Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10701


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Full Text
tf^Pf^S/f^l

AN0JUJI0J|ERri44
Por jiartel pago dentro de ijO das U 4* mei ? t
dem depois dos !. 10 dias do copccte dentro do qiartel.
Porte so corre por tres *es......., ,
EXCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NO ITE
Parahyba, o *r. Antonio Alexodrluu de Lima;
Natal, o Sr. Autooio Margues da Silva; Aracajty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Guar, o Sr. J. Joa Je
Oliveira ; Maranho, o Sr Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Aotonio Al ves &
Filiios; Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
EXCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claadino Faleao Dias; Baiia, o
Sr. Jos M-irtins Alves; Rio de Janeiro, o SrjJos
Kibeiro Gasparoho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Encada e estacoes da va frrea at
Agoa Preta, lodos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Bezsrros, lionito. Caruata,
Altinho, GaranBans, Baique, S. liento, Bom
Conselhot Aguas Bellas e Tacarat, as trras
feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, raoeiro, Brejo", Pesquelra
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, |$oa Vis-
ta, On'ricury, Salgueiro e Ex, as quartas
(eiras. f
Segunda vara do civel: quartas e sabtauUsiar.i
hora da tarde. '
Serinhero, Rio Formoso.Tamsadar, Una, Bar-
reiros, AguaPreU e Pimeotoiras.nas qjntas
feiras. ^4
EPJ&MERIDES DO MEZ DE JUNHO.
I Quarto cresc.as 6 h., 1 m. e 58 s. da m.
9 La ctieia as 7 h., 21 ra. e 16 .. da m
16 Quarto mlng. as 4 h., 33 m. e 28 s. da m.
3 La nova as 5 ni, 37 m. e 34 s. da m.
30 Quarto cresc. as 11 h., 20 m. e 51 8. da
FHfcda : quintas s 10 horas.
Jdla do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphaos: tergas e sextas s 10 horas.
Primeira, vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do cvil: quartas e sabbados al
hora-da tarde.
26. Segunda. Sj. Joao e Paulo irs.; S. Virgilio ra
27. Terca. S. Ladislao, rei de Hungra.
8. Quarta. S. Lf3u II p.; S Argemiro b.
29. Quinta, cfc Ss. Pedro e Paulo app.
30. Sexta. S. Margal b.; S. Luciana.
1. Sabbado. S. Theodorico ab.; S. Gallo b.
2. Domingo. S. Olhon b.; S. Martiniano ra.
PREAMAR DE HQJE.
Primeira as 6 horas e 54 m. da manhaa.
Segunda as 7 horas e 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos metes de Janeiro, margo, malo,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recite, na livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprtetarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PARTE 9FFIGIAL
SCYZRilO DA FROYSim
Segunda secgao. Palacio do\overno de| Per
namhuco, 23 de junhode 1865.O presdeme da
provincia, em observancia de ordeus rapeiriaes,
rerommenda a toda as autoridades civis e milita-
res de-la provincia, que nos districtos de sna ju-
risdicgodeem a maior publicidade ao decreto de
6 do corrente, que fez exlen-ivas as pragas dos
corpos de polica aos guardas nacionaes qu tive-
rem incorrido as penas do art. 133 da Ici n. 602
de 19 de setembro de 1850, e em geral a tolas as
pragas do exercilo, polica ou guarda nacic nal as
dis|i'o>ig6es do decreto de 31 de maio ultimo, que
perdoa o crime de prtmeira desergo, e o de se-
gunda simples, aos reos
cidades e villas, e onde mais couvier, para
cimento de tolos a quem inleressar possa,
sent portara, acorapanhada dos referidos
tos, que abaix vjio transcriptos, devendo
n. 22 de voluntarios, como rne fui ccmrauirtcado mandante superior da guarda nacional de Otada, .# que declaro V. S. para seu conheciraento el Quando o general Flores estava para publicar em
por aviso do ministerio da guerra, da 10-desto
mez, expeca V. S. suas ordens, aim de que o refe-
rido major siga para a corte, no vapor Cruzeiro do
Sul, no dia 21 do corrente, o mais cedo possivel,
aflm de flcar embarcada antes do meio dia, toda a
bagagem da tropa, que tein de seguir naquelle dia
no Cruzeiro do Sul.
Dito ao mesmo.Reeommendo V. S. que faga
entregar ao coromandanle do segundo corpo d
voluntarios da patria, at o da 20 do correte, iuv
pretervelmenle, o resto do farJmenlo e equipa-
inento pertencente ao mesmo corpo, empregndu
V. S. para isso toda a sua actividade e energa.
Dito ao commandante do corpo de polica.Nao
estando promplas as cornetas que se preparara
para o segundo corpo de voluntarios da patria,
mande V. S. entregar ao commandante deste as
cornetas do corpo sob seu commando, que pode-
rem ser despernadas, recebendo depois igual nu-
qne se apresenlar ;ai no
prazo de tres niezes, contados da publicarlo da- mero do arsenal de guerra.
quelle primeiro decreto, em cada municipio ou 1 Dito aos agentes da componhia brasileira de pa-
circuito militar, orno foi declarado por av so cir- quetes a vapor.Em rsposta a) offlcio que Desta
cu ar de 7 do corrente pela forma nelles d clara-i data me dirigiram os Srs. agentes d*ompanhia
da, fazendo affixar nos lugares mais publii os das brasileira de paquetes a vapor, tenho a dizerlhe
la xecucao.
lo ao commandante da diviso do 2o districto.
Pelo officio de V. S. de 15 do correle, fiquei in
leirad de que naquella data se expedir ordem ao
commandsnte do brigue escuna toneletro, para que
com brevidade siga para a corte o navio sob sen
commando, tocando nessa provincia.
Dito ao commandante do corpo de polica.Ten-
do de embarrar para o sul a companhia de artfi-
ces, i cujo cargo se achava o deposito dos recru-
tas, tenho resolvido que seja este transferido para
V. S.
conhe- que o vapor Cruzeiro do Sul deve largar deste
a pre- porto no dia 21 do corrente.
decre-. 20
as mes- OfBcio ao coronel commandante das armas.
e Igoarass. "*'
Ditoao mesmo.Transmiti a V. S. pira o flm
cofrwRiieuie. o incluso pret em duplicata, que me
remellan o coronel commandante das armas, com
ofScio de hoje, sob n. 1,07o. tirando vencimenios a
que tm direito as praca da companhia de volun-
tarios composta de horneo* pretos, at o Qm do
corrente mez, e bem assim o recibo tambera em
duplicata dos vencimentoe relativos ao-mutuo mez,
do alteres daquella companhia Joao Baptisla do
Espirito Santo, devendo a importancia de taes ven-
c menlos ser paga sob mlnha-responsabilidade se o corpo soblseu commando : o que declaro
para isso nao houver crdito.Communicou-se ao' parir en eonhecimenlo e direcgao.
commandante das armas. "*V conselho de compras do arsenal de guer-
Diloao mesmo.Inteiradodo contedo do officio 1 ra.-|aiioriso o conselho de compras do arsenal
que V. S. rae dirigi hoje, sob n. 418, tenho a dizer' de guerra a promover para provimento do mesmo
ein rsposta que, nao poflendo deixar de terexecu a compra dos botSes de osso constantes do pedido
cao as leis e ordens do goVerno imperial, relativas :-
o adiantameoto de suido dos officias da armada e
exercilo, quando em marchapara fra das capitaes,
smente porque esse adiantamento se refere a um
mez pertencente ao exercicio futuro, e nao me
sendo possivel demorar a execugao das ordens que
recebi do mesmo gavtrno, sobre a partida do bri-
mas autoridades cornmunicar o dia em que Bzerem Mande V. S. dar baixa do servico ao prmeinr sar-
a publfcacao recommendada.
DECBETO.
Hei por bem decretar que as dsposigSes do de-;
creio de 31 de maio do corrente anno Qqilem ex-
tensivas : Io s pragas dos corpos de polica ; 2o i
aos uardas nacionaes, que tiverem incorrido as
penas do art. 133 da lei n. 602 de 19 de slembro
de 1850 ; 3o a todas as pragas em gVral, di "quaes-
qiier corpos de linha, de polica ou da gu: rda na-
cVi.i!. comprehendidas as disposiroes do artigo
nico das desercoes agsravadas pelas circ mslan-; olUcto
cias ns. 1, 2,3 e*5 do ltalo 4 da ordenanca de 9 cargo
genio do segundo corpo, de voluntario da palri.i
Miguel Conegundes t^avalcanti, visto nap ter babi-
ltagoes para desempenhar com proveio ai Tune-
goes de seu posto, segundo informoo o respectivo
commandaute no officio a que allude o do V. S.
n 1078 desta data, ^rJenando V. S. que se nao
abone aquella praga os vencimentis relativos
primeira qninzena do raez correle.
Dito ao mesmo.Concordo em que por emquan-
to se adopte o alvitre lembrado por V. S. em seu
de hontem datado, sob n. 1067, de flcar a
do facultativo enearregado da enfermara
de abril de 1808, salvo a reslricgo de qu-j trata o i militar a admiaislrac > da me>raa, finando.o refe-
deereto n. 1671 de 7 de uivembn de 1855 | rido facultativo autorisado desde ja, a fazer subsii-
Angelo Muir, da Silva Ferraz. do meu c mselho,' tuir por paisanos os empregados militares da pre-
senador do imperio, ministro e secretario le esta- ; dita enfermara.
do dos nngocios da guerra, assim o tenha nlendi-1 Fica assim respondido o seu citado olScio.
do e faga executar. Dito ao mesmo.Em aldtam-nlo ao meu officio
Palacio do Rio de Janeiro, em 6 de Junho de de' 18 do corrente, declaro a V. S. que o aviso de
1865, 44 da Independencia e do imperio.|-An/e/ft
Muniz da Silva Ferraz.
nECKETO.
(;ininiserando-ra^ das circumstaociasen que so
acii un os !iilitare> dos''iffrentes corpos 10 exer-
cilo, e o> da guarda nacional em desiacam into que
tireram a infelioidade de desertar apar ando-se
das anas bandeiras, h^i por bem perdo ir-llies o
crime de primeira desercao e o de segu ida sim-
ples, ^presentando se os reos dentro do puazo de 3
mezes, contados da publicago oV-presenta decreto
em cada nina das comarcas do imperio, itcluiudo-
do-se tambera ne~te indulto es que j elliveem
sentenciados e para sentenciar.
Angelo Muniz da Silva Ferraz, do mib conse-
lho, tenador do imperio, ministro e secrejlario de
estado dos negocios da guerra, assim o tenha en-
tendido c, faga executar. _^V
Palacio do Rio de Janeiro >m 31 do malo de
186o, 4i" da ndependoncia e do hiperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.f-Angelo
Mam na Silva Ferraz.
Antonio Borges Leal Castello-Blanco.
Expediente do da 18 de junho de 181
Oiucio a> Etm. Sr. Dr. vigoro capitular,=Gom-
manico a V. Ex<'. que o beniiiuento da l and ira
do 2 corpo il" voluniari >s da patria desta provincia,
deve ter lagar india 21 do corrente ao neio da"
impreterivelmente, visto que depms desse neto tem
o referido corito de embarcar para a corte no va-
por Cruzeiro lio Sul.
Dito ao cjronel commandante das armis.Re-
co.niieii I > a Y. S. que faga embarcar no dia ~l
antes do meio dia, i oda atropa que devn seguir
para a corte no Cruzeiro do Su/, excepto ) corpo
de voluntarios, que embarcar logo depois do b n-
zimentodasua bandeira, que devi>ra ter lugar
naquelle dia ao meio dh, impreterivelmenu. Nesta
data providencio para que o arsenal de narinha
tenha promplas as embarcacoes precisas para o
embarque da tropa o de suas bagagens Neste
sentido offlciou-se ao inspector do arsenal de ma-
rinha.
Dito ao mesmo.Em vi-ta do que acaba de pon-
derar-rae o major do 2orpo de voluntarios da
patria, sirva-se V. S. de m indar dar baixa do ser-
co ao voluularo do mesmo corpo, Angelo Ferreira
do Nascimento.
Dito ao mesrao.Expega V.. S. suas ordens pa-
ra que o soldado da companhia de artillces Candi-
do Olradinoda Trindade. e.Melo, passe a sorvlr em
diligencia no 2o corpo de voluntarios da p itria.
Dito ao mesmo.Tindo nesta data expedido or-
dem para que sejam rendidas no dia 20 do cor-
renle, impreterivelmente, as guarnigoes da forla
leza do Brum e do forte do Boraco por destaca-
mentos do 1 batalho de artilharia da guarda na-
cional deste municipio, assim o communio a V. S.
para seu conhecimanto, e alim de que providen-
cie no senliJo de seguirem no vapor Cruzeiro do
Sul todas as pragas que se acharem naquellas
guarnicoes.
Dito ao mesmo. Em cumpriraento d ordens
imperiaes, providencie V. S. para que slgain im-
preterivelmente para a corte, no vapor Cruzeiro
do Su/, no dia 21 do corrente, o segundo porpo de
voluntarios da patria, o quarto baUlbaii de artilha-
ria a p, inclusive capitn Jos Augelo de Mo-
raes Reg, que para all chamado a objecto de
servico, a companhia fixa de cavallaria, al compa
nhia de volntanos de homens pretos, e as pragas
da companhia de artfices, com excepgaoidas que
fjiom absoluliinenirt ndispensaveis ao sejrvigo do
arsenal de guerra. I
Diio ao mesmo. Reeommendo a V. 9. que ae
prompta e immediata execugao ao aviso j^ioto por
pia, expedido pela .reparliga da guerra, '
do corrente, a re-peito das pragas que si
fura dos corpos a que pertencem.
D.to ao mesmo. Expedlnlo ordem neSta data
para que o major da guarda naciooal e tenente re-
formado do exercilo, Joao Bernardino de Vascon-
celos, que so acha nomeado major em commissao
para o corpo n 22 de voluntarios, siga para a cor-
te no vapor Cruzeiro do Su!, no dia 21 dol corren-
te ; assim o communico V. S, recommendando-
Ihe por esta occasi.o, que faga seguir para all no
mesmo vapor o capitn commandante da compa-
nhia fixa de cavallaria Manoel Porfirio de! Castro
o
gue-escuna Toneleiro, e do corpo de voluntarios, e
mesmo*precisando os respectivos officias desse
adiantamento, deve elle ser feto-iminediatamonte,
como recommende em officio de bontem, fazen-
do-se a escripturaco pela maneira mais conve-
niente.
Dito ao mesrao.Expeca V. S. as suas ordens
Santa Lucia o manifest em que se declarou inves-
tido: da autoridade suprema, o governo argentino
charnou a attengo do orador sobre este ponto,
ponderando que o fado de partir aquelle manifest
de yinlo do acampamento brasileiro poda parecer
uma investidura dada pelo governo imperial e
portanto offensiva a independencia da repblica.
Foi para salvar estes escrpulos que o general
Flores declarou que a autoridade de que ento se
declarara revestido era a mesma que tinha desde o
orincipio da revolugo ; e, portanto, um fado pre-
existente.
Seo.accordo cora o Sr. Villalba fosse teito pelo
ministrado Brasil, cora designago do general
nosso alliado para presidenteda repblica, daria
lugar a reclamagoes fundadas do governo argenti-
Portanto, para respeitar o direito publico dos
no.
incluso. Communicou-se thesouraria de fa- tres estados e-evitar reclamagoes da Repblica
zenda f Argentina, foi que o ajuste interno se fez entre o
Dito ao administrador do correio.Tomando em general Flores e o Sr. Herrera y Obes sendo, po-
coiisidjeragao o que o expoe Vmc. em sen officio de rm, o ministro do Bras:l ouvido, para declarar se
nontera, tftiho resolvido qne o cter Ptrylampo si- o aceilava ou nao.
ga anjanla al o Cear, o'onde voltar se all en- O terreno em que o orador se havie collocado
contra" o vapor costeiro da companhia Maranhen- era este : o accordo- interno compete, principal-1
se, e no caso contrario ir ai o Marauho : -assim mente ao geueral Flores ; mas conforme forera as
o communico Vmc. afim de qne por elle envi a condigSes desse accordo assim sero as reclama- i
corresponiencia que existe demorada nessa admi- goes do Brasil pelo que toca a questao exlerna.
O Sr.Taranhos er que, se tinha desmerecido
da confianga do governo, era fcil destituido de
modo ao menos digno da civilisagaodo paizfapoia-
dos), tanto mais que bavia escripto'ao governo pe-
dindo autorisaco para vir corte, logo que os in-
teresses pblicos o permillissem, porque tinha
communicagSes importantes a fazer a S. M. o Im-
perador e aos seus ministros. Este pedido facilita-
va a chamada do orador ao Rio de Janeiro ; por-
que nao se servio delle o nobre ex-ministro dos
negocios eslraogeiros ?
Mas parece que o pedido desta licenga, looge de
servir ao orador, prejudicou-o. Us grandes homens
tambera tem fraquezas. Dumouriez, depois da con-
quista da Saboia e Niza, em 1792, pedio permisso
para ir a Pars por dous ou tres dias smente, afim
de concertar com os ainistros a invasao dos Pai-
zes-Baixos. Imraedatauente os seus adversarios
polticos comegaram a espalhar que so por frivola
satisfagao de vaidade havia elle deixado o cuidado
do seu exercito ; que o seu flm era fazer-se ap-
plaudir, roubar as glorias do governo .
O Sr. Das Vieira :A comparacao rauito mo-
desta.
O Sn. Paranhos... e Marat, que, como o cha-
nava um republicano da poca, era um porco es-
piono em que nao se poda tocar
nislracao zeramse as ueeessaras communiragdes.
Dito ao mesmo. Communico Vmc, para seu
couhecimento, que, segundo ronstou de officio da
para que, em vista da folha junta em duplicata, | secretarla de estado dos negocios da agricultura, tre nos e a bem de nossa seguranga futura. Se,
seja paga ao pralico da estacao Tuomaz Gomes de,commerci e obras publicas de 9 do corrente, foi, porra, o nosso alliado fosse desde logo reconhec-
Almeida, a sua gratifleago a contar do Io a 19 do por portada dessa data supprimida a agenciado do chefe supremo da repblica ah estava a expres-
cofrente mez, por ter elle de desembarcar, segn- correio do Ex, e creada ontra na villa do Granito, sao brilhante do nosso triumpho, a garanta do fu-
do consta de officio do commandante do bngne-es-: nomtaudose para o lugar de agente desta a Anto- luro que o Brasil, poda ler i-m vista,
cuna Toneleir-o, datado de hoje, em consequencia de j ni o Silverb de Alencar, que vencer 5o 0|p do E' evidente que em relago ao futuro nao poda-
nao ficar navio algum ueste porto, para onde possa' rendimenb da agencia. "Igaal communicago se mos haver outra garanta que nao fosse a boa vou-
passar-se. -Communlcou-se ao commandaute do fez thesurari.i defazenda. tade e a lealdade do governo oriental ; uma ques-
brgue-escuna Toneleiro. I Dito ao msmx Constando de offlcio da secre- to muilo complexa, e na verdade
Dito ao mesmo.Estando em termo o pret junto tari 1 de estado
por lado algum,
. i levantou a aecusagao de que Dumouriez havia pro-
Lora effeito, sefos=e possivel uma capitulagaojCtdic|0 cora nimi0 ngor con,ra dous Dala|nges de
que_deixasse no poder os nossos ininugos, as con-1 voluntarios que degolaram emigrados prisioueiros.
digoes do Brasil deviam ser mmlo mais severas !Vl|eu ao general francez a sua energa e o carac-
pelos insultos e alternados que elles praticaramen- ler do minislro Roland flU9 aUas nbao era seu al.
liado poltico.
Pareceu ao nobre ex-ministro dos negocios es-
trangeiros que o orador, refrrado este fado, in-
corra em falta de modestia. Foi isto devldo a S.
Exc. nao comprehender a situaco do orador ; dis-
se logo que os grandes homens tem suas fraque-
zas, e na verdade uma fraqueza suppor que o
orador poda roubar um alomo da gloria que re-
8 deste mez, deve ser entendido e cumprldo, se-
gurado para a corte toda a companhia de artfices,
[cando nesta provincia smente as pragas indis-
pensiveis ao servico do arsenal de guerra, deven-
do V. S. portanto expedir as suas ordens para que
dita companhia embarque impreterivelmente no
vapor Cruzeiro do Sul, e providenciando ao mes-
mo tempo para que se rucolbam e^ta cidade os
que so acharem por fra, Qeandu o deposito dos
recrulas a cargo do corpo do polica no respectivo
quartel.
Dito ao mesmo. Ple V. S. exper suas or-
den.-, no ;en 1 ido de flcarem nesta provincia as 33
pragas da competira dw artfices, que, eeirwidff seu officio n. 1074, desta data, a que respondo,
sao necessarias para se occuparein do servigo das
offlenas do arsenal de guerra.
Dito ao mesmo. Respondo ao officio de V. S.
de 9 do correte sob n. 1012, declarando-lhe que,
segundo informa a contadoria da thesouraria de
duenda, nenhum obstculo se oppoe a quo pelo
agente do conselho econmico do quarto balal.'iao
de artilharia a p sajara recebidos os vencimenlos
dos clcelas empregados na enfermara militar, e
a que allude o sen citado olficio.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. S. de informar
acerca do que pide no incluso requerimento, Joao
Francisco de Paula.
Dito ao mesmo. Em solacio ao seu offlcio n.
1063, de 19 do corrente, tenho a deelarar-ltie, que
so a-? pracas de pret existentes na colonia militar
de Pimentiras, so consideradas como elTectivas
nos corpos a qns allude o sea citido officio, devers
recolher-se c.pilal quanto antes, afim de terem
o destino que o governo tem dado aos mesmis
corpos.
Quanto, porm, s 8 pracas de cavallaria que
sao necessarias para ordenangas desta presidencia
o desse commanJo de armas, cumpre que quem
nesta provincia sendo consideradas em diligencia.
Dito ao mesmo.Em rsposta ao sen officio des-
ta data, sob n. I0SG, era que me diz que o deposito
de recrutas deve licar a cargo de um olflcial mili-
tar, que ao mesmo tempo commaniar as pragas
do* differenles corpos, que por diversos tuitivos
deixaram de os acompanhar, convm qae V. *.
rae informo quaes sao essas pragas ; sendo que,
segundo as ordens expedidas, devem para a corte
marchar todas as que aqui se acharem, menos as
que estiverem no hospital, as 8 destinadas para or-
denangas, eas 33 da companhia de artfices, indls-
pensaveis ao servigo do arsenal de guerra, as quaefe
certamenle nao podero fazer guarda ao deposito
dos recrutas.
Se apezar de falla do pragas de primeira lnha
para o dito deposito, entender' V. S. que nao con-,
em duplicata e nao havendo inconveniente, mande
V. S. pagar os venciraentos, relativos a 1' quinze-
na deste mez do destacamento de guardas nacio-
naes da villa de Iguarass, expediudo a. mesmo
tempo as suas ordens para que taes vencimantos
sejam pagos de ora em dianle pela collectoria
daquelle municipio,e se esta na > despozer de meios
para esse lira, pela de Olinda, como snlicitou o
respectivo commandante superior, era offlcio de 18
deste mez.
Dito ao mesmo. Tendo expedido ordem, em 18
do correte, .ara que os destacamentos do 4o bata-
Iho de artilharia a p da fortaleza do urum a lorie
lo Buraco, sejam substituidos boje, o deste por
lma7'? 2 ,S,. Snle' ll- mUl Cm",lexa- e na lv':Ja?,5 nao to fe1* sultou ao gab.nete de 31 de agosto pelo desenlace
lo dos negocios da agricultura, com- gao que possa dar em resultado dizer-se : O futu- da (.,,0*150 oriental or conjurante nao ha im-
as publicas de 9 do corrente, haver si- ro das relagoes do Brasil com o Estado Oriental, *ffi?l?2Srin ^^X^'a^SL
! modestia da parle do orador; o que ha muita mo-
dos negocios
mercio e oirs publicas de 9 do corrente, haver si- ro das relagoes
do nomea-14 por portara dessa data Joaquim Gon- est slidamente garantido (apoiadosj a nao seremc Bar(e >bre ex-mi stro
gal ves do Lavor Avies, para o lu,'ar do ajudante bases dessa garanta a boa fe e lealdade de ambos estranaeiro* Hilaridade i
da agencia do correio da Villa Bella, com o vebci-; os ovemos. | n E* KmwwnM Su ra -Nao f- moihnr dpvin.
memo de ente, quando o substituir em suas fal- No reconheciraento do general Flores estava.pois sa^mpouco ? '
tas e cpp-ijdimenios : assim o communico Vmc. a espresso do nosso triumpho, a garautia de nos- 0 Sr P\raniios nao sabe e oSr presidente
(.ara seu cinhecimento.-Communicon se thesou- sas boas relagoes com o Estado Oriental. permUto qoe interrompa'este discurso'...
raria de fatenda ., u ., l Lelebrado esse accordo foi o ministro brasileiro o Sn. Presidente :-'im, senhor. Suspende-se
Dito ao *hefe da repartigao das obras publica'. ouvido, e declarou que Ihe pareca digno, nao so : a sessao por meia hora
1'Jo Vmc. conforme indica em sea ofScio de 17 : porque guardava aquella condigno essencial, como (Ma horadepOS as'6 da ,ardei conlraiia a ses-
do corrente, sob n. 181, nao so contratar a cons- porque continua o art. 2o cuja intelligengia o ora-1 s,
trucgaodasmuralhas, que ainda se faztra precisas doi espera deixar hoje fora de toda duvida mos- qjr pAR\jhos acredita que a forma do conve-
para segonega de algnns predios da ruada Praia trando queso o capricho poder ainda sustentar mo de o de'fevereiro a mais regular, por qual-
era Gpyanna. por onde passou o lango a estrada que elle nao comprehende os alternados de Munoz (]Uer modo que seja Coa3iderada mas antes de en-
oulro de 12 pragas e 1 iuferior, e dajuelle por 20 de Bujary, mas tambem orgar a despeza a fazer-se bem como que quer outra reclamago razoavel a
pragas e 1 subalterno, do 1 uatalhao de arliilusria cora 155 fragas de empedramento, que se torna respeito das offensas de que o Brasil se queixa.
da guarda nacional deste municipio; assim ocuiu- necesario naquelle lango de estrada.
trar na analyse dos pontos atacados desse conve-
nio, convm chamar a altengao do senado para
munico a. V. S. para sua intelligencia.
Dito ao mesrao. -Junto achara V. S. em^npHca-
ta, orgausado pelo commandante fl> ^jseupo de
mintilirlos da patria, o pret, qiK solicita m seu
offlcio n. 402 de 13 do corrente, cabendo-ma <'
zer-lhe em rsposta a uliima parlado mesmo offl-
cio que nao me consta oflkulmentc ter-se abonado
pela collectoria do Ouncary, vencimentos aos vo-
luntarios mencionados em dito pret.
Dito ao mesmo.Cora copia do offlcio do coronel
commandante das armas, u. 1,080, desta data, re-
metto inclusas as contas documentadas da enfer-
mara militar, para que estando nos termos legaes,
mande V. S. indemnisar a caixa do conselho eco-
nmico do 4o batalno de artilharia a p, da impor-
tancia de 2tl073, como solicita o mesmo com-
mandante das armas.
Dito ao mesmo. Expegt V. S. as suas ordens,
para que nessa thesouraria, sejam pag^s ns devi-
dos lempos e aos respectivjs procuradores as cou-
signagoes, que de seus soldis, e a contar do Io de
junho prximo vndouro, era diante pruiondem
deixar nesta provincia, s suas familias, os offi-
cias do Io baUlho de artilnaria a p, constantes
da inclusa relagao assiizuada pelo secretario do
governo, conforme solic.lou o coronel commandan-
te das armas em offlcio de hoje, sob n. 1,079.
Dito ao inspector da thesouraria provincial De-
claro a V. S. para seu couhecimento e m conve-
niente, que em vista de sua informacao de 16 do
crreme, sob n. 237, dada acerca de rtqueriraento
que devolvo, e por ser de lei, deve a gratilicago a
que tem direito, o professor de instruego primaria
da freguezia de Goita, Joao do Prado Martins lii-
beiro, por.contar mais de 23 annos, de magisterio,
ser paga da data cm que completou aquello praso
o nao da do despacho om que obteve elle essa
gralificaco.
Dito aj mesmo. Reeommendo a V. S. que em
vista do pret junto em duplicata, e nao havendo
inconveniente, mande pagar a Jos Mara Ferreira
da Cunha, conforme solicitou o commandante su-
perior de Nazareth, em offt o de 3 do corrente, a
quantia da I8J80O rs., em que importara os yeoci-
mentos de uma escolta de guardas nacionaes que
veio daquella cidade conduzlndo presos dejustiga
Oque lie declaro para seu couhecimento e em ca
E-se ajuste collocava na presidencia da republ-. con'u,.5es do accordo proposto pelo Sr. Villalba.
o nosso alliado ; pelo sea art. 2U dava-nos ga-1 Convencido de que nao poda ser reconheci
rsposta ao citado offlcio. Communicoa-se a the-. ranlia de punigo dos alternados de Munnoz, e mes-' ao caracler do presidente da repblica, encarre-
souxaria^ prayincial. mo de satisfagao pelos insultos a nossa bandeira *e gou 0 seu uegOCador de obter as seguintes condi-
ex.98ieDte do secretario do governo. o governo imperial quizesse exigir mais a este res- ^^ ^j
Olflcij ao inspector da thesouraria de lazenda. peito. A condigao que dizia respeito organisagao do
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda trans- Alm desses dous aaligos, o que mais contm 7 nov governo foi rejeltada ; restringi se amnis-
mittir V. S. as tres inclusas ordens do ministerio garaulia de vida e propriedades ; proraessa de en- lia pedjda) naoie concedeu a retirada do exercito
da uuerra datados de 30 de maio ultimo e 3 do trar-se quanto antes no, rgimen constitucional da imperial, nem a condiclo de nao se fazerem alte-
correuie, bem como um offlcio da secretaria de es- repblica. Portanto, nao podia o orador d*ixar nfliJMgM nos tribunaes e ropartigoes publicas,
tado dos negocios da guerra, lambera daiada no aceitar este accordo, que dava completo desaggra- N3) foi esia coadigao aceita, tendo-so em vista
precitado dia 30.
vo, estando, como estavara altendidas pela tiota de | a necessidade de umpoder dictatorial que podesse
28 de Janeiro as nossas reclamagoes que haviam sali;,fazer s exigencias supremas de ordem publi-
l dado lugar a guerra. caj nas condigoes especiaes da repblica, e as re-
Acredltou-se que o orador se contentava somen-' C|ama5oes brasileiras, qae entendiara com milita-
te com o que estava no convenio ; mas lendo-se o res e com membros do supremo tribunal, que ti-
RIO DE JAXEiRO
SER1D0.
Discurso pronunciado pelo Sr. eonselheiro Joa Ma-
ra da Silva Paranhos, eui o do corrente, expli-
cando seu proeedimento no Rio da Prala.
O Sr. Paraneos (continuando):
Em Buenos-Ayres, depois da victoria contra Ro-
; sas, tambera n nos entendemos seno cora o nos- _[er sj,io'ajusiado
vm seja elle transferido para o quartel d^ polica, a fls m Coramunicou se*ao respecliio
miairj .fiiln^r.nio n uto mau MBfltn fj7or i como. r ^v... m ^ w *v >^
queira indicar-me o que mais convira fazer a seme-
hante respeito.
commandante superior.
Dito ao commandante superior da guarda naci-
Dito ao mesmo. -Mande V S. alistar no segando ^fi = ; ^
ZS&L^wSZ^LCAllKtXS S. dirigio-rae em 3 do corrente, tenho a dlzer-lho
julgadoapto, rraucisco Joao de Lemos da Neves, nn, '.,, *uMnm'-., ...i.
em 10
achara
em lugar do voluntario do mesmo corpo Emilio
Bicardo dos Santos, dando baixa a este, como pede
no incinso requermento, se for aceito o substituto
que offerece.'
Dito ap mesrao. Ten lo era vista das inferma-
goes de V. S., ns. 1038 e 1046 .le 13 e 16 do cr-
reme, concedido ao furriel Manoel Monteiro do*t
Sanios e ao segundo sargento Tertuliano Jos Bo-
drigues, ambos do quarto batalhao de artilharia a
p, 3 mezes de licenga nos termos do art. 106 do
regularaeoto de 27 de oatnbro de I80O, para trata-
rem de sua sade, este na villa do Bonito, e aquel-
le na de Buique ; assim o communico V. S. para
seu couhecimento.Communicou-se thesouraria
de fazenda.
Dito ao mesmo. Queira V. S. informar acerca
do que pede no incluso requermento Joaqoim Jos
de Sant'Anna Vinagre.
Dito ao Inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. ajuslar contas al o flm do corrente
mez e passar guia de soccorrimento companhia
de artfices, que tem do seguir para a corte no va-
por Cruzeiro do Sul.Cemrauoicou-se ao comman-
dante das armas.
Dito ao mesmo. Nao havend > inconveniente,
mande V. S. pagar os veucimenlos relativos pri-
da forca do 1
melra quinzena do crreme mez, oa .u.y ,- fornn detertninada no art
bataltno de infamara da guarda nacional des- a, A *K A-----...^ An JQKrt
Ar-aujo, que tambem se acha nomeado mijor em te municipio, chamada a servigo de destacamento
commissao para o corpo de voluntarios da provin-; para auxiliar a tropa de primeira linha na guarni-
da de Seriiipe, como foi determinado por aviso do ^0 da praga> e para esse fim remeito-lhe o pret em
ministerio da guerra de 10 do corrente. duplicata, que veio annexo ao offlcio do comman-
Dito ao commandante superior da gaarda naci-1 dante superior desta capital, datado de hootem, o
nal do Recite.Expega V. S. suas terminantes or-1S0D n i54._Coromaie den' para que pelo primeiro batalhao de artilharia pWiur. da guarda nacional do Recite,
daguarda .nacional ,^^ea_comando ^enor, [ ^ ao mesma_Em visla dos iocIusos docn.
seiam rendidos n da 20"de corrente, imreteri-
velmente, as gaanricSes da fortaleza do Brota e do menloS
que expega novas ordens para quo o contingente
desse municipio siga quanto antes para esta capi-
tal, fazendo V. S. saber aos guardas nacionaes sob
seu commando superior, que aquelles que Kndo
sido^designados, deixarem de marchar, incorrem
nas penas do art. 133 da lei n. 602 de 19 de setem-
bro de 1860, isto sero obrigados a servir no
exercito o dobro do tempo qae durar o destaca-
mento, ou recrutados se nao tiverem motivo legal
de sencao Se nao obstante essa declaracao, dei-
xar algum de apresontar-se, V. S. me remetiera o
seu notit e signaos caracteristieos, como Ihe foi re-
commendado por offlcio circular de 30 de margo
do corrente anno, afim de se expedir s autorida
des policiaes as convenientes ordens para a captu-
ra dos referidos guardas.
Reeommendo V. S. que empregue todos os
meios ao seu alcance para persuadir os guardas a
que cumpram o seu dever, evitando que para esse
lira recorra o governo ao emprego de medidas co-
ercitivas.
Dito aos commandantes superiores de Olinda,
Nazareth, Garanhuns, Flores, Tacarat, Cabo, Rio
Formoso, Bja-Vista e Cabrob. Nao tendo V. S-
remetlido ainda a relago nominal de todos os offi-
cias dos corpos da guarda nacional sob seu com-
mando superior, de capito at alteres, organisada
61 do decreto n.
722 de 25 de ontuhro de 1830, e com as declara-
goes comidas nos %% 1 5 do artigo 121 e no arti-
go 123 da lei n. 602 de 19 de setembro do mesmo
anno, como exigi em datas de 20 de tevereiro e
15 de maio ltimos, compre que o faga com toda a
urgencia e iogo que este receber.
Dito ao director do arsenal de guerra. Para
melhor regularidade da escrminracao do almoxa-
rifado do presidio de Fernawto^ relativa aos gene-
so alliado.
Mas porque nao procedeu o orador assim ? Por-
que, em 1" lugaf, receiou que se sacollocasse nes-
sa posigao, a julgassem secundaria. Se isto se des-
se, tratando o orador como tratoajjom oSr. Vil-
lalba, a par do general Flores o^jtseria se o ple-
nipotenciario brasileiro houvesse procedido confor-
me a 2' hypothese que flgurou ?
No estado da opinio publica no Brasil a respei-
to de nossas qoestdes com o Estado Oriental e o
Paraguay convinha que o acto da capitulago pu-
des^e ser comprehendido por toda a populago.
Assim, enlendeu qne nao podi prescindir de figu-
rar na capitulago, tratando tambera com o Sr.
Villalba,
Entretanto procurou o meio termo: interveio,
mas exigindo do Sr. Villalba s o que elle podia e
devia execotar immediatamente ; nao sujeitou a
sua acilago os compromissos lomados pelo ge-
neral Flores, porque isso fra desconhecer o alto
carcter de que estava revestido o nosso alliado.
Desta, forma den a conhecer ao Sr. Villalba as
importantes esttpulaces existentes entre aquelle
protocollo de 20 de tevereiro, verse ha que a ex-
; pressao -nada mais exijo a este respeito ; reterem-
: se as reclamagoes anteriores a guerra ; porquanto,
disse o orador : Tendo j o general Flores satis-
feto as reclamagoes que molivarama guerra (nao
sao ettas as palavras, mas o pcnsainento este)
nada mais exijo a este respeito.
Demonstrado que no convenio de 20 de teverei-
ro o Brasil nao fez papel secundario, esleve sem-
' pre em pr.meira linha a par do seu alliado ; ex-
plicado porque o ajuste da queslo interna parece
sera o concurso do ministro da
' Brasil,.pssa o orador a examinar o art. 2o do con-
venio e as censaras que Ihe teem sido teitas.
A primeira censura que os attentados de que
sao acensadas as forgas de Munhoz na fronteira do
Jagoaro nao podera ser punidos conforme a dis-
posigo do art. 2o do convenio, que os nao abran-
geu ; e tambem porque outros arligos do mesmo
' convenio reconheceu os poslos dos officias perten-
centes as tropas do governo de Montevideo.
Eram tambem motivos de censura ficar impune
por oraisso do convenio, o perjurio ou deslealda-
de dos prisioneiros dePaysand, bem como o ul-
traje nossa bandeira, comraeitido nas ras de
Montevideo depois do sitio.
Diffkil conhecer a opiniao do gabinete tran-
sacto a respeito da deficiencia do convenio. Oque
Ihe faltava era essencial ao desaggravo de nossa
dignldade, ou seguranga de nnsos interesses le-
gtimos ? se era, nao poda o gabinete approvar se-
melhanle convenio (apoiados) sera tornar-se soli-
dario cora o orador
O Sr. Ottom :Neg a consequencia.
O Sr. Paranhos nao comprehende como um
general e o Brasil, para evitar a aecusagao de des- COQVeuio deshonroso, que deixou aggravada a dig-
lealdade dejiossa parte ; sera comtudo torna-las nidade DaciODa| sacri(icados nossos lagitiraos inle-
dependfotes de approvagao do governo de Mon- dia ser approvado por um governo que
tevideo que era apenas reconhec.do por urna Tac- preHS*^ a dlgIlidade do p8iz | (Apoiados.)
gao, endjora elle se jalgasse o chete supremo da re-; *- Se 0 que f.l|la ao convenio accessorio, de pou-
publii-a, = ca importancia, nao torna o acto indigno do Bra-
Havia outra razio para isto; os compromisos s| J (anU severj,ade contra 0 negocia-
do genjral Flores dependiam em parte de annuen- o '
ca do poder legislativo da repblica ; mas elle os
deu como actos perfeitos, e so como taes podia o
plenipotenciario brasileiro aceila-los.
O Sr,. Pimenta Bueno : Apoiado.
porque
. r
O Sr. Pimbnta Bueno :Que senador do im-
perio.
O Si Paranhos... entretanto, para que depois
nao appareccssem objecgSes mesmo de parte do
partido colorado, qae nem todo afetgoado ao ge-
neral Floras, no sentido de conterem aquelles com-
promissos materia legislativa, quiz o orador que
ellas apparscessem como condigoes de paz e como
taes inteiramente perfeilas e completas.
Ass(m procedendo, conseguio-se outra vantagera,
a de tornar logo patente desde a capitulago os
O Sr. Ottoni :Nao se pode demittir um dipl-
mala que senador ?
0 Sr. Dantas : Sim : mas de maneira de-
cente.
O Sa. Paranhos observa que a populago da cor-
te, sempre guiada pelos melhores instinctos, ap-
plaudio cora estrondo o convenio de 20 de tevereiro.
(Apoiados.)
O Diario Oficial tambem o applaudio, declaran-
do que a paz tora assentada sobre as mais honro-
sas bases ; que em Paysand vencemos pela torga
ou na m vonlade.
Desde o prembulo do convenio, revela-se logo a
intervengan do Brasil.
Tah'ez que essa censura se apoie na cifcuras-
tanda de apparecer como feito entre o general Pediodo o Diario do Rio de Janeiro, em nome
Flores e o Sr. Herrera y Obes o ajaste sobre a da lgica, qae o ministerio se demittisse com o ne-
qaesto interna, sendo o ministro do Brasil ou-; goclador, desde qae approvara o acto, reflectlo en-
vido s depois de celbralo o ajuste. Mas qual- to o gabinete e disse : Nom tanto ; appareceu
quer negociago sobre a queslo domestica, de fa- pois o Diario Oficial explicando : Nao se pode
milla..... dizer que o convenio seja pouco honroso. O ple-
0 Sr. Pimenta Bueno Da guerra civil. nipotenciario nao comprehendea todo o pensamen-
0 Sr. Paranhos : -.....nao podia ser tena de to do governo ; mas o acto honroso, e por isso o
outro modo. Qual era a primeira base naquelle governo o approvou. 1
fosse reconhacido Pois, se o aclo honroso, se como tal o governo
Ora, conforme o. o approvoo, se nada mais exigi, porque e como
Repblica Argentina e demlttio o seu negociador ?
sob o commando de um inferior. i : .T^ae^mumdpros," mu tambero pagaros 1 competent'es rdtfV d Kmssas,7e menctoe"s' Estado Oriental, a imposi'gao de pessoa qae deva | fe Srs. Pimenta Bueno e Rodrigues Silva:-Is-
)ito ao mesmo. ._ Aa ,,a, roi,titmc >a* mo nrocos Am roronrtns narn nrindnainipnic dr* governar a Repblica Oriental um caso de ofensa to nao tem rsposta.
-orpo ae anrn e mato umuw.wvw- w-- -.6v* u w v .w......---------... a independencia da mesma repblica. 1 Vozes :-N5o tem.
qae me forara remettidos pelo comman-: ros e objectos para all remedidos nara seu terne-
compromissos do general Flores com o Brasil, por das armas e em MonteVido s com a preseoga do
que eram objecto de ramtas versSes, e cobvinba no3SO exercil0 e esquadra, e os esforgos da d.plo-
qae ouosso alliado entrasse em Montevideo rodea- macja qoe os UOj;sos brav08 foram sorprendidos
do de toda a forca moral. ; por ,a0 grande lriUmpho, mas qae o applaudiram
O afto de 20 de tevereiro mostra quo o Brasil voltavJm suas ambigoes de gloria para e lado do
nao oceupou all posigao secundaria ; esta aecusa- paraoay
gos pode ler-se originado ou na falta de exame, j No diaseguiote o
mesmo Diario Oficial con-
linuou a dar noticia dos festejos da vespera ; ver-
dade que accresceoton : Foi demittido o nego-
ciador.
nomeado major em commissao para o
nha-se sempre mostrado intenso a essas reclama-
goes, de sorte que nenhuma podia ser satisfeita pe-
los meios ordinarios.
O fim, pois. daquella condigao era impedir qual-
quer, altcrago no pessoal do supremo tribunal, e
evitar que lguns militares pudessem ser destitui-
dos para satisfagao de exigencias do partido ven-
cedor ou das reclamagoes do Brasil. Assim, nao
foi acei.a.
Depois dessas recusas dos alliados, o Sr. Villal-
ba collocou-se na posigao de vencido ; s pedio que
fossemos geoerosos para com os vencidos; que
honrassemos a misso de paz a que elle se tinha
dedicado ; que dssemos garantas de vida e de
proprledade aos vencidos ; e assegurassemos, as-
sim que as circunstancias da repblica o permit-
tissem, o reslabelecimento da ordem constitucional.
Tudo isto se fez no convenio de 20 de tevereiro.
O art. 5, que se quer considerar como impedin-
do as satisfages a que tem direito o Brasil, est
subordinado excepeo do art. 2.a
t Ficam reconhecidos todos os postos e empre-
gos militares concedidos at data da assignalura
desle convenio. Pretende-se que esta disposigo
embaraga a demisso de alguns militares, magis-
trados ou quaesquer empregados que o devessem
ser em virlude de nossas reclamagoes ; mas evi-
dente que esta eslipulago esta' subordinada a' ex-
cepeo do art. 2.
O Sr. Silveira da Motta : Nao natural que
a primeira esteja subordinada a' ultima.
O Sn. Paranhos nao comprehende como possa o
art. 5o eximir de punigao quaesquer empregados
ou militares que devam ser demittidos em virtude
do art. 2. A nossa questo era punir empregados
que haviam feito aggravos a pessoas e proprieda-
des brasileiras, e estes fados esto comprehendi-
dos no arl. 2.
O art. 5o, relativo a' conservago dos graos civis
e polticos, corresponde a uma das coudices do
accordo proposto pela trplice mediacao, com a
differenga que entilo era o governo de Agnirre
3ue olerecia essa garanta aos officias do exercito
o general Flores. Na occasio do convenio as
posigSts estavam invertidas; o general Flores
que fazia essas concessoes aos offlcaes do governo
de Montevideo. Mas nunca o art. 5o pode impedir
a applicago do art. 2 aos officias e empregados
qoe estiverem bos casos ahi declarados.
Diz o art. 2" : t Sao exceptuados das declara-
g5es do arligo precedente, tanto os crlmes e delic-
tos communs como os polticos que possam ser su-
jeitos a' jurisdigo dos tribunaes de justlga por sea
carcter especial.
Tem-se sustentado que este arligo nao compre-
hende os attentados commettidos pela expedigo de
Munoz. Porque? por nao terem sido especifica-
dos ? Mas nao o deviam ser, e logo dir" porque.
A verdade que com o art. 2C os plenipotenciarios
tiveram em vista, depois de muitos debates, punir
nao s os fados que deram lugar s nossas recla-
magoes anteriores a1 guerra, como outros de que o
goveroo imperial se queixasse, at actos de preva-
ricago attrlbuidos ao goveroo de Montevideo e
vingar a carnificina de Quinteros.
Nao se exceptuou s os delictos communs o
orador reclamou que se addicionasse e os delic-
tos polticos qne podem ser sujeito a' jarisdiccao
dos tribunaes de justiga, pelo sea carcter especial
afim de evitar que se allegasse que os crirocs de
Monoz, sendo pralicados em acto de guerra, esta-
vam exceptuados deste artigo.
Pergunte o governo imperial isto ao general
Flores, e ao Sr. Herrera y Obes, qne elles ho de
responder sim, mil vezes sim. Todos os que
trabalharam no convenio sabem disto. Accresce
qae o orador conserva em seu poder o original de
um documento qae podia servir para aecusagao
dos autores de taes attentados, e que foi publicado
em Buenos-Ayres a pedido do mesmo orador.
Refere-se a uma carta de Blaz Coronel, que fot
ILEGVEL



- i
B^il


/
Is
interceptada, em que esse oftaial, quo servio eob
as ordeos de Monoz, queixa-se de ter a sua "gente :
pratieade.gwmfles alternados, e declara que-setre-
tirra era onsequenda desses exoessos.
All*gou-se tamhem. que o Sr. Herrera y Obes
escreveu que a excepto feita no art. 2o, quanto
aoscrimes polticos, ojio tinna valor algum em
vista da legislado crtminal da repblica. -E' po-
rm preciso notar que o ir. Herrera y bes caim
se exprimi sob a pressao de aecuaacoes tjuelhc
eram feitas e ao Sr. Villaiba, pMtendendo-sa que
elles haviam trahido a causa dos cencidos. Ro
pensava assim o Sr. Villaiba-, que resisti muito a
essa excepco.
Tambem se tem dito que a lettra do art. 2o nao
expres?a, nao espeeificou os Mentados de Mu-
oz ; antes de extdbir dwearnento
que-Srmam a
porque nello
DIARIO DE PIMAMBUCO.
Temos a vista cartas e jornaes do norte, trazidos
pelo vapor Paran, alcanzando : os do Amazonas
18, os do Para 16, os do Maranhao 18, os do
f iauhy 4, os do Cear 20. os do Rio Grande
22 a. os da Paran y ba 23 do crrante.
Amazonas.Seguir, em commissao da presi-
dencia, paca o rio Madeira, o vapor de-guerra Pi-
roja.
Tivera lugar, 48 do passado, um-jaatar of-
ferecidu ao Dr. Marcos Antonio ttodrrgus>ft>Souza
por alguns amigos seus.
Pab.No dia 10 foi bapisado o neophil) James
com o neme de Bruno e apelido de Maricho Fal-
cao, do sen padrlnho.
Foi celebrado, coro muita pompa, o Mez de
Mara, elevando-se 800 o numero de conflssoes
intelligenra deste-sfHgo, erpUeara'
nao especiflcou aquelles attentados.
Nao, essaespecifioaeao fra, em primeiro lugar, o'sQl'timos qunie"das"
urna leviandade, e em segundo lugar uro dezar a. o Gabinete Portuguez etegeu a sua nova di-
republlca oriental. receo, que se compoe dos Srs.: Jos Agostinho
O Sr. Puienta Bueno : Apoiado. da Silva Rabello, presidente; Francisco Joaquim
O Sr. Paranhos diz que fra urna leviandade, perera, vice-dito: e JoaoGuaiierto da Cosa e Cu-
porqu nao havia prova alguma desses attentados. nha e enl0 flbeiro d'Audrade, secretario.
A mformacao que o orador tinha do presidente a j Achava-se quasi prompto o corpo de volun-
provincia do Rio-Grande do Sul (e que ja' foi pu-1 taros.
blicada) cima que os invasores, retirndose, haviam
saqueado algumas casas dos arrabaldes, levando
eavalbadas e alguns escravos. Estes factos, que
podem ser contiendes represalias de guerra, nao
sao os attentados a que se refere o art. 2o, nao sao
Na capital reinava, com intensidade o sarara
pao.
Maranhao.Na respectiva assembla provincial
foi approvada urna indicaco, do deputado Joaquim
Serra, para eernomea'la urna eomwissad especial
crirnes communs, nem podam ser punidos depois para mam an gnu^r"" mpMtal pela celobnejio
a paz.epuis ile mu uUunpho tao-espteBdldo ; de paz com 0 Uruguay, e manirestar-llie a sua ad-
senao, tinhamos que punir tudo, e negar aos injmi- rbeS0.a warelia segnida em feforeucia goma do
gos ate odireito dedefea. Asm, a-guerra >m-,.prtgUayi
portara o exterminio do vencido. Fallecer o Rvm. eoeegoElent-rio Marques
O Sr. Ottoni :A guerra entre nagoes civilisa- ^ s|va Rosa.
danoo que-prarticarara Muoz e Apparirio. _A (Mtgo para epatados provioelae?, no
QSr. Paba-nhos :-Foi o-primeiro a condemnar -b^oio de 18661867, foi marcada pela presin-
taos actos mas-nao possivel punir depois da paz cia da provincia para 17 de dezembro vindouro.
aetos dessa-nattrreza. OE*m. Sr. Dr. L*BsjMe-Rodrigues Perei-ra
O Sr. Suvfjra da Motta :Ento nao estao pregara jafn%ento e tmara posseda presidencia
comprehrndidos 1 ^ tW|eia, no-dia 14.
O Sn. Para-nhos dizque estao os alternados com- JtSe ei^va a 790 enumero de praeas da
mettidos contra a humandade, etrndemnados em guard nacional, qae devem eompdr c- contingente
todos os tero pos ; mas nio podem estar os actos chamado ao servico do exercito.
cualificados represalias de ^tierra.
Nao havia portanto provas de que as forcas de
Muoz houvet-sem commettido attentados da or-
em daqnelles que deviam ser ponidos ; e note-se
que at hoje anda os nao vio. Nao appareecram
Piauhy.Fraeffleade>nel presidencia da pro
vieta, para servir interinamente de seu secretario
o Dr. Justino Jus de Frena--.
Sob os auspicios e presidencia do Exm. Sr.
Dr. Freokliu Doria, rastallra-se na capital urna
no rdatorio do nobre evmmrstro dos negocios es- ge^a,*. benetieente, para seecorrer s familias
traafferros, nem envnm offlcio do commandante dos oantarjos da patria.
da fronteira de Bag, que o Sr. general Ozorlo re-. Achava-se no Maranhao o Io corpo de Volua-
cebeu depois de "20 dofevereiro.
Demais, Muoz anda estava em armas p-lo
expres>amcnte sob a cominaijao do art. 2o o que
importava ? Ou elle podia resistir efflcazmente,
tornndose anda mais enfurecido ; cm arbava-se
fraco, e entao semelhante especifloacao impor-
tava um aviso para que trarasse de escapar pu-' n|,aa( ^yg. |Ugar <> embarwe'do Io corpo de Volun-
nCo. j itfjos da Patria, organisado-nesta provincia a esfor-
Tambem nao podiam ser especificados esses at-; ^ ^ Era_ Sr or Franklin Doria, e que tem de
dezar-para a-rfppblica ; r engre9sar as fileiras dos-nossos bravos ao snl do
tartos do Piauhy, sob o commaado do coronel Jos
Francisco de Miranda Ozorio. Nelle tem praca o
poeta cacador piaubyeuse Theodoro de Carvalho
e Silva Caslello Bfanco.
Acarea deste corpo diz a Ltga e Progresso:
No dia 10 do correte, pelas 19 horas da-vna-
tentivdos no art. 2o sem
era registrar em um documento que vai para as
coHecQoes diplomticas de todos os povos urna ac-
co.sac.ao dolorosa para aquelle estado. Nao ha
exemplodo semelhante procedment".
Quamlo em 1815 as potencias alliadas contra
Napoleao quizeram estipular a Testitnigao dos ob-
jectos de arte que as tropas francezas haviam tra-
zrdo dos museus e palacios da Allemanha e outros
paires, o que fheram ? estipularan! de maneira
imperio. O corpo marchou eom 286 hom^ns sob o
commando do Sr. ma)or Joiio Fernandes de Moraes
Jnior, e licar eom um-estado effectivo superior a
320 praeas, reuniudose-lhe os volunfcinos existen-
tes na Paraabyba.
Parece inerivel que o Piauhy, provincia pe-
quena e acalmada, falta de ledos os recursos, com
psimas vas de eommuaicacao e sem hbitos de
guerra, esleja tao adtawada em patriotismo, a pon-
vaga que nao podesse importar urna accusa?ao do- t0 ^ no curt0 e(a?o de dous mezes ter eoosegui-
lorosa para a Franca. O art. 11 da convpnco mi- :^0 dar um-eoongente tao reforeado, exeedemlo
litar de SaintCloud, de 3 de junho de 1833 dispoz: nsaim a nu[ras ae suas tmxias, em eondioes bem
t As propriedades publicas, com exceprao daquel- fa^jfa-veis.
Ia9 que teem relaeao com a guerra (d l'exception, E'que o Pianhv, na presente quadra, teve a
de celles qui onl' rapport la guerre), ou perten-; fecidade de encontrar um administrador iolelli-
cam ao governo, ou dependam daaotoridade mu- ^ntej-bem krtencionfcdo, cheio de patriotismo, que
nicipal, sero respeitadas. Foi assim que se es- nao ^g, auoi-a, para bem desempenhar os
tipulou a restitugao daqnelles objrtns de arte ; anjuns deveres qoe llie imiioe a artuaMtlade.
tendo alias tambem por fimessa disposifo dar aos; ,Em marc0 xpedio S. Exc. o eorpo de.pttarni-
vencedores o direito de destruir atguns monumen-j gaoeiHpotodeperio(ie4001bonis,eo-;M*w
tos que Napoleao levantra fem commemoraco de ] Voluntarius da Patria. Em abril a eowipanlwa de
suas victorias contra os soberanos alliados. fisa poiicia com 80. Agora o 1 corpo de Voluntarios,
adornos estes que d'ahi por dia^ara -*m
opulencia, que na ra do Crespo a gta.aacaxa
como que em jardim coberto ae Manstos BBtyflO'
rescencia de varlegadas cores.
E' que o reconhecimento das inViaigaamiinaun
foi anda amortecido, e menos extracto** eeca-
c5es pernapibucanos, que ao contrario folgam de
maaifesla lo por todos os moda&que lhes sirvra t
wa
audacia para o triste estado em que se acham tro da procuracao jimia de seu constituate Anto-
Mtectes, em materia de polica : saiba aue-o* /uio Leite de Magalhes Bastos(Regialrtoge.
taaaeiro al aqu tenbo encontrado seis crimino- No d Widoa.Baymond 4 C, pedindo o registro
sea *!e.orle e mais de dez ladroes conheaMa rila nomeaeo de seu-eajxeiro Aulonio Sabino Tor-
DMMidoG pela populaQao I Estes perversos vvvem res :Registre-se.
nojmoc socego, cruzando por toda a parte, arma- j Nada mais havendo a tratar, o Exm. Sr. presi-
dos de faco e baciroarte, sem que ninguem se atre-; dente encerrou a sessao s onze horas e raeia da
va a tomamlhes contas ; poaavia, t*zem elks^AS* manhaa. ,
l autoridaaat actuaes teem aasnos citon-ajie
disposi^o foi laxada de pouco explcita, mas- pre-
valecen a grande razao poltica de sua conve-
niencia.
O Sr. Herrera y 6bes esrreveu que o art. 2-do
convenio de 30 de fevereiro nao podia ter apph'ra-
i;ao no tocante a enmes polittcos; entretanto foi
em virlude desse artigo que o general Flores, por
um decreto declarou martyres da patria as victimas
seguramente coc 30 paagas.
i Em $*BMea, pc-rianto, o Sr. Dr. Fr^iikJm Do-
ria, tem moadado paEaosHlSOO-solda^^ilwjquae
sao Valontartas-da Palrt mais de-MO!
Cear.S.EscRvma. sabira em virrt; episcopal
ae-centro da provincia.
so dia 11 iustallra-se o rec.olhimento de
orbaos, s,.l> os auspicios do dioeesano. Espera
de Quinteros, e instituto ora juizo nacional para ;.VMB.s'as nuas de aiidade, que o devem di-
punir essa carnificina. j rg,r
Antes de constar em Montevideo aoprniaodo [.-se no Cearense:
gover.no imperial sobre 0^ convenio de 20- de feye- ] Acha-se ne>ta capitals Sr. Dr. Jenh Wbrtfield,
engenlieiro inglez, que
por iiiut!>s aaaos servir
na estrada de ferro de Pttrnambueo, e se prepoe
dirige a explorar algumas comarcas do interior,
sob o ponto de vista miaeraiogco.
t Seu m azer coaaecidas no seu paiz as
riquezas occullas da provincia, para dispertar
desi'arte a creacao de alguma eompiuiliia, que. se
pro^joulia explora-las.
< O Sr. WbiUield consta-nos tambem achar-se
eacarregado de estudar a extiquibilidade de um
porto ao Mucutipe e orear as deapezas com as
obras aeafssartas. para se poder lavar efi-ito esse
importadle meUioi'ajneuio.
< As obras sero depois adjudicadas alguma
comjiauliia, que as realise.
O.Sr. Whiteld nao tem recebidti commissao
Jo av.-ruo para esse lim : vai emprebeoder iodos
e.s!t> titud.N com os seus propcios recu/sos. e-
sejamos ao Sr. Whiteld feliz xito na sua em-
preza. >
Rto-GaA.\DE.Neiiuum jornal ou carta rece-
bemos.
Parahvba.A commissao que apresentou ao
Exm. presidente da provincia a bandeira, offvrta-
da ptlo subditos portu^uezes de Maqjaajuupe aos
VuJunlarios, compuuua-se dos Srs.: Manuel 4a
Costa Lima, Jos augusto do Amara), Ignacio dos
SaUos Qolho, Auiooio Jos da Costa uimaraes
e Fuuascu Juanuim Lfcreira Barroso.
-'...I|1

*
msam
PERMrMWCD.
reiro, sustenleu o jornal 0 Sih que Muoz esta-
va ineluido na amnista do ait. Io; e que, alada
quando se provasse que eite trnha commettido cri-
rnes inetotdos no art. 2o, nao poda ser julgado em
quanto no se reMabeleeesse^a prdem constitoeio-
nal, ou entao a sua^punicao lera o carcter de
vinganQa poltica. /
A Triimna sustenteu o contrario disto, e sabe to-
do Montevideo que o-pritiflipal fednttor desta folha
o Sr. D. Candido Bustamentei secretario do ge-
eral Flores. Foi, pois, o Sr. [Bustamente qaem
mostrou que Monee e seos -seqoaaes-eMavan sob
o dominio do art. 2o do convenio, e que, provva^os
os seus unes, nao havia razao para adiar a pu-
nicao.
Mas j 1 aoiertermaute a esta d seussao havia um
documento que devia abrir osolhos do-gauerno
imperial,ae, par fatadae,jto Wtivesse disposto
a olhar de esguelha os actos no orador depois
de 20 de foverei.-o : a procUmar-i do bravo ge-
neral Meoua Brrelo, eseripta logodepois do con-
venio.
E'ovioqneo-nosso general nao apealara na
sua proclaicaeao o alcaaee do. conseoio s*m tr
ouvido o orador ; e est na corte o diputado do
ajudaote geaer-al que soavio junto do r. ganenal
Menna Bar reto (o- Sr. coronel Poixelo de Aaewe-
do), que eom o orador come em .sobre a^neile
objecio, |or d*feEfieia paraeamtjnidos-ucJFCUjiis-
peelo ebefe, ante de appareearapporiajnaco, em
que se lm os seguiotes ireebos :
As noosas reclamaces sarao saUsfeitas ; a
amnisUa coucedda pelojllostre'^ontral Flores nao
compronende o*re*bos, -aawsinatos e ouiros eri-
mos conmiuos, pe los-^iasa-a ates e durante aguar-
a se.asfitgnairam^atgaaui^os.teroios sequaua-do
partido vooctdo. laas crines sarao punidos, pu
nidos, per-qae -a mocal, aci viiisae^o-e a josii(>a as-
sim o rrdamam.
c As aamas e a diplomaaia ^Baeiteira nao po-
diam ser aaats-felaes, uem nai6 generosas envseu
trinmph OHkaeil intetco o-ha de>ceconbecer e
appla*nlir >
Esta preelamacao, que de 21 de,/t*vwiro, foi
logo pWH-drfa ^6B*lUi4o .aom. que JieataiMn
do* membres do-governoeriaatal, ou os Srs. ViUal-
ba e Herrera y Obes, oontesiaseeo aapreoiaoo.do
nosso general,
CoHalando- ao orador ne A*par*io\h*via. ogido,
eque so-twnha-om anida *-.ida de Muoz oaoi-
lal, confoame-enaem dada [tolo, general Flores, so-
bre que eeereveu o orador ao neiire .exvjniaiilaw
dos ooaocios aataangoiros . marco, aektou do gover-no .orianlal -providencias
mais officaaos^osfecooa-a-eegoiate ola :
c Uniior-io -.de coUcoq^ eterior*s.-rJ4onievi-
do, lide iuarfto,de18iw.-^rfr. #unntro..^Subuiel-
tidas consid(taij do.#ojwr*o p&visorio -as u-
nitU^Jes. ue V. x. ^euwo-^e /a#ewe, xajpti-
vasaopruftedimiujtod D,.Baailio -HUuioz, S. Jixc.
o Sr..govtroad.)r,,apeiairila tor ja'.uUdowwsocdsJJs
para^uea^wle.individuo Xu.-e.lca4idoa sia.ci-
dade, para responder sobre os Un^ que s.e le
Uapuum,j*Uejulmdo j^Mipvga^^jos, nunit*ta-
dos por V.,Ew.,renovanAaiUd^a,.as.dd4> QUW6
motttandn assim,a^pceiidae tijOazer as.^Us.Eeflaii^iis.de V. fo:., wn w-
bargo.oj3.iiue os. factos quo .^ac^cam.. opagannar o
dito Muui tiveeamiwtar em i^rriwr-io .brasikiro,
erjjor tanto,, foca Oajuriidicsuda Ropubjca,. nios-
traudoassirB.por ouira^arie, .(yj*: esta' diB4io a
CMmprir.os4eres qae.,a,iii|ica ea,flwal,wibii-
ca.recUioan.
c Saodo a V. E*c..,Q^a,4nd.m4ior.cQOu;ar.
cao.Carlos de Cftsiro. -%%xa. Sr., coftselbeirpjos. cel, tenao aos lados em continencia dous .volunta-
"Marta da Silva Paranbos, eqviad'o exVcaordigjrio. nos ; e a posterior os se^uiptes dis|icosFujao
e minWro pJenjflflVepcia.rio de S. M. o Iinj>erad.ojv Imperador Viva n familia imperial Ki'.pao os
do Brasil. defensores da patria.
0 Sn. Silv?irada Motta diz..aj^tynas na|ayras! Um e outro o'esies arcos tinha nos.pontos cul-
bue nao ouvimps. minantes laieraes bandeiras brasjjeira=.
O Sr. Paranhos diz qjje desse modo, vendo em; Na ra Nova, pela proxlmidade da igreja d>
tndo tricas, e.esta.q,eltcendo se a deseonfif pea eflmo. Conceir;o dos Militares avultavaupi beljo pavilhao
o noico criterio pira j?gn|araios as nqssas rea- de folnagem, em forma aproximada ogival, sando
{5es exlernas, nunca vverenipi em paz cqai os o pontos em que esta come?ava e a melle em qoe
nossos yisinnos. (Ajjoiadsl j termjnavam os diversos sexi-cjrculos coroados.por
Quanlo Mupcjz offerceu sa.QQpt|r-se, o pobjejejphr.as coloridasde.um.bnlho encantador.
ei-ministro soube oorcjut^.dooridorqueo^anerar Alm disto, todas a&ycolumnas dos combutores
Plflres nao r.espppjn ao tejido ,^pe fhe fez aquel-.' da lllujnjnaco^partiejlar, _que se extender lte-
le offlclal sem onvir ao nunistro do.Brasil; .jauto ramente de ama'a outra extremidade da ra, es-
eslava assenlada a s.ua .puqcao e df seus seo/ta-' tavam ornados das cdr 2e, orna vn provados os eos attentados. sim com os adornos dos sobrados da mesraa ra,
nmu Como o dia 27 de abril, fie a o 22 de junho mar-
cando una poca ajeroaravel para ahieleria de
Pernambuco,quenelleieta.de.ver-mais.urna pagi-
na de. dadioacao-do seus (dios.
E netrtudiaanfeseoiavaeslacidade, desdo a ra
ds Hospicio al o largo do arsenal de martoha, o
quadro inais. encantador, eBi que a visia rapnusa-
aaneadavekaenle, iaoto auis iuminado por.um.sol [ae do finraamealo iriadia-
va;ein toias-as galas.do-sou.uJgor, como que paca
lesleaumltar a-oblacao ^sandiosa, qoe se fazia ao
aliar da patria.jWaquoilt omontos.
E tuda a uaUrtu, as^ndidadeanunacao, opu-
lenta do beUeaas sarria, a essa Insta, a quem .nada
dovia turbar, aquein o proprio invern devia ce-
der e cedeu, nao obstante a intensidade do seu
ainado.
E pois, os festeijos publi eos pderam ter lodo o
deseawlvioenlo possivel, e-a espanianeidade que
os concebeu e realisou, logrn opsaaer de vddos
eoeraepnndnr aofim m que.lovam desuados,sem
inconveniente algum.
As ruasido-tnansiiOido corpo KatMnm.-sunsoie-
laores.galas,, qual aM^a.que.se vate-- para um bai-
le une. a enamora.
No comeen da. ra da Imperatriz, junto a ma-
Ulz,,oBguia-e uqi arco de vrenle telnaonm. A
faoe. que oa-va.uara a praca Unba no cimo oadis-
ticosiiva a Maguo br.aseira Vica a comtiUii-
$ao do estado Viva a mtegnidade do-.iwperio. A
unir (pie oUVk1 para a ponie.Wnia et.M aultos
^olopostes. eara imperial. Viva S. U. o ntve-
mdor .Vitabas voiuMlmioi da mlria Viva.o
MencHo-bcmleiio.
No romego da ponte, ao (indar da me*, una,
oilAva.bnajtado,ouro,*cco de inaes dimeoeoes
o furjoa, ujja face.anterior aprs*a a efigie do S \ D. Redro II n'uraa especie dado-
Obairro do Recife-nao towmenos em taes ma-? nos terne*- como perseguir-nos pnr-aquiale*ies4Bo
niteelacoes, aando aellas naenvel aespoutaneidide --- -
ner da parte- de nacionaes quer de estrangeiros,
qaea assoetnwtn aseim as nossasexuitagoes.
AtMnextendia-ee etsla ma paneenma de igual
belleza, pois-tedos oseonsatodos eaneervavam ica-
das^s suas bandei ras, os sobrados aehaneavae er-
fladoe,nos eom gallardetes e flmulas, eofjroo can
custosas colchas e pavilboes de differentes paites.
Na ra da Cada, em proximldade da entrada pa-
ra a rea da Madre de Dos, erguia-se um areoeo-
berto de folhas naturaes com diversos dsticos gra-
tulatorios da familia imperial e dos bravos da pa-
tria.
Por esse ponto, ao desfilar o corpo, feram eatre-
gues em mimosa offerta ao Sr. tenente-coronel Apolo-
nio e capito Maniva dous ramalhetes de fragantes
flres-per duas jovens filhas do digno Sr. capitao
doocpede voluntarios do Cear Antonio Looren-
50 de Castro e Silva. 1
A fita que atava o primeiro tinha escripia esta
dedcacao: Urna filha-de um voluntario cearense
ao M. D. Commandante dos voluntarios Pernvmbu-
canos=junho 22 de 1863.
A que prenda o segando est'ontra : Urna-Rio-
Grandense, filha.de um voluntario cearense, ao pa-
to iota capitao helippelos da ExaUasao liouva
junltolZde 1863.
Ao sabir no largo do arsenal de marinha, um
grande caramanchel fra construido todo de (odias.
No cimo dalle flucluavam, solas ao vento, os es-
tn-la res da monarebia brssilia.
Na frente, para o lado da ra da Cruz, havia o
brazo d'armas-brasileiro, enes duas columnas la-
taraos estavam estas inseripeo-'s:
1 Pernambuco hoje contempla
Caraaro, Dias, .Vieira,
Resurgidos, nesta idade,
Em nova fronte artaueira.
0 oravo leao do norte,
Grave, rdante, prazenteiro,
\"us olferta um santo riso,
Paternal e braseiro
Vownlarios soberanos,
Marchai ao campo da gloria,
Salvai a honra da patria
Que immerlaes ja sois na historia!
Sois da cohorte potente,
Sois da plialange de bravos
Sois dos filhos do Brasil
Que nao sabem ser escravos.
Taes inscripgoes alludiam a'quelles hroes da
nosasa .historia, que resurgiram ento nt.phaiange
que.por all segua cm marcha para o campo da
gloria, por entre as flores que Ihe eram lanzadas, e
as sandacoes dos seus compatriotas, quea contem-
plavam inebriados de enthusiasmo e chaos de jus-
to orgolho.
O digno Sr. tenente-coronel Apolbnio Peres
Campello Jacomo da Gama soilicitou-n>s esta pu-
blcagao :
0 eomnanVinte do 2o corpo de voluntirios da pa-
tria briosa populaco de Pernaitbuco.
Commovido pelas incessantes provas de dedi-
cagao e sympathia, com que me penroraram pa-
rentes, amigos e comprovincianos; captivo s bon-
dades dispensadas para comigo pela eilhusiasta e
fcriosa populago desta capital, faltara aos deveres
da gratdo, o at da civildade, se aoretirar-me,
deixasse de manifestar os sentimenlos jut'rae ani-
mam.
t Mas, nao encontrando na perturbado de es-
pirito, era que me acho, palavras sufflcienles para
Isso e condignas dos favores e honras immerecidas
que me Dzeram, rogo a Dos me cunreda a felici-
dade de corresponder s ideas patriticas que dis-
linguem esta populacho tao devalada causa do
Brasil, quanto, em todos os tempos seieo mostra-
do admiravel de nobres inpiragoes e de generosos
sacrificios.
Como simples soldado, iria eu cuuiprir des-
apercebidamenle um dever bem charo qualquer
cidado brasileiro, e na propria cousciencia acha-
ra ento a remunerago de quaesquer sacrificios
que tizesse. Nomeado, porm, pelo digna adminis-
trador da p ovincia para commandar o 2* corpo de
voluntarte s da patria, aqu organsado, ccresce-
ram-me neste momento as suaves manifestacoes e
os honrosos obsequios que se me dtspensou, e que
constttuindo eterna e profundamente grato, me do
urna remunerago dupla tanto mais lisongeira ao
meu corago, quanto nicamente sobre o corpo
que brilha a verdade das demonstragoes magnni-
mas do heroico povo pernambucano.
E' elle urna fraegao decidida de brasileiros, a
quem o reneme electrtaa ; elle urna porgo de
peraambucanos, que se inspiram as passadas glo-
rias para.j'nais.poderem se eitraxiar.da senda da
honra ; n*o s elle, como-todos os rrmos de ar-
mas do imperio cumpriro o seu dever na pugna
em que a civilisago certo sobrepujar a selvageria
paraeneya.
c Mas lie, o 2o corp de voluntarios da patria
de Pernambuco, cnecortendo seguramejiie para a
gloria da trra da Santa Cruz, illusirara, lambem
mais as paginas da sua heroica historia, enrique-
ceodo assim.os fastos gloriosos da provincia que nos
chara, da provincia que nos deu o bergo, de Per-
nambuco, finalmente, que nos coatempla bondoso,
e de quero procuraremos.nao desmerecer.
Beclfe, 22 da junho de 1865.
'Apollonio Peres Compeli.Jacomo da Qama.
Agora que se tratado orgaaisar os carpos.da
guarda nacional, que deve esta .provincia.dar em
destacamento para as fcentelras, imporla.que te-
nham todos sciencia.do arL 133 da lei.o. 602 de
19 de selembro de. 1850, o qual. res^ assim :
Qjuarda nacional que recusar fazer o sprvico
de carpos destacados, que .directamente Ihe com-
petir, ser obr.igado.a seivir no ejercito o.dobro
do tempo que durar o.desiacaraeAto, ou repeutado
se nao tiver motivo de isengo.
- Pf las 5.lloras da tarde do.dia 22,jor oeca-
siao de suspenderse urna umbseica de peira para
ama .das. portas q>s prisoes de 3" ordem do 3o rato
da casa de.detengao em consiruegao, succedeu q.'ie
o servente daqueila abra, o detenlo por erime de
offeasas.physicas graves.Jos .Florentino Alvos.da
Silva, se col loeasse sobre a parede de modo, que a
[wdra batexido-lhe as pernas, atirou-o .de .urna
grande, altura sobre os trunos de ferroi que -servem.
para facilitar a condueg,aodos malerlaes -, e.dahi
resuJtou fraciurar-se-lbe.o amur djcefto (ctixa) em
yartos pontos da sua exieaso, com dijaceramento
dos tcidos, e sabida das exlreraidades do oso
fracturado. Alm disto, ficou o corpo contundido
em varios^optos, .priacipalmepis as laces eMUos.
Nao estando na cidade aquella hora.0 medico do
estabelecimento,nj:eslou-se com,a..mbor routade
o Sr. Dr. AJexandre de Souza Pereira do .Ucmo a
fazer os prlmeiros curaiivqs ao^n/er.mo,tr.alj.'illian-
com summa pericia por majsje duas bos para
reduzjr a.fractura taocornpljcada^eodQpeciso.ex-
'tnalrn.maparte do fmur, que eslava sollame im-
pedia o curativo.
O.esta/Jo .do enfermo, de jjerigo de vida.
No,precsaiOQS de.plaiar "^qne or. Dr. Pereira
do Qarrao se^pr.eton graijymente .a.este curati-
vo ; pois a sua phjjarilropta.e desioteresse sao do
dominio do,jjublico. Mas, compre, notar que esla-
va S. S- em sua casa jijntajido com varios .amigos,
quando foi procq.rado gelo. Sr. Dr. Rufino ; e.jjo
oblante nenhup)a dnvlda. teve tem suspender a.re
; reigao, e .dei.xar a, compajjjhiar(los, amigos para cor-
rer em soccorro do rife 11 z preso. As*im procedem
ps V4rdadejros,ajpsiol0s,de,caridadr chrisla.
.Durante esia semana Juncciona nos,protestos
de.letras o.escriv^oTorces, em o cartorio da roa
estreita do Rosario n. 12.
O vaporJiamamjuppe, chegado.ho.ntem.de
Sergipe e Alagas, nao foi portador de .noticia de
importancia.
.Madama.Petizas dar seu primeiro.concert"
vocal, no Santa Isabel, aa/jujflta^ira 6 de id-
ilio. BreKermjnte ser .publicado o pr.ogra.mma.
O wapor Paran separa os portes do suj hojo
s inoras da tjrde. Xe'to.v.ioramtdo.norte cerca
de 650 praeas, sendo 202 de polica e 61 da guarda
nacional .a Parapyba,, 382jlp Io corno.de Volunta-
rios do Pauhya|guns,r Aerando se a j^ppa ;oda ipolhada, per ter vj,n,do
exposta chuva, de-embarcou ante-honiem, indo
aq.uartelar-se no. Hospicio.
Do l^gar de.Sa.nta Cruijcopiarcado Brejp, se
nos.escrve.o s.egujnte :
Por aqoi vou sem noviade ; .e por q,ue.tenho
portador seguro^para essa canjtal, nao qqero deixar
de pedir-lhe que chame a altengao o governo da
TSKiaffta i fimo
1
CURA
JEspautoza e Admira vel
DE UMA CHAOA
CASCROSA E ROEDORA
O
PLIPO M NARIZ.
TRIBUNAL JUDICIAMO EM 22 DE JUNHO DE
por-qua -%ram premiadas ? Isto a veaade Lir- I8G0.
resBandtvel I presidencia do exm. sr. esembarcador
Heje-ntou-me pessoa siaaaa-^ind* da vgia a, r. peih:tti.
do Bree,-.^m o promotor publicareo jidaaiuntei- Ao meloda taadoieiiaes os Srs.desctar-
pal snpfhtte em exercicio, ha poja qirofcse oMr gador Accioli, djegutadji tam, ponearasio da formajnide -nm pmiaaioJdo, Basto, Miranda.J^eal, o sunpiente Leal liis, o
que, poft^eauncia dopromot^inolnierou ojtmm*-1 Exm. Sr. prr iil-nln iijajnr"n que nao poda iver
nicipal Bepeaguer. 0-^eieter queria a todo Irn-1 sessao por nao esterero presentes os Srs. desem-
se que fosse involvido no processo um tal Jos Cor- bargadores Res e Silva e Silva Guimares. E pa-
rea de Araajo.qoe'O juiz municipal, em vista das ra constar inandou inserever a presente declara-
provas, con.-iderava innocente. Esta divergencia gao.
sseitoa conflicto peesoal entre ambos, travando o: Eu Julio Augusto da Cunha Guimares, secre-
promotor de na-thesoura ^ue Ihe foi arrancada tarto, a escrevi.
por ootrem, teve voz da priso peto juiz municipal;: ^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^
houvo tumulto na adeia ; roas afiual aeabou tadn!'**55
sera satigue. E' isto o que me informam.
Sexla-feira chegaram de-Naeareth 10 pragas
da guarda aactoaal,- que facem parte do eoalingen-
te daqneUe nuuiicipio.
ItEPARTigAO UA POLICA
Extracto das partes dos dias 22 e 23 de junho de
1865.
Fnram rni^n|l||itns pm flp dtPnga11 Pn ^ja ^*
do Torrente:
A' ordem do Rlm. Sr. chefe de polica, Epifha-
no Jos Moreno, e Sergio Manoel do NasoiMeato
AiHidos da provincia, da Parahylw, como sentencia-
do, com destino ao- presidio de-fiernando; Anetaa-
rio-Jos da Silva e Jos MatWas, vindes-de S. 'Ren-
to, com criminosos do marte.
A' ordem-do sufedelgaa do Recie, Jos Teixei-
ra Portes, a' diseosigo do capitao do Porto.
A' ordem do de S. Jos, Virginia Mara Antonia '
do Espirito S.nio, e Mara JoaijaiBa da Aaauncia-
go de Jess; pe belga.
22
A'ordem do Dr. delegado da capital Antonio
Alvos de Moura, por uso de armas prohibidas.
A' ordem do subdelegado da Capenga, Theodo-
ra -Mara da Coneeigo e Mana Francisca da Con-
coigo; para correegao.
O chefe da 2*secgao.
/. G. d 'Mesquita.
Passageiros do vapor Cruzeiro do Sul, que
seguio para os porlos do sul:^rtieci; Mai da
Silva Coelho, Francisca Aupu^ta Cardoso Po, urna
filha e um menino menor, Victorino O. Barbosa
Pinto, Her-caJano da Costa Atroeida, urna criada e
um eecravo do Br. Tristo A. de Campos Rio, te-
neiile Francisco de-Frotas Mowno, Joo Climaco
Pereira de Aevedo, Mapta Aegetiea de -Mello, J.-s
Francisco Themaz do Nasr-imciito, Fraaeieco de
Assis Penna, Francisco Tavares da Costa, Macario
Brando de Gukieeepe, urna praca, 2 filhas-maiores
de 3 annos e menores de 10 da praca Jos Fran-
cisco GuHnares, Marta L. Floriona, 16 officiaes,'
150 pragas de pret do 4o batalho de artilharia a
p, 2 coi po de voluntarios da patria e as compa-
nhias de artificas e oavailaria, 13 praeas de diffe-
reates eerpos, MaeMdbMaB o-dlhos dos" Indios vo-
luntarios da patria, os tajoresde commissao Joo
B. de Vasconeellos C, e Manoel P. de Castro
Araujo.
Passageirs entrados do Para e poi tos inter-
medios no vapor Paran:
Francisco Maximiauo da Fooceca Souza, Jos
Maria Carduzo, Frederick Grasmuek, Dr. Manoel
Caldas Brrelo e seu criado, Dr. Tito Jess Melgar, j
Wliam Ford, D. Joaona Januaria de Souza Bilan-
court, Andr Avelino daFraoga,C. Ezeque, ex-pra-
ga Luiz Manoel Borges, major commandante do i
corpo de voluntarios da pama do Piauhy Jos b'er-
uaudes de Moraes e suasenhera e 4-eapitaes, 4 l-
enles, 7 alteres, 38 cadetes e 3U5 pragas de tnes-
mo corpo, Jos de Villa Flor, Levi Erard, Mary Le-
vy, Fraocisco Luiz Salgado e seu criado, Dr. An-
tonio Manoel de Medeiros, Ernesto Augusto de A-
ihayde, Fraociseo Jos de Mello. Amonio Aiean-
dnno de Lima, teeares, Custodio
Antunes Guimares e seu criado, Jos de Oliverra
Costa, desertor Franoiseo Ferretea Fianga, csua
senliora, criminoso Claudino Gomes da Silva e 2
saldados que o conduiem, um contingente da guar-
da nacional enmroandado por um capitao, um con-
tingente do corpo de polica commandado por um
major.
Soguem para o sul:
BapkMl Lino Catdim, Manoel Pereira Guima-
res, lente Felisaerlo Gomes Argolo Ferro, 111-
Iha, 2 netos e 3 escravos, Justo Ribeiro das Neves,
Clemente Jos Lisboa, Mareos Neiler, Jos Jorquim
de Miranda, Prudencio Jos Bolelho, desembarga-
dor Francisco Vieira da Coala, Jos de S, 13 re-
erutas de manaba e 25 esclavos a entregar.
Passageinos entrados do Aracaj e portes in-
termedios no vapor beasilciro Mumanguape :
Miguel Lrguono, Hecmenegilda Liguorio el fi-
ilio menor, Dr. Luiz Rodrigues de Albuquerque,
e seu eseravo, Affongo Ilenrqui de Albuquerque,
F. Jos e 2 pragas que o escoltam, Jos Gueoes No-
guelra, Franeisco de Vaseoneellos Mondonga, Jos
da Silva Ferreira Vinhas, vigario Antonio dos S.
Aranc e 1 eseravo, Joao Casskniro da Silva Ma-
chado, Antonio dos Santos Oiveira, Manoel-Pereira
Camello, Claudio Dubaux Jnior, John-Brostleman,
Francisco Pereira da Silva, Jos Filicio de Buar-
qae, Anteojo Pedro Gomes, alferesajudaate do cor-
po de guarnco Jos Igoaeio Ribeiro Roma, 4 ca-
detes e 3 pragas do ineaaio corpo.
Cas\ de detenqao:
Me viniente do dia -21 de junho de-1865. Esis-
liam 33o, eBlraram 7, sahiram 3, existem 339 ; a
saber: naeionees 254, mulberes 6, estraageims
25, luullieres 2, escravos i'j, escravos 6 ; total 339.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 132.
Mo vi ment da casa do-deleogo no dia 22 de
janho de 186o. Existiam 339, eolraram 3, existem
342 ; a saber: nactonaes 254, estrangeiros 26, mu-
Uieres 8, ettraogeros 2, escravos 46, eseravas 6 ;
total 542.
Alimentados a custa dos cofres pubMees 134. I
-Movimento da enteEiuaria no dia 23.de juidio de
1865.
Ti vetara baixa:
Jos Florentino Alve&da Silva.
Jos (*cravoj,.seatenciado.
levo alia :
Anntonio Manoel da Silva.
EsiiTEnio puauco. Obituario do dia 21
de junho de 1865.
Margarida de Souza Ferreira, Pernambuco, 36 an-
aos, wava, Santo :Anteuio; gatro intertte.
Simoa Marta da Cnneenio, Parnamiiuco, 60 annos,
solteira, S. Jos ; anwanM.
Candida Mara do E^jifito-anto, Pernambuco, .53
.NW10S, soiteira, Bua-Vn.ta; hepalile chr.oaica.
Urna creada de serTir residente em Pemam
buco e pertencente Ex1?.* SeBr; Viscokdessa
DE Goianna, foi attacada d'uma terrivel clia-
ga canerosa e roedoraou Polypo no Nariz.
A mesma involvia e tomara todo a parte in-
ferior do nariz, anudando ja distruir tanto a
parte cartilaginosa como o mesmo oso Come-
cou primeiro por apparecer sob o bei?o. supe-
rior e parte da face, extendendo-se por tal
forma e com tal rapidez, que em pouco aiuea-
cava tran8fennar todo o rosto n'uma enorme
cliarga vira e asquerosa. Durante todo este
terrivel estado, todos os recursos medicnaes
que em taes cazos se uzao forao abundante-
mente embregados, sem que de leve fizeese
parar a marcha lenta e distruidora de tao hor-
rirel enfermidade, e todos os indos e esforcoa
forao baldados, e no em tanto o mal resela eis
que por milagrosa fortuna da infeliz estando
as couzas neste ponto, se experimentou pela
vez primeira a
SAL3APABRILHA
DE BRISTOL.
O effeito produzido, quasi que instantneo
por este mestimarel remedio foi verdadeira-
mente maravilhoso e sem igual; este grande
purificador do eangue e dos humores do sys-
temn, inmediatamente pz um termo mar-
cha disastroza e fatal da molestia, derramando-
Be e infiltrando-so atrares dos tecidos os maie
delicados do corpo, espellindo at ultima
propriedado ou vestigio virulento da molestia,
e dentro d'um curto espaco de tempo produzio
ama
CURA
Completa e Radical.
Este feliz quao admiravel resultado foi obti
do apenas com o simples uso
D'uma so imita Carrafa!
d'este incomparavel e inaprcciavel depuratorio,
recommendamos portanto i todos os Doentea
que procurem obter com o maior cuidado a
nica e rerdadeira Salsaparrha de Bristol,
nicamente preparada por
LANMAN & KEfflP,
De NOVA YORK,
na certeza de que, todas as mais prepara?Sea
imitatiras nao valem para couza alguma
VenJe-se as bulicas de Caors & Barbosa
e C, Bravo ct C.
Efvsipella.
O medicamento >iue com mais iulluenca eener-
gir tem combailo e.ss 1 larruul eufeitmidade, lem
isdo oxaro(je,ajcoolicode veame.
Urna entravada nrai do Sr Francisco Firmino
llonleiro, .(les&aa iiem Goabcida Resta cidade.
achandoxse de cama, e comasaesnas bastante in-
diadas, e ebuia de temores, lomando o tarop de
veiaflie,.oba- Amana da Sr. J ise Frana^co -Pinto, mocador
naruaDireiia n. 51, tendo-sido .acunimetuda do
mesmo mal, acna-se tambem boa.
A Sra. D. Scidioiiinba Umbeltnados Santos, mo-
cador na ra das Cateadas u. 38, ae lindose ata-
cada, de erystpetla as cKa<, com qualro uuneMs
bastante viaiiwso.-, no estado ludoie-nte, i|uo- a en-
vara de nr-se de p ha muito tem{M),-eom o u do wcuue.alfolico.dt veame e pUuia* iiurgativas
do mesmo, acha-se resiabelee.ida, e no 1.1-0. do< me
dicamenlas es umures.ieruMaacam pda su^aura-
gao.
A Sra. D. Rita, oonadeta na ra de j*nla Ada
Marta,TUeodora.do Amanal, flerna*nhuo, TOjwuos, n_ ^ primeiro^ndar, soffrendo do;mesno>Mal lia
aoilaiea, Boa^ViSia vid*aF*hoa. muitos annos, pois que a ervsipella ataeatva iKiiutu-
Manoel,.Pefa*lMiCorid0tdias,S..Jo6e; oaiwulsoes. ^^injr'n deaois *ue lem'lomado ^*e remedio
.tose, PeFnmbu(*v ntoies, Bua-Viata ; uumngue Hunca mtis l{H4ea.
a8BI'a- __ Outros nuiitos-faalos desla ocdeax deixo de acn-
J^aria, frica, Dmanos, solteira, scrava,. Sanio 1 cftnar ailu ^ara nao me tornar prolijo e eniado-
\a erysipella oao.deve o enfermo nos primeiros
tres dias asar de -eamMas e-bebidas que possam
esquenur einflaanwr rvaajgHe.
A comida durante esse tempo deve ser do reino
vegetal, como sag, fartoha do Maranhao, pao tor-
rado, bolacha, etc.
Anda nao vi aspositor dejnedicina que aconse-
Ihasse que nos primeiros tres jdtas de acommeiti-
mentoa do ma^Bio se.asass de medicamentos
o que elles repellem sao os mtenlo?, unturas qu
obtttJMtn mais e.repellen) do^N promovem a eva-
cuaban d parlero que con^m trazer o lugar
atacado e bem jgazaUtaopaajkajdar a transpira-
rn e defender do ar.
vardadero xarof dn.utiaaie vende se na bo-
tica dama Diceite n. 88^de .iae da Rocha Para-
nhos.
Tenho recebido carias de algnmas pe?soas de
oulras provincias que me communieam ter desta
cidade sido remetlido o men xarope falsificado,
que tem dado resoltado ao descrdito de minha
preparado, enjo coBhecimeaio se tem verificado
depois dos effeitos que taes remjdios apresentava ;
assim, pois, tenho a eelarar ao publico que no
lelreiro que vai pregado na garrafa do xarope,
sempre foi assignado por meu punho, e daqui em
diante, alm desta asignatura o farei lambem no
papel que cobre a garrafa. Rogo ao mesmo pu-
blico que quando forem assim engaado?, tooiem
lestemunhas, me remettam os rtulos falsiiicados e
me participem para fazer effectivo o art. 167 do
cdigo criminal do Brasil.
Jos da Racha Paranhos.
I mi
COMMEIEIO.
\ovo turneo de Pernam-
""! 9
0 banco deseonta letras na-presente semana a
9 por cento ao anno at o prazo de quatro nie-
les, e a 1 O4O at o de seis mezes
Calva filial do banco do Brasil em
Per mm buco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a eaixa filial do
mesmo baneo na Baha.
sNoyo basco de pernambuco.
Os-administradores da massa fallida de Joaquim
Jos Silveira pagain o Io dividendo de dlanmsa
na razao de 9 0/0 sobre o valor des ttulos ad-
metdos : no novo banco de Pernambuco ra
dio Trapiche n.,34.
ALFAXDEGA.
Readmentodo da 1 a 21...... 347:976i('.7
dem do dia 23............... i2:0iW7::>
360:021^202
MOVIXIE.STO DA ALFADEGA.
VoLumes entrados com fazeudas....
com genero?.
Volumes sabidos roarfazendas..... 67
t t cora gneros..... 382
--------419
Descarregam uo dia 26 do corrente.
Brigue inglezJ/W/iciebacaiho.
Patacho inglezPoffiodem.
Barca porlugueaa Manabarricas vasas.
Brigue dinamarquezJoanesfarnha de trigo.
Patacho hollandez Fammo Sytse diversos g-
neros.
Pataeho hanoverano Meene farinha de trigo.
Barca inelczaMirandaIerro.
Barca inglea Vcsion mercadorias e ferro.
Escuna portuguezaD. Joocharque.
Sumaca hespanholaMercedaidem.
Brigue nacionalCariiaidem.
Brigue nacional Imperador- idem.
Patacho hollandez Denyidem.
Brigue inglez -Hefifacarvo.
Barca ingieraFavoriteidem.
Barca ingleza Avenaidem.
A.FANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAUTA DOS l'BEQOS DOS GNEROS SUJEITOS A DIREIT06
DE EXPORTACAO. SEMANA DE 26 DO MEZ DE JU-
NHO A 1 DE JUI.II0 DE 1865.
Mercadorias. .unidades. Valores.
Abanos......... cento IfSOO
Agurdente de cana .... caada 800
dem restilada ou do reino 800
dem caxaca........ 380
dem genebra...... 8t)0
dem alcoolou espirito de agua- 900
ardente ........
Algodao em caroco .... arroba 3^2oO
dem em rama o em laa 1350OO
Arroz com casca..... 1&500
dem utmno ou pilado t 2600
Assucar mascavado .... 2000
dem branco....... i 3^500
dem refinado...... t 5^120
Azeite.de axnendoim oumendo-
bim ........ casada 2,5000
dem de coco...... 1,S>600
dem de mamona .... i 1^000
Balatas alimenticias .... arroba i200
Bolacha ordinaria, propria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom ....... >
dem esculla ou restolho. >
Idem torrado .m libra
Caibros.......* um
Cal.......... arroba
Wem branca ....
Carne secca (xarque) ...
Carneiros ....... um
Carvio vegietal ..... arroba
Cavernas desicupira urna
Cera de carnauba em bruto. libra
I dem idem em velas ...
Cha .........
Charutos ....... eeato
Covados (porcos)..... um
Cocos (seceos)...... eento
Antonio; bepaiite cbwnica.
Antonio, Peaaambuco, 7 dias, -esocavo, S. Jos ;
convulaes.
ja ~-
nho.
Seno a erysiaella urna muleslia que sem duvi-
na eUeiio de ,uiat poner .dguits- eteriptores de medicina, eew eoase
SeultoriabatFwocisfiade gorja, AJaguas, J2^mw?, ; ^u^ciatfa /hcajk iaogada-na pelle,'Mto puodaz
soeira, BM-Vila ;.tuj)eritos pulmonares,
torta, 8 dia?, Uoa-.Vista ; -cwuvulsoes.
Joo, Pernambuco, 7 dias, S. te.- j.eapaamo.
Manuel Mauas Itodriu.es,.-Portugal, 39 anuo?,.tol-
ieiro, Boa-Vista ; ,anatca.
Ceostanc.a, Pernambuco, o da?, S. Jes ; convul-
soes.
TRfBlMML l-C ACTA DAESSO ADMINISTRATIVA DE 22 DE
JUNHO DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
ANSELMO, FRANCISCO PERETTI.
.s 10 hocas dajnanhaa, estando reunidos os Srs.
diputados Rosa, C. AJcalora/lo, Basto e Mcanda
Leal, e present o Sr.desenjbar4ja.d0r isca|, o
Exm-Sr. presidente declarou aberla a sessib.
Lida, foi approvada a acta da s,es*o .antece-
dente.
EXPRDJENTB.
Foram distribuidos pelos .senhoces depulados os
livros Diarlos e Copiadores de Manoel .Jos .de Si-
queira Pi|apga e Marcolno Dornallas Cmara, ej)
[irotocollo do corretor geral Francisco Maraede de
Aljpeida.
ElESPACHOS.
No requer ment de Jos Marcos Nuites.BeJorl,
pedindo o registro da ?qa pomeago de caixeiro de
Euzebio Raphael Rabello :Regstre-se.
No de Antonio Domingos Pinto, pedindo o regs-
Colla ........ libra
Couros de boi, salgados.
dem idem seceos espichados
Idem dem verdes ....
Wem dem cabra cortidos um
lem idem de onca ....
Doces soceos ...... Hbra
dem em gela ou massa
Idem em calda ..... >
Estaadores grandes um
dem pequeos...... 1
Esteiras para forro de estivas
de navio........ cento
Estopa nacional ..... arroba
3,5000
700
7AM0
60OO
440
360
380
OO
352OO
45000
15000
35000
300
300
f5500
25500
155000
65000
600
150
240
105
350
105000
jDflaaunaQao, e/jue muda? psua?,.pvr nilo se te-
rem convenientemente iratado, sui'cumbtfa-ooni o
pernicioso uso de qnen nos tres da? nao devem
osarde-rwriedio atgum, o eue faz-se -esteoder o
nal por nao seter a ptiur.ipin combatido ; por is-
so, poic, conveniente que, logo que aiguem se
sentir alacaAi de lal mal, deve provocar a transpi-
raeo tomando ao (rteeipio u*na coilerinla de
cha do jaropo ateoelico de veame disselvldo em
urna chicara de iafusao de flor de sabugueiro quen-
te.-ado^ando-a coiri-mais aeeucar, ceutiauando nos
tres dias nes?e tratamenlo, 110 fim dea quaes usa-
r do xarope de veame na forma pre?t;ripta no re-
ceiiuario, toado todo o cuidado de se abafar, afim
de soar -eon-vementenaente, alm de conservar o
venlre eorwnte,- duas fxluia? puraeivas do me-uno "elam",
Todosquantos soocembem desta molestia se diz :
fallecen de erysipella rewdaida ; ao enatrario
algn? expositores pre*uwem ser o de^enveteimen-
to da puurefacgao no saogue, tanto qjie o logar in-
flanwnado que, nto a sua cr-era encamada,-se
troca em lvida eu negra, e-termina em gaogreBa.e
.por essa Q?.ao /uie .tUMieniente o xarone .al-
epojico de veame rtainu?ao de fljldesaiiuaojiata
sesonseguinresulver a iftfla nos termwiar pela supporac;io, iuiiiejindn^ssun a
gangrena.
Usfleite5 do xarope alcoalico de.v.eJaawj*li-
cado na.flr is sabi ao doeme.jiao ,6 .de-van-
lagem por faa flualidade daf-uviu, cuo jjela
apti-septica pau impedir a putrefaegaj as mo-
lestia?.
arroba
c
um
arroba
urna
arroba
>
cento
1
nsn
Farinha de de mandioca
dem de araruta ....
Feijao de qnalquer qudlidade
Frechaes ......
Fumo em lolha, bom .
Wem ordinario ou restolho
dem em rolo bom ....
dem ordinario ou restolho. .
Gallinlias ......
Gomma.......
Ipccacuanha (raz) ....
Lenha em achas ....
Toros........
Liulias e esteios.....
Mcl ou melado......caada
Milho........ arrota
Papugaios .......oin
Pao Brasil .......quintal
dem de jangada...... um
Pedras de amolar .... urna
dem de filtrar ..... t
Idem de rebolo ..... *
Piassava........_molho
Ponta?, ou chifres de vaccas ou
novilhos.......ceato
Pranchoes de amarello.de dous
costados.......oa
dem de louro......
Rap.........libra
Sabao......... >
Sal...........alnueire
3S0
500
45000
25000
5000
15600
alqueire 25500
45000
25800
5500(1
145000
85000
850fi0
55000
600
25500
255000
25000
115000
65000
240
900
35000
55000
55000
800
45000
15000
130
35500
205000
105O0O
I5OOO
ISO
400
Sala parrilha........ arroba 255000
Ssbo em fiama ....... 55000
dem em velas...... 75000
&ola.em vaqueta...... urna 25000
Xaboas de amare lio...... duxia 1405000
dem diversas........ 875000
Tapiocas......... arroba 35000
TAttJaba........ nuialal 35000
Travs......... ama 5000
nhas de boi ...... Cento 200
'



VassouraB de piassava
Ditas de timb. .
Ditas de carnauba .

16*000
8*000
6*000
Vinagra.........cansa. 500
Alfandega dePenmuhm^jVd junh&dfrtseo.
(Aesignadaejs ^f
0 l.' conferente, Francisco de Paula.Giimcalves
da Silva.
0 2.' conferente, Francisco Affonso Feprtim.
Apfrew. -AHsnsft^e Pemmuc, 34 de junho
de 1865.A. Eulalia.
Confort* Q i.aes*pturario, /. d Aa* Bi-
tencourt Jieivas.
RECEBTOOrttA D^KE^tWStlNTERSI CE-
RAWW PERNAMBUCO.
rtendiealo de d*iaJSI...
Ueindo da 23.-. .........
2|*|3*3T8
i;O**220
27:840*398
PRAQA DO RECITE
93
A'S TRES HORAS DA.TAR*B>
Reviste semanal.
Cambios..>.....SaecoiMia.sobre Londres do 24
>i d. a 23 d. por 14 a 90 das
vista.
Algoda*.........O de"PerawnlQC-vwl9U*M de
14* a 14*500 por arroba, e o de
Macat.pojto.abority a 14*500.
Assucar........O raasravado purgado vendeu-
se a 25200 por arroba, e o bruto
de 2*00 a 2*159.
Cauros........Os secos e salgados, veodarara
se aa.L a IfiO retaliara.
Carne secca.....A do Rio Grande do Sal vendeu-
se de 2*080 a 3*000 a arroba,
Picando em deposito 160,000 ar-
roto*, e a do-Rio da Prata, de
2* a 230O, QcaadD em deposito
65,000 arrobas.
Arroz.......... Vendeu-se o puado da India a
2*i9# a arroba ; ha falta do do
Maranho.
Azeedoce......Vendeu-se a 2*300 o galn, do
do-Eslreito.
Dacalho.......Era-atacado vendeu-se a 63000
por barrica, e a retalho de 73000
a 8*000$ haveado um deoosito
de 2.0J. barricas.
Batatas.........Venderara se a 2*000 rs. a ca-
xa de duas arrobas.
Bolasinhas.....Vendaram-s* a .3*900. a barr-
irirtr
Caf..........Vendeu-se de 6*009 a 7*200 a
arroba.
Cha...........dem de 13009 a 23206 a libre-.
Cerveja........Vendeu-se de 4*000 a 5*509 a
daza de garrafas.
Farinlia de trigo. A de Phijadelphia, New-York
e Trieste retalhou-se de 18*
a 19*000 por barrica, e a do
Chile a 7*500 o sacco de cem
libras; licaado era deposito 2,000
da primeira, 7,000 da segunda,
12,000 da terceirae 4,000 saceos
da quarta.
Louea.......... A ingjeza vendeu-se cora 320
por cento de.premio sobre a fac-
tura, da ordinaria.
Manteiga.......Vendeu-se a ingleza a 900-a
libra, e a franceza a 770 rs. a
dita.
Massas___'.....Venderam-se a 53000 a caixa.
Passas.........dem a 43000 a caixa.
Queijos........Os flamengos venderam-se a
13600 cada um.
Saino..........O inglez veadeu-se a 140 rs. a
libra, e o do Mediterrneo a 129
rs. a dita.
Toucinho.......Vendeu-se o de Lisboa a H* a
arroba.
Vinagra........O de Portugal vendou-se de
90* a 105* a pipa.
Vinhos..........Venderam-se os de Lisboa de
190* a 200S a pipa, e os de ou-
tros paizes de 170*000 ft 180* a
dita.
Velas..........As de composigo venderam-se
de 520 a 360 rs. por pacote de
seisvelas.
Descontos.......O rebate de letras regulou de
9 a 10 por cento ao anno.
Frotes.......... Gibraltar para ordens 30/ e 3 %
por tonelada de assucar.
mimmn- m mito
Navios siliidos no da 22.
Rb de JaneiroBrigue escuna de guerra nacional
Tonelero, commandaute o 1D tente Manoel Car-
nciro da Rocha.
BahaHiate nacional Ohveira, capito Lindolpho
II. Carneiro, carga farinha de trigo e outros g-
neros.
West ludiosBrigue inglez Rosalte, capitn J. Ro-
naid ; em lastro.
Rio de Janeiro pela BahaPatacho sueco Arga,
capito Lanagrener, carga parte da que trouxe
fie Naw-York.
Nao houveram entradas.
Navio entrado no da 23.
BahaG das, escuna nacional Georgiana, de 149
toneladas, capito Antonio Gongalves Torres,
egnipanjeni 10, carga diversos gneros : a Tasso
& Ii raaos.
Navios saludos no metmo da.
Rio de Janeiro e portos intermediosVapor nar
cional Cruzeiro do Su, commaudante J. P. Al-
cuforado.
Maraahan pele Cer-Hle, nacional Amelia, ca-
pito Antonio Rodrigues Pinheiro ; em iastro.
Navio entrado no dia 24.
Para 7 dias e 20 horas, o do ultimo porto 10 horas
vapor Paran de 840 toneladas, jequipagem 56
commanilante o capito de fragata Antonio Joa-
quim de Santa Baibara.
Observafo.
iS'lo houveram sabidas.
Navio entrado no dia 25.
Aracaj e portos intermedios9 dias, vapor brasi-
lero Mamanguape, de 337 toneladas, equipagem
20, coramandante Trajano da Costa Mello.
BBITiJtf.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, oficial da im-
perial ordem da Rosa, e juiz de direito especial
do commercio, desta cidade do Recife de Per-
nambuco, por Sua Maaestade Imperial e Coas*
utuciunal o Sr. u. Pedro II, a quem Dos guar-
de etc.
Fago saber aos que o presente edital viren) e
d'elle noticia tiverem, que no dia 26 de junho do
corrente anno se ha de arrematar por venda a
quem mais der em oraca publica d'este juizo o se-
gcmte:
Um sobrado de dois andares, sito na ra do
Crespo, rom o numero sete, tendo a frente para a
ra do Imperador e oito para a ra do Crespo,
com varanda de ferro em ambos os lados, e um
soto com janellas para a ra do Imperador, e a
ra do Crespo, cora salas e quartos avahado por
Tinte e cinco ratos de ris. _
O qual ra penhorado por execugao de Joao
Frederico Jorge Kladlo contra Miguel Jos Bar-
bosa Guimares.
E nao havendo lancador twe cabra o prego da
avalacao. a arremataco ser feit pelo prego da
adjudicacao na forma da lei.
E para que chegue ao conhecneoto de todos
man lei passar o presente qne ser publicado pela
imprensa, e afflxado nosjugares do coslume. Re-
cife, I. de junho de 1865.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nasoimento,*es-
envo, o subscrevi.
Tristao de Atenea*- Aranpe.
O Dr. Tristao de. Alencar Araripe, offlpiaJ da im-
perial ordem da Rosa, jniz de direrto especial do
commercio desta cidade do Recife de Pernambu-
co e seu termo, por sua magestade imperial e
coostituigo o Sr. D. Pedro II, a quera Dos guar-
(itf etc.
Fago saber pelo presente que no dia 26 do mez
de junho do corrente anno, se ha de arrematar por
venda a quem mais der, em praga publica depois
da audiencia respectiva, o escravo cabr de nome
Manoel de Lemos, de 40 annos pouco mal ou me-
nos, avahado por 800*000, o qual vai a praca por
execugao de Prente Vlanna & C, contra o h.xm.
Vise m'dede Suassuna. -.
E na falta de liciuntes sera' a arremataco feta
pelo oreco da adjudicagao com o abatimento res-
pectivo da lei. .
E para que chegue ao conheciraento de toaos
mandeifaZeropre|fe*iiqae ser' afflxado
nos uagare do costume e publicado elaUpMisa.
Dada e. paasado., nattexidad* do ftuia 4a- Per-
MtolFafti? dftjitabojde 48*4,..
Eu Manoel deCarvalbo Paesde Aadrae, mb-
vo osanmi.
n n m Tri*o4e AlMcar Arara*,
u ur. Tnslao de Alencar Araripe, fflaai daim-
pariaUfdeBxda Rosare juia de diria.as4^cial
do commercio desta cidade do Recife,mi&M.
Imperta^ etc.
Faco saber aos que o presante ediul Wmu;.e
dte. iMbaia.tjvefa, qww dia.J6 de janaoA)
corrente anno, depois da audiencia, se had*af re-
matar por veada, a quam mais dar, o 8eaiat:
1 casa.laurea na travessa,. do Tmbi, n. 18, com
porta e janella na frente, duas salas, dous qaartos,
ceaioaa-ra, quintaJ mus*ao, cacimba mectra-e
eotuihada, vista do estado avahada em 1:00J>O0.
A qual, fora peaaonaaa, por exaeuoo de Joao da
Cpnha Notes,* coataa Mi|Htei late Barboza.Guina
raes. E aja havead. lauaaaW qu cubra, o uraao
da avalacjo, a arrematajo ser feita pelacreco
da adjudicayu, na forma da.Jej.
E para que cheajte ao c*HhacUnento de todos,
maadai passar..o pcaMuua imprna, e afflxadu.notiogaj do coslume.
Recife, 30 de maio de 1865. Eu Manoal Mara
Rodrgaos do Nasal meato, esertuis, o subscrevi.
Trisiau-de Alenoar Arawpa.
O D*. Tristao de Alencar' AraiMfe, ofiScr^
da imperial ordem da Rosa e juiz de di-
reto especi*yu cuniiiufck) desta cidde
do-Racie, pwS. M. imperial que- Deus
guafde etc.
Fac) saber aos que o preste edrtil vi-
rflm^.daHeooSiaitiwrfiH, que no dia 26
de junho do cor#Mte anno, depois. da
audiencia, se ha da arrematar por venda a
queua mais der, os escrwseguities.'
Aquilino^ orM*lo, de klade iG-aimoa, awa-
liado por 1:200#; GbHspo, crioulo, de ida-
de 10 annos, por 1:000,1; Josepha, criottr
la, de idade 18 aonos, por I.DOO^ ; Rita;
de naco de idade 45 annos, por 6001 ;
Leandro, crioulo, de idade 40 annos, que-
brado da verilea, per 40 4 ; Thoflucriou-
lo de seis sanos de idade por 4003-; Basilia,
crioiia, de idadet annospor200$; Ray-
ntundat d8*iia?ao de idde 30 annos, por
200^000.
Os quaeaforami-penhorados pap tm&So
doDr. Jos-Jesquim de Sow.a, contra'Fr cisco. Antonio Pereira da &i*a.
E nao baaendo lancador que cubra o pre-
go da avaliagao, a aureffwtago^er feita peto
preeo da adjudicacao na forme, da lei.
E para que cbee ao cocihecimeoto de to-
dos maadei pasear o presente que ser pu*
blicado pela imprensa e affixado no lugar
do cs6tffle.
Eu Maieel Maria Rodrigues do Pfasci-
me^a, escrivao, o subecrevi.
Recife, 30 de maio de 186.
Trlo-de Alencar Araiipv.
O cidade Ajitouio Augusto da Fonsaea, cavalleiro
da imperial ordem da Rosa e juiz de paz do se-
gundo anno em exerci^io do priraeiro, da fre-
guesa do Samissimo Sacramento do hairro de
Santo Antonio da cidade do Roeife. etc.
Faco saber as que o presente edital virem, que
R^%o (c Loba ne. dirigrara a peti^o do theor se-
guate :
Reg Sl Lobfl|uerem fazer uoiUicar a Jos Ro-
drigues Fernandes, para que, em oonaihago, Ihes
IMf ue a quanlia de 318*6A0 ; sendo importe de
gneros j}ne comprara para sortlr s*u estabelaci-
mento, tanto da firma parueico.&.Fernandas, como
depus em sua propna ; pena de se proceder a re-
veiia na lrma da lu : e porque o supplicado se
acn ausente ora lugar ignorado, raquerem a V. S. |
digne-se admitirlos a ju lUicar. a ausunda, e sendo i
quanlo basta o julgue por sentenca, mandando
pas.-ar caria edital. pur trintadias, alim de ser ci-
tado o supplicado para.a conciliaco.
Pedem a V. S. Illm.Sr. juiz de paz Ihe dtfira.
E. R. M.-O advogado, Crilo de Macedo.
Na qual pcca del o de^iiaclio segrale :
Como requerein.EcagnezJa de Sanio Antonio,
13 de-jttflbo V18S3.Aagaste aa Fonseca.
Em virtude do qual despawho se procedeu a in-
quirigao deteslemunhas, que dispozexam sob o ju-
ramento dos Sanios Evangelhos, a respeilo da au-
sencia, e'incerteza do lugar da residencia do sup-
plicada Jos Rodrigues Fernandas, e preparados
os anis me vieram conelusos, e por mira lidos,
profer a sentenga do theor seguinta :
Visto provw-se pelo depoimento das testerau-
hlia, que o supplicado Jos Rodrigues Fernandas
acha-selausenle em parle incerta, hei por justifica-
da a sua ausencia, e passe-se cartas de edites com
o lermo da lei. Freguezia de Sanio Antonio da ci-
dade do Reoife, aos 17 de juubo de 18IJ5.Antonio
Augusto da Fonseca.
E naca mais se coniinlia era din sentenca por
bem da qual se passou aos justificantes o presen-
te edital cora.o prazo.de 30 dias, pela qual chamo,
cito e hei por citado o referido Jos Rodrigues Fer-
nande?,ipara que dectro de 30 dias comprela por
si ou por seu bastante procurador para proceder-
se aos termos conciliatorios na forma da petigo, e
a qiialqqier outra pessoa para que Ihe faca sabedor
desta mesma caco, alim de que elle nao Oque '
iodefezo.
E para constar mandei passar o presente, que
sera jjflxado no lugar do costume, e publicado pela j
imprensa.
Dado e passado nesta freguezia do Santissimo
Sacramento do bairro de Sauto Antonio da cidade
do Recife de Pernambuco, aos 17 de junho de
1865.E eu Joaquim da Silva Reg, esenvo que
o escrevi.
Antonio Augusto da Fonseca.
E mais se nao continha em dito edital, a cujo
original me reporto e dou f. Recife 17 de junho
de o escrivjo,
Joaquim da Silva Reg.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, por deliberaco da junta da fazenda, manda
fazar puiiieo, que seacha encorporado aos pro-
pri.s provinoiaes a fabrica do Monteiro de retinar
assucar, por execucao que promoveu contra Jos
Guilnernie Guimares, e que essa encorporacao
houve lugar pela quantia de 8:1465219.
E porque o estabeleciment fabril de que se tra-
ta se]a de grande importancia para a provincia, e
convenha mante-lo, urna vez que bem montado
como est e prvido de todos os apparelhos neces-
sarios, seja dirigido por quemtenha conhecimenlos
profissiouaes, e possa dispor de capitaes relativa-
mente ahondantes, manda convidar pelo preseote
edital aos que se acham em taes circumstancias a
oomparecerem na mesma thesouraria, aonde se
Ihes dar a faculdade de visitar o referido estabe-
lecimento, alim de que bem informados possam
apresentar suas proposlas com declarago dos
meios que tem para manejo da dita fabrica. O que
preenchido, e estabelecido por talmeio a igualdade
de meios em diversos proponentes se abrir entre
estes a concurrencia final sobre o prego e mais
condigdes da sua venda, com a declaraco, porm.
de que taes propostas nao 4o definitivas, ficando
ao arbitrio do xm. Sr. presidente da provincia
acceita-las oa nao, se no sea entender nao offere-
cara o* concurrentes meios que garantam e segu-
ren) a continuagfu de urna industria que a todos
os respeitos mui vaniajosa provincia, tendo-se
mai9 em attengo aaniraago della, do que o maior i
ou menor prego que possa ser alcangado, com tan-
to que elle salde a divida da fazenda.
A fabrica do Monteiro s tem deixado de medrar
pelas circumstancias pecuniarias de saus possui-1
dores, e isto que se pretende evitar, adjudiftaB-
do.a comattengoparaeatacircurasuncia, a.qaera
melhor prego offerega.
De um valor maito sabido em sea primitivo as-_
seotamento, cora apparelhos os mais aperfeigoados,
e todos de grande prego, a fabrica acha-se hoje por j
sen valor mnimo, e tal que nao pode deixar de
dar vaniajosos resultados a quem emprehender dia-
riamente, e com ampios meios de execucao o sen
manejo, e a junta s levada do desejo de nao ser
destruida esta radastria, que prefere vender a fa-
brica com as condigoes exposta?, a retalha-la, ape-
zar de ser a venda nesta nltima especie, (a qae re-
correr, se nao forem preenchidas as snas vistas),
mnito mais vantajosa para a fazenda, segundo o
pensar das que conhecera o valor da machina, cal-
deiras e onlros apparelhos de qne ella *e compoe.
A junta recebe igualmente qoaesquer ontras pro-
postas, sem as condigSes cima, ou com diSereo-
tes. Da-se para apreseatagift das propostas o pra-
zo de 15 das.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam
buco JO de aaaJiideitltfci iftaatnatam
A. F. i-AmuiXM&C.
Saala Casa-e isericordia dft
lecfe.
A IlIraMaata aditn^tratira da Santa Casa.de
.Misericordia-do Recife manda fazer pablico que no
tftrJO o ^orreatej qotas 4 bora da tarde, na sala
de saas seesdes, ira pre^a por tempe de- tres an-
uos, a ocmtar*e> Me-julue de 4866 a 30 de jun^o
de 1869; ttsra*a das-casas terreas da rua,d.o
Amorim-io, Wpn-hheo e 5t prticMlar, pertm-
fe*o^p^s4rrfBan1o de orpnos, pela qoaniia de
Mife80*aiBtaes e fazendo o arreaalVne a saa.
(tasta as obras abato declaradas; as gaae,s se obr-
ga a fazer o actual locatario, a 9aber :
I A rrmr-jmtaadminislrativa da Santa Lasa o a. f njraantnite irmr"rti nm lilnh dn ihrm
Misericordia do Recife, manda fazer publico que riiJialida.asaalados^am.aaLigaalaf o talaa4a.ao
'ne-dia.-30 do correo tagalas 4 horas da tarde? na naaa.vjslii, deitar o frwhai.. na-parada do
; saia^e suas essas conUaaaw a pra das das casas a baixo.d aula radas por t>uaBo.4e 1 a zeT outro reaafoa tadisAanaavaia a couarvaiio
' 3 annos. a contar oV) 1? de julhp do comate anno danmM. ^^
I por dame, e adrertese aos respectivos, inqoilioaa., Secretaria da&uua fias4.de Jsericordia do J*e-
que naoremvarem os seas contratos at, o nnj.dP cje 23 de junho de 1863.
presente mez icaro pagando do dia 1 de. julho o esenivo
kmH&mmam
COMPANilAtflEBf^ieUQaVli.
DE
llMIIW I......, -.!, i I
Santa wa da MteJmttia.
do Eeci&.
a ronda porque eslo em praga as predttts casas.
Ruadas Laramteiras.
Casa terrea n. 5 particular e 17 pu-
blica..........-206*000
Roa. do. Raofei.
dem n. 49 particular e 55. publioo. 300*008
Ra do Rosario da Boa-Vista,
dem n. 14 particular e 58 pablico. 168*600
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 41 particular e 2 pu-
blico.......... 150*000
Ra da Moeda.
dem n. 4i pajrlieuiar e 21 publico. 330*000
Rna do Amurim.
dem n. 4 pafticujar e 5fi publico. 4003000
I iem a. 50 pariicalar e 5 publico. 420*000
dem a. 53 partioalar-e 43 nuMico. 4303000
Idem n. 56 particular e 26 publico. 72*000
Rua.do Azeite de Peixe.
coi..........G00*668
Ra*'dtt>OMiaa
Idera.n. 05 pariiculane 5 pabJieo. 14Jt*0dO
dem n. 07 particular e 10 publico, 83*i)00
Ra do Vigario.
Sobrado de 2 andares n. 72 particular
e 27 pablico........500*000
Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares a. 76 particular
e 11 pubhco........900*000
Idemidn n. 77 particular e 13 pu-
blica. ......... 900*000
Ruada Senzala Velha.
Casa terrean. 81 particular e 18 pu-
blico.......... 2005000
dem.n. 82 particular o 16 publioo. 200*000
Ra da Guia,
dem n. 8 particular e 29 publico. l'tSd
Ruado Trapiche.
Sobrado de 3 andares n. 85 particular
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
O coaeiUa^caattHi, da-ars*nai,da guer&a
precisa comprar o seguate :
Para atovHBsalo do alraoxari/ado. '
5,000 mates de soja.
Para o deposito da.Parabjoa de.Nppte,
20S pares de sapatSes.
A pessoas que quizerem vender dites artigos,
apMsemem suas pupostas na sala do constlbo, ao
me dia, de-dia 26 do correle.
ala doconselhode ompras do arsenal de-guer-
ra, 19 de junho .Je 1865.-0 encarregado da es-
criptarago,
_ Manoel Jos de Azevedo Santos.
Conaida-se as pe$6oa4|iMfls*Mreffl.*ascon-
digdet.do.servMia militar, a engtwram-ae d* r.or-pu
de polica, e gozarem- das vaatageas que offerece
a lei provincial n. 611 de 2 do corrate.
(Atik vu UtLo. ]U'0* i m; a J
Pela mesa do consulado provincial se .faz .publico
que os trila dias utejs marcados para a cobraoac.
bocea do cofre dos impostes da decima dos pre-
dios urbanos de 20 0(0 do consumo de agurdente,
e de o OjO sobre os bens de raz perteacentes
corporacoes de mo raorta, se principiam a contar
do dia de junho vindouro, ficando sujekos- a
multa decretada, no-arl. 50 do reamente* vidente,
lodos os qpe pagarem depois de fiados os ditos 30
dias.
Mesa do consulado pronincjal da Peraamhuco 26
de maio de 1865.
Antonio ('arneiro Machado Rios
________________Adnateisador.
Capil.4ittii do [)arb de Pei'HMMWico, 19
de-juubo d 1865.
Em vir'ude do dis|ijsio do avjsa do miaister-ie-da
Navega? emiteUm |Mr
Maoaie escalas.
Suguft* vapora Pankyba na dia,
30 do oemeate as 5bera da tar-
de. Reoebe aaaa ate o da 28,
encommendas, passageiros e di-
lira afrete at as 2 horas da
do du.dfc sateda<: eseriateste na- Fopte do
Mattoo.n. 1.
' coaSwa pernambcgaa-""^
DE
Xwgttw> GOaOftij-d por va^tti-.
Paraby**, N*UI, Mace^ Araeaty,
Cear e Acarac.
O vapor Mamanguape, segjie no
da 28 do crreme as o horas da
tarde. Recebe carga nos das 26
e27, encomroenda, passageiro
e dra.beir,o a frele at o dia da
3boras: escriatorto, np Forte, do Mallos
Os smhnmtmmj wu*k&dme
Diario,, que se acjido deven
dfrma**migto* mandan- s antes do
fim. do, ,Wh, vitawmjo liaven
do difivuidtodUsdevs encontrar
tem 4&90* c/W* [alba, per* uag*rM.
n. 1.
Vod*a de nayk).
\ enda.se o Jkrjgua brasileko. clnraerador de
coosinu^t amenoaoa, fonraa da cobro e cora
todos os seos perln***, do.porte de 8,00J arro-
ba* e acha*sa fuadaado defroaie daaJfeBdega, aon-
de pode sar visto e examinado, e para tratar do
e^ariatorio.daAjttofitra km ra da Craz n. 3.
Fum a Bakia
pretende sahir com muita brevidade a veleira es-
cuna Ehza por ter a maior parte da carga, e para
o resto que Ihes falta tratase com o consignatario
Joaquim Jos Gongalvos Beltro na ra do Vigario
n. 10, primeira andar.
BaMMa o Pttlito
O brigueuoWttguea Laia. I, capaao Alexandro
Jos Correia, vai sahir. at o dia 30 do corrente por
ter. a maior parte do carrgamemo engajado, rece-
be carga-a frea b*rate,e passagetr-os, para.os quaes
tem excelleates commodos : tratare cora. Ensebio
Rapbaal Babello, roa.do Trapiche n. 44, ou cora o
respectivo capito.
e 30 publico. ....... 720*000 j marinba 4o-30 de raaiodo,oonnente,anno, manda o
Ra da Lingoeta.
dem de 2 andares n. 86 particular e
14.publico........600*000
Huida Cadeia.
Sobrado de 2 a adares a. il particular
e 44 publica........LO-fl*0O
Ra da Cruz,
dem idem.n. 87 pariumlar e U pu-
blico.......... 882*000
Ra do Pilar.
Idea-a. 93 parheuter-e MMpMfee: 2eft*#e0
dem d. 94 parlieulae e 9. pablica. 2553000
dem n. 97 particular e 110 f ubco. 20*3000
dem n. 99 particular e 106 publico. 200*000
Idem-n. 108-particular e 104 publico. 2000900
IdefH'flj 101 particular-e 102' publico. 20031)00
dem n. 102 particular e 100 publitro.. 200*000
Ulom n. 101 particular e 9 publteo.. 2003000
dem n. 104 particular e 9 publico.. 200*i)0tt
dem n. 105 particular e 94 publico. 269*000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife^a de ranho~de 18ttfc
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Coasseiro.
Illm. Sr. capito do. porto fazer publico, que esta
i capitana promove o alistamenlo de pragas para
guarnigo dos navios de guerra, sendo pagos^s
j respectlvoi premios naraaao segaiote :
1.* Ao.siiiariaheiiios<|u.se co'otfataaeai. neratn
auno lOilJ, e aos que o ti/.erem por dous 200* ;
i aos gruuuites no pruueirn caso 30*, e uo eguii Jo
60*000.
2. A.s individuos que so ap.*6anlarem. volun-
tariamente, alm do premio que Ibes competir, o
prometlid aos engaadores, entregue na occasio :
isto 201900 por cada marinheiro, e 10*000 por
cada grumete, reeebendo taes quaitfias quando se
verificar que esto inteiramente llvres e desemba-
razados
Os premios seo pagos aos contratados peto
maior praie, matada na occasio do assentamenlo
de praca, e metede no fim do prmeiro< anno ; e
aos outeos-enteesar-se-ha a maertanoia' toial ao
alislarewre.
O seeretefio,
Decio do a internas geraes
Delarecebedoria.de rendas
se faz.pnbJico qua oeste corrate mez. qua-os de
SaflU lStm 4 Wmmmlm, fteefe. veaores.dov iinuoak sogaintea-: renda dos pro
A Illm. junta adrainislratm da Santi Casa de Prws ?,?0lAe^I?OBI?f d,c,<.n1
Misericordia do Recife manda faeep publico, que 'Posto de 20 0/0 e d.to especial,
no dia 30 da corrente pelas 4 horas da taiWna | %S*t* gS^PJ!!*?gy^SSfgg'*?
sala de suas sessoes tem de ser arrematado o for-
de mo-mor a,
relativos ao 2o
neciraenlo dos generas abaixo declaxados, que
houver de-coasumir nao s os eslabelecimentos
de caridade.eomataiabemios-callegtesde orphaos
uo trimestre de julho setembro praxioio futuro,
a sabe:
Eslabelecimentos de caxidade.
Manteiga.franceza, libra.
Caf era grao, idem.
Cha preto-, idem.
Cha hyssoo, idem.
Assucar branco 1* sorte refiaado, arroba.
Dito dito 2" sorle, idem.
Dito dito em torrad, Idem.
Arroz pilado do Maranho, idem.
Dacalho, idem.
Toucinho de Lisboa, idem.
Sabo amar-alto, idem.
Velas de carnauba, idem.
Ditas de spermaeet, maco. -
Farinha-de mandiooa da trra, alqneire.
Fejo mulatinbo, alqueire.
Vinho-tinto de Lisboa,ranada.
Dito brauco de Lisboa, idem.
Vinagre-de Lisboa, idm.
Agurdente branca, idem.
Azeite doce, dem.
Dito de ca rapato, idem.
Fumo, libra.
Ceblas, cento.
Farello.sacco.
Tapioca, libra.
Aletria, idem-
Carne secca, arroba.
Carne verde, libra.
Pao e bolacha, idem.
Collegios de orphaos.
Manteiga franceza, libra.
Assucar refinado 1* sorte idam.
Dte dito 2' sorle, idem.
Caf em grao, idem.
Cha preto idem.
Arroz pilado do Maranho, Jera.
Bacalho, idem.
Batatas, idem.
Aletria, idem.
Ceblas, cento.
Toucinho de Lisboa, libra.
Fariuba de mandioca da trra, alqueire.
Feijo mulatinbo, dem*.
Azeite dece, garrafa.
Vinagre de Lisboa, idem.
Sal,cuia.
Lenha em achas, cento.
Pao e bolacha, libra.
Carne verde, idem.
As propostas devem ser apresentadas em cartas i
fechadas, devendo ser especiaes j para os estabe-
leeimeatoe de carldade e j para os collegios de .
orphaos, sendo tarabem aceitas as proposlas rea-
tivas somente a carne verde ou ao pao e bolacha.
Os pretendentes podem dirigirse esta secreta-
rla as horas de seu expedante, afim de se Ihes j
dar as inforraagoes, que julgarera precisas, e no
acto da arrematago devera comparecer acompa-
abadas de seus fiadores, ou munidos de cartas des-.
tes, que icaro responsaveis pelo inteiro cumpri- |
meato dos respectivos contratos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cfe 21 de junho de 1865.
O escrivo.
F. A. Cavalcanti Coasseiro.
debites sen mulla, depois do que sero pagos com
ella. Rec(le Peonambuao 2 de maio de
1U5.- O ;d mi lustrador,
Manoel Carnairo de Souza Laoerda.
Comi> gena-L
PelaadninislracO'do corroio desta cidade se faz
publico (|U3 em virtude da convengo postal cele-
brada pelos governos brasileiro e francez, sero ex-
pedidas malas para Europa no dia 30 do corrente
mez p"ef6 Vapor francez Guyenne.
As cartas sero receuidas at 3 horas antes
da que for marcada para a sahida do vapor ; e os
jomaos at 4 horas antes.
Administracao do correio de Pernambuco 21 de
junho de 1863.
O administrado-,
__________Domingos dos Passos Miranda.
Oiveio geral.
Helarlo das carias NfMa viadas do norte e sul,
pelos vapores costeiro e brasileiro para os se-
nil hits .'buho declarados-:
Albino Batista Monteiro.
Alfredo N. de Last;o.Lavor.
ArraindioSaraiva.
Dr. Anloaio Dins de Peona Jnior.
Antonio Nobre d'Almalda.
Bernardiaa MatM RabeJIo Lima.
Ildefonso Hono.-b de Berxcdo.
Ignacio Jery da Fonceca.
Julio dos Santos Pereira.
Jaointbe Mwtins d'Oliveira Jnior.
Joo Francisco da SUna.
Jos Jorje de Siqueira Filho,
Salyro KaymuDdo dos Sanios^__________^^^^
"Ittfllffj) HU..
Ilelaco das carias seguras existentes na adimuis-
trar..> do correio dosla cidade para os se-
nbores abaiio declarados :
D. Alexandrina Francisca de Magalhaes.
Alexandrmo Thomaz de Aqumo Coelho.
Agostinio Gomes da Cunha.
Tenenle-c'oronel Antonio Carneiro Machado Rios
Anlonio'Pereira de Carvalho Guimares.
Castriciaio Marques deGouveia.
Dr. Fertando Affou^o de Mejlol
Franci> Ferreira Borges.
Francisco de Mello Brrelo.
MathiasTavares de Almeida.
Manoel 5oares de Albergara.
Strnte lilak,
Viscond? de Suassuna.
Vicente Francisco de Olivoira.
^S^r/^^aW^^^^^^*-^
EMPREZA--COIMBRA
Ter^a-fera 27 de junho de
1865.
I Apedido de mutas pessoas o rabequista por-
toguez FraAftisco.Petejra.da Coste msico da real
cmara de,S. M. F.o Sr. D. Luiz I, far se ouvir
Por ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
fago pablico os artigos 6o do titulo 7o das posturas
municipaes de 30 de junho de 1849, e 12 do regu-
laraento da cmara municipal desta cidade de 26
muito chtstosa5,oraedia em 3 actos, ornada de mu-
sica:
gar ignorancia de suas dlsposigdes.
Art. 6o Fca prohibido dentro da cidade o uso
de roqueiras, bombas e fogo solt (buscap) : os
infractores :sero multados em 10*, solfrero
dous dias de priso. A cmara por editaes desig-1
nar os lagares em que se possa soltar os busca-'
ps, roqueiras e bombas de que trata este artigo.
Art. 12. Nao se poder soltar figo algom, seno
em pateos espagosos, ou quintaes, nunca em logar
de adjuntos: os infractores incorrero na multa
de 10*000.
Secretaria da polica de Pernambuco 22 de ju-
nho de 1865.No impedimento do secretario,
Jos Xavier Faustino Ramos.
Pela admiuistragao do correio desta cidade
se faz publico que hoje (26), as 3 horas da larde
fechar-se-ho as malas qae o vapor Paran tem de
condazir para os portos do sal. As cartas sero
admittidas a seguro ate as 2 horas da tarde, e os
jornaes sero recebiebs at o mel dia.
0 MEDICO A FOflCfl.
Primeira pafie.
t acto da comedia.
Segunda parte.
Souvenirs de Bellini, pelo Sr. Pereira da Costa.
Terceira parle.
2a acto da comedia.
Qnarta parte.
A Muda de Portlcci.
Quinta parte.
3 acto da comedia.
Sata parte.
VariagSes burlescas sobre cangSes portuguezas
petoSr. Pereira da Costa.
Principiar s 8 horas.
Segu com a possvel hrewdade o bem conbe-
cido brigae portuguez Majupiga : lem a maaor
parte da carga pro rapta e para o resto e.passagei-
ros, trataise caja,o consignatario Thomaz d'Aquioo
Fonseca, na ra do Vigario d. 19, Io andar, ou cora
o capuo na praga.
Para o Porto.
Sobe com a possvel. presteza o brigue portuez
guez Uniao : para carga e passageiros trxta^e
com o consignatario Thomaz d'Aquino Fonseca;
ra do Vigario q, 19,. 1 aadar.
Montevideo, em drreitiira.
Para este porto sahira' al o fim do correnle mez
por se anaar com a maior parte do sea cawega-'
meato prempto, a sumara hespanhola cDotoresi :
para algninas caraa miuda, podem dirigirse aos!
seus coBsignaterias.Tasso Irmos, na raa do Amo-
rim n. 35.
ft'tllfrtf.
A08-6:000*09*
SaJjbado Io de julho do cocrwUe anno,
se exliahin a ultiiua parle da 4*e Ia da 53
loterta f4a) a beneficio dollieatro d Santa
Isabel no consistorio da igreja de Nossa
Sej*hiua.o^ Roaari.da. fiiguezia b Saoio
Aalaak).
Os bilbetos, meios e quartos estao a ven-
da na respec iva thesouraria a ra do Cres-
po numeco 15,
Os premios de G.-OtO^DOO at 10*OftO
ser-aopagos urna l>or-a depoi da extraerlo
at as i horas da tarde, e os outros. depois
da dislr.ibuicao das lisias.
As eiiotuianilaa s rao guardadas, so-
naeriteat a noite da vesperada exbraccSo
como de costume.
OlhesAureiro,
AjitonjQ.Jos Rodrigue*.de.Senza.
partida do club cammetxiai no cor-
roole rao: ter lugat' na xulz do dia ~&.
Mannel Carpinteiro da Silva vai a Europa.-
Manoel Cacplnlejco Hijo vai a Europa-
Preclsa.se de prtas para vendweiifdoce,.
pagando-se a sua veadaeui : a trs*tar na taberna
que faz esquiaa-paraa.trvea da ra da Alegra,
sendo frente da veuda para a ra Velba.
Preeisa-se tomar por espago de anno e meo
a quauUa de aOUAUOO pagando-se mensalmente
30O00 pelo jiu"os, e dando-se ao mesmo lempo
o'iOQO por. conla da.quanlia supra : quem quizer
fazer. esta negocio anuincie.
V
OfTerece-se urna ama para
de urna casa : na ra da Roda n.
tratar do interno
30.
Ato da leke.
Quem precisar de urna ama de lei te, dirija-se
ao becco doCalaboyce o. 16, qne achara cara quem
tratar.
L.EILAO
De Irasles de c;.tn % (am\u e ulH-
cilios de padaria
Em linJa uo Varadnro.
BOafl^
Segunda-feira 2G do corrente as 11 horas.
Cardttira Miom*
requerimenlo de D. Itia Mara dos Aojos Paula,
curadora do seu marido o capito Jos Kanes de
Paula, far leilo no da, hora e lugar cima de-
signado de todos os movis, utencilios de padaria
all existentes conforme o mandado do Illm. Sr.
Dr. juiz rauuicipal e de orphaos d:aquelle termo,
o qual se acha em poder do referido agente a exa-
me dos pretendentes.
Leode
1 commoda de Jacaranda.
1 cama franceza de dito.
1 santuario de dito.
1 mobilia de amarello.
1 mesa elstica de dito.
1 lavatorio de dito.
1 guarda roupa de dito.
1 guarda longa de dito.
1 secretaria de dito.
1 cama p*ra menino e 12-eade+ras de fais, cos-
tureiras e outros objecios de gosto.
Co4eiro Skiaes
farao leilio doinJijeetos-cima.ditos em seu arma*
fem a ra da Cruz n 57, as 11 horae do dia terca-
zeira 27 do corrate.
liElaf^tO
0e divitlas da massa fallida de Am-
Hiu, Fraozd, Santos & C.
Cordelro Simes
por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio levar pela primeira vez a leilo os ttulos
da firma, particular do socio gerente daquella so-
ciedade Joo Baplista Fragozo na importancia de
20:8( 75360 rs., serviodo de baze a offerta obtida
no leilo do dia 13 do corrente.
Terga-feira 27 do corrente
as 10 horas, a porta do armazem do Sr. Annes lar-
go da alfaudega.
Leilo de 100 barris com figos.
Cor de Ir-a K lines
per conla e risco de quera pertencer far leilo da
cerca de 100 barris com figos era um ou mais lo-
tes a vootade dos pretendentes isto
Ter^a-feira 27 do corrente
is 11 horas em ponto no armazem do Sr. Annes no
largo da alfandega.
De terreos e casas de eanibo uo
Monteiro.
A saber :
Uma.casa de pedra.e cal com27*almjada,fren-
te e 47 de fundo com 2 salas, 3 quartos, cozinha
fra, terrago, cacimba e juntamente o terreno em
que se acha edificada dita casa, na estrada do Mon-
teiro, com 92 palmos de frente e 320 de fundo,
dando os fundos para a estrada do Arraial.
Urna casa de taipa com a frente para a estrada,
do Arraial. com 5i palmos de frente e 54 de fun-
do, contendo 2 salas, um gabinete, 5 quartos, es-
tribara ao lado, cacimba com bomba, e juntamen-
te o terreno cora 1,030 palmos de frente e 428 de
fundos, o qual peder' ser dividido em sitios.
Um terreno com 350 palmos de frente e 370 de
fundos, em que esta' edificada a casa do Sr. Bar-
reto, em frente a casa e sitio do Sr. Manoel Jos
Carneiro.
Um dito cora 282 palmos de frente em seguimen-
to aode cima, e em que esta' edificada a casa dos
herdeiros de J;cintho de Souza Travasso, e nao
estrada do Monteiro.
Terga-feira 4 de julho de 1863.
O agenje Pinto fara' leilo, precedida a compar
tea te autoiisaoo, das-, terrenos e casa cima men-
cionados, as quaos se tornara recommendadas por
serem em um arrabalde perlo da cidade, e para
onde vai haver estrada de ferro : o leilo sera' ef-
fectuado as 11 horas do dia cima dito, em o es-
criptorio do masmo agenta, a' ra da Crui nume-
o 38.
uisos omasos.
Freguezia de S. Jos.
A professora da terceira cadeira de Instrueco
primaria do sexo feminino da freguezia de S. Jos
participa ao publico qu a sua aula acbar-se-ba
aberta do de julho vindouro em oanle, na roa
de Santa Rita n. 27, primeiro andar.
A
Fugio o escravo Antonio,, crnalo, de idade 2i an-
nos pouco mais ou menos, alto, cor prela, os ps
grossos, tem em um delle signats de cravo por
baixo, levou caiga e camisa asul, sendo a caiga ro-
la em um dos joelhos, chapeo de palha pintado e
jS usado; quem o entregar na ra das Calgadas n.
0, sera' gratificado.
mmmMmMmummm
{H O Dr. Cosme de S Pereira conti- |g
Sna a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o aadar, onde poda ser preciar i
rado para o exercicio de sua profis- S
sao medica, e com especialidade i
sobre 9 segukite
Io raeJestia6.de olhos;
2o de peito :
3o dos orgaos geni- g
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-1
rao examinadas na ordem de suas I
entradas comegando o trabalho pe-
los doentes de olbos..
Dar consultas todes os dias das
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Platicar toda e qualquer. pera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus |
doentes.
GASA DA FOET
Aos 6:000$000.
kftiflftet.es gar.aatldos.
A' RA DOCnESPO N. 23 E CASAS DO COSTUME.
O abaixoassignado vendeu nos seus muilo feli-
zas bilhele garantidos da loten;. que se acabou
de eurabir, a beneficio da Sama Casa da .Miseri-
cordia, os seguintes. premios :
Ura meio n. 238;com a sorle de 10:0005000.
Um meio n. 212 com a sorte de 2;000000.
Ura quarto n. 190 com a sorte de 800^000.
Ura quarto n. 2214 cora a sorte de 4005000.
E ouiras mutas sorles de 100*, 40J, '20* e
lOJjOOO.
Ospossuidores podem virreceber seus respec-
tivos premios sem-.-descontos das leisaaCasa
da Fortuna ra de Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da ultima parte da 4" e
1* da 5a lotera (21*) beneficio do thealro de San
ta Isabel, que se extrahir a 1 de julho.
PRECO.
Hilheles.....7000
Meios......35300
Quartos.....1*900
Para as pessoas que comararetu de 100&00Q
para cima.
Bilhetes.....65300
Meios......3*750
Quartos.....15700
Manoel Martin s Fiuza. _
Joaquim Luiz Ribeiro da Silva e Ignacio Fer-
raira Mallos, fazera sciente ao respeilavel publico
e com especialidade ao corpo do commercio, que
nesta data dissolveram amigavelmente a soeedade
que tinham na padaria da ra do Sebo n. 23, que
gyrava sob a razo social de Silva & Mallo-,, fican-
do o socio Silva na posse do estabelecimento com
todos os seus fundos para gen lo como seu proprio
do hoje em diaote, e a cargo do qual fies a liqoi-
dago do activo e passivoda extincta firma social.
Recife 20 d malo de 1865.
Joo da Silva Ramos, medico pela Uni-
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
' gentes, qne sero soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
"que o procuraren no hospital Pedro II,
aonde encunlxado diariamente das 6
s 8 horas da manna.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda raesmo os ajienadas, para o que
tem commodes apropiados e nella pra-
'tica^palijaer operagaocirurgica.
Para a casa fe sade:
Primeira classe 3*1)00 d4ries
Segunda dita.-. 25'iOO >
Terceira dita.... 2*000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servigos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianga de que sem-
pre tem gozado. '
Vende-se doas carrogas, urna para boi e ou-
tra para cavallo, sendo esta com lastro somante,
propria para carreear barricas de farinha de trigo,
lenha, etc., ambas com uso, por preco maito eon
modo : a tratar ne pateo de S. Pedro n. 4.


Diarlo de Pe
buco ... segunda letra 14 de ^uaho de lSttf
GRANDE ARMAZEM DA EXPOSIQAO DE LMfDRESfr0ro filF
THOMAZ TEIXEIRA ASTOS .' .& *!
THOMAZ TEIXEIRA BASTOS
N. 60Ra da adeia do fiecieN. 60
Todos os artigos abaixo mencionados, (orara comprados recentemente pelo dono do estabele-
cimento as priicipaes fabricas de Pars, Londres, Birmiugham, Mauches^er, e era diversas cidades
da Allemanha, e tendo comprado ludo-as melbores condiooes por ser a dinheiro, por isso vende lodo
e qualquer artigo barato, por menos do seu valpr, e mui pnueipaneaie por querer ioteiramente liqui-
dar e ler de partir muito breve para a Europa.
Ha neste vasto armazem ricos objectos com brillantes, como botoes, anoeis, rosetas tML, e
bem assim, diversas obras de ouro, como tranceln*, correnioefi, ocuios. face-mains, annels, e muilos
ouiroartigos, reiogios de ouro iogleies, do afamado fabricantefiennette ; completo sortimento de la-
teadas Bnas e modernas ; miudezas, perfumes] perfumaras tinas dos principaes fabricantes ingiezes e
francezes, comoLT. PIVER, Labio, L. Legrand, Ed. Ptoaud & Mever, Delettrez Parfumarle da
Para os festejados das de S. Joao e & Pedro
existe, na uiuuo acreditada fabrica de fogos de ar-
tificio da ostrada de Joao da Barros, propridade
da viuva Rufino, um completo sortime(U tolas, craveiros, rodinhas e fo^o besrap:
seja penoso a algumas pessoas irem fafcr
distancia,-os pretendentes podem deixar s
commendas no armazem da bola amareUa no- oitao
da secretaria da polica.
GOMPBi-S.
Compra-M efectivamente ouro e prata em
obras velhas, pagando-se bem : na ra larga do
Rosario n. 4, loja de ourives.
RIVAL .
SE1E 9Eouaro
Ra do Queimado" n, 49, loja de Jos & Azevedo
Maiae Silva.
Pulseiras e voltas muito bonitas a 600 rs.
\MMUtfm
O baetaarel
Francisco Augusto da Costa
ADVSGADO
Ra do Imperador numero 69.
Na praca da independencia n. 33, k>ja de bur
ves, compra-se ouro, prata, podras preciosas e
tambem se (az qualqaer obras de ewemmenda e
mond elegante Violet, Societ Hygiemque, Motjpelas, Mailly, Regnier, P*. Gueland, e inglezas de Eug. otime q ualquer concert.
Rimmel e outros ricas galanteras em marflnt, mar de per ota, etc., fabricadas na China e no Japaoj "
ricas pegas de cristal fino como anda nao appareceram oeste cidade, e bem a.-sim modernos lustres
para velas, ditos para gaz e para parolen, serpentinas, csticaes, eafeites e adornos para cima de con-
solos e para grande toilletle, o que se tem feito de mais elegante em Pars, em Londres, Birminghatn
etc. ; moderaos apparelhos de metal fino inglez para cha e caf, os quaes nada tem de inferior a pra-
e moitas outras pegas do mesmo metal, ricos pentes de tartaruga da ultima moda para trancas de se-
nboras, excedentes Juva-s de pellica do afamado Jouvio, apparelbos de porcelana fioa para cha e caf,
ditos para jaatar, e immensos artigos de porcelana fina dourada. como ricos vasos para flores, figuras,
etc.; calcado dos principaes fabricantes de Pars e ditos de panno o>m sola de borracha, pianos dos
celebres fabricantes Pleyel, Wolff & C, realejo* moodernos de tavioli & C. para se tocar na roa, ditos
com tiguras para saldes e ditos com figuras em movlmeuto; modernos e bonitos instrumentos de physi-
ca (mgica) para theatros ou ssISes, ditos de phantasmagoria ; lanternas mgicas, cosmoramas com
vistas novas, dia e noite; stereocopios de nova invenco e com bello sortimento de vistas das principaes
cidades da Europa ; grande sortimento de brinquedos finos para changas, e bonecas fallando papai,
marai ; grande sortimento de candieiros a gaz, os que se tem feito de mais elegante e que tem mere-
cido toda a aceitacao na Europa, grande e magnifico sortimento de caixinbas, oestinhas e outras galan-
teras taitas de crina e seda .proprios para pre.^enles; grande sortimento de estampas finas coloeidas
com o fundo preto e de outras de todos os santos, ditas com figuras e ditas com novas paysrgens para
cosmoramas, finos e bem graduados vidros para cosmoramas, um bello chafariz de christal, proprio
pramelo de mesa dejantar oapara jardim ; cutelaria fina, come talheres com cabo de metal lino.co-
iheres, thesouras unas, ditas modernas para alfaiates, navalbas finas, caivetes eoutros artigos, diver-
sos artigos feitos de rame; completo sortimento de mascaras de velludo, setim, cera, papelo e ra-
me doces, confeitados e chocla te emcaixnhas eem vidros; camas de ferro de todos ostamanbos, leva-
torios, etc.; ricos quadros para cartoes de visitas e ditos grandes e pequeos para retrates; chapeos
de sol, bengalas, chieotes e ditos para carros; machinas para fazer caf, ditas para bater ovos, proprias
- Silvino Uwlnerme de Barros compra e ven-! ,./,iad*8Be lioha para bordados de superior q0*'
de effectivameote escravos de ambos os sexos : A a j rf* u .__.,
ra do Imperador n. 79, terceiro andar. k Dua.as de facas e garfos de cabo preto muito
__' boa a oft.
uro e prata
n obras velhas : compra-se na praca da Inde-
pendencia n. 22, loja de bflheles.
Gompram-se libras sterlmas a 90400 : na
praca da Independencia, loja n. 22.
Compra-se ouro,
para quem faz po-de-l, bolinhos, etc. ; bellos cortinados arrendados, verdes, encarnados e brancos;
pannos para cobrir mesas,,bolgas grandes e pequeas para viagens, e outros artigos, como cobertores,
malas, etc.; sortimento de violoes finos; figuras finas e jarros de alabastro ; palancanas e outras pegas
de charo para toillette ; machinas para varrer o chao, excellentes machinas para photographia para
tirar retratos, grandes e pequeas; lindos baloes de papel Uno transparente ejaaternas coloridas para
illuminagoes moda de Pars, salva-vida de borracha, para homens e senhoras^ proprios para quem
toma banhos em lugares fondos ; ameix.-s novas em caixinhas, blscoitos ingiezes em latas, graixa in-
gleza 97; cerveja em barricas das principaes marcas de Londres, queijos etc., e muitos outros artigos
que para enumera-los seria um nunca acabar, e todos se vendem barato e muito barato no grande ar-
mazem da Exposico de Londres, na ra da Cadea do Recife n. 60.
Aluga-se a metade da casa n. 92 da ra das
Aguas Verdes: a tratar na mesma.
Alugam-se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceUdos,
com jardim, cocheira, estribara e outras commcr-
didades, na travessa de Joo Fernandes Vjeira :
a tratar na ra da Seuzala Nova n. 42.
A luyase
nm sitio na campia da Casa Forte, com das ca-
sas, urna a em que moruu o fallecido Thonaz de
Aquioo Fonseca Jnior, feita a moderna,*conten-
do todas as accommodages precisas, e outra com
bo . Tua do Vigario n. 49, primeiro andar.
DINHEIRO FRANCEZ.
Vendemse moedas de ouroe notas do Banco, e bem assim urna collecgao desde um cenlesimo
at mil francos: vende-se barato no Recife ra da Cadeia n. tO, noarmazem da Exposico de Londres.
A Inga se urna sala do primeiro andar da ra
do Queimado n. 41 : a tratar na mesma.
Aluga-se na Passagem da Magdalena, ra do
Bemfica, os sobrados ns. 7 e 9, com boocommo-
dos para familia : tratase na ra do Trapiche
numero 4. v
i Anda se prensa de urna ama paracozi-
| nhar e engommar para tres pessoas : na
ra das Cruzes n. 37, sendo pessoa mort-
p" gerada e que se posm entregar urna casa.
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O
"Se
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upes
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Descontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes : na praga da Independencia n. 22
mwmm mwMmmw mmmm
yM Gompanbia fdelidade de seguros ^g
raaritiraos e terrestres j^
estabelecida no Rio de Jaueiro. B
AGENTES E.M PEUNAMBUCO '' %g
% Antonio Lniz de Oliveira Azevedo & C,
g competentemente autorisados peladirec- X
' loria da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, meicado- flf
J rias e predios no seu escriptorio ra da ""
M Crui n. 1. M
mmmmmMmm wmm
Aviso importante.
O abaixo assignado, receben do Sr. Nanoel Car-
los dos Santos, do Rio de Janeiro, cartas e.ordens,
para supprir a seu (IIlio menor Alberto Carlos dos
! Santos, que em jaueiro do anno corren!*, se ausen-
I tou daquella cidade, e que se suppo existir nesta
Ricos e modernos pentes de tartaruga para tranga de scnhora.o que se tem feito de mais ele-! provincia, de ludo quanto carecer, e nesino para
gante ateo presente: vende-se por menos de seu valor para se liquidar, no grande armazem da Ex-1voltar ao seio de sua familia. O Sr. Carlos, ou
posigo de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60 i qualquer de seus amigos, dinjam-se por obsequio
i praga do Paraizo n. 24.
Salustiano A. P. de Soma Prez.
Para completa liquidagao vende se, por muito menos de seu valor, perfumaras muito finas e'tf
novas chegadas recentemente de Pars e de Londres dos mais afamados fabricautes seguinles : Eug. ?
Rimmel, R. Matheus & C, Lubin, Sociedade Hygienica, Piver, Violet, L. Legrand, Deletrez, Pinaud & \ \
Meyer, Regnrer, Mailly, Gillet frere etc., etc., dos quaes ha grande sortimento d'agua de colonia em [
vidros e garrafas, agua de lavande, agua para limpar denles, oleo babosa, extractos em ganafinhas e
vidros de di Aeren tes modelos, pos para limpar denles, banha em potes e em vidros, pomadas, ricas
caixinhas e balainhos com perfumaras para fazer presentes, e muitos outros artigos que se vende por
menos de seu valor, bem como todos os ariieos em geral existentes no grande armazem da Exposico
de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
Para senhoras.
Luvas novas de Jouvin.
VenJem-se excellentes luvas de
Precisa sealugar urna escrava efe aliangada
pellica recenlemente chegadas deParis, tanto para homem co- ZT^S^ZT-te bem nTrufdo^!'
a drrimra!."; &p"a6o.e l,,,uidar: do granrf"armazem da Exposi53de Lon- ^CMfssg .m te "
Ama de leite.
Prccisa-se de urna ama de leite : na ra estrel-
la do Rosario n. 3, 2o andar.
COMPANHIA
DE
Seguros Indeninisadora.
A direegao convida aos senhores accionistas pa-
ra se reuuirem em assembla geral no escriptorio
da companhia, segunda-feira 26 do crreme, as li
horas da manhaa, afim de apreciaren) o relatorio e
contas que Ihe tem de ser apresentadas, e procede-
rtm a eleigao dos funecionarios dacompaohia.
Os directores
Joo da Silva Regadas.
Francisco Joao de Barros.
____________Miguel Jos Alves. <0"
Manoel Pedro de Mello faz verao respeilavel
publico e com especialidade ao corpo commercial,;
que deixou de fazer parte da firma commercial de
Fragoso Lima & C. desde 4 do correnle, ficando a
cargo dos Srs. Joao de Almeida Lima, Elias de
Almeida Lima e Luiz'Antonio Fragoso a liquida-
gao do activo e p.issivo da mesma firma.
O Sr. Joo de Barros Araujo, morador no en-
genho S. Lourengo, em Ipojuca, tenha a bondade
dirigir-se a ra estreita do osario n. 47.
Aluga-se urna negrinha de 13 annos, propria
para servir em casa, andar cora meninos, etc. : na
ra do Nogueira n. 39.
Lava-se e engomma-se com perfeigao
menos prego do jne em outra qualquer parte
ra Imperial confronte a matriz nova n. 4.
Pede-se aos credores do Sr. Antonio Joaquim
de Mello que anda nio tiraram suas comas, que
as apresentem ao seu procurador Mantel Pedro
de Mello, na ra do Livramento n. 38. no prasode
8 dias, afim de se proceder a rateio. ficaodo cerlos
de que nao as -apresentando perderao o direito a
esse rateio. Recife 20 de |onho de 1865._______
Precisase fallar com o Sr. Jos de Souza
Leo a negocio que nao ignori : na ra Nova n.
20, loja do Carneiro Vlaona.
Precisa-se de urna senhora franceza ou In-
gleza que esleja no caso de educar meninas e que
queira sugeitar-se a educar duas n'uma casa de
familia nesta praga : qaeira annunciar ou diri-
gir-se a ra do Imperador sobrado n. 63, segundo
andar, que se tratar do ajuste e promette-se pa-
gar bem correspondente as disciplinas que lec-
cionar.
Precisa-se de um feitor para um sitio perto
da praga : na ra da ruz n. 4.
I OAereee-se urna ama de bom leite: a tratar
no largo da Soledade n. 28.
O abaixo assignado pelo presente faz publi-
co a iodos seus crmores que tendo sido citado por
um delles neste termo de Agua Prela e e' lando
disposto a entregar todos seus bens, convida aos
demais afim de entrarem em rateio, e estando |
marcada a conciliago para .o dia 23 desle, com
Meiadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
Meiadas de lioha azulada superior a 60 rs.
Babario do Porto muito superior a 100, 120 e
160 rs.
Varas de franja de nho branca a 40 rs.
Caixas com 100 envelopes da melhor qualidade a
COOrs.
Caixas com 20 quadernos de papel superior a
600 rs.
500
, prata epedras preciosas,
em obras velhas : na ra' da Cadtia do Recife,
lojajle ourives no arco da Conceigao.
Compram-se na ra do Rangel n. 24 vidros Grozas de pennas de ago muito finas a SOOrs.
?asios e vasinhos de banha e ditos de cheiros, pa- Pecas de iranca lisa preta e de cores a 40 rs.
ga-se bem. Grozas de botoes madreperola para camisas a
fl ,7ihS,Tmm^;f E"2 eSCmaS que sejam mo5as tafias cm 50 novellos de linha do gaz a 700 rs.
arm;em ruTda Crnz'n C"1" = D Varas de rranja de cres a 80 rs'
armazem aa ra na Lrnz n. 26. Novellos com 400 jardas superior qualidade a 70 rs.
Compra se um arreio para um cavallo de Carriteis de linha com 200 jarda dos ns 60 at
cabriole! sendo em bom estado: na ra nova de 200 a 100 rs.
Santa Rita n. 19, ribelra do peixe.
VENDAS.
I
sortes,
Livros para assentos de roupa lavada a 100 rs.
Pares de botoes de punho muito- finos a 120 rs.
Tbesouras para unhas e costura muito finas a
500 rs.________________________________
LOJA DO BE I JA FLOR
Na ra do Queimado n. 63.
Tendo recebido um sortimento de bone-
cas de choro, que chamara papai e mami,
com cabelleira de cachos.
Vende-se esta linda colleccSo de sortes, Tendo recebido um variado sortimento de
reunidas em um pequeo volume, com 25 brinquedos para meninos, sendo espadas,
assumptos, e mais 59 novas charadas, pelo espingardas, pistolas, tambores ; ditos
diminuto preco de ift cada exemplar enea- para meninas: apparelhos de almoco e de
dentado : na praca da Independencia ns. 6 jantar de porcelana e de metal, porta-licor
e 8. e faquinhas a 280 rs. o par ; e nao queren-
do continuar, veode mais barato do que em
outra qualquer parte.
Vende-se tiras bordadas de differentes
largurasa t#, e babados,collarinhos e pu-
nhos para senhora,- bordados e aberios de
renda e lisos, os mais modernos que se
podem encontrar.
Vende-se la para bordar de diversas
vende-se urna negr nha de 10 annos, muito i-. v -w ,-.
esperta e sadia : no pateo da matriz de Santo An- qua''dades e de cores claras a 70 a libra, es-
tonio n. 8._________________. ______ pelhos de columnas de Jacaranda a 20500,
Farinha de mandioca : tem" para vender Au ditos brancosde diversos tamanhos, caixinhas
tonlo Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu es- para estojos de navalhas,
criptorioruadaCruzu. 1. Vende-se pentes de alisar com costas de
Vinho do Porto superior em caixa de duzia, metal a 10, ditos de differen'es qualidades,
tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azeve- ln do & c., no seu escriptorio roa da Cruzn. i. e" ostos seniiora de oiileren-
Vendem-se so^^al^oitfde S. Joo, S. S0|,,,MI1 de etal f*****'
Joaquim e Sant'Anna, em pequeos cart5es, por Vende-se colheres de metal principe para
perguntas e respostas, tanto em baralhos como tirar soupa a 20, ditas para cha a 20300,
aynlsos :^narua do Imporador n-15, defronte de ditas para SOUpa a 40200 a duzia :, nesta
loja te encontrar sempre um grande e va-
riado sortimento de miudezas: ra do Quei-
0 castello de Grasville.
Traduzido do francez por A. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 205OC
ua praca di Independencia, livraria ns.
6 e8.
FARELO
mado n. 63, loja do beija-flor.
Na ra da Cruz n. 23, primeiro andar, vende-se Grande sortimento de roupas feitas de to-
excellente farello de Lisboa, depositado no trapiche I (|as asaualidades
------do Cnnha.-------------------------------------- ; ^ de casemira a fii5 e 7iJ30o( d|las pretas a
- Farinha de mandioca fina e alva, mais bara- 65 e 83, caigas de ganga a 25 1JJ800 e 15600,
ta do que em qualquer parte, arroz da Ierra pila- ditas brancas a 25, brim de nho a 35, 35500 e
do e era conca : para ver e tratar, na ra do Vi- 45, paletots do alpaca branca a 45500, ditos pretos
gario, casa n. 29.___________________________; a 35 e 35500, ditos de alpaca de cordo a 45, e
" de listra de seda a 45300, ditos sobrecasacos a 55,
Sinuel Power Jo luis ton k, Coupanhia
Ruada >enzalaNova n. 4,
AGENCIA DA
FiiDdi^So deiLow lloor.
i Machinas a vapor de 4 e 6 cavallosj
tudo avisa a lodos para" que nao se t-hamem ao en- Moendas e meias moendas para engenho.
ano depois. Una, 19 de junho de 1863. Taixas de ferro coado e batidopara enge-
Joao Jos dos Santos Carnauba.
nho,
por
: na
Precisa-se alugar urna ama que saiba cozinhar
e engommar. e que seja escrava : na ra da IniDe- a ,n;^ j n___ i >
raihzn. 17. F Arreos d carro para nm e dous cavallos.
Reiogios deot.ro patente inglez.
Arados americanos.
Mai-hinaspara descarogar algodo.
iMotores para ditos.
Machinas de costura.
&*' AtteneQ
Na bem conhecida casa da aboboda da Penha
n. 37 tem para vender continuadamente naga para
fazer bolos preparadas com muita perfeigio.
Aluga-se a casa da esquina na Estrada Nova
no correr do sitio da viuva Vlllasecca a fallar
no mesmo.
Aluga-se
1 um moleque de 18 annos de idade para todo o ser
(vigo : quem precisar dirija-se a ra do Imperador,
.segundo anlar do sobrado n. 16, prximo a traves-
eado Ouvidor.
Precisa-se de dous moleques para carregar
joias em taboleiros : na ruado Queimado o. 29.
lloras Marianas
e manuaes da missa da confissao, completo sorti-
mento destes livros, sendo de tartaruga com guar-
nilo de prata, dito de marflm, madreperola, vel-
ludo e marroquim, e por pfegos mais cjinmodos
que em outra qualquer parle : na ra do Crespo
n. 4, onde ha tambem um completo sortimento do
a I buns para reir tos.
Coneitaria dos ananazes.
Hua da Cruz n. 16.
Acaba de chegar a este novo estabelecimento um
lindo sortimento de iicas caixinhas para'amen- ra da Imperairiz n. 56. Mepdes Guimares.
doas, proprias para presente; ha amendoas boas e
boas paslilhas etc., para enchimentos das mesmas,
tambem se vendem papis de estalo para sortes,
prepara-se pao de 16 enfeilado, gatvea de diversas
qualidades, simples e enfeitados, tambem haver
nos dias 22, 23 e 24 bolos de S. Joao simples e en-
feitados, oestes dias como sempre haver empadas,
pastis de varias qualidades, doces para cha, figu-
ras para bandeijas, ramos artificies para ditas.'. u Propnetario do grande arm.'.zem
Recebe-se encommendas de tudo quanto concer- larK. do Livramento n. 38, nao tendo podido con
paletots de casemira a 55, 55500, 65, V> e \>&,
ditos sobrecasacos pretos a 125, 15 e 165, ditos fi
nos a 255, de cores a 135, ditos fraques a 145,
paletots de ganga a 35, 25500 e 25, ditos de brim
pardo a 35, jaqueloes de brim pardo a 35, panno
preto fino a 25. 25600, 35500 5, 45300 5 e 65 o
rovado, moreantique preto a 25600 o covado, gros-
denaple prelo a 15500,15800, 25, 25200 e 25500
o covado ; e outras muit&s mais fazendas que se
deixa de annnnciar, e manda-se levar pelos caixei-
ros da loja da arara casa dos pretendentes. O
e tabelecimento est aber'o at as 9 horas da noite,
GRANDE
Perdeu-se na ra do Imperador urna pulseira
de ouro de 14 quilates com urna pequea sida de
estanto em urna das conchas, assim como em ou-
tra concha urna pequea falla : quem adiar e
quizer entregar, leve a ra do liaogel" n. 67, pri
meiro andar.
t O Justo morrendo vai
pedir 'a Dos a recom-
pensa do seu amor. E'
um Glho que tem via-
< jado e volta a seu pal.
J tambem nao existe sobre a superficie
da trra o Exm. e Rvm. Sr. conego Miguel
Antonio Fernira I um dos magistrados do
tribunal metropolitano, que por sua escru-
pulqsidade, rectdao e nteireza nos jura-
mentos, inspira va plena confianga a quem
por sua parte tlvesse toda a justiga, embora
pobre e desvalido em luta tremenda com o
rico e poderoso visto que o tribunal
ecelesiaslico se acha coberto de profundo luto,
sua dr inlensa elpungenle.
O mpu respeito e veneracao para to Ilus-
trado ministro o Exm. defio da S archiepis-
copal Miguel Antonio Ferreira, me levam a
que, chcio de grande pezar e afflicgao faga
celebrar urna missa com memento por sua
alma. Convido, pois, aos mens amigos, aos
do veneravel e virtuoso finado e aos dignos
Bahianos, de assisiirem a este acto religioso,
que tera lugar s 7 horas do dia 26 do cor-
renle, segunda-feira, no convento do Carmo,
pelo que Ihes ficarei cordealmenie agradeci-
do. Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce
de Len.
,
ttatar
na
Ama
Precisa-se de nma ama forra para ama de casa
de muito pouca familia : no pateo de S. Pedro
n. 3, sobrado.__________
Cosme Jos dos Santos Callado conti-
nua a sacar sobre a praca do Porto.
Theodozio Cordeiro vindo ha pouco de Lis-
boa no patacho portoguez Marta da Gloria, tem
nma carta no escriptorio de E. R. Rabello, ra do
Trapiche n. 44.
Podara
Aluga-se a da rna dos Pescadores n. 1 : a
lar com Tasso Irmaos, ra da Aurora n. 35.
tra-
Aluga-se um mulato perfeito copelro e bo-
leeiro, afiancando-se seu comportamento: quem
precisar dirija-se a ra da Cadeia do Recite n.
41, loja.
Aluga-se urna e-crava que compra, cozipba e
lava de abo : na ra da Praia n. 34, escriptorio
da Jypograhia da Ordem.
A ina de leite
Quem quizer urna ama de leite dirija-se a roa
do Culabouco velho n. 16, que achara com quem
tratar._________________
Precisa-se de urna ama que saiba comprar
e cosrnhar, para casa de ponea familia: na ra
do Queimado n. 22.
PielenJe-se fazer estabelecer legal-
menle em urna das provincias urna casa de
venda de bilheles das loteras desta, forne-
cendo-se os bilhetes, negocio este bastante
vantajoso : quem pretender tendo os quisi-
to< necessarios para Ul negocio e dando
nanea idouea compareca para tratar com
Antonio Jos Rodrigues de/Souza, nTfja
do Crespn, 15, primeiro andar.
Furtaram do engenho Giqui, na semana
passada, urna mua grande, castanha, cora urna, ci-
catriz oo quarto direito, tendo o ferro da estrada
de ferro, e mais o ferrb do abaixo assignado : <]um
della der noticia em dito engenho ser gratificado.
-- Joaquim Velloso da Silveira. alferes
da companhia de cavallario desta provincia,
tendo de seguir hoje para a campanha do
sul, e nao podendo por seus afazeres de
agcLte da mesma companhia despedir-se
pessoalmenle de todos os sens parentes e
amig s, o faz pelo presente, offerecendo seu
limitado prestimo em qualquer parte aonde
se ochar.
Otilro sim: nao obstante ostir conscio de
oo dave nesta praca se nao a i zades e
attencoes. todava roga encarecidamente a
quem se julgar seu credor, que seapreseftte
quanto antes ao seu cunhado,Sr. Francisco
Joaquim Fe/eira Pinto, guarda livros do
Novo Banco de Pernamboco, para ser m-
mediaamente pago. Beeife 22 de junho de
186o.
Arria Precisa-se de urna ama de leite:
praga da Independencia n. 34.
Santo Amaro das Salinas
Aeh.vse abena a matricula da aula publica de
Santo Amaro das Salinas : os pretcudenUs podem
comparecer em a casa terrea sita na estrana nova
de Olinda, defronte do hospital inglez-
Offerere-se urna pessoa para casa de familia,
sendo para tratar de meninos, lavar e enzommar
para os mesmos : na praga de Pedro II n. 1
0 O Dr. Carolino Francisco de Lima Sin- jfBE
t tos coutina a morir na ra do Impera- js
dor n. 17, segundo andar, tendo alias, leu SR
gabinete de consultas medicas, logoao %jk
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dadoio R
esludo tanto das operagdes como das no- 9
| leslias internas, presta se a qualquer cta- ^
w| mado, quer para dentro quer para fra Bl
p da cidade.
ks*& wMmmm..
Precisa-se saber quem o correspondente do
engenho Quitlnduba, para entregar urna caria na
livraria ns. 6 e 8 da praga da Independencia.
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na
ra do Imperador n. 46, primeiro andar. *
Semana (Ilustrada do Rio de Janeiro
Assigna-se na ra do Crespo n. 4 : tres mezes
65, seis mezes 115, un anno 185.
Libanio Candido Ribeuo 3uem inieressar posta, que no dia 23 do correte,
e 2 hors s 4, proceder a arrematago dos fatos
de sna matanga diaria em casa do socio Bento do3
Santos Ramos, na ra da Gloria, podendo os inte-
ressados apre.-eiiiarem suas propostas em carta
fechada, munidas da competente Manga.
"' *
A pessoa que precisa de 9005000 por espaco
de nm anno, pagando mensalmente 30JO0O de ju-
u is, e passandu letras com boas Ormes, annnncie
a sua morada ou o lugar em quo qtler realisar o
negocio, afim de ser procurado.
O tutor da orphaa fillia do finado laooel
Gouvea de Souza convida a eomparecerem no es-
criptorio do advbgido Angelo Henriques da Silva,
na ra do Queimado a. 24, todos os senhores que
com o e;rao finado Uv^ram traiisacco afim de
liquidaran as *aas twi Jas 0 as 2 horas do
da.
nente a este negocio.
Vende-se o deposito de charutos na ra es-
treita do Rosario n. 6, bastante afreguezado, pro-
prio para qualquer principiante por existirem pou
eos fundos. O deposito cima mencionado offere-
ce nao s vantagem ao negocio que existe, como
tambem para vender bilhetes por ser urna das prin-
cipaes parces para tal genero : a tratar na ra Au-
gusta n, 1.
seguir em tempo a mudanga de sen armazem, por
ter de ser mudada a coberla dessa casa, lem resol-
do vender o grande e magnifico sortimento de mo-
Ihados e seceos uue nelle se acham por todo o pre-
go, sem aitender ao grande prejuizo que ter, vis-
to que d'outra forma nao opoder evitar.
Rival sem segundo
Ra do Queimado n. 49, loja de miudezas de Jos
& Azevedo Maia e Silva esta disposto a vender mui-
to barpto que admira, pois seus freguezes ja esto
scienles qoe nao ha segundo competidor.
Vende-se urna escravinha, pega de 11 annos,
ja sabendo coser, tralar de meninos e mais arro-
magoes de casa, tendo principio de educacao, serve pVcas"de''c7rdo" pTr^vesli^os a"2^rs.'
ja bem para gosto de alguma ramilla qne a quizer Capachos redondos e compridos a 500 rs.
comprar: na ra Augusta n. 114 se dir quem Talheres para meninos a 240 rs.
veDde-_________________________________ Duzias de facas e garfos a 25400.
Na padaria da ra Direita n. 84, ha para Bitas de cabo preto cravado a 35000.
vender cylindros americanos, (para padaria) che- Baralhos francezes muilo finos a 200 e 240 rs.
gados ha poneos dias.
'**
&
tm
*
Manleiga ingleza dora................ 15300
Dita mais baixa a.................... 15000
Na ra da Concordia n. 33.
Grozas do botoes de louga a 160 e 200 rs.
Caixas com soldados de chumbo a 120 e 200 rs.
Bunecos de choro pequeos a ICO rs.
Varas de cordao para espartilho a 20 rs.
Duzias de colheres para cha a 800 rs.
Duzias de colheres para sopa a 15500.
Ditas de metal principe de cha a 25000.
Ditas para sopa a 45000.
Gaz, gaz, gaz.
Vinho do Porto especial.
O mais generoso e genuino vinho do Porto, mar-
eas novas e especiaes em caixinhas de 12 garra-
fas, sendo marca Rainha de Portugal a 185 a cai-
xa e Pedro V a 165,em porgao far-se-ha um aba- 240 rs. a libra : s na ra Direila n. 91,
te razoavel : no armazem de Ferreira & Matheus, do becco do Serigado.
na ra da Cadeia do Recife n. 66.
A 11*800 a lata com 26 a 27 garrafas, e 480 a
garrafa, vinho puro da Figueira, e verde especial a
500 rs. a garrafa, e 35500 a caada, verdadeiro
Porto a 800 rs., superior caf a 75200 a arrohaau
esquile
Chegaramos superiores
cortes de seda.
Snperlores cortes de seda de cor, vindos pelo pjtch
ultimo vapor francez : na loja das columnas a ra .. -
do Crespo n. 13, de Antonio correia de Vascon- r
cellos* C.
Gokc do gaz.
pilcli do gaz.
Alcatrao do gaz.
tonelladas rs. .
10(5000
,800000
400
Salsa parrilha de Ayer
PARA A CURA DA
ESCRFULA
e todas as molestias
provenientes dekla
todas as molestias da
pelle
eherjsipelm, tunares, nlcer,
sarnas,
nascidas, empingens,
REUMATISMO
SYPILIS
em todas as suas formas, assim como todo
o nial que provm do uso excessivo do
MERCURIO
I'lceraco do ligado
erem summa todos os males que tem sua
e igem na
IMPUREZA DO SANGUE
E um alterante poderoso para a
RENOVAgAO DO SANGUE
e para dar nova forca e vigor ao corpo j
enfraquecido pela doenca.
Vende-se na ra Direita ns. 12 e 76 e
Hospicio n. 40.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmacia franceza de
P.MAURER i C.
____________RA NOVA N. 18.
GRANDE L1UTJIDACA0
A : IMI1 lito
Xa loja e armazem de Goimaraes & !p-
nio, ra da Impera triz n. 72.
Os donos deste estabelecimento esli re-
solvidos a liquidar suas fazendas por preco
baratjssimo, s com o ftm de adquirirem fre-
guezia ; e prevnem s pessoas, que nego-
ciam com fazendas, que nesla loja e armazem
encontrato sempre um grande sortimento
por menos 20 por cento do que em outra
qualquer parte, tanto era pecas, como a re-
talho. Vejam :
Chitas a 210 rs. o covado.
Vendem-se chitas preclaras francesas com
assento braoco, escuro, cor de canna e par-
da, pelo harato preco de 240 rs. o covado,
afiancando-se que esta fazenda nao est po-
dre, e nem tem o menor defeito : isto s na
loja e armazem de Guimaries & Irmao,
n. 72.
Caraliraia branca, grande orlimento.
Clicffot a este estabelecimento um gran-
de sortimento de cambraias brancas de to-
das as qualidadts pelos precysreduzidos de
3^000, 3500, 40, 40500, e muito fina a
60, vende-se por este preco por ter grande
porco; cambraia organdy de 240 e 300 rs.
o covado; dita franceza, a mais fina que
tem vindo a este mercado e dos mais ele-
gantes padroes, a 400 rs. o covado, bara-
tissimo; chaly de seda de apurado gosto a
900 n. o covado : isto s se vend^ na loja
e armazem de Guimares & Irmao, n. 72.
Para a fesla de S. Joo !!! bailes e passeios.
hegaram a este eslabelec ment, pelo
ultimo vapor francez, ricos cortes de linissi-
ma cambraia cora lindsimo chuvisquinlio,
que faz um elfeito magnifico, e vende-se
pelo baratissimo preco de 50 o corle, fazen-
da que val 100 em outra qualquer parte ;
cortes de la com barra a 90 e 12 : isto s
na loja e armazem de Guimares & Irmao,
n. 72.
Para acatar por lodo o preco!!!
Bretanha de rolo cora 10 varas a 30 a pe-
jca; madapolao nfest do com 10 varas a
tj a peca; ricos bordados
em fina cambraia a 800 rs.: soutembarque
magnficamente enfeilado a 50 e 00; lan-
zinba a 300 e 400 rs. o covado ; damasco
de 2 larguras a 10280 o covado; chales de
merm estampados a 20 ; cortes de case-
mira a 20500 e 30; bales americanos,
tanto para senhoras, como para meninas a
30, ten i o 30 arcos.
Koupa feita de todas as qualidades e hinanhos,
Que se vende mais barato 25 por cento do
que em outra qualquer parte: isto s para
liquidacao: na loja e armazem de fazendas
de Guimares & Irmao.
cs-RUA DAIMPERATRIZ, N. 72^s
Na ra da imperatriz n. 5, "segundo andar,
vende-se urna escrava boa para todo o ser vico de
urna casa de familia. Na mesma casa comprase
um moleque para copeiro, e paga-se bem sendo
bom.
do Baliza, 30200,3*500
Jolas preciosas c objectos de
ouro.
Mauricio Selbeberg & C, Polacos, ltimamente
chegados a esta provincia, olTerecem ao respeitavel
publico um graude sortimento de joias, brilhantes,
reiogios e muitos objectos de ouro, por preco o
m.-.is razoavel possivel, e mesmo troca e compra
objectos de ouro, prata e diamantes por objectos
novos : ua ra do Queimado n. 29, entrada pelo
largo de Pedro II n. 27, de manha al as 9 horas,
e a tarde das 4 hora--em diante. Os objectos ven-
didos^ pelos annunciaotes sao garantidos por e les,
e estao prompeos para levar objeclos s casas das
peisoas que desejarem comprar, urna vez que nao
possam vir a seu estabelecimento.
AtteiiQao.
Na ra do Trapiche n. 18, segundo andar, veo-
dse :
Folhas de Flandres.
1 Cerveja Bass.
Cbampauha.
Frascos com conservas.
Vende-se urna laberna bem afreguezada para
o mato, e bem como para a trra por ficar ao p
do mar, tambem d comidas e dormidas, e recebe
passageiros, tendo excelleute commodo para fe-
milia : na ra da Lapa n. 13.
Dado?.
A loja da Aurora, na ra larga do Rosario n. 38,
recebcu sortimento de dados tanto de osso como de
marflm, assim como lem livros de sortes para
quem quizer se divertir da de S. Jto, S. Pedro e
Santa Anua.
. Vende-se urna taberna na ra Imperial n-
187 e urna na ra da tisperanca n. 59 : a tratar
em qualquer deslas.
Batatas.
Vendem-so excellentes batatas pelo diminuto
preco de 500 rs. o gigo : no armazem do Sr. Aze-
vedo defronte da e-cadinha da alfandega.
Vende se nm o.^eravo mo$o muito proprio
para engenho, das 10 horas at ao meio dia : a
tralar a ra do Mondego olaria n. 13.
Vende-se um carro de carregar gneros da
alfandega, com uso, e lodos os pertences de outro
igual, tudo por preco muito commodo : a tratar
no pateo de S. Pedro n. 4.
caada
O coke reconhecidamente o carvao mais econo-
; mico, lorna-se por isso recommendavel, bem co-
' mo pelo asseio que se nota as cozinhas aonde
i alie usado. Pitch ealcalrao.alm das a(ipiicag5e^
: diversas a que se prestam, como para callaftar
embarcacoes.alcatroar madeira?,etc.,teem este a
propriedade de preservar docupim, fjrmigas.etc.
E' entregar na fabrica dogaz on mandado por em
qualquer ponto da cidade, segundo a vontade do
comprador.
M
QUADROS
WIESU.tDE
AQCJAUELLA
Urna secna de imssos dias.
Drama
Por Pedro de Calasans
Vendem-se estas obras Impressas em BruxeHas
e Lelpiff : na livraria de Jos Nogueira de Souza,
ra do Crespo.
novena de Nossii Seuhora do
Carmo e de Sant' lona.
Vendase na ra do Imperador n. 15, oftlcina
de encalernacao : o olBcro, salve e versos, nove-
na e salve de Nossa Senhora do Carmo, tres fo-
Ihetos por 500 rs.,ea novena de Sant'Anna bor
320 rs.
Vende-se urna bonita esclava recolhida de
15 annos, com habilidades, propria para mucam
ba : na ra da Praia, primeiro andar n. 47.
Vendem-se palmeiras imperiae?, em estado
de serem trasplantadas: no sitio mirado es
querda, depois do becca do Espinheiro, nos Ar-
didos.
IWDIfJAil DO IIOW-
MAM.
Rna da Briim numero 38.
Neste estabelecimento acham-se venda os se-
guinles objectos, todos da primeira qualidade, e
construidos especialmente para esta casa, peos
mais acreditados fabricantes ingiezes :
Machinas a vapor de 2 l|2 a 8 cavallos, com
moendas, juntas e sem ellas; e tambem proprias
para desearocameuto de algodao, afamadas pela
fortidao, .-implicidade e economa em combustivel,
e por nai precisar de obra qualquer para seu as-
esnlamenlo.
Rodas d*agua de ferro, systema mui proveitoso
da urea d'agua.
Rodas de espora, e angulares, e de esquadrillia
para animaes.
Moendas e meia-moondas.
Taixas de ferro balido e fundido, e da cobre.
Machinas para descarocar algodao, systema
Plan, cem os ltimos melboramentos.
Boceas e c.nyos de patente para fornalhas, dimi-
noindo muito o gasto do combustivel.
Machinas e machinismos para moer mandioca,
movidas a vapor, agua ou cavallo.
Fornos e chapis de ferro batido para coser fa-
rinha.
Alambiques de ferro, e fundos.
Guindastes, fuos e portaiils.
Prensas para copiar cartas.
Rodas para carro de engenho eom eixos e man-
gas de patente.
Formas de ferro batido galvanizado para purgar.
Serras de ac e armagoes de serrara.
Arados de ferro singelos edobrados, grades para
cubrir canna, enxadas a cavallo, e outros instru-
mentos de agriculiura.
^Hh|hh|
V


-WUWfT VTOWarT. W^*n!m*tV*inWWVW**r*>iaUM*l'ie?Jf' IfllJBT CaS*4 lWglW!WgWWWW^TO ,'r .' **1W
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ttiario 4e pernanibuco Seganda telra te de lunfa* de !**.
LIGA
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
aaai saman u>i sis maxa
A0 PUBLICO
Sena o menor constrao-
glnento se entregara o
importe do genero
nio agradar.
que
AO
AEMAZE
ATTEKCW
O presos da seguluce
tabella 6 para todos, po-
dendo assim servir de ba-
se para o ajuste de contas
con os portadores.
A LEGITIMA
RESPEITAVEIj PIBUCO.
A apreciarlo dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabelecido roa'Nova. n. 60 om magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua max ra > parte mandados vir directamente do estrangnro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de qoerer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-*se porm offiancar, com toda a seguranca de qoe
nenhum outro o exceder no restricto cutnprimento das seguintes proraessas:
1/ Delicadeza no trato.
2/: Fidelidade no peso.
3.: Sinceridade nos presos. .
As pessoas que por sua posiclo social gozara de certo tratamento, acharao nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cha sempre oe
primeira qualidade. etc., etc. .M__ ,
Qualquer que seja a condicao do freguez, elle deve contar que ser sempre mul-
to bem servido. m nnrn. Aa
Aquellos que sao pouco favorecidos da sorle faro mensalmente urna economa ae
muitas patacas, afregueaando-se nesta casa, onde se lhes vender e arroz, o cate, a man-
teiga oassucar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dem ou n5o querem vender. ,- nQ
Os senhores de frs da cidade, dos arrebaldes ou centro, qne comprara para ne-
gociar, devem vir, i elo seu proprio interesse, a esle estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhores que compram para tornar a vender existe um sortimenio espe-
cial, escolbido por pessoa entendida qoe certamente muito deve agr lar aos sennore*
Nao se tera poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a tOdOS. -.MWVW^
PELOS SEGUINTES PRECOS SO SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA*.
Graixa em latas, muito nova, a 80 rs. cada
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o areo da conceieo)
PARA BEM DE TODOS,
Senhores choras o aceio qoe presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que tudo a promptidSo e totei-
reza com que sero tratados amida a urna visita ao mesmo, certos de que sem duvida me dar3o a protecco e preferencia na com-
pra dos seeros que precisaren e quando nao possam vir podero mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco praticos,
VserSo t3obem servidos como seviessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendacSo, afim de que nao vao em
Ira parle.
Mrateiga ingleza especialmente escolhida a
A
ALPISTA a 120 rs. a libra.
dem e painco de oito libras para cima a
100 rs.
Arrox de 90 rs. a libra a *........
Amendoas, casca molle, a 280 rs. a libra.
Avellas a 210 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas de todo< os l-
mannos.
dem dem era potes de todos os tamanhos.
dem idem era bocetas de todos os tama-
nhos.
dem idem em frascos de lodos os tama-
nhos.
urna.
Ei
KIRSCH de Wasser a 20 a garrafa.
L
LATAS com graixa a 80 rs cada urna.
Letria a 400 rs. a libra

MANTEIGA ingleza e franceza de primeira
qualidade a 10, 10120'e 10280, em bar-
ril se faz grande abatimento; a que ven-
demos por 10280 a lib-a, vende-se em
outra qualquer casa por 10400 e10500.
Marmelada dos mais acreditados fabricantes.
Azeite doce de primeira qualidade a 560 rs. Macarbo e talharim a 320 rs. a libra.
Massa de tomate a (5G0 rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
Molho inglez de todas as qualidades.
j Marrasquino verdadeiro de Kara a
caixas cora 9 libras a
sendo mais de 8 li-
a garrafa.
Amos a 200 rs. o molho.
Absyntho a 20000 a garrafa.
>
BOLACHINHAS do Beato Antonio em latas' Massas "finas para sopa branca e
grandes e pequeas. 60 rs. a libra, e
dem do Principe Alberto a 20000 a lata, e 30500.
de cinco para cima a 10800. Milho painco e alpist
dem de soJa em latas grandes a 20000 e; bras a 100 rs.
de cinco para cima a 10800.
Biscoitos inglezes de todas as qualidades a NOZES a 120 rs. a libia.
10200,10250 e 10300. | Nabos em latas a 800 r
Bolo francez em cakinhas a 300 rs. cad O
uma. Ostras inglezas e americanas.
Batatas inglezas. **
Banha de porco refinada. PEIXE em posta, latasgiandes, a ir 00, de
V
francez a 700 e 800 rs. a Ii-
l.oo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril qo meios.
Cha hysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra,
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
Idera hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a 1,6oo rs.
dem preto o que se pode desejaroeste ge-
nero a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. libra e em
barril se faz abatimento.
Cbouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo rs. a libra.
Idera pratoa 8oo rs. a libra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem viudo
ao mercado a C4o rs. a libra.
Ervilhas e fa*vas portuguezasj preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijo verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo
rs. a duzia.
dem idem para vinho a 2lo rs., e 2,4oo rs.
a duzia.
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo,
l.oooe l,2oors. a libra.
Espermacete superior a 6oo e 64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-!
Aletria, macarro e talharim a 4oo rs. a li- Sal refinado em frascos devidro com tampa
bra e 0,ooo a caixa. do mesmo, a 5oo rs.
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi-! Cerveja branca das marcas mais acreditadas
CHOCOLATE francez a 700 e 800 rs.
bra, e em porcao a 600 e 700 rs.
Jdem suisso a 10 a libra,
dem de musgo a 10500 a libra.
Chouricas muito novas a 800 rs. a libra.
todas as qualidades, como sejam savel,
g6ras, corvina, parg<\ salmo, pescado e
p iscadlnha, linguado, sardinha. etc., etc.,
Peras em latas, exceliente preparaco.
Paltos para demes a 120rs. o mago muito
g -ande.
irha branca ouamarella a 64o rs.a libra e
' 3,5oo a caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fino proprio Tjara
engarrafar, em ancoretas
35,ooo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. agarrafa, e em caada
4a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinho branco de Lisboa de exceliente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz I, Madei-
raSecca, Malvazia fina a 16,ooo, IS.ooo,
12,ooo e 1 o,ooo a caixa com 1 duzia e9oo,
l.ooo e l,5oo rs. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qualidade a 16,ooo
a duzia e l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra,
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oors.
Cartees com bolo francez muito proprios pa-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Joo
de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
cradas e das melhores qualidades de pei- bras por 2,5oo rs.
xe a 8oo, l,ooo e l,2oo rs. Ameixas francezas em frasco de vidro com
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita- tampa do mesmo, a 105oo.
que vem ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
a garrafa, e 5,8oo, 6,ooo e 6,5oo a du-
zia.
de 9 caadas a' Cevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Charutos do alfamado fabricante Jos Furta-
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposico Normal de Havana, Imperiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
6,ooo e 7,ooo a caixa ouem meias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Fl6r do Norte, Ma-
nilhasde Havana, intervallos, Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5oo e
3,ooo a caixa.
opnac inglez das melhores marcas, a 8oo e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.'
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,exceliente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8oo o cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.*
Toucinhode Lisboa muito novo a 32o rs/.a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentemenletem vindo ao mercado, a 2,oco
a lata.
Farinha do Maranho moito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada uma.
Ruibos, exceliente peixe portnguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o preco
PREPARADA U3ICAMESTE POR
LAMAN & KEMP,
NOVA YORK. *
Composta de substancia, gozacdc de
propriedades eminentemente depatrs;
approvada pelas juntas e academi?? de me-
dicina ; usada nos principaes hospiWes, ci-
vis militares e da marinha as AnUlb?? e
no continente* americano ; receilada pelos
facultativos os mais tiistinctos do imperio do
Brasil e da America hespanhol
CURA RADICALMENTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
fermidades venreas e mercuriaes. chagas
antigs, morphea e todas as molestias pro-
venientes d'um estado vicioso do sangue.
Emquanto existem varias imitacoe? e
falsificacos^ preciso a raaior cautela para
evitar os'engafsos,
A legitima salsa dcBristol vende-se por.
CA0BS BABBOZA
JOO DA C. BRAVO & C.
Joao da C. Bravo & C.
Vendcm-se noRecifeem casa de C?crt &
Barboza e Jo5o da C. Bravo & C.
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e Ameixas franc zas em caixinhas de diversos Azeitonas de Rivasem ancoretas grandes de
8,000 a caixa e 64o e 7oo res agar-
rafa.
Caf a'240 e 260 re. a libra, e em porcia i Passas. era qnarto a 10400.
se far abatimeiU). jden muito novas a 400 rs. a libra,
idera de primeira qualidade a 70000 a ar-;Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
roba.
Conservas em frasees a 320 rs. cada um.
sao muito novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Charope de grosella, onchata, etc., etc.
Chicaras e pires a 10800 a duzia.
Cerneja da superior iflafca Tenente a 500 rs.
a garrafa, e em duzia se faz grande aba-
timento. rs.
dem Victoria Bas tresX e dedutras marcas.
ilUARiTOS das mais acreditadas marcas, ao-
rao sejam : Normas d'avana, Exposico,
Flor 4o Brasd, Parisienses, uelicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Kegalia, Mississipes,
Pauetellos. Aprazivais. 7aretas, Brasilei-
ros. Americanos, Fluminenses.
Cha de todas as qualidades e de todos os
precos, hysson, nuxim, aljfar, preto, e
preto psnta branca, etc etc., a 20000,
202 0,20560e20800.
Copos lisos de todos os tamaahos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 20500, 30500, 40 e 50.
Calicm de todos os tamanhos.
Cognac superior a 10 e 10500 rs. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o mago
de cinco madahos.
D
DOCES de todas as qualidades: brasileiros,
portuguezes, inglezes, francezes, etc. etc
ERVILHAS seccas a 120 rs. a libra.
ehvadoce a 400 rs. a libra.
QUEIJOS lamengos.
Idenprato a 800rs.a libra.
Idei i suissos a 800 rs. a libra.
Iden londrinos a 800 rs. a libra.
Qlartinhas ou orinques a 60, 80 e 100 o
pir.
II
BAI'E' Meuron a 10 a libra.
Ideu Princeza do Rio a 10200 a libra.
Iden francez a 20500 a libra.
m
SAI O massa a 160 rs. a libra, em caixa se
fz abatimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salvme de Len a 28.
Sahdinhas de Nantes de todos os fabricantes,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Ste muas a 600 rs. o maco.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinva azul e preta para escrever. .
V
VINHOS!!!
Principe Alberto, de 1831, a 50000 a gar-
rafa; d vida aos vellms.
Velho secco a 20 a garrafa.
Lagrimas do Douro a 10500 a garrafa.
Duxjue do Porlo verdadeiro a 20 a garrafa
DuLue a 10 e 10500-
Chhmissoa 10, 10203 e 10500 a garrofa.
Genebra de Ilollanda a 48o rs. a botija de
conta certa.
Frasqneirasde genebra de Ilollanda a 6,8oo
e Oio rs. o frasco.
Genebra" de laranja verdadeira em frascos
arandes a l.ooo ell.ooors. a frasqueira.; Conservas inglezas a 75o rs. o
Caf do Rio <}e Ia qualidade a 28o rs. a li- 8,5oo a duzia.
bra 8,5oo rs. a arroba. Vassouras de escova para esfregar casa a
Caf do Cear muito superior a 24o rs. ali- 4oo rs.
bra e 7,5oo rs. a arroba. | Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arroz do Maranho de Ia qualidade a loo Molho inglez em garrafa devidro comrolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba. do mesmo, a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
arroba. a 8oo rs. o frasco,
dem de Java a 8o rs. a libra e 2,4oo a ar- Mostarda franceza em potes j preparada a
raanhos com bonitas Man pas na ca- 8 garrafas par 6oo e 8oers. a garrafa.
- xa exterior, a l,4oo, l.fioo, l,8ooe 2,ooo Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
cid a uma. l,5oo cada uma ancoreta.
Azeite doce refinado hespanhol ouportuguez. Champagne da melhor qualidade que vem
a 9oo rs. a garrafa e lo:ooo a caixa. ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
Batatas muito novas a 8o rs. a libra e2,5oo 24,ooo e 26,ooo o gigo.
o gigo cora 36 libra-. Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
frasco ei a libra.
Figosem sextinhas a 8o rs, cada uma e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes c pene-
nos, por diversos precos
*Mi
IR -1
Os elemento rp;e corapoom o^ rcepui-i
erro, o iode e a quina, a collocSo no pi < rr'
grao das prepara^des fcrruginosas. Basta ... '-'
t'eus resultados obiulo- pelos Mfdicos dos
taes, e os relator ios dos prcticos maiseniicv i
que cor.firmrao ua poderosa emnK' : l
seguintes affcccJ.c: :
>
eci-fr l"'*'
roba.
Painco e alpista a 14o rs. a libra e4,oooa
arroba.
4oo rs. o frasco.
Lentilhas francezas. exceliente legume para
sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomatesde superior qualidade a 64o i Marrasquino de Zara propriamente dito a
rs. a lata de uma
lho.
libra e56o rs. a reta-
10 a garrafae 1 l,ooo a duzia.
Palitos de dente a 14o rs. o maco.
Amendoas confeilndas a 6io rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e al, 4oo e2,ooors. a caada.
Azeite doce de Lisboa a i,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a ooo rs. a
garrafa.
Mlnsna no augur.
Aiiciulu.
Chlorosc ou Ictorlc*.
Mrnutruo.
Affaccex *o utpro.
Siipprexxocx dt* rc-
;rB e deworiSe ti
ntcncli-iuiriiiv.
ACCCUO iiiil:u: nr r
phlhUlo.
MotcnllBM d'OKtrinii
G antv.it ',.m.
p*r* 'mffrtttr. -te
buUctitu de thcFttvtttica inedia
Cann'.lrT.;:i d:
MolretlM
M.
i Paprlra,
!.-.:;iic;/. > a : H
iluta*.
i liimi'ji .'- rlon.
! Bpatore* branca
1 RacUtlNiHO.
Allfcice emir -. h
e jrptltttltCR*.
Pebre* yphodcx.
I Vurlalra, etc., <-:
.-- --..
D. Luiz a 10 a garrafa.
FARINHA SSSde 8 libras para cima a 120 Mscatel verdadeiro de Setubal a 20 a gar-
libra.
rafa.
um de araruta a 320, 400, 500 e 800 n.' Calrcavelos a 10.
F,l de comadre a 160 rs. a libra. Ce lares a 900 rs. a garrafa ; o uraco v.-
FuW SeXem latas a 600 rs. nlio que se pode beber por naotercom-
Fi ,1 irann m latas a 20. I Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa.
S,lT s ra" cmrleposito de 500 a dem S. Ju.ien a 600 800 e 10 agairafa.
F 800 saceos, de todas as qualidades. de to- Absyntho a,20 a garrafa.
Los tachos e de todos os'oreco, ^^/J^.,, |8,.
?r,A,4a05r, itm alva- |K ttn*i!SX* por este
GbTo^bL a l^TSa.e empopo preco por haver sempre em deposito 50
' se faz grande abatimento, ^ ^ ^ J^j^ 1852> a ,20o garrafa.
Velho do Porto, em
a 350000 ; vinho que, estando engarra-
fado, ode-se a 10280 e 10500 a garrafa.
O""*; Uranja vonWetra <*0M o De j, djjMfc ^^ ^^
frasco.
Agua florida e tnico orien -
tarde Kemp.
Gotinua-se a vender em poreo e a retalho :
na ra do Queimado, toja d'aguia branca n. 8.
Chromaeomo
A agnia branca, na ra do Queimado n. 8, acaba
de reveber um novo sortimento de caixinhas com
chromaeomo para Ungir cabellos, e bem assim
frascos com hydrocalletrichina, agua para desen-
grasar os ditos, colortcomo para lustraj os ditos,
e onychroraaotina para limpar as unhas. Essa
tintura, cujo clleito rpido e efflcaz, est bem co-
nhecida e apreciada para todos quantos delta tem
usado, eos juo de novo a qtmerem apreciar, po-
dem, assim como aimelles, dingir-se munidos de
dinheiro ra do Queimado, toja d'aguia branca
numero 8.
Papel e folhas para rosas
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca, na
ra do Queimado n. 8, um bello sortimento d& pa-
pel de cures para rosas, dito verde para folhas, e
dito tambem verde e mui fino para cobrir o ra-
me, assim como folhas de panno e avelludadas
para ditas.
Aspas Vendem-se na rna do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Superiores penas d'ago ingle-
zas f. francezas
A aguia branca alera do grande sortimento de
penas d'aco que constantemente tem, acaba de
rrceber mais outro de snperior qualidade e dos
afamados fabricantes Perres A- C, assim como as
verdadeira* blco de langa n. 134 coutras de pon-
a dourtda, continuando porm a vende-las por
precos commodos, com tanto que ocompradorcom-
pareea munido de dinheiro: na ra do Queimado
loja da aguia branca" n. 8, onde tambera achar-se-
ha a venda pastas para papis.
A aguia branca na ra do
Queimado n 8, receben:
Bonitos e graudos aljofares de cores para voltas.
Pulseiras de ditos de iguaes e agradareis cores.
. Voltas pretas matores e menores todas de cont; s
gTossas.
Pulcelras pretas tambem de contas.
Oulras de differentes qualidades e joslos.
Itrinros de aljofares de cores e dourados.
Fivelas d'aco grandes e pequeas cora cinto pre-
to e de madreperola.
Outr'as grandes de differentes qualidades e re-
dondas com pedra?.
Bonitos leques de Jmadteperola redondos e de
outra forma.
Ditos de sndalo Interigos e corredizos.
Capellas brancas para meninas.
-y c.
0>-im*m4m
>*><
^^>
ATTENQAO MEUS SENHORES
PARA
Vejete
e cirurgica de 30 de notvmbje !'' ', 1 '
dos hospiaes dt 23 dejulho I SCO, etc., e'.c.
Alcm das pului de iduvelo duyto de (en
minina de Rdilha, os Mdicos acn, limo
igualmente c Xarope cl'icc;'.'.yc doplc de
ferro e de quinina do mesmo author jta:. as
pessoas (uc nao gostio de medtcami otos fdi-
ma pular c os meui&os. Bstc xardpe n4o tem
cemoo xarope l'idure de [eren, ojflonvenie&it
de allerar-se e (!e se nao pOili'i conservar.
Peca-se o folhcto que se d de graca em- dos pharmacelilicos depositarios.
Para-se evitaren! t'alsificavoes, exija o com-
prador em cada frasco de F'iiulas ou Xarope a aa-
signatura do inventor.
Depsito gcral cm P?ris, pharmaciaRebi. .^.
142, ruc du Bac, e em toHas as boas pharr :ia
de Franca a i!os pui^.es estrangeiros, etc.
IY>
u
ufa .'
-
. W:: f:
-
se vende
Fazeodas baratissimas a loja da rna do Crespo n. 17 de Jos Gomes
Villar.
A nova crise commercial permitte que o po^o em geral nao possa comprar fazendas
caras. O proprietario deste estabelecimento, amigo que 6 do povo em geral. Mtendendo a
essas circumslancias est vendendo fazendas por precos que na realidade admira.
Correr, bom povo, a este estabelecimento, e comprai fazendas, porque all B
por menos do que em outra qualquer parte.
Cassas organdyzes a 280 rs. o covado.
Chitas francezas escuras matizadas a 260 rs o covado.
Ditas escuras muito tinas a 240 o covado.
Ditas claras dem a 240 o covado.
Ditas escuras Idem a 260 o covado.
Chitas para coberta mujto largas matizadas a 240 o covado.
MadapolSes finos largos a 6o90, 1> e 84-
Chales de fll preto muito bons a^lOfcOOOcada um.
Chales do meriu estampados a 5#o00, 6 e 75.
E outras muitas fazendas, que. tudo se vender por precos que admiram.
vzeite doce refinadoem pequeas latas a 560 rs. a garrafa
da Liga. *
no grande armazem
Saceos de 80,100 e 120 libras a 40,40500 e 50 ; no grande armazem da Liga.

;h ri'.iiuUit :i i*imUlt le ClMvrier
ttipenoit's a ii.!;i a oitras pr<"par**Oi
bUmnih enproga las antes cosn '- ni iar s".
;"c!os mdicos ''( '. ': f <": ;'.<'>. \- ~c-'.
curar as
\:-:. li.-..- clironcm ; tthi .'.'
DjMNmirrlWK :i.-i:: i --.
Os primeiros symi'tcinas '
affeccoes se mwfesto or.s u
loes laboriosas, tmiiMm, '''''' '''(.;. ;-.
d'eslincy i\n\>u.i lie CKila i;.!:.:..; ;.
lomacae.--, e, muit."S \czos, por syusuut w
com vmitos.
Este estado mrbido, s O flc
viiavclmcntc, ifue ^ ;;:
Mi.lfidi.-i (le li.-.-. .'o
A Irlfrru.
Palpllarao ilc rorueo
lloro no rlns.
t
3I-:
i''
0'i>ri"M.':.'^.
i/Orc de fdfata
Irrluici..- :<< bcris'-
Os granulos Chevricr s7i> or sommidades medicis para preven i restas cor-
sas molestias c cura! as quando su tonsr.ics a
lempo.
O preco de cada "rasco 6 de i francos.
Depsito gcral em Pars, pharmaeiaChevrisr,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paizf.
estrangeiros.
FIGADO de BACAL J
WaBS^w
Madapolao mnito fino com pequea toque de ayaria, por preco que admira, : na loja gpij
Ti *** Wlumns'na rut do Cre P eo procosso de Cherrier, pharuiaceulico cm
Paris, roa de Faubonrg Hon(marte 2i.
Este oleo de um cheiro agrdate!, c tte
um sabor assucarado o nico que niio \em
nem o goslo, nem o cheiro do peixe. b-
jecto de numerosos relatorios scientificos c
mdicos, este mdicamente que goza era
Franca de um successo to raro como btm
merecido,' receitado diariamente icios
principaes mdicos dos hospiaes de Pars.
O OLEO DE FIGABO DE BACAI.H0 DESINFLO >.-
do FERnuGiNow emprega-se com osmaiores
successosnas molestias em que se emprena
o oleo quando s?o acompaiibadas de d<
dade e atonta.
Deposito geral em Pernambccf roa da
Cruz vl.I em casa de Caros & ttarbow
Xk^H^^H^mHvB^UCSiHBw^^^bS^B^BH^B^KK


mmm
>d* ssom
GENER09MR ATOS AJMNJEIRO
NOS
GMUES 4RMNS DE JUEBlDOS
BARf E & C.
patet do Catino n. 9 araszcni frogressivo roa djrt&eiaiado n. 7
Unio e Comnaereio roa do Imperadorn, 40,
Principal anuazem de niolhados.
OS PltOPKIETARIOS. ^
Fazem sciente ao respeitavel publico, e cora especialidade aos senhores de'en-
, hvradores e mais pessoas do centro, que para mais facilitar suas compras deli-
beraran! os proprietarios dos tres grandes armazens, reunir todos os seus estabeleci-
mentts em uro s annuncio, pelo qual o preco de um ser de todos, promeite-
ra i i jue nao infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, annunciar os gneros
por ura pre^o, e na occasiao da compra quererem por outro, como socede constante-
mente em outras muitag casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar isto
anda mesmo com prejaizo nosso, qualquer pessoa peder mandar seus fmulos que
serSotam em servidos come viessem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar sea
pedidos em cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo nos urna conta
pola qual se ver os preces tal qual aunuRCiarmos, o que seno arrepender pessoa
alguma que fuer saa despenda em nossos estabelecimentos; pois poupar mate de
gorr.os,
ra do
O uovo pm
- VIIMHOS _.
HBSPKCIASS &
Largo da Santal
ruz n. 84, es-Jj$
uina da ra do^
iiiaue.continua a ter O mesmn snrt menfn rte Mnornc
mesmo sortimento de gneros de primeira qualidade.
rmarem vender' n 3 e melhTs do que a Aurora Brtfttme, ja'
dem com 4 a 5 ditas a 3#200.
dem '^asios de todos os tamarraos a SifWW;
1,5500,800 eG 40 rs.
Queijos d #3G0 a 20500 os mais"frescos.
Vinagre puro de Lisboa a 280 a garrafa e
2#000- a caada. **J3
a por ceirto na sua despeza diaria.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada
ltimamente no vapor Saladira, de 40
a 15200 a libra e em barril terabaii-
menlo.
dem francesa muito nova a 900 a libra, e
800 em barris.
fiaulia de porco refinada a 720 a-libra e 700 dem'mais bateo a 200 rs. a garrafa e'ISWO
em barris. | a caada.
Cb uxira de superior qaalidade a 20600.' Azelte doce de Lisboa muito fino a 9 fs:
I iem perula miudioho a 2,5700 | a garrafa e 4G00 a caada,
I i sai hyssoa especial qualidade de 20400 a Toucinto de Lisboa novo e'imito arto a 320
2#60O a libra. j a libra, e em barril Be 5 arrobas a 90100
dem preto muilo especial a 2000 e 20100' arroba.
a l'1. Cerveja Bass do fabricante Slilers & Bett a
dem do Rio era latas de 40000 e a 800 a! 6^300 a duzia e 640 a garrafa-:
libra. i dem Bass do fabricante T. F. Asbe a 60000
Lats com biscouto de todas as qualidades a duzia e 560 a garrafa.
a 10 00. Ilctem marca H Victoria Alsope e outras
dem da creditada fabrica de Biato Antonio muilas marcas a 50 a duzia e 500 rs. a
(.Lisboa) proprias para dar a doentes a' garrata.
-', e 30 a lata. Sibo primeira qualidade a 220 rs. a libra
li i ; iha ingleza muito nova a 30500 a bar- e 210 em caixa.
rica e a 240 rs. a libra. dem segunda qualidade a 200 rs. a libra e
L itas com holaxinlia de oda e'oval a 20. | 180 rs m caixa.
I'. j-;nto inglez para fiambre cliegado no Sabio inglez superior a 180 rs. a libra e
rao vapor a 80 rs. a libra. 160 rs. em caixa.
os epaios muito novos a 640rs.Caf primeira e segunda sorta a 60509,
. :'; ..... I 70500 e 80 a arroba, e de220 a 480-rs.
- com macarrao t-illianm muito novo a a ||1ra
::>;) n e 320 a libra. i Arroz do' Maranho 30200 a arroba e 100
\ : i branca e amarella a 500 a libra. rs a ||jra
''.. oate portuguez de especial qualidade a
0 a libra. Uem da India a 20600, 208OOe 100 rs. a
' n saino de 8'">0 a 10000 a libra. I libra,
i .! Iie&oanbol verdadeiro a 18O0O a libra Charutos Normas de Havana a 50500 a cai-
vendmnos.a 10400. xa.de Simas (Jos Furtado).
' da casca de goiaba, em caixoes de 6 li- dem Londrinos a 50, dem.
: seguro a 10800, dem Palmeases a 40500,
i em caixoes pequeos a 700 rs. e de dem Delicias a 10500.
para cima a t'40. dem Traviata do Rio a 50500.
eco. em bocetas ricamente enfeitadas, Llem varetas de Manoel l'eixoto da
pera, pesego, ameixa, rainha. Netto a 30500 e
NeSSS 9EE sw b.ase pa
Pelo grande
oro
KfareiBttS,,,',elar,0 Da *?* oa a
LTlmS***** ^^oraa muilonovas,
mis1?"!8 CT/!ix* peefasrtwras,
conteodo
e outras frutas a 30000 cada urna.
dem em calda em latas feixadas hermtica-
ote muo bem enfeitadas, contendo,
. a, pesego, ameixas e outras frutas a
640 c 700 a lata, tnmbem temos latas
'rules a 10200.
Mermelada dos melhores fabricantes, em la-
tas de 20000 a 14200.
dem em latas de 1 1|2 libra a 10.
Id:;.; em lalas de 1 libra a 640 rs.
K Ibas em latas chegadas neste ultimo va-
i ir a 700 e de 5o para cima a 640 rs.
Fejo verde ou carrapato em latas j pre-
parado a 640 rs.
Ameixas em frascoa de vidro a 10500.
1J .i em caixinhas ricamente enfeitadas de
i-200 a 20500.
Go v.is Moxide muito novas a 700 rs. o
co.
Id :;i de ceblas simples a 700 rs.
Molu i inglez a 640 rs. o frasco com rolha
de vidro.
tarda em p a 700 rs. o frasco.
I j preparada a 320 rs. *
Latas com massa de tomate de 1 libra
11 rs.
Id ;.. em latas de 1 1[2 libra a 900 rs.
. is em garrafas vindos do Porto, Madei-
ra Secca, Duque do Porto, Duque Semi-
no, Cascavallas, Mara Pia, D. Luiz, Pe-
dro V, Velho Secco, Lagrimas Doces, La-
grimas do Douro, e outras muitas marcas
i !0 a garrafa eflj a 120 a duzia.
dem Palmella a 10 a garrafa e 110000 a
duzia.
dem era pipa de todas as marcas Porto,
Figoeira e Lisboa a 400 e 500 rs. a gar-
. i .fa e 20800 a 30500 a caada.
Uem em ancoretas e 8 a 9 caadas com su-
perior vinho Lisboa e Figueira a 240 a
aneoreta.
dem branco expecial qualidade proprio para
missa a 56 rs. a garrafa e 40 a caada.
Ide i mais baixo a 400 rs a garrafa e 30500
aada.
dem do Porto especial quilidade a 800 rs.
arrafa e 50500 a caada.
Bordeaux em caixas a 70 e 700 rs. a
garrafa.
Cha apaohaa melnor do mercado vinda'de Cravo muito novo a 500.
n *sa encommftda a30# ogigo. Cominho idema 320.
dem mais baixa de 180 a 2G# e 10500 e Ervadoce idera a 400.
a garrafa- Alfazema flor a 240.
Lien-es portugueses* o fraocoBe a 10600 e; Araendoas a 400 a. libra.
'. ."(JO a gwrefa. I Nozes muito novos a 160 a libra.
Mi 'squino de Zara, verdadefta . ah
! lera mais abata*a 8flfts&. a.gaanfft.
(er, 'lira de laranja ver "adeira a 110 a du-
zia e 10 o frasco.
Idcr.i de Hollanda vejdadejra a 60 a fras-
'I leira e 640 o frasco.
Ideai de Hamburro a 50500 a frasqueira.
dem em botigas de Hollanda a 400 e 440 Palltos de denles, macos grandes a 120 >
rs. o frasco. i 16cadaum.
jfes com genebra de Hollanda com 24' Fumo americano de chapa, de superior
qualidade a 10500 a libra, em porcoter
abat ment.
Silva
l>S00a meia caixa,
dem suspiros do mesmo fabricante a 10SOO
a meia caixa e 50200 a caixa.
dem mece.'ipes a 10700- a meia. caiia. e
30000 a caixa do mesmo fabricante,
dem orientaes do mesmo a 10800 a meia
caixa e 33400 a caixa.
dem jovens de Castanlio & Filho a 20400
a caixa.
dem suspiros do mesmo a 10^0) a meia
caixa, e outras muitas marcas de fabricaa-
' tes.
Passas muito novas a 10500 o quirto e 50.
a caixa de urna-arroba liespanbola e 320'
a libra.
Vermute bebida para abrir a disposico de
comer a 10500 a garrafa e 140000 a
caixa.
Alpista muito novo a 30800 arroba e 140
a libra.
Painco a 15000 arroba e 140 a libra,
Peixe em latas j preparado a I02Q a lata
e em porco 10000.
Sardinhas de Nantes a 403 a lata.
Tijollo para limpar facas a 160 rs.
Esparmacete a 000 a libra e em caixa a
580.
Vellas de carnauba a 143000 arrebate 449
a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas em anco-
retas grandes a 108OO^e a 400 rs. a gar-
rafa. (
Balaios do Porto muito grandes proprios
para guardar roupa suja a 20500, 30000
e 40UOO
Batatas em gigos de 31 libras muito novas a
800, ea40rs. a libra.
Gomma em paneiros a 40000 arroba e 140
a libra.
Farinda do Maranho muito alva, e nova a
240 a libra. \
Svadinba de Franga para sopa a\200 a li-
bra. \
Svada muito nova a 140 a libra e 40000
arroba. \
Caixas com estrelinha, rodinha e pevide a
400 a libra. \
Alhos em canastras muito novos e maunca&
grandes a i 80 e 200 rs cada urna.
Canella muito nova a 10000.
tualdades, a 1^000, ii80e
^e?rral5o,r9eXt:ff"mepe,5COpaMfri-
12 amesa,s a ,5"0> ,580e 35oo-
AbifrMo'r?**1***1"' faDfCante
jtascora massa de tomate,, 500 r.
H7um;-aeeom!iri:-novosa 1**.
AflS'oomJ,0<9ehO*a **o I^Sffi09 ,fltet9 de nN>ite^a-
. Charolan.
nhas com-ameitas- enfetalas proprias
i Par'minia-|||00,-j800'e 3J00.
88()fZH0r muit aeve' a l* de
*^J*JaHriam e aletria amarella, a libra
..Ditodito dita branaa, a libra a 400 r*
caixas com estrelinha, peviis, e olra*-mas-
sas, a caixa 35500.
Was dita em lihras a 6i0 rs.
Sag, a libra a 360 rs.
Seva^nba>ara spa-alibra, a 240 rs.
Ervilhas seccas, a libra-a 160 rs.
itas descascadas, a libra a 200 rs.
Tapioca matto nova, a libra a 280 rs.
bannha de aramia verdadeira, a libra a
fe 500 rs.
,A12L xraranUao, em sacc, a awoba a
25400 e a libra a 80 rs.
,fto da India e Java, a arroba a 3S200 e a li-
bra a 100 rs.
Touciobo de Usb*a a 9#S(W) a arroba e a 40
. rs. a libra.
Dllo de Santos, a arroba 75000 e a libra a
abO rs.
Molboscom 125 cbelas grandes, a 8*80.
pWtf***' fraaceza, caia com S dmias a
7^000.
i Frascos com raoslarda preparadaem vinagre,
Ditos com cowwvas kigleas e fraaeeas, a
Bi 640 e 800 rs.
)itoscom6al refinado fina, a 6iO e a 500 rs.
* Vinfco verde superior.
A caada a 3000 e a garrafas 400 rs.
Gomma.
Saccas de 4 arrobas; a verdadeira de se
ensrommar, a arroba a 3JWOO e a libra
120 rs.
Sabae massa, a libra a 200, 240 e 280 rs.
Friaha.
Saccasgrandes com farinha de Goianna mui-;
to nova, a 55000.
Caf.
Gafdo Bio moHo siwewoF) a arrabaa 85r^
85500 e 95000.
Cha.
Ch,temos nestes gneros o melhor possivel,!
hyson, a libra a 25UOO.
Dito perola a 35 Ditoaxima 25790.
Dito hyson muito fino a 25800.
Dito redondo a 25500.
Dito preto de primeira rrnalidade a 25500.
Dito mal baixo a 25000 e 1-3900.
Erva mate.
EioeJJeole cha medicinal. a libra a 240 rs.
Esparmacele.
O masso com 6 vellas de espermacete a 600,3|
640 e 720 rs. S|
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro- fl
prias para mimos a 45 e 25500.
Nozes.
Noses, a libra 160 rs. e arroba a 45000.
Alpista e painco.
Alpista e painco, a arroba 45000 e a libra a
160 rs. m
Cartas. (
Cartas finas para logar, a duzia a 25flO. (
Castanhas. SHS
Castanhas nova? vindas neste vapor, arro- yj
ba 45000 e a libra a 200 rs.
Altitona.
Barriscom azeitonas novas a 15300
Mantciga.
Manteigasuperior, a libra a 15280.
Dita mais abaixo a 15200.
Dita menos superior a 15*.
Dm franceza nova, a libra a 880
Dita.dita era barris e meios ditos, a
830 rs.
GOMMA NOVA.
Em panetres mtriw afra a 4,ooo rs.- a arroba e 16o rs.
de um paneiro para cima se far abatimento na.roa do Imperador n. 40
t*a e compran-
CASA
DE
C^>
libra a,
itoscoraa verdadeira genebra de laranja, a Dita para tempero a 400 r?.
1-J000.
Ditos de2 garrafas de Hollanda verdadeira.a
610 rs.
Botijas com dita propria para negocio, a
400 rs.
arrafOes com 2 galoes com dita, a 65-
Serveja boa, marca, a 500-rs. a garrafa, e a
duzia a 6.^000.
Vinho muscatel de Setubal, a garrafa a 15.
Marrasqmnho verdadeiro,frascos a 80C rs. e
k' a 15200.
Champagne, a duzia 205000, e a garrafa a
25000.
zeite refinado portuguez e franoez, a garrafa
a 15000.
Caixa de vinho Bordeaux muito superior, a
75,85,95 e 105 a caixa.
Ditas com dito branco, a 75 a caixa.
Ditas.omditola4jrimasdo Douro verdadeiro,
a 205-
Ditas com duque do Porto verdadeiro^a
185000.
Ditas cora chamisso superior, a 145-
(Ditas com Porto, velho e outras muitas mar'
cas, a 125-
Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
e 800 rs.
Dito de Lisboa muito bom, a caada a 33200,
35500 e 45. e a garrafa a 500 e 560 rs.
Dito da Figueira, dsseguintes marcas (N.)
(J. A. A.) (i. L. G.). (O. M.) a caada a
45500, e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
que j est engarrafado e lacrado com o
rotulo-do armazm.
Ditos de marcas mais desconhecidas, a cana-
da a 35300 e 45000, e a garrafa a 480 e
520 rs.
Vinho branco fino, agarrafa a GlOrs.
Dito de caj muito superior, a garra'a a
800 rs.
Qneijos.
Queijos novos vindos neste vapor a 23800 ep&
35000.
Ditos londrinos muito novos, a libra
15000.
Papel.
i Papel al maco pautado, a resma a 43800.
Dito dito lizo de linho, a resma a 45300.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
25500.
Dito de embrulho, bom a 15 e 15200.
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-*
dera a 15300 e 25000.
Temperos.
Folhas de louro, pimenta do reino, cominho'
e cravo, a libra a 400 rs.
Velas de carnauba.
Massos com 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Aoieulaas.
Aragadoas cora casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 15'tOO^
e pequeos a 640 rs.
lijlos de limpar.
Tijolos de arear facas a 110 rs.
Gran.
Duziasde boioes degraxa n. 97 a 25000, e
de latas a 15000, e os boioes a.24 rs. ca-j
da ura, e as latas a 100 rs.
Charutos finos.
Charutos finos dos melhores fabricantes da
Bahiapor diversos presos, caixas e meias:
caixas,,
3
GUILHERME DA SELVA GIMARES.
5
A 240 Ufe.
Cada covado de bonitas e duraveis
mmmmuMAm um comes
OU 2#600
Cada corte com onze covados.
r f MARA PIA
cortes de laa com eslenome a 65000 com 16 covados
e meio, garantidos, vmdo a sahir
por menos
de 340 rs. o covado.
DAMASCOS POMTUGI'EZEfc
pro., ms&stnsigs&'Al Z I
n ctmcnus
Di msa fazenda com forro de tafet.
Resta una diminuta porfo de chales
DE
mxmBBUBBm ftlWUME
a
Bum cores.
cmnuuam* ns Eammm
aaroes mmdmhos pelo econmico preco
de
64ii rs. o covado.
^^%^&S^S^*^. ioalterave, d
lavagem
rlecebeu mais :
Chapeos "-para senhoras.
Chapelinas.
Enfeites.
faz parecer sempre novas.
las core? de stus
Capas.
Soutembarrjues.
Cintos.
Velludos de cores.
Enxovaes para baptisados e casamento?.
A'
Gregorio Paes do Amaral & Companliia.
Ti
'.
E grande qutidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
mimmmm
de trabalbar & mo pare
descaroearaflgodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAH
AGU
dem lizo a 4,5000.
dem de pezo a 33000.
dem de embrulho marca grande a 1#20O e
l#aoo.
dem azul para botica a 2^000.
Copos lapidados a 5!500 e 500 cada um.
cmmi&mA1BS- B mi) UHKi
N. 11Eoa do QueimadoN. 11
A este estabeleciraento chegou ultimaraento da Europa um grande e variado sorli-
manto de cortinados bordados o que ha de mai* goslo emaasenuos e bordados.
Lindos bonets de palha de Italia para senhoras.
Chapeos e chapelinas de palha de Iulia ricamente enfeitados.
Chapeos finos de seda para cabega de homens e chapeos de sol de seda inglezes "de
8,12 e 16 astes.
Bournus e chales de renda pretos superiores.
Pelisses e sootembarques de seda preta para senioras.
Cortes de laa de barras de 145 a 225 de muito goslo.
Baldes de arcos e de masselina finos, manguitos e camisinhas.
Saiag bordadas muito superiores.
Moireantique preto, grosdenaple preto e de cores, panno preto fino de diversas qua-
lidades e casemiras pretas e de coros.
Lavas de pellica para hornera e senhoras.
E muitas ontras fazendas que tudo se vende barato na toja de Augusto Frederlco
dos Santos Porto, aonde tambera se vendem as melhores e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas
R. H-Roa de Qaeimado-N. U
Estas machina.-.
podemdescaroga'
qualquer especie
de- algodao sea
estragar o fie
sendo bastante
duaspessoaspara,
otrabalho; pd*
descarocar umt
arroba de algo-
dao em earoct
em 40 minutos
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodac
limpo.
.garrafas a 8$, com garrafao.
11 n com 14 a 15 garrafas a 6/5.
Saccas grandes com 100 libras de farello superior
TaSso IrmSos .
vendem gesso em p para estuque de casas, tijolos!
finos de feillo diversos para ladrilho, azuleijos de |
diversos gostos, tijolos vidrados para parede de co-'
zinha, canos de barro para esgoto, cemento era '
barris de 10 arrobas.
NOVIMDE
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, qne descarocam 18 arrobas dealeod
limpo, por dia; e motores para mover urna duas
eutns dessas machinas. '
Os mesmos tem para vender um bellissiroo va-
por que pode fazer mover seis deslas machina'
mencionadas; para o que convida-se aos Srs
agricultores a virem ver e eiamina-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n 47.
Saunders Brothers &.
W. H, prafa- do Corpo Santo
BECfFE.
Os nicos agentes neste paii.
Caliiogas floos e brlnqnedoa
para meninos.
Lhegarara para a loja de miudezas da ra do
Queimado n. 69, os mais finos e lindos calungas
tanto para brinquedo de meninos como para cima i
de mesa : na mesmaloja se encontrar bom sor-1 PaPel muito bom 4*. cento : na
timento de miudeza
A 1 1$900 e 1^500.
Leques de osso, ultimo goslo, a 15-
Ceroulas de meia a 15200.
Diitas mnito finas a 15300.
S na ra da Cadeia do Recife n. 5.
E
PARA SANTO ANTONIO
SAO JOAO
Vendem-se sortes muito bem feitas e de
raa das
! Crzes n. 41, taberna da porta larga.
Attengo.
Vendem-se pecas de esteiras para forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em latas de 2o li-
bras, para pintar casa, re'ogios para cima de me-
sa e para pendurar, arreios para 1 e 2 cava] los,
velas de spermacete, tudo de superior qualidade,
vindo dos Estados Unidos : no armazem da ra do
Trapiche n. 8.
Milho 40500
Farello 40000
Na ra larga
quina.
do Resano n. 50, taberna da es
DE
Florida.
pafa restabeJecer e conservar a cor natural dos ca-
bellos.
A aguade Florida nao urna tintura, fado es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias inoffecsiveis, ella tem a pro-
priedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que el les tem perdido.
De urna salabridade incontestavel, a agua de
Florida entretem a limpeza da cabeca, destroe as
caspas e empede os cabellos de cahir.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
contribue poderosamente, com a agua de Flo-
rida aforfa, a belleza e a conservacao dos cabel-
los.
Em Paris casa de Guilaur n. 112 ra de RechJ-
lieu e 21 boulevard Montmartre.
Todos os frascos nao tendo intacto e claro, e Un-
cir prateado da casa. reputado falso.
Deposito ra do Imperador pharmaeia n. 38.
Admira vel pecliincha I
Mocamhiqae a 300 rs. o covado, na toja
do pavo.
Vendem-se os mais bonitos raocambiques de pu-
ra laa proprios para vestidos e soulembarques,
sendo de quadrinhos de Iistras e lisos, fazenda ra-
teramente nova, em padrees e muito proprias pa-
ra as senhoras que frequentam o mez Mariano, f
porqne esta fazenda Ihes facilita fazerem por pon-
co dinheiro vestidos muilo decentes para qualquer
acto, advertindo-se que este baratissimo preco
devido a grande compra que se fez desta nova fa-
zenda, que se vende a fme tustoee o covado : na
loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
InstrucQoes para o servido
das guardas do exercito, extrahidas do re-
gulamento de infantaria e accommodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas pessoas que se alistam nos corpos
de voluntarios; vende-se na livraria n. 6 e
8 da praca da Indrpendencia, a 10.
Era casa de Tisset Freres ra do Trapiche n.
9, tera para, vendar :
Vinho Bordeaux em barricas e em caixas.
Dito de Santerne fino.
Ditod* Champagne muito superior.
Cerveja franceza marca Bobee.






4ft#ft> *fc T_U,irco seeiitfilffielr M tte Vanko (le T8VS.
.. \

o
rf
DE
AZEVEDO Fb6RS
^4*&*dw-4at*4f*iff, esqnin taladre rVDens.
Kxeeteatisaimas senhoraso Ba4o partecipa a Vv." Exc. que redu-io os precos de
todas-as las ftzendas, e pede a Vv. Eses, que nao o esqucam, pois o'Balo empenha
todos os seus eefercos para bem as emir e alm de tudo'&o iahas-seDboras, um
objecto indispe*savel as sehoras amantes do progresso.
Agera nmobassenboras peco que lencenj suas vistas em toda a minha circumsfe-
peaeia e-ver3o>queiitt>oiram nauitos objectos que necessitam e por precos que convi-
dara, a comprar, eflio sejam:
dem com menos araos a 2&5G0 e 3&.
dem para meninas de 2 annos at 12 anuos.
Cambraia fjaissima que era de 9$ a 7$.
dem das de 6(5. por 5#.
Os mais lindos padrees de cambraias de cores, verdadeiras francezas.
Tarlatana branca muito fina e larga.
Chitas escuras a 240 e 280 rs., que eram de 360, tambem ha superiores.
dem perclaras superiores a 440 rs,
Laa preta para luto e de todas as mais cores.
Chita encarnada adamascada muito superior a 5<0 '*. o covado,
berta para cama francdla.
Vestidos a Maria Pia os mais ricos que ha deAH, 18 e 29$.
m
Grande h^tfWa^m-fHiJieiro.
Na loja earmazem do faiao.
MUuLHUx*
Os dones deste estabelecimeato teca cesalvil&Ji-
quidar suas fazendas por presos baratsimos, so
com o fim de parar dinheiro, e prevtnem as pes-
olis que negociatot das, que .aesta Jeja e aevatam iT"wtnrin um
graode sortimealo por precos que anau de agradar, tanto era peca como a retalho, a sa-
ber :
Cbiteft'htgu a '8W- rs.
Vendem sa>aha&iriaeeaas, lisrahsaito .tor-
gas, padroes escuros, pelo barato pteco de 00 rs.
o cavado,! teudo,4nuito bom panno ; ditas auras
padroes novos* pot^erein todas ecosseaas..eer
lisa a 240 rs. o covado ; ditas miudinhas escatas
e claras a.240 ri^ffiaucaadose ,oue asta- faaenda
nao tem o mais pequeo toque, de mofo.aem oulro
qualqner deleito. Istos o Pavao, aa'rua da Im-
peratriz n. 60 de Gama & SU va.
Estatuaos,. na Wja do* Patio.
Vende-seum bonito sorlinecto de esparlilhos
propnos para seaaoras, seado dos mais. otodecnes
e bem feilos que lera vindo aamarcado, leodo de
lodosos Umaahos eded^ersos-pfecostraxeodo to-
das as compeiales lilas |ara apenar. Istosna
loja do Pavao, ra da tapecalnz d, GO de Gama
& Silva. '
6aaiiEas4ras.
Vende-se um bonilosortimento de pegas de cam-
braia brancas lizasf-teoe-tspadas e tiinsparente-.
pelo prego de 4, 45500, e 65, havendo muito
superior da Escossia por -19e-i2. Isto s na lo-
ja do Pavao. na ra da Imperatriz d. 60 de Gama
& Silva.
Gros de quadrinhos a: 14000.
Vendem-se os mais modernos ros de quadri-1 -
nhos, proprios para vestidos de seahoras e meni- *ff mes *tes d 4U arcos.^eem ama*roaa que- auuiird.
as, sendo estes gros dos mais Bio.dei.aos que tem
vindo ao mercado, vendendose pelo ha'ato prego
de 600 rs. o covado. Isto s na loja do Pavao ra
da Imperatriz a. 60 de Gama & Silva.
Uicos.nouzn.ouls de Guiare.
Yeadem-se os mais ricosbouznouts de Guipar-e,
sendo os mais modernos que tem vindo ao merca-
do, pelo, batalissimo prego de.,25'5, cada um, as-
sim como cuales de 3 e 4 ponas da mesma tazen-
da, sendo de varios-precos. Isto s na loja do.Ea-
vo, ruada.Impealriza. 60 de G*uia&.Silva.
Admirem
Admirem
i Rvnn f T nalgas de casemira de muito bonitas cores.
,'xWlDirCIIl IjuIQ. Colletes de casemica prelo e de cores.
As pecbjnchas que estao venda.na loja e ama- ,yem de.brinx branco.
zem do Pavao, oarua daJopuateU n. 60 de fia- p { t d casemira saCC0 a 10 e 12&
ma di Silva, onde se vendem todas as fazaadas, ., v.r,nn
tanlo de luxo. como de primeira ecessidade por 1(ieul ue Drim nranco.
pregos-muito rasoaveis, e com espeejalidade as se-j dem de alpka branca a 5$.
gtunies, daado.-se..am)Sttas deixando Jkar penhor dem prelos a4je 5(3.
ciLmandao-se levaram casa .das.famdias pelosCa, as de brjm branco parti0 e de outras cores.
X^T&i.a,--..' gg*. tS,nh0 com dms cosluras a 2m
r HH1^0 ; dem a 1&600.
Aeabade chegar um bonito s'ortimento dos mais \ Cohetes de casemira a 4^ e 50.
lindos vestidos iranspapenles,-muito proprios para; Camisas com peitos de cor.
passeios e bailes, por serem.de primorosos dse- dem brancas a 1^800 cada uma. **
nhos, sendo todos os padres tecidos e nao pinta-1 w b finas pregas largas a 2^240 e.2o00.
dos, e vendem-se pelo baratsimo preco de .{JaOO,, __ ... .jti
sendo fazoeda que val muito mais dinheiro: isto na Wem de lmho superiores a J0-
loja do Pavao, ra da mperainz n. 60, de Gama & dem de linbo inglezas multo linas de nuffierOS tt, o, e J.
Silva. dem de aeia abertas-fazeoda superior.
'apas prctas esontembarques, ( II1P:O.S DE SOIj
Vendem-se as mais maderoas cipas pretas lisas.Q,apos. fa &]. de- seda de i&asteas a S&. .
e bordadas,osnaisbonuos soutembarquespretose Yl pv" ., Ijoji
mauteletes, tudode^tda preta. e o .queV de mais dem superiores de MtfMttS a 12>.
gosto no mercado, por pregos oxuito am conta : dem de seda trancada asteas de meia cana ai0.
na loja do Pavao, ruada Imnerairiz n.,60r4e.Ga- Que ludo se vende aloja do
ma & Silva.
S o Pavao vende
Chitas largas a 240
i Chitas largas a 240
Chitas largas a 240.
Acaba de chegar para a loja do Pavao um.gran-
de sortimealo de chitas largas garibaldinas, por
s rem todas listradas e padioes escuros e de cores
fixas que se vendem pelo baratissimo prego de 240
o covado, sendo que em outra qualqner parte cus-
a a 36!) o covado, notando que os freftuezes que
comprarem porgao de pegas, tero um pequeo
abatimeuto: isto na loja do Pavae a. ra .da Impe-
ratriz n.60, de Gama & Silva.
Lazinbas a 300 rs.
Laazinuas a 300 rs.
Laazinhas a 300 rs.
Vende-seum benito soriimento-de laztnhaspro-
prias para vestidos e soutenn arques por serem li-
sas e de qasd-rmhos pelo barato prego de 8(0 rs. o
eovado, sendo fszenda que sempre se vendeu a
500 rs. oeowdo, eveode-se adioheiro a-Tsta pe-
Jo baratissimo preeo deBOO rs. o covado : na leja
do Pavao ruada Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Pelerinas a 1^600.
Vendem-se as mais ricas pelerinas ou romeiras
de cambraia bordadas proprias para hombros de
canora-pelo baratissimo prego de 15600: na ra
da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Orgaody a 240 fs. o covado.
na loja do Favo.
Vend>m-se as-mals bonitas cassas organdys, pa-
droes miudos e grandes, pelobtratrssimo |>reeo de
240 rs. o cayado (doze vialens), esta pechincha
acaba-se logo': na loja do Pavao raa da Impera-
triz n. 60, de Cama & Silva.
BRETANHA DE ROLO A 3^000._____
MulapolO enfestado a SfVW.
fja b]a o1*aT.
Vendem-se pegas de bretsoha de toIo etmi *f0
varas a 3, diws de madapolao entestado a -3ftt<>,
3^500 e 45 : na loja do Pavao, ra da .Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Novos corles de vestidos a 125, para as Testas
de S. Joto c S. f edro, na loja do 'Pavo.
Acabara de chegar para este e3Wbetechnento os
mais-rrws rtes-de tetta pramBdina ocw24>va-
das cada um, sendo 'esta fazeoda do meihor^slo
possivel por ser tcanspareates e tecidos com. seda,
e por isso Sao de muita faateia, e vende-se pelo
btralisshiTOfrego de'ttS eda -corte, seBdo'fazea-
daque-val 4S5 : esa pecbiflcha t., veada a*
loja e armazem-do Pavo, ra da.IraperaUiz.n. *0,
de Gama Silva.
Laazinhas a 300 rs.
Pechiacoa do Pavao.
Vendem-se superiores laazinhas mossambiques,
proprias para vestidos e soutembarques, pelo ba-
ratissimo preeo de 300 rs. ocovaito, senaVfmeoda
que sempre-se vandea aiSOO-rs., faeenda=sttimu4-
to.propria.para vestida desahra passeio,_ prin-
cipalmente para tempo de invern por nao se es-
tragar com facilidade : isto s na loja do Pavao,
ra da Imperatriz -n.-60, tle Gama & Silva.
Hadafelo oom'toqoeile-no a6)J40O e 75
.Vendem-se-mrormes-m de ma*lo,;(iar
rantindo-se 20 varas em cada uma, pelo barausw-
mo preco de 6*400 e 75 por terem um pequeo
toque de mofo que nada val, e pegas de algodao a
45 : na loja do Pavio.-nia dalmperatrir n.-60, de
Gama 4 *ila.
Cortde'aiflKfas a 2^o0d e 8
Vendem-se cortes de casemira de uma s cor a
2500 dtasde quadrinhos a. 35-: na .loja do .Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
trales a 20000
Vendem-se chales de merino a 2, 25500, 55 e
65 : aaJoja da (tado, ,oa.Ipafalriz.n. SO, de
Gama St Suata. -------...
_ VenaV-aeo eaaenho Geifiana,.situado no lar-:
mo de Serinhaem, meia legoa distante da cidade
do Rio Formoso, um quarto de legoa Soporto de
emb|wj.oM..H^a, *-bopr^ioao,.oas
eb^,1nao!^ruaias,boaSrluaare5 !-
cao de gado, um sitio de coqueiros novos omfian-
do a dar froctos, e podeado anda augmentarse,
anda ^m-grn^i>m\^s^nT^^m^-
d.> .L.liiil iunrn qe Ss emTerrSplanos .de wafi, a P
engenho,e mais outras vantafensqae se farao.pa-
tn te a auem i mih" Ti*r podendo para esse
S dirigSJSmTeogeDlio. ou no Rec.fe a;
entenderse com Antonio Jos Taiieff Bastos.
Agua ae Tichy
Vendase a^rdedmra^gua de Wehy^ro pm-
fas : na ra da Cruz a. 23, primeiro andar.
Vendem no sen aruiazem raa do
tnoTmn:^,
Iilcor 8nortCnra5o em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas-tora rtdkas'de
N|dco.a indas latees.
Vinhoseberes.
Santernes.
Chambcrtin.
Hewnkage.
Bocgoohe.
Champagne.
MuscaieL
Reino. _
Bordea ux.
Cognac.
Od Toa.
.. AZeilBr-pJjlgDiol. ,__________
mz GAZ GM
Vdnde-se .ga.da melhor .quaLikde a
.liSalata :ju& lajmaiwosda m*a.iiw-
p&rMar j- 6.e*tuajlo. Tcapidaa.r)IovtQQ..&.
, Rival sem segundo
Rua'do Queimado n. 49, loja de miudezas de Jos
, & Azevedo Haia e Silva, est quejmando que ad-
mira, a saber :
Frascos com superior banuaa 200, 240 e 500 rs.
: Latas com superior banha a 200 rs.
' Fraseos com soperior agua de Colenia a 120 e
! 400 rs.
que estao a venda na 4oj* amwzeiQ
da Arara, roa oa ImpTratri n.'o6,
de Lonreneo Pereira lendes Guima-
roes.
-?M.B!.nd: Z t0 varas pe-!^^ ^ior-oleo de ^aboza a 240, G2o e
io4jiioMinu ^Madapolao entestado a 3*300. ; Frageo8 da S1^erir ^^ ^-^^ til
Vaaff9-aaiadapolao entestado com 12 jardas a a 549 rs
3*500, 45e 45600, dito com 24 Jardas a 55, Frascos de superiores cheiros santal e outros uui-
555OO, 65500,75, N. 40 75o00, L. 10 75o00, N. 6 tos a J5000.
85, Etephante 85500.
Soutembarques de cores 6^.
.Yeadem-se soutembarques de cores a 6#, 75 e
85, ditos de seda a 48$, 205 o 255-
Chapos para liomem a f 3800.
Vendem-se-chapeos para hornera a f5800 cada
um, chapeos de sol de panno a 2?, ditos desdi
para aoaiem a 65 n 75 : s Arara, ra. da ii*t>c-
ratriz o. 56, de Mendes Guimares. _
S Arara'veude chitas francezas a 240 rs. o co- Frascos com super.or agua para deirtee a 15000._
Sabonetes de familia a 210 e 200 rs. (
Sabonetes de saperior qualidades a 00,120 e I
Caixas cora 12 frascos de cheiros muito ua a
15400.
Caixasditoeom 6 frascos melhor faznda a '.
Paos de pomada franceza grandes a 500 rs.
Sabonetes de bolla pequeos e grandes a 240
320 rs.
Frascos com superior opiata a-800 rs.
7 ctfaus,:d uma.co-
jChepeni a pecniucua antes que &e
JafO.
Na ra Nova n. 33 loja.
De Hdame Thiard vaad-se o. seguale : laques
muito rices imitando madreaerola por 35> idilos
nmaado sndalo fior.25500, ditas de molas por
55 e outros. mais objectos que se vende mu'to ba-
rato. ____________^^^^^________
'Bichas dHamburgo
Veadem.sena ra Xovan, 61.______________
Fio de l tc Veoderse noeseriplerio de Aatonio Luizde OU- laiho : jiintoaesUofflfiina u. 42,- a mesma cojn-
veira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1. prara-se,garrafas e botijas.
titvnterga
tngleza flor a 15120, franceza a 880, vinho de Lis-
boa a 360 a parrafa, e-2|60O -a oaaada, Figaeira
a 440^-52t)0, Borlooo a 15 a ertaa, qutjos
frescos a.2f2fl0, paisas nonas ,a .400 ..a libra,
alelria e macarrao a 400 rs, sleagnas a 600 rs.,
batatas novas a 60 rs., farinha doT-eino a f20, al-
pista a r20, arroz a WO rs., traques a-220 aar*a-
gaz liquido a 115500 a lata de 27 garrafas, a re-
i'aihia 480 nn arma7em da eslrtlla, largo do l'a-
4ttM.\ZE-Il!LHieS
.Flmra l da commenoio
Ra .do.J5ang.el n.73.
O proprietario deste estabelecimealo tem a bep-
ra de avisar aos seus freguezes que fez uma gran-
de redueco nos-precosdeiseusgeneros-de primei-
raquadde : rnaatega ingle7a.4jj sfc5iB0 I lita:a da ultima .dictada ao nasso maroado, dUa
franceza a 900 rs. e em barril se faz abatemeatp,
queijos llaraengos novos a"25300, dito pralo o que
se pode desejar em bondade a*860 rs. a-hbra,
araeixas .francezas caixinhas a 15200, 15500 e
15800, frascos de ditas 15400, grandes 35 proprios
para mimo.*, marmilada das memores marcas a
640 rs. a-libra.,aaadoas caaaitadas.#ai:a-8ois
de Joau aa40 r-, viabo do Eoxto.a 640 e 720rs.
a garraa, Eigueira e Lisboa 40O,'44O e 500 rs., e
era caada se faz o abatimento, caixas de batatas
cora 2 arrobas por 3^500 e a libra 80fMMMBj
caf 1* surte 7J*O.e 52O.e.a.libra.a.240 e-260
holacbinha injleza a JOO rs. a libra, toucinho ce
Lisboa a 360 rs. a libra, velas de carnauba a 400
rs., dilas eateariaai4Jftaa 6U rs., pnesualo orlu-
guez a 600 rs., Iuisia,a 33foOO a. arcaba e 120 rs.
a libra, painco a 45 a dita e 140 rs. a dita, cha n-
. no a 50, .25200 e 25800,1 fcuota* em calda a
-fi40.a lata,.goaima_a 100 rs.a libra e_25560.a ar-
roba, bollinhos ipglexes lata de 2 libras a 15350,
ditos de soda grande9*55900 e-otrtros-mais gene-
ros.que se loma enfadonho^mencionar. O proprie-
tario espera a concurrencia do respeitavel publico,
garantindo a exaotido do qae tratar.
"JRival sem segundo"
Ra do .Queimado m.49, .esJA v^udeudo tudo
muito barato como ver.abaixo.
Caixas de pennas de kalegrapbia a 15000.
4las^!Con>9t*erieres-gr*mpo9 a-30-rs.
Pares de sapatos de traaca-.-e. tapete a li5500.
Frascos de.macaca perula a.200 rs.
Caixas com superiores agulhas a'200 rs.
Libras de laa sortidas cem todas as-edres- a'759O0.
Caixas com superioresobraias a 4t-fs.
Duzias de phesaborosde seguraaaaa 120 rs.
Meias garrafas cora tinta a 240 rs.
Rodinhas com alfinetes francezes a 20 rs.
Cartas de alfinetes francezes muito *nos a WO rs.
Resmas de pjpel almaco a ?5400.
Resmas de papel de peso a 2$0Q0.
Papis de agulhas francews a balao a 00 rs.
RuneUs-muilo bUilosiiar-a meninos a. 15000.
Enfeite* ^ara. se.uhoxas ./azeoda mtulo maderna a
25OOO.
Esoeeas pa*a reupa saperior qHaHdade-a fjOOO-
vado.
Vendem-se chitas francezas sendo cores fixas,
aseim eemo sejam padroes delicados sendo cores
de-caaa. eroas, se vende por baratissimo preco
de 240 o covado, ditas-a.160, 280 o 300 rs., ditas
matlsadas finas a 320 e 360 o covado.
Chitas francezas esteras.
Vendera-ss-chitas francezas senio padrSes osru-
.ea^eflorefixas a 360 e 400 o covado, ditas miu-
(Uebas.clajas a 360 e 400 rs. o covado : isto na
loja e armazem da Arara ra da Imperatriz n. 56.
Corles a Maria Pia a i.s>.
>tndem-se os-mais modernos corles a Maria
.Pia.al85,dito a 145, 125, U5, 105 e 85, cortes
de_laa .em barra.a55 teui loxovados o corte.
Damasco de dua&laiyuras a l2&0.
Vende-se damasco de duas larguras a 15280 o
Vendem-se
machiaas americanas de serrote para ir ser. ra;
algodao : Jia. ra. da Seuzaia Aova n. 42. 4
fc*%!IJ^IJ'UWI|i
Cserava fngida.
No dia 14 do crrente fugio a eserava de nor.e
Joaana, crioula, de idade 30 annr-s, lindo o ig-
naes seguintes caractersticos: mal encarada, no
rosto tem um signal um tanlo saliente, estatura
regular e gorda, levou vestido de chita cai a, rh.i-
les de merino estampado de assenio rexicad
tm.meio uso, e.levou mais um vestido de cJttl es-
cora, negra do mato, tem uma falla pinito les-
ewado, drto de- rnna largura a 800 e 640 rs. o co-1 ranCada e falla mal : quem a ppgar leve-a a 1 ua
*ad Camisas francezas a l 600. 1 recompensado.
Vendem-se emtMs-frarwzas a 15800, 25. dita
de pregas largas a 25 e 232O. ditas de linho a
\*&&)0, ^800 e 35 cada uma, seroirlas francezas a
.150 o 5500, dita de lmho a 15^00 e -25, co-
bXias.de.cbita a 25 e 2550ii cada ama, cambraia
oranca a 35, 35500 e 45 a pega, dilas de cores a
35000.
Caaibraias de corea a 390 rs.
V.eade-se cambraia de cor a 300, 320, 360 e 400
rs. o covado, camiiraia de salpico? a 25500 e 35 :
na raa da-Imperatriz n. 56.
Chales de merino a 2,>.
Vndenle chales damerin a 25, ditos de chi-
ta.a J^0,.ls280 e 15 cada.um, lbales, finos com
ponta redonda e borlla de seda a 65 e 75 cada
um, cobertores de algodao a 15 cada um : na ra
daliuiealrLz.n. 56.
; reta
quem a
ocrwoieoo'i tt- as o o g o
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talhoa.480
raizo n. 14.
averiado.
Francez barnica 35000
Portland dem 8JJ500
Em perfeito estado: _..
Fraacez barrica 105800
Pertand dem 145000
No-..wwem- de Tasso igaigg caes. ,do -Apollo.
"' Farinha de Bmribeca fina e alva,-mais
barata que se vende no mercado, em--sac-
eos : na ra do Vigarion. 29.
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1 _
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2 3."
I
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Cavernas.
Vendem-se cavernas de todo taraanho e por
pre^o commodo, estopa para calafate a 25240 a ar-
roba : na ra da Concordia n. 33.
No- dia 9 do oorrenee-auflentou-se a
Bonifacia e por ieso taaUtva-se a
tem ao seu servico, de a entetrar < iantc
anlesaseu senbor, do coutrario protder-
-se-ba como for de \el______
Fugio nodia 16 de-maio proxiii'- 1 :.-
preto cnoulo de nome Braziliano, idade de 26 d-
nos, estatura regular, cor fula, tendo um dos den-
tes da frente quebrado, sera barba, apaas al? ms
cabellos a roda da garganta e olhar amortec io, c
bem fallante, sabe ler e escrever e falla um :
o inglez, bom copeiro, cosirrha-e lava bem. levou
vestido eamisa de algodao branro e calca de
azul, conduzindo alguma roupa tina, como bem
caigas de casemiras de lisias, jaqueta branca e ca-
misa de madapoio, lesces e-mais reopa que
marcadaconva letra I! de linha dejnarca,a
pegas e outras com o nome por extenso i i b
de marcar, levou chapeo de palha imitandi n ..;.
Iha, chapeo de sol de seda verde j asado, -....;
e metas, de-supporo,u<*'e iueul>u;' 'orr
qaem o apprehouder oadnzindo ao sitio de J-i
Matheus, no Poco da Fanella, ser generosai. ...
gratificado por seu senhor Jnvino Baudeirn.
Fugio em principios do mez de fevi reit
correte anno e consta >*6tar aeoutadd uesta e
o moleque.Euzebio, escravo da viuva do Hr. Fet-
nando AJTonsode Mello, de 12 annos de idade pea-
co mis ou menos, cor preta, secco do ror| o, 1 Ibes
regulares e afumacados, rabeca um ponco granas
e meia chata, beigos finos, denles bem ai ves. ps
seceos e muito ladino : roga-se por lano a toda ?s
autoridades policiaes e capitaes de campo que o ap-
prehendara e levem-o a ra da Mangneira sobraoo
n. 6 que serao gratificados, protestando-se near dos
melos judiclaes contra qualouer pessoa que o :;rnba
em sea poder.________________________
Regio no dia 28 do correte, a noite, a cs-
erava Januaria, pertencente a D. Amea Feci
Deschamps senhora de Mr. Len Chapelm, r. tra-
tista, en|a esclava houve por comjira qne fez ao
Sr. Pi Hierres Varclla Barca-em abril ultimo por
intermedio de seu procurador Jo5) Franciscc Ca-
bral, desconfia-se que a dita escrava irnha se-
guido paraPaje de Flores e que procure o Dge-
nho do Exm. barode Vera Cruz, a quem .i lera-
pos passados.pertenceu : a dita eseravatem meo
aaais ou menos 20 annos de idade, de esi, tara
pequea, de cor fula, lera os denles limados, testa
e olhos muito pequeos, gratifica-se bem a quem
apprehende-la.
w:
DOS PREMIOS DA **. PARTE DA
i.
a:
lotera.
A BEffiFiGK) DA 8ANM CASA DA flSERIGORDIA.CO.NGEDUiA POR LE PROVINCIAL N. 337 DE 1 DE JUNHO DE 186it PARA PAGAMENTO
E ESPEZAS JA FEITAS COM O TRATMERIO DE ENFERMOS POBRES REMfXITDOS PELA POLICA, EXTRAHIDA EM 23 DE JCNIIO DE 1865.


Diarlo de Feraambnco Segunda lelra l de Jacho de 1.
L1TTER ATORA.
IM POCCO DE Tl'DO.
Sobre o ovangelbo de S. Matheos capitulo 17.
Jess toma corasigo a Pedro, Thiago e Joio, os
coaduz a um monte bem alto, o se transfigura
vista delles, escreve o Cruieiro do Brasil o se-
guiute :
E' admiravel a providencia com qae o Salvador
do mundo previne seus apostlos, contra o escanda-
Jo da oprobriosa paxo e morie, que Elle, sendo
omnipotente com sea eterno pai, d'alii a pouco li-
nha de soITrer voluntariamente pelo genero huma-
no, completando ao mesrao tempo esse sagrado c-
digo, a que chamamos EvangeUio, pelo qual se-
ria m transformados todos os borneas que habitara
a face da trra.
Nos o vimos ainda ha pouco. entreter-se cora
seas discpulos, proguosticaudo Ibes que breve se
a realizar era Jerusalem ludo quaato eslava pro-
phetizado nos livros santos a respeito do Olho do
homcm, consolando-os ao mesmo tempo, e assegu-
nradttbes que havia porm de resuscitar da mor-
le ao terceiro dia.
Os discpulos, se bem que Visees n'Elle o fiiho
de Oeos pela santidade de sua vida, sublimidad^
je sua doulrna (lo simples ao mesmo tempo) e
pelos milagres verdaderamente divinos que opera-
va, comraunicando at a elles proprios tambera o
poder de os operar, comtudo nao linham ainda po-
dido comprehender essa unio do corpo, que of"
uscava a sua divindade, como disso S". Leo.
Agora, pois, vemos o Divino Salvador escelher
tres du seus discpulos, subir com elles ao alto do
noute Thabor para orar, e cumprir ao mesmo tem-
po com a promessa j eta a elles, de que nao
morrena eraquanto elles nao vissem o filho do ho-
rnera na sua divina claridade.
Ougamos o Evangelho :
Ahi sea rosto tomou o brilho do sol, suas ves"
,ia. utas se tornarara brancas como a nev. En-
to appareceram Moyss e Elias, que se entreti-
nham cora Jess Christo, e quando Pedro dizia ao
S'iihor :-Quanto bom Ocarmos aqui, Senhor ...
Se quizerdes fagamos aqui tres tabernculos [ara
Vos, para Moyss e para Elias.
E quando ainda fallava S. Pedro, una nuvera
luminosa os envolve, e della sahe urna voz que
dizia:
c Este o meu lilho rauito amado, em quem le-
nho posto minias complacencias. Altendei-o >
A oslas palavras, os discpulos cabera cora o
rosto em Ierra, feridos de um grande temor, no-,
rm Jess Christo delles se approxima, os toca e
ilies diz:
< Levantai-vos e nada teraaes I
Quanta doutrina nao comprehende esta admira-
ve! transfigurago do Divino Salvador!
Elle quiz por ella fortificar cada vez. mais a f
dos discpulos, quanto sua divindade; quiz dei-
\ar-iios um reflexo vivo da glora que espera a al-
ma dos justos no co; quiz, entretendo-se com
Moyss testemunha representante da le, e Elias,
testemunha representante os propbelaji, sob-o o
prenchimento das prophocias a respeito de sua
[5o e morte, ensiiiar-nos que Denhuma gloria,
nenhum expleudor mundano nos deve embarazar
de cuidar mo sempre do meio de expiajgo, para
lambern conseguir a transgurago da noissa alma.
Quiz aiuda Jess Christo, escolbendo para teste-
rauahas desta admiravel transfigurago o limi-
tado mi.iiero de tres de seus discpulos, cpnfirmar
i doftrioa do quemuilos erara os chamados, po-
rra poucos os escolhidos;quiz mostrar o glorio-
so estado a que tora de ch^srar os corpos dos Jas-
ios, quando, depois da r-.-surreice da carne no
juzo Anal, se unirera as almas que os animaram
era vida, e, como participantes ento das macera-
gSes, das miserias, das boas obras por Jesujs Chris
to. entrarem tambera na participagao da bejmaven-
turanga.
Oh I... Com quanta consolagao nao no$ deve-
mos lembrar, que, cumprindo nos cora todos os
deveres de christos remidos cora esse precjiosissi
mo sangue, tao extraordinario premio nos sta re-
servado na maosao celeste, onde, nosso corno, ago-
ra corruptivel e sujeito a tanta? miserias, se' torna-
r impassivel e glorioso, desprendendo de si raios
ainda mais brilhartes |do que us do sol, como na
transflguragSo de Jess Christo no monte Tnabor.
E quem ser capaz d apresenu-lo T
E nem se diga que a Igreja partidaria do des-
potismo.
Nao, ella nao pactua com os destruidores da li-
bordada, nem lio ponco com os-'tara-sores da pro-
.J, priedade aibeia.
A igreja nlo aspira podare* gargaado degraos d
sangae.
Medianeira entre Osos e o poro, ella fulmina os
erros, fulmina o liberalismo moderno, nao menos
nlmigdUo calholfcismo do qae da liberdade.
O que nos pode ainda erabaracar na participa-
gao do calis amargoso de Jess Christo, e das do-
res e afflicgoes do Golgotha 1
, Urna felicidade perpetua em parallelo com estes'
(caducos gosos do mando ^Um bem completo m
' parallelo com os jrrosseiros gosos de paixoes, que
| nos saciara cora facilidade e nos enervara para o
. bem, nao ser to preferivel, que espanqtre por
. una vez a nossa ndeciso, e nos convenga esmo
; do qae os trabalhos e miserias da vida nI6 Sao
| mais do que provas, que Jess Christo tem se dif-
. nado enviar-nos para nos apurar no seu amor ? A Caridadr.
Se Jess Christo mandn, que seas discpulos' ( Amor di Dos.)
nao revelassem aquella viso miraculosa antes qae' En.lre as homenagens qae o. hornera offerece a4
elle resuscitass.e, foi para qae os judeos, carnaes Tande antor da natareza, mais santa, a mais nd
como eram, nao tomassem occasio de blasfema- bre> a melhor recebida a das sois affeiges.
rem contra o filho de Dos em vez de se con verte- j bomem pie captar a benerolenca e protec-
rem; porm a igreja, nossa carinbosa rai, no-la S5ode oatrem apresentondo-lbe oro e pedras pr-
patenta, para nos despertar do lethargo em qae ciosas' m*s ouro e as pedris preciosas, aos
nos lem prostrado o vicio, e lerabrarmo nos de que olnos de Deos nao Talem mais do 1Qe arglla e a
agora, que ella commemora os sagrados misterios ara'
da nossa rederopgo, nos tem igualmente propor- Nao ha necessldade de victima* pingues, nem de
cionado todos os meios efflcazes para a transforma- oblagSes, primicias, nem de perfumes; elle mesmo'
gao das feias e asquerosas manchas, que o peccado o disse aos Qlhos d'Israel pelo rgo dos seus pro-
tem produzido na nossa alma, em candida e res- ptaetas. -
plandecente pureza, pela graga dos sacramentos, i 0q ofrerecer.Ih8 Pnt5o .
que mais que em outro tempo devemos agora fre- J. ?
quemar. I Algama coasa que exista em nos ; um senlt-
I ment livre como o ar, incorruptifel coma o ocefe-
o vamos pois nos collocar no pequeo ame- no, paro como a luz -t um sentimento que se
FOLHETIM
O CONDE Dfi CHANTELEINE.
Episodio da revoluco.
xv
A G0.NF1SSA0.
(Continuagao.)
A volta de Kernan linha sido, com effeito, retar-
dada por um encontr inesperado. Era nove horas
da uote; elle voltava desesperado; annunciava-se
para o dia seguinte a execugao do outr'ora conde
de Chanteleine. Karval, nao pudendo achar a filha,
linha a final ordenado o supplicio.
Kernan eslava decidido a empregar os meiibs ei-
trernos para roubar o conde fatal carreta ?ue o
conduziria ao cadafalso. Mas antes de toma:* um
partido, elle quiz tornar a ver o cavalliro e sua
sobrinba Mara, quem sabe se pela ultima vez ?
Caminhou appressadaiii^nte, depois de ter por mul-
ta tempo rodeado a prisio.
J havia atravessado o porto de Brest, e sultia as
ras escarpadas e pouco frequentadas de Becoa-
vrance, quando vio caminhando adianto de li um
hornera cuja figura despertou a sua altengo. A es-
curido nao era tamanha que elle podesse enga-
a r-se. Certas circunstancias ihe fizefara vir
memoria que este hornera era aqaelle que elle tan-
to odiava. Imraedaraente recouheceu-o.
Karval I dis^se ele comsigo, Karval I
O odio, a colera, o desejo de vinganga, cegram-
no um instante, a ponto de querer elle langar-se
sobre o miseravel e mata lo no mesme lugar. Mas
pode conter-se. **
Est iu meu poder, disse elle com sangne friot
Kernan poz-se em seguimento de Karval; tirou
os sapatos ; deixou-o adiantar-se um pouco para
nao ser observado, e, correado com os ps no chao,
quando seu inimigo voltava a esquina de urna ra,
tornava a por-se-lhe na pista como um selVagem
dos prados da America.
Karval lomon pequeos becos de ladeira cima
to numerosos neste bairro da cidade. Aescirido
augraenlava pouco a pouco, e as raa torna vara-se
desertas; Kernan approximou-se de Karval para
nao perd-lo de vista Demais, o miseravel, nao
suspeitando a presenga do Breto na cidadej nao o
teria reconhecido. Comtudo nao tardou em ver que
era seguido, e apressou os passos. Kernan, temen-
do a cada momento que urna porta nao se abrisse
diante delle, resol vea abalroa-lo. Portanlo, puxou
pelo passo, e a|cangou-o perlo da volu do caminho
ao longo das fortificagdes da cidade.
Karval recuou com vvacidade, e, com urna voz
poueo segara, disse ae Breto :
ro, quandyi a igreja nos chama a todos. Um pe-
queo extorco, unido boa vontade e perseveran-
ca, bastante para obtermos os auxilios da graga
divina, e com ella armados trlumpharemos do pec-
cado e mereceremos essa transfigurago gloriosa.
Os liberticidas sao os mesmos era todas as na-
goes; unnimes sempre na guerra contra a igreja
catholica, erabora differindo entre si nos vanos pon-
tos de sua doutrina.
Quando se traa de destruir, os liberticidas esto
de accordo, quando porm elles querem construir,
nao se entendem mais, a obra de Babel que de
novo coraega.
A igreja condemna e repelle o protestantismo
assim como condemna e repelle o liberhcismo, fllh
primognito da seita do Apostata.
Basta-nos um quarto de hora para conhecermos
isto completamente.
Refleetiado as obras e tendencias do liberticis.
mo, para logo veremos que semelhante palavra nao
pode significar outra cousa mais, do que um sys-
tema theorica e praticamente hostil ao calholleismo
e por consequencia hostil igreja, hostil verda-
d'*, hostil liberdade.
Dizer se que liberal no sentido em que os pro-
gressistas de hoje tomara esta palavra, o mesmo
que dizer-se*que se aceita como verdades urna mul-
lido de erros, que se considera como um bem ama
aliuvio de cousas perniciosas.
E nem se diga que urna injuria que se faz aos
asseclas deste systeraa.
Elles o dizem. elles o confessam em altas vozes:
d e
nao se venda, e que seja para os sentlmentos
d'alma como o ouro para os demais metaes : o
amor dtvmo, que entra por urna tao larga ajarte
as beatitudes celestes, e que Deos, que se inclina
para nos com ama terna piedade, estima encontr-
lo sobre a trra.
Se o amor paramente humano attrahe o amor ;
se esta chamma vacillanle e grosseira, que se in
flamma ao luminar dos sentidos, pode produzlr
urna outra chamma, quanto o amor do Creador
para com a creatura nao deveria abrazar una alora
bem nascida I
Se natural, conforme o mundo, amara; quem
nos ama, quem pois nos ama mais do que Deost
Quem nos d provas mais, maravillosas conti-
nuas de ternura e de sollicitude ?
Nao foi elle quem creou o mundo, decorando-o
como um principe decora o sea palacio para ahi
receber sua real e bella esposa ?
Nao foi elle qaem ordenoa ao sol, sea escravo,
de amadurecer nossas searas, e s nuvens da pri-
mavera de nutrir nossas plantas ?
Nao foi elle quem dispoz, com urna admiravel
symetria, por toda a superficie do globo, florestas
sorabrias, planicies esmaltadas de flores, e vales si-
lenciosos, como estalagens de repouso para sua
creatura de predilecgo ?
O vento, a la, as nuvens, o co, tudo se move
por amor de nos.
A quem devemos a existencia ?
A quem devemos o pensamento ?
A quem devemos a virlude ?
Nao a Deos ?
Quem langou tao pequeos gosos imprevistos as
pres-
Queremos a ruina do poder temporal do
papa, e da ind.-pendencla d igreja ; queremos que veredas que percorremos ?
o estado domine a igreja, isto as consciencias ca- i Quem desviou tantas nuvens tormentosas
Ibolieas ; applaudmos a expoliagao dos bens eccle-: tes a rebentarem sobre nossas cabegas ?
siasticos ; proclamamos a razao humana igual, se Quem fez florescer a esperanga no fundo do
nao superior, a razao divina entendemos que to.! abysmo do desespero, e brotar a felicidade daquillo
das as religioesso igualmente boas; eemflm que mesmo que pareca querer arruinar-nos ?
convein lancar por trra todas as verdades, que a
Quem nos preservou do canho das batalhas, das
igreja ensina e toda a sanegao moral, que deriva tempestades do ocano, dos raios, do contagio qi
; dizimava nossas cidades ?
Deos e sempre Deos.
Com que cara podemos ser- ingratos para com
Deos, nos que nao ousariamos, por pudor, ostentar
dos mandamentos de Deos.
A eneyelca do sumrao pontifico fulminando es-
tes erros, tarabem fulminou as setas e as escolas
que os pregavam.
Povooo, por aortf de nos, as planicies de ovelbas Tinbam, diz ara amigo escriptor, para abolir a
caja li no* abriga do fro, cavallos qae nos trans- memoria"da resarreicao de Jasas Christo, tapado
portam de um a outro lugar, Vitalias que nSo dao o buraco em que tinha sido plantada a arvore da
nm doce ligoor e bois que lavram nossas trras. salvago; tinham entulhado a gruta do Santo Se-
Cobrtoo solo de plantas nutritivas'e saudaTOls ; Pnlchro, levantado aparte superior nm grande r"ho d6 Dws d0"*"" em qae tinham sido ernci-
semeoa sob nossos passos montas de ores balsa- lerraco, e construido ahi um templo a Venas, para I rados os dous ladres mesmo dia, a' mesma
micas e eollecoo sobre nossas cabegas passaros Qae parecesse que os christos vinbam adorar esta bon> e mesmo logar em qae o fdra o Jasto.qae
Nao se poda du vida r qae fosse ama das tres.
mas qual ?
Ihna f fervorosa consegaio logo distinguir a do
cantadores ? finalmente juncou o ocano de ncar,
de anibar e coral.
Honre j mais amigo mais geueroso e bem fetor
mais magnifico ?
falsa divindade, quando vinham render enho a Je-^j
sus Christo.
Quando o milagroso Labarum appareceu ao im"
perador Constantino, quando a imagem da Cruz
Deos dea ao bomem a vasta trra por herane* ; o posta sobre diadeu,a dos Cesares, nm dos
porm o homem muito ambiciosa para querer que Priraelr03 cuidados do novo christao coroado foi
esta heranga fleasse em commum, fez lotes part- r tllu'r Calvario a veneragao do mundo
culares desta grande fortuna pgblica.
Seu egosmo nterrompeu os planos de Deos.
Se algans dos convidados para o grande banque-
te da natareza nao foram servidos conforme a sua
necessldade,'* falla daqaelles que, a imilago dos
hroes de Homero, se apoderaram de partes sele
vezes maieres do que os ontros.
Deos cobrio esplndidamente a mesa de suas
gragas :'ejl foi, para sua creatara, nm hospede
grande e liberal; nao falta sua se seus convida-
dos, arroujando-se, i maforia dos arsos, sobre este
grande festim, terminaram como foi outr'ora o dos
Centauros e dos Lapithos.'
>>-
1NVBICA0 DA SANTA CRUZ.
Satanaz, vencido na sua re volta contra o Altsi-
mo, tem a consciencia de qne, precipitado das al-
or-
denou pois que o ,templo impuro fosse destruido,
nao licaodo delle pedra sobre pedra, e qne toda a
mancha fosse afastada da montanba santa.
S. Macario, hispo de Jerusalem, recebeu do un-
perador ordem de fundar all ora templo magni-
fico, ordenando ao pro-consul romano que f.rne-
eesse para esta construego o que fosse necessa-
rio, tudo o que poderse contribuir para a grande-
za e belleza do templo Christao.
. Dadas estas ordens pelo senhor do mundo, a Em-
peratriz Helena, mai de Constantino, dirigise
apressadaraente para Jerusalem.
.Levada pelo seu piedoso genio, quera inspeccio-
nar os trabalhos deste monumento; fez qne come-
gassem pelo anno de 326, depois de .ter interroga-
do os descendentes daquelles que tinham sido tes-
temunhas da paixo e da morte doJSalvador.
O povo nao se esquece dos successos, que Ihe
taras do co, terde viver eternamente as regoes comm o coragao ; cont
A eneyelca nao condemna a liberdade, condem- pub,icaraente a ngratldo para com o hornera
na os abusos, condemna os homens que se apro-
veitam dessa palavra santa, para actuarera com
maior arbitrio sobre a consciencia dos povos.
Se um visinho generoso se desfizesse, espont-
neamente em nosso favor, de alguns campos, de al-
gumas vinhas ; se eDehesse nossos cofres com o
.Niuguem mais liberal do que a igreja catholica, seu dinheiro.ns nos julgariamos obrigados a ama-
ninguera mais do que ella lera protegido a huma" 110 e forgosamente servi-lo.
nidade perseguida pelos Syllas da poca.
Apresentem-nos um s faci praticado pelos li-
Derticidas, que redunde era utilidade da sociedade
Deos nao fez cera vezes mais do que isto ?
Elle raisturou o ouro no limo dos ros, esconden
o rubim e a esmeralda nos seixos e encheu o in-
e dos individuos, que nao tenha sido condemnado e volvedouro pedregoso das montanhas de veas de
combatido pela igreja
Que me queres, cidadao ?
Dar-te urna denuncia, respondeu Kernan.
O lugar e a hora nao sao proprias, replicou
Karval, a quem o Breto agarrara pelo brago.
Sim, para um patriota como tu... A minha
denuncia intressa repblica.
cobre e de prata.

Finalmente chegaram port falsa. All, havia
urna casa muito Iluminada; Karval vio os soldados
que iam e vinham no corpo da guarda; bastava dar
um grito para se fazer ouvr; todava calou-se I
A dez passos, a sentinella passeiava ao largo.
Karval rogou o soldado passando; bastavalhe fa-
zer um signal; elle nao o fez. O punhai de Kernan
entrava-lhe no peto, e algumas goltas de Saague
filtra vara atravs dos seus vestidas.
Immediatamente pa*saram o duplo circuito for-
tificado; ambos os homens- seguiram a estrada
principal durante um quarto de legua no maior
silencio; depois, o Breto Ungou-se n'um caminho
coberto a' esquerda, e nao tardou em chegar a um
desses campos incultos e cercados de pedras, que
formam o curae dos altos rochedos a cem ps de
profundidade.
All Kernan parou : ,
Agora, disse elle com voz grave, mas que
indicava urna resolugo, e na qual estava impres-
sa toda a pertinacia breta, agora, vaes morrer.
- Eul exclamou o miseravel.
Talvez quizesse gritar .ento, mas a voz ficu-lhe
fcmfim, que queres tu ?
Procuras a cidada de Chanteleine.
Ah! fez Karval recobrando confianca em sua
raiva, sabes aonde ella est ?
Em meu poder, respondeu Kernan, e posso
t'a entregar.
J?
No mesmo instante.
E que pedes por isto ? disse o miseravel.
Nada. Vem comigo.
Espera; o posto das trincheiras nao est lon-
ge. Vou tomar alguns homens, e, quando muito
amanha, a cidada se embalangar na presenga
de seu pai.
O punho de ferro do Brelao aperteu tao violen-
tamente ) brago de Karval, que esta nao pode reter
um grito. Neste momento, e claridade de um lam-
peo allumiou o rosto de Kernan, e Karval enea-1 presa na garganta.
roa-o.. De repente as suas feigSes se descompuze- j Queres gritar, disse o Breto; podes pedir
ram, e com voz indislinct exclamou: [perdo; ninguem te ouvira', at mesmo eu. Mada
Kernan I Kernan I i te salvar. Em teu lugar, palavra de Breto, eu
Quiz chamar soccorro.mas faltou-lhe a voz; tre-i morrena bravamente, e nao como um cobarde.
ma; este bandido era o mais cobarde dos homens.' Karval tentn lutar, mas o Breto coco umamo
Alera de que, elle poda aterrarse com razo; o conteve-o, e curveu-o at a' trra.
roslo de Kernan faiscava, e sua mo eslava arma- Kernan! disse entao Karval com voz balbu-
da de um largo alfange, cuja ponta se apoiava so-; came, perdo! Sou rico, tenho ouro ; dar-te-hei
bre o peto do republicano. I maito I muito I Perdo I perdo!
Urna palavra, e cabes morto, disse o Breto I Perdo para ti, desgragado! exclamou Ker-
cora voz grave; vas acompanhar-me. nan com voz terrivel; tu que cora tuas proprias
Mas, que queres tu ? balbucioa o miseravel.' mos assas jinaste a nossa boa dama, tu que com
Fazer-te ver mademoasella de Chanteleine; toas proprias mos prendesle nosso amo, tu que
mette o teu brago no meu 1 Eia I nada de ceremo- j o fizesle condemnar a' morte, tu que vas lan-
nias I nao tens torga; vamos passar diante de casas gar nossa filha na guilhotina ; tu, Breto renega-
habitadas, at diante de postos ; sentira's sempre | dd, ladro, incendiarlo, que roubaste, arruinaste, e
esta lamina apoiada no teu coragao; ao menor gri-1 pazeste era chamraas o tea palz I Ah I Deus rae
to, en t'a enterro. Mas sei que s nm fraco; nao condemnaria. miseravel. se eu proprio nao te ma-
gritara's. i tasse I Portanto, morre I
Karval nao pode responder; preso em nm torno; Karval eslava langado por trra, o brago de
de ferro, elle seguio o Brete; e estes homens de Kernan levantava-se para ferl-lo, quando o Breto
brago dado, pareciara dous amigos Kernan dri-. parou. Urna Idea sbila acudira-lhe ao espirito,
gio-se para a porta de Recouvrance; .mats vezes; Durante essa guerra, esta mesma idea suspendeu
passeantes demorados passavam por Kernan e Kar- multas vezes a morte dos prisioneiros republicanos
val; este nao ouson abrir a bocea; senta a ponta e tinha sua origem nesse senilmente religioso que
do punhai que rasgava o sen vestuario. i sublevou as raassas vandeanas.
As ras ficavam cada vez mais desertas; nuvens Kernan ergueu-se dizendo :
negras e carregadas tornavam a noite multo mais
escora. Algumas vezes Kernan apertva com tan-
ta torga o sen companheiro, qae gritos sardos es-
caparan) da bocea do miseravel.
Fazes-me mal, dizia elle.
Nao nada, dizia o Brelao.
Tn-morreras, mas nao morreras s;m con-
fisso.
Karval apena* comprebendia estas palavras;
mas emflm, sua morle retardada, Me ainda tinha
urna fraca esperanga de rugir ; era incapaz de fa-
zer um movhnento, Kernan levantou-o com nma
do fogo; sabe que jamis poder voltar a viver
alm das nuvens, onde, cima de todos os cos re-
side a magestade de Deos ; mas apezar desta con-
viego, agita-se sempre no abysmo : nao podendo
sahlr, quer all aitrahir.
E' urna grande alegra para aquel le que diz :
Mal, sede o meu nico bem, contar do alto do seu
infernal tlirono as numerosas almas a quem rou-
bou a felicidade celeste I
Alm desta horrivel alegra, lera ainda urna ou-
tra, quando na trra se Insulta, a cruz : um sa-
crilegio commettido pelos homens, um triumpho,
urna alegra para os demonios e para os condem-
nados ; sabem elles que sob os bracos estendido
da Cruz ha salvago para todos os filhos de Ado
e quando este victorioso, este glorioso estandarte
batido oudeitado por trra pelos impos, ha no la-
go de enxofre e de betume como um rifrigerio s
torturas eternas.
E' por isso que o implacavel Satanaz leva os lio
mens ao sacrilegio e distruigo das cousas san-
tas.
Quaudo a raga do fratrecda Caim, esquecendo
es leis que o Altissmo linha dado a Ado e Eva,
ou por s mesmo, ou pelos seus anjos, quiz entre-
gar-se ao delirio de todos as suas paixoes, por ns-
ligago de Satanaz, destruiram o altaros de relva,
que, nos seus das de innocencia, tinham levantado
em honra do Senhor.
Depois, quando o Filho de Deos, tendo encarna-
do para resgatar os horoeus, foi sacrificado pela
salvago de todos, sobre o monte Golgotha, o ar-
chanjo rebelde redobrou a sua raiva contra o co,
e jurou por si mesmo que o lugar do grande e s; n-
guinolento sacrificio desappareceria e seria rou-
bado veneragao dos discpulos de Christo resu-
citado.
O orgulhoso vencido nao se pedia resolver a dei-
xar arvorado o estandarte do vencedor da morte
e do inferno.
A cruz foi abatida, e sobre o mesmo lugar, em
que o Deos de toda a pureza, a Victima sera ma-
cula linha sido Iramolada,. Satanaz inspirou aos
vencedores da Jda, aos seonores de Jerusalem,
o abominavel pensamento de elevar um templo
impdica Venus.
Desde o imperador Adriano, os adoradores dos
falsos deuses nada linham poupadq para profanar
a saotidado do Calvario ; tinbam visto com que
respeito os primeiros christos se approximavam
da montanba sania ; com que piedosa veneragao
beijavara a torra banhada pelo' sangue de Jess
Christo e a quebrada pedra de seu sepulchro ; e
para que o povo nao podesse couhecer o lugar on-
de a Cruz tinha sido levantada, fizeram do Golgo-
tha um lugar de idolatra, um templo de prosti-
tuido.
m3o, fallando comsigo mesmo, sem de outra ma-
neira dar awengao ao miseravel Karval.
Sim, preciso que elle se confesse. Nao
tenho dreito de. matar sem coofisso. Mas um
sacerdote I um sacerdote r aonde encontrar um ?
Ire at Brest busca-lo, sa preciso I um jura-
mentado I um jurador Ksampre servir a este tra-
tante l
Durante esse tempo, o Brelao caminhava ; Kar-
val, como urna massa- inerte, penda do seu braco,
e golas de sangue marcavam sua passagera as
pedras da estrada.
Entretanto appareeeram os muros de Brest, e
Karval, em quera sobreviva o sentimento da con-
servago, compre headeu que aquella era a nica
probabilidade favoravel a elle ; ama vez dentro
da cidade, estava decidido a pedir soccorro, ainda
que tivesse de carur morto. Portanlo abri os
olhos, e vio pouco a pouco as trincheiras desenlia-
rem-se na sombra. Ainda alguns passos, e pode-
rla tentar seu nico meio de salvago.
Neste momento, na citremidade de nm caminho
cavado que cortava a estrada real, elle avistou um
homem que passava. Ento reuni um nico
resto de energa ; desprendeu-se do brago do Bre-
to, e correu exclamando :
Salvai-me 1 salvai-me I
Mas, em dous saltos, Kernan aleaacoa Karval, e,
encarando esse homem que o aeaso conduzia a
sua presenga, den um grito de feroz alegra :
Yvenat 1 exclamou elle ; o padre Yvenat I
Quem pois ousaria dizer que a justiga de Deos nao
esta em tudo isto, Karval ? ouve, um sacerdote I
Karval recuca.
Yvenat, disse ento Kernan, conhego-le ; sal-
vei-te a vida na ilha de Tristn. E's padre, este
homem est condemnado a morrer, conessa-o.
Mas I disse o sacerdote.
Nao ha objecgSes I nade de perdo a espe-
rar I Obedece.
Yvenat quiz resistir; Kernan levautou sua te-
mivel mo dizendo-lhe :
Nao roe obrigaes a levaotar a mo contra ti.
Confessa este hornera. Se elle nao pode fallar,
vou ajudar a sua memoria ; matou e roubon I Nao
tem mais que algans minutos para arrepender-se
antes de apparecer diante de Deos.
Honve ento urna scena horrivel; o miseravel,
a quem voltram em ara instante as recordagoes
e os sentlmentos da sua juventude, as ligues da
sua infancia, aecusou-se vagamente, chorando, (a-
zendo compaixo sem commover o Breto. Elle
nao sabia o que dizia; todos os membros de Yve-
nat treralaro, um irresistivel terror apossava-se
delle; o sacerdote ou va apenas as palavras que
os factos que vio,
tradigo vale bem
seas filhos os repetem, e esta
tanto qnanto valem os livros.
Helena escutou esta voz, e auxiliada por ella,
achou, reconheceu, todos lugares Ilustrados pelos
soffrimentos do filho do homem,
A pequea monlanha do Golgotha est muito
perto d Jerusalem e era all que se executavam
os criminosos.
Depois que a cidade de Jerusalem foi destruida
pelos romanos, no imperio de Tito, foi se pouco a
pouco restabelecendo, e grande era all o numero
dos Judeus, quando IJarcoqueba se revoltn contra
os romanos.
Adriano ou seus generaes vram se obrigados a
cerca-la, e tomando-a a arruinaran! completa-
mente. .
Di4o1s disto, Turaoo Rufo, ou Tinnio Ruffo, que
era enlo governador da Juda, fez passar a char-
ra sobre o slo onde eslava o templo, para mos-
trar que all nenhum edificio poderia ser levantado
sem uin aresto do senado.
Depois da guerra, Adriano prohibi aos Judeus'
eBlrar em Jerualm sob pena de morte.
E all estabeleceu urna colonia romana, a que
chamou Elia Capitolioa.
Esta nova cidade nao edificada sob as ruinas da
aniiga, mas mais ao Dorte, de surte que o monle
Calvario, que amigamente lkava fra da cidade,
licou quasi no centro de Elia Capitolioa.
Na nova cidade entrou apenas urna pequea
pane da amiga Jerusalem.
O monte de Sio, onde linha sido o templo de
Salomao, estava em parte lavrado, e em parte co-
berto de ramas.
Hoje Jerusalem esta' no mesmo lugar em que
pelo imperador Adriano fr.-v cingida de muralnas;
mas o templo pago, que elle fundou para profa-
nar o Golgotha, foi subslituidopor urna igreja, que
a imperatnz Helena all mandou levantar para
guardar e fechar os lugares consagrados pela pai-
xo e morte de Jess Christo.
Quando destruiam os aliares consagrados por
Adriano aos falsos deuses, a Jpiter, a Venus e
Adonis; quando escavavam a montanha consa-
grada pelo sangue do Salvador, os operarios acha-
rara profundamente enterradas tres cruzes...
Em quanto proseguiam os trabalhos, a piedosa
rai do imperador Constantino ora va as faldas do
Calvario, e o ento que Ihe-aonunciaram a feliz
descobprta. .
Correu logo ao lugar onde tinham sido encon-
trados os instrumentos do supplicio.
As tres cruzes estavam estendidas sobre o slo ;
ao v-las, a imperalriz proslrou-se por trra para
venerar a cruz, na qual'Jess tinha rendido o ul-
timo suspiro.
emflm, nao podendo mais, e dando-lhe urna absol-
vigo rpida, (ugio sera ousac voltar a cabega.
Elle nao tinha desappareeido no ngulo do ca-
minho cavado, quando um grito sinisiro retumba
va nos ara?, e logo, o sacesdoto espantado pode
descobrr um homem, conduziudo um outro sobre
as espaduas, passar leaiamento atravs dos cam-
pos desertos, e preciptar um aadaver do alto dos-
rochedos as ondas sombras da baha.
O 9 DO THERSUBOR.
A* raeia noute, Kernan enirava em Porzk. De-
clarou que acabava de malar Karval. Mara,,
toda trmula, recolheu-se a seu quarto. lugo que
ella ausentou-se, o Breto. agarrou o brago do ca-
valEro.
E' amanha a exocuco, disse ello, lienri-
qaie tornon-se pailioo de terror.
E' amanha, repeli Kernan, mas: livrarei
nosso amo da morto ao p mesmo do-cadafalso,
ou morrerei 1
Ire com vosco, Kernan, disse leari jue.
E Marta, que ser della ?
Mara, Mara, disse o joven.
Convem que flqueis, se en vier a morrer.
Mas que ella nao saiba nada, a pobre menina ;
amanha ser orpha, ou seg, pai. toe. saca resti-
tuido.
Henrique quiz insistir anda, aas elle se deba-
ta contra si proprio, e a razao, de accordo com os
seus sentimentos, obngava-o a ficar junio da sua
desposada.
Nem Kernan, nem Henrique dormiram durante
esta noite funesta ; o Breto orou com fervor.
Demanha, Kernan abragou Mara, apertou a
mo do cavalliro, e gannou o caminho de Recou-
vrance. Elle nao tinha projecto feito ; as circuns-
tancias decid i-lo-hiam a obrar.
A's seis horas, entrou na cidade, e dirijto-se pa-
ra a prisa.. Pelo espago de duas horas espern ;
vio chegar a carreta pintada de encarnado, a's
oito horas, ella sahia com nma carga de condem-
nado ; o conde de Chanteleine eslava entre elles.
Os guardas nacionaes cercavaro-n'os, e o fnebre
cortejo dingio-se para o cadafalso.
Um momento, o conde descobrio Kernan na mal-
lidio. Urna perguota rpida passou no seu espi-
rito ; que poda perguolar senao o que era feio
da sua Olha ?
Um sigual de Kernan loe dea a conhecer que,
ella estava em seguranga ; o conde comprehen-
deu-o, porq .e um sorriso passoa por seas labios,
e elle poz-se a orar com fervor e com vivo reco-
nhecimenlo.
A carreta avaneava no meio de urna considera-
vel reumao de povo. Os miseraveis da cidade, os
os seas proprios algozes designaran] com o ltalo :
Jess Ntuarenus Rex Judeorum.
Per ordem da imperalriz Helena, tres moribun-
dos foram levados em macas ao monle da Redemp-
go, e alii collocados sobre as tres cruzes.
Um delles foi repentiaa e milagrosamente cara-
do, e levantando-se comegou a andar, a loo'var e
b'.rmlizer o Seuhor.
E-^ta cura indicou qual era a cruz do Redemptor,
d Aquelle que disse : Eu sou a resurreicdo e a
vtia.
Outros contam o mlagre, que descobrio a cruz
do Redemptor, differeotemente.
Dizem elles que fra S. Macario, bipo de Jern-
salem, que fez conduzir as tros cruzes a casa de
urna piedosa chrisia, agonisante ; tocada a en-
ferma por duas destas cruzes, continuava o perigo
imraioente, e os symptomas funestos nao desappa-
reciam, mas no momento em que o inadeiro, que
o saogue de Christo linha banhado, se aproxima
da moribunda, a sombra da morte aflaston-se : e
quando um dos bragos da cruz tocou o corpo ja'
privado de movmento, levantou-se do seu leilo de
dr, repentinamente curada, e glorificando o Filho
de Deus.
Extratamos o seguinte do relatoro do ministerio
da fazenda.
LONCON ANO BRAZILIAN BANK LIMITED.
O capital deste estabeleciraenlo, que hoje de li-
bras sterlhas 1,500,000 ou de 13,333,333333,0o
esi todo realisado \ falta aioda para completa-lo a
quanlia de 8,611:1115111, sendo apenas a quanfia
de 4,622;222222 aquella que at hoje tem sido re-
ccHhida, para ser empregada as iran;acgSes.
Retirada desta ultima addigo a quantia de.....
T,400;00*a>000, que forma o capital das calzas fi-
laes e agencias as provincias, rest a quanlia de
2,222:222^222, para fazer face as transacgOes da
caixa matriz.
Com esta quantia e com os emprestimos tomados
a premio, quer em letras, quer em contas corren-
tes, na importancia de 13,273;951!30, fez este
banco operages de descont no valor de........
5,031;78iS>280, e abri contas correnies a diversos
na soturna de i3,789793,5>420.
O que levo diio, melhor se ver do quadro n. 46
ap pens a este relatoro.
Nos balangos nao vem deelarada a lasa com que
se fizeram as operagoes de desconlos, o que nao
pode ser censurado, vi.to como nao muito pro-
pna de documentos desta ordem a noticia desta es-
pecie.
Seria para desejar que se coui.ecesse dos men-
ejonados balangos qual o resultado de trai^acgoes
to valiosas, isto se as mesmas deram lacros ou
prejurzos, e se de tantas Ieira9 descontadas e d-
nheiros dados em coutas correntes, nao ba- titulo
algum ajuizado ou levado a contas proprias, onde
se langam os haveres duvidosos das casas- com-
merciaes, para separa los da massa daquelles- suja
cobranga nao offerece a menor difficaldade.
J!u-i8yo BANCO DO MAHANHAO.
Sendo o capital estabelecido por este banco de
mil coutos de ri.-, falta entrar, para completa-lo,
a quantia de 229:200^000, de aegoes ainda era
ser.
Em 22 de agosto deste anno ha de terminar o
prazo dentro do- qual tem o mesrao banco de redu-
zir sua emisso a 4t3.i8360o, em que foi flxada
por deciso do thesouro de 18 de majo de 1861, na
forma da le de 22 de agosto de 1860, em conse-
quencia de nao' tvr elle aberto o troco de suas no-
tas por ouro.
A directora tem entendido cenvenienle nao a-
brir o iroco em metal as suas olas em circulagao...
apezar de haver concorrido ao bauco ouro sterlmo
em quantidade.com receto de que o cambio baixe,
e traga em resultado o desapparecmento do me-
tal.
Apezar da fixagiio.da quantia a emittir na im-
portancia supa menciouada, o bauco s conserva
em circulagao 376;0f*0|j, como se ver do quadro
n.. SO onde acharis extractadas suas operagoes fei-
las at 31 de Janeiro ultimo.
Tratando agora das operagoes deste estabeleci-
raenlo, curapre dizer que > ua carteira compost
de letras descontadas, e caucionadas, sendo aquel-
las as que formam a parle principal de suas tran-
saeges.
Tem tambem transigido com mutuarios de cau-
goes, aos quaes tem aberto coutas c rrentes, no
valor pouco otis de um tergo das-sommas descon-
tadas.
O dinheiro tomado a premio se-tem all verifica-
do por meio de letras soraenie,. porque as conias-
correnles de depsitos representara dinheiro a or-
dem,.que nao vence juros. Pana as torgas deslo
banco nota-se que a quantia importante.
O fundo de reserva cresce semestralmentp, e
continuar a progredir, einquaato, como al ago-
ra, suas operagoes forero Mises, ou manejadas
com a habfitidade com que lem.sido dirigidas.
o penitente Ipronuociava sem comprehende-las, e | club sias, a escoria da populago tnsultava os con-
derauados ameagava-os, e- Ibes prodigalisava
as mais gr-osseiras injurias. Principalmente o
conde, nobre e sacerdote, era quem raas soSTna
as mais dientas voeiferagoes.
Kernaa caminhava junto da carreta ; na volia
de urna ra, o instrumento, da morte appareceu ;
faltava-lae menos de duzeatos passos,
uswediaiameoie honve- alguma demora, a. raul-
tido'parou. Passava-se- alguma cousa ; inierro-
gaviarse ; gritos misturavam-se com'urres.. Al
ouviam-se esias palavra* :
Basta I bastad
-S Fagam os conderonados retroceder.
Abaixo os tyraaui abaixo Roberperre I
Viva a repblica L
Urna palavra expcoo ludo.- O 9 de tieFmidor
aeabava de manifasfar-se em Pars. O telegrapho,
que dous anaos antes, Chappe fizera a coarengo
adoptar, annunetava no mesrao instante a grande
novldade. Robespierre, Couthon, Saint Just aca-
bavam porsoavez d) perecer sobre- o cadafalso.
Houve immediaumente uraa especio de reaegao;
esiava-se desgostpso de sangue. A piedade sobre-
pujou um instante a colera, o a carreta fatal
parou.
Kernan lancon-se logo, ti roa o co*4e com f orga
hre!.isrtTel no meio dea b*vos e gritos, e, meia
hora depois, o conde eslava nos bragos de sua
filha.
Duraste alguns das de assombro que succedB-
ram ao 9 de therraidor, o conde e os seus pode-
rain deixar o paz e passar finalmente para a In-
glalerra.
Deos tinha dado a seas infortunios uro destecho
que elles nao podiam esperar da parle dos borneas.
Aqu acaba este episodio, tomado ao pelares
dios do Terror. O que seguio-se, cada um advi-
nha.
O casamento de Henrique de Tregolan e de
Mara fez-se em Inglaterra, onde toda a familia
licou por alguns anuos.
Logo que os emigrados puderam regresar a
seu paiz, o conde foi um dos primeiros a entrar
m Franga. Elle voltou para Chanteleine com
sua filha, e o bravo Kernan.
All viveram folites e tranquillos, o conde ad-
ministroa pacificamente sua pequea parochia,
preferiodo este humilde papel s dignidades que
Ihe foram ofierecidas, e oe pescadores da costa
ainda hoje fallam com pezar e reoaecimeato do
nobre cara de Chanteleine.
Julio Vbbni.
(Trad. de A. ie Menionfsu)
PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. DE F. & HLHO
yf
(I-
3
i


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