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Diario de Pernambuco ( Wednesday, July 12, 1865 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10714

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, July 12, 1865

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10714

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10714

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Wednesday, July 12, 1865

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10714

Full Text
I
I
I
1

ANUO XU HUMERO 157
Por qaarlcl pago dentro de 10 das do 1. mez ...ti,
dem lepois dos 1.' ludas do comecoe dentro do qnartel. .
Porte ao correio por tres mezes
OOARTA FE1RA 12 DE JULHO DE 1865.
ror anno pago dentro de 10 das do 1. mez ,,,... 19|000
Porte ao correio por um auno........... , 3f90i)
EN'CARREGADOS DA SUBSCRIPQO DO NORTE
Parahyha, o 3r. Antonio Alex?odrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de demos Draga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. .Joaquim Marques Ro-
drigues ; Har, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Fiilios; Amazona, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCMPgAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claodino Falco Uias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves;
Ribeiro Gasparinho.
Rio de Janeiro, e Sr. Jos
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Eseada e estages da via frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuns, Buique, S. liento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Tacarat, as trras
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiro e Ex, as quartas
feiras.
Serinhaem, Rio Formoso.Tamaudar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimentelras.nas quintas
feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relago : tergas.e sbados s 10 ho'ras.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a 1
ora da tarde.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JL'LHO.
8 La clieia as 6 h., 7 m. e 22 s. da t
15 Quarto ming. as 2 h., 6 m. e 46 s. da t.
21 Loa nova as 4 h., m. e 40 s. da t.
30 Quarto cresc. as 4 h., 49 m. e 16 s. da t.
DAS DA SEMANA.
10. Segunda. S. Silvano m.; S. Bianrr b.
11. Terga. S. Sabino m.; S. Abcendio m.
12. Qubrta. S. Joo fiualberto a.; S. Jason.
13. Quinta. S Adelo p.; Ss. Joel e Edras prof.
14. Sexta. Ss. Flora e Justa mm.; S. Oplaciano.
15. Sabbado. S. Gamillo d>! Lelis fundador.
16. Domingo. N. Senhora do Carmo.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 7 horas e 42 m. da manilla.
Secunda as 8 horas e 6 minntos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES C087ERQS.
Para o su I al Alagoas a 1 4 e 30; para o aort*
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Feman-
do nos dias 14 dos mezes de janeirc, marco, mala,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da pracs da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Pigneiroa de
Faria & Filho.
PARTE GFF1T1L
MIVISTERIO VA GVEKJUU.
CO.NSL'LTA DAS SKCQES REl'NIOAS 1)0 IMPERIO E DE
(IERRA E MAR1NH* DO CONSELHO DE ESTADO.
Senhor O presidente da provincia de Sergipe,
em offlcio de 8 ile abril ultimo, communicou ao mi
nisterio da guerra que o delegado do cirurgio-mr
do exercito naquella provincia, o Dr. Jos Joo de
Aratijo Lima, uo segua para a rrte, deixaudo
assim de ter comprimento o aviso circular do mes-
mo ministerio, datado de 3 de margo do corrente
anuo e as ordens da presidencia, porque a assem-.
Mea provincial, de que era (sembr o dito doutor,
recusara a licenca, sob os fundamentos contantes
do parecer da commissao de constituigo e pode-
res, que se paisa a transcrever :
c A commissao de consliluicao, a quem fot pre-'
sent o requeriniento do Sr. Hputatlo Araujo Li-
ma, em que pede a esta assembla dispensa de seu .
comparecimento s sesses, alim de. poder prepa- I
rar-se para seguir para a corte, em observancia do
aviso do ministerio da guerra de 3 de marco li-
do, tomando no devido apreso, e examinando os
fundamentos de urna tal supplica, establece duas
ordens de eoasideragoes, com s quaes fundamen-
ta o seu voto negativo ao requcrimcnlo sujeito ao
seu exame.
a Estas considerages reereri-sp, urnas - ne-
cesidades do momento, oulras a consiuuciopaiida-
de da questao. E, pois, a commissao passar a de-
senvolver as questoeS que se prendem a cada or-
dem de considerages. Quanto queslo de mo-
mento, a commissao reflecte que, nao leudo com-
parecido s sesses todos os membros desta assem-
bla, achando-se uns doentes e outros licenciados,
e reduzida a assembla a funccionar com o limita-;
do numero de irezc a ijualorze deputados, sendo 2i
o numero que di a provincia, soo o dominio do
tWSM actual systema eleitoral, que nao admitte;
supplectes, a retirada do Sr. deputado Araujo Li-
ma viria impreterivelmente pertul.ar a regularida-
de e assiduidade dos trabalhos da assembla, pa-
ralysar o exerciclo de um mndalo consliiucional,
privar a provincia de obter leis que promovara a :
sua prosperdade e tornem proveitosos seus recur-
sos, e, Analmente, collocar a administrado da pro-
vincia nos erobaracos em que se deve achar o ad-
ministrador, que nao tem leis que determinen) e
regulen) os seus actos, e fot gado a governar dis
ericionariamente, o que nao permute a nossa orga-
nisago poltica, que creou poderes com una es
phera de acgo determinada, ai cao que deve ser
exereida no inleresse da harmona dos poderes, e, j
portanlo, no doliera publico. Anda se a seguran*!
ga publica e o bem do estad, como do preci-ito
constitucional, exigssem proinpUmenie a presen-
sa do peticionario no lliealro da guerra, a commis-
sao nenhuma razo opporia ao requerimeulo em
questao. Mas quando ella v que a presenta do
peticionario no lliealro da guerra nao indispensa-
vel, que sua talla n-nhum mal traz seguranza
publica e ao bem do estado, porquanlo, sendo o
corpo de sade do exercito composto de lo olll-
ciaes, a falla de um ou oulro (alias oceupado em
algumas fnnrcSes publicas, que ;.s leis fundamen-
taes do estado' nao permtlem qu; paralysem) pou-
co Imporla ao servigo daquelle corpo do exercito,
nao se pode recusar oes legilirnos interesses da
provincia ao deverde negar o seu vol ao reque-
rimento em questao.
Pelo que. respeita a segunda queslao, a da
cousttucionalidade, seja perinitiido a commissao:
declarar que, comquanto preste o devido respeito
e acnlamento ao aviso de 3 de margo, emanado do
ministerio da guerra, comtudo nao se pode recu-
sar ao dever de fazer algumas ponderaroes que'
esta certa deque merecero aapprovacao do Exin.
Sr. minislrj da guerra, em quem a commissao v
um firme susteulaculo da consliluicao o das leis. i
O art. 23 da constituigo reformada, le funda-
mental a que estao snieltos todos os poderes do es-'
tado, veda aos deputados provinciaes que forem
empregsdos pblicos o exercicio de seus empregos j
durante os Irabaihos das sesses legislativas, e se '
este artigo consiilucional nao faz distinegao entre i
empregados geraes e provinciaes, lgico e claro
que, assim comu as presidencias das provincias
nao podem di.-lrahir do recinto das cmaras pro-
vinciaes qualquer empregado provincial que seja '
deputado, sem que o requisito mesma cmara por
amor do bem publico, assim tambera e por identi-
dade de razo, parece lgico que o militar que
deputado provincial, nao possa ser dislrahido dos
trabalhos da respectiva cmara sem que o poder
superior, que o requisita, obieulia per intermedio
da administracjo da provincia o necessario assec-
timento da mesma cmara. Alm dislo, doutrina
idntica, se deprehende do art. 3'i da consliluicao
nao reformada, quando traa do senador ou depu- j
tado, que a bem do estado deve sabir da respecti-
va cmara para alguma commissao,
o O assenlimento da cmara, a que pertence,
condicao iodispensavel para a retirada do senador
ou deputa Jo, a quem o governo imperial quer con- i
fiar alguma commissao. Parece, poi*, igualmente .
concludt-nte que o deputado provincial nao possa I
sabir da cunara em que tem assento e exerce unc-1
cOes populares que Ihe foram deslegadas sera o as-'
sentimento da cmara a que. pertence. 'l'uia dou-
Irisa contraria a esta, levada a lodas as snas legi-
timas e necessarias consequencias, estabeleccria'
principio a anarchia e a desord.'in as funecoes i
publicas a desharmonia dos poderes o aniquila- i
ment das assemblas provinciaes, o antagonismo
entre os interesses geraes e provinciaes, e, final-!
mente, quebrara a cada que para bem peral da j
nacilo liga a< provincias ao seu centro commam.
A commissao nao desconhecii quanto importa i
a obediencia militar para a disciplina do exercito ;
ella nao pide mesmorecusar-se io deverde enco-
miar o zelo com que o Exm. ministro da guerra
procura manter em toda a sua Torca este grande
principio, de que oa mxima parle dependen) a or-
den) e o bom xito d todas as operagoes milita*
res ; e em obsequio a este principio, a commissao
nao invpcana na questao de que se traa as consi-
deragSes de constitucionalidado que arabiu de
expr.
t Cumpre, porcm, commissao observar, sem
ser menos reverente para com o principio d dis-
ciplina militar, que considera urna necessidade que
o Sr. deputado Araujo Lima, para poder tomar as-
sento como depuiado provincial, nesla legislatura,
soliciton e obteve no anno passado do Exm. miois-
iro da guerra a competente licenga. E sendo esta
licenga urna graga pessoal, parece indubitavel que
o mesmo Sr. deputado Araujo L ma deve ser con-
siderado no gozo da mesma liccnca, at me ella
Ihe seja expressamente cassala, o que se nao deu,
e nem se deve inferir da g-merica disposigao do
aviso de 13 de marco ullmOi A' vista, pois, do to-
das esti-s razoes, que se fundam em motivos de
conveniencia publica, que sejusi.ificam pelos mais
solidos principios do direito constitucional, qu> se
amparam mesmo as decisoes do ministerio da
guerra ; a commissao de parecer que se indelira
o requerimento do Sr. deputa lo Araujo Lima, at
que seja cassada a sua licenga dada pelo ministe-
rio da guerra no anno passado, e exigida conve-
nientemente a sua dispensa dos trabalhos desta as-
sembla.

c Sala das sessoes da assembla legislativa pro-
vincial de Sergipe, 3 de abril de 1865.Noberto
Jos Dimz Villas-Boas.Joo Peixoto de Miranda
Veras. Approvado na sesso de 3 de abril de 1865
Bairozo.
Sendo ouvido o procurador da cora, respondeu
elle como se v do seu ollicio de 8 do-mez de aliril
lindo :
o Illra. e Exm. Sr.-Satisfazendo ao que exige |
V. Exc. no seu officio de 8 do corrente, relativo ao
delegado do cirurgio-mr do exercito, na provin-
cia de Sergipe, Dr. Jos Joo de Araujo Lima, te-
nho a dizer o seguinte : Se bem, ou nao adapta-
da ao nosso systema constitucional, e em particu-
lar a ndole e attribuicoes das assemblas legislati-
vas provinciaes. a ordem do governo imperial, que
obriga os oflii'iaes militares a impetrar licenca para
poderem tomar assento nos corpos legislativos das
provincias, nao esla occasiao opportuna, e com-
pele a decisao de to importante e melindrosa
questao aos altos poderes do estado. Mas desde
que urna tal determinacao fado consuiumado, li-
quido, do dever dos militares dar-lhe inteirocum-
pri ment.
Ora, na hv'pothese que nos oceupa v-se que o
Dr. Araujo Lima pedio e obteve a necessaria licen-
ca; e que della munido enlrou em exercicio de
membro da assembla legislativa da provincia de
Sergipe, c que duranto as sess5es recebeu ordem
para recolher-se a corte.
t Em taes circunstancias julgo que, segundo a
consliluicao e leis regulameniares, rica a pessoa
que tem "assento no corpo legislativo immediata-
mente a este sujeito e que conseguiniemenle nao
deve, nao pode deixar o emprego sem que partici-
pe e obtenha dispensa do que est ainda que tem-
porariamente, eu suierior, visto como pela licenga
concedida entra em um servieo publico e de eleva-
da jurisdiccao, o qual para assim dlxer, faz esqXie*
cer, preterir no emianto o munus militar.E nem
pode ni-: i verse quebra da disciplina militar ;
porque em primeiro lugar cousequencia do sys-
tema que nos rege ; e depois precedeu a licenga
do superior legitimo.
t O parecer da commissao, approvado pela as-
sembla legislativa de Sergipe, est firmado em
doulrina certa e consiilucional, e alm di.-to em ur-
gen e necessidade do servieo publico. Emendo,
porlanto, que dadas as presentes circumstancias,
nao ha motivo para advertir, ou para qualquer ou-
iro procedimenio contra o Dr. Jos Joo de Araujo
Lima.-Mas Sua Magestade o Imperador mandar
o que fr servido.
Dos guarde a V. Exc.
t Rio de Janeiro, 10 de maio de 1863.Illm. e
Exm. Sr. consclheiro ministro e secretario de esta-
do dos negocios da guerra.O procurador da co-
ra, D. Francisco Balthazar da Silveira.'
E havendo V. M. Imperial por bem determinar
em aviso da secretaria de estado dos negocios da
guerra de 22 do correnle, que as sucedes reunidas
do imperio e de guerra e marinha d conselho de
estado imponham seu parecer sobre a materia des-
tes papis, passam as secgoes a cumprir a deter
mioago imperial.
O arl. 23 da lei de 12 de agosto de 1834, que
reformou a constituigo do imperio, assim se ex-
prime :
t Os membros das assemblas provinciaes, que I
forem empregados pblicos, n podero, durante.
as sesses, exercer o seu emprego. nem accumular
ordenados, leudo porm opgao entre o ordenado do!
emprego e o subsidio que loe competir como mim-
bro das ditas assemblas.
Querer isto dizer que o emprego publico di I
qualquer quahdade, civil ou mlilar, exercendo I
funeces anda da inaior importancia, mesmo cin
relaco a seguranga e ordem publica, logo que a !
assemlla provincial de que for membro se rena,
abandone o exercicio em que se achar e passe a:
tomar assento na mesma assembla? A disposigao1
do art. 23 do acto a ldiccion.il devera tambera ser I
entendida no sentido de nao poder o governo geral'
em casos de convenieneia ou necessidade publica,
cb uirir a servieo um de seus empregados, que se
avhar com assento na assembla previncial? E se
o empreaado obrigado a deixar o exercicio de seu
cargo e o governo nao pode empregar nenhum
agente seu durante as sessoes, ter a assembla
provincial a faculdade de conceder licenga ao em-
pregado, a quem o governo encarregar de qual-
quer commissao, para que assim se habilite a
servir?
As secgoes nao teem duvida em responder nega-
tivamente, aos quesitos cima, e pensara que o aclo
addieional nao dispoe ouira cousa que nao seja a
incompalibilidade de exercicio de emprego publico
e de membro das assemblas provinciaes durante
as sesses, bem como a prohibigo de accumular
ordenados com o subsidio, licandi livre ao empre-
gado publico membro das assemblas provinciaes
perceber um ou outro vencimento.
A constituigo do imperio no seu art. 32 deter-
mina que o texercicio de qualquer emprego, a ex-
eepgo de conselheiros de esiado e miuislro de es-
tado, cessa intciramenle emquanto durarem as
funeces de deputado ou senador; mas no art. 34
permute que o governo, precedendo licenga da
respectiva cmara, possa encarregar a membros
da assembla geral, ejdilfanteo exercicio desta de
commisses importantes de servigo publico.
Se a consltuicao do imperio sabiamente dispoe
que o deputado ou senador, ainda durante as ses-
ses legislativas, possa ser empregado pelo gover-
no, e autorisou a cala urna das suas cmaras para
conceder a licenga precisa ; se apezar das elevadas
funeges legislativas e du inleresse que o governo
urna ou outra vez possa ter em rilirar doseiodo
corpo legislativo um de seus membros influentes, e
que contrari suas vistas polticas ou administrati-
vas, a constituigo nao jolgou acertado privar o
governo em circumstancias especiaes dos servigos
administrativos, militares ou diplomticos de um
deputado ou senador, poder acredilar-se que o
acto addieional pretenda vedar ao governo o em-
prego de nm dos membros das assemblas provin-
ciaes? A assembla geral, tendo a seu cargo os
interesses geraes do imperio, e inlluindo poderosa-
mente na poltica, nao d a seus membros o privi-
legio de eximir-se de commisses de nomeago do
governo, e a assembla provincial tratando dos in-
teresses smenle de urna provincia, pouco ou nada
tendo com a poltica, nao ple seguramente pre-
tender gozar de van'tagens superiores as da assem-
bla geral e em prejuizo da seguranga e outros in-
teresses da sociedad brasileira. E como absurdo
o privilegio exclusivo dos membros de assem-
blas provinciaes, ao qual pretende a da provincia
de Sergipe, e em parte alguma da lei de 12 de
agosto de 1834 se facultou as raesraas assemblas
concederem licengas a seos membros para aceita-
ren) commisses ou exereerem empregos pblicos,
claro parece que o membro das assemblas pro-
vinciaes, sendo empregado publico, quando chama-
do a servigo publico, deve obediencia immediata
ao governo sem dependencia de licenga ou permis-
so da assembia provincial, enlidade incom-
petente para conhecer das altas necessidades do
estado.
Accresce ainda, no raso especial de que se trata
que militar o delegado do cirurgio-mr, foi cha-
mado por ordem do ministerio da guerra, e por in-
termedio do presi lente da provincia ; sea primei-
ro dever era, portamos obedecer, e nada mais ti-
nha a fazer do que communicar assembla o
destino que passam a ter, e nanea pedir licenga
para cumprir urna ordem do governo transmlltida
pela primeira auloridade da provincia.
Sao, portanto, as secg5es de parecer que irregu-!
lar e contrario disciplina militar foi o proced-
ment do Dr. Jos Joo de Araujo Lima, e que o
exercicio de membro de assemblas provinciaes |
nao inhibo ao governo de empregar ura militar em |
o servigo que julgar conveniente. Vossa Magestade
Imperial, porm, resolver como mais acertado
julgar.
Pago, em 5 de junho de 1865.Manoel Fehzardo
de Souzae Mello. Viscowle de Abade. Visconde
de Sapacah/.Bernardo de Souza Franco.Miguel
de Souza Mello e Aliim.
Besoluro.Como parece. Pagp, 14 de junno de.
1863.Cm a rubrica de S. M. o Imperador. An-
gelo .)! i I J I l&-**gTi
GOYEBRO DA PBOYililA.
Expediente do da 8 de julho de 186o.
Offlcio ao desembargador provedor da Santa Ca-1
sa de Misericordia De conformidade com o que ;
rae requesilou o Dr. chafe de noticia cm offlcio de !
lioje, son n. 957, sirva-se V. Etc. de expedir suas
ordens, Iflm de ser recebido no hospital Pedro II
o desvalido de nome Fraucisco Antonio, que a este ;
acompanha, o qual de um sinistro que Uvera lu-
gar em S. Lourenco da Matla, Ocou gravemente fe-
ri1 i.
Dito ao coronel commandante das armas. Re-
cebi o seu offlcio de hontem, n. 1171, e fleo Mien-
te de haver V. S. encarregado ao capilo reforma-
do Mathias Vieira de Aguiar, a direcgo do deposi-
to dos recrutas e das pragas que Acarara nesta
.provincia, dispensando daquelle servigo o teaenle
reformado Manoel Carneiro Machado Freir..
Commuuicou-se thesouraria de fazenda.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Remello por copia V. S. para seu conhecimentc-,
nao s a iuformagao ministrad* pelo coronel cora-
mandante das armas em vista do ultimo trecho do,
seu ollicio n. 446, de 4 deste mez, no qual V. *.
declara que nada foi recolhido ainda a essa repar-
ligo, como oproduct) da arrematagn, ordenada
pelo ministerio da guerra da eavalhada da compa-
nhia que seglo para a corte, mas tambem o olll
ci de 21 de junho ultimo, a que se refere o mes-
mo coronel.
Dito ao mesmo. Accuso recebido o offlcio de 6
do corrente, sob n. 433, em que V. S. participando
nao ter a collectoria da cidade de Caruar renda
para occorrer as despezas do respectivo destaca-
mento da guardi nacional e contingente desta que
d'alli tem de vir para a capital com destino a guer-
ra, pede permisso para remeiter aquella coliecto-
ra a quanlia do 1:000$ para laes despezas.
Em resposia tenho a dizer que me parece mais
conveniente que V. S. autorice a predita collecto-
ria a tomar essa quanlia por emprestimos a alguin
negociante, saccando ao mesnlo lempo sobre essa
thesouraria.
Dilo ao mesmo. Respondendo ao offlcio que V.
S. me dirigi hontem, sob n. 457,1nhoa dizer qne
pode mandar pagar sob minha responsabilidad,
nos termos do decreto n. KM, do 1" de fevereiro
de 1862, visto nao haver crdito para este fim, a
Imporiancia dos endnenlos relativos aos ltimos
II das do mez de juulio ultimo, da torca do l" M-
talho de artilhana da guarda nacional desta capi-
tal, destacada na fortaleza do Brum e no forte do
Buraco.
Dito ao mesmo.Autoriso V. S. a mandar pasar,
se nao tioover fnconvonieute, a quanlia de SOjffOOO
a que se |ulga com direito francisco Pinto de Ma-
galhes, proveniente do nluguel Je carrocas para a
conduegao da hagagera do 4o batalhao dearlilharia
a p do quartel da Soledade para o arsenal de ma-
rinha, quando embarcQU o predilo batalhao cora
destino corte, como se v do incluso requeri-
mento documentado, sobre que infonnoo o coronel
commandanle das armas em officio de 4 do corren-
te, sob n. 1,152.
Dito ao inspector da thesouraria provincial,
Recommendo V. S. que mande pagar ao Rfd.
prefeilo da Peona, nao s os quatro contos de ris
dados pelo art. 28 da lei di orgamento vigente,
para o collegio de Papacaca, se nao tambem os
2:864(5000 concedido pelo art. 32, da mesma lei
aos religiosos capuchinhos.
Dilo ao mesmo.Em vista do que expo o di-
rector da Escola Normal, no olDcio incluso por
copia, de 7 do corrente, recommendo a V. S. que |
mande effctuar, pelo lempo que convier ao go-
verno, o contrato do arrendamento do palacete ,da
ra da Praia, pela quanlia de 8005 annuaes, am
de se accommodarem nelle as aulas, secretaria e
biblioiheca daquelle estabelecimento.Cotnmuni-
cou-se ao director da Escola Normal.
Dilo ao mesrao.Annuindo ao que solicitou o
chefe da repartigSo das obras publicas, em offlcio
de 6 do corrente, sob n. 204, recommendo a V. S.
que, em vista do competente certificado, mande
pagar a quanlia de 9:1125, que lem direjto a
erapreza Mamede, por haver feto de conformidade
com o respectivo contrato, mais 268 bragas cor-
rentes na estrada do norte, as quaes j foram re-
cebidas provisoriamente, segundo consta do predi-
lo offlcio.Communicou-se ao chefe da repartico
das obras publicas.
Dito ao mesmo.A' Thomaz de Aquino Alves
do Nascimeoto, mande V. S. pasar, em vista da
inclusa coma era duplcala, que me remelteu o
chefe de polica, com offlcio de hontem, sob n. 345,
e se nao honver Inconveniente, a quanlia de.....
35515), em que importou a despera feita desde 22
de, maio at 12 de junho deste anno, com a lava*
gem da roupa da enfermara da casa de detengo.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dilo ao mesmo.Nao havendo inconveniente,
mande V. S. pagar a Joo Garlos Augusto da Silva,
conforme solicitou o chefe de polica, em offlcio de
hontem, sob n. 931, a quanlia de 1:6635259, des-
pendida durante o mez de junlio ultinii, cora o
sustento dos presos pobres da casa de detengo,
como so v dos inclusos documentos.Gommum
cou-se ao cheje de polica.
Dito ao commandanle superior da guarda nacio-
nal do municipio do Recife.Expega V.S. as snas
ordens para que seja dispensado do servigo do 4o
batalhao de infamara da guarda nacional deste
municipio, o guarda Jos Antonio de Oliveira, era
quanio esliver servindo como oflldal de justiga no
. juizo de paz do Io dislricto da freguezia do Pobo
da Panella.Communicou-se ao juiz de paz do Io
i districlo do Poco da Panella.
Dito ao commandante do corpo de polica.
D V. S. baixa ao soldado do corpo soh seu cora-
mando, Cyrillo Jos Elias, que foi considerado in-
' capaz do servigo em inspecgo de sade, como V.
S. declarou era sua informago n. 434 do ty do
correnle.
Dito ao mesmo.Autoriso V. S. a engajar para
: o corpo sob seu commando, o paisano Jo- Rufino
da Luz, que foi julgado para isso apto, como cns-
ta de sua informago n. 521 desla dala.
Dito ao director geral interino da instruego. pir*
j blica.Determinando o artigo 81. da lei n. 3b!J, de
'maio de 1835, que a capacidade profesional para
o magisterio particular se prove pela mesma ma-
neira eslabelecida para o magisterio publico, e exi*
gindo-se para este exame sobre as materias decla-
radas do artigo 47 da citada lei, combinado com o
artigo 3 da lei n. 518, de 13 de maio do anno pas-
sado, consequencia necessaria que os exames dos
candidatos doensino particular dever versar sobre
as mesmas materias, e por isso nao pode ser ap-
provada a deliberagil) do conselho director, de que
Vmcine d conheciment em seu offlcio de 4 do
correte, sob u. 196.
Dio ao juiz municipal do termo de Flores.
Constando de offlcio do Dr. chefe de polica, n. 910,
de 30#|o|uoho proxmo lindo, que Trajano Jos
Noguer, veio preso do Cear e se acha na ca-a
Aproveito igualmente a opporlunidade para sig
nificar os meus semimentos de estima, considera-
gao e amisade qu consagro pessoa de V. S.
Dito ao vigario encoinmendad> de Sani'Anna.
Ple V. Rvrna ausentar-se dessa freguezia, afim
de vir fazer opposico s freguezias qu* vo a con-
curso, confiando a regencia da mesma ao Rvd.
Manoel Ferreira d'Assumpv'\ por V. Rvma. pro-
posto no seu oflBcio de 16 do prximo passado, a
de detengo d esta cidade, por estar processado o ^que respondo. Cumpre, pois 1Qe V. Rvma. se en-
pronunciado nesso termo, como autor da morte de i tenda com b mesmo sacerdote, a quem neta data
sua pfpria irmaa de fime Diamantina Rosa, re-tambera me dirijo. Offlciouse ao Rvra. Mau.el
commndo a Vmc, que sendo assim o requisite, Ferreira da Assurapgao.
para responder ahi ao tribunal do jury. I Dito ao vigario do Apodi. Acenso recebida a
Dito ao engenheiro ll-cai da estrada de ferro. estatistlca dessa freguezia, que V. Rvma. me en-
PeJo seu offlcio de 6 do corrente, fiquei inteirado viou eom.daia de 2 do proxim i passado.
das (correncia, que se deram na 4." scelo dessa Cumpre que me declare o nome do nico sacer-
estrada, em consequencia das abundantes chuvas, date quo V. Rvma. diz que neila reside,
que ltimamente cahiram no interior desta cida- J 8
de, das providencias que foram dadas para o' Offlcio ao vigario de Q.iebrangul'.No mappa
completo restabeleciraenlo do transito e reparos da e.tatistico com que V. Rvma. em data de 8 do pro-
''n,:a* ximo passado respondeu circular de 22 de abril,
DiU ao mesmo Declaro ao Sr. superintendente se-l o seguinte : ana matriz existe urna capelia
da es(rada de ferro, que o primeiro dos cidados a do Sacramento que serve de sacrista, onde se
moral e consciencia, e faro ama expo-sigao, oo ho-
mila do Evaogelho, que en asignar ; para pro> r
a S. M. o Imperador os m-e forem julgados mm
di unos, na forma dos sasrasJo* caones e Cotacibo
Tridenlino.
Dado era Olinda, sob oVneu sigoal e sello caa*-
lular, aos 10 de junho de 4865.
E eu, o padre Joaquio/da A timo, eserr?
da cmara episcopal o sulncrevi. *
Deo Dr. foaowm Prtmemo it Feria.
PERNAMRUCO.
de qj trata o met offlcio de 5 do corrente, a que
vo ao centro da provincia, iucumbido de agenciar
voluntarios para o corpo de polica, chamase Er-
nesto Antonio da Silva Lins, e nao KJuardo Anto
nio da Silva Lins, como consta do citado offl:io. -
I.'ual ao superintendente da estrada de ferro e a
thesouraria provincial.
Dito ao superintendente da estrada do ferro.O
Sr tuperintendenle da estrada de ferro, expeca
t gnardam os paramentos e alfaias etc.
Nao podendo eu crer que a capelia onde esta o
Santissimo Sacramento sirva de sacrista, espero
que V. S. me esclarega a (al respeilo, pois estou
persuadido que hosve omisso ou erro de copia.
Aguardo a sua resposia com a possivel brevidade.
Dito ao vigario de Cajazeiras. -Auionsei ao Rvd.
Seraphim Gomes de Albuquerque para continuar a
freguezia como parocho encoinmendado,
reger a
um toleramraa mandando dar transporte pela mes- em virtude da provisao que ja linha, al que che-
ma estrada de Trumbelas, para esta capital as 15 gasse V. Rvma., ou o contrario fosse por raim de-
tragas de primeira linha, que allj se achavam. terminado.
Communicou-se ao engenheiro lineal da estrada de
ferro.
Portara.O presidente da provincia, res >lve
conceder ao bacliarel Iguacio Joaquim de Souza
Leoa exoiierago qne pedio do cargo de primei-
ro supplenle do juiz municipal da primeira vara
d'esta cidade.-Fizeram-se as necessarias comrou-
nicages.
Ola.O presidente da provincia attendendo ao
que requereu a professora publica de in.-trucgo
Ficara por consegrante .olvidas as duvidas que
V. Rvma. com razo expoz no seu offlcio de 7 do
prximo passado, a que agora respondo.
Dito ao vigario encoinmendado de S. Caelano da
Rapcsa.Concedo a licenca que V. Rvma. pede no
seu (fficio de 22 do prximo passado, afim de vir
oppor-se ao concurso que vai ter lugar, deixando
na regencia desja freguezia o Rvd. coadjutor da
mesma.
Dito ao vigario de Ouricury.Pelo seu offlcio de
primaria da freguezia de Gravat, Guilhermina 9 do prximo passado, tico scienle do nessa dala
Drasiliana de Oliveira e *-ilva, e tendo em vista a haver V. S. entrado na regencia da sua freguezia,
informago do director geral interino da instruc- visto terem-se ultimado os trabalhos da assembla
gao publica, de 4 di corrente, sob n. 200, resolve provincial.
conceder-lhe 1 mez de licenga com vencimentos, __{__
para tratar de sua saude. ufflcio ao vigario de Extremoz.Ailendendo
; que a villa de Cear-mirim o maior povoado da
freguezia, ailendendo igualmente conveniencia
que ha, de ser por V. Rvma. inspeccionada de per-
\ to a igreja que ahi se est edifican lo, permiito-lhe
j que contmue a residir na mesma villa, com lano
1 que da sua residencia ahi nao resulte prejuizo
C,;OVa.2l\<> DO BISPA1H DE
1*12 at.vt.vi uceo.
SEDE VAUXTE.
Expediente do da 7 de julho-.
Offlcio ao vigario d'Alaga Grande.-Tenho pre- Pimpla deslnbuigao do pasto espiritual, primeiro
seute o offlcio de V. Rvma. de 29 do prximo pas e mais rigoroso dever dos parochos ; e com a cen-
sado, cm que rae diz haver o seu antecessor, o digao de que em Extremoz, sede da freguezia -
Rvd. Fr. Alberto de Sania Augusta Cabral, cedido da conslantemeute o seu coadjutor, e se c
a alguos parochianos pelo prego de ciucoenta mil sempre a missa conventual nos domingos
digo de que em Extremoz, sede da freguezia, resi
se celebre
e das
ris~o dimito de propriedade sobre urnas'tribunas saniiicatios.
da-nutriz, de maiwira que padessem elles as fes- F'.Qajssim resnondido o seu officio d.e 19 do pro-
tivida'es dispor das mesmas a bel przer, indepen- xim? pessado.
denle da vuiade do parocho. E considerando V. Ul, ao vigario encomraendado de S. Caelano da
Rvma. que dessn acto pode resultar rixase iniraisa- Raposa.Sendo V. Rvma. o segundo parodio que
des ntreos parochianos, porque lodos concorrerara r^Poi'do circular que com data de 16 de maio
segundo suas posses para a factura da matriz, e env"-'i aos Rvds. vigarios.reeommendando-lhesque
por isso julgar-se-iiiam habilitados a Harem do reformem os sanios leos as capellas e lugares t m
mesmo privilegio, mu consulla so podia ou nao o 1Ut fr dt costume conserva-Ios, e riie parlicipem
seu antecessor fazer essa cesso ; o era ambos os 'luaes 0i RvJs- estoleres e capellaes que os refor-
casos qual deve ser o seu procedimeuto a til res- niam, e se algum houve que deixasse de cumplir
peito. este dewr imposto pelos sagrados caones e cons-
As igrejas e todos os seus accessorios, urna vez *''ui|.''3i;s diocesanas, julgo do meu dever, aecusan-
dedicados a Dos pela sagrago ou beneo. o licain do "'licao do seu officu de 22 do prximo pas-
sendo perpetua e irrevogawlmente : nao pdera sado> agradecer a V. Rvma. a solicitude cora que
sera sacrilegio voltar aos usos humanos, ficam fora deu cumprimento citada circular,
do commercio humano, ninguem pode adquirir do- l)l10 ao vigario de Una.Na eslatistica dessa
minio sobre ellas, sao tes nullius, cuja propriedale freguezia, que V. Rvma. rae enviou cora dat3 de 7
a ninguem pertence, mas t uso a lodos os liis. O dd prximo paaSado, falla declarar a invocago da
mesrao acontece com os vasos sagrados, as santas freguezia, se a matriz est no centro, e qual a fre-
imagens, e outros objeelos sagrados ou bentos, os
quaes pela mesma razo nao sao susceplives de
dominio de alguem. E u.io so por isso, como por-
que as grujas sao para se exerciiar nellas actos de
devogao o humlldade, e nao de vaidado e ostenta-
gao, que as Consliluiges Diocesanas prohiben)
que nos temples tenha alguem assento particular
appropriado para si, ou para as mulheres, mas que
os asseutos sejam cominuns e iguaes para todos os
liis.
J v, pois, V. Rvma. que o seu antecessor, pa-
rodio encoinmendado dessa freguezia, nao podia
fazer tal cesso,
guezia quo Ihe lica mais vizioha.
E-pero que V. Rvma., tendo presente a minha
circular de 22 de abril, procurar responder aos
quesitos a que deixou de salisfazer, podendo deuu-
rar-se o lempo que rasoavelmenle Ihe for necessi-
rio para fazer um trbalho mais completo.
Dilo ao vigario da Serra do Martins.Remero
inclusa a peligo de dispensa de Joaquim Ferreira
Santiago e Deilina Isabel de S Cavalcanti, ambos
da freguezia da Conceigo da Serra do Mariins, a
qual achando-so aqui por demais retardada, e leu-
do satisfeito as despezas que leve no Rio de Janeiro
deve ser entregue a seus donos, adverlindo-os V.
, nem conlrahir comproraissos que
privassem o seu legitimo successor da inspeceo, R""---'. para que maudem salisfazer as cusas que
superintendencia e.adrainistrago, que por direito Bcaram devendo na cmara ecclesiaslica.
deve ter na sua matriz. Foi um excesso de zelo -------->
do Rvd. Fr. Alberto, excesso que o Ijvou o dse- CONCURSO AS FREGUEZIAS VAGAS.
jo de concluir esse bello templo, devido sera duvida O Dr. Joaquim Francisco de Faria, conego houor;.-
aos seus esforgos e aciividade ; pelo que acredito
que a sua uteugAo foi boa, embora o nao fosse o
acto por elle praticado.
Deve, pois,V. Rvma. fazer constar minha decisao
sestea seus parochianos,os quaes, religiosos como
sao, nao deixaro de obedecer, desistiudo de qual
rio da capelia imperial, lente jubilado de theolo-
gia, deao da santa igreja calhedral da cidade Ce
Olinda, vigario capitular da diocese de Pemani-
bnco, sede vacante, etc.
Por especial mndalo de S. M. imperial, com-
monteado pelo imperial aviso de 14 de margo de
quer pretendo, que por ventura tenhain, em vir- 1829, expedido pela secretarla de estado dos riego-
lude dessefllegiiiinocoulrato ; conservando c man- dos da justiga, ponho em concurso pelo presente
tendo era todo o caso V. Rvma. os seus direilos, ediial as segrales freguezias vagas deste bispado,
como parodio collado dessa freguezia. a saber : a de Nossa Senhora da Conceigo da ilha
Dilo ao vigario de Golanninha.-Tenho presente de Itaraarac, a de Sant'Anna da povoagaode Gra-
o seu ollicio de 27 de maio ultimo, em que me per vat, a de Nossa Senhora da Conceigo do Bo-
gunt se pode casar o guarda nacional Manoel do mo, a de Nossa Senhora da Conceigo do Quipap,
Reg Vianna, independente da licenga do comman- a de S. Caelano da Raposa, a de S. Lourengo de Te-
dante do corpo a que elle pertence, visto como jucupapo. a de Nossa Senhora da Sade de Tacara-
achando-se o dito Vianna designado desde o da 6 t, a de Nossa Senhora da Conceigo de Cruansv,
de marco para o servigo do destacamento de que a de S. Jos de Becerros, a de SS. Cosme e Damio
trata o decreto n. 3383 de 21 de Janeiro deste anno' de Iguarass, a de S. Jos de Ingaieira, a de Nem-
esia sujeito (no parecer de alguem) ao regulamen- sa Senhora do Rosario da Varzea, a de Nossa Se-
to da tropa da |inha. nhora do O' do G oanna, a de Santa Maria da l$)i-
Em resposta cabe-me dizer-lhe que a simples Vista, nesta provincia ; a de Nossa Senhora da
designago de um guarda nacional para fazer par- Conceigo da Jacoca, a de Santa Lnzia do Sabugi,
te de um corpo destacado da mesma guarda, nao o a de S. Miguel da Dahia da Traiga , a de Nussa
sujeita ao regulamenlo e disciplina do exercito de Senhora da Penha da Taquara, a de S. Jo- de Pi-
linha. E>ta sujeige smenle se da quando os cor- randas, a de Nossa Senhora do Pilar do Taip, a
pos destacadas eslo organisados, como expresso de S. Miguel do Taip, a de Nossa Senhora da Luz
uo art. 133 da lei n. 602 de 19 de setembro de de Pedra Lavrada, a de Nossa Senhora do Rosario
1850. Portanto, se o corpo para que foi designado da povoago de S. Joo da cidade de Souza, na pro-
o guarda nacional de que falla V. Rvma. nao est vincia da Parahyha ; a oe Sant'Anna do Ypanema,
organisado, deve casar o nubente, iudependeute de a do Senhor Rom Jess de Quebrangulo, a de San-
licenga do respectivo commandanle. la Maria Magdalena da villa da Imperalriz, a de
Devolvo-lhe o documento que acompanhou o Nossa Senhora do Rosario do Penedo, a de S.Fran-
seu offlcio. cisco de Horja de Piassabuss, a de Nossa Senhora
, Dito ao Sr. Rernardino Jes Menteiro, adminis- da Graga do Muricy, a de Nossa Senhora dos Pra-
trador do patrimonio do recolhirneuto da Gloria. zeres de Macei, a'de Santa Luza do Norte, a de
Devolvo a V. S., competentemente approvada, a Nossa Senhora do O' do Traip, a de S. Joo de
conla corrente da receita e despeza relativa aos Anadia, a de Nossa Senhora da Conceigo d'Agua-
silios do Campo Grande, pertenceotes ao recolhi- Branca, as Algas; a de Nossa Senhora da Con-
uienio de Nossa Senhora da Gloria, Nossa Senhora ceigo de Maco, a de S. Joo Baptista do Apody, a
da Conceigo e Santissimo Corago de Jess, dos de Nossa Senhora das Dores do Pal, a de Santa
quaes V. S. digno procurador em relago aos Anna do Serid, a de Nossa Senhora do O* da Ser-
mesmos snios. Devolvo igualmente os dezoito do- ra-Negra, a de Sania Rita da Gachoeira, a de S.
cumentos cemprovatorios de diversas verbas da Joo Baptista do Porto-Alegre, a de Nova-Cruz, na
dita conta, e que vieran) annexos mesma, ludo provincia do Rio-Grande do Norte; a de Nossa Se-
acorapanhado do officio de V. S. datado de 23 de nhora da Penha do Burily, a de Sant'Anna da Ce-
maio ultimo. I linga dos Alegres, a de ossa Senhora do Ampara
Prestando o meu pleno assenlimento aludo da villa Januaria do Brejo Salgado, na provincia jo
quanto V. S. tem feilo em prol dos recolhirneuto?, Minas Geraes.
aproveito a occasiao para louvar e sinceramente Todo o Rvd. sacerdote, ou clrigo, que queira fa-
agradecer o reconhecido interesse que V. S. toma zer epposigo s igrejas cima referidas, apresen-
pelo bem desses pos esubeiecimeutos, e o zelo tese com seus papis proraptos e correntes, na
com que promove o augmento e prosperdade d'el- forma do estylo, para ser admiltido, fazendo termo
les, principalmente no que diz respeito ao recolhi- de opposigo dentro do prazo de sessenta dias, fin
ment da Gloria, de que V. S. mu digno admi- dos os quaes, se proceder ao concurso, no qual
nistrador. i respondero os Rvds. oppositores nove casos de
R2VISTA DMIU.
No paquete francea, que boje se espera 4a
Europa, vai a penua de brillantes, qae o-confitu-
r maes resolveram offerecer ao Sr. coo-eiheiro
i Prannos, em represalia ao aclo inaudito da *m
deintisao, bem como em reconherimenlo ao s*tt-
I go por qW prestado, celebranpo um convenio, i,;:
| poupou sangue e dmbeiro ao Brasil, e recupero.
I seu i direilos no Estado Orieoul, embora outra
cousa pensem os adversarios daquelle di.-nccto ne-
i gociador.
Na nossa opinio, fra de duvida que o conve-
nio seria plenamente approvado pelo ministerio
de 31 de raaio.se o negociador fo*se algum alliad .
poltico...
As pessoas nomeadas na corte para apresentarem
a penua ao Sr. Paranhos sao os Exros. Srs. Pirapa-
raa, Piraenta Bueno e Sergio de Maoedo.
Consta nos que honre grande aiHu>*ncia de
subrtripcoes para a referida peona. Em casos se-
mentantes bom, e mais signiftaaitvo, que a ae-
cao dos partidos se manifest nnanime e roileen-
1 va. Assim vai acontecumio na Europa com o mo-
numento, que se pretende levantar a memoifa de
Lincoln, para o qual lera havido cool'iboigio al
de um viniera I
Acham-seconcurso as difierenlcs fregnetias
vagas desta diocese.
Hoje o concert do joven pianista H-rase-
negildo Liguori, o qual espera do nosso pabhVo
i loda a protecgo, a que sem duvida tem jus ; vi.-to
. que sob os effeitos d ella, que esse nosso esperaa-
goso patricio tem de ir cultivar o sea talento fe-
cundo na Europa.
Os diletiantis lerao de ouvir com aomiracao era
duvida a grande iran.-igo do Miserere do Trota-
dor, que o pequeo artista execnta smenle roas a
oio esquerda, o que Ihe ha conqui-tado os maiores,
applausos, os brindes mis fervorosos, e es t->os
mais expressivos, taes como o seguinte rrunife-ti-
do em jornal de Buenos-Ayres :Desejamos, co
rao americanos, que a nossa esperanga se reali***,
, porque gozaramos em nosso orgutho vendo dVscn-
volver-;e e chamar a altengo da Europa as era-
iquistas de um genio nascilo sob ore puro da
j America
Hontem ficou inlerrompido o Iran-ito da es-
: irada de ferro, em consequencia de terem as agua -
i que abundantemente cahiram no interior, rompido
1 a linha na segunda sergo em nm ponto piiiimu
[ ao tunnel, e na primeira no logar denominado Ca-
xito.
Hoje segu o trem al a villa do Cabo, devm-
do provavelmente restabelecer se amanlia o tra-
1 lego em toda a extenso da estrada.
Appareceu hontem M esrnrecer, ao sul, um
vapor que se suppe ser o Xewlon, da liana d-*
Liverpool, que vem do Rio e Bahia. Nao funde...
at as 8 horas da noite.
Nao se realisou hontem, por parte do Ihe-
soureiro da alfandega, a entrada do importe d i
desfalque verificado no cofre desa repartigSo.
Fui recolhida a' thesouraria de fazenda teda a
sonima encontrada nos cofres a cargo daqu
lliesoureiro.
O rio Capibaribe trouxe honlem a' larde bjs
lante agua, alagando toJos os terrenos baixos d -
Remedios, Passagem e proximidades.
O Sr. Anlunes, inspector do quarleiro de
Santo Amaro, tendo elTcctuado esla larde a pri-i i
do desertor do quarto batalhao, Emiliano de tal. a
quem nao correu, foi por este lerido rom ama pu-
uhalada e gravemente, segundo nos di- O criminoso perseguido pelo Sr. Amanes, f1
evadir-se, nao obstante haver elle sido seguido v> r
lalguus estudantes que morara do Hospicio ate ton-
to a ponte de ferro, donde ainda acompanha lo por
pesseas do povo, foram estas voltadas do Camp"
das Hrincezas, por duas pragas da guarda naci gol,
que declararan) nao sendo elles pertenreol
polica que deixassem o criminoso que elles o se-
guiran).
Sabido que foi o faci o Dr. delegado e o subde-
legado da Boa-Vista, varejaram diversas cas-as
no quadro da ra da Florentina, onde se soppooha
haver-se o crimiooso se homisiado.
Hontem, pelas 7 horas da manba, falleeeu
de hydroihorax, na enfermarla da casa de deten-
go, Kiani'i.-co Thomaz de Assis, pardo, sol ir>
natural do Brejo da Madre de Dos, idade de 23
anno.*, filh* de Thomaz Ferreira e Antonia Nana.
estatura 4 ps e 11 polegadas e 3 pontos, cabellos
pretos, olhos pardos, nariz chato, bocea grande,
com todos os denles na frente e uouc i barba. II -
colindo em 1 de margo de 1864 a ordem du I > .
juiz municipal da primeira vara para enmpnr
sentenga.
Fez o exame de verilicago de idealidad* de
pessoa o Dr. juiz municipal da primeira vara.
O vapor Parakyba, chegado hontem das .V i-
gas, trouxe-nos a seguinte carta de nosso corre -
pon dente, cora data de 10 do corrente :
Pouco escrevcre hoje para o seu Diario.
No dia 6 do corrente enrerraram-se o* traba-
lhos da assembla provincial, cuja materia, era
sua quasi totalidade composta de progressi-ias i
origem liberal, tendo negado ao incansavcl actual
presidente da provincia o Exm. sr. desembargador
Gongalves Campos um voto de felicitago, maulev
at o fim urna posigo lacilamente hostil a adrai-
nistrago.
Depois d'ella encerrada, tem sido demitd s
os delegados de polica de Atalaia, Paco de Cama
ragib^, Imperalriz, Sania Luzia do Norte, e subde-
legados de Anadia, Muriry, Atalaia, Porto Calvo,
etc., bem como o inspector*dos e.-tudos da provin-
cia, e promotor publico de Anadia, ex-depatado>
provinciaes.
Nao enxergo alcance nestas alieraces, com i
muitas, porque ludo gyra no c-rcalo da ggmj i
ligueira ou progressisla, e portanlo nao p dizer reaego, por nao se dar a favor da ponitca
que esta fra do poder em lo jas as provincias.
t Sao os elementos que vo perdendo suas aul >-
nomias.
< O que acontece boje, previsto fra desde 184
pelos taes coodemnados conservadores.
i O Jornal de Macei deixou de ser folha ofi-
cial, raisso que passa para o Mercantil, qne do
hoje por diante sahira' diariamente com o titulo de
Mercantil das Alagoas.
< Os que se dizem offendidos com as iran-for-
mages havidas ullimamente, oa os progres-i-u*
de origem liberal, reunirara-se ante bootem para
deliberarem sobre a crise.
RsPARTigio nA polica :
Extracto da parte do dia 11 de jnlbode 1865.
Foram rec libidos easa de detengo no dia 10
do corrente:
A' ordem do Illm. Sr. Dr. cnefe de polica, Paav
I
r" ^fcx *
ra.


*
Diario de Pernambuco ^liara elr* 13 de Jtilho de 1 805.
1 Mara da
lino Jase de Soza, Flix Jos Pereira e Joaquim
Jos dos Prazeres, vindos do Limoeiro, como de-
sertores.
A' oidem do subdelegado de Santo Antonio,
Umbellna Paulina da-Sikera.-para rorrecno.; e.
Guilherme, escravo de D. Jo:.una Machado Portel
la, porinfracro de posturas.
A* ordm do da Boa-Vista, Jacinlha Mari
Conceigo, para correcgao.
O ch?fe da 2* seccao.
J. 6. de Mesquita.
Casa de detenqao.Movnenlo do dia 10 de ju-
Iho de 1865 :
Exisliam 37-2 ; eniraram6: sahlraml6 ; falleces
1 ; existen) 361 a saber : nacionaes 266 ; mulho
res 9 ; estrangeiros 25 ; muflieres 2 ; escravos 53 ;
escrav.s 6 ;-total 361.
Alimentados cu,*ia dos cofres pblicos 163.
- Passageiros do vapor nacional Parakyba,
vindo de Macei :
Beagio Antonio Moreno, Antonio Barbosa M.
Cabral, Guilberme Piereni, Bartholomea Gardeila,
Francisco Jos dos Sanios, Honorato C, Frederico
Bhrwsd e 1 lilho. Mauoel Jos Bapli ta, Antonio
Joaquim de Parias e 1 escravo de Francisco J. Jote
de MiraDda.
5P 1 =" 1 1 V 2 5-1 >
(A i - *> 1
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S! - Sr 5 f A 7. ^3
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Fe/,ii,iino. 2 o
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i
.! 1 Mascilmo. 5 Jan
- - 1 * 9

. 1 Fe mi dio. O 5'
M" M 1 * 1 o
i 1 i 1 Masculino. P3 ca
t= 1 - - 1 . SI 5"
1 . . cr
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ADVERTENCIA.
Na lotalidade dos doentes existem 187, sendo 12o
homens e 62 roulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
As 7, 7, 8 l|i. 7, 6 3|4, 6 3|i, 7, pelo Dr. Ramos
As 9 3|i, 10,10 3|4, 9 l|i, 9 1|4, 9 3[, 9 l|,
pelo l)r. Sarniento.
Fallecern):
Andr Ufik ; gastro hepatitis chronica.
Francisco Anlouio da Silva ; tubrculos pulmo-
nares.
Cemiteuio plblco. Obituario do dia 8 de
julho :
Thomaz, Pernambuco, 6 dias, S. Jos ; espasmo.
Mauoel, pernatiiburo, 7o anuos, solteiro. escravo,
Boa-nata; aniuleeimeuio cerebral.
Joo, Peruau-bueo, 20 annos, solteiro, escravo,
S. Jos ; abeesso interno.
Adulpho, Pernambuco, li metes, Boa-Vista ; cou-
vubes.
Pauliuj, PiToambaco, 2 aunos, S. Jos ; gastro in-
tente chronica.
9-
Maria Jo-, Portugal, 45 annos, solteira, Iba-Vis-
ta ; asbbizia por snbmersiio.
Joao Beroardioo Marques de Sena, Pernambuco,
2 anuos., solteiro, Boa-Vista ; encephalite.
Francisca Antonia da Silva, Rio Grande do Xorto,
26 anuos, solteira, Boa-Vista ; tubrculos pul-
monares.
-10-
Guilnertne, Pernambuco, 7 mezes, Boa-Vista ;
couvulsoes.
Francisco Thomaz de Assis, Pernambuco, 23 an-
noj, solteiro, Saulo Autonio ; liydroihonas.
mm\a jjuicuuu
TttrBU^.VIi u (;onnEitio
ACTA DASESSO ADMINISTRATIVA DE 10 DE
JULHO DE 1865.
PnBPIDENCIV no EXM. SU. MBRIIBARGADOB
ANSELMO FRANCISCO PUUtTTI.
s 10 horas da inanhaa, estando reunidos os Srs.
depulados Rosa, C. Aleoforam, Basto e Miranda
Leal, o Exm Sr. presidente declarou aberta ases-
sao.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
EXPEniE.NTE.
Foram presentes os mai ns demonslralivos do
movimento dos trapiches Barbosa Machado e Bario
do Livramento, do qual admiui>trador Jos da
- Silva Luyo, e do armazem n. 1 do edilicio Aliando
ga Velha, no semestre findo.Mandaram-se archi-
var.
Um oflkio da junta dos corretores, coin data de
hnje, remetiendo a cotacao dos presos da praga na
semana prxima linda.Archive-se.
DESPACHOS.
Ni) reque-rimento de Mauoel Antonio da Silva
Horeira, pe.lindo o registro da nomeacao de seu
caixeiro Jos de Mello Trindade Jnior. Regis-
tre-se.
No do agente de leiloes Francisco Ignacio Pinto,
pedindn o registro do conheeiment du imposto de
seu cilicio.Sellada o documento volte.
No do corretor Joo da Cruz Macote, pedindo
tamlicm o registro do eonhccimento do impo.-to de
seu otticio.Kegistre-se.
o de Irinen Januario de Olineira, pedindo o re-
gi^Ira lia escriptora de hypotheea que aprsenla,
na i|ual Antonio A^apilo do Monte Bello Ihe hypo-
th"ca urna casa terrea de pedra e cal, sita a ra
da Viraco da cidade de S. Jos do Mipib, provin-
cia di Itio Grande do Norte. Sellado o requer-
DMQto valle,
o de Heary Forster & Cj pedindo o registro da
mmeaco de seu caixeiro Horacio Pires Galvao.
Betii-tre-se.
No de ChrislianoJos Tavares e Joaquim da Co-
ta Hamos, tendo cumprido com um artigo em ad-
iliiiin. n'.o do seu contrato, o des|iaeho de 30 de
junh" prximo passado. Vista ;o Sr. desembar-
gadnr lisi-al.
No de Frawisro Jos Gor^aJves de Siqueira, por-
togoez, de 44 anuos de dane, eslabelecido nesta
r.iJad" com negocio de chapeos, pedindo ser admit-
tido matricula. Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
No de Jos Mana Pestaa, pedindo o registro do
eonhecimenio do imposto do seu ofiicio de agente
de leiloes.Sellado O cooherimento volte.
Nada mais ha vendo a tratar, o Exm. Sr. presi-
dente encerroa sessao s onze horas e meia da
manhaa.
SESSAO JIDICIARIA EM 10 DE Jl'LHO
DE IStio.
I'IIESIDESCIA DO EXM. Sil. DESEMBARGADOR
A. K. PBHETTI.
Secrrtarto, Julto Gmmaraes.
s U>' horas da manha. o Exm. Sr. presidente
declaruu aberta a sessao, estando reunidos os Srs.
desemb4rgaduie< Gitirana, Keis e Silva, Suva Gui-
mares, e os senbores deputados Rosa, Candido
Al-oforado. Basto, e Mirauia Leal.
Lida, foi approvada a acta da precedente ses-
sao, com a Beguinle declaraijao :
o Exm Sr. presidente nao leve voto na decida
da revista entre parles Ma-iod Moreira Taires e
D. Leopoldina Maria da Costa, coma por engao se
di:-se, que fura voto vencedor.
Foram as>iguados os accordos proferidos na
ultima si.'s-o nos f.itos enlre partes :
Recorrentes e recorridos simullaneaneot* Ma-
noel Moreira Tavares e D. Leopoldina Maria da
Costa, mulher de Mauoel da Cosa Costivella com
autorlsago dojulzo.
Appellaote, Belarmloo AKei de Archa ; appel-
Jado, Maaoel Pereira Monte.ro.
Appeliante, Francisco Jo de Campos Pamplo-
na ; appellados, Roberto Lighlbirn & Gompanhia.
DES1UNACA0 DB DIA.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amorira, Fragoso, Santos A G.; appellados,
Costa & Filhos.
Priraeiro da til.
Nao tendo comparecido o Sr. desembargador Ac-
cioli n3o poderam ser propostos os seguintes feitos
adiados as precedentes sessoes :
Appeliante, Basiliaoode Magalhes* Castro, como
testa'menleiro e inventariante dos bens de Jos Fer-
naudes di Cruz ; appellados, Ges, Bastos Appeliante, Jo< Duarle das Neves ; appellados,
os curadores fiscaes da massa fallida de Jos Mar-
ques dos Santos Aguiar & C.
Appeliante, o Dr. Ignacio Nery da Fonseca ; ap-
pellados, os administradores da massa fallida de
Siqueira & Pereira.
Appeliante, D. Josepha Justina de Jesns Gon-
calves e oulros; appellados, Isaac Curio & C.
Appellanie, D. Maria Magdalena de Almelda Ca-
tanlio; appellada, D. Anna Josepha Pereira dos
Santos.
Appeliante, Francisco Santiago Ramos; appel-
do, Joaquim Elviro Alves da Silva.
Recrreme, Francisco Teixeira Guimares ; re-
corridos, Teixera Leite. Gompanhia 4: Sobrinho.
Nada mais pudendo tratar-se o Exm. Sr. presi
sidente encerrou a sessao a meja hora depois do
mcio-dia.
TRIHLWABi
SESSAO DE II
PRESIDENCIA DO
em que a junta administrativa da Santa Casa da provava cora o documento jun^o, leo) deixado de
Misericordia d^sta cidade pede para que Ihe seja comparecer a repariico.-Ioteirada.
concedido fater a cubera da frente da casa n. 55 Oulro do flscal do Recife, requisilando um car-
da ra Nova, e por auas soleiras de pedra as rinho para o servico da limpeza dis ras daquella
portas do pavimento terreo, diz que a easa em fregaezia, pois que um dos que servem actualmen-
questao est marcada na plantada cidade para ser te est em mo estado.Autorisou-se ao procura
demolida, visb ter de por ella passar urna ra ; dor a compra de novo, se o de que se irala nao es-
mas que n5o obstante isto, na* parece razoavel ne- tiver em estado de ser concertado,
gar-se peticionaria a factura de concertos neces-, Outro do fiscal de Santo Aotonio, informando
sarios conservaco do edificio, salvo se a cama- nada ter qne oppor ao assentamento de urna si-
ra preferir mandar proceder adesapropriacaodelle leira que pretende fazer Manoel Ignacio de Olivei-
desde j, pois que assim ter de Ibe custar menos ra, em o seu predio n. 42 da na do Imperador.
dinhelro.Concedeu-se. Goncedeu-se a licenca.
Oulro do mesnio, Informando a peligao de JoSo Outro do fiscal da Boa-Vista, pedindo permisso
Baptista deOliyeira, que pede para que Ihe *ej para admltlir mais um sei vente uo servigo da lira-,c"artuxea7pair'ona' I la de bayoneta
concedido cobrir a sua casa sita a ra das Trin- peza das ras da dita freguezia, visto que sendo a |L.ra, 13 correias de mochila, forro desta constando
cbeirasn. 22, para depois collocar frente da raesma muito eslenija, os dous que tem emprega- de 14 pecas nao pequeas correia de cantil 3 cor-
mesma as condicoes exigidas pelas posturas, vis- dos nesse servico nao sao sufflcientes.Permillio- reias de capote 2 ditas d marmita e 1 dita de
lo nao poder elle fazer desde j esta despeza ; de- se, e mandou-se communicar ao fiscal, ao procura-. marmitao para'cada oito D'acas '
clara que, com tamo que o telhado da casa fique dor e ao contador. Se o escritor lomasseo trabalho de examinar
na altura conveniente, pode muito bem concederse A commissao de polica du o segrale parecer se um raeio de sola fornece ou nao as 38 pecas
que acabo de enumerar, convencer-sehla da dilli-
receuao escriptor, seguramente por nio en ender I Leite ^o^q njovisionado pelo sopera tri-
?n\nLQ V^^*&r^\*{ "U?; haroneo lempo^rnirr',^'
nuni-iado por crime A-, ro>eda Ha, Uiie bm -
foi pronunciade, como compromelteo a nnin*,
infelizmente forma o carcter de rauilos indvi
dos, direi algumas palavras a mostrar que nao so
nao ha escesso na q lanti Jade de couro comprado,
como que essa compra foi feta por pregos vanta
josos para a fazenda, sendo talvez essa a razao des-
se artigo, pois nao a priraeira vez que malogra-
das especnlacdes, convertem os que se querem
aproveitar das occasi5es, em censores por conta
propria
Chamase corrame a reunio de todas as pecas
de couro que fazem parte do equipamento, arma
ment e fardamentodo soldado, a saber : cinturao,
o que o peticionario, pede sem inconveniente al- sobre afianca a[>resentada pelo novo procurador, o
gura para a reedificaco da frente quando buver qual sendo posta em discosso foi approvado, de-
de ter lugar. lerminando-se por Era que fosse feito o termo; e se
Posto em discusso, e tendo fallado a favor da flzessem as necessarias communicacoes,
prelencao do peticionario os Srs. Gustavo do Reg, A coramissao de polica, emitlindo agora a sua
r. Miranda e Santos, foi postaa votos se devia ser opinioa respeito da idoneidade da fianga de Jesui-
concedida a licenga pedida, neste sentido passou, no Ferreira da Silva, que lora offerecida por Fran-
votando contra os Srs. presidente e Thomaz de cisco de Paula e Silva, para exercer o cargo de
Aquino, e determinou^e que o secretario dsse ;- procurador desta Ilustre cmara -, ltimamente no
A KKLA A O.
DE JULHO DE 1863.
EXM. SH. CO.NSELIIEinO
SOUZA.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
embargadores Sauliago, Gitirana, Almeida Albu-
querque, Assis, Doria, Molla, Guerra|procurador
da corda, Ucba Cavalcanti, Doiningues da Silva
e Barros Vasconcellos, fallando 0 Sr. desembarga-
dor Lourengo Santiago, abno-se a sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguintes
ULUAMENTOS.
Api>ellarcs civeis.
Appeliante, Mauoel Jorge de Souza ; appellado,
Fraucisc-o de Assis Pereira Freir.Reformada a
senlenca.
Appeliante, Antonio i'orquato Felippe Maia ; ap-
pellado, Mauoel Rodrigues de Souja.Coulirmada
a senlenca.
Appeliante, Fraoci>co Elias Ferreira Osmim ;
appellada, Rita dos Alijos Lieulhier. Coulirmada
a senlenca.
Appeliante, Joaquim Ignacio da Silva Guiarle ;
appellados, Sampaio e Silva senlenga.
Appeliante, Vicente Jos de Brito ; appellado,
Joaquim Antonio Pereira.Nnllo o processo.
Appeliante, Jos Joaquim Neves Canella ; appel-
lado, Manoel Manes Bomon. Desprezaram-se os
embargos.
Appeliante, Mauoel Joalruim Rodrigues de Sou-
za ; appellado, Jos Gomes da Silveira.Bemetli-
dos ao tribunal do commercio.
Appellanie, bacharel Joaquim Francisco de Mi-
randa ; appellado, Jos Rodrigues do Passo.
Desprezaram-se os embargos.
Appeliante, Candido Franklm do Amara! ; ap-
pellado, Joaquim Franklin de Souza Pinheiro.'
Aunulluu-se o processo
Appeliante, o Dr. Jos Angelo Marcio da Silva ;
appellada, a fazenda.Nullo, por incompetencia de
aeco.
Appeliante, Manoel Joaquim Ferreira de Souza ;
appellada, a fazunla. Reformada a senlenga.
Appeliante, a fazenda; appel'ados, Joo Vieira da
Cunta e oulros.Di sprezaram-se os embargo .
Appellnces crines,
Appeliante, Caudido' de Freilas Coulraho ap-
pellada, a justiga. Nullo o processo peranle o
jury.
Amiellante, o juizo ; appellado, Antouio Ferreira
dos Sanios.A novo jury.
Appellanie, o juizo ; appellado, Antonio Baibo-
sa de Souza Periquito.-Improcedente.
DESIGNA'JAO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento das segra-
les :
Appellagoes crimes.
Appeliante, Seraphim, escravo; appellada, a
justica.
Appellanie, o juizo; appellado, JoaquimMarian-
no de Araujo.
PASSAC.ENS.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desembar-
gador Gitirana
A appellacao civel.
Apppllante, Alexandre Correia de Castro ; ap-
pellado, Tri.-lo Jacomc de Araujo.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Loureugo Santiago
As appellagoes civeis.
Appellanie, Joo Cavalcanle.de Albuquerque
Vasconcellos ; appebado, Luiz Francisco de Vas-
concellos.
Appeliante, Manoel Googalves Agr ; appellada,
a fazenda.
Do Sr. desembargador Almeidae Albuquerque ao
desembargador Assis
As appellagoes civeis.
Apppllante, Antonio Evaristo da Rocha ; appel-
lada, D. Maria Magdalena de Albuquerque.
Appeilantes, Prudente Ribeiro Pessoa Lins e ou-
lros; appellado, Ricardo Rogers. ,
Appeliante, Antonio Virialo de Medeiros ; ap-
pellada, D. liosa Maria de Albuquerque.
O coiillicto ile jurisdiego enlre os juizes muni-
cipaesde Bonito e Agua Prcta.
Do Sr. desembargador Assis aoSr. desembarga-
dor Doria
A appellacao civel.
Appellanie, Jos Soares "do Reg ; appellado, Jos
Joaquim de Oliveira.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Motta
A appellacao ervel.
Appeliante, Joo Pinto de Leinos Jnior; appel-
lados, Jos Borges Dias e oulros.
Do Sr. desembargador Molla ao Sr. desembar-
gador Guerra
As appellaces civeh..
Appeliante, Manoel Pa'tro do Nascimento ; ap-
pellada, D. Margarida Maria da Paixo.
Api-ellanle, Geraldo Jo.- ; appellado, Jos de
Uendooca AlareSo.
Ao Sr. desembargador Ucha Cavalcanle
A appellacao civel.
pia ao fiscal da informago do engenheiro.
Prestou juramento o fiscal nomeado para a fre-
guezia do Pogo em sessao de 28 do corrente, e man-
deu-se expedir as necessarias communicago.'s.
*0 Sr. Santos pede a palavra, a qual he sendo
concedida, pondera que na se?soo de 28 do corren-
te havia propo de S. Jos, cu a proposta Picara adiada pela hora, e
em consequen |u de haver o Sr. Dr. Miranda mem-
bro da ronimijpo de policia declarado, que nao li-
nha dado o seii parecer acerca do olficio do Dr.
delegado com referencia quelle fiscal; e c*rao
ainda nao o llztsse na sessao de 29, requera que a
sua proposta flsse posta em di-cusso.
meado pela mesma, e estivera suspensa at que se
dellberasse acerca do requerimento, que submet-
tera a apreciagao desta mesma cmara, em que a
bem dos direitos deste municipio, sollcitou a exlii-
bigSo das certidoes no mesrao declaradas, e flenra
prejudicada, em vista da volagao que enlao hou-
vera a resuello daquelle mesmo requerimento, pas-
sa a dar o seu parecer nos termos em que abaixo
se segu.
Antes de ludo de opiniao, que essa fianga, que
prejudicado como est o requerimento oe que
cima se trata, nada mis resta do que ser admiti-
da em vista dos documentos, qne foram exhibidos
pelo fiador, e aconipanham o presente
. parecer, e
O Sr. Gusta" o do Reg peje a palavra e destara provam, que esse fiador offerecido nada deve as
que contina 1 oppor-se dispensa do fiscS^pro- ihesouranas geral e provincial, nem lem os seos
po>ta pelo Sr. Santos, porquanto nao se provSndo bens hypothecados ; seja arbitrada na quantia de
fados contra o mesmo fiscal, pelos qnaes deva ser 8:000$U00, por ler sido a lolaco da ultima fianga,
elle dispensado do exercicio, vota conlra a pro- que prestara o ex procurador Jorge Vctor Ferreira
Psta- Lopes, que foi substituido pelo nom'eado Francisco .
OSr.Costa Monteiro pede a palavra e-.rxlp- de Paula eSilva, e fura arbitrada pela commissao! cofres; accrescendo mais queofornecedor da sola
ndo acerca di dispensa do lical, dizque aitr po- de polica daquUtotepo,eapptoiodo pela respec-1 em qoeslao obrigou-se a recolhe-la no pmzo de
cuidado de resolver esse problema, por quanlo um
couro nao bstanle ; purera anda quando fosse
sufflciente, saltar-lhe hia aoi olhos a seguinte pro-
porgo : se um couro fornece um corrame com-
pleto, cinco mil couros daro cinco mil correaraes
que o arsenal est autorisado n fabricar.
Do qne fica expo-to, claro que a qoanlidade de
cooro que foi comprada para o fabrico de cinco mil
eorreames at talvez insufcicnte, eque portanlo
s a estulticia e a maledicencia pode justificar o
tal pasqutm I
Ainda engana-se o escriptor quando diz que
esses rae ios desoa dio sapatos para 50,000 ho-
mens, quando sabido que um meio de sola ace-
as fornece solado para cinco pares de sapatos do
uniforme. Entretanto qner o escriptor que esses
cinco mil coums dem eorreames para 40,000 ho-
mens e sapatos para 50,0001...
S |ielo lado da quantidade 5,000 meios de sola
nao foi de mais para o fabrico do corrame que o
I arsenal deve apromptar, passo a mostrar que pelo
; lado do custo naoganhou pouco a fazenda.
A sola foi comprada na razio de 35395, quando
o menor prego apresentado pelos forneeedores lera
sido de 350, como consta das actas do cnsclho
de compras, pelo que ha una pequea difTcrenca
de 55 rs. em cada couro, que moltiplicada por
5,000 prodoz urna economa de 275,5000 para os
de annuir a ell porque nao v faelos por onde
i possa ser effect lada a metnia dispensa.
OSr. Dr. Mi anda pede a palavra,e discolindo
largamente acc rea da inconveniencia da propona,
por nao ter dad
seu parecer, cort,
dueo do fisca
Discutida a
fallasse sobre
dando-se empan)
lavo do Reg, O
ainda a commissao de polica o
clue dizendo que vota pela necon-
1 latera, e nao havendo quera mais
e la, toi posta a votos a proposla, e
por votarem contra os Srs. Gus-
>Ma Moni, iroe r. Miranda, o Sr.
voto de qualida
mesmo Sr. Santos propoe que seja
al de S. Jos o cidado Joo Pa-
tiva cmara na sessao de -2H de julho de 1852
como ludo consta das copias authenticas, que tu-
rara fornecidas pela secretaria desta cmara.
Eis o theor do parecer daquella commissao de
policia, acercada fianga do ex-procurador que fi-
nalmente foi substituido pelo nomeado.
t A commissao de policia, incumbida de avaliar
a fianga do procurador desla cmara, leudo em
vista a disposigo do artigo 80 da lei do Io de ou-
tubro de 1828, bem como os arligos 10 e 30 do re
gulamento de 30 de gusto de 1843, que rege a
presidente desenpalou a favor da mesma com o conladoria ; e atleiidendo mesmo a pratica seguida
actualmente as repartigoes de arrecadagao, onde
dis)ensado do exercicio o repectivo ie prestam iguaes Rangas ; lera concluido, que deve
a referida fianga ser avahada era 8:0005000 ; vi-to
que obrigado o procurador a prestar contas meo-
salmente, quando deve rtcolher ao cofre o saldo
da renda, que tiulia em sua mo do mez prximo
lindo, daudo-lhe a cmara quilagao, como positiva-
mente dtspoe o referido artigo 30 do regulamenlo
da conladoria.
E' este o parecer da commissao, nao obstante o
que, a cmara deliberara como entender acertado.
t Sala das sessSos no pago municipal, 20 de ju-
0 addiamento, nao passou. nho de 1852.-0 vereado, F anca.Figueiredo.
sta a proposta votos e appro- Conforme, o secretario, Francisco Canuto da Boa-
viagem. <
pede a palavra, a qual sendo-lhe es o theor da acta da cmara daquelle lempo
5e a dispensa do fiscal da fregu- cora referencia ao arbitramento dessa fianga.
para osubstuuiro respectivo sup- Entra cm discossioo parecer da commissao
nenie Joo Sin es Ferreira. e policia, que licou addiado na sessao antecedente.
Declara anda o mesmo Sr. vereador que, se pro- eslabelecendo o quanlura da fianga, que devia pres-
poz a dispensa (aquelle fiscal, foi por estar bem lar 0 procurador, e e approvado sem discusso ;
informado que dle nao cumprc com os seus deve- resolvendo a carnara, que se lavrasse novo termo
res, alm de que, durante quatro annos nao lera
adiado lufracgoi
lor
O Sr. Gustavo
consegrante
fiscal.
Em seguida oj
nomeado para li:
checo Alves.
Posta em discbsso a proposta, o Sr. Costa Mon-
teiro requereu t addumento.
O Sr. Gusttvt do Reg pede a palavra, e ponde-
ra que nao ha ir conveniencia de ser feta a nomea-
cao, pois que o dado proposlo pessoa muiloco-
nhecida.
Posto volo<
Foi depois pq
vada.
O Sr. Aquino
permitlida, pro
zia da Vanea
s, pelas quaes mullasse os infrac-
para o fiador do dilo procurador assignar ; e que
se recommendasse a este a ob-ervancia do artigo
30 do regulamenlo da conladoria, e ao contador a
do Reg pede a palavra, e comba- o arlit0 10 do mesmo reguiameuto.
tea proposta, allegando que as razoes apre-entadas A|em ,jjso 0 uador 0rferecido pelo nomeado,
pelo Sr. Aquino para a dispensa do fical nao sao ,,3,, f0 d(jve dar para garaBla ,ieSsa fiauca e res-
sufiietentes, ey(|ue em vista dellas, seja elle desti- ponsabilidade da mesma, o sobrado 11. 4, sito na
luido, conclu pedindo o addiamento da decisao rua do Galdereiro da rreguezia do Pogo da Pauella;
O Sr. Costa Monieiro pede a palavra, e declaran- e a casa lt,rrea n. 19, sita na rua do Rio daquella
do achar-se incommodado, obtem licenga para re- mesma freguezia, e as de ns. 2 e 3 sitas a rua da
lirar-se. .i- Poeira daquella referida freguezia, visto como o
O Sr. Dr. Miranda pede a palavra, e estando fal- va|or daquelle sobrado, em vez de ser superior a
fando sobie a materia da propo?ta do Sr. ^in lotagao de 8.0005000, como se allega na carta de
quatro rnezes, segundo as necessidades do arsenal,
recebendo a correspondente importancia na razo
do recolhimento, o que suave para os cofres p-
blicos.
De tudo o que fica dilo claro que nao horjve
tal sonhada patota, sendo que s em aitcneSo ao
publico e para esclarecer os que nao souberem,
fago a prsenle, advertindo ao escriptor, qu? de
outra vez, se com isto se nao emendar, ochanarei
a responsibllldade, aflm de perder o costume de
fallar no que nao enlende, buscando por sombras
em quera nao as tem, e roubando o lempo de um
empregado publico zeloso de seus deveres, e que
actualmente se acha assz nlarefado, para dar al-
inelo a quanla leviandade e maledicencia queira
publicar.
Publicando o presente, Srs. redactores, farad Vv.
Ss. um obsequio ao seu venerador e criado
Sebastio J. D. Pyrrho.
porque advogado, isto , pela conflagra que me-
reca das partes.
E' tara bem verdale, que Leite j oMeve omr
despronnncia por nm prenle, verdade qiv U
pelo ur. promwlor interpo-lo o recorso, qne aAo
subi ao juiz de direito, porque o >o.plranic nttt-
111,11 a primeira despronnncia para Leite tornar a
recolher-se, e obler, como obleve agora, despr j-
nuncia, ouira vez pelo sopplicaate; e ja e4a advo-
gando, dizendo que est contrito, que vio No*si S
uhoraem sonhos mandando o emendar a tsrrela.
O que tem, pois, o Dr. Amaral e Mello rom a
priso de Leite antes de contrito, e m as doas
despronuncias de L"ite, ja contrito em term es-
trauho sua jurisdiego?
Devia Leite, atiM.lvid de crim-* de moedarfaN
c pronunciado por crime la ei-Mlionat , rnntinV.r
a ser curador de Raymundo la da radeia de Villa-
Bella, s porque se acha armado rom orna provino
de advogado ?1
Antes de lindar o nosso ligeiro trabalho, afliruia-
nios ao publico que nao pretendemos agradar ao
Sr. Dr. Joo Baptista do Amara) e Mello, de yia
ja boje vivemos distante por motivos qne nao de-
venios expr, e ainda que essa seja a nui posi-
e;io, todava conheeemos que, como juiz hunrado
honesto, au pode agradar Squelles, que sao s
querem acostmnar a aegao da juanea.
Repelimos : com o que (ira dito nao pret-wde-
mo<, nao queremos aproximar-nos do )nn, <|oe re-
coiiheci'U o direito dos herdeiros de Marte!, n.ij
obstante os protecl .res de Raymando, r, se ni -: 1
modestia o ofTendemo, n> es^a tainbem a n --a
lulengo.
I'ubliquem, Srs. Redarlores, esas pencas lionas
do seu r.uislant'- Ipilor.
Faxeuda da Couceigao, IG de junho de 1865.
Jolino Athaide Siifnnrt,
PBLKAflM i PEDIDA
Audam lora as seguintes lirengas derasamrntr -
cojos assenlos nao t< m sido abertos por talla das
Cerlides :
18G1Fr. Aotonio de Santa Rosa.
Julien Fraucis Lenormand com Rose Adele Freres.
1802
Jos de Castro Redondo com
Conceigw Pedro-a : iie, nea
Elisiaiia
'> padre
M-ria da
Franca
M.
Pergunta-se ao Rvd. vlgario Flix Jos Marques
Bacalhao, qual o motivo porque deixou de celebrar
a missa de Domingo de llamos e de S. Joo e S. Pe-
dro e outros muilos domingos, relirando-se da s-
de da matriz as vesperas destes dias, e iodo fazer
um casamento no mesmo Domingo de Ramos, (com
distancia de oito leguas) para pecliinchar os cobres
de um parochiano da freguezia de liuique que o
casou clandestinamente I... Tambem deseja-se
saber se a matriz em Jeritac un em Alaga de
Baixo, porque em aquelle lugar que V. Rvina.
diz querer a forciore a sede por seus inleresses pro-
phanos !... Se responder faz um favor especial
tos seus parochiarios e ao publico sensato. Srs.
redactores, pego que insiram estas duas linhas no
seu conceiluado jornal que muilo grato Ihe UVar
o assignante.

Alaga de Baixo, 25 de junho de I8G5.
CORRESPONDENCIAS
o Sr. Gu>tavo pela ordem, delara que lendo*e re-
lirado o Sr. Costa Monteiro, requera oadJiarae.nto
da discusso da mesma propo.-ta, porque julgava o
numero dos Srs. vereadores insulliciente para tra-
lar de seinelhanle objecto, e como etustisse nume-
ro completo o Sr. presidente indeferio o addii-
ment por entender nao haver disposigo na lei
que para tratar-se da nomeagao de qualquer cm-
liregado, eslivessem prsenles todos os membros
da cmara; vista do que o Sr. vereador Reg de-
clarou que eslava tambera incommodado, pelo que
levaotou-se a sessao, tendo-se antes despachado as
seguintes petigocs: de Antonio Ignacio Pereira
Rosa, Antonio Joaquim dos Santos Andrade, Anto-
nio Pedro da Costa. Antonio Ramos, mordomo da
junta administrativa da Santa Casa da Misencor-
Qaoca que acompauha o presente parecer ; pelo
contrario, de um valor inferior a> da. fianga arbi-
trada, era vista do conhecimenio da dcima que
paga, e naquella mesma carta declara-se que so
por ventura or necessario, dar mais bens para
firthenchi.rento dessa fianga, conforme esta Ilus-
tre cmara deliberar : se nao como, assignar pes-
soalmente o respectivo termo dessa lianca perante
esta mesma Ilustre cmara, que o proceder na
sua assignatura ; e dever ser lavrado no livro
competente desle modo, e por ser aquelle, era que
mudando-se o que dever ser mudado ; coaservau
do-se o que dev .er conservado : fra escriplo o
termo da nanea do antecessor do novo procurador,
t Termo de ahga, que assigna Jesuino Ferrei-
ra da Silva, p\>r Francisco : Paula e Silva. A0
da desta cidade, Antonio Goncalve.- de Moracs, Dr. primeiro dia do mez do abril de 18G5, na casa da
Francisco Gonvalves de Morae>, Marcelino Jos cmara municipal desta cidade do Recife, onde se
Gongalves da Fonle, \ictorino Jo.- Mouteir-5.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagem, secretario
a subscrevi. Pereira Sinies, pro-presidente.
Reg.Santos.Dr. Miranda.Foaseca.
5.' SESSAO ORDINARIA AOS31 DEMARCO
DE 1865.
Presidencia do Si: Perda SiinOes.
Presentes os Srs.: Thomaz de Aquino Gustavo
do Reg, r. Miranda e Santos, faltando com causa
os Srs. Dr. Sarniento e Costa Monteiro, e setu ella
os Srs-. Barros liego c Silva do Brasil; abre-se a
sessao, e lida e approvada a acta da antecedente.
L-se o seguinle
EXPEDIENTE.
L'ra olHeio do director do arsenal de guerra; res-
| poudeudo ao que Ihe foi dirigido, em 27 do corren-
te, no qual a cmara solicitara a remogo das ira
achava reunida a maioiia de seus membros; alii
compareceu o cidado Jesuino Ferreira ^.a Silva,
morador uesta cidade e por elle foi dito, que offe-
recia-se para aliangar o procurador da mesma
Francisco de Paula e Silva, em todo e qualquer
desfalque, ou falla que se possa verificar nos co-
! fres, ou rendas inunicipaes, arrecadadas pelo seu
dito procurador, a| a quantia de 8:0005000 ; con
forme a deliberago tomada pela mesma cmara ;
e par islo sujeilava, e especialmente hypolliecava
o seu sobrado n. 4, silo a rua do Caldeireiru da
freguezia do Pogo da Panella, a sua casa terrea
n. 19 sila a rua do Rio daquelia mesma freguezia,
I e as oulras suas casas terreas us. 2 e 3 sitas a
rua da Poeira daquella referida freguezia, livres e
, desembaragados lodos esses predios de qualquer
onus, pinliora, embargo, ou liypotheca ;sujeitau-
do-se a clausula de principal pagador, e reniin-
ves e reparos de artilharia existentes em frente da- ciando em favor da nanea qualquer exempgo que
quelle arsenal, qm de algum modo impedem o
; transito publico ; cabe-lhe a.-segurar, que dar as
Appeliante, Francisco ian'ho'de Albuquerque providencias necessarias para tal remogo. -Iote-
Mello ; appellado, Francisco Jos Vianna. I raa-, . ,
Outro do subdelegado supplente, cm exercicio da
freguezia da Boa-Vila, Decio de Aquino Foncbca,
dizendo que com o devdo respeito, e autorisado
pelo artigo 62 Io do regularaeuto n. 120 de 31 de
Janeiro de 1842, reprsenla acamara sobre urna
providencia que Ihe parece de summa utilidade, c
pedir para que se converta em posturas.
Nao por corto ignorado pela cmara as intu
> Josa Te Medciros Bittan- ine,'a:' carroQas rjup, puchadas por bois e cavallos, do o artig 30 do regulamenlo da contadura ;e
curt;' appellada, D. Anua Felicia de Macedo e Iransitam pelas ras da cidade, durante a noite, e ao contador .1 do artigo 10 do mesmo regulamenlo.
jjell0 que lem causado males aos viaudaules por dispa- Pago da cmara municipal do Recife, 31 de
Do Sr desembar"ador Barros Vasconcellos 10 rarem us Mimaos, e nao terera estes urna campa, margo de 1865 Thomaz d'Aquino Fonceca, Dr.
Sr. desembargador Santiago Iou na,s rrocas urna luz que era visla delta pos
A apuell-ico civel 1sain desviar-se os mesraos viandantes.
Appellanie, Jos de Alenquer Simos de Ama- A cmara sabe mais que muilos carroceiros,
ral ; appelladaa, Eliza Sigiet e outra. coutam os aniinaes que, quaudo u3o disparara,
A' 2 horas enceccu ae a sessao.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Ucba Cavalcanle
A appellagao civel.
Appeliante, JosSemeo de Franga; appellado, o
curador geral.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Caetano Santiago
A appellagao civel.
possa ler ; cm vista do que maudou a cmara la-
vrar este termo, em que assignou o fiador. Eu
Fraucisco Canutu da Boaviagem, secretario o es-
crevi.
E para que nao desapparegain os documentos,
que acompanharam a petigo do novo procurador,
em que a vista dos meamos, requeren), que a sua
fianga fosse tomada por termo, na forma da lei, e
eslylo ; devem os inesinos licar archivados na se-
cretaria desta Ilustre cmara para em todo o
lempo constar ; o a esse procurador depois de ju
lamentado, se deve recommendar a observancia
Os iu iiv'aluos coguoiniiados Camilos
c o juiz municipal de Mores.
Srs Redactores. Sem costume de procurar a
imprensa, bou (breado, em respeito digoldade of-
fendida pela mo soccorrida, a restabetecer a ver-
dade de faelos mal referidos com o lira de depre-
ciar urna reputtcao, j bem Drmada ueste serlo.
A imira como Tertuliano Jos Elseo Canuto, an-
tes protegido do Dr. Joo BftptHta do Amaral c
Mello, osasse firmar com o seu norae e o de sen
irino a correspondencia, que se le no Diario de
Pernambuco de 5 de maio desle anno, para man-
char a reputago do juiz, que tem sabido manter-
se distante das paixes polticas, para oovir so-
mente a voz doopprimido, e reeonheeer o direito
dai|ueile que esta araeacado de perd-lo.
E' motivo da aecusago urna historia de. liber-
dade do preto Raymundo 11
Sinto nao ter meios de fazer valer o direito,
que lem os herdeirus de Luiz ib; Souza Maciel so-
bre o escravo Raymundo, para mostrar quanlo in-
fundada a aecusacao feila ao empregado, que se
distingue pelo cuidado, com que procura coouecer
e amparar o desgragado que perante elle se apr-
senla.
A verdade como passo a referir. -Em faverei-
1 .11111 ni Pereira.
Marcolino Ferreira das Ni ves com Theod-ra
tia da Couceigao : luenga ao padre Fr.
de Sania Angeles.
Jo.- Das de. Brito (uimara-s coro Isabel Fraore-
lina da Costa : licenga ao padre Miiz de Arauju
! Baibosa.
1863
Lucio Jo.- Francico da Silva rmn Ben-dirta Maria
do Sacramento : licenga ao padre Francisco Jca-
quim Pereira. *-
-Sebastio Jo- Gomes rom Arjelide Joanna Jorge
_ Bastos : licenga 10 padre Victorino Jo? dos Sjo-
"tos Fortunato.
Francisco Jo- Coellio rom Ena Perpira d> Cont:
licenca ao padre Fr. Antonio do Espirito Santo.
1864
Vicente Ferreira Bacelar rom Francisca de Paula
Baptisla : licenca ao padre AtmNm VilletnMw.
Sebastin de M 11ra Accioli com Thrreza de Je-u
Brrelo : licenga ao padre Bonifacio Pereira de
Oueiroz.
Bartholomea Correa de Amorim rom Isabel da
Costa Dourado.
Como estas ha nutras muilo mais alrazadas qoe
foram annunciinlas |ior esle Minio, l.-io acnte.-^
com licencas da las para fra da matriz e mpsmo
para fra da freguezia, qne oa s*no veriftran,
ou os llvds. sacerdules nao nao rern.lao, ou a* en-
tregara as partes, que as deixam nrar rm nas ga-
vetas, como aeonleceu com o fallecido Rvj. Fr.
Manoel de S. Felippe, que lendo feilo em rasa nm
casamento era 1824, ou por e>se lempo, s a roosa
de quatro annos me loi remedida a certidio arhada
casualmente enlre velbos papis. E- um jra
prejoiio para as proprias partes, que n ack
certidio de seus casament .s atormentara a -i e aoe
parochos, aos quaes injustamente impultm a^s-
ralta.
Faltara tambem algnmas d<* bapti aniiiinci .re. O remedio contra nim sena nao roa-
ceder luenga alguma para fra da matriz, mas po-
de o parodio na disciplina ou corruptela actual re-
sistir por si s as prelengoes das parl-s ? Rogo,
pois, as pe-soascninorliendidas ne-la relacaoquei-
ram mandar suas rerlidiVs
A pastoral de 30 de novembro de 1844 impVm
siispeuso aos llvds sacerdotes que n > reiuen*-
reni dentro era qumze das as re ti.lo.-.: rua* roaw
verificar s'melliante cominag.'io, quando a Ixcnea
passada pan qualquer sacerdote distante r inw
para Serinhein, por exemplo, 'l'onde me f.illam
duas cerlides di' baptismo ? Elles entreg un as
liarles, que pooro apreciando seus pmprios inte-
resses a esie respeito, as deixam para all.
Vigario Vemmek ttmtfm de Rezcnde.
-**-& IC. I
Agna de Florida de Mmrmj dk
Laaman.
Inteiramenle dilf reme a generalidad* dessa* in-
tituladas aguas de de mi e extractos A> essea-
cia para o toucador; as qnaes nao sao mais
que meras esseneias aromalisadas est- rwi, . de-
licado perfume um cosmtico excellenlc. e ao
mesmo lempo possue a neces-aria virtnde dV ser-
vir como um grande remedio externo.
Diluido u'uma pnuca d'agua pura, ioma-.<<* urna
ro de 18li4, procedendo o Dr. Amaral a inventario oxcellnite eagradavel lavagem para i peh>. remo-
dos bens de Luiz de.Souza Maciel, leve occaslae
sem duvda de conhecer, que os herdeiros, pessoas
ignorante*, estavain amelados du prejuizo pelas
pretences de individuos, como existem em toda a
parle, para ganhapem com a inexperiencia..
Enlre os mais sabidos appareceu Tertuliano Jos
Elisen Canuto, tendo feito um contrato com o es-
cravo Baymundo para libertado, por quatro annos
de aerviso pela despeta e trabalho da demanda.
O inventariante le Maciel descreveu Baymundo
enlre os escravos, e pelo juiz foi mandado avaliar
e partir o valor enlre os herdeiros. Mas allegan-
vendo luda aspereza da pelie, menlas erupgf, s
empiuens, sardas, *-tc.,-iransmiltmlo em seo lotear
tima clara coiirpleign, nu-ada e linda, maria e fir-
mosa. Appcada a lesta'ou f.ni-s, dessipa urea de
eebeea, previne desmaios e verligens, daodo urna
nova vitalidad* refrigeradora ao e-pirilo ; emare-
gada rom 1 urna lavagem para os denles e o rolo
(quando diluida em agua) de ama aromtica
fres nidio sera igual, aeMnl como serr de soavi-
sar e mWffar a ard^aeta da pelle imtk qne se na-
ja feito a barba. (Ivn consecuencia das moilas irni-
laces existentes por lula a parle, Je sumna
do Canuto que Uavraundo era hvre, e dando omaTimporUneia que se repare bem, que *t nomes 4*
especie de justilieaco de tesiemunhas de sua ami- M"""V & l-anman se aehem imbuido* nos rk
zade, e que declararan! ouvir Maciel diier que7 nas proprias garrafas, asim orno inscriptos
CMARA Ml.MC.PAL.
4.' SESSAO OBDINABIA AOS 30 DE MABIO
DE I80.
Presidencia do Sr. Pereira Simes.
Presentes os Srs. Thomaz d'Aquino, Gusiavo do
llego, r. Miranda, Gasta Monteiro, e Santos, fal-
Joaqutm Jos de M'randa.
Despacharara-se as petiges de Balthazar Gon-
galves Machado, Bernardmo Antonio Pereira Bas-
tos, Joaquim de. Fi citas Guimares, Joc Evange-
lista do nascimento, Jos Joaquim Ferreira, Joo
Jos da Silveira, Jos dos Santos Bamos de Odvei-
nao tem a volla necessana para poder ra. Manoel Joaquim de Oliveira, Manoel de Almei-
uni sinistro. da Raposo, Manoel Jos Dantas, Schafnmlher a
andam a trote largo, e que os vehraculos de que
se Irata, e sobre os quaes se trepara os mesmos
carroceiros
pvrar de a
Quando as posturas municipaes tem exigido'tan-
to para os carros de passeio, admira que nada te-
nha exigido sobre as carrogas.
E animado pela jusl
ousa propor o seguinte
Ntnbura carrocelro dorante o dia ou de nolte
lando com cansa o Sr. Dr Sarniento, e sem ella poder trepar nas carrogas, e assim seguir os ani-
os Srs. Barros llego, e Silva do Brasil, abre-se a raae, que devero andar a passo curto,
sessao c li la e approvada a acia da antecedente. Das ave marias por dinlr>, nenhuma carraca
L-se o segwnte ^ transitar peas ras e estradas, sem que ao pes-
EXPEDIENTE : cogo traga urna carapaioha, e collocado na frente
Um offirio do engenheiro cordeador, informando das carroca*-um varal de ferro, onde se collocar
o requerimento, no qual o Dr. Francisco Gongal- um larapeao aceso.
Coinpantua.
Declaro em lempo que prestou juramento o fis-
cal nomeado na sessao ultima para a fregoezia de
' * easegu'mlo^Sdo Igg gSit
freguezia de Munbeca, Iteren de S e Albuquer-
que e levantou-se a sesso.
Eu Francisco Canuto da Boaviagem secretario a
subscrevi. Pereira Simes, pro-presidenteBego
Dr. MirandaCosta MoiiiuiroFonceca-San-
tos.

Posto em discusso o Sr. Gustavo do Reg pede
a palavra, e declara que as medidas propostas
pelo subdelegado ja se acham prevenidas nas pos-
luras.
O Sr. Dr. Miranda pede a palavra e diz, que nao
COMMUNLABS.
ves de Moraes, pede para que Ihe seja concedido
murar o sen terreno na estrada que dos Afogados
vai ler aos Remedios; diz que nada lera a oppor K
pretengo do peticionario, urna vez que a construc- turas. pulIICi*.
gao do muro presida a necessariacordiago.Man- O Sr. Dr. Miranda pede a palavra e diz, que nao Nao pretenda responder ao pequeo artigo ano-
dou-se cordear. obstante a ponderaeodi Sr. Gustavo, elle requera nymo publicado no Diario de Pernambuco de 28 de
Outro do mesmo, informando o requerimento no fosse ouvido a commissao de policia.Assim se re- junho passado, relativo a 5,000 meios de sola que
qual Autonio Gongalves de Moraes, pedo para que solveo. o arsenal de tuerra comprara para o fabrico de
Hie seja concedido fazer no seu terreno rua de S. O outro do contador, remetiendo a relago das 3,000 eorreames completos e 2,500 eqnipamentos,
Miguel nos Afogados, a licenga para construego de letras relativas ao trimestre de Janeiro a marco destinados ao servigo da guerra, ja porque se nao
casas, e sobre elles um muro provisorio, abra de corrente, e que se vencem no 1o de abril prximo deve dar outra resposta mais que o desprezo es-'' grosseira
poder com seguranga ajuntar os matiriaes precisos futuro
para duas casas; diz que nada se Ibe ullerece a op n
"- pivs -nco do peticionario, urna vez que a eebi
cada envoltorio e l-'lreiri); pois que na falta'des
mesmos loda a mais falsa).
Vndese nas pbarm.icias de Caors 4 Barbosa
J. da C. Bravo A C
ErvsipHIa.
O medicamento que cura mais influencia e ener-
gir lera combatido essa terrivel enfermidade, ten
|sdo u xarope alcoolico de veame.
Urna escrava da 111,1 i do Sr Francisco Finniao
Monteiro, pessoa bera condecida tiesta cidade,
.. .^u.! uo iiviin, u ........un, u>.o h..,m,,i= achando-'e de cama, e com as pernas bstanle ia-
ao depomo, requererara a remogi de Baymundo diadas, e rheia de lomores, lomando o xarope
para a Villa de Flores, aflm de evitarem tambem veame, eha-se boje ba. protamlo servic.w
despezas de caminho e couduegao nas d.ligencias | A mana do Sr. Jos I'i.u. i-.n Pmio. morador
para a demanda. : na rua DueiU u. 51, lendo sido acoimneitida de
O juiz removeu o deposito de Raymundo |>ara a mesmo mal, letta-se lambem boa.
mo de pessoa solida, moradora em Flores. O de-', A Sra. D. Senhorinha Lrabelina dn< Santo* roo-
positan., recelando que Raymundo, sedoiido, se rador na rua das Calcada* n. :t8, a.han.l.>.*e' aia-
pozesse em fuga, requereu que fosse gtwrdado na cada de ervsip.lla nas cxas, com quatro loaores
eadeia, o juiz atienden ao depositario. bastante v lirnosos, no estado moviente, que a pr -
herdeiros de Maciel uioverain a acgo de es- vava de por-e de ha muilo lempo, com a *>
prelendra llberta-lo, ainda o juiz noineoii curador
a Rivmuido, e o fez depositar em poder do pai de
Canuto.
Esse proce.dimento para ser apreontada a necio
de liberdade em juizo pareeea aos Canutos u na vic-
toria, e se apossaram de Raymundo, que princi-
pien a cumprir o contrato de trebatttar para elles.
Depois de decorrido omito lempo sem apparecer
em juizo a competente acgo, nao obstante o juiz
marcar prazo para ser prposta, resol vera ra se os
her'tiros de Maciel a mover a acgo de -escravi- j
dio, e pirque C muto (o velho) morara no Cupi-'
ti, 17 leuas de Flores, e nao oflerecia garantas
Os
do mesmo, acha-se res abeleeida, e no oso dos
dicameulas os tumores terminaran) pela sapeara
gao.
A Sra. D. Rita, moradora na rua de Santa Rita
n. 13, primeiro andar, soffrendo do mesmo mal na
milites annos, pois que aerysipella ataeava aaas-
dadamenle, depois que um lomado esse rrmrdio
i.iinca mais Ihe deu.
Oulros muilos faelos desta ordem deixo de saenv
enbdo-
consiruc do muro preceda a necessana cordea-
cao.Mandou-se cordear.
Outro do aieemo, informando o requerimento,
orreme, e que se vencem no i- ue aorn prximo deve dar oulra resposta mais que o desprezo a es- grosseira insinuaco na parle que se refe
aluro ; roga a cmara que se digne autorlsar a sa- tullas Observaros?, ja porque pelo eslvlo pilherico' sao do priraeiro curador de Raymundo
ida das mesmas do cofre para ser promovido ore- e agalaiado de lal artigo, seu autor mprimio-lhe o E' v-rdade que Antonio Allico de Sot
['biment'T.Aulorisou-se aos claviclanos lirarem carcter de pasquim. foi primeiro curador de Raymundo; mas
s mesmas. Homo nrtr^rn nri*a lfiima rmecna .(..ivn-..,. I- \ m ... Aa < ,.^-. i nitn t.,: #.>.. ..~. jZ
as mesmas.
Outro do amanuense Jorge Vctor Ferreira Lo-
pes Jnior, communicando que por doente, como
Como, porrn, possa alguma pessoa deixar-se il-
idir por tal pasquim, e adiar exhoi
cessiva essa porfo de osare comprado, como pa-! nato sem que o Dr. Amaral fosse sabedor.
cravidao, e ohtiveram senlenga mandando Ray- do xarope alcoolico de veame e piluls i.ure .lira
mundo reconliec-los como .senbores.
E' essa a historia da tortura a liberdade na Villa
de Flores pelo juiz municipal, Dr. Joo Baplista do
Amaral o Mello.
Nao sabemos se o juiz proceden com acert. O
que porffl temos certeza que para o Dr. Amaral
e Mello, de corago sensivel e liberal de princi-
pios, una senlenga contra um escravo nm desses
grandes sacrificios, a que o rigor do dever obriga o
hornera, que sabe cempreheuder o cargo que Ihe clonar aqu para nao me tornar emane e
foi confiado. uh.
O juiz de Flores sabe que deve proteger a lber- Sendo a erysipella una mole*lia qne sem doi-
dade; mas tambera sabe que essa proteccio nao na efleiio de materia gerada no corpo coaao ea-
pde ser criada para detrimento da propriedade pem aigbs escriplores de melicina, e em ceant-
al,'eia- quencia da febre langada na pelle, onde prodm
Se Raymndo fosse livre, nenlium juiz teria mais inflammago, e que mudas pessoas, por nao se hv
pra/.er em proferir sentenca em seu favor, do que rem convenientemente tratado, sorcurabeo rom o
o Dr. Amaral e Mello; contra o qual nao se le- pernicioso uso de que, nos tres dias nao devem
vanta a voz do homem desvalido. usar de remedio algum. o que faz- esteader
Ainda na exposigo dos Canutos apparece urna mal por nao se ter a priucipio combatido ;
" !n_sin.ua5So na P*1-!? 'ue w.Mbw pri- so, pois, conveniente que, logo qne ale;
sentir atacado de lal mal. deve provocar a traasei-
Soiizi Leite rago tomando ao principio ama colheriaaa *
s Antonio cha do xarope alcoolico
. de veame dissolvido
Allico fle souza Leite ro preso por ser pronuncia- urna chicara de infusode flor de abnsneiro
ludir por tal pasquim, e adiar exhorbitanle e ex- do no termo de Villa-Bella em crime de-estellio- te, adogando-a com mais a.v*ncar,\roniinuaa
tres dias nesse traiamenio, no Gm dos
*


.


_*.


MaMo 4c fvfxtihhm ~-#Wftrta rf* 49 # *Mio e A4945.
#
j do xarope de veame na forma prescripla no re-' A arremalacao ser frita na forma da lei provin-1 O administrador da rerebedoria de rendas Antonio Simio....... ..,....,. Pinto
calmarlo, tendo todo o cuidado de ste abalar, a(im cial n. 313 de 15 de mam de 1843, e sob as clausu- internas gerass fu publico, (|Ue em virtnde da al- Frn|eisco, primo de Tinoco.','.'.. Guim'araes
sodtuar convenientemente, alm de conservar o las especiaes abaixo declaradas, i leracao 3" do decreto 1719 de 3i de dezembro de Josej criado de Tinoco... ....... -anta Rosa
aentre corrente, que conseoir tomando orna ou i As pessoas qoe se propozerem a essa arremata-11860, nao julgando conveniente que contlnuem "
duas pilulas purgativas do mesmo "elame, cao comparecam na sala das sessoes da referida em poder dos cobradores os eonheclmenlos do 1-
Todos quanios soccumbem desta molestia se diz:'junta,- no dia cima mencionado pelo mcio da e semestre do Jexercicio de 18fi4 I8G5 dos imposios
falleceu de erysipella recolhida ; ao contrario | competentemente habilitadas. I de 20 0|0, imposto especial e decima addicioaal de
alguns expositores pre.-umem ser o desenvolvimen-' E para constarse mandn publicar o presente mo-morta, ordenou o recolhimento delles, princ-:
e> da putrefaccao no sangU9, tanto que o lugar in- pelo jornal. i piando pelo bairro de Santo Antonio, cujo debito
fhmmado que, enio a sua cor era encarnada, se Secretaria da Ihe.-onraria provincial de Pernara-; superior ao dos mais, atlm de proceier a llqui-
troca em lvida ou negra, e termina om gangrena, e buco, 4 de julho de 1863. acao de conformidade coin os rticos 4- e 5- das
Luiza, mulhcr de Tinoco......... D. Leopoldina
A tena passa-se effl Li-boa em casi de Tinoco.
Ene lindo o novo espectculo recommenda-se
ao iHUstrado publico -porirambucaoo.
Principiar s 8 horas.
O secretario
A. F. da Annunciaqao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1." Empedramento de 135 bracas crenles no
lauco de estrada de Bnjary a Goianna na impor- dbitos afim de evliarem a Cobranca judicial,
tancia de I:34000, sera frito de conformidade
com o respectivo orcamenio, e as instruccoes do
por essa razao que convenienie o xarope al-
coolico de veame ua infusao de flor desabugo.para
se conseguir resolver a inflainmaao, ou pelo me-
nos lerminar pela supporacao, Impedindo assim a
gangrena.
Os cfTeitos do xarope slcoolieo de veame appli-
cado na flor de sabugo ao cloenle, nao s de van-
tagem por sua qualidade diafortica, como pela engenheiro encarregado da fiscalisacao dos traba-
anti-septica para impedir a puirefaccao as mo- lbos.
leslias. _2.* Os pagamentos serao fritos em duas presta-
a erysipella nao deve o enfermo nos primeiros coes iguaes, a priineira quando estver execulado
tres diasnsar de comidas o Bebidas que possara metade de todo o servigo-, e a ultima na concluso
esquentar e inflarnmar n sangue. do trabalho.
A comida durante esse lempo deve ser do reino 3.a O arrematante comecar os trabalhos at o
vegetal, corno sag, farinha do Maranho, pao tor- dia 1." de setembro e os concluir al o ultimo de
rado, bolacha, etc. outubro do corrente anno.
Anda nao vi axpositor de medicina que aconse- 4.* O arrematante nao ter direito a indemniza-
Ihasse que nos primeiros tres dias de acommeltl- cao alguma, qualquer que si-ja a natureza da ad-
menlos do mal, nao 'se usasse de medicamentos; gaco, salvo nos casos previstos por lei.
o que ellesrepellem sao os ungentos, unturasque 5." Em tndo o mais que nao vai especificado as
obstruem mais e repellen) do que promovem a eva- presentes clausulas, seguir-se-ha o que dispoe o re-
cuago d parfe ;o que convm trazer o lugar gulamento de 9 de julho de 1864.
atacado e l>em agazaluado para ajdar a transpira- Conforme.A. /". da Annunctacao,
i;'i i e defender do ar. ,
O verdadeiro xarope de veame vende se na bo-
tica da ra Direita n. 88, de Jos da Rocha Para-
nh is.
Tenho recebido cartas de algnmas pessoas de
outras proviucias qu,e me commnnicam ler desta _ Convidase as pessoas que esto as condi-
cidade sido remedido o meu xarope falsificado, Ces do servido militar, a engajarem no Corpo de
que tem dado resultado ao descrdito de minha polica e gozarem das vantagens da iei provincial
preparacao, cujo coiihcrimealo se tem verificado n. 611 di 2 de maio prximo passado, que to as
depois dos effertos que laes rem.-dios aprsenla va ; seguintes: !M!09rs- diarios de sold, serem seus
assim, pois, tenho a declarar ao publico quo no filhos menores recolhidbs .ios estabelecimentus
letreiro que vai pregado na garrafa do xarope, provinciaes de educac/to o tempo que estlverem
sempre foi assignado por mtu punho, e daqui em na guerra ser contado pelo duplo para o caso deJ
dianie, alm desta assignatnra o fare tamt.em no aposentadoria, a m de-tas, tem todas as mais
papel que obre a garrafa. Rogo ao mesmo pu- vantagens que sao concedidas aos voluntarios da
blico que quando furem assim engaados, loinern patria.O tem-nte-coronel commandante do cor-
testemunhas, me remettam os rtulos falsificados e po de polic a, A exandre de Barros e Albuquer-
me part cii>em para fazer effectivo o arl. 167 do que.________________________________
cdigo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Paranlios.
nstrurcSes queacompanharam o decreto 2354 de
16 de fevereiro de 1839, que em quanto se est
organisando a relaeo dos devedores do referido
bairro, Ihes permeltido virem aqui pagar os seus
ISC1
Recebedoria de Pernnmhueo 3 de julho de 1863,
Manoel Carneiro de Sonza Lscerda.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arremaiaeA i da obra da conclusfio da casa
da cmara e cadeia da villa do Bonito, fui trans-
ferida para o da 20 de julho prximo vindouro.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 28 de junho de 1865.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arrematado da obra da cadeia de Nazarelh,
foi ir inferida para o dia 20 de julho prximo vin-
douro.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buoo 28 de junho de 1865.O secretario,
A. P. d'Aiuiunciacao.
O consclho de compras do arsenal de
guerra precisa comprar o seguinte, em vir-
tude da ordem da presidencia de 21 de
marco prximo lindo :
60uO varas de algodozinho.^
10UO ditas i'e aniagem,
As pessoas que qtiizerem vender ditos
artigos .apreserrtem suas piopostas na sala
do consellio,'s H horas do dia 12 do CW
rente.
?m nuaiTiHos.
t ouapaulii i (I is Hensageries Im-
periales.
At o dia 14
do correnle mez,
eipera-se da Eu-
ropa o vapor
fraocez Eitrttu
dure, o qual de-
pois da demora
do costume se-
guir para Rabia
e Rio de Janeiro.
Os passageiros de Pernambuco para os porlos
da Europa que queiram segurar as suas passageus
a bordo dos paquetes desta companhia nos mezes
de maior affluencia, tem a ftcuidade de o- tomar
no dia que os vapores sezaern pira o sul, pegan-
do porm como so fosse do Rio de Janeiro
Para condicco-s, freas e passagons iraia-se ua
agencia ra do Trapiche n. 9.
COMPAHIA BiASILEIRA
DE
PAQUETES V VAPOR.
Dos porlos do sul esperado
at o ta 14 d i crlenle um dos
vapores da companhia, o qual
depois da demora do co-luine se-
guir liara os porlos do norle.
Grande armazem fo infas.
ItUA DO MPBRADOR ?- 22.
0 armazcm de tintas om grxwir d'poaiio*
producios chimicos otensi*cos mais en>affade
e usados nn pharinacia,pintura, photo^raaM.Ci*-
turaria, p)Totechioiafogosdeartin>io>eeBia industrias.
Moniado em grande escala, e snppnn.lo-*' di-
rectamente as principa?.*drogarasdpPars,Po-
dres, Haraburgo, Anvers e Lisboa, pd* onVffreer
composta de z cadetras do grjarntgo, producios de plena confiancaesati-fazer. pablar
2 ditas de braco, ditas de balanco, 1 encommenda a grosso traioea reulho, por^re^os
sof, 2 consolos, I mesa redonda a 1 ca- "l?*!?^ h___k-
Prvidos de machinas appropnadas
LEILAO
I um vacca con uiki cria
Qtiint-feirn li do c&nv.nre as II horas.
No armazem rua d i Cruz n. 57.
LEtO "
De tima mobilia de amarello a Lmz XV
ma franceza de amarello voltiadi.
a rua
eja recehem se passageiros e engaja-se a
Sala rio cnnvflhn da Pnmnn< rio arspnal carga^ne o vapor poder comlu/.i-r, a qual dever
-.. .'.?..- .i.? .SSL ao arsendi ser embari.a,la no dia desua c,1Hgajaj tUcommen-
de guerra, 6 de julho de 1863.
O encarregado d'esct ipluraeao,
Mannel Jos d'Ajaevedo Sanios.
dase dinheiro a frete at o da di saluda as 2 lio-
ras da tarde : agencia ru da Cruz n. 1, escripto-
ri > de Antonio Luiz de Olivira Aze'-'edo & C.
:mHElS!0.
PRACA DO RECIPE.
Cotti'pes ol'flciaes.
II de ju le.
Algodo de Macei l"$iJO por arroba posto a por dianie.
bordo. Rua das Larangeiras.
Cambio sobre Londres-90 d/visla 24 1|2 d. por Casa terrea n. o particular e 17 pu
O lenente-coronel Francisco de Mi-
Sant'i lflttfl rln icaviwpriia randa Leal Scve,presidente do conselhode'
^autd uiba aa ^senooraia^^^fr^^^B^v^^saber
0.0 llGClIG. I aus guardas nacionaes qualilicados na mesma
A Illra.' junta administrativa da Santa Casa da fregaezia, que nos dias 11 e l do corrente
Misericordia do Recite, manda hzer publico que ter lugar a nspeccao de sac do mesmo
no dia 13 do correte pelas 4 horas da tarde, na conselho
iraca das ren- n 1^ ------.r-,-4-
iHIA BRASILEIRA
sala de suas sessoes continnam a praca das ren-
: das das casas abaiio declaradas por lempo de 1 a
3 annos a contar do Io de julho do corrente anno
lji'00.
Dubourcq Jnior,
Presidente.
Guiiiaraes,
Secretario.
blico.- .......... 2063000
Rua do Rangel.
dem n. 6 particular e 53 publico. . 300^000
Rua do Rosario da Boa-Vista.
dem n. 14 particular e 58 publico. I68JO00
Rua da Lapa.
Casa terrea n.
blico. .
41 particular e 2 pu-
lida do Amorim.
(laixa !iii;;l liohancn do Brasil cm
Pcrnansliuco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do dem n. 48 particular e 36 publico. .
Brasil no Itio de Janeiro e sobre a caixa filial do Ildem n. 56 particular e 26 publico. .
mesmo banco na Babia. Ruado Azeite de Peixe.
------ dem n. 63 particular e 14 publico. .
Novo biiDt'o de rernamhnco. ,. .. J"da cacimba.
,., ,.-, dem n. 6a particu ar e o pub ico. .
Os administrares da massa fallida de Joaquim .. fi7 ^.,,-ni.- ,, m .',,,.
i ,s SiWeira pagan, o 1 dividendo de dita anssa ,em "' 0/ ,"",?, v,L"'0' '
na raza,, de 9 0/0 sobre o valor des Malos ad- Sobrado deS Mies TTpareular
medidos : no novo banco do Pernambuco a rua e .J p^ii^
loOJOO
4003000
723000
-* Pela thesouraria provincial fe faz publico,
quo a arrematarn da obra do quartel da villa de
Serinliem, foi transferida para o da 20 de julho
prximo vindouro.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 28 de junho de 1865.O secretario,
A. F. d'AnnuuciaQao.
No dia 14 do corrente depois da audiencia
do juiz de pa da freguezia de Sato Antonio, vao
a praeaos objectos seguintes: um relogio de pen- ,
dula embom estado, dousfiteiros com vidros, 2 ^aregneau Mlelra por
cadeiras de amarello com assentode palhinha, em
bom estado, penhorados a Fernando Garzoli pjr
execu^o que Ibe promove Luiz Ferro.
Uo Trapiche n. 34.
ALPANOEGA.
Rendimento do dia 1 a 10./,...
dem do dia Id......../.
MOVIMIENTO DA ALFADEGA.
Voluntes entrados com fazendas----- 28
i cun gneros..... 387
Volumeg sabidos rom fazendas.....
i con gneros.....
Rua do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 76 particular
MCArflflAIKM' ellpubllCO........
5:k? dem idem u. 77 particular e 13 pu-
_: bl,-J..........
ik'-;!-aao Ruada Senzala Velha.
__^:_, Casa terrean. 81 particular e 18 m-
i blico.......... 2005000
: dem n. 82 particular e 10 publico. .
Rua da Guia.
.... dem n. 84 particular e 29 publico. .
110 j Rua da Cruz.
i dem idem n. 87 particular e -11 pu-
7fii I blico..........
Rua do Pilar.
130
6: i
Descarregam uo dia 12 do corrente.
Bseia dinamafqneza Uos.er mercadorias di-lS? u/^ !SS!! e S^ffiSS?1
versas.
Patacho inglesfiaraferro e mercadorias.
Barca ingleza Vesionferro e carvo.
Brigae poilnguez-/tei-indddiversos gneros
grigoe inglez Rulkcarvo de pedra.
Sscnna portngaecaD. Joocharque.
Brigae nacionalCardiaidjem.
Patacho hollandez Ueivjdem.
Escuna iuamarqueza -'Doraraidem.
Patacho inglezZercon idem.
Importadlo.
dem 11.94 particular e 99 publico. .
dem n. 97 particular e 110 publico,
dem n. 100 particular e 104 publico,
dem n. 101 particular e 102 publico.
I lem n. 103particular e 98 publico.,
dem n. 103 particular e 94 publico...
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite 8 de julho de 1865.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
O Ulni. Sr. inspector da thesouraria provin
Gorreio goral.
Pelaadministragao do correio desta cidade se faz
6003000 publico, que, em virtude da convenco postal cele-
brada pelos goveroos brasileiro e francez, serao ex-
144,5000 pedidas malas para Europa no dia 15 do correnje
833000 mez pelo vapor inglez Oneula.
As cartas serao recebidas at 3 horas antes
da que for marcada para a sahida do vapor; e os
0OO3OOO jorna-'s at 4 horas antes.
Administrago do-correio. de Pernambuco 10 de
julho de 1865.
9003000 O administrado-,
Domingos dos Passos Miranda.
mim\" mmm mu
ilclaca das cartas seguras existentes na adniiis-
tracao do correio desta cidade para os se-
liberes abaixo declarados :
D. Anna Francisca de Paula Bolelho-
Agostinho Gomes da Cunha
Antonio da Silva Nova.
Christovao Guilherm'e Breckenfeld.
Francisco Ferreira 11 orges.
Francisco de Mello Barreta
Joo Martins de Oliveira Jnior.
2003000 'a9u'm Gomes Gardim.
2003u00 'os* Uuar,l'J,! Lisboa.
2003000 ^')SI-' ! >al,,'m de Lima.
2003000 Joi^ Kedrigues Coelho.
2003000
1443000'
8823000
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porlos do norle esperado
al o dia 17 do corrente o vapor
Tocantins, commandante o pri-
rg meiro tenente Pedro Hyppolito
??j5 Duarte, o qual depois da demora
do costume s gmr pora os > rtos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condozir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro a freteat o,dia da' sahida as
2 horas : agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio de
Antogio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
GOXPNHIA PERNAMBOCANA
DR
vapor.
Portos Jo sul.
Segu o rapar Parkyba, com-
mandaele Martin", at Aracaj
no da 14 do corrente as 5 heras
da tarde. Recebe carga at o
da 13, encommendas, passagei-
ros e dinheiro a frete al o dia da sahida as 2 ho-
ras : escriptorio no Forte do Mallos n. 1.
Para o Rio de Janeiro segu
rom mnita brevidade por ler
prompta a maior parte do car-
regamento o bngue brasileiro
Impiratior, o qual recebe o resto
da carga a freie,para o que tra-
ta-se no escriptorio de Amorim limaos, rua da
Cruz 11. 3. Tambem recebe escravos de passa-
eema tratar eom o capillo foaqaim Pinto de Sou-
za Passos, na praca 00 eommercio.
Mv-. Para a Bihia pretende sabir
Kv?*\ eom muila .brevidade o velelro
'1"*'|;^vV ,l-'!'' Emilia, capillo Bernardi-
?*>w 110 Rodrigues de Almeida, por
? ter a maior parte da carga tra
"^ lada, e para o re>io que Ihes
falta tratase eom o consignatario. Joaqun) Jos
Gonagjves lleiirao, 114 rua do \ gario n. 17, pri-
meirn andar.
aflshr*
com promptldo qualquer pedido Je linas aoid-is
Qtlinla-fetra UdO t'OrreneaS \ 1 lloras a oleo, tuja qoalidadee pareza de seus injrrrdien-
tes poder ser examinada pelo consumidor, o que
nao fcil fazer com aquellas qut. ao importadas,
e qoe se encontram no mercado ra alas teraadas.
Tem grande collecr;o de idr..s de dlArrMes
formatos, desde um.t oiiava al irtmmm ra- 4e
capacidade ; de vidros para fidrafM fi diamant <
para corla-los; de nieis [ra ling'ir madea r.x
propriedade e outros; de papis dourados e pra-
teados e foihas de gelatina para ornamento: 4e
papel grande epequeo formaiu de var;as c">res
para embrulho, para forro de casa, para len*
com fundo j relio-, de papel albuminad e Bri-! 1,
verdadeiro saxe para pholograptiia a para Mirar.
e outros ; vernizes de esseneia para qnadros, de
espirito para madeira. copal para o mmm e ex-
i leiior ; oleo graxo, oleo >erraiivo. olm. de laaftaa
Qiilaia-felra 14 do corrale mm cUnBcado,obodeWie, senuw de Harii.mn
lucio dia. verdadeiro em p ; prala, tiro, e eslanh ea fo-
0 agente Pestaa le/alment-i antorisado far Ibas de varias coi es ; linas vegeta*, citen-1-
-leiloo.wior coma e risco de quem pertenanr, de 5 vas proprias para (tonfeiiari.-; bu 4$cOm*t
meia-/guas em chao proprias na rua Imperial de ollios de vidro para imagens; Unas en tai"
ns. 1/3, 5, 7 e 9, rujas t:in n. I, 2 salas, 1 cosi- telas para retrata ; tintas em pasi.-is e e* p4 pa-
nda e 1 ca.iiariuln, u. 3 ten 2 salas, 2 cam.irinhas ra aquarella ; essem iu de rosa superfina. d> ne-
e 1 cosinha e assim a -outras todas, ji rendi-ram roly.jasmim, bergamota, aspiee, paiehooly. mbar,
cada urna 12j, mais agorj r-'ii le.tn SrJ m nsaes, booflnet.limao, alcaraiva, melis-a, riela irn-nfa.
os comprado.es poden etani 1a las o-n lempo e ' louro.cereji, alfazema, jninpero, Pi.ring?!. Ikn,
o lei I fio ter lairar 110 largo do Corpo Santo junio anis da Russia, canella, eravo e mniM orna v
a Associagao Gommercial : quinta-f'ira 14 do cor- jeeloe que sco.o a vista poderaoser iMbiml,.
No armazem do agente Cordeiro SimSes
da Cruz n. 37.
Leilo de'estiraros,
CORDEIRO S1MFS
precedida a competente antorisaco f^ra leilao de
um escravo de Idde 28 fcanos, boiieiro, cosinhei-
ro, 1 dito crioul \ sem hahilidades, isto
Quinla-feira 13 do corrente
as II horas, na irmatena da rua da Cruz n. 57
Leilao de o mt;ia-aiias.
Na rua Imperial junio ao ehafari/. 11. 1, 3,
5 7 e9.
renle pelas 12 horas da manhaa.
O escrivfio da
para a rua do Impera lor n. 35.
teiMr.
fazenda mutou seu ratlurto
Leilo de 14 saceos coiueoiniulios.
Q-u nta-feira 13 Jo corrente.
O agente Pestaa far leil) i T conta o risco
de quem pertencer de H, saceos com eominhis em ~ V, f ^"*"n:"1" ****** <*" >r km-
lotes a voniade : quinla-feira 13 do corrente petas ,|"1" "'D,0 da Cruz Corre, pede aa nn-.
10 horas da manhiaiio armazem do Sr. Azevedo fn"or- e.omo Jf .""* a fM *** 'H
defronte da escadinha da alfandega. "J faVor dc el rar ao pubi.co quacs o- n m-
1 UllC lilil 1 l.-t... il ,tl no.P
vos que a isso den logar.
Reelfe, lOde joHH de I8GV
Silvestre i'.i.rri de Carralho.
Leilao
Da partede ama casa na Parabiba al ~lUiz Amonio da su, m mm
roldas Convertidas ll li>, efll ABC "fs*a cidade, fot pube. i|ui> nada .eve a paaaa
__i 4, 1 1 41 alguma, porm se alg.iem se.iulgar s. ;: er --..r.
existe Um eslatieleCI HieiltO, nlOfO-IS a|irBsente.se na travc'*>. das C.flu n 16
da mesma cerca de '2 a 3 annos. \ 'l1", * t** *i**** ** ****, w > aa m* >
,1 . j 1 1 de ires das lindo os tmaei annnnmnie o **
Casas terreas de laip a a ucirada es- respoasaatMa por quaiqoer debuo
Irada dd GiijUi,
Sexla-feira 1 i do corrente as 11 h ras.
Corde3ro ttisues
autorisado pelo liqnidatario da casa commereial
de Antoio Joaquim de Mello, levara' novameote a
leilo os predios e alutiueis cima descript-is, cu-
jo leiiilo ser efectuado 110 da e hora acuna men-
cionado no anni'ein do referido agente a roa da
Cruz 11. 37.
|u* ap.iareea.
CRIADO.
Na roa da Madre de Dos n 3l>, pafarin an-
dar, precisa se de um criad) que ,'. aaaJaaraa*a*Ja
de sua conduela.
IDS.
Leilao dc um entra e cava
Sexla-feira 14 do corrente.
O agenie Pestaa fara' leilao por conta .le quem
pertencer de um carro de passeio e 4 cavallos ho-
nita figura proprios para sella e carro : sexl -feira
14 do corrente pelas l horas da manhaa unto a
Associagao Commereial.
r-wk.j rw ,zv-%
heos mmm.
AOS 6:000|000.
Uo<
2005000
2o.i'5000
2UOAO00
acham no Iheatro da guerra, bem lutma-
Vicente Francisco de Oliveira.
II MK II IWI I MBMIIII I li I I ! MmiW l
Lishaa pela 11 ha deS. Hiuel.
PreteoJe saoir em poucos dias a barca
Mara recabe cargas passageiros para
estes Jos portos. a tratar cun os consiif- i ""*'
natarios Garvallio & Nogueira, roa do Apol- Pemambacano se afilia lao
lo n. 20 011 com o capillo na praca. Iem Pr()l de la0 Jsta c,usa'
Voluntarios da patria.
O thesoureiro Jas loteras, abaiso assig-
nado, tem oprazerde annunciarao respei-
tavel publico, que tem exposto a venda osl
bilhetes, meios e (juartos da priineira parle
da lotera em beneficio das familias dos vo-
luntarios da patria desta provincia, que se
TKE ITItO
DR
Escuna dinamarqneta Kosh-r, euirada de Ham- c.,al em cnmprimeiito da ordem do Eim. Sr. pre-
burgo, consignada a Prenle Vianna 4C, mani-: &EPJ*, PruVl',|a. man'1;l '**t e^lico, qne no
festn o seguinle : I do correnle, perante a junta da fazenda da
200 fardos e t eaitt papel ; a Brender a liran- \ mes,na 'l^ourana, se ha de arrematar a quera
5 a. mais der, um telheuo que existe junto a ponte do
2'harneas e 12 caisas genebra, 2 latas sal 5 a Motocotomh, avallado em 18*. '
ileruus LeDZ ^ arrematadlo lera .ugar no refermo da pelo
as
Mai
'i calas pedraz de lotiza, 1 difa miudezas; a
ordem.
' 4 eaixas fazendas de algodo, 1 pacota amos-
tr.is; .1 Henri |ue & Azevedo.
4 caizas couros do lustro ; a Vaz e Leal.
1 jiacoie impressos ; ao consulado da Prussia.
41 barricas e 30 eaixas genebra ;a J. A. Silva
Jnior.
8 eaixas fazendas de algodo, 2 pacotes amos-
tras : a Carneiro & Xogu'ira.
8 eaixas miudezas, 1 dita fazenda.de algodo, 1
caixa couros de graxa, 1 pacote amostras; a Al-
ves Ilamlmrger i C.
Para o Porto.
> S.ihe com a possivel presteza o briguc portuez
guez Unido :. para carga e passageiros trrlase
cem o consignatario Thomaz d'A juino Konseca;
ru;i do Vigarto n. 19, Io andar.

? V f1 ft
t a li y s &.
EMPREZA-uOIMEHA
Santa Casa de misericordia do
Recife.
O Illm. Sr. thesoureiro da Santa Casa de Mise-
i canas miudezas 7 ditas fazendas de algodo, rlcordia do Kecife, commendador Jos Pires Fer-
11 dita dita de lia,4 ditas grarnpas, alhnetes bo- reira manda fazer m]|lliro nnfi nn dj> 17 dn P(ir.
toes ile osso. II ditas objectos de barro, 4 volumes
meio dia, sendo as propostas em carta fechada. \ 1 r> 10 Ja Un Ja
E para constar se manden publicar pelo jornal. UUarUl-ieiF 1 fl JtUQ.0 CLG
Secretaria ds thesouraria provincial de Pernam- 1 o/2 '
buco II de julho de 1865.
O secretario,
A. F. d'Annuncia^ao.
A thesouraria provincial marea o praso de 30 HfiHnfii at.tflLIfw L'utJUKi,
das para o pagamento do imposto do cal^ameuto Represent ir-se-ha a sempre applaudida comedia
das ras Xova e do Sol._________________Cm ires actos, original brasileiro, do Sr. Dr. Ma-
icedo
Lei'o de calcados.
IIOJJ
eilao por conta e risco de
O agente Pinto fara
quem pertencer de urna caixa eom borzeguius de
Coaccrto era beneficio do joven pianista brasileiro phanlasia para senhoras e sapato- de trang para
homens e senhoYas. as II horas do dia
armazem da ru da Cadeia n.62.
cima, no
reira, manda fazer publico, qoe no da 17 do cor-
rente, pelas 10 horas da manhaa, no salan da casa
dos expostos far pagamento das mensalidades-ven-!
cidas no quartel de abril a junho as amas que se
amostras ; a Lindern Wild & C.
210 barricas, 700 garrafoes, G00 eaixas e 30
frisq iciras, genebra, 1(00 garrafoes vinagre, 10
eaixas ferragens, 1 caixa pianno, 1 dila vidro para
espelbo, 1 dita albuns. 3 barricas verrumas, 8 bar-
ricas pregos, 1 caixa litas 1 pacote amostras, 30 Clfe 8 de julho de 185_
laboas de pinlio ; a Prente Vianna Cv C q escrv50
2i barricas e SO eaixas genebra 3 eaixas bur- F A Cavalcanti Cousseiro.
ras de ferro, 1 dila dilas e pentes de burracha, 3-------------------------------------......--------
eaixas prensas de copiar com seus pertences, 7 FlSCalisaCaO 13 I'|'('!!1C/1 dC SalltO An-
c 1 xas objectos de vidro, t dita amostras, 100 sae- lAnia , !|,i,.ru
os arroz, 30 saceos pimenta 100 garrafoes; aM.I : ttflii u nttlie.
Joaquim Ramos e Silva s Genros. Pelo presente se faz sciente a todos os
PHANMI4 BRINCO.
PRIMEIRA PAPTE.
Primeiro aclo da comedia.
SECUNDA PARTE.
Grande capricho de concert sobre motivos da
C=5" feir semanal
De trastes rovos e usados, olijeitos de
ouro e prats charutos, rclogios
e mdilosol'jectos*
iioj;
Qu3rta-feira ii do orrenteasll horas.
.\0 GRANDE ARMAZEM DO AGENTE
nitaria a concesso desta lotera, e o pov
cnthusi asmado
proi de tao justa causa, que o mesmo
abaixo assignado escusa re.ommendar a
prompta concurrencia aos referidos bilhetes.
O andamento das rudas sabbado l do
corrente, no consistorio da igreja do Rosa-
rio de S. Antonio
A distribuirn da; listas e os pagamentos
dosdremios sero feitos com a promplidao
do costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Itodrigues de Souza
O Sr. Arsenio Antonio Carneiro da
Cunha Miranda qtieira dirigir-se a praca da
Independencia n. 6 e 8, que se precisa
fallar. ____________________^_
Juaquim Pinto da ll icha, sublilJ portuguez
rolira-se para fra do imperio.
Dpvid- r'lach, prussiano, relira-se da pro-
vincia._____, ^______________________
Jos Perer* da Guaba vai a Portugal, levan-
do em sna cumpanliia tres netos menores.
- Dr. r" Schuliz vai fazer uina viagem a Eu-
ropa. _____________________________

apresentarein acompanhadas das criancas que Ihes Traviata (do maestro J. Archer) execulado pelo
foram contiadas. beneliciado.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do Re-' TERCERA PARTE.
Segundo acto da comedia.
QUARTA PARTE.
Carnaval dc Veneza (do maestro Schulholl) exe-
cutado pelo beneficiado.
QUINTA PARTE.
Terceiro aclo da comedia.
SEXTA E ULTIMA PARTE.
O Trovador, grande iranscripQo hrilhante do
GASA DA FORT
Aos 6:000,0000.
_________ tlhetes garauisdos.
-ao A beneficio das familias dos
briosos voluntarios da
OLYMPIO
Vapor nacional Parahyba, entrado de Macei, moradores desta freguezia de Santo Anto- Uuerere/do maestro 6. Pfeiffer). exeentada un-
conloado a agencia, manifestoii o seguinle : n0 (|Ue em virluue da deliberacao da lllma. cntente com a mi esquerda pelo beneficiado.
.12b couros seceos salgados, 3 cauas machinas ...: na| d mpsmv ,.-,., Na casa do beneflciado, ruado Imperador n.
de descarle algodo ; a ordem. , mu"'c,Pal Otbta mesma tidade, tle 79, seaundo andar, se encontrar o rest. de ca-
RECEBEDOraA DE RENDAS INTERNAS GE- 21 de junho lindo, se lem determinado que marotes de terceira ordem e geraes, e no diado
RAES DE PERNAMUUCO. o despejo publico de lodo O lixo e mmun- espectculo no theatro.
Rendimento do da 1 a 10...... 13:?f|fa? dicias> qe tenham de lanfar fra todos os Comecara' as 8 horas.
dem do da 11................ 726094 ^ Y .______
__________moradores da inesma freguezia, sera feto: aaa u .
14:1784643 primeiro.no im do beccoem que termina a a f 7 fec"a j13 ^MigMinra.
rua do Rangel pelo lado do sul (lim dojeaes OaDOadO 10 de JU1Q.0 de IODO
CONSULADO PROVINCIAL.
andimenlo do da I a 10......
I loa do dia 11..............
Leilo de coui-o de lustre nn duza*.
MOJE.
\o armazem ta rua n. l->.
Por inlervencao do agenie Pinto.
Leilao.
le livms de direito e literatura.
Quinta-fei a 13 do cirrente as 10 horas.
NO GRANDE ARMAZEM DE LE LOES
DO AGENTE
OLYMPIO
patria.
A' RUA DO CRESPO N. 23 E CASAS DO COSTUME
Oabaixoassignadovendeunosseus muitofcli
res bilhetes garantidos da lotera que se acabou
de exlrahir, a benelicio da matriz de S. Pedro
Manyr de Olinda, os seguintes premios :
Um meio n. 331 com a sorte de 6:0005000.
Dous quinos n 121 com a sorte de l;2O05000.
Dous quarlos n. 2798 cora a sorle de 4005O0O.
E outras muitas sortes de 100, 40, 20 e
10000.
Ospossnidores podem virreceber seus respec-
tivos premios sem os desconlos das leis na Casa
da Fortuna rua do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 1* parte da lotera
ILLUMINACAO A dAZ
Ariuazcui n. 31, rua o iwprraJer.
Para mais regulandade do servico tema empre-
za resolvido lao somenle vcn>I<-r ns apparraVn,
etc., deixando que os -rs. runsurri-lores rham^m
os machinistas que mais Ihes agrad;irem. p- .k-mi)
os Mmef, morada, etc., de todos elles seren indi-
cados no ar iii.i/wn da empreza.
As reelamacoes por m luz da< rasas. rnj.-K ap-
parelhos hoovi-rem sido rollitcados ani^ri-rmpai
a esle aviso, serio allendidos pela empreza -, outro*
quaesquer, nao.
A empreza espera que esla m di.h >r devida-
mente apreciada pelo* senh >res consonnid.Tef.. wtr
dente como a tornar pste servic, > mais econnnii-
co ; visto que ella vender tndo, apenas rom uso
lucro tal, que cubra as dtspeza* iwviiaveis.______
Ama
Na rua Xova n 37, primer > andar, ori-risa-se
de urna anu que sailu cozinbar e engxinuar. para
casa de punca familia, prefere-s.- es.-rava.
Na praca da Indepen lencia n. 33, k>jn d; >ori
ves, compra-so ouro, prata, pajina avwi -
lambem se faz qualqm r obras de *j*mm*J*M t
odo e qualquer concerlo.
Aluga-se a parte da casa i>. 91 da riu das
Aguas Verdes : a tratar na mesma.
Sruiana lllnslraila do Ra dr Janetra
Assigoa-se na rua do Cresi> n. 4 : lr<-s uatau
lirS, seis mezes 11-3. um anno I* 3
Precisase de una escrava para lodo o e|-
vi^'o ile una casa do lainilii: quem tiver annoav
ci, ou dirjase a rua de SanU RiU n. I.
.Na rua do Queimado n. o precisa-s > alofar
urna preta par comprar e rozinhar.
Nulas do banco do Rrasil e dx raixa- iMaaaa,
descont'm-se na praca da Independenri.i 11. iz.
O provedor da irmandade do apaH b I
dro, tendo de tratar de negocio* importan-s rela-
tivos mesma innndade. convoca ni.'?.i ^rai pi-
ra odia 12docorrente. Roga, puis, a aadaa os ir-
mos queiram concorrer ao casatsfario pula >
horas da larde.
Fugio no dia 20 de jnnho prximo nr.--
do lugar de Gamella de Barra Gramo- povincia
de Alagoas, o mnlato Amanrio, de i t. I> asfli
mis ou menos de '20 r.nnos, com os .'_- m -.
guintes : estatura regul-r. cira rhaa e I., \ifaea,
com os denles um t>ot> os oulrj-, bar i, r.',t.
chalo, com marcas de Mitas, as ataan, 1 en ura
talho em cima do dedo pnllegar d.i n.ao tlireif.
ps chatos e os ded >s anebiiados, levauin toa) i -
ta de panno preln, calc branca chrip > ! ona
de Ourif ti, julga-se l-i ;.,i-Ii:, \\\ a g 11- -
corpos de voluntarios: roga se porianU as
ndados p.ilciaes e aos eaphaV* V ramp. * 9
pegar e leva 10 a seu seniior Mmoel fasanaan le
Qaetroi Coullnho, no lugsr acim.i in'i<-i 1 i *>
sen correspondente nesla prar o S-. le
M. Temporal,rom escrip'.oti 1 n ':> \ 1' a.
30, que generosamente sera' recorapea-ado.
.
1
I


'ga.t90.707 d Rainos) J segundo, dolado do norte no Subir' a scena pela priineira vez neste theatro _______________________________________
4:l8.'il89 alagado do fundo da casa de detencao, irin- o bem elaborado einteressanie drama em 3 actos oen^.. a- g-i.^ol* RAolfo. \ (2.3Ta"benVacio'da7f?miliVs dosr voluntarios" da
___*_: cipiando do seguimento da rua denominada **JS252RSSSUl!?-*0 *fc* Vrats-i canela ao neciie do palm que seextrahir_sabbado 15do correte.
co Pinheiro Guimares.
iVio entrado no da 11.
MaceiW horas, vtpor nacional l'arahyba, de
li toneladas, commandante I. J. Martins, equi
agen 1 21.
Navio sahido no mamo da.
li.Lugre inglez Prospero,capitao Alexandre
Taylor, carga parte da que trouxe de Tena
Nova.
66:008^976 do Focjnho, ou do Rartholomeu, do norte
ao sul.'sendo o despejo feito as horas de-!
terminadas do art. 5o do tit. 5daspostu-:
ras municipaes de 30 de junho de 1849, j
transcripto neste Diario n. 126 de 2 de ju-
nho prximo findo: quem assim nao o cum-
prir, incorrer as penas especificadas no Julia___............'........... D.Eugenia.
I mesmo artigo. Clara......................... d. camilla.
I Fiscalisacao da freguezia de Santo Anto- KS^sir:"."""V g^3'
mo, 5 de julho de 180o. Augusto....................... Amoedo.
O fiscal Joo Manoel.................... Porto.
Caetano Pinto de Veras. Salvador....................... Rora/s.
_________________________________________ Guiiherme.................... Lisboa.
Sexta-feira 14 do corrente Anda audiencia O vigario..................___ Pinto.
do Sr. Dr. juiz de orphos se bao de arrematar O doulor...................... Guimaracs.
por venda, por ser a ultima praca, as casas per- Uro pagem ................. Peixoto.
9 Him. Sr. inspector da Ihesourarla provin- tencenies ao espolio do finado Amaro Jos Gomes, Capangas..................... N. N.
EDTAES.
cial, cm cumprimento da ordem do Exm.Sr. pre- as quaes sao as seguintes: umacasa de laipa sita
sidenle da provinria, manda fazer publico, que no na rua Imperial n 190, avaliada em 3005, ama
da faienla, da mesma thesouraria, se ha de arre- coberta de palha da comieira para a frente por
malar, a quem por meno fizer a obra do empedra- i 250J, outra dita em seguimento no mesmo estado
ment, na exlenso de 153 brabas no lanco da es- por 2oO, outra dita na r 1a do Bom Gosto por de-
traa de Bnjary cidade de Goianna, avaliada em traz da matriz dos Afosados anda por acabar por
l:3f>000. 2oOjeOO.
A aecaopassa ss no Rio de Janeiro.
poca actualidade.
Dar' lira ao espectculo a nova comedia
1 acto, imitacao de Jos Carlos dos Santos
0 vinlio doBatalha.
PEBSONACENS.
Roberto Tinoco, proprietario...... Teixeira.
em
LEILAO
DE
Movis e outros objectos de g >stt>.
Quinta-feira 13 de do corrente
\o armazem a rua da Cruz n. '67.
Cordeiro Kltnes
far leil.o por conta de diversas possoas de sua
amizade de 1 mobilia de amarello, 1 guarda lou-
cn, I carleira e moxo, 1 secretaria, 1 mesa elasti
ca, 1 guarda roupa, 1 commoli, 1 lavatorio, 1 ma
china de costura, 2 apara-lores, 1 cima franceza, 1
realejo, 2 ofes usados e outros muitos objectos
que esiarao paientents no aclo do leilao.
PREGO.
Bilhetes.....75000
Meios......35o00
Quartos.....1900
Para as pessoas que comprarcm delOO/jOOO
para cima.
Bilhetes.....6&500
Meios......:5".')0
Quartos.....1^700
Majioel Martins Fiuza._
Club Coinmercial,
A partida do mez de julho ter lugar na
noite do dia 20,
LEILAO
fte I caixao com bolees c bengalas.
Cordeiro simes
por conta e risco de qu'm pert-ncer far leilo
ittenc
Precisa-se de 1:2005 a premio, dndose como
garante posesa habilitadsima : a pessoa que
de 377- grozas de botta de oss.j plidos para co- quizer podo doixar o 0. de sua casa e rua ua rua
O abaixo assignado )uM ronvenier.i^ prewair
que ninguem faca neg->cio com o Sr Anlooio li -
calves da Silva, do engenho Mo--imbiquf. art-rra
da escrava Paula, de enja Tpoda, frfnotk r-osla
ao mesmo abaixo assignado, cl pile tratando,
nao a tendo conseguido nimia pelo e>ta videz >m que se acha dila e>crava.
.Nao podendo produzir efleilo a escriplnn acu-
ri 1 que foi oliiiila do sogro do abaixo asigan4nv
Domingos Vaz da Costa Aura, anjaad s.- fm n;s-
irado em jnizo, para a venda de var* e*ravn?,
entre os quaes essa de que trata, esla o mr*ra<>
abaixo a>sigr.ado tbpmilB > f.iZi-r aler I trrili
de seu sogro e hoje curan-Hado, cmUira anda n.V
tenha podirto conseguir do advogalo .;ue foi :
se,u dito sogro, a entrega de varios paprts ijne- mn-
tinham resalvas a re'peilo dessa v^nda Irtiria.
como indo lera de palmlear publico, t^nn!o
reno de que nao se dar um abuso de ronlian.;
a retpeito da guarda de ta-s Mais.
Manoel Joaquim de Lemo* Yas^oreR.w.
FIf
DECAV.Al.1.1).
Na noiie do dia 8 do corrente mei furtaram *>
engenho Ronca um burro e nm rava'l >, seaa e>
burro c-jsianho escuro, est carnudo, aassrro -
ferrado no qnartn e ranmbado na qm-ixa X, lem um calo ro saftaknfa, o cavallo ra-ia-
nho escuro foveiro, lem tres ps raleado", tna ama
marca de ferida ao p do casco, e mu-* orna mar-
ca ou cicilriz cima da can la, t- o 1 1
co cabello ; suppoe. se ter viudo para a orara r
se ter visto passar em Ttgipi : rofa-se a* a'otti-
dades a apprehensao d-i's riil.x cavados ; t ivpna
delles der noticia, ser gratificado generosaicenC*
na rua de Apollo n. 35, segun letes, 50 ditas dita para piloto! e 3 duzias de ben
galas sortidas, isto
Quinta-feira 13 do corrente
as 11 horas no armazem da rua da Crin n. 57.
do Crespo o. 17, loja.
Precisase de urna ama para o servico de
urna casa de dnis pessoas, agradando paga-;e
bem: a rua de limas n. 130.
Rogase a all>-nc>j O o Exm. Sr. pr^aiJeala
da provincia e do egrrgio tribunal da relac>>. tara.
o artigo publicado ni Constitucional Permmdui 1-
no n. 20, em relayo ao process., instaurado s**
juizo de direito de Olmda, contra o subdelegado da
Maricota.
\


m
*}

Diario de Ferawhico ... Quara lelra 19 c Julho de !&.
UMA GRANDE DESCOBERTA
pji FIGADO de BACALHAU
DESINFECTADO
MEOALHA
DE
HONRA
DE BACALHAU
ffiSlfecM fERRUGNJEO
As propiedades medicaes do oleo de figado de bacalao l'orao unani-
memento reconhecidas. Mas seo cheiro e seo sabor tao desagradaveis
lornao o uso d'ellc muitas vez.os impossivel, mesino aos estmagos
os mais robustos e aos rnais condescentes.
Por isso a descoberta do Snr. C.HBVR1BR que Ihe permettio de
desinfectar inteiramente o oleo de ligado de bacalhao sem alterar suas
propriedades tcm sido um dos mais felizcs problemas resolvios pela
therapeutica moderna.
O oleo deflgado debacalhao desinfectado de Chevrier.
com un cheiro agradavel c um sabor assucarado, 6 o nico que nao
tem ncm gosto nem cliei.ro de peixe.
Objecto de numerosos relatnos scientificos elle goza em Franca
de una fama bem merecida, e receitado por todos os mdicos em
lugar do Oleo de ligado de bacalhao ordinario. Tcndo as mesmas
propriedades do oleo de figado de bacalhau ordinario, usa se d'elle
nos mesmos casos isto 6 as :
MoteHliBK FNcrofulosas,
HurliitMnio,
Obi* nirfio da lanHr,
TificA |in Intoiiur.
Mole^tlaN da pclle,
CoiiHlllairao lyinphatira.
Anemia, debllldude, finqupT.il.
i .11IIKV.-7 II.
Pobreza do nangur,
LMfnlfiiincnlo por nrriio de
traballio nu de iinncro,
Molet-tiuM tea ou clironicas,
Tosmcs perlinHKeH,
GiiNlriieN. fiisirnluia*,
O Oleo de figado de bacalhau desinfectado ferruginoso de
Chevrier constitue o melhor raeio de. administrar o ferro. O
ioduro de Ierro reunido com o oleo de figado de bacalhau,
augmenta a acciio lao efficaz d'este ultimo, se dissolve mais
fcilmente nos lquidos das vias digestivas, se assimila muito
mais bem do que quando tomado sob a forma de pilulas,
xaropes, etc., enim perde suas propriedades irritantes e nao
provoca a constipaco.
As pessoas as mais delicadas que nao podera supportar as
preparacoes ferruginosas ordinarias, as quaes, principalmente
nos paizes quentes.tem muitas vezes .grandes inconvenientes,
podcro com a nova descoberta do Snr. Chevrier, usar do ferro,
um dos mais poderosos agentes therapeuticos, tomando-o unido
ao oleo de figado de bacalhau.
0 oleo d figado de bacalhau deginfeclado ferruginoso de
Chevrier, se emprega em todos os casos que o ferro acon-
selhado; julgamos intil de os enumerar.

lloren de eHfoniago.
Elle eonvem a todas as complcicocs c a todas as idades, e 6 lomada
fcilmente pelas pessoas as mais delicadas. Elle um poderoso socorro
}iara a alimcntacao das enancas fracas c doentes.
Um folleto accompanha cada vidro e contem as observacoes medicaes.
Deposito em Pariz, na pharmacia de Chevrier, e em todas as boas pharmacias de Franca e do estrangeiro.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barbosa.
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
nua a residir na ra da Cruz n. 53,
i e 2* andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
sao medica, e com especialidade
sobre- o seguinte
4 molestias de olhos;
2o - de peito :
3o dos igaos geni-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus j
doentes.
5

Tendo-se perdido em o da 27 de junho pr-
ximo paasada do correte an.no, una letra da
quantia de I00, sacada por Manoel Feliciano da
! Rocha e aceita pur Joaquim Jos Cavaleanti em
j dala-de 30 de nmio do n;esmo inno, em occa.sio
que foi remetttda a ser sellada : avsa-se, portan-
'o, ao publico, que onde for appnrerida seja conside-
rada sem valor algum, ainda mesmo no caso que
a tenham reformado com nutras firmas, pois sao
. inteiramenli- falsas.
\a ra de Santa Rila u. 13, conpra-se
1 ouro e piala e reloyios vellios de todas as qua-
\ lidades.
M
4
K" *FI< \ /-$?? ^^S^^T^^^SK^R J?TV*a__
Companhia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro.
AfiENTES EM PEIINAMBI'CO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo St C, %
competentemente autorisados pela dlrec- '.i
loria da compatiliia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-jf
ras e predios no seu escriptorio ra da 9
Aluga-se
a casa terrea na travessa da Bomba n. 10, com 2
salas, 2 quartos, cozioha lora, quintal e cacimba :
a tratar na ra do Sebo d. 84. _____________
D-se mirada gratis era nm sitio a ama pes-
soa casada, que sirva para botar sentido : a tra-
lar na ra da Imperatriz n. 62.
; Precisa-se alugar um escravo para o servico
inlerno e eiterno : na ra do Queimado n. 29.
Perdeu-se na praca- da Roa-Vista urna gali-
nha rnalteza : quem a tiver achado, querendo en-
trega-la no segundo andar da casa n. 80, confron-
te a mafriz, se Ihe gratificar.
Ana
Preeisa se alugar urna trra que compre e se-
ja boa cozinheira e eagomme, paga-se bem : na
ra do Queimado n. 46, loja.
Precisa se de duas amas, urna cozinheira e
outra engommadeira : na ra da Cadeia do Reclfe
numero 27.
Lava-se e eogomma-sc com perfeiQao por
commodo prego : na roa das Cinco Ponas nume-
ro 140.
AGUA FLORIDA
23DE3

Castriciano Marques de Gouveia, arrematante
das dividas activas da ruassa fallida de Caminha,
IrmFtos & C, declara ao publico que nesta data
delxou de ser seu bastante procurador o Sr. Ber-
nardo de Barros Brrelo, e para que nao haja ig-
norancia, faz o prsenle annuncio. Villa do Jar-
dim, na provincia do Cear, 20 de abril de 1S63.
Eu fui quem buei no Diario de hontein um
annuncio perguntandn aos socios da socledade compleirt.,
Recreio da Mscidade porque razao nao ha partida : i ;:, irrit-n 'o mnflaa ~
no dia de Nossa Sennora do" Carmo, eu confesso \' '''' V' l ""Pt,!e*|r,M
MRRAY & LANMAN
A agua florida de Morrav d Lanman,
olhada como um artigo ie | erfuae, no
tem podido ser igualada pefej j repararr.es
as mais custosas: conserva sen aroma, to-
mo se formasse parte da prenda a que ella
se applica.
Sua eflicacia to delicada, codo elefaa-
tes sao seus multiplicados osos, qnr sep
empregada como artigo de toocaIor, qor
no uso do banlio, ou romo suavisador da
ficlle, depois que se tenha feito a barba;
j |iara limpar as gengivas oo arorcaUssr o
hlito.
L' suavidade, brilho e efaslicidade as
depois de se haver lacado: al-
i ias : faz
os meus pecrcados, nao assignei a pequea quo-i desapp?recer o desagradaTel afperlo dos
la qne ciio em meu annuncio, porm para a part -! pannos, das sardas, do rosto, rugas e Ifida a
daprocure-me pelos signaes seguinte.s: o baj- : casia de (bulicOes, e d vigor e fresewa
xo, tenho nariz de totipeira, na R. da P tinha por narlp rmilp nupr up ; ii.i.i...... e., n;
apellido Periquito, hoje no P. do C. o marreco H2J _??r_^- "? tW*
cousa e tal.
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em i|ue yt-ja pn>cio appliea-
la como estimulante e antisptico, nos con-
Precisa-se para una casa estrangeira de um
bom cozinheiro e de um copeiro, que sejam forros
ou escravos, garanie-se um bom salario : na ruaicursos e assemblas numerosas, as loca-
da Cruz n. 6. ...... : dades infeccionadas, na akova'de od en-
Paguen principio de junho ultimo, e sup-1 fermo, assim como um antidolo excellen-
Crui n. l.
mwmwMm
i poe-se vagueia pela c.dade do Recife e seus tobar-, te para os Jesmaios causa.Uw por caosaco
ter a idade de l annos, tendo o saieute sigjjal de ?" sonocacjio.
11 bios, o moleque Manoel. crioulo, que represen.* .
' ter a idade de I ti annos, tendo o saliente sigjjal de ou sunocacao. Preparada nicamente por
urna cicatriz no dedo pollegar da mo dlreita, pro- Lanman & Kemp, Nova York, e a venda por
e,milni ... lni1,11,.n t rmnVni!.i venien|e de um panaricio ; Uvou calca e camisa;Caors & Barbosa.
?>imCl rOWer JOttllhlon & LolIipaDtlia. de aljrodaozinlio gross) : quem o apprehender e Jono f]a r R r
Ra da vnzala Nova n. 4. |entrega-lo no 1- andar do sobrado n. 17, na praca Vanii. . nn SSm. '' Dia ,"
j do Corpo Santo, ou no sitio do Sr. Dr. Augusto F.!. \eniie-se_} no Recife em casa d< Caors &
AGENCIA DA
Fnndlco deLow Iloor.
! Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
: de Oliveira, na Ponle de l'clia, ser rocompen-
! sado.
Barbo/a c Joo da C. Bravo 4 C,
O iMoendasemeasmoendas para ong^oJm-^^^^%S^^^
S* Jaixas .le ferro coado e balido para enge- gar habilitado para tratara travessafdo Queima-
nho, don. 4.
a Joao da Silva Ramos, medico pela Lni
B versidade de Coimhra, d consultas em
I sua casa das 9 s 11 horas da manba, e
f. das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
II para isse designadas, salvo os casos ur-
f! gentes, que sero soccorridos em qual-
I traer occasio. D consultas aos pobres
$ qii'j o procuraran no hospital Pedro II, v
% aonde encontrado diariamente das 6
m s 8 horas da raanha.
^ Tcm sea casa de sade regularmente
r montada para receber qualquer doeute.
V ainda raesmo os alienados, para o que
g tem commodog apropriados e nella pra- gi
tica qualquer operado cirurgica.
l'ara a casa de sade.
Prtmeira classe 3^000 diarios.
Segunda dita.... 23500
Terceira dita.... 2jooo
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprielario espera que elle conti-
nuea merecer a conflanga de que sem-
^ pre tem gozado.
CONSULTORIO
S- i i?-^^^^
Offereco-M uma mnlher pan o serv de urna! dous grandes voluines com diccionario
casa, que sabe muito bem fazer todas as qualidades
d comidas, engomma sem falu, com informacoes
d.; na conducta : a iratar na travessa da Cam-
ina n. 7.
Camas le ferro.
Gtrande sorlimento das melliores que ha no mer-
a-lo : na ra Nova n. 33.
To.w GIRURGIGO
i DR. PEDRO DEATTAIIYDE LOBO HOSCOSO.
ffi\ MEDICO, PARTEIKO E OPERADOR.
3 Kua da Gloria, casa do Fundao 3
O Dr. Lobo Moscoso d consaltas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 s i i
horas da manliiio, e das G e meia s 8 horas da noile, excepciio dos dias santificados.
P/iarmacia especia i homcopa llea
No mesmo consultorio lia sempre o mais appropriado sorlimento de carteiras p
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacoes e pelos precos seguinles.
Carteiras de 12 tubos grandes. 146000 Wl
de 24 tubos gandes. l&OOO R
de 30 tubos grandes. 24-5000 '" \m
de 48 tudos grandes. 30.^000 \&&
de OU tubos gran Jes. 35-3000 Wt
l'repara-se qoalquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios ;m
que se pedir. S
Um tubo a\uIso ou frasco de tintura de meia onca i $000. ^
Sendo para cima de 12 custaro os precos eslabelecidos para as carteiras. JR
lia tubos mais pequeos cada uin a 500 ri. P(
IIVROS. i
A melhor odra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do r. Jahi-.w
[randes volumes com diccionario............ 20000 M
Medicina domestica do L)r. Hering........... 10000
Repertorio do Dr. Mello Moraes............ 6O0O'
Diccionario de termos de medicina........... 36000
Os remedios deste estibelecimento slio por demais conhecidos e dispensam por!
tanto de seren notamente recommendados as pessoas (pie quizerem usar de remedios'
Arreios d carro para nm e dous cavallos. j
Relogios de ouro patente inglez.
I Arados americanos.
Ma binas para descantear algodo.
| Motores para ditos.
Machinas de costura.
Urna mulber porlugueza offerece-se para ser
ama de qualquer casa de homem solleiro ou mes-1
Trocam-se
Perfeilas imagens do mais amirado trabalho
que pode haver neste genero corn finas pinturas :
a ra da Cruz do Recife n. 57.
COMPRAS.
Comprase efectivamente ouro e prata em
PILI LAS VECRT.IE9
DO
DR. AYER.
; mo familia : trata-se na ra da Cadeia do Recife; obras velhas, pagando-se bem : na ra larga do
n. 7,lojade miudezas._____________________ Rosario u. 24, loja de ourives.
AMA.
Precisa-se de urna ama para efi
de familia : na ra do Brur n. 5
cliafariz.
Silvino uilherme de Barros compra e ven-
finhar em casa de effectivamente eseravos de ambos os sexos :
defronte do ra do Imperador n. 7'J, terceiro andar.
9
t

Di
MARTIMOS
CONTRA FOGO.
A CompanMa Indemnisadora
estabelecida n:sta praca, toma seguros martimos
f hre navios eseus carfegamer.tos e contra fogo em
edificios, rnercadorias e motiillas: no seu eseripto*
ti . roa do Vipario n. 4. pavimento terreo.
RETRATISTAS
- Firmino & Lins
Novo cstabelecimenlo de tttf-
tos rna Xova n. lij, Io an-
dar, junle ao Sr. (autier, S
ilenlisla. '
Tiram retratos todos os dias, das 7 horas |*|
da manba s o da tarde, quer chova ou al
no. |
Tambem se offerecem para tirar retra- ^
tos de pessoas fallecidas, dentro ou fra |R
da cidade. >jif
Os annunclanles desejando acreditar o ^
seu estabelecimenlo, garantem ao puhliro jH
que nenhum trabalho sahir de sua ofllci- B
na, sem que nao seja perleramente acaba *S
do, e a vontade do freguez. $y
uro e prata
^jj^aS^ em obras velhas : compra-se na praca da Inde-
sk^
Nao ha necessidade mais ge-
ral em lodos os paizes do que a
de um pnjante que seja ao
mesmo lempo innocente, efficaz
fi\ e digno de toda a ci.nlianra.
As pilulas que ora olterere-
mos ao publico pn-rneriem estas
condicoes ; pois pdem ser lo-
madas pelas pessoas n>ais fracas
sem perigo algnm, nao leodo em
sua composirao mercurio nem
outro ingrediente nocivo i san-
<%w de, mas sendo composto de a-
gentes vegetaes mui fortes, sao bastante
efficientes e activas para purificar os cornos
pendencia u. 22, loja d bilheles. mais robustos.
Compra-se ouro, prata e pedras preciosas,! Estas piillla exploram e purihVam toda
em obras velhas : na ra da Cadeia do Recife, t a extensao do canal alimenticio, e ilo vigor
a todas as parles do organismo, corrigindo
leja de ourives no arco da Conceicao.
Compramse libras esterlinas a 95600, na sua aefao viciada e fazendo recui>erar sua
vitalidadc.
Um remedio ineslimavel contra ir i*
cabera nervosa, enxaqueca, pristi do ren-
rna do ^ trc> hemorrhoidas, molestias do fi -------jore gastro-hepatica, e todas as tnoiesias,
j biliosas que teem sua oiigem no enlorpeci-
flsado que causa a escassez da
praca da Independencia n. 22.
Compram-se patacoes jpexicanos ; na pra^a
da Independencia n. 22.
Compramse libras esterlinas
Crespo n. 16, prtmeiro andar.
sa
( ol re, tatue chumbo.
Compra-se cobre, laiao e chumbo: no armazem ment do
da^ora amarella, no o-.o da secretaria depo-jbi|is na nflanjnae d'wle rpo* q^
-'Compra-se uma baianca grande 55 nm braco',f"z derramamento da bilis no estomago o0
Romao : a tratar no'caes da companhia l'ernam-; em '" tiesatianjo geral dos orgaos diges-
tivos.
A Ictericia
i ra da Imperatriz| produzida pela absorpfo da lilis no
sangue, dando pelle e aos olhos urna cor
amarellenta ; nao smente dolorosa por
si, porm conduz aos mais serios s oh rimen-
bucaaa, armazem n. i, ou na ra Imperial n. 27
Compra se uma casa terrea em bom estado,
e que seja grande
n. 43, no primeiro andar.
A fugase
verdadeiros, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor'que'se pode dejjlr/^ibnd!" rnli"^ ?i?mumi
verdadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservacao, tintura dos mais acredi- Aqloo i'onseca Jnior, eita a'
um sitio n.i campia da Casa Forte, com duas ea-
fallccido Thomaz de
_ a moderna, e conten-
tados eslalielecimentos europeos, a mais exacta e acurada preparagao, e portanto a maior d t"das as accommodacoes precisas, e outra com .
cereza em seus etfeitOS. boas commodidades para qualquer familia: na premio : na ra do Trapiche no hot-1 de Francr.
ra do Visarlo n. 19, primeiro andar.
a
energa
Aluea-s urna ama para casa de
lia : na ra Direita n. 18.
pouca fami-
Fogo do ar.
No armazem da bula amarilla no oilaoda secre-
taria il.i polica-, reeebem-M enommendas de fogo
do ar para dentro e fora da provincia.
Casa de saude para eseravos.
Recebe-se eseravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operacao, p ra o que o annuncianle julga-se sufficientemente habilitado.
O Iratamento o meilior possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa lia mais de qualro annos, ha muitas pe?soas de cujo conceito se no
pude du\ dar, que podem ser consultados por aquelles que desejsrem mandar seus
doentes.
Paga-se 2o por da durante GO dias e d'ahi-em diante 1^300.
Asoperagoes serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos QUl'm Preciar de nma pessoa habilitada a
razoaveis que costuma pedirr o anniinc ante. *ns,n!,r i'r'meiras letras latimfrancez e msica,
denln ou fora desta cidade, dinja-se a ra do
L'raa Jcasa.
Compra-se uma casa terrea no bairro da Boa
Vista : a tratar na ra do Vinario n. 13, primeiro: tos.
andar, das 9 horas da manl.aa as 3 da t-irde. | para cra.,a {nmZ-id de I 5 pilrlas lo-
LiblllS esterlinas 'das :is nh*8ist0 baslame para morer-
assim como qualquer outra especie de ouro arnoe-! .venjrt' smenle ale que se recupere a ac-
dado nacional e estrangeiro ; compra-se com bom g>tO saa (lo SjStema.
Mal do figado, febre gaslro-hepalicm.
lilitSiSKBWS
Anda se precisa-de uin ama p'aracoz
nhar e engoramar para tres pessoas : na
ra das Cruzes n. 37, sendo pessoa mori-
gerada e que se possa entregar uma casa.
te
aammm
Vende-se uma aotnla e uma janella em mili-
to bom eslado : na das Aguas Verdes n. 92.
TUBAS.
.TV 1
Queimado n. 8, terceiro andar.

Algons amigos do (nado Antonio Carlos
(/illm, mandam celebrar uma mlssa pelo
seu elerno repouso no dia quarlafeira 12 do
corrent'1, pelos 7 horas da manhia, na igreja
da Madre de I) os ; e convidam aquelles
que locados do senlimenta religioso quize-
rem assistil a e.-tu acto solemne, de compa-
recerem.
Recife. 8 debilito de 186'.
:'J^iWCS?3SiS;aBOfiaii8BRSBKa,
_ o iem se julgar rreoor da Orina de Maga-
liai Uasl i3 i C., tenha a bondade de apresentar
a sua Cunta na ra Xova n. 10.
*
Qnein precisar de um pequeo portugus,
de I4ade.de lannos, bastante defiembaracadopa-
ra qnalquer arrumaco nenia cidade, dirija-se ao
caes 'Xi de Novemafu n. 24, armazem de mate-
riaes
Alagase un pequeo armazem na ra da
Paz, proprio para qualquer csjabelecpnento em
po.'.lo pequeo : a iratar no pateo de S. Pedro n. 4.
'iia-so,
a cisa terrea da liba do Uetro (Passagem da Mag-
dalena) onde moro o coi recio- Macedo, com bons
commodiw para familia : trata-se no lago do
C ; p i Santo n. 19, escriptorio.
Companhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORSAA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859'
na langa em ilinhcir ?, lepo&itaAo nos cofres do estado, garante a boa da
ii i n i s r.: cao .ia coaipahiiia.
BANQUEIUOS DA COMPANHIA DIIiC(;O GERAL
O llameo de Ilespanba Madrid : Risa do Prado n.lB
Esta companhia liga pelo system'a mutuo todas as combinacocs de supervieucia dos steu
sobre vida.
Nella pdese tazer a subscrpcao de maneira que em nenhum caso nc. gurado se perca o capital nem os juroscorrespondentes a estes,
Sao to suprehunJentes os resultados i|ue produzem as sociedades da ndole de A NACI
DAL, que ainda inesrno ':
cues e co n!
para seus
de 1005 produz em cffectivo"metlico:
Xo flm de o annos.......1:1195300
de 10 .......3:9425600
de la........11:2085200
de 20 .......30:256,6000
de 23 .......80:3315000
Na? idades menores de :t annos e maiores de .30, os productos sao mais considerareis.
Propetw e maU i;iformacoe> erao prestadas pelo suh-direclor nesta provincia.
Joaqiimi Finz.i de Oliveira, rudaCad-ia n. 32, ou a Uoa-Vista ra da Imperatriz n.!2,estalel
ment eos Srs. Ilaymiindo.Carlos.Leile & Irmao.
Aluga-se um bom sitio com casa de vivenda. sentando diversas scieocias e artes ; machinas de
;cocheira, estribara, quartos para pretos, tanque, crystal e porcelana pira caf.
lalrina, etc., com bastantes arvoredos, e todo mu-
rado, na Capunga velha, casa que foi do Sr. Se-
. bastiao P,inna : a tratar na ra do Imperader n.
46, armazem.
diurrhea biliosa, indigtslo, a netralgia
ou tic doulcureuj-, sao todas molestias que
tem seu comero n'um desarranjo da bilis.
A observaco dos ductos da lilis faz esta
vol er ao sangue, com que circula d p vem todo o corpo e causa estragos desas-
trosos ;i saude e produz uma serie inn-
mera ve I i!e males.
Todos estes incomraodos so curados con
as pilulas do Dr. Ayer.
Direcgoes minuciosas acompanfcam cada
Na loja da ra da Imperatriz n. 54, vend^m- j frasco,
se ricos .binculos de 12 vidros, e-tampas repre-j vende-se na pharmacia franceza de abu-
rar & C, na Nova n. 18.
AGENCIA CENTRAL
0 castelio de Grasville.
Traditzido do francez por A. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em qmtr
tomos pelo baratissimo prego de 550.C
ua praga da Independencia, livraria ns.
6 e8.
Vende-se uma taberna com poucos fundas c
commoiios para familia : na na das Alfadas n.
2, ou na ra de Santa Rita n. 64.
Engenho.
Vendem-se
machinas americanas de serrote para descarocar
Arrenda-seo ngenlioJussara de sant Auna, silo do na rua da Seniala .Nova' n. 42.
na fregueziadelpijuca, legoa e meia distante da -------
estacao da Escadi e Ipojuca, com trras de var- Lftf&uO Mra P?.lcailas.
zeas de massap para se safrejar em grande esca- Veade-se muito bom lagdo para calcadas e ar-
hi : a tratar no pateo do Ltvramento n. 23 om o mazens r|,Pgado agora : a tratar na rua do Apollo
r. lunario Aer^ aa Fonseea a ^
A pessoa que quizer mandar criar uma
cranja que nao mame mais, dirija-se a rua de S.
Francisco n. 30, que achara com quem tratar.
Vende-se urna burra de ferro grande
15 Rua Direita 15
reo ul: iam:ir.
Vende-se em Pernambuco:
aapktr.Tvacla franceza dr
P.MAURER i C.
RUA NOVA N. 18.
Pitlilos de fugo a 2S a greza para li-
quidar.
Chegaram excellenir? paute d? f.ifo e van-
se pelo boratifiim pivco it 25 a gr..za: na roa
JOAO FISH
iada mesmo dklfnotado urna terca "parte do interesse produzido em "recentes l foai', HiaC,,l',,s'i' ?* Companhia (lo gZ,
iinaadi-ocju i imrtaliladj da tabella de Repareieux que e adoptada pela companh- faI ., de bo,nbas!> lalrlna?
/.leuhs eliq.udHc-.es, em segurados de idade de 3 aI9 annos, uma imporsicaoannua. aPua-^.; sempre prompto ns
em perfeito estado e por commodo preco : I ^a Cadeia do Kcetfe loja d- ktmsm m. 56 a, de
: na rua do Apollo n. 20.
Vende-se uma negr nlia de 10 annos, muito
esperta e sadia : no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 8.
eucanamentos de
a rua da Palma nu-
Precisa-se de um homem nacional ou porlu-
guez para felor de engenho, que seja casado sem
filhos ou solleiro, moco o rubu-to : quem preten-
der dirija-se a praca da Boa1-Vista, sobrado n. 3,
segundo andar, das G horas as 10 da manhaa e das
3 as 0 da tarde.
Sctiieiies.
Vendem-se sementes de hvrlalicas muito novas
na rua da Cadeia n. 50.
Cal de Lisboa.
Vende-se esrcllente ral nova, nliimameui" rlw-
gada : na rua do Trapiche n. I i, yegundo aad^r,
escriptorb de E. It. ItaUdlo.
- Vende-se um bonito crioulo com 20
de idade, proprio para engenho ; no paleo do Ter- Luiz de Soasa.
al do Assw
____l Vende se superior sal do Ass a bordo io bul*
annos Sergipano : a tratar com o capio, oo nm 1 -*
fo n. 13'J.
.\a rua ilo Cantiga n. 3,
para se alugar urna escrava.
,-eguudo audar, ha
rv-i;-.; m fallar com o
Leio a negocio que no ignora
20, loja do Carneiro Vianna.
Sr. hs de Souza
: na rua Nova c.
Xa rna de S. Francisco nu Mundo ^.'ovo n. 3i, louca.
qner-se urna ama para r.rmprar e cozinhar. vy*
Olferece-se uma .mnlher para ama de
casa de homem solleiro ou de pouca familia,
a qua! lava e engomma: a Iratar na rua Au-
gusta n. 9 i.
Alngam-sc dous grandes sobrados com com
modos para numerosa familia, novo? .3 aceiados
com jardim, recheira, f.-tribara R-otiira omr; -
dida-l?. nr; tr.jressa (lJn Peroac6f "vVi :
a !rt.r n.; rua a Seuzals Sova T- 45."
Preeisa-se saber quem o correspondente do
i engenho Quiiinduha, para entregar uma carta na
___________________^p_^^_^_^^______ livraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
Precisase de tima ama que saiba engoinmar l O Illm. Sr. Pedro JoT Pinho "tenhaTbonda-
e coser, e fazer o servico de casa para urna s pes- de de annuociar o lugar de sita morada para Ihe
50: na rua do Imperador n. II, armazem de ser entregue uma carta vinda do sul, ou enlao fa-
:*j:
m
O bachare
Francisco Augusto da Cosa
ADVOADO
Rua do Imperador numero 69.
mmmm
m
zer o obsequio de mandar busca-la a rua da Auro-
ra n._46, segundo andar__________________
Aluga-se uma casa terrea na rna Augusta n.
112 : a tratar na rua Xova n. 39, primeiro and;r
Precisa-se de urna ama que roznhe e en-
pomme para casa de pouca familia : na roa da
l'raia n. 33, segundo andar.
oja
ras seis parias em frente do Li
vrummto
Vendem-se chitas francezas escuras e bons pan-
nos a 2i0, 260 e 280 o covado, ca^sa franceza de
cares fixas a 240 o covado, breanlia de rob a
2'u0 a pega, cortes de casemira de cor escura a
" ~, bales de arcos a 3, 39O0 e i, e militas
Vrnde-se uma casa a moderna 4*
andar e solao n-. na das ftwsm n. 7:
tratar na praca di Independencia hb
telojneiro n. 12.

<'.3
!*
0 Itar teii'u est ({iieimando por
pi'cco.
Pecas de cas-as proprias para carticado rom
10 varas por t, chitas fraomas a MA, musprn-
loes finos a peca rom 2i jardas por ti, C50)> o
75, chapeos de feltro a !-3 : na loia da rna da
Madre de Dos n 16. defronle da guarda da al-
fandega.
outras fezeddas por baratissimos precos, e de tudo "e-*B um carro ne carregs
se dao amostras; cambra! para forro a 20C0 a ?*nd^pa. com nso, e lodXri os peri-
n igual, tudo por preco muito comra
fV'-__________ ,, ,,-lnn ,1.. V It^.lrn ., '.
Vende-se um carro de carregar paaafM ?
nril de outro
prego muito commodo : a Iratar
no pateo de S. Pedro n. i.
- Vende-se duas carroga?, uma para bol e ou- ltPIICAO fregUCZeS."* Vende-se nma tab-rna hem aireenzada pra
tra para cavallo, sendo esta com lastro somente,: E' chegado a taberna da travessa do Queimado o mato, e bem rrno para a ii-rra par arar ao p
: propria.para carregar barricas de farinha de trigo, n. 1, o ja bem wnhecido doce da casca de guiaba, do mar, lamhem d comida* e dormida' e reerte
Uu..ro iner comas cerno Dr. I-. scluiliz quel-; lenha, ete^ ambas com uso, por prego muito com-, vende-se em corita por haver porcaoisato em la- passageiros, tendo exilente ro-rr'-'o rcra
raeoieeder-se a respeitona ma da Cruz n. 4. m"-4.......* < - * - '----------:.:..... '.. .
modo ; a tratar no pateo de S. Pedro a. 4.
tas como em eaizinhas.
mili* : na rua da Lipa c. J.
"
II f aii #r
>


Diario ilc pcrnaubuco - qoaiia lelra 19 de Juliio de lS.
\
Tasso Irmos
Yendcm ne sea annuzem fna do
morim n. 33,
Licor fino Curaco em botijas e meias botija?.
Licores finos sortides em garrafas com rolhas de
vidro e em lindos frascos.
VinhosUieres.
Santernes.
Cbambertia.
Hermitage.
Borgonhe.
Champagne.
Muscatel. Y
Reino.
Bordea ux.
Cognac.
Od Ton.
AzeitePiagniol. _____
Grande liquidacao a dinheiro.
Ka loja earmazem do Pave.
Roa da linperatri* a. G de Ga-
ma A. uva.
Os dones desle csiabelecimcnlo lem revolvido li-
quidar suasfazendas por precos baratsimos, s
com o fim de apurar dinheiro, e previnem as pes-
soas que negociam em pequea escala rom fazen-
das, que nesta loja e armazem encontraro um
grande sorliincnto por precos que muito Ihes nao
de agradar, tanto em peca como a retalho, a sa-
ber :
Chitas largas a 200 rs.
Vendem-se chitas francezas, listradas muilo lar-
I gas, padroes esruros, pelo barato prego de 00 rs.
i o covado, tendo minio bom panno ; dilas escuras
j padroes novos, por serem todas escossezas e cor
' lisa a 20 rs. o covado ; ditas miudtnhas escuras
e claras a 2i0 rs., affianyando se que esla fazenda
nao iem o mais pequeo loque de mofo, nem outro
qualquer defeilo. Kio.' o l'av.o, na ra da Im-
peratriz n. 60 de Gant~& Silva.
Esparlilbos, na loja do Paio.
Vcnde-se um bonilo sortimento de esparlillios
propnos para senhoras, sendo dos mais modernos
e bem feitos que lem vindo ao mercado, lendo de
todos os tamanhos e de diversos precos trazendo to-
das as competentes fitas para apenar. Isto s na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n, G0 de Gama
& Silva.
(RA
f* 11 I t
Os elementos que compoem osla preparacSo,
ferro, o iode e a qu.no, a codocao no primeiro
grao das preparares ferruginosas. Basta allestar
seus resultados obiidos pelos Mdicos dos hospi-
i?.cs, c os relatnos .dos j-radicos mais eminentes,
que confirmarse sua polleros eflicacidade as
seguinu s affccvScs:
!..!; mo Mmur.
Frj>qll-.a.
<\l>emlM.
CbluraKO 011 Iclerlela
Mn*tl-io.
Affrecoi-* lo utera-
Mipi>v-<-" nri.H t* tl-r-M-lc* a
iiirmtriii:rci.
fTcociio MttaMM* -
phllilMlt-.
V...![ slla- l'cNtaniaKO.
inMd-alul'i*.
Tercia rru|in-tlt-, <-tc.
Vej&e se os bulleiins
O
o
a
1
BONITOS i*
RA RATOS,
DE
I
ros i;:i 1 ser indilTc: :"
boa freguezia.
1
rec
1 SSJ
cha
CARvalcueenew *c Ion-
..1- iiiolcMt.!.
MoK-hIIk ccrfula-
Papclra.
Ohslruccio dna gln-
dula.
HiiiiiopcH fro.
lluiinireH liranco.
I!m-
Affrcc-a ranccroa
e ayunllillc*.
Fclu'i'" }i>hol!e.^
Vnrinlr, etc., etc."
de iherapeutica medica
t ciruroica de 3o de n&vembre tiOO; o Gatera
dos hosailaes de 4* ne uihu I860, ele, etc.
A 6m das pilulas de iodurelo duplo de ferro e de
cuitiin* de lchillon, os Medios acons.dliao
Wtaicoie o Xarope d'iodure duplo de
tefro e de quinina rio mesme autlior para as
pessoas que nu gosiao de mcdicameuioa sol) for-
ma pilular eos meninos. Este xarope nSo tem
como o xarope d'iodure defffo, o inconveniente
tje elterar-se e de se nao poder conservar.
Pcca-se o l'olhcto que so M de graca em casa
(*os pharmaceuiicos deposilarios.
I ara-sc evitaran falsiticacdes, exija o com-
prador em eada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
signatura do inventor. _
l)ei bsiio gerai em Taris, pharmacia Remllon,
US, me du l'.ac. e em lodas as boas pharmacias
de "ranea a r.os pniftes esirangeiros, etc.
nfa

11 P ~ -H tj, K G u L>'\ *m
de BISHCDTHJ
Laar-inhas a 320.
Laazinha a 1)20.
Laazinhas a 320.
Chegaram para a loja do Pavao as mais bonitas !
laaziulias suissas'de ipiadnnhos e lislrazinhas a i
imiUcao de sedas por terwn muilo lustro, sendo os |
padroes mais modernos que? lem vindo so mercado i
i e muilo leveiinhas, vendendo-sc pelo barato preco
de 320 rs. o covado. sendo razemla que sempre su!
; vendeu por C'iO rs. Liquida-se por osle baralo
l pre^o na loja e armazem do Pavao, na roa da Im-
peratriz n. 60, de Gami c Silva.
Lenciuhijs lira miio a 240 rs.. na loja
do Pavao.
Vendem-se finis?imos lencos brancos com duas
cercadura?, sendo urna de cordao e mitra de eores
matizada-, muilo linos, a Imitado de linho, pelo
baralo prego de 28O a duzia, ou 2i0 rs. cada
um : i-lo s na loja e arniazom do Pavao, na ra
da Emperatriz n 60, de Gama A Silva.
Laazinhas a 300 rs.
L5azinhas a 300 rs.
Lazmlias a 300 rs.
Vende-seum bonito sor:imento de laazinhas pro-
prias para vestidos e soutenuarques por serem li-
sas e de quadrinhos pelo baralo preco de -'00 rs. o
covado, sendo fazenda que sempre se v.-ndeu a
500 rs. o covado, evende-se a dinheiro a vista pe-
lo baralissimo preco de 300 rs. o covado : na luja
do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Pelerinas a 1-5000.
Vendem-se as mais ricas pelerinas ou romeiras
de cambraia bordadas propnas para hombros de
seo hura pelo baralissimo preco de 15600 : na ra
ca Imperatriz n. C0, loja de Gama & Silva.
rgaiidy a 240 rs. o covado.
na loja do r-avo.
Vendem-se as njnis bonitas casias organdys, pa-
droes miudos e grandes, pelo baralissimo preco de
: 210 rs. o covado (doze vintens), esta pecliincha
I acaba-se logo : na loja do Pavao ra da Impera-
triz n. 60, de Cama & Silva.
BfiETANHA I)K ROLO A 3fi000.
lUL? -^-^ifeb^l MadapoIO rufestado a SgOOO.
Ka loja to l'avao
Vendem-se pecas do bretanha de rolo com 0
varas-a 35, ditas de madapolao enfesiado a 3^20 ',
:$i5o'ii0 e & : na loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de (ama & Silva.
Mada.|M!ao com toque j!e mofo a 6^500 c 7$
Vendem-se superioi e-i pecas de madapolao, ga-
rantimlo-se 20 varas em cada urna, pelo baretssi-
: mo pre;o de 65400 e 75 |wr terem um pequeo
i:s ariiuutOs uu bismuth : Glievrier bem
.. rrs i todas as eotnts prenaraede* de
,.'': impri gadas antes-oom o maior suelease
pelos mdicos oe todos os.p*izcs, para prevenir e
curar as
fllAii il'crilooa.
atrlfea.
Ilrululna, itr.
l>lni rl.raa rliranicaa.
0>M!.*:ilci'lnr..
Dure l))|ir;ilna.
affeeooes se-wafestalo ordinariamente por diyes-
toes laboriett^-andutmet, fulla d'appeiiu, -pesos
d'e'.Or.iago dopoia de cada comida, coimeros es-
tomacae*,t^ muitas vezea, por espasmos nervoso
com vmitos.
Este estado merbidOvSC o descuidao, tror. ine-
vitavelmecJf, que soja :
Mlcnllnii '-v U^ailo. 0|iprcHMOea.
A lclrr*-lH.
i'al|ilui.iK. rii- rorociu)
Drri noarliia.
AZEVEDO FLORES
Ra .da Cdeia do liecife, esquina da Madre de Dos,
BAILES
Bales de arcos 3^000.
Baloes com o primeiro arco grosso de 20, 2o e 30 arcos, a vista so far prego.
Bales de arcos e de panno para meninas de 2 a 12 annos a 2$ e 20500,
Chapeos de Stl.
Chapeos de sol de seda com 12 asteas 8;>. j
Ditos malones com 10 asteas i2.
Canitsas.
Camisinhas para senhora a 3$.
Camisas brancas para hornera e com peito dj^cor a l>800 cada urna.
Camisas com pregas largas muilo superiores'a 2500.
Camisas de lintio a'2800 e 3^5 it.
Camisas de i'mho inglezas a 45, s5e muito superiores.
Camisas de l'.anella de cores muito finas a n. t
Cami as de meia superiores, l carto com 6 camisas 105f.
Chitas.
Caitas largas a 240 o 280.
Cliitas largas escuras finas a 320 rs.
Chitas preclaras superiores a 440 eOO rs.
Chitas estreitas a 200 rs. o covado.
Uadapoles.
Madapolao muito fino a 8$ e mais in'erior a G^, estes presos 20 menos que o
valor real da fazenda, quem duvidar venha ver, h muitas outras qualidades de mada-
oles assim como o superior madapolao francs para camisas e saias de senhoras.
* Meias.
Superiores meias cruas para homem.
Meias pretas e brancas para senhoras.
Cetonias.
Superiores ceroulas de linho o mclhor que ha.
Ditas de brim de llamburgo feitas na trra.
Ditas de esguiao de algodao a 10600.
Paletofs.
Paletets saceos de easemira,
dem de brim pardo e brancos muito finos.
dem de alpaka branca minio superior a 50.
dem de alpaka preta a 40.
Calcas.
Calcas de brim hranen a 70, 60, 50 40.
dem de easemira de cores a 7:> c<> e 10-.
Colietes.
Golletes brancos a 2:>500 e 30,
dem de casemiras de cores e pretas a 4 e 5?S.
Vestidos a Hara Pia.
Ricos vestidos de laa com barras modernas e os mais finos que pode baver a 200.
Vestidos do mesmo gosto. porm mais simples a 120 e 14.
Nacos de viagera a 5jf.
l'or estes preces s vende Azevedo & Flores na loja do
A antiga e bem Mohecida l-.ja ue o.iudera* a
ra do .Queimado n. 16, acal. de ser nnviBtaaje
Vendem-se em duzias e a retlh, sabor..'- r"vida Lf!*,lV B,lateH' V BoJ- *
, .fumarias inplera- < .rancezas, lu.-as de J. u .'i, fu-
tes aromticos e por precos conunod ,>, na|(,ites |(,ra s,,n,,,.,, ,.!r, 5 ,noJIM (;V,,... ., ;,.
ra do Queimado loja d'Aguia Branca n. 8. igos.que con i r...; ra a -i-i..:./ rerbi i : .i.> *
cota orador, a tjni n i-,, e a rfcnlavidaSe * pr-
a -*i
Antiga loja (le miujl ;x h
rua do Queimado n. 10.
Nraea oja ven.le-se haralamcllte, il.'i., d U.WI-
los oulros objfctos os rcpnialfi :
Vollst de crys'al, randes . pequeas,
'luirs de dnvrsas qoaIMtdck
GrotM fraudes de pMra- taba*.
Ainelesde madre-p. : j-'a e cntr.r qoa id.-. 1-,
Brincos a balo.
Cintos a avala.
N. 16 rua do Qaeiado.
Pcimuis a'aro, papri e tHelt|
Na anlipa l'ja fe miuae.a- a rua t (jai nna4n
p. ir., arlia-se um l.eliu toriimenli. i.- .'-
ImaHo (rev hw palMi, ififrir* \wx-
snrte, diio de pero li- . paotado e nV <|i:.' -i i
i de lil'f.Tt ules ijOalMadn at a que -..' ft li r de meilior, dito paquete, dilo pr^B no en .
I itnha*, sendo li>.i, pantado,de qmdnoii .
duaradJie tarjad', de pr-t<>, leodo cata n- -
RQ03 que Irazeo a envetope na me-ma falto, ( r*
e '. jui inti iraiiu nte novo. Caixa.- de
maiorn e menores, e tarjados e pretn.
d'aco inglezas, raligrapliiras coolraa qoaltd '.
todas dos afamad -s A L.
Alliiiiis luftjna na roa do Q.iei-
H.io it. 10.
V'.'cdi'Ri-se lionil albima ara li ret ..
Agua Iloilde
para Ungir cabellos.
Alm do chroinacouio, acha-se mais a li-
gua Iloilde, prepararse ingleza para tingir
os cabellos, i s pretendenles com[iare rua do Queimado, luja d'Aguia Branca n. 8.'
hotatas catxtnhas
rom pe fumarias.
A Aguia Branca na rua do Queimado n.;
8, recebeu um novo sorlimcnto de perfu-
maras das escolenles qualidades j bemeo-j
nliecidas, vindo no mesmo boni;as caixinlias
de madeira invernisada, e outras de vidro,
todas com finas perfumaras, e mu: pro-
prias para prsenles, as quaes sSo vendidas
por preces commodus, na loja d'Aguia Bran-
ca rua do Queiirado n. 8.
Toncas de fil enfvi-
tadas
a oO > rs. cada urna.
Vendcm-se na rua do Queimado, loja ('a
Aguia Branca n. 8.
Bspelhos donrados
A Agua Branca, recebeu novamentc um!
\ . .i i i pre, iiutarcD iwmi''" .'i.'ui-^ raa - i.;
grande sortimento de espelltps ce diDeren- l-i:lMp 0UlrM ,,.r! -.y,,, t igun-
tes qualidades, sendo de mordura dourada, umhem por toruospreci.-.
dita envernisadn, oulros de dita envernisa- Lu\as de p-l"
da*com vivos donrados, tendo diversos la- Apezarde nao serem antigs e>lSe di
manhos, al grandes para salas, e bemas-!nwel**.loT defetiea preta.'
Lavas de plica a Sft6 ri <
sim oulros de armacSo com um e dous pe,|KJ1^^5*Djyy|
e oulros com enconslo, todos os quaes se Q0eimadn. 16, loja ov mu
vendem | or presos commodos e dinheiro a
vista : na rua do Queimado, loja d'Aguia
Branca n. 8.
B m papel almasso
paulado com 33 linhas.
AAguiaBranc acaba de receber a s.ta
encommenda desse bom papel almasso, liso
e paulado com 33 linhas, assm como de
peso, lambem superior c igualmente liso e^na QO UlK'lUSUO 11. 10,
noite, e :.
itKi r.-.
udezas.
I.a!i)ti!i!liijs c bien,
X- luja de mu.!'-/.;.- ;. rua Qm r..'- lo
vende-s bonito; labyrintho* c I con na- i: a
ciJos tni grade rauita durac., alm d>: une m Btow afra.
deseiili.'S, e ;-. eorom :! la le dos preeaff
para a boa exlracea-, dVlle*, lano
el les o une/ sio de;"u ..- irios em casas
lia, pelo que podem dingir-M a rua te <.
n. l, loja ii" mo I >.
'f.erial, e sem ella, e
: ne os cima, e pa-
folha grande e pe-
pautado, Cttm cora i
] ontros pequeos con!
'quete, tarjado de pn
I quena, ele.
Tambem recebs. -ivelopes correspon-
den les a lodos os i; mitos do papel, tanto
brancos como tarjado*.
A commodidade vi.s precos j de todos
bem conhecida, una vez que appareca di-
nheiro : na rua do Queimado toja da Aguia
Branca n 8.
Esponjas fines para rosto
Vendem-se na rua do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.
Meias de cores
para cranlas de G a 12 mezes.
Vendcm-se na rua do Queimado, loja da
Aguia Branca n. 8.
Aspas fortes para baldo.
Os priimiros svmptQBMS d'essas Formidaveu i to(]ue.de mofo que nada val, e pe^as de alpodao a
4S : na loja do Pavao, rua da Imperatriz ti.-(i, de
Gama 5,- Silva.
Corles de casoaiiras a 2o00 e '.\i>
Vendem-se corles de easemira de urna s cor a
25300, dilas de quadrinhos a 35 : na loja do Pa-
vao, rua da Imperalrir. n. CO, de. Gama : "Silva.
Chales a 2000
Veedem-se chales de merino a 25, 25500, !>5 o
65 : aa loja do l'avo. rua da Imperatriz n. 60, de
; Gama & Silva.
Laaiiilliasa 228 rs., na loja do Pavao
Vendem-se laazinhas transparentes de ucea s
nrca n liiicoi le bczlsa e
tu matriz, etc.
Os granulos Ghevrier s5o ordenados pelaa
sommidadf'5 medicaes pura prevenir essas diver-
sa; molestias e cural as quando sao tomados a
lempo.
0 preco de cada frasco de 4 francos.
Depsito gera! cm Pars, pliarmaciaChervriar,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paiaea
estraugeiros.
GRAGEASdeCUBEBINA
comCOPABdeLABLONTS
Atleiiciio, -e^uezes. ] Rival sem segundo
Lourenoa PeroiM Mendes Gnimaraes, com loja [>a to Queimado 119. 49e55, loja (le
luiutlczas de tres portas, est que.-
tiaa loja de miudezas.
Essa loja j lao eor .. a r.. .
o si u sorlimeclu de ; I in iri i # ; -
dente.- podmi encontr.r :. va i )< i .
Ole.,.- pi:ilocomc, ra; time e babosa.
li.inha lina em fraseos e lalas.
Extraelos finos in;' es e Iraae i -
Agua da clonia e ' rnl .
ptala c poi para .-:.. .
Ex'.racl de quir.. .'. s ra d
Agua ba'samiea [.ai
Di.:, deniriflce para d -
L< te virginal pai .. .
Vinagre de Vciui- para rewai .
Itistr. da cutis.
S il u 'i e eampbora' ii fletes.
Ditos areientos exeel! ni para mits.
dutros lamban iagiei de uvtfaM ers caixinhas de tres e ?. II
All.uns com perfumaras._____________
e armazem da Arara, i:a rea da Imperatriz n. oG,
esl fazendo urna nava kqiJdaicio de lodas as fa-
zeudasqu^se vende muilo barato, a saber :
OTITAS A 200 Rs. O COVADO.
Vendem-se chitas com muito bom panno eltido
coros lisas, pelo baralissimo prego de 200 rs. o co-
vado : s Lourenco Pereira Mendes GuimaTes.
AS Dlt'ETAXHAS DE HOLO.
Vende-se bretanlia de rolo muilo boa fazenda,
pelo diminuto prego de 35000 cada pega com 10
cor e de quadrmlios propnas iara vestidos de se- varas.
nhoras e meninas,, mo baralissimo preg-i de 220
rs. o covado, senditSazenda que, semprc se vendeu
I a 500 rs.: na loja Pavao, rua da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Corles granadinos a 12.-5
Venem-se os mais ricos corles de fazenda de
! muita phantazia por ser transparentes e tecldos
T.AZINHAS CHINEZAS.
Vendem se as mais modernas liidfet chinezas
pelotiaralo [rreco de 280 rs o covado, taenda e-la
que emprc-se vend.-u a 400 rs. e hoje est se Ten-
dendo a-280 rs., de todos os padroes e todas as
cores : s Mondes Guimaraes.
GUITAS FliANCEZAS.
V> ndem-se chitas francezas escuras e claras a
Estes confeilos que tem por base o prin.
nulo preco de t2j.: nicamente na loja e arma-
I zem do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
tiornouls de wnda na loja do Pawio
Cij iO activo da vrimeim cubeba juulo om chegaram os mais ricos bornouts de renda e se
a ctipaktfbafntt, nao nausee o estomaga. vendem por baraiissimos pregos: na loja e arma-
1 lles'fazem parar immediatamente asmis zem do Pavo, rua da imperatriz n. 60, ds Gama &
reb ldes gonorxttas, mesmo as que res.-sti- Sllva
i am a cubeba e a cunab^ba isoladamente.
com seda, lendo cada corle ^Mvados^ielu flimi- n(j^ 26Q r.' e cova0> di(is p^ca^ gnas a 28(1,
na rua da Imperatriz u. 56
Deposito geral
llieos chale* prclos de renda
Chegou pelo ultimo vapor francez um grande e
em Pernamnrjco rua da variado scrlimenlo dos mais ricos chales pretos de
'.Jruzn.22 em casa de Caros & Barboza
lvspnr A loja da Aurora na rua larga do Rosario n. 38,
.e. ebel esparlilhes a pregi.icosa, os quaes sao os
de mais comalido oue lem .legado para quaiquer
enhora se vestir m tr.iballio algum ; grande
sortimeBto de franjas brancas e de cores para cor-
itiados de cama, bonitas t..etzs de .madreperola
para-sMtos, aOrlimoBM do i.-umpas de santostie i
differeoes .juaiiIad<-s .-. tulas1 siuito linas
anentejooi grande swtimento>|le nuodezas ; quem
'jvidaf ajando ver ixc jusuftear a verdade, ^^ a ^ gjVa
swnpre *e eucontrara pessoss qara despachar" Oslmk\ de sol -de alpaca
renda, tacto de linho comn de seda, tetido entre
elies muitos de ponta redonda a emitacao de man-
teletes e moitos com o-centro de cor, e vende-se
por pregos muilo em cunta por terem sido manda-
dos vir de eonta prgpria peles donos de loja do
Pavao, ruada Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
J.azinhis lisas a 500 rs.
Vendem-se as mais modernas laazinhas,.tendo de
| todas as coree-, pelo barata prego de 500-rs. o co-
' vado, larlalaaa branca e de coi es a 800 rs., fil liso
''rfcrano a 800 es. a vara, cortes de fil brancos lisos
| a 65 : na loj do Pavo, rua da Imperatriz u. 60,
qur.lquer.fi-cgiicz liaste ^etabeleci-.tierito com mais
agredo (ne for lu-sivet: tudo isto s se encontra
na ba da lurora, na rua lar^i.do Rosarlo n. 38.
-'laaU.fia ciaile do ktoeife t seus arrabaldes
pefo'lir. .'. -Oamede A. FwreJra, urna folha em
crande frmale, u |irimr<.vuaejite ^cavada : vun-
d-.se m flvrarla econmica defrsa'.e do arco de
,Silo .xioniQ.
C 7~
w>
^J
fatel"' de F^isboa i ai sccas e barricas, -e sarcos
cq;b superior farinha de mandioca, mais barmo do
ou-3 em outra qualquer itln : na rua tia ftgarM
d, (~; priirieiro acidar, ^ ___
Ferros para enyomm r
Vedem se caixiniba contendo o mais comob-to
sortiainto de ferros para eogommar, encresjjar
bailados, patos e toda roupa de senhora : na rua
Nova n. g, loja._________________________
Vende-se urna negra crioul* ainda moca,
sabe cozmtar o diario de urna casa, ensalma, lava
cngomaia com perfeigo : a trrlar no becco do
fcrisco n. 7, primeiro andar. ________
Ferros de hostias
Ni roa do Imperador o. 29 vendem-se ous fer-
ros de hostias, de urna s hostia cada um, t.io leves
qc.e quaJquer pessoa pode com elles iraballiar.
Parlaba de mandioca : lem para vender Aii
tcnlo Luiz de Oliveira Azevedo & u, uo sea es-
eriplorio rua da Cruz u. 1. ______
Caliiugas flaos e briaquedos
ptira lucuiaos.
Uisgarr.m para a loja de rmudeza* da rua do
Queimado r.. 6&, es mais finos e lindo calungas
lauto para l.nnquedo de meninos como para cima
de mesa ; na mesma loja sa. CDCODtrar bom sor-
Ijweolo de ^^vs.
Vendem-se soperiores chapeos de. sol de .-alpaca
a'-j'iOO, dilos de seda ingleses com 16 aspas a
t,S : na loja do avao, rua da Imperalri?. a. 60,
de-Gama & Silva.
Laziuluw , Vcdeni-e muits .jonias liiaf/nhas lransppea-
tes cus palminlias de seda a.30, cillas lisas e de
variivs cores a 220 rs.; na loja do Pavo, ruada
Imperatriz n 60, de Gama & Silva.
Corles V itas inalizaas.
Vendem-se bonitos orles de lias matizadas, ten-
do 13 covado* cada corlea i, ditas a Mana Pia
a 65 e$: na |. n. 6(i,de.Ga.nia S Silva.
HOL'i'A FEITA
ROCPA F6ITA
HOPA FEtTA,
Na loja do Pavio vende-se um grande fortimen-
to de roupaseclas para homem, sendo ra^as, pa-
letots e cuteles., tanto de panno como de ca^miras
pretas e de cores ; deixa-se de mencionar os pre
300:320 rs..c covado
loja de Mendes Guimaraes.
GRANDE PECHINCKA DE CHALES DE
MERINO'.
Vendem-se chales de marico estampados pelo
baw-to preco de 25 cada um.
- CA3HSAS FR.^NCEZAS.
Veodem-e camisas franijezes a ljg360, 15800 e
250.O cada uu:a, ditas de pregas largas a 25 e
25W, duas de linho a 25300 cada urna : s Men-
des Guirnaraes.
MADAPOLAO EWfSTADO.
Vende-se madapolao com 12 jardas a 35300, 45
e4i&90.
CAMISAS PARA SENHOHA.
Veodem-se as riis modernas camizinbas enfei-
tadas para senhoras a 45, 4SS00 e.55000.
GRANDE SORTIMENTO UE CAMBRAIAS
URANCAS.
Vendem-se cambraias brancas a 35.-35300, 48,
45000,15, 55500 e 35, e muilo fifia a 75000 cada
peca.
CORTES DE CAMBRAIA BRANCA COM
SALPICOS.
Vendein-e cortes de. cambraia de salpicos mili-
to miudiuhos e caria corte tem 10 vacs,pelo bara-
lissimo preco de 55.
COBERTORES ESCARLATES.
Vendenv-se ool.ertores e la escartateB a 5, di-
tos de aigcdao a 15->00, dito* escuros a SSOt cada
um : s Mendes Guimaraes.
PECHIXaiA DE UXTREMEIOS.
Vendem-se bonitos enlremeios a 800 rs. a pega,
ditos Unos topadus, tendo padroes muito de gosto a
15, babadds a 15 raa urna peca : na Arara, rua
da Imperatriz 11. 56 de Mcnde.- Gaimares.
CASEMIRAS.
Veadem-se casemiras com lislras a 2t500 o co-
vado e ditos a 35000.
I10DPAS FEITAS.
mando ludo hora e barato, quem qui-
ier ver c atliairar venliam lojn do
Fijoilinlio.
Catxis de papel amizad-:, c sem ella liso e paulado
a 100 rs.
Groas do botos de totea prateados fazenda mo-
(t.ma a ItiO rs.
Duias de penna de ;o fazenda boa a 40 rs.
Pee s de tranca de (fia lisas e de todas cores a
41 rs.
Esovas fiiL-imas para limpar denles a 240 e
30 rs.
Pokeiras de conta* para senhoras a oOO rs.
Peis de lila de cs estreitas com 10 varas &
:0 rs.
Caitas com coiehetes francezes, superiores qoali-
dides a 20 rs.
Tiiteiros de barro, com superior tinta a 100 rs.
Peas de corda para vestidos, fazenda boa a
i rs.
Daalhos muito linos para voltarele a 200 -a
14U rs.
Precos com au?. de Florida a 15 e 15280.
Priscos com superiores banlias a 580 rs. e %
Frscos com banha, porm peouenos a 200 e
'40 rs.
Laas com superior banha a 200 rs.
Frscos de macaca per la muilo ftno a 200 rs.
i": .-i-,:- e {:ir::iiilias com agua de Colonia a
00 rs.
Frscos grandes com superior agua de Colonia a
i40 rs.
Fideos cotn superior oleo de babea a 400 e
1)0 rs.
Caas com 12 friscos de cheiros muito finos a
toe,
Sabmtes pequeos de bolla a 240 re. e grandes a
3Wrs.
Saboietes de familia a 120 e 200 rs.
DuzMle sabooetes pequeos com cheiro a 700 rs.
Agu, denlieo superior qualidade a K08 rs.
Caas com superior ji de arroz a 800 rs.
Fraeos de superiores essencias santal c oulros a
200.
Fraeos cora essencias para lirar noduas de roupa
afiqp rs.
Fracss core cheiros de lodos os precns a 160,200,
2vPe320.
Frases bonitos com cheiros finos a 500 rs.
Duzi de meias muito finas para seubora.
fcjftOO.
O juhas muilo finas para senhora a 200 rs.
(.'ijs com soldados de chumbo para meninos
168rs.
Riziasde colheres de metal para cha a 800 rs.
Jilas dita dito para sopa, fazenda boa a 15600.
/'ras de cordao hranco para cspariilho a 40 rs.
Vendem-se roupas feitas de todas as qualidades, ?ecas de fita do laa para debrum de vestido, com
10 varar a 600 rs.
gos para nao se tornar enfadonho o annuncio, 45603, S; e 65000, ditas finas a 75 e 85000, dil
aliangando-se que o respeitavel publico achara um de easemira me-clada a 95500, palitos sobrecas-
calga* de ganga a 15500,15600, 1*800. ditas finas
a 25, ditas de brim pardo a 5 e2s5O0, dilas finas Ditas de bicos superiores, para acabar a 600 e
a 25800 e 3J, dila de brim branco a 25, ditas de 800 rs.
linho a 35500, ditas de easemira a 35 e 3}5O, di podras de lousa para meninos a 160 rs.
tas finas a 0 c /5500, ditas preta- de easemira t ~
6g e 85000, palitos saceos de meia easemira a 4
grande sortimento por baratissimos pregos ; na
loja e armazem do Pavao, rua da Imperatriz n.
SO, de Gama & Silva,
Vende-se ou |riiea-ee um sino junio ao pala-
cio episcopal, em Olinda, nom bstanles arvoredos
de ffuel., baixa para capim e cacimba com boa
agua de btber ; as-im rorro urna pequea casa
na bica dos Quatro Cantos n. 7 : a tralar na mes-
ma cidadeeom Francisco Lodsero Nunes Viaona,
e no Recife na rua da Cruz, botica n. 24.
Piche do rzc vernz dogaz.
Vende-se piche do gaz, verniz- do gaz c eslopa
da ierra : no armazem da bpja^marella, no oilao
da secretarla da pocia._____________________
"T AttencAo.
Vende-i e o deposito da rua Nova n. C bem
afreguezado e bsm sonido : a IraUr ca roa do L-
vramento n. 31.
eos de panao prelo a 125, 14 o 165000, jaquelds
de, brim pardo a 2.:800, 25300 e 000 : t Lu-
rengo Pereira Mendes Guimares, rua da Impra-
tr'z n, 56, loja da Arara.
Farinha de muribeca fi a e aira, nais
barata que se vende no mercado, em ac-
cos: na ruado Vigarion. 29.
Rua da Madre de Dcos n, 9
Vende-se uiillio a 45300 o sacco, muito neo, e
arelo a 45200.
MYIDADE
A i #00 c ijTOtf.
Leques de osso, ultimo gosto, a 15.
Ceroulas de rnea a I52J0.
Dulas muitj finas a 15500.
s; o a. raa J Cad'ia do Recife n.'5
(aixas de lamparlnas para 3 mezes a 50 rs.
liunecos de choro e panno A 160 rs.
Cainas com bonitas estampas para rap a 100 rs.
Capachos compridos, boa fazenda a 500 rs.
Grosas de botSes pequeos prctos para calca a
100 rs. - v
Todas eslas fazendas para liquidar, pois ludo
esl em pc-rfeito estado, isto garante o dono do es-
labelecin eolo.
LiquidaQo de machinas para
algodao:
Cl.egou grande scrtizenlo de machinas para
desiarogar algodao, de 14, 16, 18, 20, 23. 30 e 33
serrUes, do superior qualidade, as quaes se tren-
dentijor pregos muito reduzidos e por menos do
que un oiilra qualquer parte, para liqmdar. bem
comcrootores americanos da uliima invencao, os
qua s tornam recommendaveis por sua superior
ijualt^e de fcil enduegao para o centro da pro
viocia: t tratar no deposito do caes de Apolo n. 63
ou na ra da Cada do Recife, loja de ferragens
1!. W A,
Aguia Branca n. 8.
Gollinhas e punhos
bordadas para senhoras.
A Aguia Branca da rua do Queimado p..
8, vende-se mui bonitas gollinhas e punhos
bordados para senhora.
Dminos e visporas
em caixas de madeira.
A Aguh Branca na rua do Queimado :. 8,
acaba de receber dominos em bonitas cai-
xinhas de madeira branca c enrernisada, e
visporas de caixinhas de papelo, e madeira
eyernisada, lado contina a sor vei dido
por presos commodos e dinheiro avista,
L ei gos pea uenos
para meninos.
A Aguia Branca, na na do Queimado n.
8, receben um novo sorlimenlo d'aquelles
lencoi brancos, pequeos e com barras de
=.= -3 -:- 8.2,:
t_a S = _^X^' a a ? m-r. a
--%??. _ ? r S
- 3 r
ff O '
5 r. <|
* v. %
--

a.

cores, projirios para meninos, c ainda serio
uendidos pelo commodo preco de 15(03 a
dnzia.
Me'as pretas
de laia pararpadre.
Vendem-se na rua doQueimailo, loja da
Aguia Branca n. 8.
Guarda nacional.
Formulario do processo peanle o cooselho de
disciplina no julgamenlo dos oDcias, ufficiaes in-
feriores, cabos e mais pracas da guarda nacional
do imperio do Brasil, e do recurso riis .teci-. -s do
mesmo conscio acompanliado de advertencias e.
unas remissivas, de conformidad.! c ni a le n.; nilOS para SCflll ra . .-.
602 de 11) de setembro de 1850, decreto n. 1333 reflda r lins PS '
de 18 de fevereiro de 1854, e mais di.-pcsigoea \-'
gislalivas concoruehlcs a materia. Acaba d ehe-
gareste forrnu!arii>, e acha-se a venda na llrraria
Kcouomica, defionte do arco de Sanio Antonio c
vcodo-se por 25300.
Presidentes de provincia
Allribuicoes dos presidentes de'provincia, eslu-
do feio pelo juizde direiio C. J. de Andrade Pin-
to. Chegou ltimamente do Rio de Janeiro, esta
obra, e acha-se a venda na livraria Econcraica,
defronte do arco de'Santo Antonio, e vende-se por !'.'"'"" ?
65oao. les gosUis.
m
m
SflSr
LOJfl DO BEIJA FLOR
l\a rua da Queimado n S8.
Tendo recebido um soriimeni> de
cas de choro, que chamam ftpli M
com cabelleira de aetns.
Tendo recebido usa variado *ortm<.
brinquedos para menin .
espingardas, pisblas, laaftam
i para meninas : apparellios de ;in;
I jantar de porcelana e de metat. \>r.-
I e taquinliu a SO rs. o par -..'.
i do continuar, sendt .; \i lianti
| outra aualqucr pti: .
Venae-se lira ::< .: >
larguras a i .:. e b; I I -.
U i :
p< di m enconlrar.
Vi nde-se ili irn b.,.;,( ifc ::
qualidades e de ..['.sciara- ?. 7 > i
peihoa de cotainas de Jacaranda) a i
ditos brancosdediversos igmanhos, am i
para est'jos .e navalbas,
Vende-se penles de a.-ar ca o
metal a l|, ditos de difieren ea qa di
'indas gravatiuhas para senitora de di.. i. -
6
3R
Fumo da Balda para
charutos.
Vende-se fumo superior dfl (odas as
qualidades, a realbo e por atacado, e
por pregos commodos, no liecife, iua da
Cacimba n. 1.
Colheres de niela! prim*5r/
Vend
e-sc ' .Hieres
.-
amiao
Francez barrica ."/OOO
lV.rtland dem 85500
Fm perfeito astado:
Francez barrica 105000
Portland dem 125000
No armazem de Tasso IrmSos caes do'Apollo.
Vende-se una bomba de Japy n. 2, propria
para cacimba por estar com canos: na praefl d.i
Independencia n. 33.
Fo le .il^cdo d Habla.
Vcndefse noescriptorio de Antonio Luiz di O!:-
veira Azeved: A C, rua da Cruz a. 1.
rti'.'t ti i.i r.
Wi j tirar soupa a 2,->, ,".;::.> para <
^ I ditas para sonpa a i;S20O a d
^. loja re encontrar si :np;e um .
^ (riado sortimento de rciude/as: rua u
^mado n. ;, loja de beija-fior.
I
GRANDE
0 [.roprielano do grsi.de arimiai do balita
iaigo do Livramenlo n. GS, nao tendo i:
seguir cm lempo a mucacca de seo ara
ter de ser mudada a ctberia dessa rasa, leu .
do vender o grande e magciOco fortunen!
Ihados e seceos une nelle se achain p r :
;p, sem altendcr ao (rande prejuizo -
i. me d'outra forma do opoder eviu.'.
GZlAZTIIZ
Vende-se gaz da mo'.'i r qi
laSalata: nos anuazc-rsda
perador n.16 e ruado Trapiche Naaaa t.
i-


^
Diarfe de PeruammiCo ... nafta fcira It de Jirto de i 86a
GNEROS BARATOS A DINHEIRO
M N0S 1 1
iimam mmm m MOUhDosIg
M DE SI
^ II n U'I'L Ir a rKJ ~
0
i
1
M
i| _____b________
911 *>a'co ^ Carnw 9 armazem Progresivo ra do Queimado n. 7 js S s
Jj'l laio c Coinuiercio ra do Imperador n. 40, gj| j|
AURORA BRUJANTE
ea
Principal armazem de moldados.
OH l'ROPRIETARIOS.
C3^3
Fazem scienle ao respeilavel publico, e com especiadade aos senhores de en-
genhos, 1 ivradores e mais pessoas do Cintro, que paramis facilitar saas compras deli-
berara ni o proprietarios dos tres grandes armazens, reunir todo; os seus estabeleci-
mentos em um s annuncio, pelo qual o preco de um ser de lodos, promette-
inos que nao infringiremos a tabella que abaixo vai pnb'icado, annunciar os geieros'
por un preco, e na oceasio da compra quererem por outro, como socede constante-
meato e:n outras muilas casas, porm nos nossos esiabeleeimsntos nao se dar islo
anda mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa pilera mindar seus fmulos quej
sero tato em servidos como viessem pessoalmente fazendo-nos o favor di mandar seus
pedidos em cartas feixadast para evitar qaalqoer engaos, remetiendo nos uma conta
pela qual S3 ver os precos tal qual innanciarmas, o que seno arrepender pessoa?
alguma que fizer saa despenga cm nossos eotabalecimeotos; pois poupar mais de'
a por cento na sua despeza diaria.
Manteiga ingleza pe feilamente flor ebegada dem com i a 5 ditas a 3;?200.
n!t mmenle no vapor Saladim, de 13 dem vasios de todos os tamanhos a 2/5000,
a 13200 a libra e em barril ter abat- 13500, SOOelO rs.
meoto. Queijos d 23300 a 20300 os mais frescos.
Idem franceza muito nova a 900 a libra, e Vinagre puro de Lisboa a 2S0 a garrafa e
SjO cm barris. 23000 a caada.
B ii i de porco afinada a 720 a libra e 700 dem mais baixo a 203 rs. a garrafa e 1.41400
em barris. I a caada.
G i uxim de superior qualidade a 23300. Aze'ite doce de Lisboa multo fino a COI) rs.
dem pirula miudinbo a 20700 a garrafa e i-5'300 a caada,
Id;1!!', oysson especial qualidade de 20100 a Toucinbo de Lisboa novo e muito alto a 320
2^800 a libra. a libra, e em barril de 5 arrobas a 95400
dem preto muito espec.al a 23000 e 20400 arroba.
a libra. Cerveja Bass do fabricante Slilers & Dell a
Id .! do Rio em latas de 40000 e a 800 a 60300 a duzia c 640 a garrafa.
'bra. Uem Bass do fabricante T. F. Ashe a 60000
Latas coa biscouto de todas as qualidades a du/.ia e 360 a garrafa.
a 1000. Mein marca II Victoria Alsope e outras
dem da creditada fabrica de Bialo Antonio muilas marcas a 30, a duzia e 300 rs. a
(Lisboi) proprias para da." a docntes a garrala.
DE
ZGNS
IOLHADOS
Largo da Santa
_Cruz n. 84, es-
'Hiuina da ra do
rora Brh "J i,raprlttar,
A *aJawMSb?ns1rler,0' m.esJmo sort,'to d "gneros de prtnwira qualidade.'
Nenhum .rmrim IVJ* ? lodoi de base Para ajuste de contas aos portadores.
pelo ,-rande^sorSen oVue S* ^ ^ """^ 'J qUe > AUrra BrI"aDle'K
ero ijuanto ,-hejm- narV wnmiJ mesIao porque seu dono s deseJa lirar dIminal lu"
proveitar, u iirsnriPiVr^ h a .t as desPezas do estabelecimenlo por is?o deixe se a-
lantes frejfuezes r, na de fa>er **> a diligencia, aura de servir bem os seuscons-
,ata7o-008 ,bra dech0""5as muito novas,
Largo da SantallUftfo
gCruz n. 84, es-JgT
^ juina da ra do;
*^9ebo.
'""nLI"0 dj muito acreditado armazem e^f ZnomJnS&Av? &JJ
> e*30 a lata.
Bolaxinlia ingleza muito nova a 30300 a bar-
rica e a 2i0 rs. a libra.
Latas com bolaxinba de oda e oval a 20.
P.esunto;ipglez para fiambre ebegado no
ultimo vapora SM rs. a libra.
I irais c paios muito novos a 640 rs.
a libra.
i.:.i macarrSo tdliarim muito novo a
30000 e 320 a libra
\ i a bra ii a e amarella a 300 a libra,
ili il ile ortuguez de especial qualidade a
: 0 a libra.
II m -i ssode 8">Oa 10)00 a libra.
. besianbol rerdadeiroja I9O0O a libra
le i vendemos a ijiOO.
d sea de r liaba em caixoes de 6 li-
ras seguro a l-)S0i).
! en caixas pequeos a 700 rs. e de
' 0 para cima a t"40.
Sibio primeira qualidade a 220 rs. a libra
e 210 em caixa.
dem segunda qualidade a 200 rs. a libra e
180 rs em caixa.
Sabo inglez superior a 180 rs. a libra e
160 rs. em caixa.
Caf primeira e segunda sorta a 60300,
70300 c 80 a arroba, e de 220 a 80 rs.
a libra.
Arroz do .Maran'io 30200 a arroba e 100
rs. ;: libra.
dem da India a 20600, 20800 e 100 rs. a
libra.
Charutos Normas de Havana a 30300 a cai-
xa, de Simas (Jos Portado).
dem Londrinos a 30, idem.
dem Parasienses a 40300.
dem Delicias a 10300.
dem Traviata do Ro a 30500.
Vinho ferde superior. crR
A caada a 30000 e a garrafa a 400 rs. *P
Gorama. 3
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de se^p
enaommar, a arroba a 3^000 e a libra
120 rs. &
Sabao massa, a libra a 200, 240 e 280 rs. TO
Farinha. /j
Saccasgrandes com farinba de Goianna mui- ,i-;a
to nova, a 30000. Caf. A
Caf do Rio muito superior, a arroba a 80, Q>^
80500 e 90000.
Cha.
l.ie.Q > ::a bucelas ricamenteenf.italas, Idam varetas de Manoel Peixoto da Silva
eodo pera, pesago, ameixa, rainha.
e outras frutas a 30900 cada urna,
dem em calda em latas feixadas hermtica-
mente muo bem enfeiladas, contendo,
pera, pesego, ameixas e outras frutas a
610 e 700 a lata, tambera temos latas
grandes a 10200.
>! n mela la di s melhores fabricantes, em la-
lasd 50000a I yl)0.
i cq era latas de I 1(2 libra a 1?J.
dem o-i alarde 1 libra a 640 rs.
Srvilhas '..m lulas chegadas neste ultimo va-
a 700 e de 31 para cima a 040 rs.
. |o verde ou carrapato em latas j pre-
parado a 640 rs.
em fraseos de vidro a 10300.
id e :i :aixinhas ricamente enfeiladas de
lOOa 20300.
>nservas Mexide muito novas a 700 rs. o
fi asco.
Mera de ceblas simples a 700 rs.
bo i.ule/, a 040 rs. o frasco com rolba
de \i Iro.
islarda em p a 700 rs. o frasco.
IJi Q j proparada a 320 rs.
Latas com massa de tomate de 1 libra a
rs.
Id im em atas de 1 1|2 libra a 900 rs.
Vi bos em garrafas vindos do Porto, Madei-
ra Secca, Duque do Porto, Duque Semi-
no, Cascavallas, Ufara Pia, D. Luiz, Pe-
dro V, Vrelbo Secco, Lagrimas Doces, La-
grimas do Douro, e outras militas marcas
a 10 a garrafa e 90 a 120 a duzia.
dem Palmella a 10 a garrafa e 110000 a
liazia.
dem em pipa de todas as marcas Porto,
l'igueira e Lisboa a 400 e 500 rs. a gar-
rafa e 20800 a 30300 a caada.
Id a em ancorlas e 8 a 9 caadas com su-
rior vinho Lisboa e Figueira a 2 40 a
treta.
Idcra branco especial qualidade proprio para
; u'ssa a S69 rs a garrafa e 40 a caada.
I i": mais baixo a 400 rs a garrafa e 30300
i caada.
Id n do Porto especial qu lidade a 800 rs.
garrafa e 50500 a caada.
I ..i Ii rdeaux em caixas a 70 e 700 rs. a
garrafa,
impanhaa melhor do mercado vinda de
issa enoommenda a 300 ogigo.
i lena mais balsa de 180 a 200 e 10300 e
3i9 a gairafa.
Licores portuguezes e francezes a 10000 e
105OQ a garrafa.
I rasquino do Zara, verdadeiroa 10309 a
.:iafa.
,. mais abaixo a 800 rs. a garrafa.
: de laraDja ver adeira a 110 a du-
zia e 10 o frasco.
dem de llollanda verdadeira a 60 a fras-
(umri e (540 o frasco.
! ira de [Jamblo a 50300 a frasqueira.
dem em boligas de llollanda a 400 e 440
rs. o frasco.
Sarrafes com genebra de llollanda com 24
g irrafas a 80, com garrafao.
'. com 14 a 13 garrafas a 60.
Saccas grandes com 100
Netto a 30309 e l0iOOa raea caixa.
dem suspiros do mosmo fabricante a 10:500
a meia caixa e 50200 a caixa.
dem mece:ipes a 10700 a meia caixa e
3,->ooo a calxi do mesmo fabricante,
dem orientaos do mesmo a 10800 a meia
caixa e 3 5400 a caixa.
Mein jovens de Castanho A Pilho a 20400
'a caixa.
Mera su-piros do mesmo a 10 ;0) a meia
caixa, e outras m litas marcas de fabrican-
tes.
Passas muito novas a 13300 o quirto e 30
a caixa de urna arroba bespinbola e 320
a libra.
Vermule bebida para abrir a disposico de
comer 10300 a garrafa e 140000 a
caixa.
Alpista muito novo a 30SOO arroba c 140
a libra.
Pahco a 45003 arroba e 140 a libra.
Peixe em latas j preparado a 10200 a lata
e em porcSo 10000.
Sardinbas do Nantes a 400 a lata.
Tijollo para impar facas a 160 rs. i
Esparmacete a 600 a libra e era 'caixa a
580.
Vellas de carnauba a 140000 arroba e 440
a libra.
Azcitonas de Lisboa muito novas em anco-
retas grandes a 10800 e a 400 rs. a gar-
rafa.
Balaios do Porto muito grandes proprios
para guardar roupa suja a 20500, 30000
e 40000
Batatas em gigos de 31 libras muito novas a
800, ea40rs. a libra.
Gomma em paneiros a 40000 arroba e 140
a libra.
Parrada do Maranhao muito alva e nova a
240 a libra.
Sivadinha de Franca para sopa a 200 a li-
bra.
Sevada muito novaba 140 a libra e 40000
arroba.
Caixas com estrelinba, rodinha e pevide a
400 a libra.
Albos em canastras muito novos e mauncas
grandes a 80 e 200 rs. cada uma.
Canella muito nova a 10000.
Cravo muito novo a "00.
Corainho idem a 320.
Ervadoce i lem a 400.
Alfazema flor a 240.
Amendoas a 400 a libra.
Nozes muito novos a 160 a libra.
Papel greve a 40209 a resma,
dem lizo a 40000.
dem de pezo a 30000.
Idem de embrulho marca grande a 10200 e
10300.
dem azul para botica a 20000.
Copos lapidados a 50500 e 500 cada um.
Palitos de dentes, macos grandes a 120 e
160 cada um.
Fumo americano de chapa, de superior
qualidade a i0500 a libra, em porco lera
abatimeoto.
\YP ' T
Dma8g/deSS ,nT,P l/io ma'lade.s, a 10000, 10280 e
D%lSTm'r!xt*am* ******
!^ascom?ava^6KsenSPadaS;>720rS-
lD!aLC^a,DeXa.Sa 150- 10800 e 30500.
Abreu TTrs afamad atrCaQle
\wSS r>il"SS!i^ toma|e. aoOO rs.
' TlS5fdeCOaUM,re' novos, al0oOO,
ffS!,,olachinna de sda muito novas, a
fxsssss?ing,ezes de muitas"un-
r Chocolate.
Laixiuhas com ameixas enfeiladas roprias
Ghocolaln,sra" a l320l)'4*800 e 3>m-
1 88Oa?0W)OP.tr,Or mU, n0V' aibrade
M a 4oo0a",aram 6 aletr'a amarella>a libra
Dito dito dita branca, a libra a 400 rs.
., as com estrelfnlja, pevide, e outras mas-
n.sas, a caixa 34500.
wtas dita em libras a 640 rs.
|agu, a libra a 360 rs.
ISevadinha para sopa a libra, a 240 rs.
Ervilnas seccas, a libra a 160 rs.
OMas descascadas, a libra a 200 rs.
fapioca mano nova, a libra a 280 rs.
> 300 d araruta verdadeira, a libra a
'Ar2n!0 Marannri. emsacco, a arroba a
2400 e a libra a 80 rs. "
jDito da India e Java, a arroba a 30200 e a IV
I bra a 100 rs.
Toucinho de Lisboa a 9J300 a arroba e a 320
> rs. a libra.
{Disantos, a arroba 70000 e a libra a j 4lc|onas<
.Molnoscom 12o ceblas grandes a la280 i Barris com azeitonas novas a i,-5o00
M7*^a fraaceza. caixa com' 2 duziasal Manteiga.
' 'UW. i Manteca superior, a libra a 10-280.
"ascos com mostarda preparada em vinagre,! Bita mais abmxo a 10200.
, a *uo rs. i Dita menos superior a 10.
i os com conservas inglezas e fraocezas, a' nua franceza nova, a libra a 8 i) 40 e 800 rs. Dla ia em barris e meios ditos, a
pitos com sal Minado fino, a 640 e a 500 rs.
S2S2P a vcrJadei''a genebra delafanja, a
iJOO.
Dilii de ? garra/ae da Hollando vordijpira a
640 rs.
Bolijas
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito alva a 4,ooo rs. a arroba e 16o rs. libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimenlo na ra do Imperador n. 4
ANTIGA CASA
DE
3
GUILHERME DA SILVA GUIMARES.
RA DO CRESPO
NOV1DADE
6

ntjmm.
ras

Gb.temos nestes generoso melhor possivel,^
hyson, a libra a 20600. ^
Dito perola a 30000. <
Dito uxim a 20700. S-
Dito hyson muito lino a 20800. ifj
Dito redondo a 20500. rfl
Dito preto de primeira qualidade a 20500. &
Dito mais baixo a 20000 e 10600. Tg
Erva mate. &
Excellente cha medicinal, a libra a 240 rs. m
E O masso com 6 vellas de espermacete a 600, Si
640 e 720 rs. &j
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro- ,
prias para mimos a 40 e 20500. >/j
Nozes. (-'?
Nozes, a libra 160 rs. e arroba a 40000. SU
Alpista e painro. ^
Alpista e palnjo, a arroba 40000 e a libra a
160 rs. OH
Cartas. tj:
Cartas finas para logar, a duzia a 20500. Castauhas. qn
Castanhas novas vindas nete vapor, arro- /
ba 40000 e a libra a 200 rs. fl
nfiln^in alp;,k'1 escoceza' cores brilhantes con
pelo diminutsimo prejn de 90 com 13 covados, que vera a sal." a
CORTES DE TARLATANA
Vest mentas para crcancas
objeclos de gosto com primorosos desenbos de trancinbas sobre fustao
_.t COETES DE SEDA A 30#000.
tissimo PreTS Crtes de fu,lard de seda cora ** barr 'maiisada
s por este diiiou-
Capas.
Loutambarques.
Manteletes.
Cbapelinas.
Chapeos.
Paletos.
Caigas.
Colletes.
Camisas,
Ceroulas.
Linbos
Algodes.
Las,
Sedas.
Selins.
AOS SENHORES DE ENGENHO
Encllenles cobertores de algod5o escuros pelo barato preco de,
800
cora dita propria para negocio, a
3 400 rs.
)Garrafoes com 2 galoes com dita, a 68.
Serveja boa, marea, a 500 rs. a garnfa, e a i
duzia a 63OOO.
'VinhomuscateldeSetubal. agarrafa a 10.
Marrasquinho verdadeiro,irascos a 80 rs. e
) a 10200.
)Champ.igne, a duzia 200000, e a gariafa a
jAzeite refinado portuguez e francez,a garrafa
* a 10000.
Caixa de vinho Bordeaux muito superbr.a
J 70,80,9-5 e 105 a caixa.
(Ditas com dito branco, a 70 a caix?.
. Ditas com dito lacrimas do Douro verdadero.
a 200.
'Ditas com duque do Porto verdadera
, 180000.
iDitas com chamisso superior, a 14-5.
Dilas.com Porto velho e outras muilas nar-
cas, a 120.
[Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640,720
1 e 800 rs.
Dito de Lisboa muito bom, a caada a 3000,
30500 e 43, e a garrafa a 500 e 560 rs
Dito da Figueira, das seguintes marcas S.)
(i. A. A.) (J. L. G.) (O. M.) a canaa a
40500, e a garrara a 560 e 640 rs., dste
que jest engarrafado e lacrado con o
rotulo do armazem.
Ditos de marcas mais desconliecidas, a cala-
da a 30500 e 40000, e a garrafa a 48) e
;-)l V re
libra
850 rs.
Dita para tompero a 400 rs.
Qnfjjca.
Quecos novos vindos neste vapor a 20800 e(
33000.
A'godoes americanos.
Cobertores brancos de algodo.
Chitas escuras a 240 rs.
Algodo de Minas.
ClIAEiES E Fili DE SEDA
campo azul, magenta e roxo com barras presas e brancas.
Fazenda de infinito gosto.
*8 WASUto
DE
Ditos londrinos
10000.
muito novos, a libra
Pafd.
Papel almaco paulado, a resma a 43800.
Dito dito lito de linho, a resma a 40500.
Diio de peso lizo e pautado, a resma
20500.
Dito de embrulho, bom a 10 e 10200.
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
SI
4HIN4S DEP4TENT
de (rabalhar mo parr
descarocar algodo
FABRICADAS
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-$
deira a 10500 e 23000.
Temperos.
Folhas de louro, pimenta do reino, corainho ^
e cravo, a libra a 400 rs. '
Velas de carnauba.
^ PorPlant Brothers & C.
0LDA1
520 rs.
.Vinhobranco fino, agarrafa a 640rs.
IDito de caj rauito superior, a garra a
800 rs.
Massos cora 6,velas de carnauba refinada
480 rs.
Amendoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 10400
e pequeos a 640 rs.
lijlos de (impar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Graxa.
Duzias de boioes de graxa n. 97 a 23000, e
de latas a 13000. e os boioes a 240 rs. ca-
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos Gnos. S
Charutos finos dos melhores fabricantes da
Baha por diverso? precos, caixas e meias I
caixas.
E graple quantiihde de gneros tendentes
estes stabeleeimeatos, qne deixam de an-v
nunciar-se.
bras de farello superior
45000 a sacca.
N. 11Ra do QueimadoN. 11
LOJA DE 1AZENDAS DE
Augusto FredeHco dos Santos Porto.
Chegon a este estabelecimenlo um grade sortimento de cortinados bordados para
camas fazenda de muilo gosto.
chales de guip muito finos para 220, 20 e 300.
Colxas de seda superiores de diversas coes para caraos de noivas.
Colxas de la e seda para cama tarabem e bonitas cores.
Rotondes de guip enfeitados com o melhr gosto.
Setim de Paris bella fazenda e de bonitas Cres para vestido a 700 rs. o covado.
Moureantique branco e preto, grosdenaple reto e de cures, pannos pretos de todas
as qualidades, ditos azues.
Caseraira preta e de cores, merino preto, siotrina, borabazinas, alpacas pretas, e
la preto para lulos.
Malas, saceos e boleas de tapete, verniz e coro de 40 a 110.
Drins de linho de cores finos a 13800 a vara
Chapeos e chapelinas de palha de Italia para snhora, manguitos bordado*, chapeos
de seda para homem, chpeos de sol de seda, esguib de linho, carabraia de linho, breta-
nhas. silesias e muilas outras fazendas que se venden pjr coraraoJos precos assim como
tarabem
Esteiras da India paia forrar salas
SE
^11
.i-. I
Era casa de Tissel Freres ra do Trapicle n.
9, tem para vender :
Vinho B rdeaux em barricas e em caixas'
Dito de Santcrne fino.
Dito di Champagne muito superior.
Cerveja franceza marca Bobee.
TaSso irmSos
vende* gesso em i> para estuque de casas, tljtrto!
finos di feitlo diversos para ladrilho, azuleijos de
diverso kosios, tijolos vidrados para parede de co-
zinha, c.nos de barro para esgoto, cemento em
barris *$ 10 arrobas.
qualquer especi'
__ de algodo serr
). :-\ '^ sendo bastant=
g_,^ duaspessoaspara
otrabalho; pode
descarocar um
arroba de algo-
do em earoa
em 40 minutoV
ou 18 arroba;
por dia ou 5 ar
robas de algodat
limpo.
Assira como machinas para serem movidas po:
animaos, que descarocam 18 arrobas de algoda
limpo, por dia; e motores para mover uma, duas,
eulr;s dessas machinas.
Os mesmos lem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machina:
mencionadas ; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e examma-lo, no arma-
zem de algodo, no largo da ponte nova n.47.
SaiiQiiers Brothers &C.
I*. II, pra^a do Corno Santo
RECIFE.
Os nicos agentes neste paiz.
Attenco.
Vendem-se pecas de esteiras para forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em latas de 25 li-
bras, para piular casa, relogios para cima de me-
sa e para pendorar, arreios para l e 2 cavallos,
velas de spermacete, tudo de superior qualidade,
vindo dos Estados Unidos : no armazem da ra do
Trapiche n. 8._______________,__________
Goke do gaz.
pitcli do gaz.
Alcatro do gaz.
Cok tonelladas rs. . .
itch . .
.ctrSo caada.....
O coke reconhecidamente o carvao mais econ-
mico, torna-se por isso recommendavel, bem co-
mo pelo asseio que se nota as cozinhas aonde
elle usado. Piten e alcatro.alra das applicacSes
diversas a que se prestara, como para callafetar
embarcacoes.alcatroar madeiras,etc.,teem este a
propriedade de preservar do cupim, formigas.etc.
E" entregar na fabrica dogaz ou mandado por em
qualquer ponto da cidade, segundo a vontade do
comprador.
Instruceoes para o servido
das guardas do exercito, extrabidas do re-
gulamento de infantaria e accommodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas pessoas qne se alistam nos corpos
de voluntarios; vende-se na livraria n. 6 e
8 da praca da Ind pendencia, a 10.
Superior yinbo do Porto.
Na ra do Vigario n. 14, escriptorio de Domin-
gos Alves Matheus, lera para vender mnito supe-
rior vinho do Porto em caixas de uma dazla, e an-
coretas de 10 era pipa por prec,o mdico.
GRANDE LIQ1DACA0
A DI.MIEIRO, ,
INa loja c armazem de Gnimaresi Ir-
, mo, toa da Imper Iriz . 72.
Os donos deste estabelecimenlo esli re-
sobados a liquidar saas fazendas por prero
l baratissimo, s com o fim de adqoirirea fre-
guezia ; e previnem s pessoa?, qoe wgo-
Estas machina; ,ciam codi fazendas, que nesla loja e armazem
podemdescarocar encontrarao sempre um grande sortimento
por menos 0 por cento do qoe em outra
qualquer parle, lano em pecas, como i re-
talho. Vejam :
Chitas a 240 rs. nnU.
Vendem-se chitas preclaras fraaeezas erm
assento barateo, escuro, cor de caima e par-
da, pelo barato preco de 240 rs. o cetado,
afiangando-se que esta fazenda nao est po-
dre, e nem tem o menor defeilo : isto sti na
loja e armazem de Guimares Irmo
n. 72.
Canibraia braica, fnoar .'rlifi|f.
Cbegoii a esle estabtlecimento um gran-
de sortimento de cambraias brancas de to-
das as qualidadts pelos precos reduzidos de
3;5000, 31500, 4. 40500, e moito fina a
6)4, vende-se por esle preco por ler grande
porco; cambraia-organdv de 240 e :!00r>.
o covado; dita france;a,"a mais fina qne
tem vindo a esle mercado e dos mais ele-
gantes padres, a 400 rs. o covado, bara-
tissimo ; cbaly de seda de apurad gosto a
900 rs. o covado : islo s se vend- na loja
e armazem de Guimares & Irmo. n. 72.
Para a fesla de S. Joo !.'! bailes r fa*tm.
\ hegaram a este eslabelec ment'>, pelo
ultimo vapr.r francez, ricos cortes de fioi*M-
ma cambraia com lindissimo cbuvisqi inf:o,
que faz. um e/Teito magnifico, e Tende-se
pelo baratissimo prero de 53 o rrte, fazen-
da que val I0l em outra qualqner parle ;
cortes de liia com barra a 9J e 12 : isto s
na/loja e armazem de Guimares A Irmo,
n. 72.
Para acabar por lulo t prer!
Bretanha de rolo com 10 varas a 3? a pe-
ca ; madapolo infest do com 10 varas a
300, 36500 e 4$ a peca; ricos bordados
em fina cambraia a 800 rs.; soutembarqoe
magnificamenle enfeitado a 5$ e 6; lan-
zinha a 300 e 400 rs. o corado; damasco
de 2 larguras a 13280 o covado; chales de
merino estampados a 23; cortes de case-
mira a 23500 e 33; baloes americanos,
tanto para senhoras, como para meninas a
33, tendo 30 arcos.
Ilnupa feila de Mas as qualidafa e imnkn.
Que se vende mais barato 25 por cento do .
que em outra qualquer parle: i>to s para
liquidacao: na loja e armazem de fazendas
de Guimares & Irmo.
KsrRUA DA IVIPERATRIZ, N. 72^
10,->000
803000
400
\orena de Mossa eahora d
Carato e de Nanl'tiaa.
Vende-se na ra do Imperador n. 13, oOVioa
de encadernacao : o offlcio, salve e Tersos, m*-
na e salve de Nossa Seobora do Carm, tres fo-
hetos por 500 rs., e a noveaa de Saat'Anoa por
om) rs.

i ii r-Ai ipi 1


r>
Diarle de PernanibiMo ... Qar4a felra l* de lulJio de 1S6&
,*
NOVO GERENTE
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
31t QIDH Q>3 SIS ^J'lilJ'-Ii
AO
HESPEITATEfi PlBf.KO.
A apreciado dos hahtantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabelecido ra Nova d. 60 un magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua maxiim parte mandados vir directamente do cstrangiiro podem ser
vendidos por preces asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo c interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm affiancar, com toda a seguranca de que
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1.' Delicadeza no trato.
2/ Fidelidade no peso.
3." Sinceridade nos presos.
As pessoas que por sua posico social gozam de certo tratamento, acbaro nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinlios finissimos manteiga c cha sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a condico do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aqiielles que silo pouco favorecidos da sorle 'arito mensalmente urna economa de
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassoor, etc., etc. de boa qualidade pelo prego que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senbores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne-
gociar, ilevem vir, pelo seu proprio inleresse, a esle estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhons que compram para tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escohido por pessoa entendida que certamenle muito deve agr lar aos senhore-
compradores.
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DMHEIRO A VISTA:
Giiaixa em latas, muilo>nova, a 80 rs. cada
urna.
O PUBLICO
Sem o menor constran-
glmento se entregar o
Importe do
nao agradar.
ATTEKCt
os presos da seguate
tabella para todos,
deudo asslm servir de ba-
se para o ajuste de centas
com os portadores.
GRANDE
Senhore?
reza com que serJo tra
pra dos gneros que preci

RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o arco da Conceico)
PARA BEM DE TODOS.
-rhoras, o aceio que presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que tudo a nrrn
M\p*i onvida a urna visita ao mesmo, certos de que sem duvida me daro a proteccao p nndf
recisare e quando nao pOssam vir poderao mandar pus nortadorps anda , .?.__
mptido e intei-
r ene i a na com-
poderao mandar seus portadores, ainda que estes eim mmi>A nratlrt"
poisserao t3obem servidos como seviessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendacao, afim de (fue navSoem
tra rrile.
Mmteiga ingleza especialmente escclhida a
1,000 e 800 rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
Idein franceza a mais nova do mercado a 96o
"s- a 'bra e 900 rs. cm barril ou meios.
Cha irysson de superior qualidade a 2,000
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra,
dem hysson muito superior em latas de i5
libras muitoproprioparanegocioa 2,ooo
rs. a libra,
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a I.Goors.
Mraa SfLL.**1 a 40 rs' a V- *% fi ** con, m
3,50 caiM com 8 libras I ,r,' ?!' "J' '* Y"'
Vioho do Port mullo lino proprio para' azatarraa-c ",8oo, O.ooo e6.800. do.
'S*' aOCOre'as e S *<> a Cfvadioha de Franca mullo nova, a *o,s.
- -mimu-iau oes
Pharol do wmmvrcio
Ba do Rundel n. 73.
O propriol2rio desieesialHerin i i r.
ra de avisar aos seus nvguez.-s ip. :, ....,-, yra.
i de redurcao nos pngos de tana gei
ra qualidade : manteiga ingleza I \&#:>r*. a
lil.rada ultima chepada ao do
fraaresa a 900 rs. e em barril m I *.
ji cijos lameDgos novos a 2*300, .
su pode desejar em bondaiie a Na)
>rr.6iiM francezas raiiinnai a \:{<--
1*800, frascos de dilaii I#i00, raadAsA,, i -, -s
l r.i mimos, marmoiai'a das n-'!..,." n i >>* a
t^O rs. a Jil.ra, an.ein.oas roofril a- - ra
di S. Joao a 640 rs., vinho o PM ! i IM -O rs.
a garrafa. Fieueira r Lfcbaa 10(>. U i .. a
eru caada ft f;,z p aaallMento, rama it baMM
com 2 arrollas por 3f Me a libra POi ,
rafe Ia torle 7|W0 :--j 0 e i lil ni a .'u .
boiacbintia ingleza %Orr.t ira, !., fv
Lisboa a 3(10 rs a libra, vela* c ran
rs., dilase.'teariEa.-lina.-a n. r-., i, i/ i i
gnez l C00 rs., ilLiaia a 35COa arr> I :.
libra, paineo a IJia dita t M n
noaJ0, 5*700 e ^Rik;, ranaota taa
1)40 a lata, Konma ; 1W) i- i lil i. :-\: y ,r-
lola, bulliiiht inglezn la'la de i.....
diloa de suda grandes SfOOO i. i
roa que se torna eafadmho meaeioi r.
Uno espera a roneorrenrii d n .'
garantindo a eiaetidao iu qne irai ,
ViDdtnise pairm-ira. impri i.rf.
de seren transponas; m siti i n ni
mi. rda, depois do lleco do Espn til -I-
flll'IOS.
32o, oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinhobranco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
dem preto o que se pode desejar neste ge-: Vinjiohranco para missa em caixas de l du-
ALPISTA a 120 rs. a libra.
dem e pnico de oito libras p^ra cima a
100 rs.
Arroz de 90 rs. a libra a........
Amendoas, casca molle, a 28yrs. a libra.
AvellAas a 210 rs. a libra.
Ameixas francezas etn latas de todo^ os la-
maullos.
dem idem em potes de todos os tamanhos.
dem idem em hcelas de todos os tama-
nhos.
dem idem em frascos de lodos os tama-
nhos.
Azian: doce de primeira qualidade a 500 rs.
a garrafa.
Almos a 200 rs. o raolho.
Aiisvmiio a 2.->00) a garrafa.*
H
BOLACIlf.MIAS do Beato Anlonio em latas
grandes e pequeas.'
dem do Principe Alberto a 2$O00 a lata, e
de cuco para cima a 1800.
dem de soJa era hilas grandes a 2,>000 e
de cinc para cima a l00.
Biscorros inglezes de todas as qualidades a
lijaOO, 1^250 e 15300.
Bolo francez em caixinhas a 300 rs. cada
urna.
Batatas inglczas.
Ba.mia de poico refinada.

ali-
CH0C0LATE francez a 700 e 800 rs.
bra, e em porcao a 000 e 700 rs.
dem suisso a lj a libra.
dem de musgo a 10300 a libra.
CtiouBipAS muito novas a 800 rs. a libra.
Caf a 210 e 200 rs. a libra, e em porreo
se far abatimento.
dem de primeira qualidade a 7)5000 a ar-
roba.
Conservas em frascos a 320 rs. cada um,
sao. milito novas
dem Bglezas, frascos grandes.
Champagne Je todas as marcas.
Charape de grosella, orchala, etc., etc.
Chicaras e pires a l.->S00a duzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
a garrafa, c em duzia se faz grande aba-
timiento.
dem Victoria Bas tres X e deoutras marcas.
Charutos das mais acn.'ditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'llavana, Exposico,
Flor do Brasil, l'arsiense>. Delicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panelellos, Apraziv.;is, Varetas, Brasilei-
ros, Americanos, Fluminenses.
CiiA de lodas as qualidades e de todos os
precos, hysson, huxim, aljfar, preto, e
preto ponta branca, etc., etc., a 2000,
22'0, 2>:i:0 e 2;>800.
Copos lisos de todos os tamanhos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os.lamanhos a du-
zia a 2*500, 3,fi00, 4 e S$.
Cauces de iodos os tamanhos.
Cognac superior a 1,S e 1:5300 rs. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco macinhos,
I
DOCKS de lodas as qualidades : brasileiros,
portugueses, inglezes, francezes, etc. etc.
KIRSCH de Wasser a 2jJ a garrafa.
Id
LATAS com graxa a 80 rs cada urna.
Letiua a 400 rs. a libra
.11
.MANTEIGA ingleza e franceza de primeira
qualidade a i#, 1120 e 10280, em bar-
ril se faz grande abatimento; a que ven-
demos por 112S0 a lib a, vende-se em
oulra qualquer casa por I100 e 1^500.
Marmelada dos mais acreditados fabricantes.
-Macahhao e TALii.viiiM a 320 rs. a libra.
Massa de tomate a 60 rs. a lata.
Hostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
iMoi.uo inglez de todas as qualidades:
Marrasquino verdadeiro de Zara a.....
Massas finas para sopa branca e araarella a
00 rs. a libra, em caitas com 9 libras a
33500.
| Mimo JWnco e alpiste, sendo mais de 8 li-
bras a 100 rs.
NOZESa 120 rs. a libra.^
Nados em la las a 800 rs.

Ostras inglezas e americanas.
P .
PEIXE em posta, latas grandes, a 1&00, de
todas as qualidades, como sejam savel,
goras, corvina, paran, salmao, pescado e
pescadioha, linguado, sardinha. etc., etc..
Peras em latas, excellente preparaejo.
Palitos para dentes a 120 rs. o maco muito
grande.
Passas em quarto a I400.
dem muilo novas a 400 rs. a libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
QUEIJOS flamengos.
dem prato a 800 rs. a libra,
dem suissos a 800 rs. a libra,
dem londrinos a 800 rs. a libra.
Qi.artimias ou moiu.miuks a G#, 8$ e 10 o
par.
R
RAPE' Mearon a \& a libra,
dem Princeza do Rio a 13200 a libra,
dem francez a 23500 a libra.
SABAO massa a 160 rs. a libra, em caixa se
faz abatimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 25?.
Saudimias de Nanles de todos os fabricantes,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Sh:aiii.\as a 000 rs. o maco.
. ero a 2,ooo e2,2oors. a libra.
Linguigas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Gostellelas inglezas a 64o rs. libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio devella al
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
zia a 8,ooo e G8o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duquedo Porto, Rainlia de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz 1, Madei-
raSeeca.Malrazia fina a I6,ooo, 15,ooo,
12,ooo e I o,oooa caixa com 1 duzia e 9oo,
l.ooo e l,5oors. a garrafa.
Vinho Cberexde superiorqualidadealG,ooo
a duziae l,5oo rs. a garrafa.
qualidades:]
Exposico Normal de Havana, Imperiaes,
Londrinos, Guanabams, Parisienses, Sls-
MACSSiXAK
de\
qualidade a 8oo rs. a libra. Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
dem prato? 8oo rs. a libra, e inleiro se faz I 64o rs. as meias latas.
abatimento. Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
iaem suisso o mais superior que tem vindo! barrica e 320 rs. a libra.
ao mercado a 64o rs. a libra. Bolachinhas de soda em latas de diversas
trviinas e favas portuguezas j preparadas qualidades a 1,3oo rs.
em latas hermticamente lacradas a 64o. Cartoes com bolo francez muito proprios pa-
reijao verde muito superior a 640 rs. a lata. ra mimo a 64o rs.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
rs. a duzia. para mimo a 3,ooo rs.
Idern dem para vinho a 2 4o rs., e 2,4oo rs. Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
Itcdmriio dos ppnai .
.. Vendcm-.-e por prepw reduidw ir
piros ClICias, a 4,000, 4,ouo, 5,000,' desnegar algodao .! V.-rr;. d-i :
0,000 e 7,000 a caixa ou efj meias. ,de ,4 a rrM asim con 1 1
Charutos finos de diversas marcas e fabri-1 m,:"ina-sas ys neteaa i mi., ,,,.
cantes, como scianr Flftr do Norte M-.-: ?",n"a'rua dj I,"-'rr:,,l'jr-1 '< -, ' t*
nilliacflflii.,. J .' .. ., .' ,P"fluuez : a iralar na nu do Tr
B Havana. inlervallns Vpnrp.dnrps nn rr.psmn im.,,. ,,,.,,. sim ,,
C- a/-:
(li'-!a- "1. .;i... kRi
a duzia.
a libra.
Chocolate francez 'espanhol e suisso a 9oo, Figos de comadre a 24o rs. a libra.
1,000 e l,2oo rs. a libra. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra
hspermacete superior a 600 e 64o rs. a 1- Milo de amendoas a 5oo rs.
bra e em caixa se faz abatimento. Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Joao
i eixe em posta em latas hermticamente la- de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-!
eradas e das melhores qualidad>depei-' bras por2,5oors.
xe a 800, l,ooo e l,2oo rs. Ameixas francezas em f asco de vidro com
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita- tampa do mesmo, a l#Joo.
das que vem ao nosso mercado a 7,oooe Ameixas franc zas em caixinhas de diversos
agar-
:i 480 rs. a botija dfi
tamanhos com bonitas estn pas na cai-
sa exterior, a l,4oc, l,6oo, l,8ooe2,ooo
cadajjma.
Azeite doce refinado hespanholu portuguez
a 9oo rs. a garrafa e Io:oooJa caixa.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra e2,5oo
o'gigo com 36 libra-.
75o rs. o frasco e
8,000 a caixa cio e 7oo ris
rafa.
Genebra de Hollanda
con la certa.
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,800
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a l.ooo e 11,000rs. a frasqueira. Conservas inglezas a
Caf do Rio de V qualidade a 28o rs. ali-1 8,000 a duzia.
r, r? e^'3o rs-a arroba. Vassouras de escova para esfregar casa a
Cafe do Ceara muito superior a 24o rs. a li-' 4oo rs.
bra e 7,5oo rs. a arroba. Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arroz do Maranhio de Ia qualidade a loo Molho inglez em garrafa de vidro com rolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba. do mesmo, a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a Mostarda ingleza .los melhores fabricantes,
wreoa. | a goo rs. o frasco,
dem de Java a 80 rs. a libra e 2,4oo a ar-1 Mostarda franceza em potes j preparada a
r0Da* 4oo rs. o frasco.
Paincoe alpista a lo rs. a libra e4,oooa Lentilhas francezas, excellente legume para
arropa- sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomatesde superior qualidade a 64o Marrasquino de Zara propriamente diloa
rs. a lata de urna libra c56o rs. a reta- 13 a garrafa e 11,000 a duzia.
lno- Palitos de denle a 14o rs. o maco.
Panatellas e Suspiros, a2,ooo,2,5oo e
3,ooo a caixa.
opnac inglez das melhores marcas, a 800e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,000 a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandese novas
a l,8oo o cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Toucinhode Lisboa mnito novo a 32o rs.! a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentementetem vindo ao mercado, a 2,000
a lata.
Farinha do Maranhio muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5'oo o frasco.
Caixinhas com fructas cm doce secio de di-
versos tamanhos, muilo proprias para
mimo, a l,6oo, 2,'0oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellenle peixe portuguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o prefo.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandes de
8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 3oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancorla.
Champagne (la meihor qualidade que vem
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,ooo o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figosemsextinhasa8o rs,cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,000 a resma.
Balaios para roupa suja, grandes epeque:
nos, por diversos precos.
Amendoas confeiladas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a I ,4oo e 2,000 rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a i,800 rs. a caada
e 640 rs. a garrafa. |
Vinagre brancoj engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
aos'compradori's :i*' n-'-n
coro para entraren, m i los
lunar de ateile do rerrapalo, vnj
conirario do |ue aqoelieqiM se qa r.
V'endpm-se por pr>-co aanandn nae 1 wm
de mao, tre rabo-, (din rarn H.* .:
em liom uso : atramrenn FreViieo i;.,-. a
rua da [mppralriz i. 19.
Bichas deHamlM: -vo"
Vendem-se na rua Nova n. fil.
Potassa da Ku A.
iniio nova e superior : Tf lia ri 11 111 lip m
de Manoel Ignacio ieOliVrira A. Pilh-., i^a d..
'.orpn Sanio n. 19.____
Vinho do Porto superior em sisa : lutn,
tem para vender Antonio I.uiz i
do C, no seu eseriptorietM da i rnz i i.
TATAS.
Vendem-?e exeellentes baMM ;: i .in.iaoto
prego de 400 rs. oj-igo : no aranas .! >r
vedo detronle da ocadinlia da aibndr|..
Fupio em prim-ipin Av mn ', t*rfirr- '
crreme anuo e consia i star aeo .j#
o moleque Euzel.lo. e--r-
nando Alfonso de Mello, rio izann.
co o.ais ou menos, eor | rea, sem.
regulares e alaraaeado*, rafeis un
e un ia chala, heleos linos, dsili I, aa atv<, p$
seceosemarto ladino: roca- ,. :.. i,
autoridades polleiaes e capie^ <\, <
prehendam < le\em-o a rua tis Va, -.- , ;,r-/.f,
u.C que serio gratificado-, pr..ie>u,..;...... iwardsji
metes judiclaes con ira uoalqoer,.. *m a uue i a
em sen poder.
RIVAL
SEM ^EJJITSIO
18na do Uucliuado ns. 49 e 55.
lodas as miudezas que abaixo
E
ERVILIIAS seccas a 120 rs. a libra.
ebvadoce a 400 rs. a libra.
F
FARINHA SSSde 8 libras para cima a 120
rs. a libra,
dem de araruta a 320, 400, 500 e 8X) rs.
Finos de comadre a 160 rs. a libra.
Fbuo verde em latas a 6C0 rs.
Favas em latas a 600 rs.
Fimo do Rio a 500 rs. a libra,
dem americano em latas a 2#.
Farello ha sempre em deposito de 500 a
800 saceos, de todas as qualidades, de to-
dos os tamanhos e de todos os precos.
Ci
GOMMA a 50 rs. a libra.
dem a UOrs. a libra, muito alva.
Giio de meo a 120 rs. a libra, e em porgio
se faz grande abatimento.
Gem-uii.v de laranja verdadeira a 10000 o
frasco.
T
TOClNHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
V
VINHOS!
Principe Alberto, de 1831, a 50000 a gar-
rafa ; da vida aos velhos.
Velho secco a 2$ a garrafa.
Lagrimas do Douro a 15500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 20 a garrafa
Duque a 1$ e 1)5500.
Chamisso a 1& 1,5200 e 1300 a garrafa.
D. Luiz a l& agarrafa.
Moscatel verdadeiro de Selubal a 2# a gar-
rafa.
Carcavelos a 1$.
Colares-a 900 rs. a garrafa ; o nico vi-
nho que se pode beber por nao ter com-
posicao alguma.
Lanlerne a 800 rs. a garrafa.
Rordeaux Medoc a 8()0 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 1 l agarrafa.
Absyniho a 20 a garrafa.
Kirsch a 2 a garrafa.
Wermouih a 25, e a caixa a 185.
Bitter Maurer a 15 a garrafa,
Grave a 803 rs. a garrafa; vende-se por este
prego por haver sempre em deposito 50
duzias.
De caj, de 1852, a 15200 a garrafa.
Velho do Porto, em ancorelas de 9 caadas,
a 355001; vinho que, estando engarra-
fado, veade-se a 15280 e 15500 a garrafa.
Conllna a vender
declara por presos admiraveis.
Massos de palitos lixados para denles a 100 r
Espelhos de molduras douradas a 200 240 e J20r=
Boneis de olrado para meninos a 15000
Ditos de couro superior fazenda a i50
Frascos com superior tinta rocha a 240 r<
Meladas de Imlia froxa para hordado a 20 e 60 rs
abado do Porto; fazenda boa, vara a 80. 100 e
140 rs.
Varas de Irania branca eslreita a 40 rs
Caixas com 100 envelopes, fazenda fina a GOO rs.
Grozas de peonas de ac, fazenda superior a 300 rs.
"j'ioOO6 me'aS rUaS encort)adas Para nomem a
Grozas de botoes madreperola finos a 500 e
e o40 rs.
Caixas com BO novellos de Jinha do gaz a 700 e
juu rs.
Caixas com superiores obreias de cola a 40 e 80 r
Peen de lila branca elstica com 9 varas a 280 rs'
40Srse ^ de 'Sa Para eDfeUeS de VeSlid0s a
Daralhos dourados superiores qualidades a 400 rs
Novellos de linha com 400 jardas a 80 rs.
Livros para assentos de roupa lavada a 100 rs
Pares de Loioes para panno, fazenda rica a l' rs
*SnAaSipara cosluras superiores qualidades
Cl,lSood ',e"naS de calllgraphia' fazenda boa a
Massos com superiores grampos a 30 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a 1300
ijsw >a,'a'os de lraLta para meil,uos a *& e
Caixas com superiores agullras a 240 rs. i
Libras de laa sorlidas de bonias cores a 7,8000
Lanas com superiores obreias de massa a 40 rs
Hodinhas com alinetes francezes muilo saperiores
a zu rs.
Resmas de papel almaco a 2*400 e 2*800 rs.
Kesmas de papel de peso nno a 2*000.
Escovas |>ara roupa, Tazend boa a 720 e 1*
Duzias de tesouras com toque de ferrugem a
Duzias de.facas e garfos de cabo prelo a 3*000
Taiheres muito lino para criangas a 240 rs.
Azeite doce refinadoem pequeas latas a 560 rs. a garrafa : no graude armazem
Saceos de 80, 100 e 120 libras a 45,45500 e 55 ; no grande armazem da Liga.
,> !?f-V'v?X'-r*:"V
Anentuu-se no da 2 do torren a i m. . u
da casa da roa de Imperador n. H'.. :* ; . n-
do. rrioulu, rbeio do serpa, .--liara i pninr. r *m
ci mprido, Ihos pequeos e ponra i
sa e bigode. basianle ladino, retrata* '-r i5
adnos, pouco ma? on menos, e juij:..-,e m .-.ao>
calca prcta e camisa branca f*t> e-rrav, foi .- m-
prado ao Sr. coronel Galrao. di ljn-. i, \. ? n-
do se julga tenha fugido, mu ka m ob-ona
visto na Passagem da Magdalena. Il-ncii., e Var-
na ; e como se desconfa ane
protesla-se proceder contra mu Bel i
e pede-se a quem deile rier in.ii.-ia r.B o ap r
que dirija-se a sobredna ca^a. (.D a n,a do Cresa*
n. 13, que ser recompensado.
Fugio no din 4 de jolho eorn 11 apret -
'!Uim, de naco Costa, idade 40 aanm. |^r- man
oo menos./e esiatora regular, eita akasna rana
de cabellos na cabrea, canto* b. m nu tarta
nao muito espessa; esteeseravo f. i ri Sr. fabnrrfa
e comprado u'limamenle ao Sr. Son-a c. m easa de'
commissao de eaeravos na rua do li i. rae
...
, i la,
Madapolao muito fino com pequeo toque de avaria, por preco que admira : na
nnas na rua do Crespo n. 13, do Antonia Correa de Vasconcelos C.
loja*p
s\
Vinho do Porto especial.
O mais generoso e genuino vinho do Porlo, mar-
eas novas e especiaos em caixinhas de 12 garra-
fas, sendo marca Rainha de Portugal a 18*-a .cai-
xa e Pedro V a 16*, em porcao far-se-ha um aba-
Grande sortimento de roupas feilas de to-
das asqualidades,
c.CalC-as de casemira a 6* e 7*o00, ditas pretas'a
6* e 8*, calcas de ganga a 2* 1*800 e 1*600,
ditas brancas a 2*. brim de linho a 3*, 3*500 e
4* paletots do alpaca branca a 4*500, ditos prelos
a J* e 3*a00, ditos de alpaca de cordao a 4* e
de listra debera a 4*300, ditos sobrecasacos a o*,
paletots de casemira a 5*. 5*500, 6*, 8* c 9*,____________
ditos sobrecasacos prelos a 12*; 15 e 16*, ditos ti- IVwnTincnrv
hos a 25*. de cores a 13*. ditos fraqofs a 14* railClSCO JOSG (iei'manO
paletots de ganga a 3*, 2*500 e 2*, ditos de brim R V \ SO\' \\. SI
prermVm? Sa'S^S '^Y*-? par-n0 2caba .* r1Ceber um ,indo fi <"****> 'sortimento
preio nno a Z0. 2*000, 3*500 5, 4*oOO 5 e 6* o de ocu os, unetos binculo do n'iim
covado, moreantique preto a 2*600 o covado. (tros- apurado oslo da Europa
denaple preto a t*500, 1*800, 2*. 2*200 e 2*500
o covado ; e ontras muitas mais fazendas que se
deixa de annunciar, e manda-se levar pelos caixei-
ros da loja da arara casa dos pretendenles. O
e tahclecimento est aberto at as 9 horas da noite
rua da Iroperatriz n. 56, Mendes Guimares.
Chegaram os superiores
cortes de seda
Superiores cortes de seda de cor, vlndos pelo
ultima vapor francez : na loja das columnas a rua
do Crespo n. 13. de Antn
cellos* C.
ia queja cm outro lempa iraannn em v, puros
romo Sr. Jos Sesario : quem o r rua da Concordia n. 8, refinaco, que .-era g-nero-
.-airenle gralilicado.
Desde o dia (i de junlni prximo fm-
do ausenlou-sede um dos estabtieiiiin-niai
do Exm. Sr, bario do Liv aownto, nda se
acbava a .ervi(;o, ha mais de - uuhm, a ea-
cravo P.-.ntaleo, de propriedade do de-
semliargador Custodio Manoel da Silva (jiir-
maraes. No dia 9 do topratfito wm foi
adiado, juato ao caes do trapiche do algo-
dao, no Forte do Mattos, o cadver de um
bomem pi eto, que esleve, durante todo *-
te dia, exjiosto em frenle da igreja da Ma-
dre de Dos, espalhand<>-se logo a noticia
de que esse cadver era do referido escraw
Pantaleo, o que logo foi dismentido pela
informacao dada pelo subdelegado do bairro
do Recife, que assistio a Teslor, (\uc se
fez, e declaroii ser o radav.r da um bcs-
dor, morador em Fora de Fo'las. para
que alguem, rom m t e intencai. crimino-
sa, nto se aproveite desta circumstancia.
reconbecidamenle falsa, afim de mai- Lu-
mente lograr seu intento, faz-.-e o presente
annuncio, protestando-se coln s.-melbanie
noticia em vista das minuciosas indagar*, s
a que se proceden. E. cimo ha toda prn-
babilidade de achar-se dito esclavo ar.-ul,
|)or algum especulador, roga-se a todas as
autlioridades policiaes e aos eapiOa de
campo, que apprehendam omenetoaado es-
cravo(que no dia 8 ou 0 daqn.lie mesmo
mezfoi encontrado em Apipucos. onde esta-
r talvez forcadamente acoulado) e o entre-
guen ao seu referido >enhor. na rua da Au-
rora n. 00, que gratificar generosamente,
protestando igualmente usar dos meios jo-
diciaes contra o acoutador do dilo escr.ivo,
tendo este s seguintes signaes : estatura'
pouco menos que regular, ebea do m-m\
preciosas c oJajectos de 'lade de 3a"os, cor preta-cabra. cabefa
ouro. l,m P(,uco redonda e pequea, olho- un
Mauricio S.lbeberg & C, Polacos, ltimamente tanto Pequenos, esfumarados e verrr.el!
chejados a esta provincia, (mrecem ao respeitavel beicos regulares, ps largos e apaleta i.
pub ico um grande sortimento de joias, brilhantes, e tem o andar inclinado tara iraz e raml
objectos de ouro, prala e diamantes por obiectos cravo guando ausentou-se foi vestido de Cal-
novos: na rua do Queimado n. 29, entrada pelo C e camisa brancas de aigodao crwsrt >ia
largo de Pedro II n. 27, de manhaa at as 9 horas, Babia, tendo do lade riireito da

imo e mais
WJSKDA-XS)
Iotas
pnmerra e
dido>:pelos annuncianics "taa^pTe^ f?1!*tta se e a tarde das i hora,- em dianle. Os objectos ven'
eestaopromptos para levar olelos s caas da" de linla bem preta e t8o se. tira que sen
pe&soasonedesejareni comprar, tima vez que nao que se lave,
possam vir a seu estabelecimenio.
I
AA,


%
Diario de Pernanibaro --- (fttiart:! ttir 11 de tfttlh de lfcflft.
principalmente aos correlores de mercadoras que respeito deste objecto, e asssentamos que as leste Dos, frequentar os mAos theatros, os bailes, os
se occupam cora os gneros chamados de j\lva. religiosas dos pastores da igreja catholica erara boteqain?, lupanares...
Considera injusta a mam-Ira por que lm sido das- obrigatorias em conscieneia, porque estas leis sao' O tempo que assim passais seria cem vezes suf-
sificados nos processos de fallenclas os corret-res estabelecidas pela autoridade mesmo de Jejus Ocente para fazer de vos un bom cliristo, seo
LifTERfMA.
UM POUCO OE TUPO.
, ;pelaim[.ri:ncla de suas commissoes, entendendo Chrsto : c Aquelle que vos ouve, me ouve : e empregasses em vassa salvaco.
relaiorio do ministerio u qiie elles sao credores privilegiados vista dos ar* aquelle que vos despreza, me despreza
mos o segante
ADMlMSTRACAO DA JW8TICA.
ligos 3-5 1 e 876 3." do cdigo commercial, e
julga que deve ser modilieado o artigo 70 do codi-
Tambetn nao vossa proflssao que vos impede,
Ordenando nos a igreja que assistamos roissa, depois de vossos trabalhos do da, ao aproximarem-
njs domingos e festas de guarda, desobedecer se a< grandes fastas, de ir ter com um confessor,
Bm todas as pocas e lagar o poder jadMarb g0, para liarmouisa-lo com o artigo 38 do decreto (Nosso Senlior Jesus-Clirsto, desobedecer Dos e receber tora o perdi de vossos peccados, con-
i. n ex redo, cierco e deve ewreer a maior in- n. 80t Jr6 Je ju||)0 J(J mi Q iyu[ ficarja nal|._ Q de5CUJd.,r.se d( r a fc,|a solhos e mimacoes para melnor viver para 0 h.
Z^lT^^sXT^. Stfir ---'-^ loHof e direito de A Tazao que fez o.abelecer-se esla le multo'
i, SSTSSSL P e aCc5''S de "anC0S e C0'n" importaue i por assim se-lo a mesraa le. i A,,en,ai bem. respeito de conciencia, tem se
,' TT* ,, nir *< i. panh,as quanJ faiem pirle dft ",a5ia3 fallidas- i?- :. i. ,,- semme lmP <> f"zcr-se ? te quer. Mas pre-
rea 6 confessar, porcia, que o poder judi^ia-. h a necessidade do culto publico que devemos
rio nao lem alada entre nos orna organisago o Finalmente, pede que sejara augmentadas as render Deus.
moexigem a con^tituigao do imperio, as necessi- cll>tas (lf,|as certidoos de diferentes ttulos, e de .\s nao vivemos smente individualmente como
dades panucas eos nrbgressej dase-enca do di- -"Pocas anteriores a dous mezes da data dos reqce- homeus, como ebrstaos; vivemos tambera como
reto. rmenlos, como meio de melhorar a nniea fonte de sociedade religiosa : e esta sociedade da qual so-
renda de que dispon a tonta, e nue oresentemente__,___i,.,,. .u.lu___i........ I ..._
- Seja-o embora I diz vivamente Carabronne S
e minha honra ? E rainha promessa, coronel, mi-
nha promessa de cabo de esquadra, ja esqueces-
tes?.-.. Desde este dia nem uraa golta do vtnho
me tocou estes labios. Minha palavra e minha
conscieneia valem mals que o vosso vinho I
Eis o que energa I
Eis o que ser hornera I
Corugem, pois; isso o que vos falta.
Quando ha boa vonlade sempre se pode ser chris-
tiio.
_j que dispe a junta, e que presentemente
Em verdade saltao aos oll.os os segu.ntes de- D0 ,.a$!a para affdeS|)Mas reclamadas pelas ne-
fe'WS eessidades do expediente,
lia primeira instancia : a confusao da polica A respeit de a|gnM fam$ que |a ro|a?5o com
admintstraliva e judiciaria ; as autoridades amo-1 0 decreto n. 3,308 de 17 de seiembro de 18G4 diz
vivis ad nutum com aitrbuicoes de julgar; a ac-' anda o mesmo relaiorio :
preciso quere-lo fortemenle, energicamenle, o com
. perseveranga.
Nunca inais, pois, deveis dzer :
Eu nao lenho lempo de viver chrstaamente.
Serla isso enganardos a vos proprio.
mos membros, esiabelecida pelo proprio Dos, tem Djzej Sf 0 qUizer(les .
para cora elle deveres Apreencher; assim como; Nao tenh0 ,aQ(o ;em lan[as faclidade3>
cada ura de nos em partteuiar. quant0 desejava.
O callo publico da sociedade fou igreja) chns-! Seja embora, mas por flm 6 o corarao que Dos
ta precisamente assistencia ao sacrificio da mis- nede e a boa vontade ; e uo uecessario rauitoi
vjraalasao de atlribujcoes do ministerio publico, Toado por esse decreto sido suspensos por 60 *"' qat nos reune a lodos em presen^ de nosso tempo para amar a Dos, evitar o peccado, arre-1
uasdojuii, isto l a mesma aotortdado aecu- das os protestos das letras, notas piomissorias a Deo?. e'n seu lemP'. em d,as ""dos para este pendermo-nos de nossas culpas; nao e preciso'
X i e julgando ; os baembroa do ministerio pu- ^aesquer oatros ttulos commerciaes pagaveis'na flm' U?S PC' Pr0pr' 6S (l) Utr3 emm pel3 I muit0 linP l'a" a oradlo de cada dia ; nao
ti s.iv, jroalgura liyerarcliico enlre si, iedj- corte e provincia do Rio de Janeiro, em aUencao a ap0Sl0'05 ou seus succesres- preciso muito tempo para ir-ao domingo a urna
as funecoes de acosadores pblicos ou ao- gravidade da crlse commercial que ento domina-' Quem Se nao reUae'nesles mom3ntos solemQes.! mssa simples de urna meia hora para ir a conis-
accusacSes perante o jury, porque de ordi-: M, e tend0 terminado o prazo da saspensio a 9 de com re5t0 da familia *rt8'& renuncia de al- Isoquatro ou cinco vezas por anno.
uai ellos terram-se ao trabalho Je denuncia; es. DOTembro, foram nesse da protestadas 818 letras gum raodo seulilul de coristao,de niho de Dos Outros fazcm ludo isto c mals anda,
leu : lentes e colligii) as pruvas, conflados emque; n:l mnorteocla de 9,202:8io$79 alm de tres le- de dlseiPulo"de JtUS Cristo, de merabro da gre-! Conhcco pessoas que nao pastara i
ikl.ides policial s
zei .(.lucio.
11 liciarias o poden fa
tras do valor de 9:678.-310, que juulos aquella
parcella somraam 9,302:d3519j.
Des le o da 10 de novembro at 31 de dezembro
foram levadas ao protesto 932 letras, representan-
do 8,193:791#231, devendo-se accresccntar mais
qualro letras do valor de ll:0895li81, que reuni-
dos parcella supra prefazem 8,206:880915.
Era resumo :
Letras protestadas desde 9 de novembro at 31
de dezembro................. | 792
}a calholca.
Reorniss c providencias que o presidente do trl-
bonal da corte julga necessarias:
1. Parece conforme com os principios de justi-
ea que nao sejam nbnirados a ter os Hvros exigidas
na conformidade dos artigos 11, 12 e 13 do cdigo
commercial amelles individuos que, exercendo
em pequea osala actos de commereio. taes como
caraiceiros, mscales, qnitatjdeiros, etc., fazem or-
dioariameote suas transarnos a dioheiro, e dis-
pensao urna eseripturaco regular e circumstan-
ciada. ^
2.a O artigo 123 adrante a prova por te.-terau-
ohas j jiiizo commercial s nos coalratos cojo va-
lor nao exceder a iOO;50C().
[ulgamento no cinel eatr ::ue ajuizes tenij 1
rari ;, que nao podem ter as eonJoes do sai. ::.
1: nica e da independencia.
nr parte dos'julzes perpetuos, 4 exceptu
de alguns aggrav >s, limitados As fun
jo i efimioaes e as inateis correlcoes, quando cha
:i is as relacoes pouco podem saber o direilo
ivi .
.. segunda luslancia algans dos lribon.*es
o 1 a maioria de membros electivos, resaltado
m is v zes de un paqaeoo numero de eleitores,
. vantagens da eleicao nem as da vitalicia
i' nalmenie, ccroando o ediflcio jndlclario u,i
api mo tribunal dejpstica, cujas decisdes nao
sao QuIiiQcadas pelos jaizus inferiores, impe-
l para aniformlsarja jurisprudencia
. osaasomente asjrelacdes; qnalqueriju'iz de
;.acira instancia nao faz caso das decisdes do
u. 1 emo tribunal de juslica, e cstabelece jarispru-
aira a daqueie tribunal.
i,-- procesaos dos reos pobres c desvalidos dor-
me: annos nos carinos por falla de agentes da
USlica que Ibes proraovau! o andamento. Dal.i
l'I a morosas njostcas, o sacrificio de direitos sa-
t'rauos, e rolTrimenlos espantosos a despeito da
br.-.cdora das penas do cdigo criminal e das gr>-
raalias da coostitaicaol
Accrescentese a udo isso os ordenados insigni-
i ' ; .' percebera o- raagislrado?, sera garan-
i :i v lluc e para a familia, e convireis\]iie
lado nao pede continuar sera grave deiri-
mi nlo da causa publica.
A s castas como sapblenKnlo (inordenado dos
ma itrados ievem ser abolidas, oa recolhidas ao
i aro como imposto.?. O magistrado nao deve
ber des partes quantu algoraa rob qoalquer
miuacao. Ao estado e s ao Estado incumbe
retribuir os seus servidos.
A demora em angmentar-ihes os vencimen'is
nao deve continuar e espora da reforma (adietara.
Se ^dmini.-tracodajjusticaara* necessdads p;!ua. Esta p
imoresclndivel, nao ha razSo para que os que impost pelo artg0 m do regulamento cominer-
;,r-1,:,-. esseservlco jejam rondemnados a Pri-|(,a| n. w n()(vedr doloso, que esconde os bens
va es i miseria, al que o poder legislativo re-1,,..r..,,.-, .,r ,,,,, .., ,
' : ',l 'i'' viera penhorados, e cora a que decreta
as partes defeilosa- da legislacao que os'
magistrados tem deapplicar.
Por isso peccado grave fallar missa no do- nS ""abalbadores.
ura mez 3em
i receber os Sacramentos j o uera por iso sao me-
miugo e festas de guardasalvo verdadeira neces-
sidade.
A gravidade desta negligencia taoto wais se
, comprehende, quanlo mais so conhece a grandeza,
asantidade, a excellencia divina do sacrificio da
missa.
A tnissa o centro de toda a teligiao.
E' a coolinuacao incruenta, atravez dos seculos
E o que fazem elles ?
Tende boa voutade, como verdadiro christSe,
e como elles iris ao paraizo era vez 4e ir para o
inferno.
Aqyilo que nto d a Dos o seu tcapo, Dos
recusar sua elernidadc.
Valor dellas............... 17,309 3848410 e gorafo-'S, do sacrificio cruento de Jess Christo-
tV .NAO l'OSSO I SPEHIOn S- MIXIIAS FOHCS* I
Dizei antes que nao queris.
iSo que loca a conscieneia e a salvacao, serspre
Nenhuma dilTerenca essencial ha entre o sacri.
Ocio da cruz e o sacrificio da missa.
E" o mesmo e untco sacrificio, offerectdo em e pode fazer o que se quer.
forma di/ferente.
O sacerdote o mesmo ; Jess Chrsto visivel
sobre o Calvario, invisivel e oceulto no padre, no
aliar.
A victima a mesma, Jess Chrsto ; sanguino-
lento no Calvario, nao sanguinolento e encoberto
sobo Sacramento do altar.
O que falta nao o poder, a r.r?ragem.
Com mido do trabalho, se recua.
O verdadeiro Chrlsto um bravo ; semelhanJe
a nm bo-m soldado, a quera- os esforges do inimigo
nao fazem senao mais excitar ao combale, de nada
tem mdo.
Apoiadc em Jess CbrisO; delle deriva toda a
As dfferencas nao sao senao puramente exte-i sua furga.
riores e apparentes; o fundamenfo, o sacrifici i o j Se cahe terna-se a erguer, o- recomecac-com bale
me'"- com mais frea do que d'aota?.
Pela palavra mystenosa,. e toda divina do pa- Naopr.sss-.
Parece ao presidente do tribunal que essa quan- dre> ou anles du Propr 10808 Cbrislo que falla. pregaSvao que, pe., manh5a) boceja, erlira-se,
ser elevada ao triplo as cidades capitaes Por raterinedio de seuraimslro, o mesmo milagre | revo|ve.se m'seu leito, e torna adormecer era vez
das provincias.
3.' Tem-se questionado sobre o que seja locado
mercantil. O nosso cdigo no artigo 226 limitou-
se, a copiar qaasi as palavras do artigo :il2 do co-
digo commercial poriognez, mas nao exige que o
as 1 da cousa ou do trabalho, objecto do contrato,
lenha um lira mercantil, exceptuando smente a
de amor que se operou na sauta ceiar na quinta-1 do lrabalnar it tambem .
fera de endoeuyas, se renova cada d-ia era nosso;
altares.
O pao e o vinho se transmudam no-corpo e san
Eu nao posso I
Um da vir em que haveis de W que pealis.
I Mis entilo nao 3er mais tempo. o os momeutts do
gue de Jess Lhr.sto ; e nao cooserva mais do \ lraba|ho |erSo s?ado
que a simples apparenca do pao e d* vinho ; de Elarcis dian[e do lribuna| d( JojU u^ fl
sorte que DO altar, depoisda consagra'io s ha o
------------ ------- ------- v. *>i.hhi, v.ii/vi locagao dos predios rsticos e urbanos, secundo o corpo e sangue de Jesus-Christo vivoj resumindo ouv,reis sua mrnvel palavra :
disposto no artigo 19
go commercial.
3." do titulo nico do codi- assim, no Sauto Sacramento lodos os mysterios de
sua vida mortal, e de sua vida gloriosa..
K iu ispensavai que se lixe a verdadeira inlelli-
genci de tal artigo.
i." 0 artigo 28i demasiadamente severo e
aparta-se das regras dejustica
Das palavras deste artigo coaelue-se (|ue o de-
Comprehendei pois as grandezas de vossa f, e
mudai de Hnguagem.
Vnde-coW lodos os vossos irmaos,. vinde vosso
Salvador ; por amor de vos que elle- baixa do
co, que se immola neste grande myslerio. Sern
pojilarj, que por qaalquer causa nao poder en- elle n;, podis salvar vossa alma ; e entretanto o
tragar o deposito, ou n.o tiver meios de dar o seu 'raais *om negligenciaro desdenhais, he preferis
e i'-.iv.Lue, licar condemaa o a urna prisio par*
Chamo tambero a vossa ilustrada attempo para
.entes secundarios da or lem jnliciaria, orno
advrgados, procaradores, tabelliies, escrivss e
ifjii taes de justca.
.Vos tabellies e escifiviies faltan cm regra as
necessariashabi'iitacoes En quinto nao temos
am corso especial de dreiio para os aspirantes a
taes empregos, convina preterir os hachareis em
dir lito, se os solicitares!, como acredito possivel
na; capitaes e tormos de grande popala;Ao, lirai-
'.an 'ose o governo a prever interinamente os di-
toseffleios quando nao apparecerem aanddato.-^
oii! todas as precisas habilitares. Assim po-
Jer-se-h. operar a reforma sem ferir direitos ad-
quiridos e sem flifflc'ulta-ia 110 futuro.
TP.IBl'SAES I)H G MMEHCIO.
i qualro tribanaes do commereio com a mes-
ma side e circumscrip.'io lerritoral das reia-
edes,
I ..rece-mo conveniente a reforma destes tribu-
naea., tanto na parte administrativa como na-cou-
te i isa Ambas estao comprchendidas no pro-
a legislaco criminal nos delctos de furto e roubo.
E' mister marcarse um limite, alm do qual nao
deve passar o tempo da prisao.
o.' 0 injertase do commereio, tendo de lutar
cora niuita-> difficuldades para a cobranga de seus
crditos', pelas distancias e fallas de communica-
cao pelo interior das provincias, pede que se alon-
guera os prazos para as preserpQdes do> ttulos
coramerciaes de que trata o cdigo nos artigos 441
' e seguintes.
6. Tora sido objecto de davala se o artigo 453
o laxativo, e se a pre^crincao nao pode interrom-
per-se suno pelos tres modos nelle indicados, en-
tendendo alguns que sao tambera admissiveis os
meios permUdos pur direito civil, como por exem-
plo o pagamento dado por conta da divida, o pedi-
do de e-pera, o reconheciraento ou confissao da
obrigacao era cartas, etc.
Ja hoave um julgaraento neste nltimo sentido,
pois que em geral os tribunaes do commereio sao
avessos prescrlpcao. Sobre esle irapoitanto as-
snmpto torua-se de absolula necessidade urna deli-
beiacao qualquer. 1
7. A obrigacSo do artigo 463, impondo urna
fuleis oceupacoos, ninhorias bagatellas I..,
CrJe-me- entra em v. Satisfazei a um dever
tao fcil quanlo grave e necessarlo.
Ide ao domingo proslrar-vos aos ps do bom
vossa provtsao para a semana seguints^
Deo vos aT)eni;oar e seris feliz.
jeetq de reforma jodiciaria, que passa para as re-, multa ao armador de urna embarcagao, que nao
. a jarisdarcie de 2o instan-vn, e antorisa o entregar na secretaria do respectivo tr.unal a
10 para regular o UMNlfmodas funecois ad- carta de registro dentro de um anno, no caso de
m n'Btratlvas e alterar i regulamento vigente. veuda, perda ou inuavigabilidade da embarcagao,
' presidente do tribu;.! do corarac-rco da corte deve ser extensiva ao comprador, herdelro ou pos-
1 pbeao governo as seguales pnvidencas, que l juidor dela, visto que tem-se praticado o abuso
sao neces-arias para os agentes de leil5es, e que ; de andar navegando urna embarcaciio com o regs-
nao cabera na aleada do tribunal : < tro passado em nome de uraa pessoa a quem ella
1." A prohibicao de [elides em domingos pelo j nao pertence.
art. 3' do decreto n. 808 de 10 de novembro de 8." O artigo 198 investe os capitaes de embar-
18'il, deve ser extensiva as noites, porque leudes cagues brasleiras de um poder arbitrario e illirai-
feitos a noite preatam-se a muitas gandes e subs- tado, de que fcilmente abusarao quando tiverera
lituiQdes pela dileuldad" de seremas mercado- de unp&r penas aos que perturbaren a ordem do
ras bem examinadis e recenhecdas na occasio navo ou commetterem faltas d disciplina,
da compra. Conven] providenciar era materia de tanto peso.
I. A imposieSo da multa de 50,5000 a 200,5000,1 9.0 Para seguranga das vidas da Iripolago e dos
ou snspenso do oflicio de 1 a 3 mezes, aos inrac-; passageiros, e para evitar-se as questOes que eos-
tores do artigo ti do filado decreto n. 808; por-1turnara levantar-se ordiaariameule entre as cora-
qne repele-seo abuso de f.zerem leiloes individuie' paohias e seguros maritiraos e os segurados a
sendo s.lfans ostrang r is |ue nao forara nomea- respeito lo estado do navio, necessario um acto
aos, e *i tos servirem nos impedirrvttos dos agentes de lei- riadas todas as embarcacoes antes de receberem
loes. i cargas.
3. A creagao de am* juou para Oscalisar os 10. E" multo sensivel a falla de legislago apro-
ados dos agentes de leiloes, e faze-los chegar ao. priada aos seguros 'terrestres, pois o cdigo nos
cohlieciraenlo do tribaaal para providenciar como artigos 666 e seguintes smente legislou sobre os
lor de lei. seguros martimos.
4. Providenciar cerranlos que nao vao receber H. A pena com que o cdigo no artigo 821 pune
os ol.ject.s que arremaiaram em leilao, ou arre- a fallencia culposa parece mnito rigorosa, e pode
pendidos sem justo motivo recusam receb-los; e sem offensa das regras de direito ser reduzida A
lembra o tribunal a medida ou de proceder-se a metade.
novo leilaodas raercad adjudicatario, tres das depois que fdr intimado,
para as receber, sendo obrigado pela differenca, E- d> l:drelia do Su[ .
oa que fique aoarbi.rio do agente de leiloes res- ^ ^ (R .-igSA ? na ^ ckk
cmdir a venda, quande o arrematante nao for co-
nbecido, ou nao offerecer garanta, entendendo-se
que o agente de leilo .idopu esse meio se denlro
de 24 aoras, depois de lindo o praso estipulado pa-
ra o adjudicatario tomar conta das fazendas, nao
o intimar judicialmente para Me flm.
Aparlai-vos de mira, maldCos,. para o fogo
eterno, que est- preparado para o diabo (S. .'.ia-
theui, cap. XX-V.)
Nesse diaiiaveis de comprshender que yo-
leis l
Entretanto ha alguraa cous de mui verdadeiro
no que dizeis.
Nao, vos nao pedis vencer voss.-.;- paixoes e pra-
ticar lo altas v;riudes como as do arislo, se nao
rdes buscar alferga uecessaria jara isto, onde
ella se acha.
Nio, vo no podis eniar os ptamrtnil. que se
: vos tornaran) habituis, se nao empregais os meios-
21 que Jess Clirs.vosso Salvador epoz para este
l lira as raaos de sua igreja.
Esses meios, tos os conaeceis.
Em lempos mais fe 11 zes, quande aris bom, puro
honrado, porque eris Chrislao, co-empregaveis, e
conhecestes por propria experiencia toda a sua do-
nura, todo o sea poder.
E' a ora gao :.
E' a saniificago do domingo :
E' a inslrucQ.io religiosa :
E' sobretudo a requencia na coafissao e na sania
comraunhao ::
E' fugirdes das occasioes perigosas, dos Praze-
res criminosa-, dos raaos cantaradas e das ms lei-
turas.
Sem estes meios, nao, nao podis-ser hom.
Cora estes meios nao smente o podis; mas
nada ha mais doce e fcil.
?e-"Jk--
POSSO BEM
"1IA1I AO BOM DOS.
E oris fervorosamanle em vossa casa ? Per-
doai-me =e rae engao ; mas tenbo alguraa sus-
peita de ijue nao oris mais em vossa casa do que
na gnja.
A questao nao saber so oris ao bom Dos tao
O presidente do tribunal tratando em seu relato- bem em vossa casa con)0 a miii3 raas saDor se
rio dos corretores diz : o bou Dos i/iter que no domingo e as festas de
O f residente da junta0% correlores faz ver a guarda oris na missa e nao era vossa casa.
Decessidade de ser alterada a tabella que Ihe mar- ora assim o quer elle.
cou a coramissiic ou corretagem por ser prejudicial Deveis-vos lembrar que j temos praticado a
eu sao- Termo tempo.
Tendes vos tempo para comer i
Sem duvida.
E porque comis ?
Que pergunta t Para nao morrer, a nutrigiH)
a vida do corpo.
Qual vale mais, vossa alma cu vosso corpo ?
Eis ah outra r Minha alma sem duvida al-
guraa. \
Bem I Faze por vossa alma ao menos tanto
quaHto fazeis por vosso corpo. V6-achais, vos ten-
des tempo de fazsr viver vosso cerpo, e nao tecdos
o de fazer^viver vossa alma 1
Eu queroria r vosso patrao pretender iirar-
vos o tempo de- comer I Vos o desampararles a elle
e a sua loja e dirieis : prtmeiro quetudo preciso
viver.
Ura, eu vos digo de urna raaneira moto mais
urgente anda antes de ludo, anda antes da vida
de vosso corpo,|anfM de tui-o, nao deixeis- morrer
vossa alma, que c a vossa principal parte-: vossa
alma, que Paz de vos um. homem ; perqu pelo
corpo nao somos seno aniraaes; a alma qua
faz o hornera e o distingue dos brutos.
A religio vos d a vida, de vossa alma, nniuJo a
com Dos, e vos dizeis : Eu nao teoJio lempo de
pralicar a religio ? Ora I lirai esse tempo neces-
sario custe o que cuslar, seja d'omls fr, em detri-
ment seja de quera fr.
Ninguem no rauado tem o direito de vos privar
desse tempo, nem vosso patrao, nem vosso mes-
tres, nem vosso pai, nem Vossa mai; ningue;v>,
sem excepgao 1
A salvago eterna de vossa alma, nenh
tura lem direilo de vo-la roubar, e se
sasse alienta/ contra o mais sagrado de
re tos, era olio o caso era que de vez,
esta grande regra dos Apostlos : F i*eor obe-
decer a Dos do que aos liomens.
I'orm minha prossao, dizeis vas, me mpe-
de do trabalhar em rainha salvago.
E' isso urna verdade .'
Dai attengao A resposta ; porque se me respoo-
derdesSimdepois de lerdas bera rellcudo, eu
vos direi :
Eutao deixai essa proflss&o, e segu outra.
Com efleiloa vida passa rpidamente ; e o que per-
manece a eteruidade. De que vos servira gauhar
lodo o mundo, perdendo vossa alma ?
Mas sejamos francos.
E' verdade que em vossa prossao vos nao pos-
sais salvar e viver cliristaamonte ?
E vossa prossao que vos impede do fazer una
pequea eraco pela manhaa e noite ?
( E' vossa prossao que vos impede de elevar, de
vez era quando, durante o dia vosso corago a
Dos, de Ihe offerecer vossas oragSes, vosso traba-
lho, vossas privagoes ?
Nao ella que vos faz jurar, blasphemar o noma
(1) Foi o bom Deo3 que insiitui-i desde a origen
do mundo, o repouso do stimo dia, em memura
perpetua da creagao c da elernidade. O domingo, o
dia do bom Dos, o dia emque nos devemos delle
oceupar muito especialmente, e nos preparar para
a eteruidade que ser o repouso eieroo . o Qierno
dom'no.
AOS QUE SOFKKEM.
Sao as dores, charissimo leitor, a heranca de to-
da a humauidade; o rico e o pobre, o raogo e o
velbo, grandes e pequeos, lodos tem de passar por
sob o jugo desta dura lei do soffrimento.
Soffrer a condigao da nossa existencia neste
mundo, o estado porque eu, nos o todos havemos
de passar, o estado em que viverao nossos filhos,
sera que haja algn poder que nos possa sentar
dessa dura lei.
Desde o peccado original, a vida nao seno
urna longa d&r -, dr que pode ser mais ou menos
miligada; mas nunca extracta.
Se isto assim , carissimo leitor, do quanta utli-
dade nao por-vos diante dos olhos aquellas ver-
dades, que sao como balsamo das nossas penas, ou
pelos menos, eontrlbaem para as tornar mais em
proveilo vosso?
A primeira disias verdades, que a religio nos
ensilla, e que o bom senso confirma, i^ii neste
mundo ludo sncctde ou por vontade expitssa, ou
por permtssao do nosso bom Dos, e esle principio
verdadeiro lano en relaco aos bens, como aos
males.
iiegulador de todas weousas. SoberanoSenbor
do co e da ierra, Deus ludo governa, ludo regula,
ludo sabe, todos os cabellos da nossa cabega, estao
contados, como diz o evaagelbo.
A flur que cabe murchada,- as follias qua se des-
prenden! das arvores, a mais pequea gola d'agua
que se avila na iininensidaJe do ocano, cudo isso
regulado e mandado por Dos.
Dos, pois, tudo regula em relago aos mais hu-
mildes seres. '
iN'o dado a lodos o exercer essas grandes vir-
tudes de Jurga, de magnanimidad?, de magnificen-
cia, de manarte, de paciencia, de constancia, de
valor.
As occasioes- de as praticar sao raras; entrelan-
10 todos aspirara a isso, porque sao brilhantes e de
grande nomeada-:- e muitas vezes, son que se sai-
b, a vaidade eu'ra Da pralica dellas-.
Emquanto As virtudes mo leslas o mundo nao as
cenhece, e e;lira'as- pouco; precisoter o corago
purissimo para as querer.
De facto, quem1 d attengao a esta censrate
condescendencia cora o mu humor do prximo a
paciencia suave cora asmperfeiges aljelas; a pa-
ciencia silenciosa cora ura carcter exquisito, com
una ajuftcazinha, eem urna preferencia sem mo-
tivo, e cora estas rail picadellas da alfinele, a que
se chara pequeas-miserias da vida f a quem
lembra ganar e admirar a humildade de que sof-
frem ut nao, com dorjra ; que sao gratos a um
beneficio', que tratara os seus inferiores com bon-
dade e huraanidade, eirpe sao allencioscssalTaveis
para cos.os pobres?
Tudo isto nos parece pequeo; nos s queremos
virtudes esplendidas e Lem vestidas, como izia s.
Frauciscc-de SalesfeHo pensamos que a vida se
compoe da pequeas acides, onde as grandes vir-
tudes diOIcilmeule achara lugar.
As occasioes de ganhar grandes soram v#, uo se
encoBtrajn lodos os das-, mas todos os dits se po-
dem ganhu* alguus reaes, e cada um ecoaouisau-
do os seus pequeos gaciios, pode fazer-s^rieo con
o tempo.
Ajuncaramos granis riquezas espirrtuaes e
enihesouranamos muito bens para a co, se
empregas^-nios no servig.p do santo araos de Dees
todas as oeeai9ea que se apresentara a cada mo-
meuto.
Rortaulo, amigo leitor,.regosijem-nc-j- de poder-
mos tao fcilmente agradar a Deus, e '.ornar-nos
perfeitos.
.Nao devaeraos passar nenhuma desta occasioes
de santificar a nossa vida, e de vivificar pela ora-
gao e pela lembranga de DeOs as nossas mais pe-
quenas acc5es,.as nossas mais pequeas penas e
trabadlos.
Fagamos-tudo por Jess Gbrislo, e nao perdere-
mos a recompensa ; seaieihaule a foranga, que du-
rante o vero junta grao a grao as-suas grandes
provisoes de invern, acharemos depois da lula da
vida as B0BIM provisoes bemaventuradas e eternas,
fructo do nosso humilde e terrestre trabalho.
Quanlos mogos e nomens de qualquer idade e
condigao iem paixoes mais violentas do que vos, e
nao obstar.le as domara, e as senhoream.
Muitos- ha mais expostos do que vos tentages,
e que mais obstculos tem a vencer.
E o que fazem elles porque uo o podereis vos
fazer T
Coaftec um velho militar qua desde sua infancia
tinha o costume de jurar o nonae de Debs.
Sem jurar nao poda proferir duas phrasos.
Tocado por urna be a exhortacao decidio-se a
cu-mprir seus deveres de chrislao.
Resolveu-se c m eorgia a vencer o seu defeilo \
e mu qninze dias o consegoio.
Cada vez que o- nome de Dos Ihe escapava, elle
dizia em seu corago :
Meu eos, perdoai-me, beradto seja o vosso
Santo Nome l
Igualmente- quando elle ouvia seas camarachs
conimetterea o mesmo peccado :
Sou obrigado a fazer os maioras es (orcos, me
dizia elle, & me reprimo mais d& cincoent3 vezes
no dia.
Tem-se visto muitas vezes horoens atormenta-
dos ptslerrivel paixo da embriaguez, obterem
cora igual firmeza urna victoria anda mais dif
fleil.
O celebre general Carabronne, quando era sim-
ples soldado, tinha este abominavel vicio.
Um dia em que se achava embriagado baten em
um offlcial e foi condemnado morte.
Seu coronel quo o amava por sua bravura e
lealdade, obteve seu perdao com condigao, porm,,
de nunca mais beber vinho.
Vinle e cinco anuos depois o cabo de esquadra
Carabronne era o general Cambronne, e se tinha
imraorlalisado por sua heroica retirada da Wa-.
terloo.
Retirado ao centro de sua familia, em Pars, vi-
va tranquillamente amado e estimado do todos.
Seu amigo coronel o convida um dia para jan-
lar com alguns velhos comoanheiros d'armas. O
lugar de honra era para Cambronne dlreita do
dono da casa.
Trazem ura vinho fino reservado para as gran-
des occasioes. I
Meu general, diz o velho coronel, diga me que
tal acha esta pinga.
E p5e-se a encher o copo de Cambronne. Es-
te porm recu>a; o coronel insiste; Cambronne
enfada-se.
Mas, meu general, et*/o= asseguro que elle
excellete I
i__-_--
Esta poesa do Sr. Theodoro. do Carvalho e
Silva Gastello Braneo, que ha poueo passou para
a corte na qualidade de voluntario da patria do
Piauhju
0 CaJTO DO CACAOOI*.
Sou Ribo das selvas, sou tosco,grosseiro,
Sou br-usco selvagem.; nao sau trovador :
Eu lenho outras das, eu tenho outro emprego,.
Que em tudo me ajusta, eu sou cagador.
Se a lyra hnje empuoho, se solt este canto;
Nao queiram tomar-me por um trovador :
Eu canto inspirado das seenas sublimes,
Que eucaniara que elevara, quera c cagador.
Certeira davina carrego com arle,
E as aves persigo por louga tWesia,
Malreros vea dos, ligeiros, sagazes,
Que gosto que eu avborjpnau los sesta ':
Meus simples prazeres, por bailes, theatras
Torueios e jogos des lioraens da praga,
Nao troco ; nao valem lorneios e jogos,.
Theatros e bailesos gozos da caga.
A' margen de ura lago, as noites do ca.,
Com lodo asocego na rede detado J
Eu gozo o sussurro d'aragem no bosque.
Contemplo os encantos de um co estrellado.
E logo -despert do enlevo sublime,
Ouvfndo as pisadas, sublis, do veado :
Na rede me sent, preparo a davina,
Em (orno reparo, com lodo o cuidado.
Al que dos bosques, a praia do lago,
Eu noto o sahmdo cora tedo o vagar :
Aponio. a davina, destecho sobre elle,
E el-lo de envolta com a morte a lutar.
Apenas preparo de novo" a espingarda ;
Na rede eij> socego, me torno a deitar :
Contemplo as estrellas, no lago brilhando,
E as nuveus correndo, brincando ao luar.
Eis noto uns estalos ao longe soarem,
Ura surdo ruido, que imia o trovao :
Recresce os esialos, recresce o ruido,
Mil vultos descubro da la ao ciarlo.
Sao porcos bravios, queixadas chamados,
Que os denles estalara, qual bomba ao quebrar-se;
Correndo e roncando do lagona lama
A graDde manada j vejo deilar-se.
O tiro certeiro de novo rebenta,
Seu echo retumba no vasto serlao :
Que gosto que sinto, -ao ver estendidos
Tres poreos, e mais, de um tiro, no chao I
Enlao a davina eu limpo de novo,
Depois a carrego, com todo o vagar ;
Arrumo a patrona, n'um ramo a pendura,
E torno em soseg na rede a deiiar.
Contemplo os mais doces, mais simples momealos.
Que levo na vida sem ler qne invejar :
Kecolhe se a nuite ; succede Ifce o dia ;
As cagas, correndo, vou logo apandar.
D*um porco roligo, com faca corlante,
Kealho com gosto mui larga papada ;
E noto a gordura que excita appetite.
E eu como a coslella, as b-asas tmttm.
As pe les das pacas com varas espicho.
Ao sol as asteado, depois p'raseecar m :
fc quan lo corlidas, de roupa me sama,
Defendem-me a culis de epn' 3 arranharetu.
Meus simples prazer,-, par bailes, Ih-ar
Tqrneos e jogo d s horans da pran.
l\ao rico ; nao valem 1 meios e j.jgo,
Theairos e bailes.-^s gozos da caca.
j )
De longa canaca, hu'ina preparo.
Que em Indo arremeta da onca o roncar ;
Cora ella de noiie, ai ra^a distara.
E os caes amarrados nie vou emboscar.
Troando a busina na va^la plaid?.
Sen echo responde dos morros a
Que grato alvoroco, qu* go"lo ind-zivel!
Eu noto que a onga responde tambero.
Eu dexo que a noite sen manto recoiha ;
Que a aarora derrame seu frouv. clarao
Que o astro do dia, do leilo se crpaendo, ,
Innunde com luzes o vasto serlao.
Alegre contemplo da aurora a hrlleza .
O hymno tfi entoam-lhe as aves neHWV
O zephyro brande; que ledo vaguira.
Das flores no prado perfume espalhaado
E eu caigo as perneiras de pelles roacias \
Depois de calca-las eu lomo o gibao :
No hombro a :lav/na e a riflida Un.;a ;
No cinlh. de um lado, pendn o fa. ao.
De medo despido, ora pnsso? se^ur.-.
Com os Oes cuinpaohfiros, ara/- a---.
Eu parlo ose rindo d^ v los parando.
Alegres, brincando era torno a-w meus ps...
Eu sigo ao rumo que a onca rooevra ;
Seu nslo deviso, gravado a lama :
Os ces a perseauem, c.irr-:nd'>, Uv.ni.
Eaplurani-ihe o faro. che.raudo na rama.
E eu corr6 com pressa, gritando ap* elles,
Afim dexcilar-lhes coragem, bravura
Cora animo forte, nas hrenias me interno ;
Nao leracdo Losque raedonha espe.-sura.
Eu pucho de um lado, do cinto penden:-*
Paco afiado, com elle'picando.
Eu subo do.- morros ao cuno elevado ;
Ea-deseo para os valles, os cej-proeuric*
At-ique braarem,com forga, j coco.
Que oheguerojue lempo da oaca matar:
Eu corro contente ; despreso o perigo,
E a liorrida fra j ougo bramar.
E' r>ma raedonha,sombra espesura
Que a onga tremenda se acha emboscada
Dos ramos pendentes, das birlaubecas.
O orvaih.) desprende-se a cada passada.
Enlao degalmhas, com (oda a caatelb.
tnraando ehejtada na pona do t ;
Espe- .le ruino >ji>e a oogo rosnando ;
Estendo opescogo, p'ra ver se dea fe.
Mas, ci-1.1 que parte, com furia hramindo.
Aos cas* ao>ando, querendo-os tragar :
E elles, cuitados, la vejo-os correado :
Com iaedo, gritando, vo longe parar.
A onga oersegue-es a longa diManria,
Rnncar.de e m tendo tfs palas na eho :
Seus roneos raed<>nhos returabam no Talle,
Tal come estampido de horrendo trovao.
Redobra cora fura seus fortes bramidos.
Eo orbe em seus pixos parece estillar;
Os timii'.r;.. bruto*do bsqiie desertara.
E a trra-percebe-nos ps me fjltar....
Eu vou de man.*ialio, para ellt me cht*go :
Eu paro... exa.-aan.... me lomo a i-r-cgar.
Al QM a descnftro, deiiada me clnando.
A cau '.: ::iovendo, jo qnasi a polar.
E loge- que a ffj, qoe aponto a davina.
a necea- terrivel, qne a morte vomita.
O cao salisfeite, polando contente,
Encra-va-lhe vi ethoa, a vista Ihe3u.
At qoe de envclia com ehammac e fumo,
A raorlj-rebeni,ve-ando l n\
A hrrida fra, que sangue respira ;
Rugiado-, convulsa, sera forras ; cahe.
Entaa, de um s> polo, chegando-me a ela,
A Ir.aga Ihe embebo no rgido peito :
O singue espadaa da larga ferida :
Ja eila experimenta da morte c alieno.
E ce-caes qoodo onvem do tiro o ribomito,.
Arrojam-se Itera, eravanlo lh< o* denles :
Mil veres a nordem, com raiva, cim gana.
Al .7e j morta se mo-trara jmenles.
Que gosto iihlisivel de mim * apodera '
Que gosto-qno sml>, na raa ao chegar '.,
Alegre, cateado d-> muitas pc+soas
& horrivel eembate comego a eoniar.
Teus bares, theatros, lorneios e jogos
-nspn-20. ao qnero-os, ob toava* da ^raoa.
So quero qne deixes, que _-a goze em aucego
Dos gratos prazeres qne e^onlro na ca:*.
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Sao eloquenles os algarismos qua vazcx a:-er
conhecidos djs leilores.
Aprendam n'elles os honiens o estadb a perder
o receio das reformas rasgadas.
No mez de margo de 1965 foram traasautudo*
denlro da cidade da Pars !7,W imptrhm lete-
graphicos.
Em igual mez do anno de l>4 foram apeaa-
transmiltidos 715 de=pacbos.
Mas em 186 o prego de cada despacho atla-
graphico denlro da cidade era o duplo de prego ac-
tual.
E' o que Iu de acontecer eatre as, e em toda
a parle, com relago as grandes reformas qnt den
era re.-ullado sen^ivei reduegaode pregos deqnaes-
quer servaos pblicos 011 artigo- de consumo
O imperador Napoleao mandou um exeapiar Ja
Hstona de Julio C-zar a Thiers, e outro a Latear-
trae, cora dedicatorias escripias pelo augusto au-
tor.
Em Longton dous inglezes eathu*ia.*ta., nm li-
beral e outro conse'vador, eomafaraai a qoes-
tonar. .
Cada um d'elles afferrado aos seus principios
nao conhecia doutrina verdadeira fra d'elles.
Depois de muilo prolongada disrus-io
ram que por argumentos nenhtm dos
fieana victorioso. Resolvern pois entregar as
pernas a decsao de qoal d'elles eslava ean erra.
Aposlaram correr 120 jardas.
Quem prmero ebegasse A balL-a liaba dado e
iriumpho aos seus principios.
O vencido pagara um jantar a qnaraata pessoas,
vinte de cada partido.
Escolben se jnry, testemonhas, etc.. com a regs-
landade a/6ionicrt, e os contendores foram medir a
forga das suas pernas.
Cso extraordinario e contradciorio O aro
gressista nao chegoa A baha, o conservador es.
cedeu-a I
Triumpbaram os principios conservadores e m
estmagos de ambos os partidos.
PERAMBl'CO.-TVP DE M. F. DE F. FlUtO
y
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