Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10703


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Full Text
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^P^
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ANUO ILI.
WUMERO we
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Por quartel faf Mr de 10 diis 4 1. mez
00
dem dejo l dras 4t ctaecoe dentro do quartel..'..' 61000
Porte ao etrreio por tres meses ? .* ,......% t 750
OOARTA FEIRA 2& DE JbTO DE 1865.
Por ame pago ealro deiOdias do t. bw ,,,.... 1S|000
Porte ao correio. por um aaoo .........,.,, SJ000
ENGARREGADOS DA ^UBSCRIPCAO DO NORTE
Parahfba, o ?r. Antonio Alexaodrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o
Sr. A. debemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oiivoira; Maranho, o Sr. Joaqni.m Marques Ro-
drijfiies; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filios; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Clandino Falco Das; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alves-, Rio de Janeiro, e Sr. Jos
ibeiro Gasparlnho.
PARTIDA DQ9 ESTAFETAS.
SegWda. vara docivel:
' tora da tarde.
01 nda, Cabo*, Escada e estacSes da Ta ferr at serinhaem, Rie Formeso,tamandar, Una-,
Agoa Preta, todos os dias.
Igiarass e Goyauna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, -Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Mtinho, Garanhuns, Buique, S. Rento, Boro
Conselho. Aguas Bellas e Tacarat, as tercas
'eiras.
P|od'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqneira
ngazeira, Flores, Villa Bella, Cab'rob-, Boa Vis-
a, Ouricnry, Salgueiro e Ex, as qnartas
eiras.
reros, Agua Preta e Pimenteiras.pas qaln
feiras.
PHEMERJDES DO HEZ DE JUttHOi
i Quarto rese, as 6 h., i tu. e 33 s. da a.
9 La cbeia as 7 n., SI m. e 16 s. da nv
16 Quarto ming. as 4 h.', 33 m. e 28 s. da m.
23 La Dora as 5 h., 37 m. e 34 s. da m.
30 Quarto cresc. as 11 h., 20 m. e 31 da
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribtinttfio nommercio : segaadas e qaMtas.
Relago aheleas e sbados s 10 horas,
ktas s ID bocas.
lercio: segundas as 11 horas.
terga-s e-sextas s 10 horas,
ara do cite!: tergas e sextas ao meio
Segunda ira da c vil: (|aartas e sabbados al
* hora da>jlarde.
DAS DA SEMANA.
26. Segunda. S. feao e Paulo ire.; S. Virgilio
27. Terca. S. Ladislao, re de Hungra.
28. Quarta. S. Lo Hp.;S Argemiro b.
29. Quinta. <% Ss. Pedro e Paulo app.
30. Sexta. S. Margal b.; S. Luciana.
1. Sabbado. S. Tbeodorico ab:; S. Gallo b.
2. Domingo. S.Othon b.; S. Marliniano m.
PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as horas e 30 m. da manha.
Segunda as 8 horas e 34 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEROS.
Para o snl at Alagoas a 14 e 30>; para o aorta
M a Granja a 7 e 22 de cada mes; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, marco, malo,
julho, selembro e noveinbro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Maaoel Figneiroa de
Faria & Filho.
PAUTE 6FFICIAL
goysmo da .noiuisu.
Conlinuarlo do expeeate do da 21 de junho de
186o.
Circular a todos o eommaodautes superiores
da guarda nacional. IfixiginJo as actuaes cir-
cumsiancias do paiz que siarchem quanto antes
para a campauha as (oreas, que nella devem lomar
parle ero defesa do imperio, .cumpre que V. S. ex-
peca novas e terminantes ordens para que o con-
tingente da guarda nacional sol) seu comman lo
Iguaes aos aa pratiofl o escrivao Quaresma, e
pelos .qaaf fe er responsabillsada
DitoaojaCarnicpal de Serinhaem baoharcl
Guilherme fflBWWiteHio Cintra.Responda Vmc.
sobre os segunues pactos que Ihe sao montados
era urna corresponder! ^pblicada no Diario de
" e assigeada por
to Anto, dos mezes de novembro do anno passado
e abril ultimo", ecompanhadas de copias dos escla-
realmentos ministrados pela reparligo da polica,
sobre e equivoco que se.deu em o nome do preso
Jos Pilippe Santiago, para que V. S. mande rea-
lisir os pagamentos anjorisados par olficios de It,
e 19 de rasio prximo fiado. [Pernambuco de hontem n. Iw,
)ito ao mesmo.Mande V.S. fornecer W eomj*KUuoso Dias Alves da Silva
msndante do corpo de polica os livros menciona-!
do; no incluso pedido.Coramuuicou-se ao com-
mandante do corpo de polica.
)ilo ao commandante superior da guarda na-
cimal do Recife.-Mande V. S. ddir ao bata-
Ihi o de infantaria da guarda nacional sob seu
co nmando superior, actualmente aquartellado, os
10 guardas naciooaes mencionados aa relago j un-
eieigao de 1863 d*nm
tembro de 1830, isto de serem obrigados a ser- co da guarnigao, afim de irem
vir no exercito o dobro do lempo que durar o des- ex ereicios.Communicou-se ao inspector
Ucamento, ou recrutados sono tiverem motivo
letra! de isengo.
'Confio que V. S. no empenho de auxiliar o go
verno envidar todo o seu prestigio, para conven-
cer os designados de que cumprem um dever,
presiando-se aos justos reclamos da patria, alim
de que o governo nao se veja na dura necessida-
de de lanear mao de meios coercitivos, o que se-
de sobre triodo desagradavel ao mesmo governo e
rsairoso para a guarda nacional.
Se nao obstante algum deixar de apresentar-se,
V. S. me remetiera seu nome e signaes caracte-
rsticos, como loi recommendado em circular de
,30 de maio prximo Ando, para a expedido das
ordens necessaras sua punigo.
em considerago o que requereu o arrematante
da conservago do terceiro termo da estrada do
sul, Francisco Alves de Miranda Varejo, e bem
assim o que aesse respeto informou a repartigao
das obras publicas em oficio de hontem, sob n.
18,resolve que naquella reparlicaoeaalliesoura-
ria provincial, em vista das portaras de proroga-
co de praso, que o sopptcanle de.ver apresentar,
se considere de nenhura effeno a ordem de 10 do
correte, pela qual se mandou rescindir o con-
trato do supplicante, senVwHe e >eus fiadores
multados na primeira parte do valor d'a.juellas
obra. Fizeram-se as necessarias communlca-
coes.
* -22-
Offleio ao Dr. chefe de polica. Constando d;>
informagao a que allude o seu ofBcio n. 866 de
19 do correte, ministrada pelo delegado do ldis-
trelo do termo do Recife, sobre a materia do que
de novo Ihe remetto firmado pelo consal de S. M.
Fidelissima, que desde 24 de abril ultimo deixoio
mesmo delegado de funcrionar no processo do m ;-
or subdito portugus Antonio Mandes de Paiva,
convm que V. S fag completar essa informagao,
ouviudo o substituto d'aquelle delirado perante
quem corre o processo acerca das raz'oe; da de-
mora deste, recoramenJando-lhe V. *. que trate de
ultimar o summario quinto antes, ne (pie deve
haver-se cora toJo zelo e adiviJade.
- 23
Officio ao dezembargador provedor da Sant
Casa de Misericordia. Concedo a antrisacao ipi
V. Exc. solicitou etj^eu officio u 2ilde20dJ>
correte, para mandar recollier ao collegio dos ob-
phaos, independente. d*e ser inscripto no respectivo
quadro, o menor exposto Oelaviano, que pelos mj>-
tivos indicados em dito officio nao convm con-
servar-se no estabelecimento, em que se ada ac-
tualmente.
Dilo ao coronel commanlinte das armas. hm
alten-'ao aoque me ponderou V. S. em sen offii o
de 21 do eorreute sob n. 1038, eem conferencia
veib;>
quartel da Soledade, onde tem estado, odej>o-to
derecrutas, iicando encarregado delle, e de ontos
preso e pracas despenas de dilferenles cor ios
um ulTicial, autoriso V. S. para todo o indica do,
; gago para a coneluso
1 quella obra, a contar do
prazo que para e**e flm
pectivo contrato.Communicou-se ao chefe da re
partigo das obra publicas.
Dila.O presidente da provincia, aendendo ao
que requereu o arremtame da obra do 3o lenno
da estrada do sul Francisco Alves de Miranda Va-
rejo, resol ve de conforraidade com o parecer do
engenheiro do 2o dislncto a que se refere a infor-
mai>n rtn phofo A-x ronarlican (tas ohras Publicas
i. e acowpaahar-se
criminoso de morle;
3. De eslar mailas vezes em certo enfabocom
o criminoso Manoel Balbino;
3. Sobre as oceurrencias que se deram com os
bens do demente Carlos Leito;
4.' Sobre as allusSes feitas ao escrivao Joo Af-
fonso Rigueira.
suuerior ueUver sido designado para aquello liin la, para os quaes deve o mesmo batalhfo tirar Portaria.-O presidente da provincia resolve, de
igPaparercap.^^^^ ve memos, acontar do dia 21 deste mez em conforraidade cora a inforraacao do che fe interino
' miraos que a isso se recosarein, qae~incorrera di. me, comprimi que,o* referidos guardas auxi- dafepartjcao das obras Pnf/,\,^.^
as nenas do rtico 133 da lei n. 602 de 19 de se- ierc regularmente o batalho destacado no serv- mate limo e sob n. 144, co&ceder ao arrematante
ser- co da guarnigao, alim de irem inslraindo-se aos da conservago do 3 termo da estrada do sot Frau-
da Ihe- ci.-co Alves de Miranda Varejao 40 das de proro-
soiuraria de fazenda. ago para a condumio e entrega definitiva da-
Dilo ao commandaule superior da guarda nih quella obra, a contar do dia em que se lindar o
ciual de Pao d'Alho.Mande V. S. aggregar o
setgao de reserva o. 2 da guarda nacional sob seu
cominando superior, o capilo da de n. 3 Jerony-
mi de Albuqoerque Maranho, que iransfeno a
sul residencia para a freuezla da Luz, pert-m-
cente aesse municipio, ordenando V. S. ao refe-
' r< o capilo que aprsente respectiva patente na
secretaria da presideneia para ser apostillada.
Dito ao comman lanie superior da guarda na- magao do ehefe da reparticao das obras publicas
pnal de Nazarelh.Accusando recebido > seu de 19 do crreme, sob n. 182 conceder-lhe mais o
oficio n. 204 de 20 do corrente, tenho e declarar- mezes de prorogago para a concluso e entrega
3 que chegaram a esta capilpl os 10 unardas qne definitiva daquella obra, a contar do da Io de ra-
S. remelteu cora destino ao contingente que tem lho prximo vindouro em que tem de findar-se a
senador doj imperio ministro e secretario de estado
dos negoefs da guerra assim o tenha entendido e
faga execuiar. Palacio do Rio de Janeiro, em 31'
de raaiod* 1863Q4.* da independencia e do impe-
rio.Com a rubra de S. M. o Imperador.An-
gelo Muuiz da Si$ra Ferraz.
liBdi^e 4 sajretario do governo do dia 23 de
jraho de f?6o.
OfiBcio ao Dr. cnefe de polica.O Exm. Sr. pre-
sideofe.lfejfrovincia, manda declarar a V. S. em
respastefo'eeu officio n. 813 de 8 do corrente, que,
segondVdecJarou o desembargador provedbr da
Sania Cafa de Misericordia, em officio de 20 deste
raer, ejido-se ordem para ser recebida no hospi-
cio de Diada a alienada Regina Maria Captolina
do Sacraitienln, como V. S. soliciten.
Bcspaclios do dia 23 de jrfnho de 186o.
Rfutrimptos.
Aviso circular.4." directora geral.2. secgao.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guerra,
em 27 de maio de 1863.nim. e Exm. Sr.-Con
vindo estabelecer regra geral para os casos em que
as ihesouranas de faxenda e pagadorias militares
aboaam- sojdos e vaaiagen indevidas aos officiaes
e malspragas do exercito contra a lei,;disposigoes
regulamentares e ordens -do go*rasv-4iw S.
M. o Imperador por bem, de accordb com os prin-
cipios establecidos em toda a legislalago de fa-
zenda, determinar que sao inmediatamente res-
Na ultima qoinzena honve-o segointo moviroen
to raarilimo : da Bahia Th Queen of Ihe Fleels 26
a Falmouth ; da Bahia Berzelins 27 a Falmouth ;
do Rio-Grande Waalwyk 27 a Falmouth ; de Ma-
eei Emmehns 4, a Live? pool; da Bahia Caleio-
nian 3, a Clyde ; da Baha Manetha 6, a Falmouth;
, o do Itio Grande Lamours 7, aGravesend. Da In-
mm *mmn m m am mm 20, ara
Pernambuco ; de Liverpool Zone 4, para Pernam-
buco ; e de Cardiff Howesl Maid 3, para a Bahia.
No da 27 do prximo'passado seguio finalmente
ssrsssj7r^i^_m^\'ts^
devendo mandar-me urna relago de todas aque
pragas com declarag.lo dos servigos em que s
Quanto aos que faltara para o completo do nu-
ere distribuido aos corpos desse municipio, ron-
. S. que laca publicar o meu officio de 21 do
rrenle nao so em ordem do dia mas lambem :
einettendo-o por copia a todos 03 officiaes com |
articular recominendago de o communicrem
os guardas de suas com-ianhias, empregantfo para
Felisblna Conslanga de Azevedo.Indeferido por cando salvo a taes" empregados o direito regressivo
nao ter sido a supplicante contemplada no numero de haverem seu embolso,
das que foram julpadas com mais nabililagoes. Dos guard V. ExcAngelo Muniz da Silva
Honorato Jos MonteireConcedo seis dias de Ferraz.Sr. presidente da provincia de Pernam-
licenca para o fin que requi-r. I buco.
CapiUte Jos Caetano de Albuquerque.Informe
o Sr. commandante superior ua truarda nacional do
Recife.
Maria echado Soares. Informe o Sr. comman-
dante do corpo do polica.
Manol Ignacio da Silva. Apresente-se no
quartel do coinmando das armas para ser Inspec -
cionado.
Mauricio Francisco de Lirra Cabral.Informe o'
Sr. director da instrueco publica.
Rufino Paes Barrete.Informe o Sr. comman-
dante do fbrpo de policin.
EDITA L.
Secrtala do governo de Pernambuco, 27 de ju-
nho de iWo.
De ordepi de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, se iajublico para continamente das liarles a
ponsaveis e obrigados a indtmmsar os cofres pu- de Soulhampton para Gibraltar, a boVdo do'nqete
bncos es empregados, que ordenaren ou consent- jng|e, M s..;.iprira imperial do BraTem
rem em pagamentos indev.dos, sem que contra companhla do seu augusto esposo o conde d'Eu O
elles tenham representado, na forma do art. 2 das nrta,Bw e a nrinro rt imni ITjm;
instruegoes de ?0de Janeiro de 1S4-3, comprehen- ^.L\^^^\^iSS,
dendo-so ne.-;a regra os que noUrem os recibo e -
folhas de pagamente, por depender delles muitae
vezes os abonos que inegularmente s* fazem, fi-
quem .
1 Monlev
municou-se ao chefe da repartigo das obras pu
blicas
v m qne V. S. sobre a vinda delles providencie1 Dita.O presidente da provincia, conformando-
c im a jnecessaria actividade, e de contormidade se com a proposta apresentada pelo tenente-coronel
c mi a circular desta data. I commandante do batalho n. 43 de infamara da j
Circular a todos os comman Jantes superiores da guarda nacional do municipio de SerlnhSej, sobre con*^ .
g larda nacional da provincia.-^Reeommendo a que informou o respectivo commandaote superior; soswmo
em officio de 7 do corrente, resolve promover a of-, dios,
ficiaes do mesmo batalho de conformidade cora o raada
art. 48 aa lei n. 602 de 19 de soiembr de 1830 os xoa
cidadfios abaixo declarados : e-*T_
Estado-maior. r ral dp
om elles t ida a sua influencia, afim de que se Alteres porta-bandeira o guarda Jos Pedro Vello- silo.-^
restem voluntariamente ao sacrificio que delles so da Silveira Jnior.
xige o paiz, e dispensen! assim o governo de re- 2a companhla. Segaaa eccao. Palacio do invern de Per
(correr a meios violentos, dos quaes nao quer usar Tenenlc o alferes porta-bandcira Joao l\ reir namboaa* 23 de junho de 1863.O presidente da
Iseno depois de esgotados todos os ootros. Chaves. provine"?, am observancia de ordens imperaes,
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.PJe : Alferes o guarda Pedro Velloso de Albuquer- recomnipda a todas as autoridades civis o railita-
V. S. mandar retirar da thesouraria d9 fazenda,: que. res de-li| provincia, que nos districtos de sua ju-
coino propozem seu offl io n. 922 de 20 do cor-: Dito o Io sargento Jos Basilio Camell; Cava!- risdicgjjdeim a maior publicidade ao decrete de
rente, a importancia do peculio periencentc a Ma-j cante. 6 do cofeute, que fez extensivas as pragas dos
noel Jos de Meodong, que fez parte da compa- 3'companha. corpos d peticia aos guardas nacionaes que live-
nhia de aprendizes artfices desse arsenal e esta Tenente o alferes da mesma Martinho Rodrigues da rem ncorrido as penas do art. 133 da lei n. 602
a conde de Pars, o duque de Chartres e o princi-
pe de Conde, acompanharam os Ilustres viajantes
at SoulliamiioD, d'onde pelas duas horas da tarde
i daquelle dia largou o. mencionado paquete cora
destino a Gibraltar e outros portes. S. A. real o
duque do Nemours, pai de S. A. o conde d'Eu, se-
, guio viagem com seus augustos prenles para Hes-
. i panha e Portugal, d'onde regressara' Claremont
(Ass.gnado)-Joso Mana Ildefonso Jacome da D0 decurso do mez de julho depois da partida de
Este coXnieSntonio Francisco Duar.e, 2, g" Para Brasil dos W" "
tenente ajudaite de ordens interino encarregado Am dos principes qQe ficam meni;ionaaOS)
uo (reame. acompanharam piinceza imperial al o embarT
que o barao do Penedo. o camarista Siqneira, o
veador Miguel Lisboa, coronel Netto, o encarregado
de negocios Aguiar de Andrada e sua senhora,
Pereira de Andrada e sua senhora, barao de Mau,
almirante Grenfell, visconde de Carvalho e outras
muitas pessoas que de Londres haviam seguido
para Soirthamplon com aquelle honroso fim. SS.
AA. chegaram no dia Io do corrente a Gibraltar,
onde desembarcaram com sade.
A princeza de Galles deu luz no dia 3 do cor-
rente, em Marlborongh Palace, um principe e se
EXTERIOR.
COHfMSSPOXEXCIAS DO BIA
BIO IrE PERWASIB17C
8 de junho.
O Paran com a mala do Brasil do mez de maio
entrou em Seothampion no da i do corrente, e
inieressar, que
em 20 de marga" deste anno,
aviso, de 26 de maio ullimo, Joo Chri-
, gilva, parJo ejuro, cabellos carapi
ral de.-ta provincia e que servio ua ar-
ulidade de fiel de segunda classe ; dei-
^qneno espolio contundo algum dinheiro
qual fo arrecadado polo Sr. cnsul ge-
|erio n'aquella cidade e se acha em depo-
crttario, Dr. Francisco de Paula Salles.
uas circunstancias de recebe-la. visio ter atlin-
gido a idade da lei, segundo V. S. declarou em
dito officio.
Dito ao mesmo.Mande V. S. fornecer com ur
gencia do modo que julgar mais c raeoes que forem necessarias para sustento dos
reernlas de marinha que esli sendo depositados
na forta\eza do Brum, onde ja existem cinco.
Dito ao commandante do corpo de polica.De-
ferindo os requermenlos des soldados do corpo
sob seu commando Ismael Francisco de Lima en. 22 de infantaria da guarda nacional do raunici-
M iuuel Joaquim Pereira Magalbaes, sobre que ver-' pi do Limoeiro, Manoel de Parias Maclel, resolve
-am as suas informaco.'s de n. 433 e 454 B data de
J2 do corrente, autoriso V. s. a dar-lhes balsa.
Dno ao mesmo.D V. S. baixa ao >oldado do
corpo sob seu commando Manoel Geraldo Barbosa,
visto que segundo declarou no requerimenlo a
que. alinde a sna informagao n. 4i3 de 21 do cor-
rete, nao pode seguir com o memo corpo para
o snl, em consequenria de ser casado e ter lilhos
menores.
Dito a cmara municipal do Recife. -Convindo
Silva.
Alferes o guarda Manoel Antonio Pereira.
6a companha.
Alferes o guarda Felippe Nery de Barros Wan
derley.
Communicou-se ao cominandante superior da
guardajiacional dos municipios do Rio Formoso e qUe||,, primclro decreto, em cada municipio ou
Serinhaem. circuito militar, como foi declarado por aviso cir-
Dita.O presidente da provincia, allendendo ao CU|ar je 7 0 corrente pela forma nelles declara-
que requereu o tenente quarlelmeslrcdo batalho d. f;iZendo affixar nos lugares mais pblicos das
cidades e villas, e onde mais ronvier, para conlfc-
cimenii de todos a qxtem inieressar possa, a pre-
: de 19 de setpmhro-dc 1830, e em geral a todas as
'pragasdo eercito, polica ou guarda nacional as
disposiofi'S dp^lecret de 31 de maio ullimo, qne
perdoa^ frime de prlmeira desergao, e o do se-
gunda simples, aos reos que se apreseniarem no
prazo de tres mezes, contados da publicago da
se achava disposla a receber no sen palacio nume-
rosos convidados na mesroa noite em que deu a
luz, sem prolongados soffrimentos, aquelle princi-
pe. O herdeiro da cora inglesa est hoje, pois,
pai de dons lilhos, o pnmjiro dos quaes S. A.
real Victor Alberto, duque de Cornwall, nascido
em Janeiro de 1864. ,*
Este acontecimento^elerminara' provavelmente
o prompto regresso da rainha da Escossla a Wind-
?or, afim de vir assistir aqu ao baptismo do seu
Ilustre neto dentro do prazo marcado pelos usos
desta corte. O nascimento do novo principe foi
festejado nesla capital com salvas de artilbaria e
repiques de sinos, e grande numero de pessoas
tem concorndo para comprimentarem o principe
i de Galles por motivo de um lo feliz aconleci-
mento.
Ha j algnns mezes havendo noticiado o fallec-
gada da mala, de modo que o publico deste paiz
sabe agora pela palavra daquelle soberano, que
em referencia ao conflicto anglo-brasileiro, nao es
sabe agora pela palavra daquelle soberano,, que, cal|)edra| de Moor.fle|ds cmpieSeiI5a de um gran-
ie ^m i ^MoShor'MaSngfora durante
conceder-lhe
lisia de reserva, li-
,iassagem para a
; cando aggregado a secgj n. 4 do mesmo munici-
pio, visto achar-se inii>ossibilitado de continuar no
servieo activo como aflirmaram os cirurgioes da
; referida guarda mcional.Offldou-se ueste senti-
do ao commandante superior da guarda nacional
sent portara, acompanliada dos referidos decre-
tes, qu abaixo vao transcriptos, devendo as mes-
mas autoridades communicar o dia em que lizerem
a publicago recommendada.
DECRETO.
Hei por bem decretar que as disposigoes do de-
creto de 31 da maio do corrente anuo fiquem ex-
tensivas : Io s pragas dos corpos de polica ; 2o
aos guardas nacionaes, que liverem incorrdo as
penas do art. 133 da lei n. 602 de 19 de selembro
as
oc-
cupam, e das razoes porque nao poderam eral ar
car.
Dilo ao mesmo Mande V. S. receber de a
noel Joaquim Freilas, morador na ra Direitli n.
9i. seis correames e nove correias para mochilas
e capotes pertencentes a pracas d 2o corpo del vo-
luntarios, que deram ao referido Freitas pam se
itarios, que deram ao referido Freitas p
n lustradas; providenciando V. S. sobre
auto desse trahalho de modo que julgar
ipa-
con-
me
me
r do
s ne-
raba,
ruin;
rem
game
veniente.
Por esta occasiao "recommendo a V. S. qu
remeta urna relago do material, que segund
conslou licou na quartel d'aquelle corpo.
Dito ao mesmo.Acabo de otlciar ao inspjctor
do arsenal de marinha para mandar abon
modo que julgar mais conveniente as ragoi
cessarias para sustente dos recrutas de mai
que forem sendo deposilados na fortaleza do 1
cumpriudo que V. S. recommendo ao resp
commandante, que entendase com o refer
per.tor a semelhante respeito.
Fica assim respondida
ta data.
Dito ao mesmo. -Queira V. S. mandar lspec-
conar o guarda do batalho n. 18 de Infait;
do municipio de Nazarelh Manoel Ignacio da
Dilo ao mesmo.Fica approvada a delibj-racao
que V. S. tomou, segundo o seu officio n. 1,077 de
20 do corrente, de mandar admittlr comol ama-
nuense da enfermara militar parmanente o < x-sar-
gento do 4 batalho de arlilharia a p Uses da
que
upenor
do Limoeiro.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que nquereu a professera publica da cadeira de
iUtrucco primaria da villa do Granito, UaraOlym- f
azer alguns melliorametos na blanta de-la ci ia- pa de Luna Freir, e tendo em visla;a informagao' 3e !830_;' 3 a todas as pragas em geral, de quaes-
de, recommendo a cmara municipal do Recite j do director geral da instruegao publican. 184 de juer corpos de'lin!:a, de policia ou da guarda a-
para esse lim determine ao \ seu eugenheiro 20 do corrente, resolve remove-la para a da villa | conal, comprehendidas as disposigoes do artigo
do Cabo. I nico das desercoes aggravadas pelas circumstan-
Dila.O presidente da provincia resolve nomear cas B* ^ 3,3 e"3 05 ttulo 4 da ordeuanga de 9
o bacharel Miguel Jo.- de Almeida Pernambuco, ,j(! aDr|| e igo3, salva a restriegan ou odemnisa-
para exercer interinamente o lugar de procurador j0 ^e que traIa 0 decreto n. 1671 de 7 de novem-
Dseal da thesouraria provincial, durante o imped- (,ro de 1833.
ment do respectivo propnetario o bacharel Cy- Angelo Muniz da Silva Ferraz, do meu conselho,
priano Fenelon Guedes Alcoforado, que se acha no senadr do imperio, ministro e secretario de esla-
lem delxado por goso de tres mezes de licenga, segundo parlicipou-', do dos negocios da guerra, assim o tenha entend-
a a obra doem- me em ufflci) de 21 do corrente mez.-Fizeram-se do e faca execuiar.
i deste niez^jm
comuni-
que, se entend com o engenheiro em chefe da re-
partido das obras publicas.
Dito ao engenheiro em chefe da repnrtigo das
obras publicas.Inleirado de quanio Vine, expoz
em sua informagao de 20 do corrale, sob n. 18',
dada acerca do oflicio n. 238 de 1
que o inspector da thesouraria provincial
Dicon, que, por falla de licuantes
differentes vezes de ser arrematad!
pedramente uo logar denominade Arcias do G-
quirecommendo-lhe que mearen etta logo o novo
orgamento a que mandou procede' para serVir de
base a arrematagao daquella obra.
Dito ao Dr. juiz de direito do Rio Formoso.
Teudo-me o juiz municipal de Set nhem commu-
nlcado em 4 de abril passado qu i mandara dar
urna busca no engenho do subdekgado Fructuoso
Dias Alves da Silva para prender criminosos asy-
lados por elle, enviando-mu nao os mandados
clivo expedidos para a priso e busca :om as respecti-
) ins- vas ceriidoes, mas lambem os in errogatorios em
o seu officio n. UO des
as necessarias comraunicag5es.
Dita. O Sr. capito do hiate nacional Amelia,
transporte a seu bordo at o Cear o soldado do
corpo de policia d'aquella provincia Marcollino Bor-
ges.
D.ta.-O presidente da provincia, em observan-
cia de ordens imperiaes, recoroinenda a todas as
autoridades civis e militares desta provincia, que
nos districtos de sua jurisdicgo dem'a maior pu-
blicidade ao decreto de 6 do corrente, que fez ex-
tensivas s pragas dos corpos de policia, aos guar-
das nacionaes que liverem incorrdo as ponas do
Silva Guimares, queexercia esse emprego quan-jcasa e protega os criminosos nao s porque os o-
do obteve baixa do servigo.Commuoico -se a ficiaes nao so firmaram somente nos diios daquel-
tbesouraria de fazenda.
Dito ao Dr. chefe de policia.Informe V. b., ou-
vindo o delegado Pinto de Souza, quaes as
malversagoes de que por elle aecusado o 1 :sup-
que os officiaes de jusliga declararbm as razoes da | artigo 133 ra h i u. 602 de 19 de setembrd de 1830,
scencia, que tinham de eslar com effeito os crmi-! e em ger^l todas as pragas do exercito, polica op
nbsos homisiados naquelle engenho ; mandei ouvir j guarda nacional as disposigoes do decrete de 31 de
por intermedio de Vmc. o predito subdelegado, que i maio ullimo, que perda o crirae de primen a de-
procufou defenaer-se comearlas de dous indivi-.sergao e o de segunja simples: aos reos que .--eapre-
Silva. dos aos quaes se referiram os officiaes de jusliga, seniarem no prazo de tres mezes, contados da pu-
nas quaes declaran) que nao Ihes haviam dito que blicago d'aquelle primeiro decreto em cada mui-
os criminosos seachavamno engenho do subde-. cipio ou circulo militar, como foi decl.rado por
legado. aviso circular de 7 do correute, pela forma nslles
E porque taes documentes nao pos-.am destruir declarada, fazendo affixar nos lugares mais pnbli-
a crenca de que o subdelegado guardava m sua eos das cidades e villas e onde mais convier, para
conhecimento de lodos a quem inieressar possa, a
presente portarla acompanhada dos referidos de-
Palaqo do Rio do Janeiro, em 6 de junho de
1863, 44 da Independencia e do imperio.Angelo
Muniz (Ib Silva Ferraz.
DECRETO.
Comm|serando-me das circumstancias em que se
acham os' militares dos <'(Trentes corpos do exer-
cito, eos,da guarda nacional em desiacamenlo que
tiveram a -infelicidade de desertar apartando-se
das suafi baodeiras, hel por bem perdoar-lhes o
crlme de primeira desergao e o de segunda sim-
ples, apresentando se os reos dentro do prazo de 3
mezes, contados da publicacao do presente decreto
ero cada urna das cemarcs do imperio, incloin-
do-se lambem oeste indulte s que j osliverem
sentenciados e para sentenciar.
Angelo Muniz da Silva Ferraz, do meu conse-
lho, cenador do imperio, ministro e secretario de
estado dos negocios da guerra, assim o tenha en-
tendido efaga execuiar.
Palacio do Rio de Janeiro em 31 de malo de
1863, 44 da- independoncia e do imperio.
Com a rubrica de M. o Imperador.Angelo
Muniz aa Bilva Ferraz.
Antonio Borges Leal Castello-Branco.
esIndividuos, que alias nao podem destruir a fe creto;;, que abaixo vao transcriptos, devendo as
publica delles por meras denegag5es em carias mesmas autoridades communicar o dia emijue fi-
.parliculares; mas tambera porque essa crenga se fun-izeretn a publicago reeommeodada.
da igualmente as communcagies reiteradas j
pnted*subdelegacla de Duas Barras, Elias Cor-; doluiz municipal a mim em 4 e 30 de abril, e ao
deiro Cintra, como declara a correspondencia do chefe de polica era 28 de margo e ja do delegado
Diario de Pernambno de hontem assignada por | de policia bacharel Manoel Nicolao R.queira Pinte
Fructuoso Dias Alves da Silva. ao mesmo chefe de policia em 12 de abril, aojis
lto ao mesmo.Informe V, S. ouvindb e 1" municipal ero 14 (Tu mesmo abril, e a Vmc,em 29
niDDlente do subdelegado de Duas Barra Elias e 31 de maio, as quaes asseveram que antes e
Cordeiro Cmtra, sobre as accosagoes que he faz ainda depois da busca patrocina o subdelegado os
Fructuoso Dias Alves da Silva, em urna corres-, criminosos e os conserva em sua casa resolv de-
nond^nca publicada no Diario de Pernambuco de; miiti-lo, assim como ao supp ente Bartholoipeu do
hontem de hVr recebid) de Joo Mitins a! Reg Barros, e aecusado pelo delegado em seus
noantde 304 oara^Ucnlir no atravessaraenlo supramencionados offlcios de 12 e II de abril e 29 ,9 de abril de 180o, snl va a restito.gao c-u rod
da farinha destinada feira de Gameleiraf sendo de maio de auxiliar o subdelegado na proteegao saco, de^quejrata o decreto n. 1671 do ( de
Uno Flix Cavalcanti de Albuqoerque vio o dito : dos criminosos, impedmdo at que o offlcial de
Martins atacar de urna vez, em presenga do mes- jusliga Manoel Luiz Salgado cumprisse a ordera
Sosnpplen^ 1 | que tinha de prndelos como declarou este em of-
Dito ao inspector da thesouraria de faienda.- Ilcio de 19 de maio ao raesmo delegado.
Mande V S entregar ao capito-tenente dommao-; E para que a verdad dos fados seja devida
danto da comnnhia de aprendizes aruflceb do ar- mente apurada como convm, punido o crirae ou
de marinha afim de ser restituida 4 Manoel reconhecida a innocencia, remetto
seal ........,-------------
Jos de Mondonga, viste ter atliDfido a idade da
lei, a quantia de 2335117 rs., importancia do pe
culio pertencente a este, relativamente ap lempo
em que leve praca em dila companhla.
Dito ao mesmo.A vl3ta do incluso reqqenmen-
to mande V. S. abonar em es d
a
authenticas de todos os mencionados papis, re-
commendando-lhe que instaure processo osde-
mittidos e que no caso de verificr-se qne os offi-
ciaes de jusliga commetterara falsidades nos seus
DBCHBTO.
Hei por bem decretar que as disposigoes do de-
creto de 31 de maio do corrente anno, liquem ex-
tensivas : l.as pragas dos corpos de policia : 2.
aos guardas nacionaes, que tiverem incorrido as
penas do artigo 133 da lei n. 602 de 19 de selem-
bro de 1830 : 3." a todas as pragas em geral de
qoaesquer corpos de licita, de policia, ou da guar-
da nacional comprehendidos as disposigoes do ar-
tigo nico das desergSes aggravadas pelas circums-
tancias n. I, 2, 3'e 5 do titulo 4 da ordenanga de
indemnl-
no-
vembro de 1853.
Angelo Muniz da Silva Ferrraz do meu conselho
senador do imperio, ministro e secretario de esiv
do dos negocios da guerra assim o tenha entendido
e faga execuiar. Palacio do Rio de Janeiro, era 6
de junhe de 1863, 44. da independencia e do im-
a Vmc. copias perio.Angelo Muniz da Silva Ferraz.
DECRETO.
Coramiserando-me das circumstancias em qne se
achara os militares dos differentes corpos dp exer-
cito, e os da guarda nacional em destacamentos,
que sua magestade imperial manifest seus dse
jos de ver restabelecic'as as relagoes polticas entre
o seu governo e o da Gra Brctaiiba.
No parlamente inglez nao tem sido ltimamen-
te discutida essa questo, mas consta que o gabi-
nete do Rio, cein quanto um baja regeitado a ul-
tima proposta de lord Russell, aprsenla como
condico additiva a essa proposta o reconhecimec-
lo por parle da Inglaterra do nosso direito a re-
clamar am favor da propriidade brasileira violen-
tada em consequencia das represalias execuladas
pelo almirante Warren : evidente que a admis-
so de urna tal condigo implicara urna bastante
salisfago, mas por isso mesmo recete que jamis
0 ministerio Palmersten Russell venha a conceder-
nos essa justa condigo.
Um facto digno de menguo acaba de ter lugar
nesta capital, e isso com relago ao Brasil.
A sociedade promotera da extincgo do trafico
de negros, reconhocendo a boa f com que_ o go-
verno do Brasil obteve no imperio a extingo da-
quelle nefaudo commercio, propoe se a sollieitar
de lord Palmerstou a revogago do Bill Aberdeen
que fra promlgate com o fim de conseguir
aquelle resultado, embora o fosse com grave vio-
lencia para asobcrauia do Brasil.
Semilhanle atiilude por parte da urna corpora-
go que em lides daquella natureza tem sempre
apoiado o visconde de Palmersten, prova que nao
mais duvidosa a nossa boa f naquelle respeito,
sendo demais que cessara' o pretexto com que es-
se ministro pugnou constantemente pela manuten-
go de urna lei contra a qual o governo imperial
protestou repetidas vezes; se pois o trafico cessou
no Brasil, e se a Anti Slavery Soeiety pede a re-
vogago do Bill Aben leen, como podera' lord Pal-
mersten insistir decentemente no seu proposite de
offender o Brasil 1
Entretanto duvido que este ministro venha a ce-
der fcilmente ; e em todo o caso parece-me que
elle buscura' deferir quanto Ihe fr possivel a jus-
ta representago daquella sociedade humanita-
ria.
1 Est annunciada para amanhaa a reunio da as-
sembla geral do London & Brasilian Bank, que
devora approvar definitivamente a amalgamagao
j dessa companhla com o banco Maua; sabido,
. porm, a fuso sera' absolutamente approvada, res-
tando d'aqui at dezembro prximo a verificar a
' liquidacao dessas sociedades, afim de, em Janeiro
' prximo, comegar a funecionar o novo banco. As
& Brasilian Back- ficam com o
Em Liverpool o nosso algodo mantm os se-
guintes pregos : o de Pernambuco superior 16 d.
' e dito da Ha-
sul da Unio
lade de na mmlia segu.nle'recebemos aqu a correspou- \^S0am^l^Zj^i^
como dencia vinda por esse pa.iuele. I?.a ^c.esso, era esperado para mais
1 A importancia das noticias polticas receidas f&ma.8 e!2.po1r lsso leve ?ar cora menor fe"
foi sem demora apontada pelos jomaos de Londres, l,c,dade' succedenlo que aquella augusta princeza
que lodos tem dado ja' como certa a allianca, enlre
o Brasil o a repblica Argentina contra o'Para-
guay. -
A imprensa ingleza contina a ser-nos favora-
vel, e agora que as nacionalidades do Prata se a-
cbam de aecrdo comnosco parece haver desappa- j
recido inteiramcute o receio que aqui havia de
conquista por parte do Brasil sobre aquellas rep-
blicas.
A noticia aqu publicada da allianga do Para'
gaay com a Bolivia contra nos nenhuma influen-
cia causou neste paiz, onde se conhece bem a po-
tigo superior do Brasil na presente emergencia;
quando muito a no^sa posigo linanceira podera-
ser temporariamente abalada, viste como sera' pro- j
vavelmenje o imperio qne lera' de entrar por si e |
pelos seus alhados em compromissos pecuniarios
hra^ileira a aena .te Pariv : fra Pr0P0Sl<>. P^a succeder Ihe como prelada.da
G^ Srs coSm quesa Ma^tade o Imperador f]o^ ,de f^'runTster moasenhor Manning doa-
do Brasil abrioa assembla legSva no dia 6 de r,,e'" "I\TAT.S'? deJara,8Sl u
.l.n,o,foipnbhcadoa^S
de modo que o publico deste paiz \V(lslrunisleri e hoje lPVe ,ugar a sua sagrilC'ao na
COMALO DAS AR1IAS.
Quartel do cniumanilo das armas 4e Pernambuco acCoes do London
na cidade de Recife, 27 de junho de 1865. premio de & 4 a
Ordem do dia n. 82.
O coroncl-comruandante das armas interino, faz .
certo para conhecimento da guarnigao e effeitos por libra ; dito do Maranhno 17 d.
necessanos, qne segundo constou de officio da pre- hia 13 d. por libra. Os portes do
sdencia datado de hontem, o governo imperial de- Americana acabam, porm, de ser abenos ao com-
clarou em aviso circular do ministerio da guerra merclo estrangeiro, e esta circumsianciaha de pro-
de 5 deste mez, que a gratiflcaco de 300 reis da- i vavelmente influir para maior baixa naquelle arti-
rios marcada no decrete n. 3371 de 7 de Janeiro go pela abundancia que delleseespera no mercado
do corrente nno para os volntalos da patria, [
nao est sujeila as despezas de hospitaes ou enfer-;
marias militares, devendo por consequencia os vo-
luntarios contribuirem nicamente para o seu Ira-
lamento com o sold e elape.
interrogatorios, proceda tambera contra elles, e que tiverem a infelicidade de desertar, apartando-
contra quem mais de direito for em vista dos es- se das suas bandeiras : Hei por bem perdoar-lhes
^^'tiSg'me^^wp^^itiu clarecimentos que ministrar aquelle processo.com- ocrimede primeira desergao e o de segunda sirr.
oonsigoaeao deja ^J^J^J a Mn"ar de mUQicaodo me o resuludo de todo. pies ; apreseotando-se os reos dentro do prazo 1
hlS?vmaouro em diaSJSajo* J0o"'Be7- ~ DHo~ao~mesroo.-Inforroe Vmc. procedendo as tres mezes, contados da publicado do presente de-
1 de jaflio vindouro em oanie,j wj" fw aVeriRuac5es necessariai quaes os actos do escrivao ; creto em eada urna das comareas do imoerlo, hi-
^M*S eli,S iSraria niovincial.- Joo Affonso Riguira a que allude a corresponden- cluindo-se tambera neste indolto os que j estive-
Dito ao inspector da *eoura"* ^"^af cia inserta no Diart0 de permmbuco de hontem n.' rem sentenciados e para sentenciar.
K dpr^Si*a do^terraTde s- 142 S asonada por Fructuoso Dias Alves da Silva I Angeio Muniz da Silva Ferraz do meu conselho,
\
e Liverpool.
O cacao do Brasil fica de 37 s. 59 s. per cwl.
Caf de primeira qualidaile de 71 s. 80 s. per cwt;
dilo de segunda qualidade de 64 s. 70 s.; e ordi-
nario de 51 s. 63 s. .per cwt ou 112 libras inglezas.
Oulrosm, faz publico o disposto no aviso do mi- Pp Brasil 60 s. 70 s. por tonelada,
nislerio da guerra de 27 de maio ultimo abaixo Assucar branco de Pernambuco e da Parahiba
transcripto, estabelecendo regras para os casos em' de 23 s. 26 s. 6 d. per ewl; dito mascavado de 18
que as thasourarias do fazenda on pagadorias mi- s. 22 s. 6 d. Dito branco da Bahia 22 s. 26 s. per
litares abooam sidos e vantagens indevidas aos cwt; mascavad de 18 s. 6 d. 2t s. 6 d. per cwt.
officiaes e pracas do exercito contra a lei, disposi- Couros seceos do Rio 6 1/2 d. a 8 1/2 d. por libra;
cao e ordem do governo. ditos salgados do Rio Grande de 4 d. a 5 3/4 d. por
Finalmente determina o coronel commandante libra. miu
dao arraes interino, que o segundo cirurgio Dr. Consolidados Inglezes 3 0/n ficam a ao i/*, sw
Joao Henorio Bezerra de Menezes, que se apresen-,3/4 Renda fraoceza 30/o 67 fr. 40 c. Fundos
tou vindo da corte no dia 20 do correte mez; em brasileiros 5 O/o a V9 l/; ditos 4 l/i! O/o a 81 t/3.
qnanto nao segu para o presidio de Fernando, Portuguezes 3 0/n 49 1/2. Hespannoes 3 O/o 47
-onde val servir por deliberago do governo, pas 1/2. Peruanos 4 IJi O/o 80 1/2. Russos 5 O/o 91.
sar visite sanitaria das fortalezas do Brum e Bu-. E torcos garantidos 4 O/o 100 102.
raoo, alternando, neste servigo e no da visita dia- As colagOes dos landos das nossas estradas er-
ria das pracas em deposite no quartel da Soledade,' reas sSo as mesmas; acgCes do Recite S 13 1/2,
com o Sr. primeiro cirurgio Dr. Antonio Francte-! S? 14; ditas da Bahia S 14 ; e ditas de S. Paulo
com
co de Uoraes.
I se 17 1/1

1
K
alguns annos
professor em Oxford, no lempo em que pertencia
ainda igreja angbcana ; mas possuido de urna
profunda convieg, abandonou o protestantismo
para dedicar-se com devogao extrema igreja de
Roma que o acolheu cora fervor, ecujo enthusias-
rao foi lo real que ella acaba de cscclher aquelle,
seu distincto membro para primaz da igreja roma-
na na Inglaterra. Os bisposClifiord, Granl e Ulla-
lliorne haviam sido propostos lambem para seme-
lhante cargo, mas o pontfice romano preferio
aquelle que por seu zelo, virtudes e talentos j
bem conhecido nesta diocese.
A eflervescencia poltica augmenta neste paiz
agora que se aproxima a poca em que dever ter
lugar a lula eleitoral. Nao est ainda dissolvide o
parlamente, mas os partidos se organisam e todos
os dias as folhas inglezas publican) os manifeslos
dos candidatos conservadores e lioeraes. Mr. Dis-
raeli appareceu ha dias com o seu documento, e
mais urna vez annunciou aos seus constituintesqne
permanece firme as suas doutrinas conservadoras:
a promessa de promover a reforma eleitoral, e a
de manter os privilegios da igreja anglicana (Es-
tablished Church) forma a divisa do seu partido,
com a qual esse Ilustre orador pretende combaler
ainda se for ecolhido pelos seus constituidles. Mr.
Gladstone mantm pelo contrario seus principios
liberaes, e parecendo comprometler-se por urna
reforma eleitoral liberal, allega,sobretudo os servi-
gos quo tem prestado ao paiz mediante suas refor-
mas linanceiras.
A verdade que quanto a grande queslao da re-
forma eleitoral nenhom dos partidos sincero,por-
que ainda ha pouco lories e Whigs acabara de
regelar a proposta de Mr. ualnes, que pareca re-
solver aquella grande necessidade poltica da Gra-
Bretanha.
A lula eleitoral ha de ser renhida, mas nao me
dado por emquanlo avahar de que lado flear a
victoria.
O partido conservador deseja actualmente entrar
no poder, e por consegrante ha de empregar os
seus ltimos esforgos para conseguir urna maioria
eleitoral, diant; da qual lord Palmerston teria ne-
ce>sariamente de retirarse. Contina acrer-se que
no mez seguinte a cmara electiva ser dissolvlda,
* que em agosto se ar a elelgo geral.
O conde Russell acaba de dirigir aos lords do
almiranlado urna communicaco regia, intimando
a cessago dos privilegios que sua magestade a
rainha havia concedido aos navios de guerra con-
federados. De hoje em dianie estos uo gosaro
mais das vantagens de marinha militar, devendo
ser-Ihes al recusada a entrada nos portes da Gra
Bretanha em tal qualidade.
O presidente Johnson acaba de levantar o blo-
queo, dos portes do sul, e foi devdo provavelmen-
te a isso que o governo inglez tomou aquelle ex-
pediente.
Na cmara dos communs o gabinete de lord
Palmerstou foi ltimamente interpellado acerca das
reclamagoes feitas pelos Estados-Unidos por moti-
vo dos destrogos causados ao commercio federal
pelos corsarios confederados armados na Ingla-
terra. .
O visconde Palmerston confessou que com ellei-
to o gabinete de Washington tem reclamado na-
qnelle sentido, mas evtou dizer o que o governo
britannico tenciona fazer em taes circumstancias.
O conde Russell ha de buscar evadir a solugo de
urna questo que implica tanta responsabilidade,
nao querera' de um lado responder negativamente
ao presidente Johnson pelb receio de suscitar um
conflicto entre a Unio Americana e a Gra Breta-
nha, mas por outro lado nao so atrever' a admit-
tir a justiga das reclamagftes americanas, porque
isso estara em comradicgo com o que tem elle
estabelecido, sobretudo porque a opinio publica
aqoi condemna altamente a odiosa pretencao do
governo americano.
O gabinete de Londres sera' entretanto obngado
a dar cedo ou tarde urna resposta qualquer, e um-
adiamento Ilimitado sera' motivo de grave aecu-
N
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3 i^^-^^^M^i&'iX. BfiSB99MHHnSH^fliBI^BKHHHUI RSBn feSsiissiS


-=
Blrio de rcrnftmbttcffl Quarta felta t e Juuho de 18G5
permita V.
conderonada
i servem de
., em 1851,
ponto que o governo r^.eia.a rjjfflcohide em fot deroittldo do arto de ministro dos negocios es-
que se acha, nao tp-a0 a coragem de repellir na trangeiros por haver declarado a lord Normamby,
presenga n ramflra electiva a absurda reclama- embaixador de Inglaterra em Franca, a sua opinio
^*r> do gabinete d* Washington^ Aquelle incidente individual sobre o golpe de estado de % de de-
nao tevo todava maior segolniento/e a cmarapft-
rece confiar que o ministerio mantera a dlgnidade
nacional uaquella emergencia.
A casa dos ccmmuns, betn como dos lords, es-
tiveram adiadas durante urna scmrpa at boje por
cccasiio das festas do Espirito Santo ; esta noule
ha vera' sessao em ambas as cmaras, onde col ti
nuarao as discussties relativas nos diversos orna-
mentos apresentados tutros assomptos. O minis-
tro duqued'ArgyII nao comparecer; as discusses
por se achar na" Escossia com a ratona.
Temos aqu noticias do Mxico, por via de Nova
York, at o Io de maio. O partido de Jurez havia
obiido ltimamente algumas vantagens contra as
armas imperiaes, e esta circunstancia tem creado
aqui grande pnico entre os partidarios de Maxi-
miliano.
No Michouacam um baialhSo belga fra, aperar
da sua bravura, completamente derrotado pelas
forgas de Jurez; e corra o boato de que este se
apossra de Camarago, China e Pedras.
Megia conservava se em Mtame) as, que elle de-
clarara em estado de sitio para resisiir a Negrete
que sitiava aquelle ponto.
Mr. Eloin, enviado do imperado' Maximiliano,
tinha partido para Pars afim de sol ciiar novos re-
forgos, visto a urgente necessidade de acabar de
prompto com o partido republicano, que busca ago-
ra apoiar-se na esperanga que Ihe prestar a UniSo
Americana. O presidente Johnson pjarece entretan-
to disposlo a observar as leis da nutralidade, era
observancia do que se afflrma hav sahida de Arizona de una barca Mxico, carrejada com emigrado e armamento,
hem como a cuotinuagao dos alist; roentos que em
Nova York eslava fazendo o gei eral Ortega. A
-Franca parece haver tomado ao serio a defeza do
Mxico, e o gabinete de Washingtm naoquerera
talvez arriscar as suas boas relac&s com o impe-
rador Napoleao.
A posiciie poltica do Mexicoest porm longe de
achar-se consolidada, sendo demais que o seu esta-
do financeiro se avisinha de urna 1 ancarrota, ape-
zar dos esforgos com que o imperai or Maximiliano
busca or-gani;-ar c seu novo imperii.
Aquelle enviado do soberano do Mxico acaba de
chegar a Pars onde foi ja recebide pela imperatriz
regente; mas aguarda o regresso di imperador que
anda esl em Argel, afim de com nunicar a S. M.
todos os detalhes da sua missao.
Os jornaes de Franca annunriatr que o presiden-
te dos Estados-Unidos prometiera i econhecer o no-
vo imperio do Mxico; quaes sao pirm os funda-
mentos para semelhante cienga T erao por acaso
as boas palavras que aquelle magistrado acaba de
dirigir ao novo ministro da Franca, quando este Ihe
apresentou ha pouco as -uas credmeiaes 1 Entre-
tanlo as expresse do presidente ohnson ao mar-
quez de Monthoton se referem s milesmente a ma-
nutengo das boas relages entre >s dous paizes
sem alluso agum a qaestio mexiaoa.
As noticias dos Estados-Unidos cliegam at 27 de
maio ultimo.
O [residente Jefferson Davis, su i familia, e ou-
tros personagens confederados, se achim encerra-
do e incommunicaveis no forte Mo ire, prisao de
estado. O processo dos conspiradores continua a
correr em Washington, onde os enaltados se mos-
tram desejesos de vinganca, apezar da grande con-
veniencia poltica que resultara dal moderago de-
pois d* triumpho. O jury do distrlelo da Columbia
pronunciara um veredictum de tijaigao contra o
presidente Davis e Brekenridge, que iam ser pro-
cessados por um conreino militar; emelhante de-
terminagu que indica assaz a vontide de sacrifi-
car a lodo o custo aquellos personagens, tem cau-
sado na Europa triste sensacao, por que isso o
indicio da poltica terrorista que o ga jinete de Was-
hington se propoe seguir.
Todos os recursos do partido confederado se
acham lioje limitados a's forcas d< Kirby Smith,
queoecu^a o Texas, onde teve ultim mente um en-
contr com as forcas federaes sob o commando do
general Forrester. Parece porm qi e o presidente
Johnson offerecera a'quellc insurgen e una capitu-
lado nos termos daqnella com que seentregouo
general Lce, mas nada consta quai to a aceilago
dessa offerla por.Kirby : entretanto o estado de des-
organisagao completa em que se ach a confedera-
gao, deixa crer que em breve aque le ultimo ele-
mento de resistencia tera' desapparet ido, agora que
a cxntinuagao da lula seria quasi in ustificavel.
A proclamago de Johnson, pela qual declara
ahertos os portus do sul ao comme'cio eslrangei-
ro, faz todava urna excepcao a respailo dos portos
do Mxico, onde a insurreigao se sus enta anda. O
navio confederado Stoneicall que seachavaem Cu-
ba, entregnuse a's autoridades Desmolilas, qual
lero de passa-lo a's maos do presidente Johnson.
O premio do ouro ficava em Nova
ITEEIO
RIO DE JA>KIKO
cmara nos sexhores
REPUTAROS.
Discurso pronunciado na sessao de 31 de maio
de 1865.
O Sn. LopesNetto (Silencio, attencao) :Antes
de 12 do correnle, e quando se jolgava provavel a
queda do ministerio de 3! de agosto, derlarei, em
varias ocrasies, aos meus amigos que apoiaria,
sem escrpulo, nesta cmara qualquer ministerio,
que seempenhasse seriamente no completo des-
aggravo da honra nacional, atacada brutalmente
pelo despota do Paraguay. Como a viuva de Jac-
ques Arteveld, eu Ihe offerec-ria de boa vonlade o
pouco, que valho ou possuo para a defeza da pa-
tria, atacada pelo estrangeiro, sem querer saber se
nelle eslava o causador dos meus infortunios, o
inimigo de minhu familia poltica.
Nao Ihe fazia nisto favor : cumpria apenas um
dever -agrado para com o paiz, por elle represen-
tado, nesta momentosa occasio. Quando a patria
afilela chama todos os filhos em seu soccorro, fra
alternado atroz deixarem de acudir-lhe para ouvi-
rem a voz desafinada das paixes, que os divtdem
em campos inimigos.
Assim procedeu lord Derby em 1853. Declarou
solemnemente por si e seus amigos, que nao dispu-
tava o poder, nem levantara o menor embarago a
lord Palmerston, durante a guerra da Crimea. Foi
somonte depois de celebrada a paz com a Russia,
que tanta gloria e forga deu ao ministerio, que o
digno chefe dos lories se deliberou a combater o
chf fe dos whigs, a qoem fogrou succeder na direc-
cao dos negocios de seu paiz em 1838.
Tambero eslava eu longe de querer suscitar diffl-
culdades ao novo ministerio, declarando-lne as con
digoes do meu voto. Devla d-lo silenciosamente,
na persnaso de que ellas eslavam subentendidas,
epodiamatodo o tempo ser allegadas comjro-
veito.
Permaneca neste proposito, quando oovi os lti-
mos discursos dos nobres ministros da marinha e
da jushga. Senli logo a necessidade de fazer a Ss.
Exc?. algumas bservages, e convidar o nobre
presidente do conselho a declarar-nos se acompa-
nha seus nobres collegas de ministerio as ias
poli'icas, que eolao manifestaram.
Provocado pelo nobre deputado por Minas, o no-
bre ministro da marinha fez-nos a sua profisso de
f poilica, expondo a sua opiniao individual a res-
peilo dos nossos partidos edo modo por qne S. Exc.
governaria o imperio, se tivesse conseguido orga-
nisar um ministerio conforme seus iouvaveis de-
sejos.
E' fcil comprehender, Sr. presidente, a impor-
tancia, para rada um de nos, da opDiode lao dis-
lincto cavalleiro; roas pego licenga a S. Exc. para
pondcrar-lhe que a cmara o que aproveila saber
o pensamento do gabinete.
O Sn. Ministro da Marinha : Responde-se
pelo caso por que se faz a pergnnta : foi o que eu
flz.
O Sn. Lopes Netto :Nao me parece que ao
ministro caiba tanta liberdade Adoptando o sys-
tema representativo, some obrigados a seguir-he
as mximas, firmadas na experiencia das naedes,
que dos precederam na pratica delle.
A manifestago de opinioes individuaes por par-
te dos ministros, muitas vezes levados pelo enthu-
siasmo di momento...
O Sn. Ministro da Marinha :Foi moito reflec-'
tido o mea proceriment.
C Sr. Lopes Netto :Perde-me V. Exc, nao
creio que hoovesse tanta reflexao.
OSr. Ministro da Marinha : Perfeita re-
flexao.
zembro.
O Sa. Ministro da Marinha :E' const mais
grave.
O Sr. Lopes Netto :Embora : est regulada
pelo mesmo principio. A occasio do nobre mi-
nistro da marinha foi pelo menos mais so-
lemne.
O nobre ministro da marinha falln cmara
ero nome dos principios liberaes : alcangou, por
isto, merecidos applausos ; disse-nos at que para
ser liberal nao careca licenga de nlnguem.
Declarando que era com esses principios que go-
vernaria, se tivesse conseguido organisar o seu mi
nistero, mas que gnorava seo nobre marquez de
Ohnda ira lao longe, nao o poriaem serios apuros
na qualidade de presidente do conselho de minis-
tros f (Ohl Ohl)
O Sr, Ministro da- Marinha :Nao, senhor
dizer a verdade em todo o caso s ludo o mais so-
[phisma.
O Sn Lopes Netto :A materia na verdade
mnito seria. O nobre ministro ha de permitir que
ihe d algum desenvolvimento.
O Sr. Ministro da Marimba :Eu o ougo com
muit^ prazer.
O SR^LorEs Netto :-Muito obrigado a V. Exc.
A ovago que recebeu desta cmara o nobre mi-
nistro da marinha, a quem tambem applaudi, re-
velaiia o espirito della, se nao fosse j conhecidodo
paiz. Importa seguramente a confianca, que nos
merece o nobre ministro. Que posigao moral re-
sulton d'ahi para o nobre presidente do conselho ?
Como ficar S. Exc, apezar da garanta do nobre
ministro da marinha, em relacSo a nos, se, como
muito natural, nao qnizer acceitar todas as ideas
polticas do seu distincto collega de ministe-
rio ?
(Cruzam-se os apartes.)
O programma nao trata da poltica interna. A
melhor prova disto a rqecessidade, qae o nobre
ministro da marinha sentio de explicar-se sobre
ella, com a franqueza, que o distingue.
Nao s acho procedente o exemplo ]a' citado e
menoscompalivel.com a solidariedade dos gabine-
tes a pratica, que se vai introdiuindo no nosso par
lamento.de fallarem os Srs. ministros tambem por
si e sem o accordo de seus collegas, mas at qui-
zra que entre nos, como succede em outros paizes
regidos tambem pelo systema representativo, s o
presidente do conselho," regulador da poltica do
gabinete, fallasse as cmaras, em nome delle, em
casos semelhantes
O Sr. Auistides Lona :Sem excluir os outros.
O Sr. Lopes Netto :Com exclusao dos outros
ministros.
O Sn. Aristides Lobo :Nao apoiado.
O Sr. Lopes Netto :Respeilo muito a opiniao
Ilustrada do nobre deputado pelas Alagas ; mas
pegolhe licenga para observar-lhe que nao me pa-
rece baseada nos exemplos, que nos ollererem as
nages mais cultas.
O Sr Aristides Lobo : Mas raciocinamos sobre
ellas.
O Sr. Lopes Netto : E' talvez este o nosso
maior defeito. Nao tratamos muitas vezes de con-
sultar a experiencia alheia e queremos fallara
ralione de materias positivas.
O Sr. Silveira Loro :- E' para raciocinar que
Dos deu a cada um urna cabega. (Risadas).
(Ha outros apartes.)
Sr. Lopes Netto: Tenhoobrigagaodepoupar
a attengo da camar.i, nao respondendo a todos os
apartes. Aos nobres collegas, que arabam de hon-
rar-me com os seus, direi apenas que me satisfago
com as respostas, queelles mesmos levam comsigo.
Puzesse ou nao o nobre ministro da marinha,
Ora, sendo diversas as ndoles e tao varios os ln-
teresses dos individuos chamados a Intervir nos
destinos de um paiz, governado pelo systema re-
presentativo, muito natural nelle a lata das opi-
nioes, a existencia dos partidos polticos.
Diz a historia, em iioguagem figurada, qne Pen-
des, foi sempre rapaz, Cesar homem, Alcibiades
chanca, e Augusta velho. Symbohsada assim a
desconformidade de temperamentos nos homens,
nao admira que ella se revele tambem as scien-
cias, na litteratura e as bellas artes. Ha partidos
at em mathematicas, diz Maccaulay.
Os prlnclpaes sao os dous radicaes (republicano
e absolutista) o liberal e o conservador. Nao me
oceuparei dos primeiros, por mo existirem no Bra-
sil : fallarei smenle dos ltimos, que sao os que
se revesao no governo, por serem os corapaliveis
com as nossas inslituiges.
Suas proprias denominagdes eOncm-lhes as ten-
dencias polticas. Os conservadores sao avaros
as reformas, e zelosos das conquistas j feitas :
os liberaes procuram novas conquistas e querem
aperfeigoar o que j teem. A causa de sua diver-
seguidores e perseguidos; nSo havia patriotismo consigui transmittir intactos
nem direito, ncm liberdade, na phrase de Mauricio suecedeu no poder.
Block.
ao partido, que Ihe
Sr. Nebi
.-* es
O Sr. Ministro da Marinha :O
lava entao nesse partido.
Ult Sa. Deputado :Isto nSo quer, dier que
bSo fose liberal ento. I
O Sr. ebias:-E
entendem muitos.
ainda
por cujo au-
(pira aquella colonia, e realisar all obras do me-
ihoramento publico.
Eis a carta de Napoleao III a sen primo o prin-
cipe Napoleao, aps o seu discurso em Ajaccio :
Senhor e querido primo.Nao posso deixar
' de vos manifestar a desagradavd impressao que
sou, mas D3o como o' me causou a leilura do vosso discurso em
m?Ja'i^rtEr NhTT _Na1"- Prldo algum teve Quando vos deixei durante a moha ansencia
missao i,io aeiicaaa, uem a aesempenhou mais glo- junto da imperatriz e de mea hlho como vice-
riosamentet presidente do conselho privado, qiz dar-vos urna
u imperador era. ma rrianga, sera pai nem pa- prova de amisade e conOanga, esperando que a
rente no llpts capaz de velar pela sua seguran- vossa presenga, o vosso comportamento eos vossos
ga, era ^>r seus direitos; nada, porm, Ihe fal- discursos, testemunharlam a uniao que reina na
toera to apuradas circumstancias; rodeamos- nossa familia. Ci etencao aos 8 de maren de isr nr^~
rivflboT^ia,ir,ico,n "ossos prrios cor-; p^^^^^!^ ^ ~^^ *>*> ? ** s: 'i ^z^X^n*S}s&m
pos, e o nosso desinteresse, o nosso patriotismo, a de imperial, nao mais qne urna arma que facili- d Francisco Elia<
nossa lealdade salvaram-lhe ao mesmo tempo a tastes aos mimigos de meu governo.
pessoa e o throno. (Applausos prolongados.) o vosso discurso tom apreciages que nao de-
OSr. Macedo :Apoiado f Muito bem I vo admittir, e s quaes juntal* senlimentos de
O Sr. Nebias :- O patriotismo de toda a nagSo. animosidade e de rancor completamente estranhos
O Sr. Macedo :Rim : mas o partido liberal, poca actual.
mulher preta de nome Rita de tal, e
guel pagava mensalmente 105000.
Sobre a casa em que mora va Vasconcellos ag-
toa-sa demanda entre Rita e Francisco Elias; e em
um bom da dous offlciaes de justiga apresentarara
a Vasconcellos um papel para assignar, no qual se
constitua elle depositario dos aleguis da ca em quesllo.
Por ignorancia, ou por qualquer outra r.izao
coutinuou Vasconcellos a pagar os alugueis a Rita,
ou mesmo, o que parece mais certo, a nao guardar
os alugueis vencidos para os entregar, quando Ihe
fossem pedidos.
O resultado dessa omisso foi ser recolhido a
que tnumpnou a 7 de abril, foi a sentinelia do
tbrono constitucional do Brasil.
O Sr. Ipe8 Netto:Eramos entao todos libe-
raes. A gloria de tal feito pertenco, como disse, ao
gencia portanto, a jpplicagao dos principios partido liberal. (Apoiados.)
i Para applcar no tempo presente as Ideas de
Napoleao I, preciso ter passado primeiro pelas
rodes provas de responsabilidade do poder.
< Alm disso, nos na nossa pequenez e pygmeus
e onde ainda permanece, em
estado de alienago mental, dizendo ser conego da
S de Olinda, e preso por Ihe ter urna D. Mana
roubdo os ttulos e pergaminhos que possuia, e
Ihe davam direito s honras de que foi exauto-
rado.
constitucionaes, o goso de maior ou menor somma
de liberdade. Ambos estes partidos aspiran) ao
progresso : apenas um quer marchar cora mais
pressa que o outro.
E' nesta luta permanente, na arena da legalida-
de, que consiste a excellencia do systema. Todos
teem meios de fazer triumphar suasaspiragoesra-
zoaves.
Os p&rtidos contem-se assim em seus desmandos
e, longe de prejudicarem pela luta aos interesses
nacionaes, promovem eficazmente- esses mesmos
interesses, como as mares, que, sem transporcm as
barreiras naturaes, alimentam no mar omoviraento
das onda?.
Os que querem conservar instltuigoes liberaes
como sao felizmente as nossas, mpedindo reformas
nao justificadas, nao merecem por i gao de inimigos da liberdade. Assim nao abu- em
do nome de conservadores para conspirarem aber-
ta ou simultneamente contra ella I
Reformas liberaes de grande alcance teem sido
effecluadas em Inglaterra pelos propnes lories, que
as impugnaram por longo:, annos.
O duque de Wellington e Sir Robert Peel nos de-
ram disto testemunho na emancipagao dos catholi-
cos da Inglaterra e na lei dos cereaes. Nao poucas
vezes, por aberragoes a que estamos lodos Sujeitos,
o partido liberal tem combatido ideas liberaes de-
fundidas pelo conservador. Em 1861 p/esenciei
um facto destes em Portugal. A liberdade de. ensi-
no, atacada as irmaas da caridade, por motivos
Este infeliz estava em juizo perfeito quando foi
recolhido a prisao, comegando a soffrer de aliena-
gao de juiho de 1864 em diante.
O estado de miseria a que se vio reduzido, sen-
No vejo, portanto, no segundo periodo, feito al-
gum do partido liberal, capaz de justificar a repug-
nancia do nobre ministro" da marinha de filiar-se a
elle.
O Sr. Ministro da Marinha :O nobre deputa-
do nao me CJinprehendu.
O Su. Lopes Netto :Chegamos, Sr. presidente,
ao terceiro periodo.
Fraccionou-se o partido liberal era 1837, com a
abdicagao do regente Feij, subiram ao poder os
podemos apreciar no seu justo do necessario recorrer a caridade publica, rece-
o histrico de Napoleao I. Dendo allmenia^ao. e vestuario a cusa da provin-
ns cia, a consciencia de ter tido sempre boa conducta,
os seus vastos designios. Poiem o que esta ao al- '. ,qh.m., n ._iZjL a? ..:_:___" .:'
; canee de todos, que, para que a anarchia se nao
! apodere dos nimos e os nao transforme cssa for-
; midavel e crueuta inimiga da ver'dadeira liberda-
como somos, nao
valor o grande vulto histrico de Napoleao
Nao temos (acuidades para comprehendermos
e ver-se reduzido a condiegao de criminoso, a se-
paragao da familia, a inexorabilidade do seu ere-
dor, tudo concorreu para o estado lastimoso em
que se acha na prisao, da qual, sabe Dos, ouando
de, o imperador liona estabelecido primeiro na. janr K H '
, sua f<.milia, e depois no seu governo, urna disci-
plina severa que nao admittla senao urna s von-
lade e urna nica aego.
liberaes, que depois consUtuirara o partido conser- Proponho-me a nao me desviar para o fuiuro
vador, e entao haviam, sob denominagao de regres- da mesma linha de couducta.-Liuz N-ipolrao.
sislas, deixado os outros liberaes, que era'm chama-' o principe Napoleao respondeu immediatamente
dos progressistas e representara hoje o antgo par- a esta caria da seguinle manera :
tido liberal.
O Sr. Nebias:Nao deixaram; foram acompa-
nhad-s por elles.
, O Sr Lopes Netto :-Eu nao pude acompanha-
los; permanec fiel a minha bandeira.
O Sr. Nebias :Nao com a doulrina conserva-
dora que se ha de plantar o despostimo neste paiz.
(Apoiados.)
O Sr Lopes Netto :Espero em Deus que nem
com outra qualijuer. Os conservadores, sustentando
as mslituigoes livres, que temos, sao tambem libe-
raes, embora menos do que eu e os meus amigos
polticos, como ja live occasio de ponderer a'c-
mara.
O Sr. Nebias -.Apoiado ; com estas palavras
completa o nobre deputado o meu aparte.
OSn. Lopes Netto:A divisao do partido libe-
meramente polticos, por Jos Estevao e outros li-1 ra| era eSperav-l. Vencidos os restauradores e os
beraes, era defendida por asal Ribeirc e seusami- j exaltados, e aproximando se a poca da mabridade
gos talvez por motivos idnticos. do Imperador, era natural que urna parte, mais ou
Concluo, Sr. presidente, destas observagoes, que. ffienos consideravel, do partido dominante, se lem-
havendo segundo o nosso systema de governo, | brasse de dar forga ao principio da autoridade, que
dous partidos entre nos o conservador e o liberal,! consideravao eufraquecido.
com a sua franqueza, em o'sigao torturosa o rrhre (Ri o nobre ministro da marinha urna vez que se de-
clara liberal de motu proprio e liberal avangado,
nao pode deixar de ser filiado no antigo partido
deste nome.
D'onde provir porm, a pronunciada repugnan-
cia do nobre ministro a essa iliacao, que tanto nos
honra?
O .^r Ministro da Marinha :Eu Ihe darei a
razao.
L'ma voz :Nao ha programma delle.
O Sr. Lopes Netto:Ainda nao cheguei la; em
occasio opportuua farei por mostrar ao nobre de-
putado, que me honrou com o seu aparte, em que
consiste esse programma.
Entretanto asseguro ao nobie ministro da mari-
nha qne hei de ouvi-lo cpm summo gosto, quando
houver de explicarse. Lastimo smente que me
nao caiba a honra de replicar a S. Exc. Nao espe-
ro ter outra vez de fallar nesta discussao. Dei gra-
gas a Dos por escapar hoje a tyrannia da rolha.
presidente do conselho, eu, lamentando a ausencia
de S. Exc, que desde entao deixou de asslstir s
nossas sessoes....
O Sn. Ministro da Marinha :Est occnpndo no
senado.
O Sr. Lopes Netto :Era isto muito de presu-
mir. S o desempenho de deveres mais urgentes
levara a outra parte o nobre marquez, na occasio
em que discutimos o voto de gragas.
O Sr. Ministro da Agriculu'ra :- Discute o or-
gament no senado.
u Sr Lopes Netto :Nada mais justo. Espero
que, l mesmo, S. Exc. me ouga, e por isto no va-
cilo em pergautar-lhe d'aqui, se acompanha o no-
bre ministro da marinha em sua poltica liberal.
O Sr. Ferreira de Moura : E elle responder
outra vez com o programma.
O Sr. Lopes Netto :Nao dnvido: mas tambem
pode dizer que nao autorisou o nohre deputado a
dar esta resposla por elle. (Hilaridade.)
O Sr. Ferreira da Veiga :Apoiado I Esta
muito boa I
O Sn. Lopes Netto :Ninguem falla por cutrem
sem poderes...
O .-R. Aristides Lobo :Todos nos somos procu-
radores nessa materia.
USr. Lopes Netto :Drsejo tambem que o no-
I re presidente do conselho declare se pensacomo os
nobres ministros da justiga, da fazenda e da agri-
cultura, cada um dos quaes, divergindo mais ou
menos do nobre minislio da marinha, parece ver
os negocios polticos do paiz por lente especial. O
Sr. ministro da agricultura mostrou-se tao sceptico
quanto as eren cas polticas do paiz, que, quando S.
Exc. fallou, senti confranger-se-me o corago. (Hi-
laridade.)
Para S. Exc. nao ha crenga no paiz, nem mesmo
no nobre presidente do conselho, de que membro
De tanto trabalho, de tanto sacrificio despendido at
hoje no Brasil, s se salvou urna couao princi-
pio da autoridade 1
Cuido, Sr. presidente, que nao me mostr muito
exigente, em relago ao venerando Sr. marquez de
Olinda, pedindo-lhe taes explicages. Tenho preci
>o de sondar bem as intenges" do gabinete, para
a va liar de antemaoo que vai elle fazer deste paiz,
tao caro'a todos nos.
Agora, Sr. presidente, permita V. Exc. que res-
ponda a alguns tpicos dos discursos do Sr. minis-
tro da marinha. S. Exc. foi ouvido com a attengo
que sempre Ihe conquistam seus talentos, sua ex-
periencia, sua illustraco e a nobreza de seu carc-
ter: mereceu sem duvida os applausos com que a
cmara o honrou, e eu confesso que Ihe dei os meus,
com a mais completa cordialidade.
O Sr. Ministro da Marinha : -O brgado.
O Sr. Lopes Netto :S. Exc. se declarou libe-
ral, por sua conta e risco, sem licenga de ninguem.
Sobeja Ihe, sem duvida, razo para faz-lo. As por-
>as do lemplo da liberdade nunca se fecham; nin-
guem Ihes possue as chaves. A vastido desse tem-
plo accommoda a quantos quizerem adorar a deosa,
seja qual foro grao de sua f.
Uma voz :Nao ha l logarse para nos.
O Sn. Lopes Netto : Nao. Os que chegarem
sem moila f.
O Sr. Nebias : Pcdem ser convertidos: nem
por isto sao repelhdos.
O Su. Lopes Netto : -Justamente. O estudo se-
rio da doutrina, e a commaoicago com os correli-
gionarios bastaro para isto, se elles recorrerem
de boa vonlade.
Se, oprm, o nao fizerem.nem elles ganbam.nem
os outros perdem com isso. S os traficantes, se l
forem correm risco de screm enxotados...
At aqui estamos de perfeito accordo.
Mas, sem querer reter o passado, no que revela
louvavel desenpeo, S. Exc, com o seu honrado
collega da justiga, nao se considera filiado aos anli-
as continuadas reticencias do nobre ministro
da marinha seno na sua phyHonomia, que muitas
vezes, a conlragosto seu, Ine revela as impressoes
rcoraes, parecu-me ver que a razao alludida o
passado do antigo partido liberal, reputado mo por
S. Exc que nao quer de modo algum tomar a res-
ponsabilidade delle. Ser isto?
O Sr. Ferreira Moura d um apirle.
O Sr. Lopes Netto :O nobre deputado respon-
de tamben pelo Sr. ministro da marinha ?
O Sr. Ficr.eir.v de Mocra :Nao, senhor.
OSr. Lopes Netto :Sinto muito que nao possa
faz-lo, porque me habilitara a resjionder melhor
ao discurso de S. Exc.
Quaesquer que fossem os precedentes desse par-
tido, nao podei iam
Nao era isso novidade. N'outros paizes succedeu
o mesmo, em circumstancias semelhantes. Os par-
tidos, quando se tornam nicos, subdividem-se. Is-
to prova que a luta delles coadigao vital do go-
verno representativo. O nobre ministro da marinha
e seus amigos conservadores moderados sao novo
testemunho dessa verdade.
Comegou a reaego. Os que Gcaram fiis a' ban-
deira antiga foram privados das vantagens ofOciaes.
Resistimos, procurando manter nossa posigao. Da
luta proveio a maioridade prematura do Sr. D. Pe-
dro II, que abri espago a um ministerio liberal.
Esse ministerio, que durou pouco mais de um
anno, encontrou o paiz organisado no sentido da
poltica contraria. A poca desaconselhava rnodifi-
cagoes profundas nessa poltica: o que poda elle
fazer em tao curto perodo, nao 'tendo demais a
mais maioria as cmaras legislativas, as quaes
os conservadores haviam calculadamente reunido
as intelligencias que haviam podido chamar a si?
O Sr. Nebias :Honra seja feita ao partido con-
servador.
O Su. Silveira Lobo :Costume de todcs os je-
sutas do mundo.
O Sr. Lopes Netto :Perdoe-me V. Exc Elles
estavam no seu direito, uao podemos estranhar-Iho
isto.
O Sr. Silveira Lobo : Refiro-me a phrase
chamar a si.
(Continuar-se-ha.)
*}~ _- **. DIARIO DE PERNAMBCO.
Recebemos cartas e jornaes da Europa, pelo
em caso algum pesar sobre S. vapor inglez Oneula, chegado hontem a tarde, com
Senhor. Ein'consecuencia da cart de vossa
magestade, de 23 de maio, e da publicagao della
no Alomleur, de h je, dou a minha demissao de
vice-prpsidente do conselho privado e de presiden-
te da cbmmissaoda esposico universal dn 1867.
Queira receber, senhor, a homenagem do pro-
funda e respeilo:o affecto com que sou, de vossa
magestade, muito dedicado primoNapoleao (Je-
ronymo.)
- Os partidarios de Jurez tomaram ultima-
mente Subilla e Monter, i, ameagaram Matamoros
e aproxmaram-se da capital em distancia de 20
leguas.
O imperador Maximiliano mandou Europa, em
missao especial, o Sr. de Elloin, um dos homens
de sua mais intima conlianga.
O jury da Columbia, us Estados-Unidos, pro-
nunciou ao ex-presidente Jifferson Davis,e remet-
teu-o para Washington onde tem de ser julgado.
Dizia-se que os ministros da Franca e da Ingla-
terra em Washington receberam ordens de seus
gtfvernos, para pedirem a moderago e a amnista
para esse homem importante ; e que Ihes nao seria
difficil conseguir, em vista da boa vonlade do go-
verno americauo.
Esse governo prohibir o alistamento de volun-
tarios para o Mxico.
Eis os ltimos telegrmmas recebidos em Lis-
boa :
t Nova York, 31 de maio.O presidente Jonh-
son proclamou amnista indurado os militares de
pa'.ente superior, os governadores de estados, e os
cidadaos, cujas propriedades excedem o valor de
20,000 dollars.
Rendeudo-se Kirby, coraprehende-se neste acto
todas as forgas confederadas existentes no Missis-
Slpi.
t O ex-presidente Davis esperado amanhaa
em Wasoiugton, e deve comparecer inmediata-
mente peraote os tnbunaes.
Em Mobilc houve uma explosiio, em que mor-
rcram urnas com pessoas do pavo, ficando destrui-
dos alguns milhdes em propriedades.
O Herald propoz uiua subsrripcao nacional
para se liquidar a divida do estado. O publico
abragou e.-ta idea e logo no primeiro da a subs-
crpgao foi de um minan de dollars.
Em Lisboa eram esperados SS. AA. II. a con-
dessa eo conde d'Eu, no dia 20 do crrente. Iriam
habitar o pago de Belm.
'*K:*;>V&IB*?m
' ".
\
KEVESTj
DIARIA.
Exc cuja filiaco seria recente. A quem ousasse
attribuir-lh'os o Sr. ministro da marinha sabe que
poderia responder victoriosamente com o cordeiro
da fbulanondum nalus eram. S. Exc. s Ihe
adnptava os principios com a sua iliacao.
O Sr. Ferreira de Mouiia :Esto'u louco por
saber quaes sao estes principios.
O Sr. Lopes Netto :A'ao tenha pressa o nobre
deputado : espero ainda satisfaz lo.
Esses principios ficam sempre superiores aos ex-
cessos, que seus sectarios possam commelter n'uma
ou n'oulra poca. Muitos e lemveis commetteram
datas : de Hamburgo 5, Londres 8, Bruxellas e
Pars 7 e Lisboa 13 do correnle. Delles colhemos
o que segu.
Foi definitivamente transferida para Florenga
a capital do reino Italiano, achando-se j ah esta-
belecidos todos os ministerios, repartiges publicas
e algumas das principaes casas commerciaes.
A municipalidade de Florenga, atlendendo a falta
de casas para a populago emigrante, contraiou a
vinda e assentamen'.o de mil casas ce ferro, com
uma companhia ingleza, para o que cedeu-lhe
gratuitamente um certo terreno prximo a ci-
os whigs as lulas do parlamento inglez corn Car- dade.
los I, e durante o protectorado de Crorawell : nao Continuavam as negociages com Roma sobre
obstaram porm a que Palmerston se liliasse a esse assumptos ecclesiastcos, segundo se dizia, estando
antigo partido, de que hoje muito digno chefe. o Sr. Vegessi revestido com o carcter offlcial, afim
Succedeu o mesmo com a revolugao de 178i, e os de tratar da questo dos bispos, hoje de fcil ac-
liberaes de Franga, que vieram depnis deila. cordo, visra ter Vctor Emmanuel dispensado lodos
Releve a cmara que metta a mao no passado os bispos de juramento cora, atlendendo
desse partido, a que tanta repugnancia mostra lio- nenhum valor lerem os juramentos polticos, e de
je o nobre ministro da marinha. Devo faz-lo, por acceitar esse rei apenas o titulo de Victor Emma-
honra minha, visto como tenho militado sob suas: nuet II.
bandeiras desde a juvontude, e tambem por honra, j a Dinamarca foram reeleitos quasi todos os
senao do proprio paiz, de tantos amigos e compa -amigos deputados da segunda cmara deRigsraad ;
nhejros Ilustres, que o dingiram ou por elle se pelo que nenhuma mudanga soffrer a questo da
sacrificaram gloriosamente.
Dividre, para melhor ordem da discussao, o
periodo histrico da nossa existencia, poltica em
reforma constitucional.
As cmaras belgas approvaram uma lei pro-
visoria sobre os crimes e delictos dos ministros, no
tres pocas : a Ia, de 1822 a 1831; a 2*. de 7 de exercicio de suas funegoes; a qual deve sersubs-
abril de 1831 at 19 de setembro de 1837 ;eaJ.
dessa data al o presente.
Tenho para mira que, sem o enrgico protesto
dos liberaes das provincias do Norte contra a vio-
lenta dissolugao da assembla consttuinte do im-
perio, o Sr. D. Pedro I nao nos tena outhorgado,
ao menos tao depressa, a consliluigo poltica, de rei.
tituida ao depois por uma lei geral de responsabi
lidade ministerial.
Tendo o governo hellenico guardado stricta
nutralidade, correram tranquilamente as eleicoes,
o que nao evilou que os Jornaes polticos pbli-
cassem as mais insultuosos aleives contra o
que hoje nos ufanamos. Todava nao disputo para
o partido liberal mais essa gloria: contentme
com o que fez depois e ninguem Ihe contesta hoje.
Sobeja para defend-lo da grave e injusta aecusa-
gas, que Ihe fez o nobre ministro da marinha
quando disse cmara e ao paiz que esse partido,
A actividade das cmaras hollandezas tem
dado em resultado a approvagao de importantes
medidas e reformas na adminislragao, sobresahin-
do entre ellas a constituigo dada colonia de
Surlnam as Indias occidentaes.
Corria geralmente que o rei ira viajar S.:issa
no poder, nao conseguio infiltrar, por exageradas, i emquanto a rainha ia a Inglaterra,
as suas ideas na legislagao. Pouco satisfeto com a* leis do governo do
"No primeiro ppriodo comegamos a vida parla- principe Cousa, em materias religiosas, o patriar-
mentar. Nao tndo sido educados para ella, por chado de Constantinopla enviou um emissario para
acabarmos de sacudir o jugo da metropole, que scientificar-lhe a sua excomunhao.
alias nao era das mais civilisadas, forga era que as Em Hespanha fallava-se em recomposicao
cmaras legislativas lu.tassem com serias diflcul- ministerial, entrando o Sr. Barsolion para a pasta
de estrangeiros, em substituigo ao Sr. Bene-
vides.
dades no desempenho de seus altos deveres.
Apezar disto, o partido liberal, que nellas teve
maioria, fundou a divida nacional, creou o supre-
mo tribunal de justiga, regulou as mnnicpalida
des e dotou o paiz com o cdigo criminal, modela-
do pelos principios da philosophia criminal mo-
derna.
Nesse cod'go, afm da garanta do habeas-cor-
pus, que o melhor escudo da liberdade indivi-
dual, eslao consagradas doutrinas, que a Blgica
apenas em 1860 procurava introduzir no cdigo
criminal francez, por que ainda se rege.
gos partidos. Ahi que comega a nossa divergencia, tao curto periodo, com os escassos maleriaes de
OSr. Ministro da Marinha:-E' o que de a| que entao se dispunha.
V. Exc.
O Sr. Lopes Netto :Sim, senhor, e com razao.
Ah pisou me V. Exc o calo.
Sr. presidente, no systema representativo, os par-
tidos polticos nao se criam, nao sao feilurade nin-
guem. Nascem das proprias instituiges, que cha-
mam a nago a governar-se por si mesma. Quaes
os cooeebo o. existem hoje, nao os teve a antigui-
De dia em dia tornase mais virulenta a lingua-
gem da imprensa poltica, acompanhando a quasi
que igualmente a opposigfio na cmara. O gover-
no, porm, procura resistir-lhes, empregando todos
os meios possiveis para remediar a crise financeira
promovida pelas administragoes anteriores.
= Ainda nao eslava resolvida a convocagao da
assembla dos ducados de Schleswg e Holstein,
em consequencia de novas duvidas offerecidas en-
tre a Austria e a Prussia.
A cambra dos deputados prussiana continuava
_ Nao era possvel fazer mais, nem melhor em em luta com o governo, tendo j supprimldo a ver-
ba dos fundos secretos e regeitado a proposla
d'um emprestimo.
beraes foram, pois, infiltradas na nos- O Imperador Francisco Jos anda viajando na
legislarlo, e lao pouce exageradas eram que Hungra, com vistas, segundo se dizia, de uma re
isistem esses monumentos, apezar do longo pre-' conciliago. A' academia de Peslh preenteou elle
As ideas
sa
subsisiem esses monumentos, apezar do longo pre-' conciliago. A' academia de Peslh preenteou elle
dominio do partido contrario. com quinze mil Dorins, para a conclaso do edili-
0 segundo periodo foi, sera duvida, o mais ca- cioem que funeciona
lamitoso do imperio. Antes da reunio da dieta hngara, que corria
Nao me farei cargo de historiar agora as des- vai ter lugar, foi convocada para 17 de juiho pro
gragas, que ento soffremos. Sllas vivem na lera- ximo a dieta da Croacia. D.ilmacla e Esclavonia,
Ante-hontem foi eleito provedor da irmnndade
de S. Pedro o Revd. Agoslinlio de Lima Caval-
canli do Lacerda.
Sacerdote de uma moral severa, nao poda por
certo ser melhor acertado a esculla do Sr. padre
Agostinho para l&o importante cargo.
Veio hontem de Portugal, e recolheu-sc
casa de detengao, o Sr. Antonio Marques de Amo
rim, socio gerente da sociedade bancaria Amo-
rim. Fragoso, Santos & C-, afim de ser jul-
gado.
Acerca da vagem de SS. AA. II. Do Brasil
l se o seguinle no Commercio do Porto :
No dia 2 do correnle chegaram a Sevilha,
viudos de Inglaterra, S. A. I. a princeza do Brasil
D. Isabel e seu augusto esposo o conde de Eu.
Eram acompanhados pela baroneza de Lage,
dama de S. A. I, pelo baro deLag.-geutil-homem
da cmara de SS. AA., e pelos Srs. Feij e Mar-
ques Lisboa, medico e secretario da cmara dt
SS. AA.
Hospedaram-se no palacio de S. Telmo.
A noticia que hontem demos acerca da elei-
gao da companhia de seguros Indemmsadora, ca
rece ser rectificada quanto aos tres ltimos senho
res dad js como upplentes dos directores; os quaes
Cumpem a s a commissao fiscal.
Chamamos a attengo da polica local para
uma casa de jogo, que nos informara haver nj
becco Largo ; visto que d'essa informaco resulta
ser illa a perdigao de varios individuos, que all
esqueeem-se de tudo, comprometiendo a propria
reputago_e a sorte fatura de entes que merecem
a prottcgo da autoridade publica.
Aciia-se escripturada no Santa fsabel a Sra.
D. Joanna Januana de Souza Bittancourt.
Continua a damnificagao da estrada da Mag-
dalena, pois as exeavagoes com o transito dos car-
ros cada dia vio tomando maiores dimenses.
Urge, pois, que desde j se trate de enclier taes
abenas de pedras, para que em pouco nao tenha-
nios precisao de uma nova estrada, quando sto se
pie evitar com tal providencia, que submetiemos
aprclacao dofuigno Sr. director das obras pu-
blicas, cuja toa vonlade somos os primeiros a re-
conhecer.
Communicam-nos o seguinte :
E' na verdade bastante lastimavel, que em
nossos das se vejam fados tao reprovados como
os que vamos expr.
Nao sabemos como, e porque razao esli duas
pobres meninas desvallidas, (que nos dizem exis-
tan) na casa dos expostos) em companhia de duas
mulheros velhas, que morara na ra do Callabou-
go ; cora as quaes vivem lambem mais outras duas>
que sao tao maltratadas como as oraras, isso devi-
do ausencia do pai, que se achano sul.
Essas mulheres dotadas de coragos inhuma-
nos, nao cessam de castigar atrozmente as essas
innocentes criangas, dirigindo-Ihes alm disto ne-
mes injuriosos, de modo que toda a visinhanca vive
indignada, e ao mesmo tempo conduida da sorte
des-as innocentes.
t Nao obstante haver nessa ra um agente da
polica, aquellas mal enteneionada mulheres con-
tinuara a castigar as ditas meninas, sem que esse
agente cuide de langar como urgi da polica
suas vistas para tal escndalo. E pois, deixaria-
mos de cumprir eom um dever sagrado, senao re-
corressemos as conseituadas liulias deste jornal
afim de que a publicagao desses- factos tra/am a
censura, e ao mesmo tempo a
amante da tranqailidade.
Pedem-nos esta publicagao :
Rogamos V. que chame a alt-ngao do Sr
fiscal da freguezia da Boa-Vista, para um grande
charco existente na ra das Pernambucana*
Se o corago do autor da prisao deste infeliz
senao commover cora esta noticia, nao ha vera um
meio de aliviar a sorte do pobre Joao Bento de
Vasconcellos ?
Consta-nos que a quaniia em que montaram os
alugueis vencidos, nao excede de 300J100O.
Passageiros do vapor brasileiro Persinunga,
vindo do Acarac e portos intermedio :
Jos Maria Rodrigues c sua molher.Ltth Emegi-
dio Soares Raposo da Cmara, Dr. Francisco Go-
mes da Silva e 1 escravo, Antonio do Reg Pache-
co, Antonio Alfonso Moreira, Manoel Gomes de
Freitas, Antonio Ferreira Antero, Euclides Gurgel
do Amaral, lente coronel Casimiro Pinto No-
gueira, Antonio Arfes da Cruz, Pedro da Rocha
Frere, Bernardino Jos Prudencio, Atanazio Jos
da Costa, Antonio Antones de Moura, Francisco
Cocada, Joo Antunes de Moura, Joao Marques de
Castro, Honorio Jos Perelra, Antouio Francisco
IVreira, Jos Bal tazar Ferreira Faeco, Antonio I'e-
reira Gomes, Joo Franci.-co Rosas, Manocl de Al-
meda Baslos, 2 escravos a entregar, Maria Anto-
nia da Conceigo, e 1 praga de polica.
Passageifos do vapor inglez Oneida, vindo de
Sowthampton e portos intermedios:
Antonio Marques de Araorim, Antonio Francisco
de M. P. Brrelo e sua familia, Francols Linden,
Joaquim Antonio AI ves, D. Magdalena Rosa Bittan-
court, Jacintho Rodrigues.
Pas.-ageiros do vapor brasileiro Paran, sa-
bido para os portos do sul :
John Guitn, Andr Jos Fernandes, Raymondo
da Rocha Brito, sua senhora, 1 sobrinho e "2 cria-
dos, Antonia Maria do Rosario, G. B. dos Santos,
Jos D. Ribelro, bacharel Jos Roberto de Moracs
e Silva, Antonio T. P. de A. Lima e 1 criada, Joao
Muniz da Costa, padre Jos Pinto de Almeida, Ma-
noel da Rocha Nunes, I 2. cadete e 10 pracas do
2." corpo de voluntarios da patria, Antonio Bizerra
Monte Negro, major J. B. de Vasconcellos Coim-
bra, sua senhora, 1 filho e 1 escravo, major com-
mandante, 4 captaes, i tenentes, 7 alferes, 39 ca-
detes e 273 pracas do 1." corpo de voluntarios da
patria do i'iauhy, o corpo de polica da Parahyba
composto de 20(5 pracas, 3 offlciaes da guarda na-
cional, 58 pracas, 31 mulheres e varios filhos dos
soldados e 7 pracas de cavalleria e fantaria, Ernes-
to Augusto de Ataydej Joo Goerres, Hugo Gruber,
Furtunata Maria de Caldas, Geraldo Gongalves dos
Reis, Nuuo Moreira Pimentel, 8 recrutas para o
exerciio, Joaquim da Silva Torres e varios escra-
vos a entregar.
Passageiros do vapor Inglez Oneida, sahldo
para os portos do sul:
Dr. Jos Maria C. de Albtiquerque Lacerda, D.
U. Ronman, M. M. Netter, Wiliam Foed. Jacntho
Pinto da Luz, e Claudio.
Casa de detenqao.Movimento do dia 2o de ju-
nhode 1863 :
Existiam 3i3; entraran) 7; sahiram 3 ; exis-
tem 3i7 a saber: nacionaes 258 ; mulheres 8;
e trsngeiros 28; mulheres 2; escravos 46 ; es-
clavas o-total 347.
Alimentaos custados cofres pblicos, 147.
Miivinento d.i enfermara do dia 25 de junho
de 1865.
Tiveram alta :
Manoel Joaquim da Silva.
Miguel Flonano.
Cemiterio publico. Obituario jdo dia 26
junho de 1865.
Manoel Jos Martlns Ferreira, Portngual, 43 annos,
casado, Recite ; hepatite.
Vicente Ferreira da Co. ceigo, Pernambuco, 27
annos, solteiro, S. Jos; tubrculos pulmona-
res.
Joanna Moreira, Pernambuco, 95 annos, soltera,
Boa-Vista ; velhice.
Jos, Pernambuco, 9 rnezes, Santo Antonio; an-
traz.
Joao, Pernambuco, 1 dia, S. Jos; enterite.
Jovino, Pt-rnambaeo, 11 annos, S. Jos; anazarca.
ap-
sua posigao.-O
na
dade: apparpeeram smenle depois da revolugao' Branca d todos. Recordarei smente que o part- depois de feitas as competentes eleigoes.
ingleza de 1638. s que na Grecia e em Roma fo- do liberal, dominante nesse periodo, venceu-as to-' O governo da Saxonia pubcou uma amnista
ram assim denominados nao passaram de meras: das com heroica constancia, apezar da Traqueza para os crimes polticos
faegoes cu aggregados de clientes de homens pode-; inherente ao governo das regencias. I Fallecer em Pars o marechal Magnan om
rosos, a quem elevavamaopoder por motivos egois- Ao passo que lotava as mas, mesmo desta car- dos amigos do imperador que mais concorreu
i*' 't0' eom os resIaura(lores e os republicanos, crea- para sua elevaglo ao throno. O marechal tlnha 74
l'MA voz :Ji os Gracejos o que represenlavam?! u bR. Lopes Nitto '-Aienas uma guerra de-' mulgava o cdigo do processo criminal eo acto ad- aoservigo da Blgica dorante o governo de Juiho ;!ca, seria isto de Brande.
elasses: areaccao dos plebos contra os patricios dicmnal. que deu nova vida s provincias, cujas volloa Vranga era 1848 tomando parte importan-^transente^i coi ?tatabem nv a -at.fi riS*^* f
seos oppressorts. franquezas o nobre mlnistro-da marinha tantas ve- te no golpe de estado de 2 de dezembro : era ac- mesma para a aIau"fo1e da
rol tambem o que se vio Da Italia, durante a ida,'zas e com tanta razo tem advogado nesta casa. ~
de media. Guelphos e Gibelnos eram bandos, que' Reformou o thesoaro publico e as alfandegas do
se armavam para se defenderem uns dos outros, e imperio. ,
mnitas vezes atacavam o que i haviam sustentado,: Fez ainda mais, ou antes, fez o que vale mai9
e tornavam a sustentar depois. Nao proenravam a que tudo isso. 8r. presidente, salvou a integridade
CIIR0MCA__JL'DICUI{I4
TRIBUNAL DA HELADIO.
SESSAO DE 27 DE JUNHO DE 1865.
PUESIDE.XCIA DO EXM. SB. CONSELHEIRO
SOUZA.
As 10 horas da manlia, presentes os Srs. des-
embargadores Santiago, Gitraoa, Lourengo Santia-
go, Almeida Albuquerque, Assis, Doria, Molla
Guerra procurador dacura, Ucna Cavalcanti'
omingues da Silva, e Barros Vasconcellos, abri-'
se a sessao.
Passados os feitos, deram-se os seguintes
JL'LGAMENTOS.
Recurso crime.
Recorrente, o padre Alexandre Francisco Cer-
belou Verdeixa ; recorrido, Antonio Pereira de
Brito Pava. Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. destmbargadores Assis, Gtira-
na e Ucha Cavalcanti.Annullou-se o processo.
Appetlacdes civeis.
Appellante, Albino Jus Ferreira.da Cunha
pellada, a fazenda.Confirmada a sentenga.
Appellante, Antonio Gomes de Albuquerque
appellado, Guilherme Augusto de Miranda.Nullo
processo.
Appellante, Francisco Alexandre Dutra; appel-
lado, Thomaz Alves Maciel. Confirmada a sen-
tenga.
Appellante, Manoel Monteiro de Macedo appel-
lados, Borges 4 Mello.Confirmada a sentenga
Appellantes, D. Anua Maria da Conceigao e ou-
tros ; appellado, Francisco Joaquim Damas
Desprezaram os embargo .
Appellante, Dr.BenjaminPintoNogueira e outros-
appellada, D. Margarida Augusta Pinto. Con-
firmada a sentenga.
Appellante, o escravo Aleixo; appellado, Joaqnim
Barbosa da Silva.Desprezados es embargos.
Revista civel.
Racorrentes, Manoel Anl.nio Ferreira e sua mu-
lher; recorridos, Joao Manoel Marques esuamu'her
Julgou-se a favor dos recorremos.
DESIGNACAO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento das seguin-
IGS .
Appellages civeis.
Appellante, Vicente Jus de Brito ; appellado
Joaquim Antonio Pereira. '
PASSAGE.NS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourengo Santiago
As appellages civeis.
Appellante, Antonio Viriato de Medeiros; ap-
ment de ura alto que existe no principio da mes-
ma ra faz-se-ha desapparecer os inconvenientes
que podem resultar aos moradores d'aquelle non-
"; uma escola publi-
para
to, mesmo porque havendo all
tualraente commandante do exercito de Pars. | Com a publicagao muito agradecidos ihR flea
as cmaras francezas encerroa-se a disscnsso rao,-Os Moradores
Appellante, Dr. Bento Jos da Cosa Jnior; ap-
pellada, a irmandade de Santa Anna.
Appellantes, Prudente Ribeiro Pessoa Lins e ou-
tros; appellado, Ricardo Rogers.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida e Albuquerque
As appellages crimes.
Appellante, Alexandre Bezerra dos Santos; ap-
pellado, o juizo.
satisfagan de necessidides moraes, ntra podiam pro-
corar, porqoe nesses tempos barbaros sbavia per-
geral do orgamento; entretanto fallava-se emnova'" Jo3o"Bento'de" Vasconcellos um rU.r* a A|l)el,laule' .Domingaes Francisco de Moura
prorogagao para tratara de om projecto sobre a dade de 40 annos, natural de Uaii*$ ?Jf app.elldo'H 'u,z- A A
Argelia, e d'um contrato feito com a casa Talabot offlcial de sapateiro ar taciturno mSi ^ Ao Sr" deserabargador Ucha Cavalcante
do imperio e a cjra imperial, depsitos sagrados, & Preny para o estabelerimento de uma empreza Hora va l para as bandai S Tni g ^ A aPPellac civei.
que a rovolucao de 7 de abril Iheconflou e elle floanceira com o Om de promover a emigragao Salinas em uma casa d tai r 2 f0 das APPelante, Jos Gabriel Perei
v d-a ae la,Pa.Propriedade de uma pellado, Antero Vieira da Cunha.
*
*f
ap-

WBBEBMBBBBBBBBSBBM
I^^^^^H



J>l*rl0<* Fer
<*ft+4e,*Hfli6fe fl$4.
*
Do Sr. d*8embarg*dor Almeida o Alhwiuerque ao
Sr desembargada Assis
A appellaeao civel.
Appellante, Jos Joaquim Oiorlo.e outros : ap*-
pellado, Luiz Paulino Cavalcante de Albuquerque.
A appellaeao crime.
Appellante, Candido de Freilas Coulinlw: ap-
pellada, a juslicja.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
do;: Doria
A appellaeao civel.
Appellante, Gaspar Cavalcante de Albuquerque
l'chda; appeHado, Joao de S Albuquerque.
Ao Sr. desembargador Motta
A appeHacao civel.
Appellante, Vicente Ferreira da Cost Miranda ;
appelladD, Hermenegildo Eduardo do Reg Mon-
teiro.
Ao Sr, desembargador Uchoa Cavalcanti
A appellaeao civel.
Appellante, bacharei Luiz Rodrigues Villares.;
appellada, a Santa fosa de Misericordia.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gad r Domingues da Silva
A appellaeao civel.
Appellante, Vicente Aotanio do Espirito Santo ;
appellado, Caetano Lenidas Duarte Gama.
Do Sr. desembargador Uch&a Cavalcanti ao Sr.
desembargador Domingues da Silva
A appellaeao civel.
Appellanle, D. Joanaa da Silva Medeiros ; ap-
pellada, a fazeoda.
Ao Sr. desembargador Santiago
A appellaeao civel.
Appellante, Lourenco Jos das :Neves; appella-
do. Jos da Rocha Prannos.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gador Ucnda Cavalcante
As appelIagSes civeis.
Appellante, Manoel Joaquim Rodrigues de Sou-
za ; appellado, Jos Gomes da Silveira.
Appellaates, Gnimares & Alcoforado ; appella
da, D. Maria do Carmo Rocha Costa.
Appellante, D. Anna Josepha Pereira dos San-
tos ; appellado, Domingos da Silva Campos
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
-Sr. desembargador Barros Vasconcellos
A appellaeao crime.
Appellante, o juizo appellados, Joao Ferreira da
Guerra e outro.
Do Sr. desembargador Barros Vasconcellos ao
Sr. desembargador Caetano Santiago
As appellacoes civeis.
Appellante, o juizo ; appellado?, os herdeiros de
Francisco Alves Ponles.
A;pellante, Francisco Antonio Alves Mascare-
nlias; appellado, Jos Antonio Ferrao de Figuei-
redo.
A's 2 horas encefee-oe asesso.
?BLEADES i RBD9
Exm. presidente da provincia?
Cinco mil meios de sola, para consumo do
almoxarifado do arsenal de guerra de Pernambuco
coua que faz mdoll
Com 5.000 meios de sola se fazem correames
para 40,000 horaens, e sapatos para 50,000.
Oh! que horriwl patota C litados dos cofres
publico-;, e mais cuitados dos contnbuiotes...
Sr. presidente 1 lempo de guerra; olho vivo no
arsenal de guerra-----
Negocios do Pianhy.
No ui'irio de hontem, vimos louvar-se ao Exm.
Sr. presidente do PUuhy, por occasiao dos grandes
esforgos que empregou para reunir voluntarios
para a defeza da Patria, presentemente ultrajada:
tomos a honra, de, pela nossa vez, louvar Ihe pelo
tea zelo; e nem era de esperar que S. Exc, o sa-
piente e distlncto Sr. Dr. F. A. M. Doria, na admi-
nistraco de urna provincia, deixasse de ser solicito
e ztloso por lio leuvave maneira, na crise
actual.
Cabe-nos tambem o direlto de advertir, que
sobre nos nao nfimo a diligencia empregada por
S. Exc.; fomos, sim, smente movidos pelo de-
ver pelo nobre enthusiasmo filho de briosos
coracoas brasileiros !
O' sangue que corre em nossas velas nao fri
nem pelado que nos tornasse surdos aos clamores
da Patria aggredido, nao
Eia pois: somos genuinos voluntarios da Patria,
se:n que tobre nos pese o menor conslrangi-
mento.
Somos, cheios de enthusiasmo fallando, e com
garbo sempre repetiudo-Voluntarios da Patria-
alistados na cidade da Paruahyba daquella pro-
vincia.
Recite, 27 de jucho de 1863.
Agua de florida de Marra) e Lanman
As senhoras que esto acostumadas a usar pos
do arroz, que s faz iotumecer o rosto, fechando os
poros da pelle, privando a evaporacao da superfi-
cie ; obranam com juizo em por inteiramente de
paite semelhante ingrediente, sobslituindo em seu
lugar este puro cosmtico floral; o qnal nao s
perfuma a pelle com urna fragrancia to fresca e
deleitawl como o respiro e cheiro das flores meias
a bertas I; mas sim tambem faz remover todas as
ras olas que desfeiam a formosura das feicoes,
dando aos vasos superficiaes um aspecto saudavel
e vigoroso, reslituimlo as feicoes a primitiva cor
rubicunda e macia, dando-lhes urna pura e linda
transparencia e elas icidade.
Todas es*as aguas ad das, etc., do dia, nao fazem mais do que aruioar a
pelle e estragar a forraosnra contaminando mais
tarda on mais cedo a propria sadde; em quanto
que a tendencia desta agua saudavel e aromtica,
c inteiramente opposta.
QuanJo misturada n'uma pouca d'agua, lorna-se
um excelleute e exquisito me i o de lavagem, para
os denles o gengivas, dando' a boca e ao paladar
um delicioso gosto aromtico.
(Em conse juencia das muitas emiacoes que por
ahi existem, recommendames as pessoas que com-
praren) esta excellente agua, tenham o cuidado de
ver e examinar que os nomes de iMurray & Lan-
man se achem devidamente inscriptos sob cada
envoltorio, letreiro, e al mesmo gravado no vidro
das proprias garrafas, e na falta dos mesmos, claro
-est que toda a mais falsa e para nada serve.)
Wnde-se as pharmacias de Caors & Barbosa
e J. C. Bravo & C.
Ao publleo.
Cilumniadoeinjuriado vaga e atrozmente no Inti-
mo de minha honra, qur como magistrado, qur
como particular, nascolumnas deste jornal, meu pri-
meiro dever,ifoi, como de factolevei a effeito, cha-
mar o detrator insolente a jusliga do paiz ; o resul-
tado nao poda deixar de ser se nao o mesmo, at-
ienta a m f e picarda do seu supposto autor.
Foi presente na audiencia aprasada o autographo
que contra mim mandara publicar meu nico rai-
migo, e quic de toda a minha familia, Francisco
Jus da Costa Barros, assignado como responsavel
Manoel Ignacio Duarte de Oliveira, cuja Irregulari-
dade de conducta motivou a sua destituicao Aemei-
rinho do fdro do Aracaty.
O editor nao declinou a responsabilidade de si
com a simples apresentaco do autographo, por-
quanto, para dar-se a devida identidade exigida era
direiio, e na pratica eram necessarias aquellas ha-
bllitagdes, de que nao se pode prescindir seclir.et de
adiar se no goso de seus direitos qur civis, qur
p)li!icos;e de como assim subsiste a responsa-
bilidrde legal.
Compadecido da humilde condigo de um pelle-
trapo, qae por f )rga talvez de suas diarias neces-
sidadesse prestara ao rancoroso odio de ura inimi-
go avesado era deprimir a reputaco daquelles que
como eu Ihe tem patenteado todas as suas raazelas,
como dos documentos abaixo transcriptos se pro-
va ; nao havendo razo algoma de odio e inimi-
za Je do ostensivo responsavel para coraigo, nem
para com a mifiha familia, que Ihe tem morto a to-
me : por isso Ihe perddo todo o mal, que por seu
crime Ihe cabia ; outro tanto nao succetie para
com o mandante, que, personagera por estes e ou-
tros factosem detrimento da honrae^azenda alheia,
prometi nao ceder urna linha do mea direito.
Chimando, pois, a attencao publica e especial-
mente da elasse, qw tenbo a honra de pertencer,
sobre os documentos infw transcriptos; confio em
Dos e na consciencia de meas actos levar de ven
oda a perversidade de um ingrato, que a casaca
que possae devlda a generosidad^ de um amigo,
victima, como eu, de iguaes manejos e falia f.
Recite, 27 de junho de 186o.
Bichare! Antonio de Padua Pereira Pacheco.
DOCUMENTOS.
C&rupco inaudita!
Lra ptolosonbo eminente, do seculo passa*o, fal-
lando sobre os wstBbvs de entao disse :
Nao procuro di.-simular as vaolageas da poca,
em que vivemos, nem pintar o sen estado ptior do
que realmente Confesso, de am Udo, qae nos
boje somos incapazes mesmo de praticar vicios com
aquella excentricidade, da que a historia nos apr-
senla ejemplos diversissimos ; mas, de outro lado,
assevero tambem que os vicios atrevidos, qae sao
preva de niaior fraqueza, e que merecera mais des-
preso, nunca se praticaram em tanta extenso e
com unta frequencia do que na"actuahdade. Hoje
passara os maiores opprobrios desappercebidos e
sera o menor reparo e praticam se as maioree Ini-
quidades sera escrupulc e no meio do silencio. E'
justaraenle esse silencio o signal mais evidente da
grasdeza do mal, pois,.que quando a doenga chega
ao ponto de obrigar-nos a Iludir ao doente, e guar-
dar segredo subre o verdadeiro estado do mal, a
posico bera critica e deixa pouca esperanja de
salvacao. ,
Tal o nosso ostado actual I
Se este escriptor celebre que entao fallavu sobro'
os costoraes do seu seculo, boje surglsse do tmu-
lo, para proferir as mesmas palavras, era era ap-
plicacao ao estado actual do Brasil, onde a cor i
rnpgo, mxime do poder, tem tomado taes propor-
c5es que revella reconhecer a grandeza do mal,'
que sobre elle pesa. E, em verdade. o que vemos \
praticar todos os das o govemo do nosso paiz ?
Alimentando-se nos vicios mais atrevidos e nadan-
do na mais desrecrada corrupcao, elle pratica ac-
tos os maisrevollantes e subversivos das leis, alias'
to liberaes, que nos regera no meio do silencio, que
revella a grandeza do mal. Entre os actos de cor-',
rupeo do poder sobresae, com o mais hedionde as-'.
pecto, a nomeaco, que acaba de fazer recahir em !
Francisco Jos da Costa Barros para coronel com- i
mandante superior da guarda nacional desta cida-
de ; foi o maior dos opprobrios, a maior das at-
frontas, que poda ser lancada face da briosa
guarda nacional do Aracaty, rujo publico a rece-
Leu com todo o desprazer e indignarlo 1
A sabia e liberal disposicSo do art. 179 14 da '
con pode ser admettido aos cargos pblicos, civis, po-'
uticos e militares, sem outra differenga que nao
seja a dos seus talentos e virtudes foi atrozmen-
te calcada aos ps pelo goverao por occasiao de tal
nomeaco; pois qae denlre tantos Aracatyenses,
dignos do tao importante posto, por seus talentos e
virtudes, foi escolhido para oceupar o ente mais
degenerado, e sobre quem pesam as mais graves
imputagoes, que elle jamis poder desfazer, por
se acharem revestidas do cunho da verdade.
A opinio publica do Aracaty e quic de todo o
imperio, o aecusam de haver arruinado, em pro-
veito proprio, a casa do seu infeliz bemfeitor o fi-
nado coronel Manoel Jos Pereira Pacheco, fundn-
dole para isto em ter elle entrado pobre para
aquella casa na qualidade de simples guarda-livros,
tendo at ento vivido do ordenado que percebia
como sim les mestre-escola), e de haver sahido,
dentra de pouco annos, qnasi millionaro, depois
de a fazer chegar ao mais deploravel estado de aba-
timento tanto no crdito, como em fundos, de flo-
rescenie e solida que era, de sorte que presenciava
enio o putilico desla cidade, um espectculo dolo-
roso e digno da maior attengo : o caixeiro resi-
dmdo em ricos palacetes, passeando em carros de
luxo, e ostentando todo o poder e grandeza, ao pas-
soque estorca-se as vascas da miseria aquelie
que o tinha tirado do p, e de cuja coufianca to
vil e traigoeirameote abusou : aecusa-o de haver
seduzdo a mulher do mesmo finado ponto de fa-
zer abandonar o tecto de seu marido para convi-
vir com ella em sua propria casa : aecusa-o de
haver igualmente solicitado diversas senhoras de
reconhecida capaci lade : aecusa-o de estellionala-
rio, por haver como depositario da massa fallida
de Pacheco & Mendes recebido diversas quantlas
a esta pertencentes, e se apoderando del las como
proprias: aecusa-o de haver subtrahido, na quali-
dade de administrador daquella massa a quantia
de 900,3000 por excesso da coramisso que Ihe
competa, os quaes vio-se ubrigado a restituir, em
pleno da, por ulterior delberago dos credores em
reuniao : aecu-a-o de haver mandado, sendo anda
administrador, arrematar para si, em nome de um
seu (verdadeiro automato) um sitiu da massa que
administrava, sendo que proposta acgo compe-
tente para votar o mesmo sitio na forma da Ici,
para a massa, no tribunal do commercio, foi a cau-
sa julgada contra elle pelas robustas provas que fo-
ram produzidas,
E pois a ura ente que tem commeltido tantos
crimes abominaveis, o de t do desconceituado na
opinio publica ; e em outro paiz e cora outras au
toridades, jazeria para sempre em urna masmorra,
que o govemo nomeia para um posto de subido
a prego I
A' razao Y
Sejamos francos:s podemos descortina-la em
ser o nomeado prximo prente do actual ministro
do imperio, que na contingencia de reiribuir fa-
vores de grande valia, pode illudindo a confianga
de seu collega da jusliga obter falsa f o decreto
de 13 de fevereiro findo, que a historia imparcial
registrar como a ultima expresso do cynismo e
da immorlalidade.
Ao publico.
Enganou-se por momentos a nossa espranga,
de que o Sr. Francisco Jos da Costa Barros, se
animarla chamar a responssbilidade a redac-
gao do jornal Aracaty, para justificar se das gra-
ves imputages que Ihe foram dirigidas sabbado
ultimo ; em ura artigo de fundo daquelle peridico
sob a epgraphe corrupglo inaudita I Porm
nao ; anda desta vez a rea'idade esmagou a illu
sao, e apenas o publico admlrou a impavidez cy-
nica do Sr. Costa Barros, que obsecado talvez pelos
remorsos de urna vida derraucada, parece insen-
sivel a ludo, menos ao prestigio magntico do
ouro I
Pois bem, declaro ao publdo e ao paiz que as-
sumo inteira responsabilidade pelas imputacoes,
que foram dirigidas naquelle artigo ao Sr. Costa
Barros, e eumprindo-lhe fazer-me comparecer pe-
rante os tribunaes competentes para convencer me
de calumniador, sob pena de sua revelia, serem
ellas tidas por verdadeiras, ou antes receberem a
forga de casojulgado.
Creio pois ter respondido satisfactoriamente nao
s ao decreto de 13 de fevereiro ultimo, que no-
meou o Sr. Costa Barros para o lugar que exerceu
o meu infeMz irmoe seu bemfeitor,o coronel Ma-
noel Jos Pereira Pacheco ; mas como feito rever-
ter o ultragea quem conspurcando a dignidadede
ministro da cora, s vio diante de si o prente
para galardoar com um posto de subido aprego ;
esquecendo porm os feitos gloriosos do ente que
em outra comarca ecom oraras autoridades estaa
de ha muito as gales de Fernando.
Aracaty 17 de margo de 1865.
Antonio de Padua Pereira Pacheco.
urna chicara e i*>aode flor de sawgueiro quen-
te, adocando-a eom n.:,s awcar, continuando nos
tres dias nsse tratamen^- n Om dos ffflaes usa-
r do xarope de veame oa iO"a prescripia no re-
ceituario, tendo todo o cuidado ^ se a-ar. '""
de soar convenientemente, alm de conservar o
ventre corrente, que conseguir I00l.ifldo Jlma oa
duas pillas purgativas do mesmo "elante1,
Todos quantos saecumbem desta molestia fe diz :
fallecen de eryslpella recotbida ; ao contrario
alguns expositores presumem ser o dessovorfimen-
to da putrefaegao no sangue, tanto que o logar in-
flammado que, ento a sua cor era encarnada, se
troca em lvida ou negra, e termina em gangrena, e
por essa razio que conveniente o xarope al-
coolico de veame na infusao de flr|desabugo,para
se conseguir resolver a inflammago, ou pelo me-
nos terminar pela sapporagao, impedindo assim a
gangrena.
U> effeitos do xarope alcoolico de veame appli-
cado na flor de sabugo ao doente, nao s de van-
tagem por sua qualidade diafortica, como pela
anti-septica para impedir a putrefaccio as mo-
lestias.
Na erysipolla n5o deve o enfermo nos primeiros
tres dias nsar de comidas e bebidas que possam
esquentar e inflammar o sangue.
A comida dorante esse lempo deve ser do reino
vegetal, como sa^, farnha do Maranho, pao tor-
rado, bolacha, etc.
Anda nao vi axpositor de medicina que aconse-
Ihasse que nos primeiros tres dias de acommetti-
mentos do mal, nao se usasse de medicamentos ;
o que ellesrepellen) sao os ungentos, unturasque
obstruem mais e repellem do que promovem a eva-
cnago d parfe ;o que convm trazer o lugar
atacado e bem agazalhado para ajlar a transpira-
go e defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende se na bo-
tica da ra Direita n. 88, de Jos da Rocha Pra-
nnos.
Tenho recebido cartas de algumas pessoas de
outras provincias que me comraunicara ler desta
cidade sido remetlido o meu xarope falsificado,
que tem dado resaltado ao descrdito de minha
preparago, cujo conhecimeato se tem verificado
depois dos effeitos que taes rem tdios apresentava ;
assim, pois, tenho a declarar ao publico que no
letreiro que vai pregado na garrafa do xarope,
sempre foi assignado por meu punho, e daqui em
diante, alm desta assignatura o fare tambem no
papel que cobre a garrafa. Rogo ao mesmo pu-
blico que quando forem assim engaados, tomem
testemunhas, me remetan) os rtulos falsificados e
me particlpem para fazer effeclivo o art. 167 do
cdigo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Paranhos.
32glEl.
Aovo banco de Pernam-
buco.
O banco desconta letras na presente semana a
9 por cento ao auno al o prazo de quatro me
zes, e a 10 0|0 at o de seis raezes
Caixa filial do banco do Brasil em
Pernarobttco.
A directora desta caixa saca sobro obancodo
Brasil no Ido de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Babia.
Novo banco de pernambuco.
Os administradores da massa fallida de Joaquim
Jos Silveira pagara o Io dividendo de dita massa
na razo de 9 0/0 sobre o valor des ttulos ad-
mettidos : no novo banco de Pernambuco ra
do Trapiche n. 34.
nonata, carregou para Liverpool: i x* poimw. ...... 60
7,000 arrobas de assucar masca- Ra da Cadela.
com 10,685 arrobas e 5 libras de Sobrado de 2 andares n. 21 particular
rrobas de ossoj. # e 44 publico. .', ( 1;0>
EkporiacSo. Ruado Trapiche.
Barca Iqgleza Commodori, carregou para LWer- SobPadd de 3 andares n. 85 particular'
pool : 1,395 saceos com 6,975 arrotas de assucar e 30 publico,.......
mascavado, 2,088 saceos com 11,075 arrobas e 2t' Hua da Lingoeta.
libras de algodo, 1,000 arrobas de ossos. '"te* n. andares n. 86 particular e
Barca Ingleza Ronald, carregou para Liverpool: i *4 put/Heo.
1,100 saceos com "
vado, 2,010 ditos
alflofla, 2.160 arrobas
Bafcn portu'Sueza S. Joo, earregou para o Por-' B-ua "a Craz< ,
to : 3,70i accos com 15,520 arrobas de assucar dem dem n. 87 particular e 11 pii-
branco, (HJ sacaos cwd 3y480 arrobas de dito mas-, D,'co..........
cavado. Ra do Pilar.
Barca iagleza Anne ay, arregou para Liver \iea 0i 23 particular e 101 publico. .
pool : 1,000 saceos com 5,000 arrobas de assucar Idem n. 94 particular e 99 publico. .
macavado, 1,049 ditos com 5,421 arrobas e 27 II- dem d. 97 particular e 110 publico,
bras de algodo. ; laoa* o. 99" particular e 106 publico. .
Patachologlez Stzzie >", carregou para Liver-'Wem n- 1(* particular e 104 publico,
pool : 830 saceos com 3,197 arrota* e 8 libras de Jdera n- ,0I particular e 102 publico,
algodo, 536 couros salgados seceos com 15,-637 li-, WeBI n-10 particular o 100 publico..
bras. dem n. 103 particertar e 98 publico..
RECEBEDORIA DE, RENDAS INTERNAS] GE- \,dem n- ,0i parlicu'far e 96 publico .
RAES DE PERNAMBUCO. Idem n- '5 particular e 94 publico. .
fioO
Rendimento do dia 1 a 27.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendmentododiala 26...... 86:78i>977
dem do dia 27.............. 11:230J759
&2J000
2005000
2553000
2005000
2061000
2003000
2O0000
2005000
200-5000
2005000
2OO50OO
33:7325663 Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 23 de junho de 1863.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti
CoHtuhda pf'likcial-
Pela me.-a do consulado provincial-se faz'rmblicJ
9UC triu|a das uteis marcados para a cobranac
a boc<*a do cofre dos rmpostos da decima dos pre-
6005000 *** ?rJfJs de 20 r d,J consumo d agurdente,
, e de E Ofl ?*re os bens de raiz pertencentes
1 corporagesfl*' m!o mora, se principiara, a contar
do dia Io de junho viodoiiro, fleabdo sujeitos a
mulla decretada no art. 50 do ergamento vjgente,
todos os que pagaren) depois de lindos os ditos 30
dias.
O5OOO
98:0135736
Consseiro.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 26......
dem do dia 27...............
374:9785323
19:6045294
39i:385619
Erysipella.
O medicamento que com mais influencia e ener-
gir tem combatido essa terrivel enfermidade, tem
jsdo o xarope alcoolieo de veame.
Urna escrava da mai do Sr Francisco Firmino
Monteiro, pessoa bem conhecida nesta cidade,
achando-se de cama, e com as pernas bastante in-
diadas, e cheia de lomores, tomando o xarope de
veame, acha-se boje boa, prestando servigos.
Amana do Sr. Jos Francisco Pinto, morador
na ra Direita n. 51, tendo sido acommettida do
mesmo mal, acha-se tambera boa.
A Sra. D. Senhorinba Umbelina dos Santos, mo-
rador na ra das Calgadas n. 38, achando-se ata-
cada de erysipella as cxas, com quatro tumores
bastante vJIumosos, no estado indolente, que a pri-
vava de pr-se de p ha muito lempo, com o uso
do xarope alcoolico de veame e pilulas purgativas
do mesmo, acha-se rasiabelecida, e no uso dos me-
dcamenos os tumores.terminaram pela suppura-
go.
A Sra. D. Rita, moradora na ra de Santa Rita
n. 13, primeiro andar, soffrendo do mesmo mal ha
muitos annos, pois que a erysipella alacava amiu-
dadamente, depois que tem tomado esse remedio
nunca mais Ihe deu.
Outros muitos facios destaflrdem dexo de men-
cionar aqu para nao me tornar prolixo e enfado-
nho.
Seno a erysipella urna molestia que sem davi-
na effeito de materia gerada no corpo como ex-
pem alguns escriptores de medicina, e era conse-
quencia da febre langada na pelle, onde produz
inflammago, e que muitas pessoas, por nao se te-
rem convenientemente tratado, suecumbera com o
pernicioso aso de qoe, dos tres dias nao devem
usar de remedio algum, o qae faz-se estender o
mal por nao se ter a principio combatido ; por s-'
so, pois, conveniente 'qu, logo que alguem se '
sentir atacado de tal mal, deve provocar a transpi-
rago tomando ao principio ama colherinha de
cha do xarope alcoolico de veame dissolvldo em
MOVIME.STO DA ALFADEGA.
Volumes eulrados com fazendas------ 4
t com gneros..... 613
-------- 619
Volumes sabidos com fazenlas..... 152
t t com gneros..... 706
--------838
Descarregam 110 dia 28 do corrente.
Brgue dinamarquez Joanesfarinha de trigo.
Patacho hanoveriano Mettene farinha de trigo.
Patacho inglez Porliobacalho.
Barca ingleza Vesion fazenda, cerveja e ferro
para a ponte.
Patacho hollaodezFammo Sylsecemento.
Escuna portuguezaD. J0U0charque.
Sumaca hesnanholaMerceditadem.
Brgue nacionalCardiaidem.
Brigue nacionallmporadoridem.
Patacho hollandezDenyidem.
Brgue inglez -JM/ia carvo.
Barca inglezaFavoritedem.
Barca inglezaAt'fnoidem.
Iuiportaco.
Vapor nacional Afamanguape, entrado do Araca-
ju', manifestou o segrate :
De Penedo.
262 meios de sola ; a Ferreira Guimares & C.
52 saceos algodo ; a ordem.
20 ditos dito ; a Manoel Jos de Souza.
23 ditos dito ; a Antonio Jos Pereira de Si-
queira.
De Macei.
1 caixo fazendas; a Jos Gomes Villar.
2 calxoes drogas, 20 caixas sabio, 2 fardos algo-
do, 1 alambique ; a ordem.
Genero na>onal.
-41 saccas algodo ; a ordem.
Vapor nacional Jaguaribe, entrado dos portos do
norte, manifestou o segunte :
Do Acarac.
138 meios de sola; a Joao Jos de Carvalho Mo-
raes.
1 caixotequeijos, 9 magos couros de cabra cora
cabello ; a Joao Valente da Cruz.
Do Aracaty.
70 caixas vellas de carnauba; a Jos de Sa' Lei-
to Jnior.
Do Ceara'.
17 saceos feijo, 10 caixas vinho de cajt e 1 cai-
xj papel para cigarros, 1 sacco caf ; a ordem.
12 saccas algodo, 40 -accos assucar ; a Manoel
Ignacie de Oliveira & Filho.
8 saccas algodo; a Reg & Silva.
47 saceos feijo, 2 barricas cera amarella ; aor
dem.
Escuna Bacional Georgma, entrada da Baha,
consignada a Tasso Irmaos, manifestou o seguinte :
3,285 alqueires farinha de mandioca a granel,
50 saceos farinha de dita, 100 ditos eaf, 6 volumes
charutos, 3 fardos lumo em folba ; a ordem.
Lugre brasileiro Emilia, entrado da Bahia, con-
signado a J. J. Gongalves Beltro, manifestou o se-
guinte :
5 fardos madapolo ; a Henry Gibson.
1 caixa panno da Costa, 2 ditas chales; a Scha-
fheillira&C.
1 barrica panella de ferro; a Manoel Jorge Vel-
loso. I
25 harris alcatro ; a Domingos Alves Matheus.
15 caixas chumbo em lamina ; a Mearon & C.
50 saceos arros ; a Beltro.
25 barris alcatro, 20 caixas chales de chita, 30
toneladas de ferro, 500 saceos farinha de mandioca,
140 saceos caf, 10 barricas sebo, 103 fardos fumo,
30 pacotes saceos vasios, 30 fardos panno de algo-
do, 1 casco ipecacuanha, 34 caixes e 600 caixi-
nhas charutos; a ordem.
48 fardos fumo ; a Rosa & Irmo.
2 caixoes charutos; a Monhard & C.
2 caixas charutos ; a Palmeira & Beltro.
5 caixoes charutos ; a Manoel Joaquim dd Reg.
2 ditos dito -, a Joo Baptisla Gongalves Peana.
1 caixo charutos : a Joaquim Ferreira Valente.
102 fardos fumo, 2 caixoes charutos; Antonio
Jos Soares Jnior.
40 saceos caf, 27 fardos fumo ; a Antonio Joa-
quim de Lima & C
330 caixinhas e 41 voluntes charutos, 16 saceos
caf, 20 fardos fumo; a Beltro.
Hiate nacional Mara de Otinda, entrado de Pe-
nedo, consignado a J. G. Torres manifestou o se-
guinte :
850 saceos mifno; ao mesmo.
Vapor nacional Paran, entrado do norte, mani-
festou o seguate :
Do Para.
8 fardos e 4 caixas chapeos do Chile ; a ordem.
Genero nacional.
1 caixa peiiery ; a ordem.
Do Cear.
4 canastras e 1 caixa joias: a ordera.
3 dejunbo de 186o.
HELATORIO COMMBHCIAL.
Sem grande movimento, liiniundo-se o negocio
ao supprimento da demanda para consumo.
Caf.As ultimas noticias do Brasil nao tveram
influencia sobre o mercado ; mas os ltimos rela-
tnos dos Estados Unidos e da Inglaterra causa-
ram alguma aninncao ; as transaeges entretanto
sao nicamente para o consumo. Entraram na
quizena 33,300 saceos, das quaes 17,814 do Brasil,
e desta ultima qualidade venderam-se 14,000 sac-
cas a 5 3/i, 7 7/8 sen. O caf regular ordinario do
Rio colado : 6 3/8, 6 1/2 sch.
Importago do 1 de Janeiro at fias de raaio
1865 43,200,000 libras.
1864 26,500,000
1863 33,600,000 c
1862 42,100,000 a
Era ser em fins de mao.
1865 23,000,000 libras.
1864 8,000,000 f
1863 14,900,000
1862 21,000,000 t
Assucar.Mui.o trauquillo desde os ltimos dias.
Vendas : 163 caixas e 150 saccas de assucar mas-
cavo'de Mroim, vindo pelo Queen of the Fleet.
[mnortacao at fins de maio.
1865 22,50 ,000 libras.
1864 14.000,000
1863 27,000,000 c
1862 20,300,000 t
Em ser em fins de maio.
1865 4,000,000 libras.
1864 3,000,000 t .
1863 9,500,000 t
1862 10,-300,000 t
Algodo.Mais animado ltimamente. Vendas :
100 balas de Pernambuco e 97 do Cear 16 schi
linas.
Tabaco.Entraram em maio 4,000 balas da Ba-
ha, das quaes 400 de S. Flix foram vendidas a
bons pregos. Venda total em maio 1,400 b., em ser
4,000 b. de tabaco brasil iro.
Couros.Sera mudanga ; vendas limitadas. No-
tamos apenas a venda de 7,471 couros do Rio Gran-
de do Sul.
Cacao.S procurado para o consumo. Vende-
ram-se 50 saceos do Para 7 schilings.
Jacaranda. Em ser c. s. 500 mil libras; conti-
nnam procuradas as qualidade.* finas.
Navios entrados na quinrena.
Do Rio de Janeiro : Union, Berende WAWm
Htnnch, Anna.
De Santos: James Hall, Libau, Delty.
Da Bahia : Oberon e Los hermanos (va Bremer
hafen.)
De Maroim : Queen of th fleet.
Navios sahidos.
Para o Rio de Janeiro : Paulu;.
Para Pernambuco e Cear : Rio.
Para Porto Alegre : Betty.
Para o Rio Grande do Sul : Kroar.
Para a Bahia : Joachim & Htnrid.
Navios anuuiiciados para o Brasil.
Para o Rio de Janeiro : tphyno, Anna, Conrad,
Htnrich.
Para a Rahia ma, Calo Annctt, Vernus.
Para o Maranho e Para : Berend Wilhelm.
Para o Rio Grande do Sul : Johanne, Anna Ger-
truide. /duna.
Cambios.
Sobre Londres, 3 m. d. 13 marcos 4 1|4 scL.
banco, prazo curto, 13 marcos por cch. banco.
Sobre Paris, 3 m. d. 189 Ii2 francos por 100,
prazo curto, 187 1|2 marcos banco.
Sobre Lisboa, 3 m. d., 45 5|8 schillings banco
por mil res.
Descont 3, 3 1|2 Olo-
T Santn Casa da Misericordia do
A (Um.* junta administrativa da Sant 1 Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 30 do corrente pelas 4 horas da tarde na
sala de suas sessoes tem de ser arrematado o for-
necimento dos gneros abaixo declarados, que
houver de consumir nao s os estabelecimentos
de caridade como tambem os collegios de orphos
uo trimestre de julho seterabro prximo futuro,
a saber:,
Estabelecimentos de caridade.
Manteiga franceza, libra.
Caf em grao, idem.
Cha preto, idem.
Cha hysson, idem.
Assucar branco 1" sorte refinado, arroba.
Dito dito 2 sorre, idem.
Dito dito em torran, Idem.
Arroz pilado do Maranho, idem.
Bacalho, idem.
Toucinho de Lisboa, idem.
Sabo amarallo, dem.
Velas de carnauba, idem.
Ditas de spermaeete, maco.
Farinha de mandioca da'trra, alqneire.
Feijo mulalinho, alqueire.
Vinho tinto de Lisboa,canada.
Dito branco de Lisboa, idem.
Vinagre de Lisboa, idem.
Agurdente branca, idem.
Azeite doce, dem.
Dito de carrapato, idem.
Fumo, libra.
Ceblas, cento.
Farello, sacco.
Tapioca, libra.
Aletria, dem.
Carne secca, arroba.
Carne verde, libra.
Pao e bolacha, idem.
Collegios de orpios.
Manteiga franceza, libra.
Assucar refinado 1* sorte idem.
Dito dito i' sorte, dem.
Caf em grao, idem.
Cha preto idem.
Arroz pitado do Maranho, idem.
Bacalho, dem.
Batatas, idem.
Aletria, idem.
Ceblas, cento.
Toucinho de Lisboa, libra.
Parlona de mandioca da ierra, alqueire.
Feijo mulalinho, dem.
Azeite doce, garrafa.
Vinagre de Lisboa, idem.
Sal, cuia.
L-nha cm achas, cento.
Pao e bolacha, libra.
Carne verde, idem.
As propostas devem ser aposentadas em cartas
fechadas, devendo ser especiaes j para os estabe-
lecimentos de caridade e j para os collegios do
orphos, sendo tambem aceitas as propostas rela-
tivas somente a carne verde ou ao pao e bolacha.
Os pretendentes podem dirigirse esta secreta-
ria as horas de seu expediente, afim de se lhes
dar as mformacoes, que julgarem precisas, e no
acto da arremaago devem comparecer acompa-
nhados de seus fiadores, ou muuidus de cartas des-
tes, que ficaro respon>ave;s pelointeiro cumpri-
mento dos respectivos contratos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 21 de junho de 1865.
O escrivo.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
^MPHA
DO
PDlfO
Navios entrados no dia\17.
Acaracu' e pnrtos intermedios 9 dias, vapor bra-
silero Pemnunga, de 422 toneladas, comman-
danta Manoel R. dos Santos Moura, tquipagem
20.
i Soutliamnton e pnrtos intermedios 18 das, va-
por inglez Oneida, de 1372 toneladas, cominan-
dante Wooleotl, equipagem 130.
Liverpool32 dias. brigud inglez Ruth, de 261 to-
neladas, capito T. Curphey, equipagem 10, car-
ga fazendas e oulros gneros, a Southal Mellors
&C.
; Bahia 3 dias, barca ingleza El Dorado, de 334
toneladas, capito John Coffery, equipagem 9,
em lastro, a ordem.
Navios sahidos no mesmo dia.
' Portos do sulVapor brasileiro Paran, comman-
dante o capito de fragata Santa Barbara.
Portos do SulVapor inglez O/ieida, commandan-
le "WoolcotL
Santa Gasa da Misericordia
do Recife. '
A Illra.' junta administrativa da Santa Casa da
Mi-erico'rda do Recife, manda fazer publico que
no dia 30 do corrente pelas 4 horas da tarde, na
sala de suas sesses continuam a praga das ren-
das das casas abaixo declaradas por terapo de 1 a
3 annos a contar do Io de julho do corrente anno
por diante, e adrerte-se aos respectivos inqullinos
que nao renovaren) os seus contratos at o lim do
presente mez ficaro pagando do dia Io de julho
a renda porque eslo em praga as preditas casas
Ra das Larangeiras.
Casa terrea n. 5 particular e 17 pu-
blico..........
Ra do Rangel.
dem n. 43 particular e 55 publico. .
Ra do Rosario da Boa-Vista,
dem n. 14 particular e 58 publico. .
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 41 particular e 2 pu-
blico. -.......1505000
Ra da Moeda.
dem n. 44 particular e 21 publico.
Ra do Amorim.
dem n. 48 particular e 56 publico,
dem n. 50 particular e 52 publico,
dem n. 53 particular e 43 publico.
Hdem n. 56 particular e 26 publico.
Ra do Azeite de Peixe.
co............6005000
Ra da Cacimba,
dem n. 65,particular e 5 publico. .
mem. 87 parHenlY e 10 traBftco. .
Ra do Vlgario.
Sobrado de 2 andares n. 72 particular
e 27 publico........
Roa do Encantamento.
9qDradode2 andaresn. 76 particular
e 11 publico. .......
Idemidumn. 77 particular e 13 pu-
blico..........
Roa da Scrtzala Velha.
Casa terrea n. 81 part colar e 18 pu-
blico, .........
dem o. 81partcuUr e .16 publico. .
Ko drSuia.
dem n. 84 particular 49 publico. .
2065000
3OO50OO
1685000
No dio 28 do corrente pelas 12 lior^s do
dia ter lu^ar no escriptorio da companhia
ruadoCabug n. 16. a arrematacSo dos
chafarizes existentes na Passagera da Mag-
dalena e por espado de um anno ; os Srs.
licitantes com; arer; m com seus fiadores on
declaracSes dos tnesmos no mencionado dia,
devendo ser as propostas em carta fechada
apresentada na mesma occasiao ou antes no | cripturago,
escripiorio onde melhor se deverao escla e- j
cer e informar das condicoes do contrato
da arremataejo,
Bazes sobre as quaes se d ve lancar.
Pas-agem da .Magdalena.
Chafrriz do largo do viveiro.. 200#000
Dito entre as duas pontes .. 3GOJ0OO
Mesa do consulado provincial da Pernambuco 26
de maio de 1865.
Antonio Carneiro Machado Ros
____________________Administrador.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se fazpnlilico que oeste corrente mez que os de-
vedores dos irapostos segrales : renda dos pro-
prios nacionaes, decima a.dicional de mo-raora,
imposto de 20 0/0 e dito especial, relativos ao 2o
semestre do exerccio corrente, teem de pagar 3us
dbitos sem multa, depois do qoe sern pagos cora
ella. Recebedoria de Pernambuco 2 de maio de.
l&Oo.-O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Por ordem do Illm. Sr. Dr. chefo de polica,
fago publico os artigos 6o do titulo 7* das posturas
municipaes de 30 de junho de 1849, e 12 Jo regn-
lamenlo da cmara municipal desta cidade de 26
de agosto de 1831, para que uraguem possa alle-
gar ignorancia de suas disposicoes.
Art. 6o Fica prohibido dentro da cidade o uso
de roqueiras, bombas e fo/o sollo (buscap): os
infractores sero multados em 105, e soffrero
dous das de prso. A cmara por editaos desig-
nar os logares em que se possa soltar os busca-
ps, roqoetras e bombas de que trata este artigo.
Art. 12. Nao se poder soltar f go algn, seno
em pateos espagosos, ou quintaes, nunca era lugar
da adjuntos : os infractores incorrero na multa
de IO5OOO.
Secretaria da polica de Pernambuco 22 de ju-
nho de 1865.->o impedimento do secretario,
Jo-e Xavier Faustino Ramos
Cuuvida-se as pessoas queestiverem nascon-
dices do servigo militar, a engajarem-se n corpo
de"polica, e gozarem das vanlagens que offerece
a lei provincial n. 611 de 2 do corrente.
Tribunal do commercio"
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico, que nesta data fot ins-
cripto no lvro da matricula dos commerciantes o
Sr. Thomaz Teixelra Bastos, cidado brasileiro, de
36 annos de idade, estabelecido nesta cidade cora
casa de commercio de mercaduras, em grosso.
Secretaria, do tribunal do commercio de Per-
nambuco 26 dejunbo de 1865.
O offlcial-maior,
_________ Julio GmmarSes
Inspeccao ilo arsenal de marinha.
Faz-se publieo que aeommisso de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamento
annexo ao decretjn. 1324 de 5 de fevereiro de
183i,_o casco, machina, caldeiras,-apparelhu, mas-
treago, veame, amarras e ancoras do vapor Pa-
ralaba da companhia Pernambucana d<> navega-
go costeira, achou todos estes objectos em estado
de poder o vapor navegar.
Tambem examinou a comraissao o casco, ma-
china, ealdeiras, veame, amarras e ancoras do
vapor Camaragibe da companhia vigilante, e jul-
gou que podia continuar no servico de reboque era
que se emprega ; ma> a caldeira nao podando
funeconar com mais deoito libras de presso de
vapor por cada polegada qnadrada, e o peso de
quatro arrobas calculado sobre a vlvula, pela sua
m crav.go depois do ultimo concert que se
Ihe fez.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pernambu-
od 26 de junho de 1865.
O inspector,
_________________H. A. Barbosa de Almeda.
Actnm-se depositados pela subdelegada da
fregnezia d.'s Afogados, como furtados, dous caval-
los, sendo um castanho e outro rugo pedrez, e bem
assim quatro bois de lote que foram entregues
mesma subdelegacia pelo subdito francez Henry
Adour. por os ter apprehendida em seu sitio, na
Piranga : quem se julgar com direito aos mesraos,
coraparega, que provando, lhes sero entregues.
O subdelegado,
Jos Roberto de Moraes e Silva.
O conselho de compras do arsenal de guerra,
precisa comprar o segrate : .
Para o rancho dos apreudizes menores do mesmo
arsenal, nos raezes de julho e agosto
vndoures.
Assucar refinado 21 sorte.
Manteiga franceza.
Toucinho de Lisboa.
Carne verde.
Dita secca.
Bacalho.
Azeite doce.
Vinagre.
Farinha da trra.
Feijo. -.
Caf.
Cha'.
Pao de 4 ongas.
Bolachas.
As pessoas que quizerem vender ditos artigos,
apresentem suas pr-postas na sala do conselho, ao
meio dia do dia 30 do corrente.
Sala do conselho de cimpra; do arsenal de guer-
ra, 26 de junho de 18Q3. O encarregado da es-
560^000
Escriptorio da Companhia do Beberibe
26 dejunbo de 1865.
O secretario,
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
Santa Casa de Misericordia
Kecife.
do
Manoel Jos de Azevedo santos.
Arrematacu
No dia 30 do corrente, depois da audiencia do
Dr. juiz municipal da 1" vara, tem de ir praca
de venda a casa terrea n. 79 da rua-de Hortas, pe-
nhorada a Emeterio Jos dos Santos e sua mulher,
por execugo de Ignacio Barroso de Mallo, cessio-
nario do Exm. Monsenhor Muniz Tavares. avaha-
da por 1:0009 : os preteudentes acharao du.a ca^a
aberta para examinaren).
geral.
Gorreio
Pela admnistrago do correio desta cidade se faz
publico que em virtude da convengao postal cele-
brada pelos governos brasileiro e francez, sero ex-
pedidas malas para Europa no dia 30 do corrente
mez pelo vapor francez Guyenne.
As cartas sero recebida; at 3 horas antes
da que for marcada para a sahida do vapor ; e os
A Illm junta administrativa da Santa Casa de -
Misericordia do Recife manda fazer pablico que no Jorn!fBa=l* 2 a
da 30 do corrente, pelas 4 horas da larde, na sala
de suas sessoes, ir praga por lempo de tres an-
nos. a contar do Io de julno de 1866 a 30 de junbo
de 1869, as rendas das casas terreas da ra do
Amorim n. 47 publico e 51 particular, pertencen-
tes ao patrimonio de orphos, pela quantia de
4525OOO annuaes e fazendo o arrea atante a sua
custa as obras abaixo declaradas, as quaes se obri-
ga a fazer o actual locatario, a saber :
Ladrilhar todo o armazera com tijolo de alvena-
ria batida assentados em cal, igualar o telhadoao
do armazem visinho, deitar o frechal na parede do:
lado do sul, altear o canto da mesraa parede e fa-,
zer outros reparos indispensaveis a conservago'
de predio.
Secretaria da Santa Casa de Mise ricordia do Re
cife 23 de junho de 1865.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Admnistrago do correio de Pernambuco 21 de
junho de 1865.
O administrado1-,
Domingos dos Passos Miranda.
Capitana do porto de Peroambuco, 19
dejunbo de 1865.
Em virtude do disposto no aviso do ministerio da
4005000 marinha de 30 de maio do correle anno, manda o
Illm. Sr. capito do porto fazer publico, que esta
capitana promove o alisiamento de pragas para
guarogo dos navios de guerra, sendo pagos os j personagens do prologo.
respectivos premios na razo seguinte : LPhldlas....................... Lisboa.
!. Aos marinheiros que se contratarera por um Diogenes....................... Amoedo.
anno 1005, e aos que o ferem por dous 2005 ;' Alcibiades..................... Teixeira.
3305000
4205000
4205000
725000
EMPREZA--COIMBRA
10" recita da aslgaatnra.
Quiata-feira 29 de jimlio de
1865.
Subir a scena o muito interessante e appara-
toso drama em 4 actos e 1 prologo
AS
MULHERESOEMARMORE
1445000
83J f*)0
9005000
9005000
2005000
2005000
Strabon........................ Porto.
Gorgias....................... Piolo.
Um Atbenietwe.................. Gmmaivaes.
SMlffij^l
aos grumetes no primeiro caso 305. e no segundo
Ads individuos que se apresetrtarem vol'un- ,
tariaraente, alera do premio que Ibes competir, o mdito....................... fan'a "os.a-
promettido aos engaadores, entregue na occasiao : iTha.......................... I). Lamilla.
Isto 205000 por cada marinheiro, e 105000 por Aspasia -estatua............... D. Eogenia.
cada grumete, recebendo taes quantias quando se [ Laisidem.................... D. Leopoldina
verificar que esto inteiramente llvres e deseraba-- Pharyna-idem............... 0. Joaquina.
racados.
Os premios sem pagos aos contratados pelo
maior praao, metade na occasiao do assentaraenlo
de praga, e metade no Ora do primeiro anno ; e
aos outros entregar-se-ha a importancia total ao
alLstarenx-se.
O secretario,
Decio de Aqu'uio Patiseca.
I u

1-1


"
Marte** rerntmbne ... QuKi feira Ie4
de 1S&.
Fnncis........................ Borges,
Mana..................'........ a Capilla.
Marca-....................... D. fiag-raia.
Josepha....................... D. Leepoldina
Feodora....................... D. Joaquina.
Madama Dedier................ t. Jesuraa.
Criados do hotel Madrid nos campos Elyseos.
O prologo em Alhenas.
O ; 3o e 4" acio em Paris.
poca actualidade.
Todo scenario e vestuario acha-se retocado com
esmero e gosto.
Dar flm ao espectculo o rauito applaudidu
duelo pela Sr." D. Eugenia e o Sr. Lisboa.
0 ESTIMANTE E V LWAVEUA
Principiar i 8 horas.
AT1S0S MARTIMOS.
COMPANH1A P ERNAMBIJCANA
DE
"V'avegavo costelra per vapor.
Macei e escalas.
Segu o vapor Parahfia no dia
30 do correte as S horas da tar-
de. Recebe carga at o da 28,
encommenda?, passageiros e di-
nheiro a frele at as 3 horas da
tarde do da da sahida : escriptorio no Forte do
Mattos a. 1. 1_______
COMPANHIA PERNAMBUCAlU
DE \
Navegaco costeira por vapor.
Parafeyba* Natal, Maco. Aracaty,
Cear e Acarac.
O vapor Mamanguape, segu no
dia 28 do correle as o horas da
tarde. Recebe carga nos das 26
e 27, encommendas, passageiros
e dinheiro a frea at o dia da
5ahida as 2 Horas : escriptorio no Fono d-b Mattos
....._________J______
Companhia das Hensageries Im-
periales. 1
No ;dii 30 do
correte pez es-
pera-s qos por-
em coBstruco e mais bemfeitorias deairo do Mes
mo do mesmo terreno to Da ra Imperial. -
Um escravo velbo.
Dividas.
Manas far lello por ordem dos credores do
Engenho.
Arrenda-se o engenho Jussara de Saut'Aana, site
na fregueiiadelpDjuca, |tgoa e meia distante da
estacao da'Escada e Ipojca| com ierras de var-
Rvd. B. Jos Antonio das Santos Lessa de um ter- teas de massap para se safrejar em grande esca-
reno cercado era Panacaca, um dito e urna casa la : a tratar no pateo -lo Livramento n. 23 cjm e
*m rocniMit nnc Afflinf/tc nm em respaldo nos Afililos, um dito com duas casas
pequeas, sendo nma em conslruccao e raais bem-
feitorias dentro do mesmo terreno sito na ra Im-
perial, a qual foi ypotbecado por Manoel Lniz
Coelho de Almeida, um escravo velho e diversas
i dividas na importancia de 6:9364170 em docu-
mentos e letras, indo pertencente a mesma massa.
Sexta-feira 30 do corrento
Em seu escriptorio ra da Cadeia n. 9, as 11 ho-
T-as do dia._______________________________
LEILAO
>e \ escravo mualo de idade 22 ao-
os con as habilidades sepintes
bolieiro e cosinlieiro.
Cordelro ttiraes
far leilao por coma e risco de quem perteocer do
escravo cima mencionado isto
Sabbado 1* de julho
as i2 horas a porta do armazem do Sr. Annes lar-
go da alian liga.
Guienne, rom-
mandante A. de
la Ne, p qual
depois da| demo-
ra do costume seguir para Bordeaux tocando em
S. Vicente e Lisboa,
Em S. Vicente ha um vapor em corresponden-
cia com Goree. I
Para fretes, condieeoes e passagens trata-;e na
agencia ra do Trapehe n. 9.
PARA O
Rio de Janeiro
Sahe at o lim da presente semana o brigue na-
cional Sequeira, tem duas largas partes da (larga
prompta : para o resto da carga que Ihe falta e
escravos a frete, trala-se com o consignatario! Da-
vid Ferreira lialtar, ra da Brum n. 66, ou com o
capito na praga.
Be terrenos!e casas de earabo no
feoteiro.
A saber :
Urna casa de pedra e cal com 27 paira de fren-
te e 47 de fundo com 2 salas, 3 quartos, cozinha
fra, terraeo, cacimba e juntamente o terreno em
i que se aeita edificada dita casa, na estrada do Mon-
, teiro, com 92 palmos' de frente e 320 de fundo,
; dando os fundos para a estrada do Arraial.
I Urna easa de taipa com a frente para a estrada
do Arraial. com 54 palmos de frente e 54 de fun-
do, contendo 2 salas, um gabinete, o quartos, es-
tribara ao lado, cacimba com bomba, e juntamen-
te o terreno com 1,050 palmos de frente e 428 de
fundos, o qual podera' ser dividido em sitios.
Um terreno com 350 palmos de frente e 370 de
fundos, em que esta' edificada a casa do Sr. Bar-
reto, em frente a casa e siiio do Sr. Manoel Jos
Carneiro.
Um dito com 282 palmo.; de frente era seguiroen-
a casa dos
so, e nao
nnr n-t n / lo a0 de cima> e era I ,m i herdeiros de Jicratho de Souza Trava<
estrada do Monte i ro.
Terca-feira 4 de julho de 1865.
O agente Pinto fara' leilao, precedida a compe-
tente autorisaco, dos terrenos e easa cima men-
cionados, as quaes se tornara recoramendadas por
; serem em um arrabalde peno d cidade, e para
I onde vai haver estrada de ferro : o leilao sera' ef-
j fectuado as 11 horas do dia cima dito, em o es-
: criptorio do mesmo agcute, a' ra da Cruz nume-
eo 38.
iIS0S DIVERSOS.
Venda de navio.
Vende se o |brigue brasileiro Imperador de
construcgo americaua, forrado de cubre e com
todos os seus pertences, do porte de 8,00'! a ro
bas e acha-se tandeado defronte da alfandega, on
de pode ser visto e examinado, e para tratar no
e.-criptorio de Amirim Irmaos ra da Cruz n.
Para a Babia
es-
pretende sabir com muita brevidade a veleira
cuna Eliza por ter a maior parte da carga, e pira
o resto que Ihes falta trata-se com o consignatario
Joaquim Jos Ganealves Beltrao na ra do A gario
n. 10, primciro andar.
Dr. Ignaoio Sery da Fonseca.
Precisa-se de um trabalhador
ntenda bem de todo o servico
mero 69.
GASA DA FORTORl
Aos 6:000^000.
Bilhetes garantidos.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado venden nos sens muito feli-
i bilhetes garantidos da loteria que se acabpu
Fog,o,fog,<>.
Compra-se efectivamente ouro e
obras yeldas, pagando-se bem : na rna larca T
Rosario n. 24, leja de oorives. arga do
- Silyino builherme de Barros compra"?^
o nj. de erfectlvamente escravos de ambos os sataT
Para os estejades dus de S. Joio ei S. Pedro m do m dor 79 JJJ os sexos: *
existe na rauito acreditada fabrica de fogos de ar-
tifleio da ostrada de Joo de Barros, propriedade
da vluva Rufino, um completo sorlimento de pis-
ta anon ''= Bm.uuuvjunurem nuc ao auouvu ud yiu ixuiiuu, um tum^iiiu oumuitui. -s k ein ouras venias : compra-se t i orara da rnA
tt*U g-J de trahir, a beneficio da Santa Casa da Misen-1 tola, craveiros, rodiuhas e fogo buscap : como pendencia n. 22, loia de bllhete e*
Ouro e prata
em obras velhas : compra-se
AMADELEim
Precisa-fe de urna ama de leite nSrrua do Pi-
res n. 24. N :
Gfferece-se urna mulher fiara ama de
casa de homem solteiro ou de pouca familia,
a qual lava e engomma : a tratar na ra Au-
gusta o. -94.
Freguezia de 8. Jos.
A professora da lerceira cadeira de {nstrucclo
primaria do sexo feminino da freguezia de S. Jos
participa ao publico que a sua aula achar-seha
abena do l4 de julho vindouro em diante, na roa
de Santa Rita n. 27, primeiro andar.
Precisase fallar com o Sr. Jos de Souza
Leo a negocio que nao ignora : na ra Nova n.
20, loja do Carneiro Vlanna.________________
Preelsa-se de urna senhora fraoceza ou In-
gleza que esteja no caso de educar meninas e que
queira sugeitar-se a educar duas n'uma casa de
familia nesta praca : queira aonuneiar ou diri-
girse a ra do Imperador sobrado n. 63, segundo
andar, que se tratar do ajuste e prometle-se pa-
gar bem correspondente as disciplinas que lec-
cionar.
5'ara Lisboa.
Segu com a possivel brevidade o bem conpe
cido brigue portuguez Relmpago : tem a maior
pane da carga prurnpta e para o resto e passaf e-
ros, trala-se com o consignatario Thomaz d'Aqu no
Fonseca, na ra do Vigario n. 19, Io andar.ou cam
o capilao na praga.
Lisboa
A barca portu^ueza Mara sahe p ra
Lisboa e-R piucos dias, recebe carga a frite
barato e passageiros para os quaes tem (x-
cellentas commotl'js : a tratar com os o
signatarios Carvallio & Nogueira, na ra
Apollo n. 20 ou com o_capito_na praga.
Para o Porto
O brigue p>rluguez Laia I, capilo Alexande
Jos Correta, vai sahir at o dia 30 do corrente p< r
ter a mmor parto do rarregamenio engjjado, rec<
be cart;a afrete barato.e passageiros, para os quaes
tem excellentes commodos : trata-se com Euzebi
Itapael Rabello, ra do Trapiche n. 4i, ou com
respectivo capillo.
Os senhores assignantes deste
Diario, que se acho deven
do suas assignaturas, queiram
mandar satisfazer antes do
fim do mez, visto como haven
do dificuldades de os encontrar
tem de ser chamados poi esta
folha para pagar em.
O Sr. negociante que receben urna carta do
Para sobre um negocio do Sr. Jeronymo da Cosa,
da cidade de Manos,provincia de Amazonas, quei-
ra ter a bondade de declarar sua morada nesta
typographia, que se Ihe deseja fallar.
y
O abaiKo assignado, revestido de poderes ge
raes pelos herdi-iros do finado capito Joao Fran-
cisco de Alququerque Mello para vender os solos
e propriedades que possuem na povoagao dos Afo-
lados, em diversas ras, abaixo descriptas, convi-
da as pessoasque quizerem comprar ditas proprie-
dades a entenderem-se com o mesmo abaixo assig-
nado, ra Direita, botica n. 88 do Sr. Jos da
Wocha Prannos. Outro sim previne aquellas pes-
soas que at o preseote nao teem pago os respec-
tivos fros*que o facam da publlcago deste a 30
dias, lindos os quaes se proceder judicialmente a
cobranca.
Joaquim Jos dos Santos Barraca.
Propriedades: Dous solos ao sul da povoacao
dos Afogados, ra do Motocolomb, com duas casas,
vendidos por Luiz de Carvalho Paes de Andrade e ;
sua mulher D. Rita Zeferina Paes de Andrade (es-
criptura n. 1.)
Um solo na mesma povoagao e ra com urna
casa, da qual foi ou dono Luiz Jos do Patroci-
nio, vendido por Joao de S e Albuquerque e sua '
mulher D. Anna Victorioa Coelho da Silva. (Es-
criptun o. 2.)
Um solo na ra da Senhora da Paz, ao sol da de
corda, os seguintes premios .
Um mel n. 238-com a sorte de 10:0004000.
Um meio n. 212-i om a sorte de 2:000*000.
Um quarto n. 190 com a sorte de 800*000.
Um quarto n. 2214 com sorte de 400*000. i
Eontras muitas sortes de 100*, 40*, 20* e
Ospossuidores podem virreceber sens respec-
tivos premios sernos descontot das leisnaCasa
da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da ultima parte da 4* e
i* da 5 lotera (21-J beneficio do theatro de San
ta Isabel, que se extrahir a i de julho.
PRECO.
Bilhetes.....7*000
Meios......3*500
Quartos.....1*900
Para as pessoas que conprarem de 100*5000
uara cima.
Bilhetes.....6*500
Meios......3*750
Quartos.....1*700
_________ Manoel Martins Fiza.
A partida do club commercial no cr-
reme me>: lera lugar na noite do dia 28.
seja penoso a algumas pessoas irem a fabrica pela
distancia, os pretendentes podem deixar suas en- n~T,,^ '. S. ?ter""|s a
comraenas no armazem da bola amarella no oitao Praca da "dependencia, loja d. 22...
Compra-se ouro,
9*400
oa
da secretaria da polica.
- a praca da Independencia n. 33, loja de our
ves, compra-se ouro, prala, pedras preciosas e
tambem se faz qualqner obras de encommenda e
odo e qualquer concert.
>
O bacharel
Francisco Augusto da Costa
ADV8GAD0
Ra do Imperador numero 69.
em obras velhas
prata e pedras preciosas,
na roa da Cadeia do Recife
loja de ourives no arco da Conccicao.
Compra se um arreio para um~cvlio~ de
cabriole! sendo em bom estado: na ra aova d*
Santa Rita n. <9, ribeira do peize.
Comprase um bom bol para carroca aina
mesmo estando magro; na ra das Tnncheiras
n. 48.
VEIBA.
man
Aluga-se a metade da casa n. 92 da ra das
Aguas Verdes: a tratar na mesma.
Alugam-se dous grandes sobrados com com-'
modos para numerosa familia, novos e aceiados,'
cora jardim, cocheira, estribara e outras commo-;
didades, na travessa de Joo Fernandes Vieira :
a tratar na ra da Seuzala Nova n. 42.
Quem
Ama de leite.
precisar de urna ama de leite, dirija-se
I
de sortea,
i Vende-se esta linda collecca"o
reunidas em um pequeo volume, com 25
assumptos, e mais 59 novas charadas, pelo
A /(fjase
um sitio na campia da Casa Forte, com duas ca- diminuto preco de 1$ cada i lar era
;fiS3STiSiaSrrS=; tt^E^iSttgtt ^d0:n,m, da Independencia ns. G
do todas as accommodacSes precias, o nutra mm o-
boas commjdidades para qualquer
Ama
e outra com
familia : na
Precisa-se de urna ama forra para ama de casa
de muito pouca familia : no pateo de S. Pedro
n. 3, sobrado.
Precisa-se de urna ama que saiba comprar
e cosinhar, para casa de pouca familia; na ra
do Queimado o. 22.
Aluga-se o segundo andar e soto do sobrado
n. 7, sito na travessa da Madre de Dos; quem
pretender dirija-se a mesma ra n. 15.
Pede-se mu encarecidamente pessoa cari-
dosa, que agasalhou em sua casa a parda livre Ma-
ra do Carino Al ves Varella, j quasi de 80 anuos,
enferma e desmemoriada, haja de ter a bondade
de mandar indicar a soa morada, ra da Palma
n. 62, ou alias a ra do Hospicio n. 11, pois, ha
13 das, que ella desapnareceu sem nioiivo algum
desta ultima casa, onde era bem traiada, e al o
presente nao tem havido quem della d noticias
por mais diligencias que nao sillo empregadas.
lspera-se da caridade clinstaa
[ ra do Vinario n. 19, primeiro andar.
Aluga se urna sala do primeiro andar da ra
do Queimado n. 41 : a tratar na mesma.______
Vende-se urna burra de ferro
em perfeito estado e por comraodo
na ra do Apollo n. 20.
grande
preco :
com bons commo
ra do Trapiche
Magdalena, ra do 0 C8 StellO de GraSVle.
Traduzido do francez por A. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 2-J50C
ua praga da Independencia, livrarians.
6 e 8.
Bemfica, os sobrados ns. 7 e 9
dos para familia : trata-se na
numero 4.
R&
Anda se precisa de urna ama para coii-
nhar e ongommar para tres pessoas : na
ra das Cruzes n. 37, sendo pessoa mori-
gerada e que se possa entregar urna casa.
Descontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes: na [traga da Independencia n. 22
Aviso importante.
O abaixo assignado, recebeu do Sr. Manoel Car-
los dos Sanios, do Rio de Janeiro, cartas e ordens,
a seu filho meoor Alberto Carlos dos
__ Vende-se urna taberna na ra Imperial n
187 e urna ca ra da tsperanca n. 59 : a tratar
| em qualquer deslas.
Batatas.
Vendem-se excellenles batatas- pelo diminuto
prego de 500 ra. o gigo : no armazem do Sr Aze-
ved0 defron2^a_e^c^nJia^a_alfaDdega.
Vende-se um carro dii
de quem quer que
S. Miguel, com urna casa de n. 123, vendido por *e* esse acl benfico, afira de poupar-se profun- Para supprr
Joao Marinho de Souza Leo e sua rnulher D. Ma- ? Pez,ar' e as Morosas lagrimas dos nfelizes fi- Santos, que em pne.ro do anne corrente, se ausen-
ria Guilhermina Coelho da Silva. (Escriptura nu- [hos dessa P,bre mulher os 1uaes dl'r'gem este ion daquella cidade, e que se suppoe existn
mero 3.) ervoroso pedido, sendo que pela sahida fineza
dessa declaraco licaro eteroameote agradecidos.
Precisa-se de urna ama para servicQ interior
de urna casa da pouca familia : a ra ue Hurtas
Um solo na mesma povoacao e ao sol da ra de
S. Miguel com urna casa "de n. 5, vendido por
Francisco de Paula Souza Leo o sua mulher D.
Thereza Sophia Paes Brrelo. (Escripiura u. 4.)
Um solo na mesma ra e povoacao com urna
casa de n. 124, vendido por Joo de S e Albu-
querque e sua mulher D. Anna Victorina Coelho
da Silva (K Duas casas em chaos foreiros de ns. 30e31,ven
n. 130
provincia, de tudo quanto carecer, e mesmo para
voltar ao seio de sua familia. O Sr. Carlos, ou
qualquer de seus amigos, dinjam-se por obsequio
praca do Paraizo n. 24.
Salustiano A. P. de Souza Prez.
Quera precisar de urna ama que engomma e
coze, dirija-se ao beccode S. Pedro n. 2.
Precisa-se de dous trabajadores para pada-
ria : na ra larga do Rosario n. 16.
didas por Francisco Luiz Guedes e sua mulher Joa- i Miguel Gomes da Silva deixa de ser caixeiro
quina Mana do Espirito Santo. (Escriptura n. 6.) j dosSrs. Antonio Pedro de Mello A C, do armazem
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leile : na ra estrei-
ta do Rosario n. 32, 2 andar.________________
Offerecese urna pessoa para casa de familia,
sendo para tratar de meninos, lavar e engommar
para os mesraos : na praca de Pedro II n. 4.
- carregar gneros da
alfandega, com uso, e todos os pertences de outro
igual, tudo por preco muito commodo
no pateo de S. Pedro n. 4.
a tratar
Precisase de urna ama para o servico inler- da liga. ra iNova u. 60, por motivos justos; prp(,jca.Sp hpr ninfa Tcorresnondente do
1Ss.m ,om, agradece,o ^^^o^^nio^^Z^^ii^^^l^
l*ara o Porto.
Sohe com a possivel presteza o brigue portue;
goez UrtiVio : para carga e passageiros Irrta-s
;om o consignatario Tiiomaz d'Aquino Fonseca
ra do Vigario n. 19, 1 andar.
jEr36-rag7.-:Miaiaigxiaaw m !. l i
I
LOES.
LEILAO
ilL/
De mobilias, ( aparelho do prata de le para cha,
1 faqneiro de prata de le, 1 carro do 4 redas com
2 e 4 assentos cora a competente parelha de ca-
vadlos, 1 cabriole! com arreos, diversos quadros
coa finas gravuras, relogios novos e u ados de
uro e prata, 1 mesa elstica, urna porro de ca
xinlias com pastilhas, charutos da Bahia em caixas
o maco-, carteiras para escriptorios e outros mui-
tos arligos de gosto.
HOJE
s 11 horas.
NO GRANDE ARMAZEM DE LE LOES
1)0 AGENTE
OLYMPIO*
36 -Roa da Cadeia do Reclfe--3t
AOS 6:0000000.
Sabbado Io de julho, do correle anno,
se extrahir a ultima parle da 4a e Ia da 5a
loteria (%i*) a beneficio do theatro d Santa
Isabel no consistorio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario da freguezia de Santo
Antonio.
Os bilhelos, meios e quartos esto a ven-
da na respec iva tliesouraria a ra do Cres-
po numero 15,
Os premios de G:000#000 at 10#000
serao pagos urna hora depois da extraccao
at as 4 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicao das listas.
As encommendas s rao guardadas so-
mente at a noite da vespera da estraccac
como de costume.
0 thesoureiro,
Antonio-Jos Rodrigues de Souza.
Goiifeitaria dos aiiaiiazes.
Una da Ccuz n. 16.
, Acaba de chegar a este novo estabelecimento um
lindo sorlimento de licas caixmlis para amen-
doas, proprias para presente; ha amendoas boas e
boas pastilhas etc., para enchimentos das mesmas,
tambera se vendem papis de estalo para sortes,
prepara-se pao de l enfeitado, gatveau de diversas
quali-lades, simples e enfeitados, tambem haver
nos das 22, 23 e 24 bolos de S. Julo simples e en-
feitados, nestes das como sempre haver empadas,
pastis de varias qualidades, dores para cha, figu-
ras para bandeljas, ramos ariilicies para dilas.
Recelie-se encommendas de tudo quanto concer-
nente a este negocio.
no de casa de pouca familia : na ra da Concor-
dia n. 8, relinaco.
\ov;i escola de meninas.
Francisca Aimlia Moreira tendo obtido a conve-
niente licenca da directora geral da instruccao
publica, participa aos senhores pas de familias,
que se acha aberta a sua escola de ensrao primario
para o sexo femenino, ra larga do Rosario, so-
brado n. 16, primeiro andar, onde se promptifica
a leccionar com esmero as suas alumoas as se-
guintes materias : instruccao moral e religiosa,
letura e escripia, grammatica nacional, arithmeti-
que Ihe deu durante o lempo de ser caixeiro.
Precisase de urna ama para coz nliar e mais
outros servicos olemos para casa de urna pessoa :
na travessa de S. Pedro n. 10, segundo audar, en-
trada pela ra do Fogo.
___livraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
Precisase alugar urna escrava para o serv- crava.
co inlerno e externo de urna casa : na ra larga
do Rosario n. 35.
Na ra larga do Rosario n. 31, segundo an-
dar, sobrado que faz esquina, precisa-se de urna
ama que saiba cozinhar e engommar, para urna s
pessoa, paga se bem, daudo-se preferencia a es-
Caetano da Rocha Pereira lecciona msica
vocal e piano por -i.5 mensaes : a tratar na ra
de Hortas n. 27.
Roga-se ao Sr. passageiro do vapor
inglez La Platas Chegado m 28 de mato Anacleto Publio de Moraes Carvalho, profes-
ca, systema de pesos e medidas do imperio, lingoa prximo (indo, que por engao levou entre sor particular de instruccoes primaria c secunda-
franceza, msica, desenho, bordados, flores, e de- a sua ba^aspm nma caitinha arntanrin nma ria, participa ao respeitavel publico, que contina
lten ,0 uma ensmar primeiras letras, e tem aborto um curso
entregar de francez e outro de inglez; podeudo ser procu-
primeiro rado dos 8 da manhaa as 2 da tarde, e das o as 6:
na ra de Hortas n 106.
mais prendas proprias e nrcessarias ao seu sexo.
moleta, o obsequio de a mandar
esapparecea da ponte do Uchoa uma canoa na nnra iln fnrnn <^nin n ti
de carreira com a poupa quebrada, impellida pela na ,praCa U0 torP^ nlO n. 17,
Semana Illustrada do Kio de Janeiro
Assigna-se na ra do Crespo n. 4: tres mezes
65, seis mezes 115, um anno 18^.
cheia no dia 24 do corrente : quem della der no-
ticia na ra do Imperador n. 69, ser gratificado.
Precisa-se de uma ama que saiba cosinhar
para casa de pouca familia : na ra do Crespo D.
18, primeiro andar.
Precisa-se de um feitor para engenho que
seja portuguez: na ra Direita n. 30, segundo
andar.________________
Na ra da Cadeia do Recife n. 50 existe uma
carta para Antonio Joaquim da Costa e Silva.
A pessoa que annunciou precisar de 3005000
sobre hypotheea em um escravo mogo, pode diri-
girse a ra das Calcadas n. 6 para tratar.
andar.
Ama de leite.
Precisase de uma que seja sadla e
eite: ua ra Imperial sobrado n. 87.
Acacia.
Vende se a bareaga cima denominada, construi-
da com solidez, de boa marcha, e de lotaco 50
caixas; a tratar com Andrade & Reg, ra do
Crespo, ou com Jos Joaquim da Silva Gomes no
Recife ra da Cada.
- Na ra da Punte Velha d. 8, fabrica de car-
ros, vende se nma victoria com pouco uso : a tra-
tar na mesma fabrica.
Vende-se a taberna e casa de pasto da roa
da Lapa n. 13, bem afreguezada para a praca e
mato, tem ba.-tantes commodos para moradia : a
tratar ha rcesma.
Ubilia- para vender.
Urna pessja que se retira da cidade vende por
preco commodo o seguinte : 1 par de consolos, 1
sof, 6 cadeira?, 1 toucador, 1 guarda-roupa, 1 ca-
ma de armacao com lastro de palhieha, sendo lu-
do de amarello e em perfeito estado : na ra Au-
gusta, tenda de mareineiro n. 5o.
""""""""" i Quem precisar de uma pessoa habilitada a
eosinar primeiras letras, latim, francez e msica,
tenha bom dentro ou fra desta cidade, dirija-se a ra do
______ Queimado n 8, terceiro andar. ________
Theodozio Cordeiro vindo ha pouco de Lis- Quem for dono de uma canoa aberta de car--
Loa no patacho portuguez Mana da Gloria, tem regar familia, com banco de proa, com dous as-
Vende-se o depisito de charutos, ua ra es-
trella do Rosario n. 6, bastante afreguezado, pro-
pno para qualquer principiante por existirem pon-
eos fundos. O deposito cima mencionado offere-
ce nao s vamagern ao negocio que existe, como
tambem para vender bilhetes por ser uma das
principaes parles para la I genero : a tratar na ra
Augusta n. 1.
Vende-se por preco moli razoavel uma meia
caleche prompta de tudo, com os competentes ar-
reios, rallando apenas forra-la : para ver e tratar,
na cocheira da ra do Hospicio do Sr. Cvnllo.
A 500 rs. a libra
Amendoa< confitadas : na ra do Rangel
mero 43.
nu-
uraa carta no escriptorio de E. R. Rabello, ra do
Trapiche n. 44.
I
Ik
Precisa-se de 3005 sob hypotheea de um es-
cravo auno mogo, pagaudo-se 15 mensaes de ju-
" quem quizer annuncie.
ros :
CLLB PEtfANIUGANO
Leilao de 5 pipas com vinli), 3 meias
ditas i om dito Burdeaoi.
HOJE
O agente Pestaa far leilao por conta e risco de
quem p-rtencer de viuho e 3 meias ditas com dito
Uordeaux em lotes a vonlade dos compradores,
quarta-feira 8 do corrente pelas 10 horas da ma-
nhaa no armazem do Sr. Tasso d-fronte da esca-
rdinha.
Leilao de cerca de 300 barricas com
hacalho.
H4ME.
O agente Pestaa far leii) por conta e risco
de quem pertencer de cerca de 300 barricas com
bacalhao para fechar contas : quarta-feira 28 do
correte pelas 11 horas da manbano armazem do
Sr. Tasso defronte da eseadinha da alfandega.
Leilao ae 5'J caixas com sal retinado,.
30 ditos com passas e 15 garrafes
com ectadiuha.
iioji;
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer 50 caixas com frascos de sal refl-
uado, 30 ditas com passas, 13 garrafdes com ceva
dinlia em lotes : quarta-feira 28 do corrente ao
meio dia no armazem do Sr. Azevedo defronte da
eseadinha da .alfandega.
Quiata-feira 29 do
niao de familias.
corrate haver reu-
Irmanladedo Divino Espirito Santo do
Collcgio.
De ordem do Irmao juiz convido, tanto aos mera-
bros da mesa regedora actual, como ang que firam
ltimamente eleitos para o auno de 1865' a 1866 a
comparecerem em nossa Igrfja, quima feira 29 do
corrente, as 8 horas da aCanhaa, afim de proceder-
se ao acto d posse da nbva administragao, e letu-
ra do relatoro do irmo juiz.
Consistorio da irmandade 27 de junho de 1863.
Manoel Luiz da Veiga
Escrivo.
Ausenlou-se o escravo Manoel, o qual j loi do
Sr. Joo Ferreira Tavosa, na comarca de Caruar,
e depois do seu filho Joo Ferreira Tavosa Jnior,
rendeiro do engenho Rede da comarca de Santo
Anto, cujo escravo tem os signaes segnintes :
levou ceroula e camisa de algodo branco, mas
muito sujas, chapeo de baeta velho, alto, cor fula,
nariz chata, falta de dentes, cara larg, o peito es-
tufado para fra, que o melhor signal para se
fonhecer : quem o pegar leve a ra estreita do
Rosario n. 5, que sera' bem recompensado.
Para que depois ninguem se chame a igno
rancia, declara-se que ninguem compre nem em-
penhe uma peqneua salva de prata qu existe era
poder de Felippe Santiago, preto, pedreiro, mora-
dor na rua do Ouro da freguezia de S. Jos, ainda
mesmo que elle aprsente autorisagao do seu le-
gtimo dono com a data de 23 do correle, ou ou-
tra qualquer, se a emendar.
Jos Rodrigues Gaspar por haver outro de
igual nome, de boje em diante assignar-se ha Jos
Martins Gaspar Teixeira.
Padaria
Aluga-se a da rua dos Pescadores n. 1 : a
lar com Tasso Irmos, rua da Aurora n. 33.
sentos no meio, pintada de verde, queira dirigir-
se a ilha lo Retiro ao p do sitio do Sr. Evaristo,
a fallar corn Manoel Antonio dos Santos, que est
de posse della por a ter aprendido no rio.
tra-
OfTerece-se uma ama para
de uma casa : na rua da Roda n. 30.
Na fabrica de charutos da rua de Hortas n.
1, precisa-se de um menino para caixeiro que seja
natural dos arra'oaldesou portuguez dos (llegados
tratar do interno ltimamente.
w-y>
AtU'iicfio
Aluga-se um mulato perfeito copeiro e bo-
leeiro, afiancando-se seu comporlamento: quem ,T
precisar dirija-se a rua da Cadeia do Recife n. a bem couheeda casa da aboboda da Pcnha
y |0ja \ n. 37 t.rn para vender continuadamente maga para
L--------------------------------;------------------: fazer bolos preparadas com muita perfeicao.
Caixeiro. ----------------p;--------------------------
Quem precisar de um rapaz portuguez de 15 J\.lUf'a~$6
annos para caixeiro de taberna, chegado ha pouco i um mo,,,qM de 15 annos de idade para todo o "ser
ecojj conduca afDanga : dirija-se a rua do Apollo : vi?0. qum precisar dirja.se r(ia do im,ieradorj
_______ segundo andar do sobrado n. 16, prximo a traves-
servico de ra do Ouvidor.
Vendem-se 6 a 12,000 millielros de lijlos do
alyenana batida, sendo do melhor barro do Mon-
teiro, em qnalidade e fabrico
olaria das Barreiras n. 10.
nao ha melhor : na
Ama
Na ru do Rangel n. 38, primeiro andar, preci-
sa-se de uma ama que compre, cozinhe e engor-
me para casa de pouca familia.
.4 ma
Precisa-so de uma ama que lave, engomme e
cozinhe, e que tenha boa conducta : na rua Nova
n. 37, ou na rua da Soledade n. 31.
Uma muiher rapaz e de boa conducta, off-
reca-se para engommar em qualquer casa de fami-
lia : quem precisar dirija se a rua de Santo Ama-
ro n. 16.
LEILAO
DE
Um terreno em Papacaga.
Um dito e uma casa em respaldo nos AfQictos.
Um dito com duas casas pequeas, sendo uma
Perdeuse no da 27, na rua da Caixa d'Agua,
tuna cruz com 7 brilhantes/e 418 perolas em duas!
voltas, guardada em uma caixa de velludo encar-
nado ; a pessoa que der noticia da achada ser
generosamente gratificada, na rua do Cahng nu-
mero 61 : roga-se as autoridades de ptlicia que
tenham a devida attengo a este facto, que pelo
valor do objecto perdido proprio para merecer-
ibes diligencia.
o Sr. Manoel Homem de
Carvalho.
Como at lK>je nenhumasolugo leona dado, ain-
da se chama por ineio deste aviso ao Sr. Carvalho,
afim de que comparega na rna da Cruz n. 60 para
ultimar o negocio que nao Ignora, por quanto o
Sr. Estima at boje nada tem podido fazer, nao
obstante os mattos desejos que o animava (ou
anima.)_____ -________i
Precisa-se de-umi mulher de meia idade pa- j
ra cozinhar, 'para uma casa de pouca fafliiu : |
quem quizer dirqa-c-a rua do Arago n. 27.
O Dr. Cosme de S Pereira Conti-
S.na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua-profis-
sao medica, e com especialidade
sobre e seguinte
Io molestias de olhos;
2o de pepito:
3o dos org5os geni-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comeando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
0 as 10 da taanlvaa, menos dos do-
mingos. I
Praticar toda e qqlquer opera-
c3o que julgar prompto restabelecimento dos seus
doentes. .
U. 4;_
Precisa-se de uma ama para o
uma casa de pequea familia : no principio do.
Corredor do Bispo, na casa dos Srs. Amorim & :
jrmaos.
Libanio Candido Ribeiro & C. participam a
quem interessar, que por falla de concurrentes vai
de novo praga no dia 28 do corrente, ao meio
dia, na casa do socio Bento dos Santos Ramos, os I
fatos da malanga diaria da mesma sociedade : os!
pretendentes devem ir munidos de fianga Idnea.
Precisase de um caixeiro para a taberna da
rua do Amorim n. 36. 1
mmmm mmmm mm
Cotnpatihia fldelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEHNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo i C, ig$
competentemente autorisados peladirec- gjgs
loria da companhia de seguros Fidelida- *[|
de, tomam seguros de navios, mercado-i
rias e predios no seu escriptorio rua da
Cruz n. 1.
BI^H ^>^^S5jaizos menos favoraveis a sua reputacio faz
Samuel Power Johnston & Companhia jo presente annuncio. Recife 26 de junho
O thesoureiro da- loteras,
%
Rua da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
Fiindlcio deLow Noor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cava I los.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios d carro para um e dous cavallos.
Relogios deoiro patente inglez.
Arados americanos.
Mavhinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Santo Amaro das Salinas
Acha-e abena a matricula da aula publica de
S3iiti> Amaro das Salinas : os pretendentes podem
comparecer em a casa terrea sita na estrada nova
de Ulinda, defronte do hospital inglez-
Precisa-se alugar uma ama que saiba cozinhar
e engommar, e qfie seja escrava : na rua da Impe-
ratrizn. 17.
O abaixo assignado tendo vislo no
Diario de Pernambuco de qninta-feira 22
do corrente, dous annuncios pedindo-lhe
um que nao p.igue ca o saia premiado o
quarto de billiete n. 2290 e o outro o meio
bilheie tambem n. 2290 da mesma loteria
(quarta parte da quarta de Santa Casa da
Misericordia que se extrado sexta-feira 23
do corrente) decUra que nao pode haver
exacttdao no dito annuncio do meio bilhete,
/1 visto ser de quartos a casa de 2201 a3->0.
'O abaixo assignado somente para desviar
de 1865.
Vende-se ou arrendase por prego commodo
o engenho Marianna, sito na freguezia de Seri-
nbaem, ine com agua, cercado de valado, machi-
na para moer mandioca com agua, mtia legoa dis-
tante do embarque : os pretendentes dirijam-se ao
Recife aos Srs. Leal & irmao, ou ao propietario
Francisco Antonio Bandeira de Mello, no engenho
Agua Fra do termo de Ipojuca.
Baldes
A loja de catanga, na rua do Rangel n. 21, aca-
ba de receber um completo sorlimento de b.iloes
de todas as cores para os festejos de S. Joao, Santo
Antonio e S. Pedro, vende-se muito barato.
Rua WCaia do Recife n. 5
i'Jnfeites Mara Pia, espartilhos a preguigosa,
sao os mais modernos que tem vindo ao mercado.
Vende se a laborea-siTo bece.. Largo*do
Recife n. 1 : a tratar na mesma.
Vende-se
Lma porgao de ps de coqueiros proprios para
mudarem-se : quem pretender dirija se a Cruz de
Almassitio que volta para Beberibe.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Joaquim Luiz Ribeiro da Silva e Ignacio Fer-
reira Mattos, faiem sciente ao respeitavel publico
e core espeeialidade ao corpo do commercio, que
i nesta data dissolveram amigavelmente a sociedade
' que tinbam na padaria da rua do Sebo n. 23, que
gyrava sob a razo social de Silva t\ Mallo"., fican-
do o socio Silva na posse do estabelecimento com
todos os seus fundos para gen lo como seu proprio
do hoje cm diaute, e a cargo do qual fica a liqni-
dago do activo e passivo da extincta firma social.
Red fe 20 de malo de 1863.
- Precisase de uma ama para comprar, e que
coziohe bem e lave : na rua Nova n. 30.
4IH4
Precsa-se de uma ama que saiba
bem cosinhar com limpeza e que
faca compra pa a pouca familia:
na rua da Cadeia do Recife n. 38,
primeiro andar.
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama sadia e com bom leite
sarna imperial, sobrado n. 87.
COMPEAS.
Comprase uma ou duas negras mogas e que
sejam qullandeiras, que nao tenham vicios e nem
achaques : na rua das Flores n. 33, se dir quem
compra ; na mesma cas precisa-se alugar um so-
brado de nm andar ou mesmo um primeiro andar
que tenha quintal e cacimba, sendo em boa roa.
== Compra-so uma canoa pequea de carmra
a tratar na rua do Imperador n. 6'J.
,m7j^mpraKm'Sft ?br;'!i ster"n:> b qualqu.r uuro
dftpfche P^ : D0 h0lel d8 *"*
Vende-se uma parte de um sobrado no bair-
ro do Recife : quem pretender dirija-se na praga
da Independencia ns. 14 e 16.
Madapolo barato.
Madapolao barato
A 5400 a pega de madapolo lino para acabar:
na loja do barateiro, rua do Crespo n. 1.
Milho"
a 45000 a sarca e 240 rs. a cuia, < novo : no ar-
maze.m da estrella, largo do Parai/o, n. 14.
Vende-se uma ovelha com uma cria naseida
ha poueo lempo : na rua das Cruzes, taberna nu-
mero 41.
Vende-se
um magnifico cylindro de padaria qoasi novo, por
proco commodo : quem pretender dirija-se a rua
da Roda n. oS a tratar com Jos Fernandes Maga-
Ihaes, ou a rua da Madre de Dos n. 22 com An-
tonio Agostinho Seixas da Fonseca.
Na rua da Imperatriz n.
candieiros a gaz pelo diminuto
2, vendem-se bons
prego de 4,5, 25 e
15'jOO ; cheguem, antes que se acabem, que nao
ha pechinchajao boa.
_ Vende-se ou trocase o engenho- S~ Vicente,
sito na freguezia de Serinhera, distante tres legoas
da estagao da Escada, me com agua, com 'boa
casa do vivenda : os pretendentes dirijam se ao
seu proprietario, no engenho Camaragibe, na tre-
gnezia de Serinhaem, ou na rua da Moedan. o,
segundo andar.
Cal de Lisboa.
Vcnde-se escolente cal nova, ltimamente che-
gada : na rua do Trapiche n. 14, segundo andarf
escript rio de E. R. Rabello.
Vende-se nm escravo mogo proprio para en-
genho: a traiar das 10 turas at ao meio da
rua do Mondego olai a n. 13._________________
Semen les.
Venddm-se sementes de hortalizas muito novas:
na rua da Cadeia n. 50.
Vendem-so saceos- cora farinha da ierra mui-
to boa a 35200 cada uma : na taberna da rua do
imperador, o. 83.
r
V
-<


ava
t
V

l>tarl de per.utBl>iice Qnarta letra 8 de Jubo de !*.
WcSS PeVS: GW# liquidado a dintieiro.
ero fula um dos males mafs
prevaleeentes e nniversaes que
ha em toda a extensa lista das
enfermidades de que sore o
genero humano : disse um cele-
bre escriplor da medicina que
< mais de urna terca parte de
todos aquellos que morrem antes
da velhice sao victimas, ou dire-
ta ou indirectamente da Escrfu-
la :por si nSo tao des-
Na lojauearmazen do favo.
Una da luiper&trlz n. GO de Ga
tftftl
Os dones deste eslabelecimcnt\tem resolvido li
quidaif suas fazendas por pregos baratissiroos, s
cora o. fm de aparar dinheiro, e prevmem as pes-
soas que negoclam em pequea escala com fazen
das, rjpe nesta loja e armazem encomraro um
grandfe sorlimenlo por precos que muio ihes bao
de agradar, tanto em pega como a retaibo, a sa-
ber : |
Chitas largas a 200 rs.
Venjdem-se chitas francezas, listradas mui(o lar-
drSes escuro?, pelo baraio prego de 00 rs.
Uva, porm a principal causa de muitas o^a>, tendo muito bom panno ditas escuras
outras enfermidades que nao lhe sao geral- psdrdes novos, por serem todas escossezas e cor
mente attribuidas. ; A" *| **0 rs. o covado ; ditas miudinhas escuras
F" urna cansa rliiwta rta nhthu L uma causa airecta da phinysica pul b5o tefr 0 mais pequeo loque de mofo, ero ontro
monar, das molestias do figado, do estoma- qualquer defeito. Isto s o i'avo, na ra da Im-
go e affecedes do cerebro: Entre os seus peratz n. 60 de Gama & Silva.
numerosos symptomas acham-se os seguin- Esparlhw, na loja do Pavo.
tes :-falta de appetite ; o semblante pal- Veide-se um bonito sortimento de espartilhos
im a. .,, .Ci.w a. Aa proprios para senboras, sendo dos mais modernos
hdo e as vezes inchado, as vezes de uma ^ ^ que lem v'indo ao mercad0i ,end0 de
alvura transparente e outras corado e a- todos tamanhos e de diversos pregos trazendo to-
marellento ao redor da bocea ; fraquea e das a competentes fitas para apertar. Isto s na
molleza nos msculos: disgesto frota e Jtoi|ild^Pav5'rua da n>Peralm n> 60 de Gama
appetite irregular, falta de energa, venire na- cambraias brancas.
incitado e evacuacao irregular ; quando o; Vei de.se um bonito sortimento de pegas de cam-
mal tem seu assento sobre os pulmoes. uma braia brancas lizas, tendo tapadas e transparente-.! todos os seus esforcos para bem as servir e alm de tudo isto minbas senhoras, e um
cor azulada mostra-se em roda dos olhos;' pelo prego de 45,45300, 55 e 65 bavendo muito | b indisDensavei s senhoras amantes d progresso.
quando ataca os orgaos digestivos, os olhos ?R d,a Es^J_t**_i}*: l* g'- i.. .*. .:-
<
1-8
O
o
o
Q
tudo
A dmiraveis pechinchas Rival sem segundo
.. Roa do Quelmado n. 49, est venden do
qoe eslao a venda na .ji t armazem mtl0 barato como ver abaio.
daAfar.t, Vm\ >i\ Impcralril B. OH, Caixasdepennwdekalegrapbia al|0e&
i i ii u a. f> Massos com superiores grampos a 30 rs.
fie Loai'CIIC Fereira MCBaeS Uima- Pares de snalos de tranga e tapete a 10300.
faua Frascos de macag i crula a 200 rs.
i i Caitas com sop>riores jfulbtsa 100 rs.
Bretanha de rolo a d$. LilHa, ,<0 ,a frl;,)a ,., luljM as ,-ores a 70COO.
Vendem-se pegas de bretanha com tO varas pe- Caixascom m:| : i res brelas ;i W rs.
lo baratissimo prego de 'i a pega. Duiias de pho.-pliuie> de seffinmg a 120 r?.
Madapolao enfcsiado i 3500. Meas garrafas rom lima a 2 Vende-se madapolao enfilado com 12 Jardas a u Jlohas rom allim franfezes a 20 rs.
3,1500, 4 e 45G00, duo co-n 2 jardas a 3f," Orias Se alf.n- les francftk mito linos a 100 rs.
S300, 650O.75. X. 40 75'>00, L. 10 TfioOO, N. 0 Resmas de p.po! almajo a 2i00.
80, Elephante 8500. I Resmas de |.i el d^ pe. a 2^000.
Soutembaruues de cores a C>6. ; Papis de anuibas fr. netas n baiSo a w r*.
Vendem-se soulembarques de cores a 6-5, 7 e Uoncls muim bonitos ara meninos a I000.
80, ditos de seda a 18?, 200 e 253. I Enelto* para senhoras fazenda muitu mo'J'
DE
AZEVEDO FLORES
Rua da Cadcia do Keciff, esqoina da Madre de Dees.
Excellentissimas senhoras o Bal5o partecipa a Vv. Exc. que reduzio os precos de
todas as suas fazendas, e pede a Vv. Excs. que n5o o esquegam, pois.o Bal5o empenna
Agora minlias senhoras peco que lancem suas vistas em toda a minha circumsfe-
rencia e ver3o que encontram muilos objectos que necessitam e por precos que convi-
dam a comprar, como sejam: .
Os ricos baloes de 40 arcos, com uma roda que admira,
dem com menos arcos a 2?>o0 e 3$.
ravo. na rua d Imperalriz n. 60 de Gama
tornam-se avermelhados :o hlito ftido, ks|,a.
a lingua carregada, dores de cabeca, ton-, (ros de qnadrinhosa l#fi00.
teiras etc. Vei dem-se os mais modernos gros d quadri-
as pessoas de disposico escrofulosa ap- nhos, proprios para vestidos de **0se<-
parecem frequentemente erupces na pella. ; ^0^rrS,d5.^,!iSSn,!"l,So, ^STiSS Me par. meninas de 2 anuos al 12 anuos.
da cabeca e outras partes do corpo, sao pre- de go) rs. o covado. Isto s na loja do Pavao, rua Cambala finissima que era de U# a 1&.
dispostas s affecedes dos pulmdes, do figa- da Imperalriz n. 60 de Gama 4 Silva. jjem ^as fo q# p0r 5(51.
do, dos rins e dos orgos digestivos e ute-' Ricos bouinouts de Guipurc. 0s majs rindos p-dres de cambraias de cores, verdadeiras francezas.
Portanto, n3o smente, aquelles ^dfm-seosmajsTOb^^ TailalanabrancamuitofiDa e larga.
sendo os mais modernos que temjindo ao merca- ^.^ ^^^ ^ m q m ^ ^ efm (|e m Umhm ha Mpenores.
Chapeos para homem a \ 800.
Vendem-se ehapeos para homem ;i 1^800 cada
um, chapeos de s:il d pauno a 2;, ditos de seda
para homem a G5 h 7 : s Arara, #ua da Impe-
ralriz n. 56,de Mondes Guimaraes.
S Arara vende chitas francezas a 2i0 rs. o co-
vado.
Vendem-se chitas franeezas sendo cores fixa?.
assim como sejam padroes delicados sendo coren
de cana e roxas, se veude por baratissimo prego
de 240o covado, ditas a 2G0, 280 e 300 rs., ditas
matisadas finas n 20 e 360 o covado.
Chitas francezas escuras.
Vendem-si chitas fruncezas sendo padroes esen-
ros e cores lisas a 360 e 400 o covado, ditas miu-
dinhas claras a 360 e 400 rs. o covado : lUHia
loja e armawin 9a Atara rua da Imperalriz u. 36.
Corles a Hara Pia a 18i.
Vendem-se os n..iis modornes corles a Mari.-.
2,5000.
Esewas para roupa superior qualiJado a t'JOO.
nnos.
j j ex _.- i r. ,.;,.,- senuo os mais uiuueiuu une iem viuuu nu w
que padecem das formas ulcerosas &"ter-o> |o bara(ssmo preco de23|5j cada ura,
culosas da escrfula que necessitam de pro- sm C( mo chales de 3 e 4 ponas da mesma la
as-
izen-
Admirem
Admirem
As i e< hinchas que esto venda na loja e ama-
zem di Pavao, na rua da Imperalriz n. 60 de Ga-
ma Silva, onde se vendem todas as fazendas,
lano ileluxo como de primeira necessidade por
pregos rouito rasoaveis, e com especialidade as se-
guimos, dando-sc amostras deixando licar penhor
oumaidao-se levar em casa das familias pelos
caixei os da mefma loja.
rinde pechincha, vestidos a
Acaia de chegar um bonito sortimento dos mais
lindos vestidos transparentes, muilo proprios para
teCCO contra OS seus estragos; todos as- da, se: ido de varios prego?. Isto if na loja do
quelles em cujo sangue existe o virus laten- o, ", teperatrhn. 60 de Gama & Silva.
te d'este terrivel flagello (e s vezes heri-
ditario) esto exposlos tambem a soffrer das
enfermidades que elle causa, que sao:
A phlhysica, ulceracSes do figado, do es-
tomago e dos rins: erupces e enfermida-
des eruptivas da cutis; rosa ou erysipela;
barbullas, pstulas nascidas, tumores, rh-
cumacarbunculos, ulceras e chagas, rheu-
matismo, dores nos ossos, as costse na
cateca, debilidades femininas, flores bran-
cas causada pela ulceraco interior, e en-
fermidades uterinas, hydropesia, indiges-
to, enfraquecimenlo e debilidade geral.
Aos pulmoes a escrfula produz tubrcu-
los e finalmente consumpeo pulmonar :
as glanulas ella prodnz nchaces e tornam-
se ulceras: nos orgaos digestivos causa
desarranjos que produzem indigesto, dis-
pepsia, molestias do figado e nos rins :
na pelle produz erupces e affeccoes cut-
neas.
Todos estes males tendo a .mesma ori-
gem, carecem do mesmo remedio: a sa-
. ber : purificar e fortalecer o sangue.
A salsa parrilha de Ayer
composta dos antdotos mais efficazes que
a selencia medica lem podido descobrir,
para esta m:lestia assoladora e para a cura
dg'todos os males provenientes d'ella que
cohtm virtudes verdaderamente extraordi-
narias provado incontestavelmente pelas
curas notaveis e bem conhecidas que tem
feito de tumores, erupces cutneas, eryst-
pelas, borbulhas, nascidas, chagas antigs,
ulceras, rheuma, sama, parchas, hydrope-
ia> tosse quando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulmes. Debilidade ge-
ral:Indigesto, Syphilis constitucional e
molestias raercuriaes, molestias das mulhe-
res, ulceraces do tero, a nevralgia e con-
vulges epilpticas em summa, toda serie
de enfermidades que nascem da impureza
do sangue. Vede as certides no Alma-
nack e Manual de sade do Dr. Ayer que
se dislribue gratuitamente nos lugares onde
se vendem os remedios.
Este remedio o fructo de longas c labo-
riosas experiencias, e ha abundantes provas
das suas virtudes: posto que offerecido
ao publico sob o nome de Salsa parrilha,
composlo de diversas plantas, algunas das
.quaes sao superiores a melhor salsa parri-
iha no seu poder alterante.
PEITORAL DE CEItEJA DE AVER.
vGura promptamenle a asthma, bronchite,
tosse, delluxo, augina,
phlhysica primaria
"pulmonares, e todas as
molestias pulmo-
nares.
Tedas as molestias da garganta, do peito
Idos pulmoes pdem ser curadas em pou-
o teopo pelo peitobai. de cereja'do dr.
A'wnda as principaes boticas e droga-
ras de imperio, e na agencia central -do
de ianeiro rua Direia a. 15.
Vende-se em Pernambuco:
as iiharmaefa fraaceza de
ER & C.
RUA NOVA N- 18.
dem perclaras superiores a 440 rs,
Pa' Laa pfeta para luto e de todas as mais cores
Chita encarnada adamascada muito superior a 50 is. o covado, 1
berta para cama france/.a.
Vestidos a Maria Pia os mais ricos que ha de 14$, 18)5 e 200.
. j Calcas de casemira de muito bonitas cores.
AulUireill Bem! Colletes de casemira preto e de cores.
dem de brim branco.
Paletos de casemira sacco a 10 e 12$.
dem de brim branco.
dem de alpaka branca a 5$.
dem prelos a 40 o 50.
Calcas de brim branco, pardo e de outras cores.
Ceroulas de linho com duas costuras a 20500.
dem a 10600.
Colletes de casemira a 40 e 50.
Camisas com peitos de cor.
passetos e bailes, por serem de primorosos dse- dem brancas a lt)0O cada uma.
nhos, sendo todos os padroes tecidos e nao pinta- i,]ern brancas unas pregas largas a 2>240 e 2i5U.
dos, vendem-se pelo baratissimo prego de 350O, jf|em (|e yn,^0 fUper0res a :;0.
n^SC^ittaA dem d, linho inglezasmmto finas de nmeros 31, 3o, 37 e 39.
Siivaj dem de meia abertas fazenda superior-,
Tapas prelasesoulembarques. CHAPEOS HE SOIi
Vendem-se as mais modernas opas pretas lisas Chapos- de sol de seda de 12 asteas a 80.
e bordadas, os matsbonitossoutembarquespreu.se M superiores de 16 asleas a 120.
man eleles, tudo de seda preta e o que ha de mais r ,., ip mea cana a 140.
gosl. no mercado, por pregos muito em conla : dem de seda trancaaa asteas ut iiiua tdiw ip.
na l( ja do Pavao, rua da Imperalriz n. 60, de Ga- Que tudo se vende na loja do
ma i c Silva.
S o Pavao vende
Chitas largas a 240
Chitas largas a 240
* Chitas largas a 240.
Ataba de chegar para a loja do Pavao um gran-
de swtimento de chitas largas garibaldinas, por n.iP.marto n
s rem lodas lislradas c padroes escures e de cores "a ^ Que.mado n. 49,
' q7 2SS S?J5^MS?1S P^eirT volus muito boni.ns a 500 rs.
^Y^l^XVTS^I^ Miadas de liaba para bordados de superior qua
es^AVa^sJnst Bssit de Cab0
ratijiz n. 60, de Gama & Silva.
Laazinhas a 300 rs.
Laazinhas a 300 rs.
Laziuhas a 500 rs.
^f;ende-se um bonito sor i ment de lastinhas pro-
prii iS j):-.ra vestidos e soeem. arques por serem li-
e de quadnnhos pelo barato prego-de 300 rs. o
do, sendo fazenda que sempre se venden a
\

I unol docomrerdo
Rua do Iangel n. 7o.
O proprielario deste estabelecimenlo tem a hon-
ra de .'ivisr-r aos ^eu* fregoeies t* tul in';. p; an-
do rednegao eos presos de seus generes de primei-
ra qualidade : manteiga Inglia 1* e l80 r*. a
libra "la ultima chegada ao doss morcado, oila
Pia a 185, dito a 145,12,5, lt,J, 105 e 85, cortes | franreza a IOO rs. cera barril se faz abtemeos
qneijos llamengos novo* a 25300, dito prato i qun
se po-le desejar em b.mdade a 800 rs. a libra,
araeisas francezas caixinhas a 15200. (5500 e
||8l'-. frascos de ditas 15400; grandes 3$ pr-Mios
para mimos, marmelada oas melhores roaic a
640 rs. a libra, amendoas coufeitadas para -; res
de S. Jo.io a 640 rs., vinho do Porto a 640 e 7:'. t.
a garrafa. Figoeira e Lisboa 400, 440 e 500 rs.. e
em ranada se faz o abatinwBto, cateas di-
com 2 arrobas por 3$500 e a libra SO r-. :. -as,
caf 1 Mito 75800 e 75200 e a bbra a 40 c :L0
bolachinha ingleza a 2('0 rs. a libra, toucinho ce
Lisboa a 360 rs..a bbra, velas de rarniiiiba : WO
rs., las clearioi- finas a 600 r=., presunto ortu
guez a 600 rs., ilpista a SjoOO.i arroba e 120 i
a libra, paingo a 45 a dita c 150 rs. a dita, d li-
no a 25*100, 25700 e'25800, frnctas em cada a
640 a lata, gemina a 100 rs. a libr.: e 5560 r-
roba, bolliubos inglczes lata de 2 libras a I-J.'jO,
ditos de suda grandes 5000 e outros rr.ai-. p B6-
ros qne se torna enfadonho mencionar. 0 projirio-
tario espera a concurrencia do respeitavel publico,
garanlindo a cxacii io do que tratar.
fixa
o ccl
ta
com
aba
RIVAL
J
(ja de Jos & Azevedo
do
sas
ro
50(| rs. o covado, e vende-se a dinheiro a vista pe-
lo Baratissimo prego de 300 rs. o covado : na loja
do pavao ruada Imperalriz n. 60 de Gama &
Sit.
Pelerinas a IpiGOO.
fcrendem-se as mais ricas pelerinas oa romeiras
cambraia bordadas proprias para hombros de
se hora pelo baratissimo prego de 15600: na rua
ta
do
lidade a 60 rs.
preto muiro
boa a 3&
Meladas de Imha trox a para bordar a 20 rs.
Meiadas^e linha azulada superior a 60 rs.
Babado do Porto muito superior a 109, 120 e
iOO rs.
Varas de franja de nlio branca a 40 rs.
Caixas com 100 envelopes da melhor qualidade a
600 rs.
Calas com 20 qoaderr.os do papel superior a
000 rs.
(Brozas de pennas de ago muito linas a 300 rs.
Pegas de tranca lisa .prela e. de cores a 40 rs.
Grozas de botes marepcrola para-camisas a 300
i e 720 rs.
Caixas com j'O novellus de linha do gaz a 700 rs.
Varas de franja de cr-es a 80 rs.
Novellos com 400 jardas superior qualidade a 70 rs.
Carriteis de. liuha com 200 jardas dos tis 60 at
Tasso Irmaos
Vendem no sea armazem roa
Amorim n. 35,
Licor fino Curago em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas com rolhas de
vidro e em lindos frascos.
'- VinhosUberes.
San ternes.
Chambertin.
Hermitage.
Borgonhe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cog-nac.
Od Ton.
AfeitePlagsiol.
Imperalriz n. C, loja de Gama & Silva. ^^ ^""a" 'UrtS
Organdy a 240 rs. O COVad. L|yros ,,ara a88enio de roupa lavada a 100 rs.
Da loja do Pavo. Pares de botoes de puuho muilo finos a 120 rs.
N'eodem-se as mais .benitas cassas organdys. pa-, T*esouras para unhas e costura muito finas a
es miudos e grandes, pelo baralissimo irt-go de rs.
LOJA 00 BEU& FLOR
Na rua do Queimado n. b3.
Tendo rocehido ura- sorlimenlo de bone-
P.
Rival sem segundo
Roa do -Qiieimado n. 49, loja de miudezas de Jos
& Azevedo Mata e Silva esta disposto a ender mul-
lo barat que admira, pois seus freguezes ja estao
scientes qoe nao ha segundo competidor.
Pegas de eord.io para vestidos a 20 rs.
lapachos redondos e compridos a 500 rs.
Talheres para meninos a 240 rs.
Dnzias de facas e garios a 25*00-
Ditas de cabo pr*lo cravado a 35000.
iJaraihos francezes aiuito finos a 200 e 240 rs.
Grozas de botes e louga a iCO e 200 rs.
Caixas com soldados de chumbo a 120 e 200 rs.
fcunecos de choro pequeos a 160 rs.
Varas de cordao para esnartilho a 20 rs.
Dnzias de colheres pura cha a 800_r?.
Diuias de colheres para sopa a 15500.
Uitaa de metal principe de cita a 2000.
Ditas para sopa a 45000.
20 rs. o covado ( doze vinlens), esta pechincha!
coqueluche, i anaba-se logo : na loja do Pavao rua da Impera-
tnhorcnlna i trlz n. 60, de Cama & Sil-va.
" BRETANHA DE OLO A 35000.
atCapoSO eufesiado a 349 Na lija do Pavo -ca de choro, que chamam papat e raatnai,
Venem-se pegas de bpeanha de rolo com 10'com cabelleira de Gacoos.
Jaras a 35. ditas de madapelao enfesiado a 3520", i Tendo recebido um variado portimento de
5500 e 45 : na loja do Pavao, rua da imirairiz briiKiuedos para meninos, sendo espadas,
^^'Uta.itf. para asilas'espadas, pistolas tambores ; ditos
deT Joan e s Pedro na Joia do Pava Para meninas : apparelhos de aluioco e de
^^^&*Zi* os'jamar de porcelana e de metal, porta-licor
nais ricos cortes de gazla granadina com 22-e.ova- e faquiohas a 280 rs. O par ; e nao queren-
jos cada sm, sendo es,a fazenda do melhor pasto; rJo continuar, vende mais barato do que em
possivel par ser transparentes e lecidos com seda, oufra laluuer parte
e por isso sao de muia fantezia, vende-se pelo v r J t hnrduIaR dp rliflprpntes
baralissimo prego de 125 cada corte, sendo fazen- i Vende-se tiras Doraa da que val 255 : esta pechincha esU venda nal larguras a 1-5. e babailos^collaritihos e pu-
loja e armazem do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, rihos para senhora, bordados e aberlos de
de Gama & Silva.
Laaiinhas a 30(1 rs.
Pechincha do Pavao.
Vendem-se superiores laazinhas moesambiques,
pr.>prias para vestidos e soutembarques, pelo ba-
ratissimo prego le '100 rs. o covado, sendo fazenda
qi*e sempre se v^odeu a 500 rs., fazenda esla mui-
renda e lisos, os mais modernos que se
poden encontrar.
Vende-se la para bordar de diversas
cualidades ede cores claras a 7# a libra, es-
pelhos de columnas de Jacaranda a 2fl00,
ditos brancosde di versos tamanhos, caixinhas
to propria para vesdo de sabir a paseio._ e prin- ptfa esb'jos de navalhas,
Bichas deHamburgo
Vendem-se na rua Novan, 61.
Farinha de mandioca : lem para vender Au
tonlo Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu e
cfiptorio rua da Cruzu. 1.__________
"^Vd-sep*lafira* mperiaes. emesia
de erem traasplantadas: no sitio murado a
ouerfl, depois do beco do Espinhetro, nos
flictos.
Dado
A loia da Aurora, na rua larga do Rosario n; 38,
recebeu sorlimenlo de dados la lo de osso como de
marflm. ass.m como (em livros deportes.jara
quem quizer se divertir d*a de S. Jcao, S. Ped^o e
Saola Anna.
cipalmente para t tragar com facilidade : isto s na loja do Pavo,
rua da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Uaiapolo com lofic de mofo a 65400 t. 7(5
Vendem-se superiores pegas de madapolao, ga-
rantindo-se 20 varas em cada uma, pelo baratissi-
! mo prceo de 65400 e 75 por terem um peqijeno
toque de mofo que nada val, e pegas de alpodio a
45 : na loja do Pavao, ma da Imperalriz n. 60, de
Gama & Silva.
Corto de casemiras a 2a00 e 35
Vendem-se cortes de casemira de urna s cor a
25300, ditasde quadrinhosa 35 : o- '"ja do Pa-
vo, rua da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales a 26000
Vendem-se chales de merino a 25, 25500, 55 e
65 : na loja do Pavo, rua da Imperalriz n. 60, de
Gama & Silva. _______
% Agua de Vichy
Vende-se a verdadeira agua de Vichy em garra-
fas ^naruadaruz_n;J3:jK|m^Ko^^
-" Farinha de murir-eca fi a e alva, mais
barata que se vende no mercado, em sac-
eos : na ruado Vigarion. 29.
z
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Vendem-se
Lsjdo par* calcadas.
machinas americanas de serrote para descarogar
algodo : na rua da Senzala aova n. 42.
Vende-se uma taberna bem afregnezada para
o mato, e bem como para a trra por ficar ao p
lt jcuw P" d tambem d cormWas e dormidas, e recebe
Vende-se ^^}^^S^Sm\o pa^Keiros, te.zdo excellente commodo para fe-
mazeos chegado agora a tratar na rua uo ^ v^,^ M m ^ Ufi D n
o. i.
Vende-se penes de alisar com costas de
metal a 1,5, ditos de differen es qualidades,
lindas gravaiiuhas para senhora de diffren-
tes gostos.
Colheres de metal principe.
Vendc-se colheres de metal principe para
tirar soupa a 2fi, ditas para cha a 2(5300,
ditisparasoupa a"4(5200 a dozia: nesta
loja te encontrar sempre um gi ande e .va-
riado sortimento de miudezas: rua do Quei-
mado n. 63, loja do beija-flor.
dfolas preciosas c objectos de
oaro.
Mauricio Sulbeberg tf C, Polaco-, nllimamenle
ebegados a esta provincia, offerecem aoYespeilavel
publico nm grande aoilimtato de joias, brilbautes,
relogios e ;nuit09 oljectos de ouro, por prego o
mais razoavel possivel, e mesmo troca e compra
objectos de onro, prata e diamantes por objeetqs
oovos : na rua do Queimado n. 9, entrada pelo
largo de Pedro II n. 27, de manhia at as 9 horas,
e a tarde das i horaiem diante. Os objectos ven-
didos pelos annunciantes sao. garantidos por e les,
e esto promplos para levar oi'j?ctos s' casas das
pessoas que oWjareo comprar, uma vez que nao
possam vir a seo estabeiecimento.
Vinho do Porto superior em caiz" do tiuzia,
lem para vender Antonio Luiz IJ Olivefta sTi'-
|do & 00 sen escriporio ros da Cruz n. i.
No armazem de fazen das ba-
ratas de Santos Coelho, rua
do Queimado n. 19, ven-
de-se o seguinte:
Lenees de panno do linho a 25400.
Ditos de bramante de linbo de um s panno a
35300.
Cobertas de chita da India a 25509.
Leos do cambraia brancos proprios para.algi-
beira,pclo barato preco de 2JO0O a duzia.
Pegas de tirelanha de rolo com iO varas a 35800.
Hilas de, eambraia para forro de vestido, com 8
varas, peta aratissfmo prego de 55600.
Guardara pos adamascados pelo baralissimo prego
de 35300 a duzia.
Algodao enfcsiado com 7 Ir2 palmos de largura a
152OO a vara.
Cortes de la de lindos gostos com 15 covdos a
65000.
Pegas de cambraia adamascada com 20 varas, pro-
pria para cortinado, pelo barato prego de 115-
Fil liso fino a 800 rs. a vara.
Dito com salpicos a 15 a vara.
Tarlatana branca fina a 800 rs. a vara.
Atoalbado de algodao adamascado a 25200 a vara.
Dito de linho a 352QQ a vara.
Laazinhas lisas de todas as cores, pelo baratissimo
prego de 509 rs. covado.
Pegas de cambraia de salpicos brancos e de cores
com 8 UVME Pel baratissimo prego de
BMes de 20 arcos a 25500, de 23 a 35, de 30
3 IQ^M 5 45, de 40 45500.
Toalhas etpl rs a 435 a duzia.
E?leiras V^^^^B 4, 5 e 6 pslmos por menos
prego do que ^^^Va qnalqoer parle.
-Nesie armas encontrar um grande sorti-
jiento de'rdupa] |^or medida.
de laa sem barra a 35 tem 15 aovados o corte.
Damasco de duas lai guras a 12M).
Vende-se damasco de duas larguras a 15-80 o
covado, dito de uma larcora a 800 e 60 rs. o co-
vado, lengos de. linho a 55, <>5 c 1 a duzia.
Camisas francezas a 1{>600.
Vendem-se camisas francezas a 15800, 25. dita
de pregas largas a 25 e 25240, ditas de buho a
25500, 25800 e 35 cada uma, seroulas francezas a
15280 e 15300, dita de Moho a 15800 e 25, co-
bertas de chila a 25 e 2550 cada uma, cambraia
nranca a 35, 35300 e 45 a pega, ditas de cores a
35000.
Cambraias de cores a 300 rs.
Vcnde-se cambraia de cor a 300, 320, 300 e 400
rs. o covado, cambraia de salpicos a 5"i00 e 3-3 :
na rua da Imperalriz n. 5ti.
Chales de merino a id.
Vendem-se chales de merino a 25, ditos de chi-
ta a 15600, !s280 e 15 cada um, chales 6nos cem
pona redonda e borlla de seda a 05 e 75 cada
um, cobertores de algodo a 15 cada u:n : na rua
da Imperatriz n. 56.
.....GAZ 6Z GZ~~" 1
Vende-se gaz da melhor (juadde a
l0alata: nos armazensda ruado lm-;
perador n.10 e rua do Trapiche Novon. 8.
HMNDETlQClDgO
A HIXIIEIHO,
Na loja e armazem de (sainarles & r-;
mao, roa da linpcr-triz n. 72.
Os donos deste estabelecimento esto re-
solvidos a liquidar suas fazendas por preco
baratissimo, s com o Om de adquiriiem fie- j
guezia ; e previnem s pessoas, que nego-
ciam com fazendas, que nesta loja e armazem!
encontrarao sempre um grande sortimento,
por menos 20 por cento do que em outra
qualquer parle, tanto em pegas, como a re
talho. Vejam :
Cuitas a 2i0 rs. o covado.
Vendem-se chitas preclaras francezas com:
assento branco, escuro, cor de canna e par-
da, pelo barato prego de 240 rs. o covado,
afiangando-se que esta fazenda nao est po-l
dre, e nem tem o menor defeilo : isto s na
loja e armazem de Guimaraes cV Iranio,
In. 72.
Cambraia branca, grande sorlimenlo
Cheffon a este estabelecimento um gran-1
de sortimento de cambraias brancas de lo-1
das as qualidades pelos pregos reduzidos de
3000, 3500, 4^, 45500, e muito fina a i
65, vende-se por este prego por ter grande
porgao ; cambraia organdy de 2 iO e 300 rs. |
o covado; dita banceza, a mais fina que
tem vindo a este mercado e dos mais ele-
gantes padroes, a 400 fs. o covado, bara-
tissimo; cbaly de seda de apurad- gosto a
900 rs. o covado : isto *o se veud: na loja
e armazem de Guimaraes & Inuao, n. 72.
Para a fesla de S. Joao !!! bailes e pas*eios.
hegaram a este estabeiec mente, pelo
ultimo vapor france/.. ricos cortes de liaissi-
ma cambraia com lindissimo chuvisquiobo,
que faz um eleito magnifico, e vende-se
pelo baratissimo prego de o& o corte, fazen-
da que val 10$ em outra qualquer parte ;
cortes de laa com barra a 95 e 12 : isto so
na loja e armazem de Guimaraes & Irmao,
n. 72.
Para acalr-r por todo o prego !!! ,
Bretanha de rolo cora 10 varas.a 3> a pe-
ga ; madapolao infest do com 10 varas a
3^1200,3^500 e 4-> a peca ; ricos bordados
era fina cambraia a 800 rs.; soutembarque
magnficamente enlodado a 5 e 6; laor
zinba a 300 e 400 rs. o covado ; damasco
de*2 larguras a 15280 o covado ; chales de
merm estampados a 25 ; cortes de case-
mira a 25500 e 3$; baloes americanos,
tanto para senhoras, como para meninas a
3, ten 1o 30 arcos.
lioupa feia de todas as qualidades e t.manbos,
Que se vende mais barato 25 por cento do
que em outra qualquer parte: Mo s para
liquidago: na loja e armazem de fazendas
de Guimaraes & Irmao.
ssrRUA DAIVIPEUATRIZ, N. 72-
2.g 9 -
w o2--ot)^ n
S* 3s EjB.
lJo.B2to-oo2
g.w a m i ", 3
3 r'S a B? o
e'gB-gS'iSg.-s

I CONFEiTOS
DoDtSERVAX,dePariz.
P'harmacevlico de I" classe, ex-
in/erno dos huspitaes, premiado
com a medatha de bronze.
Grande sortimento de roupas foi'as de to-
das as qualidades,
Caigas de casemira a 65 e 75300, ditas prelas a
65 e. 8&.calgas de ganga a 25 ,1.SSC0 c 15600,
ditas brancas a 2& brim de. linho a 35, .15500 e
45, paletois do alpaca branca a 45500, ditos prelos
a 35 e 35S00, ditos de alpaca do cordo a 45. o
de listra de seda a 45500, ditos sobrerasaeos a 35,
paletou de casemira a 35, 35500, C5, 85 e 05,
ditos sobrecasacos prelos a 1*5, o e 165, ditos fi-
nos a 25, de eores a .135, ditos fraques a 145,
paletots de ganga a 35, 25500 e 25, dii s de brim
pardo a 35, i'|iie|e$ de brim pardo a 35, panno
preto (i-jo a 25. WO, 35300 fe, 45500 o e 65 c
covado, morcantinuc preto a 25600 o covado, gros-
denaple preto a 15500, 15300, 25, 25200 e 253(0
ocovado ? eoulras muas mais fazeodas deixa de annuuciar, omanda-se levar pilos caixei-
ros da loja da arara casa dos jiretendentes. 0
c tabeecimento est aberi.o al as 9 horas da noile,
rua da Imperalriz ti. 56. Mondes Guimaraes. ^
GRANDE
O proprietano do grando arm.-.zera do Balita,
larRo do Livramento n. 38, nao lendo podido con-
seguir em lempo a mudanga de sen armazem, por
ter de ser mudada a coberb dessa casa, tem resol-
do vender o grande e magnifico sorlimenlo de mo-
Ihados e seceos uue nelle so acliam por todo o pre-
go, sem altender ao grande prejoiio que fer, vis-
to qua d'outra forma nao opoder evitar.
Desde muilo lempo o publico
I'abaiuionou o uso das preparacoes
intituladas depurativas conhecidas
sol o nome do Arrobes, Xaropes
do Salsaparrba composlos ele
if? Cuja accao. i maior parle das vezes
nulla," e n'algums casos perigosa.
Os CONFEITOS DBriPATIVOS TEJ O ASPECTO
E O COSTO AGRADAVE1S E CONTEH SOB CM ',
PEQI'ENO VOLVXE SIUSTANCMS HL'ITO ACTI- **
JVAS QIE O ^P.O MODO DE TREPARA^AO TORNA $
ItMLTEUVRB. jljj
O tiucrv! r.o nn cates con- 'r><-
JroSoft! of'iii-rao cin Fran- i*
ea sob o patrocinio das principaes T*^
celebridades medicas, os poc cima ^*
de ludo quaulo lem existido alh jjl
hoje.
Cura rpida sem o socorro E
de nenliuiii outro remedio in- ii'
terno, das escrophulas *M
I Ihrpes, affeccoes syph;
5 liticas hypertrophias '{
dos tessios celulares, -^
hydropisias e em geral ^::
todas as molestias produzidas #
pela alleracao do sangue ; lu
o resultado que queramos ||
conseguir e que temos sem- ,r":
pre oblido. n
Uma explicacao accompanlia cada %:
video. j]
Dcsconfiar-sc, das fn'.cificacoescl iini- m.j
tnroes. 'J
Para as eneoir.cndas dirigirse aos ;
Snrcs. BTJI5SO bt o1', 18, D'Prince
f

Eucint, Parit.
:
Resulta pelas experi* las fcitaJ nu b>lps r*
Franca pelos mais afau:us medin
LA8e o XAnoPEde iivn;ucoTvc..-i 5 txfir
I. LATINE sao o ptimo remedio contra '.s j
cs de iMrifi.NS cu HLT.iT.s o *atiM a >' pelle, at as laais wolor-cins. assi-.r como a l
OU BOnrilEA, --n-ini IS. pi d<>I.P>TI > i -
ruLOSAS, os nm i m nm-
Deposite geni ; '' hv;
LBELONYE. ma Bour- m-rV/fi.-vr. f
LAB
Deposito geral em Pernamboce roa da
Cruz i.22 em casa de Caros & Barbosa
j

I
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I



IQ
8
1
fl
)
i
GNEROS BARATOS A DINHEIRO
NOS
GRANDES ARMiZENS DE MflLIhDOS
f DE
... DARTE & C.
111 Palco do Carmo n. 9 armazem Progressivo roa to Qaeimado a. 7
lij fj) Uaio e Contmercio roa do Imperador o. 40,
cao Principal armazem de mojhados.
OS PROPItlETAIlIOS.
. Fazem scien,e.ao respeilavel publico, e com especialidade aos senhores de en-
S1V eSema,spJessoas d0 centro' 1e paramis facilitar suas compras deli-
berann os propr.etar.os dos trs grandes armazens, reunir todo 5 os seus estabeleci-
mentos em um so annuncio, pelo qual o prego de um ser de lodos, promette-
l^ln^L girmS* Vabella que abaixo vai Publicado, annanciar o? ge leros
E"lD P,eC. e na oceasiao da compra quererera por outro, como socede constante-
mente em outras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar isto,
anda mesmo cora prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
s*r3 tara em servidos como viesem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar seus I
pedidos em cartas fexadas; pam evitar qualquer engaos, remetiendo nos urna conta
petai qual se vera os precos ta qual annuneiarmos, o que senao arrepender pessoa<
a gama que fizer sua despenca em nossos estabele '
a por cento na sua despeza diaria;
IAWI5 ARMAZENS
ME
Largo da SantaHI^
Cruz n. 84, es-C
juina da ra doWj
Sebo. F
jcimentos; pois 'poupar mais de
Manieiga ingleza perfeitamente flor chegada
ltimamente no vapor Saladiip, de 1$
ter abati-
a libra, e
a I32UO a libra e era barril
rafete.
Idas! francesa muito nova a 900
800 em barris.
dem com 4 a o ditas a 3#OO.
dem vasios de todos os tamanhos a 2#000,
15500,800 e 640 rs.
Queijos d 2^300 a 20500 os mais frescos.
Vinagre puro de Lisboa a 280 a garrafa e
25000 a caada.
fn Largo da Santa
Cruz n. 84, es.
Inquina da ra do'
**E8pec,aes
rora BriihaK?n"ar n -'t*acredi.tado armazem deZSlffdlfd'SniaWr
t A *eguinte tabella sirvi' Y.??0 f rllimenl0 de gneros de primeira qualidade.
. Nenbum armazem vandAra* ,- .. e para ajaste de conlas aos Portadores,
pelo grande sortimento mi*fZ ,??aisbarat0 e melhores do que a Aurora Brilhante, ja1
ero quanto chegue para are imn'flr ?es,mo porque seu dono & deseJa tirar diminuto lu-
proveuar, o prspr etario Krl, s.d5spez!?..do esta>elecimento por isso deixe se a-
tantas freguezes. a 0e fazer toda a diligencia, afim de servir bem os seas cons-
fS8 libras de ch^icas muito novas,
ANTIGA CASA
fi
DE
GILHERME DA SILVA GUIMARES.
RA DO CRESPO S
NOV1DADE
a 75500.
maifdaed'S1I,^HPHXe era Postasinteiras,
fio ,ua,,dades> a 15000, 10280e
Baolta de porco refinada a 720 a libra e 700 dem mais baixo a*2O0 rs. a garrafa e 15400
J ralm de superior quiMade a 2M0O.' Azoto doce'da Lisboa milito fino a 609 rs
dem penda miudinlio a S/00 i a garrafa e 45000 a caada
Suf^HSF** qi"'i dem proto'mnuoespecial a 2J0OO e moo arS "* '"" de ""^ W0
jCA. en, ,aU, de 000 e a 800 a ^TJttSRER B9" *
Ujasca biscomo de ,odas as onaMades "SS fjf^ "*"*
tafU* bbric. de Bialo Antonio "m mm Vi*. hisope e outras
(Lisboa) proprias para dar a doeotes a
25 e 35 a lata.
Bolaxiaha inglezi muito nova a 35500 a bar-
rica e a 240 rs. a libra.
Lat ts com holaxinlia de oda e oval a 25.
R esunto inglez para fiambre chegado no
ultimo vapor a 8';0 rs. a libra.
' irigtw e paios muito novos a 640 rs.
a libra.
isas com macarro -Ibarim muito novo a
0 e 320 a libra
' ria branca e amarella a 500 a libra.
liJHicolate jortuguezde especial qualidadea
8 0 a libra.
M :n suisso de 800 a 15000 a libra.
minias marcas a 55 a duzia e 500 rs. a
garrafa.
Sabo primeira qualidade a 220 rs. a libra
e 21'1 em caixa.
dem segunda qualidade a 200 rs. a libra e
180 rs em caixa.
Sabao inglez superior a 180 rs. a libra e
16-) rs. em caixa.
Caf primeira e segunda sorta a 65500,
75500 e 85 a arroba, e de 220 a 280 rs.
a libra.
Arroz do Maranhao 35200 a arroba e 100
rs. a libra.
dem da India a 25600, 25800 e 100 rs. a
libra.
. bes lanhol verdadeiro a 19000 alibra Charutos Normas de Havana a 55500 a cai-
pie ja vendemos a 1 > 400. xa: de Simas (Jos Furtado).
da casca de goiaba em caixoes! de 6 li- dem Lon Irinos a 55, idem.
ras seguro a 15*00, dem Paiasienses a 45500.
1 n :aixoes pequeos a 700 rs. e de dem Delicias a 15500.
i > para cima a P40. dem Traviata do Rio a 55500.
tAi secco mn bocetas ricamente eeitadas, dem varetas de Manoel Peixoto da
onteodo pera, pesgo, ameixa, rainha. Netto a 35500 e 15400 a
o va-
rs.
j pre-
libra a
p outras frutas a 35000 cada urna.
: tym em calda em latas foixadas bermetica-
mente muilo bem nfeitadas, dontendo,
pera, pe.sego, ameixas e outras, frutas a
640 e 700 a lata, tambem temos latas
andes a 15200.
.darla dos melhore.i fabricante^ em la-
sas de 2)000 a 12)0.
D em litas de 1 Ij2 libra a 15.
I ;'ui em latas de I libra a 6i0rs.
!- filhas em latas dragadas nesle
dora 700 e de 5' para cima a
i verde ou earrapato em lat
irado a 6i0 rs.
isas em frascos de vidro a 0500.
: I n em oaixinbas ricamente eifeiladas de
lOO a 2j(5d0.
C-)! feervas Mexide moflo novas a 700 rs. o
fmsco.
Mpq de ceblas simples a 700 rs.
XI iho inglez a 640 rs. o frasco com rolha
Je vi Iro.
- i em p a 700 rs. o frasco.
I i! j preparada a 320 rs.
!..Lis com massa de (mate de 1
600 rs.
Id m'em latas de 1 1| libra a 900 rs.
\ i i8 em garrafas vindos do Porto, Madei-
ra Secca, Duque do Porto, Duque Semi-
no, Cascavaas, Mara Pa, D. Luiz, Pe-
dro V, Velho Secco, Lagrimas Does, La-
grimas do Douro, e outras muitas marcas
a 15 a garrafa o 95 a 125 a duzia
dem Palraella .i 15 a garrafa e H5000
duzia.
idem em pipa de todas as marcas
Fiboeira e Lisboa a 400 e 500 rs
rafa e 25800 a 35300 a caada.
Id QJ ern ancoretas e 8 a 9 caadas com su-
perior vinho Lisboa e Figueira- a: 245 a
ancoreta.
II:.m branco expecial qualidade proprio para
mjssa a 56) rs a garrafa e 45 a caada.
dem mais baixo a 400 rs a garrafa 35500
a caada,
dem do Porto especial qudidade a $00 rs.
a garrafa e 55500 a cmada.'
1} m Bordeaux em caixas a 75 e 700 rs. a
garrafa.
ChaoDpaiua a melbor do mercado vlnda de
m?sa encommenda a 305 ogigo.
dem mais baixa de 185 a 205 e 1S500 e
35 a garrafa.
Licores portuguezes e francezes*a 15000 e
. >-S00 a garrafa.
Marrasquino de Zara, verdadeiroa 15500 a
g .rrafa.
Idem mais abaixo a 800 rs. a garrafa.
bra de laraDJa ver adeira a 115 a du-
zia e 15 o frasco,
dem de Hollanda verdaleira a 65 ia fras-
queira e 640 o frasco.
Idem de Hamburgo a 55500 a frasqueira.
Uem em botigas de Hollanda a 400 e 440
rs. o frasco.
Garrafoes com genefrra de Hollanda oom 24
garrafas 85, com garrafa"o.
dem com 14a 15 garrafas a 65.
Porto,
agar-
Silva
meia caixa.
dem suspiros do raesmo fabricante a 15300
a meia caixa e 5>2O0 a caixa.
dem meccipes a 15700 a meia caixa e
35000 a caixa do mesmo fabricante,
dem orientaos do mesmo a 15800 a meia
caixa e 35*00 a caixa.
dem jovens de Castanbo & Fillio a 25400
a caixa.
dem suspiros do mismo a 15?0) a meia
caixa, e Mitras imitas marcas de fabrican-
tes.
Passas muito novas a 1550D o qmrto e 55
a caixa de urna arroba bespanliola e 320
a 1 bra.
Vermute bebida para abrir a disposi?io de
comer 15309 a garrafa e U5000 a
caixa.
Alpisla muito novo a 35800 arroba e 140
a libra.
Pateco a 45O00 arroba e 140 a libra.
Peixe em latas j preparado a 15200 a lata
e em porcao 15000.
Sardinhas de Nantes a 400 a lata.
Tijollo para limpar facis a 100 rs.
Esparmacete a 600 a libra e em caixa a
580.
Vellas de carnauba a l i 5000 arrobare 440
a libra..
Azeitonas de Lisboa muito novas em anco-
retas grandes a 15800 e a 400 rs. a gar-
rafa.
Balaios do Porto muito grandes proprios
para guardar roupa suja a 25500, 35000
e 41000
Batatas era gigos de 31 libras muito novas a
800, ea40rs. a libra.
Gomma em paneiros a 45000 arroba e 140
a libra.
Farinda do Maranhao muito alva e nova a
240 a libra.
Swadinha de Franc-a para sopa a 200 a li-
bra.
Sevada muito nova a 140 a libra e 45000
arroba.
Caixas com estrelinlia, rodinha e pevide a
400 a libra.
Alhos em canastras muito novos e mauncas
grandes a i 80 e 209 rs cada urna.
Canella muito nova a 15000.
Cravo muito novo a -'00.
Cominho idem a 320.
Ervadoce i lena a 400.
Alfazema flor a 240.
Amendoas a 400 a libra.
Nozes muito novos a 160 a libra.
Papel greve a 45200 a resma,
dem lizo a 45000.
dem de pezo a 35000.
dem de embrulho marca grande a 15200 e
15300.
\ dem azul para botica .a 25000. .
Copos lapidados a 55300 e 500 cada um.
Palitos de dentes, magos grandes a 120 [e
16'Jcada*um. m
Fumo? americano de ehapa, de superior
qualidade a 1&300 a libra, em porgo ter
abattmento.
DB?r?, aS^\;XCe,lanle P""! I*
,jntas com ameixas a i&in *< x
Dita c 2.;., *T? xri "ov0 e 3^o00.
Abren1: Vio ? md fabricate
Djtascommassade tomate, a oOOrs
Dt<00mblachinha desoda muit0 >va8, a
^Set^
r;.- u Chocolate.
Chocla?,0 a m' -*m e 3'200-
; 8M55er,or rauito novo'aiiorade
MlCa400ralaram e aletra aQareIIa, a libra
S?2a branca> a libra a WO rs.
iSSl'Sff&'i610"-
Frlh a para sPaa'bra, a 20 rs.
Erv.lhas seccas, a libra a 160 rs.
*ri-idescascadas. a libra a 200 rs.
JpaDna "iuia nova- a libra a 280 r*
\IISP* de araruta
L oOO rs. '
'A4Mflft. ;AI?anhao', em sacc. a a"oba-a
20400 e a libra a 80 rs.
f brVooVJ J3Va' a arrba a Um e a ""
i rUeC?h,?Kde ^sb0Sl a 9*W0 a a"oba e a 320
' rs. a libra.
)ito de Santos, a arroha 7nnn e a |lbra a
+H
verdadeira, a libra a
- Vinho verde superior.
A caada a 3000 e a garrafa a 400 rs.
Gomraa.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de se
engommar, a arroba a 32000 e a libra
20 rs.
Sabao massa, a libra a 200,240 e 280 rs. Jf
.mulla.
Saccasgrandes cora farinha de Goianna mui-
to nova, a 50000.
Caf.
Caf do Rio muito superior, a arroba a 80,
80500 e 90000.
Cha.
Ch.temos nestes gneros o melhor possivel,^
hyson, a libra a 20600. 1
Dito perola a 30000.
Dito uxim a 20700.
Dito hyson rauito fino a 20800.
Dito redondo a 20500.
Dito prelo de primeira qualidade a 20500.
Dito mais baixo a 20000 e 10600.
Erva mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 240 rs.
Espermacete.
O masso com 6 vellas.de espermacete a 600, %
640 e 720 rs. <|
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro-
prias para mimos a 40 e 20500. 5
Nozes. r
Nozes, a libra 160 rs. e arroba a 40000. $
Alpisla e painco.
Alpista e painco, a arroba 40000 e a libra a
160 rs.
Cartas. 3fJJ
Cartas finas para logar, a duzia a 20500. (t
Castanhas. rM
j Castanhas novas vindas neste vapor, *"n- *
wrm
E
irtC pelo dtm.nut.ss.mo preco de 95 com 15 covados, que vera a sahir a 600 rs *
4/
CORTES DE TARLATANA
pffsia n/rarLemSedta froxa. ,co^ ores, de cambraia em releuo.
pnantasia para casamento, partidas, etc., etc.
Vest mentas para creancas
Oujectos de gosto com primorosos desenbos de trancinbas sobre fustao.
COETES DE SEDA A 30$000.
.us r.r-
tissimo preco.
pPf- Paletos. Linhos,
Loutambarques Calcas. Algodoes.
Manteletes. Golletes. Laas,
Chapeimas. Camisas, Sedas
ChaPos. Ceroulas. Setins.
AOS SENHORES OE ENGENHO
Excellentes cobertores de algodao escuros pelo barato preco de,
Vestido de pura
Bonitos cortes de follar de seda com lindas barr. s matisadas por este dimina-
800
arro-
a arroba 70000
ba 40000 e a libra a 200 rs.
260 rs. '" "..... '"w" c "urad\ Azeitonas.
.Molhos com 125 ceblas grandes a lsfSO iBarris com azeitonas novas a 10500
Xa franceza. ca'" com' 2 duzisal Manteiga.
p'*7W- Manteiga superior, a libra a 1-3280.
Y&m Cm mostarda Preparada em vinagre, Dita mais abaixo a 10200.
tJtT rs- i Dita menos superior a 10.
fi o^on3ervas in?lezas e francezas, a Dita franceza nova, a libra a 880
n.tVc e .rs- n Dita dita em barris e meios ditos, a libra a
iio* com sal refinado fino, a 610 e a 500 rs. 850 rs.
J1^3S? a verdadeira genebra delaranja, a Dita para tempero a 400 rs.
Queijos.
Qnoiios novos vindos neste vapor a 20800 e
30000.
Ditos londrinos muito novos, a libra a
10000.
Papel.
13000.
Ditos de2 garrafas de Hollanda verdadeira,a
640 rs.
|B40nS COni d'ta proprla para negocio, a
Garrafoes com 2 galoes com dita, a 60.
Serveja boa, marca, a 500 rs, a garrafa, e a r

\/
Algodoes americanos.
Cobertores brancos de algodao.
Chitas escuras a 240 rs.
Algodao de Minas.
CHAfcE* OE FIL DE SEDA
campo azul, magenta e roxo com barras pretas e brancas.
Fazenda de infinito gosto.


DE
duzia a 63000.
PVinho muscateldeSetubal, a ga-rrafa a 10.
L Marrasqmoho verdadeiro, frascos a 80C rs. e
g a 10200.
V^iySffi' a dazia 2500. e a garrafa a
rj 20000.
gAzeite refinado portuguez e francez, a garrafa
y a 10000.
. Caixa de vmho Bordeaux rauito superior.a
g 70,80,95 e 100 a caixa. K '
JjDitas com dito branco, a 70 a caixi.
a Ditas com dito lacrimas do Douro verdadeiro.
k a 200.
9Ditas com duque do Porto verdadeiro'a
. 180000.
Ditas com chamisso superior, a 140.
BDitas com Porto velho e outras muitas mar-
cas, a 120.
5Vinho do Porto Ja pipa, a garrafa a 640, 720
i e 800 rs.
.Dito de Lisboa muito bom, a caada a 30200,
\ 30500 e 40, e a garrafa a 500 e- 560 rs.
Ditoda Figueira, das seguintes marcas (X.)
(J. A. A.) (J. L. G.) (O. M.) a caada a
40500^ e a garrafa a 560 e 640-rs., deste
! que j est engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
LDitosde marcas mais desconhecidas, a cana-
da a 30500 e 40000, e a garrafa a 480 e
520 rs.
Vinhebranco fino, agarrafa a 640rs.
Dito de caj muito superior, a garrafa a
800 rs.
Papel-almaco paulado, a resma a 45800.
Dito dtto lizo de linho, a resma a 40500.
Dito de peso lizo e pautado, a resma a
20500.
Dito de embrulho, hom a 10 e 10200.
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdaleiro vinho Xerez e Ma-
deira a 10500 e 25000.
Temperos.
Folhas de louro, pimenta do reino, cominho
e cravo, a libra a 400 rs.
Velas de carnauba.
Massos com 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Amendoas.
Amendoas cora casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 10400 y'"
e pequeos a 640 rs.
fijlos de limpar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Graxa.
Duziasde boioes de sraxa a. 97 a 20000, e
de latas a 10000, e os boioes a 240 rs. ca-
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos finos.
Charutos finos dos melhores fabricantes da
Bahia por diversos precos, caixas e raeias
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
ib
" >
MCHIN4SEPAW
de trabalbar mo para
descaroear algodao
FABRICADAS
Por Plant Brothers & 0.
OLDAB
AGUA
DE
Florida
Estas machina.!
poderadescaroca-
g qualquer especie
".: de algodao sem
HfJ estragar o fie,
"L^J sendo bastants
^^ duaspessoaspara
otrabalho; podo
para restabelecer e conservar a cr natural dos ca-
bellos.
A agua de Florida nao urna tintura, facto es-
i sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
j primitiva de cabello. Coropostas de plantas exoti-
eas e de substancias inoffensiveis, ella tem a pro-
pnedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles tem perdido.
De urna salubridade incontetavel
Florida entreten) a
caixas.
E grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an- ]2
nuneiar-se. W
&siQSA. 2te aea. jsoa. %x&s
dao em carocc
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por da ou o ar-
robas de algodao
limpo.
Assira como machinas para seren movidas por
aoimaes, que descarofa-m 18 arrobas de algodao
Hmpo, por dia; e motores para mover urna, duas,
eutrss dessas machinas.
Os mesmos lera para vender um bellissimo va-
pde fazer
. a agua de
impeza da rabeca, destroe as
easpas e empede os cabellos de cahir.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
8ontnbue poderosamente, com a agua de Flo-
descarocar urna ['da a forga, a belleza e a conservado dos cabel-
arroba de algo- 'os-
Em Paris casa de Guilaur n. 112 ra de Recht-
lieu e 21 boulevard Montmarire.
Todos os frascos nao tendo intacto e claro, e tin-
elre prateado da casa, reputado falso.
Deposito ra do Imperador pharmacia n. 38.
Admiravel pechincha!
loeambiqoe a 300 rs. o covado, na toja
do pavo.
Vendem-se os mais bonitos mocambiques de nu-
ralaa proprios para vestidos e soutembarques
sendo de quadnnlios de listras e lisos, fazenda in-
por que pode fazer mover seis destas machinai
mencionadas; para o que convida-se aos Srs. reirameie nova, em padrees e muilo proprias pa-
agricultores a virem ver e examina-lo, no arma- ra as senl">ras que frequentam o mez Mariano
^s.
N. 11Eua do QueimadoN. 11
A este estabelecimeUto chegou ltimamente da Europa um grande e variado sorli-
mento de coninados bordados o que ha de mais gosto emdesenhos e bordados.
Lindos bonets de palha de Italia para senhoras.
Chapeos e chapelinas de palha de Italia ricamente enfeiados.
Chapeos finos de seda para cabeca de horaens e chapeos de sjI de seda inglezes ^de
8,12 e 16 astes.
Bournus e chales de renda pretos superiores.
Pelisses e soutembarques de seda preta para senioras.
Cortes de la de barras de 140 a 220 de muito gosto.
Baldes de arcos e de musselina finos, manguitos e caraisinbas.
Saias bordadas muito superiores.
Moireantique preto, grosdenaple preto e de cores, panno preto fino de diversas qua-
lidades e casemiras pretas e de cores.
Luvas de pellica para hom m e senhoras.
E muitas outras faznndas que tudo se vende barato na loja de Augusto Frederico
dos Santos Porto, aonde tambem se vendera as melhores e mais biratas
Esteiras da India para forrar salas
N. H--Rui do Qneinii(lo-.\. II
xem de algodao, no largo da ponte nova n.47.
Saanders Brothers k C.
IV. II, pra^a do Corno Santo
RECIFE.
Os nicos agentes neste paiz.
porque esta fazenda Ibes facilita fazerem por pou-
co dinhotro vestidos muito decentes para qualuer
acto, advertindo-se que esle baratissimo preco
devido a grande compra que se fez desta nova fa-
:eoda, que se vende a freza tustoes o covado : na
toja do pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Ga
Attengdo.
Vendem-se pecas de esteiras para forro de sala, llQZ. 001,7. OttZ.
tinta branca preparada a oleo, em latas de 25 I- a 1H800 a uta rnm oc t'
bras, para pintar casa, relogios para cima de me- garrafa* vS?ho i ufoda pn.tr I*!***'' e 48
saeparapendurar, arreios para l e 2 cavallos, 5007 *, Safa e d3as5ue'ra'e ver^ especial
velas de spermacete, tudo de superior qualidade, '
vindo dos Estados Unidos : no armazem da ra do
Trapiche n. 8.
Goke dogaz.
Pitcli do g-z.
Alcatro do gaz.
tonelladas rs. .
especial a
- caada, verdadeiro
n Tk1"8- 5Trior oaf a 7*200 a "robaau
WO rs. a libra : so na ra Direita n. 91, esqui b
do.becco do Serigado. q
Coke
Pitch
Alcatr5o
>
caada.
10^000
80,5000
Tai o Ir mos
vefidem (jesgo-em p para estuque de casas, tijols
finos de feito diversos para ladrilho, azleijos de
diversos gostos, lijlos vidrados para parede de co-
zinha, canos de barro para esgoto, cemento em
barris de 10 arrobas.
mmm
A S l#tOO e i..rtO
Leques de osso, ultimo gosto, a 10.
Ceroulas de meia a 10200.
Diitas muito finas a 10500.
S ua ruada Cadeia do Recife q. o,_______
PARA SANTO ANTONIO K
Catanga Anos e brinquedos
para mrnino*.
Lhegaram para a loja de miudecas da ra do H\0 ^^.Tr&ra'Jaiaffpfi'Xi Veodem-sesortes muito bem feitas e de
de mesa : na mesma toja se eacontrari bom sor- papel'muito bom a 4? o cento : na ra das
mento de miud.ews. j Cruzes n. 41, taberna da porta larga.
mo pelo asseio que se nota as cozinhas aonde
alie usado. Pitch e alcatro.alm das applicacSes
diversas a que se prestam, como para cailafetar
embarcacoes, alcatroar madeiras,etc.,teem este a
propriedade de nreservar do cuplm. formigas etc.
E' entregar na fabrica dogaz ou mandado por era
qualquer ponto da cidade, segundo a vontade do
comprador.
Instruyes para o servico
das guardas do exercito, extrahidas do re-
glamento de infamara e accommodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas pessoas que se alistam nos cornos
oe voluntarios; vende-se na ;ivraria
8 da praca da Ind pendencia, a i#.
O coke reconhecidament o carvao mais Jom- oe7.0l_Untar?S:.v?nde-s.e 'vraria n.
mico, torna-se por isso recommendavel, bem co-
OFHENISh
QUADROS
WIEKB.1DG
AQUARELLA
Urna scena de nossos dias.
Drama I
Por Pedro de Calasans
Vendem-se estas obras Impressas e*i Bruxeltas i
e Leipig : na livrana de Jos Nogueira de Souxa, i
Tuado Crespo.
- Vende-se orna wgr ato de 10 amws, rauito
esperta e sadta ; no pateo da matriz, de Santo Au> i
tonto n. 8.
9, ^raEpraarCaaSvaeDddeerSSei "eM'nU d Trap'Ch '
Vinho Bordeaux em barricas e em caixas.
Dito de Santerne fino.
Dito d- Champagne muito superior.
Lerveja franceza marca Bobee.
Novena de Nosa Senhora do
_ Carato e de Sani'Anna.
Vend4-se na ra do Imperador d. *5 offlrina
deencaderaaco : o dfScio, salve e versas no e
rhlf "'^^NossaSenhora do CarnJTtre!
listos por SOO rs.,ea novena de Sanfnna
fo-
por
ava nado.
Francez barrica 50000
Portland idem 80500
Em perfeito estado :
Francez barrica 100000
Portland idem 120000
No armazem de Tasso Irmlos caes do'ApoIlo.
f33s4iatSSM^i



ft&ws&ws- w**wBt
^e
.-
'y
Mario de 1rmnlmfo -- Qnarta flr 18 de Mofeo de 18&
LIGA.
ESTABELECIDO A BA NOVA N. 60
Vtm 3IDHM Q)X SIS IDUO &331
AO
KESPEIT VVEi PUBLICO.
A apreciacao dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabelecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua maxrai parte mandados vir directamente do estrangiiro podem ser
vendidas por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e nteressante estabeleciment seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm iffiancar, com toda a seguranza de que
aenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1. Delicadeza no trato.
2.' Fidelidade no peso.
3.' Sinceridade nos precos.
As pessoas que por sua posicao sooii! SCSS casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga cna mwinowv
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a cndilo do freguez, elle deve contar que ser sempre mul-
to bem servido.
Aquelles que sao pouco favorecidos da sorle far5o mensalmente urna economa de
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucir, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
. Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne-
gociar, devem vir, celo sen proprio interesse, a esle estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhons que compram para tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escolhido por pessoa entendida, que certamente muito deve agr lar aos senhore-
compradores.
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
AS PUBLICO
Mem omeoor constrsa-
glmento se entregar o
Importe do genero qne
nao agradar.
ATTENC/&0
o preeni da segnlntc
tabella para todot, po-
dendo assivi servir de ba-
se para o ajaste de eontas
com os portadores.
MAZEM UNA
Graixa em latas, muito nova, a 80 rs. cada
urna.
K
KIRSCH de Wasser a 25 a garrafa.
L
LATAS com graixa a 80 rs cada urna.
Letria a 400 rs. a libra

MANTEIGA ingleza e franceza de primeira
qualidade a 10, 1*120 e 1*280, em bar-
ril se faz grande abatimento; a que ven-
demos por 1*280 a lib a, vende-se em
outra qualquer casa por 1*100 e 1*500.
Marmelada dos mais acreditados fabricantes.
Macabro e talharim a 320 rs. a libra.
Massa de tomate a 6(i0 rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
Molho inglez de todas anualidades.
Marrasquino verdadeiro de Zara a
A
ALPISTA a 120 rs. a libra.
dem e painco de oito libras para cima a
100 rs.
Arroz de 90 rs. a libra a........
Amendoas, casca molle, a 28o rs. a libra.
Avbllas a 240 rs. a libra.
Amexas francezas era latas de todo i os ta-
manhos.
dem idem em potes de lodos os tamanhos.
dem idem em bocetas de todos os tama-
nhos.
dem idem em frascos de lodos os tama-
nhos.
Azeite doce de primeira qualidade a 560 rs.
a garrafa.
Ai.iios a 200 rs. o molho.
Ahsyntiio a 2*00u a garrafa.
IB
BOLACHINHAS do Beato Antonio em latas'' Massas finas para sopa branca e amarella a
grandes e pequeas. 00 rs. a libra, em caixas com 9 libras a
dem do Principe Alberto a 2*000 a lata, e 3*500.
de cinco para cima a 1*800. Milho painco e alpista, sendo mais de 8 li-
Idem de sola era latas grandes a 2*000 e! bras a 100 rs.
de cinco para cima a 1*300. X
Biscoiros inglezes de todas as qualidades a'NOZES a 120 rs. a libra.
1*200, l*25e 1*300.
Bolo francez em caixinhas a 300 rs. cada
urna.
Batatas inglezas.
B.ynia de porc refinada.
c ;
CHOCOLATE francez a 700 e 800 rs. a li-
bra, e em porcao a 600 e 70J rs.
dem suisso a 1* a libra.
dem de musgo a 1*500 a libra.
CnouRicAS muito novas a 800 rs. a libra.
Caf a'240 e 260 rs. a
se far abatimento.
Ostras inglezas
Nabos em latas a 800 rs.
O
e americanas.
P
PEIXE em posta, latas grandes, a 1*C00, de
todas as qualidades, como sejam savel,
goras, corvina, parg^, salmao, pescado e
pescadi'dia, linguado, sardinha. etc., etc..
Peras em latas, excellente preparaco.
Palitos para denles a 120 rs. o maco muito
grande,
ibra, e em porcao! Passas em quarto a 1*400.
dem muito novas a 400 rs. n libra.
dem de. primeira qualidade a 7*000 a ar- Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
roba.
Conservas em frascos a 320 rs. cada um,
sao inuilo novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Charope de grosella, orchaia, etc., etc.
Chicaras e pires a 1*800 a duzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
a garrafa, e em duzia se faz grande aba-
timento.
I Jera Victoria Bas tres X e de outras marcas.
Charutos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'Havana, Exposicao,
Flor do Brasil, Parisienses, Delicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panetellos. Apraziv-is, Varetas, Brasilei-
ros. Americanos, Fluminenses.
Cii de todas as qualidades e de todos os
precos, hysson, huxim, aljfar, preto, e
preto ponta branca, etc., etc., a 2*000,
2*2 0, 2*5-50 e 2*800.
Copos lisos de todos os tamanhos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 2*500, 3*500, 4* e 5*.
Clices de todos os tamanhos.
Cognac superior a 1* e 1*500 rs. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco macinhos.
m
DOCES de todas as qualidades : brasileiros,
portugueses, inglezes francezes, etc. etc.
E
ERVIL-HAS seccas a 120 rs. a libra.
ervadoce a 400 rs. a libra.
F
FARINHA S S S de 8 libras para cima a 120
rs. a libra,
dem de araruta a 320, 400, 500 e 800 r.
Figos de comadre a 160 rs. a libra.
Feijo verde em latas a 600 rs.
Pavas em latas a 600 rs.
Fumo do Rio a 500 rs. a libra,
dem americano em latas a 2*.
F\rello ha sempre em deposito de 500 a
800 saceos, de todas as qualidades, de to-
dos os tamanhos e de todos os precos.
G
GOMMA a 50 rs. a libra.
dem a 150 rs. a libra, muito alva.
Grao de rico a 120 rs. a libra, c em porcao
se faz grande abatimento.
Genebra de laranja verdadeira aM0OOO o
/rasco.
QUEIJOS lamengos.
dem prato a 800 rs. a libra,
dem suissos a 800 rs. a libra,
dem londrinos a 800 rs. a libra.
QlARTINHAS OU MORINQUES a 6*, 8* e 10* O
par.
R
RAPE' Meuron a 1* a libra.
dem Princeza do Rio a 1*200 a libra.
dem francez a 2*500 a libra.
m
SABO massa a 160 rs. a libra, em caixa se
faz abatimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 2$.
Sardinhas de Nantes de todos os fabricantes,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Stearinas a 600 rs. o maco.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
V
VINHOS!!!
Principe Alberto, de 1831, a 5*000 a gar-
rafa ; d vida aos velhos.
Velho seceo a 2* a garrafa.
Lagrimas do Douro a 1*500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 2* a garrafa
Duque a 1* e 1*500.
Chamisso a 1*, 1*200 e 1*500 a garrafa.
D. Luiz a 1* a garrafa.
Moscatel verdadeiro de Setubal a 2* a gar-
rafa.
Carcavelos al*.
Colares a 900 rs. a garrafa; o nico v-
nho que se pode beber por nao ter com-
posico alguma.
Lanterne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 1* a garrafa.
Absynlho a 2* a garrafa.
Kirsch a 2* a garrafa.
Wermouth a 2*. e a caixa a 18*.
Bitler Maurer a !* a garrafa,
Grave a 800 rs. a garrafa; vende-se por este
preco por haver sempre em deposito 50
duzias.
De caj, de 1852, a 1*200 a garrafa.
Velho do Porto, em ancoretas de 9 caadas,
a 35*00<>; vinho que, estando engarra-
fado, vende-se a 1*280 e 1*500 a garrafa.
A1brraa 6,ooaorra5caixat.alliarm 4 **' K" Sal.refinado em frascos de vidro com lampa
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi-
nha branca ou amarella a 64o rs,a libra e
3,5ooa caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fino proprio para
do mesmo, a 5oo rs.
Cerveja branca das marcas mais acreditadas
que vem ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
a garrafa, e 5,8oo, 6,ooo e 6,5oo a du-
zia.
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o areo da ConeeicSo)
- PAttA BEM DE TODOS.
Senhnre? choras, o aceio qne presidio aos arrartjos deste novo estabelecimento, e mais que tndo a promptid5o e intei-
reza com que serio tratiS^TOnvida a urna visita ao mesmo, certos de qne sem duvida me dar5o a protecg5o e preferencia na com-
pra dos gneros que precisara; e quahdo n3o possam vir poderSo mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco pratiecs,
pOisserSo to bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendacao, afim |de que novoem
tra parte.
Manteiga ingleza especialmente escclhida a
l,ooo e**8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha liysson de superior qualidade a 2,600
% rs. a libra.
um ymma G Z$Z SU^rior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a l.Ooors.
dem preto o que se pode desejarneste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
pora 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,ooo rs.
Idem'londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo rs. a libra.
dem prato a 8oo rs. a libra, e inteiro se faz
abatimento.
engarrafar, em ancoretas de 9"canadas a Cevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
V'n,in ni nina
Porto, Figueira .e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. agarrafa, e emcanaa
a 2,5oo, 3,oo e 3,8oo.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, Rainlia de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz 1, Madei-
raSecca, Malvazia fina a 16,ooo, 15,ooo,
12,ooo e I o,oooa caixa com 1 duzia e9o,
l.ooo e l,5oors. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qualidade a 16,ooo
a duziae l,5oo rs. a garrafa.
! Sardinhas de Nantes a loo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
dem suisso o mais superior que tem vindo barrica e 320 rs. a libra,
ao mercado a 64o rs. a libra. ; Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oors.
Cartes com bolo francez muito propros pa-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
libra.
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feija"o verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo
rs. a duzia.
dem idem para vinho a24ors.,e2,4oors.
a duzia.
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo, I Figos de comadre a 24o rs. a libra.
l.ooo e l,2oo rs. a libra. ; Amendoas de casca mole a 4oo rs. a
Espermacete superior a 6oo e 64o rs. a li- Milo de amendoas a 5oo rs.
bra e em caixa se faz abatimento. ] Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Joao
Peixe em posta em latas hermticamente la-! de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
cradas e das melhores qualidades de pei-; bras por 2,5oo rs.
xe a 8oo, l,ooo e l,2oo rs. i Ameixas francez.is em Tasco de vidro com
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-: lampa do mesmo, a l*5oo.
das que vem ao nosso mercado a 7,oo e Ameixas franc zas em csixinbas de diversos
8,ooo a caixa e 64o e 7oo ris agar- tamanhos com honitas estn pas na cai-
rafa. xa exterior, a 1,4oo, 1 ,(5oo, 1,8oo e 2,ooo
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de cada urna.
conla certa. Azeite doce refinado hespanholouportugnez
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,8oo a 9oo rs. a garrafa e Io:ooo a caixa.
e 64o rs. o frasco. I Batatas muito novas a 8o rs. a libra e2,5oo
Genebra de laranja verdadeira em frascos o gigo com 36 libra-.
grandes a l,oooell,ooors.a frasqueira. Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. a li-' 8,5oo a duzia.
bra e 8,5oo rs. a arroba. Vassouras de escova para esfregar casa a
Caf do Cear muito superior a 24o rs. ali-| 4oo rs.
bra e 7,5oo rs. a arroba. ; Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arroz do Maranho de Ia qualidade a loo Molho inglez em garrafa de vidro comrolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba. do mesmo, a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a ; Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
arroba. a 8oo rs. o frasco,
dem de Java a 8o rs. a libra e 2,4oo a ar-1 Mostarda franceza em potes j preparada a
roba. 4oo rs. o frasco.
Painco e alpista a 14o rs. a libra e4,oooa Lentilhas francezas. excellente legurae para
arroba. sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomatesde superior qualidade a 64o Marrasquino de Zara propriamente dito a
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta- |* a garrafae H.ooo a duzia.
Iho. Palitos de dente a 14o rs. o maco.
Charutos do affamado fabrcame Jos Furia-
do de Simas, das seguintes qualidades:
EipGSiCuO Normal de Ha vana, Imperiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
6,ooo e 7,ooo a caixa ou em meias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilhasde Havana, intervallos,Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a2,ooo,2,5oo e
3,ooo a caixa.
opnac inglez das melhores carcas, a 8co e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. s
libra.
Matte,excellente cha para os navegantes, i
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandese novas
a l,8oo o cento e l,2oo soltas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.1
Toucinho de Lisboa muito novo a 32o rs.' a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentementetem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,ooo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2;6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a relalho, a vista se
far o preco.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandesde
8 garrafas por 6oo e 8oe rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancorela.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,ooo o gigo.
I Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figosemsextinhas a 8o rs,cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
rs-
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a 1 ,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
Agua florida e tnico orlen- p
tal de Kemp.
Continua-se a vender em porcao e a retallio.:
na rua do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Chromacomo
A agnia branca, na rua do Queimado n. 8, acaba
de receber um novo sortimenlo de caixinhas com
chromacomo para Ungir cabellos, e bem assim
frascos com hydrocallelrichina, agua para desen-
grasar os dilos, coloncomo para lustrar os ditos,
e onychromantina para limpar as unhas. Essa
tintura, cujo effeito rpido e efllcaz, est bem co-
nhecida e apreciada para todos quaotos deila tem
usado, eos que de novo a qaizerem apreciar, po-
dem, assim como aquelles, dingir-se munidos de
dinheiro" roa do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
Papel efolhas para rosas
Acaba de chegat'para a loja d'aguia branca, na
rua do Queimado n. 8, um bello sortimento de pa-
pel de cores para rosas, dito verde para folhas, e
dito lambem verde e mui fino para cobrir o ra-
me, assim como folhas de panno e avelludadas
para ditas.
Aspas de baleia para vertidos
Vendem-se na rua do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Superiores penas d'ago ingle-
- zas e, francezas
A aguia branca alm do grande sortimento de
penas d'ago qu constantemente tem, icaba de
receber mais outro de superior qualidade e dos
afamados fabricantes Perres & C, assim como as
verdadeiras blco de langa n. 134 c outras de pon-
ta dourada, continuando porm a vndelas por
precos commodos, cora tanto que ocompradorcom-
pareca munido de dinheiro : na rua do Queimado
loja da aguia branca n. 8, onde tambera achar-se-
ha a venda pastas para papis.
A aguia branca na rua do
Queimado n 8, recebeu i
Bonitos egraudos aljofares de cores para voltas.
Pulseiras de ditos de*ignaes e agradareis cores.
Voltas pretas raaiores e menores todas de contts
grossas.
Pulcelras pretas tambera de costas.
Outras de difTerentes qualidades e gostos.
Brincos de aljofares de cores e donrados.
Fivelas d'ago grandes e pequeas cora cinto pre-
to e de raadreperola.
Outras graudes de difTerentes qualidades e re-
dondas com pedras.
Bonitos leqaes de (raadreperola redondos e de
outra forma.
Ditos de sndalo intericos e corredizos.
Capellas brancas para meninas.
ATTENCO
MEUS
PARA
SENHORES
1* -*< **..r-.
NOVA CALIF
Fazendas baratissimas loja da roa do Crespo n. 17 de Jos Gomes
Villar.
A novacrise commercial permute qne o povo em geral nao pospa comprar fazendas
caras. O propritario deste estabelecimento, amigo que do povo em geral, attendendo a
essas circumstancias est vendendo fazendas por precos que na realidade admira.
Correi, bom povo, a este estabelecimento, e comprai fazendas, porqne alli se vende
por menos do qne em outra qualquer parte.
Cassas organdyzes a 280 rs. o covado.
Chitas francezas escuras matizadas a 260 rs. o covado.
Ditas escuras muito finas a 240 o covado.
Ditas claras dem a 240 o covado.
Ditas escuras idem a 260 o covado.
Chitas para coberta muito largas matizadas a 240 o covado.
MadapolSes finos largos a 65590, li e 84.
Chales de fil preto muito bons a lOjjOOO cada um.
Chales de merino estampados a S^'a'OO, 6$ e 1&.
E outras muitas faiendas, que iodo se vender por precos que admiran).
AZEITE DOCE
Azeite doce reflnadoem pequeas latas a 560 rs. a garrafa
da Liga.
n
no graude armazem
Saceos de 80,100 e 120 libras a 40,40500 e 50 ; no grande armazem
da Liga.
m
Sa
Ca
n
l
Bivalsem segundo
Ruando Queimado.n. 9, loja de roiodetas de Jos
4 Azevedo Maia e Silva, esla queimaudo qu ad-
mira, a saber :
Frascos com superior b;.npa a 200, 240 e 500 rs
Latas com superior banha a 200 rs.
Frascos cora superior agna de Colunia a 120 e
400 rs.
Fr?os com fUPerior oleo de babeza a 210, 320 e
400 rs.
Jrrafas da verdadeira agua Florida a J.32SO.
FrasS?l.de foPr'or oleo da sociudade Iligi-.nique
a 640 rs.
Frascos de superiores cheiros santal e cetros n:ui-
tos a 14000.
Sabonetes de familia a 210 e 200 rs.
bonetes de superior qualidades a 60,120 e CO rs.
'"s: com 12 fra>cs de rheiro* muii. rracs a
Ifli Uv.
iias dito com 6 frascos melhor fazend.i i CO r.;.
os de pomada franceza grandes a 30( r<.
iionetes de bolla pequeos e grandes a ^i e
20 rs.
: i seos com superior opiata a 800 rs.
Frascos com superior agua para denles a 100.
FWDI((i DO l)(W-
m.
Rna da Bru numero 38.
Neste estabdecimento aoham-se vi r\! i os se-
gointes objectos, todos da prioneira qualidade.
construidos fpecialmente para esla casa, ios
mais acrediados fabricantes inglezes :
Machinas a vapor de 2 1|2 a 8 raTallos, nn;
rroendas, juntas e sem ellas; e tambern pn i>i a
para descaroamenlo de algodao, afamadas pela
lortidio, irrpliridade ecconemia en; i. n I ds
e por nao precisar de obra qualquer i : si u as-
efntamenio.
Rodas d'agua de ferro, syslema mui f rov.iirs,,
da forra d'agu.
Rodas de espora, e angulares, e de <-
para animaes.
Moendas e meia-nioondas.
Taixas de ferro balido e fundido, e de I;
Machinas napa descarnar Blgo4a ma
Piad, com o ultimes niilhoian'fntc?.
Boceas e crivos de patente para f\ malha?, i .'ni
nnindo muito o pasto do ce n>Lus-tivel.
Machinas e macliinismos para moer nanioca,
movidas a vapor, agua tu (-avallo.
Fornos e chapas de ferro batido para eos i fa-
rinha.
Alambiques de ferro, o fundos.
Guindastes, fucs e poriaiils.
Prensas para copiar cartas.
Rodas para carro de engeuho com eisos e man-
gas de patente.
Formas de ferro bando galvanizado i ara rgar
Serras de ac e anracoes de serrara.
Arados de ferro singelos e dobr?d )s, gl itf \ ?ru
cubrir canna, enxadas a cavallo, e outios inslfo-
mentos de agriruliura.
Fio (le algt.do Vendefse noesenptorio de Antonio Luiz i!e Oli-
veira Azevedo A C. rna da Cruz n. 1.
Vinho do Porto especial.
O mais generoso e genuino vinho do Porio. nwi"-
cas novas e especiaes em caixinhas t\c 12 L,-rr;,-
fas, sendo marea Rainha de Portugal a 1?*
xa e Pedro V a 16^, em porcao far-se-ba iu ,i ,i-
te razoavel : no armazem de Ferreira A Mal
na rua da Cadeia do lkcie n. 66.
Cheg
aramos sv per >t>f <>.%
cortes (fe san
Superiores corles de seda de cor, vindo
ultimo vapor francez : na loja das eulonma* a-rua
do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vascoo-
cellos & C.
Farinha de mandioca fina e alva, mais: ra
la do qtfe em qualquer parte, arroz da ierra lia-
do e em conta : para ver e tratar, na ma do S i
gario, casa n. 29.
a'HMJ IWHIII II I.......j.j.--..-r..-';.
ESCBATO&
No dia 2 do enrrente mez de jnnho fueifl
do sitio Recreio de liapessiima, termo s, o moieque de nome Agricio. de ulad 6
annos, com ferro no p e os signaes segnintes :
bem preto, magro e espigado, pernas Boas, res
compridos, seceos e limpo*, cabeca regular, ihos
grandes, oihar espantado, beigudo, unoo o Ltiic
de baixo mais cnido. Levuu camisa do brim '
io remendada, e mangas curtas, calca o ais: do
azul grandes por nao sertm delle, e" um de feltro j velho. Suppoe-se estar acoutado em al-
gum lugar, ou terse aggregado a algum conibcio
de matutos. Recommenda se aos canilles de cam-
po e as autoridades pohciaes. a captura do mesmo
moieque, pagando-se quaesquer despezas e >;ra Mi-
cando se a quem o deseobrir e entfgar a si u s-
nhor na rua das Trincheiras n. 48, ou no mesmo
sitio Recreio, de onde elle fugira.
No dia 25 do correte, ausentou-se de casa de
seus-Srs. o preto de nome D.idro, de idade de 24
annos, pouco mais ou menos, com os signaos se-
guintes : alto, cor fulla, pouca barba, e^ apou-
tando, cabello.citado a nazareno, lem urna peque-
a ferida em um pe, do lado de fra do p esquer-
do, foi com o p um pouco inchado. Levou duas
calcas urna branca e outra azul, camisa branca,
bonet preto, natural do lugar de Bananeras da
Parahiba; lem officio de padeiro. Roga se porlanto
a todas as autoridades policiaes, e eapitesde c i-
po, que logo que seja encontrado o apprehendam e
levem-n'o a seus senhores na praca da Sania
Cruz n. 6, padaria, que pagarlo a despezas, as
despezas, assim como gratiflcaiao a qualquer ; >
soa que o trouxer.
Escrava fogida.
No dia 14 do correnle fugio a escrava de .
Joanna, crioula, de idade 30 annes, tendo os si)
naes seguintes carcterisiicos: mal encarada, do
rosto tem um signa! um tanto saliente, estatura
regular e gorda, levou vestido de chita clara, cha-
les de merino estampado de assento rcxlcado p
em meio uso, e levou mais um vestido de chita es-
cura, negra do mato, tem urna falla muito des-
cansada e falla mal : quem a pegar leve-a a rua
do Queimado n. 39, loja de fazendas que ser bem
recompensado.
Att i)Ci
Madapolao multo fino com pequea toque de avaria, por preco que admira : na
das columnas na rua do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vasconcellos & C.
Fugio o escravo Antonio, criculo, de idade 21 an-
nos pouco mais ou menos, alto, cor preta, es pee
grossos, tem em um delle signaes de cravo per
baixo, levou caiga e camisa asul, sendo a caiga ro-
ta em um dos joeihos, chapeo de palha pintado e
j usado; quem o entregar na rua das Calgadas n.-
9, sera'gratificado. ^^
- Fugio no dia 16 de maio prximo passado o
preto cnoulo de nome Braziliano, idade de 26 an-
nos, estatura regular, cor fula, tendo um dos dtn-
tes da frente quebrado, sem barba, apenas algn*
cabellos a roda d.i garganta e olhar amortec i
bem fallante, sabe ler e escrever e falla um pouco
o inglez, bom copeiro, cosinha e lava bem, levou
vestido camisa de algodao branco e caiga de dito
azul, conduzindo alguma roupa fina, como bem
caigas de casemiras de lisias, jaqneta branca e ca-
misa de madapolao, lenges e mais roupa que tem
marcada com a letra B de linha demarca.algumas
pegas e outras com o nome por extenso em tinta
de marcar, levou chapeo de palha imitando mani-
lla, chapeo de sol de seda verde j usado, sapatos
e meias, de suppor que se inculque de forro .
quem o apprehender condnzindo ao sitio de Joo
Matheus, no Pogo da Panella, ser generosamente
gratificado por seu senhor Juvino Bandeira.
Fugio em principios do mez de fevereiro do
correte anno e consta estar acoutado nesta cidadt
o moieque Euzebio, escravo da viuva do Dr. Fer-
nando ffonsode Mello, de 12 annos de idade pou-
co mais ou menos, cor preta, secco do corpo, olbos
regnlares e afumagados, cabega um pouco grand
e meia chata, neicos finos, dentes bem alvos, ps
seceos e muito ladino : roga-se por tanto a todas as
autoridades policiaes e capites de campo que o ap-
prehendam e levem-o a rua da Mangueira sobrado
n. 6 que serio gratificados, protestando-se usar dos
melos judiclaes contra qualquer pessoa que o teun
em seu poder.
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^Tft. .
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Diarlo de rernanbnro --- (toara felra 18 de fanhe de !*.
LIITERiTOBl
de que ia encarregado, negocios raui serios da dio-
cese. Nesse eosejo elle e seu companheiro receba-
ram da munilkedcia real, amerado habito de
Consto e a proaiocao s cadeiras de conego da s
do Para, eotao vagas.
llegressando o conego Romualdo sua provin
propoi a lei que isentoa os parochos do imperio do Exm. Sr. D. Romualdo, discaucando a sombra do
cargo de joiz de pai, a que eoto se achaum an- santuario entregava-se absolutamente ao cultivo
nexas algunas attribuigSes criminaos, Isengo que das letras, e ao rgimen de sua vasta diocese.
ao depois conseguio das assemblas provinciaes da "Quantos e incaleiaveis beneficios receben aquel'
Babia e de Sergipe, estender a todos os eeolesiastl-. la diocese do zlo esclarecido, da verdadeira so-
cos, Dio s relativamente a esse cargo, mas tam- [ citad* do sabio preladp que o governra TI Serta
cia, e ji tea Jo a competente idade recebeu a or-' bem aos de promotor publico, jurado, e ao alista- difflV'il enmuMM-Ios.' Isto tarefa para melhor
dem de presbytero, e celebroa sua primeira misa ment da gnarda nacional. penoa. Ah est o grande seminario arcbiepisco-
na igroja parochial da cidade de Camela, no f de j 0b,eTe mais a rerorma"da relagao metrpoli-' P*1 Por e,f fuado, e que pouco a pouco se tem
novembro de 1810. j tana, e o augmento de seas ordenados; flnalmen- e,evado ao estido ongeiro qae hoje se observa.
Prestando trra de seu nasclmento os srvi- te nao houve queslo ou controversia algama, que com lodas as aulas' 1ue consume o curso theologl-
gos de vigario encommendado, pouco tempo pdde tocasse nos interesses da religiao e na liberdade e co crescendo as cadeiras de exigitica, direito
effeciuar os seus allelos, porque fra chamado
capital para exercer os cargos de provisor e viga-
rio ;-)ral, durante a ausencia de seu tio o conego
Gaieria dos hispas brasiteires elaborada efloreci-
da ao laslitate Hisleriee e Geograpbko Brasi-
leiro em 1862, pele padre Lino do lloale Car-
melo Luna, socio do mesmo Inslule. (*)
PROVINCIA DO PARA.
D. Romualdo Antonio de Siixat. .
E' com o maior prazer, possuido de uiBr rgosijo
sera iar, que vamos registrar esta Galera o no-
mo b um personagem eminente, que foi a loria
pe duravel da sua patria, quo foi o seu bnemeri-
lo, que sempre a servio por sincero patriotismo, e
com pronunciada dedicago, e qae com oi ais R3)uaIdo dl} Sauza Coelh
acrisolado zel.o mostrou se em ^ ^CJ Jaueir0) para ass.slir, enviado pelo "respecttvo dio-
noderoo susientacu o da igreja, solicito paitor oe r r
pouciu.u su.icui uiu 6 cesano, o acto da coroacao do raouarcha.
nuia parte do rebauho de Jess Lnnsic
O paiz que apresentar um hornera, que por seus Vaga a S do Para, e sendo o conego Romualdo
mritos vio-se coberto de honras, condecorabas e de Souza Coelho, eleito vigario, capitular c depois
mulos civeis, revestido ao mesmo tempo docarac- nomeado successor do hispo,leve este de novamen-
ter agrado o elevado primeira dignidade eccle- te de dirig.r-se corte, a esperar as bullas de cou-
siastiea do imperio, reunindo a ludo Uto um enge- rmaco, pelo que foi uecessar.o proceder se a
ni,-, aclarecido, urna erudigo vasta e um saber eieigo de outro vigario capitular ; a sorte, porra,
profondo attestados por seus luminosos escriptos, < !
deve por sem duvida encher se de orgulbo e de
graudiloqua satislaco.
Nao ser, por corto,encarenmantri quando, apre-
sentando o nomo do Exm. Sr. I). Romualdo Anto-
nio de Seixas, dizermos que elle foi esse vulto proe-
mnente e respeitavel, que possaln-lo todos esses,
re Dio outros maiores predicados, uiostrou-se a
honra de seu paiz, a gloria da igreja brasileira aos ^ counecimeDtos e
ui..,s da Europa, onde seu nomo cim assasconne- na lribun sagradai d.onde arrebatava, e prenda
1 'do. o auditorio com a bellesa de suas phrases, e a su-
; uando para alvo da nossa iraca peona o blimidade de peusameutos.
tum cuique tribuerc; a verdada ser o thermo-
metr) para o nosso Irabalho ; porque a verdad"1,
anda que nem sempre receba essas homeaagens
da
qna
Uouiualdo Antonio de Seixas.
Seu genio dedicado lilteratura, atirou-se com
vontade a cultura das selencias, porque tinha sem-
pre do espirito, assiin como do corpo, o a refeico.
Seu aturado estudu, suas vigiiis, Ihe
rain luuros immarcessiveis. i'
grangea
ndependencia da igreja, em que sua voz poderosa nalurai. direiu> cannico, a eloqueneia sagrada.
Ahi se v tambem o pequeo seminario de S.
i
e Ilustrada se nao erguesse fiara os defender.
f Igual zelo e incansavel patriotismo demoaslrou
nos negocios civis ou politieos. For sua a indica-
cao que, accolbida com applauso, se converteu em
lei, decretando o pagamento das dividas contra-
das pela finada primeira imperatriz, coja dolacao
proscripta pela constltaicio anda se nio havia vo-
lado.
t Foi elle qae primeiro propoz a navegacao
lgente de Paula, abarlo no da 3 de fevereiro de
4852, acaessono do grando seminario, e aondo a
mocidade vai recebar a educado preparatoria, que
a habilita para o curso theologtco.
E' inegavel os grandiosos beneQcios que tem
prestado esses estabeleclmentos, d'onde tem sabido
ecclesiasticos, que boje oceupam empregos da igre-
ja, e se distiaguem por seus talentos; e foi com
naa que nem sempre e.eu. CBS .....--.- ;... & ^
H..>-:'.0!'.e^C-:,aueveser apresenlada em ,^ ^ acc,am o (|
jalqaer lempo, em qualquer cireumstaoca^^n dgcnK0 fec||a(,0 no dja 15
qo .; uer occasio; por isso que dizia o eximjo dou
tor da grai;a : ainda que a vordade converla se em
motivo de escndalo, nasca o escndalo, e diga-se
a verdade.
A provincia do Para, que no ano d de 1819, dra
um bispo para sua mesma s, Uva depois o desva-
i" : uto de apresentar outro sacerdote oriundo
da mesma villa, boje cidade da Camela? membro
a familia daquelle prelado, digno pelo seu saber
e .iostracao e outras qualidades pessoaes de rece-
ber a mitra da Melropole brasileira, e foi o Exm.
Hvni. L). Romualdo Antonio de Scix.;.-.
.Nj-,cido no dia 7 da fevereiro de 1789 ua villa,
boje cidade de Camela da provincia do Par*, fo
ram seus pais, Francisco Justlftiano de Seixas e
. Angela de Souza Bileneourt.
vapor as margens do Amaxonas, e a elevacao do effeito para seu lilustre fundador, urna gloria im-
Rio Negro cathegoria de provincia: projectos de morredora, quan'do vio serem noraeados tres sa-
incaleiaveis vanUgens, e que, nao sendo entao es-, cerdoles que oram seminaristas daquelle iNucleo,
Us devidamente comprehandldas, flearam aliados, de instrocto ecclesiastica, bispos do Para, Rio
nao podendo todava deixar de ser um dia aprecia- Grande do Sul e de Goyaz, sem duvida por sua I-
dos, como forara em pocas bem recentes, repro- j lustracao e virtudes.
duzidos por outros deputados, e passando em ara j A Dahia anda conta tres casas, ou col lefios-de
bas as cmaras. i educacao por aquelle piadoso arcebispo, fundados
Occupando de novo a cadeira presidencial da'a despeito de mil difDculdades, para asovens ba-
assembla geral na 1* sessio da legislatura de hanas orphias e fllhas de familias abastadas, cuja
1838. pedio dispensa de tao importante cargo em i drec?0 commelteu as virtuosas rmes de carida-
razao do molestias. de- a|oi de outras muitas obras pias, devidas ap
Eleito pea sua provincia depuiado geral, e nao f Uo dfl sua persuasiva voz de seas mai0res es-
podendo comparecer nesse respeitavel coogres6o,; f QS e z|0 paslora|#
A elle deve tambem a Baha o restabelecraento
sobre poltica, com o vizioho : ^^ pono K ^
dando, de que ao menos o Albo tennfe|to 0 pelo
signal; qoanto raais por as mos, re?ar .
Todos darlo de todo estrellas contas a Dos \
Por as mos na igreja e huraiIdade devida
Dos.
to de cabir sobra nos a grande ira do Senhor ; por
que noios pis nao guardaran) as palavras do Se-
nhor, camprindo tudo o qae est escrlpto noste
livro.
O re, depcis de convocados todos os anciSss de
Jada e de Jerusalm, subi casa do Senhor ; e
wnta mente com elles, todos os horneo de Jada, e
Hdadios de Jerusalm, os sac^rfotes e os levitas -
o lodo o povo, desde o roais pequeo, at o maior.' os hebbs bhasii.riros.
E, na presenja delle, lea o rei todas as palavras [ Cbenos afloriosa larefa, escreve a Revota
do livro. Commercial, de narrar os grandes fetos de tres
Posto em pe no tribunal, fe concert com o Se- ldados brasileiros, par oecastio do encontr qne
nhor que camioharia aps Elle, e que gua darla os Uwram com os Paragu yosno rio Fe.o ou Desbar-
seus prec3itos e as ordenancas e as juas ceremo- rancido, 8 leguas ad.anle de Nioac, em nossas
nias, de todo o seu coracio e de loda a sua alma ; fronleiras.
e que cumpriria tudo que etava escrlpto naquelie I O que vou narrar, oavl de testemanhas oculares
livro que acabava de lr. 1ue astiveram em Niac, e asslstiram e ouviram a
As'sira pois tirou Jostaa tdUas as abominacSes de .todo oacontecimento.
todas as trras dos Albos de Israel ; e obrigou a As lestemunhas oculares sao os Srs. Leonidio
todos, que estavam em Israel, a servir ao Senbor, Justino Fernandos e Joo Bedro Tori, os quaes em
seu DeoJ. isua Pasa8em Por esta villa, pernoitaram em mi-
E, emquanto elle viveu, nao so separaram do Se- j uha casa
nhor Daos de seus pas. Peralipomenos, liv. *,
cap. 34.
Foi o acaso que nos fez abrir nm excellente li-
vro (a Escolla Brasileira .pelo Sr. Cayr) do qual
os discursos sagrados recitados pelo conego
Romualdo de Seixas, os quaos corram iapressos,
; prilar a oragao pronunciada no da 13 do maio
do Sr. D. Joo VI; e o
de agosto de 1835, an-
": niversario da adliesao da provincia do Para cau-
sa da independencia do imperio. Cjubelhi tam-
bem fazer a oragao fuuebre de seu lio e bemfeitur
o Exm. diocesano D. Romualdo de Souza Coelho,'
e uiiL.ii:.n era unamente rujis eompetante para
itcer-llie o epicedio do qae aquelle que fra teste-
niunha ocular de suas virtudes.
Havtndo-sa creado na cidade de Be!m, no dia
Io de Janeiro de 1821, urna junta provisoria do
governo do Gro-Par, por occasio de proclamar-
se a conslituigo, em Lisboa, foi eleito presidente
dalia o coasgo Romualdo de Seixas ento vigario
; capitular dos bispadu, assim como o foi, por' ana-
: nlmidade de votos da lerceira junta provisoria do
governo ivil e poltico, Instalada no Para, no dia
de margo de 1823.
Na idade de sete annos dexara elle o lar pater- j iuimausos e incaleiaveis foram os servlgos
a) psra ir residir etn companbia de seu tio padre prestados causa da religiao e do estado, pelo pre-
Romualdo de Souza Coelh\ que morreo bispo do sideute da junta, e governador do bispado ; refe-
i'.ira, e a quera seus progenitores o liaviam recom- ri.j sera cansar a paciencia do Icitor.
mandado. Deu o primeiro :'a?o dj ;.ia vida, e en- .
ui-uuduu. ucuy Proclamada a independencia do Brasil, foi elle
i roa r.) mundo hl erario, cntra^aiJ-.-e com pra-. ...... ... ..,
IUJ ',. ",. .amn,rn eeuo depuado pela sua provincia a assembla ge-
rerao cstudo de gramma ca lauaa, no seminario. .F .",
"-1 aj 6 ...... *i4ij h ral, e bem assim membro do conselho geral da
emscooa. e oo coraecou a mostrar a dilatacao de
^ r ', j ,,, me.-ma provincia.
sea engenho e vivo ardor peto estado.
"i convento dos religiosos do Santo Antonio,' No parameotol>rasilelro deu copia de sual-
ou elle philosopkfa, por fali r B.-ta aula na- lustracao e saber, a ponto do S. M. o Sr. D. Pe-
;e seminaria. Seus progressos foram ra dos o Aro I, disogai-lo com particular eslima e bene
' aquistaram de seus prece>ores a maior esti- votaada. Coobe-lho a sonWa honra de recitar
Imirando elles ao mesmo lampo o precoce um eloquante discurso na pomposa ceremonia da
dei nvolvimento as importantes queses do phi- apresentagao rewm-nascidQ principe imperial,
I hoja imperador do Brasil, o Sr. D. Pedro II.
(Jugado, porm, o conego Romualdo Antonio de
SaiLas, preparava-se para regressar sua provin-
cia, nao fo; sem sorpresa, que ella recebeu o de-
creto de 12 de outubro de ;82d, em que c augusto
imperante o nomeava arcebispo da Babia, contan-
do elle apenas 39 annos de idade.
Ma.
i tio o padre Romualdo i i Sjuza Coelho, da
sejanio qae o joven Romualdo, sen -obrinho, rece-
bi outros maiores couheciraenlos e cultivasse
. .ira-, para as quaes lio bons desejos mosira-
va,: isolven de enva-io Portugal. Parlio, com
effeito para alli, e foi recebido com singular aco-
Ibimento. Cuidou logo elle de ouvir as prelecgSes Ein vjr[utie da nomejgao se demorara na corte
de i iiy-ica do insigne padre Tneodoto de Alineida, d() Rio dl jailer0; aguardando as bullas de sua
DS .^ngregagao de S. Felippe Sery ; sendo qn,J: Cunrmagrto, e nessa mesma occasio, falleceudo a
durante dous annos em que residi em rortugal, | prllli;ira imparatriz do Brasil, foi o Sr. arcebispo
api veilou-se vantajosamente, al uarindo Ilustra- e|t.[0 desiguado para pregar a oraco fnebre.
co e saber da tio abalisados mestres. ... ,. ,
Ba"TO Expedidas as bullas da conhrmagao no da 30 de
ao ihe escaparam as biWiotbecas e eslabeleci-: raai0 de 1827) pe|0 S3_ padre Lta0 xii, recebeu o
meiitos Iliterarios da cidade de Lisboa, porque os Sr arcebi;.i0 D. Romualdo Antonio de Seixas, a
poueos mees, que ahi se demoras, empregou-os sagra(.rtj do episcopado no dia 28 de outubro do
na vina desses ncleos de sclencia. i mesmo amo, ua capella imperial, sendo bispo sa-
Veltou sua provincia nalal na dado da dezoilo grante o !o Rio de Janeiro, e capellao mor, l). Jos
[annos e a [irimeira prova, qne d u de seu talento,' Caetano da Silva Coulinho, assislndo toda cere-
fol na abertura daaul; pablica de philosophia, cm rnonia os Exms. bispos do Marauho e S. Paulo,
que na presesca do eapilao general conde dos Ar- Recebeu o pallio das ntaos daquelle antistla sa-
co;, recitou um discurso anlogo ao objecto, rece- grante no dia 4 de novembro seguinte. Tomou
bando nessa occasio geral apiilau=o e grande elo-1 posse do arcebispado por seu procurador o conego
gio do referido conde e general. I Dr. Jos Cardoso Pereira de Mello, a> dia 31 de
Sua vocacao, porm, o ebamaram ao estado ec-! jaueiro da 1S28.
clesiaslico, e apenas recebera prima tonsura, fora ConlQaando a rcsidir na corte, exercendo as
nomeado mestre de ceremonia do =olco episcopal.; ni.c0es dc depuladls foi nasesso legislativa de
Chamado ao magisterio do seminario episcopal d, .^3 por niaioria de sufrragjos, eleito o Exm. Sr.
Para, regeu elle successivamenle, e oa idade de de- arcebi5pf presidente da cmara, cargo este que
tena ve annos, as cadeiras de grammauca launa, diguaiIienIe exerceu at o fim da mesma sessap.
rbelorica e potica, philosophia racional e^ moral,; Encerrada e5la parlio e|ie para a Bania> aonde
chegou no dia 28 de novembro desse anno e fez,
sua entrada solemne, recebend i de seus diocesanos
as honras e vassalagens devidas sua alta digni-
iingua francezae ltimamente iaceionou theologia
dogmtica, e sempre com notavel aproveltameuto
de seus discpulo?.
Apenas recebeu ordem de suhdiacono leve per-
misso de annunciara palavra divina, e foram os
prtmsiros ensaios na.oratoria sagrada, os panegri-
cos do S. Thomaz de Aquno, que improvisara, por
faaver na vespera da solemnidade adoecido o pre-
dade.
A Baha sobremaneira desvanecia-se de possuir
um pastor, que juntando tao eminente poder o
prestigio de saber e das virtudes, inspirava as
gador, qne era o Exm. bispo dKasano,e o de San-, mais bem fundadas esperangas de restaura-la na
ta Anna pregado na villa de Camela.
Por occasio da chegada do principe regente e
sua corte, ao Rio de Janeiro, o respectivo bispo D.
Wanoel deAlmeida, esculbeu o dicono Romu;ldo
Amonio de Seixas, para em seu dome comprimen-
tar ao soberano monarcha, e ao ra?smo tempo ira-
tar de negocios importantes da diocese. Esta esco-1 legislaturas, em qne leve o dist.ncto prelado assea
Iha recahida em quem nao era anda sacerdote, re- jto na cmara temporaria, prestou eUe os mais
velava, por sem duvida, que o fra pela circums-Timportantes seevicos a causa da religo e do esta-
peegao de seu carcter, pelo seu mrito litterarp, do, e mesmo a socedade.
e pela gravidade de seus costuims.
disciplina, e na f.
Possuida de grande jubilo e testemunhando o
mrito elevado da erudicao de seu prelado, a
Baha, nao hesilou, de espontneamente, elege-lo
sen representante a assembla geral na legislatu-
ra de 1831. Nessa, bem como as subsequentes
Se tenlasssemos enornera-los, nao sahiria. pela
na 2' sesso de 1838, recebeu da corte com sor-
presa o decreto que o nomeava ministro do impe-
rio, sendo que esta nomeagao fra acompanhada de
um convita sjbremaneira honroso do regente do
imperio, o Exm. Sr. Pedro de Araujo Lima, hoje
marquez de Olinda; mas o Exm. Sr. arcebispo ra-
cusou-se a todas as instancias, que se Ihe faziam
para annuir a essa nomeagao, porque julgava ella
nao poder prestar *o .gabinete os ser vicos que re-
clamava ento a critica posigo do imperio.
Pqc duas ou tres vezes seu norae entrara na lis-
ta triplico de senador pela provincia do Para, mas
apezar de votos tao espontneos de seus patricios,
da opioio publica, de sua alta posigao e servigos
relevantsimos nunca mereceu a scolha I
Couba-lhe a sabida honra de presidir como me-
tropolitano e primaz do Bvasll a brilhante e pom-
posa cerimonia da sajracSo-de S M. o Imperador
o Sr. D. Pedroll, na capella imperial do Rio de
Janeiro no dia 18 de julho de 1811, sendo elle
quem ministrou a uneao do augusto imperante a-
companhadojde seis bispos, em presenga de toda a
corte.
Nesse mesmo anno, foi a ultima vez que o Exm.
Sr. arcebispo comparecen na cmara temporaria
porque dahi em diante nao cuidou senao no rgi-
men de sua diosece.
Receben da maior parte dos gabinetes as ais
inconcussas provas de deferencia e considera-
gao.
Sempre prompto a prestarse ao servigo da pa-
tria, onde qner que elle fosse reclamado, logo que
rebentou na provincia do Para a revolugao de
183o, dirigi (por insinuago que teve do ministro
do imperio) urna pastoral aos habitantes dessa pro-
vincia, persuadindo-lhes que depuzessem as armas
e voltassem ordem e obediencia das institu-
coes. O mesmo fez quantoaBahiaem 1837 ouvio
o grito revolucionario da repblica, que langou por
ierra as instituigoes juradas; sendo que retirndo-
se com as mais autoridades para os reconcavos,
ahi pub'.icou duas pastoraes.yjue produziram feles
impressoes, e alcangaram o fim desejado. Tambem
em oulra poca, quando a Bahi.i vo-se ainsagada
de urna guerra civil por occasio da abdicago do
Sr. D. Pedro I, muto concorreu o Exm. Sr arce-
bispo, porque foi elle pessoalmente dirigir palavras
de amor a de conviegao aos partidos que rancoro-
sos se batiam, e felizmente pode concilia-los, e res-
tiluio-se assim a tranquldade publica.
Por estes e outros assigualados servigos recebeu
sempre dos membros do gabinete felicitag5es e
agradecimentos, exprimindo-se um dalles desta
maneira que essas pasloraes tinham valido um
exercito I
O Exm. Sr. arcebispo da Baha reuna em si to-
dos os predicados quo deviara ornar ao hornera
revestido do carcter sagrado, e do carge lo emi-
nente como o de primaz e metropolitano da igre-
ja brasileira.
Seu genio servidor e preslavel a quantos o pro-
curavam, sua natural hondada para com o seu re-
banho, suas maneiras insinuantes e syropalhicas,
seu profundo saber ejilluslrago, quer em materias
philosophicas, quer ecclesiasticas, a par de outras
eminentes qualidades.tudo loeatrahira acrisolada
estima e geral consideragao.
ovo Barlholomeo dos Martyres, o Exm. Sr. D.
Romualdo, ardia em zelo da feda disciplina. Nun.
ca os impulsos da bondde que o caracterisava, ihe
fallavam para defender e salvar os direitos da
greja e a dignidade do clero, principal objecto de
seus votos.
Cingida sua fronte da dupla aureola da virtude
e da sabedoria, cercado de amor e de veneragao
de seus diocesanos, de estima e respeo de todo o
Brasil, o Exm. Sr. arcebispo da Babia enchia por
sem duvida; de nobre orgulho.o Para, onde cania-
va o seu bergo, e a Baha, que teve a ventura de o
possuir.
Seu nome hava recebido as mais bellas ovagoes
Acompanhado.deouirojoveneecclesastico,vi- fIa <" Penna> Perffa a narra^0'
Acompduiidu.ueuuu j apresentou a poderosa penna que
ce-reitor do seminario, segmo par a corte c Ru J J yem na Galma
da Janeiro o padre Romualdo, e leve honra to ; iPfesl0U
apresentar.se ao soberano principe, que o acolhera ^ ^^ ^ e a pa(ria>
com siognlar ben.gn.dade. I ^ ^^ ^ mm a sastentacao do cellba.
Feito isto, passou logo elle a tratar dos negocios tQ cleriea|t dos impedimentos matrimoniaes, dos
"llra Rvm. Sr.-O Instituto Histrico e Geo-' direitos da santa s, sobre a conflrmagao dos bis-
graphico Brasileiro, a quem fiz presente o oficio pos, e de outros pontos concernentes a disciplina
qne V. S. dirigio-rae em data de 3 do corrente da greja, que havlam sido atacadas por alguns
mez, ordenoa qne agradecesse em seu nome o va-! mbros da mesma camara.
lioso donativo que V. S. Ihe envlou, declarando-lhe
ao mesmo le po, que nenhoma duvida tem em rSua palavre, sempre eloquente, pngnou com
acquiescer ao desejo por V. S. manifestado de man- i enerKca dedicaciolpelaediflcagao, ou melboramen-
dar nublicar a saa Galena dos bispos brasileiros no. ... __.
multo cooceituado Diario de Pemambuco, reser- i todos seminarios como o me.o mais eficaz da rege-
vando-se o direiio de tamben esiamWa na saa nerago do clero : advogou com patritico e evan-
Revista trimensal, com as alteragoes qne parece-1 gelico zelo a causa da liberdade e civllisagio dos
rem convenientes commissao de redaegao do re- j ndjgenas> bem como a BU1Made da8 mis0es, re-
er5erandS,qae este alvitre nao deixe de merecer! pelllndo victoriosamente, auxiliado de oatros illas-
a approvacao de V. S., reitero Ihe os protestos de' tres parlamenures, o projeclo anti catbolico apre-
esilma e consideragao com que sou de V. S. servo j gentado pelo governo, mandando vir irmos Mo-
namilde e collega affectuoso-Joaquim Caeuno caibequisarem os ditos indgenas.
Fernandes Pinheiro, Io secretario.Illm. Rvm. Sr. c v .
padre mestre Lino do Monte Carmelo Lana, raem- .vivamente empentado em remover do clero
bro correspondente do Instituto Histrico e Geogra- t(jd() qnanU) 0 ^^ flgarar qoso aos olhos do
phico Brasileiro.
de 1862.
Rio de Janeiro, 32 de novembro
povo, e desvia-lo da brandara do sen ministerio,
e respeitosas vassalagens das mesmas nagoes es-
Irangeiras, cujas associagoes Iliterarias e scientifi-
cas se gloriavam de registrar o nome de um pre-
lado tao disincto em seu catalogo como socio. O
Instituto d'Africa, em Pars, que cunta as prima-
ras personagens de todos os paizes, como socios,
nomeou se presidente honorario vitalicio. A Aca-
demia Real de Scienclas de Munick e a Socedade
dos Antiqaanos do Norte, na Dinamarca, se presa-
vam de t-lo por seu socio correspondente. O Ins-
tituto Histrico e Geographico do Brasil, as Socie-
dades de Bellas Artes, do Rio de Janeiro ; o Insti-
tuto Episcopal Religioso, e o Instituto Histrico da
Babia, e outras mntas associagoes lilteraras con-
lavafh o Exm. Sr. D. Romualdo, por seu socio ho-
norario.
Sua proverbial erudigao est attestada plenamen-
te em sua laminosa obra, a qual corre impressa em
6 voluntes : cada urna de suas paginas raostra os
variados conhecimentos e consumada illqstragao
do seu autor. As pegas oficiaos que se depara na
obra, escripias em latira dirigidas ao chefe supre-
mo da igreja ; as cartas oa breves epistolares do
anecessor de S. P. dro, remettidos ao primaz do
Brasil, conOrmam o sea zelo fervoroso pelo be/n
da igreja, reconhecido pela santa s, e a snbida'es-
tima qae esta Ihe consagrava.
Mallos dos nossos bispos, vigarios capitulares e
parochos se presavam de consoltar as suas luzes
em materia ecclesiastica e da disciplina pastoral.
Mullos seculares Ilustrados se gloriavam. de re-
correr, as suas duvida e controversias, a sabedo-
ria do Exm. Sr. metropolita do Brasil.
Indiferente aos negocios polticos do paiz, o
das ordens religiosas quasl a extingurem-se, por-
que na assembla provincial promoveu, fez pas-
sar a le que aatorisava a aamlsso de novigos nos
respectivos conventos- da cidade.
Sempre solicitnos deveres pasloraes a despei-
to de sua provecta Idade e fadgas, o Exm. Sr. D.
Romualdo; visitou pessoalmente as fregaezias do
litoral do reconcavo, pelos annos de 1845 e 1846,
onde foi recebido com todas as demonstragoes de
estima de seus diocesanos, aos quaes nunca cessa-
va elle de exhortar de viva voz e por escripto o
cumprimeuto dos respectivos deveres religiosos:
foi incansavel na administrago do sacramento da
chrsma, e muitas vezes dislribuo elle mesaw a
sagrada eupharistia a numerosos ais.
Sempre que so conhecia com torgas fazia a pre-
gagao do evangelho mxime no tempo quaresmal
na igreja da cathedral, para onde concoma gran-
de numero de Qes, entre os quaes va-se pessdas
notaveis por suas luzes e posigo, a todos com pra-
zer ouviam a palavra eloquente e persuasiva do
Pastor Sagrado. A virtude da caridade era sem-
pre desempenhada em grande escalla pelo sabio
metropolita. Alm da applicagao constante de to-
dos os dinheiros da caixa pia.em favor de familias
honestas e pobres, soccorria mensalmente, e sem-
pre que o'procuravam, muitas necessidades, par-
ticularmente, a ponto de at soffrer prvag.-s 1
A bondade de seu corago manifeslra-se as
occurrencias e calamidades publicas, porque pro-
corou sempre prestar os soccorros, assim espiri-
tuaes, como corporaes as victimas das desgragas.
as crises porque passava a Baha de secca cruel,
e lome, que flagellou consideravelmente todo o
serto da provincia, at causando mories, o Sr.
arcebispo D. Romualdo; movido de compaixao,
ma.ndou applicar em favor da pobreza dessas loca-
lidades, todos os emolumentos pertencerales mi-
tra, consolando os povos pelas suas pasloraes, e or-
denando preces e procss5es de penitencia.
Por occasio da grande secca, que assolou em
1816, a provincia do Cear, elje promoveu e obte-
ve da caridade de seus diocesanos, urna subscrip-
go, de que resultou a somma de 6:0.0$000, em
favor daquelles povos.
A lisonja nunca manchara' os labios do escrip
tor imparcial, doscnptor, qae firmado era suas
conviegoes, disser que o Exm. Sr. arcebispo da
Baha foi um dos vultos preeminentes do Brasil,
um dos laleutos mais brilhantes, e cultivador do
nosso paiz; um dos mais conspicuos caracteres do
sacerdocio brasileiro.
Era portante de honra para o seu paiz, que elle
fosse distinguido entre seus conciladaos com essas
condecoragoes e ttulos, somente valiosos e apre-
ciados, quando concedidos ao verdadeiro mrito.
O Sr. Pedro I inmortal fundador do imperio,
dando as mais significativas provas da particular
aprego com que sabia estimar o carcter e mere-
cimenlo dos servidores do estado; dignou-so de
condecorar ao Exm. >r. arcebisbo da Babia antes
de sua elevagao ao episcopado, nomeando-o pre-
gador de sua imperial capella, o depois deu-lhe a
insignia de grande dignatario da ordem imperial
da Rosa.
O Sr. Q. Pedro II, concedeu-lhe a subida honra
da gracruz da ordem de Christo, sendo que, pe-
los relevantes servigos prestados na calamitosa
quadra da epidemia do cholera-morbus, no anno
de 1858, o condecoroa com o ltalo de conde de
Sania Cruz.
Honrado pelo mesmo soberano brasileiro o Sr.
D. Pedro II, com os mais vivos tesleraunhos da
distinegao e alto apreg as suas virtudes e saber,
teve o Exm. Sr. D. Romualdo, o grande jubilo de
ser visitado por seu imperante, e S. M. a Impera-
triz, quando elles estiveram na provincia da Babia
em viagem ao norle do imperio, no anno de 1859.
A estima do nclito monarcha 'para com o Exm.
Sr. metropolita, manifestou se posteriormente pelo
acto de sua imprial munificencia elevando-o a no-
vo titulo de marquez de Santa Cruz, no dia 2o de
margo de 1860.
(Conlmmr-se-na.)
extratamos, ao p da letra, o trecho cima.
Fez-nos espacie : copiamo-!o} e hesitamos, se
ihe paramos olas nossas da especie que om nos
fez.
A pololea que trauslux, ,nps livros da aotlga le,
fez-nos ento npresso,1 para applicagoes mais ou
menos approximadas, cousas nossas-, desde o ber-
go do imperio. I
As palavras DireWa e EsquerdapwHicacao de
Juda e Isarel, dos altos e dos bosques,rehquias
de Israel, cuiapriinenlo das ordenanzas, tirar
todas as abominagoes de todas as trras dos fMhos
de Israel; todas estas palavras e expressoas-se nos
antolharam com um seuldo fcil e obvio.
Purificar a nossa Juda de altos, etc., poder-se-hia
bem entenderpurRola dos partidos.
O cumprimento das ordenangas, as dadas so por
Moyss-a observancia,, pura, simples, exacta da
consttuigao primitiva com que foi fundado o impe-
rio, dada e legada pelo seu augusto fundador, sen*
o enxerlo e msela de paradoxos anarchicos que-
lite desnaturalisaram, e totalmente corromperam o-
fundo, ndole e natureza mooarchica ; nica que
comportara os nossos costuraos; nica que pode
salvar o Brasil e-.niuantamente monarchico, das
bordas do abysmo, a que o levaram reformas re-
pentinas, imprudentes, ineptas, tresvairadas.
Digamo as provincias ; diga-o ludo quanto se
passa nellas, era seu interior, por assemblas, por
cmaras municipaes, por jurados, por eleigSe-, por
guardas nacionaes I etc., etc.
A' ninguem licito violar a lei civil^uma vez
que esta nao se opponha lei de Dos.
t Omnis anima potestatibus sublimioribus
subdita sil; non estenim potestas, uisiaDeo : qui
resistit potastati, dei ordinationibtis resistit.
E' de S. Paulo. __^^
M1S8AS ARREBATADAS.
Anda ha pouco se dis=e urna em certa igreja, em
qjue comegou o celebrante, ello s, em p no estra-
do, a repetir os versos do psalmo > tudo como se
acolyto Ihe estivesse ao lado ; quando nada cusla-
va esperar por elle, que sacrL-too, se va afilelo
com as arrumagoes.
Tenho pressa : e que pressa essa, quando a
sua primeira obrigago, senhor bresbytero, dizer
missao ?.
E' porventura acto, ou offlcio manual, que est
fazendo pressa ?
Eslou no coslume de ir proseguido a missa,
como se as respostas fossem dadas...
Pois ser tempo de reflectir sobre isso ; e espe-
rar pelas respostas.
As oragoes de cor, digo-as assim, por que a lio-
goa corre...
Pois tenha altengo ao acto ; e nao dexe correr
tanto.
Se mullos nos Kirio?, Glora, Credo e no ultimo
evangelho, se deixar levar desse mao coslume, re-
fbetam ainda mais sobre os effeitos dessa rapidez,
e escndalo que com isso causam ; e se cohibirlo,
como se deve esperar, e justo que o fagam.
O tempo da dursco de um mlssa est marcado
era um reglamete da diocese; que se nao fez,
por certo, para ser assim transgredido, lo aberla-
mente, a vista, e face de todos.
APBRTAR MA0S HLLHERES.
Confessamos quo ainda nao aehamos um autor
que nos satisfaga e discorra bem sobre a epigra-
phe sopra.
Todos sustentam a moral : todos recommendam
que a mulher serespette.
J no primeiro anuo jurdico, desde a fundago
do curso, o Sr. Dr. Brotero brilhantemente expen-
da douti mas acerca do pudor da virgen* ; o qual
constiluia todo o seu dote.
Tudo isto se sabe ; sabem no os pais ; nao o ig-
norara, por fado proprio, as mais : por que o nao
prohibem ?
Nn) s fechar os olhos e autorsar mesmo o
facto, praticando, a vista, outro tanto : disto ho
de dar contas Dos, como daro das permisses
para o carnaval.
Mas os Srs. pregadores e mais sacerdotes nao
nos tem dito nada a este respeilo ; antes acodem
promptos ao aperto da mao, at dentro das igrejas,
esquecidos do que sao e do que representam.
Assim ; tanto quanto verdade, que o paga-
rao bem onde as cotilas se ajustam, assim pe|a
falta da doulnna, como pelo mo exemplo e es-
cndalo da balina.
Alm de muilos episodios triste, da roubes, sa-
ques e malangas, de prantos e martyrios, conta
ram-nos ,os seguntes :
I
A torga destacada em .\ioac marchen ao encon-
tr dos .Paraguayos, e de facto encontraram-se no
Desbarrancado.
Fazia parte daquella torga o bravo e tevencivel
soldado ilaymuudo Moreno.
Quando s nossa gente batida se retirava em de-
bandadi, vwto ser um eontra cem, o soldado Mo-
reno, firme sempre no seu posto, fazia fogo- vivo
contra o inisigo.
O eommandante ordenou-lhe que se retiraese;
mas este respondeu-lhe":
Coraraanau'te, quero dar mais um tiro.
Da facto fez o- seu tiro, e oaatou um Paraguayo.
Recebeu nova ordem de rekrar-se, e ella deu
igual resposta.
Deu segundo tiroy morreu mais om i ni migo.
Nova ordem o chama a retirada.
Responde ainda.
Mais um s Sr, eommandante.
Disparou terceiro tiro,.e matou mais um mi-
migo.
Desta sorte a cada ordem que recebia, espondia
sempre do mesmo modu,.e at retirarse sao e sal-
vo, havia dado dez tiros-, e morto dez- Paraguayos I
Moreno calcou aos ps amorte, e-eom a sua es-
pingarda de soldado ergueu-se a altura de um Na-
poit-ao.
Quem mais bravo, mais here dt> que Mo-
reno T
Moreno ergueu-se altara dos grandes homens,
e collocou-se ao nivel dos- benemritos da Pa-
tria.
II
Gutro here chama-se Manoel Goocalves Bar-
boza.
Este bravo soldado, envergonhando-se da retira-
da (fazia parle da mesma torca de NioacX parou e
fez frente a tres soldados paraguayos de caval-
lara.
Disparou um tiro sobre um dalla que immedia-
tamenle cahiu do cavallo.
Barboza recebe tambera urna, baila, que o fere
mor-talmanle, e antes de cahir do seu cavallo, dis-
para segundo tiro, e mata mais um paraguayo.
Disparado este tiro, Barboza cahiu, e o lerceiro
paraguayo que restava, o laoceou e o degolou I
Barboza morreu a raorle dos- bravos, e ja come-
gou a viver a vida dos hroes I
A historia patria ha de consagrar sua Ilustre
memoria urna pagina brilhante.
III
Um outro here o joven Benedicto, natural do
Taquaral; o qual, leudo apenas de idade treze an-
niis, mais ou menos, havia asseotado praga na mu-
sica, ha tres niazos mais ou menos.
Benedicto estuve com aquella forga, assistiu ao
referido ataque, e cahiu em poder dos Paraguayos,
ou antas nao cahiu prUioueiro,. mas os yenceu pela
torna d'alma.
H.sloriemos o facto. /
UM POUCO DE TUDB.
Do jornal A Relegiao em S. Paulo transcrevemos
o seguinte:
P1EDADE DE OH REI DE ISRAEL MITO DIGNA DE SER
IMITADA.
Josias tinha 8 annos, quando comegou areinar
em Israel; e reinou 31 annos em Jerusalm.
E fez o que era recio, na presenga do Senbor ; e
andou nos caminhos de David, seu pai; nao decli-
nou, nem para a direila nem para a esquerda.
Desde o anno 8 do sea reinado, sendo ainda
muilo mogo, comegou a buscar o Daos de seus pais:
e no 12 anno, depois que comegou a reinar, puri-
ficou a Jud, e Jerusalm dos altos, e dos bosques,
e das estatuas de fundigo e de esculptura.
No anno 18 mao dou reparar a casa do Senhor,
sen Dos.
Nesta reparagao foi echado um livro da lei do
Senhor, dado pelas mos de Moyses; o qual foi le-
vado ao re, e Ihe foi lido:
Ordenou o rei Helcias, pontfice, e ao secreta-
rio, Safan, dizendo :
Ide, rogai ao Senhor por mim e pelas reli-
quias de Israel e de Jud, acerca de todas as pala-
vras deste livro, que seachou ; por qne est a pon
Dave-se ter attoogSo mui seria na criago do
adolescente (nao educco em collegios; e se isto
assim se diz, de meninos, quanto mais mandar me-
ninas collegio I) nao praticar a sua vista, acgo
m, ou indecorosa ; e alteuder sempre a sua ida-
de ; apertar-lhes a mo, que logo offerecem, po:
falta de ensino, nos pareceu sempra indecoroso,
por parte de quera, mais velho, a aceita; j viraos
um filho ir apartar a mo a um pai, e este aceitar,
o que nos horrorisou I
Velhas lias e tio?, estenderem a mo a sobrinhos,
tambem causa tedio.
Deve se attender a que nao faltem ao respeilo
aos pas, mestres e mais velho ; mas se apenas
eHes tiram na rta o chapeo ao pai, como esperar
esse respeilo, se nada islo se Ibes ensiua ; de na-
da disto se Ihes da' exemplo I
Peccara gravemente os pais que sao omissos, em
que os filhos aprendam a doutrina christa.
Aprendem as escolas...
Nao ha tal; ah se decoram palavras da cartl-
lia; mas nao se aprenda a prattear a doutrina.
Doutrina cousa pratica ; s entra, e se adqur
re pelo exemplo ; qne exemplo dio disto os pais-
Quando os Paraguayos, alcangaram o joven Be-
nedicto, grilaram-lh:
Entrega-te, como prisionero.
Benedicto s, e sem armaalguraa, diante de cen-
tenares de luimigos iraplaeaveis, respondeu com
sangue fro.
Nao me entrego.
Os Paraguayos por vezes repilram aquella or-
dem acompanhada de horriveis ameagas.e o joven
Benedicto sempre com sangr fro, Ibes deu a mes-
ma resposta 1
Desesperados os Paraguayos com um lal heros-
mo em urna alma tao tenra, laugaram mao da es-
pada, e a ergueram sobre a cabega do joven, di-
zendo-lhe. ,
Entrega-te, seno le matamos.
Uanadelo, taud a espada inclinada sobre a sua
cabega, e a imagora da patria gravada no seu cora-
go, cruzou as mos sobre a fronte, e respondeu
ainda.
Nao me entrego I
Mal proferto esias palavras, a espada cabio,
parliu-lhe a cabega, corlando as duas mos pela po-
sigo era que se achavam I...
Nao me entrego I
Palavras que valeui um poema ?
Nao me entrego 1
Palavras que exprimen) s a gloria da urna na-
cao inteira I
Nao me entrego I
Palavras que niuguem ainda as profeno, e nem
as proferir I
Nao me. entrego 1
E nao entregou-se seno a Dos tao smente 1
Que espirito divino agitara aquella alma /o
changa, e que senlimeulo brotaram daquelle cara-
cao infantil I
Vcnha a historia de todos os povos Sobrar o seu
joelho reverente dianlo daquellas palavras.
Nao me entrego 1
Venham os hroes de todos os tempos, e de lo-
das as nagoes, curvarera-se ante o joven msico
Benedicto 1
Benedicto dispensa monumentos, e dispensa
historiadores.
Escreva-se nos basties da Patria, na imprensa,
nos frontispicios das nossas casas, aquellas pala-
vras : Nao me entregoque (eremos erguido o
maior monumento que o universo conhece, e
que pode assombrar a humanidade.
Ninguem subi mais alto que o joven Bene-
dito.
Ninguem mais bravo, e ninguem mais bere.
O patriotismo de Benedictomorreu com elle I
Dizem muitas folbas francesas, e afflrmam-n'o
como averiguado, que a imperatriz Eugenia, espo.
sa de Napoloo III, para seguir o exemplo deste na
Historia de Julio Cesar, vai publicar a Historia i*
Um tal diz, qae deseja que o filho seja religioso; rainha Maria Anlonicttcu
mas vai a igreja e da mo exemplo ao filho, porque___________ ,________________________.
ahi mesmo logo pdera-se a conversar em voz lia PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. DE F. &PTJLHO
*
.:
1
MM^i^M^^^^M


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