
MCLAiMGSSS.
De vinho da marca
WD.
Goovida-se as pessoas que esio as
condicoes do servigo militar, a engajarem
no corpo de polica e gozarem das vanta-
gens d 1 lei provincial n. 611 de 2 de maio
prximo passado, que sao as seguintes:
1-3400 rs. diarios de sold, serem seus fi-
Ihos menores recolhidos aos estabelecimen-
tos provinciaes de educagao e o tempo que
estiverem na guerra ser contado pelo duplo
para o caso de aposentadora, e alm destas
tem todas as mais vantagens que sao con-
cedidas aos voluntarios da patria- O te-
nente-coronel commandante do corpo de
polica, Alexandre de Barros e Albuquer-
que.__________ _____
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arrematagao do fornecimento dos medica-
mentos necessanos enfermara da casa de deten-
gao, f-ii transferida para o dia 10 de agosto vip-
douro.
Secretaria da thesouraria provincial de Peroara-
buco 28 de julho de 1865.O secretario,
A. F. d'Anuunciago.
Em audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de or-
pnaos desta cidade,vai a praga a quem mais ler o
arrendamento por seis annos do armazem silo no
caes da alfandega desta cidade, sob n. 3, distinado
al hoje a receber bacalho, servindo de base o
prego por que ora est, -de 2505 mensaes, pagos
no Io de cada mez, sempre adianiado : para mais
explicagoes, os pretendentes vejam o escripto em
mao do porteiro do juizo competente.___________
Inspecgo do arsenal de marinha.
0 arsenal de marmha admitle carapinas, ferrei-
ros e serventes para as obras.
Inspecgao do arsenal de marinha de Pernambu-
co 3 de agosto de 1865.
O secretaria,
Alejandre Rodrigues dos Aojos.
Delegada de polica do dlslricto do termo
do Recife, 3 de agosto de I8C5
Acham-se nesta delegacia por serem apprehen-
didos a um individuo os objectos seguintes :
2 camisas usadas.
1 ceroula velha.
1 Par de sapatos usados.
1 Jaqueta de panno, usada.
I I.engo para grvala.
Quem for seu dono comparega que provando
lhe serao entregues.
O delegado,
L. A. ilaitins Pereira. _
O conselho de compras do arsenal de guerra
precisa com urgencia comprar tres mil frdelas de
brim de linho, tres mil caigas tambem de brim de
linho, e tres mil camisas de panno de algodj, se-
gundo as tres bilollas porque taes pegas sito corta-
das no mesmo arsenal.
As propcslas devem ser apreciadas at o dfa 9
do corrente, na sala das suas .sessoes.
Sala das sessoes do conselho de compras do ar-
senal de guerra, 4 de agosto de 1865.
O encarregado da escripturacao,
Manoel Jos de Azevedo Santos.
Fiada audiencia do da 8 do corrente do Dr.
juiz municipal da 1* vara, tero de ser arremata-
das metade da casa terrea n. 6, e oulra da d n.
8 no pateo do Tergo, avahadas a 1* em 900,8000,
. e a 2" em 1:0004000, bem como urna parte na
quantia de 400$000 u'oulra casa n. 108 na rua
: Imperial, por execugo de Vicente Ilerculano de
] Lemos Duarte contra Hermillo Aurelianno da Cha-
| ves de Sonza e sua molher__________________
No "Jia 8, depois da audiencia do Dr. juiz de
1 orphiios, a meio dia, vai praga por venda nm si-
tio em trras foreiras, no Barro, freguezia dos Afo.
gados, com casa de venda de taipa, casa para
rancho, e mais quatro casas de taipa, tudo avaha-
do em 800 ; vai a' praga a requerimento do in-
ventariante dos bens da tinada Josepha Duarte.
HOJE
O agente Pinto fara
quem perteDcer de 3 pipas e 23 barris com, vinho
de Lisboa da afamada marca de logo viudo ulti-
mamedle e sabindo para este flia da aifindeya
segunda-feira 7 do corrente. O leilao >erh effee-
luado hoje ao meio da ei ponto, em frente ao ar-
mazem do Sr. Annes.
O abaixo asslgoado, vendo uo Diario de Pernam-
.je fgO t laman te bnco com data ,ie 20 de junho um annuncio lirma-
do por 6. O. Mann, engenheiro e superintendente
I interino desta e+trada de ferro, no qual esse senhor
i declara em resposta ao Sr. P. A. da Costa Macha-
; do, que o ab.iixu assigmido nao empregado da
ao por couta e risco de carada de ferro, uem se qur tem a qualidaJe de
LEILAO
DO
o ser; nao pode d>xar de vir a imprensa protes-
tar contra essa injuria que lhe arroga o Sr. G. 0.;
Mann, advertu-o <|uc, so continuar com i losfe'J
lencia, ter de (pie arrepeuder-se, pois que feliz-
mente ha ainda Iribunaes onle lodis nos podemos
desaggravar, fazeudo callar aquellos que seulein
satisfaga.) em depreciar a repntaco albeia.
Leiic:r;--e o Sr. G. O. Mann que o abaixo !fs-
signado nunca lhe pedio para ser empregado na
dita companhia, ora to pouco consta que elle I
j blasonassede ser empregado, e como tal subalter-
no ao altissimo personagero, o Sr. G. Mann.
Ser melhor que o mesmo >enhor n.o se desvie
do cumplimento de suas obrigacoes, tratando ex-'
elusivamente do desempenho de seus deveres, dei-
X. 3iRii do llnu;elX. 3 xando de apreciar quahdades alheias, para o que
- Toi'-k.fiMi'a R da i'iH'ivU:k 1 il lluras n5*81* habilidado, evitando assim represalias,
ICICd-ICIM 5 UO COIlMII.tds 1 U IIOI .la ( ta,m uu |he agraem nulil0.
CordeJro Misnoes j. Kreuzer.
Armazem de molhados
denominado
PHJLROL
O abaixo assignado, na qualidade de curador
de seu sogro o capilao Domingos Vaz da Costa
Agr, pede a todas as pessoas, que se julgarem
credores
sentar seus
de Luna
convenientes em praso breve.
Recife, 4 de agosto de 185.
Manoel Joaquim de Lemos Vasconcellos.
Precisa-se de i:OO&000 a premio sobre hy-
potheca de um predio de superior valor, pagando- v^enca.
se os juros mensalmeiile : a quem convier aunun-' -----' -
ci por este Diario para ser procurado. -v-rrua dos Pires n. j ha nm ^-rava .hk
r r se alaga, a qnal faz todo servio (*> a,na n Peds-se ao senhor que na noite do dia 3 le- raanlliat. externo s alara...
vou por euuanoda casa do Sr. Carlos Dubois um \------------------ ... -
chapeo novo do feltro, a bondade de mandar en-! ~ -N; f "- "2 ,':r'";""
trega-lo na rua do Destino, casa nica de porto vcnlem-se e se alugam. Unta<* Malero,
nfrente \no, bichas da Haarfkarau caaaadBi
---------- __----------- paquel \ t-or menos prego do que em
Attencdo ,'m-'- pane.__________________i_______
No becco Largo, no Recife, n. 31, engomma-;e Ni TU* do litspo lija n. 1H. |
perfejtameute e por prego comma.lo.___________isa-se contralar um Sr. relijiiosr para im
Precisa-sede um homem portuguez pata fei- capellana nn serian GBjajjP de I'.i-,*' l fri-
to, de um CBgcoho u poua dUUnei Jm praca. UC.iu ,1,. g. J,^,\ ,Jt lgazc-ira
daga-se lhe bem : a tratar ni rua da Cruz, taberna "--------------------------------~-----------------------
n. 32, das 9 at 2 horas da tarde.____ \q nnhlPQ
4 iilt O bacharel JeroajraM Salgad- d Cmtm Arcjoiy.
< advogado do tribunal da nrfaala mai< aa>lri>H
Precisa-se de urna sma para o servico interno de (la cjja(|t do Recife, declara as p -soss d^valida*.
'raba-
iii...
araaaai a
rrvGisa-sc uc uum *ua |mij i <.' iiin-iuu uw (|a njaoe ao necne, neciarH ;> frmuu o^>jih
urna casa de pouca fan iba : a tratar na praga do rnja indigencia nao Ibes pprmiti.- pacas
Corpo Santo n. 17. _____ "'O, que elle estara pwal uV-nUer no film
Casa debaulios
Largo do Carino n. 96.
E-te estabelecimento to bem montado na sua
por ordem dos credores do commerciante Jj.- de
Castro Redondo, far leili) de magnifico sorti-
mento de gneros de estiva, armaco e pertences
do estabelecimento cima mencionado em nm ou
mais lotes a vontade, assim como das dividas ac-
tivis do mesmo, todas na importancia de.......
4:1425235 rs., o balango se acha em poder do
referido agente a exame dos prelendentes:
Espera-se boa concorrencia a este leilo, visto
que o estabelecimento est p-rfeiiamente sortido
de gneros escolhidos e de primeira gualiJade.
LEILAO
De urna escrava com liabiliilailcs.
Terca-feira 8 do corrente.
O agente Pe>tana legalmente autorisad >_ far
leilo de urna escrava de 16 annos, bonita figura,
com as habilidades seguintes : cos, borda, f.z la-
byrinlho, marca e engomma muito propria para
urna casa particular pjr ser recolhida : lerga-fei-
ra 8 do corrente pelas 12 horas da manhaa no
largo do Corpo santo junto ao armazem do Sr.
Beltro.____________________________________
_ LEILO
Escravos de ambos os sexos com habi-
lidades e sem ellas
Terca-feira 8 do corrente as 11 horas.
liSO ARMAZEM DO AGENTE _____
O LY NI PI
3--Ru;j da Cadeia do tteclfe--36
A Ilustre e muito digna administragio do
Hospital Portuguez acaba de mandar fazer pciihora
' pela quantia de novecentos e tantos mil ris ; ao
j abaixo assujnado nao possivel que a mesma ad-
| minis#ago em sua sabedoria deixe de ser sabedo-
\ ra e reconhecer que o rngeoho Santa Luzia per-
; tencente a massa da exliucla llrm social de Fer-
reira Cjuz, e nao da posse um dominio do seu
devedor, contra quem a mesma administrago in- i
| tentn aegao judicial, e para firmeza da verdade a |
mesma administragao pode ir ou mandar exami-
nar no cartorio do "labeitio Sa a eseriptnra do dls-
I tracto social; assim como no cartorio do escrivao
Manoel Maria Rodrigues de Vasconcellos esse acto
e principio da liquidago legalmente principiado
pelo Exm. Sr. juiz do coinmercio. a qual vai ser
definitivamente concluida como e-t publicamente
annunciado pelo Diario. '~J^? \
E como o abaixo nssignado, na qualidade de li-,
quid.'ttario e mesmo responsavel, tanto as contas
, que tem de prestar no merelissimo tribunal do
' commrrcio, como na obrigagao de promover a se-
guranga dos debitis os credores da mesma extinc-
i la liriia social : por isso proles!i solemnemenle
contra essa penhora por ser reconh.cldamenle nul-
la e sem validade ulguma ; e para que este pro-
testo possa produzir o seu devido eleito, vai ser
intimado com as formalidades da lei a mesma ad-
ministragao, e depois recolhido ao cartorio para
ser junto os autos. Recife 4 de agosto de 18G5.
Rento Alvcs da Cruz.
CASA DA F0RT,i
Aos 6:00#000.
origem achava se de ha muito em qnasi completo
abandono pelo pouco interesse de sua adminis-
tracao.
Hoje que o novo prbprletarlo empregou todos os
meios para restabelecer a grande ntilidade deste
estabelecimento, pode assegurar ao publico qoe
qualquer que seja o numero dos concorrenles
acuario desde j promplldo e aceio nos banhos
fros, momos ou roedlelnaes, a casa dos banhos se ',_-_ ne bal.i
achara aberla todos os das das 6 horas da manhaa ie
as 11 da noite.
Pregos.
Ranho de choque...... 500
uito Irio ou momo..... 500
Dito de farello.......13000
Dito medicinal ser se-
gundo sua qualidade.
Assignatura.
Por mez banho fri ou momo... 10J000
25 carioes para banho fri, mor-
no ou de ebuvisco........... 105000
12 carioes para os mesmos.... 35000
12 ditos para banho de farello. 105000
- Precisa-se dt, um criado : na rua da Impe-
ratriz n. 40.
Alnga-se o segundo andar do sobrado n. 62 [
da rua da Guia, pintado de novo e com muitos
commodos : no 1 andar.
do jury, a qualquer deseas |>r.--
ii.felicidade de sa achar em Uio tri-te asatfjayaaf
mais iirave que seja seu crime. giwl-
mente a n-querer o. >eusd.rcito- n..> audii-rsai
Iribunaes dc?ta cidade. Se Usa a sasassa i ."ga-
do a-.-im procedido sassarr, d,r < aif..rBM._.W- ,-asa
os seniimentos d.- sea o raja i. :-. i|** rtsa-
riencia 4, tem convencido da !
des|>eito da coasicacia, sa &*.
|nl(oa coiiveuieiile fa'.cr essa di- arafls a p_l-
quer do pjvo (pie nao c .ni..
, cendo-lhe seu diminuto prestido no st-atid un
Quanta-i san 1 he a dir
a necessana pralica e presenga :.- -piui i.-r_-
cam a dtfrsae comproanetieas a asaoe'-n.-ia.-?
porqae o miseravel uo p.le .-i.sf-zcr'-in .!*.-
gado de conflanga, e pela cecesaisMa :
v obrigado aceitar o ufferecuneo d-- '.sa sar.
nomeando ex-offlcio um advogado. B_t(a **sa isa-
pies circnmstancia para fonje
runa colliso do esfrapa ______
Aluga-se o soto do sobrado n. 62 da ma 4a
Guia, com duas jaoeilas'de freuP-e nortos cusa-
modos : no primeiro a^dar. ______
Aiugam se dous grandes s*i
modos para numerosa familia, r;. vs e acWad*
cora lardim, cochetra, estribara osnra nmmi-
didades na travessa de Joo rVrnaadas Vsrira :
a tratar'na rua da Senzah ktasa a, MI
O aivngado Godey l-H*saKc_Ba, pasa ^f
) e-cripiono fta raa S
^ ser procurado 00
t Rosario estreila n. 34, "ii em
. dem ia a rua do Sol n. 9.
LEIlA*
uilhcte. garantidos.
A' RUA DO CRESPO N. 23 E CASAS PO COSTUME
O abaixoassignado vendeu nos seus muito feli-
De mobilias completas, aparadores, guarda vesti- zes btlhetes garantidos da loteria que se acabou
dos guarda louca, toillets com pedia, camas de exuahir, a beneficio da Sanu Casa da Mise-
fraeezas, objectos de ouro e prata, e outros ricorcfia para canalisagSod'agui e gaz no hsspilal
muitos arligos. I Pedro II, os seguintes premios
Quarta-fei a 9 do corrente as 11 horas.
NO GRANDE ARMAZEM DE LEILOES
DO AGENTE
OLYMPIO
36Rna da Cadeia do Kecile36
Leilao de movis.
Cordelro Stuies
fara leilo por conta e risco de quem pertencer de
mobilias completas, commodas bergos, aparado-
res, espelhos e oulros artigos de gosto.
yuarla-'feira 9 do corrate as 11 horas.
No armazem a rua da Cruz n. 37.
" IYIS0S BITE1S0S.
Para a Bahia pretende sahir
com muita brevidade o veleiro
lugre _mt'iia, capitao Bernardi-
no Rodrigues de Almeida, por
ter a maior parte da carga tra-
tada, e para o resto que lhes
falta trata-se com o consignatario Joaquim Jos
Gongalves Beltro, na raa do \igario n. 17, pri-
meiro andar.
Ins-rncco primarla
Acha-se aberta a aula publica de insiruegao pri-
maria do sexo feminino, na povoago do Monteiro
Correia 4 4rmos em liquidago cons'.ituem
por seos bastantes procuradores nesta praga em
primeir< logar aos Srs. Crrela Pontoal & C-, era
segundo Jos Dias da Silva Guimares e em ter-
ceiro Antonio Rodrigues Pinto.___________
Jezino Alves Pinto retirase para Portugal.
~Le"ol)oldrnTAnTalia Gongalves val a Portngal.
Bernardioo Crrela de Rezende Rago vai a
Portngal.
a sorte de 6:0005.
m quarto n. 2737 com a sorte de 1:2005000.
L'm meio n. 1722 cora a sorte de 4005000.
E outras militas sortes de 1005, 405, 205 e i
O$000.
Ospossuidores podem vir receber seus respec-
tivos premios seiu os desconlos das leis na Casa
da Kortuna rua do Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da 2' parte da 5' lotera
(27'J a,benencio do theatro de Santa Isabel, que
se extrahir sabbado 12 do corrento.
PRECO.
. Bilhetes.....75000
aleies....... M580
.Ourtu&.....590D
Para as pessoas que comprarem de 100(3000
para cima.
Bilhetes.....65300
Meios......35730
Quartos. .... 15700
Manoel Martins Fiuza.
Fazem-se"capas, balinas, capas veriatorias,
chamarras e barretes : uo becco Largo n. 2.
0 abaiio assignado, escrivao do civel desta
cidade do Recife, juiga do seu dever declarar que
nunca exigi e nem 'he foi contado pelo contador
do joizo estada pelas intlmagoes por elle feitas aos
advogados e solicitadores dos despachos e senten-
gas proferidas em autos. Seria conveniente que o
autor da pergunta feita no Diario de Pernambuco
n. 173 de 2 do corrente mez declarasse os nomes
dos escrives a ravor de quem o contador interino
do geral tem coudo estada por essas intimagoes
referidas em sua pergunta. Recife o de agosto d_
1865.-Mauoel Joaquim Bapsta.
A viuva, os filhos do primPiro matrimonio
e genros do brigadeiro Ga-,par de Menezes
Vasconcellos de Drummond, confessam-se
muito gratos todas s pessoas, que presta-
ram-lhes o especial obsequio de assistir s
missas e ao memento, que na igreja de Nos-
sa Senhora do Carmo *e celebraram no dia 3
do corrente mez, pelo aterno repouso do dito
seu marido, pai e sogro^^^^^^^^^^^
A abaixo assigoada pelo presente faz sciente
a todos em geral e cada nm em particular que nao
contratem a compra de sua escrava Maria, crioula
qoe lhes foi doada por seu finado pai, com seu ma-
rido Joo Evangelista de Andrade.
Precisase de um cria* .pie
ledro : no pateo do Carmo, na ca?a e Caatirl
Antonio, se Jira, ou na rasaasai n. M.
Aluga-se orna escrava para servido ialrrao
e externo de uaa rasa : na rua 4> Imtpuaur aa-
mero 30, terceiro andar.
Nos abaixo as-ignados declaramos <|B>; **"*
amigavelmente dis-o!vi.to a socieda-le ** BfB_>
de Mello A Irmao, Brando o Sr. Jo* Praaraa a
Reg Mello obrigado pelo nctiv a passtaa da s-
'ciedade do armazem d-; awastf saa aa >-aa *
Trapiche n. 13, tendo recebido o wm Jjnata
Jos de Mello o seu capital de *ua entrada.
Janntho Jos da fcV_~
J >- Francisco do Reg Xell
Na rua do Araga n. 3 faz-se eoaMda pasa laca
com todo aceio e peresgo, por prefu aaas ea-
toodo do que em ouira parte.__________________
mis este em __ pe-snaqueannunc
juercr cutnpear a_e
virtude da mesna doago nao a pode vender por pajarjj m bairro da Boa-Vista, p4 sasanr- a
forma alguma : e para que niuguem alegue igno- raa do ^^ a ->t< taberna, que achara M ajara
rancia se faz o presente, protestando contra qual- rai,r,
quer que o contrario fizer.
Rio Formoso, 1 de anosto de 1865.
Senhorinha Mana de Lavor Ramos.
Alfil.
t1
-Precisa e de nma asa para ledo a ?ar*r>
de urna casa : na rua do Livrameao a. 20,
do audar.____________________________
~ ."Precisase de um minino de I a l*
Rrecisa-se de urna pessoa que saiba cozinhar' de idade, para caixeiro de ama padarta m, Van
bem, para casa de pouca familia : na rua do Hos- donro, em Otinda, n. 5 : a tratar nsi me-a_
picio n. 44.________________________________ Alngam-se baratas notas mei-aana-t sa
"Peder ao llnslrado Exm. Sr. vigario capi- Irada dos porloes da traversa da Rarrrsra, '
tular que digne-se mandar cyndicar dos inaos ae-! da Boa-Vi>ta : a tratar na rua do l,o.aa.
tos praticados pe o vigario encommend^do da villa ('nupirn
de Santa Luzia do Norte, o reverendo Candido, _///cii/
Jos Alves da Silva, cujos feitos foram publicados' Xa rua do Livramenlo n. 10 ba para
em jornaes da provincia de Alagoas. Desde j con bom criado captivo.
fiamos que S. Exc, Ilustrado como nao deixara | ------ ____.. ... i._i-i:._.i, .__n__ __i j_
passar desapercebido o que pedimos. Lrna l*^J,a;,lfd,a1*r T?Sx aaS
v r_____ I 'r--' priman leiras de elrnM engeaga. laasa
A pessoa que annunciou urna menina para precisar dirija-se a rna de SanttJUia a.
acabar de criar, dirija-se ao becco do Carioca n. 7. -------r___.r7 A. ~_____
AMA
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnoiri
antigase retentes, anico depoailo rapr
Preeisa-se de urna ama.para cozinhar. maM^iCa franceza, rua da CniX m. fla_
de familia : na rua do Brum n. 53, defronle do
' cnafajlz. l
coW


Otarlo de Peraambnco ... egwada telra 9 4fe Agosto de t8s.



PHOTOGRAPHIA ARTSTICA
<*&<3I
DE
25 Ra Nova (esquina da Camboa do Carmo) 25.
Os proprietark deste estabelecimento, desejando salisfazer os numerosos pedidos de seus freguezes, acabam de receber de seus correspondentes de Pars, um grande
sortimento de retratos (cartees de visita) das personagens as mais celebres da Europa, assim como receberam tambem urna quantidade de alinetes e cassoletas para retractos, do
mais apurado gosto e por precos muito diminuios.
Os mesmos aproveitim a occasiao para prevenir ao publico e recordar aos seus numerosos freguezes, que ellcs trabalham todos os dias, domingos e dias santos, das 9
horas da manba al as 4 da tarde e que os tem os de ebuva i ao influem em nada para o bom successo dos retratos, pelo contrario o fol entre nuvens mil vezes preferivel
sobre todos os pontos, tanto pela rapidez da operacao, como pela commodidade das pessoas.
A grande quantidade de pessoas que tem visitado este estabelecimento nestes dous annos em que se acham eslabelecidos nesta cidade, e que n5o ser menos de cerca
de 'i,900 a 7,000, para elles urna garanta futura, poslo que se appliquem lodos os dias, para que todos saiam contentes e satisfeitos.
Dentista de Pernamtmco Jl
I Ra estrella do Rosario n. 3,
ao p da igreja
[francisco pinto ozomog
! Volita"u dente artiflciaes !
pelos syatemas mais mo- 1
| dernos f$j
I Emprega todos os majos scientificos para 1
I conservar os naturaes. Pode ser procura- i
I do em MU gabinete das 9 horas da na- Jgy
I nhait as 5 da tarde. SP8
Arrendase nm sitio no Jacar, estrada que
vai para Agua-Fria, com casa de pedra o cal lti-
mamente editicada, com bastantes commodos; este
sitio'tem arvoredos de fructas de todas as qualida-1
des, bom lerreno para plantacao, e baixa para ca-
pim. Aluga-se tambem o armazem tio sol na ra ;
da Concerdia, proprio para qualquer eslabeleci- \
ment: a fallar ao solicitador Barroso que mora I
no sobrado n. 34, onde est o dito armaiem, tanto
para este, quanlo para o sitio mencionado.
^Sfi* :-*4i''M'~",''< ''*''M MI3K ''va<'
g O Dr. Carolino Francisco de Lima San- W ']
y& tos contina a morar na ra do Impera- saj
Wj dor n. 17, segundo andar, leudo alias seu *&
jg^ gabinete de consullas medicas, logo ao $
Mt entrar, no pnmeiro. ^3
O mesara doulor, que se tem dado ao SJ
Hj estudo tanto das operacoes como das mo- |$j
gx lestias internas, prestase a qualquer cha mt
* mado, qui-r para dentro quer para fra **
3^ da cidade. m
wmrn; mmmm wmwm
Aluga-se a parte da casa t. 92 da ra das
Aguas Verdes: a tratar na mesma.
i
Na ra da Cruz do Recife n. 30, 2o andar, se
dir quem compra dnas escravas mocas, de boa
eonducta e que enlendam bem de costura 3 en-
gommado : paga-se bem agradando.
UMA GRANDE DESCOBERTA
O^EO
deFIGADOdeBAGALHAU
. DESINFECTADO
MEDALHA
DE
HONRA
As propiedades medicacs do oleo de figado de bacalao forio unni-
memente reconhecidas. Mas seo cheiro e seo sabor to desagradaveis
tornao o uso d'elle muitas vezes impossivel, mesmo aos estmagos
os mais robustos e aos mais condescentes.
Por isso a dcscoberta do Snr. Chevrier que lhe permetlio de
desinfectar inteiramente o oleo de ligado de bacalhao sem alterar suas
propriedades tem sido um dos mais felizes problemas resolvidos pela
llierapcutica moderna.
O oleo de figado de bacalhao desinfectado de Che vrier,
com um cheiro agradavel e um sabor assucarado, 6 o nico que nao
tem nem gosto nem clieiro de peixe.
Ofojecto de numerosos relatnos scientifcos elle goza em Franca
de urna fama bem merecida, e receitado por todos os mdicos em
lugar do Oleo de figado de bacalhao ordinario. Tendo as mesmas
propriedades do oleo de figado de bacalhau ordinario, usa se d'elle
nos mesmos casos isto as :
MoleHtiHN (MCI'OflllooilH,
llarlittlNti'O,
Obalrnrfo (Ihn ([tandea,
Tiaieu tu' monar,
Moleatlaa itit prlle,
Couatllulcuo lymphatlea.
Anemia, dcbllldade, fraquesa,
Miurru,
robre/. do n(uo,
Earairanirnta por exeeaaa de
trabalho oh de praxere,
MoleMtiao loa bronehloo recen-
te* oh ehrenlcaa, /
Taaaea perllnaaea,
Gaalriiea, gaatralglaa,
Dorea de eatoaaaga.
Elle convem a todas as compleices e a todas as idades, e tomada
fcilmente pelas pessoas as mais delicadas. Elle nm poderoso socorro
para a alimen laco das enancas Iracas e docntes.
Um folleto accompanha cada vidro e contem as observagoes medicaes.
Deposito em Pariz, na pharmacia de Chevrler, e em todas as boas pharmacias de Franca e do estrangeiro.
0 Oleo de figado de bacalhau desinfectado ferruginoso de
Chewier constitue o melhor meio de administrar o ferro. O
ioduro de ferro reunido com o oleo de figado de bacalhau,
augmenta a accSo to efficaz d'este ultimo, se dissolve mais
fcilmente nos lquidos das vias digestivas, se assimila muito
mais bem do que quando tomado sob a forma de pilulas,
xaropes, etc., enfim perde suas propriedades irritantes e nao
provoca a constipadlo.
As pessoas as mais delicadas que nao podem supportar as
preparaces ferruginosas ordinarias, asquaes, principalmente
nos paizes quemes, tem muitas vezes grandes inconvenientes,
5 Ipodero com a nova descoberta do Snr. Chevrier, usar do ferro,
^um dos mais poderosos agentes therapeuticos, tomando-o unido
ao oleo de figado de bacalhau.
O oleo de figado de bacalhau desinfectado ferruginoso de
Chevrier, se emprega em todos os casos que o ferro acon-
sejado ; julgamos intil de os enumerar.
| Companbia fdelidade de seguros
jas martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
9 AGENTES EM PEIINAMBUCO
Antonio Luii de Oliveira Aievedo C,
g competentemente autorisados pela dlrec-
g loria da companhia de seguros Fidelida-
jft de, tomam seguros de navios, mercado-
"5 ras e predios no seu escriptorio ra da
Crui n. 1.
*M*M&&&&.?%$& &''&*& WMZKV
E' a ordem 'o da f Acabar com os Par?-
, gu yos a baj(neta, a mini, a revolver ;
j|| fulmina-los com os encouracados araaadaa
de. esporoes, armstrongs e rajadas de 80 i
120; extermina-los em summa a espada, a
Tai lo e a punhal de que se trata;
ninguem se It-mbrou anda de esaaga
: Paraguayos coai as armas qi-e Dens nos
I ceden ; acabar com elles a taco e a poala
- O London 4 Brazillan Bank, saca por doos V*** J JS~? f"^ *
parte do nosso cor|>o ct.m os f^rnudaveis
os paqnetes.sobre
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimares.
Villa Real.
Coirabra.
Amarante.
mmmm mwm~ummmmmm
O hachare I
Francisco Angnsto da Costa JN
ADVOGADO
Roa do Imperador numero 69.
m
Aloga-se a loja do sobrado n. 17 da ra da
Imperatriz, com bons commodos : a tratar no se-
gundo andar do mesmo.
ves,
Na praca da Independencia n. ''.i, loja re ouri
compra-se ouro, prala, pedras preciosas e
rompe-ferro, esmaga o-bra. arranea lt roa,
quebra marmore e ootros que se vende*
i Ill'.t MREITA-4
Borseguins Bordeaux.......
patricios.........
para senboras, en-
feila Jos.......
com laco e fivella ..
Sapates encouracados.......
I Borseguins para meninas bom
elast co.................
i Sapatoes de lona, sola elaslii a.
avelludado5.........
de (ranea...........
econmicos para se-
nhoras........... 500
Um completo sortimento de calcado da
tetra para bomens. senboras e aeninas:
800O
5ooe
5I5O
**0
50TO
loro
mo
11800
tefca te-
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros de Barbosa.
^^%m
CONSULTORIO eiC-GIRLRUICO
DO
ouro, prata, pedras preciosas e assim r/unn haaa r___-
tambem se faz gualquer obras de cLcommenda eif^1""110 ">/rancez, cooro de lus-
odo e qualquer Concert. mar"'oquins, taixas de Mas as miali
Flmclo
DO Y
lina da Bruna numero 38.
Neste estabelecimento acham-se venda os se-
gointes objectos, todos da primeira qualidade, e
construidos especialmente para esta casa, pelos
mais acreditados fabricantes inglezes :
Machinas a vapor de 2 1|2 a 8 cavallos, com
moendas, juntas e sem ellas ; e tambem proprias
para descaroca ment de algodao, afamadas pela
forlido, simplicidade e economia em combustlvel,
' e por nao precisar de obra qualquer para seu as-
esntamento.
i Rodas d'agua de ferro, systema mu proveitoso
da forca d'agua.
Rodas de espora, e angulares, e de esquadrilha
para animaes.
Moendas e meia-moondas.
Tainas de ferro batido e fundido, e de cobre.
! Machinas para descarocar algodao, systema
; Platt, cera os ltimos meihoramentos.
; Boceas e crivos de patente para fornalhas, dimi-
nulndo muito o gasto do combnsiivel.
Machinas e machinismos para moer mandioca,
movidas a vapor, agua ou cavallo.
Fornos e chapas de ferro batido para coser fa-
rinha.
Alambiques de ferro, e fundos.
Guindastes, fuos e ponaiils.
Prensas para copiar cartas.
Rodas para carro de engenho com eixos e man-
gas de patente.
Formas de ferro balido galvanizado para purgar.
Serras de ac e armacoes de serrara.
Arados de ferro singelos e doblad >s, grades para
cubrir caona, enxadas a cavallo, e ontros instru-
mentos de agriculiura.
dades, fitas para sapateiro, muito sortidas,
sola e couros que tudo visto necessariaaea-
te faz cobica ao_comprador_pela baratera.
aopTbIc
CARLOS PLUYM.
Como a empreza de Iluminar a eaz te_
do licenca aos machinistas para irabalhare
sua propria roma, Carlos Pluvn, mamiDu
rece seu presumo ao publico para mraaarVaz o
agua, e toda a sorle de -ervic* eonrern^Mes ao
seu offlcio, por pregos muilo nirw.
Pode ser procurado a qoalqoer hora
i 7 Ra da laaperatrlx 17
N. B. LOJA.
iij- Para pro va d perfeico do seo trabadlo
mesmo Merece ao publico o Itslemonbo de m-
mensas pessoas para quem ja Irabalh.u a mandado
da companhia do gaz.
J.
DE
VGNES.
N. 55. RA I> lUPURiDOll M. 55.
Os pianos dosla antiga fabrica sao hoje as>s conhecidos para que seja necessano insistir sobre a
sua superioridad'', vantugense garantas queofferecera aos compradores, qualidads estas ncontesta-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tein apparerido nesta praca ; pos-
suindo um teclado e machinismo que obeJecem todas as vonttdes e caprichos das pianista
nunca falhar, por serem fabricados de
tissimos para o (lima deste p
veis aos oovidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel. de Paris. socio i
correspondila d J. Vignep, om cuja copiui fui,un sempre premiados em todas as exposiQoes.
No mesmo estabelecimento se achara sempre um explemlido e variado sortimento do msicas dos ,
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
precos commodos e razoavels.
DR PEDRO DE ATTAHYDE LORO HOSCOSO,
MEDICO, PARTE1RO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundao 3
A ttenca.
sem
Fornece-se comida para caas de familia, tojas
ou ofBcinas, com todo o asseio e promptidao, mui-
to varia'a, e por eommodo preco, mandase levar
em casa ; tambem recebe encommendas de boloe
, doces de todas as qualidades : ra da Caixa n. 70,
O Dr. Lobo Moscoso da consullas granulas aos pobres todos os das das 7 s 11. Boa-Vista, casa particular.
horas da manhio, e das G e ineia s 8 horas da note, excepro dos dias santificados. -3
Pharmacia especial f/omeopatilica
No mesmo consultorio lia sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
S"on v2s,es^o*^^^ : ^ pulsos, assim como tinturas de varias (lymnamisaCoes.e pelos precos segtiin.es.:
ores. Carteiras de 12 tubos grandes.
Aluga-se o segundo andar da ra da Matriz
n. 35', a segunda casa a beira do rio na ilha lo
Retiro, e o primeiro andar u. 7 da ra do Rnrgos:
a tratar com Miguel Joaquim da Costa, na roa da
AO MI
Avi*vn
GREGORIO PAES DO AMAR AL & C,
que receberam pelo uilimo p.quete.
O JI.-1.1S RICO SOllTIKENTO
DE
GUIP
manufacturado em
Grandes chale granadine
Bou mus
Eotondos
Treanon
Pampadour
Wateau
p:retos, brancos e de cores ; magnficos desenlios, de gosto modernsimo.
12O00
de 24 tabos gi andes. 18*000
de :t6 tubos grandes. 24(5000
de 48 tudos grandes. 308000 _,
de (O tubos gran les. 355000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 1 OOO. *
Sendo para cima de H cuslariio os precos eslabelecidos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 5U0 ris.
ElIlTROSa
A melhor odrada liomeopathia, o Manual de Medicina Homeopalliico do-Dr. Jahr
dous grandes voluntes com diccionario............I 20#000
Medicina domestica do Dr. Hering........... 100000
Repertorio do Dr. Melt Moraes............ 6O0O
Diccionario de termos de medicina..........[ 3^000
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispensam por \
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que qui/erem usar de remedios
verdadeiros, enrgicos e duradores* ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de'
verdadiro assucar de leite, nolaveis pela sua boa conservafo, tintura dos mais acredi-;
lados estabelecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacao, e poi tanto a raaior
energa v cerieza em seus effeitos.
\^Casa de mude para, escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operacao, para o que o annunciante julga-se sufficientemente habilitado.
0 raiimento o meihor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa ha mais de quatro annos, ba muas pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, que podem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
doenles.
Paga-se 25 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operacoes serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeilar aos precos
razoaveis que costuma pedirr o annunc ante.
tS? tjO li'
MARA
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3o 1 dos orgos geni-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
do que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus 1
doentes.
i --i
Desappareceu
eu 3 do corrente mez de agosto o mtalo Aio-ti-
nho, cor clara, idade de 30 annos, ntp de M
olho.baixo, pouca barba e um poaco ru n, kaaVt
um pequeo orbayo jnnto ao estomago, provenir-
te de urna queja que du sol.r^ nm pao, nana
nessedia vest.do caifa e rami-a d- nsradmfeoie
algodao, chapeo d palha. e lev o mai-> urna calf
de bnrn de quadros : ET natural de iranliun- "e
oi escravo do ManMa coronal Lnii d AII.u-ju't-
que Mar;,nhao, stiih.tr do engenho AloVia, onnar-
ca de Pao d'Alho, e linha sido vendido nesu ci-
dade na wgara du da em que de Quem o pegar, ou delle der noticias rerta, qoei-
ra dirigir->e a rua da Cruz do Herife n. 37, ST 9
horas da manha as ] da tarde, e (ora -. ho-
ras a rua do Amorim d. 30, J andar, .oe ser
granficado.
D-se luvas.
A quem esliver morando em ama eaa terrea
as freguezias de S. Jos ou Santo AdIod. a anal
tenha pelo menos 3 qoartos e quintal grande ri-
cimba at o preyo de 305 mensaes, ou trocar por
oulra na fregue?ia de Santo Antonio a aattM
com 3 quarios d- 20*. porm rom quintal penuea'
e boa mcimha : a quem ronvier Mi nefoci. lo-*
dirigirse a rua d<> Barlholomeo n. 45, ou.- ah acha-
ra com quem ira lar.
Fede-se ao Sr. fecal di lloa-Visu .pie la-a
suas vistas para urna poreo de cabra* que pa>tani
pelas mas de >. onyalo,'(Reinos t Hmmt rom
detrimento dos habitantes qi p..T lli m.ra.Ti
enporcalhando as escadasdo-* sobrado^, poi, Ur/m
dellas seus enrraes, e j- eniiorralhar.,;, a- rabu-
das mesmas ras Porveniura ign'a Sr 'feral
que ha urna portara da caman 1 ui re-peito'
C0MPI1S.
Compra-se 1 If.-cMvamente ouro
obras velhas paga,l,Kse "bem HiiJSmZ
Rosario n. ii, loja de oorives.
a roa
cgundo andar,
sechores, para
""
U.
Vestidos de GRANDE TOILETTE. F*zonda preferivel pelo brillio e gosto, a mo-
reantique ou grosdenaples. Barras e laco bordados a froco e vidrilhos, sem depende-
tem de modista para os faer, visto trazerem o corte debuxado.
i WiaJilT
Glac-royal, em pecas com listras de seda primoramente bordadas ou matisadas
fazenda inteiramente nova de bonito eleito, para partidas, soirs, theatros, passeios etc'
1IOCBLEN CAPAS
e S0BRETUD0S de panno me.-clado (impermiavel) vindo no ultimo vapor
De. um s panno
Colchas de damasco de seda portugueza, de todas as cores
GRAVATAS, MANTAS
de cores, muilo bonitos padres a 300 ris.
110NETS de pa ha ricamente enditados para senhora
CHAPEOS
CHAPELINAS
ENFEJES
Coslumes d* fasla eofeitads para crianeas
E innmeros obje^t-js de modas recebidns directamente por todos os paquetes e
escoltados caprichosamente dos mais modernos gostos da Europa.
IM'/K\UiK PARA 21 ourTI.
Casimiras modernas de quadros, panno pretor e de todas as cores, bros, sobre-
casicas. palitos, calcas, coletes, camisas, ceronlas, lencos, meias, etc..
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRp DE 1859
BU linnc^ em itialtoir, depositado nos cofres do estado, garante a boa da
ministraco da companlna.
DIRECgO GERAL
Madrid : Rua do Prado i*. ie
BANQUEIROS OA COMPANHIA
O Raneo de Hespanha
liga pelo systema mutuo todas as combinaedes de superviencia dos sfn
m
Esta companhia
sobre a vida.
Nella pode se taier a subscripgao de maneira que em nenhum caso ir 1 smo j (1 n (1H do s
gurado se perca o capital era os juroscorrespondentes a estes.
Sao to suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole de A NACI
AL,que a inda mesmo dimlnuimlo urna terca parte do interesse produzido em recentes liquidai
ces ecombinindo-o cot h mortalidad.? da tabella de Oepareieux que e adoptada pela companh-
para seuscilculos e liquidacoes, em segurados de idade do 3 al9 annos, urna imporsicoanuua.
de 1004 prodtu em effectivo metlico:
No Bm de 5 annos...... 1:119*300
> de 10 >.......3:943*600
. de 15 .......11:208*200
1 de 20........30:256*000
de 25 >.......80:331*000
as idades motores do 3 annose maiores.de30, os productos*o mais consj.Waveis.
Prospectos e mu- inf irmaodes serao prestadas pelo snb-director nesta provincia.
Joaquim Fin'.a de Olnvira, raa da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista rna da Imperatriz n-.12,estabel
ment dos Srs. l\aymuodo,Carlos,Leite & Irmao.
Na rua do Imperador n. 83,
precisa-se fallar com os segrales
negocio que Ibes diz rc>peilo.
Antonio Nunes de Azevedo Campos.
Manoel Correa da Silva Lobato.
Joo Pereira da Silva.
Jo Lopes Tavares.
Jos Francisco Rodrigues.
Pelippe Borges Leal.
Custodio Jos de Carvalho.
Antonio SeraQm de Dos.
Manoel Francisco Coelho Jnior.
Joao Antonio Pereira Ramos,
leo Marinho Paes Brrelo.
Antonio Tiburcio da Costa Monteiro.
Sebastio Antonio de Alboquerque festudante).
Francisco Gomes dos Sanios.
Joao Gomes Pereira.
Jos Luiz Pacheco de Souza.
Sebastio Jos de Barros Barrera.
Francisco Antonio Vieira da Silva.
Domingos Jos Affbnso Alves.
Joaquim Francisco da Silva.
Joao rVbeiro de Castro.
Jos Franckco da Silva. '
Miguel Arcanjo Ferreira.
Vicente FrrrHra Neves.
JoHquim Francisco Moreira.
Francisco de Aguiar Junio.
Julia Rosa de Aiineida Pinto.
Leopoldo Gadaoll.
Joaquim de Oliveira Maia Jnior.
Silvnro bailarme de Barros tmmm e ve-
de elleclivamenle escravos de amb. p- aagaa ,
roa do Imperador n. 79. tero-mi andar.
Onro e prata
em obras velhas : compra-se oa prara da lo>-
pemlcncia n\ 22, loja de bllhete.
Compra-s um seilim em meio oso
de Santa Thereza n. 3.
Coraara-ae onro, prata e pedras aBataam
em obras velhas : na rua da Cade do Kctrifc
leja de ourives no : reo da Copceirao.
f obre, alan e NiRbt~
Compra-se ebre, lato e chumbo : no m
da bola amarella, no oilao da secreUria
licia.
*a
Compra-se moedas .le 205 e peras e
16 : na rua da Cruz 11. i8.
Compram-se moedas brasileras 5 20*'
21* : na rua do Crespo n. 16, primeiro *mm.
H..... CARROCA.""
Compra-se ama carrnca nova oa em moi ,
com arreios para cavallo : na roa da Cadeia te-
rnero 57.
Coojpra-M mm escrava S meia S3 n
urna mobilia de qualquer qualidade, mas ne t*-
teja em bom aflata e seja em coma n 1 r t,
Alecrim n. 1
TEIJfe
sj
)
Ama.
Alnga se urna escrava para ama de urna casa de
meco sol tetro 011 de pouca familia, boa cozinheira
e sabe comprar bem : na roa de S. Bom Jess das
Crioulas n. 3. ________
~~
' 'asa
Aluga-se a casa n. 4 da rua do Principe corn 3
qoartos, 2 salas, cozinha fura e bom quintal, fre-
guezia da Boa-Vista : a ira lar na rua Nova n. 3.
Crrela Puntual 4 C successares das ex-
tractas Armas Correia & Santas e Santos Mello &
C, fazem scientes ao respeilavel publico e com es-
pecialidade ao eorpo do cominercio que ncam res-
ponsaveis por todo o activo e passivo das ditas fir-
mas, .Recite 4 de agosto de 1865.
.4 luyase
Urna casa tarrea no hairro do Recife no princi-
pio da rua da Seozah Nova n. 36, reedilicada de
novo com 3 qoartos grandes o cosioha fora, quin-
tal grande com porto para a rua do Apollo : quem
pretender dirjja-se a rua Dlrelta loja n. 47 ; na
mesma vende se urna rotula nova j pintada, urna
commoda em bom estado, um cabida e um louca-
dor, por preco eommodo.
O Sr. Jezulno Machado Malhelros Braga, por
obsequio declare por este jornal, aonde sua re-
sidencia, ou se lhe possa fallar, porque tem de se
commuoicar certo negocio de seu particular inte-
resse, e isto no prazo de 8 dias, antes que se reti-
re para Serinhem onde mora, a pessoa que o quer
commuoicar.
Saonuei Power Joiitistoii & fompauhia
Rua da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA OA s.
Pnndlcao de t. Machinas a vapor de 4 e 0 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e halidopara enge-
nho,
Arreios d carro para um e dous cavallos.
Relogios de oi^ro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas pan descarocar algodao.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Attencao
para a gratiQcaeo de 30OOo
ao desapparccldo.
No dia 24 de juina desappareceu do pateo da Pe-
nha um cavallo rodado pedrez, inteiro, grande,
andador de balxo a esquipar, nao : e sabe o ferro
que tem por estar muito apagado, dinas e caula
grandes, pertencente ao Sr. Miguel Nunes Correia,
morador no engenho c. Bartholomeu : rogase a
pessoa que o tiver achado, queira leva lo ao carto-
rio do Sr. tabelliao S.V. na rua estrena do Rosario,
que recebera' a gratifleacao cima.
0 castello de Grasville.
Traduzid do franeei por k. J. C da Cria.
Vende-se este helio romance en qnatr
tomos pelo baratissimo preco de 3*0(K
oa praca da Independencia, lirraria ns.
6 e8.
Vende se um prelo cri mo,
pateo do Terco n. 141.
bem mo Cal de lAnito*
a granel a 1*500 por oroa barrica: na roa do Vi-
gario n. 19, primeiro andar.
JliUa*-iira |erc *"
Chegaram as desojadas mantas de'liiii'sima seda
elstica para pescoco de hofnom : na esimiaa da>
Midre de. Pros, loja do balo.
Vcnde-se um mulaiinbo de U anno d ida-
de : na rua da Cruz n. 30, escriptorio.
Precisa-se
pouca familia :
Goianua.
de urna ama
na raa da
para casa de muito
Palma, taberna do
Vende se a rasa n. 52 na roa de S. J.* d
mesma freguezia r a tratar na rna do Pira u. I.
I.uvas de j.rlliri.
Recebeu polo ultimo vapor lindas lava de flli-
ca de cores e brancas para h imem e seohoras : *.
quem recoben fui o beija-flor, ua roa do Qn-naal >
numero 63.
Vende-se um carro n tratar na rua do Sebo n. 54, taberna.
Chapeos e bonf.ts para segaara
Vendeni-sc ricos chapeos e bon-ts de palfea V
Italia, enfeitados com lodo g.mo e nrrli-ftatt :
na rua Nova n. 47, loja de Justo de Almeide di
Vende-se 1 negro de (dado 45 snoos
todo o servico p r 301*, I bonita escrava
urna linda cria com habilidades : oa traveisa
Carmo n. I
r
Para matar forminas
Vendem-se velas para matar formigas ; a ar-
mazem da bola a mar olla no oitao da secr- tatio
polica.
Lann


Diario de per Bambuco segunda f clara 9 Je Agosto de l&tt.

i\
AO PUBLICO
Sena o menor constran
glmento se estregar o
importe do genero que
nSo agradar.
rra

ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
P'JUl A KDR1A 3)3 93 'DTJHHVT
" AO
KESPIITIVEL PUBLICO.
A apreciado dos habitanies desla heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabelecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento |de molhados,
que sendo em sua max mi parte mandados vir directamente do estranguro'podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
piimeiro e nico em seu genero, pde-se porm >ffiancar, com toda a seguranca de qnej
nenhum outro o exceder no restricto cumpriraento das seguintes promessas:
1." Delicadeza no trato.
ATTENCJO
Grande exposicao de fa-
zendas.
Os preco da
tabella para todos, pu-
dendo assim servir de ba-
se para o ajuste de conta*
com os portadores.
RIJA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o arco da ConcelcSo)
PARA BEM DE TODOS.
2\
y>t'
se faz
l.ooo e 800 rs. a libra e em barr
abatimento.
tfflpliftaflA nn nPSO dem franceza amis nova do mercado a 96o
JUaeilOdUe UO ptJBU. rs. a libra e 900 rs. ero barril ou meios.
3. OinCendade nOS preCOS. Cha hysson de superior qualidade a 2,600
As pessoas que por sua posico social gozara de certo tratamento, acharo nesta rs. a libra,
casa os melbores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cha sempre de cha perola o mais superior do mercado a
primeira quadade. etc., etc. I 2'8o rs. a libra.
Qualquer que seja a condicao do freguez, elle deve contar que ser sempre mu- dem hysson muito superior em latas de 15
to bem servido. | libras muito proprio para negocio a 2,ooo
Aquellos que sao pouco favorecidos da sorle faro mensalraente urna economa de rs. a libra,
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man- dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
teiga oassucar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas parles nao po-, bras a l,0oo rs.
dem ou nao querem vender. dem preto o que se pode desejar neste ge-
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne- j ero a 2,000 e 2,2oo rs. a libra,
gociar, devem vir, i elo seu proprio interesse, a este estabelecimento para se convence- Linguicas muito novas a 800 rs. a libra e em
rem do quanto su pode vender barato. barril se faz abatimento.
Para os senhor s que compram para tornar a vender existe um sortimento espe- Chouricas e paios a 800 rs. a libra,
cial, escnlhido por pessoa entendida que certamente muito deve agradar aos senhore* Costelletas inglezas a 64o rs.libra, serve
compradores. Para temperar panella ou para fiambre.
Nao se lem poupado sacrificios, era se deixar de fazer a diligencia para agr- Queijos do reino chegados neste ultimo va-
dar a todos. j por a 2,2oo rs., ditos de navio devella a
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE :IdSJrin08 rauit0 frescos e de super0r
4 RWHETRO 4 VTSTA' qualidade a 800 rs. a libra.-
A ]gha.xa em laTa mito nova, a 80 rs. cada "-JE*** rs'a libra' e inleir SefaZ
ALPISTA a 120 rs. a libra. urna,
dem e pailico de oito libras para cima a: U
100 rs. KIRSCH de Wasser a 23 a garrafa
Arroz de 90 rs. a libra a........i L
Amendoas, casca molle, a 280 rs. a libra. j LATAS com graixa a 80 rs. cada urna.
Senhore? :- nhoras, o aceio que presidio aosarranjos destenovo estabelecimento, ornis que ludo a promptidSo e intei*
eza com que ser5o tratada^ tunvida a orna visita ao mesmo, certos de que sem dovida me dao a proteceo e preferencia na com-
-ra dos gneros que precisare. e qnando nao possam vir poderao mandar seus portadores, a inda que estes sejam pouco praticos,
"Os serSo fo bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommend.-uao, afim de qnenaovSoem
p Ira r?rte.
Muiteiga ingleza especialmente esedhida a Aletria, macarro e talhaiini a4oo rs. a li-l Sal refinado em frascos dcvidrdcom lampa
bra e 6,ooo a caixa. do mesmo, a oo rs.
tMassapara sopa : estrelinha, pevide e rodi- Cerveja branca das marcas mais acreditadas
nha branca ouamarella a 64o rs.a libra e que vem ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
3,5oo a caixa com 8 libras. a garrafa, e o,8oo, 6,ooo e 6,ooo a du-
Vinho do Porto muito fino proprio parai zia.
engarrafar, em ancoretas de 9 caadas a' Cevadinha de Franca muilo nova, a 2oo rs.
35,ooo rs. Charutos do aflamado fabricante Jos Fui ta-
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a do de Simas, das seguintes qualidades:
32o, 4oo e 5oo rs. agarrafa, e emeanada Exposicao Normal de Havana, Impertan,
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melbores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duquedo Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz I, Madei-
raSecca.Malvazia fina a 16,ooo, 15,ooo,
12,ooo e lo,ooo a caixa cora 1 duzia e9oo,
l.ooo e l,5oors. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qualidade a 16,ooo
a duziae l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as raeias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oors.
' Cartes com bolo francez muito proprios pa-
Que esto a venda, na !ej... e armaren-; .ia Arara.
segUintt i ru* da 'mperalriz n. 56, Lourroro IVreira Ht-
, des Guimaiaes.
LAZIMIAS A 240 Hs. !
LAZIMIAS A 240 R.- I !
LAZlMIAS A 2iO Ib. I t t
I Ha un grande ini.i. nio ii lmina rbinen*,
chegadas pelo i>liin> mmt, hmJo fai.n.l qne
(](!.(>f|l;CI llij- VrluV .1 ifO If., .-I;, \rlP?MMfc.
na kija da Arara pt-k-diaiMMu rn de Or-
! o ruvado.
MADAI'OI.O COM SI JARDAS A 4*5M) \ > <
I MAIlAl'OI.A COS M JARIMS A ?
Vende-se madapilo com 21 jardas e ^aiu.a>-
dore qn.- inn SO varar, irlo tralo irrcn de
4*500, 5*000. '{000 e t:*5oo
BRETANIIA DE BOLO COM 10 VAHJS
A 2*J00.
Vende-se breanha de rolo a 'SU) a aam *
Mendos Gllmaiirs.
MADArOLO EXKFSTAHOA 3*000. :,UO
E MOOO.
M.APAPOLAO ENKESTAPOA 3*flO :
E 4*000.
\enrese rnadaol3n 'i.Mado wl o Unto
prS| ^*B00e |,.a
COLCHAS |),\.MASC.\I'AS M PI'STAO
Veiiile-se as mais rr.n>ierna. r<.'r|,a. -
Um!. leoda aa nu a SfHO, i ,, -A
f'frcc, dllis de damaC( a llCOtf, ,.
tyth e 1*900, i>U> >6 r.r :.,.:...
matem da Arara n. ;-C, M>m;. <.
(HITAS PRANCEZAS A SM. 2C0 |
CHITAS FiiAMK/.AS A 210. 3*0
To Hs. O INVADO.
CHITAS IXGU'ZAS A OO E -;. |{-. 1
Vwide-se eanibri.fa r-raneas de r 1
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas porliiguezas ja preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Avellas a 240 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas de todo; os l-
mannos,
dem idem em potes de todos os tamanhos.
dem idem em bocetas de todos os tama-
nhos.
dem idem em frascos de todos os tama-
nhos.
Azeite doce de primeira qualidade a 360 rs.
a garrafa.
Amos a 200 rs. 0 moloo.
Absyntho a 2J0OO a garrafa.

BOLACHINHAS do Beato Antonio em latas
grandes e pequeas,
dem do Principe Alberto a 23000 a lata, e
de cinco para cima a 13800.
dem de so Ja em latas grandes a 23000 e
de cinco pan cima a 13800.
Biscoitos inglezes de todas as qualidades a
13200,13250 e13300.
Bolo francez em eaixiobas a 300 rs. cada
urna.
Batatas inglezas.
Banha de porco refinada.
C
CHOCOLATE francez a 700 e 800 rs. a li-
bra, e em porco a 600 e 700 rs.
dem suisso a 13 a libra,
dem de musgo a 13500 a libra.
Ciiouuicas muito novas a 800 rs. a libra.
Caf a'240 e 260 rs. a libra, e em porco
se far abatimento.
Idera de primeira qualidade a 73000 a ar-
roba.
Conservas em frascos a 320 rs. cada um,
sio muilo novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Charope de grosella, orchata, etc., etc.
Chicaras e pires a 13800 a duzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
a garrafa, e cm duzia se faz grande aba-
timento.
tdem Victoria Bas tres X e deoulras marcas.
Charutos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'llavana, Exposicao,
Flor do Brasd, Parisienses, Delicias, Gua-
sbaras, Trovadores, Kegalia, Mississipes,
Panetellos. Aprariveis, Varetas, Brasilei-
ros. Americanos, Fluminenses.
C11A de todas as qualidades e de todos os
precos, hysson, huxim, aljfar, preto, e
preto ponta branca, etc., etc., a 23000,
232 O,23500e23800.
Copos lisos de lodos os tamanhos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 23500, 33500, 43 e 53.
Clices de todos os tamanhos.
Cognac superior a 13 e 13500 rs. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco macinhos.
I
Feijao verde muilo superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,000 e 5,5oo
rs. a duzia.
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,000 rs.
Passas de carnada a 8,000 a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Letria a 400 rs. a libra
.U
MANTEIGA ingleza e franceza de primeira
qualidade a 13, 13120 e 13280, em bar- Idem.dem para v.nho a 24ors.,e 2,4oo rs.
ril se faz grande abatimento; a que ven- .a <,uz'a\. rw.
demos por 13280 a liba, vende-se em Chocolate francez uespanhol e su.sso a 9oo,
M^^^^Z^tbS; Esperm^cete superior a 600 e 64o rs. a li- Milo de amendoas a 5oo rs.
SSS SSSS 320 n a libra bra e em caixa se faz abatimento. Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Joao
Masa d^ toJte a 6( O rs a lata Peixe em posta em latas hermticamente la- de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
Mostarda ingleza a 800 rs.' o frasco. cradas e das melhores qualidades de pei- \ bras por 2,5oo rs.
Moliio inglez de todas as qualidades. 800,1,00o e 1,2oo rs.
MauHimirvn vpnladeim de /ara a Vinho Rordeaux das marcas mais acredita- lampa do mesmo, a 135oo.
mu fin? !^inS l amarella a das que vem ao nosso mercado a 7;ooo e' Ameixas franc zas em caixinhas de diversos, Azeitonas de Rivas em ancoretas grandes de
M7r "" C SSSS S.oo'o a caixae64o e Too ris a gar- tamanhos ~*"*!?2Z
3-30q rafa. xa exterior, a l,4oa, l.ooo, l,8ooe 2,000
Miiwr niinm p alnista spndo mais de 8 li- Genebra de Hollanda a 48o rs.a botija de cada urna.
lvon ,a'piStai e coma certa. Azeitedoce refinado hespanholou portuguez
^ Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,800 a 9oo rs. a garrafa e 10:000 a caixa.
Ameixas francezas em fiasco de vidro com
Londrinos, Goanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,000,
6,000 e 7,000a caixa ou em neias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilhasdellavana, intervallos. Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a2,ooo,2,5oo e
3,ooo a caixa.
ognac inglez das melhores narcos, a 800 e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,000 a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8ooo cento e l,2oosolas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Toucinlio de Lisboa muito novo a 32o rs. a
libra e 8,5oo a arroba.
Banba de porco refinada a 05o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentemente tem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito propiias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
I Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a relalho, a vista se
far o preco.
a p'.a. lamlern la dri praad* minnrj- r;
,'/liJ">i'SM (|n'" ** ai*..
>*> ('* v -'i 1 ra.
CHALES V?. HERRIOJ 9cM.
I.fpons deraaabraia ttm barra terdjri <.*><>
a du/ia, ditos ne din braaea a < s*iOo a dw-
zi, :6 alindes Gemaiir*.
ai^AS 1 E BKIU l'EURlo.
\Mide-se ia!ia dr. Inm ce 10; -'.'
2*U.0e 4*0(0, da< ft airean a ?,V yTidH
5ii!iinai(iifs de r.jus, w.nde>e Mi
dilcv (roMlenaple preto, rapa i.i,;- ,.
far prer-c.
I'ALITO'S DE ALPACA IIRA.M A i ',.:
' PALITOS l.E lll-.IJI DE UlfHO ?*I
Enirtn.eos U-i.-ianules a M r>. ti,- -
a t, dloin hatwdoa |wo rii m
ROUPAS FFIT/8.
P.Ol'PAS PEITAS.
,. hOFAX IKiTAS*
\mdem-se um tvuimwhi de un;,-;,
lod;-..- a- qualidade?, <;i,e a vi-i.-.-. ,. rg
ouin.s nwias mais lercaH (; ,:
anniniriar, rna r!.-, In 1, iair;?. n. H, Mi Ki tw-
8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
t,5oo cada urna ancorela.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,000 e 3,6oo a garrafa, f
NOZES a 120 rs. a libra.
Naros era latas a 800 rs.
O
Ostras inglezas e americanas.
1
e C>io rs. 0 frasco.
Genebra de laranja verdadeira
I Batatas muito novas a 80 rs. a libra e2,5oo 24,000 e 26,oon o gigo.
em frascos i o gigo com 3'> libras.
75o rs. o frasco e
grandes a l,oooell,000rs.a frasqueira.;Conservas inglezas a
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. ali-, 8,5oo a duzia.
bra e 8,5oo rs. a arroba. : Vassouras de escova para esfregar casa a
PEIXE em posta, latas g.mides, a 13c 00, de | Caf do Cari muito superior a 24o rs. a li- 4oo rs
todas as qualidades, como sejam savel,! bra e 7,5oo rs. a arroba. Nozes mn.to novas a 1 fio rs. a libra,
goras corvina, pargr, salmo, pescado e'Arroz do Maraulio de Ia qualidade a loo.; Molho inglez em garrafa de virlro com rolha
pescadinlia, linguado, sardinha. etc., etc.,! rs- a '"bra e 2,800 a arroba.
Peras em latas, excellente preparaco.
Palitos para denies a 120 rs. o maco muito
grande.
Passas em quarto a 13400.
dem muito novas a 400 rs. ;i libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
dem da India a loo rs.
arroba.
dem de Java a 80 rs. a libra e 2,ioo a ar-
roba.
QUEIJOS flamengos.
dem prato a 800 rs. a libra,
dem suissos a 800 rs. a libra,
dem londrinos a 800 rs. a libra.
Quartinhas ou MORiNQES a 63, 83 e 103
par.
II
RAPE' Meuron a 13 a libra,
dem Princeza do Rio a 13200 a libra,
dem francez a 23500 a libra.
a
SABO massa a 160 rs. a libra, em caixa se
faz abatimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 29.
Sardinhas de Nantes de todos os fabricantes.
dem de Setubal em latas mnito grandes a Gimas de penaas deaco, fazendasuperior a 500rs.
Duzias de raeias eruas encorpadas para humem a
do mesmo, a i6o rs.
a libra e 2,8oo a \ Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada a
4oo rs. o frasco.
Lentilhas francezas. excellente legume para
sopa, a 2oo rs. a libra.
de Zara propriamente
13 a garrafa e 11 ,ooo a duzia.
Palitos de dente a 14o rs. o maco.
Paincoe alpista a lio rs. a libra e l.ooo a
arroba.
Massa de tomatesde superior qualidade a 64o ] Marrasqnin
rs. a lata de urna libra c56o rs. a reta-
Iho.
dito a
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figosemsextinhas a 8o rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para ronpa suja, grandes e peque-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 6io rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia ecereja, a 8oo
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa a l,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a i,8oo rs. a caada
e640 rs. agarrafa.
Vinagre branco j engarrafado a ooo rs. a
garrafa.

PILIX.%*
?aMonrBa
DO
DR. AYER.
III VAL
SEM SEGIIXIM
Ra do Queiiuado us. 49 eftft.
Loniioa a veuder lodas as miudezas que abaiso
declara por pre^s admiraveis.
Massos de palitos lixados para denles a 100 rs.
Espelhos de molduras dnuradas a 200,240 e 320 rs.
lionels de oliado para meninos a 1*000.
Ditos de couru superior fazenda a 1*500.
P'rascos eom superior lima rocha a 240 rs.
Meindas de hntia froxa para bordado a 20 e 60 rs.
Babado do Porto, fazenda boa, vara a 80, 100 e
140 rs.
Varas de fran)a branca eslreita a 40 rs.
Caixas rom 100 envelopes, fazenda flna a 600 rs.
Azeite doce refinadoem pequeas latas a 560 rs,
da Liga.
a garrafa : no graude armazem
Saceos de 80,100 e 120 libras a 43,43500 e 53
no grande armazem da Liga.
720 rs.
Stearinas a 600 rs. o maco.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
V
VINHOS
l
Principe Alberto, de 1831, a
rafa ; d vida aos velhos.
DOCES de lodas as qualidades : brasileiros, Ve,|l0 S(JCC0 a 2(J a garrafa.
portuguezes, inglezes, francezes, etc. etc. Lr,grjmas o Douro a 13500 a garrafa.
:i*ooo.
Grozas de boloes madreperola finos a 500 e
e 640 rs.
I Caixas com 50 novellos de "liona do gaz a 700 e
900 rs.
; Caixas com superiores obreiasde cola a 40 e 80 rs.
Pecas de fita branca elstica com 9 varas a 280 rs.
Varas de franja de la para cnfeiies de vestidos a'
! 40 rs.
\ Barallios dourados superiores qualidades a 400
i Novellos de liona com 400 jardas a 80 rs.
;Li*ros para assentos de roupa lavada a 100 rs.
53OOO a gar- Pares de boloes para panno, fazenda rica a 120 rs.
; Tesooras para costuras superiores qualidades a
400 e i*.
Caixas de pennas de calligrapliia, fazenda boa a
1*000.
Madapolao muito fino com pequea toque de avada, per preco que admira : na
is columnas na ra do Crespo a. 13, de Antonio Correa de Vasconcellos & C.
loja

Nao ha necessidade 1. $?-
ral em i< los os pmaa rio re 1
de um fio (avie .;:>
mesmo lempo innoce::!' :!.c;,
e di^no de toda a tt>ntlnir;
As pilulas que on tabfW.
mos ao publico arteri -I m tfUtk
condicot:-: pois pdem ser lo-
madas pelas pessoas rr '.pos
sem perigo algum. rih
sua composioao Beituri itar:
outro ingrediente MCr< an-
de, mas sendo conposto de -
vegetaes mui fortes, .--o :,-.riir
efJBcienles e activas para purificar M p.
mais robustos.
Lilas pilulas exploraa e bvt ..
a extensao do canal alimenticio, g .',". ifi f
a todas as partes do urganisini, .
sua aceito viciada e fazendo nwdjuraa SM
vilalidadc.
Um remedio inestimavel nain ... t
cabera nervosa, tnxaqwtM, friae i* uth
tri, lieiiiorrhoidas. mletUtu u /,' /-
bre (faslro-iicpaiiin, e lodas /;/-,: />.
biliosas que leim sua origen* << entorpccr-
mento do figailo que causa a esca.-izda
bilis na inflanim.icao dVsie orgao'qi;i pr-
duz derramametito da bilis no a em um desarranjo geral dos ergios !ige-
tivos.
A ictericia
produzida pela absMprfio da kUk rv
sangue, dando pclle e aos idhos uina fr
amarellenta ; niio smente km por
si, pormcondii/. aos mais serios soiiiiiner-
tos.
Para cura-la loma-so de 1 5 pilir-i* l#-
das as nanbias, islo bstanle para n.ftet-
0 ventre somonte al que se re*apere
Cao sa do svstema.
Mal do jif/ailn, febre gashn-h.-j hrc
diarrhea biliosa, imlifjislo, u ti rrrafM
ou tic donlcurcii.i, sn todas m!.>; qne
tem seu comeco n'um desarrarijo di biltt.
A observaro dos duelos da bM$ fax esla
vol er ao sangue, com que circula I prij
vem todo o corpo e causa estragos desas-
trosos saude e produz urna serie :nni;-
meravel tenales.
Todos estes incommodns siki cnra
as pilulas do Dr. Ayer.
Direccoes minuciosas acompanham ca ..
frasco.
Vende-se na pharmacia franceza de ".
rer & C, roa Nova n. 18.
AGENCIA CENTRA!.
15 Itera irrHa H5
rio de Ji\i:ino.
Veu>ic-s;' era Per: aal ; :o.
na
ERVILHAS seccas a 120 rs. a libra.
ervadoce a 400 rs. a libra.
Duque do Porlo verdadeiro a 23 a garrafa, i Massos com'suDeriores grampos a 30 rs
rwinnA 4. 1 lAsnn ^Pares de sai'atos de ,ran?a e ,ape,e a ,*W0, ..
uuquo .1 10 c ^V"- K__ .. i Pares de sapatos de Iranca para meninos a I*
13200 e 13500 a garrafa. |
Chamisso a l*, li>zuu e oouu a garrow. lig2go.
D. Luiz a 13 a garrafa. Caixas com superiores agulhas a 240 rs.
F i Moscatel verdadeiro de Selubal a 23 a gar- L*tm de 13a sortidas de bonitas cores a 7*000.
I f Caixas com superiores obreas de massa a 40 rs.
FARINHA SSSde81ibmparacimaal20'Carr^;l0S3 ^ ;llfJ^oraa,f,ne,esfrancm8 ^">^rieres
rs. a libra. Colares a 900 rs. a garrafa ; o nico vi-; Resmas de ppel almaco a 1*400 e 24800 ra.
dem de araruta a 320, 400, 500 e 800 T. | Que DA,je geDer por ng0 ter com- Resmas de papel de peso fino a 2*000.
. K r Escovas para roupa, fazenda boa a 720 e I*,
posicao alguma. Duzias de tesooras com toque de ferrugem a
Lanlerne a 800 rs. a garrafa. 1 eoo rs.
Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa. Duzias de facas e garfos de cabo preto a 3*000.
dem S. Julien a 600, 800 e 13 a gsrrafa. Talheres muito tloo para enancas a 210 rs,
1 Absyntho a 23 a garrafa.
Figos de comadre a 160 rs. a libra.
Feijo verde em latas a 600 rs.
Favas em latas a 600 rs.
Fumo do Rio a 500 rs. a libra,
dem americano em latas a 23-
Grande sortimento de roanas feitas de to-,
das asqualidades,
Calcas de casemira a 6* e 7*500, ditas pretas a
6* e 8*, calcas de ganga a 2* 1*800 e 1*600,
dias branr.as a 25, lirim de llnbo a 3*, 3*500 e
4*, paletots do alpaca branca a 4*500, ditos pretos
a 3* e 3*.!;00, ditos de listra de seda a 4*500, ditos sobrecasacos a 54,
p.-.iel,.!- de casemira a 5*. 5*500. C*. 8* e 9*,
ditossobrecasac.es pretos a Iz-*, 15 e 16*, ditos ti-
nos a 25*, de cores a 13*. ditos fraques a 14*,
paletots de panga a 3*, 2*500 e 2*, dils de bnm Hl .1 \0\ .4 X. !,
pardo a 3*, jaqnelCes de, brim pardo a 3*, panno acaba de receber um lindo e magnifico sorlimertu
preto fino a 2*. 2*600, 3*500 5J, 4*500 5 e 6* o | de ocelos, lelos, binculos, do ultimo e nuis
covado, moreanlique preto a 2*600 o covado, gros-' apurado posto da Europa,
deoaple preto a 1*500, 1*800, 24, 2*200 e 2*500 -.
o covado ; e oulras muis mais fazenda- qne se "'
deixa de annnnciar, e manda-se levar pelos caixei-
ros da loja da arara casa dos pretendentes. O
Francisco Jos Germano
de Xossa Senhora do
Carme e de Sanl" inna. .
Vr-nd'-se na rna do imperador n. 15. nffleina
e tabelecimento est aberto al as'9 horas da noite, de encadernacao : o offleio, salve e versos, nove
ra ra Imperatiiz n. 'G. Mcudes CciimnrSes.
Farello ha sempre em deposito de 500 a, Kirsch a 23 a garrafa.
800 saceos, de todas as qualidades, de to-| Wermoulh a 23, e a caixa a 183-
dos os lmannos e de todos os precos. Bilter Maurer a 3 a garrafa,
CEBLAS
Chegaramos superiores
cortes de seda
. porcao se fara alguma ditTeren?a : no armazem
guperiores curtes de seda de cor, vindos peto viuva pao|, Lopes, na escadinha da alfandega.
francez : na loja das columnas a roa
INSTRUMENTOS.
Fazendas boas e baratas
AlgodSozinho bom e bmpo a 53 a peca,
lazinhas de quadrinbos e flores muito bo-
nitas pira vestidos de senhoras e meninas a
rtV/'^M nrtat em frente th i- 2l e 20 rs" covado',irins (le ,inll com
as seis ponas em fi eme ao li a,gum loque de ava a a 30 rs chi,as |ar.
gas e escuras de cores fixas a 240 rs. o co-
vado e oulras muilas fazendas a maior par-
le de las do uso domestico, cujas fazendas
ultimo vapor ..
do Crespo n. 13, de Antonio Correa de Vascon-
eellos 4 C.___________________________
' Vende-se am carro de carregar gneros da
alfandega, com uta, e todos os oertences de ontro
igual, ludo por preco rauto commodo : a tratar
no pateo de S. Pedro n. 4.
vnitnenVt
Ven 'em-se chitas francezas escuras e bons pan-
* 5 S.1 STA"! coS.VS,rKf,d.e
[ 2*400 a peca, corles de casemira de cor escura a
14*, baldes de arcos a 3*. 3300 e 4*, e muitas
outras fezeddas por baratsimos presos, e de ludo
se dSo amostras; cambraia para forro a 2*000 a
Vende-se por baixo preco, e anda em perfeito
estado, um instrumental completo, ou cada instru-
mento por si; a tratar na ra do Imperador n. 12.
pega
Vende-se urna taberna na rna do Cordonlz n-
7, livre e desombaracada : qaem pretender dirija
se a mesma, que achara com qu.'tr tratar.
PHARIYIACIE FRA
oeP. MAURER &C.
RA NOVA NMH
&N

-
...
-
&
4&#
. ov-E0 r
FIGADOdeBACALHAU
^
w
'9
Vende-se nm pequeo deposito de massas
quem pretender dirija-se a roa do Aragao n. 45.
na e salve de Nossa Senhora do Car mi, tres fo-
Ihetos por 500 rs.,e a novena de Sant'Anna por
320 rs.___________________________
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualnUde a
li.4 a lata : nos armazensda ruado Im-
perador d.16 e roa do Trapiche Novon.8.
Farinha.
Vende se farinha de mandioca mnito nova, sac-
eos grandes a 4* : no armazem de farinha da pru-
na
ra da Madre de Dos ns. 5 e 9.
estaro exposlas aos compradores desde as te nova dos Srs. Tasso lrmaos, para porcSes,
7 horas da manhaa as 9 da noite : na ra
da Imperatriz n. 20, loja, dando-se amos-
tras de lodas a quem nao poder vir na dita
loja.
TaSso Irmos
vendem gesso em p para estuque de casas, lijlos
finos de feitio diversos para ladrilho, azuleos da
diversos goslos, fijlos vidrados para parede de cof
zinha, canos de barro para esgoto, cemento era
barris de 10 arrobas.
P eo processo de Cberritr, pharBarraiirc e
Pars, ra do Fanbaurg iHlnarie 21.
Este oleo de um cheiro agradnrrl. < .//
um saborassucarado o nnico t\ae n" he
nem o gosto, nem o cheiro do JMtt.
jecto de numerosos re!:.tonos KMMifecai t
mdicos, este medicatxtnle que gota en
Franca de um successo lo rnm come bmi
merecido, rectitndo mwmmto (Uf
principan mdicos dos lutfilmn > i
O oleo BE ficado 11: iiai:.\i.ii.v" r.F.srrrrrTA-
do KKHiacixoso euiprega-so n ni os n-s:. res
successos ruis moiostias eni que se ef-rfu
o oleo quaudosfio acoippprbrdas de dri
dade e aloma.
Deposito geral em Pen-rnl-rn. rr,a
Cruzn.22,em casa de Car s Nrbesa
AtteiicHo.
Vende-se o deposito da tui Noa n. *', l.e
afreguezado e bem surtido : a irar li uu te l+-
vramento n. 34.

mm


Diaria de Pernaiharo Segunda flra 1 de Agosto de 186*
G3 3I
GEN R0SBAR1T0SADINHEIR0
NOS
GUINDES kUmm DE NOLIUDOS
DE I
i
DUARTE
Paleo do Carato u. 9 armazciu Progrcssivo roa do Queimado n. 7
Uiiio e Coinmercio ra do Imperador n. 40,
esvJi Principal arraazem de moldados. _
OH PROPRIETiRIOS.
Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especialidade aos senhores de en-
senhos, hvradoreseinaispessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
beraran! os proprietarios dos tres grandes rmaseos, reunir todo> os seus estabeleoi-
inenlos em un s annuncio, pelo qual o prego de um ser de todos, promette-
inos que nao infringiremos a tabella que abaixo val publicado, annunciar os geieros
por um preco, e na oecasio da compra quererem por outro, como socede constante-
tr.Mile em outras muilas casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar isto
ainda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
ser o tam em servidos como viessem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar seus
pedidos em cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo nos urna conta
pela qual se ver os precos tal qual animtieiarmo3, o que seno arrepender pessoa
alguraa que fizer sua despenca em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
5 por cto na sua despeza diaria.
Manteiga ingleza perfe llmente flor chegada dem com 4 a 5 ditas a 3#200.
ltimamente no vapor Saladim, de 1$ dem vasios de todos os tamanbos a 2#000,
a 1j51S!0 a libra e em barrillera abati- 1(5500,800 e t>40 rs.
ment. Queijos d 2#300 a 5300 os mais frescos,
dem fianceza muito n)\a a 1$ a libra, e Vinagre puro de Lisboa a 280 a garrafa e
em barril ter abatimento. 2^000 a caada.
Bania de poreo refinada a 610 a libra e em dem mais baixo a 200 rs. a garrafa e l#40O
barril lera abatimento.
Cha uxim de superior qualidade a 201500.
dem penda miudinho a 2(5700
dem iwsson especial qualidade de 2?500 a
23 dem preto muilo especial a 2)5000 e 25iOO
a libra.
Idem 3o ttio em latas de 4#O00 e a 800 a
libra.
Latas com biscouto de todas as qualidades
a 15200.
dem da creditada fabrica de Biato Antonio
3NB>4&<
ffi
AURORA BRILHNTE
I chapes arnizens
IMOLHADO
Largo da Santal!
Cruz n. 84, es-Sg
(quina da ra doHE
lebo.
VIMOS
1 ESPfiCJLftJBS gW
Largo da Santa!
^Gruz n. 84, es-:
juina da ra
O

O
r
2
DE
Df3<.
proveitar o ^HIir*m"W a despezas do estabelecimento por isso deixe se a-
' tute s freguezes fazer toda a dili8encia. Bn> de servir bem os seo cons-
La tas
a735o8 'braS dechour,Cas muito novas,
2? Tp!lxe Btr.
15400 '' a 15000' 1*280e
a caada.
Azeite doce de Lisboa muito fino a 6O0 rs.
a garrafa e 44(1500 a caada,
Toucinho de Lisboa novo e muito alto a 400
a libra, e em barril de 5 arrobas a
105500 a arroba.
Ceneja Bass do fabricante Shlers & Bell a
(5/5500 a dazia e 040 a garrafa,
dem Bass do fabricante T. F. Asnea 63000
a duzia e 5(54) a garrafa,
dem marca H Vicoria Alsope e outrds
muilas nucas a 5<> a duzia e 500 rs. a!
(Lisboa) proprias para dar a doentes a
2-5 o 31 a lata.
Bolaxioha ingleza muito aova a 35500 a bar-
i ;a e a 240 rs. a libra.
L itas com bolaxinha de -oda e oval a 2.
Pregunto inglez para fiambre chegado no Sabo ingle/, superior
ultimo vapora SuO rs. a libra. 160 rs. em caixa.
b lricos e paios maito novos a 900 rs.
a I i ira.
Caixas com macarrio Uibarim muito novo a
55000 e 320 a libra.
Aleiria branca e amarelli a 500 a libra.
Choc date portaguez de. especial qualidade a
800 a libra,
dem suisso de 8?-0 a 10000 a libra.
dem iiespaniol. verdadeiro a 13O0O a libra
que j vendemos a ljlOO.
Doce da casca de goiaba em caixes de 4 e
meia libras seguro a I#800,
dem em caixes pequeos a 700 rs. e de
") para cima a i.'VO.
dem sceo em bocelas ricamente enfeitadas,
cooteodo pera, pes go, ameixa, rainlia.
1 atrs fratasa 3*000 cada urna.
IId D em calda e:n latas feixadas liermetica-
tnente mai.'o bem enfeitadas, cooteodo,
ra, pesego, ameixas outras frutas a
:') e 700 a lata, t-iiiibem temos lata;
grandes a 1(5200.
M melada dos melhores fabricantes, em la-
iis de 20000 a Id200.
Id .. em latas de I ([libra a 15.
Id em nas de 1 libra a >>10 rs.
v has fin latas chegadas ueste ultimo va-
por a 700 e de 5" para rima a (540 rs.
F i verde oa carrapato em latas j pre-
I rado a (540 rs.
A ixas em frascos de vi 1ro a 10500.
o m em caixiabas ricamente enfeitadas de
00 a :::d.).
'., vas Mexide muito novas a 700 rs. o
ISCO.
1 de ceblas simples a 700 rs.
y io iiiglez a 04'' rs. o frasco com rolba
de vi Iro.
M istarda em p a 700 rs. u frasco,
j preparada a 320 rs.
> c 'in massa de tomate de 1 libra a
' rs.
. em latas de 1 \\ libia a 900 rs.
- im garrafas vindos do Porto, Madei-
ra Secca, Duque do Porto, Duque Semi-
no, CascavaaSj Mara Pa, D. Luiz, Pe-
dio V, Velbo Secco, Ligrimas Doces, La-
grimas do Douro, e outras muitas marcas
a 15 a garrafa e 9-> a 125 a duzia.
idem Palmella a 15 a garrafa e 115000 a
duiia.
dem em pipa de todas as marcas Porto,
Figueira e Lisboa a 400 e 500 rs. a gar-
rafa e 25800 a 35500 a caada.
dem em ancoretas e 8 a 9 caadas com su-
perior vinho Lisboa e Figueira a 245 a
m -"reta.
dem 'ortico especial qualidade proprio para
isa a 560 rs. a garrafa e 45 a caada.
Idei i mais baixo a iO rs a garrafa e 35500
i casada.
dem do Porto especial qu didade a 800 rs.
a garrafa e 55500 a caada.
id m B irdeaax em caigas a 70 e 700 rs. a
garrafa.
Cbampaoba a melnor do mercado vinda de
n issa encoramenda a 305 o gigo.
. rnais baixa' de 185 a 200 e 10500 e
3j a garrafa.
Li .es pirtiwaezes e fcancezes a 10000 e
; 506 a garrafa.
Ma; isqiiino de Zara, verdadekoa 10^)0 a
i afa.
l, ,;s abaixo a 800 rs. a garrafa,
lien lira de larBja verladefa a 145 a du-
15o frasco.
dem de Hollanda verdadeira a 65 a fras-
q im e 608 o frasco.
i! un de IIambur:o a 5*500 a frasqueira.
dem em botigas de Hollanda a 400 e 440
rs. o frasco.
(,.:. ifdes oon geneora de Hollanda com 24
g .rafas a 85. com gamftp.
dem com 14 a 15 garrafas a 65-
garrata.
Sabo primeira qualidade a 220 rs. a libra i
e 2U' em caixa.
dem segunda qualidade a 200 rs. a libra 8
180 rs em caixa.
a 180 rs. a libra e!
Caf primeira e segunda sorte a 75000,'
70500 e 85 a arroba, e de 240 a 280 rs. i
a libra.
Arroz do MaraahSo 35200 a arroba e 100
rs. a libra.
dem da India a 20(500, 25800 e 100 rs. a
libra. i
Charutos Normas de Havana a 50500 a cai-
xa, de Simas yjos Ftirlado).
dem Londrinos a 55, idem.
dem Parasienses a 40500.
dem Delicias a 10500.
dem Travista do Rio a 35500.
dem varetas de Manoel Peixoto da Silva
Netto a 35500 e I5<00 a ineia caixa.
dem suspiros do mesmo fabricante a 10300
a meia caixa e 50208 a caixa.
dem mece pos a 10700 a meia caixa e
35000 a caixa do mesmo fabricante,
dem orientaos do mesmo a 10800 a meia
caixa e 30400 a caixa.
dem jovens de Castanlio & Filho a 20400
a caixa.
dem suspiros do mesmo a 15*00 a meia
caixa, e outras muitas marcas de fabrican-
tes.
Passas muito aovas a 15300 o quarto e 55
a caixa de urna arroba bespanholae 320:
a libra.
Yermte bebida para abrir a disposicao de
comer a 10500 a garrafa e 145000 a1
caixa.
Alpista muito novo a 30800 arroba e 140
a libra.
Painco a 10000 arroba e 1 iO a libra.
Peixe em latas j preparado a 10200 a lata,
e em porcSo 15000.
Sardinbas de Nantes a 400 a lata.
Tijollo para limpar facas a 100 rs.
Esparmacete a (500 a libra e em> caixa a
380.
Vellas de carnauba a 12 e 1O0OOG'a arroba:
e 300 a 440 rs a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas em anco-;
retas grandes a 10800 e a 400 rs. a gar-l
rafa.
Balaios do Porto muito grandes- proprios j
para guardar roupa suja a 20500, 300001
e 40000
Batatas em gigos de 35 libras muito novas a i
800, ea40rs. a libra.
Gomma em paneiros a 40000 arroba e 140
a libra.
Farinda do Maranho muito alva e nova a
240 a libra.
Sdvadinha de Fran?a para sopa a 200 a li-
bra.
Sevada muito nova a 140 a libra e- 40000
arroba.
Caixas com estrelinba, rodinha e pevide a
4u0 a libra. i
Alhos em canastras muito novos e mauneas
grandes a 180 e 20O rs. cada urna.
Canella muito nova a 10000.
Gravo muito novo a KOO.
Cominho idem a 320.
Ervadoce idem a 40O.
Alfazema flor a 240.
Amendoas a 400 a libra.
Nozes muito novos a 160 a libra.
Papel areve a 45200 a resma,
dem iizo a 40000.
dem de pezo a 30000.
Idem de embrulho marca grande a 10200 e
10300.
dem azul para botica a 20000.
Copos lapidados a 50500 e 500 cada um.
Palitos de dentes, macos grandes a 120 [e
16'J cada um.
Fumo americano de chapa, de superior
qualidade a 15500 a libra, em por(#oter
abatimento.
Si^
mS^?a^Kensopadas'a720rs-
ln\T,lC,T am,5Xa,S a ,52' 'JO e 3*300.
KTi'Tmi**d0afamad0 ,abricaDle
kDitascom massa ie tmale, a 300 rs
' Se7fl'leC0mad^e D0V0S'"a *.
\DlUm ,olacninha de soda m'to novas, a
rfssst'wSst'iD6iezes de mu,tasfiua-
Ghoeohte.
Caumhas com ameijas enfeitadas proprias
para m.mo a ijmo, ?W00 e 3?00.
f S5'iSgflror rauit0 D0V0-a libra de
^""^.'Ihariam ealetria amarella, a libra
Pito dito dita branca, a libra a 400 rs
^"^^Soa'pevide'eoQ,rasma8-
Ditas dila em libras a 610 rs
[Sagit,"a libra a 360 rs.
{Sevadmha para sopa a libra, a SiO rs.
Ervilhas seccas, a libra a 160 rs.
jDitas descascadas, a libra a 200 rs.
Mapioca muito nova, a libra a 280 rs.
'Fannha de araruta verdadeira, a
500 rs.
5Arar27A^0 Maranho, em sacco
25t00 e a libra a 80 rs.
tDito da India e Java, a arroba a 33200 e a I i
bra a 100 rs.
Tr"Cah|?hrt Sba 3 9*300 a arrobft 8 a **>' Castanhns novr.s vTndaseVte vapor,
H&* *. bal^00Oeali,^,;l,'r:,.
Molhos com tj ceblas grandes a Jc^80 Rarris cora azeitonas novas a 13300
^nr^ ranee. ca'" com' 2 duzias a j ^ |li"- t9yon
7*000. i :,fanteiga superior, a libra a !3:>W.
Frascos com mostarda preparada em vinagre,; Rita mais abaixo a 15200.
a *00 rs. Fita menos superior a 13.
Ditosirorn conservas inglezas e fraacezas, a
640 q 800 rs.
Ditos com sal refinado fino, a GiO e a 300 rs.
scom a vrrdadeira genebra delaranja, a
Vinho verde superior.
A caada a 30000 e a garrafa a 400 rs.
Gomma.
Saccas de 4 arrobas, a Terdadeira de t
engommar, a arroba a 30000 e a libra
120 rs.
Sabo massa, a libra a 200, 240 s 280 rs.
Farinha.
Saccasgrandes com farinha de Goianna mni-|X> \
to nova, a 33000. Sr j
Caire. Jk. :
Caf do Rio muito superior, a arroba a 80, ^' <
83300 e 90000. 3
Cb. qb
Ch.teraos nestes gneros o m ilhor possivel,^;
hyson, a libra a 23(100.
Dito perola a 33000.
Diio nxim a 23700.
Dito hvson milito fino a 20800.
Dito redondo a 25300. H
Dito preto de primeira i}flidade a 20500. St
Dilo mais baixo a 23000 8 13600.
Erva mate. c$
Excellente chmedicinal. a libra a 240 rs. ^
Espfirmaeele.
O raasso com 6 vellas de espermacete a 600, ^
640 e 720 rs. '4S
Passas.
Caixas de 15 e 8 libras de p-assas novas ptO-*
prias para mimos a 45 o 23300.
No7.es.
Nozes, a libra 160 rs. e arroba a 40009.
ljf)P3 a i Alpista r painfo.
Alpista e paiaco, a arroba 40000 e a libra a(-r;
a arroba a I 16rs- %
Cartas.
Cartas finas para jogar, a duzia a 23500.
Castanhas.
airo-
AZEVEDO FLORES
Ra da Ca'leia do !ecife, esquina da ladre i
BAIiOES
Os ricos bales de arcos de 30> 40 e 50
Baloes de arcos para meninas de 2 a 12 annos a 20 e 20500.
Baloes de panno para meninas a 30 e 30500,
Chapeos de Bol.
Os afamados e bem conbecidos chapos de sol com 12 asteas a 80.
Ditos maiores com 16 asteas a 120.
Tapetes.
Grandes e pequeos tapetes co n ricas estampas para sof.
Chitas.
Chitas largas a 240 rs. o covado.
: dem escuras finas a 320 rs. o covado.
Camisas.
Superiores camisas a 2.^500.
Camisas com peito de Ha muilas outras qualidades com peito de esguio.
Caseaniras.
As modernas casemiras de quadros, chegaram.
lloiipa cita.
Ha completo sorlimento de casemiras, de brim branco e de c->es
CoHeirlnho*.
Chegou nova remessa decolleirinhos de papel de coros IvaMM.
Tambem ha completo sortimento dos de esguio.
Cateas.
Calc-as de superior brim pardo a 2>50O.
Cambrala branca.
Superiores cambraias brancas a 50 e 70 a peca.
" Cambraia branca para forro a 320 e 400 rs. a vara.
Las.
Las de bonitas cores a 4tO rs. ao covado.
dem para luto a 560 rs, ao covado.
A Todas as semanas reformamos o nosso annuncio, annuncimdo ao pMH
fazendas e novos precos e n3o como muilas pessoas toppQa stnapre ser as aw
sendas.
ILlrSUUlal t.
trxbxlhAT a no
desca>ear algode
para
NMBAMI
Hollanda verdadeira,a
15000.
[Ditos de2 garrafas d
640 rs.
Botijas cora dita propria para negocio, a
f 400 rs.
fGarrafoes com 2 galoes com dita, a C-3.
iServeja boa, marca, a 300 rs. a garrafa, e a
duzia a 6.5OOO.
'Vinho mscate I de Setubal, a garrafa a 13.
Marrasqnmho verdadeiro, frascos a 80C rs. e
a 13200.
[Champagne, a duzia 203000, e a garrafa a
, 25000.
bAzeite refinado portngtiez e francez,a garrafa
5 a 13000.
Caixa de vinho Bord-vmx milito superior, a
> 73, 83, 9-5 e 103 a caixa.
JDitas com dito branco, a 73 a caixa.
.Ditas com dito lasrimas do Douro verdadeiro.
\ a 203.
'Ditas cora duque do Porto verdr.<5etro,"a
. 1800001
{Ditas com chamisso superior,^!43.
Ditas com Porto velho e outr muitas mar-
cas, a '585-
jVinho do-Porto da pipa, a garrafa a 540, 720
f e 800 rs.
Dito de Lisboa muio bom, a caada a 33200,
{ 335O0.e 43, e a garrafa a 300 e 5SO rs.
Dito da Figueira, das seguintes marcas (N.)
(J. A. A.) (J. L. r,.) (O. M.) a caada a
> 43300; e a garrafa a 560 e 640 rs., desle
} que j est engarrafado e lacrado eom o
' roiulodoarmazem.
LDitos de marcas mais desconhecida, a cana-
i da a 30300 e 43000, e a garrafa a 480 e
520. rs.
. Vinho branco fina, agarrafa a 649s.
Dito de caj muito superior, a garrafa a
> 800 rs.
Dita franceza nova, a libra a 880
DMa dita em barris e meios dito*,, a libra *c
350 rs.
Dita para tempero a 400 rs. ;
Queijos. A
Queijos novos vindos neste vapor a 208001C
33000.
Ditos londrinos muito novos, a libra
13000.
Papel.
Papel almaco pautado, a resma a.43R00.
Dito dito Iizo de linho, a resma a 43500.
Dito de peso I iro e pautado, a resma
23S00.
Dito de embrulho, bom a 13 8 15200.
Viaiio Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-d!j
dera a 10500 b 25000. tm
Temperos. WM
Folhas de louro, pimenia do reiao, cominhi. "
e cravo, a libra a 400 rs. v
Velas ile carnauba. ,j/j
Massos cora 6 vgias de carnauba refinada *g
480 rs. M
Amendoas.
Aroeadoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caisoes de doce de goiaba, grandes a 104GO1
e pequeos a >iO rs.
TLjolos de Iimpsr.
Tijokis de rea.' facas a 140 rs.
Graia.
Ds'asde boi5es de raxa n. 97 a 30009* e1
de latas a 0OOO: e os boioes a 240 rs. ca-l
da um, e as-latas a 100 rs.
Charutos finas.
Charutos fine dos melhores fabricantes da,
Bahia por diversos preesfi, caixas e meiftSt
caixas.
PorPlant Brothem & C,
Chitas largas a 240 rs.
Vendem-se rhitss larga, padris esosn ci
cocezes, pe.) barato pr^o de 140 o rrra*>.
escuras e claras a 280, 30C e 3i .i* ec
lindos des.>nhos miudiobos e fr^bde- iVIn.
covado : na toja e armazern + Pavr., raa 4a fi
pertriz n. 60, de Gama \- Silva.
Aslnzichas do 'avio a 2iHlr.
VeaaohM m mais inod. MM litiaM* ir
remes de quadriDltcs e li.-lrisiu.-. r li-a-
Estas macbiaftf:com as cor,'s ">'>* uovas qu.> Wm vine a*
podemdescarorar i do' *>elt> ''aratisjnio i-reyu de r*. ta*.
^qualqner espech ,asda ne>ma faz^n.li rom [alminhas tV
S de al^odao sen : r* a>v^, '> > srande .-chrba s pan
T~ tstrar^ar o firs I,,ar res, **"* ''"da : na k;) e
sendo bstanla ^avao ^ rtJ* da Iniperatriz n. >. duaspessoaspari! ,;
otrabaiho; pd*;AslaaziaSiiw jnonimMqBf* a 2-iO, n
descaroar UI loia'ds Pafa
arroba de algo- i -BJ* u* r*,a-
dao em carocc i VeD(Ie-so pera acaUr, o re-tu ^- laazinhas me-
em 40 minutos, ?an,b"lueS ?-!" ha[o ?rero de Jj) o rovaSo, m#
ou 18 arreba: do razonda JRe -^mpre -. | >r m>vr m<
pordiaou o ar-! dinheir0 : M loP e arinazem p*o, rsa 4z
robas de algoda,- Jmp*rairii n. SO de Gama 4 Silo.
Hmpo. : Novas laazmias barikvildias 'ja
Assm como machinas para serem movidas por! vnm .. ',_";- .- _. .
aniroaes, que descarocam 18 arrobas de aleodao ,, I?mT,a# ?a,s mo'i'* M*aH t,a*H
limpo, cor da; e motores.para mover urna TluaT f'Da150' di'~ ro,>\** '*" *** fc^
. eatr tomm machia.. ^ ': '"sc Cf^afJRS,,u" t- Z$ ""* ?"-
Os mesaos lem para vonder um belliss.mo va-' y^o rafda Imeratrt? mTLSJ" *
; por que pode fazer mover seis destas machina !
'. mencionadas ; para o que convida-se ?os Srs.
; agricultores a virem ver o examma-lo, no arma-
zem do algodo, no largo da ponte nova n.47;
Saandcrs Biolrieis & G.
fifi, praea Corpo Maaato
N
HEC1FE.
Os nicos agentes ueste paiz.
Os chai* do Pato, a 2St#
e3$;>00.
Vendem-se chales de nu>rim> mee .'larTas ff
j res a 23, ditos :>s. hzenda r*nil> Saa. irsaS*
I todas as cores, sendo ..zul. branro. itre, naati I
i lo, encarnado e preto, prlo Uni:Mo pttfm
i J3500, sendo fazeBda que ymprr s-3 Tiilf a3:
' isio na luja hsmm Os Pavo, roa m laacrs-
I lnz n. 60, de Gema | Silva.
i Booilos cortos para mtido-i a 3THM
na luja do Pava,
Vendem-se ss mais bonitos cortes propon pan
vestidos, sendo transparente*, e sendofozm>ta aova
m.\ no mercado, tendo 7 Ii2 varas cula rrv. mnt
^
^
No-vidades da laja e armazn de fa-
zendas e roupas fitas n^cionaes raa
E grande quantidad de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
MIISMI3
Saccas grandes com 100 libras de farello superior a 45000 a sacca.
-A
N. 11 Una do QueimadoN. 11
LOJA DE FAZENDAS DE
Augusto Frederico dos Santos Porto.
Chegou a este e-tabelecimento um grande soriiraeuio de cortinados borda-ios para
eamas fazenda de muito gosto.
(hales de guip muito finos para 9?3, 253 e 303.
Colias de seda superiores de diversas cores para camas de noivas.
Colxas de lia e seda para cama tambem de bonitas cores.
Rotondes de guip enfeitadas cora o melhor gosto.
Setim de Paris bella fazenda e de bonitas cores para vestido a 700 rs. o covado.
Moureantlque branco e preto, grosdenaple preto ede cores, pannos pretos de lodas
as qualidades, ditos azues.
Casemira preta e de cores, merino preto, silistrina, bombazinas, alpacas pretas, e
15a pre,, para lotos.
Malas, saceos e boleas de tapete, verniz o conro de 43 a !
Brins de linho de cores finos a 13800 a vara.
Chapeos e ehapelmas de palha de Italia para senhora, manguitos bordado', chapeos
de seda para hornera, c.lni>os de sol de seda, esguio do linho, cambraia de linho, breta-
nbas, silesias e muita outras fazendas quo se veadem por commodos pregos assira como
tambem
Esteiras da India para forrar salas
a. Irmao.
Aproveitem as pechinchas
que se esto liquidando por todo preco,. vejam :
j chitas largas a 260, 280>e 300 rs., ditas percalias
! a 360, 400 e 440, cambraia organdys muito lina a
| 300 rs. o covado, e muito superior a 30; 360 e
! 400 rs.: isto s na nova loja de Galtnaries 4 Ir-
mao.
Esto ss acabando.
Laazinhas escocezasa 240,260 e 280 o covaio.
E' maito barato.
Cortes de la muito stperior com lo covados
pelo barato preco de o& e 55-jOO, isto s para aca-
bar, bretanha de rolo a 33 e 33200 a. peca, mada-
polao francez enastado a 33, 33200 '33300 e 43,
diio sera .ser enfesiado com 27 jardas a 43500, 3
e 63300, dito muiu superior Marcas muito ai-re-
dita-'as a 7.j,733i:o, 89, 93 e 105. algodo de to-
das as marcas assim como seja marca T e tarue
de vacca, sicupira e pao ferro ludo isto por pre-
eos baratissimoss para liquidar e apurar dinhei-
ro : isto s na aova loja e armazem de (iutraares
Irma, ra da Imperatriz n. 72.
Grando sortimento d babadinhos


N0V1DADB
ATTEIICAO
Vende-se o verdadeiro remedio para dores de
entes; este remedio extraordinario para fazer
pas3ar s dores de dentes logo que se tome ; costa
GiO rs : na tsberaa da ra da Palma n. 41.
Vtedem-se caixas de cigarros do estramoni-
co para qaera padece de aslhmalico, vindos de Pa-
ris no' ultimo vapor, por prego mais barato do que
em oulra qTTalquer parte : na ra da Imperatriz,
(aterre da Boa-Vista) loja rJeTrontO da matriz ou-
rasro 68.
A 40 10OO e i*50<>
Leqnes de osso, ultimo gosto, a 13-
,Ceroulas de meia a 1200.
Diltas muito finas a 13500.
So na ra da Cadeia do Recife n.'.o
Vende-se urna burra de ferro grande
em perfeito estado e por commodo proco ;
na roa do Apollo n. 80.
Farelo
a 43 a sacca, das maiores que ha : na ra larga
do Rosario n. 50, taberna da esquina.
Lagdo para calcadas.
Vende-se muito bom lagdo para calgadas ear-
mazeos chegado agora : a tratar na ra do Apollo
n.4.
e lisos, sendo fazenda que serve para as-mw a
qnalquer diver'.imento, e grande perhiBriM. pato
baratissimo preco de 33 cada rirta: M tou 4o
pavo, ra da Imperatriz n 60, de Gmh Sirva.
Criiolinas M kaldfs a 2.500. J 109
Vendem-se os melli<>rts balVs, \ar riranos, pelo baratsimos precoz *# 23500 r m
20 arcos, de 33 com 25. tmm a 33500 rmm 3*.
idem para mamas a 33500 cada jm. man e ptm-
no para senboras, por baratu praco : aa tej* O
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, > Gama \ Sirva
Os loncos do Pava* a 2t tiH.
Vendem-se duzias de lenros braaros aax a f.
ditos tiniss:mos com duas cernJura*, send* mk*
branca e uuira de cor, muil > d- lirada-, prU* bara-
tissimo preo de 25(hi a dazia : si na k* O
Pavo, ra Ja Imperainz o. 60, de (ana A 5iia.
lucos Iracws bariaM.
Vendem-se os mais ricos lengo de fil 4 ^ato>
bordados com duas palmas para ra-era, (."'o ba-
rato preco de 640 cada um : na loja 4o Pavja, raa
da Imperatriz n. 60. Panuo prei* a, dOOO.
Vende-se panno preto flrm maito .aperxz, pato
13600,
45H00,
e ntremelos pelo barato preco de 800 a 13
peca.
Lencos de cores e brancos
muito proprios para homens e meninos a
2-r. 23300 e 33 a duzia, ditos de linho a
33, oJOO e 63-
Grande sorlimento
de colxas de faslao de todas aa cores a 33500 e
63, ditas de chita a 13900 e 23, ditas de la a
13600.
E' muito barato.
Grande sortimento de soutembarques muito bem
enfeiiaJus a 53 o 33300, ditos de grosdenaple a
183 e 203, laazinhas de urna s cor a 480 o cova-
do, ditas muito propria para camisas sendo de liu-
dsimos padrosa 13 e 1$100 o covado : s na
nova loja de Guimares & Irmao, ra da Impera-
triz n. 72.
Grande sortimento
de roupas feitas que se vendem muitobaraioafflan-
gando-so que se vende por menos 20 por cento qne
em outra qualquer parte, quera duvidar veaha ver
\u nova loja de fazendas de Guimares
& Irmao.
IIua da Iniperaarlz u. 99.
! barato preco de 23 o covado, por aa ver ir;
gao : na loja do Paro. ra da Iaperaira a. a.
i
Piche da saz c verniz dogaz.
Vende-se piche do gaz, verniz do gaz o estopa
da trra : no armazem da bola amarella, no oilo
da secretarla da policia. ______
Vendem se sois predios para pagara ;nio de
dividas : sendo duas casas terrreas novas na ra
da Concordia, duas ditas na ra da Prsia do Cal-
deireiro, dnas ditas na roa do Gaz ; a tratar na
ra da Concordia n, 73,
Carrmiras rnfcstaJas a i> rrtr.
Voadem-se casemiras pretas entestadas a
i corte, cortes de ditas de cores a 53. 1I1
zenda : na loia do Pava, roa da Imaenlna a. 4%
de Gama & Silva.
Algwlimjab barata.
Vendem-si^ pecas de algoJoziah, va4>> aarra
1 com 20 varas a 03, ditas de difaraatoa arin
a 3 e 435( o, 53 e 63, garaotindu-s* aae baa-
da que val muito mais dinhetro : apara p< r
estes precos na loja do Pavo, roa da
n. 60, de Gama A Silva.
Espiraihs a 53 aa|
Vendem se esparlilbos con as <
para apenar .1 '.:? e 6-3 : na loja e araiateai 4a Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60. de Gama A Sirva.
Vestidos a 2)50.
Vendem-se cortes de cambraia braaca ca bal
ras e babados a 23300, ditos de cambraia bra
rom salqiros a 93500 e 33 : aa toja do Pavio^
da Imperatriz n. 60, de Gama A Slta.
Soutraibaraurs a 5 SOfa.
Vendem-se soutembarques de liaaaa 4e aar a
53, 63 e 73, ditos pratoa de groiliaaibii ato
ricas bordadas por procos ranito raxoareis : aa
loja do Pavo, ra da Imperatrix n. 0. 4e
4 Silva.____________________________
Catangas liaos e
para neii
Chegaram para a loja de
Queimado n. 69, os mais Baos t
tanto para brinquedo de
de mesa : na mesma loja as
tiraeuto de miudezs s.
i


Diarlo de lVrnaub-oo fce&imda fe Ira 9 de Agoste de se.
AGUA BRAIVG4.
Colleiras de marroqnim, com eascaYeis
e sem el les.
Na ra do Queimado loja da Aguia Bran-
ca d. 8, vendem-se colleiras de marroquim,
pospontadas e com cascaveis, ou sem elles
proprias para caes e outros bichinhos.
tetinas nuezas de ac e domadas.
No novo sor lmenlo de peanas de ac que
a Aguia Branca acaba de receber, vieram
tambem outras de metal dourado e bicos
mui bem acabados, e por essas boas e ne-
cessarias qualidades os seus acreditados fa-
bricantes Perry 4 C, as recommendam aos
entendedores" apreciadores do bom, alen-
do mesmo a differenca que lia no preco de
urnas para outras, por que estas se tornam
mais duraveis na continuacSo de escrever;
assim pois quena dolas se quizer utilisar
compra-las a dinheiro a vista : na ra do
Queimado loja da Aguia Branca n. 8.
Franjas com borlas e sem ellas para
cortinados,
A Aguia Branca recebeu um bello sorti-
mento de franjas com borlas e sem ellas
para cortinados, todas de novos e bonitos
desenbos, cuja commodidade do prego est
em relacjto a largura : acham-se ellas a ven-
da na ra do Queimado ioja da Aguia Bran-
ca n. 8.
A LEGITIMA
SAISAPAEEIIM
Rival sem segundo
Rea do Queimado os. 49 e 55, loja de
uiiudezas de tres portas, estquei-
mando tado bom e barato, quera qui-
zer yer e admirar venham loja do
Bigodinho.
Caixas de papel amizade, e sem ella liso e pautado
a 600 rs.
' Grozas de botoes de louca prateados fazenda mo-
derna a 160 rs.
Duzias de peona de aro fazenda boa a 40 rs.
, Pecas de tranca de la lisas e de todas cures a
40 rs.
JLa fkmm para bordar.
Na loja de miudezas ra do Queimado
o. 16, vndese iaa lina, de vivas e agrada-1
veis cores, tao propria para bordados como
para touquinbas, sapatinhos, etc. : quem
pretender dicigir-se a dita loja na roa do
Queimado n. 16.
Franjas largas para cortinados
Na loja de miudezas ra do Queimado
n. 16, encontraro os pretendentes um va-
riado sortimento de bonitas franjas largas
para cortinados, cobertas, toalbas, etc., cu-
jos precos nao desagradaran ao Comprador
PREPARADA NICAMENTE POR
LAMAS k KBIP,
NOVA YORK.
Composia de substancias, gozando de
propriedades eminentemente depurativas; I Frascos e garra'lin'has com agua
approvada pelas juntas e academias de me- F JJ'rs- ,
dicina; usada nos principaes bospitaes, ci- i ltort
vis militares e da marinha as Antilhas e Frascos com superior oleo de baboza
no continente americano ; receitada pelos j 800 rs.
Jogo da paciencia ou curioso eiitreteni-1 facultativos os mais distinctos do imperio do c
320 rs.
Pulceiras de coatas para senhoras a 500 rs.
Pegas de fita de cs eslreitas cora 10 varas a
320 rs.
Caixas com clcheles francezes, superiores quali-
dades a 20 rs.
Tintelros de barro, com superior tinta a 100 rs.
Pegas de cordo para vestidos, fazenda boa a
20 rs.
Daralhos milito tinos para vollarete a 200 e
240 rs.
Frascos com agua de Florida a 15 e 15280.
Frascos com superiores banhas a 500 rs. e 2.
Frascos com banba, porm pequeos a 200."e
240 rs.
Latas com snperioi banha a 200 rs.
Frascos de macag perula muito (no a 200 rs.
de Colonia a
400 rs.
com superior agua de Colonia a
Escovas flnissimas para limpar dentes a 240 el que atteoder a largura e qualidade de ditas.
I'runas don radas.
A loja de miudezas ra do Queimado i
n. 16, recebeu essas novissimas pennas de,
metal dourado, cuja excellente qualidade e>
perfei^ao dos bicos as tornam mais durado i
ras no exercicio da escripia, pelo que os:
seus acreditados fabricantes Perry & C, as
recommendam sos apreciadores do bom.
Tambem se encontram outras pennas de
Tasso Irmaos
Vcudcni uo seu armazem roa do
Amonio n. 35,
Licor fino Curasao em botijas e meias botijas.
Licores Tinos sonidos em garrafas com rolhas de
vidro e em lindos frascos.
Vinhoseneres.
Santernes.
Cbambertin.
Hermitage.
Borgonhe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ton.
AzeitePlagniol. _______
L iWVflOS E
Batatas a 800 rs.
o gigo, e a libra a 60 r.*., manleiga ingleza a
boa a 19, franceza a 900 r<. banha d<> noreo a
rs., cb a 24360, caf a 2G0. laus de pfofclj lar-
rado para dieta e repalo a 25800, Tinto Je Lista
a 360 a garrafa, e 25600 a ranada, Figceira a 440
e 32f)0, farelo fino a 25 a sacra : no annazra i*
Estrella, largo do l'araizo n. 14.
Vinho do Porto superior fin caixa de faria.
tem para vender Antonio Lnix nv (Miv-irs aww
do & C, no seu escripturio ra M i>i d. I.
Vende-se urna ptima escrara mar iV*h
fipura : a tratar na ra da CwMa n. \. I a de
relojoeiro.
Vendem-se
a400e
meato.
Na ra do Queimado loja da Aguia Bran-
ca n. 8, acham-se a venda por precos ra-
zoaveis, caixinhas com tabolas de madeira,
que das diversas pinturas dellas se formam
agradaveis rielas e paisageus, segundo os
desenhos que acompanham. Na verdade
esse um deleitavel en retenimento com o
qual se despe ta a curiosidade, e apura a in-
telligencia. Os apreciadores dirijam-se
ra do Queimado, a dita loja da Aguia Bran-
ca n. 8, que sers salisfeitos.
Tallieres pan meninos.
A loja da Aguia Branca, na ra do Quei-
mado h. 8, re.ebeu novo sortimento de ta-
Brasil e da America hespanliol
CURA RADICALMENTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
fermidades venreas e mercuriaes, chagas
finos a
1,5100.
Sabonetes pequeos de bolla a 240 rs. e grandes a
320 rs.
Sabonetes de familia a 120 e 200 rs.
Duza de sabonetes pequeos com cheiro a 700 rs.
Agua di utilice superior qualidade a 800 rs.
antigs, morphea e todas as molestias pro- j Caixas com superior p de arroz a 80 rs.
venientes d'um estado vicioso do sangue. Frascos de superiores essencias santal e outros a
f,lSH!St0 XStem ^ m!TeS ^FraScom essencias para tirar noduas de roupa
falstficacoos, e preciso a maior cautela para | a 500 rs.
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAOBS A BABBOZA
JOO DA C. BBAVO A C.
Joao da C. Bravo & C.
Vendem-se no Becife em casa de Caors 4
Barboza e Jo5o da C. Bravo A C.
E'sorUmeaU de la fina. LOJA DO BE I JA FLOR
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. i Na roa do Queimado n. 63.
8, recebeu unamente um bello sortimento! Tendo recebido um sortimento de bone-
de la fina, de bonitas e agradaveis cores, cas de choro, que chamam papai e mami,
entre as quaes se acham algumas que se' com cabeeira de cachos,
nao encontram em quaquer outra parte, e Tendo recebido um variado sortimento de
que muitas vezes sao nccess-irias para os brinquedos para meninos, sendo espadas,
diferentes matisados que cjm gosto prin- espingardas, pistolas, tambores ; ditos
cipiam as habis piofessionaes ; assim pois para meninas: apparelhos de almoco e de
ja se sabe que a falla cessar urna \ez que o jantar de porcelana e de metal, porta-licor
portador se dirija com dinheiro ra do;e faquinhas a 280 rs. o par ;e nao queren-
Cueimado; 1 ja da Aguia Branca n. 8.
Bonitos enfeites para senhoras.
A Aguia Branca acaba de receber u 11 no-
vo e lindo surtimenlo de enteites os mais
modernos e goslosinteiraaaente agradaveis,
e como seu louvavel costume os est ven-
dendo baratamente a quem com dinheiro se
dirigir ra do Queimado, loja da Aguia
Branca n. 8.
do continuar, vende mais barato do que em abeiechrento.
Frascos com cheiros de todos os precos a 160, 200,
240 e 320.
Frascos bonitos com cheiros finos a 500 rs.
Ouzia de meias rnuito finas para senhora a
45800.
Gollinhas muito finas para senhora a 200 rs.
Caixas com soldados de chumbo para meninos a
160 rs.
Duzias de coiheres de metal para cha a 800 rs.
Ditas dita dito para sopa, fazenda boa a 1&600.
Varas de cordo branco para espartilho a 40 rs.
Pegas de fita da la para debrum de vestido, com
10 varas a 600 rs.
Ditas de bicos superiores, para acabar a 600 e
800 rs.
Pedras de lousa para meninos a 160 rs.
Caixas de lampannas para 3 mezes a 50 rs.
Bunecos de choro e panno a 160 rs.
Caixas com bonitas estampas para rap a 100 rs.
Capachos compridos, boa fazenda a 500 rs.
Grosas de botoes pequeos pretos para calca a
100 rs.
Todas estas fazendas para liquidar, pois tudo
est em perfeito estado, isto garante o dono do es-
A loja de louga da ra do Crespo n. 16 tem para
vender quantidade de azulejos de lindas e variadas
ac de diferentes qualidades e d8mesmosgr?8'?8Sm-con,0,ouSas de lodas as.1ualil,ades>
i machinas americanas de serrote fiara I,-. car
i algodo j_na ra da Sentala ilota n. i.
1 Vendem-se paimeirna impenw. .m '-lato
de serem transplanladas: no Mh 1 r I
ouerda, depois do berca do Espin Af-
ilelos.
1 Fio de algodo da SSC
Vendefse no escriptorio de Aiionin Lu*'. .*r
veira Azevedo & C., roa ria i'.ruz n. I.
fabricantes tudo na ra do
ja de miudezas n. 16.
Enfeites novos e
; -o bonitas pinturas e gosto moderno, ricos appare-
Queimado iO- Ihos de porcelanas brancas douradas e de cores,
I vidros de todas as qualidades, inclusive finsimo
FOOD I tos. chrystal, dilicados jarros de chrystal e porcelana
. ,1 t\., L Para flores, figuras e outros muitos objedos de fi-
A loja de miudezas a ra do Quemado n. ^issiraa ^n*lani denominada biscuito para en-
1b, recebeu llOVOS e bonitos enfeites. Obra feiles de mesas, tic, guarniges de Cnissima por-
moderna e de gosto, e OS est vendendo por | celana branca douradas e de cures para lavatorios
precos commodos, variando estes a vista e toa,etei' tudo dy meiimr gosto, Pnhas de louca e
outra quaquer parte.
Vende-se liras bordadas de differentes |
larguras a 1-5, e babados.collarinhos e pu-
nhos para senhora, bordados e abertos de
renda e lisos, os mais modernos que se;
podem encontrar.
Vende-se laa para bordar de diversas;
qualidades e de cores claras a 7$ a libra, es-
Meias de la para senhoras. 'Pe'hos de columnas de Jacaranda a 2o00,
,, _- e, r. ._j i;0 ,i i ditos brancosde diversos tamanhos. caixinhas
Vendem-se na ra do Queimado, loja da para ^.^ de ^^
Coiheres de metal principe.
Aguia Branca 11. 8.
"M* mosca. Vende-se coiheres de metal principe para
i\a Io.a da Aguia Branca acha-se a venda trarsoupa a 25, ditas para cha a 2300,
o papel com compoM(;ao para dar fin as dil3S para SfKipa a 4200 duzia: nesta
moscas, sendo o modo de usar frailuno, o |0ja e encoalrar sempre um grande e va-
effeilo efficaz : molha-se o papel e deixa se riado sortimento de miudezas: ra do Quei-
ficar D um prato, e nelle pousando as mos ; raado Di 63> ]0a do beija-flor.
cas, entristecem e morrem. Gusta cada o- \__________.______________________
Iha 40 ris: na ra do Queimado, loja da, VinllUS (O Porto
Aguia Branca n 8. ,das melhores marcas, em caixinhas de urna duzia
Meias nretas de seda para senhoras a'de &p** Par* pasa? particulares sendo: Lagri-
K\ !!* mas do Donro, Duque do Porto eD.Luiz ; tambem
1 par. j$em ancretas de dcimo encapadas
Um livro novo
Repertorio da eonstltuico do
Imperio e do acto addieional.
Com a citagao das leis, decretos e avisos, relativos
as principaes disposiQoes da roesma constituicao
OHGANISAOO PELO
Dr. J. P. Machado Porlella.
A utilidade de obras deste genero hoje reco-
nhecido geralmente. A facilidade com que pela
ordem alphabetica eoconlra-se de prompto qua-
quer disposicao, que se procure, nao s da eonstl-
tuico como das leis respectivas, torna muito re-
commendavel e.-te repertorio aos Srs. estudantes
de direito, funccionarios pblicos e a quaquer ci-
daoao.
Acaba de ehegar do Rio de Janeiro onde fsi
impre?so e acba-se a venda na livraria econmica
defronte do arco de Santo Antonio. Preco .
Vende-se
das differentes qualidades, sempre agrada-
veis as apreciadores do bom.
.lleias brancas croas e de cores
para criaacas de a 19 mezes
Na ra do Queimado, loja de miudezas n.
16, vendem-e por precos razoaveis avista
das qualidades, meias brancas cruas e de
cores para criancas; assim como outras
para senhoras, e cruas para homens.
Papel pardo folha grande.
Esse papel pardo que por sua boa quali-
dade e grande tamanho da folha, serve bem
para embrulhar cortes de fazendas, corlar
moldes de vestidos, etc. : acha-se a venda
na ruado Queimado loja de miudezas n.16.
Barato para acabar.
Caixinhas com 4 papis de agulhas france-
zas, limpas at60 ris cada urna
Paos de pomada franceza, a 80 ris um.
Duzias de saboDetes de cheiro a 1J e 1200
a duzia.
Carloes'de li ihas brancas e de cores, a 20
ris cada Km.
"WSi o 5? 33 > > r. 2 a H g
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& m 1
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a 5 "o 5
(p S 5,
-lOas^-S?"
3M2.o?So
lia gil!
= reo
vasos para jardim, candieiros de lamparinas para
gaz, globos e chamineis de vidro, boccaes e todos
os mais siibrecelimtes para os mesmos, gar liquido
de superior qualidade, e muitos outras artigas que
seria enfadonho mencionar, tudo por pregos mui-
issimos razoaveis.
Vende-se 40 palmos de terreno na ra da
Concordia : a tratar na ra do Alecrim b O, das
3 horas s 5 nos dias otis.
Acha-se
Seniefes.
Vendem-se sementes de lortaras muito ioni .
ra da Cadeia n. 30.
Vende-se una aseran cr:ou! itios,
ra dos Prazeres n. 10.
Vende-se a taberna sita na ral d.> l: -i-lr
n. 29, esquina dos Rcm."di')S. Pa-a. fi-
lena, a qual esta' propria para pitaSplHk -10 ra-
zo de ler poucos fui...-. >y rhar hM afrt-amf-
zada : a pessoa que se achar habiiUua ihti *e a
mesraa para tratar,
Vcnde-se urna armarn 6* ama larWna ro
poucos fundos, propria para um ptin'-i;fcM'. iu
na ra da Imperatriz n. 45 : a (rai.tr ni tm a
Cruz, casa de Antonio LtfW Braga \ C
Vende-se um e^cravo mo^o que di t '*-
genho : a tratar na ra d> MonJngo, lipa
venda na livraria acadmica, na ra do Impera-
dor; na do Sr. Nogueira, junto .ao arco de Santo
Antonio ; e na typographia imparcial, na ra es-
trella do Rosario a compilado de (oda a legislacao
tendente administrado, arrecadagio e fiscali-
sa(;5o dos dinheiros de orphiios defuntos e ausen-
tes, herancas Jacentes, legados, etc., contendo nao
s o regiment de cusas e a lei geral das execu-
coes, como tambem todas as ordens e avisos do
governo, que a tudo tem explicado, tanto a respei-
to das obrigacoes inherentes ao cargo dos differen-
tes empregados de justica e fazenda, como dos di-
reitos nacionaes e emolumentos que sao devidos.
Este livro contendo mais de 700 paginas em ntida
impressao e bom papei, e prestando-se a utilidade
de differentes classes, torna-se recommendavel.
Seu custo 10^009 por cada exemplar em dous
tomos.
mum iotcc.
CD
S Z o 2.-J
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. *'Km !" tem anc-retas deec.mo encap adas com superior que em outra quaquer parte : na ra do Vigano Grande do Norte, moente e corrente,
A Aguia Branca quer acabar com a por-: vinho, bams de a e iO em pipa : na ra do Vi- J 17 prjmeir0 andar.K ] tiVOs, 20 bois e 20 bestas; assim c.
ci3o de meias pretas de seda para senhoras, fg*rioB-19- primeira andar.
e apesar do muito maior preto que lhe cus-
taram e 0 bom estado em que anda esto,
comtudo esl resolvida a vende-las a 5C0
ris o par, ^fim de que ninguem mais calce
meias prelasdealgodao, ag^ra pois apro-
veitarcm a qaadra e diiigirem- e ra do
Queimado, leja da Aguia Branca n. 8. Tam
bem vender as brancas a 1 o par, e des-
tas o nico defeilo estarem um pouco Iri-
gueiras,
Diversos brinquedos e cntt'cteuimento
para criancas.
A Aguia Branca na ra do Queimado n.
8, recebeu diversos brinquedos para crian- '
tas, sendo estradas de ferro, barcas e patos
electrices, appareilios de metal,louca pita-;
da e porcelana Jourada para almoC'- e jan-
tar e muitos 011 iros brinquedos de madeira,
que se venden baratamente : na ra do
Queimad), loja da Aguia Branca n. 8.____
Grande armazem de tintas.
lU'A DO IMPERADOR X. 22.
O armazem de tintas 11 m prande deposito de
productos cliimicos utensis e os mais empregados
e usados napharnacia, pintura, photographia, tin-
turara, pyrotechiniaJoi;os de artilicio) e em outras
industrias.
Montado em grande escala, e supprindo-se di-
rectamente as principaesdropanas de Pars, Lon-
dres, Harabiirgo, Anvcrs e Lisboa, pode offereceer
productos de plena confianca e satisfazer quaquer
encommenda a grosso trato e a retalho, por precos
razoaveis.
Prvidos de n.achinas appropriadas satisfar
com promptldao qualqusr pedido de tintas moidas
a oleo, cuja qualidade e pureza de seus ingredien-
te* poder* ser examinada pelo consumidor, o qne
nao fcil fazer com aquellas que sao importadas,
e que se encontram no mercado em latas fechadas.
Tem grande colleci;ao de vidros de differentes
formatos, desde umaoava al dezeseis one,as de
capacidade ; de vidros para viarazas e diamantes
para corta-Ios; de pinceis para fingir madeira com
propriedade e outros; de papis dourados e pra-
teados e folhas de gelatina para ornamento; de
papel grande e pequeo formato de vanas cores
para embrulho, para forro de casa, para desenho
com fundo j feito;de papel albunnado e Brisiol,
verdadeiro saxe para photographia e para filtrar,
e outros ; vernizes de essencia para quadros, de
espirito para madeira, copal para o intprior e ex-
tetior ; oleo graxo, oleo seccalivo, oleo de linhac,a
clarificado, oleo de toiele, secatvo de llarlim, ouro
verdadeiro em p ; praU, ouro, e estanho em fo-
lhas de varias cores ; tintas vegetaes, inoffensi-
vas proprias para confeitarlas ; la de cores, e
cilios de vidros para Nnagens ; li alas em tubos e
telas para retratos ; lalas em pastis e em p pa-
ra aquarella; essencia de rosa superfina, de ne-
roly, jasmim, bergamota, aspire, ptchouly, mbar,
boquet,limo, alcaraiva, melissa, ortela pimenta,
iouro,cereja, alfazema, juinpero, Portngal, lima,
ans da Russia, canclla, cravo e muitos outros ob-
jedos que s com a vita poderao ser mostrados.
Joo Pedro das Neves,
Gerente.
Potassa da Russia
muito nova e superior : vende-se no escriptorio
de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, largo do
Corpo Santo n. 19.
farelo de Lisboa em saccas e barricas, e saceos. Vende-se o engenho Jundiahy, cinco legoas
com superior farinha de mandioca, mais barato do | distante da cidade do Natal, provincia do Rio
com 20 cap-
como diversos
1 lotes de trra, propria para a cultura de algodao e
rtOtrtS Sementes e nonaiica. j mandioca, e mais duas fazendas de gado no Poten-
Chegaram no ultimo vapor francez viudo da Eu- gi e Cear-meirim, na mesma provincia, cujas ven-
ropa, nova< sementes de hortalica, na bem eonhe- das se effee'tuarao a prasos, mediante boas firmas :
cida loja de ferragens de Bastos, na roa da Cadeia i quem pretender dirija-se aquella provincia a Ira-
do Recife n. 06 A. tar com Fabricio & C
AM-IZKM--MIHDOS
Pliaro l do commercio
Ra do Rangel n. 73.
O proprietario deste estabelecimento tem a hon-
ra de avisar aos seus freguezes que fez urna gran-
de reduego nos pregos de seus gneros de prima-
ra qualidade : manteiga ingleza 10 e i1&280 rs. a
libra da ultima chegada ao nosso mercado, dita
franceza a 900 rs. e em barril se faz abatement-,
queijos flamengos novos a 25300, dito prato o que
se pode desejar em bondade a 800 rs. a libra,
ameixas francezas caixinhas a 1200, (500 e
15800, frascos de ditas 15400, grandes 3prsprios
para mimos, marmelada das melhores marcas a
640 rs. a libra, amendoas confeitadas para sortes
de S. Joo a 640 rs., vinho do Porto a 640 e 720 rs
a garrafa, Figueira e Lisboa 400,440 e 500 rs., e
em caada se faz o abatimento, caixas de batatas
cora 2 arrobas por 3300 e a libra 80 rs. novas,
caf 1' sorte 75800 e 75200 e a libra a 240 e 260
bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, loucinho de
Lisboa a 360 rs. a libra, velas de carnauba a 400
rs., ditas estearinas linas a 60u rs., presunto portu-
guez a 600 rs., alpista a 3J>500 a arroba e 120 rs.
a libra, painco a 45 a dita e 140 rs. a dita, cha fi-
no a 25500, 25700 e 25800, fructas em calda a
640 a lata, gomma a 100 rs. a libra e 25560 a ar-
roba, bollinbos inglezes lata de 2 libras a 15350,
ditos de soda grandes 25000. e outros mais gene-
ros que se torna enfadonho mencionar. O proprie-
tario espera a concurrencia do respeitavel publico,
garantindo a exaelidao do que tratar.
Farinha de mandioca : tem para vender Au
tonlo Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu es-
criptorio ra da Cruz u. 1.
Fogio na noite de 19 para 2:> I PHMr
mez, do sitio do Sr. Dr. Auyu>io P. uV Mr.cira, aa
ponte de lYha, o seu esrravo de n,ra l.u t. u-
si que branro, lendo co r -|.. nar--..
bem vlsireis, cabello anudado, bcixo, .
bem fallante e de cerca de 28 anix < ov i -' .
vou camisa de baeta encarnada v. tt$tt t pa!fea>
noto, suppoe-se que vaguea m'.-i.i mnaatt Heo-
fe ou pelas roas cirrumvisiuhanr.-i- qoem jp
prehender e ievar ao fobredilo lw, u a* np-
torio da pra^a do Corpo Santo n. 17. rnmcirj in-
dar, ser generosamente iecuaipen.-ki.
Escravos fugidosT
Ao amanhecer do da 16 do corrate mez iafi-
ram os escravos sejtniuU-s : Tbendoro. p* <>
na cao, alto, ebeio do corpo, maior de 30 jom*,
barba bastante rente, falla cusio>a, e quaso nro-
Duncia as palav as, os labios que sao grosos, tra-
mem alguma cousa, tem ao braoco dos o*ho> (na-
cipios de carnnsidade ; Virissimo, mualo, un
pouco claro e alguma cousa plido, < rnapro. alta-
ra regular, tem marras de bexigas e -pir.hu- o<
rosto, os dentes limados, as pernas coa alsurua
e largas cicatrizas, e anda como qom trru t.i r..*-
dos pes : quem os apprehender queira leva-los ao
seu sr-nhor em a ra da Aurora n. 33, certo *
que ser bem recompensado.
Fugio no da 16 de julho do rorrete ann.
a mulata Suzana, aqual tem os signaes seguio;
altura regular.corpn eheio, ror clara aeab -laja,
cabellos corrido, e bem aparados, rara chata, .ra-
la eslreita, olhos pequeos, nari- rlk>. wtm
grande, beiros finos, falla ue denles, mos rr. *-
e dedos curtos, iJade pouco mais oa meox W as-
nos, natural do sertao, levon wmtt de
escura com palma- brancas e panno da rosta.
la spmpre rindo-se : pede-so as autoridades y -
ciaes, capilaes de ram;o cu quabiiit-r que d .a
souber leva la ao seu senhor oa praca da ld
dencia loja de chapeos n. 14 e 16, qae suri gene-
rosamente gratificad), ao mesmo passo qoe pr>
ta ser contra quaquer qne o lesna aroota4a,
ha noticias que esta dentro mesmo da colat-* m -
tada e se assim esta pessoa qne a va entr*r^
do contrario ser punida com lodo o rigor da M.
Ausentou-se no dia 2 do crreme ao me o i'.\
da casa da rna do Imperador n. 16. oprelo editan-
do, crioulo, cheio do corpo, altura rgnlar. rom
comprido, olhos pequeos e ponca barba, usa s
sa e bigode, bastante Udino, npnaMi ler C
annos, pouco mais ou menos, e jolga-se ler levido
caiga prela e camisa branca cte e-rraTo oi en
prado ao Sr. coronel Galvn, do Limoeiro, para a-
de se jolga tenha fgido, mas ha qnem o tenha
visto na Passagem da Magdalena. Remedios e Tar-
zea; e como se desconfa que eslrja acoofado,
protesla-se proceder contra quem o lirer aeoibiV.
e pede-se a quem delle d-r noticia ou o agarrar.
que dirija-se a sobredio casa, ou a ra do Cre***
n. 13, que ser recompensado.
DOS PREMIOS DA V. PARTE DA
o:
1. E 1 DA 2.
LISTA* GERAL.
m
DA U. LOTERA, A BENEFICIO Dx SANTA CASA DA MISERICORDIA, CONCEDIDA POR LEI PROVINCIAL N. 5!)3 DE 13 DE MAIO DE I8ti4, PARA
CANALISACO D'AGUA E GAZ DO HOSPITAL PEDRO II, EXTRAHIDA EM 5 DE AGOSTO DE 1805.
ava rindo.
Francez barrica 55000
Portland dem 8JMMH)
Em perfeito estado:
Francez barrica 105000
Portland dem 125000
No armazem de Tasso Irmaos caes doJApollo.
XS. PI4EMS.
Milho.
Vendem-se saceos grande"
jrna da Madre de De
om roitonovo: na
.. as. o e 9.
3 05 179
4 80
8 82
10 89
14 90
23 91
25 98
30 99
31 20o
32 16
34 23
38 25
48 32
51 36
53 38
57 39
65 44
73 46
74 47
76 49
77 51
78 58
80 62
86 72
89 78
95 405 86
99 65 88
111 w 91
13 92 99
li
16 301
24 3
25 6
30 15
33 17
36 19
39 20
41 21
45 25
49 28
51 29
52 31
53 35
55 _ 44
56 - 45
58 t 46
61 ' __ 49
70 54
71 62
75 64
XS. PREMS.
65
105
405
65
40#
5
NS. PREMS.
367 65
68
71
75
80
93
96
98
99
400 205
3 65
7
18
26
32 .
38
40
43
54 __
55
56 _
64
65
66 205
68 65
74
75
81
82
84 105
88 205
89 65
90
92
97
99
507 205
9 65
10
17
23
26
31
33
37
43
47
48.
49
51
XS. PREMS.
XS. PREMS.
558 65 724
59 26
62 27
67 28
68 34
70 35
74 38
87 39
90 43
601 48
3 50
5 105 52
6 05 54
7 1005 55
9 65 38
11 60
13 65
15 - 72
21 405 75
22 65 76
25 105 82
29 65 83
33 MP 87
36 __ 88
37 --- 98
43 105 803
47 65 0
49 6
55 405 8
56 65 12
57 15
62 205 19
68 65 43
69 47
72 49
73 54
74 55
7<1 56
16 67
81 60
83 63
96 67
98 69
706 79
8 82
9 84
12 105 83
18 65 87
20 H 91
23 405 93
105
65
205
65
105
65
XS. PREMS.
897 65
902 -
3 -
4 -
7
11
12 -
14 -
18 -
21
30
37 -
38 -
46 -
51 -
52 -
54
64
63 -
68
76 -
77 -
85
87 -
89
1001
3 -
13 -
17 -
23 -
28
33
41
45
48
53
54
55
57
58
61
62
63
64
68
73
74
78
83
105
65
NS. PREMS.
1089
93
97
99
1106
7
8
14
15
16-
18
23
26
27
29
31
33
34
36
41
51
52
56
63
75
86
88
89
90
94
95
99
1200
4
3
11
13
14
17
22
23
25
38
43
50
51
53
56
58
59
65
105
65
NS. PREMS.
1264 65
65 -
67 -
79 -
60
81
88 I
94 -
95
1301
3 -
6
13 -
15 -
20
22
23 205
25
33
34
35
39
46
48
52
53
63
70
72
74
77
79
87
98
97
99
1403
5
8
10
12
13
17
18
19
20
22
23
28
31
NS. PREMS.INS. PREMS.
1434 65 1587 65
36 88
39 95 __
41 96 105
43 98 105
47 1603 65
52 6
54 8 .
58 405 10
59 65 13 _
66 14 _
74 45 _
73 205 17 __
78 65 21
79 _ 22
80 __ 41
84 42 205
M _ 45 65
88 _ 47
91 67
93 69
97 HB 72
99 ^ 73
1502 M^ 74 205
3 ^^ 75 65
7 ^_ 79
12 _Q_ 81
19 83
20 _ 88
21 lmm 96
23 _ 97 6:0005
28 1700 65
29 i
32 5
33 ?
34 7
40 13
42 - _ 20
44 22 4005
47 28 65
48 29 205
50 41 105
59 46 65
60 48
62 30
71 53
78 54 105
79 58 65
85 63
86 64
NS. PREMS.
1763
70
72
73
75
87
92
93
94
95
96
97
98
99
1800
1
2
3
4
13
17
18
19
23
26
27
29
30
34
43
47
48
50
55
63
67
68
72
73
76
83
85
88
91
92
96
98
1901
15
22
65
105
65
105
65
XS. PREMS.
1923
28
29
31
32
36
38
44
105
65
50
51
59
69
73
84
88
89
93
94
95
97
2005
11
14
17
23
25
26
29
30
31
34
38
39
45
47
52
59
62
63
69
71
80
84
90
92
93
2105
7
9
205
65
105
65
105
65
105
XS. PREMS.
2111 65
12
23
32
39
46
51
39
69
73
81
86
87
88
90
91
92
97
2206
8
10
16
20
21
24
33
39
42
46
48
50
58
70
82
87
92
94
96
2304
6
9
13
19
23
26
33
35
37
39
41
NS. PREMS.
2342
44
45
47
48
52
53
58
66
68
74
78
80
84
88
91
96
2401
2
17
23
26
34
35
38
40
46
48
50
52
68
69
74
76
79
84
89
98
99
-2503
5
6
9
13
19
21
27
28
40
44
65
XS. PREMS.
1005
1005
65
105
65
105
105
2545
50
53
54
56
57
58
60
62
64
66
69
74
78
79
80
82
85
88
91
92
97
98
99
2600
10
11
12
15
18
19
20
23
27
31
34
35
36
38
42
44
45
49
50
55
87
58
59
62
63
65
105
65
105
65
NS. PREMS.
2665
66
73
78
82
83
87
95
96
2700
2
4
5
6
7
11
13
14
21
23
28
30
33
35
37
39
46
53
54
ot
57
60
66
69
71
80
83
86
89
95
97
2802
4
5
7
12
13
20
21
26
65
10*
65
105
105
65
205
65
1:2005
65
205
65
NS. PKEMS.
2829 65
31 .
33
35
41
42 _
46 _
32 1005
53 20*
54 405
55 to*
57 c*
39
65 10*
66 6*
68
69 10*
72 C*
73
74 ^m
75 M
84 _
85 _
94
2905
6 _
9
10 10*
20 fi*
22 _
25 _
27 ^
35 _
39 ^_
41 _
42 o^
44 _
49
66 10*
71 fi*
74
78
79
80
84 -m
85
91
94
96
97
O escrivSo, Jos Pedro das Neves.
Pern.Typ. de M. de F. Faria & Filho.i8do.
V


Diario de *ernainbnA Segunda tefra 9 de Agosto de 84*-
Contos do norte
(do allemo de anderson)
I
l uia iiii
Jualo de periodo sea lilho doente, eslava ass.ra-1
taJ., urna mal alllicta. To receio
resse u lili.inho 1 Paluda como a mora, a crenga |
a deitada ; os olhos Itnna-os fichados, e respi-
rava tao dbilmente, ijue s de tongo em Ion
eseulava un suspiro comprimid.). E a mi desolada
eslava mais afilela, cada vez mais aucisa pe i tri-
da lio sea lilho, quesoffria tanto.
Enio iMieram a porta, e um pobre velho se in-
troduzio no aposeuio. Vinlu embrulhado em uns
andrajos de la, porque o miseravel careca muito
de alor e la Tora era asperriuia a iuveriiada. Tudo
e-uva coberto de nevoa o de golo, o o vento era
lo rispido, que rociava asperaineule a lace dos
que irausuavaro.
E como o velho estivesse tiritando eom (rio, e a
criancinba nesse instante permaneciese adormeci-
da, a pobre mi sahio para ir buscar alguma cer-
v-ja, quo ella deitou em urna botija, alim de aqueu-
;a i para o seu hospede doscouhecidi. Depois dis-
to ala se assentou na cadeira que eslava prosima
Jo velho, contemplando o seu fllho .lenle, que res-
pirara a cusi, e tomoa-lhe una mosioha que es-
tav.i cabida ao abandono.
i),ue te parece?-pergunlou elleeu nao pos-
so perder o raeu lilho? O Senbor nao hade querer
lerar-m'o to cedo.
E o anciao (que era a morte) iucliuou a fronle
de modo estrautio, como se quizesse dizer siin e
nao, roiijunciamente.
A mi aoaixava os olhos, conteniplava no seu
seis, e lagrimas de anciedade deslisavam pelas fa-
ces. A cabeca pendia-lhe oppresM; tres dias e tres
Qc;t es nao havia pregado olhos; nao obslanie lodo
o e-forco, seus olhos fatigados se foram cerrando'
mis por alguns iuslantes apenas. Eulo ella des-
pertou transida de fri.Q.ie isto ?pergantnn ;
.-;bresaltada, olhando para lodos os lados; |rjao
o velho desappareet-ra, e o seu Blblnho doeole com
lie*. Havia-o levado comsigo. E no canto ile apo-
sento rodou aprestado o velho relogio ;o grande pe-
so t'esenrolou-se at ao chao e o relogio p.irou.
Ms a desconsolada midesamparua a casae fui i
chumando o seu fllho.
Ca fra, no meio da nev, e.-tava asseniada urna
-mulhercom um longo vest Jo preto:A morte eu-
iroa no leu quarto; eu a vi quaudo ella sabio com '
i teu lho. Eila corre mais apressada do que o ven-
lo, e nao lorna a irazer aqueiles que urna vez ar-
rebata.
Dizei-tie ao menos, rue camiuho foi seguin-
do, insisti a mi, ndicai-m'o smente, e eu a en-
contrare!.
Bem o sei, replicou a mulher que eslava de
vestido preto; mas antes de le indicar o eaminho,
<;i has de cantar primeirc todas as cingues que sera-
pro caula vas a leo lilho doeote. Gosto muito dellas,
muito, moito; ja oavialgiimas eu outros sitios,
porque eu son a noile. Hallas vezes vi soliarem-
se-!o as lagrimas, quando as eslavas cantando
em quererla canta-las todas, todas, disse a
mi, mas nao demores agora, para que eu possa
alcanzar aiad.i a norte, e achar o meu lilho !
S a noile permanecen muda e tranquilla. Eulo
a '.iai sacuda os bracos, caotava e chorara, eram
n... las as eancoes, mais, ainda mais as lagrimas.
A noile dis;e: V'olve-le a direila, entra uo pi-
un.'irai, porque en vi para la correr a inorte com
o leu lilho.
No meio da flores'.! ?ncruzilhavam-se os cami-
nbos, e a mal nao sabia o destino que havia de to-
m.it'. Havia all a' beira Ja estrada um espinheiro
sem llores, oem fichas, era no invern fri, longos
sincellos peudianMe seus ramos.
Viste m passar por aqui a morte com o meu
Sitio? pergunlou a mai.
Sim, m, disse o espinheiro, mas nao te direi
t eaminho que ella lov>u, sem que tu me apenes
e accalenles au leu seio, porque cu estou quasi ar-
ruiuado cun o gelo.
E a pobre mi aperlou o espinheiro ao seu pel-
lo, lio intimamente, lo intimamente, que os espi-;
nhos a dilaceraram, e grossas guitas de sangue sal-
piearam a nevo ; mas o espinheiro rebenlava com
gomos verdes, e a refluir no meio de urna noile de
invern. Tanto era o ardor sobre o coraco de urna
mi aflicta.
E o espinheiro lito apontou o eaminho que ella
devia seguir.
Foi andando, at que chegou diante de um gran-
de lago, do qual se nao via nem barca nem rema-
dor; a agua uo estava assaz gelada para poder
sust-la, nem lo baixa para assa-lo a via. E
COmlado ella devia iranspo-io, se quizesse encon-
trar o seu liiho. Ento ella se d'.brucou sobre a
ni-iigcio e quera beber o lago.Jsto era impossivel
pura a's torgas humanas; mas a mi no seu deses-
pero julgava que poderia o seu amor obrar urna
maravilha.
Nao possivel isso, disse o lago vejamos se
pj lomos aules fazer um contrato. Eu estou fa-
zer-.do urna eolieceo de perolas, e leus olhos sao
a mais puras, que euienlio visto em minha vida.
Se as queres chorar subre mim, ea te trasportare!
ao outro lado, grande estufa onde habita a mor-
le, e para onde ella arrebata as II ires e as arvores. ;
Cada urna d'ellas representa a vida de um ho-
rnera.
Oh I o que nao Jai la eu pir alcanzar o meu
filho I exclamou a roi, transida dedr.
E el a chorava anda mais, al que seus olhos
cahiram no fundo da agua, onde se lornaram duas
perolas brilhantes. O lago a arrebatou, como se
fosse levada em uina rJe, de modo que em um
balango Jen por si sobre a oulra margein. Havia
alli um palacio maravilloso, da extenso de algu-
uk.s leguas. Nao se sabia bem discriminar se
era uina colima numerosa, com fumas, ou se era
um edilicio bem arcinteciado ; a pobre mi nada
poda ver, porque ella chorara seus olhos subre o
lago.
Aoude enconlrarei a rao re, que me roubou o
meu liiim ':
Ella ainda c nao chegou, retorquio a velha
mi do tmulo, que eslava a banhar-se na estufa-
da morle. Como acertasles com o eaminho at
aqui ? Quem te ha coadjuvado ?...
NossoSenhor di*se a mi. Elle miseri-
cordioso, -- tu deves se-lo tambera. Aonde pode-
rei encontrar o meu filho ?
Eu nao o conheeo, disse a velha mal do t-
mulo e Ni nao podes velo; esta noile, muitas
arvores e muitas flores se enmnrcheceram e sec-
caram ; a raorte nao tarda para as transplanlar.
Porque tu deves sabe lo bem : rada homem tem
aqui urna llr de vida ou urna arvore, de que de-
pende a vida e a morle, conforme sao de um ou
d'oulro modo representados. Todas morreo) co-
mo as outras plantas, com a differenca que se sen-
te pulsar dentro um coracao. Mas o coraco de
ama enanca pode tambem j bater. Vai e escola.
Talvez que tu assim possas reconhecer o coraco
de teu lilho. Mas que m>3 dirs tn, se en te dis-
ser o que necessitas para descobri-lo ?
O que te hei dar f Que tenho ea que dar ?
Posso ir por ti at ao (ira do mando.
Nada perd or la, disse a mi do tmulo
Podes dar-me os teas longos cabellos negros, e tn
sabes bem que elles sao bellos, e eu quero trocar
por elles os meus cabellos brancos ; sempre al-
guma cousa.
Se nao pedis mais do que sso, dou-t'os de
boa voniade, disse a pobre mai. E ella deu
mi doiunnilo seus lindos cabellos negros erece-
beu em troca os cabellos brancos de nev da velha.
E entraram ambas na graude estufa da morle,
onde misiura, arvores e flores vegeiavara mara-
villosamente. Havia alli jacinllits debaixo de
campanillas, havia tambem pacuuias robustas como
arvores, e plantas aquaiicas, urnas com certa fres-
cura, e ouiras com um esliolamenio caraces
e carauguejos negros as iam corroendo no
caule. Havia tambem sobarbas palmeiras,
carvalhos e pilanos ; alera pergil e ihymo em flor.
Cada planta, cada arvore Unha um nome seu e
desiguava a vida de um homem ; o hornera a
quem ella pertencia viva ainda ; um era um chi-
na, outro urr groelandez, e assim por dianle. Ha-
via tarabem tenros arbustos, dispostos em vasos,
lo bslos que se quebravam ; mas oulras flores
com um caule vigoroso, em um terreuo frtil, la-
pelado de musgo, muslravam que eram tratadas
com esmero. A desgracada mi se inclinou sobre
todas as flores, sobre todas as planlasinhas, e es-
cutuu como os coraces humanos baliam dentro.
-7 E' este exclamou ella sbitamente, estn-
deodo a mo para um pequeo crocus, que tinha
o vico perdido.
Nio loques essa flor, acudi a mfli do tmu-
lo ; mas assenia-te aqui, e quando a morle chegar
(eu a espero a cada iustaule) ento nao consintas
que arranque ador, e ameaca-a de que vais ifazer
o mesino a todas as domis plantas, porque ella
lera medo. Ella rospousavel a Deus por tudo o
que aqui esta. Na i deve arrancar urna sequer,
sem que o Senbor Ihe d a sua permisso*
Immediatamente toda a estufa treme era sua
vashdo com um fro glacial; e a mi, Irespassa-
da de angustias, conheceu a morle que chegava.
Eutao ella Ihe disse : Como soubeste tu o
camiuho at aqui ? Como podeste chegar mais
depressa do que eu ?
Eu sou mi.
E a morte esteudeu as maos descarnadas para a
tenra llOi que se esliolava. Mas a mi a protegeu
cora as suas duas raaos, to de prompto, to jun
las, lo fechadas, solicita, para que Ihe nao tocasse
ao meuos uina de suas follias. A morte bafejou-
llie as raaos, e ella senlio um fro mais glido que
a rajada mais glacial. E as mos Ihe penderam
desfallecidas.
Que podes tu contra mim ? disse a morle.
Mas o Senhor pode ludo I
S fago aquillo que elle ordena. Eu sou o
seu jardineiro ; eu procuru todas estas plantas
e estas arvores, e eu as tralo no jardim do paraizo
n'ura paiz desconhecido; mas como ellas prosperam
la, uo o posso dizer.
Dame o meu fllho I disse a mai chorando,
supplicaudo. 1 inmediatamente agarrou duas Ai-
res :
Da me o raen filho, disse ella outra vez, ou
eu arranco todas estas plantas, porque roe nao pos-
su ter com este phrenesi.
Nao Ins loques I disse a raorte. Dzes que
s de.-gragada, e agora queres ir tornar mais des-
granada do que tu urna ontra mi ?
L'ma oulra mi I repetiu ella aflicta I e lar-
gou iramedialamrnte a plaa.
Toma la os teus olhos, volveu a raorte ;eu
os pesque) no lago ; brilhavam tao claramente no
fundo I EunSo sabia que eram teus. Guarda-os,
esto agora mais lmpidos do que d'antes. Olha
para este poco profundo ; eu vou dizer-le o nome
das duas flores que queras arrancar. Tu veras o
seu fuluro. Olha o que eslavas quasi a destruir I
E a mi olhou para o poco profundo, e era de
um aspecto esplendido o ver como una das flores
era a benco para o mundo. Urna alegra indi-
zivel, urna felieldado deronhecida se |espalhava
em folla d'ella. Vio tambem a vida da outra flor:
anciedades, pesar e miseria a cercavam.
Tanto urna como a oulra eslo segundo a
vonlade de Deus disse a morle.
Qual d'ellas a flor da f;licidade ? Qual
d'ellas a flor da desgraca ? pergunlou a mi.
Eu nao t'o posso diz- r, Ihe tornou a morle ;
com tudo, deves notar, que urna d'essas flores a
vida de leu lilho. E' a .-orlo de teu lilho que tu
has visto, o futuro do teu proprio filho.
Enio a mi, ulluiando com desespero e es-
pauto :
Qual d'ellas o meu filho ? Dize-me Sal-
va a innocencia da perdic.o. Salva o meu filho
de tanta miseria que vi. Toma-o e leva-o para o
reino de Deus. Esquece as minhas lagrimas, es-
quece as miunas supplicas, e ludo qnanto eu disse
I nanto ped.
Eu nao te comprehendo, disse a morte ; pe-
des-roe tu o teu filho ? Ou queres que o leve
para um paiz que tu nao conheces ?
Ento a mi aperlou as mos oulra vez, e cabio
de joelhos rogando a Deus :
Nao me escutes oh Todo Poderoso I se eu
supplico contra tua vontade ; nao me ougas, oh
nao me ougas.
E deixou pender a cabega sobre o seio com urna
dor muda, e a morte foi com o seu filho para um
paiz desconhecido.
THBOPHILO BDAGA.
(J. do Commerao, de Lisbo.)
UM POICO DE TODO.
Do Jornal do Commerao, da corte, transcreve-
mos cora alguma modilicago na forma material o
bellissimo romanceto, cojo comego damos em se-
guida.
E' escripto pelo Sr. Dr. Domingos Jos Freir.
AS CORES POLTICAS
I
Ha muitas maneiras de comegar-se um romance.
s vezes o autor dos conduz at urnas aguas
fuadas, onde nos eutreiem com a descripgo dos
movis que ornam a sala, contando-lhes os defeitos,
informando-nos da poca a que pertencem, se sao
do lempo de Luiz XV ou de Pelippe II, e massan-
do-uos a paciencia com um prego que esleja espe-
lado n'uma parede, ou com urna claraboia que
muito caladinha se ache nos contins do pavimento
superior.
Neste exame minucioso nao escapa uma cadeira
de p quebrado, uma mesa um tanto cxa, oa mar-
queza j meio velha, como de ordinario sao as que
lo alte titulo possuem.
Outros romancistas, porm, leem a mana de co-
mecar a obra por alguma data (17 ou 18....),
I que no lira das comas nada dizem, porque as taes
i reticencias nos deixam chuchando no dedo, como
o sea costurae, excepto os casos do nlentium
i cerbw fecundius.
Assim, sao muito conbecidos dos leilores estes
i exordios : Curria o anuo de tal, ou em um dos
dias do mez de dezerobro do anuo de tal.
Outros ainda, querendo dar vulto ao objecto, co-
mecam pelo maravilboso, pintando cousas muito
feias e capazos de espantar ao leilor que nao tver
um eerto grao de coragem.
Ora, bavendo tantas portas "de entrada para um
romance, qual dellas escoiherei 7
Nao me serve nenbuma das enumeradas : eu se
fosse a osar dellas, um leilor mais rabugento gri-
tara logo com mos modos : Isto velho I E, como
quero ser raas mogo qua azeite e vinagre, vou
por isso procurar ontra avenida.
Retrato de ara personagem i Nada I nao me
serve.
Uma conversa amorosa entre dous namorados 1
Tambem nao quero.
Dissertagdes philosoohicas sobre a sociedade,
seus usos e abusos ? Petar um pouco... isso leem j
panno para mangas, o nao me julgo atraale hab-,
iilado para*proveiia-lo todo.
Nao lera auvida. Estou como o viajante que v
dianie de si uma muliido de estradas sem que
saiba por onde tomar.
Ali I sta decidido. Eocelare a larefa por um
modo um pouco inslito, e, embora me digara que
elle inverosmil, eu replico com a raesma pres-1
leza de cerlos sujeitos, que trazem o recado eslu-
dado : nao senhor tmpora mutantur : boje as li-
lhas de Eva fallara sobre sciencias, ledras, artes e
industria... mai principalmente sobre aquella a
que me reliro, industria muito condecida, e que na
poca da no&sa acgo tem attiogido o maior grao
do seu desenvolvimento.
Mas desde ja previno ao leilor que nao quero
fallar dus ratnenos, nem lo piuco dos cavalhei-
ros de industria (classe mais respeiiavel).
U
K' noile.
Eslaraos n'uma sala muito bem Iluminada (ape-
zar de nao ser o giorno), onde muitas mogas se
achara reunidas.
Emquanto as velbas esto de parte conversando
sobre negocios caseiros, como prego da raanteiga
ou arte de fazer doces, e os velhos, constituiudo
outro grupo separado, discutem a respeilo do esta-
do fioaoceiro do paiz, ou do defiohar progressivo
i da lavoura, as mogas formando uma roda de 15 a
20, conversan) entre si, no meio de risadas e gra-
! cejos a respeilo de poltica e eleiges.
Ellas se tiuham dividido em dous partidos : um
delles represenlava e liberal, outro o conser-
| vador.
A discussao calorosa.
Diversos oradores, ou antes diversas oradoras, j
liaviam feil resplandecers Inzes da sua eloquen-
cia, e obtiveram alguma eslrondoso successo, no
meio de urna chuva de apoados, t-mlo sido no lira
presenleadas com os c -turnados muito bem I mui-
to bem I e os respeclivos cumprmentos pro for-
mula.
E voc, Angela, nao diz nada? pergunia uma
moga sua vizinha da esquerda, que lem-se con-
servado neutra al agora.
E' preciso declararse, acrescenta outra, voc
liberal ou conservadora? Vamos... diga... que
ideas professa 1
A moga nada responde.
Dar-se-ba caso que nao tenha cor lorna a
prmeira.
Cor lem ella, morena : nao vs ? ajunta a
segunda.
Dcscoutio que ella de papo amarello, diz
d'enlre todas uma, que pareca nao matar urna
mosca.
Euto nao responde, D. Angela ? emita as
suas opinioes, assim preciso, nao queremos neu-
tras no nosso gremio; lembre-se que cousa ruim
ser neutra. Olhe, em inglez todos os nomes de ob-
jectos inanimados perlencem ao genero neutro.
Aps eus palavras hoave um breve silencio,
que succedeu a risadas gustosas de muitas circuns-
tantes.
D.Aogela conserva-secalada.com um ligeiro sor-
riso no canto da bocea, e oiba para as companhei-
ras com um ar de zumbara, uo podendo todava
dUfargar o seu vexame, vendo tantas atteogoes s
appiicadas sobre ella, tantos olhos a observa la, e
tantas a reclamaren) contra o silencio em que al
eniao se havia conservado.
O uegecio, porm, vai passando a capricho.
Agora ella parece nao querer fallar por pirraga.
As outras, veDdo a sua obslhiago, levantam-se
em massa, e roda della se collocam em uma
confuso, que lembra o chaos do principio do
muudo,
Ha de fallar I clamam amas.
Sim ha de fallar I repetera outras.
Diga a que partido pertenee I exclama ainda
oulra.
D. Angela, vamos... peca a palavra, diz uma
mperlinentezinha de olhos azues, gritando no en-
vido da pobre moga, que, atomizada por tanta al-
gazarra, ergue-se precipitadamente, dizendo :
Saiam.... deixem-iiie. Que inferno I Nao sigo
partido nenhum : aborrego a poltica, porque
cousa que nao compete ao meu sexo.
Noapoiadal Nao apoiada I disseram elras
seguindo a D. ADgela, que do novo se sentara em
outra cadeira.
Nao sabes menina, coraega uma sabichona da
Grecia, que as seuhoras vo agora ter assento na
cmara e gozar do direilo de volar as cleicoes ?
E assim deve ser, confirma urna mogoilla es-
pevitada ; nao comprehendo o motivo por que so-
mos.excluidas. Parece assim que us noperlen-
cemos mesmaespecie que os horneas.
O grupo dos velhos s tinha reparado na discus-
sao das mogas depois do ultimo mottra que ellas ti'
leram obrigando D. Augela a expr as suas opi-
nioes a respeilo.
O pai de D. Angela levantou-se logo.
E' um velho alto, magro, representando ter os
seus ciucoenta e tantos anuos.
Usa de cabellos escovnha.que contrastam com
os seus longos bigodes grisalhos, os quaes nao dei-
xo de realgar sobre sea rosto araorenado compri-
do e encovado as bochechas. Mas, apezar de nao
ser um velho boebechudo, um velho forte, lesto e
capaz anda de entrar em fogo, de sentir o eheiro
da plvora e ouvir o zuido das balas.
Deque se trata, minhas meninas ? pergun-
ta elle cora ar folgazo.
De poltica, respondemmuitas aomesmo lem-
po ; emquanto outras solto gargalnadas estrepito-
sas, escondendo o rosto nos lencos, sem duvida en-
vergoohadas porserem sorprendidas tratando de um
asssumpio to antifeminino.
Querem por forga papa, falla D. Angela, que
[ eu siga este oa aqaelle partido. Ora veja I Mogas
! coro partido ? Onde que se vio isto ? O partido
, das mogas------perde-me, papal... procurar um
bom casamento, e nada mais. Nao acha que tenho
!razo ?
Nio delxas de t-la, minha Olha ; mas tam-
bem nao digo que a moga, por ser moga dexe de
sympathisar com este ou aquello 'partido, ou de
professar estas ou quellas ideas polticas.
Muios apoiados retumbaran! na sala.
Porm, papa defjna-me o que ser liberal.
o que e ser conservador, tsu, por mim, declaro
alio e bom sora que nao sel comprehender essas
express5es.
Nada mais fcil, interrompe a sablchona de
que j fallamos precedentemente. Liberal aqaer-
le que liberalisa, conservador aquello qae con-
serva.
Mas liberalisa,... conserva o que ? Ha tan-
ta cousa que se liberalisa e que se conserva I e, no
meu paiz, infelizmente vejo que se liberalisa o que
se deve conservar, e viceversa ; alm de qae, nao
se conserva aquilio que.devra ser conservado.como,
por exemplo, as nossas infeliz.es. estradas e roas.
Minha, ilha, comega o velho retorcendo o bi-
gode, o verda lelro partido, aquello que sabe com-
prehender o progressoda patria, o progresso fun-
dado na prudencia e na meditaco apurada, e
nunca na precipitago, e superficialdade
E' do Sr. Salazsr este artigo :
INCONVENIENTES DE SE VER S POR UM ULII0.
Com seus risos de romance.
I
O Sr. Juaqulm um mancebo que ter vinle a
E' o partido conservador, complela a pbrase vinte e dous annos; posse uma figura um pouco
am sajeito recbonchudo, qae grande atlengo pres- ratona, nao delxando comtudo de ser bem apessoa-
tava conversa. d- E' erapregado n'um escriplorio coramercial,
Justamente I prosegue o orador, cujo nome Cauha uin t0 ordenado, o traja sempre com uma
desde ja declaramos que Leoncio. estudada elegancia.
Apoiado I Nao apoiado I eis as unirs pala- Tem porm alguns inconvenientes, que nao dei-
vras qne nao interrumpidamente' se ouvrara du- xamio de turna-lu ridiculo, obrigam-nie a fallar
raiu.' cerca de dous minutos.
O Sr.Leoncio, consegrando dominar o susurro com
um lorie ci, que claramente soou alravs dos seus
denles, ainda bem conservados, continua retoman-
do o ar solemne de um uepulado na tribuua par-
lamentar :
Puis, meninas podere crcr que baja algu-
nelles.
O primeiro inconveniente, 6 do Sr. Joaquina ser
muito lulromeliido ; querendo entender de tudo
discutir sobre esta uu aquella malcra, fazer dis-
cursos (sua mais uolavel mana); ser um hornera
sem carcter; ter-se em coma de grande namora-
do ; laugar era rosio qualquer beneficio ainda que
roa de entre vos que deixe de peuder para apar- mui imDUl0) pr(U pralica por e|lej etc., ele.
tidu lo racional como o meu, e que tanlus
relevantes servigus na prestado nago ?
Neg I exclama uma em toro resoluto.
e to
etc.
O segundo inconveniente (alias muito desculpa-
j iii o. ,,,. vel) do Sr. Joaquira po-suir um s olho, mas de-
E verdade que devo dosculpa-las. Senhoras .... .'. ,,
, j .... feto physico este, que .-o quem tiver noticia delle,
pouco eutendem de poltica, por isso nao sao aptas
para ajuizar esta questo.
Muilo obrigada pela parle que me tuca, diz a
doneg ; julga-nos tao igDorautes e estupidas
que nao comprebeudamjs uma cousa to fcil como
a poltica.
Fcil ? / exclama outra. Nao ha cousa mais
complicada do que ella : uma rede inexlricavel
a tal poltica, mormenle quaudo assume ares de
pelotica.
Olhe, comega uma lercera, ha mais de dois
aunus que me applico ao esludo dos procesaos elei-
toraes, e ainda nao euteodo bem as laes eleiges
por circuios.
Urna quarta entra om scena, dizendo :
E eucora que implico com os taes colle-
gios. Cuidei a principio que eram collegos de me-
ninos.
Anda fui mais tange com as minhas suppo-
sigoes accrescenta urna outra, nao s cuidei que os
collegos eram de meninos, mas ainda que os meni-
nos eram os proprios deputados.
c que o poder reconhecer.
Apreseniado, pon, aos leilores o Sr. Joaquim
como cima o descrevi, iralare dos inconvenientes
delle ver s por um ollio.
II
O Sr. Joaquim com lodos os ja citados predica-
dos, nao passa de um pedago d'asno ; e senttndo
um da o curago feridu pelas sellas do terrivel
cupido, (sobrenome porque conhecido n'uma das
freguezias de.-ta cidade o Sr. Joaquim) por uma
donzella, enleiiden que devia empregar para com
ella os seus affectus amatorios, priucipiou pur es-
crever-lhe, sem que essa juven acceilasse caria al-
guma delle, e Goalisou por ama-la bracamente, ex-
clamando n'um dos seus accessos de namoro
inania : Oa eu me caso com ella, ou vou assentar
praga 11 I
Pobre dabo 1 nao se lembrava do que era ceg
d'um olhol...
III
Passaranise lempos, e u Sr. Joaquim sempre se
julgava amado, at que uma noite estando elle en-
E nao te parega, torna a terceira, os Srs- cosla(i0 D0 seu p^to de mira, em exialica coniem
deputados sao s vezes uns meninos bem tra- p|agao para a jant,|a Qa sua detdade, v apparecer
vessos.
Ento D. Angela nao pendar para lado ne-
nhuma emquanto nao souber definir a* denomina-
gSes dos partidos, nao isso ?
Que duvida I
Nesse gaso asseverolhe que jamis ser par-
tidista.
a ella um rallo...
O Sr. Joaquim nao pode resistir (primeiro incon-
veniente delle possuir um s olho); sacca do bolso
[ do paleto! o seu lengo branco, e agora o vers.
Acenos, scarros, emfim tudo o que se inventou
para chamar a alteugSo d'uma amante ; tudo o que
podia fazer temblar sua deidade que elle alli se
achata, tudo elle poseas praiiea, quando as janellas
seus trocenla annos!
Assim o creta, diz D. Angela ; vejam s se
tenho ou nao razo. Liberal.... o que se chama des.a ^ M |jia"pespegaram as ventas,
liberal. Liberal, minhas amigas nao aquello que Horror 1...
anda a mendigar votos de porta em pona; liberal 0 Sf jM(|Um erapregava os ^us baldados affec-
nao aquelle que vai comprar suflragios na sa-; tog> m un>a enhora mpeilavelr que j C0Dlava os
cristia da matriz; liberal nao aquelle que pleitea
uma eleigo com a faca assassina escondida na
cinta, ou que vai armado com um pao, disposto a
dar bordoadas junio a orna, onde sao recolhidos os
bolos da nago, ou a promover deserdeus, com
acabega escaldada, nao pelo fogo sagrado do pa-
triotismo, mas pelo fogo voraz da ambigo e muitas
vezes da inveja. Liberal------ ahi minhas amigas, I
e santa essa palavra.
IV
Nao desanimou o nosso namorado, comtudo sem-
pre se julgc-u trahido naquella noite.
Ao outro dia logo que despoulou a aurora no ho-
risonle, o Sr. Joaquim pespegou-se na janella, e es-
j perou a apparigo da sua deosa. Com elle i lo ella
chegou, e depcis de perguntas Tejas pelo nosso
here ; perguntas que ella oo entend, perguu-
Gnamo lir-eral ao que soccorre o infeliz qne ge- tou-ltie mais se a noile ella ia igreja. de.. -
A resposta casual, foi umsim.
me sem recursos sobre o enxergao da miseria
chamo liberal ao que trabalha para o bem com-
inuui, olhos vendados para o inleresso da sua pro-
pra propriedade, quer moral, quer material; libe-
ral o soldado que pela patria rega o campo- de
balalha com o seu sangue; liberal o monarcha
que serve-se do seu sceptro, nao para escravsar,
mas para proteger o seu povo e guia-lo pela senda
da felicidad?, presies sempre a sacrificar-se por
elle; liberal o pai que despe a camisa para da-
la a seu liiho; o filho que perde a propria vida
para conservar a ifl seu pai. Esses... sim I sao
os verdadeiros liberaes I
UM PAI PALLANDO A SEU FILHO.
II
Meu lilho, (res sorles ha de pessoas, que a minha
alma aborrece, e cuja vida me ioeomportavei:
Um pobre soherbo: um rico mentiroso, um velho
faino, e intnsalo.
Como acharas lu na tua velb ice, o qne nao ajun-
tasles na tua mocidade ?
Na idade juvenil applica te ao estudo da sabedo-
ria, para que na velhice possas colher os fractos
dessa applicago.
Quo bello s cans o Juizo e aos ancios o ter
conhecimenlo doconselhol
Quo bem parece a sabedoria ms velho, e a
iolelligencia e u conseibo as pessoas d'alta jerar-
chia I
A experiencia consummada a cora dos velhos,
e o temor de Deus a sua gloria.
Nove cousas Uve por grandes, qne o coraco
humano esta bem longe da suspeita de serena taes,
e quania a decima e.-forgarei a miaba lingua para
a dizer aos horaens :
Um homem que acha a sua alegra em seos Gibo
o que vive e chega a ver a ruina de seos mimigos,
islo nao se alegrando com ella, mas receben*!
coolentameniu por ver assim desafroolada a boara
de Deus.
Ditoso aquelle que habita com ama mulher de
bom senso, e que nao cahio pela sua lingua, e que
nao servio a pessoas indignas delle.
Ditoso o que acha um amigo verdadeiro, e o qae
falla da justiga a um ouvidn, que Ibe da alteoro.
Que grande aquelle, qae acha sabedoria, e a
scencia I porm comtudo isso nao lem vantagem
sobre aquelle, que leme ao Senhor.
O lemr de Dous se eievou sobre lado.
liemaventurado o horaeui, a quem foi conferido
esse dom I
Ede o principio do amor de Dos.
A tristeza do corago uma praga universal, e a
maldade da mulher uma con-ummada malicia.
E soflrer qualquer toda a chaga, porm nao a
chaga do corago, e toda a malicia, porm oo a
malicia da mulher. e toda a vioganca, porm nio
a que vem dos inimigos.
Nao ha ca bega peior, do que a cabeca da co-
bra : e uo ha ira subte a ira da mulher.
Ser melhor expediente vi ver com um leo, e
com am dragao do qae habitar com ama malher
m.
A tnalignidade da malher a faz de todo mudar
de rosto, e a revesie de um ar ferozmente sombro
como ara urso, porque arrugando e aneando o ros-
to, sabe fingir o prazer e a tristeza.
Toda a malicia leve em comparaeo a da ma-
lher : sobre ella caa a sorte dos peccadores.
Assim como para o ps de um velbo a eubida
por arca, do mesmo modo para o homem quieto
a mulher desbocada.
A mulher m o abalimenlo do coraco, e a
tristeza do rosto, a chaga do interior.
Della nasceu o principio do peceado, e por ella
que lodos morremos.
Nao des a mulher poder sobre a tna alma, para
que se nao levante contra a tna antoridade, e fiques
envergonbado.
Nao olhes para a mulher de moitos quereres,
para qae nao succeda cabires nos seos lacos.
Foge da mulher bailadeira : nem a ougas, para
nao pareceres forga de seus encantos.
Foge das roulheres perdidas, para qne te nao
deites a perder a ti, e a toa heranca.
Aparta os leus olhos da mulher enfeKada, e nao
olhes com curosidade para a sua formosara, por
que d'ahi que se accende a concupiscencia, como
fogo.
Aprende esta ligan, meu filho, e guarda.
Era uma sexta-feira : a donzella, porm, as seis
horas e meia da larde, j se achava na igreja, e o
Sr. Joaquim que desejava-se possivel fosse beijar a
fimbria do seu vestido, tratou de espera-la, encos-
tndose para esse lira nu lugar onde ja o vimos, e
esperou que algaetn apparecesse na janella. Po-
rm ja tlnbam soado na torre do MalakulT as sete
horas.
Depois de longo lempo esperar, o nosso Cupido,
senle o corago pular-lhe arrebatado no peilo ; ti-
nha enchergado um vulto na janeila, e priucipia
Muito bem I exclama uma voz sympalbiea, com os ja citados raoviraentos e sgnaes-.
que al ento nao sora neste reciato. n .._ .-
. .. O vulto, porm, nao se meclna, e um conhecido
lodos, que estavam distrahidos a ouvir o discur-
so de D. ADgela, voltain o rosto para o ponto d'on- i
de a voz pareeo haver saludo. lenlaV" '" ->>-- r-. j fUgra.
aquartelados
gao receberam ordem para immediaijmenle delxa-
rera usseus quarteis.
O couhecido do Sr. Joaquim olha para a janella,
No dia l-' de junho pelas o horas da larde ama
grande nuvem acompanhada de trovoes eobro com-
pletamente o transmite.
Pur espago de hora e meia cahio orna abundan-
te chuva.
De repente a monianha que oceupa a ribeira es-
querda do Soara, e subre que est edificada ama
parle da povoago, se encheu de immensas gretas e
do Sr. Joaquim que sabia do negocio das janellas iM afaDdio em breve para o lado do rio.
ao passar por elle aggredido com estas per-1 bat,itaQtes amedronlados emprehenderam a
. gunlas :
* "m..n,T-qU?;ha mal.de Cnn .mna,0S V^ Tu 1ue vs ne-lhor do que eu, repara se ella i 0s *oldados
que esl na janen...
va a porta da sala, sem que por ninguein fosse
percebido, to'grande era a concenirago dos mera-
bros daquella cmara improvisada.
Oh 1 o Sr. Florindo I dizem logo diversas vo-
zes. Da o mogo dous passos adiaule, pe uro p
ero ngulo coro o outro, como se faz na dausa, e,
obrigando o corpo a tomar cerlo geto de quem
quebra a cintura, culloca 8 chapeo junlu da barri-
ga, a moda dos que esperara alguma esmula, e as-
sim nesta posigo da gente do grande toro, faz uma
profunda e geral revereucia a todos quantos na sa-
la se acharo.
Em seguida, depoodoo chapeo sobre uma cadei-
ra, aperla a mo do Sr. Leoncio, e dirigindo-se de-
pois a D. ADgela, aperla igualmente a della, e nao
acaba de o fazer anies de haver dito de lio a pavio
a seguiote phrase, que nem por isso das mais la-
cnicas :
Perfeitam'enie, minha senhora, gostei de oa-
vi-la; o seu discurso poderia figurar com gloria
em urna das sessoes da cmara ds deputados; e,
se bem que eu esleja mui scienle da sua alta e es-
clarecida intelligencia, todava nao esperava ouvi-
la fallar de uma maneira tao brilliante, a respeilo
de uro objeelo que por nenhum modo da compe-
tencia do sexo amavel.
As mogas comegam a cochichar urnas com as
outras. ..
Se foi um apeno fle mo to prolongado I...
E' muitas vezes por uma trivialidado que se re-
vela uma affeigo.
Por isso as mogas, que em materia de amores
podem sustentar trese e ser doutoras de borla e
capullo, desconflaram logo, e os coracoes de algu-
mas palpitaran! vehementes,uns de inveja, outros
de pesar e saudade, pela recordago de seus troca-
dores, que sem duvida levariam longos minutos a
apenar suas mos delicadas caso se offerecesse
uma opportanidade.
Dirigidos os primeiros com primelos, e travadas
as primeiras phrases de cenversago, participa o
Sr Leoncio aos seus visitantes que as cha venas se
| acbam preparadas.
Com effeito, dous guapos moloques qae parecem
crias da casa haviaro entrado, carregando cada um
i delles ama bandeja, munida de todo o apparelbo
da i vi a. ,
Todos servero-se de cha, e trocara -se ainda di-
logos sobre difireme? pontos, principalmente bai-
les e theatros, nao deixando de atirar as mais gala-
tas d'entre as mogas suas indirectas ao Sr. Florin-
do e a D. Angela, que faziam os seus galaoteios, a
1 principio sorra tecamente, porm depois j uro pou-
co mais livremenie.
A's 10 horas da noite, dispersou-se a compa-
nbia.
Dos componentes della dous havia cujos coragoes
mais sentiram a separaco, palpitando com mais
violencia, e nutrindo preocupagdes bem serias, no
meio de oulras bem loucas, como sempre acootece
a quem ama,
(Continuar-se-fla.)
c nao pode conler o riso, porm como elle era
gaialo, diz viraudo-se para o Sr. Joaquim :
Sim, eila... E' ella...
Nao poda fallar mais, e reiira-se para de longe
se rir a' cu.-ta d lulo namorado.
O Sr. Joaquim esperou raas alauns Instantes, e
quasi que tica aiterradj, ao ver que o vulto se me-
cha.
Muinenlus depois elle julga que Ihe fazem algum
sigua!; apruxxraa-se, e oh I caso nao previsto I...
O vulto era quero elle unha xado a sua vista;
1 o vulto que fazia palpitar o seu corago, era....
lmagiueni,. leitores, o que seria I...
Era... Nao sei de nojo como o conle...
Ei a... um galo branco I...
a ><
Entre parenlhesis (nu era de admirar (al qui'
pruqu, porque uessa nuite ainda nao estavam ac-
cesos os lampeoes do gaz, porque a la nascia d'ahi
a duas horas).
VI
O infeliz namorado entra- em casa, praguejando
dizendo :
Oh I por causa d'eu possuir uro s olho, al
os galos roe illudem e cassoam eomigo I... Isto
impossivel 1...
E atirando com o corpo (envolucro lacerado do
corago) cima d'um sof, jurou como o corvo da
fbula que nao caltiria n'oulra, e adormecen.
VII
A avealura succedida ao Sr. Joaquim foi por
muilas pessoas sabida, e quaudo elle passava, al-
guns mal intencionados, gritavam-lhe :
La' esta' ella I Isto fazia daronar o Sr. Joa-
quim.
O lempo pareceu cura-lo mais da molestia ma-
uia-naraoro, porm anda nao foi possivel faze-lo
mudar de carcter : aiuda mallo francez.
Muita gente rio-se ao saber do occorrido ao Sr.
Juaquro, e n'um soire oude eu me achava entre
varias senhoras, estas depois de tambem muito se
rirero a' cusa do Sr. Joaquim, pedlram-me que es-
crevesse alguma cousa a tal respeilo. Pedi um ti-
tula coro que podesse narrar este faci. Cada
qual para seu lado quebrava a cabeca buscando 0
Ululo, quando uma ouira senhora se veta juntar
no grupo.
Qciz saber de tudo, at que tudo loe contaran).
Essa senhora, alias muilo espirituosa, ao saber
do desfecho desle negocio, exclamou :
Blf li dous inconvenientes de se ver s por
um olho I...
Um malberoalico nao (icaria lao satisfeilo ao
acertar com um calculo, quanlo eu flquei ao ouvir
as suas palavras, as quaes aproveitei para intitu-
lar este cunto.
Inconvenientes de se ver s por um olho.
Vil
Leitores e leiloras I Com a devida venia Ihes
peco permisso para escrever depois de to grande
massada, estas tres aspiradas ledras ;
FIM.
Na noite de lo para l as gretas do terreno se
augmentaram, e no dia seguiote am qnadro de de-
vasta^o completa se offereceu as vistas dos habi-
tantes desesperados.
Urnas casas se tiuham afundido profandameate
ta trra, outras estavam completamente des-
truidas.
O rio estava cobei la d ilbotes.
Uma porco de familias fkaram sepultadas na
miseria em conseqitencia desla calastrophe.
O AlUcnaum recommeuda a iodos tria da Raadla
vegetal, que existe na Prossia ha muuos annos.
as vsiohaugas de Breslao existem, desde 1860
duas fabricas, uma das quaes tran-forma n'osna
especie de la, as folhas do pinbeiro martimo k a
outra aproveila para uso dos doenies, as agaas em-
pregadas no fabrico da la de pioheiro, la de qne
se deve a descoberta a M. Panaeviiz, e daqaai se
fazem todos os cobertores, embregado* nos bosft-
laes, uas penitenciarias e nos quarteis de Vienna a
de lile-lao.
Uma das vaolagens desla nova flaaeJla, Mnj
afugenta toda a e?pecie de bichos.
Serve tambero para estojar, do mesmo modo qae
as dinas de cavallo, e cusa daos tercos mema.
O lecido da la de pinbeiro semethaate a* i.
nho caohamo, e serve para fazer todas as espertes
de vestuario, tendo muita duragao e um caler con-
veniente.
Devemos acrc-scenlar que o gaz qae allaatia as
duas fabricas, feto eom o refugo da malaria art-
raa, que alli se emprega.
A flanella vegetal de irata o artigo qne matera.
mos do AtltenwuM, pode ser om arlif da i
valor no nosso paiz, nde ha nm coaaideravel i
mero de pioheiros martimos.
E' do Sr. Cyriilo de Lemos esta poesu :
F.MBALDE I
Hoave um lempo em qae ea olhaxa,
Para o quadro, qne eneerrava,
Que eneerrava o rosto seo,
E seus olhos roe diziam
Meigas fallas, que traziam
Doce alli vio ao pello meo.
Era om raio de esperaaca,
Era uma luz de bonanga
Luziodo no mea porvir;
E eu adora va este rato,
Essa luz que de soslaio
Sobre mim vinha eabir f...
Porm hoje da ventora
J nao gozo alma doenra,
Tenho em sangne o coracao;
E esse qnadro to querido
Basco ver loaco e perdido
Sempre embada, sempre ea rio f

PERNAMBUCa- TYP. DE M. F.PB
L-


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