Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10715


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Full Text
I
ATO III jfljgtO 158
Por qaaptel pago dentro de i Odias do 1. mez ...*:.. 5J000
dem depois dos 1." 10 ins do comecoe dentro do quartel.... 6f 000
Porte ao corris por tres mezes .*..........: 780
OORTA FIRA 13 D JULHO DE 1865.
Por anno pago dea tro del Odias do 1." mez ,,,.,.. 19|000
Forte ao cerreto- por om auno.............. JjOu
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPQO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alex?odrinu de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva ; Aracaiy, o
Sr. A. de Lemas Braga; Ceara, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
FillKis: Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claodino Falcao Dias; Babia, o
Sr. Jos Mirtins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gaspariuho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagdes da via frrea at
Agoa Preta, todos os das..
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Alunho, Garanhuns, Bui pie, S. liento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Tacaral, as tercas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiro e Ex, as quartas
feiras.
Serinhem, Rio Formoso.Tamaudar, Una, Bar-
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacao: tergas e sbados as 10 ho'ras.
Eazenda : quintas s 10 horas.
Julzo do commercio: segundas as i i horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
vara do civel: tercas- e sextas ao mete
quartas a abitados a *
Primeira
dia.
Segunda vara do civel:
hora da tarde.
El'HEMERIDES DO MEZ DE Jl'LHO.
8 La obsta as 6 h., 7 m. e 22 s. da t
15 Qaarto ming. as 2 h., 6 m. e 46 s. da l.
22 La nova as 4 b., m. e 40 s, da l.
30 Quarto cresc. as 4 h., 49 ni. e i Os. d t.
DAS DA SEMANA.
10: Segunda. S. Sil-vanom.; S. Biancr b.
M. Terca. S. Sabir*- m.; S. Abcendio m.
2. Qatrta. S. Joo .iualberto ab.; S. Jason.
13. Quinta. S Anacleio'p.;Ss. Joele Edras prof.
14. Sexta. Ss. Flora e Ju-ta mm..*. Clraaejano.
lo. Sabbado. S. Gamillo do Lelis lunllaW.
16. Djmiugo. S. Senhora do Carmo.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira. as 8 horas e 30 m. da manhaa.
Segunda as 8 horas e 54 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEAROS.
Para o sul at Alasoas a 14 e 30; para o *-1
ata a Granja a 7 e 24 de cada mez; para Fernic-
do nos dias 4 dos metes de Janeiro, margo, nu';.
julho, setembro e norembro.
ASSIGN'A SE
no Reeife, na livraria da prara da Indpra4ear:i
ns. C e 8, dos proprietarios Manoel Figneir .
Faria & Filho.
G0738N0 DA mu
Depois d'amar.haa se extrahir a parte da
lotera em favor .las familia.-* briosos Volunta-
rios da Patria (23), sendo o nr.ilor premio 0:000,5.
lilin. e Exm. Sr.A commissao incumbida por
V. Exc. de examinar a proposla feita por Carlos
Lniz t'.ambronne no sentido contrato para a limpeza desta cidde, e tambera de
ehegar a um accordo com o dilo senlior acerca das
alterantes que mais ronvm fazer no contrato, para
nielh'rar o servigo da limpeza, vem submeller a
V. Exc. o seu parecer a raspean desta importante
questo, e o que praticou para corresponder a cou-
Oaooa iie V. Exc. *
Desde a P ses.-flo desla commissao entraran, em
duvida alguiis menibros, se as inodicagoes que so
bouvessem de lazer no contrato de accordo com o
emprezario eram s relativas as regras da arte da
construcgo, e aos preceitos'pa nytiene, ou se
abrangendoa tolalidade do contrato, ellas poderiam
recahir sobre qualquer da suas espulgdes, Em-
bora e.-ta coaimissau reconhega, como ja foi Peco-
nheeido pela Ilustrada commissao, que deu anlo-
go parecer a 26 de julho de 1858 (documento n._i
pag. 20); que medidas de aceio e de hygiene, a nao
serem geraes n'uma localidad*, se tornam improfi-
cuas, quaiido nao sao iiuxequiveis : embora esteja
convencida que a nao existir um systema perfeito
de esgoto e limpeza geral da cidade nao se poder
preservar o porto de urna causa constante de occlu-
sao, uem Iio poni limpar e tornar menos asque-
rosas as margens do rio junto alguns do* caes,
ella s se juigaria com algumas habilitagoes para
modificar o contrato, talvez com publica convenien-
cia. Da parte purammte lechnita.
Facilitn V. Exc. os trabalhos da commissao cvr-
cunserevendo-os s cinco quesloes propostas no
offlcio de 12 do corrente.
Antes, porm, de entrar no exame destas qnes-
toes, em obediencia declaragiio feita por V. Exc.
de nao admitiir onus novo para a provincia, nem
para os particulares, e tambem para evitar um tra-
balho. que pojia ser inotil,cumbria que esta eom-
misso soobesse do contratante se aceitara com
esta condicfto previa as moditicacoes que Ihe pare-
cessem convenientes, depois de mutuamente exa-
minadas e discutidas.
Pulanlo, a commissao julgo'j indlspensavel, an-
tes de dar principio a qualquer trabalho, saber do
supraniencionado C L Cambronue, se elle aecci-
tava, sem augmento de onus para a provincia ou
para os particulares, as moddieaees que se lor-
Bassem nec^ssarias en seu contrato, afim de que
podessem ficar satisfeitos os desejos manifestados
por V. Exc. e leudo Ihe dirigido, em dala de 14
de junlio ultimo, c officio que por copia transmute
a V. Exc. (documento n. (i), em resposta declarou
o referido C. L. Cambronue, como ver V. Exc. de
seu olli'io, queem original aprsenla, datado de 16
daquelle mez (-locumeuto n. 3). que nao havia ac-
ceitado a condigo que pela assembla provincial
Ihe tinha sido imposta no art. o" de sua le n. 552
de 20 de abril de 1863 ; accrescentando que, tendo
em lempo protstalo, perante a] presidencia desta
provincia, contra essa condicao, inda persistia cm
seu protesto.
Se a commissao soubesse, desde o principio, da
existencia desse protesto, vera que nao era possi-
vel alierar-se o contrato de que se trata, sem aug-
mento de onus para a provincia ou para os parti-
culares, como o declanni V. Exc. em seu olfico de
12 de junho prximo liado ; por quanto, estabele-
< iodo o art. 3o da lei supracilada que o contratan-
te, em troca ou comn^nsaeao da vantagem de se-
rrn obrigatorios para os particulares seus appare-
Ibos, se sujeiiaria a fornerer graluiamenle appa-
retbos aquellas casas que pagassem de decima ur-
bana de 135U0 para balxo, o referido contraante
declarara que > se obrigava afornece-los aquellas
casas i)oe pagassem de!>5ou0 para baixo; o que
restringa o numero em mais de metado, e traria
necessaiiamenle augmento de onus ou para a pro-
vincia ou para os particulares,
Desejando, porm, a commissao salisfazer a mis-
sao que liavia recebido e acceitado de V. Exc, nao
quiz d-la por terminada, como poderia f&ze-lo a
vista de declaraeao lo explielti, e por isto convi-
dou o contratante para orna entrevista, afim de
obter verbalmi-nle algumas exp icacSes (|ue Ihe pa-
reciam precisas, e presiando-se elle ao convite,
anda persislio em seu protesto; mas reconhecendo
pelas reilexes que Ihe foram apresenladas nessa
. ccasio, que esse protesto o prejudicava em sua
pretenco, por quanto, desde que nao acceitava o
onus imposto pelo art. 3'da supracilada lei, em
que elle buscava seu direito a seren obrigatorios
para o; particulares seus apparelhos, nao podia
exigir o eumprimenlj dessa vanlagern, nao consig-
nada no contrato primitivo, declarou por lim que
renunriava ao sea protesto eacceitava a condigao
imposta pelo referido arl. 3o; o que nao fez senao
depois d; tentar intilmente restringir o numero
das casa- que pagassem de decima urbana de
lJoOi) para baixo, lixando-o a mil, querendo que
se Ihe reconhecesse o direito de reclamar indem-
nisagao, se o numero das casas excedesse ao que
pretenda indicar.
Nao querendo a commissao consignar rnente
palavias em seu relalono que poderiam olerecer
duvidas futuras, exigi que ojntratante declaras-
se por escripto se acceitava a condieSo imposta
pelo supracitado art. 3o, e por consequencia renun-
clava ao seu protesto, protesto de que a commis-
sao nem mesan copia tinha, e havendo sido satis-
feita essa exigencia embora para o caso nico de
urna solacio definitiva da questo de que se oceu-
pa, como ver V. Exc. do officio que em original
transmute (documento n. 4), passou a traiar das
iDoililicagoes do contrato.
Entrando a commissao no exame dos quesilos,
responde a V. Exc. pelo modo seguinte :
Io quesilo.Deveou nao ser conservado o actual
systema estabelecido no contrato ?
o systema separador em geral no parecer da
conimssSo o melbor de todos quantos existem, e
tambem o que mais convm a topographia desta ci-
dade, porm, o meiliodo pelo qual o impreiteiro tem
exeeulado este systema at boje parece defeituoso
a commissao.
Pelo contrato celebrado em 25 de setembro de
1838 e pelos actos posteriores, o impreilei-o obri-
gou-se a estabelecer um apparalho de latrina se-
parador e inodoro.
.Vio existind) machina separadora, que por si
s conslitua um apparelho de desinfeceo, o rae-
thodo proposto, e j em parte e leculado" s poda
preencher completamente a condigo de inodoro ou
por meio de agentes chimros, cu se nos edificios
onde fosse adoptado se estabelecessem as ondigoes
indispensavels de ventilagao.
Dadas eslas ultimas condigSes, o systema sepa-
rador adoptado em cidades muito populosas, e
aconselhado em outra;, offerece alm do escoamen-
to fcil a vantagem de retardar e diminuir a de-
composigo das materias excrementicias.
Aos actuaos appareihos, porm, acredita a com-
misso que mui diffleilmente e s com grandes
dispendios se poderia reunir, oomo auxiliar om
systema de ventilagao, qae reraova os inconvenien-
tes do methodo de separago at hoje empregado.
O eslabelecimeato de um systema de ventilagao
nos predios j construidos na Gidade do Recite, no
intuito de conseguir urna desinfecgo completa nos
quarlos das latrinas, seria tao oneroso que a com-
missao no hesita em declarar preferivel renunciar
desde j ao melhodo, pelo qual tem sido exeeulado
entre nos o systema separador, tanto mais quanto
os api>arelhos al hoje empregados nao separam
completamente os lquidos dos solidos, o que acti-
va a decomposicao das materias excrementicias, e
facilita a emangao de gazes incommodos e noci-
vos.
Por estas raides, e por que na proposta de C. L.
Cambronne, vem indicados meios que removem
prompla e efflcazmente, quando bem execniados,
os indicados inconvenientes, entende esta commis-
sao que o 1. quislo deve ser respondido negati-
vamente. Picando assim prejndieado o 2. quisito,
a commissao passa a responder ao 3." concebido
nesles termos.
Se nao deve, qual o systema que convm adoptar
ua subslituieao
Sendo est commissao de parecer que o systema
de depsitos lixos nos domicilios nao resiste a ana-
lyse, o pecar dos aperfeic. menlos que se Ihe tem
adoptado, julga desneeessaro mencionar e discutir
as modilicaco-js at boje proposlas, e entra no exa-
me do gystema de escoamenlo total das materias
excrementicias reunidas para tora des domicilios,
julgando-o absolutamente preferivel a todos os ou-
tros o susceptivel. pelas modiflcago.:s hoje condeci-
das, e j experimentadas, de ser adoptado com
grande vantagem na cidade do Reeife, como tem
acontecido em mitras cidades de riba-mar.
Os inconvenientes que o lempo moslrou nos lu-
gares onde este systema havia sido adoptado, prin-
cipalmente na cidade de Londres, onde a sapidez
j da construego das obras uecessarias nao permiltio
que elles fossem logo observados e reconliecidos,
i acbam-se boje removidos e em sua mxima parto
I superados por meios, que a experiencia aconselnou
le que esta commissao julga proficuas.
Assim que o derramameoto da tolalidade das
materias excreroehlicias nos rios conforme o pri-
mitivo systema, se acha hoje irrevogavelmente con-
| demnado pelos fados, que cada dia vo mostrando
de mo lo irrefragavel, que o vulurae da agua nos
ros insufflcienle para tornar insencivel a pre-
senta das substancias decompostas.
A arte lutou contra este gravissimo inconvenien-
te, debe iriumphouquasi satisfactoriamente cora os
meios substitutivos do anligo processo de esgoto de
todas as materias uos nos.
Separando os solidos dos lquidos, em reservalo-
rlos onde ebegam reunidos, desinfeclando-os e des-
secando os primeiros por meio de agentes chimicos
e de machinas apropriadas, nao s evita o indicado
inconveniente, como at aproveita aquellas mate-
rias para fertilisar os terrenos cultivados.
As prescripedes actualmeute seguidas na cons
Irucgao das ubras destinadas a realisagao do sys-
tema, e os meios adoptados para que este funecio-
ne convenienteinenle, qur no que diz respeito ao
estabelecimento da canalisacao e seus accessorios,
qur e principalmenle ventilagao e ao suppn-
inento d'agua constante e consideravel para evitar
a obsiruegao dos conductores e estabelecer urna
corrente, sao garanlias que juslificam a preferencia
dada por esta commissao ao systema de que se oc-
cupa.
A proposito de C. L, Cambrn i nao sendo ou-
tra cousa mais do qqe a adopcao do systema, que
a commissao profere, com a n'iodificago de corre-
rein os lquidos pana o rio depois de desinfectados
e passarem por urna tela metlica, nenhuma objec-
gao Ihe suggere, e julga-a adoptavel.
A substituigo do systema impe necessaria-
meule a dos apparelbos at hoje empregados.
Para que um apparelho de latrina satisfaga aos
interesses da hygiene, preciso que alm de sim-
ples e solido impegi a euiauacao de miasmas no-
civos ou cheiros incommodos.
A principal causa de infecgo das latrinas 6 a
ascengo de gazes mephilicos nos tobos de esgolo,
e para se remover o grave inconveniente desta as-
cengo, numerosas modleages tem sido adopta-
das aos apparelhos de latrinas, sendo que s o
emprego de obturadores tem dado resultados pro-
ficuos.
A commissao, considerando no que de mais sim-
ples e til Pal at hoje aconselhado a experiencia
neste genero de raelhoramentos, reconhece que en-
tre os apparelhos obturadores a todos os ras-
peaos preferivel aquelle que por meio de siphes
communica as bacas com os canos de esgoto.
Ella entende que nessas condigoes se acham os
apparelhos de latrina, cujos desenhos vao annexos
sol n. o, propostos pelo contratante Cambronne, e
nos quaes a simplicdade se acha reuuida so-
lidez.
E' portanto a commissao de parecer pelo que
toca ao 3o quesito, que se adoplem o systema e
apparelhos substitutivos propostos por C. L. Cam-
bronne.
4." quesito. Quaes as condigoes techncas e
scienllicas para a execuco desse sy.-tema ?
Sendo numerosas e variadas as precaugoes e
condigoes de detalhe na execuco de lao importan-
te obra, a commis.~o entende que, alm das bases
que va offerecer como concluso deste seu relato-
rio, o meio mais realmente efficaz para garantir a
boa execugao dos trabalhos, a realisagao do sys-
tema urna fiscalisago constante da parle do go-
vjjrno.
Alm das condigoes geraes do contrato, a expe-
digo de regulamenlos sobre os diversos pontos de
duvida, que possam ofTer*cer-se na execugao das
obras e servigo da empreza, e o exame previo a
que o governo dever sempre ter direito de ludo
quanto fr adoptado, sero recursos suCQcieoles
para prevenir qualquer erro, desenlelligencia ou
descuido.
5." quesito.Quaes as providencias a adoptar
para que o contrato se nao torne mais oneroso a
provincia e aos particulares ?
A visia da declarago formal e escripia pelo em-
prezario, que aceita a substituigo do actual sys-
tema sem maior onus para a provincia e para os
particulares, alm do exisleule, a commissao nada
lem que expor, e a insergo deste compromisso no
conlralo addicional ludo quanto se pode indicar.
Para melhor inteligencia do que tem exposio, e
como resultado do accordo a que chegou com C. L.
Cambronne (n. 6), els as conclusoes que, em forma
de proposta modificativa do actual conlralo de lim-
peza e esgoto, tem esta commissao a honra de offe-
recer a V. Exc.
Art. 1." O actual systema de encanamento, ap
parelhos e accessorios empregados no servigo de
limpeza e esgolo das casas da cidade do Recite,
ser substituido pelo systema usado para o mesmo
Ifm na cidade do Rio de Janeiro pela companhia
CUy improvement, salvo na parle relativa s aguas
pluviaes, e de conformidade com as clausulas que
seguem.
Art. 2. O novo systema proposto pela empreza,
em subsliiugo ao que fol adoptado pelo governo,
nao trar novos onus sobre qualquer pretexto que
seja, quer provincia, quer aos particulares.
Art. 3." A empreza se obriga a dar comego s
novas obras dentro do prazo de dezoito mezes, con-
tado da dala da assiguaiura das modificag5es pro-
pesta, sob pena de. .
Art. 4. A empreza dever apresentar, antes da
inslallago dos novos trabalhos, nm plano completo
das obras com urna memoria descriptiva para se.
rem examinados eapprcvados pelo governo.
Art. 5." No que diz respeito propriamente ao sys-
tema de esgoto e seus accessorios, o plano e a me-
moria de que trata o artigo orecedente, devero-
alm de oulras condigoes, fazer menguo do se-
grate :
1. Dos conductores subterrneos das ras,
Anndo Serd, a de Prossa Senhora do O' da Ser"
ra-Negra, a de Sama Rila da Cachoeira, a de S.
Joo Bapusia do Porla-Alegre, a de Nova-Cruz, na
provincia do Rio-Grande do Aorte; de Nossa Se-
nhora da Penha do lltirity, a de-San^Anna da Ce-
tinga dos Alegres, a de Nossa Senhora do Ampara
que sero de barro vidrado ou de ferro fundido da villa Januaria do Brejo Salgado, na provincia do
apropriado com os dimetros e os declives que os
estudos aconselharem
g 2." Dos canos de coramunicagao entre os pre-
Minas Geraes.
Todo o Rvd. sacerdote, ou elergo.que queira fa-
zer epposigaj s igrejas aciraa referidas, apresen-
dios e os conductores e dos de dorivago.que tero, tese com seus papis promptos e correnles, na
aquelles seis polegadas e estes quairo ; forma do estylo, para ser ndmitiido, fazendo termo
S 3." Das condigoes dos tanques ou reservato- de opposigao dentro do praro de sessenla dias, fin.
rios, onde iro ter'as materias solidas e liquidas; dos os quaes, se proceder ao concurso, no qual
4. DosupprimeutJ de agua por meo de ma- respondero os Rv-ls. opposltores nove casos do
chinas a vapor on molnhos auxiliados por aquellas moral e consciencia, e faro urna expoico, ou ho-
com a competente indicago das condig5es de ca-! milia do Evangelho, que cu assgur ; para propor
a S. M. o Imperador os que forem julgados mais
dignos na forma dos sagrados caones e Concilio
Tridenlino.
Dado em Olinda, sob o meu sgnal e sello capi-
tular, aos 10 de julho de 1865.
Ecu, o padre Joa.juim da Assumpcao, escrivao
da cmara episcopal o snbscrevi.
Dea i Dr. Joaqnim Francisco de Faria.
IW ii I I)W TmBHrffi ih^w
nalisago
5. Dos meios para a lavagem, de desobslru-
gao e venllaco des (.onuctorcs ;
6. Indicago dos apparellies de separago e
desinfeceo ;
; 7." Dos meios de facilitar o escoamento pela
torga da gravidade nos pontos de ni'el baixo da
cidade.
Arl. 6." Os apparelhos de latrina sero obtura-
dores na forma dos desenhos n. 5.
1." Os siphes desses apparelhos nao terao
menos de duas p llegadas de dimetro.
5 2. i\'a referida memoria descriptiva dever se-,
! ha fazer raencao das condigoes em que bao de ser;
construido* e ass-ntados os apparelhos, da prepa-
Relo Saladin, que segurado do Rio du Janeiro em
direiiura para Nova York com carregamento de
ticulares, quer aos estabelecimentos pblicos. cafl!> arrjU0H |)on^m a ,.ste port0i a8m de ,()(nar
Art. 7. A parte da cidade comprehendida den- carvo, livemos algumas noticias relativas a auer-
trodo permetro, onde deve ser adoptado o sysle- r a ,ai,:i ,)aSamos a transmillir aos nossos lei-
PERNflMRUCO,
umn mm.
rago dos loeaes da forma e qualidade das cadei-
ra-, etc., quer sejam destinados as habiiagoes par-
trans lo para aquella villa pela estrada de rodagem,
que fui destruida em varios p ratos entre a ilha e
o Cabo.
O trafego da estrada de ferro fica interroropido
por toda esta semana.
H'iniem pelas 5 horas da tarde fundeou era
Taco do arsenal de marinha a corveta encouracada
Brasil,^ procedente de Toalon por Krloul, Gibritar
e S. Vicente cora 31 dias de viagem.
E' commandada pelo distincto Sr. eapitio-teoen-
| te Henrique Antonio Btpti.-ta, a cujos esforcos de-
j ve se a promptid.io dos ltimos apprestos nces.-a-
rios sahida da crvela, bem como a sua pericia
e rpida viagem e o veocimento dos diversos obs-
tculos sobfevindos no decurso della, viste que an-
tes nao procedern) se as-experiencias do costume,
por Urem apenas mediado 34 liaras entre a or-
dem deliuiiva da partida ea respectiva icalisacao.
ueixamos de dar agora a descrfpcao deste lindo
vaso da nossa marinha, por lelo feilo ja, por occa-
: sio delle ser langado ao mar em Toateo.
Compde-se a sua Iripolaco de 1" pessoas de
varias nacionalidades, i.io italianos, turco.-, gre-
j gos, belg35Tfrancer.es, bollandezcs brasileiros;
| denire os quaes destacam-Sfl os Srs. Auguste Guis
| e Lonis Arnonlt, commandanles ca marinha mer-
cante franceza de pequeo curso, os quaes nao pou-
parara esforcos, de combinagSo com o digno Sr.
eapilo-lenente Daplista, afim de traierem ao nosso
porto com toda a solicitude um vaso do que tanto
carecemos as eircomstancias actuaes.
Dando-nos ns parabens, sao podemos omiltir as
nossas felicitagS.-s ao Exm. bario do Pinedo pela
soluco favoravel, que perante o gabinete dasTu-
Joanna, parda, tilha legitima de Ant>no Tor-
res, e Mana Josepha da Coataffia
Jlo, pardo Ufen de Julia, escrava'de llermioa Ma-
ra de Almeida.
Amelia, branca, tilha natural de Florinda 5la.-hto
Maior.
Jos, branco, fulio legiumo de Avelioo feaf Alves
Pimcnlel e Maria Franci-ca pim-n'-i
Joo, pardo, libio oalural de Uabel Mana da Coa-
ceigo.
Hermino, crioulo, filho natural de J anca BpateU
dos Sanios.
Jos, branro, filho legilimo de Joo Kapiista >-ar
e Tneodora Mana das Mern-z Gnar.
Mililao, pardo, Qlho de Mana, escrava d* K^lx Ao
ionio Alves Mascarenbas.
Rozalna, branca, lilha legWaM de Ma faaalai
de Macdo e Tnereza norearia d J.?sus Maai la
Gnilberunna, bram-a, fiiha legitima de Ma Life.:
Lima e Mana Francisca da Fonsera Lima.
Manuel, branco, filho legitimo de PasanaM Mar-
ques da Fonseca Pires e Theoporcipa Cava
Marques Guimares.
Manoel, pardo, filho legilimo de Jos Marim- 1-
AraUjo Palposo e Joanna Baplisla d> Ma
Emiliano, pardo, lilho legitimo dos inesmos pii-
acima.
Leonor, branca. 0 ha natural de Matinal Maiir,
da Silva Lima Co.-ta.
Marimba, crionla, tilha legitima de Pedro Ani >ni.
da Silva e Benedicta Mari Vianna da Silva.
Honorina, branca, lilha legitima d Franri-o !;>p
lista de Almeida e ItavmunJa 1'rrolina aaa 5*a-
ma de limpeza proposto, ser distribuida em dis-
tnclos conforme exigirem o nivelamento da mes-
ma cidade e mais condigoes especiaes para a boa
execugao das obras.
Art. 8." Cada districto lera independentemenle
dos outros encanamentos, machinas e accessorios
para o escoamenlo e desinfecgo das materias ex-
crementicias e agoas servidas das ca as : urna s
machina poder ser erapregada para o supprimen-
lo d'agua nos conductores e apparelhos.
tores, notando tjdavia que, por falla de jornaes,
lem ellas orlgem de inforinaco s lomadas a um
passageiro d'aquelle vapor, a quera prestamos con-
lianga por sen carcter sizudo.
A 11 do passado, forara atacadas as nossas tor-
gas no Riachuelo, pouco abaixo de Cimentes, pela
esquadra paraguaya, composta de 8 vapores de ro-
das com pegas de calibre de GO a 80 e oulras tan-
tas bateras floculantes mascaradas com 40 boc-
eas de fogo de 68 a SO, o dous mil infante-
S-i T KpeBdeD5,a' a''UU;0 alli wE Maca, Mi legitima de Manoel Jus M,r .-
valer com a .ogica da razao e o seu prestigio pes- Aul,ml de ())-veira iaia
soal o direito, que assislia a causa do Brasil. E\ e An,,ni ue \!?"" ,ma-
K%TJ'^ S5S !S .J5ai ,ai"|U'r'11* J" *** ua Silva. Mara'Ricarda da Coce.-
graujao dos seua coucidadao ; e nos folgamos de cs0
consgnalo aqu.
Em lugar competen
gao.
Art. 9." A execugao das obras comegar tao so- q combate foi excesivamente porfiado, havendo
mente por um dos disirictos da cidade, e so conii- p^fas reciprocas que amia >e nao avaliavam de-
nuara pelos outros depois que o governo ti ver re- vidainente. Mas pelas 5 3|i horas da tarde os Pa-
conhecido. que o systema fuocciona regularmente raguayos estavam completament balidos, e cm fu-
no districto, onde foi estabelecido, o que devera ser ga vergonhosa. deixando em poder da armada bra-
decidido dentro de um mez contado da concluso sileira bateras lluauaules ou chatas, e tendo a
dos trabalhos deste uitimo. pique quairo vapores, dos quaes um era o amigo
Art. 10. A empreza se obriga a adoptar as mo- Mrquez d'Ohnh, que occui.ava a vanguarda da
dificagoes as obras e apparelhos que o governo esquadra uimiga.
recoohecer necessaras nodislricto de ensaio para ~\-*m feito U'arinas que honra aos nossos man-
que o systema funcciooe bem e islo mdependente- nheiroS,'o> quaes deram assim urna lico aquelles
mente de qualquer rademnisagao, salvo o caso pre- vndalos que por cerlo d'ella se nao esouecero j
visto pelo art. 48 do contrato celebrado em 25 de ,aii meroceudo n'islo espec
.I mengao por suas
facanhas nesse combale o Amazonas, que em 3 ho-
ras logrou metter a ruque tres navios inimigos em
soccorro da Harnaliibu, iiual quairo vapores pa-
raguayos cora 600 bomens davaiu urna terrivel
abordagem.
Deste conflicto saho o Amazonas com estragos
resultantes das investidas que dera aos navios mi-
migo-, sobre os quaes varonilmente se aiirava com
a proa a guisa, do eucouragado; e o Parnalitba cora
o leme partido.
Igualmente sahiram dessa lula gloriosa com es*
tragos o Mearon, que per leu a proa e parte dos
mastios; a Ijuatumj, que perdeu tambera a proa,
e licou com um graude buraco na borda; e a lid
monte, que recebando 37 rombos, alagou, podendo
porm safar-se ao depois.
Da nossa esquadra, pois, s a Je de embarca Vi o chefe Gomcnsoro, lieou inutilisada
completamente, v-to qae bavendo em principio do
combate perdido o ortico, succedeu cucalhar se-
guidamente era um tianco, fleando asira a merr
de unia-b.i(eria mascarada dos paraguayos, a qual
sobre ella fazia fogo; de sorte que em tal emer-
gencia foi abandonada pelas nossas.
No eutanlo, um vivo fo?o que arada os Para-
guayos roinperam de ierra contra os restos da Je-
quitinlionlia, fez crr ao longe que se renovava o
combate naval; e isto ganliou um cerlo vulto, que
chegou at a Buenos-Ayres como um fado.
Como balxassem, porm, as aguas do rio, a nos-
sa esquadra era sua descida solfreu algurn fogo de
urna batera levantada na margeir- pelos inimigos;
aos quaes respoud 'rain os nossos navios, desmon-
i sao, txm. Sr., as consideragoes que esia tando-lhes algumas pegas, bem que lhes nao cau-
ssaojulgou conveniente submeller ao alio sassem maiores damnos. Mas, sem embargo, al-
criterio di \. Exc, animada pelo mais sincero de- umas perdas niltaves temos a lastimar, e entre
sejo de coadjuvar a admraisiragao na ardua t.refa e|,as a d commandante do Deberibe, Bomfaciojoa-
de substituir o systema de limpeza admetudo no quiin li Saul'Auua, que suecumbio sr o passadi-
coniraio vigente para outro mais perfeilo, como o p0 do vapor.
inconteslavelmenteo que ella adoptou. I A n0;.sa esquadra ficava no Rincn de Cebados,
Reos guarde a \ .8. Recite 3 do julho de 186o. refurcada com mais algumas canhonheiras, que ii
tmham subido.
Miembro de 1858.
Art. II. a continuago das obras nos demais
distrielos s lera lugar com a applieago dos me-
Ihoramentos, que forem adaptadas no primeira
Art. 12. O governo ter o direito de inspeccio-
nar a construcco das obras e o servigo da empre-
za por um engenheiro seu.
Art 13. Fica entendido que subsstem todas as
condigoes do actual contrato, favoraveis, quer a
provincia, quer aos particulares, concernentes a
garanta publica e execugao do mesmo contrato-,
que nao forem oppostas as modilicagojs conven-
clonadas.
Art. 14. Os apparelhos de latrina queja tiverem
sido estabelecidos at o presente n-sta cidade, de
conformidade com o contrato vigente, sero subs-
tituido.! a cusa da empreza por outros da mesma
classe e do systema novamenle proposto, sem que
desla raudanca resulte despeza alguma para os
proprietarios, alm dique j liverem feilo.
Arl. 15. A empreza se obriga a adoptar durante
a construego das novas obras e lempo de seu pre-
vilegio os raelhoramenlos felos em outra qualquer
parte onde se tinha empregado igual systema, e
que a experiencia mostrar serem necessanos para
bem do servigo de limpeza e para a hygiene pu-
blica, sem que d'ahi resulte maior onus, quer para
o governo, quer para os particulares, e'nos termos
do dnal do artigo 10 destas modleages.
Art. 16. A empreza se obliga a concluir todas
as obras no permetro determinado, denlro do pra-
zo de cinco anuos, sob pena de pagar......de
multa.
Taes
commi
. .... Joaqun) Francisco da Silva com Joaquina Luc! .*
damos a podido a in- saii 0)elh0
l'f i^>r'8 uoni 'g. 1i a^0nVei'g0eS co,n^lfires.; Antonio Marcelino de Souza com Mana dos M
e a simples leitura delles ve-su que a intelbgencia pmio
mecr.,,r!?.Ul!iS",le'" ffiSS l',"r P-."e d0, overaoCvriaco'joaquim Coelho com Mariana MM
em suas decisoes, e manifesiaraente contraria ao
que nellas se eslipulou.
Alm deque, pareco que o modo empregado
para a restrieco, que se Ibes qu^r dar presente-
mente, nao o proprio ; isto como assim CTr^erse
em juiz, sem audiencia do outrr, urna das par
contratantes, conlra toda a Justina e pensar deN
eminentes estadistas, como os couselheiro.- Nana-
ce, marque* de Oliuda, Souza Franco, Rmenla
Bueno e outros.
Hoje effecluar o agente Cordero Sim 's
leilo de movis, crystaes, escravos, vaccas e ou-
tros objectos.
O desertor do 4o batalho de artillara i p,
Emiliano hidra do Sacramento, que ferio grave-
mente ao inspector de Santo Amaro, Autonio
Biysj Anlunes Ferreira, fui preso pelo subde.ega-
do da freguezia de S. Jos, em viriude de ordem
que Ihe foi Iransmiltida pelo Dr. delegado.
Jess Lopes.
Joaquim Antonio do Carvalhocom Joanna MO>
da de Oliveira.
Manoel Francisco Pugas com Joaquina Pinto d>-
Araujo.
Rki'aiitii;ao da polica :
SHraclo da parle do dia 12 de julho de 1;-'.
" ram recolhidos casa de deieoro ao du 11
do con-, ule :
A' ordem do Illm Sr. Dr. chele de polica. Vi-
cente Ferreira Borges, vindo do Limoeiro, Bernar-
dino Jos'dos Santos e Manoel Julio Bisp-i, vnd -
da Escada como desertores, e Amonio Jos.; da
la, viudo de .Nazareth, para recruia.
A' ordem do subdelegado do Kxcife, Guilherrae
Jos dos Sanios, para correego.
A' ordem dude Santo Antonio, Raphael. escravj
de Vctor Accioli Wanderley, por crime de root.
A' ordem do da M Vista, Jos, escravo de Goo-
- Relacio dos baptado* feilos aa matriz de Men,,es por fugIj0i *"
Santo Antonio do Reeife, no mez de junho Irado. v A- ordtm do da Miada'
Manoel, branco, lilno legitimo de Manoel Pantaleo p.7 ,vlT. rnrrerci '
Illm. e Exm. Sr. Dr. Antonio Borges Leal Cas-
tello Branco, dignissim-i presidente da provincia
Dr. JosJoaquiin de Moraes Sarniento. M. Buar-
que de Macedo.Dr. Sabino Olegario Ludgero Pi-
nho.Gerva-io Rodrigues Campello. Dr. Joaquim
de Aquino Fonseca. -Jo-TiburcioPejeira de Ma-
gallies.M. rio Barros Brrelo.
*>hS>-<=
de:
O Mersey chegra as Rio a 4 d, corrente, e 1ra-
' zia datas de Buenos-Ayres al 28 e de Montevideo
at 2'J d prximo passado.
Alm desta face que ollerecem as nossas cousas
i no Rio da Praia, sabe-se quanto as fronteiras do
, Rio Grande do Sul, que os Paraguayos passando o
; Uruguay com torgas consideraveis, linham pelo
mesmo tempo atacado a S. Borja, onde aiuda no
dia 15 se pelejava cora grande valor por parle dos
nossos que erara em numero muito inferiores aos
inimigos.
No entretanto, parece confirmar-se o aban tono
i daquella villa pelas tropas mperiies a' inmediata
GOVEHXO DO IIINI'A DO
PERXAllIMTCO.
SEDE VACANTE.
CONCURSO AS FREGUEZIAS VAGAS.
O Dr. Joaquim Francisco de Faria, conego honora- entrada dos paraguayos, cujo exercito tem por otU
rio da capella imperial, lente jubilado de theolo- ciaes a italianos, fraeezes e inglezes; e corre que
gia, deo da sania igreja calhedral da cidade de I commelteram-se alli as maiores atrocidades pelos
Olinda, vigario capitular da diocese de Pernam- invasores.
buco, sede vacante, etc. S. M. o Imperador preparava-se para seguir pa-
Por especial mndalo de S. M. imperial, com- ra o Rio Grande do Sul, acompanhado pelos Srs.
municado pelo imperial aviso de 14 de margo de marqaez de Caxias e teoenle-general Cabral.
1829, expedido pela secretarla de estado dos neg- A noite de 11 esteve o noss' porto bstanle
cios da jtisiifr, ponho em concurso pelo presente j agitado pela grande copia d'agua, que tomou o Ca-
edlal as segrales freguezias vagas desle bispado,! pibaribe.
a saber : a de Nossa Senhora da Conreigo da ilha \ Muilos botes, canoas e alvarengas desgarraram, e
de Itamarac, a de Sani'Anna da povoagode Ora- urna barca de viga veio anda ao caes ; felizmen-
vat, a de Nossa Senhora da Concego do Bo- te, porm, nao ha a lamentar se sinislro algum.
nito, a de Nossa Senhora da Concego do Quinan!,
a de S. Caetano da Raposa, a de S.Lonrengo deTe-
jucupapo, a de Nossa Senhora da Sade do Tacara-
l, a de Nossa Senhora da Conceigilo de Cruangy,
a de S. Jos de Bezerros, a do SS. Cosme e Dami'o
de Iguarass, a de S. Jos de Ingazeira, a de Nos-
sa Senhora do Bosario da Varzea, a de Nossa Se-
nhora do O' de Gaianna, a de Sania Maria da Boa-
Vista, nesia provincia ; a de Nossa Senhora da
Conceigo da Jacoca, a de Santa Luzia do Sabugi, deslruiges; e fazando lembrar a cheia de 1842.
A Passagem da Magdalena, desde quasi a ponte
desla denomraago al alm do sitio do Sr. Jos
Pereira da Cunha, ticou toda inundada como se
fra um vasto mar. Grande parte das casas foram
invadidas pelas aguas, ea estrado tinha um volu-
me de quatro palmos, sendo preciso andarse em-
barrado para poder-se passar por alli. >
Outros muitos pontos foram tambera oceupados
pelas aguas, causando mais ou menos algumas
a de S. Miguel da Baha da Traiga >, a de Nossa
Senhora da Penha da Taquara, a de S. Jos de Pi
ranhas, a de Nossa Senhora do Pilar do Taip, a
de S. Miguel do Taip, a de Nossa Senhora da Luz
de Pedra Lavrada, a de Nossa Senhora do Rosario
da povoago de S. Joo da cidade de Souza, na pro-
vincia da Parahyba ; a do Sant'Anna do Ypanema,
a do Senhor Bom Jess de Quebrangulo, a de San-
ta Maria Magdalena da villa da Imperatriz, a de
Nossa Senhora do Rosario do Penedo, a de S.Fran-
cisco de Borja de Piassabuss, a de No-sa Senhora
da Graga do Muney, a de Nossa Senhora dos Pra-
zeres de Macei, a de Santa Lnzia do Norte, a de
Nossa Senhora do O' do Traip, a de S. Joo de
Anadia, a de Nossa Senbora da Conceigo d'Agua
Continan) a crescer as aguas que deram
lugar interrupgo do transito da estrada de fer-
ro, era consequencia do que nao vejo hontem, como
linham os annunciado, o trein da villa do Cabo.
Temos mais a lamentar alguns estragos as
obras daquella estrada. Rompendo-se o agude ou
reservatorio do engenho Olinda, as aguas precipi-
taram-se sobre a via permanente, despedagaram
um ponlilho de alvenaria o linhas de ferro no si-
lio denominado Zamboa ; destruirn um aterro
de 150 ps de comprimenio e na profundidade de
30 ps, e um boeiro do sangrador daquelle en-
genho.
Segundo varios telegrammas, as aguas teem in-
vadido as casas particulares na villa do Cabo, (i-
Branca, as Alagoas; a de Nossa Senhora da Con-! cando hontem na altura de tres palmos na casa do
ceigo de Maceo, a de S. Joo Baptista do Apody, a : Sr. superintendente da eslraa de ferro.
de Nossa Senhora das Dores do Pal, a de Santa' Consta-nos que esta'igualmente interrompido o
da Costa Monieiro, e Francelina Brgida Soares
Mouteiro.
Maria, branca, lilha natural do Jesui.ia Alexandri-
na da Silva.
Josepha, branca, filha legitima de Antonio Rodri-
gues Vieira e Genoveva Maria da Conceigo.
Senhorinha, lilha legitima de Jos Honorato de
Souza e Generosa Mana da Conceigo.
Agostinbo, branco, lilho legitimo de Jos de Azeve-
do Maia e Silva e Florinda Adelaida de Azevedo
Maia.
Flix, branco, filho legilimo de Sebasto Luiz Fer-
reira e Francelina Olimpia da Cosa Ferreira.
Thcreza, branca, lilha legitima dos mesmos pais
cima.
Clara, parda, filha de Severiua, escrava de Clara
Freir Cordero de Castro.
Sebaslio, branco, lilho legilimo de Joo Gongalves
da Silva Brito e Maria Gongalves Brito.
Maria, branca, filha legitima d Francisco de Oli-
veira Franco e Mana da Luz de Oliveira.
Virginia, brauca, tilha nalural de Anua Amelia da
Silva.
Manoel, pardo, filho natural de Paulina Maria Joa-
quina da Conceigo.
Leoncio, pardo, lilho natural de Eva Carlota de Mi-
randa.
Leonizia, parda, filha legitima de Joo da Cruz de
Lima e Maria Jos do Espirito Santo.
Balbina, branca, filha legitima de Joo Thomaz da
Silva e Joanna Roliigues Nepomocena da Silva.
Fraucisco, branco, lilho legitimo de Pedro Jos de
Mello Cosa e Francisca Baptista de Mello Costa.
Maria, branca, fi ha legitima de Claudio Firmino
de Jess da Malta e Herraenegihja Pnheiro
Malta.
Errailinda, parda, filha natural de Victorina Mara
da Conceigo.
Paulino, pardo, filho de Maria, escrava de SMvino
Guilherme de Barros.
Cassimiro, crioulo, filho de Cusma, escrava de Igna-
cio Nunes de Oliveira.
Antonio, branco, lilho legitimo de Jos Maria Moa
teiro e Constancia de Souza Gomes.
Christina, crioula, lilha de Benedicta, escrava de
Diogo J- s da Costa.
Ambrosina, parda, filha natural de Bernardina
Francisca de Sena Briles.
Cesara, parda, filha de Rita, escrava de Angela
Maria da Silva Gama.
Luiz, crioulo, filha de Leocadia, escrava de Anto-
nio Gongalves da Silva.
C'oiildes, parda, filha natural de Maria da Con-
ceigo.
Antonio, branco, filho legitimo de Jos do Espirito
Sanio e Silva e Francelina Francisca de Carva-
Iho.
Amonio, branco, filho legilimo de Joo da Silva
Santos e Maria Thereza da Silva.
Jos, pardo, filho legilimo de Alexandre Jos da
Silva e Maximiana da Conceigo e Silva.
Affonso, branco filho legitimo de Jos Francisco de
Mallos e Candida Joaquina de Caslro Mallos.
Lucilia, branca, lilha nalural deGaldna Eulalia da
Silva
Maria, parda, filha natural de Andreza Nery da
Silva.
Luiza, filha natural de Agostlnha Maria da Conce-
go.
Mana, branca, legtima de Francisco Patricio das
Chagas e Maria Joaquina da Cruz.
Fortunata, parda, lilha legitima de Francisco das
Chagas Ribeiro e Mara de Souza Pinto.
Adolpho, branco, Qlho natural de Deliioa Juliana
Franco.
Maria, branca, filha legitima de Francisco Patricio
das Chagas e Maria Joaquina da Cruz.
Joo, branco, filho legitimo de Antonio Gongalves
de Barros e Amelia Gongalves Nepomucena de
Barros.
Custodio, branco. filho legilimo de Custodio Jos
Alves duiniai':i"< e Mara da Silva Campes Gui-
mares.
Annunciada, branca, filha legitima de Emilio Ame-
ricano do Bego Cazumb e Leopoldina Senhori-
nha do Reg.
Joo, branco, filho legitimo de Bemjarain Ermvto
Pereira da Silva e Amelia Maria dos Prazeres
Pereira da Silva.
ena, Joo Olegario J i
Paz para correego.
O rbefrt da 2.* serro.
J. G. de M (un
Casa de detexcao.Mov ment do dia 10 de j j
Iho de 1865 :
Existan) 372 ; entraran) 6: sahiram 16 : fal
1 ; exslem 361 a saber: nacionacs 266 : mintie-
res 9 ; eslrangeiros 25 ; mulheres 2 ; escravos 5-1:
escravas 6 ;total 361.
Alimentados cu.-ta dos cofres pblicos MU
Movmento da enfermara do dia 10 de iulh>
de 1865.
Tove aaixa :
Apolinario Jos da Silva, diarrhi.
Tiveram alta :
Manoel Joaquim de Lima.
Lourenco Justiniano Pereira dos Santos.
Benedicto Soares Pereira.
Antonio Francisco da Silva,
Manoel Antonia Freir.
CMARA MIMCirU.
6." SESSAO ORDINARIA AO 1" DE ABRIL
DE 1865.
Presidencia do Sr. Pereira Simes.
Presentes os Srs. Thomaz d'Aquino, Gustavo Jo
Reg, Costa Monteiro, Dr. Miranda e Sanios, al-
tando com causa o Sr. Dr. Sarment e Silva d
Brasil, e sem ella o Sr. Barros R-go, abno-1
sesso e i i la e approvada a acia da antecdeme.
L se o seguinle
EXPEDIENTA:
Um officio do Exm. presidente da proviacia, di-
zendo que para salisfazer a deliberag; da a--e:n
bla legislativa provincial, informe a cmara quaes
os fundamentos em que se baseou para nao dar
licenga ao subdito francez Delouehe, que paHM a
estabelecer umafabrica.de chocolate a* largo da
carmo desta cidade. Que se respindesse com o
parecer do inspector da saude publica.
Outro do misino, duendo que para salisfazer a
resolugo da assembla provincial, informe a c-
mara se j procurou saber se a conserva.,.
canal da ra da Aurora pode influir definitivamen-
te sobre a salubridad do bairro da Boa-Vista.A
commissao de saude para dar seu parecer, ouvia-
do ao Dr. inspector tambem da saude publica, a
quem -e mandou oliciar ueste senl.do.
Outro da cmara municipal da villa de Umoeiro,
communicando ter recebido o oflieio da cunara
desla cidade, em que Ihe participara haver presta-
do juramentoe tomado poss.-da admioislrago de-
la provincia o Exm. Sr. Dr. Antonio B Caslello Branco.Integrada.
Outro da mesma, pedindo a cmara que Ihe r
mellesse urna collecgo das posturas, >yi vigora o
neste municipio.Que se fizesse remessa.
Outro do advogado, dando a informar) como
Ihe tora exigido, acerca do qae Basilio Alvares Miranda Varejo, a assemb. provincial, cujos pa-
pis foram remedidos pelo Exm. presiden!-* da pro-
vincia para esse lim.Posto em discussao, e tendo
pedido a palavra o Sr. Cosa Monteiro, f.iliou bas-
tante sobre a materia, e fazendo a descripr* do
terreno onde se acha construida a ribeira da Boa-
Vista, declarou que alo ponencia elle a Bi-i
[o neceria cmara escripturas por onde vera
ella a conhecer a verdade.O Sr. Dr. Miranda pe-
de a palavra, e depois de apreciar as razes apre-
senladas pelo Sr. Caita Monteiro, requer que *tp
nomeada ama commissao especial para ent^ader-
se de novo com o advocado, a quem o mesmo Sr.
Costa Monteiro forueceria todos os iMaiaMaM
que fossem uecessarios, sendo approvado o reque-
r ment, o Sr. presidente nomeoo a eonwni*-o.
que licou composla do autor do reqoerimenio e d-
Sr. Costa Monteiro.
Oulro do engenheiro cordeador, informan lo o
requerimemo no qual Ludgero Teiseira Lope*, pe-
de licenga para que Ihe seja permiidn concertar
as contra-vergas das portas da frente de eu sobra-
do, sito a ra Direita n. 50, substituindo as aclue-
que se acham arruinadas por ootras ; diz que na-
da lem a oppdr a semelhante pretenco. Conce-
de u se.
Outro do mesmo, informando o reqaerimento em
que Jos dos Santos Ramos de Oliveira, pede para
que Ihe seja dada cordeago no terreno, que ti.**

Un!11 '


NJ
Diarlo de fernanibiico Quluta rlm 13 de Judio de i65.
no fundo da casa por elle edificada bit ra da Con-
cordia, e que Tai frente para o cao*, entre a ponte
da Boa Visla e a casa Je deleugio, decan que ua j
da ha que oppr a pretendo do stipplicante.-
Man.lou-s cerdear.
Oulro do mesmo, informando o requerimenlo
em que Bernardo Alves Pinheiro, pede para que |
Ih teja concedido concertar a-robera de sua casa
sita a ra Bella n. 33, freguezia de Santo Antonio,
diz que nada ha que oppdr a semelhante pretengao.
Concedeu-s& .
Oulro da mesmo, informando o reqaenmento, no
qual Jos ias dos Santos |>ede para quo Ihe seja
concedido construir na ra Imperial, freguezia de
S. Jos, urna casa de pedra e ral, e com vinte pal-
mos de largura, declara quo as posturas s per-
miitem a edtfte aeo de casas nesta cidade com 22
palmos de largura, ou raais do que isto Indefe-
rio-se-.
A commissao de ediieagoes apresentou o se-
guirte parecer, que leudo sido approvado, nian-
dos-se expedir as necessarias ordens.A commis-
sao (ie edillcago, a quera M submetlido o offlcio
de fiscal da freguezia de Santo Antonio, expundo a
dtivida em que est o dilo fiscal de lazar execular
o ari. 18 til. 7 das posturas de 39 de junho de
1849, relativo a faetn e cuncertos dos passeios
que juarnecem as frentes das casas arruadas desta
cidade, do parecer que julgando ser esla questo
toda do direilo, seja ouvido o advogado desta c-
mara. Elecife, Io A- abril de r863.Costa Montei-
ro. Gustavo do Reg.
A commissao de polica tambem apresenlon o se-
guirte parecer, que sendo igualmente approvado,
ordeooa-se que se lizessem as convenientes com-
murueagoes a quera competisse.A commissao de
polica, acerca do requeriniento de Joo Jos da
Silveira, estalieterido rom taberna no paleo da Ri-
beira n. I, da fre;uezia de S. Jos, era que declara
que havendo exposto a venda farinha de mandioca,
arroz, feijaj o milho, sem que at entilo Ihe fosse
prohibido ; o respectivo lista I pelo fado de fazer
venda de sua faxenda fura do balean, por dentro de
su i taberna, no f.ilso supposto de ser atravessador,
prohibir a venda daquelle genero, causando pre-
juizo aos seos interesses; a proceder seruelhanle
prohibido, em breve Ih.- prohibir tambem a ven-
da de todos os legones, como arroz, milho e fejao,
que lo mesmo modo, como todos os laberneiros,
vende em seu e.-tabelecimenio, rujo direito eita-
mente nuiguem poder tollier, e nio puliendo ser
considerado atravessador, pede que se ordene ao
referido Qscal, para que dexe vender a sua fari-
nha dentro do scu estabelecimento ; passa a expr
o que ha a esse respeito.
O riscal Joao Xavier da Fonseca Capibaribe,
quera por despacho deta Ilustre cmara, proferi-
do aos 22 de fevereiro prximo passado, roandou-
se uuvir acerca do que fui representado pelo peti-
cionario, em seu ofDcio de 8 do corrente, allega o
segmule :
luormando a peticao de Joao Jos da Silveira,
qu juuto devoiTO a Vs. Ss. em que se queixa.que
Ihe prohibir vender sua farinha na porta do seu
eslabelheiinento n. i, junto praca desta fregue-
zia. eolio dizer a Vs. Ss., que a farinha que pro-
hib vender, nao pertMWia ao supplicanle, e, sim
a uin d'aqaelles individuos que sendo expelilo do
mercado como atravessador, segundo a ordem que
de Vs.Ss. recen ,foicollocar-se najporta do eslabele-
cimento ; j., veem, pois, Vs. Ss. que em nada pre-
judiquei ao supplicanle, ele.
Ora, se assiin claro est que em vista dessa in-
formago, nenhuma razilo tem o peticionario para
queixar-se do respectivo fiscal, a quera todava para
sua indiligencia, fe deve ofliciar, que deutro de
taes estbaelec.inieiilos, de porta aberta nao pode
impedir que se venda a farinha e legumes, qae
nao forana levados para os mercados pblicos des-
ta cidade ; onde evitar o ingresso dos atravessa-
dores, que especulara com esses gneros de pri
meira necessidade, e larguissimo consumo, e para
que a medida que ja se lomou coutra os taes alra-
vessadores, nao seja Iludida pelos mesmos, ou por
quaesquer ouiros, que os protejan! nusla especu-
lado ; lambem se deye ofliciar ao dito fiscal para
que nao consinta que a'farinha e os legumes sejam
Vendidos fra dos mercados, senao nos respectivos
eslabelecimenlos de porta aberta ; e as pragas
marcadas no edilal de l de margo de 1849. Paco
da cmara municipal do Recife 22 de marco de
1865.Tnoroaz de Aquino Fonseca. Dr. Joaquim
Jos de Miranda.
Coinpareceu o cidadao Jesuino Ferreirada Silva,
fiador do procurador nomeado, e sendo lido em sua
presenea o termo de fianga. com o mesmo se con-
formou, e depois de o assiguar com a commissao,
niirou-se.
- Coinpareceu lambem o novo procurador Francis-
co de Paula e Silva, e prestou o juramento do es-
tylo.
(i exprocurador Jorge Vctor Ferreira Lopes pe-
dio liceuga a cmara para fallar, e sendo Ihe con-
cedida disse, dirigindo-se ao Sr. presidente, que
lendo de entregar ao novo procurador, nao s as
letras que haviam sido tiradas do cofre para serem
cobradas hoje, como o archivo, papis e mais ob-|
jecto' que eslavam a seu cargo, desejava-o fazer
em presenea da cmara, ou do Sr. presidente e da
commissao de polica
A cmara alteudeudo a esse pedido, o Sr. presi-
dente com a mesma commissao dirigirain-se
eontadoria, e all fez entrega das letras ao novo
procorador, menos a do imposto de aferigoes na
importancia de 3:8075730 rs., que havia sido re-
debida no da 29 de margo ultimo por ordem do'
Sr. presidente e da commissao, e faz parlo do ba-
lando do 8 de marco prximo lido, hem como en- \
tregou todo o archivo, papis e relagoes de multas,
eslaudo ludo em boa ordem.
Uespacharam-se as petigoe^ de Anna Francisca
da Cunta, Augelica Fernaida de Miranda, Domin-
gos Ferreira de Souza Vasconcelos, bacharel Her-
mugejjes Scrates Tavares de Vasconeellos, Dr.
Ignacio Firmo Xavier, Jos Antonio da Costa, Jos
Das h> Santos, Jo> dos Santos Hamos de Olivei-
ra, Joaquim Paes Pereira da Silva, Jos Luil Fer-
reira da (ki-ta, Jos Jacome Tasso, Jos Joaquim
Soares, Joaquim Manoel Ferreira de Souza, Mar-
com ro Paocracio Pereira dOsSaoMs, Manoel Igna-
cio de Oliveira, Manoel Jos Martins.
E levantou se a sesso.
Eu Francisco Canuto da oa-Viagem, secretario
a subscrevi. Pereira Simoes, pro presidente.
Reg.Santos.Dr. Miranda.Fonseca.
CORRESPONDENCIAS
Sr. redactores.Quando publiquei a minha pri-
meira correspondencia no Diario de 4 deste mez,
nao tive era vista se nao mostrar aoflublico os mo-
tivos das demissoes das autoridades policiaes deste
lugar, e niio abrir discusso com o Sr. Antonio de
Lemos, como elle mosirou pensar na resposta que
deu a minha correspondencia. S nos resta agora
esperar as uomeagoes que o Sr. presidente da pro-
vincia tem de fazer das autoridades deste lugar,
porqu.) confiamos que S. Exc. niio se deixar levar
pjr caprichos do Sr* Lemos, e de oulros que domi-
nados de paixes polticas n.io se importara de sa-
crilicar o bem geral ao sen interesse particular.
Quanto a aruuigo que nos faz o Sr. Lemos acerca
de uin liro desfeichado em Manoel Belleguim, te-
mos a dizer-Ihe que este liro nada mais exprime
do que un engentse trama de que se servio tai-
vez S. S. o os seos co-religionarios para nos com-
pronietter; por quanto ja se vai vulgarizando por
aqui, que ea-e liro foi dado por Manoel Belleguim
em si proprio, para que a paternidade de tal fado
depois nos fosse attribuida; tanto mais quaoto nao
se pode comprehender como um tiro de embosca-
da apenas podes.-e tostar alguos cabellos da perna
daquelle para quem foi dirigido, e um leve feri-
menlu de queimadura; o que nada mais prova do
que, que esse tiro foi dado de plvora secca. No
final de sua correspondencia falla o Sr. Lemos em
um tal Vianninha. A nica resposta que temos a
dar-lhe que o Sr. Lemos ao o mais babelitado
para aquilatar lmannos; p>r quanto S. S. desap-
parece onde se acha o tal Vianninha, a que se re-
fere em sua correspondencia. Deixarei de respon-
der aos insultos que o Sr. Lemos me dirige, por
nao ter a mesma aptido. Sou, Sis. redactores,
de V. V. S. S. criado e otorgado
Manoel Sitares d'Aimeida.
m-z de abril do corrente alio, se*concluio e asslg-
non-se nesta rfrtadolUo de Janeiro, enlre nos e
S. M. o rei de Portugal, pelos respectivos pleoepo-
lenciarios, que se achavam munidos dos respecti-
vos plenos poderes, urna Coovengao Consular do
theor seguinte :
S. M. o Imperador do Brasil e S. M. Ei-Rei de
Porlogal e dos Algarves, etc. etc. etc. etc. ele. etc.
etc. ele............................................
Arl. 1." Os cnsules geraes, cnsules, e vicecn-
sules noroeados pelos governos do Brasil e Portu-
gal serio reciprocamente admittidose reconhecidos
depois de apresentarem as suas patentes etc. etc.
etc. ele.
Cada nma das alias partes contratantes reser-
va-s o direito de exceptuar para o futuro as loca-
lidades, onde nao pilge conveniente o eslabeleci-
menlo de vice consoles e agentes ou delegados
ciMjsulares.
Art. 5. Os cnsules geraes, cnsules, e seus
chancelleres, liem como os vice cnsules, nao po-
dero ser intimados a comparecer peanle os tri-
bunaes do palz de sua residencia.
Quando a justiga local tiver necessidade de rece-
ber delles alguina informacao jurdica, dever pe-
dr-lh'a por escriplo, ou iransporlar-se ao seu
domicilio para receb-la de viva voz.
Art. l. Os cnsules geraes, e cnsules respec-
tivos poderao eslabelecer asentes, vice cnsules,
ou agentes consulares as diferentes cidades, por-
tos oo lugares do seu dislricto consular, onde o
bem doservigoque Ihes est confiado o exigir; etc.
etc. etc. eir. etc,
Art. 13. No cas > de morte do um subdito de
urna das duas partes contrataules no territorio da
outra, as autoridades loeaes competentes devero
immediatamente noticiada aos cnsules geraes,
cnsules ou vice cnsules do distr'cto, o estes por
sin parte devero commonlea-ia s autoridades
loeaes, se antes tiverem disso conhecimento......
t 2. Formar tambem, em presenga da autori-
dade local competente, se esta julgar dever compa-
recer, o inventario de todos os bense effeitos que o
fallecido jiossuia. Pelo que diz respeito ao pro-
cesso tanto da apposieao dos sellos, que dever
sempre ter logar o mais brevemente possivel, como
do inventario, os cnsules geraes, cnsules, e vice
cnsules fixar.o de accordo com a antoridade
local, o da e a hora em que estes dous actos deve-
rilo ter lugar, prevenindo-a por escripto de que
ella passar recibo. Se a auturidade local se nSo
prestar a > convite que Ihe tiwr sido feito,os cnsules
procederao sem demora e sem mais formalidades
s duas operagoes j citadas etc. ele.
t $ o. Pica alm disSO entendido que o direito
de administrar e liquidar as surcessoes dos Porta-
guezes fallecidos no Brasil, pertencer aos cnsu-
les de Portugal, ainda quando os herdelros sejam
menores, Ribos de Portugueze?, nascidos no Brasil,
em reciprocldade de igual faculdade que fica per-
tencenie aos cnsules do Brasil, em Portugal, de
administrar e liquidar as successoes dos seus
nacin es em casos idnticos.
Arl. 19 A presente eonvengao vigorar por
espago de dez annos a contar do dia da troca das
raiifi'-agoes, que lera lugar nesta cidade do Rio de
Janeiro dentro do praso de tres mezes ou anvs se
fr possivtl.
Em f do que os respectivos plenipotenciarios
assignaram a prsenle convenco em dup'icala, e
Ihe pozeram o sello das suas armas.
Feito no Rio de Janeiro aos 4 dias do mez de
ah.il do anno do nascimento de Nosso Senhor
Jess Cnnsto de 1863.
(L. S.)
Mrquez de Abrantes.
(L. S.)
Jos de Vasconcellos e-Souza
K spndo-nos prsenle a mesma convengan, pujo
theor rica cima inserido, e bem visto, considerado
e examinado por nos ludo quanto nella se contera,
a approvams, ratificamos e confirmamos, assim
no todo como em cada um de seus artigos e estipa-
lagoes, e pela presente a damos por firme e valiosa
para produzir o sen devido effeito; promettendo,
em f e palavra imperial compri-la inviolavelmente
e fax-la cumprir e observar por qualquer modo
que seja.
Em testemunho e firmeza do que, Olemos passar
a presente carta, por nos assignada, e sellada com
o sello grande das armas do imperio, e referenda- '
da pelo nosso ministro e secretario de estado abaixo
assignado.
Dado no palacio do Rio de Janeiro, aos 18 das
do mez de agosto do anno do nascimento de Nosso
Senhor Jess Ghnsto de 1863.
(L. S.)
Pedro, Imperador com guarda.
Mrquez de Abractes.
Pergunta-se? Um aviso ou circular de um
ministro, poder derrogar um decreto ou lei, man-
dado cumprir imtolacelmente, de baixo dcbaixo de
f e patarra imperial ?
Stippomos que nao, a menos que os ministros se
julguem superior aos monarchas.
licor co d. 1096 de 10 de selembro de
1SC0.
Hei por bem etc.
Arl. l. O direito que regula no Brasil o estado
civil dos estrangeiros all residentes sem ser por
servigo de. sua nacao poder ser tambem applicado
ao estado eivrl dos fllhos desses mesmos estrangei-
ros nascidos no imperio, durante a menoridade so-
mente, sem prejuizo da nacionalidade reronhecida
pelo art. 6 da constituigao. Logo que estes fllhos
chegarem a maior idade entrarao no exercicio dos
direitos de cfdadaos brasileiros sujeilos s respec-
tivas obrigagoes na forma da constituigao e das
leis. v
Palacio do Rio de Janeiro, em 10 de selembro
etc. Cora a rubrica de Sna Magestade o Impe-
rador.
Joao de Almeida Pereira Filho
Joao Luslosa da Cunta Paranagua.
Erysipeila.
O medicamento que com mais influencia e ener
gir tem combatido essa terrivel enfermidade, tem
isdo o xarope alcoolieo de veame.
Urna escrava da mai do Sr Francisco Firmino
Monteiro, pessoa bem conbecida nesta cidade,
achando-sede cama, e com as pernas bastante in-
diadas, e cheia de tomores, tomando o xarope de
veame, acha-se boje boa, prestando servigos.
Amana do Sr. Jos Francisco Pinto, "morador
naruaDireita n. 51, tendo sido acommeltida do
mesmo mal, acha-se tambem boa.
urna chicara de infusSode flor de sabugueiro qnen
te, adogando-a com mais assncar, continuando nos
tres dias nesse tratamenlo, no fim dos quaes usa-
j do.xarope de veame na forma prescripta no re-
ceiluarlo, leudo todo o cuidado de se abafar, a fin
sodluar convenientemente, alm de conservar o
aentre corrente, que conseguir lomando una ou
duas pillas purgativas do mesmo velame,
Todos quantos sticcumbem desta molestia se diz :
falieceu de erysipeila recolhida; ao contrario
alguos expositores presumem ser odesenvolvimen-
el da putrefaegao no sangue, tanto que o lugar in-
flammado que, enlo a sua cor era encarnada, se
troca em lvida ou negra, e termina em gangrena, e
por essa razo que conveniente o xarope al-
coolieo de veame na infusan de flor desabugo,paca
se conseguir resolver a inflarrrmagao, ou pelo me-
nos termiuar pela supporacjio, Impedindo assim a
gangrena.
Os effeitos do xarope alcoolieo de veame appli-
cado na flor de sabugo ao doenle, uo s de van-
tagem por sua qualidade diafortica, como pela
auti-seplica para impedir a puirefacgo as mo-
lestias.
Na erysipeila nao deve o enfermo nos primeiros
tres dias nsar de comidas e bebidas que possam
esquentar e inflammar o sangue.
A comida durante esse lempo deve ser do reino
vegetal, como sag, farinha do Maranho, pi tor-
rado, bolacha, etc.
Ainda nao vi axposilor de medicina que aconse-
Ihasse que nos primeiros tres dias de acommelU-
raentos do mal, nao se usasse de medicamentos ;
o que elles repeliera sao os ungentos, unturas que
obstrueo mais e repeliere)do que promovem a eva-
caaco d parfe ;o que convm Irazer o lugar
atacado e bem agazalhado para ajdar a transpira-
gao e defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende so na bo-
tica da ra Direita n. 88, de Jos da Rocha Pra-
nnos.
Tenho recelndo cartas de algumas pessoas de
outras provincias que me communicam ter desta
cidade sido remettido o meu xarope falsificado,
que tem dado resultado ao descrdito de minha
preparagao, cujo conhecimealo se tem verificado
depois dos effeitos que taes rereudios apresenlava ;
assim, pois, lenho a declarar ao publico que no
letreiro que vai pregado na garrafa do xarope,
sempre foi assignado por meu punhq, e daqui em
diante, alm desta assignatura o fare tambem ne
papel que cobre a garrafa. Rogo ao mesmo pu-
blico que quando forera assim engaados, lomen)
lestemunhas, me remetlam os rtulos falsificados e
me participem para fazer effectivo o arl. 167 do
cdigo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Paranhos.
to o tribunal imperial nao a tiv r appruva-
d, e iIujmjis delle o tribunal supremo.
3." O tribunal imperial nao decidi, mas
sim, por urna sentenca de 17 demaio pr-
ximo p.ssado, ordenou nova vistoria, a que
tinha motivado a deciso dos juizes da pri-
meira instancia Ihes tendn parecido insnffi-
ciente, depois das novas experiencias intei-
ramente contradic orias de um cbimico e
physiologi&ta eminente, o Sr. D. Leconte,
pharmaceutico em chefe dos hospitaes, e
professor aggregado da faculdade de medi-
cina de Paris.
4." N'essas circumstancias admira-nns
que um conselho de sade publica so tenha
decidido sem informaextes mais certas, a
mandar prescrever ou mesmo a por em sus-
peico medicamentos, cujas excellentes qua-
lidades e perfeita preparagao tem sido, .des-
de muitos annos, r conhecidas por todos os
membros mais dislinclos do corpo medical,
e que tem os nicos defeitos de serem me-
lhores, menos caros e mais procurados do
que todos os remedios de seus concur-
rc-tjtS.
dem em rolo bom.....
dem ordinario oa restolho. >
Gallinhas ....... urna
Gonima........ arroba
Ipecacuanha (raz).....
Lenha em achas..... cento
Toros..........
Linhas e esteios...... um
Mel ou nielago ....... caada
Milho......... arroba
Papagaios ....... um
.... quintal
. um
... urna
niollio

cento
um
>
libra
i
alqueire
arrooa
ioiOO
uooo
HOUO
6JMMKI
240
900
3,5000
B#000
SfGOO
800
45000
150(10
120
HUMA VIDA SALVA!
Niio temos conhecimento algum do nenhum
caso que tilo perl'eitamente mostr d'uma ma-
ncira n mais clara e persuasiva o poder da
Scieneia Medica sobre a molestia; qual seja o
do Antonio Joaquim Pereira, da Bahia.
Este liomcm infeliz havia mais d'uin anno que
soffria as dores as mais atrozes e pungentes
proveniente de
TJ7i*5a
Terriveis Cliagas Abertas
espalhadas por sobre differentes partes de seu
corpo, sendo urna das quaes sobre o peito do p
urna funda e maligna chaga, a qual o privara
de andar, eauzando-lUe as dores as mais agemi-
santes quer do dia quor de noute ; continuada-
mente atormentado por taes afliiecoes e dores,
c qoaai que aborrecido da continuago do sim-
Ubante vida, tendo posto de parte toda a i e
CQiifJinca emmedecinna, e na rcalidade pareca
qu para elle nao Ihe restava mais esperanca
alguma ; asshn pois resignado esperava cont-
paciencia o tormo final de seus mutiplicados
soffrimen; os, eis que milagrosamente or for-
tuna sua llio receitarao o grande puiifica>tor
ili> Baague
A Salsaparrilha
DE BRISTOL
e modiunte v. snn grande efflcacia e oxcellencia
elle se achou dentro de pouco tempo, vre do
seu irreniediavel estado de desespero, e a doce
e risonha esperanca tornou d<3iiovo i reviver
em seu cntelo sob a poderoza e benvola in-
fluencia, desu) admiravel medicamento, is suas
chagas em breve principiarlo assuiuir um ca-
rcter favoravel diminuindo o aspecto de sua
malignidado A massa do sangue e mais
humores do systema tornou adquirir urna
apparenoia clara e saudavel, as dores ator-
mentadoras d'ontro ora o deixarao, o urna doce
e suave tranquilldade principiou precorrer
todo o seu systema, restaurando-le a desojada
,iaz e soego d'espirito ; as cliagas urna urna
se foi-3o fechando at que finalmente se cica-
Irizarfio d'nm todo, e hoje aclia-se perfeita-
mente sao, gosando d'um pe feito estado de
samle, depois de se ter visto privado d'este
grande gozo durante mais d'nm anno. Elle
durante esta sua cura, apenas fez uso de
Desas* garrafas da Oenuina Salsaparrilha
dt Brisiol, preparada exclusivamente por
LANMAN & KEMP,
De NOVA YORK.
Recommenda-sc mni particularmente ao'
Doontes .1 limbos os sexos, que empreguem
toda a camella na escollia d'este admiravel
remedio, afim qno nao obtenliao outra coin-
posicao qualqupr, que nao seja a Salsaparril-
ha Oenuina de Bristol, pois que todas as
mais preparacoes e imitacoes d'esta natureza
sao falsas nao posauindo vlrtude alguma. ,
Vende-se as boticas deCaorsd Barbosa
e C. Bravo & C.
A Jurubcba.
As virtudes therapeuticas da jurubeba sao desde
muito conhecidas nao s no Brasil, pois que dellas
tratou Pisn em sua excellenle obra Historia na-
turalis el medica Indtm occidentalu, senao as
Aniilhas, onde o suero das folhas e fructos como
aqui, muito eslimado e applicado contra as obs-
irucgoes abdomlnaes, principalmente do ligado e
bac; e se todos os facultativos desta provincia o
njfc> applieam com frequencla, isio se nao deve a
nao reconhecerem elles essas virtudes, mas slm a
nao seren encontradas com facilidade e em todas
as eslagoes do anno os frucios dessa planta, e a re-
pugnancia, que apres-ntam os deenles em fazer
uso do sueco desses fructos, em consequencia de
ser extremamente amargo.
A jurubeba nao deseouhecida dos botanistas :
esta planta pertence familia das solaneas, e lem
a denominagao de solanum pamculatum, que Ihe
foi dada por Lyneo..
Parecendo-nos conveniente facilitar- o uso do
sueco dos fructos da jurubeba, que o mais em-
pregado, nos propozemos e conseguimos preparar
com elle nao s um extracto alcoolieo que pode ser
applicado em pilulas, mas tambem um vinho, um
xarope, e um emplastro que pode substituir, em
certos casos, o de Vigo ; e estamos persuadidos que
com isto presiauos um servigo liumanidade e,
Ibera pendra.
Pisn, tratando da liydropesia, prescreve a de-
cocgo das raizes da jurubeba, e Mrat e Delens,
em seu Diccionario de materia medica e therapeu-
tica, dizem que n-s An'ilhas se faz uso do sueco
dos fruetos maduros dessa planta contra o catar-
rho vesical ; e a autoridade dos nomes desses m-
dicos, merecidamente celebres, nos leva a crer em
suas palavras, e por isio cuidaremos de ler em
nosso estabelecimento essas raizes, para que possam
ser experimentadas.
A repuiago da jurubeba tal, e os .resultados
therapeulicos obtidos ltimamente sao to impor-
tantes, que nos parece inulil dizer mais do que
isio, que lica^escripto.
Deposito: pharmacia de
Joaquim de Almeida Pinto.
Sade publica.
pbliocoes jl mm
Decreto n. 3,1 iii de 27 de agosto de 1863 era que
promulga a nni-enrao rmu Portugal; igual a
da Franra, Suissa, Hesaanha, e Italia.
Nos D. Pedro II fmperadpr Constitucional e
defensor perpetuo do Brasil, ele, fazemos saber a
todos os que a prsenle earla de conflrmagao,
apjrovagao e ratificaco virt-m, que aos 4 dias do
PuriGcaco a respeito de algans dos medicamentos
da casa Grimault & C.
Algtins jornaes publicaran! urna ordena-
A. Sra. D. Senhorinha Umbelina dos Santos, mo- <;5o d ) conseibo de sade portuguez. uue
rador na ra das Galgadas n. 38, achando-se ata- nrpcrrPVp,i n, mprlirampntnenronop^i,... ,L-->
cada de erysipeila as coxas, com quatro tumores Presc',eveu meaicamentOS preparados pe a
bastante valumosos, no estado indoleote, que apr-Casa rimault & L. de Pars, com o pretex-
vava de pr-se de p ha muito tempo, com o uso 'to que esses acreditados pharmaceiUicos
do xarope alcoolieo de veame e pimas purgativas foram condemnados pelo tribunal do Seina
do mesmo, acha-se resiabelecida, e no uso dos me- nfir prpm vpnili dicamentas os tomoreslterminaram pela suppura- Por ierem ^ndlO medicamentos secretos
eao. 8 talsilicados.
A Sra. I). Rita, moradora na ra de Sania Ria ["" Essa ordenari5o parecer bem extraordina-
n. 13, primeiro andar, soffrendo do mesmo mal ha ria quando se ti ver lido as seguinles cir-
muitos annos, pois que a erysipeila alacava amiu- f nmslanrias
dadamente, depois que lem tomado esse remedio ,n, \ y
nunca mais ihe den. A sentenga de que se trata foi dada
(luiros muitos fados desta ordem deixo de men- sobre a denuncincao de um dos concurren-
cionar aqui para nao me tornar prolixo e enfado- les dos Srs. Glimault A- C, e Sobre as in-
Sendo a erysipeila urna molestia que sem duW- formaces inteiramente erradas' que foram
na effeito de materia gerada no corpo como ex- Q3das ao tribunal.
pern alguns escriplores de medicina, eem conse-1 2. A sentenca foi dada por um tribunal
guencia da febre langada na {iie, onde produz'de pnmeifa instancia, e nao tem valor al-
Pao Brasil
dem de jangada......
Pedras de amolar ....
dem de filtrar .....
dem de rebolo .....
Passava ........
Ponas, ou chifres de vaccas ou
novilhos.......
Pranchoes de amarello de dous
costados .....
dem de louro......
Rap.........
Sabao.........
Sal...........
Salsa parrilha.......
Sebo em rama......
dem em velas......
Sola em vaqueta......
Tabeas de amarello.....duzia
IdetnWiversas....... .
Tapjocas..........arroba
Tatajuba........quintal
Travs........ urna
Uuhas de boi ......Cento
Vassouras de piassava ... >
ilas de limbo....... >
Ditas de carnauba..... .
Vinagre.........caada
Alfandega de Pernambuco, 8 de jnlho de {865.
(Assignados):
Os 1." conferentes, Jos Miguel de Lyra e Tlio-
', maz Domingues da Siloa.
urna
K%cm nil0 sabido> "inerem V. S. os admita a jtmifl-
Kon car a ausencia do opphrado e jalgada a jusiihVa-
<;an cao' mand,ra v s- passar sditol, para er o jasli-
' lirado intimado para o fim cima mears* rom
o prazo da lei.
Pedem a V. 9. deferimento.-E, R. X.-Heari-
que da Silva.
seguindo o qoe assim se coaMMia na d la peti-
c:i i aqui iraosoripta, na qnal dei o despacho do
theor seguinte :
Juslidque ir da 3 do corrate as IS oras da
maiilia.-Recife, 1 de julho de 1803. Aleerar
Araripe.
Seguindo o qae assim se continlia em dito des-
pacho por torca do qual fra feila a disihhmco So
Mcfivao desie meo juizo Manoel de Carvaibo P*rs
de Andrade, depois do que pro-luzindo o pi
cantes que depozeram ronvenienteatrale cevta da
ausencia do supphcado Jos Itodrigiirs FeraaaoVs,
e leudo o respectivo escrivae Mto sellar, e prepa-
rar os autos me os fez concluso-, rio .ja- .
profer a senlenga do iheor seguioie :
Hei por juslitk'ada a ausencia o* > -uqplira.lo Jos
Roongues Pernande, que s tmWtnm achar -e eos
lujar ncerio, pelo que mando qne seja ruad per
edilos de 30 dis para o lim requerido a folhas t
Recife, 6 de julho de I80o.IkMb de Akocar A-
ranpe.
Seguindooqueassimseconllnhaemdila seMeora,
e em observancia d qual o respertivo r-rrivio
Manoel de Carvalbo l'aes 0'Andrade, que este ?nt*-
rreveu e fi-z passar j pr.-ente edilal rom o praxo
de 30 dias, chamo rito e hei por ntad* ao aaencio
35500
203000
105000
15000
120
400
255000
55000
75000
25000
1405000
S75000
35000
23000
65000 i nado justificado ausenl- J t Re Irigu-s Pernaede-,
200
105000
83000
65000
500
para que dentro do referido prazo de 3t) dias r .m-
parega por 3i ou seu procurador a es le jo iz, all-r-
gan lo e provando o ijue fr a bem de sen limio
juslica, Sob pena de se proceder a sua revelia.
Portanlo, toda e qualquer pesada prente amigo
ou conbecido do referido justificado Asad K^lnfiies
Feroandes, poder-lhe-hao f.izer -cenle de lodo o
<'X|iendido.
E para que chepn" ao ronherinienlo
Approvo. Alfandega dePernamuc, 8 de junho mandei fazer o prniaila edit.il. que sera :.t\:.i
de 1865.A. Eulalia. 'nos lugares do co-tume e publicad pela isa-
Conforme. O 4. escriplurario, J. da Stra Di- prensa.
teneoiirt Ncwas. Dado e passado nesla cidade do, llecife de Per-
REGEBKUORIA DE RENDAS INTERNAS GE | oanibuco, aos II d^ julho d- MR/
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1
dem do dia 12.
all.
14:2785643
1:0:K)580
15:2795447
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da 1 a 11...... 66:6083076
dem do dia 12.............. 1:6385358
68:2423334
TO SO ?0M0
JQMME1CI0.
Caixa filial do oa neo do Brasil cm
Peniambuco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Dahi.
Novo banco de l'ernambnco.
Os admlnistndores da massa fallida de Joaquim
Jos Silveira pagam o Io dividendo de dita nmsa
na raziio de 9 0/0 sobre o valor des ttulos ad-
n)ettidos : no novo banco de Pernambuco ra
do Trapiche n. 34.
ALFANDEGA.
Rendimentodo dia I a 11......
dem do dia 12...............
183:5353309
4:3685044
187:9033353
Eu Manoel de tarvalho Paes d'Andrade, escri-
vo o subscrevi.
Trisiao de Al. ncar Araripe.
0 Dr. Triiino de Alear Arripe, officia!
da imperial ordem da Rosa, jinz de it.i-
to especial ducominercio ilc>U cill*> do
Recife de Pernambuco e sen termo, per
Sua Magestade Imperial e constitucional.
o Sr. D. Pedro II, a ijuem Dos guarde.
etc.
Fa<;o saber pelo presente, que no dia ii
do mez de julho do corrente anno, se ha le
arrematar p< r venda a i|uem mais der ero
praca publica depoi da audiencia respectiva
os esclavos seguinles:
riicreza, de naco, mait r de 30 annos,
avallada em 23'J000. Jerimia?, pardo, de
ti annos de idade, avahado ero OnJHiO.
Cojos escravM bnm penhorad.s a Juin
Raplista do Reg, por execnofi.. de Frederi-
co Gtitier.
E na falta de licitantes ser a arremata-
co feila pelo pret;o da adjudicaro coro i
abatimento respectivo da lei.
E para que chegue ao conhecimenlo de
todos roandei fazer o prsenle edilal, que
ser aflixado nos lugares do costme e pu-
blicados pela imprensa.
~~~ Dado c passado nesla cidade do Recife de
O Dr. Tnstao de Alencar Araripe, officnl Pernambuco, aos 6 de julho de I8;i.
da imperial ordem da Rosa e juiz espe- E Manoel de Carvalho Paes d'Anlra.le,
cial doeommercio desla cidade do Recife esenvo o sutscrevi.
Navios entrados no dia 12.
Rio de Janeiro 6 dias, vapor inglez Saladin, de
345 toneladas, comniandanie John Man, equipa-
sen) 25, carga caf ; a Saunders Rrothers C.
Veio receber carvo e segu para New-York
Totilon por Marselha, GibrallareS. Vicente 31
dias, corveta a vapor brasileira Brasil, cemman-
dante o capitao-tnente Henrique Antonio Bap-
lisla.
Obeersaeao.
Fucdearam no lamarao "urna galera franceza e
urna barca ingleza, mas nao teve communicago
com a Ierra. *
Nao houveram sabidas.
EDITIS.
de Pernambuco e seu termo, por S. M. I.,
que Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o prese te edital vi-
rem, e delle noticia tiverem, que no da 14
do corrente mez, pelas 11 horas do dia, na
sala dos auditorios, lera lugar a reuniodos
credores da massa fallida de Caminba & Fi-
Ihos, afim de se proceder a verlicacao de
MOVIMENTO DA ALFADEGA.
Volumes entrados com fazendas----- 36
com gneros..... 124
Volumes sabidos com fazendas.
t com gneros.
------- 160
91
299
------- 390
Descarregam uo dia 13 do corrente.
Escuna diuamarqueza Hosier mercadorias di-
versas.
grlgoe ingiez Rutlimachinismo de ferro e car-
vo de pedra.
Brigue porluguezHorindalagedo e pedras pa
ra moinho.
Barca ingleza- Vesion mercadorias, ferro e car-
vo.
Patacho inglezTiara -ferro e mercadorias.
Escoda porluguezaD. Joocharque.
Brigue nacional Cardiaidem.
Patacho hollandez Denyidem.'
Escuna diuamarquezaDoranaidem.
Patacho inglezZerconidem.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
Tristao de Alencar Araripe.
O Dr. Tr'isiao de Alencar Araripe, < uVial da im-
perial ordem da Rosa, juiz de direit.. fJMTOl do
commercio desta cidade do P.ecif de P.-rnam -
buco seu termo, pi.r sua magestade imperial e
consiiiucional o Sr. D. Pedro II, a quem Dos
u'iiarde ele.
Fago saber pelo presente qne por esie mizo .
ca torio do escrivao que esle sul.-cn-veu e fez pa--
crpilitos ilelihprar sp s ihi-e m crinenn I "ar o prsenle, crre urna ex^rotao de encara
cretinos, ueimerar se siete a concordata, Pnlre |)aIles ,.uin ,.xeqUente Henrique j;.* Aives
caso os Fallaos apresmtem, O i formar-se O \ Ferreira e como eieroiados os administradores da
contrato de uniao e nomeacao de adminis-l massa laliida de Amorm, Fragoso, Sanios A II, e
tra lores da massa em questo, observadas Prow* a es*(*> devido* termo,
as formalidules do nr trata n art w ln P18***- a penhora em dinheiros perlearalia
as uimaiiuduts ue que trata 0 ait. 842 UO aS mesmos execuiailos, pelo qoe o oliniadcr lf-
codigo commercial; visto os credores Pa- naci Barroso de Mello, procorad-.r do exe*nmta
rente Vianna Si C. nao terem aceitado 0 Car- em audiencia do da 14 de novembro me fez o re-
g de administradores, conforme foram no- iuf""'do r segnime :
meados, na reuniao que teve lugar no SL^^.y^^^^
de marco do COrrente anno. felos e as jiartes fazia o Dr. juiz de direito rsperial
E para que 0 presente Chegue ao COObe- *>eommerrio Trisiao de Alencar Araru*. nelU
cimento de todos, ser publicado pe a im- Uel0 ;olic'iaJur if"" Barro*,, de Mello pr.*ora-
nrpnsa p affizadn na frm i\i Ip dor do esequenle Henrique Jos Alves Ferreira,
prensa e allixauo na lormai da le. : fra aeeoaada a penhora que .e segu^ fe.ia em d,-
Hecite, o de jumo de imh. nheiro perlenrenle aos exerulados, reqnerendo t/m
Eu Manoel alaria Rodrigues do Nascimen- nao f0 auS mesmos Ocassem assignado* o Wn *,>.
10 escrivao O Subscrevi. Ida '"' r"m" ?s drZ dias aos eoVres inrerlos, pas-
Tristao de Alencar knrtm "Sf*'"1 do e?I>'' e "g1.1 M -
Ln ,. j.1, Alenlal Ara' q,e- ma occasiao que se BaatM mandado de rem.*o
O Dr. Tnsiao de Alencar Araripe, rfficial da impe-' para o deposito publico e acn*ndo-*e pre*e(e o
nal ordem da Rosa, e juiz de direito especial do ; solieilador Miguel Jos de Almeida Periwn.buc.,
iriflarninacjio, e que militas pessoas, por o3o se le-'
rem convenientemente Iratado, suc^umbem com o
pernicioso uso de que, nos tres dias uo devem
asar de remedio algum, o que faz-se eslender o
mal por nao se ter a principio combatido ; por is-
so, pois, conveniente que, logo que alguem se
sentir atacado de tal mal, deve provocar a transpi-
rarn lomando ao principio urna colherina de
cha do xarope alcoolieo de veame dLssolvJdo em
gum, logo quo se appellou; foi por urna
manobra desleal e contraria a todos os usos
que os concurrentes dos Srs. GrinaultA C,
lizeram distribuir em grande numeros jor-
naes judiciaes e^mandaram publicar em
Franca e nos paizs i strangeiros urna deci-
so que nulla, sem nenhum valor emquan-
PACTA DOS PHEgOS DOS GNEROS SUJE1TOS A DlREtTOS
DE EXPOBTAQAO.SEMANA DE 10 A ib DO MEZ1IE
JULHO DE 186o.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Abanos......... cento 15'00
Agurdente de cana . caada 800
dem restilada ou do reino > 800
380
i 800
dem alcool ou espirito de agua- i 900
ardente ....,..- i
Algodo em caroco .... arroba 35730
dem em rama ou em laa c 155000
Arroz com casca..... 1 15300
dem descascado ou pilado . f 25600
Assucar mascavado .... f 25000
dem branco....... c 35500
1 35120
Azeite de amendoim ou mendo-
caada 25000
Idem de coco '..... 15600
drm de mamona .... i 15000
Batatas alimenticias .... arroba I52OO
Bolacha ordinaria, propria para
35OOO
a 75000
75400
dem escolha ou restolho. . 5000
libw 440
um 3G0
Cal.......... arroba 280
dem branca - > 500
Carne secca (xarque) .'. . i 35200
um 45000
arroba 15000
Cavernas de sicupira . urna 35000
Cera de carnauba em bruto. . libra 300
|dem idem em velas . 300
cento 15500 25500
Charutos .......
Cevados (porcos)..... um 135000
cenlo SiOOO
Colla . libra 600
Couros de boi, salgados . c 150
dem idem seceos espichados . > 240
Idem>dem verdes .... > 105
dem idem cabra cortidos . um 350
dem idem de onca .... 105000
Doces seceos . libra 15000
dem em gela ou massa . 320
dem em calda ..... i 600
Espanadorcs grandes . um 45000
dem pequeos......, > 25000
Esteiras para forro de estivas
de navio........ cento 155000
Estopa nacional ..... arroba 15600
Farinha de de mandioca . alqueire 21500
dem de araruta .... arroba 45OOO
Feijao de qualquer qudlidade . c 25800;
Frechaes .... um 55OOO:
Fumo em tolha, bom arroba 145000;
dem ordinario ou restolho > 85000
commercio, nesta cidade do Recife de Pernam-
buco, por Sua Magestade Imperial e Constitucio-
nal o Sr. D. Pedro II, a quem Deus guarde ele
Fajo saber aos que o presente edital viren) e
delle noticia tiverem, que por paite de Antonio da
Cruz Ribeiro, me foi dirigida a seguinte peticao.
Diz Antonio da Cruz Ribeiro, que sendo credor
de Joao Jos Pereira, da quanlia de 3915200, pro-
venientes de salarios vencidos como seu caixeiro,
qutr faze-lo ciiar para na primeira deste juizo fal-
lar aos termos de orna acc.no summaria que o sup-
plicanle pretende iniemar na forma do arl. 236
3o do regulamento n. 737, e romo o supplicado su
acho em lugar inceito, requer V. S. que prece-
dendo justilicago para a qual sera marcado dia e
hora, ejulgada por senlenga se passem edilos na
forma e com o prazo da lei ; por lanto, pede V.
procurador dos exteulados. por parle deste- peJio
vista.
Termos em que houve dilo juiz ambos s reajao-
rimentos por deferidos.
Exirahi o prsenle do protocollo de aodieerias, e
junio o mandado e lermo de penhora.
Eu Faustino Jos da Fonceca, escrerente jnra-
mentado o escrevi.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, esrri-
vio o subscrevi.
Seguindo o que assim se rontinha ern dilo re-
qnenmcnlo de audiencias, depois do qnal o mesmo
solicitador Ignacio Barroso de Mello, prororader do
exeqnente, emauli nria do dia l'J !* aatto do fr-
rente anno, me fez o requerirnenlo do iheor se-
guinte :
Aos 19 de junho de 1863 nesta cidade do Rnfe
piada, na qual dei o despacho do iheor seguinte : dor do exequenle !! nriqne Jos Alve Ferreira
Ule se, justifique no da 7 do corrente mez s requerido que havendo-se desencaminhado o* pri-
ri horas da manhaa. Recife, de julho de 1863.- meiros edilaes, e Ihe mandasse ooiros eom salva
Alencar Araripe. 0 pnmeiro, e que lancava de prava, e
L mais se nao continha em dito despacho aqai que fossem os autos cm visia alinal.
reqiuru
copiado. Ernvirtude do qual fra a mesma pOtieio
distribuida ao escrivao que ante mim serve Manoel
Mara Rodrigues do Nascimento.
E tendo o supplicanle produzido suas testemu-
nhas, sellados e preparadas os autos, subiram mi
nha concluso e nelles dei a senlenga do iheor se-
guinte :
Proceda justiflcacJJo, pela qual
O que ouvido pelo juiz assim o k ferio.
Extrahi o prsenle do protocollo de audiencia.
Eu Manoel Silviuo de Barros Faieo, esrreveole
juramentado o escrevi.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
vao o subscrevi.
Seguindo o que assim se continha em dilo reone-
lal se mostrava rmenlo de audiencia aqui tran-ciipio, drpoi* de
achar-se o justificado ausente, em lugar incerto : qual o mencionado escriv.i,, Manoel de rvalho
e mando que seja citado por edictos de 30 das, Paes de Andrade, que esle subreveu e tez oassar
para o fim requerido 0 presente ed.lal com o prazo de 10 dias, pelTqual
Recife, 8 de julho de 1865- Tristao de Alencar e seu Iheor chamo, rilo e hei por rilad.* a 1. Jol us
Araripe. credores inetrtus dos ditos circulados, hh ,me
E mais se nao continlta em dita sentenca aqui dentro do referido prazo eomp.ire.-am ante #
copiada. Por forjada qual o escrivao fez passar o juizo, allegan lo e 1 rovand que fr a be da
presente edilal, pelo qual chamo cito e hei por ci- seus direilvs e justica sob pena de e proceder a-
lado o supplicado Jao Jos Pereira, para que rom- suas revelias.
paraca neste juizo dentro do dito prazo, afim de al-
legar o que for de justiga.
E para que cnegne ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente qoe sera publicado pela
imprensa e aluzado nos lueares do costme.
Recife, 12 de julho de 186o,
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
cnvio o subscrevi.
Trislo de Alencar Araripe.
0 Dr. Tristao de Alencar Araripe, oficial da im
perlal ordem da Rosa, juiz de direilo especial do
commercio desla cidade do Recife de Pernambu-
co e seu lermo, por sua magestade imperial e
constitucional o Sr. D. Pedro II a quem Deus
guarde etc.
Fago saber pelo presente, que Faria A Rorges,
por seu advogado me fez a petcio no theor se-
guinte
E para que chegue ao conhecimento de lodo*
mandei fazer o presente edital com o prazo de 10
di,is, ipie sera afiliado nos lugares do colomee
publicados pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Per-
nambuco aos 21 de junho de 1864.
Eu Manuel de Carv.ilhu Paes de Andrade escri-
vao o subscrevi.
Trisio de Alencar Araripe.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, oficial da impe-
rial ordem da Rosa, juiz de direilo especial do
commercio desla cidade do Recife de Pe
buco e seu lermo, por S. M. imperial e
tucional o Sr. D. Pedro II, a qoem Deas 1
de, etc.
Fago saber pelo presente que, no dia 24 do u.
de julho do crranle anno se ha de arrematar d
renda annual a quem mais der, em praca publica
d- ste juizo, depois da audiencia respectiva o so-
gmnte:
O engeuho Quizanga, sito na fregnezia dt %. I
Illm. Sr. Dr. juiz dj commercio.-Dizem Faria
& Borges, que sendo-lne devedor Jos Rodrigues
Fernandes da quantia de 8045800, provenienle de
gneros comprados no armazem do supplicante, o renco da MauV merfi e 1
querem razer citar para fallar aos termos de aeco casa de caldeiras, 5 lachas no asesa
ordinaria, que pela presente peligo Ihe vao propr bem estado, casa de puraar por acabar
pedlndo pagamento da referida quantia e cusas, e 300 formas, com furos para30 d*-* rom
porque o sopphcado tenha abandonado o seu esla- correles, dlslilacao com um nenoeio al
belenmenlo, ausenlando-se par? lugar incerto e de cobre em mao estado, seiizalaeo IS
!

"



"-

Diarlo de Ftrnambnffi -- Quinta .?!** 13 de iiho de |S*5.
V
para escravos, casa do vivenda de sobrado em bom Sanli f-ivi do Miscricoi'tlii Ha
estado, dous acudes, sendo om para acabar, tal- Sd,Ua taSd UC encoraid 00
tando-lhe a porta d'agua. Ierras doengenho de boa KCC1I6.
qualidade cort aljamas mallas, 8 bofe) mansos e 3 O Illm. Sr. thesoureiro da Santa Casa de Mise-
quanos, avallado por 2:0005009 ris aonuaes ; rlcordia do Recife, commendador Jos Pires Fer-
14 escravos de servieo avahados em 1003t o servieo reir, manda fazer publico, que no da 17 do cor
de cada um dos escravos annualmente, que tudo reble, pelas 10 horas da manhaa, no^alo da casa
prefaz a avaliacao de 3:4005000' por cada anno de dos expostos far pagnenlo da* mensalidades ven-
renda, o qnal engenho e seos pertences e escravos cidas no quariel de abril a junho as amas que se
foi psnhorado a Jos Francisco de Barros R^go e apresentarein acompanhadas das crianzas que Ibes
sua mulher por execuco de Ociaviaoo de Souza foram confiadas.
Franca. Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
E ua falta de licitantes ser a arrematacjio feita cife 8 de julho do 1865.
pelo proco da adjudicacao como abatimento res-. O escrivo,
pectivo da lei. ___________F. A. Cavalcanti Cousseiro. I mendas e dinheiro a frete at o da da sahida as
E para que cnegue ao ronheclmento de lodos D4MjcTrT7f,nBl:/,. .o ..^ 2 horas :
mandei fazer o presente ec tal que ser afflxado rium&dtu Id lflIIUId e adlO 30-, Antogio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Ionio (U Recife. I COMPANHIA PERNAMBUCANA
Pelo presente se faz sciente a todos os db
moradores desta freguezia de Santo Anto- Xavegaco costeira por vapor
Na
CO.PANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
at o dia 17 do crreme o vapor
Tocantins, commandanle o pri-
Mttitl. metro lenle Pedro Hyppolflo
Duarte, o i]ual depois da demora
: do costume s-guir pora os d irlos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga qno o vapor poder conduzir, a qual dever LjJ*!!.
, ser embarcada no dia de sua chegada, encom- Cdda uma 12- ma,s aora re,,llern
endas e dinheiro a frele at o i"
2 horas : agencia ra da Cruz n. 1, escriplorio de
dos logares do costume e publicado pela impretisa.
Dado e passado nt-sta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 30 de junho de 186o.-Eu Manoel
de Carvalbo Paes de Andrade, escrivo o subs-
crevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em comprim'-nto da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que no
dia 3 de agosto prximo vindouro, perante a junta dicias, que ten lia rn de laucar fofa todos OS
da tazada, da mesma thesouraria, se ha de arre- moradores da mesma freguezia, ser feilo :
matar, a quem por meno Inora obra do empedra- __:_-;__ n ___ __.
memo, na extenso de 135 bracas no lauco da es- pnmeiro.no fim do becco em que termina a
nio que, em virlude da deliberaciio da lllma.
cmara municipal desta mesma cidade, de
21 de junho findo, se lem determinado que
o despejo publico de todo o lixo e immun-
Portos do sul.
Segu o vapor Parahyha, com-
mandanto Martin, al Aracaj
no da 14 do correte as 5 heras
da tarde. Recebe carga at o
da 13, encommendas, passagei-
ros e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : escriplorio no Forte do Mallos n. 1.
Leilao de o meia-aguas.
rna imperial junto ao cliafariz n. 1, 3>
5 7 e 9.
Sexta fuira 14 do corrente.
mel da.
' O agente Pestaua legalmenN autorisado far
leiloo, por conta e risco de quem pertencer, de o
meia-agaas em chaos proprios na ra Imperial de
ns. 1, 3, S, 7 e !>, rujas lem n. 1, 2 salas, 1 eos i-
nha e 1 camarinha, n. 3 tem 2 safas, 2camarinhas
e 1 cosinha e assim a' oulras todas, ja renderam
mensaes,
os compradores pode ni examina las com lempo e
o leilfio lera luijar no laro do Corpo Santo junto
a Associacao Coinmercial : quintafeira 14 do cer-
rente pelas 12 horas da manhaa.
Leilao de mu carro e 4 cavallos.
Sexta-feira 14 do corrente.
O agenie Pestaa fara' leilao por conta Je quem
pertencer de, um carro de passeio e 4 cavallos bo-
nita figura proprios para sella e carro: sexu-feira
14 do crrente pelas l horas da manhaa junto a
Associaco Commercial.
2)
DE
DE
J. VIG1VES.
X. 55. RIJA DO IMPHIlADOR M. 55.
O pianos deila anliga fabrica sao lioje asss cochecillos para que seja uecessano insistir sofcr* a
sua supenoridade, vantogens e garantas que oftVrecem aos compradores, qualidade* estas inr.>m--ta-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que lem apparerido ivsia praca ; pns-
suindo um teclado e machinismo que obedecen) tenias as volitados e capricho das pianistas, e
nunca falhar, por seren fabricados de proposito, e ler-se feito ltimamente melhuranvnios- im^iria*-
tissimos para o- clima deste paiz ; quanto s vozes, sao melodiosas e flautadas, e por i veis aos uuvidos dos apreciadores.
Fazemse conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Bloodel. de Par, orto
correspondente de i. Vigne.s, em cuja capital foram sempre premiados em lodas as ei\**6*i.
No mesrao estabeler.imento se achara sempre um explemiidoe variado -vriiaieni.> Me mo>K-ai in%
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sebdo Mu t^tMliO.' p.*
pregos coniroodos e razoavels.
memo, na cxiensno ae Jao Dragas no lauco da es- r.....-~--~ ^^^u. H^^ ^....,.,.. ____ ._._ -^ __ .
irada de Bujary cidade de Goianna, avallada em ra do Rangel pelo lado do sul (Jim do caes Coinpanllla das tlcosageries -
1:364,5000.' do Ramos); segundo, dolado do norte no
A arrematacao sera feita na forma da le provin-' a|aga(]0 do fuI1(lo da CK3 je detenQo, |irin-:
S'^V^ dec^daf5' C Sb daUS- cipiando do seguimento da ra denominada
as pesoas que se propuzerem a essa*arrematando PocitiliO, 0U do Bartholomeu. do norte
gao comparecam na sala das sessoes da referida ao sul. sendo 0 despejo feitO as boras de-,
junta, nu dia cima mencionado pelo meio da e terminadas do art. 5o do tit. 5o das postu-
"RSrSSrN 23S, pubiicaWresente municipaes de 30 de junho de 18i9, j
periales.
nio, 5 de julbo de 1865.
0 fiscal
Caelano Pinto de Veras.
pelo jornal.
Secretaria da iliesouraria provincial de Pernam-
buco, 4 de jullio de 1805.
O secretario
A. F. da Anminnarao.
Clausulas especiaes para a srremaiacao.
I." Einpedramento de loo bracas correales no
(ango de e-trada de Bujary a Goianna na impor-
tancia de 1:364^000, ser feilo de confoimidade
com o respeciivo orcamento, e as instrueges do
engenbeiro encarregado da scalisago dos traba- Sexta-feira 14 do correte fiada audiencia
"l0s- i do Sr. r. juiz de orphos se bao de arrematar
! Os pagamentos serao f-itos m duas presta-; r Vl,nda r ser a ultjnia >A as ras;)S
cues ignaes, a pnmeira quando estiter execuiado: lenceilt,s ao Mpo|0 do lilia,,0 A!aro Jos Gomes
in-tade de lodo o serv.co ; e a nliinia na conclusao as quaes sao as seglIinIes uma casa a., taipa fila
dJ trabalho. na ra Imperial n 190, avahada em 300^, uma
3. O arremtame comegara os trabalhos ale o dila de |)eJril e ca) congUa a rae?ma SPm freule
m de coberla de palha da comie.ra para a frente por
20, ouira dita em seguimento no mesmo estado
e Rio de Janeiro.
Al o dia 14
do correle mez,
espera-se da Eu-
ropa o vapor
francez K^lrema-
mre, o qual de-
pois da demora
do cosime se-
guir pan Baha
IMLTORIO MitiKiKM
o
DR. PEDRO DE ATTAIYDE LOBO MOSa0.
MEDICO, PIRIUIR 23 OPERADOR.
3 Ra da (Mora, casa do Jbundao 3
O Dr. Lobo Mowoso da consultas gratuitas aos pobres todos oadias das 7 s II
tansctiplo neste Diari-> n. I2G de 2 de ju-
nho prximo findo: quem assim nao o cum-
pnr, incorrera as penas especificadas no da Europa que qneiram segurar as suas passagens
mesmo arl gO. a bordo dos paquetes desta companhia nos mezes
Fiscalisa^ao da freguezia de Santo Anto- de maior aflluencia, tem a ficuidade de o^ tomar
OLYMPIO
no dia que os vapores se^uem para o sul, pegan-
do porm eomo sn fosse di Rio de Janeiro
Para condicgojs, freies e pissagen
agencia ra do Trapiche n. 9.
ontabro do crreme anno.
4.* O arrematante nao lera direito a indemniza-
gao algoma, qualquer que si-ja a natureza da alle-
gago, salvo ii"S casos previstos por lei.
5.* Em ludo o mais que nao vai especificado as
presentes clausulas, seguir-se-ha o que dispoe o re-
gulamenlo de 9 de julho le I8(4.
Coiiforine. A. /". da Annunria^So,
Para o Hio de Jaueiio segae
rom muita brevidade por ter
prnmpta a maior parte do car-
regamento o bngue brasileiro
Imperador, o qual recebe o resto
da carga a frele,para o que tra-
ta-se no e.-criptono de Amorim Irmos, ra da
Cruz n. 3. Tambera recebe escravos de pasea-
dero a tratar com o capifo Joaquim Pinto de Sou-
piir"2o'03, nutra dita na" r a do Boro Costo por de- Passos, na prga no commercio.____________
traz da matriz dos Afolados anda por acabar por
DSCUBlCES..
(Jonvida-se as pessoasqne esto as condi-
goes d i sel vigo militar, a engajarem no uorpo de
polieia e pozarem das vantageos da lei provincial
u. Cl 1 d 2 de maio prximo passado, que su as
seguales : ItMjOors. diarios pe-saldo, serem seus
lilhos menores re.eolhidos aos estabeleeimeiitos
provinciaes de edacagao o tempo que estiverem
na gu ira ser contado pelo duplo para o caso de
aposenudoria, e a m dotas, tem ludas as mais
vantagens que su concedidas aos voluntarios da
patria,O lenenle-CffloneJ commandante do cjr-
p) de polic a, A exaudre de Barrse Albuquer-
ijue.
Santa Casa da Misericordia
do llecife.
A Illm.' junta aiministrativa da Sania Casa da
Misericordia do Recife, mandil fazer publico que
no dia 13 do corrente pelas 4 horas da tarde, u
sala de siias sesso's continuara a praga das ren-
das d is casas abaiio declaradas por tempo de 1 a
3 annos a coutar do Io de jalno do corrate anno
por Uiaule.
Ba das Laranieiras.
Casa terrea n. 3 particular e 17 pu-
blico..........2065000
Una do Itingel.
Idera n. 6 particular e o publico. 3005000
Ra do Rosario da Hoa-Yisia.
dem n. 14 particular e '8 publico. 168,5000
lina da Lapa.
Casa terrea n. 41 particular e 1 pu-
blico.......... loO^OOO
Ra do Amorim.
dem n. 48 particular e o- publico. 4003000
dem n. '66 particular e 26 publico. 723000
Ruado Azcite de Peixe.
dem o. 63 particular e 14 publico. 6003000
Ra da Cacimba,
dem n. 63 particular e 3 publico. 1443000
dem n. (7 particular e 10 publico. 83#000
Ra do Vigario.
Sobrado de 2 aulares n. 72 particular
e 27 publico........5003000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 76 particular
e 11 publico........9003000
dem idem n. 77 particular e 13 pu-
blico.......... 9003000
Una da Senza a Velha.
Casa terrea n. 81 particular e 18 pu-
blico.......... 2005000
Idera n. 82 particular e 16 publico. 2005000
Ra da Guia,
dem n. 84 particular e 29 publico. 1445000
Una da Cruz,
dem idem o. 87 particular e 11 pu-
blico.......... 8825000
Ra do Pilar.
dem n. 0:i particular e 101 publico. 2005000
dem n. 94 particular e 99 publico. .
lem n. 97 particular e 110 publico,
idem n. 100 particular e 104 publico. 2003000
dem n. 101 particular e IOS publico. 2005000
I l-m n. 103 particular e 98 publico.. 2005000
[de n o. 10o particular e 91 publico. 2005000
2305000.______
Pela theso,uraria provincial se faz publico,
que a arrematagai da obra da conclusao da casa
da cmara e cadeia da villa do Bonito, foi trans-
ferida para o da 20 de julho prximo vindouro.
Secretaria da thesouraria previocial de Peroam-
buco 28 de juulio de 1865.-O secretario,
A. F. d'Annunciagao.-
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arremalagao da obra da cadeia de Nazarelh,
foi ir nsferida para o dia 20 de julho prximo vin-
douro.
Seeretana da thesouraria provincial de Pernam-
huco 28 de junho de 1863 O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
'no a arremataeao da obra do quarltl da villa de
Serinhem, foi transferida para o da 20 de julho
prximo vindouro.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 28 do junho de 1863.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
No dia li do corrente depois da audiencia
do juiz de paz da freguezia de Santo Antonio, vao
a praca os objeclos seguintes :,um reloglo de pn-
dula em bom estado, dous Qteiros com vldros, 2
cadeiras de amarello com assentode palhinha, era
bom estado, penhorados a Fernando Garzoli por
execugao que Ihe proraove Luiz Ferro.
Correio
Para a II .loa pretende sabir
com muita [brevidade o velelro
lugre Emilia, capilao Bernardi-
no Rodrigues de Almeida, por
ter a maior parte da carga tra-
tada, e para o roto que Ihes
falta trata-se com o consignatario Joiquun Jos
Gongalves Beltro, na ra do Vigario n. 17, pri-
meiro andar.
Iill?10
De urna mobilia de amarello, um rico guar-
da vestido demogno, guarda roupa, guar-
da loucas, aparadores, marquezas, can-
dieiros a saz, reoslos de o uro e prata,'
objectos de ouro e prata e outros muitos
ar%us.
Scxl.-i-feiM \A do cono.iite as 1 horas
AOGUande au.mazem do agenti horas da manliao, edas G e meia s 8 horas da imite, exceprao das lias .-anlilkalos.
IJliartiacia especia /tomeopolki&i
No mesmo consultorio lia scmjtre o mais ap.ropriido sorlimentr de nrtriM
3G -itai da cadeia d> iteeii'f-M tubos avulsos, assim como tintaras de varias tymaamfeages e pelos preros seguinte.
>..,.----------------------rr;----- Carleiras de l tubos graudes. I000
Leilao de razadas e. roupas felas. de 24 tobos gtmfes. ihknm)
i requerimenio dos carado- de :J6 tubos grandf.s. 2i5(XR)
de 48 tudos grandes. :t<>5000
de GU tiihos gran les. 35#00ti
Prepara-se qualquor carteira conforme o pedido que se fi/.er, e com ns remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca IrSOOO.
Sendo para cima de \i cusante os preros elab'e.ecidos para as carteir;^.
Ha tubos mais pequeos cada um a 5(10 ris.
A melhor odra da homeopatMa, o .Manud de Medicina Flomeopatbicn do Dr. Mr
...... i)-vai
...... HHH o
...... tvnto
:{sOjO
mi 1 or
Voluntaiios da patria.
O ihesoureko das loteras, abaixo assig- verdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservadlo, l
res liscaes da massa fallida de Joao Uaptista Gon
traia-se na (atves "asios, e por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio d- chita?, madapoloes, al-
godao, diversas pegas de roupi fet, cortes de ca-
semira e chapeos de feilro, ludo pertenceote a
nicsma ma^sa.
Sabbado 13 do corrente.
No armazem da ra da Cadeia n. 62, as II horas.

AOS 6:000/?000.
TE RA
DOS
dous grandes voluntes com diccionario
Medicina domestica do Dr. Bering.........
Repertorio do Dr. ~S\v\\ Moraes..........
Diccionario de termos de medicina.........
Os remedios ib'ste estabeteciaiento sao por demais conheridos
tanto de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remed-a
verdadeiro, enrgicos e doradores: lia tudo do melborquc se pude destejar, th.ir V
.'l:-ili-
disnei
E1I.0SS.
Leilao.
De livros de direito e lileraUra
Qainta-fei a 15 do c irrente as 10 boras.
NO GRANDE ARMAZEM DE LE-LOES
DO AGENTE
OLYMPIO
36 -lina da Cadeia do Hecic--3
tavel publico, que tem exposto a venda os
bilhetes, meios e quartos da primeira parte
da lotera em beneficio das familias dos vo-
luntarios da palt ia desta provincia, que se
achan no tbeatro da guerra, bem huma-
nitaria a concesso desta lotera, e o pov
ikf
LEILAO
DE
lavis e outros olijcclos ir g st>.
DIOJJJE.
Xo arinazcni a ra da Cruz n. 37.
Cordciro ftiiues
far leilao por conta de di versan pessias de sua
amizade de 1 mobilia de amarello, 1 guarda Inu-
ga, i carteira e moxo, 1 secretaria, i mesa elasli
dminislrago do correio de Pernambuco 10 de c?>. Puarda roupa, 1 commoda, 1 lavatorio, 1 ma
SC ral.
Pelaadmini.^tragao do correio desla cidade se faz
publico, que, em virlude da conveugao postal cele-
brada pelos goveroos brasileiro e francez, serao ex-
pedidas malas para Europa no da 13 do corrente
mez pelo vapor inglez Oneida.
As cartas serao recebida? at 3 horas ames
da que [or marcada para a sahida do vapor ; e os
iornaps at i horas antes.
nado, tem oprazer de anuunciar ao respei- lados eslabelccimentos europeos, a mais exacta e acurada preparacio, e [na .ia unior
energa certeza em seus et.'cilos.
Cas i (fe sikilde pura eseraros
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermiilade ou fazer-sc-lhe fi
operagao, p ra o que o aunonciauto julga-se suficientemente habilitado.
O Irahmeblo o meibor possivel, tanto na parte alimentar, como na medir, e
pernambucano se acba lao entliusasmado, funecionando a casa ha mais de quatro annos, ha mu as pe.soas de cojo conceibi a iwo>
em prol de to justa causa, que o roosmo Pde dovidar, que podem ser consultados por aquelles que desejarem mandar ?e*
abaixo/ assignado escusa recommendar a 'doenles.
prompta concurrencia aos referitlosbilhetes. Paga-sc 2;5 por dia durante GO dias e d'ahi em diante I $300.
O andamento das rodas sabhado 15 do As operafes ser.) previamente ajustadas, se nao se quizerem sojellar aos privo
corrente, no consistorio da igreja do Rosa- razoaveis que costuma pedirr o annupc ante.
no de S. Antonio ; ^____
A disiribuic > da-, listas e os pagamentos
dosdremios sero feitos com a promplido
do costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
O Sr. Arsenio Antonio Carneiro da
Ctinha Miranda queira dirigir-se a praca da
Independencia n. G
Jatkc
e 8, que se precisa
julho de 1863.
O admini;-trador,
Domingos dos Passos Miranda.
china de costura, 2 aparadores, 1 cama franceza, 1
realejo, 2 sofaes usados e outros muios objectos
que estaro patntenles no acto do leilao.
Dpvid flaco, prussiauo, relira-se da pro-'
vincia.
Jo.- l'er.-u... da Cunha vai a Portugal, levan-
do em sna companhia ires netos menores.
Oompanliia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE Mi
ma flanea era ilinlicir, depositado no* cofres do estado, garante a M da
miaistraee Ha companhia.
DIltECCO GERAL
e bengalas.
EMPREZA--COIMBRA
29a recita da asslgaatiira.
Sabbado 15 de julho de 1865
Subir' a sceoa pela primeira vez neste theatro
o bem elaborado e interessanle drama em 3 actos
e 1
LEILAO
De i caixaocoiu botos
Cordelro Siundes
por conta e risco de quem pertencer far leilao
de 377 grozas de bolois de osso pulidos para co-
letos, 30 ditas dita para plelo! e 3 duzias de ben-
galas sortidas, islo
HOJTE
as 11 horas no armazem da ra da Cruz n. 57.
LEILAO
Dina vacca com uma
cria
- Dr. F. Schuliz vai fazer una viagem a Eu-
ropa.
Preeisa-se fallar com o Sr. Jos de Souza
LaSo a negocio que no ignora : na ra Novan.
20, toja do Carneiro Viaona.
~GABIiET~
POrlTiUKZ DE LMNJK EJI PEH-
De ordem do Illm. Sr, presidente convocada a
reuniiio da assemola geral dos senhores socios
elleclivos de ordinaria deste anno, domingo 16 do corrente, as
10 horas da manhaa, no respectivo salao.
Secretaria do conselho do Gabinete Portuguez
de Leitura em Pernambuco 12 de julho de 1865.
A. A. dos Santos Porto
Io secretario.
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespanha
Madrid : Ra do Prad n. 19
prologo original brasileiro do Sr. Dr. Francis- Uutnta-leira 1.3 do corrente as
co Pmheiro Guimaraes.
No armazem ra da Cruz n. 57.
horas.
LEILAO
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinaces de supervienda dos s^ji
sobre a vida.
Nella pode se lazer a subscripcao de maneira que em nenhum caso dimic i i f n >if\> c< s
i gurado se perca o capital nem os juroscorrespondenles a esle. ^^
Sao to suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole af A N.\i'..'o
j DAL,queainda mesmo diminuindo urna terca parle do interesse prodazido em rerentes liquMai
cues ecombuianlo-o i-> n i u n'talilale da tabella de Depareieux que e adoptada MkaMrih
para seaseileolos i liquidares, em segurados de idade de 3 al9 annos, uma impor-sieao ancua.
de 100$ produz em elTectivo metlico:
No tim de 5 annos...... !:II9300
de 10........3:!)i25600
de 15........11:208*200
> de 20........30:256*000
de 23 ...... 80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais considerareis.
Prospectis e mais iofnrraacoes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia.
Joaquim Fiuza de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Visla rna da Imperatriz n.i2.e-iab-l
ment dos Srs. Raymundo,Carlos,Leile & Irmao.
Secretaria da Santa Casa
Recife 8 de julho de 1865.
de Misericordia do
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
O Illm. Sr. nspector da thesouraria provin-
nal, em cumpriuii-uto da ordem do Exm. Sr. pre-
- lente da provincia, manda fazer publico, qne no
dia 20 do corrente, perante a junta da fazenda da
mesma thesouraria, se ha de arrematar a quem
mais der, um telheiro que existe junto a ponte do
M itocotomb, avahado em 18*
A arremataeao lera lugar no referido dia pelo
meio da, sendo as proposts em carta fachada.
E para constar se man I u publicar pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco II de julho de 1865.
O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
A thesouraria provincial marca o praso de 30
dns para o pagamento do imposto do calgamento
das mas Nova e do Sol.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desla provincia se faz publico a
quem interessar possa, que no dia 17 do corrente
mez omecaro na referida thesouraria os paga-
mento? das pensoes do monte po dos servidores
do estado, vencidas al 30 de junho ultimo.
S retara da thesouraria de fazeuda de Pernam-
buco em 12 de julho de 1863.Servindo de offl-
cial maiorManoel Jos Pinto.
O administrador da recebeuoria de-, rendas
internas geraes tu pulilico, que em virtade da al- '
leracao 3' do decreto 2719 de 31 de dezembro de
I8o0, nao 'julgar do conveniente que coaliauem
em poder dos cobradores os coriheelmentos do l-
semestre do exercirio de I86'i 1865 dos impostos
PEnSONACENS.
2553000 Julia........................... D. Eugenia.
200*000 Clara......................... D. Camilla.
Magdalena..................... D. Joanna.
Commeudador Castro.......... Coimbra.
Augusto....................... Amoedo.
Joo Manoel.................... Porto.
Salvador....................... Borges.
Guilherme.................... Lisboa.
O vigario.................... Pinto.
0 doulor...................... Guimaracs.
Uro pagem..................... Peixoto.
Capangas..................... N. N.
A ac^ao passa se no Rio de Janeiro.
poca actualidade.
Dar' lim ao espectculo a nova comedia em
1 acto, imitacao de Jos Carlos dos Santos
0 viaho doBatalha.
PEIISONAGENS.
Roberto Tinoco, propneiario...... Teixeira.
Antonio Simao................. Pinto.
Francisco, primo de Tinoco...... Guimaraes.
Jos, criado de Tinoco........... -anta Rosa..
Luiza, mulber de Tinoco......... D. Leopoldina
A scena passa-se em Liboa em casa de Tinoco.
Este lindo e novo espectculo recommenda-se
ao illustrado publico pernambucano.
Principiar s 8 horas.
De tima mobilia de amarello a Luiz XV
composta de 12 cadeiras de goarnigao,
ditas de braco.
ESTRADA DE FERRO
DO
Recife a Sao Francisco.
Grande armazem de tintas.. ,
RA DO IMPERADOR N. 22.
0 armazem de tintas um grande deposito de
productos chimicos utensis e os mais empregados
e usados napharmaria,pintura, photographia, tin-
turara, pyroiechiniaifogos de artificio) e eiroulras engenho Ronca um burro e um ravall, sendo.
industrias. burro cvsianho escuro, e-l carnudo, [a-eiri> >
Moniadoem grande escala, e supprindc-se di- ferrado no quarto e carimbado ua quenada rn
Em consequencia dos fe-tragos causados nesta rectamente nas principaesdroganasdeParis, Loo- X, lem um calo o esplnhaco, o cavado ca-ta-
WW&1
DE CAVALLO.
Na noite do dia 8 do corrente mez furtaram
2 ditas de braco, 2 ditas de balanco, 1
anf 9 pnnsnlAe i m i a i tm consequencia uos e-iragos casanos nesta reclmeme nas principaesaroganasaei-aris, loo- a, lem um calo ho espionado, o ravall i
sota, z consoios, l mesa reonaa e I ca- estrada de ferro pelas chuvas torrenciaes que tem dres, Iiamburgo, Anvers e Lisboa, pode offereceer nhoescuro foveiro, tem ires jes calca io-,M* urna
cabido no interior, fica interrompido o transito da \ productos de plenaconfianca e satisfazer qcalquer ; marca de ferida aon do ra ma franceza de amarello voltiad <
io.ii:
mesma estrada [ior toda esia semana.
QHn,a.feira13di>corren'easi1 horas !86crip,oridafa(,erinteodencia li e.uihode mgg
No armazem do agente Cordesro Simoes
da Cruz n. 57.
a ra
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BEASILEIBA
DE
PAQUETES 1 VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 14 d i corrente um dos
vapores da companhia, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desdeja recehem se passagelros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
de 20 0.0, imposto especial e decima addicional de *er embarcada no dia de sua chegada encommen
. das e dinheiro a frele at o da di sahida
n a -mora, ordenou o recolhimento delles, princ
piando pelo bairro de Santo Antonio, cujo debito
- ., erior ao dos mais, aflm de pnceler a liqui-
: nao de conformi laiie com os arligos V e 5- das
insiruccfies queacompanharam o decreto 2354 de
16 de fevereirode IH-'IO, que em quanto se est
:'_ .nisando a relaeao do? devedores do referido
bairro, Ibes penneitido virem
dubilM afim de evitarem a to
ras da larde : agencia ra da Cruz n. I,
ri i de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
as 2 ho-
escripto-
&C.
feilode escravos.
CORDEIRO SIMOFS
precedida a competente autorisaco fara leilao de
um escravo de idade 28 annos, bolieiro, cosinhei-
ro, 1 dito crioul, sem hahilidadeSf isto "*
io.ii;
as 11 horas, no armazem da ra da Cruz n. 57
G. O. Mann,
Engenheiro e superintendente interinj.
MuatMciaMM
|8| O Dr. Carollno Francisco de Lima San-
9 tos continua a morar na ra do Impera-
*sK dor n. 17, segundo andar, tendo alias seu
[ii gabinete de consultas medicas, logo ao
Mt entrar, no primeiro.
W O mesmo doulor, que se lem dado ao
jg estudo tanto das operacoes como das mo-
y.i& 'es,'as internas, presta se a qualquer cha-
gg mado, quer para deutro quer para fra
^ da cidade.
D. Luiza Francisca de Paula Cavalcanti
Alhtiqnerque Lacerda tpndo arrendado por 6
enrommeuda a_grosso trato e a retalho, por precos ca ou cicitriz cima da candi, e o lupet irm p>m~
j co cabello ; suppoe se lar viudo para a p>a| i a >r
de machinas appropriadas satisfar se ter visto passar rn Tygipi : npm m aal ri-
com promptldao qualquer pedido de tintas moidas. dades a appreheso dos ditos cavallos ; e qn rn
a oleo, cuja qualidadee pureza de seus ingredien- i delles der noticia, ser gralilicado netwrusau.eiil<;
tes podar ser examinada pelo consumidor, o que na ra de Apollo n. 35, segundo anda?.
j nao fcil fazer com aquellas que sao importadas, ~~ r (^^yQ------------
I e que se'encontram no mercado em latas fechadas.
Tem grande colleceio de vidros de dlffarentes
formatos, desde uma oitava at dezeseis oncas de
capacidade ; de vidros para vidracas e diamantes '
i para corta-Ios; depinceispara ungir madeira com
1 propriedade e outros; de papis dourados e pra-
leados e folhas de gelatina para ornamento; de
papel grande e pequeo formato de vanas cores
Na ra da Madre de Dos n 36, primeiro
dar, precisa se de um criado que de coahecio*
de sua conduca.
Dl<>
EliTREZA
DE
Leilao de \A saceos comcominhos.
T HOJK.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quera pertencer de li saceos com cominhos em
lotes a vontade : quinta-feira 13 do correle pelas nos o engenho Pilu-ass. sil na freguezia de S.
10 horas da manhaa no armazem do Sr. Azevedo Lnurenco de Tojucopauo *a comarca de Goianna,
defronte da escadinha da alfandega. a Jos Pinto da CoM, J is Pedro Carneiro e ou
-.----------------;-------------_____________ tros consenhores de referido engenho, pela quan-
LelO de CaixaS COm Ceblas. t'aannual de l:200jf pagos em 6 prestares ven-
r i veis, a primeira em maio do corrente anno de
HOJE
para embrulho, para forro de casa, pra desenbo i 1 Til]Vr jP \ \ \ f.t^f
ito;de papel albuminadoe BrisU, H-iliUiflIiHil^iAl/ fli HA/.*
com Cundo j feilo
verdadeiro saxe para photographia e para filtrar,
e outros ; vernizes de essencia para quaclros, de
espirito para madeira, copal para o interior e es-
le ior ; oleo graxo, oleo seccativo, oleo de linhaca i elc./d. xando que os rs. consumidores
clarificado, oleo de toiele, secativo de Harlim, ouro ; os machiuiss que mais Ihes agradaren,
verdadeiro em p ; prata, euro, e eslanho em fo-: os Domes, morada, ele, de lodos elle sereoj a*J
Ibas de varias cores; tintas vegelaes, inoffens- cadg no armazem da empresa.
Armazem n. 31, ra do Inprradar.
Para mais regulandade do amap lem a mpr-
za resolvido to apatala vendvr os appar^
r ha me id
|>len.l>
vas proprias para confeitarias ; ia de cores, e
olhos de vidros para imagens; tintas em tubos e
telas para retratos ; tintas em pastis e em p pa-
1865 e a ultima em maio de 1870,""ceilou Tetras ra aQuareHa > essencia de rosa superfina, de ne-
roly, jasmim, bergamota, aspice, patchouly, mbar,
bouquet,limo, alcaraiva, melissa, ortela pimenta,
ima,
das rendas de cada anno em favor do sobredito Jo-
.JS^ ? Pr COn,a de quem s,': Pinl0- pertencer de caixas com ceblas sem reserva de dar esses arrendamenios e subdividi-los com 0s louro, cereja, alfazema, jumpero, Portugal,
K'es a vontade : boje 13 do corrente pe- demais consenhores. Perianto declara e faz pu-
2llJl*fr,\m3a^ k" Hrm,eal d0 Sr blico 1e essas letras se acham penhoradas por
Azevedo defronte da escadinha da alfandega. Domingos Francisco Ramalho e previno desde ja
t que pessoa alguma commetta negocio com as re-
T Pililo feridas letras, sob pena de serem nuil as qnaes-
xj*jixi\j qUer transacQ^s qUe cora e||as [aca_
Da parte de orna casa na Pamhiba a Aiuga-se uma meia-agua ,u.to nmpa na
riia-flaS- C-OB-Yert4l8 n. 1-ft, CIO Me ruadoProgressido bakro da Boa-Vista : quem
exislenm estabelcciment, alaguis rnlaS'n'n ^nm'a^ilt pe^azem de
da mpsma rev* de 9 -, 'i annns 'J ------ :e ,envoes- uma coberta Pl'wna de chita, julga-se
ua um ma uci d m. .i aiuius. Desappareceu dt cima de uma mesa no se- estar acoutada aqui no Recife, o abaixo assignado
2 Casas terreas de taipa a beira da es- guido andar da rasa sita na ra larga do Rosarlo j protesta cjutra quem a tiver acoutado oo seduzido
Irada da Gilllli-'t n. 33, nm relogio de ouro patente inglez, sendo as para esta fuga, assim como roga as autoridades
V ",M,',,' caixas lavradas e falta do eixo da tampa, com cor- policiaes e capitaes de campo a captura de dita es-
Sexta-feira 14 do corrente as II horas, rento pesando 16oitaas, tendo dous passadores crava e leva-la a ra Nova de Santa Rila n. 55,
Cordelro Slmdcs e un>a chave de travessao : pede-se as pessoas a segundo andar ou a ra da Praia n. 78, armazem
autorisado polo llquidatario da casa commercial inem for offerecido, que o apprehendam e leve-o que serao generosamente recompensados.
Antonio da Silva Ramos.
ans da Russia, canella, cravo e muitos outros ob-
jeclos que s com a vista poderao ser mostrados.
Joao Pedro das Neves,
Gerente.
Ha um mez que fugio a escrava pre a Mar
com os signaes seguintes : preta, baixa, falta do
denles na (reate, rauito regrisla, anda muito sa-
cudida e lem um sigoal em cima de um hombro,
eocaroado, levon quasi toda a sua roupa coostan-
do de vestidos de chtf-i, camisas de algodozinho,
Lisboa pela lina deS. tiiguel.
Pretende sabir em poucos dias a barca
Mara recebe carga e passageiros para de Amonio Joaquim de Mello .levara' novmenio a a casa cima que se g'ratilicar generosamente.
n aqui pagar os seus estes fjous p0rt0Si a iratar com OS consig- lel'a? os Predios e alugues cima descriptos, cu-1 Precisase de uma ponsoa habilitada para en-1 A professora publica da 3' cadeira aa frique-
branca judicial. nalarA, farvalhn A Nnanpira rna rtn Annl. J0 le"io sera elTecluad0 no dia e hora cima raen- sinar primeiras letras em lugar mui prximo a es- zia de Santo Amonio roudou a sua residencia para
H-:ebedonn de PernamIuco3 de julho de 1865, ""nos ddivdiuu iugueiid, rud uuApui-
.1- re lamajoes por ma Inz das rasas, cojos ap-
parelhos hooverem sido coilocad-js anlcriorHirai-
a este aviso, sero al tendidos pela empreu; ostros
quaesquer, nao. ^
A empreza espera que e>la m dida arfi devMa-
menle apreciada celos s#hofes ronsiinii-iorrs, ten-
dente como a t>rnar aaM >tvc i mais ecuaon.i
co ; vi.-to; que ella vender todo, apenas rom ana
lucro tal, que cubra as despezar ioevilav>s.
Ama
Na ra Nova n. 37, primeiro a*iar, prerisa-s*
de uma ama que saiba cozinhar e eofommar. pan
casa de pouca familia, prefere-.v escrava.
- Na praca da Independencia n. 33, toja .le o
ves, compra-se ouro, prala, pedras priTN>a m
tambem se faz qualquer obras de KXutnmeut
odo e qualquer concert.
Aluga >e
Aguas Verdes:
a parte da rasa n.
a tratar na inexn.
92 da ruj Ja*
Manoel Carneiro de Souza Lacerda. lo n. 20 OU com ocapit5o na praca.
t cionado oo arraazera do referido agentu a roa
; Croi a. 57.
da i ta cidade : a fallar na ra de Sania Cecilia n. 21, a ra Direita, sobrada de um andar
das 3 as 9 boras da maahaa, e 'Ja 4 as 3 da tarde, entrada no beco.
n. 7i,
Semana Ilustrada da Re de Jaarlra
Assigna-se na ra do Crespo n. 4 : Ires mes
t, seis mezes 115, um anno 185
Precisase de nma enerara para lodo vi-
vico de uma casa de familia : quem liver aaoon-
cie, ou dirjase a ra de Sania Rita n. I._______
cora a j Na ra do Qoeimado n. 5 precisase alujar
i ama preta para comprar e cozinhar.



Diarlo de rernambuco ...
U letra 18 He Julho de 18116.
UMA GRANDE DESCOBERTA
IED1LHA
DE
HONRA
RE BACALHAU
ffiSiNPECl^OFERRGmEO
As propiedades mcdicies do oleo de figado de bacalao forao unni-
memente reconhecidas. Mas so o cheiro c seo sabor lao desagradaveis
tornfio o uso d'elle minias veres impossivel, mcsino aos estmagos
os mais robustos c aos mais condescentes.
Por isso a descobirta do Sur. Chevrier que lhe permettio de
desinfectar nteiramenleo oleo de ligado de bacnlhao sem alterar suas
propriedades tem sido um dos mais l'elizes problemas resolvidos pela,
berapeutica moderna.
O oleo de figado dehacalhao desinfectado de Chevrier,
eom um cheiro a tem ncm gesto ncm ciieiro depeixe.
Objeclo de numerosos relatnos scientificos elle goza em Franca
de urna fama bem merecida, c reccitado por todos os mtdicos em
! lugar (lo Oleo de ligido de bacalbao ordinario. Tendo as mesmas
propriedades do oleo de ligado de bacalhau ordinario, usa se d'elle
nos mesmos casos islo as :
MtleiitiitM cMcrofulona*,
RurliMmo,
nlii r iirriio dan glande*,
TMCA pulmonar.
1 MciIcsiIh da prllc,
i Countlluifilo lyiiiplintica,
Anemia, dcbllldade, frnqiirzu
MHKrru,
Pobreza do imane,
1 -raUnm-nio por rxeemio de
trahnllio nu de pracerrx,
Molextian doK bronrhloM recen-
ten on clu'oniran,
'rnsi' pe (nazca,
GaMtriteM. gaMlrulRiaii,
Doren de entornago.
Elle convem a todas as compJcicocs c a todas as idades, e tomada
fcilmente pelas pessoas as mais delicadas. Elle um poderoso socorro
para a aJinunlaco das enancas fracas e docntes.
Um folleto accompanha cada vidro
Deposito em Pariz, na pharmacia de Chevrier, e em todas as
0 Oleo de figado de bacalhau desinfectado ferruginoso de
Chevrier constitue o melhor mek de administrar o ferro. 0
ioduro de ferro reunido com o oleo de figado de. bacalhau,
augmenta a accao tao efficaz d'este ultimo, se dissolve mais
fcilmente nos liquides das vas digestivas, se assimila milito
mais bem do que quando 6 tomado sol) a forma de pilulas,
xaropes, etc., enfim perde suas propriedades irritantes e no
provoca a constipado.
As pessoas as mais delicadas que nao podem supportar as
preparacoes ferruginosas ordinarias, asquaes, principalmente
nos paizes quentes, tem muitas vezes grandes inconvenientes,
poderao com a nova descoberta do Snr. Chevrier, usar do ferro,
um dos mais poderosos agentes therapeuticos, tomando-o unido
ao oleo de figado de bacalhau.
Q oleo de figado de bacalhau desinfectado ferruginoso de
Chevrier, se emprega em todos os casos que o ferro acon-
sejado ; julgamos intil de os enumerar.
e conten as observacoes medicaes.
boas pharmacias de Franca e do estrangeiro.
SE
, Xa ra de Santa Hila n. 15, compra-se
our e prata e retogios vellios de tudas as qiia-
Jidades.
mmm mmmmmm mmmm
Companhia fidelidade de segaros $
maritiraos e terrestres
e6tabelecida no Rio de Jaueiro.
A BITOS EM PERNAMBUCO
Anienro Luiz de Olireira Azevedo A C,
competentemente autorlsados pela drrec-
toria da companhia de seguros Fldelida-
de,tomam segaros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Crn n. 1.
mmmmmm mmmm
Samuel Power Johnston & Companhia
Rua da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
Fnndieao deLow Tfoor.
; Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho..
Taixas de ferro coado e balido para enge-,
nho.
Arreios d carro para um e dous cavallos.
Relogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Madrinas para descarocar algodo.
Motores para Machinas de co&ira.
P
m
g Castriciano Marques de Gouveia, arrematante
< das dividas activas da rcassa fallida de Caminha,
l Irmaos & C, declara ao publico que nesta data
delxou de ser seu bastante procurador o Sr. Ber-
< j nardo de Barros Barreto, e para que nao naja ig-
| norancia, faz o presente annuncio. Vilia do Jar-
j dim, na provincia do Cear, Sude abril de 1865.
i Precisa-se para urna casa estrangeira de um
\ bom cozinheiro e de ura copeire, que sejam forros
f ou escravos, garntese um bum salario : na rua
da Cruz n. 6.
Precisase de um feilor para o engenho Li-
moeirinho na freguezla da E-cada : quem se jul-
gar habilitado para tratar na travessa do Queima-
don. 1.
Trocam-se
Perfeitas magens do mais apurado trabalho
que pode haver neste genero com Boas pinturas :
a rua da Cruz do Recife n. 57.
Ama
Precisa-se de urna ama forra para casa de pouca
familia e com pouco servico : no pateo de S. Pedro
d. 3, sobrado.
A Henead.
Precisa-se da qnantia de 600,5 a 1:000,5, dando
se por garanta bens de raiz: quem tiver para
dar, dirija-se a rna de Santa Thereza n. 20, que se
dir quem precisa.
JnJBL/%. Precisa-se alugar urna cozinheira captiva pa-
Precisa-se de nfna ama pura cozmhar em casa ra casa de familia : na rua da Unlao n. 48.
de familia : na rua do Brum n. 55, defronte do bbb-^b-^bhhbhhh^^^^,^___________
chafarte, <
\'2
[1.7** .
0 abaixo assignsdo jul;a conveniente prevenir
que ninguem fa^a negocio com o Sr. Antonio Gcu-
falves da Silva, do engenho Mossnmbique, acerca
da escrava Paula, de cuja venda, segundo consta
ao mesmo abaixo assignado, c>t elle tratando,
nao a tendo conseguido a inda pelo estado de gra-
videz em que .-e aclia dila escrava.
Nao pudendo produzir etteilo a esrriptura (ini-
cia que foi oh ti da do sogro do abaixo assignado,
Domingos Vaz da Costa Agr, segundo se tem mos-
trado em juizo, para a venda de varios escravos,
ntreos quaes essa de que trata, est o mesmo
abaixo asignado disposto i faarr de seu sogro e hojecuratellado, embora ainda nao
tenba podido conseguir do advogado que foi de
sen dito sogro, a entregada varios papis que con-
tinham resalvas a respelto dessa venda ficticia,
como todo ter de palentear ao publico, estando
ceno de que nao se dar um abuso de confianca
a respeito da guarda de taes papis.
_______Manoel Joaquim de Lemos Vasconcellos.
Nvlas do banco do Brasil e; das caixas liiiaes,
desconum-se na praja da Independencia n. -12.
Alug,
a casa terrea na travessa da Bomba n. 10, com 2
salas, 2 quartos, rozinha ra, quintal e cacimba :
a tratar na rua do Sebo n. ::i.
D-se murada gratis em um sitio a urna pes-
soa casada, que sirva para botar sentida : a t'ra-
tar na rua da Imperatriz n. 62.
Precisa-se alugar um escravo para o servico
inlerno e externo : na rua do Qneimado n. 29.
A ni a
Precisa so alugar urna escrava que compre e se-
ja boa cozinheira e eagomme, paga-se bem : na
rua do Qucimado n. 46, loja.
Precisa se da duas amas, una cozinheira e
outra engommadeira : na rua da Cadeia do Recife
numero 27.
Lava-se e engomma-se com perfeicao por
commodo prejo : na rua das Cinco Ponas nume-
ro 1 iO.
ALCOHOLADO de GUACO
de N. PASCAL
O Alcoholado de Guaco de Pascal urna nova prepararlo da qual
basta mencionar suas propriedades para appreciar sua importancia.
Em primeiro lugar um preservativo infalivel do contagio veneno (ver
folheto para o modo de o impregar).
2 Tem a vantagem de ser o remedio mais certo e mais agradavel para
as molestias syphiticas de toda a especie, ulceracQes primitivas e secun-
darias, ec.
3o Empregado em injeccSes, o melhor tratamento dos corrimentos
recentes ou chronicos as pessoas dos dous sexos e da leucorrhea as
mulheres.
4o Emfim como antidoto dos virus, soberano na cura das chagas e fe-
rilas de m natureza, chagas gangrenosas, dartros, ulceras das pernos,
ophtalmia purulenta, ou blenhorragica, mordeduras e picadas de ani-
maes venenosos, ce.
Este especifico vegetal, izento de toda a accao mortfera, foi experimen-
tado nos hospitaes de Pars, Lyon, Marcelha, ec, e recebeu a approvacao
dos distinctos doutores Ricord, Bachet, A. Richard, Calvo, Diday,
Melchior Robert, Costilhes, Berenger, ec.
Deposito geral em Pars, botica de CHEVRIER, 21, ru du Faubourg-
Casa de expedicao, PASCAL e C*, 33, rua Monsieur-le-
Montmartre.
Prince. Pars.
RETRATISTAS
m Firmino & Lins
3| Novo cstibelfcimcnlo de retra-
tos rua Nova n. 15, 1 a u -
dar, junto ao Sr. Gautier,
Sk ((enlista.
S Tiram retratos todos os dias, das 7 horas
BE da manhfla as 5 da tarde, quer chova cu
m n5"-
L^ Tambem se offererem para tirai retra-
I ios de pessoas fallecidas, dentro ou fra
^ da cidade.
S Os annnnciantes desejando acreditar o
!&&' seu estabelecimeuto, garanten) ao publico
K (ne nenhum trabalho sahira de sua offici-
B na, sem que nao seja perfeitamente acaba
M do, e a vontade do freguez.
GOMPBAS.
Compra-se elTec.tivamente ouro e prata em
obras velhas, pagndose bem : na rua larga do
Rosario n. 2i, loja de oorlves.
Silvino Guilherme de Barros compra e ven-
de efTeclivamente escravos de ambos os sexos :
ruado Imperadora. 79, terceiro andar.
Ouro e prata
em obras velhas : compra-se na praca
pendencia n. 22, loja de brinetes.
da Indc-
Compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
em obras velhas : na rua da Cadeia do Recife,
leja de ourives no srco da Conceicao.
Comprnm-se libras esterlinas a 95600, na
praca da Independencia n. 22.
Compram-se libras esterlinas
Crespo n. 16, prtmeiro andar.
na rua do

.'~.*i
A luyase
(olire, la la o e chumbo.
Compra-se cobre, latao e chumbo : no armazem
da bola amarella, no oito da secretaria de po-
lica.
Compra-se urna balanca grande ou um braco
Romo : a traiar no caes da companhia Pernam-
bucana, armazem n. 4, ou na rua Imperial n. 27
Comprase urna casa terrea em bom estado-
e que seja grande : a tratar na rua da Imperatriz
ura sitio na campia da Casa Forte, eom duas ca-
sas, urna a em que morou o fallecido Tliomaz de
Aquioo Posseca Jnior, feita a moderna, e conten- n. 43, no primeiro andar.
do todas as accommodacoes precisas, e outra com ; "---------------;------~~
| boas commodidades para qualquer familia: na "^a.
rua do Vigario n. 19, primeiro andar.
ASTHNiflU ASTHMA ASTHMA
SUFFOCQO NERVOSA E OPPRESSAO
nico remedio efficaz para conibatlir estas molestias, acalmar um attaque d'asma e impedir a
volta 6 o Xarope aromtico de Succino (mbar ainarello) do l)r Danet. oscobcrta inleiramente
recente, este novo producto se tem propagado com extrema rapidez gracas aos admiraveis resul-
tados que tem sempre produzido.
Deposito geral, na botica Chauveaud, 51, rua do Comercio, Paris-Grenclle, e em todas .
boucaa de riauya c do esirangelro.
1
Anda se precisa de urna ama paracozi-
nhar e engommar para tres pessoas : na
rua das Cruzes n. 37, sendo pessoa mori-
gerada e que se possa entregar urna casa.
Compra-se urna casa terrea no bairro da Boa-
Vista : a tratar na rua do Vigario n. 13, primeiro
andar, das 9 horas da roanha as 3 da tarde.
Comprase um crioulinho ou crioulinha de
2 a 3 annos de Idade : na rua do Crespo n. 18,
terceiro andar.
Vende-se urna aotula e urna janella em mui-
to bom estado : rua das Aguas Verdes n. 92.
Quem precisar de urna pessoa habilitada a
ensinar primeiras letras, latim, francez e msica,
denlr) ou fora desta cidade, dirija-se a rua do
Queimado n. 8, terceiro andar.
VENDAS.
0 castello de Grasville.
Traduzido do francez por A. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em quati
tomos pelo baratissimo preco de 3JO0C
Aluga-se um bom sitio com casa de vivenda.
cocheira, estribarla, quartos para pretos, tanque, '" BraS^aTnTlModRnt^liwari"V'
latrina, etc., coro bastantes arvoredos, e todo mu- "& ^ muepenuenua. Iivranans.
i rado, na Capunga velha, casa que foi do Sr. Se-
' bastiao Ponna : a tratar na rua do Imperader n.
6 e8.
Deposito geral em Pernambuco rua da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barbosa.
46, aimnzem.
Engenho.
Vendem-se
Arrenda-seo engenho Jussara de Sant'Anna, sito
na fregueziadelpDjuca, legoa e meia distante da
I estacao da Escada e Ipojuca, com trras de var-
i zeas de massap para se safrejar em grande esca-
la : a tratar no pateo do Livramento n. 23 com o
Dr. Ignacio Nery da Fonseca.
I A pessoa que quizer mandar criar urna
! crianza que nao mame mais, dirija-se a rua d6 S.
Francisco n. 30, que achara com quem tratar.
JOaO fish
Machihisla da companhia do gaz,
I faz obras de bombas, latrinas, eucanamentos de
| agua, etc.; sempre prompto na rua da Palma nu-
mero 53.
machinas americanas de serrote para descarocar
algodo : na rua da Senzala :\ova n. 42.
Lagedo para calcadas.
Vende-se milito bom lagedo para calcadas e ar-
mazens chegado agora : a traiar na rua do Apoilo
n. 4.
Vende-se urna burra de ferro grande
em perfeito estado e por commodo preco :
na rua do Apollo n. 40.
Vende-se urna negr nha de 10 annos, muito
esperta e sadia : no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 8.
Scmeutes.
Vendem-se ementes de hortalizas muito novas : das suas virtu es :
na rua da Cadeia n. 50.
Vciide-se um bonito crioulo cum 20 annos
o ja
ra Joao da Silva Ramos, medico pela Lm-
i$ ver5'd<''de de Coimfera, d consultas em
$g sua casa das 9 s 11 horas da manha, e
j das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
\:. em suas casas regularmente as horas
H para iss& designadas, salvo os casos ur-
1. ; gentes, qu serio soccorridos em qual-
&| quer occasao. D consultas aos pobres
f quno procurarem no hospital Pedro II,
ES aoade encontrado diariamente das 6
'. s 3 horas da manlia.
T.-m sua casa de sade regularmente
E; montada para receber qualquer doente,
! ainda mesmo os alienados, para o que
E5 te.rn commodes apropiados e nella pra-
f tica ualqucr operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 33000diarios.
Segunda dila.... 25500
Terceira dita.... 2JOO0
Este estabelecimentoj bem acredi-
Rtado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
I nue a merecer a conanca de que sem-
!S pre tem gozado.
GRAGEASdeCUBEBINA
domCOPABAdeLABLONYE
Estes confeitos que tem por base o prin.
cipio activo da vi metra cbela juulo com
a rupnhyba pura, nao nausen o estomaga.
Kilos fazem parar immediatamente asmis
rebeldes gonorrhas, mesmo as que res sti-
i am a cubeba o a cuDabvba isoladamenle.
A'uga-se urna escrava qoa sabe fuer todo o
servico de urna casa de familia : na rua do Cres-
pj n. 18, >egundo andar Na raeama casa aluga-
se urna escolente machina de costura das que ca-
ten ponto de cadeia.
: 0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exerccio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre ^ seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito :
3o dos orgaos geni-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
M\
Aiuga->e o segundo andar do sobrado na
travessa da Madre de Utos n 7 : quem o preten-
der dirija-se ao armazem n. 15, na mesina rua.
Claudio Dubeux faz scienie ao publico que
do dia 17 do correnle continua o mnibus para
Onda a sua carreira do costume.
Precia-se de um feilor para engenho sendo
(jue tenha algama pratica : a tratar na rua da
J'raia, armazem o. 3.
U London & lirazlllan Uank, saca por doo-
os paquetes.sobre
' Lisboa.
Porto.
Braga.
V'ianna.
Guimares.
Villa Real.
Coimbra.
__________Amarante._______________
OTerece-se urna mulher para ama de
casi dehomem solteiro ou de pouca familia,
a qual lava e engomma : a tratar na rua Au-
gusta n. 9i.
Alugamse dous grandes sobrados com con]
modos para numerosa familia, novos eaceiados
com tardiro, cocheira, estribara e nutras commo-
didades, na travessa de Joao Fernandes Vieira :
a traiar na rua da Senzala Nova 0.42.
Aluga-se urna mulata para ama de ca*a de.
familia, com as habilidades seguales : engomma,
rozinha, cose, borda, marca com pjrfeicao : queii^
pretender dirija-se a rua da Palma n. 11.
Preoisa-se de uina peseoa qne sirva para bo-
tar sentido a um sitio na Capunga, e para islo d- |
se morada gratis : a traiar na rua da Imperatrizi
n. 62. _________________________________
luga-se o-sitio da lavagem de roupa e o nia-
chinismo: quem pretender dirija-** a rua do Ran-
gel n. 4. Tambem se vende.
CASA DA FORTfo
Aos 6:000^000.
Bilhetes garantidos.
A beneficio das familias dos
briosos voluntarios da
patria,
A' RUA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTUME
O abaixo ssignadovendeu nos seus muito f li-
tes bilhetes garantidosda lotera que se ac bou
de extrahir, a beneficio da matriz do S. Pedro
Manyr de Ulinda, os seguintes premios :
Um roeio n. 332 com a sorle de 6:0000C0.
Dous quartos n 121 com a sorle de 1:200>000.
Dous quartos n. 2798 com a sorle de 400U>0.
E outras muilas sones de i 005, 40J, 2Q e
lOOOO.
Ospossuidores podem vir receber seus respec-
tivos premios sem os desconlos das leis na Casa
da Fortuna rua do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da i* parle da lotera
(23\) beneficio das frmihas dos voluntarios da
patria, que se extrahir sabbado 15 do corrente.
' PRECO.
Bilhetes.....75000
Meios...... 35500
Quartos.....15900
Para as pessoas que compraren) de lOOOO
para cima.
Bilhetes. -. 65500
Meios......35750
Quartos.....15700
Manoel Martins Ficza.
O bacharel
**m
&<;
\m\
Precisa-se saber quem o correspondente do
engenho Quitinduba, para entregar urna caria na de idade, proprlo para engenho"; nc pate do Ter-
: livraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia. ro n. 139.
O lllra. Sr. Pedro Jos Pinho tenha a bonda-;
de de annunclar o lugar de sua morada para lhe
ser entregue urna carta vinda do sul, ou entao fa-
zer o obsequio de mandar busca-la rua da Auro-
ra n. 46, segundo andar.________________
Aluga-se urna casa terrea na rua Augusta n, ,Jas seis portas 6l frente O L%-
112 : a tratar na rua Nova n. o9, primeiro and^r. '
vrummto
Vendem-se chitas francezas escuras e bons pan-
nos a 240, 260 e 280 o covado, cassa franceza de
cores flxas a 240 o covado, oretanha de rolo a
25400 a peca, cortes de casemira de cor escura a
45, baldes de arcos a 35, 'b">00 e 45, e muitas
outras fezeddas por baratissimos precos, e de ludo
se do amostras; rambraia para forro a 25000 a
pe____________________________________
AUenco freguezes.
E' chegado a taberna da travessa do Queimado
n. I, o ja bem contiendo doce da casca de goiaba,
vende-se em conla por haver porfi tanto em la-
las como em caixiuluis.
Vinho do Porto superior em caixa de duzia,
tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do A C, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
BATATAS.
Vendem-se excellenles batatas pelo diminuto
preco de 400 rs. o gigo : no armazem do Sr. Aze-
vedo defronte da escadinha da alfandega.
Francisco Augusto da Cosa
m mmsmm
ADVOCADO
Rua do Imperador numero 69.
Quem liser contas cem o Dr. F. Schnllz quei-
1 ra euteeder-se a respeito na roa da Cruz n. 4.
Canas [de ferro.
Grande sortimento das melhores que ha no mer-
cado : na rua Nova n. 33.
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
MACHIMAS
Itciliinfio dos precos.
Vendem-se por precos reduzidos machinas de
I A UOmPannia lnClemillSaaOra descareear algodo de serrasde lodos os tamanhos,
, ., L ... : de 14 a o- serras ; assim como inolores para as
estabelecida nesla praca, toma seguros martimos me a3 e acnam vj?la no ,;,,, de
sobre navios eseus carregamentos e contra fogo em farinh, 'rua 'do Impcrador, por baixo do Gabinete
edificios, mercadonas c molilias: no seu escripto-1 Porluguez a lraIar na nia do Trapicbe n. 8, 00
ro, rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Aluga-se urna ama para casa de pouca fami-
I lia : na rua Direila n. 18.
Fogo do ar.
Club .Pernainbucano.
A partida do raez dejulho ter lugar na
noite do dia 20,
no mesmo armazem : ouiro sim recommenda-se
aos compradores que usem da azeite doce ou de
: coco para entrarem os eixos desias machinas, em
1 logar de azeite de carrapato, visto esle produzr o
contrario do que aquelle que se quer.
Bichas deHamburgo
Vendem-se na rua Nova n, 61.
/% ttencao
Precisa-se de 1:2805 a premio, dndose como
garante pessoa hadilitadissiraa : a pessoa que
(foliar podo dmar o n. de sua casa e rua na rua
do Crespo n. 17, bija.___________________
Precisa-se. de urna ama para o servico de
orna casa de duas pessoa*, agradando pagase
bsK): a rua de Hurtas l 430.
No armazem da bola amarella no oito da secre-
taria da polica, recehem-se encommendas de fogo
do ar para dentro e fora da provincia.
Qnem precisar do um pequeo portuguez,
de idade de 12 annos, bstame desembarazado pa-
ra qualquer arrumacao nesta cidade, dirija-se ao
caes 22 de Novembro o. 24, armazem de mate- j recebeu grande siTlimento de carriteis de linbas
riaes. I de 300 jardas, a qual c de muito boa qualidade, e
' tanlo sci ve para cozer com agulha como para na
Carriteis com 300 jardas.
A loja da Aurora, da rua larga do Rosario n. 38,
Alogase um pequeo armazem
Paz, proprio para quali
ponto pequeo : a tratar no
na rua da
no armazn ..a rua ua cnlna pender comprar desia linha man-
luer eslabelerimento om de ,ja g Alfrora Qa rua ^gi do Rosar0 38>
)o pateo oe &. i eoro n. t. js a U|)|>a klja ret.ebea desta qualidade de
pois e a onica loja que
hnha e vende barato.
!feTt de S. Francisco o Mundo Novo n. 34,
'iuer-jeji*ca ama para aoopsa' e cozinbar.
Alnjta-se
a casa terrea da Ilha do Retiro (Passagem da Mag-! Vende-se urna uberua das primeiras para
dalena) onde morou o corrector Macedo, com bons negocio a retalho, na roa da Cadeia nova n. 15,
commodo* para familia : trata-se no la' go do porque o dono tem de ir tratar de sua saude.
Corpo Santo o. 19, escriptorio.________________| Vende-se a casa terrea na rua Imperial n.
tratar na
Na rua do ('ahupa n. 3, .-egundo andar,
para se alugar urna escrava. ________
ha 270, chao proprio, quintal murado : a
rua da Roda n. 6.
Perdeu-se na praca da Boa-Vista urna gali- Vende-se a metade da casa terrea n- 31 da
nha malteza : quem a tiver achado, qnerendo en- rua do Bum Jess das Crioulas, luje dos Quarteis.:
trega la no seguBdo andar da casa n. 86, confron-ja tratar na rua larga do Rosario n. 17, junio ao
te a raalriz, se lhe rali Acara. qaateL
A molestia ou infecto peca-
lial conbecida pelo nome de J&*
iz^crofttla um dos males mas
prevalecentes e universa mmT
ba era toda a extensa lista das;
enfermidades de que soffre (
genero humano : disse on celo-*
bre escriptor da medicina que
mais (Je nma terca parte de
todos arpielles que morrea ante*/
da velbicc sao victimas, oa dire-^
taou indirectamente da Escrfu-
la :por si nao lao des-
tiva, porm a principal cansa de muitas
outras enfermidades que nao lhe sao geral-
mente attribuidas.
E' urna causa directa da phikyniea pul-
monar, das molestias do figado, do estoma-
go e affecedes do cerebro .-Entre os seos
numerosos symptomas acham-su os seguin-
tes : falta de appetit ; o semblante fal-
lido e s vezes incitado, s rezes ie trmm
alvura transparente e outras corado e m-
marellento ao redor da bocea ; fraqmnm e
molleza nos msculos: di/geslo fraea t
appetit irregular, falta de energa, remire
xnchado e evacuaco irregular ; quando o
mal tem seu assento sobre os pulmoes, urna
cor azulada mostra-se em roda dos olhos:
quando ataca os orgaos digestivos, os olhos
tornam-se avermelhadns : o balito ftido,
a l/tigiia carregada, dores de cabera, fon-
teiras etc.
as pessoas de disposic3o escrofulosa ap-
pai ecem frequentemente erapres na pelle
da cabega e outras partes do corpo, sao pre-
disposlas s affeccoes dos puluwes, do liga-
do, dos rins e dos orgaos digestivos e te-
nnos. Portanto, nao smente, aqoelles
que [ladccem das formas ulcerosas e tuber-
culosas da escrfula que necessitam de pro-
teceo contra os seus estragos; todos as
quelles em cujo sangue existe o viros laten-
te d'esle lerrivel lagello (e s vezes beri-
ditario) esliio expoatoa tamben a sofTrer das
enfermidades que elle causa, qne sao:
A phthysica, ulcerares do figado, do es-
tomago e dos rins : empees e enfermida-
des eruptivas da cutis ; rota ou erysipela ;
borbulhas. pstulas nascidas, tumores, rb-
cumacarbnculos, ulceras e chagas, rben-
malismo, dores nos ossos, as costas e na
cabega, debilidades (emininas, flores brom-
eas causada pela ulceraco interior, e en-
fermidades uterinas, hydropesia, indiges-
tan, enfraquecimento e drbilidade geral.
Aos pulmes a escrfula prodnz tubrcu-
los e finalmente consttmpco pulmonar :
as glanulas eila prodnz nchares e lornan-
se ulceras: nos orgaos digestivos caosa
desarranjos que produzem indigestan, dis-
pepsia, molestias do ligado e nos rins :
na pelle produz erupcoes e affeccoes cota-
neas.
Todos estes males tendo a mesma ori-
gem, carecem do mesmo remedio: a sa-
ber : purificar e fortalecer o sangue.
A salsa par ri I lia le Ayer
composta dbs antdotos mais efficazes que
a sciencia medica tem podido descubrir,
para esta m kstia assoladora e para a.cora
de todos os males provenientes d'ella qoe
contm virtudes verdadeiramente extraordi-
narias provado incontestavelmente pelas
curas notareis e bem conhecidas qoe ten
feito de tumores, eruprdes cutneas, eras-
pelas, borbulhas, nascidas, chagas antigs,
ulceras, rhettma, sarna, prelas, hydrope-
sia, tosse quando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulmes. Debilidade ge-
ral: Indigesto, Syphilis constitucional e
molestias mercuriaes, molestias das mulhe-
res, ulceraces do ulero, a nevralgia e eou-
vulcoes epilepi cas e em summa, loda serie
de enfermidades que nascem da impureza
do sangue. Vede as certides no Alna-
oack e Manual de sade do Dr. Ayer qoe
se distribue gratuitamente nos lugares onde
se venden os remedios.
Este remedio o fructo de tongas e labo-
riosas experiencias, e ha abundantes proras
posto que offerecido
ao publico sob o nome de whf parrilha,
composto de diversas llantas, algomas das
quaes sao superiores a melhor salsa parri-
lha no seu poder alterante.
peitor.il de cnu de tm
Cura promplainenle a asthma, broorbite,
tosse, defluxo, angina, coqueluche,
phthysica primaria, tubrculos
pulmonares, e todas as
molestias pulmo-
nares.
Allivia os ethicos declarados.
Todas as molestias da garganta, do perto
e dos pulmes pdem ser curadas em pou-
co tempo pelo peitoual de cerfja do d*.
AYEIl.
A' venda as principaes boticas e droga-
ras do imperio, e na agencia central do
Rio de Janeiro rua Oireita n. 15.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmacia franceza de
P.MAURER & C.
__________RUANOVA N. I8._
Palitos de fogo a 2$ a groza tara li-
quidar.
Chegaram ercellentes paliton de foco e l
se pelo baratissimo preco de i$ a {troza: na rua
da Cadeia do Recite loja ferragens n. 56 A, de
Bastos.
Cal de Lisboa.
Vndese excedente cal nova, ltimamente r h-
gada : na rua do Trapiche n. i i, segundo andar,
escriptorio de E. f. Hahello.________
gado tssn'
Vende se superior sal do Ass a bordo do kiat
Sergipano : a tratar com o capillo, ou con Jos
Luiz de Soasa.
Vndese urna casa a moderna de na
andar e solo n.\ rua das Cruzas i. 7: a
traiar na praca da Independencia loja do
relojoeiro n. l.
0 iiarMeiio est qoeintando tor Sil
prora.
Pecas de cas-as proprias para corrra4os con
10 varas por 2,5, chitas francezas a tiO, mmupo-
loes finos a peca rom 2i jardas por 6, M.va>
75, chapeos de feltro a lo : na loja da roa da
Madre de Dos n. 16, defrdote da guarda da al-
fandega.
Vender um carro de rarregar grneros da
alfandega, com uso, e todos os n#rtMires de ooiro
igual, tndo por preco muito commodo : a tratar
no pateo de S. Pedro n. 4.
Vende-se urna taberna bem afregnezada para
o malo, e bem como para a tem por Arar at> p
do mar, tambem d comidas e dormidas, e receto
passageiros, tendo excellente commodo pan fa-
milia : na rua da Lapa o. 13.
Farinha de mandioca : lera para vender Ao
Ionio Luiz de Oliveira Azevedo & u, no fea es-
cripic rio rua da Cruz u. 1.
/



Ifl
^-

V
N
Diarlo de pcrnaubuco Quista cira 13 Je lulbo de t?5.
\
Tasso Irmaos
Yendcm o .cu armazem roa do
AmoiiiQ n. 35,
Licor fino Curado em botijas e meias botija;.
Licores finos sonidos em garrafas com rolhas de
vidro e em lindos frascos.
Vinhos heres.
Sauternes.
Chambertin.
Hermitage.
Borgoahe.
Champa;;!!!;.
Moscatel.
Reino.
Rordeaox.
Cognac.
Od Top.
. AzeitePlagniol.
\ 8 ?.S
S
8 i!18 8* i
Grande liquidado a dinheiro.
.\;i luja caimazem do Pavo.
Ilua da Emperatriz n. GO de Ga-
ma & Misiva.
Os dones desteeslabelecimcnto lem resolvido li-
quidar suas fazendas por presos baratissimos, s
com o lim de apurar dinheiro, e previnem as pes-
soas que negocian) em pequea escala com fazen-
das, que nesta loja e armazem enconlraro um
grande sortimento por procos que muilo Ihes nao
1 de agradar, Unto em peca como a retallio, a sa-
ber :
Chitas largas a 200 rs.
Vendcm-se chitas franceza?, listradas muito lar-
gas padroes escuros, pe!o barato prego de 00 rs.
o covado, tendo muito bom panno ; ditas escuras
p i!roes novos, por seren todas escossezas e cor
fiza a 240 rs. o covado ; ditas miudinhas escuras
e claras a 240 rs, amaneando se que esta fazenda
nao tem o mais pequeo loque de mofo, nem outro
qnalqner defeilo. Istos o Pavo, na ra da Im-
peratriz n. 60 de Gama ,V Silva.
Esparlilhos, na loja do Pavo.
Yende-se um bonito sortimento de esparlilhos
proprios para seohoras, sendo dos mais modernos
e bem feitos que tem vindo ao mercado, tendo de
todos os tamanhos e de diversos precos irazendo to-
das as competentes fitas para apenar. Isto s na
loja do Pavo, ra da Imperatnz d, GO de Gama
& Silva.
O
1
o
Q
O
1
mn%
3Q
A aotiga e bem conhecida loja ue mi i: i w
ra do QuomadajiJfiB|pfa de ser boy.hmb:*
lezas, novas e linas p*r-
am-ezas, luvas de Jonwr, en-
B e outros intuios itnm arti-
lla e lindel *er patento a#>
w, c a regalarMaie a\>a |re-
;!- nao ser in !i!I : ato para ulia .-na
a froguetia.
Vendetn-se cm duziase a retniio, sabor.e- [rov,,Ia d,ej5
tes aromticos e por precos eommodjs; ""jf"^"!*
i ra do Qticimado loja d'Aguia Branca n. 8. Igos.qud
Alll.fl, fflP comprador, a<|u.m.!
para Ungir cabellos.
Atm do ebroraacomo, aeha-se mais a a- AtlgU lojl de Jilndoza:. i
gua Iloilde, pieparar.no ingleza para Ungir i J\ ,
os cabellos, s prelendenies comparecam aj rila O lUbHiiaQO 11. lu.
roa do Queimado, loja d'Aguia Branca n. 8. ^*u* l"ri "* Iwninwie, alea tos outros objeetos o< >eguintps
DE
GRi^Sfi;
cha
DEPURATIVOS
Ilp Dr SERVAUX. de Paria.
Pharmactutico de 1* classe, ex-
interno dos tospilaes, premiado
com a medalha de bronze.
Desde muilo lempo o publico
ahandonou o uso das preparares
intituladas depurativas conhecidas
sob o nome lo Arrobes, Xaropes
de Salsaparrilha compostos, ele
Cuja accao, maior parle das vezes
Bolla, e nalguins casos perigosa.
Os ('.OMEiTOSDF.rtrAiivosTeao aspecto
E O COSTO AGRADAVr.tS E CO.NTEM SOB IM
PEQUEO \ i:M ME SUBSTANCIAS Hl'ITO ACTI-
VAS (HE O SEO MODO DE PREPARAfAO TORNA
INAl.l'ERAVEIS.
O sucre** iu0 onI's con-
IViloft. oh u erao cm Fran-
ca sob o patrocinio das priucipaes
celebridades medicas, os poe cima
de ludo quaulo tem existido alli
hoje.
Cura rpida sera o socorro
de nenbum outro remedio in-
terno, das escrophulas ,
herpes, affeccoes syphi-
liticas hypertrophias
dos tessidos celulares
hydropisias e em gera
todas as molestias produzidas
pela alterara o do sangue ; la
o resultado que queramos
conseguir que temos sem-
pre obtido.
lima explicacao accompanba cadj
lidia.
Desconfiar-se, das falcificacoeset im-
(tacoes.
Para cu encomiendas dirigirse aos
Snrcs. BISSOS XT C'% 18, II' Prince
Ensene, Pariz,
E
Laazinhas a 320.
Laazinhas a 320.
l _ Chegaram para a loja do Pavo as mais bonitas
laazinhas suissas de quadnnhos e listratiohas a
imitacao de sedas por terem muilo lustro, sendo os
padroes mais modernos que tem vindo r.o mercado
e muito ievezinlias, vendendo-se pelo barato preco
de 320 rs. o covado, sendo razenda que sempre se
vendi'ii por 640 rs. Liquida-se por este barato
preco na loja e armazem do l'avao, na ra da Im-
perairiz n. 60, de Gama & Silva.
LcnciiilidS para niao a 210 rs.. na loja
do l'avao,
Vendem-se finissimos lencos brincos com duas
cerraduras, sendo urna de cordao e otitra de cores
matizadas muilo finos, a imilacao de linho, pelo
barato preco de 2^800 a duzii, ou 20 rs. cada
um : isto s na loja e armazam do Pavo, na ra
da luiperatriz n 60, de Gama & Silva.
Laazinhas a 300 rs.
Laazinhas a 300 rs.
Laazinhas a 300 rs.
Vndese um bonito sortimento de laazinhas pro-
prias para vestidos e souteim arques por seren li-
sas e de quadnnhos pelo barato preco de 300 rs. o
covado, sendo fazenda que sempre se vendeu a
1300 rs. o covado, e vndese a dinheiro a vista pe-
j lo baratissimo preco de 300 rs. o covado : na loja
, do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama
Silva.
Pelerinas a iG0O.
Yendem-se as mais ricas pelerinas ou romeiras
de cambraia bordadas proprias para hombros de
senhora pelo baratissimo preco de 15600 : na ra
ca Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
igandy a 240 rs. o covado.
na loja do Pavo.
Yendem-se as mais bonitas cassas organdys, pa
drdes miudos e grandes, pelo baratissimo preco de
1240 rs. o covado (doze vintens), esta peehincha
acaha-se logo : na loja do Pavo ra da Impera-
. triz n. 60, de Cama & Silva.
BRKTANHA DE ROLO A 3,5000.
UadapoIO cufestado a 3000.
Ka loja Yendem-se pecas de bretanha de rolo com 10
varas a 35, ditas de madapolao enfeslado a 3520',
35t*0 e 4fi : na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Madapolo com totjuc de mofo a (5100 e 7#
Yendem-se superiores pecas de mad poleo, ga-
rantindo-se 20 varas em cada urna, pelo baratissi-
mo prego de 65400 e 75 por terem um pequeo
toque de mofo que nada val, e pecas de -algodo a
45 : na loja do Pa-vo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Cortes de easemiras a 2^30*0 e 35
Yendem-se corles de casemira de urna s cor a
2530O, ditas de quadnnhos a 35 : na toja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. G0, de Gama & Silva.
Cbales a 25000
Vendem-se chales de merino a 25, 25-500, 35 e
65 : na loja do Pavo. ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Lazidltasa 230 rs., naloja.de Pavo
Vendem-se laiinhas transparentes de utea s
cor e de quadnnhos proprias ara vestidos de se-
nhoras e menioas, pelo baratissimo preco de 220
1 rs. o covado, sendo fazenda que sempre se vendeu
a 300 rs.: oa toja do Pavo, ra da imperatriz n.
60, de Gama & Silva. 1
GirtM granadinos a 125
Vendem-se os mais ricos corles de fazenda de, |
muila phantazia por ser transparentes e tecldos
AZEVEDO FLORES
Ra da Cadcia do liecife, psquina da Madre de Dos,
BalDes de arcos 35000.
Balos com o primeiro arco grosso de 20, 23 e 30 arcos, a vista so far preco.
Baloes de arcos e de pai.no para meninas de 2 a 12 annos a 25 e 20500,
Chapeos de si l.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas 85.
Ditos maiores cx>m 16 asteas 125-
-Camisas.
Camisinhas para senhora a 35-
Camisas brancas para hnmem e com peito de cor a 15800 cada urna.
Camisas com pregas largas muito superiores a 25500.
Camisas de linho a 25800 e 353 0.
Camisas de iinho inglezas a 45, sao muito superiores.
Camisas de llanella de cores muilo finas a i.
Cami as de meia superiores, I cartao com 6 camisas 105-
Chitas.
' C&itas largas a 240 o 280.
Chitas largas escuras finas a 320 rs.
Chitas preclaras superiores a 440 e 500 rs.
Chitas estrellas a 200 rs. o covado.
Iladapoles.
Madapolo muito fino a 85 e mais in'erior a 65, estes precos 25 menos que o
valor real da fazenda, quem duvidar venha ver, ha muitas oulras qualidades de mada-
I poloes,- assim como o superior madapolo francez para camisas e saias de senhoras.
Me las. y
Superiores meias cruas para homem. ^
Meias pretas e brancas para senhoras.
Ceronlas.
Superiores ceronlas de linho o melhor que ha.
Dilas de brim de llamburgo feitas na trra. V
Ditas de esgutao de algodao a 15600.
Pafetois.
Paletots saceos de casemira.
dem de brim pardo e brancos muito finos,
dem de alpaka branca muito superior a 55.
dem de alpaka preta a 45.
Cateas.
Calcas de brim branco a 75, 65, 55 e 40.
dem de casemira de cores a 75 85 e 105.
Colietes.
Colleles brancos a 25300 e 35.
dem de easemiras de cores e pretas a 45 e 55.
Vestidos a Mara Fia.
Ricos vestidos de laa com barras modernas e os mais finos que pode liaver a 200.
Vestidos do mesmo gosto. porm mais simples a 125 e 14.
Sacos de viagem a 5$.
l'or estes precos s vende Azevedo & Flores na loja do
y

Sr-
A.ttencrio, fregueze^. : Rival sem segundo
sGuimaiaes, com ioa RUa do Queimado ns. 49 e 55, loja de
roa da Imperatriz n. oo.. _. <
oiiudetas de tres portas, cslquei-
Lo9-Ten(;o Pereira Uend
e armazem da Arara, ca
est fazendo urna nova liquidacao de todas as fa-
zendas que se vendp limito barato, a saber :
CHITAS A 200 Hs. O COV'AfiO.
Vendem-se chitas com muito bom |ianno e tendo
coros llxas, pelo baratissimo iireco de 200 rs. o co-
vado : s LoureiiQol'ereira Hiendes Guimares.
ASBREIAMIAS DEWG.O.
Vende-se bretanha de rolo mniti boa fazenda,
pelo diminuto pre^e do 35000 cada peca com 10
veras.
LAZIVHAS CHIXE2AS.
Veudem se as mais modernas lziohas chinezas
pelo barato preco de 280 rs o covado, lazenda esta
que sempre se vendeu a 400 rs. e hoje est se ven-
fio hitas caixin/ias
com perfumaras.
A Aguia Branca na ra do Queimado n. i
8, recebeu um novo sortimento de pe fu-,
marias das excedentes qualidades i bem co- i
nhecidas, vindo no mesmo bonijas caixinha? |
de madeira invernisada, e oulras de vidro, |
todas com finas perfum^rias, e tnu: pro-'
prias pa'a prsenles,'as qaaes sao vendidas"
por presos commodos, na loja d'Aguia Bi
ca ra do Queimadu n. 8.
Toncas de fil enfei
laclas
a 50 i rs. cada urna.
Vendem-se na ra do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.
Espelkos dourados
A Aga a Branca, recebeu no\amentc um
grande sortimento de espeihos de difieren-1
VolUs de rryslal. grandes o peqceoas.
Oulras de diversas qoaldades.
Crozea fraudes c.e pedral f.il-as.
Aiiineies de maiirej -roa e oun.;.- qualidades.
(trincos a balo.
Cintos a iraviata.
N. 16 ra do Queimado.
Pennas ''aro, papel e tcUpe>.
Na amiga loja ile mlude/as a roa d., Qiir-marfo
16, ai-ha-su um !a;ei al-
ma>so grere liso e paulado, primeira i NOHl
sorle, dito de peso IMo, [amado e de qoadr.r
; de diferentes qualidades al a que se pode en i--
, ir;.r de melhor, dito paquete, dito pequeo em cai-
nnhas, sendo liso, pautado, de quadrin! s. teir-
donrada e tarjado ce preto, tendo entre aaa al-
guus (jue Irazem a envelope na mesma fj ha. o aqu ir.l. iramenie novo. Gaixat de ..
maiores e menores, o larjados de pr.tc. taaaa
d'aeo inglezas, raligr:.| hieas e oulras qoaiid^tfr',
'.odas dos afamados fabrica.itesPerres t\ C
Allmns Itaradis na ra do Qi- -
ma'!o u. i6.
Vendem-se bonilis all.nr.s para 13 rt!i
Ih-M, culros para U i 3^00, e Dleon- r.. r
tes qualidades, sendo de mordura dourada, I tambem poi baratos presos.
dita envernisada, oulros de dita envernisa-l Luvas de flica 'a oOO rs. **
da com vivos dourados, tendo diversos te- Apezarde n3o terem mips e,i., n.....
manhos, al grandes para saias, e bem as- mescladas as luvas de Febea preta e de c- n
sim oulros de armagao com um e dous ps, w"'''aiDlla ervpn w*a *i m .-. .
e outros com enconsio, todos os quaes se ^S^VStSXSSUmm ,m
vendem i or precos commodos e dinheiro i Inlivi-iiiilifi* Viem
vista: na ra do Queimado, loja d'Aguia| Sa .oiademffiaVrrL^SL*, r i
n- o. vende-se bonitos lal yrinlbos e Lieos \la i.. -.
| tidos rm (trade de linlu o que os torM I
: rnuita dur::co, alm de irae.-
jdeaenbos, a a cominorlida le dos pr
'para a boa exlraeco dVilPs, laiito'rr;-
*oa jelles nunca sao desne essarioa em aasaa
liso! has, pelo que podem dingir-aa a ra do fjm linio
de n. 10, loja de miodezas.

Essa loja j lao coubecida, renovou e rr..:i ,
o seu sorlimenlo de pe fumarias, ende os pri I m>
denles podem enronlr:r de lov.> i i
leos philocome. su; i :me e i-ai _-.
Banba lina em fraacoi e latas.
Extractos linos ingieres e fran':-'i-.-.
Aguada colonia e florida.
Opiata e poz para den'e*.
Eiiraeto de faqaina para dit .-
Agua balsmica par:, ii; s.
Dita denlrilice para dll -.
Leile Tirginal par:; -_r.'a:.
Vloagre de Venu- para refrescar i COM : i
lustre da cutis.
SaboneUs eampborados inglezes.
Ditos areienlos exc rn.-s pata miaa.
Oulros tamhem inglezes de divcfaM mwbd
em caixinhas de tres e (oHo*.
AILuns com perfumaras.
ja
c
a

dendo a 280 rs.. de lodos
todas as
Recolta pclis experieneitt failn as indias e em
Fraac^. .pelos inn.s ;iu:cih i.s ;nedicns que es GRANU-
LAS e o xaivope de iivnnacoTVi.A asitica de
t. LrtNE so o eplimo remo-Jio contra udas as espe-
cies de 4!Wen;i:Ni; ou iibrpcs e cutras D.olcslns da
pelle, st as mais inveleradae, assirn como a r.F.PRA
ou moi-.hie.a, a siriui.is, as hiii.f.stia escko-
fi'i.ds *. os 'niiFoiATiSMes chronic6. te.
Deposito geralem Paris,.era casa de fozrnibP.1
LABi.ov>E, ra tourlon-FiUeneuve. 19.
Deposito geral em Pernamrmco roa da
Qmz n.i.t em casa de Carca & Badaa
l>rc^uit?osn.
l]-;iarS!inrt a
./-- luja da Aurora ca ra farpa d'o Rosario n. 38,
Noebeo espartiihos ajtregnicosa, osqoaesaoos
de mais eominoii que jm ehegado para qnalqner
S6n'jra se vestir em trabalho :ilgum ; grande
sortimento de franjas brincas e.de cores para cor-
tinado.- de cama, (NHU& tivelas o madreperola
para sintos, sortimento de estampa* de santos de
dilfrea'es qualidaiten e'Uaas rnu'te linas; final-
menle-.r.m grande sortimento de miudezas ; quen
duvidar uiande ver jara jusliticar a verdade,
sempre -m enconirar pessoas qara despachar
qualquer ceguez nesie estabeecimento com mais
agrado qi;e for pu-sivel: tadn Isto s se encontra
.na loja da Aurora, na ra larga do Hosairio n. 38.
I'iaata \ cidale do l:.-ci. e seit arrabaldes
pelo r. t. Ximede. A. Ferreirs. urna loma em
jrrande frmala, e primorosamente gravada ; ven-
de-se na livraria econmica defroute do arj de
"-.nto Antonio.
farfo ie Lisboa r m secas e barricas, e saceos
com superior farinha de mandioca, mais barato do
que em t-/r.i qualquer psre : na ra do Vicario
n, 17, primeiru andar.
Ferros para engomm r
Vendem s* eaixinhas contendo o mais completo
sortimento de ferros para engommar, encrespar
babadas, pafiKie jada roupa de senhora : na ra
Nova n. 2i: loja.
C.iifiivgas Unos c bi-iarfiicdos
para luenf nos.
iJisgaram para a loja d Qneimad) n. 69, os mais Unos e lindos calungas
lano para brinquedo de. meninos como para cima
de mesa : na mesma loj. $S eiKon'szri boto sor-
limOJp de miudezis.
com seda, lendo cada corte 22 covados, pelo dimi- -* PL,.m'!e eWtt? rr"
nulo preco de I2j:: nicamente na leja e arma-!**"- *V rs ovado, d
zem do Pavo, ra da Imperatriz o.-G0, de Gama W"0,.": ewsdo :.n
ou__ oa IM MendPi limim^ria
& Silva.
Uorasatsdt renda na loja d- l'a\;lo
Chegaram os mais ricos bornouts de renda e se
' vendem por baratissimos precos : na loja e arma-
zem do Pavo, ra da Imperatriz n. Silva.
MmMm pelos de renda
Chegou pelo altimo vapor francez cm grande e
7ariado sorliaiento dos mais ricos chales prelos de
i renda, tanto de liiHio como de seda, tendo entre
ches muitos de pona -redonda a emiiafao de raan-
I teleles e muitos com o centro de cor, e vende-se
por precos muito em conta por terem eido manda-
dos vir de conta propria pelos donos da lo]a do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gania 4 Sirva.
Laziattas fitas a 500 rs.
Vendem-se as mais modernas laazinhas, tendo de
todas as cores, peto barato preco de 500 rs. o co-
vaxkt, larlatana branca.e de cores a 800rs., fil liso
braaco a 800 rs. a vara,.cortes de fil brancos lisos
a Si : na loja do Pavo, ra da Imperairlz n. 60,
de Gima & Silva.
Guapeas de sel de alpaca
Vendem-se superiores chapeos de sol de alpaca
a 35-jflO, ditos de seda iogleaes com 10 aspas a
125 : ca loja do Pavo, ra da Imperali n. 60,
de Gama. & Silva.
.I.aziiilias tran^iarenes a 320.
Vende<:i-se muilo bonitas launbas transparen-
tes com palminhas de seda a .320, ditas lisas e de
varias cores a 220 rs.: na loja do Pavo, ra da
Imperatriz ai 60, de Gama & Silva.
.Cortes de lasmafiza&as.
Vendem-se bonitos corles detae matizadas, lea-
do l.'i covados cada corte, a :&, dit-;< a Mana Pia
2. 63 e 85 : na h ja do Pavo, ra da Imperatrie
a. 60, de Gama Ai silva.
HOltfA FEITA
tOUPA FfilTA
ROUPA FEITA-
Ka loja do Pave vende-se um grande orlimen-
lo de roupas feitas para homem, sendo rafeas, pa-
letots /> colleles, tanto de panno como de easemiras
pretas.e de cores ; deca-sc de mencionaros pre-
cos para nao se torear enfadonho o anouncio,
atiancando-se que o respeitavel publico achara um
grande ssrlimenlo por baratissimos precos ; na
loja i; armazem do Pavo, ra da Imperatriz u.
60, de Gama & Silva.
aires : s Mendes (HUTAS FIlANGErAS.
Vendem-se chitas francezas escuras e clara?, a
ditas percalas finas a 2fi0,
a ra da Imperatriz u.'S
Joja de Mendes Gnimares.
GRA.NE PE-CHINCHA bE CHALES DE
MEHINO'.
Vendem-se ctales de menos estampados unto
Laralo preco de 2$.eada um.
CAMISAS FKANOEZAS.
Vendeme caimsas francezes a i^iiOO, 1,5808 e
55000 cada /urna, ditas de pregas largas a 2 e
:5i0, dilas de linho a 25300 cada urna : s il li-
des Guimares.
MADAPOLO ENPB6TADO.
Vende-se madapolo com 12 ardasa 35300, 55
eiSoOO.
CAMISA* PARA SESHORA.
Vende,m-se as mais modernas ramizinhase&fei-
Uas para senboras.a 45. 45500 e 550O.
GRANDE SORTIMENTO UE-CAMBHA1A6
fcRANCAS.
Yendenysff'eambraia* brancas a 35, 35500, 43,
45S00, o>, ooOO e t, e muito tina a 75000 cada
peca.
' COItTES DE CAMBRAIA BRANCA COM
' SAiLPiCOS.
Yendem-se corles de cambraia de salpico. mui-
to nuainhos e cada corte lem 10 varis, pelo bara-
tissimo preco de 53.
mando ludo bom e barato, quem qui-
za- ver e admirar venliam loja do
HiaodiBho,
Caixas de papel amizade, e sem ella liso e pautado
afldpTs.
Grozas de boocs de kmea prateados fazenda mo-
derna a 109 rs.
Ditzias de (ieoa de ac fazenda boa a 10 rs.
Peras c traeca de laa lisas e de todas cores a
40 rs.
Kscovas fmissimas para limpar denles a 240 e
320 rs.
Polceras de contas .para senhoras a 300 rs.
Pecas de fita de cg^sireias com 10 varas a
i
Caixas cora clchelesrancezes, superiores auali-
dadesaOrs.
Tinteiros de barro, com superior tinta a 100 rs.
Pecas de cordao para vestidos, fazenda boa a
20 rs.
Baralhos muito linos para voltarete a 200 e
240 rs.
Frascos com agua de 'Florida a 15 e 15280.
Fraseos com superiores bandas a 300 rs. e25.
Frascos cora banha, porm pequeos a 300 e
210 rs.
Latas com superior bacila a 200 rs.
Fraseos de macaca perala muilo lino a 200 rs.
Frascos e garra'nhas com agua de Colonia a
OOrs.
Frascos grandes cora -superior agua de Colonia a
640 rs.
Frascos com superior oleo de bofeoza a 400 e
500 rs.
Caitas eora 12 frascos 1500.
Sabonetes pequeos de bella a 240 rs. e grandes a
320 rs.
Sabonetes de familia a 1-20 e 200 rs.
Duza de sbeseles pequeros com cheiro a 700 rs.
Agua dentiflee superior qiulidade a 806 rs.
Caixas com superior p de arroz a 800 rs.
Fra" 15200.
J< m papel almasso
paulado com 33 linlias.
A Aguia Branc-t acaba de receber a
encommenda desse bom papel almasso, I
e paulado com 33 liuhas.. assim como .
peso, lamben superior e igualmente liso ejRul (lo Queilliado 11. 16, ftti-
pautado, com coroa taif erial, e sem ella, e1 l ^
outros pequeos conforme os cima, epa-' ll^l lOjtl (IQ 1111UU.G/:
quete, tarjado de preto folha grande e pe-
quena, ele.
Tambem recebeu envelopes correspon-
dentes a lodos os lamanbos do papel, tanto
brancos como tarjados. i
A commodidade dos precos j de todos
bem conliecida, urna vez que appareca di-'
nheiro: na ra do Queimado loja da Aguia
Branca n. 8.
Esponjas finas para rosto
Vendem-se na na do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.
Meias de cores
para creancas de 6 a 12 mezes.
Vendem-se na ra do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.
Aspas fortes para baldo.
Vendem-se na rna do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.
Ihosphoros de seguranza
caixas de 500 palitos a 160 cada urna.
Vendem-se na ra do Queimado, loja da i Aguia Branca n. 8.
Gollinhas e punhos
bordadas para senhoras.
A Aguia Branca da ra do Queimado r.
8, vende-se mili bonitas gollinhas e punhos
bordados para senhora.
Dminos e vispoms
em caixas de madeira.
A Aguia Branca na rifa do Queimado n. 8,
acaba de receber domines em bonitas cai-
xinhas de madeira branca e envernisada, e
visporas de caixinhas de papelfto, e madeira
envernisada, ludo conlina a ser vendido
por precos commodos e dinheiro avista.
Lencos pequeos
para meninos.
A Aguia Branca, na na do Queimado n.
8, recebeu um novo sorlimenlo d'aquelles
lenco* brancos, pequeos e com barras de
cores, proprios para meninos e anida sorSo
uendidos pelo commodo preco d 10009 a
dnzia.
Meas pretas
de laia pararpadre.
Vendem-se na ra do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.

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Guarda nacional.
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emS'coSliS^SaG, 0,. ^scos co.esSOroias para Urar noduas de ronpa
Frascos com oheiroe de lodos os precos a M0. 200.
240 320.
Vende-se ou troca-se um sitio justo ao pala-
cio episcopal, em Olinda, com bastantes arvoredos
de fruciii, haixapara capim e cacimba com boa
agua de beber ; assim cono urna pequea casa
na bica dos Quatro Cantos n. 7 : a tratar na mes-
ma cidade com Francisco Lodsero Nunes Vianna,
e no lenle na ra da Cruz, botica n. 24.
Piche do gazc verniz dogaz.
Vende-se piche do gaz, verniz do paz e estopa
da trra : no armazem da bola amarella, no oitao
da secretaria da polica.
Attencao.
Vende-se o deposilo da ra Nova n. 61, bem
afreguezado e bom sonido : a tratar na ra do Li-
vramento n. 34.
tos de alpodao a 15500, ditos escuros a 1580'cada
um : so Mondes Gm maraes.
flBCHLNCHA DE fiNTREMEJOS.
Vendem-se bonitos entrcroeios a 800 rs. a pega,
ditos Baos i>pados, leudo padrtSes muilo de gosto a
15, babados a i cada urna poca : na Arara, ra
da Imperalrk n. 56 de Mendes Caimares.
CASEMIltAS.
Vendem-seisemiras com listras a 2^500 o co-
vado e ditos a .'$5000.
IOUPAS FEITAS.
Vendem-se roupas feitas de todas as qualidades,
caigas de ganga a 5500,15ti00, 18U0, ditas finas
a 25, ditas de brio pardo a 25 e 2.J500, dilas finas
a 25800 c 3.J, ditas de brim branco a 25, ditas de
linho 1 35500, ditas de casemira a 35 e 33500, di-
tas finas a 65 e 75500, ditas pretas de casemira a
69 e SfiOOO, palitos saecos de meia casemira a 45,
45500,5? e 65000, ditas finas a 75 e 5000, ditas
de casemira mezclada a 05500, palitos sobrecasa-
cos de panno preto a 125. 14 e 165000, ianuetons
de brim pardo a 2.;800, 25500 e 2a000 : s I,ou-
renco Pereira Mendes Guimares, ra da Impera-
triz n, 56, loja da Arara.
Farinha de muribeca fa e alva, mais
barata que se vende no mercado, em sac-
eos : na ra do Vigarion. 29.
Roa da Madre de Dos 79
Vendp-se milito a 15500 o sacco, muilo novo, e
arelo a 45200.
1
A l# i$900 e I05OO.
beques de osso, ultimo goslo, a 15. "
Ceroalas de meia a 15200.
Dillas muilo finas a 15500. 4~
S oa ra da Cadeia do Recife n. 5 '"
Frascos bonitos com cheiros finos a 500 rs.
Buzia de meias muito finas para senhora a
45800.
Gollinhas muilo finas para senhora a 200 rs.
Caicaa com soldados de chumbo para meninos a
160 rs.
Duzias de colheres de metal para cha a 800 rs.
Ditas dila dito para sopa, fazenda boa a 15600.
Varas de cordao branco para espariilho a 40 rs.
Pecas de fita do laa para debrum de vestido, com
10 varas a 600 rs.
Dilas de bicos superiores, para acabar a 600 e
800 rs.
Pedras de loosa para meninos a 160 rs.
Caixas de lampannas para 3 mezes a 50 rs.
Bunecos de choro e panno a 160 rs.
Caixas com bonitas estampas para rap a 100 rs.
Capachos compridos, boa fazenda a 500 rs.
Grosas de botSes pequeos pretos para caiga a
100 rs.
Todas estas fazendas para liquidar, pois tudo
esl era perfeilo estado, isto garante o dono do es-
tabeleclrcenlo.
Liquidadlo de machinas para
algodao:
Chegou grande sortine.nto d machinas para
descantear algodo, de 14, 16, 18, 20, 25. 30 e 35
serrotes, de superior qualidade, as quaes se ven-
dem por precos muito reduzidos e por menos do
que em outra qualquer parte, para liquidar, bem
como motores americanos da ultima ovencao, os
quaes se turnam recommendaveis por sua superior
qualidade de fcil conduecopara o ceoiro da pro-
vincia; a tratar no deposito do caes de Apolo n. 65
ou na ruj da Cada do Recife, loja de ferragens
D. 56 A,
Formulario do processo perante o conselho de
disciplina no julgainenlo dos offlciaes, offlciaes in-
feriores, cabos e mais pracns da guarda nacional
do imperio do Brasil, e do recurso das decisfies do
mesmo conselho acampan hado de advertencias e}""8
notas remissivas, de conformidade cent a le n. nllOS para Sl'iIH'IM
-602 de l'J de setembro de 1850, decreto n. 133o!renda
(de 18de fevereiro de 1854,o mais dii-posicoes le-
gislativas concornehtes a materia. Acaba de che-
gar este formulario, e acha-sc a vonda na livraria
Econmica, defroute doarco de Santo Aotenio e
veede-se por 25500.
I-residentes de provincia
Attribuices dos presidentes de provincia, estn-
do fet pelojuizde direito C. J. de Andrade Pin-
to. Cfeegou ltimamente do Rio de Janeiro e-ta
obra, 1: acha-se a venda na livraria Econmica,
defroute do arco de Santo Antonio, e vende-se cor 1
65000.
fij Fumo da Babia para
y charutos. 1
B Vende-se fumo superior de (odas as }
SS qualidades,
M
fumo
a reial
superior de
Iho e por atacado, e
por [irecos commodos, no Recife, ra da
Cacimba n. 1.
XA3
avariado.
Francez barrica 55000
Ponland dem 5500
Em perfeilo estado:
Francez barrica 105000
Porlland idem 125000
No armazem de Tasso Irmaos caes do'ADOo.
Vende-se urna bomba de Japv n. 2, propria
para cacimba por esiar com canos: na pra'ca da
Independencia n. 33.
LOJA 00 BEIJA FLOR
Na roa do Queimado n .
Tendo recebido um sorlimenlo de bor -
cas de choro, que chaman papai e n?rr;r::
com cabelleira de cachos.
Tendo recebido um variado sorlimenlo
brinquedos para meninos, sendo tap
espingardas, pistolas, tambores ; i : -
para meninas : appa;cilios de aliuoco e
jantar de'porcelana e de metal, putar
e faquinhas a 280rs. o par ;e nfio ojetftai
do continuar, rende mais barato do n m
outra qualquer parle.
Vende-so liras buriladas de difl
(arcarasa l:>. e babaikw, collaiin <.-
bordados c abn; <
e lisos, os mate nodera >s n
podem enconlrar.
Vende-se laa pan bordar de d
qualidades e de cores clara? a 7> a libr
polbos de columnas de jacar.uid a %
dilos brancos de diversos lamanbos, can ba
para est-'jos de navalhas.
Vende-se penles de alisar com co.- i ttr
metal a lf>, ditos de difieren es qnalicj
lindas gravalinbas para senhora de di
tes gostns.
Collics'cs :!o iuoir.lpiin.ip-.
Vende-se comeros de met^l priocipc p
tirar soupa a 2 dilaa para cM a i
ditas para soupa a 4#900 a du-a : ni
loja se enconirar.'i sempre um grande e va-
riado sorlimenlo de miudezas: ra do I (an-
ulado n. o:i, loja do beija-flor.
graSJe
Fio de algodo da Babia.
Vendefse no escriptorio de Antonio Luiz de
veira Azevedo A C, ra da Cruz d. i.
Oli-
0 proprieiarto do graede arin. em do Eaii.c
larpo do Livramenfc n. 33, nao tendo pajMi
seguir era lempo a mudanca de seo araauL- ; ler de ser mudada a cubera dessa casa, trm i
do vender o grande e magnifico aMHMN t*
Ihados e seceos que nelle se arbam per u^, ,
go, sem aitender ao grande prejnizo que '.. :, Me-
to que d outra forma nao o podera eviur.
GAZ6AZ GAZ
Verde-se gaz da melhor qualid:4r i
11.5 a lata: nos armazensda ruado
perador n.16 e rna do Trapiche Novol. >.

f i r~ ,*% ji
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II
/

Diarfo de iPernainlnico minia elra 13 de lulho de 1864

E3:3
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5E3 3I

GNEROS BARATOS A DINHEIRO
NOS
n
URWDES ARHMS DE MOUhDOS
I
bT'dl
DE
DUARTE & C.
Pateo do Ci*mo a. 9 armazem Progresivo ra lo Qncimado n.
Uuio e Comuiercio ra do Imperatlor n. 40,
Principal armazem de molhaJos.
OS PROPRIETARIOS.
Fazcm scienlc ao respeitavel publico, e coin especialidade aos senhores de en-
gen'^os, I ivralorese mais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
beraram os prupriotarios dos tres grandes armazens, reunir lodo > os seus estabeleci-1
montos cm un s annuncio, peh qual o prego de um ser do lodos, proraelte-
mos que nSo infringiremos a tabella que abaixo vai pub licado, annunciar os ge eros
por um prego, e na occasiao da compra quererem por outro, como socede constante-1
mante em ontras muitis casas, porm nos nossos cslabelecimentos nao se dar isto (
anda mesmo cono prejuizo nosso, quilquer pessoa poder mandar seus fmulos que
serio tam em servidos como viessem pessoalmmte fazendo-nosj o favor di mandar seusj
pedidos em cartas fixaias; para evitar qualqner engaos, remettendo nos urna conta.
poli qual sa ver os precos tal qual annuuoiarmjs, o que md3o arrepender pessoa
aiguma (pie fuer sia despenga em nossos estabelecimontos; pois poupar mais de
o por cento na sua Aespeza diaria.
Mantega ingleza jieifeitamente flor ebegada Mein com i a 3 ditas a 33300.
o!limaaienle no vapor Saladim, de 15 Mein vasios de todos os tamauhos a 23000,
a 13120 a libra e em barril ter abat- 15500,800 eGiO rs.
viento. Queijos d 25300 a 23-500 os mais frescos.
[dem Ihuiec'.a muilo nova a 13 a libra, e Vinagre puro de Lisboa a 230 a garrafa e
:i barril ter abatimento. 23000 a caada.
Banba de porco refinada a 640 a libra e em dem mais baixo a 200 rs. agarrafae 15100
barril ter abatimento. a caada.
G ..'i uxim de superior qualidade a 23500. Azeite doce de Lisboa multo fino a 609 rs.
dem perula mindinho s 23700 a garrafa e 15800 a caada,
!! jrn hysson especial qualidade de 23300 a Toueinlio de Lisboa novo o muilo alto a 400
2)')00 a libra. a libra, e em barril de 5 arrobas a
dem prelo multo especial a 20000 e 23100 103500 a arroba.
a libra. Cerveja Basa do fabricante Sblers & Bol a
dem do Rio em latas de 43000 e a 800 a 63500 a duzia c 640 a garrafa.
libra. dem Bass do fabricante T. F. Asbe a 63000
Latas con biscouto de todas as qualidades a duzia e 560 a garrafa.
a 10*00.
T*S?C
AURORA BRILHANTE
GN,ES ARMAZENS
MO L H AI) O
H Largo da Santa
Groi n. 84, es-
quina da ra do
^Sebo.
ESPECtlAJES' |BK
mi
! Largo
Cruz n. 84,
da ra
GOMHA NOVA.
Em paneiros muito al va a 4,ooo rs. a arroba e 16o rs. libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimento na ra do Imperador n. 40.
5
PRESOS NIIOTA
VICTOS

O novii

twst,
a
r,,ra vtriihZn,'!9'1?}*"0 doj muito acreditado armazem de molh7do7deomltdo u- ^
\ "oin:!'.^./?".3 ler niesri>o sortimento de gneros de primeira qualidade.
l.: n da creditada fabrica de Biato Antonio
(Lisbot) proprias para da; a doentes a
--> e 33 a lata.
I! ixinba ingle muito nova a 33500 a bar-
rica e a 240 rs. a libra.
! is com bolaxinlra de oda e oval a 23.
Presunto inglez para fiambre chegado no
ultimo vapor a 8J0 rs. a libra.
mricos e patos muito novos a 900 rs.
;i libra.
Urnas com macarro t lliarim muito novo a
UM) e 320 a libra
M siria branca a amarella a 500 a libra.
i portuguez de especial qualidade a
'i a libra.
i i ssode, 8'O a 1*000 a libra.
.i (es 'an'iol verdadeiro a HKKIO a libra
I e ja vendamos a 1,5400.
I) v lia '-asea le guiaba fm caixoes de 4 e
meia Moras seguro a 13300,
ide em caixoes pequeos a 700 rs. e de
i para cima a 60.
L'ii socco em bacetas ricamente enditadas,
contendo pera, pesgo, ameixa, rainba.
e ouiias fratasa 33000 cada urna.
i em calda em Islas feixadas hermtica-
mente moilo bem enfeitadas, contendo,
pera; ie>ego, ameixas e oulras frutas a
1 ', ) e TO a lata, tambera temos latas
nes a 13200.
nelada dos melhjores fabricantes, em la-
tas de 23000 a I 5200.
le em latas de I 1(3 libra a 13.
em 'atas de 1 libia a 640 rs.
Ervilhas em latas chegadas neste ultimo va-
ro a TOO e de 51 para cima a 610 rs.
:. jao verde on carrapato em latas j pre-
parado a 6 iO rs.
Amasas cm frascos de vidro a 13500.
Id im em caixinhas ricamente enfeitadas de
r>200 a 23500.
Cansen as Mexide muito novas a 700 rs. o-
frasco.
I i de ceblas simples a 700 rs.
dem marca II Victoria Alsope e ontras
muitas marcas a 33 a duzia e 500 rs. a
garrata.
Sabio primeira qualidade a 220 rs. a libra
e 2I em caixa.
dem segunda qualidade a 200 rs. a libra e
180 rs em ciixa.
Sabio in^'le'. superior a 180 rs. a libra e
I6^> rs. em caixa.
Caf primeira e segunda sorte a 73000,
73500 e 83 a arroba, c de 2i0 a 280 rs.
a libra.
Arroz do Macanhao 33200 a arroba e 100
rs. a libra.
a 23600. 23800 e 100 rs. a
i
Molho inglez a 64 rs. o frasco com tollia
le v'i Iro.
tarda em po a 700 rs. o frasco.
1 lera j preparada a 320 rs.
Latas com massa de tomate de I libra a
600 rs.
Id. m em latas de 1 1|2 libra a 900 rs.
Vi hosem garrafas vindos do Porto, Madei-
ra Secca, Duque do Porto, Duque Semi-
s no, Cascavallas, Mara Pia, D. Luiz, Pe-
dro V, Velho Secco, Lagrimas Doces, La-
grimas do Donro, e oulras muitas marcas
a 13 a garrafa e 93 i 123 a duzia.
dem Palmella a 13 a garrafa e 113000 a
duzia.
!de:.i em pipa de todas as marcas Porto,
Figueira e Lisboa a 400 e 500 rs. a gar-
rafa e 25300 a 33500 a caada.
dem em-ancoretas e 8 a 9 caadas com su-
perior vinbo Lisboa e Figueira a 213 a
ancoreta.
Ideru branco expecial qualidade proprio para
missa a 56o rs. a garrafa e 43 a caada.
dem mais baixo a 400 rs a garrafa c 33500
a caada.
dem do Porto especial qulidade a 800 rs.
a garrafa e 3)500 a caada.
Id os. Bi.rdeaux em caixas a 73 e 700 rs. a
garrafa.
Champanha a melhor do mercado vinda de
nossa encommenda a 303 o gigo.
dem mais baixa de 183 a 203 e 13300 e
33 a garrafa.
!..: ires portuguezes e francezes a 13000 e
I 5500 a garrafa.
asqoino de Zara, verdadeiro a 13500 a
: nafa.
dem mais abaixo a 800 rs. a garrafa.
Gemjbra de laranja ver adeira a 113 a du-
zia e 1,3 o frasco.
M :.i de Holtanda verdadeira a 63 a fras-
leira e 600 o frasco.
dem de IIamburo a 55500 a frasqueira.
Uem em botigas de Hollanda a 400 c 440
i o frasco.
Jan aloes com.genebra de Hollanda com 24
rrafas a 83, com garrafao.
Idetn com lia 15 garrafas a 65.
dem di India
libra.
Charutos Normas de Havana a 53300 a cai-
xa, de Simas (Jos Furlado).
dem Londrinos a 33, idem.
dem Parasienses a 45500.
Mein Delicias a 15300.
Idttin Travista do Rio a 35300.
dem varetas de Manoel Peixoto da Silva
Nettoa 33300 e 15 -'00 a meia caixa.
dem suspiros do mesmo fabricante a 15W0
a meia caixa e 33200 a caixa.
dem mece;ipes a 15700 a meia caixa e
33000 a caixi do mesmo fabricante,
dem orientaos do mesmo a 13300 a meia
caixa e 33100 a caixa,
dem jovens de Castanho 4 Fillio a 23400
a caixa. \^.
dem suspiros do mesmo a 13-0) a meia
caixa, e nutras m litas marcas de fabrican-
tes.
Passas muilo nas a 15300 o quirto e 53
a caixa de una arroba bespanhola e 320
a libra.
Yermute bebida para abrir a disposico de
comer I3o00 a garrafa c 143000 a
caixa.
Alpiste muito novo a 33800 arroba e 140
a libra.
Painco a 45000 arroba e 140 a libra.
Peixc em latas j preparado a 13200 a lata
e em porcio 15000.
Sardinhas de Nantes a 400 a lata.
Tijollo paralimpar facis a 100 rs.
Esparmacete a 600 a libra e era caixa a
580.
Vellas de carnauba a 12 e 105000 a arroba
e 360 a 440 rs a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas em anco-
retas grandes a 13800 e a 400 rs. a gar-
rafa.
Balaios do Porto muilo grandes proprios
para guardar roupa suja a 23500, 33000
e 13000
Batatas em gigos de 31 libras muito novas a
800, eaiOrs. a libra.
Gomma em paneiros a 43000 arroba e 140
a libra.
Farinda do Maranho muito alva e nova a
240>Nlbra.
Sivadinhajde Franca para sopa a 200 a li-
bra.
Sevada muilo nova a 140 a libra e 43000
arroba.
Caixas com estrelinba, rodiaha e pevide a
400 a libra.
Albos em canastras muito novos e mauncas
grandes a 180 e 200 rs cada urna.
Canda muito nova a 13000.
Cravo muito novo a 500.
Cominho idem a 320.
Ervadoce ilem a 400.
Alfazema flor a 240.
Amendoas a 400 a libra.
Nozes muito novos a 160 a libra.
Papel greve a 45200 a resma,
dem lizo a 43000.
dem de pezo a 33000.
dem de embrulho marca grande a 13200 e
13300.
dem azul para botica a 25000.
Copos lapidados a 53300 e 500 cada um.
Palitos de denles, macos grandes a 120 e
lOiicada um.
Fumo americano de chapa, de superior
qualidade a 15500 a libra, em porfo lera
abatimento.
?
ffllIKMIIi
Saccas grandes com 100 libras de farello superior a 43000 a sacca.
pelo
c
proveitar,
v.ai?,? abella s,rvira' a todos de ba=e para aiuste de comas aos portadores. Q
m armazem vender' mais barato e melhores do que a Aurora Brilliante, ja' CU
rtirntlltl (Hit* t**n\ imam**?. <*... ,.- j___ j__: :_- ;,,,,,,
ro ,mani , rI,. ;neglle ,)ara aocumular as despezas do estabeleci ment por isso deixe se a-
' lantes fre?uezcsrSpnelar0 h* de faZer t0da a dili8enc,a'afim de servir bem os seu&cons-
|Laata7"^>8 libra^ dechuricas mufttfnovas.
Dit
mir?D!s fi0n P<"'xe em postasinteiras,
tjio ades> a l*m> 1*280e
^?,?*,,'ll"l,,*
B'as 2 US "ovas, ensopadas, a 720 rs.
nSS! n^ a,neixas a l$-' '5800 e 35300.
LIT l,1,\rj?elada d0 afainado abricaute
Aoreu. a 7z0 rs.
Ditas com massa de tomate, aoOO rs.
SS e&SoS ^ C0,aadre- novS- a t*so.
mm bolachinha de soda muito novas, a
Oitascombiseoiiiobos inglezes de muitasqua-
liaades, a l^iOO.
Chocolate.
Caninhas com ameixas enfeitadas proprias
para mimo a 13200,2$800 e :J500.
SaIroooerir uluit0 novo' alibrade
Macarro, talhariam e aletria amarella, a libra
a 400 rs.
Dito dito dita branca, a libra a 400 rs.
caixas com estrelinha, pevide. e outras mas-
sas, a caixa 33300.
pitas dita em libras a 640 rs.
Sag, a libra a 360 rs.
Savadinha para sopa a libra, a 240 rs.
Lrvilnas seccas, a libra a 160 rs.
Ditas descascadas, a libra a 200 rs. .
Tapioca muito nova, a libra a 280 rs.
FarAn1na de araruta verdadeira, a libra a
oOO rs.
Vinho Terde superior.
A caada a 3000 e a garrafa a 400 rs.
Gomma.
GREGORIO PEAS DO AMARAL & C.
.. RECEBERAM
Alpacas de quadros enfestadas de cores escuras, o covado
ALPACAS ESCOCEZAS
padroes muilo benitos, com listas de seda, fazenda enfestada de duas larguras o cota-
do a 500 ris I
UIlTSSELItfAS IIE CORES
a 240 rs. f
Mussellinas em cortes com II covados de igual fazenda a 23600
N
de algodao escuros a 800 rs.!
Saccas do 4 arrobas, a verdadeira de sev^Sp fazenda de linho e seda transparente, pura pbantasia, propria para vestidos de bailr<
nncommar, a arroba a 3000 e a libra X pe|0 jjarato pref0 c j Q CQya0 ,
Sabao massa, a libra a 200, 240 e 280 rs.
r'arinha. *>
Saccasgrandes com farinha de Goianna mui- ;:'i
to nova, a o^OO. '^
Caf. JL
Caf do Rio mnito superior, a arroba a 85,^.3
8^500 e 95000. ?5ij5
Cha. rfg
Ch.temos nestes generoso melhor possivel.M
hyson, a libra a 25600. Y
Dito pcrola a 35000. A
Dito uxim a 25700. MB
Dito hvson muito fino a 25800. 'Jf)
Dito redondo a 25-jOO. ^ fA
Dito pretode primeira qualidade a 25300. K
Dito mais baixo a 25000 e 15600.
Erva mate. A.
Excellente cha medicinal, a libra a 240 rs. Kj
Espermacete. ^P
O masso com 6 vellas de espermacete a 600, '5jjE
640 e 720 rs. f QKP
Passas. %
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro-
prias para mimos a 45 e 25300. -Q-J
Nozes. f|b
Nozes, a libra 160 rs. e arroba a 45000.
Alpisla e painco.
Alpisia e painco, a arroba 45000 e a libra a
160 rs. v^_
Cartas.
a duzia a 25300. Cfe
i-a
; cada chale de fil preto (guipure)
SEDAS
Cortes de seda branca com flores miudinhas e de diversas cores, e sem ellas,
para tbeatro, bailes e casamentos com 19 covados, largura de chita franceza.
28 QOO
Chapeos para senhora
is para logar.
Castauhas.
'ArI2?do iIara"1>ao, em sacco, a arroba a
25W0 e a libra a 80 rs.
jDito da India e Java, a arroba a 35200 e a ti- Cartas fina
bra a 100 rs. |
i 0"Cih,?,d0 Lisboa a 9$>00 a arroba e a 3- Castonhas novas vindas neste vapor,
D.US5.,.^ 7ooo ...j ta*M""s.r.rs'
.Molhos com 12o ceblas grandes a 1}280 i Barris cora azelonas n0.vas a ,lSo00
[Mostarda franceza, caixa com' 2 duzias a' Mantega.
i 7o000. i Mantega superior, a libra a 15280.
I Frascos com raostarda preparada era vinagre, Dita mais abaixo a 15200.
{ a 400 rs. Dita menos superior a 15 .
Ditos com conservas inglezas e francezas, a Dita franceza nova, a libra a 880
6i0 e 800 rs. Dita dita era barris muios .
KDuoscom sal refinado fino, a 640 e a 300 rs.
jDitoscoraa verdadeira genebra delaranja, a
D Ditos de 2 garrafas de Holtanda verdadeira,a
r 640 rs.
i Botijas cora dita propria para negocio, a
j 400 rs.
jGarrafes com 2 galoes com dita, a 65.
jServeja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a I
h duzia a 63000.
'ViuhomuscateldeSetnbal, agarrafa a 15.
1 Marrasqumho verdadeiro, frascos a 80C rs. e
g a 15200.
JChampagne, a uzia 205000, e a garrafa a
j 25000.
S Azeite refinado portuguez e francez, a garrafa
5 a I5OOO.
.(aixa de vinho Bordeaux muito superior, a
3 75,85,95 e 105 a caixa.
jDitas com dito branco, a 75 a caix.
Ditas cora dito lagrimas do Douro verdadeiro,
k a 205-
'Ditas cora duque do Porto verdadeiro'a
. 185000.
k Ditas cora chamisso superior, al45-
JDitas com Porto velho e outras muitas mar-
cas, a 125.
>Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
? e 800 rs.
Dito de Lisboa muito bom, a caada a 35200,
l 35300 e 45, e a garrafa a 500 e 560 rs.
JDito da Figueira, das seguintes marcas (i.)
(J. A. A.) (J. L. G.) (O. t.) a caada a
1 45300, e a garrafa a 560 e 640 rs., desle
f que j est engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
LDitos de marcas mais desconhecidas, acana-
i da a 35500 e 15000, e a garrafa a 480 e
520 rs.
Vinho branco fino, agarrafa a 640 rs.
Dito de caj muito superior, a garrafa a
800 rs.
meios ditos, a libra a
Bonels
Chapeos a gendarme.
Cliepelinas de palha.
Chapelinas de fil.
Chapeos para homem.
SOUTA^iflTlRQUES
Soulambarques de cambraia verdaderamente bordados por precos que odmira.
Vertidos feitos.
Vestidos enfeilados com gosto de excellente laa com zu;ivos, ele a 253000.
Completo sortimento de fazendas para
CS!A\*2; TOIEET
Os apreciadores do bello, visitando este estabelecimento, achanto urna imprtame
e agradavel escolba do que ha de mais primoroso em
MODAS
Os amadores do til, encontrarao as mais solidas fazendas com cores fixissimas
para uso ordinario.
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
850 rs.
Dita para tempero a 400 rs.
Queijos.
Queijos novos vindos neste vapor a 25800 efcl
35000.
Ditos londrinos muito novos, a libra
15000.
Papel.
Papel al maco paulado, a resma a 4WQ0.
Dito dito lizo de linho, a resma a 45300.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
25300. mann
Dito de embrulho, bom a 15 6 15200.
Vinho Hailcira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-(
deira a 15500 e 25000.
Temperos.
Folbas de louro, pimenta do reino, cominho
6 cravo, a libra a 400 rs. afl
Velas de carnauba. ^B
Massos com 6 velas de carnauba refinada z
480 rs. ^4
Amendoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a I#4007a
e pequeos a 640 rs.
lijlos de limpar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Graxa.
Duzias de boioes de (raxa n. 97 a 25000, e |
de latas a 15000, e os boioes a 240 rs. ca-,
da um, e as latas a 100 rs. (
Charutos linos.
Charutos finos dos melhores fabricantes da
Bahia por diversos preco?, caixas e meias*
caixas.
m
mm

Anllga casa de Cinllhsrme da Silva CUiimaraes.
FABRICADAS
MC!liN\SBEPATEi\T i GEANADS^SA(;;A()
de rabalhar mo para u ,oja d Q k,
descai-ocaralgodao l. .... **""
mao, ra da Imper^lriz i. /2.
Os dorios desle estabelecimenlo esio re-
; solvidos a liquidar suas fazendas por pr;o
I baratissimo, s com o fim de adquirirem fre-
guezia ; e previnem s pessoas, que ->.-
. %: :,i\ Estasmachna ciam com fazendas, que nesla loja e arma^eot
^\Ji~ l ^^^|5a=^P0,lemdescaro5a' encontrarao sempre um grande sortimento
IwIlM- luaiquer especi por menos O por cento do que em oolra
T^SrS^ l Por Plant Brothers & C.
OLDAM
I I estragar o fio. z,.1 ,r -1
:-^Jr^ sendo bastanu talho- VeJ
IB
1
E grande quautidade de gneros tendentes ||
a estes, estabelecimentos, que deixam de au-
nunciar-se.
^(
N. 11Rua do Queimado N. 11
LOJA E FAZENDAS DE
Augusto Frederico dos Santos Porto.
Chegou a este estabelecimento um grande sortimenio de cortinadas bordados para
camas fazenda de muito gosto.
! Chales de guip muito tinos para 225, 335 e 305.
Colias de seda superiores de diversas cores para carass de noivas.
Colxas de laa e seda para cama tambera de bonitas cores.
Rotondes de guip enfeilados com o melhor gosto.
Setim de Paris bella fazenda e de bonitas cores para vestido a 700 rs. o covado.
Moureantliue branco e preto, grosdenaple prelo e do cores, panaos pretos de todas
as qualidades, diios azues.
Casemira preta e lia pret para lutos.
Malas, saceos e boleas de tapete, verniz e couro de 45 a 115-
Brins de linho de cores finos a 15800 a vara.
Chapeos e chapelinas de palha de lialia para senhora, manguitos bordados cnapos
de seda para homem, chapeos de sol de seda, esguio de linho, cambraia de liana, biela-
nhas, silesias e muitas outras fazendas que se vendem por commjJos pregos assun como
tambem .
Esteiras da India para forrar salas
duas pessoas para Chitas a 210 rs. o row.
o trabalho; pd* Vendem-se chitas preclaras francezas com
arr?obLCde ata assenl braLC0' escur0' ^r de canoa e par-
dio em earocc- da> Pel baral PreC de i0 O '*^-
era 40 minutos, aliangando-se que esla fazenda noesl pr>
ou 18 arrobas dre, e nem tem o menor defeilo : islu s na
^bradsldeUalgodaarc' J*, armazem de amaes A Irno.
limpo. ,n# /2- ,
Cambraia branca, grande .-immle.
Assira como machinas para serem movidas por CbeffOU a este eslabtlecimerito um gran-
animaes, que descansara 18 arrobas de algodt de sortimento de cambraias brancas de lo-
limpo, por da; e motores para mover urna, duas, a,~ -- nalul^l^ r>aic nr^, i i i
eutrjs dessas machinas. J"?? "a!!d'dt? Pe,f?P/f0S redundes de
Os mesmos tem para vender um bellissimo va- >;wDW, J>oOO, 4)5, 4>uOO, e muilo fina a
pon que pode fazer mover seis dess machina 6.5, vende-se por esle prego por ler grarn le
mencionadas para o que convida-se aos Srs. porgo ; cambraia organdy de 240 e :>OOrs.
agricultores a virem ver e xamina-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n. 17.
Sauuiiers Brolhers & C.
.\. II, praea do Corpo Santo
RECIPE.
Os nicos agentes neste paiz.
Attencdo.
i
Vendem-se pegas de esteiras para forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em latas de 25 li-
bras, para pintar casa, relogios para cima de me-
sa e para pendurar, arreios para I e 2 cavados,
velas de spermacete, tudo
o covado; dila franceza, a mais lina que
tem fiado a esle mercado e dos mais ele-
gantes padroes, a 400 rs. o covado, Lara-
tissimo; chaly de seda de apurad gosto- a
900 rs. o covado : ito s se rend- na l.ij.i
e armazem de Guimaraes A Irma.), n. 7
Para a ffsta de S. Joo !!! bailes f pas-fiw.
i hegaram a este eslabelec melo, pelo
ultimo vapur francez. ricos curtes de liuiisi-
ma cambraia com lindissimo chuvisqi in! o.
de superior qualidade, que faz um elTcilo magnifico, e tende-se
: no armazem da rua do pelo baratissimo prego de 5-5 o curte, fazen-
da que val 105 em outra qualqner parle :
Trapiche n. 8.
Goke do gaz.
pilcli do gaz,
Alcatro do gaz.
Coke tonelladas rs. 105000
Pitch 805000
Alcatro caada..... 400
O coke reconhecidamente o carvo mais econ-
mico, lorna-se por isso recommendavel, bem co-
mo pelo asseio que se nota as cozinhas aonde
alie usado. Pitch e alcatro,alera das applicagdes
diversas a que se prestam, como para callafetar
embarcagoes.alcatroar madeiras.etc.teem este a
propriedade de preservar do cupim, formigas,e'c-
E' entregar na fabrica dogaz ou mandado por em
qualqner ponto da cidade, segundo a vontade do
comprador.
cortes de la com barra a 95 e 12 : sio s
na loja e armazem de Guimaraes A Irmu.
n. 72.
Para acabar per (oda prrc!!!
Dretanlra de rolo com 10 varas a 35 a pe-
ga ; madapolo infesl do com 10 varas a
3500,36500 e 45 a pega; ricos bordados
em fina cambraia a 800 rs.; soutembarque
magnficamente enfeitado a 55 e 6; lan-
zinba a 300 e 400 rs. o corado; dantas
de 2 larguras a 15280 o covado chales de
merino estampados a 25 cortes, de case-
mira a 25500 e 35; baloes americanos,
tanto para seulioras, como para meninas a
35, ten Jo 30 arcos.
Em casa de Tlssct Freres rua do Trapiche n.
9, tem para vender :
Vinho B rdeaux em barricas e em caixas.
Dito de Santerne fino.
Dito d- Champagne muilo superior.
Cerveja franceza marca Bobee.
TaSso irmSos
vendem gesso em p para estuque de casas, tijolos
finos de feitlo diversos para ladrilho, azuleijos de
diversos gostos, tijolos vidrados para parede de co-
zmha, canos de barro para esgoto, cemento em
barris de 10 arrobas.
InStrUCQOeS para O SerVICO Qlie se vende mais barato 25 por cenlo do
das guardas do exercito, extrabidas do re- que em outra qnalquer parle: bto s para
liquidago: na loja e armazem de fazendas
de Guimaraes & Irmao.
gtRUA DA IMPERATRIZ, N. 72-3
gulamenlo de infantaria e accommodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas pessoas que se alistam nos corpos
de voluntarios; vende-se na livraria n. 6 e
8 da praca da Ind pendencia, a 10.
Superior vinbo do Porto.
Na rua do Vigario n. H, escriptorio de Domin-
gos Alves Matheus, tem para vender muito supe-
rior vinho do Porto em caixas de urna duzia, e an-
coretas de 10 em pipa por prego mdico.
Novena de Nossa Seahora m
C armo e de Saui tnaa
Vend-.-se na rua do Imperador n. 15, odrina
de encadernaco : o offlrio, salve e versos, ovt-
na e salve de Nossa Senhora do Carm Ires f-
Ihetos por 500 rs.,ea novena de Sant'Anaa Mr
320 rs.
"-*r





-'

~-
Diarlo de Pernambuco ... Quista feira 13 de Jullio de 18G&
h


t
NOVO GERENTE
AO PUBLICO
Sem o menor constran-
gtmento se entregar o
Importe do genero qne
nao agradar.
ATTEKCiO
tabella para todos, po-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajuste de contas
com os portadores.
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
ttim IIOBla DI 32 IDUMIiim
AO
RESPEITAVEIj PUBLICO.
A apreciado dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabelecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua max;mi parte mandados vir directamente do estrangiiro podem ser
vendidos por presos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm .lancar, com toda a seguranza de que
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1.' Delicadeza no trato.
2.] Fidelidade no peso.
3/ Sinceridade nos presos.
As pessoas que por sua posico social gozam de certo tralamento, acharo nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos tinissimos manteiga e cha semprede
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja & cndilo do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aquelles que sao pouco favorecidos da sorte farao mensalmente urna economa de
militas patacas, afreguezarido-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucr, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de fura da cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne-
gociar, devem vir, celo seu proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhor s que compram para tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escolhido por pessoa entendida que cerlamente muito deve agr lar aos senhore-
compradores
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
pelos seguintes precos s se vende
a vista:
latas, muito nova, a 80 rs. cada
A1MAZEM NIAO
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o areo da Concelco)
PARA BEM DE TODOS.
GRANDE
'AbUlZM-NOLII DOS
l'harol do commereio
Ra do Eangel n. 73.
O propietario desteestabelerirr.r.' im a toa-
ra de avisar aos seos freguez. s qu k i nina t raa-
de redrelo nos presos de seos ger i fr pi met-
ra qualidade : manteiga ingleza !- .- IJM*r. a
libra da uliima chegadj ao um
franceza a 900 rs. e em barril .e '
qi eijos flamengos novos a 2*300, dil ; ce
s< pode desejar em bcudade a Oro r. a | bra,
.mellas fraoceza raiuona a \:H\ &OOe
800, frascos de ditas 15400, grai.u.-- 3| (r r
\r.r* mimos, marmelada das fiar wwii
LO rs. a libra, an.encoas costalada* para irk.
de S. Joo a 640 rs., vinho doPi.n a. io r Zi
a parrafa, Figueira e >boa 400.440 :(j r<.. t
em caada se faz o ahaiimenlc. com 2 arrobas por 3*310 e a ni. .. r-. r..,Taa,
pois seo to bem servidos como se viessem pessoalmente, liavendo para com estes toda recommendacan
Ira p?ite.
Minteiga ingleza especialmente escclhida a Aietria, macarrao e talharim a4oo rs a li-
bra e (3,ooo a caixa.
afina |de ouo n5o vo em a '""?.Kl?^!**a dlli
1 no a 2,5; 00, ^TCO e U
A DIMHEIRO
A
ALPISTA a 120 rs. a libra,
dem e painco do oito libras para cima a
400 rs.
Arroz de 90 rs. a libra a........
Amkndoas, casca melle, a 280r. a libra.
Avi-i.las a 240 rs. a libra.
Ameixas francczas era latas de todo; os ta-
maitos.
dem idem em potes de todos os tamaitos.
dem idem em bocetas de todos os tama-
nhos.
dem idem em frascos de todos os tama-
itos.
Azote doce de primeira qualidade a 5C0 re.
a garrafa.
Autos a 200 rs. o molho.
Ahsv.ntiio a 2;$00) a garrafa.
II
BOLACHINHAS do Beato Antonio em latas
grandes e pequeas.
dem do Principe Alberto a 25000 a lata, e
de cinco para cima a I #800.
dem de so la em latas grandes a 2.5000 e
de cinco para cima a I5.S00.
Biscciros inglezes de todas as quadades a
15200, 1525!) e 15300.
Bolo francez em caixinltas .a 300 rs. cada
urna.
Batatas nglezas.
Baniia de porco refinada.
C
CHOCOLATE francez a 700 e 800 rs. a li-
bra, e em porco a 600 e 70 rs.
dem suisso a 15 a libra.
dem de musgo a 15^00 a libra.
Ciiouiucas muito novas a 800 rs. a libra.
Caf x 210 e 260 rs. a libra, e em porcao
se (ara abatiment).
dem de primeira qualidade a 75000 a ar-
roba.
Conservas em fiascos a 320 is. cada um,
sao muilo novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
CtiAROP: de grosella, orchata, etc., etc.
Chicaras e pires a i5$00 a duzia.
Cerneja da superior marca Tenante a 500 rs.
a garrafa, e em duzia se faz grande aba-
timento.
dem Victoria Bas tres X e de outras marcas.
Charutos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'Ilavana, Exposico,
Flor do Brasil, Parisienses, Delicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panetellos. Apraziveis, Varetas, Brasilei-
ros. Americanos, Fluminenses.
Cha do todas as quadades e de todos os
precos, liysson, liuxitn, aljfar, preto, e
preto ponta branca, etc etc., a 25000,
252 '0,20590 e 25800.
Copos lisos de lodos os lmannos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 20500, 35500, 45 e 55.
Cai.ics de lodos os tamaitos.
Coonac superior a 15 e 15500 rs. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco macinhos
1
DOCES de todas as quadades : brasileiros,
portugue/.es, inglezes, francezes, etc. etc.
Graixa em
urna.
E
ERVILHAS seccas a 120 rs. a libra.
ervadoce a 400 rs. a libra.
FARINHA S S S de 8 libras para cima a 120
rs. a libra,
dem de aramia a 320, 400, 500 e 810 rs.
Figos de comadre a 160 rs. a libra.
Feijo verde em latas a 600 rs.
Pavas em latas a 600 rs.
Fono do Rio a 500 rs. a libra.
dem americano em hitas a 25-
Farello ha sempre em deposito de 500 a
800 saceos, de todas as quadades, de to-
dos os tamanhos e de todos os precos.
GOM.MA a 50 rs. a libra.
dem a 140rs. a libra, muito alva.
Grao de meo a 120 rs. a libra, e em porco
se faz grande abatimento.
Genebra de laranja verdideira a 1)5(000 o
frasco.
KIRSCH de Wasser a 25 a garrafa.
LATAS com graixa a 80 rs cada urna.
Letria a 400 rs. a libra

MANTEIGA ingleza e franceza de pimeira
qualidade a 15, 15120 e 15280, em bar-
ril se faz grande nbatimento ; a que ven-
demos por I52M) a lib a, vende-se em
outra qualquer casa por 15400 e 15500.
Marmei.ada dos mais acreditados fabricantes.
Macarrao e talharim a 320 rs. a libra.
Massa de tomate a 6 Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
Momio inglez de todas as quadades.
Marrasquino verdadeiro de Zara a......
Massas finas para sopa branca e amarella a
60 rs. a libra, em caixas com 9 libras a
35500.
Miliio painco e alpista, sendo* mais de 8 li-
bras a 100 rs.
N
NOZES a 120 rs. a libra.
iSabos em latas a 800 rs.
O
Ostras nglezas e americanas.
P
PEINE em posla, latas grandes, a "5C00.de
todas as quadades, como sejam savel,
goras, corvina, pargo, salmao, pescado e
pescadinlia, linguado, sardinha. etc., etc.,
Peras em latas, exceliente preparacao.
Palitos para denles a 120 rs. o mago, muilo
grande.
Passas em quarto a 15400.
dem muilo novas a 400 rs. a libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
4)
QUEIJOS fiamengos.
dem prato a 800 rs. a libra.
dem suissos a 800 rs. a libra.
dem londrinos a 800 rs. a libra.
QiARTiNiiAs ou morinqles a 65, 85 e 105 o
par.
R
RAPE' Meurona 15 a libra.
dem Princeza do Rio a 152Q0 a libra.
dem francez a 25500 a libra.
SABO massa a 160 rs. a libra, em caixa se
faz a batimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 255.
Sardinhas de Nanles de todos os fabricantes,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Steahinas a 600 rs. o mago.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
V
VINHOS!
Principe Alberto, de 1831, a 55000 a gar-
rafa ; d vida aos velhos.
Velho secco a 2.5 a garrafa.
Lagrimas do Douro a 15500 a garrafa.
Duque do Porlo verdadeiro a 25 a garrafa
Duque a 15 e 15500.
Cltamisso a 15, 15200 e 15500 a garrafa.
D. Luiz a 15 a garrafa.
Moscatel verdadeiro de Selubal a 25 a gar-
rafa.
Carcavelos a 15-
Colares a 900 rs. a garrafa; o nnico v-
nho que se pode beber por nao ter com-
posico alguma.
Lanlerne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 15 agarrafa.
Absyntbo a 25 a garrafa.
Kirsch a 25 a garrafa.
Wermoulh a 25, e a caixa a 185-
Biller Maurer a 15 a garrafa,
Grave a 800 rs. a garrafa; vende-se por este
preco por haver sempre em deposito 50
duzias.
De caj, de 1852, a 15200 a garrafa.
Velho do Porto, em ancorelas de 9 caadas,
a 355000 ; vinho que, estando engarra-
fado, vende-se a 15280 e 15500 a garrafa.
l,ooo e 800 rs. a libra e em barril s faz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha Itysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra,
dem Itysson muito superior em latas de 15-
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra,
dem Itysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a 1,60o rs.
dem preto o que se pode desejar neste ge-
ero a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
Linguifas muito novas a 800 rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 800 rs. a libra.
Coslelletas inglezas a 64o rs. libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,000 rs.
e
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi-
nha branca ou amarella a 64o rs.a libra e
3,5oo a caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito uno proprio para
engarrafar, em ancorelas de 9 caadas a
35,ooo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, too e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinho branco de Lisboa de exceliente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,000 e 3,5oo.
Vinho branco para missaemcaixas de 1 du-
zia a 8,000 e 680 rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz 1, Madei-
raSecca, Malvazia Tina a 16,ooo, 15,ooo,
12,ooo e 10,000 a caixa com I duzia e9oo,
l.ooo e I,5oors. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qualidade a 16,000
dem londrinos muito frescos e de superior a duzia e l,5oo rs. a garrafa.
qualidade a 800 rs. a libra. Sardinhas de Kantes a 4oo rs. os quartos e
dem prato a 800 rs. a libra, e inteiro se faz I 64o rs. as meias latas.
abatimento. Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
dem suisso o mais superior que tem vindo t barrica e 320 rs. a libra.
ao mercado a 64o rs. a libra. j Bolachinhas de soda em latas de diversas
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas; quadades a l,3oo rs.
em latas hermticamente lacradas a 64o. Cartes com bolo francez muilo proprios pa-
Feijao verde muito superior a 610 rs. a lata. ra mimo a Oto rs.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
rs.a duzia. para mimoa 3,ooo rs.
dem idem para vinho a 2to rs., e 2,4oo rs. Passas de carnada a 8,000 a caixa e 4oo rs.
( a duzia. a libra.
Chocolate francez 'tespanhol e suisso a 9oo, 'Figos de comadre a 24o rs. a libra.
l,ooo e l,2oo rs. a libra. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Espermacete superior a 600 e 64o rs. a li- Milo de amendoas a oo rs.
bra e em caixa se faz abatimento.
lampa
Sal refinado4em frascos de vidro com
do mesmo, a 5oo rs.
Cerveja branca das marcas mais acreditadas
qe vem ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
a garrafa, e 5,800, 6,000 e 6,5oo a du-
zia.
Cevadinha de Franca muito nova, a 2oors.
Charutos do aflamado fabricante Jos Fua-
do de Simas, das seguintes quadades:
Exposico Normal de ILivana, rmperiaes,
Londrinos, Guanaharas, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,000, 4,5oo, 5,ooo,
6,000 e 7,oooa caixa ou em meias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-i
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-!
mlhas de Ha vana, intervallos. Vencedores, I
Panatellas e Suspiros, a 2,000,2,5oo e!
3,ooo a caixa.
mM n la f-
SiWKt, ttnru*>m n J a
()40 lala. pnn;nis a 100 rs. a lilra ;-';. <> r-
rolia, hllmhs inglries lala de iin- a i .
dilos de oda grandes IfCOO e oM
ros que se lorna (-nfadinh m>rr\M r. fl atril-
larlo efpera a ronrnrrenria do tnpHUn I (ti tf,
paranlind.ia piaclid.io do <|ue Iralar.
VeBwu-n |iaimriras ini|>< -ido
de foreni iransplamadas: un rNi d>di i r*
qiirda, depois do btccj do E.-|.iu r \t-
Bictof,
Potassa da Russi
muito nova e superior : vende-sf 1
de Manoel Ignacio d.- Oiiv. ira A, p i, .
Corpo Sanio n. J9.
.iT; 4-!
umm pus
Fuiio en priuci|ii.>s ,], ma ,, j
correle anuo e consta 1 lar aroaui 1
o mo!ef|iie Euzehio, eseravo daviov: ti Fw-
Ofinac inglez das melhrres n Picas, a 800 e; nando AiTon,.de Mello, de li ai
,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,000 aSlata com
4 libras. \
Farinha de araruta verdadeira a 32oVs. a
libra.
Matte.exceliente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandese novas
a 1,80o o cento e 1,2oo solas.
Falitos do gaz a 2,2oo a rosa.
Toncinhnde Lisboa muito novo a 32o rs.fa
libra e 8,5oo a arroba.
Banlta de porco refinada a 65o rs. a libra.
Rolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentementetcm vindo ao mercado, a 2,000
a lata.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
quadades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
coniaisou menos, cjr piri.-.,-,!,, :hu
reputares a afumacados, caliera tm r#
e meia cl)ai.i, befeot linos, di M. -I tm
seceos e minio ladino : roga-sr pr l; temm
auiondades pilicia.- -cainar-,: ^r
prchendam levem-. a ra d* ITai ra sonca*
n. b que serio gralilicados, protaMi .r 4o$
meios judiciaes contra qualqu-rj*^., i;. fttln
em seu poder.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores quadades de pei-
xe a 800, l,ooo e l,2oo rs.
Vinho Rordeaux das marcas mais acredita-
1 rs. I Caixinltas com fructas em doce secco de di-
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica deJoaoj versos tamanhos, muilo proprias para
deBritono Reato Antonio, em lata de 6 li- mimo, a l,6oo, 2,fino e 3,5oo cada urna,
bras por2,5oors. Bulbos, excellenle peixe portuguez, em
Ameixas francezis em fiasco de vidro com! barris pequeos ou a retalbo, a vista se
lampa do mesmo, a 155oo. far o preco.
das que vem ao nosso mercado a 7,oooe Ameixas franc zas em caixinhas de diversos Azeitonas de Rivasem ancorelas grandes de
8,000 acaixae6io e 7oo ris agar-' tamanhos com bonitas estn pas na ca- 8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa.
Ia- xa exterior, a 1,4o?, 1,600,' 1,800 e 2,ooo Azeitonas portngaezas a Stoo rs. a garrafa e
cada urna. l,5oo cada urna ancorela.
Azeitedoce refinado hespanhol011 portuguez Champagne da melhor qualidade que vem
a 9oo rs. a garrafa e 10:000 a caixa.
Ratatas muito novas a 80 rs. a libra e2,5oo
o gigo com 36 libra:.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de
conta certa.
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,800
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a l.ooo e ll,ooors. a frasqueira.
Ausi'titou-se no ilia 2 do rorr.nl-- a.- nit-ic u
da casa da ra dolmpfradr.r n. Ifi. 1 :, ciimtm-
do, crioulo, cheio do rrpo, aliara
comprido. -Utos rrqofnos e peora |U, mt -, >-
sa e bigode. bMMMa I-dio, reir--. ir[ 15
annos, puuro mais ou ricmp, e jnlga-v i^r !? ao>
calca prela e camisa br ca : m>- e-crav Un t, m-
prado ao Sr. coronel Galvf. d.. I ;i rao
de se julga lenha tupid.., iras ha fwa ui.rb
visto na Pas.-apem d:, Mapdalcra. ReneJ r Tm-
zea; e romo se dftwfia que ^><
prolesla-se proi eder contra qu. m i ...4*
e pede-se a quem delle der noli, ia u >g^rrar'
que dirija-.-e a sibr.-diia r;i-a. ou ra r,
d. 13, que s.r reerrpen-ado.
Fugio no dia i de jotho r, ir, fo ,,r. j,.
quim, de naro Costa, idade 40 ano 1
ou menos, de estatura regular, o n:
de cabellos na calara, cantos b< m tMnm, l -ta
nao muito espessa; este eseravo i do Sr. Tai .r.a
e comprado ull nianunlc m Sr. lean 1 rr me d*
eommiftio de escrav, s na ra o h B-
la que j em outro l.-mpu trabalhno em Is4pai n
com o Sr. Jos Sesario : qunn .. j
ra da Concordia o. 8, retioaco, qn.' -n ra-
samente gratilicado.
Caf do Rio de Y1 qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Caf do Cear muito superior a 24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho de Ia qualidade a loo
rs. a libra e 2,8oo a arroba.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a
arroba.
8,000 a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
loo rs.
Notes milito, novas a 16o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de vidro com rolha
do mesmo, a 16o rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
a 800 rs. o frasco.
dem de Java a 80 rs. a libra e 2,4oo a ar- Mostarda franceza em potes j preparada a
roba. 4on rs. o frasco.
Painco e alpista a 14o rs. a libra e 4,oooa' Lentilhas francezas, exceliente legume para
arroba. SOpa, a 2no rs. a libra.
Massa de tomatesde superior qualidade a 64o Marrasquino de Zara propiamente dito a
rs. a lata de urna libra e 56o rs. a reta- 1-5 a garrafa e 11,000 a duzia.
Iho. Palitos de dente a I io rs. o maco.
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,ooo o gigo.
Gomma deengommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figos em sextinhas a 80 rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes c peque-
os, por diversos precos.
Amendoas ennfeitadas a 61o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a I .4oo e 2.000 rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,800 rs. a caada
e 640 rs. a garrafa. |
Vinagre branco j engarrafado a
garrafa.
de linha do gaz a 700 e
RIVAL,
SEifl SE&UiVttO
Kiia do tiielmado ns. 49 e 55.
Contina a vender todas as miudezas que abaixo
declara por precos admira veis.
Massos de palitos lixados para denles a 100 r
Espelhos de molduras douradasa 200,240 e 320 rs
Bonets de oliado para meninoya 1,5000.
Ditos de couro superior fazenda a ItfSO.
Frascos com superior tinta rocha a 240 r..
Meiadas de linda froxa para bordado a 20 e 60 rs.
Babado do Porto, fazenda boa, vara a 80, 100 e
140 rs.
Varas de franja branca eslreila a 40 rs.
Calas com 100 envelopes, fazenda fina a 600 rs.
(rozas de peonas de ac, fazenda superior a 500 rs.
Duzias de meias cruas encorpadas para bomem a
Grozas de botoes madreperola finos a 500 e
e 640 rs.
Caitas com 50 novellos
900 rs.
Caixascom superiores obreiasde cola a 40 e80 rs.
Pecas de fita branca elstica com 9 varas a 280 rs.
Varas de franja de la para enrelles de vestidos a
40" rs.
Baralhos dourados superiores quadades a 400 rs
Novellos de linha com 400 jardas a 80 rs.
Lirros para assentos de roupa lavada a 100 rs.
Pares de botoes para punho, fazenda rica a 120 rs.
Tesouras para costuras superiores quadades a
400 e \&.
Caixas de peonas de calligraphia, fazenda boa a
1^000.
Massos com superiores grampos a 30 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a 1300.
Pares de sapatos de trancjrpara meninos a \> e
1)5280.
Caixas com superiores agulhas a 240 rs.
Libras de laa sortidas de bonitas cores a 7,8000.
Caixas com superiores obreias de massa a 40 rs.
Bodinhas com alfineles francezes muito superiores
a 20 rs.
Besmas de papel almaeo a 2,8400 e 2800 rs.
Besmas de papel de peso fino a 2J000.
Escovas para roupa, fazenda boa a 720 e 1,8.
Duzias de tesouras com toque de ferrueem a
600 rs.
Duzias de facas e garfos de cabo preto a 3,8000.
Talheres muito fino para criangas a 240 rs.
Vinho do Porto especial.
O mais generoso e genuino vinho do Porto, mar-
eas novas e especiaes em caixinhas de 12 garra-
fas, sendo marca Bainha de Portugal a 185 a cai-
xa e Pedro V a 16,8, em porcao far-se-ha om aba-
le razoavel : no armazem de Ferreira & Matheus,
na ra da Cadeia do Becife n. 66.
Maceas de farinha a 4#AOO
com 22 cuias de farinha da trra, e nao querendo
a sacra, a 45 na ra do Imperador n. 26 defron-
te da casa das audiencias.
Azeite doce refinadoem pequeas latas a 5f50 r?% a garrafa: no graude armazem
da Liga.
Saceos de 80,100e 120libras a 4&4500 e 55 ; no grande armazem da Liga.
mmmmmmm
Fugio no dia 29 de junho proa n ado
do lugar de Gamella d.- Barra Gra ..0..i
de Aiagoas, o mulato Am in.i ., de i..de
Riis ou menos de 20 anno<, com tu -,yn.:'; ....
guiles : epatara regalar, cara rhaia
com os dent.-~ um so> os outn-, sem 1 rl
chalo, com marras de feridas bm perna*, c -. aai
taino am rima do dedo poilcfwr di ni mttm
pea chatos e os de.! >s arrebil.rios levan !. ...ur-
ta de panno preto, calca bram-a e de Ouricon, nlga-se ler alstalo em 3 L-,n. ;,..|es
eorposde Tolanlana: rofa-M p.nmti *< snm-
ndados policiaes e aos eapaes da j 0
pegar e leva to a seu senhur M.r... I Ft..nci-
Queiroz t>ullnho. no luirr aeima in. ^
seu correspondente nesta prar-i o Sr. Anfi'mii >
il. Temporal,com e 30. qne generosamente sera" recompeQ>.i
Fugio em principio de junho uimo, .
poe-se vagueia peta cidade do Reeifc t -
I ios, o moleque Manoel. ertooli
ter a dado de lo" anuos, toada ,,
-:p-
.- taaap-
' 'i
-ali-ci
: .;
f^Jas colara
m ig
Madapolao milito fino cora pequea toque de avaria, por preco que admira :
:olaranas na ra do Crespo n. 13, de Antoni j Corma de Vasconcelos i C.
vtufKd
na loja gv\;

Grande sortimento de roupas feitas de to-
das asqualidades,
Calcas de casemira a 6,8 e 7^500, ditas pretas a
65 e 85, calcas de ganga a 1$ 1,8800 e 1,8600,
ditas brancas a li, brim de linho a 3,8, 341500 e
45, paletots do alpaca branca a 4,8500, ditos prelos
a 35 e 35.100, ditos de alpaca de cordao a 45. e
de listra de seda a 5500, dilos sobrecasacos a 55,
paletots de casemira a 55, 55500, 65, 85 e 95,
ditos sobrecasacos prelos a 125, 15 e 165, ditos tt- KrjfTlfiwn Tn< 1-fPT'TT
nos a 255, de cores a 135, ditos fraques a 145, A lHIl/lOlAJ OKJtt UrJI IUdllU
paletots de ganga a 35, 25500 e 25, ditos de brim RUJA 'OVA X. 91.
pardo a 35, jaquetoes de brim pardo a 35, panno acaba de receber um lindo e magnifico sortimento
preto fioo a 25. 25600, 35500 5, 45500 5 e 65 o deoculos, lunetos, binculos, do nltimo mais
covado, moreantique preto a 25600 o covado, gros- apurado gosto da Europa.
denaple preto a 15500,15800, 25, 25200 e 25500
o covado ; e ontras muitas mais fazendas que se j
deixa de annnnciar, e manda-se levar pelos caixei-,
ros da loja da arara casa dos pretendentes. O
e tabelenmento est aberto at as 9 horas da noite,
ra da Imperatriz n. 56, Mendes Guimares.
(Jhegaram os superiores
cortes de seda
Superiores cortes de seda de cor, vindos pelo
ultimo vapor f.-ancez : na loja das columnas a ra
do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vascon-
celos 4 C.
Farinha de mandioca fina e alva, mas bara-
ta do que em qualquer parte, arroz da trra pila-
do e em conta : para ver e tratar, na ra do Vi-
gario, casa n. 29.
'AWBJtUA
urna cicatriz no dedo pollegar da ama dkretm, pro-
veniente de um panaricio ; l^vou catea e t-jaamt
de algodaozinlio gro : qn-m o ai*.rdtoadai
entrega lo no i- andar do >.,bra1o n. !7. na pama
do Corpo Santo, ou no siiio do Sr. Dr. Ango-to F
de Oliveira, ua Ponte de Ldia, sera retomaea^
-ado.
Desde o dia 6 de jante p \imo n-
do ansentou-se de um dos estabeecirnentos
do Exm. Sr, bao do Liv amentu, 11 !e x
acliava a ervigo, lia mais de 1 aaaw, m>
cravo Panlaleao, de propnerjwfc d .|a.
sem&argador Custodio Manoel da SOn Gm-
maos. No dia 9 do supradit nu M
acfaado, junto aocaes do Irapicbe do al',
dao, no Forte do Mattos, o cadver de \m
homem preto, que estere, durante todo es-
te da, expoto em frente da igreja da Ma-
dre de Dos, espa!hando-se logo a notko
de que esse cadver era do referido escran
Panlaleao, o que logo f..i disnoenlido peto
informariio dada pelo suLdel.-sadodo bairro
do Recife, que assistio a vestoria, que se
fez, e declarou ser o cadver de um pesca-
dor, morador em Fora de Potas. pra
que alguem, com m f e inlenco crimir -
sa, n3o se aproveite desta circurosianna
reconhecidamente falsa, aftm de u.ai ful-
mente lograr seu intento, faz-se o presenta
annuncio, protest.indo-se contra iranlaiaL
noticia em \ista das minuciosas iml
a que se procedeu. E, como kalmJC fro-
babiiidade de achar-se dito eseravo acuatad
por algum especulador, roga-se a lorias as
atitlioridades policiaes e aos capilies de
campo, que appreliendain orntaeSmo e-
cravo (que no dia 8 ou U d'aquete m^mo
mezfoi encontrado em Apipucos. onde osla-
r talvez forfaiamente acontado) e o entre-
guen ao seu referido fenhor, na ra da Au-
rora n. 60, que gratificar gener-jaiceule
protestando igualmente asar dos meim i
diciaes contra o acoutador do dito esm*
tendo este s seguintes siguaes : estatura
pouco menos que regular, clieio do ovpo
idade de 3 annos, cor preta-cabra, cabera
1 pouco redonda e pequea, olhn* na
e TerneR*.
Jolas preciosas c objc< tos de
011ro.
Mauricio Selbeberg & C, Polacos, ltimamente J31?10 Penenos, esfumarados .
chegados a esta provincia, cTerecem ao respeitavel beiCOS regulares, ps largos e apalheta-lus
publico um grande sortimento de joias, brilbantes, e tem 0 andar inclinado rara traz p .-^l
relogios e muito* ohjectosde ouro, por preco o baleante fnnwm ,Wi J t, i-,
mais razoavel possivel, e mesmo troca e compra !^: J?" r>nVem.deC,ar;Me "I00^"-
objectos de onro, prata e diamantes por objectos cra>0 novos : na ra do Queimado n. 29, entrada pelo Ca e camia brancas de algodo erosso da
largo de Pedro,11 n. 27, de manhaa at as 9 horas, Babia, tendo do lade direilo da nrimeira e
e a tarde das 4 horai em diante. Os ob ectos ven an pcnnprdr, ,1-, .on 1 .. I^1*1
didos pelos annuncianles sao garantidos por e les, f f "l^0 da segunda as intciaes B. L
e esto promptos para levar objectos s casas das ae un,a. Dem Prela e to secura
\
pessoas que desejarem comprar, urna vez que nao QDasi impossivel
possam vir a seu estabelecimento. que se lave.
desvanecer-se
qne
por
sera
l




Diarlo de Pernaftibnc Hiluti felrft 1S de lulho de 18.
-r


L1TTER ATORA.
a produzir os melhores resallados, segundo afflr-
na Mittermaier.
Os autores do n*vo projecto do cdigo penal por-
luguez adoptaram a idea a que me tenho referido,
e -i justificara em um luminoso relatorio.
Nao cabe aqu a exposigao miniiciosa do systcma
OH POCO DI! Tl!D0. 50 ^ |)bras esterKois na despMa TOlaJa para as
Dj relatsrio d ministerio da jistiga extraamos prisoes da Irlanda,
o seguintes :
SYSTEMA P15NAL.
O cdigo criminal brasileiro lem sido justamen-
te onsiderado como ura dos molliores cdigos mo-
denu-. O espirito philosopbico, que ncllc predj-
vnina e o vivifica, e o systema que adoplaram seus
autores provam sua proQciencia cm urna poca ja
um piuco distante.
Entretanto a sciencia criminal nao estaciona- da 1'berJade preparatoria, e de todas as medidas
ria. Hamo porventura o raais difcd da publica complementares que o'devem acompanhar, como
adaiioislrago, tem provocado sempre grandes es- fundo de reserva, sociedades de patrocinio, e co-
forcosda parle dos sabios e philanlropos. loaias ae refugio penal, ondeos que acabam de
Por melhor, porm, que seja um cdigo penal, cumprir penas rio fazer quarentena, aflm de que
elle Dio produzir todos os seus bons effeitos se as nao compromettam e raallogrem os esforcos eitos
prisoes e o rgimen destas nao forem os mais ade- para sua emenda e meiboramente.
(juaios, se as leis do processo o nao lornarera bre- Apresentando-vos esta medida como a mais aza-
va e protector, se o pessoal encarregado de iiive;- da para conseguir um dos lias principaes das penas,
ligar o punir o crime nao offerecer garantas de il- resguardando a sociedade de novos alternados da-
lu-tragio e independencia. quedes que j urna vez delinquirn), nao pretendo
O tstado e rgimen das prisoes sao deploraveis, aconselhar sua adopgao de cbofre, porm que se
. tato o da casa de correegao da corle nao c faga um ensau, e ao mesmo tempo que o goveroo
mJnor, como direi em outra parte deste rea- seJa autorisadj a mandar pessoa habilitada estudar
torio.
Quanto s leis do processo c magistratura, o
projeoto de reforma, que vos occapa desde o auno
passado, pode, minorado,remediaros inconvenien-
tes ha limito aponlados e recrudecidos.
Compre rever algumas das disposigoas do codi-
to penal.
Estabelecer melhor rgimen penitenciario na cado.
casa de correegao da corte urna necessidado ur-
gente. Esta providencia lera aiuda a vantagem de
mbdto e incentivo s provincias para melhorarem
as pnroes, deveado-se quanto antes separar da di-
ta cija a detengo, o calabozo o o instituto dos
menores artezos.
Nao demorar-me-hei em mostrar a necessidade
dessa separago por evidente, e porque de sobajo o
fez a commissao que em 1853 examioou a casa de
correccao, e consta do seu importante relatorio an
nexo ao do ministerio dajusliga de 7 de Janeiro do
auno passado.
N'io basta sso. O progresso regular, mas con-
tinuo, que minora ssui destruir, ama necessida-
de dgs governos na poca emqui vivemos, a ver-
dadeira manifestago da vida dos povos livres.
Oatra reforma solicita o systcma penal, j otro- i A publicidade da execugo da peoa de morte,
duziiaem algumas nagoes : e vem a ser raodifior como a e>lubelece o art. 41), tem sido qualiflcada
o) abreviar a pena, se o delnqueme no cumpri- de immoTi'[ e Perigosa por mallos e distinclos pen-
mejto della mostrai-se arrependido e corrigido. adores, e ja em muitos estados da America do
A sociedade apoJera-se dodelinquente, julga-o e Hort8 algUi di Alemana est proscripta essa
e no principio de 1862 era de 1,31a o numero dos aalheotica de que os menores de 7 annos nao tem Quaes lagrimas do cea,qaaes doces gotas
condemnados. imputabllidade alguma, restringndo-se a doutrina Do orvalho matutino sobre as fbres t
Taes resultados permittiram qne quatro pr is5es do art. 13 somente aos menores de 14 e miores No jispeo seio n que estremeca,
se fachassem por inuteis, e em 1861 a reduccao de de 7. Repousava a caneca macilenta
- A pane relativa aos crimes contra a honra De vene''aQdo v.eln0-__ Era a pa|merai
difflcieote, como a experiendia tem mostrado, Vencida pelos venlS da m00unha,
No reino de Saxe o resaltado do ensino continua anda o anno passado o assignaloa o mea iliastra- jRecosta,,.t n05 ,)r.,0 da bonna _
a instituirn em todas as suas relagoes nos paizes
onde se acia adoptada.
Emquanto assim preparamo-nos para empreen-
dera reforma cora segurauca, minha oplnio que
adoptemos o systema penitenciario de isolamento
individual c da liberdade provisoria convenientemente moditi-
A nossa legislagao nao reconhece o direto
rehabilitaco do condemnado, cuja senleoga coo-
deinuatoria pa^sou em julgado, mas cuja innocen-
cia pode ser provada e reconhcida posteriormente.
Um erro da jusilga, escreveu Bentham, j por
si um objeclo de luto; mas reconhecer o erro e
nao repara lo destruir ordem social.
O direito reliabilitagao em tal caso nao pode
com justiga ser negado, assim como reparago.
Esta deve ser moral e pecuniaria.
Pde-se julgir indiciado em crime um homem
honesto, e por Uso prendlo, lanca-lo n'uma priso
e caufuadi-lo com os maiores criminosos. Mas, re-
condecido que ionocoote, depois de ter sido con
; demuado, deve-se-lhe urna reparago.
coniemna-o. Para a Imposicao da pena aprecia o
failo criminoso com toda: as circurastancias que o
revestem ; mas dalii por dame parece inexoravel,
quaesquer que sejam as circunstancias posteriores
condemnagao.
'Condemnados dotis criminosos pelo mesmo crime
: mesan pena, pouco se importa ella que um se
publieidade.
Em 1838 e 1830 o ministro da justiga em Fran-
ca rocommendou que nao fossem laes execugoes
em das de fera, para nao fazer-se deltas um es-
pectculo popular, que podia contribuir para a de-
pravarlo dos costumes.
Sci qte nesta augusta cmara existe am projec-
ntoralise e corrija, que o oulro se deprave comple- td :,bolindo a Pena de morte; entretanto, qualquer
lamen:; : solf.er.io o mesmo castigo c entraran de 1ae leuha de ?er a vossa te, a publicidade de
novo para o gremio socia! ao raesmo tempo e pela
njpsrna porta I
A razao e a justica condemnan esso ceg nivela-
menlo do bem com o nal, da mjralidade com a
. depravasao.-
0 systema que, depois de i.aver attendido a to-
das as circunstancias anteriores ijnposigao da
pena, attende tambein s subsequentes, o mala
execncao dessa iremenda pena como esi estatuida
nao deve continuar.
Em quanto a sociedade nao julgar poder desar-
mar-so desse terrivel raeio de intimidacao contra
perversidades excepcionaes basta que a execugo
tentia lugar no paleo ou recinto da prisao, sendo
somente prsenles o juiz da execuro, o promotor,
dous escrvijes, o sacerdote que .icompanhar o con-
razoave), justo e benfico. Por elle desperla-se o demnado, o medico da priso, e as testemunhas,
que com aquelles funccionarws devem assignar o
amo da execuQao. .
E' digna de ser adopta 'a a instiloic3o dos re-1
gistros criminaes, que segundo Achules Morim, !
im dos mais importantes melhoramentos que ha
estimulo do melhoramento no animo dos condem-
eados, deixanJo-'lies e mostranoo'lbs os meios de
adquirir mais depressa a liberdadp, e corrige-se o
orro dos julgameutjs quaud as peuas peccareni
por execessivaiuente severas oa brandas.
do antecessor. Comg 0 rjgido rJr0i nue iDquea,
- A pena de pristo era delicio sera gravidade ; Esma a |enra flor( aparaa queda,
podia ser substituida pela de multa, qaando a lo-; Agsjm aque,|e veneraDdo velh0
significancia do delicio fosse acompanhada da cir-
cumsiancia de nao tero delnqueme sidoimpellido
por sentmeotos baixos ou perversos. A pena de
multa adverte o pune sem manchar.
A de gales, em quanto nio fur abolida, deve
ser cumprida em presidios como o de Fernando de
Noronha. O repgname espectculo dos gales em-
bregados nos trabalhos pblicos nao morali-a a
sociedade, e degradando e avltaudo o criminoso
aos seus proprios ollios tira-llio todos os estmulos
para a emenda.
E' preciso, porm, fazer obras naqnella illia,
j Rijo cedro no ardor da crua guerra,
Banqueiando vencido pela morte,
Quebrara o corago da virgem pura,
| Tenra flor, que amparar julgou-lhe a queda.
Era um pai, que roorrera no combate ;
Era a nlha saudosa que gema ;
Era a d&r... era a morte em pello vivo I
E" p'ra hi que o pirata se eucamioha,
i E, crusando solemne e oobremente
' Os brajos sobre o peito, exclama alliTO ;
para que os gales e os grandes criminosos das pro- **
vincias possam ser para all enriados. O' que virgem que bella crealura I
As vaaiagens desta medida j foram expostas no Oh! hur do propheta t
penltimo relatorio. Ou Os a encarnado da divindade,
A pena de ajoutes applicada aos reos escra-; qu s am pensamonto de poeta t
vos, como determina a segunda parle do art. 60 ]
do cdigo criminal, condemoada por todos os Porque choras, malber t_ morren-te um velho ?
mdicos da casa de correccao, os quaes tte aitri-i As lagrimas que sao ?
buem muitos easos de morte occorridos no cala-TQaeres tu, anjo bello e peregrino,
boco. Um delk, o Dr. Luiz Carlos da Fonseca, j De um guerreiro valente e-coraco ?
fundado na experiencia de mais de um quartn de! f yem cemjgj fhff n.om rein0 i,(ro
seculo, diz que a pena de agmUes assim appftcada T(J 9CTas a rainha (
eunitale a d* mor eom marlgrio. T(rs Q meu amof lers> be,|a>
To deploravel resaludo evidentemente con- a gloria, qoe hontem foi somente mnlte t
trario ao espirito do legislador.
Este systema o que um celebre criminalista e ">ujl 'erallu se tem introduaido na administraeo j
magistrado francez denomina doliberdade prepara. da JUSIiVa criminal. Consiste ella na localisago (na
torta, o sabio Mittermaier liberdadc revogavel. fieguezia da naturalidade) de lodas as indicagdesi
E" praticado na Irlanda CDm grande vantagem, as- judiciarias relativas a cada condemnado.
sin corno no enaio Caito no reino de Saxe. Kite .ystema, adoptado em Franga em 6 de no,'
A li os condemnados sao n:. primeiro periodo da vembro de 1830, sendo E. Uouher ministro da,
expiacao encarcerados em Monljoye, peno de Du- justiga, tem apresentado os mais lisoogeiros resal-1
bllo guardados em prisao cellolar durante 9 a lados, quer relativamente repressaoem geral e-
10 mezes, prazo que pode ser augmentado ou di- preveoSao dos crimes, quer pureza das listas eW-l
minuido conforme a boa ou ma conducta dos pre- traes e dos jurados, e a moralidade social.
sos E- o periodo essenciaimeate expiatorio, com O artigo 13 do cdigo criminal contera urna
riirore^o rgimen disciplinar, privados os presos grande lacana, que conven supprir, determieaado
de" iodo o trabalho e portanto de salario. O tempo at que idade nao ha responsabilidade alguma nos
empregado todo ua i^strucj.: i moral e religiosa, menores.
Dorante este periodo de espas lo o preso cons-
lantemente avisado de que nao sahr da priso
solitaria, nem lera trabalho, at que prove com
evidencia a sua boa conducta. Comprehende-se
fcilmente quanto elle se esforgar para conduzr-
se bem, pois s assim poder deitar a priso soli-
taria e passar para outra mtnos severa.
O segunde periodo/ da expiag^ ou castigo con-
Seundo esse artig > pode baver discernimenlo
tanto em urna criaoga de 4 annos como nc,menor
de 13, aflm de ser a primeira recolhida a, easa de
correcgo ate os 17 annos, isto presa e sujeita
ao trabalho pelo tempo de 13 annos.
E' do acadmico Joaqu.m Vilella esta poesa.
o PIBATA.
I
Eu sou livr como as ondae
Do mar ;
c Como o placido e sereno
t Luar;
t Como os raios que se crusam
t No ar I
t Eu sou livre como as ondas
Do mar 1
Sou valente qual o fero
f Leao ;
Estes honiens, que aqui vejo,
t Meus sao,
Ganhe-os co'a cemitarra
i Na mao I
Sou valente qqal o fero
t Leo I
< Desses mares, dessas vagas
t Sou rei !
< Aqui domino ; co'a espada
i Dou lei
Senhor das trras, que vejo,
f Serel I
t Desses mares, deesas vagas
Sou rei t,
* Todos vacillam, me escutam
< A voz ;
c Escarnego da procella
Feroz ;
a J me vira.n nos combales
' Mil ses I
< Todos vacillam, me escutam
A voz !
Tenho ffoiro, e de riquezas
Montoes I
a Meae guerreiros se parecem
Leoes I
i Amo ouvir da tempestade
t Os sons 1
t Tenho d'oiro, e de riqueza
c Mon l o es I
Eu sou livre como as ondas
Do mar I
Na rainha curveta quero
Ficar,
> Qaando no chao morto e fro
i l'wj.ir I
< Eu sou livre como as ondas
Domar i >
II
Avuta ao lougp,.no horlsont, ao longo
Garbosa barca, desusando leve ;
Veloz, singrasdo vai deixando aos lados
Frocos de espuma, scmilhando nev.
J
era se impugne esta interpretagao peto motivo vcla&cheias el|a ,raz ab8
Sers a mensageira de meus sonhos,
Sers meu genio bom I
Ters um bandolino, em que descantes
Tua doce ventura, em meigo lora I
c Quando as ondas do mar forem revltas
Pela negra porcella,
Ea no teu seio dormrei sorvendo
Os quentes beijos nesta fronte bella.
Quando o mar fr bonanga, pela praia
Iremos divagar ;
No meu hombro inclinada, pensativa
Sorrirs de prazer, ea te hei de amar I
t Oh acceila, mulher divina e pura,
Esse amor de poeta !
Tu, que s a encarnago da divindade,
Ou a huri venturosa de propheta
Mais a virgem chorava ; de seus labios
Urna phrasesomentenao sahia ;
E de seu velho pai molhava as faces
Onde a morte seus beigos comprima.
Sobresteve um momento ; estremeca
Em febre e delirante o corago ;
Pelo mar expraiou seus olhos langues,
Olhou o mouro, e Ihe fallou entao ;
VI
Mouro I mouro infiel, queres acaso
Do meu peito a virtude ?
Ou queres saciar na bruta orgia,
No gozo torpe e rude
Teus intentos brutaes, brutaes desejos,
Manchando um seio puro com teus beijos ?
t Mouro mouro infiel, queres acaso
Um amor santo c lerno ?
Ou queres que meu neito queime e abrase
Esta chamma do inferno,
Satnico desejo, amor impuro
Que deshonra a mulher, e o que mais puro I
Si queres este amor... nao quero vr-te I
Nao quero te escutar I
Retira-te, satn 1 no abysmo negro...
Vai nelle le oceultar !
Mas si queres amor sublime e nobre,
Infiel, se curislao I rico, s pobre =
VII
E calou-se ; suas faces eram rubras,
Seus olhos eram batios, tao quebrados 1
Traduziam volupia se embebendo
Do pirata nos olhos abrasados.
Um sorriso desusa nos seus labios
Um sorriso de amor, to feiticeiro
Sea seio era to bella, enrubecido I
Seu olhar lo sereno e to fageiro I
Enlo ? iGeniil pergunta ella ao pirata,
Que respondes ti Logo elle sobre o chao
De joelhos cahindo,delirante
Exclaraou : O' mulher eis-me christao I-
de que o tribunal competente para jcJgar desse ;
5 no. mas tro trmula ama bandeira;
mmenlo porqoanto este faci ps.chologico | Xmimrnaa em deraanda da cuver',a)
- i i. r, mmm -ni nm ro. purament) scientifico, e por ism) esc<4>a a compe-
na prisao e trabalho ero cjmraum son am re-1 "" *1
siste
gimen de severidade disciplinar. Divdese em
quatro classes, as quaes o rigor vai pouco a pou-
co aiminuindo conforme o preso mostra zelo no
trabalho, submissiio, etc.
As prisoes intermediarias constiluem o nltirao
periodo da prisao legal ou o ultimo tempo, que pre-
cede iberdade preparatoria ; sao como um pur-
gatorio ou lazareto depurador.
nicamente dous estabelecimentos, diz Bonne
| tencia geral e commum do jury.
Em Rezende deu-se o segrate
Jos, menor de 6 annos, Ulho de- Jos? Marlinbo e o descanga na barca,sobre a mao
da Franga, foi processado, prenunciado noari. gj|e eacra... depois todo estremece,.
Pelos mares- vogando vez ligeira.
O-pirata frseu oculo appareHta
193 do cdigo criminal, e presa porqae oi innal-
pado de matar com espingarda de. caga ama ne-
grinha de 9 para 10 annos. Apezar de impugnar
o juiz de direito que o reo fosse menor de 6 annos,
affirmando pelo contrario que era maior de 8 an
nos, com ludo, quer em um quer em outro caso, a
E mais forte lbe bale o- eoragio.
A crvela e a barca se encontraran),
I Foi um choque terrina! I de repente
" I A eurvela voltou-se- descobrindo
De horrivel batera toda a frente.
ville, sao destinados a terceira phase da expiagao : ,elra do ar, 13 do codLgo penali e os Kls. & da trov.o ^^ auuras_.
de 1841 e 370 do d-
os de Lusk e Smitheld. Ahi s admittido mui
pequeo numero de individuos, cem, quando mui-
lo, todos escollados entre os condemnados reputa-
dos ;ufcientemente corrigidos, e perraanecera su-
jeitos, como na prisao, as condigoes regularaentares
de disciplina, instruccao e uaoalho; raas estas con-
digoes, muito menos rigorosas, sao todas aproprla-
das as exigencias da sua fulera liberdade prepara-
toa. Assim cada preso pode aperfeigoar-se em
sua profisso ou ofc.o que em breve deve facal- lidadei marc^u os seguntes periodos :l.dell7--A abordagem I depreca I
lar-lhe os meios de vida.
- Os presos devem trabalhar como operarios. A
lei n. 261 de 3 de dezombro ae in e ro aooe-j_ Estampido terrivel sobre o mar :
creto n. 120 de 31 de janeiro de 1843, autorlsara I Uma nuvera ^ jumo negra e triste
o procediraento judiciario, e de accordo com elles I por um moBeBi0 esCureceu o ar.
foi expedido o aviso de 17 de ootubro de 1863, de-
clarando que os menores de 14 annos podem ser: Como o tronco de uma arvore possante,
presos antes mesmo da pronuncia.' ; Que aos golpes do machado estremeceu,
Ouvido o conselheiro consultor, opinou : Assim a barca, recebendo as balas
t Que a sciencia do direilo criminal, estudanda Conliams, sossobroa, depois rangeu.
a influencia que a idade exerce sobre a imputabi
la Am-9 9
Langando-se da barca no conves
valor infinito ; e Immolando-se assim de novo de ne;s ar,m de jj,^, ^ mtaPJkat ie i
orna mane.ra incruenta, torna presente a todas as Colloago do lio qoe deve estabelecer i
geragSes humanas o nico sacrificio que nos nicac^s telegrephteas entre a lllu da Terrnll
salvou. e a Irlanda.
Portanto o sacrificio da cruz e o sacrificio da Como se sabe, foi org misada un
missa nao sao dois sacrificios, e o mesmo e nico nhia adra de tentar a execugio desu i
sacrificio de Jess Chrlsto, offerecido somente sob la roaos resultados t^ve em 18S. A
duas diferentes formas exteriores. fez a acquisigo do Great Easlerm, onde ae riu ja
Na cruz e sobre o altar, a victima a mesma- collocado o li., qoe mede 2,6.w miliu>.
Jess Christd; e esta nica viclima offerecese ao aiXa?^p^SffS*,,,,
mesmo Dos com as mesmas intengSes. S a for-
ma exterior, a apparencia diversa.
Por consequencia o momento mais solemne do
sacrificio da mid o momento da consagradlo ou
elecacao.
Para advertir osassistentes, deque bosso Senhor
esl prsenle, toca-se a campainha por tres vezes
Cobren este apparelho qnatro canuda* de i
percha, lambem i*olida uma* da* ouir.
A c.nada exterior da >MiM-pereto > ,r>lr%H\
por me Dos de ferro envolvidos em paan de aV
nho alcalroado.
Construida deste moilo, a linha lelcgraffties e#-
ferece uma grande forga de resisieneia, trasto as-
Todos devem ento ajoelhar-se, se o naoeslao ja, davia seu ^^ especjlico p^,,.,, raaMManai
prostrar-se, adorar profundamente a magestade de A ^, a bot0 do Greal gattfrn g^
Jess Christo, unir-se a elle para cumprir por elle, lre lrei grandti caiparlimewos de Ierro.
annos,
totalidade do producto do seu trabalho Ihes con-
cedida como premio ou peculio da sabida. Rece-
beni diariamente 6 pence para a algibeira.
Muitas vezes consentese que os presos saiam dos no cdigo criminal art. 10
e procurem trabalho afim de poderem adquirir e g 10.
com os que mais tarde quizerem
neohuma imputabllidade ; 2, de 7 a 14. 0 mar enrubecou coalhado ,angue ,
pessibilidade de uma mputagao imperfeiia alada-, Do .ata n onrislaos |anQam.Se aos ps.
3o, de 14 a 21, Imputabilidade alternada ; 4, de
21 em dame, imputabllidade plena.
< Que os 2, 3 e 4 periodos esto bem deflni-
1, e arts. 13 e 18
Piedade I compaixo Elles exclamara,
A piedade o tyranno tambera sent t >
conservar relag5es
occupa-los. Alguns sao at empregados por certo
e determinado tempo como operarios, e entregues
a industriaes ou cultivadores.
A administrago nao se serve do poder que sobre
elles conserva se nao como beoefica tutella, afim
tar sua volta e collocago na sociedade.
Assegura o mesmo autor que, depois da intro-
duego deste systema, em 1836, de 4,643 libertados
com ou sera licenga, 80 % perseveraram na boa
conducta de que haviam dado prevas, e que de
1,800 licenciados apenas 4 % incorreram em nova
coudemnacao.
Em 1854 cominham as prisoes de Irlanda 4,278
condemnados afora 250 a 300 deportados.
O numero dimioaio gradualmente, e em 1861
desceu a 1,492, tendo sido deportados somente 50,
Parai I Grita o pirata sobraneeiro ;
Sao captivos; parai, barbara gente I
III
Era sangue coalhado; era desordem ;
Eram lagrimas quentes que corriam
Dos olhos dos captivos. Triste quadro t
Que quanto ao 1 tem applicagao a doutrina
do art. 3o, que estatu que nao haver criminoso
ou delinquante^emraf, isto sem conhecimen-
to do mare intengadeJhoxaticar.
Qu nioguem pode contestar que am menino
de 7 ainos nao tem itnpatago criminal, e por isso Aqui... era um mancebo louro e bello,
o processo equivaleria ao mesmo qne processar Exange, j sem vida, trespassado
qaalqoer animal intelligente e domesticada. : Por raoura cemitarra.
Qoe, averiguada pelo juiz processante ame-] Ali... gema
noridade de 7 annos, nada mais tem que fazer. A* am canto, se extorceodo em negras ancias
Esta interpretagao, com quanto seja mais pbi-, as vascas do morrer, nobre gaerreiro
losophica, nao poe termo questo : f, porque a Que a morte sorpsheodera combalendo.
generalidade do art. 13 nao discrimina Idade al-- Acola... era um mouro de bigodes
gama menor de 14 annos; 2*, porque pelo art. 62
da citada lei n. 261 e art. 370 de citado regula-
meato n. 120 somente aojary e nao ao juiz pro-
cessante cabe dicidir- se ha oa nao discernimen-
to no autor do acto criminoso.
Pomnto, parece-me indispensavel ioterpretaco
Retorcidos, feroz, co'os olhos torvos,
Que, as ancias da morte, blasphemava.
Mais aii... era um aojo I era nma virgem
De formas stBI-nuas; era bella t
As gotas de christal as faces paludas
Deslisavam tao lmpidas, to puras,
com elle e n'elle com os deveres de adoracao, de
louvor, d'araor, d'acges de gragas etc., que Dos
espera das suas creaturas.
Cumpre tambem pedir perdao de nossos necea-
dos e lodos as nossas outras necessidades espiri-
luaes e lemporaes em unio com esla Samissi-
ma Victima, em vista da qual Dos se digna ouvir
as nossas supplicas.
ti' uma verdadeira irreverencia ficar assenlaio
ou mesmo de p (sem necessidade) durante a ele-
vagao, e mulo mais anda estar a fallar, a rir, em
distiacgo, conforme praccam muitos, que n'isso
mostrara ter de christos s o nome.
E" at necessario evitar o menor ruido durante
estes preciosos instantes- I
O procurar uma posigo commoda e vontade,
oeste momento solomoe, indicara bem pouca reli-
gio.
Se tivessemos uma f viva, fleariamos bem pene-
trados e bem aniquillados na presenga d'um Dos,
que nos ama cora tao prodigosos exiremos I
Tudo o que precede a consagrago, na nzissa,
nao seno a preparagao para este auguslo mo-
mento do sacrificio de Jess Chrislo ; tudo o que
Ihe spgue nao seno o complemento e a acgo de
gragas.
Nada ha mais solemne do que todas estas cere-
monias.
A maior parte dellas vera de lempos os mais re-
molos.
Desde o primeiro e segundo seculo comegavam-
se os santos myslerios, como ainda hoje o fazomos,
pelo canto dos p-alnios e por orages que o padre
recitava em voz alta, e s quaes os fiis respon-
dan!. Amen.
O altar, era ornado de tochas ou de alampadas
ardentes.
Queimava-se incens.
O padre saudava a assembla com o Dominus
vobiscum.
Depois liara-se cartas (ou epstolas) dos apostlos
ou enlo alguma passagem dos prophetas do amigo
lestameuto.
ToJos se conservavam de p durante leitura
do santo Evangelho que o padre ou hispo cele-
brante, explieava em uma homila (ou pratica).
Depois deste discurso recitava se o credo ousym-
bolo da f christa.
Em seguida offerecia-se ao padre o pao o vinho,
a cera e o azeite necessarios, para o sacrificio e
para o culto.
Ames da consagrago da hostia e do calix, o pa-
dre cantava a oragao chamada prefacio (quer dizer
orago que precede); e pouco depois da consagra-
gao o Padre NottO, absolutamente como hoje se
faz.
Antes dacommunho dava-se o beijo de paz fra-
ternal : depois dava-se gragas; o padre deilava a
bencao com o signal da cruz, e todos so retiravam
levando Dos em seu corago.
Os protestantes esto em grande erro cuidando
que a missa 6 uma instituigo moderna. Nosso
Senhor Jess Christo foi o primeiro que offereceu
o sacrificio da Eucharista, em quinta-feira Santa,
ceia, no momento de comegar a sua cruenta
paixo.
desdo esse tempo sempre e por toda a parte
teem dito missa, os apostlos, os bispos, e os pa
dres.
Todo o christao 6 obrigado a assistir missa
com devogao todos os doming)s e das santificados
excepto quando esliver doente.
E se se p le ouvir missa nos dias de trabalho>
nao 3e deve faltar.
Nenhuma pratica religiosa pode ser comparada
cum esta.
Qaanlos terao tempo de ir lodas as manhaas re-
ceber a bengo de Jess Chrislo e que, por causa
da sua negligencia; se privara das gragas que os
fariam bons e felizes!
A MISSA.
De todos os pontos de doutrina cbrhla nao ha
talvez um s, amigo leitor, que seja mais ignorado,
e todava mais importante, do que aquelle de que
hoje nos vamos oceupar.
A sua pratica lo frequente, e quando se sabe
apreciar, os fruclos, que se colhem delle, sao tao
ebundant"s, que muito bem se pode chamar aa/ma
do chrislianismo, o centro e como que o resumo da
religiao dos christos.
Queiemos fallar da Missa.
A Missa e uma orago; mas alm disto, e cima
disto, um sacrificio, e que sacrificio I
Um sacrificio, em que o proprio Dos se toroa
presente ao seu povo I um sacrificio em que o pro-
prio Deus desee ao altar, como victipa.
O sacrificio a acgo mais santa do culto d0
verdadeiro Deus; a ofTerta que se faz a esse
grande Dos da vida de uma victima para reconhe-
cer, que so Elle o Senhor soberano de todas as
creaturas.
Quanto mais excellente a viclima do sacrificio,
mais excellente o sacrificio; porque elle tira todo
seu valor da victima, que se immola.
Avalie-se por isto a santidade infinita do sacrifi
co da Cruz, em qu^Jesus Christo, o Filho eterno
O primeiro, na pra d-> nari >, ten SI p 4
dimetro e deve comer 630 milbas de I* ; se-
gundo, ao centro, lem 58 ps e
diameiro e 840 mimas de lio ; o lereeiro, a
tem i>8 pea e comin 810 raiihas de Ao. Cj
dos compartimentos a quu nos referi *
de agua, e caicula-se que o peso lolai que I
o Great Easlern, quando completa a carga,
18,000 toneladas.
Exerce-se a maior vigilancia nos horneas tmtat-
regados de collocarem o do a bordo, por M*e> ejnee
menor desenlio pode couiptonvjller o bous rebulla-
do da empreza.
O priuciiM de Galles vio com salisfara-i qne zm
menos por emquanto o apparelho esl rauca
perfeilo.
Fez-se trahaihar a machina elecirici em prejssi
ga de Sua Alteza Real, e M peq-ieno BPsjj de aJ-
guns -si'guulis un de-p.vli> percorrsa anu >r
go de igual fio distancia que separa Sherrae-
da extremi lade da Irlanda.
Tambem com o maior cuitad-) foraa
as machinas proprias para a imoi>r>o 4o no i
graphico.
Sao hjnaaei s ajSH tinlia o .tyiM-'iiiMJi em l*y<-
Lni peso de i.t\) libras ioglezas suniciete para
as por em movimeolo, e ha idea de a< fazer traba
lliar muito antes da part la da expedig).
A immer-fn.) das duas extremidades do *> ser
feita por baros a vapor de ism >or toaetagasn, por
isso que os trabalhos d > Great Eistern so eocaara-
ro a 4o milhas de Valenta al 10 smbbiss artes-
de chegar a Terra Nova.
O Great Easlern deve appareibar Mies 4o 10 do julho pioximo.
Sera a-.vmpanhado 'pelo Temple e oatra fragata
ingleza que Ihe daro reboque n-> caso avarta
as machinas.
A viagem entre Valenta e a baha Mearf Cosv
tente ser de 12.i 14 dias, e durante este isiipa
estnbelecer->e:ho communlca)/>s de hora em to-
ra com a Inglaterra, por meto tto Ho leligjspaiuu.
A BOLSA.
Norberlo, filho d'um carvoeiro, eslava um dia
assentado em um pinbal.
Lamentava-se, chorava a bom chorar e pedia a
Dos que Ihe acudisse.
Um senhor, ricamente vestido, cagava naquelle
momento no pinhal.
Ouvio as queixas de Norberto, e camiohando pa-
ra elle, dirigio-lhe as seguintes palavras:
Meu bom rapaz, porque choras tu ?
Ai de mim I diz Norberlo, minha mai este-
ve muito tempo doente, e meu pai mandou-me
cidade pagar botica, e perdi o dlnheiro com a
bolsa que o trazia.
O senhor disse algumas palavras em voz baixa
ao cagador que o acompanhava, e em seguida li*
rou da algibeira uma bolsinha de seda encarnada,
que tinha dentro algumas raoedas deouro todas no-
vas, e voltando-se para o rapaz perguotou-lhe.
Ser esla a bolsa que tu perdeste ?
Oh I nao senhora minha nao tao boa e
nao tem dinheiro em onro.
Neste caso, talvez esta, diz o cagador ? e mos-
tron-lhe urna boisa de muito pouca apparencia.
oh meu Dos, exclamou Norberto, cheio de
do Deus vivo, a segunda pessa da adoravel trin-; alegra ; essa, nao ha duvida ; conhego-a muito
dade, feita homem, oferecera a sua propria vida a bem.
Deus, seu Pai, para Ihe prestar am i homenagem O cagador entregou-lh'a, e o senhor disse ao
digna d'Elle, isto infinita, e para resgatar com rapaz
uma expiagao igualmentejnfinita todos os peccados
do mundo I
Pode por ventura comprehender-se alguma con
sa de mais grandioso?
Nao, por certo.
Grvala, 8 de julho de 1865.
Como tu rezavas com tanta fervor e mostras-
te que tlnhas probidade, don-te tambem esta lida
bolsa, com todo o ouro que tem dentro.
Caros leores, observai a pratica da justica.
A missa tem a mesma grandeza infinita, porque Nao a abandonis nem mesmo nos dias de maior
o sacrificio divino de Jess Christo continuado e provcelo. Dos Nosso Senhor protege sempre o
renovado sem cessar atravez dos seculos. homem devoto e verdadeiro.
Jess Chrislo, realmente presente, posto que invi-1 --. Tini
sivel, no Sacramento de nossos altares, converte
por sua omnipotencia o pao e o vinho no sen pro- Uma correspoodeocia de Londres, cora data de
prio corpo e no sea proprio sangue entre as maos *8 de mato, dirigida ao Moniteur, d a segrate
de seus sacerdotes; eah, sobre o altar, nomomen- circunstanciada noticia sobre o cabo lelegraphico
to tres vezes santo da consagrado, offerecese de que deve ligar a Europa America e que nreve-
oovo como victima universal, na presenga de Dos j mente oomegar a ser immergido, como ante-hon-
Seu Pal; renova o acto de offerta voluntarla, que, tem noticiamos :
saa paixio e sua morte oa cruz dea todo sea I O principe de Galles foi ltimamente a Sheer
!>-?
reo-
Aqui tem os amadores de cari *idales
exemplo de sjllogismo vicioso :
Discutia-se sobre a pena de morte '
nio de advogados e horneas de ledras.
1 as declaras ara-se pro e oulros contra a ai -
I gao.
Aj opinioes adiando se divididas, fot
da uma testemuoha qie at all onvira em
um siwrtman espirituoso-cousa hoje
Varaos Ib* disseram, tos qoe lo
sais de todas as difficuldades, resolvei esta i
E' bem fcil, respoodea elle. Basta i
cinar acanhadamente.
Racioc nemos.
E>labelecerei o principio de qoe os
de um moribundo sil sagrados. Algnea cotMStfc
isto ?
.N'inguem.
P>is, milito bem. Uma vex que nao ha e.:zy
lestago, continnarei. Segui-me de perlo. Vos en-
trar na alta dialctica. Um condemnado a aasrte
ura moribundo. Ora, o sen mais impertas 4e-
sejo seguramente nao ser exeeolado. Porta*-,
sociedade, para a qual o desejo de am nsoribua-
do sagrado, nao lem o direilo de o mandar pan
melhor vida. Nao este argum-m
vel?...
Um estndanle amador da boa pinza faxia ovpo-
sigo a uma cadeira de chimiea ; I *sto per-
gunlas sob as qualidades da agoa, e respoaaa:
A agua apresenta-se sobre ires ofcases 4Miaetas.
I No estado de Unido oa faz, r olilisasa peto is>-
dusiria, e applicada s machinas de vapor, e ser-
ve nos camlohos de ferro, portanto, am ateto 4e
locomogao.
II No estado solido, serve para orvetes
gelados, a cujo respeito podero infirmar
lojas de bebidas.
III No estado liquido, emprega-se em toda a i
se de usos domsticos, para o rozimento d
mentos e para a limpeza ; e tenho enrase i
algumas pessoas a bebem.
Quem espera, desesperadiz nm riti
Vemos as vezes passando impacientadas,!
do o relogio, olhaodo para am lado,
o oulro, pessoas a quem marcaram
terminada para um encontr qaalqoer, e qoe. >
esperadas da lentldo com qoe o lempo parece i
Usar, folgariam de ter a mo nm expediente n
Ihes encartasse o tempo da espesa.
Vamos fornecer-lh'o, porm nao i
nos as honras da invengan.
Secundo o Pharol do Loire*
jesutas de am convento, qoe no
uma especie de collegio, onde as familia* 4a totali-
dade onde elle se acha eslabetoeido ssaaana esta
car seus filhos.
*
Eis o que all se passa :
Tendo varias familias man testado
as aulas acabassem as 5 horas e nao a* C em
determinado pela regra do ronvtsMo, as fra*
sullaram-se sobre o modo coa haviam tto
der, para que nem a regra fosse alterada
desejo qoe Ihes era exposto deixasse ato set
feito.
I
toaaa
ca-
E I
Depois de maduramente pamado o <
no accordo seguinte : adiantar os i
Deste modo as coasas ficaram periettaawate har-
monisadas, porque os pequeos abes n% i, casao
manda a regra, e saben as 5, o
rentes.
Este pao de dous bicos realmente ato i
lilidade engenhosissima.
PERNAM BUCO. -TYP. DETSrP. 06 F. 4


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