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Diario de Pernambuco ( Monday, July 03, 1865 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10706

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, July 03, 1865

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10706

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10706

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, July 03, 1865

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10706

Full Text
1*1 >*
ANUO XU HUMERO 149
SEGUNDA FEIRA 3 D JLHO DE 1865.
Por qnarlel pago dentro de 10 das do 1. mez . i
dem depois dos i.0110 dios do comecoe deulro do qnartel. .
Porte ao correio por tres mezes , , ,
S$000
6J000
750
Por auno pago dentro deludas do 1. mez
Forte ao correio por nm auno . .
>
191000
3|0
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO'DO NORTE
Parahyba, o ?r. Antonio Alex?odrinu de Lima;
Nati!, .i Sr. Antonio Marques da Silva ; Araeaty, o
Sr. A. de Leona Braga; Getr, o Sr. J. Jos do
Olivuira ; Marauhao, o Sr. Joaquim Margues Ro-
drigues ; Para, os.Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filhos i Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCAIlllEGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Clandino Falco Dias; Bahia, o
Sr. Jos M.trtins Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
llibeiro Gaspariaho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olioda, Cabo, Escada e eslacoes da via frrea al
Agoa Preta, todos os das.
Iguarassu e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezsrros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuns, Batane, S. Beato, Bom
Conselbo. Aguas Bellas e Tacaral, as tercas
(eiras.
Poti'Alho, Xazareth, Liraociro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiro e Ex, as quarlas
feiras.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a 1
hora da tarde.
Sermhaem, Rio Formoso.Tamaudar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
EI'IIEMERIDES DO MEZ DE JL'LHO.
8 La clieia as 6 b., 7 m. e 22 s. da t
13 Quarto ming. as 2 h., 6 m. e 46 s. da t.
22 La nova as 4 h., 9 m. e 40 s. da, t.
30 Quarto cresc. as I b., 49 m. e 16 s. da 1.
f AUDIENCIAS DOS TRIBUNAKS DA CAPITAL.
tribunal do commercio : segundas e quintas.
Heladio : tercas e sbados as 10 hora,
iFazenda : quintas s 10 horas.
lateo do commercio: segundas as 11 horas,
tiito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
eir vara do civel: tercas e sextas ao meo
-A
vara do c vil: quartas e sabbados a 4
Jiora da tarde.
DAS da semana.
3. Segunda. S. Eulogio m.; S. Analliolio m.
L, Tarea. S. Isabel rainha de Portugal viuva.
5. Quirla. S. l'hilomena v.; S. Trilioa m.
6. Quinta. S Domingas v. m.; S. Isaas prof.
7. Sexta. S. Pule hera v. imporainz.
8. Sabbado. Ss. Procopio e Priscilla tnm.
9. Domingo. Ss.Cyrilloe Bricio bb.
PRF.AMARDE HOJE.
Primeira as 0 horas e 30 m. da tarde.
Segunda as 0 horas e 54 minlos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o snl al Alagoas a 14 e 30; para
ata a Granja a 7 o 22 de cada mes; para Pe
do nos dias 14 dos mezes de jaaeiru, marco
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recite, na livraria da praga
ns. % e 8, dos propietarios
Farti A Filho.
^atl
SOVERRO D4 PROYOCIA.
Expediente do dia 28 dejnnho de 1865.
Officio ao Exm. Sr. Manoel Gomes Correa de
Miranda 1 vice-preidenle da provincia do Ama
zonas. Accusando recebido o officio de 20 de
Dito ao mesmo.Mande V. S. dispensar do aquar-
telamcnto o 2 sargento do balalho .1 i infamara
da guarda nacional deste municipio, Theodoro Joa-
quim Lopes Beuevides, visto que os servicos deste
sao necessarios no arsenal de guerra, segundo de-
ciarou-me o respectivo director em ofllciode non-
lem.Communicou-se ao director do arsenal de
guerra.
Dilo ao comnjaiulante superior da guarde nacio-
nal de CabtoM e Granito. Tendo o chefe de es-
tado-maior da guarda nacional sob seu coramando
mam ulluuo, em que V. Exc. me eoinmun.ra haver; superior A|exandre Magco VtaoU de A|encar> de
nessa data e na quahdade do seo Io vlce-presiden- |xaf a s(Ja resi(]eueja no municipio de Agoa Preta, -
te, assumido a administrado dessa provincia, te-, onde va cadeira do instruceo primaria,! de
nho n iii-'ttr a v h.xc. niitx mp senara .emnre (lis-', -.ir a . ____ __ ... s .._ I -t
nho adizer a V. Exc, que me achara sempre dis-
posto a cumprir suas ordens quer sejara relativas
ao aertinp publico quer ao particular de V.
Exc
Dito ao desembargador da Saula Casa de Miseri-
cordia.Em vista de sua Informarlo de 28 do
correte, sob n. 246, aotoriso V. S. a mandar en-
tregar a Manoel Florentino Sobral, o educando do
collegio dos orpnaos, Josa dos Santos de Souza
Lins, cu jhaJo e tutlalo do referido Sobr;
baja V. S. de mandar passar-lbe a guia de que
trata o arl. 'i do decreto de 12 de marco de 1853,1
alini.de que elle pussa apreseoUr-se com a sua pa-
lente ao offlcial mais graduado da guarda nacional
daquelle municipio.
Dilo ao comm.iii'lantu superior da guarda naci-
nal do monleipi i de Po-d'Alho.Ein deferimeuto
ao requerimenlos dos guardas do batalhao n. 16,
do infamara da guarda nacional desse municipio,!
Manoel Pereira da Silva e Manoel Jos Barbosa,
Dito ao carunvl commandante das armas.Man- snbre Ut v r as a mfonnace, de 24 e 27
V O . ..i i- ,. .- ', .,,l.\l.i i l\iAminiTAC .... _ ...
de V. S. assenlar praca como cadete a Domingos
Linch de Amaral e Mello, com desuno ao 2o corpo
do Voluntarios da Patria desta provutia.
Dito ao mesmo.-Informe V. S. acerca do que
pedo D. Igncz Mara de Mello Reg, no incluso
requerimento.
Dilo a i mesmo.Mande V. S. dar baxa ao Vo
Inntario, Francisco lliboiro da Silva, visto servir
de ai rimo a sua familia, segundo V. S. declarou
em sua informacio, n. 693, de 19 de abril ul;i-
nio.
do conenle, resolv dispepsa-los do servico de des-
tacamento para que eslavam designados, visto te-
rem provado que sao casados e com Albos, o que
coinmunic-j a V. S. para seu conhocimento e eipe-
dicao das convenientes ordons.
Dito ao commaiidanle do corpo de polica.Au-
torizo V. S. a lazer engajar para o servieo do corpo
sol seu commando, o paisano Jos Francisco Xu-
nes Soares Falcao, apresentado com o seu oflicio n.
480 desU data.
Dilo ao mesmo.Deferindo os requerimenlos dos
mas autoridades communicar o dia em que lizerem
a publicacao recomoiendada.
DECRETO.
Hei por bem decretar que as disposicoes do de-
creto de 31 de malo do correle annu fiquem ex-
tensivas : Io s pracas dos corpos de polica ; 2
aos guardar- nacionaes, qse tiverem incorrido as
penas do arl. 133 da lei n. 602 de 19 de setembro
de 1850 ; 3o a todas as pracas em geral, de quaes-
quer corpos de linha, de polica ou da guarda na-
cional, comprehendidas as disposicoes do artigo
nico das desercoes aggravadas pelas circumstan-
cias ns. I, 2, 3 e'o do titulo 4 da ordenanca de 9
de abril de 1805, salva a reslriccao ou indemnisa-
Co de i|ue trata o decreto n. 1671 de 7 de novem-
bro de 1855.
Angelo Hanil da Silva Ferraz. do meu conselho,
senador do imperio, ministro e secretario de esta-',
do dos negocios da guerra, assim o tcntu entendi-
do e faca executar.
P.ilacio do Rio de Janeiro,
1865, 44" da independencia e do
Ufana da Silva Ferraz.
DECRETO.
Commiserando-rne das circunstancias em que se
acham os militare.' dos ('(Trentes corpps do exor-
dio, o os da guarda nacional em desiacamcnlo que
tiveram a infelicidade de desertar apartando-se
das suas bandeiras, hei por bem peni >ar Ibes o ah i podarn servir-se da
criflte de primeira desercao e o de segunda sim
pos, apresenUndo se os reos dentro do prazo de 3
! referi o nobre deputado, e qual en elle ?
9 Sr. Barros Pimemtel :Houve divergencia no
proprio partido ; nao foi o partido adverso que der-
*f boa ministerio.
uSn. Loras Nbtto :Nao, senhor, foi o liberal;
oWtfjJa conservador apolava o Sr. visconde de
tvfla om aparte.)
0 Sr. Lopes Netto :O Sr. visconde de
vellasnao fez parte desse .ministerio ; foi o
nisadir doantorlor. *
UmSr. Depltado :V. Exc. passon do ministe-
rio d 1814 para o de 184*.
O Sn. LTji'bs Netto :Os repetidos apartes me
obrimram a lato.
L'jSn. Depotado : E o Sr. Alves Branco por
que i So real i son as idasliberaes?
O Sr. Lopes Nbtto:Por falla de meios. O par-1
Cara-
orga-
a mais
l<>ado
SdoYmaSaCma3' ^ brgaram \\\tt2iZ^'*m'*l+
Na., pode portanlo o cobre ministro da marinha Ljnc|n e jlm,ion sai)irAm munaiaenh
argumentar contra o passadf do partido liberal. alu> .n.uma ^ maor na|naiTmnn
OM!. MLMSTRODAMARfm:-hu me Dlio ao exercido prolissoes moik) kamtmmm. Ja
luturo e nao a htsioria. I jaje v mi^^m tw.
O Sr. Lopes Netto : Ninguem mais digno i ini miui> ,i- r.n.. i a-. -
de oceupar urna pos,cao e.nmen.o no partido lSe ^Z^tZ^M^T^ mS
?[J 1. br* "".?,s,ro da marinha/apoia.|tmfavor at r.hnL, qw: abri^m e^T^.
d''S) ; a sua liliaoa i nelle, mesmo com abstracao
do passado, honra-nos ;-mas, bomeai de ereneM
profunda?, homens de dedicaco c sacrificios,
aguardamos tranquillos o jnito da historia sobre
esse passado,
lenham sido
Vm Sr. Deputado : E qnerem que os outro
reneguem o seu.
O Su. Lopes Netto : O erro partilha da
particu-
do
dos os loglezes para os postos do exercilo, pergun-
lou ingeuuaineule um lord : O que fareutus, s.;-
nlior, de uossos filhos segundjs, se as saman re-
iranqu.llos o jnito da historia sobre fur(nas ,)a,arem 7 E 0 ,-irc' mj,or4 j^ |0.
^qjonao renegamos qoaesqaer qae,oj MD0^ 5lhw ris^nWaaJafisllisl
nossos erros (Apotaio,). raiuhas r,.frma. ^d0 reB ?. g *"'
ti'lo Iberal representava enio, como representa, humanidade. O, que commtllemos, como
I boje,'o papel que, segundo Maccanley, os capelles lares, naoi|mdem avillar-nos ; a lernbranca dos
em 6 de junho de protestaoles representavam nos palacios da ari.-to- i partido liberal, se por ventura os leve, perdeu-se en-
imperio.Ani;e/ocrar.fe britannica,.no reinado de Carlos II. j tre os raios da gloria delle. Fucinns mira gloram
Eses padres, Sr. presidente, alm das funreoes i fail.
do seu ministerio, tinham a sen cargo as cavallan-l Agora', Sr. presidente, permita V. Exc. que eu
Cas,eram frequentemente empregado.? em 'evar, i examine o que leu ionava o nobre ministro' da ma-
sempre a |i, a oiio e dez miihas de distancia, re- rmlia fazer, no caso de conseguir a organisac)
cados, cartas, e algumas vezes sorTriveis pacotes.: do un ministerio forte, presidido por S. Exc. e
Em cempepsacao, jantavam ;'i mesa do amo; mas capaz de conquistar o apoio elTIcaz dos grupos,
>pa e do cosido. Os que conslituem esla cmara. Servir-mc hei para
i- aceppes, o vinho e a sobremesa eram para os amos isto das proprias palavras do Sr. ministro da ma-
3 e seis convidados. Depois de mnifns aanos desta nnha :
pa<
.\ao me parece qae toda a fuiea do niiui.-lerio,
que o nobre ministro da marinha lenloo tasaaw,
bastasse para malar a a-p:rai;au ao (uucciooaiismu
eulre nos.
muito para louvar tao boa viinude da
parte de k. Exc, que aisla, como em ludo o mais,
inusiiou p vivo interesse com que procura servir
ao paz.
mezes, contados da publicacao do presente d-creto boa vid^, arranjavam algnm modesto benelioio ec-
em cada urna das comarcas do imperio, incluin- fclesaslico, e entao cabia-ihes a honra de rasaren)
do se tanibem ueste indulto es que ja eslivetem j as familias dos patrSes. Sabe, porm, V. Exc. at
sentenciados e para sentenciar.
respecuvu supueiegau i em oiuciu uo i ueaw so(( iftu
i-z.Communicou-se ao Exm. desembargador da ja jM
irita Ca>a da Misericordia. servieo
Dito aj mesmo.Com a copia da informaM) n,>, .
,-iC>
Dito ao mismo. Mande V. S. alistar no corpo
sob seu commando, o cidado S-'veriano Demetrio
va Coulo-Valente, se for julgado apto para o:
militar.
Diib ao director do arsenal de guerra.Forneca
V. S. ao commandante do corpo do polica com bre-
vidade os centuroes eoffl cauauas e palronas, bem
Qfflciod V. s., n. 861, de 19 do amome*eom, (|,; elpamenl0 menr.jnaaos no
rolorencia a guarn.cao da casa de ">);'' ne|aso pedido.-Com
Dito ao inspector da tnesourana di fazendaPu-
de V. S. mandar pagar ao agento do conselho er<>-
S. Loureoco da Malla, segundo participon a V. S.
o respec.iivu subdelegad) em offioio de la deste
me
Sa
copia da informa;
ministrada em 26 do corrente, sob n. 467, pelo j
commandante do corpo depiliea, respoudo ao
Angelo Honil da Silva Ferraz, do meo conse-
lho, senador di imperio, ministro e secretario de
estado dos negocios da guerra, assim o lenha en-
tendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro em 31 de malo de
ISo, U0 da independoucia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Angelo
Afume da Silva Ferraz.
Antonio Borges Leal Castello-Branco.
INTERIOR.
Riscar, chs'se S. Exc, das eollecQes as leis
Inventadas pelo ardil dos antigua partaos para ma-
tar a i-inmidade do vi.i> p.qiular. Nao ha por
ondk Ibes tra licito elevaren) as suas aspiracSes i corto aspiraco mais nebro que a de manter a pu-
malrimoniaes ? At s cosinhcm t ( HilariBadc reza das urnas eh-itoraes Sera ella feriamos, na
geral.) j pnrase de Burk , as incerlezas do governo repre-
^5o se recorda o nobro deputado por Pernambu- senlalivo sein a energa da monarchia absoluta.
60 OUs me honrou rom o seo aparte, que no minis- Xa lei do 19 du agosto, reguladora da eleieao e
terio do Sr. visconde de Caravnllas o senado era. iniciada pelo partido liberal, esta dadas s me-
qosii todo conservador e abertamente hostil ao Iberos garantas a liberdade do voto. Ella abona
[lartldo liberal ? as InlencSes desse partido, que alias tora sido boje
Ua Su. Deputado :Ea cmara dos depntados' aceusado de nu haver feito outras leis, durante
por que nao adoplava as medidas que jillgava con- os f taes cinco anuos do seu supposlo predominio,
venientes ? Nao creio que*0 Sr ministro da marinha suspei-
Q Sn. Lopes Xetto :Adoptmi, sim. senhor, Usse, em lempo algara, qae essa lei, anda vigen-
yjinmuuicou-se ao commandante
do corpo de polica.
Dito ao mesmo.Pica approvado o contrato que
D0"""d !"5J2*^ t r V. S, segundo o tormo ann^o ao seu o.lieio n. 302,
a importancia dos prels dos, de jj ,:orri,lUe> Mhfcwt com 0 operano alfala.
Marques dos Santos,
calcetas que esliverain empregados no servieo ilo
extincto hospital militar, visto nao haver nisso in-
conveniente, segundo consta d> parecer da cnta-
dora de.-la thesouraria, a que se refere a sua in-
formaeae de 13 do corrente, sob n. 405.
Dito ao mesmo.Para conUunacAo dis obras de
eocannaraento d'agu polavel para o collegio de
Xo.-a Senhora do Bom Conselbo, faz-se necessario
qae V. S. faca entregar com brevidade ao prefeito j
do Hospicio de ossa Senhora da Penha, frei Sera-
flm Je C- lana, os dous contos de ris, que segun-
do o aviso de julho do auno passado, concedeu
o governo imperial, para auxilio da referida
obra.
Do ao mesmo.-Em vista da inclusa conla em
duplcala, que me foi romeltida pelo director das
obras militares, com officio de 21 do correle, sob
u. 27, e nao haveudo inconveniente, mande V. s
pagar a los
te Adulpho Luiz de Souza, para ir este trabalhar
no arsenal de guerra da corte na forma do aviso
de 7 de marco ultimo.Communicou-se a thesou-
raria de fzenria
Dito ao juiz municipal da primeira vara.Em
vista do seu officio de II do corrento, remella-me .
Vrac copia do edil.il afiliado para o concurso do
offleio Je partidor, afiui de ver pvjbheado pela im-
preusa, como determina o aviso circular de 23 de
oulubro de 1861.
Dilo ao juiz municipal da segunda vara.Infor-
ma Vmc. sobre a detencao de Joo Benlo de Vas-
concellos na casa de dttenco desde S de marco de
lti, a que allude urna noticia inserta ua Hevitta
Diaria do Diario de Pi-rnambuco de boje.
ipeenle do sicretaiio doijoverao.
Offioio ao inspector da thesouiaria de fazenda.
nao este vo ociosa. Algumas vingaram, como a le
deitoral, outras lloaran) de quarenlena no senado,
com a dos circuios
A* nrinripaes posifoos officiaes permaneciam
as man dos conservadores. O conselho de esta- _
do, fe magistratura, a aJministraro da fazenda, o pelo partido adven
exento...
OSr. Nemas :Quando ?
O Sn Lopes Netto : -Xos falaes cinco annos.
O Sn. Aebias : Esta engaado.
Um Sr. Depltado :Isso vergonhoso para o
partido liberal.
Otro Sr. Deputado : -Quando o Sr. Torres^e
outros moderados deram provasde muderacno, sof-
frerara a guerra que lodo o mundo sabe.
Oimio Sn. Deputado :Vivemos de esmolas.
r'Oi;jeo Sn. Depltado .Isso nao foi o pard^,
for.iW oVtniineoM|UB o i eprermf\vn.
O Sn. Lopes Xetto: Nao meu proposito, Sr.
presidente, discutir agora o que cumpria aos che- dei.
fes liberaes fazer entao. Lembro rnenle aos no- () Sr. Ferkeira da Veig.v
lancisco Denlo, a quanlia de-iOOJ, S. Exc. o.Sr. presidente da provincia manda traas-,
- ordens do da, em
ireilo por haver concluido, do confor-| mittira V. S. as tres inclnsal ordens do dia
n o seu araste, os concerlos de que duplcala, o sob ns. 449, a 4ol, expedidas pela
re-
3 e 6 do cor-
a \ a. aqu juma a inutiurni.-utuiucuiuc -. .i.. *>. K>'""""i
is desoezas da guerra,: da proviocia, solicito do Y. S. providencias no sen-
de AITogdos, de Enga- tiJo de me seren enviados com a possivel brevi-
a que lem d
n o seu ajusto, os concerlos ae que uupm.ua, a son . *^
precisava o hospital militar, os quaes foram auto-. partbjao do njudante general em I,
risadus por offioio desta presidencia do 1" de oulu- rente,
bro do aono prximo passado. | D'lo ao Io seeretam da assemblea legislativa
Dilo ao mesmo.Remeti a V. S. aqui junta a provincial.-De ordem de <. Exc. o Sr. pre
qnantia de i0d5, que para a?
o subdelegado do districto de ..
seira, Flix Ferreira da Silva, obteve da sttbscrip- dade, todos os documentos de despea da cmara
cao que para tao patritico fim all est promo- municipal desta cidade, existentes no archivo da
Tendo.' as.-embla legislativa provincial, relativamente aos
Dito ao mesmo.Ao operario alfaiate contratado exerekios de 1852 al 1864, os quaes sao necessa-
para servir no arsenal de guerra da corle, Adulpho ros para o exame de contas a que se esta proce-
Luiz de Souza, mande V. S. adiantar, sob minlia dendo de ordem da mesnu cmara.
responsabilidade, a importancia de um miz do Dito aoDr. Joaquim Trictomo Soares de Avellar,
respectivo salario, para lhe ser descontada all juiz municipal e de orphaos do termo de Cimbres,
como o Exm. Sr. ministro da guerra jular mais De ordem deS. Exc, o Sr. presidente da provm-
convenionle. cia, declaro a V. S., em resposla ao seu officio de
Dito ao mesmo.-Tendo approvado a delibera- 22 d abril ultimo, que oesta data se faz constar ao
cao que tomn o director do arsenal de guerra, inspector da thesouraria de fazenJa, que V. S.
como me comuiunicou em officio n. 290, do 9 do reassumio o exercicio do seu cargo em 18 e nao em
corrente, de mandar fazer os concerlos de que 20 de marco deste anuo, como por equivoco hayia
necessitava a coberla das oflkinas de corrieiro e participado.-Cominuntcou-se a thesouraria de fa-
lat"eirp, no que despendeu a qoanlia de 46.5500, zenda.
assim o communico a V. S. para que mande pagar Despachos do dia 27 de junho de 1861.
essa qnantia ao mesmo director. Coininunicou-se Requerimenlos.
ao director do arsenal de guerra. Alexandre Magno Peixoto de Alencar. -Fasse
Diloao mesmo.Autoriso V. S., em vista de sna portara conceden lo a remocao pedida,
iuformaoao de hontem, sob n. 430, a mandar pagar Aalonio Gomes de Campos Pelieo, padre Bellar-
a. Joaqu m Jos Forreira Penha, conforme solicitou mino Pereira da Silva Lima, Man el Jos de Cam-
RIO DE JANEIRO
CAIIAB.V VOS SEXIIOSIES
IE PITAMOS.
Discurso pronunciado na sessao de 31 de maio
de 186o.
( Coiitinuarao. )
O Sn. Lopes Xetto :Sobraran) sempre aos con-
servadores meios officiaes para isto. O que para
lastimar que ao partido liberal nunca aconteces-
se outro tanto, ou por culpa de seus representantes
no governo, ou caprichos da fortuna.
O Sn. Mi.MiTito da Marinha : Isto da histo-
ria.
O .:n. Lopes Xetto :Com a retirada do mini-
terio Antonio Carlos, que nem lempo teve para pre-
sidir a coroacio e ao casamento do imperador, tor-
naram ao poder os conservadores, os quaes apoia- bres depntados, que acabamde honrar-me com tan- do liberal nunca esteve uo poder,
vam o ministerio de 2 de fevereiro de 1844, orga- tos apartes, qae a cmara dos deputados nao o o Sr. Lopes Xetto : a coniar de 19 de setcm-
nisado pelo fallecido visconde de Macah. poder legislativo. bro de 1837, nft>. senhor.
Releven) V. Exc. e a cmara que nesta occasiao 0 Sn. Carlos Hiunpao : A poltica dos chefes Os diversos ministerios que houve, desde 1843 a
desse partido deve representar a poltica do mesmo 1S18, ns> consentirn) qae se dsse na cmara
partido. andameuio a esses, nem a outros projeetos d.t
O Sn. Lopes Xetto :Como V. Exc einpregou mesma natureza. Temlam-se principalmente do se-
o verbodever no seu aparte, leva elle cousigo a nado,
mais conveniente resposla.
te, fosse calculada para matar a sinoeridade do vo-
to popular. S. Ese. quiz, sem dnvida, reforir-se a
de 3 de dezembro de 1841 ; mas, circumspecto c
llusiradticomo o conhecemos, devia ler visto que
nos respensabilisava por fado grave, commettido
w nosso, e contra o qual
prot stamos em lempo e tao altamente que ama
fraccao do partido liberal julgou realisado o caso
da resistencia legal. (Apoiados).
O Sr Aristides Loro : Tiveram o defeilo de
se servlrem dessa lei.
O Sr. Lopes Xetto : Do* registos da casa
consta que foram olforecidos, por amigos nossos,
vari S projeetos da reforma dessa le.
Um Sr. De.ltado :Mas nunca passaram as
tres discussoes.
O Su Lorss Xetto : era, podiam passar...
O Su. Gtioot .Cuuiu agora nao passatn.
O Sn. Lopes Xetto : ... pelas razos que
Todavil, muit
arte de fe. Exc, i
nosirou p vivo i
io paz.
Louvo tamliom a S. Exc. pela franqueza rom qae
declarou nao _s que liberal nimio adialadu,
mas al que nao concebe que, no t*>ladu da ama
i sociedade, se possa doixar de ser liberal. E-P'-r,
: que nos dar Sempre leslemunlio do aM lii' ralis-
: ino avancado, mesmo ne-te ministerio. Eoirelao-
to |eO0 a S. _Ec. HaaBfa para ob.-ervar 3j
suas aspirw;oes e as suas proines.-as anda cal.um
. na bagagem do conservador mais au-t-ro.
E' tempe de oceupar me cosa o di.-curso do Sr.
ministro da juslica. S. Exc. cslranliaria, WB Ju-
vida, que, soudo nos amigos velhos, eu me eqae-
cesse delle em tao solemne occa-io, apozar de su i
ausencia, que abas que muito sinl Falo Lei, pe-
rn) rpidamente por estar a hora muito adiaou-
da. e nao querer abusar da olleucoda cmara.
Itevelando os motivos, quo o obrigaram a d.di-
ara subida honra do urg.itiisar um uiini.-i"ii o
j nobre ministro da juslie fall ju de seus i ? ata*,
! que o levaran) a nd querer mais ser min.siro de
estado, e do slulu gnu, considerado por S. Exc.
como incompativel com a rcalisayu das ideas que
manifeslou no senado :
eu onse levantar a campa que cobre os restos mor-
taes daquelle distincto brasileiro. .Nao lhe insul-
larei a memoria : smenle direi, diante, delles, a
verdads que se deve a lodos os finado-, principal-
mente aos que, em vida,occuparam altas posicSes
o director das oLras militares, em officio de 14 do
correntt, sob n. 2o, a quanlia de )25, em que im-
porlaram os concerlos por elle feitos no telbado do
quartel da companhia de cavallaria, como se v
dos documentos que devolvo, cobertos com men-
"ciouado officio.Communicou-se ao director das
obras militares.
uito ao inspector da thesouraria provincial.
Expeca V. S. suas ordens para que seja indemni-
sado cofre da thesouraria provincial da Parahy-
ba, por intermedio da nessaa competentemente au-
torisada da quanlia de 20,3320 rs. despendida como
se v dos officios do Exm. presidente daquella pro-
vincia de 12 e 22 do corrente, por copia inclusos,
com o sustento e vestuario da parda Hara da Con-
ceicao, que se inandou vir do termo de S. Joo para
esta capital, a rquiscao do Dr. chefe de polica.
Commuuicou-se ao'Exm. Sr. presidente da Pa-
ralaba.
Dito no mesmo.Mande V. S. per em arremata-
cao o empedramento na exlensao de 133 bracas,
que se fiz preciso no lauco de estrada do Bojary
cidade de Goianna, servindo de Dase a essa arre-
ein seu paz.
O visoondo de Maoah, enio conselheiro Jos
Carlos Pereira de Ameida Torres, era estrenuo con-
servador : ncorreu, porm, no desagrado do sen
partido por haver aconselludo coroa o exercicio
Um Sr. Deputado :Nao se podo ser bom his-
toriador debaixo da impresso das paixoes.
O n. Lopes Xetto : Repito, nao quero apre-
ciar m razos, que determinaran) os chefes do par-
tido liberal a proceder em entao como proce-
da mais bella das suas prerogativas constitucionaos deram.
em favor dos liberaes, compromeltidos as revoltas O Sn. ilveira Loro :Xao tiveram razoes :
de S. Paulo e Minas-Ger-.es. commetteram erros imperdoaveis.
O Sr. Barros Pimeniel :Ple V. Exc. negar O Sr. Lopes Xetto :Ha na casa quem saiba
cor poltica nesse acto ? E' extraordinario e eso- que eu perferia enio outro procedimeom.
tra a historial De 1843 a 1848 diziam-nos, a cada instant
O Sr. Lopes Netto :Queira
Exc. Xo contesiet, nem contesto,
que esse aclo magnnimo veio a" ter nos destinos do res-
partido liberal. O que quero dizer que devemos Um Sr. Deputado :Qmd inifo ?
suppu-lo praticado, nos termos da constiluicSn, isto O Sn. Lopes Xetto :Era tambem esta a per-
, acouselbado, em caso argento, pela humanidade guntTque eu fazia a quem assim me fallava.
e o bem do estado. Um -r\ Deputado :Governe quem possa go-
0 Sit. Barros PniSKTSt.:A amnista nao poda vernar.
O Sb. Lopes Xetto : Era o que eu
De 1843 a 1848 diziam-nos, a cada instante, por 0 Sn. Lopes Xetto
perdoar-mi V. tras daquelles resposleiros, quando queramos dar declarar, S"m que foss
lo, a influencia, mai? nm passo em frenteahi vem os conservado da ntieac, que fari
pos e outros.informe o Sr. Inspector da thesou-
raria de fazenda.
Carlos do Reg Barros.Seja dispensado cm
vista da lei citada.
Francisco Antonio das Chagas.Concedo a li-
cena que requer, nao havendo inconveniente.
Flix Jos Alves dos Sontos.Informe o Sr.
commandaute superior da guarda nacional de liar,
reros e Agua Preta.
Irmandade do Nossa Senhora do Livramento
desta cida le.Informe o Sr. thesourciro das lo-
teras.
Izidoro Jos de S.-nf Aana.Informe o Sr. com
mandanr. superior da guarda nacional de Pao
d'Aho.
Jos Francisco do R-go Barros.Informe o Sr.
engenheiro befe das obras publicas.
Mara Cleobolina de Mello Lira.Indeferido por
j estarn providas as cadeiras. <
Manoel do Xascimento Tavares de Oliveira.
Informo o Sr. commandante do corpo de polica.
Trajano Jos de Xogueira.-Informe o Sr. chefe
de polica.
Umbelina Joaquina da Costa Mello e seus filhos.
ser dada sem conselho do gabinete.
O Sn. Espindoi.a :E tanto que a poltica mu-
dou-se nossa occasiao.
O Sn. Lopes Xetto :Ainda assim nao me con-
sidero aulorisado a declarar agora qu tivesse sido
concedida com o fim de rehabilitar o partido li-
beral.
O Su. Barros Pimentel :Note V. Exc
O auno passado den-se aqui um ca;o mais nota-
vol do reluctancia ministerial.
Havia-sc feito a segunda bitura da indicacao,
aprcsenlada por nm digno eollega nosso, pela pro-
vincia de Minas, quando o Sr. ministr da fazenda,
que era ento membro do gabinete de 13 de Ja-
neiro, decsrou solemnemente que o governo
nao admittia reforma alguina na constiloico do
imperio.
O Sr. Aristides Lobo : E' contra islo que cu
clamo.
0 Sn. Lopes Xetto :S. Exc. chegou mesmo a
se ainda discutivel a materia
a dola questao ; resignando
a sua pasta, no caso da cmara abracar a lda da
reforma.
O Sn. Xebias : O partido liberal na sua gran-
j de miiora, moslrou una subverniencia, que nao
o honra.
O Sn. Lopes Xetto : O nobre deputado por
Pernambuco, que f,z ha pouco urna severa expro-
bracao ao antigo partido liberal, tambem votou
quena e
quero boje, que por experiencia sabemos que a
nossa esp riiilade tambem serve de degro aos nos- contra a indicacaot
sos adversarlos. O Sn Macedo :Declaro que assim votei por-
Em poltica nem sempre a linha recta o cami- que as.-im pense!.
nho mais curto de um ponto a outro. Talvez pro- j rj Sn. Lopes Xetto : Pela mesma razo votei
cedendo de outro mo lo os nossos chefes nem con- cra sentido contrario e declarei na acta o meu vo-
que' seguissem tirar das nios do governo a faculdade' |0, \1o me parece opporluna a occasiao de tratar
nao posso tolerar
nlo.
quebrada essa arma lerrivel. O Sr. Xebias Que triste historia c a do
essa que-lao teve lugar por occasiao das expressoes de regular o exercicio do direito eleitor.il Quan- j,. reformas constitucin oes, mas-nao po
lancadas no decreto-causas accamuladas. do veio a dissolucao da cmara de 88 eslava taes demasas dos miuistros ns parame
O Sr. Lopes Xetto :Nao foi por ser liberal quebrada essa arma lerrivel. O Sr. Xebias Que triste histori
que o Sr. visconde de Macah incorreu no desa-! Forcoso , portanlo, reconhecer que a despeito
grado, ou antes soffreu guerra do partido conser- ' de tantos e lo serio* emharago-, o primeiro cui-
vador. dado do partido liberal, n> terceiro periodo histo-
0 Sn. Barros Pimentel :Entao nao sei a r- rico,.foi garantir a liberdade do vol, base do
zo por que por dous annos foi apoiado aqui por systoma representativo. Tao pouco exageradas
cmara* liberaes. I eram as suas ideas, sobre ste importante assump
liberal da minha torra no presente e no
matacac o orcameulo junio porcpia,,que para esse
fim me remellen o chefe da repartico das obras Juntera os suplicantes otille, era virtude do
publicas, com olllcio de hontem, sob n. 183.Cora- qual possuiram seusantepassados o terreno deque
muoicou-se ao chefe da repartico das obras pu- se trata.
Micas. T Vicente Ferreira da Silva.Concedo o prazo de
Dito ao commandante superior da guarda naci- jo dias para o Om que requer.
nal do Reeife,Mande V. S. dispensar do servieo ___== ===^
do 2' balalho de inralaria da guarda nacional *"^|*'* "
doste municipio o lente Camillo Angusto Ferrei- Segunda seccas. Palacio do governo de Per
ra da Silva, que se acha designado para servir no namhuco, 23 de junho de 1865.O presidente da
" seguir provincia, em observancia de ordens impcrlaes,
to, qne se infiltraran] na lei de
1846, ainda em vigor.
Um Sn. Deputado : E' urna boa
O Sr. Xebias :Urna cmara liberal deu com
elle em trra, tres annos depois, quando veio pro-
clamar a poltica conciliadora.
O Sr. Lopes Netto :O apoio, qne leve da ca- nao fosse sophismado.
mar dos deputados d'entao explicare naturalmen-
te pela opposicao dos conservadores e a condic.io
anormal do partido liberal.
O Sa. Barros Pimentel :O que certo que
elle rodeou terio cm 1841; apresenlou-se como tal.
O Sb. Lopes Xetto :E a prova de que nao era
liberal, mesmo assim, que n3o consenlio as re
forma, que quitemos iniciar, e depois organisou
19 de agosto de
lei : assim
partido
passado I
O Su. Lopes Xetto :O que se deu com a c-
mara do terceiro periodo histrico d-se tambem
com esta, e ha de dar-se Com todas, emquanto o
syslema representativo nao for urna realldade no
Brasil. O que crime u'uus nao pode ser virlude
n'outros. (Apoiados.)
Despensar a guarda nacional que, nao servindo
Outro Sn. Deputado : Immediatamento pelo para a guerra, embanca a manirestacao do voto ;
primeiro ministro que a executou. entregar s autoridades electivas o que Ibes po-
0 Sn, Lopes Netto : Nao pesa sobre o part- : desse ser entregue sem perigo para a ordem pu-
do liberal essa responsabelidade. O primeiro mi-. blica ; arrancar do proces>o eleitoral todas as pa-
nlsterlo que executou a lei eleitoral era conser- rasitas.que nao consentem qne a cmara dos de
vaitar. I pulados seja o uaico e verdadeiro thermomelro
U.MSn. Deputado : Se a lei liberal, o se- dos sentimentos do paiz ; zelar as altribuico.-s do
nado adoptando-a tornou-se tambem liberal. governo e procurar malar a aspiracao_constante ao
O Sr. Loprs Netto : Se o nobre deputado; funccionali>mo, sao asoutras aspirares
quizer recordar-se de quo j observei cmara | ministrla marinha.mr
Mai
-V.
do nobre
Exc dme
ouiro ministerio para nos hoslilisar abertamente. ,-- .-
O Su. Barros Pimentel :-Peco licenca a V.' que os conservadores nao sao inimigos da lber-1 O Sr. Ministro da marinha
Exc. para entender o contrario ainda. O Sr. vis- dade, ver que o seu aparte foi respondido previa-1 licnca, que preciso retirarme,
conde de Macah foi apoiado por um grupo de 11- mente. OSn. Lopes Xetto :-Sinto que V. Exc prense
beraes nesta cmara em 1848. De 1831 a 1848. isto , em todos os tres perio- |.retirar-so ; mas declaro-lhe que nem por isto dei-
OSn. Lopes Netto :Mas a maioria della se'dos, houve revolmas pnvincias. Pensar o no- xarei de proseguir na analyso d<
contingente da guarda nacin il, qae lem (Je
para o sul do imperio.
Dilo io mesmo. Conslandome que sob o pro
texto de serera subditos porluguezes lem sido elimi-
nado do ali.-iamonto da guarda nacional de.-to mu-
nicipio, os cidadaos filhos de porluguezes, chamo a
attenco de V. S. para o aviso expedido pelo minis
terio da juslica em 28 de marco ultimo, de que |
recommenda a todas as autoridades civs e milita-
res desta provtncia, que nos dlstrictos de sua ju-
risdiccao deein a maior publicidade ao decreto de
0 do corrente, que fez extensivas as pracas dos
corpos de polica aos guardas nacionaes que tive-
rem incorrido as penas do art. 133 da lei n. 602
de 19 de setembro de 1830, e em geral a todas as
se lhe remellen copia, que novamente envo, alra pracas do exercilo, polica ou guarda nacional as
de que sejam chamados para o servieo da mesma disposico's do decreto de 31 de maio ultimo, que
guarda nacional, aquelles cidadaos, visto como a perdoa o crime de primeira desercao, e o de se-
resolucao de 10 de setembro de 1860, nao desna- gunda simples, aos reos que se apresentarem no
ciouali'sou os menores nascidos no Brasil, filhos de prazo de tres mezes, contados da publieacao da-
is estrangeiro?, e nem o poda fazer om face da quella primeiro decreto, em cada municipio ou
conltuicao circuito militar, como foi declarado por aviso cir-
Dito ao mesmo.Expeca V. S. suas ordens para, cular de 7 do corrente pela forma nellcs declara-
para assisur os actos aa esia uo or. djiii josus ua chuchu uc iouus a i{ui|i mii".-i f^
Chagas, que deve ter lugar na igreja do Paraso no sent porlaria, acompanhada dos referide
dia 2 de julho prximo vindouro. tos, que abaixo vao transcriptos, devendo
feridos decre-
as mes-
pronunciou contra elle. O nobre deputado parece ibre ministro da marinha que foram obra do anti
go partido liberal, e por isso sent repugnancia de
liliar-se nelle f Tratemos da de novembro de 1837,
occorrida na Bahia, provincia de S. Exc.
O Sk. Ministiio da Marinha : Isso da his-
lonau
O Sn; Loras Netto : As outras tambem per-
tencera^-historia. Nao querem mecher nellas ?
O Sb. Ministro da Marinha : Nao quero me-
cher.
O Sn.J. Madureira : V. Exc. que est ex-
cavando.
O Sn, Lopes Nrrro : Nellas figuraran) ho-
mens do lodas as opinioes polticas; comtudo e
verdade, que sem injustica nenhuma, pode ser at-
tribuida a partido algum.
' O sn. Ferrkjih Moura : O que verdade
deslembrado do que enio se passon.
O Su. Bariios Pimentel : Estimare! muito que
o nobre deputado me avive a memoria.
O Sr. Lopes Netto : -Vou satisfaze-lo : a tarefa
nao me parece difficil.
O Sr. Barros Pimentel :Creio qne diflcil-
lima.
O Sr. Lopes Nbtto ( para o tachygrapho ) :
Tomou este aparte tambem ?
O Sr. Barros Pimentel :Supponho que o no-
bre deputado nao leva a mal os meus apartes, sen-
do nm apartista de primeira foro.i.
O Sn. Lopes Netto :Nao, senhor j at gosto
muito delles. O Sr. tachygrapho que pode en-
commodar-se cora isso. Quanio a mira, assegnro
a V. Exc. que hei de dizer o que pretendo. Se nao
fizer o parohm farei o pot pourris do Sr. ministro! que glorias se houve, houve tambem muitos
da agricultura. erros.
Ha erro de data da parte do. meu nobre collega OSa. Lwbs Netto :Provieram de causas
por Sergipe. O segundo ministerio do Sr. viscon- dtveryas. ,
de de Macah cabio a 20 de maio, por occa;lo da j O S Barbos Pimentel : E toeaes.
passagem do voto de graca?. Antes desse dia a ca- 0>Sb, Lopes Netto : Nem uma foi aconse-
raara nao so ocenpon de outro assumpto poltico :! liada pelos partidos que dispotavara o governo do
quando poisse manifestou a dedicaco do grupo, a salz. (Apoiorfos). Os liberaes que nellas entraran,
Releve a cmara que, na ausencia do nobre mi-
nistro da marinha, eu repare que S. Exc. nos viesi-
se dizer que esta cmara nao o nico e verdadei-
ro thermometro dos sentimentos do paiz.
O Sb. Dantas : Atienda as palavras-para que
a cmara venha a ser o nico e verdadeiro thermo-
metro.
O Sn. Lopes Netto :Se as parsitas que oSr.
ministro da marinha quer arrancar do processo
eleitoral, nao consentem que a cmara dos deputa-
dos seja o nico e verdadeiro ihermometro dos
senliinentos do paiz, salta aos olhos, que, no cen-
ceito deS. Exc ainda nao , eso vira a ser depois
da exttrpaco dessas parsitas.
O Sn. Dantas ai ainda um aparte.
O Sr. Lopes Xetto : A crescente aspiraeo ao
funcionalismo mal de que se quetxara todas as
nacoes cultas e regidas por insliluicoes liberaes.
Em Inglaterra lem tomado proporcoes assustado-
ras, segundo refere o conde de Monlalembrt no
seu Avenir d'Anglelerre. E' resultado do progros-
soda civilisaco as carnadas inferiores da-socie-
dade.
O carpinleiro, o alfaiate, ele, procura educar
seus filhos o melhor que pode, certo* de que, se
-ix
ca da I iiiiiliaiia. i
Maamat Figaeiroa as &
t A cmara sabe (sao palavras do Sr. uimi-li )
que eu enio disse que o partido da -iiu.icio ao
i era, nem poda ser o antigo partido liberal, venci-
do era as nossas lulas, mas um partid) novo, om'
partido liberal, definido, onde pudessem estar >.m
pejo> sinceramente identificado os vencedores e es
vencidos, os homens polticos de todas ngeos :
um pailido, que fosse o centro das novas geurO .-,
anciosas de ideas e de glorias, mas cao coiupr .-
meltidas nos odise exclusivismo do pas ado : que
esse partido nao podia ter as incsmas idea, venci-
das ou prejudioaaai uas nossas Iotas ; mas uma
nova scena, uma .-cena brilhaule de futuro, ist > .
ditas ideas grandiosas, a regeneraco do -ysleiua
representativo e a libe dad* individual, que asa-
grada no nosso cdigo fundamental, itemlerulnm da
civilisacao, nao eslava ainda realisada entre no..
A cmara sabe que, su,binJo eu ao poder, evh -u
bir cora as ralnhas conviccoes, e diriginJo o mi-
rrain nna n narii nisterio devia dirigi-lo conforme o meu pensam-i.-
-I.U10 qu. o paru- ((). ^ & les(| ( parld0j ,eull|) samdu je|eF Je.
via inspirar-lhe esle carcter, eslas tendencias, es -
las i loas, dahi uma aiteracao oo stalu gnu puis
bem, esta alleraco se me nlolhou como uma com-
plicacao no estado de guerra em que nos acaaaaw.
O receio dessa compliaafo ioi a rato q'ie alle-
..uei peraote a cora para que se gaaaw d^ ex,-
iierar-rae do honroso encargo, que mo luva c .i-
ferido.o
V V. Exc, Sr. presidente, que o novo partido
do Sr. ministro da ju.-lica, o partido liberal ovlira-
do, centro das novas geracoos, ancio-as de idea* e
de glorias, devia lomar por bandeira aas I
grandiosas, que nao foram venc la* nem prejiiii-
cadas com a derrota do anligo partido liberal, a
saber : a regeneraco do systema representaiivj
e a liberdade individual que aps/ar de consagrada
na couslituicao, ainda nao esta rualisada entre as.
Estas ideas importara a manutenco da le funda-
mental, que neuhnm dos amigos partidos ataca
era alacou nunca, e a reforma de aigtnnas leis re-
gulamenlares, contra as quaes o liberal sempre se
pronunciou e cuja inconveniencia ja foi recoubeci-
da solemnemente pelo conservad r Mal rasa.
Que justificaban, pois, lem a croacio ite*.-. parti-
do, se o que elle pretende esta de ha amito as
b indeiras dos outros ? Partido liberal rom pro-
grarama definido e limitado a garanta da libi-rda-
de individual, na verdade, novidade para o> pea-
jes, que se regem pelo sysieina reore-eniaiiv
.N'enlium se lembroU ainda e crala, porque nem
se podein prever ludas as asfferafiea legitimas d
ura paiz, para registradas huid prograrnma p> i
tuo, nem se deixa de ser conservador por qp.rrcr
a regeueracao desse syslema, onde quer que riu;
lenha degeuerado.
Disse, Sr, presidente, e repito com a mai* pro-
funda conviccio, s ha dous Batatal possivei- en-
tre nos; um o xupado principalmente d> .indar e
defender os poderes pblicos, e uniros lendo i-i.r
missao defender e dilatar as liberdade- pobin a-:
um, verdadeiro partido do governo oo con-er*a outro, verdadeiro partido de oppo-icao ou reforma-
dor : ambos ieaes e cii ceros, ambos aerorde na
bases fundameotaes da sociedade, coa-as e pe.-s .a,
consliluicao e dymoaslia, na phrase Js Guiot: auis
cada um coosideraodo estes objecios Vbaixo do
seu ponto de vista, volanJo-se cada nm a nm des-
ses interesses essenciaes da sociedade.
Dado Isto, torcos-) ministro da juslica coin o sea novo partiJo, oa nt
pretenda cousa alguina reai, ou, por meio de nata
my-tilicacao engenhosa, quera fazer de no- outns
tantos conservadores.
O Sr. Godoy -.Apoiado.
O Sn. Lopes Netto : E a em nonv da berdaJe
que o nobre ministro da ju-lica quena aniquilar o
partido liberal I Nao admira, pois, que pnanpmM
por arredar os amigos liberaes. que podiam d-Me-
cer-lhe a (rama : d'ahi o santo horror d> S Y,\r.
ao exclusivismo e exageraco''*, de qne o* coo.-iuV-
ra ainda eivados por lerein entrado as Iotas patea-
das, em qne alias o Sr. ministro da juslica, ehrt j
do novo partido, loraou sempre parte mano no-
ta ve I !
Sr. presidente, quando uve a honra de oovir o
trecho do discurso do Sr. ministro di ju>ii>;a. a .Tn
respondo, veio me naluralmenle a lembram^t ana
faci occorrido em Franca, ero principios d rni<>
XVI, por occasiao de intn>duzir-e la o na d tu-
mo, levado el da America. Ira medico dMiBcto
n'uma extensissima dissertaro, mostron qu.- ,.i
planta eocerrava om toxico lerrivel: mas. da-
le a leilura, feta cm presenya da porporacao #-
ca, esgolou ama grande eaix*de lbaro, tai? cta-
servava junto de si e da qual, rom a man* gravi-
dade, tira va enormes piladas. (Hilaridad?, t
O nobre ministro quera ura part ,!, .; ni o
parlicipasse dos odios e do exclusivismo do-> amjas
e servisse de centro la novas gera^oe. vida *
ideas e de glorias, e por isso, muito nalnralmeakr.
exclua delle os liberaes anuges...
O Sr. J. Madlbeira : Nao esse o peni amento
de S. Exc.: interprelacao infeliz.
O Sb. Lopes Netto : Tenho sido infria Uatas
vezes com o Sr. mini-tro da juslica, qae ao admi-
ra que o seja tambem agora.
O Sb J. Madirbiha -.Como o nobre ministro es-
t ausente, nao qnero qae julgae qae nao tero nos

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--
IMarlo de Pernambuco Segunda Je'ra 3 de Jtilho de 1865.
s
r fc ni--------^ f. .. -..
arrlgo, qne reclame contra essa inWrpTetaeao, qg Harte Jorqow-H-, nTt*->vo observar lho que, Ion- conde de Thomar, a qual,
neanum nutro aceita senao o nobre deputado. ge de restaurar o ihrono dos Stuarts, que <* havia como partido poltico.
doDr. Ayres de Albu- quesiios, que ni). E sao estas as declaracoes que 'gms nara o ni com
prestado tem a fazer.
em suas consciencl?s e de batxo
ha mstta, cWsnnpareewj Carwrtho Monra, e o quinto
neanum "uiru arma senao a loore oeputaao. ge ne restaurar o inrono aos aiuaris, que enana ututo panino-potinco. qoe-Gama, sendo lamuera presos na mesina ocea-
OSR.LtsNTTo:Recommendoao Sr. tacliy- sido era 1760, ella deslbionisou o mesuio Jacques (O orador respondo a diversos aparte* quenas sio, por acoutarem ditos escravos, Jos Antonio
gnipho que teme estes apartes. II, que era lambem StQart. occasi^ao Ihe sao dirigilos.) I des Santos e Fraocelina do Carato. E por nada mais haver dense por concluido o
O Sil. J. MABcnstiu :-^Admira qne-V.-Exc., que Essa liga, porm, como toda* as otrtrw, qoer de Perdoemme os nobres deputados'se eetea U Dando noticia de tao importante diligencia, ao exame ordenado, e de lado se lavrou o presente
O tantos apartes, se incomrnode com tira nico. Inglaterra qutr de Franja, acabou com a suara- snelo da sua paciencia. (Sot Nao!) '{publico, temes a satisfacao de declarar que nao auto, que vai por mira escripto, e rubricado pelo
O Sn. Lopes Netto :Pelo contrario, estimo. Os zSo de ser, no momento m que o Stathouder da Um Sa. Deputado : Estamos ouvindo a V. Exc. essa a primeira vez que o Sr, Decio de Aquino juiz, e assignado pelos mesmos peritos e lestemu-
apartes do nobre depurado n os dos outros collegas Hollanda apeou-se triumphante em S. Jamet'pala- com muito gosto. (Apoiados./ Fonsec* prava com actos dignes de louvor o sea nhas, comigo escrivao Antonio Ludgero da Silva
an mam me na discussao. (Httatldade.) ce, e Jaeqaes I caminhou para o exilio. O Sn. Lopes Netto :Tinha necessidade de ex- inters* relo pelo servco patuca e si garanta Costa, que o iz e escrevi, do que ludo dou f.-
l'Ha varias apartes.) i O Sn. Dantas :Faca applicaeao dis9ao nosso pilcar ao paiaminha pesica esta cmara. aos habitantes do distiieto de sua jrisdic,aa poli- Maooel Jos Pereira Bordes.Manoel Joaqun) das
sseguro cmara e ao nobre deputao pela eotado. I St. presidente, as principaes condlcdes da ets-^cial. Trevas Marinho.- Jos Marcellino de Mello.Fran-
Bahia, que nao tenho precisan nem esejo de des- O Sr. Lopes Netto :Nao aeho grande difflcni- teoeta dos partidos polticos saonecesidades mo- ltefA*Tig\o da polica : cisco Coelho de Lima.Paulino Norberto de Lima,
viituar as intencoes do nobre ministro da justiea dade em atisfazer ao nobre deputado pela Baha, raes a-saiisfazer e bandeira altamente levantada; Extraeto da parte do dia Io de jnlliode 1865. Joaquim Manoel da Suva.Antonio Ludgero da
A liga, formada contra e partido conservador Qoaes foram as necesridades moraes, que deter-i 'Foram recolhidos casa de detiacao na dia 30 Silva Costa,
no poder, uo poda sobrevlver a queda desse par- minaram a creaco do novo partido? Qual a bao-"' do crreme : Vistos estes aulo etc. Nao procede, a accTio de
tido, cooseqaencia da victoria de 8 de setembro de deira basteada pelo partido progresista ? (Pansa.) A' ordem do Illm. Sr. Dr. cnefno politia, Ma- denuncia ou produrbdade intentada pela p^tico
1862. ; Ninguwn me responde I noel Cabodo da Silva, como desertor, fl. 2, e proseguida ei.oflkio pelojaizo, por"qaato
Nem mesmo como arma de guerra, como tns-, Nao fui contestado, ames os meus nobres colle. A ordem do Dr. delegado da capital, Angela v se dos autos pelo exame a 0. 37 que o juizo dos
trumento de destruiciio, me pareceu ella conve- gas me honraram com numerosos apoiados, qnand Custodia das Virgens, para averguacoes em crime peritos oomeados rara o exame' a'cha-se o dnun
niente. Previ e expuz ao men amigo o Sr. conse- disse que as monarchias representativas s dous de ferimentos leves, ciado rapilao Joaquim Manoel' da Silva em cu
Iheiro de estado o Sr. Scuza Franco, em carta es- partidos tem vida regular e podem sobstituir-se no A' ordem do subdelegado de S. los, Jos da perfeilo juo se n aheuaco mental outramo
cripta deBruxellas em 1860, os embaracosque nos governo do paiz. Costa, Manoel Joquim de Santa Anna e rsula lestia que o priv de Preciso, porm, saber para oMe vao os Srs. minis-
tros, que o estado anormal do paiz me otiriga a
apoiar, e para ronsegni-lo que procuro tirar das
suas palavras as illaeOes, ne me parecem lgicas.
Nao me presumindode alta inteligencia (nao apoia-
dos), estando alheio aos negocios pblicos (nao
apoiados), eorrhecenlo a minna iocaparidade (mui-
tos au apoiados), desconfo sempre da exaclidao
dmeus raciocinios, principalmente qnando trato
depreciar actos do Sr. ministro da justiea.
tem trazido e o risco da e terilidade no poder, que

Se, porm, nao era o pensamento de S. Exc ex- foi exprobrada ao partido liberal depois da disso-
cluir do seu partido os lneraes aotigos, entendo laeio desta cmara em |8i9.
que andou errado, tentando a creaga) de novos O Su. Dantas : Esta declarado do nobre de-
partidos, que nao sao, nem podem ser feitura de putado ja um Imm para qnc concorri.
nmguem. (Apoiados.) Os partidos legtimos, un- O Sn. Loppes Netto :O nobre depntado nao
eos, que podem revsar-se no governo do paiz, as- fez seno bem. ;
com da constitnieo, extstpm dffsde a promulg.gao Pensava entao, como pens hoje, que a mais
dola e ho do existir entre nos emquahlo howrer concludente prova do degeneragao entre nos, do
liaerdade, sejam quaes forem os clculos politieos gowruo representativo, era o ostracismo do parti-
dos ministros passados, presentes ou futuros. do liberal, desde 1849. Um paiz em que tao gran-
0 I Si. Madlueiha :Com as modificagoes, que de porgao de homens estimaveis privada de in-
o lempo as circumMancUs Ibes impuzerem
O Sn. Lopes Neito :Est subentendido. Sem
actnalidade nenbum partido vive nem prospera.
Basas mntliHrag5es siio in'dspenaveis; mas nao a-
fecnm nanea os princ pos, porque entilo importan!
apostasias. O corpo polilicj tratado como o cor-
po humano. O medicamento, que n'uma occaslao
1he aproveita, n'outra pode ser-lhe funesto. Seus
mdicos deVem regalar lh o tratamento pelo es-
tado da enfermidade. Era pr isto que sir Robeit
Peel dizia no parlamento inglez: i Nao quero com-
prar o apoio dos meas amibos com a prutusa de
insistir sempre e a todo o custo, como ministro da
coroa, as opinides e argomentjs, que possa ter
sustentado nesta cmara. Reserve para mim, mui-
to positivamente, o direito de pautar o meu proce-
cedimento pelas exigencias do momento e os inte-
resses do paiz.
negocios delle, ser
uma raonarclia re-
Uma voz : -E na Inglaterra quantos ha?
O Sr. Lopes Netto :Dous, o*tory e o whig.
A mesma voz :Ha mais.
OSit. Lopes Netto :Nao, senhor. Os radicaes
sao o matiz mais forte do partido whig.
Um Sr. Deputado :E Glasdlone de que parti-
do ?
O Sr. Lopes Netto :Foi sempre tory, embora
tenha defendido muitas ideas liberaes.
(Ha mais apartes.)
(Para o Sr. presidente.) V Exc. parece incora-
modado com a diseussao : seassim , ponho termo
ao meu discurso.
tervir, por tanto lempo, nos
tudo o que quizerem, menos
preseutatva.
O Sr. Dantas:Essa explicagao do nobre depu
lado da muita luz por sua parte, mas est em con
[radicela com o discursos de alguns dos membros ment,
do actual gabinete e com os de muitos depulados, O Sn. Lopes Netto :Bem.
Mara dos Prazeres, por disturbios.
O chefe da 2.' seccao.
J. G. de Mesquita.
Passageiros do brigue nacional Awehano,
indo do Rte Grande do Sul :Jos Joaquim da
Cruz, Agostioho Clape, Manoel Luz Alves de Brlto
'Jnior.
Passageira da barea portugueza Artninda,
sahida para Porto :D. Emilia da Silva.
Casa de dbtecao. Movimento do da 30 de ja-
aba d. 1863 :
Existiam 366; entraram o; satilram 10 ; exis-
tem361,a saber: naeionaes 272 ; mulheres 9;
escravos 48 ; es-
do dia 30
portanto preciso que o nobre depulado ajuste cenca para responder ao ultimo que me derau.
tambem as suas comas con elles. Sir Roben Peel tambem foi sempre tory : em
O Su. Lopes Netto : -Cuido que tenho fallado 1828 acompanhou a lord Welliogtan, quandirsu-
com a neeessaria franaoeza. bio ao poder por morte de Canning. O apoio, que
O Sn. Das i as :Olne, nao fi |oe s. deu depuis ao bil sobre os cerea**s, cuja coaftante
O Sr. Lopes Netto | Paciencia, nao ser a pr- impugnago Ihe havia grangeado as sympathiks do
O Sr. Presidente : Nao, senhor: eslon oavin- e>trangeiros 25; mulheres
do ao nobre depulado com muito gosto ; maznar- cravas 5-total 361.
milta-me-observar-lhe i|U'osapartesestao conver-! Cemitbrio puulico. Obituario
leudo a diseussao em dlogo, prohibido pelo reg-" de jando de 186j.
- Benedicto Gomes de Oliveira, Pernambnco. 23 an-
D-me V. Exc. K-1 nos, casado, Pogo da Panella; phtysica pulmo-
nar.
Therez i Mara de Jess, Pernambaco, 42 annos,
viiiva, Recife; crjsipella.
Andr AveHno de Santa Auna, Pernambaco, 24 an-
nos, solteiro, Santo Antonio, tubrculos pulmo-
nares.
nou-lhe essas sympathlas na ultima parle da sua interite-ehronica.
vida. Manoel, Pernambuco, 8 metes,
Com os amigos, que o ajndaram na passagem convulsoes.
desse bil, ficou fra do gremio dos loryes; mas Jos, Pernambuco, 7 mezes, Santo Antonio ; diar
nunca se declarou whig, nem foi tido como taj. rba.
Aroimado de infiel a bandeira do seu partido, na Manoel, Pernambuco, 3
Santo Antonio
hemor-
meira desgraca que me aeont-e,e. A consiencia de seu partido e aconsequoate elova^ao aopoier.alie- Luiz, Pernambuco, 90 annos, solteiro, Boa-Vista
havercumprido o meu dever ser para mira suffl- -
cente consolago.
Sr. presidente, nao era a cegueira das paixoes
polilics, que .'e levava a pensar assim. Estran-
""o que co'stumam fazer os estadistas em toda a geirus distinctos por seu saber, e alheios aos par-
parte e Cicero disse, na orag.io pro Piando, com lidos, que nos dividem, pensaram do mesmo modo.
as segnintes palavras: Tenho aprendido, tenho V. Exc. m permitir d.; ler cmara o seguate diseussao do bul disse elle : t reelamo para nim,
visto em obras celebres, e ensinaram os homens trecho do .-liwHan'o dos Dous Mundos do anno pas- na qualidade de simples particular ou de bonem
mais Ilustres e mais sabios aesta repblica e de sado : Quanlo ao pani lo liberal era visivel a ap- publico, o direito de ceder a forga do raciociiio e
outras cidades que convm, que as raesmas pessoas proximago ijue a quest;io nacional (mgleza) havia de obrar a luz de uma completa experiencia. Po-
nao >u-tentem con.-tantemente os mesmos parece- operado entre este partido, ou, pelo menos, uma de-se suspe lar alfas cousa de huinilhante ie;la
rea, porm os pareceres que Ihes impuzessem o es- fraegao delle, e o miuslerio, approximago, que as conlis-o-; porm oosinto hunilhago algumaein
lado dos negocios, as circumstancias do lempo e os eleiges rev.lavam. faze-la. Nao teoho, na capacidade do homem, liara
Interesses ia ordem publica. (Apoiados.) Uaic didi- t Kra a i^to que se chamavaligae os candi- dicidir, pela iniuigao, o verdadeiro do falso, Unta
e, hac vidi. hac srripla letji, ha-c d> sapients el elarismis viiis, et in hac repblica el m aliis\mente incoherente, se appeilidavam de ligueirot. O enganei. Humilhado fieara eu se, depois de na-1 Srs. Reductores. Pesso que rae ensira em seu
ch-itatibus monumeula nolis Mera dederunt, non partido dos ligueiros corapunha-se, pois, de minis- dar de parecer, quizesse eocobri-lo com med de bem acreditado Diario, o que abaixo est escripto,
teriaes viudos de todos vs acampamentos e consti- passar por incoherente. A queslao est era-*aber e por favor emendarme aiguos erros da escripia.
luinlo um grupo homogneo eos liberaes reunidos se os motivos da mud^nga sao sinceros e prce- eixar eu de agradecer a um rasgo de ravalhei-
pelas circumstancas. Er.m s nceros estes liberaos? denles. ^ rSIno do lllm. Sr. Manoel J.)aquim da Silva Ribei-
tes declarara os peritos que se acha capar, de re
ger a si e seus bens, sem que se possa pelos di-
tos das teslemnnhas considera lo demente nem
prodigo, em vista do allegado por parte ao denun-
ciado ; portanto julgo improcedente a aegao pro-
posta, e considero o denunciado capito Juaqum
Manoel da Silva, no livre uso de suas facilidades
intellectuaes, e como tal capaz de administrar sua
pessoa e bens, e mando que fique semtffeitoo
edital fl. 33, pagas as cusas pelo argido demen-
te deonneado.
Victoria, 22 de juobo de 186o.-Manoel Jos
Pereira Borges.
i. E mais se nao continha em ditos autos de exame
e sentenea que bem e fielmente os liz extrahir por
certidao dos proprios originaes, aos qnaes me re-
porto, e vai na verdade sem cousa queduvida faga,
por mim eserlv&o subscripta e assignada, conferi-
da e concertada na fi ma do estylo, n-sia cidade
da Victoria, seu termo, da comarca de Sajto A-
ilo, da provincia de Pernambuco, aos 28 das do
n.a de juaho do anno do nascimento de Xcsso Se-
nhor Jess Cliristo de 1863, 44 da independencia
e do imperio do Brasil. Sobscrevi e as>inpi. Em
f de verdade.-O escrivao de orptmos, Antonio
Ludgero da Silva Costa.
,,... ...,. a fregnez de Saala Mara
0 Magdalena da provincia das Alagaas en distancia
| da 3, para o norte coa a do Abioho em di>unria
de 4 leguas ; tem a matriz o rendimenlo annoal 4>
1:I50W00, deixando de parte a declararan ** r-
ditos do parocho, que colhe da matriz el. capellas,
e a declarago dos nmeros de casamento a bap-
ti.-ados' e bitos da fregut-zia |>or ignorar.
Ao 2., ler sido altralo os lales da iregnezia
roubando 4 a o leguas da fr.gmcia do Altinho por
um (rama do Rvd. vigano Joatjmm Relaranino de
Miranda, e o professor Ricarda Foncera de Medei-
ros e outros mais, que as suas vista* eram afei-
taren) as couas as suas ventadas, pleitos eleitoraes
e fin particulares, e pohtito, osando para Mo do
um-falso abaixo asignaa qnt sinistraraenle po-
deram illndir a assembla prrvtnzial, para referi-
da transferencia da sede desta frguezia para o
oratorio do S.nhor Bim Jesu>, em Panella- na fre-
guezia do Allnho di.-lAiite de>'a pov..ac > fi le-
guas, que para o dito tim foi alterado o referido li-
mite.
Ao 3., acha-se a mairz em Lom esta-lo, para-
dias, Boa-Vista ;
rhsgia.
Manoel, Pernambuco, 9 metes, Recife ; desvoteria.
Prudencio, Pernambuco, 8 das, S. Jos, espasmo,
Ladislao, pernambuco, 3 das, Ahogados.
CORRESPONDENCIAS
smper easiem senteniias ab iisdem, sed quasetm
q'ie reipublirtr status, tmponm inclinado, ratio
concordia postularen!, esse defendendas.
Nos partido-, aggregalos de homens cujos vn-
culos sao opines e interesses communs, essas
moiificagos tornam-se lodispensavels condigoes
do existencia. Os que teimassem em agarrar-se ao
passado, sem atlenderem ao m vimento constante
da socied ide, desappareceriam em pouco lempo.
Nao ha mais sebistianislas (Apoiados, hilaridade.)
Os legiUmlstas -de Hespanha. Franca e Portugal,
que incorreram neste defolto, inutilisaram-se para
seus amigse sen paiz. Alguns confessaram isto,
E' muito de presumir que s tivessem entrado na
liga por odio ao partido conservador, por calculo
poltico, para se aproveitarem da occasiao e subi-
rem, salvo o direito de abaudonarem o ministerio
depois da victoria, o que tornava o ministerio antes
instrumento do que senhor deste movimeulo da
opiaiao.
Resultou d'ah uma silnurCw fallas, equivoca, e
que evidentemente nao pddia ter nada de normal
nem de duradouro
O Sr. Dajtas :Lembro-me bera desse dis-
curso.
O Sr. Lopes Netto Estimo muit\ Desde a
morte de sir Roberto. Peel, occorrida em 18.10, os
companheiros desle grande estadista ficaram em
completo esquecimento. Ligados, porm, a lord
Palroerston, derrotaran)- o ministerio de lord Derby
ro, sem de mim ter scieneia, nem amisade decom-
municagao alguina, ficar por raeu fiador, sem eu
Ihe pedir, rasgo este que liquei estupefacto I!! so-
bre uma compra, que precisava multo. As almas
nobres, a benevolencia e a liumanidade proceden!
desdo o bergo l jamis se aeaba, finda sim, no
tmulo; Meando o seu nome gravado para sempre
tomando "no parlamento as cadeiras, que haviam O que eu previ, Sr. presidente, em Ierra estra-
abandrnado, para nao reconhecerem a nova ordem ( nha. onde sempre se aerela o patriotismo, esta
de cousas, operada nesses paizes. Sinceridade e'acontecendo desde o anno passado. Al o Sr. mi-
e subiram com elle ao poder sob a presidencute Uo corago d'aquelle que recebe esle favor.
Os seus Ihea prospere felicidades.
O Agradecido.
I'^cifi!, 4 de junli de lSJ.
lord Aberdeen, mas no como whigs ou tbe-
raes.
O Sn. Martas :Estt parte exacta.
O Sn. Lopes Netto :Bem ; mas note o nobre
deputado pela Babia que esse ministerio, a petar de
motivos legtimos sao os nicos requisitos de taes{nistro da jnstica se mostra horrorisado dos effetos ter sido o mais notavel de Inglaterra, pelos e)sa-
rnodificagoes. Ida liga, do /i/m quo, de que nos fallou I Semeou distas, que delle faziam parte, levo asortedjto-,
A historia contempornea mostra, a cada pagina,. venios.^ojlie agora tempestades. dos os minislerios ligueiros; durou pouco, oirao
que o antigo partido liberal soube acommodar-se Lerei anda outro trecho : de.Charles de Ma- duraram os dous ltimos, que livemos e ha d#$>ro-
sempre as cirenmstancias do lempo e aos inters- zade : vavelmente durar o acloal.
ses reaes :o paiz, sem nunca aceitar os principios Compre observar qu quasi sempre, pelo me- o Sr. Dantas :0 que smente neg a-ajpli-
do rartido contrario. nos muitas veze?, a palavia liga, quando exprime cago que o nobre deputado faz do faoto. \
O Sn. Barrosa de Oi.iveira :Neste caso rfenun- urna realidade, tomada em rano sentido. Porque Sr. Lopes Netto* : -E' tarde, Sr, presideate,
cia os seus, oa entao nao partido. assim succede ? Nao por certo porque opmio s y. Exc. e a cmara de-vem estar cansados. Forgo
O Sn. Loprs Netto : Porque o julgam impos- extremadas a muitos respeitos com tradicoes e
sivel hoje ? principios diversos, deshabituadas a maiciiarem
I'ma voz :OSr. ministro querum partido como juntas, nao posam encontrarse, soba mesma ban-
exisle hoje e nao.como existi hontem. .deira, em defeza de uma lil>erdade ameagada, de
P1UGK6K i FIDID
so que conclua o meu discurso, reservaodopara
melhor occasiao o que alada tinha a dizer.
Par-ote bia njusUoa quem, do que disse, tirasse
a illago de que procuro matar a stuago. Acre-
Offcrecido ao Eun. Sr. Dr. Antonio Borges
Leal Cabello Uranio
POR UM ADMIRADOIbOE SUA ADMINISTRAQAO
Depois de tanto lempo ter passado
Por grande e inhumana agitago,
J Pernambuco exulta venturoso
SALVA!
O Sr. Lopes .Netto :-Parece quo o nobre rT-";rfma i*;wautia.violada, da integridade de uma ins-1 ditera" os nob'ivs deputados, que me deram apartes Por contar em seu seio um campeSo.
tiira da jii-iiea vive alfombrado rnain anign tiluigao, exposta' a ser corrompida, oO da diynida- que se julgas.-e i.-to coiiveniute "ao paiz, fa-lo-hia"
jiarlido liberal] como Fernai do I, de aples, com [ de da poltica exterior em perigo. S isto explica, Sem rebugo. t, ^Homeni jasto, fiel, sabio profundo,
c cadver do almirante Caracciolo, que se Ihe f|-1 legitima as bgaf. O Su. uaktas : NTunen pus isto em duviJ.i. Hornera recto em seus acias e acgOes ;
{rarava magiodcao em toda a parle Tranquil- i Desgragadamente ellas tem outro lado, que as I O n. Lopes Netto -.Quero somente quie ella' O qual soute langer sem pao nem pedra
sc-se esse partido, apezar das torturas porque, representa como combinarao equivoca e sempre es-
tein passado, contina a viver : nao morrera pela teril ou perigosa. De ordinario, as ligas teem mais
falta de apoio ofOclal : a fonte de sua vida a pro-' forga de destrtticSo que de rcconstrucro; sto pro
pria conslituigao do imperio. (Apoiados.) Os pirti
dos regulares como elle 2> necessarlos no gover-
no represeotatvo (apoiados.) As ideas nao se fuzi
lam as ras, como os individuos.
Foi *empre aspiragao sua a sinceridade do sys-
terra representativo e a hberdade individual, que
o nobre min.-tro da justig.i quer hoje salvar com
i. creago do seu partido liberal definido. O (alsea-
inento dese systema e o sacrificio dessa liberdade
naoe obra delle : do seus adversarios.
O novo partido, composto de gente tirada de to-
dos as parcialidades polticas, como quer o nobre
ministro da juspga, sem vinculo commum de glo-
rias e opinides, seria nova torre de Babel, o em-
blema da desordem.
Uma voz:A procedencia nao significa
de desordem.
O Sr. Lopes Netto :Porque condemnais em
nos um passado tao nobre e o absolvis nos vossos
amigos, que, segundo reconheceis, desvirtuaran) a
eonstillcSo e comprometieran) a liberdade indivi-
dual, que boje procuris salvar ? Porque nos hos-
tilisais com luror, se na nossa bandeira, que com-
bateste n'outros lempos, e que permanecemos
lie>, estiio e sempre estiveram inscriptas essas
ideas salutares ?
E' notavel, Sr. presidente, qne o Sr. mini-tro da
jastica declnasse a honra de organisar um gabine-
te que, sob sua nspiragao, devia realizar essas
ideas por causa do statu quo, isto , da guerra,
em que esia emperrhada a naco.
Que influencia pode ler a guerra com o Para-
guay na fiel execucao da Bosta le fundamental,
ua garanta da liberdade individual entre nos ?
O Sr. Gjdoy : E' que por c tambem ha-
guerra.
OSr. Lopes Netto :-A nica, que descubro;
consiste na difflculdade de eleigoes geraes actual-
mente. Esta cmara anda nfo basta aos planos
do Sr. ministro da jusliga : S. Exc. quer outra, e
preparase para dssolver esta quando terminar a
vm da propria natur- za dos seus elementos. Os
partidos que se ligara contra um sistema poltico
ou urna situagao, representada por um gabinete,
tem queixas idnticas : o poder que combaten)
para lite o inimigo commum. Nao sabem, porm,
o que ho de por em seu mgar, ou antes, confun-
se firme em bases solidas, no terreno legitimo.
A allanga dos iiberaes com os conservadores
moderados deve ser firmada ne.-ta tribuna (apoia-
dos), aos (olnos da uagae (apoianos.) Kirnie-
mo-la, senliores, sem reservas meutaes, com a leal-
dade de cavalheiros, declarando-nos todos franca
mente liberaes. O que existe nao pode durar :
nao situagao normal, a corrupgao do systefna
representativo, a organisagao da anarcha, nao da
dlndo-se por in-tantes na rnesma opposigao, arham- anarcha eslre. tosa, que mat as ras, cuino dis-
se em breve reduzidos impotencia e confuse Se Guizot, a liro de canhso, mas da anarcha t-
pela divergencia de sua natureza e de suas ten- tente, mais perigosa anda, que est nos opirlto^
dencias. I qle nos enchede desconlianga reciprocas, e se re-
i Resulta disto que as gas, otis como mcio de vela lodos os das as nossas aeges e nos aclos do
defeza, ordinariamente lerniveis e effiyazes como.gOVvrno. (Apoiados.)
meio de ataque e destruigao, levam em si mesmas o n. J. A. de Figueiredo :Est descrevendo
um principio negativo, que deixa pairar duvidas' perfetamente a situagao de ha muito.
sobre a sua moradade, e que nunca se manifest | o Sr. Lopes Netto :Nao tentemos c impossi-
estado tanto Como na occasiao do seu inumpho. A victo-; Vel : basta de ex|ieriencias dolorosas. S jbtraes
ra para ella o principio Ja propria destruigao. ;ou f0 conservadores podem governar o paiz, se-
Erskine May, na sua raodernissima Historia t guQlid as mi^ jnstituigoes. (Apoiados.)
Constitucional de Inglaterri, tratando da celebre Entao eso tnto, Sr. presidente, eu, liberal anti-
liga de 1782, operada contra o ministerio Shelburn gi deco.-ias para o passado e cora os olhos titos no
entre lord Norlh, chefe dos lories e-Fox, chefe dos futuro da patria, por mim e por meus correllKo-
whigs.que fra seu accu>aior no parlamento bri- naros polticos, tantas vezes calumniados, fclen-
taonico, exprlme-se nos seguintes termos: Foi derei a nio ao Sr. ministro da justica, repetmdo,
c.)m cordial prazer, as memora veis paiavras de
antes uma alhanca de faegoes do que de partidos,
e de amb s os lados um grave erro poltico. En-
carada com.desfavor pelos homens mais habis dos
dous partidos, alienou dos dou-s chotes muitos dos
seus melhores companheiros... Os whigs perderam
a populand ide. que haviam ganhado na opiosicao.i
O Sn. Ferreira de Moui;a :Essa liga salvou a
autonoma de cada partido'.'
O Sn. Ferreiiia da Veiga :Pergunte ao Sr.
Feilosa. (Ildaridadc.)
O Sr. Lopes Netto :A liga de 1782, a mais no-
tavel de Inglaterra, manleve-se no poder apenas
poucos mezes. Foi derrotada por Pitt, que havia
sido apeado do governo cora lord Shelburn. Os lo-
ries apoderatam-se de novo do governo, e os whigs
estiveram fra delle, divididos e desmoralisados,
al morte de Pili, occorrida em 1805.
A mais importante liga de Franca a de 1839,
centra o ministerio de 15 de abril de 1837. presid-
guerra. Incommodado com a presenga de tantos
iiberaes amigos, embora em grande parte disposk)8i do pelo conde Mole. Como a de 178 cooseguio
a apoiar a situagao nascente, e pensando na victo-'. matar o ministerio, cujo ciiefe era um do^ melho-
ria elcitoral, qne se prepara, o Sr. mloisiroda jos- res estadistas de Franga; mas lambem nao pode
ligana de ter repetido com seus boioes o proles*) governar e acabou com a sua raziio de sor. Nao
do Don Dieu do Branger :
A ees gens l sifonvre vnjour ma porte,
Je veux, mes enfants, que le diable m'emporte,
Je vtux bieiTque le diable m'emporte.
Essa victoria, porm, por mais completa que
seja,. nao produzr effetos dora veis, apezar das
ciuiocnta mil baionetas victoriosas, qne S. Exc.
espera do Paraguay. Us'buionetts, disse Talley-
rand, snnl btate povr s'y appuyn nwe non pas
pow s'y asseoir.
Chagoa mesmo a ter um ministerio seu Berryer,
Garnier Pags, Odillon Harrot e Guizot, que se pu-
zeram frente delta, nunca renegaram suas eren-
gas polticas. Marcharan) com seus estandartes con-
tra o inimigo commum, como, depois, os loglezes,
Turcos e Francezes fizeram na Crimea contra a
Russia. A mesma dat raomorou a victoria e a dis-
solugao dessa liga.
O Sn. Ferreiiia de Moura e outros do apartes.
O Sr. Lopes Netto '.Provoco aos nobres depu
tados para que me moslrem, na historia flnioofl
paizes que estao frente da civilisago actual, um
lllm. Sr. Dr. juiz deorphaos.Diz o capito Joa-
quim Manoel da Silva, que a bem de seu direito,
precisa que V. S., por seu respeitavel despacho,
mande o escrivao de orphaos, revendo os autos de
areno de curatella promovida por este juizo contra
o snpplicanle, Ihe d por certidao o iheor do auto
de exame feilo na pessoa do supplicante e a sen-
tenga que depois de.-to exame foi proferida por
este juiio, habilitando o supplicante : tudo de for-
ma e em lermo que faga fe.
Pede V. S. deerimenlo E. B. M.
Como requer. Victoria, 28 de junho de 18G5.
Pereira Borges.
Antonio Ludgero da Silva Costa, escrivao do crim-
e privativo de orphaos, ausentes, capellas e resie
dos, nesta cidade da Victoria, seu termo, da co-
marca de Santo Auto, da provincia de Pernam-
buco, por S. M. imperial e constitucional o Sr.
D. Pedro II, que Dos guarde, etc.
Certifico que o tlieor do auto de exame e sen-
tenca, de que trata a petigao tetro, i da forma, mo-
do e maneira seguinle:
Auto de exame na pessoa do denunciado aliena-
do, o capito Joaquim Manoel da Silva, como abai-
xo se declara :
Anno do nascimento de Nosso Senhor Jess
Chrlslo de 1865, aos dezeseis dia* do mez de jonho
do dito anno, neste engenbo Cacboeirnha, do ter-
I rao da cidade da Victoria, da comarca de Santo
Houve, dia de S. Pedro, no engenho Caniragi- Aniao, da provincia de Pernambuco, em casa de
be, a mais explendida e concorrida renniao de ami- .morada do capito Joaquim Manoel da Silva, onde
gos do nobre visconde de Cmara gibe, cuja con- foi viudo o juiz de orph os supplente em exercicio,
stancia na adversidade poltica Ihe conciba cada' o tenente Manoel Jos Pereira Borges, comigo es-
dia maior numero de dedlcagoes. I crivo de seu cargo, abaixo nomeado, e os perlos
Damos ao Ilustre Pernambucano os nossos em-. notificados, os cirurgies da guarda nacional, ta-
boras por tao significativas homenagens. : nente Manoel Joaquim das Trevas Marinho, e alfe-
Acaba de abrir-se ra Nova n. 15 1" an-1 res Jos Marcellino de Mello, boticarios moradores
dar, uma offiema photographica de que sao pro-1 na cidade da Victoria, e as testemuabas Francisco
pnetanos os Srs, Fumino Candido de Figueredo Coelho de Lima, morador em Ierras do engeuho
Corneille
Soyons amts, Cinna, c'est moi qut l'en comic~*
(Applausos prolongados.)
Vozes :Muito beraJ muito bem I
(O orador felicitado por muitos senli&resepa-
tados.)
-
* 'i'.!" o
PERNAMBUCO.
aip
umn mim.
Desla trra iufeliz as corrupgoes
Um concilio infernal tudo dispanha,
Contra esse poyo dcil submisso,
Que as mais terriveis leu se Ihe dispunha.
Mas hoje Pernambuco ergue altaneiro
Da hymno de louvor ao) Ser Supremo,
Porque Ihe deu um hornern jusliceiro I
Recife, 3J de junho \ 1865.
C.
Lembro ao St. mvWstro da justiea qoe o mesmo ejemplo, sequer, de liga com fuso de partidos.
exercito que s ordens de Fatsfas, victorioso em
Mar.-ton Moore e Naeby, habiliton CromweM a
cnxolar do parlamento os deputados snspeitos
elle, commandado por Monk, restiiuio depois a Car-
los II o ihono do desgragado Carlos I. Nem o ge-
nio, nem a gloria, nem os eminentes servhjos do
opposigao se
O Sn. Neiias :Nem mesmo na
fundein, quanlo ma no governo.
O Sn. Lopes Netto : Se, apezar da soleranida-
de da provocago, os nobres deputados nao ciiam
exemplo em c.ntraro, ho de permittr-me coeti-
nuar susleniar, com as autoridades qoe tenho re
protector, genio, gloria e servigos, qoe Ihe vale- ferido e muitae outras, que as ligas silo incapazes
ram da parte de Maccauley, o titulo de melbor de governar.
principe de Inglaterra, poderam satvar a trans- O Sr. Fbmmhu de Moura :V. Exc. nao sabe
rniss.io do protectorado a seu lho .Ricardo, con da nossa historia.
ira a legitimidade daquelle soberano. O Sr. Lopes Netto :Nao salie da nossa histo-
0 nobre ministro da jusliga, Sr. presidente, tes* ria Que razao tem o nobre deputado para dizer
lemunhou ao sen discurso grandes sympmhias pe* que desconhego a historia do nosso paiz?
las ligas. Reooaheccndo qoe em Franga n&o fize- O Sn. Dantas :Talvez por ter estado ausente
na Europa.
ram grandes beneficios, disss-nos qoe em lupia
Ierra soccedeo sempre o contrario. S. Ene. cne-
gou at a affirmar qoe, neste pas, a primeira liga
restauran o ihrono dos Stuarts, e a segonda pro-
(luzio a eniaiicipacao dos iiathbfOS.
Pego liceaga a S. Exc. para contestar forma I
mente estes fados, com a hist'>ria de Inglaterra.
A resiaurago, a que allaAo o Sr. mimelroy foi
obra s do exercito iotjlez, e a emancipago dos
O Sn. Lopes Netto :Pois saiba qne de l mes-
mo Ihe ol.servava os mevimenles.
(Ha um aparte.)
Por isto mesmo poda apreciar melhor o que por
c te paarnva,
Un Sr. Deputado :O que sei que todas as
ligas se funden), quando se querera fundir.
O Sr Lopbs Nsito :O nobre deputado perdoe
Nao temos conliecim<-uto atgnm de nenhum
caso que tao perfcitamente mostr d'uma ma-
neira a mais clara o porsuasiva o poder da
Scieneia Medica sobre a"molestia; qual seja o
de Antonio Jo.\ Este homem infeliz liavia mais d'um anno qne
soffria as don-s as mais atrozes e pUDgeutes
proveniente de
Trozo
Tcrriveis Chagas Abortas
espalbadas por sobra difierentes partes de sen
corpo, sondo uma das quaes sobro o peito do p
nina funda e mnli de audar, cauzando-lbc as dores as mais aj.oni-
santes quer de dia qner de noute; conlinuada-
mente atormentado por taca nffliccr>es e dores,
e quasi qne aborrecido da continuacao e"e sim-
Uhailte vida, teiK'o Kisto do parte toda a fe e
conlianca emmedeci'ins, e na realidade pareca
qu para elle nao Ihe restara mais esjerunca
alguma; assim pois resignado esperara cora-
paciencia o termo final de seus mutipliciulos
soffriinentos, eie que milagrosamente ]>or for-
tuna sua Ihe reeeitarfio o grande purifiendor
do Mingue
A Salsaparrilha
DE BRISTOL
e'medianle a sna gran !c ctHenein e crfllt n^i
elle se achou dentro de pouco tempo, livre de
seu rremediavel estado de desespero, e n doce
e isonba esperanca tornou d? novo reviver
en seu coraco; sol) a poderoza e benevoLi in-
fluencia deste adniimvel medicamento, as suas
chagas em breve principiarao assumir um ca-
rador favoravi-1 diminuindo o aspecto de sua
malignidado A znassa do sangue o. ma>
humores do systoma tornou adquirir uma
apparencia clara o saudavel, as dores ator-
mentadora d'outro ora o deisarao, e uma doce
e suave tranquillidade principiou ;'i proeocmr'
todo o seu sysoma, rcs,taurandu-lho a di jada
paz e socego d'espirito; as chagas uma 'i uma
se forao fucilando at que finalmente' se cica-
trizaro d'um todo, e liojo acha-se pirftilo
ment sfio, gosando d'um peifeito estadj de
saude, depois de se ter visto privado d'esto
grande gozo durante mais d'um anno. Ello
durante esta sua cura, apenas fez uso de
Desame garrafas da Genuina Salsaparrilha
de Briaiol, preparada exclusivamente por
LANMAN & KEMP,
Be 3TOVA TORK.
Recommeile mol pnrticnlarmente aos
Doentts d'ambos os sexos, que emprej'uem
toda a cautella na escolha d'esto admiravel
remedio, afiui que nao obtenhao outra com-
posirao qualqaer, quo nSo sija a Salsap.irril-
ha Genuina de Bristol, jtois que toebis as
mais preparacoes e imitaces desta natureza
bo falsas no possuindo rirtude alguma.
Vende-se as boticas de Caors & Barbosa
e C. Bravo & C.
e Francisco Candido Pereira Los, sob a firma de
Firmino & Lins, os quaes tem o seu estabaieei
ment montado com as condicSea da decencia c
coinmodidades convenientes nossa civilisaco.
Temos visto irabalhos dos Srs. Firmino Lins,
e podemos paranlir que salisfazem pela gradua-
go das posi^oes, dislrbuicao de loz e bem aca-
Cachoeira Tapada, do termo da Escada, e Paulino
N >rl.er lo de Lima, morador nos te mesmo engenbo
Cachoeiriobaf ojuu dafrrw^os peri(os o juramen-
to dos Santos Evangelhs, de benre fielmente des
empunharem a sua missao, declarando cora verda-
de o que desrobrirem e enconirarem, e o que era
suas conscienciai entenderem, e encarregoulbes
bado do todo, de sorte que nao sao somenos aos de' que procedessem a exame na pssoa do denunciado
oulras ofDcinas. alienado dlo capllao Joaquim Maooel da Silva,que
Dspondo, portanto, de merilo artstico
e mrito artstico esses prsenle se acha, e que respondessem aos quesilos levanta o seu alio pensamento, cora madureza, no
desiocada toda a pro-, seguintes : "cuidadoso zelo e augmento do bem catholico, e das
Ao publico
Justiea Ihe seja feita, nao aggravando aos mais
magistrados da comarca do Ilonilo, cuja tsl bem
pela boa adminisiratura do Sr. Dr. juiz de direito,
o digno bacharel JULIO BARBOSA DE VASCON-
CELLOS,eslauusservidos.Deos no-loconserve para
tamos bens que costuma a bem da jiliga, do direi-
to e razao.
Qiiipap, 17 de junho de 186o.
Bernardino Jos de Sena.
Exm. e Rvm. Sr.ObservanJo no jornal reli-
gioso de 30 de abril prximo passado, a muito res-
peitavel circular de V. Exc. Ilvma. de 22 do mes-
mo, na qual se reconhece os bnns desejos e eran-
diosa alma e bem fazt-ja de V. Exc. Rvm. que se
Deesas almas, em curar e remediar lamas chagas
pecaminosas e no augmento espiritual de todos
deocesanos, procurando assim os meos mais facis
e til s-paroehia e aos paroelnnoos.
Este verdadeiro conhecimento que me acaba de
lavar o eoracao, e a falta de conanca que deposita-
se era loda esla freguezia, mor parle dos freguezes
para rom o nosso Rvd. parocho Joaqoim Delarraino
de Miranda^ que revest Jo como pastor e se repre
nossos patricios, nao sera
teecao que Ihes preste o nosso publico, a cujo fa-. I. Se a pessoa presento, o capllao Joaquim Ma-
vor recomme.ndamos o seu estabelecimenlo, que noel da Silva, soffre de alienacao mente I, ou ouira
poder ser visitado para melhor verificarse o que| qualquer molestia que o prive de bem poder ad-
dito Dea. ministrar sua pessoa e bens.
OSr. Dr. Antonio Vlctnle do Nascimento Feilo- 2. Se 6 continua ou tem lucidos intervallos.
sa Filho, foi nomeado engenbeiro fiscal dasoras do 3. Se geral oo parcial,
melhoramento do porto desta provincia, sendo des- \ 4." Qual a sua especie ou genero,,
ta commisso dispensado o Sr. Dr. Gervasio Rodr-: 5'. Desde que tempo data ella,
gues Campello. | 6.* Finalmente, se os fados contantes da pre-
A proprio pedido, foi exonerado do lugar de sent denuncia elle os commetteu era estado ou sema a V. Exc. Rvma., quando pelo contrario "um
engenheiroajudanle do director das obras publi- acto de loucura, ou em lucido iaiervallo. lobo devorante para com s*us {roctwanos ludo
cas o sr. r. Antonio Vicente do Nascimento Fei^ Em consequencia paasaram os peritos a fawr os isto, Exm. Sr., hejeme conduzem e losa rilho. exatnes e invesgagSes ordenadas, e as qoe julga- a expressar, que o nosso parocho minen sera ex*c-
J\o impedimento do Sr. procurador fiscal da rara necessanas concluidas as quaes declararan) to em responder semejantes a taes circunstancia-
K" ^ /|rovil,Kl^ f s^vi^ 0 re^ftiV0 setruinie : sem fallar a verdade, a v.sia da anlipaU.ia que lera
lugar o br. Dr. Miguel Jos de Alieida Pernam- Que depois de terem procedido o mais minucioso a povoneao de Qnipap, por motivos exlranhos ao
buco Filho. exame na. pessoa do capito Joaquim Manoel da seu ministerio. atiendeBdo a estas circuir.'Staucia*
.Na madrugada do da 29 do passado foram Silva, nao encontraran) nenhum indicio de aliena- julguei conveniente, e de meu riaoro^edever scien-
capturados pelo subdelegado supplente em exerc- cao mental, antes pela resularidade de suas res- tiflear a V. Exc. Rvma as resoona do '
co dafreguezia da Boa- Vista, os desertores do 4o postas s perguntas e preposco-s que Ihe fizeram,
batalhao de ariilharia a p Marcellino Mximo dos conheceram perfeitaraenle que elle se acha em per-
LinjtA rl ri ^ 1 h j\AA n llAflhnaninA I I .. I _& a____.* 1 1 1 __________ ?- __ a 1
mentada apezar de pobre, porm ron) decenc-a ad-
mini-lrayao do Sanlissrno Sacramento, lera cena-
modos sufilcentesdeabranjeros sens freeoezes qoe
cora e.-ieacompanha a pl-nla da matriz e rapella?
pertencentes a freguezia rom snas drnen>s nio
havendo con/ranas, nem compromissos approva-
dos.
Ao 4., haverem 4 capellas dentro dos prima-
ros limiics imlusiveis a malrlz, alm da rapella d<-
Paaellas hoje sede da freguezia de Quipap, enja
le que allerot e transferio, ignoro o nwr.ero e a
data. Pudo a matriz de Quipap 001 vaMo patri-
monio de um quarlo de legua em qnadro ponre.
mais ou menos de Ierras aliundajles de I-das as
diversidades de legumes e regados d tres ni
de agoa cryslalinas, que limitam o referido patri-
monio, sendo esles ribeiros um o Pirangi qoe limi-
ta pelo lado do sul, ontro Arca que limita pelo ls-
cente, oniro Qnipap qu- litnia p>lo poente ; a ca-
pHla de S. Benedilo em distanria de 3 lefnaj para
o lado de>aneante com um psaano patrimonio,
(ne apenas abraij" metade do poroado, **) *rta
(apella p.iranieiilada e a-*riada pelo mono ie*>
e bom exemplar, o Itvd. Fre Jo-d> S. Thowai d
Aqnmn, que nao falla rom o comprimilo de s-n
ministerio ; a cape'la de Pao Ferro em di-tana
de 3 leguas para a parle do poent, roja inv ca ~ -Nossa Senhora do Rosario, sendo administrada
por um particular, Icndo apenas om peqo^no pa-
trimonio que mal ahran o |.ovoado ; a rapel'a de
IvRM Senhora da Conceico de Jurema tambem
para o lado do poent- era 'distancia 16 legn.is. mi-
niirnda por om particular, o patrimonio ' de 30
bracas para rada lado da capella, sendo de Ierra*
serpas e campias ridas, a capella do !
lio leen?, em Pandlas hoje .-ede Ja frenneiia de
Qmpnpa, proprtedade particular do rpita-) Eu-
bio Cavalranti de All.uquerqoe, sendo a mewa ca-
pella edificada em propriedale n^ referid r,i '
onde contra a vontade do dito, re-ide a adminisenrr
o Rvd. vigario, lendo nm pairinvni, nm UTT"nr>
pessimn qne nada rende, sondo em distancia de 1
legua da referida capella, e di?la [ara Qnipapa 6
leguas. ,
Ao o., acha-se a desprrsada ipTeja mairix de
Quipap no centro da freguezia, romo se t das di-
mewoes cima menronadas na planta qne ctm
osle acorrpsnha.
Ao C., ser freguezia mais risinha a dn Altinti",
qoe dista 11 leguas, a de S. B-irto 18 legua-, para
a de Sania Mara Magdalena 12 leguas, para a do
Bonito 16 leguas.
Ao ~., existirem qnatro sacerdotes inrlosive o
parocho, sendo o Rvd. Frei Jos ir S. TVmai
Aquino, em S. Benedito com a re*peiiavel rondoc-
la e zelo cima ditos, ten emprego s o sen mi-
nisterio, o Rvd. J. s; Vicente Ferreira, em sen en-
genho Lima, o >;ual celebra rezas em ?na r?sa, cu-
ira em Pao Ferro, e outra na matriz igreja de Qi-
pap, onde tem sido senarre prertavrl candida-
mente em soccorrer aos qoe o pnenram ,tre en
ministerio e usa de agricultura rom sens e-eraros
n Rvd. Manoel Theotonio Pernra, em en sitio
Ermo denominado Resina, onde celebra em fW
chopana propria, onde mora com soa familia eons-
lante de Binlln-r e lilhos, e nsa de a^ricniura. i .
lilica e eltcao, etc., o Rvd. parocho em Panellis
onde mais seocrupa em idlica e el. ii_'.
as ha ) e no zelo escandaloso de sna familia rob-
lante de nwlber e filhos, de qoe no desempechc de
^eu dever abandonando a freguezia, as Mr* erm
viagem e os freguezes, qne esperta), qoando Ihe
convier voltar, aerresrendo mai* que teado e?ia
matriz uma rica custodia e orna sagrada ambola,
elle com falsos prole-tos |de obler do finad" pre-
lado deoresano ( a quem Dt-os baja ) nma ordem
para retirar dilos objertos para o referid.) orafatli
do Senhor Bom Jess, em Panellas onde anda M
foram vistos !!! o que muito e muito importara se
V. Exc. Rvm. mandas>e restituir taes objerfo* sa-
grados a sua propria malriz a qoem la- lo ru-t u
(Oiu as esmolas de seos freguezes e r. nJiment
de seu vasto patrimonio, ler sido arrancado por ete
ingrato parocho lae o>jcto, e rondiizido por eHe
em urnas mallas a cavado de noite, o qoe tanr;
transtornou o coraeo dos devotos desla pomar;..
Hom copiosas ligrimas verem satiir para ornar
capellas alheias, com ornal s da nossa, s a obe-
diencia de um humilde novo mo o des fre-
guezia daria lugar a semelhanle retreMo, sena
funesta consequencia, qoe em vez de correr o san-
gue pa trra, rorreram lagrimas, dns laomorti-
liras a V. Exc. Rvma. com a caridade de qoe. or-
nado, p le curar...
Dos guarde a caridade de V. Exc. Rvma. per
dilatados annos para gnarda e zelo da nossa anta
religiaocatlulica e apostlica de Hmh Senticr le-
sos ChriBtO. OaipaM, 20 de junho de l65.I!lm.
Exm. Sr. Dr. Joaquim Prawntn de Farias, itigno
de.rio da S $.-. (Minea e vmari > upimni di d.-oce-
se de Pernambuco. -O administrador da igr-ja de
Quipap, Bernardino Jos de Sena,
-j 1 ------------
A jurtibrha.
As virtudes llieniceoliras da jnrubeba sao deseV
mmlo conhecidas nao s no Brasil, pois qne eVHas
ralou Pisen em -ua mweMenta or Historia na-
tttraits el medica ndtx occidenlalis. nemio as
Anlilba.-, onde o sueco das folha* e frnetos , rniu
aqui, maito eslimad i e appl eado contra as ofcs-
trticces abdominaes, principalmente do Ciado e
hac i ; e se todos es facultativos d.-sia proviaria u
nao applican eora freqoenrla, i.-io se nao deve a
uo rectiohoH wreMea essaa rto nao serein encontrada* cons Mendo- e em todas
as estaejes do anuo o linsiin daan fia ata, e re-
pugnancia, que ipres-ntam o eVeoirs em lawr
uso do sueco desses frnetos, em conseqoecria de
ser extremamente amargo.
A jnrubeba nao descooheeids do botanistas :
esla planta pertence familia das sotaneas, e lem
a denomiiiacAo de solannm pancula!nm, que ihe
foi dada or Lyneo.
Parecendo-nos conrftnienle facilitar o oso do
socco dos frnrtos da jnrubeba, qoe o raai< em-
pregado, nos proponemos e conseguimos preparar
com elle nao s um exirarto alcoolico qne p le ser
applicado em pi'ulas, mas tamtiem nm vinh, om
xarope, e um emplastro que pode- snbstiioir. em
cerlos casos, o de Vigo ; e eslamo*persuadidos qne
com islo preslamos um fervfeo i homanidade e a
Iherapeiiilra.
Pisn, tratando da hy.Jr.ppesia. prerreve a >-
cocro df s raizes da jnrubeba, e Mrat e Delrn<
em seu ihccwwrio dr materia medica e tkerap,h-
tica, ditein qne nas An'ilbas se faz oso do eco
dos inicios madnros deasa plaa contra o eatar-
rlw vesical: e a auioridade dos nomes desse me-
IjJcos, merecidamenie celebres, nos leva a crer em
suas palavras. e por isto cuidaremos de ter em
DOmo esialielecimenio essas railes,para qoe pos-an
ser experimentadas.
A repulacao da juruheba tal, e os resollidos
therapeuncos oblidos uliunamenie o lio impor-
tantes, qne nos parece intil diz-.r mais do que
isto, qne flca escriplo.
Deposito pharmacia de
Joiqmm de Almeida Pmlo.
catliolics deve se aos torios, que a realt-aram, sob rae, labora em erro manifest. Nao lia facto algum, Santos, Antonio Fraueisco das Chagas, Bernirdino feita integridade de sua razao mental, sen
os auspicios do ministerio do doque de WelUngloo, que justifique o seu a|>arte. ] Francisco de Lemos e Manoel Antonio dos Santos, sentar o menor sympioma pelo qual se conheca nao
succes-or, em 1828, do ministerio de Jorge Can* (Ha anda outro aparte.) ; e os escravos Olympio, Athaoauo, Joo, Ado e
ning. Quer lempo para compulsar a historia da mo- Joo, o primoiro de Francisco Gonoalves de Ar-
fl Sr. ministro qaiz : talvez, refenr-*e liga de nereidas representativas ? Dou-lhe o quequizer. ruda, o segundo de Joo Lucio da Silva Mergu-
1688, que chamou aottroiio da Inglaterra o prin- Emquant nao o faz, citar-lhe-hei ainda o exemplo Ihu, o terceiro de Unamerico Augusto do Rgo
cipe de Orange e a princza Mara, sua espoza, fl- da liga ;rmadaemPor:ugal, onira o ministerio do Rangef, o quarlo do Dr. Francisco Amynthas de
estar no uso e gozo de suas faculdades iniellec-
luaes, e que nesse estado em que o encontraran)
no livre uso de suas facilidades mentaes pode sem
o menor estorvo jdministrar sua
que portanto
quisitos
[anuir se-
que estiverem ao meu alcance, pea
gutnte<
Ao >, que c a invocacao de nossa paraehiade
Quipap, Nossa Senhora da ConcwleSft, a data e o
numero da lei da creaco ignoro, tem a oxtensao
em crcumferencia 36 leguas, limitando se pela
maneira seguinte: para o nascente com a freguezia
i administrar soa pessoa e bens, e do Bonito em distancia de3 l-guas para o noente
rSspondem ao 1, 2, 3o, 4, 5 e 6o; com a freguezia de S. Benb era distancia de C le-
i\ i:\imo rpido.
Ciii/.n de algadt.
Pede-se encarcnJamenle a alma de Fidi qne se
digne a explicar ao ubliro como nesse romioerrio
do Forie do Mallos houve rinza de algodo lendo
esse embarrado para a Ioglalerrai e bem josiiSca-
do como a alma daqnelle finado nao Ignora!'! Par
a entender, pois, que essa algum ribeir qoe an
podendo correr agua cry-iaiina, corre covardma
como as que o acorapaoha.
Senhor finado veja como hade banhar a face alio
de que ella nao Ihe fique manchada p. la einza da-
quelle aeundio, do qnal foi essa contudeeiaa alen
eslora.
Senhor finado na j se recorda do anho do chile-
ra, que seus freguezes iastimavem a aerda de sna*
saccas que se recolneraa om sua prensa ; e a la-

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^PBH
Nto
Diarlo de VermmhtG > Segunda tftta 3 e tHilho f8.
ma bera (listante d'aqui iem sua naturalidades
0 (loado nao se record* daquelU conta que man-
dou tirar em duplcala ; e o seu ouviote e man-
dado Ihe disse qutt nao, visto ja ler tirado urna vez
e que uo pacluava com negocios viciosos. E' de
necessidade que essa alma se reeorde daquelle in-
cendio que forneceu a curto regato urna somma
bem avuiudo.
O matulo de N. Senhora do O'
S.0MME1CI0.
Escuna portuguesaD. JoSocharque.
Brigue nacional -Cardiaidem.
Patacho hollandezDengidera.
Escuna diuamarqueza -Domna dem.
Briguo.hdspaoholVigilante-\dem.
Brigue porluguezS. Josdem.
Brigue inglezAf/i/a-carvo.
Barca ioglezaFavoriteidem.
Importado.
Vapor nacional Tocanns, entrado do Rio de
Janeiro, maoifestou o eguinte :
Gneros estrangeiros.
2 caixas medicamentos; a Raymundo Carlos
Leite.
1 calxao ipepacuanha ; a JoSo da Cunha Bravo
& C.
1 caixote livros impressos; a Jos Nogueira de
Velas..........
Descontos___
tros palzes da 1765000 a 1803 a
dita. !
As de composico venleram-se
a 540 rs. por pacote de seis ve-
las.
O rebate de letras regulou de
9 a 10 por cento ao asno.
.
Brasil no Itio de Janeiro
mesmo banco na Bahi.
e sobre a caixa filial do
Novo banco de Pernaiuhnco.
Os administndores da massa fallida de Joaqnim
Jos Si I ve ira pagara o 1 dividendo de dita massa
na razo de 9 0/0 sobre o valor des ttulos ad-
meltidos : no novo banco de Pernambuco ra
do Trapiche n. 34.
a ordem.
imprimir
a Figueira &
Caita filial do banco do Brasil cm
Pernambuco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do j Souza.
1 caixo botinas;
3 barra tinta de
Filho.
Gneros nacionaes.
1 caixao livros impressos ; a Jos Nogueira de
Suuza.
1 dito fumo picado; a Joaquim Bernardo dos
Reis.
1 caixote msicas impressas; a Joao Walfredo
de Medeiros.
40 rollos fumo, 20 jarazes toucinho a ordem.
E&portaeo.
Barca ingleza Mary liom, carregou para Liver-
pool :
2,21a saceos; com 11,075 arrobas de assucar
mascavado, 1.009 saccas com 4.990 arrobas e 3
Rendimalo do
ALFANDEGA.
dia 1..........
27:2905522
MUVIME.NTO DA ALFADEGA.
Volumes entrados com fazeudas.... 18
t com gneros..... 482
MOYIMENTO 30 PORTO
Navio snhido no dia 1.
Macei-Patacho inglez Porlia, capillo D. G.
Downs, em lastro.
Observadlo.
Nao houveram entradas."
Navio entrado no da 2.
Rio Grande do Sul30 dia--, brigue nacional Au-
rellano, de 230 toneladas, capito Joo Esleves
Varzea, equipagem 10, carga 9,800 arrobas de
carne secca ; a Maa & Espirito Santo.
Navios salados no mesmo di.i.
Porto -Barca portugueza Arminda, capito Anto-
nio Francisco da Silva Nunes carga assucar e
outros gneros.
New-York-Barca americana Anaconda, capito
Chapman, carga assucar e outros gneros.
Jos Lucio Llns....................
Joo Chrisostorno de Albuqueniue. .
Manoel Francisco de Souza Lima .
Bellarniino Alves de Arciu .
Francisco Candido da Paz.....
Wenceslao Machado Freir Pereira
da Silva -.........
Manoel de Souza Tavares...........
Manoel Paulo de Albuquerque . .
Ernesto Celestino do Mendoni.a . .
Manoel de Souza Menezos......
Cmara
186o.
municipal do Recife, 30 de
282
266
187
182
166
162
147
115
81
76
2,744
j un lio
orpha Arminda; o leilo sera eliVrtnalo ao ni
I dia do dia cima d'o no escriptoiio ii> r^ridj
je, nte ra da Cruz n. 3B, onde pedirte -Mer o*
construrcao americana, forrado de cobre e com ' rrclfh-<>!r"eS '|Uall|Uer "furnCao ri-sfcilo._____
O contador,
Caetano Sverio da Silva.
Oorreio
Pela adranisiraco di correio desta cidade se
fax publico para fins convenientes, que em virtude
do disposto no art. 138 do regulamento geral dos
crrelos de 21 de dezembro di 1841. e art. 9 do
decreto n. 185 di lo de maio de 1831, se proce-
der^ consumo das cartas existentes na adminis-
tra jjao pertencenies ao raez de jnnho do 1864, no
dia 4 de julho prximo, as 11 horas da manhaa,
na porta do mesmo correio ; e a respectiva lista
se acha desde j exposta aos interessados.
Yenda de navio,
Vende-se o Jbrigue brasileiro tlmperador
jnstrurcao americana, forrado de cobre e c...
todos os seus pertences, do porte de 8.00 "i arro-
i bas e acha-se fun Jeado defronte da alfacdega, aon-!
de pode ser vito e examinado, e para tratar no
e.-criptorio de Amorim Irritos ra da Cruz n. 3.
Rio Grande do SuT
Segu com muitr brevidade por ter parte do car-
regaraento prompto, o veleiro patacho Curo, capi-
to Casemiro Ribeiro Gomes : a tratar coro Miguel
Jos Alves, ra da Cruz. 19.
FHETA-SE '
para os portos do