Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10699


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Full Text


AWnp ILI. HDMERO 142
Por qnartel pago dentro de 10 das do i. mi
dem depoisdosl.0510diasdoceC'deiitfdoqttartel. .
Porte ao comi por tres mezes '
>$G00
6$000
7BC
EXCAUREGADOS DA SBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyha, o ?r. Antonio AIex?ndrino de Lima;
\'ilil, ^r- Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
gr. a. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Qlv ira ; Maranhao, o Sr. Joaqutm Marques Ro-
dri.'i'-; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves d
pilh ><; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
EXCAURBGADOS DA SUBSCRIPgAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Uias; Bahia, o
Sr! Jos M>rtins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
gibriir tiasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagoes da va frrea at
Agoa Preta, lodos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antio, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuns, Buiqne, S. Bento, Bom
Conselhok Aguas Bellas e Taearat, as tercas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Limoero, Brejo, Pesqueira
i Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiro e Ex, as quartas
feiras.
Segunda vara docivel: quartas e abbades al
hora da tarde. *..
Serinhaem, Rio Formoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimentelras, as quintas
feiras.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
i Quarto cresc. as 6 h., i m.e 38 s. da m.
9 La clieia as 7 h., 21 ra. e 16 s! da m
16 Quarto ming. as 4 h., 33 m. e 28 s. da m.
23 La nova as 5 h., 37 m. e 34 s. da m.
30 Quarto crese. as 11 h., 20 m. e 511. da
QU1HT4 EEUU 21 DE JOMO DE 1865.
Por anuo pago dentro de 10 dias do \. aez ,,,.... 19000
Porte ao correie pw utn auno .,.,.....,., 3|000
AUDlENtt4S DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do fommerdo : segundas e quintas.
Relago: tercas e sbados as 10 horas.
Fazenda : quinta? s lOhoras.
Julzo di) cOaimereio: segundas as 11 horas.
Dito de oreaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira *ra do eivel: torgas e sextas ao meio
dia.
Segunda Y0& do c vil: quartas e sabbados a 1
hora d$rde.
DIAS**DA SEMANA.
19. Segunda. S. Juliana de Faiconieri v.
20. Terga. S. Silwio p. m.; S..Silvino m.
21. Quarta. S. Luiz Gonzaga; S Albano m.
22. Quinta. S. Paulino b.; S. Niceas b.
23. Sexta. S. Agripina v.; S. Z-non m.
24. Sahbado. & Nascimento de S. Joo Baplisla.
2o. Domingo. S. Febronia v.; S. Galicano m.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeira as 2 horas e 54 m. da tarde.
Segunda as 3rioras e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 a 30; para o norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, margo, mato,
julho, setembro e novembro.
ASSIGXA-SE
noRecife, nalivraria da praa da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PiUTE FTICI.
umm DA PROWJU.
K\pediente do dia.H dejnnho de 1865
$oldo, oqual ser descontado integralmente, como guir para a corte, deixam familia nesta provincia, de VascorjeeJIos Coimbrac Manoel Porfirio de Cas
ndica a 4* secgao da coptadoria d'essa thesoura- com as seguintes declaragoes:
Ha, visto como parece ter lugar ess) adiantamenlo
segundo o desposto na ordem circular expedida
segu
1. Dos lugares
lias.
iragoes:
em que residem
pelo ministerio da guerra, em 31 de maio ultimo,
e que n'esta data se lhe remelle com ofnr.io do
secretario.
Dito ao mesmo. Ao procurador do tenante do
2-corpo de voluntarios da patria, Joaqun Gomes
Pessoa, mande V. S. abonar em os devidos lempos
a consignago que este pretende deixar do resuec-
St-nhora da Coneeigao dos Militares,
.sim o eommunico a V. Exc. para seu conheci-
memo. Igual communcago
commandante das armas.
se
Offirio ao Exm. Dr. vigario c.pitular.Tendo
transferido para o dia 22 do corrente, a hora indi
cvii iin meu offlcio de hontem, o benzimento da .
i' ,ira do2 corpo de voluntarios da patria des- uvo sold, como declara no incluso requerimento
?,, vinria. e devendo este acto ter lugar na igre-! A I ao mesmo.- Quando receb. o offlcio de 17
! N ssa Senhora da Coneeigao dos Militares,' do corrente, sob n 412, em que V. S. mejparUei
_____:.. v d. ira seu conheci- Pa haver o administrador da reeebedona das ren-
fez ao coronel das desla proviucia declarado que, para preencher
a vaga de continao d'aquella reparligao tem a
Bdoneidade o respectivo correio, Manoel
nomeado para essa vaga a
N e expedido a neces-
essa thesouraria : o qne
lito administrador.
i^te" dejme"Francisco Antonio do Valle, edu-. D'to ao mesmo. Commanico a V. S. para seu
plcame ueuuiic conheciincnlo, que segundo constou de aviso da
fan ; V^ Fm'lta da Informarlo de 17 reparl.co do imperio%> 8 do corrente, f-.i appro-
d;;.;!;eanrsoTn~iraut-iUn^ va'da a despezad,', 1:200^000. que maudei eff,c.uar
inscrever no respectivo quadro, afim de ser op-
2. Do numero de pessas de que ellas se com
poe.
3." Das pessoas a que devem ser entregue o au-
xilia pecuniario que houver de prestar-lhes a as-',
sociacio protectora das familios dos voluntarlos. '
4. D'quelles que teem n'esta cidade pessoas da
familia que necessitam de auxilio para regressa-
rem a seus domicilios, sendo como taes reconhici-
dos pelo Sr. commandante.
Para o fui) indicado o Sr. commandante deve
considerar familia os individuos que veram em
c.ompaubia de voluntario, e na dependencia dos
scus meios.
Di lo ao mesmoDetermine V. S. qne se me
apresenlem quanto antes, Beltro Aulran,de Alen-
car Peixoto e Nabnco Carlos de Abdfar -Perxoto,
voluntarios vindosda villa de Gamito, remetindo-
me V. S. urna relaco dos voluntarios que com
elies vieram e se acham juramentados.
suas lam- Dita.Os Srs.*agentes da'compadhia Brasileira
de paquetes a vapor, mamMrn dar transporte por
INTERIOR.
poMuoamente admitlida no collegio das orphaa* a
menor de nom'e Maria, sobrinha de Manoel Pi
da Luz. ,, .
Dito ao mesmo -Inteirado do conteu lo de sua
M*0-*0- *JgZtf&+'v&J? --JS o 1 de fevereiro de
dizer-lhe que nao haver crdito para esse lim, os
sob inuilia respoosalidade com a ajuda de custo
aos deputados por esta provincia, Ignacio de Bar-
ros Brrelo e Innoceucio Serfico de Assls Car-
valho.
Dito ao mesmo. Aul iriso V. S. a mandar pa-
b minlia re.-ponsabilidade, nos termos do
conta do governo no vapor Cruzeiro do Sul at a
corte, a sohora e dous filhos do medico da arma-
da, pr. TrijlSo Arthur de Campos Pi, e passa-
gem de estado a proa a urna sua criada de norne
Eu.'tiia;Santa da Conceicao.
Dita.Os Srs. agentas da companhia Urasileffa
de paquetes, mandem dar transporte para a c6r-'
te por'conta do ministerio da marinha no vapor '
Cruzeiro io Sul, a Jos Franciseo Thomaz do as-'
cimeoto.
Expediente do secrrlario do governo.
Offlcio ao coronel commandante das arma?.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
communcoa V. S. que, por despacho desta datay
autorisou-se^o director do arsenal de guerra a sa-
ti.-fazcr o pedido de caixoes para a cumpanhia de
cavallari i, a qne allude o oABcd de V. S. n. 1,062
de 17 do crrente"
Dito io inspector da ihosouraria de fazenda. -
recebido documento dos compromisos daquelle
general, confiando nicamente na sua palavra.
i Nao se euganou o orador; apenas chegado
Sant Lucia o general Flores, publicou o seu ma-
j nifesto, e dirigi ao orador a nota de 28 de Janeiro,
: cujo theor conhecido, porque os jornaes a publi-
[ caram.
O governo imperial apprevou todos estes actos,
asslm com as circulares de-orador, que definirara
a nossa situagao peraate o governo de Montevideo
e o do Paraguay ; at entao ludo lhe pareceu per-
RIO DE lA^lillO
SEN \ DO.
Discurso pronunciado pelo Sr. conselbeiro Jos Ma-
ria da Silva Paranhos, em i> do corrate, expli-
cando seu proredimento no Rio da Piala.
O Sn. Paranhos (continuatuto) : Com o ataque, feito.
de Paysand aquelle governo e o seu partido en- A queslo, pois, ia ser decidida em lkootev^.
fureceram-se cada vez mais e eotregaram-se aos Que instruegos complemeniares tinha o orador
maiores desatinos, taes qnal a queima dos tratados, para isso-recebido do govrno imperial 1 Cumpre
a interrupcao das relaces commerciaes entre os averigua-lo._
dous paizes, os gritos ferozes da imprensa contra.., AinJa nao tinharaes no Estado Oriental torcas
o Brasil. sulcientes para garantir o bom xito de um ata-
Um dos pontos principaes das intrucc5es que o qne praga de Montevideo, embora o governo im-
orador levou eraoblera allianca ''o governo argn- penal promettesse remelter novos contingentes.
tino para a iBtervencaocollectiva; mas achou-o in-
abalavel. O general Mitre proceda com boa f ;
partidario decidido da paz> a guerra civil no Esta-
Dito ao commandante do corpo de policaDt gxc 0,. presidente da provincia, manda trans- do Oriental inquietava porque podiaconsiranjr
V. S. baixa ao soldado do corpo sob seu commando, mi|,r a y. s. as tres inclusas ordens do thesouro a Confederacao a sacrificios que quera evitar. Por
Jos Gomes da Silva, segundo a sua informaea i n.; nac0Dai sob ns. 70 a 72.
com referencia ao
de 8 deste mez, sob n. 815, cbeme
nao sendo possivel a conservacao da louca Regina
Ma 11 dpiiolina do Sacramento, na casa de deten
cao, sirva-so V. Exc. de expedir suas ordens, afim
de ser ella recolhida ao
alienados, logo que para a
Je magistrado.Communicou-se ao
polica. .
Dito ao mesmo.Para que no fique em abando-
no o menor Francisco de Brito Cavalcanli Jequili-
b, filho do indio voluntario da patria Albulo de
Bnt.> Cavalcanli, que tem de seguir para a corte
com o seu batallio no dia 22 de corrente ; sirva-
5 V. Kc de expedir suas ordens para que o refe-
d) menor, que lhe str apresentado pelo citado In-
di >, seja recrtlhido no collegio dos orphVs em vis-
ta do disposto na lei provincial n. 611 de 2 de
maio ultimo, sobre cuja execucio oiporlunamente
m en tendera! com V. Exc.
Dnao coronel commandante das armas.-In
forme V. S. sobre o que pede no inclti'O requer-
, o 1 cadete do 2 corpo de voluntarios da
patria Graciano de Mello Azedu
Dito ao mesmo.Mande V. S. dar balxa ao vo-
luntario da patria Pedro Correa da Maia, por inca-
imcdade phv-ica.
Dito ao mesmo. -Em vista da sua mformacao n.
1 050 de 10 do eorr-nte, autoriso V. S. a manda*
dar baixa ao cabo de esquadra do 2o corpo de vo-
luniarios da patria Miguel Theotonio da Silva Cres-
po, c.imo pede no inciuso requerimento, aceitando
o paizano que elle offerece em seu lugar, urna vez
que estoja uas condigoes da le.
Dito ao mesmo.Informe V. S. acerca do que
pede o -2" cadete do 2o cor o de voluntarios da pa
tria Joo Francisco de Paula Machado, mandand.-
inspecctona-lo novamente.
Dito ao mesmo.Informe V. S. sobre o que pe-
d- Euphemia Maria dos Pra/eres no incluso reque-
rimento. J
Dit. ao mesmo.Queira V. S. informar, onvinjf
o commandante do 2o corpo de voluntario^ da pa
tria, s-tbre o que pede o soldado do mesmo corp
Barholomeu do .Nascimento no incluso requeri|
ment.
Dito ao mesmo.-Mande V. S. alistar como sol
dado particular no 2o corpo de voluntarios da pa|
tria a Francisco de Paula Carnero Dolida.
Dito ao mesmo.-Mande V. S. dar baixa ao so
dado do 2o corpo de voluntarios da patria Joo l
s do Espirito Santo, visto que segundo o parecer
da junta de sade, annexo ao sea offlcio n. l.OGt
de 17 do corrente, foi considerado incapaz do sed
vico.
Dito ao mesmo.Srvase V. S. de mandar ali
tar na companhia de voluntarios de homens pr
tos, se for considerado apto pan isso, Martinia
de Souza Menezes.
Dito ao mesmo.Declaro a V. S. para ter exe
cuc 1 que o voluntario da patria da Parabyba Pe
dr de Souza Nazarelh, deve esperar nesta provm
cia deciso do governo imperial, sobre o destini
que deve ter, visto haver sido considerado inca
paz do trrico em inspeccao do sade, cujo pare-
cer vai ser submetlido ao conhecimento do mesmo
governo.
Ditoao mesmo.-Sirva-se V. S. de informa
acerca do que pede no incluso requerimento edoc
ment, Vicente Umbelino Cavalcanti de Alb'
qnerque. .
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmuto a V. S. para seu conhecimento e os d
vidos eflVitos a inclusa copia do decreto de 6 <
vencimentos
constantes dos inclusos prets em duplicata, e rela-
tivos aos individuos que, tendo vindo de Goianna
para essa capital, em companhia do capito Manoel
* corpo de
ao volun
, 1 tario Joo Ago Cremenlino, que tamben) vela
I d'aquella cidade, como se v do offlcio que vai co-
brindo os mencionados prets e a que se refere o do
Coronel commandante das armas n. 1061 do i7 do
corrente.
434, desla data, que j finalisou o seu engajamento.
e deseja servir no 2o corpo de Voluntarios da
Patria.
Dito ao mesmo.eferindo os requenmentos das
pracasio corpo sob seu commando, mencinalas
na inclusa relacao, sob e que versam os seus ofti- ,
cios ns. 312, 315, 320, 413,417 e 422, datados de
12, 13 e 15 de maio ullino, 14 e 16 do corrente,
autoriso V. S. a dar-lhes baixa do servico
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
proviucia, manda transmitir a V. S. as duas in-
clusas ordens expedidas pelo ministerio da guer-
ra datadas de 21 e 31 de maio ultimo.
COMMANDO DAS ARMAS.
outro lado, elle via que o Brasil tinhaqueixas mui-
Esiavamos araeacadas da inlervcngo do Para-
guay.
O governo argentino, como o orador, duvidavam
sempre desta segunda maravilna paraguaya. Quan-
do, porm, o governo de Lopes requisitou offlcial-
mente permisso para passar com o seu exercito
lo mais graves contra o governo de Montevideo, j pilo territorio, de Corrientes, a.tolos pareceu que
eslava adiantado em suas represalias ; e pareca-
llie natural esper r que a acgo do Brasil resultas-
se a erminacao do perigo que receiava, isto a
guerra civil do Estado 0. ienla!.
iNem ja era possivel dissunular, depois do ataque
de Paysand, que o Brasil nao podia maisrecuare
voltar s ideas desimplices represalias, conservan
seriamente tentava aquella aropreza, e em todo o
caso j nao era licito tratar aquella ameaca como
una BecSo ; urgia contar cora a hypothese mais
desfavoravel.
A nossa fronleira do Uruguay nao eslava snffi-
cienlemenie guarnecida, como mostra a segrale
respssla que o orador havia recebido do comman-
Dito ao mesmo.A' dlsposlci) do respectivo pre- Quartel do commando das armas -le PernamUuco
aedir suas ordens, afim Paia "pa., ui .ip-..i..m uu jm.
respectivo hospicio dos: Rodrigues de Araujo, alistara.n-se no 2" c
i foi enviada por aquel- i voluntarios d esta provincia, bem como ai
'oa-e ao Dr. befe de ano Joao Ago Cremenlino, que tambt
sidente, mande V. S. apresentar diariamente, no
tribunal do jury,d'amanhaern dianto, e em quan
to durareni as sossoesdo mesmo tribunal, aguarda
do estylo Communicou-se ao presidente do tribu
nal do jury.
Dito ao director do arsenal de guerra.Remello
por copla a V. S., para ter a devida exeeucao, o
aviso expedido pela repartigo da guerra, em 27 de
do-se neulro quanto contunda interna do Estado dante daquella fronleira, o brigadeiro Canabarm :
Oriental. Nao era isso mais admissivel depois da Commando da diviso destacada em Missdes
reaego fientica e violenta promovido em Monte- e Quaraby. Quarlel general, em -anl'Anm do
video depois do facto do taque de Paysand; o Livramento, 13 de fevereiro de 1865. Illm. e
governo imperial eslava obrigadoanaoparar mais, Exm. Sr Pelo offlcio que V. Exc. houve por bem
, ihU,.r a, rrnorr, >. a levar a guerra at Montevideo, altan de cortar a dirigir-me a 6 do corrente, e que hontem recebi,
theatro da guerra segu ama- a *, fico sciente que o governo do Paraguay solicitou
i mais ura corpo de voluntarios I08.-"" Pf'f m___,nlA ,P^0.mnlfl do aovern. na cidade do ItccilV, 21 de junho de 186o.
Ordem do din n. 81.
Dito ao mesmo. Respondendo ao offlcio, que maio ultimo, recommeqdandoque os vendedores de
V. S. me dirigi hoje, sub n. 411, teulio a dizer qualquer objecto para o arsenal de guerra, assig-
que os vencimentos maulados adiaular n'esta data nem termo, na conformnlade de suas propostas,
as pragas de differentes corpos que teem de seguir afim de haver urna base para a sua condemnagao,
para a corto no vapor 6VzWro do Sul, sao os quando incorrerem em faltas,
inesinos de que trata o seu citado oflkio, e a que i Dito ao mesmo.-Ordene V. S. ao operario al-
ellas tem direilo em vista da lei. faiate contratado para servir no arsenal de guerra
Dito ao mesmo.-Remello inclusos os requer- da corte, Manoel da Rocha Nunes, que aprseme
alteres do 2o quanto antes ao commandante do .
Com destino ao
nlia para a corta mais ura corpo
da patria organisado nesta provincia, sob o com-
mando do Sr. lente-coronel ApolIonio Pe es
Campello Jacomo da Gama.
menlos que me enderegaram, os
corpo do voluntarios Frederico Augusto Velloso
da Silveira e Francisco Lopes de Mqueira Granja,
para que V. S. mande abonar em os devidos tem-
pos as consignago^s que elies preteudem deixar
dos respectivos sollos n'esta provincia.
Dito ao mesmo.Mande V. S. ajustar contas al
a fim do mez corrente, e passar guia de soccorri-
infautaria da uarda nacional, o armamento e cor-
rame que receben, na qualidade de guarda do
mesmo batalho.
Dito ao inspector do arsenal de marinhaSirva
se V. S. de mandar alistar na companhia de artfi-
ces d-'sse arsenal, os menores Manoel e Fortunato,
sobrinhos d Manoel Pi da Luz, se esliveretn as
O general Mine, pois, comquanfo ardentemente
desejasse a paz, considerando que o Brasil j esta-
va por seu proprio interesse obrig-ido a remover o
i nico perigo capaz de levar o governo argentino a
Pernambuco orgulha-se de ter filhos como estes, intervir no Estado Oriental, manteve se em suas
que se imposeram o nobre e duplo dever de ex- declaragoes anteriores. Demais, era difflcil conven-
pellir do solo patrio as hordas paraguayas, que o cer o governo agentino de que o Brasil, preparan-
invadiram pelo lado de Matto Grosso, onde os seus do-so com largo espago, naopodesse pirsi so, nem
irmaos gemem sob o jugo insuportavel do ty- ainda em allianca com o general Flores, concluir
ranno Lopes, invasao que pretendem tamben) le- brevemente a qnestao oriental,
var a effeito pelo lado do Rio Grande do Sul, e la- O orador, pois, foi mal succedido no pnmeiro
var a nodoa salpicada sobre o nosso pavilho pelos ponto da sua missau, que era obter o concurso do
selvagens d'aquelle E-lado, e orgulha-se ainda por governo argentino para urna intervengao no Jislao
que, conUm;.la nestes seus filhos, os descendentes Oriental, e communicou ao governo imperial o re-
de seus esforzados varos, que por sua nunca des- sultado de seus esforgos. A resposta do nobre ex-
mento ao tenente do Io corpo de voluntarios F.an-; condics legaes.
cisco Freitas Moreno, que tem de seguir para a Dito aos agentes da companhia Brasilera de pa-
,-orte no dia 21 do corrente. I qnetw avapor.-Respondo ao offlcio que
Vmcs.
mentida Hdelidade, inahalavel constancia, e inau-
ditos softVimentos, e sobretudo pela sua valente es-
pada, conhuistaro para a nossa cara patria gloria
e fama, ejatlrahiro sobre sil nao s o respeito e
admiragedos seus compatriotas, como a do mun-
do cvilisjdo.
ministro era cheia de benevolencia e criterio.
ItespondeuS. Exc. ao orador, nao com um decre-
to de 3 de margo, mas louvando o seu zelo e rtco-
uheceuito qoe havia feiio quanto era possivel. Isto
mais confirmou o orador na persuaso de que o
gabioele de 31 de agosto nunca vera com raaos
Dito ao mesmo. Transmiti a V. S. o incluso
pret em duplicata, liraado vencimentos relativos j
a primeira qmnzena d"este mez, para as praga- do'
i corpo de voluntarios d'sta proviucia, afim de
que na falta de crdito mande pagar a importan-
cia de tal pret sob minha responsabilidade, nos
termos do d-crelo n. 2884 do Io de fevereiro de
1862.
Diio ao mesmo. -Tendo a companhia de cavalla-
ria de ajustar suas contas com os seus 'fornece-
dores, visto ter de seguir para a corte no dia 21
do corrente, queira V. S. mandar refsar o paga-
mento dos vencimentos da mesma- companhia, e
de que trata o meu offlcio de 16 do corrente, in-
dependento, sendo possivel, da reunao -da junta
d'essa thesouraria, ou reunindo-a extraordinaria
mente pela urgencia que ha.
D;to ao mesmo.Em lata do pret junio em du-
plicata, coberto din urna copia do offlcio do tenen-
te coronel commandante do segundo corpo de vo-
luntarios da patria, a que se refere o do coronel
commandante das armas de 16 do corrente n. 1047,
mande
import
nio Joan..
que se Usuran) n'aqutlle corpo.Commuuicou-se
ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. ajustar contas ate
o fim do mez corrente, ao segundo corpo de volun-
tarios da patria da companhia de voluntarios do
homens pretos e ao 4o batalho de artimaa a p,
bem como passar-lhes guias de soccornmento, vis-
to que teem de seguir para a corte no vapor Ou-
zeiro do Sf. Communicou-se ao commaadante
das armas. ,. .
Dito ao mesmo Tendo de seguir para a capital
do Cear, afim de servir na respectiva companhia
de aprendizes marinheiros, o segundo tenente da
armada Manoel Lourengo de Castro Rocha, que de-
sembarcou do brigue escuna Toneleiro, haja V. S.
- de mandar passar-lhe guia de soccorrimento e a-
-! justar-lhe contas, a vista das folbas que incluso re-
o metto. K'este sentido fez se o necessario expe
me dirigirn) hontem, declarando-lhes,que o vapor
Cruzeiro da Sul, s pode seguir no d+* 2do cor-
rente, tarde, depois qne estiverenr embalados a
iropa e bagagens, destinadas corte.Neste sent
do expedram-se as necessarias communfc.6es.
Portara.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o Rvd. Francisco Joo de Azeve-
Se gntde' o sacrificio a que espontneamente ollios o seu procedimento, nao quereriam dellei se-
-- :- nao o cumprimenlo religioso de seu dever, em bem
se submetteram, se as privacoes e perigos sao in
berent* aos grandes eitos, os voluntarios da pa
tn devem estar preparados para esse sacrihcto,
e para encararen) com rosignagoj essas privagoes
e perigos.
Se a Divina Pronidencia que jamis desampa-
do, e tendo em vista a informago do director geral rou 0 fj a| era SQas maiores crises, lhe for pro-
interino da instruego publica, de 12 do corrente, pj,.a na guerra a que foi levado a pelejar pelo
sob n. 171, resolve conceder-lhe permisso para caviloso o fem-mtido Lopes, se o nosso standrrte
prof-ssar e ler no Gymnasio Provincial, as materias SObranreiro tremular na Assumpgo, ter o nosso
de que se compoe o ensino da cadeira de mathe- PX.-rciio de trra e mar bem merecido do paiz que
matiras daquelL estabelecimento, bem como o dse- |n tributar um voto de reconhecimento c grati-
nho linear e de paysagem, etc., sem que perceba Q.-(0 qUe repercutir as duas Repblicas nossas
estipendio algum por esses servigos. albadaspela nnidade de principio?, identidade da
Dita.O presidente da provincia, resolve nomear cjusn, e interesse que ellas e o Brasil teem de
os cidad >s Se sandro Francisco Nogueira e Alberto |eVarem a civilisago do povo paragu a y o, digno de
de llrito Cavalcanli,. para servirem provisoriamente me|hor sorte, abrindo seus portos -ao commerci>
como alferes no 2o corpo de Voluntarios da Patria. ,jas nagoes, ate hoje monopolisado pelos astutos
Fizeram-se as necessarias communicagoes. tyrannetes, que bao regido seus destinos. Para
Dita.O presidente da provincia, resolve nomear qUe se ehegar a esse desidertum, de mis-
do triuniplio da causa nacional.
O senado ver qoe o orador nao se acha anima
do de despeito, al porque, est convencido de que
hoje os nobres ex-minbtros devem estar mais des-
gostosos do que o orador do acto que pratica-
ram.
Ante a impossibilidade da allianca com o gover-
no argentino, empenhado o imperio no ataque de
Paysand e coocluiodo-se este feito com a victoria
de'nossas armas, nao hesitou o orador, de accordo
com o pensaineuto de suas inslrnccoes, em reco-
nbeeer, de accordo com esse general, a invengo
armada do imperio no sentido da pacificaco do
Es ado Oriental.
Esta soiugo nao resullava do arbitrio que o go-
verno conferir ao orador; ja cstava escripia nos
faclos, era o ponto capital das instruegoes que ti-
nha. Todava a milicia anonyma dos nobres ex-
ministros, os seus escriptores, aecusavam o orador
andante das armas ae louo crreme u. iui/, !/... ..-w~..-..~--..,.-..- tol ,C1 ,,, ,.v ,,..,. ....
VSiot sob minha responsabilidade a tarios da Patria, Fel.ppe Jos da Exal agao Man. va, ,or) a Mhord.nacao, o rospe.l
tanda do mencionado pret, relativo a Auto-1 para o post) de capito, e o Paular n|nto, superiores, sao as principaes
iinuim de Lemos e Manoel Francisco Soares, Galdino Jos da Silva, para o de alferes da mesma (ar- e q(lfi so,,r estes-predica.
do
torrente mez, e que veio annexa ao aviso
nisterio da fazenda de 8, demittindo o pagador dts-
sa thesouraria Manoel Jos Bastos Teixeira
Dito anmi'smo.-Inteirado do conleudo do o 11-
io que V. S. me dirigin hoje, sob n
de ler rebaixado a dignidade do imperio, procu-
provisoriam'ente o_tenenle" da companhia de^ Volun- feT ter ^ lembranga que em um exercito, o.va-., raDdo a allianca do general Flores, de que o Brasil
peito e obediencia aos na0 careca.
qualidades do mili-
^redicados assentm as in- Voii, .
companhia. concussas bases da disciplina. E pois, recommen- Ci(icagao do EsUdo Oriental, e ver aceita na R-pu-
Dita.O presidente da provincia, resolve que a ,j0 aos voluntarios do 2o corpo, que sejam unidos blica a influencia do general Flores, pela conlianca
companhia de Voluntarios de homens pretos, passe para ferem fortes, obedientes, respeitosos e fiis
a fazer pane do 2o corpo lambem de Voluntarios, nn curoprjmcnto de seus deveres, para que desle
tendo a numeragao que lhe for dada pelo Sr. coro- m0l^0 captL>m a benevolencia de seus chefes e a
nel commandante das armas.Fizeram-se as ne- ejtima aS companheiros d'armas. Um corpo
cessarlas communicagSes. nestas condigoes. ser sempre formidavel, .e se
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao tornar distincto, seja qua.l for a siluago em que ,.rn o gove
io careca.
Segundo a letra das instruegoes que o orador le-
mi, o ijue o governo imperial pretenda era a pa-
que inspira va a sua leal Jade para cem o Brasil,
isto feito, as nossas reclamacoes serian) depois li-
quidadas. E tanto assim, que as instrucgSes qne
! levou c.jiicluiam nestes termo; : Competo tam-
bero vossa raissao liquidar as nossas reclamages
erno oriental, e para este fim mais tarde
vos sero enviadas as instruegoes necessarias.
A verdade que estas instruegoes que consisti-
que requereu o juiz municipal e de orphos do ter- se veja CO||ocado.
mo de Cimbres, bacharel Joaqnim Theotonio Soa I
res de Avellar resolve conceder-lhe 30 dias de li-1 Sado em despedida ao digno chefe do 2o corpo ram n,um qadro SVnoptico de nossas reclamagoes,
cenca com vencimentos, na forma da lei, para Ira- aos seus briosos officiaes, offlciaes inferiores, ca-, (,Qm a<; dl(a. dos fa,.l05 e dos individuos mdicia-
tar de sua sade nesta capital. | bos, anspegadas e sol lados, e ponto que victoriosos
recebero em de-
de seus patri-
parentes e ami-
aa informago do director geral interino dains-' (Assignado)-Jose Mana Ildefonso Jacome da
truccao publica de 18 do corrente, sob n. 181, re- Veiga Pessoa e Moli,
diente. je^nformidade com o art. 23 da lei n. 598 Esta conforme.-Antonio J^^
Dito ao mesmo. Autoriso a V. S. em vista de d(j do m3o do anno do remove u Raquel- tenente ajudanle de ordens interino, encarregado
sua informago de 17 do corrente sob n 414, aaaa ^^ ^ dQ anie Amapo dag Sa|JDas des. do deta,|ie-
, com referencia a da contadona d essa hjsowaria, cldade c,,ada pe|a |e n. 724 de 16 de maio des-
a | acerca do offlcio do di rector do arsenal d^guern, ^ ^ao G,immunicou.se ao director geral da
instruego publica.
dizer'eni resposta'que o adiantamento que manfei I n; 297,lambem de 17, a mandar pagar, sob roinl
fazer das comedorias relativas ao mez dejulho pro Tes
de
Bsposabilidade, todas as despezas j fetas, e que
ximo vindouro, aos offlciaes da goarnigo do bri- j y de fazer aquelle ^^mt^J^ag
une escuna Tonelero, deve ser rea Usado sob mi-, ferdamentos, equpamelos, e utonsls desMMM
nha responsar.il.dade em vista das razoes apresen-: aos corpos de linha do exercito de volntanos da
fadas no final do seu citado offlcio. i patria.-Commonicou-se ao director do arsena
Dito ao mesmo. Avista dos inclusos requer- guerra
menlos do capito Manoel Rodrigues de Araujo
Lima, tenente Gabriel Morosa Rangel
Joo Pereira de Gouvela Tor
2 corpo de voluntarios da patria f*^ i d'o;'05'0'fflc^e's'do's'ccrpos da guarda nacional, sob
abonar, tm os devidos teropos, asn eov'f^ seu comraando superior, de capito a alferes, orga-
que elies pretenden) deixar dos respectivos soiuo. ^ ^^ delermjnada D0 arllg0 6) do
Kn, e com
1 a 5 do
Ordem addvtonal a de n. 81.
Em cumprimenlo asorlens da presidencia ema-
Dta O presidente da provincia, attendendo ao nadas do governo imperial, embarcan) no dia 22
que requereu a professora publica de instruego para a cOrfe o 4o batalho de artilharia ap. e
dos....
O Su. Das Vieiiu :Mais algnma cousa, porque
havia o juizo critico sobre cada reclamago.
O Su. Paranhos : .... chegaram pouco antes
da soiugo de 20 de fevereiro.
Com etl fito, esse qua.tro era acompanhado de
urna apreciaco geral; maso que importava isso?
para a negociago f nao seguramente. Isto
nao tem importancia ; assim nao insiste.
do governo da Confederago Argentina a faculdade
de passar com tropas por terrenos de Corrientes
na presente guerra com o Brasil, coincidindo este
pedido com a presenga do 9,000 Paraguayos no
Aguapehy.
c Elies pdem auxiliar a seus alliados, ou indo
a Montevideo, ou invadindo estas fronleiras. Pas-
sar ao Estado O ieulal em dirergo a Montevideo
com o numero de 9 e mesmo de 12,000, seria an-
tecipadamente capitular e entregar as armas.
c Iuvadir a nossa fronleira do Uruguay mt-
nos perigoso, mas nao esto isentos da derrota in-
fallivel se esta diviso lr elevada conveniente-
mente e a tempo. Actualmente ten ella mui pr-
ximamente o numero de 4,000 homens, inclusive
contingentes de infantaria, que guarnecem as po-
voagoes aqu em S, Borja e Raqui.
t No caso de invasao lodos acodera espontanea
mente s armas, e necessario que as vo receber
em deposito aqui previamente estabelecido, para
que nao liquen) inoffeosivoj esses to valiosos au-
xiliares. Pelo menos feriamos o total de 6,000 e
muito provavel o de 8,000.
Nenhuma diviso do operagSS se diz conve-
nientemente organlsada sem as tres armas. Esta
tem smente cavallana : carece de infantaria de
linha e artilharia. Ha na provincia desses bata-
Ihoes e artilharia que deviara fazer parte da defeza
do Uruguay. Se hauvesse aqui 2,000 de infantaria
e arlilliana, com a cerleza de elevar a cavallana
a 6,000, afflrmo V. Exc. que 12,000 Paraguayos
poucos dias haviara contar desde a pasaagem a'
margeai esquerda do Uruguay ao de sua completa
derrota.
t Nao pego demasiado ; apenas dous a tres ba-
batalhoes de artilharia que ha nesta provincia ; de-
pende s de determinago do governo.
f A estrategia era que me falla V. Exc. teria
lugar, se nao tivessemos recursos. Para guarnecer
as fronteirs ue Bag o Jaguaro se pdem chamar
carpos de cavallaria do centro.
c All se defendem nicamente da incurso da
cavallaria dos Blancos, que foi a Jaguaro em nu-
mero de 1,000 mais ou menos.
t Segundo parte official, esta torga perseguida
nao deve augmentar e sim dimiuuir.
A fronleira do Uruguay est ameacada de
12,000 e mais inimigos, emquanto aquellas nao es-
peram a mais de 1,500 quando muito.
A defeza deve ser proporcional ao inlmigo.
( Eu espero que V. Exc. faga senlir a necess-
dade de collocar-se esta diviso no p de guerra
conveniente. Calcule-se a vantagem de una der-
roia de 12,000 Paraguayos nesta frontelra : im-
porta a concentragio de todo o exercito paraguayo,
e talvez a deciso das questoes pendentes.
Prevalego-me da opporlunidade para signifi-
car a' V. Ene. meus protestos de alta estima e
consideragao. _
Dos guarde a' V Exc. Illm. e Exm. Sr.
conselheiro Jos Meria da Silva Paranhos, ministro
em misso especial juuto do gowrno da Confede-
racao Argeutiua.Unvid Cannabairo, brigadeiro.
O governo do Brasil, que linha querido dar urna
____,._;.. .... _... nn Dio .11 Drsta anonas nti-
Dito ao commandante superior da guarda naci-, quella cadeira para
rres Ga7nVtodosde | nal" do Recito. Recoramendo a V. S. que cora a
['".riJ mande V. S. i maior urgencia, complete a relacao nominal deto-
rimaria da villa de Garanhuns Francisca Margari- companhias de cavallana e artfices desta provm-
da da Cunha Cesar, e tendo em vista a informago Cla. Deixam estes corpos um vacuo na guarni-
, do direstor geral nterin > da instruego publica de ?ao ; mas chamados a tomarem parle na guerra
117 do corrente, sob o. 179, resolve, remove-la da- lateada as fronteirs do sul, seos serviros
a da povoacao do Monleiro, j an da maior importancia, e elies o saberao
pertencente a esto municipio, a qual fui creada pe-
la lei n. 598 de 13 de maio do anno passado.
Commumcou-sc ao director geral da instruego
n'esta provincia
Dito ao mesmo.- A' vista das tolhas,
mande, V. S. adiantar aos offlciaes da
decreto o. 722 de 25 de outubro de 1850,
daViar- alTdeciaragoes contidas nos paragraphos
junto,
itar aos omciaes a. Bu- ----*-- m fl ,. -g02 de {l de se.
ZrJZ0mT*IZ .' embod merao'avs-o, exigida em datas de 20 de
o respecuvo c...i.iiuH.ute em "0,.a *s" ada (eVereiro e 15 de maio ltimos, enviando os dos
a imi'oriaoria das celedonas relativas ao mez de e(J^rsdo bataiho n 8 de ,nfantaria e dos esqua-
julho vindooro. ( I droes ns. { e 2 de cavallaria d'este municipio que
Dito ao mesmo.-Mande J S. ajusta-comas aie de yjr fag ao Mn offl(>lo n. Hf> 21
o fim do mez corren e e passar gula de socorr o anno.-Igual mutatis mutand aos
ment ao lenle reformado do\*> 1.a" de Goianna, Bonito, Brejo o Palmares.
2 batalho de iafaotana i g arda nacional \e> ae w 'da(lle' g |or do Ri0 Formoso.
te municipio Joo Bernardmo ^ Vasconcellos _u ^^ de offlco dQ ,h de
Cambra, que tem de segffl !*r teo J a da da Mciona| do mnnicipl0 de sen-
do correte, na forma *"J*%"Zm ohem, daudo de II de maio prximo fmdo, e do
afim de servir como raajor decommissao no corpo n^^, .^^^ de gaas decif5es pelo tene0,e
o. 22 de voluntarios
Dito ao mesmo
nhecmento, que.
communjepome o Exm. sr. .m'^,s'^"()rUi,d^u0,m,: roraVesigoaco. pelo livro da respectiva qu*
ter sido nomeado ^aquella dala majorde com z v devem marenar para a
missao do corpo de voluntarios dei Serg pe^o cag lincas ?sando.se ,ogo Dma iista supplementar
to de cavallaria Manoel Porjno de ILatro Aran g doj foram a,lend,dos em re-
io, que tem de seguir para a corte no da 21 a es pjr* Mnve|ho f ^.^ qae se d a.
te nez. ,..,, v 4 r, renuerl- nir dez dias depois de encerrados os trabalhos dos
Dito ao mesmo.- ^slllaDd, l\hVI ffa- inferidos conselhos de qualificagao,providenciando
memo do tenente Pelippe Jos da E"Itocao a re.e ^ ft fflMr na matrif e nos
nva commandanie da companhia de .tonlanos v. f*. P iva, commandanie da ^"'J u^ 'a $e m*es das parad
despezas de embarque, um mez sement deseo
ela?aol8e todoTs vountarios que, tendo de se-
pnblica.
Dlia._0 presidente da provincia, attendendo ao
que requereu a professora publica Camilla Ame-
thista de Carvalho Calu'mby, e tendo em vista a in-
formago do director geral interino da instruego
publica de 19 do corrente, sob n. 182, resolve de
conformidade com o art. 23 da lei n. 598 de 13 de
mai do anno passado, remove-la da cadeira de
instruego primarla da villa de Serinhaem para a
da cidade de Caruar, que se acha vaga.Com-
municou-se ao director geral da instruego pu-
blica.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes, faga transportar para a corte por con-
ta do ministerio da guerra, no vapor Cruzeiro do
Sul, o official e seis pragas de pret, cojos nomes
consta m da relaco por copia inrlnsa.-Communi-
cou-se aocommand nte das armas.
Dita.Os Srs ageotos da companhia Brasileira
de paquetes, mandem dar transporte para a corte
no vapor Cruzeiro do Sul, por conta do ministerio
da goerra a Maria Anglica de Mello, mi do sol-
dado de artfices Jos Cardlo Mangabeira.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes, mandem dar transporte at a Bahia
no vapor Cruzeiro do Sul. em logar de prda desti-
nado a passagelro de estado a Herculano da Costa
Almeida, que consta ser desvalido.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes, faganilradsportarpara a corte no va-
por Cruzeiro do Sul por conta do ministerio da
i guerra os majorus de comratssao Joae Bernardino
sao
des-
empernar.- Se as circumstancias era que nos
acbamos forgou o governo a lancar mo de toda a
tropa de linha existente as provincias para sac-
cudr o e^lrangeiro do solo patrio, e castigar a sua
ousadia, aos habitantes dessas provincias incumbe
o dever de auxiliar as autoridades no empenho de
manter a tranquilidade publica e velar na segu-
ranga iniividual e de propnedade.
Os Pernambucanos devora estar convictos des^e
dever, dever sagrado, que por mais de urna vej
tem sabido cumprr.
norma
porm,
Enlendeu o orador que, pendente entre o gover-
no imperial e o de Montevideo urna questao de
honra, origem da guerra, a albanga com o general
Flores presuppunha que elle reenhecia a justiga
de nossas reclamagoes, o nao se negara a garantir
nps plena reparago senio, dep.ds de pacificada
a Repblica poda p-r essa cau a ter o Brasil de
entrar em lula com o nosso alliado, surgindo
entao novas difficuld-des, mesmo da parte do par-
tido que elle repres ntava, e que na revolugao nao
era todo unisono.
Para obter essa garanda foi o orador a fray
Botos entenderse cora o general Flores, que ms-
trou as melhores di-posig6es para resolver a ques-
tao de honra entre o Brasil e o Estado Oriental,
promettendo espontneamente reconhecer nao so a
ostica das reclamagoes constantes do nosso ulti-
mtum, como dos prejuizos da antiga guerra civil;
e accrescentou que a alllanga da Repblica com o
Imperio na guerra contra o Paraguay sena para
elle um empenho de honra.
Nem todo= esto no caso de emponhar urna ar-
ma, e supportar os rigores e fadigas de urna cam-
panha. Oscidados que o podem fazer correm a
alistar-se as lleiras dos deffensores da patria, os
outros sem sahirem de soas localidades, podem
sem grande esforgo cuidar, da polica delta, e
aquelle que por egosmo se negar a este dever
commette urna acgoreprovada, se nao um crime.
O sacrificio de cada um, reverter em beneficio
do todo ; darito nma prova cabal de civismo, e
um bello exemplo a postoridade. Que os Pernam-
bucanos se compenetrem bem desla verdade, e
que fagan) o seu dever, ser para o coronel com
mandandante das armas interino motivo de gran
de regosijn, e satisfaced. Aos corpos que embar-
can) coiii especialidad* seus chefes, agradece o
mesmo coronel os valiosos servigos que prestaran)
nesta provincia; e em despedida deseja-lhes
prospera viagem.
(Assignado)Jos Maria Ildefonso Jacome da
Voiga Pessoa e Mello.
Est contorme.-Antomo Francisco Duarte,2
lenonte ajudaute do ordens interin, oacarregado
dodelalUe.
Qoizera que estes co-npromissos solemnes do ge-
neral Flores, fossem dados offlcialmente antes de
ser pelo orador reconhecido beligerante e de mar-
charse para Montevideo, nao porque desconfiaste
delie, porm por entender que o Brasil nao poda
declarar a sna intervengo armada, de inteligen-
cia com o general Flores, sem que este mostrasse
acceder plenamente queslo de honra que nos poz
as armas na mo.
O general Flores, porm, tinha motivos pondero-
sos para hesitar em dar entao disso um documen-
to official, elle ainda nao tinha assumi lo a auton-
dade suprema, ou praticado acto algum ds soben-
ria exterior. Assim, observou que, tendo nepessi-
dade de publicar um manifest a nagao.o faria em
Santa Lucia, e entao, declarado no coraeai ae au-
toridade suprema pa saria os compromisos que
esponfaneamente havia contrahid.
Este facto importante, porque mostra a eooti-
aoca que merece o general Flores e a responsabi-
lidade que o orador tomn sobre si, reconhecendo
o general Flores beligerante, sem qoe as instruc-
*J5SKS Sifl SS l i***- -- "m
rando a
demonstrago oe torea no Rio da Piata, apenas po-
dra apresentar no Eslado Oriental, at o ataque
de Pavsandu', ura exercito de menos de 7,000 pra-
gas. governo de Montevideo, que era fraco, des-
envolver muito mais actividade e energa, sendo
muito mais feliz em suas iniciativas ; pode resistir
era Montevideo e em Paysand', mandar um corpo
de exercito em auxilio a esta praga, que nos obn-
gou ao revs de suspender o sitio, e anda achou
meios de enviar urna expedigo numerosa para in-
vadir a fronleira do Jaguaro, que achou desguar-
necida. ,
C mprehende-se a irapre;sao que estes factos
deviara proluzir. Mandamos ura exercito atacar
Paysaudu', praga bem tonificada, detondida por
1,300 homens aguerridos, que mesmo depois de
vencidos langavam olhares de despeito para os ven-
cedores, e entretanto a nossa torga de infantaria
oesse exercito nao chegava a 2,000 homens, quan-
do dizera os raestres da arte militar que para ata-
car urna toniftorgo de torga bem defendida pre^
ciso urna torga de cinco a dez vezes superior a
BU tlUICO t ...
Esse exercito nao levava um engenheiro tapeta-
dos) que dirigisse a abertura de um tosso, o le-
vantamento de um parapeto para abrigo dos nos-
sos artilheiros expostos ao togo das batera de Pay-
sand', onde morreu o bravo capito Marlins I
nao levava urna machadinha, uins instrumento
para corlar cercas, romper paredes, escalar mu-
"eIs com) o gabinete de 31 de agosto zelava a
dicnidade do Brasil; como setentava o crdito de
nossas armas, poupava o sangue dos nossos bravos
offlciaes e soldados I Pie-se dizer isto, senhores,
e devo dte tooorque ninguem duvida de qne era
possivel ao Brasil apreseoiar maior torca ao teta-
do Oriental, se porventura houvesse um gabinete
menos patritico, menos valente do que o de di ae
agosto. _,..._
Entretanto aquella era a nossa siluagao militar.
Sem duvida qoe provmos muita b avura, muita
dedtoago e muita moralidade era Paysand ; mas
tambem iucouteslavol que arrostamos urna era
preza superior aos elementos de que all dispunha-
mos, e que aquelle triumpho custounos sangue
precioso, que se teria poupado se ootras tossem as
disposicoes do governo imperial. (Apoiados.)
E nao se allegue talla de tempo, por que o go-
- nao mandar

LEGTVEL


Ufarlo de frcrambuco ... Quinta rer*. It de Jtiuho de 1805

romper as hostilidades antes de eta* proeaaadii
para ellas. A Inglaterra e a Hespanha conserva-
rara-se com. as, suas relaces interrompidas desde
1848 at 1830 sem chegarem a estado 'de guerra.
Oprincip&de MenchikoU relirouse de Constanti-
nopla a 21 de maio de 1833, o ultimtum do conde
Nesselrodo foi de 31 do mesmo mez, e a Turqua
s proclamou a guerra Ru-sia em 4 de outubro,
nao comegando as hostilidades. naa 13 se Ua>
nuhio, e a i de novembro em Qkenitza.
' direito de qualquer goveao, sobre tudo do
mais forte, adiar o rompimentahdas hostilidades ;
>uuia^oa8orreto cada ura dos setis membros monstra a inexactido das com
u proporcao de sua vontade e posses ; e aquelles foram feltas sobre estado deplora w L
que anda nao subscreveram para esta maufesia- devidoa excesso de trabalho e aa e4^cient
cao de publico reconhecimento, to honrosa nr! aitmamanaA
para
quem a praticaycome para quem a recebe, pode
inserever o seu nome na mesma loja.
i Hoje .embarca o f corpo de voluntarios da
patria, logo aps a bencao e a entrega da bandei-
ra, que de ve ser pe meto dia.
O sea itenmrio e a forma de marcha a qae
ja' demos.
Honterwrealison-se
alimentago.
iada Barros Wauderley, que era delegado de
estado deploran da un* patea.
Darte illnslre funecionario recebi as matares
temunho de aprego a soluitndee hamanidadecora ": "'
que o dito s
V. S. desde .
tive-occasio de receohecer
N.2.
lilm. Sr. Fructuoso Das Alves da Silva.Satis-
zendo o cootedo de sua carta, tenho a responder
que apenas sei, por ter ouvido dizer geralmente,
que o Sr. Elias Coelho Cintra, quando esteve no
exeroicio da subdelegada, recebra poremprestimo
de Joo Martins, para consentir no atravessamento

de procurar allianca e preparar os meios maieriaes meira vara Joo Antonio de Araujo Freltas Heari
da luta. Se nao esta vanos preparaos, nao etoia- ques.
mos romper loga as hostilidades. ( Apoiados. ) Conraranicam nos o seguinte :
Era indispeoavet que o nosso crdito militar fi- Recommenda-se a' atleogao da polica nm in-
casse bem firmado no Estado Oriental, por que o dividuo, que para dar pa>io s suas picardas e
nosso Imi era Tazer all urna demonstrado da forca despeitos entendeu fazer das paredes de eslabele-
que no fulero evilasse novas complicando. De enrenlos, esquinas de reas, e outros pontos igaaes
mais, contramos com urna segunda carapacha de- o centro de pasqaias contra pessoas consideradas,
pois da provoeagao do Paraguay, e nao debamos a quem cobre dos aiaior insultos possiveis.
sabir do Estado Oriental sera muiia forca moral. t E E quando o governo imperial nao havia drsposto d'onde vem, nao pode deslustrar a pessoa algama ;.
e preparado os elementos desvairava a opinijjo pu- e, alm- disto, o criterio publico, bem sabe que por! guinte carta
blica, ostentando que a nossa posigo ao Estado raaiores infamas que se lancera n'umaparede de Recife i
Oriental nao podia ser mais brilhante : qne podia- ra, o infame nao a pessoa levada aquello pelou-
mos all haver-nos como conquistadores tendo
-. oceupado a
V. S. tpo tao precioso para os afazeres de V. S.
per mun mesmo, tes, qae se segtiram ao Sr. Leitao da Cuoba, e
phisica -que aprsenla o pelo Sr. Dr. Portella em dnas interina lados, fui
o ira- promovido a subdelegado eflociivo-pelo Sr. depu-
mes- tado Silveira de Souza, passando por nova sorpre-
sa
por que, com quanto me houvessera de algara !
grande
Pode V. S. fazer o uso que queira desta minha
respo>ta. Sou do V. S. atiento, venerador e cria
doIgoacio Ferrera Lima Baracuhy.
N. 3
- modo embado as promessas seductoras da lina,
a qne ful levado tao somente pelo inleresse qae me confesso que os meus sentimentc* do natural ma.-
cumpre tomar em ludo quanto fr bem dos sub- '
dilos de S. M. Fidelissiraa.
Renov V. S. as erpresides de minha alta
estima e distineta consiJerago.
Deus guarde V. S. Illm. Sr. Dr. Rufino
Augusto de Almeida, digno administrador da casa
de detencao.
Gonsul.
O advogado do menor
Illm. Sr. tenente Fructuoso Dlas-Alves da Silva.
Em resposta a suaradba caria de V. S. sei per
fil* *?"*. doprpgresso, que (ja nao se- Cintra, 50000 em dinheiro, porm qual o motivo
de dito empreslimo ignoro.
gredo recebiam carta de marn depois de bera
examinado e vorefleado se tinham capacidade para
fazer presas no inimigo.
> mea comporlamento contmuou a se
que
Claai'.Ho de Aramjo Guimaraes, antes era : autoridade policial na poca dos abu-
; sos que abriam alicorees situacao nascente, so-
mente z o que a le me conceda: e este enme
em questao dirigi a se-
nao foi punido, devo accrescentar, por que havia
, =r ntJ r b de.186,>-, ., ., tontos e tao in*tigaeis operarios do progresso era
ape- ] rinho, mas sim aquelleque all se retralou. o en- J. RecoSecen^ ^FtnZ-'^, mi^ absteD5af.Bao fi feDtia-
Como tLu neste ponto, mostrara cora os pro-! Juera coram^eraosVl a^asqa n^ CoSrlTJ^ ^ T0^' DrHGuiih-me
pnos algarismos qual a Torga com oae Wiauws ello senaoculiibir. t maree c^hI Ai ^
Wy^anda e que tichamos d.ante de Montevid. o era Achare entre nos. vinda da corte, madama'. !L T? 5? ^tSj?** S?*1??. defmiSa0 1 acabo de ter por modo
s de feverorro.
Invadimos o E s as
sand coid uair
investimos
'orea de 3,711 praeos de tod
classes. A nfaeiiiria constara aeents de 1,69; pra
5as dopret; a arrilham 19pnicas, incluida a of-
cialtdade. Mo tinhamos artilharia de bater. A
nossa artilharia a Lahite era de calibre 4, e a de
Paixhansder,atbre-6.
A forca do nosso exercilo em frente de Mn'ntevi-
Emquanlo ao consentiraenlo dado ao Sr. Joao
Martins pelo subdelegado o Sr. Elias Coelho Cin-
tra, para comprar farinha, sei tambem ser verdada
pelo mesmo Sr. Joao Martins dizer-me, tanto que,
sendo eu ura dos encarregadus do Joo Martios
para comprar farinha em un sabbado, achando-se
presente o subdelegado eu nao quiz comprar para
nao ser empatado, porm o Joo Martins disse-aie
que eu comprasse quanta houvesse, pois o subde-
legado deu-lhe consentiraenlo para comprar a fari-
nha que qtnzesse ; e tanto prova, que nunca hou-
, ve empate, estando sempre presente em todas as
feiraso Sr. subdelegado, o que tenho a informar
. a respeito, e poder V. S. fa?er o uso de minha res-
indecoroso "" r"" ------| *'ctvmm' e
Es,avt6r1.oex..1c,1.aqMttoci. T^S^IZlTs. obrizo 5erTO e
criado.
concert no Santa Isabel, cora- o concurso da com-!
panhia dramtica.
Q dte*Bcto rabequisl {lertngmc Franeiseo'
Percwa da Costa, va dar uw segundo e ullirao
Jos Antonio da Rocha.
Gamileira, 9 de maio fle 1865".
N. 4
Illm. Sr. Fructuoso Dias Alves da silva.Aos
deo no da SO de evereiro era de 8,416 pravas de concert, no Santa Isabel, ao qual uo faltarao, poj
todas as classes, comprehendides neste ntimero certe, os amadores da art'. e dos artistas.
1,-28 que che^aram no dia 16 Jaqucllc mez, a sa-, O vapor Parahyba; da eampanh Pernam-
berr^g fwt ilho de infantaria, batalho de ca- bacana, chegado hontera dos portos do norte de
cad iros dr. Babia, e corpo policial da provioia do su?, escala, apenas nos trouxe jornaes do Cear e
Ro de Janeiro. As pracas depret de infanlaria e dr. Parahyba.
arlilharia nao passavara de 4,489, quando a| guar- No Ceara* prestou juramento e tomoo posse da
mean de Montevideo era de 8 a 4,090 praca, como admini-tracao da provincia, no dia 1(T, o Exm. Sr.
se v da seuinte carta : Dr. llomemde Mello; secuisdo, no dia immedia-
Illm. e Exm. Sr.cocsetbeiro Jos Maria) da Sil-
va Prennos.
ia i
seguindo, no
!o, para o Maranho, o sea antecessor Dr. Laf-
fayette.
Mea presado amigo.-Respondendo aoqueV. Do Tempo da Parahyba transcrevemos o se-
Exc. leve a bondade de perguntar rae, devo dizer guinte :
a V. Exi que a forra que havia em Montevideo t Qointa-fera da semantr-passada, foi apresen-
para suadefeza era de3,00a 4,000 homens com tada a S. Exc o Sr presidente da provincia, por
40 peea*de artilharia de calibre la 46, e grande urnacornmisso de negociantes de Mamanguape, a
abundancia de raunicoes.
Sou, como sempre, de V. Exc. mui sincero
amigo e criado. Vexmno Flores.
Montevideo, 29 de marco de 1865.
Quando esta era a verdad, como haviamos de
- Acna-se entre nos, vinaa aa corto, madama passadio, estado de saudo, o trabaUos do menor
Pelipas, prima-dona dos pnncipaes thealros da;, Antonio Meodes Paiva recolhido a casa de de-
Franca e B.lg.ca, cantora da imperial capella de te0Ca0 ; e assim quo fiz injustica V. S. escrevo' co meces, doente e desostos de um'onu* ou
un SSSTm dA^emraDrffS,Ml?I!' S"U T TF ^ *.-$***"> ^r-actan-: saba par'a o que vale Tra So pa?z quando' pro"
dUe" PrhDe.KaefaSicos tdirea S tZt^ '^^ ^ ^ ^ ^ I Sffifd l^T ^F &-" P"t0
o ni^oeb. : de Souza, delegado de polica, e expsz-rae a necessi-!
* fc,at|'re,*nl0. JU'go anda do meu dever derigir- dade de arredar da subdekjgacia o Sr. Elias Cor-'
i me a v. S., e pedir-lhe como o fago, com toda i deiro Cintrai
a sincendade deque sou capaz,-que
t par-rae semelhanle falla.certo de que
vislas offende-k).
Foram as impressoes do mora
cias do malvolo informante que rae veaceram.; por cobro is'bandalliices e mal mes i meu Zi"'" 'L~ "'' vwwhu a rcpumier, g
t Eu o protesto a V. S. i sapplente maicei sames uo raeu Qua| podera fazer uso desta resposta como Ihe con-
Uiiliso me desta opportunidade Mara man.fes- Repugni a acreditar que ouva a respeito de um lSL N maiS S0U de V" S" aItenl venerador e
tar a V. S. a estima, e consideracao que Ihe tri- prente e amigo; ped ao delegadoas provas do sea vaVl. rwi*. aik
bato, ass.gnaado-me. De V. S. amigo, e coilega juizo, e elle refrio me um factoem que figurava o Tpnd(1 mp ^Lj* 7a 'f ni do Albaquerr,
attencioso. _. | Sr. Elias coosentindo qae um espeoiader atraves-; fend-me qnecldo le responder sobre <
Amanhaa a 1 hora da larde se extrahir a sasse oa comprasse atcada toda a farinha. que ia
." parte da 4." lotera, da Santa Casa da Misericor- feira de Garaolloira, medanle a quantia de 505 a
da (0.) sendo os dous raaiores premios 10:0005 titulo de erapreslime 1
e 2:000$. Siuto profundamente qne o dever de defender-
O esjuadrao popular forma hoje em parada, me me colloque na triste necessidade de revelar
ao Campo do Pombal, pelas 8 1|2 horas da ma- : um facto que, offeudo a reputacao de urna pessoa,
I de quera nao teubo queixas. O Sr. Dr. Goilherme
ulli-
bandeira offertada ao batalho da voluntarios da
patria, desta provincia, pelos Portuguezes daquella
praca.
A' urna hora da tarde sabio a cornmisso do
vice-consulado portuguez, acorapanhada de urna
atacar Montevideo na conanca de que a sua guar- banda de musir, sendo coaduzida a bandeira pelo
nicao era apenas d>. 2,000 homens ?
Em 28 de fevereiro (oito dias depois do fatal con-
veuio) trabantes prximamente mais 1,013 pracas
de pret de isfantaria perlenceutes ao corpo de
guaruicS*do Espirito Santo, dito policial do Rio de
Janeiro, segando contingente do corpo de enge-
nheiros. Assim, o total das pracas de pret de ar-
tilharia e afamarla era naqqella data de 5,404.
Em 4 de marco, com a chegada do halalbao da
guarda nacional da corte, contingente do batalho
respectivo presidente o Sr. Manoel da Costa Lima,
t Chegada a cornmisso a palacio, onde, a con
vite de S. Exc, acliava-e grande numero de func-
cionarios pblicos, officiaes da guarda nacional e
pessoas gradas, foi lido um eloquente discurso ade-
uuado occasto pelo Sr. Amaral, secretarlo da
mesma cornmisso, depois do que, sendo agrade-
cida por S. Exc, era neme do governo, a offei ta
feta aos voluntarios da patria, tocou a banda de
msica o hymno nacional, subilo ao ar nao pe-
A bandeira de grande prego nao s pelo tra-
balho artstico, como pelo material empregado.
t Honra aos Portuguezes de Mamanguape que
tao dignamente sabsm corresponder a amisade e
estima de qne gozara entre nos.
Os voluntarios da Parahyba ho de saber
guardar e defender o presente que Ihe fizeram;
deira da Boa-Vista para o sexo feminino, a' ra da
Soledade n. 48.
Tendo o advogado do subdito portuguez de
menor dade, Antonio Menies Paiva, rec dhl lo
casa de detenpao, denunciado ao Illm. Sr. cnsul
de Portugal que o seu constituate aohv-ee em
estalo de do^oravel detiuhamenlo de fot-cas phy-
sicas, por caasa do trabadlo violento de tanuaria
em que erapregado todos os dias, e da m ali-
mentiic qne recebe a expensas dos cofres pbli-
cos, o Sr. cnsul solicito pelo bem estar dos subdi-
de deposito, e anda outro do corpo policial do Rio quena quantidade de ogueles.
deJaoeiro,ao todo 630 pragas, olevouse atotaH-
dade das pragas de pret de artilharia e infantaria a
6,134, alm de 2,614 pragas de cavallaria, dasquaes
2,447 de pret.
Nao tinhamos por tanto forga de infantaria suf-
ficienle para atacar, com certeza de um bom exilo,
nma praca bem fortificad, defendida por urna for-
ga de 3,500 a 4j000 homens, com 40 pngasde arti-
lharia de calibre 4 a 46, grande abundancia de mu-
nicoes, e coberta de extensa linha de minas.
O Sr. Pimenta Bueno : -Nos seus clenlos V.
Exc. escluio a nossa forga que eslava nof hospi-
0 Sn. P.aiSHos diz qae nao, e que enmpre at-
tender a esse desfalque.
Isto pelo que toca forga ; ma o general Mena
Barretoqueicava-se deque Ihe Mtavam munigoes:
e foi por isse gio-se ao nobre ex-raioistro dos negocios estranitei-
ros ne.stes termos : t O nosso general anda me
falla de falta de munigoes ; nao comprehenio como
possa ser isso, depois do que a V. Exc tenho dito
a respeito do cosso exercito.
primeire contingente de voiantarios que che-
gou eslava armado a Mioie, mas nao conhecia o
uso deste armamento; o general declara-va que era
indispeosave! adestrar ainda aquella gente.
Alm disso, o estado de saude do nosso general
inspirava cuidado. O Sr. general Mena Barreto,
cuja bravura, circumspeogo e patriotismo mere-
cem os maiores elogios___
O Sa. Mrquez de Casms :Apoiado.
OSn. Pars.vhos... soffria grave enferraidade
Militar brioso, dede que se Ihe ordenoo o com-
mando de urna expedigo era paiz estrangeiro, nao
olhon para o sea estado de mole9Ma. Na marcha
forgada para encorporar-se forga qae atacou Pay-
sand, a sua saude mais se aggravou.
Depois da victoria, pensoa elle poder reeolher-se
ao seio de saa familia para tratar-se; mas desde
que vio que era indispensavel marchar incontinen-
ti sobre Montevideo, resignoo-se de boa vontade,
dispoz-se para a segonda campaaha.
Mas tanta dedicago nao era suficiente, falta-
vara ao Ilustre general as forgas physicas, e de
mais estava inquieto por que nao tieha ainda talos
os elementos necessarios para a empreza de honra
que via diane de si.
E-creveu antes o oredorao nobre ex ministro de
estrangeiros, assim como ao nobre ex-presidente
do conselho, mostrando que o exercito nao tinha
engenhelros. Tornos S. Exc. que os havia no Ro
Grande, perguntou por que nao foram para o Es-
lado Orionlal 1 Deu-lhe a resposta qae poderi dar
o senado ; callou se.
Caba ao governo, que sabia qual era- o estado
de saude do cosso general, on telo diepensado de-
pois da victoria de Paysand, ou facilitarme a se-
gunda empreza, visto que elle sacrifioava at a pro-
pria vida, nao Ihe deixando fallar nenhntn dos ele-
mentos necessarios para o fim que se tinha em
vista.
(Continuar-se-kaj
toda a decencia e expensas da offlcialidade do
4o batalho da guarda nacional e de alguns de
votos.
que
de Souza, consta das cartas, que abalxo trans-
crevo.
Habituado como estova ao seivigo publieo, e
co
esse mesmo da a cornmisso encarregada dos ; acreditando ainda que bera mereca dos meus conci-
tuertos da referida capella deu principio a pro-: dados e do governo, se eoacorresse para que a au-
raogao das csmolas para effectoar o sea.pieJoso in-' autoridade poliotal do meu districto nao descase a
tent, de sorte que em breve vai a obra ter cora-, indignidades, raassumi sem demo a o exercicio.
mL'?- .u Dabi as iras do Sr. Dr. Guilherrae Cordeiro Coe-
narmente ja houve principio da assigaatara | Iho Ciutra, que rompeu as boas relagoes que ti-
nhamos, e resolveu cercar o mea engeoho sob o
dos fiis, qae devem compor a irraandade, que tra-
ta-se de organisar para a adminislrago do templo.
No da 19 do corrente fallecen na inferraaria
da casa de detencao. de Iphthysica tnberculosa,
Joaquira Francisco do Nasclmealo on Joo Antonio
do Nascimento, conhecido porBeija Flor filho
de Joaqaim Lopes Bezerra e Anna de tal, pardo,
casado natural do Allioho, idade 23 annos, profis-
go de agriculinia, estalara S ps e 2 pontos, ca-
bellos pretos e crespas, rosto redondo, olhos pre-
(os, naris chato, bocea regalar, com todos os den-
tes de frente, sem barba.
Recolhido em 30 de junho de 1864, vindo do
seacnavara asylados
com o mea descrdito e
Acha-se berta a matricula da terceira ca- termo de Tacarat, pronunciado em crire de mor-
te, praticada na pessea de Henriques Jos de
Senna.
Proceden ao exarae de endentidade de|pessoa o
subdelegado da freguezia de S. Jos.
llEI'ARTig.VO DA POLICA .
Extracto das partes dos dias 20 e 21 de innho de
1865.
Foram recolhidos casa de delengo no dia 19
do corrente :
falso pretexto de que nelle
criminosos.
Quera assim retribuir
desconsiderago, e acto que se Ihe afigurou p: atica-
do por mm em prejnizo de seu irmo.
Recebi este insulto do juiz municipal de Seri-
nhem coma Iranquillidadedo hornero, que nao re-
ceia as mais severas nvestigacSes sobre sua vida
publica e particular, e na eccasiao o que mais senli
foi coropaixao de ama autoridade que descia im
pudentemente a seraelhaute arbitrariedade para
tirar urna de?forra sera motivo...
O Sr. Dr. Guilherme nao enconlrou no engeaho
Amaragy d'agua os criminosos AntOBio Jo> dos
Santos e Jos Antonio dus Santos, irmos, envolvi-
dos ambos em ura uiesmo processo por offeasas
physicas, causadas por meto de urna corda em
urna mulher. Estava certo de que nao os encontra-
ra ; mas, dado o primeiro passo, devia praticar ou-
tros abusos
do
^!.!?-l^.d^y^m.in^^^tMflfell estabeleciment o offiuio seguinte
' Consulado de Portugal em Pernarabuco, 16 de
junho de 1865. H!m. -r. Sendo-me communi-
cado por pessoa fidedigna, que o subdito portu-
guez de menor idade Antonio Mondes Paiva, reco-
lhido ness casa de detenga> se acha no estado de
deploravcl definhamento de forgas physicas, por
causa do trabalho violento de tanoaria em que
empregado todos os dias e da m alimentago que
recebe a expensas dos cofres pblicos, e ignoran-
do a veracidade que possa ter tal emmunicacao,
vou no desenpenho dos deveres do servigo publico
deste consulado, rogar a V. S. que se digne ter a |
bondade de me informar sobro o seguinte
Se o dito detento trabalha em
cias dessa casa voluntariamente,
a faze-lo era virtude dos regaiaraeutos da mes
ma;
Se os alimentos que recebe dos cofres pbli-
cos sao insulDcientes para sua subsistencia, e se
roubo.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Jos Bjbei-
ro da Silva, por intraego do regulamento da linha
frrea.
A' ordem do subdelegado da Boa-Vista, Luiz Jos
Rodrigues, a requisigo do callao do porto
.. -r r, engenho, comparado cum as cartas ns. 5 e 6, as
no>a Mana aa Conceigao, sem declarago de moti- qnaes as pessoas a quem se referen) os oCQciaes de
vo e posto logo em liberdade. justiga declaram que nunca Ibes censtou nem dis-
JMao houve prisao alguma no dia 20 do mesmo 'seram oque, cora referencia a ellas, mandou dizer
nez- e escrever o Sr. Dr. Guilberme Cintra.
mo ponto de sua carta, digo inmediatamente que
vi o Joo Martins atacar para mais de quinhentas
saccas de farinha em presenga do Sr. subdelegado
supplente. J referido.
Flix Cavalcanti de Albnquerque.
9 de maio de 1865.
5
Engenho Amaragy de Aro, 3 de maio de 1865.
Illm. Sr. Rvd. Jos Ribeiro de Andrade. Tenha a
bondade de responder-me ao p desta se no dia 24
de margo do corrente anno, V. S. disse ao ofBcial
de justiga Paulino de GouveiaRames, que os crimi-
nosos Antonio Jos dos Santos e Jos Antonio dos
Santos, se achavam occnltos em minha casa, e as-
sim como quando V. Rdma. leve disso sciencia, se
vio ou Ihe foi dito por alguem, permitta-me fazer
uso de sua resposta corno me convier. Sou com es-
tima e considerago de V. Rvma. obrigado servo e
criado.
Fructuoso Das Alves da Silva.
Resposta.
Respondendo o que me pergunta em sua carta
: cima, nem disse a pessoa alguma que me falla em
sua carta, nem nunca me coustou que estivessera
em sua casa as pessoas que diz V. S. serem crimi-
nosos ; pode fazer uso de minha resposta, e queira
dispor de quem cora estima de V. S. amigo mui-
to obrigado e criado.
Padre Jos Ribeiro de Andrade.
3 de maio de 1865.
Segunda carta.
Illm. Sr. Manoel do Carmo Carneiro Leao.Te-
nha a bondade de responder ao p desta se no da
24 de maio do crreme anno, V. f>. disse aoofflcial
de justiga Paulino de Goveia Ramos, que os crimi-
nosos Antonio Jos dos Santos e Jos Antonio dos
Santos, se achavam oceultos em minha casa, e as-
sim como quando V. S. leve disto sciencia, se vio
ou Ihe foi dito por alguem ; permitta-me fazer uso
de sua resposta como rae nonvier. -*oa C0(n esti-
ma considerago de V. S. atiento obrigadissimo e
criado.
Fructuoso Dias Alves da Silva.
N. 6.
Resposta.
Em resposta a carta de V. S. tenho a responder-
me que nunca me constou que estivessem em sua
i casa os criminoso'; de que trata, a nica pessoa
Deixo aprecago do leitor a importancia desse : a5fit!5 llSS^SISt PalD
interrogatorio posterior ao cerco e varejo do meu' Gaveta _Ramos_,quandoveio trazer um escravo
e miserias para dar cores de verdade
impulago que me fez.
Para 63te lira prepaxou dous officiaes de justiga
A oruem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Jos .de sua dependencia, interrogou-os, e reduzio a es-
- Passos Brrelo, para recruta; e Joao Duarte; criplo as respostas que elles deram, asseverando
que, por onvirem ao; Srs. Rvd. Jos R.beiro de
Andrade e Manoel do CacmaCaraero Lea, sabiam
que se achayam aquelles criminosos asylados por
mm.
Passageiros
O chefe da 2a secgo.
/. G. de Mesquita.
do vapor brasileiro
_____PEflKAtfflHJQ,
films,** mm.
Est prometa a peana de honra, qne es consti-
tucional desla proriecia vo offereceif ao Exm.
conselheiro Paranhos.
E' ura voto significativo de aprego pessoa do
mesmo conselheiro pelos servaos prestados ao paiz
em sua raisso diplomtica ao Rio da Prata ; e ac-
tos desta ordem elevam es partidos no conceito da
nago, excitando ao mesmo tempe-a expaaso das
virtudes cvicas para-emalaeao e certeza de que,
no seio de um |&evo oi-ritoade e nobre, o hornera
justo, o patriota dedieade e sincero ao bem do sen-
paiz, nao soffre imouoemeal* a injustica e a ingra-
tido do governo; porque ah est o mesmo povo
para desaggrava-le.
A penna ama pega artstica de am primoreo*
avel, tanto pela obra era si, como pela Iperfeigo
do pea^amento qae a constitue. |
E' toda de curo finiRsimo, e pequeos brhantes
m numero de cento e quareota eslo era vades em
4liffercu(es partes della em ornameniago do todo,
que tein o taraanho de um palma de comprimen-
to, e diwdida en duas secgees ignaes. Estas, po-
rm, se prenden) por meio de dnas mosTem um
aperto amistoso, que symbolisa a eommiinbao de^
ideas peitieas do oleriado e dos offerentee.
A pacto qae figura a ploma, rematada em um
floro de ooro verde flogindo folhas de louro ; e
alii existem, de ama face umbrillianto de quatro
quilates e de boa agna, e da outra nm brazao
vos 47
mulheres
escravas 6-total 342.
Se ou nao verd-aldro
ment physico, a que se ach
em queste devi lo a excesso
vages alimenticias.
o Esperando que V. S. se dignar acquiescer a
prestar-me as inforrnagoes que solicite, anteci-
po-rae em agradece-las V. S., a quem renov
os protestos de minha perfeita estima e alta con-
siderago.
a Deus Duarde V.-.Illm. Sr. Dr. Rufino Au- t
gueio de Almeida digno administrador da casa de I Existiam J46 entrarara
deteagao.Clauaino de Arajo Guimaraes, cnsul, cu I existera 342 a saber
A este offlcio respondeu oadministradur da casa lheres'4- etrn'Ciros 29-
de detencao pela seguate trma :
Casa de deteogo 19 de junho de 186o.
Illm. Sr.Accuso a recepgo do officio de V. S.,
datado de 16, era que communicando-me que Ihe
denunciaran) achar-se nesta casa o subdito portu-
guez de menor idade, Antonio Mendes Paiva, em
estado de deploraveljdefintiament de forgas physi-
cas, por causa do trabalho violento de tanoaria em
qne empregado todos os dias, e da m alimenta-
gao que recebe a expensas dos cofres pblicos, con-
clue por pedirme informages sobre semelhantes
factos.
Satisfazendo com a melhor vontade o desejo de
V. S., tenho a Informar, que a pessoa que faz a '
oommunicago dos fados referidos por V. S. nao
merece mais os foros de fidedigna : nao fallou a
verdade. Para tras oceultos quiz Iludir a boa f
de ura cavalleiro to distincto como V. S.
O menor Antonio Mendes Paiva estem perfeito .,
estado de sade, gordo e alegre ; recebe diaria- g-
mente custa da provincia alimentago sa e
abundante.
Nao lem officio algum, e por consegu nte nao
possivel que trabalhe na officina de tanoaria.
Parecendo-rae que seria urna obra de caridade
nao consentir, que este menor estivesse inactivo, e
habitundose preguiga, enleudi conveniente or-
denar, que todos os das das 8 s 12 horas da ma-
nha, se apphcasse elle a leitura, escripia e eonta-
betidade ua aala de primeiras lettras qae estabe-
leei aesta casa .; e depois frequentasse a officina
de tanoaria, aonde nada faz, liraitando-se tao se-
ment a ver trabalhar, pois que apenas ha 15 dias
que aislo se applica.
A alimentago deste menor corre por conta dos
cofres paulicos.Jpo ine foi'abandoaado pelo palrao,
que em principio de sua prso era quem Ihe man-
dava parca alimenlagao.
Desejando qne V. S. Qo;ue convencido por seus
proprio*oljs da inexactioo da pessoa qae o ia-
ormua sobre o estado do menor era questo, rogo
V. S. qt'8 ce digne vir a esta casa syndlear por
si mesrao do? factos que Ihe foram narrados.
Certo de que V. S. se dignar acceiur o raeu
convite, desde j agradego a V. S. a quem aoresea-
No quero alargar-me era outras consideragoes
( excepto o Sr. Dr. juiz municipal de Serrahem, ac-
Parakyba, | ceito o juizo de todas as pessoas que me conhecem,
estou
reconhe-
faiva, sua mai e l filho, Be-1 cer a faisllade da aecusago que me foi fei
nedita do .Nascimento, Joo B. de Carvalho, Jos' Outro tanto podera dizer o meu aecusador ?
de B. Lacerda, Joaquim Jos Rodrigues, Francisco Se eu quizesse desrer a recriminagoes, pergunta-
Alves_Loulraho, Antonio E. A. da Silva Camoes,' ra ao Sr. Dr. GailLerme Cordeiro Coelho Cintra,
no coraprjnieulo de seus deveres,
va S. S o escndalo
criminoso de morle, que
| de meu cunhado Vicente Elias, pode fazer uso de
' minha resposta como Ihe convier. Disponha de
| quem atiento venerador obrigado e servo.
Manoel do Carmo Carneiro Leo.
(Estao sellados e reconhecidos.)
. Jos F. de Souza L Jnior, F J. Lopes, F. de 01:- hoje to zeloso u
S*11" eoa0 remuneragao dos serv.gos veira Barbosa, Pedro Tinoco, Joaquira F.'dos Santas se na eleico de 1863 ndav
Se on nao verdadero o estado de definir-' %*$,&\ '.de, Ca- !?lho G.ui,nar5es. A. Joaquim j de acempanhar-se cora umerimiu, UD
i reaatiu a eSn 1"l'ei* silenciados, e 3 pragas que os acora- era outro lampo, quando governavara vermelhos,
o deT trabalho ou nr P d au- f^ muito perseguido pelo Sr. Antonio Marques de
w ae iraDaino ou P" Passageiros do Inate brasileiro Santa Cruz, Hollanda Cavalcanti, apezar de altas proteegoes?
sahido do Aracaty :J. A. Gomes Guimaies, sua
spezar
Perguntaria ainda se o mesrao
proteegoes
Sr. Dr. Cintra
escra-
Senhores redactores.Nao tendo esta cidade urna
imprensa onde possa patentear ao publico os fetos
de ara hachare! indigno, que aqui existe, recorro a
imprensa de sua provincia, aiin de fazer patento
quem seja o bacharel Antonio de Padua Pereira
Pacheco.
Este Pacheco, escoria da sociedade juiz muni-
cipal do termo de S. Bernardo, mas nao vive all e
sim nesta cidade onde emprega o tempo em defa-
mar, nao s caracteres disliuctos como a honra de
familia> respeilaveis.
Para bera se conhecero bacharel Padua Pacheco
preciso, que se diga, que sendo juiz municipal
de S. Bernardo ao mesmo tempo administrador
da massa de Pacheco & Meodes, onde sem rebugo
algum tem delapidado em seu beneficio, os bens
daqualla massa, juutameute com o sea collega Aa-
gasto Martin?.
E' aqaelle que como e ldante nessa capital pra-
licou as maiores genlillezas, caloteando a centena-
res de negociantes como aqui tambem o lem
feito.
E' aquelle que leve o desplanto de no Rio de Ja-
j iguaes aos que j deviam ter dado motivo a instau- n^ir? ''ypothecar como escravo, um seu criado
rur-si) nrrwoccn contra nnrr<-v acoru senhora e 3 criadas, B. P. da Costa Queroz, Anto-; nao costuma estar muilas vezes com o criminoso
mo L. (,. Vianna, Antonio Texeira Pequeo, e 1 Manoel Balbino, que trabalha no engenho... nao di-
criado, Feliciano Gomes da Silva e Venancio Jos re de quem para nao offender a respeilavel ancia-
buerra. j nidade de pessoa que nao responsavel pelas lou-
LASA de DETENg.vo.Movimento do dia 19 de ju- curas de S. S.
E muitos outros f ctos poderia eu citar ; ma
sahiram 8; falle-1 por generosidade nao quero rememorar as tristes
nacionaes 234 ; mu- occurrencias.qne se deram com os bens do detnen-
febre.
te Carlas Leitao; a este respeito farei notar so-
mente que o Sr. delegado da Serinhein tem razo
Alimentaos acostados cofres pblicos, 136. i para apoiar a aecusago que-soffro : o escrivo.
, ^m,e'll di enfermaria do da 21 de junho Quaresma sofreu muito porque praticou actos
de 186o.
Teve baixa:
Antonio C. Marinho Falco
Teveram'alta :
Marcolino Jos Baptista.
Manoel Jos dos Santos.
- Da 20
Existiam 342 ; sahiram 7; existem 335,
ber : nacionaes 249 mulheres 4
27 ; mulheres 2; escravso 47;
tola I 33o.
Alimentados a custa dos cofres pblicos, 136.
V-
a sa-
; estrangeiros
escravas 6 ;
Movmento
de 1865.
Teve baixa
da enfermara do dia 22 do junho
Tiveram alta
Loarengo F. Soares.
Miguel F. dos Santos.
i*""?
C0MMBKAD6S.
O ex-8uJ>tlelegajio de Dnas Bar-
ras ao publico.
A exoneragao que pedi ao governo, ha mais
, rar-se processo contra outro escrivo, Joo Alfonso
Rigueira, to e amigo do Sr. Dr. Pinto de Souza.
Entretanto advirto ao Sr. Dr. Cintra que nao me
esgote a paciencia ; S. S. sabe que o conhego, e
deve ter cousciencia de que nao to cauteloso,
que nao deixe vestigios de seus actos...
Vou concluir.
Desde que o Sr. presidente da provincia deu
como provado que eu asylava criminosos, nao se
I devia ler limitado minha deraisso
Nao receio qoalquer procedimento, que deva
completar o acto de S. Exc.; somente exijo era
nome da coherencia, em nome da igualdade com
que devemos ser tratados, e em nome da lei que
haja igual procedimento a respeito do meu aecu-
-sador.
Ah ficam apontados os factos, que o constituem
reo.
Recife, 20 de junho de 1865
Fructuoso ias Alves da Silva.
N. I.
Illm. Sr. alferes Carlos Lenidas do Reg Barros.
Maragi, 9 de maio de 1864.A bem da verdade
e de meu direito, preciso que V. S. me responda ao!
Eb desta, se sabe, ser ou nao verdade, que Elias
ordeiro Cintra, subdelegado supplente deste dis-
de trelo, estando no exercicio da subdelegada, rece-
E aquelle que no Rio-Grande do Norte, estando
hospedado em casa de um seu prente, roubou de
saa carteira urna porgo de cartas de familia qae
depois andn nesta cidade mostrndoos, e com
ellas outros objectos de valor e mesmo di-
nbeiro.
E' aquelle que como juiz, diz que correndo-lhes
os cobres, presta-se a tudo porque o seu fim
ganhar dinheiro, ssja porque raeios fr
Por estes poucos factos, visto que rautos outros
exMem, que cora mais vagar os irei referindo,
avalie-se quem seja o bacharel Antonio de Padua
Pereira Pacheco II
Fico aqui por hoje, porm breve voltar o seu
leitor e assignante.
Aracaty, 1865.
H.
im PEDIDO
resposta o uso
. em
que est a useripgao20 db fevekkirq oe 1865, \ to os meus sinceros protestos de estima e alta con-
I datada asagaatnra do convento de Montevideo, i siderago.
A outra que reprsenla o cano, na mtade Infe-
rior de forma-octegenfi, e em suas faees ha as in-
6cripc5es :Os co^stitucionas de Pkraiuco
Ao Exm. Sr. J. M, S. Paranhos. Estuia. e
chati ulo.Ferro assigmalado*
Aim.dKto, ha uraa penna preponiente dita,
tamben de oorecom diamaate no bico.
A peana de que cima flzeraos meneo,
aeba-se para ser vtae-apreciada em sea traba-
lho primoroso na loja do Sr. Nicolao ToieaUno de
Caminla ra do Cabgga' n. i D.
E*u Treadu fei la a' expensas do partido con-
um soez, acaba de me ser dada, sem declarago bra de Joo Martins, por emprestimo, qne cu desta cireumstancia, por motivos que prejudicara a mava vir a feira destepovoado de Gamelleira, para
minha reputagao. alacar, oa como vulgarmente se diz, atravesar a
Vindoj.imprensa contesta-Ios, podia appellar do farinha qae concorriaao morcado, a quantia do
presidente mal informado para o presidente bem 50,5000, para consentir, como effectivamente con-
inrormado ; mas declino inteirameute do juizo de sentio, no atravessamenlo da compra de taes fan-
quem condemnou-rae com Unta facilidade, e volto- nhas, perraitlindo-me fazer de sua
me respeitosamento para o publico, a quem pego que me convier.
que ouga a minha defeza, para nao retirar de mim De V. S. altento, obrigadissimo criado Frue-
o bom conceito que sempre me tenho esforgado luoso Dias Alves da Silva.
por merecer. i||m. gr. tenente Fructuoso Dias Alves da Silva.
Era presidente desta provincia o Sr. deputado Ern resposta a carta de V. S., tenho a dizer-lhe
Ambrosio Leitao da Lunha, quando, entregue aos que aqui neste povoado esleve por alguns dla Joo
mens trabalhos agricuiares, eqnasi indifferente aos Marlms Ferreira da Costa, comprando porco de
negocios >poliiicos, fui surprendido pela nomea- farinha ; e sobre o dinheiro que o Sr. Elias tomou
gao de segundo supplente da subdelegada de Duas emprestado ao Joo Martins foi emprestado or
Barras, no termo de Serinhaem. poucos dias, e foi 205000 qae elle fallou ; e Joo
A minha Inexperiencia fez-me acreditar que se Martins por nao ter dinheiro trocado na occasio
tinha descoberto em mim algum merecinenlo, e deu urna nota de 50000 para elle trocar e tirar o
que, honrado com urna nomeago que nao solicitei, dinheiro que precisava, e fallou este empreilimo
corna-me o dever de nao excusar-me ao servigo por amizade, que supponha ter o Sr. Elias cora a
publico; Joao Martins.
Mais cedo do que esperara fui chamado a exer- E' o que sei porque Isto presenciei, e pode fazer
cirio, e como me comportis-nao dlrei eu, ligara uso de minha resposta com.i he aprouv r
era reeposta as Inorraagees que solicite! de V. S., por mira todos os homens honestos do meu distric- Povoado de Gamelleira 9 de maio de 186;
acerca do subdito portugus de menor idade As- to, digan os in,iis superiores de ento, entre os De V. S. atiento, venerador e obnaado cr?do-
lonio Meodd Paiva, recolhido nessa detengio, de- qoaes -me grato citar o honradissimo Sr. mejor Carlos Lenidas do R*"o Barros
Deus guarde V. S. Illm. Sr, Dr. Claudino da
Silva Guimaraes, digno cnsul de S. M. Fidelissi-
ma. 0 administrador, Rufino Augusto de Al-
meida.
0 Sr. consol responden, uestes termos ;
Consulado de Portugal era Pernarabuco, aos
SO de.junho de 1865.
Illm, Sr. Tenho prseme o officio qae V. S.;
se servio dirigir-me em data de bonlem, no qual
OlTerccido ao Exm. Sr. cooselhfiro Jos Hara da
Silva Paranhos por um seu correligionario e ad-
mirador.
Densos furaos inda voam
Das ruinas em raonto ;
Paysand rinda arqueja
Prosternada em confuso :
Safogue de muito guerreiro
Purpurea Brasileiro
Longos sulcos dessa Ierra ;
Lampejara ferros buidos,
Vulneram inda os ouvidos
Do claritn os sons de guerra.
Nos campos castramelados
Estrondea inda o fragor ;
Dos valles nao dorme o echo,
Repassadod'alto horror :
Morios corpos dos valentes,
D'avitos brios ingentes,
Iosepaltos inda jazem;
Eos qae vivera, nao duvidam,
Seus coreis feros embridara,
Batalhas s Ihes aprazera.
Para o prelio se adelgagam
Baionetas mil e mil ;
Bravos soldados anhelam
Da corneta o tom viril:
Agitados ocanos
Gemera onustos dos pasmos,
Que aos imigos levam morte:
Terra e mar dizem vmganga,
Parece verse a malanga,
Do sul as plagas do norte.
Santo Dos I Sanguneas lides
Vo se feras pelejar ;
Tremebunda guerra toa,
Sangue, saogue a deenaar:
Braveja a raiva sdenla,
Que delirasa dementa
De furia a Montevideo ;
Montevideo quer pujauga,
0 Brasil acceso avanga,
Oa cede a morte o tropaao.
A Uruguay, diz o itte,
Responde o echo Ao Brasil I
Atropellara-se os guerreiros,
A qual ser mais pgil :
J no espago longo ondea
Do Brasil, queja campea,
Sacrosanto o pavilho ;
J desnudara largos peitos
Para escodar seas direilos
Bravos rail: (roa o canho.
Qaera nao treme ? O aojo negro
Da luta diz morte s ;
Quantas vidas va cortarse
Na refrega I Dcos I faz d!
Mis afflictas contra o seio,
menles, loucas de enleio,
Deixados llos apertam;
Velhos pas, velhlce triste,
Para a dr qae Ihes a Coragao tardio alertara.
Tudo se afama c'o medo.
Que produz da morte o horror;
Incerteza s regumbra
Nos martaes do rosto a flor :
Sempre a guerra temerosa,
Sejaembora gloriosa,
Grande o p'rigo ao medo impelle ;
S nos resta urna esperanga,
Que vedar pJe a malanga,
E-lo, ah vem I Meu Dos 1 E elle.
Embainhem-se as espadas,
J desferre-se o corcel ;
Emmudegam os clangores
Do clarim, passe o tropel:
Militantes nao bracejem,
Bronzeas quilnas nao velejem,
No Jeito cale-so o mar;
Quem vem ? Ninguem sabe ainda,
T que alii n, surge a paz liada,
Vai Paranhos assomar.
Paranhos, salve; Santelmo,
Que as!denss nuwns rasgn
Da cerrago... vai o forte,
Que sem sangue triumphou :
Foste um Cezar, mas sera ferros,
Decepaste o eolio aos perros,
Que raordiam leu paiz :
O Brasil venceu com gloria,
Nao ensanguentou a historia
Deste feito, a paz o diz.
S, por entre migas langas,
Foste palmas nos colher;
Ao Brasil dar pompa e nome,.
Que nao ho de murchecer ;
Bem t'armavas da virlude,
Sapiencia alta e nao rude,
Na sublimada misso;
Triumphosa paz mandaste,
A guerra as portas fechaste,
Teu nome nao morre, nao.
Vrente oliva rebenta,
Onde os louros marclaes,
As armas cedem a toga
Triamphos grandes, reaes
Levantem-se, pois, arcadas,
Com flores mil ennastradasr
A Paranhos ovago;
Elle foi, quem faz mimosa,
Nos conseguio fructuosa ;
Festeja-lo bem razo.
Vo alegres recebe-lo
Demorosas mis, donzellas,
Cojos consortes, e amantes
Illesos voltam das pellas :
Serpentajein no espago
Fogueles mil, seu fracasso
Reboe ao longe o tropno ;
O festivo campanario
Da mudez rasgue o sudario,.
D'harmonias encha o co.
J floree a brisa os Hocos
Do brasileiro pendo ;
Embandeirem-se as esquadras,
Dando salvas a nago :
Illuminera se as cidades,
Da victoria as potestades
Acroamas cantera mil;
A msica da alegra
Cadencie a symphonia,
Deleitosa em v,z febril,
Repulsando l as serras,
Quera nos deu louros lmannos
Diga o echo longe, longe
Foi Parauhos, foi Paranhos :
Nossas maltas nao taladas,
E do sul as seraeadas
Fallen) no echo tarabem;
Diga o no murmnroso
No mugido magesteso
Foi Paranhos, inda alm.
E depois quando o transporte
Victoriar, sem vileza,
Desse here, que emblema a honra,
Preexcelsa a lotoireza;
Quando a nago liver pago
Ao varao o feude mago
Da mais justa gratidao ;
Surja, embora, a negra inveja,
Que as almas grandes corveja,
Adenegar-lhe o condo.
Erga a cerviz fulminante
A serpente da maldade,
Apegonlie calumniosa
Do here a hombridade,
Pardas las nao obumbram,
Raios do sol, qne a deslambram,
Sem que las o encomraodem;
Fallara imigos... calemos,
Infamam o que podemos,
Demaodam o qae nao pdem.
Qaem diz Paranhos, diz gloria,
Nobreza d'alma, herosmo;
Diz o homem, que nao vende
A prego d'ouro o civismo
Varo, qae nao baratea,
as pragas da ierra alheia,
A vergonha da nago ;
Passem-lhe os zoilos por cima,
Sao vboras, roera a lima,
Roem s, nao cortam, nao.
Que importa, que aps a lula,.
Aps a gloi ia, o tro|iho,
Irroeassem Ih'o o ferrete,
Que estigmatisa o reo :
Deraisso de cargo nobre,
Se o sendal da honra cobre
Acuelle, que o deixa aps,
Nao deslustra o despedido,
S arge no fementido,
Que o despede urna alma atror.
E demais lei das patrias,
Onde germiDam hroes,
Serem cruas com os Albos,
Que Ihes sao fulgidos ses :
Novidades nao assello,
Colher exemplos bello,
Venha a historia e nos occorra
Falle Athenas, sem auxilio *
Morre Anstides no exilio.
Mlciades na Masmorra.
Dessa Roma das colimas,
Onde outr'ora foi rainha ;
Dizer-nos venha, se pode,
Se desta lei se abslinha :
Ao egregio Coilatino
Que a Roma livre den hymno.
Furiosa desterrou ;
A cabega a Marco Talio,
Que a servir mais que Julio,
Roma insensivel qoebrou.
Cale anda a Belizario
Ceg exposto s lrrisoes,
Esconda a Hespanha Colombo,


7
ittiauv I


tarto e^f&tftfettA' !HIllla4e4^l#t*elffciAog|rfe35
Se receia maldigoes...
Mas deixeroos esses mares,
atremos nos proprios lares,
Pereira e Cunha.....mas que 11
Todo o hroe tem sen Calvario,
Que subir, seu fadarlo ;
Mas nao teme espera e er.
Bem enmprio-se destino
Desta le inda outra vez :
Salvou a patria Paranhos,
E depois depois 11 Mudez:
Mudez, sim, qae vilipendios,
Foram sos os estipendios,
Que a liberal Ihe pagou ;
Deposigo negra e rea,
Que inda assim o no marea,
Baja Inveja Ihe passoa.
Mas o forte tem dos feitos
Dentro n'alma a gratidfto;
Occorreu patria aflicta,
A quem dera o corado :
Venham, embora, t\ raninos,
Praguentos, inhumanos
Saltea-Io n'esse gozo;
Paranhos, entre os coevos,
Grande hroe va i Jar aos v__,
Perduravel nome honroso.
Recife, 20 de junho de 186o.
-o-(2>-*<=

Os boa-vistanos
Ao 2 batalko de volu-iarias da patria de
Pernaiimuco.
Nao Pernambueo nao (reme !
A filha altiva do norte
Aa as armas e avanca
Sorrindo s garras da" morte !
Ao luzir das espingardas,
Ao rebramar das bombardas
Va i novos lonros colher !
Val mostrar aos paraguayo?,
Da guerra aos frvidos raios
O que bater-se e vencer I
Pernambnco, v teus fllhos,
Nelles contempla os lees
Que ho de vingar as injurias,
E de Lpez as tralges.
Ei-los marcham denodados !
Cada um val dez soldados
Do inimigo ousado e vil :
Nos seus rostos exis que assoma
O valor que ao padre Roma *
Fez morrer pelo Brasil !
Ei-losavangara sorrindo!
Na sua vanguarda a gloria
Plantar, por cada passo.
Os marcos de urna victoria,
Por cada victoria um louro,
Por cada lauro um thesouro
No peito dos irmaos seus I
Por cada thesonro um nome,
Que o tempo jamis consom,
Por cada nome trophus l
Deixam mais : ser madrasta
A patria que os vio nascer ?
Por ella verter seu sangue
E' nobre I nobre morrer !
Morrer ? oh I nao I que era combale,
Das armas ao rijo embate,
Com honra cahir gloria )
E' viver I pois que o porvir
Ler o seu nome h de vir
No livro d'ouro da historia I
Avante, portanto, soldados briosos,
O'i lilhos valentes da per'la do norte 1
Cobri-vos de louros I cobri-vos de glorias !
Cibrindo o inimigo co'os mantos da morle I
Ao ver-vos, guerreros I que o diga o inimigo
i SSo elies 1os filhos da per'la do norte I
_fe.
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DE USA HAQA
........- 12 _vUJ/
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. Um la .. v :-:".-nie eii Pernam
! ..- i 'Bfti VlSfONDESSA
! : d' xna, :<' :. -. da d'oma ttarivel cha-
ga eanerose o roedoraou Polypo no N_*i_.
ma involviu c tomava todo a parte in-
vi'.r i'o B8TZ, ji (Bs-rnir tr.uto a
' a orno i) menino oso; Coma-
con prixoeiio por apparecer wb o \>ei<;o supe
or c par extendeado-ee por tal
forma e com tnl rajetea, que emt pnuco amea-
;a~a traasfonaar todo o fisto n'uma f-norm>
:":.-. viva e asquerosa, durante todo este
terrivel stado, todoe .- inuou medienaes
que cm tacs caaos se oaSo ferio abundante-
mente empi .; BfflB <_oo de leve _c_se
parar a kVafea lenta a i'l- < lao lior-
rfvel rnvniidado, e todos os meios e esforoa
io baldados, e no era taavto o mal c-oscn cis
que par mi! igrosa fortuija da infeliz estando
. a caroca* ueste pon, se expt-rhuenton pela
voz primolra a
SALSA? AEEILEA
jano
ros.
Antonio da Gosta, carga dlffereetes foe-
mtf
wm
chadas, e chela de temores, tomando o xarope de LiverpoolBarca Wgleza Gomodore, eapito C. M.
veame, acha-se hoje boa, preslando servicos. i Boath, carga assnoar e altwrfo.
A mana do Sr. Jos Francisco Pinto, morador! AracatyHiate brasilelro Exhaladlo, capiio Tra-
na rua ftiretta n. 51, tendo sido acoramettida do
mesmo mal, acha-se tamhem boa.
A 3ra. D. Senhorraha Umbelina dos Santos, rao-!
j rador na ra das GoleWas n. 38, achando-se ata-
I cada de erystaella as cosas, com qiwtro tumores
bastante vjlumosos, no estado indolente, que a prt-
, vava de pr^se de pe ha muito lempo, cora o nso !
do xarope alcoolico de veame e pillas purgativas
; do mesmo, achare resttbetefeWa, e no nso dos me-
alcamentas os tumores terminaram pela suppura-
{o
OI TI ES.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordom do Exm. Sr. pre-
sidente da prpvincia de 22 do correte, manda fa- .
zer publico, que do dia ti de junbo presidio va- a renda porqu-' esto em prac as
A Sra. D. Rita, moradora na ra de Santa Pila douro, parante a junta da fazenda da mesmi ihe-
Santa Gm tita ffiaBifeordia'
do liecife.
A !lai.jaia|i%#ariUiMrativada Santa Casada
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
; no df n feaorrewe'p^las 4 horas da tarde, na
sala de wa 6e*s5os continuam a prar;a das ron-
das das asas abano declaradas por lempo Jl' i a
3 anaos acontar do Io de ulho do arreute anno
por diante, a adrerte-se aos respectivos inqullinos
que ao raajvarem os seus contratos at o flm do
presente mez flearao pagando 4o dial0 de julho
predius casas.
DE
'andar do sobra*}dtf*H* tff-ctMlr o leilaoa*10 horas do'dia cima dito.
TEILB
Sexla-feira 23 do correle.
Pelo agente Etaafcio.
Da.nm sobrado de um andar n. 93 na ra
ferial.
Wem castmea n.W.tia fuesmirua edefroi-
te do viv^tro do Mbiz.
Im-
n. 13, primeiro andar, soffrendo do mesmo mal ha
mnitos annos, pois que a erysipella atacava amiu-
dadamente, depois que tem tomado esse remedio
nunca mais Ihe deu.
Oatros mnitos fados desta ordem deiso de men-
cionar aqu para nao me tornar prolixo e enfado-
DhOv
Seno a erysipella urna molestia que sem duvi-
na effeito de materia geratla no corpo como ex-
poem alguns escriptores de medicina, eera conse-
souraria, vai novamente a praca para ser arrima
tada a quem por menos fuer a obra da conclusao
da casa da cmara e eadeia da villa do Bonito,
avaliada em 8:3095.
A arrematacao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1834, e sob as
clausulas especiaes publicadas anteriormente.
E p.ra constar se mandou pabliear o presente
pelo jornal.
Scretaria da thesouraria provincial de Pernam-
A. F. d'Anounciacao.
O Dr. Tnsto de Alencar Araripe, offlcia'l da im-
perial ordem da Rosa, juiz de direito especial do
commercio desta cidade do Recita de Pernam-
bueo sea termo, por sua magestade imperial e
constitucional o Sr. D. Pedro II, a quem Deas
guarde etc.
Fago saber pelo presente que por este juizo e
cartc/.io do escrivao que este stibscreveu e fez pas
quencia da febre langada na pelle, onde produz buco 24 de maio de 1865.O secretario,
inflammago, e que militas pessoas, por nao se te-
rem conveorentemente tratado, suceumbem cora o
pernicioso uso de que, nos tres das nao deven
asar de remedio algum, o que faz-se estender o
mal por nao se ter a principio combatido ; por ts-
so, pois, conveniente que, logo que alguam se
sentir atacado de tal mal, deve provocar a transpi-
ragao tomando ao principio urna colherinha de
cha do xarope alcoolico de veame dissolvldo em
urna chicara de infusode flor de sabugueiro quen-
te, adogando-a com mais assucar, continuando nos
tres dias nesse tratamento, no Qm dos quaes usa-
r do xarope de veame na forma prescripta no re-
ceituario, tendo todo o cuidado de se abafar, alim
de suar convenientemente, alm de conservar o
venlre correte, que conseguir tomando ama ou
duas pilulas purgativas do mesmo velame,
Todos quantos snccumbem desta molestia se diz:
falleceu de erysipella recolhida ; ao contrario
alguns expositores presumem ser o desenvolv mea-
to da putrefaegao no sangue, tanto que o logar in-
fhmmado que, ento a sua cor era encarnada, se
Ra das Laraogeiras.
Casa terrea o. o particular e 17 .pu-
blico..........2065000
Ra do Rangel.
Idam n. 49 particular e 55 publico. 3005000
Ra do Rosario da Boa-Vista,
dem n. 1 i particular e 38 .publico. 1685000
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 41 particular e 2 pu-
blico.........305000
Ra da Mooda.
dem n. 44.particular e 21 publico. 3565000
liua do Amorim.
dem n. 48 particular e 56 publico. 4005000
IJem n. 50 particular e 52 publico. 420500
dem n. 53 particular e 43 pablico. 5005000
Udm n. 56 particular e 26 publico. 7500o
Ra do Azeite de Peixe.
IJem n. 61 particular e 15 publico. 450,9600
dem terrea n. 63 particular e 14 publi-
co. '...... 6005000
EMPREZA-COIMBRA
Domingo 25 de juulio de te^Z*****"******'
-%r\r^ umenlos se aeham em poder i
lo05. j sao gwwdadog os prte^mv
poder do agenter
sao gwi-wdaoos os pntendentes ao previo exime.
Apedido de muitas pessoas o raberraisla por-
taguez Francisco Pereira da Costa msico da real
cmara deS. M. K.o Sr. D. Luiz I, far se ouvir
pela segunda e ultima vez.
Subir a scena pela compaohla dramtica a
Deom cabrioiel eou i avallo.
SejHa-fetra 23 de jtraho ao msw dia.
Por intervengo do agente Piulo, na raa
do
tmiito chistosa comedia e,n 3 asios, ornada de mu- Apollo em frente ao sobrado n. <, 'onde havera
sar o presente, corre urna execugao de sentenga, I Ra da Cacimba,
entre partes como exequente Heorique Jos AJves dem n. 65 particular e 5 publico. .
Ferreira e comoexecutados os administradores da IJnm u. 67 particular e 10 puWico. .
massa fallida de Amorim, Fragoso, Santos C, e Ba do Vicario,
procegumdoa execugao os seus devidos termos,'Sobrado de2 aojares n. 72 particular
prosedeu-se a penhora em dinheiros pertenceotes i e 27 publico........
aos mesmos execulados, pelo que o solicitador Ig- Rua do Encantamento,
naci Barrozo de Mello, procurador do exequente Sobrado de 2 andares n. 76 particular
em audiencia do dia 14 de novembro me fez o r- e 11 publico_........9005000
particular e 13 pu-
144500O
8J5000
5005000
dem idem n. 77
buco.
Ruada Senzala
Velha.
134 pu-
querimento do theor seguinte :
Aos Udenovambro de 1864 nesla cilade do Re-
cife de Pernambueo, em publica audiencia que aos
feltos e as partes fazia o Dr. juiz de direito especial' dem dem n. 79 particular e
troca em lvida ou negra, e termina era gangrena, e do commercio Tristao de Alencar Ararme, nella blico. ........ .
por essa razan que conveniente o xarope al- pelo solicitador Ignacio Barroso de Mello procura-j Casa terrea n. 81 particular e 18 pu-
coolico de veame na infusao de flrjde sa*ugo,para dor do exequente Henrique Jos Al ves Ferreira, I blico. ..
se conseguir resolver a inflammago, ou pelo me- fora aecusada a penhora quo 6e segu feita em di- dem n. 8- particular e 16 publico. .
nos terminar pela supporagao, impedindo assim a nheiro pertencente aos execulados, requerendo qna i Ra da Guia,
gangrena. | nao s aos mesmos fleassem assignados os seis das dem n. 8i particular e 29 publico.
Os effeitos do xarope alcoolico de veame ppli- da lei, como os dez dias aos credores incertos, pas-
cado na flor de sabugo ao doente, nao s de van-1 sando-se os editaes do estylo, e requerendo na mes-
tagem por sua qualidade diafortica, como pela ma occasio que se passasse mandado de remogo,
anti-septica para impedir a putrefaegao as mo-jparao deposito publico e aehando-se presento o
lestias. solicitador Miguel Jos de Almeida Pernambueo
Na erysipella nao deve o enfermo nos primeiros procurador dos execulados, por parte destes peJio
vista.
Termos em que houve dito juiz ambos os reque-
rimentos por deferidos.
Extrahi o presente do protocollo de audiencias, e
junto o mandado e termo de paohora.
Eu Faustino Jos da Fonceaa, escrevente jura-
mentado o esrevi.
En Minoel de 8atvalho Paes de Andrade, eseri-
vo o subscrevi.
Segnindo o que assim se continha em dito re
9005000
5.05000
2005000
2005000
1445000
me participem para fazer efectivo o art. 167 do
cdigo criminal do Brasil.
Jos da Rocha Paranhos.
002HMEEOIO.
O efftito proctizido, quasi que instantneo
;or este iacstimavcl remidi foi verdadeira-
mente maravillioeo o sem igual; este grande
jnirificador do sangue e dos humores do sys-
ohi, immediaf.imente p.iz um termo mur-
aba disastroza o fatal da molestia, derramndo-
se e infiltrando-si: atravi:s dos tecidos os mais
delicados do corpo, cxpellindu ata ultima
propriedade ou vestigio virulento da molestia,
e dentro d'un curto esparo de tempo produaio
ama
CUBA
Completa e Radical.
Este feliz quao admiravel resultado foi obti
ilo apenas com o simples nso
D'ama so nica Garrafa!
d'csteincomparavel e inapreciavel depuratorio,
reoommendamos portanto i todoe os Doente
que procarem obtor com o maior cuidado a
uaica e verdadeira SalaapanilbA de Briatol,
onicamite preparada por
LANMAN & KEMP,
De XOVA YORK,
na corte de que, todas as mais preparasSea
imitativas n5o valein para couza olguma
Veade-se as boticas de Caors Barbosa
e C. Bravo & C.
tfes dias nsar de comidas e bebidas que possam
e-"noutar e infl mimar o sangue.
A comida durante esse tempo deve ser doreino
vegetal, como sa^ti, farinha do Maranho, pao tor-
rado, bolacha, etc.
Ainda nao vi axpositor de medicina que aconse-
lhasse que nos primeiros tres dias de aeommetli-
mentos do mal, nao ;se usasse de medicamentos ;
o que ellesrepellem sao os ungentos, unturas que
obstrue.ii mais e repellemdo que promovem a eva-
' cuacao d parfe ;o que convm trazer o lugar querfmentn de audiencias, depois do qnal o mesan
atacado e bem agazalhado para ajJar a transpira- solicitador Ignacio Barroso de sMo, procurador do
gao e defender do ar. exequente, em audiencia do dia 19 de junho do cor-
Overdadeiro xarope de veame vende se na bo- rente anno, me fez o requerimento do theor se-
tica da ra Direita n. 88, de Jos da Rocha Para- guinte :
nhos. Aos 19 de junho de 1863 neata eldade do Recife
Tenho recebido cartas de algumas pessoas de de Pernambueo, em publica audiencia que aos fei-
outras provincias que me communicam ter desta tos e as partes fazia o Dr. juiz de dirciio especial
cidade sido remeltido o raeu xarope falsificado, do commercio, TrislSo de Alencar Aranye, nella
que tem dado resultado ao descrdito de minha pelo solicitador Ignacio Barroso de Mello nrocura-
preparaQo, cujo etnhecmeato se tem verificado | dor do exequente H^nrique Jos Alvos Ferreira,
depois dos eTeitos que taes rom dios apresentava ; requerido que havendo-se desencaminhado os pri-
assim, pois, tenho a declarar ao publico que no \ meiros editaes, se Ihe mindasse outros com salva
lelreiro que vai pregado na garrafa do xarope,; do primeiro, e que laneava de-pvm, e requera
serapre foi assigoado por meu punho, e daqui em | que fossem os autos com vista simal,
diante, alm desta assignatura o tare! tambera no O que ouvido pelo juiz assim o deferio.
papel que cobre a garrafa. Rogo ao mesmo pu- Extrahi o presente do protocollo de audiencias,
blico que quando forem assim engaados, tomem Eu Manoel Silvino de Barros Falco, escrevente
testemunhas, me remellara os rtulos falsificados e juramentado o escrevi.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri
vio o subscrevi.
Seguindo o que assim se contiuha em dito reque-
rimento de audiencia aqu transcripto, depois do
qual o mencionado escrivao. Manoel de Carvalho
Paes de Andrade, que este subreveu e fez passar
o presente edital com o prazo d.: 10 dias, pelo qual
e seu theor chamo, cito e hei por citados a todos os
credores incertos dos ditos execulados, para que
dentro do referido prazo comparecam ante este
juizo, allegando e provando o que for a bem de
seus direitos e justica sob pena de se proceder as
suas revelias.
E para que chegue ao conheciraento de lodos
mandei fazer o presente drtal com o prazo de 10
dias, que ser afflxado nos lugares do costume e
publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambueo aos 21 de junho de 1864.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, eseri-
vao o subscrevi.
Tiistao de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, por deliberarlo da junta da fuoada, manda
Tazer publico, que se acha eneorporad > aos pro-
pri s provinciaes a fabrica do Moiiteiro de refinar
assucar, por execugao que promoveu contra Jos
Guilherme Gumares, e que essa encorporagSo
houve lugar pela quantia de 8:14t>52l9.
E porque o e>tabelenmeuto fabril de que se tra-
ta seja de grande importancia para a provincia, e
convenha mante-!o, urna vez que bem montado
como est e prvido de lodos os apparelhos neces-
347:9765467 sarios, seja dirigido por quem tenha conhecimentos
===== profissionaes, e possa dispor de capitaes relativa-
mente ahundantes, manda convidar pelo presente
edital aos que se acham em taes circumstancias a
oomparecerem na mesma thesouraria, aonde so
Ibes dar a faculdade de visitar o referido estabe-
lecimento, afim de que bem informados possam
apresentar suas propostas com declaracao dos
' raeios que tem para manejo da dita fabrica. O que
preenchido, e estabelecido por tal raeio a igmldado
de meios em diversos proponentes se abrir entre
estes a concurrencia final sobre o preco e mais
condigSes da sua venda, com a declaracjo, porm,
nao sao definitivas, ficando
ao arbitrio do Kxm. Sr. presidente da provincia
acceita-las ou no, se no seu entender nao offere-
gam os concurrentes meios que garantam e segu-
rem a continuacao de urna industria que a todos
os respeitos mui vaniajosa provincia, tendo-so
mais em allenco a animaco delta, do que o maior
ou menor prego que possa ser alcangado, com tan-
to que elle salde a divida da fazenda.
A fabrica do Montero s tem deixado de medrar
pelas circumstancias pecuniarias da seus possui-
dores, e isto que se pretende evitar, adjudican-
do-a com attengao para esta circunstancia, a quem
melhor prego offereca.
De um valor muito subido em seu primitivo as-
sentamento, com apparelhos os mais aperfeigoados,
e todos de grande prego, a fabrica acha-se hoje por
seu valor mnimo, e tal que nao pode deixar de
Ra da Lingoeta.
dem de 2 andares n. 86 particular e
14 publico........6005000
Ruado Trapiche.
Sobrado de 3 andares n. 85 particular
e 30 publico........7205000
Ra da Cruz,
dem idem n. 87 particular e II pu-
blico.......... 8825000
Ra do Pilar.
Casa le rea n. 92 particular e i03 pu-
blico.......... 2005000
dem o. 93 particular e 101 publico. 2005000
dem n. 94 particular e 99 publico. 2555000
dem n. 97 particular e 110 publico. 2005iK)0
dem n. 99 particular e 106 publico. 2005000
dem n. 100 particular e 104 publico. 2005000
dem n. 101 particular e 102 publico. 2005000
dem n. 102 particular e 100 puolico.. 2005000
dem n. 103 particular e 98 publico.. 2005000
dem n. 104 particular e86 publico.. 2005000
dem n. 105 particular e 94 publico... 2005UO
sica
OfflEDICO AFORQft.
Prmeira parle.
Io acto da comedia.
Segunda parte.
Souvenirs de Bellini, pelo Sr. Pereira da Costa.
Terceira parte.
2 acto da comedia.
Quarta >arie.
A Muda de Portici-i.
Quinta parle.
3* acto da comedia.
Sexta parte.
Variacoes burlescas sobre cangoes portugaezas
pelo Sr. Pereira da Co Principiar s 8 horas.
ISftlBASESHIlSGMlS
fin ar.-ic-
^3
tal
So\o banco de Peroam-
buco.
O banco desconta letras na presente semana a
9 por cento ao anno at o prazo de quatro me-
zes, e a 10 00 at o de seis mezes
Caixa filial do banco do Brasil em
Periiaubuco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do'
Brasil no Ko de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Bahi.
Novo banco de Pernambnco.
Os administradores da massa fallida de Joaquim
Jos Silveira pagara o Io dividendo de dita massa
na razo de 9 0/0 sobre o valor des ttulos ad-
meltidos : no novo banco de Pernambueo roa
do Trapiche n. 34.
"ALFANDEGA.
Readimento do da l a 20......
dem do dia 21...............
32}:6o35878
23:3225589
MOVIMENTO DA ALFADEGA.
Yolumes entrados com fazendas-----
c c cora gneros..... 429
------- 429
Volumes sahidos com fazendas..... 91
t com gneros..... 1,688
^------1,779
Descarregam uo dia 22 do corrente.
Patacho hollandez Ftjiairto Sylse diversos ge
eros.
Brigue portuguezRelmpago diversas gneros.
Patacho hollandez Renirika Huisman farinha de que taes propostas
de trigo.
Patacho hanoveriano Mettene farinha de trigo.
Patacho inglez -Porfoidem.
Brigue inglez.W//ic<;n Barca inglezaMirandaIerro.
Escuna portuguezaD. Joo charque.
Sumaca hespanholaMerceditaidem.
Brigue nacionalCardiaidem.
Brigue nacionallmporador- idem.
Patacho hollandezDenxjidem.
Brigue inglez Melita carvo.
Barca inglezaFavoriteidem.
Barca ingleza Avenaidem.
RECEBEDORIA DE. RENDAS INTERNAS
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendi ment do dia 1 a 20
dem do dia 21..........
I
GE-
22:8495822
3:8635981 .
--------------dar vantajosos resultados a quem emprehender dia
26:7135803: riamente. e cora ampios meios de execugao o seu
manejo, e a junta s levada do desejo de nao ser
DCONSULAOO PROVINCIAL. [ destruida esta industria, que prefere vender a fa-
Rendimento do da l a 20...... 71:5885390 brlca com as condigoes expostas, a retalha-la, apo-
dera do dia 21.............. 4:5915810 zar de ser a venda nesta ultima especie, (a que re-
-------------correr, se nao forera preenchidas as suas vistas),
76:1825700 muito mais vantajosa para a fazenda, segundo o
^________________1_____________. pensar dos que conhecem o valor da machina, ral-
MOflMENTC IG FURTO
Navio sahido no da 20.
deiras e outros apparelhos de que ella se compSe.
A junta recebe igualmentei quaesquer outras pro-
postas, sem a3 condig5es cima, ou com difieren-
tes. Da-se para apresentagao das propostas o pra-
zo de 15 dias.
Secretaria da thesou+aria provincial de Pernam
Rio-Grande do Sal cora escala pelo Rio de Janei- buCQ 26 de maiu de 186g._0 secretario,
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 17 de junho de 1865.
, O escrivao,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Convnl.iilo provincial"
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que os trinla dias uteis marcados para a cobranag
bocea do eofre dos imposto* da docma dos pre-
dios urbanos de 20 0(0 do consumo de agurdenle,
e de a OjO sobre os bens de raiz pertencentes
corporagoes de mao morta, se principiam a coniar
do dia 1 de junho vindouro, ficando sujeitos a
multa decretada no art. 50 do orgamento vigente,
todos os que pagare-m depois de lidos os ditos 30
dias.
Musa do consulado provincial da Pernambueo 26
de maio de 1865.
Autonio Carneiro Machado Rios
Administrador.
O cooselho de compras do arsenal de guerra,
precisa comprar o seguinte :
Para provimento do almoxarifado.
5,000 meios de sola.
Para o deposito da Parahtba do Norte.
208 pares de sapatoes.
As pessoas que quizerem vender djtos artigos,
presantem suas propostas na sala do conselho, ao
meio dia, do dia 21 do corrente.
Sala do conselho de c tmpras do arsenal de guer-
ra, 19 de junho de 1855. -0 encarregado da es-
cripturago,
Manoel Jos de Azovedo santos.
Pela inspectora da alfandega desta cidade>
se faz publico, que em virtude da porlaria da the
souraria de faawida, de 16 do corrente, sob n. 9i,
precisa a mesma inspectora contratar o concert
do escaler do servigo da mesma repartigao, deven-
do ser celebrado o contrato at o dia 3 do vindouro,
ficando dependate da approvago do Exro. Sr.
presidente da provincia.
E para que chegue ao eonhecimento dos preten-
denles, passei o presente.
4* seceo d'alfandega de Pernambueo, 19 de ju-
nbo de 1865.O 4o eseripturario, J. A. B.tlencourt
Neiva.__________________________________
Canil rula "ilo-poi-lo de Pt amhuco, 19
de.ju;?lio de 186o.
Em virtude do disposto no aviso do ministerio da
marinha d 30 de maio do corrente anno, manda o
Illm. Sr. capito do porto fazer publico, que esta
capitana promove o alistamento de pragas para
guarnigao dos navios de guerra, sendo pagos os
respectivos premios na razo seguinte :
1." Aos marioheiros que se contratarem por um
anno 1005, e aos que o fuerem por dous 2005 ;
aos grumetes no primeiro caso 3Q5, e qo segundo
605000.
2.a Aos individuos que se apresentarem volun-
tariamente, alm do premio que Ihes competir, o
promeliido aos eegajadores, entregue na occasio :
islo 205000 por cada marnheiro, e IQ5000 por
cada grumete, reetbendo taes quantias quando se
verificar que eslo HrtetfMaente livres e desemba-
ragados.
Os premios serlo pagos aos contratados pelo
maior prazo, metade na occasio do assentamento
de praga, e metade no fim do primeiro anno ; e
aos outros enlregar-se-ha a importancia total ao
alistarom-se.
O secretario,
Decio de Aquino Fonscca.
Obras publicas.
De ordem do Illm. Sr. engenheiro chato da re-
partigao das obras publicas se faz publico, que no
dia 21 de agosto futuro vo de novo a coocurso os
lugares de praticanles de obras publicas.
As materias do mencionado concurso serao divi-
didas em duas partes :
i.' Lingua nacional abrangendo leitura, escripia
e aoalyse grammatical.
2." Desenho linear e de aquarella, anthmelica
em todas as suas operagoes e geometra linear.
Secretaria da repargo das obras publicas,
de junbo de 1865.
O secretario interino,
Manoel Lourengo de Matlos.
Correio
Vo grande jM4tfie doia-g
nal de guerra cooifriinU o
pablico aon e es! -r um
de ama fetmleira.
Sextafeira vespera do milagroso S. Joilj e dia
sabbado.
A casa offerece riqois.simas commodidads ao
respeilavel publico, pede se descuida por anda
nao estarprompta de tul) visto estar com obras.
Ser cumprido o regulamuto do Illm. Sr. Dr.
chefe de polica.
USOS MlITIMOS. ~
C01PHHU. BRJLSILEIRi
Dfi
PAOUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do norte
al o dia 23 do correle, o vapor
Paran? commandante o capito
de fragata Antonio Joaquim de
Santa Barbara, o qual depois da
demora do costume seguir' para os portos do
sal.
Desdej recehem se passagelros e eng3ja-se a
carga que o vapor poder condnzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia di sabida as 2 ho-
ras da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, escrito-
rio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Para o Parte
O brigue portuguez Lato I, capito Alexandre
JosCorreia, vai sahir at o dia 30 do corrente por
ter a maior parte do carregamenjo engijado, rece-
be carga afrete barato.e passageiros, para os quaes
tem excellentes commodos : tratase com Euzebio
Raptiael Rabello, ra do Trapiche o. 44, ou com o
respectivo capito._______________________
leilo de movis,
De trasle* -de c=*a 4e fitai^ e ileii-
iliw^e ptdarii
Cm Olinda ao Varadoar.
Segunda-feira t (k> cmale as 41 terrs-
CordeEro Kimes
requer-unto de ti* Hara dos A*jo Paula,
curadora do seu mirdo o capito J-- Nuoe.s de
Paula, far leilo 00 dia, fcora e logar cima de-
signado de lodos os movis, Bteflmlios de podara.
all existentes conforme O'oy Dr. juiz municipal e de orphSos daquelle termo,
o qual se ach em poder do rjfrido agentj a exa-
me dos- pretoodentes.
Leilo de
i commoda de Jacaranda.
1 cama fraareza de dito.
1 santuario de di lo.
1 roobilia de amarello.
1 mesa elstica de dito.
I lavatorio de dito.
1 guarda roupa de dito.
I guarda longa de dito.
1 secretaria de dito.
1 cama para menino e 12 cadeiras e faia, cos-
tureiras e outros objectos de gosto
COo-deiro Jimea
faro leilo dos objectos cima ditos emseu arma-
zem a ra daCruc n 57, as 11 horas do dia terga-
feira 27 do corrente.

%0
e dividas da nta^a i'aiiri.t de Amo-
rim, FrasoM, Santos & C.
Corilsro Hlwes
por despacho do l Im. Sr. Dr. ju-z espacial do com-
mercio levar pela pnmeira vez a leilo os ttulos
da firma particular do sucio gerenta daqnella so-
eiedade Joo Baptista Fr.ig 12 > na imfiortancia de
120:8175360 rs., serviodo oe baze a ofleiila obtiia
no leilo do dia 13 do corrente.
Terga-feira '27 do correute
as 10 horas, a porta do armazem do Sr. Aunes lar-
goda alfandega.___________________
.Leilo de U)0larris com
Cordelr Wiaies
por conta e risco de quem perteneer far leilo de
cerca de 100 barris com figos em um ou mais lo-
tes a vontade dos pretnJentes isto
Terga-feira 27 do corrente
s 11 horas em ponto uo armazem do Sr. Annes no
largo da alfandega.
figos.
Para o Porto
Sahir para o Porto, pir estes oito das, a muito
voleira e nova barca portugueza Anninda, capito
Antonio Francisco da Silva Nunes ; ainda recebe
algoma carga e passageiros : a tratar com o ca-
pito ou seus consignatarios Marques, Barros &
C, largo do Corpo Santo n. 6.
CQMPMHIA
DE
PAQUETES A VAPOR.
0 vapor Cruzeiro do Sal, com-
mandanie Alcanforado, segu
para os portos do sul no da 22
as 5 horas da larde. Recebe car-
07 ga al o da 21, passageiros, en-
commeodas e dinheiro a frete at o dia 22, as 2
horas da tarde : agencia roa da Cruz n. 1, escri-
torio d-e Antonio Luiz da Oliveira Azevedo & C.
Rio de Janeiro
O-brigue nacional Trovador sahir para o Rio
de Janeiro nestes oito dias por ter o seu carrega-
raento prompto : para alguma carga mioda, en-
comiendas e escravos, podam dirigir-se aos seus
con.-ignatarios Marques, Barros 4 C, no largo da
praga do commercio n. 6, segundo andar._______
Para Lisboa.
Segu com a possivel brevidade o bem conhe-
cido brigue portuguez Relmpago: tem a maior
parte da carga prompta e para o resto e passagei-
ros, trata-se com o consignaiario Thomaz d'Aquino
Fonseca.na ra do Vigario n. 19, Io andar.ou com
o capito na praga._____________
Para
a Bahia
pretende sahir com multa brevidade a veleira es-
cuna Eltza por ter a maior parte da carga, e para
o resto que Ihes falta tratase com o consignatario
Joaquim Jos Gongalves Beltro na ra do Vigario
n. 10, primeiro andar.________________^___
ATISOI BWIBS05.
Instituto Archeologico c G-eoqraphieo Pernam-
Iiucam).
Hver sessao ordinaria qcinta-feira, 22 do cor-
rente, pelas 11 horas da man'.ia.
Ordem do da.
Pareceres e mais trabalhos de rommissoes.
Secretaria do Instituto. 19 de junho de 1865.
J. Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
Izidore LehmnT subdito raocez, retira-se
para Europa, levando em sua companhia seu so-
brinho o menor Eduardo. ______________
Jacob Lehman, subdito francez, retira-se pa-
ra Europa, levando em sua ccmpauhia sua mulher
e um Olo menor.________________________
LOTERA
Aos_O.00$0O*2;O(M)$)()0.
Corre ao dia vespera de .
Jojio.
Acham-se a venda os billietes, moios e
quartos da 41 parle da 4a lotera f_Oa) a
beneficio da Santa Casa ola Misericordia, na
respec iva thesouraria a ra do Crespo nu-
mero 15,
Os premios de _O.'OO90OOO at 205000
ser3o pagos urna Ixora depois da extraegao
at as i horas da tarde, e os outros depois
da distrihuicaodas listas.
As encommendas s rao guardadas so-
mente at a noite da vespera da extracto
como de costume.
O tlicsoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
' Aluga-se um mulato perfeito cooeiro e bo-
leeiro, afiangando-se seu comportamento: quem
precisar dirja-se a ra
41,loja. ____^
cooeiro
comportamento:
da Cadeia do Recife
11.
Para o
Sohe com a possivel presteza o brigue portuez
guez Unido : para carga e passageiros trrta-se
com o consignaiario Thomaz d'Aquino Fonseca;
ra do Vigario n. 19, 1 andar.
Rio Grande 5 Sul.
Freta-se o veleiro patacho Cyro, de exceller.ie
construego, e de lote de 237 toneladas : a tratar
com Miguel Jos Alves, ra da Cruz n. 19.
.IILOIS.
LEIG
A partida do c!ab commercial no cor-
rente me_ ter lugar na noite do dia _8.
c Norte

F. d'Annunciago.
Erysipella.
si do o xarope aleoolico de v. ne.
Urna escrava da msi do Sr Francisco nftnino
Moateiro, pessoa bem conhecida nsi
achaado-sede cama, ecoraaspernas
bstanle In
ro e SantosEscuna honoveriana Gesina, capito
M..Atbaus; em lastro.
Navios entrados no da 21.
Granja e porto, intermedios-9 dias vapor brasilei
ro Parahyba, de 102 toneladas, commandante
Francisco Jos da Silva Rales, equipagem 20.
Manilha-8i dias, galera iiigle?a Tamaa, de 629
toneladas, capillo Donald Maine, equipagem 19,! Pela recebedona de rendas internas geraes
carga assucar; a MUls.Latham & C. se faz publico que e neste corrente mez que os de-
Rio de Janeiro-li dias, barca portugueza Mana, vdres_< ipoilos segaiatas : reada dos pro-
de 412 toneladas, capito P. A. Martins da Silva, P0S'M(^a!e'J?e-,"ia_ad4CI0;Q?1 ____5___a_ST'_l
equipagem 13, carga caf e outros gneros; a ;
19
DA.
Carvalbo & Noguelra.
Navio sahido no mesmo dia.
AracatyHiate brasileiro Sania Cruz, capito Jos
Victorino das Neves, carga ditferentes gene
San-
Jos
Janeiro e
capito
Manoal Fontes, carga varios gneros.
LiverpoolBarca Ingleza Ronald, capilao Hander
son, carga algodo.
imposto de 20 0/0 e dito especial, relativos ao 2o
semestre do exercicio corrente, teem de pagar seus
dbitos sem multa, depois do qne serlo pagos com
ella. Recebedoria de Pernambueo 2 de malo de.
1.65.-0 administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Convida-se as-pessoas nueesliverera as con-
digOes do servico militar, a engajarem-se no corpo
; de polica, e gozarem das vantagens que oSerece
! a lei provincial n. 611 de 2 do crreme.
Uja de fazriaias da rm fova a. 47.
Hassa lallida de foo Baptista
Cion^alres Bastos.
Martins levar novamente a leilo por despacho
do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, arma-
go fazendas e nertetees ,ja |0ja a rua Xova
n. 47, pertencente a massa fallida de Joao Baptista
. Gongalves Bastos : sexta-fira 23 do corrente.
Pela admtnistrago do correio desta cidade se rax q le|laQ leT i^^ na ^sma lo]a as 11 oras do
pablico qae em virtude da convengan po>tal_eele-' dja. os pretendentes podem examinar o balango
brada palos governos brasileiro e francez, sero ex- eQJ J, escriptorio do mesmo Martas, a rua da Ca-
oedid-s malas para Europa no dia 30 do corrente ^^ n o,
aez pelo vapor francez Guyenne. :wi-*tm--------------r*i-
As cartas sero receidas at 3 horas antes
da que for marcada para a sahida do vapor ; e os
jornaes at 4 horas antes.
Admioistraco do correio de Pernambueo 21 de
ano
junho de 1865.
O administrador,
jfrainfos dos Pasaos Mj/anda.
ilarreio feral
Pela administragao do correio desta cidade se fai
publico que parte hoje (22) para o Rio de Janeiro,
tocando na Rahia o paquete brasileiro Cruzeirdo
Sul, e as malas que o mesmo tem de conduzir pa-
ra aquellas provincias, fecharo-se ao meio da em
ponto.
As cartas admeltldas a seguro sern recebidas
at 10 horas damanha, e os jornaes at as 11
horas.
LEILO
Oe objectos para escriptorio
sejflB
i cofre de ferro, 2 secretarias de amarello, 2
guarda roupas de dito, 1 mesa com armario, 1
earteira com mwho, 3.mesas pequeas, 6 cadei-
ras, 1 cablde e 1 lavatorio.
Sexta-feira 23 de junho.
No primeiro andar do sobrado da rua do
Apollo n. 39.
O agente Pinto far leilo a requerimento do
tutor da orpha filha do fallecido Manoel Govela
de Souza,o por despacito do Illm. Sr. Dr. jniz de
orphos, dos movis cima declarados, pertenoen-
! tes ao mesmo fallecido e existentes no primeiro
Sahio hoje o n. 9, e asta venda as 10 horas na
livraria acadmica na rua do Imperador p. 79,
"0~Sr7Antonio da- Azevedo Villarouco, um dos
ricos proprietarios o .oapitalis-s desta cidade, ten-
do qnesto como embargante de itrceiro, por urna
quantia que para elle pequea, mas que c consi-
deravel para sen cootf&rio, segu'.o ltimamente
para o Rio de Janeiro, afim de por si mesmo pro-
mover a denegagcda revista que o seu contrario
espera obler.do supremo tribunal d>-justiga ; cons-
ta que elle pretende inrulcar-se aili como pessoa
pobre, e digna de comraiserago; entretanto qae
seu contrario, confiando no bom direito que Ine
ssiste, e nos senlimentos de jusiea, que tanto ca-
racterisam o supremo tribunal, aqu tlcou inteira-
mente tranquillo, e guardando a decisao de sua
causa. Elle fez esta viagsm sera que se soubesse,
e por isto concernente fazer-se o presento para
ser confaecido nesta corte, o qne elle mu'to teme.
" Manoel Carpinle"iro_da Silva vai a Europa.
" ManoeTCarpinteiro Hijo vai a Europa.____
HA
LEGTVE
DE
Seguros Indemnisadora.
A direego convida aos senhores accionistas pa-
ra e reuirem em assembla geeal segunda-leira.
26 do corrente, as 1' horas damanha, fim de
apreciarem o rala torio e -ontas que Ihe tem do
ser apresenudas, e proceders-m a eleigao dos no^
vos funeciooarios acompanhia.
Os directoces
Joo da Silva Regadas.
Francisca Joo de Barros.
Miguel Jos Alves._______
Mauoef Pedro de Mello faz ver ao respeitawl
publico e com especiallade ao corpo conwnerttal,
que deixou de fazer parta da firma commeroial de
Fraaoso Lima & C. desde 4 do corrente, ficando a
cargo dos Srs. 14o de AJmeida Lima, Elias de
Almeida Lima e Luiz Antonio Fragoso a Uquida-
go do activo a passlvo da mesma firma.________
"' O Sr. Joao de Barros Araujo, morador no en^'
genho S. Lourengo, m Ipojuoa, tenha a botidAlft
dirigir-se a rua estreita do Rosario n. 47.
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Diarfo 4c rernftMbnc*... Quinfa letra t de aunho de i8&.

.OA.
OIereee-se ama una para eoimhar, a qaal
sabe fazer todas as qualidades de comidas: a tra-
tar na ra do Sebo a. 21.
Aluga-se urna oegrinha de 13 anuos, propria
para servir em casa, andar cora meninos, etc. : na
ra do Nogueira a. 39.
CASA M FORTOfU.
Aos 10:000#0 GRANDE ARMAZEM
C0MP11S.
Todos os artigos aball mencionados, foram comprados recenteroente pelo- dono do estabele-
Londres, Birmingham, Mamhesier, e em diversas cidades
Bilhe4e garantidos.
A' ROA DOCbSPO N. 13 E CASASBOCOSTUME
Oabaiioassignadovendeunos sas muitofcli-l
- Roga-se ao Sr. ibesoureiro das loteras o fa- es bilhetes garantidos da lotera ue m*^ KZKS
llrt ShE :*f^- g*f' ,e 22 daVSSM fie^rltos "AIKwwiih, e tendo comprado tudo as melbores condigoes por ser a dineiro, por isso vende todo
??,? f M ifl n^t?l 0lfl"a uT emhd.- ff auafolTrn a 4?te de GoSoo e 1ua"iuer arl,b barat0> lreno sea valor, e mu papalmente poC querer Inleiramente liqui-
correr a 23 do correare por se ter perdido do bol- Um quarlo n. cora a .orle de 6.0(^0^ ( dar ter de partir muito breve par* a Europa. '
n lm mP*o n va cSmTwr da 400OM Ha aesle mt0 "matera reos objectos com bnlbatifcs, como botSes, anneis, rosetas etc., e
Pacheco. gm meto n. 8o3 cora a sorte de.100*000. I beffl.assimj diver9as <,Dras com0 lranCelns, correnldes, oculos, face-mins, anneis, e mullos
s ae iuu0, u#, aup o o(Ureg artjg0g) relogios de ouro ngleies.( ao afamado fabricaote Benuetle ; completo sortimento de fa-
zendas finas e modernas ; miudezas, perfumes, perfumaras linas dos principaes fabricantes inglezes e
DA EXPOSICAO UE INWS fW0ilK*i>.'
THOMA2 TEIXEIRA BASTOS ,.,..I* J?i -sSSS?1^^
N. 6.0Ra da Cadeia do fieoleN. 60 *...*.
so do raesrao abano assignado.
Adolpho liloy
Precisa se alagar urna escrava de aflancada joSoOO
conducta, perfeia eogommadeira, e que seja cari-1 nsnnnidnrf>s nndem vir recehAr <;pn nhosa para criaocas, V-se he : na ru do ^S^^Z^LS^M^^ ^f^"t !' 5TO <**? L l.e*r' ";*'"* '*
existe na muito acreditada fabrica de
tiflcio da ostrada de Joo de Barros,
fogos de ar-
propriedade
Silvino Guilherrae de Barros cornTiraTve
da viuva Rufino, ura completo sortimento de pls- de efleetlvameirie seravos de ambos os sexos
tolas, craveiros, rodinha9 erogo busrap: como ra do Imperador n. 79, teneiro andar,
seja penoso a algumas pessoas irem a fabrica pela
distancia, os pretendentes podem deixar suas en-
commendas no armazem da bola amarella no oitao
da secretaria da polica.
Onro e prata
em obras velhas : compra-se na praga da Indo
pendencia n. 22, toja de bllhele?.
lar n. 6,S(brado encarnado.
jpreraic
da Fortuna ra de Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da 4* parte da 4* lotera
(20") beneficio da Santa Ci;a da Misericordia,
que se extrabir a 23 do corrate.
PRECO.
Bilhetes.....125000
Meios......65000
i Quartos.....3*000
cripiorio do ad/ogado Angeo"Hen7iqe"s "da SHv, r*r as pessaas que compraren de 100^000
na ra do Queim ado n. 24, todos os senhores que
com o raesme liando tiveram trausacgao, afim de
Furtarara do engenho Giqui, na semana
passada, ama mua grande, castanha, com ama ci-
catriz no quarto direilo, tendo o ferro da estrada
de ferro, e mais o ferro do abaixo assignado: quera
della der noticia em dito engenho ser gratilicado.
O tutor da orpha lilha do fiuado .Manoel
Gouvea de Souza convida a comparecerem no es-
liquidarem as uas contas, das
da.
10 as 2 buras do
para cima.
BHhetes.....11*000
Metos......5*300
Quartos.....2*750
Manoel Martins Fiuza.
O Dr. -Cosme de Sa Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profls-
sao medica, e com especialidade
sobre e seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito:
3o dos orgaos geni-
ti urinarios.
Em seu-escriptorio os doentes se-
rio examinados na ordem de suas
entradas oomecando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Pratiear toda e qualquer opera-
gao que julgar conveniente para o
prompto restabolecimento dos seus
doentes.
er, Delttrez (Parfumarle du.
- Na praca da Independencia n. 33, loja de our
ves, compra-se ouro, prata, pedras preciosas e
tamhem se faz qualquer obras de ecommenda e
mond lgant), Violet, Societ Hygienique, Monpelas, Maiily, Reguier, p! Gueland, e inglezas de Eug. odo e qualquer concert.
Rimmel e otros ; ricas galarrtarias era inarfim, mar de perula, etc., fabricadas na China e no Japao;
ricas pegas de cristal fino como anda nao appareceram esta cidade, e bem a-sim modernjs lustres
para velas, ditos para gaz e para petrleo, serpentinas, castres, enfeites adornos para cima de con-
soloe e para grande tojllette, o que se tem feito de mais elegante em Paris, em Londres, Birmingham!
etc. 4 modernos apparelhos de metaBno inglez para cha caf, os quaes nada tem de inferior pra-'
e maitas oatras pegas do mesmo metal, ricos pentes de tartaruga da ultima moda para trancas de se- j
nhoras, excellentes lavas de pellica.do afamado Joovin, apparelhos de porcelana fina para cha e caf, i
ditos para jantar, e immensos artigesde porcelana fina dourada, como ricos vasos para flores, figuras,
etc.; calgado dos principaes fabricantes de Paris e ditos de pannoc.-m sola de borracha, pianos dos
celebres fabricantes Pleyel, Wolff & C., realejos moodernos de Gavioli &C., para se tocar na ra, ditos!
cora figuras para salSes e ditos com figuras em movimeuto; modernos e bonitosinstrumentos de physi- i
ca (mgica) para theatros ou salees, ditos de phantasmagdria ; lanlernas mgicas, cosmoramas com
vistas novas, dia e noite; sleraocopios de nova invengo e com bello sortimento de vistas das principaes
cidades da Europa ; grande sortimento de brinquedos toos para changas, e bonecas fallando papai,
mami; grande sortimento de candieiros a gaz, os que se tem feito de mais elegante e que tem mere-
cido toda a aceitac&o na Europa, grande e magnifico sortimento de caixinhas, ceslinhas e outras galan-
do sobrado n. 62
w
Santo Amaro das Salinas
Acha-se aberta a matricula da aula publica de
Santn Amaro da6 Salinas : os pretendentes podem
comparecer em a casa terrea *ita na estrada nova
de Olinda defronte do hospital inglez- Para me10 de raesa dejantar ou para jardm ; cutelana fina, como lalheres com cabo de melal fino.co-
---------------------------------------------. Iheres, thesouras linas, ditas modernas para alfaiates, navalhas finas, caivetes eoutros artigos, diver-
fferece-se urna pessoa para casa de familia, SS artigos feitos de rame; completo sortimento de mascaras de velludo, setim, cera, papelao e ara-
sendo para tratar de meninos, lavar e engommar me doces, coufeitados e chocoU te em caixinhas e em vidros; camas de ferro de todos os lamanhos, leva-
para os mesmo* : na praca de Pedro II n. 4. I torios, rtc.; ricos quadros para calSes de visitas e ditos grandes e pequeos para retrates; chapeos
Aluga-se o segundo andar
da ra da Guia : no 1* andar.
***** **BS****
O hachare
Francisco Augusto da Costa
AnveGADO
Ra do Imperador numero 69.
Aluga-se a metade da casa n. 92 da ra das
Aguas Verdes: a tratar na mesma.
Alagam-se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceiados,
omino-
ira :
.4 luga-se
SR
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos contina a morar na ra do Impera-
dor n. 17, segundo andar, tendo alias seu
gabinete de consultas mejlicas, logo ao
entrar, no primeiro.
O mesmo doutor, que se tem dado ao
estudo tanto das operagoes como das mo-
lestias internas, presta se a qualquer cha-
mado, quer para deutro quer para fra
da cidade.
Precisa-se saber quera o correspondente do
engenho Quilinduba, para entregar urna carta na
livraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
de sol, bengalas, chicotes e ditos para carros; machinas para fazer caf, ditas para bater ovos, proprias
para quera faz pao-de-l, bolinhos, etc.; bellos cortinados arrendados, verdes, encarnados e brancos;
pannos para cobrir mesas, bolgas grandes e pequeas para viagens, e outros artigos, como cobertores,
malas, etc.; sortimento de violoes linos; figuras finas e jarros de alabastro ; galantarias e outras pegas
de charo para toillelle ; machinas para varrer o chao, excellentes machinas para photographia para
tirar retratos, grandes e pequeas; lindos baloes de papel fino transparente elanternas coloridas para
illuminagoes moda de Paris, salva-vida de borracha, para homens e senhoras, proprros para quera
toma banhos em lugares fundos ; ameixas novas em caixinhas, blscoitos ingleses em latas, graixa in-
gleza 97; cerveja em barricas das principaes marcas de Londres, queljos etc., e mu i tos outros artigos
que para enumera-los seria um nunca acabar, e todos se vendem barato e muito barato no grande ar
raazem da Exposigo de Londres, na ra da Cadea do Recife n. 60.
DINHEIRO FRANCEZ.
Vendem se moedas de ouroe notas do Banco, e bem assim urna collecgao desde ura centesimo
al mil francos : vende-se barato no Recife ra da Cadeia n. t, no armazem da Exuosico de Londres. I
um sitio na campia da Casa Forte, com duas ca-
sas, urna a em qne morou o fallecido Thomaz de
Aquino Fonseea Jnior, feita a moderna, e conten-
do todas as accommodagoes precias, e outra com
boas commodidndes para qualquer familia : na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Aluga se uina sala do primeiro andar da ra
do Queimado n. 41 : a tratar na mesma.______
Aluga-se na Passagem da Magdalena, ra do
Bemfica, os sobrados ns. 7 e 9, com bons commo-
" dos para familia : trata-se na ra do Trapiche
numero 4.
Pede-se aoseredores do Sr. Antonio Joaquim
de Mello que anda nao tiraram suas contas, que
as apresentcm ao seu procurador Man el Pedro
de Mello, na ra do Livramento n. 38. no praso de
8 dias, ali n d^ .-.e proceder a rateij. lcando certos
de que i)3') as apresenuado t>Tierno o direito a
esse rateio. Recife 2J A* piah) de 1S61
Precisa-se fallar cora o Sr. Jos de Souza
Leaoanegoc) qie n5 ifjniri : na ra Novan.
20, loja do Carnero Viaaaa.
AMA
Precisa-se de urna ama para casinhar e sabir
para as compras: quem qnizer procure tratar na
padana da ra da Imperatriz u. 41._______
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na
ra do Imperador n. 46, primeiro andar.
Aviso importante.
O abaixo assignado, receben do Sr. Manoel Car-
los dos Santos, do Rio de Janeiro, carias, e ordens,' Santos Ramos", na ra da Gloria,
Semana lllustrada do Rio de Janeiro
Assigna-se na ra do Cre.-po n. 4 : tres mezes
5, seis raezes 11*, um anno 18*.
Anda se precisa de urna ama para coz i-
nhar e engommar para tres pessoas : na
ra das Crazes o. 37, sendo pessoa mori-
gerada e que se possa entregar urna casa.
a 9*400
na
Compram-se libras sterlinas
praga da Independencia, loja n. 22.
Compra-se ourn, prata e pedras precio*'
em obras ve ibas : na ra da Cadea do Recite'
loja de ourives no urco da Conceieo. '
Compram-se na ra do Rangel n. 24~vTdr7".
vastos e vasinhos de banha e ditos de cheiros
ga-so bem.
i' j-
Compram-se duas escravas que sejam mocas
e salbam bem coziohar e engommar : a tratar no
armazem da ra da Cruz n. 26.
VEVDAS.
Vende-se esta linda collecc de sortes,
reunidas em um pequeo volume, com -j
assumpios, e mais 59 novas charadas, pelo
diminuto preco de 1^ cada exemplar enca-
dernado : na praga da Independencia ns. $
e 8. ________________
0 castello de GrasvifleT"
Traduzido do francez por 4. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em quitr
tomos pelo baratissimo prego da -23V)JC
ua praga da Independencia, livraria ns.
6e8.
Vende-se urna negr nha de 10 annos, mudo
esperta e sadia : no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 8.
para snpprir a seu (ilho menor Alberto Cirios dos
Santos, que em Janeiro do anno corrente, se ausen-
tou d^quella cidade, e que se suppde existir nesta
provincia, de ludo quanto carecer, e mesmo para
voltar ao seto de sua familia. O Sr. Carlos, ou
qualquer de seus amigos, dirijam-se por obsequio
a praga do l'araizo o. 24.
Salustiano A. P. de Souza Prez.
Libanio Candido Ribeiro & C. participara a
quem Interessar possa, que no dia 23 do corrente,
do 2 horas s 4, proceder a arreraatago dos fatos
de sua malanga diaria em casa do socio Beuto dos
podendo os nte-
ressados apreseutarem suas propostas em carta
fechada, munidas da competente anga.
Precisa-se de um caixeiro para taberna que
lenha bastante pratica e que d fiador a sua con-
ducta, nao se olha a prego quando o caixeiro aiba
bem desempenhar seus deveres, para Pao d'A-
lho : quem estiver neslas circumstancias, pode
I tratar na mesma cora o Sr. Joaquun Cavalcauti de
(MMIEIRO.
Pede-se aos senhores.que frequeutam a n< iie; Albuquerque, ou nesta praga, no pateo da Santa
o estabelecimento commercial do ra do Trapiche Cruz, padaria n. 6.
n. 1, e que estSo habituados a verterem agua na a.* ...,,. ,,,,.;... ^. S5__--------
porta contigua, o favor de chib.rem-se, pois que, ^".Apessoa que precisa de 900*000 por espago
alm de inutilisar
tara por baixo da
a salubridade p
dos senhores c
Offerece-se uraa ama de bom leile: a tratar
no largo da Soledade n. 28.
S O Rvm prefeito da Penha agr- fl|
ojt dee cordialmente aos nobres Srs. B
a deputados provinciaes, a piedosa S
~| altenco que tiveram com n seu hos- W
l picio, marcando na lei do orea- m
JB| ment futuro dous contos de ris @|
^| para os urgentes reparos de que o 9
mesmo carece. os
Oh
<
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o-*
o
o
|d
a
<=>
a
Ma ra das Trincheiras n. 48, primeiro an-
| dar, de^eja-se fallar aos Srs. Dr. Antonio Pinto
| da Rocha, Francisco de Paula Cavalcauti Wander-
li-y Lins, Jos Francisco Graciano, Lourengo de
Carva liude Aranjo Cavalcanli.Jos Francisco Mar-
tins de Alineida, a negocio que nao ignorara.
Descontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes: na praga da Independencia n. 22
Para completa Iiquidagao vende se, por muito menos de seu valor, perfumaras muito finas e', abf,1X0 "signado declara pelo presente a
novas chegadas recentemenle de Paris e de Londres dos mais afamados fabricantes seguintes : Eug. i todas aquellas pessoas a quem o abaixo assignado
Rimmel, R. Matheus & C, Lubin, Sociedade Hvgienlca, Piver, Violet, L. Legrand, Deletrez, Pmaud &dea dmheiro por emprestimo sobre letras e outros
Meyer, Regnrer, Mailly, Gillet frere etc., etc., dos quaes ha grande sortimento d'agua de colonia em I ln,os> aue>se cora a maior ."vidade nao os vie-
vidros e garrafas, agua de lavande, agua para limpar denles, oleo babosa, extractos em gariafiuhas e i r.em re!iar. seTvm assionados, e isto sera reserva
vidros de differentes modelos, pos para limpar denles, banha em potes e era vidros, pomadas, rcas: le pessoa alguma. _
caixinhas e balainhos com perfumaras para fazer presentes, e muitos outros arligos que se vende por | Antonio de barias brandao Cordeiro.
)s de seu valor, bera como lodos os arligos era geral existentes no grande armazem da Exposigo |K|i jfji:i-WW ''Wnn
de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
Para senhoras.
Ricos e modernos pentes de tartaruga para tranga de senhora, o que se tem feito de mais ele-!
gante ateo presente : vende-se por menos de seu valor para se liquidar, no grande armazem da Ex-
posigo de Londres, na ra da Cadeia do Recife o. 60
Luvas novas de Jouvin.
VenJera-se excellentes luvas de pellica recenlemente chegadas de Paris, tanto para homem co-
mo para senhora por menos de seu valor, para se liquidar : no grande armazem da Exposigo de Lon-
dres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
mmmmmmmmmmm
0 abaix) assignado pelo presente faz publi-
co a todos seus crelores que lendo sido otad) por
ura delles neste termo de Agua Preta e e lando
disposto a entregar lodo- seus bens, convida aos
deraais afim de entrarem em rateio, e eslando
marcada a conciliago para o dia 23 deste, com
ludo avisa a todos para que nao se charaem ao en-
gao depois. Una, 19 de juoho de 186o.
Joo Jos dos Santos Carnauba.
por
na
Lavaje a engo.nrna-se cun perfeigao
meaos prego do que era outra qualquer parle
ra Imperial confronte a matriz nova n. 4.
Perdeu se no da 20 do corrate ura raeio '
bilbete garantido n. 2290 da 4" parte da 4* lotera
da Santa Casa da Misericordia o qnal tem de se 1
exlrahir sexla-feira 23 do corrente, e no caso que |
o mesmo lenha alguraa sorte p;de-se ao Illm. Sr. i
thesoureiro da lotera qae nao pague seno ao
proprio dono Joaiuim Jos de Santa, ra Impe-
rial n. 61.
Xo hotel d'Italia ra do Trapiche n. precisa-se
dejum cosinheiro ou cosinheira.
O abaixo assignado declara que tendo reco-
Ihido na prensa dos Srs. Joo Batista & Fortuna-
to_28 sacas com algodo em pluma de ns. 930 a
8o e 1223 a 2o do Io e 19 de outubro prximo
passado, de 3270 a 73 de 9 de fevereiro, e de 3723
a 34 de 2 de margo do correnle anno, numeragao
esta pertencente prensa daquelles senhores e ten-
do dlsposto das mesmas por venda que fez, me-
diante os recibos do dito algodao, que fez entrega
aos seas compradores, aconteceu os referidos se-
nhores entregarem o mesmo algodo sern exigirem
os seus recibos do poder dos compradores, segun-
do o declarara ; era vista do que, e em virtu le de
urna declarago em duplcala, assignala nesta
dala entre o abaixo assignado e os referidos senho-
resfficam sera efieito a lodo e qualquer tempo os
recibos do referido algodo era poder de quem
I quer que estejam do presente e no futuro, o-abai-
xo assignado avisa aos Srs. prensarlos de algodo,
i que toda a vez que Ihe for apresentada conta sua
! proveniente de algodo que tenha as suas pren-
I sas nao a enlregarem sera que recebam os seus
I recibos da rano dos compradores, vi*to de os fazer
entrega aos me-mos, em razo de que nao se res-
! ponsabilisa por qualquer duvida futura. Recife
: 20 de junho de 1865.
Antonio Fernandes Velloso.
A
Companhia
geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTOKISADA PELO REAL DECRETO DE 21
DE DEZEMBRO DE 1859
boa da
Cavernas.
A Ilthographia da ra da Cadeia n. 52, de Fran-
cisco H. Caris mudou-se para a mesma ra nu-
mero 36.
P'rtcisa-se alugar urna ama que saibaTozinhar
eengommar, e que seja escrava : na ra da Impe-
ratriz n. 17.
Vendem-se cavernas de todo tamanho e por
prego commodo, estopa para calafate a 2&240 a ar-
roba : na ra da Concordia o. 33.
Grande armazem de tintas.
RA DO IMPERADOR N. 22.
O armazem de tintas ara grande deposito de
productos chimicos utensis e os mais empregados
e usados na pharmacia, pintura, photographia, tin-
turara, pyrotechinia (fogos de artificio) e em outras
Industrias.
Montado em grande escala, e snpprindo-se di-
rectamente as prnclpaesdrogarias de Paris, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa, pode offereceer
productos de plena confianga e satisfazer qualquer
encommenda a grosso trato e a retalho, porpregos
razoaveis.
Prvidos de machinas appropriadas satisfar
com proraptldo qualquer pedido de tintas moidas
a oleo,cuja qualidadee pureza de seus ingredien-
tes poder ser examinada pelo consumidor, o que
nao fcil fazer com aquellas qae sao importadas,
e que se encootram no mercado em latas fechadas.
Tem grande collecgao de vidros de diferentes
formatos, desde urna oitava at dezeseis ongas de
capaeidade ; de vidros para vidragas e diamantes
para corta-loe-, de pinceispara fingir madeira com
propriedade e outros; de papis dourados e pra-
teados e folhas de gelatina para ornamento; de
papel grande e pequeo formato de varias cores
para ernbrulbo, para forro de casa, para desenbo
com fundo j feito; de papel albaminado e Brisiol,
verdadeiro saxe para phoographia e para filtrar,
.espirito para madeira, copal para o interior e ex- ruttn*
tw wr ; oleo fmo, oleo seccativo, oleo de hnhaga tm.se bandejas de finos b
Uriflcado, oltode toiele, secativo de Harhm, onro bailei haptisado?, bolos
vwidadeiro em p ; prata, euro, e estanho em fo-
lhas de varias cores ; tintas vegetaes, inoffensi-
vas proprias para eonfeitarlas; la de cores, e
olhos de vidros para imagens; tintas em tubos e
telas para retratos -, tintas em pastis e em p pa-
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly, jasinim, bergamota, aspice, pateUoaly, mbar,
bouquet.limo, alearaiva, raelissa, orteia pimenta,
luuro, cereja, alazema, juinpero, Portugal, lima,
ans da Russia, canella, cravo e muitos outros ob-
j#etos que s com a sta poderlo ser mostrados.
foO Pedro da Nevet,
Gerente.
ma fanca em dinheiro, depositado nos cofres do estado, garante a
ministraco da companhia.
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O llauco de Hespanha
DIRECgO GERAL
Hadritl: Ra do Prado n. 19
d( s Arreios d carro para um e dous cavallos.
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinagoes de supervivencia def sega
sobre a vida.
Nellapde se tazer a subscripgo de maneira que em nenbum caso ir tino le n crt. -
gurado se perca o capital nem os juroscorrespondentes a estes. Relogios de O'.ro patente inglez.
Sao to suprehenJentes os resultados que produzem as sociedades da ndole de A NACI; Arados americanos.
DAL,que ainda mesmo diminuindp urna terga parte do interesse produzido em recentes liquida' \iai hias iara Aasncmrtr i\ar>Mn
ces eeombnando-o cora a mortalilade da tabella de Depareieux qae e adoptada 'pela companh- SI!nL!V aigoao.
para seus :alculose lquidages, em segurados de idade de 3 al9 annos, umaimporsigoannua.iol7resPara uilos.
Machinas de costura.
..... 1:1195300
..... 3:942^600
..... 11:208*200
..... 30:2565000
Companhia idelidade de seguros ^
martimos e terrestres ^
estabelecida no Rio de Janeiro. ^
AGENTES EM PEHHAMBUCO ^R
Antonio Luiz de Oliveira Azevcdo & C, jH
competentemente autorisados peladirec- S
loria da companhia de seguros Fidelida- S
I de.tomam seguros de navios, mercado- H
JS rias e predios no seu escriptorio ra da f3
Crai n. 1. &
Precisa-se de urna mulhor para ca^a de familia
que consta de duas pessoas, dando-se c. mida e
bom tratamento : quera quizer prestar se a estas
condiges deixe carta fechada nesta livraria ns.
6 e 8, na praga da Independencia, cora as iniciaes
M. C L., declarando sua morada para er procu-
rado.
Ama de leite.
Precsa-se de urna ama de leile : na ra eslrei-
ta do Rosario n. 3, 2o andar.
Samuel Power Johnston k Companhia
Ruada ;enzalaIVova n. 4.
AGENCIA UA
Flindieclo de LOW .Uoor. Vende-se'uma parle de um sobrado no bar-
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos. F d0 Re,oife.: quem Pretender dirija se praga da
,j i u .Independencia ns. 14 e 16, que achara com quera
Moendas e meias moendas para engenho.' tratar.
Taixas de ferro coado e balido para enge-s 'Farinha de mandioM flna e a| majs liara.
nho.
Farinha de mandioca : tem para vender a
tonto Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu es-
criptorio ra da Cruz u. 1.
Vinho do Porto superior em eaixa de duzia,
tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do jftG^noseu escriptorio ra da Cruz n. 1.
SURTES "aVULSs!
Vendem-se sortes para as noites de S. Joo, S.
Joaquim e Sant'Anna, em pequeos cartSes, por
perguntas e respostas, tanto em ba ral hos como
avulsos : na raa do Imporador n- 13, defronle de
S. Francisco.
Vende-se farinha da Ierra em sacca e a re-
talho : junto a estaoffiVma n. 42, Na mesma com-
pran) se garrafas e botijas.
Vende se una n. rinha do mato,
figura : na ra de Hurtar n. lii.
de i i, a
FAREL
Na ra da Cruz n. 23, primeiro andar, vende-se
excellente farello de Lisboa, depositado no trapiche
do Cunha.
Vendem-se amendoas coufeitadas a 6'tO rs.
a libra : na ra Nova n. 58
Vende se a taberna da ra dos Agougui-
nhos n. 20 : a tratar na mesma.
Vendem-se todos os pertences da casa de bi-
Ihar da ra da Imperatriz n. 17, cumiando de um
bilbar de Jacaranda com pouco aso, banca de pe-
dr, dita de madeira, cadeiras de faia, liieiro e ou-
tros objectos existentes na mesma. vndese lam-
ben) urna bagatella fjogo): os pretendentes po-
dem dirigir-se a dita casa que achara com quem
tratar.
Vinho do Porto especia!.
O mais generoso e genuino vinho do P.>rto, mar-
cas novas e especiaes em caixinhas de 12 garra-
fas, senlo marca Rainha de Portugal a 185 a ca-
xa e Pedro V a 165, era porgao far-se-ha um aba-
te razoavel : no armazem de Ferreira & Matheus,
na ra da Cadeia do Recife n. 66.
Bichas de Hamburgo
Vendcm-se na ra Nova n, 61.
Vendem-se palmelras mpenaes, em estado
de serem trasplantadas: no sitio murado es-
querda, depuis do becej do Espinheiro, nos Af-
ilelos.
v:
de 1005 produz em effectivo metlico:
No fim de o annos.
> de 10 .
de 15 .
s de 20 .
de 25
80:3315000
^ Altenco
ta do qae em qualquer parte, arroz da Ierra pila-
do e em conta : para ver e tratar, na ra do Vi-
ga rio, casa n. 29.______________
Fio de algodo da Bahia7~
Vendefse no escriptorio de Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, ra da Cruz n. 1.
Horas Marianas
e manuaes da missa da confissao, completo sorti-
mento destes iivros, sendo de tarlaruga com guar-
nigao de prata, dito de raarlim, madreperola, vel-
ludo e marroquim. e por pregos mais c nunodus
que em outra qualquer parte : na ra du Cre-po
Na bem conhecida casa da aboboda da Penha,
n. 37 tem para vender continuadamente maga para n- *>onde hi 'ambem um completo soi lmenlo de
. ..' ..-*"' Knne ora rotra!r*r
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais considera veis.
Prospectis e mais informagSesserao prestadas pelo sub-direclor nesta provincia.
Joaquim Fiuz de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Roa-Vista rna da Imperatriz n.12,estabel
ment dos Srs. laymundo,Carlos,Leite A Irmao.
fazer bolos preparadas com muita perfeigao.
tduiiuistraco do ceuiiteri
publico 16 de junho de 1865.
As pe.ssoas interessadas pelos restos mor-
taes e que tem reconimendado as exhuma-
goes, havendo ja decorrido o t^mpo fixado
pelo regulamento, queiram providenciar at
o fim do crrente mez, visto que por falta de
catacumbas, sero abenas as mais antigs.
O administrador,
Manoel Lu.z Viriles.
albuns para retratos.
Ooiifeitaria dos ananazes.
Ra da Cruz n. 16.
Acaba de chegar a este novo estabelecimento um
lindo sortimento de ticas caixinhas para^aim-n-
doas, proprias para presente ; ba amendoas boas e
boas pastilhas etc., para eachimenlos das mesmas,
tambem se vendem papis de estalo para sortes,
prepara-se pao de lo eufeitado, gatveao de diversas
( qualidades, simples e enfeilados, tambera haver
nos dias 22, 23 e 24 bolos de S. J ao simples e en-
, feitados, nestesdias como sempre ha vera em, adas,
Prelende-se fa/.er eitabelecer legal-1 pastis de varias qualidades, doces para cha, pu-
mente em uma das provincas uma casa de 'ras Para bandeijas, ramos artilicies para ditas,
venda de bilhetes das loteras desta, forne-i RecfDe'se encommondas de ludo quanto concor-
cendo-se os bilhetes, negocio este bastante jnenle a eslenegoc'-_______________________
vantajuso: quem pretender tendo os quis- tra"T Iennde's"- *T,t0, e. chafrut'J' Da/ua e"
tn. *,____3 i i j treita do Rosario n. 6, bastante afregu^zadn, pro-
to, necessarios para lal negocio e dando' prio para qualquer principiante pjroxiuirem pou-
nanga idnea compareca para tratar com: eos fundos, o depusito acim m-incimado oirere-
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra!ce n5so vantagem aoi neg .o que existe, e->mo
do Crespo n, 15, primeiro andar.
tambem para v. nder bilhetes por ser uma das prin-
cipaes partes para tal genero : a tratar na ra Au-
gusta n, 1.
cj-Comniodidadp.ac.
N.36-RuaDi
Tercelro
piocpi'iimpliiiAo.
eita-N.36
hndar.
tedas as cualidades, flores d
etc.; assim eomo tambem v< -tidos para casamento
1 pnblico que apromp-
los para casamento?,
llamados de S. Joao de
e cera, panno, papel e
Estrada de ferro do Recife a $. Fran-
cisco.
O abaixo a-signado pede ao Sr. Machado, que
se abstenha de usar da epigraphe deEstrada de
ferronos seus aununcios particulares, como
acontece com umque tem sahido nos ltimos n-
meros de>te Diario acerca do Sr. J. Kreuzer, pois
semelhante pessoa nem se quer tem a qualidade
frcos paracapellas, ramos,; reos, bouquets,chapeos de ser empregado desta companhia.
Vende-se doas earroga, ama para boi e on-
tra para arallo, sendo esta eom lastro somenta,
propria para earregar barricas do farinha de trigo,
Jeoba, etc., arabas rom us, por preeo muito com-
odu ; a traiar ne pateo de 8, Pedro fl- 4-
da nltima moda parisiens
preco.
D"-se 8005000 sobre
iuormaroe* na raa da Cr
TheodozioCordeiro vi
loa ao patacho porto^oez
ama carta no escriptorio de
Trapiche o. 4i.
Padarfi
Alagase a da ra dos PeL
lar com Tasso Irroios, ru da
Precisa se de deus ama]
padaria fora da praga; a m\
;; tudo por eomodo
i>polheea em predios:
es n. 42._________
Ido ha pouco de Lis-
hma da Gloria, tem
R. Rabcllo, ra do
Villa do Cabo 20 de junho de 1865.
G. 0. Mano,
Engenheiro e soperiotendente interino.
lypotheca-se qm escravu pela quanlia de
3005 : qaem quizer annuncie.
Preclsa-se de uma senhora franceza oa In-
g.'za qae esleja no caso de educar meninas e que j de ferro.
quera sugeitar-se a educar du*s o'uma casa de "
familia nesta praga : queirn annuiciar ou dirl-
\ gir-se a rna do Imperador Subrado n. 63, segundo
lUenco. i
Aluga-se a casa da ra do Ho- picio qae faz es-
quina para a ra do ^Destino, propria para qual-
quer estabelecimento, taberna, padaria ou outro
qualquer negocio por ser boa localidade e tercom-'
modos para familia : a tratar na ra da matriz da
Boa-V>tan. 54. _______^^_
A eni'a.
Fazem-se bolos de S. Joao e cangica de milho
verde, mullo bem feito : na cidade de Olinda ra
O graude armazem de tintas ra do
Imperador n. 22, tem a venda :
Papel prateado e durado proprio para
sones.
Tirase guarnigoes para caixas.
Papel gelalino' transparente para cobrir
doces.
Limalha de ferro e de ago em agulhas ou
redonda.
Enxofre.
Salitre refinado.
Papel de embrulho e para saceos grande
e peqmno formato colado ou sem cofa.
i Vende-se uma escravinha, pega de 11 anms,
j sabpndo coser, tratar de meninos e mais arro-
magoes de casa, lendo principio de educagao, servo
|; j bem para gusto de alguma familia que a quizer
comprar : na ra Augusta n. 114 se dir quem
vende.
i ____________________ .
Na padaria da ra Direita n. 84, ha para
vender cylindros americanos, (para padaria) che-
gados ha poucos dias.
Na roa da Imperatriz n. 2, vendem-se b<">ns
cendieiros a gaz pelo diminuto prego de 45. 25 e
1551-0, chegnem antes que se acabara que nao ha
pechincha to boa.
Aluga-se uma cocheira na ra da nio nos
fondos da casa do fallecido desembargador Rocha
Bastos : no sobrado na mesma ra n. 32.
Ama.
Precisa-se de uma ama para o servico interno e
dTes n. I : a
urora n. 35.
dores
andar, que se tratar do ajuste e prometle-se pa- *";,""," rmil; "''V-n
tra. garbem correspondente a* disciplinas que lee ^"ff P
de s. Pedro Martj r casa terrea confronte o porto [ externo de urna casa de pouca familia : na ra da
Senzalla-Velba n. 22, 2 andar.______________
O abaixo assignado, socio da existente firma
social de Rodrigo Pinto Moreira 4 C, e como Io
procurador encarregado de cobrar as dividas fla-
4 Ib
Itenco
Ama
Precisase de uma ama forra para ama de easa
Manteig ingleza flora................ 15300
Dita mais baxa a................... 15000
Na ra da Concordia n. 33.
Chi-guem a pechincha antes que *e
acabe.
nonar.
Na ra Nova n. 33 loja.
- os seus' De Madame Thiard vende-se o seguinte : i<
at o muito ricos imitando inadrepertHa por 35,
Pedro das por o mesmo Moreira, avisa
para uma Precira-s1! de um feitor oara onj
no hutol trovador, da praca : na ra da uruz o. 4.
I '------:""'_____________________________ F o V '- ~ f= cu. u rauno neos mitanao madreperola por 35, ditos
-! Cosme Jos dos Santos Gallado conti-' t^lZZlT'l^&t ^T6^^ W^0 P?r *. "* !o molas por
nua a sacar sobre a prafa do Porto.


_
SUM PARRILHA DE AYER.
retemos aqui alguns
dos muitos attestados que temos
recebido das virtudes da salsa
parrilha do Dr. Ayer.
nhe lunatismo.
DE JOO JOS DOS SANTOS.
Ouro Preto.
Diarlo de pemambuco Qtiluta leu a de Junko de isa*.
t Soffri rheumatismo por mu-
tas vezes, e vendo annuneiado
em um jornal d'esta cidade a
Salsa parrilha de Dr. Ayer, re-
solvi-me a comprar um frasco e fazer uso
d'ella ; e antes de concluir o primeiro fras-
co, achei-me forte e sem sentir a mais leve
dr nos joelhos ; a parte do corpo que es-
lava affectada d'esse terrivel encommodo
que roubou-me tantas noites de somno.
Ernpees, borbulhas pstulas,
ulceras, e todas as molestias
da pelle.
DO SR. JOO PAULA DE ABREU E SOUZA.
Ra de S. Pedro.Rio de Janeiro.
t Soffria mais de dous annos de ama
erupcao sypliiliiica em todo o corpo, moss
trando-se sempre com mais violencia na ca-
ra, prove muitos m^icamentos e cnsul tei
muitos mdicos, e Utava quasi desanimado
quando vi os annncios da Salsa parrilha
do Dr. Ayer : comecei a fazer uso d'ella e
nos primeiros das a erupcao aggravou-se,
porm antes de acabar o segundo frasco ti-
nha o mal desapparecido completamente de
todo o corpo.
Doctor Don Jos Valdes Herrera, profes-
sor de medicina cirurjia, subdelegado
em ambas as facultades del sesto dis-
tricto.Ha baa.
Certifico que he usado la zarzaparril-
la del Di\ Ayer, y como depurativo he ob-
tenido de ella los mas felices resultados en
les casos de ulcera crnica, asi mismo au-
tor y las considero como um porgante, cuya
accin ademas de ser egura, ha sido muy
eficaz en el tratamento de las enfermidades
que exsigeu el uso de los porgantes, y no
vacilo en recomendar estas preparaciones.
Y para los fines que puedan convenir doy
la presente en Regla a 7 de setembro de
1860.
Dr. ios V. Herrera.
Escrophula.
ATTEStADO DO MAM. SR, FRANCISCO FERRAZ
dos santos. Ouro Preto.
* Me acho ha quasi do^s annos affectado
de escrfulas, o tendo soffrido tanto qi gumas vezes quasi que diego a desrnimar
da vida e maldizer da minha infeliz sorte;
tenlio sido tratado por muitos mdicos d'es-
ta cidade, e aenhum pode vencer a tenaci-
dade de minha molestia, eslava sem ospe-
rancas de recobrar a minha saude ; quando
ltimamente resolv fazer uso da 'salsa par-
rilha do Dr. Ayer. Completa n-se hoje
trinta e seto dias que comecei com este
santo remedio, e tantas mellaras tenho
sentido que tenho convicio de em breve
recobrar a minha saude, perdkta ha tanto
tempo.
svpliili* e 0uolestlas nieiMurlaes.
Do Illm. Sr. Dr. Jacksoi'.
Medico muilo conhecido Has provincias do
sul do Brasil.
Tenho receitado a Salsa pa-rilha do
Dr. Ayer .nos casos mais inveterados de
Syphilis censlitucional e sempre com os
mais felizes resultados; o melhoi allersn-
te que conheco.
Lcueorrha e flores brancas.
Temos cartas em que nos contam casos
inveterados que foram radicalmente curados
com um ou dous frascos d'esta Salsa par-
rilha.
O espaeo nao nos permute trauscrever
todos os attestados que possuimos Jas vir-
tudes d'este extracto composto de Salsa
parrilha do Dr. Ayer. Basta decorar ao
publico que tem sido empnegado ha mais
de vinte annos pela profisso med ,a tanto
das Americas eomo da Europa., sem nunca
desmentir a sua alta repuiacao.
Grande liquidado a din ieiro.
!Va loja earmazeiu do Pa\ i.
Ra da Imperatrfz u. GO le Ca-
ma fc MI va.
Os dones deste eslabelecimento tem res olvido li-
quidar suas fazendas por pregos baratiss idos, s
com o fim de apurar dinheiro, e previnei i as pes-
soas que negociara em pequea escala r< n fazen
das, que nesia toja e arraazem enconlr rao un
grande sorlimento por precos que muilo Ihes liao
de gradar, tanto em pega" como a retalt a, a sa-
ber :
Chitas largas a 200 rs.
Ven Ras, padtoes escurus, pelo barato prego dt 00 rs.
o covado, tendo muito bom panno ; ditas tescuras
pedroes novos, por serem todas escossezal e cor
risa a 240 rs. o covado ; dita m:udmhas escuras
e claras a 240 rs., afllangando se que esta fkzenda
nao tem o mais pequeo loque de mofo, neraj outro
qualquer defeito. Isto.' o Pavo, na ra m Im-
peratriz n. 60 de Gama & Silva.
Esparlillios, na loja do Pavao.
Vende-se um bonito sortimento de espa tilhos
proprios para senboras, sendo dos mais mo< eraos
e bem feitos que lem vindo ao mercado, le do de
todos os lmannos e de diversos pregos trazeo lo to
das as competentes filas para' aperlar. tsto na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n, 60 de ama
& Silva.
Can.biaias 1, raucas.
O
o
2
Admiraveis pechinctias
que esto a venda na I "ja e armazeiu
.da Arara, ra -a Imperatriz n. SI',
de Lourenc Pereira fleodes 6uimi-
4)
raes.
Bretanha de rolo a 3l.
111 VIL
Itua do Qutimedo n. 49, i"ja de Jos & AzcvaJo
Main e S.lva.
Poteiras e valtas milito benitas a 500 rs.
Miadas denha para bordados de superior ica-
lidade :> 60 i -.
Duzi-isae fi' e nifj= Je cabo puto muito
Veudem-se pegas de br. tanha uoui 10 varas pe- *!'a '.''"'.
Melada tte l.ntw froxa |.ara bordar a 20 rs.
M.iadasde iinlia :i7.:i!..da superior a GO rs.
lo baratissimo prego de 35 a pega.
Madapolao enfestado a 3->500.
Vende-se madapolao enfeMado com 12 jardas a
35300, 45 e 45600, dito com 2 i jardas a 35.
S5300, 65300,75. N. "5300, L. 10 7-5300, -N. 6
85, Elephante 85300.
Suutembarques de cores a 80.
Vendem-se soutembaniues de cores a 6$, "5 8
85, ditos de seda a 18?, 205 e 235.
Chapeos para liomem a 10800.
lial-.i l.i do IViu DlitO Miln-llul ,i 100, llO d
160 rs.
Varas -l fralqa de nl.o branca a 40 r.
Caixs com 100 enwlnpes da nalhor qnadade a
000 rs.
Caixas com 20 quadernos de papel suprior a
600 rs.
Grozs de peonas de ago muilo (lnas a 300 rs.
! l'egas de ir.mga lisa p/Cta c de rrfs a 40 rs.
Vendem-se chapeos para liomem a "5S00 cada Grotas do botes madreoerol par* camisas a 300
DE
Agora minliassenhoras peto que lancem suas vistas em toda a minha circumsfe-
. ooi-rsn miP pnrnntram muitos obiectos que necessilam e por precos que convi-
AZEVEDO FLORES
, Ra da &\m do ttccifr, esquina da ladre de Deus,
Excellentissimas senboras o Balao partecipa a Vv. Exc. que reduzio os pregos de
Vende-$e um "bonitosortimento de pegas deleam- todas as suas fazendas, e pede a Vv. Excs. que nao o esquegam, pois o Ba o empenha
braia brancas lizas, tendo tapadas e innsparlnte-.' ,fl Q. ,.eus esfrCos para bem as servir e alm de tudo islo minhas senhoras, um
ja do Pavlo. na ra da Imperatriz n. 60 de dama |
& Silva. 1 reo
tiros de quadriuliosa 1,5000. dam a comprar," como sejam:
Vendenl-se os mais modrrnos grosde qu dr- q cos baies de 40 arc^s, com urna roda que admira.
nhos, proprios para ve^tidos de senhoras e n eni-_______-, n,.nc- ^AHlifi p 1J
as, send3 estes gros dos mais modei nos que tem dem com menos ai COS a 2*oU e %
vindo ao jr.ercado, v.ndendose pelo ba ato p-ego dem para meninas dbannos ate izjmiiu&.
de 600 rs] o covado. Isio s na luja do Pavao; ra Cambraia finissima que era de 9$ a /#.
da Irapealnz n. 60 de Gama 4 Silva. 1(lem das de fi por tf.
Ricos bouzuouts de Gnipure. q mjis |n(jos n^dres de cambraLs de cores, verdadeiras francezas.
Vendm-se os mais ricos bouznouis de Guipure, k im i i;,,, .. Uro-a
sendo os mais modernos que lem viudo ao merca- Ta.latana branca mu.to fina e MJ*> sur|Prores
do, pelo baratissimo prego de 235, cada um, as- Chitas escuras a 240 e 280 rs., que eram de dbO, tambem ba superiores.
sim como chales de 3 e 4 ponas da mesma fazen- [jem perclaras superiores a 4 40 rs,
da, sendo de varios pngos. Ilo .- na loja do Pa- ,, eta para |ut0 e ,je t0(jas as mais COreS.
vo, ruada Imperanzn. 60 de Gama & Silva. chil enca5:na(la adamascada muito superior a 5 Adnirem berta para cama franceza.
A dnn'rPTTi Vestidos a Mara Pa os mais ricos que ha de i40, 18# e 200.
uiuii cm i Ca,cas de casemira de muito bonitas cores.
Admiren! tem I !' Colletes de casemira preto e de cores.
As pechinchas que estao venda na loja e ama- dem de brim branco.
zem do Pavo, na ra da Imperatriz n. GO de Ga- palets de casemira saCCO a 10 e 12$.
ma <& Silva, onde se vendem todas as fazendas,' .i i hrim hranco
tanto de luxo como de primeira necessidade por f"e,u ^ Lhp,n" a kb f
pregos muito rasoaveis,ecom especial.dade as se-! dem de alpaka branca a 0#.
gutnies, dando-se amostras di-ixando ficar penhor dem pretOS a 43 6 55.
cu mando-se levar em casa das familias pelos I Caigas de brim branco, pardo e de outras cores. .
caixeiros da mesma loja. I Cerouias e |nh0 com duas costuras a 2^500.
Grande pecuiDclia, vestidos a iaem a 1.56OO.
*? An. mc Colletes da casemira a 4$ e H.
Acaba de chegar um bonito sortimento dos mais ^" '\ ,
lindos vestidos transparentes, muito proprios para^amisas com pe ios ue tui.
passeios e bailes, por serem de primorosos dse- dem brancas a l>'00 cada uma.
nhos, sendo todos os padres tecidos e nao pinta-1 ijern brancas finas preg.s largas a 2f)2w e z^oUU.
dos, e vendem-se pelo baratissimo prego de 35300,: .rf 1 -nneriores a $.
sendo fazenda que val muito mais dinheiro: slo/ia | \(ltm "e / 1 ^'' m ito finas rio nmeros 34 35, 37 e 39.
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & dem de linho inglezas mato tinaS ce numero o*, ->". r
Silva. dem de meia abortas fazenda superior. ____
C1I.1PKOS DE SOIi
um, chapeos de sol de panno ai;, ditos de eda
para homem a 65 c 75 : s Arara, ra da Impe-
ratriz a. 36, de Meades Guiraaraes.
S Arara vende chitas francezas a 2 iO rs. o co-
vado.
Vendem-se chitas franceza* sendo cores ffaas,
assim como sejam padroes delicados sendo cores
de cana e rxas, se vende por.baratissimo prego
de 240 o covado, ditas a 260, 280 e 300 rs., ditas
matisadas finas a 320 o 360 o covado.
Chitas francezas escaras.
Vendera-sJ chitas fraucetas sendo padroes seu-
ros e cores finas a 360 e 100 o covado, ditas miu-
dinhas claras a 3C0 e 400 rs. o covado : isto na
loja e arniazem da Arara ra da Imperatriz u. 36.
Corles a Mara Pia a !':>.
Vendem-se os 11 ais modernos cortes a Mara
Pia a 185, dito a 5, 125, U$, 105 e 85, coi te
de 13a sem barra a 35 lem 15 covados o corle.
Damasco de duas lai guras a 1 .21-0.
Vende-se damasco de duas larguras a 15280 o
covado, dito de urna largura a 800 e 6i0 rs. o co-
vado, lengos de linho a 55, 65 e 75 a duza.
Camisas frncezas a l-600.
Vendem-se camisas francezas a 15800, 25. dita
de pregas largas a 2-5 e 2520, ditas de l.nho a
25500, 2800 e 35 cada urna, seroulasframcas a
15280 e 155OO, dita de linho a 15800 e 25. ro-
beras de chita a 25 e 25500 cada urna, cambraia
nranca a 35, 35500 e 45 a pega, ditas de cures a
35OOO.
Cambraias de cores a 300 rs.
Vende-se canlDraia de cor a 300, 320, 360 o 00
rs. o covado, cambraia de salpicos a 25300 e 35
na ra da Imperatriz n. 56.
Chales de merino a 2:).
Vendem-se chales de merino a 35, ditos de chl-.
la a 15600, 1D280 e 15 cada um, diales f nos com FrBqueM
ponta redonda e borlla de seda a 65 e 75 cada
um, cobertores de algodo a 15 cada um : na 1 ua
da Imperatriz n. 56. ^^
Coke~
e 720 rs.
Caitas com 30 novellos de linha do gaz a 700 rs.
Varas de franja de Gres a 80 rs.
Novellos com iOO jardas superior quaiiJade a 70 rs.
Garnt.is de buha rom 200 jarJas dos m CO al
200 a 100 r<.
Li'f'S para asientos de roupa lavada a 100 rs.
Par* de boloes de punho muilo linos a 120 rs.
Th'snuras para unbas e costura muito fluas a
500 rs.
Os elementos que compoem esia'preparci-ao, o
ferro, o iode e a quina, a collocSo no pr.ci iro
grao das preparares ferruginosas. Basta ait .lar
seus resultados obiidos pelos Mdicos dos hospi-
Iiaes, e osrclatorios dos prcticos mais 1-111,ueutes,
que confirmrao sua poderosa eflfacidade as
seguintes affecgocs:
Capas pretas e soulembarques,
Vendem-se as mais modernas cpas prelas lisas
! Chapos de sol de seda de 12 asteas^a 85.
e bordadas, os mais bonitos soulembarques pretose ., suDeriores de IG asteas ai2&
manteleles, tudo de seda preta e o que ha de mais *"" ""l1* fL^a MteM A* moii
dem de seda trancada asteas de meta cana a i j#.
Que tudo se vende na loja do
1|?
Para a cura radical de escrfulas e iffecges
escrofulos, syphilis e molestias syphi-
liticas. ulceras, feridas, chagas,
erupges cutneas e todo e
qualquer ncomK-odo que
V provm d'ura estado
impuro de 6angue,
TOliEM A
%\*.S\ PARRILHA DE AYER.
A' venda na ra Direita, ns. 12 26 e 76;
ra .da Quitanda n. 51 ; praca da Constt-
tuico, n. 30 e Hospieio, n. 40. E na-
iprncjpaes pharmaclas e droganas do im-
perio-
Vende-se em Pernambuco:
a phar macla ira aceza de
P.MftURER & C.
RA NOVA N. 18.
N0Y4 EXPOSI-
(AO
e2.oacan4ieiros de ?az coloridas,
com glbus de cryslal e delicadas
aravuras, novo goslo, fiogindo iao-
teroas, par Mo o preco, cima da
factura, no armazem da roa da
Emperatriz n. 22.
Oawprieiariodesce importante estabelec.meat,
teadruil breve de retirara para a Europa, re-
SwifiSSr umi Jiquldao a dinheiro a visla por
wio o So, comentando se somenle com urna pe-
S Xtagem cima do cusi da factura. Es-
qTrespeitavel publieo o coadjuve com sua
1%IS a honrar seu estabelecimenlo e admira-
S os^recoi de semelhantes objecin de caod.e.-
ros de gaz. _----------------------~--
~ Vende-se a abeTna da roa do Palacio do Bis-
co a. 40 : a traur na mesma.
_ Vende-se, das 10 horas ao raeio da, mu es-
eraToSgo'prpriopara engenbo : a ratar r,a
roa do Mondego. otaria n. .____________m-----.
Vendem-se
maebitus amerteana de serrote para descarogar
Mcmteiga
i .O1AI20 francew a 880, vinho de bis-
* o^S Port Ado a 1* a arrafa, qucijos
a440 8a#*w.rOTW" _.ua, 400 rs. a ibra,
frescos a **J*?Z% orinas a 600 rs.',
aletra ."IS ra/Kha do reino a 130, al-
batatas novas a 60 ri^jn >a 220 catt.
pista a 120, rA*$,?:' 2 arrala, a re-
ai libido a 1**800* lta J<.Jf "*' d p
toiho480 ; no rmate ertrep, wrgo w
raiio o. 14.
goslo no mercado, por pregos muito em conla :
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
S o Pavao vende
Cbitas largas a 240
Calas largas a 240
Cintas largzs a 240.
Acaba de chegar para a loja do Pavo um gran-
de sortimento de chitas largas garibaldinas, por
s rem todas listradas e padioes esruros e de cores
fixas que se vendem pelo ba'atissimo prego de 240
o covado, sendo que em outra qualquer parle cus-
a a 360 o covado, noundo que os freguezes que
comprarem porgo de pegas, terao um pequeo
abatimento: isto na loja do Pavo a ra da Impe-
ratriz n.60, de Gama Silva.
Lazinbas a 300 rs.
Laazinhas a 300 rs.
Lazinhas 300 rs.
Vende-se um bonito sor intento de laazinhas pro-
prias para vestidos e soutegu arques por serem li
sas e de quadrinhos pelo 'barato prego de 300 r?. o
covado, sendo fazenda que sempre se vendeu a
500 rs. o covado, e vende-se a dinheiro a vista pe
lo baraliisimo prego de 300 rs. o covado : na loja
do Pavo ra da lmperatr n. 60 de Gama &
Silva.
Pelerinas a 1^600.
Vendem-se as mais ricas pelerinas ou romeiras
de cambraia bordadas proprias para hombros de
seahora pelo baratsimo prego de I da Imperatriz n. 60, loja deGaaia & Silva.
Organdy a 240 rs. o covado.
na loja do Pavo.
Vendem-se as mais bonitas cassas organdys, pa-
drees miudos e grandes, pelo baratissimo prego de
210 rs. o covado (doze vintens), esta pechincha
acaba-se logo : na loja do Pavo ra da Impera-
triz n.60, de Cama & Silva.
BRETA.NHA DE ROLO A 3$000.
MadapolO eufestado a 30OOO.
Ka lija do l'.oao
Vendem-se pegas de brelanha de rolo com 10
varas a 35, ditas de madapolao enfestado a 3520>,
35300 e 45 ; na loja do Pavo, ra da Imperatriz
o. 60, de Gama & Silva.
Xovos fortes de vestidos a 12?, para as festas
de S. Joao S. Pedro, na loja do Pavo.
Acabam de chegar para este estabelecimenlo os
mais ricos cortes de gazia granadina com 22 cova-
dos cada um, sendo esta fazenda do raelhor gosto
possivel por ser transparentes e tecidos com seda,
e por isso sao de muia fantezia, e vende-se pelo
baralissimo prego de 125 cada corte, sendo fazen-
da que val 2S5: esta pechincha esU venda na
loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Laiiabas a 300 rs.
Pechincha do Pavo.
\reidem-se superiores laazinhas mossambiques,
prcurias para vestidos e soulembarques, pelo ba-
ratisfeimo prego de 300 rs. o covado, sendo fazenda
que sempre se venden a 500 rs., fazenda esta mui-
to propria para veslido de sabir a passeio._ e prin-
cipalmente para tempo de invern por nao se es- q proprietario desle estabelecimenlo tem ahoO-
tragar com facilidade : isto s na loja da Pavao, rad(! avf;ir a03 seus freguezes qae fez urna gran
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. ] je reitU(.Qao I10s pregos de seus generes de primei-
MadapoLw cotu loque de mofa a 6#I0Q c 7$ I ra quaiidade : manttiga ingleza 19 e 15*80 rs. a
Vendem-se uperioies pegas de madapoln, ga-j libra da ultima chegada ao nosso mercado, dita
raniindo-se 20 varas em cada urna, pelo baratissi-, trance a 900 rs. e em barril se faz abalement,
m prego de 65400 e 75 por terem um pequeo queijos llamengos novos a 25300, dito prato.o qtte
toque de mofo que nada val, e pegas di algodo a se pode desojar em bondade a .800 rs. a \jbrn
45 na loja do Pavo, ma da Imperatriz n. 60, de ameias' francezas caixinhas a 15200, 15300 e
Gama & Silva. ; 15800, frascos de ditas 15400, grandes 35 proprios
Cortes de caMuriras a 2#>00 e 3/J I para mimos, marmelada das nielhores marcas a
Vendem-se cortes de casemira de urna s cor a 640 rs. ,a libra amendoas coufe.tadas para sortes
25500, ditas de quadrinhos a 35: na loja do Pa- de S. Joao a^6^0 rs., v.nlio do Porto;a 640 e 720 rs.
vo ra da Imp'ralriz n. 60, de Gama & Silva. a garrafa, Fiuueira e Lisboa 400,440 e oOO rs e
vao, ra ua i v en canada ^ {u Q a^aiimebto, caixas de balaas
Vendem-sechales de ^'iU, WoOO 5$, e i ^^ J&m b m e 260
65: na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de .^ inJ|eza a 27,0 rs. a libra> loucinno fe
Gama & Silva._____________________.... i Upboi a 360 rs a llDr1) ve)as de carnauba s 400
"_ Vend-se o engenho Goicana, situado no ter-1 rgj uuasestearinas ftnas a 600 r?., presumo porlu
mo de'Serinhaem, meia legoa distante da cidade I guez a qqq r_( a|pista a 35500 a arroba e 120 rs.
do Rio Formoso, um quarto de legoa do porto de i a |i0r3t panco a 45 a dita e 140 rs. a dita, cha fi-
embarqup, ptimo d'agua, de boa produrgao, boas | n0 a j^goo, 25700 e 25800, fructas em calda a
obras, tendo anda matas, bons lugares para criv 6i0 a |alft) gamut3t a IW rs. a libra e 25360 a ar-
co de gado, um sitio de coqueiros novos comegan- roba) ijollluhos inglezes lata da 2 libras a 15350,
do a dar tractos, e podendo ainda augmentar-se,' dJl0S Je soda grandes 25000 outros mais gene-
ainda com grandes partidos a criarse, dependen-' rog (jUe ge lriia enfadonho mencionar. O proprie
do de fcil comporta que suspenda a> aguas salga-1 tarj0 e;(jera a concurrencia do respeilavel publico,
das era terreno? planos de massap, e prximo ao i garanUndo a exaclido do que tratar.
novena de~xim Senbora da
Carino e de Saiia'Aana.
Rival sem segundo
Ra do Queimado n. 49, est vendendo todo
mnilo barato como ver abaixo.
Caixas de pennas de kalegraphja a 15000.
Massus com superiores grampos a 30 rs.^^
Pares de sapatos de-tranca e tapite a 15300.
Frascos de macag per la a 00 rs.
Caixas com superiores agiilhas a 200 rs.
Libras de l.ia sortidas com tudas as Ores a 750001
Caixas com superiores obreias a 40 r.
Duzias de phosphoros de segnranca a 120 rs.
Meias garrafas com tinta a 2i rs.
R idinhas com altinetes francezes a 20 rs.
Cartas de altinetes francezes muito Unos a .00 rs.
Resmas de p.ipel almago a 25100.
Resmas de papel de peso a 25000.
Papis de Bgulhas francezas a balo a 60 rs.
Ronets muito bonitos para meninos a 15000.
Eiifeile* para senboras fa/.enda muito moderna a
25000.
i Escovas para roupa superior iiualidade a 15000-
Tasso Irmlos
Vendem no ^eu armazem ra do
Viiioi im n. 35,
Licor Uno Curago em botijas e. meias botijas.
Licores linos sonidos era garrafas com rolbas de
vidro e em lindos frascos.
ViohosUheres.
Santernes.
Chamberiin.
Hermitage.
Borgonhe.
Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ton.
AzeitePlaguiol.
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da tnelhor qaalidede -
li.,5 a lata : nos armazensda ra do Im-
perador 0.I6 e ra do Trapiche Novon. 8.
GRANDE
AM*ZtMHiiLHADpS
riiarol do commercio
Ra do Kangel n. 73.
LOJA DO BEiJA FLOR
Na ra do Queimado n. 63.
Tendo recebido um sorlimento de none-
cas d choro, que chamam papai e mamai,
feom cabelleira e cachos.
Tendo recebido um variado sortimento de
brinqedos para meninos, sendo espadas,
espingardas, pistolas, tambores ; ditos
para meninas: apparelhos de almoco e de
jamar de porcelana e de metal, porta-licor
efaquinlias a 280 rs. o par ;e nao qneren-
do continuar, vende mais barato do que em
outra qualquer parte.
Vende-se tiras bordadas de diffeientes
larguras a I $, e babados, collar nhos e pu-
nhos para seuhora. bordados e abertos de
renda e lisos, os mais modernos que se
podem encontrar.
Vende-se iaa para bordar de diveras
qualidades e de cores claras a 7# a libra, es-
pelhos de columnas de Jacaranda a 25a00,
ditos brancosde diversos lamanhos, caixinhas
para estojos de navalhas,
Vende-se pentes de alisar com costas de
metal a 1$, ditos de differenles qualidades,
lindas gravaliiihas para sen hora de differen-
tes gosios.
Colhere? de metal principe.
Vende-se colheres de metal principe para
tirar soupa a 2$, ditas para cha a 2&J00,
dit-is para soupa a 4$200 a duzia: nesta
loja se encontrar sempre um grande e va-
riado sortimento de miude/.as: ra do Quei-
mado n. 63, loja do beija-flor.
FUNDIDO D0B0VV-
Hiia da Bruna numero 38.
Neste estabelecimenlo acham-se venda os se-
guintes objectos, todos da primeira quaiidade, e
i onstruidos especialmente para esla casa, pelos
rr.ais acreditados fabricantes inglezes :
Machinas a vapor de 2 l|2 a 8 cava los, com
moendas, juntas e sem ellas ; e_ tambem proprias
iara descarogamenlo de algodao, afamadas pela
ortidao, implicidade e economa em corabustivel,
e por nao precisar de obra ijualquer para seu as-
tsntamenlo.
Rodas d'agua de ferro, systema rnui proveitoso
da forga d'agua.
Rodas de espora, e angulares, e de esquadrilha
para animaes.
Moendas e meia-m>ondas.
Talxas de ferro balido e fundido, e de cobre.
Machinas para descarogar algodao, systema
Platt, cero os ltimos' melhoramento?.
Boceas e crivos e patente para forualhas, dimi-
nuindo niuito o gasto do comboslivel.
Machinas e machinismos para moer mandioca,
movidas a vapor, agua oa cavallo.
Fornos e chapas de ferro batido para coser fa-
rinha.
Alambiques de ferro, e fundos.
Guindastes, fuos e porttil?.
Prensas para copiar cartas.
Rodas para carro de ngeuho com eizos e man-
gas de patente.
Formas de ferro balido galvanizado para purgar.
Serras de ago e armagoes de serrara.
Arados de ferro singelos edobradjs, grades para
cubrir ratina, enzadas a cavallo, e outros instru-
mentos de agricultura.
engenho, e mais ontras vanlagen9 que se farao pa
lente a quem o qulzer negociar, podendo para esse
flm dirrgir-se ao mesmo engenho, ou no Recife a
entenderse cora Antonio Jos Teiseira Baslog.
Agua de Vichy
Vende-aeaverdadeiraagua de Vichy ero garra-. Ihelo* po? 5O0 w e i Cov?na e SanUnua por
fas : na reta d Cruz o- 23, primeiro andar.
Vendt-se na ra do Imperad,r n. 15, yfflelna
deencadernago :.oofB'\ salve a versos, nove-
na e salve de ossa Sen hora do fiarwio, tres fo-
......__ enn-3 1 iKnvana rto Sanl'Anna
. 320 rs.
B
QL'ADHOS
WIKSBADE
AQI'AItKI-LA
(Iaa scena de nussos dias.
Drama
Por Pedro de Calasans
Vendem-se estas obras impressas en Bruxellas
e.Leipig : na livraria de Jos Nogueira de Souza
ra do Crespo.
o gaz.
pilcli do gaz.
Alcalro do gaz.
Coke tonelladas rs. 10^000
Pitch 80,5000
Alcatro canada..... 100
O coke reconhecidamente o carvao mais econ-
mico, torna-se por isso recommenJavel, bem co:
mo pelo assei > que se nota as cozinhas acnde
alie usado. Piten e alcatro,alm das applicacdes
diversas a que se prestam, como para callafetar
embarcagoes.alcatroar madeiras,etc.,lei'm este a
propriedade de preservar do cupial, l'jrmigas.etc.
E' entregar na fabrica dogaz ou mandado por em
qualquer ponto da cidade, seguudo a voutade do
comprador._________________
'c/i'rn >"n2 ~~ r?2
D"a(asoO-J a-*-*! x O Z o
-H 3 =:s g 2
ffi <
Pilla
lltlglil
22 = 3!^
Aninlu.
CbloroKc ou Ictericia.
Menstrno.
Afrcefra^do uter.
SupprcNHOea das re-
graa e deaordea na
mcnalrunri::.
Affcccao pulmonar e
phthiHle.
Moleatlaa d'catoma^o.
Gaatrulglaa.
Perda d'appetllc, c-tc.
Cnvalcacc:ic.t dt lan-
gas molcailaa.
Molcallaa cseraala-
aoa.
papclra.
Obstruccao daa gln-
dulas.
Humores frloa.
Humores bramo.
RuchUlsiiio.
Affccces aaeeruaai
e syphlli .l<:".
Fehrca tj'pboldca.
Varile, ele, ole.
3-3
a, o s a, M
as 3 Q. c ai
Jl "O Q. 03 -
as x i7
__2 O ai 3Q
o 3.9 si
2 o S c S--0 -.
So-.Bgog3
8-o
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os
'Jl CO -j
CD
51
Vejae se os bulletins de therapeutica mate*
t cirurgka de 30 de novembre 1S60; a Catete
dos hospilaes de 2S dejuiho 1800, etc., etc.
Alm das vilulas de iodurelo duplo de ei re le
quinina de lebillon, os Mdicos aconselhio
igualmente o Xarope d'iodure duplo de
ierro e de quinina do mesmo author para as
pessoas que nao gostSo de medicamentos sob ttr-
ma pilular e os meninos. Este xarope nao tem
como o xarope d'iodure de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nao poder conservar.
Pega-se o folheto que se d de graga em casa
dos pharmaceucos depositarios.
Para-se evitarem falsificagSes, exija o com-
prador em cada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
sienatura do inventor. .
Tlepsito geral em Pars, pharmaciaRebiUon,
442 ru du Bac, e em todas as boas pnarmacia*
de Franca a dos pnizes estrangeiros, etc.
09 C
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GRANULO
BISMU'
DEGHEVRtt
i
i
Os granulos au bismuth de Chevrier bem
superiores a todas as outras preparacocs de
bismuth empregadas antes com o maior successo
pelos mdicos ue todos os paizes, para prevenir
curar as
Dlaiilu lis chroulcas.
Ms dlgesloes.
Gastrllea.
Gallralglaa, ele.
3
o_
CD
v>
SL
CD
OQ
os
3
CD"
73
Dyaaeuterlaa.
Ddrea d'ealAiiiago.
Dyspcpalaa.
Os primeiros symplomas d'essas formidaveai
affeccoes se manifsto ordinariamente por diges-
toes laboriosas, azidumes, falta dl'appete.. pesos
d''estomago depois de cada comida, caimbras es-
tomacaes, e, muitas vezes, por espasmos nervosos
com vmitos.
Este estado mrbido, se o descuidao, traz inc-
vitavelmente, que seja:
Moleatlaa de ligada.
A Ictericia.
Pnlpltaro de coraeo
Ddrea no rlna.
Oppreaaea.
Horca de cabera
Irrllacea de bczlgn a
da matriz, etc.
Os granulos Chevrier sao ordenados pcltu
sommidades medicaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sao tomados a
tempo.
0 preco de cada frasco de 4 francos.
Depsito gcral em Pars, pharmacia Chevrier,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paizea
estrangeiros.
Bivalsem segundo
Ruado Queimado n. 49, loja de miudezas de Jos
4 Azevedo Maia e Silva, est queiinando que ad-
mira, a saber :
Frascos com superior banha a 200, 240 e 500 rs.
Latas com superior banha a 20 rs.
Frascos com superior agua de Colonia a 120 e
400 rs.
Frascos com superior oleo de baboza a 240, 320 e
400 rs.
Garrafas da verdadeira agua Florida a 1280.
Fraseos de superior oleo da sodedade Higienique
a 610 rs.
Frascos de superiores cheiros santal e outros mui-
tos a 15000.
Sabonetes de familia a 210 e 200 rs.
Sabonetes de superior qualidades a 60,120 e 160 rs.
Caixas com 12 frascos de cheiros muilo Gnus a
1400.
Caixas dito com 6 frascos melhor fazenda a 900 rs.
Paos de pomada franceza grandes a oOC rs.
Sabonetes de bolla pequeos e grandes a 2i0 e
320 rs.
Frascos com superior opiata a 800 rs.
Frascos com superior agua para denles a I 000.
Grande sortimento de roupas feitas de to-
das as qualidades,
Calcas de casemira a 6{ e 75500, ditas prelas a
65 e 85, caigas de ganga a 25 ,15800 e 1*600,
ditas brancas a 25, brim de linho a 35, 35500 e
45, paletots do alpaca branca a 45500, ditos prelos!
a 35 e 35^00, diios de alpaca de cordao a 45. ej
de listr de seda a 45500, ditos sobreca-acos a 5-5,!
palelols de casemira a 55, 55500, 65. 85 e 95, i
ditos sobrecasacos pretos a 1?5, 15 e 165, ditos ti-,
nos a 255, de cores a 35. 'utos fraques a 145, Lrqa.zz <3tn
paletots de ganga a 35, 25500 e 25, dil;s de bnovl j. ~ jlllj;i >
pardo a 35, jaquetSes de brim pardo a 3-5, panno; .____. ,.-,>, ,-. ,,,a,... ,ir, rr
preto (no a 25 25&'0, 35500 5?, 45500 5 e 65 o barata (1,IC -e vefld liv^lt' J (|- :
covado, moreantique preto a 25600 o covado. gros- Ci s : lia ILVOO Xgailin. Si.
MASSA E XAROPE
DE ,
BERTHE
COM CODEIXA
Preconizados por todos os medicos,contra
as Defluxos, a Grippa e todas as IrritacSes
do peito.
AVISO
Falsificagoes reprchensiveis excitadas pelos
successos do Xarope e da Massa de Berth,
nos obrigo a recordar que esses productos
to justamente
nomeados nao se
cntrogao scnJoei^
hcelas c em fras-
cos com a assigna-
lura aqui indicada. p*-.,wdt.Upiaux
151, ru Saint-Honcr, NA PHARMACIA i>0
i.uvitE, e cm todas as pharmacias.
Deposito geral em Pernea! i
casa le Caros B$rbo?3
,'( n tir ec fi ; e aTva n
rs
denaple. preto a 15500, 15800, 25, 25200 e 25500
o covado ; e outras muitas mais fazenda- que se
deixa de annunciar, c manda-sc levar pelos caixei-
ros da loja da ajara casa dos pretendenies. O
e tabelecimcnto est iberio at as 9 horasda noi!e,
ra da Imperatriz rt, 56. Mendes Guimaraes.
abaado.
Francez barrica 55000
Portland idera 85500
Em perfpilo estado:
Francez barrica 105000
Portland idem I25O00
No armazem de Tasso Irmiios caes do Apollo.
Pa liona de mandiocaj
da Bahia, S. Mathe e Santa Catharin, em saceas
de algodo da Dat, de 1 e 3 alqneires : vende se
no largo do Corw^Oaoto n. 4. escriptuiio de Jos
Maria Palmeira._______________________________
Vende-se duas casas de taipa, no lugar de-
nominado Arriial, tendo sitio com frucleiras, sen to
todas duas junto, e por comnvjdo prego : a (
que pretender dirija-se rna da Imperat. iz ;:. 51
loja, que -e dir' qoem woie.
Cjtegaram os superiores
cortes de seda.
Superiores 01 les de seda dt^or, viudos lo
ultimo vapor fr&rcei : na loja das eolnrnc:
do Crespo n. 13, de Antonio Uorreia de Vatcot*
cello* A C. ________________
ItteiiCio.
Na ra d
do ^e :
Folhas de Flan iros.
i'.erveja B?.
Champanha.
Frase nserv,;-.
Vt'tt"
Vende-se urna iuiifrna I
o mato, e bem como para a trra por U< n
do mar. tamb^al d corridas e dormidas, c re^oi-o
passageito*. UeuH co;ntfo3o para fa-
milia : na rita iL Lapa n. 13.
X ra da Imperatriz n.
vende-se 1
urna casa
am mole.yj- r
bem.
rILE6IVEL



^

o
GNEROS BARATOS A DINHEIRO
iffl NOS
i[mm mmm m molimos
,-----.-------- u.
pateo do Carino n. 9 armazem Progresivo rna do Queimado ji. .7
Uaio e Comnicrcio roa do Imperador n. 40,
Principal armazem de molhados.
OS PROPRIETAM^g.
Fazem sciente ao respeitavel publico, e com especiadade aos senhores de en-
paaos, I ivradores e mais pessoas do cantro, que para mais facilitar suas compras deli-
bertran os proplanos dos tres grandes armazens, reunir todo 5 os seas estabeleci-
mentos ern uro s annuncio, pelo qual o preco de um ser de lodos, promatte-
uws (oenfo infringiremos a tabella que abaixo va publicado, anounciar os ge leros
por ura preco, e ,na oceaaao da compra quererera por outro, como socede constante-
mente em outras rautas casas, porm nos nossos estabelecimentos nao se dar islo
aiiMi mesmo com prejuizo nosso, qualquer pessoa poder mnndar seus fmulos tiue
j tana cm servidos como viessem,pessoalmente fazando-nos o favor de mandar seus
; di ios em cartas fexadas; para evitar qualquer engaos, remetiendo nos urna conta,
pa quat se vera os precos tal qual annunciarmos, o que seoao arrepender pessoa f
aigiiraa que Qzer sua despensa em nossos estabelecimentos: pois poupar mais de
5 por cenio na sua despeza diaria.
UaDteiga iogteza perfeitamente flor chegaia dem com i a 5 ditas a 3#200
n umamenic no vapor Saladim, de 10 dem vasios de lodosos tamanhos aMW.
a 10200 a libra e em barril ter abat- 15300,800 e 640 rs.
,, li: 'I1"' Queijos d 20300 a 2^500 os mais frescos.
dem franeeai muito nova a 900 a libra, e Vinagre puro de Lisboa a 280 a garrafa e
8.i0em,barris. i 25000 a caada. *
Bai ha de porco refinada a 720 a libra e 700 dem mais baixo a 20J rs. a garrafa e l00
: ;> uta) de superior qualidade a 25600. Azelte doce de Lisboa muito fino a 6O0 w.
| Largo da Santa
Cruz n. 84, es*
|quina da ra da
sSebo.
CtiHPEGIACS
'Ditas
mai
I a pe: ula miudinlio a 5700
a garrafa e 4$li00 a caada,
i .'jf30" esPecial qualidade de<2i?400 a Toucinho de Lisboa novo e muito alto a 320
-50Wa libra. | a iora c em barr, de 5vrobas aAttOO
idorn preto muilo especial a 25000 e 2#i00 arroba.
i ta h'i)ra- ** jCerveja Dass do fabricante Slilers & Bell a
do Rio era latas de 45000 e a 80 a' 65300 a duzia e 640 a garrafa.
, a" ,. Uem Bass do fabricante T. F. Asbe a 65000
i ^nb,scouto de todas as qualidades! a duzia o 360 a garrafa.
h?2Lci i n tv Mem ma'^a H Victoria Alsope e outrasl
dem da crcd.tada fabrica de B.ato Antonio multas marcas a 35 a duzia e 300 rs. a
(Lisboa) propnas para da; a doentes a garrafa.
>e 35 a lata. Sabao primeira qualidade a 220 rs. a libra
tinha inglesa muito nova a 35300 a bar- e 210 era caixa.
: ;ea210rs.a libra. Idera segunda qualidade a 200 rs. a libra e
L ! enoto mgJez para fiambre clwgado no Sabo inglez superior a 180 rs. a libra e
timo vapor a 80 rs. a libra. I iqo rs. em caixa.
r;cos c paios muito njvos a OiO rs.
i
libra
a libra.
i cea macarro t^lharinvmoito nevo a
JO 0 e 320 a libra
'. ij tranca e amarella a 509 a libra,
iocolate 'orUiguez de especial qualidade a
0 a bra.
su isso de -8'>0 a r#>OOalrbra.
.. !ii;s..aQ'\ol verdadeiroa flWOO a
;; ja vendemos a l00.
da encadegeiafca *m,caisoes.de 6 li-
i- segare a 1$80.
em eaiXtes pequeos a 700 rs. e de
ra cima a 40.
:co can bocelas ^ament enfeitadas,
c ''Hondo pera, pesgo, ameixa, rainlia.
e oulras frats a 341000 cada urna.
n era calda em latas fexadas hermetica-
aente muilo bem enfeitadas, contendo,
pera, pesego, ameixas e outras frutas a
840 e 700 a lata, trmbem temos latas
- andes a 15200.
Marmeiada dos melhores fabricantes, emla-
!as de $000a lj-2)0.
dem em latas de I 1^libra a 15.
. em !a;asde 1 libia a 640 rs.
Brvbaa em latas chegadis nesle ultimo va-
por a 700 e de 5o para cima a 640 rs.
L?ei;3o verde o carrapalo em latas i pre-
parado a 640 rs.
isas em frascos de vidro a L5SOO.
le a era nxinhas ricamente enfeitadas de
; 52O0 a 25300.
'rvas Maride muito novas a 700 rs, o
Vasco.
idera do ceblas simples a 700 rs.
to tnglez a 040 rs. o frasco com rolha
de vi Iro.
: : irda em p a 700 rs. o frasco.
;. j pri?-paiadaa320rs.
Latas c.m massa de tomate de 1 libra a
i)00 rs.
!l i:! em latas de 1 Ij libra a 900 rs.
Vi hosera garrafas vindos do Porto, Midei-
ra Secca, Duque do Porto, Duque Semi-
no, Cascavallas, Mara Pia, D. Luiz, Pe-
dro V, Veiho Secco, Ligrimas Doces, La-
grimas do Douro-, e outras muitas marcas
a 1.5 a garrafa e 05 a 125 a duzia.
dem Palmella a 15
duzia.
dem era pipa de todas as marcas Porto,
a garrafa e 115000 a
Gafe primeira e segunda sorte a 65300,
I "5500 e 85 a arroba, e de 220 a 280 rs.
a libra.
Arroz do Maranho 35200 a arroba e 100
1 rs. a libra.
dem da India a 25600. 25800 e 100 rs. a
! libra.
Charutos Normas de Havana a 35300 a cai-
xa, de Simas (Jos Furlado).
dem Londrinos a 35, idem.
dem Parasienses a 45300.
dem Delicias a 15,300.
dem Traviata do Rio a 55500.
dem varetas de Manoel Peixoto.da Silva
Netto a 35300 e 15-$00 a meia caixa.
dem suspiros domesmo fabricante a 15300
a meia caixa e 55200 a caixa.
Idera mece.ipes a 15700 a meia caixa e
35000 a caixa do mesmo fabricante.
dem orientaos do mesmo a 15800 a meia
caixa e 3.5100 a caixa,
dem jovens de Castanho 4'Fillio a 25400
a caixa.
dem suspiros do nusim a 15 H)) a meia
caixa, e utras imitas marcas de fabrican-
tes.
Passas muito novas a 15300 o quirto e H$
a caixa do una arroba hespanhola e 320
a Lbra.
Yrmate bebida para abrir a disposigao de
comer 15'i00 a garrafa e 145000 a
caixa.
Alpista muito novo a 3JS00 arroba e 140
a libra.
Pataco a 45000 arroba e 1 iO a libra.
Peixe em latas j preparado a 15200 a lata
e em porcjfo 15000.
Sardinhas de Nantes a 40) a lata.
Tij'ollo para limpar facas a 160 rs.
Esparmacete a 600 a libra e em caixa a
580.
Vellas de carnauba a 14 >O00 arroba'e 440
a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas em anco-
retas grandes a 15800 e a 400 rs. a gar-
rafa.
Balaios do Porto nimio grandes proprios
para guardar roupa suja a 25500, 35000
e 45000
Batatas em gigos de 31 libras muito novas a
800, ea40rs. a libra.
COfCteSi!mri0adtmat0 wreditad armazem de^lSSill^H
A .egnime tabeHa mL am,efSl *or1timento de eneros de primeira .palidade.
Nftn&nm armaumjSL? **>* Ptf&Kraiide sortimento X iZ ,?* oro.}MiHo ehegue para VrrSi r TT porqi,,e seu d0no so d^a lirar diminuto lu-
Proveitar, o prsprierln h*T ?!. M.d25poza?..do estobelocimeoto por isso deixe se a-'
tantes freguezes de.fazer toda a diligencia, afim de servir bem os ensarna-'
a ?S8 UbraS dechoar5as moitonovas,
r?ft8-,SP^xe era Postas nteiras,
i40 1Ual,dades' a lm> 1*280 e
"'ldS?, TSrf **** ^cpara.fn-
DKcom5S;a^Ke^^.^ar,
?a 5f ra. afamad fabricaple
lOtlascom mssade tomate, a 500 rs
D,2reTffd9C0raad^nV0a.,5o00,
fm b0,achnha de soda muito novas, a
r Cliocolate.
a!? m,Sm ?2?J enfeilalas proprias
)rhnfntlm a '^^O, 2800 e 3^200.
S!lUSoVo!mr mUl n^a"rade
)M a" 4000r'alhariam e a,e,ria arnarelIa'a ***
rliTd'ld''a branca' a libra a O rs.
Ditas dita em libras a 640 rs
ISag, a libra a 360 rs.
seyadinha para sopa a libra, a 210 rs.
brvjlhas seccas, a libra a 160 rs.
>D.tas descascadas, a libra a. 200 rs.
cwka m.ait0 nova' a libra a 280 rs.
i 500 rs ararUta verdadeira' a llbra a
'Al9rnn M?rannao, em sacco, a arroba a
2,5400 e a libra a 80 rs.
hrfV?^8 e Java' a arroba a 3*aM e a I'"
j Dra a iuu rs.
T!Ci!hl?,,de Lisboa a 9#300 a arroba e a 30
i rs. a llbra.
*D260ersSan,OS' 3 arrba Um e a libra a |
jjjolhos com 123 ceblas grandes, a 13*80. '
jMostrda franceza, caisa com 2 duzias a!
k Ve* I Miuieiga superior, a nnra
i as/^ Com mos,arda preparada em vinagre, nia mais abaixo a lJ200
'ni?Ac rs" Dlta menos superior a 13 .
R- a ^n0a,w,va6 in*toas e francezas, a Hita franceza nova, a libra a 880
>r.r. .rs' Di,a "Hia era barris e meios ditos, a libra
natos cora sal refinado fino, a 640 e a 500 rs. I 850 rs.
00om a verdadeira genebra de laranja, a Dita para tempero a 400 rs.
Vinbo erei*nperior.
A caada a 3W00 e a garrafa a 400 rs.
Gamma.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de se
engommar, a arroba a 3^000 e a libra
120 rs.
Sabo massa, a libra a 900,240 e 280 rs. -
*farMia.
Saccasgrandes cemo fariqba de Goianna mui<
to.neva,a.QOQ.
Caf.
Caf do Rio.mmto sunerior, a arroba a 8.
8500e9000.
Cha.
Gh,teraos nestes gneros o meihor possivel;',*
hyson, a libra a 2^1600.
Dito perola a 33000.
Rito uxira a i25700.
Dito hyson muito fino a 23800.
Dito redondo a 23500.
Dito preto de primeira qnalidftde a 23300.
Dito mais baixo a 23000 e 13,600.
Ervauvate.
Excelleate cha medicinal, a libra a 240 rs.
Espermaeete.
O masso com 6 vellas de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro- .
prias para miraos a 43 e 23500.
Noies.
Sotes, a libra 160 rs. e arroba a 43000.
Alpista e pataco.
Aipista e painco, a arroba 43000 e a libra a
160 rs.
Cartas.
Cartas finas para jogar, a duzia a 23510.
Castaohas.
Castanhas novas viadas neste vapor, an
ba 43000 e a libra a 200 rs.
Azeitonas.
Barris com azeitonas novas a 13500
Manteiga.-
Manteiga superior, a libra a 13-80.
ve
GUILHERME DA SILVA GIMARES.
5
dita proprla para negocio, a
. k-r-------------------...... wu lunu, wk,, v a tv 1 o. a unid.
F;?UG1;:l(l.lsb^. a 4(!0 e 300 rs- a 8ar" Gomraa em paneiros a 45000 arroba e 140
iarn o 9.xKnn VANfiA i /.nnn.lo 1:1___
rafa e 25800 a 35300 a caada.
dem em ancorelas e 8 a 9 caadas cora su-
perior vinho Lisboa e Figueira a 245 a
ancottta.
1 branco expecial qualidade proprio para
raissa a 56*) rs. a garrafa e 45 a caada.
nJem mais baiso a 400 rs a garrafa e 35300
a caada.
(ioin do Porto especial .]u lidade a 800 rs.
a garrafa e 55300 a nada.
caixas a 75 e 700 rs. a
a libra.
Farinda do Maranho muito alva e nova a
240 a libra.
Sivadinha de Franga para sopa a 200 a li-
bra.
Sevada muito nova a 141 a libra e 45000
arroba.
Caixas com estrelinlia, rodinha e pevide a
400 a libra.
Alhos em canastras muito novos e maunfas
grandes a i 80 e 200 rs cada urna.
Canella muito nova a 15000.
iooo.
^Ditos de 2.garrafas de Hollanda vendadeira.a
biO rs.
^Botijas com
400 rs.
Garra/oes com'2-gatoes com dita, a 63.
(Serveja boa,marca, a 500rs. a garrafa, e ai
> duzia a 63OOO.
Vinho mscate) de Setubal, a garrafa a 13.
^Marrasqumhoverdadeiro,frascos a 80C rs. e
a 13200.
^SSSP^ aduzia 25000, e a garrafa a
y 23U00.
sAzeite refinado portuguez e francez, a garrafa
* a 13000.
Caixa de vinho Bordeaux muito superior, a
> 73, 83, 93 e 103 a eaixa.
/Ditas com dito branco, a 73 a caixa.
. Ditas cora dito lagrimas dj Douro verdadeiro,
) a 203.
Di!a,s.(F da,lue do Porto verdadeiro^a
183000. '
jDitas com chamisso superior, a 143.
'Ditas com Porto velho e outras muitas mar-
cas, a 123.
jVinho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 7-20
f e 800 rs.
Dito de Lisboa muito bom, a caada a 33200,
33300 e 45, e a garrafa a 500 e 560 rs.
Dilo da Figueira, das seguintes marcas (X.)
(J- A-.A.) (J. L. G.) (O. M.) a cana. a
45o00, e a garrafa a 560 e 640 rs., daste
que j est engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
IDitosde marcas mais desconhecidas, aeana-
da a 33300 e 43000, e a garrafa a 480 e
520 rs.
.-Vinho branco fino, a garrafa a 640 rs.
Dito de caj muito superior, a garrafa a
800 rs.
Queijos.
Queijos novos vdos neste vapor a 23800 e-
33000.
Ditos londrinos muito novos, a libra
13000.
Papel.
Papel al maco pautado, a resma a 43800.
Dito dito lizo de linho, a resma a 43500.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
23500.
Dito deembrulho.bom a 13 e 13200.
Cada covado de bonitas e duravm
mm&amm wz comes
OJf 2^600
tauojcrte com onze comdos
_ MARA PIA
por menos
de 340 rs. o covado.
DAMASCOS POHTtliflRK'r^
n COliCH.fS
Da mesraa fazenda com forro de tafet.
fiesta urna diminuta portfo de chales *
mm DE
Duas
a
cores.
m
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-
deira a 13500 e 25000.
Temperos.
Folhas de louro, pimenta do reino, corainho
e cravo, a libra a 400 rs.
Velas de carnauba.
Massos com 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Amcndoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
CaixSes de doce de goiaba, grandes a 13400VJ
e pequeos a 640 rs.
Tijolos de limpar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Graxa.
Duzias de boiSes de ?raxa n. 97 a 23000, e.
de latas a 13000, e os boi5cs a 240 rs. ca-^4,
da um, e as latas a 100 rs. fm
Charutos unos. H|^
Charutos finos dos melhores fabricantes da _i
Babia por diversos presos, caixas e meias
caixas.
Padrfles miudirihos pelo econmico pre^o
64-0 rs, o com do
^^^^S^S^^SS^ Pe' ioa,l,lrave, *Mtor*l*
Chapeos para senhoras.
Chapelinas.
Enfeites.
Capas.
Soutembarques.
Cintos.
Velludos de cores.
Enxovaes para baptisados e casamentas.
A'
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
E grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nuneiar-se.
ACINiS DEPATENT
de trabalhar mn para
trabalhar mo
descarocar algodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
AGUA
DE
I ] ai Bordeaux m
{, uidia. "uuuii luuiiu iiuvd a iy<
Uiampanaa a memor do mercado vinda de Cravo muito novo a 00
n H$a encoramenda a 30^ o gigo. Corainho idem a 320
dem mais baixa de m a 205 e 1)5500 e Ervadoce iJem a 400.
3.5 a garrafa. Alfazeraa flor a 240.
Licores portuguezes e francezes a 1^000 e'Amendoas a 400 a libra.
I500 a garrafa. Nozes muito novos a ICO a libra.
"jumo de Zara, verdadeiroa 15500 a Papelgrere a 45200 a resma.
garrafa, ; dem lizo a 15000.
n mais abaixo a 800 rs. a garrafa. dem de pezo a 35000
?i5oSoa Vei" aJera 3 m a du'j,,dn de emb,'lh0 "a grande a 15200e
. do Hollanda verdadeira a 65 a fras- T,iom u ^^^
.T-.icira e 640 o frasco. ,,em a,zul Para ba,ca a ^-
Je flambur.o a 5 S30 a frasqueira. Q* 'Piados a 55500 e 500 cada um.
1 :em em boligas"de Hollanda a 400 e 440 Palitos de dentes, macos grandes a 120 e
rs. o frasco. lGJcada om.
'' :i:-.Res com genebra de Hollanda com 2i Fumo americano de chapa, de superior
nafcis a 85, com garrafao. 1 qualidade a i"5500a libra, era- porcao ler-
com lia 13 garrafas a 65. abatimente.
cortimabos Bam\naj
N. ll~Eua do QueimadoN. 11
A este estabelecimento chegou ultimaraeoteda Europa um grande e variado sorti-
mento de coninados bordados o que ha de mais gosto em desenos e bordados.
Lindos bonets de palba de Italia para senhoras.
Chapeos e chapelinas de palha de Iti lia ricamente enfeitados.
Chapeos finos de seda para cabera de homens e chapeos de sal de seda inglezes 'de
8,12 e 16 astes.
Bournus e chales de renda pretos superiores.
Pelisses e soutembarques de seda preta para senlioras.
Cortes de laa de barras de lij a 225 de muito gosto.
Baloes de arcos e de musselina finos, manguitos e caraisinhas.
Saias bordadas muito superiores.
Moireantlque preto, grosdenaple preto e de cores, panno preto fino de diversas qua-
Iidades e casemiras pretas e de cores.
Lnvas de pellica para nombra e spnhoras.
E muitas outras fazndas que ludo se vende barato na loja de Augusto Frederico
dos Santos Porto, aonde tambera se vendem as melhores e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas
N. 11Ra doQtieifflado-N.il
de algodo'sen
^'estragar o fio.
-' sendo bastante
duas pessoas para
o trabalho; pode
descarocar ums
arroba de algo-
do em earoco
em 40 minutos
ou 18 arrobas
por dia ou 8 ar-
robas de algodac
limpo.
Assim como machinas para serem movidas por
ammaes, que descaros-ara 18 arrobas de alirodac
limpo. por da; e motores para mover urna, duas
eutns dessas machinas. '
Osmesmostempara vetder um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machina-
mencionadas ; para o que convida-se aos Sr agricultores a virem ver e examina-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n 47
Saunders Brothers & C.
X. ii, pra$a do corpo Santo
RECIFE.
Os aicos agentes neste paii.
TaSso IrmSos .
vendem gesso em p paca estomo da casas, tijolos
finos de feitio divrsoj psra tedritho, azuleijo? de '
diversos gostos, tijolos vidraos para parede de co-'
zinna, canos de barro para esgoto, cemento em
barris de 10 arrobas.
NtY'MAtt
Calnsgas flnoa c brininedos
papa meninos.
Lhegaram para a loja de miidezas da rna do
Queimado n. 9, os mais finos e lindos calungas
A \$ 1304> e ^&OO.
Loques de osso, ultimo gosto, a !.
Ceroulas de meia a 1200.
Diitas muito finas a 15500.
S na rna da Catleia do RecHe n. 5.
PARA
MANTO ANTONIO
SAO JO AO
aato para brmqaodo de me^Tnos como"pra"c1m Veodem-se sores muito bem feitas e de
de mesa : na raesma loja o encontrar bom sor- i PaPel mait0 Dom *) o cento : na ra das
tmenlo de miudezas. i Crozes n. 41, taberna da porta larga.
Attcncdo.
Vendem-se pecas de esleirs para forro *e sala,
?f? b/i^ca preparad a oleo, em latas de 25 li-
F lorida.
para restabelecer e conservar a cor natural dos ca-
bellos.
A agua de Florida nao urna tintura, facto es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias inoffensiveis, ella tem a pro-
priedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles tem perdido.
De urna salubridade incontestavel, a agua de
Florida entreten) a limpeza da cabega, destroe a
caspas e empede os cabellos de cahir.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
comribue poderosamente, com a aana de Flo-
rida aforga, a belleza e a conservacao doscabel-
Em Paris casa de Guilaur n. 112 rna de Rechi-
ieu e 21 boulevard Montmartre.
Todos os frascos nao tendo intacto e claro, e tin-
clre prateado da casa, reputado falso.
Deposito ra do Imperador pharmaeia n. 38.
Admiravel pechincha!
M/tcaml>ique a 300 rs. o covado, na loja
do pavlo.
Vendem-se os mais bonitos mofambiqnes de pu-
ra laa proprios para vestidos e soutembarques,
sendo de quadrinhos de listras e lisos, fazenda in-
teiramente nova, em padrees e muito proprias pa-
ra as senhoras que frequentam o mez Mariano,
porque esta fazenda Ibes facilita fazerem por pou-
co dinheir vestidos mnito decentes para qualquer
acto, advertindo-se qne este barafissimo preeo
devido a grande compra que se fez deeta nova fa-
zenda, que se vende a freze tustoes o covado : na
loja do pavo, rna da Imperathz n. 60, de Gama &
Silva.___________________^^^ w
Instruyes para o servido
das guardas do exercito, extahidas do re-
. -----.r-''......"""i "a idids ue zo n- "3 guoiuaa uunauu, c.\umuas uo re-
fbfS nSJasi?i0S par1 cir?a de me_ Uu'amento de itifantaria e acconraiodadas ao
nrissss, si ^n ~is exercito bra9i,eir:ebra ^ i **
vindo dos Estados-Unidos: ao armazem da rna do aQue,'as pessoas que se ali9tam nos corpos
1 n-8- de voluntarios; vene-se na livraria n. 6 e
8 da praca da Ind pendencia, a 4|J.
Em casa de Tissel Freres rea do Trapiche n.
9, tem para vender :
Vinho Bordeaux em barrieas e em caixas.
Dito de Sanlerne fino.
Dito d nhamptgne muito superior.
. Gerveja franceza laaTca Bobee.
Milho 4,5(500
Farello 44(000
Na roa larga do Rosario n. 50, tabarr, da es
quina. "
ILEGVEL
SSSSfeSlife.




Diarlo de PevMMfr*e Quft**a fefera S t e Hinh de 1M*.
|'----------------------1----- ----------TT ----------------"*-----------------------------'**---------------------1------ ->'....-------------*____
AQ PttCfl
Sen o menor eonaiMm-
glmento se entregar o
importe do genero que
na agradar.
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
AO
UESPEIT VVEL Pl;BH(O.
A apreciagao dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma
zem da Liga estabelecidu ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua maxija i parte mandados vir directamente de estrang< iro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a faluidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em. seu genaro, pde-se pornx.affianca;, com toda a seguranca.de qu,
nenhum outro o exceder no restricto cuniprimeato das seguintes promessas":
1. Delicadeza no trato,
2.] Fidelidade no peso.
3.' Sinceridade nos precos.
As pessoas que por sua posicSo social gozara de certo tratamento, acharo nesta
casa os melhores qneijos londrinos, cerveja, vinhos nissimos manteiga e cha sempre de
primeira quadade. etc., etc.
Qualquer que seja a condicSo do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aquelles que sao pouco favorecidos da sorte farao mensalmente urna economa de
militas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender e arroz, o caf, a man-
teiga oassucur, etc., etc. de boa quadade pelopreco que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de frada cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne-
gociar, devem vir, >elo seu proprio inleresse, a este estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhores que compram para lomar a vender existe um sortimento espe-
cial, escolhido por pessoa entendida que certamen te muito deve agr iar aos senhore-
compradores.
Nao se tem poupado sacriflcios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
* preyo da aegniate
tabella para todos, po-
dendo assim errtr de na-
e para o ajuste de contas
com os portadores.
RBA DA CADEIA DO HEEIPE N. 53
(Logo passando o>ai PARA BEM DE TODOS.
Senhore : 'horas, o aceio que presWioaof arranjos- deste noro es-tabetecimento, e nrais que tndo a promptidao e intci-
reza com, que serao trata&t *Wda a urna visita ao mesmo, cer-tos de que sem duvida me darffo a protee^ao e preferencia na com-
pra dos gneros que precisar*!* e quando nao possam vir podero mandsr-seus portadores, ainda que estes sejam pouco praticos,
pOis ser"o t3o bem servidos como se viessem pessoalmente, havemJo para com estes toda- reoQHomendafo, afhn Jde que n5o vao em
Ira parle.
A LESiTIMA
Ib.
PREF1RAD UNICAMSinZ P0H
LANIA3 &
KOVA Y05.K.
Minteiga ingleza especialmenteescclhida a
l.ooo e 800 rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
Idemfrancezaa maisnova do mercado a 960
rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Chahysson de supe.ior quadade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a l,6oors.
dem preto o que se pode dessjar neste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra..
AtS E?!!, taI"arim a4oors.a.-:Sal refinado em frascos de videro com lampa
ura e u.uuo a caixa. 0 mesmo, a jj00 rs
nh!KanloPa : eSlre nha' Pevide e rodT i ^erveJa branca das marcas mais acreditadas
tLn ,2 amaoe ? a t4 rs-a librae <*ue vem ao mercado, a 5oo, 56o e Oto
Vinno Hn Sin08* V^ a garrafa- e 5'8oo Moo e 6,3oo a du-
Viuho do Porto muito fino proprio para' zia.
engarrafar, em ancorelas de S caadas a Cevadinha de Franca muito nova, a 2oors.
V!:H?; n Charutos do aflamado fabricante Jos Farta-
Vido empipa: Porto, Figueir.a e Lisboa a do de Simas, das seguintes qualidades:
J2o, loo e ooo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,.ooo e 3,8uo.
Vinho branco de Lisboa de escollante quaJU
dade a 4oo e too rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3;Soo.
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Linguigas muito novas a 8oo rs. a libra.e em Vinho do Porto das melhores marcas que
ALPISTA a 120 rs. a libra.
dem e paireo de oito libras" para cima a
100 rs.
Aiutoz de 90 rs. a libra a........
Amendoas, casca molle, a 280 rs. a libra.
Avellas a 20 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas de todo; os ta-
manhos.
dem idoin em potes de lodos os tamanhos.
dem idem em bocetas de todos os tama-
nhos.
dem dem em frascos de lodos os tama-
nhos.
Azote doce de primeira quadade a 560 rs.
a garrafa.
Autos a 200 rs. o molho.
Absy.ntho a 2#0O0 a garrafa.
B
BOLACHINHAS do Beato Antonio em latas
grandes e pequeas.
dem do Prncipe Alberto a 2#0Q0 a lata, e
de cinco para cima a 1#800.
dem de sola em latas grandes a 2$000 e
de cinco para cima a lteOO.
Biscoitos inglezes de todas as qualidades a
13200, l230ei300.
Bolo francez em caixinhas a 300 rs. cada
urna.
Batatas inglezas.
Baniia de porco refinada.
C
CHOCOLATE francez a 700 e 800 rs. a li-
bra, e em porco a 600 e 700 rs-
dem suisso a i i a libra.
dem de musgo a 10500 a libra.
Chouricas muito novas a 800 rs. a libra.
Caf a 240 e 260 rs. a libra, e em porcSo!
se far abatimento.
Uem de primeira quadade a 70000 a ar-
coba,
Conservas em f; ascos a 320 i s. cada um,
sao muito novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Chahope de grosella, orchaia, etc.< ete.
Chicaras e pires a 10800 a duzla.
Cerneja da superior marca Tenente a 500 rs.
a garrafa, e era duzia se faz grande aba-
timento.
dem Victoria Bas tres X.e de outras marcas.
Charutos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam: Normas d'Havana, ExposicSo,
Flor do Brasil, Parisienses, Delicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panctellos, Apraziv-is, Varetas, Brasilei-
ros, Americanos, Fluminenses.
Cha de todas as qualidades e de todos os
precos, hysson, huxim, aljfar, preto, e
preto poata branca, etc., etc., a 20000,
202 O, 205-50 e 20800.
Copos lisos de todos os lmannos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 20500, 30300, 40 e 50.
Clices de lodos os tamanhos.
Cognac superior a 10 e 10500 r*s. a garrafa.
Cigarros do Rio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco maciuhos,
1
DOCES de todas as qualidades: brasileiros,
psrtugueze*, ngtezes, francezes, etc. etc
K
ERVILHAS seccas a 120 rs. a bra.
EBYADOCE a 400 rs. a libra.
F
FARI.NHA S S S de 8 libras para cima a 120
rs. a libra.
dem de araruta a 320, 400, 500 e 800 rs.
Figos de comadre a 160 rs. a bra.
Feuo verde em latas a 600 rs.
Favas em latas a 600 rs.
Fcmo do Ro a 500 rs. a libra.
dem americaao em latas a 20.
Fahello ha sempre era deposito de 500 a
800 saceos, de todas as qualidades, de to-
dos os tamanhos e de todos os precea.
G
GOMMA a 50 rs. a bra.
Um a I40rs. a bra,iuiloa!va.
Gko m bico a 120 *ra, e em porc3o
se faz grande abatiaienU
Genebia de lranja ve a a l&OQO o
frasco.
dem dem a 700 rs. n frasco.
im de Holiaoda era frascos e botijas.
Graixa em latas, muito nova, a 80 rs. cada
urna.
K
KIRSCH de Wasser a 20 a garrafa.
L.
LATAS com graixa a 80 rs. cada.uma-
Letria a 400 rs. a libra
M
MANTEIGA ingleza e franceza de primeira
quadade a 10, 10120 e 10280, em bar-
ril se faz grande abatimento; a que ven-
demos por 10280 a b a, vende-se em
outra qualquer casa por 10400 e 10500.
Marmelada dos mais acreditados fabricantes.
Macarbo e talharim a 320 rs. a bra.
Massa de tomate a 6>0 rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
Molho inglez de todas as qualidades.
Marrasquino verdadeiro de Zara a.....
Massas finas para sopa branca e amar ella a
60 rs. a libra, em caixas com 9 libras a
30500.
Minio painco e alpista, sendo mais de 8 li-
bras a 100 rs.
SI
NOZES a 120 rs. a libra.
Nabos em latas a 800 rs.
O
Ostras inglezas e americanas.
P
PEXE em posta, latas grandes, a 10.00, de
todas as qualidades, como sejam savel,
goras, corvina, parg<\ salmao, pescado e
pescadiidia, linguado, sardinha. etc., etc..
Peras em latas, excellente preparacao.
Palitos para denles a 120 rs. o mago muito
grande.
Passas em quarto a 10400.
dem muito novas a 400 rs. a libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a du*ia
QUEIJOS flamengo8.
dem prato a 800 r, a libra,
dem suissos a 800 rs. a bra.
dem londrinos a 800 rs. a libra.
QUARTINHAS OU MORINQUES a 60, 80 0 100 O
par.
R
RAPE' Meuronal0 a libra.
dem Princeza do Rio a 10200'a libf.
dem francez a 2$>00 a libra.
S
SABO massa a 160 rs. a bra, em caixa se
faz abatimento.
Sal retinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 23P.
Sardinhas de Nantes de todos os fabricantes,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Stearinas a 600 rS. o nla^d.
T
TOCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para eScfver.
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a.libra.
Costilletas inglezas a 64o rs. libra, serve
para temperar panella ou. para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio devella al
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
quadade a 8oo rs. a libra,
dem prato a 8oo rs. a bra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
ao mercado a 64o rs. a bra.
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas |
vemao mercado como sejam: Lagrimas
do Douro, Duquedo Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz 1, Madei-
ra Secca, Malvazia fina a 16,ooo, I5,ooo,
12,ooo e 1 o,ooo a caixa com 1 duzia edoo,
l,ooo e l,5oo rs. a garrafa.
Vinho Cherexde superior quadade a 16,ooo
a duziae l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartose-
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas mutonovas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra..
Bolachinhas de soda em latas, de diversas
qualidades al,3oors
em latas hermticamente lacradas a 64o. ''t Cartes com bolo francezmuilo proprios pa-
Feij5o verde muito superior a 640 rs. a lata.' ra raimo a 64o rs.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
rs. a duzia. para mimo a 3,ooo rs.
dem idem para vinho a 2*0 rs., e 2,4oo rs. Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a duzia. a libra,
i Chocolate francez 'espanhol e suisso a Ooo, Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Expsito Normal de Havana, Impeiiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
6,ooo e 7,ooo a caixa ou em meias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sepm: Flor do Norte, Ma-
nilbasde Havana, intervallos,Vencedores,
PatiateHas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5oo e
3,ooo a caixa.
opnat inglez das melhores manas, a 8oo e
l,2oo a garrafa.
Doee da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4' libras.
Farinha de araruta verdadeira- a 32o rs. a
libra.
Matte,excelente cha para os navegantes, s
2oors.
Sebollas de Franca muito grandese novas
a l,8oo o cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.;
Toucinho de Lisboa muito novo a 32o rs,.' a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a Ooo rs. a bra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentementetem vindo ao mercado, a 2,oco
a lata.
Parinhado Maranho muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
Lomposia de suLsiancs, (.i/m~ ,;..
propriedades emineiitcnei le drp\^?i
approvada pelas juntas e acadtn i < n.c
dicina; usada nos principaes hosph?es, ci-
vis militares e da mariiiha as AdUIIi** e
no continente americano ; receitada pelos
facultativos os mais distinctos do imperio di
Brasil e da America hespanbol
CUBA EADICALMERTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
fermidades venreas e nrercuriaes. chags
antigs, raorphea e todas as.molestiai pro-
venientes d'um estado vicioso do sangue.
Emquanto existem varias inriftces e
falsificados, preciso a maior cautela parj
evitar os engaos,
A legitima salsa e Bristol vende-?c por
CAORS & BARBOZA
JOO DA C. BRAVO C.
Joao da C. Bravo & C.
Vendem-se noRecife em casa de Caors a
Barboza e Jo5o da C. Bravo d C.
l,ooo e l,2oo rs. a libra. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a bra.' qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Espermacete superior a 6oo e 64o rs. a li- Milo de amendoas a 5oo rs. Caixinhas com fructas em doce secco de di-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 8oo, l,ooo e l,2oo rs.
Vinho Bordeaux das raircas mais acredita-
Bolacbinha d'agua e sal, da fabrica de Joao
de Brito no Beato Antonio, emlata de.6.-
bras por2,5oors.
Ameixas francez;is em f asco de vidro com
lampa do mesmo, a 105oo.
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,ooo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o prego.
das que vem ao nosso mercado a 7,oooe Ameixas franc zas em .ixinbas de diversos. Azeitonas de Rivasem ancoretas grandes de
8,ooo a caixa e 64o e 7oo ris agar-; tamarihos com bonitas estn pas na ca- 8 garrafas por 6oo e 8oo rs. a garrafa.
rafas xa exterior, a 1,4o?, l,6oo, l,8oo e 2,ooo Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
Genebra de Ilollanda a 48o rs. a botija de; cada urna. 1.500 cada urna ancorela.
conta certa. Azeite doce refinado hespanholou portuguez | Champagne da melhor quadade que vem
Frasqueirasde e 64o rs. o frasco. | Batatas muito novas a 8o rs. a libra e-2,5o. 24, ooo e 26,ooo o gigo.
Genebra de laranja verdadeira- em irascos; o gigo com 36 libra-. Gomma deengommar muito alva a 12o rs.
grandes a l,oooe-il,ooors.a frasqaeira. Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
Caf do Ro de Ia quadade a 28o rs. ali- 8,5oo a duzia.
brae 8,5oo rs. a arroba.- Vassouras de escova para esfregar cas a
Caf do Cear muito superior a 24o rs. a li- 4oo rs;
bra e 7,5oo rs. a arroba. Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arroz do Maranho de Ia quadade a loo Molho inglez em garrafa de vidro comrolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba. do mesmo, a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra e 2,8oo a Mostarda ingleza ros melhores fabricantes,
arroba. I a 8oo rs. o frasco,
dem de Java a 8o rs. a libra e 2,4oo a ar- Mostarda franceza em po*es j preparada a
roba. 4oo rs. o frasco.
Painco e alpista a 14o rs. a libra e i,ooo a \ Lentilhas francezas, excellente Icgume para
arroba. sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomatesde superior quadade a 44o Marrasquino de Zara'propriamente dito a
rs. a lata de urna libra e 56ors. a rete-- 10 a garrafa" 11,ooo a duzia.
lho. Palitos de dente a lo rs. o maco.
a libra.
Figosem sextinhas a 8o rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
Vinagre-de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a I,ioo e 2,000 rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
1 e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branenj engarrafado a 5oors. a
garrafa.
VINHOS!
Principe Alberto, de 1831, a 50000 a gar-
rafa ; d vida os velhos.
Velho secco a 20 a garrafa.
Lagrimas do Douro a 10500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 20 a garrafa
Duque a 10 e 10500.
Chamisso a 10, 10200 e 10500 garrafa.
D. Luiz a 10 a garrafa.
Moscatel verdadeiro de Setubal a 20 a gar-
- rafa.
Carca velos a 10.
Colares a 900 rs. a garrafa; o nico vi-
nho que se pode beber por nao ter cm-
posigao alguma.
Lanlerne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 10 agarrafa.
Absyotho a 20 a garrafa.
Kirsch a 2$ a garrafa.
Wermoutfe a 20, e a caixa a 180.
Bitter Maurer a 10 a garrafa,
Grave a 800 rs. a garrafa; vende-se por esto
preeo por haver .sempre em deposito 50
dorias.
De caj, de 1852, a !M9 a garrafa,
VeHw do Porto, m apcoretaa de 9 caaadas,
a 35000o ; viaho que, estando engarra-
fado, vende-se a ljjaso e l$8Q0 a garrafa.
Agua florida e tnico orien-
tal de Kemp.
CoDlinua-se a vender era porco e a fetalhti :
na ra do Queimado, loja d'aguia' brftca n. 8.
Chromacomo
A agula branca, na ra do Qudnaio n. 8, aeba
de reei-ber um novo sortimento de caixinhas cora
chromacomo para Ungir cabellos, e bem assim
frascos com hydrocalleirichina, agoa pura desen-
grasar os ditos, coloricomo para lustrar o ditos,
e onychromaotiDa para I impar as tjBhas. Essa
tiolur, oujo effeilo rpido e efflcaz, est bem co-
nbeeida e apreciada para todos quantos delta tem
usado, eos que de novo a qaizerert) apreciar, po-
dem, assfm como aquelles, dirigir hhidMos de
dinheiro roa do Quemado^ loja d'aguia branoa
numero 8i
Papel e folias para rosas
Acaba Se chegar para a lo^ d'aguia brenca, na
rna do Queimado n. 8, am bello sortimento de pa-
pel de cores para rosas, dito verde para folhas, e
dito tambem verde e mui fino para ccfbrlr b ra-
me, assim" codtfo folhas de parolo- e arelludad'ag
para ditas.
Aspas de balda para vertidos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Superiores penas &aco ingle
zas e francezas
A guft UfAnca alm do grande sorlimeo de
penas d'aco qu constantemente tem, acaba de
receber mais outro de superior quadade e dos
afamados fabricantes Prres & C, asstm oonaO as
venktfera' bico de lan?a n. 134 c outras de pon-
a dourada, continuando porm a vende-las por
precos commodos, com tanto que ocompradorcom-
parega mubidb de dinhiro: na rna do Qtfeimafo
loja da aguia branca n. 8, onde tambe*ehar-se-
ha a 'nda jwsteis para papeifc
A aguia branca na ra do
Queimado n 8, recebeu :
Bonitos e grandes abofares de cores para voltas.
Pulseiras de ditos de igaaes e agradareis cores.
Voltas pretas maiores e menores todas de cont; s
grossas.
Ploelrs pfefts tambem de contas.
Outras de differentes qualidades e gostos.
Broos de aljofares de cores e dourados.
Fiveias d'aco grandes e peqaenas com cinto pre-
to e de adrporda.
Oittrttfriatfcl -&'mnm qWHddOs e re-
dondas com pedras.
Bonitos lefaes e {maireperola redondos e de
outra forma.
Ditos de sndalo lnterres e eortedicos.
Capella brancas jara meninas.

ATTENCIO MEUS SEfHQRES
PARA
Fazendas baratissimas loja da raa do Crespo n. 17 de Jos Gomes
Villar.
Abovlacrlse commercial permitte qne-o poo en> geral nao possa comprar fazendas
caras. 0 proprietario deste estabelecimento, amigo que do povo em geral, attendendo a
essas circomstanrias est vendendo fazendas por precos que na realidade admira.
Correi, bom povo, a este estabelecimento, e comprai fazendas, porque all se vende
por menos do que em outra qualquer parte.
Cassa ofgadyzes a 280 rs. o co-vado,
Chitas francezas escaras matizadas a 260 rs. o covado.
Ditas escuras muito finas a 2i0 o covado.
Ditas claras dem a 24T) o covado.
Ditas escuras idem a 260 o covadoi
Chitas para coberta mailo largas matizadas a 240 o covado.
Madapoides finos largos a Go90, "i c 8.
Chales de fil preto muito bons a IObOOO cada um.
Chales de merino estampadas a 580O, 6 e 7^.
E oulit muitas faeodas, que lude s venflw por precos qne admirara.
GRANDE
0 proprietario do largo do Livrarrrecto n. 38, nao ttndo podido con-
sfguir em tempo a rriidanca de pii armazem, icr
ter de ser mudad:. coberta dessa ra.-a, Km ns.i-
do vender o grande e m?gr,ifico POrWBei lo i e n o
Ihados e seceos que nelle se arbam \< r lodo pre-
go, sem aitendcr ao grae^t prejnizo ';Uf '..r?. vi<>.
lo qup d'outra forma nao o [;nder evitar.
Kival sem" segundo
Ruado Queimado n. 49, lija de mfadezs 11 ic*t
& Azevedo Haia t- Silva esta disposta a vendtr n oi-
to barato que admira, pois seos regoezes ja esto
scientes que nao ha pgwido competidor.
Pegas de cordo para vestidos a 20 rs.
Capachos redondos <* compridos a 500 rs.
Talheres para meneos a 2'tO r?.
Duzias de facas e gdif.js a 25100.
Ditas de cabo preto Gravado a 3&000.
Haralhos francezes malte finos a 200 e 240 r=.
Grozas de botos de looga a 160 e 200 rs.
Caixas com toldados de chumbo a 120 e 200 rs.
Bunecos de choro pequeo* a 160 rs.
Varas de cordao .ara espartilho a 20 rs.
Duzias de colheres psra cha a 800 r?.
Duzias de colheres para sopa a 1,3300.
Ditas de metal principe de cha a 2000.
Dilas para sopa a 4tiiu.
Gaz, ga,, caz
A 118800 a lata rom 26 a 27 garrafa?, e 480
garrafa, vinho puro da Figueira, e verde esrec al a
500 rs. a garrafa, e :!,5-!)00 a caada, vtrdad>ir
Porto a 800 rs., superior caf a "lOO a afn bauo
240 rs. a libra : .- r;a ra Diiiita c. SI, esqu :
do becco do Serigad-.-.
mum mmi
Escrava fgida.
No dia 14 do cornnte fujiio a rscrava de norre
Joanna, crioula, de idade 30 anm-s, tti.do os pig-
naes seguintes caractersticos : mal encarada. i..
rosto tem um signal um tanto saliente, estatura
regular e gorda, levou vestido de chita clai^, (ba-
les de merino estampado de assento relicario ja
em meio uso, e levou mais um vestido de chita tu-
cura, negra do mato, tem una falla muito des-
cangada e falla mal : quem a pegar leve a a ma
do Queimado n. 39, loja de fazendas que serix bem
recompensado.
Negro fgido.
Ausentou-se sabbado, 17, o negro Manee!, crioo-
lo, estatura regular, olhar espantaoo; jnlpa-se (ej-
ido para Guarabyra, d'onde veio li. pouco lempo
para ser vendido aqci: quem o apprebcndf-r, o
'evara' a' ra da Maire de Deus n. 32, que pera'
recompensado.
*
O
No dia 9 do crrente ausentou-se a preta
Bonifacia e por isso lembra-se a quem a
tem ao seu servico, de a ent egar quanto
antes a seu senbor, do contrario proceder-
se-ba como for de le.______
Fugio no dia 16 de maio prximo passado o
preto cnoulo de nome Bra2ihano, idade de 26 ao-
nos, estatura regular, cor fula, tendo um dos den-
les da frente quebrado, sem barba, apenas alguns
cabellos a roda da garganta e olhar amortecido,
bem fallante, sabe ler e escrever e (alia um ponco
o inglez, bom copeiro, cosinha e lava bem, Itvnu
vestido camisa de algodo brsnco e calca de dito
azul, conduzindo alcuma roupa fina, romo bera
caigas de casemiras de lisias, jaquela branca e ca-
misa de madapolao, lenges e mais roupa que tem
marcada com a letra B de liuha demaica.algurna'
pegas e outras com o nome por extenso em tinta
de marcar, levou chaceo de palha imitando man-
Iha, chapeo de sol de seda verdeja usado, sapatos
e meias, de suppor que se inculque de forro
quem o apprehender condnzindo ao sitio de J> i
Matheus, no Poco da Panella, ser generosamente
gratificado por seu senhor Juvino Bandeira.
Fugio em priucipios do mez de fev. rer ab
corren anuo e consta estar acoutado nesta cidar.
o moleque Euxebio. escravo da viuva do Dr. F .-
nando Affonsode Mello, de 12 annos de idade poi-
co mais ou menos, cor preta, secco do corpe,
regulares e afurnacados, cabega um pouco grans
e meia chata, beicos finos, dentes bem alvo,
seceos e muito ladino : roga-se por tanto a todas as
autoridades policiae* e capitaes de campo que o ap-
prehendam e levem-c a ra da Maagneira sobrade
n. 6 que serao gratificados, protestando-pe usar doi
melos jadiclae contra qualquer pessoa que oteuh
em seu poder.____________________l~
Fugio no d!T28 do crreme, a noite, a es-
crava Januaria, pertencente a D. Amelia Fslicia
Descharops senhora de Mr. Leen Chapean, retra-
tista, cafa esclava bouTo por compra que fez ao
Sr. Pk) Pierres Varella Barca em abril ultimo por
intermedio de seu procurador Joav Francisco Ca-
bra!, desconfia-se que a dita escrava tenha se-
guido paraPaje do Stores 8 qne procure o en.-
nho do Exm. bao de Vera Cruz, a quem a tem-
Madapollo muito fino cora P^oena tof e ^l^^l^^f ** '^f HSrA"SS ^&dTTdeTsSnn
coluoiaas M raa dolirapo n. 13, de Amonio Corma -de Vaseoacello, & C- & Muena, de cOr fula, tem os dentes limados, testa
eolhos multo pequeos, gratifica-se bem a quero
appreheDie-la.
Azeite doce refiaadoem pequeas latas a 560 rs. a garrafa : no graude armazem
da Liga.
Saceos de 80,100 e 120libras a 4& 40500 e 5^ ; no grande armazem da Liga.
! ILEGIVEL

?'

' :
.:*.-' '


Diario de rerambaeo tiiloU letra t* de limbo de 188*
I
SiORA.
Os lobos agora rodam em torno de qaem dorrho-j E' esta lealdade em todos os actos que eleva um composto de ama brigada de infantera, de dois
Est esfrangalhada a sua repBiaco, se a sentinella paic na estima do mando, que o rodea dista torca regimentos de cavallaria e de doas baleras de
da imprensa nlo a defende de lanca em rista, se moral, que um verdadero baluarte tontea osl artilheria, com todo o material neiessario de baga-
1 nao ropete o grito de alarma a cada ameaca. I ata(laes da mentira da dirltmagS); st teatdade; g^jj, municSes e vivera para ama campanha de
I deve principiar pela poltica interna para^ue nao ge, raezeg
Assaltada a suareputacao por todos os lados, que V inooinara nolitlca externa. ,-, *
tem fe.lo at agora o Brasil m defende-la 1 Na-! """V P"Uca "^ I f, aWm das preciosas qualidades de capac
Por ponco que o procedimento dos homens qae dade deste navio,, se attender a facilldade qae
regem o paf nao ia influir desastradlHeme na' elle lera de pereotrer cem leguas por dia, com-
. nossa poltica esterna, e alienar-nos a amicade dos preender-se-ho os immensos servigos que este
vizlnhos que bem merecero de nos, e qne devem' genero de transporte poder prestar nos casos ur-
S.beis qaem tem feito a fama do Brasil de tem- ser sempre nos5M amig08. Queremos fallar ds'gentes
Na-
da. Tem assi-tido irapasaivel, de bracos cruzados a
sua'execugo porquanto carrasco lia que se lembra
de executa-la.
pos a esta parte ?
Os seus inimigos, nao os seus feitos. E que fama
temissoParanhos. s
Felizmente o governo leve o bom senso de trao-
Ihe daran) inimigos, uns ferozes, outros intrigan-; quillisar o governo oriental, approvando a poltica a bordo, tendo por nica arma de combate um es-
te?, outros cyoicos, e lodos elles desleaes ? Esta' Paranhos, e assegurando qae ella ser continua- Poru na Proa> t uma extraordinaria velocidade.
que se acha estampada na Gazeta de Colonia e na' da. E eremos que lealmente o ser. Mas eolao' Este navio ser chamado o Chor.
11 POl'CO DE TUDO.
Transcrevemos da Revista Comnacial o se-
guini :
l El H I'KA, I) uas:l r a diplomacia biu-
SII.EIRA.
0 ii o mab dessnnfteflo na EuropA entre to-
ti que f-rraam esse mosaico do mappa
I phico, nao su as regifie* polares, nao a
A .: ;i, >a > a Oeeania nao u centro da Asia
i) frica, nao sao as regidos inexploradas da
A ,;i : a; inas o Brasil, povoado pela raga que nao
,' india. E como nao ha de ser assim se lia tanta
gome <|n- faz urna especulado librara de fazer gj^ dog D)( ^ e" quTEuTopT^ceita' o
ri' >-nb'isbacar as cinco partes do mnndo a nos-
'' 'sea passado nao contestado,
vera ao Rio de Janeiro um senhor Abbadie,
co ri qualquer peregrino; demora-se nm mez
,- na ra do OuviJor, onde passa o tempo a Te sido creada para urna simples representacao
II, ; a pairar rom as costureiras suas patricias, offleial as cortes estrangeiras, para fazer figurar
i iteolher anedoelus mais ou menos engrasadas mais urna casaca bordada entre as muitas que vo
d mscales fraocezos que voltam da interior, e Pastar homenagem um soberano europeo ? Ter
pui iii.) retorna, publicando volunus interessantis- sido creada para ornamento de um baile e de um
simo I. urna viagem feita ao interior do Brasil ban1uet'5 e dos sal5es de um vaidoso corlezo ?
bi ria de fazer effeilo. sem o qual o livro nao te- Nao de certo; a sua misso mais nobre e seria,
,a pugnar pelo direito de seus concidados, e sobre-
ii>-, oi; deste, i vem oulro otmsta e escreve ludo pela honra da sua afio. A^ visitas, os ban-
n .> livro, fleseneontrado com amelle, e ambos quetes os bailes diplomticos e nao diplomticos
, a o litro verdico, publicado anteredentemen-' devem serrecrelos depois do dever, enao a misso
Vai-se proceder em Toulon a construegao de
um navio couracado, o qual nao levar artilheria
como verdadeira, porque est em harmona cora o la : Porque demmistes Paranhos? Porque langas
tes ao ndice o autor, se approvaes sua obra?
O que faz a diplomacia brasileira na Europa ?
' .i
!
A-
ri.; 1
um viajante consciencioso.
rn vem a ser tantas e Uto contradictorias as
pdeg do Brasil, que aquello que teniar em
do diplmala.
E ::quanti nos aqu Acarnos tomados de indig-
narlo com o insulto que nos atirado face pelo
_ anonymo da Gazeta da Coloma e pelo Sr. Amede
formar-N urna idea exarta deste Pa,z, va. com- ^^ a dip!omac|a brasiI(,ira M Eu faz vjsos
praaii lude o qae appar.ee de novo obre;0 as- de(juelssonao come||a cessariaelladese recor-
qne enriquece os autores o os editores. dardeque brasileiran0 lurblhodenmapolka e
i' Ai de tantos l.rfos publicados na Franga de am re(Jowa>ou m)S brindes de Qm ^ d.
. -e do Brasil, qttertta ter urna amostra da opi- p|omatco ? Mag D-o se |eva ^ a vjda nos baj_
ni; qne anda ua poueos annos fazia urna parte ^ e nQS banqueles. E- precis0 uma hora recor.
fiance;., da nossa gente e dos nossos eos-
turne' ? Bsfulai.
Q mo clvgou Franga a princeza de Joinvil
l,, o uito povo acudi ao seu deserr.larque, espe- Na0 censuramos este ou aquello' diplmala. Cen-
rando ver urna joven ioiia cor de cobre, nua da suramo-los ero geral.e em primeiro lugar todos os
seu tocado e sua tanga de governos que se succederam no Brasil de annos a
i, de pernas nua? e collar de"mis- esla Par'c- Por nao terem aviventado nos seus di-
urna verdadeira figur.i di Amrica ; e ; plmalas a lembrang do primeiro dever da diplo-
dar-se tambera que exi-te uma patria equeeta
confiou a defeza da sua honra diplomacia.
Lemos na Independencia Belga, que ha poueos
Que conceito aro da sizudez do nosso gover- djas> visitando alguns estrangeiros o campo de
bo, e portanto da seguranca qne Ihes possa dar o balalha de Waleri00) vrara) com surpreza, eolio-
nosso paiz, que conceito farao o Estado Oriental, cados a par um do outro,na capella de Hougemont,
os diplomatas estrangeiros junto aquella repblica, 0 nome dt Lincoln, com a data de 1851, e o de
e portanto os seus governos tmbem ? Botln> com a data de 1864.
Que conceito faro de nos esses homens que vi- Como existem no mundo muitos Lincoln e mui-
ram cora seus proprlos olhos a demissSo desse di- tos Booth, nao extraordinario achar vestigios em
plmala no momento mesmo em que depunha a Waterloo da passagem dos dois homonymos do
penna com qne tinha assignado o tratado, sem nem presidente dos Estados-Unidos e do seu assasslno :
ao menos esperar que sahisse da sala da conferen-
cia para a ra ? E para que ? Para que esse trata
do, como se propalou, nao tosse levado em tnum-
pho para a gloria de um partido ?
Oh, nao inquinemos com essas miserias as nos-
sas relagoes com os estrangeiros, nem levantemos
na prese nea del les as cobertas que cobre m nossas
chagas, se nao queremos servir contra nos os nos-
sos inimigos e calumniadores.
mas, que estes dois nomes se achem escriptos, a
dez annos de distancia, no mesmo lugar, a par um
do outro, eis certarnente um caso estranho digno
de por em movimento a imaginago dos roman-
cistas.
o passeio ; nao ha pensamenlo por mais innocente
qae o capricho nao envenene e nao aproveite.
m da, cuida elle em ir passar algumas horas
fellzes em casa da naraaraia; mas ella est abor-
recida, doente, sao oiba para elle, sorri para outro,
melle o inferno na alma do pobre namorado.
Nao ha carinhos, nem amor sincero que se fa-
gara valer diante da raulher caprichosa.
E o capricho nao amor.
O capricho a casquelhice, o brinquedo. o amo.
ro, tudo, menos o amor grande, o amor nico.
O capricho vem do espirito calmo e rio : quan-
do ha amor, nao ha calma nem friesa de espirito.
Por isso, um marido ou um namorado que forem
perspicazes nao devem tomar o capricho como uma
prova de affeigo, sena o como uro calculo ridiculo
e amofinador. j
Mulheres minhas, se queris ser grandes, bellas | No da 3 de abriI tL,rmnoa em s. Miguel a ex-
e verdadeiras, nunca, vos deixeis ir ao capricho;' ponaao de |aranja da COineita de 1864-1863.
Apresentardes as chagas
Que produzio a cruzada ;
Encontrareis nella o seio,
Onde deilareis em chelo
A fronte engrinaldada 1...
E a patria reverente
Em vossa fronte pora
Este letreiro eloquente
Que todo o mund > lera :
Eis da phalange um Bravo
Que correu em desaggravo
De sua lesua ernz ;
t I'oi mostrar ao povo ignavo
< Que o Brasil nao era escravo
Foi transmitlir-lhe uma luz!.
.
porque
deis...
nao ganhais nada com isso antes per-
ra para cima, com
1'
lijas, .
I o ama princeza c imo sao todas as prin- j *. a defeza da honra da nagao.
i h europ is, deu o seu terapr, por perdido, e Em Pars bl .'indo a restituios-) do seu nheiro, se airoso para o Brasil : foi na Revista dos uous Mun-
i comprado bilhete de entrada para o espec- dos. Um carapeao sahio-lhe ao encontr a comba-
,.,.;,,, ter o calumnioso artigo. E quem pensareis que
C .! eff-ilo, dizia esse povo para I com seus e!a es,e campeao? Um diplmala I Nao. Um bra-
:, to ou com os seus amigos: de que serve sileiro de coragao : o Sr. Joo Manoel Pereira da
!.,.vr setvag ns e srras no Brasil para produilr Sllva> 1ue se aehava enta em Pars por seu re-
princezas moldadas sobre as europeas? Este es- 'creo.
pcctaculo foi um verdalero logro. Foram precisos empenhos para que a Revista
S os eootos, que nos dizem respailo, fossera s- dos DUS Mundos aceltasse o artigo ; mas acetou.
m .'! jocosos ou absurdos, nos selvagens do no- A mprensa franceza, e em geral a europea, ser-
v mundo, nos conten >r!aW de chacotear desses' ve PPrimida do poder, torna-se por sua vez op-
b isba no.- da dnsacao europea- Mas no meio Pro5sora e de?P0la Qe Quera della precisa,
sos cintos i,i vem a torpe calumnia que diffama E' costoso mesmo paganao, obter a perraisso
i. -i-.: i]n lio ."iibca. de fallar ao mundo pela tribuna de um jornal de
0 i. ,n 'is e as ncSes enlretm a sade e a sua' noraeada. A justiga da causa nao uma carta de
l>hysica com proin tos do so'o: e a sa le e recommendago sufficiente. Mais do que a justiga
v !. moral, qu? a ni honra, por meio de pode o oflVreeimenlo tentador de subido aluguel.
itis. Tisnai esta honra, e Wss envenenaos Oh, currupgo !
:, ni ral. E ao< humeas e as flfaeSe' briosas Estes barlwros de Rosas e de Lpez alugaram
' vi 11 m ra' mais cara do que a vi la phy-iea. as columnas de certas folhas europeas.
i irasil de annos a esta parte (em sido o joque- Ha manejos que repugnam a probidade de uma
i ia ulTiinacao a mais desenfivad.i que se tem naga >, ha pedidos que a humilhao. Desprezam-se,
> temo de Rosa* colloravam os Brasileiros Se o Brasil nao quer ter na Europa um jornal seu.
i 'I $ maskorqueros na repntago europea; ncm altigar columnas que eslo a disposigao do
a se reergueram, gracas a; suceessivas ca- eihor offerente, faga o que quizer. Mas, quando
laminas de um d'plomata ioglez, de um bristie ?e tratar de uma questao Christie, de outra como
i! d uma chusma d tmmtta e de aventuraros a do Uruguay e do Paraguay, em que est empe-
ibos, que especulara sobre o escndalo da nh ida a honra sua, mande publicar folhetos em Pa-
iifl a^n como se especula sobre a lha. ris, e maude-os distribuir gratuitamente por meio
ihjatvbta oartign Gateta de Colonia de- das l,gagos a todos os homens de estado de todos
., in rda p : piano do fl. ie Janeiro, e recapltu- os ^^ tudos os homens eInJnenteSi e a todas
I i r. Conco Paulutanofr ura artigo da Remita as re(iacS5es dos jornaes, .com licenga de dar-lhes
. U .W'ii'H sobre a guerra do Uruguay do loda a publicidade possivel.
Sr. Arnedfe Rectus, que ao qne parece, nunca :''_, ...
d ,n nem pelo Brasil, era pelo Uruguay, e onde o E. ***** eDlao Brasil lambem calumnia lo infamemente. W* ^"ropa alguns homens, que possara na
.!eitor dess dous artigos. contexto de ca- "*** ser ^^ bogados da sua patria (e o
lamnas e de diffamacio, os Brasileros sao mais Brail1 nao lam nmgua delles), e aura de eslarem
feroias do que os degoladores de Quinteros e dos' em''re promptos a defeza ; preciso que os en-
bandidoi Ap.aruo e Mnoh-z. !,retenha semPre infamados destes negocios publi-
i ..tretanto a opiniao publica governa o mundo.; cos. que lw*m ser discutidos ou calumniados no
II .je a opiniao publica laml.em tomada de as-1 [oro europeo, Talvez nao baste remelter-lhes a
al, nel,.s mais audazes. Sabe-o a Russia, que tem fo!na offic;al> talv seJara Paisas mais minucio-
ra Parte ura jornal por sua c.onu-Le hri; sa- sa mfurmacSe, o que augmentar nm pouco os
esse feroz gaucho de Rosas, sabe-o o enfa-l affazeres do' senhore' ministros mas a honra do
i,, Lpez, dos quaes aqaelle tevo e este lera as pa2 perante o mundo bem vale o lempo que se
suas ordens jomaos europeos, comprados para as-,dara a um raexerco de Paid-
sassinar a reputago de seus adversarios, e vestir j A defeza do innocente facilima, mas precis >
cora a decencia da moral e da humidade os cri- que o governo sempre o seja e que proceda sem
mes os mais atrozes da sua poltica. i P" 'a leal e nobrernente, que possa sem receio
Nao fcstamos mais em t:-mpos em que urna nagao '"''Hear-se, pondo as suas cartas sobre a mesa e
dorma tranjuilia o somno do juto, porque velava, I mostrando o seu jogo descoberto. Se for uma vez
Um jornal francez conta o segrate :
No dia 26 de abril, no cemiterio de Montluel te-
ve lugar a exhumagao regular do Sr. G.. .d que
tinha sido enterrado ha tres semanas.
Nesta circumstancia a policia nao buscava os
indicios de um crime, mas sim provas a favor de
'de excellentes pessoas que injustamente eram
acusadas.
OSr. G...d, comnierciante de tabaco, passa va
' i por ter realizado uma parle da sua fortuna em va.
lores mobiliarios, tendo perdido a vista, esta en-
fermidade contribua a exagerar o seu carcter
! naturalmente cauteloso, de forma que no momento
j em que cahio doente para seno tornar a levantar,
'Sr. G...d pegou nos seus valeres de banco e os
I guardn comsigo.
Depois da sua morte, a viuva e os herdeiros de-
ram pela falta da carleira em que estavam estes
valores, qneixaram-se da falta, fheram-se mullas-
buscas, mas a carteira nao apareca.
Isto originou a desconfianga e mutuas aecusa-
gdes de subtraegao, quando um prente que esta-
No fim da semana os logistas apresentam as va ao facto do carcter do Sr. G...d suspeiton
Do Jornal do Commercio de Lisboa transcreye
mos o que segu :
O mecanismo d'este systema (compras feitas em
commum) mui simples.
com os tendeiros, p;
ros e carniceiros, mediante um abatimento de 5
a 10 por cento, o foroecimento de todos os gneros
de que os seus membros precisam. #
Os tendeiros concedem este abatimento, porque
se trata de uraa venda certa e consideravel.
Os operarios, que n'estas assoeiagoes teera a van-
tagem de nao desembolsar prestagao alguma, tro-
cam no escriptorio da associago o seu dinheiro
contra chapas de cobre representando moedas dif-
ferentes.
Com estas chapas vao s lojas que esto em
relagao com a sociedade.
as
chapas recebidas, que sao pagas deduzindo-se o que o defunto tivesse levado comsigo-o seu the-
abatlraento convencionado. souro.
Os lacros sao divididos entre os membros, na A j^sca attendeu observago, mandn deS-
proporgao das compras feitas, isto so-lhes lan- enterrar o cadver e entre as roupas se lhe en-
gados a crdito; porque, em todas estas socieda- ontrn a carteira que fazia suspeitar injusta-
des, os lucros constituem um fundo de reserva, menie a honradez de pessoas de reconbeeida pro-
pelo menos durante os prlmeiros annos, para ser- bidade.
vlrem de base e outras operagoes.
GAZETA PARA RIR.
L-se no Jornal do Commeccw de 30 de maio.
O abaixo assignado faz sciente que por haver
outro de igual nome se assignar de hoje em dian-
te Joao da Silva Alves de Albuquerque.Joao da
Silva Alves.
Diz este annnnclo que ha dois homens de nome
Joao da Silva Alves, que ura dell acrescentou
ao sen nome o appellido Albuquerque.
Mas qual delles fez esta mudanga ?
O qne annunciou.
Mas qual delles annunciou?
Um biscouto a quem descobrir o enigma.
A anedocta que se segu histrica.
Um homem eminente, em Ltsba, era notado por
uas excentricidades.
Por exemplo, nunca dava objectos a carregar se-
nao quando o peso delles torna va ihe esse servigo
impossivel.
Um dia atravossava elie as ra de Lisboa com
uraa pescada na inao.
Veio-lhe ao encontr um visconde impertinente
que lhe disse :
O' Sr. F.... poi V. Exc. quera vai levan-
do esse peixe ?
Que quer ? responeu o excntrico, desde
que os garotos forem feitos viscondes j oao ha
quem nos faga um servigo desle genero.
Embarcaramse em 273 navios 1E7:738 e meia
caixas, sendo para Londres em 140 navios 79:329
caixas grandes 3:094 pequeas e 40:310 malotes ;
para Liverpool, em 37 navios, 20:963 caixas gran-
des, 664 pequeas e 11:700 malotes; para Hall,
em 43 navios, 26:447 caixas grandes, 1:036 pe-
quenas, e 11:667 malotes ; para Bristol, em 39 na.
vios 21:937 caixas grandes, 832 pequeas, e 7.816
malotes ; a ordens em 12 navios, 3:749 caixas
grandes, 590 pequeas e 4:388 malotes; para.
Glasgow, em 1 navio, 537 caixas grandes, 116
pequeas, e 124 malotes; e para Boston, em 1 na-
vio 560 malotes.
O convento telegraphico internacional accordad
no coogresio scientifko de Pars, fcar sujeito a
revisoes posteriores, celebrando-se pata este fim
peridicamente as opportunas conferencias entre
os delegados das nariies contraanles.
A primeira reuniao verificar-se-ha em Vienna
em 1868.
O systema que fica adoptado provisoriamente
para o servjco geral do Morse.
A associago de Berllm ganhou nos primeros
nove mez'-s 4000000, a de Offcnbach, em oto'
mezes, 500,5000, a de StulgarJ, em dous mezes
160^000.
'Estas instituigoes sao escolas preparatorias,
excellentes para emprezas de todos os gneros.
Chamam a si muitos membros, porque nao se
Ihes pede desembolso algum, e sobretodo porque
all se aprende a administrago e a inspeegao de
uma sociedade.
Muitas destas assoclagrjes j comegam a dar ori-
g^m a outras insttuig5es nteis.
Tratemos hoje das mulheres caprichosa*.
Uraa mulher caprichosa como o ventor'que mu-
da de velocidade e de diiecgo, com urna facilida-
de propria de vento.
Para um amante extremoso uma mulher capri-
chosa um martyrio lento.
Est a nolle chuvosa, o homem est aborrecido';
parece-lhe melhor ir para casa passar algumas ho-
ras ao lado da mulher, conversar de amores,, iso-
lar-se do mundo,, e vi ver para s.
Nao, senhor.
E' nossa mesma occaso que a senhora quer ir
Em Berlina, organisou-se urna paderia, que for- ao theatro, onde se representa pega nova,
nece pao aos socios pelos mesraos precos que os Elle insta, ella leiraa ; chora, aborrece-serfecha-
demais padelros, e cujos lucros sebera de 15 a 17 ^ 0 b0mem qne tudo pode, cede,
por cento. e. I vai.
Em OITenbaeh, uma parte dos socios decidi for- Mas n0 theatro, onde o homem foi s>> por com-
mar uma sociedad^ cooperativa para a construego pmerj tud0 lhe aijorrece, o tudo enjoa.
de casas para operarlos. | mulher, para gosar o triumpho, nao toe pres-
__ ] ta grande attngo.
Que faz elie ?
Sahe ao corredor, e ah por acaso sncontra um
T"." *".-k^ aroieo aue anda em procura delle, e qne vai dar-
a s.ia cabeceira, defens -ra da sua honra,
uoceoci.
a sua in- apanhado era duplicidade, cahir por muilo tempo
da reputago do mundo.
FOLHETIM
0 CONDE DE CSANTELEiNE.
Episodio re^olucao.
A PAUTIDA.
XII
(Continuago.)
Ei a o conde. _
' Meu pai 1 exclamcu M*rif,
inha mullo querida fllha 1 responden o con-
de apartando Mara sobre o eoragn.
Oa! q'ianto uo? Inquieta a vossa ausencia,
ni ia pai, e Mr. He/jrique ia partir para procurar-
vos e vos conduzir a n.
Bravo filho, disse o conde es'.endendo a mo
ao ?valieiro. Anda queris' vos sseriflear i
Vamos 1 tudo est, bom, disse Kernan. Julgo
que decididamente a cousa se far.
O conde, que se calara aeerca do motivo da sua
ausencia, nao fallou mais do fim que attmgira. Pa-
recia evidente ao Bret) qne esta viagem tinha re-
reago com nma intriga realista, nma especie de
conspirago nova, mas elle nao interrogou seu amo
a este respeito.
Smente, folgou dever por o pai a par do que se
pa-sara; pintou-lhe o amor de que tinha sido o
conii lente, e como, por occasiao do desespero de
Mara, a conflsso deste amor escapara dos labios
do j.ven, que, segundo a sua conviego, era tam-
bora correspondido por Maria.
E do certo jamis bouve homem mais digno
destramado I acrscenlou o Bretao. Comtudo,
amo, se este casamento se re5olvesee,"no
pderia ser celebrado, porque nlo ha sacerdote no
paiz, e seria preciso esperar.
nde .acudi a cbegs se responder.
_X1
R90TE MYSTEMOSO.
Gom effeito, esta anwncia de sacerdotes no de-
partamento tioba necebsariamenle suspendido o
exercicio da Tegiao ; as populag5es do campo sof
Segundo diz um jornal francez, o maior e mais
rpido transporte a vapor que existe em todas
til para
no porto de Rocheforl, para
riencia.
O Intrpido, comegado a construir em 2 de se" o homem j abengoa o capricho da mulher, e
tembro de 1853, como nao de segunda classe,' val ouvir as ioformac>s do amigo. Mas nessa
achando-se ainda no estaleiro no momento em rjae mesma occaso que ella acha o espetaculo aborre-
a invengo dos navios couragados operou uma re-! ciao e q,uer voltar.
volugo no material naval, foi transfrmalo em e volia.
transporte de 5,000 toneladas, conservando-se-lhej se namorada apenas, a muiher caprichosa nao
porra, as admraveis formas o a poderosa ma- deixa de ser um tormento, ou talvez, e anda um
china dos navios de grande velocidade.
As prodigiosas dimeosSes d'este novo typo de
navio transporte pernwttiram o embarcarse a bor-
do, de uma s vez, um pequeo corpo de exercito
torm&ato maior.
a filha do Sr *** ; mas
Elle quer daDsar com
a namorada nao quer.
Quer Ir a passeio onde ella vaj mas ella desfaa
friara mais que tudo deste estado de cousas. E en-
tretanto, antes preferiam fechar-se as suas casas
e fugir da igreja, do que reconhecer os juramenta-
dos ; deste modo, os meninos na*ciam sem que
fossem baptisados, os moribundos morriam sem os
sacramentos, os casamentos nao podiam celebrar-
se religiosa e civilmente, porque as desordens at
mesmo irapediam a instaorago de escriptorios do
estada civil.
Todava, durante a ultima quinzena de abril,
uma mudanga manifesta produzio-se no campo da
parte de Finistere comprehendida em um raio de
algumas leguas ao redor de Douaznenez; tornou-se
logo evidente que um sacerdote voltara ao paiz pa-
ra cumprir sua nobre misso affrontaodo innurao
ros perlgos.
Foi uma cousa que a prineipio se disse ao ou-
vldo; nao convinha despertar a attenco dos es-
pioes que as municipalidades entretinbam era lodos
os lugares; mas era fim pareca certo qae um
homem mysterioso andava pelo paiz; no mo lem-
po, quando havia tempestades; e noite, um In-
cgnito, sempre s, percorria o campo, vislava as
aldeas, ora Pont-Croii, ora Crozon, Douamenez,
Pouellan; nao smente elie se transportava ao seio
das parochias, mas tambero s casas mais soladas.
Este homem pareca conbecer perfeitamecte o
paiz e estar a par de suas precisSes. Ao nascimen-
to de um menino, elle corra; levava consolagoes
e os ltimos sacramentos aos moribundos; viam
no pouco, porque o seu rosto estava quasi sempre
occullo debaixo de nm veo; mas nao se precisa va
velo, bastava ouvi-lo para reconhecer nelle o mi-
nistro de uma religio de caridade.
Este facto, a principio pouco conhecido, nao tar-
dn em attrahir a atlengo publica. Logo foi objec-
to de conversa em Douamenez.
Esta noite elle veio casa da mi Kerdenan,
e sacratnentou a, dizia este.
c AntehoBtem, eHe baptisou o filho dos Breze-
nells, responda- aqaelle.
Aproveitemo-nps em qnanto elle esta aqu,
replicavam ingenuamente outros, porque bem
possivel que lbe acontec mal,
Os habitantes desla costa, que era gente piedosa, ^^ que minha Sbrinha ter um marido com
julgavam-se feliaescoma presenga desse incgnito, quem poderjl conlari de certo, o co, permitttn-
que renovava a situago moral-do paiz. j do.|he sa|va-la, Ih'a reservava para o futuro l
Havia um antigo tronco de carvalho na estrada )evomos ^m pensar, Kernan, respondeu o
de Douamenez para Pont-Croix, onde aquelles que conde; poSSa esta querida crianga ser feliz como o
reclaraavam os soccorros da religio, depunham raerece ( Ella tem sido assaz experimentada para
nm bilhete, orna palavra, om signal qualquer, e, qQe Q c(1 ,he C0DCeda ^ noje em diante amaexls-
na noite seguiute, o sacerdote mysterioso appa- lenda dtosa Mas an(e& de fa|lar deste sacerdote
recia. ao cavalieiro, Kernan, deixa-rae arranjar seme-
Vivendo isoiados, os hospedes do Locmaill nao )hanle negoc0.
cooheceram logo este estado de cousas ; elles raras Kernan prometteu nao dizer nada, porra o ca-
vezes conversavam cora os Seos vizinhos, e fecha- va,|ero D&0 lardou era ouvir tratar daquillo que
varase voluntariamente em sua casa. m 0fjject0 da conversago de todo o paiz. Logo
Pelo espago de dous mezes, ao menos, esla santa ^ veJo eoQ(ar % Kernan a SQa grande descoberta,
misso foi exrcida sem que o soubtssem, sem eQ Brp,ao n5o pde deixar de sorrir.
que Umbem se podessem aproveitar della. pa||a acerca disto esta noile, ceia, disse-
Entretanto, chegou am da ao conhecimenlo do jne e||e> e veris o que se vos responder,
bom hornera Locmaill o que se passava, elle disse Henrique seguio o conselho de Kernan, e na
alguma cousa a Kernan ; o Breto apresSou-se em mesma noite, depois de ter dado a mo Maria,
fallar a seu amo; um raio de satisfago brilhou chamando e conde de Chnteteme pelo nome de
E' do Sr. J. L. D. Cmara esta poesa :
AO SECUNDO CORPO DE VOLUNTARIOS.
Voai, phalange de Bravos,
Em pro do vosso Brasil;
Mostrai a i povo d'escravos
Quaato val vosso fu7.il !
Mostrai que sois c do Norte,
Desses lares que Mavorte
Chamou-osLar dos I.'Ues I
Mostrai que sois descendentes
Dos Vieirasnobres gentes I
Dos H>nriqueiCamaroes I...
O vosso auri-verde arbusto
A todo custo guarda 1
E' vosso pendo augusto,
O sangue por elle dai I...
E quando I na batalha
Ao som da vossa metrallia
O tyranuo vos fugir,
Plantareis no solo ingente
Vosso arbusto omnipotente,
E nao receieis cahir.
O Paraguay insolente
Era breve veris prostrado,
Pelo jugo omnipotente
Do Leao do Norte ousado I...
A- fadigas das batalhas
Os embates das metralhas
Sao duros de se soffrer ;
Mas quando a forga se anima
E o furor os domina,
Que melhor gloriavencer I ?...
Estas flores que deslisam
Agora qa'ides partir,
Sao festoes que symbolisam
Victoria IGloria IPorvir I...
Victoria! quando o ioimigo,
Que invadi o vosso abrigo,
Debellado vos cahir I
Gloria I quando a historia
Guardar dos feitos memoria,
E vosso nome esculpir !...
E este povo que espa
A nobreza desses peitos,
Aocioso espera o dia
De bemdizer vossos feitos t...
Ento quando em vossas plagas
Um fabricante de Manchester, tendo recebldo no
dia 3 de margo, de tarde, a encommenda de uma
ealdeira a vapor da forga de vinte cavallos, de uma
forma especial, entregou-a, completamente acaba-
da, no da 8, sto qnatro das depois, visto que '
nesse intervallo havia um demingo, dia em que
nao se trabalha, e a ealdeira tinha sido snbmettida
as experiencias impostas, isto a uma presso de
143 libras por po! legad a quadrada, quando ella s
destinada a funcionar sob nma presso de 70 li-
bras.
iNa America a fabrica de relogos Waltham
match Company fornece um relogio completo todos
os quatro minutos.
Di?, a Narao que as cartas mais recentes da Chi-
na assignalam um grande movimento religioso en-
tre as populagoes deste vasto imperio.
Centenares de aldeas se convertem ao catholi-
cismo, mas o numero dos missionarios absoluta-
ment' insuflicienie para recolher esta abundante
seara.
Os bispos da China fazem um appello dedica-
gao do? padres catholb-os para ajudarem salva-
gao de milhares de almas, promptas a entrarem no
gremio da igreja.
nos olhos do conde.
Juro-vos, disse Kernan, qne este sacerdote
deve ser ura homem corajoso e dedicado, porque
sera dedicaco e coragem nao se pode obrar assim.
Sim, respondeu o conde, mas elle recom-
pensado pelo bem que derrama ao redor de si.
Sem duvida, nosso amo, e estoo convencido
de que os habitantes desta co?ta sao felices com a
sua presenga no palzl Sabis vos quo era duro mor-
rer sem cenfisso!
Sim, respondeu o conde.
Quanto a mim, continuou o Breto com urna
pal o
Mas este sacerdote, disse elle, quem o vera ^
Eu, disse o conde.
Maria langouse nos sens bragos.
Isto vai bem, isto vai bem, disse Kernan, e
isto nos trar lelicid de. Nao me admirara que
fosse o fim do fim. Ah I Sr. Henrique, vos nos
amareis mulo.
Sim, mea tio, respondeu Henrique precipi-
tando-se ao pescogo do Breto.
Um longo mez ainda se passou; o conde nao fal-
mS lava mais do sacerdote mysterioso. Tinha-o visto?
conviegao protunda, tena sido a peior das affl, a ousava informar-se disso. Mas
goes; o menino recemnasc.de.pode esper r p lo ^ e/o conde annunciou a seusfllhosqDe
baptismo. e qualquer pessoa pode substaujo* > ^^ as d(J M|)r.
*^l""^>?Znt7J?M ratal3dejulho;eram tres semanas de pacen-
casamento para lempos mais felices I Porem mor- e"' J
rersemumeonfessor m.cabeceira da cama, "a. mComtudo convcna reignar.se e esperar. Qoan.
"i8 S/S^SSffir. do se espera pela fel.cidade, o lempo parece muito
- Mas estou pensando nisto, proseguio Kernan, longo, nao obstante ser aquelle que caminha mais
eis-ahi quem alegrar a Mr. Hentlqoe I Devemos depressa; oceupam-se cora mil pequeas coosas,
muito a este coraj.o joven; felizmente, ser-nos-ha Kernan quir que Maria fosse bella no seu traje de
fcil mostrarmo-no reconheetdos para cora elle I desposada, e dependen alguns escudos velhos ero
comprar-lhe uma fita d'aqui, ura veo d'ali. Hen-
rijue cou arruinado de veras, o que nao foi diffl
cil; sem dizer nada, elle foi ura dia a Chateaulin e
trouxe ura bello vestuario de caroponeza breta.
Tambem se deve dizer que Kernan teve a honra
de figurar na ceremonia com bon* sapatos gros-
sos, e nao bouve, al o bom homem Locmaill,
quem nao qnliesse ter lamancos novos.
Emfira tuda preparon-se antes do dia marcado.
Henrique nquietava-se sempre por causa do sacer-
dote ; quera v-lo. Sabenda a historia do tronco
da arvore, dirigio-se ella, e depoz um bilhete
que recordava ao cura mysterioso esta importante
data de 13 do julho, e as gratas de Morgat.
Alguns instantes depois um hornera muito mal
parecido apossava-se do bilhete e inmediatamente
desapparecia.
Finalmente, chegou a vespera do grande dia; a
ultima noite passou-se na sala terrea. Henrique
nao poda cooter a sua folicdade. O conde fallou
a seus filhos acerca dos grandes deveres da vida,
e do como se devia cumpri-los; elle Ihes disse cou-
sas tocantes.; Henrique e Mara langaram-se a
seus joelhos e pediram-lhe a sua bengo.
Sim, disse u conde, que o co vos abenge !
que elle vos absolva por minha voz I que elle vos
guarde durante o resto da vossa vida 1 oh I sim,
meus muito queridos lhos, que elle complete as
bengos de um pai.
Depois, levantando-os, abragou a ambos.
XIV.
AS GRUTAS DE MORGAT.
O cabo da Cabra serve de extremidade uma
comprida lingua de trra formada pela curvatura
da costa do norte, e que vem fechar em parte a
baha de Douamenez. O proprio promontorio co-
bre uma especie de pe juena baha interior, que
se descobre perfe i lamente, da aldeia, um pouco
esqnerda.
E' na parte central e n'uma praia magnifica que
se acbam as celebres grutas de Morgat.
Ha maltas. Ellas gao accessivels na vasante,
excepto a mais bella e mais importante, qa qua i
Conta um jornal, que ha pouco chegou a Marse-
Iha urn marinheiro viodo da Australia, trazendo
uma caixa de conchas preciosas.
Pegou n'uma e dingiu-se a um negociante de
curiosidades, que|lheaehou tanto merecimento que
por ella lhe off-receu logo 25 francos.
Eis-me rico, exclamou o marinheiro, pois
trago 6:000 iguaes a esta.
Devagar, responden o negociante, se trazei?
6:000, cada uma vale dois sidos.
O general Nicolao Petimeza, um dos hroes da
guerra da independencia hellenica, morreu no dia
lo de margo em Calavryta, sua cidade natal.
O conselho municipal desta cidade decidi le-
vantar, em memoria do her'>, um monumento de
marmore branco.'
Annunciam de Soleune a morte de M. A. Gres-
fly, um dos melhores gelogos da Suissa. Toraou
parte na expedigao de Berne Islandia.
Os principaes negociantes de Manchester abri-
ram subscripgo para levantar uraa estatua me-
moria de Ricardo Cobden.
Tanto o rico como o pobre tem corrido a contr i
buir para este novo testemunho de reconhecimen-
to pelos servigos feitos pelo Ilustre livre-cambista.
Esta ultima muilo vasta; ella tem profundida-
des que jamis foi permiltido aos olhos humanos
sondar, por falla de ar respiravel; as tochas que
ah se conduzera ficam amortecidas, a principio,
e acabam por apagarem-se; aos seres animados
nao seria possivel viver em taes lugares. Mas to-
da a parte anterior da gruta vasta, arejada e J:
aspecto grandioso.
Era o lugar escolhido para a celebrago do casa-
mento. Derramou-se logo o ruido as parochias
vizinhas de qae urna miss solemae seria ali cele-
brada. Comprehende-se o efleilo desla noticia n'u-
ma popnlagao privada desde lo longo tempo das
suas ceremonias religiosas; portanto havia inten-
cao no paiz de virem em multido s grutas do
Morgat. Domis a escotas do lugar devia por os
fiis a abrigo de loda a surpreza.
Com effeito, os pescadores, forjados de ouvir
missa em sua barca, podiam fcilmente escapar
aos Azues que quicessem sorprende-los por tr-
ra. E' o que tinha decidido o sacerdote a offlciar
publicamente
Chegou a dia; fazia um bom vento de lsie,
muito favoravel. Desde a manha, um grande
numero de lanchas cheias de homens, mulheres,
meninos, velhos, deixarara o porto de Douarnenec
para atravessarera a baha.
O espectculo desta flolilh* que dava vela com
os pescadores preparados com os seus mais bellos
vestuarios, era magnifico.
A barca de Tregoian adiantava-se a todas as ou-
tras. Maria estava encantadora com um traje de
noiva breta, e oom ar de qtiem era feliz, ainda
que um pouco triste. Henrique apertavalhe a
rnao. Kernan estava no lome, e o bom hornera
Locmaill na proa.
O conde de Chantelelne tinha partido do madru-
gada, antes do almogo; era preciso que tudo es-
vess prompto, e sobretudo que o principal perso-
nagern, o padre, nao faltasse.
(ConliaMar^-Aa.)
s se pe penetrar com a. rear,
IPERXAMBGO.-TYP. DE M. F. DE F. cxFiLHQ
ILEGIVEL
mmu


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