Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10702


This item is only available as the following downloads:


Full Text
- *
m^m
^
Par qnartel fago dentro de 10 das i. *.mez ,
dem lepois dos l. 10 das do coaecte dentro do quartel. V "
Porte ao correit por tres aeies 1V^ 7 ~
$1000
6J00Q
750
FfRA 21 DE JUBO
Por anoo pago teatro de 10 das do 1. moz
Porte ao< corro por um anuo........
DIARIO DE
OS DA SUBSCRIPTO DO NORTE PARTIDA POS ESTAFETAS. Segunda,vara do *t*
Sr. Antonio Alosttdrlno de Llna: 01 nda. Caho. RsmiU !,. /> te. *td .?r?,^,*W:___
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahyba, o $r. Antonio AleaSdrlo de Una;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araoaiy, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. os de
Oliveira ; Maranfco, o Sr. Joaquina Marques Ro-
drisues; Para, os* Srs. -Geraldo Amonio Alvos &
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio ias; Baha, o
Sr. Jos tortins Al ves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
ibeiro Gasparinho.
PARTIDA POS ESTAFETAS.
Oljnda, Cabo, Escada e estafes da vja frrea at
Agoa Pceta, todos os das.
Iguarass e Goyanna as segandas e sextas feiras.
Santo Anuo, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuns, Buiqne, S. Dent, Boin
Consol ho. Aguas Bellas e Tacarat, nas tercas
feiras.
Pb d'Alho, Nazareth, Litnoeiro, Brejo, Pesqoeira
ngazetra, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ourfcury, Salgueiro e Ex, as quartas
feiras.
-----------3
Segunda, vara do ^yal^ garras e sabbades al
ora da urda.
Serinhem, Rio Formoso.Taroandar, Una, Bar-
reros, guaPreta e Pimeotaias, as quintas
felfas, v
EFHEMERIDES DO HEZ DE JUNHO.
1 Quarto cresc. as 6- h., i m. e 58 s. da m.
9 Lea. ebeia as 7 h., 21 m. e 16 s. da m.
16 Quarto ming. a 4 h., 33 m. e 28 s. da .
23 La nova as 5 h., 37 m. e 34 s. da m.
30 Quarto cresc. as 11 h., 20 m. e SI s. da*
19100*
ADIEfCIAS DOS TRfftUNAKa. DA CAPITAL,
ribanaldo eawtraercio : segondas o quintas.
Relaca.: tarjas e sbados-s t^hara*.
Fazenda: quimas s 10 horas.
Juizn d eomaercio: segundas- as 11 horas.
Dito floarphaos: tercas e sexta s 10 horas.
Primeira Tara do civel: tevoa sextas ao msia
diV
DAS DA SEMANA.
26. Segunda. S-Joao e Paulo irs.;.3i Virgilio m
87. Terca. S..Ladislo, rei de Hangria.
28. Quarta. 8. Leao II p.; S. Argemiro b.
129. Quinta- Ss. Pedro e Paulo app.
30. Sexta. S.lMarcal b4i S. Luciana.
1; Sabbado. S. Theodorico ab.; S, Gallo b.
2. Domingo. S-Olhon b.; S. Martioiano m.
Segunda vara do c Til:
hora da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
qaara e sabbados a ij Primeira as T horas a 42 m. da manha.
Segunda, as 8 horas e 6 minutos-da larde.
PARTIDA. DOS VAPORES CO&TBIR0S.
Para o sol.at' Aagoas a 14 e 30-,.para o norte
at.a Granja a.7*e 22 de cada mes;;para Fernan-
do nosJias 14. dos roezes de Janeiro,, mac, malo,
julho, seterobro-e novembro.
ASSIGNA-SE
noRecife,aa.Iivrara da praca da Independencia
ns. 6 e 8,. dos propietarios Sfcnoel Figueiroa de
Faria & Fbo.
PAUTE OFFICIiL
-------------------:-------------------------*>
GOraNO BA PlOlUiGll.
Palacio do governo de Pernambuco, junho de
1865.
Pernambncanos I O lagar distincto que occu-
pas na historia brasileira por innmeros feitos
memoraveis, e por um valor e patriotismo nunca
desmentidos, nea excedidos sabida Importancia
ile que gosais por to justos tiluios e por vossa ri-
queza, populacao e prosperidade, vos assignalam a
posicao que deveis tomar as urgencias acluaes da
patria.
Quando estrangeiro audaz e fementido insulta
in libiamente o Brasil, invade suas provincias, im-
mola per lijamente nossos irmos, rouba-lhes a
fortuna, e at a Hberdade e a honra das mulheres
o das llrtas, nao pode ser duvidoso o vosso dever,
o impulso generoso dos vossos brios.
De todo o Brasil correm s armas railharss de
bravos; provincias pequeas, de fracos reflnrsos,
muiio abaixo de vos, procaram igoalar-vos ; ou-
tras pretendem em muito exceder vos.
Pernambuco I E' tempo anda ; erguei-vos I
Tendes dado 1,300 voluntarios: um grande
sacrificio : a patria vos ser reconhecida.
Alongai porm de vos os olhos para outras es-
trellas do Brasil: admirareis a
lham, c temeris ser ofTuscado I
Pernambuco I onde est a.vossa guarda na-
cional ?!
Os descendentes de Vieira, Carnario, Vidal e
Henrique Das, que to denodadamente correram a
bater-so em Guararapes, Tabocas e Casa-forte te-
rao degenerado, e correro hoje, surdos aos reda-
do* corpo de volantarios da patria Mauol Perei
ra Ue Maltos, a qu allude o seu offlcio n. 1094 des-
ta ata.
Hito ao Dr. chee de polica.Mande V. S, flfl-
tre ;ar ao D. Abbade do mosteiro de S. Beato ds 0-
lin la Fr. Antonio do Patrocinio e Araujo. o pardo
Ca Mano'que por offlcio de 5 de abril ultimo, man-
dei conservar na casa de deieaco, visto ter esse
re gioso apresentado documentos que coropravam
peijttncer o referido pardo como escrav ao r'eli-
gio i d mesma ordem Fr. Manuel da Conceigao
Mu ite, que o reclamon.
tfito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Re aetto inclusos os reqoerimentos do eapiTlo Apo-
lim rio Florentino de Albuqaerque Maraoho So-
bn iho, tenente ajuJante Jeronymo Ignacio dos
Sai tos e do alferes Joaquira Agripino Fuado de
Me idonga, todos do 2" carpo de voluntarios da pa-
tn<, para que V. S. mande abonar em os devidos
lea ipos as consignac,5es que elles pretendem deixar
do respectivo saldo nesta provincia.
I )ito ao mesrao,Recommendo V. S. que man-
de pagar a importancia da folha e prel juntos em
da ilicata pertencentes ao 2 corpo de voluntarios
tata provincia, e que me foram remedidos pelo
coi onel commandante das armas com offlcio de bo-
je .ub n. 1091, devendo esse pagamento ser effec-
tu> do sob minba responsablidade, se para elle nao
hoivr crdito.
] )ito ao mesmo.A' vista do incluso reqaenmen-
luz com que bri- to mande V. S. abonar em os devidos lempos o sol-
do que o alferes quartel meslre do 2 corpo de vo-
loi larios da patria Francklin Francisco Barreto,
pn teade consignar nesta provincia para ser entre-
guo a seu procurador Jeronymo Justiniano Figuei-
ra de Mello.
1 )ito ao mesmo. Tendo sido inadvertidamente,
infirmado o incluso re^uerimeoto do" alferes refor-
madlo do exercito Jorge Rodrigues Sidreira, sem
r sellado, sirva-se V. S. de mandar revalida-lo
na forma da lei, afim de que possa ser submettido
ao qonhecimento do goveruo imperial a quem di-
mos da patria, a embreohar-se nos bosques para
esconder sua vergonha, para escapar ao opprobrio, est
e maldicao dos maiores ?!
Ser preciso que o governo, torturado pela mais
imperiosa aeceasidade, lance mao de medidas ex- i rgido.
tremas, para oliter, como nfailivelmente obter, i pito ao mesmo.Expeca V. S. s suas
mas de um modo doloroso e humillante para si
proprlo e para a populacao, o concurso que, es-
pontaneo encheria de honra e de glorias ?1
Pernarabucanbs E' lempo ainda : chega agora
occasio de virem os contingentas da guarda na-
cional e o governo nao cutre as apprehensoes, que
outros tem, indecorosas aos vossos brios.
O governo confia em vosso bom .senso e patrio-
tismo, e espera que pressurosos corris a fazer
mais esse sacrificio.
O soldado necessario : seja elle antes volunta-
rio do qne recruta; antes um benemrito, do que
desertor da honra, e do amor patrio.
Venham pois voluntarios os guardas nacinaes
designados: o governo attender equitativamente
aquelles que tiverem justos motivos de escusa,
como j o tem feito.
Venham voluntarios para o exercito, para a ar-
mada; e o recrutainenjo ser intil, e maiores as
vantagens do ser vico, c mais bellos os louros das
victorias.
Ueem os officiaes o exemplo, como maitos j
tem dado, olTerecendo generosamente seus serv-1
ordens,
para ,ue nos devidos lempos seja paga a Augusto
Coeho Leite a quaalia de 30000, que, como se v
do incluso requerimenlo, pretende consignar-lhe
measalmenle de sen sold o capllo do 2 corpo de
voluntarios da patria Eduardo Severiano de Almei-
da ]ataubo.
Eilo'ao mesmo.Mande V. S. ajustar contas ao
ene irrogado do deposito de recrolas destinados ao
exercito 2 tenente Honorio Doraingues de Menezes
Doria, bem como abonar-ihe sob minba responsa-
blidade o quantitativo que elle tiver de receber
com saldo das referidas contas.
to ao mesmo. Em vista da conta junia em
dup icala que me remetleu o coronel commandan-
te d, s armas com ofcio de hontem sob n. 1081, e
avendo inconveniente mande V. S. pagar ao
o do 4 batalbo de arlilbaria a p Antonio
uarle Nunes a quantia de 13250 por elle
ndida com o expediente da 8' companhia do
o balalho que commandou inlennamenie a
nao
cap
Luiz
desp
mes
eos. Louvores a esses que tem merecem da pa-
tria.
Se os soldados os virem abrasados era verdadei-
ro patriotismo, certo nao ficaro alraz, e sem es-
orco os acompanharao. A ndole do povo brasi-
Jeiro nobre e o leva a grandes sacrificios, do que
dao agora mesmo provas admiraveis esses nume-
rosos corpos de voluntarios, que surgem sem pre-
teacoes, alm das do sotfriniento e de bem servir,
de todos os ngulos do imperio.
Aproveitem pois os officiaes da guarda nacional,
e as influencias locaes essas bellas disposicoes, e
prestaro mais um relevante servico ao Brasil e a
provincia, cuja gloria e fama devem por todos os
meios erguer, e nao consentir que definhe.
Briosos guardas nacionaes! No campo dos bra-
vos um importante lugar vos esl reservado; loa-
ros se lecem para corar vossos triuraphos; a an-
ciedade publica vos espera ; as tradlgoes de Per-
nambuco reclaman) vossa partida; a honra e o de-
ver nao permitlem demora-la ; o governo conta
comvoco.Antonio Borges Leal Castello Branco.
Expediente do da 21 de junho de 1865.
Offlcio ao coronel commandante das armas.
Queira V. S. informar acerca do que pede Bernar-
dina Isidora de Serra no requerimenlo que aqu
junio.
Dito ao mesrao.Sirva-se V. S. de mandar Ins-
peccionar a Miguel Gon$alves Rodrigues Pranca,
praca da companhia de artfices, como pede o res-
pectivo pai no requerimenlo que aqni junto.
Dito ao mesmo.Informe V. S. sobre o que pe-
de Manoel Escoci do Nascimenlo, no incluso re-
qnerimento.
Dito ao mesmo.Em vista da relacao junta dos
voluntarios enviados do municipio do Granito pelo
respectivo commandante superior, faca V. S. orga-
nisar com urgencia e rae remeta um pret tirando
vencimentos para os referidos voluntarios a contar
do da em que se apresentaram at o era que jura-
ran) bandeira.
Dito ao mesmo. A minha presenta veio o Io
cadete do 4 batalho de artilharia a p, Ernesto
Antonio Perera Barbosa, representar que nao fra
incluido na forca do mesmo batalitao que (era de
seguir para o sul por ser aleijado da mo direita,
e allegando elle que esse defeito nao o inhabilita
do servico militar e deseja acompanhar seu bala
contar do a 20 do crreme mez.-Communicou-
se ao coronel commandante das armas.
Dito ao mesmo.A' vista dos inclusos requeri-
menios mande V. S. abonar era os devidos tempos
s cansignaoes que pretendem deixar dos res-pee-
livosjsoldos nesta provincia, o capilo Jos Anto-
nio 1. pes Jnior e tenente Joao Manoel Pereira de
Abre j, ambos do 2o corpo de voluntarios da pa-
tria.
Di! o ao mesmo.A' vista dos requerimentos que
aqui junto assignados pelo major de commisso
Manoel Porfirio de Castro Araujo, e alferes secre-
tario do 2o corpo de voluntarios da patria Francis-
co de Assis Monteiro, mande V. S. nao s elevar a
8i#0(I mensaes a consignacao que o primeiro dei-
xa do respectivo sold nesta provincia, mas tambera
abonar em os devidos tempos a quantia de 20^000
lamb m mensaes, que pretende consignar o se-
gunde .
Din ao mesmo.Mande V. S. abonar em os de-
vidos lempos a consignaco que segundo o reque-
rimenlo incluso pretende deixar do respectivo sol-
do ne la provincia o alferts do 2o corpo de volun-
tarios da patria Joo Coriolano do Nascimenlo.
Uitc ao mesmo. Remello V. S. para os fins
convenientes as inclusas copias das relagoes des of-
Iicii.es primeiros e segundos cadetes do batalho
4o de : miliaria a p, 2o corpo de voluntarios da
patria
seguir
do Sul
Ditu
e da companhia de cavallaria que tem de
para a corle amanba no vapor Cruzeiro
ao mesmo.Em vista do recibo, junto em
duplic ta, mande V. S. pagar os vencimentos rela-
tivos a) correte mez, ao capito Felippe Jos da
Exalta ;o Maniva, commandante da companhia de
volunu ros composta de boraens pretos, podendo
esse pa amento ser effectuado sob minha responsa-
bilidad) se para elle nao houver crdito.
Dito ao mesmo.Mande V. S. abonar em os de-
vidoMcmpos a consignaco que segundo o incluso
requer nento pretende deixar do respectivo sold
nesta p ovincia o alferes do 2o corpo de voluntarios
da patri i Joaquina Jos de Mello.
Dito ao Inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. fornecer ao commandante do corpo
de polc a o livro mestre de que trata o incluso
pedido.
Dito o mesmo. Exerceudo Alvaro Ucha Ca-
valcanti Campello e Lidio Purpurarlo Santiago de
Oliveira de que trata a inforraacao de V. S. datada
de 14 di crreme, o 1 o lugar de porteiro, e o 2
de conli )UO da reparlicao das obras publicas por
seren guardas, em vista do art. 3 do regalamen-
lbo: recommendo V. S*. que o ttenda como fr i to de 9 le julho do anno passado, esto elles no ca-
conveniente. I so d'e>u s em relacao ao pagamento dos novos e
Dito ao mesmo. Informe V. S. acerca do que velhos ireitos.Nesta conformidade, pois, mande
pede no requerimenlo junto o cabo de esquadra do j V. S. re sfltuir-lhes as quantias a que tiverem di-
iegundo corpo de voluntarios Manoel Pereira de
Maltos.
Dito ao mesmo. Mande V. S. inspeccionar no-
vamente o soldado do segundo corpo de voluntarios
da patria Jos Victoriano da Silva; que assim o provine al, afim de que possam
pede no incluso requerimento. I da ban eir e o embarque do 2
reito.
Dito ao mesmo.Seno houver inconveniente
mande T. S- dispensar amanha do respectivo pon-
to os er ipregados dessa thesouraria, e consalado
assistir a bencao
corpo de volunta-
Dilo ao mesmo. -Queira V. S. informar acerca! rios desjia provincia. Igual ao inspector da Hie-
do soldado do segundo corpo de voluntarios Joa- jraria dn fazenda, ao inspector do arsenal de mari-
quim Jos para quem solicita baixa a respectiva; nha, ao director do arseoal de guerra, ao director
mulher tendo V. S. em vista os inclusos docu- das obns militares, ao capilo do porto, ao chefe
memos.' da reparligo das obras publicas e ao director ge-
Dito ao mesmo.Respondendo ao offlcio que V. ral da i istrucsao publica.
S me dirigi hontem sob n. 1083, lenho a dizer- i Dito io comraaudante superior da guarda nacio-
Jhe que pode dar suas ordens no sentido de flcar nal dos municipios do Cabo e Ipojuca.Mande V.
nesla provincia at ulterior deliberado do gover-: S. passr ao tenente coronel Manoel Camillo Pires
no o segundo tenente da companhia de artfices ; Falco, como se determinou em offlcio do Io de
Antonio Francisco Duarte, que serve de ajudante malo dt 1863, a guia de que trata o art. 45 do de-
de ordens de V. S. o qual deve tomar conta das 33 creto n. 1130 de 12 de maio de 1853, visto ter elle
Dracas da mesma companhia, que tem de perma- fixado sua residencia no municipio do Ueeife.
necer aqui em consequencia de serem necessarias Dito ko commandante superior da guarda nacio-
ao servico do arsenal de guerra. nal de Olinda e Iguarass.-Ao offlcio que V. S.
Dito ao mesmo. Declaro V. S. para seu co- me dirigi em 18 do crreme, respondo declaran-
nhecimento e execuco que da importancia do pret do-lhe bue o alferes do 9o batalho de mfaptana
dos voluntarios vindos do Granito deve ser deduzi- da guarda nacional sob sen commando superior
da e entregue ao Dr. Manoel Buarque de Macedo, Joo Francisco da Lapa, ja fol dispensado do ser-
nrocurador do coronel Roque Carlos de Alencar, vico dei desucamento para que esUya designado
Peixoto a auantm de 167*000 para pagamento dos como camrouniquel V. S. em ocio de 17 deste
abonos feitos pelo mesmo coronel aos preditos vo- i mez, per ter provado ser vereador da cmara mu-
inniariK miando d'alli oarliram. nieipai da cidade de Olinda.
D lo aoraesmS -SirvK V S. de mandar ins- >Dito ao commandante superior da guarda naci-
nercionar Smente > 2 sargento do 2 corpo de nal de 5otanna. Deferido o reqaenmento
KSSriosTpwl l3 Jairlo de FariaTque guarda ta batalho n. 12 de infamara ssem,
assim o pede no incluso requerimenlo.
Dito ao mesmo.-D V. S. as suas ordans, aOm
de que nao siga para a corte o cabo de esquadra a
do
Manoel Justiniano Carneiro da Cuaba, re-
s)i ecJnceder-lhe dispensa do servico de destaca-
para que. slava designado, visto ser doen-
te, eomo V. S. declaros em sua informacao datada
de lo. do correte : o que lhe communico para os
devidos effeitos.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Nazaretb.fin deferimento ap requerimen-
lo. 4o alferes do batalho n. 19 de infamara da
guarda nacional desse municipio, Eitaardo Antonio
e Albuqoerque Mello, sobre que versa a sua mk
formacao de 24 de malo ultimo, aatonso a V- S.
a mandar passar lhe a gola de que trata o art. 45
do decreto n. 1430 de 12 de marco, de 185.1, visto
ter elle transferido a sua residencia para o muni-
cipio do Reci fe.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Limoeiro. A' vista da sua informacao
de 13 do rente, aotoriso V.S* a mandar aggre-
gar ao batalho n. 22 de infamarla da guarda na-
cional sob sea commando superior, o tenente Ma
noel da Motta Sllveira Cavaleante, que ponencia ao
batalho n. 18 da mesma arma d < municipio de
Nazareth e se acha residindo nesse municipio, or-
denando V. S. ao referido lente que aprsente a
sua patente na secretaria da presidencia para ser
apostillada.
Dito ao nesmp. A' vista da sna inforraacao de
17 do corrate, resolv nesta data dispensar do
servido de destacamento, para que eslava designa-
do, o guarda do batalho n. 21 de infamara da
guarda nacional sob seu commando, Fortnnato Ma-
noel Gomes da Silva : o qne declaro V. S. para
seu conhecimento e expedicao das convenientes or-
dens.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Pao d'Alho.Ordene V. S. ao commandante
do batalho n. 16 de infamara da guarda nacio-
nal sob seu commando superior, que passe ao al-
feres aggregado ao mesmo batalho, Alexandre
Ferreira dos Santos, a gula de que trata o art. 45
! do decreto n. 1130 de 11 de margo da 1853, visto
! ter transferido sua residencia para o municipio do
Recfe.
Dito ao commandante do corpo de polica.Do*
V. S. baixa ao cabo de esquadra do corpo sob sen
commando, Antonio Jos da Silva, visto que, se-
gundo a sua informacao n. 439 de 20 do crreme,
linalisou o engajamento e nao quer continuar no
servico.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Em
additameoto aos mens offlcios de 18 e 19 do cor-
rente, declaro V. S. que o embarque da tropa de
Ia linha e respectiva bagagem destinada corle
deve ter lugar nesse arsenal; curaprindo que pa-
ra issoestejam promptas as pequeas embarcacoes
que V. S. tem de ministrar.
Dito ao Dr. Joo Pedro Maduro da Fonceca.
Pelo seu offlcio de 18 do correte fiquei inteirado
de achar-se V. S. anojado pelo fallecimento de seu
pai, e apresenlolhe os raeus psames por esse in-
fausto acontecimento.Communicou-se ao coronel
commandante das armas.
Dito ao capito commandante da companhia de
voluntarios do horneas pretos.Ao seu offlcio desta
data respondo, declaran do-lhe que remetti Asso-
craeao Protectora das Familias dos Voluntarios da
Patria, aura de ser tomado em consideraco, o re-
querimenlo do cabo de esquadra da companhia
sob seu commando," Joo Joaqnm- de-Santa Anna ;
curaprindo que V. S. me envi quanto antes, por
intermedio do commandante do corpo, urna relacao
cora as indicacoes pedidas no officio que a este di-
rig.
Dito ao inspector da alfaudega. Inteirado do
contedo do offlcio quo Vmc. me dirigi hoje sob
n. 475, tenho a dizer em resposta que, em vista das
razdes nelle expendidas, fica retirada a ordem da-
da hontem por esta presidencia para a Ida do c-
ter Pyrtlampo ao Cear e Maranho com o fim de
levar a correspondencia vinda da Europa e da cor-
te com deslino s provincias do norte, e que se
acha depo tala na odministracao do correio desta
capital.
Dito ao engenheiro chefe da reparlicao das obras
publicas.s=Mande Vmc. fazer alguns concertos de
que necessitam as prisoes do quartel do corpo de
polica.
Dito ao gerente da companhia pernambucana.
Acabo de receber o seu offlcio de hoje no qual
offerece o vapor Paraliiba para ir ao Maranho le-
var s malas da corte e Europa,raediante a quantia
de 3:000f*>, declarando Vmc. que essa viagem se-
ria considerada como a do contrato, e que nao
sendo doterminada at Maranho, mas smente at
o Cear, nao poder ter lugar seno no dia 28,
quando a companhia pretende fazer seguir para
esse porto outro vapor maior, que lhe dar melhor
resultado.
Agradeco a oEferta, que erJTtaTs termos nao pode
ser aceita, parecendo a esta presidencia que as
graves circumstancias em que se acha o paiz, e
quaodo todos concorrem com o seu contingente
de patriotismo, poderia a companhia pernambuca-
na satisfazer-se com a despeza da viagem a qne
obrigada, e com a indemnsaco no caso de chegar
o vapor at Maranho por nao encontrar no Cear
o vapor costeiro daquella proviucia, de 1:000$ que
segundo me informam pessoas entendidas mais
que sufficiente para o despendi que tem de fazer
com carvo noaccrescimo dessa viagem.
Nesses termos podera partir o vapor depois de
amanha ora indicada por Vmc, tocando na
ida smente no Rio Grande do Norte.
Portara.O presidente da provincia, altendendo
ao qae requereu Joaquina Mara de Carvalho re-
sol ve nomea-la para reger interinamente e median-
te a gratificaco annual de 600$, a cadeira de ins-
trueco primara-do sexo feminino da villa de Ta-
carat.Communicou-se ao director geral interino
da iuslrucco pnblica.
Dita.O presidente da provincia, altendendo ao
qae requereu Manoel Malaquias Franco, arrema-
tante dos reparos do empedramiento entre os mar-
cos de 8 a 12 rail bragas da estrada da Victoria,
resolve coneeder-lhe, de conformidade com a in-
formacao ministrada a este respeito pelo chefe da
reparlicao das obras pnblicas em 7 do crreme
mei, sob n. 164,30 das de prorogaco para a con-
clusao de laes reparos, a contar da data em que se
llndou o prazo para esse fim marcado no respecti-
vo contrato.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes mandem dar transporte para a corte,
por conta do ministerio da guerra, no vapor Cru-
zeiro do Sul, ao soldado do nono batalbo deinfan-
taria Custodio Exposto.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar transporte para a
corte, por conta do ministerio da guerra, no vapor
Cruzetro do Sul, as mulheres dos Indios volunta-
rios da patria, constantes da relacao juta por
copia.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes mandem dar transporte para a corte,
por coma do ministerio da guerra, no vapor Cru-
zeiro do Sul, a 2 Albas do soldado da companhia
de cavallaria Jos Francisco Guilherme, sendo urna
de 5 e outea de 9 annos.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes mandem dar transporte para a corte,
por conta do ministerio da guerra, no vapor Cru-
zeiro do Sul, as pracaa. do pret mencionadas na re-
lacao junta.
Dita.Os Srs. agentes da eompanbia brasileira
de paquetes mandem. dar transporte para a corte
por conta do mUuiario da guerra, no vapor Cru-
zeiro do Sul. & Marta. Lntia Floriana, casada com
o tambor da companhia da artfices Antonia Ja-
eimbo. ^
DUa--Os Srs. agentes- da companhia brasileira
da naqoetes mandem dao-transporte para a. corte,
a apor Cruzeiro do SiW. em. lugar de prca.desti--
uadoa passageiro de estado, aJoaquim Mandes de
Lima.
KxptBieule do secretario da governo do iia 21 de
juta QBkio ao Dr. jnia de direite presidente do tribu-
nal o jury. Sendo.presentemente muito necesa-
rios nesta secretaria, om eonseqnencia das acluaes.
eireiiraslancias^d* provincia os ser\icos do chefe
de sbcgo Francisco de Lemos Duarte e do esesip.-
turarlo Joao Manoel de Castio, que foram porteados
paraoervirem i presente sesso desse rabanal,
rogtwi V.-'S. quo so sirva de despearlos do torna-
ren! elles parte-aos trabaltios da mema sesso.
. i -22-
Ofctio a aoronel commandante das armas.-
Convra qao V. S. mande comprehender no nu-
mero das pracas da compashia de artfices que
tem de ficar servindo' no arseaal de guerra o ans-
pecada Luia Antonio de Frasca, exciuiado dola o
soldado ,*os Cosario dos Santos.
Dito ao mesmo.Partiado hoje para a corte o
corpo de voluntarios, o toda a for^a de primeira
linha, convm que os respectivos quarleis se con
servara preparados o com o material necessario
para de prompto rweberern qualquer outra da
Copia, l seceo. Secretaria do palacio, de
Pernambuco, 10 de junho de 1S65.N. 825.-aim.
e Exm. Sr.-Em resposta ao offlcio de V. Exc; de
8- do. correte, tenho a declarar quanto ao primei-
ro-pontoy que V-Exc. nunca exigi (e nem isto se-
na. possival) que lhe eu propozesse para lagares
po.iciaes pessoas, sobre as qaaes mostrasse eu es-
crpulo ou repugnancia. ; e qne as pessoas que
^durante a administracao.de V. Exc. tem sido no-
meadas para lugares de polica me tem sido sem-
;pre previamente apreseatadas por V. Exc, que di-
zendo-rae ter-se ja' informado a cerca de suas ido-
neidades, e posto qu6-eu os nao conhecasse, toda
via, jurando as paladas de V. Exc. sempre as-
aceilei sem repugnancia.
Quanto ao segundo ponto, declaro que V. Exev
nanea offlcialmen'o rae ordenou, era indicou que
diocCe^ 'SST' ^ discipl,na &*" desta
m, P?,lca finalmente,, que, longe de ser
m^'K? efs da Fran(?a* nas -uaes se ia-
B,nvTuf*nC0l*(luzirnuma lan-erna, como testifica
lenavelet no seu Resumo de
-------- guande numero de
ii f I em seu abGD0 a Pin,ao autorisada
prelados e escriptores-respeitaveis. Eotre os
primeiros menciono monseigneur Bonvier, e o erai-
nenssimo cardeal Gousset,. 0 primeiro dos quaes
l^*, o entmm dos /**. Entre os es-
ZteS, nolaveis.ei'ar-ei Baruffaldo, o qual. nos
' ffir? a nlaal r0mano' citaDd0 Barbsa e
..u..va wui.iauucu.wiue urueuou, ueiii iuuicou que ; l>rv;s.ivinn Ai,__--------- muw imi uu:
lhe eu propozesse- eertos e determinados indivi- tJZ['- dos para lugares de poHcia, que om parta panti-
cular, db 14 de marco, me enviou Exc. os Bo-
rnes do alguns sdados, respeito doi quaes ja*
anteriormento me tinha fallado, apresentando-os
como-idneos, o pedindo que os propozesse : oque
oifectivamoate i.
Quanto ao tereciro, finalmente, dcilaro que ne-
nhuma oalra indcacao me fez mais V. Exc. de
pois da sarta, sem data, que pessoalmente me en-
tregou,
como rapos
trnua-unrao sem **"; divendo
eoastituiqoes da sua dtocese.
ex-
nisto observar as
Nem se persuada V.Revma., de que este ponto
da disciplina paicular da nossa dlocese eslea em
opposlco coro a citada declamo da sagradcon
gregacao dos sitos. Nao ; o que a sagrada con-
gregaca) qurz ahi prohibir foi, que se levaste a
extrema-unfo solemnemente como o SS. viatico:
e nunca que fbsse levada com a devida dpcencia
quatro cidados dzendo-rae que os propozesse com
guarda nacional, ou das provincias"do norte" que,I p""*lade, para os lugares de subdelegadd de Be-
segando as ordens do governo, possa vir aqu es- bedor' d! llell!gaJo ^
perar transporte para a corte ; e neste sentido re-{
commendo V. S. que d as providoncias pre- f
cUas.
Dko ao mesmo.Mande V. S. dar baixa ao sol,
o na qual (sem qua eu considerare isto Soleml^umZ^^ -dTz o cSdeS
iPos,cao)_me apreseotava como idneos hftm v v Rpvina STr'Jlu.0 iTJ^.1
dado do segundo corpo de voluntarios da patria
Graciano de Mello Azedo, que foi considerado in-
capaz do servico em inspeceo de saude, providen-
ciando ao mesmo tempo," aim de que nao siga
para a corle o msico do quarto batalho de urli-
Inara a p Manoel Escoci do Nascimenlo, quo h-
nalisoa o seu engajamento, segundo declarou V.
S. em seu offlcio n. 1096 desta data.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.;
Mande V. S. pagar, sob minha responsablidade, o
incluso pret do voluntario da patria Raimundo Ro-
drigue de Queiroz.
Dito ao administrador do correio.Faca Vmc.,
seguir no hiato nacional Amelia, que sahe ama-
nha ao meio dia para as provincias do Cear e
MaranWo as malas que ahi existem para aquellas.
provincias e as do Para, Amazonas e Piauhy, as,
quaes podero ser conduzidas ao seu destino.
Portara.Os Srs. agentes da companhia brrsi-
leira de paquetes facam trausportir por conta da
' reparlicao da guerra no vapor Cruzeiro do Sul os
ofllciae?, pracas de pret e bagagens do quarto bata-
(lliao de artilharia a p, segundo corpo de volunta-
rios da patria o compaohias de cavallaria e artfi-
ces, qae seguem para a corte, na forma das ordens
impemes,
BMfMttboado da 21 e 22 de junho de 186o.
Requerimntos.
Santo Anfo, de delegado
1 de Pao d'Alho e de 4o supplente desla ultima dele-
gada ; o que effectivamente liz. Nestes termos,
pois, creio ter satisfeito o quanto de mim exige V.
Exc. a quem Dos guarde.Illm. e Exm. Sr. Dr.
Antonio Borges Leal Castello-Branco, presidente da
provincia.Jos Pereira da Silva Moraes.Confor-
me, Antonio Leile de Pinho.
Segunda secea. Palacio do governo do Per
namhuco, 23 de junho do 186o.O presidente da
provincia, em obsrvancia de ordens imperiaes,
recommenda a todas as autoridades civis e milita-
res de-la provincia, que nos distrittos de sua ju-
riadcclo deem a maior publicidade ao decreto de
6 do corrente, que fez extensivas as pracas dos
corpos de polica aos guardas nacionaes que tive-
rem incorrido nas penas do art. 133 da lei n. 602
de 19 de seleinbro de 1850, e em geral a todas as
pracas do exercilo, polica ou guarda nacional as
disposicoes do decreto de 31 de maio ullimo, qae
perdoa o crime de primeira desercao, e o de se-
bera ve V. Revma. que a pratica de levar a exlre-
ma-uncao com urna s lunterna, nao est compre-
hendida nos termos solemniter c>m lanlernis
era por conseguinte na prohibico decretada.
Continu pois V. Revma. sera escrpulo na pra-
tica quejem seguido, certo de que, se a extrema-
naco nao deve ser conduzida com a pompa e so-
lemoidade devidas ao SS. viatico, deve se-lo com
a decencia c reverencia devida ao oleo sagrado.
Dito ao vigario encommendadojda freguezia de...
Estranhanrto severamente a V.Revma. o proce-
dimento inslito que teve recuzando-se a confessar
e levar o sagrado viatico ao enfermo F., allegando
que est o tempo chuvoso e que o enfermo mora
distante da matriz, como se houvesse tempo bom
ou mo para nm parocho acudir s suas ovelhas
quando eslo prximas a dar o ultimo suspiro, or-
deno-lhe qne apenas receber este offlcio conduza o
sagrado viatico casa de enfermo, para onde foi
chamado, e, ouvmdo-o de conflsso, lhe adminis-
tre os ltimos Sacramentos com aquella caridade e
paciencia que se requer em um pastor para com a
sua ovelha que est prestes a dar contas Dos.
O Cnnit vm> pniiiuuo uc:ci LdU, O \J UD OX>- I f\-,
gunda simples, aos reos que se apresentarera no -D" ao, 5* d? Grvala.-Chegou-me as
prazo de tres mezes, contados da pnblicaco da-' maos a estatislica succinta dessa freguezia, e alm
quelle primeiro decreto, em cada municipio ou da "n usao que se ola no n. dos cazamentos,
circuito militar, como foi declarado por aviso cir- aPtlzados etc. pois nao claro se se trata dos
cular de 7 do corrente pela forma nelles declara- dous an.ns englobadamente ou se de cada um de
da, fszendo affixar nos lugares mais pblicos das W Sl> falla. dficlarar nome do sacerdote que re-
cdades e villas, e onde mais convier, para conhe-
cimcni) de todos a quem interessar possa, a pre-
sente porlaria, acompanhada dos referidos decre-
tos, que abaixo vo transcriptos, devendo as mes-
1 mas autoridades communcar o dia em que izerem
falta declarar
sido nessa freguezia; o que espero com brevidade,
remetlendo-me V. Revma. os de mais aponiamen-
los que puder obter.
Antonio Bertino Rodrigues oa Moraesi-Apro-! a publlcaao recommendada.
sente-se no quartel do commando das armas para
.ser inspeccionado.
Capito Agostinho Jos dos Santos. -Achando-se
j o supplicanle impossibilado para o service activo,
I reqoeira a sua passagem para a reserva, sem o
i que -iao pode ser altendido.
Antonino Justiniano Carneiro da Cunha.Seja
Dia 21
Offlcio ao coadjutor pro-parocho da freguezia de
dechkto. Agua-Preta.Accuso recebido o offlcio do 1 do
Hei por bem decretar que as disposicoes do de- ( crreme, em que V. Rvm. me declara ter adiado
creto de 31 e maio do corrente anno (quera ex-! nessa matriz para mais de tres mii assentameutos
tensivas : Io s pracas dos corpos de polica ; 2o, de baptisados, casamentas e bitos, sem estarera
aos guardas nacionaes, que tiverem incorrido nas laucados nos livros competentes,
penas do art. 133 da lei n. 602 de 19 de setembro! Nao calculara por certo os Rvds. parochos o mal
de 1850 ; 3o a todas as pracas em geral, de quaes- que causam aos seus parochianos com essa falla
dispensado (luer CrP0S de linha, do polica ou da guarda na- de lancamentos, e as estreitas contas que ho de
Alvaro Uchioa Cavalcanl e Lidio Purpurarlo San-; conal comprehendidas nas disposicoes do artigo; dar a Dos por esse novo meio de fazer mal ao
liago de Oliveira.Nesta data se exuede ordem no an,c0 das de?erCoes aggravadas pelas circumstan- prximo, principalmente aos pobres : as viuvas
cias ns. 1, 2,3 e 5 do titulo 4 da ordenaba de 9 que querem provar a sua viuvez ; ao orpho que
de abril de 1808, salvo a restrieco ou indemnisa- quer mostrara sua orphandade e o direito que tem
sentido que pedem os supplicantes.
Antonio Prudencio da Silva.Seja dispensado.
A baixo assignado de proprietar os e moradores P de ?a5-,ra,a decret0 n* ,671 de 7 de novem- Por conseguinte a ser recorrido; ao menor quo
no povoado do (*ampo Grande.-In o?me o Sr. en- broA de *g' ., 1K ^uer pT0?T a sua isencao legal, e a tantos outros
genheiro chefe da reparlicao das obras publicas. I Angelo Mana da Silva Ferraz, do meu conselho. que se vem esbulhados do seu direito porque o
Baro do Vera Cruz Passe senador do imperio, ministro e secretario de esta- seu parocho, o seu pastor nao comprio com o seu
Bathoiomeo do Nascmento.-Indeferido, por que do do! negcios da guerra, assim o tenha entendi-, dever,.nao fez os lancanientos que era da sua obri
o assenlamento de praca nao foi, nem obstculo i
para o casamento do supplicante.
e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, era 6 de junho de
186o, 41 da Independencia e do imperio.Angelo
Muniz da Silva Ferraz.
decbeto.
Commiserando-me das circumstancias em que se
acham os militare.- dos enfrentes corpos do exor-
ue
apartando-se
das suas bandeiras, he por bem perdoar Ihes o
crime de primeira desercao e o de segunda sim-
Bernardina Isidoria de Sena.Indeferido por nao
ter sido recruiado, e sim voluntario, como declara
em seu requerimento.
Claudino Jos Theodoro.Concedo oito das de
I licenca para o fim que requer.
Candido Jos de Araujo -Concedo oito das de li- "fe e os JJ?* n1a,:'0,na, fm df ,acan>ento qu
' cenca para o fim que requer. ,lver nfelic.dade de desertar apartando-s
D. Abbade do moslejro de S. Bento.Seja en-
tregue. '
Eufemia Maria dos Prazeres.Indeferido por
nao ter-se provado motivos justos para a escusa,
sendo que a supplicante pode obter da associaco
Protectora das Familias dos Voluntarios algum au-
xilio que compense a falta de sen sobrinho.
Francisca Ulbina da Silva.Informe o Sr. direc-
tor geral da instruccao publica
Francisco Antonio da Silva Cavalcanti.Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial-
Ismael Francisco de Lima.-Informe o Sr. xora-
gacao fazer, transgredi a lei, e nem se embaracou
com as penas e censuras em que incorreu I
Eia, pois, mais de melado desses assentamenlos
j eslo lancados, como V. Rvma. me declara : es-
pero que leve ao fim o seu trabalho : espero que
com paciencia e firmeza consiga em breve por em
ordem a escripturaco dessa nutria, to atrasada e
to barulhada, apezar dos visitadores perpetuos
que linba o bispado, os quaes quasi todos os annos
sahiam a' visita, e nada achavam que reprehender
nem qae reformar.
mandante do corpo de polica.
Ignacio Amonio de Paulo Machado.Concedo
dez dias ds licenca para o fim que requer o sup-
Diicaote.
Joaqun) Mara de Carvalho.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria da fazenda.
Jos Vicente de Lima e Jos do Reg Mello.In-
deferido por nao ser legal o que requereram os
supplicantes.
Joaquira Pedro da Cost Moreira.Satisfaca a
exigencia constante da informacao da contadoria.
Joo Joaquira de Santa Anna Remettido a as-
sociaco Protectora das Familias dos Voluntarios
da Patria para tomar em consideraco o que pede
o supplicante.
Josepha Maria da Cooceicao. A supplicante po-
de obter da Associaco Protectora da Familia dos
Voluntarios da Patria, algum auxilio pelo sacrificio
que expontaneamenle fez seu mando de allslar-se
como voluntario, de que nao pode ser hoje dispen-
sado.
Marcelina Alves da Silva.Indeferido por nao
ter provado scnco legal.
Manoel Hygino de Carvalho Couto.Informe o
Sr. commandante superior da guarda nacional do
Recife.
Tenente Manoel Perera da Silva Lias.Ioforme
o Sr. commandante superior da guarda nacional
de Saoto Anto.
Manoela Maria da Concelcao. Informe o Sr.
commandante do corpo de polica.
Manoel Jos Barbosa dos Santos.Informe o Sr.
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio de Pao-d'lho.
Major Sebasliao Antonio do Reg Barros.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Thomaz Amonio de Paula Madureira.Concedo
dez das de licenca para o fim qu requer.
pies, apresentando se os reos dentro do prazo de 3
raezs, contados da publicacao do presente decreto ,. Quant0 ao,s assen,os 1ue. V. Rvma. achou nos
era cada urna das comarcas'do imperio, incluindo-,llvros competentes, sera ass.gnatura, eu o aotoriso
do-se tambera neste Indulto os que j esliverem Para os asslnar lodos> declara"d? aos raesmo? '"
sentenciados e para sentenciar. vrs <"e .os "H a fl- fo-r-m P01* m,n"a
Angelo Muniz da Silva Ferraz, do meu conse-1 "^'finados por V. Rvma., visto ter-se ave-
Iho, senador do imperio, ministro e secretario de, ri&uado serem verdadeiros.
estado dos negocios da guerra, assim o tenha en-: Fic0 cerl0 de que y. Rvma. apezar do trabalho
. i da administraco parochial e da enfadonha reorga-
nisacao da escripturaco antiga, se applica igual-
1865, 44 da independoncia e do Imperio. menle a- obra de reedificacao da malriz, coadjuva-
de S. M. o Imperador.Angelo do peIo S|._ Jos Norberto Casado Lima e outros
1 prestrnosos parochianos que todos procuran) con-
Hotivo pelo qual'fei demittido a 17 de abril deste
anno o 2." snpplenle do subdelegado de polica
do Santo Anlo tiuilhermino Paos Barrete a bem
do servico publico.
Copia.2." Seceso. -Palacio do governo de Per-
nambuco tO de agosto de 1860.-0 presidente da
provincia resolve demittiro alferes da 4* compa-
nhia do corpo de polica Guilhermino Paes Barreto,
por assim convlr ao servico publico. Ambrosio
Leitao da Cunha.
Conforme.Antontb Leite de Ptnho.
Com a rubrica
Muniz aa Silva Ferraz.
Antonio Borges Leal Castello-Branco.
DE
OVEREO DO DISPADO
u PERN MBITO.
SEDE VACANTE
Expediente do dia 20 de junho.
Offlcio ao vigario do Rio Formozo.Em offlcio
de 30 do prximo passado me expoe V. Revma. a ^"^m^ora Vcauteifa
correr para a reparaco e aceio da sua matriz.
Dito ao mesmo.Pelo seu offlcio de 26 do pr-
ximo passado fico sciente de haver V. Rvma. com
autorlsaeo minha, procedido a' bencao da primeira
pedra da capella que se comecou a constrnir no
engenho Pirangi, dedicada ao glorioso Padre Santo
Antonio.
Dito ao padre.. .Informe V. Rvma. com toda a
prudencia e circumspecco sobre o contedo do
offlcio que por copia lhe envi. Cumpre que pro-
em nm caso to raelin-
duvida em que se acha, acerca dai administracao do sacramento da extrema-uncac: do vida suscita-1 menor 0SteBla5ao, e s guiado pela caridade e pelo
da pela leitura da obra do abbade Guillois (hxpli-d dever de minlslr0 de Christo, nicamente inleres-
cacao de cathecismo). Este autor, citando urna de- sad0 no bem das a|mas e na sua ga|VaQao
claracao da sagrada congregado dos ritos de 2tJ e(erijai
de Janeiro de 1606, que prohibe expressamente;
conduzir solemnemente com sobrepeliz e luzes o Dia 23
oleo sanio para a extrema-uncao dos enfermos, diz
que em caza destes, que o sacerdote deve tomar
a sobrepeliz e a estola ; e como nesta diocese se
pratica o conlr rio, pois qne o parocho, tendo de
administrar esse Sacramento, sahe da matriz reves-
tido de roquette e estela, e acompanhado por urna
pessoa que conduz urna lanterna accza, agoa
benta e etc., deseja V. Revma. saber, para desen-
cargo da sua coosciencia, qual das duas pratica
deve seguir.
Declaro-lhe em resposta que, variando a disci-
plina particular nas diversas dioceses da christan-
dade conforme as circumstancias e necessidades
especiaes de cada urna dellas, e nao sendo licito ao
clero mudar ou transgredir a que se acha estabe-
lecida na sua diocese, deve V. Revma. conformar-
se com a pratica entre nos seguida na admioistra-
Co do Sacramento da extrema nnco, isto deve
sahir da matriz nao s revestido de roquette e es-
tola roxa, por que assim o determina expressa-
mente a constituicjio diocesana em o n. 198, seno
tambera acoaipanbado de urna lanterna accza, o
que, se bem nao seja expressamente autorisado
pela referida consiituieio, todava o tem sido pela
longa pratica : pratica que mu consentanea
com a reverencia devida ao oleo sagrado : pratica
que muito conveniente, mormente nas parochias
do campo, onde nao fcil encontrar em casa dos
enfermos lates decentes para a admlnistrago des-
se Sacramento : pratica que, pela sua diuturnida-
de o-consenso tcito dos prelados, deve considerar-
Offlcio ao vigario do RioFormoso.Pelo offlcio
de V. Rvma. datado de 10 do corrente, fico certo
de estar V. Rvma. trabalhando por organisar urna
estatistica circunstanciada dessa freguezia, e de
nao poder camprir ja' o que ordenei na minha
circnlar de 22 de abril ullimo.
Pode V. Rvma. demorar-se o tempo que rasoa-
velmente lhe for necessario, pois prefiro Informa-
Cees exactas e minuciosas, embora colhidas com
mais demora, do qae um trabalho apressado e in-
completo, que de pouco me possa servir, como le-
nho recebido de alguns Rvds. parochos, posto que
poucos sejam os que teem cabido nesta falta, e
sendo antes para louvar o grande numero dos que
se teem esraeado por coadjuvar-rae na forraaco
da estatistica.
Dito ao coadjutor pro-parocho de Maranguape. -
Tenho presente o seu offlcio de 17 do orrente em
que V. Rvma. me pede licenca para vir preparar-
se para o concurso, cujos editaos vo em breve
ser afflxados, e em resposta tenho a dizer-lhe que
nenhuma duvida tere! em conceder-lbe licenca
para sahir dessa freguezia e vir ao concurso, com
tanto que deixe na regencia della um sacerdote
idneo, aflra de qae nao soffram os parochianos
com a ausencia de V. Rvma. Urna vez proposto
por V. Rvma. qnem o deve substituir, serei soilici-
to em conceder-lhe a minba approvaco, afim de
, que V. Rvma. possa ento retirar-se.
i
fl
J.I
i
I
t&!.i*
HHBHMHnDHMlMmara
.SiUilfe'SC-'WiS'S
?Je mBH rsiSKt^-sMi^fciS*.^^
!slK'fe*
SftMI





^-^r^--

filarla fle Pemiiibiico ... -fer^a Ir ir* t d Jnnho de i 6*5
IHTERIOR.
RIO DE J.4XE1RO
SbflhDO.
Discurso pronunciado pelo Sr. iscllieiro jos Ma-
ra da Silva l'aranhos, en 8 do tortate, expli-
cando seu procedineulo no Kio da Prata.
dz*r*e Nao elastes -eomo devlcls a dignidade
do lrcperio. '
Seguio, portanto, os. diclames de sua cousciencia
Mo moslroo rancor para con os vencidos; mas
arculou no art. 1* quanto se pudessa razoavel-
mente exigir. Nao poda passar-lhe pela mente
(e anda hoje nao o comprebende) quo o governo
imperial puzesse em duvda que o art. Ia compre-
tiende os neniados de Muoz e ouiros 1
Com effeito nio reflecte o governo imperial, que,
quando considera essas c ncessSes como favores
do geral Flores, compromette a caasa que qu*r
(Conclusao.
Depois da demissao do orador, escreveu o nobrej prender, mais do que a orador T (Apoiados.)
ex-iuinistro dos negocios estrangeiros um despach 0 ar, 2o n0 eomprehende taes tactos, o ge
reservado para ser hdo pelo nosso cnsul em Mon-^ nera| pires, applicando a cites aquello artigo, at*
-I^s!0 *OVfirno4* repblica, explicando essa la a sua pa|avra para com os vencidos, e sto sen-
do cmplice o Brasil, que garente do ajaste 1
dentaste.
Nao analysar por oraesse despacho -, trar a res-
posta que o governo Ta repblica deu, para mos
trar que na opiaio desse governo o art. i" do con-
venio applicavel a Muoz, nao por vontade s-
mente do mesmo governo, mas por torca da leira
e espirito daqoelle artigo.
Eis a resposta :
Ministerio de relacdes exteriores:Montevi-j
do, em 14 de marco de 1865".O abaixoassigna
do, ministro e secretario de estado no departamen
Que desespero de causa, que Induz a estes subter-
fugios 1 que induz a dizer que o general Flores
falta a verdade qnando assegura ao governo im-
perial, que o art. 2 applicavel queltes factos
pela sua letra e pelo seu espirito I
Nao reflecte o governo imperial que assim ttrl-
bue ao general flores urna perfidia, nao so para
com os vencidos, como para cora o digno pairiota
Villalba ; e isto so para ser agradavel ao governo
imperial, que nada exigi, porque, demiltindo o
ao senado romano a paz ou a troea dos prislonei- nal, ladependente de qualquer exigencia do gorer- pois de vencido ? Qno maior humilhaco de que a
ros. Os principios da poltica romana repelliara a, no imperial fondada no art. 2 do convenio, julgoo .desses horneas ? Virara cahir do podar o-seu par-
proposta ; mas o senado, attendendo i importancia conveniente reclamar mais alguma .cousa desde tido,'virara cahir o goveroo que sustentavara, es-
do prisioneiro que Ihe falla, recorda-se de seus he- logo. to eomendo o p3o do exilio, perderara todas as
roicos servigos, vaeilla, e quer ouvr a opiniao do Havia estipulado que aquella demonstrago de vantagens de suas posiges.; e nao isto bastante
proprio Regulo. Esquecendo-se da-que ge tratava i amizade e honra a bandeira do Brasil se faria pe-'escarment para que nao se atrevam provocar
de sua propria causa, o Romano sustenla que nao rante os exercltos brasileiro e oriental, sendo ella outra vez o Brasil ?
se deve annoir s proposigoos He Carthago. Ose- arvorada per um dos mais bravos chees doejw-j Demais, em Montevideo, como em Paysandu',
nado *ssim o decide, querendo, porm, que Regulo, cito libertador. Este ceremonial alo pode ser levado I nao eramos victoriosos smenle pelos nossos es-
tique em Roma. Este nao cede, abraga sua me-a effeito,'por que, sendo declarada*paz, aquartela-' forgos ; eramosalllados do general Flores, e. se
lher> seus fllhosj e va-entregar-se sos Carthagine- da orna brigada nossa em Montetjdo, alli ja Que-j nao por humanidade,era de boa politicaquelivesse-
res, probidade, Imltam-o, e condemnam o Ilustre pri- nossa legaeo ; todava o nosso almirante, apeear' que fossemos generoso como elle era, para nao
sioneiro a nm snppllcto horroroso. de suspenso o bloquelo, emenden que nlo devia' lhe tirarmos a ferca moral de que careca para
A historia apresenta estes factos como grandes communicar cora a trra, antes que fosse. dada a'sustentar-se na presidencia daquelle estado.
rasgos de grandeza moral do hornero ; mas ore-salva bandeira brasileira. Manifestndome He Ignora o governo Imperial a historia da repu-
esto seo pnsamenio, de accordo eomigo, e mnw-! blica Oriental ? nio sabe que o partido colorado
diadamente o general Plores expedio um decre-'
to mandando que a fortaleza de S. Jos recebesse
artilhana e dsse a salva nossa bandeira. Desde
-------------- .. cw .. i j iuiuviiui, ijv u cauta vai*iu, uvi Uttvj. uv-iunuuui' v
to de relagoes exteriores da Repblica Oriental do orador, fez essa imputaco ao convenio, porm nao
Uruguay, tem a honra de dirigirse a S. Exc. o Sr.
ministro e secretario de estado dos negocios es-
traogeiros de S. M. o Imperador de Brasil, para
manifeslar-lhe, de ordem de S. Exc. o Sr. gover-
oador provisorio da repblica, que, vista da no
ta reservada de S. Exc. o Sr. ministro, de que Ihq
deu conhecimenlo o Sr. cnsul geral do imperio
relativa exoneracao do Sr. conselheiro Paraahoi
4a missao que lhe estava confiada, o governo da
repblica lamenta esse fado, que lhe causn um
sincero pezar, mas o respeita, sem permittir-s;
formar o mais insignificante juizo, porque talvr:
informaeoes, at certo ponto equivocadas, lhe te-
nham podido dar origem.
t De certo, o Sr. conselheiro Paranhos, a qnen
por seu leal e acertado procedimento esto gratis
o governo e todo o paiz, nao faz outra cousa mais
do que cumplir fielmente a misso de que eslava
encarregarto, tendo sempre por norte os interesse ,
o decoro e a dignidade da nago brasileira.
t Verificado o rendimento da praca de Montev -
do, os termos da capitulago talvez nao teuharji
sido sulBcientemente apreciados No seu art. i
deve o giverno impprial ver a mais plena garanta
de que os seus direitos e os deveres do governo
oriental esto perfeifamente resalvados, pois que
se deixa accao da jusliga o conhecimento dos cri-
mes civis ou polticos em que tenham podido in-
correr os individuos a que elle se refere.
t O governo provisorio, de accordo nao s co
as manrfestaeoes e desejos do Sr. conselheiro P
ranhos mas "tambem com os seus propnos e es-
pontneos compromissos expressados na coinmuni-
cac.au que com data de 28 de Janeiro dirigi ao Sr.
conselheiro Paranhos, e alm disso com o estipu-
lado as clausulas secretas da capitulacao a res-
peito dos insultos irrogados ao Imperio pelo desa-
cato bandeira brasileira e a respeitodos tratados
existentes entre ambos os paizes, ja havia exped-
do ordns para que a pessoa de D. Bazilio Munojz
fosse conduzida a esta cidade, debaixo de guarda,
aflm de ser subirettido a jul?amento pelo proce-
dimento qne leve em suas correras, procedimento
que, embora se vencasse em territorio brasileiro^
fra, portanto, da jurisdiego da repblica, desoja
Bao obstante o govrrno provisorio ver esclarecido
afim de tornar effeclivo o castigo que possa mere-
cer, justificados os actos vandalinos que lhe sao
imputados, e, com data de 12 do correnle, renovou
aquellas ordens, atientas as justas reclamgoes db
Sr. conselheiro Pan nhos, a quem se fez saber issj
mesmo, iransmiuindo-se em seguida ao Sr. cons
geral do imperio para seu conbecimento.
t No proposito, pois,-de que o governo imperi
possa lee um conhecimenlo exacto de todos esle
factos e urna explicago conveniente da aciualid
de era suas relagoes e compromissos para com
imperio, que lhe faga apreciar em toda a sua jusl
tica o procedimento do Sr. conselheiro Paranhos,
os propsitos do governo provisorio de tornar ef-
ectivos os seus espontneos e devidos compromis-
sos, resolveu o governo provisorio enviar prxima-
mente uma misso especial junio ao governo de s.
M. Imperial, afim de que, com o exacto e cabal co-
nhecimenlo da poltica e tendencias do governo
provisorio, explique e desvanega qualquer inter-
pretago equivocada que tenna podido dar-se aos
sucec'ssos e ao estado actual dos negocios da rep-
blica em relagao ao imperio.
Este passo julga o governo provisorio que
tanto mais necessario, qnanto no estado presente
dos successos no Rio da Praia e especialmente no
que respeita a queslao paraguya, deseja sincera-
mente desvanecer toda a desinteligencia que des-
gragadamente possa surgir
Rogando a V. Exc. se sirva dar conhecimento
da prsenle nota a S. M. o Imperador, o abaixo
assignado offerece a S, Exc. as segurangas de sua
alta e distincla consideragao. Carlos de Castro.
A S. Exc. o Sr. ministro dos negocios estrangeiros
do imperio do Brasil.
A' vista desta declaragao solemne do governo
oriental, ser ainda licito contestar que o art. 2
tem applicagao a Muoz e seus sequazes ?
O nobre ex-ministro dos negocios estrangeiros,
tendo pagina 26 do seu relatorio asseverado que
os ademados de Muoz nao eslava i. comprehendi-
do no art. 2 do convenio, e articulado os outros
pontos daaecnsagao qne o governo imperial fez ao
orador, quer ainda sustenlar,conlradizendo-se a ca-
da passo, disse a pagina 27 :
Comtudo o governo imperial julgon o conve-
nio de 20 de fevereiro deficiente, por nao haver
devidamente aitendido a graves offensas, commet-
tidas no ultimo periodo da adtnlnistrago Aguirre,
taes como as inqualificaveis correras do general
Muoz e (Dronel Apparicio, que, mandados pelo
governo de Aguirre para exercer actos de vanda-
lismo contra a populago inoffensm riogranden-
se, depois de um ataque infructfero sobre a eidade
de Jaguarao, commelleram em suas immediago>s
os mais horrorosos attentados, e insulto a bandei-
ra nacional ; e o inslito procedimento dos prisio-
neros de Paysandu, que sob palavra de honra,
posto em liberdade por um acto generoso do chele
brasileiro, recolhendo-se a Montevideo empunha-
ram de novo as armas contra o imperio.
a Efleitos do accordo de 20 de fevereiro.An-
nuindo o Sr. general D. Venancio Flores o supre-
mo poder da repblica, organisou logo um gabine-
te internamente destinado a dar ao convenio a mais
leal execjgao.
t O primeiro acto do governo provisorio foi con-
siderar irrito e de nenhum effeito o decreto de 13
de dezembro, qae havia condemnado s chammas
os tratados celebrados com o Brasil.
Nessa mesma occasio prohibi a exportacio
de artigos bellicos ou qualquer ouiro auxilio direc-
to ou indirecto por parte dos habitantes da rep-
blica ao governo do Paraguay.
c Restabeleceram-se os consolados brasileiros na
repblica. '.-...
< Foi dispensada a missao enviada Europa pe-
lo governo decahido do Sr. Aguirre.
Espediraoi-se as necessarias providencias pa-
ra toroar-se ellecliva a submissao dos caudilhos
Muoz e Apparicio, e a averiguago dos factos de
que sao elles e outros sceleralos aecusados para
seren processados administrativa e judicialmente.
Mandou se igualmente f-yndicar, para o mes-
mo fim, do insulto feito por Susviela, Palomeque e
ontros bandeira brasileira.
Quanto aos caudilhos Muoz e Apparicio, fi-
zeram se logo effectivas aquellas providencias, ten
do se elles submellido e deposlo as armas; resta-
belecendo se assim completamente a paz na rep-
blica.
Eis aqu os attentados de Muoz sujeitos ao
art. 2 e o governo oriental procurando puni-los.
E estas informagoes do.nobre ex-ministro no seu
relatorio sao tiradas dos' offlcios do orador, porque
o importante qae o governo imperial demitlio o
orador em 3 de mareo, por emergar perigo na
sua cunlinuaco na direegao de nossos negocios
diplomticos no Rio da Prata ; porm nao se apres-
sou em mandar-liie a demissao, deixou que dipl-
mala lao pengoso ficasse comprometiendo a digni-
dade e os interesses do Brasil, e foi recebando os'
seus offlcios e servindo-se del les 1
O convenio, pois la se tornando excellente
pois da demissao do negociador. .
O Sr Rodrigues Silva : Apoiado.
O Sr. Paramios : .. .e dando todo qnnt o
fez reclamago alguma
Se o convenio de 20 de fevereiro sacriflcou a
! dignidade nacional, esqueceu Intere sses essenciaes,
i depois de lanos sacrificios, porque nao leve o go-
j verno imperial a coragem desua convegao (apoia-
idos), porque o acceitou ? quem o obrigou a sso ?
! Tinha o orador poderes que lornassem o seu acto
independenle da approvago do governo imperial?
Nao ;.a sua negociagao devia *er considerada mi
referndam, desde que os seus pleous poderes nao-
eicluiaui o direito que tinha o governo imperial
de approvar ou rejeitar o estipulado pelo seu mi-
nistro.
Cora a demissao do orador quiz o governo im-
perial mostrar o seu desagrado pelo convenio, no
qual considerava quebra da dignid de nacional e
de interesses Isgilimos do paiz 1 Eniao porque nao
falln ao governo da repblica uma linguagem
seria, como de quem est ferido em sua dignidade?
(Apoiados.) O seu despacho reservado o que era
senao medo ? Quera desvanecer a impressao da
demissao dada ao orador e ento apressou-se a
mandar dizer pelo cnsul geral : tNo se inquie-
tein ; o negociador foi demiuido ; mas o acto est
acceito, e ha de ser respeitado e executado, os
seus diluios nao podera deixar de ser benficos.
Apreciamos muito o Sr. general Flores, a sua al-
lianca, e havemos de vi ver em muito b >as relagoes!
com o seu governo. E' islo o que est no des-
pacho reservado.
Nao licou s nessa nota. Era uma carta de ga-
binete, referendada pelo nobre ex-ministro dos ne-
gocios estrangeiros, em resposta A cemmumeagao
feila pelo general Flores, da organisago do novo
governo da repblica, abundara as ez.pres?oes da
maior salisfago. Podia l no imperial julgasse a dignidade do paiz compro-
metida pelo Ubnvenlo de 20 de fevereiro, que
collucou na presidencia da repblica o general
Flores ? Esia carta foi publicada em toaos os
jornaes do Rio da Prata.
O successor do orador na missao do Rio da Pra-
ta congratulou-se com o general Flores por tudo
quanto tinha resullado do convenio de 20 de feve-
reiro, declarando que nao se poda receiar desin-
telligence alguma pelas questes, que motivaram
a guerra enlre os dous paizes.
Mandou o governo imperial que o nosso minis-
tro residente em Buenos Ayres se apressasse em
dar conhecimento ao governo argentino do faci i
da demissao do orador, fallando a mesma lingua-1
gem (permitta-se-lhe o uso do termo proprio ) de !
hurailhago que havia usado para com o governo
oriental. Nao foi a linguaem de um governo of-
feadido em sna dignidade, e que tinha de exigir
alguma cousa para desagrava-la; limitou-se a
mandar dizer ao governo argentino que nao d-sV
importancia ao decreto de 3 de margo, nem a \
apreciagao que fizera do convenio de 20 de feve-
retro, porque tudo ticava na mesma, nao se per-1
tuabava a harmona existente entre os tres in-
venios.
As posiges trocaram-se singularmente depois!
de 20 de fevereiro. O Brasil era estimado, respeitado
por todos os nossos alliados, dos quaes recebia,
protestos de lealdade e gratidao. O governo ira- i
penal, querendo ser mais patriota do que o seu
delegado, trocou as posiges, e vio-se na necessi-!
dade de ser elle quem fosse fazer protestos de boa
S, lealdade e-reconhecimento ao general Flores .!
Como se zela a dignidade do Brasil I
Cr, portanto, o orador, que leve razao para di-
zer, depois de quauto tem exposlo, que s o ca-
pricho poder sustentar que o art. 2 do convenio
Dio applicavel aos alternados de Muoz. (Apon-
dos.)
O orador podia nao ter si Jo feliz na redaegao \
desse artigo, ou na interpretagao que lhe deu, de
accordo com os dous negociadores, os Srs. general
Flores e Herrera y Obes; poderi ter havido al-
guma omissSo : mas nao teri isso reparagao ?
J houve quem epresenlasse uma produegao in-
tellectual, que nao suscitasse duvidas ou nao es-
teja sujeita a ceusuras ? Quereriam os nobres ex-
raiuislros que o orador fosse iufallivel ? O que
importava era averiguar a verdadeira intelligen-
cia do artigo, e se se verificasse que era oraisso
procurar meio de reparar a omissao, mas nao
condemnar o orador sem ouvi-lo, e depois dizer :
Tudo o que se est fazendo em execuyao do con-
venio puro favor do general Flores.' Isto uma
deslealdade para cora o nosso alliado.
No tratado de Utrecht de 1713, eslipulou-se en-
tre a Franga e a Inglaterra que seria obstruido o
porto de Dunkerque, arrasando-se a fortaleza que
o defenda. J em 1715 tralava Luiz XIV de man-
dar construir outro porto igual em Mardick. Era
obvio que a condigo que acabava com o porte de
Dunkerque nao permiliia qualquer outro as mes-
mas condigoes ; mas nao (altou quem considerasse
omissinesse ponto aquello tratado e aecusasse a
lord Buhngbroke de ter deixado pas-ar essa omis-
sao por perfidia Inglaterra.
A historia, porm, lavou a reputagao desse esta-
dista de semelhante aecusagao, e a Inglaterra pro-
cedeu de outro modo : porque fez reclamar pelo
seu embaixador em Paris, o conde de Stair, a exe-
cugao fiel do tratado de 1713, e o governo francez
nao continuou na construccao do porto de Mar-
dick. Factos destes podem ser apuntados em gran-
de numero.
O So. Pimemta Bueno :Ahi esto as nossas
convengoes consulares.
O Sh. Paranhos observa que as nossas leis, a
propria consiituigo, eslo sempre dando lugar a
duvidas. Entretanto, quando o orador apresenlava
ao governo do paiz um acloque elle festejava, deu-
se-lhe uma dejnisso deshonrosa, expondo-o ao vi-
lipendio dentro e fra do paiz, se por ventura a
opiniao publica nao reagisse, como reagio, em fa-
vor da jusliga e da verdade 1
A outra aecusagao que os prisioueiros de Pay-
sandu, rendida a praga de Montevideo, feita a pa,
foram deixados em liberdade, quando elles deviam
ser punidos por terera faltado palavra que deram
de nao servir mais contra o Brasil naquella
guerra.
Admitase que esses prisioneiros houvessem da-
do a sua palavra em Paysandu, de que nao toma-
ran) mais armas contra o imperio, al ao flm da
guerra. Se esta cnnuasse, e elles cahissem ou-
tra vez as nossas maos, podiam ser fusilados se-
gundo as leis da guerra (Apoiados). Mas depois
da paz, quando ainda que quizessem oiTender-nos,
nao nos tinham offendido, porque nao houve mais
lula, o que queriam os nobres ex-ministros que se
estioulasse a respeilo desses prisioneiros ? Depois
do fangue derramado em Paysandu, quera o go-
verno imperial que elles fossem tratados com a be-
nevolencia que nos caracterisa, embora retidos at
a conclusao da guerra, e mandados enlo em paz;
mas capitulando Montevideo, sem que elles tives-
sem podido empregar suas armas contra nos, ha-
viam de ser ponidos por exigencias do governo im-
perial, depois de feita a paz?
O Sr. Penna :Istoo incoraprebensivel.
O Sr. Paranhos acredita que os factos de Egas
Mooiz e de Marco Altillo Regul''nao sao fre-
qoentes.
j : Egas Moniz, poderoso fidalgo luzitano, vendo-se
"sitiado na praca d Guimares por Affonso VII, rei
' de Casiella e de Leo, e sendo obrigad a capitular
flcoa por fiador de que o seu principe se coaside-
raria.de futuro vassallo dacoroa Jeoneza.. O prin-
ciso ni esqaecer qae os companheiros do Egas
Mooiz nao prezaram tanto a palavra dada, que o
senado romano nao dqvidou aconselhar a Marco
Atlilio Regulo qne faltsse sua.
Em guerra os Rumanos com o Samnium, o exer-
cito romano, delxando-se sorprender em um desfl-
ladeiro, teve de capitular. Em vez de extermna-
lo, como lhe aconselhavam, o general Samnita o
fez passar por baixo das forcas candnas, e impoz-
llie a condigo de nao servir mais na guerra. O
senado nao ratificou o ajuste, e obrigou o exercito
a ir lavar a sua ignominia no sangue do inlmigo.
Napoleao, estando compromettido para com a
Europa a conservar-se tranquillo na ilha d'Elba,
n) est todo ligado, compacto, que uma fraego
nao afeigoada ao general Flores ? Se quebrasse-
, mos a forga moral do nosso alliado, o que espera-
entao, respondendo o nosso almirante a essa salva,: vames ? que essa fraego balesse palmas ao Bra-
passou a communicar com a trra. sil ?
Alm disso;'em documento que hoje j nao re-! Se o governo imperial pensasse maduramente
servado, estatuio-se qne os comprometidos nesse no desenlace de nossa questao no Rio da Prata,
Tacto, se nao sahissem espontneamente de Monte- havia de receiar que o nosse alliado, sobrado
video, seriam obrigados a isso, e efectivamente for presidencia da rapublica, se vjsse sera o auxilio dos
rara expatriados; nao podendo voltar ao Estado mais Ilustrados raembros do partido vencedor.
Oriental, senao depois de findo oprazo quefr con- Na sua presidencia de 1833 elle baria lutado cora
cordado com o nosso governo. essas difflculdades.
Este documento licou reservado a pedido Sr. Vil- Se o tornassemos odioso no seu triumpho, se lhe
langou se todava s praias da Franga, e accendeu lalba; e com effeito para que publica-lo desde logo, entregassemos ento a forga moral que, por uma
a guerra dos cera dias. se os compromettidos naquelle acontecimento eram pelitica muito previdente. soube adquirir na sua
Como queria ento o governo imperial qne os os homens mais Influentes e extremados da guar- campanha, de certo nao eocootraria os auxiliares
obscuros prisioneiros de Paysandu, ainda depois nigo da cidade, e desde o nosso triumpho tinham que encontrou quando entrou em Montevideo, e
de feita a paz, fossem punidos por lerem cedido s necessariamente de retirarse? qne hoje o ajudara na organisago constitucional
instigagoes do seu patriotismo ou fanatismo polili-1 O governo imperial a este respeito era declarou do paiz,
co ? Quem ignora o que sao as paixSes na guerra o quo quena, de maneira que estando compromet- o proprio Sr. Villalba era digno de toda a con-
civil 1 tidos nesse facto dous jovens, perguntaram ao ora- sideragao. Esse filustre cidadu oriental nao repre-
No Estado Oriental nao s eramos inimiges ex- dor se elles podiam voltar, mas nao pode responder sentava o partido vencido. Ahi eslo os fados. A
ternos, em relagao ao governo de Montevideo, como j por ignorar o pensamento do governo imperial, que sua eleigo foi devida aos moderados; havia ouiro
inimigos internos ; perqu nao nos limitamos a contentou-se com a demissao do orador, e nao cui- candidato presidencia, que representava o ele-
sustentar nossos direitos, fizemos allianga com o don mais de mandar instruegoes sobre s raeios de ment da resistencia.. Eleito o Sr. villaba. consi-
chefe da revolugao, e por consequencia tiohamos preencher-se a deficiencia do convenio. dereu-se solidario com os inimigos do imperio ?
contra nos, alm dos odios propnos de uma guerra Eis o documento a que o orador cima se refere: Nao. Sequestrouse delles, apoiou-se at no elemen-
externa, os odios muito mais violentos da guerra | c Protecollo reservado e addlcional ao de 20 de to eslrangelro ; conseguioque desembarcas-e forga
civil, esses horrores que fizeram dizer a Plutarcho, fevereiro de 1863. Reunidos SS. EEx os Srs. bri- das esquadras ingleza, franceza, italiana e hespa-
que nao ha animal feroz mais cruel do que o ho- gadeiro general D. Venancio Flores e Conselheiro nhola ; foram estas que guarneeram os estabele-
mem quandu pode saciar as suas paixoes I Esta Jos Maria da Silva Paranhos, ministro do Brasil, cimentos pblicos, a casa do governo : foi apoiado
sentenga elle a proferio ante o espectculo da ca- por uma parte, e-S. Exc. o Sr. Dr D. Manoel Her- nesse elemento que nos entreguu a praga.
bega de Cicero, exposta sobre a tribuna, que a il- reras y Obes, por outra parte, para cohejofrem os Os agentes estrangeiros, que assim se tornarara
lustre victima imraortalisra com a sua elo-, ajustes relativos ao restabelecimento da paz interna auxiliares do nosso triumpho confiaran! na pala-
quencia. j da repblica e de suas boas relagoes cora o Brasil, vra, que o orador Ihes havia dado em sua circular
Em Paysandu havlamos sido generosos at im- convieram em que fosse objeclo de um accordo re- em nomo do governo imperial de que a lula havia
prudencia, soltando todos os prlsioneirss -que po- servado a satisfagao que se exiga por parte do -
diam ir juntar-se aos nossos inimigos fortificados Brasil pelo insulto feito ao seu pavilho as vespe-
em Montevideo. Entretanto em Paysandu tinha ras desta negociago de paz e as ras de Monte-
sido agoutado um Brasileiro, correr o nosso san-
gue, a bandeira brasileira, segundo a voz publica,
servir de tapete a Leandro Gmez; sobre as suas
video, por alguns altos funecionarios da repblica.
S. Exc. o Sr. miebtro do Brasil declarou que
o referido insulto, cujos pormenores nao desejava
muralhas se vram expostas as cabecas das victi- e nao devia recordar nesta ocesio, pareca ter si-
mas que immolra aquolle inimigo feroz. Quere-' do calculado para estorvar todo temperamento ge-
ria o governo imperial que se dissesse que eramos neroso da parte do Brasil; mas que o mesmo Sr.
mais generosos durante a guerra do que depois da ministro, fazendo jusliga aos sentimentos elevados
paz ? do seu governo, se limiiava a reclamar que, alm
O genera! Flores, qno nao era nosso subordina- da demonstragu de honra e araizade que S. Exc. o arabigao pessoal, s quizera salvar o principio da
do, nem instrumento do Brasil, mas nosso alliado,: Sr. brigadeiro general D. Venancia Flores, por si e autoridade ; mas renuncio a tudo o que pego
terminar de maneira que tnjrecesse as sympatliias
das nagoes civtlisadas.
A vida do Sr. Villalba correo perigo. Elle mes-
mo o disse em documento que corre impresso. A
sua prudencia, o seu tino e sua energa nao basta-
ran) para o flm que obtivemos se elle nao tivesse
aqoelle apoio.
Ora, quando um cidadiio lo respeitavel, que
ost talvez destinado a ser um dia o presidente da-
quella repblica, se apresenta ao ministro do Bra-
sil e ao general Flores, e diz Ihes : Nao tenho
lo generoso quanto rae permillirem os raeus cora- j fossem obrigados a sahir do paiz por algum tempo sss proprios de uma guerra civil e de uma guer-
promissos com o Brasil. Talvez nao se lembrasse os autores deste triste feito. ra externa devia se tratar com menospreso to
de que o mesmo pedia Cesar a Pompeu nos cam- t Annuindo a asta proposigao S. Exc. o Sr. bri- distincto cidado, repellir to sabias propostas ?
pos da Pharsalia. Os nobres ex-ministros queriam! gadeiro general D. Venancio Flores, e lamentando1 Nao. Deviamos ser generosos at por poltica,
que o enviado do Brasil respondesse a lao elevados j S. Exc. o Sr. D. Manoel Herreras y Obes que as Attender ao futuro de nossas relagoes cora a repu-
sentimentos levando o rigor do B asil at a' pun- paixoes da guerra houvessem dado lugar a um fac- blica Oriental, conhe'cer que ellas seriam impossi-
go daquelles obscuros prisioneiros, que depois de to que elle foi dos prlmeiros a provar era sua cons- veis se tirasse'mos a forca moral ao nosso alliado,
terem sabido de Paysaud mais nenhum mal nos ciencia e em seu corago, pro. unha, nao obst fizeram! que os sentimentos de moderago do Brasil nao
E que seguranga tiveram os nobres ex-ministros {exigissem mais do que necessario para o seu des-
de que esses prisioneiros estavam era Montevideo! aggravo.
para nos fazerera a guerra? Perguntou o orador) O insulto, disse S. Exc. o Sr. D. Manoel Her-
por islo ao general Flores, e teve em resposta que rera y Obes, nao pode ser considerado como feito
a maior parte, senao todos aquelles prisioneiros, pela nago oriental; e por esta inleiramenie obli-
tinham ido para Montevideo, assim como que igno- terado com a demonstrago que offerece dar S.
rava se traiavam de nos fazer a guerra. j Exc. o Sr. brigadeiro general D. Venancio Flores,; cidos.e espera va d Brasil o mesmo procedimento.
Mas para cortar de todo esta queslao, e provar a : a exigencia nestes momentos de fazer sahir do paiz Podamos faltar a esse senlimento nobre do nosso
leviandade do nosso governo, deve o orador dizer j dous homens importautes da defeza de Montevideo, amigo e futuro alliado, o Ilustre general Mitre?
ao senado que, aquelles prisioneiros nao haviam pode levantar resistencias que hoje nao encentra o E os agentes diplomticos estraneiro que
dado palavra de nao servir mais na guerra contra patriotismo de S. Exc. o Sr. D. Thomaz Villalba, apoiando o Sr. Villaba, tornaramse nossos 'auxi-
o Brasil. Fui autorisado pelo general Flores para fa- para conseguir a paz sem mais effuso de sangue ; nares ? que opiniao teriamos depois no conceito
zer esia declaragao. Entretanto os nobres ex-minis-j generoso como se mostra e se tem mostrado sem- das oulras nages ? a nossa campanha ficava ter-
tros levantaram esse captulo de aecusagao gara fa-i pre o governo de Sua Magestade o Imperador do minada em Montevideo ? nao se segua a carapa-
zer carga ao orador. [Brasil em suas relagoes com o Estado Oriental, es- nha cora o Paraguay ? nao precisbamos, portanto
OSr. Das Vieira :Tivemos communicagao do pera que o digno representante do Brasil desistir das sympathias dos povos do Prata ? das ympa-
Sr. visconde de Tamandar. da segunda parte da sua exigencia, que demais se-; ihias dos estrangeiros alli residentes ? Como, em
ra satisfeita pela ordem natural dos aconlecimentos; taes circumstancias, adoptar uma poltica mesqui-
que se vo desenvolver: as pessoas comproraelti- nha, rancorosa ?...
das nesse feito, e com ellas outras que mais devem Diro os nobres ex-ministros entre si que todo
partido vencido.
Deviamos ainda ser generoso?, em attengo ao
governo argentino, amigo prestante do Brasil, que
em teda a campanha nos havia dado o seu concur-
so moral, e que podia anda tornar-se, como se tor-
nou, nosso alliado contra o Paraguay. Elle nos ha
via offerecido exemplos de moderago com os ven-
0 Sr. conde de Villle, presidente do nosso
conselho do ministros, e ministro e secretario de
estado das finangas, Oca encarregado interina-
mente do ministerio 'dps negocios estrangeiros
em subsiitoigao do Sr. visconde de Chateaubri-
and >
A trma, disse Chateaubriand, nem mesmo
disslmulava a brutalidade da destitnigo. Era
disse elle, despedi-lo como a nm lacaio que hou-
vesse furtado o relogio do re sobre a mesa de charoin.
Vozes : Muito bem I
O Sb. Prameos um pygrao em presen-
ca do grande vulto do jllustre aotor do Genio do
Christianitmo; mas assim como elle, qnando aecu-
sado as cmaras de ter sacrificado a dignidade
da Franga, pode o orador dizer aos nobres ex-mi-
nlstros e aos que pensara romo SS. EExc: c Con-
cedo-vos toda superioridade: o qne nao vos con-
cedo que sejais melhor brasileiro do que eu.
(Apoiados.) Nao tem a importancia poltica que
leve Chateaubriand ; mas pode como elle dizer que
nao den, nem dar a nragnem o direito de trata-lo
como nm lacaio. (Muito bem I)
Pensavam talvez os nobres ex-ministros que
deprimiam para sempre o orador no conceito dos
seus compatriotas. Enganaram-se completamente.
O resultado foi totalmente opposto (apoiados), o
acto dos nobres ex-ministros elevou o orador, como
nao mereca, no conceilo geral de nacionaes e es-
trangeiros, de modo que pode hoje dizer com des-
vanecimento que a demissao que recebeu dos no-
bres ex-ministros foi para o orador muito mais
honrosa do que a nomeago. (Apoiados. Muito
bem I)
Digam SS. EExc. o qne Ihes parecer sobre o
convenio de 20 de fevereiro. Nao bao de com isso
tirar o orador a grata consolago de que com esse
desenlace salvon-se a vida de 2,000 brasileiros,
evitou se a ruina e devatago de uma capital
importante, captando-se assim as sympathias ge-
raes do Rio da Pr.ta para o Brasil. (Apoia-
dos. )
O Sr. Pimenta Bueno : E os louvores da Eu-
ropa.
O Sr. Pahakhos neste resultado encontraso-
beja compensago do dezar que quiz langar-lhe o
gabinete transacto.
Pode portanto hoje o orador, e o farla mesmo
antes que a cmara dos Srs. deputados applicasse
aos nobres ex-ministros a pena de taliao, pedir a
Dos que nao volte algum dia contra os autores do
decreto de 3 de margo a arma da indignago po-
pular que elles procuraran) manejar contra o ora-
dor. (Muito bem I Muito bem I
(O orador felicitado por muilos Srs. senado-
res.)
PERNANiUCO.
O Sr. Paranhos julga preciso ver os termos des-
sa communicagao, e se o nosso almirante assim in-
formou, equivocou-se, dando talvez lugar ao equi-
accordo com o general Flores, que convinba deixar
ir sem Oendico todos os prisioneiros, menos as
pracs de pret. Foi o que succedu.
A terceira e ultima aecusagao de deficiencia, fei-
ta ao convenio de O do fevereire, refere-se ao fac-
to da bandeira, que acontecen depois de 9 de feve-
reiro, dentro da praga bloqueada e sitiada, mas at
hoje ainda nao se apresentou uma informago exac-
ta delle; o que se pode exhibir apenas um jornal,
O Paiz, que exagerava tudo para provocar a guer-
ra por todos os modos.
Conclue-se do que expoz o jornal blanco que
Susviela, o general Lamas e outros individuos tira-
ram de uma loja um panno com as cores brasilei-
ras, e o arrastarara pelas ras, tira ura facto prati-
cado na agona de ura inimigo impotente contra
nos, que degradou os que o praticaram, em nada
prejudicou o Brasil, e s inspirou asco a todas as
pessoas qualificadas.
Entretanto pelo art. 2 do convenio o governo im-
perial tinha seguranca de obter satisfaga se qui-
zes*e exigi-la por aq'uelle insulto; o orador estava
seguro disto, posto que nao gasse a esse facto a
importancia que se lhe quiz dar.
O orador vio a nossa posigo debaixo de ponto de
vista mu difireme. Tinhamos fe I lo cahir o parti-
do e o governo que nos era adverso, concorrido pa-
ra que subisse ao poder supremo da repblica o
nosso alliado, bombardeado e tomado a 2* cidade
da repblica ; da noite para o dia o Estado Orien-
tal, de nosso inimigo, alliado do Paraguay contra
nos, havia passado a alliado do Brasil contra o Pa-
raguay; as nossas reclamgoes que haviam motiva-
do a guerra estavam garantidas; assim acreditava
que o governo imperial podia ser generoso e gran-
de sem quebra de dignidade. (Apoiados.)
consideragSes de S. Exc. o Sr. D. Manoel Herrera recommendar aos seus delegados as provincias
y Obes, e para condescender tambera com outras que feslejassem o facto honroso. .
proprias dos sentimentos conciliadores de S. Exc. O Sr. Furtado :Nao fizemos isto.
oSr. brigadeiro general D. Venancio Flores, con-' o Sr. Paranhos;... romtanto que excluis-
veio em que ficasse convencionado que, os mais sem dos applansos o negociador.
compromettidos ho referido desacato bandeira Os proprios nobres ex-ministros disseram ao
brasileira seriam obrigados a sahir temperariamen- Diario do nio, quando lgicamente pedia a demis-
te da repblica, se o nao fizessem espontamente ao sao do ministerio : t Nao ; o acto nao foi pouco
lempo de proclamar-se a paz. honroso. E fizeram mais : acompanharam o mo-
t Sendo aceita esta proposta de Exc. o Sr. mi- narcha e foram render gragas dvindade por um
nistro do Brasil, deu-se por Onda a conferencia, da deselance que exigir a demis ao de negociador I
qual lavrou-se o presente protocollo em tres exera- E depois de tudo isto prelendeu-se que a dems-
plares, que vo assignados pelos tres negociadores, sao do orador foi devida, nao ao gabinete, mas
_Feilo na villa da nio, aos 20de fevereiro de vontade irresponsavel. A noticia foi adrede espa-
1863. I ihada na corte, e circulou em Montevideo e no Rio
A opiniao do nosso almirante, se bem me record, da Prata. Os nobres ex-ministros nao de desmen-
era que esses homens nao s fossem expatriados, lircom o orador este boato...
mas tambem destituidos. Julgou, porm, o orador O Sr. Furtado :Enlo para que o trouxe
que at novas ordens do governo imperial devia ; discusso ? O gabinete de 31 de agosto nao preci-
contentar se com a' demonstrago de honra e res-
peito bandeira brasileira e a expatriago desses
homens.
O Sn. Furtado : Se nao havia insulto esse
acto era uma iniquidade.
O Sr. Paranhos diz que houve intento de offen-
der-nos era nossos brios.
O Sr. Furtado : Ento o panno .cora cores
sempre alguma cousa.
O Sr. Paranhos observa que, pintado como
sa desculpar-se com a vontade irresponsavel.
O Sr. Paranhos diz que trouxe este boato para
protestar contra, e explicar como o facto de sua
demissao passeu.
Pouco mais ou menos as cousas passarara co-
mo certa oceurrencia que se den entre Bossuet e
Fenlon.
Bossuet tornon-se cioso da reputagao de Fene-
! Ion, o preceptor do d uque de Bourgogne. Elle
foi' exigi que Fenelon condemnasse Mine, de Guyon
esse fado cora cores exageradas o resentida api-1 pelo mysiicismo religioso.
pulagao, nao se podia di-pensar una salisfago.! O arcibispo de Cambral escreveu um livro
Aquelles individuos tinham procedido com inien- Mxima dos santos, obra em que elle julgou rec-
go de insultar-nos e, pois, havia o direilo de exi- tincar tudo o que se censurava sua amiga, cojo
gir satisfagao. Ella foi, pois, exigida e deu se, espirito lhe mereca grande aprego.
tanto mais que o nosso almirante a julgava indis- O livro de Fenelofihfoi aecusado tambera de he-
pensavel, e o orador devia attender a influencia jresias. O rei fallou sobre esse livro a Bossuet,
Inclina-se dianle do symbolo sagrado de nossa que podenam ter as comraunicagoes ao governo cuja reputagao e luzes elle re-peilava. Este lan-
nacionalidade; raas para que baratear o carcter sobre este assumplo. gandose aos joelhos do principe, pediolhe prdu
que elle tem? Lm panno cora as cores de qualquer No que nao concordou foi em exigir Unto como de nao o ter prevenido mais cedo da fatal heresia
nago nao a bandeira desta. O insulto nao tinha elle entenda que se devia exigir ; porque pare-! do arcebispo de Cambrai. E este soffreu a con-
sido feito bandeira brasileira. | ceu lhe que o representante do Brasil nao devia; demnago do seu livro, cahio da graga do rei ea
Acha incontestavel a doutrina sustentada pelo: exigir, sem provas, sem julgamento, a demissao de sua obra foi condemnada pelo papa,
conselho federal da Suissa em 1861 em discusso | um membro vitalicio de um tribunal da repblica, i E' possivel que as vozes dessa indignago popu-
com Sr. Turgot, embaixad-.r francez, a proposito' e a de um general, cuja patente tambem n) pode lar, artificialmente creada e promovida, chegassem
de insultos fetos bandeira da Franga em um bar- ser tirada senao m virtude de uma sentenga. aos ouvidos do monarcha; qne este ouvisse os
co que navegava no lago de Genebra, e por occa- O Brasil, interessado na manutengo da ordem seus ministros sobre as aecusagoes qne :e fazlam
sio da inaugurago do caminho de ferro de Liou. constitucional no estado oriental, nao podia fazer ao convenio ; que os sete AmphytnSes que com-
semelhnte exigencia ; e demais, o orador nao ti-; punhj o gabinete de 31 do agosto pedissem tem-
nba intruegoes expressas, estava sempre sob o po para reflectir, e depois ouvindo o seu conselho
perigo de exigir demasiado. I privado, no Rio Comprido, voltassera muito peza-
O Diario Oflicial disse, quando publicou a de- rosos...
misso do orador, que a satisfagao que o Brasil I O Sn. Das Vieira : Nao ro preciso tanto,
devia exigir era a expatriago dos homens do go-! O Sr. Paranhos : ... para declarar ao mo-
verno de Aguirre, dos chefes do partido blanco, narcha que as aecusagoes eram proredentesje lera-
urna expatriago em massa Que poltica myope e brarem euto que havia um meio fcil e prompto
mesquinha I O Brasil querendo o ostracismo de de fazer aplacar a indignago publica, isto, ap-
lodos os chefes daquelle partido I Smente nos provar a obra e demittir o negociador. E assim
compreheodemos o que justo I Smente nos se fez. E desde enlo licou tudo salvo e cessou a
temos patriotismo I aos nossos inimigos havemos indignago popular. (Muito bem I)
de negar tudo I elles s tem instinct03 ferozes, pai- Nao ha exemplo de uma demissao como a que
xes condemnaveis I Onde se viosemethante modo foi dada ao orador pelo ministerio de 31 de agosto:
de resolver conflictos internacionaes ? Que poltica o nico facto anlogo foi o da demissao de Cha
era essa, que, depois de to grande victoria, que- teaubriand em 1824.
ra apresenlar o Brasil em guerra, pao com o go- i No congresso de Verona havia elle, como aoxi-
verno de Montevideo, mas com o partido blanco liar do duque de Montmorency, sustentado a in-
0 governo imperial queria uma paz ephemera' lervengo europea na queslao da Hespanha pela
ou permanente? Os nossos inimigos estavam humi- revolugao de 1820. Ctiaraado depois ao minisle-
Ihados ; o nosso alliado na presidencia da repuhli-' rio, tomou Chateaubriand a peito fazer passar as
ca ; e nao haviamos de ter alguma generosidade cmaras a mtervengo aa Hespanha, o que conse-
cora os vencidos I i guio levar a effeito.
No seu relatorio disse o nobre ex-ministro dos Queria elle dar gloria militar ao pavilho dos
negocios estrangeiros : c Posso boje annunciar-vos Bourbons, inspirar ao rei cohrianga no exercito e
, que esto restabelecidas as boas relagges com a I igar o exercito ao rei pela fidelidade. Com essas
deral, senao como um objeclo de ornato, escolhido repblica Oriental. Fomos enrgicos; mas fomos vistas desenvolveu a maior energia e intelligencia
para tal flm pelas pessoas que os arvoram, tendo di-, tambera moderados e humanos. Se vessem sido | A intervencao armada da Franca teve lugar e foi
reito ao mesmo respeito que toda propnedade par- seguidos os conselhos do Diario Oficial poderia gem succedrda : mas Chateaubriand nao devia
ticular, mas a que se nao poderia conceder um ca- i S. Exc. escrever essas palvras I bozar por muito tempo do seu triumpho. A poli-
oualtribmr uma representa- (No estado Oriental deviamos sr moderados e jiea interior, ou antes rivalidades pessoas devitm
Eis a resposta do conselho lederal:
f Assim como uma sociedadeou particular qml-
quer nao pode ter a pretengo de represenlar sua
nacionalidade em paiz estrangeiro, assim tambem
um pavilho arvorado por individuos que nao tem
carcter publico nao pode pretender o respeito con-
cedido, seguado os principios do direito internacio-
nal, ao pavilho de ura personagem revestido de
carcter ufilcial, respeito a que a Suissa jamis ral-
lar.
i Ha, pois,_evidentemente razao para estabelecer
nma distiocgo entre a bandeira que nao pode pre-
tender o caracler da represeotago de uraa nacio-
nalidade estrangeira e o pavilho de pessoa oflicial
que tem a ralsso e a honra de representar sua na-
cionalidade.
E sobre o inicidente occorrido na inaugurago do
caminho de ferro:
< Mas, suppondo mesmo que uma bandeira com
as cores francezas tivesse sido arrancada da loco-
motiva, o conselho federal nao poderia ver ahi um
caso proprio a provocar uma intervengo diplom-
tica. O conselho federal nao pode considerar os pa-
vilhes estrangeiros arvorados sobre o territorio
suisso por particulares, sociedades ou reunioes de
pessoas sera carcter oflicial e sem autorisago fe
governo imperial desejava, e islo por obra du Es- ciptf^'ortuguez nocunprio ess palavra, e Egas
pirilo Santo, porque em Montevideo ainda nao se Moniz, descalco, com um barago ao pescogo, foi en-
sabia do sen desagrado. Iregar-se Affonso Ilf, que soube apreciar tanto
Achava o orador grande difflcnldade no ajaste herosmo, para resgatar cora a morte a sua palavra
da entrega de Montevideo. Baldo de instruegoes nunca ti anida, embora houvessem esquecido a sua |
do governo imperial, se o orador exigisse muito, o varoes qne com eJle haviam tambem fieado de
expunha-se a que sedissese : i Deslustrastes a fiadores e o principe prtuguez.
victoria do Brasil, flesconfiecesies os nossos seo- Mareo Altili Regalo, vencida e ^rsoneiro los
tmenlos generosos.* te ezrgfsse menos, poderia Carihagieze?, foi por elles incumbido de propor
meter internacional,
gao da tago que usa dessas crps. b generosos por humanidade e por poltica.
Nao foi .a bandeira brasileira insultada as ras Por humanidade porque eslavamos vencedores,
de Montevideo aquillo fot orna forma grosselra de tinhamos obtido um iriumpho esplendido, sem
que se serviram os facciosos de Montevideo para mais sacrificio de sangue.
augmentar o furor de seus instrumentos cegos.
Mas o orador sabia qu e eolbusiasno nao vive
4a raciocinio, vive do senlimento e da f.' Desde
que o nosso almirante mostrou se muito resentido
daquelle facto e reclamara usa satisfagao especial,
o orador, nao obstante ja ter ajustado com o gene-
Nao entramos em Montevideo pisando ruinas e
cadveres ; entramos cbenos de flores, cora as
sympathias de todas as nagoes.
O governo imperial nao poda querer toroar-se
irreconciliavel com um partido. Nos vai-vens da
poltica esse partido pode e ha de tornar ao po-
ra! Flores qua em satisfagao- se dara uma deraons- jder ; e ento o que" haviaaos de esperar delle,
trago e onra e araizade nossa bandeira naci- qnaodo o libamos querido eiterrainar ainda de
trazer logo a sua destituigo.
Era 6 de junho de 1824 elle entrava as Tulhe
rias, quando se lhe disse que j nao era ministro.
A seguinte caria, escripia pelo Sr.de Villle, pre-
sidente do conselho, lhe annunciava esta noticia :
t -Sr. visconde. Obedeco as ordens do rei
transmittrado Immediataraente a V. Exc. orna or-
denanza que SuaMagestade acaba de assignar...
Tenho a honra, etc. *
Eis a ordenanga :
Loiz, por graga de eos, ele. Temos ordenado e
ordenamos o seguale:
REVEST DiAIU.
Era lugar competente damos uma proclamagc
do Exm. Sr. presidente da provincia convocando a
nossa guarda nacional a apresentar-se, para a for-
mago do contingente com que tem esta provincia
de concorrer para o destacamento geral da mesma
guarda.
O appello de S. Exc. nao sera' estril.
A provincia que tem por maiores aquelles que,
baldos de todos os recursos da metropole, poderam
atidos apenas aos proprios estorgos expellir do solo
patrio o batavo, nao emmudecera' qan io a defen-
so do Brasil e a vinganga dos brios nacionaes re-
queren) a sua presenga cora aquelles dos seus filhos
no campo da baialha.
E ahi esta' ja uma prova nesses-, que vergando
a farda do voluntario da patria, voaram a mostrar
que no coraco do Pemambucno sobre tudo esta'
a honra.
E a guarda nacional, esta instilulgo cidadaa,
nao Acara' surda.
Nao sero precisos raeios extremos para que ella
se manifest patritica cheia, de ardor, do corra a
| sustentar com a sua galhardia a honra e nome
.brasileiro, a que a insania paraguaya procura me-
noscabar.
A guarda nacional tem urna misso muito su-
Iblime no plano da sua creago, e a guarda nacio-
nal pernambucana nao sera' a porgo que venha a
mentir a seus fins.
Nao.
Porque Pernambuco o irapoe, e o Brasil todo o
espera.
No domingo servio-se S. Exc. o Sr. Dr. Cas-
lello Branco de obsequiar a offlcialidade do Io cor-
po de voluntarios do Piauhy, que ora aqui se acha
de passagera para a corte, dando-lhes em palacio
nm sara'o. a que presidio a cordealidade propria
das alTeigoes patrias.
O acto de S. Exc. obsequiando aos seus compro-
vincianos por tal forma, revela mais que uma ci-
vilidade; chega ate a demonstrago do seu respeito
a' abnegago dos voluntarios piauhyeoses, que cor-
ren) aos reclamos da patria.
Nao sahio honlem oTocantins, devendo seguir
hoje sem falta para o sul, em consequencia do es-
tado anda molesto das pracas de voluntarios, que
elle conduz.
A companhia de seguros Indemnisadora pro-
cedeu hontem eleigo dos novos funecionarios
para o biennio de 18631866, que sao os Srs. :
Mesa da assembla geralf
Presidente, Joo Ignacio de Medeiros Reg.
Vice dito, Francisco Xavier de Oliveira.
Secretarios, 1." Candido Alfonso Moreira.
2. Candido C. Guedes Alcoforado.
Directores.
Joo da Silva Regadas.
Francisco Joo de narros.
Miguel Jos Alves
Supplentes.
Henrique Bernardes d'Oliveira.
Jos Antonio de Carvalho.
Luiz J. da Costa Amonm.
Jos Joo de Amorim.
Jos da Silva Loyo.
Q agente Olympio, hoje, em sea armazem da
ra da Cadeia n. 36, vender uma porgo de pe-
gas de madapolo avanado.
Hoje faz leilo o agente Simoes, de movis e
ferragens. e troca diversas imagens da Bahia.
Deve. ter hoje .lugar o segunda concert do
violinista portugnez Francisco Pereira da Costa,
nao tendo-se reahsadojno domingo, em consequen-
cia do tempo nao t-lo permittido.
Informam-nos que j vo reapparecendo na
praga da farinha, na ribeira de S. Jos, os amigos
atravessadore desse genero; e por Isso chamamos
a attengo do respectivo fiscal para tal abuso, que
carece de ser cortado pela raiz de modo absoluto
pelos seas effeitos deprejuizo para -a populago
consumidora.
Tem s entre nos o pianista brasileiro Herme-
negildo Listuori, o qual ainda muito crianga em
idade, j tem-se feito notavel pelo genio musical
que em si desponta vigoroso e com a fecundidade
do solo, em que vio a luz do dia.
No Rio de Janeiro e na Bahia, bem como em va-
rias cidades do Prata, onde se fez ouvir, arrancou
enthusiasticos applausos da popalago qnelhe ad-
mirou a precoce maestra; e esta devemos tambera
apreciar por nos mesmos, visto ter elle de dar al-
guns concertos nesta cidade.
O discurso que o Exm. Sr. vlgario capitular
pronuncioo por oocasio de entregar a bandeija do
2o batalhao dos noisos voluntarios da patria, e que
publicamos em nosso numero 141, carece das se-
grate* rectificagoes :
No 2o paragrapho; era lugar de fra isso ds-
conhecer a nossa coragemlela-sefra Isso des-
conhecer a nossa origem.
No flm do 3o paragrapho, em lugar de vos
conceder (propicios ventos bonangosos leia-se
vos conceder propicio ventos bonangosos.
No mel do ultimo paragrapho, em lugar de se
ler vos receber com os louros do triumpho
leia-se vos receber com as honras do trium-
pho.
Nnmeragao dos bilhetes da lotera 21' offere-
cidos pelo thesoureiro da mesma, para auxilio das
despezas da guerra :
Bilhetes ns. 602, 1498, 2301, 2604.
Meios ns. 392, 801, 1369,1783, 2191, 2897.
Quartos ns. 112, 431,7. 917,1023, 1233,1807,
2017. 2232, 2457, 2749, 2947.
Os bilhetes das loteras 11" e 20" prodoziram rs.
3135500.
Passageiros da barca brasileira Afrtcana, en-
trado do Rio Grande do Sul ;
Luiz Ferreira Salgado e D. Josephina da Silva e
3 filhos.
Passageiros da barca portaguexa S. Joao, sa-
hido para o Porto :
Francisco Jos Lopes, sua seohora e ama cunha-
da, Maria Therexa Barbosa, e Manoel Jos Fer-
nandos.
REPARTItjAO DA POLICA.
<'
BM^HhHmHhBH
shkbHHH
SSSraa3!85i


Diarlo de Fernamfiueo Terca iclra l de funho d *8'fl



dosdasJ4,,tp*e28deju-
de deteacio no da 23
Extracto das partes
nhoda 1865.
Foram recolhidos casa
do correqte :
A- ordem do Dr delegado da caplul, Simio, es-
cravo de Joaquim Gongalves da Silva, para ser con-
servpd em custodia.
A' ordem do subdelegado do Recife, Arabrozo
os, Diogenes Jos da Silva, para correcgao.
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica. Sil-
vino Baptista Ferreira Chaves, sem declaraco do
motivo e posto logo em liberdade.
A' ordem do subdelegado do Recife. Paulino
Jos o Antonio Daraio, para correcgao.
A* ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Re-
gia Mara Capitulina do Espirito Santo, alienada,
para ter destino ao hospital dos alienados ; Flix,
menor, como suspeito de ser escravo.
A' ordem do subdelegado do Recife, Jos Joa-
quim Rodrigues, para correcgao.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos de Campos
Ayres, e Mana Magdalena, larabem para correc-
gao.
A' ordem do de S. Jos, Silvestre Henriqnes de
Paiva, pjr offensas physicas-; e Luiz, es;ravo de
D. Mara de Tal, por disturbios.
Casa dr deten^ao. Movimento do dia 23 de ju-
nhode 1863 :
Existiam 342; entraram 8; sahiram 7; exis-
tem 343 a saber : nacionaes 257 ; mulheres 8;
e-trangeiros 25; mulheres 2; escravos 46 ; es-
cravas 5total 343.
Alimentaos cusa dos cofres pblicos, 134.
Movimento da enfermara do dia 23 de junbo
de 1865.
Teve alta :
Manoel Antonio da Silva.
- Dia 24
Esistiam 343 ; nlraram 3 ; sahiram 2; falleceu
1 ; existem 343 a saber : nacionaes 235 : mulhe-
res 8 ; eslrangeiros 27 ; mulheres 2 ; escravos 46
escravas 3 ;total 343.
Alimentados a cu^ta dos cofres pblicos, 140.
Movimento da enfermara do dia 26 do junbo
de 1865.
Teve alta :
Jos, escravo sentenciado. ____________
I
DtjfONAQAO DE DIA.
Assigtotftfe dia'-para julgamento das seguin-
es:
, Appelraces clvels.
Appellante, D. Joanna Mana das Dores; appel-
lado, Antonio Alves de Miranda Guimares.
Appellante, Jos Narciso Camello ; appellados,
Antonio Pereira de Freitas e outro*.
Appellante, D. Emilia Cardim Cavalcante de 011-
veira ; appellado, o preto Jos.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desembar-
gador Doria
A appellaco civel.
Appellante, Geraldo Jos ; appellado, Jos de
Mendonca Alarcao Ayola.
sando nauseas nem Incomroodos de qualidade al-' dem do dia 26
gama, produzindo sempre o sen elleito d'uma ma> |
nelra suave e completa, nao carecendo depois a as-
sistencla de qoalqner um onlro purgante : uti
como um excdeme meio' de fazer remover as
obstruccdes do ventre, mesmo no caso de nio-exis-
tlrem vermes aigons e Analmente lornam-se ellas
dignas por todos os respeitos da confinla e appro-
vaco de todos os pais de familias, os qbafes acha-
ro estas plalas elegantemente acondicionadas den-
tro de frasquinhos de cryslal e a venda as boticas
de Caors & Barbosa e de J. da C. Bravo z C
3:303*902
Erysipella.
O medicamento que com mais influencia e ener-
uo s>r. desembargador Lourengo Santiago aaSr. gr Iea, combatido essa ternvel enfermidade, lem
desembargador Almeida e Albuuueraue cdn sinnnii*n h iiin
embargador Almeida e Albuquerque
Ai appellacoes civeis.
Appellante, Candido Franklin de Lima ;
pellado, Joaquim Franklin de Souza Pinheiro.
Appellante, Jos Joaquim Ozorio e outros
Pl s
* o
I
S B i
3








* i
1
rr.
S

I -i >
3 i i r.
Iljll
: I i :
: I : i :
>
>
o
o
>
8
1 .*! ~j i > J ?*- Masculino. ] i r > 09
1 1 col - o. i 1 Fcminino. 1 SI
1 1 t 1 1 1 SI U o Masculino. O -2, Q ?
-i. 1 Fcminino. 1
1 i 1 - 1 Masculino. l H O < O V
! i i -% - Feminino.
1 1 00 1 1 A CC Masculino. g a o O > = ir- 2 o
i SI 1 - - O Feminino.
s| i a 1 1 1 - i 1 -1 s Masculino: o S
y. m t J Feminino.
, | TOTAL.
CO I
pellado, Luiz Paulino Cavalcante de Albuquerque.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Molla
A appellago civel.
Appellante, Vicente Antanio do Espirito Santo ;
appellado, Caetano Lenidas Duarle Gama.
Ao Sr. desembargador Ucha Cavalcanti
A appellaco civel.
Appellante, D. Joanna da Silva Medeiros ; ap-
pellada, a fazenda.
Do Sr. desembargador Ucha Cavalcanti aoSr.
desembargador Assis
A appellaco civel.*
Appellante, bacharel Joaquim Francisco de Mi-
randa ; appellado, Jos Rodrigues do Passo.
Do Sr. desembargador Doraingues da Silva ao
Sr. desembargador Barros Vasconcellos
As appellacoes civek,.
Appellante, Francisco- Antonio Alves Mascare-
nhas ; appellado, Jos Antonio Ferro de Figuei-
redo.
Appellante, o juzo ; appellados, os herderos de
Francisco Alves Pontes.
Do Sr. jdesembargador Barros Vasconcellos ao
Sr. desembargador Caetano Santiago
A appellaco civel.
Appellante, Ursulino Leite de Arrochellas; ap-
pellado, Jos Mara Corten.
A's i}i horas enceleu ae asesso.
sdo o xarope alcoolieo de veame.
Urna escrava da mai do Sr Francisco Firmino
aD" Monteiro, pessoa bem conhecida nesta cidade,
achando-se de cama, e cum as peroas bastante in-
aP" chadas, e cheia de tomores, tomando o xarope de
COMIUNICAL-OS.
Desposta.
O Sr. Antonio de Azevedo Villarouco. muito ter
que agradecer ao seu incgnito especial amigo, o
favor que Ihe fez, em torna-lo to conhecido e bem
conceptuado no Rio de Janeiro, quanto o mesmo se-
nhor eln Pernambuco.
"O

ai
Bora f que, seu incgnito especial amigo, reco-
no elle
honrado e
ao
es
fio
ADVERTENCIA.
Na totalidade dos doentes existem 162, sendo 107
homnns e 55 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes das :
As 6 3|4, 7I|4,6 1|2, 6 3|4, 6 3|i, 7, 7, pelo Dr.
Ramos.)
As 8 l|4, 9 l|i, 9 li2, 9 1|4, 11, 9 l[,9, pelo
Dr. Sarment.
Falleceram :
Jlo de Mattos ; tubrculo pulmonar.
Senhorinha Francisca de Souza ; dem.
Clara Mana da Cjnceici; molestia do coraejio.
Maria Joaquina da Conceicao ; tubrculos pulmo-
nares.
Cemiterio publico. Obituario do dia 23
juoho de 1865.
Joanna, Pernambuco, 11 dias, Recife : convnl-
cijes.
Clara M.iria da Conceicao, Pernambuco, 42 annos,
solteira, Boa-Vista ; molestia no cora?o.
24 -
Maria Joaquina da Conceicao, Pernambuco, 35 an
^nos, sulteira. Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Jo^ Florentino Alves da Silva, Pernambuco, 52
anuos, viuvo, Santa Antonio ; congesto ce-
rebral
Antonio, Pernambuco, 5 dias, Boa-Vista ; es-
pasmo.
25
Joanna, Pernambuco, 12 dias, S. Jos ; tentano.
Joanna, Pernambuco, 3 dias, S. Jo ; espasmo.
Romoaldo, frica, 45 aanos, solteira, escrava, San-
to Antonio; hepatite.
nbeca suja proverbial modestia, e que,
', um miseravel capaz de fenr seu
pobre adversario pelas costas.
Todava, cumpre dizer em abono da verdade,
que o Srl Villarouco, nao parti sem que se sou-
besse, e que oulros affazercs, alm do alludido, o
levaram laquella cidade. Se, porm, com esse passo,
o seu intognito especial amigo, ficou desapontaio,
tenha paciencia, desculpe-o da falla involuntaria,
se porvantura, se olvidou remetler-lhc com antece-
dencia, |um carto de despedida.
POBLI2AC0ES I PEDIDO
Representa cao ae governo imperial.
A quem pede u soldado do 8 balalho de infan-
tina, visto os deleixos e abosos praticados pelas
autoridades civis desla provincia, pois achando me
recolhido disposiQo da justga, em 3 de dezem-
bro de 1839, sem que visse jurar testemunhas de
raeu urocesso. Km 1862 fui remettido villa de
Flores, no dia 7 de novembro do mesmo anno en-
treiensessao do jury, onde nao conheci urna so
pesso i dos que juraram contra mim, anda que re
clame i, nao dexei de ser condemnado no grao me-
di d> art. 169 do cod. crim., vendo eu ser iniqua,
appellei ao tribunal superior da relacao do distnc-
to, aondo fui nullo em sessao de 27 de agosto do
annoiproximo passado. Eniretanto acho-me reco-
velame, acha-se boje boa, prestando servgos.
A mana do Sr. Jos Francisco Pinto, morador
na ra Direita n. 31, tendo sido acommeltida do
mesmo mal, acha-se lambem boa.
A Sra. D. Senborinha Umbelina dos Santos, mo-
rador na ra das Calcadas n. 38, achando-se ata-
cada de erysipella as cunas, com quatro tumores
bastante vjlumosos, no estado indolente, que a pri-
vava de pr-se de p ha muito tempo, com o uso
do xarope alcoolieo de veame e pilulas purgativas
do mesmo, acha-se resiabelecida, e no uso dos me-
oicamentas os tamores terminaram pela suppura-
cao.
A Sra. D. Rita, moradora na ra de Sania Rita
n. 13, primeiro andar, soffrendo do mesmo mal ha
muitus annos, pois que a erysipella atacava amiu-
dadamente, depois que tera tomado esse remedio
nunca mais Ihe deu.
Oulros muitos factos desta ordem deixo de men-
cionar aqu para nao me tornar prolixo e enfado-
obo.
Seno a erysipella urna molestia que sem duvi-
na efeito de materia gerada no corpo como ex-
poem alguns escriplores de medicina, e em conse-
quencia da febre lancada na pelle, onde prodnz
iuflammaco, e que muitas pessoas, por nao se te-
rem convenientemente tratado, suecumbem com o
pernicioso uso de que, nos tres dias uo deven)
usar de remedio algum, o que faz-se eslender o
mal por nao se ter a principio combatido ; por is-
so, pois, conveniente que, logo que alguem se
sentir atacado de tal mal, deve provocar a transpi-
rarlo tomando ao principio urna colherinha de
cha do xarope alcoolieo de veame dissolvldo em
urna chicara de infusode flor de sabugueiro quen-
te, adogando-a com mais assucar, continuando nos
tres das nesse tratamento, no lim dos quaes usa-
r do xarope de veame na forma prescripta no re-
ceituario, tendo todo o cuidado de se abafar, alim
de suar convenientemente, alm de conservar o
ventre corrente, que conseguir tomando urna ou
duas pilulas purgativas do mesmo "elame,
Todos quantos snccumbem desta molestia se diz :
falleceu de erysipella recolbida ; ao ontrano
31:1455300
CONSULADO PROVINCIAL."*
Rendimento do dia-1 a 23...... 79:238*041
dem do,dia 26.........:___ 7:526*936
J !
MOYIMENTO SO POBTO
Navios entrados no dia 23.
Ra da Cruz,
dem dem n. 87 pariicular e 11 pu-
blico.......... 88*5000
Ra do Pilar,
dem o. 93 particular e 101 publico. .
dem o. 94 particular e 99 publico. .
dem a. 97 particular e 110 publico.
- dem d. 99 particular e 106 publico. .
86:784*977 dem n. 100 particular e 104 publico,
dem n. 101 particular e 102 publico,
dem n. 102 particular e 100 publico..
dem n. 103 particular e 98 publico.,
dem n. 104 particular e 96 publico.,
dem o. 103 particular e 94 publico. .
Secretaria da Santa Casa
200*000
255*000
200*000
200*000
200*000
200*000
200*000
200*000
200*000
200*000,
Confiado provincial'
Pela me.a do coo?tilado provincial se faz publico
qae os trinta dhs otis marcados para a cubranag
bocea do cofre do* impostes da dcima dos pre-
dios urbanos de 20 0)0 du consumo de agurdenle,
e de 5 0|0 sobre os bens de raz pertencentes
eorporagdes de mo mora, se principian) a contar
do dia da jnnho vindoura, fleando sujeilos a
mnlta decretada no art. 50 do rgamento vigente,
todos os que pagarem depois de lindos os ditos 30
dias.
Mesa do consulado provincial Pernambuco 26
de maio de 1865.
Antonio Carneiro Machado Rios
Administrador.
_de Misericordia do
Penedo~2 das, biate brasileiro Maria Ueolmda,. Recife 23 de)onhode 1865.
de 65 toneladas, capitao Manoel Candido de Oli- O escrivo, Pela recebedoria de rendas internas geraes
velra, eqnipagem 6, carga milho ; a Jos Gon- ____ F. A. Cavalcanti Coosseiro., se faz pnhlico que oeste crreme mez que os de-
calves Torres. iT"J*I ai* -----i'.. e vedoresdos impostos seguinles : renda dos uro-
Macei-2 dias, barca ingleza Isabella Redley, de SaRt (.asa da Misericordia lio Kedfe.
232 toneladas, capitao R. Bulley, equipagem 16,'; A Illm.' junta administrativa da Santa Casa de
carga assucar; ao mesmo capitao. Veio receber Misericordia do Recife mauda fazer publico, que
ordens. | no dia 30 do correle pelas 4 horas da tarde na
Bania-6 dias, Ingre brasileiro Emilia, de 160 to-!sa,a. d* suas sessoes ten de ser arrematado o for
celadas,capitao Bernardo Rodrigues de Almeida, I necimenlo dos gneros abaixo declarados, que
equigagem H, carga fnmo, charutos e outros
gneros ; a Joaqoim Jos Gongalves Bellro.
Nados sahidos no mesmo dia.
Santa Catharnapatacho brasileiro Espadarte, ca-
pitao Manpel Gnilherme Dlngp, carga sal.
Liverpool-barca ingleza Anne Kay, capitao C.
Towell, carga algodao e assucar.
Navios entrados no dia 26.
Rio-Grande do Sul26 dias, barca brasileira Afri-
cana, de 193 toneladas, capitao Jos Manoel de
Souza, equipagem 12, carga 15,200 arrobas de
carne ; a Maia & Espirito-Santo.
Babia5 das, barca ingleza Ahance, de 338 tone-
ladas, capitao John Jaudson, equipagem 12, em
las'ro a Thon Burkmy'Hiing & Roberto.
Aracdly20 dias, hiate brasileiro lnvencivel, de
45 toneladas, capitao Joaquim Antonio de Fi-
guefredo, equipagem 6, carga gomma e outros
gneros ; a Alves & Silva.
Babia10 dias,escuna dinamarqueza Doranna,e
140 toneladas, capitao P. Steher, equipagem 7,
carga 3,100 quintaes bespanhes de carne ; a
Francisco Ribeiro Pinto Gumares.
Navios sahidos no mesmo da.
Portobarca portugueza S. Joo, capitao Manoel
F. Leite, carga assucar.
Rio de Janeiro-patacho dinamarquez Catharina,
capitao Clausen, em lastro.
Liverpool patacho inglez Lizzte Lea, capitao Par-
ker, carga assucar e algodao.
Bahalancha brasileira inda Dalia, capitao Ma-
noel Jos da Boa-Morte, carga differentes g-
neros.
Obse vagao.
Fundeou no lamarao um brigoe inglez, mas n5o
teve communicago com a trra.
EDITAES.
falleceu de erysipella recomida ; ao contrario
alguos expositores presumem ser o desenvolvimen- O Dr. Tristao de Alencar Araripe,
da imperial ordem da Rosa e juiz
to da putrefaegao no sangue, lanto que o lugar In
flammado que, ento a sua cor era encarnada, se
troca em lvida ou negra, e termina em gangrena, e
por essa razo que conveniente o xarope al-
coolieo de veame na infuso de flr|desabugo,para
se conseguir resolver a infiammago, ou pelo me-
nos terminar pela supporago, Impedindo assnn a
gangrena.
Os effeitos do xarope alcoolieo de veame appli-
cado na flor de sabugo ao doente, nao s de van-
tagem por sua qualidade diafortica, como pela
auti-septica para impedir a putrefaegao as mo-
lestias.
Na erysipella nao deve o enfermo nos pnmeiros
tres dias nsar de comidas e bebidas que possam
esquentar e inflammar sangue.
A comida durante esse tempo deve ser do reino
: vegetal, como sag, farinha do Maranho, pao tor-
rado, bolacha, etc.
Ainda nao vi axpositor de medicina que aconse-
Ihasse que nos primeiros tres dias de acommetti-
mentos do mal, nao (se usasse de medicamentos;
o que elles repellen) sao os ungentos, unturas que
obstruem mais e repellen) do que promovem a eva-
cuago d parfe ; o que convm trazer o lugar
atacado e bem agazalhado para ajdar a transpira-
go e defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende se na bo-
Ihidoja fortaleza do Bruin sem que saiba qnallo lcada7rD\rera"^887de'jos daToYha" Para-
meu destino, ao mesmo tempo fago langar nesta fo-
Iha, nedindo providencias ; saib tambem o ubi
co os transes que passa urna pessoa: alem do que
reclamo, anda acho-me sem receber um anno e 23
illas de gratiQcago, sold e elape, a contar do 1
de novembro de 1862 23 do referido mez de
de 1B63, e assim passa um triste soldado sem que
saiba S. M. I. o Sr. D. Pedro II, a quem Deus
nhos.
Tenho recebido cartas de algumas pessoas de
outras provincias que me communicam ter desla
cidade sido remettido o meu xaronA falsificado,
que tem dado resultado ao descrdito de minha
preparagao, cujo conhecimeato se lern verificado
depois dos effeitos que taes remjdios apresentava ;
assim, pois, tenho a declarar ao publico que no
guarde por muitos annos, etc. | |elref0' nUe Vai pregado na garrafa do xarope,
Ohtro cousa nunca vi.-ta, que acha-se a prisao sempre f0 assignado por meu punho, e daqui em
grade da fortaleza do Brum trancada com duas diantei aim desta assgatura o farel tambem ne
porfcs urna de ferro, outra de madeira, de da e ape, que cobre a garrafa. Rogo ao mesmo pu-
noitfe aende nanea foi fechada a de madeira quan- b|ic0 que qaiaio forem assim enganados, tomem
do fcavfa gales perpetuas, cnminesos de morte, hoje testemunhas, me remettam os rtulos falsificados e
que) existem 11 soldados, sao fechadas como ja, me participem para fazer efTeclivo o art. 167 do
cdigo criminal do Brasil.
dise.
'ortaleza do Brum, 26 de junho de 1865.
Antonio Luiz da Silva
wcs^>^&*l' CIIR0MC.4__JI3D1CI.4UI4
TRIBUNAI* DA RELAMI.
SESSAO DE 23 DE JUNHO DE 1865.
PRBSIDENCIA DO EXM. SR. C0NSELHEIB0
SOUZA.
s 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
ombargadores Santiago, Gitirana, Lourengo Santia-
go, Almeida Albuquerque, Doria, Molla, Ucha Ca-
valcanti, Domingues da Silva, e Barros Vascon-
cellos, faltando os Srs. desembargadores Assis, e
Guerra procurador da cora, abrio-se a sessao.
Passados s feitos, deram-se os seguales
JULG AMENTOS.
Appellaipes crimes.
Appellante, o juzo ; appellados; Feliciano Ribei-
ro dos Santos.A novo jury.
Appellante, o -promotor; appellado, Antonio
Francisco Moreno.A novo jury.
Appellante, Manoel Joaquim de Santa Anna ; ap-
pellada, a jusliga.Improcedente.
Appellante, o juzo ; appellado, Manoel Joaquim
do Espirito Santo.A novo jury.
AppellaBle, o promotor ; appellado, Mathas da
Cunna.Improcedente.
Appellante, o juizo; appellado, Telespboro Mar-
ques da Silva e outro.A novo jnry.
Appellante, Idalino Fausto Moreira ; appellada,
Anna Alexandrina de Lima.Improcedente.
AppellaQdes civeis.
Appellante, D. Joanna de Jess Neves Qaares-
ma ; appellado, Joaqnim Francisco Duart.Con-
irmada a sentenga. .
Appellante, Joaqnim Antonio da Silveira ; ap-
pellado, Antonio Marlins Saldauha.Gonflroiada a
sentenga. .
Appellante, D. Isabel Mana das Cnagas Guma-
res ; appellada, D. Rita de Cassia Pereira Viaona.
Confirmada a sentenga.
Appellante, Francisco Ribeiro de Andrade ; ap-
pellado, Joo Lobo de Macedo.Reformada a sen-
'tSellante, Antonio Alves Vianna ; appellados,
los Dias da Silva. Receberam-se os embar-
gos.
DILIGENCIA CHIME.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
1 As appellaeSes crimes.
Appellante, ojaizo; appellado, Francisco Jos
Reliantes, Anto Beierra Leite e outros; ap-
PeAppe'nafe!!'o promotor; appellado, HercoJMo
' App-llante,' Daniel Lopes da Silva ; appellado,
Luiz Jos Estevo. .
Appellante, Manoel Gomes de Mondonga ; ap-
P ASeuliToJaliOi appellado, Manoel Sil vino
da Silva. Tn__a
Appellante, o juizo ; app?llado, Jos luu Jorge.
Jos da Rocha Paranhos.
Un voto de gratido.
la emogoes, que se sentem, mas que se nao ex-
pr mem.
i >ao essas nascidas no momento de ansentarmo-
vo; de um lugar, em que nos foram dispensadas a
co isideraco, a affabilidade, o merecimento, a ami-' ,.
zai le mais segura^ todas as provas da mais fran-: ?!?????
ca e leal cooperago.
0HE1CI0.
PRAQA DO RECIFE.
C/otiKes offlclnes.
26 de jnnho.
primeira sorte 44^300 por arroba.
i Algodao segunda sorte128500 por arroba,
la ms tfnt'eTMste momento solemne de par- Algodao da Parahba-(i sorte) 16^000 por arro-
i para a corle do imperio a convite de S. M. o' lDa,P.0S'0 aJ?ora,.' ., .-__1Mli c, .
In perador, para oceupar o honroso posto de major Algodao de Macelo 14^300 por arroba posto a
de batalho de voluntarlos n. 22 ; e em que son, "o1"00-
forgado a deixar neste solo, que sempre me dis- \ Uescontos-9 0|0 ao anno.
tinguio com honras e prerogativas inestimaveis, re-
officiai
de di-
reilo especial do commercio desta cidade
do Recife, por S. M. Imperial que Deus
guarde ele.
Fago saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, que por parte de Reg &
Lobo me foi dirigida a seguinte petigo :
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio.Reg &
Lobo, querem fazer citar Jos Rodrigues Fernan-
des, para na primeira audiencia |deste juizo, rero-
nhecer a suyi assiguatura, como da extincta firma
de Carneiro & Fernandos, posta em quatro factu-
ras de gneros que comprara para surtir seu esta-
belecimento de molnados.asslm como a obrigagao;
pena de revelia se haverem como reconheculas,
assignando-se os dez dias da ler, para dentro delles
pagar a quantia 318^600 rs., sendo 98^400 da ex-
lincta firma e 2200200rs. de sua firma particular;
e pagar com os juros legaes da mora ; oppondo no
decendio os embargos que tver, pena de revelia :
e porque o supplicado se tenha ausentado, sem
que se saiba o lugar de lugar de sua actual resi-
dencia, requerem V. S. se digne admitti-los a
justificar a ausencia, e sendo quanto baste, o jul-
gue por sentenga, mandando passar carta edital
por trinta das, para ser feita a cltago ; nonvan-
do V. S. curador ao ausente. Pede V. S. deferl-
mento.E R. MeO advogado Brit Macedo.
Nada mais se continua em dita petigo aqu co-
piada ; na qual del o despacho do theor seguinte :
Justifivjuem depois d'amanlia s 11 huras do
da. fWjfe. 12 jnnho de 1855.Alencar Araripo.
Nada mais se conlinha em dito despacho, aqui
copia Jo, em virtude do qual fora a mesma petigo
distribuida ao escrivo que anie mim serve Ma
noel Maria Godrigues do Nascimento.
E tenpo os snpplcantes produzdo suas :estemu-
nhas, sellados e preparados os autos, subiram
minha concluso, e nelles dei a sentenga do theor
seguinte :
Hei por justificada a ausencia do supplicado, e
mando que seja elle citado por editaes de trinta
dias, para o lim requerido, a lis. 2, pagas as custas
ex-causa. Recite, 17 de junho de 1865. Tristo
de Alencar Araripe.
iNada mais se conlinha em dita sentenga aqui
copiada, e por forga da qual o referido escrivo fez
passar o presente edital pelo qual, chamo, cito o
hei por cilado o referido supplicado, para que com-
parega neste juizo dentro do dito prazo, afim de
allegar o que for de justiga.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente, que ser publicado pela
imprensa e affixado nos lugares do costume. Re-
cite, 20 de Junno de 1863.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento. es
crivo o subscrevi.
Tristo de Alencnr Araripe.
houver de consumir nao so os estabelecimeritos
de caridade como tambemos collegios de orphos
uo trimestre de julho a setembro preximo futurc,
a saber :
Estabelecimentos de caridade.
Manteiga franceza, libra.
Caf em grao, dem.
Cha preto, dem.
Cha hysson, dem.
Assucar branco 1' sorte retnalo, arroba.
Dito dito 2 sorte, idem.
Dito dito em torro, idem.
Arroz pilado do Maranho, idem.
Bacalho, idem.
Toucinh de Lisboa, idem.
Sabao amanillo, dem.
Velas de carnauba, idem.
Ditas de spermaeete, mago.
Farinha de mandioca da ierra, alqneire.
Feijo mulalinho, alqueire.
Vinho tinto de Lisboa, caada
Dito branco de Lisboa, idem.
Vinagre de Lisboa, id-m.
Agurdente branca, idem.
Azeite doce, dem.
Dito de carrapato, idem.
Fumo, libra.
Ceblas, cento.
Farel lo, sacco.
Tapioca, libra.
Alelria, idem.
Carne secca, arroba.
Carne verde, libra.
Pao e bolacha, idem.
Collegios de orphaos.
Manteiga franceza, libra.
Assucar refinado Ia sorle idem.
Dito dito 2* sorte, idem.
Caf em gre, dem.
Cha preto idem.
Arroz pilado do Maranho, dem.
Bacalho, idem.
Batatas, idem.
Aletria, idem.
Ceblas, cento.
Toucinbo de Lisboa, libra.
Farinha de mandioca da trra, alqueire.
Feijo mulatinho, idem.
Azeile doce, garrafa.
Vinagre de Lisboa, idem.
Sal.cuia.
L9nha cm achas, cento.
Pao e bolacha, libra.
Carne verde, idem.
As propostas devem ser apresentadas era cartas
fechadas, devendo ser especiaes j para os estabe-
lecimentos de caridade ej para os collegios de tnuez Francisco Pereira da Costa msico
orphaos, sendo tambem aceitas as propostas rea- camara deS. M. K.o Sr.'D. Luiz I, far s
uvas somente a carne verde ou ao pao e bolaena.
Os prelendeutes podem dirgir-se esta secreta-
ria as horas de seu expediente, afim de se Ihes
dar as informagoes, que julgarem precisas, e no
acto da arrematago devem comparecer acompa-
nhados de seus fiadores, ou munidos de cartas des-
tes, que licaro responaaveis pelo inteiro cumpri-
mento dos respectivos contratos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 21 de junho de 1865.
O escrivo.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
] vedores dos
, prios nacionaes, decima adicional de mo-mor a.
Imposto de 20 0/0 edito especial, relativos ao 2o
! semestre do exercicio corrente, tem de pagar seos
j dbitos sem multa, depois do que serao paos eom
'ella. Recebedjria de Pernambuco 2 de maro de
1&65.-0 administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Sauta Casa de Misericordia do
Kecife.
A Illm' junta administrativa da Sania Casa de
Misericordia do Recife manda fazer pablico que no
i da 30 do crrente, pelas 4 horas da tarde, na sala
| de suas sessSes.irpraga por lempa de tres an-
, nos. a contar do I* de julno de 1866 a 30 de junbo
! de 1869, as rendas das casas terreas da ra do
i Amorim n. 47 publico e 51 particular, perteocen-
1 tes ao patrimonio de orphaos, pela quantia de
432000 annuaes e fazendo o aire i alante a sua
, custa as obras abaixo declaradas, as quaes se obri-
ga a fazer o actual locatario, a saber :
Ladrilhar todo o armazem com tijnlo de alvena-
na batida assentados em cal, igualar o telhado ao
do armazem visinbo, deilar o frechal na parede do
lado do sul, allear o canto da mesma parede e fa-
zer outros reparos indispensaveis a couservago
de predio.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re
cife 23 de junho de 1865.
O escrivo,
j ___________ F. A. Caralcanti Cousseiro.
Convida-se as pessoas que estiverem as ron-
digSes do servico militar, a engajarem-se no corpo
de polica, e gozarem das vamagens que offerece
a lei provincial n. 611 de 2 do corrente.
i'oprcio gera
Pela administrago do correio desta cidade se
faz publico que as malas que o vapor Paran tem
de conduzr para os portos do sol echar-se-hfio
hoje (27). as 2 horas da larde.
As carias sero admiitidas a seguro at o meio
dia, e os jornaes sero recebiJjs at a mesma
hora.
THElfBO
DE
EMPREZA-OOIMBRA
Terca-fera 27 de junho de
1865.
Apedido de muitas pessoas o
Dubourcq Janior,
Presidente.
Guimares,
Secretario.
cordagoes de immorredou-a gloria e relagoes de
subido valimento para meu corago.
Neste numero cont as do Illm. Sr. coronel Do-
mingos Affonso Nery Ferreira, tsBente-coronel Ca-
mello Pessoa e seus manos, tenente-coronel Barata MOTO Danc ae I em ani-
de Almeida, todos os seus dignos officiaes, o secre- buco.
tario geral Firmino Jos de Oliveira, quartel-mes-1 o banco desconta letras na presente semana a
tre Albuquerque Mello, todos do balalho de guar- 9 por cento ao anno at o prazo de quatro me
da nacional deste municipio do Recife, e em cujo es, e a 10 0|0 at o de seis mezes
corpo oceupava eu o posto de major do 2 bata-
lho de infamara; especialisando entre estes o Sr.
Alboquerque Mello, cuja dedicagao e Ihaneza de
aegoes a meu respeito, o collocam no meu concei-
to na qualidade de meu particular amigo.
Bem assim confessome igualmento penhorad-
pelos melhores offlcios de amizade, para com o]
Srs. Drs. Lobo Moscoso, Villas-uoas e Estevo Cao
valcanti, de quem a recordago ser eterna.
Fdra longo enumerar as tradigoes gloriosas, a
nobreza de carcter, as virtudes cvicas e domesti-
cas, o mais acrysolado mrito individual, qne en-
finctonioTle,e P6SS0aS dS eXmS MmPe3eS "eK :'n n
Mais longo ainda fra demonstrar o profundo re-
conhecimento, que me liga a esse to distincto,
quo respeitavel pessoal.
Esse motivo me inhibe de nao continuar.
Para todos deponho nesta occasio o meu leal e
saudoso adeos de despedida, um abrago a cada
nm, significativo dos meus -nceros sentimentos._
A todos direi, como syntbese da minha adheso
gratido para com todos, que sinto extremamente'
mais do que digo.
E s quanto posso dizer agora.
Recife, 26 de junho de 1865.
Joao Bernardina de Vasconcellos.
Caia filial do banco do Brasil em
Pernambuco.
' A directora desta caixa saca sobro o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Baha.
sNovo banco de pernambuco.
Os administradores da massa fallida de Joaquim
Jos Silveira pagam o 1 dividendo de dita massa
na razo de 9 0/0 sobre o valor des ti lulos ad
de Pernambuco ra
do Trapiche n. 3*.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 23......
dem do dia 26...............
40PIBLIC0
360:0215202
14:9373123
374:9783323
MOVIMENTO DAALFADEGA.
Volumes entrados com fazendas....
c c com gneros..... 37
a- 37
Volumes sahidos com fazendas..... 99
< f com gneros..... 1,151
-------1,250
Descarregam no da 27 do corrente.
Brigne dinamarquez Joanes farinha de trigo.
Patacho banoveriano Mettene farinha de trigo.
Brigoe ingles -Mellicentebacalho.
Patacho inglezPorUoidem.
Antonio de Padua Pereira Pacheco, tendo sido
desleal e infamemente ultrajado m sua honra por
ama correspondencia do Aracaly, inserta no Dia-, Barca ingleza-Mirandaferro.
rio de Pernambuco de hontem, declara que vai cha- Barca ingleza-Feiionmercaduras e ferro.
mar a respoosabilidade ao autor, pelo crime de ca
larania, afim de que por tal forma possa justificar
a.sua reputago perante aqaelles, que o nao co-
nhecem.
Recife, 22 de junho de 1865.
0 bacharel Antonio de Padua Pereira Pacheco.
Barca portuguezaMaria caf e farinha de man
dioca.
Brigne portngnezRelmpago diversas gneros
Patacho hollandez Fammo Sytse cemento e
alcatrao.
Escuna portugueaD. J0S0charque.
Sumaca hespanholaMercedaidem.
Brigoe nacionalCar diaidem.
Pastilbag Vermfugas de Kenip. Brigne nacionalJraporottor-idem.
Chamamos aatleoco de todas as mis para o Patacho holiandexDiyidem.
remedio mais agradavel e til que se conhece para Brigne inglez -Melita -carvo.
fazer expedir as iombrigas: as paslllhas vecmifu- Barca ingleaFavoredem,
izas em vez de todos esses immnndos e perigosos Barca inglezaAonadem.
Kmeotolwmifagos compostos de toda a casta de ( RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
mineraes apresentamos um delicioso confeito vege-
RAES DE PERNAMBUCO.
tal prompto e infallivel na sua operago, nao eaa-. Rendimento do da U 23.
27:839*398
COMPANHIA
DO
No dio 28 do corrento pelas 12 horas do
dia ter lugar no escriptorio da companhia
ruadoCabug n. 16, a arremataco dos
clvifarizes existentes na Passagem da Mag-
os Srs.
rabequista por-
da real
se ouvir
pela segunda e ultima vez.
Subir a scena pela companhia dramtica a
muito chistosa comedia era 3 actos, ornada de m-
sica :
0 MEDICO A FORCA.
Primeira parle.
1 acto da comedia.
Segunda parte.
Souvenirs de Bellini, pelo Sr. Pereira da Costa.
Teweira parte.
2o acto da comedia.
Quarta parle.
A Muda de Porticci.
Quinta parte.
3" acto do comedia.
Sexta parte.
Variagoes burlescas sobre cangoes portuguezas
pelo Sr. Pereira da Costa.
Principiar s 8 horas.
A empreza preparou com lodo esmero o scena*
rio e vestuario do magnifico e apparatoso drama
em quatro actos e um prologo As mulheres de
SECLlliCSES.
Santa Uasa da Misericordia
do Recite.
A Illm." junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
no dia 30 do corrente pelas 4 horas da tarde, na
sala de suas sessSes continan) a praga das ren-
das das casas abaixo declaradas por tempo de 1 a
3 annos a contar do Io de julho do corrente anno
por dinte, e adverle-se aos respectivos inqullinos
que nao renivarem os seus contratos at o lim do
presente mez ficaro pagando do dia Io de julho
a renda porque eslo em praga as preditas casas
Ra das Larangeiras.
Casa terrea n. 5 particular e 17 pu-
blico..........
Ra do Rangel.
dem n. 48 particular e 55 publico. .
Roa do Rosario da Boa-Yisi%.
dem n. 14 particular e 58 publico. .
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 41 particular e 2 pu-
blico. ........1505000
Ra da Moeda.
dem n. 44 partieular e 21 publico.
Rna do Amorim.
dem n. 48 particular e 56 publico,
dem n. 50 particular e 52 publico. .
dem n. 53 particular e 43 publico.
Hdem n. 56 particular e 26 publico.
Ra do Azeite de Peixe.
co...........600*000
Ra da Cacimba,
dem n. 65 particular e 5 publico. .
dem n. 67 particular e 10 publico.
Ra do Vigario.
Sobrado de 2 andares n. 72 particular
e 27 publico........500*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 76 particular
dalena e por espaco de um anno
licitantes comiarec^m com seus fiadores OU i Marmore para subir a scena quaria-feira 29 do
declaracoes dos mesmos no mencionado dia, crreme.
devendo ser as propostas em carta fechada
apresentada na mesma occasio ou antes no
escriptorio onde mellior se deverao escla e-
cer e informar das condices do contrato
da arrematago,
Bazes sobre as quaes se (hve lancar.
Passagem da Magdalena.
Ghafrriz do largo do viveiro.. 200S000
Dito entre as duas pontes .. 360#uOO
206*000
300*000
168*000
330*000
400*000
420*000
420*000
72*000
56O#0OO
Escriptorio da Companhia do Beberibe
26 dejunho de 1865.
O secretario,
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
Por ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
fago publico os arligos 6o do titulo 1 das posturas
raunicipaes de 30 de junho de 1849, e 12 do regu-
lamento da cmara municipal desta cidade de 26
de agosto de 1831, para que ninguem possa alle-
gar ignorancia de suas disposgoes.
Art. 6o Fica prohibido dentro da cidade o uso
de roqueiras, bombas e fo?o solt (buscap) : os
infractores sero multados em 10*, e soffrerao
dous dias de priso. A cmara por editaes desig-
nar os lugares em que se possa soltar os busca-
ps, roqueiras e bombas de que trata este artigo.^
Art. 12. Nao se poder soltar f:go algum, senao
em pateos espagosos, ou quintaes, nunca em lugar
de adjuntos : os infractores incorrero na multa
de 10*000. ._ ,
Secretaria da polica de Peruambuco 22 de ju-
nho de 1865.No impedimento do secretario,
Jos Xavier Faustino Ramos.
e 11 publico........900*000
dem idem n. 77 particular e 13 pu- 1
blico..........900*000
RnadaSenzala Velha.
Casa terrea n. 81 particular e 18 pu-
blico..........200*000
dem n. 82 particular e 16 publico. 200*000
Ra da Guia,
dem n. 81 particular e 29 publico. 144*000
Rna do Trapiche.
Sobrado de 3 andares n. 83 particular
e 30 publico. .'.....720*000
Ra da Lingoeta.
idem de 2 andares 0. 86 particular, e
Upublico........600*000
Rna da Cadeia.
Sobrado de 2 andares n. 21 particular
e 44 publico........1:0 0*000
Capitauia do porto de Pernambuco, 4U
de junho de 1865.
Em virtude do disposto no aviso do ministerio da
marinha de 30 de maio do corrente anno, manda o
Illm. Sr. capitao do porto fazer publico, que esta
capitana promove o alistamento de pragas para
guarnigo dos navios de guerra, sendo pagos os
respectivos premios na razo seguinte :
fe Aos marinheiros que se contrataren) por um
anno 100*. e aos que o flzerem por dous 200* ;
aos grumetes no primeiro caso 30*, e no segundo
60*000.
2. Aos individuos qne se apresentarem volun-
tariamente, alm do premio que Ihes competir, o
promeltido aos eegajadores, entregue na occasio :
isto 20*000 por cada marinheiro, e 10*000 por
83*000 cada grumete, reeebendo taes qnantias qoando se
verificar que esto inteiramente Uvres e desemba-
rgados. .
Os premios sero pagos aos contratados pelo
maior prazo, metade na occasio do assentamento
de praga, e metade no fim do primeiro anno ; e
no fim
aos oulros entregar-se-ha a importancia total ao
alistarem-se.
O secretario,
Decio de Aquino Fonseca.
Gorreio geral.
Pela administrago do crrelo desta cidade se faz
publico que em virtude da convencao postal cele-
brada pelos governos brasileiro e francez, sero ex-
pedidas malas para Europa no dia 30 do corrente
mez pelo vapor francez Guyennr.
As cartas sero recebidas at 3 horas antes
da que for marcada para a sahida do vapor ; e os
jornaes at 4 horas antes.
Administrago do correio de Pernambuco 21 de
junho de 1863.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
GOMPANHIV PERNAMBUCANA
DE
.\avegavo costetra por vapor.
Macei e escalas.
Segu o vapor Parahyba no dia
30 do corrente as 5 horas da lar-
de. Recebe carga at o da 28,
encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete al as 2 horas da
tarde do da da sabida : escriptorio no Forte do
Mattos n. 1. ____
" COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira por vapor.
Parahyba! Natal, Maco, Aracaty,
Cear e Acarac.
O vapor Mumanguape, segu no
dia 28 do correle as 5 horas da
tarde. Recebe carga nos das 26
e27, encommendas, passageiros.
e dinneiro a frete al odia da
sahida as 2 horas: escriptorio no Porte do Mattos
n. 1.
Companhia das Mensagerles Im-
periales.
No ;dia 30 do
corrente mez es-
pera-se dos por-
tos do sul o va-
por francez
Guienne, com-
mandante A. de
la Ne, o qual
depois da demo-
ra do costume seguir para Bordeaux locando em
S. Vicente e Lisboa.
Em S. Vicente ha um vapor em corresponden-
cia com Goree.
Para fretes, condiccoes e passagens trata-se na
agencia ra do Trapiche n. 9. _____
PARA O
Rio de Janeiro
Sahe at o flm da presente semana o brigue na-
cional Sequeira, tem duas tergas partes da carga
prompta : para o resto da carga que Ihe falta e
escravos a frete, trata-se com o consignatario Da-
vid Ferreira Bailar, ra da Cruz n. 66, ou com o
capitn na praga.__________________________
Venda de navio.
Vende-se o brigue brasileiro ^Imperador de
construeco americana, forrado de cobre e com
lodos os seus pertences, do porte de 8,00 arro-
bas e acha-se fundeado defronte daalfandega. aon-
de pode ser visto e examinado, e para tratar no
escriptorio de Amorim limaos rna da Cruz n. 3.
Para a Babia
pretende sahir com mnila brevidade a veleira es-
cuna Eliza por ter a maior parte da carga, e para
o resto que Ihes falta tratase com o consignatario
Joaquim Jos Gongalves Beltro na ra do Vigario
n. 10, primeiro andar. ____________;______
Para Lisboa.
Segu com a possivel brevidade o bem conhe-
cido brigue porlugnez Relmpago : tem a maior
parte da carga prompta e para o resto e passagei-
ros, trata-se com o consignatario Thomaz d Aquino
Fonseca, na rna do Vigario n. 19, andar.ou com
o capitao na praga.

/*
i.
mHMtt&Dennw Sn nBBKHSRimHHnK
MmMsmfiimis
38H9S





r

I
mizrtom
bateo ~ arerca felra 114c
Lisboa ,
A barca portugueza t Mara* sabe para
(Lisboa em piucos dias, recebe carga a frote
barato e passageiros paraos fuaes tera ex- jwTbarra^oTacC'caclraba com bomb, e juotamen
cellentas comnaeos : a tratar com os con- le o terreno com 1,060 palmos de feeute e 428 de
signatarios Carvatho Nogueira, na ra do undos, o qui poder' ser dividido era sitios.
Um terreno ocm 336 palmos-de frente e 370 de
fundos, era qae est* edificada-a-casa do Sr. Bar-
teiro, com 92 (miraos 4e frente e 320 de fondo,
dando os fondos par o -estrada do Arraial.
Urna casa desaina no a frente para a estrada
o Arraial. com 54 palmos de: frente e 54 de fun-
do, contendo 2 alas, sm gabinete, a quarto?, es-
Apollo n. 20 oa com o capitSe na praca.
Para o Porto
O brigoe portagoez Lata I, capitao Alejandre
Jos Correia, vai sahir at o da JO do corrente por
ter a maior partero carregameoto engajado, rece-
be carga a frete fearato.e passagoiros, para os qoaes
tem excellentes oommodos : trata-se com Euzebio
Raphael Rabello^rna do Trapiche n. 44, oa com o
respectivo capitae._________________________
Para o Porto.
Sohe com a possivel presteza o brigoe portaez
{juez Uniao : para carga e passageiros trrta-se
com o consignatario Thoraaz d'Aqoino Fonseoa;
roa do Vigarlo n. 49, 1 andar._______________
Montevideo, m direitura.
Para este porto-6ahira' at o Ora do corrente me_
por se achar com a maior parte do seo carrega-
mento prompto, a sumaca hespanhola c Dolores :
para algnma cacea miada, codera dirigirse aos
seus coasignatanos Tasso Irmos, na ra do Ame-
rita n. 35.
LEILES
Leilao de
1 commoda de.Jacaranda.
1 cama franceza de dito.
1 santuario de dito.
1 mobilia de amarello.
1 mesa elstica de dilo.
1 lavatorio de dito.
1 guarda roupa de dito.
1 guarda louga de dito.
1 secretaria de dito. I
i cama para menino e 12 cadeiras-dc faia, cos-
tareiras e ootros objectos de costo.
cordelro Miue*
larao leilao dos objectos cima ditos em eu arraa-
dem a ra da Croe n 37, as 11 horas do dia terca-
tetra 27 do correte._______________________
MJIlO
ile dividas da raa*sa fallila de Adio-
i'iiu, Fragno, Sanios & C.
Cordeli-o *iiiies
por despacho do lllm. Sr.fir. juiz especial do cora-
mercio levar pela primeira vez a ileilo os trtolos
da firma particular do socio gerente daquella se-
ciedade Joo Baptista Fragozo na importancia de
20:8^75300 rs., servindo de baze a offerla obtida
do leilao do dia 13 do correte.
IIOJE
as 10 horas, a porta do arraazem do Sr. Aones lar-
go da alfandega.
Leilao de 100 barris com ligos.
Cordeiro Si atoes
por conta e ri-co de quem perlencer far leilao de
cerca de 100 barris cora figos em| um ou mais lo-
tes a vontade dos pretendentes i*(o
UOJE
s 11 horas em ponto no armazem do Sr, Aones no
largo da alfandega.
TITTAO
De madapeio avariado.
O agente Olympio, far leilao ppr conta a risco
de quem perlencer de 389 pecas de madapolSes
avariados d'agua salgada : hoje 27 do corrente as
11 horas da manha em ponto, em seu armazem,
ra da Cadeia n. 36.____________________
Leilao
De ferragens e chapeos de soi e alonas
HOJE
Cordeiro Simoes far leilao de diversas amostras
de ferragens como sejarn : facas, formoes, facoes,
Despedida.
O major Mauoel Porfirio de Castro Arau-
jo nao podendo, como quizera, despedir-se
; Je podra, albuos, chapeos de sol, espingarda I pessoalmente de todos os seus amigos pela
reto, era fraile a-casa e sitio doSr. Maooel Jos
Carneiro.
Um dito com 282 palmos de frente em seguiroeo-
to ao de cima, e emqse esta' edificada a casa dos'
herdeiros de icintho de Souza fTrava*so, e nao
estrada do llonleiro.
Terca-feira i de.julho de 1865.
O agente Pinto far' leilao, -precedida a compe-
tente autorisacao, dos terrenos e casa cima men-
cionados, as quaes se tornara recora mondadas por
serem em am arra balde perto da cidade, e para
onde vai haver estrada de ferro : o leilao sera' ef-
fectuado as 11 horas do dia cima dito, era o es-
critorio do mesmo-agente, a' ra da Cruz nume-
o 38.
ATISM pimos.
Os senhores assianantes deste
Diario, que se a-chao deven
do suas assignatuvas, queiram
mandar miisfazer antes do
fim do mez, visto como haven
do dificuldaeUs de os encontrar
tem de ser chamados po esta
folha para pagar&m.
LOTERA
AOS 6:000000. ,
Sabbado Io dejulho do corrente auno,
se extrahir a ultima parte da 4a e Ia da 5a
lotera (21*) a beneficio do theatro d Santa
Isabel no consistorio da igreja,de Nossa
Senhora do Rosario da freguezia de Santo
Antonio.
Os bilhelos, raeios e quartos esto a ven-
da na respec iva thesouraria a ra do Cres-
po numero 15,
Os premios de 6:0000000 at 100000
sero pagos una tiorba depois da extracto
at as 4 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicodas listas.
As encomraendas s rao guardadas so-
mente at a noite da vespera da extracto
como d costume.
O thesoureiro,
______Antonio Jos Rodrigues de Souza
Confeitariados ananazes.
Ra da Cruz n. 16.
Acaba de chegar a este novo estabelecimenlo um
lindo sorlimeDto de licas caixtnhs para amen-
doas, proprias para presente; na'amendoas boas e
boas pastilhas ele, para enchimentos das mesmas,
tambera se vendem papis de estalo para sones,
prepara-se pao de l enfeitado, gatveau de diversas
qoalidades, simples e enfeitados, tambera haver
nos dias 22, 23 e 24 bolos de S. Joao simples e en-
feitados, nestes dias como sempre haver empadas,
pastis de varias qoalidades, doces para cha, figu-
ras para bandeijas, ramos artificies para ditas.
Becebe-se encommendas de ludo qoanto concer-
nente a este negocio.
Semana [Ilustrada do Rio de Janeiro
Assigna-se na ra do Crespo n. 4
8, seis mezes i 15, um anno 18.
GASA DA FORTOli
Aos ;GO0#000.
Blllieea garantidos.
-V ra do Cuesco w. 23 casas no costuhe.
^O abaixo assignado vendea nos seos rotulo eli-
os bilhetes garantidosda lotera qoe seacabou
de extrahlr, a beneSoio da'Santa Casa da Miseri-
cordia, os seguirtes premios :
Um mel n. 23S|coma-sore de 10:0eO3SCO0.
Um meio a. 212o com>a-6orte de 2:O00J000.
Um quarto n. 100 com a-orle de 800JWOO.
I'm quarto n. 24 com a sorte de 400J009-
E outras militas sortos de 1Q0, 401, 20* e
'Waooo.
Os possuidores podem -wr_ceeeber seus respec-
tivbs premios se*n osdosoolos das leisnaCasa
da Fortuna ra de Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da ultima parte da-. 4* e
I* da 5* lotera (21*) beneficio do theatcojle-San
ta Isabel, qoe se cxlrahir-. a [ de julho.
PREGO.
Bilhetes. 7*300
Meios......3*500
Quartos. ..... 1*900 -"*
Para as pesstas que *raren de 1044090
para .isa.
Bilhetes. .... 6o00
Meios. ..... 3*750
- Quartos. ...... 1*700
_______________Manobl Martins Pidza._____
A partida docub^ommercial noeor-
ffente mez ter lugar na noite do dia 28.
Precisa-se 4o prelas para venderem doce,
pagando-se a sua vendagem.: a tratar na taberna j
que faz esquina para a travessa da ra da Alegra,
sendo frente da venda para a ra Velha.
Precisase tomar por espaco de annoe meio!
a quantia de 900*000 pagando-se mensalmente;
30*000 pelos juros, e dando-se ao mesmo' tempo
50*000 por conta da quantia supra : quem quizer
fazer este oegocio annuoeie.
Ama de leite.
Quem precisar de nma ama de leite, dirija-se
ao becco doCalabooceo. 16, qne achara cora qoem
tratar.
*&* tience
Na bem cooSecida asa da; abofeoda da Penha
n. 3.7 tem para vender continuadamente maca para
fzer bolos preparadas cora molU-perfeicao.
Alf a-sea casada esquina-na Estrada Nova
no correr do sitio da viuva
no
Aiuga-se
Fog>o9fog>(>.
Para os festejados dias de S. Joao e S. Pedro
, eciste na omito acreditada fabrica de fogos de ar-
Vllte-secca : a fallar fon a estrada de Joao de JSarros, propriedade
-'____________! da riova Rnflno, um completo sortimente de pls
Rival sem
! toag, craveiros, rodinhas e fogo bosrap : como
! soja penoso a algumas pessoa^ irem a fabrica pela
segundo
Ra do Queimado n. 49, loja de miodezas de Jos-
ai Azevedo Maia e Silva esta disposto a vender mni-
to barato que admira, pois seus freguezes ja estao
e S. Pedro scieotes qoe nao ba segundo competido.
fogos de ar- Pecas de cordo para vestidos a 20 rs.
Capachos redondos e compridos a 600 rs.
Talheros para meninos a 240 rg.
Duzias de facas e garfos a 2*400.
Ditas de cabo preto cravado a 3*000..
Baralhos francezes muito finos a 200 e 210 rs
um moleque de 18 asaos de idadetjiara todo o 'ser distancia, os pretendentes podem deixar suas en-
vigo; quera precisar dirija-se arroa do Imperador, oommendas no armazem da bola amarella no oilao Grozas de bo:5es de louca a 1G0 e 200 rs.
segando andar de sobrado n. 1<5,. prximo a travs- da secretaria da polica,
ra do Ouvidor.
Ama Protisa-se do ama ama de leite : a tratar na
praca da Independencia a. 84.
Santo Amaro das Salinas
Acha-se aberla a matricula da aula publica de
Santo Amaro flas Salinas : os pretendentes podem
comparecer em a casa terrea sita na estrada nova
de Ulinda, defronte do hospital inglez-
Precisase alagar urna ama que saiba cozinhar
eengommar, e que sejaescrava:: a ra da Impe-
ratrizn. 17.
Na praca da Independencia n. 33, loja de onr
ves, eonipra-se ouro, prata, podras preciosas e
taranem se faz qualqoer obras de e&commenda e
odo-e qualquer concert.
M
m
Ama
ft-ecisa-se de orna ama forra para ama de casa I
de moito pouca familia : no pateo de S. Pedro
n. 3, sobrado.
Aluga-se urna e>crava que compra, cozmha e
lava de sabo : na ra da Praia n, 34, escriptorio
da typograhia da Qrdem.____________^^
Precisa-se de urna ama que -saiba comprar
e cosiohar, para casa de pouca familia; na ra
do Queimado n. 22.
Aluga-se o segundo andar e eoto do sobrado
o. 7, sito na travessa da Madre de Dos; quem
pretender dirija-se a mesma ra n. 15.
Pede-se mu encarecidamente pessoa cari
dosa, qoe agasalhoo em soa casa a parda iivre Ha-
ra do Carmo Alves Varella, j qoasi de 80 aonos,
enferma e desmemoriada, haja de ter a bondade
de mandar indicar a sna morada, ra da Palma
n. 02, oo alias a roa do Hospicio n. 11, pois, ha
13 dias, qoe ella desappareceo sem motivo algum
desta ultima casa, onde era bera tratada, e at o
presente nao tem havido quera della d noticias
por mais diligencias que ho sido empreadas.'
Uspera-se da caridade chnslaa de quem quer que,
seja esse acto benfico, alim de poupar-se profun-
do pezar, e as dulorosas lagrimas dos- infelizes -
Ihos dessa pobre molher, os quaes dirigem este
fervoroso pedido, sendo qoe pela sabida fineza
dessa declaraclo ticarao eternamente agradecidos.
No dia 2 do corrente mez de jonho fogio
O Josto morrendo vai
< pedir fa Dos a recom-
< pensa do sen amor. E'
. c um fillio que tem via-
c jadoe voltaa seo pal.
J lambem ne existe sobre a -superficie
da trra o Exm. e Rvm. Sr. coneg Miguel
Antonio Ferreira I um dos magistrados do
tribunal metropolitano, qoe por sita escru-
pulosidad, rectidao e inteireza nos jura-
mentos, inspirava plena conflanca a qttem
por sua parte tivesse toda ajustica, embora
pobre o desvalido em luta tremenda com o
rico o poderoso I E' visto qoe o tribunal
ecclesia*lico se acha coberto de profundo loto,
sna dor intensa elpongcnte.
O mes respeito e veneracao para lo Ilus-
trado ministro o Exm. de'o da S archiepis-
copal Miguel Antonio Ferreira, me levam a
que, eheio de grande pezar e affliccao faga
celebrar urna missa com memento por sua
alma. Convido, pois, aos meus amigos, aos
do veneravel e virtuoso finado e aos dignos
Rahianos, de assislirem a este acto religioso,
que ter logar s 7 horas do dia 26 do cor-
rente, segooda-feira, no convento do Carmo,
pelo qoe Ihes ficarei cnrdealmente agradeci-
do. Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce
de Len.
O bacharel
Francisco Augoslo da Costa
ADV8GADO
iua do Imperador numero 69.
mmm mm
Ainga-se a metade da casa n. 92 da ra das
Agoas Verdes: a tratar na mesma.____________
Alagara-se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceiados,
com jartm, cocboira, estribara e outras commo-
didades, na travessa de Joao Fernandes Vieira :
a tratar na roa da Senzala Nova n. 42.
Caixas com soldados de chumbo a 120 e 200 rs*
Bunecos de choro pequeos a 160 rs.
Varas de cordo para espartilho a 20 rs.
Duzias de colheres para cha a 800 r?.
Duzias de colheres para sopa a 1*300.
Ditas de metal principe de cha a 2*000
Ditas para sopa a 4*000.
tartana de muriheca fi: a e alva, mais
barata que se vende no mercado, em sac-
_______eos: na ruado Vigarion. 29.
Bichas deHamburgo
Vendem-se na roa* Nova n, 61.
A tugase
Vendem-se
machinas americanas de serrote para dcscarocar
algodao : na roa da Senzala Nova n. 42.
Vendem-se palmeiras imperiaes, em estado
de serem transplantadas: no sitio murado es<-
qoerda, depois do becca do Espinheiro, nos Af-
fiicios.
om sitio na campia da Casa Forte, com doas ca-
sas, urna a em que moruu o fallecido Thomaz de
Aquioo Fooseca Jnior, feita a moderna, e conten-
do todas as aecommodaces precisas, e outra com
boas commodidades para qualquer familia : na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
A luga se urna sala do primeiro andar da ra
do Queimado o. 41 : a tratar na mesma._______
Aluga-se na Passagem da Magdalena, ra do
Bemfica, os sobrados ns. 7 e 9, com bons commo-
dos para familia : tratase na ra do Trapiche
numero 4.
Vende-se urna negr nha de 10 annos, muito
esperta e sadia : no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 8.
Anda se precisa de urna ama para cozi-
nhar e engommar para tres pessoas : na
ra das Cruzes n. 37, sendo pessoa mori-
gerada e qoe se possa entregar urna casa.
Frelende-se fazer estabelecer legal-
mente em urna das provincias urna casa de
venda de bilhetes das loteras desta, forne-
cendo-se os bilhetes, negocio este bastante
vantajoso: quem pretender tendo os quisi-
toi necessarios para tal negocio e dando
anga idnea compareca para tratar com
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na na
do Crespo n, 15, primeiro rodar.______
Joaquim Velloso da
Descontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes : na praca da Independencia n. 22
Aviso importante.
O abaixo assigoado, recebeo do Sr. Manoel Car-
los dos Santos, do Rio de Janeiro, cartas e ordens,
para sopprir a seo filtra menor Alberto Carlos dos
Santos, que em Janeiro do anno corrente, se ausen-
lou daquella cidade, e qoe se suppoe existir nesta
provincia, de tudo quanto carecer, e mesmo para
voltar ao seio de sua familia. O Sr. Carlos, on
qualquer de seus amigos, dinjam-se por obsequio
praca do Para izo n. 24.
Salustiano A. P. de Souza Prez.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra estrei-
ta do Rosario n. 3d, 2 andar.________________
Offerece-se urna pessoa para casa de familia,
sendo para tratar de meninos, lavar e engommar
para os mesraos : na praca de Pedro II n. 4.
Precisa-se saber quem o correspondente do
engenho Quitlnduba, para entregar nma carta na
livraria ns. 6 e 8 da praca da independencia.
Farinlia de mandioca : tem para vender Au
tonlo Loiz de Oliveira Azevedo t C., no seu es-
criptorio ra da Croz u. 1.
Vmho do Porto superior em caixa de duzia,
. tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
: do & C, no seu escriptorio ra da Cruz n. i.
FARELO
Na roa da Croz n. 23, primeiro andar, vende-se
| excellente farello de Lisboa, depositado no trapiche
do Conha.
Farmha de mandioca fina e alva, mais bara-
ta do que em qualquer parte, arroz da trra pila-
do e em conta : para ver e tratar, na ra do Vi-
gario, i asa d. 29.
Vinlio do Porto especial.
O mais generoso e genuino vinho do Porto, mar-
cas novas e especiaos em caixmnas de 12 garra-
fas, sendo marca Rainha de Portogal a 18* a cai-
xa e Pedro V a 16*, era porcao far-se-ha om aba-
le razoavel : no armazem de Ferreira & Matheus,
na roa da Cadeia do Recife n. 66.
Chegar am os superiores
cortes de seda.
Superiores cortes de seda de cor, vindos pelo
ultimo vapor frncez : na loja das columnas a roa
do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vascon-
celos & C.
Vende-se orna taberna bem afrepuezada para
o mato, e bem como para a trra por llcar ao p
do mar, tara bem da comidas e dormidas, e recebe
passageiros, tendo excellente commodo para fe-
milia : na ra da Lapa n. 13.
de 2 can >s para cassa.
Ser elfectuado o leilao as
Cruz n. 37.
11 horas a ra da
LEILAO
De mobilias.l aparelho de prata de lei para cha,
1 faqueiro de prata de lei, 1 carro de 4 redas com
2 e 4 assentos com a competente parelha de ca-
vallos, 1 cabriole! com arreos, diversos quadros
com linas gravuras, relogios novos e uados de
ouro e prata, 1 mesa elstica, urna porcao de cai-
xinhs com pastilhas, charutos da Baha em caixas
e macos, carteiras para escritorios e outros raui-
losartigos degosto.
Qaai-tafeira 28 do corrente
s 1 i hor&s
NO GRANDE ARMAZEM DE LE'LOES
DO AGENTE
OLYMPIO.
36-Rna da Catlela do Keclfe-36
Leiljdeo pipas com vinho, 3 rucias
ditas rom di*o Bordean\.
Quarta-felra 28 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco de
qoem pertencer de vinho e 3 meias ditas eom dito
Bordeaux em lotes a vontade dos compradores,
quarta-feira 28 do corrente pelas 10 horas da raa-
nba no aromem do Sr. Tasso defronte da esca-
dinha. ___________
Leilao de cerca de 300 barricas com
liacallio.
Quarta-feira 38 do corrente.
O agente Pestaa (ara leilao por conta e risco
de qoem pertencer de cerca de 300 barricas com
bacalho para fechar conta* : quarta-feira 28 do
corrente pelas 11 horas da manba no armazem de
Sr. Tasso defronte da escadinha da alfandega.
Leilao de Su caixas com sal retinado,
30 ditos com passss e 15 garra loes
com cevadinhn.
Qoarta-feira 28 do corrente.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
qoem pertencer 50 caixas cora irascos de sal reti-
nado, 30 ditas cora passas, 15 garrifdes com ceva
dinha era lotes : quarta-feira 28 do correle ao
meio dia no armazem do Sr. Azevedo defronte da
escadinha da alfandega.
presteza de sa viagem, vem por islo pe-
dir-Ibes deicalpa de to involunlavia falla e
ao mesmo tempo offerecer-lues seu limita-
do prestimo em qualquer parte em que o
o destino o colloqtie ou o conduza o dever.
Recife 21 de junho de 1865.
Calxetro.
Quem precisar de um rapaz portoguez de lo
aonos para caixeiro de taberna, chegado ha pouco
ecujj conducta a (Banca : dirija-se a ra do Apollo
o. 4.
Precisa-se de om trabalhador de padaria que
entenda bem de todo o servico : na roa Dreita nu-
mero 69.
Flavo Ferreira Gatao arrematante do impos-
to de afericao de pesos e medidas deste municipio
avisa aos Srs. flseaes das segrales frpguezias :
Recife, Santo Antonio, S. Jos, Boa-Vista e Poco da
Panella que o seu caixeiro Francisco Pedro Ad-
vincula est autorisado pelo me>mo arrematante a
fazer as revisoes e assigna lasem seu neme alim
de facilitar ao trabalho e tornar-se mais commodo
as part'-s.^____________________
I O Sr. negociante que receben urna carta do
j Para sobre um negocio do Sr. Jeronymo da Costa,
da cidade de Manos,provincia de Amazonas, quei-
ra ter a bondade de declarar sua morada nesta
typographia, que se I he deseja fallar.___________
t Libanio Candido Hibeiro & C. participam a
quera interessar, que por falta de concorrenles vai
de novo praca no dia 28 do corrente, ao meio
dia, na casa do socio Bento dos Santos Ramos, os
Tatos da matanca diaria da mesma sociedade : os
pretendentes de vem ir munidos de flanea Idnea.
Precisa-se de tima ama : na ra Dreita n.
7, segundo andar, entrada pela ra da Penha.
Precisase de um caixeiro para a taberna da
ra do Amorim n. 36.
Silveira. alferes
da companhia de cavallario desta provincia, i
do sitio Recreio de Ilapessnma, termo de Igoaras-j tendo de seguir hoje Dar a CamDanlia do ~ Libanio Candido Ribeiro & C. participara a
s, o moieque de nome Agricio, de idaqe de 13 i SQ. n3o 3endo, no? wn< Slr rifl qnem Intere poMa, que no da 23 do corrente,
annos, com ferro no p e os signaes seguintes : ISul' na? Poaenao Por se"s atezeres era preto, magro e espigado, pernas finas, ps aei"e "a Bosnia companhia despedir-se de soa matanca diaria em casa do socio BeDto dos
compridos, seceos e hrapos cabega regular, lhos'pessoalmente de todos OS seus parentes e Santos Ramos, na ra da Gloria, podendo os inte-
S: R& raas'cSaLeVooeSa etim brau- SH f '* ^ ^T' *r(iCead0 ^ "" SSZ^^Z^: *" T
limitado prestimo em qualquer parte aonde
se achar.
Outro sim: nao obstante estar conscio de
nao dever nesta praga se nao a i zades
attences, todava roga encarecidamente
| co remendada, e mangas curtas, caiga de algodao
azul grandes por nao serem delle, e um chapeo
de fellro ja velbo. Sappoe-se estar acoolado em al-
gum lugar, ou ler-se aggregado a algum coraboio
de malulos. Recommenda se aos capitaes de cam-
po e as autoridades policiaes a captura do mesmo
e
moieque, pagando-se quaesquer despezas e ra-- cando se a quem *descobrir e entregar seu se- quanto antes ao seu cunhado Sr. Francisco
nhor na ra da TrinOicIras n i8, no no mtimo Joaquim Pereira PintO, ffuarda livros do
sitio Recreio, de onde elle fugira. ; NovQ r3anco de pernambuC0) para ser im.
No dia 25 do corrente, ausentouse de casa de
seos jSrs. o preto de nome Izidro, de Idade de 24
annos, pooco mais oo menos, com os signaes se-!
gointes : alto, cor folla, pouca barba, esl apon-;
lando, cabello cortado a nazareno, tem orna peqoe-
A pessoa que precisa de 900&000 por espago
de um anno, pagando mensalmente 30$000 de ju-
cos, e passando letras com boas (irmes, annuncie
a sua morada eu o lugar em que quer realisar o
negocio, afira de ser procurado.
Na ra larga do Rosario n. 31, seguudo an-
dar, sobrado que faz esquina, precisa-se de urna
ama que saiba cozinhar e engommar, para urna s-j
poseoa, paga-se bem, dando-se preferencia a es-
crava.
mediatamentepago. Recife 22 de junho de ..
j ggg r Caetano da Rocha
Pereira leccona
vocal e piano por o mensaes : a tratar
Joaquim Luiz Ribeiro da Silva e Ignacio Fer- de Hortas n. 27.
msica
na ra
Dados.
na ferida em um p, do lado de (ora do p esquer-
do, foi com o p um pouco inchado. Levou duas
caigas urna branca e outra azul, camisa branca,
bnnet preto, natural do lugar de Bananelras da
Parahiba; tem offlcio de padeiro. Roga se porlanlo
a todas as autoridades policiaes, e capilaes de cam-
po, que logo que seja encontrado o apprehendam e
levem-n'o a seus senhores na praga da Santa
Cruz n. 6, padaria, que pagaro as despezas, as
despezas, assim como gratificaro a qualquer pes-
soa que o trouxer.
Empresta-se l:0O0J a premio com os juros
que se possa convencionar, sobre hypolheca em
urna casa como para garante do principal, e. os ju-
ros; podendo ser descontado em alugueis da mes-
ma casa, com os commodos precisos, sendo em
Precisa-se de urna ama para servico interior
de urna casa de pouca familia : a ra de Hortas
n. 130
Ama
LEILAO
0)8
Um terreno em Papacaga.
Um dilo e urna easa era respaldo nos Aflliclos.
Um dito com duas casas pequeas, sendo urna
m construgo e m s bemfeilorias dentro do mes-
nao do mesmo terreno sito na ra Imperial.
Um eseravo velho.
Divids.
Manas far leilao por ordena das credores do
(Wii. D. Jos Antonio dos Santos Lessa de um ter-
reno cercado era faoaeaga, um dito o nma casa
en se-p ildo nos Aflictos, un dito coa duas easas
pequeas, sendo urna era eonstruceae e mais bem-
faitorias Jcatro do musmo terreno sito na ra lm-
pen il, a qual fui hypoihecado por Manee! Lniz
>elho de Aimeida, um eseravo velho e diversas
dividas na importancia de 6:936,1470 m docu-
mentos e letras, ludo perteocooto a mesna njassa.
Sexta-feira 30 do corrente
Bui sea escriptorio ra da Cadeia o. 9, as 11 jo-
ras do dia.
Precisa-se de 3005 sob hypolheca de um es-
eravo multo mogo, pa?ando-se 125 mensaes de ju-
ros : quem gnizer annuncie.
Precisa-se de urna arna para o servgo de
urna casa de pequea familia : no principio do
Corredor do Bispo, na casa dos Srs. Amorim &
Irmos. i
AM "i
Precisa-se de tima ama que saiba
bem cosinhar com limpeza e que
faca compra para pouca familia:
na ra da Cadeia do Recife n. 38,
primeiro andar.
Precisa-se de urna ama que saiba bem cozinhar
com limpeza, e que faga compras, para pouca fa-
milia : na roa da Cadeia do Recife o. 38, primeiro
andar.
rotesto
reir Mattos, fazem sciente ao respeilavel publico
e com especialidade ao rorpo do commercio, qoe
nesta data dissolveram amigavelmente a sociedade
que tinham na padaria da ra do Sebo n. 23, que
gyrava sob. a razio social de Silva <$ Mallo-,, flean-
do o socio Silva na posse do estabelecimento com ra que agrade : a tratar na ra Augusta n. 69.
todos os seus fundos para gerHo como seu proprio j Anacleto Publio de Moraes Carvalho, profes-
do hojeemdiante, eacargodoqua flea a liqni- sor particular de inslrucgSes primar e secunda-
ra? %TV ? PaSSJU "ra, participa ao respeilavel publico, que contina
necite zu ae mato ae isoo._______________;__ enSjnar prjmeiras letras, e tera aberlo om corso
PrAmiOTi*! fia S Tr^ de francez e outro de inglez; poJ.odo ser proco-
E I ^Ut!ZId UtJ O. O UMJ. I rado dos 8 da manhaa as 2 da larde, e das 5 as 6:
A professora da lerceira cadeira de Instrucgao na roa de Hortas n 106.
primaria do sexo feminino da"freguezia de S. Jos j Quera precisar de urna pessoa habilitada a
participa ao publico que a soa aula achar-se-ha'ensjni: ^^ letras, latim, francez e msica,
abena do 1 de julho y.odouro em diante, na roa; defllro oa fora desla cidaile dirjja.s9 a rBa do
1 eJDt* R"n. 87, primeiro andar.___________, Qaeimado n 8, terceiro andar.
O Sr. JoWde Barros Aranjo, morador no en-
geoho S. Lourengo, em Ipojuca, tenha a bondade
dirigir-se a ra estreila do Rosario n. 47.
_Sr
na ra
Precisa-se fallar cora o
Leao a negocio que nao ignora :
20, loja do Carneiro Vianna.
Quem for dono do urna canoa abena de car-
regar familia, com banco de proa, com dous as-
"i< H tnii seolos no meio, pintada de verde, xjueira dingir-
Nova d M a dhado Stro ao p.do silio do Sr Evaristo,
' | a fallar com Maooel Antonio dos Santos, qoe est
de posse della por a ter aprendido no rio.
PadaHa.
' 0 abao
assignado
,EIU
fi
De terrenosfe easas de eambo oo
Monleiro.
A saber:
U casa de podra e cal com 27 palca )s de fren-
le e 47 de fundo cora 2 salas, 3 quartos, cozinha
fura, terraco, cacimba e juntamente o texrew em
que se acha edQcaila jila casa, na esuadj #i^.
tend.o visto no
tDiariode Pernambuco de qninta-feira 22
do corrente, dous annuncios pedindo-lhe
um que nao pague cao saia premiado o
quarto de billiete n. 2290 e o outro o meio
bilhete tambem n. 2290 da mesma lotera
(quarta*parte da quarta de Santa Casa da
Misericordia que se extrahio sexta-feira 23
do corrente) declara que nao pode haver
euctido no dito annuneio do meio bilhete,
visto ser de quartos a asa de 2201 a23s)0.
O abaixo assignado somonte para desviar
jaizos menos favoraves a sua reputarlo faz
o preste annuneio. Recife 26 de junho
de J86S.
O thesoureiro da; loteras,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
tra-
g*entio.
Claudio Dubeux faz, sciente a quem convier que
a letra de rs. 5005, sacada por Francisco Antonio
das Chagas, aceita pelo annunciante, endossada
por Joo Carneiro Machado Ros, e descontada na
sociedade commandiiariaAmorim, Fragoso, San -
tos & C, por Joao Uaptista' Fragoso, era existente
no espolio deste individuo ; nao pode ser arrema '
lada por quem quer que seja, como divida passiva
do mesmo Fragoso ; por quanto, essa letra foi pa-1
ga com os fundos do contrato do subsidio existen-
tes em mo do predito Fragoso na qualidade de
caixa e associada, assim como os demais signata-
rios da letra, no referido contrato ; por conseguin-
le sobre ella elle nao tintia dominio algum; sendo
que por esla circumstancia o referido Claudio Du-
beux, prolestou perante o juizo commercial desta
cidade contra a arrematagao da referida letra, e
pretende fazer valer o seu direito contra quera
effectuar cora ella qualquer transaego, e assim
previne cm tempo para qoe ningoem se possa cha-
mar em futuro a ignorancia.
Quera precisar de urna ama que eogomma e
coze, dirija-se ao becco de S. Pedro n. 2.
Precisa-se de dous trabalha lores para pada-
ria : na ra larga do Rosario n. 16.______
Miguel Gomes da Silva deixa de ser caixeiro
dos Srs. Antonio Pedro de Mello & C., do armazem
da liga, na ra Nova o. 60, por motivos justos;
assim como agradece o novo gerente o traiamento
que Ihe deu durante o tempo de ser caixeiro.
Precisase de urna ama para coz halelinaTs > Ooscrivao da irmandade do Santissimo
outros servigos internos para casa de urna pessoa: Sacramento da freguezia de S. Jos, convida
na travessa de S. Pedro n. 10, segundo andar, eo- a todos OS irmos desta irmandade para
irada pela ra do Fogo.___________________ reurii5o de mesa geral quinta-feira 29 do j
Precisase alugarurna escrava para o serv- corrente, as (0 horas da manhSa, afim de^
go interno e externo de urna casa : na ra larga proceder-se a eleico de thesoureiro e tra-
0 0"A""" .:------------------------------- tar-se de negocios de muito interesse da ir-
Roga-seao Sr. passageiro do vapor manlade.
inglez La Plata chegado m 28 de maio'j
prximo (indo, que por engao levou entre
a sua bagagem urna caixmha conteni urna
moleta, o obsequio de a mandar entregar
na praca do Corpo Sanio n. |7, primeiro'
andar.
Na fabrica de charutos da ra de Hortas n.
1, precisa-se de um menino para caixeiro que seja
natural dos arrabaldesou portuguez dos chegados
ltimamente.
COMPHAS.
Precisa-se de urna senhora franceza ou In-
gleza que esteja no caso de educar meninas e que
queira sugeitar-se a educar duas n'uma casa de
familia nesla praca : queira aonunciar ou diri-
gir-se a ra do Imperador sobrado n. 63, segundo
andar, que se tratar do ajuste e promette-se pa-
gar bera correspondente as disciplinas qoe lec-
cionar.__________________________________
Precisa-se de om fetor para om sitio perto
da praca : oa ra da ruz n. 4.
__h v ________________ j Compra-s efectivamente ouro e prata em
Aluga-se um mualo perfeito copeiro e bo- onras velhas, pagando-se bem : na ra larga do
leeiro, a(iaocando-se seu comportamento: quem Rosario n. 24, loja de ourives.
precisar dirija-se a roa da Cadeia do Recife n., silvioo Guifherme de Barros compra e ven
*<''Ja- \ de effectivamenU) eseravo de ambos os setos :
Cosme Jos dos Santos Callado~tonti- rn* do fa*-"** 7* torceiro andar.___
nua a sacar sobre a praca do Porto. | Ouro c prata
Theodozio Cordeiro vindo ha pouco de Lis-jem 0Dras vell,aas ^.f;,8 Da praca
toa no patacho portuguez Afano-da Gloria, tem
orna carta no escriptorio de E. R. Rabello, roa do
Trapiche d. 4i.
A loja da Aorora, na ra larga do Rosario n. 38,
receben sortiment de dados tanto de osso como de
marliro, assim como lem livros de sortes para
quem quizer se divertir da de S. Jco, S. Pedro e
Sania Anna. ___________^^
Vende-se urna taberna na ra Imperial n
187 e orna na ra da tisperanga n. 59 : a' tratar
em qualquer destas.
Batatas.
Vendem-se excellentes batatas pelo diminuto
prego de 500 rs. o Rigo : no armazem do Sr. Aze-
vedo defroate da escadinha da alfandega._______
Vndese om oscravo moco muito proprio
para engenho, das 10 horas at ao meio dia : a
tratar a ra do Mondego olaria n. 13._________
Vende-se um carro de carrepar gneros da
alfandega, com uso, e todos os pertences de outro
igual, ludo por prego muito commodo : a tratar
no pateo de S. Pedro n. 4.
Acacia.
Vende se a barraca cima denominada, construi-
da com solidez, de boa marcha, e de lofago 50
caixas; a tratar com Andrade & Mego, ra do
Crespo, ou com Jos Joaquim da Silva Gomes, no
Recife ra da Cada.
Na roa da Ponte Velha n. 8, fabrica de car-
ros, vende se urna victoria com pouco uso : a tra-
tar na mesma fabrica._______________^^
Lagdo para calcadas. ->__
Vende-se muito bom lagdo para calcadas e ar-
mazens chegado agora : a tratar na ra do Apollo
n. 4.__________________ _______________
Vende-se a taberna e casa de pasto da roa
da Lapa n. 13, bera afreguezada para a praga e
mato, lem bastantes commodos para raoradia : a
tratar ha mesma.
Mobilia para vender.
Urna pessoa que se retira da cidade vende por
prego commodo o segrate : 1 par de consolos, 1
sof, 6 cadeiras, 1 toucador, 1 guarda-roupa, 1 ca-
ma de armagao com lastro de palhiaha, sendo tu-
do de amarello e em perfeito estado : na ra Au-
gusta, tenda de marcineiro n. 55.
Vende-se o dep isilo de charutos, na ra es-
trella do Rosario n. bastante afreguezado, pro-
prio para qualquer principiante por exislirem pon-
eos fundos. O deposito cima roenciooado*offere-
ce nao so vanlagem ao negorio que existe, como
tambem para vender bilhetes por ser urna das
principaes partes para tal genero : a tratar na ra
Augusta n. 1.
Aluga-se a da ra dos Pescadores n. 1 : a
tar com Tasso Irmos, ra da Aurora n. 35.
Offerece-se urna ama para tratar do interno
de urna casa : na ra da Roda n. 30.
pendencia n. 22, loja'de bilhetes.
da Inde-
Compram-se libras sterlinas a 95400 : na
praga da Independencia, loja n. 22. ,
Compra-se ouro, prata e pedras preciosas,
em obras velhas: na ra da Cadeia do Recife,
loja do ourives no arco da Conceigo.
Compra se um arrelo para um cavado de
cabriolet sendo era bom estado : na 'ra nova de
Santa Rila n. 19, ribelra do peixe.
Compra se um bom boi para carroga aind*
mesmo estando magro : na ra das Tnnclieiras
n. 48.
Corapram-sp libras sterlinas e qualquer ouro
amoedado a bom prego : no hotel de Pranga ra
do Trapiche
TEII1S.
Ana de leite.
Precisase de urna ama sadia e com bom leite
na ra Imperial, sobrado n. 87.
A VIDiTI,
Vende-se esla linda coHeccio de sortes.
Amada*se oaagenlio Jussara de Sauf Auna, -sito
na rogjMsU 4e fpjjue.a, legoa e meia distante da.'
esago da *ad* e Ipej.uca, com Ierras de var-
zeaa de oiauap oara se s/rejar em 'randa esca-
I la : a tratar na patoo do Livraraeato r. ti cjm o
J Or. igaaei Merf Ja Pasma,
Ama de leite.
Precisa se de urna que seja sadia e tenha bom,
leite: na ra Imperial sobrado n. 87.
Offerece-se ama ama de bons costumes, a
qua( coziotu, engomo a lava, para casa de ho-
rnera .^teiro ou fan.Hiia; quem quizer dirija-se ao
becjjpdctdr n. i 4.
Fngio no du 13 do correle, de casa de sen
senhor. a escrava preta de nome Benedicta, idade reunidas em um pequeo volume, com 25
36 annos, poueO sis ou menos, com os signaes assumptos, e mais 59 novas charadas, pelo
seguiRtes : baiia, gorda, cara larga, olbos pap- diminuto DreCO de \A cada ftinmnlar dos, algaas cabellos braaeo?, falta de deates no ^'"' JT.y'*" exempiar eca-
beigo soperior, levou oea, sendo saia de leda ae0 praca da Independencia ns. 6
preta com basado, pao preto, lguns vestidos de 0 8^___________^
chita e 1 roaM branco : pede-se, portante, as au- i tronco c n.. k.>-. ^ f. '" i
toridades poheiaes ou capi>s de mpo a ppre-1 jonde-se urna burra de ferro grande
preco
Irensio de daeienNra e coawijjde-j .4 roa do Ce- mperftito estado e por conjrxiodo
boj. s. 7. oa t io Apollo n. 20.
Vende-se por prego muito razoavil urna raeia
caleche prempta de tudo, com os competentes ar-
reos, faltando apenas forra-la : para ver e tratar,
na cocheia da ra do Hospicio do Sr. Cyrillo.
Amendoas
mero 43.
A 500 rs.
coafeitadas
a libra
na ra do Rangel nu-
Vendem-se 6 a 12,000 milhelros de lijlos de
alvenaria batida, sendo do melhor barro do Mon-
teiro, em qualidade e fabrico nao ha raelhor : na
olaria das Barreiras n. 10.
Vende-se oo arrenda se por prego1 commodo
o engenho Marianna, sito na freguezia de Seri-
nhem, me-com agua, cercado de valado, machi-
na para moer mandioca com agua, meia legoa dis-
tante do embarque : os pretendentes dirijara-se ao
Recife aos Srs. Leal & Irrao, oo ao proprictario
Francisco Antonio-Onndeira de Mello, no engrano
Agua-Fra do termo de Ipojuca.
Baldes
A toja de calungas, na ra do Rangel n. 24, aca-
ba de receber um completo soriimento de baloes
de todas as core para os festejos de S. Joao, Santo
Antonio e S. Pedro, veude-se muito barate.
Ra ta ia eia do Recife n. 5
-ofeites A Maria Pia, espartilhos a preguigosa,
s5o os mais modernos que lem vmdo ao mercado.
Vende se taberna sita no becc. Largo do
Recife n. 1 : a iraiar na mesma.
Vende-se
Urna porcao de ps de coqueiros proprios para
mudarem-se : quem pretender dirija se a Cruz de
Almas sitio que volla para Beieribe.
Vende-se urna parte de um sobrado no bar-
ro do Recife : quera pretender dirija-se na praga
da Independencia ns. 14 e 16.
TF
castello de Grasville.
Traduxido do raneex por A. J. C. da Cruz.
Vonde-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo prego da 2$50C
aa praca' da Independencia, livraria ns.
6 o 8.
w
u
v

^^^;SsS:^iyi&fe^ MliMsM^Mffi&i



'
7
Diarlo de pernaiubuco Tere leira %* Je Junlao de !*.
PILULAS CATBAltTICAS 01 AYER.
Estas pilulas vegetaes sao a-
daptadas a todos os usos de ura
purgante as familias, pois sao
perfeitamente innocentes, e em
quanto milhares de pessoas con-
fessam com gratidao que foram
curadas por ellas de molestias
severas e perigosas;nao ha
um s caso em que haja suspei-
Grande liquidagao a dinheiro.
Na toja earmazem do Pavao.
Roa da Imperatriz u. GO de Ca-
ma de Uva.
Os dones desteestabelecimento lem resolvido li-
quidar snas fazendas por precos baratsimos, s
cora o flm de apurar dinheiro, e previaem as pes-
soas que negocian) em pequea escala com fazen
das, que nesta loja e armazem encooiraro nm
grande sortimento por presos que muito Ihes nao
de agradar, tanto era pec.a como a relalho, a sa-
tas do mais leve resultado iju-'ber.
rioso por seu uso. Chitas largas a 200 rs.
Publicamos aqui alguns dos' Vendem-se chitas francezas, listradas raaito lar-
attestados que temos de Curas gas P*dr8es escuros, pelo barato preco de 00 rs.
... ,. o covado, tendo muito bom panno ; ditas escuras
notaveis leiias ltimamente. pdroes novos, por serem todas escossezas e cor
Um caso notavel de [flxa a 240 rs. o covado ; ditas miudinhas escuras
'ociaras a 240rs.,afflancando-se que esta fazenda
Affeceio chronica do ligado.
Illm. Sr-
Juiz de Fra, i7 de fevereiro de 1864.
Tendo feito uso das pilulas catharticas
de Ayer, que me fez favor de dar um vi-
dro, tendo tirado um resultado nao espera- e bem feits Qu *"> v'"do ao mercado, tendo de
do ; padecendo ha mais de doze annos en-' ,0,,d0*os tamanh<>s e de diversos precos trazado to-
fermidadesdo fia9,ln h.J. f /. competentes filis par* apenar, Istosona
nao tem o mais pequeo loque de mofo, era outro
qualquer defeito. Isto m o Pavao, na ra da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
. Espariilhos, na loja do Pavao.
Vende-se um bonito sortimento de espariilhos
proprios para senhoras, sendo dos mais modernos
60 de Gama
AZEVEDO FLORES
Riia da Cadeia do Kecife, esquina da Madre de Dos.
Excellentissimas senhoras o Balo partecipa a Vv. Exc. que reduzio os precos de
todas as suas fazendas, e pede a Vv. Excs. que nao o esquecam, pois o Balo empenha
sobre a regias do figado e costas, dores de i "^y^ tT^ os-seus esforcos para bem 'as servir e alm de tudo isto minhas senhoras, um
cabeca, inchaco do ventre, nao podendo j superior da Eseo'ssia por 105 e 155. isto s na io- objecto indispensavel s senhoras amantes do progresso.
deitar-me seno do lado direito, isso mes-'jad? Pavao. na ra da Imperatriz n. 60 de Gama Agora minhas senhoras peco que lancem suas vistas em toda a minha circumsfe-
figadO e baco, com O USO loja do Pavao, ra da Imperatriz n
das pilulas posso lhe assegurar que estou & Silva,
bom, pois ten lo desapparecido um grande Cambraias brancas,
engorgitamento que soffria, muitas dores
Vende-se um bonito sortimento de pecas de cam-
braia brancas lizas, lendo tapadas e transparente.
3
o
O
Q
1
O

PQ
Rival sem segundo
Ra do Quelmado n. 49, est vendeudo tudo
muilo barato romo ver abaixo.
Caixas de peanas dekalegrapl.ia a 15000.
Ilassoa com superiores grsmpos a 30 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a i 300.
Frascos de macar per la a 200 rs.
C*ixa* com superiores aguihas a 200 rs.
Libras de lita MIidas cora todas as eres a 70C0.
, Caixas com Miperinres brelas a 40 rs.'
Duzias de phtophoros de seguranza a 120 r?.
i Meias garrafas ron-, lint a 2*,0 rs.
*-nJd2e n'Wn Jenfeslaj0 m, 12 iarda?,a ,dDhi,s TOn> Beies fraurezes a 20 rs.
3*>W. 45 e 45600, dito com 24 Jardas a 35, CartasMe altinetcs franeczes muito finos a 00 rs.
A dmiraveis pechinc/ias
qoe esto a venda na loja e armazem
da Arara, ra -a Imperatriz n. 56,
de Lourenco Pereira .Vendes Gnima-
raes.
Bretanha de rolo a 3$.
Vendera-se pegas de bretanha com 10 varas pe-
lo baratsimo prego de 35 a pega.
Madapolao enfestado a 3 $500.
t
5*300, 6*800,7* N40 7*500, L. 10"7*300, 6 $***& alma'co'a'400.'
DE
mo procurando.posicSo para ter socego, ho- Silva-
je me acho livre d'esse padecimento; como
por aqui ainda as nao haja, eu como tenho
este proprio que de casa, lhe rogo man-
dar-me alguns vidros, tisfar, assim bem como do charape de
cereja, que tive occasiao de experimentar;
em um ataque de guellas que leve urna
preta que com elle curei, faco uso d'elles
Gros de qnadtHitios a 13600.
rencia e ver5o que encontram muilos objectos jjue necessitam e por precos que convi-
dam a comprar, como sejam: l
Vendem-se os mais moderaos gros de quadri- Qs rcos ^5^ de 40 arcos> com uma ftda qae.admira.
nhos, proprios para vestidos de senhprds meni- _,
as, sendo estes gros dos mais modernos que tem dem com menos arcos a 2>oGO e &.
vindo ao mercado, vendeodo-se pelo barato prego dem para meninas de 2 annos al 12 annos.
de 600 rs. o covado Isios na loja do Pavao, ra Cambraia finissima que era de Q# a 70.
da Iraperatm n. 60 de Gama 4 Silva. j I(]em dag de y por^
Vendrm^sSTosbouzZr^Guipnre, g.~ lindos psdrOes de cambraias de cores, verdadeiras francezas.
sendo os mais modernos que tem viudo ao merca-. Ttrrlatana branca muito fina e larga,
oas tosan em rmnha familia sempre em] d0 Pel iaran"ss'mo prego de 25*, cada um, as- Chitas escuras a 240 e 280 rs., que eram de 360, tambem ha superiores.
bom resaado,ePr iss ^ mo par, fSJSSlSrSS ^t S tttStlSLk res ,
vo, ruada Im|.eratriz n. 60 de Gama & Silva. J-fa Prela Para, lut(? e ae l0^as as .raais .S* ^,.n
* j Chita encarnada adamascada muito superior a 5>0 rs. o covado, 7 covados da uma co-
8*. Elephante 8*300.
Soutembarques de cores a G.
Vendem-se souiembarques de corts a 69, 7* e
8*, ditos de seda a 18?, 20* e 23*.
Chapeos para hornern a 1*800.
Vendem-se chapeos para horaem a 1*800 cada
um, chapeos de sol de panno a 2:, ditos de seda
para horaem a 6* e 7* : s Arara, ra da Impe-
ratriz n. 56, de Mendes Guimares.
S Arara vende chitas francezas a 210 rs. o co-
vado.
Vendem-se chitas francezas sendo cores fixas,
assim como sejam padroes delicados sendo cores
de cana e rxas, se vende por baratissimo prego
do 240 o covado, ditas a 260, 280 e 300 rs., ditas
matisadas finas a 320 e 360 o covado.
Chitas francezas escuras.
Vendem-se chitas fraucezas sendo padroes esca-
ros e cores (has a 300 e 400 o covado, ditas miu-
dinhas claras a 3C0 e 400 rs. o covado : Isto na
loja e armazem da Arara ra da Imperatriz n. 56.
Corles a Mara Pa a 1S#.
Vendem-se os ti.ais modernos renes a Maria
Pa a 18*, dito a 14*, 12*, 11*, 10* e S*, cortes
de laa sem barra a 5* lem 15 covados o corle.
Damasco de duas larguras a t$2S0.
Vende-se damasco de duas largaras a t*v280 o
covado, dito de uma larsura a 8W e 640 rs. o co-
vado, lencos de linho a 5*, 6* e 7-1 a duza.
Cautisas francezas a i #600.
Vendem-se camisas francezas a
de pregas largas a 2* e 2*210, dirs
Resmas de papel de pe>o a 2*000.
Papis de agullias francesas a balao a 60 r?.
Donis muito bonitos para meninos a 1*000.
Bafeites para senhoras fazenda muito moderna a
2*000.
Escovas para roupa superior qualidade a 1*000.
mandar alguns frasquinhos, e mesmo as pi-
lulas pode morfiar a doze, porque tenho
feito uso d'ellas para uso da familia e al-
go mas pessoas, ia d i ,mt e g e
resuitado; sob btdooroteandeoda
De V. S. attensgPs.ar
Francisco FebbeateraU
RheumalisKio e ataques heuiorrhoidaes. .
Illm. Sis.
Ouro-Preto, 30 de marco de 1864.
Posso certicar-lhe que as pilulas ca-
tharticas do Dr. Ayer .sao excellentes, pois
que soffreRdo eu dores pelo corpo, e que
suppunha ser rheumatisma, {molestia esta
que j havia soffrido ha annos} e soffrendo
tambem de ataques hemorrhoidaes, e de
um ouvido, pois que at j pouco ouvia, e
acompankado-de uma dr no queixo, con-
sullei a um dos nossos mdicos, e este me
disse que devia fater uso da salsa ; porm
lendo eu o almanack do mesmo doutor,
comprei em sua casa um vidrinho das mes-
mas ;pikilas e por minha conta principiei a
toma-las, e sem as flnalisar acho-me sem as
dores pelo corpo; e sem senlir, sarei do
ouvido, e mesmo dos ataques hemorrhoi-
daes : portanto sao para mim as taes pilu-
las as melhores que tenho experimentado;
isto em abono da verdade. Sou
De V. S.
Amigo certo, venerador e obrigado,
O brigadeir
JoAO RSDRIGES FeiBE CARVALHO.
Gaslrite.
Ouro-Preto, 29 de margo de 1864.
Atiesto que tendo feito uso, acouselhado
por um amigo, das pilulas do Dr. Ayenr
Qquei perfeitamente bom de uma gastrite
que eeffria e que privava-me de andar aper-
tado, boje felizmente nada sinto.
AUGUSTO GOLLATINO -DE MELLO.
Admirem
Lia preta para luto e de todas as mais cores.
Chila encarnada adamascada muito superior
berta para cama franceza.
Vestidos a Maria. Pa os mais ricos que ha de 14)$, 18)$ e 200.
; Caigas de casemira de muito bonitas cores.
Admireill Beili I I Coletes de casemira preto e de cores.
As perhinchas que esio vesda na loja e ama-
sera 4o Pavao, na ra da Imperairiz n. 60 de Ga-
na & Silva, onde se vendera todas as azendas,
tanto de luxo como de primero necessidade por
precos muito rasoaveis, e com especialidade as se-
grales, dando-se amostras dmando licar penhor
ou roando-se levar em casa das familias
caisiros da mesma loja.
o Pavao vende
Chitas largas a 240
Cintas largas a 240
Chitas largas a 240.
Acaba de chegar para a loja do Pavao um .gran-
de sedimento de chitas largas garibaldinas, por
s rera todas lis;radas e padrees escuros e de cores
fixas que se vendem pelo baratissimo prego de 240
o covado, sendo que em mitra qualquer parto cus-
la a. 360 o covado, notando que os (reguezes que
comprarem porcao de pecas, terao um pequeo
abatimento: isto na loja do Fave a ra da Impe-
ratriz a. 60, de Gama & Silva.
Lazinhas a 300 rs.
Laazinhas a 306 rs.
Lazinhas a 300 rs.
Falla de apetite.
Orne-Preto, 24 de fevereiro de 1864.
Sendo eu affectado do figado ha muitos
annos, e ltimamente soffri falta-de apetite,
hoje dou gracas a Deus por achar-me sao
e perilo comouso das pilulas catharticas
do Dr. Ayer.
Antonio Bento Vieira.
'Ginatipafo, dores de cabca.
(teru-Preto, $8 de marco e-*64.
Atiesto -que achando-me atacado de uma
forte eon8tipacao que trouxe-me dures por
todo o cor^o e nacabeca, soffri howivel-
mente por espado de quatro das; entio
um amigo aconselhou-me que tomasse pi-
lulas catharticas do Dr. Ayer: com .ellas .fi-
que i sao e completamente restabeleoido em
tres dias, psito de aconselhar o aso das ditas-pilulas
a todas as pessoas que forem affectadas de
constipaces.
.Ajgostinho Jos ba Siuv, negociante de fa-
sjndas. _______~-
Irrilacio do estomago.
Ouro-Preto, 29 de narco de 1864.
Atiesto e juro.e necesario fr, que. sof-
Scendo ha muito tetnpo excessiva irritaco,
4e estomago, pouoo apetite e difficil dige*-
so, d'edla tenho es^ierimenlado sensivei
fnelhoras depois que enho feito uso das pi-
iajas catharticas do Dr Ayer.
KtmiO HERM0GE3M5S PEREIRA ROSA.
dem de brim branco.
Paletos de casemira sacco a 10 e 12$.
dem de brim branco.
dem de alpaka branca a 50.
dem pretos a 4* e r>6.
pelos caigas de brim branco, pardo e de outras cores.
mude pechincka, vestidos a | gjj""[^ linho com duas costaras a BOO.
3^pOO i dem a l#b00.
Acaba de chegar um bonito sortimento dos mais Colleles de casemira a 4/5 e 5.
liodns vestidos transparentes, muilo proprios para Camisas com peitos (le cor.
passeios e bailes, por serem de primorosos dse- dem brancas a IjfcOO cada uma.
a\ S2 lodos f p>*dr1es tecidos e To^ST Wern brancas finas pregas largas a 2240 e 2,5500.
dos, e vendem-se pelo liarathssimo preco de UsOO, T i ~ 1 i- 1 ?ei
sendo fazenda qqeTval muilo mais dinheiro: isto na[ Wem de linho Mipenores a .^.
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama dem de linho inglezas multo finas de nmeros 34, 35, 37 e 39.
s,rva- dem de meia abertas fazenda superior-
Capas pretasesofllembarques, C'l 11*100^ DE SOIi
0 Z%tT:Z*LTls m,oderDaf 22 pretas !isas Chapeos de sol de seda de 12 asteas a 80.
e nortadas, os mais bonitos soulembarques pretos e ,. ___- .,
manteletes, tudo de seda preta e o que ha de mais Idem superiores de 16 asteas a 120.
gosto 00 mercado, por procos muito em eonu : dem de seda trancada asteas de meia cana a 140.
na'lejano Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de a- Que ludo se vende na loja do A
2#50O, 2S800 e 35 cada uma, seroulas francezas a
1**80 e 1500, diu de linho a 13800 e -25, ro-
bertas de chila a 25 e SJ'OO cada uma, cambraia com 2 arrobas
AfcMra-MliLIhIMJS
harol do commercio
Ra do Eangel n. 73.
O propietario desie esiabeleciniento lem a hon-
. ra de avisar aos seus freguezes qu- fez uu.a gran-
' de rediicc.no nos pngosde seus generes i\c primei*
! ra qualidade : manttiga icgleza 13 c !5b0 r.-. a
libra da ultima chegada ao nosso mercado, dita
franceza a 900 rs. e era barril se (az uLat-nimi.
queijos flaraengos novos a 23"100, dito prato o que
se pode desejar em bondade a 800 r?. a libra,
amcixas francezas raixinhas a 15200. 15300 e
I58CO, frascos de ditas 15400, grandes ,'i> 11 *pnos
para mimos, marmclada das rr.elhores rr:.:. as a
15800, 25. dita640 rs. a libra, amendoas confeltadas para series
as de linho a de S. Joo a 640 rs., vinho do Porto a 640 t 7io rs.
a garrafa, Figueirr. e Lisboa 400,440 e MU rs.. e
era caada se faz o abatimento. eaisas de ;. alai
por 3g;O e a libra 80 rs. navas.
caf 1 serte "800 e 75200 e a libra a 240 e 260
bolar.hmha iugleza a 200 rs. a libra, toucinho ce
Lisboa a 360 rs. a libra, velas de carnauba a iO
rs., dilas estearinas finas a COn rs., presunto porto*
guez a 000 rs., alpista a 3go!)0 a arroba e 120 :s.
a libra, painco a 45 a dita e 110 rs. a dita, cha li-
no a 25500, 25700 e 25800, nulas em calda a
640 a lata, gomma a 100 rs. a libra e 23560 a ar-
roba, bollinhos inglezes lata de 2 libras a 15350,
ma. Silva.
S
RIVAL
SEM SJE&l YIIO
Ra do Queimado n. 49, loja de Jos Maia e Silva.
Pulseiras e vokas muito bonitas a 500 rs.
Miadas de lioli* ^ra bordados do superior qua-
lidade a 60 rs.
Duzias de facas garios de eabo preto muito
boa a 35-
Meiadas de Imha roxa para bordar a 20 rs.
Meiadas de linha azulada superior a 60 rs.
Babado do Porto muito superior a 100, 120
muilo superior a 100, 12U e
160 rs.
Vende-se um bonito sortimento de lazinhas pro- Varas de franja de nho branca a 40 rs.
prias para vestidos o soutemuarques por seremil- Caixas com 100 nvelopes da meihor qualidade a
sas e de quadrinhos pelo barato preco de 300 rs. o i 600 rs.
covado, sendo fazenda que empre so vendeu a Caixas com 28 nademos de papet superior a
500 rs..o covado, e vende-se a dinheiro a vista .pe-
lo baratissimo preco de 300 rs. o covado : na teja
do Pavao ra da Imperatriz-n. 60 do Gama ?
Silva.
Pelerinas a l#800.
Vendem-se asmis ricas pelerinas on romeiras
600 rs.
Grozas de peonas de ac muito finas a 500 rs.
Pegas de tranca H.-a preta e de cores a 40 rs.
Grozas de botoes madreperola para caraisas a 500
o 720 rs.
Caixas com 50 novellos de linha do gaz a 700 rs.
de cambraia bordadas proprios ,para hombros de Varas de franja de oiires a 80 rs.
senhora pelo baratissimo preco de 15600: na ra Novellos com 400 jardas superior qualidade a 70 rs.
da Imperatriz n. 60, loja de Gama Silva. ,Carriteis de lhna com 200 jardas dos ns 60 al
OfgBdy a 240 W. O _COVadO. u *$* do roupa .avada a tOO rs.
na loja do Pavao. Pares de botOes de punho muito finos a 130 rs.
Vendem-*o as mais bonius cassas organdys, pa- Thesouras para unhas e costura muito Onas a
droes miudos e grandes, pelo baratissimo prego de i 500 rs.
240 rs. o covado (doze vintens.), osla pechincha
acaba-se logo : na loja do Pavao ra da Impera-
triz n. 60, do-Cama & Silva.
BRETANHA DE ROLO A 35000.
HadapoO eufestad* a^/JOOO.
Ra loja do l'avo
Vendem-se p^cas de bretanha de rolo com 10
varas a 35, diia&de madapolao enfestado a 3520",
35500 e 45 : na ioja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama Silva.
Notos corles de vestidos a 155, tara as (estas
de S. Joan e S. Pedro, na laja Pavo.
Lombrifis.
OuroHPreto, 28 demorada 1864.
As pilulas do Dr. Ayer -(eabarticas), fo-
ram empregadas com grande vaotagem por
mim, e uma menina de dez asnos que
soffria e vermes, intestinaes, notando-se
que os synaploaias que entio apresentava
eram de molestia bstanlo perigosa..
Uymndo rVoNATo de S. Thugo, jjiiarma-
ceutico. __________
Beirjlgia.
Cma carta do Bina. Sr. Francisco Atoa-
renga de Azevedo.
Ha mais de sete annos que soffria dores
no hombro e as costas, tomei orna infini-
dade de remedios sem aehar alivio algom.
D6r, angustia, tormento so palavras for-
tes, porm n5o exprimem o qoe tenho sof-
frido: ltimamente tomei as pilulas ca-
tharticas do Dr. Ayer. S faz oito dias/e es-
toa completamente restablecido ; Ha tres
dias que nao sinto a mais leve dr no hom-
bro nem as costas.
Estas pilulas acham-se venda as prin-
cipaes boticas e drogaras do imperio, o no
Rio de Janeiro, ra Drroita n. i
Vende-se em Pernambueo:
ma pharmaeia f rameesa de
P.MAUREfl i C.
RA NOVA N, 18.
LOJA DO BEIJA FLOR
Na roa do Queiimwio n. ti3,
Tendo recebido um sortimento de iione-
cac de choro, que cbamam papa i e mam i,
com cabelleira de cachos,
endo recebido ura variado sortimento de
brieguedos para meninos, sendo espadas,
espingardas, pistolas, tambores ; ditos
para .meninas: apparelhos de alrnoco e de
Acabara de chegar para este esiabekcimeote os jan lar de porcelana e de metal, porta-cor
mais ricos cortes do gizla granadina om 22 cwva- i e faqukibas a 280 rs. o par ; e nao queren-
dos cada um, sendo esta fazenda do meihor gosto l flnp/inJinnar vpnrlp mais liaran rln hhp om
possivel par ser Iransparentes e tecidos com'eda, 00 e por isso sao de molla /anlezia, e vende-se polo oulra qoalquer parte.
baragssimo preco de 425 cada corte, sesdo fazen- Venderse tiras bordadas de differentes
da iw val 255: esu pedilncha esta venda .na larguras* \, e babados, COllatinllOS e pu-
'Gai^Tsnv0 "'raa d*Imperalfiz ""^ nhos Para ^nhora, bordados e aberlos de
L'iv.inhai a 200 rs ,renda e lisos, os mais modernos que se
Peddacfea fe*." podem encoalrar.
Vndenle superiores aazinkas mossamWqoe,,,' Veyfle^ J*a para bordar_ de diversas
pnvprias ^ara vestidos e soaternbarqnes, pelo ba- qualldades ede cores Claras a j# a libra, es-
ratii;siino pre^o de 300 rs. o cavado, sendo fazenda petos de col-UKKias de Jacaranda a 2#300,
que oeinjmM vanden a 500 rs., fazenda esta raui- diitos brancosde4iversos tamaitos, caijiahas
to propria par.i vestido de saldr passeio. e prin- napa flljtl)nc a* valhae
cipalmeute pan tempo de invern por nao se es- p es}^os ae a\altias,
tragar com fceMjdade: isto ? na joja do Pavo, I Venoe-se pentes de alisar com costas de
ra da imperairiz n. 60, de Gama & silva. metal a I, ditos de dilTerenies qtialidades,
MadapUfl cm loque de mo a CMO0 c. 75 lindas gravatinhas pa/a senhora de diffei en-
Vendem-se superiores pecas de madapolao, ga- j tes costos
rantindo-se 20 varas em cada uma, pelo baratissi- rihi.*.a d n mo-preco de 65400 e 75 por terem um pequeo i Pe8 fle ,*ta, POClpe.
toque de mofo que nada val, e pecas de algodo a' vende-se colheres de metal principe para
45 : na loja do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de. tirar soupa a dilas para cha a 2^300,
Gama & Silva. ditas para soupa a 40200 a duzia: nesta
tertes de easeniras;i 5o00 e l loja e encontiar sempre um grande e va-
ul^J^XS-. VZ*? so' ^eTt d,e deza.: ra do Quei-
vio, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales a 2,5000
Vendem-se chales de merino a 25, 25500, 55 e
65; na loja do Pavo, ra da imperatriz n. 60, do
Gama <& Silva.
Tasso Irmis
Venden no sei armaiem ra do
Amorim n. 33.
Licor fino Curasao em botijas -e meias botijas.
Licores linos sorticos em garrsas com rolbaede
wdro > em lindos frascos.
VinhosCheres.
Santernes.
Chamberln.
Hennitege.
Borgonbe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac
Od Ton.
AzeitePlagnioL
03
qa
C% =
3 09
ujs ai
ce- as E>a
= x
en
Si
S
O. c ,
o. 3 a .
O n =8
S a -
w
w 8
CD
O
. 9
3.
O
v.
S3
_ O. 2. os
"s c?E s
" "a 3 2 s
O. as
cu ce eo
* c?
. OS

=. u o> m
2"B
CA
o o
w <
os
O
en
as
O.
o
TI
os
CU
3
w
|
=-
S
CD
1
en
3 5!
l-2'S-
rfff
os
1
o
ir* cu 3 C 2. ,
S ce* 2 < 2^_
t
|8
o ero
ce
as
~.S ES
- O Qj --- ; ^ O*
3 w 2. o SIS
Sil."
s
N
td ce
OS -1
ll
i*
as
'a
o
Veod"-seo engenho Goicana, situado no ter-
mo de Ser inbem, meia legoa distante da cidade
do Rio Formoso, nm qnarto de legoa do porto de
embarque, ptimo d'agaa, de boa produccao, boas
obras, tendo arada matas, bons logares para crh-
co de gado, um sitio de coqneiros novos cometan-
do a dar fructos. e podendo ainda augraenlar.se,
ainda eom grarfdes partidos a crir-se, dependen- objectos de ouro, pral
do de fcil comporta que suspenda as aguas salga-
das em terrenos planos de massap, e prximo ao
eogenho, e mais oulras vatrtsgens que so farao pa-
tente a quera o quizer negociar, podendo pira este
Um drgir-se ao mesmo engenho, ou no Recite a
entenderse com Aolonio Jos TelTelra Basios.
Agua de Vicby ~
Vondo-w verdadeira agua de Vichy e garra-
fas : na ras da Cruz d. 23, prlmeiro andar.
Jolas preciosas e objectos
onro.
Mauricio Selbeberg t C, Polacos, ltimamente
chegados a es|a provincia, oirerecem ao respeitavel
j publico om grande sortimento de joias, brilhantes,
(relogjos e mnitos objectos de ouro, por proco o
mais razoavcl possivel, e mesmo troca e compra
o diamantes por objectos
novos : .na ra do Queimado n. 29, enlrada polo
largo de Pedro II n. 27, de manhaa at as 9 horas,
e a tarde das 4 hora,- em dianle. Os objectos ven-
didos pelos ananciantcs sao garantidos por e les,
e esto promptos para levar objectos s casas das
pessoas qoe desejarem comprar, uma vez que nao
possaoa vir a seu eslabetecimento.
Vende-se uma bonita escjgva recolhida de
15 anno, com habilidades, propria para mucam
ba ; oa ra da Prai, prlmeiro andar n. 47.
No armazem de fazen das ba-
ratas de Santos Coelho, ra
do Queimado 19, ven-
de-se o seguinte:
Lences de panno de linho a 25400.
Bitos de bramante de linho de um s panno a
35500.
CoberUM. de chita (Ja India a 25500.
Lengoe de cambraia brancos proprios para algi-
beirs, pelo barato preco de 2$0G0 a duzia.
Pecas de bretanha de reo com 10 varas a 35800.
Dilas de cambraia para forro de vestido, com 8
varas, pelo taralissimo prego de 25600.
Guardaoapos adamascados pelo baratissimo preco
de 35500 a duzia.
Algodao enfestado com 7 1|2 palmos de largura a
152OO a vara.
Cortes de lia de lindos costos com 15-covdos a
65000.
Pecas de cambraia adamascada com 20 varas, pro-
pria. para coronado, pelo barato preco de 115-
I Fil liso fino a 800 rs. a vara.
! Dito com salpicos a 15 a vara.
Tarlatana branca fina a 800 rs. a vara.
Atoalbado de algodo adamascado a 25200 a vara.
Dito de linho a 35300 a vara.
Laazinhas lisas de todas as cores, pelo baratissimo
prego de 500 rs. o covado.
Pegas de cambraia de salpicos brancos e de cores
com 8 t|2 varas, pelo baratissimo preco de
500. ,.
Bafes de 20 arcos a 25800, de 25 a 35, de 30
3.C500, de 35 45, de 4G 45500.
Toalhas felpudas a 135 a duzia.
Esleirs da India de 4, 5e6-p.ilmos por meaos
prego do qne em ootra qualquer parte.
Nestearmazem se encontrar ura grande sorti-
DlfBlO 3e roupa feita e por medida.
branca a 35, 3S500 e 43 a pega, dilas de cores a
35000.
Cambraias de cores a 300 rs.
Vende-se cambraia de cor a 300. 320, 360 c 400
rs. o covado, cambraia de salpicos a 25500 e 33
na ra da Imperatriz n. 56.
Chales de merino a lo.
Vendem-se chales de merino a 25, ditos de clii- i
ta a 15600, 1280 e 15 cada nm, chales Unos com "' "Z grandes 2000 e ontros mais gene-
poma redonda e borlla de seda a 63 e 75 cada ros e se torna enfadoi.ho mencionar. O proprie-
nm cobertores de algodao a 15 cada um : na ra lario espera a concurrenna do respeitavel publico,
da lraperatnz n. ob^________________________l gar,iniindo a exaelidao do que tratar.
GAZ GZ GAZ
Vende-se gaz da meihor qualidade a
i0alata: nos aroaa'oosda ruado lm-|
perador n.16 e roa 'rapichejs'ovon. 8.
"GRANDE! IQuTDAQAO"
A !H\IBIItO.
Na ioja e armazem de Guimares k Ir-
mao, ra da luipentriz n. 72.
Os donos desie estabelecimento eslo re-
solvidos a liquidar suas fazendas por preco
baratissimo, s com o fin de adquirirem fre-1
:guezia ; e previnem s pessoas, que neg-',
'Ciam com fazendas, que nesla loja e armazem
encontraro sempre um grande sortimento
por menos 20 por cento do que em outra
qualquer parte, tanto em pecas, como a re-
talho. Vejam :
Chitas a 250 rs. o covado.
Vendem-se chitas preclaras francezas com
assento branco, escuro, cor de canna e par-
da, pelo barato preco de 240 rs.o covado,
afiancando-se que esta fazenda noest po-
dre, e nem tem o menor defeilo : isto s na
loja e armazem de Guimares & Irnilio,
n. 72.
Cambraia branca, grande sortimento.
Chegou a este eslabelecimento um gran-
de sortimento de cambraias brancas de to-
das as qualidades pelos precos reduzidos de
35OO0, 36500, 40, 4^500, e muito fina a
60, vende-se por este preco por ter grande
porcao ; cambraia organdy de 240 e 300rs.
o covado; dita franceza, a mais fina que
tem vindo a esle mercado e dos mais ele-
gantes padroes, a 400 rs. o covado, bara-
j tissimo; chaly de seda de apurad i gosto a
1900 rs. o covado : isto s se vend-i na loja
earmazem de Guimares Para a fesla de S. Mo I! bailes c passeios.
' hegaram a este eslabeleemento, pelo
ollimo vapor francez, ricos cortes de finissi-
ma cambraia com liodissimo chuvisquinlio,
que faz um effeito magnifico, e vende-se
pelo baratissimo preco de 50 o corle, fazen-
da que val 100 em outra qualquer parte ;
cortes de 15a com barra a 90 e 42 : islo s
na loja e armazem do Guimares & Irmao,
n. 72.
Para acabar por todo o prego! 11
Bretanha de rolo com 10 varas a 30 a pe-
ca ; madapolao infestado com 10 varas a
30200,30500 e 40 a peca; ricos bordados
em fina cambraia a 800 rs.: souteml.arque
magnficamente enfeitado a 50 e 00; lan-
zinha a 300 e 400 rs. o covado; damasco
de 2 larguras a 10280 o covado; chales de
merino estampados a 20; cortes de case-
mira a 20500 e 30; baloes americanos,
tanto para senhoras, como para meninas a
30, tenio 30 arcos.
Kiiupa feita de todas as qualidades e lmannos.
Que se vende mais barato 25 por cent do
que era outra qualquer parle: isto s para
liquidacSo: na loja e armazem de fazendas
de Guimares & Irmao.
EsyRUA DA IMPERATRIZ, N. 7.zs
CnvHleceiiCH d r len-
ican molemlas.
MoI<-e>liaM eaci-otti**-
rnpvlra.
Obnti'iirra.o dai flau-
tn Inn.
Ilmnurca frin.
Hiintorca I-rin. ...
narhltiniuo.
\tti-ceac* i r:\ci i ,-.-.-..
e ayphilltlcna.
KcSircn ty^holrtea".
V.-irlolc, ole-, etc.
Os elementos que eompoejn esu preparacao. o
ferro, o iode e a ottRO, a colloro no primeiro
grao das preparac5es 'erruginosas. Basta atiestar
seus resultados obtidos pelos Mdicos dos hoset-
taes, e osrelatorios tos prcticos maiscminenies,
que confirmro sua poderosa efficacidade as
seguintes affecedes:
silngoa no aangae.
FraqnfTJ.
Anemia.
Clilorone ou Ic-lrrlrla.
Menatrno.
Affeccoca do mero.
Snppreaaoea dan re-
Kran e ricNnrde* na
iiu-nHlrtiaruii.
Affeeeao pulmonar e
phthlnle.
Moleatlaa d'eNtaiuaKO.
Gantralslaa.
I'erda d'upprtlJc, ole.
Veje se os bueiins de herapeutica medica
e cirurgica-de 30 de novembre 8G0; a UtUtetft
dos kospitaes de 28 dejulko IhCO, e;<\, etc.
Alm das pilulas de iodu.re.lo duplo de ferro e dt
quinina de ielnlion, os Mdicos aconsclho
igualmente o Xarcpe d'iodure duplo de
ferro e de cruiniaia do mesmo auiiior para as
pessoas que nao goslo de medicamentos sob for-
ma pilular c os meninos. Este xarope nao lem
como o xarope d'toiur de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se no poder conservar.
Peca-se o folhelo que se d de graca em casa
dos pharmaecuticos depdsilarios.
Para-se evilarcm falsificacSes, exija o com-
prador em cada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
signatura do inventor.
Depdsilo geral em Paris, pharmaeia Rebillon,
142, ru du Bac, e em todas as boas pharmacias
de Franca a dos puizes estrangeiros, etc.
l ;'
TT>
I >1E SlSftflTTM 1
^ ':..;- z -~: --.:............ -
'ht.... i i i mtiW'iW*. ---i---..*
:<-,;'! --..
. C> ijrt'uui'i iir biir.nh c Ciievi-: ..
superiores a tudas ;;* curas -:- ::..ir.-.:.
mprx>j;adas tntes cr.ni c .naior
os paizps, -'
;
i: ra.-.
*'" i.'^isti..a.
l'Ca-irrtti-a.
Gallr**.;!**, etc.
Grande sortimento de roupas feitas de to-
, das as qualidades,
Calcas e casemira a G e 7^300, dilas prelas a
6J e 6i, calcas de ganga a 25 ,15800 e 15600,
ditas brancas a 25, {irim de linho a 35, 35300 e
45, palero! do alpaca branca a 45300, ditos pretos
a 35 e 3500, ditos de alpaca de cordo a 45, e
de listra de seda a 45500, ditos sobrecasacos a 35,
paletots do casemira a '5, 35500, 65, f 5 e 95,
ditos sobrecasacos pretos a 1*5, \S e 165, ditos fi-
nos a 235, de cores a 135, dito* fraques a 145,
paletots de ganga a 35, 25500 e125, difs de brim
pardo a 35, jaqueloes de brim pardo a 35, panno
preto lino a 25. 256C0, 35500 33, 45300 3 e 65
covado, moreantique preto a 25600 o covado, pro
denaple preto a 15500, 15800, 25, 25200 e 239
o covado ; e oulras muilas mais fazendas qne se
daixa de annunciar, o manda-se levar pelos caixei-
roe da loja da arara casa dos pretendentes. O
e tabelecimenlo est aberto al as 9 horas da noite,
ra da Imperatriz n. 36, Mendes Guimares.
GRANDE
:. .: ;>,-
binnuth -;; :.;:"!
pelos mdicos il'c, forte?
cu ".ir as
IH.ln h ;in cii'Oll'.
II).II]|1T|.[.
rfora ri-so:;-..-.^
nyajjt-fatM
Os prfmciro^ ; n: ciaj d'essns \ a
al'f,etcs v ;:;.:.i..-. : .^ o: tdes uiborit.Mi.y, **i.'ume*% alta d'nuyiui.-. ,
'estmago dcpo5 le cada comida, exim ti, >-
tottapu*! c, muius veces, por espiamos r.
com vmitos.
Hsie estado mdrbido, se o dcscukiao,
viiavcimcnie, que seja:
MuleKflaa de ll-ndo i ()|.|>n r.
* IcterioJa. j od,es i!e .-:>.
FalFllaeModecoi-orao Irrltaeoen de bemlaa -
Ddrca no* rln. | -a nialrl. efe.
Os granulos Chevrier sao Ordenados uela
sommidades medieaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sao tomados a
tempo.
0 preco de cada frasco de 4 francos.
Depsito geral em Paris, pharmaeia Chevrier,
e em (odas as pharmacias de Franca e dos paizci
estrangeiros.
IIcomCOPAIBAdeLABELONE
o
O proprletano do grande armazem do Baliza,
largo do Livramento n. 38, nao tendo podido con-
seguir em tempo a mudanza de seo armazem, por
ter de ser mudada a coberla dessa casa, tem resol'
do vender o grande e magnifico sortimento de mo-
rfcndas e seceos que nelle se acuam por todo o pre-
co, sem altender ao grande prejuizo qua |er. vis-
to qne d'ootra forma nao o poder eviiar.
Estes confeitos que tem por baso o prin.
cipio activo da vritneira cubeba juulo com
a cupahyba pura, nao nausen o estomaga.
Elles fazem parar immediatamente as mais
rebeldesgorjorrhas, mesmo as que ressti-
ram a cubeba o a cupahyba isoladamente.
Deposito geral em Pernambc ra da
Cruz n.22 em casa de Caros & Barboza
avariado.
Francez barrica 55000
Portland idem ?5C00
Em perfeilo estado:
Francez barriea 10*000
Portland idem 125000
No armazem de Tasso Irmios caes doApollo.
i
I

i
5
I
i
'-TI
ILEG1VEL



Marto dr FeraaHtmco Terrea felra *f ffe *iinbo de 1SS.


SI SI
GNEROS BARATOS A DIHEIRO
NOS
ARMIZGNS DE HOLIhDOS
DE
GRADES
DUARTE & C.
Pateo do Carmo n. 9 armazcm Progresivo roa do Qoeintado n. 7
luiao e Commcrcio roa do Imperador n. 40,
^^ Principal armazem de molhados.
OS PROPRIETARIOS.
Fazera sciente ao respeitavel publico, e cora especiadade aos senhores- de en-
gonhos, l.ivradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
herarara os proprietarios dos fres grandes armazens, reunir todo> os seus estabeleci-
mentos era um s annuncio, pelo qual o prego de una ser de todos, promette-
raos que nao' infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, annunciar os geieros
por um preco, e na occasio da compra quererem por outro, como socede conslante-
menle era outras muitas casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar isto
anda mesrao com prejuizo nosso, qualqner pessoa peder mandar seus fmulos que
seo tam em servidos como viessem pessoalmente fazendo-no's o favor de mandar seus
pedidos em cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo nos urna conta
pela qual se ver os precos tal qual annunctarmos, o que senao arrepender pessoa
aiguraa que Gzer sua despenda em nossos estabelecimentos'; pois poupar mais de
r> por cento na sua despeza diaria.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada dem com 4 a 5 ditas a 35200.
nltimamente no vapor Saladim, de 15 dem vasios de todos os tamanhos a 2)5000,
a mOO a libra e em barril ter abat- 10500,800 e 640 rs.
ment. Queijos d 25300 a 20500 os mais fresebs.
dem franceza muito nova a 900 a libra, e Vinagre puro de Lisboa a 280 a garrafa e
800 em barris. i 20000 a caada.
Hania de porco refinada a 720 a libra-e 700 dem mais baixo a 200 rs. a garrafa e 10400
em barr. a caada.
Cna uxim de superior qualidade a 20800. Azeite doce de Lisboa muito fino a 601) rs.
dem perilla miudinho a 20700 a garrafa e 40600 a caada,
dem hysson especial qualidade de 20400 a Toucinlio de Lisboa novo e muito alto a^O
20600 a libra.
Uom prcto muito especial a 20000 e 20400
%^i^WWe*M8>KMS

AURORA BRILHATTE
GRiiOES
aHAZENS
E
a lihra.
dem do Rio em latas de 40000 e a 800 a
libra.
Latas con biscouto de todas as qualidades
a 10200.
a libra, e em barril de 5 arrobas a 90400
arroba.
Cerveja Bass do fabricante Slilers & Bell a
60500 a duzia e 640 a garrafa,
dem Bass do fabricante T. F. Ashe a 60000
a duzia e 560 a garrafa.
! dem marca H Vicloria Alsope e outras
Mera da creditada fabrica de Biato Antonio muitas marcas a 50 a duzia e 500 rs. a
(Lisboa) proprias para dar a doentes a' garrata.
20 e 30 a lata. Sabao primeira qualidade a 220 rs. a libra
e2I em caixa.
dem segunda qualidade a 200 rs. a libra e
Holaxioha ingleza muito nova a 30500 a bar-
rica e a 240 rs. a libra.
Latas com bolaxiha de oda e oval a 20.
Presunto inglez para fiambre chegado
ultimo vapor a 8U0 rs. a libra.
r,houricos e paios muito novos a 640
a libra.
Caixas com macarro hlharim muito noVo a
.; 5090. e 320 a libra.
\ 'tria branca e amarella a 500 a libra.
Chocolate portuguez de especial qualidade a
800 a libra.
Id a suisso de 890 a 10000 a libra,
le i iisjanhol verdadeiroa lOUOa
; ie j vendamos a 10400.
a 180 rs. a libra e
n
;e da casca de goiaba ein caixoes de i
ras seguro a
10800,
ern caixes pequeos a 700 rs.
50 para cima a t'i.
Mein secco em bocetas ricamente enfeitadas.
o
180 rs em caixa.
Sabao inglez superior
160 rs. em caixa.
Caf primeira e segunda sorte a 60500,
70500 e 80 a arroba, e de 220 a 280 rs.
a libra.
Arroz do Maranhao 30200 a arroba e 100
rs. a libra.
dem da India a 20600, 20800 e 100 rs. a
libra.
Charutos Normas de Havana a 50500 a cai-
xa, de Simas (Jos Furtado).
1- dem Lonilrinos a 50, idem.
dem Parasienses a 4-5500.
de dem Delicias a 10500.
dem Traviata do Rio a 50500.
dem varetas de Manoel Peixoto da Silva
ibra
contendo pera, pes^go, ameixa, rainha.
e outras frutas a 30000 cada urna.
I lem em calda em latas feixadas hermtica-
mente muilo bem enfeitadas, contendo,
pera, pesego, ameixas e outras frutas a
640 e 700 a lata, tambem temos latas
grandes a 10200.
Marmelada dos melhores fabricantes, en la-
lasi de 25000 al 0200.
I lem em latas de 1 1 [2 libra a 10.
dem em 'atas de I libra a 640 rs.
Ervilhas em latas chegadas nesle ultim va
por a 700 e de 5o para cima a 640 rs.
em latas j pre-
10500.
Feijo verde ou carra palo
parado a 640 rs.
Araeixas em frascos de vidro a
dem em caixinhas ricamente enfeitadas de
!200a 20500.
'.inservas Mexide muilo novas a 700 rs. o
frasco.
dem de ceblas simples a 700 rs.
Molho inglez a 640 rs. o frasco com rolha
de vi'iro.
Mostarda em p a 700 rs. o frasco.
! em j preparada a 320 rs.
Latas cora massa de tomate de 1 libra a
600 rs.
dem em latas de 1 i \ libra a 900 rs.
Vi.-.bosem garrafas vindos do Porto, Madei-
ra Sccca, Duque do Porto, Duque Semi-
no, Cascavallas, Marta Pia, D. Loiz, Pe-
dro V, Velho Secco, Lagrimas Doces, La-
grimas do Douro, e outras muitas marcas
a 10 a garrafa e 9$ a 120 a duzia.
dem Palraella a 10 a garrafa e 110000 a
duzia.
'dem em pipa de todas as marcas Porto,
Figueira e Lisboa a 400 e 500 rs. a gar-
rafa e 20800 a 30500 a caada.
dem em ancoretas e 8 a 9 caadas com su-
perior vinho Lisboa e Figueira a 240 a
ancoreta.
dem branco expecial qualidade proprio para
missa a 560 rs. a garrafa e 40 a caada.
dem mais baixo a 400 rs a garrafa e 30500
a caada.
dem do Porto especial qudidade a 800 rs.
a garrafa e 50500 a caada.
II m Bordeaux em caixas a 70 e 700 rs. a
garrafa. .
Champanha a melhor do mercado vmda de
nossa encommenda a 300 o gigo.
dem mais baixa de 180 a 200 e 10500 e
30 a garrafa.
Licores portuguezes e francezes a 10OGO e
10500 agarrafa.
Marrasquino de Zara, verdadeiro a 10500 a
garrafa.
idem mais abaixo a 800 rs. a garrafa.
r.enebra de laranja ver adeira a 110 a du-
zia e 10 o frasco.
dem de Hoanda verdadeira a 60 a fras-
queira e 640 o frasco.
dem de Hamburb'0 a 55500 a frasquera.
dem era botigas de Hollanda a 400 e 440
rs. o frasco.
Garrafes com geoebra de Hollanda com 24
garrafas a 80, com garrafao.
Idem com 14 a 15 garrafas >60.
Netto a 30500 e I0SOO a raeia caixa.
dem suspiros do mesmo fabricante a 10300
a meia caixa e 50200 a caixa.
dem meceoipes a 10700 a meia caixa e
30000 a caixa do mesmo fabricante,
dem orientaes do mesmo a 10800 a meia
caixa e 35400 a caixa.
dem jovens de Castanho Filho a 20400
a caixa.
dem suspiros do mesmo a 10^0} a meia
caixa, e outras muitas marcas de fabrican-
tes.
Passas muito novas a 15500 o quarto e 55
a caixa de urna arroba hespanhola e 320
a libra.
Vermute bebida para abrir a disposico de
comer a 10500 a garrafa e 140000 a
caixa.
Alpisla muito novo a 30800 arroba e 140
a libra.
Painco a 1-5000 arroba e 140 a libra.
Peixe em latas j preparado a 10200 a lata
e em porco 10000.
Sardinhas de Nantes a 400 a lata.
Tijollo paralimpar facas a 160 rs.
Esparmacete a 600 a libra e em caixa a
580.
Vellas de carnauba a 140000 arroba e 440
a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas em anco-
retas grandes a 10800 e a 400 rs. a gar-
rafa.
Balaios do Porto muilo grandes proprios
para guardar roupa suja a 20500, 30000
e 40000.
Batatas em gigos de 31 libras muito novas a
800, ea40rs. a libra.
Gomma em paneiros a 40000 arroba e 140
a libra.
Farinda do Maranho muito alva e nova a
240 a libra.
Sivadinha de Franga para sopa a 200 a li-
bra.
Sevada muito nova a 140 a libra e 40000
arroba.
Caixas com estrelinha, rodinha e pevide a
400 a libra.
Alhos em canastras muito novos e maungas
grandes a 180 e 200 rs. cada urna.
Canella muito nova a 10000.
Cravo muito novo a 500.
Cominho idem a 320.
Ervadoce ilem a 400.
Alfazema flor a 240.
Araendoas a 400 a libra.
Nozes muito novos a 160 a libra.
Papel greve a 40200 a resma,
dem lizo a 40000.
dem de pezo a 30000.
Idem de embrulho marca grande a 10200 e
10300.
dem azul para botica a 20000.
Copos lapidados a 50500 e 500 cada um. ^
Palitos de dentes, macos grandes a 120 |e
160 cada um.
Fumo americano de chapa, de superior
qualidade a 10500 a libra, em porc5o ter
abati ment.
'*
IPIMM& 111.
Saccas grandes com 100 libras de farello superior a 40000 a sacca.
Largo da Santa
Cruz n. 84, es-;
ggquina da ra do!
Sebo.
ESPECIAES
Largo da San
Cruz n. 84, es-
quina da ra do
Sebo.
a a,L?hV PrPrletari do j muito acreditado armaiem de molhados denominado Au
rora aniante, continua a ter o mesrao sortiraento de gneros de primeira qualidade.
a segrate tabella sirvira' a todos de base para ajuste de contas aos portadores,
nnin *;en^unia,;roazem vender' mais barato e melhores do que a Aurora Brilbante, ja'
J'f, sortimento que lem, ja' mesmo porque seu dono s deseja tirar diminuto lu-
nrnu -t g'ue para accumular as Sespezas do estabelecimento por issodeixese a-
P.If' r' PrsPrielarlo ha de fazer toda a diligencia, aflm de servir bem os seus cons-
lanres freguezes.
Lata$S2"J, 8 ,ibras dechouricas muito novas,
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito alva a 4,ooo rs. a arroba e 16o rs. libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimenlo na ra do Imperador n. 40.
ANTIGA CASA
DE
GILHERME DA SILVA GIMARES.
S RA DO CRESPO 5
a 75300.
Ditas grandes com peixe em postas inteiras,
JJJ?el 2 -loalidades, a 10000, 10280 e
Ditas com ostras, excellente petisco para fri-
i gideira, a 720 rs.
Ditas cora ervilhas novas, ensopadas, a 720 rs.
Ditas com favas, a 640 rs.
.Ditas com ameixas a 10200, 10800 e 30300.
ilas com marmelada do afamado fabricaste
Abreu. a 720 rs.
|Ditascom massa de tomate, 500 rs.
[l'ascom figos de comadre, novos, a 10300,
^aVniSI" bolacninna le soda muito novas, a
20000.
Ditascombiscoitiohos Inglezes de muitas qua-
lidades, a 10100.
Chocolate.
Caixinhas com ameixas enfeitadas proprias
para mimo a 10200,23800 e 3J200.
[Chocolate superior muito novo, a libra de
880 a 10000.
lMacarr5o,talhariam e aletria amarella, a libra
\ a 400 rs.
Dito dito dita branca, a libra a 400 rs.
Caixas com estrelinha, pevide, e outras mas-
sas, a caixa 35300.
'Ditas dita em libras a 610 rs.
'Sag, a libra a 360 rs.
iSevadinha para sdpa a libra, a 240 rs.
Ervilhas seccas, a libra a 160 rs.
Ditas descascadas, a libra a 200 rs.
[Tapioca muito nova, a libra a 280 rs.
'Farinha de araruta verdadeira, a libra a
500 rs.
{Arroz do Maranho, em sacco, a arroba a
} 20400 e a libra a 80 rs.
Dito da India e Java, a arroba a 30200 e a li-
bra a 100 rs.
Toucinho de Lisboa a 9#500 a arroba e a 320
rs. a libra.
{Dito de Santos, a arroba 70000 e a libra a
260 rs.
.Molhoscora 123 ceblas grandes, a 1*280.
[Mostarda franceza, caixa cora 2 duzias a
7#000.
i Frascos com mostarda preparada em vinagre,
| alOOrs.
Ditos cora conservas inglezas
6'-0e800rs.
{Ditos cora sal refinado fino, a 610 e a 300 rs.
I Ditos com a verdadeira genebra de laranja, a
13000.
[Ditos de2 garrafas de Hollanda verdadeira,a
640 rs.
Botijas cora dita proprla para negocio, a
> 400 rs.
(Garrafes com 2 galoes com dita, a 60.
Vinho verde superior.
A caada a 30000 e a garrafa a 400 rs.
Gomma.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de sei
engoramar, a arroba a 30000 e a libra
120 rs.
Sabao massa, a libra a 200,240 e 280 rs.
Farinha.
Saccasgrandes cora farinha de Goianna mui-
to nova, a 50000.
Caf.
Caf do Rio muito superior, a arroba a 80,
80500 e 90000.
Cha.
Ch.temos nestes gneros o melhor possivel,
hyson, a libra a 20600.
Dito perola a 30000.
Dito uxim a 20700.
Dito hyson muito fino a 20800.
Dito redondo a 20500.
DiiP pretode primeira qualidade a 20500.
Dito mais baixo a 20000 e 10600.
Erva mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 240 rs.
Kspermaeete.
O masso com 6 vellas de espermacete a 600, |
640 e 720 rs. ^
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro-j
prias para mimos a 40 e 20500.
Noies.
Nozes, a libra 160 rs. e arroba a 40000.
Alpisla e painco.
Alpistae painco, a arroba 40000 e a libra a.
160 rs.
Cartas.
Cartas finas para ogar. a duzia a 20500.
Castanhas.
Castanhas novas vindas neste vapor,
ba 40000 e a libra a 200 rs.
Azeitonas.
Barris com azeitonas novas a 10300
Manteiga.
Manteiga superior, a lihra a 10280.
Dita mais abaixo a 10200.
Dita menos superior a 10.
arro-
francezas, a! Dita franceza nova, a libra a 880
x... j.-------u-.. e meios ditos,
a libra
Dita dita em barris
850 rs.
Dita para tempero a 400 rs.
Qneijos.
Qneljos novos vindos neste vapor a 20800 e{
30000.
Ditos londrinos muito novos, a libra
10000.
Papel.
;Sedu?aa bafeS5fca'a sors"a garrafa'e a PaPel a,mac 9mua'a resma a JS22:
duzia a 6-3000.
'Vinho muscateldeSfitubal, a garrafa a 10.
Marrasqumho verdadeiro, frascos a 80C rs. e
{ a 10200.
(Champagne, a duzia 200000, e a garrafa a
. 20000.
) Azeite refinado portuguez e francez, a garrafa
> a 10000.
Caixa de vinho Bordeaux muito superior, a
> 70,80,90 e 100 a caixa.
Ditas com dito branco, a 70 a caixa.
, Ditas com dito lacrimas do Douro verdadeiro,
a 200. t
? Ditas com duque do Porto verdadeiro, a
180000.
Ditas cora chamisso superior, a 145.
?Ditas com Porto velho e outras muitas mar-
cas, a 120.
Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 610, 720
e 800 rs.
Dito de Lisboa muito bom,acanada a 35200,
30500 e 40, e a garrafa a 500 e 560 rs.
(Dito da Figueira, das seguintes marcas (N.)
(J. A. A.) (J. L. G.) (O. M.) a caada a
40300, e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
que j est engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
)itos de marcas mais desconhecidas, a cana-
da a 30500 e 40000, e a garrafa a480e
520 rs-
.Vinhobranco fino, agarrafa a 640rs.
(Dito de caj muito superior, a garrafa a
? 800 rs.
Dito dito lizb de linho, a resma a 40300.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
Dito de embrulho, bom a 10 e 10200.
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-^
deira a 10500 e 20000.
Temperos.
Folhas de louro, piraenta do reino, cominho'
e cravo, a libra 400 rs.
Velas de carnauba.
Massos com 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Ainendoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caix5es de doce de goiaba, grandes a 104001
e pequeos a 640 rs.
lijlos de limpar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Grasa.
Dnz'asde boiSes de graxa n. 97 a 20000, e j
de latas a 10000, e os boiSes a 240 rs. ca-<
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos finos.
Charutos finos dos melhores fabru
Bahia por diversos presos,
caixas e raeas'
caixas.
grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
's
COHTIMADOS BOE1DOS
N. 11Roa do QueimadoN. 11
A este estabelecimento chegou ltimamente da Europa um gfande, e variado sorti-
raentt dfooriudS bordados 0g que ha de mai, gosto em desenhos e bordados.
Lindos bonets de palha de Italia para senhoras.
fhanns a chanelinas de Dalha de Ittlia ricamente enfeitades. -. ..
CnapX finos d'e seda parcabeca de homens e chapeos de sM de seda raglezos Sde
8,12 e 16 astes.
Bonrnus e chales de renda pretos superiores.
Pefisses e soutembarques de seda preta para senoras.
Cortes de la de barras de 140 a 220 de moito gosto.
Baldes de arcos e de musselina finos, manguitos e camisiohas.
IXS^vX^SiX^ e de car*, panno preto fino de diversa* ana-
lidades e casemiras pretas e de cores.
srafi se Ksy?ss*--; a; ,**?-PreteiM
dos Santos Porto, aonde tambem se vendem as memrese mais baratas
Esteiras da India para forrar salas
N. H-Raa de Qoeimado-N. 11
TaSso Iranios
vendem gesso em p para estuque de casas, tijolos
finos de feillo diversos para ladrilho, azuleijos de
diversos gostos, tijolos vidrados para parede de co-
zmha, canos de barro para esgoto, cement em
barris de 10 arrobas.
Calnpgas ano e brlaquedps
para meninos.
Uiegarara para a loja de raiudezas da roa do
Queimado n. 69, os mais finos s lindos calungas
tanto para brinquedo de meninos como para cima
de mesa : na raesma loja se encontrar bom sor-
timento de raiudezas.

NOYIIIADE
A 1$ 10*OO e fftOO.
Leques de osso, ultimo gosto, a 10.
Ceroulas de meia a 10200.
Diltas muito finas a 10500.
S na roa da Cadeia do "Recite n. o.
' PAA~~AMTO ANTONIO
SAO *OAO
Vendem-se sortes muito bem feitas e de
papel moito bom 40 o cento : na ra das
Cruzesn.41, taberna da porte larga.
E
A 240 RS.
Cada covado de bonitas e duraveis
MUSSfiJLro.tS DE CORES
OU 2#600
Cada corte com onze covados
MARA PIA
Cortes de la cora este norae a 60000 com 16 covados
e meio, garantidos, viudo a sahir
por menos
de 340 rs. o covado.
1IAJ9IASCOK PORTUGUEZES
De pura seda, o nico a que inaccessivel o "mofo,
proprio para ornamentos de igreja, almofadas, bandeiras nacionaes, etc., etc.
COLCHAS
Da raesma fazenda cora forro de tafel.
Eesta urna diminuta porfo de chales
DE
MAGNIFICO GITIPURE
a
Ditas cores.
CAHIBRAIAS RE LI\HO
Padroes miudinhos pelo econmico pre^o
de
64** rs o covado.
Esta fazenda de rauita ulilidade para o uso domestico, pelo inalteravel das cores de sen
desenhos, que mediante lavagem as faz parecer sempre nova?.
Becebeu mais :
Chapeos-? para senberas.
Chapelinas.
Eofeites.
Capas.
Soutembarques.
Cintos.
Velludos de cores.
Enxovaes para baplisados e casamentos.
DE
Gregorio Paes do Aniaral & Companhia.
I
^>
MCHSN4SDEP4TENT
de trabalhar a mo para
trabalhar a mo
descaro?aralgodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
0LD4M
Estas machinas
podemdescarocar
qualqner espe'cit
,'de algodao
1 estragar o fio,
sendo bastante
duas pessoas para
otrabalho; pode
descarocar urna
arroba de algo-
do em earoco
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia on 5 ar-
robas de algodao
limpo.
AGUA
DE
movidas pof
:odac
Assira como machinas para serem
anknaes, que descaroca m 18 arrobas de alg
limpo, por dia; e motores para mover urna, duas,
entns dessas machinas.
Os mesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machinas
mencionadas ; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem vr e examina-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n.47.
Saaaders Brothers &C.
N. II, praea do Corpo Santo
RECIFE.
Os nicos agentes neste paiz._____________
Florida.
para restabelecer e conservar a cor natural dos ca-
bellos.
A agua de Florida nao nma tintara, (acto es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
j primitiva de cabello. Compostas de plantas eioti-
| cas-e de substancias inoffensive?, ella tem a pro-
> priedade de restituir aos cabellos o principio co-
' rante que elles lem perdido.
I De urna salubridade incnntestavel, a agna de
. Florida entretem a limpeza da cabera, destroe as
sea caspas e empede os cabellos de cabir.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegettes exticas, elle
eontnbue poderosamente, com a agua de Flo-
rida a forja, a belleza e a conservado dos cabel-
los.
Em Paris casa de Guilaur n. 119 rna de Rechi-
lieu e 21 boulevard Monmarire.
Todos os frascos nao tendo intacto e claro, e Un-
cir prateado da easa, reputado falso.
Deposito roa do Imperador pharmacia n. 38.
Admiravel pechincha!
Mdcarabiqne a 300 rs. o covado, na loja
do pavio.
Vendem-se os mais bonitos mocambiqoes de pu-
ra la proprios para vestidos e soutembarques,
sendo de quadrinhos de listras e Hsos, fazenda m-
teiramente nova, em padroes e ailo proprias pa-
ra as senhoras que frequentan o mez Mariano,
porqne esta fazenda lhes facilita fazerem por pon-
co dinheiro vestidos moito decentes para qualqner
acto, adverlindc-se que esle baratissimo preen
devido a grande compra qne se fez desta nova fa-
zenda, que se vende a freze tnstdes o covado :
Attenco.
Vendem-se pecas de esteiras para forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em latas de 25 li-
bras, para pintar casa, relogios para cima de me-
sa e para pendnrar, arreios para I e 2 cavallos,
velas de spermacete, ludo de superior qualidade,
vindo dos Estados Unidos : no armazem da ra do
Trapiche n. 8.
loja do pavio, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Na ra larga
quina.
Milho 4#500
Farello 4#000
do Rosario n. 80, taberna da es
Goke dogaz.
piten do gax.
Alcatrao do gaz.
Coke toneliadas rs. 105000
Piten > 80^000
Alcatrao caada..... 400
O coke reaonhecidanwau o carv>> mais eeoao-
mico, torna-se por isso recommeodavel, ben co-
mo pelo asseio que se nota as cozlnhas aoide i
elle usado. Pitch e alcatro,alm das applieafdes
diversas a qne se prstam, como para callafelar
embarcaQoes.alcatroar madeiris,etc..teea este a
prepriedade de preserva* ib capia", ioTmigas,eic.
E' entregar na fabrica dogas, oq mandado por ea
vonttde do
OPIlENISh
InstrnccOes para o servico ^%7aedrortod>cida^?yBdo a
das guardas do exercito, extrahidas do re-
galamento de infantaria e accommodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas' pessoas que se aiistam nos cornos
de voluntarlos; vende-se na livraria n."6 e
8 da praga da Ind pendencia, a 15-
Em casa de Tlsset Freres ra do Trapiche n.
9, tem para vender,:
Vinho Brrdeaux era barricas e em caixas
Dito de Santerne fjno.
Dito d Champagne muito superior.
Cerveja franceza marca Bobee._________
\ovena de Mossa
do
eahora
Carmo e de KaniMnna.
Vende-se na ra do Imperador n. 15, offleina
de encadernace : o offlcio, salve e versos, nove-
na e salve de Nossa Senbora do Carmo, tres fo-
Ihetos por 300 rs., e a novena de Sant'Ann* or
310 rs. ^
QUADROS
WIESBADE
AQCARILLA
lima scena de nossos dia.
Drama
Por Pedro d Calatans
Vendem-se estas obras Impressas era Braxellas
e Leipig : na livraria de Jos Nogneira de Souza,
ra do Crespo.
Gaz, ga*y gaz.
A 119800 a lau coa M a 'garrafas, 480 a
garrafa, vinho puro da Figueira, verdo tsfecial a
800 rs. a garrafa, e 3#300 a cauda, verdadero
Porto a 800 rs., superior eaf a 7*100 a imtoi
140 rs. a libra : s na rna Direita n. 91, esqui
do becco. do Serigado.
V
y




HM
Mari* e Pe>Jbao
AO PUBLICO
Mena o menor eonstran-
gimento se entregar o
Importe do genero que
*o agradar.
essante estabelecimento seja o
, com toda a seguranza de que
Seguintes promessas:
ESTABELEOIDO A RA NOVA N. 60
virn-A aum a 93 MMtttm
AO
RESPEITUEL PUBLICO.
A apreciado dos habitantes desta heroica provincia existe no grande afina-
zem da Liga estabelecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua maxirai parte mandados vir directamente do estrangciro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e ate;
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm iffian$a
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das
1.' Delicadeza no trato.
2.] Fidelidade no peso.
3." Sinceridade nos presos.
As pessoas que por sua posic5o social gozam de certo tratamento, acharSo nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos Qnissmos manteiga e cha sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a cndilo do freguez, elle dev^ contar que ser sempre mui-
to bem servido. .
Aquelles que sao pouco favorecidos da sorte farSo mensalmente urna economa ae
militas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucir, eic, etc. de boa qualidade plopreco qu( em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou entro, que compram para ne-
gociar, devem vir, pelo seu proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
ren! do quanto se pode vender barato.
Para os senhons que compram para tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escoltado por pessoa entendida que certamente muito deve agradar aos senhores
compradores
Nao se tem poupado sacrificios, era se deixar do fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGU1NTES PRECOS
aTTENQ&Q
Os precoa da seguate
tabella para todo, po-
dendo a*Ira servir de ba-
se para o ajuste de eontaa
com os portadores.
RCANT
RA DA CADEIA DO RECDTE N. 53
(Logo passando o re da conee!cSo>
PARA BEM DE TODOS.
Senhorea *-'horas, o aceio que presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que tudo a promptidao e intei-
que serSo tralla y* -anvida a orna visita ao mesmo, certos de que sem duvlda me darSo a prote
reza com que serSo tratisr^ -anvida a ama visua ao mesmo, ceos ae que sem auviaa me uarao a protecgo e preferencia na com-
pra dos eneros que precisaren e croando n3o possam vir poderao mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco praticos,
pOis serSo tSobem servidos como seviessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendacaa, afim |de que nao vao em
Ira parte.
Aletria, macarrao e talharim a 4oo rs. a li-
bra e .oooa caixa.
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi-
nha branca ouamarella a 64o rs.a libra e que vera ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
3,5oo a caixa com 8 libras. a garrafa, e 5,8oo, 6,ooo e 6,5oo a du-
Vinho do Porto muito fino proprio para, zia.
engarrafar, em ancoretas de 9 caadas a Cevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
35,ooo rs. Charutos do aflamado fabricante Jos Forta-
PASTILHS
VERMFUGAS
SO SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
para cima a
libra.
ALPISTA a 120 rs. a libra.
dem e pain^o de oito libras
100 rs.
Abroz de 90 rs. a libra a .
Amendoas, casca molle, a 280 rs. a
Avellas a 210 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas de todo> os ta-
manhos.
dem idem em potes de lodos os tamanhos.
dem idem em bocetas de todos os tama-
nhos.
dem idem em frascos de todos os tama-
nhos.
Azeite doce de primeira qualidade a 560 rs.
a garrafa.
Alhos a 200 rs. o molho.
Absyntho a 2#000 a garrafa.
B
BOLACHINHAS do Beato Antonio em latas
grandes e pequeas.
dem do Principe Alberto a 25000 a lata, e
de cinco para cima a 1#800.
dem de so Ja em latas grandes a
de cinco para cima a i#800.
Biscoitos inglezes de todas as qualidades a
10200, 10:250 e I 5300.
qualidade a
Graixa em latas, muito nova, a 80 rs. cada
urna.
K
KIRSCH de >7asser a 20 a garrafa.
L
LATAS com graixa a 80 rs cada urna.
Lethia a 400 rs. a libra
11
MANTEIGA ir gleza e franceza de primeira
10120 e 10280, em bar-
Minteiga ingleza especialmente escollada a
l,ooo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento. ,
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
fs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha liysson de superior qualidad? a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
abras muito preprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de. 1 e 2 li-
bras a l,6oors.
dem preto o que se pode desejar neste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8o rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chourir;as e paios a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo rs. a libra.
dem pratoa 8oo rs. a libra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feij5o verde muito superior a 640 rs. a lata.!
Sal refinado em frascos de vidro com lampa
do mesmo, a 5oo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo. .
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a,3,ooo e 3,5oo.
Vinho branco para missa.em caixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duquedo Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz 1, Madei-
ra Secca, Malvazia fina a 16,ooo, 15,ooo,
12,ooo e I o,ooo a caixa com 1 duzia e9oo,
l.ooo e l,5oo rs. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qualidade a 16,ooo
a duzia e l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,oo a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oors.
Cartes com bolo francezmuito proprios pa-
ra mimo a 64o rs.
NOTA YORK.
DE COR CHEIRO E SABOR AGRADAVF1S
Infinitamente mais efcazes do que loiki
os mais remedios perigosos e nacsi. Iu vr.-
que existem para a expulso das lomnrigas.
Nao causam dores e produzem seu oTeito
sem precisar logo depois de purgante ne-
nhum e tao incitantes emapparer.ci; e deli-
ciosas em gosto, que as criannis eslo
a^a Promptas a tomar mais do que marca a re-
Verveja branca das marcas mais acreditadas ceta# H
Uteis como um excedente meic de htrr
remover as obstruccoes do venti e. mesmo
no caso de n5o existirem verme Aguo as
PAST1LHAS VERMFUGAS DE HH sSO |! T," -
tas e infalliveis na sua operacTio e por todos
os respeitos dignas de confianca e approvn-
Co de todos os paes de familias. Pr< pa-
ndas nicamente por Lanman A d,
Nova York.
Vendem-se noRecife em casa de Ca< rs .
Barboza e Jo3o da C. Bravo A C.
10,
ril se faz grande abatimento; a que ven-
demos por 10280 a liba, vende-se em
outra qualquer casa por 10400 e 10500.
Marmelada dbs mais acreditados fabricantes.
MacakrAo e alharim a 320 rs. a libra.
Massa de tomate a 6C0 rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
Molho inglez de todas as qualidades.
Marrasquino verdadeiro de Zara a.....
Massas finas para sopa branca e amarella a
60 rs. a libra, em caixas com 9 libras a
30500
Mimo painijo e alpista, sendo mais de 8 l-
20000 e bras a 100 rs.
m
NOZES a 120 rs. a libra.
ISabos em latas a 800 rs. -
Bolo francez em caixinhas a 300 rs. cada
urna.
Batatas inglezas.
Banha de porco refinada.
C
CHOCOLATE francez a 700 e 800 rs. a li-
bra, e em porcao a 600 e 700 rs.
dem suisso a 10 a libra.
dem de musgo a 10500 a libra.
Chouricas muito novas a 800 rs. a libra.
Caf a" 240 e 260 rs. a libra, e em porcao
se fara abatimento.
dem de primeira qualidade a 70000 a ar-
roba.
Conservas em frascos a 320 rs. cada um,
sao muilo novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Charope de grosella, orchata, etc., etc.
Chicaras e pires a 10800 a duzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
a garrafa, e em duzia se faz grande aba-
timento.
dem Victoria Bas tres X e de outras marcas.
Charutos* das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'Havana, Exposico,
Flor do Brasil, Parisienses, Delicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panetellos, Apraziveis, Varetas, Brasilei-
ros, Americanos, Fluminenses.
Cha de todas as qualidades e de todos os
presos, hysson, huxim, aljfar, preto, e
preto poata branca, etc., etc., a 20000,
202-0, 20530 e 20800.
Copos lisos de todos os tamanhos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 20500, 30500, 4"e U-
Cauces de todos os tamanhos.
Cognac superior a 10 e 10500 rs. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco macinhos.
m
DOCES de todas as qualidades: brasileiros,
portugueses, inglezes, francezes, etc. etc.
O
Ostras inglezas e americanas.
B
ERVILHAS seccas a 120 rt. a libra.
ervadoce a 400 rs. a libra.
FARINHA S S S de 8 libras para cima a 120
rs. a libra. i
dem de aramia 320, 400,500 e 800 rs.
Figos de comadre a 160 rs. a libra.
Feijo verde em latas a 600 rs.
Favas em latas a 600 rs.
Fcmo do.Rio a 500 rs. a libra,
dem americano em latas a 20.
Farello ha sempre em deposito de 500 a
800 saceos, de todas as qualidades, de to-
dos os tamanhos e de todos os precos. S

GOMMAa 50rs. a libra.
dem a 140 rs. a libra, maito alva.
Grao de bico a 120 rs. a libra, e em porcao
se faz graode abatimento.
Genebha de laranja verdadera a 1#000 o
frasco.
Copos lapidados para'agua a 5,ooo e 5,5oo, Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
rs. a duzia. para mimo a 3,ooo rs.
dem idem para vinho a 2lo rs., e 2,4oo rs. Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a duzia.
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo,
l.oooel,2oors. a libra.
Espermacete superior a 6oo e 64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores qualidades de pei-
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Joo
de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
bras por2,5oors.
xe a 8oo, l.ooo e l,2oo rs. I Ameixas francezas em f: asco de vidro com
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita- tampa do mesmo, a 105oo.
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e Ameixas franc zas em caixinhas de diversos
PEIXE em posta, latas grandes, a 10100, de
todas as qualidades, como sejam savel,
goras, corvina, parg^, salmao, pescado e
pescadinha, linguado, sardinha. etc., etc.,
Peras em latas, excellente preparado.
Palitos para dentes a 120 rs. o mago muito
grande.
Passas em quarto a 10400.
dem muito novas a 400 rs. a libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
a
QUEIJOS flamengos.
dem prato a 800 rs. a libra.
dem suissos a 800 rs. a libra.
dem londrinos a 800 rs. a libra.
Qcartinhas ou morinques a 60, 80 e 100 o
par.
R
RAPE' Meuron a 10 a libra,
dem Princeza do Rio a 10200 a libra,
dem francez a 20500 a libra.
H
SABO massa a'160 rs. a libra, em caixa se
faz abatimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 29.
Sardinhas de Nantes de todos os fabricantes.
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Stearinas a 600 rs. o maco.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
V
VINHOS!
Principe Alberto, de 1831, a 50000 a gar-
rafa; d vida aos vemos.
Velho secco a 20 a garrafa.
Lagrimas do Douro a 10500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 20 a garrafa
Duque a 10 e 10500.
Chamisso a 10, 10200 e 10500 a garrafa.
D. Luiz a 10 agarrafa.
Moscatel verdadeiro de Setubal a 20 a gar-
rafa.
Carcavelos a 10.
Colares a 900 rs. a garrafa ; o nico vi-
nho que se pode beber por nao ter com-
posico alguma.
Lanterne a 800 rs. a garrafa.
i Bordeaux Modoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 10 agarrafa.
Absyntho a 20 a garrafa.
Kirsch a 20 a garrafa.
Wermouth a 20, e a caixa a 18#.
Bitter Maurer a 10 a garrafa,
Grave a 800 rs. a garrafa; vende-se por este
preco por haver sempre em deposito 50
duzias.
De caj, de 1852, a 10200 a garrafa.
Velho do Porto, em ancoretas de 9 caadas,
a 350000 ; vinho que, estando engarra-
fado, vende-se a 10280 e 10500 a garrafa.
8,ooo a caixa eOio e 7oo ris- agar-
rafa.
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de
conla certa.
Frasqneiras le senebra de Hollanda a 6,8oo
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a l,ooo e ll,ooors. a frasqueira.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Caf do Cear muito superior a 24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
Arroz do MaranMo de Ia qualidade a loo
rs. a libra e 2,8oo a arroba.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a
arroba.
dem de Java
roba.
Paincoe alpista a 14o rs. a libra e4,oooa
arroba.
tamanhos com bonitas estn pas na cai-
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8oo e 2,qoo
cada urna.
Azeite doce refinado hespanhol ou portuguez
a 9oo rs. a garrafa e lo:ooo a caixa.
Batatas muito novas a 8o rs. a libra e2,5oo
o gigo com 36 libran
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposigao Normal de Havana, Imperiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
6,ooo e 7,ooo a caixa ou em meias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilhasde Havana, intervallos,Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5oo e
3,ooo a caixa.
opnac inglez das melhores marcas, a 8oo e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,excellente cha para os navegantes, a
2oo rs;
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8oo o cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.j
Toucinho de Lisboa muito novo a 32o rs.'a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentemente tem vindo ao mercade, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranho muito alva e ebeirosa
a 2no rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o#preco.
Azeitona's de Rivasem ancoretas grandes de
8 garrafas por 6oo e 8oors. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l',5oo-cada urna ancoreta.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,ooo o gigo.
Gomma deengommar muito alva a 12o rs.
VUNMClfi DO liOW
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e; a libra.
Figosemsextinhas a 8o rt,Eada urna e 72o
a duzia.
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Molho-inglez em garrafa de vidro comrolha
do mesmo, a 16o rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
a 8oo rs. o frasco,
a 8o rs. a libra e 2,4oo a ar- Mostarda franceza em potes j preparada a
4oo rs. o frasco.
Lentilhas francezas. excellente legume para
sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomatesde superior qualidade a 64o Marrasquino de Zara propnamente
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta- 10 a garrafa e H,ooo a duzia.
Iho. Palitos de dente a lio rs. o maco.
dito a
rs.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa ea l,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
Agua florida e tnico orien -
tal de Kemp.
Continuase a vender em porgao e a retalho :
na ra do Queimado, luja d'aguia branca n. 8.
Chromacomo
A aguia branca, na roa do Queimado n. 8, acaba
de receber um novo sortimento de caixinhas cora
chromacomo para lingir cabellos, e bem assim
frascos com hydrocalletrichina, agua para desen-
grasar os dito9, coloncomo para lustrar os ditos,
e onychromantina para limpar as unhas. Essa
tintura, cojo efflto' rpido e efflcaz, esta bem co-
nbecida e apreciada para todos quantos della tem
usado, e os que de novo a quncrem apreciar, po-
dem, assim como aqu9lles, dingir-se munidos de
dmheiro ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
Papel efolhas para rosas
Acaba de cbegar.para aloja d'aguia branca, na
ra do Queimado n. 8, um bello sortimento de pa-
pel de cores para rosas, dito verde para folhas,-e
dito tambem verde e mui fino para cobrir o ra-
me, assim como foibas de panno e avelludadas
para ditas.
Aspas de baleia para vertidos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8..
Superiores penas d'aco ingle-
zas e francezas
A agnia branca alm do grande sortimento de
penas d'aco qua constantemente tem, acaba de
receber mais outro de superior qualidade e dos
afamados fabricantes Perres A C, assim como as
verdadeiras bico de lanja n. 134 e outras de pon-
ta dourada, continuando porm a vende-las por
precos cemmodos, com tanto que o comprador cora-
pareca munido de dinheiro: na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 8, onde tambem achar-se-
ha a venda pastas para papis.
A aguia branca na ra do
Queimado n 8, recebeu:
Bonitos e grandos aljofares de cores para vollas.
Pulseiras de ditos de iguaes e agradaveis cores.
Voltas pretas maiores e menores todas de oontas
grossas.
Pulcelras pretas tambem de contas.
Outras de differentes qualidades, e gostos.
Brincos de aljofares de cores e dourdos.
Fi velas d'aco grandes e pequeas com uto pre-
to e de madreperol a.
Outras graudes de differentes qualidades e re-
dondas com pedras.
Bonitos leques de madreperola redondos de
outra forma.
Ditos de sndalo interinos e corredizos.
Capellas brancas para meninas.
ATTENQO MEUS SENHORES
PARA
NOVACALIFO
, Fazeodas baratissimas loja da ra do Crespo n. 17 de Jos Gomes
Villar.
A novacrise commercwl permitte que o povo em geral nao possa.comprar fazendas
caras. O proprietario deste estabelecimento, amigo qne c do povo em geral, attendendo a
essas circumstaocias est vendendo fazendas por procos que na realldade admira.
Correi, bom povo, a este estabelecimento, e comprai fazendas, porque all se vende
por menos do que em outra qnalquer parte.
Cassas organdyies a 280 rs. o covado.
Chitas francezas escuras matizadas a 260 rs o covado.
Ditas escoras muito finas a 240 o covado.
Ditas claras dem a 240 o covado.
Ditas escuras idem a 260 o covado.
Chitas para coberta muito largas matiadas a 240 o covado.
Madapol5es finos largos a 65590, 7 e 8$.
Chales de fil preto muito bons a 108000 cada uro.
Chales de merino estampados a 5500, 6 e 7J.
E ontras maitas fazendas, que tndo se vender por pre$os que admirara. ^_^
AZEITE DOCE
Vzeite doce refinadoem pequeas latas a 560 re. a garrafa : no graode armazem
da Liga.
,... r^mtt&s i L.
Saceos de 80,100 e 120 libras a 40,40500 e H ; no grande armazem da Liga.
Rna da Bruna numero 38.
Neste estabelecimento acham-s-e a v. oda <.s ;*
gnintes objectos, todos da primeia t|iiad;i construidos especialmente para eliu, v.,.
mais acreditados fabricantes inglezes :
Machinas a vapor de' 2 1|2 a 8 cavall.', m..
moendas, juntas e sem ellas ; e taml. m pr> prias
para descarocamenlo de alpodo, afamada." i-la
fortidao, simplicidade e economa em c n l'U-i wl.
e por nao precisar de obra qualquer para u a-
esnia ment.
Bodas d'agua de ferro, -ysiema mui | r >v.rtis,
da forca d'agua.
Bodas de espora, e angulares, e de eeqMdnlli i
para animaes.
Moendas e meia-n: x ndas.
Taixas de ferro balido e fundido, e de cobre
Machinas para descaro^ar algoda>>, svstrma
Platt, cem os ltimos melhoramenlos.
Boceas e envos de patente para (urnalna?, <'. n i
nulndo muito o gasto do rombostivel.
Machinas e machinamos para moer n : :
movidas a vapor, apua ou cavado.
Fornos e chapas de ferro batido para i la-
rinha.
Alambiques de ferro, e fundos.
Guindastes, fuos e i ortatils.
Prensas para copiar cartas.
Rodas para carro de engenho com eixos e man-
gas de patente.
Formas de ferro bando galvanizado oara purga:.
Serras de ac e armacces de serrara.
Arados de ferro singelos e dobradus, prade? car.,
cubrir canna, eniadas a cavado, e cunos lastre-
mentos de agriruliura.
Eivalseni segundo
Ruando Queimado n. 49, loja de miudczns de J> -
& Azevedo Maia e Silva, est queimando que id
mira, a saber :
Frascos com superior Innhaa 200, 240 e 500 r;.
Latas com superior banda a 200 rs.
Frascos com superior agua de Colonia a 10 >
400 rs.
Fracos com superior oleo de baboza a 240. 32o e
400 rs.
Garrafas da verdadeira agua Florida a I32P0.
Fraseos de superior ole: da sociedade Higu-oiou
a 640 rs.
Frascos de superiores cheiros santal e ouiros mos-
tos a 1,5000.
Sabonetes de familia a 210 e 200 rs.
Sabonetes de superior qualidades a 60,120e 160rs.
Caixas com 12 frascos de cheiros muito fio- a
15400.
Caixas dito com 6 frascos melhor fazenda a 900 rs.
Paos de pomada franceza grandes a 500 rs.
Sabonetes de bolla pequeos e grandes a 20 e
320 rs.
Frascos com superior opiata a 800 rs.
Frascos com superior agua para denles a OOO.
Fio de aJgcdo da Baha.
Venderse no escriptorio de Antonio Luiz de Oii-
veira Azevedo A C, ra da Cruz n. 1.
jingos m\M.
Esciava fgida.
No dia 14 do corrente fugio a escrava de nom
Joanna.crioula, de idade 30 annts, tendo os rt-
naes seguintes caracieiislicos : mal encarada, u.
rosto tem um signa! um tanto saliente, estatu,,
regular e gorda, leveu vestido de chita clara, cha-
les de merino eslampado de assento roxlcado a
em meio uso, e levou mais um vestido de cbita es-
cura, negra do mate, tem urna falla muito des-
cansada e falla mal : qnem a pegar leve-a a ra
do Queimado n. 39, loja de fazendas que ser bem
recompensado.
Alt
Madapolao mnito fino com pequeo toque e varia', por praon que admira,: na
\. das columnas na raa do Crespo n. 13, de Antooi>Crreia-de Vasconcellos & C.
A
Fugio o escravo AntoDlo, crioulo, de idade 24 an-
nos pouco mais ou menos, alto, cor preta, os ps
grossos, tem em um delle signaes de cravo por
baixo, levou caiga e camisa asul, sendo a caiga ro-
ta em uro dos joelhos, chapeo de palha pintado e
j usado; quem o entregar na ra dasCalgadas o.
9, sera' gratificado.________________________
- Fugio no dia 16 de maio prximo paspado o
preto crioulo de nome Braziliano, idade de 26 an-
nos, estatura regular, cor fula, tendo um des den-
les da frente quebrado, sem barba, apenas alguns
cabellos a roda da garganta e olhar amortecido,
bem fallante,sabe 1er e escrever e falla um pouco
o inglez, bom copeiro, cosinha e lava bem, levou
vestido camisa de algodao branco e caiga de dito
azul, conduzindo alguma roupa fina, como bem
caigas de casemiras de lucias, jaquela branca e ca-
misa de madapolao, lengoes e mais roupa que \ marcada com a letra B de linha demarca,a!gLis
pegas e outras com o nome por extenso em tinta
de marcar, levou chapeo de palha imitando man
lha, chapeo de sol de seda- verde j usado, sapatcs
e meias, de suppor que se inculque de forro:
qnem o apprehender cndnzlndo ao sitio de Joao
Matheus, no Pogo da Panella, ser generosamente
gratificado por seu senhor Juvino Bandeira.
~"_T Fugio em principios do mez de fevereiro de
correte anno e consta estar acoutado nesta cidad
o moleque Euzebio, escravo da viuva do Dr. Fer-
nando Affonsode Mello, de 12 annos de idade pou-
co mais ou menos,ar preta, secco do corpo, olhcs
regulares e afuma$Mps, cabega um pouc grande
e meiacbata, beies: finos, dentes bem alvos,ps
seceos tf muito ladino: rogase portantoa todas as
autoridades polfoies e capitaes oe campo que o ap-
! prehendam e levem-o a ra da Mangneira sobrado
^ n. 6 que serio gratificados, protestando-se usar dos
g melos jndlelaes contra qualquer pesnoa que o tenba
Wi$X i m seu poder.

i
.li




Diarlo de Pernambneo r*fc ?elr* de lunho de iSft.
JURISPRUDENCIA
O Fornm.
DBSINTERKSSB.
0 homem interessado eogana-se frequentes vetes
nos seas clculos, o desinteressado aune.
CONHEC1MENTO DE SI PROPRIO.
Antes da publicagao do nosso Forum, a costuma- J" homen> *> .uhecer como racional .
da demora na deciso dos plenos nao pasma de alulhe a comparacao, como coas. faKalhe o
um faci confessado e lamentado apenas em con- pon fle ^ls,a-
versagoes particulares. Nem a imprensa soltava a morte.
um gemido, nem as autoridades competentes acor- A desgraga nasce com a vida e talves aeabe com
davam de sua lettiargia para darem alguma provi- a morte, que quasi todos considerain com a maior
donca que mioorasse ao menos, quando nao fosse das desgranas.
possivel extirpar completamente esse grande abuso,
proverbial verdade, mas que por isso mesmo
de vera provocara mais severa atlengao.
Quando um mal se torna inveterado parece que
o pobre povo vai-se afazendo a elle por tal forma'
que a sua mudez ou impassibilidade appareote
ebega por fiffl a simular urna quasi acquiescen-
da. O mal de muitos consolo diz o antigo
no. Alm disto fortica-se em uns a convigo
de que qualquer voz que se erguesse para comba
isso de ser da man alu importancia.
E' do Sr. F. de S. Gardoso Lina este soneto
dedicado ao 2 corno de Voluntarlos da Patria:
Sado aos bravos, que nao temem nada,
DEVRBES R DIRE1TOS.
Os deveres dos de mais sao os nossos direitos.
PROVIDENCIA.
A ordem na natureza, o progresso na humanida..
de e a esperanga no hornera, a trplice manifes- Qaando oavem ri, .Mfao,
tagao de providencia. Que clma ,ra a mais vil oppressao,.
\ Da quat sem causa ve-se ameacada,
Sado aos bravos, que tomando a espada,
Julia D..., senhora de poucos annos, e empre- Marchando vao a guerra em turbilbao,
gaila em ama casa de coramercio -da ra de Ri- Sacrificando desla arle o coraco,
tur o mu costume valena o mesmo que clamar no voli, conciliara por seu excellente procedimento e Pela Patria gentil,tao adorada,
desato. Outros julgam que a narrago de cerlos J carcter bondoso e alegre a eslima e affeigao de Eia pois oh! goerreiros to tlenles,
quantos a conheciara. L, onde chegardes, exclama!;
Ha dias, vendo a dona do estabelecimento que Somos filhos do norte, ndependentes I
Julia D... nao apparecia, dirigio-se ao quarlo del-
ta, de que possuia' urna chave; e abrindo a
porta deparou-se-lhe um espectculo notavel.
lluvia flores as jarras que estavam sobre o fo.
gao, e vellas novas nos castigaos.
Na cama, feita de novo, estava Julia deitada, ves.
tida toda de branco.
Tinlia as mos postas; e apresentava socego na
phy^ioaoniia, anda que extremamente paluda.
Pareca dormir, mas estava morta : um fogarei-
ro coutendo restos de carvo revellava a causa
o determinados casos oceurrente ,s servira de
fazer desagradavel contraste com o silencio e re-
serva geral, excitando a m vontade dos que se
julgassem ofleudidos com as revelagoes. Outros
finalmente teera negago absoluta para apregoarem
gratuitamente doutnnas de justiga e de raorali-
dade.
E lambem por isso que a imprensa entre nos
d Jugar a dizer-se com certo fundo de razao
que ella produz maior somma de males que de
beas. Commumente levam-se pablicidade os
fructos das paixes,- dos interesses e das conve-
niencias. A verdade til, transparente, judiciosa,
desiuteressada, comedida, cousa que raras vezes
se l.
Nao acontece o mesmo as palestras inti-
ma;. Ah de ordinario a expaoso e mais since-
ra. Por eutre falsidades e calumnias, proferem-se
muitas verdades edilicantes, embora exageradas oo
cafeitadas pela maledicencia.
O certo que contra as delongas demasiadas do
foro, nada se dizia de publico. Os interessados
nos pleitos judiciaes soffriam, remordiam-se.....mas
nao se ouvia urna s palavra em voz alta.
.Nesta boa trra ha sempre urna resignago
evanglica para os grandes males.... As questoes.
zinhas.de pequeninos interesses, caprichos ou me
l.ndres..... estas sira; teem s vezes muito mais
lorga para provocar explosoes.....
Posto que sos o desajudados, tomamos a peito
lavar a lume certos factos abusivos, sobresahindo
entre elles as delongas forenses.
E d'ahi alguns fructos j se teem coihido
louvado seja Dos.
Estas reflexoes nos forara suggeridas pela leitura
de urna circular dirigida a iojos os juizes de direi
lo em dala de 13 do correte. Nella declara o
governo da provincia haverehegado aoseuco-
niecimento que diversas autoridades judiciarias e
policiaca nao teera procedido cora o preciso zelo e
acttcidade n&formacao dos processos criminaos e
nos rvinecliios julgamentos, resultando d'ahi que o
seu andamento geralmentc moroso, fieandoalgu-
mas vezes -laes processos cruccidos por muitos
annos nos carinos antes de ultimados, ou anda
depois de fatigados, por se nao expedirem os recur-
sos interposlos, ou por nao terem estes prompta
ecisao nos tribunaes superiores.>
A este proposito exige a circular informago s
que quando nao sirvam de base a muitos processos
ae respoBSabUidade contra as auioridades negli-
gentes, tiram ao menos a vantagera de desper-
ia-las. e de produzir mesmo um certo pejo salutar
que de algum modo eviiar novas omissoes.
Cjnlra eslas j temos clamado pela nossa parte,
c continuaremos a faz-lo, at especilkadamenle
quando fr preciso. Entretanto grato ouvir o
clamor contra os abusos teudo o sea echo as re-
gio .'s governativas. E' isto um symptoma ani-
mador.
Sumos daquelles que nao sympathisam com a
intervengan do poder administrativo em negocios da
judicatura. E posto que as nossas leis concedam
ao governo a faculdade de advertir, mandar res-
ponsabilisar, e at suspender autoridades indicia-
rlas, estimaramos que ellas sempre procedessem
com tanto zelo, inteireza e circumspecgo, que essa
especie de tutela fjcasse lettra morta, quando nao
banida da legislago.
Mas em presenga de tantos factos censnraveis
que ah se encontrara registrados nos cartorios,
lorga que agradegamos, como um recurso po-
deroso, o direito de suprema inspecgo de que o
governo se acha revestido.
O'magistrado que nao honra a toga, o agentej
policial a quem falta a consciencia do dever, nen
!em ao menos o direito de jo!gar-se offendida e
seu melindre pela justa censura de um partcula
quanlo mais pelo emprego dos raeios coercitivas
dentro da rbita da lei.
J urna vez dissemos era oulros termos, e agora
repetimos: Se nociva e deploravel a tardanza
no andamento das causas civeis, em que apenas se
trata da propriedade como se deixar de repu ar
ama perfeita iniquidade o retardamento dos p '0-
cessos crimes que jogam com a vida, a honra i a
liberdade? O desvalido (quem sabe se Inoocenl;?)
geme por annos na masmorr, sentindo a sua sqrte
aggravada pela negligencia do juiz. Pode at
acontecer que a pobre victima nem tenha ao menos
um patrono que despert a justica adormecida.
Recife, 22 de junho de 186o.
F. 1.
morte. \
Deixou urna darta para sua mi, concebida nos
termos seguiuled :
1
i Pego-vos perdo, querida mam, de me privar
da vida que vos me dstes; obrigam-me a isso ra-
: oes muito poderosas, que eu vos rogo nao preten-
daos conhecer. Son ainda digna de vos, e affeigiio
que vos dedico seguir-me-ha para a sepultura.
i Adeos, minha mai. >
Ilavia alguns dia
da de grande triste
do sea desgasto, ai
cidio.
Soube-se em fim qbe a causa do suicidio fura ter
sabido do casamento de nm homem a quem amava
com extremo.
parado por mallos annos. As paredes forradas a
loosa irapedem a passagem da bnrnidade e sao
por isso de grande vanugem as lubitag&es.
Para lageado de armazens de moldados nao pode
haver consa melbor. Da mesma forma se emprega Sabido que o homem para cruzar a trra bas-
para ttnqaes d'agaa e d'aieile, para depsitos j a s qae faga das pernas eompaco, e qae para
privadas, etc. i "travesear os mares no_ preciso seno qae o na-
A loosa entra em muitos usos domsticos a ln- ojete a salvamento; o qae porm .ainda se
dustries, e sua plofago nao pode deixar por aa pode descobrlr foi o meio e o fazer caminhar
pelo ar, com direcgo certa!
Elevar um balfto 4,000 metros cima do castello
de S. Jorge, problema resolvldo.
A qnesiao est era dirigir este vehculo e fazer
dos ares caminho publico.
Dous a'ystemas podem pfir-se em pratica.
Um o da ctotrucco dos baldes, e ootro o que
lhes substitua, axs artificiaos.
Em abono, da verdade diremos qae o prlmeiro
systema est mais adiantado, tanto que ja Imprime
direcgo aos sens elementos.
Um globo aereostatico, atado ao rabo de nm
camello pode ir do largo de S. Roque at Smlrna.
Isto j um abatimemo ; porm nao basta.
O segando systema est muito mais atrasado.
Comtudo, consta-nos qae se projecta ensaiar nm
riethodo que deve prodazlr bons resultados.
Consiste em enxerlar as criancas azas de an-
dorrana para comph tar as suas fatuidades de lo-
.comocao.
Se nao tiver bom resultado este projeclo, ja ha
de reserva outro bastante eagenhoso j> empregar-
se-ha azas metlicas que cada ota ae entrar em
casa possa guardar na algibeira.
Que espectculo to forraos para o faruroo do
individuo, com azas pegadas as cosas, em guisa
de mochila, emprebendendo una vlager aerea,
munido de chapeo de ebuva, biaoculo e saecu de
noute I *
Desprender agestosamente o vo, e agitar ^s
asa* com a gravidade com que o burro moje as
grandes orelbas, e derramando uaa lagrima ao
despedir-se dos Omos-, i perder-se-ha nos espago
imaginarios.
A atmosphera de- todos o caminho- mais espe-
dito.
E nessa lut qae abrir-se val
O que ja succedeu em Corriente*,
Deveis fazer ao fro Paraguay.
Extraamos o seguate do relatoro do ministerio
da fazeude. ^
BANCO DE PEKRAMBUCO.
Tenho presente o relatoro do fiscal destff banco
da com data de 17 de margo prximopassadoydp qual
passo a extractar a materia neeessaria pora este
artigo, visto como o relatorio da direcgo, que o
acompanha, to exiguo de esciarecimento que
nao se presta a este trabalho.
Diz o mesmo fiscal o seguinte :
1. 'Que a direcgo eumprio elraeaie os seas es-
tatutos, e mais disposigoes em vigor.
2." Que durante- o anno houve transferencia de
115 acgdes,fieando assim reduzido a flio numero
que Julia D... estava possai- de 147 accionistas queexistiam
mas recusara dizer a causa
la mesmo na vespera do sui-
3.* Que tendo o banco em primeiro de abril de
1863 aberto o troco de suas notas por moeda de
ouro, julgou-se desonerado das restrigees que Ihe
marcou a lei de 22 de agosto, epor consegrante em
estado de poder elevar a sua emissao, como Ihe
permiitem seus estatutos at a importancia d.....
j 2,000;000000, do seu capital; nunca excedendo,
--------- porm os fundos de garanta por elles flxados de
. metade em apolices da divida publica, e aegoes da
Em meados do secuto XII, a Europa, tanto por ^^ fc fem com garaQtia ae'juro concedida
trra como por mar era rafestada de bandidos O pe,o governQj e ^ em |lu|os de capleir.a>
roubo eslava organisad em alu escala, e as tran- e % qaam parle em moeda m ourQ pm ^^
saetea commerciaes s ^e effectuavam com grande guas nolas Coa^na^i. portanto, contina o
ditflculdade.
A flm de se por termo
em 1241-as cidales de Ha^nburgo e de Lubech urna
allisnga offensiva e defensiva.
A cidade de Brunswick foi a pnraeira que en-
trn nesta confederagae, designada desde o princi-
pio sob o nome de Hanse, que quer dizer liga para
defenso mutua.
mesmo fiscal, a sua emissao effectiva com o seu
?!!L! !gfl ,'u"!fra.' caP'tal, e eom cada um desses- fundos de garaolia,
ver-se-ba que nunca foi excedida, pelo contrario
tem sido sempre muito inferior a que poda ter em
circulagae.
4. Que a emprego em descont de letras centi-
nuava, de margo de 1864 a fevereiro de 186.5,'.a
1 soffrer eonsideravel diminuigao, e em setembro
Augmentou tao rpidamente o numero dos adne- achava-se reduzido a 748:990i?719; mas dessa po-
rentes; que em fias do seculo XIII a confederago Caem diante foi progressivamenle augmeniandore
j comprehendia viole e cineo cidades. Veriftcou- no ultimo de fevereiro ficou etewdo a...........
sea primeira dieta hanseatica em Lubeck, em 2,(51:2i7$138.
1260 ; continuou a reunir-se no mesmo local de 5." Que por ralla de emprego de fundos havia
tres em tres annos. cessado desde o principio de margo o recebimesto
No XIV seculo, a liga hanseatica adquiri gran- do dinheiro a joro em cenia corrente, o que s> re-
de importancia poltica; gosava da grandes privile- comegou no mez de dezembro cando em fevereiro
gios, c reinava no continente e nos mares. j cora a quantfa de 70-:365J355.
, : r?.--=-JL* -, ,.,.. 1 6. Que o fundo de reserva, anteriormente de...
Comecou a enfraquecer esta potencia, apenas se *.,. .. ,A.^
-A. mn- c,imir- nc moins dfi 108^80^009 estava no ultimo de fevereiro elevado
tornaram mais rpidos e mais seguros os meios ae
a somma de 119:102^309.
7. Que o dividendo do annowsondo de 80:0005
em cada um dos dous semestres^, importou em.....
160:000^, a razao de 8 por cento ao anno.
8." Que o saldo de 266:433524* em letras pro-
testadas, a que em margo do anno. passado monta,
va esta tonta, tendo sido augmentado com a impor-
tancia de 11:4995720 de tres letras, que cima-
mente delxaram de ser pagas em seus vepaimen-
.. ,. ._____,.._-.. ..-.__ tos, ediminuido com as cobrancas feitas, repre-
^o da das exequias do presidente Lincoln em aaft .,;.nrQ n \.. '
1 senta anda a somma de 220:5635969, e so com
Nao fallamos das que forem felas, porque no amaijO kuoreg ao os qae mi coadjavam a cao-
bello aexo nao exisiem feias, ba apenas algumas pr/r ^^ compr0(D|sgWj moslrando-se iusU
menos bellas; se nesse sexo tambera honvessera sectarios da sua evip triburre.
feias, nao seria elle designado com o nome da bello
sexo, que compreeode todos os individuos da espe-
cie humana que nao to machos.
Mas como iamos dizendo, nio ha em ser telo
infelicidade alguma : basta lembrar que a physo-
nomia mais encantadora de um para entro da, por
urna invaso de bexigas de mo carcter, ou por
qualquer oulra molestia, qae traga deltrmidade,
pode tornar-se horrenda, 9 ealo melhor conser-
var a fealdade, que acompauba a cada um desde o
bergo, do que supporlar a fealdade saperviniente,
sempre agravada pela recordacao da anterior bel-
leza.
E de feito quem tem inveja da physionoma de
um feio 7
A mulher menos bella nem um risco corre de
ser seduzida e ainda menos de ser violenlada.
Nao tem, verdade, o feio, ou a menos bella
diante de seu espelho o mesmo prazer, que os en-
tes fascinadores de ur e outro sexo ahi s-aboream
horas esqoecidas, como enamorados de si mesmos;
mas em compensago os feios e as menos bellas,
nao perdendo lempo em render tributo a vaidae,
o podem aproveitar muito melhor em cultivar seu
espirito.
Ora, sendo o homem ou a- mulher nm composto
de eorpoe Je espinto, e sendo sste a parte que mais
nos enobrece,'ha verdadeira ifloso naquelles que
despresando os dons do espirito, do grande im-
portancia aos do- eorpo, que sao os que constituem
o que geralmeote se chama belleza.
Assb quem for feio, trate de afbrmosear seu es-
pirito, eariqoecenao-o de conhecimento, e tornan-
do-se superior aos que ae nao entregara a esle tra-
balho, e cante com serlo que nessa* belleza de es-
pirito, que et- era masas mos obter, ha verda-
deira superiordade a belleza do corpe, que alias
se perde muito mais fcilmente do que a do espi-
rito ; aqueller quando nao pelas doencas-, pelo me-
nos com a veMiice, desapparece de lodo, ao passo
que a belleza de espirito cresce com a nossa ida-
de, a proporgo que mais o procuramos desen-
volver.
Comolitulo Flores $ Rosa, publica o Stglio o
seguinte chistoso calembour Montevideo o Sr. Francisco Oclaviano de Almeida
Rosa.
Hontem foi receido o enviado brasilerc*-
Pde'se dizer que a Amo-foi admettida no vergel
publico por Flores do estado oriental.
Sucpomos que a Rosa crasileira nao terespi-
nhos; porm |se os tiver devemos crer que-9s se-
nhores~ministros a tomar wm prazenteiro sorri-
so, p*eoavindo se, todava, em nao picarsm as
mos.
Seja>como for, fra de duvida que a velh* ca-
sa do governo converteu se 2iu um jardim, aijae
por isso teremos que dedican-nos ao estudo fia bo-
tnica, jara conbecermos a cultura e proprietaches
da ostvexotica enviada pela poltica.
Vai sen estabelecido na cft do Rio de Jaseiro
um mus3U'roilitar, onde se reunam todos os tre-
pheus, machinas, armas, booas-de fogo ou qnaes-
quer outros-artigos bellicos, que-por sua antrgw-
dade ou per qualquer singularidado possam fignrar
do mesmo ntuseu.
O ministerio da guerra ere aviso circular do 27
demaio ultimo, delerminou. que fossem para aili
remettidos quaesquer daquelles objectos que-rjor
ventura extam nesta provmeia.
- communicaca), e se acharam radicalmenia modi-
ficadas as circumstancias que deram causa liga.
Era principios do seculo XVII estava a liga han-
seatica quasi dissolvida, e reunio-se a ultima dieta
ein Lubeck, em 1630. Ainda heje usam do nome
di hanseaticas as cidades livres de Lubeck, Brme
eiHamburgo.
Washington, o telegrapho entre esta cidade e Nova
York transmitido espantoso numero de palavras.
I Calcula-se que oram dirigidas aos jornaes de
No va-York 75:000 palavras.
i Deste nmero, o Herald receben 17:635 dos seus
correspondentes, sem contar 7:636 da imprensa
|associada, o que d s para aquello jornal a tola-
lidade de 25:281 palavras.
Exceptuando 5:000 palavras, todos os outros des-
pachos foram telegraphados desde as sele horas da
tarde at urna hora e vinte minutos da manha,
o qae faz 20:000 palavras por hora.
Acrescenta-se que nunca, em nenhum palz do
mundo, chegaram os algarsmos do telegrapho a
esla somma, nemtalvez se Ihe aproximaram.
inr->f.iB t i -------
Dizem as folhas francezas, acerca da colllgago-
ou parede, dos chapeleiros de Pars, que 200 ope-
rarios desta classe formaran) urna sociedade pro-
ductora. Reuniram para esse fim um capital de
20.000 francos alcangaram um crdito aberto em
urna Importante caca. baucria, o qae lhes permute
comegarem desde j a abricago.
lem-se isto como bom exemplo dado a de mais
corporagoes.
Ah est mais um dos benficos resoltados do
espirito da associago, que todas as classes deviam
bem comprehender e realisar.
LITTBRTRA.
ocas
muita demora e algum prejoizo poder ser- arreca-
dada.
Do quadro a. 49 fica patento a mxima parte das
transaegoes deste banco, exlrahidas de seus balan-
gos mensaes remettidos ao 'hesouro.
Uevo dizer-vos que este estabelecimento, depois
de ter realisado o pagamento de suas sotas em ou-
ro, e temendo a repercusso da cris nanearla des-
ta praga, requereu a faculdade de voltar a emis-
sao nao realisavel naquella especie, declarando qae
ia execntar as disposigdes da lei de 22 de agosta
de 1860, relativas a falta desie troco; limitanda
at agosto de 186 a emissao a somma 1,354:8005
ltimamente fixada, ^esperando, porm, ordem do
thesonro sobre o verdadeiro quantitativo, no caso
de que esta somma fosse considrala excessiva.
Este assumpto foi snbmettido a consulta da sec-
go de fazenda do conseibo de estado a qual opi-
nou em sentido contrario a petigao, e assun foi re-
solvido.
M*
deve-
01 rOUCO DE TUDO.
O Jornal de Lisboa transcreve o seguinte :
ELEVAgO.
Na athmospbera da Ignorancia as cabegas
tendem a subir pela mesma razao que obriga os
aerstatos a elevarem-se.
ANARCHIA E DESPOTISMO.
Quando um povo s pensa nos sens di "ellos,
nasce a anarchia : quando s pensa em seo:
res, surge o despotismo.
DKSGRACA INEVITAVEL.
Se houvesse um homem que pod esse rea isar to
oos os seus desejos, mesmo o de se nao aborrecer
desta felicidade, seria desgragado com a i lea de
qne necessariamente havia de roorrer.
HEROICIOAD.
O sacrificio dos nossos interesses legitimo e dos
nossos desejos racionaos pelo bem soeial a lei da
heroicidade.
DOS.
Se i existencia de Dos e a do mal.sao ujn mjtf-
terio nsoodavel da razo humana, a existencia da tea tanto no seu emprego, como na Hfelreta da
creaco sem principio creador 6 nm abswa> incoa- armago sio objectos de conslderacio. Um telha-
^ cebvei I do de lonsa sendo bem WW, nao carece de ser re-
Alguns habitantes de Anvers coaceberam e vo
efi'eciuar a projeclo de urna viagem roda do globo.
Promette esta empreza reunir todas as condiges
que podem prometter um bom resultado.
Um navio belga de 80O a 1:000 toneladas, sob
o commando do capilo Luli Heyer, martimo ex-
perimentado, que j fez qoatro viagens roda do
globo, sahir no mez de setembro prximo e visi-
tar saccessivamente os portos principaes dos dous
continentes.
A dnracao da viagem ser de dous annos.
O navio do Sr. Catteaux-Watlel.
A expedlgao principalmente destinada moci-
daie.
i i r ri i'i i i
Xo sorra de Vallongo est-se desoovolvendo mn
estabelecimento da maior importancia, que ha de
trazer immensas vanlagens ao pala. A loosa qoe
se est extrahindo em grande escala, foi mandada
a Inglaterra, aonde declararan) os peritos qoe ella
goal melhor quahdade do principado de Gal-
les, que deve sua riqueza mximamente a esta in-
dustria.
Sao variadsimos os osos Cesta materia. Para
telhados, superior a teiha por diversas razoes.
Nao s a sua durabilidade grande, mas a bara-
Un roceiro foi viajar a EMopa, e, ebegande un
dia a Besaogon, poz-se a admirar o palacio ds car-
deal de Granville.
Oh I' que lindo palacio, exclamou elle. Fot
feito aqui ? perguntou aamsojeito que Ihe esta-va
ao p.
Nao, senhor, veio *Russi* n'uraa cestay res-
pondeu-lhe.
Ab-t' bem me queria parecer.
Esta poesia do Sr. V. Z.: v
k'
Se sabes o que dar na esp'ranca um duro corte
E um mnndo de iltusoes toldar, sumir, perder ;
Se sabes o qoe dr, se sabes o que morte ;
Contempla a minha dr, contempla o mea soffrer.
Escote ; breve a historia, a pagina querida
Da minha. mocidade ha muito morta j ;
Um perfume da infancia, urna cangao da vida
Qae o presente nao tem e o porvir nao tere.
Creancas eu e tu (recordaste ?) n'um dia
Comegamos a amar.... to cedo o amor nasceu I
Era ao sabir do sol gostosa meloda,
Era a luz da alvorada abrillantando o co I
Polgaste junto a mira, sorriste-me faceira,
Corremos pelo campo a rir 6 a doudejar;
Lembram-te os aracs daqnella aragazeira ?
Sabes como os guardei por de ti me lembrar 7
Minha aurora gentil, que rpida fugiste I
Sonhos qoe tanto amei, o olvido vos tragou I
Vera tq, saudade, vem I minh'alma agora triste!
O soprbdo infortanlo as crencas me arrancn I
Bepols.toldoase o quadro : a sorte separou-nos,
E eu rico do illuses bem sofreg part.
Voltei : a sorte amiga em risos abracou-nos,
E eu pode acar o amor, a vida, o co em ti.
E agora.... a indi Berenga 1 agora o desalent I
Oh qne de tanto amor ?Vem, diza, dize-o tal
Sumiste-o como om som, que leva ao longe o vento,
E eo.. pode ver entao como tea peito era I
Daqoi resulta ama sensivel dUfueofi entre a
belleza doadapelz aatureza, e aquella que *adque-
nda-por nossos esibreos, isto a que inherente
as finalidades d'alma, e que os praieres que
acompanham a beHe/a physiea declinam sensivel-
mente e muitas veies desapparecem, a prsporgo
que nos foge a moodade e caroinbaraos para a
veliBc, ae- passo que os prazeres moraes, somw-
to mais duradouros, acompanhaa-nos at o tmu-
lo, de serte que a compensago para aquellos- a-que
for negada a belleza das- formas esternas podo-ser
a mais completa, pode mesmo ter grandes ota-
gens sobre os momenKawos e transitorios presares
resultaste da bellezas ovrporea.
Bem feios foram na- antiguidade-Esopo, e-am
lempos mais modernos- POpe : quemporm mais
distiuguiu-oe e viveu cercado de mais-attengo3do
que elles em seu tempe ,v
O primairo dos dous raou salieEtoeste peasa*
ment ee. do disse oh guanta' speties I Csrebmm' no
habet 1
N'esie systema de compsosagoes poderiamos con
tinuar coBsootando os fSliaes do mundo com> os
desditosos que Ihe sao relativos, mostrando que- em
quanto o rioo- vive cercado de sustos de ser rouba-
do, o pobre dorme tranquillo sem impertar-se revi-
to que a porta da choupana nao basa bem tranca-
da e assim por diaote, no intuito do mostrar que
todos que o mondo julga. muito felizes, eslo ex>
postos a perigos e dissabors, qae no-aaieagam a
outros menos felizes; quao contrario-as atenen
havidas por mais infeiize* nem um individuo, que
se supponhao mais desgrasado, querendo ser joefo
para com a Providencia, e examinando .lado quan-
lo o cerca deixar de descobrir que outros ha ranie
desgragados do que elle,, que portanto nao tenha
motivo de render gragas por nao ser anda peior
sua posigo.
Conven porm notar que, se para todos os ma-
les e dtenos achamos orna compensago,.pesque
einlim mesrao aque a Hela ni a alma tendem a sen es-
quecidos,.desde que ha firme proposito de emenda ;
ha com ludo em nossa sociedade um vicio, para
que ainda nao achamos remedio, e o do-asig-
nante de jornal, queao paga a assignatura.
Creraos que o mal-nao incuravel, maseomo
ainda nao esteja desooberto o remedio, foreoso re-
correr a medicina experimental.
Boa gente como em geral a dos leitores da
jornaes, tal vez os que incorrarr nesse vicio, o fa-
gam por. talla de advertencia, ou porsupporem que
a cousa nao to-feia como sappomos.
Sim, ha leiiores, que amam as noticias, os an-
nunoios, o folheUm, o artigo poltico, a liueratura,
de que o jornal urna oulra vez seoecupa, e com a'
grande attengo que prestara x satisfagao de seu
gosto especial, esquecem que o jomalista faz gran-
des despezas.
Que consone em um aDEC muitos con tos de ris l
cora a. compra de papel.
Que a tinta por sua vez lanibam comprada.
- Que em qualquer ofBcina. lypograpbica de urna
folha diaria os operarios recebem semanalmeaie
seu salario, o qual no fim- de cada mez importa em
algnroas centenas de mil ris, que no fim do aono
sobera a alguns contosde ris; que em vellas para
luz todas as noites nao se consom pouco, e-final-
mente:
Que urna das menores despezas de jomalista a
do correio, dez ris por cada folha, e que s esta
pequea despeza em um jornal de algumcircula-
gao, como o nosso approxima-se a perto de nm con-
t de ris annualmente.
Mas logo que os taes leiiores omissos forem ad-
vertidos, de que o jornal que leem. producto des-
sas grandes despezas, reconhectete a oecessidade
de pagar as assignaturas.
Reconbecerao, repetimos, essa necessidade por
que nem um ha que desconhega qae ir a orna loja,
botica, taberna, ou ootro qualquer estabelecimento
de commercio, comprar qualquer objecto por in-
significante que seja e o nao pagar, pode isto pas-
sar por acto de esquecimento ; mas se essas com-
pras se repetirem e os esquecimentos se renova-
ren) a lingua tm designado os que assim obram
com o nome de caloteiros, raga perigosa, com
que a boa gente que i jornaes nao pode-se pa-
recer.
Se a advertencia, qae boje fazemos, produzir o
effeilo de chamar a seus deveres os assignantes de
qualquer jornal, que se tiverem tornado omissos,
contamos com a gralido dos jornalistas, a quem
---------------------M^itii ___
Sobre o E vangelho de S. Joo cap. Vi v. I. a xy
E todo este poro, vendo o milagre que Jess
Chrislo traha feito, dizia : Na verdade esle o
Propheta, que devia Tlr ao mundo-Escreve o Cru-
zeiro do Brasil o seguinte :
Tal era a forga convincente de tantos e lio re-
petidos milagrea operados pelo nosso Divino Salva-
doi ; talo effeilo irressrtwl de suas 'requemes
predicas a este povo, que no seu orgulho, no seu
endurecimento natural, via-sa forcado s vezes a
ceder sua evidencia.
Euto eonfessavam uns qne essa doolrina nunca
ouvida, toda de paz, de amor e carldade, qne cons-
tantemente Ibe ouviam, nao poda ser-Ibes annnn-
ciada, seno pelo grande propheta vateeinado nos
livros sagrados.
Ora, exaltados pelos |estupendos nsilagres qne
frequentemente lestemanhavam, operados em fa-
vor dos que soffrram, se viam forcado a confe-
sar : qae. verdadeh-amenie era elle o Filho de
Dos; porque s este poder obrar os prodigios
que elle operava j e todos, como qoe arrasados, o
seguiam continuadamente de uns bara outros-luga-
;res para onvirem essa poderosa pijavra, que ine-
bria va suas almas e enema- seusveoirages.
E' pois, ainda isto mesmo-que nos refere o pr-
seme Evangelho 1
E tal era agora a muliiduo do poto, que na mon-
taoha piola ao mar de Tbeberiaoosi eircuradava ao
Divino Salvador, viudos, unr para puvirem a divi-
na palavra, outros p'ara serem-cura* de suas in-
ferreitiades, qne ebegava a cinco mil, de todas as
partes da Juda, ainda estrazgeiros, qoe entao vi-
nha a-Jerusalem para assisSrem grande festa
dos Judeos, a festa da Paschoa.- "
Por lodo o da se tinham eHes-deiiado flear na
monta.Bba; sem se saciaren) dbonvir adoutrina
que sahia-da bocea do Divino Messlasy se e iem-
brarem que necessilavam de alimentarenvse e por
todo o dia I
Mas, o- Divino Salvador, bem jio tlnha dte que
o homem nao viva sdopao; porm'ds- toa a pa-
lavra que-sahia da bocea de Dos,
Eiies nao se sentiam molestados peta fome-, era
extenuados-por fa&jfa, por isso nem- lembravam-se
dessa necessidade natural; mas, desta vej o
Divino Sakrador que os qoer allmenar' no deserto
com pao, para que nao desfallegam ao caminho.
Dirige-se pois Elle-ao Apostlo S.-FHppe,e-pa-
ra o tentar pergunta-lhe.
Onde acharemos- pao-para todo esta-povo?'
Transcrevemos o seguinte :
Amados leitores e amabilissimas leitorae,. a vos
que boje directamente nos dirigimos.
E* verdade que sempre para vos qua ecreve-
mos^ mas nosso artigo de hoje tendo por fim ani-
mar a aquelles e a aquellas, que se suppoem des-
favorecidos da sorte, offerecendo-lhes alguns moti-
vos de consolago^ vem a pello aqui o emprego do
vocatorio, como meio de mais nos familiarisarmos,
cu de vos indicarmos a cordialidade,.com que nos
proporaos a mostrar que este mundo nao to
mo, como ponsam os que se julgam nfelizes.
Sim leitores e leiloras (sempre amados e amabi-
lissimas) este mundo de compensaoes.
A par de um mal, a par de orna- dosgraga existe
o bem, existem vantagens reaes, comtanto que te-
ohamos o espirito desprevenido,, disposto a reco-
nhecer nossos erros, corregir nossos defeitos, pro-
curando sempre bemdizer a Providencia Divina,
que formando o mundo de modo qae dea a cada,
vvenle os recursos indlspensaveis para seu bem
estar, nao fez nem poda fazwoma obra imperfeta
como creem os pessimlstas.
Vejamos:
Ha nada que os horneas, e ainda mais as aulhe-
res, apreciem tanto, como a belleza ?
E de feito aquelles que a receberam da natureza
se teem o necessarlo bom senso de saber dirigir-se
na carreira da vida, conlam meio caminho feito em
todas as pretengQes.
E' pois urna fortuna ser formoso, mxime quan-
do a formosura (feminina ou mascolina) acompa-
nhada de um certo sanete, que se chama sympa-
thia. ''
Quem ha ahi que resstalas pretoogoes de quem
for dotado de urna physionomia tal 7
Agora o reverso do painel:
Sabe-se como na materia dos casos as pesspas
formosas se deixam dominar de vaidade, e quanto
esta qualidade as leva a supporem-se creaturas pri-
vilegiadas, que tratara as oulras com despreso,
d'onde lhes resultam odiosidades e muitas vezes
serios embaragos para vida.
Outras vezes a inveja que Ibes faz a guerra, e
nem porque a inveja ama paixo mesqulnha,
deixa isto de ser muitas vezes um mal para a belle-
za por ella perseguida.
A belleza da mulher sobre ludo muitas vezes
foutes de mil desgngas.
Se ella nao acompanbada da modestia e pru-
dencia convenientes para occultar-se algumas ve-
zes, a que sustos e at mesmo a que perigos nao es- j a receita aproveitar ; assim como os assignantes
t exposto o marido, o pai, e irmao que acompa-, omissos nos devem agradecer aligo de moral, que
Facilima guestoar-esotver-se, come -fez o Apes-
tlo observaade : que nem cora dusenos dinhei-
ros poderiam compras o pao sufflcienie;. o que
alli um rapaz, s. tinha cineo paes de corada e oin-
co peixmbo, mas o qoe era isso para, lio nnmaro-
sa multido ?
Nao importa,- mal* urna ligio que Han Ctris-
to vai dar neste dia esta mnltidao, tao famintade
douirina, que-sopporta-tedo om dia a .fome, s pa-
ra onvirem a palavra da. Divino Salvada*-!...
Para dar mais urna hgo a esta multido I....
Que dizemos ?___
Para nos ensinar tambera a nos, qae-quande>se
trata de acudir aos necesitados, nao devemos tre-
pidar por que nos venhaa fallar os meios;. por
que, aquello que orna-os lirios do campo de lin-
das cores, que veste as-aves do co, Je bellasplu.
magens, e qaej por um.grao que laucamos na tr-
ra, d multiplicadas espigas.^lesde que- eleva*raos
nossos olhos .ao co,. e pedir a Elle qae abeoo/ie
nossos exforees, essa bengo celeste nao tardara
vir em nosso soceorre, e muito nos sobrara', para
as nossas neeessidades.
Foi por isso que Jess Chrislo nestft-oocaso-to-
mou aquellos cinco paes e cinco peixeSj e elevaudo
seus olhos ao co, os abencoou e deu-a seus disc-
pulos para dislribuirom com esta mullidas-;, e a
cada um coube- tanta, quanlidade que-, depois que
lodos estavam repletes, mandando Josas Cbrceto a
seus discpulos, quoojuntassem os fragmentoc-para
se nao perderam, enoheram com eltes-doze cestas!
Este milagre os ferio de tanta admiragab, que
nao poda-aquella multido deixar Je.exclamar.
Na, verdade este o Prophea.qpe diia
ao muodo I
vir
Um outro. fimcfcscobre-se nesta. mufii^licago
dos paes ; pois que, como di& Sanio Agostinho.
Os milagrea teem tambera sua- linguagsm e sig-
mficago, e preciso interroga-) js.
Josas Gbristoospreparava para.oajagasto mys-
terio do Sacramento da Eucharitlia, que havia de
instituir para alimento espiritual, das-almas, con-
tando real a consubstancial meco seu corpo, san-
gue e divtndade, sem jamis sa>constmir pelo nu-
mero dos- qp o recebessem, aracebondo|igualmi-
mente todos, todo inteiro ;. e assim, pelas coasas
'senslveise visiveis, chegassam- elles mais fcilmen-
te comprebenso do mysterio, tslo pela nulti-
plicagaa do pao material,, comprohendessem x do
pao mvstico da Eucharistia.
As turbas, cheias de admlracao por este milagr,
formaram entao inteacio. de acclamarem. Jess
Gbristo por seu re; mas Elle, conheceado. sims
iaienges, (agio outre, vos para a moa e
s!...
Este povo, notavel. por sua ingratidae aos bene-
ficios celestes, neste occasio terna-s aeconhecido,
e qner acefamat o- Divino Salvador por seo re ;
nos porm sao taremos urna pequea prova de
gratidao para eorrespondermos a taata bondade, a
tanto amor de Jess Christo reminde-nos com o
seu precioslsaimo sangae ?
Elle nos dea o exemplo do desvelo qne devemos
ter em acudir fome do nosso. prximo, e fecha-
remos os olhos para nao vermo&esse exemplo, alm
de, cada, vei mais endurecidospeta nossa crimiaosa
avarea^eerrrroos os ouvidos s preces e semeos
do pobre, s lagrimas de ecphaos e viudas ?
Ah Sigamos os exetnplos do nosso Divino Sal-
vador-
E' elle que nos da; o. que fizerdes av am desles
miseraveis, fareis a mlm !
Ah Cuidado, para que nao nos zeontega a ser-
te do rico e avarento Lzaro, qae, nos ardores do
'oferno, ja' se eonientava que e pai Abran Ibe i0.
casse s a lingua com seu dado, porque era borri-
vel o sea tormento, mas era tarde I...
i\ao fique tambera tarde para nos.
nhado de ama belleza peregrina ?
Ou seja a seduego, ou seja a forga bruta qae a
persegoe, ba ahi um perigo constante.
A qae insndavel mar de desgragas nao foi ou-
Quem ama o w ttquece, e, a rir, o tacante \Uuds\' tc'ara arrasteda a Greda por cansa da belleza de
Qnem fcaba ter amor nao pisa nm coracS I (sfla famosa Helena ?
Se o teu amor assim o amor nao virtooe, Assfm consolem-se os que forera feios; nao ha
E* ci despraxvel, srdido e vlflo t nlaso a Infelicldade qoe se or.
hoje lhes pregamos.
Devemos entretanto dizer em concluso aos taes
assignantes omissos, que nao qoizerem receber a
ligao que tao cordialmente lhes acabamos de dar,
que fiqnem entendendo para sempre, que quando
nos dirigimos a nossos assignantes, os chamando
amados leitores, nao se emende isto com os que
nao pagara a assgnatura ; nao, isso nao; nossos
Com o titulo de O Vapor vai prximamente ver
a lux publica em Madrid um peridico semanal
destinado a tratar de interesses maleriaes.
O
PKRNAMWCQ.-TYP. DE M. F. &E F, & flltO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EWQAFG2T9_XJVCQ6 INGEST_TIME 2013-08-28T00:21:28Z PACKAGE AA00011611_10702
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES