Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10700


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Full Text
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AMO lll, fDMERQ 143
Fp qurtrt Mg* WIpo de i 0 din d 1. aez .-. + t
dem deptisdos I. ludias do ctacte dentro do anartel. .
Porte o eoweio por lre mem ,
DIARIO
$eoo
6$oao
750
SEXTA FEttA 23 D JOKHO DE 1865.
Por aooo pago dentro- do 10 dios do i. nez ,..... IMfc.
Porte ao eorreio por n a bu .......... 3$000
EXCARREGADOS DA SUBSQRIPQAO DO NORTE
Parahyba, o 3r. Antonio Alex?odrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marqaes da Silva ; Aracaiy, o
Sr. A. de hemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olivara ; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCAnitEGADOS DA SUBSCRIPTO DO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino Fatco Uias; Baha, o
Sr. Jos M.trtins Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
ltibjiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagoes da va frrea at
Agoa Preta, todos os das.
Iguarass e Goyanna Das segundas e sextas reirs.
Santo Antao, Grav.t, Bezsrros, Bonito, Caruar,
Altiohto, Garanhuos, Buique, S. Bento, Bom
Conselho, Aguas Bella e Tacaralii, as tercas
reiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiro eEx, as quartas
feiras.
Segunda vara do civel: quarta* e sabbades a I
hora da tarde.
Senahem, Rw FormosorTamandar, Una, Bar-
reiros, Agoa Preta e Plmenteiras, as quintas
feiras.
EPHEMERIDES Df> MEZ DE JUNHO.
i Qnarto cresc. as 6 h-, 1 m. e 58 s. da m.
9 Loa eheia as 7 h., 21 n..e 16 s. da m.
16 Quarto ming. as 4 h., 33 ra. e 28 s. da m.
23 La nova as o h., 37 m. e 3i s. da m.
30 Quarto cresc. as II h., 20 m. e 51 s. da
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
TriboBfldo comruercio : segundas e quinta.
Relagio: tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda": quintas s 10 horas.
Jaizo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito d orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do eivel: lergas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do c vil: quartas e sabbades a 1
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
19. Segunda. S. Juliana de Palconieri v.
20. Terga. S. Silverio p.m.; SvSilvuo h.
21. Quarta. S. Luiz Gonzaga; S. Albano m.
22. Quinta. S. Paulino b.; S, ruceas k
23. Sexta. S. Agripina v.; & 2-moii m.
24. Sabbado. & Nascimento de S. Joao Baplisla.
2a. Domingo. S. Febronia v. ;.&. Galicano ra.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 horas e 45 m. da tarde.
Segunda as 4 horas e 6 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sol at Ategoas a 14 e 30; para o norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos das 14 dos mezes de Janeiro, marco, malo,
julho, setembro e noverabro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na Hvraria da praga da Independencia
ns. 6 e8, dos propietarios Manoel Figneiroa de^
Faria & Filho.
PARTE OFFIGIAL
JIBVISTERIO O IMPERIO
6' secgio.-Bio de Janeiro.Ministerio doi-ne-
gorios do imperio, em 8 de unho de 1865.Exm.
e Rvin. Sr.Foi presente ao governo Imperial o
cilicio de 30 do mez Qodo, em que V. Exc, Rv.a*
pede autorisago para remover o professor da ca-
dei.a de direito natural do seminario archiepisco-
pal, oaeharel ABtonio da Rocha Vianna, para a de
iostituiges cannicas, que vagou por falleeimenlo
do coDegt Jos de Souza Lima.
Em resposla cabe-me declarar que nao se oppon-
do o decreto n. 3,073 de 22 de abril de 1863, ao
que V. Exc. Rvma. solicita, podo V. Exc. Rvtna.
effectuar aquella remogo. .
"Deus guarde aV. Exc. Rvma.Mrquez de Olin-
da Sr. arcebispo da Bahia.
2* secgo.Ministerio dos negocios da justiga.
Rio de Janeiro, em 6 de junho de 1865. Illm. e
Exm. Sr.Foi presente a Sua MagestaJe o Impe-
rador o offlcio dessa presidencia, datado de 8 de
abril ultimo, expondo que, tendo o escrivo interi-
in do juizo muuicipal da Villa Bella da lmperatriz,
que tambem o do jury e da delegada de polica,
consultado se era obrigado a servir na subdelega-
da, quando esta nao tivesse escrivo e fosse cha-
mado pelo subdelegado e bem assim se como es-
CTy de qualquer autondade eslava sujeito ao ser
vico do expediente; responder essa presidencia
que, no impedimento ou falta do servenluario' de-
vena o referido escrivo servir interinamente ua
subdelegada, conforme o aviso n. 180 de 16 Je
oulubro de 1854, e que as obrigacSes do escrivo
abrangem lodo o expediente, nos termos do art. 15,
ptr.ijirapho primeiro do cdigo do processo, e art.
18 do regulamento n. 120 de 31 de jaueiro de
1842.
E o mesmo augusto senhor houve por bem man-
dar approvar a mencionada deciso. O que Ihe
coinmunico para sua intelligencia.
Deus guarde a V. ExcJos Thomaz Nabuco de
Araujo. Sr. presidente da provincia do Amazo-
nas.
OVEHXO DO OBISPADO DS2
'imvvuiiro.
SEDE VACANTE
Expediente do da 14 de junho.
Officio ao vigario d'Atalaya.Em officio do Io de
abril, me cousulla V. Rvma Io se, mudando-se dons
individuos da parochia de sua naluralidade para
outra, onde eslabeleceram domicilio, e reridem ha
mais de um mez, querendo ahi casar se, devem se
proclamar, apesar de nao haverem preenchido os
seis mezas de domicilio, que exige a constituico
diocesana para a proclaraacao dos que querera
contrahir matrimonio : 2o se o parocho do actual
domicilio pode licitamente csalos, sem terem os
ditos seis mezes de domicilio, que parece exigir o
direito particular dadiocese para se adquirir pleno
domicilio,, e se poder contrahir impedimento; se
bem que nao naja duvida de que o possa fazer
validamente por disposigo de lei geral, consigna-
da n.i prescriplo de Benedicto 14 de 19 de raaio
de 1758.
Respondo-lhe quanlo ao Io que, exigindo o Tn-
deniino na sess. 24 de refornal. malrim. cap. 1, e
a constituico diocesana em o n. 269, que os con-
tratantes s proclamem na parochia de seu domici-
lio; e tendo os individuos, de que falla V. Rvma.
adquirido domicilio em a nova parochia, visto como
nella residen a mais de um mez, com animo de
permanecer (o que conforme o Direito suficiente
para se adquirir domicilio ou quasi domici-
decidio
tonla da Silva, nascid a 27 de setembru de 1859,
na cidade do Aracaty, em cuja matriz foi baptisa-
da, rogo a V. Exc. que se digne enviar-me a certi-
do de baptismo da referida -Carolina, aflm de que
pwssa ella ter iogresso em um dos estabelecimen-
tos de caridade a cargo da Santa Casa de Miseri-
cordia, como me declaren o Exm. provedor.
Coohecondo os seniimenlos do cari
mama pessoa de V,.j
acode s neccsldaei da suas o%elhas, e procura
preserva-las da,s seduccoes "e da oorrupijo do se-
culo, estoa ceno-de que V. Exc se dignar atlen-
der ao pedido que a junta administrativa da mes-
ma Santa Casa Ihe dirige pelo meu intermedio, e
facilitar deste modo o prompto soccorro que se vai
prestar aquella infeliz na idade em.que tanto care-
ce .delle.
Approveito a opportnnidade para reiterar os
roeus protestos de subida estima, considerado e
respeito pessoa de V. Exc. Rvma.
Dito ao vigario de S. Lourenco da Matta.Acen-
so recebida-a estatislca dessa freguezia, que V.
Rvma. me envin com data de 5 do corrente, e es-
pero que, continuando na diligencia de indagar a
data da creaco delta, me communicar o resultado
das suas pesquizas, bem como quaesquer outros
esclaiecimentos que por ventura possa obter.
17
OfBcio ao vigario de Mamaoguape.Foi-me en-
tregue a estatisiiea dessa freguezia, remedida por
V. Rvma., em data de 3 do corrente ; e a pontua-
lidade com que vem respondidos lodos osquesitos
da mioha circular de 22 de abril, e a mioociosida-
de com que sao descriptas todas as circumstancias,
indica o louvavel zelo com que V. Rvma. se bouve
no desempenho desse trabalho.
algans patriotas orientaes esforcavam-se por trazer lnelinft|i a crer que toda a transacQao- qoe nao I Ora, o coronel Goyo Soares era um dos mais
i governo de Montevideo a um arraojo paeil-' soja taada sob a influencia moral do nosso exer-1 prestantes auxiliares do general Plorer; tinha lu-
tado comnosco, e heroicamente, em Paysandd;
co. Todos sabem a parte que nessas* diligencias cito poderia ser-nos desvaqtajosa oo empreza pre-
tomou o Sr. D. Andrs Lamas, com o tm de evitar'. matura,
o ataque de Montevideo e consecuente ruina de O invern argentino abriga algum pensamen-
graodes interesses estrangeiros, nos quaes teeni lo a esO> respeito, mas nao m'o- manifeston anda,
grande parlaos proprios Brasileiros.
O Sr. D. Andrea Lamas e os que cooperavam
6m elle para mover o governo de Aguirre a acei-
tar urna niediaco, acredivam que a mediacao mais
possivel e aceiuvel pelo Brasil era a do governo
argentino : e nao podamos peremptoriamente re-
cusa-la, se nos fosse olTerecida, porque aqaeile
governo nos tinha prestado bons offlcios de amigo,
to bons que a sua neutralidad^ nunca foi perfei-
ta, o que nao o desairava, porque as suas relacoes
com o governo de Montevideo nao erafli normaes,
tambem estavam interrompidas em consecuencia
ietae lenb* pereebMn, aguarda
diajoossas torcas de trra.
a aproxima
pesamento
e, peto
vao
Depols manifestara'.o orador todo
do governo argentiao"
Era carta de 23 d dezembro. escripia tambem
de Bwos-Ayres, disse ao nobre ex-mralstro dos
negocios eslrangeiro8 :
Eu era e sou homem de paz, mas por amor
da paz iesmo a guerra algumas vezes urna ne-
cessidade. Nos estamos neste caso.
c Na questo oriental, mais do qoe a gnerra,
preoccapa-me o ajuste llhai, em que se envolver'
comprehende-se, portante, quanto seria sensttel ao
general '
ofliciai.
-_.wel -
general Flores a exigencia de punieac-lteste
Comtudo, declarando-me V. Rvma. que Ihe na) tevido e Paraguay, o general Mitre fallou ao ora
foi possivel descobrir adata precisa da creaco
dessa freguezia, visto ser ella muito auliga, espero
de aggravis que delle havia recebido. necessaflamenle a quesiao interna, porque o gene-
Mas aquella neutradade nao era completa. No ral Flores hoje noso alliado, e convm que a
primeiro ataque de Paysand, faltaram-nos algu- sua caus flque li iumphante.
mas munigoes, e nos as acharaos nos parques de! A lomada de Montevideo nao cousa fcil,
Buenos-A y res. Nessa necessidade estabeleceram-se I mas creio que nossos elementos de guerra, ja aqui
ps nospilaes em que foram tratados oa feridos de j reunidos e que vao chegando, serao bastantes.
Paysand. A nossa esquadra pode operar contra Era caria de 13 do fevereiro, escripia da villa
a do governo de Montevideo at as aguas a Con-1 da Uniao (Montevideo), disse o orador :
federago Argentina. O governo argentino proeu-1 O general Menna Brrelo arada me falla era
rou serapre evitar a ratervencao do corpo diploma- i falta de municSes I No% eoraprehendo como isso
tico era Montevideo na questao entre o Imperio e_o possa ser, depois de ludo quanto tenho escripto so-
governo de Aguirre. Todos estes offlcios de boa bre o nosso exercilo.
amisade davam mediacao do governo argenti- Como additamenio as instruccoes primitivas, eis
no, se nos fosse proposta, um carcter tal que a o que escreve o nobre ex-roliiislro dos negocios
nao podamos despresar n limine. eslrangeiros ao orador em despacho reservado de
Depois do accordo com o general Flores em Fray 22 de dezembro.
P.eut.s, e da expedigo das circulares que deoi-
ram a nossa poslcio perante os governos de "Mon-
Pela sua parte limitoo-se o orador a manifestar
ao general Flores quanto o governo imperial la-
mentava o fado, e que reclamava a puoieo do cul-
pado ; mas gaardoo-se e fazer essa reclamaeao
desde que o general Flores arredra o coronel
Goyo Soares de Montevideo, dando-nos asslm repa-
rago. O nosso almirante foi do mesmo parecer,
crea en.
Mas certo que o governo imperial quera mos-
trar grande genemidade para com os vencidos ;
recomraendando que os'prisionetros nao fossem
pontos era liberdade dorante urra7maiJdavaJrp;Ya'.^r'7"";"'v"" *
irata-los com a benevolencia que nls caracteriza. interiores que
E' para nplar queesses factos de Paysand,coreo
o acontecido com o vapor Villa del Salto, nao agra-
daran! a governo imperial, mas calou o seu des-
agrado que nao passoo de despachos muito reser-
vados ; procedimento eslt.tem diverso do que de-
pois de 20 de fevereiro leve cora plenipotencia-
no, p. tambem o fructo j esdttcattiido ; poda
quebrar um dos instrumentos JBtoajudaram a
colh-to. ^^''
L tambem os seguintes extracto!? do despacho do
nobre ex-ministro dos negocios eslrangeiros de 6
de fevereiro:
Accuso a recppcao dos offlcios reservados de
V. Exc. de 26 e 27 de Janeiro ultimo, sob ns. 19,
20 e 21. e do ostensivo sob n. 7 daquella primeira
Urge desembaracarmo-nos das operagoes mi-: dala, enviando copia da circular relativa ao prfido
itaresdo Uruguay, alim de empregarmos a nossa procedimenttf do governo do Paraguay para com o
aeco eoclra o Paraguay.
que reiterando as suas indagacoes, e serviudo-se
de todos os meios que Ihe suggerir o seu zelo, me
declare ao menos a dala presumvel em que pode-
ra ser creada essa freguezia.
Dito ao vigario de Santa Rita.Accuso recebido
o seu officio de 10 de corrente,.informndome
quaes as capellas que nessa freguezia coslumara
estar prvidas de'Santos leos; e participando-me
que em todas ellas se acha reformado o oleo sagra-
do, como eu recommendei pela circular de 15 do
prximo passado, a qual V. Rvma. cumprio, nao
so procedendo reforma que exigem as constitu-
goes diocesanas, como tambera fazendome a ne-
cessaria communicacao, como solicitei no final da
mesma circular.
Imperio, edo carcter selvagem que elle quer im-
dor no projecto d mediacao de que se oceupava o E mais adianto : primir sua gnerra contra o Brasil ; e em re Sr. D. Andrs Lamas, declarando que nao se pres- t Emtim, no iheatro dos acontecimentos, esl ta tenho a declarar Ihe quanto a este ultimo offl-
taria a mediar em offereceria a sua mediago, sem certo o governo imperial que V. Exc, de aceordo j ci, que o governo imparial approva a resologo
ter certeza de qae Seria bem aceita por parte do com usehcfes das nossas forcas de ierra e mar, lomada por V. Exc. sobre esle assumpto, em face
Brasil. proceder do modo mais consntaneo e proveilaeo das tristes noticias ltimamente rcebidas de Mato-
0 nosso exercilo estava em mrcha para Monte para as operacoes.da guerra. Grosso, e qnandp o barao de Tamandar jnlga
video, e urna mediacao em taes circumstancias po- Em despacho reservado de 7 de Janeiro de 1865 que pode eslabelecer o bloqneio das Tres-Boceas.
disse o nobe ex-ministro dos negocios estrau-.................. .*\,......................
geiros: t O governo imperial fica inteirado, pelo que
i Fico- inteirado do resultado definitivo das loca a gravidade da situagao ero que nos achamos
conferencias que lev V. Exc com o governo collocadus, e o vigor e a rapidez que ella exige em
ergenli* a respeito do E;tado Oriental e da re- nossa accao ; e approva o modo corao se houve V.
publica do Paraguay no ponto de vista das suas Exc. na conferencia com o general Mitre, visto
Brasil a mediacao, deixaria que a guerra segnisse inslruecfies, e apezar da resposta negativa daquelle como, declinando a mediando deste as circumstan-
o seu curso. Retorquio o orador que o governo governo a al lianza proposta, o governo imperial cias actuaes, foi interprete fiel do pesamento do
imperial desejaria muito evitar nova luso de nao pdB"e deixar de louvar a pericia e telo com | mesmo governo, por mais de urna vez manifestado
sangue, mas que ~j nao havia transaegao possivel que V. Exc. se houve as discussoes, o espera a V. Exc
da trazer-nos urna solugao pouco salisfato
ra. Fallou, pois, ao genoral Mitre com alguma
animago; a conversagao era particular. Obser-
vou elle ao orador qne fallava cora alguma pai-
xao* que respeitava os motivos nobres desse seu
siDiimento, e que, porianlo, se era repugnante ao
Fico certo de nao baver nessa frequencia ne- cem o governo de Aguirre; que qualquer solugao etc.
nhum oraiono privado que costume ter Santos
leos, bem como de haver ficado nos vasos dessa
matriz oleo sufflcieote para a administrago dos
sacramentos no corrente anno ecclesiastico.
- 19 -
Offlcio ao ttxm. presidente das Alagoas. Tenho
presenta o officio de V. Exc datado de 12 do cor-
reate e acompanhando projecto n. 23 da assera-
bla dessa provincia, alim de que eu d sobre elle
o meu parecer, como requisita a mesma assembla
por intermedio de V. Exc.
Em resposta cabe-rae declarar a V. Exc, alim
de que se sirva communica-lo a assembla dessa
provincia, que, attendendo a grande distancia em
que esto da freguezia de Traip os diversos ter-
renos que della se pretendem desannexar, alim de
serem incorporados a freguezia da Palmeira dos
ludios, da qual Qcam muito mais perlo, e por con-
segrante mais facis de ser curados pelo parocho
desta, como circuteslrnciada e lealmente me de-
clarou o Rvm. vigario da freguezia do Traip, era
offlcio de 14 do corrente, de bom grado presto a
mioha annuencia, e concordo em que sejam des-
auuexados da freguezia do Traip e inc rporada
da Palmeira dos ludios os terreuos mencionados no
projeclo n. 23, que tenho vista.
Dito ao vigario de Alagoa Graude. Accuso re- \ distineto redactor da Naco Argentina, c
A este re>peito observa que nao havia declinado
c K Sd?" Benedicto T Tcln^ PaucTs ab ceb,da esutislca dessa freguesa enriada com ; Gult.erres, nao para observar os nossos passos,
hiuc de 19 demarco de 1738 por V Rvma i ata de 29 do prximo passado. O pouco lempo I raas para prestar o que estivesse ao seu alcance,
ft da c recenlemenle o declraram as!" ,,Ut V" RDa-lem de re'id',eia essa freuezia "ie 6 de dezembro 'na0 Perrniiotalvez ser mais extenso sobre os que-: qualquer opportunidade de em pregar com bom
Espero
em
congregagao da inquisigao cm u uo u.c...ui .. circular de 2 de abril
de 1843, e a do conci.o, na resposta dada avispo | ^^^mend" novase maS circums
das iuforraagoes, se dar pressa em remeaer-ra'as ;
bem como rae declarar cora exactido quantos
casameutos, baptisados etc., tiveram lugar no auno
de 1864.
crrsuarrnta^r OJi .mi ni
INTERIOR.
de Grenoble em 5 de abril de 1845),
que ahi se devem proclamar; raormente se alten-
der-se ao fim porque as lels ecclesiaslicas exigem
a denunciago dos eontrahenles antes da celebra-
do de matrimonio.
A residencia d-- 6 mezes, que exige a constitu-
gao diocesana, nao se deve entender como regra
invanavel, corao domicilio indispensavel para o
matrimonio, e conseguinteraente para se proclama-
rem esnubentes; visto como esse domicilio pode
adquirirse era menos tempo, como tica pro-
vado.
Rt-leva porm notar que, se essa regra pode
lalhar quanto ao domicilio necessario para se po-
der contrahir matrimonio, deve sempre
quanto a denunciago dos contrahentes, a qual
deve fazer-se em todas as parochias onde elles
residlram por mais de 6 mezes, quer adquirissem
domicilio, quer nao; o qoe certamente nao obsta
a que elles se devam proclamar aquella, em que
o adquinrain, embora ahi residam por menos
tempo.
Respondo-lhe quanto ao 2o quisito que, sendo o
proprio parocho dos contrahentes aquelle em cuja
parochia estes adquiriram domicilio, ou quasi do-
micilio, como por vanas vezes lem declarado a
sagrada congregagao do concilio, e cotnmum
entre os theologos; e vista do exposto tendo os
contrahentes de que se traa, adquirido domicilio,
ou quasi domicilio nessa freguezia, fra do duvi-
da que o respectivo parocho o contraen- P^BnmptngW
temente proprio dos rabinos contrllenles, e
pode assistir ao seu matrimonio nao s valida,
como licitamente, visto como nao pode deixar de
ser I
com
fraude, para subir!)
proprio parocho; porque enUo nullo sena o seu
casamento, oomo ensinam commumenle os theolo-
gos, e o declarou a sagrada congregagao do conci-
lio em 22 de fevereiro de 1631, e 23 de junho de
1725, segundo refere Benedicto 14.
Dito ao vicario de Goyanna. -Accuso recebida a
estati.-tica desta freguezia que V. Rvma. me remet-
tea com data de 27 do prximo passado, na qual
falta to sement declarar os nomes dos onze sacer-
RIO DE JANEIRO
SEN 4 DO.
vigorar Discurso pronunciado pelo Sr. conselheiro Jos lla<
ria da Silva Prannos, em o do corrate, expli-
cando seu procedinicnlo no Rio da Piala.
O orador admirava lanta abnegago, nao sabia
como o bravo general podia ter-se em p, e cum-
pria to efflcazmente como era possivel o seu
dever.
J ponderou ao senado que eslavamos ameagados
da ravaso das forgas paraguayas, e posto que nao
fosse julgada provavel, todava bastava ser possivel
para que o orador' enlendesse dever raciocinar so-
bre essa base e precaver-se. Os factos recentes
eslao provando qoe aquella invaso nao era orna
simples ameaca; e se se prolongasse a nossa luta
que o deixasse subsistente nao poda ser aceita ."...........................................| absolutamente a mediacao ; apenas ponderou as
pelo Brasil; e que esperava que o general Mitre, 0 governo imperial confia que V. Exc. sabera, \ dilllculdades que se oppuuham a um accordo que
como nosso amigo, nao nos fizesse proposic5es que, as circumstancias difflceis em que nos teamos, nao fosse determinado pelo emprego da nossa for-
collocado em nosso lugar, elle nao poderia acei- tirar lodo o partido que proporcionara taes noticias ga,e pedia ao general Mitre que, antes de offere-
tar. Reconheceu elle enlo com o orador que o (allude s "noticias da invaso paraguaya), inleres- cer a sua m;diago, se collocasse em nosso lugar,
caso nao era de transago e sira de capitulago, saudo^na lula o governo _argentino tanto mais Entretanto o que disse o governo? Approvo o
embora caprtolago generosa para conf os-yen- aoaow*mi!T5reeque m gorerno nopoder por modo como V. Exc. se houve, declinando a roedia-
cidos. muito-ieinpo conservar-se na posigSo de neutrali- gao. Nada mais. Mas se a mediago tornassea
Entretanto o Sr. D. Andes Lamas preseguia dade imperfcita, que deseja. Os aconiecimentos o apparecer? em que casqs, era qoe coudig5es devqf
no seu erapenho de alcangar urna mediago. O hodefl'.rear a mudar de poltica, e a m vontade ria ser acceita? ou cumpria rejeita-la m tintine?
orador tem presente documentos impressos que do Paraguay contra o governo da confederag nao Nenhuma inslrucgao dava o.governo...
provam essas deligencias. Mas o governo de Mon- menor do que a que vota ao imperio. ; O Sr. Das Vieira : Este ponto anda nao pode
levido fez mallograr todas as teutativas nesse sen- ................i,........................... ser bem disentido.
tido, declarando afinal que nao aceitava a meda- Quanto a repblica Oriental do Uruguay, refi- O Sr. Paranhos : Pede permissao a S. Exc.
gao da governo argentino, por suspeita de parciali- ro-m s instrueges que levou V. Exc desta corte paraJer alguns extractos de sus cartas particula-
dade do Brasil; que podia resistir a favor resistira e as minhas ulteriores communcagoes depois que res conceruentes a este assumpto.
a todo o custo. chegou V. Exc. ao theatro dos contecimentos, nao O Sr. Das Vieira : Pode ler todas as carias.
Sera embargo dessa recusa, as disposg5es do podendo nem devendo o governo imperial dar-se O Sr. Paranhos diz que S. Exc as lera. O
general Mitre para com a repblica Oriental eram por sati to benvolas, que, respondendo carta do Sr. D. dos os interesses do impeno (evidentemente isto se ler-se.
Audres Lamas comraunicando o romp ment por refere as reclamagoes que motivaram a guerra, Desde que fizemos sacrificios e que peles es-
por parlo de Aguirre, declarou que os seus bons despresados e vilipendiados pelo actual governo do forgos e pela presenca de nossa forga que se poe
offlcios fieavam sempre disposigo da repblica Montevideo e anteriores adminislragoes. termo a luta oriental, cumpre tirar destas circums-
Oriental. t Nao devem ser esquecids os ntimos succe*sos tancia< toda a vanlagem possivel em favor dos
Efieciivamente mandou para o porto de Monte- naqnrlla praga, rompondo to descommunalmente tnterssses brasileiros I
video a sua esquadra, indo ao lado do almirante e por todos os compromissos solemues da repblica Urge que nos desembaracemos quaulo antes da
cora o imperio, luta no Estado Oriental, e com as forgas que a es-
No deviamser es.quecidos os ltimos successos,
isto a queima dos tratados o rompimento das
relagoes coinmerciaes. Cumpre notar os termos
precisos deste despacho, e a luz que derrawaiu
xito -i mediago argenlina.
Quaulo as nossas forcas se approximavam de
Montevideo, a eraigrago desta cidade para Bue-
nos-Ayrs foi extraordinaria; ludo o que podia
fugir para all fagio. O general Mitre mostrou
ainda a sua boa vontade para cora a repblica
Oriental, nomeando ama commissao que dotou
com os raelos pecuniarios para dar hospedagem
quelles emigrados, sem distinego de pariidos. O em 1851 com o imperio; ordenando em seguida a
orador deixa ao senado conhecer quaes foram as queima dos mesmos, o que se verlficou a 18.
razoes que lovaram- o governo argentino a proce-! Inteirado do conteJo do offlcio de V. Exc a
der com lauta moderago e genei osidade, e que de que ora respondo, e das consideragoes que faz so-
bre esse .icio de requintada violencia do governo
oriental, e de posse dos Impressos que remetle, on-
Resumbra destas carias que b nobre ex-minis-
tro dos negocios, eslrangeiros jolgava urgente a
conclosao da qaestao oriental, com "receio de au-
xilio do Paragnay; reccmmendaw qoe o bombar-
deamento so se effectuasse dada absoluta neeessi-
^Sir wtt TiiraA : At dehni os casos.
O Sr. Paranbos : .. .e seria bom evjta-lo al
com algum sacrificio.
Segundo as instrucgOes primitivas e ulterior
correspondencia, o que quera o governo era que
as nossas reclamagoes interiores fossem satisfi-
las...
O Su. Das Vieira : S ?
OSn. PAHANHQs...que o general Flores oceu-
passeo lugar do governo que nos fazia a guerra,
comogaranlia de fuluro e de cumpriment das
o territorio oriental
pudesse servir de base as nossas operagoes de
guerra, fieaado a Repblica nossa alliada contra o
Paraguay.
A respeito dos prisioneros de Paysand nada
se disse .ao orador, seno que nao deviara ter sido
sollos, mas conservados como prisiooeiros de guer-
ra em quanto durasse a luta, sendo tratados
com a benevolicia qne nos caraclerisa; entretan-
to no seu elatorio o nobre ex-ministro dos nego-
cios eslrangeiros articula como deficiencia do. con-
venio de 20 de fevereiro, que deyia provocar a
desfeta do decreto de 3 margo, que nada se exi-
gisse em Montevideo relativamente quelles pri-
sioneros I
Note-se que logo ha de discutir cada um dos
pontos das aecusages ; por agora est admitiindo
que arespeiio dos prisioneiros de Paysand a ac-
cusago pudesse sor formulada como fez o nobre
ei-ministro dos negocios eslrangeiros.
Recomraendava S. Exc. que ?e *tirasse o maior
partido das circumslaocias ; mas como ? O pe-
samento que sobresahia, como solugao para o pas-
sado e para o fuluro, era a queda do partido blanco
e a presidencia do general Flores.
Os alternados de Muoz na nossa fr ntelra eram
tambera sabidos do governo imperial; sobre este
assumpto tambem nada se disse ao orador.
O facto do insulto nossa bandeira deu-se a 9
de fevereiro. Quando o nobre ex-ministro dos
negocios eslrangeiros em 24 de fevereiro escreveu
ao orador sobre esse objeelo, ainda suppunha em
p a questo de Montevideo : veja-se se quanlo
aquelle fado ou quaesquer outros anteriores, dis-
se S. Exc aiguma cousa que pudesse fazer com-
prebender o que quera delle o governo imperial,
o que exiga a opinio publica no Brasil ou no
Rio de Janeiro. ',
Estrados de cartas datada de 24 de fevereiro,
recebida a 7 de margo.
Fermina que chame sua attengo para a ne-
Sr. Dr.
certo eram dictadas por urna poltica providente,
que nao quera romper para todo o sempre com o
partido blanco,
antes conservar-se estranbo aos
o
ta hora ah j devem oslar, com os auxilios que
pelo Cruzeiro do Sul o pelo p tem de partir da-
qui al depois de amauha direcismdni.' para Bue-
uos-Ayres, esiou que temos elementos mais que
quanto a's lotengdea do'govemo. sufflcientes para atacar Montevideo.
Eis agora o despacho de 10 de Janeiro de 1865: Oque cumpre combinar o plano e por de
lllm. e Exm. sr.Tenho presente o offlcio accordo com o general Flores os nossos generaes
que, sob n. 3 e a data de 29 dezembro ultimo, V. de_ierra e mar, alim de haver unidade de pensa-
Exc dirigio-me informando haver o governo da ment e de accSo.
Repblica Oriental do Uruguay, por decreto de 13 Temos motivos de sobra para justificar o ata-
o referido mez, fechado os seus portos bandeira que contra a capital, e ainda o governicko de Aguir-
brasileira, c declarado nullos os tratados celebrados re nos offereceu mais nm com o auto de f dos nos-
sos tratados.
Ao baro me dirijo nesia data recommendan-
do que o ouga sobre a direegao poltica da guerra,
porque V. Exc. ahi qu.?m esta della encarregado,
e hgo-o de modo que nao Ihe ofLndo absoluta-
mente a susceptibilidade. >
de se encontra a integra dos citados decretos e a
interesses dos partidos daquella repblica, alim de narragao do acto da queima dos autographos da
quelles tratados, reitero-lho as seguraugas das mi-
nao tornar impossivel a" boa harmona entre os
dous paizes qualquer que fosse o partido dominan-
te, e, pois, o sino de Montevideo se demorasse a
mediago argenlinaappareceria por impulso pro-
prio, e nao podamos tratar la de resto.
J i ponderou os perigos que nos cercavam.e qual
a nossa situagao militar. Neste estado, quaes fo-
ram as inslrucgdes <,ue o orador recebeu ? quaes
eram as vistas do governo imperial quanto ao de-
senlace da questo que la ser decidida dianle de
Montevideo ?
A queima dos tratados, o factos de Paysand, a
liberdade dada all aos prismneiros, os furores do
governo de Montevideo, a expedico Munoz,.todo
i de Montevideo, "mais que provavel! teto era sabide do governo Imperial antes de 20 de
no nosso territorio no fevereiro ; que instrueges mandou enlo ao seu
Estado Oriental se tivesse apressado mais j plenipotenciario para que comprehendesse o seu
E' o que se deve acreditar, porque enlo os Pa-; sublime pesamento ?
raguavoY contavam com o elemento da resistencia Alguns amigos dos nobres ex-ministros e inimi-
- e uraluios do orador, diziam por t-
tem defeza. possi-
expressas que tinha a res
nha perfelta estimr e dlstiacta considerago.Joo
l'edro ias Vieira.A' S. Exc. o Sr. Jos Mana da
Silva Paranhos.
Passa alguns extractos do despacho reservado
de 2 de Janeiro :
Accuso a recepgao do offlcio reservado de V.
Exc, de 7 do corrente sob n. 15, em additamento
ao ostensivo qne me dirigi na mesma data, sob n.
De 26 de dezembro :
Lieos queira, pois, que, se j nao estivemns,
estejames dentro era breve desembargados do
Estado Oriental, para cuidarmos seriamente do
Lopes.
Eslude V. Exc. os meios praticos do levar a
elfeito este pesamento, e v pondo logo em exe-
: cugo os que forem disso suscepiiveis, que eu es-
' tou que o general Mitre nao ha de
atraz.
Em 7 de Janeiro :
cessidade de etfeduar-se quanto antes o bloqueio
das Tres Bocas, aproveitando se para sso os va-
pores que ora seguem, ainda no caso pouco prova-
vel de' nao estarmos de posse de Montevideo. Urge
que vedemos ao calqu o recebimenio de qual-
quer recurso da Europa.
c Corno. V. Exc. sabe,, estava assenlado que o
bloqueio devia fazer-se antes mesmo de estarmos
habilitados para comegar as hostilidades contra o
Paraguay de um modo mais directo e positivo. (V.
Exc, disse o orador, sabe que essa demora nao me
pode ser attribuida.) Com as noticias rcebidas
hontetn pelo Princeza de Joinvitle, que d'ahi parti
na tarde do dia 17, multas pesseas Qcaram com
receio de que a iuta terminasse por um pastel.
Esta expresso nao original do uobre ex-minis-
tro ; fui importada do Rio da Prata...
O Sk. Das Vieira :E trausmittida mesmo por
V. Exc
O Sr. Paranhos... onde chamava se pastel, qual-
quer solugao em que o partido blanco licasse no po-
der, ou mesmo com parle nelle. O convenio de 20
de fevereiro, pois, que fez desapparecer o governo
e o parlido blanco, foi pela imprensa do Rio da
Prata considerado pleno triumpho do Brasil e do
seu alliado. Entretanto, o nobre ex-ministro usa-
va desta expresso, que epusta ter sido aqui tam-
bem muito usada. O orador nao conhece esla arle
culinario poltica ou diplomtica; assim, pergunta
qual a auihtese de paslel? E' ferro e fogo? To-
da a solugao oolida sem sangue pastel?
O Sr. Rodrigues da Silva : -Euto a anthitese
de paslel chourigo?
O Sr. Paranhos (lendo) c Tenho desvanecido
essa idea, nao s como opposta ao pesamento do
governo imperial, como ao de V. Exc.
c Com effeilo, depois dos desacatos que temos
soffrido, e dos sacrificios que temos feito, da neces-
sidade que temos de fazer de Muievido nosso prin-
cipal centro das operagoes contra o Paraguay, qual-
quer accordo que nao seja a capilulago da praga,
: segundo as leis da guerra, fra um verdadeiro
: fiasco
i Crea que nao tenho o mnimo receio de qoe
possa aproveitar os esforgos dos pasteleiros, assim
, com > que estou seguro de que por amor de pro-
' postas nao adiaro o coxego das hoslnhfos con-
tra Montevideo, alm das 48 horas que deram ao
' novo presidente para deliberar, segundo aqui cor-
re pela boca pequeua, visto cono o Princesa nao
uam mes-
querer licar lrouxe correspondencia alguma wttioial
mo cartas. >
. Nao sbese o nobre ex-ministro penniltir que
5, relatando o triumpho que, com a tomada da No meu conceito e fora de dunda gue o nteres- Q orador li os dUS gkiaoe periodos desta carta ?
praga de Paysand no da 2, alcancamos contra o se do Imperio, no desenlage da questao oriental e. Q R DlAS y,EIRA :_p0de ler toda,
governo de Montevideo e seus defensores ; e intei- que fique triumpliante a causa do general Flores,! Q Sb Pahanhos precisa que S. Exc. examine
fado de lodo quanto refere a respeito do- fusilarnen- nosso alliado, ja que nao podemos deixar de en-
to do coronel Leandro Gmez e outres cheles do' volver-nos na questao interna de Montevideo,
mesrae lado, depois de prisioneiros, e das reQ-xoes; Se afamar-nos desta Mola de conduela, receio
que Ihe sscitou to reprovade procedimento, te- muito que nos expoohamos aos mesmos nconve-
nho em resposla de comraunicar-lhe que o gover- nienles que nos resultaran do occordo celebrado
" h.iYm.*nrn JMn mM nin nftdp deixar do raguavo contavam com o elemento aa resistencia Alguna m| uuui ca
f T,n ;: seTrati,"a de conforn dade que llies proporciooavam o go'erno de Aguirre ejgos pessoaes e Kratuiios do on
''^l.i1 salvo' eparaPahse^^ o partido Wtinco, e podiara esperar, Tazej-junego da a parte: O Paranhos nao
i a le. salvo se para.am e muudiaui wnu k d Mufil), e Aparicio. ve ; faltou a instrueges exprs
ide. oara subtrahirern se a autondade do seu com asiorcas "_ APa"^-____._: nai,X rta ,nmai,, rtfl Uftniavrtn
Venceramos sera duvida alguma em Montevi
do; porm a demora at que ebegassem os con-
tingentes precisos para o ataque, e fosse bem ades-
trada parte da nossa forga, podia ser muito preju
dicial, ou seja considerando o mal que nos p .dia
vir do Paraguay, ou seja pelo mal que d'ahi resol-
tara aos interesses neniros (apoiados), quede certo
levantaran) clamores, e os levariam a fazer
peito da tomada de Montevideo pelas armas. Pois
bem I o senado vai ver corno o governo imperial
auxiliava o seo plenipotenciario, e se era possivel
que este,, pela correspondencia que leve com o no-
bre ex-miolslro dos negocios estrangeirs e com o
nobre ex-presidente do conselho comprehendesse o
que o governo imperial queria, ou o que indicou o
Diario Official no dia 2 de margo, como se o orador
pudesse ter attendido a 20 de fevereiro na villa da
L'nio as observagoes qne aquella folha aqui pubh-
primeiro se pode ler. (Envia a carta.)
O Sr. Das Vieira (tendo lido):Pode lr.
O Sr. Ottoni :Muito bem I
O Sn. Paranhos (lendo): t Cida vez se torna
mais popular a idea de por termo por meio das ar-
0 Brasil comnvtleria um grave erro, se, de-
As offensas e insultos que temos .-olliido sse
comm-tteria um grave erro, se, ue- poderaapagar cora o sangue daquelles que os com-
(lelos que lem feito, nao se prevale-, |neUerani> 0 peosamento de todos os Brasileiros,
-.'-,.., lilao t/i'uiai ** iuv w^> pvi "i i*\* jv >- v,
no imperial julga conveniente que V. Exc. solicite entre os generaes Urquiza e Onbe na guerra pas- mag as ossss qaestoescom o Paraguay e Uruguay.
do general Flores a punigo de Goyo Soares e dos *
outros subordinados do mesm^ general que con-
correram para ser levado a effeilo um semelhaote pois dos sacr
atieutado, qne lanto deslustra a victoria que obti-, cesse da occasiao para tirar todo o proveito em fa-, deQlr0 em Dreve S9 lra(iuzira em factos.
.vemos em Paysand. vor dos Brasileiros no Estado Oriental. 1 O Sr Ottom :-E'claro que falla de sangue
..........................................! Como V. Exc, tambem pens que as forgas derramadu no campo da batalha.
c O governo imperial nao pode deixar tambem que ah temos reunidas sao sufflcientes para por Q &R pARANH0S observa que a linguagem desia
de censurar que se houvess.e'dado plena liberdade termo a lula do Uruguay ; e se pudermos dispen- carU Qao esla de accordo i;oin os despachos e car-
ura to avuhado numero de oTHciaes prisioneiros, sar o bombardeamento de Montevideo, anda com Us aDtonores; e que, mesmo quando tivesse che-
e que iriam naturalmente augmentar o numero algum sacrificio, melhor ser, para evitarmos du- do anles de 2q de f^vereiio, nao bastava urna
dos nossos inimigos em Montevideo. Cumpria que ; vidas com os almirantes estrangeiros. -ei perfei- carta para que 0 orador cumprisse urna orderade
fossem tratados com a benevolencia que nos carne- '
presso, para que resolvesemos a questo amiga-
oo^^v:Rvraa:dzexislireri nessa parochia -'^f^^S era 2 de marco! (Apoiados.)
eraesmo,podendoserassuas^ J -da ^ >uWHUde g^ MM s fa|la a leVa,dade devida/.er alguns extrae
sufflcientes. tos de despachos e da sua correspondencia particu-
Nas circumstancias actuaes do mundo, relaciona- lar e confidencial com os nobres ex ministros dos
das como esto todas as nages, nao basta que um negocios eslrangeiros e ex-presidente do conselho,
governo invoque o seu direito de helligerante; nao referindo seno o que pode ser Irazldo a dis-
preciso, desde que recorre guerra, que lenha os cusso.
meios para termina-la no menor praso, quando O Sr. Frtado : -Pela minha parle est auton-
nao, os interesses dos neutros, a opiniao publica, sado para ler ludo, nao preciso de reservas.
. o que espero que V. Rvma
dizer com a possivel brevidade ; assim como que
me communicar qualquer alteragao ou mulanca
que se der na sua freguezia, como. Ihe recommen-
dei no flnil da circular de 22 de abril ultimo.
16
Offlcio ao Exm. desembargador provedor da
Santa Casa da Misericordia.Tenho presente o
offlcio de V. Exc. firmado em 12 do corrente e s
hai recebido; e nesta mesma data me d.ri]o ao
Exm Sr hispo da dloce-e do Ceara aflm de, com
a brevidide possivel, obter de S Exc Rvma. a cer-
tido de bapli-rao que V. Exc. solicita.
Reitero a V. Exc. os meus sinceros
estima e
V Exc
Dito ao Exm. Sr. bispD do Cearf-Pedradojne
o forgara a aceitar qualquer transaegao que traga a
paz.
A demora pois do sitio de Montevideo nos irana
reclamagoes dos agentes diplomticos estrangeiros,
que nos U variara a aceitar propostas de mediacao e
BM,aMA, d nm DromDta soluco da nossa questo, solugao
roPr2de Jo? embora honra., nanea seria o salisfactoria
considerago que consai ^ ^^ qufl poderiamos obter por meio da}
armas.
Desde a mediago tentada pelo Sr. conselheiro
im. proveoor aa 3ani^'""WTa'coTrente Saraiva de accordo cora o enviado brilannico e o
edade do Reofe em data de 12 do corrente Jjt^ das ^^ confederago
O Sr. Paranhos lera somente o q e juigar preci-
so para esta discussao : o resto o nobre senador
lera se quizer.
terisa, mas como prisioneiros, emquanto durasse a
luta. '
Observa a respailo deste despacho que o gover-
do coronel Goyo Soares; anhelava urna soluco pa-
cifica...
O Sr. Das Vieira Comanlo que msse hon-
o Exm. provedor da Santa Casa de Misericordia
da cidade do Kecire, era aata ae i* u"^"d" d' mstro das relagoes exteriores da Confederago um arranjo que evite o ataque a Montevideo. Nao
que eu obtenha de V. Exc. Rvma. a r* Arcentina que nao s o corpo diplomtico comol'receti, porm, abefturas iormaes ou autorisadas e
Idade da menor Carotina, Alba de r rancisca auw -^
Pede licenga ao senado para dar-lhe conhecimen- O Sn. Paranhos :Enlende que Leandro Gmez
to de varies documentos, alero de outros que jun- nao devia ser fusilado por aqoelle modo, se o foi;
tara como notas a este discorso. I mas pelo que fez em Paysand podia ser executa-
Comegar por alguns trechos de um offlcio es-! do por sentenga de um conselho de guerra : tratou
cripto de Buenos Ayres a II de dezembro, em que com crueldade os prisioneiros, mandou collocar as
communicou ao ex-ministro dos negocios estrau- cabegas ainda qnentes de alguns soldados brasilei-
gelros o seguinle : I ros sobre as trincheiras ; de seas mos preceden-
t Ha das se m ralla a medo em tentativas de I les origlnoo-se o grande odio que Ihe tinha o coro-
um arranjo qne evite o ataque a Montevideo. Nao ; nel Goyo Soares, cuja familia havia sido victima
du-
vidascom os almiranles estrangeiros. -ei perfei-
lamente que, declarada a guerra, para o que te- ordem ,ue em Denbum caso cumprina se
raos os mais justos motivos, estavaraos nos nosso ,oss^ deS|,uuiana
perfeito direito bloqueando e bombardeando Mon- 0 guverno recmmendava que, ainda com sacri-
tevido, para forca-la a render-se ; mas soinos fra- flcjoe evilasse 0 bombardamelo at ao caso de
no imperial deplorou, e com raio, o que aconte-: eos para estarmos a bngar com o genero humano, abs0|uta necessidade, raostrava-se generoso para
ceu cora alguns prisioneiros de Paysand, como a e bom ser, emquanto pudermos, evilarmos mais cum QS prsjoneJros de Paysand; quena a punigo
morte de Leandro Gmez e algans de seus offl- comvlicages e desavengas,
ciaes ; mosuando-se ISo,escrupuloso, que recom-i Pelo que toca ao Sr. Tamandar, offlciamente
mendou ao plenipotenciario e ao almirante que ob-! digo qo-anio Jrtsia para conhecer o meu pensa-
tivessem a punigo do coronel Goyo Soares, a quem i ment sotre o seu procedimento.
se attribaia o fasilameoto de Leandro Gmez. En- I Fagam os Paraguayos o que quizerem, nao
tretanto este facto nao tinha dado lugar a urna podendo bate-Ios ao mesrao tempo que os blancos
averiguago rigorosa. \ de Montevideo, s havemos tratar seria e exclus- vereiro, segundo as palavras do proprio nobre ex-
OSr. Das Vibira :-Offlciou se no sentido de vamente ifaquelles depois dedesembaragados do ministro... .. *_..
Uruguay. O Sr. Das Vieira :Mas mi dellciemc
Juige o senado, diz o orador, da impresso que O Sr. Paranhos :-.... e de repent<, urna car-
estas ultimas palavras deviam causar-me. ta de S. Exc. (ainda qne pudesse chegar antes da
Em 6 de fevereiro : solgo) havia de bastar para que vingasseraos no
c A indignago contra o Paraguay nao pode ser, sangue de nossos inimigos as affrontas que nos ba-
maior, e recrudece quando consideramos que o viam feito I...
desforgo nao poder ser tomado com a celeridado Passar agora a lr alguns extractos da corres-
que todos desejam. p t A nossa situagao gravissiraa, mas havendo principiando pelos da carta confidencial de 21 de
actividadee perseveranga da nossa parte, have- Janeiro: Corao V. Exc, pens que se deve pou-
mos a final de tnumphar de todos os obstculos. >! par o sangue de nossos soldados, porgi* as bota-
ros.
O Sr. Paranhos :..
como foi a de 20 de fe-
paver essa averiguago.
das barbaridades daquelle chefe.
ILEGTVEL
^Ui-&MiM<
^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^M


Diario de Peraambuco Helia lelr*. f 9 de Junho de 1866.
has nao Servem para conseguir o fin que legitima
a guerra, sao immensos assassinatos.
Coro esta roatima concorda o orador absoluta
mente.
O Su, ftmoADo :E ajoda pens 5sim- -
O Sr. Paraneos (continuando a 1er):
SESSAO JUDICIARlA EM 19 DE JUNHO
DE 1865.
PHESIDENCLV DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. PERETT!.
Secretario, Julio Guimardes.
As il# horas da manhaa o Exm. Sr. presidente re(j0_
do.por.ua.piquetedo-ewrito imperial, que en po- da patria, cujo embarque leve boMBrn logar pitas por censegninte a concorrencia delles; e as pecas
ra a sua dlsposlcao. 5 horas da tarde n Cumpndo deste modo o dever em que me col-. Nesse momento solemne toda a nossa poporaeSo garantem por certo os momentos raais deliciosos.'
locoa a carta de V. Etc., aproveite a opportnnida- estava grupada na linha extensa 40Itinerario do: Estamos autorisados pelo digno Sr. lente-'
de para rerjow-lhe os protestos da mrah mais al- corpo, oceupaodo as roas juncadas defamas e as coronel Apollmo Peres Campello Jacorao da Ga-1
ta conslderaco.Jos Mana da Silva Paranhos. varandas cobertas de colchas e de bwtfeiras di- ma, comroandanle do 2o corpo de voluntarios, e
E" realmente para lamentan que nao houves- A. S. Esc. o Sr. R. Ulysse Barbolani, ministro re- versas, realgidas pet bello sexo em seas gracas seas distinctos offlaaes, a declarar, que muito pe-' abri i sesso estando reunaos os Srs. desembar-
sem machados eontros instrumentos para romper sidenle de S. M. o rei da Italia, etc., etc. juyenis.
cercas, nenhum engenheiro para reconheotrtttnlo, Gomo se v, nao mostrou o orador soffreguido ; Era orna testa de todos- ella se associavam
abertura de triuch iras, etc. O-arsenal dtrftto- falln nesta carta llnguagem muito digna do Bra- moco e o veiho, g hornera e a senhorapor que abi Coimbr, a quem se confessam dewdores da mais to, MiradaTea.''suppent LeaReTsT
Grande podia e devia ter fornecido os machados, sil. A resposla que teve foi a seguinte : (L) :. entre as affeiedes do sangue, se inshttfavam aqoel- justa"*gra lidio. Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
e, quando riSo os houvesse, era fao t lo* o exer-1 t Particalar.Montevideo, em 17 de fevereiro las da patria,; qae carecendo da dedicago dos seps Fotgamos sempre de registrar taes senttmentos! dente.
citoobtido. Quanto aos engheiro,jlir-rDe o Sr. de 186o. Sr. conselheiro. Sinto extrema- filhos, esta nao pode fazerse esperar, em nossas paginas pela nobreza mJHes comida. Foi I ido o offlcio de 17 do corren te do Exm. Sr.
ministro da guerra que no Rio-Grande os havia. mente que, por causa da precip.itacao cora que es- E,por isso,a lagrima saudosaque deslisavp pela Hoje a nma hora da tarde se extrabir a 4* conselheiro presidente do tribunal da relago, cora-
Porque nao marcharan? -crevi a cana que tive a honra de dirigir a V.Exc. dor do apartamento, prestes seccava-se ao calor do parte da 4" lotera, da Santa Casa de-Misericordia rounicando haver designado o Sr. desembargador
Lamento o assassinatode Leandro Gmez, ca- em daude honleu, e de qae nem me9mo guardei amor patrio qoe refervia intenso naqoelies peitos, (20"), senGo o> dous maiores premios 10:00r>fr e Caetano Jos da Silva Santiago para offlciar como
ja vida como prisiooerro devia ser inviolavel; mw copia, nao tivesse explicado bem as michas inten- 'ido qnasi fazer por ama transrrrissao elctrica 2:000,8. juiz na causa entre partes : Appellantes osadmi-
a conces?ao de liberdade aos cera companheiros goes. despontar o sorrir do prazer nos labios daquelles be nomeado major do 23 batalhao de vo- nislradores da massa fallida de Bastos & Lemos,
delle, para irem augmentar o numero dos assassi- t Acreditava que V. Exc. sabia da cessago do mesraos, a quem a saudade punga ento. luntarios da patria o Sr. JoSo Bernardino de Vas- 'appellados os administradores da massa fallida de
nos de Carreras e amanhaa derramaren) o 6ague governo do Sr. Aguirre e da noraeaco do Sr. Vil-, O corpo deixando o quartel depois de meo dia, concellos, que igual cargo tinha no Ia batalhao de Pacheco & Mendes, pela suspelco jurada pelos
brasileiro, generosidade que nao se pode louvar lalba, o que tem urna significago muito importan- seguio jior entre as|ovagoes mais estrondosas e soh guarda nacional deste municipio. Srs. deserabargadore^ Reis e Silva e Silva Guima-
nem appiovar, e nem repetir, te as actuaes circumstancias. | puvens de flores, que cahiam das varandas, at a O Sr. Joo Bernardino asss cOohecido como raes.
t Au terminar, dizer a V. Exc. que o governo, As communicacSes que terei a honra de fazer. ig reja da Conceipao dos Militares, em cuja frente militar, e por isso lodos fazem o devido elogio a
procura obter t-'-dos os meios para atacar o Para-; V. Exc. sao por parte do Sr. Vi I lalba e dos meus' extendeu em linha, aOm de assislir a ceremonia sua noraeaco.
guay por mar e por teira, e vencer a resistencia collegas do corpo diplomtico. religiosa da bengo da bandeira ; ceremonia esta O Exm. Sr. presidente acaba de fretar o hia-
das suas fortalezas. Quae-qoer que sejam os sacri-1 t Nao podia estar as minhas intencSes fazer | que foi celebrada cora toda a solemnidad^ sendo te Amelia, aflm de transportar as malas da Euro-
flcios que a situaco imponha ao imperio, cumpre abstracto do Sr. general Flores, pois que elle deve era seguida entregue pelo Exm. vigario capitular pa e sul do imperio s provincias do norte, visto o
faz-los resolutamente, de modo a aproveita-los, ser parte essencial as negociarles : o raea prj-laoSr. lenente-coronel Apollonio esse symbolo da cter Pyrilampo nao poder faze-fo por seu estado,
para que amanhaa nao recomecemss as mesmas meiro cuidado teria sido pedir a sua intervencao nossa nacionalidade ; o qual passou apos as mJos O Amelia, que segu hoje pelo meio dia, destina-
interminaveis Intas. 'desle a nossa primeira entrevista. daquelle que taBdo a misso de sustenta lo, desfe- se directamente ao Cear ; todava dahi ira at ao
Agora os extractos de outra carta confidencial do Representante de uraa|potencia amiga do Bra-' rio-o logo no centro do corpo, com glhardia e ao Maranho, se os vapores da companhia costeira
nobre etf-presidente do conselho, datada de 6 de sil, e guardando as melhores recordacojs da minha som do liymno nacional, s auras da libordadee dessa provincia, ja houverem partido em contra-
feverero: residencia no Rio de Janeiro, n3oera por mim que do patriotismo que aliraentam o peito dos filhos de viagem, nao sendo assim possivel aproveta-lospara
AiegTam-me as noticias das nessas operacSes eu teria desejado encontrarme com V. Exc. em Pernambuco. a condnegao das malas,
no Estado Oriental, e eslou ancioso pela noticia da um terreno neutro. Era smenle por considerado E esse fluctuar era a personificaQlo do afleos de A irmandado do Senhor Bom Jesns das Cha-
toimida de Montendco. Estou, porm, suspeitoso por este governo junto ao qual estou acreditado, e irmos irmos, que se separavam para viogar a gas, erecta da igreja do Paraizo, tendo de fazer ce-
que o tyrannele do Paraguay tcntealgtmadivrrsao, que est infelizmente em estado de guerra cora o affronta dos bros coramuns. : lebrar no dia 2 de julho prximo a festa solemne
ou pela provincia do Rio-Grande ou pelo Estado governo de S. M. o Imperador. Deste ponto desfillou o corpo. do sea Glorioso Padroeiro, comeca domingo 23 do
Oriental, e admiito rrresmo que ja o no tenha feto c Todava aceito com prazer o amavel convite Asuafrente ia o esquadro popular de mocos correte o respectivo setenario, segundo nos aflan -
como meio de demorar ou dificultar a justa vin- de V. Exc, e, 1 hora por-me-hei caminho para, escoltados, uniformisados e coro garbo militar; os gam, coto a possivel pompa e twilhnntismo.
ganga do Brasil, qae tao infame e atrozmente pro- a villa-da Unio. T menores do arsenal de guerra ; o 4o batalbao de Pedem-nos a segainte publicago :
vocou. i a Entretanto rogo V. Exc. aceite a seguranca artilharia e os artfices, o Exm. Sr. presidente, o t No posto de alferes seguio liontem, no Cruzei
As notas de V.Exc. corresponderam comple- nente minha tspectaliva, e folgo com o favo- oolani.A S. Exc. oSr. conselheiro J. M. da Silva de ordens; o Sr. commandante superior da guarda em que se acha mpentiado o imperio, o Sr. Ly-
Do Sr. desembargador cha Cavalcant aoSr.
desertibargador Donringnes da Silva
As appellagoes civels.
Appellante, Francisco Antonio Alves Mascare-
nhas ; appellado, Jos Antonio Ferrao de Figuei-
. achara elle* pelas atteedes de queto-. adores ReiTe srfv^SiivT GimreV, e aVcoU, e FrSo Al'veVSSie appelladW' 0S herdeiros de
?> "?Lyeci0.aairte(,0_Sr" ANM^'o^Duane Srs. deparados Rosa, Candido Ab-oorado, Bas Ao Sr. desembargador Vasconcellos
A appellago el ve I.
Appelrante, D. Emilia CardimCavalcante de Oli-
veira ; appellado, o preto Jos,
Do Sr. desembargador Dornigues da Silva ao
Sr. desembargador Barros- Vaswocellos
A appelrgSo-fllvel.
Aopellante, Ursalino Leite de Arrochellas; ap-
pellado, Jos Mara C-jrtez.
| Do Sr. desembargador Barros Vasconcellos ao
Sr. desembargador Caetano Santiago
A appellagao civel.
Appellante, Joao Cavalcante de Albuquerque :
appellado, Luiz Francisco de Vasconcellos.
A's 1 '4 horas encele c ae a sesso.
assignados os accordos proferidos na
12 do presente mez nos feitos entre par-
tamente
ravel acolhimento que ahi tiveram. Paranhos, etc., etc. nacional e seus ajudantes de ordens; e a compa-
umdos arrbalds de Montevideo, para aecudira de fevereiro de 1863.Sr. conselheiro.Expego o | Alm disto, alas de cidados de bragos dados,
qualquer emergencia que exija a sua i Ilustrada Sr. Mnelli, que goza de toda a minha confianza, ejformavam como que companhias ; e as msicas
intervengai, nao poda delxar de ser approvada e que dar verbalmenta esclareiimeulos V. Exc. \ do corpo, do 4o batalhao de artilharia, e do Io da
leurada pelo governo imperial, t O meu objecto principal fazer constar V. guarda nacional deste municipio, bem como duas
Segnudo o nobre ex-presidente do conselho, por- Exc. que amanhaa de manhaa cedo chegar de jovens curiosos tocavam alternadamente,
tanto, $ batalhas qttemao servem para conseguir Uuiao o Sr. Juan Rann Gome?, como commissio- Todo o trajelo foi urna successo nao int(
sandro Francisco Nogoetra, estudante que era do
Io anno d Faculdade de Direito. Os seus collegas
maranhenses offtreeeram-lhe orna espada, fraca de-
monstrago de sua amizade. Prasa a Dos que
anda tenham os seus collegas e amigos o prazer
de abragar ojoven estudaate, que, movido do
mois puro e santo patriotismo, vai correr os peri-
gos da gnerra, e offerecer patria o tributo do
seu sangue.
Remetlem-nos o seguate, pedindo sua publ-
cagao:
Li hoje, com espanto, na sua conceituada Re-
vista, a correspondencia trocada entre o digno
cnsul de S. M. Fideiissima nesta provincia, e o
Tem checado a negociagao qoe preceden ao con- corpo diplomtico residente era Montevideo estava mentido; eram ao contrario a alma se manifes- mui digno Dr. administrador da casa de detengo.
veflio de 20 de fevereiro. Sabidas as instrurgoes prevenido conlra fefipsil ; mas depois que o ora- lando pura, espontanea e abundante ; eram a alma; < Se bem, que de alguma sorte se moderasse o
que o orador rrcebeu do governo imperial, obscr-: dor defl lio francamentn a nossa posigao relativa- que exlravasava as emogoes que nella iam ; por- juizo que entao formei contra o denunciante do
vara que foi aecusado do nao ter aperlado o blo- mente ao governo ^fe Montevideo, e collocou-a no que, em presenga de lauta atinegagao, o coragao estado de definkamento em que se achava o menor
queio .. | terreno largo do direito das gentes, viram os agen- expandia-se, e smenle procurava revelarse na subdito portoguez Antonio Mendos dePaiva.com
OSr. Das Vibira :Nos nao o aecusamos. tes eslrangeiros, que as disposigoes do Brasil nao for.ga do seu enthusiasmo, para o que nao havia a leltnra de urna caria que tambem foi publicada,
O Su. Paranhos nao diz isso : mas os nobres havia cousa alguma que nao fosse confessavel, e as' forma impralicavel. | com ludo julguei-me forgado a vr, tambem pela
cx-mnistros deixavam passar tolas essas aecusa-; julgaram justilicadas, deixando desdt ontao de dar | Epor isso ahi estavam as ras todas enfetadas; imprensa, bradar contra qualquer juizo temerario
goes feitas pelos seus escriptores anonymos, tem ao governo de Montevideo o apoio que lhe haviam ahi estavam esses dous arcos de folhagem da ra que por ventura possa ter formado conlra o meu
declarar : Nao; nenhuma ingerencia teve o pie- prestado, a ponto de vir a prestar-nos apoio no des- da imperalriz; ahi eslava esse caramancho da Ilustre amigo o Sr. Dr. Rufino Augusto de Almei-
nipotencrario no bloqueio; quem marcou o prazo, enlace da questao. j ra Nova; ahi estavam esses dous arcos trimn- da, e a qoe a comsso do denunciante nao possa
o jhft que se tem em vista com a guerra sao immen- nado do Sr. Villalba, para regular as bases.
sos assassiuatos. Rogo V. Exc. aceite as segurangas de minha
O Sr. Furtroo :J dfsse que anda pens as- mais alta consideragao.R. Ulysse Barbolani.A'
sim. S. Exc. o Sr. conselheiro J. M. da Silva Paranhos,
O Sr. Paranhos logo far applicacao desla ma- etc., etc.
sima ao convenio de 20 de fevereiro. Estas aberturas de paz tm urna explicagao. O
lerrom-
pida de ovagoes que irrompiam em vivas, em poe-
sas e-criptas e recitadas, em chuvas de. flores e
em outras mil formas que fogera a descripeo da
penna.
Nao eram estas ovagoes, porm, a expressao fria
que a convengao as vezes impe um sentimeuto
quem o proregou una e duas vezes, foi o almi- j Acudindo o orador ao reclamo do Sr. Barbolani, phaes das ras da Cadea e Cruz ; ah estavam os
ranle, sem euvir o diplmala brasileiro, que estava' ouvio quaes as disposigoes pacificas em que estava estabelecmenlos commerciaes, as casas consulares
em Buenos-Ayres, ou na villa da Uniao. | o -r. Villalba ; desejava elle evitar nova affuso e as repartigoes publicas fechadas; ahi estavam
Ora, porqu assim precedeu o almirante ? por-' de sangue no seu paiz e abrir as portas de Monte- finalmente toda a populagosemdistincgaodeidade
que tambem reconhecia a conveniencia de evitar-' video aos sitiadores, para evidar as calamidades de; nem de condigoesa saudar aquellesque se iam.
ter satisfetto..
Testemunha occnlar- por muitos dias da ma-
neira porque sao tratados os detentos o'aquelle es-
tabelecimento, affingo ao publico, e particular-
mente a quem quer que anda duvide, que o ac-
se o boinbardeamenlo de Montevideo emquanto por! que estava aquella capital araeagida ; desejava, Ao chegar o corpo ao arsenal foi recebido ao tuai administrador da casa de deteocao nao frga
.iiil r.i mit.lt aa nnil.icca rhf.r enlutan lunr.iCl rwM-m nt,a hAnri.'fm r, con rir\p..,l i m.-.n tn fnnna lia mticina l\\z minnrdc i;imoA-mHn \ am. ;Mn..nH. i..l..lk. -,-- _^ ___ __._____ i____
outro moilo se pudosse obter solocao henrosa
porque desde o principio do bloqueioprevio a pos-
sibilidade de um arranjo pacifico.
O sitio tambem nao se estreiton^ porque o nosso
exercto aiada nao estava inteiraroente preparado,
e porque o nosso general de trra receioa que a
approximacao do exercto trouxesse alguma pro-
vocagao que precipitasse o alaqne.
Depois de 20 de fevereiro se dsse com muita
facilidade que a praga de Montevideo nao estava
fortificada como a de Paysand ; nao poderia re-
sistir.
A verdade, porm, que da praga mandavam
todos os das guerrilhas fra ; qoe all havia um
partido forte para a resistencia a todo o costo ; que
muitos pontos estavam minados ; qne a guarnigao
era numerosa e dirigida por chefes habis, fanti-
cos, excitados pelo odio da guerra civil c pelo odio
ao estrangero.
Dizia muitas vezes o bravo general Ozono que
o ataque de Montevideo nao nos poda custar me-
nos do que a perda de 2,000 homens.
Estas eram as cireumstancias quaodo nos pri-
meiros das de fevereiro foi o orador chamado a
toda a pressa de Buenos-Ayres pelo nosso almiran-
te, para ouvir as proposigoes de paz que pareciam
muito prximas.-
O orador nao julgava possivel que Montevideo
chegasse a um accordo sem trocar os primeiros ti-
ros, mas recebeu no acampamento militar urna
nota do ministro de S. M. o rei de Italia, que deve
ser publicada, porque explica a referencia que o
protorollo do convenio de 20 de fevereiro faz as
aberturas de paz annunciadas por aquelie diplma-
la. (L) :
Particular.Montevideo, em 16 defevereiro de
1863.Sr. conselheiro.Tomo a liberdade de di-
rigir-me a V. Exc. para pedir-lhe ama eotrevisia
com a maior brevidade possivel. Estou encarrega
do de fazer a V. Exc. communlcagoesque, no meu
pensar, poderiam ter as mais felizes consequencias'
para todos.
t Em alinelo s importantes mudang&s que
acabam de veriiic.ir-se em Montevideo, espero que
V. Exc. far suspender, por mquanto, iodo e
qualquer acto de hosiilidade. O novo presidente
acaba de ordenar que nao se dispare um s tiro
de fuzil, e que o porto e a cidade >ejam> abertos a
todos indistinctamente, para entrarem e sahirera.
Crelo que a nossa entrevista, se V. Exc. nao
achar nisso inconvenienle, poderia verilicar-se a
bordo de um navio neutro, quer argentino, quer
francez, quer iaglez, ou italiano, como approver a
V. Exc. Por trra haveria muito estrepito.
a No entretanto aproveito esla occasio para re-
novar a V. Exc. a eguranga dos sentimentos de
minha mais alta considerago./?. Ulysse Barbo-
lani. -AS. Exc. o Sr. conselheiro Jos Mara da
Silva Paranhos.
Depois de ouvir os nossos generaes, responden o
orador oestes termos :
Particular.-Villa da Unio, em 16 de feve-
reiro de 1863.Sr. ministro.-Apresso-me a res-
ponder caria particular que V Exc. se dignou
dirigir-me hoje, e que neste momento, seis horas
da larde, me foi enlregue por um subdito italiano,
segundo a declarado do rrresmo portador.
i V. Exc. diz que esl encarregado de fazer-me
commnnicaces quo poderia m ler, na pensar de
V. Exc, consequencias as mais felizes para todo o
moado.
i PPde-me que faga suspender todo o acto de
hostilidade em atlengao s mudanzas importantes
que acabam de ler lugar na cidade -d#idatevWo,
e as ordens dadas pelo novo presidente que se nao
dispare um s Uro de fuzil e se permuta a todos
livre entrada e sahida por mar e por trra.
Fmalmeote, V. Exc propoe-meqOe nossa en-
trevista tenha lugar a bordo de'qualquer navio
neutro, porqoe em ierra o desejado encontr cau-
sara muito estrepito.
t Sinto nao poder prestarmre aos desejos de V.
Eie: nos termos precisos qovme pf escreve.
i V. Exc. nao rae di por quem se acha encar-
regado das commonicacoes a que alinde e en ig-
porm, que honrassem o seu procedimento. roque da msica dos menores, comegando o era
Deu o Sr. Barbolani a entender que o Sr. Viilal- barque por obra das 4 horas, e embarcando tam-
ba acreditava poder ser reconhecdo corno governo bem o 4 batalhao de artilharia e as companhias
legal da Repblica, e que esta era a principal base:de artfices e de cavallaria, que foram quinhoeiras
da solugao pacifica. Ouvio, porm, do orador e do' dessas manfestagoes.
ninguem ao trabalho; que se isso consegue sem
pre por amigaveis e saudaveis conselhos : que a
alimenlago que ali se destrbue a custa dos cofres
pblicos confortavel e suffleiente para qualquer
individuo; e que o que o mesmo doulor fez em re-
Diiranu o transporte para bordo, o mar apr- Jagao esse menor, querendo ensinar-lhe um offl-
sentavaa vista mais bella possivel. 'co, nao foi seno, a conlinuaco dessa grande e
Todos os navios nacionaes e eslrangeiros estavam generosa obra, digna de seu nobre carcter, que
embandeirados. j encetou logo no comego da sua administrago e
O Cruzeiro do Sit/.coberto de bandeiras em arco, contina a praticar, forneetndo aos menores nao
seniaram a pretengao do reconhecimero do Viilal- ostentava-se garboso, e multido de botes corriam s detentos, mas anda fiihos de presos o ensino e
ba, como presidente da Repblica, fundndose no era diversas direegoes, cheos de pessoas onlhu- educago nrcessarias tudo a sua custa e sem in-
principio de respeito constituigao -, e llcaram ta n-, siasticas, que correspondan) 6 provocavam a seu tervengao dos cofres 'pblicos,
bem inteirados de que era issoirnpos.-iv I, nao pela turno a correspondencia de vivas da parte de mi- < o que deixo dito nao seno o testemunho
Miares de individuos, que bordavara o caes do ar- dos fados, e haveria da minha parte ingratidao se
seal em toda a sua extenso. nao viesse por este meio socecar os que se podem
Bouangosos ventos levem seu destino aquelles ter levado pela falsa denuncia que deu origem a
bravos, que nessas manfestagoes temo aprego que correspondencia de que acabo de tratar.
cvicas que Dignera-se Srs. redactores aceitar e publicar
estas poucas lindas filhas do amor que tem a ver-
general Flores que cora tal base nao havia accordo j
possivel, e retirou.
No dia seguinte mandou o Sr. Villalba dous com-,
missarios, os Srs. Juan Ramn Gmez e Miguel
Martttuz, os quaes era conversa particular apre-
pessoa do Sr. Villalba, digna de toda a considera
gao, mas porque a sua eleigo era de origem vicio-
sa ; era um governo de fado, como o general Flo-
res, e nao estavamos na posigo de vencidos, mas
na de vencedores, entreunto que o reconheciraento i merecem ao torrao natal as virtudes
do governo do Sr. Villalba importa va um tnumpho adornam-ihes os coragdes.
para o partido blanco. A seguinte allocuc>o foi a dirigida por S. Exc. dade ; o sen amigo e constante letbrJ/onocf da
Findandn estas aberturas coofidenciaes, mandou' o Sr. vigario capitular ao Sr. tenente-coronel Apol- silva Jar.ome Pessoa. >
UiMiTKiuo 'UBLico. Obituario do dia 20
de junho de 1863.
o Sr. Villalba ora plenipotenciario, o Sr. senador
/Herrera y Obcs, com os poderes necessanos para
tratar, e desla negociagao resultou o acto de 20 de
fevereiro.
No accordo de 20 de fevereiro releva considerar
a sua forma e o seu contexto.
Quanto forma, devia, como entendom algn?,
o ministro do Bra-il tratar directamente com o Sr.
Villalba, sob a condigo de ser a praga de Monte-
video entregue aos generaes brasleros, afim de ser
por estes passada ao general Flores? ou devia del-
xar que o nosso alliado se enteudesse com o Sr.
Villalba, acompanhando tovia a negociagao no sen-
Ionio na occasio da entrega da bandeira :
< Sr. commandante I Ha circumstancias,em que
o hotnem nao pode dexar de abrir o seu coragao
ao prazer e a esperanga ; e taes sao as em qne nos
adiamos nestes apreciaveis momentos.O Ilustra-
do e benemrito cidado, que preside aos deslinos
desta provincia, por ver mais uraa vez coroado de
feliz successo o seu zelo patritico : vos, por ca-
ber-vos a honra da comraandar estos bravos, que
compSera o segundo corpo de Voluntarios pernam-
bucanos, e que, arroslando os mil incoramodos e
perigos de urna guerra longinqua, se offerecem
comvosco para exporem a propria vida ero defeza
tido de velar, que nj prejtidicassc os compromis- da patria : eu por ler segunda vez de imprimir o
sos do general Flores para com nosco ?
De:-tas opitiies extremas, a primeira nao resirte
analyse, nao sustentavel. O general Flores es-
tava rconhido pelo governo imperial como chefe
supremo da Repblica; linha contrahido cora o
Brasil os compromissos solemnes de 28 de Janeiro :
no seu carcter de autoridade oriental e suprema
presta va-nos servigos de boa hospedagem; ao mes-
mo lempo era tambem geueial alti seu exercto ; o sangue oriental havia corrido em
Paysand com o sangue brasileiro ; o. general-Flo-
res havia mandado urna expedigo para a fronlei-
ra contra Muoz ; das suas forgas eram na mor
parle as avaogadas que rodeavam Montevideo. Res-
tas condiges, .-orno podia o plenipotenciario do
Brasil dizer ao general nosso alliado: Arrede-se :
o Brasil aqui o nico vencedor ; depois que o ge-
neral brasileiro tomar conta da praga lli'a entrega-
r. ? Isto nao podia ter lugar.
Mara da Assurapgao Ferreira Brrelo, Pernambu-
co, 80anno., solteira, S. Jos ; dearrha.
Joao da Malta, Pernambuco, 16 annos, solteira,
Boa-Vista ; tuperculos pulmonares.
Vicente, Pernambuco, 14 mezes,S. Jos; dentigo.
Paulina, Pernambuco, 13 das, Santo Antonio; es-
pasmo.
Urna exposla cujo nome ignorara, Santo Antonio.
Jos, frica, 68annos, solteiro, escravo, Boa-Vista;
irritago Intestinal.
Juo, frica, 82 annos, solleiro, escravo, S. Jos ;
velhice.
carcter de sanlilicago oeste edan lacle, symbolo
glorioso da nossa nacionalidade, e que vos condu-'
zir a victoria : todo Pernambuco, emlim, pelo
muito qu.e em vos confia, e de vos espera, e pelo '
grande quinhao de gloria, que lhe ha de tocar no
triumpho definitivo da causa santa que pleiteamos
nos campos do Paraguay : triumpho do direito
contra a usurpago ; da civilisago contra a barba-
ria ; da defeza mais legitima contra a mais trai-
go-ira eajusta das aggressoes ; da integridade do!
imperio, da inviolabilidade do nosso territorio, da
honra e dignidade nacional, atacadas o ultrajadas
por esse vndalo americano que, nctrlndo achi-
mera de poder subjugar seus visinhos, a quem s 10 horas da manhaa, estando reunidos os Srs.
provoca com incrivel audacia, representa hoje, no deputados Rosa, C. Alcoforado, Basto e Miranda
seculo XIX, no meio de povos christos, com Leal, e presento o Sr. desembargador fiscal, o
pasmo geral, essas scenas de depredagao, mortici- Exm. Sr. presidente declarou abena a sesso.
nio, ferocidade, e abominago, que constituan) o Lida, foi approvada a acta da sesBao antece-
direito das gentes dos povos barbaros, onde parece dente.
CIIR0\ICA _JUDICIARI4
TRIHI'.WL DO CUJ HERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 19 DE
JUNHO DE 1863.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARCADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
EXPEDIENTE.
Um offlcio do secretario do raeritissimo tribunal
Quando linhamos dito nago oriental e s de-! que se inspira esse americano degenerado, e que o
mais nagOes que Inlervinhams procedendo de ac-' influxo benfico e civilisador do christianismo ba-
cordo com o general Flores, auxiliando-o com os; nio para sempre d'entre as nagoes christaas.
nossos cons, Ihos e as nossas armas para a pacifi-) Sr. commandante I Nao osarei estimular vos-! ? ^mercio da corle, de 5 do correte, remeiten-
cago da Rejiublica. como poderiamos, no desenla- sos brios e dos vossos dignos companheiros d*ar-
ce da questao, colloca-io na posigo de nosso su,- j mas, excitar vossa coragera, indicar-vos o cami-
bordinado, apa-Io da posigo em que o tinharaos I nho do dever e da honra, nao : fra isso descoohe-
reconhecido desde Janeiro, e Isto para constnlir1er avossacoragem. Sois Peruambucanos, e bas-
que os nimigos communs, a faego j vencida em
Paysand e Montevideo se rendesse ao Brasil, e s
depois disto lhe abrissimos as portas da capital da
Repblica ? J se v que tal proceder nao era sus-
tentavel.
O que, pois, caba ao plenipotenciario do Brasil ?
deixar que o nosso alliado tratassewo cora Villal-
ba, inspeccionando entretanto os ajustes, afim de
fiscalizar que nao prejudcassem os que linhamos
com aquelie general 1
A.-sra procedendo, seguira o orador o exeraplo
das potencias adiadas conlra Napoleo. Chegando
os alliados Pars, em 1814, declarou em seu no
me o imperador Alexandre, a 31 de margo, o se-
grate : (IJi) :
.Os exercitos das potencias alijadas ocenparo
Pars, a capital da Franga. Os soberanos alliados
acolhem o voto da nago franceza Ellesdeclaram:
Que, se as condiges da paz devara encerrar
mais fortes garantas quando se tralava de enca-
dear a imbigo de Bonaparte, ellasdevem ser mais
favoraveis qoando, pelo restabelecmento de um
ta : este nome exprime o brio, a lealdade, o patrio-
tismo, a religiosidado, a bravura, a generosidade;
e nos o Pa' inteiro, nao exigimos de vos, seno
que sustentis a honra tradicional do vosso nome
CORAGEM COM RELIGIAO StO CORAGE-M ChRIS-
TAA.
Recebei.Sr. commandante, este estandarte san-
do urna relago dos commerciantes matriculados
no mesmo tribunal no decurso do mez prximo
passado.Accusada a recepgo, archive-se.
Outro da junta dos corretores, datado de hoje,
acompanhado da colagao dos precos correntes da
praga na semana prxima linda.Archive-se.
Foram distribuidos pelos senhores deputados os
livros Diario e Copiador de Antonio de Almeida
Gomes.
DESPACHOS.
No requerimento de Luiz Ribeiro da Cunha, de
Joaquira da Suva Boa-Vista, commercante cora
loja de fazendas na ra do Crespo n. 10, declara
vv dores que tenha letras vencidas; que todos os seus
pagamentos deste genero os tem feto em dia, e
que se lia algura que tenha alguma letra vencida,
annuncie.
E mais declara que deve por conta de livros a
alguns negociantes, a alguns dos quaes tero fsilo
pagamento por coola no correte mez.
Esta declaragao tem por fim mostrar a sem ra-
zo que ha em se lhe haver aberlo fallencia por
coma de livros aos 21 do correle mez, bera como
que, se por tal titulo se pode ter seraelhante proce-
dimento, bem pouces negociantes haver que se
nao achem comprehendloos no caso em questao.
Conla de livro, em regra, prova contra quem a
i escreveu, se. acaso nao esliver assignada pelo ere-
dor; e a razao por que desmerece entre os tita-
. los habis, cabendo somente ao credor a aeco or-
I diara.
N3o ha titulo de divida qne seja to contingente
j e fallivel.como nma conla de livro.
O declarante chama a attengo dos ilustres juz-
gadores sobre o objecto ; e desde j protesta ha-
ver o damno soffrido opportunamente.
Joaqaim da Silva Boa Viila.
Foram
sesso de
tes :
Appellantes, os administradores di massa fallida
de Amorim, Fragoso, Santos & C ; appellado,
Innocencio Garca Chaves.
Appellante, Caidido Moreirada Costa ; appella-
dos, Antonio Guedes Gondira eoutros.
Appellantes, Jos Gongalves Malveira, hoje seus
herdeiros e outros
Ccmpanlia. ,
JLGAMENTOS.
Appellante, D. Anna Dellina Paes Barreto ; ap-
pellado, Manoel de r-ouza Pereira. Adiado as
sessoes de 12 e 16 do correte.Foi-confirmada a
sentenga appellada.
Appellante, D. Mara Rita da Cruz Neves e outros;
appellados, os directores do Novo Banco de Pernam-
buco, como administradores da massa fallida de I
Mesquila & Dutra.Ordenou-se urna diligencia.
Appellante, Guilherraa Jorge da Motla ; appella-
do, Joao Martins Ribeiro.Adiado na ultima sesso
Foi confirmada a sentenga appellada.
Recurrentes e recorridos simultneamente Ma-
noel Moreira Tavares e D. Leopoldina Mara da
Costa, mulher de Manoel-dJ Costa Cistivella com
autorisago do juizo.Adiado o ju garaento a pedi-
do de um dos Srs. deputados.
Appellantes, os administradores da massa fall- ]
da de Amorim, Fragoso, Santos <& C. ; appellado,
o Dr. Manoel Francisco Teixeira. Foi confirma- |
da a sentenga appellada.
Appellantes, os administradores da massa fallida
da de Amorim, Fragoso, Santos & C. ; appellado,
Antonio Domingues Pinto.Foi confirmada a sen-
tenga appellada.
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Seve, Filhos i C.; appellado, Fraucisco Xavier
de Olive-ira.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da do Amorim, Fragoso, Santos & Companhia ;
appellado, o hachare! Manoel Gentil da Costa Alves.
Appellantes, Silva & Alves; appellados, os cu-
radores fiscaes da massa fallida de Jo? Marques
dos Santos Aginar & C.
Appellante, Francisco Aalonio Pontual; appel-
lado, Antonio Gomes da Cunha e Silva.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. des-
embargador Silva Guimares:
Appellante, Belarmino Alves de Archa ; appel-
lado, Manoel Pereira Monteiro.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Accioli :
Appellantes, Guimares & Bastos ; appellados,
os administradores da massa fallida de Amorim,
Fragoso, Santos & C.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Res e Silva:
Appellantes e appellados simu'taneamente, os ad-
ministradores da
goso, S- Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Santos & C.; appellados,
Cosa Filhos & C.
AGGRAVO INTERP0ST0 DO JUIZO ESPECIAL DO
C0MMERCI0.
Aggravante, Munoei Dias da Silva Santos : ag-
gravado, o administrador da massa fallida de Ros-
iron Rooker & C.
O Exm. Sr. presidente negou provmento.
Nada mais havendo a tratar-se o Exm. Sr. pre-
sidente encerrou a sesso a ama hora da tarde.
COMMNICADOS.
rjtticftgoxs itam
elkicao
Dos juizes, juizas, escres, eserivas, mordemos,
mordoraas e procuradores qne bao de festejar
o glorioso padioeiro da provincia Sanio Antonio,
na igreja aiatriz de S. Lourenco da Malla, no
presente anno de 186o.
Juiz por eleigo.
0 Illm. Sr. tenente-coronel Luiz Francisco de Bar-
ros Reg.
Juiza por eleigo.
A Exma. Sra. D. Elyzia Peres Campello, neta do
Illm. Sr. coronel Jos Peres Campello.
Juizes por devogo.
Os Illms. Srs. :
Cap to J io Correia de Araujo.
Adriano Xavier Pereira de Brito.
Dr. Jorge Dornellas Pessoa.
Manoel da Silva Amorim.
Juizas por devogo.
As Exmas. Sras. :
massa fallida de Amorim, l-ra- D. lc|a|IM Ermelinda de Barros Reg
'_!.(1am.?raJ&. Guimaraes:_ ,.,.: D. Rtta Joaquina Correia de Araujo
D. Olindina, consorte do Illm. Sr. capito Antonio-
Jo.- Duarle.
D, Olimpia SiogeHa deOliveira.
Juizes prolectores.
Os Illms, Srs. :
Exm. Dr. desembargador Firmno Antonic de
Souza,
Dr. Augusto de Sonza Leo
Tenente-coronel Joo Francisco Xavier Paes Bar-
reto.
Capitao Manoel Joaqun) Mauricio Wanderley.
Juizas protectoras.
As Exmas. Sras. :
D. Anna Joaquina Mauricio Wanderley.
D. Emilia, consorte do Illm. Francisco Goncalves
Netto.
tincado pelas bengos da igreja ; e, implorando co- 36 annos de idade, Narciso Antonio Vieira da' Cu-
mo o nossos pais o patrocinio da nclita Senhora I nha, de 22 annos, e Jo^ Antonio Vieira da Cunha
da Conceigao, titular deste templo e padroeira do! de 21 annos, todos portuguezes, estabelecidos na
imperio, marchai, ide reunr-vos aos vossos irmos, cidade da Fortaleza, capital do Cear, sob a firma
que vos precedern), e que talvez a esla hora j ( de Luiz Ribeiro da Cunha & Sobrinhos, pedindo
se balara nos campos de batalha. Dos, que pro-
tege sempre a causada justlga, abengoar a vossa
abuegagito patritica, vos conceder' propicios ven-
tos booangosos, e sustentara' o vosso valor, por-
que a causa que ides defender justa.
E, depois de hasleardes este estandarte as
que seja a mesma firroa admeltida matricula.O
procurador junte procurgo dos seus consiuin-
tes.
No de Luiz Ribeiro da Cunha, pedindo o regs-
tro do seu conlrato de sociedade com seus sobri-
nhos Narciso Antonio Vieira da Cunha e Jos An-
muralhas de Humana', depois de punirdes o ultra- tonio Vieira da Cunha. O procurador junte pro-
je feto nossa nacionalidade, e de offereetrdes curago do supplicante.
mais uraa pagina de gloria para a historia patria,
voltareis, cornados cora o louro da victoria, a estes
lares queridos, a esta ierra natal, que, orgulhosa
por vos tor dado o bergo, vos acolhera' em seo seio
cora ternura maternal, vos recebera' convos louros
do iriurapho, e, correndo ao templo sagrado, en-
toara' hymnos de acgo de gragas A'quelle que,
No de Heliodoro Acacio Barreiros Rangel, com
um documento em satisfago do despacho do Io do
corrente, para lhe serem transferidos os livros que
comprou massa de Jos de Sampaio Coelho :
Nos livros respectivos fa>am-se as transferencias
requeridas.
No de Chrstano Jos Tavares e Joaquim da
noro tambem as mudarcas que se operaram em 'overno sabio, a Franga offerecer em si mesma a
Montevideo, e o carcter que etfas poifem ter com i seguranga desse repouso.
relago ao estado de guerra em que se acha o Bra-1 Conseguinieraenta os soberanos alliados pro-
sil com o governo de Montevideo. clamam :
As deefarages oflieiaes domen governo nSo; Que nao traiaro mais com Napoleo Bona-
podiam ser mais francas, nem os motivos mais parte, nem com alguem de sua familia. tendo cm sua mo omnipotente os destinos huma- Costa Ramos, pedindo o registro do seu contrato
graves, neuf os seos legtimos propsitos mais-ex-: a Que elles respeltam a.-ntegrdade da anliga, nos, regula segundo os altos e iasoudaves desig- de sociedade e o da procurago que ajunlam :
plicitos. : Franga, tal qual era sob os seus res legtimos; que! nios de sua providencia, todos os acontecmenlos | Vista ao Sr. desembargor fiscal, sobre o contrato
' podero conceder anda raais, porque tm sempre, moraes e polticos; decreta a guerra e a paz, con- e regstrese a procurago.
professado o principio de que, para a felicidade da [ cede s victorias e as derrotas, exulta e abale os Uuvidaodo o Sr. offlcial-maior da secretaria pas-
Europa preciso que a Franga, seja grande eforte. imperios. sar carta de registro barca Nova Carolina, visto
Procedendo daquell maneira, anda o orador se-; Na qilartafeira bouve no Sania Isabel o es- nao ter sido apresenlado o auto original da visto
guiria o nosso proprio exemplo de 1852. Eflto ha- pectacalo, que o digno erxprfesario annuocira era, ria, como dispSe o art'459 do cdigo do eommer-
lido ; fot a duvJda julgada proceden-
te que a parle a satisfaga.
_.i de hypoiheca apresentada na ses-
y. xc representante de urna nago amiga do Hado, e a capituracao foi ajustada entre os generaes: Dlda cm a* provaS mais significativas de conside- sao passada por Manoel Podro de Mello, foi cele-
Brasil, exclue para a nossa entrevista, assim o Oribe, o governo de Mont-vi o, pelo Intermedio' "cao, qur da parte das pessoas presentes, qur brada entre o mesmo como hypothecario 'e Antonio
territorio hrasiwiro representado por qualquer de de Urquza, nosso alliado, sendo ouvida nossa lo-; daquell do Sr. Duarle Coimbra, que reproduzio-se Joaquim de Mello como hypothecante, sendo os bens
no>sos navios de guerra, como aquelie em qnese' gago para dar sea assentmento, ou exigir as mo- em diferentes formas de cavalbeirismo para esse bjpothecados um sitio de ierras foreiras, com casa
acha_esia le :ao. difjcagos que julgasse necessarias por parte ie, ^m- de viv^nda e outras bomfeitorias, sito no lugar do
* O Brasil faz hoje guerra ao seu inimgo, era
alliaoga com o Ilustre general Flores, que repre-
senta agrande maioria da nago oriental. V. Exc.
nao attendendo a esla importante considerago, pa-
TttHl|j.\AIi I A. RKIiVClO.
SESSAO DE 20 DE JUNHO DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
SOUZA.
s 10 horas da manhaa, presentes os Srs. des-
embargadores Gitirana, Almeida Albuquerque, As-
sis, Doria, Motta, Ueha Cavalcant, Domingues
da Silva, e Barros Vasconcellos, faltando os Srs.
desembargadores Caetano e Lourengo Santiago, e
Guerra procurador da coia, abrio-se a sesso.
Passados os feitos, deram-se os*seguales
JLGAMENTOS.
Recurso crime.
Recrreme, bacharel Francisco Antonio Cesario
de Azevedo ; recorrido, o juizo.Relator o Sr. des-
embargador Doria. Sortalos os Srs. deseinb.r-
gadores Motta, Doraiogues da Silva e Gitirana.
Improcedente.
Appelia^oes crimes.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Domingues
Correa.A novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Henrique Pereira
de Lima.A novo jury.
Appellante, o juizo; appellado, Francisco Luiz
de Souza Baha.A novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, AexandreJos
Barbosa.A novo jury.
Appellante, o promotor ; appellado, Manoel Joa-
quim de Lima.A novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Bap-
tbta da Silva.Nullo o processo.
Appellagao civel.
Appellantes, a parda Cordilla e seus filhos ; ap-
pellado, Jos Vicente Ferreira de Freitas.Despre-
zaram os embargos.
DILIGENCIA CRISIE.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justrga
As ppellages crimes.
Appellante, o promotor ; appellado, Agoslinho
Soares Machado.
Appellante, Franc seo de Paula Campos Quares-
ma ; appellada, a justica.
Appellante, Sevenuo'Rozeudo da Silva; appella-
da, a jusliga.
Appellante, o promotor ; appellado, Francisco
Antonio de Moura.
Appellante, Jos Bsrnardino Gomes ; appellada,
a justiga.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Joaquim
de Carvalho.
Appellaute, o juizo ; appellados, Joo Fabricio
da Costa e outros.
Ao Dr. curador geral
Appellante, Estevo Jos da Motta ; appellada,
D. Anna de Jess Arrudi.
DILIGENCIA CIVEL.
Com vista ao Dr. curador geral
A appellaco civel.
Appellante, Manoel Calisto do Nascimento ; ap-
pellada, Luiz Goagalves Ramos.
DESIGNA'.AO DE DIA.
Assignou'se dia para" julgamento das segra-
les :
Revista civel.
Recorrente, a vluva de Manoel Antonio Ferreira;
recorridos, Manoel Marques e sua mulher.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourengo Santiago
A appellagao crime.
Appellante, Domingues Francisco de Moura ;
appellado,o juizo.
As appellagoes civeis.
Appellantes, Jos Rauello Padilha e outros ; ap
pellada, a fazenda.
Espero que V. Exc. hs de recdrfrlfrCer qrm eu Brasil",
nao posso, em tafes circ'nrnsTjmcias, prctfrrette'r-me
Bmastrspensaode hostilidades, comqaanflo srta
que os gmifae* das torgas atrfadas no'projedllim
asar de suas armas de hoje para amantraa.
e A entrevista com que com'qoe V/ Exc. me
3oer honrar pode entretanto vrrcar-se, mas eo
evo rogar a V. Exe. que sedigne vir a minha re-
sidencia na villa da VfiSo, para onde V. Exc. po-
derla dfrtgii cttaloda-a sefurMica, aroiUpanha-
PIMAMflUC,
UHgft MAMA.
J l vo de mar em fra os bravos filhos dcMa
prdvincn, que corapttem o 'corpo d-e vofoblarios
O espectculo todo correu bem, e o monologo Giqoi, freguezia dos Afogados.
patritico Bravura e Gloria, do Sr. Dr. Frankln j O tribunal deliberou que de ora em diante sede-
Tayora, que foi bellamente recitado pelo actor Lis- clare as actas, quando alguma bypotheca fr sub-
' boa, excltou o vivo eothosiasrao de que o sea pea- meltida registro, nao s os nomes das partes
samento e a sua forma sao susceptiveis. contratantes, mas tambem o objecto sugeto by-
Domingo 25 do correnle az-se ouvir no San potheca.
u Isabel pela ulilmo vezo dlstiaeto violinista por-! Nada mais havendo a tratar, o Exm. Sr. presi-' gador cha Cavalcante
juguez Francisco Pereira da Costa. dente encerrou a sesso s onze horas e meia da A appellagao civel
A excelencia da execugo do Sr. Costa promette maohaa. Appellante, bacharel Joaquim Francisco de Mi-
sa ferao agradavel aos espectadores, eoavidando I ------ randa ; appellado, Jos Rodriguesi do pIsso
Appellanle, Jos Gabriel Pereira de Lyra ; ap-
pellado, Antero Vieira da Cunha.
Do Sr. desembargador Almeida e Albuquerque ao
Sr. desembargador Assis
A appellago civel.
Appellante, Vicente Anlanio do Espirito Santo ;
appellado, Caetano Lenidas Duarle Gama.
^ Ao Sr. desembargador Doria
A appellagao crel.
Appellaoie, Vicente Ferreira da Cosa Miranda :
appellado, Hermenegildo Eduardo do Reg Mon-
teiro.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
D. Luisa, filha do Illm. Sr. capitao Miguel Joaquim
do Reg Barros.
D. Leocadia, consorte do Illm. Sr. capitao Jos Fer-
raz Daltro.
Escrives por elcico.
Os Illms. Srs. :
Dr. Joaquim Correia de Araujo Jnnior.
Capilo Jo Ferreira Gomes e Silva.
Capitao Antonio Augusto da Fonseca.
Severino Jos de Mour.
Eserivas por eleigo.
As Exmas. Sras. :
D. Maria Margarida de Souza Travasso,
D. Carlota Emilia Carneiro da Cunha.
D. Joanna Emiliana Soares da Rocha.
D. Caetana da Silva Marques.
Escrives por devoco.
Os Ilims. Srs. :
Dr. engenheiro Antonio Vicente do Nascimenlo-
Feitosa Filho.
Tenente Jos Antonio de Albuquerque.
Antonio Rodrigues de Albuquerque.
Jos Francisco de Souza Lima.
Eserivas por devogo.
As Exmas. Sras. :
u. Malbilde Marcollna dos Passos.
D. Maria Florenga de Souza Pinto.
D. Antonia Maria do Sacramento.
D. Urabelraa Maria dos Prazeres.
Mordomos.
Os Illms. Srs.:
Capitao Francolino Francisco Paes Barreto.
Tenente Jos Francisco de Barros Lima.
Tenente Caetano Qulnteiro Galhardo.
Alferes Joo Gongalves Ferreira e Silva.
Alferes Antonio Sorano do Reg Barros.
Alferes Brasiliano Correia Pessoa de Mello.
Alferes Pedro Cavalcant de Albuquerque Lins.
Francisco Jacinfbo Pereira.
Albino Jos de Moraes.
Albino Jos Ferreira da Cunha.
Albino Jos Leite.
Albino de JeSus Bandeira,
Mordoraas.
As Exmas. Sras, :
D. Paulina da Silva Salles.
D. Antonia Maria da Silva.
D. Floripe Ciara da Assumpgao.
D. Emilia Maria da Trindade.
D. Malhildes Marcolina dos Passos.
D. Olindina Eufemia Tavares.
D. Sabina consone do Sr. Joo Manoel de Farias-
Procuradores.
Os Srs.:
Lourengo Justiniano Valentim do Nascimento :
Jos Francisco de Mendonga.
Jos Presbytero do Nascimento.
Joo Pedro de Barros,
Joo de Sania Arma Liberal.
Joao Francisco da Costa.
Francisco Flix da Espectago.
Joo Gomes.
Bento Estolano de Santiago.
Manoel Francisco dos Santos Andrade.
Tliesonreiro.
O Illm. Sr Galdmo Jos Peres Campello.
Vista. O vigario, Jos Ildefonso Rodrigues da
Silva Dulra.
A praga universal.
Em todas as regius e entre as pes;as de todas-
oceupages e prolissoes, prevalecen) as enfermida-
des pulmonares. Portanto, o grande e admiravefc
remedio onira ellas e que produz a su completa
aniquilago o Peitoral de Anacahmta de Kemp, o
qual as deve perseguir, e em seu devido tempo ai
perseguir indefectivelmeule at aos mais remotos
conGos do mundo.
O soldado nos encampamentos, o mineiro as
minas d'ouro, o colono as fronteiras, o lavrador,
o viajante por mar e por trra, e especialmente to-
das as pessoas sujeilas a padecerem de tosse, cons-
tipacoes, resfriamentos e catarrhos, bronchites as-
Ihma e outras affecges nao menos atractivas' da
garganta e dos orgos da respiracao, e qae to f-
cilmente se desenvolvem e propagam nos lugares
hmidos, a inclemencia da almosphera; acharo
com a mais rata salisfacao, no Peitoral de Ana-
cafiuita de Kemp, um remedio irresistivel e abso-
ILEGIVEL

^yvaLi^'c^t^^iU'AV^^'; 's-.Ci-^
i
BBoHBmB


lulo para o completo subjuguento da lao porigo-
sas enfermidades. Qornpre se em tempo, pois
bom estar-se prevenido.
Aclu-se de venda ou pharroacias de Gaors &
Barbosa e J. C. Bravo & C.
JN.
lho
AO P* RUCO
Antonio de Padua Pereira Pacheco, tendo sido
desleal e infamemente ultrjalo em sua honra por
urna correspondencia do Aracaty, Inserta no Dia-
rio de Pernambuco de hoateo, declara que vai cha
mar a responsabilidad* aa aotor, pelo rime de ca-
lumnia, a(lm de que por tal forma posscjustificar a
sua repuiacao.peraote .aquellas qu e nao conhe-
cem.
Recife, 22 de junho de 1865.
O bacharel Antonio de Padua Pereira Packico.
m-----XXgt^.
Ervsipella.
r O medicamento que com mais influencia e ener*
gr tem combatido essa ternvel enfermidade, tem
isilo o xarope alcoolieo de veame.
l'ma escrava da mai do Sr Francisco Firmino
JIoQteiro, pessoa bem connecida nesta cidade,
achando-se de cama, e com as pernas bastante in-
diadas, e cheia de tomores, tomando o xarope de
veame, acha-se boje boa, prestando servicos.
A mana do Sr. Jos Francisco Pinto, morador
na ra Direila a. 51, tendo sido acommeltida do
nicsino mal, acha-se tambem boa.
A Sra. D. Senhorinha Umbeliaa dos Santos, mo-
rador na ra das Cacadas n. 38, achando-se ata-
cada de erysipella as edxas, com quatro tumores
bastante vjlumosos, no estado indolente, qoe apri-
vava de pr-se de p ha muito lempo, com o uso
do xarope alcoolieo de veame e pilulas purgativas
do mesmo, acha-se resiabelecida, e no uso dos me-
dicamentas os tumores.terminaran! pela suppura-
c,io.
A Sra. D. Rita, moradora na raa de Santa Rita
n. 13, primeiro andar, soffrendo do mesmo mal ha
muitos annos, pois que a erysiperla atacava amiu-
dadamente, depois que tem "tomado esse remedio
nunca mais I he den.
Outros muitos factos destaordem deixo de men-
cionar aqui para nao me tornar prolixo e enfado-
nho.
Sen'o aerysipeila urna molestia que sem duvi-
na elTeitede materia gemida no curpo nomo ex-
poem alguescriploreso>-medicina, 6em< conse-
inflammacao, e que muitas pessoas, por nao se te-
rem convenientemente tratado, suecnmbem com o
pernicioso uso de que, nos tres dias nao devem
nsar de remedio algum, o que faz-se estender o
mal por' nao se ler a priucipio combatido ; por is-
so, pois, conveniente que, logo que alguera set
sentir atacado de -tal mal, deve provocar a transpi-
rarlo tomando ao principio urna colherinha de
cha do xarope alcoolieo de veame dissolvldo em
urna chicara de infuso de. flor de sabugueiro quen-
te, adogando-a com mais assucar, continuando nos
tres dias nesse tratamento, no tim dos quaes usa-
r do xarope de veame na forma prescripta no re-
ceiluario, tendo todo o cuidado de se abafar, afim
de suar coBvenientemente, alera de conservar o
ventre corrente, que conseguir tomando una ou
duas pilulas purgativas do mesmo "elame,
Tolos quantos sneenrabera desta molestia se diz :
falleceu de erysipella recolhida ; ao contrario
alguns expositores presumen) ser o desenvolvimen-
to da putrefaeco no sangue, tanto que o lugar in-
flammado que, ento a sua cor era encarnada, se
troca em lvida ou nsgra, e termina em gangrena, e
por essa razio que conveniente o xarope al-
coolieo de veame na infuo de florjdesabugo.para
se conseguir resolver a inhmmacao, ou pelo me-
nos terminar pela supporago, impedindo assitn a
gangrena.
Os effeitos do xarope alcoolieo de veame appli-
cado na flor de sabugo ao doente, nao s de vao-
tagem por sua qualidada diafortica, como pela
anli-seplica para impedir a putrefacto as mo-
lestias.
ra erysipella nao deve o enfermo nos primeiros
tres dias nsar de comidas e bebidas que possam
esqueutar e inflara mar n sangue.
A comida durante esse lempo deve ser do reino
vegetal, como sag, farinha do Maranhao, pao tor-
rado, holacha, etc.
Ainda nao vi axpositor de medicina que aconse-
Ihasse que nos primeiros tres dias do acommetti-
mentos do mal, nao |se usasse de medicamentos ;
o que ellesrepellem sao os ungentos, unturas que
obsiruera mais e repellemdo que promovem a eva-
cuacao d parfe ; o que convm trazer o lugar
atacado e bem agazalhado para ajdar a transpira-
do e defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende se na bo-
tica da ra Direita n. 88, de Jos da Rocha Para-
nhos.
Tenno recebido cartas de algumas pessoas de
ontras provincias que mcommunicam ler desta
cidade sido remettido o meu xarope falsificado,
que t-m dado resultado ao descrdito de minha
preparaban, cujo conhecimeato se tem verificado
depois dos effeitos que taes remjdios apresentava ;
assim, pois, tenho a declarar ao publico que no
letreiro que vai pregado na garraTa do xarope,
sempre foi assignado por meu punho, e daqui em
di;m: alm desta assignntura o fare tambem no
papel que cobre a garrafa. Rogo ao mesmo pu-
blico que quando forem assim engaados, tomem
testemunlias, me remettam os rtulos falsificados e
me participen) para fazer effectivo o arL 167 do
cdigo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Prannos.
Primeiro anuo. aostneinws eleeMMs, pelo qu sotifeltaAr 'Ig-i&nilMa dllMtoiV
i'mSIVL1^*0 de A"wquerqu8Hallo Pt- naci Barrozo de elfo, proedrad^dff exrwwte'^ l^* <*^V
-4uTrniiM*l*!ft k- L. iem audiencia do dia 14 de oovembre me fenrre-
2 cdlirT- Lisbua' 2 de sabbalin na querimento do thaor segaiule :
N w ,- i t I Aos 14 de noveftbro de f864-pesra UatoaVRa
Pnrtno! i f ?. Ambrs|0. da Silveira Torres eife de Peraaibuaa,.ein publiea audimia-m***
i I" eadeira e 2 ditas na 2"; feltns e as partea razia o Dr. juiz de dirito especial
de junho de 1865.
Bm vituidertto dispositfno aviso do ministerio da
fftarinha-8e 30*Oe nialtrdb corrente anno, manda o
film. Sr. capillo.da porto faar publico, que esta
TiJLiT'!."," VT "*.""' i lemis e as panes razia o ur. juiz ae aireuo espeeiai capitana promve o alistamento de ora cas para
23 sendo \ ,i! cV^r a S*nt,a, Junior do commercio TristSo de "Alencar Ararioe, trerf guarniclo dos-navios de guerra, sendo pagos os r8s,
- cadelra sabbal,na#. e continua a falUr na pelo solicitador Ignacio Barroso de.Metlo procura- respectivos prtfniM- na rario egninte :
N 38 \> a .. ... dor flo exequeate Hnrique Jos Alves Ferretra, l* Aos rsarrmietrrjrqorse CotfmrtSrPrn pormn
l'cadlira- ^genio de Siqaeira Lima, i na ora acensada apenhora que se segu fettaem di- anno'iOW, eaos qne o flierem poraonsaOft ;
O brigire prfttOga^z /a I, capitSo Alexandre
Jos6orrna, vif tMft o di 30-do corrente por
teflfe atrtdfrac3o, dl teTrenos e casa acfhtatnen-
conados, as /oaes se tornara recommendadas por
---------... sefem eiB-om arrabalde parto datieMid e cara
ter a ma.or parte do antemano eng ijado, reoe- onde vai barer estrada-de ferro -TS\feP ef*
becaraa aTrei)Braiol0pagiros>, piraosqui.es fectu.do as Choras do dia Taima So
tem exoelreBtw commodos : (rata-se com Euzeblo
Kaptoael Rabeilo, ra do Trajiahe n. 44, oo com o
f notorio do mewno agetrte,
ro 38.
em o es-
rua da Crui nume-
1 eadeira
N. 40.-Jos
deira;
N. 86.Alfredo
deira;
PapioPorto
na
de Carvalho Cesar, 1
Teixeira Meadas, 1 na i* ca
I nhelro pertencente aos execulados, reqnerendo qoe
1* ca-1 nao s aos mesmos fleassem assignados os seis dias
da lei, come os dez dias aos credores lacertos, pas-
saudo-se os editaos do estylo, e requerendo na mos-
roa occasio que se passasse mandado de remocao,
os gronretes no primeiro caso-30J, e uo Cguod
l" Aos indtvtdcios que se apresetrerrem volun-
tariamente, alora do premio que mes competir, o
promettrdo aos eegajadores, entregue na occasio :
10JTOOO por
ntias quando se
Sattra para o Porto, por estes oito das, a muia
vorelra e nova barca portuguea Armima, capitao
AQtotHff Francisco da Silva Nubes; ainda recebe
argoma carga e passageiros : a tratar com o ca-
piio-OBseus consignaurios Marques, Bairos dt
C, largo dVrCbrpo Santo n. 6.
snm-mm.
dea 2,3 Da 2"> seDdo 2 de sabbaiinas ;
W. 74.Leopoldo Cesar da Bsrrdo, 2 na i* ea-
deira;
f N. 78.Antonio
2 na 1 cadelra;
N. 79.-Jco Ferreira de Almeida Guimaraes, 1
na eadeira;
N. 80.-Alexandre Joi da Cosa Valente, 1 na
i' eadeira; \
N. 85.Antonio Francico Leal, 3 na 2" ea-
deira ; \
N. 86.~Jos Elias da Rosa Calneiros, 1 na 1
eadeira;
Borges da Barros, 1 na 1* ca
vista.
Termos em que houve dito juiz ambos os reque-
rimentos por deferidos.
Silverio Ferreira de Caralho,! Extrahi o presente do protocollo de audiencias, e de praca, e metade no flm
junto o mandado e termo de penhora. i aos outros enlregar-se-ha a
Eu Faustino Jos da Fonceca, escrevente jura- alistarera-se.
mentado o escrevi.
ti&o de Janeiro
AS 6000#000.
Sabbado 1 dejulho .do corrciile
para o Rto' se extrahir a ultima, parle da- 4*eA* da
llvras e deseraba- ^ ^ u^u^xiv oiuuauu i-ubj
rf,.'. I abrigue nactonul-aVopador sahir para o Itto se extrabir a ultima-Darle da-42^ 4a? ria Sa
W serao pagos aos contratados pelo de Janeiro uestes orto dias por ter o sen carrega- loteria ^laU hSr^ In Tltetr > W.^nl
maior pnrzo, metade na occasio do assentamenlo ment prompto: para alguma carga miuda en- u Z. (" D.ene"C10 ao "leatro decanta
do primeiro anno; e comineadas e escravos .podara dlrinir-se aos'seus
importancia total ao *
Eu Manoel de Carvalho Paes de Audrade, escri-
I vao o sobscrevi.
Segurado o que assim se continha em dito re
querimento de audiencias, depois do qual o mesmo
solicitador Ignacio Barroso de Mello, procurador do
O secretario,
Pecio de Aguijo Fonseca.
.'!S^,7^"!r!^
N. 87.Salvador borges de Barros, 1 na 1* ca-' rente anno, rae fez o requeriraento do Ibeor se-
aeira' guinte :
\ 8?--Slns'nit0 Alves Cavalcanli Camboim, 2, > Aos 19 de junho de 1865 nesta cidade do Recife
Se v o nab. D* na *! cadeira e 1 na 2; de Pernambuco, era pnbliea audiencia que aos fei-
w. yt. Bellarmino Pereira da Oliveira, 2 aa tos e as partes fazla o Dr. juiz de direito especial
03 m "no' x. d0 commercio, Tristao de Alencar Araripe, nella
i de Barros Carapello, 1 pelo solicitador Ignacio Barroso de Mello procura-
dor do exequente H>nriqoe Jos Alves Ferreira,
1 na requerido que havendose desencaminado- os pri-
j melros editaes, se Ihe mandas-e outros com salva
aa do primeiro, e qoe lancava de prva, e requera
que fossem os-autos com vista afinal.
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz publico, que nesta data tica re-
entre
na l' eadeira;
N. 94.Miguel Archanjo Pereira do Reg,
1* eadeira
de
Cordero Colho Cintra, 1
Ribas, S, sendo 1
Dantas, 2 na 1* ca
Pereira da Silva, i na ca
N. 98. -Sebaslio
cadeira;
N. !03.-Julio Adolpho
sabbalin na 1" cadeira ;
N. I05.-Camillo Correa
deira;
N. I07.-Alconcio
deira;
Segundo anno.
N. 1.Elpidio Joto de Carvalho Souza, 3 faltas
na 1* cadeira;
N. 4.-Pedro Baptisla de Moraes Reg, i, dem;
N. 11. -Pedro Jorge de Souza, 1 idem;
N. 15.Vicente Ferreira Gomes, 2 idem;
N. 18.-Feliciano Placido Puntual, I idem;
N. 25.Ricardo Jos Teixeira Jnior, 2 idem;
N. 27.Joao Baptisla de Freitas, 1 dem;
N. 37.Francisco Antonio de Castro Loureiro, 1
idem;
N. 38.Luiz Pereira de Araujo, 1 idem ;
N. 40.Ausjerliano Correa de Castro, 3 Idem
O que ouvido peto juiz assim o deferio.
Extrahi o presente do protocollo de audiencias.
Eu Manoel Silvino de Barros Falco, escrevente
juramentado o escrevi.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
vao o subscrevi.
Segnindo o que assim se continha em dito reitae-
rimento de audiencia aqu transcripto, depois do
qual o mencionado esenvao Manoel de Carvalho
Paes de Andrade, que este suttreve-u e faz pasear
o presente edilal com o prazo de 10 dias, pelo qual
e seu Iheor chamo, cito e hei por citados a todos os
credores incertos dos ditos executados, para que
dentro do referido prazo comparegam ante este
juizo, allegando e provando que fof a bem de
seus direitos e justica sol) pena de se proceder as
suas reveliast
E para que chegue ao conhecimento de lodos
mandei fazer o presente edital com o prazo de 10
" 42.Jos Garca da Silveira Junior, 1 idam ; dias, que ser af&xado nos lugares do costumee
;j
1010.
Soro banco de Pernam-
buco.
O banco desconta letras na presente semana a
9 por cento ao anno at o prazo de quatro me-
ses, e a 10 0|0 at o de seis mezes
Caita filial do banco do Brasil em
Pernambuco.
A lirectoria desta caixasaca sobro o banco do
Brasil no Kio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Bahi.
Novo banco de pernambuco.
Os administradores da massa fallida de Joaquim
Jos Silveira pagara o Io dividendo de dita massa
na rado de 9 0/0 sobre o valor des tilulos ad-
raettidos : no novo banco de Pernambuco ra
do Trapiche n. 34.
LFANDEGA. 8
Descarregam uo dia 23 do corrente.
Patacho hollandez Fammo Sytse- diversos ge
eros.
Patacho hollandez Htndrtka Huisman farlnba
de trigo. ...
Palat-no hanoverlano Mettene farmha de trigo.
Brigue dinamarquei Joanesfarinha de trigo.
BriguG inglez MeUtcentebacalbo.
Patacho inglez -Portoidem.
Barca inglezaJf/randaferro.
Escuna portuguezaD. /oocharque.
Sumaca hespanholaMerceditaidem.
Brigue nacionalCordiaidem.
Brigue nacionallmporador -idem.
Patacho hollandezDenyidem.
Brigue inglez -Jllfila-carv5o.
Barca inglezaFavoriteidem.
Barca inglezaAtinaidem.
RECElEDORIA DE. RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 21...... ^HSfSS
dem do da 2S................ 101*>7o
26.813*378
ai
14I1TAM.
FACaDADf DE DIMITO.
De crdem do Exm. Sr. director se faz publico a
lista das fallas dos estudiles desta Faculdado,
com relacao ao roez de maio proximo-flndo, eqae
foram juigadas nao abonadas em sessSo da coi
gacao de 17 do correntf, menos as da I caaeira
do 5 anno por nao haver comparecido o respecit-
IgTalmente se faz publico as faltas da 2- cadeira
do 3 aimo com relacio aos mezes de marco e aorn,
e das quaes se nao bavia tratado na sesso ante-
cdeme.
N. 44.Anacleto Jos dos Santos, 2 idem
N. 46.Antonio Paulino Cavalcanli de Albu-
querque, i idem ;
JN. 48.Ageso Pereira da Silva, 2 idera ;
N. 50.Ignacio Aceioly de Vasconcellos, 1
idem;
N. 56.Luiz Antonio Moreira de Mendjnca, 1
idem;
N. 59.Armlnio Adolpho de Pontes e Souza, 1
idem;
N. 62.-Jos Roberto Vianna Guilhon, 1 idem ;
Theophilo Agr da Silva,
Araujo Vianna e Almeida,
N. 71.Joaquim
idem;
N. 73.Jos de
idem ;
N. 76.-Tobas Brrelo de Meoezes, 2 idem ;
N. 78.Samuel Hecrique Hardman, 1 idem;
N. 81.Venancio de Oliveira Ayres, 1 idem;
N. 82.Joaquim Antonio da Silveira Junior, 1
idera ;
N. 84.Marcolino Pinto Cabra I, 1 idem;
N. 83. Jos Jorg de Siqueira Filbo, 6 idem ;
N. 86.Luiz Vieira Resende e Silva, 1 idera;
N. 87.Aleixo Marrano de Fignelrdo, 1 idem ;
N. 88.Arcenio Sirnoes da Silva Alina, 2 dem;
N. 91.Vicente de Souza Queiroz, 4 idem;
Terceiro anno.
N. 14.Joao Firmino de Hollanda Cavalcanli, 2
na 2" cadeira em malo;
N. 29.Jos Bernardes Gomes Serra Belforl, 1
idem;
N. 30. Joao Pedro Belforl Vieira, 1 era margo
idem;
N. 31.Antonio Alves de Carvalhal, 2 em malo
idem;
N. 41.Demetrio Jos Teixeira, 2 em maio
idem ;
N. 42.Pompilio Numa Pessoa, 1 em abril e 3
em maio idem;
N. 49.Marcio Jos Furtado, 3 em maio, sendo
1 de sabbatioa idem;
N. 52.Sezostri Silvio de Moraes Sarment, 2
em maio dem ;
N. 53.Goncallo Vieira de Mello Prado, 1 em
abril, 2 em ma'io idem;
N. 56.-Francisco Antonio d'OIiveira Sobrinho,
2 em margo, 6 em abril e 13, sendo 1 de sabbati:
na em maio idem, e connna a fallar;
N. 63.Benedicto Rayraundo da Silva, 2 em
abril e 1 em maio idem;
N. 58. Cicero Anatolio Vieira do Brasil, 2, sen-
do 1 de sabbatioa em maio idem;
N. 68.Jos Elias de Carvalho Cont, 1 idem ;
N. 70.Bemvindo Gurgel do Amaral, 1 idem:
N. 71.Manoel Pedro Cardoso Vieira, 3 idem ;
JN. 75.Arnobio Jos Pereira de Albuquerque,
2 idem;
N. 76.Joaquim Pereira da Silva Lbo, 3
idem;
N. 78.Antonio Jos de Carvalho, 2 idem ;
N. 83.Clemente d'OIiveira Mendes, 2, sendo
1 de sabbatina idem ;
Quarto anno.
N. 46.Domingos da Costa Ramos Filho, 23,
sendo 5 de sabbaiinas em ambas as cadeiras e con-
tina a faltar;
Quinto anno.
N. 1.Antonio Luiz Ferreira de Menezes Vas-
concellos de Drummond, 3 na 2* cadeira;
N. 8.Raymundo Clementino de Castro Valen-
te, 2 na 2* cadeira e 3 iaclusive 1 sabnatina na
-3";
N. 19.Menelo dos Santos da Fonseca Lima, 1
sabbatina na 2* cadeira
Assis Correa Lima, 2 in-
cadeira.
da Fonseca, 1 na 2* ca-
da
Fonseca Junior, 1
Lapemberg, 2 na
1 na 2* cadeira;
da Justa, 2 na 2*
publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidaide do Recife da Per-
nambuco ao21 de junho de 19C4.
Eu Manoel de Carvalho Pies de Andrade, escri-
vo o subscrevi.
Trisiao de Alencar Araripe.
SantuCasa da Misericordia do Rtc-fc.
A film." junta administrativa da Saati Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 30 do corrente pelas 4 horas da tarde na
sala de suas sessoes tem de ser arrematado o for-
necimento dos generas abaixo declarados, que
houver de consumir nao s os esiabeleciinentos
de caridade como tambem os collegios de orphaos
uo trimestre de julho seterabro prximo futuro,
a saber :
Estabelecimentos de caridade.
Manteiga franceza, libra.
Cnf em grao, idem.
Cha preto, idem.
Cha hyssoo, idem.
Assucar branco 1 sorte refiaalo, arroba.
Dito dito 2a sorte, idem.
Dito dito era torro, idem.
Arroz pilado do Maranhao, idem.
Baca llio, idera. y
Toucinho de Lisboa, idem.
Sabo amaralio, idera.
Velas de carnauba, idem. ,
Ditas de sperraaeele, mago.
Farinha de mandioca da trra, al }eire.
Feijo mulanlio, alqueire.
Vmho tinto de Lisboa, caada.
Dito branco de Lisboa, idem.
Vinagre de Lisboa, idm.
Agurdente branca, idem.
Azeite doce, dem.
Dito de carrapato, idem. ,
Fumo, libra.
Ceblas, cento.
Farello, sacco.
Tapioca, libra.
Alelria, idem.
Carne secca, arroba.
Carne verde, libra.
Pao e bolacha, idem.
Collegios de orpbos.
Manteiga franceza, libra.
Assucar refinado 1* sorte idam.
Dito dito 2" sorte, idem.
Caf em grao, idem.
Cha preto idem.
Arrez pilado do Maranhao, idera.
Bacalbo, idem.
Batatas, idera.
Aletria, idera.
Ceblas, cento.
Toucinho de Lisboa, libra.
Farinha de mandioca da trra, alqueire.
Feijao mulatinho, idem.
Azeite doce, garrafa.
Vinagre de Lisboa, idem.
Sal, cola.
Lenha em achas, cento.
Pao e bolacha, libra.
Carne verde, idem.
As propostas devem ser apresentadas em cartas
fechadas, devendo ser especiaes j para os estabe-
lecimentos de caridade e j para os collegios de
orphaos, sendo tambem aceitas as propostas rela-
tivas somente a carne verde ou ao pao e bolacha.
Os pretendentes podean dirigirse esta secreta-
ria as lioras de seu expediente, afim de se lhes
dar as informagoes, que julgarem precisas, e no
acto da arrematarlo devem comparecer acompa-
nhados de seus fiadores, ou munidos de cartas des-
tes, que ficaro responsaveis pelo ioteiro cumpri-
mento dos respectivos contratos.
Secretarla da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 21 de junho de 1863.
O escrivao.
F. A. Cavalcanli Cousseiro.
N. 17.Francisco de
clu N. 23.Bento Borges
deira;
N. 31.Antonio Borges
na 2* cadeira;
N. 35.Antonio Martiuiano
3' cadeira;
N. 39.Jcs Antonio Nunes,
N. 42. Francisco Goncalves
cadelra e 3 na 3*;
N. 48.Tiburlino Barbosa Nogueira, 1 na 2a ca-
deira ;
N. 50.-Paulino Nogueira Borges da Fonseca, 2
na 3' cadeira;
N..60.-Benedicto Marques da Silva Acauaa, 5
na 2* cadeira;
N. 64.-Bruno Jansen Pereira, 3 na 2.' cadeira;
N. 66.-Jos Vicente da Costa Bastos, 2 na 2-
cadeira e 5 na 3*;
. 67.Manoel de S e Souza Filho, 1 na 2- ca-
deira ;
N. 69.Manoel Barata d'OIiveira Mello, 1 sab-
batina na 2* cadeira;
N. 70.Luiz Antonio Ferreira Sonto Jnior, 3
na 2* cadeira e 3 inclusive 1 sabbatina na 3a;
N. 76.Ivo Magno Borges da Ponseca, 1 na 2'
cadeira e 3 inclusive 1 sabbatina na 3';
N. 83.Antonio Silverio Barbosa da Silva, 1
sabbatioa na 3* cadeira;
N. 88.Francisco Xavier de Mattos Telles de
Menezes, 2 na 2* cadeira;
N. 90.Joao Baptisla Pmheiro Corte Real, 3 na
2* cadeira,
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife, 19
do junho fie 1868.
O secretario
Jos Bonorto B. de Menezes.
O Dr. Trislo de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordera da Rosa, juiz de dlreilo especial do
commercio desta cidade do Recife de Pernam-
buco sen termo, por Su* magostado imperial e
constitucional o Sr. D. Pedro- II, a quem Dos1
guarde etc.
Pago saber pelo presente que por este juizo e
cartorio do escrivao que este subscreveu e fez pas-
sar o presente, corre urna execugo de sentenga,
entre partes como exequente-Hdnrique Jos Alves;: dias. \ ti* fiwind lid Sil I
Ferreira e como execulados os administradores da! Mesa do consulado provincial da Peraambuco 26 ni uraiwe oui.
massa fallida de Amorim, Fragoso, Sanios & C, e de maio de !85. ,., Frela'8- *}*!! Paach--Cyrc'' de
procegumdoa execugo os seus devidos termos,' Antonio Oarneiro Machado Res construegao,e de lote
prosedeu-se a penhora em dinheiros pertencaotes
Por ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
fago publico os artigos 6 do titulo 7o das posturas
municipaes de 30 de junho de 1849, e 12 do regn-
lamenlo da cmara municipal desta cidade de 26
de agosto de 1851, para que ningoem possa alle-
gar ignorancia de suas disposigdes.
Art. 6 Fica prohibido dentro da cidade o oso
de roqueiras, bombas e fogo solt (buscap) : os
infractores sero multados era 10, e soffrero
dous dias de priso. A cmara por editaes desig-
nar os lugares em que se possa soltar os busca-
ps, roqueiras e bombas de que trata este artigo.
Art. 12. Nao se poder soltar fogo algara, seno
em pateos espagosos, ou quiotaes, nunca em lugar
de adjuntos: os infractores iocorrero na multa
de 104000.
Secretaria da polica de Pernambuco 22 de ju-
nho de 1865.io impedimento do secretario,
Jos Xavier Faustino Ramos.
Convida-se as pessoas queestiverem nascon-
digoes do servico militar, a engajarem-se no corpo
de polica, e gozaren) das vantagns que offerece
a lei provincial o. 611 de 2 do corrente.________
Coneotono pmmcial-
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que os trinta diasnteis marcados para a cobranag
bocea do cofre dos irapostos da decima dos pre-
dios urbanos de 20 OjO do consumo de agurdenle,
e de 5 OjO sobre os bens -de -raiz pertencentes
Mauoel^a Silva Ferreira e Antonio Luiz Dias, Por
tuguezes, establecidos nesta cidade com taberna,
e sob a firma individual do 1, com a qual sero
feitas por elle somente as transaegoes da sociedade,
devendo esta durar por tempo indeterminado, e
com o capital de 4:0335590, {para o qual enira o
socio Manoel com oquantia de 3:8294340, nos fun-
dos existentes do esUbeleciraeoM, e- <> socio Anto-
nio com '2264050, importancia dos ordenados ven-
cidos como ciixairo do mesmo estabeleciment.
Secretaria, do tribunal do commercio de Per-
nambuco 16 de junho de 1863.
O oIBcial-maior,
Julio Guimaraes.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz pnblico que neste corrente mez que os de-
vedores dos irapostos segnlntes: renda dos pro-
prios nacionaes, decima adicional de mao-mora,
imposto de 20 0/0 e dito especial, retellvos ao 2"
semestre do exercicio corrente, teem de pagar seus
dbitos sem Mbftj -depats do -qoe seria-p1?*"Com
ella. Recebedoria de Pernambuco 2 de maio do
ls63. O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Pela adrainistracao do correio desta cidade
se faz publico que as malas que o hiate Pirylampo
devia conduzlr para os portos do norte, seguem
pelo hiate Emetia, devendo fechar-se segundas ma-
las hoje (23) as 41 horas da raanha._________
Correio gem.
Pela adrainistracao' o correi desta cidade se faz
pBblico. que era vfrltde da coirvencao postal cele-
brada-pelos gwvemos brasiteiro'e francez,-serao ex-
pedidas malas para Europa no dia 30 do corrente
mez pelo vapor francez Guyenne.
As cartas serao reeebidas at 3 horas antes
da que for marcada para a sahida do vapor ; e os
jornaes at 4 horas antes.
Administragao do correio -da Pernambnco 21 de
jnho de 186.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
!H !! JM!.H
PSB
DE
EMPEEZ A- -COIMERA
Domingo 25 de junho de
1865. '
Apedido de muitas pessoas o rabequista por-
toguez Francisco Pereira da Costa msico da real
cmara deS. M. F.o Sr. D. Luiz I, far se ouvir
pela segunda e ultima vez.
Subir a scena pela companhia dramtica a
muito chistosa comedia em 3 actos, ornada de mu-
..... MEDICO h FORQ.
Primeira parte.
Io aclo da comedia.
Segunda parte.
Souveuirs de B-llini, pelo Sr. Pereira da Costa.
Terceira parle.
2o aclo da comedia.
Queta parle.
A Muda de Portlcci.
Quinta parte.
3o acto da comedia.
Sexta parte.
Variagos burlesas sobre cangoes portuguezas
pelo Sr. Pereira da Costa.
Principiar s 8 horas.
ItSCttiSfiSCIliSGlBAS
No grande palacete do largo do arse-
nal de guerra comfrtnte o passcie
publico aon e estar uui signal
- ile urna bastleira.
Sexta-feira vespera do milagroso S. Jo3j e dia
sabbado.
A casa .offerece riq^issiraas comraodidades ao
respeitavel publico, pede se desculpa por anda
nao estar prompta de ludo visto estar cora obras.
Ser cumprido o regulamento do Illm. Sr. Dr.
chefe de polica.
GOMPUIBIA BRASELEIRA
DE
PAOETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do norte
at o dia 23 do corrente, o vapor
Paran, comraandante o capito
de fragata Antonio Joaquim de
Santa Barbara, o qual depois da
demora do costume seguir' para os portos do
sul.
Desde j recebera se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condnzir, a qoal dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete'at o dia di sahida as 2 ho-
ras da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, escripto-
rio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C._
COMMSHIA BMSILEIR1
DE
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Cruzeiro do Sul, com-
mandante Alcanforado, segu
para os portos do sul no da 22
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 21, passageiros, en-
commelKfcs e dinheiro a frete at o dia 22, as 2
horas datarte : agencia ra da Cruz n. 1, escrip-
! torio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Para a Baha
pretende sahir com muil brevidade a veleira es-
corameodas eescravos, piidam dlrigir-se aos'seus ^ no consistorio fia igf6ja-le Nossa
con^gnatarios Marques, Barros A C, no largo da SenhOM do Rosario da fregaefia de Santo
praga-do commercio n. 6, segundo andar. AnlOoio.
Wn-a Lisboa. Osbilhelos, meios e quartos esto a ven-
Seguecom a posive brevidade o bem conhe- da na respec iva tliesouiaiia a ra do Cres-
cido brigue porluguez Relmpago: lera a maior pO numero 15,
parte da carga prompta para o resto e passagei-j 0s Dremios de fifnTMrwn al llWttnn
ros, trata-se com o consignaiario Thomaz d'Aquino I,reinios af .OUUJOUU ale ijJO
Fonseca, na ruado Vigario n. 19,1- andar,ou com serao pagos urna hora depois da extreg5o
o capito na praga. at as i horas da tarde, e os ouiros poisr
Para o 'Porto. |da distrihuicaodas listas.
Sohe com a possivel presteza o brigoe portuez As encommendas s ro guardad* so-
'nio : para carga e passageiros trrta-se mente at a noite da vespefa da extWCfSo
com o consignaiario Thomaz d'Aquino Fonseca
roa do VigSMb n. 19,1 andar.
LE LO ES.
DA
As encommendas
mente at a noite da
como de costume.
O thesoureiro,
______Antonio Jos Rodrigues de Swza
Izidore Lehman, subdito francez, rettta-se
para Europa, levando em sua companhia sen so-
brinho o menor Edpflrrto.
Jacob Lehman, subdito francez, rttira-se pa-
ra Europa, levando em soa-eolnpflhia sua mlher
e mu fllho menor.
A
partida do club cowmercial nocor-
ogar na ndite do dia i8.
Lija de fazendas da rm Nova-n. 47.
Ifassa latlldki le loo Baptlsta rnle mey-ter
t-on^atve lltMto*. j a tftm
Martins levar novamente a leilo por demacho J^ H m (Ti
do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, arma- j A Mm0f -'i-i
gao fazendas e pertences da toja da ra Nov Jr \TAfn
n. 47, pertencente a massa fallida de Joao Baplisla! Ut IX K)l Lo
Gongalves Bastos : sexta-feira 23 do corrente. Sabio hoje o n. 9, e est venda as 10 horas na
O leilo ter lugar na raesraa loja as 11 eras do pvraria acadmica na ra do Imperador d. 79,
dia; os pretendentes podem examinar o bitango _
em o eseriptorio do mesmo Martins, a ra da Ca-
deia n. 9.
Manuel Carprateiro da Silva vai a Europa.
Manoel Carplntelro Uijo val a Europa.
dBHXIBA
DE
LMLAO
Oe oojectos para eseriptorio como
sejam
1 cofre de ferro, 2 secretarias de amarello, 2
guarda roupas de dito, 1 mesa com armario, 1 A direegao convida aos senhores accionistas pa-
carteira com mocho, 2 mesas pequeas, 6 cadei- ra se reunirem em assemhla geral no eseriptorio
ras, 1 cabide e 1 lavatorio. | da companhia, spgunda-feira 26 do crreme, as 11
Seguros Indemnisadom.
ao.ia:
No primeiro andar do sobrado da ra do
Apollo n. 30.
O agente Pinto far'leilo a requerimento do
tutor da orpha fllha do fallecido Manoel Goveia
de Soaza,e por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz de
orphaos, dos movis cima declarados, peitencen-
tes ao mesmo fallecido e existentes no primeiro
andar do sobrado da roa do Apollo n. 30, onde se
effectuar o leilo as 10 horas do dia cima dito.
LEILO
Pelo agewte Euzebio.
De ara sobrado de um andar n. 95 na roa Im-
perial.
dem casa terrea n. 91, na mesma ra e defrou- !
te do viveiro do Muniz.
dem dita n. 12 na ra da Mangueira.
Os documentos se achara em poder do agente,
sao convidados os pretendentes ao previo exame.,
Leilio
De un cabriole! com (avallo.
no*:
Sexta-feira 23 de junho ao meio dia.
Por intervenco do agente Pinto, na ra do
Apollo era frente ao sobrado n. 3P, onde haver
leilo de movis,
Le lao
De trastes de cus de familia e tcn-
cilios-ilf pallara
Em Olinda do Varadouro.
Segunda-feira 26 do corrente as 11 horas.
Cordel ro *hues
requerimento de D. Itita Maria dos Anjos Paula,;
curadora do seu marido o capitilo Jos Nunes de
Paula, far leilo no dia, hora e lugar cima de-
signado de todos os movis, utencilios de padaria
all existentes conforme o mandado do Illm. Sr.
Dr. juiz municipal e de orphaos daquelle termo,
o qual se acha era poder do referido ageute a exa-
me ilos (iri'f'iiJ.utte.
Leilo de
1 comraoda de Jacaranda.
1 cama franceza de dito.
1 santuario de dito.
1 mobilia de amarello.
1 mesa elstica de dito.
1 lavatorio de dito.
1 guarda roupa de dito.
1 guarda louga de dito.
1 secretaria de dito.
1 cama para menino e 12 cadeiras de faia, eos
tureiras e outros objectos de eosto.
Cordero Sinies
horas da manhaa, afim de apreciaren) o relatorio e
contas que Ihe ten de serapresentadas, e procede-
rtm a eleigao dos funecionarios da companhia.
Os directores v
JoSo da Silva Rigadas.
Francisco Joo de Barros.
__________________Miguel Jos Alves___
Manoel Pedro de Mello faz ver ao respettavel
publico e com especilidade ao.corpo commercial,
que deixou de fazer parte da Arma commercial de
Fragoso Lima (c G. desde 4 do corrente, ficando a
cargo dos Srs. Ji>3o de Almeida Lima, Elias de
Almeida Lima e Luiz Antonio Fragoso a liquida-
gao do activo e passjvo da mesma firma.
O Sr. Joilo de Barms Araujo,-morador noen-
genho S. Lonrengo, em Ipojnca, tenha a bondade
dlrigir-se a ra estrefta do ttosario n. 47.
V
t O Juslo morrendo vai
t pedir [a Dos a recom-
t pensa do seo amor. E'
t um filho que tem via-
c jado e volia a seu pai.
J tambem ne existe sobre a superficie
da trra o Exm. e Rvm. Sr. conego Miguel
Antonio Ferreira I um dos magistrados do
tribunal metropolitaBO, que por sua escru-
pulosidade, reciido e inteireza nos julga-
mentos, inspirava plena confianga a quem
por sua parte livesse toda ajustiga, embora
pobre e desvalido em lula tremenda com o
-rico e poderoso I E! visto qoe o tribunal
ecclesiastioo se acha coberto de profundo lulo,
sua dr intenta elpungente.
O meu respeito e veperacao para to Ilus-
trado ministro o Exm. de da S arohiepis-
copal Miguel Amonio Ferreira, rae levara a
fjua, chelo de grande pezar e afllicgo faga
celebrar urna missa com memenio por sua
alma. Convido, pois, aos meus amigos, aos
do veneravel e virtuoso finado e aos dignos
Babianos, de assistirem a este acto religioso,
qoe ter lugar s 7 horas do dia 26 do Br-
rente, segunda-feira, no convenio do Carrao,
pelo que lhes ficarei cordeabnente agradeci-
do.-Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce
de Len.

Prelende-se faxer' eitabelcer legal-
mente em urna das provincias urna casa de
venda de bilhetes das loteras desta, forne-
farao leilo dos objectos acuna ditos em seu arma- cenao.se n, hilhplp-; npoYirin pstft hastanfp
zem a ra da Cruz n 37, as 11 horas do dia terga- t*u". se os Dl"ieies, negocio este nasiante
vanitsjoso: quem pretender tendo os quist-
to> necessarios para ul negocio e dando
fianga idnea comprela para traiar com
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra
do Crespo n, 15, primeiro andar.
feira 27 do corrente.
De dividas da massa fallida de Amo-
rim, Fragoio, Santos &C.
Cordero Simes
por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio levar pela pnmeira vei a letiao OS ttulos
da firma pnnicular do socio gerente daquella so-
ciedade Joao Baptisla Fragozo na importancia de
20:817^360 rs., servindo de baze a offerta obtida
no leilo do dia 13 do corrente.
Terga-feira 27 do corrente
as 10 horas, a porta do armazem do Sr. Annes lar-
go da alfandega.
Leilo de 100 barris com figos.
Cordero *imes
por conta e risco de quem periencer far leilo de
cerca de 100 barris com figos em um on mais lo-
tes a vontade dos pretendentes isto
Terga-feira 27 do corrente
s 11 horas em ponto no armazem do Sr. Aunes no
largo da alfandega.
JLI
De terrenos e casas de eambo no
Monleiro.
A saber :
Urna casa de pedra e cal com 27 palm )s de fren-
te e 47 de fundo com 2 salas, 3 quartos, cozinha
fra, lerngo, cacimba e juntamente o terreno em
que se acha edificada dita casa, na estrada do Mon-
leiro, com 92 palmos de frente e 320 de fundo,
dando os fundos para a estrada do Arraial.
Urna casa de taipa com a frente para a estrada
do Arraial. com 54 palmos de frente e 54.de fun-
do, contendo 2 salas, um gabinete, 5 quartos, es-
tribara ao lado, cacimba com bomba, e juntamen-
te o terreno com 1,050 palmos de frente e 428 de
fundos, o qual podera' ser dividido era silios.
Um terreno com 350 palmos de frente e 370 de
fundos, em que esta' edificada a casa do Sr. Bar-
corporagoes de mo morta, se principiam a coniar euoa Hhza ?or ter a maior parte da carga, para -
do dia L' de junho vindouro, fleando sujeltos a-o resto que lhes falta tratarse com o-codsign*tario|r8to, em frenle a casa e sitio do sr. Manoel jse
multa decretada no art. 30 do ariamente vigente,] Joaqun) Jos Gongalves Beltro na ra do Vigario Carneiro. ,ram,aom tfomiimon
n depois de flnd s os di* ), primd ni ------------------- .ode'lTe^ q^edifcaTSKi
herdeiros de Jacmtho de Souza Travasso, e nao
estrada do Momeiro.
Terga-feira 4 de jolho de 1863.
O agente Pinto ara* teilo precedida a compe^
Administrador.
exceilente
de 237 toneladas : a tratar
1 com Miguel'Jo? Alvos, ra da Cruz n. 19.
Perdeu-se na ra do Imperador urna pulseira
de OUlu Ub li qujlatcs cuiii uiu.1 pcqucna suida do
estanto em urna das conchas, assim como era ou-
tra concha urna pequi-na falha : quera achar e
quizer entregar, leve a ra do Rangel n. 67, pri-
meiro andar.__________________________________
O abaixo assignado pede ao Sr. thesoureiro
das lolerias; qne nao pague a outro se for premia-
do o qoario n. 48 da lotera, que hoje corre em fa-
vor da Sania Casa.
Antonio da Cunha.
Joaquim Velloso da Silveira. alferes
da companhia de cavallari desta provincia,
tendo de seguir hoje para a campanha do
sul, e nao podendo por seus afazeres de
agente da mesma companhia despedirse
pessoalmente d todos os seus prenles e
amigas, o faz pelo presente, offerecendo sea
limitado presumo em qualquer parte aonde
se achar.
(Jotro sim: n5o obstante estjr conscio de
nao dever nesta praca se nao a izades e
attencoes, todava roga encarecidamente a
quem se julgar seu credor, que se aprsente
quaoto antes ao seu cunhado Sr. Francisco
Joaquim Pereira Pinto, guarda livros do
Novo Banco de Pernambuco, para ser im-
medlatamente pago. Recife 22 de junho de
1865.__________________;_______
__ London 4 Brazilian Bank, saca por dos
os paquetes,sobre
Lisboa.
Porto.
Brag. -
Vianna.
I Guimaraes.
Villa Real. _______JM
Coimbra.
Amarante.___________inr .
*^~Vende~se um carro de carregar. gneros da
alfandega, com uso, e todos os pertences de outro
igual, tudo por prego muito commodo ; a tratar
no pateo de S. Pedro n. 4.
LEGTVEL
]ik!MsM


^^^^^^^^WM
MuU de PenuiMlMie*^. *e*U letra SS de Junho de it&.
.
1
Aluga-se urna uegrlnha de 13 annos, propria
para servir em casa, andar com meninos, ele.: aa
ra do Nogneira n. 39.____________ ,
Roga-se ao Sr. thesoureiro das loteras o fa-
vor de nao pagar senao ao abaixo assignado, e
qaarto de bilhete n. 2290 da lotera que tera de
correr a 23 do crranle por se ler perdido do M-
so do mesmo abaixo assignado.
Adolpbo Eloy Pacheco._____
" Fururam do engenho Giqu, na semana
passada, urna mua grande, castanha, com nma ci-
catriz no quarlo direilo, lendo o ferro da esira4a :
de ferro, e mais o ferro do abaixo assignado : quem ;
del la der noticia em dito engenho sera gratificado.
~~0_tulor da orpha Ulna do finado Manoel
Gonvea de Souza convida a comparecerem no es-
criptorio do advogade Angelo Henriqoes da SHva,
na ra do Queimado o. 24, todos os senhores ue
com o mesmo flnado tiveram transaego, atim de
liqaidarera as suas conas, das 10 as 2 horas do
da.
Precisase de dow amassadores para una
padaria foTa da pra.ca ; a tratar no hotel trovador.
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e
Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu- 1
cicio de sua profis- m*
com especialidade 1
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
%<> de peito:
3* > dos orgos geni- i
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se- J
rao examinados na ordem de suas I
entradas^ comecando o trabaiho pe-
los doentes de olhos. S
Dar consultas todos os das das gg
6 as 10 da mahaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Lava-se e engorama-se com perfeicao por
menos preco do que ermuutra qualquer parte : na
ra Imperial confronle a matriz nova n. 4._____
Pede-se aos credores do Sr. Antonio Joaquim
de Mello que ainda nao tiraram suas contas, que
as apresentem ao seu procurador Maniel Pedro
de Mello, na ra do Livramento n. 36. no praso de
8 das, alm de se proceder a rateio. ficando certos
de que nao as apresentaodo perdero o direito a
esse rateio. Recife 20 de |unho de 1865.______
Precisa-se fallar com o Sr. Jos de Suuza
Leo a negocio que nSo ignora : na ra Nova d.
20, loja do Carneiro Vianna.___________________
Grand^anazem de tintas.
RA DO IMPERADOR N. 22.
O armazem de tintas um grande deposito de
productos chimicos utensis e os maisempregados
e usados napharmacia,pintura, photographia, tin-
turara, pyrotechinia(fogos de artificio) e em outras
industrias.
Montado era grande escala, e suppnndo-se di-
rectamente as principaesdrogaras de Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvors e Lisboa, pode otlereceer
productos de plena confianga e satisfazer qualquer
encommenda a grosso trato e a retalho, por pregos
razoaveis. .. .
Prvidos de machinas appropnadas satisfar
com promptldo qualquer pedido de tintas moidas
a qleo.cuja qualidadee pureza de sens ingredien-
tes poder ser examinada pelo consumidor, o que.
nao fcil fazer cora aquellas que sao importadas,
e que se euconlram no mercado era latas fechadas.
Tem grand9 colleccao de vidros de dlfferente
formatos, desde urna oitava at dezeseis oncas de
capacidade ; de vidros para vidracas e diamantes
para corta-Ios; de pinceis para fingir madeira com
propriedade e outros; de papis dourados e pla-
teados e folhas de gelatina para ornamento; de
papel grande e pequeo formato de varias cores
"para embrulho, para forro de casa, para desenno
com fundo j feito; de papel albuminado e BrisM,
verdadeiro saxe para photographia e para filtrar,
e outros ; vernizes de essencia para quadros, de
espirito para madeira, copal para o interior eex-
terior ; oleo graxo, oleo seccativo, oleo de linhaca
clarificado, oleo de toiele, secativo de Harlim, ouro
verdadeiro em p ; prata, ouro, e estanho em fo-
Ibas de varias cores; tintas vegelaes, inoffensi-
vas proprias para confeitarlas; la de cores, e
olhos de vidros para magens ; tintas em tubos e
telas para retratos ; tintas em pastis e em p pa-
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
rolv, jasmim, bergamota, aspice, patchouly, mbar,
bou'quet,limo, alcaraiva, melissa, ortela pimenta,
louro, cereja, alfazema, juinpero, Portugal, lima,
anis da Russia, canella,-gravo e muitos outros ob-
jectos que s com a vistirpodm0 ser mostrados.
Joo Pedro das Neves,
Gerente.
Vende-se duas carrogas, urna para boi e ou-
tra para cavallo, sendo esta com lastro somente,
propria para carregar barricas de rarmtia (le trigo,
lenha, etc., ambas rom uso, por preco muito com-
modo : a tratar no pateo de S. Pedro n. 4.
para
ai
s
O grande armazem de tintas ra do
Imperador n. 22, tem a venda
Papel prateado e doarado propno
sortes.
Tiras e guarnigoes para caixas.
Papel gelalino transparente para cobrir
doc6S.
Limalhade ferro e de ac em agulhas ou
redonda.
Euxofre.
Salitre refinado.
Papel de embrulho e para saceos grande
e pequeo formato colado ou sem cofa.
- Aluga-se urna cocheira na ra da Uniao nos
fundos da casa do fallecido deserabargador Rocha
Bastos : no sobrado na mesina ra n. 32.
Ana. *
Precisa-se de urna ama para o servico interno e
externo d urna casa d pouca familia : na ra da
Senzalla-Velha n. 22, 2 andar._______________
O abaixo assignado, socio da existente firma
social de Rodrigo i'mto Moreira & C, e como i"
procurader enearregado de cobrar as dividas fia-
das por o raesmo Moreira, avisa a todos os seus
devedures que venham saldar sens dbitos at o
dia 30 do corrente, o qual d'ahi pordianie cobra-
ra judicialmente. Recife 20 de jurto de 1865.
Jos Egidio de Albuquerqe.
1
Joo da Silva Ramos, medico pela ni
versidade de Coimera, d consultes em
sua casa da* 9 as 11 hora9_da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer ocoasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
acode encontrado diariamente das 6
s 8 oras da manhaa.
Tem sea casa de saiide, regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tena eommodes apwprtados e nelia pra-
tica qualquer operario cirurgica.
Para a casa de sade.
Primara classe 30000 diarios.
Segunda dita.... 2*300 >
Terceira dita.... 2JO0O >
Este estabeleeimento ji bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a eonuanca de que
pre (em gozado.

1 sem' OH
aMT'
GRANDE ARMAZEM DA EXPSITO DE LONDRES
DE
THOlMa; f EIXEIRA BASTOS
N. 60-Etta da Cadeia do Recife-N. 60
Todos os artigos abaixo mencionados, foram comprados recentemente pelo dono do estabele-
eimento as principaes fabrica* d ftiris, Londres, Birmingham, Manchester, e era diversas cidades
da Alleraanha, e lendo comprado ludo as melhores condiedes por ser a dinheiro, por isso vende todo
e qualquer artigo barato, por nenes do seu valor, e mui principalmente por querer inteiramente liqui-
4ar e ter de partir rauito breve para a""Europa.
Ha neste vasto armatem ricos objeclos com brilhanles, como botoes, anneis, rosetas etc., e
bem assim, diversas obras de ouro.'Como irancelins, correntones, oculos. face-mains, anneis, e muitos
sortes de 1003, 403, *0# e ..uq^qs artigos, relogios de oaro i4eaes, do afamado fabricante Beunetle ; completo sortimento de fa-
endas finas e modernas ; miudezas, .perfumes, perfumaras toas dos principaes fabricantes inglezes e
Jrancezes, como L. T. PIVEtt, Lubia, L. Legrand, Ed. Plnaud & Meyer, Deleltrez fParfumarle du
mond lgant), Violel, Socet Hygenjque, Monpelas, Mally, Uegnier, P. Gneland, e ingiezas de Eug.
Jtimmel e outros; ricas galanlarias envmarfim, mar de perola, etc., fabricadas na China e no Japao;
ricas pecas de cristal fino como ainda.nao arjpareceram ne*u idade, e bera a-sim modernos lustres
para velas, ditos para gaz e para pelle6, serpentinas, caslicaes, enfeiles e adornos para cima de con-
solos e para grande toilletle, o que se lem feito de mais elegante em Paris, em Londres, Birmingham
etc. ; modernos apparelhos de metal no inglez para cb e caf, os quaes nada tem de inferior pra-
e muitas outras pecas do mesmo metal, ricos penles de tartaruga da ultima moda para trancas de se-
nhoras, excellentes luvas de pellica do-ajamado Jouvin, apparelhos de porcelana fina para cha e caf,
daos para jamar, e imraensos artigos Te porcelana fina dourada, como ricos vasos para flores, figuras,
etc.; calcado dos principies fabricaii4es de Paris e ditos de panno cera sola de borracha, pianos dos
celebres fabricantes Pleyel, Wolff & CL, realejos moodernos de Gavioli &C., para se tocar na rna, ditos
com figuras para saldes e ditos com figuras em movlmento; modernos e bonitosinslrumentos de physi-
ca (mgica) para theatros ou saldes, ditos de phantasmagoria ; Janlernas mgicas, cosmoramas com
vistas novas, dia e noite; stereocopios de nova invencao e combellosortimento de vistas das principaes
cidades da Europa ; grande sortimento de brioquedos linos para enancas, e bonecas fallando papai,
mami; grande sortimento de candiein* a gaz, os que se tem feito de mais elegante e que tero mere-
cido oda a aceitacSo na Europa, graride e magnifico sortimento de catiinhas, cestinhas e outras galan-
tera* feitas de crina e seda proprios para presentes; grande sortimento de eslampas finas coloeidas
eom o fundo preto e de outras de todos os santos, ditas com figuras e ditas com novas paysr^ens para
cosmoramas, finos e bem graduados vjdro6 para cosmoramas, um bello chafariz de chrlstal, proprio
para meo de mesa dejantar ou para jardim ; entelara fina, como talberes com cabo de metal fino.co-
Iheres, thesouras finas, ditas modernas para alfaiates, navalhas finas, caivetes e outros artigos, diver-
sos artigos feitos de rame; completo sortimento de mascaras de velludo, selim, cora, papelo e ara-
CASA DA FORTOm.
Aes 10:0000000.
BUketes garantidos.
A' RA DOBKSPO N. 23 E CASAS 00 COSTVMX.
O abaixoaisignado vendeu uos seus muitofli-
tes bilhetes garantidos da lotera que se acabeu
de extrahic, a beneficio da igreja de N. S. do Li-
vramento di Varzea, os seguintes premios :
Um quarto n. 7 com a sorle de 6:000^000.
Cm quarto n. 1086 com a sorte de 1:200*000.
Um mel u. 852 com a sorte de 400*000.
E outras muitas
10*000.
OspossHldores podem vir receber seus respeo-
tivospremios sem os descontos das leis na Gasa
da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 4* parte da 4* lotera
(20*3 beneficio da Santa Ca*a da Misericordia,
que se extranir a 23 do corrente.
. PREGO.
Bilhetes.....12*000
Meios. ..... 6*000
Quartos.....3*000
Para as pessoas que comprarem de 100i$000
para cima.
Bilhetes.....11*000
Meios......5*300
Quartos.....2*750
Manoel Martins Fiuza.
Santo Amaro das Salinas
Acha-se abena a matricula da aula publica de
Santo Amaro das Salinas : os pretendentes podem
comparecer em a casa terrea sita na estrada nova
de ulinda, defronte do hospital inglez-
FogOjfogo.
Para os festejados das de S. Jlo e S. Pedro
existe na muito acreditada fabrica de fogos de ar-
tificio di ostrada de Joao de Barros, propriedade
da viuva Rufino, um completo sortimento de pis-
tolas, cravelros, rodlnhas e fogo buscap: como
seja penoso a algumas pessoas irem a fabrica pela
distancia, os pretendentes podem deixar suas en-
commendas no armasem da bola amarella no oitao
da secretaria da polica.___________
Na praca da Independencia n. 33, loja de our
ves, compra-se ouro, prata, pedras preciosas e
tamhem se faz qualquer obras de eLcommenda e
odo e qualquer concert.
Alnga-se o segundo andar do sobrado n. 62
da ra da Gnia : no 1* andar.
mimrinwi
O bacharel
Francisco Angosto da Cosa
ADV9GAD0
Roa do Imperador numero 69.
Corapram-se na ra do RaBgel n. 24 vHrn
vasios e vasinhos de banba e ditos de cheiros na
ga-se bem._____________________ "'"
Gompram-se duas esclavas que sejalrTroca*
e saitiam bem cozinhar e engommar : a tratar n^.
armazem da ra da Grnz n. 26.
VENDAS.
Offerece-se urna pessoa para casa de familia,
sendo para tradar de meninos, lavar e engommar! me doces, confeitados echocoli te emeaixinhas eem vidros; ramas de ferro de todos os lamanhos, leya-
para os mesmos :
na praca de Pedro II n. 4.
O D'rl Garollno Francisco de Lima San-
tos contina a morar na ra do Impera-
dor n. 17, segundo andar, lendo alias seu
gabinete de consultas medicas, logo ao
entrar, do pri metro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estudo tanto das operacoes como das mo-
lestias internas, prestase a qualquer cha-
mado, quer para dentro quer para fra
da cidade.
m
torios, etc.; ricos quadros para cartes de visitas e ditos grandes e ptquenos para retratos; chapeos
! de sol, bengalas, chicotes e ditos para carros; machinas para fazer caf, dita6 para bater ovos, proprias
para quem faz po-de-l, bolinhos, etc.; bellos cortinados arrendados, verdes, encarnados e brancos;
! pannos para cobrir mesas, bolgas grandes e pequeas para viagens, e outros artigos, como cobertores,
1 malas,etc.; sortimento de violoes finos; figuras finas e jarros de alabastro ; galantanas e outras pecas
i de charo para toilletle ; machinas para varrer o chao, excellentes machinas para photographia para
; tirar retratos, grandes e pequeas; lindos baldes de papel fino transparente elanternas coloridas para
illuminaces moda de Paris, salva-vida de borracha, para homens e senboras, proprios para quem
' toma baos em lugares fundos ; ameixas novas em caixinhas, blscoitos inglezes em latas, graixa in-
gleza 97; cerveja em barricas das principaes marcas de Londres, queijos etc., e muitos outros artigos
que para enumera-los seria um nunca acabar, e todos se vendem barato e muito barato no grande ar-
; mazem da Exposicao de Londres, na.ra da Cadea do Recife n. 60.
Alnga-?e a metade da casa n. 92 da ra das
Aguas Verdes: a tratar na mesma.________
Alugam-se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceiados,
com jardim, cocheira, estribara e ootras commo-
djdades, na travessa de Joo Fernandes Vieira^:
a tratar na ra da Senzala Nova n. 42.
Ji luyase
Precisa-se saber quem o correspondente do
engenho Quitlnduba, para entregar urna carta na
livraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
AMA
Precisa-se de urna ama para casinhar e sahir
para as compras: quem quizer procure tratar na
padaria da ra da Imperatriz n. 41.
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na
ruando Imperador n. 46, primeiro andan_______
Semana mostrada do Rio de Janeiro
Assigna-se na ra do Grespo n. 4; tres mezes
6*, seis mezes 11*, ni anno 18*.
Libanio Gandido Ribeiro & C. participan) a
quem interessar possa, que no dia 23 do corrente,
de 2 horas s 4, proceder a arremataco dos falos
de sua matunga diaria em casa do socio Bento dos
Santos Ramos, na ra da Gloria, podendo os inte-
ressados apresenlarera suas propostas em carta
fechada, munidas da competente llanca.
A pessoa que precisa de 900*000 por espago
de um anno, pagando mensalmente 308000 de ju-
nes, e passando letras com boas firmes, annnncie
a sua morada gu o lugar em que quer realsar o
negocio, a lira de ser procurado.
Offerece-se urna ama de bora leite: a tratar
no largo da Soledade n. 28
O abaixo assignado pelo presente faz publi-
co a todos seus crederes que tendo sido citado por
um delles neste termo de Agua Prela e e lando
disposto a entregar todos seus bens, convida aos
demais afim de enlrarem em rateio, e estando
marcada a ciiiciliaco para o dia 23 deste, com
ludo avja a todos para que nao se chamem ao en-
gao depois. Una, 19 de junho de 186o.
__________Joao Jos dos Santos Carnauba.
O abaixo assignado declara que tendo reco-
Ihido na prensa dos Srs. Joao Baptista & Fortuna-
to 28 sacas com algodao em pluma de ns. 980 a
85 e 1223 a 2o do e 19 de outubro prximo
passado, de 3270 a 75 de 9 de fevereiro, e de 3723
a 34 de 2 de margo do corrente anno, numerago
esta pertencente prensa daquelles se.nhores e ten-
do disposto das mesmas por venda que fez, me-
diante os recibos do ditq algodao, que fez entrega
aos seus compradores, aconteceu os relendos se-
nhores entregarem o mesmo algodao sem exigirem
os seus recibos do poder dos compradores, segun-
do o declaram ; em vista do que, e em virtu ie de
urna declarago em duplcala, assignala nesta
data entre o abaixo assignado e os referidos senho-
res, ficam sera efTeito a todo e qualquer tempo os
recibos do referido algodao em poder de quem
quer que estejam do presente e no futuro, o abai-
xo assignado avisa aos Srs. prensarlos de alcodao,
que toda a vez que Ihe for apresentada conta sua
prorcnicnlo de alguUSu (flio tcntwi as cuu proo-
sas nao a entregarem sem que recebara os seus
recibos da mao dos compradores, visto de os fazer
entrega aos mesmos, em razo de que nao seres-
ponsabilisa por qualquer duvida futura. Recife
20 de junho de 1865.
Antonio Fernandes Velloso.
DINHEIRO FRANCEZ.
nm sitio na campia da Gasa Forte, com duas ca-
sas, urna a em que morou o fallecido Thoroaz de
Aquioo Fonseca Jnior, feita a nuyierna, e conten-
do todas as aecommodagoes precitas, e outra com
boas cmmodidades para qualquer familia : na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar.__________
Aloga se urna sala do primeiro andar da ra
do Queimado n. 41 : a tratar na mesma._______
luga-se na Passagem da Magdalena, ra do
Bemfica, os sobrados ns. 7 e 9, com bons commo-
dos para familia : trata-se na ra do Trapiche
numero 4.
Vendem-se moedas de ouro e notas do Banco, e bera assim urna collecgo desde um centesimo
at mil francos: vende-se barato no Recife ra da Cadeia n. tO.noarmazem da Exposicao de Londres.
as
<
i
o
z;
Q
Anda se precisa de urna ama para con- m,
nhar e engommar para tres pessoas : na
ra das Gruzes n. 37, sendo pessoa mori-
gerada e que se possa entregar urna casa.
Vende-se esUt linda rollecfao de sortes,
reunidas em um pequeo "vohime, com t
assumpios, e mais 59 novas charadas, pelo
diminuto preco de \& cada exemplar enca-
dernado : na praca da Independencia ns. 6
e 8. __________________
0 castello de Grasvilk
Traduzido do francez por A. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 25500
aa praca da Independen 6 e8.
Para completa liquidago vende se, por muito menos de seu valor, perfumaras muito finas e
novas chegadas recentemente de Paris e de Londres dos mais afamados fabricantes seguintes : Eug.
Rimrael, R. Matheus & C., Lubin, Sociedade Hygienica, Piver, Violet, L. Legrand, Deletrez, Pinaud &
Meyer, Regnrer, Mailly, Gillet frere etc., etc., dos quaes ha grande sortimento d'agua de colonia em
vidros e garrafas, agua de lavande, agua para liropar denles, oleo babosa, extractos em gartafinhas e
vidros de difieren tes modelos, pos para limpar denles, banha em potes e em vidros, pomadas, ricas
caixinhas e balainhos com perfumaras para fazer presentes, e muitos ontros artigos que se vende por
menos de seu valor, bem como todos os rticos era geral existentes no grande armazem da Exposicao
de Londres, na ra da Gadeia do Recife n. 60.
Para senhoras.
Ricos e modernos pentes de tartaruga para tranga de senbora, o que se tem feito de mais ele-
gante ateo presente: vende-se por menos de seu valor para se liquidar, no grande armazem da Ex-
posigo de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60
Luvas novas de Jouvin.
Vendem-se excellentes luvas de pellica recentemente chegadas de Paris, tanto para homem co-
mo para senhora por menos de seu valor, para se liquidar: no grande armazem da Exposigo de Lon-
dres, na ra da Gadeia do Recife n. 60.
A NACIONAL
Compankia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBR0 DE 1859
ma fianca em dinheiro, depositado nos cofres do estado, garante a boa da
ministraco da companhia.
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespanha
DIRECQO GERAL
Madrid: Rna do Prado n. 19
Aluga-se urna escrava que compra, eoz/rtha e
lava d sabio : na ra da Praa n. 34, escriptor/o
(ja typograhia da Qrdem.
A ithographla da ra da Cadeia n. 52, de Fran-
cisco H. Caris midou-se para a mesma rna nu-
mero 36.
Precisa-se alugar urna ama que saiba cozinhar
e engommar, e que seja escrava : na ra da Impe-
ratriz n. 17.
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinagoes de supervivencia dos segu
sobre a vida. .
Kella pdese tazer a subscripgaode maneira que em nenhnm caso mesrtoitr ntrkdos
gurado se perca o capital nem os juroscorrespondentes a estes.
Siotao 6uprhondonatt qs resultados que produzem as sociedades da ndole de A NACI
DAL,que ainda mesmo dimlnuindo urna terga parle do interesse produzido em recentes liquidai
cOes ecornbinanlo-o cora a mortalidade da tabella de Depareieux que e adoptada pela companh-
para seuscalculose liquidaces, em segurados de dade de 3 al9 annos, umaimporsigoannua.
de 100J produz em effectivo metlico:
No flm de 5 annos.......1:1493300
de 10 >.......3:9423600
. de 15........14:2083200
de 20 .......30.2563000
de 25 .......80:3313000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospectas e mais informag5es serao prestadas pelo sab-director nesta provincia.
Joaquim Fiuz de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista rna da Imperatriz n.12,estabel
ment dos Srs. Raymundo,Carlos,Leite & Irraao.
Descontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes : na praga da Independencia n. 22
^MMm mmmmm mam
Companhia fidelidade de segaros $!
martimos e terrestres m
estabelecida no Rio de Jaueiro.
AGENTES EM PEKNAMBUCO
Antonio Lniz de Oliveira Azevedo 4 C,
competentemente autorisados pela direc- 9
s toria da companhia de seguros Fidelida-
J de, tomam seguros de navios, mercado- g
rias e predios no seu escriptorio ra da 5g
M Crui n. i. SR
mmmmmmmmmm mmmm
Aviso importante.
O abaixo assignado, receben do Sr. Manoel Car-
los dos Santos, do Rio de Janeiro, cartas e ordens,
para supprir a seu filho menor Alberto Carlos dos
Santos, que em Janeiro do anno corrente, se ausen-
lou daquella cidade, e que se suppoe existir nesta
provincia, de tndo quanto carecer, e mesmo para
vollar ao seio de sua familia. O Sr. Carlos, ou
qualquer de seus amigos, dinjam-se por obsequio
praga do Paraizo n. 2i.
____________Salustiano A. P. de Souza Prez. _
Pede-se aos senhores, que frequenlam a nile
o estabeleeimento cominercial do ra do Trapiche
n. 1, e que estao habituados a verterem agua na
porta contigua, o favor de cohlbirem-se, pois. que,
alm de inulil.isar os jornaes que pela manhaa dei-
tam por baixp da porta, os destribuidores, centra
a salubridade publica, e asseo que d-ve-se supr
dos senhores cima.
Precisa se alugar urna escrava de atiancada
conducta, perfeita engommadeira, e que seja cari-
nrusa para changas, paga-se bem : na ra do Pi-
lar n. 6,s< orado encarnado.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra estrel-
la do Rosario n. 3-2, 2o andar.
Samuel Power Johnslon & Companhia
Ra da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
Fundido de Low Ifloor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e balido para enge-
nho,
Arreios d carro para nm e dous cavallos.
Relogios de o iro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodao.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
*&' ttencao
i
Na bem conhecida casa da aboboda da Penha
n. 37 tem para veBder continuadamente maga para
fazer bolos preparadas cora milita perfeigao.
urCommodidade, aceio e promptido.
N.36-RuaDireita-N.36
Tereelro andar.
Participa-se ao resneitavl publico que apromp-
tam-se bandejas de finos bolos para casamenios,
bailes e baptisados, bolos chamados da S. Joo de
tedas as qualidades, Adres de cera, paMo, papel e
trcos para capellas, ramos, arcos, bouquets. chapeos
etc.; assim como tambem vestidos para casamento
da ultima moda parisiense; tudo por cmodo
preco.
TheodozioCordeiro vindo ha pouco de Lis-
boa no patacho portuguez Atara da Gloria, tem
nma caria no escriptorio de E. R. Rabello, ra do
Trapiche d. 4i.
Pada a
Aloga-se a da rna dos Pescadores n. 1 : a tra-
tar com Tasso Irmaos, ra da Aurora n. 35.
Aluga-se um mulato perfeito copeiro e bo-
leeiro, afiancando-se seu comportaraento: quera
precisar <|irija-se a roa da, Cdela do Recife n.
44: loja^
Estrada de ferro do Recife a S. Fran-
cisco.
O abaixo assignado pede ao Sr. Machado, qne
se abstenha de usar da epigraphe deEstrada de
ferronos seus aonuncios particulares, como
acontece com um que tem sahido nos ltimos n-
meros deste Diario acerca do Sr. J. Kreuzer, pois
semelhanie pessoa nem se quer tem a qualidade
de ser empregado desta companhia.
Villa do Cabo 20 de junho de 1865.
G. O. Mano,
-_______Engenheiro e superintendente Interino.
Hypotheca-se um escravo pela qantia de
3003 : qoem quizer annuncie.
Precisa-se de uma senliora freeza ou In-
gleza que esteja no caso de educar meninas e que
queira tigeitar-se a educar duas n'oma casa de i
familia nesta praca: queira aonunciar ou dlrl-j
gir-se a roa do Imperador sobrado n. 63, segundo'
andar, que se tratar do ajuste e prometiese pa-
gar bem correspondente as disciplinas que lec-
cionar.______. ___
Prgcisa-se de um feitor nara~U*W sitio perlo
da praca : na ra da vru P, 4,
AUenco.
Aluga-se a casa da ra do Ho picio que faz es-
quina para a ra do Destino, propria para qual-
quer estabeleeimento, taberna, padaria ou outro
qualquer negocio por ser boa localidade e lercom-
modos para familia : a tratar na ra da matriz da
Boa-Vista n. 54. _______________.
A Henead. %
Fazem-se bolos de S. JoSo e cangica de milho
verde, multo bem feito : na cidade de Olnda ra
de S. Pedro Martyr casa terrea confronle o portao
de ferro.
Ama
Precisa-se de uma ama forra para ama de casa
de muito pouca familia : no pateo de S. Pedro
n. 3, sobrando._______^^^
Cosme Jos dos Santos Gallado conti-
qga a sacar sobre a praga do Porto.
Admiuistravo lo cemiterlu
publico 1(3 de juulio de 1865.
As pessoas interessadas pelos restos mor-
taes e que lem recommendado as exhuma-
goes, havendu j decorrido o l*mpo fixado
pelo regulamento, qunram providenciar al
o flm do corrente ntez, visto que por falta de
catacumbas, serao abenas as mais antigs.
O administrador,
Manoel Luiz Viraes.
No dia 23 do corrente, depois da audiencia
do lllra. Sr.joiz municipal da Ia vara, a ultima
praga da arrematagao da propriedade sita na ra
dos Guararapcs, pela quantia de 11:1:105, e nao
havendo langador, sera adjudicado ao credor na
conformidade da le, por exeengao de Joaquim Lo-
pes de Almeida contra OoqMngs Jos Pereira da
Costa e sua mulher.
-------- *
Aluga-se a casa da esquina na Estrada Nova
no correr do sitio da viuva Vllla-secca : a fallar
no mesmo.
Ahiga-se
um moleque de 18 annos de Idade para todo o 'ser
vigo : quera precisar dirija Se a rna do Imperador,
segundo andar do sobrado n. 16, prximo a traves-
ra do Ouvidor.
Precisase da dous inoleques para carregar
joias em taboleiros : na rna 'tu Queimado n. 29.
Ama f/e leite.
Precisa-se d nma ama de leite; a tratar na
praga da lude pendencia o, 3
Vende-se uma negr nha de JO annos, muito
esperta e sadia : no pateo da matriz de Sanio An-
tonio n. 8.
Farinha de mandioca : tem para vender Ao
Ionio Luiz de Oliveira Azevedo t C., no seu es-
criptorio ra da Groz u. 1.
Vmho do Porto snperior em caixa de dirzia
lem para vender Antonio Lniz de Oliveira Azeve-
do A C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
SURTES ~AVULSAS.~r
Vendem-se sortes para as noites de S. Joao, S.
Joaquim e Sant'Anna, em pequeos candes, por
pergunias e respostas, Unto em baralhos como
avulsos : na ra do Imporador n* 15, defronte de
S. Francisco. _________
FARELO
Na ra da Cruz n. 23, primeiro andar, vende-so
excellente farello de Lisboa, depositado no trapiche
do Cunha.
. Vendem-se amendoas confeitadas a 6ioTs.
a libra : na ra Nova n. 58
Vende'se a taberna da ra dos Agougul-
nhos n. 20 : a tratar na mesma.
Vendem-se todos os pertences da rasa de bi-
lhar da ra da Imperatrizn. 17, constando de nm
bilbar de Jacaranda com pouco uso; banca de pe-
dra, dita de madeira, cadeiras de faia, l'ueiro e ou-
tros objectos existentes na mesma. vende-se tam-
bem uma bagatella (jogo): os pretendentes po-
dem dirigir-se a dita casa que achara com quem
tratar.
Vende-se uma parte de um sobrado no bair-
ro do Recife : quem pretender dirija-se praga da
Independencia ns. 14 e 16, que achara com quem
tratar.____________^__________
Farinha de mandioca fina e alva, mais bara-
ta do que em qualquer parte, arroz da trra pila-
do e em conta : para ver e tratar, na ra do Vi-
gario, casa n. 29.
Vendem-se palmciras imperiaes, em estado-
de serem transplantadas: no silio murado es-
querda, depois do becca do Espinheiro, nos Af
nietos.
Na ra da Imperatriz n. 2, vendem-se bonS
cendieiros a gaz pelo diminuto prego de 43. 23 e
135l0,cheguem antes que seacabem que nao ha
pechlnc.ha to boa.
GEANDE LIQUIDAQAO'
A IHMI! IIM
Na loja e armazem de Guimaraes k !r-
mao, ra da Impemtriz n. 72.
Os doDOs deste estabeleeimento eslo re-
solvios a liquidar su^s tondas por prego
baratissimo, s com o fim de adquirirem fre-
guezia ; e previnem s pessoa?, que nego-
ciam com fazendas, que nesta loja e armazem
encontraro sempre um grande sortimento
por menos 20 por cento do que em outra
qualquer parte, tanto em pecas, como a re-
talho. Vejam:
Chitas a 210 rs. o covado.
Vendem-se chitas preclaras francezas com
assento branco, escuro, cor de canna e par-
da, pelo barato prego de 210 rs. o covado,
afiangando-se que esta fazenda nao est po-
dre, e nem tem o menor deleito : isto s na
loja e armazem de Guimares & Irmao,
n. 72.
Cambraia branca, grande oriinir-ntn.
Cheffo-i a este estabeleeimento um gran-
de sortimento de cambraias brancas de to-
das as qualidades pelos pregos reduzidos de
3#000, 3-5500, 40, 40500, e muito fina a
60, vende-se por este prego por ter grande
porgao ; cambraia organdy de2i0 e :i00rs.
o covado; dita frnceza, a mais fina que
tem vindo a este mercado e dos mais ele-
gantes padrees, a 400 rs. o evado, bara-
tissimo; chaly de seda de apurad i gosto a
900 rs. o covado : isto s se vend' na loja
e armazem de Guimares & Irmao, n. 72.
Para a festa de S. Joao I!! bailes e pas-cios.
: hegaram a este estabelec ment, pelo
ultimo vapor francez, ricos cortes de finissi-
ma cambraia com ndissimo chuvisquinho,
que faz um efleito magnifico, e vende-se
pelo baratissimo prego de 50 o corle, fazen-
da que val 100 em outra qualquer parte ;
cortes de Iaa com barra a 90 e 12 : isto s
na loja e armazem de Guimares & Irmao,
n. 72.
Para acabar por todo o preco!! 1
Bretanha de rolo com 10 varas a 30 a pe-
ga ; toada|)Ol3o infesl do com 10 varas a
30200,3&500 e 40 a pega; ricos bordados
em fina cambraia a 800 rs.; soutembarque
magnficamente enfeitado a 50 e 00; lan-
einha a 300 e 400 rs. o covado; damasco
merino estampados a 20; cortes de case-
mira a 20500 e 30; baloes americ-mo3,
tanto para senhoras, como para meninas a
30, ten lo 30 arcos.
Koupa feita de todas as qualidades e t manho.%
Que se vende mais barato 25 por cento do
que em outra qualquer parte: i?to s para'
liquidago: na loja e armazem de fazendas
de Guimares & Irmao.
_ssrRUA DA IMPERATRIZ, N. 72^3
Vende-se uma bonita esciava recolhida de
15 annos, com habilidades, propria para murara
ba : ua ra da Praia, primeiro andar n. 47.
COMPRAS.
Comprase effeetivamente ouro e prata em
obras velhas, pagandp-se bem : na ra larga do
Rosario n. 24, loja de ourives.
Silvino Guilherme de Rarros compra e ven-
de effectivamenie escravos de ambos 03 sexos :
ra do Imperador n. 79, terceiro andar.
O iir o e prata
pendencia n. 22, loja de bilhetes.
Compram-se libras sterlinas a 93400 : na
praca da Independencia, loja n. 22.
Oompra-se onro, prata e pedras preciosas,
em obras velhas..: na ra. da Cadeia do Recife,
. loja do ourives no arco da Conceijao.
Jolas preciosas c objectos de
ouro.
Mauricio Selbenerg t C, Polacos, ltimamente
chegados aesla provincia, offereccm ao respeitavel
publico um grande sortimenio de joias, brilhanles,
relogios e muitos objectos de ouro, por prego o
mais razoavel possivel, e mesmo troca e compra
objectos de ouro. prata e diamantes por objeclos
notos : na ra do Queimado n. 29, entrada pelo
largo de Pedro II n. 27, de manhaa at as 9 hora-,
e a tarde das 4 hora* em diante. Os objectos ven-
didos pelos annunciantes sao garantidos por e les,
e estao promptos para levar objeclos s casas das
pessoas que desejarem comprar, uma vei que nao
possam vir a seu estabeleeimento.
.
mM


Diarlo de pcrnambuco Sexta felfa *3 Je Junho de i6.
IHIH HkJk^kVMVMLttl^M

i
PILULAS VEGETAES
DO
DR. AYER.
Nao ha necessidade mais ge-
ral em lodos os paizes do que a
de um purgante que seja ao
mesmo lempo innocente, efficaz
e digno de toda a coriBance.
As pi lulas que ora offerece-
mos ao publico preencliem estas
icondicoes; pois podem ser to-
madas pelas pessoar mais fracas
sem perigo algum, n5o tende em
soa composicao mercurio nem
outro ingrediente nocivo sau-
de, mas sendo composto de a-
gentes vegetaes mui fortes, sao bastante
eficientes e activas para purificar os corpos
mais robustos.
Estas pilulas exploram e purificara toda
a extensao do canal alimenticio, e dao vigor
a todas as partes do organismo, corrigindo
sua acco viciada e fzendo recuperar sua
vitalidad.
Um reaedio inestimavel contra dr de
cabera nervosa, enxaqtieca, priso do ven-
tre, hemerrhoidas, molestias do figadot fe-
bre gamo-heptica, e todas as molestas,
biliosas que teem sua origem no entorpeci-
mento do ligado que causa a escssez da
bilis na inflammacae d'este orgo que pro-
duz derramamento da bilis no estomago ou
em tirn desarraajo geral dos orgaos diges-
tivos.
A Ictericia
produzida pela absorpco da bilis no
samgue, dando pelle e aos olhos urna cor
aaarelleota; n5o smente dolorosa .por
i, porm coraduz aos mais serios soffrimeo-
tos.
Para cure-la toma-se de i a 5 pilulas to-
das as marrabas, isto bastante para anover-
o ventre smente at que se recupere a ac-
eito saa do systema.
Mal \do figado, febre gagtwkepatica,
diurrhen biliosa, indigosio, a mvralgia
ou tic douleureux, sao todas molestias que
tem seu comeco n'um flesarranjo da bilis.
A observacao dos dufltos da bilis faz esta
vol er ao sangra? com jue circula de pois
vem tcdo o corpo e causa estragos desas-
trosos saude e prolhiz urna serie innu-
meravel de males.
Todos estes inconunodos sao curados com
as pulas do Dr. Ayer..
Grande liquida$io a dinheiro.
Na loja e armazem do Pavo.
Ra da Imperatrls n. fto de Ga-
na A Silva.
Os dones desteeftabelecimento tem resolvido li-
quidar suasfazeodas por precos baratsimos, s
cora o im de apurar dinheiro, e previoera as pes-
soas que negocian) era pequea escala cora fazen
das, que nesta loja e armazem encontraro um
grande sortimento por procos que mnilo Ihes bao
de agradar, tanto em pe^a. como a retalho, a sa-
ber :
3
O
o
Q
Chitas largas a 200 rs.
Yendem-se chitas francezas, listradas muito lar-
gas, padroes escuro?, pelo barato preco de 00 rs.
o covado, tendo muito bom panno ; ditas escuras
padr&es novos, por serem todas escossezas e cor
tita a 240 rs. o covado -, ditas miudinhas escuras
e claras a 240rs.,amanendose que esta fazenda
nao tem o mais pequeo loque de mofo^nem outro
qulqoer dtfeito. Istos o l'avao, na roa da Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Espartillios, na loja do Pavo.
Vende-se um bonito sortimento de espartilhos
propnos pira senhoras, sendo dos mais modernos
e bem feitos que tem vindo ao mercado, tendo de
todos os lmannos e de diversos precos trazendo to-
das as competentes fitas para apertar. Istos na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n, 60 de Gama
& Silva.
Cambraias brancas.
Vende-se ora bonito sortimento de pegas de _cam-
braia brancas lizas, tendo lapadas e transparente*.
aaliW to^&h?sVtonsoaU!o0 ob^ctcTindispensavel as senhoras amaniesdojprogresso.
ja o Pavo. na ra da Imperatriz n. 60 de Gama
.4 dmiraveis pechinchas
que eslo a venda na loja e armazem
da.4r.it'.', ra a Imperatriz d. 56,
de Lnoreneo Pereira Mendes Guinia-
raes.
B.retanba de rolo a 3$.
Vendem-se pecas de bretanha com 10 varas pe-
lo baratissimo prveo de 35 a pega.
Madapolao enfeslado a 3t?o00.
Vende-se madapolao enfe^ado com 12 Jardas a
3|300,45 e 45600, dito con? 2i jardas a 55,
RIVAL
Ra do Queimado n. 49, luja de Jos & AzeveJo
- Maia e Silva.
Polseiras e voltas muito bonitas a 500 rs.
Miadas de liuha para bordados de superior qua-
lidades C0 rs.
Duzias de facas e garfas de cabo preto muilo
boa a 35.
Meiadas de tintn froxa para bordar a 20 rs.
Meiadas de linha azulada superior a 60 rs.
Dbalo do i'uiro mullo supetiora 100, 120 e
160 rs.
wX fisno tT n *S 7 vTi i n 7 vm Nib Varas de rrn> flc !inho ,'r"ra l0 '*
55501), 65o00, /o5..NA40 /500, L. 10 /5o00, N. 6 Caixas com ^ enveU.pei da
DE
AZEVEDO <* FLORES
Riki da cdeia do Kecife,. esquina da Madre de Dens,
Excellentissimas senhoras o Balo partecipa a Vv. Exc. que reduiio os presos de
todas as suas fazendas, e pede a Vv. Exea.-que nao o'esquecam, pois o Balo empenha
todos os seus esforcos para bem as servir e alm de tudo isto minhas senhoras, um
Agora minhas senhoras pego que lancem suas vistas em toda a minlia circumsfe-
rencia e verao que encontram muitos objectos que necessitam e por pregos que convi-
dara a comprar, too sejam:
Os ricos bales de 40 arcos, com urna roda que admira.
& Silva.
Gros de quadahos a i Af.00.
Vendem-se os mais modernos gros de quadri
ntoos, proprios para vestidos de senhoras c meni-
nas, sendo estes gros dos mais moderaos que tem dem COm-trienOS arcos a 2*800 e &.
vindo ao roercadavendeD de 600 rs. o covado. isto s na loja do Pavao, ra Cambraia finissima que era de 9* a 7*.
da Imperatriz n. 00 de Gama A Silva.
Ricos bouznouts de Gnipure.
Vendem-se os mais ricos bouznouts de Guipure,
sendo os mais modernos que tem vindo ao merca-
do, pelo baraiifsimo prego de 253, cada um, as-
sim como chales de 3 e 4 ponas da mesma fazen-
da, sendo de varios precos. Isto so na luja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60 de "Gama i Silva.
Admirem
Adiirem
Admirem Bem!
As pechinchas que esto venda na loja e ama-
len: do Pavo, na ra da hnperatrit n. 60 defa-
ma & Silva, onde se vendem todas as fazendas,
tanto de luxo como de prtmeira necessidade por
pregos muito rasoaveis, e'oom especialidade as se-
grales, dando-se amostras deixando ficar pemhor
ou mando-se levar em -casa das familias pelos
caixeires da mesma loja.
pande pecblncha, vestldm a
3OO.
;-0^no ,.,h,m',ww cnmnanham eaiW Acaba de chegar um-bonito sortimento dos mais
Direcgoes minuciosas acompannain caaa, ,Jndos vestjdos t8ransparenleS) muil0 proprjos para
irasco. I passeios e bailes, por eerem de primorosos dese-
Vende-se na pharnacia franceza de Mau- i nhos, sendo todos os padroes tecidos e nao ninu*
! dos,-e vendem-se pelo baratissimo prego de-85500,
i sendo fazenda que val -amito mais dinheiro: isto na
i loja do Pavao, ra dat&mperatru n. 60, de Gama &
Silva.
Capas pretaeesoulembarquefi.
Vecdein-se as mais modernas cipas pretas lisas
e bordadas, os mais bonitos soutembarques-pretos e
manteletes, tudo de seda preta e o que ha de mais
gosto no mercado, por pregos muito em coala :
na-loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,-de Ga-
ma. Silva.
S o Bayao vende
Chitas largas a 240
Chitas largas a 240
Chitas largas a 240.
de loo* eaitieic de saz eaoridos, /*"de cheear->"al4* d0 "M?"^
rer & C, ra Nova n. 18.
AGENCIA CENTRAL
15 Ra 'Birelta 15
RIO E.*AXEIRO.
Vende-se em Pernambuco:
na pharnaeta f ranceata de
P.MAURER & C.
RA -NOVA N. 18.
\0
..-soir.iment do c4wtas largas garibaldinas, por
COm globos de fixas ^ue se vendem pelo baratissimo preco de 240
o covado, sendo que-em oulra qualquer liarte us-
ta a 360 o covado, notando que os freguezes que
comprarem porcao do pffas, tero um pequeo
abalimento: isto na loja do Pave a ra da Itope-
ratriza.60, de Gam-.i A Silva.
Laazinltas a 300 rs. .
Laazinhas a 300 rs.
iLTiazitilias a-400 rs.
Vende-se um bonito soriimento de laazinhas4?ro-
pi'ias para vestidos e soutern arques por serera li-
sas e de^uadnnhos.peio barato preco de 390 rs. o
covado,-sendo fazenda que sempre se vendea a
500 rs. oovado,,e vonde-se a dinheiro a vista pe
. I lo baratiseimo preco de 300 rs. o covado : na l^ja
lloras Marianas do Pavo i ra la Imperatriz n. 60 de Gama ,<&
gravaras, nave gosto, finsindo lao-
ternas, por todo preco, cima da
factura, u armazem da ra da
Imperatriz n. 22.
O proprietario deste importante estabeleeimento,
tendo muito breve de retirar se para aiEuopa, re-
solveufazer urna liquldaclo a dinheiro vista por
todo o preco, contentando -se smente conviuna pe-
quea porcentagem cima do cusi da factura. Es-
pera que o respeiuvel publico o ooadjuve.com sua
preseoca a honrar seu esUibelecirhento e admira-
rem os precos de seaaelhaotee objectos de caod
ros de gaz.________________
dem das de 65 por 50.
Os mais lindos padroes de cambraias de cores, verdadeiras francezas.
Tarlatana branca muito fina e larga.
Chitas escuras a 240 e 280 rs., que eram de 360, tambem ha superiores.
dem perclaras superiores a 440 rs.
Laa preta para luto e de todas as mais cores.
Chita encarnada adamascada muito superior a 560 rs. o covado,
berta para cama franceza. ...- QAe
Vestidos a Mara Pa os mais ricos que ha de 44)5, 18# e 2U0.
Calcas de casemira de muita bonitas cores.
Colletes de casemira preto e de cores,
dem de brim branco.
Paletos de casemira sacco a 10 e 120.
dem de brim branco,
dem de alpaka branca a 50.
dem pretos a 40 e 50.
Calcas de brim branco, pardo e de outras cores.
Ceroulas de linho com duas costaras a 20500.
dem a 10600.
Colletes de casemira a 40 e 50.
Camisas com peitos de cor.
dem brancas a 10SOO cada urna,
dem brancas finas pregas largas a 20240 e 20oOU.
dem de linho superiores a .<0. s.
dem de linho inglezas muito frnas de nmeros 4, b, e v.
dem de meia abertas fazenda superior- .w
CHAPKOS DE SOIi
Chapeos de sol de seda de 12 asteas a 80.
dem superiores de M asteas a 1 0.
dem de seda trancada asteas de meia cana a 140.
Que tudo se vende na loja do
7 covados d urna co-
s, Elephante 800.
Soutembarques de cores a 60.
Vendem-se souiembaripies de cores a 6)), 7$ e
8#, ditos de seda a 18?, 205 e 25J.
Chapeos para hornera a 10800.
Vendem-se chapeos para homeni a 14800 cada
um, chapeos de sol de panno a 2?, ditos de seda
para bomem a 05 e 7 : s Arara, ra da Impe-
ratriz n. 56, de Mendes Guimaraes.
S Arara vende chitas francezas a 210 rs. o co-
vado.
Vendem-se chitas francezas sendo cores fixas,
assim como sejam padroes delicados sendo cores
de cana e rxas, se vende por baratissimo prego
de 240 o covado, ditas a 260, 280 e 300 rs., ditas
matisadas finas a 320 e 360 o covado.
Chitas francezas escuras.
Vendem-sj chitas francezas sendo padroes escu-
rse cores fizas a 360 e 400 o covado, ditas miu-
dinhas claras a 360 e 400 _rs. o covado : isto na
loja e armazem da Arara ra da Imperatriz n. 56.
Corles a Maris Pia a 180.
Vendem-se os mais modernos cortes a Mara
i Pia a 18*, dito a 145, 125, t5, 105 e 85, cortes
de la sem barra a 55 tena 15 covados o corte.
Damasco de duas lat yuras a 10280.
Vende-se damasco de du.is larguras a 15280 o
covado, dito de urna largura a 800 e 6i0 rs. o co-
vado, lencos ae linho a 55, 65 e 75 a duza.
Camisas francezas a 1-5600.
Vendem-se camisas francezas a 15800, 25. dita
de pregas largas a 25 e -20, ditas de l.nho a
25500, 25800 e 35 cada nina, seroulas francezas a
15280 e 15500, dita de linho a 15800 e 25, ro-
beras de chita a 25 e 25500 cada urna, cambraia
branca a 35, 35500 e 45 a peca, ditas de cores a
35000.
Cambraias de cores a 300 rs.
Vende-se cambraia de cor a 300, 320, 360 e 400
rs. o covado, cambraia de salpicos a 25500 e 35 :
na ra da Imperatriz n. 56.
Chales de merino a 20.
Vendem-se chales de merino a 25, ditos de chi-,
ta a 15600, 1]>280 e 15 cada um, chales finos cora
ponta redonda e borlota de seda a 65 e 75 cada
om, cobertores de algodo a 15 cada um : na ra
da Imperatriz n. 56.________________
Goke do gaz.
piten do gaz.
Alcatrao do gaz.
Coke tonelladas rs. 100000
Pilco ..... 800000
Alcatrao caada..... 400
O coke reconhecidamente o carvao mais econ-
mico, toma-se por isso recommendavel, bem co-
mo pelo asseio que se nota as cozinhas aonde
alie usado. Pitch e alcatro.aldm das applicacOes
diversas a que se prestan), como para cailafetar
iiieltior .uajidade a
600 rs.
Caixss com 20 quadernos de papel superior a
600 rs.
Grozas de peonas de ac muito finas a 500 rs.
Pe^as de irania lisa preta e de cores a 40 rs.
Grozas de botoes madreperola para camisas a 800
e 720 rs.
Caixas com 5Q novellos de linha do gaz a 700 rs.
Varas de franja de cores a 80 rs.
Novellos com 400 jardas superior qualidade a 70 rs.
Carriteis de linha com 200 tarda dos ns 60 al
200 a 100 rs.
Livros para assentos de rotipa lavada a 100 rs.
Pares de botos de pucho muito finos a 120 rs.
Thesouras para untias c costura muito finas a
500 rs.
Rival sem segundo
tudo
e manuaes da missa da conftssao, completo sorti- Silva,
.ment destes livros, sendo de .tartaruga com gcar-
nicao de prala, dito do marhm, madreperola, vel-
ludo e marroquim. e por precos mais ommodos
Pelerinas a 10(OO.
Vendem-se as mais ricas pelerinas oa romeires
de cambraia bordadas -proprias para hombros de
que em oulra qualquer parle : na ra do Crespo senhora pelo baratissimo preco de 15600: nt -maj
D. 4 onde ha tambem am completo sortimento de da Imperatriz u. 60, loja de Gama & Silva.
albuns para retratos.
Confeitaria dos anaaazes.
Rua da Craz n. 16.
Acaa de chegar a esie aovo estabeleeimento um .340 rs. o covado {doz vintens), esta pchincha
lindo -eortimento de ticas eaixinhs para amen- ,.acaba-se logo : aa loja do Pavao rua da Impera-
doas, proprias para presente.; ha amendoas boas e tz D_ 60, de Cama & Silva.
Organdy a 240 rs. o covatfit.
na loja do Pavo.
Vendera-se as mais bonitas cassas organdys^^r.
droes miudos e (randes, i>elo baratissimo preco de
ioas paeiilhas ele, para enebimentos das mesmas
tambem se vendem papis de estalo para sortes,
rirepara-e pao de l enfeilado, gatveau de diversas
cualidades, simples e enfeiudos, tambera havera
aos dias 23 e 24 bolos de S. iK-o simales e en-
ditados, nestes dias como sempre ha ver empadas,
BRETANHA DE OLO A 35000.
KidapoIO eul'estado a 30OOO.
Na loja do l'avo
Vondem-se pegas de bretania de rolo com 10
varaca 35, ditas de madapolao enfeslado a 3520 ',
^ste"is"drvarias"q'uaidVdeV, doces para eha", figu- 3550 e 45 : na loja do Pavo, rua da Imperatriz
iws para batdeijas, ramos arliliciaes par* ditas, n. 60, e Gama & Silva.
BeceDe-sc eocommendas de tudo quaoto concer-; pjovos artes de vestidos 120. para as restas
neote a esleaegocio.
__ Vende-se o deposito de charutos na rua es-
treita do Rosario n. 6, bastante afreguezado, pro-
nrin cara nualouer principiante por existirn) pou dos cada uai, sendo esta fazenda do melhor gosto
"' a"j.. ... ..m. mauinniiln nffere- < nncci^l iur tr irannarp.ntes e teidos COm seda.
de S. Joo e S. Pedro, na luja do Pavo.
Acabara de chegar para este estabeleeimento os
mais ricos cortes de gazla granadina com 22 cova
Gf deposito cima meueionado offere- possivel per ser transparentes e teeidos com seda,
ce nao vantafrm ao negocio que existe, como e por isso sao de muila fantezia, e vende-se pelo
tambem uara veedor billietes por ser urna das prm- | baralissimo preco de 125 cada corte, sendo fazen-
Spaes partes para tal genero: a iratarna rua Au-i da que val 25$ : esta pechlnoha est. a venda na
o rtan 1 oja o armazem do Pavao, rua da Imperatriz n. 60,
4e Gama & Silva.
Laazinhas a 300 rs.
PwA'ieha do Pavo,
Vndem-se superiores laazinhas mossambiques,
proprias para vestidos e soutembarques, peto ba-
_____ ratiss4io prego de 300 rs. o covado, sendo fazenda
' Xa nadara da rua'Direita n. 84, ha para qae sempre se vandeu a 500 rs., fazenda esla mu-
nder cvlindro americanos, (para padaria) che-, t0 propia para, vestido de sabir a passeio e prin-
cipal mente para lempo de invern por nao se es-
sacca. e'a re-! tragar com faeilidade : isto s na hija i
g
Veue-se ma escravinha, pe?a de ti annos.,
ia abendo coser, >lratar de meninos e mais arro-
macoes de casa, lando principio de educagan. serve
i bem cara fisto de al^uma familia que 2 quizer
SmpTar: o rua Atesta n. 114 se dir quera
vende.
Rua do Queimado n. 46, est vendendo
muilo borato como ver abcixo.
Caixas de pennas de kjilegraphia a 15000.
Massos 003) superiores gronpos a 30 rs.
Pares de-sapatos de tranca-c tapete a 15509.
Frascos da macag perula a 200 rs.
Caixas com superiores agitas a 200 re.
Libras de'a sortidas com-todas as cores a 75000.
Caixas com superiores obreias a 40 rs.
Duzias (e.piosphoros de safuranga a i20t-s.
Meias garrafas com tinta a 2*0 rs.
Rjdiatus cem alfinetes franceces a 20 rs.
Cartas de finetes francezes muito finos a WO rs.
Resmas d .papel almago a 25&O.
Resinas de papel de peso a 25000.
Papis de aguthas francezas a -halo a-60 rs.
Donets muiloilxraitos para menteos a 15000.
Enfeites para -senhoras fazende muito modoraa a
25OOO.
Escovas para -Feupa superior qnaHdade a 15000-
>,
Os elementos que compoem osla ^.-eparar.o, o
ferro, o ode e a 7111110. a coliocao no primeiro
ero das prcparacScs ferruginosas. Bastaattestar
scus resultados obtidos pelos Mdicos dos ho5-x-
laes, e os relatnos dos preticot mais eminentes;
que cciiiirnia'rao sua poderosa elficacidade na*
seguinlrs affeccSes:
Mlngo-i as unr.
FrB|ti-.
Anemia.
Ctlor->e ou Ictericia.
KeiiHimo.
Arfeci;<>ei d Hter.
Snppi'rHtH** da re-
Kr.--' e tlcordei* aa
mccMtrHeao.
Afterr:io pulmonar e
phll-.lMle.
Molexlla* l'estdniaK
OaMralslaa.
Pertla d'appetlte, etc.
Vcjde se os bullelins ie theraneutica
t cirurgka de 30 de no.'embre ISOO; o Gazeta
dos huspaes de 2S dejv.lho 1860, ce, etc.
Alcm das pilulas de iodureto duplo de ferro?, rte
de Hebillon,
quinina
ConvalcHCenea < 'OB"
can moloalla.
Mole*!!* encrotuln-
nnn.
papeira.
libiUruccao das plno-
IuIuk.
Hnniorra trlo.
lluntnrt'K braneo.
UacliItlKni.
Afeccoc caaceroa
e yplillllira.
Fel>ro lypUoldi-B.
' Varile", etc., ele.
medica
os Mdicos aconselbo
..almeoie o Xarope d'ioure duplo de
erabarcagoes.alcatroar madeiras, etc., teem este a t^rro e de quinina do mesmo aninor para as
propriedade de preservar do cupira, l'ormigas,etc.
E' entregar na fabrica dogaz ou mandado pSr em
qualquer ponto da cidade, segundo a vontade do
comprador.______________________
en
o<3
Tasso Irmios
Vendeiu no -en armaasc rua de
A*otim n. 35,
Licor fino Curaco em botijas e noias botijas.
Licores finos sor-dos em garrafas -Cua) rolbas de
.vizi'i) e em lindos irascos.
%'jnhosCheres,
Santernes.
Chamberin.
Hermitage.
Borgonhe.
Champagne.
Mueca tel.
Reino.
Bordea ux.
Cognac.
OlrlTon.
Azeiteflagniol.
SAZ GAZ GAZ
Vende-&e gaz da melhor qualidade a
li# a lata : nos armazensda rua do Im-
perador D.16 e rua do Trapiche Novon.jS.
vender cyl
gados ha poneos das.
_ Vende-se farinha da tora em sacc-. -; -- .^^^ n- G0 de Gama & silva.
alho : junto a esuo^jna n. 42, .Na mesma com Ma(lapa}i# ,, toque de mofo a 60400 e 70
oram-se garrafas e botijas.
t~j*
*
i
AliMIZESI-MLHIDOS
Phartdo conmercv)
Rua do Eangel n. 73.
O proprielario deste esubelecimento tem a hon-
ra de avisar aos seus freguezes que fez urna gran-
de reduegao nos precos de'seus gneros de primei-
ra qualidade : nianteiga iogleza 1# e 15280 rs. a
ni-se superiores iegas de madapolao, ga- |Dra da ultima chegada ao nosso mercadcv^ita
rantindo-se 20 varas era cada urna, pelo baratissi- franceza a 900 rs. e em barril se faz abatement-,
mo oreeo de 654 e 75 por terem um pequeo I queijos flamengos novos a 25300, dilo prato o que
toque de mofo que nada val, e pecas de: algodao a se pode desejar em bondade a
h
15300
Mantega iogleza flora................ J*^
Dita mais oaixa a..............."- ,*uw
Na rua da Concordia n. 33.
Chegoera a pechocha aotes qie
acabe.
Na rua Nova n. 33 loja.
De Madame Thiard vende-se o.^ote = le3JJ
55 a oolros mais objectos qae se vende mu Jo 6t
rato.____________________________________
' aSs~deHamburgo
Vena vJ&J^rff5^*
^., A^PdnA C. toa da Cruz n. i.--------------
-------ViBke Peite especial.
45 : na loja do Pavo, rua da Imperatriz o. 60, de
Gama & Silva.
Corita de casemiris a 2*$o00 e &
Vendem-se cortes de casemira de nma cor a
25500, ditas de quadrinhosa 35 : na loja do Pa-
Sft vo rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales a 25000
Vendem-se chales de merino a 25, 25300, 55 e
65: na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
i francezas caixinhas a 15200, 15500 e
1580O, frascos de ditas 15400, grandes 35 proprios
para mimos, marmefada das .melhores marcas a
640 rs. a libra, amendoas confeitadas para sortes
de S. Joao a 610 rs., vinho do Porto a 640 e 720 rs.
a garrafa, Figueira e Lisboa 400,440 e 500 rs., e
em canada's faz o abatimento, caixas de hlalas
com 2 arrobas por 3JS0O e a libra 80 rs. novas,
caf 1" sorto 75800 e 75200 e a libra a 240 e 260
bolacbinha ingleza a 200 rs. a libra, toucinho ce
Lisboa a 360 rs. a libra, velas de carnauba a 400
cas novas e especiaes em
fas, seodo marca Ratona w "^TEVo" Tm"a-
xa'e Pedro V a itf.emjor*>j J ffiS.,
te razoavel : oo armaxem de htwfo i*
oa roa da Cadela do Recle o. bfl.
' Vendase o engenho Goicana, situado no ter- rs-( dius estearinas finas a 600 rs., presunto portu-
mo de Seriohem, meia legoa distante da cidade guez a goo rs., alpisia a 3500 a arroba e 120 rs.
do Rio Formoso, um quarto de legoa do porto de a nbr9f pain50 a 45 a dita e 140 rs. a dita, cha fl-
embarque, ptimo d'agua, de boa produccao, boas n0 a 255^ 257OO e 25800, inicias em calda a
abras, tendo anda malas, boos lugares para crU- 6W a |ata, gomma a 100 rs. a libra e #o60 a ar-
eno de gado, om sitio de coqueiros novos comegan- rob, bollinhos inglezes lata de 2 libras a 153oO,
LOJA DO BEIJft FLOR
Na rua de QHeimado n. 6%
Tendo Decebido um sortimento de bone-
cas de churo, que chamara pajsai e mamai.
com cabelleira de cachos.
Tendo recebido um variado sortimento de
brinquedos para menioos, sendo espadas,
espingardas, pistolas, tambores ; ditos
para meoinas : appareihos de almoco e de
jantar de porcelana e de metal, porta-licor
e faquinhas a 280 rs. o par ; e tiio queren-
do continuar, vende mais harato do que em
outra qualquer parte.
Vende-se tiras bordadas de differentes
largurasa 1$, e bahados, collar olios e pu-
nhos para senhora. bordados e abertos de
renda e liso*, os mais modernos que se
podem' eneortrar.
Vende-se a para bordar de diversas
qualidades e de cotes claras a 7)5 a libra, es-
pelhos de cotemnas de Jacaranda a 2#500,
ditos brancosde diversos lmannos, caixinhas
para estajos de avalhas,
Vende-se penles de alisar cun costas ae
metal a 10, ditos de differenles qualidades,
ilindas gravaiiutiais jora senhora de differen-
tS gOStOS.
Colheres de mclnl principe.
Vende-se colheres de metal principe para
:tirar soupa a 20, ditas para cha a 20300,
dita* para soupa a 40200 a duzia: nesta
loja e encontrar sempre um grande e va-
riado sortimento demiudeas: ruado Quei-
mado ja- 63, loja do beja-flor.
niNMCto DOBOW-
Rua da Brum numero 38.
Neste estabeleeimento acham-se venda os se-
grales objectos, todos da primeira qualidade, e
construidos especialmente para esta casa, pelos
mais acreditados fabricantes inglezes :
Machinas a vapor de 2 1|2 a 8 cavallos, cora
moendas, juntas e sem ellas ; e tambera proprias
para descarocameato da-algodao, afamadas pela
fortidao, simplicidade economa em combustlvel,
e por nao precisar de obra qualquer para seu as-
esntameoto.
Rodas d'agua do ferro, syslema mni proveitoso
da forga d'agua. -
Rodas de espora e angulares, e de osquadnlha
para animae?.
Moendas e mela-moondas.'
Taixas de ferro balido e fundido, e de cobre.
Machinas para descarocar algodao, systema
Platt, com os nllimos melhoramentos.
Boceas e crivos de patente para fomalhas, dimi-
nnindo muito o gasto do combnslivel.
Machinas e maehinismos para moer mandioca,
movidas a vapor, agua ou cavallo.
Fornos e chapas de ferro batido para coser ra-
rinha.
Alambiques de ferro, e fundos.
Guindastes, fuos e porttil?.
Prensas para eopiar cartas.
Rodas para carro de engenho com eixos e man-
gas de patente.
Formas de ferro .batido galvanizado para purgar.
Serras de ago e armagSes de serrara.
Arados de ferro singelos e dobrad js, grades para
cubrir canna, enxadas a cavallo, e outros instru-
mentos de agriculiora.
do a dar fructos, e podendo ainda augmentarse,
anda com grandes partidos a criarse, dependen-
do de fcil comporta que suspenda as aguas salga-
das em terrenos planos de massap, e prximo ao
engenho, e mais outras vantagens que se farao pa-
tente a qoem o qulzer negociar, podendo para esse
flm dfritfir.se ao mesmo engenho, on no Recie a
entenderse com Antonio Jos Terxeir Bastos.
~ Agua de Vichy
Vende-se a verdadeira agua de Vichy em garra-
fas : oa rua darox o. 23, primeiro andar.
ditos de soda.grandes 25000 e outros mais gne-
ros que se torna enfadonho mencionar. O proprie-
tario espera a concurrencia do respeitavel publico,
garanlindo a exactldo do que tratar.
!ovena~der~Mossa Senhora do
Carino e de *ani' lona.
Vend--se na roa do Imperador o. 15, f'flkina
de encadernaco : o offlcio, salve e versos, nove-
na e salvo de Nossa Senhora do Carmo, tres fo-
Ihetos por 500 r<,ea novena de Sant'Anna por
320 rs.
0PHEMSI4
QUADROS
VyilJSBlOE
AQUAREtLA
Una scena de nossos das.
Drama
Por Pedro de Calasans
Vendem-se estas obras impressas en Bmxellas
e Leipig : na livraria de Jos Nogueira de Souza,
rua do Crespo.
2craicooi rr-; os o c o
2 a t S.C.Q.! gs n i ; o
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33
C"T3 O.T3
3 O 9 os
o co
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M S.B ='
c =ro?C-3
pessoas que nao goslao de medicamentos sob r-
ma pilular e os meninos. Este xarope nao tem
como o xarope d'todure de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nao poder conservar.
Peca-se o folheto que se d de grata em casa
dos uharmaceulicos depositarios.
Para-se evilarcm falsitica?5es, exija o com-
prador em cada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
signatura do inventor. -mM,
Depsito geral em Pars, pharmaciaRebiUon,
4 42 ru du Bac, e em todas as boas pharmacias
de Franca a dos puizes estrangeiros, etc.
5*8 a-i
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Rival sem segundo
Rua'doiQueimado n. 49, loja de miudezas de Jos
& Azevede Haia e Silva, est queimando que ad-
mira, a saber : r
Frascos com superior baphaa 200,'2i0 e 500 rs.
Las com superior banha a 200 rs.
Frascos com superior agua de Colonia a 120 e
400 rs.
Fraacos com superior oleo de babn a 240, 320 e
MO rs.
Garra/as da verdadeira npua Florida a 15280.
Frascos de superior oleo da sociedade Higienique
a 40 rs.
Frascos de superiores cheiros santal e outros mui-
tos a 15000.
Saboneta de familia a 210 e 200 rs.
Saboneles Aa superior qualidades a 60,120 e 160 rs.
Caixas com 12frascos.de cheiros muito tinosa
15400.
Caizas dito eom 6 frascos nselhor fazenda a 900 rs.
Paos de pomada franceza grandes a oOC rs.
Saboneles de bolla pequeos e grandes a 240 e
320 rs.
Frteos com superior opiata a 800 rs.
Fraseos com superior "agua para denles a 15000-
Granrie sortimento dTroupas feitas de to-
das asqaalidades,
Calcas de casemira a 65 e 75500, ditas pretas a
l e 85, calcas de ganga a 25 ,15800 c 15600,
dilas brancas a 25, brim de linho a 35, 35300 e
45, paletois do alpaca branca a 45500, ditos pretos
a 35 e 355OO, ditos de alpaca de cordao a 45. 8
de listra de seda a 45500, ditos sobrecasacos a 55,
palelots de casemira a 55, 55500, 65. 85 e 95,
ditos sobrecasacos pretos a 125, 13 e 165, ditos fi-
nos a 255, de eores a 135- ditos fraques a 145,
palelots de papga a 35, 25500 e 25, ditos de brim
pardo a 35, jaqueioes da brim pardo a 35, panno
preto fino a 25. 206JO, 35500 53, 45300 5 e 65 o
covado, moreantique preto a 25600 o covado, gros-
denaple prclo a 15500, 15800, 25, 25200 e 25500
o covado ; e outras moitas mais fazenda; que se
deixa de annunciar, e manda-se levar pelos caixei-
ros da loja da arara casa dos pretendentes. O
e tabelecimento est aber'o al as 9 horasda noite,
rua da Imperatriz n. 56, Mendes Guimaraes.
{'.-: qssnulo un titimulh de Chevrier berr.
superiores a todas as ciaras preparacoes de
;/.'..:::/. empregadas ar.tes-ccm o roaior srecesso
i e!os :; dicos d( U);-- os paize, para prevenir <
curar as
niarrhriM cbronlor. K t'KPiite
l>i>~rnl-r)tiH. Gii.-lrlle.
Direa dVi>ta l>)M}.rptn*. I
Os ]>rir:eiros symplowifis desasa tofmidaveij
affecedesse maoifcsldo ordinariamente por diges-
ta laboriosas, azidumes, falla d'r.viclite, pesos
d'eslmatjo depos de cada comida, caimbras es-
tomaw, c, muitas vcies, por espasmos nervosos
cem vmitos. .
Este estado mrbido, se o dcscuidao, traz ine-
vitavclmente, que seja:
Molcslla* de ll^cdo.
A Ictericia.
Pa![il(aro i!r cornrao
i1."', .ira rlna.
Opprpmtoea.
Iu'h--s de alieoa
Irrlmcoo de bczl|;s .:
dn iiiiclrlr etc.
Os granulos Ghevrier sao ordenados pelas
sommidades med^icaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sao tomados e.
lempo.
0 preco de cada frasco de 4 francos.
Depsito geral em Paria, pharmacia Ghevrier,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paiaet
estrangeiros.
Approrid;.s pou Acsdimia de red-clna do Pars.
Resulta |n-ls rlous relatnos, adopladus pela dita
Ar.arfpmia em 18t0 e em 858, que as GRAGKAS ue
Gl.iS e curtxi o o melhor e niais efficaz remecto
ferruginoso pan curar a cM4.aj.ij (alias fluor-albo), os
fluxns brancas, a fraqueza de CuuTu,xa0 nos d0UI
sexos, e tambem para ajudar a menstruaijio a. -nocas.
Estas Grageas nao sao rendidas seno em caixinnaa
ou dros eobertos cora rotulo e fechados com urna tira
levando a firma do depositario geral : LABELO.VYE,
!>hirninri]jien ftu Hntirfcnii_I'/Iini* 19. Parit.
Deposito geral cm PerDambcct rna da
Cnizn.a em casa de Caros & Ftarbozs
ataviado
Francez barrica 55000
Portland dem 85500
Em perfeito estado:
Francez barrica 105000
Portland idem 12*000
No armazera de Tasso Irmos cief- do Apollo.
hiriiiha de maudioca{
da Bahia, S. Malheus e Sania Catharina, em saccas
de algodao da Bahia, de 2 e 3 alqneires : vende se
no largo do Corpo Sanio n. 4. escriptorio de Jos
Maria Palmelra. _______; __________
Vende-se duas caSs de tarpa," no lugar de-
nominado Arralal, tendo sitio com fructeiras, sen lo
todas duas junto, e por comraodo pre?o : apessoa
que pretender dirija-se rua da Imperatni n. ol.
loja, qne se dir' quera veode.
rinlia (ie murileca l a e alva, mais
barata que se vencie no mere; do, em sac-
eos : na ruado Vigarton. 29.
Cfiegaram os superiores
cortes de seda.
Superiores corles de seda de cor, vindos pele
nltimo vapor frncez : na loja das columna? a rua
do Crespo n. 13, Je Antonio Correia de Vaseon-
cellos & C.______________t_____________
tteucao.
Na roa d) Trapiche n. 18, segon-.lo andar, vea-
de se:
Folhas de Flndres.
Cerveja Bass.
^bampanba.
Frascos cora consr\ as._____________________
Vende-se urna taberna bem afreguezada para
o mato, e bem como para a trra por icar ao p
do mar, tambera d comidas e dormidas, e recebe
passageiros, tendo excelleute commodo para ^-
milia : na rua da Lapa n. 13.
Na rua da Imperatriz n. 15, segundo andar,
vende-se orna escrava boa para todo o servico de
tima casa de familia. Na mesma casa ponrr-
um noleque para copeuo, e Bal-ae Uu------
bom.______________________________________
Vendem-se
machinas americanas de serrote para descarocar
algodao : na roa da Senzala Nova n. 42.
V- Cavernas.
Vendem-se cavernas de todo lamanho e p^r
pncfi commodo, estopa para calafate a 25u a ar-
roba : na rna da Concordia n. 33.


^r
m
o
GNEROS BARATOS A DINHEIRO
. NOS
GRADES ARMENS DE MOLHiDOS
DE

,.
MARTE & C.
Pateo do Carmo n. 9 armazem Progresivo roa do Queimado d. 7
Imito e Commercio ra do imperador o. 40,
| Principal armazem de moldados.
PHOPRIETARIOS.
Fazem scienle ao respeitavel publico, e cora especialidade aos senhores de enr-
!VI"ll,ir,K|i TlVlii nA.Ml.' l\n flriti-n ma nnnn mn'.-. (n.:i',l.. ....----------^- J.K
o>, l tvradores e raais pessoas do centro, que para raais facilitar suas compras dei-
l>c:\iram os propietarios dos tres grandes armazens, reunir todos os seus estabeleoi-
meotos era um s annuncio, pelo qual o preco de um ser de lodos, prora mos que nao infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, annunciar os geieros
por um preco, e na occasio da compra quererem por outro, como socede constante-
mente em oulras muitas casas., porm nos nossos estabelecimentcs nao se dar islo
anda, mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mandar seus fmulos que
sern tana em servidos como viessem pessoalmente fazendo-nos o favor de mandar seus
pedidlos era cartas feixadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo nos urna conla, .
pola qual se ver os precos tal qual annunciarmos, o que senao arrepender.pessoa' 1
alguma que fizer su a despenca em nossos estabeleoimentos; pois poupar mais de!
5 por cento na sua despeza diaria.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada dem cora 4 a 5 ditas a 3#200.
nltimamenle no vapor Saladim, de 1$ dem vasios de todos os tamanhos a 2#000,
a lJ20O a libra e em barril terabaii- 10500,800 e 640 rs.
ment. | Queijos d 2300 a 24500 os mais frescos.
dem francesa muilo nova a 900 a libra, e Vinagre puro de Lisboa a 280 a garrafa e
8J0 em barris. | 20000 a caada. ,$Q
Ha;.ha deporco refluida a 720 a libra e 700 dem mais baixo a 200 rs. a garrafa e 1&400
em barris. a caada.
Ca uxim de superior qualidade a 2^600. Azelte doce de Lisboa muito fino a 6O0 rs.
ADOS
VIMOS
E8PEOIAES
Largo da Santal'
|Gruz n. 84, es-f
quina da ra do2
Sebo.
Vende-se manteiga ingleza flor de idOOO a iftiOO a libra, nos seguin-
tes lugares : Pat.-o do Carrao n. 9, ra do Queimado n. 7, e rqa do Im-
perador n. 40, armazem de Duarte & C.
GOMMA NOVA,
Em paneiros muito alva a 4,ooo rs. a arroba e 16o rs. libra e comoran
do de um paneiro para cima se far abatimento na ra do Imperador n. 40.
dem perula miudinbo a 2)5700
a garrafa e 4.-J600 a caada,
dem bysson especial qualidade de 20400 a' Toucoho de Lisboa novo e muito alto a.30
i VJOO a libra. a libra, e em barril de 5 arrobas a 9*400
dem preto muilo especial a 20000 e 20OO arroba.
a libra. j Cerveja fiass do fabricante Sblers & Bell a
o do Rio em latas de 40000 e a 800 a 60500 a duzia e 640 a garrafa.
libra. i dem Bass do fabricante T. F. Ashe a 60000
Latas coniJiscouto de todas as qualidades a duzia e 360 a garrafa.
a 15 00. |Hem marca II Vicloria Alsope e outras
dem da crcditada fabrica de Biato Antonio ( muitas marcas a 5$ a duzia e 500 rs; a
(Lisboa) proprias para da; a doentes a garrata.
- e 30 a lata. j Sabo primeira qualidade a 220 rs. a libra
Bolaxinha ingleza muito nova a 3)5500 a bar-; e 210 em caixa.
dem segunda qualidade a 200 rs. a libra e
o
180 rs em caixa.
Sabao inglez superior a 180 rs. a libra e
16) rs. em caixa.
Caf primeira e segunda sorte a 0)5(500,
7,5500 e 80 a arroba, e de 220 a 280 rs.
a libra.
Arroz do Maranhao 3,5200 a arroba e 100
rs. a libra.
rica e a 240 rs. a libra.
Latas com bolaxinha de oda e oval a 20.
1' esunto inglez para fiambre chegado no
ultimo vapor a 80 rs. a libra.
!W$oa e paios muito novos a 640 rs.
i libra. I
Cih is com macarro tslbarim muito novo a
OOO e 320 a libra.
'..'lia branca e amarella a 500 a libra.
'. i icolate portuguez de especial qualidade a
ii a libra. dem da India a 20600, 20800 e 100 rs. a
I m suisso de 800 a 10000 a libra. i libra.
.i hns..an'iol verdadeiro a 1*000 a libra Charutos Normas de Havana
pie j vendemos a 1(5400.
da casca de goiaba era caixoes de 6 li-
tras seguro a 10800,
em caixoes pequeos a 700 rs. e de
) para cima a tMO.
I Jen secco em bocetas ricamenteenfeitadas,
mtendo pera, pes-go, ameixa, rainha.
e'oulras frutase.30000 cada urna.
r BrilluQP ItS^A Ja mu'toacredHado armazem de i?dosVei
SKK > mesmo sortiraenl de eneros de primeira qualidade. '
Nenhumarmazim .7ira l0(Jos de base para a'aste de cont*s aos Potadores,
pelo RranTsorMmS?l,dera>ais barat0 e eibQres do que a Aurora Brillante, ja' ^
ero flaanto chpn? nq e m'.Ja' mesmo P^ue seu,doqo sq deseja tirar diminuto lu- f?J
ProveiSr 5 nKnnp, *iaCChDnia,a/ as de5pezas ^ estabelecimenlo por isso deixe se a- M
lames freguezes er toda a diliencia> aflm de servir bem os seas cons- T9
Vinho Terde superior.
A caada a 35000 e a garrafa a 400 rs.
Gofflva.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de s
engommar, a arroba a 35000 e a libra
120 rs.
Sabo massa, a libra a 200, 240 e 280 rs.
Farinha.
Saceasgrandes com farinha de Goianna mui-
lo nova, a 55000.
Caf.
Caf do Rio muito superior, a arroba a 85,
8500e95000.
Cha.
Ch.temos nestes gneros o melhor possivel/
hyson, a libra aj&600.
Dito perola a 35000.
Dito uxim a. 25700.
Dito hyson muito fino a 25800.
Dito redondo a 25500.
Dito preto de primeira qualidade a 25500.
Dito mais baixo a 25000 e 15600.
Erva ate.
Excellente cha medicinal, a libra a 210 rs.
Espermaeete.
O masso com 6 vellas de espermaeete a 600,' g]
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas oras pron.
prias para mimos a 45 e 256*00.
Nozes.
Nozes, a libra 160 rs. e arroba a 45000.
Alpisla e painco.
Atpista e pajnco, a arroba 45000 e a libra a
160 rs.
Cartas.
! iem era calda em latas feixadas hermtica-
mente muilo bem enfeitadas, contendo,
p ra, pesego, ameixas e outras fruas a
640 e 700 a lata, tambera temos latas
grandes a I#200.
i melada dos melhores fabricantes, em la-
tas de 25000 a 1200.
I Iem em latas de I l|2Jibra a 1)5.
i em era lalas de 1 libra a 640 rs.
Grvilhas em latas chegadas nesle ultimo va-
por a 700 e de 5o para cima a 640 rs.
Foijo verde ou carrapalo em latas j pre-
parado a 640 rs.
Ameixas em frascos de vidro a 15500.
dem em caixinhas ricamente enfeitadas de
i 6 iOd a 2,5500.
Co iservas Moxide muito novas a 700 rs. o
Irasco.
dem de ceblas simples a 7oo re.
Mtoluo inglez a 640 rs. o frasco com rolha
de vMro.
! o: tarda em p a 700 rs. o frasco.
I Iem j preparada a 320 rs.
s cura massa de tomate de 1 libra a
608 rs.
[d jm era latas de 1 1[2 libra a 900 rs.
Vi hoscm garrafas vindos do Porto, Madei-
ra Secca, Duque do Porto, Duque Semi-
no, Cascavallas, Mara Pia, D. Luiz, Pe-
dro V, Velho Secco, Lagrimas Doces, La-
grimas do Douro, e oulras muitas marcas
a 1)5 a garrafa e t-j a 12-> a duzia.
dem Palmella a H a garrafa e li^OOO a
duzia.
dem era p''P* de todas as marcas Porto,
ngueira e Lisboa a 400 e 500 rs. a gar-
rafa e 25800 a 33u0 a caada.
dem em ancoretas e 8 a 9 caadas com su-
po..... vtimu usooa e rigueira^a 245 a
. aneoreta.
dem branco expeciai qualidade proprio para
missa a 560 rs. a garrafa e 4$ a caada,
dem mais baixo a 400 rs a garrafa e 3)5500
a caada.
;i do Porto especial qualidade a 800 rs.
a garrafa e 5#500 a caada.
Id Bordeaux em caixas a 75 e 700 rs. a
garrafa.
Champanha a melhor do mercado vinda de
nassa encoramenda a30l:.ogigo.
dem mais baixa de 18(5 a 20
garrafa.
a So8 'braS dechouriCas muito novas,
DmaSifdaPDd|S,fiom,PSixe em Pos^sinteiras,
sk: msx nivsmas'a m rs-
DIaL0^ ame'"8 a 1 Abren a 732rK d afamad fabricaJte
iDitascom massa de tomate, a 500 rs.
25 e02n55oSdeCO'1,adre' aovos' a 5300>
DlgJJJnbolachinha de soda muito novas, a
ftK;,baija,t8 ingiezesde rauitasqua-
r Chocolate.
Caixinhas com ameixas enfeitadas proprias
fhi a.mirao a 1*200,2*800 e 3^200.
siojmoerior rauit0 novo' alibrade
Maca"ao'talhariam ealetria amarella, a libra
1 3 *U rs.
Dito dito dita branca, a libra a 400 rs.
caixas com estrelinha, pevide, e oulras mas-
sas, a caixa 35300.
Ditas dita em libras a 640 rs.
Sag, a libra a 360 rs.
Sevadinha para sopa a libra, a 240 rs.
aminas seccas, a libra a 160 rs.
/Ditas descascadas, ajibra a 200 rs.
Tapioca muito nova, a libra a 280 rs.
farinha de araruta verdadeira, a libra a
500 rs.
Ar2fti0 Maranh5. em sacco, a arroba a
5400 e a libra a 80 rs. uanas.
,Dito da India e Java, a arroba a 35500 e a II- Cartas Anas para logar, a duzia a 25500.
Dra a ioo rs. Caslanhas
Toci?h.?ud.! Lisboa a 9*300 a a"oba e a 350 Castanhas novas viada, nes'te vapor
*>*'
CASA
DE
GILHERxME DA SILVA GIMARES.
5
a 5;?500 a cai-
xa, de Simas (Jos Furtado).
dem Londrinos a 5$, idem.
dem Parasienses a 4.3500.
dem Delicias a 1500.
dem Traviata do Rio a 3-530O.
dem varetas de Manoel Peixoto da Silva
Nettoa 3^300 e 1.^00 a meia caixa.
dem suspiros do mesmo fabricante a ltOO '
a meia caixa e 552O0 a caixa.
dem mece:ipes a 13700 a meia caixa e
33000 a caixa do mesmo fabricante,
dem orientaos do mesmo a 13800 a meia
caixa e 3.3 iOO a caixa.
dem jovens de Castanho & Fillio a 2&400
a caixa.
dem suspiros do mesmo a 13303 a meia
caixa, e outras muitas marcas de fabrican-
tes.
Passas muito novas a 13300 o quirto e 33
a caixa de urna arroba hespanhola e 320
a l.bra.
Vermute bebida para abrir a disposco de
comer a 13300 a garrafa e 143000 a
caixa.
Alpista muito novo a 33800 arroba e 140
a libra.
Painco a 15000 arroba o i tO a libra
Peixe em latas j preparado a 13200 a lata
e em porcao 13000.
Sardinhas de Nantes a 403 a lata.
Tijollo paralimpar facas a 160 rs.
Esparraacete a G00 a libra e em caixa a
580.
Vellas de carnauba a 143000 arroba> 4*0
a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas em anco-
retas grandes a 13800 e a 400 rs. a gar-
rafa.
Balaios do Porto muito grandes proprios
para guardar roupa suja a 23500, 3/5000
e 4,3600
Batatas em gigos de 31 libras muito novas a
800, ea40rs. a libra.
Gomma em paneiros a 4300O arroba e 140
a libra.
Farinda do Maranbo muito alva e nova a
240 a libra.
Sjvadinha de Franca para sopa a 200 a li-
bra.
Sevada muilo nova a 140 a libra e 43000
arroba.
Caixas com estrelinha, rodinha e pevide a
400 a libra.
Alhos em canastras. muito novos e mauncas
grandes a 180 e 200 rs. cada urna.
Canella muito nova a 13000.
Cravo muito novo
rs. a libra.
jDito de Santos, a arroba 75000 e a libra a
260 rs.
.Molhos com 123 ceblas grandes, a IgSSO."
73000a franceza' caixa com 2 duzsa
i Frascos.caro mo&iarda piarada em vinagre,
Dit6^0"o,n conserva i ngjazas e francezas,a
{Ditos com sal refinado fino, a 6i0 e a 500 rs.
I DitOS cora i vpudadpira genebra Jolaranja, a
i ivOOO.
lDitos de 2 garrafas de Hollanda verdadeira,a
* 640 rs.
^Botijas com dita propria para negocio, a
400 rs.
f6arMfoes.com 2 galoes com dita, a 65.
kServeja boa, marca, a oOO rs. a garrafa, e a
> duzia a 6#000.
"Vinho muscatel de Setubal, a garrafa a 15.
.Marrasffoitiho verdadeiro,frascos a 80C rs. e
1 a 15200.
{Champagne, a duzia 205080, e a garrafa a
, 25000.
jAzeite refinado portuguez e francez, a carrafa
> a 15000.
Caixa de vinho Bordeanx muito superior, a
75, 85,95 e 105 a caixa.
f Ditas com dito branco, a 75 a caixa.
.Ditas com dito lacrimas do Douro verdadeiro,
a 285-
Ditas com duque do Porto verdadeiro.'a
185000.
\Ditas com chamisso superior, a 145.
'Ditas com Porto velho e outras muitas mar-
cas-, a 125.
finhodo Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
e 800 rs. mr..W
Dito de Lisboa muito bom, a caada a 35200,
35500 e 45, e a garrafa a 500 e 560 rs.
Jito da Fignetra, das seguintes marcas (N".)
(J. A. A.) (J. L. G.) fO. M.) a caada a
45500, e a garraa a 560 e 640 rs., deste
que j est engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
tDitos de marca? mais deseonhecidas, a cana-
5 da a 35500 e 45000, e a garraa a 480 e
520 rs.
J Vinho branco fino, agarrafa a 640 rs.
Dito de caj muito superior, a garrafa a
800 rs.
arro-
ba 45OOO e a libra a 200 rs.
Azeitonas.
Barris com azeitonas novas a 15500
Manteiga.
Manteiga superior, a libra a 15280.
Dita mais abaixo a 15200.
Dita menos superior a 15.
Dita franceza nova, a libra a 880
Dita dita era barris e meios ditos, a libra
830 rs.
Dita para tompero a 400 ra.
Queijos.
Qneijos novos vindos ueste vapor a 25800 e
35000.
Ditos londrinos muito novos, a libra
15000.
Papel.
Papel almaco pautado, a resma a 43800.
Dito dito lizo de linho, a resma a 45500.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
25500.
Dito deembrnlho.bom a 15 e 15200.
A 240 RS.
Cada covado de bonitas e duraveis
M&mM&MM DE CORE*
O 2$600
Cada corte com onze covados
Um MARA PIA
Corle* de laa com esle nome a 65000 com 16 covados
e meio, garantidos, viudo a sahir
por menos
de 340 rs. o covado.
DAMASCOS POa&TKJQUEZES
proPrlo -ssavis sssss&'sSL. e,c.,
n COLCHAS
ua mesma fazenda com forro de tafet.
Eesta urna diminuta porfo de chales
DE
Duas
cores.
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-
delra a 15500 c 23000.
Temperos.
Folhas de louro, pimenta do reino, cominho'
e cravo, a libra a 4U0 rs.
Velas de carnauba.
Massos com 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Amendoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 15'*00"
e pequeos a 640 rs.
Tij ilus de limpar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Gran.
Duziasde boioes de graxa n. 97 a 25000, e'
de latas a 15000, e os boioes a 240 rs. ca-i
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos Gnos.
Charutos finos dos melhores fabricantes da
Bahia por diversos precos, caixas e meias*
caixas.
CAMBBAIAS DE LOIIO
Fadroes miudiiihos pelo econmico preco
de
6if> rs o covado.
^^^S^^^1^^^^peio Daiieraveidasc-d^
Chapeos*para senhoras.
Chapelinas.
Enfeites.
Capas.
Soutembarques.
Cintos.
Velludos de cores.
Enxovaes para baptisados e casamentes.
A'
1. caixa.
E grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
lil

MACHINAS DEPATENT
de trabalhar mo para
rB'XW
a 500.
. Cominho idem a 320.
2 13300 e Ervadoce idem a 400.
Alfazema flor a 240.
Licores portuguezes e francezes a 1000 e Amendoas a 400 a libra.
1:5500 a garrafa. Nozes muito novos a 100 a libra.
asquino de Zara, verdadeiro a 10300 alPapelgreve a 4,5200 a resma
garran.
dem mais abaixo a 800 rs. a garni/a.
" iebra de aranja ver.ladeira r 110 a du-
zia e.40 o frasco.
(iem
dem de Hollanda verdadeira a 60 a fras-
queira e 640 o frasco,
dem de Hamburo a 500 a frasqueira.
Idem em botigas de Hollanda a 400 e 440
rs. o frasco.
dem lizo a 40000.
dem de pezo a 30000.
Idem de embrulho marca grande a 10200 e
10300.
dem azul para botica a 20000.
Copos lapidados a 50500 e 500 cada um.
Palitos de dentes, magos grandes a 120 \e
160 cada um.
Gaiiafes com geoebra de Hollanda com 24 Fumo americano de chapa, de superior
garrafas a 80, com gawfao. | qualidade 110500 a libra, em porcao ter
Idem com 14 a 15 garrafas a 60. abatimento.
OHTIVAROS R&RDADOS
N. 11Boa do QueimadoN. 11
A este estabelecimento chegoa ltimamente da Europa um grande e variado sorti-
mento de coriinados bordados o que ha de mais gosto em desenhos e bordados.
Lindos bonets de palha de Italia para senhoras.
Chapeos e chapelinas de palha de Itlia ricamente enfeitados.
Chapeos fios de seda para cabeca de bornea* e chapeos de sjl de seda ioglezes de
8,12 e 16 astes.
Boornus e chales de renda pretos superiores.
Pelisses e soutembarques de seda preta para sentaras.
Cortes de laa de barras de 145 a 225 de moito gosto.
Baldes de reos e de masselina finos, manguitos e camisinhas.
Saias bordadas muito superiores.
Moireantlque preto, grosdenaple preto e de cores, panno preto fino de diversas qua-
lidades e casemiras pretas e de cores.
Luvas de pellica para honum e senhoras.
E muitas outras fainadas que ludo se vende barato na loja de Augusto Frederico
dos Santos Porto, aonde tambera se vendera as melhores e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas
N. il-ftw TaSso IrmSos
vendera gesso em p parastuqu.deasas, tijolos
finos de feitto diversos para laarilho, aznleijos de
diversos gostos, tijolos vidrados para pared de co-
zinha, canos de barro para esgoto, cemento era
barris de 10 arrobas.
trabalhar mo
descarocar algodo
. FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAH
Estas machina)
podem descarocar
qualquer especit
,de algodao sea
I estragar o fio.
1 sendo bastante
duas pessoas para
otrabalho; pode
descarocar ums
arroba de algo-
do em earocc
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar
robas de algodc
limpo.
AGUA
m\\MM
Assim como machinas para serem movidas por
ammaes, que descarocam 18 arrobas de aleod<
limpo, por da; e motores para mover urna duas
eutns dessas machinas. '
Os mesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machinas
mencionadas; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem vr e examma-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n 47
Sauaders BrotlMsrs&C.
W. II, prwpa do Corno Saoto
RECIFE.
Os aicos agentes ueste paiz.
Catangas fiaos c brlnqnedos
para meninos.
chegaram para a loja de miudezas da rna do
Oueimado n. 09, os mais 8nos e lindos catangas
tanto para brinquedo-de meninos como para cima
de mesa : na meso loja se encontrara bom sor
limento de miudezas.
A i$ 109.
Lemies de osso, ultimo gosto, a 15.
Ceroulas de meia a 15230.
Diitas muito Anas a 15500.
S na ra da Gadeia do Recife n. 5.
n.-tivvo Aivroio e
Vendem-se sortes muito bem feitas e de
papel muito bom 40 o cento : na ra das
! Gruzes n. 41, taberna da porta larga.
Attencdo.
Vendem-se pecas de esteiras para forro de sala
tinte branca preparada a oleo, em latas de 25 li-
bras, para pintar casa, reiogios para cima de me-
sa e para pendurar, arreros para 1 e 2 cavallos
velas de spermacete, tudo de superior dualidad
vindodosEstados-Unidos: ao irSiifffft
i rapictie o. o.
Na ra larga
quina.
Milho 40500
Farelk) 4^000
do Rasarlo n. 30, taberna da es
DE
Florida.
para restabelecer e conservar a cor natnral dos ca-
bellos.
A agua de Florida nao urna tintura, fado es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias inoffensiveis, ella tem a prc-
pnedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles tem perdido.
De urna salubridade incontestavel, a agna de
Florida entretem a limpeza da cabera, destroe a
caspas e empede os cabellos de cahir.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
contnbue poderosamente, com a agua de Flo-
rida aforra, a belleza e a conservado doscabel-
Em Paris casa de Guilanrn. 112 ra de Rechi-
lieu e 21 boulevard Montmartre.
Todos os frascos nao tendo Intacto e claro, e tin-
clre prateado da casa, reputado falso.
Deposito ra do Imperador pharmacia n. 38.
Admiravelpechincha!
Mflcambiqoe a 300 rs. o covado, na toja
do pavo.
Vendem-se os mais bonitos mocambiques de pu-
ra laa proprios para vestidos e soutembarques,
sendo de quadrinhos de listras e lisos, fazenda in-
teiramente nova, em padres e muito proprias pa-
ra as senhoras que frequentam o mez Mariano,
porque esta fazenda Ihes facilita fazerem por pon-
co dinheiro vestidos mnito decentes para qualquer
acto, advertindo-se qne esle baratissimo preco
devido a grande compra que se fez desta nova fa-
zenda, que se vende a freze tusloes o .covado : na
loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
InstrucQoes para o servido
das guardas do exercito, extrahidas do re-
glamento de infantaria e accommoadasao
exTcitTRfeiTeiro ;-ob*a que muito coovm
aquellas pessoas que se alistara nos corpos
de voluntarios; vende-se na livraria n. 6 e
8 da praca da Iod pendencia, a 10.
Em casa de Tisset Freres ra do Trapiche n.
9, tem para vender :
Vinho Brrdeauxem barricas e em caixas.
Dito de Santerne fino.
Ditod* Champagne muilo superior.
Cerveja franceza marca Bobee.
1


"sm
-------------------^^H IB^---------------

a--- Sexa fclra
de

m PUBLIC
Sem o menor congran-
glmento se entregar o
importe do genero que
nio agradar.
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
V3m & BHH1M 1D1 818 ID2MT.1
AO
ATTRgftO
a preco da seguate
tabella para todo*, po-
rteado asslm servir de ba-
te para o ajuste de eontas
eom os portadores.
RESPEITATOT. PII8LKO.
A apreciacao dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arna-
zem da Liga estabelecido ra Nova n. 60 am magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua maximi parte mandados vir directamente ds-estrangtiro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm .iffiancar, com toda a seguranca de que
uenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1/ Delicadeza no trato.
2.; Eidelidade no peso.
3/ Sinceridade nos presos.
As pessoas -que por sua posicao social gozam de certo tratamento, acharo nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cha semprede
prinreira qualiJade. etc., etc.
Qualquer que seja a cndilo do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aqueltes que sao pouco favorecidos da sorte faro mensaimente urna economa de
militas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se Ibes vender o arroz, o caf, man-
teiga oassucar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algomas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne-
gociar, devem vir, pelo seu proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
ren! do quanto se pode vender barato.
Para os senhons que compram para lomar a vender existe nm sortimento ospe- Chtmr\raVa nVn^T'111'' hm..
ssoa entendida que certamente muito deve agradar aos seohore* r""",,*f. sff,1?!! .rs,_? ,":
compradores.
RA DA CABEfA .SeCiFE N. 53
(Logo passando o areo d eoncefo)
PARA BEM DE TODOS.
Senhore "'horas, o aceio qne presidio aos arraojoa destento estabelecimento, e mais que tudo a promptidao e intei-
reza com que serao tratrt? wrrvida a urna visita ao mesmo, .cerlos de que s*m duvida me darao a proteceo-e preferencia na com-
pra dos teneros que precisaren! e quando.p5o possam vir podeea mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco praticos
pOisserSotSo bem servidos como se viessem pessoalmente, haveado para comstes toda recommendacao, afim Sde quenovaocm
ta psrfe*
iMinteiga ngleza especialmente escollada a
i ,00o e 800 rs. a libra e em barril se faz ow a caixa.
abatment- ^SoS?a .SiSS^rr kto-er,Td" ** ^"^s mancas mais acreditadas
3,5oo a caiSa T hrlf rS'3 Ubri e qUe vem ao mercado a 5oo> 36 04o
Vinho 2 SSSSS^i para1 i.^'8 *'*- M e ^ dU"
35*000 n Wn*flcotelas de s t*^ a Cejadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Vinh em pip"a : Porto,PigUeira e Lisboa a ?FUl9S "^^ hhTkme JS Furta"
IiTitacao dos pulmes. angi-
nas, tosse, escarros de
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquidao
e todas as mnumeravei molestias que affee-
lao aos orgaos da respiraeao
i*knappauici;m
mediante a accao da balsamica.e irresistivel
Idemfrancezaamaisnova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril ou"meios.
Uia hysson de superior qualidade a 2,600
( rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior m latas de 45
libras muitoproprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a l,6oors.
dem pretoo que seprjfle desejar neste ge-
ero a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
Linguifas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
cial, escolhido por pssoa entendida que certamente muito deve agr
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
Graixa em latas, muito nova, a 80 rs. cada
urna.
outra qualquer casa por 15400 e 1#500.
ALPSTA a 120 rs. a libra.
dem e painco de oito libras para cima a
100 rs.
Arroz de 90 rs. a libra a........
Amendoas, casca molle, a 280 rs. a libra.
Avellas a 240 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas de todo vos la-
manhos.
Mera idem em potes de lodos os tamanhos.
Mera idem em bocetas de todos os tama-
nhos.
dem idem em frascos de lodos os tama-
nhos.
Azote doce de primeira qualidade a 360 rs.
a garrafa.
Albos a 200 rs. o molho.
Absv.ntho a 25000 a garrafa.
II
BOLACHINHAS do Beato Antonio em latas'' Massas finas para sopa branca e amarella a
grandes e pequeas,
dem do Principe Alberto a 25000 a lata, e
de cinco para cima a 15800.
dem de so Ja em latas grandes a 25000 e
de cinco para cima a 15800.
Bisccrros inglezes de todas as qualidades a
15200, 15250 el 5300.
B01.0 francez em caixinhas a 300 rs. cada
urna.
Batatas inglezas.
Ba.mia de porco refinada.
KIBSCH de Wasser a 25 a garrafa.
LATAS com graixa a 80 rs. cada urna.
Letria a 400 rs. a libra.

MANTEIGA ingleza e franceza de primeira 1T
qualidade a 15, 15120 e 15280, em bar- i! m,!d.ra para vmho a 24 rs" e 2'4o rs'
ril se faz grande abatimento; a que ven-
demos por 15280 a liba, vende-se era
Costelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
pora 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,000 rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 800 rs. a libra.
dem pratoa 800 rs. a libra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilbas e favas portuguesas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijo verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para* agua a 5,ooo e 5,5oo
rs. a duzia.
vidro com lampa
Macarro e talharim a 320 rs. a libra.
Massa de tomate a 6C0 rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
Molho inglez de todas as qualidades.
Marrasquino verdadeiro de Zara a
60 rs. a libra, em caixas cora 9 libras a
35500.
Mimo painco e alpista, sendo mais de 8 li-
bras a 1U0 rs.
S
N0ZES a 120 rs. a libra.
Nabos em latas a 800 rs.
O
Osiras inglezas e americanas.
P
PEIXE em posta, latas grandes, a 15100, de
todas as qualidades, como sejam savel,
a li- goras, corvina, pargo, salmo, pescado e
pescadinha, linguado, sardinha. etc., etc.,
Tun^B Am latas, excellente preparaco.
Palitos para demea a lao rs. o maco muito
Ciiouricas muito novas a 800 rs. a libra. grande.
Caf a 240 e 260 rs. a libra, e em porcao Passas em qnarto a 15400.
se far abatimento. dem muito novas a 400 rs. ;libra.
Mera de primeira qualidade a 75000 a ar-; Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
c
CHOCOLATE francezj 700 e 800 rs.
bra, e em porco a 600 e 700 rs.
dem suisso a 15 a libra,
dem de musgo a 15500 a libra.
roba.
Conservas em frascos a 320 rs. cada um,
sao muito novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas-as marcas.
Charope de grosella, orchata, etc., etc.
Chicaras e pires a 15^00 a duzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
%
QUEIJOS flamengos.
dem prato a 800 rs. a libra.
Llera suissos a 800 rs. a libra,
dem londrinos a 800 rs. a libra.
QUARTINHAS OU MORINQCES a 65, 85 e 105 0
par.
11
agarrafa, em duzia se faz fnwtwaba-1B-M^E* Mearon W a libra.
ti ment.
I Jera Victoria Bas tres X e de outras marcas.
Charutos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam : Normas d'avana, Exposico,
Flor do Brasil, Par sienses, uelicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panetellos, Apraziveis, Varetas, Brasilei-
ros. Americanos, Fluminenses.
CirA de todas as qualidades e de todos os
precos, hysson, huxim, aljfar, preto, e
preto ponta branca, etc., etc., a 25000,
9-a-'0, 2#3ti0 e 800.
Copos lisos de todos os tamanhos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 25500, 35500, 45 e 55.
Clices de lodos os tamanhos.
Cognac superior a 15 e 15500 rs. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco macinhos.
D
DOCES de todas as qualidades: brasileiros,
portuguezes, inglezes, francezes, etc. etc
E
ERV1LHAS seccas a 120 rs. a libra.
ervadoce a 400.rs. a libra.
m
FARINHA SSSde 8 libras para cima a 120
dem de araruta a 320. 400,500 e 800 n.
Figos de comadre a 160 rs. a libra.
Feijo verde em latas a 600 rs.
Favas em latas a 600 rs.
Fumo do Rio a 500 rs. a libra.
dem americano em latas a 25-
Farkllo ha sempre em deposito de 500 a
dem Princeza do Rio a 15200 a libra,
dem francez a 25500 a libra.
H
SABO massa a 160 rs. a libra, em caixa se
faz abatimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 29.
Sardinhas de Nantes de todos os fabricantes,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Stearlnas a 600 rs. o maco.
TOUCINIIO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
V
VINHOS
!!
Principe Alberto, de 1831, a 55000 a gar-
rafa ; d vida aos velhos.
Velho secco a 25 a garrafa-
Lagrimas do Douro a 15500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 25 a garrafa.
Duque a 15 e 15500.
Charaisso a 15, 15200 e 15500 a garrafa.
D. Luiz a 15 a garrafa.
Moscatel verdadeiro de Selubal a 25 a gar-
rafa.
Carcavelos a 15. .
Colares a 900 rs. a garrafa ; o orneo vi-
nho que se pode beber por nao ter com-
posicao alguma.
Lanlerne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux, Medoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 15 a garrafa.
800 saceos, de todas as qualidades, de to- Absyntho a 25 a garrafa.
32o, 4oo e 5oo rs. agarrafare em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinhobranco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e-3,5oo.
Vinhobranco para.mjsaejn,GaixaS'de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melnares marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, ftamha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz 1, Madei-
ra Secca, Malvazia fina a 16,ooo,15,ooo,
12,ooo e lo,ooo a caixa com duzia e9oo,
l.oooel,5oors. agarrafa.
Vinho Cherexde superiorqualidadaal6,ooo
a duziae l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os.quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a-libra.
Bolachinhas de soda em latas de'diversas
qualidades a l,3oors.
Cartes com bolo francezmuilo proprios pa-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas era caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Joo
de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
bras por2,5oors.
Ameixas francezas em Tasco de vidro com
tampa do mesmo, a !55oo.
Ameixas frana zas em caixinhas de diversos
tamanhos com bonitas estn pas na cai-
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8ooe 2,ooo
cada urna.
Azeite doce refinado hespanholou portguez
a 9oo rs. a garrafa e lorooo a caixa.
Batatas muito novasa^o rs. a libra e2,5oo
o gigo com 36 libra'
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
, Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arroz do MaranhSo de Ia qualidade a loo Molho inglez em garrafa de vidro comrolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba, do mesmo, a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
arruiM. a 8oo rs. o frasco,
aemae Java a 8o rs. a libra o 2,4oo a ar- Mostarda franceza em potes j preparada a
d i i, 4oo rs. o frasco.
ShV1" a rS" libra e4oo a 'Lentilhas francezas. excellente legume para
; A Massa de tomatesde superior qaaiidftdo a 64o Marrasquino de Zara propriamente dito a
rs. a lata de-uma libra e56o rs. a reta-, 15 a garrafa<^i t,00o a dwsia.
loo. 'Palitos de dente a 14o rs. o maco.
a duzia.
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo,
l.oooel,2oors. a libra.
Marmelada dos mais acreditados fabricantes.' i EsPermacete superior a 6oo_ e 64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 800, l,ooo e l,2oo rs.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que vem ao -nosso mercado a 7,ooo e
8,000 a caixa e64o e 7oo ris agar-
rafa.
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de
conla certa.
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,800
e 64o rs. o frasco. *
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a l,ooo e ll,ooors. a frasqueira.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Caf do Cear muito superior a 24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposico Normal de Havana, Imperiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
6,000 e 7,oooa caixa ou em neias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilhasde Havana, intervallos, Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,000, 2,5oo ',e
3,ooo a caixa.
ognac inglez das melhores marcas, a 800 e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sehollas de Franca muito grandes e novas
a l,8ooo cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.j
Teucinho de Lisboa muito novo a 32o rs.f a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentemeDtetem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinhado Maranho muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Fraseos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamaDhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Buibos, excellente peixe portguez, em
barris pequeos ou a relalho, a vista se
far o preco. ,
Azfiitonas de Bivasem ancoretas grandes de
8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancoreta.
Champagne da melhr qualidade que vem
ao mercado, a 2,000 e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,ooo o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figos em sextinhas a 80 rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a 1 ,4oo e 2.000 rs. a caada.
Azee doce de Lisboa a 4,800 rs. a caada
e640 rs. agarrafa.
Vinagre brancoj engarrafado a 5o rs. a
garrafa.
>- .**:--5. 1 *
PEITORAL de MI
a anscahuita mexicai.a que ( i.mu es-
pecial este incomparavel rcmuli... urna
aivore, cuja madeira por muito lempo re
ha usado no Tampico para a ni; das fermidades cima menciuiad:.;-. Fci !;m-
bem ensaiada e appiovada pela aradtjnia
medica deBerm O peiloral eKfffpfl
um xarope delicioso intciran.i-i.ii- livrede
opio, acido hydrocyanico e onfres incie-
dienles nocivos.
A' venda as drogaras de Cm> d Bar-
boza, Bravo C. e em todos (g 1 sts I ele< i-
mentos pharmaceuticos do inipeno.
Vendem-se no Recite emxasa de Caois 6
Barboza e Joa da C.Bra*o & C.
Mtmttjga
ingleza flor a 1,5120, franofza a 880. vfohr < i Li
boa a 360 a parrafa, e 2C0O a nula, Fi,eira
a 440 e 200. Porto fino a \$, a carrafa, m< ik.;
frescos a 2&200, pafas novas a 4(0 rs. a libra
alelria e macanso a iCO rs, siM>ns a (.({ n
batatas novas a C0 rs., farioba do rein 120 a '
risla a 120, arroz a ICO rs., naques a 'id caria-
gaz liquido a 11 300 a lata de 27 p; nafas. > re-
talhoa480: no.arciazem da .estulla, larc< d< la
raizo 0. 14.
GRANDE
O propietario do grande arrr;Mm do l;a?a.
largo do Livramenlo n. 38, nao tendo pedid.' con-
seguir em temno a mudanca de sen arrr;?in ;
ter de ser mudada a robera dtssa easa, iim rtsi!-
do vender o grande e magr ifico sornmenio de n
Ihados e seceos que nelle se arliam jor ((rit ( 1.
qo, sem Hender ao arande |irejui?o qoe i> 1.. vu-
lo que d'oulra forma nao opodci rvitar.
Hival sem segundo
Ra do Queimado n. 49, luja de roiodezas d( Josi
& Azevedo Mala e Silva esta disposto a veud- r u fi-
lo barato que admira, pois seus freguezes ja esto
scientes que nao ha segundo compelidor.
Pecas de cordao para vestidos a 20 rs.
Capachos redondos e canprides a SCO r.
Talheres para meninos a 240 rs.
Dozias de faras e garfos a 25400.
Diias de cabo prelo cravado a 35000.
Baralhos francezes muito linos a 200 e 540 r=.
Grozas de bo'.oes de louga a ICO e 200 rs.
Caixas com soldados de chumbo a 120 c 200 r--
Bunecos de choro pequeos a 160 rs.
Varas de cordao para espartilho a 20 rs.
Duzias de colheres psra cha a 800 rs.
Duzias de colheres para sopa a 1,8500.
Ditas de metal princi de cha a 2000.
Pilas para sopa a 45000.
\z.
Gaz, gaz, ga.
A 11^800 a lata com 26 a 27 garrafas, e. 480 a
garrafa, vinho puro da Figueira, e verde e^ec ai a
500 rs. a garrafa, e 35500 a caada, verdadeiro
Porto a 800 rs., superior caf a 75i00 a arre basa
240 rs. a libra : s na ra Direila n. 91, esqui *
do becco do Serigado.
't-'aF?^
dos os tamanhos e de todos osprcos.
G
GOMMA a 50 rs. a libra,
dem a 140 rs. a libra, muito alva.
Grao de bico a 120 rs. a libra, e em porcao
Kirsch a. 20 a garrafa.
Wermouth a 2> e a caixa a I8i>.
Bitter Maurer a 10 a garrafa,
Grave a 800 rs. a garrafa; vende-se por este
Sreco por haver sempre em deposito 50
razias. .
^tt%'5^*^A^L'Z&
frasco.
dem idem a 700 rs. o frasco.
dem de Hollanda em frascos e botijas.
Velbo do Porto, em ancoretas de 9 caadas,
a 350000 ; vinho que, estando engarra-
fado, vende-se a 10280 e 10500 a garrafa.
Agua florida o tonko orlen -
tal de Kemp.
Continua-se a vender em porco e a relalho :
na roa do Queimado, leja d'aftiia branca n. 8.
Chpomacomo
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, acaba
de receber um-novo sorttaiento de caixinhas com
chromacomo para Ungir cabellos, e bem assim
frascos com hydrocalletrichina, agua para desen-
grasar os ditos, coloncomo para lustrar os ditos,
e oaychromantina para limpar as unhas. Bssa
tiniura, cajo efeito rpido e efflcaz, esl bem co-
nhecida e apreciada para todos quantos delta tem
usado, eos que de novo a quizerem apreciar, po-
dem, assim como aquellos, dingir-se manidos de
dmheiro roa do Qneimado, loja d'aguia branca
numero 8.
Papel efolhas para rosas
Acaba de cbegarpS .-}- j^-:-. buraca, ira
roa do-Quemado n. 8, om bello sortimento de pa-
pel de cores para rosass dito verde para folhas, e
dito tambera verde e mui fino para cobrlr o ra-
me, assim como folbas de panno e avelludadas
para ditas.
Aspas de baleiapara muidos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Superiores penas d'ago ingle-
zas e francezas
A agnia branca alm do grande sortimento de
penas d'a?o que constantemente tero, acaba de
receber mais outro de superior qualidade e dos
afamadosabrieantes Perres & C, asslm oomo as
verdadeiras blco de lanca n. 134 outras de pon-
ta dourada, continuando porm a vende-las por
precos commodos, cor taoto<}ue ocomprador com-
prela musido de dinheiro: na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 8, onde tambera achar-se-
ha a venda pastas para papis.
A aguia branca na ra do
Queimado n 8, recebeu 1
Bonitos e graudos aljofares de cores para vollas.
Polseiras de ditos de iguaese agradareis cores.
Voltas pretasmaiores e menores todas de cant s
grossas.
Pulcelras pretas tambem de eontas.
Outras de differentes qualidades e gestos.
Brincos de aljofares de cores e dourados.
Fivelas d'aco grandese pequeas com cinto pre-
to e de madreperola.
Outras graudes de dlffereates qualidades e re-
dondas cora pedras.
Bonitos leques de madreperola radaados e de
outra forma.
Ditos de sndalo lotricos e corredizos.
Capellas brancas para meninas.
ATTEfgO
IYIEUS SENHORES
PARA
Fazeodas baratissimas loja da roa lo Crespo o. 17 de Jos Gomes
Villar.
A novacrise commercial permute que o po^o em geral nao possa comprar fazendas
caras, o K>-M>reiario deste estabelecimento, amigo que 6 do povo em gerai, auenaenao a
cssas circumstancias ct. -.^AanHn fazendas por. presos que na realirlade admira.
Correi, bom povo, aste estabelecimento, o tumpiai faiendae, porque all se vende
por menos do qne em ontra qnalqoer parte.
Cassas organdyzes a 280 rs. o covado.
Chitas francezas escaras matizadas a 260 rs. o covado.
Ditas escaras muilo finas a 240 o covado.
Ditas claras dem a 240 o covado.
Ditas escaras idem a 260 o covado.
Chitas para coberta muito largas matizadas a 240 o covado.
Madapol5es finos largos a 6590, 1> e 8.
Chales de fil preto muito bons a 10$000 cada um.
Chales de merino estampados a 5500, 65 e 7.
E oulras muitas fazendas, que tudo se vender por precos que adnriram.
Azeite doce refinadoem pequeas latas a 560 rs
da Liga.
a garrafa : no graude armazem
Saceos de 80,100 e 120 libras a 4U500 e 55 ; no grande armazem da Liga.
Madapolao muito'fioo com pequeo to/ioade avaria,por preco que admira : na loja
das columnas na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa-de Vasconcellos & C-
ESCBATOS PgHggS.
Eecrava fogia.
No da 14 do corrente fugio a escrava de neme
Joanna, crioula, de idade 30 annr-s, lendo os hc-
naes seguintes caracierlsiicos : mal encarada, no
rosto tem um signa! um tanto saliente, estatura
regular e gorda, levou vestido de chita clara, cha-
les de merino estampado de assenlo rnxlcado ja
era meio uso, e levou mais um vestido de chita es-
cura, negra do mato, tem urna falla muito des-
candada e falla mal : quem a pegar leve a a toa
do Queimado n. 39, loja de fazendas que sera bem
recompensado.
No dia 9 do corrente a*^^,^^
Bonifacia e por isso lembra-se ^uvvL
tem ao seu servico, de a ent: egar quanto
anles a seu senhor, do contrario procedei -
se-ba como for de lei.
rugi no BH1 oe mai^roxmo passaoo~o
preto crioulo de nome Braziliano, idade d 26 an-
uos, estatura regular, cor fola, tendo um dos den-
tes da frente quebrado, sem barba, aperas simas
cabellos a reda da garganta e ciliar amorteeir,
bem fallante, sabe 1er e escrever e falla um pouco
o inglez, boa copeiro, costaba e Java bem, levou
vestido camisa de'algodo branro e calca de cito
azul, conduzindo alguma roupa fina, como bem
oalc.as de casemiras de lisias, jaqueta branca e ca-
misa de madapolao, lenges e mais roupa que lera
marcada com a letra Bde linha demarca,algurras
pejas e outras com o nome por estenso em tima
de marcar, levou chapeo de palha imitando mani-
las, chapeo de sol de seda verde j usado, tapates
e meias, de suppor que se inculque de forro_:
quem o^pprehender condnzludo ao sitio de Ji o
Matheus, no P050 da Panella, ser generosamente
gratificado por sen seohor Juvino Bandeira^_____
Fugio em principios do mez de fevereiro de
corrente anno e consta, estaracoutado nesta cidfidt
o moleque Euzebio, escravo da viuva do Dr. Fer-
nando Affonsode Mello, de 12 annos de idade pon-
co mais ou meos, cor preta, secco do corpo, ofbos
regulares e afutnacados. cabera nm pouco grande
e meia chata, beicos finos, dentes bem alvos, ps
seceos e muito ladino : roga-se por tanto a todas as
autoridades policiaes e capites de campo que o ar-
prehendam e levem-o a roa da Mangueira sobrado
u. 6 qae serlo gratificados, protestando-se usar do-*
melos judiclaes contra qualquer pessoa que o tenba
em seu poder.____________________________
Fugio no da 28 do corrente, a noite, a es-
crava Janoaria, pertencente a D. Amelia Felicia
Deschamps senhora de Mr. Len Chapelin, retra-
tista, cuja escrava houve por compra que fez ao
Sr. Pi Pierres Varclia Barca-em abnl ultimo por
intermedio desea procurador JoSj Francisco Ca-
bral, descoofia-se que a dita escrava tenha se-
; guido para Paje de Flores e que precure o enge-
nho do Exro.baro de Vera Gru, a qoem a lem-
pos passados pertenceu : a dita-escrava tem ponco
mais ou menos 20 annos de idade, de estatura
pequea, de edr fula, tem os dentes limados, testa
e ofbos mnito pequeos, gratifiea-se bem a qoem
apprehende-la.
m-M^^mMMMM
f

mmm&m^mmmmm



^k
Diarlo de Pernanbncn kxik '!f* tS LITTER1TRA.
l'M POLCO DE TDO.
Sobre o evaogelho de S. Joo capitolo XIV V-
XXIII a XXXI-O Consolador, o Espirito Santo,
que meu Pai vos enviar era meo nome, vos ensi-
nar todas as causas, e vgs instruir sobrearado
que n vos tenho ditoescreve o Cruzeiro do Bra
sil o seguiute *v
Que estupenda transformagio se operou hoje
que nao tinha ouro nem prata, mas que Ihe dara meio inventado para melhor se illaquear a-coas-
o qne tinha : que em nome de Jess Nazareno ciencia do paiz.
crucificado se levantasse, e se retirasse com seas,
proprios pos ; e assim foi feito t...
Este milagro produzio logo a converso de tres
mil Judeos, que crram em /sus Christo, foram
! baptisados, e se reuniram sinceramente aos disc-
pulos.
Foi aesim que essa infame e deicida cidade dea
lio abundantes premicias pregado dos aposto-
pos,.e que no movimanlo dos seculos tem produzl-
i.do em todo o mundo filtras para Jess Chrislo, eO'
. ra horneas os mais ignorantes, em bomens os mais van(.0.os aos mi|boes de milboes para seu Eterno
covardes
Os apostlos de Jess Christo, testemunhas cons-
Pai.
Nao sejamos
A boa razio aconselha que nao devenios destruir
aqoillo, que de algum modo podemos conservar.
Se nao temos ordens no sea fervor primitivo,
ha ja vontade que tudo conseguiremos.
Um puso dado na sua roforraa, 0 um servlgo
real que se presta a sociedade, um dever a que
se acba obrigado o governo do paiz, porque o nosso
povo *aiholico, porque o nosso povo qaer entre
si a existencia destas instituicoes, mas no espirito
dos seus fundadores, ensinando-o, pregando e mo-
ralisando-o.
Se, pois, como se propala, como se diz por ah,
como se transpiram os relatorios, ha vontade de se
dar esse golpe, reflicta o governo e lembre-sa que
nao deve aquilatar o sentimento religioso da popu-
mappa, ao que o presidente declarou, qae elle lhe vacio de nufragos, sob a presidencia do almiran-
tinha sido remettldo cintado. Ri8o" de Genoailly.
A indlgnacio era geral. Sabemos que esta assoclacao, cojos esforcos va-
- Pouco faltflu para qae algaem pedisse que o tnap- nos ministros se digoaram favorecer, aceitando o
pa fosse queimado pela mi do carasco. Mis por titulo de seus presidentes honorarios, deveinngu-
flm, sobre proposta de M. Seeger, a cmara limi- rar prximamente a sua existencia activa.
_ pois iosensiveis e indiferentes aos
tantes das rairacalosas obras de seu Divino Mes; beneflcos ingUj0S da divioa pa|avra.
ir ; assiduos discpulos da sua celestial doutrina -1 pres,emo-nos de boa vontade a ouvl-la, e com
ora che.o de enthsiasmo por tao extraordinario ,9do 0 zelo oberva.la> qM asslm provaremos a Je- lacao do imperio, pelo da populacao da corte.
poder e sabedoria, que jamis a algum humano foi sus Christo o nosso amor, e amando-o nao pode-
despensado pelo Eterno, ora timoratos, fugitivos 6,^^ dexar de observar os ^^ 9Tece0S. e
at mesmo incrdulos, abandonando a esse mesmo, esta a cond,Sao nica para sermos amados por seu
- ac
par quem pouco antes testemunhavam tanto amor,
que se uffereciam a sacrificaren) lhe a propria vida,
o que na occasio do perigo o negavam com a
maior facilidade, sao estes mesmos homens que
vemos affrontar toda a ira, todo o poder dessa na.
gao maldita e deicida, para corajosos lhe lanzar em
rosto o seu atroz crime, convidando-a para um sin-
cero arrependimento, para, pelas aguas do baptis-
110, se regenerar e ebter o perdo de um Dos
todo misericordioso e compasivo para com ella I
Gamo que estes bomens, anda ha pouco en-
cerrados no Cenculo, de portas e jauellas fecha-
das por causa do medo dos Judeos, repentinamen-
te abrem essas portas, atiram-se pelas ras e
pracas publicas dessa criminosa cidade, publican-
do que aquello Jess, que elles tinham pregado em
ignominioso patbulo da cruz, era verdaderamente
o Unignito de Dos Padre, o Salvador prometido
ao mundo, vaticinado pelos prophelas !...
Sao elles proprios que nem ao menos tiveram a
coragem de acompanhar a seu Divino Mestre nos
seus nartyrios e paixo para o consolar, que ago-
ra os vemos lanzar em rosto a este ingrato povo o
euhornvei crime, dizendo-lhe : que apezar de
morto por elle o seu Divino Mestre, elles viram-no
resuscitar ao terceiro dia, como Ihes tinha pre-
cie to-, que com elles se demorara por quarenta
das sobre a trra, ensinando-os, comendo com elles
e tratando do reino de Dos I
Oh I Com que eloquencia, com que fundo de sa-
bedoria se fazem elles ouvir e admirar por nacio-
naes eestrangeiros; porque sendo esta a poca da
celebracao da grande (esta dos Judeos, a festa da
Paschoa ; fesla que attrahia a Jerusalm nao .-
Indos os nacionaes obrigados a assi.-airem-na, vin-
dos de todas as provincias, mas ainda dos estran-
geiros de diversas nacoes, que all ento se ada-
vam altrahidos, ou pela sumptuosidade da festa, ou
pelo coramercio : como Mdos, Romanos, Capado-
co?, Phrigos, Mesopothamios, Pamphilios, Cretos,
rabes e oulros.
E como nao learem elles atnitos e cheios de
admiraco, ouvindo a estes homens, que todos da
vam lestemaobo de ignorantes, fallarem-lhes as
suas proprias linguas, como se fossem nacionaes I
Mas como uo se operar esta extraordinaria
mudanca ?
Jess Christo antes de subir aos cos Ibes traba
dito :
Tudo isto vos teuho easinado estando com-
vosco. Mas o Consolador, o Espirito Santo, que
incu Pa vos enviar em meu nome, vos ensinara
todas as cousas, e vos dar' instruccoes sobre lu-
do que vos tenho dito, para "que o poasais compre-
heuder e praticar.
foi chegado esse grande da, da de consolacao e
de verdade I
Ja se ouve um como estiondo de trovo, e ini-
medialamente linguas de fogo descem do co, e
vem pousar sobre os apostlos e discpulos, e todos
os que formavam a nascente igreja, reunidos no
Cenculo espera do cumprimento desta promes-
sa ; inflamma seus coragoes no divino amor, e fi-
caram cheios do Espirito Santo I
O' mea Dos i Como sois bom e incorr.prehens-
vel em vossas obras I
Eterno Pai.
E' so tambem por este meio que recebemos em
nossas almas o Divino Espirito, e pela eficacia dos
seus divinos dons serio os nossos coragoes ebeios
daquelladoce paz, pela diffusao de candade, e nos
habilitara a partilharraos algum dia a gloria de Je-
ss Christo no reino eterno.
V
Nos vos eremos e vos adoramos e todos os vos-
sos iosondaveis raysterios I
Elles fallam as diversas linguas como o Espirito
Santo Ihes inspira va.
fama deste acontec moato via aom a rpido
do raio rem ouvir a estes novos sabios,
os por tao ignorantes !
Cabe a S. Pedro dirigir priraeiro a palavra ao
povo porta do templo ; e ao entrar nelle, um pa-
ralytico que alli se achava para pedir esmola, aos
que entravam e sahiam, a elle tambem se dirige
pedindo-lhe urna esmela, e S. Pedro lhe responde :
a vi
a t enlo conhec
O governo nao pode, nao deve de modo algum
acabar com as ordtos religiosas, a menos que nao
queira passar por um governo tyranno, desptico
e violador dos dlreitos mais sagrados dos cidadios
brasileiros.
Ninguem pode ser prohibido de seguir a condi-
go que bem lhe aprouver, urna vez que esta pro
isso seja licita e como tal considerada.
Se a uenhum brasileiro, pelas lcis de sea paiz,
prohibido dedicarse medicina, jurispruden-
cia, engenhana, marinha, agricultura, ou
qualquer outra protisso, com que direito se lhe
ha de vedar que siga o estado religioso, urna vez
que tem vocago para elle ?
Urna de duas: ou o estado-religioso urna pro-
Bssao illlcia, ou entao as leis brasiieiras podem
coarctar neste ponto a liberdado dos cidados.
A primeira hypothese, porm, pecca por absur-
da, e a segunda por fal.-a.
A igreja varias vezes tem definido a santidade
da vida monstica ; as nai.oes mais civilisadas ad-
mittem-na e admittiram-na sempre em seu seio, e
o Brasil nao poucos fructos tem colhido dellas, e
anda os colheria se Dorventura um melhor rgi-
men as governasse, se nma boa reforma fosse pos-
ta'em pratica no espirito do catholieisra\
Se as profisses illicitas, reprovadas pelo bom
senso, condemnadas pela civtlisacao e fulminadas
pela moral; se as casas de prostituido onde se
presenceam publicamente espectculos os mais he-
diondos, onde periga a Innocencia das familias, a
honra dos esposos, nao sao vedadas no imperio,
porque pois, com qne direito se ha de vedar ao re-
ligioso que ora por si, que ora pelos reis, pela
prosperidade da nago a que se hgoe a um eslado
tao de sua vontade, e que elle entende ser o me-
lhor para alcancar o seu iim ?
Koram pouco mais ou menos estas mesmas ra-
zoes, que deu o presidente do senado francezao de-!
pulao Guerould, por occasio de urna proposta
idntica apresentada as cmaras de Napoleo.
Foram semduvida estes mesmos motivos que le-
varan! o ministro de Vctor Emmanuel a retirar
ltimamente do senado o projecto da abolicao dos
conventos no reino da Italia.
Na repblica dos Estados-Unidos, onde apenas
ha dous milhoes de catholicos, na Prussia protes-
tante, no reino de Inglaterra, as ordens religiosas
sao uo s toleradas, seno mesmo protegidas.
E ua verdade, se vivemos debaixo de um gover-
no livre, debaiso de instituicoes liberaes, nao ha,
nem pode haver leis que ponham em pratica essas
ideas, produzidas pelos cerebros escaldados dos
asseclas de Mazini c de Julio Favre.
Se a liberdade, como proclamara os seus fauto
res, nao um sonho, nao urna chlmera ; se os
homens peranto a le sao todos iguaes, como, em
que principio se funda esse systema de ludo para
uns e n da para outros ? Porveutura o brasileiro
licita ci> o ser uuando se dedica ao estado reli-
gioso ?
Se o raonge nao entra nesse mar da poltica
porque lhe vedado pelas regras de sua ordem,
E' do Sr. X esta poesa sobre
A N01TE DE S. J00.
I
Hoje a noile as doozellas
FazemadeviuhacSes----- -
Soffrem algum das canellas,
Ontras leem palpitagoes.
As de treze vinte annos
Caramboleo por tabella.
Eos mancebos-ufanos
Somera para esparella.
Aquellas que o anuo bom
Quarenta vezes teem visto,
Negam a idade.... chitan
Que amor toma corita d'isto tj
Todas dentes d'alho plantio
Com muita f e cuidados ;
Pela manhaa se levantam
Para ve-Ios germinados.
Se germina do alho o tiente.
Cootatn casar esteanno;
Se porm o germe mente,
Choram com o desengao !
Como eu seja dos amantes,'
E tambem pretenda a alguem,
J plantei tres das antes
Urna cebla cemeem.
Assim como um mea colega,
Que quer moca do bom ton,
Plantou sombra da adega
Batata de tinhoron 1
II
Nesia noite a alegra
Reina em todo o Universo :
As mogas teem mais poesia,
Os rapazes mais successo ;
Por que d'uma meza a roda,
Bem unidos, se collocam ;
Comera bolos, d'amor fallara,
Otilares temos se trocara.
E cada um de persi
Vai sua sorte tirando :
Urna cora, outra sorri,
Algumas vao suspirando.
Mas se algum tira urna sorte
Que lhe toca as mazellas
Perde o lumo o norte perde ;
Pois applaudem-n'o a donzellas.
Ellas csam olhares seus
De modo imperceplivl,
Como dizendo : Meu Dos!
E' sua corda sensivel I >
III
Basta nada mais direi
Do que fazem as donzellas ;
Porque uo quero morrer
Depenadinho por ellas 1
tou-se a decidir que este documento seria simples-
mente posto de parte.
Um oficial superior da marinha que acaba de
ser posto a aisposigio da sociedade, iri dentro de
poucos dias a Barfieur para all estabelecer um
-i u Mjva v(JaSj e oalros guaes, construidos no Havre,
Um gentleman que precisava de dinheiro apre- ou nos estaleiros do estabelecimento ingiei dos L-
sentou-se, em Londres, no escriptorio de urna com- fe-Coats, ser; successivaraente enviados para os
panhia que empresta sera pedir mais garanilas pontis do littoral mais feriis em ministros,
do que a prova do pagamento integral da mo-
bilia.
Pedia trinta libras.
Pediram-lhe logo meia libra para despezas de
informales e depois disseram-lhe que breve pode-
rla procurar a resposta.
Cheio de esperanzas e de illusoes, receben, pas-
sados quatro dias, urna caria em que o represen-
tante da companhia lhe anuunciava que era impos-
sivel salisfazer ao sea pedido.
O pobre rapaz corre ao escriptorio da com-
panhia.
Entao porque que nao me emprestam o
dinbefN ? Perguntaram-me se os meus movis
estavaa pagos; disse que sm, porque esto pagos;
se eu era casado, e sou casado; se eu tinha Albos,
e tenho seis. Que mais garantas querem ?
O senhor fuma, nao verdade ?
E\ Mas que tem o fumar...
Tem muito. ( O senhor pode pegar o fogo aos
seus movis. V segura-Ios pnmero e depois ve-
emos.
r
O gentleman amaldiQOOU o charuto.
Correu Iog a urna companhia de seguros contra
incendios, pagou tudo o que lhe pediram e voltou
iriuraphante ao escriptorio da companhia.
O agente recebeu-o com um sorr.so de bom
agouro e no dia segrate deu-lhe a quanti pe-
dida.
O Monitor de Bruxellas escreve o seguinte :
Urna exposigo internacional de industria, agri-
cultura e bellas artes, realisada sob os auspicios do
governo poriuguez, sera aberta no Porto desde 21
de agosto at 30 de dezerabro de 1865.
No intuito de promover a remessa de obras ar-
tsticas do estrangeiro, a comraisso directora to-
mar a seu cargo as despezas do sea transporte,
tanto de ida como de volta
i Pela sua parte o governo bel,'a conceder ama
reduccao de 50 por cento as despezas de trans-
porte, pelos caranhos de ferro do estado, dosob-
jectos destinados a figurar n'aquella exposicao;
aira disso, empregar as diligencias necessarias
para com as companhias concessionarias, a fim de
obter o mesmo abatiraenlo para o trajelo desses
productos as linhas que estas explorara.
Resulta Qnalmente de informales coramunica-
das por via oficial que a comraisso directora oble-
ve da companhia dos caminhos de ferro portugue-
zes e da de Paris ao Havre, assim como da compa-
nhia martima e fluvial dos paquetes a vapor (ser-
vido do Havre e Saint-Nazaire para o Porto e Lis-
boa), reduccoes conslderaveis nos presos de trans-
porte dos productos destinados para a exposicao
portugueza.
S. BENEDICTO PBBTO.
Rezou-se delle no mez de abril.
Como um santo de multa devocio nesla cidade,
diremos a sua vida, como vem na Por ios santos;
obra, que deveria, como d'antes, ser lida e pensa-
da ; pois de urna utilidade como nao temos en-
contrado outro algum livro, que mais possa apro-
veiiar a quem verdaderamente queira entrar na
senda dos bons costumes.
Nasceu S. Benedicto no reino de Sicilia; seus
avs foram de Guie, conquista de Portugal.
Seu senhor, que era um fidalgo chamado Joio
de Lauza, vendo-o todo inclinado a virtude, depois
de se servir delle alguns annos, lhe deu plena li-
berdade.
Foi logo Benedicto para a companhia de uns ser-
vos de Deus, que faziam vida penitente em um lu-
gar solitario.
Era tal o seu fervor, que nao via, nem ouvia ac-
to algum de virtude, ou excesso de morticacoes,
que nao pretendessse logo imitar.
Passados algons annos neste. retiro, foi, por or-
dem do summo pontfice, protessar a regra Sera-
phica (S. Francisco). E tal foi a fama que adqui-
ri, pela sua grande santidade, que, nao obstante
ser nm homem preto, e simples leigo, o elegeram
guardio do convento de Santa Maria de Jess de
Palermo.
Sentio isto muito Benedicto; parecendolhe,que
nao servia, seno para obedecer. Sngeiando-se
porm a vontade de Dos, nao faltou por ser guar-
dio tao oceupado, em nem um ponto, aos seus ei-
ercicios de piedade e devocao I
Mereceu a especial proteefo, e assistencia dos
Santos Anjos, e finalmente, cheio de merecimentoS'
foi no co gozar do premio infallivel, s reservado
a virtude, depois de exhortar os seus religiosos a
penitencia.
Nao basta ver devoro a S. Benedicto; oreciso
procurar imitar alguma sua virtude, seno to-
das.
Tomar um santo por seu protector, e faz-lo, s
por costume e habito de ir a sua igreja em lempo
de festa, na la aproveita a salvado; admirar na
ierra o sanio, em nada imita lo, e na sua me-ma
igreja, portar-se mundanamente, e tal, como o Ta-
na o infiel inimigo, ou o inlTerentc (sirva de ex-
emplo; muflieres a noito comendo na igreja quei-
mados, ou suas criaocas, de toucadinho na cabeca,
risos e conversas; homens encostados pelas por-
tas, o iudeteclivel chapeo na cabeca, fumaradas de
charutos e cigarros, que penetrara ao interior, ele)
isto sim, e o mais, que aqui nao referimos, muito
offeude no co ao santo que dizemos louvar.
S. Benedicto, por ex emplo. se offender das no-
venas a noile. e de tudo o mais, a que isso d lu
gar e occasio: assim so offender mais de urna
procissao toda desordenada ; e... dos anjinhos,
que lhe raandam, pretos, de tola a casta, e ridicu-
la, como se no co que a natureza fosse dege-
Deitam-se em seguida na vazilba os ingrediente)
conhecidos que passam igualmente a todos os de-
mais orgos e saturam os tecidos d) animal.
A operacao faz-se em um momento sem auxilio
de machina e qnasi sem despeza.
Tres quarios de hora depois na iojeccao, podo
ser dividida a rez, e os pedajes devem ser colioca-
dos por algum tempo em um quarto bem arejado.
O inventor deste methodo, o r. S. Morgan, era-
prega como substancias persevadoras a salmoura
o assucar, o salitre, o nitrato de,soda e o acido
pbosphorico.
Para conservar um bol por este methodo s cas-
ta 2*0 a 300 rls, e a conservaco de um carneiro
en de um porco nao importa em mais de 60 a 80
ris.
Alm destas vantagens econmicas, o novo pro-
cesso offerece a vantagem de nao haver segredo
na sua execucio.
Todas as pfiases da operacao podem ser exami-
nadas pelos empregados da administrado, qae po-
dem assegurar-se do estado de sade dos animaes
e da boa qualidade da carne.
Quando chega a qualquer porto ara navio, pre-
para-se a carne no mesmo ponto e faz-se a provi-
so em algumas horas.
Em Janeiro e fevereiro de 1864, o Sr. Morgan
preparou dezeseis bois para o almirantado inglez,
em Depfford ; cm vinte e quatro horas estava toda
a carne embarricada, e no dia 30 de agosto do
mesmo anno encontraran! na perfeilamente conser-
vada, nao obstante os calores do esli.
Em junlio e agosto do mesmo auno praticaram
aquello processo alguns coramissarios do governo
francez.
Prepararam ua maior forca dos calores bois e
carneiros
As carnes foram guizadas alguns mezes depois,
e os que dellas coraeram achararais excellenles.
O processo do Sr. Morgan pode applicar-se com
bom xito s carnes do Rio da Prata e da Austra-
lia, onde actualmente sao preparadas por forma
que na Europa nao podem ser consummidas.
Se tal se fuer muito se lucrar, porque assim se
obier a carne pelo pequeo preco de 40 a 50 ris
cada cincuenta grammas.
Nao isto ja um camiubo para resolver o pro-
blema capital de vi ver barato ?
-
alim de que se nao distraa de seu fim, mas as re-
gras nao ihe tirara a nacionalidade.
E nem se diga que o estado lastimoso em que
se acham os nossos conventos obriff extrac-
,io, anda um sopbi-. um principio W, -u
A Gazeta das Postas publica o seguinte :
Na cmara dos deputados passou-se boje ama
scena singular.
Ao abrir a sesso, o presidente aanunciou que o
mappa da Allemanba futura estava sobre a mesa.
Os deputados reuniram-se immediatamente em
mUIIKiaU Cl!l rutta a moja yar ~ammnm ri 9 "
passados alguns minutos, M. Petzer propoz que o
mappa fosse rasgado publicamente.
M. de Gutlingen apoiou esla mogo.
M. Hoelder disse que era um insulto para a c-
mara o ter-se-lhe remetiido este mapna jaai a
margem esuin"-'1 niju est reunida ao ter-
iiiorio francez ; e pergontou] d'onde vioha este
O Courrur de Bourges, narra este faeto:
apgunda-feira passada, J. Andr, lavrador em
Jussy le-Chaudrier, mandou buscar por um criado
a Chant-sur-Loire urna porgo de areia para usos
particulares.
Por volta das quatro horas da larde, atrelados os
cavallos, dispunha-se o criado sabir com o carro
cheio de areia, quando entre o Loire e a repreza
situada na coramuua de Chapelle-Muutlinird ouvio
um violento trovo, e lo sublil foi o fluido elctri-
co, que dividi o carro ao meio, como o poderia fa
zer urna verdadeira serra, ficando, comtudo, os li-
ndes presos aos cavallos, que nada solTreram.
Isto eflectuou-se de modo que nem o proprio
conductor, o qual nao experimentara a mnima
eommoQu, deu f da pega que lhe tinha sido pre-
gada pelo raio, seno quando tralon <* *** carro
em movimento.porquo este se lhe separou em duas
partes.
S entao avaliou o p*ngo que elle os cavallos
if nhmr-' de correr.
K.'iuinontc, tudo se lniitou para elle a ter de
arranjar outro carro, para poder assim conduzlr a
areia ao doxicilio do amo.
FOLHETIM
0 CHIBE DE GH1NTELEINE.
Episodio da revolucao.
XIV
AS GRUTAS DE MORGAT.
(Contiouago.)
Portanto a flolilha suicava um mar de rosas ;
algumas vezes o vento refrescava ; todos esses-bar-
menino aff'tava a carapainha, um pescador remava
na proa ; na popa, o sacerdote trazia o calix. Elle
chegou ao rochedo, desembarcou, poz o vaso sa-
grado sobre o altar e voltoo-se para os assis-
tentes.
Meu pai I exclaraou Maria.
Elle I elle I bradou Kernan.
Este sacerdote era o conde de Chanteleine, e ao
passo que os seus estupefactos, nao podendo crer
em seus olhos, permaneciam no mais profundo si-
lencio, o conde tomou a palavra e disse :
Meus irmios meus amigos, aqnu qnn vos
eos inclinavamse juntamente e erguiam-se quando I falla um pai; viuvo, elle se fez sacerdote para
a brisa tinha passado.' J a aldea de Douarnenez irazer-vos os soccorros da religio I Um santo bis-
L-se no Monteur:
Muitos jornaes annunciaram ltimamente a tun-
dagao em Paris de urna sociedade central de sal-
nerar t. ,
Como que no co os anjos hao de ser pretos i
Aojos pretos os tem Lucifer !
Ha nisto grave culpa por parte de quera deve
velar sobre o culto ; e tambem dos que a igreja
recebem e disiribuera o lugrr aos anjos.
A Gazeta de Portugal escreve :
Em Iuglaterra descubrise um novo processo
para conservar as carnes, e experimen.tou-se lti-
mamente em Rochefort com muito bom xito.
Mala-se o auiraal cora un golpe na cabeca, cau
sando-lbe urna morte instantnea; e abrindo-sejhe
o pello, deixa-se-lhe o coragao completamente des-
coberto.
Fa eo oainr o saogue; depois Introduz-se um
lubo na aorta, grande arteria em r-ommuuiuaga)
com todo i> coriMi*- i iiz ua arvore da circulagao.
Emo tubo com mullica com outro mais flexivel
que vai dar a urna vaziiha conlendo salmuura bem
filtrada, a que se junta em cada 50 kilogrammas
5 litros de nitro.
O liquido pa'ssa pelo tubo para o corago do ani-
mal, e do coragao para ledos os orgos da circu-
lagao.
O organismo dos carneiros, dos porcos e de ou-
lros animaes do mesmo tamanho Bca injeciado era
joatro ou cinco segundos, e o 4on bois em nove
ou dez segundos.
perdia-se ao longe.
Immedialameule foi visivel a gruta. Nao havia
torre para distingui-la, nem sino tocando alegre-
mente urna missa de casamento ; mas a piedade [
de urna pjpulago inteira ia transforma la em igre-
ja natural.
Quando chegou-se defronte da gruta a maro nao
estava ainda bastante alta para penetrar nella ; as
barcas se collocaram em boa ordem e espe-
raran).
Emfim ella estendeu-se por cima da praia, pri-
raeiro espumando sobre a areia, depois mais tran-
quilla medida que suba. Os barcos enlraram e
se dispozeram circularmente ao longo das mura-
Ihas de granito. Estas, revestidas de rochas de cor
vermelha, produziam reflexos d cornalina que en-
canlavam os olhos.
No centro da gruta existe um roebedo solado,
nma ilhota de algans ps quadrados, sobre o qual
tinha-se levantado um aliar ; esiavam accesas al-
gumas velas em casticaes de pao, e as ultimas ou-
dulagoes do mar vinham morrerj aos ps deste al-
jar, ao passo que as barcas balatceavam-se ao mo-
vimento da mareta.
Nio obstante isso, Maria lancva ao redor de ai
um olhar inquieto.
E' mea pai, disse ella ao Bretao.
Nao pode tardar, responda este,
Maria I eu vos amo, murmurava o joven ao
oQTido da donzeila.
Logo, do fondo da grata, ama
carapainha se fez
ouvir, e vio-se um barco avangar lentamente ; nm
po, eseondido perto de Rouen, dtu-lhe o direito de
exercer o divino sacerdocio ; elle vem casar sua
filha com quem salvou-a do cadafalso, e pede-vos
que rogueis por elle.
Estas palavras foram seguidas de um estremeci-
mento. Todos os pescadores reconheciam aquello
que Ihes fallava assim e comprehenderam seu su-
blime sacrificio. Maria chorava, e Kernan nao po-
da pronunciar urna paiavra.
A ausencia do conde explicava-se entao ; os es-
tudos theologicos que zra durante a sua juventu-
de, lLe haviara permitlido vencer rpidamente os
primeiros graos do estado sacerdotal, e era alguns
das elle tinha recebido ordens de presbylero.
Entao, voltando para junto dos seus, empregou
suas noites a exercer seu tanto ministerio; sabia
da soa cazinha pela escada exterior sem que se
desconBasse da sua ausencia, e se nao confesson
logo a seus amigos, sua filha o segredo da sua
nova existencia, que elle nao qniz assusta-los
com o terror dos perigos a que se expunha.
Com a mi, o conde fez aproximar-se a barca
dos desposados at junto do rochedo, e a missa co-
megou.
Havia alguma coasa de tocante ao ver esle viu-
vo feito sacerdote, este pai gue casava sna filha;
estraoheza desta situacao doroinava todos os espi-
rites.
Immediatamente o murmurio da orago mlstu-
rou-se com o murmurio das ondas. Sentia-se, ao
ouvi-la, quinto a voz do conde estava conmo-
vida.
Emfim o momento da elevago da eucharistia
chegou ; o som da carapainha resoou ; os fiis in-
clinararn-se em um profundo recolhimento de espi-
rito, e o sacerdote elevava ao co a hostia consa'
grada, quando de repente gritos retumbaran) da-
parte de fra.
Fogo I exclamou urna voz.
E urna descarga ternvel rebentou de repente.
Os Azues os Azues I exclamaran) de todas
as partes.
E cada harr.o se do* "* ^ara fora- S8D o fogo
de nm urigue de guerra, o Sant-Culotte, que atra-
vessou-se diante da praia. Elle tinha posto seas
botes ao mar, os quaes, carregados de soldados, di-
rig rara-se para a gruta.
A desordem eslava no seu auge ; feridos expira-
vam, uns tentavam agarrar-se aos rochedos e ga-
nbar a planicie, outros se affogavara no raoio do
fumo ; ninguem se via. Os republicanos penetra-
ran) ento na gruta; um bote veio at junto dd*
altar, ao qual um homem se atirou.
les pescadores que poderam tanhar a praia, fu-
giam em todas as direegoes ; Karval nao vio nada
e foi obrigado a contentar-se com o conde.
Este foi posto a bordo do brigue, que ganhou o
alto mar e voltou paraBrest.
Entretanto a situago de Kernan era lerrivel ; a
donzeila, desmaiada, jazia a seus pes; Henriqae
sentia-se suffocar. Emfim a barca de Karval dei-
xou a gruta. Ento o Bretao apressou-se em ru-
gir deste reliro funesto, e elle fez Maria tornar si
mol nando o seu rosto descorado.
Ella vive ella vive I exclamou o jojen.
Henrique nao responden, ao passo que Kernan
fazia um gesto de ameaga e de colera.
Ah I Karval l disse elle, matar-te-hei I
Deixando entao Maria aos cuidados do cavallei-
ro, cuja uuio nao tinha ainda sido abengoada,
Kernan langou-se a nado e alcangou o lado oppos-
to; nao vendo mais os republicanos, sahiu pouco a
pouco, e chegou a pra-a ; all havia cadveres e
Ah l conde de Chanteleine, ests preso, ex-' sangue ; elle sbio o curae dos rochedos e reuni
claraou elle agarrando o sacerdote e entregando-o a|guns desgragados que esrondiam-se.
Entao I pergunlou-lhes elle, os Azues f
- Alli.
Mostraram-lhe o brigue, que dobrava nesse mo-
mento o cabo da Cabra.
a seus soldados l Sacerdote e nobre I A tua causa
boa l
Este homem era Karval. O biihete deposto por
Henrique tinha sido tomado por um espiio que ob-
servava o paiz. Logo Karval, avisado do facto,:
parti n'ura navio de Brest, e veio sorprender os sacerdole W Kernan.
" : A bordo, respondern) os pescadores.
infp zps
Kerna'n tlnha-o avistado ; raas a um grito do Kernan deixa"se escorregar do alto da escarpe
conde, elle erapurrou vivamente o barco, e refu- a praia, e entrou segunda vez na gruta; raer-
giou-se na parte mais escura da gruta. ealhou de novo, e ornou a ganhar a barca em que
Todava Karval tinha tido lempo de reconhecer, Mana estava estend.da, apenas respirando.
Maria, com grande admiraco sua, porque a jul-[ ~ O conde. T perguntou Henrique.
gava raorta ; portanto elle a fez procurar era toda ~ ^ano para Brest
a parte, quando desappareceu a fumaga, e para es- Est bem I preciso Ir a Brest, exclamou
capar a seus ioimigos Kernan nao hesitou em lan- Henriqae, livra-lo ou morrer I
gar o barco n'uma dessas profundas cavidades, E* minh deliberago, responden Kernan de-
onde se arrlscava a perecer por falta de ar. mais, nos nao podemos voltar para Douarnenez,
Karval jurava, blasphemava proseguindo em abi nao estaramos mais em seguranga. -i.ocmaill
suas pesquizas. conduzir a barca, e oceultarmo-noshemos nos ar-
Nada I nada l a filha me escupa I Mas entie rebaldes de Brest e esperaremos,
ella nio foi executada ? Por onde poderam fu- Mas como iremos ?
_ir7 E' preciso alcangar per trra o porto de
Elle se fez condazir para fra da gruta. Aquel- Brest.
D urna folha franceza ludicages para o raelbo-
ramento das rolhas que nos parecem dignas de re-
commendago (as romas e as indicagoes.)
O melboramento das rolbas um progresso, e
as rolhas nao podem ser excluidas do grande fes-
um do progresso, porque nos feslfns que ellas
acham o mais lisongeiro acolhimento.
As garrafas apparecem por ahi lo mal arrolha-
das, que ou se ha de crer que a cortiga esl cara
ou que os negociantes de vinho tratara de se des-
forrar da concorrencia erapregando rolhas de ma
qualidade.
E' para conciliar os inleresscs dos negociantes
e dos consummidores que o peridico francez indi-
ca ura systema que perraitte erapregar muitas ve-
zes as mesmas rolhas, de raaneira que, compran-
do-as da primeira qualidade, o negociante obter
urna boa economia e o comprador ter com certe-
za ura vinho bem conservado.
O processo lo simples e lo fcil que qual-
quer creauga o pode por em execugo.
Pega-se em urna rolha, e com a aresta de urna
lima grossa faz-se ura reg de dous miilimelros de
profundidade na base iuferior, e depois mais dous
de alto a baixo que vo ter s extremidades do da
base.
Pega-se depois em vinte e cinco ceutimeiros de
barbaute lino e forte, dobra-se ao mel, e a ires
centmetros da dobra da-se-lhe ura n, ficando por
conseguintc ura annel era que pode entrar ura
dedo.
Pe-se esse n no raeo da base superior da ro-
lha, e as duas puntas iguaes descem pelos sulcos
feitos lima e atam-se com dous nos no sulco da
base inferior.
Corlam-se as pontas e est tudo feito.
E' preciso agora provar que ha vantagem no
systema.
Em primero lugar nao ha necessidade de sacca-
rolhas, porque o annel de barbaue "em que se
melle um dedo ou > bocado de pao substilue o
sacoa-roinas.
Logo, a rolha nao se estraga : a segunda van-
tagem.
A lerceira esl na faeilidade da extrareo, por-
que o sacca-rolhas, exerceudo loda a sua forca no
ceutro, produz urna presso entre o vidro e a cor-
tiga, e augmenta a dilatago da corliga.
Pelo contrario, puchando cura o annel de bar-
bante, a forga que se exerce later Imenle lende a
aproximar os dons los, e produz assim um vacuo
em (fue se iotroduz o ar, e que facilita mu i lo a sa-
bida da rolha.
A economia nao qualquer cousa, porque nao
ha necessidade de rolha nova ; a primeira serve
para muito tempo, e ainda que erapregada muitus
vezes, est sempre sa e boa para os elTeitos con-
venientes.
Mas, Maria?
Eu a levarei, disse Kernan.
Caminharei, respondeu a donzeila levantn-
dole com forga sobrehumana. A Brest! a Brest I
Esperemos o escuro, disse Kernan.
Todo o da se passeu era temores e desespero;
os pobres tuhara sido feridos por um raio no meio
da sua felicidade.
Kernan fez sahir a sua barca na mar da larde ;
quando veio a noite, elle chegou a praia, apertou a
uio ao bora hornera Locjnaill. p, iusiontando Mo
ria, airaveSSOU O campo. '
'Meia hora depois, os fugitivos chegavara a aldea
de Crozon, situada a meia legua das grutas; elles
encontraran) na estrada cadveres jquentes. Ca-
minharam por mais de urna hora.
Aonde iam estes desgragados ? que iam fazer ?
que esperara ? Como livrar o conde da morte? El-
les uada ssbiam, raas caminhavam. Assim passa-
rara pelas aldeas de Pen-av-Menez, de Lescoal, de
Laspilleau, e chegarara afinal a Fre, qus est si-
tuada na enseada de Brest, perto de duas horas de
marcha.
Maria nao poda mais; felizmente Kernan achou
um pescador que se presiou a Ihes fazer airavessar
a enseada.
Embarcaram-se; a urna hora da madrugada,
Kernan, Maria e Henrique desembarcavam, nao
em Brest, mas na costa que conduz a Recouvrance,
perto de Porzik, na porta de urna m estalagem,
onde poderam adiar um quarto.
Kernan, no dia seguinte, sabio a indagages, e
soube do regresso de- brigue Sans-Culotte, que ti-
nha feito urna presa importante as costas da Bre-
tanba.
Kernan voltou para a estalagem.
Presentemente, Henriqae, disse elle, ea vos
entrego a desposada; vou a cidade, quero saber
quedirecgo devo tomar.
Kernan parti, seguio a costa, entrou por Re-
couvrance, chegou ao porto de Brest, atravessou-o
era bote, e subi pelo lado do castello, ao redor do
qual elle andou todo o dia.
Brest era victima do mais horrivel terror; o
sangue corria a ondas as pragas publicaas. Um
dos membros da commissao de salvago publica,
Joe Bom Santo Andr, ahi exercia as mais' terri-
veis represalias.
O iribunal revolucionario funecionava sem des-
cancar. Al mesmo os meninos erarn obrigados a
guilliotinar para aprenderem a ler na alma dos
inimigos da repblica.
Era a loucnra de raaos dadas com a embriaguez
de sangue.
Kernao, interrogando a uns e a oulros, soube-
que o conde Huta sido preso o oonderanado a pena
ultima. Somente, por ura motivo atroz, se deuioia.
va a sua morte.
Karval quena que a donzeila fosse guilhotinada
na presenga de seu pai, e elle jurara apossa3-se
delia a todo o transe.
Isto nio pode ter lugar, disse simpTesmente
Kernan, ha cousas qae o co nio permittiria i
Como quer que seja, Karval, depois de ler rece-
bido as felicitagoes dos clubs e do procnsul, vol-
tou a Douarnenez no mesmo dia e couliuuou em
suas indagagdes.
Kernan regressou a noite para Porzik ; portici-
pou aos dons jovens que a execugo do conde es-
tava demorada, sem Ihes dizer porque razio, e an-
nunciou a sua intengao de ir todos os dias a Brest
saber o que se passava. t'orem, mais que ludo
recommendou-lhes que nao puzessem o pe fura.
Alm de que, Maria estava de cama e mori-
bunda.
Esta ultima prova a rraha prostrado.
Durante treze dias, Kernan parti a noito sem
referir neuhum facto novo.
A maior parte dos pescadores em Morgat forara
execulados. Quanlo ao conde, s um milagre podia
salva-lo.
Na noite do dcimo terceiro dia, a 26 de julho,
Kernan, tendo partido do manhia segundo o seu
costume, nao voltou, e Henrique passou a noite em
cruel inquletagio.
(Continuar-sehs.)
PERNAMBUCO.^TVP. DE M. F. DE F.&flLHO
'
LEGIVEL
5*:;'*i'iS3a


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